Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:14621


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Full Text

















































1 i brasUletros de 5 o/o, empres-
tUllWe 1675, a 921/2.
@loMk4o do *lssucar calhao, e os pro-

LIVERPOOL, 30 de julho.
Vendwam-se hole cerca e 8,000
balas cd! aJgodao de divetsas pro-
cede i; sendo o +de Pernambuco
a te o PAIR de Santos a 6 5/16
d.&ft libra.
JROvA YOUK, 30 de julh'.
Citmbio sobre Londres 4-861/2.
Preqo do ouro 105 1/4.
Agencia de Pernambuco, 31 de julho
de 1877.
PELO DIRECTOR, J. BROCHIER.


PARTE OFFICIAL

Governor dp provlnoia
EXPEDIENTE DO DIA 14 DE JUNHO DE 1877
Actos :
0 president da provincia, de conformi-
dade corn a proposta do Dr. chefe de policia
interino, em officio u 463, de 12 do corrente,
resolve nomear subdelegado do primeiro dis-
trtlcto da freguezia tia Graca, do ternmo do Re-
cife, ao lrmeiro eupplente Augusto Jose Gon-
Calves Lssa, primeiro, sgundo e terceiro sup-
plentes JoAo Brindley Fox, Manoel Jos6 Mar-
ques Bacalhao e Miguel Ferreira Pinto, na or-
demn em que se acham. Remetteram-se os ti-
tulos ao Dr. chefe de policia interino. .
0 president da provincia, attendendo ao
que requereu Deodato Pinto dos Santos, pra-
ticante do correio, o teado em vista a informa-
C1o do respective administrator, datada de 8
do'popreute, resolve conceder-lhe sessenta
diaisjte licenca para tratar de sua saude onde
ftb6,vier.
Ofilaos :
-Ao president do Banco Industriale oMer-
contil do Rio de Janeiro.-Transmitto a V. Exc,
para os devidos fins, a inclusaa primeira via de
IJe"= de WWk394WC, &oaat felo- Ummuw
provincial ao Englisk Bank of Rio de Janeiro
desta praga sore a caixa matriz do mesmo
na crte a favoa do Banco de que 6 V. Exc.
prsidente, afirm de habilital-o ao pagamento
dotfjuros venciveis nofimn do correrite, das
apolices cu' ewissao foi agenciada por esse
Banco na Wrma do respective contrato. Ou-
'te aim, remetta a V. Exc. c6pia do officio do
inspector do mesmo thesouro, de hontem, sob
n. 287, relatiyo d applicagAo da alludida im-
pottaneia.-Communicou-se -to Lhesouro pro-
vincial.
Ao Dr. chefe de policia interino. Auto-
riso V. S. a fazer alugar outra casa para ser-
vir decadeia na villa de Panellas, devendo o
delegado do termo submetter A minha-appro-
vagao o respective contrato.
Ao commandante do presidio de Fernan-
do.-Na primeira opportunidade faCa V. S. re-
gressar para esta capital, conforme soliclta o
Dr. juiz do direito do segundo district crimi-
nal, os sntenciados constantes da relaao in-
clusa, devendo no caso contrario declarar os
motives porqtte deixam do vir ditos senten-
ciados.
Ao inspector da thesouraria do fazenda.
-Transinilttindo a V. S. a conta junta, emn du-
S plica, de i06,$460, correspondent ad accresci-
mo da obra executata na coberta do paiol da
polvora da fortaleza do Brum, recomnniendo-lhe
que made pagar ao arrematante Urbaio Vi-
cente 'errira" 71;635, restante do eredito con-
cedido pela or lem do thesouro n. 223 de 15
de novembro de 187C. Quanto aos 345795, que
* faltam para satisfazer n sorima devida, cum-
pro aguardar o auglento de credit pedido ao
.ministerio da guerra, conforme declare a essa
tLheoraria em officio de 15 de aneiro.
ko mesmo.-Comrnmunico a V. S. pa-a seu
conhrecimento e fins convenientes que em avi-
so de 0 de corrente n. 1,492, declarou o minis-
terio do imperio, fear approvado o credit de
60:000,00', aberto ultimamente, solajespon-
sabilidade deata presidencia, a ven=i-Soc-
corros publieos-do exercicio de 1878 i 1877,
paia acquisicao de generous alimonticios desti-
audos a populaco desvalida do alto serteo,
flagellada pela secca, attenl.a a insufficiencia
do de 40:0005000 approvado por aviso de 7 de
main ultimo.
Ao engenheiro 'ajudan,e da. reparlicao
das obras publicas. Tend.) nesta data, ap-
fMpado o orcamento d urma porta d'agua
tde de Caruaru', na import.ia de
1 o'criso a p~r em pratica a mes-
ma'tn qcf deYtrA sbr executada no exerci-
cia fturo, correndo sum= despezt: por conta da
verBa Reparos e conservanco de obras. -
Communicou-se ao thesouro pro incial.


Ao mesmo.-Deferido a petigio em que
o commendador Vtceote de Paula de Oliveira
Villas-BOas, solicita&e se made reparar o
estrago feI i aio n. 4. do sua proprie-
dade, sito A twa-w sta e qie servio de quar-
te.l A guard civica da fregueziAa 61S. Jos8, re-
commendo a Vipc. que made tfeluar esse
concerLb no exethicio vindouro pise qu* doe
100"000, o artda2'por .e neart 'o. a8m-
maduf se Uwsolftopro"vincial.
1 f proMtor publco do Ifn--
1w urac1m, Uo bie o dkmtu ffw leciwottLHa4iquim
S Sii Como i3an04Ia presi-
|84T V Wlap46 d"poela
de~fhnpdso de ex-
2,rus.


Ao juiz municipal de Garuard.-DeO
do Exm. Sr. president, respond ao of"0a 4
Vmc., de 28 de abril; am que pede a rwm
dos modelbos dos mappas parciaes estaUsticos,
declarahdo que as collecoes dresses mo4elos
tern sido regularmente remettidas, e nao eds-
tlndo mais na secretaria, cumpre que V. -S..
para satisfazeoirequisiglo da circular da pre-
sidencia, de 26 de marQo ultimo, os made
riscar, ou compral-os urma vez que existed
A venda por medico preoo.
Ao promoter public interino de Tacara-
tfi.-O Exm. Sr. president manda accusar o
recebimento do offizio de V. S., de 1 do corren
to, transmittindo o mappa das denuncias dadas
por V. S., durante o mez anterior.
DESPACHOS DA PRESIDENCIA DO DIA 30 DE
JULHO DE 1877
Abaixo assignados, moradores na po-
voacao de Santa Cruz, municipio do
Brejo- da Madre de Deus. Informe o
Sr. inspector do thesouro provincial.
Argemiro Francisco da Costa Feij6.
-Informe o Sr. juiz municipal do ter-
mo de Ipojuca.
Antonio Gomes Senra.-Passe porta-
ria na forma do estylo.
Benedicta da Cunha.- Remettido ao
Sr. provedor da Santa Casa de Miseri-
cordia, para o tim declarado em officio
de hoje datado.
T Cosme Felix Correia de Mello. -In-;
forme o Sr. inspector do thesouro pro-
vincial.
Francisco Jose da Silva Guedes.-In-
forme o Sr. inspector do arsenal de
marinha.
Bacharel Fiel Vieira Torres Grangei-
ro.-Passe portaria, concedendo, corn
ordenado, a license requerida.
-Jose Candido de Moraes. Por ora
nao pode'ter lug'ar.
JoasMaria Ferreira da -Cunha.-Ia-
forme o Sr. commandant do presidio
de Fernando de Noronha.
Josd Joao de Amorim Junior.- In-
Fprme o Sr inspector da thesouraria de
fazenda.
Josd de Amorim Salgado.- Junte fo-
lha corrida e justificago nos terms
do direito.
Tenente Josd Placido Lucas Bion.-
Deferido corn o officio desta data A the-
souraria de fazenda.
Maria da Paz Nunes.-Remettido ao
Sr. provedor ,da Santa Casa de Mise-
ricordia, parab fin declarado em ofli-
cio de hoje datado.
Mathias Gomres Fernandes. Passe
portaria na for' a do estylo.
Manoel Gon lIves Ferreira Costa.-
Deferido corn officio desta data ao
thesouro provincial.
Secretaria da pr sidencia de Pernambuco,
31 de julho de 1877
0 porteiro,
Joao Gon lives dos Santos Junior.

Officio dirigido A co missio central de soc-
.corros nesta capital pelo missionario Fr. Cae-
tano de Messina obriaho, enearregado das
obras publicas em Villa-Bella.
Ilims. e Exms. Srq.- Em resposta 'no offi-
cio de Vv. Exes. de 14 de maio, cumpre-me
manifestar, que autd risado polo Rvm. prefeito
da Penha, de acc6rdo corn o Exrn. Sr. presi-
dente da provincial, para dirigir e administrar
a recontrucn iao do acude desta villa, tomei
em 18 de maio nessa capital o vapor Dantas,
aportando no dia 19 do mesmo mez no Penedo.
D'ahi flz a viagom em canna at6 o port de
Piranhas, onde tome cavalgadura; e em di-
reccao ao meu destin ) toque1 na villa d'Agua
Branca, provincia-da Alag6as, e a instancias
das pessoas ahi reside fnes, demorei-me corn o
meu college e com[ uheiro de viagem, Fr.
Cassiano, para a rec nstruccgo de um acude
de serventia public aquelle iugar ; e gracas
aos esforgos d'aqueh s habitantes, e auxilio
de alguns proprietar s, podemos, em poucos
dias, condluir o serv o.
-Animnm,-nos a rea sigo d'aqtelle" servivoo
conhecermos de sua utilidade, nao s6 para os
moradores d'aquelle lugar, como para a multi-
dao dos miseros famnintos quo diariamente ahi
chegam desta e outr~s provincias do norte.
Continuando viagojn, procurei a villa de Ta-
caratS, e d'ahi arill| de Floresta, onde sepa-
rei-me de meu colleia, Fr. Cassiano, eorcarre-


,ado da reconstruct do aumiie da villa de
riu ryo; e mrgedo sompr'e, o rio 'eu.
antes tao ameno, ai cheguei a 16 do mez
findo!
Releva fazer cheglnao esclarecido conheci-
mento de Vv Excs. qh. embori na) estivesso
autorisado 'pp'o tria porter dos geaeros ex-
pedids d'alK ontendi(deyp' auxiar0 os com-
missario, solihitandu das pesess por onde
passava, meios prontos ara, cornm mals
presteza, ohtgarei es .s g6eG.6s aos Jugares

E', Exims. Srs.,jlp de toda cowseragbo Q
qoadro quo ap; fliO s tpovus to fpOI
G'rpos numerosos vau O'am pl. .
e rmio das pouk6Oe vla- s; cobertw
ftlutarilP tla-pias p06diodo anm
-., -CIAWo CUaja A. Jesi wIt

A- I .-1 .- I
e re0 mm^^^ W ^


0 acude, Exms. Srs., tornar-se-ba, deaol
de concluido, atna important poprildada';
calcula-se ter 1,900 metros de comprimento
250 de largura e 6 de profundidade; tern 4
metros de paredlo arrombado, e o paredao
Oxistiate necessita ser doemdido por ester Lo-
skdo de formigas.
SHa.dias principiei no trabalho, e espero, nho
tMfaltando os generous, poder concluil-o por
rtodo o mez de agosto.
Sirvam-se Vv. Exe. de solicitar do Exm. Sr.
resident da proviocia, .e Rvm. prefeito da
enha, a maneira como devo despedir a tan-
tos iufelizes que necessariamente, depoi4 de
conoluido o acude, dpverao pedir-me socoorro
e.trabalho.
Gonvem lembrar vAv. Excs. que aqui nao
serA possivel continuar com'o ajuntamento do
povo, poisib tendo este lugar recurios pro-
prios, necessita que venham de fora. E co-
e rirem. se veo escasceando as conduces
para trazel-os de outros lugape?
Dignem-se, pois, Vv. Exes., de lembrar ao
presidente:da provincia, para aproveitar al-
gum trabalho desses infelizes enters em luga-
res pertos de rios perennes, ou via ferrea.'
A chuva "por aqui costuma apparecer de-
outubro at6 janeiro, e s6 de marco em diante,
se dove esperar alguma colheita.
E atW ease tempo como passarao esses mi-
seres famintos?
Anima-me deolarar a Vv. Excs. que estoui
prompto a prestar os meus services ;A bern dos
flhos desta terra da Santa Cruz, a quemn dove-
mos trato delicado e sympathia. Aproveito a
opportunidade para significar Vv. Excs. os
meus protestos deo estima e consideracAo.
Deus guarded a Vv. Excs. por muitos- e dilata-
dos annos. Villa Bella, 12 de julho de 1877.
-Illms. e Exms.Srs. Dr. Joaquim Gongalvos
Lima, ViscondA.o Livramento e Jolo Ignacio
de Medeiros RP l-a missionario capuchinho
Fr. Caetano deW9essna Sobrialo.
Officio dirigido ao rqverFn,11iuilnario CI-
p FwtiniFo r. Caetano de .euw,Sobrinho,
pelascpmmissdo central de soceorros nota capi-
tal, cm rcsposta ao qae aeima vaipubilioado.
- Illm. e Rvm. Sr.-Temaos a honra de accu-
sar a recepgAo do officio quoe V. Rvm<, no
desempenho de -sua cotmissao, se. dignou
dirigir-nos em data de 12 do corrente, expon-
do-nos minuciosamente o itinerariol de sua
viagem, desde o porto de Piranhas at6 Villa
Bella, e dando-nos interessantes noticias desta
ultima locaildade, quer a respoito da obra do
aQude dahi em conslr lp sob spa ,
qW e 4 em .v -- .. I .. ......
vasta esses sertoes, e a distributgco dos soc-
corros a cargo de V. Rvma., e da commission
especial dessa villa.
Agradecendo essas noticias quo, polo inte-
resse que inspiramn, mandamos pWbicar pelo
Diario de Pernaambuco, passamos a responder
a part do dito officio, em quo V. Revma. so-
licita providencias io-presente, e, de future,
afim de que, nao, faltando soccorros duranle
os trabaihos, nao soffram os indigentes mai6-
res necessidades depois da conclusAo da obra,
por falta do occupacao honest.
Os soccorros que enviamos para essa villa
pela estrada do Limoeiro em dous grandes
carregamentos, urn de 100 e outro de 120 car-
gas; a ordem que demos ao nosso encerre-
gado na villa do Limoeiro, afim de fazerse-
guir corn ureencia para ahi novo4 soccorros ;
a autorisaelo que tern a comrhissao dessa villa
para mandar conduzir daFloresta os generous
alimenticios de que necessitar; e a quantia
de 3:000000 ultimapente remettida A mesma
commissao para pagamento de fretes e despe-
zas da obra ; parecem-nos segura garantia de
que ahi nao faltarao soccorros emnquanto du-
tar o trabalho do acude, que V. Rvma. calcula
ate o fim de agosto proximo, bemrn que nos
parega que havera serviqo para Lodo o mez de
setembro, em vista da grande extensno do di-
que.
Ainda nao recebemos resposta da commission
especial dessa villa, a qnem em office, de 7 do
corrente observamos a convenieaeia de apro-
vei.ar a estada de V. Revma., e a reuniao do
povo para conch:ir a obra da matriz, e cons-
truir udm cemiterio, em lugar apropriado e
corn o aceio jecessario.
0 pequeno cemiteriohjue ahi existe, conti-
guo a matriz, foi construido pelo venerando
Frei Caetano de Messina em 1854, epoca em
que os enterramentos eramfeitos nas igrejas,
o povo repugnava fazel-os f6ra deltas, e *foi
preciso para respeitar o preju~o popular,
construil-o nofundo da matriz, que, em urn
future proximo, ficara no centre da villa corn
grave damno da salubridade publica, polas pe-
quenas dimensses dessa obra, ve-se que a sua
construcc.uo presidio o pensamento de.s6 fa-
zer-se urn cemiterio provisorio.
Portanto, ainda concluido o trabalbo do acu-
de ha ahi mesmo em que entretero povo pot
alguui temDo. Quando essas obras estivesluu


em andamento e formoas informados do t1 .
em que'prqravelmente setto ouliidatin
mos a honrade Indicar, de accord coma a
sidencia, e o Revm.- padre prefeito, o )ngar
onde V. Revmrna. ira dar trabalho e alilmnto a
esse povo.-Deus guard a V Revm.--ecife,
28 dejulho de 1877.--Ilhn. e Revmn. Sr. Fmi
Caetano de Messina Sebr;nho, tligno missiona-
aio capuchinlho.-Ioaquim GonpalvesLima.-
Visconde do Livramento. Joao Ignacio' de
Medeiroa Rego.
Officio dirigido 4 commniso central data ca-
pital pela cominiso especial da villa de Flo-
U Aem 14 de jutho .-l"7.
Villa de Flores, 14'IAlho do 1877.-Ilhms.
SExms. Srs.--'A commisso especial de so-
corro.s neste trmo, -,em addilamutoA 6 mae-
Mia do offioi do 7.14oeO.fte t a sams.
CAo'de adoanurtncl V I-. Ev- qua nodia
tLeve comaoo o trabaho do .o am
que e.propz reallsar. ne la. .7
lianpdrndo d euma id4a abevvad m
dtoaesiltador quo so apireatti a 4iMA^


Wtre deitro,;comportando, ao certo, um
vowluan=a a mnil superior ao que compor-
tara o 4P.lei, ji aqui mandado construir polo
governor :t defronte deste, b"je arruinado,
na margim opposta do rio, um pouco mfais
distance das barreiras do mesmo rio ; e erm-
bora sujeito As represas nas grandes enchen-
tea, em posigAo mais vantajosa: por isso que,
alem de oestar mais distaste, e mais ala a si-
tuaiqo do terreno ; tern optimas ombreitras e
barro da.#3elhor qualidade para a construcbo
da pared'.
Os t~d[.s a veneer-se, segundo o piano
coneebki .oousiste em um paredao, que co-
megou ase corn 4 metros de comprimen-
to sobreMma largura de 22, e proporcional-
mente, 4 q0fore.aeompanha as barreiras. se
estende at 54 ietros, aonde morrera dito
paredA& 3'uma altura de 9.
Pareeondo, por esta descuipcao, assas exa-
gerado p trabaIlho de terra, elle nao o 6 real-
mdnte, omo indica a estreiteza da base; poil
que as ornbreiras, como ja se disse, quer de
urn, quer de outro lado, offerecom- sobre o
melhor apoio uma diminuigoo consideravel nos
servio0s iesta ordem.
Delinoado assim o piano do referido pare-
dio. de terra, cabe acrescentar que & o mes-
me guarnacido polo lado do rio [por em quan-
to] comnoutro de pedra secca, perfeitariente
amarrado de ambos os lados, que se elevarA
at a altura das maiores enchentes conheci-
daS ; nal send f6ra de proposito lembiar
que esteaparedao deverd set tambem guarne-
cido por.um ligeiro miuro de ti.olo e cal, quo,
partindo da base, corn 2 metros, na altura de
1 dito, seja cortado am'inorrer emn zero. 0 nres-
mo paredao de pedra, que comeogou na base
corn 4 metros, nao excedera de 19 de extew
sAo, neuntera mais de 5 de altura.
Fallando do trabaiho realisad espac ) de
5 dias, serm prepare algum anri parten--
do-nos queainda continuaremos Apor outros
5, e affiranamos a Vy. Exes. que o serving de
terra eOsthA corn 2 metros-de altura, e que o de
pedra, M'largura de ttm, 5, jA se acha corn
2, 5 de altura. 0 servigo vai sendo executa-
do corn porfeicao e como meio de regulari-
sal-o traalha.so corn afflneo no sangradouro
um pot4o distant da parede; portanto, 6
prudetle aprofundal-o e alargal-o, apezar do
osforgo que reclamo pdr ser o solo inui pe-
dragoso..,'

'tiniliiA'WfcTo JlU e Kior s deavali:
As, qeo porestes lugares perdem as forgas
A cata de trabalho, e desejando dotar esta
vtllHa de umn ginde melhoramento, semr muito
dispendio, solicita um carregamento de 42
cargas de farinha, 5de feijiAo, 2 de fazendas, 1
de enxadas e pai e 2:OJ)S em dinheiro ; corn
o que contain poder concluir o agude, con-
forme o piano dado.
Passam aqui retirantes corintimuadamente,
chegando as vezes A mais de 100 pessoas por
dia.
A populagAo continfa animada, apezar 4e
passer mnal e mnuito ral!
Remettemos a Vv. Exes. uma macambira,
isto 6, a cepa de urna plant, cuja grande
quantidWAe nio se p6decatcular n'alguns pon-
tos destes sertaes; a qual nas Apocas calami-,
tosas, como a present, serve de sustento pa-
ra os gados e tambem para o povo ; esta 6 a
part usadadadita plant, que varia de 0,3
a 0,6 mnetros de altura e pertence A familiar
azeore ou aloes.
* Reiteramos a Vv; Exes. nossos protests de
estimate distincta-consideraQAo. Deos guar-
de a Vv. Excs.-Illms. e Exms; Srs. Dr. Joa-
quimn Gongalves Lima, Visconde do Livramen-
to e Joo, Ignacio de Medeiros Rego, dignissi-
rmos ine.mbros da commirsao de soccorros da
capital desta provincia.-Pedro Pessoa de Si-
queira Campos.-Franeisco Domingos Rtbeiro
Vianna.--fanoel Ferreira Rabello Aranha.

Reparti9ge doe policia
-N. 59.--2a secgo.-Secretaria da policia de
Pernambuco, 31 dejulho de "1877.
film. e Exm. Sr.-Participo a V. Exc. quo
foram hontein recolhidos A casa de deten-
c A',ordem do subdelegado de Santo
Antonio, Lourenqo, escravo de Clemen-
tino de -Faria Tavares, par ter sido en-
contrado fora de hora,.sern biltete de
seu Aenlior; Manoel Francisco do Nas-
cimento, Joaquimn Rodrigies d, Silva
e Joaquim Francisco Maciel, por cri-
me de roabo; Manoel Marques do
Nascimento, Manoel Francisco dos San-
los, Fnirmino Antonio do Nascimento,
Eiigdio Manoel da Silva ou Santos,
Fleencio dos Santos e Ma-
nteI Jose-da( Silva, por disturbios.
Ar ordeim do do 2.0 district de S.


Jose, Mipet Joaquim do Nascimento,
por diHrbios.
A' dcldem'do da Varzea, Felix Jos6
dos Sartis e Jose Paulino de Almeidla
Catanl- Juni r, como criminosos, A
disposiao do Dr. juiz de direito do 5.o
disricto crimironal.
Por vlta de ineia noite do dia 26
deaste mbz, no engenho Jaguaribe, do
temo da Escad Joaquirn Gomes da
Silva lerlo levemeite corn goilpes de
Se a Cesa" o Biapo dos Satos, sen-
4 ,reoso't tj te. t0.
"'*. Cotra o i~aenter 1e eatai jro-


RIO DE 4Wfi RO
24 DE JULHO
A camera dos deputadoe appruvou hontem,
na forma Io regimento, o parecer da cornmmis-
sio de constituicao e poderes, julgando vAli-
das as eleio6es primaries das parochias de
Nossa Seonhora da Pedra Lavrada e do Catol6
do Rocha, da provincial da Parahyba do Norte.
Em seguida, vencida a preferencia a requek
mentor do Sr. Almeida Nogueira, entrou em
discussao o parecer n. 64 da referida commis-
sao, indeferindo a peticg&o dos vereadores ulti-
mamente eleitos da camera municipal de San-
tos, provincia de S.. Paulo, quo pedem a in-
terpretaglo da lei eleitoral vigente na parole
referente ao process da qualiflcaglo.
Depois de algumas consideracOes do Sr.
Martin Francisco, ficou a discussao adiada.
Depois a camera approvou, sem debate, o
art. 12 das disposigces geraes do orcamento
geral da recei do imperio para 1877 a 1878.
Por ultimo occupou-se corn a discusslo do
art. 13 sobre transport de verbas e abrindo
Ao governor umncrelito extriordinario e supple-
,entar de 17,445:734$068 para pagamento de
despezas feitas nos tres exericiios de 1874 a
1876.
0 Sr. Affoniso Celso julga importantissimo o
artigo das disposigOes geraes do project do
orcamento que se discute. A camera nao
p6le votal-o silenciosamente. Elle imrporta
nada menos que approval urn excess da des-
pez- de 17,000:000S, realisada polo actual ga-
binete nos diVfrpos ministerios.
Para o home poljico sincero, qualquer
que seja o partido eiff que se filie, nada ha
mais contristador do que estudo e confront
dos documents da historic parlamentar nos
tempos passados corn a actualidade. Elle
mostra qu temoos retrogradado nas praticas
o system representative. Demonstra que
ta abatida e obliterada a consciencia do
ever na geraCAo a que pertencemos.
Faz estas reflexoes tendo meditado sobre
urn documento dessa ordem, que nao p6de
set suspeito A maioria, E' de uma camera
conservadora e unanime. E' da camera que
se reunio depois de suffocada a revoluoo que
ensanguentou as provincias de Minas e, S.
Paulo.
Foi o Sr. Visconde de AbaetL| que entlo
pAliQi camera urn credit extraordinario de
4,000000$, pouco mais de mo mez depois de
approvpd.a proposta do governor. A commis-
sIo de o aento concede. o credit, mas
de o r a somma pedida pelo go-
mE'9 de cassa # annullir outras
disposigoes respective lei, na importancia
de mais de 1.000:000S.
nao toi s6 iswo. Concedeu o credit de-
pois deo ertencias e censuras a esse
gover flguravamrn Abaet6, Paulino e
Rod riguei!s
Passan a ler o document a que so re-
fore, e indo o Sr. ministro do imperio fallar
corn o Sr. ministry da fazenda, exclamou o
orador, que perdera o seu tempo, porquanto
via que o nobre ministry da fazenda nenhuma
attengAo prestava a leitura daquelles trechos,
a!iAs escriptos por amigos seus, e que devia
ter presents para nao errar como tern or-
rado.
Em contrast corn o que assim se dizia em
1843 poe o parecer da commission, em que
semr exame a respeito dos credits, serm ana-
lyse de uma s6 de suas verbas, e depois de
seis mezes de sessio, sem prestar o menor
esclarecimento, diz simplesmente : 4 Auto-"
rise-o o governor a despender 1,700:0X)0$ ou
antes approval, sancciona, legalisa aquella des-
peza, que jA estA feila. Os conservadorou do
1877 nao se parecem corn os de 1843. Estes
tinham alinguagem de parlamentares, a lin-
guagem propria-de repre.entantes da naao.
Aquelles-curvam-so diante dosacrtos do mi-
nisterio, e sanccipain quant2 ene 'ijeae,
Passa a demonstrar que se nao jtUfm
por f6rma alguma os credits extraoriiis
no jd indicado valor de 17,000:0005.-
Toma para exempIo t decretloie 13 de de-
zembrode 1876, em que o Sr. mieuistro da ja-
rinha abrio um credit extraordinario deo...
6,615:000%.
Entra no seu "desenvolvimento. tpreciando
as differentes,verbas que o olevaram aquella
somma. -,
N6 corpo de imperiaes marinheiros abrio-
se um credito extraordinario de 300 e tantos
'contos para a companhia de aprendizes ma-
-rinheiros na provincia do Amazonas, porque a
camara supprimira 200:000% na proposta do
governo. ,
, Assim nabo ha orqamento possivel. A ca-
mara entende fazor urea reducao, mas o mi-
nistro pensa que e mal feita, e eleva a verba
por um credit extracrdinario. A lei nao
p6de permittir que o ministro reproduza por-
um dredito extraordinario aquillo quo o corpo
legislative entendeu dever supprimnir. Appella
neste ponto para a consciencia da camara.


Refere-se depois ao 20, que trata de obras.
4 lei prohibe que so abra credit supplemen-
tar nas verbas destinadas As obras. Ahi nao
se.p6de despeader senbo o qu e Liver sido de-
cretado no orcamento. Mas o governor o que
faz ? Abre credits extrafdinarios quo nao
ltin applicago ao caso, porquanto apenas se
-destinam as despezas nao previstas, extra-
ordinarias e urgentes. Este e, pois, o maior
dos abuses, e anpecessario parar no caminho
erradc. A lei o prohFbe expressamente em o
art. 13.
Vai depois ver se eram urgentes as obras a
quo se desLinaram esses credits. Trata pri-
meiro da despeza feaconm o augmento do
dique imperial, pars fese poder concerfar
o IJIMdS"Mic., tateaift quo A obra se podia
adlam per mais soes mezes ou um anno, atW
so reunir o qopplegislativo.
0 uI d o Wier conrato no podia lvaro
Joir 15 ease paumendo gem autoreieo."
feud**m qo ta m h oueos ta


A lei tern procurado coarctar os abuses, mas
sempre inefflcazmente. A difficuldade corn
que lutamos teem-se feito sentir em outros
paizes. Cita por exemplo a Franga.
Alli a legislagao sobre credit temrn sido re-
formada cinco ou seis vezes, e os abuses con-
tinuam do mesmo modo. Por isso, desde 1840
atW o anno passado, todos os orgamentos se
liquidaram cOrn grandes deficits, except 0 de
1848, administrado polo governor republ-
cano.
Isto, porrm, nao succede na Inglatgrrak Ai
encerram-se n0o s6 corn saldo, mas flcando
ainda as despezas muito aquem das autorisa-
das pelo parlamento.
E' que na Inglaterra o governor s6 ousa abrir
credit extraordinario em casos muito excep-
cionaes.
Por urma obra que tern present observa es- .
tes factos em relaQAo Aquelles paizes. .
Fazendo ainda outras consideracOes sobre a
material, a proposito daquellas estatisticas,
volta a apreciar o nosso orcamento, dizen-
do que, emquanto a camera e o governor
se nao compenetrarem de que as despezas vo-
tadas sao o maximo que raras vezes deve ser
attingido-e nunca excedido, e que sem econo-
mia nao pode haver linancas regulates, como
sern hygiene nao pode haver safide a despeito
de todas as cautelas, os abuses continuarlo
sempre.
Se The fosse permittido, estabeleceria que os .
creditos extraordinarios s6 pudessem ser aber-
tos, nos casos de fome, peste e gg.L em-
quanto aos suppi omentares, queol Wi1ndis-
pensaveis, s6 os admittiria params despe-
zas moveis, que nao pudessem desde logo de-
terminar-se. ;
Mas pela tabellaC do relatorio so v qu&os
credits supplementares recahem .sobre quasi
todas as verbas do orgamento.
Para que o -orCamoento seja, pois, umra rei--
dade, convemrn negar approvacAo a soo's 0io
justificados, obrigando os minA quo os
abriram a indemnisar o tlo ouro n os re-
cursos de que possam disp6r, Impondo-se-lhes
ainda a plena comminada polo abuso d:)s pode-
res que Ihes fortm conferidos.
O Sr. Barao de Cotegipe ministryo da. fazen-
da] dizque q o ar igo qu seAimte approval
credits supplementares o extraordinarios de
1874 para 1875, de 1875 para 1876 e de 1876
para 1877. 0 que foi aberto para este ultimo
anno que mnereceu o reparo do deputadb que
desceu da tribune, acha-se perfeitamente jus-
tificado. Foi aberto para caso de epidemia.
EstA portanto, nos terms da lei.
Se a legislacao em vig6r permitte em takes e
taea casos a abertura de credits supplemen-
res, noe pode o governor ser censurado quan-
do os abre do conformidade corn a lei. Se a lei
6 mA, reforme-se. Nao se faga, portm, carga
ao governo das irregularidades que ella possa
center. 0 acto do governo justiflc-se na ex-
posig5o de motives iapresenlada no conselbo
de mnipistros e que vein junta ao reiatorio.
A censura que se fez foi principalmente por
se abrirem credits extraordinarios e ndo sup-
plementares, que tambemrn no 6 permittido
para a verba obras.
Diz qui 6 exacto, que a lei dos credits o
uno permitted. Mas tern havido casos. em que
go tern aberto credits para essa verbal e o
corpo legislative os tern approvado. Em taes
casos o governor toma urma responsabilidade.
que pode ser retirada pela camara, applican-
do-se o que os inglezes chaniam bill de indem-
nidade.
Desses credits ha muitos exemplos imesmo
do tempo em que foi minister o deputado que
o arguio. Cita .alguns exemplos do tempo da
guerra, e record o que se passon quando se
deu o incendio na alfandega da corte. EntAo
o '.r. Visconde de Itaborahy abrio um cr.-
dito extraordinario para as obras que eram ur-
gentes.
Abre-se pois credit eitraordinario para a
verba-obras-,por uma circumstancia ex-
traordinaria, como 6 o incendio da alfandega,
como 6 o caso de guerra. '
Vai, porem, passar aos factos a que se role-
rio aquelle deputado. Refere-se em primeiro
lugar ano bill. Estando send construid6 em
virtude de um contrato, e deveondo concluir-se
dentro de um prazo certo, sob pena de mnl^:,
para o governo e para a part, nuo se podia
nem devia sustar a obra. 0 empreiteiro, sd-
frendo um prejuizo dessa ordem, pediria semr
duvida uma indemnisagao que serial avultada,
como sao as que sempre se exigem do gover-
no. Julga, pois, que a abortura dese credlto
esta no caso de ser approvada,
Nao tendo sido impugmada sen~o a verba-
obras--conclue, ropetindo, quo s a lei naoe
a mais convenit. ip reforme, man, assegu-
rando que o govealo esteve 4@ntro da suapa-
bita'io nmodo cieo procedeu.
0 S'. Gomes da Silva fara ligeiras observa-
gces ao artigo que so discute. Comprehend
que a opposicao ostara"'anciosa per entrar na


discussao dos add4vos. -
Qbserva que o ft.Affonso Celso so pronun-
ciou contl ra e use de credits extrmaordiuaos
e supplementares, mas que ninhuma roli-.
maqo appareceu sobre outra atluii od :
que o governo esta investido-o tradspeorte '
verbs.
Diz que assa attribuiCAo prvduz Oq. r",
desordem na coutabilidade do 6 oi i-
4ar3 o poder iegt lativo no ea ls-r :
cabo das contas. .. .
A. legislaeol ate g a L' .
to I 4.ranspeortdo

lIW esqua ftem t.
I9 fo~ do


1:


K


ih


























































BlIlge-se9lepots no f' miniSetro da agrieul-
tura, pedindo4he, a proeositRedbs creditors, id-
"gumi sexpifeaCgSs. Relbre-se pitneoamenlte
ao airbitrio 4As -obraqt eo eoe efrpre-:
heme eem que eoasomn verbas d imtudas a
outWas que oparlamienc tern decmtade, o de-
po*6 passa a ondenat" a ampliao fat] des-
tae4worina de se )tlgarm os irnRStres ixabi-
litados a fazer as comprais que lhes aprazem.
SurOenta re e goerno nao tern faclaMade de
adlhir*proprioe per anta do Estado,, e per-,
gu"ta asr. miaftro dai agricuatunt em quo
direito se fund para o razer.
Suppose quae p 8r': Visecnde de tborahy pe-
dio aetrisqCao As cameras para acequWgo da
liha, das Enxadas.
Dix emnaperbe e r. ministro da razenda que
foi elle. -
0 orador estima que o 9r. minristro venba
em sea auviEo. Mas ten visto fazer acquisi-
CAo ide prepris sem acrtorisa9CAo. E' notorio
que o antecessor do Sr. pinistro da agricl-
turm tratom da compra para o Estado de twa
part das fmendus da proviicia dto Rio -de -
neim. Na tei alo se fundam estas acquisi--
veSs. Desqa-ottvir a e.te respeilo a o.pinibo
do Sr. mnistro da fazenda e de seus.colegas.
Os bonds principios economicos aconselham que
o Estado nao possua proprios, que venda, ao
coxtiapl, Ao-que nia forem de urgent 0oces-
sidade do servigo.
Refers-se4 pois, a conipa de terremos em
Villa Isabel a.* outros adquiridosUhltimamente
em S. Paulo para colonisagAo. Qute lei auto-
risou esta compra?
Faz sobre este ponto auitas oonsiaderaUOs,
dizendo qua melhor sera quo o governor recon-
sidere a maLeria, que cousulte Victor Hugo
tanto ean mwds, lAo honrado, e tambemn os so-
cialistas dqyalbo e do rnovo mundo. Diz que
os Estados,- os nos prnieiros 40 ou 50 an-
nos da indeqnlencia no fIzeramn mauito mais
do que nis, e fizreift menos se se atteoder a
que provinham de urma inetropole rica e pode-
rosa.- Levado isto em liahade conta, o Brasii
tern progredido mais quo os Estados-Unidos.
NUo tern inteugho de protelar debate, e. por
isso vai coucluir, quercndo que fique bern en-
tendido que nao 6 a sAffreguidlo dos novos
imp)stos qae o faz sentar, mas porque o seua
fim foi apenas chamar a attenAgo do.Sr. mi'
nistro para os pontos que haepareceramn mais
essenciaes nesta limitada discussio.
0 Sr. Thomaz Coeiho minister da agrictl-
tur]aj vai responder am; dous depuados por
Minas-Geraes, que tomaram parte no debate.
A' interpellacAo nominal que Ihe fizera o Sr.
Affonso Celso sobre as wontradicQOes em que
havia iocorrido defeadenio em materia de cre-
dites os verdadeiro principios quando sim-
pies deputado e esqueendo-os eam sua admi-
nistmago, respond&. referiado qto abrio trew
credits, dous extrawdinarios e um supple-
mentar.I
Este foiaberto. muito legalmonte em virtade
da lei do orgamento vigante. Foi nas rubri-
cas do credito supplementar obtido no exer-
cicio de 1875- a 1876 qfue s inclulam as verbas
de illuminagio public, garantia de juros A es-
trada de ferro D. Pedio IIe telegraphos. A
despeza corn a estrala de ferro nao se reali-
sou naquelle exercicio, veio a completar-se
de 1875 a 1876. 0 mesmo succedeu em rela-
cAo aos telegraphos. Assim as despezas corn
a rubrica dcsses credits foi prevista, e acha-
se mencionada na tabella D, a que se refers
urn dos artigos additives da lei. do orQamento
em vigor. -
Respondendo A pate em que aquelle depa-
tado classificou de geraf abuso a abertura de
crejitos pera oxorrer As despezas das verbas
-Terras publicas, colonisaeo e exposicgAo de
Philadelphia, diz que nLo 6 exacto que a abet-
turna destes oreditos fotise principalmente de-
terminada pelo pagamelto do su*vengOes pro-
venientes de contratos anteriormente feitos.
E' certo que esses pagamentos iafluiraw, mas
a razio principal foi a -mecessidade de receber
e agasalhar grande numero de immigrants.
que nesse exercicio cI-egaumn aos nossos
portos.
4p que nao acharia ama s6 em sua defeza
se pot aurror da coherenciu. como o 8ntende
aqutele deputado, cruzasae .os b.alos e dei-
xasse vair pelas rfossas praias os imraigran-
tes. hiutroduzidos corn saerificio1 do estado.
Faz a es.in respeito mneitas considerac.es, di-
zendo quo nao e s6 por humanidade, mas
tambeun p.)r attender aos verdadeiros interes-
res da col( misacao que o governor em envida-
do LAo granoes esforcgoi.


hoponde 5a. 61fna ndal
w 0ano. disse qa
hrdlos snpplern~aertares, *ias'I.reditoo ex
traordinariom
NAo Ihe parece aotavwi estak.opinilo. Se a
4ei a,pwrmlte aabera~ dt irne. L.oe..aup-
plementares. por maielria de.raWeUao jlm-,
tiUusa de csedtos -stxLraordij-s.
S0 Sr. minister cdfazada 4&d em apate que
nmLurahueote se A exlio10u ram B.
0 orador zrgica qe cwrtaneAte fai elle que,
aao omaprahende m a.. Eec., mas 1
ainsislirb s>S. Ex~ieuo~aino MUOllf
Faz rotou Aaalreone para qae o miaisteroa
continfie : ma haque., ulinaamente. parece
quexer segqir, ,pois notac,&n ,preazer que os
eredItos exaor4iaariosne supplementAces jA
alo AOL tAo froeqantesvoomo fomram a oo00-
imeo dla acLual aministrwAo,
0 Sr. Baras, dJ."tegife aueAsko da fazen-
da) praise d Ira epigBo azfar urma.
defeza. ,
EanUndeuo epuaLad q e descai da tLribuna
qUeomibi"s da fazembdaestAi.auoido pala
lei a opi&t-se eAs desqezasqiezo soes wile-
gas queiram fawer par meiao. dd editos, desde
que ellas aao esteem*n autorisadas no origa-
iSnt. tQ
A lei:s6 4iz qae o miaLsUtr dA& fazenda. nalo
aatorisarA despeza que nlao esteja incluida no
orOaiwnata, a mosma ilW manda q.uas o ?o-
verao possa obrir croditos xns -ass que es-
pecifica Desde que esseS credit sao a ro-
vados ea. ccanselho do mia:isLros, 6 o ministro
da fatenda obrigada a satisfazer a dospoza.
A questko 6 se elle oancrdou-. nba; mas so
a maioria decidio, a responsabiliade 6 tarn-
born deLla.
O Sr. AffonsoCelso eam artLe; cita o art. 14
da lei de 1862.
O orador 4 z que essalei nao collocou 0o oi-
nistro da fazendg na posiCa de rcoanhocer
4a crediLos abertos.
O Sr. Affonso Celso pede licoUaa para ler o
artigo.
4 )oradorperwiitte-o e finda a -leitura; ac-
crescnta que, eoatendida a li desta f6rma, se
hba crime ou falta, tern sido detodos as minis-
tros da fazonda que sem excepgbo de um s6 a
nao tam eonteadide assim.
-Passa ema saguida A explicacuo:
Nao disse que governor estA autorisado por
lei a abrir credit para obras. Desenvolven-
-do sou pensanento, faz vet que o qua dissera
*6ra que havia despezas que podiam dclassili-
car-se a vTrba-Obrasm-e que por eu s ao l
ter aram extvaordinarias, eem takes cas,' i-
nha o governo aberto credito para meUa. 'oi
assim qua citou lacto do incendi4jgo 'an-
dega e o case de guerra, i
Diz, por consequecia, que debaixo da palae-
vra-obras-algumas ha, poria_, pUara ie po-
denm abrir-se oreditosextraordimanai, mlas em'
principio gerai 6 tawbem de o traria.
0 Sr. Andrade Figuwra far4 l crnsi-
deragoes sobre os cases em que pviei- regu-
latmente abripse creditos extiaosr$arios.
Niao pretede proloagar o debate. Foi Cho ma-
do a elle poer algamas opinioes qfotOuvio a*
nobre deputad. por Mimas, em sea eonceZ
am pouco exagerado.
E' insuaspetto na forina por que vai pronuan-
ciar-se. Tern sido comstaiIW em procurar que
so reguale a lqistaglo em material oCie credits
eam geral, e especialmente de credits extraor-
dinarios.
Deseja por6m ser just nas circumstancias
extraordinarias, imnprevistas e superiores d
previsao dos governors, que pedtem a abertura
deareditos extraordinarios.
Continara a materta a regular-se pelo lei de
V850, notando as tres condic8es nella essenciaes
tara a faculdade da.;abertara de credits.
Con1ate o que a respect da primeira con-
digio sustentAra o Sr. AffonsoCGelso.
Entende que aquelle deputadfo nao tem ra-
zao. A Tel refere-se A imprevisao do legisla-
dor no acto de decretar a lei do oramento'.
Nibo tenr'revislt quer dizer nio ter consigna-
do v .rno orgamento.
E' servigo para o equal oelegislador nao votou
funds, penile oleg'saor o nao previo. Mas
se sobrevier a iafessiaade da despeza depois
de volkda a lel, nada impede que o governo-
aeim surprendido decree o servico e al6 o
contrate. A condi'ao de imprevisto e em re-
laQao as previsoes do legislador ao decretar a
lei, e nao em relaeio ao governor que Lenha de
ordenar a despeza.
Para assentar esta doutrina vai figurar um
exomplo. Surprendidc o governor por ure in-
vaslo de inimigos e carecendo levantar urma
fortaleza na fronteira, p6de rizer essays obras
contralando-aa mas deve fazel-as como despe-
za extraordinaria, nao obstante so nao achar
proposta na lei do orgamento.
Desenvolve ainda esto ponto corn urna largal
argumenetaga e passa a referir-se ao ponto
em que aquelle deputado disse que para obras
publicas nao era o governor autorisado a abrir


credit extraordinario. .


li1tEAM do juh. 0 ^!rfiedto mGw
despeza na lei de oramaento que flyer" IoR
da creaCIo.
Noarmiiistlerl dbs estranztros pu4 )v"
todas as ajudas de o at. No oda.m 8it s6
6 vadiave a verbs desthuada so eurgadW
doontes. No da.auerra, Jorrmes de o, A
aMo so despeza vaTiavel que possa ser obec-
to de remdito supplementar.
Nb ministterioA agricultmra, em reialo
aimthavaopatiluica. s6 pdde ser objedto de
oredite a d Offenca de cambio. PN6f taiUemr
,aarka aianitta dejPros s estradas de ft re,
por ser varTiavei o se ftendimento.
Nae jttula despeza vartavel por su a.re-
ma a que diz respeito a estrada de ferr*,1. rO-
dro HI e aametgapho. BesDe qne ettfletmr-
da esta emi comntracao, p6de a lei ora-
menta pmer a sua extenslo e o seu*W n-
volvfmento.
Econtra no eorriopral despezas v .vels.
mss @ de opinifo qa essas deeriam espefi.-
car-se.
Passandd a oceup.r-me do miniSterto da fa-
zen4a parece-Ihe que quasi todas suas verbal
.sao susceptiveis de creditos supplefftenares
#or jogarem corn pagamtento de jufo0s o diffe-
ren~a do cambos.
Mas-em sea concerto -a garairt&fao estai ass
tabellas, estA no parlamento. Elle tern des-
:euradbo urn dos primeiros deveres quIe Ihe in-
cumbem pela constituico'do imrperio. Refoe-
re-se ao exanmedas contas itos exereciios Ii-
quidados e que sao anonalmente enviadas ao
cirpo legislative, e que este nao examine, que
este nao approval nem reprova.
Nto lheconsWque a commissao de contas,
numerousa eapparatosa, se d6sse jamais ao tra-
balho dessa veriflcalo.
Nos padlamentos estrangeires a lei de eoe-
4as e a verdadeira lei de contraste para o or-
pemiento votado.-
-.4-a Inlagterra 6 esta tei que se denomina lei
do orQamento.
Entra em O1lWlerages sobre o modo por-
que alii se votai'Iet do ornamento, e a facili-
dade corn que se'apresentam-as iontas do an-
no find. E' no sou exame, e na sun aprecia-
gao que o parlamnento inglez exeree a saR alta
fi-scaHsao sobre vs despezas pubeias.;
Firmando-se no system inglez, entende que
se deve &ar ao governor toda a ltatitde para
fazer o bern public e occorrer is necessida-
des, examninando, pratn, as contas qum de
apresentar. E' ahi que deve residir toda afs-
,oalisacao do Oorpo legislative. R' este I vet-
daleiro freio pars o powder executive. d
Qae nunm porm e Oealsgus a iaW ..
occorirer as mcessidadee pu&a'Is, "am ,
culdade de abir credits Etraonfift'ios ou
,sovpementares, porque a expeiMOw" te de-
monstrado quo m.acousa ha = de mais
que tudo-soe as neoessidades, e 1 o patrie-
tisnto do goverrv em proper a alias. *
A discussion floou adiado pela hora.


nIkDrO


BEVISTA DIARIA
Guardalocal- Por portaria da presiden-
cia da proviwcia, de 23 de julbo, foi exonerado,
apedido, JoAo, M4uinho Cavalcante, deo amen-
to a. guard local da vi ia de S. Reato.
Jury do Rectle-Ainda hontei nao funp.
cionou este Ltribunal, pot teamuecomuparecido
apenas 24 jlrados. Isto obrigou o sortelo dos
Sirs. seguintes:
Freguezia de S. Fr. Pedro Gonfaium
Antonio Candidoda Silva GuimarmUes.
Freguezia de Santo Autooio
Antonio de Almoida Nobme.
Francisco losd de Oliveira Rodrigues.
Gaetano Salustio Co0lho,
Getulio Candide Mavignier.
Austricliniano de Torres Gailindo.
Yirgilio Angelo de Castro Obiveira.
Joaquiin Go6lio Vieira da Silva.
Sebastiao Co6lho Gintra.
Jos6 Moreira da Silva.
Freguezia de S. Jose
Manoel Jooquim Ferreira Esteves.
Godofredo tenrique de Miranda.
Freguezia da Boa-Vista
Joaqnhim do GusmAo Co6lho.
Eugenio Lauro Maciel'Monteiro.
Antonio da Silva Ferreira.
Antonio Elyseu AnaLutnes Guimarlea..
Freguezia da Grwau
Joaquim Fortunato Pereira Basos.
Francisco Wallarmiino dos SantoF'reitas.
Mamoel Pereira Galdas.
Manaoel Pinto di Queiroga.
Freguezia de AfogadA
Bernardino da GAMha Cortes.
Manoel Gomes i ereira Guerra. "
Alexandre Pinho Borges.
Freguezia do Poo
Monoel Camar. Rodrigues Campello.
Rendlmentos Durante o mez de julho
arrecadarain as seguintes estaCOs :
Afandega 6:0tS
Ei igual mez de 1876 .
Ea^ uati.exz deoIL375
," Ild',m mezde i878. I
Em iual mez deo 1976
Ema it mez de 87 *
EM igl e do 18%53~a&
GoawMlte peoviui~iat *i8i^.
Em igual mez de 1876 18'4
Em igual mezde4875' i"fth
Ceremoy*fa t -u hAs 5 ormda r-
do de dia^4Bihkt6,Ait~taw dOa~tt et
do Dr.. Living PiaLtoM qadILo, eMN hgqi,a.Al'

alfwndega v~ i a (r
Ihesboi, em quhto cbm0 e E daoq
na do trabalbo, compa&MiB.o.
Rea quo' I, NO
*.'asw w~jt^^aar^A-


B 0 er A rro quo, ha temr-
Amid~ft e'vM*Udo qnando viaa
site da quewtrJ zla 1Th e bm
;MWfO ifir- COfl M a cpxB ntx a stI/o 6 Ioem M
1,ri UtoTe ftrt cowna uqetioteu sigeacs
io veFlS, eBow a b4a k dB&seemS 09: no ito,
ecripWo em algarismo da seguinte forma-
M42 aft abaixo-4fluf0 eWMSG4 tmw-
low -s so reoor v wM as) ode e 'a unft
t w0 seado que por baui-detes wkganrisoes
l urM trao e sob, este whavkpwe'ebito
mlfmatfa seguiale fbrm SmAn 1."000J.
amee d9 tae ssignae 6 hel fazer op-
priolo 4do reube, e aestocaso, o no 4e setr
I aatuer cau a respeRe, o Sr.
nb d "tee vdt mmeCU tem-
petente, pede'que tragam inaicaoQbes A ltypo--
.$raphia deste jornal.
Phenix Peratmat aft na Reawso"se
''ho'tem a sessto ha assemblea gertl dos o--
Cionstas desla companrtia, send lHdo o rela-
torie deaino tin,
S.MiMMss f I f AmanhA, trigeeimo (ia
do fallecimento do Sr. VirUwio-4eCAtro (Mi-
veota, rsa-se tam Misfta n igreja do Paraizo,
pelos 7 horns da mantia.
E' lembranoa de um amigo que foi eomps-
ubheiro 4de eseela do leeido.
FallIeenent.-Ap6s annsdlias do seffri-
mentes cruft, f neoeafbteim, em sun -Os
do Olinda, pela3S oatms oa tarde, e 'U. iFs6
Cardoso de Queiroz Faoucfi, effl&al-maiorda
secretaria da assembl6a laislativa provtteial.
Era norem-maior-de 50'annos, por6m de
constitlg" forte.
SEra.tenoute-coroeel da reserva ida guarda
nacibnal e offeiai da ordem da Rosa.
lIfa nas flteiras do partido liberal.
SDeixa familiar ,rescida,
Seja4he a terra love.
Instttto Medico -nru--Mwbueatno-f-o-
je haverd Aessso ordifnara ,A hera e no lugar
do costume..
Commisso cetral de soeeorros-
Foram -nosTemrnettdas as segirntes peas part
publicaos :
Illa e Exms. Srs.-Os abaixo assignados
'cumprem o agradavel dever de apresenitar a
Vs. Excs. o balanvete junto, demon'trativo do
movimtvnto dos fundos destinados as victims
da secca no mez queolindou.
v Continta nam saMldo di cquantia de 85710,
o bern assima unma pequena parole dos sneros
obtidos,.deolarando a oommitsso que no noez
que corre se esgotarAo df todo os recUrtos
correspondontesA quantia de 2:000$ recebi-
dos. Dens girfdt a Vs. Exce. Villa do Flores,
lo de juWho e 1877.-Ims. 4 s. Srs. Dr.
Joaquim Gonalvwe Lima, ViscZ do Livra-
meonto e Joao do eiefros Rego, tnui-
to dignos iiebl a commisSo do soccor-
ros pubaicos na capital..- Francisco Domin-
gop Ribeiro VWina. padre Manoel Ferreira
Iabello Aranha. b
Ualaocel do movimento e distribuioo dos
fundoYdestinados p1a commission. de soc-
corros da capital, no f tez de junho do cor-
runte anno, aos desvalidos do municipio de
Floras, cnformae a applicaQAo dada pela
coquiwssAo do respective municipio
faoes deakoW dos 1 :9(000
DinhlmM indiedo pela
OcDm1Uitda capital


ltia do2"W

Despezas feitas no mez
de iaio : ,
CComo do balancoete re
mettido a mesa
comuiussau

260 raspaduras
151 ditas
2 esmolas
Sal e linhas
Esunola
Idem-
id ouiwale faiafba
100 raspaduras
100 ditas
Esmola
Idem
214cM
2 idem.
,25 cuias de feijAo
15 raspaduras
1 boi mango
2esmolas
19 umiasde farinha
I vaoca
Esmolas distxibui d as
pelo coadjuctor
A pega dealgodAo
5 ouas de farinha
2 esmolas
1 e meia vara de algo-
dho
1 esmnola
I dita
3 ditas
9 cuias de arinha
2 rezes de agougue
1 emola
1dita
18 cuias de arroz, fre-
tes e sso viandos
de Mawt G ade
56 diras do milI'o iedli
54 ditas do farina idem
I eamoia
I dILta
I dita a
I prate do sal
I esmola
2U cawe de farinha-
1tijla
I tokt
52 cuis de farinha
55raps mras


Total dos volumes em depusito


65


Destines que tiveram os generos sahidos.
Gonsaaumilos em Tacarati


FWanha, sacos
'WMo, idem -
FeIfto, idem
Fazendas, fardos
Remettidos para Floresta
Faringa, saccos
Milho, iden
Feijbo, idem
Rwmt-tidos pars ViLla-B-ll
Farinha4 sawes
Milho, idern
Fazendas, fardos
Ferragens, volumes
Reomawttidos para Cabrob
'Farinha, saccos
Milho,,lJdm
FeiJlo, idem
Fazendas, fardo
Bemettids para Ouricur}
Fariaha, saccos
Milho, idem
FeijAo, idem
Fazendas, fardo
Ferageas, volumes
&mettidos para Granito
f'trinha, saccos


t


la


Milho, idem
Feijio, iddm
Fazeuda,. fardo
Milho distribuido nos cargueiros para
alimentaoQo dos animaes e levados
em cona dos Tretes, saccos


37
8
7^
2'
34
8
I

240
88
2
4-
152
48
'2
1
152
48
2
1


90
0
1-
4-


Inutiisaram-e dous- saceos do fariaba pot
ae acharem motlhadas e muito apodrecklos.
Villa de TMarat(, ldo djulbo de 1877. --4n-
.xio Domingos Pinto Junior,. Francisco Caval-
cante de Albuquerque, Frecnisa NImte do
Costa VYtfpms v. 1


t11C5OM 2004" g Conta das despezas feitas pela oommissbo es-
- special de soccorros da villa do Tacaratf, ema
22 de junho do 1877,
188 cargas desta villa para o porto
da Varzea Redonda a 2 3765000
-, | 131 idem, idem a 1M900 38|0(
= W 4) :0904760 172 cargas remetLtidas directamen-
te para Villa-Bella, a 108 1:720#000
23700 33 idem, idem pars Salgueiro, a
14000 9o000 o29100
s, AVI 9 idem, idem para Floresta, a
$7oo00 .6 54P00
2 6oo 438 volumes; ou 219 cargas, em-
0barcades em Varzea Redonda,
17S0O a 55,00, ou 2500, por volume,
125000 corn destiny a Cakobo, Sal-
.$W' gueiro,' Onwicary, Granito e
000 Ex :095000
2" Aluguel do armazea onde estlo W
2000 depositados os generous .0


75JOOO
105500
48S000-
25000
245000
26000
103000
75000
6o400
15000
.$750
18000

t0ooo
14000
50ow0
is"0
is"0


3-639^900
Importancia a dedudir do milho
fornecido aos cargueiros e des-
-contada nos fretes 165"M0
Total da quantia despendida 3:455#M4
Quantia que flea em poder desta
commisiao, contorme a conta
remettida em 22 de junho de
- 1877 1:475S600
Importaeia actiantada pela conm-
. missao a.t esta data 1:098400
Tacarata, 4 de julho de 1877. Antonio
Domingos Pinto Junior, Frjnoi.se Cavalcante
de Albuquerque, Francisco 1Veente &i Cunhd
Valpasso. )
Vapor Pirapama P]r ess'e vapor, da
companhia pernambucana, [chegado hontem,
recebemos jornaes da Paralyha, com datLs ats
26 do corrente,
Fallecera, no Traipi, of coronel Francisco
Vieira LeitAo de Melo, abastado proprietario
da localidade.
Vapores Penedo e Cmnrripe-Por esses
vapores recebemos jornaes de Sergipe ate 24,
e de Alagoas ate 30 do convente. Eis o que
delles colhemos:
0 correio de Sergipe, to trimestre de oa-
neiro a margo, recebeu u 121 officios, 4,098
cartas, 2.,962 jornaes e 844 registros; e expe-
dio 1.,149 officios, 5,127 carts, 2,351 jornaes e
1,205 registros.
Pela camera municipal de Aracaj* foi no-
meada urma commission, composts dos verea-
dores Bastos Coelho, Souza Pinto e Henrique
da Costa, para agenclar donativos em favor das
victwm da seo.a"-no(canat% a "1816assim
ao appefiquo fle -the I srw
munidipal 4a FbrtaJez*.
N6' engenho Perperi, d mrfieipio tb-
tanca, Ugens escravos iram a foices o
feotor r ectivo, que-flonu v ente feridoe.
Sakira-se pova da hippada, Ma-
noel Obngalves, velho Iv e, emb oaseque't-
cia de abs pelo bunal do jury um
indivi QU lU6 orara ,a unicat flha q6e
Un 0 Bde. N* 0 s
ta" mota*w do^fa %46.46'B ^.


norte no vapo uaeiw i

..W.
de Souza Lemwo AKoif 4.r
6 suafan a& &=it
reira de Mesquita lO1a i d 1o
quit, Manoeldau F
da Cunha Pinto, Maneel do s V
los e sua familiar, Jos6 rU*Fa.
Thainaz Antonio de Mello, slo.y Z6le-8ons
tsoldafo de podcfti,, Nl_, &-
pito pfltoto 1 e 1 aniwat
fragps di grarca f&tm 1': 9W t, wfraat
Aa cofta do As*, 4 esciav grsftre 0 .
hegaos dos pt c ft ino vapor S-
cional Pe'edo: ..
D. Francisca Augusta Fernandes de Amo-
rim e 2 fllhos ne &... a tsrica da Sil-
va, Fr. Affonso Maria da Bolonha, Jo. JOa-
quim da Silva, HemnMk Locht, Vdor WandeWf
ley, sua senhora, 4 filbos mores e 1 escrava,
Jo4ao Roberto dos Santos.U ier, D. Joannar -
ria da GonceiQ10, Joo. Corr6a da Sl'va, Uc
-Corrfa de MenezeS,-sua senhbon e.2 eseraves.
Chegados dos ports do 4ul no vapoei" O-
cional Ciruripe:
Bacharel Miguel Archanjo P. Rego e N. C.
de Amaujo.
LeUes--4ioj realisa-e o seuiu::
Peloaepte Bwawawqu4 A rsa do BpikO <4
Victieria n. 26, deo umaa olleoco d miicM,
piano. muveis, etc.
AmanhA devem realisar-se os seguintes
Pelo agent Pinti, A rua jio uom Jesus 3,
43:- de urn carro ame icano, onze rodas do
sobresaente, utima carrot, 'Om oawaflos,
cabriolet, 60 latas corn farumo emrlo,- 296 -
tas corn dito desfiado, das casas terreas ns. 14
e 16 da rua da Bica de S. Pedro, 4a dito n. 91
da rua do Barao da Vera Cruz, em Olinda; da
uma dita na Estrada Nova, corn 28 paimos do
frente e 67 de funds; de. um terreno na mes-
ma, estrada, comn 84 palmos de-frente e 217 de
fund.
Pelo ageste ik* Bno arwazea do Sr.
Annes, deftonate. d&alfandega, de 45,caixas col
massas italianas.

CHRONICA JUJDICIARIA
Tribunal da eIeLacio
SESSAO ORDINARIA, EM 31 DE JULHO
DE 4877
PRESIDENCIA DO XKM: SB.. GONSELHEW4
ANSkUIO FR"ICJSCO PERBTTI
Sderetario Dr. Viril.a Coedw
A's 10 horas e.30 'jolipos da manhU, pima-
sontes os Srs. desexnbagadores em ,numem
legal, fb aberta a sera&o, depois de lida e ap
provada a acta d a a cedente.
Distribuidos e passados os feitos, deraa-s.
os seguiates
JULOAMEKNTOS
Aggravos de petigAo
Do Recife Aggravante Jolo Narciso do
Oliva, aggravado o juizo da 1' vara. Relator o
Sr. desemb4nrga4Qr Motta. Adjuntos os Sra.
desembargadores Accioli e Reis e Silva. No-
gou-se unanimoemente provimento ao oaggra.
Do Recife--Agsrava*.o Antonio .Luiz do Re-
Ao Barreto. a gtdo o .w do comercio
Relow e -Sr. aCb,% gador AccloL Adina-
towes Srs. desembergadores LoureB Santia-
go e Doria.--Negu-se unanimemente provi-
pento ao aggravo
Do Recife-,-Ageravante D. AnnadaAssuWp-
Olo Faria, aggravado o juazo da provedoria.
tRelatot o Sr. desemabargador Accioli. Adjinu-
tos os Srs. deseombargadores Rei4 e Silva *
Lourenao Santiago.--Negou-se unanidement
provimento ao agavo.

Da Viotoria.-AWe-iuta,4 juizo, appellado
Jos6 Francisco de Alwmida B.olatoro Sr. des-
embargador Lourengo Santiago. RevisoAs
os Srs desembargores Reis e Silya e Almeida
Albuquerque.-Mandou-se o rdo a novo jTur
unanimemente.
De Jaboatio-Appellante a jwzo, appwead
Luiz Jose Maria. Relator o Sr. cozimlheiro
Doria. Revisores os Srs. desembargadores
Loureno Saeliaoa e Reisa Silva.- UEaMM-
se unajimem6ie o reo a neo jury.
Ae1acoes civeis
De Nazareth--&pellantes Jobo Nunes.Tho-
mi6 de SouMt e oulros, appellados D. Tosnia
Framoisca Xaviar do Uello 9 outrq| .Relator
o ?r. desembargador Almeida Alhuquqrque.
Revisoues os, Sts. des&mobargadores .A- e
Doria.-Coniarmou-se a senteona stizme.-
mente.
Do Recire 4 A _nte Joaquim .Jos^ dos
Santos, aopelplad D, 1re.Jro Mariq Joaqui-
ma de Sant'Anna4 .otwms. Relator o 8r. des-
embargadoa' Almflda Albuquerque. Reviso-
res os Srs. desemnargadores Aooioli e Doria.
-A sentenga foi unanimemente confirmada.
Ernbarzos infringentes
De Olinda-Eunbargante eatharnna, por sea
curador, eoabargado Manoel Dioqizio iGomes
'do Rego. ftelator o Sr. deseDbargador. Al-
meida Albuquerque. Revissres us Srs des-
embargadores Accioli e Doria.=Fomsn rebi-


v~
dos os embargos ogntra o voto do relator.
Appeloeno comme"cial
Do e0qf-- ads a S'va Loy
& Fi llado Pi o de Oliv0ira.
Relator dr Loueo a-
tiage. O os Srs.0d -mtlgamdore
Reis Silva e Almeida AlbuqilrquB.. Fo-
ram unaniememnto desprezados os eoibargos.
PASAGJCNS .
Do Sr. desembartador SaaSOa
ao Sr. desembargador -O y :
AppenacOwe- cries
Do Pesqueira AppeInrae o-lio, appellma .
Manoel Qrreia da Paixao .. -
De Goun na-Appellante u prG'%ot '
pellado Joao Jos6 FrauciM A_'-.


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SnPra inn-r ar a nuan--"








































Ltr p' r /*,.td~M~fcalr dvdl
.', a_ itSAMelaot^,o, Iamza, appefad
T .,
;. ....." .o wiraw. .
"" t~l flil l ,i.eiE~ togio I da Biliu Ca-
eroaplUlladsa a.mi.S ; appellantes Joa-
Ziaa t putos, appgella4aa
'b -i- < m app mao Antonio
jqp 4L 4omotwr, ap-
P 4 a LFgrqea des Anjos.
'; .11jgfcU a('BglIm
SReqs dtswuliffcago
Ao Sr. dose .rgaierfiouza Leao :
D5 Passo de o aWarabe-Recorrente o ba-
sharel Cicero. Anatolio 'ieira Brasil, por part
,de iwieos cidadto vwtLites da .msma ,o,
no=", mArid o ajuizo,
Aggrjvos de rpeUio
Ao Sr. alhel flro da -:
Do Recifet-Agnwwauls administradorea
4k lieneia de MaiosLJos6 Moitdro Tworres,
aggravado o jaiz do oiunmroio.
Ao Sr. desembargador Regueira Costa:
IoRecife-AggravBites Frey & Olliem, ag-
pIraao o jnizo da 2a vara.
Apqe~aoJces crunimes
Ao Sr. desemaiqxgadl Poegueira Costa :
Da Victoria-Appefanite a justiqa, appellaida
Antonia Maria de Jesus.
Ao Sr. 4esembarpadior Souza Lefto
Bx Atalaia-Appallaate Manoel Jos doe San-
L'Aana Cazumbi, .appollAula a jusLiga.
Ao Sr. desembargiador Lourean.mp Santiago :
D'Areiu-A.ppellante a irstia,. appeilado Por-
trio Js6 Cavalcante.
Encerrou-se a ses neio dia.


PIBLICACO1E A PEDIDO


Dedaravao necessaria
Vimn ao prelo declarar, e patr isso impetrei a
devida perrissio dos Srs. Julio & Iramilo, que
M coata ceorrente corn as mesmos senbores,
0oaslante d'uma noLa par elles foraocida em
data de 12 Je majo, verifica-se um sqldo con-
Ira mirm Ia qanltade do7/t$40, o quaf teria
O inimmniiatamente satisfeito se nao boa-
bess.u duvriJas a destruir o enganos a verifi-
car, principalmanlte comr refarencia 4 venda
Stores eacravos remettidos para o Rio; ao
qe d'algunma formna se oppondo os mesmes
afuhore, liminitando-se a tomara em conside-
faga) duas reclamagioes, que Ihes fiz a ras-
Speito da mesma conta, reduziodo-a a 757#441,
tenho po cooveieonte fger seMijr, Lraordem
a acautelai oa meus intftcsses, ranuxtime exis-
Undo em seu padar'mma-letra de meu aceite,
vencida cmn 304 jai&' pa9sadi), da quantia
doe 1:5151230, quo nio sarei rponsavol polo
premio, que possain p)rverntura eigir p)r
conta do mesmn' saldo b eitre-Haver e De-
ver-, vista q uo me cinsidero em pleno direi-
to de exigir esclarecirnan tlos sobre uanm .napeio,
que tere un curso menos regular e urma solu-
6o de neahum madco salisfactoriao,
66 agora fago e3ta dec.araqao, jorquc aguar-
davy a resposta dos memos senhores As mi-
lhas cartas de 21 de ma.io e 23de junho, para
per ella pautar o mne'u propedimerrto, e nio
procedendo o que nilla me dizm em datas
de 6 e 30 do passado: a torno, nesta data, ettec-
tiva, afim de que prodaza opportuanamente os
s eus devidoseffeitos.
Em additamento A mnesma, releva ainda
*ccrescentar, que nao me sendo de facil acces-
so o recurso a imprenSa, pela distancia o ou-,
tres circunstancias, fico nislto, e s6 me rest
aguardar o liballo civiH, ue naturalmente .in,
stubr am**f a mematente nMde -e de-
vedor rerisu-qt-TpWco docil i s razoes do
sonvitcc, (p0iI*3fl0 eoyieAraoomm.
Agua-Azut 9 de Julho deo 1877.
Luiz GarilAi de 4qsap Pereira Palma.
0 juiz municipal do Gab
Zixando de parts 0 piotesto que fmzera de
ht#'oltar ui imprensa, wan discutir Q actQ po-
lo qual mandou passar ,arla de Iiberd.449 em
favor de minha esora a &asana, .16 que, de
Wi*% alwfitroqtWf*-pp eqqs pNwmprfo
rMd pelo supreoltrifiaaltdeltst'Ica, em 9 de
maiw d4o Crrern now,. Sr. Pjr fgtJJ
^anft flar 911va Fre.,: |)I RJZ i tu~ l Galo
vo!eo As colarnoas d' le Dirano, para 3llegar
*tO a Seizaset.que l#4ferits flo I arllkiaia
s efem legal, como pq' miu) fOra qualiflbca-.
9> Sq. 5r. C.namdido Fniire 'pro wo v4Mt -
us, por6m o facto consurnmado l Io nao permit-
W: aiada ttieBlas oez fC isfeli J .lu pgxdos
Jigados a qle se revere esta a crddmflna~o
do sua prepQtonciA! -
Onaeixr-ri *pefaintptmwrsn obbtra o Sr. Dr.
GCldidu Vreire porque:
i. Ut.Alrt ifs uiinba e^araui Leuarn, .emtioa-


do por base para a concossao da sua liberdade
valor qw se Ihe d(Lera no irptnarie aqua se
procedeu por morte dE. moSpresado marido
HasQl. lna(im C.raleinte de Albaqverqte,
inventario qtne flndiri annos ants de lembin'r-
se o Sr. Dr. Candid Freire d'aquella avalipao
para base di liberdade concedida A referida es-
crava; -
2. Po iqua o Sr. Dr. Candida Freift, ooilan-
4o pan a liber"mle d&B Suzpa, a quamtia do
% l Iror esta offerecida o depoftadl. esqUeceu
a disposigiao legal ((ue ,stabelece as frontes de
te p6do dhinanar o peculio do escravo qie
noten libe1tar-se. nala inqueriado a some-
mte resperto;
3Po finalneiite, p.rifI, em tudo isto se hou-
ye, totbendo-tme o sagrado direito de dafeza,
-porquanto,-secI ouivir-me, mandou pasr a al-
ludida carta do lilberJa--e e desfapossou-me do
bWem qs potia, p)r tituLo leal, e veputava
pupnQiedadsriaha emB fwe dab iembora pro-
priosa 80 No is !
pnitintdf -n ^geeria! .
ljocorteido-se A caderas do. DiW de 16
do Qabho do,corrente aimo, deoque transcre-
vii os jolgabios a qae so refertio Sr. Dr. Can-
, A o Freire, ema-a'publicato a4 28 do corrente
; :.:gK atLendsn4o-se s ras t tpostas por
Seu trca pa"te, e.aos .. -ioasterros eti
f .-tWoaG o aAt- com que b lca
sec oEI."Oa.an~udt sire racmente
wa"l nqa 0tA. a ac.to lrueotada
era Raynsuait, coftta sapsoboat
jl^ gJirif-BaMLJA^nSOIU4, .naofffleadaftax.
^^^^S.l'PO SnuI?>. Es pfl?**!iI1*1ge J~jtelu


1MGM
4 ew sj ,e sen 3..


rgulamoto respective; a b -
J". be awia, .eS" *M94W03SS505,*fb
d3. "Quo lhe favorece o benefla ee-
tuiglo,e..-
CteO Qun a sqpplMaf a.o -iR saez mm tem-
po oaompetente, o 0mptoe aorruspodbaulg, ao
legato i*tvpac objq aenpcb-s Au mofb-a *
pta ibefriebfllb ee 6adiAM ,Nsn-
dea do esta re uerer om juizoL su direitoi
come vLtf9&.e, o ia3 o dab dtdo drMsie an-
no, de solicilar da elletoda do randas a cbr-
tidao do mspwettm jagaunto. v
a A supplicada qTr FOI OUVIDA, oppoz-se
ao pedidao da supplwas6t .aMegando :
a 1.. Que o pssw,4 -gK allude a suppli-
cante, 6 ml ambidq, e a igiwou-se da pouca
oDaiasga qae mtria o curador da mesma, de
aw aa. boa swcedida na acfso i& meeiona-
da, qrat amoma contra .as&opfr .por
iastigaies daqael&e curade), ,ior qaerer
estio, cam publiamente ovdhimnfttaLili-
t o epdo quo da. supplicarnte efoi elt sup-
plicada, calculanmdo que eeataveria aLtrwal-
meats, despeader no Itigk sonue a mas& r do
quo a correspotdente an valor d'aquella.
S2.o Qtua .a qnmttfa pale qal preteide a
supplicante alforriar-se, devida c ,mo e6, A libe-
ralidade direct de terceiros, s6 'oderia dar a
mosmina semelhante direito, se tfsse exhibida
a vista no inventartib, no qual teve o valor cor-
respondente a mesma quantia, na f6rma do
art. 90 2.0 do regulumento a. 5,1 de 13 de
sovembro de 1870, jpa citad&s.
3.0 Qui nea travendo lidt a exikico li
gar, non por ocoasiAo de ser foeio o protlesto,
a3fn em tudo decwrer do inventario referido ;
a sobredita quantia adquirida por meio quo
aglra unicamonte p6de server como elMsaento
paa coastit;go lo peulio, emin oonaorragidade
corn o art. 57 I.o do crtado regulamento,
.cunm o qual s&iiKuite 6 que a alforria p6de ter
lg'ar, de accord corn o mesmo artigo, aos
terinos da'lei n. 2.040, art. 4.o 2.") e nio p6-
de absobutamente dar A supplicaute o direito
do obter a alforria. AlArn diaso
6 4.o.Que a, quwitia refer'ida foi obtida de-
pois da dpoca de que resa o escripto de fls. 3,
e, quandlj a esta cidate ehegara-n os autns do
accordau lo tribiinal da relaA.uj, que julgou a
supphcante carecedora da acc5o que muvnu
contra a supplicada.
( 5.0 Que falsa 6 a data do escripto do folhas
3, assim comno a do respective conhecimrnento
do tabelliAo Paz, sondo que urn eowtr.j sio
posteriores A dpoca cm que se dizemascrip-
Los. ) '
1i 6. 0 Que a falsidade di data do referidro es-
cripto se evidencia, a) ji par sereste-firmado
por testbmunhas que nao teem os requisitos
necessarios para o serem, b) jA porque nao er4A
possivel que, havendo sido a supplicante avam
liada em junho, (qrnado teve" ciameco o in-
ventarie a que se tern alltdido) e previsse
4 ema maio (de quando 6 datado o escriVto)
o valor que naquella 6poca se daria A mesma
supplicante. Concuio tequrendo :
c Que se considerasse a doaeflo-feita A sup-
plicante co no propria para produzir seus er-
feitos nos terms do art. 57 I. .o do regula-
mento supra citado, e nao para os produzir
nos termos do art. 90 2.o do mesuno regu-
lamento. n
( A supplicante, sustentando a sua pr3ten
@.o, o fez dizendo :
( t.o Que a quantia que ora exhibe nio 6raw
apresentada por occasion do inventario' de sua
finada ex-senhora, porquo nessa oeoasito li,
tigaVa ella acorca de sua libordade eom a sup-
plicada, e nao porque ainda nio possuisse a
mesma quantia, e demais :
t 2.0 Que, sem embargo de quaesquer alle-
gac5es, airnda subsiste o direito que tern de
ser alforriada sos termos do art. 90 2.0 do
regulaexarto citardo, pelo ua protestara ;
uma voz que a quantia, pela qual se pretend
alforriar, foi exhibida a 13 de abril, e, ainda
nessa data, a supplicada Ma, se actava lWgal-
monte de posse da supplicante, porque depois
6 que satisfez os impostos devidos, em virtu-
do do dacninio sobre a supplisante.
Is Considerando que, ainda 9o0 eaos de yen-
das judictaes e inventarios, para 3er admittido
o exercfoio A alforria polo preco dea respective
avaliagflo 6 condiQTo essencial set este exhi-
bido &. vista, como so college is leltra expres-
sa do art. 91 t.o, do regulainento n. 5,1i ei,
tado, e portanto ;
a Considerando que lao assisted a Surpplicante
o direito ds ser allouada nOS teeos do referi-


do artigo, desde qua dos autos serveriflca-
qw-ao ftf por Sita eobWWdp, 0e 4 A44 tXeor-
rer do inventario, Idesde quo teve este comego
atW serjnlgado pot sentelaca ftml) o.preco por
que foi no mesmo avaliada documento a fo-
PAsW 43 0 v4) 3,
S Considerando quo n5A htifta que hou-
venS a supplicantLe protestado _"f. *bUo de,
apreswstaado aquela quartla, f t .Vftrei tLo
A sua alforria; pois qu., depenn"d, como
ji ficou pru vado, o exercicio desse direito da
ooudihoa de ser a mesma exhitbida, A vista, no
ia*w4--i, o prote0sto, sam o iApllemento
dessa conAifAo, 6' sam v.dd4, a divoto ne-
abWi araun iouI salvagwflr4M' -
S Consideranda que nto Wyorece a supptican.
te a allegaeao de que-neo'fell a quantia exhi-
tilsf tfta otaecfto do u aflhlwupuiqsrs- cha-
va Samesma aupuicantee figndo por sua li-
berdade, pois qae a let elpsssa, nAo cogi-
tos diso, e noe. era o ligio seusa proceden-
te para deixar doser sxbitida P smaa quan-
tia, df4eo que prejuizo nethmm rcahl proviria
A supplicante, ,a-t#s 4 di4 pantia seria dado
qualquer dos deiiws itediiados no art. 49
i do regulamento n. 5,43 ,sendo-lhe entregue,
caso Ihe fosse a 40Sdl ibre o litigio favora-
vel com os respectivos.jpros vencidos.
S E considprando qt nto se acha provado
quo, na occasiAo do inventarto a que se tern
alludido, pnssuisse a supplicante a quaMta
pela qual poderia ser no rrtsmo aforriada, e
(me, por qualquer das causas a leta spota
cas, deixasse ella de ter Wolo ea 0 exhtlbida,
Spois qune, nao o tendo sAido. e o prevelecen-
do a escusa do litigio, como ja provade Ococ,
Ssubsistse a preaumpae de qtiq supplltate
nao a possuia. 3
4 XCo0l4Iaado qua, tebdo do a quantia
aprosned Oda A-pticae w**lda dopois
de flqdo oilaeid iullu i 4 o abril do
Scocrente anno, a di por meio que s6
elemenlo e a uioai de peculio
I .Wservir, nAo Ihe pdd dar direito de alfor-
Sria aotualmante, (regslaeonto ctAdo art. 57
1 2. 1t 'I. .; '. .I
u. nd. aist Ca-
do qu'y ai4b mdm ,.Oo ais
se a r .we igafta p ut_ idle .de
walosqtntaacoao ocaw.. do
-OILtr ovand& ju&.,IK, a~a'~ d
M~f ~Opfte da' Adpo"OK i*-, a
e1 ter :Jgar por melo do IAlmmt


1 214. eMmlo
-J- *^^'. .a^H^JB^a!^"^ 4~ W O^'.<^~"", -


%d flS;.04W3, 42.~r,,

tarlo a AiiAQU' taWX& UOt litfID.

a .mLo, 06 noe a. lgaara,
promovr-sua. a ae, efltbno a ;ua
de sua avallao ? "
Parecee a.nja ,--a Oud, Liv 4' Tit. 4
Drohibe qlour e nulliad
sobre couBR a. "
a Em cMlseOc, pua, dUeapmIpossibf-
Uidad, filha da lei, a appellada protesto
[cert. fls. 4) em occasito opportua .her sa
liberdade polo pneo de sua avaliaao na fo
ma QeW Itsaatortis.o art. lW.5 -. 20 te. d
13 de umRBtTOe 482, ..
SPatreco subtUieam eacolastiUca a diii
reita doveoulio adquirido pelo escravo, 0
que coastiu tbefratieKade de terceires, t
qua eona aquetleI sO .oaa obtlr .a l1itiwf
polo Ait4o an wwamaag g eapr oste oao.
Mas, diz-se, que a apellada nio a rasen-
tou o valor de sua avalUalo na occasilo em
que se proceeds a inventario e pailtha, como
4uer o oaaado regulamato.
( E' verdad e quoti.o depositoa nassa occam-
sit. a quantiade sua avaliagAo, pela raz&o ja
allegada do estar liLgiosa sua liberdade, mas
protestou no devido tein--), ist, 6, antes de
jnlgada apartilba, coamov,-se daii crtilo do
fls. 43, pois a smteiana que julgou a par-
tilha 6 de 23 de junho do 1874 6 n seu protest
6 do 6 lodUio fla7a anao.
I Assirp, posr, par6ce que sa ,Xev. rT)nrmna r
a sentesci appellada, pa-.i jirlir-so pruec-
dente a acao de flR. 2 pyreraforme a di-
reito.
( Bahia, 25 da fevereiro de 16T7.-Odes-
embargad.mr procariador da cor6a, Almeida
Costo. 1,
Senten-a do sup-emo tmbwmal J& jaMipa
SVistos exposto. e relatades estes autos de
revista civl,. entree parties recorrento Ray-
munda pr scu curador,-e recorrida D. Maria
Placidu de Sotuza: coacedem a revista pedid-i
por injusttH;a nrtori* d_13 &oEortft i d fls. 03
e 76, que, coj'ifirn'i-nldo a senten-a de fli. 50,
juliar-am contra direito expresso, nos dksposi-
goes dos arts. 4o I2o, da lei de 28 de setem-
bro de 1t871, 37 inflne, 56 26, e90 2,) do de-
cretLo ds 13 d4 novembro de 1872, per virtLude
dos quaes 6 peraitUido aos escravos, existin-
do avaliagio delles em qnaesquer autos juudi-
ciacs, libertarern-se polo valor deltas, corres-
pondando a somma do seupeculio a esse va-
lor, prego legitimo ia, indemnisacgoto.
a Ora, teadoi a recorreanta esso direito cons-
tituido por rei expressa, e nas avaliages do
inventario de sus oex-soahora D. R>saha, quo
allegou emtestamento Ai recorrida, tido o va-
lor de 400O00 (certiltao -a fl+. 5] assistia-lhe o
favor legal, direito imprescriptivel do obter a
sta liberdale portal prego, conmo protestou
fs. 4 v., exihibil-o em juizo, e effictivarnen te o
fez,a fls. 7, logo qa3 dsoahio do litigio s obre
o sea estado de livre, que, entio trazi a pen-
dente corn a legitaria recaqrrida.
( E nom irnaporta na especie dos autos, qle
a quantia de 4005000 exhibida pela propria -re-
corrente consttuia ou &ao libferalidado direct
de terceiro, uma vez, que a dita qiantia. cons-
tituindo peculio, c orresponde a importancia
da avaliagto judicial, easo em qao 6 dispeasa-
vel o arbitrainento, COn ) prevscerVdn os arts.
37 e 56 1P e 2,, o citalo doreto 'od 13 do
novembro de 18872iajAL.,-d up'5os 2.2
diana dci-aatt do a 0 6
recorrente sea violoaAo doa direoto. ahi esta-
tuido.
I Re gumm- portanto, os autos a relapio
da c6rte WPeignam 'p&ra a sua revisao e
novo julgamento.
Rio de Janeiro, 9 de maio de j877.-Brito,
presidente.- Bardi de Montserrate. Simnoes
da Silva, vencido.-Leao, vencido.- Valdetaro.
-Albuqmiwque.--Costa PiM4.--mtto.- Perei-
ra Mynteiro. -- VascanceUn.-Sihwira.-Sitft
Guimarres. J. i. MA. Ceamnas.-Grafa.-AL-
meda.--Relator, o Sr. ministry Almeida.--Re-
visores, os. Srs. ministers Barro de Montser-
rote c Simres da Silva. i

Apreciandose devidamente as pegas tIans-
criptas, verifica-so quo as julgados proferidos,
na aegibo quo ooats 0- Maria Plasida do Sou-
za movera sua escrava Payemuata, versaram
sobre o modo porque f6ra constituido 0 pe~c-
* tie, exhibido por dita escrava, bem *,emO so-
bre a odwosiko em quo tan Iv~ esmelhante
exhibigao.
OJuiz da pknmeira iuataaca, okeenbtena
too ponfirmada pelo tribunal dssScs 'a Bte-
.hi, sitendeu que Raymunda mlT (leba diral-
to a alforriar-se,poleoa soeio a quo recorrera:
i.e porque o peculio que exhbira, f(bus dqui-
rido por liberalidade de terceiro ; 2.- porque
dita peculio f6ra exhibido ;d queud slanq


iu b irtventario, de nada valeodo earotat
qua ikera Raymurida, no corner do tilt s inve-
ieorls,; visto como nos casos de vends j diaea
Se idtetarios, para ser admnittk o emriio d
lalforriap.elo pn da rpdtiva avaliaco 6
o MW tAessencial se. e atehiubido euiuta, o
q",, io case vertente, se nia verWcama, por-
. quanto a quanta apresaemada pela escrava f6-
ra exhibida, depois de findo o alludido inven-
tario: e cousaguiteouMneu bum valor tern
o protest sem a exhibicgAo do pecolia, pofque
a lei A express e oato .oogton do caso de jA
existtr entire a escrnva e su4 senhora, outro
Slitigio sobre a libe rdade da primeira.
De modo contrario opinou o procurador da
corfa que, quanto ao primormo ponto, classafi-
cou de subtileza escofastica a dist.inoglo feitn
do pecuulio adquirido petolo emrao, e o que
constitue liberalidade de tenbiros, pars que
COq aquelle 's possa obter ;- I d polo
pf4. da avaliaglo, e por assttai. ...
Oaanto ao tempo eccasa Raymun-
) v-.ria exhibit o pael" uradQr da
S legou que- no ter .nq .
i it a escrava ttwo: 5 09%,NSA
Senhotr'e CcTAES c IRCUJMS VEKtSAN-
DO 0 LiAT[IGIO SOBRE A LIBlj. D1 MESM.
ESCRAVA NAO PODIA esta Sa tt quaftn &
sue avaliafao, porque a Ord. to L. 4 Tit. 10
, prohibe qualq uer cantrato, peaii de nuUdade,
Solve csUas litigiosas, e s Q EM CONSTQUN-
I*A 4iSS* IPOQSSIBILIDADE, PILIA A- LIV ,
L. tyrmanda ltara, em occaslf& opfttukt,
hu "esua N g poade peo- peoo do soraitl-
0 gt PsW6T Qf ou r...rflPOStO
AMES-4 AA
. i Toado conb"4stsW d.a -ft.i Sau
.6end1 TMhOnui a 9tt 4 ae t Ia


R aB quo a rednegld do d~atto reeprimio
1in a : r .jg litia


rrtuaidsliber'I.de, PROTESTANDO ]NO CORKER'
SPRIEeG PORQUE FOI AVALJ.ADO MOD E.NVEITkIRLO,
ti o ireiu do, e ue dUo. preao, -eta a.-i



forriado, maria importandoquo a quanlia ajn-e
*~ad seJaro6W9981to do Liberalidad d d ter-
cotra.
O noconbaireuto edo ex.ee~ao, repito, fir-
ma a regta geral e0 no eatrato, no casoe de'




Suzana, o Sr. Dr. Candido silo rer-anheceu o
principo t nem soccorro-se g eaepw o agia-
'Fpopr *1athiorddev PROTESTANDO NO0 COHRRER'



ma& aaquO iu o princi so SEJA VENIdO, r! 0
PREQO PORQUE FOI AVAL1ADO 190 ENVE3ITALOI,



peonsamn dirto ida, disposibo tolegal ohe deaco.-
forriado e, nada imporu estan to-qae a qantia aplnte



cxoe mateninlmente cntrwad.a a dotrtina do
acdotao do sufato de l triberunalidade de ter-ia,
cei ro.



6 qure, no prncimentiro cas e, sep nao, deixotu dolr-
mar da rera neral e no eatrian co no caso de
Suaa, arutado or. r aqunddo le ao reontecelo sup- o
principio, na rnem soccorreipo, qua- dsee fez, xao salu-
ma : aniquilou a principio e wida mais! 4'0



tPensmrcdientopio quda disposictao Lnegal foihe dxisteo-
Sraznhecido : epninopib do direista o a quL obedrialceune
dorno niaterialrente entaadeu a deutrina. do


o sapremdao tdtribunal d jsi e ijusto iCas pa-
6 que, no primeiroa o faso, legal, dieixou domi-
par de niptarl do tceras c i b segdad po,a tem
que, argumenlando corn aquellei acoartl~o sup-


prieio, cna praetestacrip a fis. 4 delle fez, o EiBL-


KM', JUIJIO, E EF.FEaYIvAI.NTE 0 FEZ, FL5. 7,
LOGO Q1U1 DE C&iiAO DO LITlGLO sabre o sea es-
arcdiro telpire, quo e jntuso taeal pe oadenle coxiste



U Lujatarta rornidcu.
Ora parque supprimlo "o Sr. Dr. Candido
aFreirdzo, so prinolibete topioe direjo a cordo, qumecedo
o supre o tribunal de justingaeia e isto rias pa-z qu
brasa juistuist da vio fienor leal, diteito .dirit-
d preopriptda de !te a sa berda p
pi-ego, cowno protestou a fls. 4 V., E\HIBIL-O
P.M JUIZO, E LFFECTIVAS21:eNTE 0 Fh:Z, FLS. i.
LOGO QUE BE GARIO DO LITIGIO schre o mat es-


do de s ai quano ao prieio tqpio dente co-
a Iti'aturia rem;-ridm.


Orsai prque iz ao S. Dr. andido Frre e quandi-o


to aos outros dous points, o quo diz e illus-
Fre doctor ? Nselbo e topico d no accordio, qdo su-ndo
pr emo tribauo laconic ustia, nada qa de rvis- que
bttsea jastificar-se da vioeneia feita ao direilo


sde d provito em bdade rn d !a jutifc o?
Eis ahi quanto aor primeiro topico, da aecu-
saoao' qua fiz ao Sr. Dr. Gandido, Frei re e quan-
to aos outros dcug pontos,' o quo diz o Waos-'
tre doufc ? Nho adhou no acc-ord~a do.su-
premBo tribahual dejustiga, nada que Ihte servis-
se de provoito era bem do ova justificac~o ?
Nia vio tio dehbatida aMquesta. da constitui-
gio do peculio ? E nao achou que, maadan-
do alforriar a minha escrava Suzana, uo pro-
cedeu como o juiz da comarca da Barra de Rio
Grande, procurador da eor6a e supreme tribu-
nal de justiga que todos apreciaram a questio
do peoulio ? Nio vio quo senelhante pro-
ceder 6 bern different daquelle que teveb juiz
que S6 olhou para a qauantia que se exbibia,
nao indagando sua porigm ?
NMo acho'u, Sr. Dr. Freire, qWe sea proceder
p6de far uni iscentrmo para qae os escravos
se entreguem & pratie a do crime de farto, e
toubo pra formarem peculio cam que mais
tarae pretetdam libertar se ? 0 qua diz a
SLsto ? Nada, absolutamente mada, prqe ra-
mitticdo queimseisse eu alguama cousa!
E quanta a o fact de libertar miunha escrava
ser ouvir-me, negando-me escandalosaniente
o direito de dofeza, o que diz ?
Nao encoatmu rms julpdos proferidos sobreo
o pleito havido entire a esorava, Raymund(A e
sua suenbora, aguea causa. que jpstificasse o
procedimtiss quao tve, esbulbawdo-me do di-
reito de dafoza ? I *Nabo, o qua se v6 em se-
melhaate 4taosiAQ, 6 quo D. Maya PIacida, foi
ouvida, deie qe ia& escrava rmquereou ser
libertada polo prego fa aliaacb do inaventa-
rio, que sea direito de oppor-se A pretenglao
de sua escrwa lh e foi mantido at6 perante o
supreme tribunal de- justia. E v6s Sr. Dr.
Oandido Preie, oeimao procedestes '? Apenas
Suzana, requereu a sua liberdade, sa quo
me mandasseis ouvir, sem quo fosse eu citada,
pronsptamelte, peofteristas a serteua-qe me
esbulhava dos direitos que tinha en sabre a
mesma aserava como sestivessiaos, nao, em
rum pals lvre, constitucional e onde dove ser
nrespeatado e mantido o direito de propriedade,
mormente palos guards da iei, porem onde ?
Nlo sei, poirquo nso sonboo paiz onde o ma-
stsido pIs ltvnaonts disp6r da proprie-
dadealheia -
E sois ainda juiz -municipal 0 que nao
farieis so jb tbsseis uzagistrado perpetuo !
Ah justiga | Ah direito [o prbpriedade Qua]
* serAotsa fuhew' tI
Engenho Brilhante da coamarca do Cab., 31
de julho de 1877.
Maria da Corveoip.o de Hollandra Cavalcante-

*Aio publico


Maoel Alves Ferreira
Na eteaoa., qu e promvew entra o Sr. to-.
nente oerWelGasparCavalkamte deAlbuauer-
que Ucthoa, em Serinhaem ge de que ja tenho
dade onhecimento. aopjiico, apparece am
novo-episodio 9ne me aoresso a rdatar.
L Nlre tendo o -Sr. thtmte coronel Gaspar
- aprmntado os bons, de quo assignara depo-
silo, inleritei a ac que jtcaha de serjutqada
Sa meo ravor poo mui dipgo r. juiz de dirito;
do Rio Formoso e devendo dar-se cumpnrfe-
to ao sea dupn*ioaa4aiwv.o Dr. Jui.aunicipal
intimar peto aoid de julUei o, mandado de:
Siotacoimpabando ese offix.al o Sr. ma
9 Georal to de Limae pamnffeetuar a pri-
to m mo Sr. tenente coronet Gaspar.
-, e ogar ao engenho Arstaugil no dia 21
orrente o Sr. mor Limaa, 9 o official de
a hIbes foi declarado smlatar o referido
oeronel no aangeaho i p. qua volta-
Of I villa sms daw r cumprteato AqueUe
-Blvitldo,
-No d'"23,Ylop pow Hi*", veiQ A v'dI..o
Dt. 0r. os v 0atw9;_,c,0 *L


demos aos senhores agricultores, Ca-
zeadeiros e commerciantes desta pra-
ga a apprelbeinsAo do mesirmo, em cujo
meio achava-se uma nota de 5003 corn
as seguintes signals no verso :-no alto
1:000S assim mesn m em atgarismo, e
mais abaixo 200o, 1005, 508, tantas de
20# e taltas de 10, cujo numero nio se
recoilda e em seguimento a uma linha
de separaio estava escripto a somme
da seguinte f6rma-Somm-a 1:00( 5
Sendo quae seja conhecida e appre-
hendida dita nota, por esses signaes,
pedimos ao apprchensor a commniuai-
ca~&o a csta typographic, onde se
ihe recompensara... ...


* intetnato pernam- l

H btucano
COLLEGIO PARA 0 SEXO MAS- 1
CULINO .
Ponte de Ucho6a



Caixa Eonomica e Monte

de Sbccorro
DA PROViNCIA DE PFRNAMBUCO
qom garantia do governor Im-
perial .
Estabelecidos A rua do Commercio
N. 48
Decreto n. 5,594 de 18 de abril de 1874
A CAXA Ep)NOMI&r.cebr de cada indi-
ViNao, ueos f1f ou mutnipes deSta quauu L a_
504 por semana, a juros de 5 por cento ao an-
notcontadus do dia seguinto ao em que Liver
lugar o deposit,
lrgo que as quantias depositadas e seus
juros prezerom a somma de 4:000, sa esta
ulti-na importancia continuara a veneer juros ;
conservando-se o restanle, em depasito,semni
praemaio, emquanto o depositante o nao re-
clamar.
Q dtpositante pdde retirar ema qualquer tem-
po toda a quantia depasikada e seus juros, ou
s6mente parte, prevenindo a caixa corn ante-
cedencia de oito dias pelognmenos, quando ex-
ceder de 100# a imporlancia que quizer re-
tirar.
SNo Aim de cada semerstre do anne civil serao
capitalisados os juros veacidos.
0 depositante que perdar a respective ca-
derneta, deverA participal-o immediatamente
A ciixa, innunciando a perda pelakgazeta de
maior circatua Pagara 2j pela nova cader-
neta que se lhe expedir.
B' expressamente proihibido ao depositante
fazer .emendas ou quatdque. aeorao no texto
da eaderneta.
O MONTE DE SOCCORRO fazaIprestmus
de quantias de 5$ ata & quae for.cowenoiona-
da, sobre penhores deo prata, oo e dianan-
tesra juros de I por cotLo ao- men, sob as so
guintes condiaoes: ,
La Pagar a respective quals pom o premiro
de i par cento ao mez que sa veneer durante o
prazo quo se convencciouar, que sea contado
dadatada operacgo.
2.' Ser vendido em leiao o penhor, se von-
cido o tempo nao f6rrepgatado, oa pro:ogado
o. ,prazo do emprestimo.
3' Prescrever saldo do mesmo penhor, se.
nato f6r proctrrado durante o prazo de cinco
annos, ontLado da data do leills.
S4.a Se acontecer qua o penhor se extravie
neste estabelecimeato nao possa s&r resti-
tuido ao mutuario, serA o thesoureiro obriga-
do a pagal-o peto prgeo da auliaefo e mais
25 por cento de inademnisago.
0 mutuario podera resgatar o peohor antes
do prazo estipuludo, pagando a quantia em-
presfda e os jurors veocidos.
SRecife, 11 dejtUno de 1877.
i 0 guard livros,
Francisco Joaquim Pereira Pinto.


Desoarresgam hoje to de agosto deo A877
Brigue saorhaqa BMdla f-WW0e, vinho,
aitsze va inagte pnauisdu to fetm-
Pliche Barbosa.
Barca portugueza Laura, vArios geme, panra
Barca lemna Sopoi, .atios gmatap pom, d-
iiwda~efa. .;.
Patacho allemalo Caa. various geerios pa al.-
fadega.
Barca ingleza Carumnu, pelvora pa'. *posi-
to so Forte A4 Burame.
Barca ingleza Linctuden, cimento ppra o tra-
pickesda agadeg), -amdespac.
Barca sueca Conad, tnr"w par o tmafift da
alfandega, para despatbat.
Patacho allemflo Glers, trilRhe de femore par o
trapiche da alfandega, para despachar.
Escuna ingleza Elisabebh Tayior, ti-ilhos de
ferro para o trapiche da alfarrftnda,
parm despachar.
Patacho inglez Valante, kerosenee e breu para
o trapiche d alfaihndega, .pare des-
pachar.
Patacho ameri mno Frances Jane, ferinrm des-
r.achata paTa o 1 ponto.
SPatacho americano S. T. Baker, farinhades-
pachada para o Io ponto.
Patacho inglez Duvid F. Keeling, farioha des-
chada para o .50 pento.
Vapor national Ptrapama, generous nacimiaes
e encomr.mendas para o trapiche da
companhia pernambucana.
Vapor national Jaguaribe, gp.neros nacionaes
e encommendas- para o trapiche da
companhia pernambucatna.


ImportagAo
Vapor national Pirapamna, entrado
dos portos do norte em 31 de julho e
consignado a comnpanhia pernambuca-
na de navegacio costeira por vapor,
manifesto ..:
Cafd 5 saccos a Theodoro Christian-
sen. Cavallos 2 a Antonio Muniz Ma-
chado. Ctminhos 2,000 a Gomes de
Mattes Irmrnos. 175 a ordem, 1 fardo a
Bmorstehnlmann & C. Coemes salgados
seees 206 a Luiz Antio Siqueira,
5450 a Primenio Doafte Ribeiro, 46 a
E. da CGumha Beltrdo, 40 a Alheiro, Ofi-
veira d C. Ditos espichados 42 a Bel-
larmino Gongalves de Albuquerqme.
Care 2 garajios a Cunha Iraos & C.,
I a Lniz Antonio Pires.
Esteiras I,000 a S Leitao Irmao.
Miudezas 2 caixas a J. C. Bastes O(Mi-
veira, 1 a Gomes de Mattes Irmios, i a
Josd R. N. Saldanha.
Pennas 1 pacote a Aiheiro, Oh'eira
AC.
Ossos grajAo a Cunhoa Ier.aoa
gSaccos vazios 2 barricas a Costa &-C.
Sola 201 meiqs a or-dem, 4 a Belarr.ia
GongalIes de Albuquerque. _
Vinho de caju 2 barris a Luiz Gonpal-
yes- da Silva-.a Pinto. -

Vapor national Penedo, entrad.o da
Babia na mesma data e consignado a
Doming'os Avires Matheus, manifeAou:
Barricas vazias 105 a Amorim Irmaos
& G. Couros salgados seccos 505 4sr-
dem. Cola 4 saccos a Parente Vianna
AC.
Enxadas 2 barricas a Manoel Bt-
dridues da Costa Magalhdes.
Iqarinha de mandi ca 130 saccos ao
mesmo, 392 A ordem, 80 a Alfredo Fer-
reia Baltar.
Mereadorias diversas 3 caixas ao eon-
sipatario. Milho 41,228 saeras a or-
dem.

Vapor nacioal CGururwe eatrado do
Arataju na mesma da. ,e consigado
A compania femrnambnaena h nal-
cgo costeima per vapor, manhfeAtaq-
Couros saldos seccos 46 a rl
Jos6 Alves. :
FWnha de mandioca- 70 saefl a0
mesamb, 100 a Pereira Ciraeiro ia &
C., 110 a H. Burle & C., 95 a A.lfrodo
Ferreira Baltar, 60 a AMa hIrmAiS A
C., 50 a Jorge Tasse 200'a aosdGon-
Valves Torres,- 878 a Francistbo Goaal-
yes Torres.
Pedras de amolar 80 a ordem. '1,


S-.

, !.,/
7,,
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I





























Ida


d~bnfaiita1ja


46


TRlOVINCRLL
if*", =i. .
M^5


w r-- --
AMU^5 V do -fir" "

Paga-we 7^cl Wu~~ivteido da~a CgOe
do a e40lo Brasil, inscriptas na ex
ftw cem filial desta provincia, n
ruo.d." 95 por aevo : & rua do V
g on. 4, pavimento terreo.
6ei1, 7 de julho de 1877.
; Antonio Jhol LAIl Reis.
'.,, '.' i -- .**- .. "


Navios entrados no dia 31
Bahia corn escala--dias, vapor national Pi
tmale, de 698 toneladas. commandant Ar
isemo Pores, equipagem 25, carga varic
generous; a Domingos Alves Matheus.
C eara corn escala-6 dias, vipor hacional P
.r pama, de 360 toneladas, commandant Ji
- Henrique da Silva, equipagem 30, cargo
varies generous; A companhia pernambu
cansa.-
;* Aracaj* corn escala 9 dis,s vapor nacion
O. Curwrtipe, de 222 toneladlas, commandan
r Antonio Dias dos Santo.s, equipagem i1
: carga varies generous; A companhia pernan
bucana.
Penedo-4 dias, barca franceza St. Andrt, d
t 285toneladas, capitao Hamel, equipagem 1
nem lastro ; a fHenrique Burle & C.
Navio sahido no mesmo dia
Mossor6 -- Hiate nriacioal Adelino dos Anjo
.'-'PitAo Manoel Francisco Monteiro, carn
",tr-os generous.


EDITAES

S. 0 procurador dos feitos da fazei
da provincial, tendo recebido do thesot
ro provincial a relagdo abaicxo transcri
ta dos devedores de decivia mda freguezi
da Boda-Vi*td relative o exercwio
f t874 a 1875, ldara aos mesmos &
vedores que Ikes fica m.arcado o praz
Sde 30 dwas. na conformidade do dispoi
to no art. 53 da lei n. 891, a conta
Sda publicacao do present edital, par
recolherem a importance de seus deb
tos ao mesmo thesouro, certos de que fin
do o referido prazo, se 1 oede d c
branfa exceivont v m en;e
Recife, 23 de julh, 'di.W77.-Miqu
S .Josd de Almeida PernaMitco.
RelavJo dos devedores do imposto d
...... ..... ma da freguezia da'Bda-Visto
.. ,o exercoo to tr. 0 ut l lrary yso
S deixaram de pagar no tempo compt
.; tente, -de conformidade da tei.
S, Visconde do Albuquerque 11. 10. -
Herdeiros de Jobo Manoel de 011-
veira Miranda 27#M
Dita n. 30. Os menores JosI.e AnLo-
nio Magathes' .10 8
Dita n. 32. Os mesmos 21 60
Dita n. 114. Jos6 Domlngues Code-
Sceira 21t60
SDilta n. 156. Joanna Militana de Je-,
Ssus 54u0
Dita n. 89. Jose da Silva Leite 19544
UMan. 121. JosuO Materlo de Aze-
vedo Santos .2700
Dita n. 123. 0 mesmo 45O
Dita n. 125. 0 inesmo e outo 600
Aurora. 9. Joao CarlosMauso da
Costa Reis 36w00
Dita n. 19. Filhos de Joaquim Jos6
-Silveira 10800
Dita n. 25. Jos6 de Barros Pimen-
tel 3e$50
Dita n. 101. Jose Gongalves Ferreira
da Costa 4w9
Dita n. 103. 0 mesmo 4500
Dita n. 105. 0 mesmo e outros 30$78(
Capibaribe n. 16. Herdeiros de Jose
Mamede AlveA Ferreira--. 20840(
Dita n. 18. 0 mesmo 1810
Dita n. 28. Jos6 Alves Barbosa 72
Ponte Velha n. 12. Jos6 Francisco
S- 43, Herdeiros de Jose Fran-
:" .... Ferreira Catlao 14
.' -, .dq Boa-Vista n. 74. Joao Bap-' .
;* lus .tist Andr6 e Meodam 7*56(
: DIMta n. 33. Jose Augusto GCsar Na-
- hucode Araujb od 45|aXXa
'- Dita n. 35. Omosmo 54rOnX
I Dita n. 1t9. Jouquim Jose da Costa
7; 9u B'a. Dr. Joaquim Anto-
auto da Cunha Mir, oda 45900
S n.95. Joana Militaois de Je- 27900
.,, 54. 9.o0 mesm

-: Io n. 60. Jose, fllho do Dr.
^ ', Jos6 Gongalves da Silva 1085000
'..T:,. ospicion 18. Joas CarloslJHanso da
^.-;. .,osta eis 0250
1^ B. a *. j < ^ a t U
s. '''''*ia t,431511.^ fB~t~lntr
"~. '^s ~ '1 ** .. *' *v m ss
'105 ;5


t- S Dr. JosAut aouo 44-.i-


MR


D Dita n. 26. Joaquim Collares
Dita n. 28. 0 mesmo -
Rua do Noite n. 2. Yinva de Joaquim '
Josed Pinto 4
Imperatriz n. 40. Herdeiros de Leo-
Spoldo Ferreira Martins Ribeiro
Dita n. 42. Joao Martins Ribeiro 14
Capibaribe n. 40. Leopoldo Ferreira
Martins Ribeiio 1
Conde da Boa-Vista n. 61. Lourencga
Maria Joaquina de Sant'Asna 2
Ponte Velha n. 6C. Luiz Pereira Ra-
poso 2
Rosario n. 8. 0 mesmo I
Socego n. 61. 0 memo
Dita n. 63. O 4esmo -
Dift. 5^ O~uetto
Co
ast.. t13n. 0 ftmo
Riachuelo n: 51. Luaiz de Otiveira Li-
ma Junior A
coelho n. -11. Lwi A.tonio Peroir 3
fits n. 13. 0 mmo eo
Dlta n. 15. 0 mesdfo ,

iTjizd Do ^lrk

Oe stw-D O T. ;mAU.
frud'nag


(ds ylarios


dapa


. ?ML 6.Jaat ttdaS

4 0-.gJ 1%0 Joaquim
d evedo e oat" ;.
JoIe Fernmides Vieira no 2L. Jo: e
Medhado Botelho
8 Travera do becoo do dito a. 412; Jose
c- Nunes de Oliveira
a Pombal n. 2 A. Joao C" iro Ro-
;7 drigues Campello
SDita n. 22. Joao Baptista Andr6 Men-
dam
Visconde de Goyanna n. 4. 0 memo
Dita n. 41. Dr. Jose Rodrigues dbs
Passos
* Dita n. 67. Joao Francisco Carneiro
da Cunha
Dita n. 73. Jos6 da Fonceca e Silva
e outros
Dita n. 111. Joao Joaquim da Costa
Leite
e- Joao de Barros n. 3 C. Joanna de Me-
i- nezes Cysneiro.
)s DiLa n. I B Joaquim Gama
Dita n. 9. Joaquimn. Francisco .dos
i- Santos
o- Largo de Santo Amaro n. 2. Jos6
ga Maria de Souza
i- Dita i. 8. Jos6 Jeronymo Rabello
Dita n. 12. Jo t Lins de Souza Mon-
al teiro
te Dita n. 11. 0 mesmo
4, Dita -n. 16. 0 mesmo
n- Travessa do Costa n. -1.. Jos6 GonCal-
yes Ferreira Costa
le Dita n. 3. 0 mesmo
1, Dita n. 5. 0 mesmo
Dita q. 7. 0 mesmo
Dijta n. 9. 0 mesmo
s, Dita n. 11- 0 mesmo
ga Ditan. 13. O mesmo
Dita n. 15. 0 mesmo
Dita n. 17. 0 mesmo
f Dita n. 19. 0 mesmo
Dita n. 21. 0 mesmo
Dita n. 23. 0 mesmo
- Dta n. 25. 0 mesmo
Dita n. 27. 0 mesmo
" Dita h. 29. 0 mesmo.
g-Dita n. 31. 0 mesmo ) -
Dita n. 33. 0 mesmo
" Dita n. 35. 0 mesmo
l Dita n. 37. 0 mesmo
le Dita %39. 0 mesmo
e- Dita n.41. 0 mesmo
Dita n. 43. 0 mesmo
v Dita n. 45. 0 mesmo
- Dita n. 47. 0 mesmo
r Capitdo A. de Lma n. 5. 0 mesmo
a Dita n. 7. 0 mesmo -
iDita n. 9. 0 mesmo
Dita n. 11. 0 mesmo
" Ditan. 13 A. 0 mesmo
D- Ditan. 13B. 0 mesmo
Dlita n. 13 C. ftnesmo
l Dita n. 15. 0 mesmo.-
Travossa do Lima n. 2. 0 mesmo
Dita n. 6. 0 mesmo
a Dita n. 8. 0 mesmo
4, FundigAo n. 2. 0 nesmo
T tn;ta f i" /" A:
Dita n.3. 0 mesmo
e' Dita n.:5. 0 mesmo
- Ditan. 7. 0 mesmo
Estrada do Luiz do Rego n. 2. 0
mesmo
)0 Travessa do dito n. 2 A. 0 mesmn
DiM n. 4. O mesmo
0 Travessa do.Goncalves n. 0. 0 mesmo
0 Dita n. 4. 0 inmesmo
Dita n. 6. 0 mesmo
o0 ita n. 8. 0 mesmo
. Ditan. 10. Omnesmo
0 Dita n. 12. 0 rmesmqG
0 Dita n. 14. Q medo
SDita n. 16. 0 mesmo
0 Dita n. 18. 0 mesmo
0 Dita n. 20. 0 mesmo
0 Dita n. 22. O mesmo
Di n, 24. 0 mesmo
0 Capitao A. Lima n. 25." Dr. Jo'o da
Silva Ramos
0 Estrada Velha de Santo Amaro ni. 12 A.
Joao Carneiro Rodrigues Campello
0 Dita n. 12 B. 0 mosmo
Dita n. 12 C. 0 mesmo
O Oita n. 12 D. O mesmo
0Dita n. 12E 0 mesmo
O Dita n. 12 F. O mesmo
Dita n. 12. G. -0 mesmo
[ Ditan, 12 H. 0 mesmo
) D.ta n. 12 I. 0 mesmo
) Dita n. 12 Jl mesmo
Dita n 14. O meeso
) Dita n. 16. 0 mesmo
Dita n. 18. esmo
I) ita n. 20. a
)Dita n. 22. O mesmo "
Dita n. 24. 0 mesmo


ItW pi


videndo ci.
ia &Aof


DO

BEBERIBE
A directoria desta compainh, distri-
bue orm os senhores accionistas, os fo-
itst cote p a memorial e project
deorgamento das novas obras para ca-
nalisago e distribuigAo d'agua I cida-
de do Recife : p6dem dirigir-se ao res-
pective escriptorio a rua do Cabugia n.
16, das 9,horas is 4 da tarde.
Escriploi o da companhia do Beberi-
be,28 dejulhode l877.
0 seeretario,
Jose Rodrigues de Souza.
Santa casa da misericordia do
Re.ife
A Illma. junta administrative, tendo neces-
sidade de fazer construir um predio corn ac-
commodacges pars a secretaria, e sala das
suas sessbes, visto star precisando de gran-
des e urgentes concertos a casa em que hoje
funcctonam, contrata corn quern por menor
preco se encarregar da conistruccoo dessa
obra, conforme a plant e orTamento organi-
sados, os quaes 'oder.o ser consultados nesta
-secretaria; sondo uma das condicges, que o
pagamento sera riealisado quaooe as forgas do
core permittirem. -
Secretaria da santa casa 4a& misericordia do
Recife, 18 de juiho de 1877.-0 escrivlo,
Pedro Rodrigues de Souza
Santa Casa da Misericordia do
Recife
A Illma. junta administrahiva da Santa Casa
da Misericordia do Recife manda fazer public
que na sala das. suas sessos, no dia 2 de
agosto pelas "3 horas da tarde,teem de ser ar-
rematadas, a quern mnais vantagens offerecer,
pelo tempo de um a tros anno.sas'rendas dos
predios em seguida declarados :
ESTABELECIMENTO DE CARIDADE
Rua do Marquez de Olinda.
1.0 andar do sobrado n. 53 (fechado) -600
2.o idem idem 500W
Rta do Padre Floriano.
Casa terrea n. 47 [fechada]
Idem n. 43 (fechada) w
Idemn. 45 (fechada). 228000
Becco da Carvalha


375800
275000
95000
55400
21o600
82100
135500
17-280
54o000
13(500
27#000
275000
85640
80640
70560
75560
75560
125960

105800

103800

120960
12$960











275000
275000
27(000
12 o
i*W






108
top


ida
odeadto dorpso .tho d cdatpatria
[soamwo doiAotenpro. -
2 sargant o e s y. .vao da c6p
Francisco osteves oda
P6bo dFewo i ra doVtl de infant
ria Manoel Mingueira.
Anspeada do ao9 bato o doe infanotaria ar
bMao PFIrisd Silva. .
' omdado do .co batalbodo e inufantariatFria-
cisco Dias Monteneogro.
Idem do7o batalblao d infantaria MJoseM
rianio Mendes. .
*Idem- do 40 batalhflo de infantaria Antonioa
Francisco dos Santos.
Idem do 3o corpo do voluntario da patrikA.
Peiro Ferreira Vital.
Idem do 1 corpo de vountarios da patria
Manoel Francisco de SaUes.
Idem do 30o corpo do voluntarios da patria
Manoel Coelho Coirana.
Idem do 20 batalhao de infantaria Manoel
Benedicto do Nascimeitq.
Idem do- 4o bathaia de infantaria Jo o Bap-
tista Nunes d~s Santo%
Idem o1 13" batalhao de infantaria Jos 6 An-.
tonio do Nascimento.
Idem do 40 batalhao de infantaria a p6 An,-
tomio Francisco Segundo.
Idem do 54 codrpo de voluntarios da patria
Jobo Joaquim do Albuquerque.
Idem do 51 corpo de voluntarios da patria
Joaquim Antonioda Silva. -
Secretaria da thesouraria de fazenda do Per-
nambjixco, 80 deo julho de 1877.-0 eoretario,
l. Mendes Pereira.
CONSELHO- DE COMPRAS DO AR-
SENAL DE.GUERRA -
Do ordem do Exw. Sr. general president.
fao public quoe esl e conselho precise com-
prar par o presidio de Fernando do Noronha o
seguintoe:
Farinha de oiandioca, litros 4,880.
Sola, meios 1,000. -
Vaqueta preparada pelos dous lados, meios
1,000.
Couros cortidos para forro 1,500.
taixas de ao n s. 11 o l 2 para encostar,
kilos 300.
Ditas deodito ns. 18e20 pars saltos, kilos 50.
Torquezes ovaes para sapateiro, duzias 2.
Retragos do vidro barrica 1.
Linhas brancas na.24e30, para machine,
carritais 144.
Ditas ditas cruas, kilosl10.
Doce de goiaba, kilos 10.
janteiga ingleza em lata pequena, kilos 10.
Serrotes do 8 e 10 polbegadas, corn ponta 3.
Picaretas 20.
Aletria. caixa 1.
Sablo amarello, caixa 1.
PAos de sicupira corn 8 paJomos decompi-,
ment* e 8 polegadas dq diametr, 8.
.Of. preteodentes doQ"ilfl. vele
no oaa 2 do amoto, a fsd nm6
apresentarem as suau propostas e amostras.
Continuam a vigorar o8 artigos do regult-.
mADnto j4ipubIltadov.
0uloedUb WM Fv d wu- &oaoh Ja fVPIr- "00
arsenal de guerra di Nfrnatbuco, 3 jibhoe
le 1877.-0 secretario, *
-____ ". Moreira Alves. __'

J.. Manta C.


Idesn. 7
W larga do fRoisri
3.0 andar do sobrado n. 24 A
Loja n. 1 do sobrado n. 24
3.o andar do sobrada n. 24
... Ra da PfsteVelea
.asa W rp-sr^. 31 :.>- ...
Ru" -a d Imp4ratriz
Casa: terrea n. 6 -
Rua do Encantmomata-
lo, 2.o e 3.u andares do sobr
Rua da Mokda
Sobrado de 2 andares e soteo n. 37
Rua dos Pescadores


207(000


1071QOOO

U

2300r
362(50
3"M00


pus. AIL, .i. do con

E-.m- e su .. sLd 12" ,
pois da depraddo esa-
.-- W tum. seg part."
Para eaqa, oftommefndas, valores. parp -
pons, trata-m na agencia. escriptorio de com-
w ed' io Pontual
_12 -Rua do0J._m Jesus--12

Companhia des Messa-
ge ies Maritimes
LINHA MENTAL
.0 paquete
Senegal
Commandant Grou
Fspera-se daEurc-
P a no dia 4docor-
'1 rente, seguinWdddepdiW
da demora do costume
para Buenos-Ayres, to-
cando nos portos da
Bahia, Rio de Janeiro e
Montevideo.
Q 0 paquete
EQIU APEUIR
G1ommandante Rousseau
gEspera-se dos por-
tos do sul no dia 20
do corrente, seguindo
depois da demora do
Costume para BOR-
DEAUX, tocando em r
Dakar, Lisboa e Vigo.
Para passageiros, encommendas, etc., a tra-
tar corn o
AMENTE
Auguste Labille

9- Rua do Commercio- 9
fOMPANHIA PERNAMBUGANA
DE
Navegacao costeira por vapor
Portos do norte
Parahyba, Natal, Macio, Mossor6, Ara-
Scaty e CeariA
0 vapor Pirapama,
commandant Silva, se-
guirA para os portos
acima no dia 6 do cor-
.rente, as 5 horas da
tarde.
Recebe carga at o dia 4 ; encommendas,
passages e dinheiro a frete, ate as 3 horas
da tarde do6 da da sahida: escriptorio no
Forte do Mttos n. 2. -
Companhiiade navegagLo a va-
por Bahiana, Umitada
Macei6, Penedo, Aracaju. Estancia e
Bahia

P te.edo ,
Commandante Peres


SegfsO parab"pM
acima no dia 3 do c
rente, s 4 hos
tarde.


.4.
ar _..r;.;:,= f.. .,. ."- 'I ._ :l .,-$

D ea tecram nk. 14e iLd WM_ *',
8dS. Pedro, em i36a; % ?
Uma dita n. 21 na rua do Barmo do V, _
- naqu1ea usmna M#f., eds4.a|
proprio'a. ._
Uma casa na estrada nova.fewm tA ,-i .
do Sr. Luiz de Carvalhn ?it ,-
corn 28 palmos de frQnte e L -de fd. Q
simh Kf6mra e acimbanm h rm
palmos de frente e Rf7 de .ont *e rend
2 mensaes. .
QUINTA-FE1RA i O K ,.
as 1-1 %owm'mhah
POR INTERVENE :AO AGENTE
PINTO
Em sou escriptorioA & rua d*
Born Jesus n. 43
Ageite Alijio

LETLAM
DE.
SI importantissima vaoca tourina -
QUINTA-FEIRA 2 DO CQRRENTE
as It her" m. fl
No largo d'alfastgsa
0 agent Remigio, conqretentemente
autosisado, fard leilo di' Vaeca acima
declarada por conta e risco de quem


pertencer.


LEILAW
DE
3 botes, mastros, velas, remos e mais
perten(as- salvados da barca allemha
H. Doose, naufragada na costa do
Rio Grande do Norte. .
SEXTA-FEIRA 3 DE AGOTO
ao meioIdia -
No trapiche da alfanil-ee, en freite
guardamona
.H. Doose capitio da barca aUenmA
H. Doose, naufragada na costa do Rio.
Grande do Norte na sua ultima viagem
de New-Castle para Valparaizo. faz lei-
Iao por autorisaglo do conau do im-
perio germanico, corn licena do Sr.
Dr. inspector da alfandega, em pro,
senga d um empregado oda mema re-
partigao pars o tim nomeado, po" in-
tervenyao do agent Pthto e pot conta
e risco de quem pertetncer, de 3 botes
e pertengas salvados da mesma arca,
e traziddsmara aqui pelo vaporPirt-
parma; isto ao meio dia d dia acima
dito no trapiche daralfandega, em fre-
te a guardamoria. :

Agente Ste ple



Na ruabImie ':


aie~.WOto 40 to*iae ,




no 'r a"i49 estabe-
alvaro, o qqal 0e 0 ao a-
da Tua Duque deaxbas^B'8. _
eano dia, ais 12 Iborasiakp"D Q mes-
o a inte levard a .eft potdaodo
lesmb ilm. Sr. Dr. juiz de duisito d4.provedo-
ria de capellas e residues, a tinluraria sita a
rua estreira do Rosario na b do
armagao, ,alco, flt e s aonos
perlenc^.a rli^ n^


Idem n. 5


aua d Vira,&Wo


...DO PBTO



































Cautella
Nao eprega inculcad s pelo campo
Roga a todos, que mndam enco.
ella, exijam a vista da conta impressa respectiva.
Teido sido enganadas diversas pessoas em


procura aesta 1undico, observa-se we a
$-FUND1CA 0 DO BOWMAN
est entre o chafanz e a fortaleza, que os

esti de-ambos os lados da rua, perto da
Sra dos bonds e pintados de verde nos

viferiores.


1MS S MP
DE
- Francisco Gurgel do Amaral
S,. A' rua lo de Marco n. 20 A, esquina.
S Este antigo e acreditado estabelecimento' acha-se-constantemente provi
Simportante sortimento do fazendas de gosto, as quaes recebe directamen
$. bores-asas de .Paris e por esta razlo ypoderlo servendidas por precos muit
-Tern aftualmente urn esplendido sortimento de vestidos feitos e em cor
--. wos que se usam,preseniemente em Paris.
*- em igualmente um variadissimo sortimento de chap6os para senhora
o.- desejar de melhor erm tal artigo, sendo preparados por urma das primn
.. ...s :- l stas de Paris. -
.. A16m destes artigos ten, constantemente grande sortimento de sedas,
granadines, superiores ai-oalhados broncos e de cores, guardanapos, toalbas
.... sa e roster, umn esplendido sortimento de moeias brancas e de cores para h(
S nhoras, meninos e menmas, enxovaes para casamentos e baptisados, gram
S do deo baptistas, cretoines, gostos inteiramente novos, lindissimas gravatas I
M complGtp sortiuentoc de luvas de pellica, esteira da India para forro de
p vA od ec()r,aat, alcatifs, mialas para viagens e muitos outros a
Kfvam nnrfa flrdmto i C ='tl rhenton


edificios
cochel-
andares








ido de urn
e das me-A
o modioos.'
tes iguaes
s o que se &L
cipaes mo-
pdpelinas,
s para me-
)mens, so-
de varieda-
ara senho.-
Ssalas, ca-
rtigos que


i Ha empngados especiaes para levarem as fazendas A casa das Exmas. families, a
Squern pedimos que de preferencia mandem buscar qualquer artigo que precisarem
jpifa as suas toilletes a 3 nosso estabelecimento, pois sempre encontrarao fazendas r
de gosLo e novidades. .. "'?
do _tso 6 aquefles que nOs hourarewrnn as suas compras, encontrarAlo sinceridade
SBos iOS tratos e -modicidad e nos' t
S. !Runa ode,
Al "AA

Is4L cARuEEANcA


7









~.1







-I




IT



* )



I
I
I


a attend das Exmas i. madri asq, p -. umcompletom sor-
imeato de peque oinss ,em"do a p,4ri. dOc.' no acto do b ap-
ism o.' ^- '' '.> '-. > "
[.- A l, '^e encioa -oo. t ioy. outro qn.o
podendo mencionar por ser esn sorprenderao .itodos queo visitailem nos-
0oentab icanento.
Joseph. 1raui9 ftR.



PERFIMARIA


IAZAIIBt





U iIVEIAL


t^-
c?
* s

s
^3


1
Q^l


lt IUMV-



PERFUMARIA DE

TODOS OS

FABBICANTES


Esta prepare o tonica tern a qualidade dos dous products que for
mam sua base, 6 RHUM E QUINQUINA. Ella fortifica os cabellos, evita
sua queda -e faz desapparecer a caspa. Seu perfume muito doce da ao
cabslIo um cheiro fino e-agradavel -
S Unico deposit no Bazar Universal na rua Nova n. 22.
0 Bazar Universal tern um complete sortimnento de perfumaria de Lu-
bin, Codray, Piver, Le Grand
Machinas de costura.
Para trabalhar a mro de 12 postontos de Gulh & Garbeek, Hamburgo
Obras de vime
Cadeiras de balanQo para senhora, ditas lara menines, ditas para eseola,
ditas de bravo, proprias para salas de espera, ricas costureiras para senhoras,
balai6s, cestas, condeges, faqueiros~iarrinos para crianas corn e 2 assentos
funds para prato, bercos, darrinhos pequenos parm brinquedos de meninos e
balaios para.roupa suja, R
RUA NQyA .N: W.



Privilegiado pelo governor imperial
PROPRIETARIO, Dr-*.-(0. Capanema.
IEXTINCV(AO. DA FORM[IGA
0 resultado obtido por este maravilhoso inVento, tern levado eu proprietario
a montar duas grandes fabricas no Rio de Yaneiro euma outra' na Bahia, onde o
-FORMICIDA CAPANKMA 6 jh bern conhecido, par extugigr es formioueiros
quehorrivei, estragos causam a lavoura,a today a vegetaiAo, consegumdo-se
em fim corn )equena dospeza e facial process.
PREVEN(AO AOS.CONSUMIDOBRES DO mPOITANTE INVENTO
0 Formicida Capnma previne-se que nao sera verdadeire, e, por-
tanto, serm effeito na app!icacao, o que for vendido em quantidades menores ou
em vasilhame different do quethe das fabrics do privilegiado, e que a nin-
guem convira o uso ou-ve.da ilb urma falsificaao denominada Carboina, ou
sob quhMquer outro titulo; pois que, aldmi de nao produzir resultado algum, 6
prohibida s9ta venda por sentenQa contra seu autor em process intentado pelo
Exm. Sr. conselheiro Dr G. 0S. Capanema, publicada no J3wZnd do Commercio
do Rio de Janeiro de 3 de julho de 4877. -
Proceder-se-ha tambem de conforaMidade corn as leis d'este imperio contra
quern vender Formicida Capanema em vazilhame different
AGENTE--AItedo Feira Baet-rua do

Commerdion. 44, ot andar


Perdeu-se no sabbado, da rua da
Alegria, a rua dc Hospicio, um tran-
celim de ouro corn urma cagoleta : a
pessoa que achou estes objector, que-
rendo restituil-os, pode leval-os ai rua
do Hospicio n. 2, que seri generosa-
mente racompensado.
Offerece-se uma ama para cuidar
de criancas ou. para o service de urma
pequena familiar, menos -cozinhar: a
tratar na rua do, Sebo n. 44.
0 abaixo assignado pedeoao Sr.
thesoureiro das loterias da -provincia
que nao pague os premios que possa
sahir nos bilhetes de ns. 1781 intiteiro e
2318 urn quarto da 0loteria 235.a, .e s6
o podera fazer ao abaixo assignado;
ede a quem ostirou, quetenhaa bon-
dade de os entregar, pois 6 conhecido.
Domingos Pereira Lagos.
Manoel Francisco de Lima, ma-
rador na cidade da Victoria, faz scien-
te ao respeitavel public, que desde o
dia 19 de julho do corrente anno, des-
appareceu do seio de sua familiar o seu
irmao JoAo Francisco de Lima, e come
esteja o mesmo pffrendo de aliena do
mental, pede a quern delle souber ou
tiver noticia, se dirigir ao largo do
Mercado n. 9, que sera recompensado.
-Precisa-se de um caixeiro dt 14
a 16 annos, corn alguma pratica de ta-
verna, para Gamelleira : a tratar no
largo do Mercado n. 7.
- Precisa-se dr um feitor para engenho, e
que de fiador a sua conduct, e.que tenha pra-
tica, prefere-se portugUez: na rua do Impe-
rador n. 50.
Precisw-se alugar uma escrava para ven-
der taboleiro. e mais serviQoe ds casa : a tratar
na rua po Barao do Triumpho n. 65.
Precisa-se de umrn criado e de um mole-
quo escravo de 14 a 16 annos: 'no caf6 Imnpe-
ratriz.
ATI.GOS DE PHANTASIA
Bonitas caixas para costura, corn
music e semr ella.
Lindos livros [Horas Marianas] corn
caade tartaxuga, madreperola, etc.
Ganivetes e tepuras finas.
Ricos lengos de seda corn lindos dese-
nhos.
Finos pentes de tartaruga.
Lindos desenhbs para trabalho de 1A.
Ricas collecgdes detisporas.
Bonitos bordados para saias.
Lindas caixas corn tentos para jogo.
E luitos outros artigos de phanta
zia : s6 na loja da Malva-rosa, ai pra-
ga da Independencia ns. 2 e 4.
0 abaixo assignado scientiflca ao Sr. Jo-
se Cardoso daSilva, para sua intelligencia,
que tendo avisado em tempo-competente por
este Diario de Pernambwuco, pars que nao corn-
prasse o cofre de ferro, que existia'na taver-
na da Passagem, rua de Bemfica n. 4, e que o
resto seria pelos canes competentes,- estA
hoje autorisado por esses mesmos canaes a
tomar ponta do referido cofre; portanto, dese-
ja que he seja remettido sem que preciso se-
ja maia formalidades a ta respeto.
Ignacio 'de 86 Lpes Pu w ndes.
Alug-se trees moradas de oasas na rua
do Coronet Suassuna ns. 103, 198 o 193, todas
em orm estado, oaiadas epiun.tfls de novo,
por barato prevo : na rus Direitft n. 8.


aE pe.i ai zinheira: a.ra-
,tar a G we. G -
A AM Precisa-se de uma ama ecom-
1J,3. pre berm couzinbe corn limpza : .
1,q ar.o da alfandega n 7. -..
A iA Na rua da Aurora, om Sibtq
2.A' Amnaro n. 123, precisa-se de
ama que saiba cozinhobar e lavar.
A A a rua da Uno n. 58, pre-.
JmtIA-cisa-se alugst" uma-ama,- .sL.
uma pequena familia, qiOs aibk e
char perfeitamente enugo mati
]AMA Na rua daas Cruzes wb
AiUr n. 6, precisa-w%' OU ma aw
para todo o serviio unra pequni,
familiar, prefere-se 4"ue saiba engomr-
mar : paga-se ben, ,
Francisco Radich
iSS Jbs6Leonardo Radich,
,B! B Francisca Carolina Pa-
{ -dicb, Isabel Radich Pai-
) '-.-- fanie, Josephina Neves
i. / ~Radich e Guilhermina
....... Cardoso Radich (ausen-
Wteo, filho, filhas e noras
do fallecido F rancisco. Radich, feridos
do mais pungente e dbloroso sentimen-
to, convidam a seus parents e amigos
para assistirem a missa do setinmodia
que por sua alma se ha de rezar quin-
ta-f ira,2 de agosto as 7 horas da manha,
na igreja de S. Frei Pedro Gon~alves e
desdejA agradecemn a todos este acto de
caridade. Aproveitam a occasiio para
agradecerem atodas as pessoas que o
acompanharam ao ultimo jazigo.
Frei Joaquim de Santa Maria
Cunha
Frei Augusto da Im-
maculada ConceiQo
AJves, provincial do
convento do Carmo,
sienifica seu eterno
re co nhe ci menlo aos
seus irmlos sacerdo-
tes seculares, religio-
sos de Santo AntOnio
e capuxinhos, cgnfra-
des, oirdei teceira,
confrarias, irmandadeeo s prdelar ps ermfir
que, a seu convite, se di ram assistir as
exequias solemnes que pelo. seu finado irrAo
de habito, Fr. Joaquim de Santa Maria Cunha,
secelebraram nodia30 de julho ultiamo, na
igreja daquelle convento. Penhorado por tAo
benign acolhimento, cumpre um grand de-
ver, dando a todos qsta prova de publiea igroa-
tidlo. ,, '.









OLANCA0'l;

8. 0 "AS M W'.
AA 1111DAS PILL ACANKIA fE *Eku S
g m n P A t ^D Z.-I
UA aa uroftilas, a insufficeclaxct o lumngue,
*1 a anemia paludosa, A
SFOSTiFICAM as consttuieocs fracas
j! ou arruimaB,
UA A a, formacl chU joTe etc., etc. 0

Srotalo v, rde. i' "^^~- O
S- "e .inim 46. r. ,iapani,.';- a I
a2my (^,FarreraMah7 ~m&da illva


8 vees em O


7'I


0 mais, energiico elixir- depurativo do sangue
Unico approvado e privilegiado pela Junta
do Hygiene do fU. de Janeiro, e autorisado polo governor imperial,
por decreto de 18 de dezembro de 1871
DE p 'ftJRIA INVEN(AO E PREPARATAO DE



: :. ~ (Do Piauhy)
Phwmaeetf. formda4o L Imperial Feldadedo Medl0lna eja-
n.eloro o elftev do Mtluto P.ha *t'tico 4a Cte covrpon
d ZiiedalC3lide uni UmCua do G'eto PK, e laureado na Exposi
..NneloZl I p Seos produtos achimieos e pharmaceuUeos
cavaeiro da Imperial Ordem da Rosa, etc.
. Estelpreparado 6 sem contestaco .o melhor de todos os seus sin rates:
jai tao cdo ecido em todo o inmpri6, principalmente no Rio de Janeo, oe
seu communo em 1876, chegou a 24,000 frascos 1!! Aquelle qoue mis provei-
tosaente (o.se salutar eofeito principia logo.com as prinmeiras d se) s podera
appicarj.todaa as molestias que teem sua origem na impuritde do sangue
e principIme: nas molestias syphiliticas, como sejam: g, .bob .s,
ca6eros, boba .heumatismo-articular ou muscular, darthroil-ingens e o-
tras molestias da pelle, etc. etc.
Vendt,-seouma duzia poi 42000
Cada fJrasco por. 4,0"0
Deposito em Pernambuco a rua do Cabugi n. 14.


9















-'


I





































Victor Grandi scientilica ao public que fez acquisigdodo umrn born sor
Mento do relogios de afgibeira, de ouro, pr'ta, fo4heados de ouro ; paten-
in glez, suisso e arnericano, dos melhores fabricanLtes da nEuropa e dos Es-
tw-U nidos, para homens e senhoras; assim crpno grande sortimento de
or'rentes pars os me.imos.
Grande sorniirntO6 de relogios de parede e de cima de mesa, de todas
as qualidades e differints models e dos melbores fabricates.
Quanto a hiinelas e ochios acha-se nesse genero sortido do que ha d'3
aelhor em vidros de crystal, que sdo os mais apropriados para a eonservagio
da vista.
Tern excellentes officiaes parit executar o concerto de todas as qualid
des de relogios.
Na mesma casa se compra prata e onro velhos, pedras precksas e
moedas de ouro ou rata de qualquer qualidade.


"O FI O-P-iISI S- .
It0 R-0 tlmNS


Grande saldo de cabelleireiro
Rua do Marquez de Olinda n. 51,1.o andar
Luiz Chautin
Especialidade de postigos para senhoras, e penteados por pregos razoaveis.
Mesta casa se encontrara todos os objects concernentes aos penteados da se-
- boras, como sejamn: cachos, topetes, trancas, magdalenas e tudo o que ha de
mais modern neste genero. Tambhern seoconcerta coques usados, tornsndo-se
d* ultimo gosto.
Penteados de coqu's 1-000
Ditos de caphos 500
Ditos de trauma 500
SDitos de topetes b00
Ditos de senhoras, dentro da cidade 36000
Limpa-se a cabeca per meio de uma machiia electric. Preco 10 J rs.
Alugam-se todos os objeotos de cabello que concerned aos penteados das
koesoras. -


1o0 MAIS C1BIIOS no= !


Agua de chm*olina

Para tingir instantaneamente os cabellos
PREPA .'. "'
BARTHOLOMEU & C.
FHARMrACE'TICOS ,\ \s.\ i'.. CE .' ,l r, ., r T PORTUGAL, PRFIMLAOS EM A
i)1VEIISA: 1O I(OES [rO.- ,0 ..... 'P,'-.iF rE SUA CLSSE.
Unico compost, cuja base principal sao pi-incipios vegetaes, que pie
por issoser usadopor tempo indefinidh,. SEM 0 MEFNOR RECEIO de altera-
go da saude. Estaagua admiravel da Hos cabellos, em poucos minutes, uma
cr e brilho natural, ddede o castanho :it onegro, e, ao contrario de todas ,
tinturas conbecidas, tern umn aroma air-adabiLi qn e facility o eua so as
senhoras, ainda mais di A FFIA M-SE OS RESULTAWS E
EFfEITOS INOFFENSIVOS, qlf a applicaio seja limitada fi barba, qudr
comprehenitda os cabellos da cabega.
Todo o frascD, qio d elevarassignatura em mataruja branca, deve sWr
i. regeitado (.coo uina aiawficaA.
; DEPOSIT GERAL
: PHARMACIA E DROGARIA
S34---l]ma Largado Rosario-.,-34
I Pernmbuco.

I | oi0j DIO DS DUOUoX9
O- i^ W,30-aE? E3 oBC O'MH .F ., ..


gi =.."Ea Z U A .. -
i] i,0


AttenaQ
E&cravo fuido
No dia 4 do mez find fugio, no porto da
Bahia, de bordo do vapor national Bahiau4 o0
escravo Ronmaido, que seguia viagem deste
porto para o Rio de Janeiro, de propriedade
de Luiz Jos6 da Silva Gdmaraes, negociante
no Recife, que o houve por compra em 25 de
maio de 1869, a Jeronymeo Theotonio da Silva
Loureiro, morador na Baixa Verde, cujo es-
cravo tom os Segtiises slimaes cracterisUi-
cos: c4r aombrlhada, estea 5 p&s, 1 polle-
gada e 3 pontos, cabello preto e carapinho,
rosto comprido olhos pretos, com olhar amor-
tecido, naris di lado, booma grande. *odos os
dentes, barbapouca, e copoe grossr, em ulna
das maos, por traz do pulso, tern um carogo
d especie de um lombinho, pronuncia compas-
sada, coservaado-se, q do faha, em attitu-
de humnilde e vista baixa, tern de idade 30 e
32 annos, pouco mais ou menos, 6 filho de Joso
e Antonia. escravos do Manoel Salvador, .de
lugar Fazenda Grande oa Pajefi de Flores,
d'onde o referido escravo natural, e onde oxex
ercicia o officio de ferreiro. Sahio desta cidade
vestido corn calCa e camisa branca, paletot de
alpaca preta, chap6o do Chile, levou um ba-
huzinho deiouro, corn bastamte roupa braaca;
assium cormo conasta que no ao do embarqua
aqui, -um preto foi A bordo e entregou-lhe a
quantia de 60U000 a mandado de urma amasia
de nome Romana. E prove qu teuba muru
dado de nome e de ventfamto, e que ande
calcado, para assim iatitdar-se livre e Ulludir
a vigilancia das autoridades. Ha de corn cer-
teza seguir caminho da Bahia pars esta cida-
de, em aigum dos Vapores da companhia bahi-
anna, desembarcando em Macei6, ou pelo in-
terior das ctnas provincial ; roga-se, portauto,
is autoridades pelliaes e aos Srs. capittie de
caiapo, ou i qualquwer cutra pesa;Oa .q- deo.-
tiver conhecimento, o apprehenderenm, parti-
cipando ou entregando-o ao seu respectivo
senior nw hecife. ita do Commnroe n. H,
que sei-o reennmpensado' ?om ri g;ntifiwaio
acima.
SMachinas e costnra


Concerta-se toda e qualquer machine de
costura, 9eja ial for aiu auWr bota-se toda
e qualquer pftA per maiS difftc qe seja, ga-
arntindo-se seu concerto: sa rna dd Barao
da Victoria oui Nova n.$$ privir4 andar.
Feitor
Acha-se para arrumar ura born jardineiro,
muito trabalhador : na rua Duque de Capias
n. 7. 'Quem precisar flea servido.
Ama de-leite
Offerece-se unia miher para amra de lite:
a tratar na rua de Domingos Jose ,Martns n.
44, outr'ora Senzala-velha.
.Attvun;ao
Precisa-se de um meaouo de 12 a 4,annos,
corn pratica de molhados, para os soburbios
deSta cidede : a tratwr na rnado iaro da Vie-
toria a ft.

Aluga-se.'~
umnn excellent casa terre.com sotlo, asseia-
da eprwt& a hahiSLIs, no lVg q Na
demora na extreM4ade da trayv .4o*U a,
em Santo Amaro : atratar oLn- Yo 1arttmst
de Anrye, largM vt
tneiro andar, eu rua I) e ea Tas l.,,
primeiro andar.
Ie a-dnar
w .G to an" 4w k4 rai#. 4a a
traLar na rua do Queimado n. terceiro
andat.
R Alga-se
por preo commodo um sitio da Captmga, rua
das Crioulas n. 59, todo mnurado, tmrn ui-
tos arvoredos, ura grant lLad& de uwas,
apura-se em fructas e floro 40W % nuqes : a
tratar na rua do Vigario n. 33,1 '*:aitr.
Ein bom local
Alugon sma.casa terrea, Mitf
pa e co % aioitos commode B pa .f-
milia, sita a tcvevpa do pq.saudu a
Eratar na'wua o. Visconde de Albu-
querque a. :. : '.
M-0
Ikiiteemmodo
Akiae o grand sitio da Mangabeira. '..g
Olindia,,omn mdsobra o, co m a om sa0
para grade familiar, com a e nx6"s
qualidedes de arvores a quM
deixam umw grzd nornis to': a Laaza
rga do Apueerqt n5a'> da, --


CnIlegio paraesexo
W

Ifa _da Cabig& n" 39 :,'s
-s aluman dainoMa, au
a esp. :m ," de ,sinb ..ofaw
aa-me fancaf, geogrNOM14e "uSift
|8B^BP> ^'4WW ((
e^ [ ^^ 'j~ilf'l -lt tifi J lill ~


I


(tASA DIITRESi
TUA&VE9A PA DIA DO
MOIEf0" DE CAXt S N. 2

SJulio Isaac, pede1
i t-dos os Srs. mu-
tuarios que tOCeau-1

lisas vencidas, ve-
nham resgatal-as,.
pporqse se esta liqui-
dando todos os va-
lores em core; nao
se recebendo, desde
I hoje, maie empres-
Itimo sob penhores.
Recite, 16 de ju-.
I nho de 1877.


Alefta
Fugio em outabo de4874, o escravo
Jos6, preto, crioulo, de idade 12 annos,
altura regular, conforme sua idade,
secco, pernas regulars, cabega com-
prida, pescogo comprido, pds chatos ;
este escravminho foi comprado no Pago
de Canaragibe ao Sr. Jo o Vieira de
Lima, e s6 esteve em poder do abaixo
assignado 15 dias, findos os 'quaes des-
appareceu e consta estar em terras.dcs
engenhos Paraio, Riachdo, Santo An-
tonio Grande, Sacramento, tCcronha ou
Quebra conforme cartas que o abiixj
amsiguA& 'him; quern o aprasentar na
rua de Hortas n. 86, sobrado, terA a
gratificarAo acima.
Maximino da Silva Gusmio.
Fugio em j.lho do anno passado,
o escravo Jacob, preto africano, idade
maior do 50 annos, alto, secco, pernas
compridt, cobeos cora uma cor4ea no
meio, pescogo comprid., pes seccos, d
bastante vagaroso e falla mal; este es-
cravo logo que fugio foi ter 'em Una,
na propntdade do Sr. Joaquim Felicio
de S9& Barreto, e este mandando solici-
tar para alugar e nio me convindo,
mandou-o embora, e atd hoje nao
appareceu rais; este soravo foi de
seu irmap o Sr. Ajitonio Victor de Si
Barreto : o-abai&o asaignado gratifica
con a quantia de 508 a quem o trou-
xer rira deoI Hartas n. 8.
Maximiino 4a Silva Gusmnao.
MwJina
E' pedra que nao joga.
Agua m pedmra dura,
Tanto da ate .que fura.
(M~asta e de broae, qiue se n.o
tern furado por ser estanhada).
Roga-se so fihn. Sr. ignacio \Tieira
de Melo, e~sicvo da cidade de .'aza.
reth i1e~ta provinces, o favor de vir a
roa Duque 3e Caxias n. 36, a concluir
aquelle regocro que S. S, se conpro-
meattB a realisar, pela terceira chaiunS
4a4s9j[0rnfI4 em fins de dezeanbro
de^Tt^ ed os va1 anero aos-
spou a~fe e..abrl e 2,e nada
ri'o ~o t ewt i ittvod pois, se.
i^Ohjyar~vpVt~toiu, poisde-
ve S. S. lembrar-ae que este negocio e
de.u 4S4@ ii iaos, e quando o se
nhor seu firho se achava nftshi cidade

: Attenco


SNa cua do BaA9 da Victoria 40, ouLr'ora
Nova, preparap-se ic baimndeijas som boli-
AGos, 'Vm pria pars !ai ,sv eiamantofz, pRo -
de-al, ails de todas -s qurlidades, proprios
para presented, tudo de gosto e ma s barato
do qmae out= quoquer part. 'Na mesma
easa faze--tliodos bouquets d& cravos natu-
raes para noi vo, seildo -9 encommemda felts'
tires dias ante., tambem faz-se flores artifi-
ciaes, lapio de ceo m.weo de-panno, papel,
veludo a,. e 4 e fitsm'e velas de cera,




A 'nicaapprova mb^da pelas
Aeadei M a e Aondes, por ipao
wa prtmcal AtItde .Wnontra-se nas,
. .incipaes cams de ca leieiros e em
oda*-i.peae princip d3 Pernam-
^W& ^ g.-" thol AC. Mau-'
t^MtC ^Tti perte,.'' u g ..

Alug-se tagas C mao
.perten

Casa da ortma
AO$ 400OeOIo
BILH? ARLALIDOS
A' runaPrniLeiro deMarCo (outr'ora rua
do spa) 1!3 a camas deeo6uafme.
0 abaio assignado, tendo venfiWo nos seus
fefize bUtles w quato P. 66t1 corn 900)00,
qaalr qvbrlos a. 70 orn 30DSOl,doessmeiog
n. 837 eom 10OWOi, um qusarto n. 1629 cornm
I40)(Z ri ouatam. 16i5 corn tloQ e atras
sortes de 40W e 02, da loterla que se aoabou
de extrahir [234.'], convida aos possuidores
a virem receber na conformidade do costume,
sew deeoMto alguM.
Aehar2-e A veuda.o felizes bitess garan-
tidos da 5." parte das loterias a benefieio da
matriz de Afogados [235.], quo se extrahird na
quinta-feira, 2 do mez vindouro.
PREPOS
Bilhete inteirq 45000
Meio bilhete 25000
Quarto 1i($000O
EMPORQIO DE O5N0 PARA CIMA.
Bilhete inteiro 3S500
Meio bilhete -1750
Quarto $875
Manoel Martins Fioa.

Manteiga ingleza
em potes de tres libras, qualidado superior :
na rua do Amorim n. 3R.


Ama de leite


Precisa-se de uma ama de leite sern
filho: no largo do Corpo Santo n. 13,
segundo andar.___

Boa acqmsi0ao
AMuga-se a casa terrea de pedra e
cal, corn um pequeno terreno ao, lado,
tend armando e encanamento a gaz,
da taverna sita na povoaVAo do Apipm-
coa defronte da estagao dos trilbos ur-
banos a Caxanga e por prepo muito em
conta. Esta casa poderA tambem ser-
vir para qualquer outro estabelecimen.
to por ser a mesma bastante espapoea.
Para mais informag5es dirigir-se-ha ao
escriptorio desta folha.


Precia se de umn crlo oe 1I a 14 anos de.
idade, para compras, mandas 4s inaiei4igum
servigo de easa de pepuena familiar : na rua
de Paulino Camaa, antiga OCamba do Carmo
n. 36,- se.ardo andar.
PrecSa-se doaaeira
Precisa-se de uma engomniLadeira que seja
perita no seu trabalho, para casa de pequena
familiar, prefere-se escrava: na rua d4eati
C~mnra n.36. e undQ ar, -
Co taw a n H 3u. A 'g99 ao

PERNAMBUCO
GORSO DE CCM1iERCIO
A esfa l teorganisadas anlS para
as materis quoe rnstitem nInot-es-
peieal, para o commercmo tanto prima-
rMo, coro stMperor.

-. I ,. 1--A i .,L ,

gnu m mod Nf-iasu o


Ala
*(~ 1--~ ,


Aluga-se
o primeiro andar da casa a. 55 It rua do Bon
Jesus, e aoja da casa n. 7 d rua da. Penba : a
tratrconm J. I. de M. Rego, i rua deo Cattr-
cio n.34, segundo andar.
A Botina Maravi-
Ihosa
rsceJu um compelta sortimenlo de cbiqwIQs
para crianas, i oglees, e sapatoa galem$ to
borracha, para homes, senhoras e rueninas :
mu rua do Q'eopo n. 19.
I 011V PIRII
COMPRAS

Trastes
Cumpra-se e vende-se, novos e usa-
dos e recebe-se tambi.m para vender
em leildo, mediante commissdo razo-
vel: no armazem de moves a rua c-
treita do Rosario n. 11.
---COMPRA-SE urma escrava que saiba ber
cozinhar : a tratar A rua larga do. Rosario a-
mere 32.
Compra-se uma casa nos arabaldes -
ta cidade, no valor de 6:00M, pouco mais ot
menos, prefere-se na&Soedade e, seus arm-
d( res : na rua do Crespo n. 19 so dir qwemm
compra.
Compra-se uma ou duas carrocas usadas
que estejam em born estado, e boi para as
mesmas : no sobrado n. 53 da rua do Barlo do
S. Borja, casa em obras, se achard cm queo
tratar, das 6 horas da manhb at6 as 4 horasda
tarde.


-VENDE-SE farina de mandoca de qa
lidade superior, e bern acondicionada : no lar-
go do Pelourinho n. 7,. escriptorio de Julie A
irftio.__ _
V--ende-se farina de milho a 80 e 100 rs.,
e fina especial a 120 rs., moida a vapoer : na
rua do Cotovello n. 25, casa de azulejo ama-
jello.
Vende-se para liquidar contas
uma casa em Olinda,,a rua do Carme
n. 2, em um dos lugares mais pert.
do banho, cuja casa foi feita ha tres an-
uos, por preCo muito razoavel, cuja
casa rende por anno trezeato, wit ris:
a tratar no Corredor do Bispo n. 72.
"Na-mesmp casa ternm para alugar una
preta qu sabe muito bern trabalhar
em sitio, muito 'dia e fiel.
ede- Av machine de costu-
tmra, em .erfei' estado, e por pre_
,nuitoe oonmmodi: ti rm de ,nta Ri-
ta Velha x. 24. / ,
VFNDE-SE caf6 do Rio dwqualidades su-
pqriono I po largo do Pe',urinbho n. 7, escrip-
torio de ulio & Irmao-




Sa rima~uu I

CaxiasD..43
Defronte da Puaaoiha
AO BABATO
Crranadine de seda prola, pad4e cm
mais moderaos, ropnos pars -vestidos
e polonezas, a SO t's. o covado.
Camisas pars seuhora, a 1$500 uea ;
hBaptistas, cores fixas, a 240 rs. o c-.


vado.
Cfetones finos, awericenos, a 34eD
440 rs. o covado; sdo lindos.
Mriposma do -e6res corn listras asse-
i natidas, a 400 rs. o covado.
0, Chitas escuras e claras, a 240 e 20-
By rs. o coado.
Cambraia Victoria, final, a 35500 .
48 a pesa.
Camisas inglezas, peito de liho, fp-.
rados, a 355 a duzia; sA6 de 40; qpf .
pechincha -
Brim pardo para costuq&e.ade 'ho-' .,
mens e meninos, a 400 e .O .s. ,.'
covadio. .
Lengos A ingleza, abainhtdo, a 1-b -
djiam. "*".. .^^'S
3So0ha de damaaco de.
.5o. .. '

zooix peos paalto -
,, ^ .: .t.
fe-a, e^ -


, ,, ,-.
f.7. -, -


t.



I-




1'


Nr-"


i










































AVS M fOrNAS
A loja da Malva-roa, a prapa da In-
le.ndtncia. ns. 2 e 4, 6 a unica que
ten urn complete sortimento de bone-
cs e brincquedos pam meninas, tendo
acke eltes Jindos toilets, commodas;
apandores, guardia-lodas, etc., etc.
JARROS -
A loja da Malva-rosa, A pra-a da Ini
dmeeaefci- ns. 2 e 4, recebeu m
liMo s mtiniento de ja'ros para fores,
SeadA.venUnedo bmaimto.
AOS FUMANTES
A loja da Malva-roWhL, a praga da Iu-
dopendencii ns. 2 e. 4, previme aos
Sr. fumantes qae alow das melbores
e aais conhecidas maxcas de cigarroQ
fabrcados nesta cidadq, acaba de re-
caobe do fiRio de Janeiro, um complto
cortimento de cigarros tBito de opapl
aomo de palha, das mnelhores e mais
eemeditadas remas; assim -omo os
i .eellentes charutos lo Rio e Baha,1
S.tc. _____.__________ :
S Potassa da R-ssia
-Dmioges Arlves Matbeum iLm para ieldere
em seu escriptorio, A rua do Vigarin n. 7,
mmUtQ superior POTASSA. DA RUSSIA, em
barris pequenos, thqgad* a 24 do torl-nte noe'
Svapor fraiacz ii dVi&.&mo s.


Potassa daRussia, eal
nova de Liboa e vi-
nhos do Porto
Ve ndem Cunha Irnidmos A C., rua da Hadre
de Deus n. 34, preco commrodo.
Nesta typograhhia ven-
dem-se os sejuintes
tivros, todos enader-
nados:
0 Carapuceiro, em 4 tomos por
20o00ooo.
<_lec do. 70,.73 e 5 por 205000.
Collecodoie leis provinciaes de
4835 a 1876 par 30(,00.
Obras religisas e profanas, pelo vi-
gario Barreto per 4000.
EchIos de Rowa por 35000.
Corntos de Pedro Iv por 21000.
Diversos ewcptos, pdlo Dr. Aprigio
000.
Espreitador do mundo novo por Jose,
Dtniel Rodrigues da Costa por 3S000.i
iEngeitados ia -Fortimna,pelo mesmo,
por 35000.
Tribunal da azao, palo memo par
35000.
A Dumas, vin4e annos depois, ou os
Stores mosqueteiros por iSOOO
Joed d'Alecar, o Guarany por 65000.
Caseilto de Grasville por 1$500
Magdalena de Maupirt por 28000..
0 proeesso Lerouge por 21000.
Th'maz Ribeiro, Sons que passam


;,,* .** .; ,, ,- .,** t *''' ^ T l 'J ^ l '* '
.t ni9, a. r- p"co ,fi ," ife
Maia ?tr6 pde 4.sftI


MO e miAS e nie1as 1
o,,,. de..., ,ar, p.,.m,,r .... 'o .....aN


RODASD A lforteseLmn kabadas
RODAS DENTAAS d todos slamanhos equa-


TACHAS BATIDA8 e fundidas.
AIAMIDOS de todas as qualidades.
MOINHOS para, mamioca.
FORNOS paratorrar farina, e
TODAS AS FERRAGENS proisas a agriculture
desta provMie. -
ENOMMENDAS- Mandan vir da Europa qual-
quer machimismo, respm..bisaSando-se pela sua
boa qualidade.
CONCERTOS-Concertam qulquer machiismo
e fazemn contrato annual para lodos. os concertos
do en~qhos; para esse finm teem a fabria beni
montada, eom 4ande e born pessat, e -dirigida
por dous egenWheiros
FRANCISCO CORBEIA DE MESQUffITA CAiRDOZO,
(ha pouo chgado da Ign1aterm.).
GEORGE RmAIU (omaispratico e antigo que aqul ha)
R1 do Brum ns. 100 a 104.
De osil rta do Apollo ns. e 2 B,
aldeiraria Central
,^ ow 1
E

fuindiao, de sinos bronze
IDE

Eduardo Cardoso & C.
Rua do B.ario do Triump ho, outr'ora do
dBrm n. 676.

Os proprietarios deste estabeleeimen$ pre-
vinem aos senhores de enogenho, agrieultores
e ao publico em gwal que coatinwim a fabri-
ear w objeetos abaixo mencionados, como se.
jam :
Macinas de Derosne para fazer espiritps,
ditas de Collars, os melhores sysemas, alam-
biques de lefties diversos, samples. e corn es-
quenta parapas,. inetlindo os de NOVO SYS-


TEMA, ultimamente adoptado qa provincia, ca-
rapuW, serpentinas,taehos, pssteiras, repar-
tideiras, escumadeiras, eobre picado para moer
mandioca e todas as obras aeeksrias para o
fabrieo do assucar. Bombas asfsraates e de
i, d fe de co 1 te i4 4 Si-
nos de t 16ibs ate 1 -'oba Itds
pelo system francez, tormeiras de broazX4
Iparaso de do, de deet s oftamaklios. L
e + m obra
,o r -; ... ; ..toda e & f 5.


*] ,,, I cie, JlUS ~os, ,,e.,




9,Mag~a 44 ,patabarato.
_ha ed c t Pall.iehop .IMI, Nd< da d ranthdo d eitd o.


Of d rai W se cai= 4 as duuia -90000.
-Vds de il6 pars chaises, cpmttocs .ihni.do e .bftoR.
,_,q dtv~ _hai em la0s ear imm u,. at, ^^e~

r atla t a pa p cbrtftados, 1 Tap d 09s o tamnbos.
i t_ ha eogull, de lhft e bramante deo 4 larguras.
ae We' acrei em peap e 6ortes.
Pan t". ^lwelaiaepn 76| M"0.
,.P- -.Ctamt l' to do IA.
.Ches A raibha Victria
ho s ebales wurntas superioridade em tecido e cores, nunca vistos a 12S.
Zkpartiftos I Princza Regente, saf lindos.
Granadina preta de seda de listras e quudrinbos.
Cbapop de sol, seda tranpada e castle de phantazia.
Collafnbos pare omens, superior qualidade a 75500.
Leques pretos bordados, li.so e de 'c6Ores sortimento complete.
Cbales pretos, bordados, lisos e de cores, sortimento completo.
Canmisas brancas e de cOres o melhbrorsortimento possivel.
Cobertores escuros de Ia a 1 )00, e pecbincha.
Dito brancos a 1I000 urn.
Lengos de esguiao, finos, a 29000 a duzia, i pechincha scm igual.
Alia novidade
Ficbhs de 16 e sda, recebidos hontem, e o quo de mais gosto se pode Lie-
sepr, e vendemos per eommodo preQo
e ve NA LOJA pAMERCA -A' RUA DO CABUGA' N. 10.
Vende-se Sem -cowpetidor
p en.enho Concelcao, 6m Serinhrem, nest. 0 Baratairo
proviaa, muitobomfrn fagua, podesdo safre- RUA PRIMEIRO DE MAR O N. I
jar aanI wnte 2,5W W[es : quem o.prete- Que lindo sortimento de baptistas, a
dw w-s a pA a do Gorpo Santo 15,, o e 280
pri:eiro andar, onde acber coi quem tratar G26- e re, e.
a respeito. Granadine preta, idas deseahos, a


.Gaiolas de netal
Elegantes gaiolas de welal paoa .pas-
saro, o que ba de mais moderno neWte
gero : veowdea r4r uL Nauco4 C.,
ra do Barao da Vrietoria a. 2-
S.MipreOteamiao "S wuioowique
vean& bamto I1
0 Cincoenta e nove
A a a Duque doe Caxias
AAbnirem i
Rico sortimento de popelinas de Ii-
nho, a 400 e 500 rs. o covado.
Ditas 4e seda, padres serm iguaes, a
700 e80(t rs. o dito.
erin6s de cores, que excetlente fa-
zenda, a 900 rs. o covado); 6 baIratis-
simo!
Barmnezas de 1inho, s6 fomos quem
as recebeu a 800 rs. 8ito; aprovei-
Lagdas mnaripQSas, sem competencia,
a400 b.:oditO. M
Baplistas, c6res fixas, a 200 rs. o
dito.
Cretones suisos os' tais novos pa-
droes quie tewnviniio, a 325 e 60 rs. 6
dito.
Chitas claras born sortimento, a 2W0
e 240 rs. o dito.
Phas claras escocezas, a 200 e 280
rs. 'o dito. -
Fichus. de .a, ulfima novidade, a
215500, 4#'e. l; a elles. Ha tambem
4s0 sftf.|.I> -* -%As.-
Magpi ios cbales i priaceza regente,
a !0 ; aproveitemn I
Esgiao de Jinho, a 1$200 e 1800 a
vara.
Bramante largo de algodao, a 14500
dita.
Atoalbado para mesa, a 15500 a dita.
Para baptisado, lindissimas toalhas
de labjyrUOLo, trabalbo de muitogosLoe
pearfeico, a 44 JA vendenrds a 801
e 40($.
Parm fronhas, lindas eitampas d -di-
to, a 2 a F rar. I
, Teme x W complete sortimento de.
o.ejairas de rt%, a 3, 4$ e a51
corte; aproveitem.
Merino, {incetas, pannos, ;lpac5es
e-alpa, para todus os pregos.
To bafs flpu4sa, grades, a 61
duziah.
Leoces abainbados. a 13800 a dita.
Ditos f os de lijho, em lindas cai-
xas, a 35 a duzia.
CoIlaiho de linho, modernos, a 71:
Meias supep em caxas de ma-.,
desra, OW500 a 8$ dita!a las.a I
a Bnilft~afo, de lw piira.al
-N" imTegd s em a 4W a 0 rs.
| eg mglezes, boa fazenda parsa
mlsa, a 30 rs. o dito.
No As ,ua Duquede Caxias, oja
S w 8,ho.o& P 4.


60W,.e.640 rs.
Mariposas de cores, a 360 c 4(00 rs.;
estamos acabardo.
Eatreineios, nao h preco,
Cretones iiglezes, a 280 rs,
Mariposas aberta, a 400 rs..
Chitas de 240 a 360 xs,
.PApelinas de gosto, a 400, 500 e 600
rs. ocovado.
SBramanule de lgodgio, a 1500, dito
de lifiho, a 2$500, dito francez com 10
paalPSs, a 3S a vara.
Bretpha de linbo.
Chaies de casexoira de cores.
Merinos prelos.
Bombazina v cwtio,
Alpacas e onutras muitas fazendas
proprias para luto.
CLrtiados b prdados.
Cambraia para corfinados.
Cochas para cama, df. 3f a 8S,
Pannes para mesa redonda, a 41$.
Redes as oelbqres, fauto birwaos
como de cores.
T18&has felpu as de 6$, 85 e r1 a
duna.
Ditas -dedtas para baPho.
Guar4anap9 jca too. s os precos.
Atoahbados adamascado para mea, 4
1500 a vara.
Cmpleto sortiiento 4e lencoQ bran-
Mejas brancas e de cores, tanto para
semaora, como pama homiem.
CaiaUraia tranisparente a 3M500.
Dita Victoria, final, a 3M500.
Variadis'simo sortimento em camffisas
braneas, 4e-algodao, liaho, cretone e
meia.
Outros muitos artigos que dispomos
por barato prego.
0 Barateiro
Rua Primeia de Marco n. 1
Agostinho, Santos & C.


prIip
Lindssimus baptism, ara vestidos,
ft 240 rs. o vovado.
Vairiadissimo sotimento de maripo-
zas, a 400 rs. o dito.
Grande sortimento de pop linas para
vestidos, a 400, 500 e 6W rs. o co-


lidades.
LA preta muito fina, para 300 rs.
covado.
CantAo preto, para vestidos, pira l1-
to, a 800 rs o dito.
Setim niacdo, todas as cores, para
1$600o dito.
LIQUIDAM NA RUA DO CRESPS
N. 20
LOJA DE ALMEIUA & CAMPo3
Aproveitemn
Quando quizerem comprar qualqauar
arJigo de miudeza, nio s6mente de lu
e phantasia, como tambem de inteira
necessidade, lembrepn-se de dar u
passeio wA Nova Esperanga, a rua DI-
que de Caxiap n. 03, e ahi encoatrarl
a6m de uom esplendJido sortimento i
artigos 4e sua repartigio, mais os s*
guintes:
Artigos necessaris
Papel e envelIopes para esctriptori,
peinas caligraphic.as de boa qualidad
bonw tapis e canelas, optima 4-hta pn
escrever se, dita para marcar roipa,
agua para pratear os metaes, aspas pa-
ra espartilhos, forradas de camura,
tajagarga para bordir-se A lM, e se
frouxa para bordar-se: a Nova Esp#-
raua e quem 'em.
Artigos baratos
Agua florida a 1$, fita de linho a f
rs, a peca, paper! amisade a 400 rn.. s
caixa, cordao para vestido a '20 rs. a
pea, envelopes a 500 rs. a caia :
na Nova Fsperana, A rua Duque *i
'Caxias n. Ga.
Artigos de luxo p phantasia
Zstampas allegoricas para ornar wt.
las e gabmetes, bonitos leques corn uln-
mas esem ellas, alta novidade, li\dA
livros delembrana comn capade mafir,
rpreios para senhoras, delicados m-
nos de fihnas flores para cabeca, no
eoques de moldes samples e elegantes,
agThas para cochet, senso de lM '.,
dreperola ; tudo isto encontra-se x(.
Nova Esperanga, ia rua Duque de Sa-
xias n. 3. .
Para e xquae so devotos
,Urn pequene iortimento de finas "es-
tampas de -santos : recebeu a Novi Es-
perauina, ia rua Duque de Caxias n. tb.
Pare as florists
Papel para petals, dito para folhas
de rosas, calix e peitilhos e mais pre-
paros para tal fim ; tern a Nova Espe-
ranpa, a rua !pque de Caxias n. 63.
Aos pa:de e familiar
Quereis distrair vossofilhinho, ou
Spresenteal-o ? dirigi-vos ia Nova Espe.
ranqa, ai rua Duque de Caxias n. .63,
comprai urnm lindo brinquedo, pois quo
ella reoebeu um complete sortimento,
e esta vendenio por preo pfiuito razoa-
val.
Boneca-


I" I



\* .






'4.
4.










i'




*^ ,,;.


I













Si


ij
























Individao. send


^Ai~i., Ai N.
[aam por sua vez poe a .Laos no-
ptitados estas cahear dn 6se
|Im. por aemediante f6rma.
Iderrocando que se p6de subir As


sAu. Aim:. .-Apoiado.
i. MLNISTrO DA FAZENDA: -
Certamente eia
k Mas, rotirar-nme s6mente para eviar
O3es conmo a articulad. polo no-
^^^ utado seria seri duvidfa decla-
,rdo .fr eoiifeo, serial eu proprio
odemnnar-mie. [Apoiados.] Poderei
retirar-me; mas so o fare pelos mcios
S costitucionaes, con homa e dianida-
d0, &-ndo como que enxotade por unvec-
tivas dwta ordeni. [Apoiados.J
E' .umOilaquelles .inconvenientes que
euprevi quanlo toinei a inirn o duro
encargo, nunca appetecido;, digo-o cm
voz a L-de ministry de estado,-o de
soffWWio s6 as accusagces dos meus
actos, uie fossem censura,'eis, como as
calumuihs daquelles que se julgarem
offendid~s por esses a.2tos Foi urn sa-
crificio a tique desde logo me resignei.
Bern comrno aquelle que, em um dia de
Carnaval sahe A rua e nao se p6de
queixar de receber alguma agua ou al-
gum p6,.assim tambem na politics, no
estado em que entire. nos se acha, nin-
gpem podera occupar' estas cadeiras
serm se disp6r a nAo ter Cdias trauquil-
los, a supporLar injurias e calumnias.
Mas ha em todo o paiz urma opiniao
.qUe nos distingue uns dos outros; e
quando nao houvesse essa opiniao, ha-
vera a posteridade que nos ha de fazer
justica, despida dos rancores e paix6es,
que tarito abatem os homes, perven-
tendo-lhes os sentiments e as ideas ; e
entio o grande tribunal proferirA seu
julgamento, pora dicidir qual mais me-
receu desta patria, se o servidor que de-
S dicou-lhe todos os seus dias no meio
das mais acerbas provangas, sacrilican-
do-lhe a um tempo fortnna, repouso e
amigos, se aquelle que na political vi-
sou outr.s fins, outros intuitos. aufe-
rindo s6qs ,'ornmodos e as vantagens
das posigoes.
Appello, pois, paraa justiga da his-
toria, mas confesso que espero desde
jA a devida justia da part de meus
ad ersarios, para nao subscrgveremn o
jui.o que de mirm formoa o nobre de-
putado por Minas. Tenho a conviccao
intima de que tnuitos delles nao appro-
vami o meio de q ue 6" nohre depupd o
langou inio para derrubar a situac ao ac-
tual, na pessoa do ministry da fazenda.
A elles sobram outros recursos para
conseguil-o; nAo Ihes faltarq meios
dignos.e honrosos para levarem ao ani-
mo do paiz inteiro a convicAo de que
possuem todas aquellas qualidades e
condicues uecessarias para realisarem
no governo dopaiz o bern commum da
sociedade. -
Convenga-se o nobre deputado de
quo os meios de quo lancou mao nao
s6 nao sao permittidos em nenhum par-
lamento, nerm entire homes que se re-


FOLHETIM


(CONTINUAQAO DAS TRIGEOIAS DE PARIS)
POR
^ 1VIB DE MWGrKPIfI
VOLUME V
(Cotttinuac~o do n. 177,
CAPITULO LXXXIV
I UM ENCONTFO
Jobin gulado pelo criado de quar-
to nada tranquillo,-pois que a inter-
vencao da policia, que deveria ser ab-
solutamente tranquillisadora nara as


pessoas de bern, tern em si mesmo al-
guma cousa de inquietador,-Jobin, di-
zemos n6s, visitou o salao, a casa de
jantar, a alcova, serm encontrar alma


Ja nos encontraminos, meu rapaz
-0 trajo disfarCa-o urn pouco. mas
nao bastante para min...-Vi-lhe us
olhos, e. 6 quanto bosta...- Reconhe-
po-o... Liz Gs.gp.,4 poratunha o
Cabepa 'de Liao, b.'muchfinta supra-
numerario n tI fheatr de***, emrn nome,
da lei prendo-o, po terntativa de assas-
sinato corn premeditaeao e reinciden-
cia na pessoa de Dinah Bluet!
Nas feigdes de Sarriol nao se pintou
nenhuma commogdoc. ,
Ou porque niU- ouvisse, ou porque
nao estivesse em estado de comprehen-
der, contiftuava a rir as gargolhadas,
mas era urn rir monotone, enervador,
idiota.


rio,
Li


i~rd~N~r a fu paiz nosr lela e
no6}dfgue: "
0 quo e, pordmr, certo, Sr. presulden-
to, 6 quo qualquer quoa seja a j i*o
que se faca dos actos rfetidos polo il
lustre deputado. quaiquer que seja a
falta. de sagaciadeo do ministry da fa-
enda po nisrm escoadido aquillo que
entendia que no era de eseonder-se,
mas era pelo contrario muito licito;
qualquer que seaa o juizo dos que le-
rem o discurso do nobre deputado, o
queme parqe Ao admittir contesta-
vaoe aque os omens imparciaes, se-
parando o facto do cotnmentario e da
invective, nao enchergarco no meu pro-
cedimento nada de aaormrnal ou de- es-
tranho P. censuravel 'perantb a moral o
as leis do paiz. (Apoiados da nmaioria.)
Nada do que disse o nobre deputade
abala a posigao em que estou, nem di-
minue a forga moral de. que me acho
revestido, para reprimir os desmandos
dos empregados que me sao subordi-
nados, e prormover o interesse do paiz
nos limits das forgas que me empres-
tam o dever e o patriotism. (Muitos
apoiados.)
Se os meus amigos, entretanto, en-
tenderern que este simples facto p6de
de qualquer modo dimmuir a forca mo-
ral quea um partido deve ter no paiz...
VOZES: --Nio, nao.
0 SR. MINISTRO DA FAZENDA :-... eu
Sr. president, n&o hesitarei em retirar-
me, porque nao estou aqui.por meu
proprio interesse, estou por um inte-
resse muito mais alto, em que pese a
outros que asseveram o contrario. Mas,
por essas invectivas, por essas trarnas
subterraneas, espalhadas adrede, no
intuito de fazerem-me desmececer no es-
piito public e no conceito de meu
paiz e de meus amigos, nao, .nao e nao !
[Apoiados da mnaioria.)
0 paiz nao tema, nao temarnan os
meus amigos que os possa levar pela
sendaque o nobre deputado figurou:
nao; senhores. Eu poderei ser mao pi-!-
loto, sou o primneiro a confessar; mas
Snunca serei tim piloto infiel; e aseria
infidelidade se eu dispozesse da posiaio
em que me acho, para promover. inte-
resses proprios, e nao para tratar dos
interesses supremos da sociedade e dos
credits do meu partido. (Muitos
apoiados.)
UM SR. DEPUTAO DA0PPOPSIIO LIBE-
RAL :-Do paiz. :
OSR. MINISTER DA FAZENDA:"-Do
paiz, porque quando digo credit dos
partidos, o mesmo que dizer credit
do paiz. (Apoiados)
Nao sou daquelles, Sr. president,
que entendem que a virtude se acha ani-
nhada so nolado a que pertencoern. Reco-
nheco nos meus adversaries moralidade
e ate severidade, virtudes, nao direi su-
periores, mnas iguaes As que existed
em rneu partido;' mas nao Dosso per-
mittir que se diga impunemente que
este grande partido, a que pertenco,
que 6 partido "reconhecido legitimo e
constitutional, e que eu consider re-

A recordacao tao laboriosamente in-
vocada apresentava-se nitida e distinct.
Ah !- exclhmou-succeda o que
succeder, nao terei trabalhado para a
cidade !...
Aproximou-se de arriol 'e disse, ba-
tendo-lhe no hombro: .


0 meiico de servirgo, a quem in-
cu abia a misso de verificar se aquelle
Aomno era natural, abrio as alpesra.
te Sarriol, examinou aiupinatb,
vop ospulsoe disse: '
estado comatoso d'este hoTrn
result da obsorpao .d'um venkno ve.;.
getal...- Dentro de tires ou quatro hbo
ras deixara, de existir. .
Nio p6de, dfoutor, rqinistrar-lhe1
um eontra-veneno'?--pergtintou Jobin
corn vivacidade. '
Seriaa inutil...--Adose foi enor-
me,...-E' um homemiborto.
T Dernm6nio !... Mas ao mios antes
de ir para o outro mundotorlk' aa si
e podera fallar? r
AssAul espero... Tqn0,
para~ eer. 6mnentaneame


umoqdtrIp -iiayfl 1^
3.I sap in ividA6, saift eirol4
em coatrato licito, esta, ihibido d. "d
ministro? .
.4.'. 0 cidadio que. tern rservi4o.
mais altos cargos do estuo, s6 o
p6de aufepr um pequeo intere
sa sociedade, ummhomom de taw
putaoe perdida, quo fosse sacw
services de "otrint .e tantos aanos,
ditos estabelecidos, posiCo;, emfi
do quantn p6d da sioria e -'d.
sar-nos de todos os oft0.0
nostrazapolitica? '(A i 8d.--'
5.a Esse cidadaio, depois fiisiftro
praicou algumracto, que fosse a c)
goador de faltas na arrectfodagaF'
rendas publican, queimpdrtase prole-
gAo a funccionarios maos e prevaica-
dores ?
Tabs s o as theses, que devem ser
considemdas como o transunpto da
accusa&ao do nobre deputado e da de-
feza que acabo de produzir; estude-se
cada urna deltas a luz dos factos quo.
ahi ficam largamente expendidos e es-
cudados em documents, e a solucao
de cada urnma dessas mesmas theses nao
p6de deixar de ser em meu inteiro des-
aggravo. (Muitos apoiados.)
E fui possuido dessa confiana, quan-
do o nobre deputado exolamou para fa
zer effeitos e em terms que .-eu a 4i-
rei :-o Sr. barao de Gtogipe e io
commanditario de urm casa destaj'ra-
ca, que ao disse aos meus amigos,
nao, porque o facto em ppdes-
se trazer-m, dezar, mas porque nn4n to-
dos tinhamrn delle conhecimento: Nao
haja reclamagao por isto; 6 verdade, 6
certo que existe tal sociedade. EntAo
o nobre deputado acudio logo: Reum.
cnfitentem haemus.
0 SR. CESARI) ALVIM :-Eston trite.
0 SR. MINISTRY DA FAZENDA: -Rdo
confesso! rdo confesso de um facto
desta simplicidade, de um facto que
nio p6de acarretar nenhum.d-ezar I de
um facto que, pela maneira desinteres-
sada porque nelle ertrei, como tenho
procedido sempre, s6 me poderidA tra-
zer, nao direi honra, mas alguna elo-
gio !
Restabelecidos assim os factos, dese-
jo que o nobre deputado, A vista da mi-
nha declaraQao, e do modo porque me
tenho explicado, me convenca da inha-
bilidade que tenho para exercer'o car-
go que occupo, porque, acredite S.
xc., nada sera maia do plAu agmido do
que deixar a posigao em que me ache,
inas, jai disse e repitoi deixal-a cofi
honra e dignidade (apoiados), porque
apeiado do poder sern honra e digpida-
de, nunca mnais se me encontrarli- na,
vida public, pois que um homeri nas
minhas con4i90es, quando se rebaixa
ao nivel a que o nobre deputado me
quiz arrastar, 'nao tern mais o direito
de apparecer em public, nero de to-
mar parte nos certames da vida politi-
ca de seu paiz. [Apoiados ; muito bern.]
* Sr. president, estou disposto a pro-
ceder da form porque ate hoje tenho

Nao foi sem custo que tiraram das
maos de Sarriol o garfo e agarafa que
os seus dedos contrahidos seguravam
corn una forca inconsciente.
Conseguiram-n'o final, metteram na
carruagem o patife cuja estcinha hita-
ridade nao acabava, e tomaram o ca-
minho da Coniergerie.
Durrante o trajecto o factotum da Sra.
Angot cahio n'um somno tao profun-
do que parecia um lethareo.


sealguma- cousg.
Orosto de.Sairil transtotnou-se.-
Gotejou-lhe nas fontes um suer frio.
-Na prisao1-repetio elleocorn voz
abaTfhda.-Parece-me questou ador-
rmoido e sonbaido um sonho ruima...
OE o a ciabega pesad e padeco...
p o jnuilto...-Na. prisao r Porque
heide euestar pres<......
"- Por-um sem riiaiero de raz*es, a
mats pequena dae quis 6 muito gran-
de,-repliceu Jobin. A-Semrn fallar do
passsado, o que nos leypia muito lon-
ge, vosse desempenhou ultimamentg
uam Ipel muito ruim sob o nome su-
de Luiz )Gr.de, alcqnha4&le


oia~ e'taaodesejada/-
e* =flWhies, era preciso Oo me
conehkCerem, e era precise supporemque
eu me aebava tdo crtminoso que nio
.poda e eseotar-me perante a re-
pm = X-0 0uonact.
- ifU dissea meus amigos, e a algnus
delles nerm commaniqpel etas raz6ft:
naoI taham tusto, seja pual f6r a a cu-
eas ae Lme fizerem, qiem tiver cdmo
eua .conecincia pura nao se arreceia
ata imbs, dos quaes a victoria
tirgifft ilMavel corn a verdade e a
Itwti9S.
STorture-se embora uma e outra, sub-
ytamni-sfictos e documents, appel-
le-se paraf invectiva ou para a aggressao
pessoal, confio emi Deus que continua-
i a gozar do conceito de meus con-Ai-
dadaos por todos.os dias da mifthavida.
[Muito bern, muito bernm; geraes de-
monstrag5es de aprego; o orador 6
cumprimentado por todos os seus ami-
gos.]
0 Sr. Silveira Martins [movi-
mento de attenAo]: Sr. president,
o men distinct correligionario que fez
'a inteirpellagao nao p6de responder ao
nobre ministry pelo estado de fadiga
em qtie se acha,'e pedio-me para subs-
titui-o. Nao recuso ao meu illustre
amigo e a minha causa political -servi-
9o to 1msignificante venho em seu au-
xilie. [Muito bern.]
Espero que o nobre ministry da fa-
zenda nao vera nas minhas palavras,
inem animosidade, nem paixao, que
realmente nao tenho contra S. xc.
Sinto profundamente que o nobre mi-
nistro, leVado sem duvida pelo interes-'r
se da defeza, tenha visto no discurso
do meu nobre amigo urma aggressao pes-
soal; a prova de que se Ihe nao p6de
fazer tal imputaAo deu-a, no correr de
sua resposta o nobre ministry, attribuin-
donos desejos deoccuparas cadeiras mi-
nisteriaes, do que, por certo, o minis-
tro nao pretend ser proprietario. Seja
como f6r, peqo ao nobre ministro que
nerm por um s6 moment veja em mi-
nhas palavras a mais leve sombra de
duvida sobre a pureza de suas intenoes
neste malfadado negocio.. Eu creio no
que diz o nobie ministry, nao duvido
de sua probidade individual... (Apoia-
dos.)
0 SR. MINI'SoR DA FAZENDA -Muito
obrigado.
bOR. SiL vIRA MARTINS-:-..Qque nao
fbi atacada pelo mieu nobre amigo, a
quernm. tenho a honra de substituir Oes-
ta tribune. A prevengdo 6 tao mi con-
selheira que um dos membros do ga-
binete, o Sr. -ministro do imperio, che-
gou a qualificar de injurioso o deputa-
do qne exprimio-se em termos que Ihe
dao direito de usar a lei e a verdade.
0 SR. IGNACIO MARTINS :-Apoiado.
0 SR. SILVEItRA MARTINS :-Por que
nao podia o nobre deputado por Minas-
Geraes pintar o ministro' da fazenda,
que traja casaca pretax neste memento
em que apparece perante os represen-

ra abrio s olbhos, olhou em torno do
si corn admira9&o, e EB]jwnurou:
Onde estou e ?... .
Pergunta tanto mais natural quanio
era evidence que Sarriol nao se lem-
brava de cousa alguma do que se Inavia
passado depois que a influencia dater-
tivel bebida lhe papa~yaara a inteli-
gencia. r a
Est, na prisao... -respondeu Jo-
biit fazenho signal a umnagente para
que fosse quanto antes buscar um ma-
gistrado que Quvisse as coniissoes d0
nmoribundo, se o moribindo confessas


profundo silencio.
Co rehendeu que a sua sentenpa
estava proferida e nao ttnha pella-
Nao;; sentio.se perdido, e ia i*s vio-
lenta cholera succedeu sem tra siao o
desespero. ,
-E 6 elle que.me mata!l--retor-
qui com urma especieA d'uiiOe lle, o
meu ctimplice! elle, que me impelliao,
a todo o rmal que tenho feitoI-que ha
vinte e doqus annostentou .-assinar-
me, e hoje mesmo me asss&s.Lina I-o
infame Oh esse Loc-Eari I .
--- Quer dizer: -Esse Groix-Dieu...
interrompeu Jobin. ..
-, Loc-Earn Croix-We 6 tudo a
mesma cousa... 6 mesmo homem... o
mesMo demonio I -Ah tI desembara-
9a-sede mim !... pois 1en, se me res-
ta urma hora da vida, nao fieara per-
dida essa hora !... Vou desmaca:
ral-o.. Direi turdo... Escute... escre-
va... accuso... As gales nao ba&am...
E' o cadafalso que quero para 'e...
accuso... accuso... accuso...
f


e, asno"'i
"a is and te 6 .era0o i
donsidr o umn, de4." pf.
Hue a nos" ii- glr tMiM* .
smiencia economy
crddito sobre A i ea
abase da ordem e a condi e
bilidade do@ Estados. ia o-
rnp, poi&, tiran a uma el so quo
faz da honra a alavahn8a de'oa pm -
ridade o direito de influir na -
dos negocios publicos ? (MItetW i "
dos.)


,..';'-- 7:--.T'-'= 1


Do certo quiovua des fr jfa r-
rer, mas, chrm ;pezar de
repellia corn horor a sormn |
sidade d'uma morte voltatui
caminho prohibido qe nos ca ao
eterno repouso.
Ci*ninhak* rtfian


t.-


g, r'ver aewerpykavagco d.1 4&,
nomear novfivnAWbeF "M

wis, certanpt, noiria fa-
NOW tic 0galls, vesSrucaWs a,
Samarrar gravata braneaI (Risadas.)
S que, po9is, se nao d preven*o o
nobre ministry do imerio julga este
desenho urma injuria ?
- 0 SR. MINISTRY DO IMPERIO:-Se V.
Exc. da licenca, eu explico; nao foi
em relacao a isso, foi por dizer que a
tarde dera satisfacao pela demissio da
manhn.
0 SR. CESARIO ALVIM :-Eu disse
isso ? Esta enganado.
0 SR. IGNACIO MARTINS E OUTROS SE-
N IORES --Nio se fallout nisso.
O0 SR. SILVEIRA MARTINs :-0O nobre
deputado nio diase tal cousa! Senho-
res, o contrato em que neste mrnmento
pela primeira vez corro os olhqs diz
que o nobre ministry, e o outro com-
manditario terso 6 o/o ao anno de juror
pelo capital de 40:.0005 corn que cada
um entra para a sociedade, e na repar-
tiao geral dos lucros terdo 2'2 / cada
um e56 o socio gerente ou responsavel,
que entra corn 50:0005000.
Apezar do capital do nobre ministry
nao ser immense, tambmrn nao 6 insig-
nificante, nem merece o desprezo que
o nobre ministry mostrou. 0 nobre
ministry, corn ser bario e home rico,
nao ficaria deshonrado procurando zelar
seas legitimos interesses, fossem elles
in.igcantes, quanto mais tratando-se
de rna guantia avultada.
. Se o negocio d legitimo, e a lei o nao
prohibe, legitimasmso as consequencias
que delle naturalmente deccorrem!
or que, peis, indignar-se a ponto de
ver am ataque pessoal, onde apenas
existeo exercicio de um direito sagra-
do? Para provar uma these insusten-
tavel: que a opposicao pretend tor-
nal-o victima de seus odios, o nobre mi-
nistro foi censurar-nos o modo de pro-
ceder em relagco ao governor, por que
o nobre deputado por Minas a umrn de-
bate no orCamento, que se discute, pre-
feriodar ao assumpto a solemnidade
"de urna interpellagoo!
Do method que empregam no ata-
que, as opposiq3es tern a responsabili-
dade; da conveniencia do modo por
que exercitam os direitos que Ihe con-
tre o regimento da camera s6 d juiz o
deputado. (Apoiados da opposiao.)
0 nobre ministry, na sua long e glo-
riosa carreira parlamentar, quantas ve:
zes tern eoercido esse direito corn van-
tagem para os interessi-s do paiz?
(Apoiados da opposic&o.)
Ainda neste p-ano de apresentar-se
eomo victim por causa de sua posi.ao
political, o nobre ministro esqueceu-se
de seu powder immense de ministry
para acobertar-se corn seus subal-
ternps: a prova, exclamou S. Exc.
ahi esta--deixarn de parte os empregn-
dos, o inspectr, e atiram-se a minha
individualidace Tao amestrado parla-
mentar nao ignora quoe na ordem moral
como na ordem physical os raios procu-
ram as eminencias; o ministro nomea,
slistenta, elogia e promove os emprega-
dos; .o minister os reprime, censure,
reprehende e demitte. 0 ministry res-
ponde pelas faltas dos seus subalternos
.. .. -1^ **J f 1 ... .
gales, se f6r preciso....-Mas ao me-
nos vivireil!... Salveni-me !... Salvem-
me f... Nao quer.n morrer !
Em volta do miseravel estabeleceu-se


Nao foi, portantd,'Sr, preWidente, o
facto puro da comimandita o que.ro-
vocou o nobre deputado pr
interpellar o ministro da fazeadal .
a fama e a conid*o 4e -! .
Corn effeito, S. Exci c6mmetteu uilf
gravissima falta antes do que ma
s6rdida ambhigao de lucros iletfo, 4e
o nobre ministry teve cAhiaode aide-
rir muito maiores noutrs negocios. Eu
nao duvidarei attribuir isso a facilidade
corn que S. Exc. consideft as cousas
publicas pelos habitos adquirids na .i.
da ordinaria. [Apoiados da. op"* .[
Se corn esta nada temoi qu e. ver,
corn aquella temos tudo.
Se Lafitte e Fould badiros, po-
dem ser ministros, 6 cert, qua opi-
niao tern direito de exigir defl$5,.nr
severidade no manejo dos dinhe#ros pu-
blicos, e a mais escrupulmosaeuc-bo -4
parte de seqs prepostoL9 O aG--e
dos has contribuices que o"
gar no thesouro. .
Se iesvios ou fraudes se mt eW
rem por parte destes corn a-- s9Vauar-
da do noone do ministha-
verem sido praticados, 0 o i-
nistro, fica elle iuvalnera"i' dii
renga esta nas penas, se aq illes s-lo
entregues a justiga ordinaria, perde es-
te pela grande infelicidade de associar-
se aos improbos, a confinaa do w
ja que a probidade do ministry e
ser insuspeitavel.
Ora, senhores, o nobr inistro pra-
ticou a inconveniencia de iassociar-se a
urma casa, que ha muito goza de fama,
bern ou mal merecida nao sei, de fazer
randes contrabandos ; e ainda, mais,
Exc. esqueceu-se de si, de sua posi-
Q&o political, a ponto de associar-se, sern
reflectir nas consequencia do eu pro-
cedimento, a um conference i .alfan-
dega, que- pela lei esta prohibido de
coinmerciar como official de fazenda,
que e. [Apoiados da opposiao.] O0-
digo do commercio terminantemenht
declara que naopodem commercial o6
officials de fazenda, e o regulamento
da alfandega vai al6m, diz que nao po-
dem commercial nerm por si, nem por
parentealgurnD, nerm por iatermedio de
qualquer pessoa.
0 SR. MINISTRO DA JUSTIgA :-P6de
ser socio commanditario.
O SR. SILVEIRA MARTINS :-Vejam LA
que ministry da just !

S {Contin'ta).

qumrn sabe?... talvez que'"a jisti740ra'-
serve este tambem para si... t .
Depois de fugir do salio dopalacio
de Grandlieu no memento 'ea qae,
visconde dava ordemn para qiu mtre. g
zissemr Zimmermann, e depois do 4--syk
crever solucan(lo a consternadora caffI"
quo devia vibrar sobre o nobre wiS'-'
tao larnentavel golpo, Genm'S~-
louca de terror, de remoc,.
pero, cobrira machiaal g"
corn um vdo de re iL
precipitadamente do .......
sahe d'uma casa ipl
pela portinha do jardimH 'Bpaw
os Campos-Elyseos. *" "
Onde ia a desventui B .
Affirmarnos que ai sa-
\bia. ,- ."* ^
No chaos de sou In l nada
distincto fluctuava.- _,t seu
esprit e da suaj otou-
ridead e cont U Y .'




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