Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:14697


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Full Text














aVullj l Ssde. dias:;|teriorem


4,
V -~


'TELEGRAIAAS


RIO DE JANEIRO, 24 do abril, As 4
du tarde. (Re2obido As 4 horas e 45 mni-
nutos, pela linha terrestre.)

Pelo Ministerlo da Fasenda foarm
nomneado :
inspector da Alfandega de Parana-
goith Ignacio Souto-Naior 3
1.o escripturario da AAlaNdega d4I
Pi-nedo. lldefonuso Costa v
2.os ditos da mesma Alfandega, An-
tonio Tavares da Costa e Antonio da
Cruz Silva.


(Especial para o Diario)


CAIRO, 23 de abril.


A cidade de Berber acha-se blo-
queada pelo% partidarios do Mahldl,
e reclama noccorros do governor
egypcio.

\ Agencia Havas, filial em Pernaambuco,
24 de abril de 1884.


INSTRUCgIO POPULAR


(Extrahida)

PART II
ANATOMiA E PHYSIOLOGIA
(Contimnucio)
03 mmabros dos peixes sLo rapresentados pelas
barbatanas: ha, porem, peixes sem barbanas. ;
Em quasi todos os peixes se ve grande numero
de barbatanas, dispostas umas ao long da parte
dorsal e ventral do corpo, outras lateralmente e
symetricas, ou dispostas aos pares.
S8o estas ultimas que "representam verdadeira-
mente os membros n'eates auimaes.
As. barbatanas lateraes anterioros (o par ante-
rior) correspondem aos bragos do homein e As azas
das ayes. Fixam-se de eada lado do tronco (A
p Lrte correspondent ao tronco nos outros animaes)
logo par detraz da caboa, e chamamn-se (per uma
ba raziLo de analogia) barbatanas peitoraes. i
As barbatanas posteriores, que correspondem
asos membros inferiores dos dos outros vertebridos,
estalo em geral menos afastadas una: da outra que
as anteriores, e acham-se situadas na face inferior
do corpo, mais ou menos adiante, desde o pont9,
correspondent As guelras at6 A origem da cauda.
Racebem o nome de barbatanas veatraes.
As barbatanas impares occupam (como nos ja
dissemos) a linha mediana'do corpo; e chamam-se
.dor8sal, anal c caudal, conform- a parte do corpo
do peixe onde estIao situadas.
Todas estas species de barbatanas tern igual
estructura. Sao formnadas por uma dobra da pelle
snstentada por meio de irradiagies osseas ou car-
tilaginosas, de modo identico ao que se ve nas
azas dos morcegos, que sa'o sustentadas pelos de-
dos d'estes animals.
(Contintua).



PARTE OFFICIAL

Governor da Provinela
EXPEDIENTE DO DIA 20 DE MAE0 DE 1884
Actos:
0 president da provincia, attendendo ao
que requereu Rufino Jos6 Fernandes de Figueire-
do, guard da illuminato public, e tendo em
vista o attestado medico que exhibio e a informa-
ao do engenheiro chefe da Repartigio das Obras
Publicas, n. 65, de 22 do corrente mez, resolve
conceder-lbe licen9a per 3 mezes corn ordenado na
f6rma da lci,para tratar da sauide onde Ihe convier.
-Communicou-se ao engenheiro chefe das Obras
Tablicas. .
0 president da provincia, attendends ao
que requereu a alumna-mestra titulada pela EBco-
Ia Norial, Franeisca Eufrasia da Conceigio, ten-
do em vista a informaAo n. 98, de 18 do corrente
nez, do inspector geral da Instrucao Publica, re-
solve, de conformidade corn o disposto no art. 1I
da lei n. 1,496, de 10 de julho de 1880, nomear a
peticionaria professor ptblica effectiva da eadei-
ra de ensiuo primario do sexo feminine de Santo
Amaro de Se.rinhlem.-Communicou-se ao inspee-
tor geral da Instructio Publica.
0 president da provincia para execu*o da
lei n. 2,395, de 10 de setembrode 1873, e tendo
em vista a informa&ao do commands superior* da
guard national dis comaea de Bonito e Boezer-
ros, e a proposal do edwmandante do 310 batalhjo
das referidas comarias, resolve nomear os seguin.
tea officiaes pora o mesmo batalhao: -
4. companhia
Alferes, Jos6 Baptista de Almeida.
5.a soa-hia
Alfores, Francisco Jose das Chgas.
7. wnmanhia '"
Alferes, Pedro Antonio P'mheiro de Barros.
Alferes, Manoel Venaaneb ~ibnil e Bilva.
-0 president da F---imeia tendo em vista a

naion das comarca& do Bsiito e Bezseroe+ e a
mesas omaeas' eaov 0&i~rpara o poatif d9
teente-aumdate do afudido bstalh Afo.o Fe-
iciaodaSava(liaau-seaores-
pOetivQ Gomsandsatat suopnor. '*'"
k *.__ 0 preidente datieoito P~oMexeeoo da


lei n.e2,395,de 10duetei 18m i ead a
C: "A 0 f cwm ld wooe -
kmrd


9
J*tanoet sJiJ


port ao mesmo imperial marinheiro.-Communi- Sr. Participo a V. Exc. que foram hontem reco-
cou-se ao inspector do Arsenal de Marinha. lhidos A Casa de Detengao, os seguintesindividuos:
0 Sr. gerente da CompanhiaBrasileira man- A' ordem do subdelegado de Santo An-
de dar passagemn a proa at6 Mossorn, por coata tonio, Maria Cavalcante de Albuquerque,
das gratuitas a que o governor ternm direito no va-
por que seguir para o porte no dia 5 de abril pro- Pordisturbios.-B
ximo a Anna Maria da Conceiiao. A' ordem do do 1 district da Boa-
EXPEDIMNT DO SBC5ETAMO Vista, Liberate Henrique dos Santos, per
Ao agent da Companhia Brasileira. S. disturbios.
Exc. o Sr. desembargador president da provin- r isri c
cia mandas aceusar o recabiment. do officio de PeloDr. delegado do 1 distncto da ca-
hoje em que V. Exc. participa que o vapor Bahia pital, foi remettido ao juizo competent, o
entrade d'este port as 10 horas da manhla, pro- inquerite policial a que procedeu, contra
cedente dos do asuli, seguir4 amanhi As 5 horas da D. Felismina Barbosa da Silva, per casti-
tardo pau os portos do norte.-,Mutas timdandis 3
quanto a ehegada do vapor CearJ. gos immoderados appicados em sua es-
Aojuiszde direito de Bom Jardimf-S. Exe. crava'de nome Balbina.
o Eim. St. desembargador president do pMovin- Dens guard a V. Rxc. flm. e Exm. Sr. deoem-
cia manda declarari a V. S. que em sen officie de bargador Jose6 Maned d Preitas, mni digno pre-
22 do eorrente, profario hoje o despacho seguin- sidente da provinciai)ae chefe de policia-Ray-
te : Ao 8r. Dr. chefe de policia para providen- mundo Theodorioode Castro e Sitva.
ciar corn melhor entender. ,-Mutatis mutandis ao
juiz municipal do Bom Jardim.A-I.-.1,0,
-Ao commandant do Corp de Policia.-0 ..
Exm. Sr. desembargado presidente da provincia PE!NAIBUCU
mands commnnisr a V. S. que em aseu officio de I .
22do cornte,u..04 relativo a ajuda de custom
a oise iae deutoopio, proferi o d-spaeho e-
uinte : Reed S. inApetor do Thesou- Asse I Bo jal
no Provincial para os fins eopveuientes,.ASJIKlrVi~l
N 47.--a -- tn a Pa la di -24a SESSAO EM 3 DE ABRIL DE 1884
X 467.--1&8e"I& Ow*fcretaria da Policta &Ie"
Pernambuco, m 415d doabrA)UO 34.n T lMm e Fm. riDRuNIIA D UIM. SB. A o"0 DR3 JUprssumA
Sr.--OJ. aZo# d R e e o
co,. de 8do correte Van e.mdafo -0
2'Termoetro, que se p utft na-ldad de Nasa- -- r. A ltoew cvazeante-t- (NIo
teUh, man tiecia de a &uuato feit. sougenho develveo "n &w^b.)
Rre, dejfdriedadedoO. PranciscuGotmede Sb ueaamente ldo postoo am -diocnaas
Andrade a& L1, a l q o acc a o debM dode e *pprava" nem*sb osecaiate: Durwes:
polieis respective, de no ter toa u 68. A eommio d edoado de-liua
L dencs t sedo-se queizdo o Sr.Andrade Lim para a dAsed lu p
1u -4n aaatridwfe eaccnads prewtoadm en~e, ow^ am* sA Alvwes do WA
- ede 9 do orrente, a *inforfato que por' eq* emb A I| ipomOhf a ka I
.Th- a U*44 Copur o' t4toem

IM..L..4kh A.A U. i U.1. a+.5....a.Zm.... A I


mente transacges timportantes, tern entretanto o
sea expediente em dia, a snta e scriptuis.o promp-
ta, dispondo apenas do numero de empregados,
que jia mencionei.
0 SB. Jolo Auusmo -M+as ucern disse ao nobre
deputado que o expediente esta em dia?
0 Sa. AxTuNEs-JA disse que tenho informaqSes
exactas.
- 0 Sa. Josh MADIA-0 nobre depatado ternm per-
feitoeonhecimento das companhias de seguros, mas
nao o tern da seeptaria da -Assembl6a.
0 SR. VisconDu DE TABATLN,-A-Ap6iado, e mui-
to moo na c asa.
0 Sn. Jost MaBAi-V. Exe. devia ir primeira-
monte A aecretaria para examinar o serving e ob-
scrvar se ha oa nao necessidade do emprego pro-
posto; isto era preferivel a andar peloas asas com-
merciaes e pelas companhiks do seguros.
0 SR. Ai;xn s-Onra Vv. Exes. nao v8em que
basta estar-se aqui para se conhecer qual o traba-
Iho que compete A secretaria da Assembl6a fazer?
Nio 6 maior do 9ue o d'eisas casas commerciaes,
6 claro; mas, dxaxndo isio de part, eu pass a
outro pontJ. Teem side oidas aqui diversas pe-
ticues de cidadgos que se offerecem pars servir
gratuitatmente. -
'O SB. JOs* MAZIA-Ah I to jA estA respen-
dido. I
0 SR. AfNss-... e de batros que fazem cos-
so de nusa certa por1mo dos vescimentos em favor
dos cofres ,provinciaes. Qra eu declare que nle
daria, nem don o meu voti a quem quiner -aervir
gratuitamente.[ ,
0 SB. JOE MABA--E 6nto um argumonto de
V. Re. contra V. Exe. mesmo.
bSa. Anxin u-Ouqea-eV. Exe. Euadoto
perfeitama 6te o rinipiO i avocado pelo nobre e-
pqtado eelo 5o distrto, St r.Dr. Emirio Couti-
nho,-.digw est aperariue '
0 notBa. wo-V.EXC. u
0 SL. Ax-uss-Tomneltae-
cio, ,qu da phlosp ehristL
0 SBl E 1o-ois ne nu o tachygrap0
mou. -
0 SB- AaTn-uu-V. EB den j|te apart, quo
mcnareceu difaodeswe rve a. I I


Aguas-Bellas. --Communicou-se- ao inspector do. 0 eidadlo Frxancisco G _0 .e Andrade Lima,
Thesouro Provincial. eestado n'esta cidade, teve part aAo da famnti-
-0 president da provincial, attendendo ao lia, que appareceram nhdividuod em
que requereu BelmiroJA Ferreira, alferes do qx- seu oungenho Retirej per alta noite, parecain
tincto17. batalho do servigo active da guorda na- ladrues que procuravam furtar os cavaltos da estri-
cional da comarca do Recife, e tended em vista a baria, e que desappareeerain logo que foraw*jpre-
informaao do respective commando superior em sentidos. Esse aviso me foi tranamittido como dti-
offieia n. 202, de 13 do corrente, resolve designer legado da comarea, pelo mosmo Sr. Andrade) de
0o 4* batalhao do mesmo servico para o peticiona- seguida para sun easa, e fiou tde partieipar-me
rio ser n'elle aggregado.-Communicow-se ao res- coin minuciopidade aqaeUe oecarido; no bdi se-
pectivo commandant superior, guinte participou.-me par uma earta s-r-yerdado a
o 0 president da provincia, attendendo ao noticia ou participaio d famitW 'aceresdentando
queo equereu Manoel Rodrigues da Silva Junior, que takes indiniduo por alli crusaram. Esta dele-
alferes do extiacto 2.0 batathao do service active gacia, come provideneia mandou para o povoado
da Guarda Nacional da comarca do Recife, e de Allianga quatropraqas, quo .estavAa descata-
tendo emi vista a informaco do raspectivo corn- das no povoado da Viceacia, qa, alli estiveasem a
mandante superior, cma officio n. 207 de 24 do disposigio da autoridade competent para os fins
corrente, resolve designer o .L batalhao do mes- convenientes. -
mo servico para n'elle ser o peticionario aggrega- Nada mais occorreu atW esta data. Assim te-
do.-Communieou-se ao respective commandante nho informado a V S. sobre a noticia do Thermo-
superior. metro, satisfazendo o exigido em seu officio de 3
0 president da provincia resolve permittir do corrente, sob n. 1,883.
que o tcnente do 2.0 bataltho de infantaria, Jus- Doeus guide a V. S.-Illm. Sr. Dr; Raymundo
tino Lopes Cardim, continue por mais tries mezes Theodorico de Castro e Silva, imui digno chefe de
na commission do agenciar voluntaries para ser- policia de Pernambuco.-O delegade 1 supplente
vico do exercito, na comareade Iguarassu -Fize- em exereico, Joaquitm NV~a M. Goutiiho.
ram-se as devidas communicaoes. Secretaria da Pol'cia *d% Pernambuoo, 14 de
Officios : abril de 1884.4-Contorme .-:elo secretario, Ma-
Ao inspector da Thesouraria de Fazenda.- noel dot Saitos Pimentel., -
Remetto a V. S., par, osfins convenientes, as in-
clusas notas do gaz consumido no mez de feverei- DESPACHO3 DA-PRESIDENCIA. DO DIA 23 DE
ro findo, corn a illuminacio dos quarteis dos bata- ABRIL
lhues de infantaria 2.0 e 14.o, da eompanhia de
cavallaria e na Enfermaria Militar, na quantida. Aliberta Antonia. Encaminhe-se.
do de 29,300 pOs cubicos; e bem assim a informa- Amnancio de Barros Cavalcante.- Ao Sr.
gio junta psr copia, do engenheiro encarregado Dr. chefe de policia para providenciar con
das obras militares, do 24 do corrente, sob n. 20, former' entender acertado.
conform foi determinado pelo Ministerio da Guer-
ra, em aviso circular do 20 do mez proximo findo. Antonio Correia do Espirito-Santo. In-
-Communicou-se ao commandant dis annas, forme o Sr. inspector do Thesouro Provin-
Ao mesmo.-De conformidade corn o tele- cial,
gramma junto per copia, da Mordomia da Casa Antonio de Araujo Barbosa. -Informe o
Imperial, de 21 do corrente, %utoriso V. S. a man- A ra n
dar entregar a Francisco Maria Daprat a quaa- Sr. inspector da Thesouraria do Fazenda.
tin de 2:OJOA, sacando a dita quantia contra a Coronel Candido Jos6 da Costa. Infer-
mesma Mordomia, em favor do Thesouro Nacio- me o Sr. inspector da Thesouraria de Fa-
nal. zenda.
Ao measmo. Dou provimento ao rocurso .
de Angusto Xavier Carneiro da Cunha, a que Emilio Agricio dos Santos. Indeferido.
se refere a informacio de V. S., de 21 do Felippe Jose da Silva. -Informe o Sr.
corrente, sob n. 190, relevando a mut & de 401, inspector da Thesouraria de Fazenda.
imposta pelo collector geral do municipio de Ja- Francisco Vieira dos Santos. Aguarde
beatio, per nio ter o recorrente averbado no pra-
so legal a compra de su a escrava Maria. opportunidade.
Ao Dr. Joao Maria Sare (Palmares).-Res- Idalino Isidio da Costa Vioira.-A' vis-
pondo ao officio de 22 do coirente mea, agraie- ta da.informacgo do inspector goral da Ins-
crsdo os services per V. S. prestados aos desva- Pbi, o t lg q r
lidos d'essa cidade, e louvando o desinteresse com trucgao Publica, no tern lugar o que re-
que se incuambio d'aquelle trabalho, renunciando quer o supplicante.
a gratificaoio mental queeu lhe havia arbitra lo. Irmandale do Nossa Senbora do Rosario
Cabo-me declarar A V.S. que o dispmnsei da corn- de PAo d'Alho. -Aguarde -opportunidade.
nissio de que se achava encarregado, por ter o Juvencio Taciano Mariz. Passe per-
Dr. Manoel Falclo de Azevedo me de-larado que por-
n'easa cidade ja' no havia variolas e n3m so no- taria dando provimento ao recurso.
'tessitava de urn medico para o ervi~o da vac- Joaquimn Jose do Nascimento. Informe
cinacoi, qne era feito gratuitamente. o Sr. inspector da Thesouraria de Fa-
Ao commandant superior da Guarda Na- zenda.
cional de Panellas.-Respondo ao officio de 22 de
fevereiro fiado, declarando A V. S. que a legisla- Alferes Julio Coriolano Dias. -Informe
cio da Guarda Nacional nao tracta da incompati- o Ir. commandant superior da Guarda
bilidade alludida no predito officio. Nacional de Cabrob6, devolvendo esses pa-
Ao engenheiro encarregado das obras mili- Ni a
tares.-Devolvo A Vmc. a inclasa proposta que p .
veio annexa ao sen officio n. 214 de 24 do corren- 100arel Jos6 Bernardo Galvlo Alcofo-
te, afim do que seja lavrado o contract corn radio Junior.--Remettido ao Sr. inspector
Jovino Carneiro Machado Ries, para as obras da Thesouraria de Fazenda para attender
de construcAo do encanamento, deposit d'aguad conformidade co a pr-
e outras complementares de que precisa oquartel ao suppicante de conformidade corn a por-
das Cineo Pontas, visto ser o unico concurrente taria de ho c.
que comparecen A arrematagio. -Communicou- Joao Barbosa de Souza.--Informe o Sr.
so A Thesouraria de Fazenda. Dr. juiz municipal e de orphlos do term
Ao mesmn.-COsm a inlusa informaao por Do smb o ao po do tese
copia do commandante da companhia de cavalla- de Taquaretinga sobre o assumpto d'este
rna, oe 24 do correute, sob n. 81, que veio annexa requerimento, que estA instrmido corn vinte
ao officio do coronel commandant das armas in- e quatro documents.
terino de igual data, sob n 177, respond o officio Marianna Teixeira da Costa MeUo. -
de Vinemc., de 17 deste mez, sob n. 17, menos na
part relative a requisicao das notas do gaz per Passe portaria na form requerida.
ji lhe terem side remettidas officialmente pelo Manoel Rodrigues de Souza. -Prorogo
mesmo colonel, segundo declara este no seu cita- per quarenta e cinco dias o prazo concedi-
do officio. do ao supplicant para solicitor a patented.
Ao inspector do Thes)uroProvincial.-Man- do ao supplicant pa soiitar a patnte.
de Vmc. entregar corn today urgencia ao engenhei- Malaquias Toes d ilva.-orrog
ro do 3o district da Reparticio das Obras Pu- per quarenta e cinco dias o prazo conce-
blicas, por conta do crelito consigaado no art. 10 dido ao supplicante parn solicitar a pa-
29 da lei do orcamento vigente a quantia de tented.
200k, para occorrer as despezas corn os repiros M e di Sit1 sm rme
impreseindiveis na cadeia da cidade do Limocuro, Maximio da Silva Gusmao. -Informe
pars onde devera seguir o alludido engenheiro, o Sr. commandant superior da Guarda
conforme solicit o engenheiro em chefe da mes- Nacional da comarca do Bom-Jardim.
ma reparticao em officio de 24 do corrente, sob Thomaz Ferreira Maciel Pinheiro. En-
n. 68. ca i
Portaria: caminhe-se.
0 Sr. agente da Companhia Brasileira man- Secretaria da Presidencia, em 24 de abril de
de dar passage A corte, pnr conta do Mipisterio 1884.
da Marinha no vapor Ceard, chegado do nerte, ao 0 porteiro,
imperial marinheiro-da guarnicao do brigue es- Joaqum Leocadio Viegae.
cuna Tondero, Augusto Lebre, que para alli se- ----
gue per achar-se doente de beriberi, conforms de- RepartiApAo da poliela
clarou o inspector do Arsenal de Marinha em of-
cio n. 182, de hoje datado, ficando sem effeito a Seccio 2.--N. 446.-Secretaria de Policia de
portaria de 18 do corrente, mandando dar trans- Pernambuco, 24 de abril de 1884.-Illm. e Exm.


quc a provincia estA quasi indigent, estA quasi
vivendo de esmolas, gracas A suspensao dos im
posts de consume, e que cahirA em complete mi-
seria se esta casa nao cortar largo per todas as
despesas, economisando hoje 2:800A, amanhi
7:0OI, economisando sempre e sempre embers
aos poucos? Nio de certo!
Eu vou concluir, mas antes de fazel-o p^-o li-
cena para. lembrar um eonto que me parece vir a
proposito. Um lavrador, sendo possauidor de uo a
herdade, e tendo filhos, reoeiava-se de que esaes
filhos, mais tarde, invadidos pela preguica, &,o
ganhassem o sufficient para se manterem coin de-
concia, e achando-se gravemente -enfernmo, cha-
mou-os e fel-os convencer de que havia n'aquella
herdade thesouros importantissimos enterrados,
nao diaendo por6m o lugar onde elles se ahavam
e pedindo somente aos filhos que revolvendo a
terra trabalhassem e trabalhassem continuamente
afim de eneontrarem os thesouros que seriam sa-
ficeientes para que levassem a vida que os ricos 6
podiam ter. Mbrreu o lavrador, e os filhos se-
guiram o seu eonaelho; comeg'aram a trabalhar e
tanto trabalharam que as terras prodnsiram una-
tro vezes mais do que nos tempos do velho p&L
Entio os filhos conheesram que o thewsuro quo
eloles deviam encontrar era o frueto do trbabio, a
que se entregaram. Fapo a applicalo.
N6s temos um tereno Is anroter,.o 0qo e oo
trarA enormes thesouros, eae tsrreno o da eco--
nomiu.
SCortemos today as des a qeuo nao form tabo-
lutainnte aeeesariatlbs -no. u 0 sys-
tems deebsouta eoWmia e ole hi a duvida oe
mias tarde noboremw o -pago de nano trabaul,
a eompes do. no Pos ascrifeio.
tT S. DwuTAwo--V Excfg d pd
083. A nS-DO p figvi co to que
ambos naseows porqu? creio quo V. Rue. 6 por-
nambucano.
Termmaiado, easo pedir ai6d uam vye. A 'l
maionia qe nio se esquwa do gnit &l doN. YVb-
condo e TbtmT a- I muo f sm
Aeima do /jusi.oincuotesta 0 oa d o
amigos quo WL l <
opiniio publieat V4 p'eII^IB! a ae
favor d-Ba e dmowla,4 w- 9 O 14Y--
1 O^ is ^ ^tmSW IuiIiowif
~ ~ ~ .^^g^ S utiJ~-~h 6j Main&a w
di* Ptunn lT^ ".^ ^ l^1" ^ -9"~*-- -~ .


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lb apa ratific*9be: e idai coin di-
01, M30 ,+ ,,

rXto,.4 irem'' EConpo de

I P 'i ftol~ .'
P isc-beatssim qxte iq caeogne verbal no
ga to g Ir hs- paga a alludida
anonfuurifiaeeciro.

emms ,e. le:abril de 1884.-
PC U&ra Santos Pinheiro.- Visoonde
die Ta a.
S discusslo o seguinte parecer :
c.A, e issao de ordenadeS declina
P a s etI zenda e orcamwnto a peti-
0 dri ee tdoieBebedouro Jos6 Casi-
In o c zerrai, ezA que pede o pagamento
d a ordenados durante o tempo em que esti-
vera uvulso, de conformidade corn o quo ja alle-
u emoutra petigio dirigida a esta Assemblea
n seso 1881.
I S44das comii. 2 de marco de 1881.-
Pa ulo-Oliveira. oi Pnkei ro. Viponde
de Catindt ".
0 fi* OlydpIo Marques aeha mais
ac 3rtado qu o.parecer em discussto seja retaet-
tio a oum.issao'de legislaao oe nao a commission
de fazenda e orcamento. Tractando-se de um
p fessor que deixou de receber os seus .fenci-
m ntos durante um cortoperiodo de tempo eW4que
es teve suspense, pensa o orador que esse nagocio
d(ve sen affect a commission de legislacao, porque
tr icta-se de veriflear seifoi ou nao observada a
Ie ; e s6 depeis de liquidade ou reconhecidn o di-
re to 6 que a commissao de orcamento pode mar-
Sr a quota necessaria para pagamento do func-
cmario de que se tract.
E' esta a sua opinion ; e n'es-'e sentido vai man-
dt r a mesa uma emeuda.
0 Mr. Paulo de Olivetra- (NAi "de-
v Iveu o soeu disourso.)
E' lida, apoiada e post conjunctamonte em dis-
c ssao a seguinte emenda:
Substitua-se a conclusao do parecer pelo se-
g inte : Para a commission de legislacao.-Olym-
p o Marques.
Encerrada a discussion, 6 approvado o parecer
c m a emenda offerecida.
E' lido,julgado object de delibera "o e vai a
itprnir o seguinte project :
SN. 58. Art. unico. Fica o president da pro-
v ncia autorisado a conceder a professor Sophia
Suilhermina de Mello, seis mezes de license corn
t dos os seus vencimentos, afim de tractar ella de
w a saAde, ende mais Ihe convier.
Revog nm-se as disposio5es em contrario.
Sala das coinmmiss5es. 3 de abril de 1884.-
aarao de Nazareth. A. do Souza Leao.-- Dr.
Jto Augusto.
0 Fa. DEMOCITO-- Peco a palavra pela ordem.
0 Si. PasBIDENTE- Terfni a palavra pelat orJdem
o nobre deputado.
0 Mr. Democrito Cavalcante (pela or-
er) ainda reclama contra a pretericao que sof-
o no exercicio do seu direito de offerecer reque-
r mentors de informagSes.
Estranha, que o Sr. president, tendo-lhe pro-
n ettido fazer publicap no Diario da casa os re-
q aerimentos enviados a mesa, nao tenha satiafeito
au compromisso.
Diz, que, se essa recusa ainda obedece ao pen-
a imento de evitar toda discussao sobre os erros e
a uses inqualificaveis da administraqae, ella ano
h nra a ninguem.
Nio 6 per esse meio, que o Sr. president da
p rovincia conseguira evitar que se faa um junizo
Snfpeto sobre o soen governor.
Fif"lmente declare, que, uHa a esa
Stprichba em desattendel-o, vaTI pablfif ;n -Niutro
j rnal os seus requerimentos, e farA publicar per
s a conta e responsabilidade todo requernmento de
o posicio, para o que pede aos seus colleges, qne
d sejem essa publicacao, Ihe fornecam copias dos
seus requerimentos.
E' come bade responder aos autores da rolha,
0 SR. PjrsiDE-n.E justifica o seu procedimento;
nas o orador insist nas suas observaqSes.
0 SR. RRESIDENTE declara que continue a dis-
c issao do parecer da mesa sobre o provimentd de
Slugar de 20 official da secretaria da Assem-
b 6a.
o Sr. Rosa e Silva, obtendo a palavra
h ia ordem, observa que, estando find a hera do
o pediente, nao pode continuar a discussion do pa-
m erm da commission de policia sem have proro-
gacao da mesma hera.
0 Sa. PRESIDENTE declara ter sido um equivoco
s u e que ,o nobre deputado tern razio na ob.
s rvacao que acaba de fazer, mas que ha sobre a
esa um requerimento, que vai submetter A con-
s derango da easa.
E' lido, apoiado e approvado o seguinte reque-
r monto :
Requeiro prorogaiao da hera per 60 minutes
p ra discutir-se e votar-se a proposta da commis-
s o de policia.--lode Augusto. ,,
0 Sn. ALFEEDO CORuzIA laz algumas observa-
es pela ordem.
O SB. PBESIDENTE- Continua a discussion da
p oposta da commissie de policia. Tom a palavra
o Sr. deputado Antunes Pinheiro.
O r. Antuses Pinheiro-Sr. presiden-
venho A tribuna apenas para justificar o meu


0 Sn. AsNu'Ts--Nernm uma nem outra cousa. 0
numero actual de empregados 6 suffieientissimo
para o semivo que corre phla Sceretaria, service
que estlA,,erfeitamente em din, pardt6-me o nobre
depntadopoelo 4 district, cmbora hajam quatro
e nregado)s licenciados.
S t, LUNA l:ESE t JVSIO--Isto prova o con-
;trArio!
'0-Sni. JoM MAUIA-Por ahi vai nal.
0 Si. ANTruEs--Peniso quo nao. Se embora ha-
vendo quaitro empregados licenciados o. service nao
soffre, faz-se em dia, cinio se dizer que ha neces -
sidade de mais urn? Se a ausencia.de quatro
empregados nao prejudice, 6 quo os ha demais,
parece-me.
O Sn. Jos0 MAIA-N.ib .estio licenciados per
serem de mais, mas )porque careciam dii licen~a.
0 Sn. ANTUKS-0O meu illustre college e symn-
pathico amigo, Dr. Lourenco de Sa...
Sai. LoutaT O DE SA--Oh! Sr.! muito agra-
decldo,
0 So ANTcNES--,'... que 6 insuspeito aoq meus
illustres adversaries, veio dar grande forga a nos-
sa opposigio A propoeta, pois demnonstrou, corn a
pratica que ternm dos negocios desta casa, a desne-
eessidade de ser preenchido essc lugar de 2o offi-
cial, pois de seis empregados que aqui existiam
outr'ora, fbi-se progressivamente augmentando o
numero at6 que hoje ha dezenove!
0 SR. JosE MALnA -V. Exc. dA licenqa para um
aparte?
0 SR. AsrNTUIES -Pois nao.
0 S9. Jost MARIA-Eu respond a este sea ar-
gumento da seguinte maneira: V. Exc. procure
ver as leis que entao se discutiam e se votavam
n'esta Assembl6a. Compulse os Annaes e verA
que os trabalhos d'aquella epoca, em que havia
apenas 6 empregados, nao erain nem a vigesima
parte dos, trabalhos de hoje. (Ha outros apar-
tea).
0 SR. PRESIDENTE-Quem tern a palavra 6 o Sr.
deputado Antunes.
0 SB. ANTUNEs-Mas n'aquelle tempo havia seis
empregados e hoje ha dezenove; veja V. Exc. a
grande different.
Ux SR. DEPUTADO -Mas foram os conservadores
que augmentaram o numero.
0 SR. ANTUNEs-E os liberaes, al6m de quoeeu
poderia, repetindo uma phrase do Sr. Dr. Jos6 Ma-
.ria, dizer que n'csse tempo en ainda nao vivia.
(Rise)...
0 SR. Josi MARIA-Nap, eu disse cousa divers:
n'aquelle tempo nao tinba nascido.
0 Sn. Axru ns-Ou nioltinha nascido.
Nada tenho, portanto, que ver corn os erros pas-
sados (apartes). E depois quandb os augmentos
se fizeram, outras eram as oondigOes financeiras
da provincia.
Se n6s, por urma disposigao o oarnentaria, pro-
hibimos que em todas as reparticoes provinciaes
fossem preenchidas as vagas que se abrissem, por-
que era mister cortar todas as despezas, quando
i'essas reparti9o5es ha muito mais service, comno
nUo fazemos o mesmo corn a Secretaria d'esta As-
sembl6a, que s6mente trabalha 2 ou 3 mezes? Nao
6 fsso pma grande ineoherencia?
Eu vou provar corn um argument a pari quo a
Assembl6a nao tern necessidade do grande naume-
ro de empregados, que possue.
0 nobre deputado Sr. Visconde de Tabatinga,
que grita eonstantemente-faqa=nos economias,-
foi o primeiro interessado, quando no anne passa-
do se tractou do emprestimo, a andar na praga do
Recife, de casa er -casa commercial, afim de sa-
ber quem subscrevia para esse emprestimo e corn
qne.quantia. Aprovcitando o exemp'o de S. Exe.,
exemplo que consider digno de imitao", tainbem
procurei syndicar do numero de empregados quo
tinhara certas casas commorciaes de grande imrn-
portancia e que fazen grades transacoes, para
conhecer se a Assemblda Provincial tinha necessi-
dade e admittir mais este empregado afim de ter
o sen expediente em dia, e vi que nao.
A Phernix Pernambucana, a Amphitrite, a Indem-
nisadora, tern numero muito reduzido de emprega-
dos. Cada uma d'essas casas tern apenas seis
emnpregados.
0 SR. Jolo AuGusTO-E os agents auxiliares
do commercio?
0 SR. ANTUNES -Asseguro a V. Exc. que s6 tern
6 empregados
0 SR. Jolo AUGUSTO-E os correctores?
0 Sn. ASTUNEs-A Phenix, a Indemnisadora e a
Amphitrite s5 tern cada unina 6 empregados; re-
pito.
0 SB. VIscoxoR DK TABATLNGA-0 nobre deputa-
do indagou disso, mas eu naoe indaguet.
O SB. ANCmNEs-Indaguei, procurei saber. Nio
disse ha ponce que os exemplos de V. Exc. eram
para mim dignos de imita~ao? (Apartes).
A Amphitrite, que gyra corn capitals avulta
dos...
0 SB. JoAo AuCHsTo-A Amphitrite 6 uma corn-
panhia de seguros muito nova, nao tern estendido
as suas opera5ces.
0 Sn. AxnuxxsE-Tena 2 jnnos.
0 Sn. Jobo Auousno-Apenas 2 annos.
JA que V. Exc. reclarna deixarei de part a Am-
phitrite.
0 SB. ANTUNEs-A Phenix Pernambucana...
0 SB. Jobo AuoasTo-Bem, esta 6 mais antiga.
0 Sn. ANTUNES--. .. que 6 antiga c faz diaria-


v)to sobre a proposta da nobre commissao de po-
i Dia.
0 Sn. Jolo AUGUSTO-Voto faveravel, sem du-
vda...
0 Sn. Awruiws--Sio takes os motives que ac-
tiam no men espirito para recusar o meu voto A
p oposta, o brad da minha consciencia, a solida-
d dade que mantenho corn os amigos e o grito do
it ustre Sr. Visconde de Tabatinga :-faonwos eoo-
nnnas-
0 Sa. Gos-0O 3o ni o 6 mao.
0 S&. OLYMPIo MARQUES-E' um programma.
0 SR. Amruwxns-Effectivamente o fagamos eco-
n miss do Sr. Visconde de Tabatinga 6 nm pro-
g'armma qune devemos todos seguir nas circums-
t neise dificeis que a provincia atravessa.
0 SR. VISCONDs DE TABATI1GA-Se aceitassem
t do quanto quero, andariamos muito bemrn. (Riso).
0 it. Passz sr-N-Atten9o.
0 SR. Awrumis-Antes de quaesquer outras con-
s deraoes, declare a V. Eixc., Sr. president, que
a proposta da illustrada commission de policia re-
c o sobre um cidad4o, contra o qual nao tenho
a palavra a articular. Conhejo-o muite de
to, c formo d'elle um elevado coneeito; digo
mque a secretaria d'esta casa vai fazer nma fe-
1 acquisi6o.
JA se ve, portanto, que venho sem a menor pre-
a mpqo oppor-me a essa nomeago; nada tenho
cm a pessoa do Sr. capitol Juvencio Aunreliano
Cunha Cesar; mas e fdra de duvida que esta
Soposta an pode ser aceita, se 6 verdade quo, A
do estado em que se aeham os cofres publi-
> pre almost do adoptar uma political grande-
a iente ebonameia.
Pelo lad o da legalidade foi hem atacada esta
j ropot lo. usm wnobn colleges e amigos, que
i tem di tido, sado to onveniete a arg-
Spor e&It-de..nlvida., quo o nobre Or.
assnetarioj uneo %u=. tesnat6 hoje defendido a
nif Opa. M a-xfi em lerreno eweorxgadio2
w e&oages ages dI O UM sed riecm
es1 eracondle0esnto tenho a 1veUeidade de comB-
1 t a p peoJ o da legalidade, po;&
-a neewli de repetir mal os arga-
E atoeaeaofioa elMmen&, iflustres Amiga&.


0 SR. VISCOND D T.tABATINOA-Nisto en o louvo.
0 SR. ANruNzs--E depois, Sr. president, nMaji
devemos saber o que vales essea offerecimnentos
gratuitos. Passado algun tempo ahi temo oes pe-
didos para s e mandar pagar o ordenado, mas l6
s o que se vai veneer come todo o atrasado, comw
succedeu centre outros corn o Sr. Dr. Estevio C-
valcaute que son informnado offereceu os sacus oe-
vicos gratuitos ao hospital Pedro II...
UM Sxa. DEPUrADo Dr. Estevao Cavalcante,
nao.
0 Sa. ANTUsS -Sin, senhor; o Dr. Estevio Ca-
valcante...
0 SR. BARo D E NAZARETH-Acho que V. Exc.
estA cm engano.
0 Si. ANTUNES -Corn os Annaes prove a V. Exc.
que nao estou enganado.
0 Sr. Dr. Estevwo Cavalcante offerecen-se para
prestar gratuitamnente os seas services no hospital
Pedro II.
Ora, precisando o hospital de medicos, e send, o
Sr. Dr. Estevao umn ficultativo diatineto e dos quo
muito honram a classes (apoiados), 6 bern de ver
que nao podia ser recusado o seu offerecimento.
Mas o que succedeu?
S. S., come consta dos Annaes, requereu a eat.
Assembl6a que lihe mnandawse pagar o ordenado dos
annos que servira, send deferida a sun peti 'S(
pela commission a quo foi sujeita, polo pavecer n.
106 de 1879, parecer que fei convertido na lei n.
1,367 do mesmo anne.
0 SR. JosL MARIA dA um aparte.
0 SR. ANTUNES -Estou apenas dizendo que nio
creio nos offerecimentos gratuitos, que tern muita
foray o dignus est operariu mercedes sa (aparteal.
Mas, scnhores, essas consideraocs que venho
de fazer contra os individuos que querem servir
de graca, nao podem se applicar aos que offre-
cern 2/3 de seus vwncimentos para os cofres pro-
vinciaes, come consta do algumas petites, que
teem side lidas pelo nobre Sr. 1., secretario.
O SR. Jos0 MARIA-Acho-os emn peieres cir-
cumstancias (dos quo os quo querem ssrvir de
graca.
0 SR. ASTUNES-Nio ha tal. Esses precisam
de dinheiro para viver; nmas sem duvida de quan-
tia inferior ao ordenado marcado pars o lugar
vago. Cornum pouco se rive; mas nio se vive sem
nada.
0 individuo que se proper a servir n'essas conu-
diVues nao viria certamente pedir que so ihe man-
dassc pagar os atrasados, pois havia recebidoi.
paga em quo elleo proprio avaliava os seus ser-
viwos.
Ux Sn. DEPUTADO-Esses de que fall o nobre
deputado o que querem 6 encaixar-se para depois
term todo o ordenado.
OUTRO SR. DEPUTADo-E o nobre deputado acre-
dita que elles fazem esse offerecimento pnr amor
A causa public ?
O SR. ANTuNEs-Ha muitos exemplos; os no-
bres deputados sabem perfeitamente, de aervido-
res publicos que, cm crises difficeis que temos
atravessado, hlo feito cessao de part dos seas
vencimientos para as urgencias do estadoe. Ora. ae
isso 6 un facto que so ha rcpctido, porque anao
acreditar que algein, precisaudo dt recarso, mas
entretanto, s counteutaudo coin muito mens dgi
que os vencimentos do lugar, veniha serviI-o bem,
codendo entretanto alguma ceisa para cs cofres
da provincia, ernquanto Ifor mau o soeu estado t
UX SR. DEPuTADo-Pela mesma rasI.; individuos
ha que tem dinheiro e podemn passar scm ser em-
prngaidos publicos, offerecem-se gratuitamente so-
mnente per amor a patria.
O SR. ASITUNEs-Os queteem dinheiro nao veem
servir o emprogo que se pretend dar ao Sr. Ju-
vencio Cesar. Conhece per ventura o nobre de-
putado, d'entre os pretendentes, algum que tenha
4dinheiro e queira servir unicamente per amrr m
causa putlica ?
Se conhece, e nao vot+i por elle commette um
crime de leso-patriotismo.
0 Sn. Josi MARIA-E' porque desconfio d'esses
presentes ; dos que se ofterecemin gratuitamente e
d'aquelles quo so qucrem receber uma tcro de or-
denadoe.
(Ha outros apartes).
0 Sn. AN.TruSNEs-Dos que se propiem a servir.
recebendo minenor quantia do que a warcada para
o lugar, que se vai preencher, penso quc consegui
dernonstrar que nao ha rnn sao para desconfian(a. c
portanto, se come Vv. Excs. dizem, mas eu neg.,.
ha nocessidade de mais urn empregado na secre-
taria, que se escolha aquolle comn o qual a provin-
cia menos despenderA Neo 6 grande a economia
mas 6 sempre urna economic e come sabc V. Exc.
6 do pouco qne se faz o muito ; comeando pelas
pequenas economies, 6 que chegaremos a fazer as
grandes economias das quaes tanto precisa esta
provincia, pois a miseria, corn todo o seu cortejo d*o
horrores, bate-lhc A porta!
O Sn. VISCONDE DE 'rABATaoNA-Av us -he an
nobre deputado quo como filho do Pemnambuco nao
digs que a sua provincial estA em miseria, porqu,
nDo esta.
o Sn. ANTONIO COnREZA-EstA muito adiantada
n'csse caminho.
0 Sa. AxTUNES-Amicos obsequium veritas odium
parent : a verdade nao tern amigos.
E' um falso patriotismo esse de obscurecer o
estado real da provincia Pois ha queon ignore











































1 po


ceito a RDWnibo
Qgbiar o
iA) lei.l 0se-
sea eoismCtavo, 6
o horttmeu Iivre.


Von, pois, mandarmv= emenda. *
^:y1^ E' lida, -apoiadae pobta toqjunctwmwnft em dia
eusso a seguinte emenda:
: Sun manlse as palavras-de aceordo como
*l11,x~poeu~rb thasoureiro-040rio~lo<
S inguem maws pedindoapalavraren
a discusso e, procedeado-se a voiacao, 6 sappro-
vado o art. 10 bem eoo a emendra. a.- 'B
Entra em 2a discussao o art. 2.
0 Sr_. @Iyuaipito Ma~V'*fas aigumas
obaervaos em sustentb, do requernat quo
S oferece, para serouvi da a cnm ao de
Se orcamento.
E'WlidoApoiado e posto em discuaso a seguiMt
'":. requerimento: 1 *i
Retqneiroo addigmentoda discus sodo art. 20
at6 ser o uvido o parecer da commh deo fzenad
e o6ramento, aceren da imurtanica da isengo de
impostos dforetadoL.-0. oaUw si.
6 Or 8 r. 6 larfta-(N6 devolveuv o su
diseurso.
0 Sr. Olyampe Mat agues-Sr. presi-
dente, si nto que o nobre dput4ado me fo ae& aI
voltar A tribune, deixando de attender ao men -pe-
-dido; ficaram portanto, subsistindo as razesM corn
que justifiquei o men reqereo, pars ser o
vidi a eommissio de fazenda.
Porgmatei sos nobres att do pr&jecto em-
quanto caleulaVam esta o isenfo de Impostos; e o
nobre deputado nao me soebe ou quiz dizr ; mas,
pelo decorrer do seudiseauso, v-se que se tract
de urma srie de grande loteias, e. pot conse-
qUneacia, de ums rends muito imported q a
provincia virA a perder, se sa o arti quo.
0 SR. Jos MAmIA -A provincial n o vai perdor
-cosa nenhuma.
0 8B. OrAMPmo MA zus -A perda quo a pro-
vincia vai tar 6 compensada polo motive que deu
o nobre deputado, isto 6, pes facilidadede corer
a loteria? Nao; come von mostrar.
0 quedifliculta a extraAo da loteria 6 o im-
posto geral, que recahe sobre capital ; de mode
quo, sendo cobrado o impostor geral, o capital 6
absorvidb e fica reduzido a uma quanmtia minima.
Mas o imposto, que se decreta sobre o premio,
nao temn a menor influencia sobre a extraeb da
loteria.
0 ,S. Jost MABIA-Tern today.
0 Sn. OLYnPIO MAeQVE-P o comp.ador do
bilhete e indifferent ; so elle v do= oebe um
premio avpltado, ndo se Ihe 4la de pager o im-
posto.
Nao havera ninguem que dlixe de comprar umn
bilhete, no qual tenha a poUsibilidade de tirar 50,
60:0000000, ou mais, porque tern de paga uma
Spequena taxa pars as despezas da provincial, quo
esta om estado muito preeario.
0 Sa. LouTn9o DE S--Admira quo V. Exe. te-
nha apresentado ha poucos dias um project em
sentido contrary.
0 SR. OLYMPIO MARQUES Sobre que ?
O Su. Louxzc9o DE SA-Diminuindo o imposto
dos mecrcieiros.
0 SR. OLYMPIO iARQUES N o diinuio tal;
entao V. Exc. nao me ouvio. Demonstrei que o
imnposto foi decretaso na suppoain o de que devia
reader uma ernta etsquantia, e na suppoaipo de ser
executado nosa terms dorogulamento, porque po-
dia e devia ser executado. No mDeu project,
] l N p rejeta oa
pois, tracta-se no de suppaimr o impoto, mas
de corrigir o erro havido. 0 argument do no-
bre deputado nao tem paridA e 0om o quo oston
dizendo.
0o S. Loummxo DE SA dA um asparte.
0 SB. OLYMPIO MAtin 1ao tem a menor
punto de comparaeao. Eu t w. naquelle cas,
de reamediar um err o que o pr4idnte da provia-
cia fez a Assembla commetter, porn mawx doa
cobra o impostor do modo improvistoe gravoo ;
xAo interpretou, como deviaa, penameto da As-
smblsea, qo o decretou,; e baats attender qpe,
tendo es. em vista dedretala im.potaci de
30 e tants coatos, send co d o mupto, oo-
como o president queria, pelo sen regulamonto,
subiria A quantia de 400 ou 5000004,
0 Sn. JAcoiNAr-Era a base legal.
0 SB. OLYMPIO MAzuss Er&aa base natural-
mente legal.
0 Sa. JAcoBmA-0 powder executive o nao tern o
direito de alterar.

patents.
(Ha outros spaties.)
01 SB. Ow"M rNo IMhQus-Ma dAi6oee de per-
te est questao, porqae o s qe. n mOMtU aL
nobre deputado que o tem e raa nainmin
quo me fesz. .
Tracts-se de remedier um erro cominottido per
ests Assemblsa, sogaund ner o nobe deputad
0u pelo presidemte, oeuquoe: ja vaqu

:1 conh~ecr quo mtela^T ?SpM
.. imii .1a1 amai r ttrn ll~:i*IMii|tli|l:rf __


recer as novas loberiu em neacqaos astuaes, eu,
digo que o prejzo da, provincia eerto; por
as, novas loterias, pejuibcando as aetuaes, 60 de
tambem prnejudicar a rends da provincia em qua-
tia muito avultad...
0 Su aB-, e e sa a ..... ...
0 SB. OLY MABUss-...porque das actuses
a previncia reebe re nda e renda .no poquena.
Temoe, pois, prejuizo a a provicia.e
0 SB J0st MAU-Ea mponderei a V.Exe.
0 SBa. OuLyro MAutuzs *0 nobre doputado
imentando o imposto sobre os prenios, conseguiri
facilitar a extracco d'eas loterias, de modo que
crram com" maior velocidade eque seo obtenha o
&i qae tern emvista 7 projeeto? E' o notrario
que me propuz demoonstrr, e parece-me que de-
monatrei; ao meos o nobre lep;atdo ale me con-
testou.
0 impostor sobre os prelaios nm1o tem imiportan-
cia? 6 perfeitament e indifferente, porque, o paa
facilitar a venda de bdhetes, prcise animar os
jogadOres, cono os denominu ono obre degutado.
e muito correctamente, A comprarem os bilhetes
na esporanca de obterem o premio integral, isto
afiomo so nobre deputado, que se consegue, como
actuamente, pot feioq da garantia dos vendedo-
rea.
0 SB. Lyia- A garantia pe. eatas loterias nas
mesamas condicoes as doais
0 SR. OLYvMO MARqusS 0 augmeuto do preoo
pela garantia do vendedor, A 6msignificante pars o
compradr; e ento se dar i o mesmqe aqtuo a l-
meoate: o jogadpr ao deixara de comprar o bilhe-
te por um preo um pouco maixr, na esperanga de
receber o premio .integraL
Portanto, pareee-me que tenho demonatrado ao
nobre deputado que a suaobjo* no procede.
Entretmnto, o que6 veridico, o que indubitvel 6
o seguinte : qne aprejuiso da provincia 6 certo, 6
infalivel: sera men', n mas em todo o case aerA
grande, se passar a isenglo de que cogita o pro-
jecto ; sera muito maior ainda, se estas novas lo-
terias vierem prejudicar a extraccaeo das actuaes;
per que actoamente a provincial esti percebenkdo
dos impostos que cobra,' sebre as lotoias, renda
muitoelevada, muito avultada; o que no se p6de
deixar de ter muto em vista naa comdiWes diti-
eeis em que nos aamos.
Sr. presidente, no tenbh capriohp em austentar
as minhas opiimoe5s; procuro convencer-me pri-
meiro, para convencer.aos outros. Procedo, por6m,
corn toda a cantelta, precurando informar-me acer-
ea dos effeitos d'este project em relah o As finan-
cas da provincial.
Espero, pois, que os nobres autores do project
deem-me as informaoes preciseas para tranquilli-
sar o meu espirito.
A nobre commisabe de fazenda e orcamento nao
p6de deixar de ter em vista a renda que a provin-
cia actuialmenUte percebe das loterias e estate rend&
p6de ser grandemente prejudicada pela isea o
que o project tracts de decretar em favor dai no-
vas oteinas. Isso poderi influir nos calulos e pre-
visos da commissao.
Sr. president, nao discordo do nobre deputado
nai consideraqos monaes que. fez, quando apre-
cdou as actuaes loterias; mas pego lieenga para
amplial-as e comprehender tambem as passadas e
futures, A todas as loterias do mundo.
E quando fallei a primeira vez, tive oeeasilo de
dizer que a unica cemponsaco que havia e
podermos tirar do vicio algumacoun a quo se, pod
aproveitar A bem dos inmteresses da provincial. Nao
desconheoo que a loteria 6 umpogo prejudicial e
t um pa noeao symptomatieo do neosse rngres-
so material e moral ;e portanto, Sr. president,
coneordo comn o qualifica4,o de immoral quo Ihe
den o nobre deputado, cornm a condicgo de qu e S.
Exc. eoncorde commigo qne immorses sao nao s
as loterias actuaew como todas as outras, inclusive
as do project.
0 B. Luz FPuma Jmniu Para mim desde
que etao aceitas polos costumes ndo so immo-
raes.
0 SR. OLYM o KaaquzS-Protesto; mas emfim
isto 6 uma questio philosophiMea que quasi no tern
aplicagao pratica. Em todo o caso, 6 urma ques-
Ith intoiramente alhei A material do artigo em
dmscuasso. '
0 SBi. LLuA FPamI JumoB-Estou disendo que
no posso aitar o qualificativo.
S S-. OLn O MAZqUM-EU o aceito corn a
condicao doamnptial-o pars comproehnder todas as
demais lotenias,
0 nobee deputado falleu ahi em immoralidades
e nda seioe mais algum cousa, que me paieceu
muito pnoxiap de crime, em relacao as loterias ac-
~tiues. .
o SB. JosA Main Referi-aaq a umas muitas
eomisa que no anno passido o Sr. Dr. Moroira At-
vea disse nests Assembla.


exaste


tado colloqueo soenhor, eu vo bue*a a- tlei, corn
aleiobrigat-o a conater-se. (Apartes), .
Quagdo disse, ha poco, que era abolicionista
d rmidade comma a lei, quizdizer que era abo-
liO a deconfornudad corn a for"cda lei.
Portanto,o aparte do nobre dqputado nao p6do
prejudicar o, aeun pensamesto now alter o valor
do minhg's jaavra&a (Apartes).
Sr. president, ia diaendo: son abolicionista,
poque comeeei abolindo o que era meu, cono por-
mittiam as minhas circumstaneias; mas riao que-
rto aboliro que 6 dos outios, corn prejuizo dos seas
donos. (Apoiados).
Por isso, Sr. p'eaident, nao sou abolicionista do
Ceard; e sent nao estar present quanado'essa
Assemblea foi convidada para assiastir aos festejos
do Cearsta. (Apartes).
A bonds que invadio o Ceara foi urma on ds um
tanto paciica; porque no Ceara o escravo nao ti-
nha valor, e aquillo, que no tern valor, p6de-se
dar de graga. Emquanto os eseravos do Ceara
tiveram valor, nunca niuguaem se lembroa da ends
pujante do abolicionismo ; polo contrario, manda-
vam-os -para Pernambuco e todas as provincias do
sul; e s6 depois que essas provineias fecharam as
suas ports ao consume, foi qua o Ceara, ji corn
poucos escrxavos, e estes semr vdalor (porque alti nio
ha. trabalhao, nem mesmo para os livres, que nao
cessam de emigrar, tA falta do trabalho remunera-
do), tractou de libertal-o..
Por consequcneia, a onds do Ceara nao 6 a on-
da pujante a qae o nobre deputado se referio;
mas na nossa provincia a onda p6de ser pujante;
e eu tenho medo da ond4 pujante, porque eatsta 6
qu no.s p6de affogar.
Into, poi%, que esta Assembl6a se'tivesse feito
representsr n'uma festats que oaqui houve; porqme
consider esta festa a glo&ficao do despreso e
dearespeito a lei. Que o fizessem os particalares,
bemrn; estavam no seu direito; mas nAo urma cor-
poraao legislative, cujo. primeiro dover 6 velar
pela execuno das lois.
0 SBa. Lu A Fasam JUNica Protesto em nome
dos cearenses.
0 SR. OLurYMPIO Maqus VA protestando ; ns
Ceari, poxr4m, ultimamente no tern s6 a onda pa-
cifica do abolicionismo; tern havidojmais alguma
cousa do que isso ; tern havido desrespeito a pro-
priedade do propri.os carenaes, dos pernambuca-
nos e do proprietarios de outas provinias. To-
dos n6s sabemos que se ternm subtrahido a sons se-
nhores .ebrcadopar o Coi, muitos escravos
de Pemnambuco. E' isso um crime ou nao ? E'
urn crime punido pelo nosso codigo, com as penas
do roubo. E se isso em Pernambuco e em todo o
Brasil 6 um crime, no Ceara nao p6de ser uma
virtude. Mas n6s quo consideramos isso um cri-
me, ndo podiamos glorificar o crime.
0 Sn. LUNAx FEImEn Juxion-Esta-se prevalecen-
do da sua cadeira de deputado pars lancar inju-
rias aos cearenses.
0 SR. OrLyxv o M .KquS-V. Exe. ainda nao aca-
bou de ouvir as minhas ideas sobre a ond#a pujan-
te do abolioionismo.- As minhas id6as nio ficam
aqui; e verA que nab estou fallando mal do Ceas.
ra. Peloe cotrario, desejo ficar bern cornm o Cea-
rA ; vejo a minha provincia em condicoes de tal
abatimnto morale material que, receto, nao esta-
ri lounge o dia em que, vendo coneulcados, come
estAo sendo nesta situavle, os nossos dirertos civis
e politicos no tenhamos necessidade de emigrar
para o Cear.
Ja v6 o nobre deputado que p6de-se dar a hy-
pothese de en mesmo ser forlado a ir pars o Ceara,
para me libertar da escravidAo na minha provin-
cia, onde os meus direitos politicos e eivis estiao
sendo conculeados A today hora; por isso, peco io
nobre deputado que ndo me intrigue eom o Ceara,
porqnue p6 &I'ser que u6s todos ainda precisemos
do Clear para libertar-nos da espravidao de Per-
nambuco. (Apartes).
Se o Ceara 6 e nosso norte, a nossa bussola, en-
tao regeitemos este project; ,se 6 o CeasA que
nos deve servir de gauia, regeitemos o project e
adoptemos a abolicao, come fez o Ceaa Este
project 6 apenas um pequno anuxiliar 6 ainda a
manifestaao de um certo respeito sao direito de
propriedade em Permabuco 6; a antimonia do
que fez o Ceara. A posiio logica, portanto, do
nobre deputado, 6 votar pelo projeeto, mas por
uma soluoo imnrediata e radical. (Apartes).
Mas opqobre deputado parece que prefere o pro-
jecto. Sendo e abolicionista desta escola, Sr.
poaldente, quando se tracta de um project desta
ordem (digo aqui em segredo a V. Exc), von pon-
do-lhe um preguinho, pars que, ma sua oxecucbo,
cite nao se tome ends pujante.
UM 8B. DsmuTDOo-Cravo na rods.
0 SB. OLypio MAKQUE--Nao, seohor; 6 urea
cousa qualquer, para que o motor ndo leve o mo-
vimento da roda alxm do quea proVincia podesup-
portar.
o Sn. LUNA F~asrn JuJKnOB da umn aparte.
0 SB. OtiaMro Matwi---Na. "t ded me-
euanlcs. eatou promato a r.ceben liUos de V.


muitc


mqem. maiA
qpuado do

Ia' ..'*^r


0w c p U or am pr eg iuWsfI
liao sonvkitor.
1.-uxSo&!OB| onde s o 0o*4
tquus-Pois isto nao 6 cousa

tBqurs --M"f sabe o qo soe
ieato, qiauad.aheaor ve tur i
a A qt eli v olt. pa UI afita
6lforra pelos maios legaes e
se o4csoravoe quando nib se
la, a proeura-so por asonhor
rni~rou porter. *
Wtas, poraU 4ilo vfosoi atS o
ropriodade albeia, con o naior


aeor peuoa SIg it;-w- ;, 1 .1:- .* .
0' R. LB. Luau. Frau JO!pO--As sociedades abo-
lico istas no roubam. Fazemwpropaganda seatl-
vi, isocquaenecornaoda.
0 a. OLTYPIO MAaU S--Nem eu disse que as
soci dos aboliciudista robavvam. 0, nobre de-
pata o nao queira dar As minhas palavrms um sea-
tido ne ellas no tem.
0 SB. LUxA Famami Juno*-V. $so. denuncis
um f ieto e ea contest. Estoma no meu diieito.
0 SB. OLYMPIo MiaQuas-Dizia eu, Sr. presi-
den qe piitro pass. L obnultai o escravo,
para altfornal- por quantia inaiganificantissima.
0 Sa. Jose McAa A V'. VEe. ata irrogaado um,
injar a as sociedades abolioioaista..
0 S. OtyrMo MAu -s-V. Exe. pide dizer o
que luizer; porq woei dizer o queo penso; e nin-
guc tern o powder de dr as minhas palavras uum
senti o que ellas nip tmn.
Sr preaidente, as sociedades abolicionistas sio,
corn todas as assoeiaeues humanas, para uus um
saceidso, para mnuitos porrn, 6 espaculaglo e
aeio do videA, e at6 pars muita gonte 6 meio de
libe nagem.
o n. Jos MANRIA-E urnma injumia qua V. Exe.
estA irn'ogando aos aboliciouistas do Pernam-


buco.
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muito
ladlo
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mneas a
Ao e
cute,
19 diata
consigns
do que
Wus bri
nenhumr
nat-a.


in. OLYMPIO MAUQUES-NaO inrrgo injurii a
ean. Sei que n'oetas sociedades ha gente
b6a, mas tambem sei quo ha minuto especa-
Isso nao qact dizer que nal haja homens
honrados e dominados das iurlhores inten-
Ao contrario, sei que os ha; porque os co-
, 0 at6 tenho parents muito proximos, pes-
nuito honradas, e0a qiiprn nmuito prAs., cavol-
nessa associags5s. E o nobre 'deputado nilo
ter a prctenalo doe supp6r quo en preteomdia
an a pessoas que me sa4 carris.
Wartes dos Srs. Jos6 Mania e Luaa Preire Ju-


president, nao quero prolongar esta discus-
occasibo opportune expenderoi corn mais
za as inhas idWas I nrepeito do abolieionis-
da onda pujante.
pelo abolicionismo, como todo' o brasileiro;
antes de tudo, sou pela lei e pelo direito de
edade, porque a obediencia e respeito a lei, 6
a cousa que constitute a felicidade publieta.
oiados do ambas as bancadas, muito bemn
bemn.)
Shavendo mais quem peea a palavra, e eneer-
discusso. Procodendo-se A votaiao, 6 ap-
1io o requerimento, ficando, portanto, adiada
ussao do art. 2.o
em debate approvado o art. 3.*
ue-se a discussao do art. 4.0
ir. ioma e i8lwa (pela ordem)-Sr. pre-
i, em virtude da deliberaqie da casa quUkto
2.o do project que se discute, penso que
os artigos devem tambem ficar adiados.
a. PEsmsxwT.-Ainda mesmo approvados os
- artigos, ficam da mosma maneina adios
projeeto.
s. RosA E SmvB--Bem ; contento-me corn
xpljcaao.
r. Olyinpio Marques diz que nba
ria em votar por este artgo, se a media
eral e comprebensiva do todos osfuneciona-
licos; mas, ainda assim, corn algumas cau-


,oucos dias foi apresentado aqui um projec-
ilando a vitalieiedade dos empregados pu-
Pensa, portanto, que amamia do artigo
cusao deve ficar adida pars quando se
d'este project.
haver just ceusa para a demissio, de um
eiro de loterias, ainda mesmo iqua eile no
Uta fraudes. Basta a talta de selo ecuida-
deve ter todo o fuimecionario que exerce
o de grande responsabilidade, comno 6 um
eiro de loterias. Basts a falts da confian-
ica ou no thesoureiro, ou no pessoal que
ipregar, de mode quae nao possm correr as
, para quo seja necessaria.a su a demisabo.
Sos.)
Sprojecto vai mais long; s6 permitted a
o, por fraud provadaa em juim. Bte pro-
mnitodemorado; e emquanto nao se resol-
o pwesidente da provicia privado de to-
lqu6r providencia contra um funecionario
eor.
credit que haja presid'iente que va demit-
,soureiro d'estas loterias, sem motive just,
mo porque no 6 cousa muito facil achar
sa apta pas ease emprego.
pois,. contra o artige, at6 que seo vote o
acecro los denials emprogados provin-


- JOsz MAiMA-u Spond a V. Exe.
.. l O ma a sou um dos sigatanio dett projeo-
I modo porque iso vai dudgidnai us" dii-
Vvotabpo, paree-me quo'e en ficaria *l
o, se pot venmtum.nAo viewao dar algumas
oes A casa.
resident, ainda mais uma ve fiqueiL ten-

idade que as idip, quemas paoxies, que
i p6dedom pmuitas n ioe asdma dode
ipios pddem muita yess iniusin on ho


r apresentado o prqjeotc .que eora e dia-
to men, itoaufad a deputado l
ito S. Natevio: de Oltwu'%, ell pi
,va estpojeeto umaida, q eaen-
aquella quo mas preoop os amimosde
ileiros-a emancip do escrows, e
, duvida tive a-bsol mats asig-

l, dim mt -m. r -s
L n!~ oB&arpne


lugar garawqMW'eCt*. 0 CQ1iOno Ra !,5O C&mcs
cumprimento do sis deverei desd que elle sabe
que omente sera demittido p )r aquelles erros jul-
pdio-er imes, com o dizo ar 4P.
o: MAaxiuxo DuRErz. d ii um apart.
0 Sa. LuxA FPunIE JuNos -Eu i a desenvolver
uma ordem do onusideraq6e., entretanto fai inter-

O plo nob.re d putado NAo sei, Br. presi-
dente, a que s-Attribua os i t de S. Exe. peor-
q ue elle tern -se conaera ,lado no ea lugar eq
nia Seti Vorqoe ae levUar-i ie come logo 8.
da oa d'e era ribt iidmn.
o0 SBi. MtxuAbO DuAR-4Peda memia razo
porque V.& e. gosta dadie uslsao, para ean es-
clarecer.
o Sa. LU ,A Fk eai s J imo-V-Maa, Sr. president,
diia eumquo enmpretpgados poobicoos devem soffrer
da part d'sqnelles quo se o aideram no alto dai
administrator, uma fiscal slo imrnedista; deo
medo queo, qumando qualaquer n delisn faltar so
eumpndmeate dos snes devoMs, o remodio seja
prompt, o remelio seja e nea i quea o se protelle
por moio de urm procosso aquil r qu c orevlatma uma
moedida urgente, umns medida nmediata.
Perguatam, entretanto, o' nobres deputadoo
come o porquew motive ha no Iprojeacto a vitaliie-
dade co uatituida ao actual theoureiro d'esta s lo-
terias emaieipadoras ? i
b oespondo em 10 lugar: neI estA bastante ave-
hguado qute verifiear-se-hao emmediatamente as
extra cces d'estas loterias; po -tanto, ha um rcerto
lapso tempo indeterminado par& a mesma ex-
traoeao; emd 2 logar, eeo a ,iedida for effieasz,
eoas loterias s e repoduzirao e' assn o empre-
gpdo sera, pelo fact d'e m a oreodueo, vitalicio.
MCesmo, Sr. president, n o i considerando queo
so de ao empregado public a vitalieiedade, por-
que razao vai se dir numa immobilidade a este
empregado. queo naio pertene aos outros enm-
pregad os paublicos ? POrventira essa aposen-
tadoria chamnara a concwrencia para a cotpra dos
bilhetes ? Creio, que Exe., qu e estx acostu-
mado a discutir cona os pritneiios da ,logica, no
chegara at6 ahi afirmando qie esse argument
vem comprovar o art. 4o que oija so dispute.
0 Sn. Jose* MAIrA-Explicrewi quando apreciar
a emend& do nobr e deputado plo 10 district,
0 Si. LuxT FnPutz Juyxou-$3. Exe., o nobre de-
putado pelo lo distrieto, jA no j apresenta emenda,
nem apresgentara; porque teaa raz es para isso;
ade qae for rejeitado o art. i4', rejeitado pso-
facto, flea conseguido aqbillo que queria o nobre
deputado pelo 1- district. I
0 Sn. Josi MAnIA-Eu darei razoes satisfacto-
rias alque convencero o nobre P eputado.
0 a LuV& Famen JUNIOn -i-- Mas n do cabe no
case o argamnento apresentado por V. Exe. de que
ser umia garantia ponra as loteras esta jmmini-
dade conferida ao thesoureiro, new enzergo, ape-
zar de noo ser perspieaz como o nobre deputado
pelo I distrieto, nao enxergo absolutamente ra-
zasio algiuma para qu e seja coanfrida esta immu-
nidade.
(Ha um apart do Sr. Maxiniano Duarte).
Diz V.S que 6 pela impoitancia do lugar.
Ora, Sr. president, 6 absurdia theoia ado no-
bre deputado. Perganto en: se a importancia por
si so 6e sufficienteo par a conferir esta immunidade
a qualquner ibdivido ? Perguaito eu nao havera
arguem que tenhia mais import ancia do que este ?
Cortameno e que ha, desde que V. Em. nao quere-
ra constituir uma potancia dentro da provincia
estranha A administrat o da mesma. Mas se da-
mos todas as immuuidades ao thesourteiro e tolas
as gaautias, perguntoqutal a tarantia queo resta-
rA para o poder fiscalisador d& nossa sociedade,
qual o recurso de queo deve usar esse rmesorn
poder ?
O -SH. J0S1 MARIA-A fianca.
0 Sa. LUNA FREMJ4UNioi-t-iz o nobre depu-
tado a fiana ; m as, Sr. president, a flanca tem
urn fin unico qu e 6 garantir o diaheiro recebido
pelo thesoureiro ; mas qual 6 aI garantia quo tern
a provincial, quando o thesourero abuse, nao por
desvio do di aoiros, mas por fa ta de cumprimen-
to de seuas deverotes ? i
0 SR. G6Es-Falta doe aptido mesmo.
0 Sn. LpUA FrEIBE JunoSi-paltA de aptide o
mesmo. Nao queria invocar esta razao do V. Ex e.
porque, reconheo que o actul thesoureiro tern
esta aptidao...
0 SB. GOES-Nio se trata do actual.
SRBe. LUNA r iBvlRa Juao rmn.. el spra entrar
em uran quosto pessoal da equal fujo e fujo em
todas as hypotheses. r
jBa umtaparte do Sr. Gdes). t
a o, portaad to, Sr. prisidentee qne tnho corn-
batido alquer famdamdmto qeei se do ao art. 40;
V. LEx. e a eisa devern coanpiehender perfeita-
monte quao lot6io mononstrangimento nests opca-
siao, pot isso que tenho do mnifestar-me nassma
contra umr project do qua, fui stgnatario e contra
as opiai~os do illustros cotlegas (iona os qunes pro-
tondia estar sempre *do accordeo Mas, Sr. prosi-
donte, achava quo so me conser~nsse eatado, nio
dando a raziio pets qual votava pela supprossBao
do art. 4, flsicai enurnm tanio mal colfocado ;
desde quo fni urn dos sigmaatanio; do ptojecto, re-
pito, assignoi-o mas nao fleancdo pot isto obtiga-
do a votar pot cads umna das suas partes. Acho
quo a idea comasiguada. ma'ole 6 urna idea toda acei.
tavol; ache quo nao semade aceitavol o piano an-
terior da* lotenias devemnos procuarar outto piano
quo totme scoitaveis estas messias lotorin.; mis
so a medida do art* 4', nao torn absolutamnente in-~


fluencia sobre esta aceitaio, e Mt tirs as garan-
tias de que a provincia dove star cercada, eu
Wo sei qual o motive que levou |aos nobres depu-
tiado, s mconfbceionar o 4, I.
Bo entretanto, S. '-Exe. mib convencerem de
quoe torn todo o fuadamento e d4 que 6 u ia ga-
Srantia pan a exbtraco destas loterias, de quo 6
uma garantia para os eomprad4 res dos bilhetes,
esta imnmuidade do art. 4o, en lerei docil, como
sempre sou as advetenocias as considerag6ee
justas do qualquer um dos coll gas; e compro-
metto-me, se por ventura fieaft jesuadido, a vo-
tar por este memo artigo. NIa ha absolutamen-
te prevepoo algumas ; snmp esamente favora-
vel a urma modifica*l que ao just noe projec-
toi modfisagia que ne ofolde W o nhasro projec-
to desde quo o piano, qued o um 00 secitavel, fibs
Nao vto entretatto poer st, cows*tiio d
am aatoidae idepemdenteIx F eeato da nossa
adamistra;.io. (. (Mit be. ,
A dini fiea adiia pela hpe a
0 B. PMBDmSWTO 1i= ta a dosigmaa-
doa ngtik rin m nt 4 do fime& da aa-
teft ie o amis 2a dftuilo o pbqecto n. 94


0Sw4


-fl


/ .... qm me u

.Um.. petil d o viatorium a J46 MA..rua. P"


plhgamn d e nstUarioa doa Onsa do Pra, do
roquer do j aa do 1 d em dia coin doate o tim-
po em qnto apar o fu as fand s u deo_ omai.-A
aao deon as O adom u .
Outra de'Andodo AlcEaso de Lias, B erveCatro,
reparti*a da Instrutcaoo Pbica, requereado

pagaroent o da sua diaria a rapo do B2M,ard &
oez de jrlho de 1883 em diante e duraote o ton-
po em qute accumalou as funoes do cartemio.'-A,
eoinmisfiio do: ftrildoa l ^
Outra de Pedro de Atcantar Bo'a. e Castro,
gerente e smco da fabric& a vapor de Bourgard It
C., requerenio eontraetar a illwainavlo dete ci-
dade corn fooos de lux electric & r 2 anns.-A'
eoPmmiuio deopetioes.
Outra deo Camillo da Costa Rabe4o estdaate
do 20 amo daEseola Nor.mal, requewreado aur sab-
venelo parxa terminar os seus estudos.-A' coM-
misAo de petiges.
Oatra de anoel Clementino Correis de Melo,
propondo-se a faser a ilumimuaio da cidads d
Pao d'Alho, mediante o pagamento de 270 r6is
cada bieo.-A' commisso de obaw publicas.
Outra da mesa regedora da irmmandade de Nos-
sa Seohera do Rosario da fregnezia de Santo An-
tonio, reluerendo prefertncia para a extracito de
duas parties de suna loteria.-A' commission de or-
ramento provincial.
Outra dc Franeisoo Gomes de Araujo e Silva,
apontador da estrada de rolagem de Agna Prets
a Jacuhipe, requerendo pagainento dos sews ven-
cimentos a contar do 10 de outubro de 1882 a 31
de marco de 1884 A razito do 75000 Amensaes.-A-
commissao de ordenados.
Urn abaixo assignados de negoeiantes e mors-
dores na Villa c termo de Panellas, podindo para
que seja abolido o imposto de que tracto a ultima
parte do 11 do art. 20 n. 5 da lei n. 1,786.-A'
oommisslo de oramento provincial.
Sao successivainente lidos e postos em discus ilo
a qual flea adiada por haverem pedido a palavra
sobre o primeiro os Srs. Jos6 Maria e Olympio
Marques, e sobre o segundo este ultimo senhoer, os
seguintes pareceres:
A commisso de fazenda e oroamento tendo
examinado o projeeto de lei reduzindo a 50 rs. o
imposto de 120 rs. sobre o vinho e vinagre, que se
retalhar na provincia:
Considerando que o launamento desse imposto
foi feito de aceordo coin os mtreieiros, segundo a
resolufio tomnada em data de 28 de julho do ammo
piseado pela presideacia, em ordem a qua eatst im-
posto nao setornasse urn obstaculo ao retaihamento
dos referidos generes;
ConRderando quo palo accord nao foram estes
geuner.eollectados na proporAo do cousno ;
mas sim, nimiamente de modo quo nao fosse eli
vexatorip aos contribaintes;
Considerando que a differenta para mais da
renda ealeulada, nao 6 motive justo pars a re-
duelio indicada no project, como nao enris dI-
minuigao da meimna reanda motivo just para ele-
vavAo da taxa;
Cousiderando que no actual estado dam fam-
eas da provincia n io se p6de o awmoato hter
concesaso que imported dimiui*o de sa rneda,
a qual estA verificada quae l chego pars occor-
rer As despezas impresendiveias, 6 de parieUen
nao seja approvado o project. S. R.-=Slrino Ga-
valcante. -Ferreira Jacoaia.-Arruda Faled&o.
A commissao de petioes a quem foi presents o
requerimento de Maria do Cauo de Azeredo em
que pede a esta Assemble6a a admissIo de seu filho
Eduardo, no Gymnasio Pernambueano, como pen-
cionista da provincial; tendo em vista o erescido
numero de alumnos que ja existem n'aquelle esi
tabelecimento e as muitas resolunes desta As-
sembl6a ainda nao cumpridas por nto so toer
dado vagas em que possam ser attendidoa aquel-
lea que nos annos anteiores tiveram lei de auto-
risaco ; considers ndo ainda o estado pouco li-
songeiro das finanas da provincial, de parocer
que seja indeferida a referida petiio. Sala daes
commiss5es, 3 de abril de 188. BarSo do AV-
zareth.-A. de Souza Ledo.-Dr. JoE. Arguui.
Foram successivamente lidos, postos em diseus-
slo e sem debate approvados os seguintes pare-
ceres :
,, A commissao de ordenados para "poder resol-
ver acerea da peticao de Marianno Marques Per-
reira, ajudante do pharmaceutico do Hospital Pe-
dro II, em quo pede augmento de sens vencimen-
tos, precisa ter conhecimento do coatracto feito
entire a Santa Casa de Misenicordia e o sauppli-
eants ; e bem assim que aquella corporal iafor-
me se, como allega o supplieante em sen requmei-
monte, esta a cargo deste a manipunaco e preps-
ro doe medicamentos destinados ace cuico estabe-
lecimentos da Santa Casa, e como se desenpeuhm
o alludido empregad n cumpnimento dom semi
deveres. Sala das comnmiisses, 2 de abril de 1884.
-Paulo de Oliveira.-Sant.. Piwiieiro.-Viwwd,.
de Tabatinga. -
A commission do fasenda e orcsmento, tead.
examinado a peticao de Fielden Brothers, comaes-
uionarios da empreza de illinmaio d'esta cidade,
em que requereoa pars consignar-se verbal na lei
do orcamento future para pagamento da quantia
de 297 importancia do gas consumido no. qua-
troslampeos collocados no d ogar da atrie de
Nossa Senhora da Psi de Afogados, tendo spense


apresentado em justifica'o da con, qe junta
a is petica. urn attostado do vigan da respee-
tiva freguezia, 6 de cpaeer que seja ouvido o di-
rector das Obras Publieas, a quem compete & fis-
ealisa go d illumina publics. Arda l-
c&o.-Sil*vno Camalo=e. 0
a A commissao de fazenuda e oramento, exa-
minando a petico de Hearique Roa das Mere&
Jansen, preparador da cadeira de scieocias phy-
sics. e naturaes do Gymnasio Pernmiambucao, em
quo pede qu Ie e sejam pagos sea vencimento
pelo exericio do emprego qe ocmpa n'sqmcle
estabelecimento, niao tedo juntado domeato l-
gum uejutLaqiue o qua requer, anm allgado a
quantra a quo diz tt direto, 6 de pme quoe -
ja ouvido o regedor interino do respective ea.-
bleeimento. ala das communs5e, 4 de abril de
188.-Arrnda 1#dco.-Silviuo Lavalpmsa. a
E' lido, juilgado oijecto do delibera i e Tai a
imprimir o seguinte projeeto:
N. 59.-Art. union. 0 office que se aea vago,
de escrivao do jury e de evem9ao crimines do
termo do Linoeiro, fia reunido = do ,emivl 40
cri mo e civel do mea* trmo e de 10tabeib
de notas, que est aexo qa.de offi.. rm-
nido Ao de efcrivia d orpoa, pWsi e reai-
duos.
Ficam revogadi sa diwaouet on em coutranio.
Sala dam ooumlea, 1 de abril de 186*.-ES-
kw& dce O4v LouewvMpfo id.
V Uwflio e posto on dixtualio 0 segvudne ?%rowar
A1 coanmis& dao wededw i qwalfbw eavia-
da pet io de, ai l deo- A
Profesora publa Comb ~ ? psiPqrn
deira do Cumbe eft BAbl~if, quo ped q
n made paga .....-~d
tempo am qua adse v G aU do Cecd
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zme fa o lo0 re 10 s eretrio, pl mia4sea- aM (
em reelamar,.quando S. E fee a resax a 4esse
-aipw, para ques e evitaae meupgaa em teMpo.
oDeclaro e esafesso qua-m d -septa.S omisboe
mas sea apenasa 39a parte'deata A-sesihe4 ; e
eu nU1o sou o unico latejo da abRe maioria eodc
'nobre lo secrotario.
Portanto, a miuha 0ouUiso a pdo 6 aerN to
culposa a ponto do nobre deputado oleval-a Aa-
thegoria de censura; taato wais quanto estes er-
-ros ou enganos podeAm ser faclmote eormigldos
pela ommisbo a queoa seremetter o papel, aqua]
nio deixar- de declinar par a que for compeftn-
te, submettendo o seu parecer a deliberacbo da
uasa.
O que. eu disse esti de perfeito accord coam o
determinado no regiment,
0 Si. Jos; MAwI -Qual o eartigo ?,
0 SR. OLYMPIo MARQuES Sobre isto nao p6de
hayer duvida. Qualquer commiss-o tom o direito
de declinar e a Asoaemblia resolve. Nao era ne-
cessario queo o regiment o dissesse : isso 6 da
natureza da cousa e dos losses estylos ; e o re-
gimento nao e s6 uma lei, e uma sciencia tambem.
Ux Sa. DEPuTADo E mesmo a commissio de
oramennto acaba de declarar que essa materianao
A da sun competencia.
0 SR. OLYMPIO MARQUEs-E disse muito bem;
porque trata-se de verificar se o individuo que
deixou de receber os tcus vencimentos durante o
tempo em que esteve suspense, soffrea on uao
uma pena legal. A commisslao de legislaqAo, par-
tanto, 6 a unica competent pars examinar sea lei
foi cumprida ou infringida ; se o individuo de que
se trata ternm ou :aao direito ao que pede. Depois
de liquidado o direito, vai entrar negocio a com-
nissio de orgamento para fixar quotas. V-se,
portanto, que a minha emenda 6 correctA e estA
de accord corn o regiment. (Apoiados).
o Sr. ENtevwaio die Oweira faz consi-
-deragSes sobre a material. em discussio.
A discussao flea adiada pela hora.
E' lido, apoiado e rejeitado o seguinte requeri-
monto do Sr. Democrito.
SRequeiro que seja prorogada a hora do expe-
diente per 60 minutes, para discutirem-se os re-
querimnentos adiados, e que se acham sobre a mesa.
-Democrito Caoalcante. ,
E' igualmente lido, apoiado e approvado, tend
tido a votaglo verifieada a pedido do Sr. Olympic
Marques, o seguinte requerimento:
w.Tenho negocio urgent. Requeiro preferen-
Gia per 25 minutes para justificar uma indicagao e
umn requerimento sobre negocios relatives ao ensi-
no publico.-Olymnpio Marques. *
0 Sr. Olympio Marque--(Nao devolve
o seu discurso.)
Ficam sobre a mesa, para serem opportunamcn-
te lidos e tomados em coasiderayao o requerimen-
e a indicagio do Sr. Olympio Marques.
ORDEM DO DIA
Entra em 2" discussIo o project n. 89 de 1882.
0 Sr. Pereira de Lyra-Pedi ao nobre
Sr. president para que fizesse entrar na ordem do
dia o project sobre o qual tenho a palavra. Que
o meu primeiro cuidado, portanto, seja uma mani-
festaeao de reconlihccimento a S. Exc. pela atten-
ciosa benevoleneia corn que recebeu o meu pedido,
pela consideracao que se dignou dispensar ao mnais
obscuro de seus colleges.
Meus senhores, muito embora incompetent,
como bem disse um dos mais bellos talentos desta
casa e urma gloria daquella bancada, assiste-me
entretanto o direite de occupar a tribune em de-
fesa de um project, que tern por fim a satisfayao
de uima necessidade imperiosa do district que te-
nho a honra de representar.
Este project, devo dizel-o, senhores, nao traz a
minha assi-natura. FPi aqui apreseutado em 1882
e A filho do patriotism de um meu companheiro
de district, que se senta na bancada conserva-
dora. Mas estava a dormir o somno do esqueci-
mento, come costuma-se dizer, e en procurei dis-
pertal-o. De ora em diante serA tambem meu fi-
lho pela afteiyao. Tern elle poer object a cons-
trucyao de uma cadeia em Timba:Aba; e isto jus-
tifica o interesse que eu tenho em que elloe seja
convertido em lei; e isto basta para que eu estre-
mea de amores por elle.
Ux SR. DEPUTADO Tanto amor per uma ca-
deia!?
0 SR. LYRA-Senhores, ha muito tempo jA que
se acha creada a comarca de Timibauba; ha mui-
to tempo que alli funceiona livremento a livre ins-
tituiyao do jury; ha muito tempo que alii se pro-
cessa, se prende, so julga e se condemn aquelles
que se affastaram do caminho da lei, e entretanto
Timbauba nao tern uma cadeia! NAo tern unea
cadeia, sim, porque este nome nao merece um ve-
Iho casebre sem aceommnrlacoes e sere segnranya;
um quarto infect e insalubre; unia possilga im-
munda onde se vao quebrar todes os preeitos da
hygiene. Eu bern sea que para 1a nio vao inno-
centes; que 1a s5 entran os rebeldes da socioda-
de, os infractores da ordem, os obreiros do mal;
mas senhores, a pun'icao nao p6de praceder ao jul-
gamento; e aquelle pretendida cadeia e uria pu-
niyio antecipada; e uma punicao tremenda, meus
senhores.
Alii acorrentam-se homes como se fossem ani-
maes terozes! e o tronco, o velho, o anachronic,
o barbaro, o deshumano tronco-o desthronado rei
das senzallas alni impera amda! E isto, meus


senhores, 6 um attentado A civilisagio; 6 um at-
tentado a moralidade da lei. Entre as paredes da-
quella prisao a lei 6 uma ladra; rouba ao cidad o
aquillo que ell tern de mais precioso e sagrado,-
a saude que 6 a vida : mdta-o portanto; porque 6
morte leuta aquele affastraento detodas as con-
dicy6es hygienircas neeessarias para a manutenico
da existencia: a lei e uma homicide ali! E isto
nao 6 somente enormemente escandaloso, e escan-
dalosamente revoltante!
SMas sobre quemn deve reeahir a responsabilida-
de? Sobre as autoridades locals, no ; porque a3
daquella comarca nada deixam a desejar em zelo
polo cuinprimento de seus deveres. 0 juiz de di-
reito de Timbadba, o Dr. Maciel Pinheiro, 6 um
desses magistrados cuja vida 6 uma successao de
dins gloriosop, porque nao ha maior gloria do que
a que results da satisfaaio de nunca se ter affas-
tado do cem.nho dajustiga. 0 promoter e o juiz
municipal sao igualmente dous trabalhadores in-
fatigaveis, dous moqos dignos de toda considera-
c0o. E assim quasi todas as autoridades daquelIa
comarca. Qaemni sao pois os responsaveis ? Fo-
ram aquelles que nos precederam aqui e soremos
n6s se nao dermos as provideacias que o case re-
quer.
Ainda o anno passado, quando visitou aquella
comarca o Exm. Sr. conselheiro SodrA, entio pre-
sideate de3ta provincia, o illustre bahianno mia-
nifestou o seu pezar ao ver o mode porque eCram
tratados os nossos semelhantes. Ainda bem que
S. Exe. vio corn seus proprioa olhos, e estou certo
que daria as pro;ileneias s3 Ihe tivesse sido pos-
sivel. t..
Pois bemrn, meua senhores, nao foi somnte o hr.
conselbeiro Sodr6eucm se condoeu da sorte dos
miseros press; alguem que nbo tem alma, nam
cora*o, e que tern sido saqul atternativamente anta-
thematiaado e glorificade, o invervo tambem re.
voltou-se contra aquelle estado4 de conuas. E a-
beis o que fez o inverao ? entrou por aquella na-
sa dentro, invadio, alagou tudo, convertendo o so-
lo, qne at6 ento servia de leit saoe miseros de-
tentos, em um lamagl iJmmenBB mtitO proprio
pars urea o rsa aa de apaes, queone o ano58sa4
a dos poreos, mis .ntdatincoLmpatWel crmn
as eoodiieeorgataa s do hohin. )
PFez-se neeusaria a rt ra&40oPrwes, 0 CaoO
uii2 a bas. n Lasidnaii vatu .ii@e, a so noome


Outemapet rver* t&$aia pAa a teolsrtuoF
doss edifeio.
I Nio desconho a. 4~edoeploravel dos cofrel
provinciaes; niZl e* o estado precario a
03881 sitla9O air; mas tambem o so
tracta de num brn fiio 4,ssea quo se podem ds-
pensar : o qio poo l tta cousa inadiWa4l, in-
preecindivel, a iatlft0l> gentle de um' neqesi--
dade imperiosa. E se o osso actual estado nale
permitted que se para espalhmarioa
melhoramentos pr t o o territorio desta proving ,
cia, ao menos sejamos caritativos para corn eati
parte de nosoas irmnLo desahildos. Se a fatalid*-
de ou o vicio, a fgnorinaa ou o desvairamente
arraston-os03 para 0 erine, ao tedavia dignos da:
n-ssa compaixao aat qt do nosso despreso. -e-
jamos por eonseqtfc4, hxmnaaitanos, meos seuno-
res, .aJ que nuo podemos ser generosos.
Tenho concluido. ( uito bem).
0 S&. VIsOOUle DRN XAtnGAA-Ea acompanhe o
nobre deputado.
(Con.tina.)


REVISTA DIARIA


Assembla Provincial Funccionou
hontem, sob a presidencia do Exm. Sr. Barmo do
Itapissuma, tend comparecido 31 Srs. depu-
tados.
Lidaa aeta da sessle antecedente, foi approvada
depois de orarem os Sri. Autouio Correia e Olym-
pie Marques, sendo regeitada uma emenda do Sr.
Antoaio Correia e approvada a da sessio de 22
cuja discussao ficara eacerrada.
Veio A mesa uma declaraylo d& voto assignada
per 11 Srs. deputados, em favor da emenda ac-
ta da sessiao antecedente.
0 Sr. 1 secretario proeedeu A leitura do se-
guinte expediente:
Umn officio do secretario do governor, devolvendo
informados umn ab&ixo assignados de moradores no
povoado do Marayal "c a petiqlo de Antonio Tei-
xeira Pimentel.-A quern fez a requisicao.
Urma petigio de Primnonio Duarte Ribeiro, mo-
rador no engenho Serra do Prata, quepertenee
aos terms de Palmares e Bonito, requerendo que
dito engenho fique pertencendo ao primeiro. A'
comnnissao de divisbo eivil e ecclesiastical.
Outra de Manoel Jeronymo da Costa Uchoa,
guard da illumina*ao public, requerendo um
anno de licenca corn todos os vencimentos para
tratar de sun saudc.-A commniss!) dc patiy6es.
Outra de Christov.o Xavier Cavalcante Wan-
derley, requerendo conaignaeao da quota de 65;
para pagamento do aluguel de sun casa, que ser-
vie de quartel do destacamento do Tracunlihiem. -
A commissao de eryamento.
Outra de Antonio Joaquim Machado, requeren-
do o pagamento de 492j000 de eustaslque Ihe dove
a Camara Municipal da Escada.-A' commission
de oroamento municipal.
Foram approvados urn parecer da commissao de
rendas municipaes pedindo informacaes A Camara
Municipal do Recife acerca do requerimnto de
Joao Pacheco Alveso eoutro da de petioes sobre
a do bacharel Joio Lins Cavaleante de Albuquer-
que A repartiqao das Obras Publicas.
Foram A imprimir os3 seguintes projects, send
o-de 102 precedido de parecer da commissao de
policia, o de n. 103, do parecer da de petiycus, c o
de n. 105 da dejinstruccao public.
N. 102. Autorisando a aposentadoria de Fran-
cisco Pacifico do Ameral, chefe de secao da Se-
cretrria desta Asscmblea.
N. 103. Autorisando a contractar-se corn Joao
Salvador dos Santos ou corn quern melhores van-
tagons offerecer, o abastecianento de agua potavel
na cidade de Caruard.a
N. 101. Autorisando a concesslo de seis mezes
dc licenca corn ordenado a professor Anna Se-
nhorinha Monteiro Pessoa.
N. 105. Creando tries cadeiras do instruciao
primaria para o sexo masculine, numna na povoa 4o
de Fazendinha, de Alag6a de Baixo, outra no lu-
gar Salobro de Pesqueira e outra em Ipoiuca de
Cimbres.
N. 10A. Autorisando a despender at6 3:0005000
corn a compra do uma casa que sirva de eodeia na
villa do Floresta.
Foram iulgados objects de deliberacto, indo A
imprimnir, os seguintes projects, apresentados na
sessilo antecedente:
N. 107. Creindo um lugar vitalicio de distribui-
dor e contador dos feitos da fazonda provincial.
N. 108. Creando a comarca e termo de Grava-
ta, conservando a actual circumscrireao territo-
rial c passando a cidade a respective villa.
N. 109. Elevando a cidade do Santo Amaro di
Jaboatio a villa deste nome.
N. 110. Autorisando a despender-se at6 2:000A
coin os reparos e paramentos da capella de S. Jos6
de Olinda.
N. 111. Autorisando a despender-se at6 3:000
coin as obras do ces do Varadouro de Olinda.
N. 112. Autorisando a despender-se 6:000,000
comn a coberta da cadeia de Olinda.
N. 113. Creando uma caleira de latina e fran-
cez na villa de Triunpho. *
Achando-se na ante-sala urna commissio de
pessoas do povo, o Sr. president nomeou para corn
ella irem entender-se os Sri. Ermirio Coutinho,
Antonio Correia e Silvino Cavalcante.
O Sr. Ermirio Coutinho, pela ordem, envious a
mesa um abaixo assignado de representantes de
diversas classes das pesssas que comp5em a so-
cicdade pernambucana, reclamando contra o mo-
nopolie das cares verdes.
0 Sr. Democrito Cavalcante, pela ordem, envious
a mesa umia indicacaio, que nella -ficou para ter
opportunalnante o conveniente destiny.
o Sr. Antunes Pinhoiro, tambem pela ordem,
remetteu um requer.mento de informaSces, que
nella ficou para ser opportunamento lido e discu-
tide-
Lnu-sc e foi approvado, depoas de orarsm os Srs.
Viseonde de Tabatinga, Drummond Filho, Olym-
pio Marques e Bargo de Nazareth, um requeri-
itonto do Sr. Drummond Filho pedindo informal
yoes sobre as providencias que se tern dado no
intuit de soceorrer as victims da variola que
esti grassando na cidade do Cabo e na villa de
Sori ahacm.-
0 Sr. Drummoni Filho 6rou aiada pela or-
dem.
Passeu-se A ordem do din.
tEncerrou-se a discussito do artigo 20 do projec-
to n. 51 deste anno (creditos supplemrntares e ex-
traordinarios) send apoiada niais uma emenda e
orando os Srs. Alfredo Correra, Estevao de O1-


veira, Democrito Cavalcante e Olympio Marques,
ficando tambem encerrada a 2, discussio do refe-
rido project.
A ordem do dia : discussao do parecer n. 104
deste anne e continua- o da antecedente.
Promotoria public Por portria da
Presidencia, de 23 do corrente, foi exoneradq o ba-
charel Basilio da Silva Santiago, do cargo de pro-
motor publieo da co)marci de Cabrobo6, por ter si-
do nomeado juiz municipal do term, de Arassua-
hy, na provincia de Minas Geraes, send substi-
thide n'aquelle cargo per Jose6 Mauricio Bqrges
Junior.
Autoridadem jpolicias--Por aetoa da
Presidencia da Provincia de 2 do corrente, e sob
proposal do Dr. chefe depolicia:
Form exonerados:
Joao Rodrigues Nogheira Lima do cargo de 2%
supplente do subdolegado do o 1 dio tiicto do ter-
me d6 Gameleira, por naoter prestado juramento;
4o4 Rento dos Santos.Bernardes, do cargo de
subdelegado do distrieto de Boa Viagem; I
0 capitio Hermino Jos6 da Silva, do cargo de
d e do district de Itapissunma, do termo


do t o ge
o s dNa*rinerat,0oo r qui A.

siu14 og~w ta Junipr, iihinafa,
L~vakmait Pegaefado Baro de Orialho
i.AftoAio ;Joaqim Topes do C. Junior, Antoni(
Soyu'eM du Rocha e jlva, Miguel Jose da Motta
$t'~atonitodtt Suva .eor, eidro4Aq
& I^ eea, Pimsco Canuto 'ineencIano t
J~~ao Baftti t Jba. *
SA'S 1 hor*a d4 maaha comegou a leitura d
proeesso quo tarmiiouAs 61/2 horns danoite.
Logo depois tove a palavra o Dr. promoter pu.
blico, qtieprodzi a aceusa*ao, concluindo-a As I
horas-e 20 minutes.
t des qA .i g dodusida Plo oS
Dr, o^ Joasqim deM Oiyeia Fonseca que so-
bmnte p de concliil.a. s 11 da noite.
R6plicoa entloo Dr. promoter, que despeudeu
15minutos Owe sen discurso ; e seguie-lhe a tropli-
ca, que foi dada polo Sr. Dr., Manoel PortehLa
dujo disourso ficou coueluido ,A 1/2 hora da ma-
dritgada de hontem.
Entio o Sr. Dr. president do tribunal fez o re-
sumo dos debates, gastando para isso hora e meia,
0 conselho recolheu-se A sala seeretr As 2 horns
e d'ella aahlio as 4, tend respondido aos quesitos
formulados.
Em vista dessas respostas foi o'r6o absolvido
por oito votes contra quatro ; sentenca de qne o
president do tribunal appellou para o superior
da Rela.o do district.
O tribunal conservou-se sempre apinhado de
espctad s at6 fim dojulgamento.
oemurao de fazeada-Comecou ante
hontem o concurso para proviniento das vagas de
la -entrancia nas repartices de fazenda, tendo elle
lugar n'um dos saides do edificio daAlfandega,
Os eonerrentesforam em numero de 154.
Depois de organisada a banca de exames, e
preparados o aceoommodados os concurrentes, A 1
hora da tarde foi dado ponto par o exame de
portuguez.
N'essa occasion un'm dos candidates protestoui, c
pedio que fosse lancad) na acta o seu protest,
centra o ponto, alegando que se propalara desde
a vespera ter sido elle dado A alguem, que assim
se achava em melnores condioes do que os outros.
Quando o seeretatio tomava nota do protest,
chegou o examinador de' portuguez, que, inteirado
do case, e de accord corn o Sr. inspector da Al-
fandega, que presidia o cencurso, deu novo ponto,
ficando assim destruida a causa do protest.
Corn o novo ponto proseguio o concursQ, que fi-
cou concluido, qwanto A prova eseripta de portu-
guez, As 6 horns da tarde.
Hontem continuoui o roferido concurso, nao
havendo nenhum incident a registrar.
Paquete iMlnho-Deve choegar hoie da Eu-
ropa o paquete Mitnho, na Malla Real Ingleza, o
qual, depois da demora do costume, seguira para
os portos do sul.
A Bano--Pnblicou-se o n. 2 dcste periodic.
Digno de losivor D:t:nos conhocimcnto
ao publieo da seguinte declaray;Xo qne p~o em
evidencia um acto credor de elogios do subdito
portuguez Jos6 Antonio Scares de Azevedo, e por
semr duvida digno de ser imitado. Vai orn a pro-
pria orthographia, o que o nao faz desmerecer, e
antes really a delicadeza de sontimentos do sou
autor :
( Joz6 Antonio Soares de AzcveIo declare ao
Public em Geral, quo nesta dacta passou carta
de Liberdade a seus escravos de nomes Galdino,
Benedito, Elias, Matheus, Feliciano, Geuuveva,
Antonia, Quiteria, Joaquina, Ritta, Theodoria, e
Viccencia, e que dispen~ou os servi9os a que tinha
direito de dito Ingenuoas filhos dos dittos seus os-
cravos, cuja liberdade d aos ditos escravos muit
de sua livre e expontanea vontade ; e mesmo po
achar it lei da Emancipayao de escravos uma le
toda patriotic, originada pelo nosso Monarca
Sr. Dam Pedro Segundo. Sou Portuguez, e tenho
amor atoda Lei patriotiea como esta. Tendo d(
miretirar para minha terra fatal, nao os quiz dei
xar na Escravidae, e conduzir o dinheiro do valloi
delles. Dezejo quo augment este meu procede
em todos que amiao aliberdade. Nesta dacta man
dei lannar acarta no livro de Notas ao Tabelliai
Albuquerque na Villa do Bonito aow 21 de Abri
de 1884.-Jos Antonio Scares de Azevedo.
Sociedade Mixta 2 dte Abril-Con
este titulo alguns mo0os reunidos organisaran
uma sociedade, cuja directoria ficou assim corn
posta :
Presidente--Antonio R. de Miranda V. Carva
lio Filho.
10 secretario-Alfredo Fernandes Duarte.
20 seoretario-Jose Henrique Pereira da Silva
Orador-Alfredo Ranuflo T. Santos. -
Thesoureiro-Henriqae da Costa Carvalho,
1 procurador-Francisco Dominguos Ferreir;
dos Santos.
20 procurador-Jouo Raymnndo dos Sautos.
Commissao de estatutos Alfredo Fernande,
Duarte, Jose Henrique Perei-a da Silva e Alfre
do R. T. Santos.


Condecoracao estrangeira-Por car
ta imperial de 19 de marco concedeu-se licenn
ao Dr. Gengalo Paes de Azevedo Faro, para acei
tam a nomeanAo de commendador da Real Orden
Military Potugueza de Nosso Senhor Jesus Chris
to, corn que foi agaciado per sun magestade fi-
delissima, em atten95o aos services que presto
aos subditos portuguezes durante o tempo em qu
exerceu o cargo deo chebe"Vlpolicia, e usar das Ves
peetivas Uaignias.
Dinheiro-0O paquete Bahia levou para :
Alagbas 35:000400
Bahia 30:000,00
0 vapor Principe do Grdo -ard levou para
Alagoas 2:00000i
Sergipe 5:000.X00)
Esmola--Urna pessoa que se occultou sob ur
M. manadou-nos hontem 103000 para distnrbui
corn vTiuvas pobres. Fizemos assim a distribui
cao :.
A' viuva de Joao Victor Junior 400)
A' viuva do becco do Bernardo 3,00)
A' viuva Mequilina Sebastiana dA. Vi-
dal, na rua do Nogueira n. 12 3S00
Passageiros-Sahidos para os portos d)
sul no vapor national Bahia:
D. Jos6 bispo de Olinda,. conego Annanias C
do Amaral, Alfredo G. da C. Lima, Manoel F
Guimaries, Justino da M. Silveira, Dr. Manoel C
B. do Niaseimento, G. L. Gerbi6, F. A. Caval-
canto, Joanna S. F. Guimaraes, 2filhos e 1 cria-
do, Joaquim A. dos Reis, Joao P. jLeite, Fr. Jos(
de Santa Julia Botelho, M. Lencar, sargento Li
berate J. Rodrigues, Jos6 I. Valle, Jos6 B. di
Silva, Jos6 Francisco de Oliveira, Jos6 de Oli-
veira, Antonio P. deouza, Antonio, Martins
Jos6 Gongalves, Candib de 0. Mendes e Nefmana
da Silva. "
Sahidos para miesmo destine no vapor fran
cez ViUe de Pernambuco: "
Conselheiro Alvaro B. H. Cavalc te, Dr. Ma-
noel Perette, sun senhora, 1 cunha,.2 filhos e
criados, Julio Guimaribes, D. Porfiria Guimarbs
Frfneiseo Bdrenguer C. de Meiinqzs, Johan Witz
Stephen Sullivan,'Porfirio 4Lsife.Ioreira, Arthu
Cezar Pinto, Antonio Caetano'da 'Silva, son mu
lher e 2 filhos. ,
Lells-Effeetuar-se-hbo:
-Hje:
Pdo eagete armoe S Uilva, As 10 1/2 hores
una travessa do Corpo Santo n. 27, de diverse.
variiatdos.'oeetos deo uro.
P elo ea t iL, oas, fr no armazoe
do Viseonde do Livramentoa, do erred sueco.
woesitA Guami9, is11 hrers, sa nusova dt
Santa Rita n. 52, de moves, lougaasetc., c.
Peolo ageiwit6&eira,-As 10)1Mhomn as m
do Rangel n. 18, de moveis, lo'upa, etc.


1'~~R -4NOu1RO5 aos MiarOl Ine sactara empeacs as
0r)B a, 5-pilera. otr e ordew uwDeriCa
aI apreciavao do pub iou
JaterVia fie wS41Qp-A w oera 146*
erie A, A iorkeoi ,rteriVleToente ho 25 do
A orre-peente e 5 1 ]r, *
O reuato dos bilhetes acha-ae a venda na &sa
Feli pa pra la Indep~odencia no. 37 e 39.
166te.4a de 4 50qS08040 -A de n. 6146
A correin-fMpiterivelmente hoje 25 do corztate
0 rfute dos bdhetes acha-sa a venda na Cas&
Fortuna, runa de Maro n. 23.
Meredto Munaicipal de 8. JFo*6-Para
este estallbelcniento entraram no dia 23 do
correlate 40- boibposeando 5,067 kilos, pertencen-
tea a diversos.
Forani vuudidos apreeode640 at6490 rtis o
kilo.
-No mesmo din ectraram para o mesme es-
tabelecimento:
Peixe 330 kilos
Pructas 9 cargas
Parinha, milho e feijao 37 ditas.
Carneiros 2
Suinos 1
Preqoa do dia:
Suino a 640 reis o kilo.
Carneiro a 1A idem.
Farinha 400 r6is atW 280 a cuia.
Milho do 480 a 400 reis a cuia.
Feijio de 14500 a 1A200 idem.
Foram arreeadados:
50 talhos de came verde.
12 ditos de suino.
10 ditos de fressuras.
65 compaktimentos de legumes.
40 idem de farinha e comidas.
Deve ter sido arrecadada neste dih a impor-
tancia de 177A100.
Cana deDetenceio.-Movimeoto dos pro-
sos no din 23 dolcorrente :
Existiam preoss 315, entraram 3, sahiram 6,
existem 313, a saber: nacionaes 272, mulheres
16, estrangeiros 8, eseravos 17 -Total 313.
Arraeoados 287, send : bonds 277, doentes 10
-Total 287.
Cemlterio Pablico-Obituario do dia 23
de abril :
Alexandrina Vianna de Vasconcellos, Pernam-
buco, 55 annos, casado, S. Jose ; rheumatismo.
Maria I. Santa Cruz, Pernambuco, 78 annos,
solteiro: Santo Ant nio; tuberculos pulmonares.
Manoel Francisco de Souza, Pernambuco, 30
annos, casado, Boa-Vista; tuberculos pulmo-
nares.
James Pyrne, Dublin, 28 annos, solteiro, Boa-
Vista; idem.
Jose Affonso da Silva, Pernambuco, '30 annos,
solteira, Boa-Vista; delirium tremens.
Lucinda Maria Joaquina da Conceico, Per-
nambnco, 25 annos, solteiro, Boa-Vista ; variola.
Fortunate Rassel da Costa, Africa, 61 annos,
casado, Boa-Vista ; hemiplegia.
Jos6 Ribeiro do Valle, Pernaminbuco, 62 annos,
casado, Olinda ; mielite.
Eduardo, Pernambuco, 9 mezes, S. Jose ; atro-
phia.
Qatro destes pela caridade.


CHRONICA JUDICIARIA

Junta Commercial da cidade do
Recife
ACTA DA SESSAO DE 24 DE ABRIL
DE 1884
PRESIDENCIA DO ILLM. SR. COMMENDADOR ANTONIO
GOMES DE MIRANDA LEAL
Secretario, Dr. Jtdio Guimartes
A's 10 horas da manha declarou-se aberta a
sessao, estanido presented os Srs. deputados com-
mendadores Lopes Machado e Pinto e supplentes
Hermino de Figueiredo e Beltrao Junior.
Lida, foi approvada a acta da sessao ante-
ri6r.
Fez,.se a leitura do seguinte
EXPEDIENTE
Officios :
De 5 do corrente, da Junta dos Corretores
d'esta praga, remettendo o boletim das cetag5es
officials de 14 a 19 do corrente mez.-Para o ar-
chivo.
Foram distribuidos A rubrica os seguintes li-
Tros :
Diario e copiadoz de Americo doe Revore4o Frei-
re, diario de Guimariles & Valente, dito de Fer-
reira & C., successores, dito de Moraes & Mar-
ques.
DESPAC HOS
Pctic5es:
De Magalh.es & C., para que se Ihes transfira
o livro diario que se acha em branco e fora sella-
do e rubricado para a firma Antonio Dias da Silva
& C., a quem os supplicants compraram o esta
belecimento-de hotel sito A rua das Larangeiras.
-Como pedem.
De Manoel Gongalves Leitao e Manoel de Oli-
veira Menor, para que se archive o distracto da
sociedade que tiveram sob a firma de Leitao &
Oliveira, ficando o ex-socio Oliveira Menor de
posse do active e do estabelecimento de minolhados
sito a rua do Visconde de Goyana n. 72 e obri-
gado pelo passive da extiucta sociedade.-Archi-
ve-se, na f6rma da lei.
Dos corrdtores Pedro Jose Pinto, Antonio Leo-
nardo Rodrigucs e Antonio Marques de Amorim
Junior e dos aentes de leiloes Francisco Ignacio
Pinto e Alfredo da Silva Guiimaraes, para que se
ordene o rcgistro do conhliecimento do impostor dos
seus officios. Cada uma d'estas pcti5es alcanyou
o despacho-Registre-se.
De D. Elysa Lvarbosa da Silva Netto e Joio
Ferreira dos Santos, aquella casada e cste menor
de 18 annos, legalmente habilitados para poderem
commercial, para que se archive o contract de
sociedado, em uome collective que calebraram sob
a firma de Barbosa & Santos. corn o capital de
8:000&000 para o commercio de miudezas n'esta
cidade, A rua Duque de Caxias n. 103. Archi-
ve-se.
De Caetano Cyriaeo da Costa Moreira & C.,
para que se registre o credit maritime que apre-
sentam. -Registre-se.
Nao havendo mais nada a despachar, o Illm. Sr.
commendador president encerrou a sessio as 11
e meia horas.



INDICATES UTEIS

Advogado
H. Milet, 1.0 promoter public da capi-
tal tern seu escriptorio de advegacia A rua
do Crespo n. 18, onde p6de ser procturado
pars os misteres de sua profisslo.
Medlieos
Conaultorio medleo-eltrgiee do Dr
Pedro de A0ttayde Lobo Mosezo a
rua da lela A. o39.
0 dottor Moscow dA consiultas todos os
dias uteis, -das 7 as 10 horas da manh.
Este consultorio offerece a commodida-
de de poder cada d4iete ser ouvido e exa-
[miado, Am ser pmresenciado por outro.
De meio diLs a 3hgra da artde a o
Dr. Moseoso eneoclo no torrelo at
9 t do Oom mercio, rle fwoiona a1 ws
dee o de&d. do potto. Para quaisquor
d'se dons Dftitdo 11*40mb sor dfriridoB


do et
an;
JIM


do aO< L r AM-

SconisuIlts em aed consultorjo A ra
rLg do.Rosaio n.; 116,= dir, de meio
dia As 2 horau 'da 4tade. Chaa4os por
esdri Sgidos u cousuloio, ou na
phmaia Pnambuiaa, rA ma do Cabu-
x 11. "a -id iaOapunga-rmua das
Permafabucanas. !


Cloniea muedla e eirurgiea
Dr. Israel Cyseifo, consultas de
dia 43 trees horas da tarde, na tua do


meio
Mar-


Squez de Olinda (antiga rua da Cadeia) n.
3 1.3 I. andar.
Comiulrtorio me4ico elsrrgieo
dentBrio
0 Dr. Jaaquim C4mara, dA consultas
tedos os dias, de 10 hioras da manha as 4
dLa tarde, raa do $arlo da Victoria n.
62, 2.0 andar Chamakios a qualquer horaa"
Occulista
Dr. Barreto Sampaio, consultas de 1 As
4 horas da tarde, na rua do Bargo da
Uictoria n. 45, 2." andar, residencia, rua
de Riachuelo n. 17cajnto da rua dos Pires.
Bourg&ad At C,
Recife: rua do Marquez de Olinda n.
16 Santo Antonio, rua Primeiro de Mar-
go n. 3; BWa-Vista, rua da Imperatriz n.
54. Grande fabric de cigarros a vapor.
Especialidades: Cigarros, charutos de Ha-
vana e nacionaes, cachimbos, tabacos e ob-
jectos para fumantes. Livros de medici-
na dosimetrica e unico deposit da fari-
nha laczea de Nestle, para os meninos de
peito e leite condensado.
Drogaria
Francisco Manoeld da Silva & C., dep&f
sitarios de todas as especialidades pharma-
ecuticas, tintas, drogas, products chimico
e medicamentos homceopaticos, rua do Mar-
quez de Olinda n 23.
Pharmacia Pernambucana
Raa do CabugA n. 11 de Antonio Mar-
tiniano V6ras, pharmaceutico. Avia-se corn
promptidlo e esmero todas as receitas e
encommendas quo ihe forem .onfiadas.


PBLICACOES A PEDIDO

Cineo Chagas *
DE

Deus Nosso Senhor

Jesus Christo
Untinun-o dos ns. 78, 84, 8.5, e 93 du Di-
ario, para terminal corn a Fazend't Na-
cional meus negocios.
Embora note-se que as pessas offieiaes
do Conselho de Estado e Ministerio da
Justi9a, ben assim do Tribunal do Thosou-
ro e Ministerio daFazenda, por serein de
recent data nao podium dar a--ESSENCIA-
para as antigas ;que vou expor, todavia ja
entAo sabia, que a causa da--JUSTIWA.-ha-
via de triumphar.
Nao fui facinora porque fui valente,
Exe. Sr. commendador president da jun-
ta commercial, vamos ver os documents:


OITAVA
As folhas 68 verso me foi apontado o
seguinte :
Jos6 Franklin de Alenear Lima, 16 escri-
vio do commercio desta cidade do Reoife
e seu termo por Sua Magastade o Impera-
dor a quem Deus guarded, etc.

Certifico a vista do livro que me foi
apresentando e que se referee a petissao ra-
tro, serem os terms indicados os segaiu-
tes

Servira este Diario Nautieo para n'elle
serem lancadas as derrotasdo lugar nacio-
nal- Viscande Livramento-Capitania do
Porto de Pernambuco aos 19 dejunho de
1K79. -Manoei Ricardo da Cunlha Couto -
Capitao do Porto.

Don commissao ao Sr. secretario des-
ta capitania para per mini rabricar o pre-
sente Diario Nautico.
Capitania do Porto, 19 de junho de
1879.-.4. R. da Cunha Couto.

Este livro que 6 o segundo Diario Nau-
tico do lugar national Viscondo do Livra-
mento tern 104 folhas, as quacs vAo nume-
radas e rubricadas corn a rubrica-D. A.
Fonseca que uzo.
Capitania do Porto de Pernambuco, 19
dejunho de 1879.-O secretario -Descio
de Aqtdno Fonseca.

Certifico mais que ao verso de folhas
100, do mencionado livro, serem os seguin-
tes periods pedidos:

Mez de agosto, demoreime ate ao
din 22 as uma e meia horas, apresionaram-
me, levaram.-nos para perte do vapor Me-
duza, deu-nos ordem de prislo e tractaram-
nos corn as groceries que nao sto proprias
de autoridades, a mim e aos meus tripe-
fantes, nos soltot e intimou-me a prepa-
rar-me para sahir ao outro din a reboque
do Xnesmo vapor.
Ao outro din officiei ao ajudante do
guardla-m6r, avisando-o i que nto podia sa-
hir sem estar preparado, que me desse
tempo e elementos p~ra a segurangada
viagem; intimou-me novamente para me
preparar, e respondi-lh, que me fizesse a
a intimaglo por escril to, o que elle logo
fez; desde esse momenio pus me A disposi-
9X d'elle, DEPOIS DE LHE DECLARAR P92
ESCRIfTO QUE, FICAVAM SUJEITOS AS PER-
CAM, DAMNOS E DEMORAS.
Sem mais novidade. + Cura.

VE'o ulo consta doi periodos que me
foram apoutados no verso do folhas 100
do mAencionado livro( d'dea drota do. decla.
do lugar Vi8eone do e04t m ,o t, o quai
me report e dou f. Roee, 20 de ju-
nbo do 1881.
Eu Jow Frtadi d5Alenccar Limaa,
Mti 0 0 estfvi. .


0 gB-


da National, hamw d*la o *2ft daw
estadia .-DiAi -do referido lauw ra-
Ao &e 50)000 diaries, e da baraa ua
razao de 16d 9O diaria, e does pn ca
procedentes da depreeieo do de m MwM -
cadorias, e baixa coimm eiag do oW_
d'ellas, lucro. sesamtes, bem com PbO
pagamento das deteriora9s e eus do&
cacos dma emba ces, par M e am
estacionadas e carregadaa na agmu qaen-
tes do porto desta cidide, em couequen-
cia DO FACTO DE islo ter o Sr. inshpector
da Alrandega desta cidade, entree an
supplicante as ditas embarcaces e merca-
dorias, como eatava obrigado a faUer por
foria de sua centenga que julgou improoe-
dente a apprehenglo por coutrabando ema
flagrant e effectuado n'ellas e por di-
posigao express do art. 47 do regulamen-
to de 3t de desembro de 1863, n. 3217,
A QUAL A MESMA CENTEN(A SE REFRIU.
Tendo sido INTIMADA ao sUpplicate,a
dita centenga EM 19 DO coRitirr m x.
DESDE ESSE DIA que as euas embarcaios e
cargas pertencentcea ao mesmo supplicante
Ihe deviam ser entregues por urn terno es-
pecial prescripto polo citado art. 47 do de-
creto de 1863, entretanto o abuso da" lei
na Alfandega desta cidade, nao s4 nego
ao supplicante a entrega de sua proprie-
dade, desde o dia 19, como no dia 26 por
um despacho proferido na petigio junta,
ORDENOU ( !)
-a Que estava affect a questao ao
JUIZ CRIMINAL, e que AGUARDASSE o sup-
plicanto a respective soluao P !!
Ease despacho, que contem tudo quan-
to existe de erros, contradicqoes infrac
95es manifestas de leis expresses, e ex-
cessor de jurisdigoes N.AO SE COMENTA,
Exe. Sr., por que elle excede as raias
licitas dos cementarios, mas teve e tern
o effeito energico e vivo de causar a*
supplicant os prejuizos e damnos supra-
indicados, desde que sao viramente proc.-
dentes de urma UTICA CAUSA, A NXO ErTN-
GA AO SUPPLICANTE de sun propriedade
com manifest infraccao de lei, E iNVEslo
ABSOLUTAE SUBSTANCIAL da propria con-
tenga!
Por 'tod-s esses prejuizos a Fazenda Na-
cional esta obrigada a responder: e pol
reparaglo ou indemnisacAo d'elles o suppli-
canto protest ante V. Exc.,e requer, que
se digne mandartomar purternmo o seu pro-
testo, send intimado ao Sr. inspector da Al-
fandega, e Dr. procurador fiscal, ejulgado
por centenca; send esto process autoado
e processado polo escriva'o Rago Barros por
dependencia.
Nestes terms pede a V. Exc. deferi
monto, por mereS.
Recife, 27 de outuhro de l.SO.-O ad-
vogado. -J deiros Fu rf ,/,.

DESPACIHO -Tome-so por tcr'to, corn as
hecessarias intimates. R1cifc, 2S do ou-
lubro de 1884. Lima.

1I1m. Sr. inspector da Alfandega Anto-
nio Francisco Corgi, pede a V. S. que se
digne mandar passar per cecrtidjao o theory
do requerimentb quo dirigiu no din 25 do
mez corrente para lHie cntrcgr as embar-
cauose e mercadorias appreheu:lidas ou.
os direitos que Ihe assistem o que form
restituidos, POR FOR(-;A D2: ('EXTEN4'A, Un<
condigoa do proprietario e consigaaturio
das citadas embarcacoes, bem como do


despacho verbo adeverbuain quo V. S
dignou dar-lhe,-corn urgencia. Pe
supplicant a V. S. o deferimento. E
M. Recife, 27 de outubro do 1e .
Antonio Flrci.o., /r,!,.

DESPACHO: Ccrtifique-se.
Alfandega, 27 de outubr.) dc l-o).
Jacunduin',.


S. S.t
ade 6
E. R.


Curtifico que a petigIo e deipacho a qu'
o supplicante se rct're sio do thcor astitu-
toe

Ilm. Sr. inspector da Alfm lega.-
Antonio Froneisco Corga, consi,-nitario
proprietario do ligar nacioil I''- ,, i/ ,,
Liwvramentu c barcaa .-5,rp,., P;fit,,. Cn vir-
tude da scntena que lhie Ioi intifada em
19 do corrente mez, fez c dirigio a V. S.
petiqiao em 22 do mesmo, ec em v;rtude
do despacho que teve, roquereu no dia 2 '
entrega das morcadorias e embarcav'*v-
por meio do nmn tirmn, e coluo o supilli
cante na'o saiba qua! foi o despacho que V.
SS. deu n'este nultimno requerime-nto, e c,',To
precisa tomar conta das mnircadoria0 o:1
dascerregar as embarca(c.s ; requer a V.
S. para que em virtue da senton^a sjian
entregues embarcacoes e mnercaderia-r oe
direitos que assisted ao supplicants n-i
condigao de proprietario e consignatariu).
N'ostes terms pede a V. S. deferimento E
R. M. Recife, 25 de outubro de ISet. -
Antonio Francisco Corga.

DESPACHO: Estando a question affect
aojuiz criminal, aguarde o supplicante a
respoctiva solu9ao.
Alfandega de Pernambu-o, 26 de outu-
bro de 1884.
Jucundina,,o.

E para constar euIMfanod Vmnanciu Al-
yes da Fmonsacca, teroiro escripturario da
Alfandega de Pernambuco, passel a pr-
sente aos 27 do mez de outubro de 14"<.
PAgou 3-600 de selo e feitio d'esta cer-
tidao. 0 chefoe de sectao, Ceero Brai-
leiro de Mello. -

Termp de proteato. -Aos 28 dias do
mez de outubro do corrente anne, n'esta
cidade do Recife, em men cartorio, com-
pareceu Antonio Francisco Corga e peran-
te as testemunhoas amignadmas, diuse qu- vi-
nha protestar eontra a fasenda n% ,;A4
por tod6s os prejuiios causado pe. ..es-
ma fazenda; e como asum o disse, 1, -raoi
prasete term em quo o ,rote-
ante e as mems -w-m- 0
) Jose Fracmico doRe.o Bairr O w-
crirlo o 0*revi.
Ankio Fvspim CW*.
'JoagusuJoel, & dW Ru.
JosiDw D u*4& mudua.


mI


I


























^II'a'yWaV *.RLW*.'-.. .<. .L :
Ell, Jai .E (icisoo do Rge jBrwrO., es-
aftivlo aoesvrevi. Recipe, 29 de o;itabro
de 1880. .RegoBeroe.


SETR1^A.~-Julgo por
os devidoo effeitos, pagas
4cife, 29 de-outubro de
Go,.yaves Lrn..


sentenga, para
as ctas. Rs-
1880.--Joaas.m


PUBLICAqXO. No mesmo dia, mez e
auno supra, n'esta cidade do Recife, em
meu cartorio, me form entregues estes
antos por part do Dr. juiz dos feitos da
fazenda, Joaquim Gonalves Lima. FaI o
vcste termo de publicagio. Eu, Josg Fran-
cisco do Rego Barros, escrivlo o escrevi.

CERTmXO. Certifico que n'esta data
intimei o present e protest ao proprio
protestante., Recife, 29 de outiAro de
1880 Em fA de verdade, o escrivo Jose
JFrancisco do Rego Br'ros.


DECIMO
DA folhaa 54 a folhas 55
guinte, que me foi apontado:


costa o se-


Reservado Loncres.
$rs. Corga Figueiredo & C.
Pernambuco.
Amigos e Senhores.
Cruzando corn a nossa ultima, em 8 do
vorrente, recebemos sua estimada carta de
13 do mesmo e de seu conteddo ficamos
inteirados, respondendo hoje ao preciso.
Em primeiro lugar, damos-lhe toda a
razio no que dizem corn respeito As nossas
xelaq5es corn a sua firm.
A faltas do franqueza nio admittimos
haver falta de sinceridade -pars corn
Vinemcs. tern sido filha d'aqueUlle intimo de-
zejo e esperancas que temos sempre nu-
trido, de que Vines. haviam "de veneer to-
dos os obstaculos e difficuldades quo eA
mezes os ternm rodeado, affectando mats
on menos aquelle credit quo todos n6s
Utanto preeamos; e por nao querer romper
relagoes corn Vines. e assim por term A
transacgoes que sempre foram pontualmen-
te satisfeitas e cumpridas muito A nossa
satisfaglo.
0 mal, porem, tern vindo d'essa e ou-
tras pragas e Vinmcs., que tambem sabemn
avaliar as cousas, devem ter em conside-
racalo que as transacgoes commerciaes en-
tre negociantes nao so limitadas As parties
immediatamente interessadas; e o credit
do commerciante nao s6 depended em Uelle
Vmgar tanto quanto devq, mnas tambem de-
pende da natureza das suas relates para
corn terceiros.
E se nos agora corn toda a framqueza
declaramos nao poder continuar corn a sua
casa, e porque ha cireumstancias que a isso
nos obriga, emquanto que pezanos muito
dizer-e disto damos franco testemunho
que nunca temos recebido de Vmces. senao
provas de amisade e estima e de terem
-sido sempre pontuaes em todos os soeus
negocios pars comnosco.
Somos corn estima e consideragao de
Vinemcs. attentos veneradores.
Pereira de Faria & C.
*
g *
DECIMO PRIMEIRO
De folhas 197 a folhas 363, existem 155
cartas, que dirigio A casa do supplicante e
das quaes pass a transcrever urma.

Recife, 10 de agosto de 1881.
Srs, gerentes da Companhia do Seguros
Indemnisadora
Estabelecendo-nos n'esta cidade no dia
lo de janeiro de 1877, encontramos neces-
sario credit, desde aquella data at6 fins
do agosto do 1880.
No fim do mez indicado, todas as casas
-commerciaes tiversm conhecimento de que
os empregados da Alfandega d'esta cidade
-APPREHENDERAM EM FLLAGRANTE 0 lo -
gar national Visconde do Livramento e to-
das as mercadorias do seu carregamento,
por estar passando CONTRABANDO-para
a barcaga Serpa Pinto; depois as casas
commercials do maior importancia, saben-
do que as embarca9o5es apprehendidas nos
pertenciam, e instruidas pelo regulamento
das Alfandegas, Codigos Commercial e
-Criminal, dos artigos do lei que se appli-


COIBERCIO
Praca do tRecife, 24 de abrll
de 188L4
As tres horas da'tarde
Cotacoes offieiaes
Apoliees da divide public do valor de 1:000* e
juros de 6 010 ao anno, a 1:090, eada
uma.
Aeoes da companhia dos trilhos urbanos do Re-
cife A Olinda e Beberibe, do valor de
200$ a 2054 cads una.
.Acoes da companhia de segfros Amphitrite, do
valor de 200) A 210* cada uma. #
Cambio sobre ParA, 90 d/v. corn 2 1[4 0/0 de des-
lconto.
Descocto de lettras, 9 010 anno.

Na hora da bolsa
i Venderam-se
3 apolices da divida publiacs.
S 30 acces da companhia dos trilhos urbanos do
SRecife a Olinda.
S 5 ditas da eomanhia de sguros amphitrite.
I. J. de Oliveira Rodrigues,
^ 1Presidents.
A AL M. AMorim Junior.
'Seeretario.


RENDTIE 1TOS
Mez de abril
LPMAnBGA=-De 1 a23
Idem de i


wBDO =De a 23
1denr *\|^ o**Ia fi *' '


PUBULICOS
de 1884
S 901:811*198
-' 39:6324520
S941:448718
S 44: 5001 16


guintes:
I.o 'Qia o valordo credit qeo podia-
mo-nos utilisar na respeitavel c aa de
imcs. atW fisa de aoto do 1880? .I
2.o.-Depots das referidas appreheimes
e indicado mez de agosto, concederam-nos
Vmces. ou ainda coneedem-nos o meesmo
credit que tinhamos, AuTES- DE gERM-sO8
48 APPREHENSES FErrA8 ?
A borne da verdade d6em franca e leal
reoposta-JUNTO DESTA a eOus amigos e
criados
Corga Figweiredo & C.


0 artigo de hoje, eta urn pouco exten.
so, Exm. Sr. commendador president di
Junta Comnmercial.
Aquella carta vinda de iLoudres' nia foi
pedida e, FOI LIDA COM MAO6A, Exm. Sr.
Conheci em tempo opportune que devise
dirigir uma carts circular sem reserves,
UNIFORM NA REDACgO, e teve V, Exe.
urma em sua casa, igual Aquella que flea
exposta...
(Continuarei se me deixarem).
Rscife, 24 de abril de 1884.
Antonio Francisco Corga.


0 Concresso Pharmaeeutieo e
o Cajurubeba do Sr. Cunha
Voltamos pela ultima vez A lissa, em
satisfaogo ao respeitavel public.
0 Sr. Cunha, batido pela forga dos nos-
sos arguments, nio tocou, de l eve se
quer, no ponto objective da nossa discus-
slo. N6s, como peremptoriamente fizemos
declarar, nao contestamos a veracidade dos
seus innumeros attestados ; e seriamos in-
sensatos se fizessemos o contrario. Pars o
Congress, Sr. Cunha, esses attestados de
nada valem, porque, comw jA dissemos,
falta-lhes o cunho dos homes scientificos,
elles, portanto, peccam pelo principio, es-
tdo todos nnllificados, portanto. Os attests-
dos que desejamos, Sr. Cunha, slo aquel-
les que naturalmente Ihes forncem os me-
dicos mencionados e que provocamos a S.
S. para inseril-os em seus boletins dia-
rios.
Mas S. S. que e o unico interessado
n'essa publicarSo, deve A bemrn da reputa-
glo de seu preparado e em spoio dos nu-
merosos attestados de particulares que pos-
sue, fazel-os ja conhecidos.
Nao 6 pro do)to sua, como diz S. S. e
sim per causa nostra que discutimos corn
o Sr. Cunha.
0 Congress ha maito que disse a sua
ultima palavra sobre a composigio do Ca-
jurubeba, pelo menos tal qual 6 vendido
actualmente, e, sobre esse ponto, a convic-
gto de S. S. estA cabalmente manifestada
comrn a publicacao que fez da formula do
seu remedio (lodureto de potassio cincoenta
centigrammas para 400 grammas de liqui-
do) nos seus ultimos annuncios.
Einbora soubessemos que S. S. nio en-
tende, nem nunca entendeu de pharmacies,
qneriamos, comtudo, julgar da firmeza
corn que S. S. discutiria; e aquella sua
declaragAo satisfez-nos.
0 nosso cavalneirsmo manda que cesso
um tal pleito travado inter parites dispares
como estava acontecendo entire o Congres-
so e S. "
Estasssociaglo nio sejulgando absolu-
ta em nas opiniOes aventou a questro pa-
ra tornar bern patent o lado no qual mi-
litava o direito ; mas S. S. fugio decla-
rando nato saber e nem ter tempo, e isto
quando se tratava do seu proprio interes-
se, quando S. S. deveria a todo custom dis-
putar palmo a palrno o terreno do qual so
julgava o u iceo e absolute s3nhor. Mas
S. S. fugio-nos.
N6s que nos julgamos conscios dos nos-
sos direitos, a vista, da declaragao do S. S.,
nao perseguil o-hemos na sua fuga; salvo
se voltar de novo.
A commission.


A emanelpaipio e o opportu-
nismo
Rio, 4 de abril de 1874.
Quem ouvir o berreiro preparado e .en
saiado, que se esta fazendo a favor de
emancipagto, ha de pensar que n'ste paiz
existem dous partidos, um que promove
uma reform legal ou revolucionaria para


LtCIFs DInSAan-DF. Ia 23 7T:729851
Idem do 21 541A954
8:271*805
DEtPACHOS DE EXPORTA(,O
Em 23 do abril de 1884.
Para o exterior
No higar inglez Flora, ca4rgou:
Para New-York, J. S. AOyo & Filho 1,000
saccos corn 75,000 kiios de aAssucar mascavado.
No navio americano Albar, carregou :
Pars New-York, Pohlman & C. 1,000 saccos
com 75,000 kilos de assucar mascavado -
No patacho allemao Emilie, carregou :
Para o Rio da Prata, R. Pessoa 600 barricas
com 64,825 kilos de assucar brauoo ; J. S. Loyo
& Filho 200 ditas corn 22,525 ditos de dito.
Para o interior
No vapor traneez Vdile de Pernambuco, car-
reoou:
aNra Santos, S. Guimariles & C. 200 saccos com
12,000 kilos de assucar branch ; P. Carneiro .t
C. 11000 ditos corn 60,000 ditos de dito ; Baltar
Inaaos & C. 40 ditos corn 4 dito0as de dito mas-
cavado e 60 ditos corn 6 ditbos de dito Lranco
Bittencourt & C. 9voltumee 4dtlnentos.
Pars o Rio do Janeiro, WN, 'veirSW 800
saccos coM 48,006 kilos de assuzt mascavado;
P. Carneiro & C..250 accas com17,2338 ditos db
algodlo; C. Marqines 6 -opas com 7.680' .ttros
de agutaente.r -
Pera a Bahia,-Amorim Irmbos & C. 150 saccos
com 17,t22 kilos4daaucar branch.
-No vapor u~elonal HOWeihir, U:
Para oe Rio*Janeiro, J.M.Dias 0.0L saceos
corn 0.000 kilos do asouca mascaad .
No vapori-iMcial( Jeard+ :,
1*Para ,Maranitl. lli*oBAG4'rt* C.,6 yolumw,
medicameltos. 6. -r ]
Par- oNatal, E. Sto 0 r*
P.-ars o NataL &. CeI & rmq


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que ten e4xstidO em to"los os tecpOs, e
todog os paises e sob toaaW as fworm do
governo, foi plantada,' nportaa e inati-
ia noBrau por cam.a da neenidade de
aproveitar esta vasta d fertil, mas inculta
regilo, e da faltAde bravos para esto fim.
Pesou tarmbej duauto largo tempo *obre
os indigona apriionados: depois da
emancipabo d' euse, unicammente sobre a
escravaria negra eXPOta vend nos mer-
cados africanos.
A' vista d'isto a suppresseao do trabalho
escravo nao podia entire n6s her effeito de
um movimento nacionale popular, pelo
que nao de admirar que s6 foise effioaz-
mente promovida pelos estrangeirdas.
Na verdade ella so deve em primeiro lu-
gar ao governo inglez que impoz, A. forgi,
a cessacgo do traffic; em segundo.lugar A
associagao estrangeira, que dirigio a cele-
bre carta ao imperador; em tea'eiro, a co-
rOa que suggerio a reform do estdo ser-
viir aos Srs. Zacarias e Rio Branco; em
quarto lugar a estes dous estadistaa que se
incumbiram de annuncial-a, preparal-a e
realisal-a. sem que nenhum partido nacio-


nal a promovesse.
Ora, effectuada urma reform, nunca fal-
tam enthusiasts sinceros que em suas as-
pirases impacientes vAo sempro 6e16n da
realidade e possibilidade ou conveniencia,
e exigem mais.
Tambem nao falta quem por calculo e
especulaglo queira aproveitar para seus
fins pessoaes o rasultado conseguido por
outros, tomando-o como ponto de partida
pars reclamar e extorquir novas e mats ar-
rojadas concessoes, collocando-se A frente
de urn movimento, para o qual nao con-
correu, e que pretend exagerar e desna-
turar. Facile eat inventis addere.
N2to Ihes faltam como auxiliares legioes
de entidades obseuras que ecostumam nao
deixar passar qualquer occasiio que so of-
ferece pars fazer baralho e exhibit as suas
pessoas.
Nao falta quem esteja prompt pars fa-
zer philahtropias e generosidades a custa
dos outros, para abater e livelar todas as
superioridades, especialmente a da ri-
queza. A este respeito conv6in notar que
o numero dos que nap possuem escravos 6
muito maior que o dos outros, e nos ne-
gocios d'este mundo deve-se sempre con-
tar corn a inveja.
Nunca falts quemn julgue convenient
utihlisar-se de todos os pretextos, caminhos
o meios pars desorganisar e demolir a or-
dem estabelecida, economic, social e poli-
tica; send certo que parsa principio de
desordem tudo serve, a questAo Figueiredo,
como o impostor do vintemrn e o element
servil.
Esses demolidores, cheios de necessida-
des e ambigoes, mas desfallecidos de forqa
e importancia, comeamr por procurer pa-
trocinio, constituindo-se auxiliares e instru-
mentos, applaudidores daeurs da realeza
contra os proprietaries da terra, os land-
lords, os ricos e aristocratas. Assim ob-
tendo calor, aninlaoo e apoio, viAo-se tor-
nando exigentes, cada vez mais, A propor-
9.o das concessoes que Ihes fazera. Quan-
do nao severamente reprimidos e escar-
mentados, acabam canduzindo o born do
rei, seu alliado, ao carcere e ao cadafalso,
at6 corn pouca delideza e cortezia.
Estranha a Gazeta de Noticias qu (( la-
mentemos nao se faga hoje aqu lo que era
lembrado em 1876. )
Na verdade entendemos que p6de haver
diversidade nas circumstancias das duas
6pocas differeates e na aprediagio d'essas
circnmstancias; mas naio 6 licito p6r de
part os principios, as id6as geraes, corn
que foi proposta e resolvida a emaucipa-
93o decretada em 1871. Isto por duas
razzes: la o contrario dresses principles
nio tern cabimento, seria absurd ; 2-
eldies constituem um compromisso tornado
corn urma part .muito important dos ci-
dadios brasileiros, quo nao p6do ser re-
pudiada sem deslealdade e perfidia.
Expliquemo-nos.
A cor6a e o parlamento reconheceram,
assentaram e proclamaram que a emanci
pagao s6 devia ser feita ( sem abalo pro-
fundo em nossa primeira industrial a agri-
cultura. (
Foi esta urna das condi9oes essenciaes
da reform.


dias, palFiabote portuguez Camponez, de
155 toneladas, equipagem 7, capitAo An-
tonio dos Reis, carga xarque; a Amo-
rim Irmn'os & C.
Santos -18 dias, patacho norueguense Kong
Kaare, 201 toneladas, equipagom 9, ca-
pitiAo M. 8. Christianseu, emi lastro; a
Hernlann Lundgren & C.:
Sahidos no mesmo dli
Santos por escalas -Vapor francez VF'lle
de Pernambuco, commandant Thaunay,
carga various generous.
Bahia por escalas-Vapor inglez Yesso,
commandant W. Latthaile, carga various
goneros.
VNavio entrado no mesmo dia
Buenos-Ayros -18 dias, lugar inglez Ni.-
cy Hoet, de 318 tonelalas, equipagei. 9,
capitao William M. Murtzy; emn lastro A
ordem.


VAPORS EAERADOS


Trent
*Bmwswell
Card
Merchant
vCorriewtes
Minho

Manos
Arazsone
ViOa-, ttci


dii J~uropa
Ac Msofea6


irops
imp


hoje
hoje
amanb
a 27
a 28
a 29


apWiao mPsmoder vo do Brasis
io den d pceo as emhaiastas does rs.
dotParoeinire ro dFmiwsd do aseci-
ento, qu nto o 6 mus oad.pesaaer con-
ear a actul proredade tervitcovao ele-
i trabalno, e quae a suan extinclo com-
leta o repentina no causaria abalop.ofun-
o em nossa quasi unies industria; nada
i pederia o mesmo poder dde votar os
Sios do despozas Inaprescindiveis para
s effltctuar sem roubo desde jA tal ex-

A verdadeira responssbilidade das con-
s quencias desto acerto on desacerto fiea-
ri m porconta d e todoa que o votassem, e
ai 6 lelconcorressem con o soeua inflaxo
o1 cosentimento.
Existindo poremi a escravidlo em to-
d S os tempos e em today part, estandojA
e adae secc a asua font e entr e n6s, e
t do ddesapparecer dentro de poucos


Enosdoemodo natural e complete; poucos
b ileiros havera azto absolutamente phi-
I latropicos, sentimentaes e poets, que re-
f! tindo queiram precipitar esse resultado
ce to e proximo, se admittirem que a suas
so erguidAo e intransigencia humanitarian
po em trazer a decadencia, a miseria eoa
ru na da patria.
Em negocio de tanta gravidade e alcan-
ce quenvol eve a fazenda public e a par-
tic lar de tantas classes, profissoes e esta-
be ecimentos, que requer tants circums-
pe, !9aol prudencia, nbo 6 licito deixar de
att snder A opportanidade.
.m todo caso, os altos poderes do Esta-
do que jat resolveram calmamente a ques-
tit, nao podem resolvel-a do novo send
pukados a reboque, e sob a pressIo da
gri aria e da anarchia.
(Do Diario do Brasil.)


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emanelpa~io e a propriedade
.primeira das bases essenciaes, a primeira das
li]Oes imprescindiveis, corn que se logron de-
ar a cmancip.gao, bases e condigues offerccidas
hypocritamente pelo govcrno imperial, e acei-
em boa fe pelos legisladores representantes da
eo e da lavoura, foi-o respeito a proprie-
3.
m 1867 e em 1871, a coroa em duas solemnes
ts do throne dirigidas ao parlamento proclamou
,cessida I c ao dever a de respeitar a propric-
e actual, de conciliar o respeito A propriedade
tente corin o melhoramento da legislacalo sobre
,tado servil. n
in nosso paiz naIo ha felizmente nenhum par-
* scita ou escola, que combat a propriedade.
imunistas de facto, 6 natural que muitos exis-
Nao conhecemos entree n6s nenhum commu-
ad de Was que excite attencao. NIo admira
que ninguein se lembrasse de impugnar esse
eito d propriedade indicado e prescripto comO
ncial na reform de que se tratava.
tocl6s sabem que a propriedade e determinada
gida pelas leis, e nao por quaesquer theorias e
wreados. Com effeito, de outro modo nao have-
,ropriedade alguma firme, poise naIo ha nenhu-
lue nao seja impugnada. Ate houve quemu es-
-ease um livro celebre intitulado-A proprie-
e o a roubo.
a antigaidade nao se tratava de combater por
itima a propriedade de escravos, mas a das ter-
'ra objecto de grandes lutas e graves contes-


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Recife-1884.


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Boa-Vi ogem
S. Pedro Be Ibiapina
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San 'anna
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Principe I Sperial
Jaguari We-mirim
Riacho d M Sangue
Quixera jobim
Pa lma
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Brejo Scco
Aca ahA
Ba lurit6
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Aqui Waz
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A Rsar6
Missao V lha


Um paraense abolicionista.


tuzo Pibeiro ft C.
AnfrrtoniodeAlbaqeqeNo ts
NMawoel do N. V. Cu i n
Jose D. A. Quintal.
Luiz Joe6 da Silva Guimarais.
Fwa*eixeojoew-ayme Oald&
Wanoel' J=aa da UoehaL
Ferreira Casoo & Filho,
Por procuraeu de Antoo Ig ci do -
deiros-LuiO Gon"aIvye da Silva P
Joao Francisco Gomes de Arruda.
Corroias & C.
Temporal Filho.
Burlo & C.
Por procuraglo da viuva do Antonio Baptists
ogueira-Joaquim Jorge da F. Bastos.
Boa Coutinho.
Jovino Bandeirs.
Bento de Freitas Guimaries & C.
Jolo Augusto da Silva Freire.
Francisco tromes de Araujo.
Antonio Juvencio de Siqueira.
Moreira & Braga.
Por Lopes & Araujo Antonio F. Lopes.
Jolo da Cunha Vasconcellos.
Daniel Francisco Pinheiro.
LourenVo Ribeiro & C.
Manoel Maria de Hollanda Cavalcante
Pedro Osoriu de Cerqueira.
Jos6 dos Santos da Coata Moreira.
Bezerra Irmaos.
Jose Gomes de Moraes Araujo.
Jose Maria Gomes Silva.
Joaquim da Silva Salgueiral.
Fenton Alves & C.
Jorge Clemente de Borba Cavalcante.
Jose da Silva Alves.
Esteves & Seeades.
M. Carpintero & Souzi.
Carpinteiro Peres & C.
Wanderley & Bastos.
Ladislao Gomes do Rego.
Joaquim Jos6 Rodrigpes da Costa.
Manoel Joauuimn de Mattos P. Guimarles.
Modesto Coelho do Rego.
Joao Licio & Irmio.
M. F. Marques & Filho.



SLeite de Alvelloz {
Conservado e raltide pelo pharma-
II ceutico phamna
tI Antonio 1. Veras

Cada vidro corn as instrucqoes 3"r)9
Os effeitos obtidos pelo leite de alvel- .
U loz do nosso estabelecimento, slo a me- (
Ihor garantia para quem desejar ter es
te remedio puro. I
I Pharmacia Pernamb.ca.a
Rua do Cabuyid n. 11
,-,,-,,&.,, .--.,., ., v,,.,.,,, .., 9jl



EDITAES
0 Dr. T/onumz Garcez Paranhos Monteni-
gro, comnwndador da Imperial Orkm da
Rosa, juiz de dircito especial do commer-
cio desta cidade do Recife e sen termo,
capital da provincia de Perinambuco., pir
Sua -la gestade o Imperador, a quem
Deus guard, etc.
Faco saber aos quc o present edital virem ou
d'elle noticias tiverein, quo por ptrte de Flavio
Goncalvea Lima foi a este juizo dirigida a peti-
0ao do theor seguiutc :
Petigao.-Illm. e Exm. Sr. Dr. juiz do commer-
cio.-Diz Flavio Gounalves Lima, que send cre-
dor da letra junta do aceite de Jose de Mattos
Rangel, (licr intcrroinper a prescripVk da mesma
letra, e couo o supplicado se ache em lugor in-
certo e nao sabido, rcquer o supplicante a V. Exc.
se dignc de o admittir, a provar a ausencia do dc-
velor ein lugar incerto c nIo sabido, afim de ,iw
possa ter lugar a citac.io por editaes.
Nestes termos pcde a V. Exc. deferimento. E.


s estudos em Inglaterra e sanguinosos con- AoSr.bacharel FraneCiseo Amyn- R. M. Recife, 14 de feverciro de 1884.-O soli-
stndoselangda terra."o thas de Caraho oura, adnl- et idor, Vicente Liciuu da Costa Campello. S Id-
s naIrlanda. tasdeCarvalhoMo ad i-lads na forms da lei.
mn sido propesto na America do Njrte, como nistrador do Coulsulado Pro- E' o que seo contem cm dita petico, na quil dei
Sseria, just e convenient, o repudio da di- vincial. o despacho do theory seuitc :
ptiblica pelos Estados-Unidos. lca P10dote s?"lc* ,.
pquanto isto observamos, v-Unidos.e ta em V.S. como author ostensivo do Projecto de Recei- Despacho. -Distrilmi la. Como pede, designed
quantao isto bservarnos, vplse tambem qu ta Provincial, que de modo tao improvisto ile foi o cscrivito o dia. IhRitfe. 14 de fevereiro dc lUl1.
mravidio 6 to antiga, popular e enraizada em .....
is povos, que neste moment urn illustre re- ordenado pela presidencia d'csta provincia, cscre- -Montenegro.
ntante do goverao iuglez julgou necessario veu ou mandon escrever o seguinte: E per for* a d'este dcspaclo depois de distribhui-
igir com ella. oMuito e muito mais do qua o impostor, conspi- da a peticito, o respective cscrivao lavrou o term
os as ldefinee re rain contra os nossos produetores os pre.os con- de protest que c do themr seguinte
,oso as nossas leis estabeleeem, definemn e re- eeoas ue figuram cal muitas eontas de Protesto.-Aos 14 (It- fver"io e Inmed
igualmento todo genero de propriedade inclu- f vencionaes, quo figuarm muitas contas de Protcsto.-Aos 1 Ic fevereiro de 18$4, cm in4
ia de escravos, conro a Constituio do Impe- venda felts nos armazens par alguus correspon- cartorio, perante umimn e as testemunha seuintes
a do sgravos, come a Cionstituiao do Imptest- dentes; as allegauces das muitas causes que compareceu o supphlcante por seu procurador c p)r
nsgra o respctiv direito nos sguiats t- deterioram o valur da mercadonia; e as repe- este foi dito que reduiziaa term o protest mns-
Sgarantido o direito do propriedade em today tidas vezes, que chega ella ac mercado corn in- tante da pcticio retro que offerecia comrm l.art,
plenitude. So o bem public legalmente vc- cnivel quebra no seu peso, Eempre attribuida deste, cm que assignnm depois de lido. do que tiz
do exigir o us o e eprego da prouriedade doe as estradas de ferreo eaos conductors, salvas este. Eu, Ernesto .Machado Freire Preira ini
1, 4erdellepreviam'enteindemnisado do valor honrosas cxcep5cs !!! .,. Silva.- Vicmnte Licimb da Costa Camnpelh. --Vi-
oaert el7 e p re). Estas palavras corn mos seus ponto: almirativos cente Machado Freire Plereira da Silva.---Jos to-
(art. 179 22).r
Ste principi sgu-s qu, so estdo reticencias, achamrn-se A pag. 8 do indicado pro- drigues de Oliveira Li un.
riue oeipio segue-sa que, se o estado reqo- jecto, e encerram vehemcnte accusalo A duas pi- E mais se no contimha cmia dito termo <(t pro-
mr que o bern public exige que se prive qual- vrsas classes. test aqui copiado. L tend o supplicants praoli-
cidadio dos escravos de sua propriedado. DA V. S, coma xeistente uma cannivencia im-
xo. as mesmo estado, por eonta de suas despe- Al V. *S, como xeistente uma connmvencia ini- zido suas testemunhas, just~fieando a ausenci~a do.
ider amisal-o etado prevr imente do valor s dessa pro- moral e crniminosa centre os correspondents do supplicado, o escrivilo fazendo seller e preparer
idemnis-o previament do valor dessa reo- senhores de engenho, n'esta prapa, e os proprieta- ios autos os fez a mmir conclusos 1os quacs dlei m
aod; c tab imremnisaio tern de rec*air ne- rios de armazem da assucar para fraudarem os semtcni a que do ticor seguinte:
riamente sobre toos, a'vista do mesnao arti- productores d'esta mereadoria pr meio d'um tri- Sentenua.--Vistos. Julgando procedentc a jus-
t Constituigao, o qual no 15, assim disp5e: plice artificio, cads qual mais indigno, dando ;'a ttfica~ao, mando qite sja ojustificado intimado per
.inguem sera iseuto de contribuir ppa as vendas um preco fieticio inferior ao preno real dcl- cditaes cowi o praso de 30X dias do protest de fo-
zas do estado em proporgao dos sea s have- las; aviltaido a (iJ'1dLdade do genero pela allega- ihas para intcrrup., do) titulo dc tfolhla. Custaq
Sa io de phantasiados vicious; e, finalinente, arguin- ex-causa. Recife, 28 de feverciro de 1S-1.-Th, -
0 rest duvida que o escravo 6 centre nos uina do cavillosas dimiuuiq5es de peso corn a insigne maz Garcez Paranhlos Mont-negro.
iedade tao legal, e coustitue urn direito tao covardia do attribuil-as sompro a terceiros. E' o que se coatis.ha en dita s-ncn t, p r t'.r-
tido pela constituiviao como qualquer outro Eis o que V. S., na sua qualidade do funeciona- qa da qual o escrivio tez passer o preoente edital
Sde propriedade. rio public e chefo de urna repjrti'9o fiscal, nao pelo qual chanmo, cito e lihei por intimado a ,,
da mais- Em nossa opinii1o, o proprietario hesitou affirmar d'um modo vago e indeterminado, de Mattos Rangel, para quoe dentro do prayto 4,.
:ravos, quo se snjeita a viver entire elles no 6 verdade, mas por isso mesmo ainda mais offen- 30 dias compraVa aute este j iizo. alim de alltgar
o cultivando a terra, traballam m:ns direct sivo e grave, coma V. S. mencsm'o affirino u 'estc o seu direito.
tivamente para a riqueza da naao e a pros- topico d'um artigo, que publicoa no Jrn.dl do Re- E para que cheguc no conliecimento de tods
Lde public, C portanto maisutil, do que o ocio cife, de 17 do corroente : mandei passar o preseite edital que seri publica-
; vive no meio dos gosos das cidades, teado A sua franqueza e coragem (a franqueza e co- do pela imprensa e atlixado nos lugares do cos-
rminod do de irmi mamndar receber de seis em a ragemn de V. S.,) quo padia desagradar, e offen- tume.
ezes -o juro das suas apolices. der mesmD a algauem indete-miniadamente, se Dado e passado nfta cidade do IRecife do P'cr
post, nada seria de estranhar que os eman- nao mnereee louvr. i,-tL) pods ser censuravel. nambuco, aos 29 de fovereiro de 1884. Subcre-
ores profissionacs tratassem de ap)ressar o Logo assegura quc, na gencralidade, 6 cabivel vo. Ernesto Machado Freire Pereira da Silva.
alias naturalmente proxime, da eseravidao uma ianputa9-o, quo a ser justlficad', degradaria lRcif,. 13 do muari:o do 18$4.
azil, promovendo as alforrias pelo just va- mais de uma r claasse dc commetciantes do nossa T'miiz GIrc Z P.Prruwhos Montfcvgro.
cads eecravo, a custa da receita do Estaido, praga do toda a consideraqao dos homes series e
usta dos mesmos emancipadores, como fa- honestos.
rntos proprietarios de escravos, verdadelros Nao e por emquanto oecasia die discutir os mo-
itauteis abolicionistas que em vida ou por tivos e fundameutos das arrqjadas asscrcues de V. 0 Dr. T/iomaz Garcez Paranhos Atontew-
em urna s6 escriptura ou verbal testamen- S. 0 Projecto, que lirtnou,sera posterior e deti- qri), coininndidjr d( Imp.r1- O;'uin, bt
concedem maior numero do liberdades, do damente awalysado. osa z de d da a c i
desinteressados nogrophilas de todas as Por agora os abaixo :ssignalos, membros das c lf c d d R
1 o10c")'n wv';cio, d,', dad c (bt,;do ci;,ca -
eraq3es, cm seus festins e b:ttuqucs. classes por V. S. tao sevwram ia. aeacfttsadas, q do- co +c, ( .I cdd o l ,
nao 6 isso o que elles querem e promovemn- rein apenas, que V. S., por houra do .:argio, que pital tdN provdici;t d t Pcrn'embo, 1,, 1p',
f4'ro esti emr preteoderem emancipar.os es- occupa, senaopor dignidade propria, declare fran- S'.ic J[t3/.s',/tl' LpZ ru1 e (.,,ftTh"',!mi il
A custa de seas proprios donos, corn inso. camente pela imprensa, se estao elles eompreheu- o Senh D. P 1d, o IL i quci )i '
elamoroso desrespeito A propriedade, comrn- didos uas imputad9es custanteOs ids trecios supra qurdel etc., e<'.
do verdadeiro roubo, e'infringindo audaz- transcriptos. s j gJ r, et. *
o compromisso tornado pelo gOverno imp- So menos cavalleirosamente recusar-so a fa- F1ao saber aIs q:ie opresente editab virem o
ra obtera reform a servil. zel-o, dara sos abaixo assignadbs o pleno direito ilelle notieia tivcrem que por ct.' ijnizo de d re to
Ionfiamquoe nao 6 facil o Estado peder pa- de qualificarem devidamente o valor moral de V. especial do cna.-rci, pi lem un aimi-tos t(1 c-c:-
Sviameite de uma assentada 0 just valor S., como home e como empregado public. Icuco de sentence, entree pi rates e.etrqintis iBezor-
s o eserjvos; e qic provavelmnonte efria.- Jos6 da Silva Loyo & Fitho. ra Irmlos cnm) execut'id, o De'. Victorinu Ac'io-
o humaatihro ido tantos empregados p- Lal& Irmao. li Liuns Junior, e tenda-sc f.fit- pnahr)r. na quain-
bolicioni$tas e deomuitos outras philantro- Cinha Irmloa & C. tiA do 639253 port'aecutt ao oexcmit-l-o, eCujiA
tiverem de conribuir em proporgdo dos ,Alanoel Ferreira Bartholb & C. quantia j l. se acia ar'.-sta I poelos mesmos3 ex,-
Veres comalguma quota pars a redempyao J. Gomes Maia & C. quentes u-t audiencia de 27 do maro de 18it, f-'1t0
tivos. Jose Francisco Martins & C. a.. o rcquerimento do theory s1gainte:
deria ate tarnar a emaneip'iqlo impapu- Tavares de, Mello Genro & C. Requerimento. -AAos 27 de mar de lo'93, em
Scaridade bern entendida comeva por casa David Fen'eira Baltar. audiencia do Dr. juiz d tdireito esp:ecal, do ooin-
simplea, mats commodo e liberal, fazer Mart ns, Cordeiro & C. | nercio pelo solicita-tor Vieoata Cam"HOUo, foi ae-
i corn o chap6o alheio, philantropia a custa S. de Barros Barreto. | eusada a segainte peahora ffita em dishuir Are-
imo, l desappropriaqlo a custa do desapro- Pelo Barao-de Petrolina-B. de Pontual. queread qufleissrm ani95 ai d3i"M
A regra sempr foi esta: do pao do men SebastiAo & Alfredo Alves. penhora e d e aos csrea idame s to, *pi8M
regrande fatiaame afilhado. Joaquim Auselmo de H. Cavalate de Albu- editaes, quo ei defori1b pelo jBui, Prwedidi
o e deeretar corn ura penada a emancipa- querque. progbo do estylo.
Se gratisiou com o product de impostos Amorim & Cardoso. $EuErnwto6 Maahad Freiro Pare BfldaIW
i don dos ia m eseravos, on dando-lhes Jose Peixoto da Fonaeca. I Hia e o nt a e dito ii.o
insignificantes e iraorios. Fratcisco Antonio do Prito & Filho, eom restric- aqui copiad, polo theor do VUal c* M, eito e hei
vijsticar cowu se por eonsiderar os donos 4o quAtoo Io paragraph q ando diz de mo- por itados os credom incertoa d seutsdo p3ia
rvos, nao ptq earioa s leaes ao o ipre istoh foi ordered pels presideneia.n r m anteestjuizo deutro_ do rw
Ar ttrtos.atris res.eit.veis do.que..- J.5J. ast da & Cd., a itToeit*e^ia
l delinqntes odiogoseem, flapmuteg A. J. Serota & G.f r armi&,de "aadireito c j ustiaa.
,iav aeaarfex. ibanoe Pedo, Pontual E araiqu chge a ,coaheciwmne de to0
)slo u ho. O .* O ts Trarassos & Q, ser realriclao. mnandei pasar o present edital que seri pabibs-
&B twilbWem no argrne'to de no o %Scra- J086 VolbaSO 802res & C. do posi msprensa e aff lo nos hgau. mdo &M-
mutot am anoel Cruz & C.' tuomc.
ia=^ dikft o~ift : Mattio dexea- Hostiniano Caaneiro deoMoraes. Dade e passado nst-a cidade do Reeif8 ao2S.
ide- 1 1 b ancde,^iitin o odrigne. tevede d 4
ai&0. d e tw:oiad re & r t
0* -.. .... ....
raw4 A* or ~ ~ e&hiissu s1c've san


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Iste
















>1


*(IB _Yp d7 *9 W.buss,
6F- W-.188 '4


2 de


BP^-- Cfawg Meileo.

D o. e ordema do ipecotr ia fe contar que
fea mareado o pro de 1 di, eootados de 19
1.4 0o arm parm a pr enshoaa Josjia Prepedigne
... bo Paiil a assubi o ereic&. da cadeira
'" ". do mxo foiainao do Varadouro oem Olid, pare a
S qpal foi removida da cadeira mixta de Duarte
,"p. por portwis daquella data.
S ocreteris d ltae Publies de Pernamba-
S 82 9de abril de 1884.
r 0 secrctrio,
J' rPergeatino S. de Araujo Galvuo.
ElBdal a. 640
SA profeasora Maria Hermina dos Passos Lima,
S removida por access da cadeira mixta de Macapi
S para a do Bexo feminine de Nazareth, de 24 entran-
cia, deverA assumir o exercieio de sua nova ca-
deoira no prazo de 30 dias, contados de 19 do
corrente, sob as penas da lei ; o que se faz cons-
tar de ordem do inspector geral.
Secretariat da InotrucIo Publica de Pernam-
buco, '23 do abril de 1884.
0 secretario,
Pergeatino S. de Arajo GidvSo.


DECLARE OES


Santa Casa da isoricorla Io Rlocfuo
Arrenda-se por um & tires annos os armazens
ns. 16 e 18 A rua da Senzalla-velha, & razio de
3600 annuaes eada um ; a tratar na secretariat da
nmesma Sana Casa.

Obraspublicas
jD" ordem do Illm. Sr. engenheiro chliefe, taqo
public que, em virtude da autorisai0o do Exm.
Sr. desembasgador president da provincia, vao
em praVa no dia 30 do corrente. ao meio dia, as
obras de reeonstruc.Io das bombas do GiquiA e
do Peres; a primeira orgada em 1:172,600, e a
segund a em 1:557A.
Us oiamnentos- e inais condihes do contrato so
acham nest a secrotaria para serem examiniaadios
pelos pretendentes.
Secretaria da regarti4Ao das obras publicas, 21
de abril de 1884. 0 official,
Joao Joaquim de Siqueira Varejao.
De orden di llma. Camara Municipal, sao
convidados os donos dos estabelecimentos das
freguezias de Santo Antonio e Boa-Vista, para
virem A. sec9A( competent rever os pesos, medi-
das e balances dos mesmos, no proximo mez de
abril, sob pena da lei.
PaCo da Camara Municipal do Recife, 31 de
nmarVo de 1884.
Jose Candido de Moraes,
President.
Pedro Gaudiano de Ratis e Silva,
Secretario.


Veneravel confraria de S. Jose da
Agonia
ELE ,,AO
De ordem da mesa regedora, convido a todos os
nossos carissimos irmaos a se reunirem em nosse
consistorio domingo 27 do corrente, pelas 10 horas
da manha, afirn de proceder-se a eleiqao da mesa
regedora que tern de administrar esta confraria
no anno compromissal de 8I A 85, conforme de-
termina o art. 4.-S do nosso compromisso.
Consistorio da confraria de S. Jose da Agonia,
crecta no convento do N. S. do Carmo, 27 de abril
de 1884.-OU socretario,
Antonio Alves Vilclla.

iRI.&N DADE
DF
N. S. da Saude do Polo

dta Panella
De ordem de nosso irmao juiz-, sao convidados
to)dos os irtnaos desta irmandade a comDarecerem
domingo 27 do corrente, as 11 lioras da mnanha,
no consistorio de sua igreja, pItra so tratar do
ncgecios tendentes A inesina irinandade e su
igreja.
Consisrorio da irmandadle de N. S. da Sadde do
Poo d:a l'anella, 21 de abril do 18-1.
) secretario,
Jose Bonifacio dos Santos Mergulhin.
0MUM Co0 anraPRImancipagofRa

Silo eonvidados todos os senliores socios a se
retnniremamnanh! sexta-feira, (25), As 7 horas da
nuite, na ru;i do Imnpci-alor n. 31, afim de se tratar
de negocio muito urgent e important causa da
emnanci p acao.
Sociedade itecreativa I de Maio
0o annivermario
Pede-se aos senhores socios que quizerern tirar
S convitps para faminilies, o favor de darem suas no-
tas ao Sr. thesoureiro, ou na sod- da sociedade,
das 9 iAs 11 hoiras da noite. Recife, 23 de abril
de 1881. -. 0 secretario,
A. Morcira.
C. C. E.
Assembl6a geral extraordinaria
Por nao se ter rcunido numero legal pare a
aisemblet; geral, ultimnamente couivocada, de novo
convid', aos senhores socios distinctos e pffectivos
a comparecercm na sede deste 'Club quinta-feira
24, :As 7 horas da noite. Funccionari Lom o nu-
inero de socios qiie comparecerem.
Secretaria do Club Commercial Euterpe, 21 de
abril dc l81.-OJ 1 secretary.
F. J. de Amorim.


Alliance S.


So


Extraordinaria
D)e ordem superior, ,conivoco os socios desta
asustcikaCio, para reunidos cm sessao ext-raordina-
ria no dia 28 do correate, pelas 6 horas da tarde,
em sua sede A rua do Imperador, discutir e re-
solver questies de alta transeeidencia que affec-
tam a nossa associalao.
Secretariat, 25 de abril de 1884.
Moitke.

Slimraia go N. S. St o LoL a-

meito
- A commissalo administrative da canfraria de
N. S. do Livramento, convida a todos os irmaos
-para, vmin mesa geral, assistirem a posse da mesa
regedora no dim 27 do corrente, As 10 boras da
S manha.
I (.Consistorio da confraria de N. S. do Livramen-
to, 20 de abril de 1684.
Pr.' Manoel Francisco de B. Rego,
., Preoidente da eommieslo,
S. -- A Camara Municipial do Rgeife faz public
W:, a quem interesa=r possa, qand na sessio de 80 do
Seormente ir-o em basta puAbi e entreguoe a quaem
p t, menos fizer, ose cmnertoa a fazerem-se wae
Hs.q.0 a L12 o 392 d4 p d&o.
06 411JR0@91SMi
p,~ ~mam tuaoige~ d 1ha~,17 d*
t- L O"
awe.u d Ia-
B f .- .tf ". .ia .. j l .. e 17


i977. l ... ..p :"


4w,

l ....i h .,i l k ,-e
VWIW' f*
ifiilla i r.qe-
dfftl

Q.erli


"Advance


M epopemndodoos prtoa do
z sal no1 d 8 den mio, e
depoi da dipnore necessaria

WUarJ'Sd. Para, S. Thoemaze
sjew-YWrk
Resrebwd nta viagem carga para o Ma-
ranhsto
Para carg-, pausagens, e encommendas, tactar-
se corn os


AGENTS
Henry Forster & C.
N. 8 RUA DOCOMMERCIO -
1.- andar


N. 8


0 vapor
Finance

S Er -so- de New-Port News
ar, da 19- de maio, egain-
do depois da demora neces-
Mari para

Bahia e Rio de Janelro
Para carga, passagens, encommendas e valores,
tracta-se corn os


N. 8


AGENTS
Henry Forster & C.
- RUA DO COMMERCIO -
1.'andar


N. 8


Pelos vapores desta companhia dao-se passa-
gens para Liverpool ao prego de 200 dollars ; o
passageiro desembarcando em New-York tern ga-
rantia a passagens para Liverpool 'quando Ihe ap-
prouver per vapores de la ordem.

Pacific Steam Navigation Company
STRAITS OF MAGELLAN LINE
0 vapor
Patagonia
SEspera-se da Eu-
ropa atW odia 11
de maio e segui-
rA para o sul de-
pois da demora do
costume.
Para carga, passagens, encommendas e dinheir,
a free: tracta-se comos
Consignatarios
Wilson Sons k C., Limited
N. 14-RUA DO COMMERCIO N.- 14


0 vapor
Cotopaxi
d Espera-se dos portos
Sdosul at6 odia 8 de
maio, seguindo para
a Europa depois da de-
ora do costume.


Para carga, passagens, encommendas e dinheiro
a frete; tracta-se comos
Consignatarios
Wilson Sons & C.. Limited
*N 14- DOCOMMERCIO() N. 14
Companhia Brasileira de Nave-
gaeao a Vapor
PORTOS DO SUL
S0 vapor
Manaos
Commandeante Guiherme lVaddingqtm
E' esperadodos portosdonor-
t.' o te at6 o dia 2 de naio c
]/1\ /, seguirAi depois da demora
I do costume para os portosdo
iai fjul"

Recebe tambem carga para Santos e Rio Gran-
de, frete modico.
Para carga, passagens, encomrmendas e ..diores.
tzcata-se na agencia
44 RUA DO COMMERCIO 44
PORTOS DO NORTE >
0 vapor
Ceara
Commandante o 1.0 tenente Guilhermne Pa-
checo
E' esperado dos portos do
sul at o u dia 26 do corrente
yi.z eseguira depois da demo-
S ra indispensavel, para os
in os.portos do norte ate Ma-
Para carga, passagens, encommendas e valores,
tracta-se na agencia
44 RUA DO COMMERCIO 44


Ric
Vkitoria
Bahia
Macei6
Parahyba
Natal
Cearai
Maranhao
Par.i
Manaios


Passagens
Rd
906000
81X000
365000
183000
185000
31j500
675500
994000
1356000
205O000


Proa
27,000()
276000
133500
93000
93000
104800
135500
16; 200
233103
40t900


ROYAL MAIL- STEAM PACKET
COMPANY


Grande reduecao nou
opassigens
0 VAPOR


precos dan


Trent
Commandante Dyke
E'esperadodaEuropa nodig
25 do corrente, seguaindo de-
pois da demora necessaria
l~a parm
Ilahia, Rio de Janelro e Santos
0 PAQUETE A VAPOR "
Minho


commauda


ote Chapman
E esperado
dos portoadojul
Sno dia 29 docor-
rente, seguinde
6l I depois dademo-


zaneua


M, ~raio-
1-cise900:6.-9. e8c dse 27#MOO.


dahida
Chega


aV


Sahida


Cbegeda


Southampton
Bordeaux
Vigo
[Jabos
S. Viceate
Pernambmoo
Maeei6
Balue
Ri. de Janeiro
Santo.
Moutevideo
Buenos.Ayreo


Buenos -Ayre
MontevidV
mantosl
Rio de Janeiro
Bahia
Maoei6
Pernambuso
S. Vicente
Lisbon
Vigo
Southampton


o
29
10
11
12
15
21
28
5
6


* S6.tocarA para tomar carvao.
Para passagens, fretes, etc., tracta-se corn os
CONSIGNATARIOS
Adamson Howie & C.
S-Rua do Commerelto-3


Hamdua-Suiobril vcia
Dampfsehiffahrls.Gesellsehalf
0 PAQUETE A VAPOR

Corrientes
Espera-se da Eu-
ropa e portos do
norte no dia 28
do corrente, se-
g depois da


demora necessaria pare
Bahia
Parm passagens, frets, etc., tra
agents.
Borstelmann
RUA DO VIOARIO
1 andar


cta-se corn os


&
N. 3


C.


Para Lisboa
A barca brasileira D. Clara recebe alguma car-
ga: A tratar corn Baltar Irmaos a C., rua da
Cruz n. 14.

LEILOES

Leilao
De 340 barras de ferro sueco corn 13,281 kilns
aortidas, descarregadas de bordo do navio alle-
nmao Delphim, de Hamburgo para este porto.
Sexla-feira, 2S do corrente
A's 11 horas em ponto
0 agent Pinto levarai & leilao em um s6 lote e
por conta e risco de qunm pertencer 340 ban-as
de ferro sueco de differences grossuras e existen-
tes no armazem do Bareo do Livramento, junto a
guarda-moria da Alfandega.

Leilao

De moveis, Iouias e vidros
Constando de sofais, cadeiras de balanqo, ditas
de guardioao, lanternas, jarros, 1 relogio de pare-
de, 1 dito de mesa, I excellent machine de cos-
tura, camas, cabides, mesas de jantar, e muitos
outros objects perteneentes A casa de familiar.
Sexta-feira, 22 do corrente
A's II horas
0 agent Gusmao, competentemente autorisado
por uma pessoa que mudou-sc para f6ra, farA lei-
lao de todos os objects cxisteutes na casa a. 52
da rua Nova de Santa Rita

Agente Silveira


Leilao
DE
moves, lounase vidros

Sexta-feira, 23 do corrente
A's 10111 horas
No primeiro andar do sobrado. sito A rua
do Rangel n. 18
0 agent acima autorisado por uma Exma. fa-
milia que retira-se para o Rio de Janeiro, levarA
Ai leil;o urma mobilia de jacarandA, consoles corn
pedra, 1 dita de amarello, 1 guarda-roupa, 1 cs-
pelho oval, 1 toilette, 1 lavatorio, 1 cabide de co-
lumna, cama franceza, I cama par a crianqa, mesa
elastic de 3 taboas, 2 aparadores de amarello, 6
cadeiras de junco, 2 marquezses, 1 quartinheira, 4
camas de vento, louqas, jarros, facas e colheres e
trem de cosinha.


Leilao da


semana


CARMO E SILVA
VENDERA
AS 10 112 HORAS
Roupas feita, camisas, moves novos e usados,
quadros, relogios, louqas e vidros, objects de ala-
bastro, gravuras, oleographias, eopelhos, macha-
dos, chapas para fogao, retroz, phosphorous, e mti-
tos outros artigos.

Ao batter I 11o
Sexta.feira, 25 do corrente
21 Travessa do Corpo Santo 21


Leilao


Agente Pinto
Sabbado 26, deve ter lugr o leilao da escuna
argentina Ary.Wtina em diftrentea lotes e a bordo
da mesma esena, is 11 horm em ponto.
Em continuaulo no armeaom alfandegado Barmo
do Livramentoijuoto A. gaudamoria, o do eare-
gamento de madeira desearregado da mesma es-
cana; bern como W50 ha-ras de ferro. sortidas vin-.
das de Hambumrgb. \


Am
Na n


No 2.c

0 ago
juiz de
tariant
Baptist
di corn
moldur
corn de
lavatory
guarni<
balance,
compot
jarro,
sala, 2
frances
Ijogo<
tarao h
112 h4r


' (vrwtfI
1 ,1 ,W,- .




S o eMel*,o
Mo triaemm do Anes
SINTERVEXQAO DO AGENT
Alfrro Cuiniaries

Leilo
wao, balcao, balanas, pesos, mcdi.l.s c
Os da taverna da rua da Ventura n. 31
ro Cantos, na Cupunga)
(Em aum ou mai tlotef)
nda-leira 28 do eorrente
A's 11 horis
3ENTE PINTO
ferida Casa da rua da Ventura n. 31.


genie Burlamaqui

Leilao


muois, joias o dos
abbado 26 do corrente
A's 10 1/2 horas
andar do sobrado n. 6 a rua do
Duque de Caxias
Amtia rua das Crumes
aote aecima per mendado do HIm. Sr. Dr.
ireito do civel, a requerimento do inven-
da finada D. Maria Paulina da Silva
SlevarA a leilAo, uma mobilia de jacaran-
leta e corn tampo de pedra, 2 espelhos
dourada, 1 dito de jacarand-Ai, 4 jarros
cit s, 1 album, 1 cama de jacaranda, I
o da amarello, 1 cabide, 12 cadeiras de
o de amarello, 1 marqueza, 2 cadeiras do
,.2 almofadas para sofA, divcrsos quadros,
niras, copes, calices, galhetoiro usado, 1
caixv. de madeira, 1 forro de esteira para
pares de brincos, mesa elastica, 1 caina
i paracasal, 2 pares de lanternai lavradas,
be xadrcz e outros muitos inovcis quo es-
itentes no dia do leilao. principiarA as 10
as em ponto o leilao.


Leilao

Da escuna argentina

Argentina

Constando de


Cas


co, mastros reacs, vergaes, ancoras,


corretes, vclas, DOTes e mats pcertenqas tal
qual e achlia ancorada n'cste porto, onde
arribou, por for.a roaior, no dia 7 do cor-
rente mez, na sua ultimna viagcen de Bar-
bados
A dita escuna foi construida na America do
Norte e'm agosto de 1881, de carvalho branco, e
outras madeiras rijas, convenientemente cavilha-
das, curvas de ferro, e bemrn pregado ; e foi espe-
cial me nte construida para navegacao do Rio da
Pra tale Rio Grande do Sul, pegando 400 tonela-
das depeso, calando 8 1/2 A 9 pes; conveiz corrido,
esp also e desembaraiado: today a jmastreaqao,
velas T maeis pertencas estao em perfeito estad.,
poden o ser vendida em um ou mais lots a von-
tade d s vendedores.
abbado, 26 do corrente
A's II horas em ponto
A bordo da mesa escuna em frente do ar-
mazem do Sr. Loyo.
0 agent Pinto legulmente autorisado levara a
leilao (orm lcenea do Sr. inspector da Alfandega
em pre enca do empi-regado da inesina reparticAo,
para o fim nomneado, corn assisteicia do Sr. consul
argentno c por conta e risco de quern pertencer a
escuea argentina Argentina, de 185 toneladas, rc-
gistro nglez.
Em eontinuacao
Vcn( erai o mesmo ageute, o carregamnento da
mesma escuna ao meio dia no armazcmn alfande-
gado d BarAo do Livramwnto, junto a guardamo-


rina.

12,1o
1,054
1,05(
vcr. ai
141
s5es.
9,50(
ras.
:i p,
250
Os p
quer in
a rua c



Ti
De n
da-vestl
jarros,
moqo, 4
pos. ca
patent(
NO A


CONSTANDO
DE
4 taboas de 1 pollegada de spruce.
pranchoes de 3 pollegadas de spruce.
Samarrados de madeira pare caixas dc di-
limens',es.
wranchbes de carvalho de diversas dimen-
pecas de madaira para cabos de vassou-
'gas de spence para niastarmos e \'verga3.
laboas de piuh- de 1 palmo.
retendentes p,,lerao desdu jA obter iqual-
tormaqao no cscriptorio do referido agent
o Born Jesus n. 42.

Leilao
'ansferido para o dia 26
iobilia dejacaiandlA, dita de junco, guar-
ido, aparador, mesas, quadros), espelhos,
apparelhos de porcelana par a jantar e al-
aamas francezas, lavatories coin pedra, co-
ices e muitos outros objects RMAZEM DA RUA DO BOM-JE-
SUS N..51
abbado, 26 do corrente
AS 11 HORAS EM PONTO
0o eorrer do martello
. LNTERVEN(AO DO AGENT
Gusmao

Leilao


De tit variado surtimentb de fitzenlas in-
glezas
Ilmpas e avarladas
lerfa-feira, 29 de abril
AS 11 HORAS
Agente Pinto
ua do Bom Jesus n. 413


VIS DITVEBSOS
luga-ae : os andares terreos dos sobrado-
ns. 36 rua Duque de Caxias e 24 a rua do Ara.
gao, a asa terrea n. 77 A rua de S. Joao, a casa
corn so ea e grandes commodos na 2' travessa da
rua do Principe n. 1 C, e o sitio n. 1 a rua daHora,
no Esp nheiro : a tur-ctar na rua do Hospicio, n.
32.
luga-se os andarsm superiors do predio n.
51 sito A rua .do Imperador ; a tratar no pavi-
mento terreo do predio n. 10, A praVn do Corn-
me'cio


S Alt
" lentim
Smez,
xn. 14,


--F


sal


'I-. -


51. -.t
't "' '- -, -- ," ,
" ; "*' .' ';;. .. -, .. : .. .- *' *. .


ga-se a loja da rua de Lomas Va-
Ls n. 55, de aluguel de 155000 per
i tratar na rua do BarAo da Victoria
loja.


u-eiMe do ai eaiseiro pare taverna, corn
da mesma; a tratar na rua do Mafques
'al u. 166, .
eia-s de duo s pessoas pars vender em
o; tiatar na rae Vidal de Begreiros nn-
fl --- ---
iW5 90 4. -in= rtA"e cosigahe e compre
spawuuss nerus Duqaq do Caxes n.
il..
'


4.1
2w A -F :
, .'^ .. ; -.- *' *

'* : ', .'. :.,1 ". ,' :- ,
.'~ ~ ~ ":. i, .'4


Preeis-ui do u *a amFrM I
Ira casak do ptueuta funida ;
Livramenuto n. 24.


va, e engommuar.
Stratar u ru do-
,,.


Preein-se. do nua ava q e cosinle e comn-
pre e faka todo servio de umam eCas, parm unao
pessoa, dormindo na mesma csa'; a tratar nu
ruan Dirita n..114.1
Precisa-se dii uin kLWrILL jarao serving in-
terno de uma easa de pouea fain lia ; a tratair ua
rua do'Marquez de HIerval n. "'0.
PrecisaL-sc ei trees aueas tie; leite, eosinha e
engommado, e um criad9: natrevcssa de S. Pedro
n. 88.
-Um inhomem casado IscInI taiilia, hiabiftado e
acostumado a ensinar pelos engenlhos e que sua
mulher tainbemin ensina a ler os trabaihos de
agulba, se offerecem a quein se iiiiizer utilisar de
seus scurviqos ; a tratar na travessit de S. lPedro
nurmi-ro 8
= Preciba-se de ur LaiLirj COum pratica de
taverna'; na rua de D. M ria Cesar 1i 9.
Casa e grande sitio
Na Tamarlneira Junto a estuafio
Aluga-se corn 2 .alas, 4 quartos, sendo 2 grn-
des, 2 saletas e 1 dita para engommar, cosinha
f6ra, gaz cm todso os conipartitinwitis, sitio gran-
de coin nrvores fructiferns, 2 caciinbas, 1 de ex-
celleute a.gna de beer : tr'atr na ria do Co-
ronel Suabsuna n. 220, e no Recif't, A rua do Amo-
rim U. 6(1.

Curso livre
DE

Direito Natural eRomano
0 Dr. Clodoaldo Lopes continuia a leccionar as
materials acima refcridas e p6de ser procurado nai
rua Estreita Rosario n. 22, das 10 horas d3i ma-
nha As 2 da tarde-

Arrenda-se
o engenhio Santo Antoriio, corn mmuito boas terras,
com prop-.rt;cs de safrejar 2.000 pies, distant
media legoa de Gawelleira ; tambcim se vend'J a
safri-a fundada corn animals ; a tratar na riia de
Marcilio Diaz n. 106, ou no cngenhio Anhumnas
corn oSr. Manoel Antonio Gomes.






Tenenle-coronel Antonio Juveen-
cio Piren FalcilO
An:ia Isabel Pires FalceAo e Is:LIel LCeopoIldina
Pires Falcao agradecem profundaminerite a todos
quo se diginar.ain levar A ultima inornada o restos
de sceu sempre presado e chiorado paii e de novo
convidamin ars seus parents e amigos piraa ".ssis-
tirem as inissas que teem de ser ci'-bradas no
conveuto de N. S. da Gloria c do de Santo (Christo
de Ipojuca, e em N. S. do 0' de Iqojuca, us
horns damanhAi de sabbado 26, setimo dia de seu
passamento, pelo que se confessam agradecidas.
q IYAr1Pfi


!,llllUil^V V
Precisa-se de um caixeiro ; na ruia di Palhna
n. 71, eom pratica de molhados.

Ama
Precisa-se de lira ama par seorvir a uma so
pcssoa ; na rua idas Trincheiras n. 40, sobralo.

Ama
Precisa-se tidc uma ama para compr-ar e eosi-
nhar : n;e rua da Ujitao n. 13.

Caixeiro
Precisa-se de urn caixeiro part t.vPrrm. ,,f,
tenha bastantc pr:itiici, pira 'etalho. corn i.
de 14 A 16 annos e que d1 fiatlor ;'A c': I i .. :
no largo da P.az n. 20, em AfiIaios.

lvuw./
Na rua Augusta n. 266, se precise deI I II1 .dl,.1
qne teuha bom leite.

Criado
Precisa-se de um criado ; n-t pr-nia da Bua
Vista n. 11.1

Cosinheiro
Precisa-so de um ajudante p.ira c.:siiha ;- no
Caminho Novo n. 118, hospudariai.

Caulela perdida
Tendo-se dcseineaminhad, a cnutcl.i u. S321 do
Monte d Sonccorro) no valor do ie;3i63, capital c
juros, vencada em 1 dei novembro do. anno pro-
ximo paLssado ; pdo-se a quem a achu- o favur de
leval-a Ai rua do Rosario n. 49.

Ao commnercio
Os ilaixo a.iaidnad'-s declararim ao Imllieo c ao)
eommereio piue nesta data dissolv'cramrn rnigavel-
mente a sociedade que tinhiamr no estiabhlctmento
de molhadoi, sito Ai rum de D. Maria ('isar n. 9,
que gyrava sob a firm social de Brito & Araujo,
sahindo o socio Francisco Rodrigfues de Arauijo
pago e satisfeit ) ie seu capital c lucrous, ficando o
active e passive a cargo d. socio Albino Simecs
da Silva Brito. Recife, 25 de abril de 1884.
Albino Simues da Silva Brito.
Francisco R1),rigues dio Araujo.



,ASA UELIZ
AOS 4:000000
BULUETE WGIARANTIDOM
Pra a da Independen-

cia ns. 37 e 39
0 abaixo assignado vendeu centre os seus
felizes bilhetes garantidos a sort do '005
em 2 quartos n. 1956, e outras sorts de
326, 164 e 8#, da loteria :31' que se ex-
trahio.
Convida aos possuidores A virem rece-
ber sere desconto algum.
O mesmo abaixo assignado tern exposto A
venda os seus felizes bilhetes g.rantidos da
32a loteria a beueficio da igreja do S.
Miruel de Afogado-i Ou se extrahira se-


gunda-feira, 26 do corrento.
Preeos
Bilheto inteiro
Meio


Quarto
eam po.aio


4000
26000
1 500o


de 100o00ooo
elma


Bilhete inteiro
Meio
Quarto
Autwo.io Augnsto d4


Os abaih o asaignados fazesl
data venderani ao Sr. Fracinse
Ihaea o seu estsbelecimeto d(
rua do Gtnagd'.PreIs I
do de debito alguaM, tbito .iot,
mo de .mpwosto q<b-. A k
de -bril de 188A. k


Vl.
-. C "
., '., .- .
*, **'. ":.' ,


para


34500
16750
,875
SSantos Porto.


reio
.wbltico que nesta
iinto de Maga-
molbados, sito A
j e deaembaraoe-
ereial eomo meo-
endd. Recife, 24
Sivh-a & C.


-~ -. -.


abaixo Mig"ado fi jio gemwI- ,
0t "eomprou a came de maMid, "iA tm 4b
Gervaio Pires n. 4, as Sr&. -Rodfa m eda uva
"A C, e poise, se algue sejalpar a- dihcitw
nmeima, a&,reseutar ae no labsi o aimatdoe m
improrogavel prao dc tres doas, fin" us quan
per nada se responsabilisra. Reeif, 24 de abrU
de 1881.
Francisco Pinto de Magnldhie.



A VENTUIISA

Aos 4:0000$

BILHTES GABAMiS
16-Rua do Cabuga-16
0 abaixo assignado vendeu DOS sC.
venturosos bilhetes garantidos os premin.
seguintes: 2 quartos corn a sort do tI-.
no n. 1956, 2 meios corn a sort dc lI:.5
no n. 1215 al6in deoutras mais de 323,
166 e 8.5, da lotcria n.31.
Convida aos possuidores a viremn rec
ber sem desconto algum.
Acham-se a venda os venturosos bilhe-
tes garantidos da loteria n. 32 em beneti'io
da igr'ja de S. Miguel de Afogados que
so extrahirai segiinda-feira, 28do corren:c.
PREmOS
Inteiro 4:4000
Welo '9:000
Quarto 1:000
Send quantidade superior
a 100:000
inteiro 3:500
leio 1:750
Quarto 97.
.Joaqnin Pir.qs da -'jiha.



CAA BAI IORTLNI

Aos 4:000$000

DILHSS ;AflANTIDO
Rua Prinieiro de, arfo n, 2
0 abaixo asignral, tenilo vendido DOS
seus atortunados billietes dous meios n.
172comn a sort le 21-.-YK)(M, dous m is
n. 2572corn a sorte de 11P0Y(A), douse mua:r-
tos n. 1,.)51 con a sort de I(N).-MI) e
outras sorts d( o3'2-5, 1.;000 e X.tI(, da
loteria (31.8), que se acabou de -,trahiir,
convida aos possuidores A virem reccber
na conformidade do costume scm !-isconto
algum.
Acham-se A venda os seus afri t inadris
bilhetes garantidos da 2.a parte das lot-rirs
a beneficio da igrejaI de S. Mi-nel (32.a:.
que se extrahirA na segunda-feira, 2" ,lo
corrcnte.
PRECOS


Inteiro
Meio


Quiart(
Em quaanll
Inteiroc
MLeio
Quarto


46O
2-SgOO
160o0


idade malor de 100O
0 3-150

o lainsFIl75
,1Inn,,, M, rtins Fhwia.


L1 1)DQ00 URO
Aos 4:000000

BILHETHo !" ARATIDO8
Rua do Bar.o da Viletoria n. 40
e easas do costurie
0 abaixo assignado acaba de vendor
ein seus t'elzes bilhetes um i teu i l, n. I',;.
coat a sort, 4:1 H),)- i .ti):, d tou ts qu drto .- d 1.
1.1)51 c')iu a .,ortr, dle l1)- tOO e div.rrs'.s
premios de 323.50(), 16-5000 e .
() mesmio abiixo assignado 'onvida aoi
possuidnres A virm:n receber i a conformi-
dade do costume, sr-i desconto alum.
Achnm-se 'i vn(la i os felizes bilhcts
garantid)s da 2.' part flas loterias a be-
neficio da igrj'.i, de S. Miguel 132.'), que
se extrahirA na si.,,.-lt-feLira 2> do) cr-
rout.e. /
PREOS


Inteiro)
Meio
Quarto
Em porciao
Inteiro
Meio
Quarto
JUao ..


4 A:'X)
24.S:)Of
1 A000
de 00&000 para
em ma
3-v,.5O
L-5750)
\oun da Costa 7i-.
/e'nquire da Costa Ld/,f'.


As Usaica. _erddle.Wme
GRA5AS DEPURiiVIASIO.flaS rU T
Co.iswiucm o r0-lh.. c ije uadm& active eecousadoo
QLt. oics q< ,~~ru~ '*nlec a
CUCiPnE BSCO&FIABrdas .COirTI wVl
(como par., u Xarope) s.e Ia8A 4 t M i,
or 'itisn co il, G. riBt.
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Ui)teN 1NBB^4W tpsanfera, a 5JXX? a dkupa 1
'*erea p- tU9000-WO, a dusia;'AbMcte 7' .
3 s., Iewi eto., etc., : ;
maa b o '. s -
anpariorin't OO$OO di-.. deeeonto, ado tuo em poys.





PBACO GRGEL DO AMAIIALt.
Ni,]w'%nda. -m MWoW0o0di-se dmmento,, asde odo. oem tga
liCA-SA -D-E CONF IANCWA






.sOKRna 1. de Mao-20

IW


GRADE OFFICINA DE ALFAIATE


[UIDA LIUSTOSA &


41..fRua do Barao da Victoria.-41


C o.


N'este acreditado estabelecimento so encontrard- sempre um s&rtimento ; re-
pltdse pannos finos, cascmira de tot:'- r r-- s, proprias para costumes e calgascom-
.mbemain directamente as nossas fazendas por todos os vapores da Europa. Brim
fbac e do cores, e todas as fazendas tendentes A urma casa nesse genero de niegocio.
Aprompta-se costumes para luto em 12 horas.
Dispoe de um pessoal habii" c.Gn os melhores elsmentos pars serwf
3ne ammgos, e a quialquer pessoa q ..7,b honrar seu eotabelecimento corn sus
ryecmamendas. *
41- : :x da Victoria-41
--- j- ,.* : 0.A_ IC rla-

aFVFD

RLG In 44 AlLI


A. L!ABJRTY

11 b--EllA U O ^k3J- 11A


M|,U-iySBlE.PRATA

V a bid ua.w'j H Bew r uio iTA Rmtoir, WNNtio por

liii ul pui i5$ 0O
A. LABEiI'Y" tendo recebido em deposit umna grande quantidade de
BELOG1OS DE PRATA REMIONTOIRi, tern resolvido expol-os a vendapelo dimi-
ato preco de 156000. Todos estes idolos sIo montados sobre PEDRAS FINAS,
-6i, reguladores e de qu:at 'd. -; L '



lu AiiKI4A tLEVIY i
ANThaA .PHI _I DE P. MAURER
7-_ -1::. r-." cadas do pelto

mm OPE DE J AIBi E JUCA'
PREPAhAWOO POR
W -~t~~f liPBMW fM
Deposit. emi casa dos '

J. C V &t.

N. 25-Rua do BarAo da Vio ri -N. 25


HISSM f.\

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vs. ;
a^^a^h^^j^^rf"":
BaEsS'sW^-^^b l


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tnn^4a m*Apb 6. '1'JSmr


0 Sr. Juurioo. b e ado a vir f'do
urn Diralta u.-& howle. ____ .inthti~B
.-, ^--t1 bum' lluoftrfmhbn^: 1r f
flr ,il ..,-"~'~
Precisa-ne de urns mid s osa de rapaz ol- d,
teiro; na rna da Ft"*"* n. 4. Prefere-se de i
meia idade. '

Precisa-se de esaixeiro pars taverna a tr%- ari
tar na rum da Flmwt"wa 44. 1

Precisa-se de uma ans pare cosinlhar e lavar :
-aL rnsL dp PprnnoipmJ 17;o;-& n 9& +A-__ -^ ^.900&.*Cy


Ana z.*s
Na rua das Nymphas n. 26, se prcisa de uma
ama para cosinhar e mais alguns servios deo

do N.249560
Rogs-ae so 8r. Addr6 de Albuquerque Mello,
eenhor do engeuho Vanze Grande, o favor de vir |
ou mandar i rua do Bagel n. ( nAtisizer o nu-
mere aeiua; pois jAb fiu ans do urn ano. -; ab5 U
Gado 0 "
Furtawra do engenho CanaudMba, proximo A j
villa de Jaboatlo, na noite de sexta-feira santa, PTS
um novilho de cor cidauat, e yma novilha preta
corn malhas braneas queln dos moesm der no- e
ticia no mesmo ezee;io, oT; *mrua W nf
n. 77. mercearis, .A6"

Ao Sr. prorfesr A Sr M ftf
hudel .P-V.:,
Precisase fallar corn V. S. a negocio de inte-
resse ; na rua do Viscoude de Albuquerque n. 13, coo
Boa-Vista.,

Illga.se harat shA
A easa terrea da Baixa Verde n. 1 C. d
A loja do predio alto & rua do Calabouqo n. 4.
0 10 andar do predio sito A rua de Pedro Af-
fonno n. 46.
A' tratar no largo do Corpo Santn n. 19.

Aluga-se,
o segundo andar d cansa & rua do Bmmrum n. 80,
corn boas accommodates para familiar, muito fres-
co e claim o, pintado de novo, tendo agua, gaz, lus-L -
tres c arandellas para o mesmo, apparelho de
cambrone, etc. : a trat-r na rua do Vigario n. 1, 1 p
primeiro andar.


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vfepsnalmense empn-.
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Op -dosmonls.
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ARTmoS ftIMENDADOS

W~taSC AOKETJlfparbokmo ec.
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Cura 4 -2.
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7f1 A f lti,,1,io i-mmediato rCura con
MOA" POMAiA RfOYER
A n OS ua PHAZM&OEUc T4
Anos -Rua Saint-Merlin, S, 2 PAR2a.1


m o gow lPw ambluc;: FiAS N.H a LVA& 0..
Ie todos os Perlunistas e Cabelleireos
La Fraa *q do Bxztrangelro .aI


IZ5 lw PREPARADS OOM 0 3SUUTHO
SOA aPor CO rFar, Pef tista
n auT.T -, 9Ra -le lm i.- am rA.t'ZA

S, .' u.SS n

0 riz ad rii A,,, mtah
AGUA VEGETAL COM OS PERFUMES AWAMlO
O*UALIDADE SUPERIOR M I
i Pmh arupCGABELLOSeaonsnarmSaeiaW-EC E b
Sn kiio d o mtracte das substandms deteuang e das
aM do Ove. Plao u 3ao, connerva-e o aW.6 e a Aide do o
4ado; iupade-a Caklo &. chir. Os ne4s perfumes me
A*.rni 4epru de -e de servids dela, chair
-I",f l RAY | OUZA DES PAMPAS YLAEO
ASEIU D'ESPACNE POW e6Ue
i I | o,- I .TRVOL t rrs SO I N
lWlTmi 1m- I u0s. BOUQUET oI opopo I l
BOIIAN RDA 1 N110~a.g^.6 tim Irgcffm~ W-4o
u m -i". m Iult-w.., 5. PAX_, _
op-m M m---i z a asa tNam" umMoaf If
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Criado
Preeisa-se de um criado pars casa de famnilia :
na rua Formosa n. 37.

Amu
1Precila-se de urna ama para easa de familiar:
na rua Formosa a. 37. ,

imWIos inannlar
0 Boa Sorte, a quem da Victoria uma legoa,
corn terras e mattas pars safrejar 2,000 pies de
assucar annualmente.
0 Goyabeira, meia legoa alem da villa de Ja-
boatlo, pars 1,500 pies.
0 Cananduba, urnsm legoa distant da mesa
villa, pars outros 1,500 paes.
O Mussahiba, mentre dita villa e a estao de S.
Lourenmo, pars 1,000 A 2,000 p-&
Tddon moendo eom ga, tendo o primeiro alem
desta um eseemente vapor. A tratar corn o
eommendador Barroca em nu resideneia na Mag-
dalens, ou corn amas enhadas i rua da Impera-
trim n. 49, segpmdo adar, ou na rua do Impers-
idor n. 77, mereearia.


Ama


Pnecisa, de uma ama de boa enduta, par
Ceo -.ttNeosiBha pars pequens familiar na mas
da 9pertriz 1.4. nds 4 uEar.
t 4.
1..un- do ,
w-w' twAm 2 1 .

0; I:, +i


I.-


* r .


.an a.. a tea.a




dem~z~svsay La jaiwM dflhnlm
N.-3 Rsoa do 0bMa ca
A. v pnd bo ea tou.dos $ boicadsa c ti e -




n -Jp-- k-> aaha 9 a -
publica do 7 de Jbyeim.
PrUivea 8 op overa o iPr mb c o, ua d fio a -
cis da saa ap uca.
Os fraes co trsazemna o retrato do bacarel Job
Bapti.ta Gi irana Costa som a Ua .88!gnatlmm do
proprio punho e so rubrieados corn tita emm-
Rod@ Villa m gI--- __l~~h upia -
Unio- deposito em Perambnoo,% ru do Rato
da Victoria n. K 1I andar.
Prego dev&adwhfmlw p Iaoers 6Jpr}0
Pfa lu e grae -al a- do eollo do
utero e caneroe syphilitioos, .fiermula es-
pedial
Perdeamse
sa occasion da condueo de algus livrmos, da rt
da Aurora para a da Saudade, umn pequem ,*-
4ame do Diuro da Parahyba : que o enoemtma
fan favor eatregando-o nest typographi.
Precisa-se encontrar tuna senhoram-.atL"
preitar SIguns servings intermos amn caa do .
pessoa, mediate um ajuste razoavel: na rsm Ti-
dal de Negreiros n. 86.
Amas
Na ru do Condo da Boa-Vista n. 24 U .
so de tres amas ; seado pars eugosmar, =MUe
outra pars servio de cassa.
Modista
lea da Praia n. U32, "iar
Eduviges Maria Coelho participa umiMmuu-
meromsas fregueas, que dispondo de ho bbe-
tureiras, e tendo por norma os figuim B mane-
entes, acha-se habilitada a satistuer i q rm
toilet, como sejam : pars ca-ame .tos, fli,
theatres, pasemios, etc.; enxovaes pars easame-
tos, preoos modicos.

Sitio grande
Aluga-se o sitio n. 12 A estrada do Araisl,
corn grande cana inteiramente nova, feitsa a -
derna, eorn muito boas aomm t-tf hl-
terior eomo exterior, corn grande banheiro d'agua
corrente, muitos arvoredos de fracto e terreno
pars criaco e plantag8es, proxrime as duaa esod&
90es da Mangabtira ; a tratar na rua do Creta-
n. 10, loja.

Aviso
0 engenho Mascatinho, cuja venda se acha an-
nunciada, esta ainda aujeito A dividas do cial
e hcrdeiros do finado Gabriel Antonio. Faa-re
este aviso pars resalvar direitos econtra qualquer
comprador.


ATTENCAOf
0
Mathues Austin & C., na rua do Commraerio
a 18, teem para veader madeira de pilhe de
rezina:
3X9
3 X 12
4X9
J ll2 X 9
Em lones A vontade dos compradores, precos
o dicos.

SCRIADO
Precisa-se de um criado quo de abono ducta ; na rua Duque de Caxias n. 95.
Engomiadeira "
Precisa-se de urna engosimadeira de boa cbn-
ducta, para casa de familiar ; a tratar na ruaidu
Aurora n. 65.


LK3.


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ON.,-, [


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16 i 7


_ .,'


















Y-Fmorn


&ran. era.pa4

em 12horas.
M diciade, l'este-

e perfe pre

I squia da rua de

Santo Ainaro.

Aluganse por barato
0o 1", 20, 31 e 40 andares do sobrado A rua de
Brum n. 84, todos reparados e pintados de novo,
ecm bastantes commodos para familiar ; a tratar
em qualquer dos andares, arua laraga do Rosario
u ero c34.

ILEITE NATURAL
(SEIVA)
DE

.. LVELOZ
OONSERVADO LIQUID SEM ALTERAR-SE
,0 ALVELOZ, plant da familiar das euphor-
biaceas, que habitat O nossos sertues, 6 hoje reco-
ntmcido mo umn verdadeiro especifico para des-
tru r o epitheliomas ou cancroides, facilitando a
renovao dos tecidos ataeados, e trazendo final
ua& ea completa, sem outro tractamento que a
applMoea9otopicat de sua seiva (vulgarmente lbite)
S*'eo~acauatico.
Swnumereoas os casos de cura, alguns dos
quaeji, levamos aa eonhecimento do public, em
S 4ierdgm publicaOes," pelo illustrado clinico desta
eapita. W#r. Dr. Alcibiades Velloso, e optimos re-
sumado tambem foram obtidos nas feridas e nas
uleeras chronicas de caraeter syphilitieas.
Reetbemos do interior da provincia, (do Brejo
da Madre de Deus) de pessoa de confianca e en-
Stendida, a seiva ou leite de alveloz; portanto, po-
demos garantir que 6 eclhida da verdadeira plan-
t a que expomos A venda, conservada de modo a
io sofrer altertbo, e corn a necessaria fluidez
p paa facilitar a sua applica~ao corn seguranca de
bomn resultado.
DEPOSIT GERAL
Pharmacia e drogaria de Bar.
|tholomeu & C.
S34, Rua larga do Rosario-Pemambuco


- ^y i!, "., f
Plumes egmettas f4 di

Bieos de tpdss *a cpalid
F.
- Mias doe eoeB paa m
Peu^te 6 grampos parsa
Vetido e, gela pars m


re veodo.
ialidades. eco-


meninas.


Bomjuets do apurados e

novos gostos
0 bern conhecido fabricante de bouquets, Jos6
Samnuel Botelho, se faz lembrado neste trabalho;
alem da reputagio grangeada nelle, pelo gosajo,
prormptidlo asseio, etc., tern hoje para offerecer ao
pu' lico novos porta--bouquets de bern estudada e
reflectida eombinaqio de gosto ; a tratar na rra
Nova, loja de selleiro n. 29.


VENDAS
Vende-se 2 pretas recolhidas urma de 20 annos
de important figure, perfeita cozinheira e en-
gommadeira e a outra de 26 annos, 6 custureira,
oze na machine engomma roupa de senhora,
a rua da Paz n. 36.

Novo estabeleeimento de

fazendas finas e modas
Ruado Cabug& n. A e n. 2 B
Loja de 5 portas
J. BASTOS & C.
Recentemente abcrto, apresenta ao respeitavel
publico um variado sortimento de tecidos de novi-
dade, em sedas, las, linhos e algodao, e muitos
artigos de phantasia. Preos serm competencia.

Riscados escocezes

a280rs.
Por terem umn leve toque de
mofo
Vende-se linisaimM riseados eacocezes parea
vestidos, sends fazenda de muita phantasia c
cores seguras a 280 rs. o covado, e a nAo terem
um leve toque de mofo custariam um cruzad, ;
esta pechincha vende-se na loja dos barateiros da
0Boa-Vista, a rua da Imperatriz n. 40, esquina do
becco dos Feireiros.

Drogaria
Faria Sobrinho & C., droguistas por atacado,
A rua do Marquez de Olinda n. 41.

EEm boa occasiao
Chegou para o Palacio do Industria, A rua do
Barao da Victoria n. 4b, um lindo e variado sor-
timento de casemiras de cores, proprias para a
estacao invernosa ; n% rua do Barao da Victoria
numero 45.


A a Vr 4ro%% wotod.of nUM0.



et e Pita-vesu s


400 rijg I ded Set. etas lisas e lavradas, sendo eoim as
; Bisutt WS- 6(O '*e 0 re 1avrt o mais honito que tern
r T" ado ao mercado a 00 rs. e 640
Lei. dometio sa I20 in D muito bonitas, corn barras largaa e
)Ieih glsmaspax~. .Zffia OOe OG a Olr~tSS, A1ojdo 640
duia. or boIltos de 1W, lavrados, para
Ieo & o baii 4s 200 a dita. v dos, tendo de today as cores, co-
Memin~preto,4iuoai e0ovado! duas lam- Vd 0 640
dua g l. nCT em de M Bs sH 6r, tendo detodasas

400ti ados par& m ag inu e aa a 6^60. #en.d dSo ftooovado 500
Co riiea rel aw Al ia, tendo aetodas as cores 360
Snota asU ae is.0, FUB1 >esxis, proprios pars vetidos e
&1os o m s a do cas, doe 44m r., 500 e 640
pnoa, e fadpe ade atigos por pre0osba. an or barias, eudo claras e escuras
tiMsi"mos eaadoa400Me 5a0
Voxia barna e miuito enoorpado., pro.
d e e w dz i&,0p d... panr voe does, caisas o os, deo
m e mo or ass, covado a 860,400 e 500
Cameiro da C n jha & CMiiA grande o ertimento de chitas claras
i. scuras, de cores fixas, de 200, 240 at6 400
-----eroche. t........ .ri asasia lUndi asli mariposas c s ue
F eazend a1 aL d s 1a a3 ,ovindo so mercado, com desenhos mu 60
Lu UAT tes cn delieados desenhos miudl-
-- i e glraaudo assim eomo li"aM 200
l il i t rat ,as brancaa tapadas e transparentes
iaS 4 jrdaaapea 36000
Di mmrito fina, tanto tapadas como
Chitas franeezas corn avariaa 290 reis o cova- tr sparentes, tend lOjardas cada pe7a
do! a 4500,5ae 8,t e 7000
Popelina de quadrinhos idem, a 120 ris o di- Es ilaos to mod rnos para senhoras 52000
to! Ditos muito em feitos parn meuinaws 4000
Peoas de algodao corn pequeno defeito a 36500 Chal grande sortimento de chales, tanto
201jaadaa.l do como de gorgorao e casemnira, de
Panno fino idem idem, a 2900 o orte de cal- 1 2, 3, at6 86000
9ca otoda estas fazendas se dao amostras corn
Granadiues pretas par a bara a 160 r6is o co- peonh na loja dos barateiros da Boa-Vista, es-
vado! quin do becco dos Ferreiros.
A vista fazt f.ssemniras de cores

A RUA DUQUE DE CAXIAS N. 59 De *:000 t6 6:0400 rs,
t eiro IDa Ona & 0. Eonit aber mioiM a
---s e l----- o ,---- deiro &a0ilva a rua da Imperatriz n. 40, tern
20aara -- I--ensosomrtimento de casemira de cores,
i= &6_ idem talan as Wo8 eomo escuras, 1;ue vendem a 2W000,
h ga n 2600 ate 66 o covado, e das mesmas mandam
.9 tD asto laas fcorno suas, qosendeoasrnas26000




Novas senue ntesdc lhortancas e [e f uazen aquer peo a d'obra oi costumes, por pre-
lloirtct. mto raoaveis, assim como tern tambem um
Vinho verde de Bastos. exp lido sortimeuto de casemiras e panns pro-
Obras dviecoo seja : tos ao mai fie seda que ve ao merado, e
Braaos pan cota mp dos sasmo tambem so encamregar domandam;
DitBaaos par pap fazerunalquer peca de roupa vontade do fre-
BerDios r gueza corn today a perfeico e prsteza : isto s,
Cadeiras. ,lojA s ,barateiros da Boa-Vista, na esquina de

.Ac, fates. boo r os Perreiros.
A' casa de Puoas endes& C N. m mahina de cos-

Una estreita do oaio n. 9 tu a
Armago envidra ada Esta om ndes da uoaS? Victoria ,
f211 mt6ex;osicov undo, Bad o da Vietoria a






Vende-se parte da existence na loja n. 48 A da te 30, lja de Antonio Pedro de Souza Soares &,
ua do Baro da Victoria, por barato preo. Ca a machina ; scose corn dous carreteis de
V -----_rde--linha, oedt-ndo ser de 500 jardas cada urn, o
e fnde ose forma- s dous pospontos como se fosse de lanca-
I .lo r deira, d o grande vantage. No memo estabe-
-lec ieL o tern cnstantemente um gLande sorti-
urea casa na rua da Viragao n. 8, e outra na rua i mento as melhores machines de costUra de todos
Direita n. 47 ; para tratar, em frente ao Cerpo' os grin ipacs fabricates, e vender em porco e a
os o. sipaesfbiats edme o~






Santo. loja de cabos, de Moreira, das 10 horas As retalho sempre por preos muito razoaveis ; na
3 da tarde. rua do arao da Victoria n. 30.


^ l Roupas para homas
POR
': !, ,itloW j1 40 *r 1 s b sish es
4*-Rua dalJipw atIz J'?C~o5 baratjsJia.s
.VB S .N.-40-RUA DA I DM RATRlZ-aJ.1
Maapolo, pewa deo mapo J rancez L ooJa deo *b ratei
enfestado eoM 12 jardsa 31000 1 DA
Dto muito largo corn 20 varas a 4< fO e 5O000 Bt)X.V STX
Dito, fazenda muito eneorpada q pa- iN S
reee cretone, corn 20 vasra a I5600, VENDE
61000 e 61500 Ca4as de molesquim, padrio claros e ea-
Dito francez, americano fazenda muito i curos-muto bem feitas e fazenda que
final e encorpada de 71 at6 12;000 i nao desbota a 24500 e
Agod1o enfestado corn 9 palmos de lar- Ditas de cazemiras de listrinhas equa- ,
gurn parafazerleri6es de um us pan- drinhos, fazenda muito boa e que se
Snom-trta m 9001 lava, a W
Dito trancado corn a mesma la'Irgura, Ditas do cazemira preta, fazenda muito
proprio para leng6es e toalhs de i boa, de 6A500 at6 4
meM, mePtro a 1200 Paletots de cazemira muito boa, liza e de
Bramante de algodk corn 10 palos dp listrinhas, a co
lagura, proprio para fazer lenules de Ditos da mesma fa-zenda forrados, a
um sd v-- metro a 13280 Ditos de cazemiras escuras, bastante en-
Dit- no, sendo muito elcorpado, corpadas, a
esma largura, metro a 21000 Ditos da mesma fazenda forrados e mu,-
Ureguellas proprias para lenV6de, toa- tos bemrn feitos a lom:
lhas, eeroulas, sendo fazenda muito Ditos do cazemira assetinada a
encorpada, cada pega corn 30 varas Ditos de flanella azal, sendo fazenda que
Der 144800 e a vara a 5001 nao desbota a 4
Dta eom corn 20 varas a 7M500 e a Ditos de cazemira preta de cordao e
vara a 400 diagonal, sendo muito bern feitos a
Atoalhado adamascado para toalhas de 10A000 e ,-w
mesa, tendo 8 palmos de largura, me- Serouia s dc ,-,ucla, sendo muito bonem
tro a 1800 feitas a 1200 e ibt.
Isto na loja da esquina do becco dos Ferreiros. Colletinhos para dentro, da mesma fazeu-
da, a,800e e S
IFari ahaii etea e Assim como um grande sortimento de Co ss*c.
fb U l a at ... !s, tanto de liaho como &Z
Nos primeirOBs mezes a alimenta'o minis, gum que se vendem por prprero rmuito razoaveL
natural e apropriada para alimentar a cri-. T udo isto corn grande reduce CMem e om ,-
i *, ri *iI i esja da esquina do beceo dos Ferreiros.
9a de peito 6 o proprio leite matei no o qu a ia squina do beco dos Ferreios.
em caso de necessidade deve oer substitui- n
dopela a Dhi az
FARINHALACTEADODR. I
FRERICHS! .- a 1m 00
A sciencia e a pratica adoptaram a farin-,'A' rua da Imperatriz n. 40, loja dt-; V J*
nha Lactea como poderoso elemenrto nu- teiros da Boa-Vis;ta
trictivo para a infancia e distinctos medi- Vende-se superior flanella azul d'unma s.' : ',
cos do Brasil e da Europa reconhe.cralu ra, sendo americana e to(da de 17, fa'ndw.:l ;
l 0ve, propria, pr .f
ser A do Dr. FRERIJCHS a melhor n'este e, barato preo de 1 o v, ii
barato preqo de 1,400"o .i.o :i. ,_
genero. fazer costumes dt ..-.1 .
Deve-ae pois evitar confiar o filhinlo 1 --46(A) e de frik 4()(flI < rran, rehI.,:,,- ,..
uma pessoa estranha e de comportament loja da esquina 10 dobecco dos 1,V.
nao conhecido muitas vezes o germen de Ls, t-rIU1116O
numerosa nbolestias. ,,
Vende-se a verdadeira farinha Lictes. aj cia a .-- ,
do Dr. Frerichis: INa0 lja da rua dia hnperatriz i. 40 -
do Dr. rrichs: muitos bons czpartilhos paw a scnlioras, a. ..
55 RUA DO IMPERADOR 55 ditos para mcninas a 4iau^, az ;y -.... ..-
Estabelecimento de musicas e piano de Vic- ito sortimento de ficliua a O, isto _:.'
torPr4alle ea_, e l ,C o d, F iro.
iN'Iierin6. fk S
CRAVOIS E F.LORES!

Na rua da Uit.io ..Y.)
.r5 ldi.' (,cripI, adid &t ........ .. -
der flo 3 L ho: l"
5,ha senipre para S e'w't '~ 1~2~t~~

vendor cravos e flores : o L os a 1Ui )is
Os B.rate'ros da Poa-V'-+'1. .. -1 .
L~ ja IT dolnitos linhos de ,'-o 're i -e ,- l ... .. -.
l IITQ VPTQ n soiio 'v ^ru't d' "* ]]e"t^-~ n- ..'; f^ .'?:. "/ -
L.. g'e;-. P o r
0 Pedro Antunes & C. receberam novas e fres- douj Ferreiros.
cas, o tempo 6 proprio ; na rua Duque do Caxias -.-
n: 93, Nova Esperanta.
Trastes (* didro Di 1 r
i A ~al ~-'unto nnr(:o ,!1rl ^V'" ,1, v',h'o n:.is !);,r..-,c :
A' rua do Imperadorn. 16 compra-se, veunde-se, 'V' i',, j loea : nsa ru'i Pri -, ?r' ?r: V.
aluga-se e troca-se novos e usados. 1, loj 'I, oini" do alfuiate.


DOS PREMIOS DA


2. PARTE DAS LOTLRIAS CONCEDIDAS POR


LISTA


L


N. B. 0 premio prescrcvr-
um anno depois da cxtraccqo.


LEI PROVINCIAL N. 472, A BENEFICIO D IGREJA DE S. FRANCISCO DE PAULA DO CACHANGA, EXTRAIIIDA E31 W AJiL Di Is.,)V


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-Sto a estrada geral do oentto, pawr elo,"h d4 e
*eC-eno6, que dos tree vales prixcipietc qua ^8|isiii|,
sa.e o: t laroi
^hemn do tto ^l parso i otw|a devo Ser t $--
escolhido d J.0 1 .;||| 4 -ctauidaret
*eima, edo c, aGravat ed a 9$ 91doplsa^&- .Ac
a direqglo estudada pelos r
do Tegipi6, do Jaboatld-TY -
que constitu@ as duas Pplr 1a dp p m
Sahamad Estda .do ua e oa
cuglonio podo demorar-so. dia1rrew, A s dap
PoderAea, corn toda a prbabidad, .i epovoda4ca,
seguir de GravatA.para cimasp'ilo valle .doa asaira
Ipojuca, sem encontrar gr'ads di&fleda- J g r prejio p
des, at muito al6m da villa de Oimbr tu o e sun ,ompet utilia
294 kilometros e do leA passarA pars o valle frets.dd terra superior ao aeim i
do Moxoto pelo tragjado quo fOr julgado cido (26000). ris-o 46qo eas
mais conveniente.I seoglo de nossi viaferrea do Reci
Haveria tambem outro alvitre, que pode- mares recobem assucar dfe engen
nria ser adoptado; consistiria em aproveitar, tantes 25, e 30 e mais kilometi
para a estrada geral do centre 60 kilo- oem retame, nem aguardento,
metros da -viferrea ingleza do Recife a distancia nio se p6de aproveitar.
Palmares quo e de bitola larga, e seguir, Em summa, consorvando-se, a
corn a mosma bitola, da estaqao de Li- parte de sua extensio, afastadas
moeiro ou da de Frexeiras pelo Ipojuca a outras 30 a 40 kilometros, as est
Cima. ferro a construirem-se n'esta provi
Neste case a estrada planejada pars prejudicaro, porqu a meta
se prejudiearlo, porque a meted
OaruarA poderia coutinuar a ser de" bitola distaucia 6 a quao constitute para c
estreita, e findaria em GravatA onde enl- a su verdadeira zona do actividad
contraria a estrada geral vinda do Recife laglo a maior part dos products
pelo valle do Ipojuca. 0 proprio assucar nao pode admit
sem prejuizo pars a producg.o, e
toca ,ao algodito vindo do centre 6
o ~ t gaconvemencia quo possa haver a cc
Sao estes os traos geraes polos quaes a cia entire as vias-ferreas, afirm d
nossa future rede do vias-ferreas prende-se productor n-ao seja explorado sem
ao system geral de viageao do Imperio. por desproporcionadastabellas do
Urma estrada geral, de bitola larga, paral- Isto posto, podemos prosegui
lela ao littoral, corn 200 kilometros de ex- empenho da nossa tarefa:
+A ow ^..".^ ^^-V-1 r.... %ni +,-^ eme^_ da no.....ea: .


desa 9 ; tar ILsU, cegar a nsau divisa mecir
de de 900 para chegar a nossa divisa corn
o Piadhy; 500 kilometres de estrada late -
ral ao S. Francisco e um ou mais ramaes
da mesma estrada, tendo cada um de 100
a 150 kilometros, deverao, n'um future
mais ou menos proximo, sulcar o nosso ter-
ritorio.
Falta-nos agora ver quacs sejam as mais
vias-ferreas, (as~quaes poder'o ser de bitola
different, conservando comtado entre-si a
desejada uniformidade) de que precisamos
para completar a nossa viagno metallica.
Antes, por6m de proceder a esta determi-
naeao, precisamos accrescentar, As bases
geraes extabelecidas no principio d'este
parecer, mais algumas consideragoes, fi-
lhas das especiaes circumstancias da pro-
ducgao agricola da nossa provincia.
Assim, ao pass que as grandes arteries,
a qiuo denominamos Etradas Geraes, po-
dem distar umas das outras, 200, 300 ou
mais kilometros, as estradas e ramaes de
segunda ordem, que devem completar o
nosso system de viacao e a queo chama-
remos Estradas Provinciaes, por via de re-
gra nao deverao admittir entire si distancia
inaior que a do 40 kilometros, imuplicita-
maente deternminada no Aviso de 29 de ja-
.neiro, que quiz deixar a cada uma, urma
zona propria do 20 kilometros de cada
lado.
Esta distancia de 20 kilometros, que cor-
responde a um frete de 2)000 por cada
oarga de 10 arrobas (150 kilogrammas)
transportada a costa de animaes, e repre-
senta do 10 a 20 o/o do valor bruto para
a farinha e os legumes que poderao tramn-
Ssitar nas vias-ferreas, e de 5 a 10 o/. para
o assucar e o caf6, niarca os limits dentro
dos quakes a viaqa"o metallica, (corn a con-
diqAo sine qua non de modicidadq de frete),
poderA elevar ao maximo a prctducqiAo das
respectivas zonas. Al6m d'estes limits,
poderao, scm duvida, alguns generous pro-
curar as estagoes ; mas em.pequena quan-
tidade, e o augmento de receitas, que d'elles
resultarA para as vias-ferreas, sera corm-
prado a custa do esmorecimento das loca-


FOLHETIM



PECC190S YENIXES


iOR


TERCEIRA PARItrt
TERCE1I PAT


(Continuacgo do n. 90)


XII


0 mnUlagre


Silencio As paredos teem ouvidos :
vamos dar urn passeio pelo terrago, e all
estaremos completamente s6s.
Thereza, que levava o afiado punhal es-
condido, acariciando o punho, disse corn
brando sorriso:
Come quizer.
Corn que entio dispensou-me a hou-
rsa de pesar a noite passada em mim ?
Senhor Nonanville, a palavra hona
ra, se n lo me engan6o, bemrn pouco ade-
< quada; mas deix-o. Pensei effectiva-
mente em si, e se no me decide jA a acei;
tar francamente, e corn gradito, a s ge-
n1e offiearta h pbueo tardarei em Ihe dar a
recwnhecer a Minha resoluglo.
Aiada MiA adiamontos I Comprehen-
do claraente quoe na me ama.
Talvezsee pee, e.. niao devr:ir
t deprssa: s per teIpo At 6 amanhi.

*. E' rn an jo, e' .... o u:+:- o e ,1 he
-E u ,1 M,-*y 0)0 U utacoi hai
i*ii.1:'' ^:1 a ^ tlMu" m f z faw c .m 1'-* '11'1-1,*14 ; .


Considerada em sua generalidad
perficie d'esta provincial consta
pianos inclinados.
0 primeira, partindo do littor
occupa cerca de 200 kilomotros, e
ga-se, ao sul atW a bacia de S. Fri
ao note atW a do Parnahyba) sobe
mente na direcglo E. 0., para at
cotas do 900 c 1,000 metros acim
vel do mar, em Pernambuca nas.-c
do Ipojuca, do Capibaribo e da U
tantes da praia 300 a 400 kilome
Alag6as, nas do Manguaba, do PN
do Mandahu, nas do Parahyba na
cia do mesmo nome, nas do Rio
do rio das Piranhas, do Jaguaril
provincias do Rio Grando do Non
Ceara.
Na.o lovando em conta os poueoa
tos nossos, cuias aguas correm pa
nhoto e o Parahyba alagoano, os v
supracitados Capibaribe, Ipojuca
desde suas nascentes at6 uma dist
mar nunca superior a 100 kilometer
tituem (ate alli) a totalidade da p
nambucana do piano inclinado de
tamos tratando. Consta elle, n
alturas, do planaltos ou plates fra
ondulados, dos quakes emergem (
em long massi9os montanhosos a
nominam---brejos e que erguendo-s
tara de 500 e mais metros Aicima
renos que os cercam, g4zam de
produces differences das dos plal
Esta part da provincia, a qut
minamn agreste ou catinga, cuja alti
de 200 ate 500 e mais metros acic
vel do mar, e onde a construc9iLo
ferreas sera relativamente facil,
exigir grandes movimentos de tbr
curvas e declivios exagerados,
mente secca para adtnittir cultural
nentes. Chegado que seja o vew
dor do sol alli produz effeitos anal
do frio nas rei~ea-.ditas temperada
a vegetag0o;*os arvoredos percle
lhas; as hervas desapparecem c


Entretanto, Thereza perguntava a Can-
telou :
Fallemos agora dos nossos negocios :
pensou no meio'de trazer para aqui Fon-
tac ?
Sim... estava amadurecido o pro-
jecto quando me encontrou na sala de bai-
xo. Esta noite estarA aqui Fontac.
E como ha de apoderar-se d'elle ?
Thereza occultou difficilmente a conm-
mog0o quo sentia.
Diacho! Pois estima aquelle perdu-
lario. Estreme9o ao pensar que o vou ca-
9ar dentro de poucas horas e...- Bern dis-
se um poeta: 4 A vinganga 6 o prazer dos
deuses. ) Escute, pois:
Esta noite escreverei a Perez da minha
chegada a este paiz,'e pedir-he-hei que
made aqui Fontac immediatamente, o quo
veriicara o primeiro sem vacillar, valendo-
me do um estratagema muito parecido corn
o que a qenhora usou em Miguelgorri.
Redeio quo Fon'ac venha.
Comeo!
Que inventarA para enganar Perez ?
Tenho ouvido fazer grades elogios da
porspicacia d'esse contrabandista.
Pois, comtudo Fontao vir.
-Mas om todo caso virA acompa-
nhado.
Vira s6sinho. Basta de perguntas,
ou levanto a mao e e...-
-Nio fallemos mais; e, visto ser se-
gredo nio farei nenhuma pergunta, excep-
to a seguinte : porque moo vai remetter a
arts a Perea ?
Per Ziboldi n-o conhego um corrcio
mais zeloso, veloa, intrepido e discrete.
Bern e promotto-me que o farAsem
falta oesta noite ? .
,-'Jurei-o. (i ,T r Foitao' no outro
mundo); p; sOu ow0orario.
SAo memoo teo ai"A pugara ? lThmre-


- :


aguas do r i mantes. urn
valor do qual 4 protavel tenha g0ozado em' re
tso da ras.
wiles ou Este, a pezar da destraioo 4aa mattas
po ainda subsiste has sierras ou brejos. Al
os riachos nio cortam, e prosperam a can
na, o eafeoiro, o algodeiro e toda qualida
p ii 4e, de lavoura, ao paso que o geral d
w s-o zona s6 6 aproveitado para fume, legume
;wta W- e #Atesquinha crea9?Io de gado.
om tx .Coimprehende a Cating-a, no valle d
ar te i pibiriGbej as fregezias do Santo Auto.
ue et uto do JaarA, dp 3rejo da Madre de
etaflica*: Deus e do Sanvo Amaro deTaquarotinga,
ira a pro a quasi totalidade da de Limoeiro, e par-
1, pagar to ddaCa orila de Goita ; no valle do
estabele- Ippjuca. as de Cimbres, PeAqueiraj S.
3, e 4.' Caetano da Raposa, Caruaru, Beerros,
ife a Pal- Gravata e part- da de Santo Antio; -no
ihos dis- valle de Una as de S. Bento, Alftiho, Pa-
ros, mas nellas e part das de Bonito e Oaranbham,
d'aquel!a abrangendo uma populaglo de iu*s 200,000
habitantes, dos quaes cercea de 1t,0001
aa major ainda cram escravos na occasilo do rxcen-
urmas das seamento do 1872.
radas do Entretanto, nullo on. insigpifieante & o
incia nao contingent de produtctos cn qu3 esta
le dessa parte important da populaVao da provin-
,ada uma cia concorre parp o abastecimento do gra-i-
de em re- de emporio do k3cife.
i do solo: Os lugumes e cereaes, ali apodrecem nos
ttir maior annos da fartura, por no seti' o seu valor
pelo quo sufficient para pagar trausporte do 20,
5 de toda 30 ou 40 leguass a cost do aunimaes ; a
mncurren- creaglo do gado poucdexce4e as necessi-
D que o dades do consume local; o cafe, o assucar
Spiedado e a aguardente das poucas egetnhocas quo
fretes. existem nos brejos nao chegam para o
r no des- mesmo consumo, e a. Catinga s6 manda
para o Recife algum famo em corda, os
courts das rezes mortas- para o sustento das
populaqoes urbanas, e algum powo algo-
de, a su- dao, pagando por takes generous frestes,
de dous que embori nao sejam. exhoxbitantes,
quando cormparados aos cie pagairn oe 1l-
al, (onde godoes do Sert& eos assucares: ca regilo
a prolo- beixa-mar, nemo por isso deixam de repre-
ancisco e sentar do 10 a 20 I/o do valor bruto, do
Srapida- genero transportado; e mais- avultados- se-
ttingir as riam, soe a certeza do acharno:Recife ire-
na do ni- te de tor ia-viagen, nao levassem os aafmo-
cabeceira, creves a contentarem-se cori urm rnuemine-
Jna, dis- ragao inferior a paga geraltuente pelo as-
tros, em sucar, isto 6,. pars 10 arrobas-ou; 150 kilo-
arahyba, grammnas 100Or&is por cada kilometro.
* provin- Aesim 6 q pe paga uma carga do algo-
6-rande, do": vinda de GravatA- 6000, de- Bezer-
>o e nas ros 7T e 8000 do Bonito 96000' do Be-
te e do bedouro ou Ciruara 104000, de- Oara-
nhuns 10- ate 12XX), de Limoiro 8)000r
s distric- do Taquaretinga 10000, de Cimbres,
.ra o Ca- Pesqpeira on SSateo Antonio de JhcararS.
alles dos 12W)00.
e Una,
ancia do Chegando a ima ditancea do mar, var.
os, cons- riavel para cada nam, ma quo nio,-exeoede-
arto per- de 1.00 kilometeos, os nossos tires rios'
iqe es- Una, Ipojuca. e Capibanibo, e tambem o da
yaquellas nossa vizinha ineiodiata do lado do nortei.
icamente o Pairahyba, apresentam uma series de ca-
de long xooiras e rapidos, pcuo Iihes abaixam sen-
equo de- sivelmonte o nive?; e no intervallo dos
se na al- respectivos valleys naso'eni outros rios de
dos ter- inenor percurso, o Capibaribe-meirim, o
clima e Jaboatao, o Pirapauia e o Serinhbemn e ou-
tas. troe m-n-)s impcrtantes, que tambem- cor-
dp deno- rein directamrte pars o ixar na mesma
ira vani direcao' do ptne.e- pars o nasconte.
na do ni- As feigoes dessa aegunda part do-pIano
de vias- iriclnado, differed. eseencialmente- dos da
por niao parte corn que acabamos de occcpar.-nQs;
ra, nero desapparecem oasplates onduladoe, o ter-
4 nimia- reno- torna-se inteiramente montaahoso, e,
,s perma- at6 pequena distancia do mar, coneta de
ao, o ar- onteiros, entire os quaes circulamt os 3
logos aos rios principaes, sens- affluentes e todos os
s ; cessa mais rios e riachos, "em values estreitos,
m as fo- q ie s6 merecem o nome de varzea quando
:restadas se v~o approximando da costa.


Rcuar Nio penso em. semelhante
cousa.
YPois naio s6 imipossivel rocuar, co-
mo estamos obrigados a avangar, porque a
menor detenea mis precipitaria euw innume-
ros perigos.
Avancemos, pois; inas explique-se
cathegoricamente.
Atraz de n6s veixamos inimigos, doe
quaes nos devemos livrar. A esposa de
Fontac estima demasiado o conego para fi-
ear inactive dtlde o moinento eni qne nas-
ga o seuii recei, e niao deixara ociosa a
policia.
Mas nao imaginou um project para
chamar aqui essa seDhora, e eenerral-a
corn Claudio ?
Isso ejustamente o qae urge muitis-
simo. Presa ossa senhora, ficam sB'sinhos
em Miguelgorri uIma creaua e umn eego,
ambos incapazos de nos fazer ma. E'
portanto 0 metpimeiro pensamento o se-
questro da sealhora de Fonl*e.
E o meu igualmente: assim, pois,
dounhe carta branca ; i.o vai hoje a Mi-
guelgorri ?
Foi essay a minha primeira id6a ; mas
encontrei na poucos incouvenientes, que 6
precise transp6r era favor da noss aMutua
soguranga.
Anjuhaprosecaq emMiguelgorridove
ser it suspeitoa", e deve substituir-mie Zi-
bold, por daa raises : a pimeiraporque
eilaes porA' a caminho antes do anoitecero
e eiuglo o posso fazer seao 1denoitePara
nio ser vista, e 4 muito parm not4e
uma mulber Bieaveiuiete noite 'tio
arriscAdo eswidao, para -&suunpeurhar um
eucargorque anito bem p6de irokor de
dia.: .J.be obe,,si r C o


, 4a rua r4.W
ear, Onjo caldo, 4. o qadur% ia 10
ate 12 e 185gfioa., ne areomhetro BBaum6,
o que donota riquezaa..scarina igual, so-
nao superior, a das cannas de qualquer
outro qaiz.
Comprehende esta zona, a que denami-
nam das matts ou a matt, as freguozias'
do Born iardim, Slo Vicente, Crusangy,.
Timbauba, Vicemscia,Iltamb4y G-oyamna,
N. 1, do 0', Tracunhleima & Nazareth, quo
constituqm4 a bacia do Capibaribe-mqirn,
a dia ha de ItamaracA, e as deo Tjucu-
pape, Igmarass, Maragugpe e Oliuda
nas do alguas rios de tMnor importancia,
,amno mar tr
que debagam no mar eitre o Cpibaribe-
meirim e o Capibaribe.
Abrange tambem, na bacia do Capiba-
ribe, as cinco freguezias da cidale do R.-
cife e a. do- Po9, Varzea --e a Afftgados,
do S. Lmourenuo da Matta, da Iz e de
Pao d'Alho, part da" da Gleria de GoitA,
de Santo Antgo, do eAmoeiro; emprAihen-
do as de Mwribeca, do Jaboaio e do C-a-
bo, que frinamt as bacias do Jaboatio- e
do Pirapamrs, as freguezias da Escada e
de Ipojuca, e parteo da do Santo Antlo,
na bacia doIpcauca; ado Siranhiem e part
da doRioFornoeo a de Gamoelloira e part
d"s de Bonito e Agua-Preta na bacia do So-
rinhoaern,o resto da fregaezia do Rio For-
moso no vallo do riacho do mesmo nome,
e, fimalmonte as de- Una, Barreiros, Mon-
tes, a m6r part da do Agsm-Preta e part
da do Bonito na bacia do ro Una.
A sea populaclo raswtja por 600,000
habitantes, nos quaes figuram cerca de
60,000 escravos, e dentro de seus limits
estao comprehendidaes-, aleim da capital
da proviacia, das cidades mais notaveis e
dos mais-importantes centros do popula-
9go, cercs de 1,600 engenhos de fabricar
assucar, qe, al6m do supprir & consume
local, tenv dado lugar, ms safra passada a
urma expeiualo daquelle geneor quo exce-
den do ceim, miles de- kilogramras, ou
cem mil tomeladas de assucar, corn o va-
lor do cento e vinte mil contos di reis.
Send aumperficie d'aqiella zor aajpro-
ximadameste de 15 rnil kilometros qna-
Irados, vemos que sua populaI-ao- W& e 40
habitantes por kilometro quadrado propor,-
9io esta superior a do maitos, paies da
Europa e q atitesta a urgeneiale dotal-a
corn aquellas. avi de trasporte aperfeigoa-
das que lA n3wi se regateam.

0 segund) dbeS planes inclinados, entre
os quaes repaxt* se a superfoie d'esta pro>-
vincia, part da& ,rmrgem do. 'io S &Pran-
eisco, em attitidies que possam successiva-
,mente de 60 ati--380 metro acima db ni-
Mel do mar, e a Wfige as mesmas cosbua. ex-
trtmas do priniiro-800 e- 1000. metro,
,aa sorras do Gigliate, do Cimbres (Ucuba)
.e do Araripe e siaoramificages, onde nas-
cern os affluentes de S. Francisco- cujp.
valles constituema. a totalidade do mesm&
Riano inclinado.
Destes valleys, porem, contamnuse dous or
Traipu e o Panemia, de que so.pessuimoe, a
part superior, mas a partir do MoxIalo,
at& e inclusive o, Pontal, pertence-nos a
margem esquerda .do S. Francisco e a to.
:tlidade das bacias do seus afihuentes.
0 curse do takes ties nato excede geratl
mente do 100- ate- 140 kilomretos; pelt6
qaz, em rasaio de smst rapido declivio, asse-
melhma-se mais a torrentes qurn a rioa;, e
coma alias percormeei urea regii se50a0e0
em geral desprovida de vegetabao calo~es'-
cente, s6 correm .dgrante o invornrT.
Essa parte de nmea provincia conhecida
pelo nome do sertio e que alias offerece,
para a construceibo das vias ferreas, condi-
ioes ainda mais favoraveis quo as da Ch-
tinga, apresenta un clima tamb'em mais
quento, 4 mais strjeito ao flagelo, das see-
panhar do alguau cnrado, aqitelle jIoxle des-
embaraear-se do inaportuno n' um. abnir e
fechar de olhos, o que eu naio poderia fm-zer.


Agora falta saber-, e Zibold 6 conhecido
cm Miguelgori.
Nao, de certo; e adopto a. sua opi-
niao, porque me parece irrefutavel. Fica
eombinado quo Zibold irA a Miguelgorri e
nos trarA a viscondessa. Satisfeita csta
necessidade, por-se-ha As minhas. ordens
para me trazer Fontac, o qua]. entregarei
as suas mbos. Este piano convem-me a
todos os respeitos..
Pois 6|negocio coneluido: vou escre-
ver A visoon4essa uma. carta urgent em
nomo do prisioneiro,: e, se project falhas-
so.. A confesso quo. nao poderamos culpar
a no sa imprevisio e miaA calculo.
* Muito bem ; prepare a carts, e Zi-
bold partirA assimn quo a sewora determi-
ne.
Deve ir... tarde; ulnoantes do anoi-
tecer.
A senhora dirA.
A's dez horas.
Combinade.
Demodo quoe estja, em Miguelgorri
as onze.
i- Sim ; d'oste modo teriamos aqui a
visvc essa approximad te quand6 for

EstA dito : convem-mo assim perfei-
tamuente, visto que os meus contrabandis-
tas depfssa entrarlo eim faina.. Nio ha
Inmais que dizer; voltemos para a granja,
porqu abaque a queira ni taidara a levwan-
tar-Be -+ .1 ; 1 1-*
Separou-se o digno par, e Theresa foi
direita ao qu.rto d s a amiga, qul dis-
B ;1 S. -I v -'. '1"" '^ :" 1


*!- ----


Xesta nolte, poucom =a
d o egtorgtt r o ve-
I moio parM a&- d'"X-


f S e Aira, nus de Tca~ra, J 2azen-
AA.do, Cabrob S, Leopoldii;a'Gwanito,
MA, Salgeiro,. ucury, Boa-Vista e
ettroliua, uria pollaao inferior a 150
ail habit intes, dos uses cerca de 10 mil
eram eseravos.
A fldte de 4os0 itetru1sportes economi-
cos, que restriaw e'ia atinga a producelo
de legunme.e cere( reduzindo-a ao con-
sumno 1oc, iaiipera corn tusioria de razlo
em todo, s ortw5 a; de recebomos ape-
us algin algoidago fumo e queaijo; cum-
prindo .otar qie da4s 20 freguezias acima
iLfenzioniad4, a di Garanhians, Buique,
.aioa do Baixo, Ingazeira, Flmsea, Trium-
pho e Villa-Bolla sal as unaicas qtte gyram
na orbit-i connercial da Pragaido Relife, e
mandwii os seus coarqs e algoddes, pagan-
do por cada carga 4e 10 e (150 kilos) de
16 at& 24-5 de frbtes, quo, entretanto
em raziao da enorne di.,t:muia quo deve
transport '& carga (490, 500 e at6 600 kilo-
in.tros) S&o' representam mnais que 40 reis
por cada kilometro.
De Papacaga e Ag )as-Bllas, as vezes
chegam ao R cifo alguminas cargas de ag.o-
da.o, pagando 15 oa 16 mil reis de freto ;
mas o geral db cornonereio d'aquellas fro-
guezias e de todas as iiais do serta.o,. e.-
ceptuando as 6; ou, 1 aeima citadas, effec-
tua-se corn as AAagoas "e a Bahia, ou mes-
mno corn o Ceari..
0 proprio gmudo das fazendas docriar nso
concorr3 para o, abiastecimento d'esta ca-
pital, o que nos payee devido, ja a nao
iser muito abundaatl, jA falta de past e
Fagoada nos 600, 800 e 1000 kilometros,
qIue separam esta capital da fazendas do
hosso sertao.


Errata
Na part deste trabalho publicado ante-
hontema cumpre fazer estas correcoes:
1.' coluinaa, linha, 91; onde- so diz an-
foriywees, leia-se -imperfeip.esv
S3.' column, linha, 51 ;. onde so diz ao
E, leia-se -ao N. do cabo de S, Thome.
5.Y column, linha 17.; onde se diz 10
kilometiros, leia-se -llO'kilometros.


VARIbDUDES
1.. I I -w


Nxnea et emper
A' &mSTX0o ANTONIO -1E ALBCTQ R-
QUE LE.O

Nasci pana to amar, Ias.-.forqoso
que seja esta paixAo qui me do'firnm;
viver senP ti nlo pose, 0. C rigoroso.
o dever tte fagir-te, ama iro -assimn,"

Vivo d'est'a lembranca; para mirm
o passado me traz peremo'gozo;
meu pobre- eoraglo alenta, sim!
encho d'elite minh'alma e sou dictoso,.

Porque se &os meus brios maldisseste,.
e sf um casacter puro maculaste,
injuriando.amor, como &feste:

Nao suppohaIs, mulher, quc me mnagoante;
este amor rio e meu, elle 4 celeste,
foste o anjo dor mal qua xn'o roubastu;

Abril dl &4.
J. DT.ro'te pi~i<:


Opera nova
Cantou-s- ha dias nm. theatre lyrics, de
S. Petersbnwgo a opera AXro do ielebre
maestro Rimbenstein.
A impreonsa fav a esta nova comqosigio
musical o maior elogic-e di; que o desem-
penho foi correct e distincto 1 o etodos ow
artists, mam eita coin euthiusiasino cx nome
de Cotogni, o artist.- i telligente o con-
scienclos qne por t '6.vezes tenti sid1 ap-
plaudido no theatre de S. Carlos. Ha mui-
tos annos que Cotogni eanta na Russia onde
ficou escripturado por-mais urna epoca. 0
imperador feticitou a- distincto artists pelos
NAo te inquiete por isso.
Notara a falta de seu amo e...
Pensarei no que-mais convem.
Faze o que quizeres; tmhu no teu
talent plena confianga.
E fames perfeitamente.
miquelle-dia parecou- eterno a. Thereza,
assim comao A banqueoira e a Chntelox.
Provavelmente nAo contaxia, as. horas
quo se passavam coa, menos. angustia o
innocent que estava.-: prisioneirb na torre
das Proezas.
Por'fim, um antiquissimo. relogie metti-
do usna sua.caixa de madeira, quo ae um
dos muis luxosos moveis dos poucos que
havia no andar baix0, marcoa as nove e
meia da noite, e a ,anqueira manifestou
desejo de dormwe' e retiro'a-se ao sen quar-
to.
Thereza entregou umna carts aborta a
Cantelou pars quo a llsse dizondo ao mes-
mo tempo;:
JA ag ho.ras.
Est i habilment' escripta-disse do-
pois doe a ler o avare~to.
Fechou a erta, cImou Zibold e disse-
Ike: 1
Toms um dos tus .cos e vai a Mi-
guolgorri : perguntarts pela viscondessa de
Fontae, sabes ?
Si, senhor.
E s6 entregaris esta carts a na su
Uuo..
Bem.
Diris que 6s irmilo do aduaneiro
a recolheu as duas mulheres, muito
doente um d'ellas, e dsengad pelo
medical. .
-B-em.
-a o o conego 'deseja

-.Dearw cietne?.. -i.
-Poi ultimo, far-t s-hboprovsvehoento
miai gu e responderas cads
w"a V~uj = ona maior reserve. Esewo
AdberIMU-tem o oro a que mo reflro 6
0 "mIt~ GO Que etgemoa hoitemn noi


reio;
f]Au-a


f~ueoQ,
Onladon.1
t riola.


11


Bern.
o- Se se fizer acomipanhar, paravire*w-
tigo, por- alguim criado, livrar-te-has d'ele
pelo modo Mivs couewnefte ao chegar a
montanua.;. levaraw a senhorc direita 6 to-
re, encerrando-a no subtqrrmaieo; deixare-
mos a port eatreaberta, e esta sekhora
ou eu esperaremos alli. FRae bsm intei-
rado ?
Estou.
Causoau-se o laconico rtstico, sem duvi-
da de dizer emr a tudo.
Parte immediatamente,. c nao percaa
tempo no caminho.
Vais armado ? perguntoa Thereza.
Zibold, sem dizer ber on mmgal, mostrou
um grosso e nedoso pao e tiroa d'entre as
roupas urma grande e nmortifera faca.
MNito bem, disse Cantelou; anda,
me. filho, e vai alert ; a o teras med. do
dous homes ?
Zibold sorrio estupidamente, enoolia
os hombros e sahio d sala, aaobiaido
pars ehamar os seus cies.
Respiro! exclamou Theresa. Aw,
senhor de Nonanville, pars matar o t*emp
ate A meia noite, poderiamos itr fame am
visits ao nosso amigo Claudio. Agrada-be
a id6a ?
S- Sim, sie, diz bemn; doevea
a benaglo a ese santo homem: 6are
magnica idea. Al6m disas, de ter-so
alea o o dite ds suas latemr
S- E o plo e.a agua.
Sim, mas isso nal se tom a pr.
Creio benm.
0 azeite aim, porque, salo W v, at
p6de recrear-se corn os horrorM da prr
e...
Seria tirar-Ue1 o merito de -a fl-
nitoncia muito maior..
..-. Justambete. *!,.l',>

U 1 m3mo tme..
Wa


.1,


-- F


I


Eis ui" nor *' quoe ra doa l a
bida omaat fa em. today a
ciaaente Ao capo onde a b!y
produs tantas victinma. ..

Bedep de priaeeza
A rainht do Iul aerru a
Boatriz sahiam do Castelo de
em abril corronte. 0 yact real
conduzirA as illustres viajantos pm 6
signed, do onde partirlo em tram- exn-l
para Darmatai, onde chegaria no dis W,
A rainha e a princoza residirlo n.o po
lacio do gra ra do dia em i(pe so roa&sar o c M
da princeza Iz;Wbe corn .o principo de Ba t-
temberg. 0 casanento devia-ac oAjleobrarw
dia 15 de abril.
D3 Darmnstad, onde a rainha celebuV
urma entrevista coa o imporador G( ier-
me, S. M1. Britanmca ira provavdOmente a
Badess-B.aden. Emin fin de abrif a r Aih.e
a prineeza regrassarao A Ig l terra scon-
panhada, da mnarquoza de EMy,, do lady
-Huvehii, de lord Bridport e do general H.
F. Ponsonly.

Um drama no intelre 4d Bs-
eurlal
Na quarta-feira ultima, as pessoas qu
andavaiv visitando o mosteiro do uxi
foram bruscamente inturrompidas now am
passeio por tries detonates de ara do
fogo corn pequeno intorvallo u m s"
outran. Muitos dos visitantes osvru.
inmediatamente para o sitio d.' pa-
recis terem partido os souS send.o -
meiro a chegar um guards.
O, guard vio correr pars elole u J-
nina alta, e elegantemente "estia, & -
bello pretos, de physionoaia &a P
e que se lb atirou aos bra .eexi
Pbr piedade, acuda-ne,, tes ib
no cort.aio.
Ao, mesmo tempo o tecido de & Vb -
tido manchava-so de sangue jnuao i O
aondes-ella lerava dolorosamente- am wn .
A peqpmena distancia jams por terram
banhado em sangue, que .e coris de
uma firida, urn rapax, que p11 aM, d
promninair at-is palavrasa:
Olha mais uma vez pirs mum, es-
trella da minha vida; quo t tmre mt .
os inmeus olhios fixos nos tens.
Os dous fcridos foram immediatamrmto
lovados %ara o hospital. Esptra-se saval-or
a ambos, nao obstante a gravidade dos fe-
rimentos.
Seguaddo as informagoes que-so coie-
ram, parete quo o rapaz amava. ha maito'
tempo aquella menina. Forka depoia de re-
cusas successivas por parte d'ella qae ale
tomara a resoluc-o supremna de a matar,
matando-se em seguidai.
A desventurada menina tinha ido n'a-
quelle dia, ao Escurial corn urma senhora
sua amig-a,. e elle j ulg.ou a occasiao favora-
vel para & execuqAo do seu project Se-
guia-a a distancia e foi n'um dos claustros
quoe, tendo-a clhammao, clle desearregou o
revolver nornmonento em que ella se volta-
va para responder.

Umn ponco de tuilo
Na instrucao de umi processo, o juiz di-
rigiu varras pci'ntas a urei meina d,
oito aunos, qui respondeu a toeJis co;u
muita desenvoltura.
Multo bemo minha menina, disse (,
juiz, teas respon4Jido perfeitau1stt: p.d-
rA agora por aoui a suin assiguatura?
Ah! isso no! cxclamou a rapariga;
mas sei diias fatkdas muitu b>uitas; qii,-r
que lh'as recite ?

0 curi'3lo do- atrApaIha9;io tium adli lo
do embaiyada:
Quere abrader pela cintura o corpo di-
plomatico.
ra a quedm ella vai dirigida, e-que, coito
ja te disse, 4 a viscoridessa de Fontac.
. Estas inrbirada'.




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