Diario de Pernambuco

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1 tSr.;' Bg ".- Casualmente._ I'ii
.0 S. BarBgo de Nuzareth ao Sr. Beft)

{ ^ w~ ii tal ii ttrt i -. cari-.^
Deixando de paite, Sr. presidenlsi a tce,. "-
S politica propriameote, vo u datf u a I




Wk p r e s!id .. .- ..
i. m~ e ""f"i 4 11ql lto. i ^^'^j^IIBB U ^ )gf <
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Ea 1879 t 717


.-extr-
^w w %. sfttcos. :i
.i^i+ Lm'< '--)

ordmarla A eonselbo, no 'dia U de maio. e
duas brdianrias nqs diae 2 1o9 de junho,
oas lefifa .se dose eg te assump-
tos:
MandaAsmJ iwi' m sol wficioo das socieda-
*o$qq9phico, Mon
', 4;d. atlrtose-
lia.de,, co.anforq A sotlicitadp.
-dos dos proe.Ss.eqs Qi(a.
-* ppaf. PaSsoS So hiqho, e
SOiaassimptos soelaes.
Va J~odPito Ju-
t oocio h,,norarip.
dfhl *Vozceate Malta
de .Ve oparecer quo
0h Qo Grern, re suOU o ra--


u .h u ewniie' ftgivadbi pelt)
.m ha aMbtjl buio e am a s atinms.
Srs. president da provinc.ia, Dr AMs1le~he
ti l Fram-
co 6 S. t e q ie a .ov d plt
A'bibiiotheca foram feitas as seguintes of-
,Pe6o Sr. JLJtdhViLSA6;, t eitexeaie.
em 1t%. r r-!e fhilosophic,
por u f T. rr .
Pelat 441 irar. MI P-
pir. qni t-; k a0 4a lmwa-OP Mwe, pela

re-'Trst io e a'nrielftw reiativo
ao annn find.
., 0 i ego nr "u-.

S' r. ozqriso; Igual oirerta dafolpa-Geal
-s 4ta TOOAe.
Pelvffifiaaj aPoarisise, d ua exemplar,
em I f Vstj!es..obre scietp-
cias e ars pteprio pa e as escolas p!imas
ria&. ," .
Como offer tesf$ inapresidentLe scie
cia aoo on a r M^aido envernisadis
tose as estantes dfabliolbeca por ordem ano
Sr 91-A k aox 1o__cus1
lbF. _oI d:ii..
s1 I 10 da 4e dous braqos, a S0A
glob%. offerecido Dr. JAblio Cezar Borg i,

Tratbo. mai. -o consedo ae dutro. assug
tos, nnd,%4s' iis9iltWb dlproun%
cor n almBi uaotregles, os, aMls. t%7 eSt r-
gimento Interno.
Em juobho a bibliotheca desta associaGo
Ioi visitada por"21 leitores, oendo 64 scOios
e 177 particulares. .-
Foram consultadas 95 nr_". .'.
e'lidas as segoluintes folboth
mbuoe ;onsal do Rcife,
te, Gazeta da Tartd, Amer"
nifto, Operario, Protesto.,f9 |fi _
nambuco, L'nlmtruction Primai ibib
lu.4Jaoeiro ... rt .1flH

Bahi,- .. .
osetino so o
IExamd
na Faeul
nao enxro
professor~su... -
ce,&a. latina 6 pv
BMo cenorrooateos oSr. Bellerophonte Cha-


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Imazem, da ,MiBl)B8 do ouro e praa, e
*it o E*t~e]^ :r-'" ,** ;"
ontros 'b ew ', .-
Pelo ogaub ttay i- heaa. nwqrft*-a

S .da^ _Uss.eose
'golt&e "#'
*dqdaMe A'Apa lD4 ,4s^,w8
deo Carmo, pafalh alma d'ma ,



Antaplo Vital de Ol.'eir me-
Vita-dfl.A'iidbd aW* $.gl4
Vate tiL r-e






guea; As tbMtaukeiajtwtiimesma igrejla
$STU flhqaA
pBloa-Vista, pela almai de D. MariaAdelaos MLe-



nez. do DrOWA ond.
VAo Crmo, pes. -Salo espamrados a q a 7 do
jirift rb* 'd m U
Vital.-
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peaiwPmipw. dou!MaAde9Vo os Me-
nozes. 4e !mmimond. ,.
VAas,S. --SiLO esperadoe aW e aia 9.7 do
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Senegil dwfturooa amanbi
,.Varnawk, do-SoL, &W 9
Orator da Europa a6 9
Mondea.: ." o 100
Coloradrr thruP K MA6 10
,L*!jr daS iropn..,1^1 i
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o.f Po r o rk ^ 2 ; .
Itf f 'te l' t., If0 -v'
" t.- e.M, ,. .. '* '; ,
,oter da. pro. io IT

vincia. aoepotoda 4,000 MtIjaM
coteade90M.ppeios. eodo I deo 4.
i deI0WO800, 1 20090O0,3 do W1000007 9
4m do 1600, 30 do S e000 843 1o
ts bilhetes acbam-se A venda na respective
Uesouraria,trua do Ca-buga n. 16, loja, ao*
pIeaoS de 3000 os inteiros, 1#500 os meios
e.750 tria os quanos.
PasammdbNwlshidreS nara os nortos do


kMrile, :e'da 5. 7
Sdoaud a m 7 e


meiro ;Ie rpwo;. Iw
i 1*0 J" *14M atWGa U tilJUo,
[rfa i a.T Toi r n.0-IT, Io andar-'
All Oe C a-
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la de Nesot, para os men-


toli
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SsE!pojia de-mi-

gratis ios pobWs, residencia na mesn
rua ,JONt I Y .


nta.6A


vLfl b~je 4.,
L, msd'A;eewma'
fINQOB iiflfr^ia


fFrea prOra v*Ib&
do que autro qa ijuor


Antonio Correik de Vasconcelks, rea
PfTrta ^rmfr n. t^.
,Wd ,ranca s a 'd o' .*,, is,


f&iaM Dfint'e da matriz de Santo
Afftoio_
kai. -sm
: / c oC eiB Pereira A
resolveram fi ramnde redut*o nos
er *B ra i*M pa n o doas,
et ldOlawe par. uso do-
;aetfO.


terim que, aKto repeitando .s aw
juIWOW vifleeugodo
nt juigdttt ito: motto dra mesma
execuoao.
4Mw i a -ttff, -AM Cfr Supt
p1icanter qw fltn Ej jul one 0m
tente, no par t nowr hcshe&i-
i ro da cousa jvlgeda, pordm pam
^4i bnbr disceuoso sobre a execuao
ta-weik. de s* tenwa o que, como se v6&I
nAO M4,14WS po o julgatorid
.0(6Q~* d~rod 4Isa^^szaaiwtAeer
;ite da ipesma A 'esa% s
doutrina quo pi 'reira
Hotabe 882 e 886, seeo taes princi
reconhecidos por Iodos os praista6.
"&vaAs | 8pam ii re-
I tuQAue,6 Bt eaa t4;ke 2 de-
setembrp d^e 1475gpsczi ora public"
ca eW4a como preva. t'rrecoabeci-
mentbo paterio, parn 6os *flitos'sAda
successoro, 4eve center -a rLco ii
meato .Pbwecro. mqniestptt 4o annmo
permaunente dd part do .'pn em reco-
nhecercomatato seu tilbo matlraf;


Yii ,, ^ lc :.^ ,: .,:its '. -., ,.
W~loet~$eFr


ra .': a- .r a. d, o .
SSB~stlti1vAea c~onai-
derada como;uia usAwraL reeotecida
porsopiw, ldne -l leidt&k die,
seie cW-fpaque 'at-iutes'
tato, those efed*da a' succes.'fab do
mminmo- ,Mlam'ameu peloquea,
mrnmStot,mtl10e ema' mMther Be-
melbeibtprete6ftb, d ochso dter ap-
pliah p.Q disposal nao. Art. 7.o do eg
prwviat.iie'ti.aaea a epposiio
jieiO;, manae qBjne papa1 reepee-
tiva rga deor*4i.pwro se'a ruesma
t. Afuieiiiataosaeltranha, astqn&teuha

4eefra. 4peg. -egg avnnt

Ii m,4t Bp 4tB... ftnd fV eIn PW I~t. e n a- dj,
9uk.aon iIAn g--.,.g.o e. st*
mulher, send que obtida taL, seopuga
iswiwuaIflr&&pl 4irtiop, wesli-



lq,' aW a w ., f Jq-a



eoMkO,...: n:;- +ee 4. g-.-- "-..lj.p ,
pord~nbra YWS&4tCA:xQa^ w~rtyo
julglIp.4po* sei. a,. i .o1f1wS,.

1 o ......... .s _4 s *p r a ;
'Ostla sa. 4s Sa s..Ik m-pEom Mi
i Oti oeWts &W.fturntf~w ur

irma^a^jMwt&Jem ^ewaAjram
iWW*<4*Wtb*ft da roumtit. A.a
zo LaQ^^inhl44ebaal lae rmtbwr P
itcos ftqksm -dst Aie.i ha ie


veEMtpa^ia~}Ntk noatB
vemabro de4 9 ,icUI'
Ba^ilThS.^i~<*Sko^.B Sat~:S~~t


--quo o reconisaento i wjzequi-
voco, que nb.f- rousWuitM&dik in-
MegpoA, s -da w*pea .r. Omo-

E, po. qd u. _:. ..,.c.w 0
a ka,poiensplfiii s

SdUitt ? -6. U498 :.






n~~oj im I. Au i~sIp e .-0 11 b -
1,hAeueo" c"lho" foriaiu o ntotoia
)4oa ebutedeer ;
iWD, paint.s6 -afA pla'e 4htf"a-





Aiift.*s 0e &Aqe_.ei
lPw4gar pesdte e a wedpaojrna.
jpe 54amb dipsi, ntssp di-e
atMi t mora&t i mnm, ,.m ,ietdo-
nt1cao opetuee:6 morgaal-r-c .b ao
dlirtesto Aaleti
Posvue desie qee a .secriphmef.paz
pveir da patmidade. da bibnfra- al,.
n&. 6 Hkiixw nftj uar iwivfigaaan alatn-
9&0U, s9eam pt~e e. pwas q)* ak ^aM I(-
(ibecegi a tilbo: 6 forgad, pebft.cra-
ri;,aeiar,, comio verdude sagrada
e plea, a prova-Aa paternidade corn to-
\4d of efuitep que de4kit a mm .
*Porquot 4es"elquam..acesra ;i-
olb.tu as 6a 6necessiaea.onqq ia
d talpetwn-idw4e;' ,mi 4i elta eiz
rgotw, pfsa e Tfasr di atgfUi)4Air s-






teqasar .,iolvr a.o~,o
wia, toi- o' pai, vecwhwt4eg &o
natural, tiwsnm nmos adct& i.wqsrt e








ni o, pl+ onjl~o ; Am ww.
n&o SuMe-s sa~tu-eutmmoraebt^W;
Porquu~a ae rero~i*q 8in- a
prireira qualidad_- da jasta do sea
,p {alu e,,assimC do ada%~I-a
pa eaofiilhas -tMure (aw-tMf i
.escriptstra ptfico, lObta9fB )-
;va.ddagec@ahacknento% *apt0fl* p o
fn d deiar a prowda ebu$., hq n-
lade do pai,eba.i, iw.,npT i
tiP, que os fil busatUfhefti^Dpcen-
tva a d(reze. uawdaeW;4cqma$,de
aigs p..: aea stmin tWaboqwd tqer
rigorous em favqr do filtbtitAvr4j Aes-
de que seawpaio Liver mcBi44,ou
dfic!krado pow filbor.masepptura pu-
blica.
Porque,o a ppngfcp da paternidade
natural, naWYp taActdarante-acto
doe L'xi, do uaide& w'Qeuigo,
transacwao, divostinaente, *Wkj e&b; 6
yw saco pesk conltrario, toto tgism e
cbhei dWe. e resBonemhldjti-
Wieas e sosiats; e-qnmuthe eigflwsoem
quiaJher peoeo'ldo ph
npti uappatiteb, q i.*e

a prosiwwpqaoo 4die'!ito asas
a~,eaffla^p~ind^aa tmpriitejf
,a santto sag"aMpie peupiwbIe
qoiiuede reak& t,.>. *r s--.r'
Purqoe .fiadmunte, evsat p
del dUwieft *"* dfi*btii*ip 0j
p'ji constto4 t mee
a^ nsw^ baiaturIJ, cq~ptitue
em direito a prav* pleasdo nwneci.


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de' Ntvi'-e sustatida' pela e-ba
.tis.a -de Wi homnIm,-descnheti-
doln O-io dis doeito., e sepdlta.o
n as somBftwdek- jik%4Ma, bscAuridate.
Anke JManod4 L6Jedeiros Furtado.
Cautela
Previno aosifleessados contra 0 1eo-
civo uso de latles para doce, feitas;com.
folbaau-deflardes qt e serviramni paaf
oontee kerosene, e poilimos provideti-
cias ao Sr. Dr. inspector da saidewpu-
blica. Nao ha quern ignore que o ke-
omeae torn msubstancia venenosa, e que
tal substancia adhere 1 folha du forma
a torfatfprejudicial A i;aude o doce con-
tidoe latas feitas coinm takes lolhas.
-A- s veodedores e compradoffs de
doce e ainhta, acoselhbamos que se pre-,
AHinum eMtri; o especuladores, que fa-I
kricam lats conm folhas de flandres ser-
vidas, e '&o bern conhecidas pela cOr
ascura o embaciada. Os especulidores
Svendem. toes latas dizendo serem feitas
om. folha de caixao, Is6mente para il-
ludir rS inexpertos. Cuidado'e cautela
omrn takes latas.
.I U rnprejudicado.


Francisco Jobo de EArros,' no tend
Spodidt deepedir-se dos seus amigos e
das pessoas que o honram corn suas
relao&ws, pela prestezm de sua viagem,
motivada por incommodos de side,
ftalo p'jor este meio, offerecendo-lhes
seuglexiguos prestimo: na capital do
impeio pars onde se dirige-hoje.
Recipe, 3 dajuiho d.3 1879.
s eguiudo boje para o Rio de Janeiro,
si. ktivos, de molesia, n4o pude
despedir-me pessoalmeute dos amigos,
Sfalta de que Ihes peo desculpa,, asse-
-gurando-lhes que- alii receberei com
satisfagao suas ordens.
Deixo encarregados dos meus nego-
Scios moeu irmio Francisco da Bocha
Passes Lins e o meu amigo Dr. Auguv-
to C. Vazde Oliveira.
Recife, 3dejulbo de 1879.
Antonio da Rocha Accioli Lins.
S-Attencao
Joao Pedro Rodrigues, portuguez, e
coam casa de consigriages a rua do
Apollo, nesta cidade, lendo na part po-
.-; ical do Diario de Perwmbuco de 2 do
corrente, o seguinte : Joao Pedro Ro-
driguos recolbido a Detengio, & ordem
do-mlMdelegado do Recife, por distur-
bios P; e podendo supp6r.seo qoe dita
* pa&rt.- po. etoedBda-"e corn 4abaizo
tesigmado, e nao corn outrem.que tenha
psai aome, pede a niesma autoridade
. digne-se declarar se u ma tal prlsdo re-
fere-se ao abaixo assi:nado ou a outro
Sde igual nome, se national ou estran-
geiro, qual a sua profissao e qualidade.
Recife, 3 de julho de 1879.
Joao Pedro Rodrigues.


Oawl",I filpa
*A !e--eiyf'olpaW
,| t!. .tt ->,-Cl^


i(>m 1,990 Uirai ptwsl^Ta~olt(i
525 kilUs de aeauc r aecavefto; E. d,. naha
Beltrko 10 barns co* 900 lirop., de aguarded-
te, 12 barricas corn 1,211 1/2 kils de assucar
'lbranco 0e1O sa68eos com 750 dlte's de'dito mas-
0ovado. '
Na barcaga Siloina, canegaram:
SPara o Natal, F. Rocba & C. 150 saccas corn
farinha de mandioca.-
REGEBEDORIA !. RENDAS INTERNAL GE-
S RAES DE PERNAMBUCO,.
Rondimento do dia 1 a 2 -41:080f5.O
Idem do dia 3 1:29,1#150
2:385%700
j. *.- .. .

CONSULADO PROVNCAAL
Rendirmento do dias 1 a 2 13:39P8589
Idem do din 3.' 6:312t632
19 711S221



aOm .O DO PFewf
Navios sahsidos io dia 3
S. Thor-az-Barca franceza Mansart,
em lastro.
Mexico-Brigue-inglez Maggie, de 259
Stoneladas, capitao Elles Roberto, em
lastro.
Liverpool-Vapor inglez Glensannox, de
506 toneladas, capitao R. P. Dimond,
carga assucar.
Portos do Sul Vapor brasileiro Espi
rito-Santo, de 1,999 toneladas, cornm-
mandante Isaac, carga varies generous.
| Observagdo
4rribou do, Cabo de Santo Agostinho
o bdrigue brasileiro Adolph1o, com.rn agua
aberta; o senu destino era Pelotas, car-
ga sal. Sshio desle porto no dia 10 de
julho.-
"gBgg


0o Dr. Felinio Henrique de Almeida,jui: dedi-
reito da vara do civel desta cidade do Recife
de Pernambuco, por Sua Magestade Imperial
e Constitawienal, a quemn Deus guarded, etc.
Fago saber aos que o presented edital virem
e delle noticia tiveremrn, que fiodos os pregOes
do estylo, t3m de ir A praca por venda a quern
maior lance offerecer, no dia 5 de julho proxi-
mo, depois da audiencia deste juizo, os boens
seguintes :
I Uma casa terrea n. 9, sita d rua do Calabnu-
go, da freguezia de Santo Antonio desta cida-
de, corn 7 metros e 20'centimetros de frente,
e 9 metros e 30 centimetros de lundo, 2 salas,
2 quartos, corredor, quintal estreito e murado
e uma pequena cozinba, avaliada por 1:200$.
Uria dita na mesma rua acima n. 11, corn
as mesmas dimensoes, avaliada tambem par
1:2'i)8.
SUma dita n 13, sits a mAesma rua, mei'agu'i,
corn & metros e 20 centimetros de frente e 9
metros e 30 centimetrus deofundo, 2 satetas,
sendo uma para quarto, um corredor no fundo
servindo de quintal e cozinha, avaliada por
90o0o0 ; cujas casas se acham edificadas em
solo proprio, e vao a praca par execuclo de
Luiz Manoel Rodrigues ValenQa Junior & Anq-
tonio da Cunha Scares Guimarles e'sua mu-
ihber D. Francisca Agueda da Cutabs. E nao
havendo lancadores quo cubram o preco da
ava'iagAo, sert feito polo o da adjudicabo.: na
forma da lei.
E para que chegue ao conhecimento de to-
dos, maadei passar o presented, quo sero pu-
blicado pela imprensa e afflxado nos lugares
do cos.'ume.
Dado e passado nesta cidade do Recife, ca-
pital da provncine de Peram-beo,- aoe 9 de
junho do anno do nascimggto de Nosso Senbor,
Jesus Christo de T879. -- Joo Gome s dos
Santos Filho, -esdrevdte juramontado, o a es-
crevi. Subscreve e almigno. ileoMfe. 9 de ju-
nho de 1879.-0 escrivo. FabrIciano do Rego
I'Barros.


I.-.t.- -. :.41f.l.^*.- Ah
AIW W- Z temPi .cro que av 4y
ma mencionadas;.;.4w 4 a m te
as parties qMt""etnotKI aos 9 llica-
de, e naotod0o o:prio, coCo M reI- pre-
senteeditaL af.pMa. Subwa ve e
assigno.-O, escriv&o Antouio .a .Gos-
ta Sd
Tbes t'iraia de a
I Por osta tbhodrAr tlt Iededahiaz q tm vir-
Latude de ordeA .d&aieoidoiaB,deo .ido oor-
trente mez. vai. no da 9 de jalbo orimo,.fu-
Luro, A i hor4 da tLrde, ser contrAtdaOp fore-
cimento dos mnddicadinntos necds*ari sao avi-
amento do reoeituario da oenferwaria'-militar,
relative ao semestre dejulbo a Iezea;bro vio-
douro. -.
Os ioteressados devem apreseutar .aaas pro-
postas em cartas fechadas e devidaqente sal-
ladhs, atl aqtmeUe dia. 'L '
Thebsonraia; de fazenda de Pernaupbuco, 27.
de junbo de 1879.-0.acrtario,.
I .. .A. SeraphiO. de Can;dabo.
0 Dr. Felinto Henrique de Almeida, gimmen-
dador da-iniperial ordqi ,d Rosa, e juiz de
direito do civel desta'lcidiade do tele e seu
term, capital da irovinda de Perikmbuco,
por S. M. o Imperador, a quemn DeWTs guar-
de, etc. ..
Fw s aaboec aos que o presents edil! virem
ou delle noticia tivprem, que so ha de.rrema-
Ltar em bansta-publca deste Juizo, nria 5 de
julho. depois da respective audience, o se-
gauinte:
Ima ease assobraded's, no -argo do Forte,
actaimente raup de PjD igoas Theotalo n. 3,
da froweiia8le&8 Ioh, teado AIta ci6 me-
tros e 65 centimetros de lrgura e i8 metros
eo 7 centimetros de fundo.-4Aendo 2 jaIllas e 1
ports de frente salasa, 3 quartos, 1 pequeno
qualo ondeoziste a escada, corred: sao lado,
muWgaimdtei6umJAquxsrlot(ra e tIghba, do
&Baum peqc 'ainqa oi; eoum quatAbho onde
estikelocado a appaipmo da ooapatbhia Redi-
fe Drainage, quintal mudo e e4i0 m, e urnm
pQ~tgua~pea~apiia~jiD'egada vria-so
I ~-a tlew Bd meonto superior: urn an-
dar earn 3 taBHa a frente, 2 sales, 3
^ttMa^^ ii> Ulai^dio dedeetaz,
avaliado poei qUsn G e-.. 6090; o;-qual
sobr.advorfopqnuaoado r 134o6 do Dr.
JoAo Vinra do A.Uejo J ilsra Bor-
ges Tavorn contra Aithbur_'f
do Lacerda, berdeiro de oell
pia. e so aeba depoaltMp i do
depositario geral Anl^ l-
reio. assim,.ser4 4. r
venda a quemu p(relloe 61 r e* ri
no dia e hora ai cim. hIt
E noo bavendo licilanteique cubra oipreco
daavaliaglo, a arremat" eq +ra fei'U rpelo
prego da adjudicaCAo c6rn 01 baotno da
lei. E I
I p ra que chegue ao coitheeimeonto e to-
dos, mandei alssr o p0r4io e edital, qte se-.
ra publiado pela inaprensa e afluzado nos lu-
gares do costume.
Bado e passado nestsa idde do Recife, ca-
pital da provincra de. IP1aalIqao, s os -31 deo
maio de 1379. Sq'oWvq aessigno. 0 eb-
,rivto, Antonio da Go ke 8!._
Felint6 H eaique de Almeida.


it Alxndiof.Moeira Bt.. ...**-
F ..Q.txoP pt eiImse submltem o eerci-
,61 das resp4 as cadeiras, d.m9eore.m a~~ltacida ka,^~~f~ ae b~larew 40
ltam-pm bb. do' 2i e
do 50o.Has pars-a aptSlorawAkadina Mo-
r-eir Reis, mencionada sob o 25.
^Owias" 4iuap UUt:4hesMe do Pemem -
bIj.- d. un. o. dq -. f
I P. d.t kls G e e.
J. P. da rl Ua Guimarles.
I L P. ^*.* -oi,,


I-o, '. ndci tfem sidd enconfradoi
settk desttneatffwios. 4
AtAldipdosado Haro de'Oliveira, Antdbia Ro-
drigeamdelivel.a Salls6. Antenio Goines oal
da MaUta, Ani CoatGlans Poreiuncula4,da Con-
ceigAe., Cpmillo ,PI. ICarimwe Pellegrino,-
Cbripird CeldtorO, Eddao Pala Felippe Car-
neiro Redrigued Gmptll. ; Franecisoo' P.
Viaena, .Hteaiqueo..mfqUes- de.' Aeaujo, Jos6
Leandro irod oa. Joseph; Maria da
Goncq(vb, Justino AseImno da Silva, JoO V'r.
golino Crrela de Quei.o$, Jaof trbnalves do
Isou, Jobtiono Rodrige fiaSHlveita, Jooo Rn-
dnr*g.sTixeira, Joe&Jwquim 6aares de Al-
buquerque, Joaquwa Anala-o larnei;p, Jol
Fernanjes Parent V~anno, Li Meranq4oliHna
da Silva Loureiro6 4 arc)rifi FiurtadQ de Men-
donga, Maria Magdaleba da Gnceelo, Manoel
Mnreira,' Mafmoel Joaqoim Nflgeira, Manvel
Dogningues Pass, Motgarida^Mssia da.. Gonei-
gao, Maria Carolina de MPflo, .[.eI Baymud-
do Tavares, Marcolino Franoisco tlz, coronal
Iodolpho BBdata. Severin" Mrih' Eugenla do
Uonceic.o, Sebastlama Idafna Ba i boOR Bahia-
ns, Umbelina Candida de Figuemiredo, Virissimo
C(haves Junior. -
0 Oencarregado do registro, _
Casmiro Lucia dos Santos.

-PABAIC lUIITO1
I~V W. + "- ."'

Faz-se bleo que
-pelo- vaper ..enr I V,
vieram. para este porto
25pps e 125 bItris

co Aho cornm'a mar
cflJ;1F I^? 4eedlen



raiti~~ epi~osCID boar-
ra de v"' o a mi de
imitar as vasilhas
portuauezas da -FL-


vine
orde
d'._ *


0 doutor Luiz Demetrio Dias Sim6es, '
juiz substittto supp.e.itWO .0 dccio TO.L
do commercio Mneuta 4 it.ecife
de Pernammuco,,em -'k ,ei, I O I
etc., etc. F
Fago saber sos qua o presents editalt
virem ou delle -9oli0ia tiverem, q1e a-"A
requerimento de Fomeca Innrm C. .-
Bernardio Alves lavbos Antonio da [
Silva Phte Gaimnaraes, SWi4rt.ao, -m o
Mendes Lima r- C., e Carlos Alvel {(
Barbma, ~ 1 aeeh H~r a WA Mi16e do .
finado Constautir Pdrogmri MVpdes, '
peta i&entmC'dd tl.-br segiuinte: -
Sentena-Em- vista da e deo ft
folhas 2, docssmens dzefoeaWiIAf I.bas y
e as provas 4a- j ida, het
por at.ta a IWI. fl iiao- Cons.
tantino Rodrigwes Mw es, estabelecido
quetoi nesta cidgd: a dlgr d dt dia JAL
It e -!Usho coneit, e Mido, que .
se fa~k1*461ar D0tda-a kat do
costubme. OesCriV*Ofe~a bs Suoteaji- ^-'
clbio aso Dr. -jui siul~ s t pn.% I r
anterimmes teamo. da mes ndfx owsl j


Aba C wdou^ adbes'doI'a
dotbeorseguinte: "_ iap
Di spach.p 4Dh Inddse ede por prar
'Adrfoot-piii^h~t n^ AM&WwdatAffia JIMA L


f4 eAtoase pre
; o (por
Im "or) aftim

I[e .t" 0o nao


nietcuado, eomo por-
ez, qw .id- 6 "ie

-dend&a". h,. .a"
4ft .;;: if


. 1 ; .I. ', '-' jnte ,
Frandswo Joa m Pereirw Pinto.
C o -M


A dirett butta'16 SrS. o. itas o9- dividendo
de' 6%OO pot aroo coirespondeate. ao
seestre que findow, em 3 Ode junho
proximo paisado; ac*a-se o' -Sr. the-
soureiro autorisado a fazer o paga-
mento, que terA comego no dia 7 do cor-
rente,das 9berA6- da. mspb. -ao meio
dis,, e emn tdoos s dias 't"is ate o tim!
do c6rrente mez, eq dahi em. diante, nas
segundas e sextas-leiras, das 10 da ma-
nhi ao meio dia.
Escriptorio da companhia, 2 deju-
Iho de 1879.
Jo a Joaquim Alues,
Secretario.
--'. _.__ ---.


Estradade e"fdo Re-
cife ao Limoeiro
The Great Western of Brasil
Railway Company Limited
A directoria desta companhia tend
reservado duas mil acgoes para serem
vendidas no Brasil, das quaes existed
ainda algumas a dispor, estA aberta no
escript'rio da mesma, nesta cidade, a
inscrippo necessaria para as pessuas
que quizerem tomar algumas dellas,
c'ijo valor 6 de 20 cada numa.
As entradas seral. realisadas no New-
London &r Brasilian Bank' Limited.
Para quaesquier informac6es mais,
podem os pretendentes dirigir-se -ao es-
criptorio da companhia que serio satis-
feitos, e onde podero ver' ,os pposfec-
tos, formulas dos pedidos de aces
etc.
Representsnte da comnpanhia e enge-
nheio resfdente
18 rua do Commercio 18,2o
andr
The New Lodon & Brasilian
Bank Limited.
RUA DOUCOMMER(MO N. 32.
Saca por todos 6s vapores sobre as
caixas do mesmo banco em Portugal,
sendo Porto rua dos Inglezes:
Em Isboa, rua dos Capellisatas n.32

Obras publi.as
De ordem do .Him. Sr. engenheiro
director desta reparticao, fago public
a quemn interessar possa, que nessase-
crataria recebe-se propostas ate o dia
21 do -nez proximo vindouro, para a
execouaodos reparos precisos no pre
dio oopiprado em Granito para seryir
de cadeia e casa da camera, orgados
em 4:440,752.
0 oramento das obras acha-se nesta
secretara para ser examinado pelos
pretendentes.


EspectacuM oUs t 1101



I ,..IU '., ,."
I A ipstentaio 'd,.lg 1


YAg'A-se UWaa poe$y ,e

acto, itt .-- -. I v,v .

Comedia qu6a .btfe' 8,-",;w
repro .. S -

A'sf Shoer.oll
Havera trem atl Apfpucoa bonds ira to-
das aa lines. ,

TDEAiTftft*


Compagia D
DIRIGIDA PELO ARUIT&I
Rodrigu~ Sfn l

Sabbado 5 do.owtnte
BENEFICIO
Do dire.wLor..da coafmonhia.


em consequencia de paril
9 do corrente.
A representacao o 3.o



Pelo artists
0.- 09 )f
A represenaa di. i-
em I ado:


PIar np dia


~l~- -i ~


ROSA, Ell
Polo Elstincto actor d
sia do illustre escriptdr
Chagas :

A represent


Do iOlVe
d paMO et
Haven, bonds pars t
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issor6 Ira-
IDa arm
.o O. 5 do Dim
,to.Malra, s


W '.,/ &a 4, encommendas, (
badl plAftr6o -ktA6 as 3 horas ri8
sieabihda. ie
,W. TOIUO I
tinl '^.hucaiuena .


130 pares
84i ditoi


P ;I^Td


-POR -iTOa
a fra- .
'Na rua do


Ilezas para homes.

8 .DE JULHO
feoDO AGENT
efms. warmaem


{-$ irado dospor- .u24
A fm ,ul ati o dia 9 Por occasilo do lBdp .ade opAmisas avariadas, -
d tS 0 da da bern como frra e i-oiizas.,
a.ise-ime, &e-
ra os portos do ILAO
imeudas e di- F ,L A

m^^ amisas Mi:o(avi



'RICANO 0 agea PInto rfa 4r autorisaglao
*B 1' do S.I A. Fray_ re "Kdeia
ilrl~NE)jcbaad i, e: gor o..to e rbeo^_~~u tiae- f
314 ~ ~ ~ 9 Or odemWb~fa

:SASto: s f0 eu~odt^i~toti~ A wt.
l a senMuB do Rio

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Ito Taf~n ;,cebe -ea;-a -
MIla 1'1Sa. .
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Alfredo.iFreira B*ta, faz sciente
aos Srs. retiLhsadOrk .consumidores-
que o verdadeirp..,ma de corda em Is


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WvgwmOtss :adwe9ss e peonites travsa
o rpamn a, mitu$o cral ew.
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Li>6t.orwulmmte do botWs para pu-
nhos e para abertura
CoLirinhos e punhos, do linho para
ho amle l f
Taselas ran
V6&j*Si Cw USEa(API'f^ -
lUVW-4k~offwse^n, Mawaos e

pnl 4bwli||it~4pfl tWflPO?^ I


b iwmradbw0 sodas tdop#rem
ascn|Ores o tw.


S a4t MMU S1.,r,, r;,,.. e ,. ,elae
an&md.d,,aDMw vdwcsip.l In F
Papedo. s, dq ";o snijso;:h (
m* aias~6m*f~a wWAs
Tsagpara, desenhorw-.aea, l.as ,P-




bowb
Qldhmad zaapbbo 0bevmo para



Papda, doe cres, dQ out,} muitos rtigs
ESPwtiOenrawr ia adr 4B. so-

soda '.pars senbdrasnnar. o
lidads para crSo ar PnhWOs p do
ffwekai~t, rtrWtb e;d vft do p



nebWpfl, 40 Ii A bo.,.
seda preta e bnca. a,
Porto bouquet, porter alfineite, porte
osuda, doec'6res, outrcs muitos artigos
4as a. 1a p oarb. Punhos e "







Mabsi.-!seu n e am'sia e s..!
lid s "'Woo3
sEzt remae bac. m
Porte boa.q16to par.s Pufneit, pre
Matm, eg coes L outrs Pra, eios wartigo
cue~~I ,e vifpajrfts "-deisi
ll~4ilgf.RMfr^Tt- -4v


^. ".B.,i-OToW *y'Jy^iw

J.2r
i91!0, Amp&

o8 -t m.' '* .. ^'
3 t. 4 .0 s hoiea





zn .s par s aptisadbs, deo 151


a~o, .o! ,! do a ti.o p ,p

da.60 a.
&s t, ov

ChaniirAea Wase.as o parsW
S&Iu4syasa41p-2 oovia e6 i4d
< .i ,'* .. 'v ..






.'.. dove4q. 7"a
; a^ ow, t~40,, o c vpra io 0




je..to$,. qO IO .." ,- '
aqp,., ,,. ,iD4Q s "',
mr0 .,esLs. p t-d

AlaoNIia, doWCs A1 c..O O va&4
re *q ov d 4q -5 lp.. t ',:


ra~la~d-s, 7tbifi6tultbt ig'dra
tN ribtnal EMH thia fro -
OW tifr 'n '"0d



dIete,
Ltu& excellente bebsida Srfado-
Ltmr odeo'o"o o ago*
c^eA^std .'^ 1 ^ll 1


F ua.do'ue am -W
I/,urnbo'sea o Wribtst ri'd
AWL, MOM'w_
ortD~o p a ai~staQiit


6 fdi es-dar
"CW- KoU' ," "t flr^po~ ic

.in~ WiaUwi vo Il aJceRaUallc dUWo
Sou uso 6 de grand auxilio p. ato



vcidH~e, boRagmd oo'~i~oo
ew~li^ ~ W 4ear^Bw
i.'e t liq'dd~'' bteIri:
rzas dV~ersttta'MTntfl tat 't
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,t' b Ti04% |2O OWR f-2,9f TwAl"
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~r-'. r -t .. .. ... I .W -s ay m n o joa :me n or *p rip .-ipS o .

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^grn* ~' -"M"a~M~thrfr "' ^Wi" "l W **V-fw "WW- re^Pfff.;e

NOD lepkl_ sabaieaprepito nm .9-,S F r a 4P9 2fi#,
aapp ea.iti at ae a;x Aar
^ w tento,-dm^ A^ ~ISp.a w.1..
SDuqs' "~f~ ,o4
4dusima deacapaes., haeu. p -.,
Squsntdad.tpeee ea, ,a4 Ie '5%' ":m
l'ogo. 1 ./,

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" : : ; ^ *















t {C~nit 0

%-f cmo Be ili qu. o S resi-
. -'' ---



., i nobre mirm-tro quer..to nar-b.e

i do conselho 6 suuto incadoi
coua inglezasl o meio 6 outro: man-
d'n ,_ d ookrahir umrn empreatimo em Lou-
dres, abrindo lI subscripOes pars o em-
prestimno; e ueu estoi v do de
queN bpezarto r.4lkids l I ecie
de papal-moeda, apezI:r d'e snr goeor-
no do Brasil quem pro-lama a- miseria
do sua admini tva Ao,o 4 4nais facil ain-
da hoje levahtirirm psquen. empress%
tim6 de 5.000,000 esfeilinos em Lon-
dres corn mais vantagerns do que se p6-
de fazer na nossa praga.
Eu pergutarei, 0 hei doe chegap ao
Banco do Brasil, que 6 onde tenciono
ir esbarrar, perguntarei d'onde vamos
esperar estes 5.000.000 esterlinos, ..
50.000:0001, devendo notar-se que hoje
sergo prpcisos talvez 50C0O 5 pars
prodilzir 5.000.000 esterlinos? Quer o
nobre ministry ainda tirar 0s pobres in-
dustrias qaiuf. 6 tehnopaiz c4ii4 al-I
gum, mais essay dirheiro ?Ao basta ja
a sangria dos 40.000:0001, sangue que se
perdeu inutilmeapte, porqpe .no nervio
nerm ao menti i lea 9
do thesouro ? Donde quir tirar o nobre
ministry mats esse e.mprestino intern?
0 Banco do -Brasil, senbores, estA
fornecendo ao governor, eni -conta cor-
rente, dinheiro para substituir a emis-
sao de bilhetes do thesouro; e, segun-
do o seu ultimo balance, tern elle ainda
19.000:0008 de bilhetes d* thesouro;
que tern de ser convertidos, em virtude
do ajuste feito corn o nobre ministry,
em consta corrente. Por consequencia
hdo de ser elntregues ao governor, e este
serA hoje devedor em conta corrente,
ao Banco do Brasil, pelo menos de. ..
10.000:0005000.
0o Sr. Affinso Celso ministryo dA isa-
zenda): Em conta corrente'?
0 Sr. Silveira da Motta :--Sem du-
vida; eu disse que, em bilhetes do
thesouro, o Banco do Brasil tern. ....
19,000:0005000; consta do seu balngo
o seguinte: c Lettras descontadas do
thesouro national, 19,510:000$000. )
0 Sr. Affonso Celso ministryo da fa-
zenda] :-Na data do balingo; hoje
deve ter 17 mil, tom-se resgatado al-
guns.
0 Sr. Silveira da Motta :-Na data
do balance, sejam 17 ou 19 mil...
Mas, segundo o prospect do remprts-
timo, o Bancq do Brasil tern de concor-
rer como tqmador na razio de mais de
metade do mesmo emprestimo.
Senhores, 6 para isto que olbo corn
muita attencao, e nao sei at- onde o
Banco do Brasil poderA fazeie sem cau-
sar um mal muito gran e rtuna$
particulars e i praca k. -
ro. Nao sei comeo 4
pregar em um rn i liH1^
no, immobilisando^WW! l l
commercial, e ficando t|i~l^
plicar todos os seus dS, i aj
andam por 50,000:00tr U eI
prazo e emprestimos em conta corrente
caucionados.' .
0 nobre ministry esta abrindo rela-
c eyes intimas corn o Banco do Brasil...-
0 Sr. Teixeira Junior :-Mas por isto
o Banco ja elevou a taxa.
-) Sr. Mendes de Almeida :-Ja con-
ta corn um born freguoz
o Sr. Silveira da Molt. :--E' signal
da cousa ; sim, e por isto que o Banco
elevou a taxa... Se acaso fieardesco-


zido o meu discurso 6 devido isto a ne-
cessidade que tenho de honrar os apar,
tes, e o nobre senador pelo Rio de Ja
neiro deu-me agora um a que devo res-
ponder.
Eu direi que foi por isto mesmeo qo
o Banco elevou a taxa, nao-Joi pars
iAto. Eu jA tinha 1evaatado minha voz
aqui muitas vezes, insistindo em que
urna divida fluctuante a 3 1/2 /o, Como
estavam os bilbWtes dos thesouro que
Se podiam supportar sem rnisco do cre-
ditp do .ul do, no valor de 50 ou
60 O001; era preferivel ate a com-
pletar-se- os recursos do orgamento
com impostos.
Eu voto contra os impostos, mas dei-
xaria subsistir uma divida fluctuante
FOLHETIM



0 M NJSCRIPiO IATERNO
POR
EfiRIQUE PEREZ ESGCRICH

VOLUIIE V
LIVRO XXII
O DESTERRADO VOLULNTARIO
(Continuacio do n. 150]


divida fluct entobaseava-se _.u
baixa do juro. 0 nobre mim
frgou procediencia da ml"t-'

comsigo; se acaso contu ao a re-
ceber do Eslado a 3 1/2 O/o s6meas dos
-e ,l4belesetendo so its
beg&i es corn o .E O D6I
mos ter preteng5es a juros muito
res do qua 1/2 /o. Nestas cirourm
tancias qual 6 o recura0o? E' levpr
% r do's bilhetes... E bn 0o, ou mw-
minatoria ou amigavelmente fizera
saber ao nobre ministry da fazenda que
4e certo dia er. diaute prinipiavan a
Wgar pelos, eius 4.pesitos.P/, .Foi
um annuncio Jito ao thesouro lwco
para pagar aigmakcousa e
os 5 d/, e as' i .daqui p0r. ro
thesouro devo*ita corm um CIdo
mnaior. Portantd, a minha argumata-
gilo vai-se deb.tando corn o augmento
de jquros au. Wipc&
conduz esta delibera2ao'db. Banco do
Brasil de elevar a taxa dos juros.
Tende a cbamar a si a maior parte dos
deposits. Os outros bancos que tam-
bern temrn deposits, viram-se na neces-
sidade atd de elevar a taxa dos seus de-,
positos. Qual aconsequencia? Desde
que os banoos-elevam a taxa dos seus
depositos, pagando por elles 5 e 6 o/o,
a conseque4W 6 qua nao p6dem em-
prestar senaot 8, a 9 e a 10., E o re-
pultado ser& vexar mais a praga, dimi-
nuir mais os recursos a todas as injus-
trias, diminuir todos os descontos, e re-
duzir o Banco do Brasil upicanmente a
banqueiro do governor trPfi pa
este os depositos particulares equxeril-
nos que elle varre da populagao e qua
vema todos se riduzir a capitaes para
empre.otal-os ao governor. ?
Senahores, este 6 que 6 o socialismo
de que n6s devemos ter medo,. mais de
que do mffil'smojlaAussiki dq -t
lismo da EN*q ot*j'Ouawe .
este 6 o soialismo que & gP
deve ter receio: : rluz.ir-.se g. 0
governor a sugr. Qr A -pot- ,iem
impostos, ui4!i. mst uos r 'u in-
do-o a miseria.
0 Sr. Teixeira Junior :-E' para sus-
tentar a immoflti4ade do norte doim-
perio.
0 Sr. Silveira da Motta :-Nio 6 s6
do norte, V. Exc. nao se-esqupga do
norte, mas olhe tambem-ara0|
0 Sr. Teisxe JuiP r:r-l i
da mais esdes
8o termpBas|
to norLe- etc..- "+
0 Sr. i*iraf a Mwemi
o socialismo perigoso e do q
do Brasil 6 o primeiro instru
agora, elevando a taxa dos deseontos,
cuja consequencia 9f efflu *-
lM us depositor. 0on.ta-re 4.
tros Banca tamsbem ja eleva
dos descontos. ;. re sena-o0o
Rio de Janei ro dar alga inor-
magio a eat. lreaI% se o p r*
0 Sr. Toixelira Junior :-N .l l
te hao de i1ovar, mas por ot&t ainda
nao elevaramn.-
o Sr. Silveira da Molta :-Pois hoje
me disseram que o Banco Commercial
ja elevou.
A consequencia, senhois,e o gover-
no ir fazer uma opeacao destas de re-
sultados remotoi, a conversande bonds
em ouro na praga de Londres para se
removerem os valores, em ,irtude de
paque. 0 que e que o governo faz?
Exhaure o Banco do Brasi. Quem-
oilhacom attenrte pars o balano do
Banco do Brasil, ja observa que os~des-
contos puramente comnmerciaes de lem
tras de duas firmas, s6 aicancani~a


10,00:0001: e este descoitoss que al-.
cancam a 10,000:-Ol" alim dos em-
prestimos que se fazem em consta codr-
rente corn garantia, e que andam serm-
pro em 12 ou 13,000:000S, ainda nio
correspondem aos depositors que o Ban-
co tern a juros de 3 O/o, como pagava
teria sido excellent. Branca 6 urma ra
pariga modelo, e visto, que tenho a in-
felicidade de nio poder aceitar- me para
esposo, e a fortune de solicitar ser mi-
nha irma, e necessario que me tome
digno desse titulo.
0 duque pedio cafd, e ao pass que
saboreava o excellent mok, continuava
as suas reftex6es.
Urma mulher vulgar ter-me-hia
respondido aceitando, senao pelas mi-
nhas qualidades pessoaes, ao.menos pe-
los means milhbes o pela minha elevadd
posig.o. Mias Branca, que temrn uima al-
ma de anio, tesponde-mafte- singelamen-
te: t Estimo-to comao amigo, come ir-
mro, orgulho-me cornm a sua amizade ;
minas nao posso ser sua esposa, porque
nio comprehenido o casamentooem que
nao se de ao marido a alma e o cora-
gio, e esses pertencem jia a outfo hbo-
mem. ) EstLI pocedimento e aMa-
vel. Respeito-a e saberei cosoaoi
estima que esqa virtuosa menina me Ws-
dica.
Alvaro accendeu um charuto eapro-
seguio:
E' na verdade extroordiniah essa
menina : ama um homem ser m elle i
saber e sem r esperangsa.de .er corres-
pondida: podia, portbs,, c -.derar-
se livre; siR obstantiUbasta a con-
sciencia para repellir a .f (osMi pro-
postas do auque de S. Placido I
E Alvar6, daido largas ao natuWi-.
thusiasmo do sou genermso corme H
clatnou:. '
-Tanta vtird te, tan abneagSao,
tio heroico "a tEi-io .o d46m ficar
sem recomprnpa t P easS bo-
r__w. A. .. A W =M- Mil'itMi. *


o Ban
auxiliages.. Ja "0 .f prwstiBoi
duh ice slez. 0 ffro
corn o juo do 5 a
ficou desde entao onerado em maits deo
200.:000 ar annoo por naie ter aceita-
doesmsatroosta. .
Agori, pols, que o nobre ministry
esta enlevado na idda daonversdo da
divida, id es e .ref do Wos-.
so sy.teo nero.. "
OSr. Affohso Celso [minitro da sa-
zenda]:-Applisdo.
V ,0 r. B o Barreto :-0O nobre se.
nadon por G0yaz tern pugnado muito
por esta idda..
0 Sr. Silveira da Motta:-... idea,
semr a reqlisagio da, quaiw l ho 6 possi-
vel nem o desenvolvimeha da industrial,
nem a prosperidade da -rvoura, new a
instituigdo do credit territorial ; agora,
repito que o nobre minjstro, se acha en-
levado nessa idda, por que razao nio
comega nesse s ensaios oe empr o-
pequenos que vai tazer pdra co"
os recursos do orgamento?
Como ji disse, reousou-se no u1
emprestimo a proposta de 5 Olo a 92; o
resultado foi fizer-se urma operablo
mai onerpsa; a juro de6Oooao par.
Ao*a 6 preciso evitar os inconvenientAes
demia form de emprestimo, quo estA
denunciada nos jornaes, de bonds de 9
400enom juo de O.[o, operalo que s6
se p6de Cej. r IaorQi* do opera'*s
seambiaes ervirido de caug-o os titu-
, Gica< -beneficiados os portadores
.Ss.| itulos. Se o nobre mi-
r^r o methodo,da subscrip-
vera muitos tomadores de cou-
h6ns ; porque assim se estende itase
mrao empretiUmo.
Tiuanhdo:6Sr. Visconde de Itaborahy
fez a stia detestada operaQio do empres-
tidio nacional de 1868...
-I0 Sr. Teixeira Junior :-Entoe tubs-
4r--veu seo quadriplQ.
OSr. Silveira da Motta :-..- a ubs-
ao apresentou quatro vezes 0 nu-
dop tornadoes que era preciso
0 o mpcestimo. Se o nobre mi-
adopter a idea da subscripA una-
o omprestimo de quoe're-
char, senlo o q qa 1o,
& bro dos subscripto i" ne-

psidente, esta 6 uma das r46es
6p6S e ainda ineorri aen i sust na
ad, ugt

ptiimas do thobre '_rnnSW^I ftie. al
corn o Banco do BrasH.
Oi ministry, hontem eroi dias
is, responded a este reito,
a c: Se os senhores, ainda nao
sat-am o quo, occorreu, se no pedirarm
c6pia do contiato que eu fiz, corn que
fundamento fallam centra o meu casa-
mea-ito corn o Banco do Brasil ?
Senhores, e"nAo duvido que, pars
se fundar uma opinion complete a res-
peito do 66cordo do nobre ministry corn
o Banco do Brasili seja precise ver to-
das'as condicoes do contrato. Mas os
nobres senadores que teem feito repa-
ro neste asstump~to nao podem ser ar
guides dcjjl~rar aquillo .de que fal-
lam ; pornre_ a base parn as suas ob-
ivacoes esfA no relatorio do nobre
jir.stno, no qual se leem as seguintes
Ip amy .ms,.:
A A remessa de cambiaes para oc-
cqrner ao pagamento nao s6 dos "ros
o amortisag5o dos empsesnimos.^na -
dos em Londres, maas tambeulr4 as
deopezas quo o Estado faz n -
corn os vencimentos doprpo,
tico e corn a acquitbL de io


Depots deste rasgo'i Igeno
que pareceu causar-lr suave
gio, o duque ficou um mornm!A
sativo.
Mas quern demonio pod en-
contrar-me o author do amor pltnico
de Branca ?...-disse depots entrf si.-
Ella corn certeza se recusa a di-
zer-mn'o.
Alvaro deu urma palmadna fro.* e
ajuntou: -
Clide a sua amiga prodecta,
asua prctora ; 6 natural queSiba...
E od'ae, levantando-se da cdeira,
EM tybreve desvatiecerei as minhas
duvidas. -


etl. .b. ,j *
be 6, d s_~pro l0
nobrqM (e-~d PO
ruder, wn *I __I4
as cndi aes epeciaes, porque
u relaoro, .,0 nobre minuis-
,ncebo en MI,.r, '.Sav_.la
b forte, q euo, ,-

Sn .paqjquer .aecoo .tre
res habituaes da p que soa
ous bancos igl j ria
lsar racgao dresses oucps ;jador,
que quasi mmopolisivvamW ov'm imen-
to de saques ; e enLA inventor que o
Banco do Brsil pudesse tambem fazer
rimm
op 0s lde gsio.. s "_,.
:. .. .t<^: iua_nt~^
Smiist nao d via ser que. o -
vese a Oicativa rar ao ouvio do
Banco do Brasil e,, que U o
ser muito fatal., unido o0ai p D,0
approvando osestatutos dems'. o,
probibio-lne que fizesse operacaes de
cambio, teve muito boas razoes para
isso.
Um banco, nas condio5es especiaes
Iue estji o Banco do Brasil, corn a
ma pare- deoseu capital immobili-
em titulos de lavdura, corn vma
ena parte em carteira commercial,
e com depositor emgrande quantidade
nao p6de t3r proporg5es pars fazer m1-
vimento de fundos, salvo artificialmen-
te, o que p6de concorrer para o
perder. 0 que precise ao Banco do
Brasil para poder intro uzir-se no mo-
vimento cambial 6 crear na Europa um
fundo de caug,`o, sob e o qual possa
sacar, porque 'a d 'coberto nio se
usa aceitar 1 4 as o resultado
qual a6? 0 reOnsi a o Banco do
Brasil viprse na .- de man lar
deposit mi Lond. du 30 mil apo-
lices, titui de nossa tivida inerna;
vio-se na necessidade de fortaruma
caugao forte, afirn de.0oder ter autori-
saOiDo.para sacarpara duas pragas.
Qk i .enhorei, pergauntarei eu: oque
represedrm 30,000 a polires? Olhe-
mos paras balango. pora as forgas do
Banco do Brasil. Representarn- boje
trinta e tatos mil contos. Pois o Ban-
co, cOmn o fundo que ten, corn os seus
32.000:0006 de capital, estando immo-
bilisJdos 26 on 27,000 n nsuna carteira
hypoiecarias vivendo paraos sep.doa-
contos de deposit, e icus- ae urna
emrnissao facultativa potifavor do gover-
no, emission que hoje. aaemm 26 ou
i7,00eO ; :oeste-S, slo bi-
li.ar como cauco ;30O.W para
Ipoil : .... ,
fm4reciso, senhores, que o prejuizc
dessa immobilisapgao seja coberto por
mnuitas vantagens, as quaes o governor e
quern hade pagara porquede certo
todo o sacador qe deposit uma caucao
pars sacar sObre ella fazum u aacrificio;
ou tern um capital accumulddo p .i
depositor em cauiao, ou J az sacrifice
para obter o objeto deri"aucA- o
que fez o Banco do Brasil: ee-
cimento fez o sacrificio de imnI r
20 ou 30,000:0001 para, servlrenI de
caucao. Quem ha de pgar as deape.
zas dessa caucao ? Ha de ser o servgo
cambial.
Portanto, ja -e ve que o governor aio
pode auferir vantagem al{uma dess.
proferencia que o nobre mmistro, quer
digs que saim, quer digs que nio, ha de
dar ao Banco do Brasi para as suns
cambiaes ; e o quo se segue d'ahi ?p'
que o Banco do Brasil, aldm de cob ar
sua commissao, sua corretagem comg
sacador, ha de como credor em contar
c)orrente debitar ao mesmo tempo o 0o
verpo pelos juros das remessas; e en-
tie esse novo auxiliary que o" governor
era para si tern necessariamrnute- ede
4trej u'iq major do qu- o ge~Aplo


:7 patrbita faroantes, para os quakes
O pbtriotismo se reduz a viver de so-
Lhos.
SContinuemos, pordm, a nossa his-
toria.
Alvaro chegou ao theatre Real quan-
Po acabava o primeiroacto da Somnam-
bula. Esperou, pots, na, etrada da
platda que o panno descesse, entretanto
assestou o binoculo para o Camarote do
general Lostan. A$1btido estate 1.
D'alli a nada dirigio-se a0 camarote,
e encontrou sozinhas a mai e a filha.
Alvaro entendeu que nao era aquelle
o meWnto opportune para consultar
Clotlde. Come6ou por fallar na Patti,
perguutou pelo gperal, o qual nao
tinha ido ao theatre por ter n'aquella
noite urma reuniao, e por fim, dirigindo-
se a Clotilde, observou:
.- Admira-me bastante que a sua
amiguinha Bpanca deixasse' de assistir
a estreia da Pitti.
Tenho bastan'te pena; escreveu-
me urna carta dizendo-me que se sen-
tia um pouco indisposta.
A proposito de carta-volveu Al-
Wo,. baixaudo um tanto' a voz-tam-
A recebi u earta de Branca. .
r- c cobi nde-se com a mi-
nha-A i~~~i dizia nada ?
-Wit encia que prin-
cipiou -.bonte qu e julgo terminal
lk i. o, -4


ptarsarei4, latopr~ert, p^ f
oa; esta concarrencia h, If |
qqe o Banco n opose 9 lp 8
saques 46m dos recuQi J| ft
go, e o Mnobr iiM t
cursos da cauio que o "a
sil tern sao peque opa ch
as necessida4es d.p a. 0 8.
0 que obteve o Ba LoUndres e em Par "
Qatar at4 9AO: X, Para o 13P
estabeltecimen'e Bf i, a que o a..
bre ministr6qaat as fance
de Cauca deI 9, brio-se na
Europa uri S. OS.6.em
m ir outra!
P.tai senoren 0o posso favo-
ws ets relacdes d nobre ministry
9 anco do B asil.
Sporqqe razdo ha de o governor
i 4or em costa correote ? Neste
.lto de valores do Baoco, a som-
i epositos quotidianos que nao
p miem corn as sahidas, tern de
i ,a conta corrente do gover-
no 1tendo necessidades perma-
nentq o, e entio o que se segue 6
que seodao inconveniente radical,
de tirar todos os deposi-
opara o governor.
onso Celso ministryo da fa-
Este inconye te dd-se corn
es o theso M comprehende
operava& 4"dito.
aSi da Motta :-Nao so d,
o eu dtirei a razao. O1 bilhetes do the-
souro teem urn minimo que nao seac-
commoda corn os pequenos depositors ;
os menore-vwo para a Caixa Econo-
mica.
0 que vai para os Bancos principal-
monte sio os saldos commerciaes que
sao maiores ou rnenores segundo a ac-
tividade da casa deposit ,nte, segundo a
disponibilidade que a sua caixa com-
mercial exige para aquelles funds.
Mas isto nao se da a respeito de bilhe-
tes do thesouro, porque estes teem
prazos fixes, somo teem muitas letras
de deposits feitos nos Bancos.
0 nobre ministry esta ouvindo fallar
em letras dos Bancos ao portador; o
Banco do Brasil tern o direito de emit-
tir letras ao portador alem da sua emis-
sao facultada nos 26 mil contos ? No
6 prohibido a qualquer particular ter
titulos ao portador ? 0 Banco do Bra-
sil ou algum outro tern algum privile-
gio para ter titulos ao portador? Cretio
que nao. Entretanto tem-se introduzi-
o, tern pegado, o Banco recebe depo-
sitos e da letras ao portador, oqqe nao
autorisa o codigo commercial. Entre-
tanto aos 26 mil conto de e asiao con-
sentida pelo governor, e'*quo 6 verda-
deiro papel moeds, porqueO e paIb en-
dossado pelo Estado, veja nore mi-
nistro que rio balance dq ano eto
22 mil contos de letras &
nheiro a premio [esta 6 a ribrca que
aqui estajLe que represents mais urema

trav.. ao p rtao f6fMw~mt fs
.Uiontos do emissao legtfda., cor-
is8odeauma emissao ye'tei&,bo
Banco na data do balanco d8 irnil
contos.
[Ha um aparte.]
Nlao flic nas letra: hypotbecarias,
,ue sao permittidas per Ieo1 mas dos bi-
letes ao portador qeso 2Sait con-
Creio mesmo que atd sos outr Bn-
cos nao se usa desta formal. Em todo'
alias recebem-se depositos ad,q*ti-
tules nominatives; entretanto que o
Banco do Brasil tern mais esta toleran-
cia de urna emissio supplementar ie
22 mil contos contra a lei.
Ora, eu, Sr. president, nao vejo nes-
ass ref3es intimas a que se entregou
o nobfe ministro da fazenda corn o


Banco do Brasil -senio unutos perigos.
E o-nobre ministro, ane eu julgavaqe
entrando pars o mimnterio, tinha all-
do heranga a benqficio do iivedtrio
seen annuir a todas as 9ndik de suc-
cABddo sen antece o. tern dado
umr pronde quo -uns casos faz
renunci complete do' .i pios da ad-
ministacks anterior; o i0re Mofinistro
e o shade sabem as a .que ha-
via nas relaoes.dle qur co
muitas couSas I'qu V. Exc. igno0, e
que eu desejo qud saiba.
Pois comece ji a contar-m'as.
E' talveziimprudente...--observou
Alvaro, indicando cornm o olhar a mar-
queza.
Nao tern duvida, pode fallar con-
fiadamente.
0 duque ia comegar a sua revelagilo,
quando entrou no carmarate o bario de
abra.
CIotilde fez um movimento de enfado,
que nao passou desapercebido a Er-
nesto; mas nio era home qua se des-
orin oe film9,It. P, o e
M619 "- W digno de possuir a i do
Clotilde, e por isso empregava a dissi-
mulagio cornm urma pericia de actor exi-
mio.
Fez os seuscumprimentoscom amaior
natujalidade e reparando que Clotilde
contmnuava a fallar comr o duque, come-
gou a conversar corn ella acerca do
acofntecimento da noite.
Alvaro vio que era de todo impo"-
sivel principiar a suB revelacao, por-
que envolvia um segredo que s6 Clotil-
e devia conhecer.
Durante o intervallo, a filha do gene.
ral teve ensejo para dizer :
Encontrei algumas difficulda4oes
no quartet da sua opera, duqu, e,.V
nao temesse ser impertite, iuppMJi
cava-lhbe que fosse amaAha, depois do
almogo, auxiliarame.
0 d .que percebeu a intennlo do pe-
dido..e respondeA logo :'
Cornm todo o gosto, minha senho-
ra. 91o.pltaroi og exactissimo em
se tmDtaa do d aa
pN so depoid,'f ,ro
hiam "d.M".


corn it smoor
o Sr.i Sr" di- ,. rta-oiS, 56-"!,



veras 0 o re
fe implicita nao squ n 4ae. ee baUncO
a onto de arrisc.do az a associar-se
corn elle ?
0 Sr. Affonso Caelso (ministro da i fa-
zenda) :-e as eu nao me asdiet.
i.1., i. -- "
0 Sr. Silveira da MOt eV-Poi, se-
nhores, o banco que comdos pe r uema
quebra, poer um cursofned do. osen
papel, por favor do g( a.uIB^a-
co que liquid4ou-se doite0. c .
emisso extraordinaria, em circa ,
tue foi amortisando a principir cor 8
0/ e depo crn 5 o0/06 se d5oW cbm
2 1/2 0/0. que aivda est drveirso ao
Estado 26 mrail contos, pois estes.
que tern sua carteira oneradae s r
responsabilidade de depos9teo.
que n'um memento depanicoN re-
duzil-o a muitoAo mos eir-so(pisdas,
que tern umra somma iAnbM kannao
titulos ds lavoura com prazoi largos,
,te 14 annos e amortisaca a 8w
nas de 5 0/0, pode ser tofto o como
machine governativa e associar-se ao
governor, de modo queo goso rno es-
teja vivendo delle, mandando Os paga-
dares do thesouro, quando ha falta
de dinheiro para pagamentos, busca
I-a no bancosra ?
0O Sr. Aionso Celso ministryo da fa-
zenda) -LSemopre se foi la buscar ; nao
ha um su governor que iaos se tenha an-
xiliado com o Banco do Brasil.
0 Sr. Teixeira Junior -Tirando com
isto fretursos ao commereio., c.
O Sr. Affonso Celso ministryo da fa-
zenda] :-Lembre-se o nobre senador
das censuras feitas aqui aeSrt, o.n.
de do Rio-Branco pela g e
d64bilhetes~do theseur.--...y^
0 Sr. -Silveira da .-Sim, se-
nhor; eu fiz tambem; enas censuras.
0 Sr. Affonso Celso ministryo da fa-
zenda] :-Em todo o mundo ha isto:.
0 Sr. Silveira da Motta :-Mas, se-
nhores, isto 6 cousa divers; Irecorrer
accidentalmente ao banco em urn mo-
mento de falta, quando o thesouro tern
tide credit ate pars recusar a reform
de bilhetes...
0 Sr. Aifonso Celso ministero da fa-
1n da] :-0 accident era mei ordnla-
rio da administrageo., Ea todsR os
paizes do mundo dA-se se fblet.,,e V.
Exc. nao aponta um s6 g:fno que
;nao se apoie em um banco de certa
ordern e ief erite hUfMf o-. O an-
cez, o inglez o russo todos- ow gower--
nos do m.nado prouamm apoIawr-n'-etn
um estabelecimennto bancarin ** or-
nega recursos quando a arrercatao dia
reeita nao se fasa'em tempo.
0 Sr. Silveira 'U Moth :-Seonhoew,
iste nao so chama' apeMat-sa Ut un
banc,, chara-se ar a freguePZa do
govermo per favor.. ..
o Sr. Aflonso Celso ministryo da ia-
zondal :--Bem, aceito...
o Sn. Silveira da Motta :-... porque
si o o governor do Brasil s.. apoease no
Banco do Brasil, era urea miacrit..
=0 Sr. Affonso Celso ministero da fa- "
zien-]:-...mas o facto 6 queo gO-
verb-inglez apoia-se no Banco da In-
glaterra, o governo belga no de Bru-
rillas, o francez no de Frauja, etc.,
adiantando todes eases bances eommas
consideraveis. V. Exc. sabe dtuto me-,
Ibor do que eu; alguma cousa que eu
sea, aprendi corn V. xoc.
0 Sr. Silveira Ih Motta :-Eu 6 que


estou aprendendo3 agora. -
0 Sr. Mendes de Almeida :-Vejam
em que ficam.

(Continea. l
5i.B--................^
Cbotilde, como de certo obdfkos,')i"- r
tra-me o maior desdem';'eMas coombeto
huoeos pais pelo moeuadoh coafio que,
por finicontanrei vitotoarM a
Ah I! continue a inmsptir.?-pen-
tou Alvaro maliciosamrente. ,..
Insistirei ate realisar o. meU de-
sejo, V
E' deveras perseverant, qperido ,
barao. *
-A fi, rmeu caro dun iUiyWej.
a .,% 'o. WO
A dpoca dos misgM ps",
meu amigo; ji nao estams nup. ,
de Abrahbo, em quo os08js;
o inbohneD do
'dispense-me, oup j&a
queroperro e 'udrom il..,.
m omento,-a
detendo o duque--ou atJ *
gunta; conform o quDe; ,-
assinm terei rnais ou nienoi ftd i
gao dos meus deseXb ,
Digs lhi. .. ,:
-Sentiria qua se offiend pe1pt-
franqueza quo vou d.J
Essa bda;
Ama Moutld
ConsagrloIheaftaMo
-01k. quip, uazit
amisade eita o anmor., '.. ...:
- Podo ser;. m.
erigo, porue tencb f
ortanto,'6 iI i
nuar descuiil aq
ficando certo d,
onu eo
Srei i-




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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

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University of Florida
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UF Latin American Collections
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Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:14633


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B^BTO0 PONIA

1f Br da Familia
OU IENCApDIA DE CONHECIMENTOS
UTES NA VIDA PRATICA


Peproagoes ou possa-tempo
EntQg joe*gos executados no campo ou em
jardI o b como os diversos jogm da
pMi&f-rVijsmOovolverem a forgs, a agiiidado
e ai9f dams criangas s mesmo dos ra-
A n&w onns para ti.es jogos 6 urma boa
"UfW~ 6 a qua cada qual faz para
seo ua tb aegutinteo f6,-ma: corta-so e uma
boladec doe groasura sufficient, e sobre
ella aw n Utifa de borracha bastainte
longs- n G dicMs liras desta subrtancla, fi-
xando 4puMl cow uan. aifinetea e fazeado o
enrdaubdo mnodo.e a boea flque bho
que oisa iver cues do dous tergos dotamaeho
Com qu ideve siar, .fixa-se solidamente o ou-
tro sxta da tima da borracha, es sobre a
mesa bracbarn Urol-se pela mesa forma
fios .da t -grosa de borclar, e, chegada ao
popn* ,que ido encapa-st' a bola corn dons
pednowde camura lina ou oelic, devida-
meuttslrssdes e cozidos solidarmoente.
@WVr"tp ,. assim feils, faz-so immensos
iogco em qua pedem tomar part muitas
peosso ou uma apents, seindo qua neste caso
se atirs a pU1 de encontro A parede 0u ao
ohiAo pu ftparl-a no ar, no entanto que,
quande jogm diversas pessoas, consiste o
jogo em cada squal batter na phla, sem delxal-a
toc=r no chW, impellinda-a de si para os
outros.
Na u.ias hypothese, jo;a-se a pla corn a
mio-clQadi de hIva oun cc in uma raqutta onu
pamhadMapsada ae fim, e es jogadares se di-
viude Vo r grpos, cada umrn. dos quakes
seooe adft m ladedo (ampo desaUnado so
iogs, o c0ipWl dove ner ecolbldo cnum
tsrdntL- Iteolo deo 150 a 160 passes
e ia oguadstd 15 a630, c delimitado por cor-
das eaMmdiWias per taca3.
Os jogadores devet ser em nume-o igual
em atMh os. grupos.a e cada qual dove occu-
par o Iqgar qua lbe fOr d-signado, prestos a
apeartFe reeonviar a l0ta. A sorts decide quem
coamqa a joge.
t mut jogar a piUa d precise ter vigor
deo br"Os, agiidade de pernas.e goipe de
vista eegr.. A primeira lei dojo 6 impel-
lir apfiaatam que oela toq cbIA.-ou
qusefdetllaB !0 primer) r eI Denmais
a k on seompre passar sobre a corda es-
iMa d fd-enttO do campo, para separar os
doun gpes de Jogado es.
Cade parUd dq pils se compoe pelo menas
de4Nons; adt jogo 6 ddo 60 pontos, cads
suld a as gaha ksvale 15 points. Auim,
flt :gs T 80,45, vasntagem e partido. Mas
so aeds grrpoe se se guem ambos ternm
vamnalg, 6 indlupensavel que urn delles ga-
nb4ams jogos eegaldos Para ganhar a par-
tida :
CauIKTr.-O criket 6 um .logo de or;gem in-
gleea. Parm jogal-o so precisos pelo menes
do uI, emaa podem jegal-o diversos,
dl emddent- os tupos, de cada um dos
q(H|-te8 'mtfe adavei'
qninejOgfV asiso rkoo;.
U*AnrjeMFd6oeB, rmaMdo de uma croam
0040: a,. o rve dou m lado, so collo-
cmutas em duas pedras on
,e|ft ^ a jg m d or d e a m*AeS

"di 0o advorsrio, situado A distancia
Co Md.. faa paesar urma bela, quoe
3 et n ur doa edris oue .caj
(. 4.dove Ila a
e1r T oda soa croas a.,o c
la ba.---, o adversodf
i "a. N (Iso nevo I
tf gar ds Cato, aBMS
fg>^"MM~ni e gWda d a 4v
il a uotre ponto, A Bjd.1ii cuma pancadi


l PrOfilulJ,. __ .. :
Ao! eons tq &9afvase.- s Mi-uin n&
vendo prei"a fort wdbpocivlO stmg. oflPwhl*Iwi deai
So V. zEnds o sun Ardet: no slioe tial ,-r'&t- h ale- ',
do sor a ,amcor' ureici, s chtea A dp poN Aoms eiiKa,'4dI* joldn 0 Otust O Bra
i4frloir de pafimeroa fl .safs i dert ear 0 rocdbtf 4. '.t .
qustro erimunotetti Gatb, ondb te corimonasaia< hawlvtf
laponder ao jury.-Commuhicoarse a$ chefs .t oo A*xnowrciete seeM
d6 policia. ....vlad e i1
Ao inpwLoir da thesoaharis dwif A rflis dotsamft.
-Comn c6pia do aviso de 20 do O-,ga~t-C VatflevusntoPupssu
quo. o ,i~tet 9 idS dl ,Belqp. -Ow4'Sn'
contineaeo qCl 4w uue
ieui~D mcb asma data. ass"l
v, e~mSMUv j, da,.aaasr,,um


'da Santa CAAS ded'M4riwo
dia.-Slu1te V, S. dae pt laen ia
seja inspeccionado, pele j1&tabedte do' bal-
pital Pedro 1, Antonio Gomes Leal,A 2.offcial
da 4.C seoi da secretaria deptsa prtelsdenca,
o qual requareu lienoga, allegando incommo-
Sdo desade.. -
A' coumissp cen& desoccorros.-Ex-
pondo o engenbeiko-sjudlaote da nprtlaadafr
obrais publicas, em officio desia data, sob n.
156. a conveniencia de concluir-se, antes dAd
estagRo invernosa, algumas obras que estao
send executadas por contadeasa commisaio .
a necesaidade de augmentar-se para esase ftm
a importancla eontrogue so thedoureiro dan-
partiQao, sirvaie-se Vv. Ss. de .providelolar
no sentido de ft soe a oete a etregas quin-
zonal de 18:09&'egundo ocaloulo daquolle
engeoheirb, o-i .mento da sespec s
folbeas. E aM, aindatdaa qanatiqe
entregues a doVstaate dOS
to eis (itna qu 'teii sveidk etp -80 abrill,
polo que tornou-se nooessaria somente a de
8:0009, para a ztinzeaquoeexpirou .a45 des-
to mez, e a de ,450)j pars a quqe hojo ftada
assim eo dolaro aovx a s. para quiae ac
a respeito nVp mcU.m expostos. COveUnUn -
cou-se ao emmtb-oei undnate da repttpao,
das obras pdt cms.': '. .....
Ao inspector do sthouro prorni.8 -
Tendo resolvido, f vista" da sua ijMraco de
27 do corrente. n. 749, proror. p a

Limoo, p s'sprestrona respocltva fin* iDdes-
pedente do exercicte do cargo; assi mocom-
munico a Vmc., parsa os Ans convenlentes.
Ao mesmo.-n omi unjojas Vmc., parsos
fins oonveaietes, qua de ocortao coata a sue
informao de 28 do orrenite, n. 754, floe pro-
rogado por quinzeo prazio de trinta dia, con-
cedi do a collector l de Brrros, Sergio Ribei-
ro Tores para prestar respective flanca in-
dependente do exeroieio do cargo.
Ao engenheko ajudanie da reparUoao das
obrasi publicas.-Approvo, nesta data, o orQa-
mento que acompanhou sen officipo de 2 do
dorrente, n. 148 bis, da conclude do ga obras
de reconstruaoeo do proprio provincial qu'
serve de ceadeia na villa de Tacareatt. autori-
so-o a mandar poream pras a mesmas concu-
so, a que atera lougar no to. de julbo, dia emar
que nareferida villa se effectuar igual proa.
j, para o qne rometto-so ao reaspectivoe juiz de
direto c6pia do mencionado oriaiento, afis
do que tenha lucgr a arremata.o -a qnqW
melhbres vantagenos offereter, mnedlaadeNd
postas qug nerio apresetalas -eta palm-i
dencla. Dedaro a Vmo. qua a despam coam
essas cbras orrer p otnar ta da vcwbe-Re-
paros a conservai o u de eobrps,--do fsturo
exercicio. -Remetteu-se copla do orCameato
am inspector do tbesouro provincial e ao juoz
de direpto da cotabeu.
p o mesmo.-Provideo le Vmo.. pmra que
urn desenbsta desal repartiaoe, entledendo
se cam n engeeairo fiscal da estradt de fer-
ro do Limeeiro, estrala c6pies da directrix e
obras d'arte da mesa estrada ao s6 elati-
vamente a parte.do ae do ruade A aroapor
oode passe a estrads. mas taambe ao mur i-
cipio desem capital. Feito Isto, Vow. andrfa
as ditfa copies & oaamma municipal do Recife,
em solunlo A requioe per ella. felt a esta
presidencia em officio de 14 deste mez, sob a.
77.-Commanicou-se A oamara municipal do
Recife.
Ao promoter public de Jasboatio.-Ten-
do-ne proceEdido, enos moew de jamneiro, ua
o abril, & vieitsa ade demadeMa la, masguet
informou Voc. ema-offleio do 19 do oeWrent,
cumpre quae declare o motivo porque deioae
de cmmulosar e rewultawdoe visitt, coeno
fol recommended oam pruomotores pubUos
am circulares de 90O de outubro, 2 e 23 de Ja-
neiro.
Ao commandante do oorpo de poUlil.-
Maide Vmc. ref pr orww pae -, o tdesta
a^Rto efteM dte e flatetT d ,dttS-

T<$nhopr^^S'(t1*i .ir~K
qusl Vmc., referniod0-s & repo* daa.
esta presidemdlt em1O,' t aqsn
gtmeutoeskt fm
co t # .rdba.


IaPornsmbumso&


. ..? .... 'Sr.!
provincia mda accesar o robumnts- do
offlcio; d donso o bob n. 48, oquadl V. S.-
cdEma5i4Rs, 214.d ae e,I~slasqa'
do oa eaOLdeUoapo .um nor.npqe, pecau-
tiaa sltars da: lataf6rma pasa .m wagon,,
quando a loeomtva fazia evoluloes.
EIfEDINNTE DO DIA 2P DE UNHO DE 1879
A ds: '- .
0 president da pro6vn. de codform.
dade cow a ptpostD a 4 -dr,.Af^e .de t
mn 7i i4o n. ', de S 4
ta*r,&odado do O^rjeto 1 6
mowde Antgi.a Horm eC viao eiitAC mii -
sem. o exercia. Remfe 6 t
-'O president da iprbovlnei,' deeonfoe.vi-







40m
prode 0 .deoa pr. d
s.7 e77? da 3 e~t % ^
rar, o oe dog doe tdr- lho3me dos liboea
do do r o districto das vreglaoeas dosa Wrs
epSanto AMUao a Hermino Jose da CMu e-1 r-
d gentizo do Ho5anda' Cbcon.-Comlmun.cou-s
ao chefd. 17ams insist do soss



0 print a provincis, tteondndo s
qao rsqutado du JoseimGonai'u Ayto sapbmet-
tado o 20 irotlptbrdflo do ejbial4'nedo 7WoW
cial, JosogXavier Carneiro d, camro mudel-o
lo, reoblve doceda -lhe 3 mene coaeli ooa,
cobm os respectio veaUeio*ostno



sops pisnia,.ns ae
da 20 partl do &-art. I -a_ 11 n. C ,I08 de
29 do mato do para traar doe sua slaf
ondi the wift'vtr.



- 0 presIn dante da provincia, attended
quo request Josquim Gon-lyes Ayres; pro-



os d d en ,'d 7 de
abi 0, pmroroa -por 20 me0xes, 4om' mfitod d6
ordeIado, aiMenc 0 ltl OeM cenoeda,o




para utr-tar des do rne p otousi
- 0 0eet-e *sml r, atgdel M
0a que teondornn6nl 'n" of
ficial arcm tad 9e660taria difaae, t




providal, is eh viseo postd i -a irt-c
medic putosao pedr orW0IoPo
n. 74% d6 I t-01 do -0
pros delt, =1'nco, nroa ct do-ib atit
da let a., 11r14 e 1itdl73. L osjn
tal-O corn ortet~6it~a U~ Vonaa pma
ds 15 ands, denSOw.'C.$remo,.
tbesouraprdfair ascl .
0p.or ute 2realalniald.tdo ato




Cuo api dseo liat eol~o, moa terozad
de1o do aiso -do pttweinsal dt itt04rtc-
e100 pumfem, a 0 pkimee doKDr Joao Pedro,
tfadaro do Feacemi resolve ambceder-lbe a
roe. todo mse oi-il oso pra Iroa de &uas
maode. onde~i*W -t~fr
0 pestdsto dw picia, M sorT o dam-mat-
p m~buicfto6*.WWs cbn-fo #rt. 74 do toift a
doagoaVRhcfe aiod aluvt prrO a
sos-Ao da nuenk ;=sas o
Vtnlm -Goadftumfc-se ao thesoufb a A ws-
Ofmeos:
Ao presidecte -do r#1891o,--TraDsinlti-
alo Ga V.Sxc 1k o n~t d"jteBdW"151
61A&Onitempe eelttl rtrr


fw&nrt, C pa nAtmlto Freire ie Car-
js r4 so ausenter da respectlva frengue-
wekcto do arsenal, do guerrn.-m
.Ogi> fi solioita oebefe de poliela
so.uio I-. mMde 31, -d.ialo, sirva-soV.
9eaea tbara que sseoam feropla-
BUyatontia comowacelh.toe id cama
afim' de quo posamt elles aw
mlos no afvigo da fochiua s due quar-
onfommse requsiteots e ommandnote des
s.-Communicou so ao chefe .deo olicla.
masa. Delarando o miniaigto da
-mae imso do 23 do eorente, quo o for-
decolohas A eafermarla de apron-
dose arsenal, p6de ser autori-
a rusa ditoeteria, A vista do que dispoe
Q i78, a oe termpos dus arts. 185; 186 e
S repiianto de t19 do outubro de 1872,
vo a V. 8,, pars os fins conveniences, o
o,, ique a refse o seo offlcio ode 2 de
f de 25 cobertasn d 8a para a enferme-
d Berkd aendlM.-Communlcou-se
d ( ride fazeqda.
o rfeodor do -ymnaslo. -- A' vista do
-d Rivma. sotititeu em officio de 26 de
atirgo-o a minDdarelimiar da matri-
cr aslwnos posbasltmh da piviascie, so
kd SebatsideiMdleo Rego, fitheo de D.
MaIla deoVello Rego,. que assim o reqereun.
l-,-tpmupeuq-s6 ao tLmoro. ,
I -*o mAIpector de tbsouro.-.Traostm Uo a
V Miamft adevidos fns,; w Mta jft laonal
W&ido quoe compareceroa iimS er-
bp asMsio e, male,. be astua
o p'P dos empregados da memswo aegsoabtee,
i'-4 0o juiz do o Vde Vllla-a, -Cer "


$" 91 .,O -ft e f's
01 l 9|arU ~atJ tbwr sdo


didaulo folz mwn pitdsf dr9oso-t
cordo cornm o subdelgado dwd- f des"a
villa, #1o supplent '4e 0 Gan* Frlf b, ba- t
charel d"dutid-hvidMtoefr Pruddenlo deo
O:iveita Pmentel e Tbhoedoto Ponira dalamr I
as qas di am emoreoitado a capture dost
delinquentes, cabes weommendar-lbe que,
em nonede6a s prcsideoui leave Lamenlio-
nadas auo6rados,'pelo eW osactivldade com
quo proedemraa oesta eitpbz2. Ottrosaim,c
reeommndo a Vbm 43a4 we 6oSwnWique o
resu"tade do proeo que vat a itnstaoredo.|I
Ao osmade do douftwpeilflca.--
P6dae Vmc., deoaccord d eom a Lutoraeio coms-4
tate do officio 'n. 647. de 31 de maio, dar|i
balxa ao 2o sargento Gustavo Ernestino da Cu-|f
nha GalvAo.-Mutsit inmudsntis, mamndndo en-(
gajar os paisanos a quR se refers o official
n. 649.I
-- Ao-mesumo.-Em additamento ao officio4
de 13 de marCo, reooetodo a Vmc., que
mande, corn urgencia, destasr 12 prastsem
B,-m Jardim, sefo 6stibHmtkia 3 quae ABse
faOM0 e opunidmasde oBferisdd coe o'o dis-
o nreoulawento 4ewse corpo, porlerem
80 e-eds 1pdo ao o upbnto do ddesegdodo
0enno, cea consta tdooffieodo befo-de po-
wia, de 9 de masio, sobin. 770.-CommuanIcou-
si o chef de peolicia.
-- Aojuiz imutcpalude Nazareth.- -Tondo o
presidents da junta' 0 ial doe qualficsacao
.de vottmtesdafrSuide Tuacunbrm, me
SoimwGftndo" a2 dafi.alo quo ewnteeu a
Vic.,'em .9 de abt 's livrose o bais docu-
meatos reSwtiVo t ia & massim
Io faCo cOmSt, a V F e ddtomento ao
mse o o de WL =tE .
Aos moibA I juna municipal do qua-
lificaglo do votonptea salieSt ti.-Swte do
qw Vlocs. Topre etoi tia oftldo de 02 a 28
doeiao. M E*$_. ososua0

dl roje o telaui vis-


qa -ftcaco W d t. ta&$ Inr-


L.. potente re-
i ~ ~ ~ ~ ~ p doer e id-aeacR
d *Wrra"I.* ^ .,
^ pKii^_g~i aM!77_7i


-. 0prsw.te das provineia resolve dotIt-
Mr O-Gipie de,-ol-.WK. acon. deo escrivSo
eisteoda varalivel do Recife', por ter demo-
eard propoaitalmepte a codoluso 4o. sumama-
rio crime insfdusdo contra'e Josa Bro da Sil-
va, conforme daou o Dr. juis de direito do
29 dtstricto, ral.'-Communicou-se io jut I
do direN dia taftels. ".
- 0 president do provincia, de conformi-
dade oom a propose do Dr. chefs -de polka
em -Si- n. 791, de hdetem, resolve nomear
19 lm teodo aubdeleapodo lodistricto da
%|Mwldw.du8ast n Antlo, ao aiferes Francisco I
deoi. ia.--Coammunicou-se ao chefe '
s-41 idnte da provincial, A vista da pro-
peeWsa Dr. chueee pde licia em officio n. 795,
die hotem, resolveexone r, a pedido, do 8
supplonts do subla 1 to district ,
Palmare, a Trfoi& Frrh St,,S.---
municoa-seao obete de policia.
0 presidents da provincia, tendo em vie- '
a a proposta do. adminoistrador dos correlos
mm offloio de bhoje, sob n. 395, resolve, nos
Lermos da lei n. 2,794 de 2 de outubro de
1877, eonerar Jos lgnacio Mouteiro de agen-
Le do correio da povoaCAo de Unsa, ipor assim
o hayer pedido. Communiouao-se ao cor- 's
reiou. "
Officios: L
Ao chefs de policia.-Declaro a V. S., em
respostae solflcio n. 765. deo 29 de aio, ao (
qoal veio.annixo outro do delegado de Goar-
huns,, ablicitande, reform .pars o respective
dlesumispento, que nAo pode ser augmentado
o nuflordo 15 pracas alli estacioadas_,cofl-
formoiudica o mappa diado do corpo do ,po-
licay A*o mais. quanto a foerga deo limba,
quea an pmaraVila polia escellando p-.,
som, teoe rdem de, em seu rerosso, 0e .d I
morar eo Gamnmos, 'durasto proima set'-1
sAo do jury, finda qual devwi reeolber-se A
tats conlerm e fot ce m- eAo a V. 8.
m 24 de abriL.-CMumunnnica-se ao juiz do
dreito do Garanhuns.
Ao mesmo.--ExiKido a importaia e
deseanvoIiminto a Gl1onia a- e a ptSqo i
ca constates de urn, deu-m F BoiprOes
ceit .a.vU, Ma~~pa peSplo U delegadode
BStoio de o car d suma dqpoa.woA ,J. wMw.9k
bM fco~nnffteqn~fpe Mawe itpara as
nnsw~p~r sim rqfi


-- A oos aatnLo-Acbndo.' eso '
tado os 4;OOMO .I em virtude da
ordem d'es': pr-1mdeidsA.a 30doe:.abrli, ao
ibesoureiro d repafei. duobras publicas,
para as despeAs d a asuurueg da post so-
bre o rio Una' em Palmaros, Slrvamn-se Vv. Ss.
de providenliar no sentldo de ser-Ie ontregue
igual qautlia, conforme pede o empbeiro aju-
dante d'aquoleUa repartigio em offeio de hoje,
sob n. 165.-Communicou-se is obras publi-
CBS. a
Ao Juiz de direito de Vill-Bella. --Em of
fcio de 12 de mal expe x Vmcs e. bayver dtclara-
do aos criviaes do Triumphs, qua as justif-
ckNo pars a nova matricula de escravos,
madadsa abrir no mesmo teao, devem'ser
leitas pOur distribul&o, e neo serem privativasa 1
do cartorio do orphios, a vista da ultima part I
do art. 19 do regplamfenroW. -4;83 -do.-t. de'
dezembro de 1871; e consults esta presiden-
cia sobre essa docisio, attenta a recamaggo
quo Ibe hoi diriWda polo respctivevo eserivio do
civel.-Em rspeesta declaro a Vm. que foi
regular aqtella decislo, por ser contorme corn
o qu seo deouz do citadi art. 19; do art. 80
1. do.reglasmonto n. 5,13&5 de13 de novembro
de 187 e avisos do ministerio da agriculture,
de 30 de mrombro e 13 do dezembro de 1875 e
outAm dapsiglos em vigor.
Portarlmz
Pars powder resolver sobre a approvasAo
solioitada e oi fado n. 81 de 23 do mole, cum-
pro qua a coamra municipal do Recife me de-
clare moUv por quo. Lndo resoledhido Maia
& Foerades e ceuurato de arrematanto de 3
prodios do prapa do lndopendenoca, em virtue.
do de. infre da asoondiqoes outptai,
contratta novamdnmiOeons ow roforidos Mals &i
Feomaudee arrendameoto de dom dos ries-
mos puijos, .
Conutando%4 lnformsnago documentada,
submeso da is ia r.ap gio pelo Revda.
vigario capItur, quo s prart.o da frogueoms
so log. is _mem d f eioa ddm eoceder gra-
wbi~ert g^parsnncqaefsd de saissn
Os-a(onr'e d. urn po.vuls, porqm os

d||twei:,ik aoja.,reieaM, i do. -UrnB. !mrs

I -m,111 ifflii~ n: .Tsde t d rmai. /
l-;. Par poder, .resolver. sobrem a 9prov,4aol
oi~j^ fe f lue0wH~9A *

-m*e^ efki rrtiaoi m
44al aetai i U l ni tB ii|t


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ermi-dedo .fi. ."
Ira urse.adulra'ir 1
lever. Nio cos _4 1
nho por ever d a vp iad o
nm sentiment, e eajstamente S III q9
poer ventura posa experimentar, ,i
ne quo: vou responder aos obeso .|n .
ue era poltics peosa m omoeea psaso0st4
0, porque perteuemos tlodAos a grite ka-
ia liberal.
Mao,.Sr. president, a qudeto Uo sn apri-
eow nas contrariedades ede-pretosp
eenddas, dp um Ido, e do omtro. asvws Wi
tos de ppreciagOes infunadads dosi so I-
mentos.
As expreoses de deogosLos aqui art stlap.
a8o eneontramn acolbimento no conaei. dos
oeo. p rote. S. S xlc. o Sr. iII
ago. a crenop poleitate
) caractsrisa como homemr public .ds gow-
ao, ali esta urnma difllcqldad iusuperavel
contra o empenho daquellos que aqui prcOura-
ram. demonstrar o contrarie.
Procurar-se aqui provar, Sr. praosidente, quo
L. Exa. o Sr. presidents da provincial na 6 4-i
beral I E come. senhores, iato.a srlapaei-
el ? Eu peQo licenga aos nobres ddqaw*o.
ara dizer-lhes que estao em error maufMto.
Apartes]. E' pasivel duvida-so do.Ulbears-
no do gabinete de 5 de jaoteiro, qu adomept
a conserve S Exc. ?I.
Ouvi dizer aqui nette recinto, Sr. pr"esldn-
*e, que 8, Exic. o Sr. presidents da p ovlitla
era eouaorvador, e coma taento.py ,ia-1aS
mereoer a nossa conll"ana... No.6 exact.
Ninguem, Sr. presidehte, exboede- ao Sr.
Adolpho de Bairos em sametintos s.bres ei
favor dCa ua provinocia, e ha de ser t anto .gaM-
Lo S& Exc., quem for liberal de iG.p ;didn-
Ladas, anteriormento provadas por akicto.
Voes-Pego a paJavra .
0 Sr. Baro dde Nazareth-Princio, Sr.
president, pelo discurso do nhobre etado o
r. Dr. Clodoaldo de Souza, quo frlp j.pgi- ..
melk lugar, e quo rompeu houtteu.,o,4-d
S. Exc. disse-nos quo o Kxim. Sr pcs
da proyincis era um isdministrado.o,.p
am tudo que dizia respeito a sua ad.u=atl -
NMe vejo nada, senuboes, qu urtse


mento do sou ever ? Qdoplr'(Wi
rido, e ao qual &. Exc. detemasse.,4 :a.eoder,
a providenciar opportunss "tseiao.seid. ,de
Lornamr effectivas as garantiajde pioprIpjde o
ide direitos indivLduae, de io4a que, a, ordem
nio fosse alterada, a que sejaq4a sompr roe
peitodas as nossas institu.ag ?
Nao 6, de certo, a sua actividade apparato-
sa e cheia de oslentaCgo, wasie ns seW uda-
dos no exercicto do cargo tal o d l mapan-
:a desapercebido. Nao basts, seobaui. ea-
arse nest as asa proposig5oes da Eolte sd.
iUeiiir- qi ,o aam arqui .ntiaase we-
sariQ proval-as ... "-'
0 Sr Codaldo-E-gu procure p
O Sr. Bareo de Nacreth-Sr. 'i
disse o nobre deputilae -quo S. -ix, a
primeiro relatorio apposnto Jti
ilcou refermas, emfim. m, el
dosa msostrr-se Ipuvavelmente
vamenote 06 boead p-B.i.
do-se al6 a fazer dasta trPQifeW
buco um nova dem. O r l.
que S. Exc. o Sr. presidwt 4 |
mostrou-so assim, na-atuar deouau t -
lustrado boem intenoioado, ([ci:.
isto] mas quo apeuar 4deso"M ben. 1
prumessam de S. Exc. nto unba s ,
urnma bhespanholada. .*..,,-
Senhorem S. Exc. em seu relatonormospqu
se reelmnte ntomnteressado em fwvor.a l 8-.
cia, mao o qa e no 6 mew oomis gft j B.,
tambem mselrou-seIpe Imp eesna ia
noswe estate fioakceiro, ___ 1
isso a mais restricta economla.' 3mw as-
dade.
Mis, pergbnto on ;:eoetdod|-
financas e praeai ii.tfc .gi^ j .
.ia realismr as ii.ds quoe'q r ]
realiar as reobruas .se etsa a i
risoupanaito? Corns a pea on
a reahlasgie do peassmento p lew hs. *
Exc, ? ; ll. .-:', ".*
UmaSr. DAptwo--V. txc. .ost*.ou.,qo a
a sasembl.e. -* a- i .*-
o Sr.,Be* de Nas,,sA-En t, -,.
suns a amoelia; eaten d4
meuoar Sr .- .,, ,"
0 $i',;Ctoaidt--VaMoano :_,_ ,.


EKPEDIENTY DO SECRSTARIO
Offiio:
A Gbo doe peia.-De ordma do Rxm.
Sr. p dsp ise* tmu lssY.
*9.eX<5o nsaw~ow do 4'*p~t
i ,;d I,, do gla oo-
e oea piaf6tonte do 0ofsela
4*^ 6. ^Sdfb c dtMte o






































*o' '. *^ f l^ .:,do:^ i utf^ + '"' "i w ?^ *1 .- aM Bi -l-,','-'-' f-,Z g -^ M toP^ M-^- M' "^~ g ^ '^
"...^-;-. S," (.-f- 8K **^ )T ii nritil ^ ^ *lllilifcai .-lei, lll*^ f^ ^ aii ^ llld i Mt*MllB^ il~ i lS l.r** ig~ t'B`irAf q tuefl< "to E sleggi aeter""m"tao^t '' epo..al plea
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5r peidn Wu estad M.ID dizierxpar- Is^to do wof~ ^ amW^\9 pemambai.Wina Mrff A-f ^f^lM^ t-~at ~io^ /
o oboetfW: %Wi(hqsvoLMe^l yM '~e ^^** >'ai doger_ 4W R" .6 s0f.) 6, Ga.a tefsieleeie-'& L ^ ^ 1^ '"vr*'g~t Kti^a ^ aia ^i~afMi(< I^!?^^^^ peoV~c estaw~etolw coinawsou8^ outl*`% w?^^^ ^B Itor*^ ie
ml?^H~iP'PL 4 0- At d ^1*'^18iaiMe*s'^ St^^ ^^ ^^^^r u>g!ls^^*


nobfB m ,3is. 61Coo~- ee~^cto odsnscneuopruf~^ WMdnal r D a 6o prsea1 oi 0ef~i^ ie .Se i fl<,NjlA -.tfW ^ ^/i s mtd cwaIaiao

oW~ftL h^Wi~. ^raq f^ Maiteft oim Me ^JT ^
QlffSEx.cnurno peii et Ifftpt. -U4 Aft. ** ...-> ; ^ ^ ~ 9
pliMi~tt cinl*^pn gMie rtnna t ^rrM1M*r9wM^K)^ ipt^ g "0^ ^ JM- n r1anfyh ^ 5-ltai~~rr^-"~ r-it ^ m sff


a r addck n ba~ presidenias ase blrerl neoco Bdot>a006 t&S- 244a44P MaJi IPrda U

amnowae. 4W& quei moft 'si M,1 dot-la or.agt ci=teaofmafi n ir^irii i~i~
"4~M I s&^ ft ft, Daem.l ftrafi3f tri rty| so 0 fgfeiyhloSS^ t.deto f bb. /.*;e0Biquattrttp~~iarwtaifast"
OWN"ig^^a^<^0 I^ "JCW'^^ ^ f'^ (). -a^ C.E~ g^ q.. *:p de dqeo '.'g3E.-^K~sat*z-.^ 9 0 f io 4wl"Oft. 0_. 0F sic ^-*-- -- Mair i~zw~d M&# *''"- B^ al rlo' 6p.bM kfiSiOHBN44.w.iTa- f^*,,_ 1 ..e~k ^*^^ iiir*A~ffr-w*
seat~lBB~f88""* W 1#'1 4 P|MV' IMIy w^ w w wpo wtw14MT^g^f-p4=lBa0a6i" a33w siliriB tetaiti~lttt''s-~rx t B*|^^^^w.<^w- ^,p
e~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~-- -iiii Wd ^^t^ton Owb^^iaft"Wr t5T%&,Sa~~S^M^t^^fH>^i pii^ ^l~t|oi.. ^fn
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