Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:14833


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Full Text




























'r..pri..i.ia. e A.Ut.- ..e~ karia & ii


TELE6RAIhAS,




10 Io [DS AMEMo, 4 deo abr, 'a
12 horas qe 3 inu dg tarje. (Reehido
6s.9 ham t0 mikimo., pela itha4 kee.
f w r e .) ;

tAResemU de um spUple.ta o 41e-
polamsgoKeral peleo S.0 diit!cto ia 4-
"ahkybfa VlAmsmde de suma Carva-
Eke.
Alto. o




ampI5 :A mSBSIA SimA

(Especial para o Diario)

PARIS, 1.o de abrfl, & tarde.

Am tropasm franeexas retiraram-se
para Ker, no Tounkla.

BERLIN, 1.o de abril, A tarde.

Aeaba de ter Iugar a Cents orslunl-
*ada nma Atemanua em beort &a
Priueipe de Iofmarek.

PARIS, 2 de abril, de manhaL

Cotmtnasa as mefgelar6es acerea
ds ft~rmo s swdo o mim tlolerfo.

NEW-YORK, 2 de abril.

An Ul4tiRma *00CA4" WauNeta
uo em iawrgioem *coupa& Peaa-
*'e. qume Gstemallma tol Ha#tdo
poles Sepa, Ballfads..

LONDRES, 2 de abril, i noite

DIamimuto eoslderavelmmoeme a tern-
mo. do relsa Miplomagleam entire
a Elgllaleur e IeMima.
B-'* povavl *quoe a queste peon-
den et. Ja ve l4vw d S pe 0
.r mo a'lft .....' .

PARIS, 2 de abril, A noite.

Est gravemeote doente monoe-
shOr Guibelrt. areebthpo de Parits,
enUo entado itaspiqa mrias inquie-


PARIS, 3 de abril.

xo tendo poditdoe Mr. 'reyefiaet
organtsar eo ovo gabinete, fotl dada
emma ineumbencia ao Sr. IDexcm.

PARIS, 3 do abril, de manh'i.

O project de left creando o emerc-
tlnio* de llsta ars eleleom leoillatl-
was aeaba de seo deflitivaamante
wotado pelo Senado.

CAIRO, 3 de abril.

0 exerclto inglez de Souaklm.
*emmandado pelo general Graham.
spoderou-se da cidade de Tamai.

PiRIS, 4 do abril. de manhi.

/-" Niko tendo querldo o Sr. Devea.
aceitar a mismo que Ihe fora con-


flada de orgauimar o novo minlite,
reo fol agora dada emsa ineumben-
cla ao Sr. Constans.
Os Jornaesm ofMlciaes anuanclam
que o govere chines eonsente em
tratar corn a rame.

Agencia Havas, filial em Pernambuco,
4 de abril de 15;.



ITSf ICCiO POPULAR


PEDAGOGIA
(Extrahida)

APEDAGOGIA EM PORTUGAL
(continuag&Qj


i de pi o aeao que t fiwim x a bi-
l, e quo.t"o -lal exetadwo tern
dig de Ppad additadd om
*iejo g psasva0 o maMiatenio parti-
r titulo ae eadpameidmde. ,.
a coaferencia, eoear d. ephemera


jamLiaam d q, -dirzmmos que o pn Iije&
6am Id o 2 dN iiao-do 1878 e regulameato do
20 de Julho 1881, I6 mdo oeem alei de 11 du
junho deo 1880, ts ia e eovar a&edwalo kna-
ciqqul Aalto-a dos aotaqi houuamentos iqspt.-
Ita ems puise. q o am na va pn t da



; 6 v e r -d e a l m dl
civiin o. A' pm* atgim. 11p0rf;o" _1 qu a
rm Ptern id eamu e o tacto doe ta-
isamiri emnsdaudoa, afiguopsesas quo asa movs






.v8Am turwm~ IM o o ac alw td,0 orm
leoi deorista-ieao primu a.a altisfozea o auhelo
do espiitosulto. dodMmi o. d_ ejam ere-
clamam a org ramsai yedagsgW do ensno porta-
goes.
Oselaree prts = o o eacreveram
tobr e pio .oa acittio Mtiodo. Cita-
mosa o Oal Jo do o Forao do Oil-
veir; do l ao a I wd mdea de Almeida
Garret vo av'ehue. moe o primeiro que
dotou Bortug d 0 mma jriapitematico de eda.
caglo; po emos mm o insigne es-
oniptor1 Om nivsloq m! -*r unm profuado
conheczMUok da meivad &" icm m
D a w e so i d'S& B Garret. E
so, eoi vah (CIS c.volw pai v= passando o
systewa edilvo da ptguoeza, ease
livrn nam pode ser n oWod. &veitado, 6 por6m
certo quo woutbua alvitrs vabosos e ainda hoje
aproveitauis.
O con1Damto doe ftsumtos pedagogicos oe-
velou o ta nA M a ognsade p sta ao deoreto de 2 de
poveorbo P 185 i pois quo ao priumomo osOrip-
tor pertBeBB o piano dos egieda. por eole diactado
e austentado na ammiu emcarregadai da refor-
ma geral do. ctados, oejo amembmna foi.
Er segu9da ao nom- do Vismcmde de Almeeda
Garret suOe-nos o aMe do Visconde do Casti-
Iho. ,'-


DESPAR-O S
MEIAVH8n3


DO DIA 1 DEI


Antonio Jo, c4 Mira6 Falco.-Rettldo
o Sr. inspector da the a de Fazenda para
os devidos fins.
Professors Amelia M6 .dsa Conoeipao Ramos.
-Deferido O40pIi ia fet. rin geral da Ins-
9 Br. direct do Arsenal


cimento do Miristeto da Bfariha.R
Coiina Damiana do Nascimento.-Hoje submetto
a proenvIo da supplicante ao' conhecimento do
MWmsterio da Harinha.
Iiogo Carlos de Almeida e Albuquerque.-Sim
na forms da lei.
Joas Perreira Vieira e sua mulher. Informed o
Sr. administrator do theatre Santp- r-bel.
Jolo Alves FPitosa.-Como requer.-
Juliio Ferreira Mattozo.-Indeferido.
Jos6 Francise) de Oliveira.-Informe o Sr. Dr.
chefe de police ifiterino.
Loiz Auguato de Magathae.-Indeferido em
vista dos artigoui 3t' 25 3 de regulamento do
Volouia. .
Tenente Manoel Carneiro Machado Freire.-
Fornea-se.
Major noel Joaquim Bello.-Forneca-se.


feiota Kfii da ConcrUg0lo, por ofhoaa..
Wi oal publics; Adtitotio Joaim Bibiaq
Pedro Jos4 na Silva, poi dituarbios. '."
A'.or4ip do d 1 diatricto doe S,
Nilo,.'eravo do Dr. Odilon, pqr ds 1
A' oredem do de Afogados, e
Mel B*earria dos Santos, poa-
NO Pa 3 foi ap raQ'Q"- OA-
duo do: jaom e Manoel Barca" -.ds ofis e
qu Afsra preso *or distarbi -A otdem dd
subdetlegao do 2o dtrict "de S. Jose.
Aute-hontenm, as 7 horas 1a noite a. na
rma Imperibl, Zeferinao Joim Jos6 do
Sant'Anaa, travando-se do r es corn 'nam
individuo eonheeido per Bas, foi por estc
ferido grave" fte corn duas facadas.
O deliquente ooauseguio ovadir-se a con-
trao m mo estai o suabdelegado do 3- dia-
tricto de S. Jos procededo nos tormos
da lei. t
Commanicoume o delegado do termo
da Escada que no dia 3' do .me find,
suioidara-se em terras do engenso Uruc a
mulher de nome Sebastiana Maria da Con-'
ceiglo, que era casada alli corn Jos6 Felix
dos Santoa.
A autoridade policial tonmon conheci-
smento do facto e procedeu is diligenciaa di
lei.
Pelo subdelegado dodistricto da Mag-
daloena, foi remettido ao juizo competente o
inquerito policial a que procedeu contra
Martinho Antonio da Silva pot r hayer fei-
do, na tarde de 27 do mez find, a Fran-
cisco Manoel de Sant'Anna e a Jose Hen-
rique Moreno.
ueus gouaie a V. ExC. lUm. e Eaxm.

Sr. Dr. Augsuto 4E Souma Leao, muito
digno vice pdeuidente da provinoia. 0 che-
fo de' polieia interino, Jos6, Maria de
Araujo.


RECBIE, 5 DE ABRIL DE 1885
t de anore de In4o
o0 j emsa mul IPard, o 6radodoo awt no
dis 2 do euuate, trouxe as wnime. moticias
Date at6 21 de maro:
Estava dOuinado o di' 25 Mpar a ae.rtuma da
assemblea proviciai.
0 Dr. sMaool eFra-a o Machado, assumio
o cargo de director g l .4. imuxtncfo publics.
+.- 0 Dr. &Jmeida, um do redaetoa do Cor
reio da Manhd foi sul ldo. 0 Jorwa do Ama-
zonas oesceve0 o aigmte:
Maio uz aml W, vt jut.e t1 a
|ostn q= 1tee


a Srr. Aib eeoida etordo Correio da
Manha, foi assaltado em esa pa pria cusa.
Forgaram o porto da cam. .Ao ouvir o ba-
rulho que famam os assaltantea e devisando am
vulto e Sr. Dr. Almeida, fez fogo, e secandando o
tire parece ter a balm apanhado o bandido, porque
ouvio-se um grito e logo depois gemidos.
,, A policia compsreceu as lugar, e o Dr. chefe
prometteu syndicar do facto. Cremos, por6m, que
nada se desc9bnrA, porque ate agora teemn ficado
impunqa todos as ataques que se teem dado. No
emtanto eeperoemosa.
S0 Sr. Dr. Almeida fart, sem duvida a nauna-
9ao do acontecido.
Aguaxdamo-nos para depois darmos o nusso
jumo.
A presidencia da provincia mandou fechar
o hospital doe variolosos, visto star extinct a
eDidemia.


Maria Franisca deo Alcantara.-Informe o aPar
Rvdm. Sr. director da Colonia Orphsaaelogica Isa- Dataa ate 26 de marco :
Ft. e C d aoe Na reuniao preparatoria da asaembi6a provin-
Ricardo Feranies Catanho de Vasconcellos. cial, hayida a 24, verificou-se nio haver numero
-Informe o Sr. Dr. chete de polhica interino. para ser aberta A 25 a mesma assembl6a. Falta-
Vellobood.-I forme o Sr. engenheiro fised da ram os membros liberals, por accord centre todos.
Companhia Recife Draynage. No dia 21, As 5 horas da manhi, e marinhei.
- Sebsatiio Asterio Peixoto Gadeha.-Ao Sr. Dr. ro do escaler da policia, Augusto Alves Pinto, ao
juiz de direito da ecomarca de Iguarase paras pro- entrar em sua ca8a, ao largo de Nazareth, foi ag-
videnciar e nvenientemente. gredido pelo taverneiro Jos6 Cardoso, que descar-
Tiburtino Jos6 dos Santos e outros.-Informe o regou dons tiros de revolver, sendo urn na fronte.
Sr. director do :presidio de Fernando de Noro- 0 offendido foi operado pelo Sr. Dr. Fernando
nha a n Cnao. Costa, e o offensor contiuuou a passeiar corn lieen-
Baeharel TriburcirValeranodeCarvalho.-Co- Ia da policia.
mo requer. A's 2 horas da madrugada de 24 naufragou
Major Thomaz Barreto Lins de Barros.-Infor urmna can6a, que se achava fundeada na ponty do
me o Sr. commandant superior da Guarda Nacio- Porto do Sal, perecendo um 'dos tripolantes de
nal da comares do Recifo. nome Maximiano, escravo de JoAo Soares da'
Secretaria da presidencia de Pernambu- Silva.
co, em 4 de abril de 1885. Deu lugar a semeldhante desgraga, a forte cor-
0 porteiro, reatesa, que havia na occasion.
J L. Viegas. 0 cadaver do infeliz esacravo, apparecen no mes-
SL. V~megas. dia todo mutilado, visto ter fiead, entire a ca-
noa e a dita ponte.
Repartliao da Poliela A police procedeu ao corpo de delicto e as de-
Secio 2'.--N. 309.-Secretaria de Po mais diligencias da lei.
licia do Peanambuco, 2 de abril de Falleu o Dr. Daomingos Pereira Limna, ve-
rendor da camara municipal de Bel6mn.
1885. illm. e Exm. Sr.-Participo a V. MaranhA o
Exc. quo foraiam recolhidos A Casa de De- Datas at6 28 de maro :
ten*o os seguintes individuos: Proseguia em seus trabalhos a asseambl6a pro-
A' ordem do Dr. delegado do 1- dis- vin2ial.s
A- 25 os militares da proviacia celebtoam
tricto da eapital, Antonio Francisco VieC- divesas fiestas commemorativas do dia, send li-
tor, por disturbios. bertados 22 esqravos.
A' ordem do sullelegado do I- district Lemos co PaiH : .
de S. Jo96, Michaelia Domingas dos San- aOsSrs. Jos6Ferreira di Silva Junior sC., ti-
veram communicagi de que naufragara nos bal-
tos, comno alieriada, ate que possa ter o xos-Manoel Luiz,- perdende se totalmete o vo
conveniente destino. por Jeune Amiral, de.nus propriedade ..
A' ordem do do 1" district da Boa-Vis- 0 Jeane Amiral ia da Admarraio 'com o card
ta, Jos6, escravo de D. Rita de tal, por rega nto ddu tos e ta ns bois para Cayena.
'disurbos.A tnipolagin salvoun-s.
disturbios. Os refridos proprietarlos aguardam a ch--gi
A' ordem do do 2- diatridto da Boa-Vis- a do eommandante a est eidade para dar pro-
ta, Maximiano Pereira da Cunha, por die- mcnores sobre esse naufragio .
turbios. Piauby
turboo / Datas atW 16 de mago:
Deus Gaardo a V. Exe.-IUm. e Exm As noticias &so destitaidas do interesse.
Sr. Dr. Augtwto de Souza Lelo, mul di- Ceari
gno vice-presidente desta provincia. 0 Dat ats 29 de margo :
Foi nomndo promoter public d comarea dai
chefe do policia interino, Josd Maria dimperat aeemio Joio Julio do Alneida
Araujo.I Monte.
-- Foi commemorado o dia. 25 comrn uma feata
Secglo 2' N. 3 -Secretaria da Policia de intima entire s09 priacipo figunantes de 25 de
mango do 1884. A Pro'viia a do Ceard, outr'ora
Pernambteo, 4 de abril de 1885. -I lm. iberde, den odicgi especial.
e Exm. Sr., Participo a V. Exc. quo fo- Nada maim qqe mere meuslo.
ram recolhi 'o A Casa de detec:.o os se- io GraUde do N.orte
guintes individcuos: Dat-u at6 31 de no m ? :
No ia 9 neerraram-se nese dia as trabalhos d a assem-
No dii 2:
A' ordem do Dr. juiz de dineito do 3 bl6a provincial.b
district crimifal,- Francisco Clementino DWata. a. 1 do abri:


i-


matiesO "-
0 afiiista'-J juateica, sespondeudo na au-
sencis da 5esa .-dlegaas it interpellagio de um
deputbo a reaspto d& conflict de Benagarrmiaga,
declar. a ter o *verno eaviado ordens terminan-
tes aoseu reprsenmmtante em Tanger pars se pro-
ceder rigoroep inquerito e exigir a reparagiao
da ofinsa fcitt pelos mouros ao pavilhbo hespa-
nhol. J
a 0, A 4llai41ando da proxima eonferenwia
interm ional do ..i...a respeito das quastes ore-
witiv ao casiLisrititmo de Suez, diz que a Hes-
panal e os Pauses Baixos sio muito interessadas
aa d'. 2 a quest .-a. Accrescenta que a Hespanba
nano I irA Pars snr repreientada nu assa conferen-
cia; 1 asf se'fose convidada, cumpriria oa deveres
tie Me impoe anMa sitaalo na Peninsula, e re
Sdeclara0 Us ternunanites Acerca da poll-
itaria daes-amargens do canal de Suev, o que
intcr s a a toda-WEuropa.
-1 isz-se que O nuncio de S a Santidade, moa-
senhot Rampoit vai sahir de Madrid por se achar
doeetf.
(anstitg.io-se em MUarcia, sob a presideneia
do eo'de de Riche, umn congress encarregado de
estudkr o melhor meio de imnpedir as terriveis in-
nunsd#ces n'aqueila prorineia.
a tarticipam de Malaga que se descubrio ia
diaa,,que, duraute um mez se haviam alli intro.
dusia, pelos contra-andistas, 30 carros eorn ta-
baeo, cujo valor paroce ser de cineo a sois milh5es
de Oiiles, achando se press varies funecicnarios
sop itos de connivencia n'et contrabando.
IEm Baroeetor.a, dous ou tres dies antes dos
toram,,'atos d s Andaluzia,.otouae n'aqueilo port
ugo preamar smuito plmuiiada, phenomenon este
,idigno de s eaostuiado.
.Duas caass ingleas Mr. Blandy, dAltBada
Msciras. vao edificar des armazens de carvio
no porter de Luf (NGahrias), -euja importancia
^eu~e -apra did. '
SOs eatodauta do- dfid v~ sabir i saba-
0401 0o hi ted..Vas wlnvoeraiadaode psnaa
r a.ranjar dAotes 4 AA-oeophls qtw os-aeu
uJgi aatrouxer~a de oraasse&
-g mf -oao se~apOW"db aitixawate 'oa jorassi
,a Vabos jV m i duean d oi facto de
.nosu pu adq' ett A oq.a ,. _i.-


Id
lo
0





)




a
o


pesetas ufferecidaa pela Associ' 9o Commercial do post n0o10o aigumrna sobre as questoes africanas,
torto pars as victims dos teiramotos da Anda- o Sr. Mancini declarou que v6 nesse facto una
luzia. Os jornaes de Madrid inanifestam profunda prova do adheso A political do govern. Ficou.
gratidlo pela sympathy la que os portuguezos teem assim enacerrado o incident.
mostrado par& corn aos hespanh6es. Diz um telegramma.de Berlin que a Allemaaha'
S Houve conflicto corn a celebre cantor Sem- a Austria e a Russia deram a entender ao gabi-
brich, que eeti compromettida a cantar oito noi nete de Roma sob f6rma amigavel, qua a ocunpa-
tes no theatre da opEra. Canton o Barbeiro de gAo de Massouah (n) Mar Vermelho) pelos italia-
Sevitha e seu marido cdeclarou que ella nao podia na nao ser i reconhecida, senAo no caso de seres
cantar mais por estar gravida. dormalmtmte salvagu .rdados os direitos de susera-
0 emprcsario, entendendo quo a Sembrich de- nia do Vulto.
Via sabel-o antoes de ter assignado o sea com- Inglaterra
promisso, o vendo quo nada podia couseguir corn N'um discurso pronunuiado pelo Sr. Bismarck
rogos, apepellou para os tribunaes, propondo-lhe no reichitag, eramn dirigidas por aste celebre eata-
uma acvao de perdas e, damnos, porquanto havia dits taamirgas queixas contra o goveruo inglez, em
jA recebido o dinhei'o dai assignaturas especiaes primeiro Ingar por eate Ihe ter attribuido o con-
rs a a aito rep entacues. sel o de annexar o Egyptoa e em segundo, por ter
Fi zmente 0 estado i nteressante da notabilis publicado nos Livroa Azues documents diplomati-
sima divanaso Be manifeston em Lisbft nero no cos oe extracts doeconv.ras qu ello, Bismarck
Pcrto e poem" ouvnl-a ern varian-, etras. consider a de natureza confide.cial.
,, Cowq9ou a public. ft ,n 'nargo Lord Granvillejulgou do seu dever defender-se
E Re8umen, journal inspirado pelo g, ....... ,-do.de takes a-eo a us. Camara dos Lords ; mas
Dominguez, quo vai combater corn grande ner: -e "j L. xrmes tAo cordatos e brkudoe, que se fo-
gia o governor actual. ram tendikPW..u" anter a b8a harrnonia entire as
A Correspondencia dc, Espaha, mais ministerial duas nMaes, nao deii-immi de se rum tanto humi-
q ue os proprios orglou do governo, di noticla do, liativos f,ara o proverbial-orgulho britannice.
boatoo de quoem Roma so desautorisa a pastoral i 0 chefo do Foreign-Office res-ibeleceu o ka-
do bispo de Placencia. via dito naC amara quando respo~idi. alo -
Cartas de Cuba dizam1 quo se terns snuito ur- mond, que pretendia que a poli -. eza- a o
gents realisar- naquella ilha as rcformas liberals, Egypto tinha sidu tio mA, quohavia sido reprova-
a uso quererem quo de neov rebento a guerra, a dapor un grande estadista extrangeiro. ntio o
qual, d'esta vez serial mais terrivel parasa Hes- illustre ministro disse que nao tiuha razio pars se
panha, pois comr a primeira os engenhos estavawn queixar d desapprovagAo do Sr. de Bismarck, per
em powder dose flhos do patz o per isso nua foi. Ao isso quo nio tinha sido seguidoa o se conselho,
sanguinolenta e ruinosa:; por6mn hoje quo a maiorns dado tanto, ao governor anterior comro so actual, de
deas riquezas eiti oemw por dos hespaah6es a luta tomaroa Egypto. Confessa que deveria ter dito
serial devastadora em eambates desesperados. ,, inctes opinion emittida em, vez de ,d conselho
Fratnea dado.
A Camara dos Deputados approvou. por 281 Fallando do dito conselho, ou opitiao, n-lo qui-
votos oontra.184 uas seseo de 16 de margo a ge- szer alludir is crommunicaies coafidenciaes eaami-
neralidade do project Is sobre-taxa imposts ao gavels de 1882, de que o Sr. de Bismarck fallout
gado estrangeiro. Eattana lo na especialidade, no sen ultimo discurso, mae sin a declarnsees poa-
eleirou do 15 a 25 francoe u direito da entrada do teriores, cijo caracter nao era. confidencial, e quo
gado bovino. pareciana. s6ifiear cque o governor allemcao ha dois
0 overno franeaz communicow Is differentes annos polo monoe, desejava e esperava que a In-
potoncias a nomea do de urns commisa'o eacarre- glaterra tomasse sobre sio erneargo de representar
gada de elaborar am regalamento provisorLo pars os interesses da Europa no Egypto.
a livre navega~go do canal de Suez. A proposta Lord de Granville disse tambenm quo tinha p)en
foi aceita por todos os outros gabinetes. de que o ilhustre chancellor allemio attribuisse is
A commissio internAcional do canal marn- suas palavras um sentido que nito tinham.
ti.mo do Suez, deve rdunir-se em Pariz no di 0 JO As explicaues do ministro inglez tiveram a vii-
de margo. Presidirl i sessio inaugural o Sr. Ju- tude de coritentat tanto a imprensa ingleza coma
lio Ferry. a aflemw.
co-- No di .16 far apresentado ao senado o pare- Os principles orglos de Londres, coma o Time,
dner a commisso da novas pautras ados cereaes 0 tandarde, o Daily T a euo e a Daily Tqera
estrangeiros. E' favqravel o project e devia dizenm que a manuten Uo das bas relages entire
comeoar a ser discutido no di d 19. a Inglatesra o a Alemanha 6 do tsipotancia,
ot de "u e lnas dauoaapatr l at0 chef do oreign-Oficde alstabeimpeort~an











Sprefeito da policia esti m perandb um edito prn;, ialnte epre rs L que a d ,tiquetloanglo-
gent relisr naqullaHhaas cfomaslibrae Egptotnalmeii d e am a quese ha via ao reprova-










em quo sete prohibido tnermina"abente .que.so rdsa r una rica- Central, ar tiasimples mAi-
deeialdem bansaeris vermelhas nas ceprnmonas interpretaiAo diplomatic pose perturbar aquel-
publics. .a rdacie.


o .


;.-.. =- _. ..


B -ilelas da s ma
ete francez Nig9er, entrado da Europa
4 lae te, trouxe data que alcanqou de Lis
tde marno, adiantando 17 diais as trazida
du de Portugal, conatantes da carta d
ondente de Lisboa, inserida na ru
,N-,s as noticias trazidds pelo refe
Rs, K panmas
SFJI n' e c)rrespondente do Liiboa eu
'oomu de oito diss, principiou no coan
Aediatuasgo de grand importancia. (
jgl I a Sr. Carnalejas pedio explica-
>uo dam palavras dirigidas por D
A*ip"- wmmiuai catall, que b..--', "egado do
-[ tinha sido recebida no pace, tra.ind(
a 41jnt o da Catalunha contra o modus vi-
i R rcpresentacio intitula se Memorial d
;=anf e foa publicada nos periodicos do Barce
i "-LDa aommissso enviada pelos catalies panr
O a. rei D. Affonso fazem part os nota
| j D. Frcderico Soler (Serafi Pitarra)
1K o Verdaguer.
Canovas disse que el-rei D. Affonsoc
la y do da sua liberdade com o particular,
a o governor auaria da sua. 0 Sr. Ca-
tJ(]pNondeu que voltaria a tratar do assum-
1 o~s ni oopportnna.
i 0 Uf.t steIlar deve tomar part na discussion
Ses~~biunciada pelo Sr. Canalejas acercs das
iavea'l profseridas pelo soberano por orcasiao
r so y a commission catallL
i* S. Sagaste, chete do fasionistas, em
am n lm disourso declaron que na lo votaria o
4Amdu WW endi, porque o goveruo abusou da autori
asto que se Ihe deu, dividindo o artigo primeiro.
oa Sr. Sagasta, e assim o declarou, que este
fm beo teve outro fim senAo o de enganar os
a Ha poncos dias foi apreseatado pela corn-
miudo 46 senado o parecer favotavel ao modus vi-
venmi, t^ como 6 proposato pelo governs.
f a W a das ultimas sessaes o sub-secretario
do oZcio da fazenda declarou A commissaao de
orqarmento que se tratara deo fazer todas as econo-
mia pawiveis para diminuir o deficit.
Ou 0 umistro da fazenda, respondendo na sfswio
do S0-as camara dos deputados & urma interpjlIa-
9ao, di>m que tinha aceusado umrn deficit no sen
orgameMto, porque prefer fazer um orgamento
lea 9 espor a verdadeira situwAo financeira da
nAt' ^ apa resentar nm oreamento equilibrado
quiao ooapaidera impoosiveL
a 0 Oirau Isauierdista torna a estar revolu-
ciomado. A junta director diz quo niao se de-
witt porque as directories lh'o prohibiram, e
6s |ores do voto de censursa, que o haviam reti-
rad^dgsndo que a juntA pediria a demiaio, pa-
ree dispoita s ternal-o a aprosentar.
xOQblipo de Porto Rico tinsha aununciado uma
interpedivAo acerca dai relates centre a igreja e
o patido conservador, dizendo-Ihe o Sr. Canovas
que ao responderis A ella. Aamicioun depol o
bispo, que apresentaria ums pwposta, e o Sr. Ca-
novam awcreacntou que procaania feran todo o
dw oia qw ex s Be xa JA o
duas ig&tW a a antodsr1

telramma via do Vatim O, -q- Mian a Or-
desava. '
Cbegou A Madrid general Setrano um tanto
restbeloecido da sua enfenidade.
EsA Oberto um grave ootffieftfoatre a Hes-
panha e MJrrocoL. Os fact. que lhe deram ori-
gem form os seguimntes :
a 0 governador da coloeia hespanhola de Al-
bueenam (Africa), acomipanhado de um official de
arinna, de urn interpiete e de seis marinheiro,
dirigio-se no dia 30 de fevereiro A Bone-burriaga,
n'um esealer, coin banadeira hespanhola, pars re-
clamar uam bareo que tinha aido roubado pelos
moauros. Eatc, em numero de 300, reoeberam-n'o
A pednrda e A paulada. Um chefe mouro, que
estavapresqnte, o so oppose & aggressIao.
a "go% ernador de Alhacenas, o official de ma-
rinha, o interpreted e dons marinheiros ficaram fe-
rinos.
a Os jornaes madrilenos reclamam usna repa-
rango estrondosa. Mae aEpoca, m~is cuidado: a do,
interesses dynasticoa do que dos brios naciouaes,
ao que paroce, objectou o eeguinte :
a Pus se na occasiao da guerra da Atrica,
quando o pacs unido per am s6 e nobilissimo seu-
timentotinha os olhos posts nos seus dolorosoa e
pacientes soldados ; so ate entao, n'aquehlds diau
solemices, surgio a infame traicgao de S. Carle 8 de
la Ripita, quew nos garaute agora o patriotismo
e a lealdade, que usa guerra exterior exioe ?
cA Epoca refere-se A insurreicao do maliogra-
do general Ortega, capitibo-general dos Baleares
e que ao desembarear no contineute proclamou
D. Carlos, quando o grosso do exercito se batia
em Marrocos. E receia a folba citada que viesse
a succeder agora o mesmo, on par D. Carlos, ou
pela republics. E' tristissimno, observe um peria-
dico de Lisboa, ten de fazer em public tal con-
fleange!r Polo lue, enteude que o melhor 6 seguir
o camiaho da pu .ieaia e das reclamacues diplo-


1Reerio-se a uma nota allemi corn a data de 5 de
maio, nota d, que o governor inglez nao teve co-
nlocimento official e que o principe de Bismarck '
dera como communicada pelo embaixador allemio "
em Londres Aquelle governor, queixando-soe de que
este nia a tivera em attencago. 0 Sr. Gladstone
diz estar hoje averiguado que tal notes nunca foi
transmittida :O gabinete jinglez, e por equivoco
passou como contend apenas instrucces para
uso particular do representante da Allemanha.
Quanto as nossa relates corn a Allemanha-
aecrescentou o orador por certo desejo que nam
cedarn em nada as outras naees sob o ponto
da amisade ; mas nao posso admittir a doutrina
exposta pelo Sr. Oustow, e segundo a qual aeria
impossivel a ]Inglaterra manter a suan posiao na
Europa e no mundo sem a amisade da Allemanha.
Nunca direi. que a amisade d'um paiz qualquer
6 necessario A Inglaterra. Corn essa restriegces
Sdevo dizer quii sou o primeiro a receiar d'aquella
amisade.,
Fallando da, corrospoudencia do principle de Bis-
marck relativativamente A colonisaoao, disse o Sr.
Gladstone qu, tal correspondencia nao teria che-
gado a existir se o chancellor nao estivesse real- "
mente persuadido de que a sua nota de 5 de maio
tinha sido communicada ao goverao inglez.
Quantao aos projects colonies da Allemanha,
acclarou que ha somente duas condihes que dese-
ja ver adoptadas : primeira, que a Allemanha se
informed corn o direito das gentes, de modo, que a
sua colonisaciao nao tenha um character nominal e
ficticio, mas un earactor de boa fM, segundo, que
a Alleinanha observe as leis da justip e da htt-
nanidade e que respite os direitos e os interes-
ses de todos os indigenas.
Na cama-a olectiva, o Sr, Gladstone fez al-
gumas declaraA3es a respeito da question da Aia
Central as quais contribuiram para tranquillisar
o espirito public e foram acolhidas corn grande
satisfaqlo pela imprensa.
Respondendo ao deputado Riulhard,disse que na
questAo da frcntcira atghanica, ha dous pontos ;'
bem'distinctos, ambos os quaes se teem impoasto
A solicitude do governo.
Um, diz respito.ae acerdo realisado.h tempos .*
centre a Inglaterra e a Russia para a daarcagiao
da fronteira do Afghanistanm, mediante urm inque- .
rito e por eorreepondeneia diplomatic. 0 outro,
6 consequenmia do movimeuto feito pelas forgau '
rqusas e afghan s em teritorio diacctivel. SobM
eite sMgundo panto, convirazi a Imglaterae-oi
Rssia em que g oi avanoaria am ufl' m
fte, nOm da outra. QuSato am pK d ,: |
.,a a Sr. Gladeao catrtm n't .
a. .om tr e. ^ i % ltA.. ^^ s : ^ ,.
'w- .et mt "k. Jk
Mai rnat s e io e k E
awl%..Wo" ,.. 'I
'.. .
W .+ ,.,+ -., : -. : ::,' .;..: ,. .


!


l eilea


0 rei da Belgica offereceu o luger de vice-rei
do Estado livre do COngo ao princuipe de Ligne,
filho do antigo presideute do senado, assim onmo a
outros membros da ariatocracia belga, mas todos
estes personagau racsram tamatamanoa hours.
Tanto entire es wmembros da direita, como
ente ca da eesqumrds parluentar, 6 geOaF a api-
4 nenhum reo, oa deataos do navo
J~tetodfl~e)e werli~i~ da Belgijax WUo
Am- mI s dit ReigM ae

ad.ttirA que teha urnsa eituaio anilSiu que
se.dA entire a H1llanda e c gao-ducado u JA-
xemburgo c entire a Suecia e Noruega.
Segundo dizem de Bruxellas ao Times, vio
sor abandonadas as expedites belgas na costs
oriental da Africa, por moaivo da forma* do no-
vo Estado do Congo e a colonial de Karema (on
Warima) vai ser cedida a uma miasio. A aso-
cia ao internmacional africians occupar-se-ha ex-
clusivamente da organisagdo do novo WItado. Es-
ta asocia o eatabeleceu j&i umna bateria de ca-
nhoes Krupp em Stanley.Pool, em frentede Bras-
uaille. Assim o communiznm do Zaire ao Echo
du Nord.
No dia 17 a camera dos deputados ap*,vou
per unhbmiidade a mensagem de felicita ao
rei Leopoldo pelo born exito da confereucia. do
Congo.
Continuava a agita*& em today a bacia das
minas de carvio de pedra de Mon. A 16 tinha
havido duas novas oxplos5es de dynamite em
Warne contra as casas ondch moram os mineiros
que na o adheriram A grive.
0 Courier de BrzelUes folba clerical, confir-
ma a noticia de Karema (ou Wsrima) pela Asso-
ciagito Internacional African asos missionaries de
Argel.
Para eose effcito, foi celetrada urna convention
entre o coronel Strench, presidente da associagIo,
e o padre A. Merlon, superior dan misses de
Africa.
Aquella estagino estA estabelccida na mirgem
oriental do lago Tanganika.
O rei da Belgica encarregou o Sr. Arntz, pro-
fessor da universidade do E Bruxellas de preparar
um project de constituialo para o novo estado do
Congo. Aquelle professor, pornm, morreu, dei-
xando o trabaLho por acabar, 0 rei pedio ent'oo U
sir Trauers Twiss, especialisita de direito interna-
cional, procedesse a formular a pretendida eons-
tituicIo.
Refarindo-se a Libertg de Paris dasi manifesta-
ies que tern sido feitas ultimnamente i trei Leo-
poldo, faz notar o enthusiasmto corn quo aqdielle
soberano ji imagine os prto)s da Belgica vergan-
do ao peso dos products africanos.
As tolhas parisienses affirmam quo o rei Leo-
poldo I[, depois da coustituiIo definitive do no-
vo Estado, assumirA o titulo, nio d e rei ou impe-
rador do Congo, como de primeiro se disse, mas
simplesmente o de-Presidemite do EAstado Livre
do Conqo. Esta resoluylo .xplica-se pelo facto
deste titulo nio alterar em couesa alguma a sitnu
Z pessoal do rei corn relailo aos negocios do
Congo, salvando se assim as difficuldades interna-
cionaes e memo algumas nacionaes propriameute
ditas.
0 rei Leopoldo recebendo no dia 20 em au-
diencia official a deputacio da camera dos repre -
sentantes quo Ihe foi entregawr a mensagem de fe-
licitagao pelo born exito da empreaa do Congo, as-
severou que nao pedir A Belgica nacm um sold,
nem um homim. Paroce que S. M. tambem dc-
clarou que aepitaria o titulo de soberano do Esta
do Livre do Congo.
IlalMa
0 Sr. Mancini, respondends na sessao de 17 da
camera dos deputados, a uea interpcullao acerca
da sus political nas quoeaes ,africauaNs, dise que
o pensamento que dirige o eagoerno em tal assump-
to, 6 a diffdaso da civiliaagio ua ragi6es barba-
ras, sem seffocar as liberdaJes naturaes dos indi-
genas. Que, em breve, aproimatar umn project
de lei pKra faeilitamr e animal sw explonmges go
gaphicas a areacndo e coaloniam. .Ioi. e va
te so Sold&4 qaando Khsrowi caial em po4dac do
4bh!di, o governor nao off6,0a G oaoierrs a


aF


Tr


Por conseguinte, julgam que lord Granville fez
o sen ever, dando, na tribunal da Camara dos
Lords, explieages sineeras e proprias para arre-
dar toda e qualquer causa de dissentimentos entire
ella e o chancellor allemao.
A imprenea de Berlin mostra-se muito satisteita
coam as explicagOes de lord Granville corn tudo a
Gcazeat da AUermank, do Norte di qu o osea dis-
curso toi apensa tuna apologia do sea prcedi-
mento..
*- mmo jomnal escreve qoe, em reultdo'daW
^ trnbt nde dS. Peteramburgo, a i- .
taa apitta exffa coiaidercvelmente.
Os jornas, francezea 6 que tratam de tirar todo
o partido da.s satisfacges dadas pelo governor i '
glez ao chancellor, para p6r em relevo o ab.
mento da Inglaterra e a humilhalco a que ae -
p6z. Sao As represalias do que a imprensa 'ngleza
ten escripto contra a Franca, a proposito de Tu-
nis, do Egypto e do Tonkim.
N'uma daij mais recentes seasses da Camara dos
Commune, o Sr. Gladstone rqferio soe ao quae o Sr.
de Bismarck, dissera no Reictag allemao, a res-
peito dos aggravos que tinha do governor iv-
glez.
0 illustre president do conselho completou as
explicaes que na Camara dos Lords haviam side
dadas porlori Granville. A sua linruagem porem
foi muito different da do seu college no gabi-
nete.
Fallou conm mais altives da attitude da Ingla-
terra pars cornm a Allemanha e mats em harmonia
corn o orgulho britannico.




















^ao dam outros~tades


^E^~~ MP d {no traahqmtws
S- R eentra graves desordea em Portown,
-m- da, entire os dous artidos rivaes. Os nacio-
,.. amlistas saquearam varinaa easam do seuas adver-
Stanus ; depois formaram-se bandos, ovan istas
'0 -Aa daraam .tumultznMntI a~eindneaw
-- Diz o Daily Chroiche de 18 quo me deacobtio
ur. asa grande porgo de dynamite ndff ar imaza do
-ortQ de Liverpool, suppondo que mi-ia destinada
...- a explores a bordo dos vapores.
y 0 Times annunciou ha dias qie a Itnglate
.- .proporis & commisaso intemrnaecianal de Sios, rea-
,',"idd. em- Paris. que se tonsidere o canal comoe um
trago de mar e se declare a sua absoluhrta neutra-
Midade.
** Allemamba
^? "A [nglaterra e a Allemanha alo occultam o sea
Smtoatuo descontentamento. A attitude pouco ami
j gavel que a Akemaanhai'eri-tmomado nos ultimoas
I4 talmpos, a respeito da Ingliterra, oa embaragos
q. te creou aos trabalhos da conferencia financeira
S de Lamdres, a sua inte alo hostil reveada na icon-
,'encfa ide Berlin, am zinnimposuo bastaat -OB
,animos na Gran Bretanha contra as manejos da
'. political do chancellor.
SOs Livros Azues ultimamente apresentados pelo
governor inglez ao parlaimento revelaram um certo
desagrado pelo modo pelo qual a Allemantb, aei
promoglo do meu estabtiteiiment r i
sva pncjdidear a ea\--, "ael
vine fr:..
-:- .- .. ,,'- -o qne fez9

t S beIecimento allemio' do rio Ca-

e" que a Allemaaha nato'quiz de modo
-aeiiam prejudicar as colonias in'glezas, nem cau -
.... -. :L-r flno ao commercio britanico.
l.anito A annexacao do Egypto, affirmou nao se
Im" iounca assoalhado, e que varris vezes o g,9
V" ianglez lhe havia pedido conselho sobre o
propell ento que deveria ter n'aquellc paiz, con
selho de quo sempre elle se abstivera.
pre dizenlo que fizera insinuaVes, que nao fora -
/- a' eeitas, ao qne attribue as difieuldades com que
a Inglaterra esta hoje luctando na queitlo do Eyp-
to.
S' Essas-i 'nuSaces consistiram a principle em di-
wer-lho que a Allemanha nao faria opposigao al-
guma do que a Inglaterra entendesse dever fazer
do Egypto.
Nao tendo. sido deceito o conselho, disfargado
ob esta forma, e que era visivelmente destinado a
desarwar aIrnglaterra de today opposieloao desen
SIvolvimento colonial allemao, o chancellor aeonse-
I: klou entdo o governor inglez que se estabelecesse
deffinitivamente no Egypto, conservando comtudo
Sv*afz pro forma, sob a dependcncia nominal do
*;* tNano.
Isso tinha a vantagem de deixar a Inglaterra
senhora-do caminho das Indias, sem offender a
suseeptibilidade religlosa dos mahometanos.
Os Livros 'Awtes publie-Tam algumas notas tro-
cadas entire os dous governor e extratos de con-
vers:";es entire o embrixador inglez em Berlim e
Sprineipe de Bismarek, que estejulgua denatureza
eonfideucial.
0 chaneeller tambem no seu citado discurso cen-
smurou tal publicidade, tendente a fazer cam que
para o futuro se nao possam tratar assmptos eon
ideneises entire as duas chancellarias.
'-, Nos documents contidos, nos mesmos livros ha-
Via tambem express a idea de que a Altinha
SIroeerira negoeiar eom a Inglngtet,,'afazendo-Ihe
Seoncepcoes na questio do Egypto,- troca da eon-
W sio ra Inglaterra A expniASo ooonial- alleM, e
que s3 procurira oeemao a 0o poru
'Mei" falhado aquel a collbin*PfAo- e em* um pis
:a ~oiler. aawl
NeOtVP point) foi a Gauda da Aflemanki do
S '- ralo officioso do chancellter, enearregado
P' &s *n qiimwar a Franqa.
..'',i, -,ipue o governoinglez parece ter tide
..... -, p ii-'.n c-r a Francs em estado de desconfianca a
S "teset( a Allemanhl, o que seria de grande in-
.t eresse para a Inglaterra, mas que 6 amuito pouco
provawel que consiga reaHlisar um tal desidera-
twin.
Os facts que deram ortgem- aso eordo entre a
Allemanha e Franca, a respeito dam questbes do
Congo e do Egypto, nada teem que deva enfra-
queeer a eonfianea'da Franaa na bas f6datAlme-
isanha.
0 eo-de Herberto de Binmarek, filhio -do than
taller atlemlo esteve, ha peuco, e--r Lndres, onde
* foi em anisso especial.
Este-facto 6 considerado coma symptoms da
proxims-reeoneili-aaoA da Allemanha corn a In-
glaterra.
,As revalages de alguns earrespondentes levam
a-orer que o chanoeller nalo procedcu ocoat inteira
haa f6:ne;s snas relac5 s diplomatims corn o gyoer-
nodugh',z ;nmas aim par f6rma mnito calculada-
a~nte encaurinhada para nrranjar pretexto, cam
que fingindo nao poder chegar a accordo corn a
Inglaterra na questalo coloaial, podesse negocial-o
orm a Franea. _
.Diz -se que o principle -, Galles, seu filho mais
velho e seu irmao o duqu, de Edimburgo. irmo a
SBenlm para d r pessoalmente os parabens de an-
;. aos ao imnperador Guilherme.


0 reichstag allemio votou finalmente por 172
-vtos contra 153 o to combatido credit de 20:000
marcos, pedido pelo governor pars a creacao de um
novo lugar de director do-ministeriu dos negocios
S:estrangei ros
Noultimo dia da discuassLo do projecro houve de
notavel -am dLicurso do deputado socialistaLieb-
knec.
Disse elle que a political de colonisagiao tern feito
poi de pirte as reforms sociaes; que o Sr. de
Bismarck 6 um diplomat da velba eacola, que so-
mente se serve d s ideas e das aspira oes moder-
nas para faizer vancar o s9u carro encravado.
^ Hoje, alue o chancellor conseguio o que preten-
_'" dia, desappareceau o seu socialismo, tao abundant
Sde promessas. Nao deve elle contudo ignoarque
IheaAo e' devida em nada a manutonegAo da paz
- ea-op6a, que tern per causes a -decadencuia do im-
.; per-io moscovita, sempre ameagado pelos nihilis-
tasp eem Franca o governor dos demoeratas que
l sipre teem aide amigos da paz. Depois de tc-
rom sido enganados polo chadceller, os socialists
.. allemles estao deeididos a regeitar o orgamento em
Se globo.
|^Austria-ua gria
Na camara dos deputados, na sessilo de 19 de
margo hoave um enorme escaudalo. 0 deputado
ii Knotz, o metimd que dias antes atacara cornm extre
mi *m v' ioleracia 6. ba&o de Krlms, governador gerali
Sidaiolemia,-pronunoelou am violent dicimUBo con-
tr.-. to g iaerno e o regimen atal.
; "Entre outrms cousas, referrd,-se & .uituagao da
Bohem. dise a Uiar tal esado deceouas a ngo
poe'dukar ; a Allesranha a o= ke~o it vsta
o oqprepsa 'A, t;*i ., da m e-

A -, -,r:
ll, -. '.wd~f^ ^ F ,,r

j. '- :: .-'t, ^ ^^ ^ :


p1Eao -ne q mag at6 aMra perti m
conaervar o mmgistero a despeito da falta* I' Q2
parlameatar, violarnA a canatitiiila" e deretalr.m
aictadura a autorisaro para a cobranga dos iam-
Iate conflictoaaba.de.ter ag a sea reper-
eussa na a.s. in t mt'aao tinham. -ae fan
dado no paml_ a ewob a a oiag5oo deAiro, sob oa
au= ioa do partido liberal galue assim mantem or-
Iabda--iu.a u fluencia consideravel.
Jram Capelihue existia,. dwe umitos annos,
uma a-Imdaile d'aquelle genera, qe contava tre-
sentos mnejbro, pertencentes na sua m ior pa.te
ao partido reaccknario. Roceiando perder a maio-
ria pela admissao de novoa membros, aquelles pro-
moveam a reanuio de uma assembl6a geral par.
iU*Qduzir nc-s estatutos 'mna clausula que vedas-
se a enatrada ina sociedade de qualauer individuo
couhecido por suas opinibes liberals, sob pretexto
deque ela zao 6 aoma associan o political.
Logo que no public foi coneeida eesta tentat;
va, houve uma enorme concurrencia I j^to3
a inscreverern se come soios 040a
assembled geral. EmB ,
Moro don iiiw, C^~i^^S W




H --- o mere..datj ^.. j rilptes Srupos,
Ea'tando a Marsea e g ndb -Abaixo Es-
trup pervn-reram a cidade e tentaram ata-
car a aasa do primneiro ministry. Sere ainterven-
9 da policia e da guard real, 6 possivcl que o
palacio do rei chegasse a ier invadido, Muutos fe-
rimtnatos e pr:soes ,.
0s'espirito, estlo bastante exaltados e julga-se
,qae a Dinamarea b tA emn vesperas de aconteci-
mentos muitissimo graves.
Buqsla -- __
A questalo da Asia Central apresentl-se agora
sob umn aspect pacifico. Parece que o gdverno
russo deu ao inglez todas as seguran9as de que as
suas forgas nato irIo al6m dos pantos nestemomen-
to occupaJos e de que naio entra nas suas inten-
Oes a occupaglo do Herat. L'0 msnimo goverodeu
instruceoes aYs commaiidantes d'aquellas forgas
para evitarem qualquer bostilidade para corn as
tropas do Afghanistan que estiao a curta distancia
d'ellas. 0 governor inglez fez -communic.ax pelo
telegram ho iguaes instrueoos ano .goeral Lumes-
deu, que dirige a defeza da fronteira. afghanica.
E' ctntudo' de receiar que d4ualqizer incideute
de uma ou de outra part, antes dc recebidas'
aquellas instrucc5os, tenia aido comego de lucta.
A Gazetta da AY-emanha do Norte' respondendo
a diversos jornaes que accusa de quererem appro-
veitar a question da Asia Central para attribudirem
a political alleron designios suspeitos e abalarem a
unidade entire a AHllemanha e a Kussia, diz, entire
outras cousas, o segainte :
SJulgamas ser falho que a Russia queira an-
nexar o Herat. Sewundo o.quo aqui se sabe, nao
se trata de nenhumn mode do Herat, mas das pas-
tagens de algumas tribus turco-rmanas. A Russia
dezeja demarear conveaiintgmaente a fronteira pa-
ra prevenir qualquer invagd6. Que intereabes te-
ria a Allemanha em -oppr se a 4imitaglao do
Afghanistan ? Porque haveria de iadispor-se
corn a Russia, por causa dos eampos afghans ou
turcomanos, que ella tern->oultivado eom diigen-
ca-e bomrn exit ? -
aA AllaUmuanha tambnm ao tmn em mirsa que-
da dom nunisterio -GladstOne. Se dezejase der-
Tubal-o, nao teria g azo io "er a aisao do cou.
de Hsebrtdo Bismarck mB a aondraB, oa pelorme-
ase, er nacr teriaaervido p approximar Ei-'
atr.daa A.................- 7-*"
f Atffirmagio de que em quanto a Frangas.s-
ti. occupadano coflztos eoa aOhina; em q Anto
a Inglaterra luotsa, eorn a. difieuldades do Egyp
to e da Asia Oeatrai o prinueipe de Bismarck de-
seja aleancar na Europa um imperio abseluto, 6
apenas-ridieula, trataudo se de um estadista tao
pratieo tie o essencialmente national coma ochan-
celler alleoano v.
-- Poucos dias antes havia -escripto o'Times so-
breo assaumpto:
a Se a Russia pasear 46Aw das posigies que es-
tL occupando actualmente, ,se ataoar aa tropat
do emir, aemhar-se.ha immediatamente envolvida
n'ama guerra corn o Afghanistan e a Ingla-
r Ate este momeoto-ainda a Rasssia'oonserva a
inteira libwrdade de eseolher o seu caminho;-maa
o tempo de demora dos seus destacamentos-nas
posicoes gaahas, eom proeessos de -uma lealdade
duvidoasa, torna -cads vez mais difficil, moral e ma-
torialmonte, urna-solote pacifica do conflicto. -.
Deatro de um ou dois dias conheceremos pro-
vavelmente se o czar escolhe a paz, ou prefer a
guerra.
Eseusado 6 dizer que cas bUnhas do grande
journal da City produziram cets impressao.
Turqula
0 Standard diz saber de origem segura *que a
Porta vai offereeer ao governor inglez urna altian-
va offensive e deffeusiva. Se este offerecimento for
aceite, um continent numeroso de tropAS turcas
serA post A disposicio da, Inglaterra, no caso em
que so tome necessario que haja operacoes mili-
tares para repellir o movimento progressive dos
eussas em dir-eglo A fronteira do Afghanistan.


Ao Daily Telegraph, po6rnm costa que a Tunr-
quia, sondaida pela Russia, prometteu guardar es-
tricta neutralidade no case de vir a rebentar um
conflict anglo-russo.
Egypto
0 Sr. Childers, miaistro da Gran-Bretanha, se-
gundo umarcommunica'ao telegraphica de 18, an
nunciou aj4 ara dom communs n'aquella sessao,
que f6ra ariguada n'essae memo dia urma convon-
qAo da garantia do emprestimo para o Eg3 pto.
Os trees doeumantoc, que formam o aceordo fi-
nanceiro do Egypto deviam ser publicados a 19.
Um correspondent do Egypto escrevia para
urn journal fraueez em fins de tfevereiro:
S Achando-me em Suez, ante-hontem, vi que
estao alli reunidos 3 a 4 mil camellos, que vito ser
expediclos immediatamente para Suakim. A nao
ser qud uma mudauca radical de governor modifi-
que inteiramentu os pianos docatado-maior iaglez,
eis o que, sem duvida, vai acontecer d'aqui at6 ao
fim de abril: facilmente se eneoptrari, de um dia
para o'cutro, ji em Alexandria, jA aqui mesmo em
Suez, navioa em lastro que transportem para Sua-
kim aquelles Camellos, Os quaes deverlo all clhe-
gar em tempo util pars poderem servir para o
corpo expedicionario que jApartio ou que vai par-
tir, do e glaterra, de Gibraltar, de Malta e dais
Indias. corih aquelle deatine.'
Em 20 de manro tadppoade.star prompto e tal-
vez antes de 15 de abtA:i gleess teaio enocon
W&ado O .aan Bigma e, se bateen- n emriameate- -

Oiel ,au,4'aqetl dqr-pra_. .i -
quey d ai4d~lttiAe swsrnpaMsua-


'W .t- .I -. .. -
A prap ainda reis _t-a 15 de fevereiro.
r Tambemqdi ahea a Itro inglez em Tomge&
fSrA q.ato- apedis, i a
afainistra i a o para aimra uIB6
am reformas.

.lug a 4i 0Jln a o Bcou
ultimamwnte O Seeus bons officios pa .:t.--a
tar da paz entire, a China e Fran9a,O e qua
o partidoe da paz, em. Pekin, tomuA a gashar
terreno. '
Ha poucos dias, o general Briere -de
I'lsle telegraphots no governor francez an-
nunciando estar fechado o bloqueio de
Pak-Hoi. ;
E' hoie muito mais vantajos.A situa-
cao dos fm-a s. no extreme OirieoaL 0
g Fna. i atcanaou a nu a vie-



.rra-se dummndQcerco
"post o A fortaleza do Tuyana-

Do lado do Lang Son 0 general Oi'-e
grien destruio os fortes chinezes da fron-
toira, corn grande quantidade de munioes;,
armazens; etc., e fez saltar a fotiialo
que se denomrinava Porta da China.
"P6de dizer-se que corn essas victorias a
Franga ficou senhora de Tonkimn. Agora,
guarnecendo a froateira, facilmente se de-
tfende de qualquer aggression dos chins, se
estes a tentarem, o que 6 pouco proya-
vel. "9
A citua9ao,*- polo e.-ntrario -tornou-se
.muito grave par. a China. Foi repellida
do Touakisn.; as tropas francezas refbria-
das min breve na Forwuoza apoderar-se-hio
dentro cin pouco ao Ke-Quog e de Tam-
Sui ; o bloqueio daquella ilha priva a cos-
ta dePekin de todo o prolucto da su.is
alfandegas ; em-'Niug-Po, o rio esta veda-
do A navoga.o- e o commercio impedido;
e em today a costa, a prohibieao da passa-
gem do arroz, considerado coma contr.Aban-
do de guerra, ameaga o norte do celeste
imperio con a fome.
Por ordem da imperatriz regent, foi
convocado o grande conselho para.. delibe
rar sobre a questao da paz, ou da
guerra. E' muito de crer que as cir-
-cumstancias qu3 fieam evn rtas :pezem so-
bre as deliberates daque1la assembl6A e
que, do que esta resolver,, result vir "o
govorno chinez a id6as conoiliadoras."
Segundo o Times, ha novas negociaOes
entaboladas entire a Fran9a e a China.
A Liberty de Paris do 16 diz que o Ce-
leste-imperio se offereceu a entrar em no-
gociages de paz, mas quo pedia um -ar-
misticio pr6vio, que a .Franca Iho recu:
aou.
-sjoer sm e Pa de 16 03 mm
.p r __.rti mernores
polo correio de Saigon Acerca do algia"as
desordeons oocrridas na -Coohinohina e no
Camhodge em prineipios de fevereiro. Os
piratas cambodgiauos, aproveitando-se da
ausencia quasi cempleta das tropas fran-
cezas no ooinchineia, qaeimnaram duas al-
deias -e fizeram grades mortioinios. 0
general -Briere de l'Isle, -tssim que teve
canhecimernto destes factos, maadoI4 Voltar
a Saigon dulaa companlaias ..de infaatevia
tde maiaha, *que d'alli tinham Bid4 dcitaoa.
idas para'Tonkim. I i
Um despacho exp6dido de SaigDo4i ha
-poucos dins, annuncia quo esta cooa ieta-
mente restabelecida a ordem. -

-B tatom-Unilos
Nn dia 4 de marwo tomou poss4 em
Washington da presidencia da grand^<|pn-
fodifarao americana o Sr. Cleveland. i
0 novo presidents e o sen anteceslor, o
Rr. RArthur, dirigiram-se da Casa-Br nca,
rosidencia do chefo do Estado, at6 ao0 Ca-
pitolio, onde se realisa a cereaonit da
posse e onde se presta a jura'unto.
Eram segaidos pelas tropas da guar~i9io
da cidade o dos arredores,- na for4 deo


25,000 homes. Faziam part do coltejo
os delegados de todoas s clubs demo ati-
cos, bern como os ,de varias associesU
Depois do juramento, o Sr. Clevend
de luma varanda dirigio uiL discura.A
enorme multidlo, qne enchia- a- praga.
Nesse discurso, que 6 Aom -queo o -
gramma do Igoverno do nove president,
ha dous pontos importantes.
Disse elle qua o espirito -das institui ef
da confoderagio, as noeossidades do vo
americano, a attenglo quo exigem a e-
rencia e o desenvolvimento dop recta
vasto territerio Jaacional tormat d
savel que os Estadcs-Unidospada V6ta
continham mais escrnpulosamente nas-
mas da politica extarna que SAo r-
meudadaie pelas tradieg;es hitoricaa ea
prosperidcade da republia. --, u Man
tica do independencia, favokaeida pe -
tuago especial dos Eatadosido.s, j -
ficada pelo amor da jUstiga e 'epoiada p
poder da uac&o ; 6 uema politiea deo
eoaforme nos interesses naeon -; 6
politiea 4e neutaudlidade, repudiando tocdaj
partivipa9o nas c gapgi a e nasiamA.
d.s qt--.-pparoem--ti outro, contine',I
0 --- i Vqc t nenj
_O.ado-se k u"i, o no palm; .-
to "Aaa Woni ,s
a a.i de pa, do ,de .4-
vi*iSW uti~r -a~ io, le" a amisade jffl


vdj a tin^ & l ui.4 -.rta
Iir merica CentI~i$ aip.an
e Estado do4@MBM4Bar 10

_w -- -_...








lidades ntre os Sri. Viz Preto, ex-chefo do ex-
partido causti'~uinte e o Sr. Antonio Augusto de
Aguiar, ex-ujinistro das obras publicas e nmmbro
PORTUGAL. -LISBOA, 23e foi d'aquele ex-prtido, de que samo pard fa-
1885'


Foizer parted no gabiaete p13 residido palo diSr. Fonteso da
coajuaetaente or o Sr. Pinheiros deChagas, queena
tbem fazia part do mesmoe agropanoentse persona-
tico. Ades viotrenci oa da phrase o qu e Sr. Vazxefe o ex-
Pretido ose dirigio ao se r. Anto ouifrade o Augustituo de
Aguar, verdadeii esctro dalo paramentar, sobrs pubicae mebrtudo
que foi d'aqtislle ex-p-artido, de que sahio par& fa-


per parter esdoh gabido pars campo de taes.orrinas a
discuss da rpmeosta da mensager do os hagas, queef do
estambemdo. 0 Sr. Agiziparte na doua resposta npanto ficoli-
evtico. Ado nadcia quant eshrase coia naS nqua e Sr. Vaz
Preuito m ais correct e moderada conquistitui as
.um verdadeivq esdandalo, partarnentar, sobre tudo
par ve ter eseolhido para, campo, de taes vtrrinas a
discussgao da respqeta, da mensagena do chaefe do
estado. 0 Sr. Aguiar na ana resposta nao ficou
eevendo nada quanto &. essencia, maA. na forma
.muito maaig correct e modarada eoaqtmstou as
sympathies da Carnara, que apesar d'isso estava
como que envwrgonhado das galerio e, da geral
publicidade que d'ahi a poucas horas ia ter a des-
grenhada barrella que os dous illustres priores
estavam fazenda da sai roupa suja.
A nossa vivacidade peninsular, os precedextes
mnAos se quizerem, mas precedents em todo o easo
que xplicam, at6 certo potato, a tolerancia presi-
encialem casos d'cstes. Como por6m, a pugna
or'atoria am-aiava ir por diante, interveio corn
bastante diplomacia e fino trato o Sr. Martens
Ferrio, terminando o sen discurso conciliatorio por
deixar ver que recorria ao sabido expedient de
unum requerimento para se julgar a material discu-
tid I. Foi euatao que o Sr. Aguiar entendeu quc
uno dcvia pedir de novo a palavra, limitando-se o
seu contender dar apeaas algumrnas explieac5's
anonyaas e As cousas ficaram per alli.
Cedeu da palavra o Sr. Conde d,< Rio-Maior, e
a resposta to discurso do throno foi votada corn
urna ioO.1to na'o imp,,rt;Laute do Sr. Costa Lobo, ad-
ditada palo Sr. Tbomaz Ribeiro.
Corn bastante espirito diz-u m periodic dos mais
grAvcs que d'aqui se remettem par& a America,
ter sido composto em tempo, o partido constitnin-
te, na sua part pensante e dirigente, de cinco in-
dividluos apenas, e achar-se ho)e dividido em ou-
tras tantas dissidencias, accrescentando que o
mesmo acontece, quasi ao partido progressista.
Para corroborar a sua affirmative, adduz o facto
recaatisimijo d urn duIlQ..qie.,toe amiaiws
entire dous.jornalistas e sub-cbefes do rniesmoa.par-
tido, dawelhea qaa iathegtau4tod.Pia r4Liljqr-
se g" i? tkmiro A-phlicis e deps3 A4aiamvcn
cio do cordato e honrado chefe do pecrtido progres-
sista.
o caso que entire as Novidades, de gue .6 re-
daetor pPfneipIl o Sr. Emnygdio Navatvra e o o0 -
rei9 da Noite, que 6 redigido pelo Si. Antonio En-
le's, ambos progressistas, ambos deputados c am-
boa membros da comnimssao executive do rferido
partido, se trocaram iajuriosas invectivas, insul-
tos memo a proposito -de uma questilo criminal
de que os tribuuaes se estio agorA occupando e
em que ha episodios tio curiosos, que mais pare -
cem arrancados is, paginas melodramaticas de
PNnson da Terrail, do quoe ao dossier de urn pro-
cesso basado- na realdade prosaic dos factors.
Entre os episodios e peripecias que abundam d'es-
se-pmocess 3 em, que 6 o principal vo umn certo So
ianb*chefe, aft ha pouco dia, de uma divisgo da
ficeaia NUM" Agii1gu tg ordow d m cn awamnto
simulado, ha cousa de 4 amnnos, corn urma meniua
de rara tormosura.
Um de- mention idos jornaes sustentava que
esta -senhora f6ra vilmente iltndida, coma sna ve-
lhamli pela phautastica ceremonia do casamento,
em capella particular tambem fiogida; o outro era
de opiniso que a genitil noiva sabia do conluio e
era- connivente no engano feito a sua mai. Palavra
paxa palavra, a que-.tao azedou-se extraordinaria-
miente, e dentro em pouco, os dons periodicos ag-
gretiam-ose corn doestos-e personalidades pungen-
tissimas.
o--nstou outto nt didade que Oar seus piincipaes
redactores iam bater-se. Nomeavam soat6 as tes.
temrnhas, cotrtava-se da importuna interven@ao
pda policia quando os adversaries seguia:.:.', '* n
*carruagens corn os respectivos padriuhi, -,ji o
[eampo, e-n'isto se agnacava cada vez mats a curio-
dade public, fervilhando os commentarroS dos in-
Idifferentes e dos amigds, omo tortulhos depois de
um aguaceiro de ontono, quando todas as felhas
progressistas publi.aram simultaneamente o doeu-
meento seguinte :
Sendo facto de public notoriedade, que entire
dous cavalheiros, membros do partido progressista
e amigos pessoaes dos abaixo assignados, us Extes.
Srs. Antonio Ennes e Emygdio Nravarro se susci-
tAra uma pendencia de honra, que ngo chegou,
ate a present data, a ter soluno no campo para
onde fora, por effeito de crcumstancias superve-
nientes e de todo o onto alheias A vontade d'aauel-


les doas cavalheiros e das suas testemunhas, jul-
garam os abaixo assignados quo Ihes cumprma, no
desempenho de um ever politico e de amiszade,
empregar toda a diligencia para avocar a si, i
afastar do campo das armas a solucao de um con-
flicto tio desastrosameute levantado entire dous
correligionarios, que a communidade no sentir po-
litico, e as mais affectuosas relap5es de amisade,
haviam unido durante muito tempo.
a Tendo condescendido aquelles dous cavalhei-
roe, por espirito de discipline partidaria e defie-
rencia para corn os abaixo asssignados, em an-
nimr ano desejo que se lhes manifestara neste
sentido, passaram os abaixo asignados a exa-
minar, no desempenho da missao que assim
lIhes foi confiada, os artigos e apreciacoes dos
dons jornaes Correio da Voite e N.,vidades, que
.baviam dado origem ao conflict, e vieram no de-
'curso desse exaw a averignar que o artigo do
SCor oit de 12 de marvo nas Novidades,
,,idadea do Exm Sr. Antonio
aterJiormente a tivesse assu-
mdo o .W-iihma reparagao, a que
julga t irn E' flonheceram bein as-
"s- preauinl o e que fora redigido
5. de mar9o das Nowiades, o qua em
J tancisa podia dedlarar-se insnhubsis-
&d, quanto podesse impo-tar -o0ens,
SExm. Sr. Ennes, e nessa part aer re-
a Nio existindo assim, no Ontender dos abaixo
ssignau o0s, motiv, aLum pars posoeguir uma pen-
eis, biseada originairiamente einm facto,.que mal
podia-justificar um tal eftreoo, e que malis tarde
Be aggravara s6 per efb' doe aum equLvoco, asaim
o fizeram saber aos douas- intereawdos, para qua o
oommuaicaeem aoucavalheiros a quem tinham
{onfado a souiiao da suanpedidenci, conseguigdo
S t Oh. ellea partlfhada asua couvlegeo e 'dada
afi~l&.e perideaa coorn intAiro accord d_.s
ol0ts1mi je4*s, qew mais particalwrmente 't nham
djstto %r8QvWl-a. Lisboa, 17 de mnaro da 1885.
'l-. rdaoaM p. VWoW" -de da. a-
waq. fc~^^ (^



|li~defS -dt.q' A -4e.
Bi^^^^ dm1 -^!^


_ -.! _


Fallaram cm -seguida.ddfferentes delegados, pro-
nunciando phrases amabilissimas para Portugal,
agradecendo em terms muito cordeaes a hospita-
lidade, que ihes fora aqui dispensada e fazendo
votos pela prosperidade deste paiz. Turnaramrse
notaveis os discursos ds Sr. Fantesio, represen-
tante da Italia, que levantou um a Viva Portu-
gal! a que foi calorosbamente applaud.do e o do
principle do Prisdung, representante do Siao re-
cordando que, send Portugal a nagio da Europa,
que primeiro tivera relagbes comrn aquelle paiz e
cujos navegadores elle primeiro conhecera, fosse
exactamente em Portugal que se firmasse a con-
vencao que, admittiudo Sio) no convivio de todas
as aagoes civilisadas, Ihe dI urn lugar na unmo
universal dos correios.
EstA pois encerrado o congress postal. 0 pro
tocollo mostra felizmente que Portugal represen-
tru nelle um papel digno e s6erio.
No dia19 deste mnez foi recebido em audien-
cia real o Sr. barno de Carvalho Borges, novo mi-
nistro do Brasil, chegado a Lisboa na setnanadan-
terior.
As folhas de Lisboa dizen cousas muito ama-
vois e creio que muito justas da competencia e
merit dio illustre diplomat brasileiro.
Falleceu ha poucos dias o. Viscondle de Car-
mide, victim d'uma c'ogdstio pulmnonar.
Deveu-Ihe muito a industrial agricola por'u-
gueza; era formado em phila)sophia e durante today
a sua vida dedicava-se aos maelhoramentos da agri-
culturae dos processes inaustriaes. Jos,6 Stheat
de Arrnaga c Cunha, 1 Vis3oude de Carmide, foi
um abastado propriatario e lavrador. Residio por
alguns annos na Inglaterra. na Franca e na Bel-
gica, onde estudou todos os processes e systems,
que maus tarde implantou no paiz, corn o. fimn de
fazer progredir a nossa agriculture.
SFundaia a Gazeta dos Lavradores em 1879;
perteneem aso numero dos fundadores da fabric de
guano chimico do peixe na Trataria e servio eom
Alexandre Her-ulauo, aa qualidade de veroador
da Camara Municipal de Lisboa e Bel6m.
Em 1871 foi agraciado corn o titulo de Viseon-
de Carmide.
Ultimamente pretendia conseguir o capital ne-
cessario parkas obras doIossso porto.
Foi um trabalhador iucan ravel e empregou osem-
pre a suz intelligencia e actividade em tudo quan
to relacionasse corn a nosia industria agricola.
Neste sentido escreveu muirtos rtigos, qne foram
devidamente apreciados peio) seu grande alcance
pratico.
. Nasceun em 18 de agosto de 1805. Tinha por-
tanto 80 annos incompletos.
Tambem auccumbio ha poucos dias Fran-
ciweo'd 6imarnacies Fonseca, na villa de -Almada.
Ema prosador.e. poeta de pri meira ordem, engenho
.prilogiado kom todas as aptidbes litterartas.
Jra ftrMadra direito, e stvn ar4 tomar ordena,
rais do ocThaqnde a Voam 'pam a igrja, oi
enta5 fortuna no Braid, -nde jfr- ddioo k im-
eaapfidiea e aa enif pftrtiouar. ep4W s-
^^a^ ^i^Sito ima,_a aom aa~v6 a

a a


jS~d^ pj!s(ebt; emq Eua~i( ro t~discu.-
do -tpo ed. "Vafrome a do bill de 'idemidade pedido pelo
re Mrno para.os aotosdictabtoriae qeM ,oMuu.se-
ber : a reform do eoxroito, as providencias sani-
tarias occasi-aa petojustifirado medo d" inva-
saoado-Iatm air-e quela-i* r no
chamado rr ,piirbentar. '
Tern 4om a 3 P9ec*cQ.gu.pF s me-
Ihores or reas do parida. rogrumMrA -mo ot
Sm. BeirlAr*.Luciamo de Mtro, S.i,1nda al-
gums ine~ripos. gXjae gfa!Mltr
da maioriawm-Be eru am amll CluiaA
do a do Br. ontes, rai.jtij4A9.'aaQ-ntaMn
ado irrecqWis. .
AlongaWsiommoemsMt m#* *i w-
compendiamiNkuLaqui o F I &ap*e* 0f
tra corn que se tern esgrimido de part a part.
Seria rmuito prolixo. As questoes desviam-se na-
turalmente quando estio em jogo as paixKaes pali-
t oa e desses desvios passa-se, por um rapido de-
dclive, para o terreno eseorregadio das invectiv.'s e
"das allusacs. essoaes.
0 praso constltucional da sessao legislative estA
por poucos dias a findar; as c6orts silo consti-
tuintes, 6 preeiso que o nio esquecamos ; ellas po-
rnm 6 que mostram n ,o se lembrar d'essa eir-
cumstancia, porque o object especial do seu man-
dato, que 6 a elaborac:uo das reforms political
-ainda nao foi eneetado... nem se sabe mesmo
quando o ser !
Calcula-se que se prolongari mais oito dias a
diseusaso. do bill de indemaidado. Mettemn-se de
permeio as ferias da Semrana Santa e da Pasch a,
e s6 A custa de prom'lgacoss se irA fazendo alguma
cousa de muito a que 6 argentissimno attender-se,
send muito mais que provavel qae os orarnentos
do Estado se niao discu.tam, votando-se A ultirma
hera, e corn o p6 no estribo, a lei de meios.
No partido republican ha dissidencias gra-
ves, ao que pareee. Nao 6' s6 no pequeno grupo
constituinte, no p irtido regenerador e no progress -
sista que ellas existem e s e manifestam.
A Era Nova, de que era redactor o Sr. Silva
Lisboa, acabou poucos dras dopois de ter este jor-
nalista um dos mais vivorosos e e,'ergicos da ac-
-tualidade, sahido da caria do Limnieiro onde cum-
prio a sentenca do tribunal correccional, que, im
face da nova legislasio, o condemnava par abuso
de iberdade de imprensa. No ultino numero da
Era Nova o sen redactor contava que a empreza
publicidade democratiea I qual tinha transmittiJo
a prop'-iedade d'aquella tolha que elle fundara, nao
cumprio religious e aetnuionente corn as obrigacSes
contrahidas segundo o respective contract, fican
do alli, Silva. Lisboa, eni dcscmbolso de quantia
avultada por ordenadps que teve de pagar di esua
algibeira aos seus collabiradores, se contar cornm o
que s" Ihe n'o rpagou coco principal reactor :-
lucro,)s cessantes e perdas emnergentos.
N'um seupptemento publicado no dia segainute
vein um dds umembros d'aquelle syndicAto explicar
que eram exagerado.)s os prejuizos allegados pelo
Sr. Lisboa, mas qu os quae tinham havido procedia
de nao term muitos dos a.ecionistas caoneorrido se-
nao corn as primeiras entradas e todos estes e ou-
tros .;ggravos diluidos em seis copiosas columns,
ondus faltava o folego, ab-ndando todavia as recri-
minacoes naais ou monos nmansas.
Mais desavenqas, em publi -o ; mais questyes do-
mesticas trazidas para o soalheiro, o que 6 sempre
um pratinho par a os espeetadores dos outros par-
tidos.
0 certo 6 que suspendou a publica~lo, como ha
pouco mais de dous mz;zes a terminou o Antonio
Maria de Bordallo Pinheiro, por motives mui di-
versos. Tambem se finou Folha da Tarde, folha
republican. Tree orgloa de um partido, afunda-
dos em menos de tires mezes, 6 caso symptama
ticeo. '
Querern algunms s rlwa-.o pelopublico desalento,
at6 dos quaeitiaham ailo nos braaie do partido
anti-monarehico. Seja como for, o facto nao pode
taxar-se do insignificant., e as allega95es que so
brenadafi a estes naufragos dojornalismo politico
nao passam-de meros pretexts. A verdadeira
causa fica sempre no tinteiro.
Hoqtem esteve umrn tempo lindissimo. Sol
explendido, a inauguracao emfim da primavera em
todo o seu fulgor. 0 festival dis estudantes, em
beueficio das victims dos terremotos da Andalu-
zia que devia ja ter-se rea.lisado se nao fora o
maio tempo, fez-se con enormissima concurrencia
Sde povo no formoso parque de S. Sebasti.a da Pe-
!dreira, onde foi estabelecilo o Jardim Zoologico e
:,de Acclimagco. ,
*-> ?rcdAngt 3a~&a~a<~MfMaA sfigu df -ten side
maito important. A afficreuoia do -r;etcutos-de-
toda a species, apinhados do gene era tal, que s6
par um milagre nao houve desastres. Nao consta
de um s6- Dentro das alas do parquet era dimi -
cil o t:ansito. Alen de tres bandas regimentaes,
havia outras de diversas corporacoes civis. Tra-
balliavam oas membros do Real Gymnasio Club,
havia barracas vistosas onde gentulissimas damas
vendia r Feesta alcgre vivamenre popular
e abrilh ....aIo por um dia genial.
Eacerrou-se o cong-esso postal a 21. Os
ioraaes publicam o protocollo-.final,, qae lhe na,
itranserevo porque nas folhas que remetto o encon-
!tram. A' aSsignatu'a'seguioa-ae a sossao do en-
icerramento, pronunciando o president do con-
Igresso orespotivo discurso, a que respondedu o
deeano, o Sr:-oervais.


_PERNAMBUCO

Assemblea Provincial
ll.a 1ESA0 EM 17 DE MARCO DS 1885 (a)
PRESIDENCY DO EXM. SR. DR. PAULO JOSE DE OLI-
VEIRA
Aos 30 rainitos depois do meio dia feita, cha-
inada e ve:;ificando-se cestarem presents os Srs.
Aristarch) Lopes, Estevwo de Oliveira, Jos6 Ma-
ria, Oilvino Cavileaite, Antuues Pinheiro, Vis-
cond[ do Tabatinga, Pereira de Lyra, Cunha Bel-
trio, Erminro-Coutinho, Goes Cavalcante, Amaral
e Mello, Lurenco de Si, BarAo de Nazareth, Lu-
na Freire Junior, Constantino de Albuquerque,
Amaro Fonseca, Maxiniano Duarte, Praxedes Pi-
tanga, Joa) Alves, Aifredo Correia e Epaminon-
das Nogueira, o Sr. president declara aberta a
sessao.
Comparecem depois os Srs. Olympio Marques,
Meira de Vascoacellos e Arruda Falcao.
Faltam os Srs. Barao de Itapissuma, Ndilo de
Miranda, Democrito Cavalcante, Joao Augusto,
Drummond Filho, Fiel Grangeiroa Santos Pinhei-
ro, Fcrreinr Jacobina, Francisco Tiburcio, Re-
gueira Costa, Rosa e Silva, Juvencio Mariz e Au-
gusto Leac.
E' lida e serm debate approvada a acta da ses-
sao untecedente.
0 Sr. 10 secretario procede A leitura do se-
guinte
EXPBDEMSTE
Urn officio do seoretario do governor, remettendo
40 exemplares do relatorio do Exm. Sr. Dr. San-
ehad, 'arros Pimentel.-A distribuir.
Outro do mesmo, transmittindo copia de um o*-
flrio da ecicdmae de QeographUa do Rio de Ja-
neiro, solieitando um auxilio de 2:0005 para a im-
-pressi.o do Diccionario de Geographia do Brasil,
confeccionado pelo bacharel Alfredo Moreira Pin-
to.-A' cormmissAo de peti5es.
(Ontro do inesmo, idem, copia do contract cele-
brado pela Camara Municipal do Recife corn o. te-
nente-coronel Jos6 de )liveira Castro para abas-
tecimento de came verde ao municipio do Recife.
A' commission de legislaoao.
Um abaixo assiguados de negociantes d'esta ci-
dade, estabelecidos corn mercearia, pedindo a re-
ducAo de metade da collect ou lancamento feito
em 1883 para cobranga do impostor de120 r6is por
iitro de vin.o ou vinagre retalhado -ai provincia.
-A' c.ommisiao de petie5es.
Outro de meradores das povoacSes de Peda
Mole, S. Braz e Macacos, pedindo a interpretapSo
da 2.a pirte lo art. 1. da lei n. 1,726. A' corm-
missao de legislagao.
Urna peti~ao do negociante d'asta pra9a, Joas6
da Silva Loyo Junior, propondo-se a estabelecer
n'esta provincia quatro engenhos centraes, que
possam moer anuualmente 40 a 50 mil pies do
assucar cada, urn, mediate o auxilio de 800; em
apoliaes de (/ %. A' commiss-o de pstiWies.
Outra de Francisco Joaquim da Paz, ex-fiscal e
actual aferidor da Camara Municipal de Palma-
res, requerendo autorisacgo para a mesma Camara
pagar-lhe os seus ordenados de 27 de dezembro de
1883 a 21 de julho de 1884. A' commiss-o de
orqamento municipal.
Outra do capitao Ludovino Gomes da Silva. ci-
d-ladio brasileiro e negociante d'esta praga, reque-
rendo providencias no intuit de ser declarado
sem efleito o contract que acaba de ftazer o te-
nente-coronel Jos6 de Oliveira Castro comn a Ca-
mara Municipal do Recife para o abastecimento
de care ver-de.-A' commissio de petiteos.
E' lido e approvado o seguinte parecer :
S A commissio de petigoes. a quem foi preseote
o requerimento de-oirmino Theotonio da Camara
Santiago, proprietario da casa qne serve de bar-
reira no lugar denomninado Timb6, do term de
Olinda, 6 de parecer que se peca A presidencia in-
formacio accrea do que allega o supplicante,
vindo .% m-smina scompanhada da copia de que
trath, feito en 1881.
,, Sala da:c comminsa5a, em 17 de marno de
1.885. -.M. Diiarte. -Jos6 Maria.-Amaral e Mel-
lo. "
SAio lid,:, apo-iados e julgados obiecto de deli-
boraq-i), iudj a imprimir, os seguintes projects :
N. 14.-A Assembl6a Legislativa Provincial do
Pernamnbuco resolve :
A rtigo unico. Fica creada uma cadeira mixta
do jikatea primaria u, peusudo de i. &ancis-
co, do termao de VUIi-Bella.
Em 17 deom.rgo de 1885. Eparinondas No-
gueira.--Jei Adves.
N. 15. A Assemblea Legislativa Provincial de
Pernambuco resolve :
Artigo nuieo. Pica elovauo a termo, reunido ao
de Limoeiro, o district policial de Pedra Tapa-
da, guardando a actual circumscripeio, elevando-
se A\ villa o povoado do mosmo nome.
Em 17 de marQo de 1885.-Joao Alves.
N. 16.-A Assemblea Lgislativa Provincial de
Pernambuco resolve :
Art. l. Pica elevado A comarca o term do
Alag6a de Bunxo, sob a mesma denommaco e
corn a mesmas circumscripcgo territorial.
Art. 2.0 Ficam revogadas as disposi93os em
coutrario.
Sala das siss~es, 17 de margo de 1885.-Manx--


miano Duarte. -Dr. P. Pitaga.
E' lido, ap.)iado e approvado o 0 eilte rque?
-rineato.:t a.^ ---
teo equeirc, urcia para, apr e "
e vogtr-se um "rpquerimento do-
air.. a int o puabli fP
S* Sr moreuay.^te W*^' -l f-
dira, &; pm.uidte, i- -
(neto quoe t,~oslka
'aDem,: iq e .
d0ogo a^^^els


-. -l,. '
.-- "- .. ^ -
,^... .


-~
Os-.


2*\


- r,'. .M a -i "
neficio Caie a~sM-tWs Cao dietm.
,p.fi; et. 4; aUj4Nigi a, de lea Jit, i- -
gasto dce Lacerda.. .
Foramn sinceros os applaueo- que reedbu a. 0 "-
&Wnorufoa ualal to de. Lmie, ;--- "
n a vaoi w== iSM ritetoa nio ehpm \
r4l um;m lo$1iar1 N i' ria. E' o Cmo de.- -"
|S ir um; go i trerbi&4portugaez: JZ&e de
.i.. EiM ,aarmt Camw de Lacerda, o fer
jjiujsimo -atg.-quo o Brasil todo eonheee
l v rL)uW, W" easmriralhoso corn sea filh-
.-'."A P aia m j' Cajuet'dros, na. Trindad-.,
n de dWo port^zs&,a partitura, nio agra-
Idou. -'
-AwW.ireuwbao se*006u nos accessories; a
istribr.Iao da opera comica foi feita por entire o
pessoal .3ecundario da troupe. A music 6 do
fallecido maestro SA de Noronha e ji represen-
tou-se, em tempo, no Rio de Janeiro.
Pcna fi quo se Ihe uao tivesse dado o mesmo
cuiiladoso empenho corn que se tern na Trindadc,
post em scena outras opperetas estrangeiras. 0
mAo exit era de esperar.
Um habil magustisador dihamarquez Sr.
Hansen :em dado varias conferencias e exhibi- '
q5es de phenomenon assombrosos, ainda mosmo
para as homens do sciencia.
Affirma.m estes. que o Sr. Hansen niao 6 um
charlato ; mas parece que tern todo o empenho
em parecelo. It y en a t'air. Antes o fosse.
-- N'umrna folha diaria de Lisuoa lia-se no dia
19 do corrente o seguinte, na secelo dos annun-
cios:
Jos6 Augasto de Oliveira, sahida ha pouco
do Lazarcto, oand estevoc de quarentena por causa
da febre amnarella, anda inquiet,, para dizer a al-
gumas pessas aqui n'esta cidade de Lisboa, que
vio alli Nosso Senhor Jesus Chriisto, homenem, ver-
dadeiramonte honem, juntamento corn sen pai. e a
diviuo Espirito Santo, sobre a cabeca do filho;
cousa admiravel esta que n-rn todos presenceiam.
o E quld caso se deu tambem corn eite no Rio
de Janeiro), pois teve occasion de ver a Celestial
Mai, que desceendo do imperio dos Cos, se apre-
serntnu, v,disvelrnnte, a este mortal. Verdados
estas que expouho para conhecimento de todos.
Abstenho-me de commentaries.
Tamb rn ha dias vinha n'uin journal de Vian-
na de iinho, saivo error, unm pequeno artigo da *
MI tglal.i. n que devia figurar cm certae crimnia
re.igiosa ua igreja de tal, de que ine o u record.
0 pregadcr autecipa-se na hora e a Magdalena
chegou tirde A igreja. E' disso que ella pede
dvsculpti. ao publics!...


























i.
~ 4~* &&L# stxijw~, me~,porque mn





S. iro ar spagar wn venelauesnad
-:.-' plbt. os, nem ao meanos pars T o pagamn-
,-... & (Drc public encarregada de master a ordem
.. na soeedade ; S. Exe. quo sabe que a provicibea
- .deve -Mtnito mais de 5 mil contos e papa de jnures
Ssannupmabnlmte quantia superior A. -400 contos; S.
'" Exe. qne.sabe pelas informaoes do Thesouro que
S Bno orgamento vigente uamos ter urn deficit de o00
contc e que provavelmeate maior ainda sera o
defiwt do future oramento se poer ventura ftrw
manabiis as foaten actuaos -da receita ; S. Exc.,
repito ano podi% usando da autorisa oo eaferida
polo art. 5.! do oramnento vigeate reformat a ins
trueglo public augimentando como dizem a des-
Spez a t&- povicia porque entao saria meus senho-
Sres i".pgmentr, a affligieoao a aflieto.
: AuAim, S. president, o requerimento de infor-
maoes, por mim apresentado eo era em diseussaio,
longsr de W er eonsiderado media de opposiugo on
de htiiis4w 6, ao contrario umn meioe facile se-
garo e. psporoieno a administracgo afirm de qua
pposa-ig a justificar-se dds accusaqoes qua tom
soffrido pela imprensa.
N'.sS*m condiOoes, pois, seanto-me convencido de
que (r meu requerimento merecerA o apoio de todoe
os illutres cellegas presented, quer liberaeos, quer
cons(rvadarea, porquanto lodeos i68 desejamos ave-
riguar de que lad o estA a verdades isto 6, se houve
on nile augmento de despeza com a reform de que
tenho me cocupado.
VetriAsW8-1 tf a apoiado e entra em discus-
sao o seguinte requeftiena.- ._ _..- --
\ r/- -. ]-- iequoih-'$eios causes eompetentes se pe-
rgam ,am urgencia as seguiutes informac5oes :
(a Quantos professors e professors foram no-
meados por ocasiio da reform da instruecIao pu -
blica pasra cadeiras que, a despeito de torem side
creadas e saneccionadas nao haviam sido at6 entao
proviias, e qual o augmento de despesa resual-
tante ?
f Quantos professors foram removidosa da en-
trancia inferior pira superior e vice-versa, bemrn
como qual o resultado da nova classificagio das
entraeias pars os co'tres provincises ?
( Quantos professors contractados toram no-
meados effectivos ?
Quantoe alumnos -mestres da Eseola Normal fo-
ram nomeados professors effectivos par oecassiao
c da reforms, e quantos a requererama e no aa con-
seguiram ?
Quantows professors existem presentemente quo
tendon mais de 15 annos de effective exercicio no
magisterio aeham-se!comprehendidos na hypothese
dos arts. 144 e 145 do rcgulamxnto de 7 de abril
de 1879 e conseguintemente percebem a gratifiea-
1o de merit correopondete A 5.a parts de seus
vencimentos ?
Exclaides oes profeaores que percebem a grati-
ficaSZes de merAto.e de antiquidade (art. 147 do
regalaminto de 79) quantos existem actualmeote
que j.I attingiram e excederar lt aa nps de eftec-
tividade no exercicio do minagisterio e partauto t6n
diroi-to desde jA A gratificaeio de 2005, consigas-
da uo art. 115 do regulamento de 6 do fevereiro do
corrente anno ?
a Qaantas professsores publieos foram. nomcados
em 1870, 1871 e 1882, e quantus actualmente es
tio em exercicio ?
a Quanto finalmente despendia a provincial cim
a instruc'ao public bates da reform ultimamente
teita e quanto vai despender depois do regulamen-
to dc 6 de fevereiro do corrente annao. LourtoQo
de Si.
0 Sr. Meira de Vamconeollos Sr.
president, applaudi a apresenta'ao -do requeri-
mento do nobre deputado pelo 7 district, que as-
aim se mosatra inspir-ado no interests publico,.e
penso corn S. Exe. que a material do seu rpqueri-
mento, versando sobre a reform que.o president
da provoneia acaba de fazer na instrucaio publi-
ca, 6 da mais alta importancia. Assnn en alo
podia, deixar de applautlir esse requerimento, par-
quo felizmente elle proporciona-nos meios de eln-
cidar-se umn questib de int~resse palpitante para
esta assemblan c mais do que isso pars a provin-
cia inteira.
Eu, Sr. president, tinha mandado A mesa um
requerimnenta de urgencia e tiaha per fim corn eale
pedir inform-eign aso president da proviueia re-
lativunente A refurma da instruccaio pablica feiti
na actual aduniuiistralio.
O mew requeritnento, porerm, cheganda A mesa
depois de have sido apresentado o do aobre de
putando, deixon de ser lido, parque o de S. Exc. ti
nha pnr-fsrencna na eiturni em vista do regimento.
En perguntei no men requerimento dirigido
hoje a esta ansembli se o president da provinces
jA tinha conclw:do a reforms da instrn'ccAo publi-
ca e no oasa affirmative que tosse remettida a esta
case copia do respective regulamento expedidc
em exeocrlo do lei que a autorisou. Eu pdi que
essa c6pi tonsse remettida a asiemblea, para que
podess'e ella examinar coma o presidents da pro
vincia usou da autoris-avo quo the toi dads.


Oras, desde qne o nobre depatado redigioa o ee
requerimento, tratando do diversos topics, refe
rents A reforms dl instruct ) public, cada qua]
"3 mais important, e pedindo a respeito delles infer
masses que nos sirvarn de norma de conduct no
apr'-:ia-o da mesmi rformi quo nalo podia dei
xar dc apr wveitar me do ensejo para fazer do met
requerimeuto,) um additamento ao de S. Exc., con
o fin do solicitar alem das informa8esn sobre 0o
pontoa indicados pelc nobre deputado, que seji
tornecidos tambem a esta assembl6aes e6pia do re
gulamento expedido par forca da lei que autorisot
a alludida ieforma.
Sr. president, nilo pode deixar de desperta
mats ao menos a attens.o de n6s todos o facto un
pouco anomalao dc ter o president da provinci:
r4oruiIi.. a instruecao publics, creio que a 6 d
,feveriiro do corrente anno, c ter mandado public
car o respectiuo regulamento A. -14 dc& mesmo mez
sem que at6 hoje se tenha terminado a sua publi
casino. E' verdade que no diario official tern sa
eido pequenas parties desse regulamento, mas. ta
tern sido os intervallos corn que ellas tern sido pu
blicadas, que se nos afigura que ainda em feverei
Sro (1) ann o viudouro o regulamento nao star:
todr. publicarlo corn grave projuizo pars os interest
sados e parsa o service pablico.
S Sr. president, em um regimen do publicidad
!comoa o nosao,Sode qne urma reform important
se fLz, deve eer logo conhecida por todos. Urn
i "- 'vez qua o presideatejs d publicar um regular
.. meonto, sua publicsa. dave ser feitas com a maxi
ma bravidede, rants mao e quanto acha-as funecic
t nand o csta assembl6.i, que te n o dircito de conhe
'oer a maneira porque o president da province
nsoni da attribaigiiAo qu- Ihe foi conferida par esat
.r- oesna sass-mbl6a pnra a expedi'o desse regular
mentor.
Qand mao memo nao prevalecesse esasa razio d
or-it su perior, que diz reapeito ao magisterio pa
bwo; sAm nao entivesse suspense urma a -m
j1 eap*wa.:- Ieamocles sobre a cabeca do professor
S do, i& tii S. Exe. o Sr. presid nte da prc
.. intpi.dvenrisa eigir t0 la a brevidade na public
-; .: .:. ds'ji A..ento relative a reform% da instruc
", f -.I'-6 -- o mt enou em deferencia a eata Assem
Sb.pwome aeba reunida e a quem S. Exe. devi
v 'selW s em dav eonheeiment do modo porqu
iwt4sdl '4"d e que lbM fba dada.
'-. J MR-. os.a Maia -V. Exa. me di liceoca pai
p 0'i..M6anA-Pais no.
S JnO-MAm. -A oeupa do fact do nao 4
2j~1d ,a s eforana-ngo 6 do relfdeci
z--w:e M -ba a rn a savs s
P....rw.It-. 0t gu.LUeOe.
no ul*'0w30 ssr an


. .,' : ".. ..








tgmr a caips dels c it n i4-pi)
eale do expediente daSeeretani da Prsidefdal
O 8a. Jos Maua Permitta um apart.
o So. Mswp.--P~te.A-.
0 Sit. Jos MAin&--Do. a.- .ia ..palavra de
honar queo aregulamonto e a reformsIi ciaiastnue-.
$o public jise acham na typogrlhl& do" Diaoa
ha multtstempo.-
0 S. O lrnio Manqua-IAsde .-quas I
0 Sa. Josi, MaBoA-Dedeoqua foi aeate. a
o S Ba. MnrA -M podfa ter ido pars a typo -
gtaphis JmOte parte desas aufogvaphol.
Aiudarnmeao. riupi -.quo os augrspbon- di
reforms tivesmm siddo eosdon pars. a t t3 pw
'phis muito a tempo e esat no tiease cumpnido
eom a sen dover, a respowabilidade densefaoto
ainda qea do resident da rorvineia qntdme-
riao exigir today a. bravidsde a'em- psbuhia o, ji
porque se treat sdo urs atetris impbrtante que
teressa a todos, jA porque et AAombla tter
necessidade de conhecer d'eoa reform relative
a instruBLCto publies, materta-grave quo prende
Stoda nonss atteaBleode publo ea .ots graL -
Ea tenho etado muis propositalmeonte a ea-
pera d'essoe reglamente. Tenho visto quean'olle
se cont6m alpma cousa digna dei everas ceonasu-
ran, mao sna imposeibilidade do coahear de atodo
o nrega anto, pois quoe's e6onhe rea s pter-
d d.le ndi que era melo aguardr a sue acom-
pla tpubct9M Yer priomaero como se achava
todta noa atoaoedapbic m aa


feits a etorms em 4t r aeansetu nfa r
podar examiual-a e julgalba. PUin vez,, por6m,
quo o regulamento elabnado a 6 deo feovere iroe
coumegido a publicar a 14 do memo men, a 17 de
mnrgo neoun ginda em metade est& publicad% eu
eontendiqu umpa oua menu ever aprasentando
um requeriaenato afim de que se pegs copia d'esse
regulamento; pr ji, agora en parecer mAia faitl
ease meei de conhqcer da reparti do qua caspe-
ran a publicSoe d'eLLa.
8r. president, o nobreo deputado autor do ore-
quoerimento em disanuas 6 a maior garantia de
que o meun requnerimento, queo vai ser convertido
emin emends, na evolve materia de opposite,
porque se opposicionista son oe, necessariamente
S. Exc. 6 opposicionista tambem.
Portento a minha defeza est no prosedlmento
do nobre deo putado.
0 SRn. Loent s n giS k-Eu a schava malhor que
nie o aprosentasse o seo rqaerimento como emenda.
o Sin. Ma e-O meu requerimento aplo tern na-
da de politico, nem do e ppsicioUista, s centre-
rio 6 t~o innocente coma o de V. Exc.; n6 visa o
quo vises o son, o conheeimento d'esa reforms,
par&ao ane esto Assembl6a poss quanto ante
apreciar o actas do president afimeo dar-lhe ap-
prova0o, justifical-o memo, se etivent no ecasne
de mereocr eossa approval aont justiaeao5 onu
proerar corrigir os erros e faltas quo n'tse seo
derem, partarn ellas d'ondeo partrem.
u i Sri. o seao -o eonfia no ind' et rfi4a
instruego pasblica ?
O SR. Mua---O apart do V. Exe. oe n me desa-
ia doa prop, ositoaqueo tenho em vista, neo meamo
p6de privar-lhe do direitao de entrar aus apreciao
do ragalamento, tanto main quanto V. Etc. sabe
como eu tambem set, que a reforms da inntruclo
na a o ate do inspector da instrcgob publics
mas do presidents da preovincia.
Um Sa. DapurTeo -Mas o inspector da instruc-
9Aj 6 ouvido.
0 6a. MEIRA -Mas a audiencia ago import que
o president da provincia siga e fat9a o que o ins-
pettor quer ou pensa. 0 voto do inspector 6 con-
sultivo apenas e o piesidente podia fazer uma re-
forina diametralmente eta opposicao ao miodo de
entender do inspector da instramego publics.
Ja v e aobre deputado a eircumstaneia do ter
sido ouvidb-o iuhpotur ale imports absolutamente
que o presidents se guiasse apenas pela opinion
d'elle. Mas admitto que fosse onvido o inspector
e que em muitasdan parts d'essa reform o pro-
sideute tenta soguido a opinio do inspector. Se-
guir-se-ha d'ahi que en nio tenho o direito de re-
clamar contra urna opinilo de S. S., cujos eleva-
doe merecimentos alias sou o primeire a co.ifes-
ear ? Nao, porque noo ne trata '.A-.--rLjateria
em que S. S seia intallivel como t-..jRquan-io
decide ex cathedra, embers a sua mistral profi-
cieneia nos ausumptos sobre quo veraou a reform.
Ja ve V. Exc que ou tenha side a reform feita
meramente aso goSto do president ou feits meaoo
polos moid(e apresentados pelo inspeetorda ins-
trucca-o publics, nem' poa imso diminue ou desap-
parece o dever que teaho en e qua ,4 de nms de
inqucrir do modo por'ue esaa refjrot foi fits e
- de apreciar se o foi pela maneira &ais conveniean-
to. (Apartes).
Essa demora havida na publicatao do regular
mentor pelo qual scabs de ser ruformada a instrue-
91o publica torn tambem outro incinveniente quo
uwio pode doixar de ser reconhecido pbr n6s todos,
nae mais ou meaoa coahecemos as cousas coma se


- pussam entire n6s. Uma reform feita, e n.a pn-
blicada logo, esta sujeita a retoques at que o aul
Stimo dos scus artigeo veja a Iz da publicidade.
SAinda n'isso vai um grande inconveoiente.
A isto aeeres-e urma eircumstancia e 6 qne umrn
regulamento nao po nrde ser vidamente executadc
Se cumprido, sem que seja conhecido em todo o seu
conjuncto, pois ha dispasig5es connexas que nac
a podem por si s6s ser executadas por estarem liga-
- das immediatamente a outras.
u Portanto a publicag.o parcial e ainda assim de.
morada do regulamento .6 urma grave falta que c
r presidents da provincia commetteu.
a 0 SR. Josh MaIa di um apart.
a 0 Sa. MI;:mA-En aceito a informaqfo que V
e Exc. acaba do dar-me ; mas 6 bem verdade quc
i- tantas salo as cabecas quantasass sentences porqu
, V. Extc. partindo d'este ponto entende quo a res-
Sponsabilida, e 6 da typographia e eu partindo doi
- mesmo ponto entendo qae a responsabilidade-6 d(
l president da provincial.
- Come quer que s-ja, por6m, aquesto e6 que o
- faeto 6 inconvenient e deduzo isto mesme do que
A diz V. Exc. procurando justiflear o president da
provincial, mas condemnando o contractante doe
triabailhos da presidoncia.
e 0 Sn. J osh ManMIA duam apart.
c 0 SR. MuaIA-V. Extc. faqa as suns queixua, re
a clime.
- Eun na desconhenh o direito quo Ihe assisted de
i- reclamar pela observancia da lei, por que eete de
Sver 6 de todos n6s; mas, d'ahi nlo procure tira
- partido para justificar a Presidencia da provincial
a e mnuito remenos para deixar do confessar que do
a fact que assignala resultam inconvenienteu par
- todp s quantos tee n interests na refcrma da ins-
trueao public. (Aparten).
e Eu noil quero censurar propriamente o facto di
I demorain cm si; quero eensurar os ineovenieunte
ao que d'ella resultam. (Aparten).
.- Creio que o meu. additamento ae-requerismeat
i- do nobre deputado, aso moeosavegando uasagusa
a- em qua navega o requerimento do men iltatr
a- colega, tera a mesma sorto quo eIle,porquelatou
i- crto de que o reqaerimento de S. Exce. serAap
ia provado por eata kssembloa.
le Diz per example, one m seci com queoAdapmn.
to, ma s a Aseiblha vai mbl-o com asn tnftme
ta cas quoe o men nobre ollega, o Sr. louran do
SA, dis-se, repito, embora eu nB alsnme comma a
ma, porqu ao taho _4adl. pZ'-_sws
ier wuaaffirmativa, .que z;ts W^st'B i
to pubbc ati cohirbot siioset1ob .
a Oz fT0 V; hae;. qu4e "mawAr
te corrie boau entsm e
5- W- a iiet-
I- nj ntdwiwfldIB ^' f Mlt fW pSP^ l
Aebwfltn,s-k -
~ ~ .-s .-i~itr INf~~itia~f'~lS
lk^^'^SS~ B


6 ca, p avId qua o sursateo -
Iasvt wooiu* diiCq ti oan qeuo sBteu quo aue
Sprwtt o aeas ntadMn ral Zr ahadmr-
el doJ 0 aa provinoas emt duen addB,
,fi.e, nestsqmesietou .r d coasuiaro
n4wkpdnw. lvar por
P$.t& *m Mews, atidOa evol,
Amsiaa eom ac udi4 j es nm. contests, que
algqum dos nomeados tern las habbilituqies pneaewae
pr* 6emagisterio, asuim tambem ouvi dizer quo o
mbi pmaero 6 oapofto de gen te qu Ue a esti

Stavea corn ponco proveito, coanforme a idade.
O Ss. Balo DR NAZAETH- Isto 6 mera sup
poieVlod& T. Boe.
0 kt.'Mra-- Nom eu estou affirmando cousa

V ;mt BAulo n NAtZ ra Mae u wenantda nao
hbaitsa em aceitar uns boatos infundadose qe por
ahi cereim.
0 Sn. MEnIA Na o diae a V. Exe. quo acei.
tava enses boatos, eto apeuasu referinado o que
porahtine diz. I.
0 Sra. Bpto nu eA"uru Assim a aceusasio
de V. Exc. nao ter a minima praetdenci-a.
0 Sa. AMtBA Eu nao les otava fazendo aceosa-
u ; mas tudo quanto tenhobdito tern toda a pro-
|tdenoia.
Sro president, vou concluir as aobservagnes qu
estou fasendo e qu sio tieao proedentes ,quanto as
tdotbse deputado queo me preceded na stribna.
0 mea pnredeqimento quasi que aao precisa do jus-
tifieaclo. No se pese que por ease memo en pro-
enro fazer epposrqbo so presiAenteida provineia.
Hst apenes necessidale da minhia pirter addii
com da caea a le detAssembledo coohecer o mcdo por
queo S. Exe. uso da attribuiad o quo ihefoi eon-
ferid*.
.Nao dnvidarei fazer eensuras a actual adminis-
trago, se por ventura ella exhorbita, mas ioe m
dapois que dispuzer don dados necessanros solici-
tados no requerimentoe que tiveo a honra do apre-
sentar nests casa o que von converter em additive
ao d mnobre deputado pelol 7 dintricto.
0 que quero porem tornar bom frisant e 6 o di-
reito qu e abe a qualquer. deo ns de conhecer oa
modo porque tio exeeutada a lei quo autorisen a
urn reformL da instruce o public, quie como se
sabeo 6 de maxima importance e gravidade. Corn
o men requerimenta en quero acautelar interesses
paras mim de todo o peso.
E' bena poseivel qua S. EXC o Sr. president
da provixciS <4e "rnWnlH pars depois fa p ubhcar
o reguWioaeda di refosna dsF inetnaccola public;
mas iasso nao quer dizer que eu dispense a appro-
va* do men rzequerhumnto, porqu se 6 est o
meoi deseje, -6 bernm p siel, 6 quasi eerto metom
quoe 8. Exe., que alix-talvez nio esteja nuito dis-
poe a estar dando ouvios as noamam. reclim-
qoeo, p6de c diar de fawAli por Isamo ctao nolbea
ltaqdos da mailoria tern querido tornal-o aqui
um presi da JVmWmAnI inI ve, olcan.
do-o superior AA sewblMProvinaI?.
0 SB Esnvio DE OLrv.msA Ista 6 theoria con-
servadort.
0 SRa. MEiRA-Pelizmente isto tern partido de
la. Nlo ha muitos dias en ouvi nbo sei qual dos
nobres deputados avanuar urma proposiAo d'esta
ordem, isto 6, prncurar deronatrar que no6s devia-
mons sugeitar os nosaos actoes ao president da
provlaci* proelamndo-o sim v wup'rirot Assem-
bl6r. Eu pease do mode contrario. Apezar de
conservador alo posso sugeitar-me a esta ador
a91o feteegista ao presideatte da provincia, quem
quer que seja,
0 SR. LunA E'Iuzm JuCIOR-O& nobres deputa-
dos 6 qu se o fetichistas..
0 8. MImA--No posa, Sr, preid.ete, deixar
de defender o post de heoara quae cabe-nos nests
Assembl6a.
Depois, senhores, en tho 'dom o norma nilo
considerar os requerimentos de informag5es sobre
qualquer objected' come uman falta de attenio&a
administrator. Eis o motive perque en nAo posso
pensar do mesmo modo que os nobres deputados,
0 presidents da provincial no 6 exautorado pelo
iactol de pea & swasta Aawmbl a as informanes
deoqe ella precise.
Neaas eircumstaucias espero a approva^go do
requerimento do nobre deputado, amnim come a do
eu additive; esmpero que esta AsAerndla com-
penetrandd-se dosa seus deveres, sni superior a
essa ,especie de respeito fetiehieta pela adminis-
trasLb, porque, assinm coma entendem os nobres
deputados, a Assemblea flea collocada em. urn
plan inferior.
(%uito oem, muito bern).
Veto a mesa 6 lido apoiado e ontra conjuncta-
meont ero discussao o seguinte additive
Acreseente-se aso requerimento do"Sti Lou-
rencol de S o seguinte : que se peca aso presi-
dtnte da provincia a seguinteo formaaeo :
SoSe gn se acha eoncluido o regulamento que re-
formrcu a Instruce,2 Publica, ranettendo-se, no
caeo affirmative, edpza do mesmo a esta Assem-
bla.-Meira de Vasconeellos.
Teode findado a hora do expediente vein A mesa
o seguinte requerimento que 6 approvado.
v Requeire prorogaeo da hora per mais 30
I minutoe.-Laur nco de Sa. i
(Continua).


IliiSTA DBARIA


AfSemblea-s:ProviWucial Nao houve
hontem sessAo por term comparecido apenas 8
Srs. deputados.
Foi presidida a reunion pelo Exmrn. Sr. Dr. Paulo
Joes6 de Oliveira.
0 Sr. 1 socretario proeedeu .A leitura do se-
guinte expedient:
Umrn offito do secretario do governor remetoado
uma requisigao docamentada do pagamento de
tele zrammas expedidoe por divorsas autoridades
da prvincsia por intermedio do prolongamento da
nstrada do ferro do Recife ao S Fpfmwisw, durants
o mez de fevereir o ultinmo, com.im do
Thesouro Provincial. -A' coent "
provincial. -
Out-.o douaesi.p t
Camara Munileippal de pe&e
relevaglio das multAs'ipt pe SE
bla, u nima proposta de. Sun org"uas
exeroucio de 1885 a 1886.-A' commiss
mentor municipal.
Outro da Camara Muteiipal do Brejo l
tando no sentido de sert eamdadda lei n.i a,5-
A' corammissieo de leglaCa.
Em segaida dismolveu.s. a rounio. .
Falletwebafle SegffWgow o telegrams -da
CWrt.,que ans oee*o mpea6pb .liao A, sabA
de fualler alt-de usapsroqnlafoLe|cante lajls-
conde de Souszan, m l m deputado'-igeral puo,-
dinto'4&4agr pviuoiauda 7ar-ehi s
Era o falloeide natural deta proviociasi oad4
Iontaa-h~es- weieqplm jjqndieaae a seolpe aitui^
I magie&-n
e costkvaoers 4 4( iainos de idads..- -
t -.o. bscfr*., maau #deSawa 9uia


' : ,. ""ffT rWH ;..'yf ., f^ .-- .-=[_"1


o Wt^S& iBtai PO -itS he-
saAWR SI-dimhe:'

BIrai 45 minutes e 9 hoas da anhal; e m 2,
4 e 6hors da taMve. DfJa-Sai t a sogeife, as
e 10 hoeMa,4ua Bea,40ei 6 e 7 lheras da
tarde.
A'costar do 15 dq-correteo moeWro a
WeadEttiidds cartoesde asigptuta. on bilhetes
de period, de conformidad0 cori a tarifai em vi-
So-. A' oomearde holkeatra e vigor -uma ta.
fai'ezasoi. pars fra .veduras, leite, ovos,
&vtn demesticas e semftes, por volume ate 20
kilogrammes, sem inscnrip"-; reazulano os pre-
j PO volume entire Reoife e Tigipi6 e vice-versa
1 -ige emtre Reeife'ewJWbaaoa e vice-versa

I Ieabamenteo-C-res de 4 e 1/2 horas da
tidrugada do 3 do corrente desabou a parede
psteraflparte do telhado do meaumo lado do pro-
die treo n. 38 da rua Marcilio Dias, onde tern
Lo4sa louasde ba rro oSr. Antonio! Manoel de
Frelt .
Ai Ai do prejuizo material do predio e part das
mere orlts, nenabni outro damno-houve.
A p eis tomaou coaheeimnto do facto.
Falpiae emto-Na noite de 1 para 2 do
correateTflleceu em Olinda a Baroneza da Victo-
ria, viuva do general Jos6 Joaquim Colho, Barbo
do' moon tItl.
Era a -ilustre finada uas respeitabilissima ma-
trons, dcamis de 70 annos do idade, e ornada dam
maiorsa virtudes e das mai s dignaas quslidades
morass.
Ao suea euterro comprmeeen credeldo numero do
amigos de sn& illustre familiar, A quem apresenta-
mos nossas condolenciaa, principalmente & seas


Fa"aaa4.Kou e nM.dariparte, pedio a palavras o
Sr. e'ras appresniar o officio que elle, como
,am de reditored dslkiista de Phaamacia, pro-
jutcMR pan m edrigido' ao pharmaceutieo Borba,
om resposta ao sen officio. 0 Congresso o appre-
vou.
Pedio a palavre o Sr. P. Cbmotenet pars justifi
ca-s e ante 6 Conreaao, o qual con iderando as
*vawe- expoastas no sea diseurso, achou as pistas e
dbtermodojtdgouro eabalmente justificeado.
0 Sr. Cotias lemabrou a peticgo por elle apresen-
zada no anno passado pama ser dirigida s Assem-
bla Provincial, sobre a affericAo das balangas
granatarias das pharm wias, petiao -que no poun-
ne, n'aquelle tempocldiegar so sea destine. Foi
tornado em consideraaes o exposto.
0 Sr. Veras propoz que o CGonqresaso se dirigisse
ainda A Assembl.a Provincial, corn um abaixi as-
signado e tre a classes tributada no impostor de re-
partigo, ornm urma petieo pedindo a meaosm-As-
sembl6a a reduce.o do mesamo impostor aobre phar-
macias e drogarias.
Foi approvada a proj)osta e o Congresso nomeou
uma comminsbo para oete fim, que ficou compost
dos pharmaeewaticos L.i1, Veras e Ferreira.
O0 Sr. president en:errou a session as 7 e meia
horas.
Eupaneamento.-As 10 horns da noute de
quinta feira na occasion em que o Sr. Hortulano
Ferreirs, morador na bhica de S. Pedro da cidade
de Olinda, abria a ports de sua casn pars ir des-
canRgar, toi sustado per uma patralha do 14 bata-
lhAo de linha, commanadada ple cabo Machado, o
qual, mandou-o fazer alto, declarou que hia cor.
rel-o.
o0 Sr. Hortulano, ou por cautela ou instinctiva-
mente, tirou, antes de ser corrido, a carteira do
bolso, -mas foi i to a ant desgraVa, por que os ca-
imaradas tomando aque'la acgAo por urma affront,
desancaram lhe o corp a coin pranchadas de sabre


dignos filhoa, que temos por amigos. eangarem.
iolo e ferlamento-Cerca de meia note 0 espancado logo que sen v.. ivre dos seus al-
Jo 10 do eorroute, o guard eivico n. 15, estando goes, arrastou-se parai dentro de cava, dando
completamante embrmasado, ontrou a provocar gragas a Deus o toeremr leixado corm vida.
rma prama do 20 batalhao de infantaria, comrn quem Nao nos consta que a policia tivesse tornado co-
se encontreu na rua larga do Bosario ; e, por mais nhecimento.deV t .- .. -- -
diligencelas quno empreog pa3a 4p ag- -u av'1 Ga de NedlcIna-Recebemosa o h.
'senMw-fi ww*it ambem guard civic, squelle 114 de 5 de marno find, da.Revista de Medicina,
insistio em desafiar a praga, que nlo aceitou a de Paris. Traz este summario :
provocaco e retirou-se. 1. Academia de medieina de Paris.-Sess5oes de
0O guard civic n. 15, porem saca lo do facdo, 17 e 24 de fevereiro de 1885.
entrou a fazer assuada; oque deterrniaoaao ajun- 2. Sociedade do cirurgia de Paris. Sessbo de
tamento de muitas pesaoas, entree as quaes mais 18 de fevereiro de 1885.
alguns guards civicoe, travando-se eontde um rolo, 3. Sosiedade medical dos hospitaes.-Sessao de
do qual sahiram coatusos various esp,.-tadorees pe- 13 de fevereiroe de 1885.
los sabres dos civicos, send ferido i'ui brago o 4. Sociedade de biologia. Sessoes de 7 e 14 de
Sr. Moreira, empregado do commercio. tevereiro. de 1885.
Aecudindo a patrulha rondanto do corp o fixo de 5. Pathologia intenia.-ConsideragSes sobre a
cavallarna, conseguio destaszer o rolao, sed o historia e a geographi-Lda- febre amarella, pelo
guard civic n. 15 levado pelos seus companhei- Dr. Berenger F.6raud. (Continuado do n. 113.)
ros; doas dos qaaes estavam como elle embria- 6. Gynecologia. -DM extirpaglo total de utero
gados. pelo )r. Doyen. ( Continuado do n. 113.)
Seguiram todos pelas ruas doCabugA e do Ba- 7. Therapoutica.-Da aconitina nas nevralgias.
rao da Victoria, e nesta a reterida patrmlhi do Tratamento da anemia, das cachexias e da tu-
corpo fixeo os foi pouco depois eacontrar A espin- berculose, por meio dos medicamento3 diastasados
care um outro empregadi do commercial, de no- assimilaveis do Dr. V. Baud. le
me Barros, A quem queriam levar per forga para 8. Necrologia.-0 Dr. E. Mallez.
o quarter. 9. Formulario.i-Desinfectantepara casas.-Lo-
0 conumandante da patrulba collocou o Sr. Bar- gAo contra as manchas eyphiliticas.
roas aso p6 de si, e foram todos para o referido quar- 10. Variedades scientificas.-Pessoal medico do
tet da guard civic, onde em balde se esperou exercito allemo durante a guerra de 1870.-0
quo comparecesse o subdelegado da parochia de que pone resultar do d;.korcio.-A arte de dormir
Santo Antonio. corn grasa.-Pensamentos.
Por ultimo foram todos A case do Dr. Fonseca, 11. Folhetirn 0 hospital geral de Vienna
Abado do 1 district, que, tomando conheci- d'Austria em 1883.
meato alsf:tc soltou o Sr. Barros e tornou ef- lie Bresa-Tambem recebemos o n. 85, da
tiva a prislo do gu"aZriScvico a. 15. mar9o, deste periodic parisiense. Eis o sea sum-
Este no dia 3 foi elimina respeetivo qua- mario :
dro, e oa sens dous eompasheirosb,-Jy, estavam Un project de M. G. de Molinari.-A. F.
tambem emibriagadop, foram supensos.'n. C616bration de marriages an Brnsil par les no-
Estatttiea nortaaria-No Cemitl0io taires.-Vicomte de Desterro.
Public de Santo Amaro foram sepultados em 'tition des Allemands domicili6s au SnBrsil au
janeiro: Landtag*r --- .
De 1885 290 cadaveres Non Informationss" -.S
De 1884 313 D6peches du Diario de Pernambo.iT1t..
De 1883 293 f Chronique parisinne-A. Desprez.
De 1882 315 Lea Colonies de Join iville, et S. Bento, A Santa
A media diaria dos enterramentos em margo Cathariua (Sud Brsil).
hndo fo4d te 9,85 cadavers. NoaUvelles des Provinces.
SOs diaaude naioer inmero d entos Bibliograiphie.=La Provicce de Parana, Lea
iotma : It em qua e houave desenoeis; 3'e Iem que Taps. Oseaa d'Arajio.%
houve quinze; e 19 em que houvequatorze. Revue financiere.
Os dias de menor numero de efterramentos fo- La Cote de q-quelques emprunts A la Bourse de
mam: 7 em que houvewquatro; 2 e 4 em quea houve Lonchdres.
binco; e 28 em que bouv seWis. Notice sur quelqaes colonies au BrM6ail (Provin-
Aummiverwarlo-Tera-feira, 7 do corrente, ce de Espirito Santo).
azem 54 annos qua o primeiro imperador D. Pe- Le Mat6, ou Th6 du BrA6sil et du-Paraguay.
ro, abdicou a cor&a em S. M. o Sr. D. Pedro II. Avis aux navigateurs.
Por esse motive havera salva 1 bhora da tarde. Mouviment maritime.
Ema transigto-O paquete francez Niger le- Annonces, etc.
vou pars ao no di 8 do correte, 449 pan- eue Sad A eicaie-Recbems o
geiros, send 9 tornados em Pernambuco.
DnIafeire-0 paquete Pard trquxe do norte us. 64 e 65, de 1 e 15 de margo fiwds, desta folha
n.orissano is iotuinmariA do n. 4:


9para:
Nyemaier C. & C. 17:000000
AmorimnIrmaos & C. '. 10'684270
Bernardino G. de Carvalho 1:366770
BaltarIrmmoes& O.t IA115220
Manoei Scares Pinheiro ,. 1:000 000
Antonio Joao de Amorim 880000
Francisco Gongalves Torres 700O000
Clemente S.& C. 68300
Soares do Amarai & Irmbo 650|GO0
0 mesmo paquete levou para :
Alagoas 21:0000
Rio de Janeiro 11:170000
Nova-HLamburgo-Hoje, A tarcie, ha mu-
sica, patinago e jogos e divertimentos variados
neste estabelecimento, e A noite bailey.
Vigora a nova tabella de pregos de entradas,
reduzidos.
Thesouraria de Famenda -Nesta re-
partigao estbo send o pages ous juros das apolices
do emprestimo de 1879, relativamente ao trimes-
ire de janeiro A marno find.
Compahhia. Pernambucana-No es-
criptorio da Companhia Pernambucana pagam-se
os jurors do emprestimo menpectivo, references ao
semestre fiade m 30 de marco ultmo..
Sal e Sufopa-EstA annunciada para sma-
nhA a chegadol dos vapores brasileiro Espirito
Santo e francsz Ville de Maranhao, do sul; e
francez Ville de Bahia, da Europa.
Suclidcl-.-En terras do engenho Urucu da
comarca da Escada, suicidou-se no dia 30 do mez
praoximo fiade a mulher d. nome Sebastiana Maria
do Concei e casada corn Jos6 Felix dos Santos,
alili resaidente.
Ignora-se por era a causa qtne levou-a a tentar
oontra a propris vida.
SA aitonrdade local tomou conhecimento do facto,
precede as diligeneias da lei.
Ferimentos levee-A's 11 horas da nuite
de quinta-feira, foi preso por uma patrulba de
guarias qivieop no pateo do Paraizo, o individuo
de nome Jos Francisco de Salles, que, a o que pa-
ree. net-audsvwa iquella hora mnito chbristao.
Oppoz-se elle A prisilo, e como os guards Ihe
principia*=m. a dar urma tunda, fingio-sc morto, e
eulers'ammuazo puzeram-ae ao treasco.
Recebeu',nma cutilada prtoxima aos hmbro es-
querd6, dtos, prnehadas nas castas e outra no
brago esquedo, ferimentos que foram eonniderados
teves-peloo 9t. Dr. Costa Gtaer.
Oft tar Psi-af&tfl l atriosos, na madru-
g* de -2 do ooiento abibno pela varanda dr
oitio do predib n. 2'da ram. do CabugA, o foxaw-
do urma ports, peoetaam nlawinterior do" 1 asdam,
noS tcmpartimentoa-Mcm e sl'a-otabetoeldma o Sr.
Dr. Curio eo03 j -o U W mlta,00 e o 8rS. fosaT
Id4dr Gw11 o 0 O w-t'M**i
` Diopfin*#9apeo'8se no sNp .dear W l^
dRIfl-f -t^ ^ f ^ i^~t


La g6ographie del'Amerique du Sud tell qu'on
1'enseigne en France, par Pedro S. Lamas.-Les
R6publiques amriesins d.cn Pacifique-Austral, par
Audrf Bresson.-La BE;publique Argentine : La
conquete du desert, par L. W. -Lettre du Chaco,
par E. Equer, Empire du Bresil : L'enseignemont
primaire, a Rio de Jan.eiro, par le Dr. Souza Ban.
deira Filho.-La Pelerin, par Gustavo Guzman. -
Mariano Balearce.-Courrier d'Amerique. -Revue
economique. Revue financiere. Revue commer-
ciale : Le commerce d(c grains centre la France et
la R6publique Argentine.-Arts. sciences et faits
divers.-Mouvement maritime.
Eis o summario do :a. 65 :
L'eneignerneut oflicie de la geographic en
France. Un temoigns.ge blatant, par P. S. La-
mnsi.-La situation 6conomique et financeire du
Chili, par P. S. Lamas.-Los R6pabliques ameri-
caines du PacifiqueA'mstail Bolivia par A. Bres-
son.-Empire du BkeMl. Le Fleuve Xingu. Le
P6lerin, par G. Gazmmin. -Siluia, par P. S. La-
mas. Juicios critics, por los Srs. Torres Caice-
do, MigueL Cane y marquis de Rejas.- ourrier
d'Am6rique.-Revue 6eonomique,-Revue finan-
ci6re. -Courrierd'Amnrique (suite), derniere houre.
-Arts. sciences et faits divers.-Mouvement ma-
ritime.
Proclamaa de ecasamerto-Leram-se
no domingo 29 de marno na matriz de Santo An-
tonio, os seguintes pwclamas :
Francisco Moreira da Silva cornm Candida Maria
da Conceicao.
Herculano Barbosa de Miranda corn Olympiade
Castro Bezeroma.
Felinto Ferreira de Albuquerque cornm Adelaide
dos Guimaraes Peixoto Darnellas.
Leram-se tambem na mesma matriz., no din 2 de
abril, quinta-feira, oa seguintes :
Antonio Jos6 d- Sant'Anna coin Severina Abi-
lio do Espirito-Sante.
Manoel Amando Loleo Gomes corn Mirandolina
Ainalia da Silva Guirrarles.
aoeledade Becrete Dramnatico de
Sanao Agotinlnao do Cabo EBca sucie-
dade precede u A cleiclo dos seus novos funeniona -
rios, oujo resultado foi o seguinte :
Preaideate-Sablno 0. Luma PEnho.
Vice-dito-Jos6 de Idello Tri4ndade.
1 secretary Jose6 Jioaquim de Souza Lima.
2 dito'-'Juo Silvima do Albuquerque.
SThesoureirv=-Joaqtmin da SUvaAias.
Vice dito-Jo1o -rMino Liana.
Proamrador-Franciuco C. Line.
Director de seen. A.utoio V. Rego Pachoco.
, Viree-dito-Loureno Ceswn U. Cysnoiro.
Taudali foi eiWW umaimeMalte presidmte
cralaoDr LWmII& dgeia Pnesa.
W ink Iffiol-OM o a iU0
4 Vse ^f^


*h de D aicinQlm de Os .
a ns iwza. iatrisdo..s -

A fcT us niavii do Cabo e
do agaeho Uaoer por alma de 0 Panc a ea
G. de Mello Faleao ; as 6 1/2 hora na nsltS yt
&Santo Antonio, por abM& do beharel Cesai Aau:. a
tonio Cardoso Ayres -a; 8 haors na owdem ter- .
ceirna do Cams, por alma de D. Antonia Maria "-
da Silva Manta ; as 8 bora, ona mratriz de PAo
d'Albe, po-.ba dca D Maria. de Jen s &ua .
Leg o e Mello ; as 6 horas, no qovwento do tarmo ,'I-
por alma de D. Maria Ptoclana da Silva Guima-
res ; Aks 7 112 na igreja da QonceigAo do MiHi.
tares, per alma de Vicente Ferreira da Porina-
cula ; A, 7 horas, no convent do Carmo, porp W
de Manuel Francisco Pontes ; as 8 horas, na. gre.
ja do Eipirito Santo, por alma de Jobo Ignacio
Soares de Avellar.
Terva-feira :
A's 8 horas, na matriz da Boa-Vista, por alma
do Dr. lanocencio Seraphico de Asssis Carvalho ;
as 9 boras, na matriz de Santo Antonio, por alma
do Dr. Jobo Silverio Marques Bacalhio.
Quarta-feira :
A's 8 bhoras, na igreja da Conceiclo dos MIM[-
tares, per alma da Baroneza da Victoria ; is 8
1f2, na igreja de S. Francisco, per alma de D.
Anna Francisea Correia de Brito.
Quinta-feira:
A's 8 horas, na matriz de Born Jardim, por al-
ma do Dr. Leandro Francisco Borges.
Pamsrageiros-Chegados dos portos do nor-
te no vapor bacional Pard :
Joaquim de Aguiar,-Elvira Pol, Francisco No-
gueira, Jos6 da Cunha Fontenelly Filho, Felismi-
no Marques Peixoto, LourenVo de Souza, Idelfon-
so Segismundo Baptista, Antonio Lourenco de
Souza, Antonio Argemiro, Victoriano dos Reis,
Pedro Lourenco de Souza, Francisco Luiz Rodri-
gaes, Jos6 Lucas da Costa, Carlos Falco, Pedro
dos Santos, Augusto Soares, Alipio Minervino da
Silva, Diogenes de Amorim Lima, Manoel de Oli-
veira Maia, Agostinho Jose Alves, Honrad Fuch-
neus.
Loterta do Gram-Para Sabe-se por
telegramima, expedido do ParA, qua foram premia-
dos na extracgio de 2 do corrente os seguinteo
numerous :I
8.001 50:0001000
417 10:0005000
9.012 5:0004000
2:021 2:0005000
2.947 2:000(000
4.146 2:0005000
Premios de 1:00ooJ000
927 1.50)6 1.72wr6142<fl4.163 6.264 7.181
A Casa Feliv do Sr. Santos Pon-raY-4ua
sorte de 10:0004000 e as approximacoes, part't-- .*b'*-
centena e ura sorte de 1:0001000 no numerc
927.
A Casa da Fortuna, a rua 1o de"oMarno n.
23, vendauo unma sort de 1:0004000 no bilhete
n. 1720.
Loteria da prwvlmcia.-Quinta-feira, 9
de abril, se extrahirA a loteria n. 116, em be-
neficio da matriz do Bonito, (pelo novo piano ap-
provado), no consistorio da igreja de Nossa Se-
nhora da. Conceilo dos Militares, onde se acharia
expostas as urnas e as espheras arrumadas em or-
dem ntmnerica A apreciago do public.
Loteria de Nltoerohy Esta grande
loteria cujo premio grande 6 de 400:0004000, sero
extrahida no dia 11 do corrente.
Os restos dos bilhetes, divididos em inteiros,
meiqs e decimos, acham-se A venda na Venturosa,
A rua do CabugA n. 16.
Loteria de 400:000O000 Esta lote
ria core impreterivelmente no dia 11 de abril
proximo.
Bilheles A venda sa Casea Feliz A praea da h-
dependencia ns. 37 e 39.
Graiide loteria de Nituoeroy-Esta Iso-
teria, cujo premio grande 6 de 400:0005000, sern
extrahida no dia 11 de abirl proximo vindouro.
Bilhetes A veada na COsa da Fortuna, A rua 16
ti Mare;o n. 23.
Grande loteria da corte -Esta grande
toteria, eujo prerio grande 6 de 500:0005000,
serA extrahida revemente.
Os bilhetes acham-sn A venda na Casa Feliz, A
oraca da Independencie. Ds. 37 e 39.
3a grande loteria da corte de......
OOul0 OOO--Com novo piano muita van-
tajoso. N%.
Loter f de ao30 o0 ooO-A loteria 177
s6rie A, do ie" .e Janeiro, cujo piano foi mui-
to melhorado, corrnendin 6 de abril.
Bilhbebe A venda. na Ca Feliz A prama da In-
dependtenis as. 37 e 39. ^^^Sr
Loaortei-A de n. 177 A, do _Ado Janeis
dp 30:0005000, do nvoe piano, sen. ftSahida
no dia E de abril. .
Os bilhetes acham-se A venda na Case da For-
tuna A rua do Creapo n. 23.
Loteria Extraordinaria do Y-'d.3
range. -- 0 seguado sorteio desta loteoia, cum
maior premio 6 de 100:0005000, serA extrahida
brevemnmte.
Bilhetes A vends na Casa da Fortuna A rua 1"
Ie Marnea n. 23.
Loterla do Gram-ParA A segunda
parte desta loteria, cujo premio meior 6 de ......
50:0005000, serA extrahidia no dia 9 Io corren-


te.
Bilhetes A vendana Casa da Fortuna, rua I*
de Marno n. 23.
Loteria do PaJrA -Esta loteria, cujo pre-
mio grande 6 de 50!00 5000, -6 extrahida no dia
9 de a ril. R
Bilhews A venda na Cas a Feliz A praga da In-
dependencia ns. 37 e 39.
Mereado auntedpal de 8. 4o10 0
movimrneto deste eatabeleeimento nos dieaa 1, 2 e3
de abril foi o seguinte:
Etraxram para sercm vendidos 21 bois, pesaa-
do 3,853 kilos.
N's mesmo s dias entraram para o mesmo es-
rabelecimento:
Peixe, 3,851 kilos.
Farinha, milho e feijao, 63 cargas.
Fructas diversas, 65 ditas.
Suinos, 7.
Carneiros, 7.
Preo's dos diass:
Uarne verde a 400 r6is o kilo.
Suin a 560 r6is o kilo.
Carneiro a 800 e 640 reis idem.
Varinha do 800, 600, 560 at6 500 rdis a cuia.
Milho de 480, e 400 r-is a euiss
eijao (de 15000 a 800 rs. idem.
Foramn occupados:
192 tallis de carnme verde.
51 dites- de suino.
18 ditos de freomuras.
86 compartimentos de fannha e comidas.
1$5 iden de legumes.
Deve ter sido arrmecadada nestes 3 i .s a impor-
tanciade 65646211
Foraita mandadas lainar ao mir, d.,pois do exa-
mO moed.co, grande porqAo do peixe arruinado.
CanI de Deiencao-Movimento dos pre-
ios no dia 3 de abril :
Existiam press 367, cutroU 1, sahiram'8, texis-
tem 360.
A satber:
Nacionaes 320, mnlberes 11, estrangeihos 11, .
eseravoi. 18.-Total 360.
Arra9ados 332, seiado : boas .305, doetesa27
-Total 332


_PULICA0IS A PEllt






















Hi '*( ltd
3.... A-. d. 'me .




Capital do Bianco em 50,000
c aces de a 20 cada uma 1 .000000
Csado ...... 500,000
' dde resera .... f 170,000
NALA1O DA CAIXA FILIAL EM PERNAMBUCO,
,, EM 31 DE MARO DE 1885
Activo
Letras descontadas 118:38766')
Imprestimos e contas caucio-
nadas. . 115:1015430
Letras a receber . 53:716A880
Qarantias e valores depositados 181:7t7.30J
Mobilia, etc. do banco ..... .. 2:01O5O%
Diversas contas ......... 1,216:017,5980
Caixa . 733:7266750
Rs. 2,916:7116500
Passivo


' Contas correntes
Ssimples ..
Deposito a prazo
Nxo corn aviso
e por letras..


690:487A,630

1,341:569,560


2,035:0576190
Letras a pagar . 976590
Titulos em caunAo e deposit 187:7171%0W
Diversas contas . 693:839420
Res. 2,916:7114500

S. E. & 0.
Pqrnambuco, 4 de abril de 1885.
Henry K- Gregory, manager.
A. J. P. Clarlkon, accountant.


Uma lagrilma sobre o tumnulo de
meu mestre o Dr. Fostunato
Raphael dos S. Bittepf4f ...

S............I.. fever fondest prayer
For other's wtoeal avad'dun high
Mine will not all be lost in air
But waft thyname beyond the sky!
LORD BYRON.


Morreste, mestre, mias o teu nome nao
morreu corn tigo.
Siam Elle fieou gravado polo cinzel
save da gratidao no coraqfo do todos oA
%eus amigos.
0 teu cor'po tombou nas entranhals do
nada mas a tua alma subio bern alto, A
...- eternidade.
B;ixaste A so:nbria escuri lio dis fria.-
vges.- d- umn tumalo m-is a tut cur'.a,-.
sagem polo caininho es'reito da exist:-n:i;i
f6i una trillia de luz e os tous act-is fo,,ini
floras cou'a qu e entapetaste esst, casnii':o
difficir!
A tua more foi o signal da (lor1e -
rida que nos abrio n'alm- 6 rnuite pr.a,";. -
da para que tenh;ti jA cicatriz tdo e singr :
bastantc.para qu a espOnji i rude do tluw I
tenia conseguido lavar.
Nao 1 Nto .aissimin quo se esqulnemll -,s
L96s de una amnizadc irstrn*it:., n to assi;n
qune so extinguem as chaimas de ui' il
sr.' nte.
Aqui una fm
pr .t0 o m aise'
amArga


I ~ a :patria,.
o9', s1hora sob-e o
o quo soube ser digao
ra... a rsorte... o mysterio.., f

Oh! e temendo perturbar o silencio dessa
dor sagrada que eu curvo-me e tei-. ro-
hr umna lagrima para banhar e aquecer o
(14) frio do tua sepultura I..
Bright be theplace of thy soud!
Jo&a dz S;lva Co6a Neto.



Agradecimaen1t
Emilia A. do B. Soar.s de Avellar, ve :i
toi-tunh ur seu eterno reconh .cinmento,
a3o s6 aos distinctos faciltativos Drs. Fer
veira Alves e Malaquias pelo intermsse e ,t
boa vont.aie q',r emp)rogarain no trata-
mento do sou presado espjso Jj1S) Ignaci4)
Soares do Avellar, ,omno tanmiffon aos inti
sos amigos os Srs. Jiiritho de Azcvedo
e os compad(res J.6 Ig-uaciio Avilla e M-
Mnoel Gonpalves Agra, os iminensos ben".
fiios e favors que Iho prodigalisaraw du-
rante a cruel enfermnidlad', quo o levoui a
sepulture.
Recife, 4 do abril do 1885.


b hgenho central do Cabo
Em resposta a urn artigo publicado no
Journal do Recife de 1 do abril, assignado
pelo Exm. Sr. Viscende de Campo Alegre
e-os Srs. Dr. Panlu do Ainorim SAlgado e
eoronel Francisco de Paula de A. Lima,
tenho a dar as seguintes explicagoes.
Em a nota 4 referem-se esses senhores
a mian, quando tratam das toras dos carros
e das cannas quo cahiam polo caminho du-
S ante o transport.
SParsa miniha justifieagio b-ista traiuscr-
var os scguintes trechos dos ofl5cis que
S dirini ao gerante geral da Compinhim Timh
S Central S6ugar Fac-tories of Brazil.
S.Officio em 19 de novembro de 1884 (apr;-
S Bqas 11 dias depois de haver tomwidd poss.-
A o" dlugar deengenhoiro fiscal)...... Rocm
1 wed9 o V. S., o que ?d verbalmente fiz ao
Sr &. Colin Mackenzie, que pa a evar ire-
d namaao par phrt dos jfornecedores coaveio
U tromaioreuidado na condafg&o ds c&in-::s
MunIr osearros de correntesafim de, amar-
Sal-as e nwo as deixar cahir pelo ca-

fi: fiocio de 12 de de desembro....... O-
gows detem wecr tarad4s umvjorum. e a
Spte eripta V eZ..er .. U: a a
7Eilr p*ra ~ q. Jci mo' .jcednu a
... -r ,' ..--i'.wr r.g. 0 i


7-'-;A


i TO-do. a ga oOpd er B-a"
t dw outubrco imwut patorioreprte *402
k do janeiro foi aferida a balana, embor
v o eneoihvixo f ieal toeuka e officio dosta
Sdata com.punioado ao Ez- Sr. Visaon-
A., do do Coinpo'Aegra ja se aehar feita a
a aferiglo! 1
Si oein 12 do janeiro fix essi communi-
caglo ao Extt. Sr. Visconde foi em virtu-
do da particip(la j que me fez o gorente
geral por offi'io de 10 do mosmo mez, nos
aoguintos termnos:
a Pretendo apresentar :a V. S., na sua
a proxi-na vTsita ano Gabo, a certidio da
a respect va camera da exa-.tidao, do ba-
lano d a engenho central. P
Noste mesmo officiodiz o garente: sCom
9 o fim de fatzer cessar as continuadas
S queixas, nandoi fornecer de Correntes
0 todos os w.agmns usados no Cabo pars
S condueglo do cannas. o
R-iife, 4 de abril do 18S5.
F. do Reyo Barros, engenheiro fiscal do
lo district do engenhos oeetraes.
FIBRIFUGA,TONICA, DIGE3TIVA, APE-
RITIVA taea sao as qualidados da Cogmacki-
mai de A. Aawm-A, agradavel licor devido A ex-
ceelente associagao (preconisada pelos nosaos mais
cmiuentes medicos) do fno champagne corn a Kma.
-0 delicado sabr e aromna de urnm e as preciosas
virtudes da outra dAo A este licor una superiori-
lade incontestavel, causa do seu rapido e brilhan-
te Iucesso em to los os paizes quetces.
Pura, a Cogiaekina 6 o melho-r dos licores
thygienicos.-Misturada corn agua, torna-se uma
oebida refrigerate e anti--fobril no mais altu
grao.

Vertentes


Ilnina. Srs. rodaetorcs d,) Diario. -COer-
LOts dSi sSo 'V. 6. :-,-:.,, rs
^i' o brnm public, virmos pedir-Ihes quo sB-
micitem a attongio de S. Ex,. o Sr. prasi-
-I'nto da provincia, para o estado anorma-
iisi,'no mn qae se aeiha esti comircA do
T'mquarctinga, dievido ao possimo c mnpar-
t'munento que aqui tern t;do o r-sp-c.tivo
Aiestacamento.
Nio 6 deo hojo que vivcmos f6ra da lei ;
'ntretaiuto o regimen da violcnuia e do ar.
itriu niao having ainda so ostentado tanto
-oiuo agor-i, pareecndo qus se algu'na pro
,imiinei~ cffi; az nfo coontivrr o destacaimun-
o. delta villa, ,em sou:z desrogramentos t0-
r- Itos a lam utar s onas muito desagr.ida-
vein.
) 27 Io feverairo para cA n.1.) to en
ss- O O :spanyineaut)3, as derrb:idas
'I, port s A inniia noit,', os tirotoios, quci-
.uaineotoms de casas, destrui~ao do plmnti-
(o's, r:t)i>":n. c etudo Irus qu Lt) Bs!
p )ie sp --rar d,, umn soldudosca desen-
Y!:;- -'A ti.
Aiusraios polo Tempo da 6 do corren
ro ,'.,iSi, quo se romnette agora ao co:n-
vtdimnte Id t p'.iitia umi Ai deza, acom
1 ii k- ,- : attsta ,oes daquell-s d
it.. : tinL~it irio. -
Tr,.:o s-iben on
r "-a:, I'


..P.ro Jorge di,
`Alves e outi-os quo inuarido-
l b bixtt as portas 4a usa do
-war) Volho,a mria ot0iV soffcu-
.;, este nessa occasi;io divorsas b)rdo.%u s
-. Jlie 1er-i:un os sold.tdos.
Eata conti9 slo, s6 por si parcee snffi
*k--it, para que ury castigo qualupicr spja
i unsto a forya.
I.,tp'-ramru.s que o governor da provineia
im.f'i suits vistas sobro nSs, qua tambemin
,ercn en!, e-s a favailia brasileira.
V -A't4dotet, 27 do ianaro de 18S5.


0 baciarel Pedro Gaudianno de Ratis
Silva propie-so e advogar no critue, com-
kiiercial, e ecelesiastico, tauto no f6ro da
-,idade de Olinda, ond e actualmente resi-
u.n. cm)o :o deste R-cife, podcndo scr pro-
k-urvlo, pqui no escritorio n. 49 A rua do
io Linperalor 1 andular das 10 horas da
,nanhb' As 2 da tardo; e al i na casa de
una' rosidencia A rua de S. Sobastito n. 6
,Ins 7 As 9 horas da minanh.i, e das 4 As 6
da tar'le.


Nova Hamburgo

Pede-se aos Srs. Shares d'Amaral & Ir.
mos de maudarem eoncertar corn toda a
bravidade Skating-Rink porquo o cimeunto
estA tdo edtragaido que nio somente torna
difficil a patinagao como c. nstitue um ver-
iadeiro perigo para os patinadores.
Esperamos ser attondidos ao contrario
jAmais IA voltaremos.
M3uitos patinadores.

Ao publeo moralisado e ju.-
dieloso
A secgao dos solicitados do Diarzo do 2
do corrente, inserio uma accusaglo invero-
sinil em estylo qucixoso, dirigido As prin-
.ipaes autoridades da provinmia, contra os
ibaixo assignados e firmada por Jolo Vi-
r~ies.
A' qua!quer espirito desprevenido pare-
oera, d priori, que somos uns desordeiros,
qae commiettemrnos umi attentado quo a jus.
t1ga condemning, o que se deprehende da
;Inputmao acrimoniosa quo nos fuz o Sr.
ViritAes; minas, jA quae elle appellou para o
,unplacavel juizo do public, ao da especie
dai nossa epigraphe, devemos urma cabal
explicago e ness is condigoes Bmos com-
I'. Ilidos, bewm A nosso pezar, A auspendei
M ouco a cortina quo intercepta -as sce-
mis indecorosas de que aquelle senhor-teen
sido protogonista con grande detrimento
Uos sacros dictames da miral e... do di-
reito.
Atites, poi4m, de fuedr ovamaodo
nosso primordial inatuitop. 'con.
q. nientA; dZacar a Ai- Ismin'-
lssP.i$ oaiara SI 1 inlt-


*agrap br'doitdo, Muem a p
,odiofda e tahv .. ,ohrmia-a do maul.
fidAlidade I ua espoa..
iNd reaa, pot.. !je, 4"omoe sobrq
innou a sdo 1k. Virsa, g aMtindo 4
loitgres a satoa, quo, o :que com grande
confrangimntto viemos de regitrar, estA
escripto cow o ounho do verdade, e dese-
jamos que, pesando na balang impartial
o da razilo, tire as noecessmarias illaioas o
emnitta coin franqueza i sua grave opinild
s bre tao nociva emergeucia...
Finalisando, -nos imp poso accrescon;
tar que, atW o present, tos sabido oda-
sorvar illesa a nosa rep- e dignidader
quer civil e quer military %m qualquer 6pt-.
ca e lugar onde temos permanecido, do que
nos rcsta grande satisfao e compras 'r.-
Retife, 4 de abril do 1885.


0 capitao Victoriano G. Maciel da Silvai.
0 tencute Jose Carneiro .Maceidda i8
ilkl
Cabrob6 -
Mais usa vitii matis um vacuo ac,-
do fazer a inexaravel morte ne seio do pRA
tido liberal di- 13. district. -
0 men sempro chorado amigo e A
coroneljbAiz Hypolit) Lima, accQmmettiht,
de unruaongeatio no dia 22 do mez pasga-
lo, falleceu no dia 6 do corrents, contan-
do apenas 42 annos de idale, deixaudo
na orphaadade tenros filhinhos.
Natural do Alagoas, corn verdadeir v'-
taeito commercial, fez na, diffl;il naveg.-
aio do grande S Francisco algumna fortu-
Ia, estabalecendo'-se em 1861 nes'a villa,
onde casou-se em 1872 eo6mD. Lopollina
Caroliia do Nascinento Lirma, natural des-
ta villa.
A sizubcz de0 su caractor, .. dofinida
ietas liberals quo o dppinavam, grangea-
rain-lIheo a coufiauna dos poucos membros
.icsta pirtido, quasi aniquillado, depois da
mort-, :lo inufeliz tauento-coronel Saturnino-
"n 1371, para dirigil-o; e com a dedica-
to c l.alJ auxilio d', bons amigos dou-lihe
as gr.indes proporgoes em que se acha
hoje.
.ijNo sacrifiuio desta pesadai e melindrosa
mnisAio ibforam seriamente aff-etadas a for-
tuna c a saf-le, entretanto, seum negocios
oommcrciaos nlo Atp do impossiveis liqui-
daoges.
i.m distinclo aos servi9os humanitarios
do coronel Hypolito, era ello conadecoradp
!oln o grAo de cavldheciro da Rosa.
C-mai:nandante superior, delegado de po-
li-iii, delegado litterario, juis do- pz, fo-
ra n cargos public,,, quo coin o maise Ces
erupuloso zelo, iv, ,x'-rcicio de cada.in,
prooedia o ilustr tfiuado. -
10 de d


Cease 6 lSW. miil CeNaON ie roi'
a A I~spo doo'o S quo aI ESCMPTORIO CENTRAL
| do. 346 e 348 Broadwaiy 'Nova-York. Fi-
- .Pedaos providencias ao Sr. Dr. chefe lines em todas as principaes cidades da
depoliia.s Europa e da America.
A propriedade do cidadlo nio pode es- ESCEIPTORIO FIIAL EM PERNAMBUCO
tar assim. a erc dos desorleiro ea ladroos.w U lf. 7r O 8nntQo
Um, qe n.pmja to c"ffDO-S110-


I


I


kOsr
Umi),os B P ffB atodt6
.1 i alta de segtu'rau.u que ha n& fir-
W.i A da Boai-Vista.
Ni) ha dia no qual u-na sucia du vaioas
(; vagabundos uao comnuettain assuadlas,
invadamn os cstab.deciacntos commuerciacs,
roUb;indo einsultando a seus propriotariom.
E' ciot'u ddtit loalta o iadividuoc oalftt -
,io por JjIioGrande, o qual propAla 7ser
|gru lIoaucm foraum esses sucios peia tcrceir"
vez ao estabellecimento de molhads dos
Srs. Flori-i.o Passos & (., quebraramn o
iteiro e inutilisaram diversas .mer'aorias,
oc-asionando assim grand prejuizo.
As viutimnas mandaraiu pedir ,.o S?
snbdelegado Jeronymo Ftirreira para que
vicss,' ao estabeleeitucnta ver o qun havi9
I -_


CO InERCIO

Praca do fileclfe, 0 de abril
de M6&


As trees horas d ba rde
Cotaoe.s offiniae.
NI.o houve cotacao.
Dia 4
.-lgoduo do scrt.:to la sort, 81350 por 15 kilos,
Cie 30 de mnaro.
.)ito do dito inmdianio, 7b350 por 15 kilos, cmi 30
do crremitc.
bito de dito 2: sort, 63350 por 15 kilos, eim 30 do
cerrotc..
A. Leonardo Rodrigucs,
Presidente.
M. J. da Motta,
dccrctariu.

RENDIMENTOS PUBLICOS
Mez de abril de 1885


ALFADEOA-Do 1
Tdem do 4


IUeCE-Ei0onA-DC 1
Idem de 4


CONSULADO P RoViNCIAL-De 1
Idem de 4


RECIFE DRAINAGE-De 1
Idem de 4


22:1448310
21:92131b9
43:0654469

3:3885495
1".A 4710
4:789j205

3:3885495
8:2205482
11:6081977

144A267
717583
8614850


DESPACIHOS DE'IMPORTAQ.AO
Patacho inglez Zebica, entrado de Cardiffe a 31
de minargoo e consignado i ordem, manifesto :
Carvao de pedra 501 toneladas A ordem.
Brigue ing.ez Aty, entrao dod Montevida na
Ceama data e congsi ado A ardem, manifesto:
Xamque 2,868 fardos a ordoim
Pataeho dinamMaquez Am'onma, m entrado de
Pelotks eai do oreuftte e OofiuAde I L Aorim
Iru ,tk.&V l.mk :
-" Qits 9p.io dit sam bexigae 750 kilo.
-~Otoobi 8)ot~a ealxa&i
osbo bi2 barrs.A ard sm. -e

'.0
s-S^^' &P" MUM^-iff-.-:- *'*


A NOVA YORK

Now-York IUfeiIasiirnc Oomlny

Segos dev"da


B -w eJ V 31 de Dczembro do 1883
[ CERCA DE
Cento e quarenta e douM nll conton
Renda annual
CERCA DE
Trinta e clmco ail conton
Desde a sun fundaao at6 31 de dezem-
brkide 1884 a bistoria da cpinpanhia re-
swu'e-se nos segaintes factos:
Aceitou
.A!Rto e oitenta e melta mil meguaradow
Recebeu de presta5es
CERCA DE
,Tresentom m=il e-o on de rlfte
Pagou por fallecimentos de segurados
CERCA DE

Oled de mocoto6 27 caixas.
Sebo coado 20 barricas.
Xarque 175,000 kilos A ordem.

Barca national S. Josd, entrada de Santa Ca-
tharina na mesmna data e consignada a Jose da
Silva Loyo & Filho, manifestou:
Farinha do mandioca 1,50J saccos aos consig-
natarios.

Barca portugueza Nova Vencedora, entrada do
Rio de Janeiro na mesma data e consignada a
.J1os da Silva Loyo N. Filho.n manifestou:
Barricas 300 v,,lumes a Aniceto A. da Silva
& C., 200 a J. J. de Castro & C., 150 a Azevedi
& C., 125 a Mavoel Francisco Marques & Filhf,,
100 :* ordem.
Calt'ido 1 caixa A ordenm.
Faiecllo 370 saccoo a Cosine & Pereira, 300 a
Dias Pinheiro & C. Formicida Caipanema 30 cai-
,:Is s Isinaeli F. de Burros, 20 a T. Justo.
Vinagre 8 pipas e 27 barrios a ordem, 30 a Main
1& Rezcnde, 25 a Joilo V. Alves Matheus & C.
Vinho 7 pipas e 80 barris A ordem, 60 bards a
Maia & Rezende, 50 a Joao Victor A. Matheus -
C., 20 a Baltar, Irmn1o & C., 15 o Antonio Lumrei-
ro & C.

Vapor franeez Niger, entrado doS poirtos da Eu-
ropa em 3 do corrente e consignado a Auguste
Labille, manifestout:
Amostras 1 volume 4 ordein. Agunsa mineral 5
scixas ao consignatario. Ameixas 20 caixrs a J.
F. de Alhneida, 7 a Ramos & C.
Biscoutos 1 caixa A ordem.
Chbpeos 2 caixas a Angusto Ftrnandes & C., 1
a Baphael Dias &' C. Conservas 4 caixas a Car-
valho & C, 1 a G. Laport & C. chocolate 1 cai-
xa a G. Laport & C.
Doce 3 caixas a Ramos & C-
Impreasos I caixa a T. Justo, 1 a A. Domin-3s
dos Santos.
Livros e objects de eseriptorio 2 caixas a J.
W. de Medeiros. Licores 10 caixss a ordein, I a
G. Laport & C. Luvas 1 caixa a Antonio C. d,
Vasconcellos.
Malas 1 caixa a J. D. da Silva. Mercadoriag
diversas 2 volumes a irma Bernard, 1 a Antonio
D. Lima & C., 2 a H. Nuesch & C., 1 a Otto
Bobres, Sawessor, 1 a C. dos Santos, 3 a Frn-
ciseo Maaoel da Silva & C. Massas 1 caixa a
Carvabho & C., 10 a Jose B. de Carvalho; 6 a
Rosa & Queiroz. -
Objectos para chap&os de sol 1 eaixa a Fran-
cisco X. Ferreira.
Papel 3 cazas a Ventura Pereira Penna & C.,
Sa Rodrigas de Farm & C., 2 a Azevedo & C.,
2 a Lodri- d Motta & Filho, 1 A oriem. Dito de
wembrulho 60 fardsoa aSo8 a Baatos, Amorim &
C, 60 Ao0 casiqntartio125R a Domingos Cru &
C, 15 a Antonro Lourore & C. Provialo 15 vo.
lAies ano consignatarlio.I
ias I foido a Augusto Frederico de Oliveira
.Aipaa 10 oizas a Souza, Baetoa, Amorip &
&C.Ju nlk e 1 caixa ordem. To-
9 -Stsol Ilra e aochlin, 4a or-
4gA;LAP~tias de Ol~iveira Main, 8 sa Nuou-
,etmuigga iie 1"*u ^saie
a- S oau-
|^ ^e.... 7., S. ce"


Hotel Petropolis em Palmnares
Jaunto a estampeao de Usa
Brevemente seri aberto ao public unina excel -
lente easa para hospedarias onde os Srs. passa-
geiros do prolongamento p')deraojantar corn todo
-' descanuo.


ledico e parleiro
Dr. Souto Maior, medico effoetivo dj I
S'H.apiclo de Alienados tern sua residencia
Sna run Nova n. 23 (esquina da Camb6.L
do Carmo), onde da consultas dc 11 ho
ras as 3 da tarde.
Trata do molestias internas, nervous a
} e de senhoras, e applies a electricidade
no trmata nto de paralysias, e nevroses,
rheumatismos, nevralgias, debilidades,
dormenciaz, caimbras e outros molestiai
do systema,,ervoso.



Agua &Fllda de Mrray d Lnniuan
N- *02
lTodas as preparaeoes chimicas envolvem em si
iititacoes grosseiras de esoencias de flores extra-
hidas da muita casts de ingredients d'uma natu-
reua acre e revoltante; porem, o refrigerate e
picitavel aroma que dimana do natural incenso
-s verdadeiras flores da n-itureza, quando, por
sasim dizer, ainda n'um estado virginal de adoles
ceneia, sendo docemente embaladas pelas gentis
brisaa dos tropicos, jimais p6de ser simulada.
D'aqui prov6m e nasce toda a superioridade
deste admiravel e tao afamado perfume, a coneen-
-trada essencia de flores, col'idas por entire os en-
ramados Jardins da Florida, sobre todos os demais
perfumes existentes; e finalmente d'ahi nasce essa
innatAi tenacidade corn que ella se apega a tudo
que toca, sem jamais variar ou desmerecer. -'-
Nao conhecemos, pois, cousa al T stt gee-
nero cue apenas do rW-osma aproximar ou
comparar em a e p esistente durabilidade
}Apo dos extractos mais finos de Paris; e no
entanto a Agaa de Florida 6 de boamente preferi-
da p-las senhoras d'America Central e do Sul,
MYexmc e Antilhas, ate mesmo ao melbcr d'elles, e
jrtra mais ajuda o seu custo segundo nos consta,
naio chega a cxceder a metade d'aquelles outros.
COMO OGARANTIA contra as falsificacos, observe-
se bern que os nomes de Lanman & Kemp, venham
estAimpados em lettras transparentes no papelI do
livrinho que serve de envoltorio a cada garrafa.
Acha-se & vend-i em todas as principles boticas
Sloijas de perfumarias.
Agontes em Pernambuco, HeTry Forster & C.,
rua do Commercio n. 8.


Esteestado de. coisas 6 froqu,-nutincnt,'
seguido do .palpitan-es dc corn;ei.. F: ufra-
ilu(ce a vista do doento, e ello piaroce vcr
nodoas diante dos olhios, sentinilo amn gran-
Ie canpao e debilidadc. Estcs svympt)tma
apparecemn cada un por sua v.'z. Dizem
que o tergo da nossa ., d'a




c!f1') do-nyt..io

cura-la, porqu o 0remocio tvia set sus-
ceptivel (td obrar Ii-r'onoiosatmuente sob-re
oada um d'aquellcs orgy.Los, e tambew so-
bre o estomago. Nos cas s de Dyspepsia
(sendo este o verdadeiro nomno da enfemnui-
dade) todos os citados org-ios desordenam-
se ao mesmo tempo, e prcisam de uma
medicine que possa obrar sobrs todos dies
situltaneamnoute. 0 (X-itropo Curativo de
Seigeol) produz ura effdito inagico em (-sta
classes de padecimentos dcando un anllivio
quasi immediate. 0 MIdicamento vendo-se
por todos os Plharmnaceuticos e Boticarios
do mundo inteiro, e pelos Proprietario-,
A. J. White (Limited), 17, Parringdon Road
Londres, E. C., Inglaternra.
Depositairios na Provinci i do Rio de Ji-
neiro : no Rio de Janeiro, L.u ningues VlOi-
ra e C., Joilo Luiz AIV,., Goo SOnviilk,
e C., G. Frmncisco L'tandro Fonseca c


DESPAGHOS Ok DEEXPiTAAO
Em 1 do abril d(o 1885
Para o exterior
No vapor inglez Atfhor, c'nc-gou
Para Liverpool, J. Clern-ntino 2,511 saccos
cem caroqos do algod:uo.
No vapor alliemn.Io Falkelnburq, carrcgou :
Para o Baldtico, Borsttlmann. & C. 260 fardos
corn 44,488 kilos do algodai,.
Na bareaon mgleaa Anrelie, carrcgou :
Para New-York, H. Forster & C. 2,000 saccos
com 150,000 kilos de assucar mascavado.
Na barca inglijL Ptit Cfod'z carrcgou :
Para New-Yok. Julio & Irin.o l123 saccoss oorn
'9,225 kilos d( asssic.r inm'>sc.v;lb
-- Na bareai Ijrtugucza Pereira Bor.qe., car-
rn,ou :
Para Lisb .a, J. V. da Cruz 14 piran'huc} de
rello.
SPart. o interior
No patacho na.-i--id f'eloteie, Cearregou :
Para o Rtio Granxle do Sa!, B. O1iveira C. 50
pipaq coin 21,'K,) litros dr agai;irtrnt.
*- No brigue inglez Zeowb'a, Carrego ll
Para Pelotas, P. Carneiro & C. 450 s ccogs corn
42,400 kilos de assucar branch e 50 ditos coin
5,110 ditos de. dito mascavado.
= No 16gar inglez Alnei, carregonu:
Para o Rio Graunle do Sul, Amoriinm Irmuaos &
C. 480 barricas coin 49,204 kilos dc assucar
branco.
No vapor national Pard, carregou :l
Para o Rio de Janeiro, M. L. Gomes Braga 170
saccos corn 12,750 kilos d" assucar branco e 30
ditos corn 2,250 ditos de dito mascavado ; M. F.
Harques & Filho 200 ditos corn 12,000 ditos de
dito bronco e 50 ditos corn 3,000 ditos de dito
inma cavado; F. A de Azevedo 5l0 ditos corn
35,250 ditos de dito brauco; 8. G. Brito 540 ditos
con 33,000 ditos de dito ; J. M Dias 200 ditos
corn 12,000 ditos de dito e 100 ditos com 6,000
ditos do dito maspavadoj ; Burle & C. 24-1 ditou-s
corn 14,610 ditos de dito bronco ; A. P. Laps Ju-
nior'15 pipas comn 6,520 litros d& .guardente ; A.
0. de Souza 400 saccos corn 27,00) kilos de assu
car bronco,; D. M. da Coita 10,OLJ Cocos fructa.
Na barea national Nova Simipat/hia, ecarre-
gonu :
Para o Par&, Baltar Irmaos & C. 50 barris cow
4,800 litros de aguardente.
No hiate national D. Judia, earregou :
Para Aracaty, F. de Sant'Annm. 2,7')0 :..-c.s
eomr farinha de mandioca.
Na barcaca Feliz Lem'wrauao, carregou:
Para P. de Alagois, J. Cordeiro 20,000 litros
de sal.
Na lanch' Ganganelli, carregou :
Para P. do Alagoas, J. Cordeir' 25,000 litros
de sal.
MOVIMENTO DO PORT
Navio entrado no dlia 2
ManAos e eecalas 7 1/2 dias, vapor uacional
Pard, de 1,999 toneladas, comiandante Carlos
Antonio Gomem, equipagein. 60, carga various
genros ; ao Barao de Petrolina
N v4o sahidoa noesm9 dia
Rio de oaneo e e oalhA- Vapor national Pard,
I u h Carloa Antomi Oames, corga va-
N M.-YfIrkPatioho ameritmo C. C. Robiawmn,
capitio J. I .CIt, earga assucar.
-" Nwi. ptdos Me da 3
Bod e m l eo ifzi" dim, vapr franeez Ni-
,er, de l3O83 twaeIadam, ontmimdante Baule,


eC..
fli~ia q e PripcA W I*
buco, fI~tetauouKt eC.; B.I&loIO '/.
C;. J. C.Loy eC., FranmihaB ,( .
Silva e C., G. Bra"s dos Santos e 4.,
e Rouquaorol Irmlos; em Bello Jardim,
Manoel de Siqueira Cavalcante Arco Ver-
de, e Manoel Cordeiro os Santos Filho;
em Independencia, Antonio Gooes Bar- -
boza Jr; em PalmarO8, Antonio Cardoso
d'Aguiar ; e em Tacarati, Jjs6 Lourengo
da Silva.

Easinm pratleo e (heorleo de
Inglez e fracneez em colleglos e
casas particulares a tratar ma
Tabacarla Julleta r1m1 do Impe-
radorn. 30 A


A iuniection Brou lhygiui-a, infallivel
represirvaliva, a unica qua cura,, seto W a-
da juutar Ihe, os torrinintos ,ntigos ou
receutes, eaeoutra-se nas prin'iim;es pliar-
macias do miniverso.

0 xarope de Bob Boyveau Laffecteur
depurativo e rcconstituinte d-as ibor agra-
davel e de composiqao exclusi4.vaente ve-
getal, foi approvado v-in 1778 pela antiga
Sociedade Real de M idicina e por umr do:
creto do a:ano XIII Curs todas as mo-
lestias resultantes, do vcio do sangue.
escrofulas, eczema, P:Horia;e, Hirpos, li-
chon, impetingo, gota e rih ummris-no. Por
suas propriedacles aporit;vas digestivas,
diuretics o odorificas, favor',:, o dlesen-
volvimento das iuncqoes do nrito a'),, for-
tiiica a economic e prvoc. a exIulsao dos
e*leinontos mrorbidlos, quer &4inam virualentos,
qui-r parasitarios "
- ... __r l I m
'"jir'l^ -- ...- -

0 D r. Ifortncti /'.-fi'i,' '. ,c j.;z
substitute d,. c-,,, '/,'a ,! O :., ., }, ,'
S M o I0 n ',fr 't'/,, ," /' "* '"* "
de etc.
F a ,o s )aber U' I :!,' in : ._
t0a Ulital di vnot u '
q1 por este Juizo,. : .i- ,.-. ,:: .'
IL io l)p 'Xi o tutor-', t>--i! :--' -.' "'.: '' --r
qwiirm in:,i" de .ildi'u'imcr e hb td, r-iio ': !i. '; ', '; : ; a': ia
p.r D ',uiigos M.-'i''i:: V ,i 'i -, ,
.JI).ir q inl:i (itf V :.s ,3 .l [ ., it:, i .i.-'." '.; i. < .[;'.
in an p )i!cr c (.ari:ri-. '' ; :-: :.- ''"
\' l, o 6ual d ,1.; tli r t w ',o .'r:
U in it c:is;i t rr -:'i )' :
Uiic e ;ioo s, -i n *t'I: i -. -.. -" .-.
-e*It;. e liOvc l nri"ni,-. 2 i '. -
t.'., Cosi;..irh extcr nia q i.t. -i /" ;- i. i .'
0-o1 t'rrae tdo N.t-:-- *; .
-c
'-iii OiJ -.rl

lu c-rf-. u'ftii r-se :*> ;trr,.::! :;'; ,:r'';' z'-^ d >; *" i,. 1;;
.,cimna designado.
E pr ; qi u (pa a' -. q-u e -. 1 -
pi- n -'-am ( r l u -. -.
,u'i tict dl'j pelo. j, i--. s;- A :i.,. -I .,
cust,.mn Olin':i, i ,8 -.; ; .' -'
Eit, baciarel r.v '.- .
*screvi.


HJr[,il.c : !'**" "/,*. ....* ^:'.**..



C .- .
(\^1 (,* .83
Pclo press, :Vnt' ,'i, :-,,i- ,i, 0i '-,-, oc- :-,
(juo peli conse[idli ,'.h 1 in ,ls .:'?.:-t. *- ;i' :_ ,
para cobrador du-t -t:-',-- :, .' -, -- >
d, A.lbwqu,-rqu-.. qii n i- I -: ,i, c.,"i
arA a pro-ciolr -a ,' S .^ ,'vr-' -. r 'l:i'- .i,-. '"
salidndos.li i.'; i i i in r.i-4,i- ,: I :if;'- in" *.' 1 -1 ; -
o contiuu,, Sr. ,; i ',, d 1 ,,: ,i
S& cretaria do Ulob C -u:;'i-'(A. J.:-:i ;
marin de 85 .-().' Sc,'tar 'i,

DirecloroDeton0lc

N;io toulo lm-t mais uiu dos mi.'ribro.i d.- ir:-to.trio dti:o-
',r.itico, alim do s, ".. t oi:-o os anssulqj
inqj ipag,, m 12:i, : A.- ; v:;', ... :
guito LaLtilii o C.
Liverpoolcl C esiala--21 l .;,-:por mi' fiele,
do 1,1 )0 t,.ni ,i ii.,, C ,-ii ,,:r,! F. *iai,
e in ipr 1 -i 3:2 catri-a --; ".* <'' -' S ,nl-
dora Brorihrs & C.
Santoi 12 rli:,s, i'll;or iM :L" .. G. -'. -.
48.53 ton-iiltls, A .:ps.i,1 W ls.i. in-qini -9.
em lastro d origin.
Rio Grandd do S.il -- 3i 4;-, pati:' it, -*
quez Anna Joh..nne, dO I',o Tr0 io -
J. M. Sovenson, equip i)! *.n ,-! ,- ,
durAts ; a Amorin in .I.-i ,I ;
Rio de Janrm ir, -7 v i;l di,,z. :.. : ti i /7
L ;T tf, ,.l -J c I,: l;i7i0, c'.:, ,' -('.'. -t- :'.-
,uminO.-Ayr,'s ---' l ..-, '1. ; /l ietr L,-
cniH!, do .3>55 to, 'it .. ; ,. t:i'. 1
jiipcgregrm 9, en i:a ;i .;1I',: I"r t r
& .

Cormni dttimu:rI t lin:Iu', cr. Vi;,- g4- i, '-.
Zavius cutvv:v .(i'n. r :, i 4
Caimpam]a (l.lienos--Ayr. -i 2- dias, bar fr u-
ceza Maxrie, do 4:.7 tone-,---, ,.---Pito Lh. B t.
- equipagem 10, cin lastro; i-. oil":r.
Buouos-Ayres-31 lias. bir:', inuiez:,. II i.,e de
377 toneladas, capitao.ht,'iv'i.z 7Sl'y, '-juiia-
gem 10, em last i; it orlc-m.
Rio de Janeiro -11. dias, b:ircti p rcigu--ze Nova
Vencedora, de 319 touncl 1,.-. capitaL.., Joio G m-
valves Marques, 2qiiipa-g,'i 11, ,'- vari.4 ; a
L)yo & Filho.
Santa Catharini 18 dias, brig.- inglz Li.la,
do 255 toncladas:, capitao 1-. J- Pitrns, equipa-
gem 9 em lastro ; A ordria.
PaysaudAi-17 dia lugar i A!.-' NIlie. de 2N0 tO-
nclaid,is, capitio E. W. Cow )ctuipag-m 8. cin
lajutrin) ; :i. orloem.
Cette (Frar.)--'i dits, par:ich- uior-ue; :a ?
jSiun-d, c *221 truidtadas, c:;)'tao J. L:r ,
eqitipa ;oi n 7, carsi s:ii 6 viu!;-': -i ordA>'' .
lu-lotu s 11 dians, Itv : r ihizl.z Sir, t Grbson. 'le
192 tjv, l.-d:ls, CJ|,irt W Villi .,- I genm 7, -car_-a s b '0 gr ,X ; .L ri.F(.m.
1i6 Grit m ,. d.) S,1l--16' dm!I-, e ri tacori-i'; Ur(-
iia, d 1)7 toiin-1.,.ia, cp-ta) M inool A. de
Moracs, caI;pagcin 7, cirgi -xi- ', ;; S1ilv
Guim'ir3es & C.
Samt:i Cath.m-Aimia-1G di0, bar-a ri.miu'iabl 'S. Josi.
do, 27i" tonel-;lis, Ci[)itM ) A'Xci M. d-' .A:n -
quo.'rque, cqm parm 19. -:;i-jrL i .;,iiii '1. i1i .-
dioc L ; a L i &' F 'li-)
Buenos-Ayre--29D dia-. bau- itn i ,-rniwus- Kurt
dr/'q, de 343 ton-.laJas, c:i:it, V. II. Evenscu,
equipaeimi ), enm Liatro ; o:'J n.
Aario sahido -n, mei-no dia
Russia --Vapor all-niam Full.'eab.rni. WV. Drciycr, earga varies ,-ue.-ro-;.
VAPORN ESPERADOS


Bide
Espirito Sanato
Vile de Marauhco
ViMe de Bahia
Merrimack
Tent
Mxrsanhense
Ceamrd
Elbe

La PkM
OrsMoque
O5S


da Europa h.lja
do sul a 6
do sul a 6
da Europat a 6
de New-port-News a 10
Sda Europa a 1-
da Europa a 12
de New-York a.812
do nocte a 12
do ul a 14 -
do Sul a1 -
da Etumopa p4 -.
dosul -t:.
do BWiAGo, < a lg
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I!


Que enfermldade 6 esta que nos
acommette ?
Como o ladrao que aos ataca a n quite,
ella accommette-nos As occultas. Os affli
gidos dessa doenca teat dores de peito, de
lados e algumas vezes: de costas. NAo
querem fallar, e sentem necessidade do
dormir. Percebe-se n0 bocca umrn sabor
desagradavel principalmniente pela nanha.
Os dentes cobremn-se de urma especie de
material viscosa ; e o appetite desappar .ce.
0- paciente senate como quc umrn grande pe-
so no estomago, e as vezes, urna sensaqAo
de vasio no mesmo orgao. Na bocca
do estomago ha muita 1'raqueza; e a nu
trigno nao produiz satisfaqao alguma. Os
olhos empanam-se : e a; macos c os pcs es-
friam, e tornam-se viscosos. Algam tein
po depois principia uma toss, secca no
comeno, e, em seguida corn uiuia expecto-
ragto esverdinhada. 0 duente qo-ixa; se
de u'n cansag. intorminavel, c 2.'n
proenra -dormir uap\f1o 2 ii-0 livi
sente. Logo depois,o o eifermno tornia-se
nervoso e irrascivel, e o sou espirito nA.c
vc se nao tristes prcsagios. Elle sent
vertigcns uia especie do toutarira na ca-
b,'a quando se levauta subtamnuonte. I.-i
prisao de venture; a prlih torna-se secca e
quente alternativainente; o sangufe ,icla s
espresso e inerte ; a cGr do br.uico dos o!lhot
6 amarellenta ; e a urinia 6 quasi n<,2im>nir.
e muito corada, dcixanlu u111 deposi'o rino
vaso. 0 aflogido i mtuiT!.s vez-z:c obriwof)
a vomitar os alimcntos q(pu' tonma, c oltl,
vomnitos dcix.nm-llh ut bocca u-i gost,
umas vezos ainargcr c ou.trIs vcz-s adoc-i-
C.ido.





























A,4 *proa se|r mgtas e W lidas pcli
9me hntoo dia 0 fi a ainia design
qdo em presiina dos e.neurrentes. t m se
gluida a abetrtura das .r"postas terA lugai
um Ian ilfo poarap firn m iwJiuado scrviudo de
base a praost i s viantejosm.
0 servigioda dox no1in o e re too do ma
aerial perA feito do eoufornit4 corn as
condioes e ep1cii.3 gtO s orgiauleadas p4ol
Sr. 1.- engetIliro, at quaes poderio ser
cons tadas eH scu escrtiotorio one serai
prestadas aa nocssarIas iattn* s.
Socretaria do P rohmngment tIa- Estrada
do Ferro doi Rccifd ao S. 'rancico e Es-
trada de Ferro do Recife A tuarfi, 1. de
margo de 1885.
0 secretario intt rino,
Mamwel Jtvencio de ,oSaoia

SocieJade Iecr'eaiva Javentlude
601QIRE BIMESTRAL
Scieitific;t aos seahl.ires socios que aeha-se do
sigi.U41! o Ilit 1 di aiibril proximoia, p:r k ; soire
biuinstra;, a quail priucipiarat 4A 7 hIras da nrite.
Os in:.,ints-o. : Vi tn i.t do Sr. th'sourciro.
liocite- 22 de nart de 1885.
Afanol Bander'i Filho
1 eret.trio.

Santa Casa de lisericordia do

Na secretaria dai Saita Cm ; Misericordia-
do Recif, arreadai n so par esparu de 1 a 3 annos
as casas abaiko dcit;;ruda. :
Rua do Born Jeus n. 11, 1 Jja 450A
Iden idem n. 13, h3j:L 4801
Ideiu idem, 3- andar 267A
Idem idem n. 14. sobraflo d,3 um andar 1:O000
Idem idem n. 2-i, 1 an:lar 2405
Rua do Vigario u. 22. 3- autar 20WA
Run da Moeda n. 49 3w00
Rua da Guia n 25 200A
Rua da Madre'dc Deus n. 10 A 240,5
Rua da Senzala-velhla n. 18 2404
Becco do Abreu 11. 2, loija 964
Rua da Deten.i,., t(leutro do quadro) mei'agu&
n. 3 125)000
Rua da Detenvlo (,lenritro do quadro) mei'uagm
n.5 120 Y00
Rua da Lapa casa n. S 240)000
Secretaria i& an. Casi dle Miscriecrdia do
Recife, 14 de fevereiro de M18O).
0 eserivito,
Pedro Rodriqiteow de Somea.
COMI'ANHIA
Pernambucaia de Navega.io
Costelra por vapor
TerA con', no din 1' de abrtil proximo o pa
gainento dop joros do impres.Liwo'contrahido pela
companhia, do eemestru fiiadoi hjc, no escriptorio
da inesma.
tcWif', 30 de nrarrs de 1885.
0 gerente,
Ciemnentie Lima.
COln ROCIUr0i0 ramlourms

D ordeem do 1' secretarijo.(este club aii avisa-
do, robos os ibeios, a faE4 g-L ds seus titu-
los ate ao dia 12 d) corAi r -receberem novas
ace'ti cuij. einissi loesi aa 0thesgureir-.
e'siulmItto. est- prazo, p.qir, to-los os
dir *it s dc accioniata coiforaC74'ex g. 28 dos noiso3 I
estatutos.


Aiquiusto Fguceira,
10 secretariu

Club Carlos Giomes
t Esta associagilp reunese aumaut4 em 8a8s.Lo
o rdinaria, s 7112 horas da noitc, em sua sde.
Recife, 5 de abril de 18SK .
0 1- seecretarij,
d l]Hllxitkd Junior.

^ Matriz do Corpo Santo
Pede-se a quein coiniptir, quo fi(i, rccolher a
S esta T mnatriz as eapas, alfti;ts eh im gens quo fo
ram einpreatddaa (nia)se sabe por ordemn dc quem)
pars diversos acts dia sein i i s-rati, nilo scaque-
cendlo as di.s irm genn s qui f,>ram para o Bio
G rande d, Norte I
Um irir,)o cO ,',t'iot a eap,'esti:.8s.
Irmandade ds Alnmas erecta na Ina'triz do0
1 SS. Sacramento da Boa-Vista
De orlem ( in m 'aa regeiorna desta irnmandade
S convido a todjs os nossos iriniols para compa-e.
cerem nai mesa matrix i)s adias 2, 3, 4 c 5 -do
corrente mez, :di:in de cneorporad-,s assistirmns a
j todos os aetoa da senana sania feitos pel. Him.
4 c Revui. vigario, ti acompainharmos as procissies
no dia 3 as 4 1/2 da tarde a de cnterro e no di'
S 5 As 6 gras-da manha ;i da RcssurreilAo para a
qtal fombs cmividadrlos po Ilhin. c Rcvm vigario
e it coin:nisaito ncearregpda.
Consistorio da irirandade das Abhn:s crecta na
matriz Ido SS. Stcra-m'nto da Boa-Vista, 1 do
abril dc 1885.
0 -scrivTo.
Jus3 M. de Lemos Diarte
Iflokesadora

S- direclo d.sta companhia convida aos se
nie *res teccunistas a virem recebe r a pritneira
S> distrib>i' o da liquildaio do 3 decennio niara
zao de 5'1"000 por aeiao, no eacriptorio da ineema
Se.,Inp:,,dia. Recif', 31 d e marco de 18 5.
'" Os direetbre,'
|k ,Joaquim Aivea dti Fonseca.
:i Jose da Silva Loyo Junir,
S ,, .... Antonto da Cumbai Perreira _Baltar.
~Thown lo Fah'unda
Jarma de ap.)Iiccs
S De odm 4oLTibm. Sr. nispotor, fato puilico,
par conuel ento dos intercasaados, que do dia 1
do tbl vinadonro cm diante pagar-se-hao
nests04 1raas juras dc ap'dic s do empres-
S- relativamente ao triimestre de ja-
-f:igda d. P rn;tmo, 3t do.
m '~zeda de Pcrnazbu-o, 31 de
~-*secteta"ie,
Fwx gydio.1'mnlaeiro cA&Carnamri.


3iA1 P,.A e talmldtir


I


"5'


0 Tigiplo. -. p
o- JaWio '. .' dolr op
r M N- '2 Vo quando lbeap-
SJaboatioh 6- -:-ee rbe
'igipi. 26 -G 6.6 r L t6e3om 8t e
- ReCife 6-50 6 .


r DIAS SANTIFICADOS $ UAI -. N. 8
1 I~~o smalnA .''7^ L cusdiw ___ -_______ Co pRtki wr{lelra de 3iav<-
Fd NA 1Vaer "
,IROS P DSO NORTD
Recife 6-45
0 vapor
Tigipi6. 7-5 1 7-7
Jalum~ao 7-23
Espirito-snto
P 2 CommandanteJ oio Maria -Pessoa
Jaboatimo 8 esperato dos pert-o do-al
Tiii 8-16 818 ate 0odita 6do bril e oe-
i 8-36 g8ir-8 depois da demora in-
lReeife 8--881
sdipensavel," pars o8 porfo
p 3 do. Onorte at MauAoaS.
h.'{fI 9 Pacara earga, pasagens, encommendas e valoreia
gP 9-20 9-22 cracta-se na agenda
ab.a9-o 938 :46 RUA DO COMMEWIO 64 -
,4 1- CO .PAXENIA J W nAWMUCANA
1 4* DE'
Jaboito 10 avega -e tera ir TVapr J
Tigipi;. 10-16 10-18 PORTOS DO NORITE
Recite 10- j Parahyba, Natad, Macdo, Masord, Ara-
caty e Ceard
.-Segue no dia 7 de
De turde sni o vapor Pirapa-
1___________________________ m a,cmnmandante Car-
vall_o As5 horas da
P5 etcehe cargaat o r

Recife 2 dia 6. R
Ti-ipi. 2-20 2-22 Eneommendas, passages e duiheiro a freteate
J'boatao .2- 38 5 a horas da tade do dina da sahida.
I -.ESCRWTORIO
P 6 Caes da Compauida Pern'm 'wana
Jboato 3 12. 4
Tigiplui6. 3-16 3-18 COIPANIt.% PEBNAEIUCANA
Recitfe 3-38 DE
P Navegaieo costelra por vapor
PORTOSDO SUL
R, cifc 2 4 Macei, Ponedo, AracajAi, e Bahia
Tigipi. 4-20 4-22 0 vapor Jaguaribe, -
Jaboat.o 4-38 ___-_ commandante Costa,
P 8 scguiral no dia 10 do
P8 corrcntc, As 5 horas da
rde.
Jaboat.o -5 Reecbho carga ate o
Tigpi6o. 5-16 5-18 ia 9.
Reit 5-38 Encommcndas, passagens e diuheicros afreto ate
"9 As 3 horas da tarde do dia P 9 ESCRIPTORIO
cife 6 Caes da Compaulda Permambu-
Tigipi6. 6-20-` 6-22 ena n. s I
J aboa tao 6
J"boatao | 6-38 CompanhlaBa3llaaa de Navea-
P 10 oaV.apeit
Jaboo Maeid, Villa Nova, Penuio, Araeajii, c
Jbo.lo... 7 Estania e rBahi5a
i.'ligif6. 7-16 1 7-18
:Ri 7 7-18 0 vapor
Caravellas
A coutar do dia 15 do corrente serao emittidos ara en l F Ta
I cart5c d e assignatura bilhetes de period decon. Commandante J. F. Tet.eira
Sformidde corn a tarifa em vigor '. .. Segue par oB portos
Recite, I de abril de 1885. '-. acimanodia Sdocar.
Pelo seeretario, rente, As 4,horas da
J. S. Carneiro da Cunha. ictarde. Reaetbe arga
DKCLRA(AO |um~utcame te 6ao 11-2
DECLARAAO dian do dia de sua sa-
De ordems do Illm. SrAdirector eagenbeiro chefe Pm earga, pasagenus, eeoummida e dinheiro
fao public que, a conta 0 do -'a 5 de abril eor- a fret tracta-se ua
rente, comecara a vigorar nes~astrada a seguiute AGENCIA
tarifa especial para fructag, verduras, leite, etc. a do r 1
Tarifa especial pmaa fructam, verduras, leite, 7- ua do V4iario 7
ovos, avcs domestic ts c similares, por volumes ate l mounges AlVes lHaiheus
20 kilogrammas independcnte de inscriplio. T


IJ Pata o Par0
___Segue corn brevidade a barca brazilcira D. Cla
S ra, qutie tern quasi today a carga engajada : a que
fait! recobeia rotes modie.-s; tratar eom Baltar
Recife 100 200 300 4001 60 703i'T1 ^ 8S i84 1.01,11
RciFe 100 200 30 00 0 7 Irtnaos & ., run do Bomrn Jesus n. 32 1 andar.
Tigjui6 100 200 3001 5'0 61))
Jaboatlo 200 300 40j 500 COMPANIUIA PERVAMKICANA
Morenus 1 200 300 400 D
'lpora i 0 .o u avega o oao otelra per Vapor
Vic--iaFernando de Noronha
Recife. 1 do abrjl de 1885. 0 vapor Manjd
Polo e,.cere ttrii,," ommadante LW se-
J. S. Carneiro da Gunha. d guirano i10do eor-
Soeiedade Propatadora da lantrue- renfe, ais l2horas da
cAo Publica do Poco da Panella manila.
De ordcm do Sr. presidcnte, silo convidados de 9. Reccbe carga at c
novo todos os membros desta soc;edade a se reu- dia 9. "
nirem no domingo 5 do corrente, ahm de se eleger Encommendas passagens e dinheiro a frete atW
o Conselho que deve fnnccionar no corrente exer- AU 4 beoras da tarde do dia 9. ,
eicio. ESCRIPTORIO
A eleieo erA feita eom o numero quo compare- Caea da Compankia Permbawna
Secretaria da Sociedade Propagadora 2 d abril n. 12
de 189,5. .-
0 0 I"s~citntri-o
J. Barraln ARl UA I M
C*Mpanhia U V* W9vqk

THEATR-Linha qui0 eal C.' HavreL.U
ooa, Pernainmbuco, Bahia, Ri o deJaet'rue
Santos
Xtesamer
TO u

Companhia dr.matica e de operetas
KranA~i Ri~ip ^ mapae 4 S'j! Eapieft-se' dos portos
Einresa, Ilbiro fuiaresb i
I, Ednardo ~
ESTRE'A E ETRR,'AI -
Q*uitaMeira, do et rr te
Ptla. prirneira vez im-sta ciplial o drama em 1 em:I I I
pel6go 0 6 W-1


i


oadesbodinhboro


.,IRTAD COME0O


VillmdeBahia


*'* ANlIz- dejea &ura ulro-
ropasatok dia6 deo
s a ddar segniudo do-
pofi da iodiseusavel
dkw aa p era a ba-
S,3X de Ja-
clnr e &ato.

.u dores do waga peloa
rapores "a ?Auhajezdam apresoutardetro de-
14isaeooegrdodadescarga c&a.alvarexigas, qpWa-
4oernizlte a volumes, quo par-
eido-para6aos porte. do s a4 at
dease podretudear a tempo as providncias neefassb
Expirado o referido praso a companhia &&af
responsabiisa pOr extravioi o
* Recebe carga, encommendas e pammgeiros, pars
os buacs torn excellentes accommodatess.

Augusto F. de 01iveira
&AC.
42 RUA DO COMMERCIO -42

Paira o Aracaty
Segue at o dia 8 o hiate Dew te Gruarde tern
parte do seu curregamento prompto, recebendo o
sato a fretes modicos, a tratar cow' Bartholomen
Jourengo, a rua da Madrc Dens n. 8.

ROYAL 1AIL STEAl FMCIET
LO0FANY

Grande redueplio nos pre. d4a
passagens
linerario
IDA


hida Soisthampton
,hegada Bordieaux
Vigo
Lisbla
S S. Viceate
S Pemambeco
Maceid
Jp 4titeid.o ,i
S Montevideo
ds Buenos-Ayres
VOLTA
ahidas Baueoa jrros P
S Montevideo e
8auts g
S Riod. Janeiro 0

S Pernambuco o
4 8.Viente
Lisoaboa
Southampton g.


29
'5
7
17
18
24

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11
ii


94
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29
5
10
12
15
22
24
1
4
9
12
W,
14
20
28
30


(*) 86 tocarA se precisar carvio.
Par passagens, fretes, etc., tracts-se corn oe
OONSIGNATARIOS
Adamson Howie & C.
--tua doCoomrl--U



LEILOES ~

I 3 flfm n llifi oa



Leilao


I.LIS dormentes
Em virtude do artigo 76 do regulamento desta
estrada, As 11 horns da manhn no dia 6 do abril
proximo, e na estaio da Escada, Ie venderAo em
ieilao 1,562 dormentes de modeira do paiz, de di-
menskes priprias para estradas do bitola de um
metro.
Cabo, 30 de marco de 1885.
Wills Hood.
Superintendent.

Leilao
De fazeadas iuglezas Umpas
e uvarladas
TERQA-FEIRA.7 DO CORRENTE
A's iI teoras
Agente Pinto
S esctprijwt* '& rua do Born Jesus n. 43
?Leillo
Da umrn balc, 3 mochos, 2 bandeiras, 1 bamca, 1
la ftie A gaz, 1 rcltigioog de pared .I 1 mobilia de
!/itnona;ptelto ,*"
K *Tev ,a-felra, I do eorrente
A'si1-s/ bA / ras
Agente Pinto to
Na run do Botn Jesus n. 443


Up's


a*eett. 4.. terra 'eom' umn

i~o f$A 4 Osiers
fvR^^^sa/^^
La ^^^t^ a^1<:1--;


*db~ide~I we I sbid a toilet o- atoy w i"d plcDo.af'
ed e fr-he do proiougimeuto cda e 8.
S.e pn "q 4 *mbu ,s1 s emada forro do 11Re1o
aatl elcvide Amat eMIo o8 r~ateriaesdw ai
'Al3mI caIa de in"c1 liw eomuudcM inteira -- -wr A4 o ia semua
I sof.ikj6 eadeirale 2 ois o corn edrSn'Ae ta~ionsfI de conformidao oft as con-
Terceire .q pdr& t
T ereiro qItd ies qume~eluchM imptentes aa. ,tefd-U eeiplo
in&a ca d d amnarel, 6 eadcieras de jsearan- E a e ae* !za ls no aeto ca aonI
M ir l2 consoles ormn p6"ra, 2 cadeiras de
braVoe um cabide.A.
"Qu.rto uurtov
- Um marquezilo estreita, 6 cadeiras, duos mesi- _SOS
ahasI cabide e I cofro franeez. Precisa-se ahgar, na Boa Vita, um
Quinto quarto
tima marquezas,6 cadeiras, 1 mesa com pedra, 1 casa corn commodos para grande familiar,
dita poran ogo eo I avatorio. tendo agua e gaz, e que n1o eiceda de
Sexto quarto
Ulu marquezi.,o para easaf,1 pequeno sofi, 6 ea- -Q0. Informa-se na rita Nova n. 13..
deiras brascasI lavatorio, 1 mesiaha e 1 igreja. -- Prectia- se de um portuguez velho e casado,
Sala. de jactar para fazer companhia a urna famnipa ; a tratar
Urna exoellente masatiaticoamn 7 taboas para no pateo do Tergo n.'18, taverns. Tambem ven-
jantar, 18 eadeiras portuguezas de faia, I mobilia do-so uras postillas do 3q anno do Dr. Tarqui-
de jacarsamI. 1 guarda-comida, 1 guarda-lou~a, nio._
1 quTirinheira, 2 gansos, 2 lazarinas, 2 espelhos Ia case site do Dr. Casteilo
ovaes, 1 machina de costura, 1 important realejP Branco junto a povoalo do B bribe ; o memo
corn 3 cylindios, 2 aparadoret, 6 quadros, I appa.- lugs a casa sits A rua das PonnambuosAim, na
relho ds porcelain pars jantar, 1 dito pnn almoqo, Capunga ; savb s os predios estio perfeitamente
garrafas, copes, calices, licoriro, talhrcs, I par limpos e teema muitos comrods : trata-se, depo s
de jarrs, frueteiras e itos outros objectos quedo t
ostario patontes sos Sms. eoneurrentes e ques se ddnainhsi na run dus Cruzes n. 28.
ornari eifadono moionac {- ---Aluga se: o 2 -' adar do sobrado da rfna -do
0 agent Pestana aautiisaco polo Ilim, Sr. Dr. Vigario n. 9, cort 4 quartos 2 salsa cosinha e gaz,
Francisco Alves de SousZ Carvalho, que se retire pintada e forrada a papel, para vet e tratar Ma
para o Rio de Janeiro, venderA os objects acima. mesma rua n. 4 venda.


7 Leilao
De um sobralo de 3 andares A rua de Mlariz e
Barros n. 2, solo proprio; umni casa cm caixio n.
10 a rua de Tuhity; outra dita n. 12 a mesma
rua, tendo dentro pjrao de pedras e inadciras ve-
lhae ; outra dita em caixao,, descoberta, n. 14,
tendrto dentro quantidade de pedras, todas na fre-
guezia de S. Frei Pedro Gonualves.
Na cidade da Escada, uma asa trrea A rua da
Cadeia n. 71.
Nao cdade de Olinda, uma, casa terrea n. 37 1
rua do Amparo.
Qurtafera, 8 do correnlte
Rua do Imperador a. *
A'S 11 HORAS
0 agent Stepple levara a leillo por mandado
do Exm. Sr. Dr. jaiz de direito especial do comn-
inercio e corn assistencia do memo, os predios
acima pertencentes a mass fallida de Antonio
F'rancisco Corga, a requerimeato do Dr. curador
fiscal da dita massa.

Terceiro e ultimo leilao
De um terreno sito A rua do Barao de S. BoRnja,
medindo de frente 50 palmos 277 d. fundo, todo
murado, terreno propno de propriedade da Ilim.
Cama Muuieipal.
qqarta-felra, S de abrll
A's 11 horas em ponto
POR INTERVENKAO DO AGENT
Alfredo GuinMar'es
Em sua agenciu de leiloe d ru'a do Born-
Jesus n. 45
onde os :Srs. pretendentas ptderalo obtet 03o escla-
recimentos precisos.
Segundo leilao

De um tereo no antiga iostrada do Boeribi4,
sitio que perteneae a finada I). Senhorinha Ger-
mama do Espirito Santo, eom 600 palmos de frente
e 1,000 de fundo em today sua maior extension, ca-
cuimbas e diversas fructeiras.
Quarta-f4elra, S de eorrente
A's 11 /wras em ponto
POR ITERVENVAO DO AGENTEi
Alfredo Guimarnes
Em siua agencia de leil~es d ruia do Born
Jesus n. .45


Leilao
Quinuta-felra, do correante
A'S 11 HORAS E ONTO
SEm contiauagto ao leilo de moves do 8r.
HebHdodoro de Aquino Fomseca
Do- um rico e important piano, 1 mobilia de
po carga complete e nova e 1 ditoe de junco tam.
em novo, tapetes, copes, jarros, lougas e outros
ai rtigos de muito gostV.


Leilao


De morels, louea, vidro, prata e
outros eryutaes
Quintafeira, 9 d orrenlte
A'S 10 1/2 HORAS EM PONTO
No sobrado d rua da Aurora"4. 29, para
onde foram tranisportados
0 preposto do agent Burirmaaqui, por man la-
do e assist ntcia do Ilm. e Exin. Sr. Dr. juiz de
direito privativo de orphans, a requerimento do
inventariaure dos bens deixad)s pelo finado He-
liodoro do Aqaino Fouseci, levar'i a leilao o3 se-
guiutee, our : 1 corrente de filagran, 2 anne's, 1
tranceliun com cnruz, 2 pares de bates para senhlo-
ra, 1 ponteiro, 1 cruz corn fio de perolas, 1 cordio
para crianea; prata: 1 salva grande, 1 dita pe-
quena, 12 colhbres paro sopa, 12 ditas pars chi,
2 conchas para s6pa e assucar, 1 dita pars arroz,
I paliteiro; moves: 1 mobility dejacaranda corn
pleta e coin 18 cadeiras dc guarnicSes, 1 apparae
dor corn pedra, 1 guarda-loucs, 1 mesa elasticas
1 berco dejacarandili, 1 sota dtie amarello, 2 cas
mas de ferro, 2 abides, I machina de costa .
outros mnitos mioveis quc estarao a vista das Sr,-
Ir todlen tes.


IGrande e vriado



^De 'on8 iiiQY IS/1 doAL11 #1


Na travessa do Quiaba n. 1 hba para se ven-
der um cofre pfaqueno, e tambein se vende a col-
lec.iao da Lantcrna Magica eucadernada.
Precisa-sa do uma amapara cosinhar e corn-
prar em casa de familiar na rua Nova de Santa
Rita n. 41, 2 andar.

Hml ad boxluhar
Precisa-se del dma

na praVa do (onde

d'Euan. 32,2 andar.

Aluga-se
A sala de frente do 20 andar por cima da eaza
do banhoi do Recife, a rua do Born Jesus, mobilia-
da ; trata-WI na mesma casa.
Copeiro e eosinheira
Precisa-se de um copeiro e ama cosinheira, jue
tenham boa conduct, para casa estrangeira,
n'um arrabalde. A' tratar na praca. do Oorpo
Santo n. 17, escnraptorio.


D. Maria Prrauna ta Niva
Guimaries
Antonio Luiz da Silva Guirnares, filhos e ir-
rits da ta~leeida D. Maria Prociana da Silva Gui-
maraes, conviduim sos seus parentese amigos para
assiatirem polo deseatuo etermo de asna pranteada
esposa, m at o irma, a miss. que maida'i celebrar
no convento do Carmo no dia 6 do correntep;.peras
6 hjras da mantiA, em o setimo dia do i falle-
cimento ; c por este acto de cari4itce.'4klig'o,
amtecinam u sen aernetut reoohhecuuento.- "


uB A nna Trancuuca orresd ae
Na quarts feira 8 do corrente, as 8 1/4 horns
da manha, na igreja de S. Francisco, setimo dia
do falle oento de D. Anna Francisca Correia de
Brito, fallecida em 2 do corrente, serA resada
uma miss& per ima alma. Convida-se a seu pa-
rentes e pemuai de sua amizade A assistirem a
este aeto de religion.
-:' J


JoAo uIgnicio Soaree de Avellar
Emilia A. de B. Shares de Avellar, Joanna M.
da S. Avellar, seus filhos e genres, Manoel J. S.
de Avellar, bacharcl Joaquim T. S de Avellar,
Jos6 M. 8. de Avellar e Anna A. de Avellar Cha-
ves feridos da mais acerba dor pelo infausto pas-
samento dc sea presado e sempre lembrado espe-
so, cunhado e tie, Jolo Ignacio Soares de Avellar,
Sagradecem cordiialmente A todas as pessoas que se
dignram de aeompanhar os restos mortaes do
mesmo finado so cemiterio public ; e de novel as
convidam para assistirem as misses que mandam
resar As 8 horas da manh! do dia 6 do corrente,
na igreja do Divino Espirito Santo, sedimo do seu
passamento, protostando-lbes desde jA stia eterna
gratidlo.


Manoel Franciseo Ponutes
1- anniversario
0 Dr. Manoel Clementino de Barros Carneiro
e sun familiar, convidam sos sous amigos e sos do /
finado Manoel Francisco Pontes A assistirem a
algumas mnissas qu mandam celebrar polo eterno
repouso do sua aima, na segunda-feira 6 do cor-
rente, ais 8 horns d ca manha, no convento do Car-
me, visto nio ter side possivel eelebral- as no dia
3 (sexta feimra ainmta). Anteciparnos nossos agra-
decimouto as aous com parecerem.
Crvalmo
Hortencia Seraphico $ A. Carvalh: e seus fi-
ios oonvidam os parents c amigos do seu fiza-
do esposo e pai assistirem a missa que mandam
c lebrar na mat;ris da Boa Vista, As 8 horas, no
dia 7 do corrente, 1- auniversareo do sou falleci


I'


art eda
, CH.AW
35Eua


if







*
I
~t


m


1.4


In VBo--^


I.


.





Si-













. _


OW *


10. Amlbrowtua Olympia d;e A. J
Cesar FIrere
Epiphanio de Luna Freire, sen sogro
JoAo deo Araujo Cesar, nsa mulher e fi-
Iou, as mi e irmios, agradeeea as pes-
soas que se dignaram acompanbar ao Ce.-
miterio os rests mortaes de sua sempre
moradia esposa, oilha, irma, nora e cunha-
& B. Ambr sina Olympia de
ArauJo Cesar Freire. e do novo
as eonvida a9etfirem a iismu'ias que pelo
sen repousoeterim nondammsar nnwigre-
ja matriz da oa-Viita, no ia6 de aBrdl,
(aemida-feil As 7 haas da.mah, Be
i o de sedi passamen'to, agr eendo
he. mais uua vez per este acto de reli-

.. ...i d- ,,....,i


3ad,,arel t+caai A.to.nio Catr
dmo Ayres
Segunda-feira 6 do corrente, 1 amnniversario do
ymrenaeato do bacharel Cesario Antonio Cardoso
"pas mandam seus pais e irmio celebrar urma
mtbsa namatriz de Santo Antonio, pelas 7 1/2
horas damanhb, epara assistil a convicam seus
parents e amigos, pelo 'jue deeded jA se confessam
aradecidos.
%M.N .f


AMtOmi-a Maria da Silima
Haute8
Jooquim Pernandes da Silva Manta# Maria do
Carmoda Silva Mants, Amelia FraneOana da Sil
va Masta e Jos6L hopes de Miranda, efilbe gen-
ro de D. AntoniaMaria da Silva Manta, convi.
dam 0os parent. e amigms para assistirem as
misas qns a vesaaar pelo ioups eterno de
sUa alma, na ordein terceirado Carmo, na segun-
da-feira 6 do corrente, as h,, o quo
se confessam gratos nslv mP a eate
acto de nossreg




Dareesa- da Wateoria
Os filhoa, gmN o%, noraa e ms eoe da Barooeza da
Victoria agradeeam nowdialente a toasas pea-
soas que se dignaram acompanhar a enterro d&
sma preda mai, sogra e avd, e roga-lbes o ca-
ridoso obsequio, benm come a todos os patented e
amigos que nao pnderam asisatir fanterro, o sen
comparecimento as miisq BBiW,- dia que sa
hio de resar por sua a sbuw:mo *&--. da Concei-
Vlodos Militares, As 8%111 N auzi do dia 8
do corrente me.. '. .' -


Caedldo de lSousa Gulmares
Generosa M. Ramos Guimarles, Justa Maria da
Conceigio (ausente) e Joaquim Theodore Ramos
manda resar algumas missas em suffmgio d'alma
de seu charo esposo, filho e genre no dis 8 de abril
10 aniversario da seu pasamento, e convidaa4os pa-
reotes e amigos p'a assistil-as, na igreja de N.
S. do Livra-mento, pdose 7 horaus nda m h,.


D, Maria de Jesuns-SoUSa. Leax
e Mello
Angelica Xavier Carneiro da Canha, e sous fi-
Ihos Graciano Xavier Carneiro da Cunba, Fran-
cisco Xavier R'odrigues Campello (auseute) Joao
Xavier Carneiro da Canha, Antonio Xay'r Car-
neiro Campello e sua mualher Rita Calvaate
Comeiro eampello, mandim celebrar umnsa missa
5olo repaouso eteroae d'alma de D. Mariase Jesus
Souza Leo.oe Mell mulherdm de au prea sobri-
mhoe primo, ianol Cabral de oielle, na matriz
da cidade do Pho d'Alho, As 8 horas da ananhL
Qmsund-fei. 6, do abril, e eonvidam ago eas pa-
do huaa4 pas m hairerna


0 abaixo sasignado, .brbe ade sal no nluai'
cipo da cidd de Macio, tenfa. aobre atero
60X000 aknte r da ditd giarq,.x santidc4a q"ern
inte ersumpcusa, queaoedeoe 'ru me e otti&r do
amo paeadlo ha coastaatimote6 vendido oi al-
qiaire peM padao da mdi quella. ei&dOd a
500 t. dnt-o, e a 18 f 4ra 4a barra, pmto a
boio meao abaix uho'ia so -o.,..." 9W -
solVdo a deelinar. pe ten e dospro etti-
puldboa ; asampipra a emteanto3 I qutifioe ro-
duo de preo,'fe.ts ,pr pu tro fabricated que
eteja em maa eondig5& pars carregar dons ou
tres havios por cads vex nip mesmas aguas.
Joes Dits Soares.
i-l a*.


ra6teen. 3702,
92i6;, r6 e 8#.
at vilem recebe


1O. parts -. -do
B.uiito, I1r quw.wrabr- qinB-tfe-i-
ra O do cortente.
: .. fV^^li"
Meib*2J6
Quarto 1#lO000
Gt perj~i9 de f4W5400 lara
Bilhete inteiro 3500
Meio 1#750
Quarto #875
kAtosw August daD Santo Porto.


ALF AFA
Em -ainhos de -kilos


UCIeltO i ste exeellente pas-
Preeiesa-se de vm de 12 a 14 annos eem pratica 4: J
de molhadosi naruadoCamlauon. 17. to, 0 maiss aproprlado

Ama para sustento de ca-
Precisa-s de umrama para cosinhatr e engom-,nlls, vaecas, etc., por
mar pars duims peseoss, A rua do Livramento n. Bti ,ve

IM!JDOISE! de-se em pequenos far-
Riaa iluque de taxias n. 87T -.' 1- % t
F, 1, AmeraaI, 5 dos proprios para reta-
S0 phar eutieo A. M. Verais deixd a a
*766% at mlitdo oGbuaA, psasemigal Iho e e ar'a cocheiras,


pharmacia samercana.
. ..-_ --- i >i.;.iju ; ^

Precisa se de um eaixeir qu e team pratiea de
molbados e boa letra, pars f6ra da cidade : A rat
Duque de Catiaw n. 43.

Caixeiro
Preekaaero de urn tt4A*onz bastaft* iputojem
de molhados, dando conhimento de ita conduc-
ta ; na rua de Domingos Jose Martins n. 102.

aamacia Ieriamhbucana
DE
Antonio M. Veras

Rua do Cabno a. I t
Despacharam-se em marco find, 357 recei-
tas dos illustres medicos seguintes:
Barros Carneiro, 85; Loureiro, 25; Mello Go-
iies, 20; Jose Felix, 17; A. Seraphim 16; Vello-
so, 15; Matheus Vas, 13; Pontal, 13; Carneiro
da Cunha, 13; Sut a Bosa, 12; Pitmug%, 10;
Adrio *0; Feridra Alves 10; Ailrada Lima,
10; C. Beltrio, 9; Berardo, 7; Sa Pereira 7;
Bandeira, 6; Teixeira, 5; Ferreira 4; Malaquias,
4; Cyaiero, 4; H. de Carvalhe, 3; TristUo, 3;
Maia, 8; C. Leite, 8; Estevio, 3; V. da Cunha,
3; Carie, 3. E. Coutinho, 3; Bittencourt, 3 ; B'
Sampaio, 3; Simdes Barbosa, 2; Coriolano, 2-
Themudo 1; ALpifo. 1;, B. Mow,* 41 Balt*&;
zar da Silveira, 1; Souto-Maior, 1; C. Jesus, 1;
Moscoso, 1; Ferreira Velloso, 1.
Ttal 357.
8 ado eae ;ultimeo maawilto quoe a ie des-
ta casa, por tel-a passed a um successor, e
chanado me estabolecido na Pharmactia America-
nas, A rua Duque de Caxias n. 57, cumpre me agra-
deeer ao respeitavel pubfico, ao corpo medico e as
pesass qu e honraram-m rnk a iS nfianqas, e
offeree-r-Ihes a minha n= Vilt fadI corn a mes-
ma attenglo e hdolidade aguardarei as suas or-
aens.
Noete estabeleeimento promptifica-se qualquer
receita on eneommeonda corn prestesa e fidelidade.
Indica sea resideacia de todos os medicos.

Imn Iuiacia wrim
ua DOaqne de Caslawe autiga do
Queimado n. ST
Rste antigo e acreditado estabelecimento, pro-
priedade dos abaixo assigpdom, so ieha supprido
de todus Os products chimiex e pharmaceuticos
neeeisarios pars corn promptidio executor magis
tralmeate tsdw as preseeipaies medicare que Aw
forew coafiadas. Tea ta-iben um iortimento
complete de drogas, tintas, piaceis, veraizes, pro
ductospara s artas pepitcohinieas e pholgra-
phicas, instruments cirurgicos, machines paia
aguas gazosas e uma complete collecI o de tintu
ras a globulos homeopathices, carteiras, vidros
vasios, globules inestcs, etc. etc., de f6rma que
p6de RatisAzer qualquer eucommenda desta ou de
antra provineia do imperio. Alem da theoria os
proprietarios dlesta casa possuem longs e variada
pratioa de pharmacia, quoe constitute uma das me-
Ihores garaitiaa para os seas numerosoo fregue-
Izes.
Pbamr aeemfiee A. W eras & C.
Succossores de Ferreira Maia.
Aluga-ae um quarto maitot bom e ua baixa
para plantar capim A algum portuguez que tenha
vacca de lite; no Caminho-Novo n. 128. Na
mesma casa toma-se orphIs e promette so born
tratamiento e oducuco; tambenm se dira quemn
vende um chirope do sertao pars molestia do put-
milo e asthma.
Ama
Precisa-se de umna ama para engominar ; a tra-
tar na rua do BarAo da Victoria u. 5, primeiro
andar.


In


U~I.w


vaeea de leite, ete,
A' tratar no-Tre4pi-
ehe Fiuzacat4a Corn-
pairhia ePenfamititaita.


CA8ABDONOUIO
Aos 4:000000
BILBETB. 1 R 90
uita do Dario da Victorla n. 40
e casas do costume
0 abaixo assignado acaba de vender
am seus felizes bilhetes quatro quartos de
n. 2,668 corp a sort de 100#000, e di-
veraoes premios de|326000, 16#0000e 8)00:.
0 mesmo abaixo asagnado ,'onvid aos
posauidores a :virem reeeer na soofarmi-
dade dp' costue, aem.deBContoe i m. J_
Achsdi-se A vendas oa felizeb -
gmptidos da 10.a part das loteriaas beA
nefidio dai greja da'matria de Bonito, (116.),
que se extrahira naquinta-feirr, 2 de obril.
PiEtCOS


InteW*O
Meio


Inteiro
Quarto


.4000
15000
do i4ss4@ pawm
-elm&
36500
#875


JOCJo aqn doa Co a L-ite.


A VENTIJUSA

Aos4:0M$O0
BIIJIHTB I~~R18

16-Rua do CabugA-16
0 abaixo assignado vendeu nos seus
venterosos bilhetes garantidos os premio, se-
guintes : 1 inteiro emn quatro quarto, corn
corn a sort de 200 5 no n. 842, al6m de ou-
tras mais de 326 16#, e 8#, da loteria n.
115.
Convida aos possuidores a virem receber
seon desconto algum.
Aeham-se A veuda os venturosos bilhe
tea gazantidos daloteria n. 116 em beneficio
da mnatriz de Bonito que extrAhirA na
qaiita-feira 9 dp..co, rate.

Inteiro 4,SK0
Meio "
Quarto 1#WX
Send quanidade superior
a 100:000


Inteiro
Meio .
Quarto
Jaqidin Pirm


3,5~00
~75
aa 8il~,tz.


A maenr6 a de mator idade (viaa) que so offe-
nreeo pra f [er m tgum mservico
.... erll do. q..o. a eaga de
6D|pla wMOCK at^a~l .a a, h oi


4r 4
? -^.: ......... : *'- ^ y ^-... -.,.,....-:.._ '. 3*. ....
u .5' .+' .-' "* .' .... ,i -. **.*" '''- "-' ..-"' o *
.. ... -, '. -- .. ^- i .: .^ % .'.
..'.. *.p !l .. .-,,e -

1 "t --m -j -


Po r


se in a na


P4&k*dedirfr-se agverdadderas machines de

SINGER
Ouem nIodsex -de comprar agora uma destas afamadas maebin-
nas?
Venham a succnrsal da companhia Singel na

RUNDOCABUGA N.1 A
N. B..edVendemostambem linha superior, relroz emcarrileis,
agnplhas, oleo, linha de crochet, peas avulsas para as machines
ludo de superior qualidade e poter precos sem compelencia.


CHDPEOS E CH PEIAS

C ELAYLRIA VICTORIA


36-PRAA DA IPHD1NCIA A'-...40


cw-



PN"3




ah

ok


Eats beot conhecido estabelecimento, recebe mensal-
mente das principles modistas de Paris e Londres, um grande
e variadissimo sortimento destes artigos, assim comc das princi-
paes fabrics de Hamburgo um complete e variadissimro sorti-
menlo de chapeoe de pello, de lebre, 1l e castor pars homes e
m eninas.
Jeauin da fly Oerv-l0 & c,



FiOIIES PLUMES E A TTES


- i

WOS


RELOGIOS
O0 M1U111DEsJOIAS
DIE
MIGUEL WOLFF & C.
Offerecein ao respei-


,OInunuaw r ue r, sor- r avel public um gran-
timento de joias as de e variado sortimen-


to de relogiosdos mais
acreditados fabrican-

tes, e se aciam habili-
tados a vender mais
barato do_que outro
qualquer, yisto rece-
lI~ '-r-- *.---v^i:uu ^ &I .C ^ dW 5 I-k-^1


__ -*.* ""*IA ""U ". U__-U1 A ll U11 + lJUClkl tCl
Fmih i tia Todos os relogios
Oua larga do Romarlo n. 2o vendidos ni'esta casa
De Franmcisco Teixeira Barbosa
Grande variado sortimento de vidros para sao garanti dos.
draa, asim como recommendA ao pu'. ico u u
grande sortimento de ohas de folha, cujo fabric n
Sprufris poacin1 e se tornam aiida mail to- reJ- iw fi 4
c ,,mel ove 1o,+_ doIDI n. 4
commendaveL pelo csmero e perfeicae artiatica
corn que slo-feitas, a par de muitas outras feitas'
no estrangeoro, quo tambem recebe consecutiva- A inm*,- f
mente. Em tudo offereee pregos modieos e since- A
ridade. o armazem e 1 andar do sobrado da rua da Ma-
--I-dre do Dens n. 80, por prego commodo a tratar
Fabric Vendome Insrua Duque de Cass. 91..
Fumo e cigarro turco de Yaka, Karchiyaka, 1Engo inadeia
Giubek c Exportation, recentemente chegado para recis d oa engo adeira; a da
a fabric Veadome, A rua do Bacdo da Victoria uroPrecisa-se de boa eommadeira; na ra da
numner, 39. Aurora n. 31.
|,INHA C0AT-S I&AVX80
~'" |P Quem precisar de um criado field que so presta
-- + pars copeiro dirija-se A rua da Florentina n. 2,
Lustrosa v para maciaa e a Maca de 6 que acharA corn quern tratar; afianga-se a con-
ios tanto prar machine a como para ower a *no ducta do mesmo.
-NIQ soe usa mais lUiuha em novello--
Pe aanoree*^mso- Aeodes entree amigos
J. & P. COAT$ -
-- -~le -F ica etranferida pars correr corn a seata lote-
aA pr s A s doproxino mez de abril. as acos entru -ami-
0 64 0 Wm y v1 ges, refercnte a um cavaUlc castanho foveiro.
Caaeos prptos coin vdrJo, pitra senhora. Tr -a
Tieliu8 modmiaisialos A andaluma TrarSiteS
Meris vdexcores finissimo e ti'Lratos.
Dito&pretos, qualidade. diversas e escolhidas. A' rua do Lmperadorn. 16 compr-e-w, veduie-a.
Hutivr. matiastas lel. uretos eaveeiaes,- aug-se e ttroca-e. nos e uand.w.


gaaum hrmnos superiores, covado 400 ra. I
A vi.ta dw.-ndas o pre os no havera Abecedario" ""timenpntico
quem doixad de lker egoci -o
" B ua mmotae d e:'aifta n. o. O
S*i-m 3e w. as J. S i La. Pinho
:. :: ';:: I' "ali-gi' ied/cdo
::<-- .MMethodo claro e seguro'arsm tratar homeopatico
... -...' asmlestia& quao ilnag a usweie. hoatua, prin-
.Ua lia4 IUU atifwnte aes uona.m BoIfsi : veode ena
'AbsO00u- pbaifeisa do. -abitoa 4ru 0do Barlo da Vie-


-. .
.. ..... .............
"b. TL,":C.: :.


t(i


A' -


PARA


Y .y K oF. 0 BANHO




Vinho Nutritivo de Came
Unico legalmente auetorisado eo
go erno, e pela junta de saide public
de Portugal, documents legliados
pe lo consul geral do Imperio do Bra-
zil. I muito util na convalescent de
todas as doensas; augment consida-
rav.lrimnte as forqas aos individuos
delilitados, e excita o appetite de urn
mo.bo extraordinario. Um calico d'eet
vinmo, represenata umrn born bile. Adca-
re L venda nas princioaes pharnai.




Quem tiver e quizer


vender uma


casa ter-


rea grande ou sobrado
de um andar em algu-
ma rua boa do bairro
de Santo Antonio ou
um pequeno sitio na
Boa-Vista, perto das
inhas de bonds, ou
Companhia de Olinda,
pode annunciar para
ser procurado, ou dei-
xe carta nesta typo-
graphia corn ainicial
W, declarando os corn-


modos da casa,


rua e


por quanto vende.

Muito barato
Alugarm-se o 2- e 4- andares do sobrado n. 84,
A rua do J3rum, corn muitos comnmodos para fami-
lia ; a tratar na rua larga do Rosario n. 34, phar-
macia.
Boa easa
Aluga-oe o sobrado de um andar e sotio A rva
de Barthclomeu, corn muitos bons commodos ; a
tratar na rua larga do Rosario n. 34, pharmacia.

Am a
Precisa se de urns ama para cosinhar ; na rua
do Range). n. 38, 1- andar, que dM fianea de sua
conduct e seja robusta.

Rua g CoroiNl 8 ssu I. 256
Acha-se funccionando o curso primario, secun-
dario, mumica e piano, dirigido pelos academicos
Gabriel Urcino de Aguiar Montarroyos e Antonio
da SilvaGruimaraes.
Ama
Precisa-se do umar ama parsa poinhar e corn
prar, pare casa de familiar ; na rua do Amorirn
numero 6t.
Ama e caixeiro
Precisa-se de area para service domestic de-
casa de fanmilia, na rn de S. Miguel n. 33. em
Atogados, e am menino corn pratiea de tavernsa
a tratar no largo do Mercado n. 1.
Ama e vendedor de
fructas
Na rua do Barlo do Triumpho n. 68 se precise
de unia ama para engommar e lavar, e de um ra-
paz corn pratica para vender fructas, e que tenha
born compprtamento
Pede-se
aos senhores estudantes, atrasados em suas men-
salidades do moveis, virem urgentemente liquidar
suas contsa A rua do Imperasor D. 16, isto no
prazo de 15 diss, senao verao os sens nomes por
extenso.

Medicine pelotense
PREPARED:) E PRESCRIPTO


PELO PHABMACBUTICO
Domingos da Siiva -Pia t
r'etoral de angle
Especifico efficacy para curar defluxos enm24 '
horns ao arlivre, cura radicalmente asdthma, broW- u.
chites, rouquid&' e as molestias da garganta, ca- ,
oaes respiratory is e pul-n5es.
IgUxir de eolelna
Tonico e estomacal, para curar as molestias '"
gasto-intestimes.
Especifico nas gastratgias, gastrites, gaat.-ide-
rites. qastorrhea despepesia, enxaquea .pIro8,
p'isao de oteire, porwiercia de tubo digesioh ke- .
patites eplmcitea ameswrrhia, e utilisaimo nUsea n.. ...-
valesencea das moleatlas prWologada,-. A'-.'"
Activa, a c.rolaao, reg Aera ,% forale 0.
por oonsegunit o dra ndu fhn parecmam conipeta .
S(No taior __a ..^ a vOf.I .
de corner em tea "- ...
UNW, G--.".442
3 iu f. V ;'i'&
''. .... ild-
_g
,/s:1e6D ~ ~ -
.- V.. a


* I


I.



1t





| .
I-


JOIAS
JOGUELWOLFF & C
Partircipam ao res-
peitavel public, que


mais modernas e dos
mais apurados g'ostos.
Compromettem-se
a vender mais barato
do que em outra qual-
quer part,.,

R o dit 1, nR A


!34
m ,.'


S- s : .. .. '*


7 % .
-Mf -; ..... .
& '/-:-;:.


,.,* ...^ ..


^P-^^^.icjjttrtwf -<* qatwua
do~~UN M-4.ihi-

































cabega. "' "* L- oe
DEPOSIT GERALI_
P1 carm' 1. gorarla oA-3S
31 Iua Larga (t,, I0ZIIOuu1 Pressa'se do dm asnes, uma par= coinhar e
Slavar, e outra pama engonmar, par cas de po
quena familiar : na rua do Marquezs doe Olinda nu-
Uwlt mere 6....m n p b
Objectoa de ouro A .. .
2 resplendores de uhi;aoa, 1 dit 6 corn smeral- IBnql
das, 1 par de brincosimedaklhAoom a eftlgie de
Pio Ix. Manteiga Normanda pr. 706 reis a libra, pro-
i O1eetos do F ata i par canas de families, collegios e hotels etc.,
5 colheres de s8ps, 2 eConehias pars aassucar, 1 vende-se per attacado on vrejo:
cops para agua. na r;opita. n A;.,i


ea, I Objecto s divers I. ___.... ..
1-- -,"-- 1 Imanteguaira electro-plate, 1 apparelbho de cha Dr. Silva Ferreira, medico, consults todS
LOsinhejro cor de rosa, 12 canecos par cah, 15, cops de os dia. em aua rovidmenia, cidade do Cabo ; cha-
r de v crystal comn p, guamrnico de toilet de porcellana mados por escripto a qualquer hora.
Precisa-se de urn cosinheiro que seja bom r na corn filletes de cor, 12 pratos de porcellana para sr ,
run do Oommercio d. 44. sobremesa, 2 grades tra ms- de porcellana, 1 l n ead
espelho oval grande, 1 aI te. para sofa4 1 dito or
para cama, 1 cap& de vidrilhos para senhoraev, 1, B I nc.o
.._ 111 -^ ,Svestido preto guarnecido do rendas e vidrilhmos, I J. dos Santos Vieira, encarrega se de proceder
-,AJ-u g ~ -vestido de seda Wor de palha guarnecido de da- a haLancos, organisar contratos e destratos so-
020. n 7 do Maqeemasco, 1 chap6o protord Neudn-. 92oolehas de l eia se -Chamados na rua do Bagel n. 3, ou nna
O 2. anda r da casa n. 7 rua do Marquez de fins, lenes de ate corn muinia Bs.O, ru da Peahan. 7, Ale andar (sidencia).
calices de crystal, roups branca ; roga-se As pad-
seas que tiverem noticia deste., roubo, feito em IDA
A m e 0 casa de Jesdos Santos Oliveira; ]rua do Hospi- TENDI S
Ao somm a 'cio n. 46, na noite de 21 do eorrente, o obsequio
A co nede irem L rua Duque de Caxias n. 70, que serao Ancra e crrenlte de rerro
N.s abaixo assigdados participamos ao corn- bem recompensadas. Anc- jw d I
mercio e principalmente aos nossos credores que Vende se por prego commode, para fechar con-
nesta data dissolvemos a sociedade que tinhamos i n |im j f tS, uma ancora, pesando 540 kilos e uma scor-
B ,tlq, umaeanaoraasesado 540 kilosovarn. 42r
ns loja de fazendas ita rua Nova n.42, e que C | 1 I I & I rente de nove oitavae, tend 70 bragas dc corn-
gyaasbafim aoOliveira & C., tti- os-r. "
gyrava sob a firm Ramos,-E Ohiveiia & C., Fti l 1 J 1I^ RUL5 t primenlo, tUdo em perfeito estado, quasi n ve : a
rando-se o socio J, s daSilva Oliveira pao e t- 8ratar nara doMurquezdeOlindan. 6.
satisfeito do esu capital e lueros, ficando todoUO (d1 ii b I U 1 tar s-do re eOn 6
active e passive da casa As cargo e sob a respon- U Boai 10 O h
sabilidade dos socios Caetano Ferreira Ratios, (ANTIGA DA CRUZ)H Ved Deati a D
Joaqumm Ramos Ferreira e Albino Gongalves
Fernandes, continuando a casa a gyrar sob1 Casa d e in iss e 'Vende-sea taverna sita &rua Direita n.74,
razao de oCacetano Ramos & C. Reeffe, 28 de mar-e b ern localisada e corn ponce sortimrento ; a causa
ge de 1885. Grande e variado settimento ne amos- dB vender-so dono tee a..
Caetano Ferreira Ramos. -- Vende-se e a mbbhs ; na raDu-
Joaquim Ramos Ferreira. tras e catalogs de produces 'da Allema- Vndea-see aluga-s mobilias ruD-
Jos0 da Silva Oliveira. nha, Franga, Inglatera, Austria, Hespan! a. que de-'C as n. 31.
Albino Gonxives Fernandes. iItalia e Estado-Unidos. .Grande iuli R.AaO
....---. ~ .- ...... .. N. B, --nformagSes sobre machinismos dU
agricolas, ditas ,pare engenhos centraes- A e a e C-. a n. 40
Caixcii'oo A. gtZ" e A ca ruan Duque ae Caixias n. 48
Precisa-so de um caixeiro de 10 A 12 a s, bombs, etc. ara inenio e tFr m, est quidande par o morr resol
corn pratica de molhados; na rua de Pedro Ivoe china e utensiMhas.M__: ve a a o d
numero 10. vendor fazendas cor50 de me-
A.-------a-----pat -nAmA do s que em qualquer outra part.
Pharmaeia iomeopathica Jau, ,---.........-',,
A. Caors Rouquayrol Fr~res ('Successoj ~m rfPllM l
res), depositaries dos remedies homnoupa- Aluga-se uma am&a de b6a -conducts, servipdo Pin a
thicos da casa de Catelan de Paris 22 rn apara andar con crzianjas, itr e f6izer outrbs s.1- Veude-sp barato umna armaio cornn balcao e
o d e- 2 videos ligeires de casa : quenm precisar dirija-4s utensillos e taverna nmar de. Doningos Jose
da Cruz, (Recife.) irua Imperial n. 34 que aeara com queua trattr. Martins n .102.,


Vw^w-Al^ ^^Slna fregoo=a d
juft Ere'ng^ Jifi ". grad o


teais bmut tos o 4 e
.oams do vive 6-41W attaom LEmos & moms,'
refimnso tm Afogadoa; .

Mobilia
Veude-se umna mobijiA deIacarandA A Luiz XV
.corn pouc use, e outros tnoels : a tratar na rna
da Madre de Dens n. 8 pavimento terreo.
-Attenao
Na rua do Cotovello n. 25, vende.se farina deo
milho moida A vapor, de 1, 2, &3a e 4" qualidade,
a 80 rs. a libra, emin arr'ba 2%300.


>,.'! t _.:,., 'I. ..~ '.-r.->, --. ... .- p Br!BfW ^ M -" *
.. ...sI er 4. lu. n a 80 ... ~ .-...

( m ,a 400i.oeovde, q 0opocaob J bd "
;I^MSr Iivrmd-ia a 3606.,o eo~ya4wt~tirti.petsnttmht..
-pMffe '~did :i ..M ..

PoIIUQ4Staa do oea a 860 mr. o covado, B
4 C.ta. .e. de oros.
124o 24 daw a 61. 1apa de Na aa. do 11
I c.~ apavde;Sba deoL
ja d 6 1.0q m. -d e n m m l

Dt ditou di eautwbm 6 1&. Co.iU-.DUiWk-e- Sepo=) p.a, lkohr
Mai pretok.s 800, 9(*0, l, I 1200 e 1150 v tilnQ .
eovad. Camm a rn Collarl a e uern pumoae, p.
Camims braneaB franiaala a2A e 1800 ruma. 0h e orm ceflarbiho- e punea par bsmW
Ditas de cretonos -rae6sa= a 20 aproveitem. dei.f n, 35 A 45.
it em fmi a 4/6M00. Camimas para menuiaos deede n. 28 &35; ,o-
Meisu brancas ra home a 2i00 a duzia. larinho, de n. 82 & 36.
Ito s6 ai vends. E' ba2M to Camima, naias, penteadores, cal a s e pa-
Lenoe broncos com fe5) preto a 800 rs. nho-para asenhorta.
Ditos corn barrmma de core i a 180o a duia. Gravatas, grande variedade.
Ditos de nhob pars seneioras a I600 a duzia. Meia cmAs, brancau, de cores e p ...as.
Ditos imniito de aeda a 11I800 a dita. CapaIchos, tapetes, walaa, esteiras, bolsas, veJndi-
Ditos de linho fins de 8 por 3#500 a duzia. lhos, brings brancos e de cores, luvas, perfuma-
T -J --U_ UUACLISU USWikW5 e poegRE atue. etMi


.. ~ n OS Irl juna : ---elras MHUUnUiauuonklem e poptuguemaa
i om w ft'nimiiras a dazia.
.xite iiiBo lUS lu Lindos setins macAo a 1,S300o covado.
Vende-se na botica franceza e drogaria de Ron- Vehudiho bordados a Ij; o covado.
quayrol frires, successores de A. Caors, rua do Ricas ventarolas chineZI a 600 r.
Bom Jesus (antiga da Cruz) n. 22. DitaBsdita bor dadas a ce.
Flanelas de todas as cores.
Tarlatanas,agangas com paisagens tdo bartas.
Especial para quebm duras e paob t
Adrniraqdo
muitas outras vaftageus N. 80.
A verdadeira vaselins, o Pedro Antunes tam- Dos barateiros
bem vende. Igualmente faz lembrar que acaba _______ Aproveitem.___________
de receber a verdaderrc leite virginal e o de roesas
branea, para pannos, sardas, espinhas e amaciar E d s liiqudand
a perle, especial para o bell sexo. Nao haj- en- E
gano,!:lu 63. rua Duque de Cazias, Nova Es-
peran. -Carneiro da Cunha &C.

n 000a DtnDuque de Caxls n. e59
6,OO0 lOUGnS UM CO1Dtllci ;, Granadines pretax de seds a 32U rs. o covado.
0 Pedro Antunes & C. tern diversos leques deo Ricas saias bordadas a 2A500.
papel, o que ha de mais barato, denominados via- Fustoea brancos fins a 410 rs. o covado.
toss e baratos, 6 ver pars crer ; na rua Duque Lindeos cretones corn barra a 280 rs. o dito.
de Caxias n. 63. -Peoas de madapollo francez dorn 20 varas, 4j500.
SMerin6ds de I, corn duas I arguras, 1200 o covado
m~r f fh, Ricos damac6s de seda, 1I o eovado ; fazenda
NlUre -U1 lU 1U de 2,000.
Essenciasde.sabAo para faser a barba, novo sor- Rico sortimento de fichus, de 2W ate 54.
timento, especialidade per seu pure, e agradavel Nova remessa de cortinados bordados, finos, 66
aroma ; o Pedro Antunes, A rua Duque de Caxias par.
numero 63. Atoalhado tranpado a 500 rs. o metro.
Idem de linho bordado, fino,, onom duas larguras,
Vcnde 26000 o dito.
Vl -se, Fines espartilhos de eoursoa, 46500.
a pharmacia Pernambucana, A rua do Cabug! nu- RiquiEsimas guamnicoes de pannos de crochet pa-
mero 11. ra cadeiras e sofa, 6i000.
Velbutinas de todas as cores, 1I o covado.
SA'tmse tem ioasendas para eavalleiros
...,,p,.effp0 V Grande sortimento de cortes- de casinetas, 1500.
0 Pedro Antunes faz lembrar as Exmas. Sras. C6rtes de casemnira (corn pequeno toque de mof(
noivas que aeaba- de receber brancas meias de 31500.
sedan, e finas meias de Escossia, arrendadas, dig- Idemn fins, 36000.
nas de apparecer em um delicado p& e embora Idem de casemira da Russia,. 5000 4 fazenda,
grande, nato esquecendo mesmo parsa quando for superior.
Superior caisas brancis, 304 a duzia.
tempo, que o a Nova Experanpa, Ai rua Duque de SupeoriOes camiIas braneas, 0 a duzia.
Caxias n. 63. d Meias inglezas cruas, 360W, a dita.
_. : Idem finas sem costuras, 5j a dita.
Ceroulas de bramante, boerdadas, 166 a dita.
Uit im l ieraI Grande deposito de roupa, gravatas, punhe, col;
U111U Jalo larinhos de todos os. odelos, camisas de meia,
S m plense, e umea infinidade de artigos que saim-
Particular iS crIanu as preseindiveis. Ap-oveitem isto ; s6 na rua Du-
Grande. variedade em bonecas que de Caxias n. 59 (antiga do Quemnado).
0 Pedro Antunes previne as interessantes cri- qu"d---aa. .....
ancas que o unico que.Yende bawsto, 6 e ease de oe t
Idjr apapai ou a mamn para eompr T,.ma. m ocot6
ao hamja egano, a Nova Esperang, A rua Da- Tem pars vender Abraiates & C., A rua do Born
que de Caxiss n. 63. Jesus n. 48.


Papoula & C.
18 Rua do Cabugh-I-
Em frente a matriz de Santo Antonio

Muito pode o progress
Grande Ioja de ftazendan de Custo
dio de Hendonca t C., rua Duque
do-CaXian n. 61.
Neste eitabelecimento esti abolido o systems
de vender ;aro. Os senas proprietaries teem adop.
tado o system de vender pelo custom, ganado
tao somente o desconto. E' o system maim aper-
feicoado e que garante ao comprador ser sempre
bem servid.). Todos, portanto, qne quizerem com-
prar, estejumi convidados a honrar este estabele.
cimento, oade encontrarao, a par da ainceridade
e agrado, um complete sortimento de todas aa
fazendas, *omo sejam :
Setinetai lavradas e lisas, o que ha de melhoi
em gosto a 500 rs.
Setineta preta adamass6, fazenda lavrada, de
born gosto ei muito larga a 800 rs.
MerinS preto fino a& 1,400, e superior a 10800.
Merin6 setim preto fino a 10800.
Setins de cores finuos a 14400.
Setim preto superior a 2A500.
Fustao branco fino a 500 rs.
Saias boidadas a 4 5 e 64000.
Complete sortimento de fichus.
E muitos outros artigos que 6 infadonho men-
cenar, e mesmo n.o e agradavel fatigar a pa-
cieneia das Eimas, leiteras.
61--lua iaque de Caxias--l61

Papel intado
para forrar salas de visit e jantar, quartos, al-
oovas, eorredcres,- etc. Grande e vanado sorti-
mento porT ]?reos-extreminamente modicos
SEM COMPETITOR
aeaba de chegarpara a
Liwnaria Industrial
a maru do Barko da Victoria n. T.

Novidade
Aluga-se uma easa de campo,, asobradada, am
commodes eUffcietes par familiar de tratamieto,
estando today pintada de novo, forrada corn lindoa
e variados papeis, tern gas e seus competentes
lustres e arsandellas, agua eueanada, jaidim e sitio
corn arvores .fructiferas; a txatar na Magdalena,
rua do Payiandi n. 3.


A




HIDA EM DE ABRIL DE 1885
li -*^ ^ ^ ^ ^ ^ ^ S -^ ^ ^ ^ ? 'M II ..... '* .... *.


NS. PREMS. I

2 46
5 -
14 -
15 -
17 -
DOS S


21
22
25
37
38
42
43
58


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, 83 -3
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2 -
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.S. PREMS.

216 86
19 4#
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29 -

34 -
37 -
41 8S
55 46
57 -
58 -
59 86
64 46
68 -
74 -
75 -
76 -
88 -
94 -
96 -
306 -
7 -
18 -
19 -
22 -
24-, -
27
29 -
30
332
41
.42
44 -
46
56
57
.59

.61- 4.




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NS. PREMS. NS. PREMS. NS/P.PRES. NS.

410 44 615 4,5 859 46 1117
16 17 61 2(
21 18 64 ,2:
27 22 66 2
30 -*28 ----0.--- 8
34 34 73 3
35 36 77 4C
36 37 78 41
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NUMEftO TELPHONICO NO 33

Muita att4tAo
Na mrua dai o n. 47 fax-Be plissh e iecorta-
e babado riedmidos, pontudos e miudor.
I M a.se
uma ama pars cosinhar e nmaii servico de easa
de finiiia ; no largo do Mercade n. 25.
Aluga-se
o 20 andar da casa n. 7 A Passagem da Magda.


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DSuT ",MIOS DA i-e 'mi PARTE'DAS LOiRB CNHP um anne depsis da extrac3Do. D---D

DOS PREMIOS DA X PARTE DAS LOTERIAS CONCEDEDAS POE LEI PROVINCIAL N. ^0, A BENEFICIO DA IGREJA DE NOSSA SENHORA DA CONCElI9O DOS MIL1TARBS, EXTRA]
Lu II r j IIIIII *


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,tUbdeo im *itervii, quoja


Ul^ aMilf eftribimds~o.
pel, dew e9'r, quo


7at dltnciado do governor, nio tern
proton aese deoerto que nunca po-
den ser ob 0ridoa a presentar project so-
ixt o amumpto, declaran4o jnesmo que ne-
mm tern. .. /
A eate repeito records palavras proferin-
das pel finado senador Zacarias, cuja opi-
smio era que nao convinha ease procedimen-
to I oppoai* es.
Discowe ainda per largo tempo acerca
da questao do element scrvil, apreciando
acouuetaodo diversas proposigces do Sr.
president do conselho, e dos Srs. senado-
res Afibno Celso, Silveira da Motta o
Christiatio Ottoni.
Poses depois a combatcr a intervengRo
udlhita que o governor teve no pleito eleito-
i, allegando diversos fatos; occorridos
'eia varias pro.lncias, e espeeiamhnente na
do Parank, para confirmarsuas proposigoes,
contafhdas aem aucesisuvos apartes pelo
nobre president do couselho.
Desejava ouvir a opiniAo do nobre sena-
dor o Sr. Saraiva a respeito do modo por
quo foi pelo governor execautada a lei elei-
torsal, certo de que 8. Ext. se manifestarA
ae accord corn elle orador, e 6 esta a illa-
Vlo que tira de um aparte em que o mes-
mo nobre senader diz que a sua reclama-
a series s6mente quanto a nao observan-
cia do art. 20 daquella lei.
RWfere-se ainda em apoio de sua opinion
As queixas que da tribune do senado ternm
feito os nobres senadores pelo Amazonas,
pelo Rio de Janeiro, pela Bahia e por Per-
.ambuco, os Srs. Barbo de Mamors, Pau-
liso de Souza, Junqueira e Jobo Alfredo;
e, alludindo aos factose articulados por es-
ses honrados senadorea, delles accusa o go-
verno, arredando todavia a supposig ao ma-
nifestada em apartes pelo nobre president
do conselho, de ter character pessoal a sua
Ginssso. NIoItrata do Sr. senador Dan-
tUs, mas dos acts praticados pelo gabine-
Wea que S. Exc. preside.
Quaao aos factor ocoorridlos no ParanA,
4 A. 9o w q antepor a diwaB 5o, aguardando
AiLfMS a 5 quo ji pdi o gaverno.
Svirnem at in dias, ea m que lhe caiba
"W ymsasves. a palavra, enuto supprira
Sjtaessae informaoea corn as que tern
,O ebtid por sus part. Ha de tracer aq co-
whacimento do senado a nome das vietimas,
,ue foram sili sacrificadas por motive elei-
tral, e desde jA empraza o governo a*des-
obrir outre uno ivo que nao seja este para

Aida neste ponto faz o oonfronto entire
a procedingitt 4o actual governor e o do
Iabist. prsidido polo SC. Saraiva; allu-
de depois a gutros faictoe e especialmeuto
Sde que trata um folheto iiiht'aiopelo
Sr% YdiC JRmedfoeoorri un p111
^ ~ ftlic f d o~d _tudo Tor "ex ?
ord c6inde quo hoaue mtervoe o alo
k- Rrao, o quo enegicamente o emna.
Depois de mnitas elargasoonsideram3es,
estranulmha o sileoncio da Falla do Throno,
quanto ao pleito eteitoral, no achando ex-
licavel tal exclusao desse document; e
kgalmente profiga a intervougo do go-
verno pars impedir jue se reuna a camara
floe deputados. Deseja, entretanto, saber
q-uando entende o governor que ella estara
em termos de funceionar, qnando estara
plenamente constituida.

TOEIr L-


A NODOA DE SANGUE


POR


HUefry Canvain


(VmI i( of t Pernabnco)


NEGUNDA PABUTE

1Oontinuagio do n. 74)


Nao havia muito tempo que Bidache ou-
save chamar A joveu ninha cara senhora.
'a o animava a isso pela bondade, pela
affeiglo quo a elle testumanhkava. Cads
vez quo vinha vel-a, trazin-lhe um rama-
Ihete de flores de sen jardim, e atW n'um
dia tirara timidamente do bolso um papel
enrola4o, pedindo-lhe que ddsse a sua opi-
-nWi-Acrca de um aoneto, que elle tomara
b a oNi de d. compor em iatdoco d'ella.
No dia 29 dedarembro resoveu Joanoa
. ir a Clainart para. visitar a cas. aa qua',
um me ni, *eu pali fora astmiado.
a'tio po" v-vlta das tree horas da tar-
-. d% o.iwdo.ir aieatrar I dache e pe-
.s" .a .aNaas.-
R iOW d ac
-ti4,


OBtIm qu~va 0* t6''I~os t@OqIQ bOS
do pIa+'^ .+-mne 1om. m "neiios ..ue J. Jena-
o sI AI qu# # Onver-
no actual -0.1o 1 ea peawu.
o orador
a es o o do thosooro nao sta atorra-
*ifcr a piet uitvetag do sabre presiden-
te do comnielho, por inmais rempeitavel quoe
aeja a sa palavra,
Perguntando a quanto monta a divida
flctuante, responded o nobre president do
eonselbho que a achoua em 6,000 ou.....
47,tO0:00%5 e hoje 6 de 50,000: )00 .
0 orador proseguindo, acha quo o cami-
sho que tmern levado as finangas daa pro-
vinclas 6 ao sque vai levando a fazen&ia go-
ral, e o reltaio que ellas tern colhido 6 o
quo ha de vir a pesar desastradamente so-
bre a fazenda geral.
Faz varins consideranes de ordem eco-
nomica, eoperando que elias serio comapro-
vadas polo relatorio do nobra ministry da
fazenda, o qual entendeque devera ter side
jA apresentado, a exemplo do modo porque
procedeun o Sr. conselheiro Lafayette, quan-
do ministry ds fazenda.
Diz que ostando o -aommercio cercado de
difficuldados, a,.iavoura sesm credito, os va-
lores'depreciados, e a rends decrescendo,
devia ser prompts o remedio; entretanto,
v6 fechada a tribuna da camera, onde de-
viam pedir as informagios ao governp.
0 nobre president do conselho estIA ata-
do ao seu post pelo dever; mas o ever
6 embaragar a camera quae trabalhe, e nao
promniover media algumsa acerca do estado
finauceiro; mas S. Exc. diz que s6 v6 di-
ante de si a imageon da ptria. Mas que
patria 6 esa ? pergunta o orador.
Depots de apreciar largamente oste as-
sumpto, occupa-se o orador corn um inci-
dento de que traara em sen primeiro dis-
curso, neste debate, e a que voltou o no-
bre president do conselmho, parecendo as-
sim ligar ao facto a importancia que de
principle Ihe negara. CensurarqK o orador
que o Sr. minitro da guerra esdivesse, aus
entra camera, climinando nomes da list.
dos deputados presents e, a proposito des
te abusive facto, citom outro nao menos es-
tranhavel, do que dera noticia uma folha
da corte. Em aparte foi esse facto contes-
tado pelo Sr. ministry do imperio. e, tendo
o orador declarado que suspendia seu juizo
ate ulterior manifestago dos deputados que
tiaham sidodados come testemunhaspresen-
ciaei .do occorrido, terminada se affigura-
va a questao. Infelizmente assim nao foi,
e o nobre president do conselho julgou-se
obrigado a exigir explicaqsea do seu hon-
rado college da guerra, que lh'as preston
em carta. Ansim procedende o nobre pre-
sidente do conselho foraeceu born argu-
meoto sos que naoconideram somenos urnsm
questio em quo se involve a forga moral
a autoridade e a indebita interventao do
governo, influindo pars que neo haja ses-
saa na soutra camera. Quanto A verdade da
oecrencia, cita oraor r urn artigo do
Diariodo Brazil, orgbc liberal desta s cida-
do, no equal doa deputados affmmam que
oie Ins. Mause tags quses fore re-
efl pelo jamoal coneervadi)I.
"Responden tambem o nobe president
do conselho As obsemvayes relatives aos
factor de Bjtucati ; mas do resume, par
S. Exc. feito dos papeis a cujo exame pro-
cedeu, deprebende-se A verdade ds ass e-
veragoes e0 orador. 0 estado de cousas alias
existente, e que o orador deacreveu, esta
provado pela exposiglo do bonrado presi-
dente do conselho.
E cmo, nas ultimss' partes de seu dis-
curse, tern sido muitas vezes interroupido


As portas e janellas estavamn abertas e
isto porque, justamente n'a&uelle dia, os
proprietarios d'elia, aproveitando-se do
bell e frio sol que fazia, tinham vindo
arejal-a um pouco.
Quando Joanna Ihes disse quern era e
qual o fira da sua visit, elles penali sados
a encararam e fizeram-n'a entrar.
Eram pessoas honradas e samples, que
ainda estavain desnorteadas pelo acnteci-
menta horrivel de que fora theatre a sua
casa.
Joanna. cahio de joelhos no meio da sa-
sla, no lugar em que seu pai fora encontra-
do corn o pescogo ferido. Urn tapete de
moquetta de cOres vivas, occultava o soa-
Iho e os lugares em que os vestiges de san-
gue nao tinham podido ser apagados.
Aui ficou ella prosternada por long
tempo, correndo-lhe abundantes logrimas.
Levantou-se depois e olhou lentamente em
roda de si. Aquella mesquinha sales, de
mobilia de acajfi, guarnecida de gravuras
em quadros, corn um relogio de pendula e
de columns, abrigado por ura grande re-
doma, imprimio-se-lhe na imaginaggo em
tragos indeleveis.
Quando sahio d'saquella casa, teudo an-
tes agradetido sos doenos o obsequio, era
noite cerrada. Tinham-lhe elos ensinado
o oaminho que devia seguir pare ir at06 a
estacao; mas absorvida em seu profundo
meditar, errou o caminho e tomou por uma
trahsa e'treita que dava para a estrada
real gua.'neeia de arvores, s quaes er-
guo t hig&emente asee coe os ramos
desfolhaos..
Duramte lgum tempo ella caminfat a

iihi. quo A eonda A aieiq ae
IOS V 0 PMWK. 6 vdad,4 i


- J.


,POR
.b A .

BU BNI[O. CHAVBT'rE

1,,
P

S^ATUNbA PATE


0 PLANO DE CARDEUC
S(Continuageo)


- E' verdade


comfessouo el eomo a


venho eueantrar aqu, n'eta Iherdade,
quando a juigava no castello Briviore, onde
ha umano ho, quando marto, o Sr. de We-
ralec, que tire a honrsa de ver e do inter-
rogm, sobre as eponsequencias do seu des-
muao de hoatem, me affirmou que a Sra.
condessa acabava de adorraecer depois de
urna loga noite de agitagbo?
A condesosa levantou para o c6u os
ollis, e baibueiou corn umarns voz assustada:
Sim foi loags e agitada aquella ter-
rivel noite! Os miautos pareceraw-me so-
culos, emquanta estive na presenqa d'aquel-
Ie que diante dob general vein reclamar os
seus direitos de esposo.
Nito pode tumrar o marido, disse com-
sigo ingenuamete.
A sua enornni fataidado fez-lhe explicar
esta repugnanca.
0 que alo 6 para admirer, visto ado-
rer-me, concluia mbrando-se da confissa-
escapada A condesa em quanto dormia.
Vio a ainda estendendo os bra os para
abragal-o e cbamando-o seu bello Labor
adorado.
Consegui fugir e refugiar-me sob o
.toeto de Cardeuc, meu field servidor, que
me defenderai, se o general me recusar a
sua pretegclo, porque lango-me nos seun
bragos, coutinuou Suzana.
Ouviudo as ultiumas palavras, laborr foil
levado a fazer esta refexAo muito w.oc
Langa-se-me nosbragos I Porque dia-
bo, nao ficou n'elles ha pounce quando lia
estava?
Nem por isso deixou de dizer em voz
alta e com solicitude:-
Pode, miinhasenhora, center corn tod
a minha protsgc. 86 tern a dizer-mne con-
tra quern a devo proteger. p
A condeasa olhou pars ellesurprendida,
e corn uma voz que tambeq.4 denotava sur-
prezs : ,
PoNiseao adiviuhou?
0 general com so sabe, nO funvatpa--
redes. Corn a major ingenuidade reapondeu:
Nao, absolutamente.
Cornm voz lenta, e tremula do terror corn
a Jembranga d'aqaelle de quern fallava, Su-
zana replicou: .
--- onrs aquelle que hontemnaX? aua
prememag se apresntou como o ofide.de
Meralec, men espofe.' y
o general cabin des nuvavea.
Pott na.6onB mrnideV~ni~ic
elle corn uman vos qua prwia eat85
mandando a .Un .g
A frsas codessa respoadea. aom inmo-
vimento de profundo horror:
Nao. 4
Mas entalo, A chegada d'aq ee ho-
mem, porque nao protestou naia pre-
senga? objectou Labor.
Nao se records que perdi os sen-
tidos?
Uma vez que o general estava em mare
de fazer perguntas, uma demais lo preju-
dicava. i-- .-
Qual o motive do sen desmaio ?


tod a suena coragem, seantio uma a"epio queo
lhe gelava o sangue nes veias. '
Etava s6sinha, long j qualqner sac-
corro, e nenhuma luz alarecia soum-
brios inuros das casas afastadas. "-
Que quer o senhor de mim ? disse
ella corn voz tremula, mao grade os csfor-
aos que fazia pars tornal-a firm.
D'aqui atW Pariz a estrada 6 bern
comprida, e eu precise comer e beber du-
ranteka viagem. De me o dinhuiro que
trai.
Joanna tirou da algibeira a sua modest
bolsa e entregou-a ao home.
Eis tudo quanto possuo, disse ella,
Sou pobre.
0 que e certo, 4 que nao estA pesa-
da, disse o hbomem sobpesando a bolsa. E'
mesmo tudo quanto tern ?
E elle agarron-lhe um dos braqos" cornm
tants forga, que ella soltou um grito do
terror.
Vamos! eu nao Ihe quero fazer mal,
disse o home soltando-a. Passe de lar-
go. Mas.... cuidado! nem palavra aos
guards! E' d'aqui?
Nio. More em Pariz.
Evolts ap6e?
Eu ia para a estaglo da estrada de
ferro.... mas onganei-me no caminlo...
Ah I foi entiao. por isso que se ex-
traviou... E nojAhe deve ter dado grande
satisfagao ter este encontro aqui. KstA
boa, venha commigo, que vou ensiaar-lhe
o caminho. '
Joanna hesitou us# instants. Caminhar
co.n aqnelle home deseenhecido,.casa-
l tal apprehbmaso que ella nba'podia
antbl.a. -
i.o teta susato,, seahora, disi. o4le.
B pato n Limal inullnefr. a qai-
oh a front.. E nego-Md,4 d


coan


JIN, -AW.:


Tanto mais que estA debaixo de o
ve. E' s6 tiral-o da prialo onde Labo
prendeu depois do false officio que Ihe
va essa ordaem, accrescentou Oardouc,
partilhava a satisfagio do Escrwivo.
SOs dons velhacos estavam muito sa
feltos corn a id6a da execuglo do police
Viam-n'o jA protestand9 corn todas as t
forgas diante do pelotbo que, apezar
tudo e cumprindo a ordem, estendoni
condemunado no chlo.
Ha de liquidar a. sua conta, a d
peito de tudo quanto possa allegar, se,
moments dei, ser fuiado, Labor na(
achar no lugar da execueao pars seo
xar illudir por suas geremiadas, disse C
deuc.
Suzanna saberA, como espero,
morar o general, responded o escrivio,
De repent quando acabou de fallar
pt'cU o touvid dizendo sorpreudido :
S-6Qne diabo t6m o nosms military?
guliria algum prego.
Corn efteito. Labor fazia um barr
doe diabshes. Sabendo que aquAele s q
tomou pelo conde do Meralec, .e 001
qual urma hora antes tinha eldMrsa
era CoCrrta Cubegas, o general ficar
mad"
6mls reoordaudo o qs quo seo
toraa-se furioso. Bai d. P
..trosasa, gritsava com a voz ens t

.-(al ca m ilhoes de canhoes!... .
mais eatupido qua um asno!... 0 ofA
ordenava-me... E eu sob a palavria
honrsal five o tratante juntode mimi debl
da mrao !... e agora 6 pegar-lhe corn
trapo quente.
E presa de uma cride de cholera, rep
come um louco:
Soun mais estupido que um asno 1
Vendo o general desesperar-se d
maneira e falar de un modo tio extra
dinario, Suzauna sentiu um rise louco


o cachimbo e teve o cuidado de esconder
corn a mao a chamma do phosphoro de
tal maneira que nao Ihe deu no rosto; mas
so mesmo tempo dirigira geitosamente
aquella fugitive claridade para o lade de
Joanna, sobre quern langou um rapido
olhar, sem duvida para saber melhor que
pessoa ia acompanhando.
Parece que o resultadn do exame foi
satiafactorio, porque disse, depois do apa-
gar o phosphoro:
Corn a breca! quando uma mulher
6 bonita assim, nao deve nuuca passoiar
de noite n as estradas !
Joanna teve um movimento de susto.
Eu ja Ihe disse, senhors, que nada
tern que receiar de mirm, continuou o sin-
gular personagem, com o so estivesse zan-
gado per duvidarem d'elle. Pedi-lhe di-
nheiro, porque sou infeliz, mas nao tocarei
na sua pessoa.
Ah 1 e precise, corn effeito, que-o
senhor seja boern infeliz, para ter a profis-
sao que tern -
E o que quer queoeu fag& ? Julga
a senhora que 6 cousa muito facil ganhar
a vida a trabalhar ?
Entretanto ha muitas gene honest
quo prefeiria saorrer de fome a roubar,
diase ella com firn imeza.
0 home parou de repeute. Joanna
pensou que o tinha irritado e temenu qual-
quer violencia. Mas, pelo contrario, o sen
guia pareceu apreciar a audacia.
E E' precise que a senhora seja muito
francs parn me fallar assim! disse eIe.
Ora, Tamo Ii, tomemos agora A esquerda
e vou conduzil-a at6 a evtaglo.
Nao havia meio de recmear o offereci-
menato, e al6m di.ap Joanna omegeava aI
in-itereeare.I pelo .W rno o2racter d'aquello
ladabo, Uja lihgWA- no era grosseira, e
at6. paria anr pa a sm ealla certa cor-
'/Dir-se-hiaquo elle prooeurava -meios e
a mP oPtbru r a cenvoriaAmo1 afims
M"aei im jdmatiic
i'm. xeoav, po.a rqu ao*
aaji H'. -oiaul "


+',,m, Heil F. + ,'^ .t- '
U' o wu ici 's mti~jdo qua uit

,o era fte tea eargo paru trecu-
perar o Aigue frio, eacmewreentia corn
voz odiosa:
Saiba quo ao.bo dq commettir uma
asneira ouqrmeI
Assusta-nme! disse Suzanna, co:no
se Ihe disssessow uaimA cousa inacredita-
vel.
Sim, continc'u o general, una as-
neira monstruosa! Esta mahl rocebi de
Pariz urn offioio, no qua: me ordenavam
que preadesse o misoravel ema uina mas-
morra. Adevinhe o quo fiz ?


VAREDADES


eo o, b.sixando aW oll,+ responded 'n-
baraa: .
E ,o senhor A a uniea pessoa, gene-
ral, a quern'nlo pos' Aoonoasar o segredo
do iteu coraglo.
0 gallo ciumentao traunaformott-se imme-
diatamente em venoedor e'triumphate
o do na o o *sabi dfle? NAIo o
a o_ o somno da encantadora
o era ei o *qnerido e amado
sbo r quM ella via em sahes ?
E foi corn voz alegro e feliz que Labor
disse cont o sorriso non labios:
Mas qua perigo ameaga estate pessoa
que Ihe 6 tao cars ?
ComprehenuerA quando eu Ihe dis-
ser o verdadeiro nom d'aquelle que se
ittroduziu no castollo dLzendo se o condo
de Meralec.
Digs o seu nome.
-Chania-se o Corta cabe5as, exclamou
Suzanna, cuja voz tremia de medo pro-
nunciando o nome do baodido.
Do outro lado da parade, onde stavamrn
a escutar, o Escrimlo teve uam estremeci-
inento de admiraglo.
Bravo! disse elle comsigo, a esper-
talhona entalou o deveras.
O patriarchs nao ara mais que unm a-
tor applatdindo a sua propria pega, visto
que a idea de fazer Meuzclin passer pelo
famoso chefe dos Incendiarios era d'elle.
Mas como nao 6 prohibido a ninguem a-
char-so mais espirituoso de que qualquer
outro, accrescentou, esfregando as mros:
Sim senhor, atou um hello cordel
ao seu titore. Resta saber como o faira
dangar. So souber hayer-se c.)m geito, o
general, antes do usa hors, farA accom-
modar doze balls no estomago do po-
licial...- No-...ha meio do miseravel es-
capar!


A'CE1OS


Nao chores I Que tens? rerpondes,
Porquo solugas assi n ?
Acaso jA despresast),
JA t'esqueceste do mim?
Eis-me, o que tens ? que dcsejas ?
Teu pranto nao teri. fim ?

Falla, minh'aluia padece
Venudo-te assirmi lacrimosa,
Quem foi que ousou, qual a causa
Desse teu pransto ? formosa.
Algura paixio occutla?
Ott nada 6 ? caprichosa.
Seja o que f0r nba consito,
Hei de por forga saber
D'onde provcm, a origem
Desse penoso soffrer,
Oh! nmo te cables I naio quewas
Ver-me de maguas morrer!

Tu sabes quanto to adoro,
Bern me conheces, 6 flor.
Desmaiass i soffres! vacillas
Porque tu mudas do cor?
Ingrata! jA tens mil provas
Sinceras do men amor.

NIo martyrizes, sunpende,
Oh I que cruel sacificio !
Que mal te fiz qae mereca
Um tao horrendo a upplicio ?
Antes a more -p'ras does
0 mais real beneficio.
Dize, por Deus, te supplico,
Porque tamanha affliegao ?
Conta-me tudo, os pezares
Que guards no corageo.
Qu'eu to promketto apontar-te
O meio de salvaqio:


ap- Veon a meus brago, t'espero
Anjo do c6o adoraado,
En- V6 como estou, conio tremo
Louco 4e amor, excitado.
Naho. N^ mais te lembres, esqueco
o Per aa o yvesa o paasado.
m o
tdo, Somos felizes, nao chores,
as- DA-me um sorriso dows teun.
Ha d'iunvejar-uos tn mesmo
0ou, IA 4s altuiai o Dens,
Bin ?,dh! emi aI verm depressa
car- Lanar-to no brao measus!
800 Recife, 10 de abiil de 1885
ficio
& de PAULO PERERA.
lixo --
uum NumMOrlsmO


0 PAR DE, LUVAS


O dia vem nascendo I de um s6 pulo
Levantas-te da cuma jA gritandos
- Ignacia, ands depressa jA sao horas
De ir-mo para a fiesta preparando.


amu mnanhi, porque en quiz defended
aquella santa mulher. Sim... mas eu ar
ranquei o ego da chamin6 e, so o mano
brasse, inatava-o como se fosse outro cao"
Era denmais... a isso que 6 verdade"
Fiquei, peis, na rtLa, serm eira e nein bei
ra. Tinha ento tfreze annos. Eatrei pa-
ra uma fabrics de fiago de Saint Dinis e
alli fiquei trees annxs. Eramos quinhentos
officials e aprendizes. Chegavamos As
cinco horas da maahl, quer no vergo, quer
no inferno, e trabaihavamos ate as seis da
tarde. Eu ganhavw vinte soldos por dia...
vihte soldos pare &omida, roupa e mora-
dia 1 0 dono da fabric era tAo rico ue
am quarteirlo iut~iro de Saint-Diais he
pertencia ; e tinha tambem casas em Pa-
riz, e dava milhoes aos filhos quando os
casava. E n6s... n4s morriamos de fo-
me, sendo obrigados a inorar em mansar-
des e subterraneofi.
SN'umn bell disb despedie de uma s6
assentada cem officiaes e isto porque os
negocios marchavain um bocadinho menos
bern. Eu fui um dos alijados. Quiz vol-
tar para casa e fui. Minhb boa mai abra-
gou-me, por6m nrix psi expelio-me outra
vez pars o olho doa rue, dizeodo-me que
nao tinha precisao de sustentar mais uma
bocca.
S Que podia eu ser? Nao tinha offitio.
Entrei como moge de repdos para ums
offileina de impressaes, alpa portinhobolas do
carros e apregoara jornaes nos boule-
vards. Mas nada diss@ rendia para vi-
ver.
a Um dia, nio tondo mais sapatos e an-
dando corn bs pes descalgos sobre a neve,
furtei um par mn;emo nas barbas de um
eapateiro. Custft-me a graa tres mezes
do 1eao, quancto sahi ninguemrn mai
quiz admittir we pura emprego de especie
algua. "

SNa prislo eu tinha tornado conheci
mento pflo,0te rimun.., a mnuita d'efilea
4m'Parils. Durante stgubs an-
4.y i^cpIdo2 Urn t5o era-mso,
w o", ;+ H +it.-a gfta. deixa-se m.s-
tsr. r~f i&J met& pAA5ado pr* tsay
eou : i --

*+2 Ismtom


-'- 4
, '.- -,
.; _. '


LM V-sosapobro ne@Mar &o~gad
GorrerW tedas Iojas -dV u&" .s
De certo inutilmente poi-s" jm.luva s^,.
Pras mnos coma as qu te,-is,
y~ ~ ~ ~ ~ ~ ~~ ~~.. '-* **..- v"/-* *IK^
LA ve aDOOMnega re".gix ": : +- '


Nao p,)de s'encontrar 0 faObricante
Embora id6alista um s6 moment
Soquer nuo cogitou quc rA no mundo
Houve-sem mitos assim! quw comprimento t

- Quo bella hei de sahir! hoje n% r"m
Farci inorrer d'inveja a maiuta gente,
De luvais I! santo Dens I e como douda
Pulavas pola casi de contontc.

Eis comoae estavas tu to preparando
P'ra tarde quo passou do quiuta-feira,
Dizend.o A vizinbanca: lrHoje, de luvas
Eu hei de passeiar a vcz primeira.

Corrias Ajanella : -Oh quo ma. saida!
Quae negra! inda nao vei eu perco a fesi t
Diabo, massadora!-eu sempre disse
Quo nigro nada vale, pois nao presta!

Na'o tinhas um descango! deo continue
Olhava.s para as mailos comw csPantada
PensarLdo s6 nas luvas, reflectindo
No modo de calgal-as, ja massada.

Emfim.. passado tempo eis que penotra
Na sala a rapariga carrogando
Umn mass de caixinhlas, porem logo
Abril-as comeVaste, murmnurando:

- N;(o presta! costa e pequena! oh quo
(diabo I
Nbo p)sso calgar luvas que cacete!
Sao to las apertadas I.. vou depressa
As m'os lavar corn agus e sabonete.

Ent.1o comega a luta I -Atrapalhada,
Coin 'nodos desastrados, brutalmente
Fazias o possivel para a luva
Mletter na mao dircita ta0o contente.

Mas nada conseguiste Eu I bem dissera
Quo mesmo percorrendo o mundo inteiro
Achar nao se podia um par do luvas
Embera se gastando born dinheiro

Capaz de concervar essase mdozinhas
Ossudas e compnidas, muito foias,
Nao penses calgar luvas, quando muito
Arranja-te, mulher, corn umrn par de meias.

Teimosa, procuravas achar geito
Afin de conseguir o teu intent
Porem unada de novo nao to zangues
E presta-me attengo per um moment :

Nao mandes mais ver luvas, bern sciente
Ta doves convencer-te da verdade,
Que tens as mlaos tio feias, tio distormes
Que causam grande susto A humanidade.

Emfimn desenganada,-coavnencida
a.o nada conseguias,--furiosa
Abristo n'um berreiro e solugando
Torciaa-te no chio toda nervo-a.

A' tarde, ja mais brands e prepaarda
Corn a sais que to dei e o caswwu,
Chaplo de pals grossa muito antigo,
Muuida de um jA velho e feio leque,
LA foster pars a feats com as rafmnaas
Envoltas n'umas meias de algodao,
DescuJpa so to masse, corn o que disse
So acaso to offendi, pego perdbo.


Nao penses mais em modas, deixa disso,
Reflects em tua vida e s6 prudent
Qu'eu juro agora mesmo, elogiar-te
Sem luras, jai se v 6, etemamente.
PRe.:ife, 4 de abril de 1885.
PAULO PEBEIRA.
He-itou um instante e depois conTi
nuou :
Eu tinha vergonha de dar-lhe de co-
mer o pao corn que atW entio me susten-
tara. Quiz empregar-me em qualquer cou-
sa e vim trabaihar aqui nas pedreiras. E'
um serving pesado e dA trinta soldos por
dia. Despediram-me ha ura semana, por-
que parece qae a obra projectada em Pa-
riz foi suspense. Entlo, tornei ao officio
antigo. Eis tudo. a
Nao estavam distantes mais de cem me-
tros da estag&o. 0 home paro1. Nao
estavas, muito resolvido sem duvida a ap-
proxirtar-soe de um lugarem que sibiaque
um soldado estava alias sempre para o quo
d6sse e viesse.
Diga-me onde mora sua mai? disse
Joauna. Eu irei vel-a. Poderei talvea
ser-lh titil. JA Ihe disse quo sou pobre.
Os infelizes devem ajudar-se mutitmnmonte.
Oh quanto a senhora'6 boa ex-
clamoLa o iudividpo commovido por aquele
generoso offerecimento. Quando penso em
tudo q(uanto a minha santa mai ternm soffri-
do por meu pai e por mir m I.... E' por
amor d'ella que nunca fiz mal a mulher
alguma... Palavra I...
Tirou da algibeira da blisa a bolsa que
Joanna lhe havia entregado na estrada e
disse-lhe:
Trome, senhora; aqui estA o seu di-
uheoiro ; nao quero tocar n'eUle.
Joanna vio-so obrigada a exigir que
aquelh ladrao sd generis, aceitab Olgu-
mas mnioedas de prata, o que elle ua.- fean
senao depois de ter resistido por muito tem-
Spo As instancias da moga.
Minhm m rua Myh n.
35, en1 "a elle Chj 04- ... |
net. OaC t-sej r eh+. -as.
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II


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Lyrisme




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