Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:14801


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Full Text
















































S Foi agraciado, pelo governor francez,
corn a comrnmeam 4 Legiio de Honra,
o Dr. Manoel Bfarque de Macedo.
No beneficio honte.mn realisado na
praga de tours, em favor da caixa de
soccorros de D. Pedro II,- urnia com-
Srnisso do Club Tauromaclho agen-
ciou, n'um inteevallo, a quantia de
'- 6038000 em favor das victims da secc-
no norte do impeiro.
Calcula-sque o. o beneficio da caixa
de soccorros attihja 12:000$000.
A curveta Trcono sahe barra f6ra.
no dia s do corrente, em viagem de
. 'experiencia; levando A sen b6rdo a


commissio julgadomra.
",_RIO DE JANEIRO, 3
meidiia.
-* .. "t
Foramni nomeados:
President d? provincia
* o Dr. oaquiu Bento de
nior


de julho, ao



do P.aranai,
Oliveira Ju-


Presiclenfe dadeoSergipe,.o Dr. An-
tonio Joaquimn CorrOia de A 'aujo;
President da do Piauhy,- o Dr. F an-
cisco F. Rdcigues da Silva;
PIesidente da .ddo Espirito Santo, o
Dr. AlI'oaso Peixoto die Abreu Lima.
Foramr tamben nomeado's,
0 bacharel Domingos Jos Alves da
S Silva, juiz de direito da conmarca de
Jorumenha, na provincia do Piauhy;
0 bacharel Francisco dm Paula Ma-
Sriano, juiz de direo i ,.de.
Obidos, no Para;
0 bacharel Francisco Pedro da Costa
Moreira, juiz municipal do termno d(a
A.ssembla, na provincia d Alagoas;
0 bacharel Salvador Antonio Moniz
de Aragao, juiz municipal do termo da
Cachoeira, na Bahia.

BAIIA, 3 de juliho.
Os festejos do dia 2 correram corn
grande enthusiasm e corn anuita or-
(dem.
A' noute houve explendida illumina-
edo no Terreiro.
A concurrencia de povo foi extraor-
(inaria.



POLITICOS
LONDRES, 2 d jiriho.
SS. MM. o Imperador e,. Impera-
trlz do lhrasi partiram pam-, v sitar
S Eilhbui ijoe a Escosaj.
PARIS, 2 de julho..


0 ministro Zorrilha aeaba
aqui preso.


de ser


COMMERCIAES -
LONDRES, 2 de julho.
Fundos brasileiros de 5 o.o, empres-
tiio de 1875, a 94.
Mercado dle assucar calmo, e os pre-
LIVERPOOL, 2 de julho.
Vender'am-se hoje cerca de 16,000
balas coin algodao; sendo o de Per-
nambuco a 6 3,'8 d. por libra.
NOVA YORK, 2 de julho.


Camblo sobre Londres 4-88.
Prego o ouro 105 1/4.
Caf6 de Santos FAIR CARGOES a
CENTS por lib)ra.
LISBOA, 3 de julho. ,


19 1/2


CheUou hloje do Rio da Prata, 6eo01
escalas pelos portos do BrasUl o
..nmO ifrancez NIGER, da companba
U 9S.AGERtES MA1.iTt1E5. -


vque requereu Sdao Maria de Medeiros, arre.
mattanto da obra do reconstrucClo da ponte
sobre o rio TapacurA;, e tendo em vista a infor-
maoo do engenheiro ajudante da reparticao
das obras Obftcas, de 15 de fevereiro, sob n.
42, resolve conceder-4he 4 mzes dejpwoga-
cQdo de prazo para aonelasao da dita ebra.
Esta sera apresentada has estagO: zapeten-
tes para as devidos effeitos. .,
Officios:
Ao juiz de direito do io district criminal.
Em vista do que representou-me o conm-
mndante da canhoneira Araguaya, no officio
junto, de it do corrente, designo a V. para
ser ir de auditor de guerra no conielh0 a que
tern de o-responder o imperial marmheinbro An-
tonio Justo de Menezes.-- Communicou-se ao
commandanteda canlioneira.
Ao provedor da Santa Casa de Misericor-
dia. Sciente pelo officio n. 37T5,"Me V. S.
dirigio-me em, 7do corrente, da nocessidade
de augmentar o numnero 1e menores do colle-
gio das orphis, declaro-lhe que autoriso a ad-
missilo de mais 24 meninas no dito collegio,
devendo o numero 4e educandas da.Colonia
Isabel, ser augmnenta&o na mesma proporgao.
--Remettea-se copla ao director da colonia.
Ao inspector da Ihesouraria de, fazenda.
Attendendo ao que solicitou em 11 do cor-
rente, a commissio encarregada de agenciar
soccorros para as jndigentes do interior da
provincia, reconnmmedo a V. S. que made
entregar 4 me sma oommiss;o os 18:0005000,
que restam do credito de 40;00 a000,abe<
sob respaonsabilidade deta egsiaoncia,
applicagao aos reofridos 05cbiOs CoffaiU:
nicou-se a commisao. ..I.
Ao mniesmno Em vista db que reproesen-
tou-mne o comminlaato das armas, m ooffiio
n. 400, do hontel"g R-oomnendo a V. S. qe
made ajustar contas o passar guia de soc-
corrimento ao etenente Vicente Antonio do
Espirito Santo Juntoo,-que vai reunir-so ao 1o
batalho de artilhari& a p6.
Ao mesmo. Para os fins conveniontes,
c6mmunico a V. S. qe o jiilz municipal de
Garanhuns, bacharel Jose Alves Lima, a 7 do
corrente, passou o exercieio de sea cargo ao
respective 1o supplente, bacharil Jose da Gos-
ta Uouradq% por motivo de molestia.
Ao mesmo.- PMmetjo a V. S.,para -os
fins convenient, dius exemplares impresses
do indice das disjosieOes e occurrencias mais
notaveis contidas nas ordens do.dia da repar-
ticilo do ajudante.eaerAj, ao anao do 17de
e bMa wJ -- ". t -te el q! ^^ li-M... .. t. .
relaQwio dos individuos nmen'opadus nasiao-
ridas ordens.
Ao measmo. Transmitto a V. S., para as
fins conveniences, 8 ordens do thesouro na-
cional de ns. 90 a 93'e do 95 a 98.
Ao juiz do direito de Itamb4.- Tendo
em considerae.o a oxposicao constant do
officio incluso, qu e Vine devolverA opportu-
namente, do commiissario de policia 4 paro-
chin de S. Vicente, reconmnendo-ll oe, ern
vista das circumscancias da comarca provi-
dencie de modo convenidnte e do accord
corn o qua dispad o regulamineto da guard
local.
-Ao promotor public deOuricury.-Cons-
tando-me de communicaC5o do juiz doe direito
dessa comarca, que o ex-primeiro supptente
do subdelegaao do 1 district dossa villa,
Francit,co Antonio da Cunha, prendeu arbitra-
rianmente no din 25 de abril ao bacharel Ma-
noel Rolim d Aloteicar, sob pretexto de o ter
injuriado, recommend a Vmc. que procoda
na forna da lei contra o referido Cunha, dan-
do-me opportunamente cohhecimento do re-
sultado.
Ao commissario de policia de Palmares.
- Respondo A consult constant do officio
de Vine., de hontem, que, achando-se deter-
minido no art. lo do respective reginento o
servico a que sio obrigadas as pragas da
guard local, nau podewuestas ser distrahidas
corn a conducQAo de officios da camera mu-
nicipl.
Ao engenheiro fiscal da companhia Ferro
Carril do Pernambuco.- Concedo a autorisa-
clo que Vmc. solicita para mandar pablicar
a officio que dirigio 4 esta presidencia, a 4 do
julho de 1876, e o trecho do relatorio de 15 de
fevereiro ultimo, concurnente ao trafego e
conscrva.ao a cargo dessa companhia.
Ao superintendent da estrada de ferro
do Recife ao S. Francisco.- Providencie Vmc.
pare que tenham transport, por conta do ml-
mnsterio da guerra. Jose Rodrigues da Silva,
Jose Joaquim da Silva e Fe!iciano. da Cruz
Lima, atl a estacao de Una, e ate a de Ga-
melfeira, Antonio Pensado de Lima, ex-pracas
do exercito, que regressam a sua residorcia.
Portarias :
OSr. agent da companhia brasileira de
navegacao a vapor, mande, por conta do mi-
nisterio da guerra, transporter a c6rte, na
primeira opportunidade, o 2 Lenento Viconte
Antonio do Espirito Santo Junior, que vai reu-
nir ..0'o batalhrio de artilhfiha a l)4.-Com-
municou-so ao commandaute das aanns.


0 Sr. agent da companhia brasileira de
navega5io a vapor, made; por conta do mi-
nisterio da guerra, transportar d cOrte, na
primeira opportunidade, o ex-anspeCada do 9o
batalblo de infantaria Izidro Jose de Souza,
que a 5 do corrente mez, foi excuso'do scrvi-
cgo do exercito, por acabanoento de tempo.-
Gommumicou-se ao commandant das armas.
0- r. gerente &,companhia pernambu-
cana iFadte dar pasgem gratuita, i r6, at6
Penedo, no vapor quo segue para as portos do
sul, a 20 do corrente, a Attonio da Silva
Utaga. V
*, OSr. gerente da companhia peroamnbu-
cana mande dar passage; graituita, a r6 atl
Aracjai, no vapor que para allf segue a 20 do
corfenti a Leo-iaa Maria de Jesus.
S- O S08. ger-o da companihia pernambu-
Cannamande dat.j sa;gem gratuita, 4 proa,
A Aracajfi, nt or que pariU segue a 20
do codkente, a $1aO Ezequ|| ,
EXfEDIENTE DO SWr' IU
Officious : ".". ,.
Ao 10 secretario _dai. nblda provincial.
-S. Exc. o Sr. pros enum h delaw a
V. S., em resposta .ao st. cio _n. 49, de
hoje, o desfigna o dia l pep _
hora d ass .deo
queo tin reprpt a fgt -
1PS0 8am*w. an
,Ao agentdo t.'
-a vapor.gi m B
.sg~.o


' 0 presidential p.t-0WLttendendo ao
iqu requereu o major do batalhAo n. 18 de in-
fanatla da guard" national do municipio de
Nazeth, ChristovAlo do Hollanda Bezerra Ca-
valcakte, e 4 vista da informacao do respect-
vo cdrnmandante superior, em offioelo de 8 do
co.'rente, resolve coneedpr-lhe guia de passa-
gem para o municipio de P4o d'alho, onde mrn
fixado sua residencia. Communicou-se ao
comr(nandante superior.
Officios :
Ao president da Parahyba,-Transmit-
to a V. Exc., em resposta ao sou officio n.
509, de 4 do corrente, o. envolucro junto, con-
tondo doze tubas capillares de lympha vac-
cintica. -
Ao commandant das armas.-A' vista do
que represent V. Exc. em officio n. 401, do
16 do corrente, declaro-lhe que o autoriso a
ebamarj' primeiro cirurgiao reformado Dr
Praxdes Gomes de Souza Pitanga, para auxi-e
liar 6 servo medical da guarriglio da capital.
Ao president do conselho de compras
do arsenal de guerra.-Dovolvendo as propos-
tas que V. Exe. submettou a apreciaAo desta
presidencia corn officio do oT do corrente, de-
claro-lhe que as approvo autorisando o conse-
[ho de compras a offectuar a acquisicaio dos ge-
neros a que se refere as menciodadas propos-
tas, guaidadas as formalidades logaes.-Com-
municou-se 4 thesouraria de fazenda.
Ao Dr. chefe de policia interino.-Gons-
tando do officio de 25 de abril, do juiz de di-
reito de Buique, que nrao se instal[ou a 23 dos-
W miez a junta revisora de alistamento, por
ahlta de comparecimento do delegado, e que
bo foi possivol substituil-o por estaf somente
preenchido um dos lugares de Supplentes,
cujQ funccionario nuio pode ser donvidado par
haver feito part da juiuta parochial, !evo este
facto ao conhecimento de V. S., para provi-
denciar convonientlemeote acerca fo preen-
chimento dai vagas dos referidos lugares.
Ao inspect da thesouraria de'fazenda.-
--A' vista das intusas folhas e prets espe-
ciaos, meade V. S. enrtregar,.-por adiantamen-
to os vondtmrentos do ou-.I e pragas do des-
tacamento do Ingazeiraa tivos aos mazes
de majo a., outubro deo,' 6, confortne solici,
touorommandante das armas em offlGb de
15 des.te mez, sob n. 393.--Communicou-seao
referidg brigadreiro.
-- 4n mesmo. Nos teraaos da informagao
dessa inspeotoria, de 17 do corrente, sob n.
7 asata od Joao 01oel de Arm"jo,
que~Ie
-trde Naazareth power Lt deabk do-e dar- ma-
tricula, no prazo legal, as ingenuos] Antonio e
Severino ; o que communico a V. S., para seu
conliecimento e fins convenientes. -
Ao-inismo.-Commnunico a V.S., para sou
conhecimento e fins convenientes, que nesta
data e do accord corn a intormagao dessa
inspectoria, de hontem, sob n. 277, relevo Ar-
chlas Lindolpho da Silva Mafra, da multa de
103S, quo Ihe itmpz a recebodoria de rendas
por nao ter no tempo da lei matriculado o in-
genu6 Daniel, filho de sua escrava Thereza.
Ao.do thesouro provincial.-Mando Vmc.
fornecer ao commissario de policia de Gamel-
leira, Bartholomeu do Rego Barros ou a quern
semo inustrar autorisado, fardamento para uria
praga ultimamento engajada etiii'bstftuikao
da que desertou. Communicou-se adc om-
missario.
-Ao dirdcltor interino do arsenal de guer-
ra.-Por parto do commissario do policia de
Gamnolleira, Ihe seri apresentada urma espin-
garda, afim de qua Vinc. a mande concertar,
e restituir logo, que for procurada.-Commu-
nicou-se ao coinmmissario.
Ao mesmo. Recommendo a Vmc., em
resposta ao seu officio n. 79 de 15 do corren-
te, que declare equal a quantidade e qualidado
dos generous que reornettett para o presidio de
Fernando, por conta dos 2:0006 que Ihe foram
entregues par ordem desta presidencia, de 7
do corrente.
Aojuiz de paz president da junta de
aKstamento da paroclhia do 0' de Goyanna.-
Constando do officio de 25 de abril, com o qual
a junta rovisora da comarca de Goyanna on-
viou-me c6pia de seus trabaihos, quo ainda
nio recebera o.alistamento procedido nessa
parochia, inform Vme. coin urgencia a razaio
do somnelhante falta.
Portaria:
0 Sr. gerente da companhia pernambuca-
na made dar passagem gratuita, 4 re, ate
Alag~as, ao bacharel Miguel Archanjo Peraeira
do Rego e sua Sra, e o pr6a a urea criada.
EXPEOIENTE DO SECRETARIO
Officios :
Ao commandant das armas. 0 Exm.
Sr. president manda declarar a V. Exc., em
resposta ao seu officio n. 397, de iI do cor-
ronte, que submetteu hoje a consideragio do
ministerio da guerra a requerimento do Dr.
Thoogenes Dario de Cantalice, podindo para
ser contratado cirurgiaio, afim de sorvir na
guaarivio desta prO'vinb-i .
Ao Dr. hefe de nolicia interino -0 Exm.


Sr. president manda communicar a V. S.,
em resposta a Seu officio n. 391, do 16 do cor-
rente, que LomiarA em consideragio, logo que
haja for;a disponivel, a requisicio do um dos-
tacanmento de dez pracas para apovoagio de
Tracunhiiem, feita polo delegade do term do
Nazarelth.

DESPACHOS D\ PnESIDENCIA DO DIA 2 DE
JULHO DE 1877


0 porteiro,
0 Jo0o Gongalves dos Santo& Junior.

epartigpei de policia
N. 518.-2' secAo.-Secfttaria da policia de
Pernambuco, 3 de julho de 1877.
Ilm. eExm. Sr.-Participo aV Exc. que
form hontem recolhidos t casa de detenGao
Qs segintes individuos :
A' Lninha ordem, Herculano Jose da
Costa, vindo do reara coino-criminoso
de nmodete no terro de Flores desta
provincia e no Piac6, da Parahyba;
Antonio Francisco da Costa, criminoso,
vindo deJaboatao por falta de segu-
ranga da respective cadeia, e Jose Ber
nardo,. cQnIo alienado, atd que possa
ter o Aveniente destino.
A' bidem do Dr. delegado da capi-
tal, Hermillo de tal e Lino Paulino,
como alienados, a minha disposigao.
A' ordem do subdefegado de Santo
Antorgo, Maximniano, escravo deD. Anna
Francisca de Souza, por ter sido encon-
trado f6ra de horas sein bilhete de seu.
senior, Manoel Joaquiin de Mattos,
Joqd Fraitiso Ferreira e Sebasti.o
Epiphaiio da Rocha, por embriaguez e
distur OiS.
A' witem do do Lo district de S.
Jose, Maria Rangel, por infracgdo do rm
gufameito:da estrada de ferro.
Deus Warde-a V. Exc.-Iflin. e Exm. Sr. Dr..
Manoel OeIementino Carneiro da Cutnha, niuio
digno sidente da prpvincIa.-O chefeO dpeo.
ficia, tMogene. Socrates Ta-,ares de V.0-
cellos.


Ulf Ira .

S 'SESS 1O EM 22 DE MAIO
PRESIXENCIA DO EXM. SR. COMX31,NDADOR
NASCIMENtiO PORTELLA
.-V (ConcheoJ).

tudo se coospirgcontra mim neste momento :
ter de occupar k tribune para tratar de as-
sumpto tao important cotmo o que se discu-
te, depois do dIAcurso que acaba de proferir o
nobre depultpque temrn estudos especiaes so-
bre a mnateri'ter de fallar A hora tao adian-
tada, e quando a attlengo da casa estA fatiga-
da (nAo apoiados); tudo isto reunido A falta
de conhecimeotos e de talents ao humilde
orador que tern' a honra de dirigir-se & esta
assembl6a, faz con que, Sr. president, eu
me levant mais acanhado do gue sempre.
Mementos ha, porm, em que toda a peque-
nhez como que se agiganta, e isto se da, so-
nhores, quando se tern de cumprir urn dever,
e neste moment venho cumprir um dever
rnuito sagrado, que me imp4e o cargode depu-
tado, coin que fui honrado por mineus compro-
vincianos.
Hoje mais do que nunca. senhores, e preci-
so um esforCo titanico dos representantes da
provinria em bern das suas finangas. 0 nos-
so estado financeiro 6 horrorOsanmente desa-
gradavel. Quando em outras occasioes eu me
levantava nesta casa e corn toda a franqueza
dizia que era lamentavel esse estado, minuitos
dos nobres deputados, e principalmente o no-
bre relator da commissio de orCamento, meu
distinct amigo, reclamavam e diziam que eu
r-ra exagerado; a cifra, porh.m, senhores, veio
d'um. modo exuberantemeinnte claro, e precis.)
demonstrar que eu tinha toda a razao,..
0 SR. J. DE MELLO REGO :-Eu ainda pro-
testo contra isto.
O SR. MOREIRA ALVES :-Demonstral-o-hei
mais tarde, Sr. president, nao alongar-me-
hei em considera65es g'.raes, quero occupar-
me somente de alguns pontos do project de
orciamento, ora sujeito 4 aprecia~o da assem-
blea e corn Os quaes naio posso concordar.
Assim nae tratarei de examinar qual o melhor
system de imposirao, como parecem desejar
os nobres membros da commissao, porque fal-
tam-me as habilitacoes para fazel-o.
rAcho, porem, Sr. president, que actual-
menteo unico moio doque devemos lancar
mao para melhorar o estado financeiro da pro-
vincia 4 diminuir a despeza, seor absoluta-
monte augmentar a imposic'ao.
A rqre commissao do orcamento, Sr. pro-
sidetpto, cujos talentos eu respeito e cujo p
trioelsmo sou o primeiro a recoqeicer, to moW
o alvitre de naodiminuir izn ceftiI da despe-
za e augpn1enar a impi|. %
F- 6 Sa,-ubs CAVALCA. E' o que n6s
havemos de ver.


S0 SR. MOREIRA ALVES :-Quando, Sr. presi,
dente, o anno passado discutia-se o project
de orVtmento provincial, o nobre deputado
-pelo 20 district, o Sr. Gervasio Campello, que
se acha ausente, tratando do imposto consig-
nado n.; 4o do art. 15 do actual project.
disse que esse imposto do 1 /o, quantum pro-
pastaL pela nobre commis.'o do anno passado,
seria elevado.... I-
0 SR. J. Di MeiLLO REGO :-Perd&o; nao foi
pela cotnmisslo.
0 SR. Mon..ian1 ALVES -U nobre deputado
assignou-se vencido.
... duvidei; mas reconheci este anno quo
o nobre deputado polo 2- district infelizmen-
te foirpropheta. 0 anno passado votou-so o
imposti de I /o, hojeo"a nobre commissAo e o
nobre deputado, quo ow voltao nominal votou
contra o imposto deo 1 o/o, vem proper o. im-
posto de 2 1/2 "/o. ,ebrs
Squ e quer di.. senhores, eoqe
oste anno o oineiro da provincial 6
muito peioer-q passaiha ?E tanto q
e, Q&0 o ptopep 4.& districto, que
0 4 s n o r i t I O U
ab i LN 09pom eorio,
fsa in-ipar-o *f que o dane pas-


uma commissAo de orCmerlIo,, nao Consenti-
nria em nenhuma despeza de natureza geral e
nao Conaentiria pela razao muito simple de
que os poderes geraes deveif carregar corn
despezas que sao de natmreza geral, porque 6
para isto quo a provicia paga-Impostos ge-
raes. Assimn eu nao decretaria verbal para se-
cretaria di governor, illuminsWpHttia, con-
grua dos coadjutores, sustento dos press po-
bres...
0 SR. GOES CAVALCAMTE :-SIto jA foi res-
pondido.
0 SR. MOREIRA ALVES :-Perd6e-me; ainda
quando -fosse procedente o arguamehto apre-
sentado polo nobre deputadopelo 4.0 district,
qua nao 6, de que nao se pdde.deixar de fazer
essas despezas, porque i0o ha lei que descri-
Exe. ha e
razao quanto a congrua dos coadjtatores. 'Se
a cpngrua dos viarios 6 paga pelos cofres o-
raes; naojgjo razao nenhuma para que a dos
coadjutorS, seus substitutes, seja paga pelos
cokees provinciaes.
0 SR. SOARES :-Esta cantiga 4 de todos os
annos.
0 SR. MOREIRA ALVE.:-Sr. president, eu
vejo que, apezar de todas as consideragoes
feitas pelo nobra deputado polo 4.0 district,
poder-se-hia fazer no art. -12economia nao me-
nor de trinta contos de reis, extinguindo os
fiscaes de collectorias. Os motivos apresen-
tados pelo nobre deputado contra essay extinc-
Clo nao sao de forga a qnps convencer de que
ella trari males d arcedada[4o das rendas. S.
Exe. leu A assemblea quaes eram as attribui-
5oes dos fiscaes de collectorias, mas desta lei-
turn a que proceweu o nobre deputado, e d que
eu presti a mai0r attenao, nao me pude con-
veoptr da necessidade desse lugar. 0 collec-
tojj.desde que presta flaiinca perante a thesou-
raria provincial, ninguem m'6 p6de contester,
que da a esta meios de fazer effective a ar-
recadacao das rendas.
0 SR. REIS E SiLYA --Mas como p6de a the-
souraria fazer effective, so ignora, se nada
sabe ?
0 SR. MOREIRA ALVES :-Assim, Sr. presi-
d0te, v6 V. Exc. que, desde que o collector
presta fianga perante a thesouraria,.tem esta
meios do tfmer effectiva a entrada do que f6r
por efte arrecadad. r q
O4 -BS. GOES -%VALCANTE E J. DE MELLO
REGOO :-NAo ha t
0 SR. MOaRl-A ALVE; : -0 nobre deputado '
disse que havia collectors geraes que nao
entravam cornm o. diheiro que recebiam (recla-
macoes), oii-que ficavam alcancados para corn
asazenda. Mas este argument, Sr. presiden-.
je, a servir, servir-me-hia-tambemn, porque eu
poderia apresentar ao nobre deputado muitos
casos de colfectores provinciaes alcaugados
paracom a fazenda, e depois.que existed os
fiCae~s de collectorias. I
OSR. J. oDZi MELiO REGO :-Apresente-os. ,
0 SR. MOREIRA ALVES :-Nao tenho agcra
apontamentos ; mas hei de mostrarao nobre
deputado que ha collectors alcangados para q
corn a fazenda, dopois da nomeagoq de flscaes, S
airm do de que trata o art. 49 do project, de
quo meo.ecuparei mais tardeP .
IM '. lTs jfV.A da urn apart.
'0 SR'. "oaUERA ALv-K-L.-- Perd6e-me V. 1
fffiT li ,.s ,v; quoe nao hf-esta grande ne- c
cossidade de fiscaes, como diz o nobre depu-
tado. S. Exc. fez do lugar de fiscal de colloc-
toria umrn tao grande conceiLo, que disso que,
antes de sua creaQAo as collectores ficavam
alcangadas paia corn a fazenda. (Trocam-se
apartes,) _. -
Esta questao 4 muito seria, nao p6de ser
discutida em apartes ; em urna questao como a
esta os apartes s6 podem interromper o ora-
dor ; eu ouvi ao nobre deputado coin religiosa i
attenQio, e, pois, tenha a nobre commissao a d
paciencia de supportar-me por algum tempo ;
e prometto que serei b':eve, mesmo porque a
hora estd adiantada.
0 SR. J. DE MELLO REGO :-Tenho-o ouvi-
do corn a major attencao ; mas, como o nobre
deputado alterara as minhas palavras, eu re-
clamei ; nao quiz interrompel-o.
0 SR. MOREIRA ALVES :-Sr. president, vy
V. Exc. que tondo a fazenda provincial meios
do fazer effective a entrada da renda arrecadada,
podia a nobre commissao, extingnindo o lugar
de fiscal *de collectorias, fazer essa econemia,
qiie, reunida 4s de quo ja tratei, chegariam,
sem o menor augmento de impcsto, para equi-
librar a receita cam a despeza.
Nao querendo alongar-me em hora tao
adiantada, eu passo a ourto ponto.
Occupando-me da receila, Sr. president, eu .
comeoa por admirar-me de'que a nobre com-
missao tenhaimposto sobre a agriculture que
vai definhando 2 1/2 0 ; e admirou-me ainda
mais, Sr. president, que o nobre relator da
commissao, justificando esse augmento, dis-
sesse que actualmente a. lavoura estcl pios-
pera.
O SR. J. DE MELLO REGO :-N'io disse isto;
disse que est4 em melhores condicSes do que o


as outras classes.d
0 SR. MOREIRA ALVES :-V. Exc., Sr. presi-d
dente, sabe que a -lavoura atravessa urma
crise'difficillirna ; V. Exc. sabe que os bragos"
escasseiam, que as capitaes desapparecem,
que os agricultores s6 obteein dinheiro para
romir as suas necessidades com juros muito
e*vados, e, nestas condiQ5as, comno que o
nobre deputado diz que realmento a lavoura
,esti prospera ?
0 SR. J, D& MELLO REGO : Eu nao disseh
prospora.
0 SR. MOREIRA ALVES :-V. Exc. disso que
era a mais prospera.-das industries da pro-1
viFncia ..... L_ i -
O- SR. J. DE MELLQ REGO :--Dissi|que era
~u era4C
a que so achava em melhiores condig6es.
O Sn., MOREIBA ALVES :-E' a que estA em
melhorms condicoes. Neste caso 6, coma eu
digo, a mais prospera das industries da pro-
vincia.
0 SR. PINTO PESSOA :-Pouco mais ou me-
i ,.- Vai nmuito bemrn.
SSR. MOREIRA ALv3-'Em takes condicoes,
Sr. president, nao volatei absolutamente pelp
imposto proposto pela- nobre commissio, por
que isto 4 nern mais nepm menos do que aca-
bar de matar a la'^ra, quernuito precisa de
ser protegida. r
Sr. president, eu vejo a nobre commissao
imnpondo sabre fazendas dtalgodAo fabricada
no paiz, quando V. Exc. sabe que, para prote-
gcr-so a mindustria di paiz, devia-se retirar
deste genero toda a iuiposflao.
E' para mim injustifcavft.o imposto de 50
reis pot metro .de fazenda fibricada w*'piz,
por que entend.o qu d_.emos W os .i.eiios
a protoger a nos ida-oia, e nAo trab4Marr
por aniquilal-a, onerauJi de impoaos. .
0 Sn. QOS CAVALCw.zNTE :-Este imposto nao
6 nov.O "- .4 1
Ip Sa.foi i vi.l ao pe r. pro-
erite, de' I-
posto d 3500 por cad, m ab$d jSao 0
consume 0os0 divos muisn io* # la pro-"
Mvncla. :" "; : '@,"
0 J.R Go.S CVALGAMTg : fi'-A. -
n WO .
7. j: -QBH 1 io-- ^^^ a


missao ha de concordar commigo que 6 hor-
roroso.0
0 SR. GOES CGAVALCANTE d4 um aparte.
0 SR. MOREIRA ALVES:-Perd6oe.-me noV. Exc.;
eu Lenho informagOes de que em alguns luga-
res se cobra pot toda a rez abatida.
0 SR. LEONEL DE ALEnCAR :-No sertao nko
'so cobra.
0 SR. MOREIRA ALVES :-Eu posso informar
ao nobre deputadd que a collectoria da villa do
Cabo tenu cobrado 35500 pelas rezes abatidas
para o consume ; posso garantir isto ao nobre
deputado.
0 SR. GOES CAVALCANTE :-Tem cobrado,
sem que se exponha a rez d venda ?
0 SR. -MOREIRA ALVES :-Sem que se exoo
nna d venda. -

"-Thtfifo t~gulaI
-presente unto emenda; jd existio no regal-
minnto esta excepcao, se nao existe hoje, ji
eistio. Entretanto affiango ao nobre deputa-
do que no sertao nunca se cobrou.
0 SR. MOREIRA ALVES :-Passando as dispo-
sicoes geraes, eu vejo corn pasmo, Sr. presi-
dente, que a nobre commissio, nao obstante'
conhecer perfeitamente bern o mo estado a
que se acham reduzidas as finangas da provin-
cia, autorisa muitas despezas que nao slo
absolutamente necessarias. Se V. Exo. tiver
a bondade de lancar as suas vistas sobre o
project do orgamento, verA que innumeras
esi radas sao mandadas abrir.
0 SA. SIQUEIRA GaxMPOS:-At6 aQudes owle
14 havia : no Triumpiho, poar exemplo.
0 SR. J. DE MELLO REGO : Oh, senior!
So foram as habitantes do TriuA.pho que pe-
diram "
0 SR. GOES C AVALANT- dA um aparte.
0 SR. PRESLDZr4f*v--AttencAo -
O SR. MOREIRA ALVES :-Sr. president, V.
Exc. sabo perfeitamente bemrn qu. o imposto
s6 e supportavel quando o seu product 6 ap-
plicado a despezas necessarias.
0 SR. GOES CAVALCANTE :-.-E estrada, nao L
urna despeza utit ?"
0 Sa. MORIRA.k ALVES :-Eu respond a V.
Exc. No estado a que so acham reduzidos os
cofres provinciaes, n6s nao devemos faztr se
nao aquellas despezas obsblutamente neces-
sarias. E porgunto eu : as estradas propos-
tas pela nobre commissao sao absolutaniente
indispensaveis ? Sera isto uma cousa sern a
qqual naio possa' absolutamente passer a pro-
vincia ?
(Ha diversos apartes.)
0 SR. MOREIRA ALVES :-Perd6em-nae os
nobre eputados; nao sao despezas absoluta-
et cessarias estas ; sem davida que6
muito uuIl fazer-se estradas, minas que so as faoa
quando os cofres provinciaes poderem sup-
portar essas" despezas.
0 SR. UCHOA CAVALCANTE :-Se a despeza
feita corn a construccAo de estradas nao 6 ne-
cessaia, qual 'entlao para o nobre deputado
a despeza necessaria ?
0 Sn. MOREIRaA ALVES :-E' aquella sem a
equal a administracao nao podeia maretia-re-
gularmente.
Q SR. GOES CAVALCANTE :-E sem estradas
p6d. se andar regularmente ?
o. SB. MREIRA ALVES :-Este aparte do no-
btre doeplutpde, desculpe-me dizo-o, nao mere-
i resposta.
0 SR; GOES GAVALCANTE: Marece tantc
quanto o discurso do nobre deputado.
(Ha outros apartes.)
0 SR. MOREIRA ALVES :-Eu sei, Sr. presi-
dente, que Aquolles que teem em mira somen-
te o cumprimento do dever, aquelles que nio
se amoldam, se naio ao que Ihes diz a sua cons-
cioncia,que 6 just, quer-se cobrir de rediculo.
Eu comprehend bemrn isto, Sr. president ;
mas estou disposto a tudo, cam tanto que saia
daqui dizendo que cumpri sempre o meu de-
vet, a despeilo de todos as ridicules que pot
ventura se me tenha querido lancar.
0 SR. PINTO PESSOA :-0 nobre deputado t
ligno da maior considerago e respeito.
0 SR. MOREIRA ALVES :-Eu seiL, Sr. presi-
dente, que nao venho para esta tribune fazer
bonitos discursos, faltam-me os talents, que
3u reconheo- no nobre deputado pelo 3o dis-
Lricto; mas venho para aqui corn conviccao,
com estudo e animado pela idea do cumpri-
nento d,) meu dover.
Vou occupar-me, Sr. president, do capital,
4o do project.
Comero par estranhar que em urna lei an-
nua so inscreva-disposigoes permanentes.
0 SR. GOES CAVALGANTE : Isto 4 cousa
velha.
O SR. MOREIRA ALVES :-Urna lei que s6
tem elfito durante um anno, nao pode center
em si disposigoes permanentes; mas uma vez
iue a nobre commissao assim entendeu, eu
lue nab quero passar par critic de obra feita,
passo adiante.
No art. 34 diz o project
s A porcentagem da arrocadacao do imposto
lo sello de horanga e legados para os empre-
gados ,do juizo respectivo sera assim distribui-


da : 4 quotas para o juiz, 4 para o procura-
dor fiscal, 2 para o escrivao, 2 para o solicita-
dot, i para cada um dos partidores ; ao todo 14
quotas. )
NAo sei qual o motive que levou a nobre
commissiooa dar aos partid6res, que nao- sao,
ao menos que eu saiba, empregados de arro-
cadaglo, essas quotas, que s6 devem ser da-
das a aquelles quo arrecadam.
0 SR. REIS E SILVAda um apart.
0 Sn. MOREIRA ALVES :-Perd6e-me o no-
bre deputado, elles teem ordenado para isto;
as quotas silo dadas a aquelles quo-arrecadam
e par que arrecadam ; s'o dadas pelo traba-
lho+de arrecadar. Ora $n6i e que a nobre
eoa .issio-vemn dar qug e s6 s9Ao con-
cedidas p'o labor, 4 quern nfio arreca-la ?
0 SR. UCrIOA CAVALCANT :--Neste ponto eu
acho que o-ubre deputado tern toda a ra-
zio.
OSR. MOREIRA ALVES:-E' este ponto que
ou quero ver explica4p pela nobre commissAo ;
p6de ser que nio Wh" bem compriedodido
o artigo 34; a minha intelligencia 6 pequenis-
sima, Sr. president, para comprehender gran-
des cougME pas me parece que nIo ha motive
para esta UlposigAo do project.
Nao- posso tambem .omprehender a rftlo
porque -i nobre commisslo diminue os venci-
mentos dos collectors, que alias slo em rela-
CAo muito'nal pagos, para augsmnutar os Yven-
cimentos do secreotarilo do theWM, do ardhi-.
vista, ,mfiM dma.porCeo dmpregados da
thesouraria vnia .' ..
Espero que teA commisao terid a ce
descendencia d r esta disposi
ja digo, nao me juta;as a
dj artigo 43. EpO&sl quq oVos o 'e
puderosas tenham leado: nobro a"
a dispenser a B.(dw q <''0
ferentewatkilaU" 4 :
reoeita da seoggo do cons M-
Hial' ...es o n
Eu nesla atestfto Qa& fim. b tc


A
ii
A






4


4-



.1


0




































los einpregados do igual categoria, vira o
ukimo'eopmeqado qae cmpar o firgm-de -80
of.i:ial a tLurmnaisdb que o proprio official mauiOr
iA- s'erlbarie., iqui nie mlr pareee rMzoa-
ve].
0 nineb dmi tadd pelo4odistricto, qinerendo
justificar o u stigo 3 do project, que tiz lij:
M ey' .rio o artigo 51-1rmci n. 1,113, na
pml.e relative ao official da sdcretaria dq the-
smroee to ageAnte ealctltlta do coasulado x
R A4i justjtieut; disse-qse isto era relqamado
pb$e .-seri, y puMirc, nrsra.m pa:rece qme o no-
iwe oepitad& qna o anno passed 3 Linha pro-
p asti extiac im ..-) desses lumro-s, nior) ofaria
sonmr-ilivo, e port-anto eu nao sei quandoa 6
(ue S. Ev-c. tem razao se ago.ra, so quando
mr m lioa o project de oramnento do anno
pI1sa il; o.;at Lano ,'aj ) an garal as jffossas
I'epiH'i3~j ^irm puss x1iiiw 1331W 4a-4 ,-^
'pie fet! ne.tte'necessiLam, votirei pmr caute-
1i & .fAtra eto attigo.
Asmwla, Sr. pr,-ideate, no artigo 49 so mandi
igratar-o artig tio ta lai n.. 771 quo diz (I :
(ic:i pocacdfila ao r rjraadur da c -TOa e
il)-eramria naciom-l a gratiflcait- dit ,6YJ$i03
:u;wraia pela defeza das causes on que a fa
-:5.1la provincial for parLe ante o tribunal du
qrelaviwo. V
-Eu NOo farei objecgdo sobre est.eponto;
le) sirmplesmente'explicacO5es i nobre com-
.-nissuo.
Ocotupar-rne-hoi agora, Sr.- president, do
i.scr.1inte : no art. 46 2e 3 acoamnissaodiz,
ile]. k 2.5300 por tonelagem de alvarenga ou ca-
noas do carga e descarga do porto, 30 rs. por
voltanc (t c,,rg3 por -btldac5o no porto dzsta
ciadd, e :M9 e. por barrio on pipa. -
V6 V. Exe. 'que estes generous que entrain
nt-J nosso p.)rto para daq\ii seremin reexportadbs-
p.ira oatras provincias contra o que det-ermiuaa
Sacto,) a.1licO.inal, a nobre emaihissao sujefitou
a uii impost,) qu, charnma de baldeagao...
0 S:t. J. o- a,_uo Reo :--NAo 'nm compre-
hendeu.
0 Sa. -.I )a;.-:ax A.\v,-:s :--Se.n duvida estes
ge'iros temn b adeaZO, esta pglo artigo 5....
O) S. J ) -: .I,-::>., R -.jj :-Ja axpii04aei isto,
o zitt _i;iiro.etli-,r3 a inaadjr uraa oemenla
qiando se tratar do artigo.
0 3-a. ALVARO UcHOA:-E' -vordad, ; e no-
bre depatado j5 explicou isto perfeitamento.
OSi. MOREIRa. ALVES: -0 Occupar-m3--hei
eaLao I,)stie pjito q(Laudo o uiobre deputado
S andar a sua emrnenda.
A' vi.La 1-io quoe veahoi J diz.'r, A vista do
rcati:rio do prsi-Jleato da proviacia, qua diz
em tern,)s claros quo a detemer um grande
deficit no oriamenato future, e qae por-Lu:tat do-
vemu:s tonmar medidas para previnil-o, extras
a") conihelo, diz a presidencia, alum da feduc-
io da despeza ouu augmento da reeeita ; eu,
de accorlo en a a prosidencia da provincia em
quo tlve:n er diminuidas as despezas, por
qia nl) vejo iacios de aagmeqtar a reoeita.'
porqae nao ha nada nasta terra que nao ate-
jtt oaaralo de impostos, nio havendo meil do
augmentar-se a receita, de debellar o deficit
sento dhinainind a dospoza ; 6 claro que nao.
posso deixar d votLar contra mnitas da- ver
ba. de despeza crealdas pola nobre com Is-
sao, entree as-quaes estA a congrua dos ooa-
jutLores, quo, mais do qua todas, nuo p6de
deixar do ser eli-ninada pela assa blea pro-
vincial.
Quando proceda o argumento apresentado"
pelo nobre deputado, digno relator dacoihmis-2
so, de quo nao ha lei que de~crimine despe-
zas geracs e provinciaes, tenho em mneu favor
o seguinte arguamznnto q ie jA apresentei, e
qua me parece procedente : o culto public u
despeza ger-il, os vigarios sao pages pelos co-
fres g:.racs; ora, os coadjueLbres, que sao
substitutes dos vigarios, devem tamben ser
pagos palos cofros geraes.
Couicluiudo, eu a-;radego A assemblea at-
teng.a corn quo ein,' ouvio, e pego A nobre
cornmiss;o de or-:amuiito que desculpe-me se
porveatura ias desalinhadas propasic.;es que
aventei, pode de qualquer modo minagoal-a.
[nrio proceder-se A voLaeao, reconhece-se
nao have nunero, e fica a discussao adiada.
o Sr. Presideuite da para a oriem do dia
segniute a continuacabo da anterior, e levanta
a sessio.

RSVISTA l.IARIA
Telegramnmas-Na secao compotente da-
mes hoje dons tel 'rammas do Rio de Janeiro,
os quaes, como outros que temos publicado,
devemos A obsequiosidade da iHustrada red-ac-
cio do Jornal do Commercio, corn quem temos
relaSes travadas.
0 primeiro desses telegraamnas, o que tern
a data de 2 do corrente, nio obstante ter side
entregue na esfaclao da e'rte as 4 horas da tar-
de desse dia, s6 aqui chegou As 11 horas e 45
minutes da noite, pelo que, s6 nos tendo ehe-
gado as mnaos hontem As 6 hores da manha,
nao foi-mior possivel inserir no nosso nu.nero
de hontem.
a proposition de telegramma, soubemos


hontem corn surpreza que a Gazeta de Noti-
cias da ce6rle publieara um telegramma nosso,
conteiido :is noLioias do note, ante-4iontern
aqui che:.ii as polo paquete brasileiro Cear !A
Protest-mos contra isso. Nio estando em
relapies coin a Guzeta dv Noticias, nenhum te-
legramrma Me inandamos; e pois sd A essa ga-
zeta ch.. i. uun, telegranmha no-s>Si datu-io de
antt-hIo'ien, toi semn duviit l)or.*4uiv,)co da
esLa5,- ceiLral da c6rte, visto comro este te-
legrammrna fui por nos dirigido aos nossos col-
legas do Jortalt do Comnincio, que .entretanto
nos telegrapharam hontem dizendo-nos nao
* haverem recebido nenhuma noticia.


-vw de-m acwcaeo evtmsrda avi
da Rsa..l hixoutfajmilia e.f
eua&~ ai^w.aoiitva ,aus ,ii~aid. wmn
pea RRRWW 3:_ffwe d 5. 6-

P. 0 S&. LrwA. DmA'NTS *-QUM o lu. a.aUleitlo d4oObrd.eaiLstro pgra o vol'-
Lur'&1 diiAialna J4aGo i jGzA. Noroiiha.. eside.*-
Li em Miaaa,-no Gw-uui de Pook4AXo,.Ja&o,
LJiz asetivau ipnqj~ain 2 diwmwgu da 1
no 2", batalho di vkd wtLaries daiete. AAnts
do partir, Leudo 3 flihos, em Minas, os rmamnirM
vir c. aVrdaeggou-os wouo volastarios, os0
quacs assenLtaram praga no batalhao 9. Joao
Luiz sagi pua Mp ntajviJeo, ena bordo do
vapir foi daspaa.l to alftes. (l)o miezesd,-
puis enacontrtu-se- cam os 3 flhas .ua Passo
da Patria, as3,is-A a as&a-^un d.oParzai,,e a
t.ud.c s os c05e;n; Ls, 4ie3 3$aa.satinv, iaclusive
u C^ do~tfqf 4ile ,f~em r" e
oaLar,5us O1j ,. 1fItaiB^^Tseram a
palene 4 alferes. .
a Depois destes coinbites sobevewo a 9prta
de Jos6 pur uria adfeeco de 'peiK Jo<' 6
fesido, e n.o po4aindo restabel-oert ao car-
bo, foi nTi iall ij para o Bras4tl. Oyfrnpiaitt-
ho naais m o de Joao Luiz, 6oelevado a wal-
feres em Tujucue, e gravemrnente ferido em To-
ror3, oade o .aobre ia isLro honrou tantco o'
nosso paiz (inmuios apoiados, send obriga-
do a guardar o leito durante.oito-meaes, Joao
Luiz; adgeceiido e volLando para o Brasil,
apresentou umrn memorial ao lnperador, send
on ao uninistro da guerra o nobre Visconde de
Muritiba, pediado uma pensao e atW hoje nada
foi decidido.
,( Joo Luiz esta v lho, date, corn du'Ls fi-
lha3 tnc;as, pareia na guerra umn fiiho, teve
doas graveatentw idridos, e ,acha-se no sea
torrao natal seatre -n mn3rcibo a attenaao.do
governao. .
S0- Sn. MIfsisrRo S). Guzrm.-: Tmo
nota.
( 0 Sa. L-ir. DJ.ari', :-Tenho aquii u n
memorial do punlih d- Joao Lu';z, em qao elle
manifiata-se con a fra:-iquaeza do hofiem. do
i-aterior, que pedwarei passer it maos do nobre
iji1iisLro coffe tlnn le, of.raj.) (,a Sr, ninistro
da guerra. receb o ,n mmriat!) ; e eostou crto
que por (ste 'moo off3teiio a S. Exe. mais
u,,a occasit de1 praticir 4in acto do just*A.
(Mu-ito bejurn, muito bern.)
(.'0 Si. t di!.) L33O :-Espere tuarrbemn
(fuC u illustre SI. Duq.e (.10i G as iacu.ia CeUi
urma peasdo6 familiadooffeialdeque-fatio. I
Eis, agora o qui responded o '-fr. ,)Duqaeu de
C-Lxias:
a S. Exc t,)tou que e governor nao terh-i
tornado aa davidaii Yons3i4,eyr.1. os voluntarios
dia patria, qao-tantos e tkobo ans ip pros-
ta. am ao paiz, remrinendaido-me por essa
occaziho o norne de um offichiul honorario,
di-gnu da caasidera;ao ,dos poderes publicos.
o Nao tinha .oUcia ido facto at que S. -Exc.
se rIerio, comnotainbem nato a tinha do (as
a respaito de outro official honorario, Wl.kie
monte fallecido em Pcrnambuco, lembrou *
apart unm, dos'noires deputados di*sa pro-
virnea. X oi inlagar o que ha em ralacio aas
secviwos 'desses offieiaes e prametto a)s na-,
bres depatao" quoe pr-ararei ftzer justiga.
((0 SR. LUiA DOArTE :-AgradQg muito a
V. Exe.
0 SR GUSMAxO LOBO : -Tapbeno eu,.A
nomie da familia desse intfiiz Pernuambu-
cano. -
-ConvenAo postal. Comegou a Vigorar
no dia 1o do correlate, a nova convengao postal
de Berne, A qual o Brasil alherio .ao -17 de
margo do corrente anno. Em nosso numero de
hontem publicamos, na secQLo de -4declara-
coes, nao s6 os nomes dos paizes queentra-
ram nra convencao, comrno as diverSAis Laxas A
que ficam sujeitos as cartas, jornaes, \livoS
etc.
Iluprensa4-Recebemos do Rio de Janeiro
as seguintes publicaes : n. 18, do 2o anno,
da Beoista de Hortieultura, publicaqao mensall
de 20 paginas, corn numerosas gravuras inter-
-caladas no teoto;- n. 38, da IlustrafCio Poap-
,ar ;. e n. 42 da Illustradio do Brasil.
Seeretaria do bispado. No dia 2 do
corrente, reassumio o exercicio do cargo de
secretario do bispado do Olinia o Revm. Dr.
Francisco do Rego Maia, que terrrinou o 0oz-o
da licenca que obtivera.
Missa eantada.-Amanha, pela madrugo-
da, celebra-se urea missa cantada a') Seanhor
Bom Jesums dos Pers.guidos. na capella dl sa-
cristia' a cargo da irmandado do Senhor Born
Jesus dos Chagas, na -igreja do Paraizo.
A' noite haverA ladainha soletmne.
Anniversarlo Completam-se hoje 113
annos quo foi declarada a indepdndencia dos
Estados-Unidos da Amreria do Norte pelos re-
presenta'tes dos diversos estados, renido.'s
em congresso, os q'ihes lavfaram o seguinte
auto:
a Quando no curso, dos acontecimentos ha-
inanos Lorna-se necessarjo para um povo rom-
per os lasos politicos que o ligaram a um ou-
tro povo, dii tomar entire as potencias da
terra o lugar separalo e igiual a que as leis


da natureza e do D us da natureza lbes ddo
direitos, o respeito que 6 devido ,. opiniAo da
humanidade pede que elle proclame as ca'isas
qu3o (otetmiaamn a esta separa'.).
( Consideramos comaieviden-tes por si mes-
rnas as seguintesverdades ;. Que todos os fto-
mens sAo creados igauaes ; que et11 foram do-
-tadospalo seu Creador do eertos direitos ina-
lienaveis que entire esteg diritos acham-se
o da vida, o da liberdade e o de, procurar
felicidade. Quo os governor sao estabolecidos
entira3 os hoains para garantir estes direitos
e que sea just powder emana do consentiman-
to dos governa.dos; que quando uma f6rma
de governor cessa de attingir a esteo fim o
povo tern o direito de mudal-a ou abolir, e
estabeleoepmn novo governor, fuudando-o so4
bre este inkeipios, e corn enles organisand&
seu poder de taif6rma qie the parega o minais
convenience pdra a sna seguranca e suam flici-
dade.


ga, nvaouclio paR leis parMo 0 efto,
K Tornswa #aaims os epadvo l
Ca vntaal, eliea.au o o 4e i ',m O,
e.pala ltatxa e pman au.at o de s
rdenLtos. -l
a Creou-s3 u:na .-auttidbo ti, nv prl e
ge., enviou para este palz enxa fc Mwn-
pregados para vaxar nosaopovo o ( m a
a Entreteve eWtti qff, e en te t Tin,
eereitos pernmenteg aem o o p to.
de noss.,s iegislaturas.
1 Eilorgou-se para tarfar o podeRi
i'adepeadente da aatoridad ciV[l.e -ONl SU
period a-. ite.'.
'Combinou ous efrorg"& co-n .*) "-
pessoas para submotteor-snoe a u0
estradba-4koussa coastituix&ae
ida por nossas leis, dando a sua S*46oO a
varies actors do p etetida legista(;o, as quaes
actos tinha por fim :
a P6r em quarrel entre n6s grades corps
de tro1is armadas ;
Protege- os hsilleo engojados nesses cor-
pos por um procsso iUusorio contra o castigo
de assassitaos que toriam conumettido nas
pessoas dos habitantes destes estados;
( Destruir nosso cominmurcio coin ltodas as
parties do muado-;
aImp6r sobre n6s taxa seui no03so cnsenti-
mento; -
<( Privak-nos em algftahs cases, do tfieficio
do proesso por jurados;_
i Transportar-nos -al6m dos mares para no.
fazer julgar a pretexto 'le pretendidos de-
lictos;
a Abolir em ueIa provineia visiihaw o sys-
temaliabera daslois inglezras, ahli'-estabelecer
ua govorno arbitrazio e retair seuamnites;
afi:n de fazur-ao mesmto tewapo destaroviun-
cia urn exemplo e um ingtruma'ito proprio
a intrcoduzir at6 o governor absolute nestas
colonies; .
SArrobatar .nossas cartas, abolir as nossas
lois a4 mais preciosas e alterar em sua*,sscn-
ciaos poderes dos nossos governos ;
SSauspenater nossas proprias legislatumras c
delarar-se iavestido do pod-r de fazer lois
'obri4gaorias.ara a1s ema todos e quaesquer
casos., ,
( Ab'dicou o governor de nosso paiz, da-ald-
rando-nos f6ra de sqia proteeao e nos fazendo
a guerra.
i Arrestou nossus navios, desLt::uio aossas
costas, incondiando* nossas cidades e (massa-
crou nossos conridadbbs.
(, ago'a ule transporta grades exercitos
d mnierce&narios cstrarrgeiros para' roalisar a
obra ae m-orte, de desolafiuo a tyranaia, que
jafioineomeaJa cou ireumstancia dt:c'ruel-
dadfe e perfidia, de qaeuo diffieilmente ofu*aria
exemplos centre os miais barbarous seculO,' actos
es,-e i U"i aaal ia aus,4.o L waia
nagao civilisada... -
o Forgq ef*eos "iLdOW feols" prisio-
neiros no 'iir e pe r*eu' 'wm os. 6fitra _u
paiz, i tornar-se os carrascas de seus ami,(s
e iaos,: op, a bahira eme Dmassas sob o
golpe de seas ceneidadboi.
-(( E citou eutre nos perlurbaoOes doine.sticas-
e procurou aer destuir os lhabitantes de
nmossas frouteiras peW.iadIoa*,, esses seiagens
semr piedade, cuja manira mbern conhfida de
fazer aOguwra 6 m-asswvas Wdo-s 1a u ftun-
Qio.de idcde, sexo ou.coadie.. -
( Em cada 6poca dessa seriel-de qpressaes
pedimios justiiga nos mais humiides terms:
nossas reiterdda- petipt6es s tiverata em res-
posta repetidas injusticas. Um Vrincipe cujo
caracber 6 assim marcado por togas as ac(;oes
que podem assignalar urnm tyranaa, iucapaz
de govern& ua povalivre.
SE anunca faltamos ao respeitw devido para
corn os nossosirinmos da Gran-Bretanha. De
tempos em tempos advertimol-os das 4entati
vas feitas parsua legislataa para ostender
solB n6s urM injusta jurisdieato. Lemb.r.a-
mos-lhe, as circunstaneias de nossa emigra-
(co e de nosso estabolecimento nests paizes.
Appellanos para suaa justice e para sua magna-
nitnidadde aaturaes e conja~ignol-os em hioame
dos iacos de nossa commum origem a desap-
pr.ivarem estas usirpacoes que deyiar.inevi-
tavelhonte intorromper aessa ligaqio e boas
replaces. Foram tamb-nb surdos a voz da ^us-
t~ia e, do paretesco. Davemos jpois, sutbrnet-
ter-aos A necessfiadri qua ordena asosa sepa-
raegio, e olhal-os assist co0na, encaramos aos
outros povjs com.a iaimigos duria-te a guerra
e amigos durante a paz.
a Por 0onsogUinto,*n6s os ropresailantes
dos Edtados-Uaidos di, Atmrica, reuiidbs em
congiesso geral, tbmando por testoiuaha o
Juiz Supremoe.do Universo da .rectidcio do nos-
sas intencoes, publicamos e solemuaetnente
declaramos em aome da autoridade -do born
povodestas colo. as-, qae astas Colonia? -Uni-
des sao .e tern direito de ser Estatlos liores e


indspendentes, que est-o 4esligados de toda
obe,4.encia para corn acorba da Gran-Breta-
nha; que todo 1aCo politico entire ellza
Gran-Bretaaha 6 e deve ser inteiramenLe rote ;
e quo como Esados Uinres e indapedentea et-
las to-em plena..atoridade de fazer a guerra e
oracluir a paz,,de contLahir alliangas, dat re-
glaamoealos ao commeroio, praticar tofi"s os
outros actos ow cotmsas quAe os Estados inde-
pendentes teem o ireito de fazaer; e cheios de
robusta oonfiana, na proteego da Divina
Providencia comnpronettemos mutuamente em
firmeza desta deelaraco nossas vidas, fortl
nas e o naais sagr'ado6 de tedos os beas-ossa"-
-bonra. John tE Cock.-Batton Gwiiett.-
Limaon.-HaIL--C o Warthon"- WilliamJas-
p* P Joseph Iewes. -'John Penn.-Ediard
[fiege. -- tamas kynch Junior. ArtP"A
Middeleton. --zStai) Chase. William Pa-
c a v "y .
Camamas dos i M~ dos. -,,-tIfoe um
nossa 8.& pa dmII come tbicao
dp pamcerr dMyslimaia epwcul aomeada
por essa eaiara'lpara exanruaro pcojecto qae,
sobre coripanhia ..e aocledades awe'ikas ,
presenlou,-na sewsso de 13'de malo cl'1672O
SSr. deputadt Andrade Figueira.- Recomnen-
dmora a suamleitura. '
jIgmsIa--o.,- Lemos no "Ndro II, do
Dear,:
S FoM julgaid polo veonerandp Tribunal da
-feag, o f0murso iaante 0s0a Vt. proMo-
tor public do despkoho do Dr. jtui -de dieiWo
da !V. varB, n&o minM, aumde -a Raymwndo
Luiz da Costa, oouido4 per, lqeirq de-
nunoiado l%, U1wgvlaB, pida omort&iavomo
atof4fta6te- aea
-do sde,- afttrioamemae, uoig fn p

-- 7J W
*^<1^^^^ & l ue -riii inill-Sft


Asoaar 879:1l --sacos.
AlgtWite ,*4'14:899' sa(%eari.
Janeir a junhot 4e 1877
Assucar 66;:9G3 sacos.
Algodlo 66'93 saccas.
Exporifgto de-eseravos Dapante os
m 'aefs-daeieRho a haifh- do corrente ainno,
foram *ransportados desta -provhicta pra o
[tin dt"Janero, affim do e veem vendidos, 373

SP.ggdwriadietaz-etla. Nesta estacao
pagam-se-hoje as seguinttes folhias : -- JSun
comlfferetlal, consignaraeS d-s officdiaes TO
exerolto, justia die prmeaira instancia, alfan-
defia e ecorreio garal.
SJor'nal do Donmingo.-Pubhcoft-se o n.'9
dleste peidAeco litierarto.
InStituto FA ..-Hhje dve haver se
s.Io ordinaria ds- irt.tuto, A hiora e no lu-
a'r do 'Coslumrn.,
Loteria daBahia.-Dave ser amath ex-
trehida a grande loteria da Baihia, cujo 'natajor
preonA 6 do 190{90.f99.
pasisaftento. -Victima de uia aneurisma,
de qut havia tempos padecia, fallecenu ante-
hontem, em Nossa Senhora do 0' de Ipojuca,
onde ullimamrnente morava, o Sr Virgilio de
Albuquerque Oliveira.
Ao Sr. seu pai eirmAos enviamos nossos p3-
zames.
Mls-ellanea.--Os jornaes riligiosos de Or-
leans referem que um franciscano descobrio
um manuscript do anno de 1585, existence na
bibliotheca do arsenal de PAiris, em que se re-
futamn satisfactoriamente, sob o ponto de ',visia
theologico, as vinte aceusagoes avangadas pe-
los imrglezcs, contra Joanna d'Arc. Este docu-
.Qiento, de 400 paginas, 6 obra de "uuafrhnuis-'
caio, Elias Bourdulb, bispo de Pergignan, de-
pois arcebispo de Tours e posteriormente car-
deal, umna dzs glories da igreja.
A Garct: Ecclesiastica dA a seguinte noti-
cia:
( Ha 10 patriarchas pertencentes A igreja ca-
tliolica, send) 3 do rilo oriental, Antioqi.ia
-[dos gregos m-1lchistas, dos inaronitas e dos
syri)os], Babylonia e Cecilia ; 7 do rito latin:),
Gonstaitinopla, Alexandria, Antioquia, Jerusa-
ltm, Veneza, Indiag Orientaes e'Lisboa. Toe;n
nuacio as seguintes cidades : Bruxellas, Lis-
boa, Madrid, Mexico, Munich, Napoles, Paris e
Vienna. Teem internuncios : Haya, Florenea
e Rio-do Janeiro. )
*, Um sjbio acaba de descobrir um meio
simplicissimp de pruduzir luz, sem velas nem
phosphoros, nerm gaz, nem azeite de qualida-
de alguma. Consiste em p6r em urma tribuna
tum deputado governists, em outra umrn da op-
posicao, e deixal-os discutir. Ora, toda a gen-
te sabe qat da discussito nasce a luz...
*, Um sogro pravidente tomava informai3es
sObre o seuafaturo genro. .
" UUm de seas amigos diziathe 6 maior bern
possivel do rapaz. ',-
H Mas devo oonfedl<-lhe que elle tern um
grande defeito... -
qual 6 ?
Nto sabejogar!
SMK'as isso 6 -t6 uma exellente qualWade!
Mas 6 que elle joga assimn mesmo -
,*,N&rnal francez Lit CGentralisatio. de
25 de junho encoitramos a seguinte e ournivja
tiollkua: .-
SMostraramn-fes hootiem um sot con a ef-
figi da primeira republican. 0 valor moneta-
rio nio passa de um vintem; m-as, em.eom-
pensaQtio, a sympathicahistoria que essa moe-
da rapresenta, ascende-lhe a valia A que tives-
se, se, corn o mesmp peso, tosse de ouro em
vez de cobre.
a Seccionada ao long do piano da circum-
ferencia em duas partes iguaes, p6de abrir-se
e fechar-se A semelhanga de uma caixinha.
a Ora, esta preci--,a moeda abrigava a cor-
respondencia clandestina, que mutuamente se
enviavam no tempo deMaria Antonieta, Luiz
XVI e Isabel.
a Conservadla por Cl.ry e lgada a sua fam*-
lia, pertencia ha pouco A sua sobrinha, a Sra.
de Vale'aQe,, ge depois a offereceu a sen irm.o
F., o qual nos proporcionou o respective exa-
me e aos leitores a presente noticia.
,', Mr. Loecoq de Boisbaudran, rico indus-
trial do mnoe dia da Franca, quo emprega no-
bremente seus ooios em experiencias-seienti-
fleas, remotteu ha pouco A academia fra-nceza
a communicag&.d haver encontrado indicios
da existefmcia piavel de um nov6 -corpo sirm-
ples nos resultados do exame chimico de um
mainerio -preoedeifte de Pierrefilte, nos Pyre-
neus. espoctroscopio foi que lhe revelou a
6xistenia de um metal desoonhecido. Ao
queirnar os residnos d uminerio de Pierrofilte,
Mr. Lecoq- observe no espectro.da chama
umas raias violaceas que naho podia proceder
da combustao de um corpo eonhecido, e de-
duzio qteti se achava em presenga de uma no-
vasubst$hcia elementar,, que logror-extrahir
em .quantidade safflieinte para Stbtnetter A
analyse. Guiado por um sentinl!ito patrioti-
co, propo0 Mr. Leoq qise d.ss ao novo
metal o nome de galtiurm.


', A-Ademia fraopeza aeaba de terminar a
reviso do ultimo fasciculo do sen dsio'inario,
que, depois de um trabalho naQ interrompido
de 8 annos, flcou co'nctuido.
Foi sea redactor principal at6 1870, M. Pre-
vost-Paradol, e desse anno atL hoje, M. de
-Sacy..
Esta nova ediVA.o do die rionario succede a
de 1835., que 6 a sexta publicada depois da
fandag, da academiia em 1635.
Na ed 6o de 1694, estabeleceram-se as re-
gras da grande' obra emprehendida.
o prefaceo da edicao de 4797 6 de Garat, an-
tigo ministro-da justiga. "
SDeve-se a M. Villemain u ma obra prima: o
prefacio de 1835.
0 prefacio da nova qicio 6 formulado por
M. Sacy. .
S. M. o Imluperador do Busil; -- No
Journal Oiii &eUfe RMpupbUquie Promeaise,' en-
contramnoas- o seg.inte regumo da sessto de 14
de maioe,' da-Academia das Sciencias de Paris,
presidia polo Sr. E.-Peligol:
f- 0-r. presidente:-Tem a palavra S. M. o
Imperador do Prasil.
S S. M. D.-Pedro de Alcantara: Tenho a
honra de apresentar A academia diversas no-
tas que me form ranosmittidas por sabios cque
trbalham em nosso palz. A pfimeirae do'Sr.
Gofceix, dijgtar da escola de minas do Ouro
Preto e daz a.reaqeito da escola:
a ... On09 Uwa U da escola form evgui-
dp0GiAJ AM desde 13 d& oaunl a os
,auros :e Osa O tivera.fem-
pam dqig ae dias fekw*
Preto)


0-

^fi~afeAn,]


I egQnd ioa RO4 o Sr, 6ae~W
58c4mEsola~olyteehaica do RfiC^Bi^'
or julga ter.a.do urna r.tI, 4
machit~a' 4.1,
.0ft. Gognt e eI
sn1Yectuafe n 'iEf ly
do Janeirt. ,7
D r. Dau v f dbvr.9 t
de c rUI
oberti^aM&
ina. Mui*' kltij.=o,:S1o
uma amos"Iaaia K 9
Qmas. Qwact*4lrLr L
grande quadljbWd dot
obtem-se umn residue crystalisado s emelhante
"an 0^aMi.p4e Widium, mas que nio 6 ou-
MM ^^D^ $ i* que um phosphoreto do
erro oniel ?j difficilmnente atacavel pela

a MNs como tive a lih:ra de explicar ao Sr.
Daubree, entries que ni) eu occupan-se desta
quest *; qu me obrig.. a deixal-a'de lalo.
Assuim, a'atureza de-te rasiluo crystahlisado
nao foi determiinala por mrnim. 'm,) trab.dAls
pessoQes, eu ternino neste moment u:na pu-
tblicaao sobre difftreitles Li'ocassos de lingi.,
Vppfi-aveis ais psquizis milcrographicas.
a Occupo-me tambim corn .i analyse de urma
cria Imulo curiosa, de ispocto mineral, pI-5
de naturzea Isilis i, 'iIw se depi)sita no
ifte-ior dos troncos di, .9,'lCUI P,'JI'L, FIoi
an Jma excursdo feiLa pel -prlvzei '1-
Minas que obtive estas curio-as amnosa;.
Prepare um relatorio c;anplctl.) sjb.a c-ssa -
cursdo, mas, como esc.'evo 6 m .portugaez, o
trabarlro seia umn pouce mais dlemorado.
Qs .- preparadores trablhjam ciarmigo aa
analyse das quinas de There opolis ..
(('CG3m3idm3s a analyse da batata d6ce, que
6 destinada, se me n5o engano, a tornar-se a
beterrava do Brasil. A official de gaz paraos
ensaios esta installada na escola.; devemnos
faoer experiencias ,ornparativis corn os sciis-
tos betiniinosos da Bahia, o carvao de pedra
de Tubaro e os lignit..)s de Cagapava. TUm
dos doM reparadores, o Si. Silva Telles,
trouxo de.Ca apava [almn do liguito] bellas
amnostras de uma jazida.fiuito abundant de
u na especie de kaolim, c da urna alvura per-
feita o podcria ser empregado sem nenhuma
preparac.o. Corn o ligitojempregado como
combustivel, poder-se-hia, poise, fabricar todas
as espectes de ljuuas {inns, porque o eami-
nho de ferro cheg 'i .. Ai;apva d'aqui a umin
mnez e meio....
S..... 0 Sr. Escragioll Traunay, ex-pre-
sidente le Santa C fitharina, deputado, nos e!-
vioa para'analysir aguasinineraes muito inte-
ressantes. Vamos poxi am nnte conjear e.-
sas analyses, )
(( D. Pedro levantou-se e foi pessoalmente.
segundo o costume acideinico, levar ao pre-
sidente as nolas que aipreseiditAra. s
Comiiiemoora6es funiebres.- Aiaaha
serao celebradas misses:
Na matriz de S. Frei Pedro Gongalves do Re-
cife.'is 8 horas d( dizi, pela alma do capiato
Manoel do Nascimento Araujo, mandadas ce-
lebrar por sen irinio, o Exm. Sr. Visconde
,lo Livra-nento.
Na matriz de Salito Antonio, As 8 horas do
dia, pela alma do chefe de divisao tlerone-
gildo Antonio Baiboza do Almeida, mandalas
leebrar polo sau aminigo, o Exmn. Sr. Baira) de
Nazareth.
Loteria-Sabbado, 7 do corrente, se extra-
trahirai a loteria 231.a em beneficio das obras
da iAova igreja de N. S. da Penha.
O, bilhetes acham-se A venda na thesoura-
ria das loterias e loja de calgados do Sr. Por-
-o, a prag.t da Independencia ns. 37 e 39. As
listas sahirao no mtsmno dia o os premiums se
dagardo no seguinte em diante.
Hospital Pedro II. Movirniento do dia
25 dejunho ao dia I de julho de 1877 :
Existiam 407,-entraram 63, salhiram 40, Tulle-
ceram 11, existemrn 425.
Adyertencia.
Na totalidade dos doentes existem 425, sen-
do 366 homes e 159 mulheres.
-?oram-visitadas as enfernarias estes dias
98,. 7 1/2, 8, 8,.8, 8, 8, pelo Dr. Moscoso; as
9, 4/2, 9 9, t4, .%. -polo Dr. Vianna ; ss 9, 8
1/2,,8 1/2, 9, 9,.polo Dr. Cysneiro de Albu-
querque ; as 8, 8 -1/2, 9, 8 '1 2, polo Dr. Pon-
tnal; As 71/2(,'8 1'2, 9, 9, 10, 9, pelo Dr. Ma-
laq.aias ; as 8 1/2, 8, 9,8 1/2,. 9, pelo Dr. Cha-
con ; as 7 1/2, 8, 8 1/2, 9, 7 3 t, pelo Dr. Este-
v-o Gavalcante.
Faflelerain.
Caetano, tetano traunmatico.
CanuLa.aria-da Conceicho, tuberculos pul-
monarea-
Ldoviha, diarrhea.
Manoel Barbosa da Silva, tuherculos pulmo-
nares.
Jose Paulo de Souza, diarrhea.
Felieiana, tuberculos pulmonares. "
Maria da Gloria do 3Espirito Santo, apo-
plexia.


Felismino Leite Ferreira, tuberculos pulmo-
hares.
Benedicta, tuberculos pulmonares.
Francisco dao Paula Urbano, feridas conLusas
e gangrena.
Maria LWiza, diarrhea.
Vapores-Slo esperados os seguintes:
Parand da Europa a:manha
Bahia do Sul aLe 8 (
Guadiana da Europa at6 11
Parad do Norte at6 13
Minho do Sul at6 14' C
Galicia da Europa at6 15


Pernambt'co


Nevoque
Neva'*


do Sul ,
do Sul
da Europa


aL6
ale
atL6
WL


LeHies-Hoje realisa-se'o seguinte: I
Pelo agent Pinto, A rua da Imperatriz n. 8,
de bombas de Japy, quinquilharias, ferragens,
miudozas, etc.
Amanhti devem realisar-se os seguintes :
Pelo agente Pmnto, A rua do Born Jesus n.
43 : das casas terreas ns. 2 e 4 na rua de Ria-
chuelo ; de um rerreno junto As mesmas ; da
metade do sitio n. 3 no Arraial; de duas par-
Los do sitio n. 30 no Caldeireiro ; de quatro
casas tereas na Capuaga ; de dous terrenos
-no mesmo povoado ; de duas casas torreas na
rua de S. Joiao ns. 3-e .13 ; do sobrado n. 19
ha rua Direita dos Afogados ; .da casa n. 1
da rua das Pernambucanas, na Capunga; e
de dous bustos de marmore, representando a
deusa Ceres, e sete bustos em gesso, repre-
sentanda o u linperador o Sr. D. Pedro II.
Pelo agent B.rlamaqui, A rita do Imperador
n. 45, de moves, piano, vidros, espelhos, etc.
Pelo agent Dias, A praca do Corpo Santo n.
9, de um excellent sobrado de dous Aniares
e sotao; site no pateo do Carmo 6.'20."-
Cemlterlo pablico Obiuerio do dia 2
de julho de 1877
Joaquim Bernardo de Mendonca, branco,
Pernambiuco, 66 ann.is, casado, Boa-Vista;
antraz. *
Hermina de Alhneida Gomnes Penna, branca,
.Perna'mbuco, 37 annos, casada, Santo Antonio;
beriberi.
Acacio, pardo, Pernambuco, 2 mezes, S.
Jese; convulsbes. -
Florenola -Maria da GonceiCio, parda, Per-
nambuco, '21 annos, solteira, S. Jose ; phtysi-
ca pulmonar.
Alexandrine Maria de Souza, parda, Pernam-
buco, 22 annos, solteira, S. Jos- ; gota.
Domingos Jos .da Costa, branco, Cearia, 42
annos, casado, IWcife ; congestao pulmoW.
- Jovina Maria Acedoli, part Parahybl, 4
annos, solteira, Santo Antonio ; congesto ce-
rebraL 6 '
Rom'oa '.Ijleo Jesus. p* i Perhambu-
co 70 Jos. ; eiO ite.
Luit^ e^ afe-ret^ Mnamuco'30 a&-,
nos, "itWeirm yist., scOrbuto.
Robfl .ya,ix.prenla..ambuco, 40 an~aos,
pott Boa-tt cI.c.o no _,ro..


A mpll a~eeia ,ei a iH
Do Recifes 49pe)te Geno1io pQ j:0 da
Ross, wppelkmbs w HbeftRcWBOiea.-tb, Isabel
eThomazia. RelakoreSr, deemIuwaoor Reis
e Sih'a. tRevisores os Srs. desedaMrgadores
Alin'Pida Albuquerque e Aioli. -A watena
por ii'.iinimidade conflimada.
PAUAGOHMS
Do Sr. desembargad:or Lourengo Santiago
a Sr. deseinbargador Reis e Silva :
Appellaoas crimes
Do Rlecife.-Appellante Aigusto Francisco
de Paula, appellada a justita.
Appellagces erimes
Do Quebrangulo.-Appellanteso proctor
e Gon.alo PereWa da Silva, appeltaios Pedro
Antonio do, Alcantara e Jose C zumba, esce'a.
vos. -
De Porto Calvo.-Appeltante a justigQa, ap-
pellado Jacob iravaras da Silva.
Appellagao oommercial-
Do Reci'e.-1, mbargantes-.es a3miaistrado-
res da fallencibt ie. Manoel JoseTinocb de Sou-
za. eipbargados Pedro Tinoco de Souza, Anto-
nio Alberto de Souza Agiiiar e outros.
Do Sr. desembargador Almeida Albuquer-
que ao Sr. desembargador Motta :
SAppetlagio -ivel
Do Recife. -Appellante Angelica Beraarda
Pereira, appellado Antonio dd Souza Re'o.
Embargos infringentes
Do Cabo--E:-nbarganta. Ignacio Manoel Felix
da Silva, embargadoMarwel da VeraCruz Line
c Mello.
Ao Sr. desembargador Accioli :
Appellacbes crimes
Do Buiquo-Appellaute.Joo Valerio da Sil-
va, appellada a justiQa.
Do Pilar-Appellate o juizo, appellado Epa-
miiondasNunies Campos.
Appellacgio civel
Appellantes Jodo Ni(rnes.Thonrr de Souzal
outrus, appellados D?.Consa Frangisca Xavil
do Mello e ouros. .
Do Sr. desembargador Accioli ao Sr.l nse-
Iheiro Doria .
Appellagbes .pimies
De N;.Lzaretli-Appeilante Aitiaro Mathias Be-
zerra, i*pelladla a justica...
De Garanhuns-A.pp1a..1ate Bernardioo Josd
de Lima, ippellada a jttiia."...
Do HRecife Appellantes Joaquim Joss de
Sanl'Anna e outros, apiida ajLstisa.
SDe G.irainhuiuns-AppladWrl o promiotbr, ap-
pelladj Bernardino Ferm de Melo Caral-
cante."
Do.Pilar-Appeante a juUstica, app(llado
Paulo Jos6 de Arago.-
Do Sr. desembargador Souza Lcao ao Sr.
desembargador Lourengo Santiago:
AppellatBes. crimes
Appellate o juizo, appellado Crispim, es-
cravo; appellate o juizo, *appellado Olegario
Jos6 Pino ; appellante Francisco de Azeyedo
Carvalho de Siqucira Varejao, appeftada a jus-
tica.
Revista civel
Recorren'es LuCia Maria Ferreira e setfs fi-
lhoa, recorrido Matheus de Oltiveira.
tiligencias
GCom vista ao Dr. cutrador geral e depois ao
Exmn, Sr. desembargador procuarador da co-
r~a
rua :
Appellano civel
".Appellante Manoel Jose de Souza, appellado
o juizo.
Ao Sr. desemibarwgador proumotur dajustia ,:
Appellasao crime
Appellante Francisco Correia Pinto, appella-
da a justice.
Coin vista ao Dr. curador geral
Appellagao crime
Appellante a justice, appellado Manoel Fran-
cisco da Costa.
Corn vista as parties
Appellaglo civel
Appellante Virgiaio Horacio de Freitas, ap-
pellada a fazenla national.
Assignou-se dia para julgamento dos se-
guintes feitos :
Appellacoes civeis
Appellante Luiz Gomes de Moura, appellado
o barao da Soledadp ; appeilante Izidoro, por
seu curador, appellado Franhisco Manoel de
Siqueira ; appellante D. -Maria Joaquiaa Men-
des da Silva, appelladas Francisca e ,Maria,
por seu curadur; appllaiile Jo Tei\-;?'ra
Machadc, appelalo.' i~ll8 de Astsi".rvalho.
DISTRIBUIg5ES^
Ao Sr. dese.nbargadoSoaza Leao :
Do Pianc6-Recona:.o.'juizo, recorrido
Manoel Freire de LaVOt. 3.z
Ao Sr. desein-a g Sitva :
Do Recife-Ag' rdo Mayer, ag-
gravadto o jnizo d 'onerczo.
AppeUa crimes
Ao Sr. deseml.argac Souza Leio ;
Do Pianc6 -Appellaiti a ]'stiqa, appellado
Francisco Looes de Siqueira...ampcs.


Ao Sr. desemnbarga g o Santiago :
Do Pombal A&p ha Maria da
Conceigao, appellada a .-"
Ao Sr. desembar -eis e Silva:
Do Pombal-App a justiga, appellado
Juviniano Gones da 9 a.
'pcerrnu-se a sessao A 42. hora da tarde.


PUBLICA(OFIS A 3O

Gratid o -


4-














































^ vista reWso de conths que fez o no-
tavel flnanceiro o Sr. Florencio da -Cos-
Atao iwiveua.
0 J r*a 9 do, Recife de 30 de junho
S. deu-nos essa' grata e lisongeira ioticia.
., Pois bemn vamos,.efat 'ttla, scores-
ta, algumaw cousa de que sabemos.
Vai se retnir na, (onchindchina urn
congresso do4 prirueiros tinanceiros do
wiwverso para se po6r em pratica tao es-
StrOtrdoec trabalho, que vem fazer ura
revolu~o na seiencia economic.
-. D'ora enm diant. nao havera mais sec-
S- ca, nern inumdagoes, todas essas calar
inidadea vdo dieappareeer por meio do(
prooesso eeO*mico, do Sr. Florencio.
A- A rise meataria vai ser conjurada
d( uma ve para sempre : nao havetr,
inais nest& mandfodifticuidade que nao
se superei at6 do mordedira de cobra
aoirwetsniueisninguem.
G0 peemtaio'triginal, de que awo' se es-
j' jii, e mu-. S., ficara elliminado do ce-
(1go celeste, nieo-nos faltarA mais nada,
camuinheHs, aom certeza, para pleno
paraizo seiu preeisannos de rezas,
missas e pmliteicias.
0 vbo kAfendario sera reformnado,
e assim dove ser, porque este memora-
vet acontednmento vetn marcar nova,
era.
EstA desoseberto-o mel de pao post
Stantos tiattos que labores : Essa gloria
estava reservada para o Sr. Fiorencio.
Na verdade a cousa nao e de graas-,
a humanidade est se pondo emt mo-
vimento.
Do S. Felippe de Bengu6la, de Mom-
baia, de Loanda, dos Hotentotes, da
Syria, do Joyv, e atd mnesmno da Pata-
gonia, serao enviadas ao congress as
primeiras notabilidades financeiras, pa-
ra estudar o nori pins ultra do Sr. Flo-
rencio.
Lat.... bem nas summidades do Da-
walagiid .o Himnalaya, vai ser erigido
um colossal inonumento em me@moria
de tdio elevada personaaem. Esse mo-
numento devera ter a forma de camel-
lo, 0nio desses dos deserts d'Africa,
sert mesmo corno os de ca, do dus
p6s, corn botas russianas e luva de
Jovin.
Viva, pois, o progiresso das luzes, e
diga-se dopois que a humanidade re-
trograda, quando aquella fectinda -ca-
Ioa, prodtz' tao maravilhosos pa.tev
0 pai do lwnttarudo.

9revwe reflexes sobre a corn-
panhia Imperial
A inaneira irregular pela qua! a companhia
Imperial funcionma nesta: oidada por ioiaume-
dio do seus agotes Browo, Thrxosoo & C.,
imnpo-nos o dover do vir a imprensa ppLentear
ac public a situaao em que se aeham colls.
ca.daaquelles que tma effottUadi' seguras
nesta companhia, e qeO perante ella teem le-
gitimas rdtamtl ,es .
A questao, nol Idkqetetfs que se p6de del-
xar passar desapero bida e sem reparo, par
que affect a 9rs itlamses, e prejudice so-
inl,,te aos qpoeaboa tjultam-se garantidos
< ee:n vir'ukd. a .cpattalbs.
Xo retirar.-e abcidiade am principiodo
c nrrente amuo .agdfhte interno Le Jones, flze-
ram os Srs. B tw, ThWison & C. inserir an-
i niucios, deearaade-se" utOrisad pea- direct.
to'iA doa lnMpett a'atenias qwauw jsvuo, as-
giaaiw reai/t. et., etc., a4, a nomeaceo de
rqen1.';e4tiro, e assim funccionando na quali-
dada da: t, intaeins, promoveram e effec-
tuarmi- direos(* bontratos.
Surgem poeta4orneate algumas reclama
4$es eate urea sMena em virtudo da qual 6
a Imperial obrigacda ao pagamento de ama in-
demaisacato proveniente de um sinfitro.
E qsaOdo os interessalos julgavam que os
Srs. Brown, Thomson & C;, anicos encarrega-
dos ,os negocios da Imnperial., nesta cidade, to-
mariam em cohsidera~co taes reclamaces, ou
pelo menos procurariam conhecer do sua
procedencia, viram-se completamente illudidos
e myasficados. Depois de innameras exigen-
cias a ttilo',lB accord, e prolbngada denH-
'ri, vendo aquelles sonhores que a Imperial
" n, ao podia exiinir-se da responsabilidade do


pagamealo, em razlo do direito quo assistia
aos reolwrnant, e da prova pmr ellos Jada,
provararam n& falsa sahida, e declaramin que
nao s.o agona da Imperial e que emr tal caso
adhaoa-se impossibilitados de conbecer de
qaatquer rdclamac&o em negocio, que nao
S .sja rmceber o premio de contrato. de se-
. ". f o -
Nao sao afflrmagOes vagas que fazem,06e'
%' futmdam-se ita" an faotos., tlgnais. dos quaes
exhibidos eti .e, e#e sraeoan aauadyo, e
1.. ._frazidos msjgtLid~mente ao conhecimento
'+/ .: Tal l#0 iemu, 9 a-. r natural,
ligar v'io a = Ispelos ior-
mkaes, e c ,.a qua con"inpq podase'sfdo
'-s.-Igunma's llosA.senorege
q otaiver onAitenha
.de. o l -M orm. pela .t- q sAo
vpops..o .l ip, in-
Am' ;'-'- :--4e. a, d.a 1 a nho

B '> t: 'A iB t&efifte ffec-


Nao acredltaaios' lnaaivte que sa16AKl a
grande dijftaga que procuram estabetcer
entire igente ettfv& e"nfinfmw.
&i43e9oa cgsOdft aitad& stOJM.pelamoaW
riamtaros Ss.Browvm Thomson & Ci,, incapa-
zes de dirigirt nftejs*., datorceiros,
Entretanto o que asseveramos, ae havemos
de tornar certo, 6 que o -proilintento tio)
at agora para-co-n os- segqukileo*te tern ioe-
.mondst0ao a prorado o diteMo; que }l eaassis-
te, 6 urn aLtentad, ozmtma ataa. f6 dos con-.
tratos e a completa nepQgla do citado deereto
P. 3,154.
Tallpooei.ffmento, portan, nab passiar de,
uma experience sem exito,. -e aabstenmo-
B<-de qaalifiour. ,
Os~nteessads.iode fazem effective o seu
direito perante os trihbnaes, couiprometten-
do-so decade j a analySar todas as: peripeeiks
quoe se der e forewn oecorrendo, aftm de qpe o
public e os futures segal4dos eonleo A .
s'ranUa que olferece a agencia da companhtia
IrTporial nesta cidade.
C.ontirwaremos.
ReciTffe, 3 de julbo de 1877.
Virginio Hora delegado de t Hamb, Christo-
vAo LeitAo Vleira de Mello.
A perseguiCao que tenho soffrido 4o delega-
do do Itmbt6, que entenden nao dever euvi-
ver, me obrigp a cdap u,..brad6 e fazer vOr ao
public, o qut tem"t sofidoe. .
Ias, 4egad. quee 6 sabhor doao.-awgbho
Monge, que extra cum Lagep,,ondb ioro,
entendeu quae nada devia eu coLher ds .minhas
plantaoes soltrando grande cavalbada era as
runhas lavourius, de modo atudo&. destruir,
sendo esses animals acompanhadoi per seue.i
apaniguados, qde vadiam a parw posterior
da minha casa, dirigiado insultos e impropbe-
rlas A minhamulhor...filhos.
Esses factla zbai) s, bM. k ato~i o, is sAo no-
torios em Iftinrt, ende-lo abet istica, e te-
mo it ir A miha casa ,piral niisvetffir4* ato
d.sew aurridhdie 4cfil, ew*s fj R'(tb- a
mal maior, vejo-me descasado sem estar.di-
vorciado.
Ndo 6 s4 iso ot'c.m eato a emn Lago more
gente de cond-id b iduvidosae'todos armadas,
e atd oriminosos oonheekdes ioc q isalitam mi-
nha fad ijr,; outamegmnteinvadem a part&
posterir;.da miaba oQa, '
Minha mulher v4-we forgada a ter# potta
fechada, e ve-se po4 ..sjim dizer presa, seja
poder tomai reSa roa'..d
JAL tend o delegadb consontidoe agosto
do anno passado umra matula decigao.s inva-
dir Lages, que corAtmotterarn quanta depreda-
cao ha,, e os protegia por os tLer em sua casa,
e porque me OppLz a essa extors.o, fui )reso
e.solto por aceoordO da rela*lo.
SAssim levado quasi ao dsespero, peco ga-
rantia s. autoridades supe ri da proviacia.
Virglaio CoSl de K

0' eagenhe Pift*ag-WWRa
Das palavrar wrespoeflr aoprotoet. acom.
quo couttA a ienda doeoaegoha Pi angyas~s
,Tom hoje naoiAj o a S. MlaS. Alvs Fer-
reira.,
Neu pa 4o?.n9 rAJIvaM o Ubvb.~ iropxie-
Laxia desse ngeneboera rawpausavlp~a.,om
o oommndndor Joke- *ilp-- Letomo perObI
tras de seu ac.Aa e Js traspassou ao Sr.
ManoelAAlvae. -q 1 ..p a ajonstituio credor,
do ambos. .
0 dait, i.n lflrtg dei tneu pai fbi
sati4sfet4l"1 dMq~ tp,- b^ g. Alves prefe-
rido executar aquafcommendador @ aceita-
do pare seu paaaento ulLa. lo eo
meMG.M Ovidf.coAtr0a o 0 ten0 +-oCQojmelGas-
par Gavalcatte, nao fiaal 4-,bma broapdo,-
d'.taakdo d ,prseaur na .4cnv- -contra
meu pOI, e nao( Wi$ po480do. sgo 1eittW
volver a ella. pois flc, prcow hdiada, -pa-
gou esto ao rteidocomImendador e a nienbum
dos dous deve mai.cottsa a mgo a.
B*^o, que ja.foi AMAiwetma fg lG Mf o
do 24 de mare *: qu'uwL; tra nao ter o SJ.
.lves.razao algurua ptpaka istij airda em pe
creditor 4e quoem' J..oltt seu debito* o por
nada ihe e reeponeav-elj mostra ra falta de-futi-
damento de seu puotpto.. ecife, 3 de julhode
1877.-Joao BcU-fTh d.

Esooia Phijetechnica
CURSO 'DR EDUCA(.AO PfJY'ICA, INTELLEG-
TUAL, MORAL E RELIGIOSAr PARA .0SEXO
MASCULINO, RUA DA UNIiO N. 33 A,
PERNAMBUCO
E' bern conhecido de todos que tern
experiencia pela pratica, quantoF rouba-
ao bern do addantamnento moral e intel-
lectual dos aluinnos o trabalho que
teLn directors e mais enpregados vet-
"deiramente if*eaBsdoi--tee-bemt


dos internatos em regular e inspeccio-
nar negocios puramnente domesticos, fi-
cando f6ra de sua vigilahcia assiduaes
negocios de ensin.o.
Par isso, o abaixo assignado, emp.-
nhado nessas questses de educagio,
resolve dirigir um institute em qae
todo seu cpidado se consagre a eila
em seus 'Narios ra.oe conforme o
prograinma que aprese&ni em seus es-
tatu ts.
E' eiapreza neste genero ainda nova
aqui,-o seu dietr -espera.sem. vanta.
josa para aqueleqaqpe teem sua resi.
de:ici- na capital- i-,
A dedicaao coin qum searva a esein-
tuito, .-eatuda a qse -par esaefibcame
temrn ddb ',; rayj 'idgatw' anflos

Santa .va'b- do Dous
de DezulQAque apret
sSt )aji~~p^_u.peh


V
Wetoxemi.
DA PROVftIA' TWFP.4NAMUBU"O
Corn garantiaC do 6VearnA In-
perial
Estabelecidos a, roua d Comniaereio'
N 48 J
Decreto n. 5, i de :18 de abril de 1874
A CAIXA ECONOMICA recebe de cada indi-
vidao,,dosde I I a o u natipte desata quantia at6
504 por sejnanua, ajuros deo 5 pop cento-ao an-
0o, cantados dor dia seguiste ao em que tiver
lugar odeposjtO.
'"o e que as quantia deposaUdaza e seus
juros prefizemep a-aunwa. de 4:0005, s6 esta
.-tna-izortaaciac. aUn*wA a ewoeprjuros;
,4s~nrvando-se 0 restante, ems deposit, sem
pr ,o, emaquanto o depositante o nao ie-
clamar.
0 depositante p6d retirar em qualqaer Ler.
po: today a quantia dapopitadaae seas jurors, ou,
s6mente parte, pre'enindo. caixa comrn ante-
cedenciadle oiia das pap-Weo8ee qead-a ex-
ceder d e 10& a impotaacia que quizer re-
tirar.
No fhimnde ada tseaostsra do anno civil serfo
capitalisados oas juAros vencidos.
0 depositante quo- pprder a respeciva oa-
derneta, devera participal-o im atsamegte
A eala, amMiwiuacldo a perti pe&aaeeta de
maior oela quese lbheexpediE.
T expressawnte, prohi4io ano depositante
fazor emnendas on qualquefaUteraQZio no Lexto
'da cademeta.
0 MONTE DR 80CORIRO faz emprestkuos
de quastias de',5) aL,, atqae for oanmnaina-
da,. sobre ponhoros de prata, oure e dumnan-
tes, a jurors de ip-o cento, ao mez, sob as se*
guintes cofndiaes: -
4' "Pagras reApetivia'quantia--oomi,'p. mio
de 1 par oedtowowma.quese v enan dosontko
pmazo quo se 4oqjccoar. que serA couladd
da data da opera*.
2'. Ser vendld m1r telMob o' penhor, se un-
cidoo tempo af'46rresgatado,. ou pmws o
. prazo do %Vredtima. -
; 3 Pcescrever a saldo do mesmo penhor, se.
,nab f6r procurado durante o prazo de cinco
annos, co0tado d data do' loilao.
4.4 Seacoaecr-qtie o peaow saeutravie
@este ostablpsgl e aopossa .esi
luldo ao mutuall, s era o aesureiro olbtiga-
do a pagal-o polo prego da avaliaCqo e mais
25 p3r cento de indemnisacao.
0 muluario lodera resgatar o plnhor antes
do pramzoefipuld,, pagaldo a quautia er-1,
prestada e os jurbi.vsu.idos.
Recife, 11 de junho de 1877.
Q(-far4a livros,
Francsia JaU17L Pereira Pinto.


".*-odN. S daGrkaa
N.: 0O-PONTE, D'JCIIOA-N. 10
,Diretora
MadioiWQl.e Mna CarolL
SOgrio de ihstJUc a, neste estabelb-
cimento consta de prtuguez, francez,
Mngle71 oaQlU grivetica,

piano, ca0o, obofdados de todis
as quaidal s, qma, flores e desp

Remebefle peinfisoitas, meio-peft-
*mtiwts eeiteiras, sefit as priami.-
#s a, 4^A. d '. tnd a W e as ttil
mas por 550 0 po m- 'Uao', iaVeW4o
extras,
AiI ar tda na feio e a fran-
ceza.:


InstitUtd eL imONA Senhora ;
do Cao -
RUA DE S. FRA7.2O. MCETE 72,

Prouessores:
Prinwiras letras e pptuguez-o director.
Latlm-o Dr. Ailino de Ataujo,
Francez-o Sr. E. U. Mazeron..
Inglez e rhelorica -n Sr. Francisco d) Brasir
Pinto Bandeira Acclol4 do Vae.enoeHos.
Geographia, bistorfa e phlla0oph-a- St.l'g-
nacio do RegoBarros .Ppa..
Arithmetlca, goemetri"e a- bbra o Sr. Jos6
Ferreira da Cruz Vieira.- '
Desenho de paysageas e flguras-o Sr. Alfredo
' D u c a s b y e "-
Musiirma vocal e in'strdmnfital-o Sr. Candido
Gomes dfa St7Iva.
Recebe alumnos lhteaos, 'senii-inos true
externosr. .. C" -,r s

DN. 446.4 L^ietc icn

mediante o two-dd' ,pe8orJd do c wiaeao
huita, todp.. in"gs de
tosse chronica, Ocjii

quando a nMt1.
nmeate os
00^^H~^


DESPAGHOS DE UXPOIRTAAO NO DIA 2 LDE
JULHO DE 1877
blons. da I erior
Na bare-a, mmormF *maiijo IV, carregou :
Rara o Rio, drldPtstk 1. P.oreira Junior 17
barrits ..oaE: w s. dagrtardltnte.
Na L.Ao a, porluguer, Zaida, carregaram :
para Lisboa, S. G(rimarges & C. 1,0,44 counos
salgados corn m2, 1488: kulos.
figs barc.ajortag Loea Leal, oarreganmui.: para
S uorto,,, SQirameds w C. 208 courts salga-
dc corn, 2496 kilos-; J.M. Cruz 1 harrica caMu
48 kilos d4 assmtar braavo, 2 barris comn.l
di~sio lettBI 6Lgarrfes com 33 trom de
aguardente.
Pozrtos do interior
Na bara nacioaal Marin" I V, oarregaramn :
para UruawiayiBa, J. S4,txyo,& iho 240
bar rioaca im, 1,t83 kilosiB' amsuar braneo.
Nb .navio hos lanhol.. tt caegor : pa-t
ra. Umrgaayanua, F. Ito Guimarles 865
pipi mcoi 28,80 litros diaguardente.,
"Se lugar naoeoaa.Arabe, carreg.ramr. papa
-o Bio Grande do Sal. Amorim anuos4&C. 43
pia corn '20.40 litUros de aguardente.
fWQo vapor naoaaon-. Jaguwi,, carragaram:.
paurao Cer-,, F. Diarte de Azevedo 10W saceos
conm.6,000 kilos de-faznaha. Para a N&-atal, A.
G. Torres 606 sacoos ooam3,300 kios de fa,-
Tinha.
No hiale oncioial mmiia,,cTrregou : pflra o
MacAo, A.,da Sij Calda -1 barril com 4 5 kilos
wthiatte national J'oo WtUe, cafregaram:
para AsatyL.i hoto.& fInrolo 6 harricas com
36Lkilos da asswumcar refinado e 25 saccos corn
fbQd-4s addo4bo. ..
WIkIM'&ta- A'trora, creg e :-. pars Mosso-
r *. ar 42f taccos cor.n 26,5100 kilos de
Na bwaryoan w. Irmuw paoregaram : para
Parahyba,-3. P d4 Cn ha Lages 700 saccos
coMn 28,80 kilbs de, fdrinza .; A. V. Marques,
200 ditos coa(,t(((diA4Sde dito.

tcA m 1:Lya DE R'"flAS INTER
NAM dGERAES DE P1RNAteBUCQ
Rendiam nto do dia 2 '." 830
Idmen do diaa 3- .6 0
S 3:5995900


GCO6SUiiAOI W1l NCIAL
Renoar:'nto db dila 2" 10:9776904
Idem do dia 3 12:7816A84


-. 23:759W8
W-A.a,


Auguato F. de OWei & C. sacam.
por todbi os vapores s re. o Banco,
00 Porthgal e.Baneo.Uniap em LisbOa
e Porto, e sobre as. caias filiaes e
aqfias.,44os It p banepea m. tdas
dei e-ades e -is0esses db reiio de
Porttugal.




Map e'emi a fog9
COQinpqi"iW pkb i..R Kep

Ra% do Commerno- n. 34

Slurr contra kogo
The LivMpool &W London &
Glo-a
sf-rITwiiCe C(MInpyv
AGENTS

Saunders)rothersteC.
11-Co po Santo-41


Estabelecida :m Lisb6a em .
1835
SToma segura os premios medicos :
rF .l4_M de toda a especie,"contraqB ris-
cos de Togo o suas oonsequehnias
MAR, IMOS sobrte mercadorias importadas
eyoriadas em vaporee navios A vela.
No6h6 iros terrestres-az a concessojgra
tuita do pwemio do setimo ano aos segura-
dos qtie durante sAs annos consecutivos flze-
rem seuB seuo.a4e. pompanhia.
Ageote nesta cidadi Miguel Jose Alves, A
rua do'Born Je~uscontlora da Crur, a. 7, Io
andar.


4, C<. H iufwq Ru in e reIr,1"lJe, OrI'IVUo,
; o 6icrevi.
o s mnrise de Ausis Oliveira Maciel.
j0 racwder di ew. /gto da f{azanda pro-
viCialU tendo recVbd o d hesouro provincial a
relapao abaimw t.uo'aipta, dos contribuintes
da decinM,'qtanmdas rwfwrias da Var:ze, Po-
oe.e e ata, relutios ao weieio de 1874 a
1*751.eujes debited aeow ,hw cotstituidos em .di-
ida .aeti, dclar' aos mmrnms s co,'ibtntaies
que lhes fica marcado o pra:o de 30 dias, a
contar daspubpliwdo do present edital, nu con,
foemtdade do diepeto no art. 53 da lei n. 891,
pura eo e4en -a importanmcia de seis detilo.
*-a0 tkeeauro prwmiwoial, certos do qw., fiido o re-
feridaprazo, sepfowj, leri exeetieteadte nu co-
brana.
Recipe, 2 dejalho de 1877. MigwueI Joe de
Aimeida Pemnmtrnbuco.
Reafio- dos devedoof.. du deci-nu wbantu da
f'eig acia d Verzso, do er,'eiioi de 1874 a
1875 qaenao "saistszeamn'o, .seusd dbitos em
telamps ete-minido.per lei.
Rua.da etrada Nova nB-T174. Anto-
nio *falf m*aGOJa9vees 5540')
Dita n. 176. Autonio Francisco dos
INrazeree 6$7 0
iDit123. 12. Antonio Ateos Moiteiro 12590
S. Fr ncisco de 1'aula n. 19.' Auto-
togio Bernardo Quinteiro 27$000
Barbatho n. 12. Antorio Dtarte de
Oh',eira 2750)0
EstaW.aO n. 5. Antonib Felisardo de
Amoriin 6w480
Dit, n. 7. Andr6 Vidal Ah-es 6480
Dita n. 9. 0 mesmo 6 4i80
Sol n. '29. Antero Carneiro dle La-
cerda 8$(40
Travessa do Sol n. 6. Antonio Ma-
cbado Gomes da Silva 1490
Rus de S. Francisco de Paula n. 15.
Viuva do Bernardo Antonio de
Miranda 27 W
S. JoAo n. 7. Estevaf Jose SimOes 16#200
Efstrada Nova n. 186. Fernando An-
tozio da Ounha .5500
Dita J. il. Felippe Nery 6$480
Dita n. 135. Frar.cisco Pedro da
Costa 6.'480
S. Francisco de Paula n. 34 Fmran-
cisoo Xavier Carneiro da Cunha
Miranda 45000
Jita n. 5. Francisco. do Paula Costa 8$640
iha n. 1. Francisco Correia d'Araujo 3GS000
Dita n. 7. 0 meswo 6#480
Dita n. 9. 0 mesmo 195440
Dita h. 11. O.mesno ,12-960
Varzea a. 7. Figueira de Mellu 27#000
Sol, n. 2. Herdeiros de Francisco
CAetoo Porfirie 6G480
Txavssa 'to Sol n.. 2. Fraacisco An-
tonio deFigueiredo 55400
Dita'.n. 18., Francisco,Egydio ie Lu-
na lreire 10$800
Rua de & Francisco- de Paula n. 38.
Dr. Grwilano de Paula Baptista 455000
EsutradaNova n. 3.31. Ignacio Gon-
[ calves da PaixAo 6$480
Ambol6 n. 9. Iaidro Gangalves de
Lima 1(0800
Estrada Nova n. 184. Jose Fernandes 125960
CaxangA n. 14, Joaquim Manoel
Carneiro LeAo 75650
S. Frandsco de Paula i. 26.- Jose
Pacheco da Fonseca D10800
Dita n. 28. 0 mesrno 180000
,Awbol6 a. 8. Joao Pereira Franco 18$5000
Ipotitiga n. 3.. Jose Cesario de Mellto 54000
ita n. 13. Jo'ao Jose da Silveira 856'.
Largo da Matriz da" Varzea n. 6.
SJos& Joaquim da Costa Guimari-es 105800
Dito n. 8. 0 mesmo 65480
Dito n. 10. 0 mesmo 6548)
Dito n. 12. Joao de Leonor Fer-
reira 5#400
S. :k a na. 4. Viuwa de Jose Lns 8S640
Estrada Nova a. 121. Luiz Bezerra 85640
IlKia n. 12. Libania Joanna Alves 105800
S. JbSo n. 12. Luiza 68
6. Francisco de-Paula n. 13. Maniael
da Cruz Coelho- 108800
Barbalho n. 6. Manoel Antonio
Vieira 455(000
Brumn n. 2. Maria Margarida Gau-
tier 275(S10.
flha n. 8. A. mesa 04800
JDita~n. 2. Manoel Domiegues 105800
[Dita n. 4. 0 mesmo 105800
Dita n. 3. Masoel Gorreia d'Arauj 135(0
Travessa do Sol n. 2B. Herdoeiroi
de Manori de Carvalhe Paes de.
Andrade 13j500
Rua do Caxanga n. 9. Rogoberto
Quwijltiiazwo G.an eiro 105800X
S. Francisco d( Paula n. 24. Senlho-
rinha Maria(i eresaento 65480
Dita n: 36. Severina, Fparwoi'seta da
Costa 2500i
Bita n H. A mes~m 70
Brblho1 16i Sebastifo Affooas
dos Prazeres 61|480


,Rstad& Now, n. 127. Thereza Fra-
cisca dos Passes ,i480
Ipotingar IS. Thoreza Carneiro
Lifs .I
TBtm n.1. A mesma 4W
S. $l wadotet!ula i.7,. Vice 0-
to Ferreira da Costa Miranda 10#800
(Cbntinfw.)

0 DP. Jose Jacintho Borges Diniz,juiz substttu-I
to do especial do commerve desta cidade do
Reeife, e seu termo, capital da promvineia de
Pervnanlbo, por Sua Magestade Imperial e
Constitutional o SenhorA D. edro II, aquem
Dees guard, etc.
Fago saber aos que o present edital
virem ou delle noticia tiverem, que no
dia 6 de novembro do corrente anno,
na salad as audiencias, as onae horas
da mnanhai, devera ter-lugar a reunido
doe- &erdofe- 4a-lldU do 3-a -
qtiim Jose Gongalves Beltrao & Filho,
para verilicarem os creditors delibera-
remin acerca da concordata, se houver
project della, ou formarem o contrato
de uniao e nomearem admi.tradores
'd dita massa, certos os credorb'de que
nao sereo admittidos por procurador
sem que oste exhiba procurago espe-
cial, a qual, nio podera ser conferida. a
devedor do44.4jdos, naopodeodo, <_-
tro sirni, umAi.iAadfividuo representar
oor dous dive o-credores, e qtte ser&
avido 9 creljr que uao comparecer
como adherents as.resoludAes que to-
mara maieria devotes dos qukcom-
pareeerem, wft-tato que-piparaser va-
lida a Q Hc 4L. aMp. *ns.eja
couce^(ftPapwnj;au tlrdb cre-
doresa -pw0et e o .4 o a
pfiia md s em nuwero e '.tl.-ter-


IMF"


W1 pra i.1 c aa .^-mtnciait|^ to--
A. s, s~nutt. faa^,.t_.r~lltf~na.
SeijBmsaria do wiro ihoi*4,Per-
nambuco, 18 de J l-Y -0 I O t ,rio
jUeterrwa
.ioulas pZteeaes .
At. 1o A obrs dapo doS4tgto ierAp
eieotUadas de coBfouiidade a pua ci i,
cujo orament6o 6 de 8!0&(,. nesla. da$aisub
meLi ido A approvaCoo dA presldeae daperovin-
cia.
Ai t. 2P 0 arremrBtvwUedaieuwp as obras
w-. pra.tzo de Lres, maOS, iaa-Ao0 ,M-.h) de
qiiuze niezes, a contar aoibos os prazas do
dia cm quo o cuntrato liver sido orgunrsado
n) t'hesouTo provinciTl'.
Art. 3@ Os pagamenbe serito lSites ein .apo-
ices da divi.la puiblica provincial de 7 0/0ao
par,,divididos em quatr. prestlnOs i-inaes,
correspoud<,rtes a igual v.*ilor de olira e.ecu-
tda ou inmaterial reuflido para.tal flm.
Art 4 0 recobimenty defit.itivo seir 18
"mezes depyis do receiwmeoto p"o'ise"io, jd'i-
raifte-esLe prazo o.arxeomatante Ceservari, em
born estado toda a obra, subsbituindo tvalqoer
pega que se arruiiar.
Art. 5o Et' tdoi maris que naio' sa:acht" es-
pecificado iaas urIetie iieS ctaUsuiB Iieainen-
tos, seguir-serha o quu depoa. or rapdlaenlo
desta repartiato. Reprii&o, d~s bbras pu-
blicas, 18 de abril de 187.'-Approvo:-Paaao
da presidencia de Pernamibuco, Io 4 ejunbook
1877.-Manoel Clementino. --CoiBrme,.--I-Tcn-
ri(lue Moscoso. -Confrome. Mie- AAff1unso
Ferreira.
S Edital n. 3515
Por esta secretariat e de ordemn doilnsAector
geral se faz saber ao professor Claudino Go-
mies Barreto, que deve uomparecer peraate o
conselho litterario, na inspectria da instruc-
Oio public, no dia 4.dejulho vindeuro, para
ser interrogado e prodtizir as provas qua tiver
no process quiie se ihe instaurou em virtiide
de represenlaoao de habitartes da: freguezia
do POQO da Paanella e do delegado fitterario
respectivo; procedendo-se a sua reveia se
pur ventura nao se apresentar.
Secrittaria da inslrucCo public de Pernam-
buco, 28 do jarho de 1877.-0 secretario,
Joaquim Pereira da Silva Guimwye.i
Bditaln. 514.-0 llm. Sr. inspec-
tor do thesoaro -provincial, em campri-
:nento da ordem de S. Exc. o-Sr. pre-
sideite da provimcia, datada de 2' do
corrente, manda fazer pubico-quae vai
a praa perantea junta deste thetaow,
no dia 19 de j u-tho proximo ind6tvrro,
polo rileio dia, pira ser arrematada por.
quem minor vantagem offerecer, a ob)ra"
da construc(fo da- poritesobre o ri
Massatigana, no. errgenriho do meauO
nome, orgada em 5:400S000, *l as
condicoes e bases transcriptase i As'es-
soas que se p.ropozerern a;esta& Wa-
taXo, comparegarn na sala das se*Ses
da referida junta, re dia acina indi-
cado, competentemente habilitada.F E
para constar, se inandou fazerpublico
pela imprensa. Secretaria do riiesou-
ro provincial de Pernambuco, 21 de
junho de -877.-O secretario, Miguel
Affonso Ferreira.
. .a-As obras de reconstrueVAo da
porrte d-e Massangana, na inmportancia
de 5:400M00, serio executadas de con-
formidade, corn o respective orcamento
e desenho juntos, apjprovados por S.
Ext. o Sr. president da prcwincia e
instructoes do engenheiro encarregado
da tiscalisacao dos trabalhos.
.-a 0 arrematante darn comneo aoi
trabalhos no prazo deo50 dias e os con-
ctuirit no de t2 mezes, aquelles conta-
dos da data em que for o coiftrato,.a.s-
signado e estes depois daqueles.
3:a-Os pagamentos serao feitos men-
salmente a proporco dbs trabatlfos
executados, nao sendo irferiores-a 500',
[para os quaes serao consideradebs os
materials pertleneentes a obra na razao
da metade de seujalor.


4.a-Finalmente, em tudo o'rmais que
aqui neo vai especificado, tegkr-se'ha
o que a respeito dispo3e o regulatwen-
tt) de 24 de fevereiro de 1874. (Ga-
binete do 2o. dfstricto d9s obras publi-
cas, em i de fevereiro e 1874.-O'en-
genbeiro,:Jobquim Galeno CoeiIa. Vis.
to.-Leal. C(nf6rmne.-O'official, Jddo
Jbaqutimde Siquefn Vare]jo. A "nWo-
'vado. Patafio da presitheia d6'tr-
nambuco, em 2 d&j jtnho det87y-
Manod Clementino.-CG6niforoe, Mn-
rit us 0t o"so.
IIa; Z, 42&-0- Illm. Sr. ins-


anf dt l r 'a n thpanour pimwi m m f.-
primentlo a oizdem, de S- Exc. o Sr.
president 'daMpialvcia, datada de2 do
corrente, man a fazer publico que vai
a praga perante a junta deste thesour-
iu, nodia 26'df.julho proxo vinEu-
ro, para ser armwatada per quem maio,r
vantagem offerecer, a ohra dh construc-
qWda ponte sobre o Rio Doce, iweci.
da-de Olinda, oroada em 5:940:000,
sob as condiqSes abaixo trafiscriptas;
devendo o seu pagamento serreallsado
em apolices de 7 o ao par. As pessoas-
que se propazerem esta arremata*&o,
cornparecero., om sala das seassdes da
ref 1 't r u ttle ltcimaiiKcadb.po
nieio dia, corn i ntemente habilitadas.
E para que chegue ao conheoimento
de tlos, se mandou fazer public pela
imprmnsa. Secretaria do thesuroopro-
vincial de Pernamli6bc, em 23.d- ju-
nho de 4877.-0 secrefriOi.. Mguel
Affonso Ferreira. ..
.4 As obras da konte seblire- w fNo
Me eem Olinda, serao ex utadWA7. d
ceeformidade coifi-a plani e. e-
mento unt'o, najtara(i^&*..
5:9108000. ".". ':-- .)
2.o0 '.trabalhAti *.".
de Idias, e .+
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A -"ssolsqeie "e:prolmzerem Et es-
_tla arreaitao, comparegam na salad.
u dR -seoi da junta no, dia acima in-
di'" 10.o meio dia, competentemen-

E par qi chegue ao conhecimento
de t so, miMdou fazer publicopela

S ecrotria do thesonro provincial de
Pernambuco, em 20 de junho de 1877..
0 secretario,
Miquel Affonso Ferreira.
Clausulas .-especi es
Art. 80. No prazo de 15 dias a cbn-
tar da commumncaao ai repartico dos
obras publicas do resultado da arre-
matacao, a mesma reparticao fornecera
gratuitamente ao arrematante copias
autheats das differences peas de
projector tanto desenhadas comoa s-
cptas. ,
Art. 81. A obradeveri ser concluida
no prazo de um anno e meio, a con-
tar do dia em que for entregue ao ar-
rematante as copies do project. Se,
por causa do intervallo que separa a
epocha da arrematacao da da'secca do
nrio, o. prazo estipulado-tornar-se insuf-
ficiente, o arrempatante officiarA- serm
demora ao director das obras publicas
para pedir augmento do prazo.
Art. 82. 0 arrematante, depois da
entrega das peas do project, terd
umn prazo deo15 dias para a verificagdo
dos materials fornecidos pela reparti-
iCao.
Passando este prazo e nAo tendo fei-
to reelamarao, o arrematante ficarA
corn today a responsabilidade a respei-
to da quantidade, qualidade e preco:
Art 83. 0 abate da arremataco e
applicavel ao valor destes materials
estipulado no art. 2.o
SArt. 84. A fiscalisagdo da obra pelos
agents da reparticao nio isentamri de
modo- algum ao arrematante da res-
ponsabilidade da boa executed da obra,
a menos que- exhiba ordens par es
cripto 9 fiscal prescrevendo modificar
o orcamento ou offastar-se das regras
d'arte.
Art. 85. Os pagamentos serdo men-
saes na proporcao das obras execu-
tadas.
Art. 86. A importancia definitive da
obra resultarA da medigio direct das
obras 'executadas e nao da medicao
summaria do artigo-. 4G do orcamento.
Art. 87. 0 termo de recebimento
provisorio sera tornado somente de-
pois de estar concluida toda obra.
Art. 88. 0 prazo de responsabilida-
de seri de um anno a contardo diia
em que for lavrado na -reparticao o
termo de recebimento provisorio. Du-
rante este prazo o arrematante con-
servara todas as obras, send respon-
savel por qualquer ruina ou estrago
que appareca por falta de boa execu-
cao da obra.
Pordm a respeito da estrada no pro-
longamento da ponte somente seri res-
ponsavel polo abatimento do. aterros
e suas conse.quencias.
Art, 89. Em tudo o que nao estiver
.especificado no present orcamentd,
seguir-se-ha o que prescreve o regu-
lamento desta reparticao de 24 de fe-.
vereiro de 1874, especialmente o art.
62. 0 present orcamento importando
em 33:0005. foi Organisado pelo enge-
uheiro principal abaixo assignado. -
Recife. 10 de marco de 1877. [ As-


signado ] Berenger.--Conforme. 0 offi-
cial, Joao Joaquim de Siqueira Varejao.
.-Approvo. Palacib da presidencia de
Perriambuco, 1.0 de junho Ae-1877.
. Manoel Clementino. Conforme, Hen-
rique Moseoso. *
Conform'e,,
Miguel Affonso Ferreira.


SDECLARACOES


00oo" 1;ta a. t 32 reer am oto a;
2,433~, da 15 doJtna d0 185w. Afo de
junhol del87..- s0eserao *' .
Luitda 'Veigi a'se"a.
Juizodos Seitos da famenda
-. .0 *'
610 ftrh o EOOBart
Se vendtra am praga public., no dia 6 de
julho vindouro,.pelasr 11 ioras da &manh, le-
pois da audiencia deste juizo, os bens se-
guintes:
A casa terrea de tijolo e cal n. 5, sita na
travessa do Lima, freguezia de S. Jose, per-
tencente a Manoel Pereira MagalhAes, con 4
metros de frenLete 11 ditos e 34 centimetros
de fund, teida uma porta e umajanella na
frente, 2 salas e 2 quartos, quintal murado,
avaliada por 1:4O"5.'
A casa terrea corn soLea, sita no corredor do
Calleireiro, corn 15 metros de fundo e 7 ditos
e 5 centimetros de largura, tendo 2 janellas e
I port na frente, ,2 portas e 2 janellis no
oitao, 2 salas, 5 quartos, uma Salkt a e cozinha
externa, junitto a saleta mais nma sala e um
quarto, cornm mais 2' quartos eestribaria, tendo
um pequeno sitio mnurad6 dos t4dos e a frente
cercada..tendo urma port de madeira, perten-
cente aos herdeiros de Dominges Jose Mar-
ques, avaliada por 4:500.,
A casa terrea, sita no lugar de Bebenrbe, A
rua de Santo Antonio, medindo 13 metros e 55
centimrtros de- largura, 11 metros e 82 centi-
metros de fundo, conf trees portas e quatro ja-
nellas nafrente, cozinha externa, cacimba e
tanque; e-urn pequeno sitio corn malguns arvo
reds, pertencente a'Pedro Muller, avaliada
por 2:GC0).
A olaria, sita no aterro do Giquid, freguezia
dos Afogados, n. 115, coberta de telha, sobre
pilares de tijolo e cal, medindo 46 metros de
comprimento e 10 ditos de largura, corn forno
de cozinhar tijolo e telha, pertencente a D.
Isabel Maria de Moraes, avaliada por 5008.-0
solicitador da fazenda national,
Francelino Augusto de Hollanda Chacon.
ADMINISTRAt 'ODOS CORREIOS DE PER-
Q NAMBUCO, 2 DE JULHO DE 1877
Relagdo da correspondencia registrada
(sem valor) que existe nesta reparti-
gao por nao term sidQ- encontrados
seu's destinatarios.
.Arlindu Francisco Noeueira, Affonso Marinho
CaValcante, Alfredo de Afidrade Paes Barreto,
Antonio Pedro da Silva. Marques, Antonio Tei-
xeira dos Santos, Antonio Luiz de Mello Viei-
ra, Apolinaria Maria da Conceig.o, Bartholo-
meu de Oliveira Nery, Castellazze Guisepe,
Carolino do Lima Santos, Climerio Alves de
Farias Pedrosa (2), Franklin Minervino Mar-
tins, Francisca Maria dos Prazeres, Francisco
Barbosa de Paula Pessoa, Galdino, Gabriel
Soares Raposo da Camera, Joao -Ramos Cha-
yes, Jos6 Leandro de Sout3,Joaquim Eloy V. sco
de Toledo, Jos6 Alves da Costa Godelho, Jos6
Jeronymo Monteiro, Joaquimrn Duarte Figueire-
do, Joaquim Lucio de Albuquerque Mello, Jos6
Joaquim Pereira de Oliveira, Jose Mendes
Vieira, Joo- Marioho Cavalcante (2), Joio do
Rego Barros, Luiz Felippe de Souza LeAo, Ma-
nse-Joaquim Ferreira Esteves, Maria Emilia
da Silveira, Pedro Manoel da Trindade, Sebas-
tibo Pereira Pinto, Sebastilo Grande de Arru-
da; Silvino Cavalcante de Albuquerque, Vi-
cente Jose de Miranda.
Casimniro Lucio dos Santos,
Encarregado do registro.
OBRAS PUBLICAS. -De ordem
do 111w. Sr. engenheiro director da re-
par'tio das obras publicas, fa~o pu-
blico a quern interessar possa, que no
dia 18 do Corrente, ao meio lia, serdo
arremrnatadas perante esta repartigio as
obras de reparos da ponte de Porto de
Pedmas, em Serinhaern, or~adas em
i:4065000, corn o augmento de 10 por
cento sobre o valor do respective or-
amento, e da porta dagua para o
a(ude de Caruarui, pela .quantia de
.:0705.
Os orcamentos e condi;eso de con-
trato acham-se nesta secretaria para
serem examinalos pelos pretendentes.
-Secretaria da repartico das obras
publicas, em 2 de julho de 1877.-0
official, Joao Joaquim de Siqueira Va-
rejao.
Inspeceo do arsenal de
r.arinha


Faz-se public que nesta data foi vistoriado
o vapor Mandahu, da companhia pernambu-
caria de navegaeco costeira, e achou a com-
*misslo que podia o vapor continuar a na-
vegar. -
Inspec o do arsenal de inarinha de Per-
nambuco, 3 de julhe de 4877.'
0 inspector,
S Franciwco Josa Coelho Netto.

Juizo de ausentes
Estando a proceder-se por este juizo a ar-
recadacao do finado Candido Jbs. de Oliveira,
fallecido intestado- serm herdekios presehtes, e
devendo estes seom chamados por editaes
nos terms da lei,' a6 pelopresente, de ordem
do Exm. Sr. deqmbargador juiz de ausentes,
ehamados os mesamos heiriei ou seus suc-
cessores, e quern A ditp horanqFdireito tenha,
aflm de babilitarem-se na fdrma do art. 32 do
reg. n. 2,433 de 15 de junho de 1859.
Recife, 9 de junho de 18'7. 0 escrivAo,
Luiz da Veiga Pessoa.


Rua do Amorim.
Casa terrea n. 45 57^0."
Travessa aMadre Deof
Idem n. 2 [fechada] 7-1000
Be -co das Boias
Sobrado de 2 andares n. 16 (fechado] M
Os nretendmntes de-erAo aprdsentar .eto
da arrematuago as suas flancas, ou compastce-
rem acompanhados dos respectivos fipres,
devendo pagar alem da renda o prW1t da
quantia em que f6r seguro "o predio qu.epon-
tiver estabelecimento commercial, assim obw
o serviQo da limpeza e preco dos apparelhobs e
annuidades.
Secretaria da Santa Gasa da Misericordiaido
Recife, 30 do maio de 1877.
0 escriv .o, '
Pedro Rodrigues" de Souza.
The New London Brasi .:"
Bank limited
Rua do Commercio n. 3'2
Saca por todos os vapores" sobre as
caixa do mesmo banco em Portugal,
send
Em Lisb6a, rua dos Capellistas n.
No Porto, rua dos. Ingiezes. ,73.


CHARGERS REUNIS
AOMPA.NHIA FRANCEZA DE NAVEGAgAO A
VAPOR
Linha miensal entire b
Iavre, Lisboa, .. Pernambuco, Bahia, Rio de
Janeiro e Santos
STEAMER
Ville de Rio de Janeiro
Commandante A. Fleury.
Esperado do sul de-
pois. do dia 15 do cor-
rente, tomarA dentro
do porto carga, .passa-
geiros e encommen
das para o Havre via
Lisb6a, e por baldeaCAo para toedos o portos
da Inglaterra e do continent, .at o Baltico.
Tern excellentes accommodagoSes para pas-
sageiros, sendo as passagens por precos re-
duzidos e inferiores aos das outras linhas e
dando vinho na 1, e 3' classes. Serm augmen-
to de preco, as passagens tomadas at6 o dia
10, terlo lugares reseivados. I
A tratar corn os
CONSIGNATARIOS
Augusto F. de Oliveira & C.
42-Rua do Commercio-42
Entrada pelarua do Torres

Companhia des Messa-
geries Maritim
LINHA& MENSAL'
0 P-AQUETE
Parana


Ba


Cowmandzt.ep VarangAt -du-
,X -E'esperado, daouro-
J pa, t)o diae 5 do Cdoi-
**ikT^B rente, seguindo depois
pda demorea do costume
pam Buenos-Ayres, to-
B cando nos portos da
hia, Rio de Janeiro e


Montevideo.
/
S0 paquete

Orenoque
Commananter D e Somer
Espera-se dos por-
tos do sul no dia 20
do corr0ite, seguindo
Sdepois da demora do
costume para TBOR-
DEAUX, tocando em -
Dakar, Lisboa e Vigo.
Para passageiros, encomiendas, etc., atra-
tar cornm o
SACENTE
Auguste LabiHle
9- Rua do Commercio- 9
Companhia Brastleira
DE
N av e ga 9 o a av -a p o r-
PORTOS DO NORTE
S0 paqpeto a vupor
Bahia
Commandante o oprimneiro-tenente, G.
Waddington.
r,. ii Espera-se dos poil-
-/ffig y tos do sul atW o dia
f 8 do corrente e de-
g pois da demora do cos-
=.-'. tume seguiri para os
portos do norte. t
Para carga, eridomimdas, valores e pa
gens, trata-se na agencia, escriptorio de-eoi4
12issRedde ^*(
Bernardin 6 Pontu.a
12 -Rua do 'Bofj' l sus-4: 1


iLEILOES

Leilao
DE
Bombas de Japg, fogareiros economics,
porcelanas, cops, calices, jarros fi-
nos, brinquedos, miudezas, quadros,
ferragens,e um cofre.
Em continuaco
No armazem da rua da Imperatriz n. 8
Loja que fol do fallecido Dubarry
Hoie
T.T. Bastos contina As 10 horas do dia
acinia dito, por intervenco do agent Pinto, o
leilIo de ferr'agens, miudezas e mais artigos
existentes em sell armazem da rua da Impe-
ratriz n. 8, send que tudo serd vendido por
liquidaoo e em Ictes & vontade dos corppra-
dores.
Principiara as 10horas.

Leilao
DE
dous bustos de morinore representan-
do a deusa Ceres e 7 bustos em ges-
so, do Imperador D. Pedro II.-
QUINTA-FEIRA 5 DO CORRENTE
ao' meio dia
Na rua do Bom Jesus n. 43
0 agent Pinto, faz leilao por autorisacao
do Sr. vice-consul de Italia, dos objects aci-
ma mencionados, pertencentes ap espolio do fi-
nado subdito italiano Giuseppe Marchegiani,
ao meio dia do dia de quinta-feira, 5 de julho,
em seu escriptorio ran do Born Jesus n. 43.
LEILAO
De um optino sobrado de dous anda-
res e sotdo, sito no pateo do Carmo
n. 20.
Quinta-feira 5 do corrente
A's ili lkoras da manhit
No escriptorlo do agent Dias, praea
do iCQrpo Santo n. 9.
0 agent DIAS, devidamente autorisa-
do pelo Exm. Sr. desembargador juiz de
orphaos e ausentes, levarA a leilho, no
dia e hora acima indicados, corn an-
nuencia dos herdeiros maiores, o so-
brado corn os commodos que abaixo se
mengionam, pertencente aos bens que
ficaramrn por fallecimento do brigadeiro
Joaquim Bernardo de Figueiredo, a
saber: pavimento terreo 2 salas, 3
quartos cozinha f6ra e quintal n.urado;
1o andar.2 salas, 3 quartos, cozinha f6-
ra, cacimba exclusive e portao corn
sahida para a Camb6a do Carmo ; 20
andar 2 salas, 3 quartos e sotao corn
salbo, 2 quartos e cozinha.
Os senhores pretendentes- podem
desde ja examiner a referida casa e para
qualquer esclarecimento, de que preci-
sarem, o agente dara.

LEILAO
Da casa n. 'I da rua das Pernambuca-
nas, na Capunga, corn 3 janellas de
frente, portao ao lado, 2 salas, 4 quar-
tos dentro e i f6ra, qTue serve de co-
zinha, edificada em chaos proprios
no contto do terr6no que f6rma gran-
de quintal nuradAi, corn 151 palmoM
- de comprimento.
(tuinta-feira 5 do corrcnte, as
it lt2horas
Na rua da, Bp Jesus n. 43
O agenfe Pinto levara a leillo as 11 1/2 ho-
ras do diaactma dito,. em seu escriptorio, rua
do Born Jesus n. 43, a easa terrean. 1, da rua
das Pernambucanas. na Capunga, corn grande
quintal-murado, cacimba propria, em chaos
proprios, precodida a autorisacao dos conse-
hores da referida casa.

GRANDE LEILAA
DE
Livros de direito, Utteratura, conmercio
- e muitos outros que seria enfadonho
mencionar.
Quinta-fefra 5 do orreante


as 10 1O 1horas
No armazem NovaAgencia de Mo-
veis, i rua do BarAo da Victoria n. 56.
Vender-se-h'o em particular e em
leilao, a vontade dos Srs. compradores.

AGENTEBURLMAQU
LEILAO
-QUINTA&-FEIRA 5 DO CORRENTE
Aua do Imperador n. 45, 2o an-
. dar, As. 10 e mia hpras em
ponto. o' ;


^r DOS. -
p -zassa falUdade Joa-
quiin Perefr Arne
ASABER:
Umia grande ea. teirea e sitio n. 10, corn
435 palmos de frente e 380 de fundo, na tra-
vessa da Baixa Verde na Capunga.
Uma casa terrea n. 18, na Baixa Verde na
Capunga.
Uma dita n. 16, no mesmo lugar.
U.ma dita pequena de taipa, na travessa da
Baixa Verde n. 2.
Um Lerreno na Capunga, corn 63 palmos de
frente e 240 de fundo.
Um dito no fundo da primeir'a rua A esquer-
da da estrada dos Afilictos.
Quiuta-feira 5 do corrente
As 11 horas em ponto
0agente Finto, levarA novamrnente a leilao,
or despacho do Hlim. Sr. Dr. juiz substitute
o commercio, em virtude do requerimento do
curador fiscal da massa fallida de Joaquim Pe-
reira Arantes, as casas e terrenos acima men-
cionados, servindo de base as offertas obtidas
Dprimeiro leilao, devendo dito leilao ter It-
gp-s 1l bhoras do dia acima dito. ,.
No escriptorio do :eleiridp agen-
te, A rua do Boin Jesus ni. 43
LEILAO
DE
Urma casd terrea edificada em solo pro-
prio, d rua deoS. Jodo n. 3, -cornm por-
ta e janella de frente.
Urma dita.edificada em solo proprio, na
travessa de S. Jodo n. 13, corn porta
:ejanella de frente. '*
Quinta-feira 5 do corrente
AS 1 112 HORAS DA MANHA
0 agent Pinto, autorisado por alvara do
Illm. e Exm. Sr. desembargador juiz de or-
phaos, em virtude do reque'imnento de D.
Emilia Francisca de Arruda Mattos, curado-
ra de seu marido o iriterdicto- Manoel Jos6 de
Mattos, fard leilao' das casas terreas acima
mencionadas, As 11 1i2 horas do diaacima di-
to, em seu escriptorio,-A rua do Born Jesus n.
43.
LEILAO
DO
sobrado de umr andar e sotao da rua.
Direita n. 19, da freguezi&t de Nossa
Senhora da Paz dos Afogados
QUINTA-FEIRA 5 DO CORRENTE
0 agent Pinto faz leilao, a requerimento
do testamenteiro e inventariante dos bens da
finada D. Anna Maria da Conceiglo, e corn au-
torisaao da junta da Santa Casa de Miseri-
cordia, do sobraio da rua Direita- dos Afoga-
dos n. 19, As 11 horas do dia acimna dito, em
seu escriptorio, a.rua do Born Jesus a. 43.
Agente Pestakaa

IMPORTANT e VARIA-

DO LEILAO
QUINTA-FEIRA 5 DO CORRENTE
4s 11 horas em ponto
No armazem da travessa da Madre de
Deus
S A saber:
21 duzias de:mrachados de aco, de sortimen-
to, 10 grozas de graxa em latas, 6 caixas corn
vinho do Porto, marca Xerez, 12 ditas comn
dito marca Portewine, 10 caixas cornm espere-
dina, 18 caixas corn cha verde, 30 latas corn
cha do Rio de 1 e 25000, 10 barricas corn fa-
rinha do Maranhao, I barricas corn hervilhas,
30 caixas corn masses sortidas para spae; 20
c6fos corn camaroes, seccos, 85 caixas corn fi-
gos, 70 garrafas corn diversas marcas de vi-
nha do Porto, 35 grrrafas corn cidra, diversas
latas corn sardinhas e ditas corn ameixas, di-
tas corn favas, 2 caixas corn azeite portuguez
refinado, I carteira de ama'rello, 6 cadeiras de
dito, 2 consoles de dito e sofA de dito, 4 pa-
res de jarros para fiores e mijtos outros ob-
jectos que estarao patentes no acto do leilao.
FOR INTERVEN ,kO DO AGENT
.PI^TANA___
-~ SELGUIWOE

ULTIMO LEILAO
DAS


divides activas da mass de Jose Teixeira
Coimbra, na importancia de 21:.693$88, ser-
vindo de base a offerta obtida no primeiro
leilao, sendo que dita venda serd definiti-
vamente realisada corn quem melhor van-


tagem offerecer. -
A's 1 hofas do dia 5 d
No esoriptorio da ru
Jesua n. 43
POR INTERYENCAO D(
PINTO .


le
a

0


Junho.
do Born

A9ENTF.


SLEILAO
DO -
sitio corn grande casa de pedra e ocal por aca-
bar, a rua de Santo Antonio n. 5. ..'Agua
Fria, em Beberibe, corn 140 palmos de fren-
-- te e 470 de fundo, confronte ao sitio do Sr.
Agra i -
QUINTA-FEIRA 5 DO CORRFNTE
A'SS 11HORAS. "
POR INTRV"gNCA DAO.
AGENT PINTO
NA RUA DO BDM JESUS N. 43.


"O agents- ll :
mente autorisado U
Qo da Silva Oliveira, quos at
a Europa coaua fsmU I.tl i t-
Ido o estabelecimentd' a dO4mdo,
etem um s6 lote on ."tadedo 'senh,--
res compradores. .
Os senhores pretendentes poderdo
desde ji entender-se corn o referido
agents para qualquer esclare'imeto.

Agente Stpple

LEILA&
Rua do Imperador n. t5,5 an antiga
officina de piano
para fechamento de contas
Sabbado 7 do corrente, ts 1t horas
CONSTANDO Di
Cutilaria, camisas. inglezas de algodlo, ha-
peos Sparteril para senhora, ditos de gorgorlo
de seda. abas depalha da Italia, ditos de phan-
tasia, ditos de dita par' criangas, ditos de
fustAo, collarinhos de linho pama senhora,, le-
qubs,punhos para bomem, chapdos de setim
de c6res, toucas de cambraia,uiantas de seda,
fichus de seda, botoes de l., cintas e bolsas de
pennas, bolsinhas de seda, cintos e boslas de
couro da Russia, bolsas de velludo para cintas,
cintos cordIoIde seda para debrum, brincos
de plaquet de todas as qualidades, cruzes de
crystal, camisinhis para senhora, gravatas de
todas as qualidades e muitos outros artigos
que se tarnaria enfadonho mencionar.-
Em seguida venderi o mesmo agent diver-
SOS moveis, como ,ver'o do annuncio que sa-
hirA, amanha.
Leilio
de moveis, loura, crystaes, objects
de electro plate, 1 appareho'.de pra-
ta do Porto, para cha a uma burra
gorda e mansa.
Constando .de:
Um piano forte de Card Scheel in Cas-
sel, I mobi'iade. ja I, cornm 1 so-
fau, 1 mesa -2+-n edrs,
2 cadeiras de. "jtas guarniiigo, 2 ngo, 4
castigaes e mang 'flores,
7 quadros co ^aE moldu.
ras de earval", .3 corti-
nados, I. cadeira eaut piano
e tapetes -
Uma estate para I corn mo-
da, 1 toucador, 2 1 I guard
roupa, 3 camas cIadeira de
abrir e uma exii& thina de
costura, o. ="
Um guard oi draado, I
aparador, I mesa .e I sofa e 18
cadeiras de guarnio tudo de carva-
lho ; 1 apparelhoe. loug^ para cha,
dito para jqatakopos, calices, garra-
fas, compoteiWas, facas corn mcabos de
marfim, I relogio de parede e outros
artigos.
Um sofa, 2 consoles, 2 cadeiras de
bracos e 12 de guarnico, tudo de
amarello.
Prata e electro-plate
Dous bules, 1 leiteira? I assucarei-
ro, 1 mantegueira, tigella, tudo de
prata do Porto.
U[ma burra propria para cacro ou
sella.
Ter~a-feif 10 de julho
Na casa n. 3 da rua das Pernambuca.
nas, Capunga
0 Dr Leandro Ferreira Campos,
tendo de retirar-se para o Pio de Ja-
neiro, corn sua familia, fa leilao por
intervencao do agent Pinto, dos mo-
veis e mais objectos da casa de sua
residencia ha Gapipa, rua das Per-
nambucana., ap
A's 10 e 20nmui atiri..da es-
taco da rua do ig 'um bond da
linha de- Fera~es ;p, qed
~qae d ara
passage gptiais naos 4rHiTe ,.
O leilao priniupiar& ail*1 horfis.


jo?

(POR -.LI AO)
ANtravesea tqpaiedo Ca-
Julio Isaac, por- dsagente Mar-
tins, fara tilao de um variado sortimento de
joias corn brilhantes, esziraldm,-perolas e
rubies, e outras muita dq e oun ta, cons-
tantes dascaulelas aM, 0 3911,
260, W03, 1936v 31 a^ 6 2m9, ;01
4025, 3272, 312%, 3%f6, K r 36,7, 3975, 39477,
6558, 291, 3246 1, 4113. 4. 37, 4124, 4135,
4229, 297: 403, 4479i, 4528, 4448,4526,
4543, 45f,9, 4552, 4578, 4536, 4592, 4645,
4630, 4673, 461, 4632, 4713, 47151 4751,
4752, 477 4712, 4830, 4840, 4852, 48W7 .4184,
4816, 4890. 4864, 4896, 4947,.4818, 4929, U174,
5084, 5029, 5014, 5080, 5085, 95076, 5008, 5018,
5022, 507, 5054, 503,5082, 5002, 5087, 5095,
5009, 5013, 5091, 4096, 4997, 4990, 510Q, 5103,
514, 5133, 5108, 51415149, 5165, 5166, 5463,












A.


m

I~t


0 abaixo asslgnadqd traspassa o arrenda
Smninto ..e- .f'no aitio n.13, denominado
Bo=Pla II. i Wd., o -o-.nrnMesiao .ou ii rua Dfreita n. 106.
-- .'-.^; de So4 iza Oliveira.
ar uma ama queo saiba
erigomt*I l e,eq t entenda de cozinlia,
para casa d0 po familiar, prelere-se nlo
rnoQa Itraa, na rua da Cvuz n. 21, quarto
|andar..
PRECISA-SE de uma ama que cozinhe
bem : na a.fdo Cabugi n.'14, 9o andar.
0 co.Joaquim de Aquino Fon-
ceca deG a--e e seu irmao, o coro-
nel De:w .-Aquino Fonceca, quern
estd enae ao, desde o .1o do cor-
rente mez,- administragdo de todos
Os seis predtos, e que a elle qtie to-
dos os seus locatarios se devem de diri-
gir relativamehte ao que for concemente
aos referidos predios, pois que o dito
seu irmaio estWmunido dte todos os po-
deres.
Recife, 2 de julho de 1877.
-PRECISA-SE alugar uma preta para ven-
der na rua, preferindo-se escrava : a tratar na
rua Imperial n. 89.
Fugio do Chora-menino, no dia 24 do cor-
rente, o escravo Januario, crioulo, idade 28 a
30 annos, pouco mais ou menos, corn os se-
guintes signaled : estatura alta, corpo regular.
pouca barba,' tern marca de relho nas costas;
este escravo estava em tratamento de uma
ferida que tinha na sola do pd, e j4L se achava
quasi born, apenas restando 6ca do lado de
f6ra do p6: quern o capturar : leva-lo ao en-
genho Gamaragibe, em SerinhAem, ao seu se-
nhor Sebastiao Antonio Accioli Lins Wander-
ley, ou no Recife, no escriptorio de Manoel
Alves Ferreira & C., a rua do Apollo n. 4, sera
recompensado.
Preci ;a-e de uma ama para comprar e
engommar.: na rua da Imperatriz n. 23, se-
gundo andar.I
AM 4 Precisa-se de uma ama para en-
AK.LA, gommar'. na rua do Marquez de
Olinda n. 34. -<
No dia 17 dajunho do corrente anno de-
sappareceu o esoravo do nome Izido-o, de 22
annos ae idade, 1atura regular. seoco do cor-
po, mulato claro, cabellos estirados, falla-fa-
nhosa, e tn Iuma mao foveira; por queimadu-
ra de fogo, tern os pes feios : .roga-se a qual-
quer capitAo dO campo queo queira capturar,
e trazer ao sen engenho Paglo, sera recom-
pensado. ,. ,
ALUGA-SE a casa n. 51, i rua
de S. Joao, pot preco commodo : a tra-
tar na rua do Apollo, segundo andar
[ da casa n. 30.
@- ALUGA-SE uma preta cozinheira e en-
gommadeira: a tratar na rua do Livramento
n. 4, loja.___________
--ALUGA-S a casa-terrea n. 77, rua de
S. Joio : a tratar no-segundo andar da casa
n. 41, d rua do Rangel.
ALUGA-SE o armazem no largo do Corpo
Santo n. 17 ; achaia-se as chaves no mesmo
predio, no segundo andar; a trataena cidade
de Olioda, oitio S. Pedro-novo n,21. -
AMAS na rua de S. Francisco. n. 18.ha par
alugar amas de leite e seccas.

o unico deposito dOs

remedies do Dr.Ayer e
em casa de Adamson
Howie & C., a rua do
Marquez de Olinda n.
37, entrada par o es-
criptorio rua do Bispo

J S~ardioikii n. 37, euir'o-
'-. ra rua do Enentanmen-


^P^^]8j~pfeme at'ig .a inhor& do bWO
'" ...... oap~ i p, ^pre~o, Vin
^gto f !? .... *" '- --T e urea excellente machine
<'' de retirag&o, que pode
.k jornhl do format de duas
.. 'v"a de Pernambuco, do
acrediado "dridante Marioni, de Paris,
comn todos os sobresalentes indispensa-
'veis. Tendo sido mandada vir por pe-
dido de um jornalista do norte do im-
pei'io, ao chegar aqui deixou de Ihe ser
entreguq por circumstancias supreve-
nientes, e, portanto, ella 6 inteiramente
nova, e pode ser transferida para qual-
quer.provincia do norte, sern nenhuim
risco, e corn pequena despeza.' Para
inforraa6es nesta typographia.
A Nova Esperanga 6 rua Duque de
Gaxias n. 63, acaba de receber as mi-
hagrosas escovas electrical, remedio in-
fallivel para nevralgia nos denotes.
PRECISA-SE alugar um escravo
pama o serving de um sitio : no pateo
de Pedro II n. 73, 20 andar.
PRECISA-SE de uma escrava que saiba
engommar e cozirhar, e um escravo para o
servio- domestic ; a tratar na rua do Marquez
Sde Olinda n. 26.
Deseja-se saber nioticia de Joaquim Ber-
nardes Ferreira, filho de Jose Bernardes de
Souza, vindo do Para para esta provincia em
23 de abril de 1872; quem souber infermar
alguma cousa, 6-favor dirigir-se Lo escriptorio
de Oliveira Filhos & C., no largo- do Corpo
Santo n. 19.
Na rualda Praia n. 53, rebate-sa cobre a
tres por cento.
Da se a quantia de i :400 sob hypotheca
em predio : na rua de HorLas n. 86.
0 Sr. Antonio Fernandesda Silva
tern urna carta vinda do Rio de Janei-
ro, na Botina Maravilhosa.


Ama de cozinha
Na rua do Hospicio h. 47, precisa-se de urma
ama para cozinhar.


elgaaxtes caixas appareIhad1as de prata, e pama todos os .progos, tendo entire elles
jdrc de subido valor, por serern dos molhores fabricantes quo tern vindo at
694 cidode ; assin coro, anneis, broncos, cruzes, cagoletas, brochos, rosetas
e amaa mfiriidade de/ brilhantes soltoa,,pama cravar 6a vontade' do compiador.
JoaS pnai' D ouro, corn p edras finas, te um va-com




ria~issimo sortirnento do brincos, cacoletas, voltas, bracelotes, cadojas pama ho-
ens esenhos, ata lapisi cantas, atos, etc., etc.se e o.
i'bi 8 m. 6 seu estabelecimento,
As da sore.'
..--- 'De brilhantes teem ricos aderxe~o me



Js x iu a parhaa de prata ter coldoeres, castiaes, esporas, sal-





..RluOyjiOs. -Teem urn complete sortirnento do rologios do prata e
oaf .d e sdi phvalhor serem dos t dos os blhortes fabquecante. vindo
Jeot c ie ; asim cop o, anneisbrincos. E' parauzes, caoletas, bro qu chsaarosetas
e uma infih'dado' de, brilhantes solto@ para cravar A vontade" do compxadot.





a attjnao d aas E nan s e adinos, porqur termoe s um co mplto sor-
,imo r
riatissimo sortimento de brincos, caoletas, voltas, bpameletd cadeias pare ho-








tiso. m~r desteg poucos artigos -uo iencionarnos, tornos outros que nao
podendo encionoar po sr enfadonho, sorprendero todo qu visitareos, etc., etc.nos-
Join!!dee D prata.0 tern colheres, casti(aes, esporas, sal-
vajb iafa uoiros e palteiros, et.ec




RS Teemu complete sortimento de relo s dstabelciataento. e
aJo, parhm ens, senhoras e men Krastodose ft C. -elhoresfabncnte.
Join-s parabatiao. E' Para este acto-quechaxnm"
a attgdo d as. qd amos
atn aods Exma, adrm' as e ~dahs porque temos um complete sor-
timento. de pequeninas joias,'e em cas proprias para dadiva no acto, do bap-
tismo, dest;"uoucosairti osquemencionamos, temos outros que naO
$~odendO- mencionar per ser enfadonho, sorpf'enderdo ittodoi que visitare-m nos-
"to estabelecimento."
Joseph Krause CoE.


1iwi~ 1gwii &n~a tnban
l r'"i r *4 "' 'i *' 4 *

t.eiulo Idc fg a e aiz ties-
ta typographia se dira
ccm quien s" tratin.
-Aluga-se a casa terrea n. 46 da rua do
Viscbode de Goyanna, corn commodos para
grande familiar : na rua do4 Crespo, n. 12,.
Aluga-se btrato umas meias-aguas no-
vas, na travessa das 3arreiras, becco.do Aqui-
no: a tratar na rua do Cotovello n. 25.
S- ALUGA-SE a loja do sobradinho d"a rua
do Fogo n. 5: a tratar na rua Duque de Ca-
xias n. 80. __ _____ .., .
ALUGA-SE para o service do campo, a
sabe andar corn carrogas, o.preto jA acostuma-
do a esse service, muitoflel; no Correlor do
Bispo n. 73. Na mesma casa predcisa-se alu-
gar uma escrava que saiba lavar, en. ommar e
cozinhar.
Ama Precisa-se de uma ama para com-
Amac prar e cozinhar: a tratar na rua de
S. Francisco n. 33.
Ama. 'recisa-se de uma ama paraco-
:-.a zinhar : na rua da Goncordia n. 4.
Amna Precisa-se de uma ama para
A todo o servio de( casa de fa-
milia: a tratar na loja do Carnmello, d
rua do Duque de Caxias n. 65.
AMA Precisa-se de uma para en-
A. gommar : no pateo do Tergo
n. 63. _______
AMA Precisa-se de uma que saiba
A cA ozinhar e lavar : na rua da
Aurora n. 123.P a
AA M 4 Precisa-se .de uma ama
M de boa conduct para tra-
tar de uma crianga de 2
annos na rua da Imperatriz n. 15, segundo
andar.
Ania Precisa-se deuma cozinheira pa-
ra casa de familiar : a tratar na rua
do Hospicio, asac terrea n. 46.
0 conselheiro Hermenegildo An-
tonio Barbosa de Almelda
0 barlo de Nazareth ten-
do recebido a infausta noti-
S cia do fallecrmonto do seu
particular amigo o conse-
lIheiro Hermenegildo Antonio
Barbosa de Almeida, cujo
5I passamento teve lugar na
corte no dia 14 do corrente,
manda resar algumas mis-
sas pelo eterno descanso d'alma daquelle dis-
tincto cidadito, no dia 5 de julhlio future, ds 8
horas .a manhA, na matriz de Santo Antonio
desta cidade. Pede aos amigos do illustre fina-
do a graga deo assistirem as mesmas missas,
corn o que muito se penhora.

Ama escrava
Precisa-se alugar uma ama que seja escra-
va na rua do Bario da Victoria n, 56.
Attencao
Precisa-se comprar urma mobilia do junco em
b-)m estado': a tratar na rua larga do Rosario
n. 22, loja de calQado.
Cozinheira
Aluga-se urea perfeita cozinheira, es-
crava : na iua do Duque de Caxias n.
54, 2.0 andar.
N. 2,981 B
0 numero de uma. cautela que perdeu-se,
previne-se ao Sr..Julio Isaac para. que so en-
tregue o objecto que ella monciofla, ao sou
pr~oprdono.
Caixeiro
Precisa-se de um corn pratica de ar-
mazem de sal: t rua das Cinco-Pon-
tas n 82.
Aluga-se
uma escrava para casa de familiar : quern pre-
cisar, dirija-se a rua larga do Rosario n. 34.


PE-PRFUMARIA


IAZARK





UNIVERSALL


cZ~~


IIIA NVA



N1.22

PERFUMARIA DE

TODOS 0S
.% -


FABMiCANTES
Esta prepare lo tonica tern a qualidade dos dous products que'for-
mam sua base, o RHUM E QUINQUINA. Ella fortifica os cabellos, evita
sua queda e faz desapparecer a caspa. Seu perfume muito doce dai ao
cabllo um cheiro fino e agradavel
Unico deposit no Bazar Universal na rua Nova n. 22.
0 Bazar Universal tern um complete sortimentode perfumaria de Lu-
bin, Codray) Piver, Le Grand
Mahinas de costura.
Para trabalhar a mAo de 12 postontos de Gulh & Garbeek, Hamburgo
Obras de vime
Cadeiras de balance para senhora, ditas para menines, ditas parm estola,
ditas de bravo, proprias para salas de espera, riceas costurqiras para senhoras,
balai6s, cestas, condems, faqueiros, carrinhos para criancaS eSm e 2 assentos
funds parm prato, bercos, carrinhos pequenos para brinquedos de meninos e
balqios para roupa suja,
RUA NOVA N. 2 _2.


flkM~AT


AN!


B-A
.. .. ": *- DA '
CABELLEIRAIBIA IMPERIAL
Odilon Du&rte & Irmao participam ao public que, tendo inauddo seu
estabelecimento para a casa n. 60 da rua da Imperatriz, o submetteram a no-
taveis modifica(es, additionando-lhe uma sala reservada is senhoras, e um
-magnifico e sumptuoso deposit do tudo quato se pode considerar como ar-
tLigo de luxo, que vendem por pregos relativliente muito reduzidos,
acharem em relaQoes irectai corn as casas exportadorams a Europa.
Esperam que continf a benevolencia que at aqim teem .merecido do
public, e convidam a fdos para /visitarem o seu estabelecimemto' que
uesta cidade .6o unico- na especie j.magnificencia.
"m 2"t '^ I tfi "-' W-,- I -- -- .


a Ak
,: ... .i .. ;'qu .
tem sido chimicamente aplystpo e re.
commendado pelo Porto Medicato Im-
perial de. Berlim,'como pogstsbor da
mais alta excellencia e efficacia no cu-
artivo da phtysica e todas as melestias
da garganta, do peito e dos plumes.

LAM 60BAR Oe Drwue Obaw. Deemwe d
pile, a AJ7mq9 dw pwtem us md1.. nw,
mmdi. uqciahDmmac 1 i.-iM 4. .*M..


.. 7. .

X B.&ITBiOM~EU & C.

p~taii~qplgnk-cmrnuaip k i squeflh ->(iit
A ~.-m rim~oqa s m''1
buib A a .a m.a
:..-- i l,-T< ritfo.eom,.
a M o'em em qae o es de so ad Own-

-! -
Sa Mkwdo u&.ri aqne 4
*N **iK~n,* *toh*ow -1^0 iBpoh f
B|:i~i~an-46o "a po am:m Vo 0 a uoM tee
^''^*A-M- *M~tff q tN U^MM
RuJa do R~osario n. 34 -


P" PRIa 1
'pm '
16,600
. fr.


Reconstituinte, tonico e febrifugo. "
A Qunao-Laroche 6 um elixir agrada.el con- 0O t
tlendo a totali'2ade dos nupieroso.s principlos idas M F E R1RU I lN l O 0
froz species de quina (amarella, ver.nelha c ESMO I 1
parda). 0 ferro soluvel e a qiuina rcunidos-constitue.n
Superioridade bern constaitada noe hjspiitaes, tratarmento reparador mais poderoso da med.-
lurinte triuta annnz dc succe:sos, contra a fala de cina.
foraA ou d'encrgia, as affecqoes do estomago, A quina estimula e dA vida aos orga6s enfra-
convalescenQas muito demoradas, e contra as quecidos,'o ferro da ao sangue a forca c a cr r u 3
febres antigas e rebeldcs. constitute a saude.
^^ ^ fRecomrnendado contra a kfbilidade caiisE',,-
r/* V t pela edade ou pelas fadigv., contra a pobreza ,r,
5x-"ir sem- f- ^- sangue, chlorose, fra-uep'e:a ,'epois do parto.
preaassigna-r e_ -- ___ PARIS. no ?K, rua Drouot, e em todas I
tura. as "n pharmaca-s.
lpogitao enm PernamUuco, em casas de FERREMA MA1A e C'; A. CAGIS, 22., rua d, Pon. .
Depozito cesama do Sr. A. Caors, rua do Born Jesus n.


EXPOSItiO UNIVERSAL PE 1855
MEDALHA DE 19 CLASSIC.
A.T,. IABARRAQUE & C"


U JlllEl


7'l


LDAIIBiArIlI


6 um vinhc eminentemente to-
nico e febrifugo -que deve ser
perferid. A todas as outras pre-
parag8es de quina.
Os vinhos de quina ordinaria-
ierote iempregados na medicine
preparanm-se corn cascas de quina
cuja riqucza em principles acti-
vos 6 extremamente variavel; a
parte disso, m razor de seu
modo de preparagio, estes vin-
hos contem apena% vestigios de
principios activoy, et em pro-
porcoes sempre variaveis.
0 Qidninm Labarraque,
approvado pela Acadamia de me-
dicina, constitute pelo contrario
um medicamento de composi-
go determinada, rica eim prin-
cipios activos, corn o qual os


0 Quintum Labarraque, 1 medicos e Os doentes podem


i sempre contar.
0 Quialum Labarraque 6
pcescripto corn grande exito is
pessoas fracas, debilitadas, seja
por diversas causes d'esgota-
mento, seja por antigas moles-
tias; aos adults fatigados por
uma rapida crescenca, is ineni-
nas qui tern difficuldade em se
former e desenvolver; is mulhe-
res depois dos parts; aos velhos
enfraqgmecidos pela idade ou
doenga.
No cazo de chlorosis, anemia,
c~res palidas, este vinho 6 um
poder",-c au r djs~ferrogino-
sos. Tornado junto, par exemplo,
corn as pilulas de VALLT, produz
effeitos maravilhosos, pela sua
rapida acao.


Dpa. ek Parl., L. FREEM, rme Jaeb, 2. J

L Depositaries: Os Srs. Barboza, Bartholomeo & C. e Main
1^

'" i
i.
I


LOJAHtE I0IXSt
LMI

DE
Julio Fuerstemberg
Rua do Imperador n. 32
A -este estabelecimento de joias, o
unico que neste genero mais vanta-
gens p6de offerecer aos seus fregue-
zes, ndo s6 por ser novo e o seu sor-
timento escothido a capricho, como
pdr virem os soeus objects mensal e
directamente das fabrics, tendo
por isso sempre objects novos e de
apurado gosto.
. Relogios de ouro e prata dos fabri-
cantos mais acreditados da Europa e
America, desde 20000 a 500000.
Recebe-se encommendas para exe-
cutar enr suas fabrics, aqui ou na
Europa, garantindo-se elegancia e bre-
vidade na execu9o.
SCompra-se ouro, prata e pe-
dras preciosas.-
Faz-se concertos corn brevidaie
e perfeigao, tanto em objects de ouro
como relogios.
Vidros para oculos e pince-
nez, de todas as qualidades e grdos,
inclusive de crystal, collocam-se corn
brevidadele perfeicao.


RO.UMPENS. &NACIONAL DB E16,00 FR.
Grud. iWda d'OURO a T. Luile.
MIDALnA NA BSPOSIQAO-DI PARIS 1875
bldrit .logtiogo N Acadeaia doe ed!6a


APPRCVADO PELA ACAD jI. GE MEDICI'A E PARIZ


# XAROPE DEDIGITILE DELA1LON-YE
rnegado-desde trist, annos. pelos medicos de todos os paisea,conta as diversas
doew"as do coraglo : Hydropiia,. Bronchites nerv chao
Atbau, etc.. emfim, em lodaas pertarbaQoes da a
GRAGEAS. DE GLIS l
AO ZLA.OTATO B N o-, '.,
Apprsvdul pels Acadmia Oe Medi.ina do PsilnI que duas v- m s:a Usai'
vullocoustatou-Ihes a superioridade. sobre twras os ou e a I.
eficaia conlaa i motesIaoccasionadas pelo pobr.oiWmaoao


.^.


w
*^
* "*' .f


!P-N1


:0)L-'


I








































SNao emprega incuadores p* mo.
Rogaa odeos,I que mandam eneomfmendas a
.ella, exijam a vista da con.a impress respective.
Tendo sido enqanadas divrsas pessoas em
procura desta fundifio, observa-se que a

FUNDIDAO DO BOWMAN
esta eintre o cfariz e a fortalezaf qua os edificios
efo de-ambos os lados da rua, perto da tocheil-
- ra d lltds e pintados de vere nos aldares
infffe ..


WJIIAI& I Lffli


DE
VICTOR GRANDIN
A' RUA DO MARQUEZ DE OLINDA


, I







WON,


N.26


Victor Grandin scientific ao p tiblio Xque fft acquisigao de um rn m s r
nmento de relogios de algibeira, de ouro, prata, folheados d e ourof patei-
tes inglez, suiso e americano, dos melhor.. 1, icante& da Europa dos E-
lldos-Unidos, para homens e senhoras; assimr cmo grande sorti correntes para os mesmos.
Gyaji i i ~imuiri' ogios do parody wdwcima AV 4iesa do todteW
as qualidades e fefrentes models e pdo* siii Wa "
Quanto a lunetas e ocailos' pfa-selt fbi O f i v de qu e ha d
melhor em vidrogs de crystal, qne so os pp atfopriados paraC p onservala-
da vista. at ria s
Teaose-e*l*o pfficiaes piie enhor 4 des do rentesa
NA iL W) wA de 4t Et en dr preeksas 0
noedas do ev o plftfa de qualquer quafIl. a uli
< .'


Ii M l A 1*


Modista franeeza
Rua do Bario da VItosla in. .3 antidp
rua-Niva"
Madame Theard avisa ao respeitavel publieb'
e As suas freguezas, que continfia corni sua
casa de modas, no primeiro aftdW oht&ejilt
pre morou e tern muma offichila bern montada
corn peritas costureiras. Faz vestido$ rul-'
tima moda e corn a promptidao exigida, por
pieCos modicos ; assinm cofA vifttaifis pdiM
meninas e menino&s; ooner.sertwa e'efeita-.e
chap6os de gostos modernos. para senheras e.
rr.euinas.
Casa para aluar
Aluga-se por commodo preo acasa corn
sotAo, sita A rua da Fundiro, eW Santo Ama-
ro n. 5, para grande fimniia ; a ebave pI%
ve-la, estA nataverna defront.e, na qual se d'irA
quem a aluga.

Caixeir ,
Precisa-se de um melfino de 12 a 14 antos
do idade, para caixeiro da taverht, sita a -ra-
da Florentina n. 32.
Att~p~ao
Offerece-se uima senhora de meia ida'de para
tomar conta do'governo de urma casa de ho-
mens solteiros, sujeitando-se a todo o servlo
que na casa hover. No mesa casaofferece-
se outra para cozinhar o engommar: a tratar
no Forte do Mattos n. 4, 2o ndart
Ella..,.,."
.............. a Conqui8tas a rua do Cabu.
gA n. 6, acaba de receber um complete
sortimento de fazendas para vestidos,
taes como:
Gorgorbes liso -
Setins lisos
Alpacas' lisas.
Cambraias lisas.
Cretones lisos.
Baptist& iias.
-. J ltM isas.


A'S MUNUNAS -7
A loja da Malva-rosa, & praca da In-
dependencia ns. 2 e 4, e a unica que
temrn um complete sortimento de bone-
cas e bripiifos piwa meninas, tendo
entire elles. Ihdos tbiletes, comomodas,
aparadoreo. guardA4bugas, etc., etc.
JARROS
A kojaiidOlft* ,Vpia da In-
deldf d tv .1e 2 e; 4, reebeu umn
lindo sortimento de jarros para fliores,
o staANTES
A loja da Malva-rosa, A praca da Ih-
depeO iW vs6-P ` I4 jIrevine 9
Sr. fitAtsq' 4AdMi dhs melhb s
e mais conhecidas marcas de cigar-
Wbatdmdo neft. cidade, aoa.,..
ceber db-'!i OJut*Jaa i- uu ir omjto
soiB mwlftU d( Wf i"r1 *nm'A dw paW
Colio de palha, das melhores e mais
acreditadas mricam;. aeitt oonavort
reicfteeln erlci go do R Mw e0B*hR,
etc. ,

CSA DlllO-OF
..Bilhete 9aranft&fst

ua do l vteita a.,"vi
S0 ahsaira amdo acaba do tender!
nos seus muito felizes bilhetes a sor-
te de 4:OO(000 em um -me% de rI.
2825,- &-.rt de n. 988 a sorte de
oo00000, eoltro de n. 3908 cornm a
sorte de 100600, alWm .de outra-
muitas sorts' de 405000 e de 20A0 dr
loteria que se acaboit de extrahir.
0 mesmo abaixo wsignado convid-
aos possuidores a virem receber na
coiormidaie db costume sem deseoRtoa


pEepoldina' fjio.
Acha-se fugida a preta Leopoldiha, 6 dQ ser
-ip doai ,"d; tern os signaes seguintes :
Trde de&25 gnbos, altura regular, secca, coa
falta de urn daut.na frente, da parte superior,
'corh pqulends'caBellos por baixo do queixo, a
itmaVao di baria, tern a barriga um tanto
fompinada para a frente, em virtude de parit-'
0o, 6 benm falJante e tern os olhos alguaia
c0t6a aniOttcMbW, esta e icrava sempre tern
estadb atgtdt'codecoziinheira : quem a cap-
turar'e lea-lu arim do Barlo do Triumplio n.

0 'I ~IRU GI 0
Ana do Imprador n, 63, pri-
thktio andar
0 D,. Mtla&quias, cirurgito do hos-
pital Ptdre IIi avisa a seus clients
que de volta de sua viagem ao Para,
ccntinua no'exercicio de sua profissio. '
G onsultas do mneio dia as 2 horas


peranca
Nave& do 6Wi mar .encapellado ha
dons anaos, qtasi a sossobrar, o seu ti-
moneiro, abandonou-a e ella agarrando-
se a urea ROCGA, escapou do naufragio,
mas: umn tlnm avariada; por isso vemt
perante 6 publico que gosta do barato
rider o 'astrb que consta de tudo que
So diz miudezas finas e ordinarias, til
lo se vende sem ajustar-barato, por
metade e urna teto e'mesmo quan-
o a avarc f6rgralde, de gra a. Ve-
nham & iea do Queimado n. 77, que a
Esperanga outr'ora florescente e risonha
--liquicla...

:2,000 rse
o palmo de terra co.i. 300 de fundo, na Casa
Forte ; a tratar na rua Nova n. 40.

Na rua do Visconde de Albuquerque
n. 44, anfiga rua da Matriz da B6a-Vis-
ta, precisa-se de uma ama para com-
prar e cozinhar para pequena familiar.


..J ube
Desappatu do di 9 n poto flo, sere
ba:ba, levyn, oc(p ei*go iOntlizialde camii-
sas em di&s caixas, Sendo' meira duzia de ni.
32 em caixa encarnada e media duzia de n. 35
em caixa verde, cujas camisas foram mandaw
das de urma casa da rua da Palma n. 78 para a
rua do Queimado, fugindo nesse trajecto e
ladrao, a quern s6 conhece de vista o annunm
eiauite: .a' &a k- rt ieAlOe nd h r e levar
a AIt~rse
casa tert; ni 6i d di..ridowForte, o andar
;do sobradoda doLom aV as n, 55, e o
primeiro andaIr d r"a VLi-velha nm
132 : a atft 'Ia t tsodrtraia ddo 16ft*ras.
de costura
-6certa-ie t1a e (uaiiddr machlna de
ast soja qual for seu autor, bota-se toda
e qualquer peca por mis difficil que seja, ga-
ttltindo-s setftt-i.fto: 'a rt W do BarAo
"df Victoriamtu ?Zpew "i an~-.


. ii*l---*; l'* -- *^ -'i'j wS'- -,.*Jrt. ,=TN -,: Z
'#~- 1 ":

Spe!ri e nao jiog.
Agxa. m e.em iodad.urwt
T-nrto'd ASa, q efuka.
(Mas eltA. de bronze, que, se nao
tern frrado por ser estanhada).
Roga-se ao HIllm. Sr. Ignacio Vieira
de Mello, -escrivio da cidade de Naa-
reth, desta provincia, o favor de vir A
rua Duque de Caxias n, 36, a concluir
aquelle negocio que S. S. se oompro-
metteu a realisar, pela terceira chama-
d desate jornal, em fins de dezmbro
Sde1S71, e depois para janeiro, que pas-
vou afevereiro e abril de 1872, enada
attlprio; e ,oreste motivo, pois, &de
n[vcCh0 o pare o dito fim, pois de-
ve S S. lemnbrar-se que este-negocio 6
de s de ito. annos, e quando o se-
nhor seu'filho se achava nfta cidade.


..TRAVB3A DA RUA DO
.DUQUE DE CAXIAS N. 2j

SJulio Isaac, pe1de
a todes os Srs0 min-!
tuarios que tem m-
.tela veneidis, vre-
nhaUm re sgata luasi
porqte se estI liquiL
dando todo os va:
lores em cofre; Rifao
se recebendo, desde
ojte, mais empres-
Stimo sob penhores.
j Reidfe, 16 de ju-
diede -877.

Atteneao
Precisa-se alugar urna escrava que seja field
e de boa conducta, para vender na rua; agrh-
dando, paga-se bern : a tratar na rua de San-
ta Rita n. 63.
Barbeiros
ja cabelleiraria imperial, ra da Impera-
triz n. 60, precisa-se de officials de barbeiro
Transfereneiaa
Traspassa-se urma hypotheca garanti-
da, ern urma caa terrea de gosto mo-
derno, pefa quantia de 2!000$000 e o
juro mensal de; um por cento. A pro-
priedade e de valor duplo, e estate des-
embarapada, como se provarA. 0 pro-
tendenta dirija-se a casa de banhos do
Recife n. 17.
Casa da Fortuna
AOS4:000$OOO
BILHETES GARANTIDOS
A' rUa Prinelro deMar~o (ontr'ora rua
do Crespo) n. 2"e casas do costume.
0 abaixo assignado, tendo vendid6 nos Seus
felizes bilhetes urn rneio n. 282.5 corn 4:0005,
um meio n. i5S2 norn 9006000, um quarto n.
3908 corn 1009000', uni iflEeiro n. 2P00 corn 1006,
um quarto n. 988 coin 1005 e outras sortes de
405H000e 209000, da loteria que se acabiou
de extrahir (230.1], convida aos possuidores
a virem receber na conformidade do costume,
sere deseonto algum.
Acham-se vte1d osfeslises bilhetes garan
tidos da 37.* part das 10terias A beneficio| da
nota igreja, de Nessi 8enhira do Penla [8231i
quo se extrahirM sabbado 7 d6 corrente rnea,
PRE^OS


?gei.bilbeta 29000
Quarto $'*IOQ0
EM PORg)O DE -04W000-PARA CIMA.
Bilhete inteiro 3500
Meio bilhete I1175O
^uar 187^
Manoel MartinsFuza.
lardineffo


Precisa-se de um jardineiro portuguez:
tratar na rua Imperial cM Y vio.
Preiiuk-sdeI uwMt area de' lOitf seuglbho :
Stratar ha rua do CabugA i n 24 A, lojao An
nel de ouro. .' *
DE
r. Joaquim do Amor D'ino
SMartbr darliberdade
&llectfad i i i AB*t l Jow.
qf'tl .EB MWB. L -,
At6 o fim deste mez sahe dos prelos.: a ty-
pographia Meleai- a im.pentshini*l obra
deste mAtuyr ft berftad, oWftift pto de
olLocedt4 pagiua ntiUdamma*.aWln as e
em blm papel. -
Esta oimr descrerndo dlVWMs eplsof!s do
sua vida, seu monstruoso prosesso, sus defe-
sa, e finalmente a sntoihoa, in qm qut" eon-
demnou A mortar, assim como a.puUbaIl#o de
Sua grammatica, a rcimprefssao do jorunal po-
litico 0 Typhis Lorna-se assim ums ohra
historica iustrucLiva e do-auamili imbaa
9.k,. e qCuetodo3 os brasi'iiOoi, ami d
9O4NfriP AaM& o :m< ng quo
a so estendess e oroir 11"omoi
6 naoria, fiveamrn-cm, tal po-ti' -, ccor-
rendo ainda a ella a crises rnonetaria, apenas
estipularamn a dirninuta.duantla de 5000 par,
os assignantet, e 75000 para os que nao se
inscreverem atl o tim do present mez, preeo.
pelo qual ainda nao se imprimio neste paiz
urma obra de igual tamanho e,apreCo.
Era escusado fallar no grande prejuizc de
clue s5ian viclirmas os edictores, o que 6 reco-
nhecido por todos, e fail 6 ver-se, ji pelo
Wfande onus quo' sobre ellea-. pesa, it pela
fibugma que seob ervaeritre nos pela htHera-
Sra, mormnente-orid,,e'J*jpor terrn e ocon-
tado a nmesma. stdha que'tpsta e'
arecta a-tedo& '.-1sjlor-a .s. tr-
..do. vilr-se_- dq,-,- tbi.- .. ic-ed
spugt aafi~flij e0^^ Rls^ (yo


Attencie
Saunders Brothers & C.(, agents de
Lloyds, nesta praca, chamam a atten-
ao dos senhores importadores de fa-
zendas, a necessidade --de redumar
abatimento de direitos ite -alfandega,
de todo genero que -mostrar irdidos
externos de avaria, e tambem deF eh-
mar a vistoria de Lloys, immediata-
mente, logo depois da descarga do na-
vio e antes de despachar a faaenda,
nao seguindo este costum-e, estA pre-
ju i cada, qualquer Teclarnmaao aobre o
set ro.
Aluga-se
o segundo andar do pred o 4 irua Duque de
Caxias n. 56 : a tratar na loja.



COMP. A-SE uma aeMaa qme saiba berlin
cozinhar: a tratar A rua aia4 q oaario riw-
mero 32.
GOMPRA-SE do.. dlij, deo ba
qualidade : nn cawofeir b. campos,
d rua d Imperador n. 24.

i!ih

Compra-se, cobre, latio 6 i lobo velha : no
armazeni, da bola amarelI,, tifavssa da rua do
Irnperador. ,
1 *a r '

Arados amenrioaospara ladeira e varzea.-
Balancas de*diversos tamanhos.
Cadc iras de ferro. de balango.
Camas de ferro de diversos tamnanhos.
Cofres de ferro dos afamados fabricantes Mel-
vers : vende-se em casa de C. S. Hamke&s& C.,
n. 14 A rua do Marquez de Olieda.
Vende-se carrogas e bois, juntos otn se-
parados: a tratar na Tamarineira, ou a rua
Santa Isabel n. 5.
kRUA DO COMMiRCIO-24
Neste estabelecimento vende-se o
erdadeiio e superior vinho de Bom-
deaux, tanto embarriscomo em enga-
rafado, e mais barato do iti.em qual-
quer parte, por ser recebido de conta
propria. No mesmo estabeleeimotto
cornpra-se garrafas vasias que tenham
servido para vinho de Bordeaviir ou
cognac.
-- VENDE-SE farina deo nandioca d "qua-
liMade superior, e bern acndicionada-: l-ur-
C 0do Pelourinho 7, escriptwo d4 Jli &
-* VE1J- periores : qo Lar do a.n ii-
torio de Julio & Irmo -.. .
Rival se1M ._.
Teimpara vender, urn pt o petiiecqwe
ISo lat" coin.agos a .boo 0 a "O m 4_. InW.e
duzia.a 3 : narja.a ued, di| ,i .
especiaes de Daniel, Goyaz, Rin-N ,: 'o
largo dtr Ie0oul1r'o n 77, Toio


Na loja de JoaqiBnft ?ozreia (Gatxpos t0.
ivead(Ma as aeguolai ieu, pbr pue s
que almdaa i.b. po p .boidbi. 14
palmos de largura, a 500 rs. o covilie,,.jjft
dito liso, e*m 4 palmos4de largura, t 400 rs: o
*covaio, dto dito a f1irs. cov'aid, aaijs
'brancas a ?$; ventium etlis antes qe me
acabem : na rua do Crespo n. i1.
Tm)^9


N





























ze4 em geZnIl a eor
o do ,macl.
q u'Mmttet, fazenda ,
mas 'que vev. e 7.00 a
pera. ". f antes que se aca-
be !N ~T~o
rTen (amblmn granf'e sortinenLo de
c6ete.. de piautaia, lindos deseehos, e
que vende barato. .
Alpacas de sOda, de':urea s6 co@, o
que ha de mais moderno para vestido
de senhoras, bern eenmo popelinas, me-
riino5s, e outras muits .fazendas de go'to.
AO BRA Mi IRO
RCA PR[MEIRO BE MARCO N. 'I
Agodtiho feantos &0C.
Vinho "7a7i superior
Vende-se no 'rgo 0 do'orpo Santo n. -19,
primeiro andar.
Came seca tde careiro
Vende-se a 600 rs. o ikilo ; na rua de Pedro
APonso n. 80.
A's Srs. proprietarios e
constructores 'de obras
Vende-se por baratlissims pregos traveja-
mentos e esteios de diverse tamanhos e qua-
lidades, beni eomo linbascle66a 60 palmos :
a traitar corn (tosta. na rua Imperial n. 25, ou
n,) pateo da estagdo das Cinco Pontas, nas.
chegadas -doe ttus do 8 horas -d& mnanhia e 5
1/4 da tarde. ,
-- VkNDE-4i1pSir preoo commodore urn mter-
dfl'no em Beaeribede Baixo ou Agiw-Fria, corn
100 palmos oc frente o mais do 450 de fundo:
a tratar A4 rua de D. Maria Cesar n. 42.
Bournu e ficahusde-l e seda
Tecido special e de novo gosto
Recebeu honte(p a loja da America, a rua do
CabugA ni. 40, e -vnde por preQ os muito re-
sumidos.'
Ultlinanovidade
0 barateiro da rua Primeiro de Marco n. 1,
recebeu alpacas de c6res, lisas; gastos espe-
ciaes, e vende ba'ato! tern anmostras.
Merinds de e6res; gue fazenda !
Lizivdias 'dePbiladelphia, gostos nnuito lU-
dos, pura 560 e'6 rs-.-o- covado.
Popelinas de muito go.ito, pare a0, 400, 500,
600 e 7C0 rs.
Granadina preta de quadrinhos, listras, etc..
fazenda superior, e para baratissimo preco.
CGrtes de vestidos; que iindose desendhos que
elles tern, fazeada tupe'ior, para-.t6 e, 8,000,
convem ver.
Cretones inglezes para camisa a 280 rs., di-
tos para vestido de serib ras, para 360, 400,
440 e 460 rs. o covado.
Linhos de quadrinhos pura vestido a 400 e
440 rs.
Mariposas, quo lindos padres .e c6res fixas,
para 400 e 440 rs.
1ptistas, novos padres ecOres fixas, para
280, 360 e 400 rs. o covado.
Selecia, 24 varas, 29 0 30$,
Bretanhas corn 24 varas, superior, para 2 5 e
'226000.
Cassas pretas, cantito.
Princeta, alpacas, las, merin6s e outras fa-
zencdas proprias para luto.
Toalhas felpudas e acolchoadas a4X500 e
5S5) a duzia.
Punaose colarinhos lisos e bordados -para
senhora.
Gravatas, ultiraa novidade, para senboras,
para diversos precos.-
Guardanapos -eqtenos e grandes.-
Aloaibato- p.a iea a a00 a vara.
Casaniras "ara 2$, '4500 e 2800 o oovado,
6 pechincha
Len~os de iinho corn barra de c~r, fazenda
superior, para 55 e 71 a duzia.
Lenqos bmanses at I<88 2), 3, 4he 5$.a
duzia.
Cretones para coberta. .*
Que lindo sortimento de cai,'sas de cretone,
brancas, de algtg4fo e linho, e vendeinos mnais
barato do qae',m outra qutl^ser pane; a
ellas, a ellas.
Chales decasemira.
Colchas para cama.
Coroulas de linho.
Cortinados bordados.' *.,.
Meias brancas de oc've vera homens e
senhoras, para bsatissimos precos; 6 ver
nara crer.


Uolarinbhos e punhos.
Gravdtas para horn in, temos sortimento.
Alem destes artigos, temos outros muitos,
que se acham patent g-a vista dos. compra-
dores ; e fazr ruma eeriencia.
0 BARATEIRO
Rua lPrleiro de Marco n. 4
Agoo'bnho Santos & C.
Vende-se
um terreno em Agna-Fria, com boa
casa, tendo 197 palmos de frente e
500 de fund ; a casa tern. duas salas,
3 quartos, coiinha 'fra, ltc. pintada de
nOVO, wI4de41w0. e u<),Lrq : .para
tratir na empreza dt gaz, do Recife.
-Z A r._-


f.!oa cotnai E
S6 vendo-sc poder-se-ha aivaliar o qu o
novo tMan chegado e contina a vir da Europ*.
em vrigos dt uioda e phansit ; eScreten-
4O-aS 001 9 ABB eup ioew aapesfeicib.b
.gosto dejuui. je. fa a parto.4e
soyftmento da NOVA ESPMU eANA A rua Dm-
que deCa*jas n. 63; mesm'o o ntuinero ddltes
4llM eeriNabA-n a rmWsea a tenta
4ritr e-'s conseguilo, nta om&o a NOVA E6PERANA
procura eempre satisfazer a Sua boa e.c9ns-
tante fregIezia, piripalmente',oSiM0 AVA..
VEL, para isto apressa-se'em meneionar d'en
.Le mAitos arts qua toin recebido, dgus
p .a alta uovidade :ouLros por serew provei-
tosos e necessarios, e outros pola modicidade
Sos p reobos
AOS FUMANTES
ChiaTUt4s, cigarios, .porta-chartutos e port
Iigamros, bolsas parafumo, cousa de gosto,
estA vendendo a Nova Esperanca i rua Duque
de Caxias ii. 63.
PARA SAIAS
A Nova Esperonea a'rua Duque de Caxias n.
63, aoaba aereceberbabados hordados proprios
parasaias, assim como,papafina, enfeites apro-
priados para o mesmo fim ;. venham antes que
se acabeim.
PARA AFORMOSEAROS CABELLOS
P6 dourado e pr'ateado para empoar os cabel-
los, recebeu a Nova Esperana, ai rua Duque
de Caxias n. 63.-
PERFUMARIAS DA MODA.
Alem dos finos extracts, banhas, oleos, sa.
bofetes e cosmetiques dos melhores e mais
afm'ados 1fabriftantes,* que finde constante-
mente a Nova.E&peranga, reoebeu agora extrac-
tos, oleos e cogmetiques opopaoaai, e a per-
fumaria da moda; a ella, a ella, na Nova Es-
pernnga, at rua Duque de Caxias n. 63.
'CALCADO RESEQUIDO
A botina ou sapato mais seaco, applicando-
se a glicerina, flea perfeitameate nova; esta
prepa',agao vehde-te na Nova Esperanca. 4 rua
Duque de Caxias n. 63.
PARA JIAPTISADOS
Chapeosinhos, toucas, sapatinhos e meias,
sendo'estas de seda oaqueHcs de merin6 e se-
tim; vende-se na Nova EsperanCa, .a rua Duque
de Caxias ri. 63.
ARTIGOS BARATOS
Agua Florida a #$ a garrafa, fitLa de linho a
60 rs. a pea, papel amisade a 400 rs. a caixa,
envelopes aw) rs., otrdao para vesto a 20
rs. a peca; ma Nova Esperanrad, rua Duque
de Caxias n. 63.
Granadinas pretas
-Grande sertimento de granadinas de
seda, riqrissimos patrbes, pura ves-
tidos e palonezas a 600 rs. o covado:-na
Fragata Amazonas, rua T'uque de Ca-
xias f. 47.

Calungas de; borracha
Que imrportaite sortimentoA d- ca-
hImgas, boecas, animaes, sbltados,
-etc., etc., tudo. de borracha tt: tern a
loja da Malva-4rosa, i pWa 'da Inde-
pimdencia nf. 2 e 4.
Aos pais cuidadosos
Comprai urn collar elecbrico dos vr-
dadeiros que reoebeu a -loja da Matva-
rbsa, prava da fiadependencia ns. 2 e
4, umico preservative das covuilsoes
Ras crianga,.
Flor do bailey
Perfume offerecido a nobre~za brasi.-
leira" s6 ni loj~a da'Malva-rosa, at pra-.
ca da Independencia ns. 2 e 4
Aos bons jais
Quereis satisfazer vossos filbiahos ?
muitos que existem na loja da Malva-
rosa, ,a praca da hadependencia us.
2 e 4.
Aos meninos-
Sotdadirihos de chumbo,. a p6 e
montados.
Excellentes tambores e boas come-
ta s .


Lindos vaporzinhos.
Peixinhos-qle correm.
Bonitas espadinhas.
Lindas ,olas de borracha de divet-
sos tamanhos.
Bda" constUccoes. [
misforsiina, cab es. 4 e

Jogos irnstructivos .e muitos outros
biinquedos, que s6 se- ocontram na
loja da Melva-rosa, d praga da' lide"
pendencia -ns. 2 e 4.
Bentes alvos
Qiier% cotseravar os denotes e traze-
los. temnpre alvos? com-prai urnm vaso
#p.. 6 de quinine ': la loja da Malva-
't- a,pp aca da Indepeodemoia ns.
Se 4. /


MOow fl^as, sua peior,im-
possivel de (desw ,- Fy iwo om arwoltees.
W- ra s :f- as e 0avsnisadas.
t'S( I)'44TAAS de t o'l acabanhas.e qua
1liDAS 1DENTAI)AS 41e toi~s os tamanhos e qua-


lidades. -
TAUCRAS ATIDAS e ftundidas.
ARAWDOS de todas. as quialidades.
MO4NIMOS para mandioca.
FORNOS para torar farinha, e
TODAS AS FERRAMENS piecisas


a agriculture


desta provincia.
ENCOMMENDAS- Mandam vi da Etopa qual-
quer machinismo, responsailisando-se pela sua
boa qualidade.
C0NCERTO0S-Conecertam qvalquer machinismo
e fazem contrat-o annual para todos os concertos
do eaigenhos; para esse tim teem a fabric bern
mantada, com grande e bom pessoal, e dirioida
por dous mjenleiros
FA NCISU CMRBEIA DE MESQUITE CARDOZ0,

(ha P4eG d Inglaterra.)
GEORE DUh (omaisprafido e anfoque aqui ha)

do DrBmumns.-4 0t.aI04
De sfo ma do Apollo ns. 2 e 2 B.


waldei8aria0Gena


fdiio de smos e brone
DE

Eduardo Cardoso & C.

Rua do Bario do Triumpho, ovitr'o9a do
Brum n. 66.
Os proprietarios deste estabelecimento pr4-
vinem aos -senhores de engoeho, agrieuetors
e ao -publi-o em ger-Al que continuamn a labri-
car os 6bjectos abaixo mencionados, comno si-


MNahinas de Derosne para fazer espirits,
ditas de Collars, os melhores systems, alam-
biques do teitios diversos, siples e. cOir es-
quenita garapls, iindlindo oS d NAV) SWYSm
TEMA, uItimamente adoptado na provineif, ca.
rapuwas, serpentias,taehos, passadeiras repar-
tideiras, escubmadeiras, cobre picado paa In'oer
mandioca e todas as obras. necesarias jmra o
fabrico do assucar.. Bombas aspi4antes e de
revH -o.ferpro, de eobre e de breome. Si-


pelo system .fancez, torneiras de bronze e
'parafIsos de dito, detodesos tsimant os _


Alp 1 de tie paa',estiIf s map icosortiaento.
ON t#-l tk! ,'ibsti9;, Sttlt% tpkaroes e &res fixas a 240 rs.
.M* s'%tM'flas ede o0re3s, tonesns e chras, horn ro m entotara 4os
S Saiae bancu s a 28060. pechieliha, aproveitem.
Peeiteanfte ,'assa lita'beoMm os a 455 0 .b '-Ld.. "
PtMihs e coHarintos parm senhoras, enfeitadbs de roenda, 6 novidade.
Vos de fikW para clhaplos corn shlpicos dodrados e pfatpade.
Gravatas para':enhoras e para homens, esplendido sor4imeato.
Meias de ctbs ebrancas para snmhoias, homes e meninos.
Lenos 4e tirtihMo cm caixiinhas de phantazia, duzia 48000.
Camisas tde mneia dilferfteto'squalidades e preCos.
Cambraia adamascada para eortinados, re cortinados bordados.
Tapktes de todos os tluiahhos.
;- Secilias, bretanhas, esgiiao de linhlio e bramnante de 4 larguras.
Casemiras pretas e de cores ern pecas ecortes.
Punno pretowe avul especialidado para 7$ c 85000.
Colcihab b'anicas e de cores e itobertotes de la.
Chales a raihtha Victoria
SRioes chales, mantas superioridade em tecido e c6res, nuncavistos a -125.
Espartilhos i Princeza Regente, sdo lindos.
Granadina preta de soda de listras e qfuadrinhos.
Chap6os (le sol, seda trancada e castles de phantazia.
Collarinhos pai-a homes, superior qualidade a 70500.
Leques pretos bordados, lisos e de cores sortiinento complete.
Chales pretos, hordados, lisos e de cores, sortimento complete.
Carnisas brancas e do cores o melhorsortimento possivel.
Cobertores. escuros de lI a 1800, 6 pechincha.
Ditos brancos a S000O urn.
Lensos de es.guio,. finos, a 2$000 a duzia, 6 pechincha sem igual.
Alta novidade
Fichus'de 1I e s6da, recebidos hontem, e o que de mrais gosto .-se pole de-
sejar, e vendemrnos por comrmodo preco
NA LOJA D'AMERICA A' RUA DO CABUGA' N. 10.


Lindissimas baptitas para vestidos,
P 240 rs. o covado.
Variadissimo sortimento de maripo-
!zas, a 400 rs. o dito.
I Grande sortimento de popplinas para
vestidos,. a 400, 500 e 600 rs. o co-
I'vado.
Maripozas brancas, o qie tern vindo
de mais gosto.
Riquissimo sortimento de cretones
corn detenhos inteiramente novos.
Popelinas de seda pura, a 14000 e
1;200 o covado.
Popelinas de seda branca para casa-
wmento, a 1 000 e V200 o dito.
Madapolao francez de duas larguras,
;a 54000 e 5W500.
SCadmbraia transparent para vestidos,
a 3500 e 4 000 a pega.
Fustix. branco para vestidos e ves-
tuariospara merinos.
Braanante cern 41arguras, a 16500 a
vara ; < e uito barato I
Camisas bordadas 'para senghora, a
3$000 e 4#000; que pechincha !
Gorgorao de l, de cores lindas Iara
.,estidos, baratissimo.
Leques de minadreperola finos, dese-
nhos riquissimos a.4O#000.
Chitas : grande s rtirnonto e para todo
preco.
'Temos urn complete sortimento de:
fazendas, das quaes a maior parte nao
annulciamos, para nao enfadarmos
os d gnos leitores, e de todas se do(ao
amostrals' e mandam-se em casa das
Exmas. families para meihor escolhe-
rem : ma Fragata Amazonas
417- Rua Duque de Ca .-- 47
Veos ecapellaspara noivas
Cbegarami lti.as capeMlas e vos de blond
de seda paria noivas a 6, 8 e 40$, 6 baratissi-
mo : na fragata amazonas, rua Duque de Ca-
xias n. 47.
Camisas inlezas
a 98). 30 e 36$ a duzia, a'fragata armazonas,
rua Dque de Caxias n. 47.
Naose espantem
0 Cincoenta e nove
DA
59-Rua do Queimado-59
S Esta liqui4ando
Fichus delay e de la e seda, alta no-
vidade, chegdos pelo ultimo vapor,
para senboras' e meninas, de 28500 a
65 cada 'urn, aproveitem.
Cambraia -'Victoria, fina, corn defeito,
a 3W500 e 45 a peca, estA se acabando.
Lindo sortimento de mantas para se-
nhora, a 1S500 e 2$.
Grande deposit de mariposas 6 rus-
siana, corn slides desenhos, a 400 rs.
o covado.
SLinde sortimeto de baIMAistas brasi-
teiras, a 260 o 280. rs. o covado.
Gorgorses de cores para vestidlo, fa-
zenda de gosto, ja pela qualidade, ja
pelos padres, a 900 rs. o covado.
Grande deposit de cortes de vesti-
doe bra*ons ode cores, a 4$, 5S e 6$ ;
aproveilem.
Quantidad. iversas de cretones
fra cezes, 'es, suissos e allemaes,
a SS, 36, .16 e W rs. o covado.
qussimo& Ssiahu & princeza regen-
te,a o05; se querewi ter o -gosto, ap'ro-
Veitam.
lRespeitavel deposit de qualidades
diiie"rsa .de popelinas, a 400, 040 e
WO. re. o covdod.


n' 440 de, deol.has, de. 2500 a
7^ hk. a para todos os pre-
'^t4O par'a. 35fOOO a peca.


t



a
(


rua do Queimado
N. 43.
AIMIIIAI



os preeos de fazendas,
que vendem na rua do
Queimado
N.43
Venham ver para crer
Baptistas finas, corn padrOes rnuito
,indos, cores fixas a 240 o covado.
Chitas percales finas, a 300 rs. o dito.
C6rtej de nansuc corn figurinos, ul-
tima moda, a 6$000 urn.
Linhos pardos para vestidos, a 240 o
covado.
Cambraia Victoria, final, a 3$, 3500
e 44000, a peca.
Carnisas inglezas de linho, forradas,
a 35$000 a duzia.
. Ditas de cretone a 24$000 a duzia.
Brim pardo liso para costumes, a 400
e 480 rs. o covado.
Maripozas de cores, corn listras asst-
tifiadas, gostos minuito cliiques, a 400 rs.
o covado.
Chitas finas, escuras o claras, a 240
e 280 rs. o covado,
Popelinas de linho e seda, a 280 rs. o
covado.
Alpacas lavradas de soda. gostos, lift-
dos, a 500 rs. o covado.
Lengos de c0s0 A ingleza abainrha-
dos, a 2:000a duzia. Sao baratos.
Fust6es brancos 1 1.Ta esidos,
rs. o covado.
Brim prete, lino, para luto, a 500 ws.
o dito.
Clialas de .quadros, bonitos a 2100
im.
Briamante d 10 palmos de laruura,
i -1 400 e 2$500) a vara.
Cretone prussiano, a 240 rs. o eo-
Yado.
Cobertores. de 1l, escuros, a 2$000
Colchas de cores, a 1$800 uma.
SToalhas acolchoadas, a 45000 a
duzia.
Chita escarlate propria para plone-
zas, a 320 o covado.
Madapolo francez, fino, a 4S000 a
peca.
0 43 da
RUA DO QUEIMIADO


A Coroa


Brilhantt


Al
I


Loja de joias
-Esqaina da rua do Cabug& n. it
0 proprietario deste estabelecimrato e q -
veu, afim de apurar dinheiro, vender tais
barato 40 00 que em outra qualquer parte,
garantindo todas as suas joias, entire as qtaes
se vendem : dedae% de prata I..ra meninas e
senhoras a 600 e 700 rs., anneis para *abello a
2$, rosetinhas para m eninas a 2$, etc., e neste
sentido todas as joias. Tambem se enca -"ga
de concertos corn todo o a"seio, premptidto e
commodidade em preoos.
A' RUA DO CABUJGA' N. 14.
















. Osend
D., 0 sea


'do 1e60 canhoeS ee.ente
... po, ursa dlsancia
SEstas -ultimas tr
constrmum er.i
dos) acha-se sft dad...
urna estreita'ponta, hericada de o -
* colhos e baixios, onde a corrente 6
muito rapid, onde se encontra o mais
pronunciado cotovelli do'estreito, e
onde emfim a .,avegaCao e tao difficil
que mais de um navio nio p6de pas-
sar ao mesmo tempo.
Nos tempos antigos, o estreito dos
Darnanellos era. um obstaculo quasi
invencivel para os navies de gueria,
e comeffeito so urna vel foi elle Iran-
S. queado a uiva forga, em 1807, pelos
inglezes; mas, na sua situaQAo actual
e corn os navios a vapor, p6de ser fran-
queado sem grandes perdas.
Demais, as defezas do estreito sao
abertas do lade de terra, e pois, basta-
rdo alguns ril homenas de desembar-
que na habia de Cardia, no fundo do
golpho de Saros, para tornal-as de tra-
vdz visto icomo dominando a costa eu-
rop"a a da Asia, a tomada dos castellos
da :Eoropa faria cahir immediatamente
os castellos oppostos.
A navegagdo do Hellesponto & difficil.
A corrente que arrasta as aguas do
mar Negro para o mar.Egeo e que faz
5,560 metros por hera, nao 6e contra-
riada senao per uma contra-corrente
que vindo do Archipelago, margin a
costa da Asia. Os ventos do norte. so-
pram alli'com grande violencia duran-
te o verdo, e o mesmo acontece corn
os ventos (do sul durante o invemrno.
0 Hellesponto, em circumstancias
notaveis, foi atravessado por various
exercitos, takes como: Potr Xerxes e
sen milhbo de soldados, pelos cruzados
da terceira cruzada em 1189, pelos tur-
cos em 1356, etc., etc.
Entre Lampsaki. na Asia-e Gatlipoli
na Europa o estreito se alarga e trans-
forma-se no mar de Marmara.
Gallipoli, que tern umn bom port
e 15,000 habitantes, mas que e porca,
triste e miseravel, foi o primeiro ponto
conquistado pelos turcos na Europa.
Essa cidade domina a entrada do es-
treito.
0 isthino de Gallipoli tern apenas
duas legoas de largura, e na antigui-
dade era fechado por uma muralha
llanqueada por tres fortalezas- Car-
dia, Lysemachia e Patida.-- A posse
d'esse isthlmo d indispepsavel a quem
quer defender o estreito e por conse-
quencia o mar Negro.
Gallipoli foi occapado em 1854 pelas
tropas francezas, que fortificaram o
isthmo e [fizeramn da peninsula a base
de sua occupacdo da Turquia da En-
ropa.
0 mar de Marmara tern 253 mitia-
metros quadrados de superficie. E'
profundo, facil nen e navegavel, ape-
nas agitado pela grande corrente do
imar Negro, e encaberto, em sua en-
trada, pela ilha de Marinara, celebre
pelas suas pedreiras de marimore.
:'a costa da Asia, que 6 sinuosa, en-
contra-se a peninsula de Cysica e 0s
golphos de Mundaia e de Nicomedia;
na costa da Europa, que e quasi recta,
acha-se Rodosto, cidade de 20,000 ha-
l)itantes, Erikli. antiga Heraclea, que
hoje 6 apenas unea villa, e Siliuri, anti-
ga Selymbria, port mediocre, defen-
dido por uma fortaleza.
Era centre Heraclea e Selymbria que
comecava o Macron Tichos on muro de


Anastacio, que se proloigava atW Der-
korn, no Mar Negro, efechava o angulo
de terras que acaba no Bosphoro e ter-
mina na Europa.
Esse muro f6ra construido. no tem-
po do Baixo-Imperio, para defender
Constantinopla contra os barbaros. Sen
comprimento era de qninze leguas, e
formava abase de.urn triangulo de que
Constantinopla era o vertice. Ainda se
e v6estigios desse muro.
A' partir (de Silivri, a costa 6 margi-
nada pela estrada de Andrinopolis A
Constantinopla, estrada acidentada,
cormlada por torrentes e cheia de pon-
tes.
No extremio do mar de Marmara se
aham as illias rochosas e pitorescas
denominiadas Ilhia dos principles, onde
se aichamrn alguns conventos gregos.
D)'alii por diante o mar se transform
era urm novo rio :naritimo, que 6 o Bos-
plioro d(a Tracia, em cuja entradfla se
acha Constantinopla.
1T7rTadazido de Theopitilo LtlaUje/ .


FOLIIETIM


( CO) i '; .L'.\C..,_ D.AS TTRAGEDIS DE PARIS)


maup.-a maua a nuuOW
patnotismo e esclarecida xp
honrado autor do. project |^
tambem que as modificagoes propoas
nio satiAdem as necessidades gersi-
mente sentidas; e que, urma vez que
so alterm a citadk Iei, convrm estabele-
cer para .as- sociedades anonymas um
regimen mais conform aos votos da
opiniao publiea, aos principios actual-
mente adoptados pela legislavae de ou-
tros paizes. .
Mant6m o project o principio da au-
torisacao pr6via do governor para orga-
nisaoeo a estabelecimento das socieda-
des anonymas, principio consaado no
art. 295 do codigo commercial,, e.arn-
plamente desenvolvido pela lei de 860.
Modifica-o, porem, dando aos presiden-
tes de provincia, em certas e determina-
das hypotheses, a faculdade de-concede-
rem essa autorisaao, at6 hoje reservada
ao governor.
E' sem duvida o reconhecimento da
justice dos clamores levantados na im-
prensa e na tribunal contra uma centra-
lisagdo excessive; e a commissao niao
hesitaria em acolher a modificagAo:pro-
posta, se no seu humilde conceito nio
fosse preferivel prosdrever de uma vez
o meswio principio.
A gravidade do assumfto impbe A
commission o dever de justificar corn
algum desenvolvimento o alvitre que
prefer.
*
Antes da promulgagao do cadigo com-
mercial francez de 1807, as sociedades
anonymas pendiam tambem As vezes da
autorisa'ao prdvia do rei; mas o moti-
ve de uma tal exigencia prendia-se an-
tes ao objeeto do que a indole das mes-
mas sociedades. Propunham-se ellas
per via de regr Ai exploracao de algum
monopolio, e a prdvia autorisacao rdgia
era antes uma restriceao a lib 3rdadede
industrial, do que A liberdade de asso-
ciacao. Factos conhecidos demonstram
que, no antigo regimen, a tabella offi-
cial das sociedades anonymas era a ex-
cepeao e nao a regra, e que muitas se
organisaram sem essa autorisacao. Mas,
depois de promulgado o referido codigo,
tornou-se ella qualidade intrinseca,
substantial das mesmas sociedades, que
nao podia ser preterida, quaesquer que
fossem seus fins.
Napoledo organisava o imperio. 0
principioe da hberdade de associacdo e
de industrial, nao podia escapar ao nau-
fragio geral da liberdade, que o grande
capitao receiava come contraria A con-
solidagdo de seu dominion. -
0 imperio, diz Mathieu, estava fTur-
dado, e o genie centralisador collocado
a sua frente apossava-se na autorisagao
de um dos elements da soberania, que
elle procurava levantar e engrandecer.
Quern' sabe ? As grandes concentrates
de capitals, livres sob a lei, ihe appa-
reciam talvez come elements de resis-
tencia a esteO powder unitario de qua era
tao cioso !.
0 principio da autorisaao nao trium-
phou, porem, sem opposicao e sem
protestos. A boa doutrina, proscripta
pelo .despotismo, encontrou nos tribu-
naes ou conselhos do commercio defen-
sores generosos e C9nvictos. -
Formnam-se todos as dias, dizia o tri-
bunal de Marseille, entire os negocian-
tes, sociedades anonymas e por accoes.
Nao poderiam elbas deste modo asso-.
ciar-se sere autorsiacao do governor ?
As sociedades per acc5es, accrescen-
tava o tribunal de appella(ao de Dijon,
podern ser tanto mais uteis, quanto os
capitaes, quo outr'ora vivifiCavam o com-


mercio, desappareceram ; mas parm isso
6 necessario que sejam independents
de toda a autoridade, que nao seja a da
lei.
A autorisacao de que se trata, *dizia o
tribunal do commercio do Havre, nao 6
sem duvida exigida senao para as gran-
des emprezas, que possanm ter alguma
connexAo corn o interesse public, como
o banco de Franc;a ou outros estabeleci-
mentos do mesmo genero, e as compa-
nhias privilegiadas, se existem. Mas
esta disposigao nao deve ser applicavel
as. associates particularse, que sao or-
dinarianmente formadas' por acc6es, takes
como os armamentos dos navios '-de
commercio, os estabelecimentos de ma-

remingtons, mrnas armas velhas -de- pe-
derneira transformadas cuja fecharia f6-
ra subatituida por uma de -systema mais
nmoderno.
Estao carregadas ? erguntou
Jobin.
R Ii 1 nm w. a inb~lfm ___n.ti~n.,in


0
pioopp e ibpade od
C4 a d6niiri.

1853, diz Whae e nio tinl
paiz disposi legis l qu p
tiea um associaco em uma eu
qualquqr limilar sua responsabiliF
somma corn que entfra. Para m
diar' ta situa ao, que tendia a r
a indrtria e o commercio de ca
qde sao seaialimnento necessario,
verno inglz_ nao se imnpoz gran -
balho ;-supprimio simplesmente ta-
tulo III do codigo do commercio',q se
inscreve das sociedades, a clause.
exigia a autorisagco do soberanoei-oi
o que nossas vizinhas denomi .
ciedades de responsabilidade limiIV
Desde a data referida pelo estor
belga acima citado, ate 1862, sou a
legislagao ingleza sobre o assilmpto
profundas modificag6es. A lei, deste
ultimo anno [The companies Act/, diz
um seu coi'amentador, pelas poucas
restriccoes qoe impoe as associoes
quasi se p6de dizer introduzio a liber-
dado neste util ramo de cbmmercio.
0 resultado do novo regimen foi em
verdade magnifioo. 0 espirito de asso-
ciaao, peado nao s6 pehi responsabili-
dade illimitada, como pela t-utela offi-
cial, ora, animado p.e[a restricAo0 da
responsabilidade A somma da entrada,
e pela liberdade. concedida, tomot pro-
digioso incremento. 0 numerode com-
panhias ofganisadas "sabio a um alga-
rismo elevadissimo, e o capital colligido
por ellas a urma somma quasi fabulosa.
0 exemplo de um povo tao- preso A
tradi&co, tao adverse as reforms, nao
podia ser esteril. De facto, o principio
da autorisacao, constantemente impug-
nado, comegou desde entao a ser barn-
do da legislacao vdos povos da Europa,
e a liberdade das agsociagdes e hoje,
corno jA o disse a commissao, o regi-
men quasi universal.
0 segundo imperio francez, nAo obs-
tante o seu culto as tradigoes do pri-
meiro, de que foi tao pallido quanto
desastrado arremedo; nao hesitou emrn
condemnar p principio aceito em 1807.
A lei de 23 de maio de 1863 permitted
a f6rmacao de sociedades anonymas serm
a autorisacao exigida pelo art. 37 do co-
digo do commercio, uma vez que o ca-
pital social nao excedesse ai somma de
vinte milhoes de francos. Esta restric-
gao, pordm,. desappareceu bern depres-
sa. A lei de 24 dejulho de I867 M li-
minou-a; hoje as soiedades anonyma0,
qualquer que sej. 0pItal subsnptq,
brganisani-si e estabjli-so se in -
torisagao do governor.
Na Austria o project apresentado
pelo governor A camera dos deputados
em 1874 nao exige autorisacao algunma
para a creagAo das sociedades ano-
nymas.
- 0 principio da liberdade de takes as-
sociacOes foi consagradb em Porttugal
pela carta de lei de 1867.
A Allemanha firmou-o pela lei de 11
de junho de 1870.
+ A Belgica aceitou-o pela leide 18 de
maio de 1873.
J'a Suissa varia o regimen de cantao
para cantaio, mas o project do codigo
do commeorcio, que deve reger a confe-
deranao toda inteira, elaborado em 1865,
consagra o principio de quo a sociedade
por acc3js nao caroce da autorisacao
do goverio, salvo e f6r constitaida por
um prazo major do 30 annos ; rtric-
cao energicamente combatida pelO ju-
risconsulto Waltker Munzinger, encar-
regado pelo conselho federal da revisao
do mesmo project.


0 accord observado a este respeito
na legislaaio dos povos, tao differences
em indole e costumes, prova -que os go-
vernos se vao emfitn premunndo con-
tra o furor de goernar, que Mirabeau
denunciava comno a mais funestaenfer-
midade dos goveradsjmodernos.
Todas As-vezes, diz Stuart Mill,que a
cousa fOr melbor executada pelos parti-
culares do que pelo estado, e o com-
mum, fiaizvos a indusja piyvada. E'
este um problema eqonomico, quelt.m
sido cemo vezes debatido, e que a expe-
riencia tern cem vezes resolvido contra
a administrator. -
No easo vartente 6 de proladi i

cil de agarrar I-Senhor coitra-regrka-
continuou -. sabia por acaso quo a
menina Dinah Bluet tivesse algumn ili-
migo no theatre ? .
-4-h I isso quae nao ... exela-
moW-contra-regra- nenhum !..
ta bea -certo d,'isso?'
-C rtisfimoi.-,Pio*e.OiniOzinha .:.
tan boa, .Mo m.ip, Ab. # tII, tao de-
licuda reom .tof 0o.a o-
timoe dts calpars prei
nave l o !rppara
sejr sea in .-

va, .l. ..


Oe os capfhbs espaisos"
Ipar llas e .As diversas mtv.. jR
v 861 k" 4010~ca 0 qu", jana efi-
no indiviuo, mas g acgo do esta-
do, rveladq pelota isaario.
Nao tern por certo a tutels adminis-
trativa a virtude miraculosa que Ihe at-
i'bueriim seus defensores. Se e grande
t. ndmero de sociedades anonymas ; se
mruitas enriquecem e prosperam, pede
a vedide que se attAb, o facto aif6r-
ma engenhosa das mesmas sociedades,
ao espirito de asociaiao, qu e resisted
aos obstaculos que lhe impoe a political
meticulosq e desconfiada' dos governor,
e a prudencia e habilidade das respec-
tivas gerencias.
Ninguem contest que a tutela of-
ficial possa em-muitos casos impedir a
formagao de emprezas imprtudentes, vo-
tadas de ante-mao a- infallti*e.I. ro
e embaragar a fraude, salvando as inm-
cautos, alrahidos pela perspective de
lucros fabulosos.
Mas 6 tambem assim que se justi-'
ficam ou attenuam as mais intoleraveis
restricces a liberdade humana; e,
apezar de algumas vantagens que ellas
offerecemr e garantem, o senso cornm
-mum sempre condeomou-as e as luzes
do seculo as tern na maior part pros-
cripto.
Ninguem nega a censura previa o
merito .de impedir a propaganda do
erro, a perpetragdo de offenses a reli-
gido e Ai moral; em numa palavra, os
services que pode prestar a povos e reis,
cohibindo as demasias na manifestacAo
do pensamento.
Seria, entrctanto, rematada parvoice
pretender restabelecer, e.a troco de takes
services sacrificar-lhe o progress1 que
s6 A real e verdadeiro onde a liberdade
e um facto.
SComo, pergunta Mathieu, como, ao
menos em principio, conciliar a liberda-
de das convensoes corn um poder, oda
autorisacao, que nao s6 p6de modifi-
cal-as, mas impedil-as do nascer para
a viia legal? Um tal.arbitrio, per
prudent e liberal que seja o deposita-
rio, nao p6de ser senao um obstaculo
a liberdade ; 6 esta mua essencia, sua
raziao de ser. Debalde dAo-lhe o belle
nome de protecqao, debalde demoostra-
rao por facetos sua acqao benefica, jimais
farao a conta dos germens uteis por
elle suffocados, das idWas fecundas que
maton sem intencao, s6mente talvez
porque eram arrojadas e assustavam
caracteres demasiado timidos.
Alem de attentatoria da liberdade,
razwo sufficient para proscrevel-a, con-
demna a autorisacao as sociedades ano-
nymas A perda de tempo, capital pre-
aQso piquq se nnaoepaW ._
A (elongas inevitaveis em um tat re-
gimen Mao per certo um mal considera-
vel, que deve ,pzar no animo do legis-
lador.
A administracao 6 lenta em seus pro-
cesses. Incumbida de velar pelos in-
"teresses privados, de acautelar os ris-
cos da empreza sujeita a sua apiecia-
cao e estudo,e pede tempo, e 6 de jus-
tica conceder-lhe nao fosse, senao. o
strictamente precise paira encobrir a
desidia ou a desatencao de seus agen-
tes.
E erraquanto estuda e rellecte, se in-
formna e resolve, os capitaes colligidos
ou ficam inactivos ou se dissolve ; e
uer n'um, quer n'outro caso, a perda
e certa e irreparavel.
Em nosso paiz tern este argument
dobrada importancia.
,Alm -de vasto, sem mejos de com-


municagao rapida e facial, todos os pre.
jectos do companhias anonymnas sao de-
feridos ao conselho de Estado, corpo-
raQio poueco numerosa, composta em
geral de homes de idade avancada, e
sobrecarregados de trabalhos de todo.
genero, que Ihes absorvem o tempo,
em grande parte-consumido -pelas lides
do parlamento,.a que pertencem.
Resulta deste conjuncto de circmums-
tanoias que a solu ao dos negocios e
centre n6s mais morosa talvez .-que em
outros paizes ; e nio sao raros os exerm-
plos de emprezas condemnadas a lon-
ges minezes 'e at annos de.espeativa,
apuardando o fiat do governor para sur-
gir a existencia legal..
SComo pr'ova da proposieao enuttida,
pedeA coninissao licenga para trans-
trever as seguintes linhas -do orreior
do Brasil de 12 de oetemnt de- 1872.
!* -. .*- ,-,, .. ,.^ f "* .

vezeedo soif4iii
produzio identico restI do.
0 contra-mumn "olhava para aquillo
corn expressed do iinmensa estupefaic-
.ao e parieciaatl dar pouco credit aos
proprios olhos.
Miseric6rdia !...-exclamou fmal-
mente corn 6 rosto transtornado e as
nmoaieostas,-misericordia !... s teem
chemad, a ao fim, a desgrjaada ; wah
Mahia afuminadaI
.o..a!'fortuna 1-replicou. Jobin.
-Coafaivam cock isso !..
MiaS, Oeio sim, como?...
-f..ap sqn4fotque pergunto.-Quern
; i.O,-.r S.
-. 0 ct rs?

.^ ) x i; e | i o ? : .


)iw,.e cons.
uq .e ,. induitria
ieR ass vmciaes corn
atribu A i lici'o cons-
e S. Paulo por
aahis, corno capi-
ermomandar p6di a
+pbter a-uoaaria licenea.
06 Gymnasio Dramatico, em vez
do-. OW Paulo, e ter de capital
I 4^'fde de'Matto-Grosso ou
de Ano.onas, e tivesse de fundo social
AMOOM "', a questAo seria a mesma:
sem o placet do remote governor nada
se, poderia fazer.
(_publicacao dos estatudos da com-in
panuifhque acompanham. esse decreto
nao traz no fim, comino outras vezes acon-
tece, a respective data: Nao podemos,
pois, saber quando foi em S Paulo
organisada a companhia, para calcular-
mos o grande espago de tempo decor-
rido centre a sua incorporagao e a licen-
Va imperial para ella poder dar come-
Qo aos seus trabalhos. "
, Todavia,.o.dcreLo .QLI.. a
consult do conselhl de ts'-indis-
pensavel nesta grave quedtaio or forga
do regulamento do governor de 19 de
dezembro de 1860, e de 26 de junho ;
foi resolvida a 44 do agosto : passouase
o decreto em data de 28 do. mesmo
mez, e foi este publicado no Diario
Official de 10 de setembro.
I Ve-se, pois, que da data da consul-
ta a da publicacao do decreto mediaram
2 mezes e meio, e s6 do parecer do
conselho de Estado a sua resolugdo
pelo governor urn mez edezenove dias v
0 facto referido pelo Correio do Bra-
sil nao e dos que maiores demo:as-.de-
nunciam; mas serve para indicar at que
ponto estA o nosso governor eivado do
furor de governor, e quanto e intolera-
vel o regimen creado para as sociedades
anonymas,
,Se era negocio tAo samples, para
nao dizer ridicule, consumio a admi-
nistragao quasi tres mezes, que tempo
nao consiumira quando a importancia
da material e o avultado capital exigi-
rem estudo mais sdrio e meditado ?
Afemrn da perda de tempo, e das con-
sequencias que della decorrem, tern
o regimen da tutela official um mais
grave inconvenient. E' de fuhnesta in-
fluencia sobre a educando e character
national.
Onde o estado intervdm, o cidadao
abdica; a energia do character se inti-
bia ; a iniciativa individual se restrin-
ge ou desapparece, e a responsabilida-
de se desloca, passando do indviduo
tutelado paTa o governor tuotr.
Talvez fosse toleravel umrn tal regi-
men, se por elle ficassem sempre, ou
ao menos no maior numero de casos,
completamente, garantidos Os interesses
indivitubtes; se.os projects de empre-
zas aventurosas e imprudentes nao es-
capassemrn nunca aos olhos de lynce da
administracao, e podessem associados e
terceiros, tranquillos a sombra da tu-
tela official, ver na autorisacao um
criterium infallivel de exito certo das
emprezas organisadas.
Mas a experiencia propria e alheia
ahi esta demonstrando quanto a verda-
de esta long de tao fagneira illu-
sao. Muitas emprezas devidamente pla-
citadas, depois de long e minucio-
so exame, se malogram; outras ve-
getam desalentadas, e nao raro a fallen-
cia, que e a motde de takes personalida-
des, as cole e dissolve depois de uma
existen'cia languida e ephemera "
Batidos neste terreno, refugiam se&'os
defensores da autorisacao nos domi-


nios do direito, e procuramin sustental-a
co1n argumentos derivados da natureza
das sociedades anonymas.
Em verdade, a sociedade anonyma
nio d sendo uma reunido de capitaes
seme representantes pessoaes e indefi-
nidamente responsaveis. E', na phra-
se do president Troplong, umra caixa
social, alem da qual niao ha individuos
devedores e constran gives.
A .personalidade juridica nao Ihe
p6de ser conferida pela samples vonta-
de dos. asociados ; e ihdispensavel para
isso .q acto do poder public.
No concerto da commnissao) p6de a
lei conmceder a persionalidAde juridica
as sociedades anonymas, fixando de
ane-mhao as no[mas de sua existencia
e as condiV3es que as legitimam. Dado
o molded, cumpre ao poder publiuo ve-
lar para que nao seja elle esquecido ou-
alterado; e a isto deve limnitar-se today
4., iccao e interferencia.
4xadas 'as condioes da Vida legal
daieiiedades anonymas, condicoes
.* P
esthmrmsl idos Era gran-
Oh 1 enbor, nilo. entra aq'ii gen-
te estranha-... sAorigoro, as s ordens...
Demais, esta imprudencia loda a gente
a commette, e nunca em parte- algama
so passou cousa parecida comrn o que'se
esta passando. Nunca... nunca... hnu-
ca -i
Quantos nmoos tern empregadbs
nos accessorl0s ?
pOUS.
ConTia nelles ?
-Como em m fnim mesmo... -Ga-
nham aqui a vida ha aninos.-E nimuito
boa gene... chefes de farmAila...
Ohce igualmene os tires com-
parmas ,-e, Wt"Co fizeram fogo so-
bre MrOMt Y
"-H 9pb= tao bern, mas
ago. SW IM ,iftCi d'elles...


ca, di1ia ore t11 'i
meada pelacamara
Frane parm. ever.
186i7: ,
Mas, antosde t
ponsabihdade ser
a condits, em v*
do direito ommvm i
em material de oco ..
offerece mais.gara do
que os adm.i.e
anonyma?
Quem o ignora? Os homeW que
teem conquistado uma fortuna, urn no-
me, umra autoridade nofgocios, re-
pugnam ayentt stes 9 i(pfreO na gerencia d e-
cisamnenw porb teeM. vis-
to tant as vezes-- homes
mais ousadfs 's, devo-
rados da n urmafor-
tuna- rapida, e pjae e a seus
societarios nos aqos-.. os.
Tern succedido e'm.i& corn os ad-
ministradores das sociedades anony-
mas ? Nao teem ellas em geral sido
dirigidas coml prudencia e firmeza nas
vias da prosperidade ?
Em verdad#k- a. e em com-
mandita tathbn Yh -de responsabilidade
limitada, e o codiov .nmercial a per-
mitte e nao a a-jeita A previa autorisa-
-ao do governor, NQ -tent, pordm, li-
mites a respou.sab.iie do gerente, e
6 este o unico t'n'mt' .sepran das
sociedades anoyiymaw "'
Mas, forca cm'f.eWar que a diffe-
renga 6 por demia. insignificaifte para
autorisar a exigendla em um caiso, e
disppnsal-a em oubtro. A responsabili-
dade illimitada do gerente da cotiman-
dita p6de ser, e ha de ser, muitas ve-
zes nominal. A- somma das-opera -es
sociaes p6de exceder o que licito pre-
sumir das forqas individuals de um
gerente; e nesta hypotheses que nin-
guem arguira de arbitrarI, a garantia
real fica reduziaiA caixa social, como
se a sociadade fosse anonyma... ,
Ao menos nas sociedades deota es-
pecie sabe o public atd onde p6co qn-
fiar na -empreza. As forgas do resd
ponsavel sao conhecidas ; aluz da pu-
blicidade allumia os elements do cre-
dito de que disp5e ; nio ha como na
comminandita, uma responsabilidade li-
mitada, e outra illimitada, que p6dle
garantir minenos que a rimeira, mas
que sera tanto mais seductora, quanto
menos conhecida.
E' um regimen hybrido de luz etre-
vas, de publicidade e segredo; e, en-
tretanto, a lei a libertou da tutela a
que sujeitou a sociedade anonyma, e,
mediante regras fixas, deu a uma exis-
tencia juridica, que negou a outra sem
previa autorisacao !
Por todos estes motives prop6e a
commission no project que vos offere-
ce a eliminaaio da autorisatao do go-..
ver-no.
Em um caso unico a conserva, como
se acha estabelecido na lei de 1860,
para a organisacao de bancos de emis-
sao. que s6 poderao set' autorisados por
acto legislative.
Excluido assim o principio da asto-
risacao, maxntidd embora modificado
no project do honrado Sr. Andrade
Figueira, a commissao aceitou as ou-
tras disposico3es que elle contdm, e se
acham consignadas no project substi-
tutivo que vos otferece.
Para nao dar demasiada extensaio a
esje parecer, nao desce a commissa.o A
analyse de seu trabalho. E' elle em
grandeparte devid as luzes e expe-
riencia do Sr. conselheiro Nabuco de


Araujo, pois. a commissao aproveitou,
c -rno devia, o project quo em 1865 su-
jeitou aquelle distincto jurisconsulto,
entio ministro da justioa, ao estudo e,
critical (los tribunaes e pracas do corn-
mercio do imperio.
, Beservando-se para a discussion na
camera, confia a cormmissio que, corri-
gido e melhorado o project que tern a
honra de apresentar-vos, satisfara a
opinido public e as conveniencias Ado
paiz..
,* *%v
A assemrblda--geral decreta:
Art. 1.o As companhias ou socieda-
des anonymas, commerciaes ou elvis,
podem estabelecer-se. sem autoriA.o
do governo..I
Estalisposi.a;o naOcomprehende os
bancos de emissaio, que sdA-Rderio or-
ganisar-se por acto legis1
Sunico. Ainda que. s9*iVil o. ob-
jecto da companhia on.swciedad. ano-
nyma, estarA sujeita a a jui. A.caiO -
mercial, e sera regida wlas dsposi-
coe% respectivas do c o comner-
cio e desta lei. -
Icon.,ndij.

realisar o st0, teve de star
aqui s(' ,ltDIh....- Aju-
de-nos X d' frir P-emprtega..
do on o ce .arsa. e esteve aqui
muito temp.i '.
(Jte mamnislas achavara-se no
0osto antes chegar...-O ip.Eus-
,%chio poderi. -ivez d.izeeh Ob&*que
er saber.-Olia,-' tio Eustto ..
0 velho chefe dos ru .t.aias ap-l-
receu logo, e A perguntaW dora re- ',
gra responded : .... -
-O primeiro f 1,.
por alcunha o Cabevwo i ,
to respeito a0o ha a.-"
Quan 6 choguei vi-o";BB
no do fundo...t-aud
o outro como Um
Ihe liz os meuas CUa
dava born egemplol.
que erM a'ffQJH^
rais. corin el!, .'ii*
na aos, lint!m

andar a) "M

4 pE^^^^^


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