Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:14602


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Full Text










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(Pelo ecabo submario)

PARIS, 2 de dezembro.


Fol acelta a demisslo do general
Chanozy do cargo de embaixador da
Republican Franeeza em S. Peters-
burgo.
Acredita-se que o Sr. Conde de Saint
Vallier permauecerk no seu post de
embaixador em Perllm.

Agencia Havas, filial em Pernambuco,
3 de dezembro dp 1881.



e, '. .


(Pelo telegraph terrestre)


RIO DE JANEIRO, 3 de dezembro, iis
6 horas e 45 minoutos da tarde. (Recebi-


do ds 8 horas e 40 mioutos da noile.
SForam l: -tos em 2.' es .rut.n o:
Fo ameeto em 2oeculno


.a ,


Pela C6rte, Ic district, o Dr. Duque
Estrada (conservador).
Pelo ParanA, I1 district, o Dr. Gene-
roso.
Fol tambeni elelto, em io escrutinio.
por Goyaz o Dr. Antero Cicero de As-
sis (cooservador).


YARTE OFFICIAL

GOVEBRNO DA PROVI1CIA
3.a Seccglo.-Palacio da Presidencia de Pernambuco, em
80 de novembro de 1881.
0 president da provincial, usando da faculdade que Ihe
bOetre o art. 24 40 do actor additional, determine, qua na
execuilo do art. 23 da lei n. 1,499, interpretado pela lein.
1,523, ena execucao do art. 55 da lei n. 1,141, mandados vi-
gorar pelo art. 3' da lei n. 1,599, no observe o seguinte :
REGULAMENTO
PARTE I
CAPITULO I
Art. 1. Os impostos provinciaes de consume sobre mer-
cadorias estrangeiras siao addicionsoaes as imposigbes geraes, e
aio arrecadados polo Conaulado Provincial sempre quo so ve-
rificar a pereepgRo dos direitoe geres pals Alfandega desta.
ou de outra provincial, respeitaodo- se sempre as leis e ordens
do goveroo geral.
Art 2. Fiam isentas do-smposto provitncial do epaao.
as mercadorias estrangeiras quoa form oreexportadas, sequel-
la que, tendo pago ow direitos geraes. reembarcarem, sahin-
do immediatamente da Alfandega ou de armazens alfande-
gadoe.
Art. 3.o Pars que tonham lugar as iseng5es do artigo an-
tecedonte, 6 indispensavel :
1.o Que so fags o dosembarsao no Consulado Prcvincial
por meio do despacho na f6rms do art. 52 do regulamento de
4 dejuolbo de 1879 ;
2. Que os exportadores idoneos, quando pagos os direitoa
raesm assignem um term de responsabilidade, compromet-
tent-se a sprementarem no Consulado Provincial no prazo de
tae mazes, quo nio sort prorogado aldm de soeis, eertfdlo an-
* tjkstite do desembarque, pamnda pela Alfandega ou Meua de
eadW do porto a quo so deetinarem ; e, quando nos form
epitsarciantes, o Consulado podera exigir fliangsa.
,f. 4.0 A inobservancia do artigo antecedente sujeitari
o. Qrportador ao pagamento do imposto provincial; e quando
feam spresentadas certidOas de descarga falsas ou falstficadas,
a*6m do imposto, se cobrarA uma suits igual ao mesmo im
pst.o, pags dentro de oito diis depois da finftmaso., sob pena
do oobncas judicial, al6m das penas eriminaes em que ineor-
rerew aquelles qua fizerem uso de takes certidOes.
Art. 5.o Todos os despacehos provinciaes paras exportacto
de mereadorias estrangeiras isentadas do imposto provincial
serto apresentados no Consulado Provincial dentre de vintea e
qatro horae, contadas do pagamento dos direitos genrses on
do termo de reexportaito pela Alfandegs na f6rma do art. 78
do regulamento de 4 de junho de 1819, sob as pens do art. 82
do memo regulamento.
Art. 6.* As mereadorims estrangeiras que derem entrada
. a oH edifieio da Alfindega, o qua houverem de reembarcar
e do pagamento dos direitos geraes, pars que fiquem
lanten do impostor provincial, deveroo embarear em actosuc-
cemivo da sahids da Alfandega ; quando isto for impossivel
serto depositadas no armazem deasignado polo administrator
ao Conmulado Provincial, comtanto quo so ache esta situads
no p',8 ou 4 ponto fiscal.
Art. '.0 As mercadorias, que na f6rmsa do artigo santece-
denti, forem depositadas a pedido di part, ou por ordem do
Cowulado, nio poderio ombarcar senlo no ponto fiscal em
quo se abar situado o armazem do deposit, corn msniatencia
do araxenario, ou nos dons immedistos corn asistencia do
empregado do Consulado Provincial.
Art. 8&fnmpre que julgar convenient, o Consulado Pro-
vincial podtA ordenar quo se veriflque a identidade di mer-
cadoria, semoprejuiso dos voimes
Art. 9.0 Os depositarios do s volumes qua sahirems da Al
fandega na fdrma do art. I0, aserle obrigados no acto de os re
ceberems a examiner s aio elles os memos meneionados ns
petielo despachada pelo Cousulado, na qual fariko as neemsa-
rise declaragaes antes de a devolverem officialmento aso Con-
sulado corn s deelaraglio do disa em quo so effectuar o depoi.
Art. 10. Quando se veriflear troesa ou substituigSio =
luames, antes de effectuado o deposit, se cobrart umtftlttf
igual so dobro do kiposto. dO demo doe n amoss volumes ;
quando easm tresa aubhMtituio for posterior sip, ,
ou nlo hover ozaetoide qmatot a deeiaraglo da Es,.-
posito, s ocobrat a aMM s uits, do amazeunario. : -
Art. 11. Sempre qujnia forms do artigos wnit
verificalao da frauds ftier lunar em virtuds de denIk .
rA o denuneiasnte s metade di suits, que Ihe sert entregofp
polo thesoureir'o dowConsuldo Provincial.
Art. 12. Depois de esgotado o prazo de sets mazes pars
a retired do mereadorias sstrangirss da Alfan4dgp, ou0A
sous entrepostos, no soe admittitfto reembarques car l i p
do impostor provinoiaI, salvo o emo. de forgea maior juntsUSl
da ante o Consulado ; s nes. easo prevalecorlo pars a proves
as d--i-wies5 da logislaioo geavl.
AW 'Para sque o roembaqu. 4Wl mereadorias etran.
geiras im.nte do Imposto provlneial, fllada iind vel
quo nun ports a quoe alas dethnem hsjam Albudqgs ou
Mesas de aendis Geraes, qae forsersm saertldrn de qun
trsts o art. 3. d


Art. 14. 0 impostor
dos os generous on more
deeretado ,as dois dt
Art. 15. iao t
todas as mereadori
tados da etr-ega -d
portos nesoionsti"o I
depositoss que l i
ver de coadAtr.
Art. '
deht9. & t" ~


CAPlT"L II u!*'
ndoG one ie t 0to.

provinsial do e6
Soe, dentro de 6 m .ee
i mra m r s obsre sbare par
S as, mabnado di .

Saersq amincgooadoteE
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.Aa. IaM$ lnacionase 'usq qlposp
prenvioils de eamd a" so dopomitadas no rmaise da de -
orga, anlvo l, no ato dests, e antes q4 dspoeito, o Consuls-
do permittir a su remeglo do caes paw#, ltro armaessm.
Art. 20. 0 armaxem ou trapiche qie tsar a dpeearga d4
qualqueor embasoalo ser reeponsavel polo respeetivo impeW.
to provincial me a a fisealisar conuemieatemonte, a so -
sentirt que do ee as retired mereadorltas:
i. queanso hoverem de ser dpoaitadas em outros rmano.
zens por concessio do Consulsdo Provincial, nestso aso ser
indispensavel a apresentasgo da putiglo despaebada ; que fl-
cart no armazem ou trapiche at6 que seja reoolhida aso Consul
lado corn a folha ddedesoarga, na qual se meneionarlto todae
as remowOas e as dates dos despachos que as antorisarem ;
2.0 quando houverem de oserentregues aos seus donors.
sempre que estes apresentarenm quitaglo do impostor, e isto
mesano sra wmencionado na fiha de descarga ;
3. quando houverem de reembarcar, sabindo do cases ou
por baldenao ; e n'este caso ainda sern indispensavel a apre-
sentacglo do desembarago do Cunsulado pra o reembarque,
do quaI se far mengi- nus folhba de descarga.
A iniracgRo de qualquer dos numerous deote artigo sujei-
tara o trapicliero ou armiazenarin a uma multa decincoenta
a duzeits mil rdis, impusta sem recurso algum pelo admi
nistrador do Censulado Provincial.
Art. 21 As me:ucadorias de quo trata o artigo precedente,-
urnsa vez depositudas, nta poderao ser mais removidas. oem
sahir do dposito, se nao quando pagaremrn o impostor provin-
cial, ou quando houverenm de oreembarcar sob pens do mata
no meximo do mesino art. precedents.
Art. 22. 0 donor, ou consignatario, de mercadorias naMcio-
nues, sujeitas a impostn, que, sem attengeo ao disposto- nos
arts. 12 e 13deste regulamento, e as obdervaOes do trapiche
ou armazem da desctiga, retiral as do cases ouda ewbarcato,
t1'm do imaosto a que flea obrdiIdA 4j1rr d
050 a 1 800 a'arbitn- hit_.6--. -_-"_
qual sera ptga dentro ne 8 dias, contados da sua in-ttqtao.
sob pena de cobranCa judicial, sem prejuizo da multa do arti-
go antecedents, que sern impostas ao armazenario se deixar de
levar a oceurrencia ao conbecimento do Cunsulrdo, mencio-
nando a na f,.lba de dercarga.
Art. 23. Se, sahindo, contra as disposig6es do presents
regulamento, do cases, do armazem, ou da embarcagio, taees
merecadorinas, form apprehendidas, prevalecert a disposiclo
do art. 83 do regulamento de 4 de julho de 18'9.
Art. 24. Os armazenaiios e trapicheiros qua receberem
meres-lorias nacionaes sujeitas a impostor provincial de con-
sumo, serAo obrigados a entregal as por seu peso, quantidade,
marcas ou contra -marcasn declaradas nog manifestos e eolhas
de descarga, assim como serbo responsaveis pelo impostor pro-
vincial nos cases em que os volumes submettidos A despacho
nfao confirm em-n tudo corn os do manifesto, mostrando des-
falque no peso, ou quantidade de mercadoria ou substituigio
de volumes.
Art. 25. 0 peso ou quantidade das mereadorias nacionaes
que naioe forem de natureza liquids ou volatile, consignados
nos manifestos, sert a baze da cobrania do impostor provincial
a que estiverem sujeitas, salvo se for encontrada differencga
para main verificada polo Consulado Provincial, ou por decla-
raiglo dos interessados.
Art. 26. Sempre que o Consulado Provineial veriflcar ex
cesso naio inferior ia 5' part do peso ou da quantidade mani-
festada so reputart fraudulent o despacho em qua so bazear
o manifesto, e se cobrara o impostor em dobro do excess ve-
rificado. Se, pordm, antes da verifica.io, o interessado em
face do seu conhecimento de carga, ou da suna corresponden-
cia mercantil, requerer ratificaglo do manifesto, isto se tart
sem imposigibo de pena algums.
Art. 27 A verificaIio de peso ou quantidade pars menos
s6 prevaleceri tratando-se deo mereadorjas liquidas ou volateis
e em face de proves que illudam a verdade do despacho em
qua me bazear o manifesto tratando-se de qnaesquer outras
mereadoras.
Art. 28. Quando o manifesto de mereadorlas nacionaes
neo for organisado corn a maior fidelidade, em face dos des-
nachos officials remettidos pars a Alfandega, o administrador
do Consulado Provincial import ao sea organisador uma mul
ta igual ao dobro do prejuizo que parm a Fazenda Provincial
posna dar lugar a inexactidlio do manifesto.
Art. 29. Os manifestos de quaesquer embarcacOea que
tragam moercadorias nacionaess sujeitas aso impostor provincial
de consumo qua forest apresentadom no Consulado sem deala-
radgo do armazem de descarga a dot. consignatarios da embar-
casqo e da carga, dario lugar t impoaigtlo d'uma mults de
509000 a 200$000 a arbitrio do Consulado Provincial, se taes
declarseCOes form reeusadas.
Art. 30. S6mente as embsreasoes quo trouxerem camerns de
zarque, madeiran outras me readorias, que nlo se asrmass-
zonam, poderbo dar entrada pars o 5" ponto som designaiaglo
de armazem dG desearga se tno trouxerem outras mereadorias
qus a isto as obriguem.
Art. 31. s donors das bsrcsgas, qae eondazirem mereado-
ria, sujeits. a imposto e quo derem entrada pars o 5.o ponto
sem designaigo do armasem, snde elleos on mestres dis oes
mas barcasas o consigsatarios da earga, serao reaponsaveis
polo Imposto, e nao poderto retirar se antes de o satisfizer,
sob pena de ser apprehendidi s barcaga.
Art. 3Z.. A apprehenslo de bareasas na forms do 6ttigo
antecodente, podert ser relevada pelo administrador do Con
sulado Provincial sempre que fbr pago o impostor em dobro-
euja metide revertert em benefleio do apprehensor, quo a re,
cebora do thesoureiro do mesamo Consulado.
Art. 33. A carga do taees bareacas, consignada a terceiro,
nao sert entregue aos reapeotivos donos ou consignatarios,
antes de apresentaglo di quitaglo do imposto ou permissbo
do Consulado Provincial, sob as penis do artago anteeodenteo
Art. 34. 0 administrator do Consulado Provincial, sOP?
pre que julgar conveniente, podert ordenir que o isto 00U*
tinuado da-desierup se verifique o peso s q -umo
o nus preparaenoa do quslquor sumrs mertMrOd, cru a-
siMnneias de um dos emprogidos da reparticO;'e dse some-
lhante vorificigao seo fart menugo na folha da discarga sem
prejuizo di disposiglo do art. 25.
PARTE II
CAPITULO III


Art. 35. Exzinetas nests cidade an agenciam.fiaeses da Pa-
rahba Alagoasa e Rio Grande do No to, o assaear, couros eu
algodbo de outtFMs provincial, quo derem entrada no Consa-
lado Provincial, nao sorto como taes reputados, s cornm o ma-
nifesto alo form ntreguee no memo Consulado doeumontos
fosiaem qua proveinm authentieamente o pagamento do impos-
ts de exportaglo nam provincial d'onde vierem, paeada. ps
las estate fiscaeos das memsa provincial eavomyesu dd
saemelhante arrecadagio.
Art. 36. 8e oo donor ou consignsatario. do taes seroadoriss,
silegar quo oa documenton comprobatorvoa do pagamlMa do
imposto do exportaglo em outra provinoia se extraviarm on
Sao poderams aeompanhar a moreadoria. o adminisstjor do
CoalSdo podert conocder pars apresentaglo da certidio de
fidwffmento una prazo que nao saer prorogado per mais do
619s, sldm do qau nto so admittirlto provaeA de qualluer
mature" qae sejsm.
Art. 37. O asauear, couros e algodlo de Qutraa provin-
OUas,que por mar on por terra vierem deemoilpwnhadas de
proVa do pagamento do imposto a quoa estiter sujeitos, sae-
ra-o reputaidon, de pmoduegbo da provineia, NSe, dentro de 3
dai dopoin de darf entrada no Consulado Provincial, ni')
appareaeer ra miMlgu a. No manifesto dos que viersam
embsreado, e, sos documents os quo vierem por terra -t m
farlo au notes neoeshris, queod portarto as baixas da m411-
mas msreadoria.
SArt. U .o despachos ollO qua provarem o pagamen-
to do impr, s que atomr if as m -readoras naione
quo viezreW r terra come outra provincial, substitaireto
as gua. d a quo tratam os arts. 67 L 68 do regulamento-A4e
de jolho:de 1879.
Art. 9. Os documents oun depachos quo 4avem ptovt r
o pagameato do impostoisde outras proglunis send f(alte
ou falsifioado, darbo I l urnsma mults Igilo dobro do
impostor provinoiadslo pelo ad' h.ftior do Consu-
lade aso doao ou tiea merom ias neets eidade,
16ads ds penas eroimfi em qua posasm incorrer Os que fl-
earem uao, ou form autoreos, de taes documents ou oepa-.
Art. 40. Qusalquer individuo que,'no territorio 41
ase ineatoar do sagente fiscal de outra pTovitob.
"0ms. proprios de taoeq agents, Soffrer&t 'da
3 9, imp ists polo asdm -tratrr do Consult; nf
e pesn collectores pf^6laq em quailq otr
Ao 0o @"eM de reldn' i" "oa
via&* pioan revogalos oa srtis: ". ,68. 8s. o
de 4 doejuho de 1879. e msip dt.

4gf,,-al l Ai o d 1.
*^^ j- ; n .'v 2 -Iip^ ^ ^|


t6j a 4 Rego.- Informs 0
1 Ph mS eoorarisa de Fazenda.
Iflaiuise Ukonelli. lnforne o Sr.
osto a TI eoulauta de Fazenda.
AmaroMo Meiro Duivle.-Remettido so Sr.
n1Igadeiro co Sandanto do Presidio do Fer-
ndo doe Noronha, para providencisar e de-
olver.
I.0 de dezembro -
Carlos Camillo Carneli. loforme corn ur.-
gencia o Sr. inspector da Thesouranrm de Pa-
zenda, tendo em vista a ordem do Thesouro
de 30 de setembro ultimo, sob n. 174.
Ernesto Demetrno da Costa Amorim.-Sim,
satisfeites os ftros vencidos e mais direitos
flscaes.
Francisco Alves Ferreira. Aguarde t or
dem do Thesouro, relative ao credit precise
para o pagamoTiento a que allude.
Hormcio de Gusmiao Golho.--lforme o Sr.
inspector d o Thesouro Provincial.
Joio Augusto Leite.-lndeferdilo.
Juid Francisco Xavier. Remettido aso Sr.
juiz de direito da comarca ,eO Qoyanna para
providencinar, devolvendo opportunamente
esto requeroinento com a respective informa
glo do cominandante du Presilio de Fernan
do de Noronha.
Jos6 Francisco da Silva. Indeferido, visto
eonstar das informagoes qua o supplicant
ialo 6 oredor da Fazenda.
Manoel Benigno da Silvos. Infornae o Sr.
inspector gial da lnstrurciao Publics.
Basharel Manoel de Siqueira Cavalcante. -
PasseDortaria fspo4entaodo o supplicant na
forms a lei n. 1,502.
is &- Vioil. do SbnU. Satisfgam
Placids Vica|lino da Silva.-A' vista da di-
vergencia existerito entro a allegaQhu do pe
ticionario e a qualiticacqo dada pelo command
dante do Presidio de Fernando de Noronha,
informs o Sr. Dr. juaz de direito das execu-
Ooes criminals se o peticionario alli soe acha
em cus primento de sentence.
Rosas de Souza Castro.-Informe o Sr. rege-
dor do Gymnasio Pernambucano.
Secretary a da Presidencia de Pernambuco,
3 de dezembro de 1881.


0 porteiro,
3. L. Viegas.

Repartigqao da Polcla
Secgio 2.a-N.......-Secretaria dePo
licia de Pernambuco, 3 de dezembro de
1881.-HIllm. e Exm. Sr.-Participo a V.
Exc. que foram recolhidos A Casa de De-
tenslo os segointes individuos:
No dia I :
A' mihoba ordem, Manoel Felippe,
alienado, ate que possa ter o convenient
destmino.
A' ordem do delegado deS. LourenQo
da Matta, Joaquim Faustino de Freitas
Antunes, i disposiclo do Dr. juiz de direi-
to do 5 district criminal.
A' ordem do subdelegado do Recife,
Pedro Ter!iano da Silva Pessoa e Santi-
,ni rlikMPasse; c mo vagabun
da; A -lo de tal, alienado, atW que
taha o convenient destino, e Antonia
Maria da Conceilo, -por disturbios.
A' ordem do de Santo Antonio, Eleu-
terio JosA'dos Santos, como incorso nas pe-
nas do art. 31 do Cod. Crim.
A' ordem do do 1 district de S. Jos6,
Manoel Vicente Ferreira, por disturbios.
No dia 2:


A' ordeal, do subdelegado do Recife.
Francisco Mianley, a requerimeBto do con-
sul americano; Jogo Marcello, escravo de
Felippe Nery, por andar fagido, a minhoba
disposiolo; Jovina Maria de Oliveira, Ro-
salina da Annunciaglo, Francisca Maria da
Conceigio, Florinda Maria da ConceiClo,
Josepha Maria de Jesus, Maria Amalia,
Josepha Olympia Freiro Torres, Maria Mag-
dalena, Loiza Maria da Conceiloo e Ale-
xandrina Francisca dtConcei0go, por dis-
turbios.
A' ordem do de Santo Antonio, Ma-
noel Jos6, como vagabundo; e Alexandri-
ne Jose de Lima, por disturbios.
A' ordemn do do 2 district de S.
Jos, Cezario JosA de Sant'Anna, por dis-
turbios.
-A' ordem do do 1 district da Boa-
Vista, Aubtm* Francisco daCosta e Manoel
COndinoo 0 '"meBto, por embriaguez.
A' ordem do do 2 district da Boa-
Vista, Manoel.-Rodrigues da Cruz, por em-
briaguez e dislurbios.
No dia 30 do mez findo, ao meio dia,
o trem de lastro quae desclade Olinda para
o Recife, esmagou o italiano Francisco de
Paula Moscarelli, prodozindo-lbe a more
imstantaneamenlte. 0 cadaver foi condozi-
do pars o cemiterio poblico, onde se fez
a victoria. Contra o machinists do trem,
quo nao p6de ser preso em flagrant, pro,
ff o sobdelegado do 2' district da
a4a nos terms do inquerito policial.
Deus guarded a V. Exc -Ufilm. e Exm.
or. Dr. Jos6 Antonio de Souza Lima, muito
digno Wmidente da provincia.-O chefe
de police Joaquim da Costa Ribeiro.

Thinuro Provincial
DOSPACB Q "N DIA 3 DE DEZEMBRO
-7. ai881
Cust ao Wo aua. Informs o Sr. Dr.
sdmini0tiS d ado.
1Msnoel lteht e do Faria & Filhoa.-Ps-
Aatse s sbfrtgo da 4' do art. C alei
*. orgeamento Vgts relative ao dWeates.
I M~a~Rl qe ei'n do Faris & Filhoa. Pa-
Imna tblfMitamln do S W art. I a lii do


niret resl
st**
Saatis dii
? da lei d004
Dr. .p..
quasutia d
' 1ran0i2O


vi s orserants om.&

do.
Ia. Pagus-oo, a
agbo do 528 art.


*. -


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6^j^ qu
Fox--.Obirvo 0
ids 4

t16lo.-lu-


61!' -7 -- a-
ecru Sol0 governos, qua po eeds to-

nrnnr.. On. adflm-f T S s..^;;" .
ome 0lSr.oDr..ad "m4dw dD doi d as iiberdssde, do que os republicans de.
OslodoDr. eo o ovem aproveitar-ae pars fazerem a educaglo do
Officio do Dr. preerardor doe feitos do fa- poe. hibituarem Wo so exercicio do suffra.
zenda sobre a allegatol de Eduardo Colom- go universal e ensinareom a nagio a goyer-
bier.- lnforme a secdo do contenciose. nar-se por si mesma. Concluio por uma pe-
Offiljo do olleector do Panellan remettendo rorago, invocando fervorosamente a paz.
os hivros queo serviram no exercicio find. As Sn. Castelar responded o Sr. Sagdsta, di-
Ao Sr. contador pars mander archivar, de- zendo quo a Hespanha pode prosperar unica-
poi do confneridopelo protacolo., mente sob o governor da monarchia. L-men-
Antonio Fernandes Ribeiro. Dave provar ton que o Sr. Castelar nuo abandoned as i-ias
o supplicants a desoccupacs o do pTedio do. republicans, Imitando aquelies quo li pau-
ue treats, e juntareconhecimento do decima co voitaram a adherir a s0 regiw.n soniar-
do actual semestre. chico v.ltaram a adher ao egi onar
Antonio Pedro deoMello.-Ao Sr. contador Falaun emseguida aoSr. ffli.[. defendendo
para cumprir o despacho da parts. Fall"nem s ida oSr. I defendno
Dr. Daniel OliveiraBa'ros de Almeida.-Ao powder temporal do e Papa cirnul. b-usL.a-
vel do seu powder espirituall. ,mbrriuu:..S Ld,`.
Sr. contador paracumprir o despachoda par ordensejuv houveram em Romll por :,scaa
to. d oi~iu ai tdnas'jBlad uvra m do Ujo n por l~lct'u quit
Thomaz Ferreira Maciel Pinheiro. A'sec- dPa nsiaduCo de I'io IV. l.nle ,u true .
cgao do contencioso pars cumprir o despacho Pap Ter ez delruti d rando i cp tados oi-
da parte. filiaceo. TermiLjii ilcdnrando ('e tudos o-
di ars.catb,,lucs pedoni a in iependenc-i ,L, .Santa
Contas do thesoureiro da Repartiuio das Sthlicas pedeai a inlepeadence n -ia'i Obras Publicas.-Ao Sr. contador para rman S oequoe esta it eppm dDenci' e iajo--ivti ser'
darlavrar term de appruvagcao. ,t-obr:-i )I teIisH o.p t'lu P, r. rtiz de.r
Contas da 13' parts daloteria das ecolas te, ultn'montano, r ;.)d i 1. /.-at-
primarias.-Ao Sr. contador par a manaar l-1 lr, diz aplirvar, Pre.e :;i, tit. ide
vrar term de appruvatgio. U S.t i. I ; du .t : "
Cuntas da 91' parts eda l.-teria da Santa Ca- cur Snta Luz, durt. r.t
sa.- Ao Sr. contador para mandar lavrar t-cr-1 n ,. r'- ,. ia ,C.tij ,, ... ... ...


mo deo approvigao.
Joiao Rotrigueos de MN'ura. Paigue se.
Contas da 92' part e da loteria da Santa Ca-
sa.-AoSr. contador pars mandar lavrar ter-
mo de approaivao.
Contas da 43 part e da loteria da igreja do
Ampero em Olinda. Ao Sr. contador pars
mandar lavrar terino de approvaqAo.
- HI -Fnerreira Baitar. A' seceo do con-
tencioso para satisfy zr a requisicao do ; r.
contador.
Manoel llalino dti Albuquerque.-Pague se.
Joed Feliciano de Mello.-Pague se.
Hermina de Mello Rego.-Pague se.
Dr. Joaquim Gongalves Aleoxo. Volte ao
Sr. contadur
Jeronymo Josd Ferreira.--Psgue-se.
Jose Ielicino de Nazareth.-Pague se.
Officio do Exm. Sr. president remettendo
copia das Instruccoos relatives ai passagens
por conts do governor nos trens daestrada de
ferro do Limoeiro.-Ao Sr contador para seu
conhecimento e devidos fins.
Contas da 93' part da loteria da Santa Ca-
sa.-Hajs vista o Sr. Dr. procurador fiscal.
Contas da 19a part-, da loteria do hospital
da Ordemo u do Carmo.--Haja vista o Sr. Dr.
procurador fiscal
Bernardino da Costa Santos. Volte ao Sr.
contador pars conuiderar o que ponder o
supplicante.


Consulado Provincial
DESPACHOS DO DIA 1.o DE DEZEMBRO DIk
1881
Bacharel Joaquim Gonaplves Aleixo. In-
formw a .L sectao.
Martios & Ridrigues e Antonio Joaquim
Ferreira Porto.-Intformoe Lt 1.' seqio.
Joe Bamoes da Silva.-Selle os conhecimen-
toe de decima.
Olivieri & Irmlo. Cortifique-se o quo
constar.
Andrd Barboza Soar ,A-A' 1. seegiao pars os
fins convenoiento.
Manoel Duarte Forreira Junior.-Informe a
1.' seegio. -
Josephb Thomazia de Santa Rosa, Antonio
Felippe Moreaun e Manoel Vaz da Miranda
Guimarlaes a outros.-Informes t 1. secto.
Reomero Antonio da Costs. Em vista das
intLormasOes o supplicant nio p6de ser at-
tendido.
Joao Baptists de Oliveira. Sellado o co-
nheoeimento teri Cespacho.
Agoatlnho Sautos & C.-Informe A 2.' sec
glo.
Pedro Emilio Roberto. lnforme ai 1.a' sec-
glo.
Affonso Oliveira & C. A' 1.9 aecQgo para
os devides fins.
Antonio do Rego Borges. A' 1.' secaqo
pars oe fins convenientes.

Camara Municipal do Recife
DESPACHOS DO DIA 3 DE DE DEZEMBRO
DE 1881
Pelo Sr. vereador commissario de po-
licia :
Adolpho Martins dos Santos.-Como pe4e.
Claudiuo dus Santos Ribeiro.-Concede-se.
Castro Pereira & C.-Como requer.
I. Kironnefer.-Faga-se o competente langa
mento no termos requeridos.
Juventino dos Santos Silvas.- Nos termos do
pedido.
Josed Antonio Cardoso.-Sim, nao havendo
inconvenineia.
Mtiguel Franciaco dos Sintos.-Ja estando
matisfeita a exigencia do supplicante noo ha
mais qu e deferir.
Peeo Sr. vereador commissario de
edificaoes :
Archanja Maria dos Anjos.-D-se a li-
cenga de accord cam s informigo do enge-
nhoeiro.
Damito Pereira don Santos.-Idem.


dujt;i i mini:.te-io na cl, l,., -. rI4, e de-
ietn ti a i p.,.i.,-',t c-Jn-,rt'4 i':, I: i r,..-:
qui nuria- 'x1 rceiu pre-rflo : .". ,- [.1- .-r. ,r -
va r 'ga. l.'urin'lo-ed a lRrn c--. I-l '; Ln:
o irriper.i uao u Ie e ,lesip .i : i e j i ii l-
o d& vit, oA ministrs -i d .-' rr, a i i r: .
de Hjslanba dever;i prepare r mau, r e I.- :
Ibhos. ACcrescentou qu.- a IOa:-ou. ,npir-
tant para os destinos ia Hl-pat:n eA Afri'a
na') -ta emn Gibralt..-, ceuj .-,,.--it-i s-- l.ie
prctnJe fechar, i,-s n .- .rri. ;- -
r'ORi L ,.\r.
Liboa, 18 (ie ,tot tn'l rr, ii 'i
Veio a luz o segur(do JIInii:t t. (,- u alturi
da gravidade Cis circurri.-t;iitPIFI- pC. ui 'Jz E
oppc.sucao squella ceiebre n (',,i. dt- censure
do Sr. Bariona de Fr, it.s n itC-mara Alta,
contra o gabinete Braancamp.
Cumo Ihes disse ua mihlia de 13 o Sr. For-
tes, pedida a demissaido detodo o mi~isteric
pelo Si. Antonio Rodrigues Siiampaio, foa
chamado pelo soberano para orgrisnar n(.vo
gabinbte 0 Sr. Fontes de prime ro decl.nuu
o encargo, lembrando a el rei o Sr Mart-ns
Ferrio pare ser incumbido daquella mis-a
difficil. 0 Sr. Martens FTraro f.-ji em reguida
ao paco escusar se do encargo. Attendidos
os seus motives pelo chefe do Estado, toi de
novo o Sr. Fontes instado pelo rei pasra or-
ganisar gabinrete, ao que este estadibta s'
rekiginou (dizem os orgaos do seu partidc',.
Na segunda-feira i noite ji estava compose
to o novo gabinete. por quanto a situaiao.
dizem as foihas ,egeneradoras, continiia sen-
do a mesma. Nao bouve recomposieqo pois.
O ministerio flcou assim constituido :
Presidencia, Fazenda e interinamente dv
Guerra, o Sr. Fontes Pereira de Mello;
Reinoa, o Sr. Thomaz Ribeiro;
Justice, o Sr. Julio de Vilbena;
Estrsngeiros, o Sr. Antonio de Serpa.
Msrinha, o Sr. Jos6 de Mello Gouveia ;
Obras Publicas, o Sr. Hintze Ribeiro, que
exercera tambem interinamente an funcoes
de miniFtro dos Negocios Estrnngeiros, em-
quanto niao chegar o Sr. Antonio de Serpa
que estava em Paris e jt vem em caminho.
Como viem, houve a reconducglo de dous
ministros : o Sr. Julio de Vilhens, que era v
da marina e ultramar do gabinete demissio
nario, e o Sr. Hintze Ribeiro. Furam sacri-
ficados os Srs. Sampaio, Barrs e Sa. Lopo-
Vez. Quanto a este ultimo, dizem os jornaese
governamentaem que o Sr. Fontes instira
com elle psara fazer part do novo ministerio -
mas que no o aeeitira por mctivo de mamde.
Parece quo o Sr. Barjona, que tern influen-
cia decisive sobre muitos membrosa da future
masioria parlamentnr, 6 quo impoxs ao Sr. Fon-
tes a entrada, ou reconduccao dos dous mi-
nistros rapazes (Hintze Ribeiro e Julio de Vi-
Ihena) e porventura a do Sr. Serpa Vaz, quo
tambem fazia part do element juvenile dc
gabinete demissionario.
Peor outra parts affirma-se que a reconduc
qlo dos dous trara attrictos grande a situa-
gte, porque muitos regeneradores da velha
guards Le collocaram em opposicao ao minis-
terio por esse facto.
A imprensa nestes poucos dias nro tern fe-.-
to, com o 6 natural, senao commentary esta pe-
ripecia political, estranhando corn dureza me-
recida, que. quarenta dias antes da abertura
do parlamento se nouvesse demittido urn ga-
binete qua estivera sempre em dictadura, em
lugar, come queaon o Sr. A. R. Sampaio do
irem alli dar todos conta dos seus actos e re-
comporem-ee em presence da attitude da nova
camera.
E' pois urn procedimento bemrn pouco ade
quado ism praxes constitucionaes, embora oa
jornaes do ministerio digam que a si uacio e
a mesma e qub os ministros demissionarioa
responderio em c6rtes, pelos actos dasua ge-
rencia, embora a guns delles nbo estejam co
conselbos da cor0a
Seja come for, durante a cruise. houve gor-
do testament, quo o Diario do Gorernoja cc-
megou spublicar.


Franciecs Romans Moreira da Costa. Dezenas e dezenas de despachos pelos m:-
Idem. nisterios da justiga e da fazenda corn que ca
Maria Vicencia de Paula Cunha.-ldem. Srs. Barres e Sa e Lope Vaz, he uveram pc:
Manoel Josed doe Bruto Barreiros.-Idem. bem, contemplar a ultima bora nos seus a!f
Seeretaria da Gamara Municipal do Recife, lhados a ate alguns dos seous parents '
em 3 de dezesmbro do 1881. Assim come A situagao que se demitti.j
0 porteiro, agora, a opposig&o daya o come pitorewco de
Leopoldino C. Ferreira da Silva. Barrosada; a esta ji Ihe chamam a Marlinta,
de, p ter nascido em noite de S. Martinho
_______________ _Ba Essas denominagbes, pordm, corn que acs
E TERO partidos se brindam sto pueris, mas gastam e
~I Ulf ~ pars isso e qua elias se inventam.
EX EI OR Parece todavia que ainda o gabinete soiffre-
.,Co rrespondencia do Diario do ri urma modificaho porquanto o Sr. Barjona
econtinis a recusar a embaixada do Brasil e
Pemrnambuco tern o Sr. Fontes de Ihe dar a de Paris vindo
HESPANHA o Sr. Mendes Leal, quo 6 actualmente o nosso
*adrid, 17 de uovmsbro de 1881 ministry em Paris, occupar a pasta dos nego-
N r~a. dose tvomo e do 14cios estrangeiros e passando entto o Sr. An-
Na Cmar dos Deputados, na sesslo de 14 tonio do Serpa parsa o da fasaj.
deste mesa o Sr. Caostelar ataoou tortemente Nesse case ficat o Sr. Fn P olpm6 coa a da
os deptadon ultramostaes quo dofenderam guoerra e corn a presidencia flconselho.
0 a tmpor ldo1% .a pediocwins. 0 nirio Popular a as oatras folhas program.
zll K It liaefolve parsaseqmpro sistasr fazeam entire, sobretudo aprimeira qusn
moearlo do podertemporal do l e piritual to foi partial e chefe do estado quo&tendo re
e aTrsoneqemoalnones aspalv dacusado ad Sr. Braancamp, em mta, ra-
Par m lit snem ons concla.es mai. ecomposmigo que lhe propunha, Jw
uos pe po-hagoero Maleonmifrquen-m dicag5o conutitucionaen, poist' n6
nei'mimtoiano peregrina s male freqen- ePtft
t seguras. Suotentou queahar- maiona na Camara doe Deputa ,-Ieoce-
mosts Jaeanha s da Itaeiia 6 a paz entire dea agora, con a maior facilidide a A msi
M 4, a igreja. Cntieou owdiqcn- tuagbo que, tendo pedido temp. pars-,Td
Oa d oaaasrists. Dfsu o. un- os projects que devias apaen
dd sant.aa mtendeoa -Us p d-6 aCamatera.ntmdo
tistas p -rono do norte. Deu coae do gsto oato mozes durn's "- ..
Ihos_ p q.. .0" reproduefio das cupou-ein fazar eleigOoes ise 0
guaerratrvis. isa sowihrn o governor gando is vesperas da reunmie da $
sobre a inatra la.d restatuaido as c raI, c OiDen m mos vzism d proj aS sice.
detras do.. u u4a livrepensadores. Nto lae 6 aDeao Pcnes ,M
[ Podl ra laivun ral [d lades o re- to alto a hJ a. o f.
~ tomotde el"eia. rt dououtam sorgle-'p-.n
nusa saidea-da fd jatam .r org -n
dpouge vrno ci alsdop Pi e quooche
poittico0 r tin e redactor

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Dit


ram 1' Manoel Gonolvea
nss TranquilinoGracia
-oa; IDous reprovados.
irir| Dia 3 :


Ntucio *rI4M tw- & e MP '-

quo, julo. ip
para a iAepelndeacia do paizs. no toemos tarn-
S born duvida ais lrwar qua a monarchia ab
soluta 6 Itue a nso queremos por caso ne-
nhum. Sonio, no. a
0 Sr. Foates pode gloiiar.se corn a sua
obra.
A cifra dos votos obtidos de eleigio pira
eleieiqo,p-do partido republican, sobre tudo
ema Lisboa. 6 altamente signiflcativi. Os or-
gios meAos mo oerados do partido progress
v. sustentam uma ,ttitude, sanio hostile &s
institui'Qej e ao rei, pelo menos de urna se
veri-Ilae tal, visto qu- durante, as dictaduras
estd suspeansa acarta e portanto edssa a irres-
p.nsbtbihlldo do poaler moderalor, dizam
elles. que devem ter feibo pensar o Sr. D.
Luiz I na funasta influentla qua sobra o sea
aninh, aiias bon-loau, mas irresoluto, fraeae
imupressionavrl coemo to-as as organisaie5s
limph iucas, o Sr. Fontis que (os facts o de-
:nosrrain) o fiz vergar ao tailanta dos saus
cipriithos e pesso ies conveniencias.
Afracio ou partido constituinte, nao ainla
ti) uttin-roso no paiz, c-)mno o progressista,
man enu-rkico e iuponente p)r quo e tarmb3m
ia partilo de refuraas phii.ica- e ten a suaa
freut3 hnmens de gaade talent e compro-
vaia energia e f-rca de vontade, cojnia
ag-ira a seguir o trilh) ema qua os progressus-
ta e osobre tulo. o antigo orgAo do partido
reformista ja tinha entrado duade 1878.
Eatretinto. os republicans ganham tar-
reno com est-is disiens53s dos partidos no-
narchicos, e ao pass qua sa vio affrouxando
es lagos da allianga que levers existir indos-
solval eontre o rei e us partidos legaes, os
prpag-andistas anti-aonarchicos recrutmin
facilimeats)oios aieptos e vii assim engros.
Ssando o par'id) doi deseontentes. quo assiun
chamaava o Sr. Fountes a) s republicans eam
ua discurso eleitoral qua haveri trees sema-
nas fez a. centro regeneradr peranta un au
ditoro da c-)rreligionarios.
0 novo miaisterio u&- dissiperi. nanbuma
das diifieaillees da conjunctura. Hirda todas
as reiponsabiliaiales qua doterminrain a que
da d mministerio transacto e sobre essas ac.
cunulara as suas pr.)pras qua nio serao pe-
queoas 0 aintstirio Sampaio viveu na dic-
ta-lu a e fagio aaltes da reuni-o do parla-
mento. En case onenhum po~eria admittir
se uina dlictaiura qua na0 tivesse de ser pos-
teriorineate sujeika respoasahilidade parla-
mentar;: e sta ob-igagio eonstitucional ficou
mais accantuada ainda cow a entrtida dos
Srs. Hintre Ribeiro e Julio de Vilhiena. 0
ministeriwUimpaio e o miaistario de S. Mar-
tinh), como Ihe cbaamam aso como 0s irmios
,iamizes. Ajaelles dons miuistros gonsti-
tuem a ligiaeo ia,'is4olavel.
Sdbre a risita dos reis d Hespanbha j'
nlo sei o quoe hbei de acrelitar, pois o0 ultimox
despachos telegraphicos de Madril dieoM que
nem o ri s6., o acomnpanlihasdo por ea s b-
posa, ci virt.
0 qus Tor soari.
He poueos dias houve ua concerto explen-
dido no theatre do AD. Maria II. KAnea aaisti
a triumph mais complete de pianist.
' Estava-se barn, por quae a tipmpbaior A
urn moo qOue teori apenas 25 anooA, a 6 por-
tuguez de oei. Chaia se Alexundre KBu C--
lago. oez os w)epestudoo no Consorvatorio
de Madrid, ode obteve o primeiro premio.
Pode aflixtimente aproewntar-se em q qualuor
part quo .*era reputado uia notabilUdade.
Excede matamoisellJe Esipoff, a celebre paia-
nista rumssa qe posters ha ua ann. em Lisboa.
Ha treao( em qLae iaexee divel ode eecu00o..
0o auditorio era selecto.
A Aida tern agradalo em S. Crjos.
L.



UYISTA MDAR1A
Probmec w iuie--Per act aftt PReoa
dencia da Prtvimeia de 88 do aor bro fiede
foi norane o alumuao lesre da Eeola Not-
mail, Luis Memos Rodrfgms Yi Joaieaftlot,
professor pablico effocti-o da 1' cadeira do
?pzioo priuBri c Quaipapi.
Deputado goeal-Temos mais oa seguin-
tea resultados da votafo pa-a deputado ge-
ral em 2' escrutinto no 9o district :
PA NBuAs -Comprecueram 112 eleitures sell-
do votados:
Dr. Aleeforado Filho 74
Dr. Sosres Brandlo 38
8OuiTO--Coapereceraa 201 eleitores, sen-
do votadoa:
Dr. AIe-farado Filho 120
Dr. Shares Brandlo 81
S. BKNTO Compareeeram 140 eleitcres, sen-
do votados :
Dr. Aleolorado ailho 75
Dr. Soirem Brandlo 65


RZSUMO .
Em todo o 9.o district eompareee'ram so
2 .o eserntinio 552 eleitores, sendo votadoes:
Dr. Alcoforado Junior (C) 311
Dr. Sores Brandao (L) 241
Esli, paois. elaJito o Sr. Dr. Alcoforado Ju-
nior cm u m excess de 70 votes.
FaeaMade de 4aMlto-]ia o roultado
dos actoo bave baontem ua Facuida de de oi
reito do Recife:
1 anno (rag.)
Parm Joe de Souza e Oliveira, aiprova--
do pletameote.
Jos6da Si3va Miranda, siapleamente.
Cstew&o do 8 CAvaloanto de Albuquaerque,
approved iiplesameoibt.
Rodolphode Atbaqasrque Araujo, plena-
mente.
EduudI atutter de Pierre-Lsv6e, idem.
Paulo CGtso de &lbuqaerqae idamu.
Benvenato Priamo dq Lima. simplesaente,
Pedro Baptista do Espirito S"nto. plean-
monte.
Maaoel J-ornoymoo Ferra, simpiesmente.
Ad olpho Agusto do SA Loitio, idem.
Bento Siaoss da Costa Pinto, approvado


Silvas, approvado.
de Mello, *pprovado.


zalitamia prey. drt-l 3.
&eZir ovado 8
'-Di.' Fr ,
Mansel 4a IVtt. outeiro Lopes, appro-
vedo,
Manool Netto Caroiro Camupelo, plena-
Monte.
Manoel dos Paseos Marques de Oliveiia.
ideoi.
S Manoel Polyearpo Moreira de Azeredo,
Ideaw.
Manoal Vicente do Rego Valengs. eppro-
vado.
Manool Xavier Carneiro do Albuquerque
Pessoa, plhiaanmfnte.
Marcos Gomes Pedrosa. approvado.
D. Maria Florentina Pessoa de Vaseoncek-
los, pleoaniaente.
D. Maria lragose, idem.
Octavian. deo Siqueira Civalcante, appro
vado.
Olynupio Fretre de Carvalho, plena'aeate.
Oliia lino da Rocha Souza Lobo. approvado.
Paulino do Athayde Uch6a. idem.
I'edio Feranndes da Silva Maota idem.
Piacitio Viaira -be Mallo, approvado.
Riul FRtiustino Ferreira Lima, approvado.
Ro polpi)ho (james Podros&, plenaamente.
'Djus rcprevados.
Dia 3:
Singles
Eluardo Rodrigues Tavares de Mello, ple-
na men te.
Eugenio Antonio Gongaires Piree, idem.
Eaclilge Be nardo Quinteiro, i4em.
D. Maria Amelia Cavilcante, ideam.
Cu-to zio Manoel Silva. approvado.
Domingos das Novas Teixeira Bastos Ju-
nior, idem.
Faltaram a prova oral 8.
Riproiado 1;
Aaanhi sero chaminados a exame de
francez uo seguiates alumnos:
Salvadlor Barbalho llTch6a Cavaleante Filho.
Salvador Rosa de Viterbo Augusto.
Samuel Rasimos d e Faia.
Saturaino Oeteviano da Santa Cruz Oliveira.
Sabastilio Lins Wanderley.
Silvostre Dantas de Albuquerque Limna.
Sergio H )racio de SiA Leito.
Tito Hygino de Miranda.
Theodorico de Olhveira.
Uldariso Pr6es de Oliveira.
Urban Mawtins de Mello.
Vald4eviuo Demetrio da Rocha Waaderley,
Vasoo do Albuqurque Gams.
VicasAe Ftrroira de (oursia.
ViceiteQG de .-e Araujo Pereira.
Vjrinio Ceomeliin Oarueiro Leao.
Viriano Cornelino CGarneiro Leoo.
Vivino da 8il-va Caldnas Flho.
Aifrodo dedo 0m&o -oolho Filho.
AffMonso Ferreira da Roche Leal.
A41ello Tavares de Mello.
%ymnasio WPac.ainbaesaa-.oeaBitealn
dos exame i6 La ruAWa o elementary feotps
n'esse instituto:
Sazino Barboza do Valle. distineglao.
Pedro Affoee Marques Meniz, idm.
Antonio Emilio de Salles Abreo, idem.
WlnaeiodE ast 4. aCanka-alaiwr, adem-
Hique Entw Swoeuom, i4d4om.
Affieaneo de Barresavsaloeme de Albalquo-
que, idem.
Angeo CoadGaniw w Perrk-a so, 4dam.
.Maaoel de Castro e Silva, plenamente.
llaoustDeaw i di CBawr Pitentel,
idem.
Manoel Affuso do Couto Soarea., Net.
Haladio Correia de Amorim. idem.
Antonio Francisco de Albuquerque Caval-
eatoe, Wdo.
MUMI Marques Carneairo Leo, idem.
Arthur Crsaeiro de Siquoaerr Cavaleante,
ideml.
Arttuar Barweto da Rloeba las, M4e..
Aitenio da Silva Antunes Junior, idem.
Cmaelto Aegasto deo Soua Gouvois, idea.
Maomel Marques de Guoeo Vitnna, idem.
Manoel Chcon, appread#.
Juveneio Curlos Taciano Mariz, idem.
Jose Cysneiro 4. Siquesta Carnleto,
ideia.
Josq~lm b ri sa die Silrt Poutse, i4em.
Cisoo reprovadOs.
Jm' do dBkeu.- -Hoetem nae bouve as-
31o noete tribunal pot s6 heysem compared
d4 38 juizes de facto, ficando adiados os tra
baihas paM MbeChl
Exames pltaaoka.--Sob posld.Sod
do 8t. coamendador Ju6 Pedro das Ne-
vr deleoadi Jtswrs rapectivo, effeotua-
ret-se no dia 2 do corrente os exsmes dos
habiltiadas pele profeoora da 6.' cadeira da
puroilbia de 8. Ptei PeO Gonpivos do Be-
-ife., D. Amelia de Mello ites 3alvite, sense
eote o resultado: Maria -de OTBmo Plee Oal&
vie. Adelaide Piros Ohtvbo. Mamr ThesM,
Fnoeira Lima e,Maria JtNd Sie Smn$palr at)-
preVadas eom distiAic0.
ob a i residoneia do Sr. Dr. Joas Barba.


1ho Uchoa Cavaltanteo, inpeto*r gel da
Inatrucaio Public&, tambe effeetuatma-.-
houtemn os exams dos auimaouos habitadom-
p.la professor da 5* cadeira da Bo-Viata,
rancisco Carlos da Silva Fragoso, e pela pro.-
feaorL da seesel dos Coelbea, D. Franeltina
Forjaz de Laoeerda, sendo ests o resultado :
4.4 cadeizom.-AtprorI w- oam distncolo:
Aifredo AngutoU Me4ado Poto. Atthur Lo-
ea do Mendoon e Edmundo Lopes de Men-
Cadeia dtos CoaloeWs.-Approvado cm dis-
tUeiSK Josd do Rego Pereira.
0 *to tatve lugr atm salad d" 5' essola da
Boa Vista, a AUe .gAstium o maspective do.
legadb lifari e o* da *d psga. alim ae
muitas senhboras e cavalho s. servindo ol,
-xeainador o profaor GeaMnieno Joaqum
d4 Miranda.
Am terfuiffaro m0 stsmo aot o Sr. Dr. is-t
potor geral d ir0io alavras de animaglio so$
alam~o de egaee &T -!0 ef~r Bx
eec arem a 0 :o sOuS
ataambos.
Avco da CoaSBlto -- Aps as noreme,
quo aesa W t a. _.m aio iatarmaf" B -t.
lebradas, realhsar.ssll mu 41ia S4 rtsn te a
fetividade de Nosa Sn8bora da Coneeioio,
qu alii soe vAnora. o
No dia '7, pordi,'elas8 hasmA at.de. t 0o
oBWoqo- ^V t a ,mit bones samaugaa do diaw b.aeri
#ia tli*ai4sadt i IeW dipelas t10- o,
ras dia maob, procedidaa -. 4w rcs, atmr'I
a foa. oct. t.op o a ai ba aegmSad*or a
dasQM'd*fRm~ifte o Ufa. Mamnel Moreirs
A'eteaa. .i ,I hor s. anti"a -e ,
solamune zq,"rairri alli os mereittlerM-
l^OW11se d it. 1,.
Ilop et 4 Cs.
do, oete 0k* 40%a4Hm wtWWdo i.beauso1
no~~~ 4 *wS %15 moist 4 doa
- tards. W 14*; rw Im;,


H4
Existiam
Entrataa

Sahiraa
aiistem
Nos entiftoriaf
+guinta -
Existiam
Hiatraram

Tiveram aMa

Palleeeram
Exietm :
Na. eaforiaarle.
Nos dormitoriosa

Total 161i


en1.; Mhlieres.
7, 91
8 3
80 94


5 ti
5 86
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29 20
12 10
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30 3?
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Lelfes.-. -Amahblta devre ainar-swe so-I


E'e#ear4ago ibellM a Aotoio Ribeiro, contra
IldM Velaioo-td on-. mIeoeV!*n1r9o. doCniwal, A-
S:et `0 1 j W ifado o feite. ,
tr n ir do coil fi Cartorio do escrivio Atgs
Kgntra tiBveram Alta 16. falleeram 2. AcqAo suaamaria de Tiburei o Valeriano
Eisti nodig tOpedee,599 enf 8imos. &ptist i eBtr Penna Motta & C. Julga
8, slaed : n Bauiraes : 0#11N 4w e e
8 do slo masotillnio 263, do sexo feainino Appellago cive
^n 6T, iiio dApeeldo ,aI M Martins, appallatdo
of4. toe* 4, Aos, E sCanldoa oCi D% urado.-Dj3spresaol as
11 :t ~ re- wb~rps. -
9f i4w,4Btrram 8, a!0ram s *-1
a. .ato sV a saber: nacionaes 435, mu-
ieres 12., estrangeiroe 15, escravos 6.-To- U0nHIrADO)I
+ raados 137, sendo: --. Bone 421. doen- Ma.. c-irss abaixc
eS16. Ma~car s abaixo
-Movimento da enfermawirma : 0 philosophy Henrique Heine escreveu al.
Tiveram baira :
MTria [gnaeia do Nasmimerto, Antonio Fer. gures eote conecito de uroa verdade palpitan-
reira da Costa, DMningos, escrnvo de Jovinaj te: O historiador 6 a voz de umn tempo en-
Bandeira. terrado, que responde sempre quie 6 interroga-


em Janeiro proximo tar pio fabrica e com fa
rinha do trigo colhido na dita villig a -
Caine q,3r quo estu notigias nou 5i-
to gratas e de itaresse giral, daot-are-re-
rio sell"ga opreLudio do rets w

W9is outubro *
a Aqui fallooiu, A 14 id eo current, *r. 4
8 boras da noite, o teneate de peleia apoqn-
tado, Minoel Cuadido de AIbqwqQ.O iioP
tiama de urna rebelde tieica p6 !6nar.
K 0 finado, qau eontava apeass e9 aenBs de
idade, deixa na p)brezfA sum am ilia eompste
de mulher e um filbo.
a Foi elle ua dos mais proeminantes mema-
bros do partido couservad&r nesta locasidade,
onde era geralmente bemqttito e estlaedo
dos suas conterraneos, em razlo das qusatda-
des sympathies. que o ornamam.
g Prestou relevantissimos servigos A pro
vincia, no exercicio de divereos carqos poli-
ciaes, sendo ena ]874 gravementejterido na
villa do Gf-auhuns, onde era delegado do po-
liema, por occnsiko da invasio dos quebra ki-
los, desenvolvendo extraordinaria bravura
a Conseguio sua aposentelo conn o saldo
propoicional, e merecidos elogios do girerno
de entbo.
F Fui uma perda dolorojissima, e os seas
amigos eurvadosao peso do tamanha dor, tUs
temunharam-lhe te06os ultimos monentos a
profundeza do ajreeo e considera*bo quae Ih
votavam A terra T'he seja leave. a
A' Camarta Municipal.- DAimos vista .
Camara Municipal do Ref- no seguinte li
bello. quao nos veio n'urn eartf-3 postIl:
a E inerivel o qua de abao4 commettem oa s
carroceiros qua se occupain eam transporter
gon-ros entro a estaeao de Cnco Pontas e oa
arnazens, transitando pela rue de Marcilio
Dias (l)ireita) Atropellana i tudo e itodos,
diffimcltitn-se reciproeamemate os msvimentos
e criam conflictos em que a moral public 6
atrtzmente eacrificad. I,
a 'PuJo isso tem por origoa rnlo 4, ir.
o transit de modo convoniente, oh iranosose
os earroceiros que voltarem a estaqio i se
encamiinharema por outra rua.
o Einbalde temos reelanailo ist); quando
muito faz se a cousa por dou- eu tires dias;
e depois volta-se as praticas anteriores, soffra
embora o commnercio dai rua de Marefoilio Dias.
soffra o transit e soffram os moradores da
rUa.
a Isto career providence deflnitiva. a
Loteria de Madrid-Relaoo dos name-
ros mais preniados na extracclo verificada a
17 de novembro :
Ns. PEZETAS Ns. PEZUTAS
14696 160.000 10823 &.00)
1502 80,000 12280 3,000
333 50,A0O 12953 3.000
0,O0 1460 3.000
16032 J,000
291 3,000 1w3 3.000)
844 3.0 0 17385 3.000
1118 3,00 0 17715 3,000
3612 3,000
5920 3SA0 14\ 21000
64%G 3.00 14M97 2,000
10076 3.000 15471 1.000
14M659 3.000 15473 1,000
Btbliotheca do Povo.- 0 vapor francez
erchanwt troupe de Lisboa mams tmu volumeI
desta joiatoersante bibliefkesa. Oewmpa-so
011% de Norhes Geraes de Jiw.prasd;sis w
explana-i ,ue ,0 isi- mm rior,
irea n cOctiso daa material tratfa t no
inte: iores volum1.am. '4,
Arebi~. 4Ef FaM~i~s. -*lR f~
oario, qw so dediina ceereoo a-io-
da fiUiaiao lar, reiodo i tRio daAae tar
onde so pubhca. polo vapor Cote flS. o o.
7 corremspondente a *I te BOvembra ad..
Acompsshao- -m zeuplur 4. tmo p.ika
para pisaoe denolkoada -O Faqt,-.- Ortiab
dramastico i quen a dodicoa n Arciveo A&H
Fami8 ..
Gameros allimentletos Pelos Mnavis
Myit flower, Oftlamio n elimm, L audw, -S&P-
at's, P. Latirfer e Brttnico, e palo vapor ;M1/
clM~t, Yi4rIaS 00 SqetiaB geolRoaS: ba,
lAo. .34O barrica. e 814 maie ; btoha. 200-
buri ; eerveja. 5o- cabis e '7 ; fvri-
nha de rnsnlioca, T9 wc : s eneb, ab 1,541
caixas : old.tm,. 1004tdB ; uiaho, pipa. e
10 barris r werwsoutk. G1 ossas.
Asylode Meduie.--Ruraats o mio
,dl aovemtwo porxiwi. find dea se nosse es-
tabelecimmnto de caidade o seguinte moven
mven tO :


CiM1NPICA JUDICIARIA

Junta C. omerclal d a cidade do
Recife
ACTA IJA SESSAO iDE 10 DE DEZEMBRO
D04 1t81
PRE1SIDENCIA DO ILLMf. SR. DEPUTADO
JOAQUIM OLINTO BASTOS
Seejretario Dr. Julio Gaimardes
A's 10 horns da inanhi, faltanlo eona parta-
cipacao da doentj o Sr. cisaendador presit-
leute. o Sr deputmlo Oliiti) Bistoas declarou
aberta ass&o, esteado reunidlos os Srs. da-
putvioa coaiamendador L.pes Machado, coin-
wendador Pinto, e Roliun.
LidA, fUi approvada a acta da precedenLe
sossUio, e fez se a leitura do seguiote
Espediente
Officios:
DOe 17 de novembra ultimno, da Jupto Com-
3ercial da Fortalez,. aceasando reeebido o
ficio do 27 do d4ito mez.. Para o achivo.
Do 2 do auov"Iro, do Dr. in)peetor omu
aere'al do IUMeei6, scompanhado dao copia da
carta de registro da barecaa Esper'aa Certa.
-Registre ase achive-se.
Do 26 de norembro, da Jounta dos Caretoras
4Ata praga, cubrindo o boletim das cotab 's
offeiaes a seman* do 21 a '26. -PBra o ar-
chiva.
Distribairam-se os seguintes !ivros:
Diario de Antonio Josd Maia & C., dito de
An.tonio do Souza DaTto Ferreira, dito de
.iatocior Aguato Pareir4 do 8 uza, dite de
entraas e sabida3 do trmpiee BarIo do Li
vrameontoe A .cargao 4. w Lui d iou*a.
Copiador de MaeMhado LoA & C, de
AntonioJoae Maia &C.
Pet)cess:
Do Antonio Pedro de Souza Soares & C..
e.somBadoo i regitro *,a soa $Qo qwe do -
roo a r9au.d M gMkboS 4A &iW para a*-
xeirO doopme tos 4m iua 4 c eOmfti0 A
sua dpJ4oda ViMiWM a a. 39.--%i ure-m.
1)..-memos. psd.10IS baWit s d M ttko
Ao ex caixeiro Joaqnaim Domingues dos Sin-
.Lcop, 0 oSuWtMei iMa 44 OnMaoeoe Aasigesw do
N Pito *iolwo & 4C podsadoqow fae a-
cea liimr .ispet.ote iwiabo am.a-
e0o dP aesexK4SisWo CawdidlaFaux i iol
L;Us-tt D b.*u. wa a equarida.
Do JW6 tOmto ux1aian.4. do isepabhdo,
no merIso entido quanto ao seu ey-4aixfo
De AUlSeG AA0to4. V*f40noaU iNOW
w mem 4i4at MAMami* do diftoloA. -
r~1o se; o ,! odoornoss
v+ Do ji o..o rrqnerendo o registro da aUmea-
th Ao *m e maoxen ^osd Muwia do' iltra e
AauoRi iowd de CAtro DJgid&qAi9-
4re-(i
Do frnsietnr (sgol 4 AmeraJ. beima no
registre 4& x + 5MMSO m ol d 4o
Aaral ea registro da nomeoa 4W9os esiunim
Fzwmame t.mmftos nweato a 6e m.ro olo40
A a iABl.-COun. pod.
Do Roaw vCq. pisWt*o woon p,.aea
caiftiro 1d 4 Vieut Tivwad 4e Mtroe. -
9Saja rgistr.d4a kS 4.O01iiF
05 PIatsruiaiftiG i4a FVpam B9urew
4Jo0o Antonio de Siqueirm, idAm, do conmsto
soaia que ooobweaoM arb a rw de faosteca
& jSpiqwv6. A0#w44 pwf6AMM 4 AO.
DeJeastldftMuw rbmt doUMiD864061)OM
domt n(n^io 4aORmQaixeiro A~ i0.4 CtG-
maB. s baixa no oaixeiro Emilio Dootleciano
4da Costs M*Metire..--CO pde.
Da :MIol Neseieio Douar6. idem-"adm,
iMberto GCsu Coatio, v bWixa 4o0.eAi-
zoi Anoiuo MIaol i Arrasms.-Como to-
q4sr.
J)o Manoel Vieira Neves, idoe Mewa. Joo
B'I~tiBts (4. Albitqi~rq(e Mao .d.-4.tj. ro.
'gi.Wraudu.
Bro-
Do 4ooe d Soza AgHaipr 4C., a4.ra ideaB,
Jo61 AAfred 4. ^4g96As ifo Brag. ogia.
tda-ao.
i Do Joa D)ipgiwo do CarQowe 1ra, AO-
"tonio PieA iQs de Pai Patidio Joie
dao et. A4MAo1,a tQU4o .~'en4|>i.o) 4*pa-
sb de 1 4. wbr. 4liao.-Azefaiv'o o1
fduraa do lei.
De Ross. 4utiaato d
de esti0 te o parpMr uiid.
i)9 Cmdi A.- A.leasoriooBoge. Utha, re-
querendo o registro da escripttra&sp..'Ip-
ilal mediante a qua! me rocebera!r a&,Umo
aio coa D. Carolina Franeisqo Piev Frroira.
-B.,.,atr4n so publique-se.
drndo hMX^Ua~aouesqi Ao~ex-oeixeireOlyzn-
pie 4. 8-da ,Cao Tequer.
As 11 Ufi~reiu6o Sr.,jws~dai~t@ i-
brinO .Mieroa W seadlo por i hoer .iwi
a; despsoKmr.


-S"o 13 os districtoeuelaitAram dapmOviancija.
FAiU s"leit 5 *etnv*spr s e aqea li-!
blral, porque aboA.teaamos entie Os sieites
emms eouns.ulla aloe aesbsam Sera|phe.. Em
doas outrosdistrittos, o3o o 4, o'20 eseovu-


-. b.ri 018 o y aPow q", Uw 's0
Iu 06o "t~ie* aoigos que nLo aAutxitnie 0
po wino.
B lhoh h4l ser lt#rqo .
I --1_7erOW* porque u:
lt altoa lO b neaha rpeipio libe-
ral e W80, nao k em Ofjo 0 iuans idda
nobrvs s que mn fair pelitos.
0 dojo ssoe trata,o mia do 4a Coluiuna
eoniss to grupo quf a a pa w mo e s6enlo
eras i04a egostie,-, szlvaOA 4i meus ami-
gos privados, o revi.)rarnento las firgas op-
pressoras da familiar, o resguardo do. amor
proprio do chefe para que o nao posam ri-
gSrozaQeDtB cLaxnar d.; clieft de lolhA,
Nada eais, ne m nada menus e o seu alvo, e
9eua meatt ; ,e per isso quebra a Columna tan-
tas lanAs oea-pr6 de uma unilo, qlie hontem
repellio, e qua agora quer imp&r ern condic-
q6:28 mais crusis p E porque o Lemocruta i:j Diario, gritand,-
Mfuscaras abaixo arraac,'u lhi a que ella ti
naba afivellada ao roitj, eil a-i tr fega Co-
tumni liberal- it tro ir ce3. e terra zn none
da liberdade, dousa quie fciki jzinais coahieceu
e nunoa soube respeitar!
E' eiupinament? ridiciila e sz attitude ; -rnas
a Columna as-sunjnlo- a, tMri ;i,, fi aB il u fir-se
a i rnesrna p-'r cra te'r t 1 reo : scia fnto a),-'-
ra im )p s iv.: !, e pr;. il .i- ajs rV-t)s S a-
celI'; t,.,s do seu gr.-p', quie j comr cci a v-r
qe etr(z de si a Clu,-o La t ja Inli
atil t gcnerasq.
S ,be, por nM,a C'u a w.:i coro ii,.- o G .r-
Iiid, o nailfa -if ] ad *nresi te d m E-tad(.s Uni-
do-, a -asin-,l, u-ti a a .-t qliolifi.-)u 1as
lut '7 qu, nFo tetn a i az .i, si netPhuLna idea'?
Dis8e ell-, e nds app'ic-ns a maximna A Co-
(oluwnna liberal: < As idas sio o grandes Inc-
tadlores do munlo; e tola lut:u qne jito tem
araz de si u'-a iNlea e uma bcutalidade )
A luta qie a Culumna liberal traz travada e
simpicamente ama brutalidtle.
MXATUO. |



PUBLIEAOES A PEID I_

Cafe da provincia
OcopafiJo-mine, dcsde 1875, da prop -
g;eada do cuativo de diversos vegetaes, coa
especialidale do caf6, jnlgo-me em dev r
de publicar os facltose resultados de m,-
nhas observa6es a reqpeilo
Niok pois sonente regosjo que porvei-
tura me possa ter dado a notice que este
conceituado Dia-io, transcreveu em se-i
aumuero de 30, de novembro passado, do
Journal do Commrcrcio da curte, de 24 do
referido mez acerca da apre(-iaalo qe ali
se fez, na-Exposiao do Cafe 6-, de ana
amostra quie reirnetlt e foi colbida na villa
do Triumpho, ie me Liaz vir a i preosa
referir o que se d*-u relativarnente a essae
amnostra meu- htiu ostro, e divorso d'a-
qgefle qne, sem rnmair reflexao, se poderia,
supper e nem mesino orgulho que me-
puelia gurar--o., knteresse que vivamen-
te tonmou S. M. o bnperaitor no exame
'essa anowstra de cap, informando-se
do desenvolvimento da producqdo.
Autos. porm6w, de visar o imi a que me
propuz, dovo assegurar q(e nio houve a
--eiiminafao da- miattiu de gr~os fa-
lhados ou de substance hectero eneas
-coEa alli se suppoz, e portanto, o qua-
liticatiro qae se tie deu de genero de ca-
thegoria superior, pelo bom~anho do grao,
cdr e bell aspecto, justitica o movel quae
nog dekerauoou- a rerelter a indicada
amostra a taA certarmen, por ler en julga-
do a quatidatle de setenhbante amostra
digoa de figuiar aUi.
E' ijooalestavel que esta proviocia
estasittada em tal postfio geographica
e quo, assiom. apropriado seu solo, mui
feculoO, ao Uttivo do cafeeiro. A villa
4o Zrirapbo em que foi colbida a por~ao
de cafi qu ae fot remtlida e do qoa-
eitrahi a fatlada amostra, e bern conheci-
da pela eziceltencia da sea produc(1o e


do; 6 urn prophets que olhi para traz.
Effactivamente, o historiodor conpciente,
aquelle quo se atd:a d lhr o liro registrador
dos factos para perserutar Ihe o espirito e de-
Jduzir corn lhgica o criteria os seas ensinamen
t.)s multiplos, esse hisioriador 6 apenas um
phonographo, p-)rquo limita-so a repetir a
voz do passado cuitailosamente a-rchivada ns
lamina do registro pelo ponteiro do tempo.
Foi o c-to do Democrata, q'ui, neste Diario
e sob a epigraphe qu t),naraos. leu apen'::,-
titna pagina dta historic contemporanca dosta
provincia. d: tuzindo 1Tlla a lii-,ao qie 3ahi
se contda para a marcha political do parti'lo
liberal.
C.Gntetnm n') embora todas as cern vczes
dait Coltmna liberal; troem emabora os areas to
dos os sous estrugidores do rofecnho despaito
do g'upo lemiib) ; ergam ss embora todos os
eavalheiros qua bitalhirn pelo olygarchieo
preddonialo, osteatando mrns vellatq as mais
noores asplragoes ; nAoto remover una s6
pedra do edifieio construido petlo Denooawta
por-qe todas as pedras desse edificio foramn
chumbadas pela mlo da historia.
0 quo disoe o Democrata no Darieo, o que
em subitancia acha-se registra-lo nos archi-
voyes politicos de Pernambuco, 6 pura e simple
mnate que, impulsionado pela ambicbes in
frnes de uin grupo que s6 teon por directr.z
o aset eu familiar, o partido liberal scindio se
onm duam frae5Ois, niti de soi-dis-sat nobres e
seus adeptos pro don;7 sua, a outra dos cona
fes8os plebeus, que, tando por norte o ben
public, visaa mais olto do que oa semuacta-
gonistas.
Imbaideo do seu eu, o grupo dos pserudo no-
-tree, revoltado contra o dos plebeoe, porque
eates neo le quizeram btjar as plants nem
sojeitar se ao seu barao e e pullo, moveu-
'ihep urma gaerr atrrivel. Deaws a Iguagem
ptarUa ta As 4ap nprensa do gru" sonoiao ato
f +dosMisaie toMs por w oalle4a oa mdo,
grauAo siaoeratt; deele a deSeoarpostu-ra rae.
t4rratii at s-enas de saagae da Victoria ; tu
do, tatlo an-oegram os auppostos nobres
para auiaqilarem os coafawsos plebejt !
SKra iso prooWSder dJ amwgas psmas dies
#wids I Jl Iinram o dir do b&% fe, e totlo
esewitte em Q Se as praticas nmto -"a ednis
aiveise uem mesuo eatre inimigos flgadaes -tci
se respeitamn,
A luts utreoa dous grapes t3aeoau -prO-
xwimos d4a loua a politic% ; de ambas oe in-
dos s agffgreao. foeain -terriveis, e ellfa" c-
aarrm eatre a a- m urabysmo korrivel, cheaio
de Itat e doe sangae, boiaado esesa vasa pa
trida uraa pourpo de eada&rras.
Q oeB u #rinr pal A sqpMUeL'q.qaa o Tdr-
J4.4ir et calpd? Os f&ctos respoadem.-,)
-mpo leonino.
FA Aeie iuem. por saim ambicas fanmi-
Iheiras, fomemtoa e real .ouw *a 9 ; foi el..
to quo, pelseu eu iide 4Ma&Mto 4 oea-
eO jo aby.ao e o *acm de owa e e 4e vie-
timas ; foi etl tsam, ufano por tentah gh9-
riMs repellio tda 41dik de djancito, today ma
idea de ooaliaoie. A' ello, pois, cabhe o
anathema, por qua elleo era o al'oz.
0 que ha. portato, a .aLsreahr em qa oo
D/mocata do iario.so raemedioje a voar em
auxilio do ppo ieonio?
A Coumna-liberal deliraj aeo4gauintememta,
quando pretoadoe soergaer Asoaquio niauo
main do qoeoUla 019*AM jaasoado preeande
,alga ar uwwaWio quae essimf de pdo do
stu grttpo regoetae., sto ha muite, ai pro-
cexto e dm oii d-pstadoe-mathematicos.
Sim, a CoImBna libeal 0 aflt.s chefes4. pa.-
thu, quaado, antes do pieto de 31 4la outut.-
bro, viamm Sodos roses a- hori,atesda suaa
political fmslhiara, qttaad diviamf, dea s do
8isqaeee tvm aa loe dspuisa, math.,
m,.icA, abe qiuisram que os deoeerelis
'brisseun breeha no senorgulho. Era tma
huunilhau1o mpresentareoa asquelles 7 caa1da-:
tom e os- demoeratas 6 I
Chegpiu o dim do p1ei-e, a seat fasrm ee-
lbes do. elhos o faeetado prismtta rdi d4
quai vi. elles aquelleos re hoiosontes;
eeil-ea uearem.a liagugem enganos. da
soreia. o itnitoits de svarem-se dal ceo hu-
znlhBslO que o e letitor.db toncion& iLaiogir-
lhea ate o11m I
Vapmos, poren, por um peauo.a quo di..
zeros algawasmos.


.v ..i^-"':'--


pelo igor dearbusto, aoode se encontra
4tle mais vioso do que em parte alguma,
attiagiado sum altura a 30 palmos e pro-
du4indo, cada -um, mais de urma arroba
7ao madar resultadojustifica e ilen-
temate ae q per diversas vezes temos
ameverude e oonfume aqpeltes que, noo
acrditam oo cultivo do cafeeiro, n'esta
proviocia, aem s=as vanlagens, cultivo que
vi -amgaBtaalo malis rapidamente do,
qun se e e raa, prioe*imieate ma Serra
4da Baiza Yerde (Tfiuambo) Bonito e Ta-
qiaroetga. Neste ultimo lugar, o cafeeiro,
A. frualc.4aas vezes por asno!
Aet&GOimeOt. a pssturieuia que se ob-
serva ter o caf6 da premcia, 6 jOstificadar
p1o lacto de set colbido madoro, e de ser
mai sabroso e doco, o que nao aconteoe
coe mo 9.6 i iportado, o qual escolhido,
se reds a metade da porao em qua ese
[a a !icolha e assim mesmo esse process
o .tor1a de tio.boam sabor camo a. da
prvMia, quoe a&oe WeessiLa de I o rigo-
rosa sCotba.
E' verdade que o cafe das qualidades
iipor;&s para Pnanmbuc, .6 das. quo
loa odeado Wer vendidas na Europa, ana-
-d &io se Ihe se di mcrecimeoto algui
ea. razlo de set amargoso e muitas vezes
Wlticiado co tiUnta verde paa Ibhe d ir
iBtor apeco, Bias, assim mesmuo, o no
receiameos ser ontestades, a4egur.nato
,iue o cafe de Pernambuco 6 mais sab-
roso do quae o de qualquer ouLra proc a-
ducia,de boas qualidades, e ist se ded iuz
pela prefereROi qua the dioos apr(cial -
rps de tio precioso vegetal.
Acbawos de ser informado por tm dos
wmweaciastes quoe mais caf4 vendia aqui,
por roeso, para o interior, que eded ju-
pito Waste anno por diante ao tern vendi-
do mais omo vendia anteriormente, pois
que, camprando cerca de o,000 sacc, s de
tres e tires mezes, corn dius colleges
seu$ !guto estes como elte aiuda teem por
vealear a maior parte do quae foi partilba-
4, *a ,a compra de jaoho. Se isto
aio4 wfdas proves do que tomos dito.
e a go mAls p6a em evidencia o augmen-
A0 to ti< a e o das con;equentes co-
Mt i ei qoe genero deprova, deva
r wfwiO Mn m aesnmo 4o6 se apre-
s,"ot om upsiti i a peqeua esrla eMi
1s 0-4-o io-, JI uerD


ow






















*ert,
rt. en1


cas, capital
arga Tvios


/ 1distincto at-111 gti
.*1^^11cer a vet&4sk, ^4we iain
elf-it" a fa.ihliHfaiiii
carlda polo i
b-irou o t &
,1 Silvio eaB aeitn

passade ltU OI a, Ai
paraos wq "oe""9
a&, polifi teiilt |<
legitiio )caodldct do 8
ciso roar co uaida, Vida public do
hosso distioae arigi, e a6 GGll"S ao
podo ser senlo em favor d legilimidade
da sua canjidatura.
Forwmado em S. Paulo no anno do 1852
foi o Dr. S ivioo e depf o do provin-
cial no bieunio de 1853 a 1854 e prestou
logo refevias servios a" provicia, tor-
nande pateotes at randes dlapdaos
que so davaaM na Repartiolo das Obras
PubMlOUas: em to nobre erpenho tove
elle pwr coampaeiros cavalbeliros muito
dishaies, alguas dos quakes aida exis-
tem.
Era ento presideMe da proviocia o con-
selhidraJos Seunto d4 Cuuba e figuei-
redo.
Em 1833 prestou omeseo Dr. Sihino
us mais re taaeM rvi W s iuads, por
occasion da horrivel visit quo peta pri-
meira vez fazia a eata terra a Winto cho-
lera a iatico.
Na inauguraoo da reform eleitoral io-
tilulada ei dos circulos, coocorreu o Dr.
Sit vino com o popularissimo Bardo de
Vera-Cruz pura a dmtlaqAo geral pelo cir-
crlt d Olinadae level lou Dn em lendo
si- pala primeaira v" eleifto.-*
LEM I60 foi o nosso disincto amigo
reloato por aqualle circulo ewbora am-
pliado pdea reform de 1I859, e nesle mes-
mE' anno por occasion d so e .cerrar as
partilbas doe boas deixados por seus fiua-
dos pais, conceded elle a liberdade a to-
dsos s ewavo#s qe Ibe fora m aquinboa-
dos (ulto a doze) daudo assir. o mais so-
lemne testenuonho da veracidade do suas
coavicaoes Pberaes, pois iepngoou-lhe
siapre deveras a escraviAo.
Abraansdo em 1863 a political da liga,
F(,i de novo rceciito pelo mesuo circulo,
e pouu depois f(i nomeado inspector geral
da lastrucsio Publioa desta proviocla.
L'anto a causa da huinaoidale, comoe da
puiicica e do pogrammia liberal, como a
d a ustrucCIo ubflca, OIetD ) essO:n-
cia da verdaeira Iiberdade political
o iotsire Dr. Si vino deo sempre inoqui-
Vocas provas da mais irquebrauntavet rec-
tidado oespirito e de coraco, sb olendo
diane dos olbos a saorets, quo era a ver-


dad., sob todas as suas fromas
na.-so. -;


de exter.I


E foi asim quoa teado-se desavindo cows
o conselheiro Silveira Loubo quo em t876
presidia tsta proviucia, desaveua queo teve
origem no mode porque preparava ese
president o pleito electoral, retirou o Dr.
Silvino usai candidatura apezur de decla-
rar-aqaeolle predeote, quo tomava a si
taL eofeiao, e quo jA uao Ihe era heito re-
tirar-?e.
Esse rompimento corn o president da
proviacia tve C0omo coroanio ficar o Dr.
Si"vino desavido coam o Biro de Villa
Bella.
Piocaro enlo por algaos amigos
para redigir corn eWes urn journal. de op-
posigao, recusou dizeando q*60 jaiais pres-
lava seu concurso para uma scisa no nse
partido.
larante o Utiae domiaio conservado',
o Sr. deseambargador Lucena levado pela
amisade, lembrou-se do Dr. Silvino para
diversas commse, maas eoe 1spre re-
cusouea, ,l oardo fprmalwente noa
podr W-u o ber$, aceitar nomeaoo al-
gucma de coafiaba de uma sinuaaio coo-
servadora
Dranete Ldo teapWo do ostracismo libe-
ratL, ooa deixiM de mititar aem political,
coao pfocurou faaer crer o articulIsta d&
Mario; No,, pe lo trario fe sempre
palte do direclria- juliico da sua paro
chia, tmanda parte activa e a todos os
sFiftpfi a que osse comitis so obnuga-
do.,
Coma a cenAo da political liberal apre-
seflo-so- do|:' sB^-oya). Silvoe cm a,
cawiUdato darovis afoi iberta-
in-rilnte guerreado pole-s # do partidd.
LPetiario, aaeOj ar 4a t.0, da naio


siceora do 1wido, awl


meat estl'. &ao4taodi
11. Apeaas,*|!-' ,p(oI
systema da 6MtAo d44
singultares, (iou elle
candtlalo pelt district
stoB00, e 01*4oog*spti
S.u, tes iela-es 04M#o5s

p Es. Ect adodo p
++1 + ++o. +o~m repm
+ apezar da "1i 0040
dor, iniS arats m


do-|I


amigo. ausstefutbe toepiW a& coma
do Pao d'Aiho.
Unm eleitor Nberal do 3o district


Ir I


UMWA LAGRI.hA
de saudade a me presado primo e ami-
go Miguel Joe da Motta, no trigesimo
dia do passamalo de sma qouerida con-
sorate D. Florinda Perpetua do Rego
Molta.
Ha trinta dias qua abandonara a terra. o
lae, oe ternos filhos o qaorido espcas, Flo-
ri/de Perpetum do Rego otta.
maia umarns folha bahda da irroree tealo
91 das mnAis de familla honasta e virtuosas!
Quanta vida? Qalkto riseo! Quanta graga
el, eam ii contiaha I
Quaaw mais do qdeoiW -IMrsaejw onsorte I
Qa ede uffietoa a matenaes carinhos saos
teoasos flilbos ddiWavs aseamprel
A quo de saiifeiut hae sae ompunha -ells
psra valer a amilgaI
Exemplar pars con os pais, com elles ria-
ae. se contet os via e solu24ava, se acaao af
fl:etos presentia tristos I
Ante os dictamoes da Beligiao Catholics se
prosltva sempre reverente, humilde e orava
a Deus !
G partiol Alm no coaiterio goeneo os
eyprestes sobre a camps saa 1
Dos oasos peitoa do saudade amarga re
bantam da6res peaonaes e acres !
Fora impossival eotal-os!I
Fdra imposisvel atlalos. roter o pranto es-
pontaneu o livre qua nos banba as faces !
Chbjremos 0 pranto ( o bahlamo sinto dos
ferido d'alma...
A. mio do Djus sobre a fionte do inf-iiz.
Chora I !... e apertuand de encoatro ao
psito vasio os filihos tristes que peia mAi so-
luWam, dai Ihe o amparo d amisade pura, v&-
lei sos f, tctos de uraa mii tAk b6a !
Qua as nosas oragas possam ergiul-a eos
ceoe, fagam v..tos e de josilo-s ante a camps
sua invoquimos ao Omuatpoteute -Deus, per-
dao, perdio, pars sua almina.
C. A.
2 de dcz:mbro de 1881.


A libertdade
bOa ypoc;itas da politics, levanlam a ban-
deira d-a hbedado a e chama-taos lives pars
sulvar o sou podtieo q aso d eruoce, cowa os
da retigifi roemd=i as fgmeiraB osomr a cra
aladaae em nomse de Cbristo.
Os bandid. a, as saittibncosf que piOtet-
des fazer dos bembios dos livres eosoada de
sun gsat-deia. e ezraeer a tyrasia, subre elas
alo escreveoi iam ea seass boadeirs sig
symbol de su lMdia. A pIalvra liberdade
So mosso sybie oean quoese libertarn e
conduzem se a oria os porves oppresses e
cons quo us veli exaltam esu auimo para
abatel-os a urn mao Insolito.
E' bhra p9 M tolo o cutdad't 9 idj~imi il-
gbo! Agora quo em nome da Odberdade os hoe-
mens s6 ten amtr do aambiIo e insoleoncia
is poderio, e quo s teoI lmaailestado eaton-
teada oem.,gogia. eaiA os bomens lives
a grande batalba do 2" escrutinio, 6 a bore de
se olhar o passado.
Quem ? liberal, partido liberal, a elygaftrcbia
leonina, que inda boatem cumo sous pincipes,
os simosos da fasmtia, formanva conseolio e
traziam todo esle povoe e o proprios lib, raes
aeLEaixo dos p6s, 8o e9Wasto 0o liberaes desta
terra ?
Sao eaites, o parudo iberi quoe quande se
soentec perdideochasam*a postsoso liouerao
que air baa bontol tmt a piA, comO cles ?
Qual O este patdo liberal quoquaeremn sat-
var em nome da mnie doparti Jo,?1
Purtiso de quo? pitiddo idoas ?
De ha muitos oams g" uio ba no Brasil.
Partilo de lalermse, quer am quer eonto,
de awbieAo tfits)6mente.
E o grugpo lo nina que toive .tnambuoo deo-
baxR dosW ps, qu pavovo.o e ver esapar-
IheAets Pros" chang a 0livreoa Its. 8avareca,
6 am partido do antereose emais aviltante,
porque 6 uia otygafcha ; popque aquella que
de f6ra da f wita es serem, iatom e av o,
nbo toem voto; 8ao come serves que obqdeme
ao mwiaJo do sos soolwoie, afl attra~m p~a-
onds silos cs mendso..
Oil ut abi, phscrnose su-3 fliuruas, same per
sooie, evede come so disttUgoun as d 1 g el,
.s da parentafla muaaante, do, d qoa4obedhees
as serve e g'elletsobojtai saeipoe pos-
toi! ': -1 -
Vede ran sua trut. o seaador, e lo irmltos
o mrais it maos e maa uiose, genro estcaa-
dos e babies da tauil turo coblnadlthoe
andando o dO plde dispondo, fos eatre, os
quo nao saO do 9aassQ serviodo e peawdod -
sao liberaos, o Ge oparrido ibeial quo quo-
rem salv'r, as o po4ed <1 quo cow a
aova eloicbo cab. ao0'p~agatP a olygarchia
tacanha ? .. .. !
Do. Dea f 3tm x so i ipiatakeoi -
:sic isis de SiL-+DI0D5. Igo


86 h a uba uaW9ae SwB razode
aiir-seo c-,o Meg Wes t etasa
Ktos ae'r aque o.e q uo 'ioe ma ndo.ladio m at
ar-se nm'igia da palavra libqfdeu4e do caj cilda tuil
eu C am*" ficSa tle"P em* i 4w
u, waioria quvelt berde gm a gmi
dbur" -u a e 0fi d*M. a o .eer o eanon
beuer.lado u m
4 Nibe thrO vasSia
ci.ea iusaceu~ss be


Candidato vtncial pilo 2.o
distrleto na ...i. Saab& do pro.
oeder, veno'bo aged~qr umseasoms Oto,
res., que me hanrawo 06w* us vote, o
apoio quo benevolasmote preststOW a minba
candidatuf, qo., s* a ts 1torWUN de
viagar e m .oecrdtiaio, nlo foi em todo o
caso condm8oeat, como e emonstra a vota.
o queobtrve oque eperwitte a u rads
es 0 L" escrutaio, onJO tera deo er -4Iftl-
tivamente julgada e h.a oba a splrac, que
s. oupfpfeiro a srecoawerT estar muft ausa
4de me msr.oimonto, A" "afta. = --
Agt-ra procipraiv f mens6 # q eiso do be-
nevolo aioibihmeoto do dign corpo elelonte do
2.0 districoo, qua nwauta pilra eUwa-
tiva de representar eta briosa province, de
jue me desvaneoo ide Af Ilbo., "o d ofdo
aniomr-wme ow a votaio quae m diSptwou
e q6ueeparG oontinuar a dispeosar m e *
wAis larga -esetla no prtoiio esorugtil,
que itenbo do set subcwetido.
Recife, 26 de ovembro de 1881.
Jlo4 Vri e M~Vwa & oawmcuow.


Stectalo P4w, tb c' rp *U
toral #'liii Egis ol
Venbo sgradeoer -ao dioatnctsimo corpo
eleitoral do 42o distvicto a prova mai exu-
beraute de sprego e conutdsra bo do receeer no pleito elitoral pa de-
puotado provnoial, a quo oltmlUmDentA se
procedet, fa aando obre wiim recai c*sciio
namero do votos quo quasi me colloc Mra da
dependencia do, o scrutino.
Obrigaide a vmltr 0*! |1 e ,lmdi v n
cbeio de animo, firnado nos caraceros que
diotuguem os eleilora d'aquelle circulo, soli-
eitar a conim uacao de sus Ao reeonhatcda
bondadee oonfianoa, como filteram no l.plei-
to. pois minba gratidlo snrA post0neriortet
o mo agora patmte*ad, eo wmda#tA aceito e
executado cam a +sincendade cornam que cos-
tuwoVid + Jer prqe a dAr IMd :t
vimnento sos reak o> -A'#<|mUa 1#68m e.
cujas nossida dw ao po pr mlim so e
attendldas u r peqewnt# .h-
gocias, de mo A reahaa e acuvldade
e dedlo...o.
Recite 18 do n0ovewbode f1@81
Dr, Prapde# ose de SouzaM tnea

Colliegi Pedro U
Rua do Uaufio d S. Br)u #. M
(UU$) 'DU FRRIAW -
Acha se aberta a aestric pa para o estudo
dos- aqauinc pvoeprflqurio : arhatEiew,~
gaemetria, geographiti rorica.
Vitt,,


0 i i>g B1!'^ *: dw Ter,



a 3I00 b rrigw*e 474 /2
jij+te'^,fl jlj^ ^A ^ ^^ + ^ *




11m7tm I&rmkBrbr P. Lthmen
eikada do New-York "a moma datla
oaui da a ro ,eca Irmias & C., mani

Arbwne I eI Liz Gt d 4 Silva
Pato.
Bliahea 200 barris. Bra s barricas.
Kroeu $3,793 ixas.
Sebo 10 bwicls A ordeal.

Vapor francez enrado do HIavre e Lis-
boa a teMa data e conwigaado a Au-
gusto Y. de Ohveira & C, manifesto:
Aqtas S volinmes a dioersos. Ar-
mas 3caixas a Antounio D. C. Vna3na, I a
Miraad & SO&a.
Crtas d ogar 2 caixas a W. Halliday
j W a FrancisC'Laurie d C.
i aiti a as dL al,I oer

Ut*1s 2 aM a J. W. de ftIO(wiih
2 a Cramer Frey & C.
Mercadorias I volumes aoa consioata-
rins, 2 a Emilio RobSTrto, 2 a Jo0s F. Lei
to Bastes, I a Antonio dos Santoa Mlivei-
ra, I a T. Christiansen, I A ordem.
Papel 50 fardos a Mobard, Metler &
C., 20 a Rodrigues de PFaria & C.. 7 a J.
3. dos Reis, 4 a ordem, 32 caixas a Fra-
ga Rocha & C., 8 a Gomes da Mittos Ir-
mao.
Pregos 4 barricas a Miranda & Souza,
I a Gomes de Maltos Irmaos.
Tecidos diversos 6 volumes a Bernet
& C.. I a Mounbard, Mettler & C., 6 a
Cramer Frey d C, I a Luiz Antonaio Si-
queira, I a Gounalves [rmlos & C.
Carga de Lisboa
Farellos 300 saeeos a Selva Guimarles & C.
Vinho 4 pipas e 515 a Silva Dias, 515 a An-
tonio Jos6 Pereira da Silva
Pataeho inglez Britannico, entrado do Lan-
dres, em 3S do corrente e consignAdo a Parente
Vtanna & C., manifestou:
iksrras de tferro 294 a Miranda & Souz'.
Carvio de pedra 30 toneladas a Augusto'
Fdterwco de Oliveira & C. CerveJa '1 barrin-
W ordew, 30 cais a. Souza, Bastos A -mo-
iAGAL. CimatA 500 barr'as aos qonsigna-
W WlOOaJ. J.Alves &C., 100 a Vicente
NImento, 0 a compasbia Pernamxbu
eats,40 coinpoaahia do Beberibe. Canos
de humba 0 volumes a measa. Cartuchos
e s sa W. H'Iliday & C. Chumbo 200
bwrie6oesseigseatsuiOI.
Drogas 4 voNuse a J. C. Levy.
Ferragens 4 volitmes a Sautl tP. Johns.
teat & .'.
Mrtwdorias diversas '"7 volumes a ordem, 2
L eoampsnha do Beeribe. Materiases paa o-
Vradx do ferro 542 volumes e oge a via-fer-
ra to Recife a 8. Franciaco, ditos pala esgo-
to 150 volu w peQs a Ree9ff Draiage
Company.
Old-Ton 100 eaiz. a ordem.
Polvora 300 barris de quarto a Saunlolers
Brothms & C. _
SSAlitre 200 barricas sos consigustarios, 20
a Antonio dos Santoas Oliveira. Soda 10 bar-
rieas a A. Caors.
Vermouth 6L esizes ordeow.
D t.PA1.lOB DPu ts).POflITA.O/ NO DIA- 30 D11
8ETEMBaO DE 168
Portos do exterlor
No vapor inglez Alice, earregram :
Paru Liverpool, Latbam Nicolle #; G. 500
saccos corn 37,600 kilos de assucar wascava-
do; & Bonthers & C. 300 itoa cos 12,500 di.
toe de dito.
No brigue inglez Jose, carrematom:
Para New-Y tk, Loyo & Filhos 860 saccos
corn 64.500 kilos de sasucar masoavado.
sw^Q patache bespanbo LLoi, cmrreg-
Paraso F~o da Prata, Amorim roa &+C.
2* barrios eoat 2,t3 I/r2 kilos do ausucar
brsn-co.
No patacho- poztuguez Os.'iu, eause
gomi:
Para a Ilha do J. Migue, Li'Micbldgs 2 ail
xascom 20 kilos de cars, 2 barrels* oom- 81
dios do asusormas'avedo, I dit cown 60 di4
tos de dito roluido e 7 barris or8 672 litros


de mel.
Na bareo portugueza Pereira W mu r, car -
rgaraum :
Pars Liasbo, F. CoUata &. 100 Uoaa coo
o421 kilos dwaladjao; F.P. Macedoo 15 a&-
rda coin 115 44Mdto del afiat ,,rAC 8uac 350
m(Ktos cow 2735* OB de duio sasoavadir.

Para o Rio ea doS F. qus 700
t sasm ecam 6eWe ad mw buaiio.
4 No bridge -Bacina Cutabsro,. anrto.
tAa Porto-Ategr, Oestes T. & C. 3,000 co
3tr4t).
.- Mo brig.te bespeabol Flora, caroega-
Poa Urfugeyaoea, Loy L VRos 300 Sbarri.
iea 779 Mo de aseuw r braruno. ,
SNo ptuabo hespBohO i* cairega.
aPva Ueaubylana, B.QLyve rs &CG. bar


Al~r~ete-Venf aJ X)
t~ro.^- 15rarai;ZCr -SiW84o tao~j
9t, a 'Ww poo IS khot OWfo
00,GWde doNorteade SOON a 86200ous IS
4dost vcsotu a bama.-o, rl te Id2o 1A a por
., A r.- intranas 6it64 sascos, ragulos
'as li tli M?' -
0 do 3.' sorte, superior, vendes de 4;15) a
k0M. OtfenApteUboar <&"3 4#W0.
#4d S. sorW, rtgu-r, do 411OW* 420.
0 de 4-aorte., 4a 30&0 a 13O9(L. 0 4A eoos
to 3oB a ( o. ( a., pfrgada.
bon, d.o395(ka 9# 0. 4it, regular, de
%763 0,2#830. 0 g*o *4kdffuim % 2(400. 0
1itof d4o, bruto, regular, ; 2(F00, todos os
15 kilos. Ca mws ao h.a. 0 4e ,ypanna. a
5J5205 oiU ko potoe ba.k tdo, j
Cae.-- RtabhO do 45PO a 6 o500 os 15 ki-
Courot salgados verdes.- Utitas venda de
8360 o kilo. DitWA sagadee becos.- Vend-s
a 630 reS o kift. Dites owioohadoa. iUbha.
Fuwno em latas.- Retali de 149 a 18000 os
IS kilos. Dito do Goyaz. Nominal de 2400
a 2M5 00, os 15 kilos. Dito do Rio Novo. No-
minal de o18P0 a I5001 oe5 kilos. Dito em
roles. emmnal do 119000 a 13000 oe 15
kilos.
Farinha de mandioca. -, Retalho de 4200
5 4(500 o sacco.
Gomina do uandioca. Retalo a ?T500
e 31000 os 15 kilos.
Graxa em bexigas. Ultimas vendas de
7500 os 15 kilos.
Mel.- Nominal de 40500 a pipa.
Mlle.- Retalho a 75 e 80 iis o kilo.
Pelles deo cabra. VYendu de 80000 cads
um cento.
BSebo.- Ultimras vendas a 8A 0 os0 15 kilos.
Sal do AssO. Retalbo de 15200 reis os
t10 litres.
Sola nacional. Ultimas vendas de 60(00
a 8000 o moeio.
Velas stearinas.- Retalhbo do 300 a 310 r6is
Smasso de 6 oleas.
Xarque do Rio Grande do Sul.-Deposito
63,000 arobas. Vendaa de 69000 a 75800 os
15 kilos.
Generos estrangeiros
Alpiste de Lisboa.- Retalbo. a 4S5.0 os 15
kilos.
Arroz da India. Retallwo a 2W400 os 15
kilos.
Azelte doce de Lisboa.- Yendki a 3S400 o
galso.
All zema.- Retalho de '700 a 7850) os 15
kilos.
Bacalhao.- D0posito tW,000 barricas. Rfta,
Iho a 175 e 18500 a barrica.
Breu.- Nominal de 10O a 12j a barrica.
Batatas ema caixas. eilalho a 41000 a
camxa. Ditas em Vigas. -- Hetalho de 25000
cada umr.
Carvio de pedra.- Nominal do 119 a 168 a
tonelada.
Canella. Retalho a 1250 'o kilo.
CGebolas em caixas. Retalbfo e 14P090 a
caixa
Cemento Portland. Retalho de 79500 a
10(S6 a barrier.
Cerveja brsnca, Bass.- Retalho do 5030 a
10$50) a duzia de boUjas. Ditaprota.-Retalho
doe 500(* 5J a du A0 Ia eoutras
marcas.- Retaho de 65000 a 8000 a duzia
de garrafas.
SChiA Hysson.-Retalho de 3S000 a o000O por
kilo.
Cominhos.-Rotaslo a (3M900 a 140os0 15
kilos.
Farello do Rio da Pata.- Retllbo a 3850).
Dito de Lisbo.- Ret Albo de 4100i a 49100"o
sMeco.
Farinha de trigo.- Deposito de 26,000 bar-
riHas, retalho aos pregos seguirtes :
A americana, retalho de 245000 a 21M000 a
barrica. A de Trieste Hlungria, de 24OZO
a 310O0 a barrica.
Feijio mulatinbo do Porto. Rtatlho a 10(
o sacco. Dito da cores, reutalho a 59 e 85000,
a sacc.
Herva doe.--Retalho a 12(O0 os 15 kilos.
Kerosene. Retalbo de 45300 a 49300 cada
lata
Louga ingleza. Retalbo a 380 por cento
de premio sobre a factura.
Massas italianas.- Ultima venda, a 89000
a caixa.
Manteiga franceza em barrns.-- Retalbo de
1|744 o kilo. Pits em tairs Izigny.- Retalbo
da 42(398 a .2t61 o kilo. Dila em latas Italiana.
-* Retalho a 25398 o kil,..
Passre. Metsall,, de-. a caixa.
Papel de eolbrulho. Retalho de 640 a
15t00B a resma.
>imenta da India.-Retalho a 900 rnis o
kilo.
Queijos. Retalbo a 35300 cads queijo.
Phospboros. Metaefao do do warca Jon-
k!pings, a 29100 a groza. Dite da marco Ni-
Liwdals, retalnoa 29,KI0 a groza. Ditos da
*srca Wenesborg a 29000 a groza.
ardinias do Nantes.- Retalbo a 380 e 40.


rMs a lata de qparto.
SToucifio de tigbae. --eIbwA d 9
s 15 kilos. DiWtoe al o, Nio ba.
Velas fitearinas- h bureuZas.-Retalho de
360 a 700 res u masso deo 6elas. .
Viagre de Lisboa. Nousinal de 140000
a W605 cads pipa.
iYnobtinto deULisboa.- Naminat de 2101 a
20 a pip. Dito da Figoueira. Nominal de
m2s "- a 209 a pipa. Diro biawpolde Cette.-
NoiinaJd 200 a 2 a pipa. Ditotnto de
Cette.-Nominal a 25O5 ). Daito do Porto,-
ex caizas. -Retatlho de 9 00 a 12000 a axI
deo duzia,,
Xarque do Rio da Prate.- Daposlto -9,000
arrobas, vendas de 66iOW a 85400os 15 kilos.







^^^^glanA




j^Bg-B4006tiS 4 1 Aw. 'fit


F
0 co doo De do A ?no Foiseca, offi-
Cal da Imporial OrU d.U Rosa, por
So. Mge4 IlmpsMador, jail deo pa
maits votado d frege ia da Boa Vista
e resideate da mesa eteiloral da 2 seec
O da mesma f Irgvezia, em viritude da
iei etc.
FPaz saber pars evitar daridas, qua, as ace-
saa eletltorses da o'. 2n, 38 e secces dwta
fregoezie, qee tea de prooeder a 7 do atre*nte
i 2 ele20 lol para depitadoe grul, a 21 tait.-
bern d eervnte. aleioo para does enm. -
bro3 d oAseemblas Provincial, sao as mesi" s
quoe a 31 de outobro fiudo procederam sque~ka
0eei0Qo. e a 15 de nuvombro tawbem lin o
proederio a ests, reunindo-se &3 9 bhors da
wanhi not edificoies defignados. Cumo e ex-
presso no art. 180 do regulament 4eitoral.
Outtoaia., faz beorn mselente sos Srs. eleitores
desta freguezia, cue nenbhum sera admittido a
votar sem apresentar o respective tiulo, A que
as seduhis deveaio seT escriptas ema popl
blanco o alado, nao doveid, eaten set tranrs
parents, nom ter mares, signal ou numua,.
seado feiceada de todos os lados, tendo o ro-
irulo conformse a eleiclo a qne so procoder,
como determine o art. 142 do o.tado rvgula-
mento.
Para sciencia dos loteressados mandlei pa-
9r a preseete, q" sati affxf iAv luganms
[i4as publicos da freguezia, e publiosajo pela
imprensa.
Ku. An'onio Joaquim Pereira de Oliveira, es-
cravis do juizo de paz, que o escrevi.
Freguezia da Boa Vista, em I de dezembro
do 1881.
Decio de Aquin.o Fonseea.

Edital n. 493
JJsA Xivier da Cunha Alvarenga e Luiz M -
noel Roirigues Valenga Junior, noweado ecte
oara a eadeira de Qoipapa, ema 28 d4 novew-
b-o ultimo, e removido aqualle, em 25 do rues-
me mez, da cadeira de S. Vicente da Serra do
SVento para a de Santo Amaro do Seriaobliem,
deveuto us umir o respective exereicio no pra
zo 60 dias., contaros da uita da noieasio e
da rermoiCo ; o que se declara de ordem do
inspector geral.
Secretariat da Instrucgio Publira de Pa-
nambuco, 1o do dezemoabro de 1881.
0 secretario,
Jaaquim P. S. G
Editul it. 9
Consulado Provincial -0 administra-
dor do Consulido Provincial visa aos contii
buintes do imiposto da decima urbana, do de
100 rs. por litro de aguardente oonsumida,c +'o
lanCado sobre bens de raiz, de corp.)raOes J.
mia)-DOrta, do 10 semestre doza erciio cor
rente de 1881 A 1882, ( ue a respective cobran-
Ca comeea a ser fe ta nesta repartiilo, A boc-
ca do cofreo. no dia 1o de dezembro proximo
vodouro, devendo terminar improrogavei
monte no trigesimo dia utid. na f6tima do re
gulamento de 4 de julbo deo 1879.
Consulado Provincial de Pernambuco, 26 de
aovembro deo 1881.
Francisco Amynthas do C. Moura.
Edital 8
0 admlnistrador do Consulado Provincial
communic a quesm interessr pa. ue.a se
gtndo ordem o cootida & portaa ltn Sr.
Dr. inspector do Thusouro, sob n. 506, de 7
do corrente, aeba-se marcado o prazo de 30
dias M a forms do regulaMeeto de 4 Je
julho de 18 a contar de o21 deo*te para o
pagaoento, Kvro de ustas do Imposto do
15 0/. sobre o eaCamento da rua do Bario do
Triumph, bem como dos partes da de S. Jose
quo esiprebende as aesas de ns. 1 a 7 in-
clusive, e da de Santa Ccdilia confront as de
ns 29 a 55 tambem inclusive.
Consulado Provinchial de Pernambuco, 18 de
ovembro de 1881.Q
Francisco Amyunhas de Carvaiho Voura.
Edital n. 494
Acha-se marcado o prazo de 60 dias. conta-
dos de hoj., para a inscripea-j dos candidates
quo prete derein concorreo so prosimento da
1.a cadeira da lingua latina no Gymnasio Per-
nambucano; o que se deoclara do ordem do
inspector geral.
Seoretaria da InsUucglo Publica de Per-
nambuco, 1 de dezembro de 1881.
0 secretario,
Joaqmim P. S. Guimarnas.
EDITAL N. 492. Por esta secretaria e de
orudem do Inspector Geral da lnetmucvlo P'b'i-
ci, faz-se saber a professors Maria Hrmnin
JMdiw dos Passes, da eadeira p!riwaria Ia vii-
ia de Serinhbem, que por portaia de hoje da-
tada Ibefoi marcadoo prso de 5 dies, coma-
jo do deeuno quinto da publicaP&o do preseL-
le, para altegar o quo tiver em sna defesa rT*
[ativamonte so abapdono da cadeira; tend D


lugar % intiImaCo por meio de edetal por r W
se acbar no district de sua escola eignorar-
.s o luger em que esta a referfda professors.
Seretaria da lnstrucoo Piblica de Per-
nambuco, 29 de novembro de 1881.
0 secretario,
t. P. 8. Guimsraer.
0 teneont MaWouel Oe HoUaoda Gavalcante di A ,-
buquerque, juiz do psz mais votado e prc -
dent e da mesa electoral d,) 4 district (a
freguezia de Afogados, em virtude da li,
etc., etc.
Faz saber as newmbros da wasa eei!. :
que serviram nas elio quo se proceadi rn
dia 15 do mes proximo flndo, p-ira deputa.:!-'-
ptoviocises, qua o Di. juiz de direlto pre-i
dente da junta epuradora do 1' district cfest'
provinia desigoou o dia 21 dj corrente p;z :,
a segunda eleteao dvs dous membros da As
sembia ProvliCial per este distri-to. d, verro
a vttcao ri Wtibr "omente noequatro cidr to0
seguiates: Dr. A*Wnui Eateavo de Oh'i: ,.
os6 40soirlo do.zequoeira, Fraucisco (Ad -,,
T|avaitl Lisa 1.4 fastino P'vso, pr,'r
que dew" oe mibtou da aia ess eleito tl ,a
etekrio ditri'cto se odawre no dia 21 o co*:-r
no 'plllas, nalstosiio da

wud Owr p b VW4*1d tticto e
R1 pam. coestur, vasdued sw~o -oprosee*-
va ssrA efIfixt i'-bg isis publito*-
#A b est vio do paw!


Aos senhorea proprietarlis
dOterrenos rutloos ea ur-
SbaauoS.
I Tomando em cowsfdera. a o-
cesstdade quo tWn os seauores ro-
Cita"nrios de terreno, especialmen-,
Ie ?senhores de eageuhos, de pos.
tsuirem a plant exacta de su as ter-
ras peas quaes vejam a carla ma-
meto as seus slimtes, e memo pa-(
ra que pessam comceber claramele(
Gqualquer project de melborwom
relativo ao trabaiho iudusrial, .a
oegenbeiros Rego NeitO, Soaren ,
,C., etwarregam-se do-leantamerto
dan respetivas ptaulas ao prep del
100 rlis o metro correamt, medidosi
nos ladies do polygon qu0e formawis ,
)os lerrenos, livre de tdas as dspe-o '
za paraoerproprletarios. -
Sobre estas ptaivas pederuo ser
Sprojecios os tracaos Pai a os#'
SIhos do systoma-Oeduripa
a conducao decaunasae outros mys-
Steres, de cujo trabaho 0s pro ie-
tarios pargao os que eso -
nar, encarregsado-se os ismis ea-
Seiros do fazerem as oenco-en--
do materai preci oe Msa
dlOs OtllOS. '4
SA'Iratar nO me O e
Srua do Imp'tador n. 20 .Faabt"
das 10 rWas da m*A, S 4 di tar- W


I


Ade.
lmjawafigi^ar-6.^ ftwom


*I


I I A


am


WW


Nw-
















4Gopo


stores, brings, :hi-
1o, popelins, ves
Idlas a punhos,
adexas.
oorrente
0 AGENT


icolma ooeio o esioOal NOur8na ; wusvqWo0uw
pars qua cumpram o prsente, as oanformida-
de do art. 180 do regalrento eleitoral.
Asain tambem sa- oeatea se aeabores
eleoitores pars quo comopareo co o0 seus
repectivos titulos. o cedulas eescriptas em pa-
pel -trCoou anilado, sm marca nem signal,
bada por todos oslados, coin o rotulo para
depotado provincial.
Pars costar mandei passer o present, quo
in publicado affixada anos lugares do coe-
too& Eu, Coriolano do Abroo, escrivlo, o
qegulia de Santo Antonio. do Recite, aos
3d dezembro deo 881
Francisco Antonio de Briti.




Obras Publicas
DO ordem do Ilim. S-. engenheiro chfeae
director da repnrtigo des Obras Public8s,
g" o pubilco que, em virtude da ordem do
Enn. Sc. ptesidente da provincia de 28 do
ceirente, vi em preCa, no die 15 0o mez pro.
siexvindouro, ao meio die, a obra de reosros
o eadeia de PAi d'Alho orgada ea 05 06).
0 orgamento e condiegoes d) contrato
adnm se nesta sec'etara para serem exami-
aed pelos pretendentes.
Secretariat das Obras Publicas, em 30 de no-
ltro deo 1881.
0 official,
Jodo Joaquim do S. Vareio._

Obras Publicas
De erdem do I1m. Sr. ongentheiro chefe e
diAector da repartiCga d is Obras Publics-s,
1,"o public que. em vinuJe da orlem do
Sa. Sr. president da provineia de 18 do cor-
noute, vai em praga, no dia 15 do mez proximo
vindouro, ao meio dia, a obra da reparos da
mdeia do Limoeiro orgada em 99 )C0O
0 orcamunto e condicgoes do contract
asbam-so ..esata secretaria pare serem exarni-
'udos pelos pretendentes.
Secretaria das 0:ras Publicas, 30 de novem-
Uo de 1881.
0 official.
S Josto Joaquim deo S. Varejo,.
Petla secre'aria da Camaara Municipl al o,
,>Onvidados os 8:s. commeeciantes d i fre
gvezias da Varzea a Afogados, a virem a re-
particlo competonte afeir, sob as penas da
.ei. do 1.0 ao ultimo de dezermbro, os pezos,
balangas e medidae de seus establecimentos.
Paco d Camnara Municipal do Recite, 30 de
uveabro dIo81.
Josi Narianno Carneiro do Cunhu,
Presi tente.
P undiaano Ratis e Silei,
.: Sseretario.
14eal Ha Portuguez do Be-
nefiosnca em Parnambuco
Do conform-dade coca o quo preceilfi e ar-
ego 18 dos estatutos. s9o convidados e a so
ios, deste pio estabeleciwento a reunirem-se
m aeseembi6a geral, no proximo domingo, 4
dti dezembro, AslO hoers da manhi, no intuit
de prcceder-se a elibg&a da junta adimtnistra
li e commise&, de contaies do anno pruximo
fltrto.
Secretaria do Hmopitel, 30 do novembro de
St.E-O 'dsei tri.,
o de Mattos.


o-Pwrnambuoo
~I PI *&.. .....redial
S#aemnihtrasdtr dorecebedoria fez pubilco
aseontribuintes do. imposto predial, que no
snrente mezeann dedezembro proximo vin-
dearo esta repartiglo arrecada. livre do mul-
S, o imposto relativo ao t* Vsemetre do exer-
sico de 1881-1881, depois do quo seti cobra-
tecom a multa 4a lei.
Recebedori raswbuc3. 21-denovem-
Sw de1881.
:1:: 1; __Aexnre to.e- Sours : P. do Efovrnrt.

CommaeiO geral
elaCAo das cartas registradas. corn valor de
ebrado, existentes na Tbesouraria do Cor
. fiio, para os destinatarios abaixo mencio-
modes:
Antonio de Borgos P. de Leon, Antonio Pe.
%to Barroso, Bal4iuino S. da Silva Mafra Junior,
Ifsrsvo Jos6 Ferreira, PFabriclino Jos Ales,
Yiwcelino Rodrigues Moura, Joo da Rocba
;Larhalbo, Lauriano Joad Pimenta, Luuw Angus-
*.* Pacneco, Maria Jnsepha Coimbra, noe
U. MlatiBo de A. Pedrose, Valeriano de Aliudia
0 0 el,
*A. Rams..
The Now London r BrasUfteu


RUA Du COMMII
Sacca por todos os
szas do wesmo bai
men& :o
Em Lisb6a pura os
No Porto. rua dos I


fornecinento AI p0pula a

Cao, como se deprehen-
de das reclamaoes ha-

vidas.

Escriptorio da compa-
nhia do Beberibe, 30 de

movembro de 1881.

0 director,
Dr. Praxedes Gomis d. Souza Pitanga

lOMPAN11A
DO


BEBERIBE

Estando j0 impressos
os e:tatutos da mesma

companhia, depois da
relorma approvada pelo

governo geral, acbam-

se em distribuiho aos
Srs. accioistas, noes-
criptopio da r ua do lfi.
peaader a. 71.
Escriptorio da com-
panbia do Boelribe, 3
de dezembpo de o18I,
0 secreta"i),
G. 0. da C. Martins.

Recife Drainage
A companbia fez public, pars conhecimento
Uos interessados, quoe cHllocou no mez de no-
vembro proximo passado, os apparulbos abai
xo declarados:
Freguezia do Recife
Rua do Boo Jesus n. 28, apparelbo n. 7,931.
loja.
|Rua da Restauraoglo n. 15, apparelho n.
7,V35, case terres.
Rua da Comipahia Pernambucana n. 2, ap-
parelbo n. 7,936. eaa terrea
Santo Antonio
Rua da Penha n. 5, apparelho n. 5,547, pri-
meiro andar.


S. Jose
Rua do Marques do Herval n. 98, apparelbo
n. 5,549, 1" loia.
Idem idea idea, appatelh -n. 5.550, 2' loja.
Hem idem idea, apparmno ,. 5,551, 3' lojp.
Boa-Vsta
Jua do Conde oa Boa-isita n. 7, apparelbos
n, I(,8 18e ,, eass terreas.
Ipem Idem n. 7 A, spparelho a. 10.890, case
torrea.
Idem eiem n. 7 B, apparelhos us. 10,8.1i e
10,892, osas teoos. L m -
Rua do Viscoude de Albuquerque n. 100,
apparelbo n. 10,83. 19 andar.
Recipe, 3 de dezembro de 1881.
0ngerente.
J .ilwaey Junior
Stam" Cams 4.M m records do
S..flll
A llsm. junta admisirtntive desta Santa
Casa recebe propotas em cartas fechadas,
S4evidamet selto d, pa. o fornscimeoto 4,
erne verde A todse os ests belecimentos piof
i seo cargo, so triumetre de Janeiro 4arcv
As 1SaW ev51a seriapreseaatad&s a
sala d sA pela 3 Moras da tardi
see'aJ &- &t& oo 4Misericorisrfn


Santa Casae 4 t erloordia 4o
.. 1R ectife ^ ;1 :1*:111::;';? ,
A llisa. junta adm ihitrativa de8ta Santa
Casa, recebe propostas em carts feob idas,
devidamente selladas, pira o forneeimrinto deo
plo a bolchbas sos estabeleoinentos pies A seu
cargo, nesta cidade, no tripstre de janeio a
margo de 1882. :.1 ,
As propostas deverloB aeta T a 'i
sale das sessees, pelas 3 boras da tarde do dia
9 do corrente. :, *. .
,decretiris da Santa Ca do e Misoiuordw do
Recife, 3 de dezTmbro d e 1881.
0 esorivao.
Pedro Rodrigqoue ;o4
'SOCIEDAD K ,
Auxiliadora da Agricad
tura de'Pernaa c
CONSELHO ADM.NISTRATIvO
Nio se tendon podido vetifiar, uo dia mar-
cado, a sensso ordinria do m.z do novembro,
por fGlts de compirecirento da miaoii4a 4os
membros eleitos do conselbo. o im. Sr. vice-
gerente marcou o dia 13 do corrente para novi
reunijl). na qual deliberar se-ha cim os mern-
bros que compareuerem, na f.irmaa do art. 3')
dos respectivos estatuteos.
Ficam portanto convidados 's Ex s. Srs.
meinbros do conselh s administrativo para corn
pare'erem. no menciouado din 13. As 12 horas
do dia. na sede social, rua 1 le 1Mar);n. O .
Recife, 3 de dezembro de t881.
0 secretario geral.
Henriques A ugusto Milet.

Thesouraria de F zenia
De ordem do 1ilm.- r. insp-ctr sda Thesot-
raria de Fezenda, se declara a is negociantas
infra indicados. que fi-a marlJo o prezo de 3
dias, a contar de 5 do correate, para assigna-
rem es terms do contract pelo forriecimerinto
le viveres e ferragena ao exeraito de eonfot mi-
dadecom oregulamento de 4 de marco de IE8).
Antonio Soares Raposo.
Beltiso & C.
G.nuioo Jose da Rosa.
Manoel Joaquirn Alves da Costa.
Jose Manoel Gorreia de Bwros.
Jolo Ignacio Ribeiro IW-tr '
Anacleto Jose Maria do Rego. -
Francisco Pinto de MsgalbAes.
Thesouraria d Fizenada 4do ernamiw'
de dezembio de 1881. s
0 secretario da jupnta,
Francisco tie Oliwveira Siloa.

PROGRAMMA,
DO.
Concerto vocal e instrumental
Ptonomovido por EuclhdesFonsexa Adolpbo
Gued s Alcolrorado. cowr o valfoo auxilro di'
Philarmonica Club Carlos
Gomes
G das Exmas. Senoras e cavalheiros qne n'ell
tomato parte
Em favor das
Casas de caridade
DO PADRE DR. IBIAPINA
EM i DE DEZEMBRO DE 1881
Na antiga

ACAO[MIA O E UINDA
1., part
SALVATOR R034, phantasia pela PihJilar
monies do Club Carlos Gomea-E-. FONSEGA


FAUSTO, p.anasta-csprtcno para flaute,
polo Sr. Viriato F. da Silva- HUGUES.
RONDO' GARICSO p a. po Sr.
AlbertoNepoaocepo-M8SOASOK1.
LA PRECE DELL'ORF&NA -r:mance cants.
4do pela Exm. Sra. D. aria A.pRGuiBar" L.
com icoaphsmienb de foliua,-hi rmoni -
4 p>no pelos Srs. CandWo F., Atberto Nepo.1
tturno a o- autor-E. s r
MOYS9S, pbantasia para piano, pela Exm.
Sma. D. Ly fla Goitret-THtA(BERG.1- 1;*-*'
ERNANI-1nfeice... a (u credevi cavatina
pelo Sr. MneSe d8. Barros FaloR -VERDI.
HUGUKNOTMS, phantasia douns pianos pe-
las &rs. lias Powpilo dSde S a AlbertAo Nepo-
muceno-H HRERZ.
2.& part
L'OMBRA. duetto paramsnprano e basso, pe
ia Kxm. Sra. D. Maria A. R. Goimnarloes e o Sr.
Manoel S. de Barros Faleto-CAMPANA.


to, pelo
Ira. D.
Bre. D.


1*boa, Penambe, D1,. LBo e TT Janeiro 0
Saints
STRBAMBR

Renii IV
Commnannte Lehuby
Espera -sa
da Europa no
sdis 10 do d -
o zembro, o qusa)
de ais Aa de o-
tmr-a do costu-
Sme, seguirdA pa-
Sra s ports ca
Ua 1 RIO deoJuameire e Santos
RogaLM at S sVs. importadores de c.ira pt-
1o vaes o ta linbl, queairam apresenta
tentro db 6 dias, a cont, do da descarga das
alvitteups, qualquer reamwasgo conuernente
'volumes, que poryir-ital tenham 1seguldo
,ara os pirtos do eul, afirn do so poder dar a
empo aS providencias necessaries.
xptrado o referido oraszo, a companhia nlo
ia responsabilisa per extravis.
Roebe carga, encommendas e -assagoi-
:ou, para os quaes tern excellentes acoommo-
Iag~es.
Consigriatlaribs
Augusto F. de Oliveira C.
42-RUA D)O COMMEtGIO -42
Entrada pela iua dc Tonres
C NM(i1t.IRNA--Pitm UCANA
DK
Navegagdo Costeira por Vapor
PORTOS DOSUL
Parahyba, Natal, Macdo, Mossord,
Aracaty e Ceard
Segue no dia 5 de do-
zembrn as 5 hi ras da tarde o
vapor Pirapamao. cominmandante
Receb carga at, o disa 3. Eoommendas,
jassagens e dinbeib*O A frote ati *a 3 bho-
ras da taroe, do 4ia. die sahida. Trta-se no
1:. Kssciptorao
Caes da Companhia Pernambueana
n. 12.
Companhia d taveogag5* a Va-
por Bahiana
Maceft, Peonedo, Aracaju, EstaWcia, e
Bahia?


Watho
0
M 'h


vapor
Viscoade
dante Vigna
E' espertadb dos per-
tos acima, at o dieft 5
de dezembro segu""ir
para os reestwos de-


* "- 4iea owy7- pcis sa uemora uu.Qs
turned.
Para carga, psasagens, encomeumdas e di
niteiro a frete, tralta-a ns aagencia
-Rltua do Vgarle-7
DOMINGOK) ALVl MATHIUS

Para Lljsiboa


0 pataebo portuguez Vivajnue 2>, de primei-
ra elasse. seg para Lisboa corn brevidade,
pois ji tern parWe do sen carresamnrnto prowip-
to, e para o reoto da carga pne Ihe falta, tra-
ta-se corn noagos Alves Matheus, rus do
Vigerio n. 7. ______ ______
ParaUliboa ePopto
Vai seguir em poucos djaa o ligar naciona
Goralima, e engaia ain.Jia alguma carga: tra-la
so na rue do Commercio n. 4., escriptorio de
toie Paaebco & C. ______
COMPANHIA PERNAMMBUCANA


0egue no dia 10 do
rete, o vapor Ja-
ribe, eommandate
a, is 5 bors da tat
9. Encommeadas.
to eat as 3 bores d


Laes da


Qpnmpaniahl
Oga
PORT(

po.


IQ
Re


A gente Pinto
Sounda-feira 5, o d armagao, generous e
moves do est.balofrnento do caes 22 de n)-
vembro n. 36, bem como manteiga em latas.
massts avariadas. vinbo Figusira e psono
para capote avar iato.
Te; ga feira 6, o de 63 saccos corn faiinha de
trigo emi lots a vont4de dos compradores.
Qiarta-feira 7, ode ViO(Osacoos de estopa e
muitas oIitfs fazndas e miudezas.

LEILAO
De uma burra grande fran-
cPeza.
Segunda feira 5 de dezembro
A's' I hioras
l'cr6cc3siAo do leilao do estabeleeimento
do caes 22 de Novembro n. 36,


LEILAO


De predios
Segunda feira 5 de dezembro
A's II horas
No armazem de moueis a r'Ia Duque de
Coxias n. 37
0 g'n'e Silveira por alvaiA di 111m. Sr.
Or. ju z substitute pra al da prcveloria de
capeliba e residuos desta comarca a requer'-
mentb do S,. Jjaqu;im Gonalves dos Santus,
testamenteiro e inventariar.te dos bens da
finada Thuurazia Maria do Jksus, levar& a lei-
(ao os seguintes p e-iios:
A casa terrea n. 70, A rua Direita em afoga-
dos, cow 2 portas e I janelia, 2 salas, 4 quar-
tos, cosinha fora. cacimba, quintal murado
oom arvwres de fructo, tendo 6 metros e 60
centimentros de frante e 15 metros e 80 de
fund terreno proprio.
-A ease teuea n. 19, A ,ua de S. Miguel em
Afogalos, port e janella, 2 sales. 2 quartos,
cosinha fras, eacimba wneieira, quintal cerca-
do, fiente 4 metes, fund Ii metros e 80,
terreno proprio.
A east terrea n. 49, A rua de Sarta Cecilia.
porter e jineila, 2 sallas, 2 quaros, cosinha
f ra, caeimba meieira, quintl I murado, fund
8 metros, frente 4 metros e 85 terreno foreiro
particular.
Umas dita n. 14, no becco do Calab-uCo,
port eb janella, 2 salas, 2 quartos quintal mu-
rado e porlio, frente 3 metro e 60, fund 8
metros e 80, terreno fo-eiro particular.
Urna dita n. 26, A rua do Goronel Suassuna,
ports e jant-Ha, 2 sals. 3 quartos, cosinha
fore. eacimba. quistal muitrado e portAo, fund
14 metros e 80 centimentrosrfrente s metros
e 9'1, terreno foreiro particular.
0 leilao serA *ff- etu:do c,;m assistencia do
memo Sr. Dr. juiz.
Os pretendentes desde ja p dt m examiner
as cases asimardeclafalas.
LEILAO
Da 15.000 saccqs de e-topa de boa quali-
dade para ssuca.. fnov e pe feitos.)
Terga.feira 6 de dezembro
Ao meio dia
POR. INTERVENCeAO DO AGENT
Pinto
A'a rua do Bom Jesus n. 43
-Era Jotes A vnatale dos compradores.


Leilao
da armaeio, generous, moves e
mats objects do estabeleci-
mevto do cases 22 de Novem-
bro n. 36
Constando
de 1 aimaCso de awrarelto, balc'o. balin'gs,
pezos. medidas, eanteitos pare pip-is.
Urn c fre prove do logo, I moinho grande
para cafe, I torrador de cafe. 3 fiteiros envi
drapdoe, I ralogip, 6 aceirasa. t If
tmeaa

Na rua do Bmn Jesus n. 43

Ulhimo leitio
Da arpaco, generos e paortenq da taverna
da rue da Iperatriz n. 71
Em umn ou mais lotes a vontede
dos oompradores
Qoarta-feira 7 do corrente
A's 11 thoras em ponto
O agent Martins far leillio ao correr do
marteolo da taverna sacima.

Agente Pestanai

LEILAO
De 2 ricas mobilias novas de JacaraniJ,
Luiz XV cow tampo de pedra marmore, 1 dita
de pai carga con tampo de pedra, 3 lindissi-
mos toilets dejicaranda, carmas, marquEz~es,
enwas para menino, aparadores, mesas, qua-
dros jarros, It uas para almogo, dita para jan.-
ta:, fructeiras, lustres para velas, canlieiros a
gaz, relogios de parede e 12 pdos de jacaranda,
,elogios de ou-o, dituS de prata, cadeias, ade-
recos, brinc e, volt'is, cagoletas, pulseiras,
anneis, brochcs para xetratos, e um grande
soitiwneulo de obras de plaquet, oque tern vin-
do de rnais osto a esta provencia os qaaes
serbo vendidls sew reserve de preo.
Ao correr do martlello
Qaarta-feira 7 do corrente


A's 11 horas em ponto
No armazem da agendcia de leiloes a rua
do Vigario Tenorio a. 1
POR INTERVENAO DO AGENT
Pestana


Leilao
De moveis, quadros, jarros e
lanternas
Constando de I piano forte do fabricante Pu-
lain, 1 mobilia de amarelio corn pedra, I cama
franceza, cdch.", 3 quadros giandes, 2 ditos
maenores, 1 elogio de mesa. I commcoda, I la-
vetorio, I mesa redonda, pares de lanternas,
jarros e muitos outros objects do cisa de fa-
milia.
Se-xta-feira 9 do corrente
A's it horas em potato
NA CASA N. 102 DA RUA DA PALMA
Antonio M'ijiz Pereira retirando-se para fora
da cidade fari eilo por intervenoCAlo do agent
I'into, dos m'veis e wais objects acima, exis-
tentes na casa do sua residencla A rua da Pal-
ma n. 102

Leilao
Do grande itio em Parnameirin conh.icido
por OLHO 0Q VIDRO (bchAos proprios) cornam
dnas frentes, ums para via-ferrea de Caxgngd
e onpra para a estrada de San,'Anna, corn
1,400 palmos de fr.nte e 805 de fundo, corn
casa de sobrado corn accommodates para
grande familiar, urma outra case junto para
casa de farinha e esttibarfa, quartos foray, co-
cheira e quartos pora senzala ; ura outra casa
nova corn deposit o'agua e banheircs, cacim-
be, bombas, umi vertente na baixa de capital.
cornum 344 p6s de fructeias, aifm de muitas
outras aiuda nio frucriferas.
Sexta-feira 9 de dezembro
A's i1 boras
Em seu escriptorio d rua do Born Jesus
n. 43
0 agent Pinto Ievari a leilko 4s It horas do
dia acima dito. a proprieiade acima descripta,
a qual torna-se recommendada por ser perto
da estaCLo da linha ferea, perto da cidade,
cornam grande accommodates, cbAlsce proprios e
pteio commodo.
Os pretaendentes podeeao desae jA exaL.ina-
rem ditas prupriedade e cumparecerew a arre-
mataeao no fia e lugar acima mencionados.


AVISOS DIVESOS


ISAi Dt I:0 IItIl

Aos 4:0061M-


-a.-- BILHBTES GARANTIDON
Garrafas camn vioho, gen-br, cetvejea, Ii- A' RUA PRIMEIRO DE MARCO (OU-
cores, a lsmoosarda. pimeits, vinagro, man- ',A iA D R P)
piga ee otros generos. T'ORA RUA DO CRESPO) NO E
|Segunda-feira 5 die dezembro CASAS DO COSTUME.
A's 11 horas da manhl 0 abaixo 'assignado, tend vendi-
m0 eqagtePinto lehri alei0 e aim ou io nos seus afortunados bilbetes, 1
malis logs a arsCo. utancilios e generos do
est beleciments do ose- 21 de Novembro meIo0 n. 1519 com a sorte de 8004, o
a. 36, o qual se torn reeomoendado por es- inteiro n. 406 corn a sorte de 2000, 1
tar bem ipcalado, junto, a, estao da linha meio n. 249 corn a sorte de 1"0O, 2
e imWa nnoito entaoIamt o g'ane quartos n. 2953 com a sorte de 100WOO,
outrasO uitas vanagens. agu e gaz e outrassortes de 325, 165 e 8#, da le.-
Garanto-se a casa eo comprador da arma- teria (178.A), que se acabou de extrahir,
lo. oonvida aos possuidores a virem re-
SAceber na contormidade do costume
llo seJm d Jconto algum.
De 2 caizuas corn a Imarca triangulo C, Acham-se a venda os seus afortuna-
doneutro, s. it, constando : dos bilhetes garantidos da 10.' parte
6 eaixas oem 36 caixinhas corn Vermecelli, das loterias a beneficio da Santa Casa de
10ditt8 com &) atas comsmacarrieo. Misericoia do Recite (179), que se ex-
8 dies coin36 ditas etria. trabir sguda-foira 5 do corrente.



Sm, pmeierde tlOO0

03650
IWMW-N- 1875 "
K lMargin. Fiuza.
so Me 8 do novembro de
40 ,: gst 4dobacalbdoi, Cemdiffe
osaudame do Solper-
De. Sw6 Bernardo Galvi Al-
A re u b e r p 6a o 4, q uro
r" V1 de Maigo n. 4, quoe


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'1 *'".''^-'
. 1.1 *'t' 1.


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ieste eslB-ilecillmito, 6 (c
treiaabs(oraa. condicno i;tdis-
1 paraquC -e obtoala etli-3
ves v aetodyuos ?o re o ys-
ervo So.
Ivi4o no XZaxpe laroze de
le laran1ja.. aiiiatnaru. biro-
6 uuiver-alnwrlu fii~pi egatJ


ootr-a -s

MOLESTIAS os 01
E DAS PALPEBRMA
Bclidas e nodoas nos C
Ulceras e Chagas da C
Tercol, Fistulas, et
SA UNICA VERDADE]
Vende-se em- Caa
Francisco M. da SILVj
Droguistas
23, Rua do Marquz de Olind
^emlaDmbuco


UHOS

)lhos,
:ornea


C.


RA


A&

a. =3


4
CII


4


das 10
da tarde.,


e exdcuti-vamente reet
celcbnes midicos 40At
dades pare conmbatr
as affcceSs nervosa
da vias digestias eI
as nevralgias, a epUe
rico, a danga de S. Gn
das crian89 s durante 6
uma palavra, todas
nervo.s.


N0 memo deposit acha-se venda Os sesuintes -Preductos de JA.-P R!,2;
XAuROPELAW tRa Mrg TO W ANNT l
Gunlra as Gavtrlt-s, Gastralgias, Dyspepaeia Doaes a Caimbraa de rtsNibA.
XAROP BEPJ URU TIJIVO ,ar.ow"IODtU ETR BEPOTAWST
Coatra as AAfec;as es-,r*qx!oas, cancerosas. Tttmoi sba;woo,.,Acidea deosange, .
Aociden'e;-ypIuiUCMo secutd.-rios tomiarios.
r~d "' "' ,derosras dolarai;j t : .
[BNR fei[ S edi.;?I P;i IROTO I i86URETh FEMf
Goatti a Anemia, Chlorc Anemia. Casos llidas, Flores brancas, itatao.
peioten cm tfodas a.s bea vjgia u do 4=d
Paris, J.-P. LAROZE e C1 ?Pharmaceuticos,
2, RU DES LIONS-SAIMT-W, 2. ,


L del

O*CR


Esta CREME amaoIa
a bIranqueia a PELLE
IB DA-LUE A
T~i&SPAB~tsa.ieKISI
OA IOCIDOADE
m.smona mais avanda idai
Pi esrva t.id ):Iera roto l tisa
"ws na-g e das rops.


ORanZA- LUTEA
LIV40 EMOLSIVA
Braaquiea r""feIca ,p
FU ppareeer as arda
DRIZA AVELUDAW
bba~j~ekwm'taoflO.RtEVEf
0 MaiSu3T"pm a M peUe.
ESS. ORIZA
'erfurmaeo kmd w iwasalh/
doo Urns raeva.
Adop~tao pts me"da.


I P6 doe FLOR dAROZ, ,
uadherente A *s. I
PvodusiadoTvetudadado4rp'
,r Oleo paxa os
ci1 'A TT-frptiA1^'~i


1~ Esl~ cus Gr~iA.2A, i~ihu ^ r1,..- 2Ci, es do 1- pris : jicgiadas,,csuivi
3 raii Waniifidlf as .H-t' v i/', b c.Ui scn (anr o eCsoM;a-o.
vm 1 enr.ri 2!i'? 131X a00 C iecu rccomitii;dain assiin #mio a
INJ:GCAO FORTIN hygicnica e proervativa que nunca causa accidentes.
I *.~.. i! ,- *.*.tI. Aa.P LT. da SILVA e C' o niai rivdjka.,s pharinacaitv.


CARNE, FERRO e QUINAI! Fica provado pur d,.z azmons de born jxilo
Lioridade does mais celerecs thedicos, quc essa associn'-fio thu Ce o tC i0F
Quia e o mais poderog regenvr-i'tor ipia curar : Chlorosoe ou cores va
memia, Menst de$ Aotgross, Empobrecimento do auguoe ou sa alter
achitismo, Affcfies screpuulosas c escorbuticas, etc. Cotm elffeto, o
trioso ru reune tudo quiiioLu l;:;Ire e lfortalece os ori0os, reTli
ordena e decupla as trcas, nlunde u'uum sangue pobre, desvforado: vi'
riqueza. te stde5 H pite.et el Mouveteeint medical de Pars
AIROPE FERRU SS: UO'Dmima', proprieda&s para:pa-Iom quic?6pra tolerat-
Ttm~mua s bs~~ We5' .;F~le, P- 7 v
Deposio em catrde ASCUI:, 1.. ruL Ris:iLa, rAl;S
Deposit cmii lliriaxal~co : FiAA2I' 3. da SIILVA oC'.*


bora.s


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belecimento para
casa, que vao er
io. que terA lugar
^*'M) 1,+:*+


QNANDO- |
LUSTROSO]


'o--43


ADAMSON HOWIE & C.
N. 37'-.Rua NapqB d O 1inda-N. 37
A k.T ledm Was a boticas e drogarias.
S A a-so'ume exoellaine escreva par
todo 0rwlo, eaa do Livramento n. 15.
Utwtpessoa regularmlene habilita ia em
oompra e venda deo generoa de estiva, e quoe di
pleono coneclouete de sua condueta, offerece
wse serviqos a quem precise, preferindo casa
de primeira ordem oo trapicte : quem preci-
sat deixe artit fe :hada nest a typugraphia corn
is i .iciaes C. L., ou acounole, para ser pro-
curado.
Prociss-se na fortaleza do B: umr de uma
ara para towar coats de quatru meninos em
lenra idade.
Aluga-se o primeiro andar n. 32 A rua es-
treita do Rosario, calado a pint.ado de novo, e
com asua e gaz ; por 0|S a case n. 57 A rua do
Coronel Suassuna, e por 165 a loja n. 117 iua
de Marcllio Dies; a tratar na rua Duque de
Caxias n. 46, 1 andar.
Precisa-se.de uam criado para o servigo de
uma'ceas de edueaClo ; na rua da Imperatr z
n. 15. 2o andar.
1- Precifase se de uma aema quo saiba coi-
Ohar; na rua do I mperador n. 73
Precisa se de onma ama quoae compare e co-
zinbe para cass de pouca familiar: a rua de
Santo Amaro n 18.

Alguns irmlios mesarios da mesa passada e
4a presented da veneravel ordem terceira do
Carwo, grates a memorial do seu prestimoso
"ecretario, Jdao Martins da Siiva Villela, man-
dRm resar misses em suffragio de sua alma
terca'fo4eira, 6 d& eorrente, em nossa veneravel
ordem, pelas 7 horas da manhbA, pera o que
convidam aos nossos carissimos irmlos, pa-
,entes e amigos do finarto a assistirem a esse
acto do religilo e caridade.
Dr. anoo do-Baros arretto
Os empregados do escript jii geral da estra-
da de ferro do RAtcife so S. Francisco, mandsm,
oeelebiar is 7 horas da i :nhA de 6 do corrente
na watriz da cidade do Cabo uina miss de
Requiem polo eteroo repouwo do fallecido Dr.
Manooel de Barros Barrett', e convidam aos
parents e amigos do mesmo para tomarem
parte neste preito de respeito a sua memo-
cia.





D. Delflina Carneiro da Cunha
Gama
Joao Duarte Carneiro da Cuoba Gama, Jo.o
Silveira Carneiro da Cunba. D. Maria Carneiro
Riguelta Pinto de Sooza,. Josd M riano Carnei.
ro q CGunhab, Dr. Antonio de Siqueira CGarneiro
da-C nha, Faott-tro de Siqueira Carneiro da
Ounha e Joaquiu d Siqueira Carneiro da Cu-
uba, repassad de mais angustiosa dor pelo
fhllba iato de sue idoLatrada esposa e irma,
D. Defines Carneiro Ja Conba Gama, agrade-
camon o (tiedo d'aima a todas as pessoas quo
so dignaram aseistir a inbumacAo de seu ca-
daver no cemiterio public, e convidam os
parmateas e amiegos a assurem as misses que
pelo seu retouso et nclo a( celebrarno
dia 6 do correRte, setiei. d fAllecimeato,
s 7 bhuras da oarba. na i S Pedro
Martyr, em wOlimda. e matrix s doo da i
-nella e de Af)gados, is 8 borai oa
terceira de 8. Francisco desta oldade,
jI se cofessando gratos aos que praticare
male esse acto de religilo e caridade.


Manoel Goncalves de Barros
A directoria do Montae Pio Portuguez con-
vida os ass,,ciados, familiar e amigos do on'-
socio Manooel GonCalves de Barros, para asals-
tirem A missa que por sua alma mnanda resar
segunda-feira 5 do corrente ona Igreja do Car-
mo, 7.0 dia de sou fallecimento, As 7 1/2 boras
da mnh&a.
Recife, 2 de dezembro 4e 1881.
B amiro Costa,
2.' seerafrio.


As clubs vermelhos e

terriveis


No pateo do Livramento, 1. ja de cera n. 36,
oflerece a 8estes dons denodados clubs 4o
tbeatro doSnto Antonio para suas batalhas
pitldarlas, liadas grinaldas de flores de eera
branoss e de cores, diademas. co 6as, bou-
quota pare todos os prCeos, cupidos eanjos,
tudo trsa!lho de cera, e tudo por pregos mO-
dicos. pere a protecIo desses clubs. W
lattind -lbes perfeosio e modicidade. Recebe-
S qalquer eonmmenda tires dias antos.
f-irniardino de Souza Duarte & C. fazoemi
stir so commercio que o seu estabeoociema-
to de molhados, site o Ai rua de Joa do Rebgo,
passe doAsta data em diante a yrar debaixo da
firm Duarte & I.iaa Recife, 1' do dezem
bio de 1881.
Bernardino de Sooza Duarte.
Francisco de S.uza Duarte.
4A a Prows-soe douma ama que saiba
g a ar cogubar, pura urea fa-
mu d4ep arass e qoe seja flel,. prefe-
rt; uew ;narita Duque doeCaxlan.


a pare cozinhtr,
i. 1 28. ^ ^:;c.


Goncultas
da


IrritaVac
contra estas d
reltsra de o
PARIS, obran
,conliecido p
Gcina de Fran
aom opiu, no
codoftae,epode
atacada de Ts


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; ,^^^^ 11' (X)
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*1:..:!::*1*..1..*:L..I.: ^ t ^^ ^3
- fel^f^o

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(-Vfr

























':. Constemeute, sod




.-prepo f e ''P
deprl
.-r~ma-Pre0s. fixes ,


Aossenkore~s a gricutwe
CARDOL A *IRMAO avMuesm'aoe nnhores pticalorm qp' Blo uni cs
agonies doe st. OHIN FOWLER 6 C, engenheira efi LAnad. fabriewrt
do cacnlhabo de frr Powtati e material rodanate propito par a os nge oS.
Estes trihoo ternam-se recommwtendveis por erm do ago a6 Owoes I
damente ligados aosdocmoentes e ap jMasassiui a vseieTesa p6deer sai
tada em qaalquer lugar, levaotada e aevamente amenedt no rmIO aO MN
outro lugar CoW graUde prexteza e sam dependencta de pewoal teb ,ico.
Este caminho de ferro detiogue-se doe outros seomelhantos pe1 sua ox-
tremaa Wliaz e espcialmente pela sua: frmesa devlo a reuiurem os tilhos
em dormentee em todea ra sua exteeo abre o terreno de modo quo nao sofrf
abatiamt seai memmeio quando a terra estiver mole do mais pan transito toe
amases.
Fornce-se cataragos coram os deseubos e pre"&s.
Uuado. BIIuNm m. lO0a 104
CARDOSSOC 4* IRfMA 0


4X *~.Wl'w -4& V
PHA.RMACIA F4ANCEZ.A
ES0UIN1 UA miA DO CIRO
Recommenda-se este preparado de uama fora pprodigiosa contra as moo
-Jtias syphiliticas, cutaneas riaeumaticas, gotlosas, 0 especial]eute contra as mo-
itias da bixiga e des rings.



C OGNIC TRENJEXTRELL
LW I KJ Li f^E;. U UeJ
Este cognac, boje sew competitor pelo seumbimo preo a aupefnor qu ie que obte
ve por isso osprimeiros premios *a gramke expsipea nivwesal de Poi boje o aniI procurad
nao s6 por sua SUPERIOR QUA'LIDADE E PREgO BAIXO oeio-porque cadri gar4afa de litr
aomporta assim garrasfa e media de liquido, a o torna per iseo w ite barato pia as SHP
ilANDLERS,. HOTEIS. RESTAURANTS E VENDAS A VIARIEJO.
Unicos agents dos cognacr Muller Fr6res
MAIA PACCHE & C. ...
40-RUA DO COMMRICIO-40
Todas as garrafas trazera as rotalos no0m esta dtelecaco.
Cantela com r fs iakitiees
0 unico verdadeiro esgnae liuller Fr6rei 6 aqul importaclo pelbs agentes MAIA
PAGHGCO & G.-Rua do Gosaemeoo a, 40.
AM sixas reprseentam em mwrea do fogo o denUo do P!la0o Troiadar 40 Paris. A;
capsulta, rohba&earrafas o todsf sutkimticadas oeom a flraa-MULLEi FRRE.S.
CAUTELLA COM AS BAGI1ICGAV6fs


AOS AMAiNTES DO CACHIMB:
No d,"to da grande fabrifa de cigarros A vapor, A ran estreita do Ro.
3ario n. 36,acha-se ai venda o verdadeiro fumo intitulado NOVO CAPORAL
superior a todos que tern apparecido atd hoje, quer d'aqui, quer do estrangej-
ro, nao obstante jai ser conhecido corn o miesmo titulo acima.
Os Srs. tumantes e apreciadores do immortal cachimbo, devemrn comprai
um pacote do dito futuni para ver se 6 o que este annuncio diz.
Corn t out w o Srs. fumantes encontrario, visto ja serem muitr;
comprar mc preeret.


SALSAPAARIJLHA B CAROBA

Dit.' 6AL- BN hXBOUI *-..


Graltde depurativ& do sanguc; !e erciuHity
." IiP. pu-zti -.4n'or ,Ic dang:Ie. e umn efiiizi ai extract fluidlb cor:,osto de varias planas
r ,z: ;,:.,-. e e l.nta vee'.al o quale recommends a tios qantesm quiacm faer uso do
"." ;;:.,,,. (if-o (P cufirt:.-:, rfputado o pri-maeiro no so l genero. A ma fo l ot examiad
p-A. ,;.i !* -. v :> '. ,:a corn. ilf co8io o preparado. merecendo a sua approvagait.
-': ;.i- -,t.io e grai!, n opna pidwuir maos resultados como acoatece om a rosier part*
s" ;; ;:,i>- ,!o seu gerlero.


iiBco eDcilico


nas mokestlas segutiitbs.


:".2;;-n. a.a,!.; o clrorio, syphilis, beriberi, carbunculos ulcera feridka, fences,
l. .. .!',( : ji.iiu,, ha bushes, .:)as ou etsto;aes, papeire, rophulas; darthroms o impin-
S'.- a- !ie: .e ;.s c .uras tantas diuf;as ormaudas de u1r ,. gue impuro.
;. ;-;: age6-*, i-a ccm muito escrupulo c segundo ,novas desabrtau ds dapharmaca
".: ,-sp.c:i.-o loj usado de prrexarencia a quSdquer r6. it um d triam-mpo
.c;'.-,, ;ndi, f.icitalo ,e toda parte.o&S sa t e dVi 0 dW
-irtiv co4sumo ;u" 'iitew. tido eate preparado,, ,p I.' iame l t ia n aratvilkom
a. "s .; lras .k -taPnrriias falhawm fa cu* em tWdas a moleIsttiniA& mecionadw.
".s ruuetius.s facto' e atLLC.'t;:dos .quSq daiautoristam a dizet-o.
..os Os m"1arera.. teem tido una extraco-o prompt e rapida po *uw atdas vateida-
N:- f 0;zt --. i:. .I.. .l4 acabiores cowno muito ao0 anminciarem umdic corn pcopn.-
.....s .ue 'no .. {*.a ;:- r dst#.s c e nm ba bOsa e aos remedios estrangeiros.
A s;:.n.;!prrl, a h colw'oa do r Ciarlos B'&tteo;ourt pbde set usada por todas -as elm S o
-ae,- n*~n.-.< do sen ibaiso yreco, o que nao acoaten aew a ouatas qacum dlPIlo-
64a4Co inreo-
PILULAS DE EUCAL
-DO


IO*\de.1 .'

0 de~iiL


mi s I4

11mIm.XJMm


rw. efernl ,w IU
^pob7ado: pela
ACANUmA 4douiMEMU
urloasAxemiasFlores braus,
Falia de Menstrtufa G r
rldaDsarranios do E
FoUt. de Sangue, I o mew
Tomico repai-ador das orfa.-

a assignatura


igarros
Qureie Iiirar-voi de doenpaa
No eatemio
FABCA DO -CABOCLO
ESTABiLECIDA EM 1858
26-RUA DO VIfGAR,1O-26
Os proprietari'-s d'est* fbieat scieatfi-am a
sens nuom(rosos freguezes, tanto destaprovin-
cia comno das- do norte a sul do imaperio, que
continual no sen estabolecimento a venderem,
tanto a r(talho comno por grosso, seus acredi-
tados cigalrus, fabricados omu os mais eaope-
ciaes fumos de Mins ae Goyaz
Serm visos de powmarda declaram que seus cl
garros sAo iseftes de todo e quaiquer artificio
e s6mente de fumos generosos.
N'esta arnttgr fbeim conhecida fabrica da se
Os descontos em qualqu-r quantidade de 1 mi-
Iheiro para cia coarn 30 die a contar da ulm-
ma remessa. -
Teudo mii-ide an... podido obter seus ro-
tulhs dopois djj& set vidos,se servindo delles,
declaram que 6som cigarm SUli rii a IL1
mortalbas co akIstiqI afat rica, '
a seus conrumidore ,0 especial obsequioWl
inutilisal-os, caso o-Sac. .pradoras .
talhem nao os vendasm, pieIt a fa
brisca se ibhes cotr para'ifmowIw ados,
evitando por eWbform"i as faJls.ficaiOes.
Denominaogo do e .1
Marca registrada na* IM1iulwM4.J1mI
Commercial
Saudafst
Serpa Pinto
Positives i
Perola de Goya* 8 90
ApraTMi 8500
Catra,' 650
Sociaw,
Rocambole 48000
Popubfe 65000
IrnpeiMe 65000
Continue o Sr. Antonio Martins gerindo mi.
nha fabrics A pest de 18 annos.
Recife, I de IomO de 1P81.
ViMa, Araujo Braga & C.


A LU4iA1a BA AN 0 TA J
Travessa do elfofreiro n. 6, te rea.
RIe& do&celboeae t, 4, le.is*
Rua das Crioulas ns. 15-B, Capunga.
Rua da Palma n. II, terrea.
Porto daI-.1 tu dai Agkinbto n. 7,
abAeri bn 8ib -- ,-
V1ata-sow i *W Corps jmBo m, 19. 1
And*.

k-dist,
Ainda cotUinfi a prepsarronsovaes de o
.no* bqtisas4o eg quO.(r-*tetts de baie.
timatro, etc." faz pe a's' totio por preqos
O S e pelos maia, rodetimos agurioos
Solf rat e a p eza: a ro lr1
ga do Rosarto a, 6 2 audar.

^vso


A loja de iVi4E &tjna do Marsinq de O0
UMnda n 49 acaba drecebier chap6os de sol de
Seda de cores, pars senora, o quo ba de mais
modern e elog ni, bern coimo luvas Ue pell
ea, branca., muito fsescas. de 2 3 e 4 botO.:s,
'asim coma babados e entremeios transpa-
uentes de tudas as cores, artigo munito moder-
no ; bern como na Wesma loja existed urn cow,
Ideto sortimeato m miudezas artigo de
Wbttntasia,o q1e t liao Vee barato, a164 de
arm grandosoatimue-no doiev icbias pateoa
tra, quo ttibew vezd 3 barato : .
"- M lgq
Precisa-sadeul mo1eque parn comprame.
roais sorvaCo o ca&a dte pequena famsilia, de 10
a 12 anna de idade; nestaA tpographlia s
di, ouna ru o gario n. 2, esiptoo.


Precisa-se de ui cria ra stodo yexi:e_
a tramt narl Nova n.a a .I


Rua&


6 Vi


HOMEOPATHIA

la Victsin: 43


p-se 0 troea-se
as as q*Qaidades


hiro #yisi/qslqvtt que q a sua imper.
tanoca. ,-.
Im tatw a1ra twamw s, ao tomadas asO
0mn0idm0 sos8s d.. dos 8r,. preten
dtes, e encontrarbo maleres vantagen,
do oane Ioutrao qlaiquer pte.
(A ruedo3h~4eJt m.7)


I~MULJLER FRttAS
Itto a*a Srs, ionsamidores
A atayse chinica quoe se tern proce-
dido atimamente tem provado quo o
cognac -MULLER FltERES *** 6 prove
nienle emiusivamnte de vinho, a finesa
de sea aroma demonstrando igualmente
quoa sua escabha 6 feita noa qualidades as


mais afart.
Bordad, 17 maio 188t.
M Qoiieaud.
EXPERT CH11IO Do00S TIRtk n, MaBR
SOMMOSa PS SlIOEIo I ONBDEOSO


Aitbn,
Na rut do ItSnet a. t3, precisa-se de
vents fbrrw O spcravos.


Geebra e vinagres
Moreira & Cabo & C., teem Semppe ena sea
depositJl, ra ijo B m Jesus n. 8, grele
quantidAde desses geroe, a prevos reso-
aidos.

CaMisafna francema
3 -na d" I&peratri 3
Fabrid e m a inafrr pVfetcAo, e por me-
dida :
CarnisA per*, hlom&w &11o uma
Dias ps a aSulbce a
Ditee wlbur pea.*l 5e O0
b dmi ditl pa~rv~~i (
SDita o dito o melhor9'rtoat a 41-05.
Teoi' a im velnd: .; "
SLeque- W ftwba a 800, f e w.
Meias defltrde Egefcia para tlhiemr, a 78000
a duzia.
Ditas inglezas a 65000.
Ditas creas a 68000.
Gravatas bruocas parah bomem a 500 rs.
Ditu pretas de grgorglo de seda 800 rs.
Ditas largis deo sed 100000.
Cretone para estidcs ecamisas de 360 A 5O'
is. o covado.
Meias brancas para.homem, muito boas, a
5500 a duzia
SDitaq de enres a '.5000.
Bemrn assim outros arUtgos que recebe po,'
amostra directamente do Europa, que vende
bara qto.
MaJapollo multo born e barato, relative
tfente.
Aviso
Neesit~edepeassailita dsataa


Necmssita-ae de pesss hibiiltadas a traba.
lbar na machiaa de o 1.

Retalhamento
Ainda esta Mancel de Moura Esteves reta-
fihando seu sitio no Arraial, oom a freneo para
s trilhos. lugar muito saudavel e recreativo
Pre>os commodos, muito parto da estasbo da
Esgabeira de cima ; a tratar na ruadas Trin
eheiras a. 48, nos dias santificados, do mei.
dia As 3 da tarde no a-esne aitio.


CLIA ADE LONGSTRtZTU
'dPra dalAr, para uso de bancas, esdripthi*.,
marear tr ptiamprinlr GaTellopes, artlon,
S 'r'Dg 'e eft


rotuiOt., ,c n es 4er ionogram teas,
aulbgrapE e. et. ibo mother,
p4* azimple e amis duravel que se tern eo.
mheodo. Agencia am Peruambuco
Rua do Harao daVlctoi i &4#
Kos quo- se de-jam-curar s
.omprometter a sap4e
Nesat typo rphia e na rua Bireita n. 43, 1..
andar, vende se tinturas boooeopatbiras pata
prompt cura da segaitsoamolsetise :-AWks-
matico, -sinda m"*m n2MW"bteo; erysipela,
eaxsquecas; iatertmttenH lsom oemprego di
fatal quinine)1 tosse convaisa; falta de mens-
trua ,; camaae do sague -; estericos o.
d~rt madreeovermiiguos; to o manipuladc
die bvas d.psiz. Assim carno trataw-'M-se 'tF
ii~a~cetleqwa qaalqaer caso.


j0 Romedio mits eSta esUgewoque st (itn icobe.to ate hoaje on'.ra a Lembrs dePo-

Deposito botica
Franceza c drogaria
A. Caors
22 Rua da Cruz 22
Rita Maria Pires da Cuoha, Maria Pires da
Cunha e Jose Nunes da Cunha, muito penbo-
rados a agridecidos pela fdneza que Ihes fize-
ram todus q',e acomipanbaram o sabimento de
seou presadissimo esposo, psi e.eogro, Sr. Joe6
J aquim da Cunha: convidam novamente os
seus parents. os seus amigos ea os do finado
para assistirem as misses do setimo di., qua
seilo celebradas na Ordem Tetceira do Car-
me, segunia-teira 5 de dezembro, As 7 12 ho-
ras, novo favoi qae solicitem, de que serbo
gratos.
Manoel Go nTalves de Barros
D. Francisca de Paula Cavalcinte Bairos e
seus fllhbos, Antokio GongaIves de Barros, JOa-
quir Jos6 de Barr,s e Silva, Jos6 Antonio
Marques, J ,s6 Laiz Macedo Cavalcante. suas
muiheres e filhos, rogam a todos os seui pa-
rentes e amigos o caridoso obsequio da assis.
tirem as missas que poF alma de seu prewa
dissimo iMarido, p.i, Irrmlo, genro, cunbado e
tii, Manoel Gone ,.lves de Barros, madam Ce-
febrr segunda feira 5 do corrents, setimo dia
.do sea passaamento, as 7 thias da manh5, nas
igrejas d& v neravel odem terceira de N. S
djo Carmo de-ta cidide e matriz de Pao c'Alho;
pelo chaperecimento i oste acto de religion e
caridde te confess tm etornsmente gratos.


ser. I


Francisma Thomazia da Concei
?o Cunha
Antonio da Cunha Saes Guimrnaraes. D
Maria Bflarbara da Cnmth Mwi, D1. Joanna Mi
iiaW a de Jesus. D. Claudina Wartinhb do Sa-
eraseni". D. J.,vina Candi a de Mello Guima-
raes, D. Franciscs Agueda da -unhi, Jose Joa
quim da Silva Maia. Ign"eio Luiz de Brito Ta-
bards. (ausentes) Dr Antonio Bruno da Silva
M.aia, Dr. Ersesto da Gunha, Affunso Augusto
de Brho Teborda (ausente) Gustavo dos San-
tos Cuoba, Antonio da Cnnha Soares Guima-
raes Junior, D Maria Amelia 4e Freitas Moraes
Ptirahetro. Franfisca OGympia da Siva taia,
0. Annuaitada Augusta 4e BRito Taborua. D.
Olivia da Counks, 1): Adfeia da Cunha, D Ma-
r a Annun-:iaIa iDuarte Maia. D. Francisca
Theosazia 'Oliveira Miia, D. Maria Leopoldi-
na Waia Duarte. D. Matia Julia da Cunha Maii.
D. Cecilia Awelta da Cunha Muaiz, B. Idalina
Auta da Cunba Gomes, D. I.eonor Augusta da
Cunha Torres, b. Amelia Taborda, D. Honoria
Marroquim da Cunha Maio, Bernardino Duarte
Campos, Joaquim Iua;te Campos (ausente),
Antonio d'Oliveira Maia. Jolo Evangelista Go.
mes e Pedro Guncalves Torres. agradecem a
todas as pessoas que assistiram aos oafficios
funebres de sui fallecida mali, irmA, sogra ea
av6 D. Francisca Thomrnazia da Conceiao Cu-
oba; e de oOVO conri.;am aos seus amigos e
pbrentes pars assigtirem as missas que man-
dam celebrar na matriz de Santo Antonio, no
dia 5 do corrente, pelas 7 1/2 horas da ma-
nlki, setimo dia de sou falle-iwvento, egrade-
canJo desde ji esasa prova de amisude, reli-
gil) ae caridale


Antonio do Albu urqe Mello
Candida Peixot deAlJuqueiqve e seou flo,
coavodam os seoh ri~06ltors~.ps parsa s-
sistirem ame mOiw qe arW aD de seu idotals-
trado e3)0So e psi Antmnio do Albaqei9qi.
Mello, mandam celebrar a 6 do correct, tos 7
boras da ma au a iutriz da Santo Antoniou
i40 anniv ersrin dae o IMAti llMimAntnI


11W Manotl


ILarrelto
Os filah, filhas e sogra Jo Dr.Manoel de Bar
ros Barreto.mandam cAtbrir missas pels alma
de seu presado pai e genro, na matriz da Boa
Vista, as 8 bhoras da unanhl do dia 5 do corren-
to, a para ste acto convidam a seus parents
e aos smigos do findo..
Jo** Marg ds d. Biva Villeia
F-lisainia Raposo
"Vilteia, LauriiidfRa.
pe0 Villela Jo.a-
Iqoso, Peunomcrdos

*Mad O&M AMbSAl.


A
* a


Ii a JW


de um hbmen que entenda do trabalbo de hor
talice e flores, agradando papa se bemrn, Ira.
tar no becco das Barreiras n. 7.
Aluga-s '
o terceiro andar do predio n. 59, sito a ruLi
fluque de Caxias; d tratar na loja do weswcmo


Gustavo Wertheimer
M ternm a hnra de part cip r is
ExMwas. famlias e a qu:m mais in- I
teressar posse, a sua nova paora',n
*Aim nanv
Rua do Barao da Victoria .
numero 14
(antigamente rua Nov;) 20 andar,
podendo se dirigir bilbetes tam- I
bemriloja dos Srs. Ferreira G mres
& C, 9n (esma ccasa, ou a loja de -o
pianos e musicas do Sr. Victor
PreaIle, que gaciosamente-e0
presta a recebel-os. l

W, Ow sm: V
S.Tpaloes (ie Suser
Acaba do ehegr novo sortimnento a rua Nova
n. 16, ljsj denominada Vapor Francez.


Tecidos nacidonaes
Algol6es branches e de cores das prireirt.-
fabricas da Bahia e Rio de Janeiro. V.i.id..u,
Perreira & Irnf o, 6 travessa jo Corp, Santo
n. 25, armazem (Recite).
Fabrica Caxias
Preciss-se dwraises pars embruiho; a.
rua Duque d. Caxita a. 68.

Ao publico eao coa-

0b aB 'assg odeclara que tern just e
QOntl04 p W. Cyriso Jos6 da Silva Pe-
r ir ve e a iaracpda. a arma Ao e suas
tftSpga aitsera its A rua do Motocol jir-
bd At 67 do freguezia de Afogados; quem so
* corMn direitom i t, esmal di ija-se A rua
1) Vroode tr 1 dies. a a contar
4ai 66M., V--un" *prowp n W soe res
llsl!ft t qelquer debito que poss ap-
25!~4, a%&a o V 1i881.
^.^.^ .Aca~i.^B Se ia ltef..


Ill


, i I1' I


-dos-M mais ,afaif4 '-td


W 1fenUi de qua 6 merecedor&
O#V hw# p a .eferida commissufic$
%W$aks.a festftie t do traclooar, 8tairO-
Okftrik* 0o bsequio deodeixal-as t o*
totio ct'rf di Perenambuco. a en1treag
b sr. -F*u FiroteoUeiroa Farias, e na Cide.
dds OidOt so Sr. Fortunoto Jj.6 de Sam'-
pi., i r de 8. Beot 3.S&
Luis Peirem Farias,
Ttnmestreiro.
Apoliatio Luiz Carneiro.
Fortanaf a Jo*6 Sa mpaio.
Fiancisco do Figueiroa Faris,
Piouradores.
Caixeiro
Precisa-ge Je udo aixeuro ., m prrti-a de'
taverna e quo d d6 f'irniago de sua coioucts;
na fua Imperial n. t62 ae dira qderm precise.
Aiei de I hile
Precisa-se de umas que seja sinia, na rua do
Duque de Gaxias n 71; paga-se bern.
200-0

AIMga ser o ndo aondar do sobrado ia rua
da Gala (RerfeJ) n. 62, bern limpo, caiado e
pint4do de nova., bastantes commodos; trata-
se na kl(Ja.

Licor Ttbai a
UE

GRANADO E C.
Unico approvado pela junta de
hygiene
E' incontestavel a efflacia dEste licor pars
curar radi;almente todasas wuoiestias fyphili-
ticas. Osi :heumatsraios, us daithros, as es-
crophulas as pustulas, os tuber'-ulos syphili-
ticos, as uiLera&-s da b,.cca, do pha:ynge e
d. larynge, as escaula, os tunmores gommo-
sos e outras muias bastante cunhecidas, slo
cowmbatidas energicamente corn o verdadeiro
4 Licor Tibaina ; do Granado & C. xcellente
depurtavo recomnmedado por distinctos e
abaiisados facultativos do Rio de Janeiro, pars
nio 96 expellir todo e quslquer virus syphili-
ico, coo*opara pariflear o syslema sauguinio
Este te o ut'il medicamento, vende-se no de-
pasito central A rua 10 de Mareo n. 12; Rio de
Janeiro, pharmacia e drogaria de Granado &
C., e na conheciila e acreditada drogaria de
Bartholomeu & C., A rua do Rosario n. 35,
Pernambuco.

Cidade de Po d'Aiho
Grande hotel Santa Thereza
Jainto a estaiao da via ferrea, casa de
awarello e verde
VIUVA EMILIA RAMOS
Acha-se aberta d concurrenc-l public este
grande es, abelecimento, ao p6 da estacao da
via-ferre.v, e della distant. ous minutes, con
todos os cnrmodos e aljaaiertos inrlepen-
dentes, moitofiesco e a:ejado, eonde encon-
trarA.o os senhores p sigeits cl) centro conm-
modes para si e cocheira para seus cavallos, e
osque forem a passeio o inJispe:.savel pars
tornal-o aprasivel, en,:ontrando-se a qualquer
bora do dia ou da noite tudi o que pre 'isarem.
inclusive bebidas de todas .s qualidad'-s e iur
che a qualquer hora. A proprietaria pedle
protecco publira, e que visiteco ao menos o
seu estabelecimento, p i.i iro no seu gcier:
na cidade.
Ao grande hotel Santa Thc.reza
em PAo d'Alh
Grande Hotel do Uii-
verso
Kua Ao Commercio n. 2
0 prprprtetrao deste eStahelecimento veto
communiear ao respeitavel po lico e corn es
pecialidede as Exuas, faoilias, qua dihego.
ultirnauarete da Europa um period corfeiteiru
e pasteleiro corn oratics de finas pastelatia.
do systerma de todas as nac;es.
Bolinbos para chA e cafe.
Bollos inglezes.
Ditos genovaz.
Ditos Saboya.
Pudings de quslquer qualijade.
Grathti a la reine e a fructa.
r.ougalb e todas as-pecas montadas.
Boelos enfoitados corn letreiro, analog,
aos actos etc., etc.
Pratos enfeitad s para sobre-mesa, enfiw
todo e qualquer trabalho perteneente a art e.

Precisa-se


de Bairos



















L I. v I A
civra


i


IJIiL
Em. P dt


(Em frete ad matriz)
ierculano de Hollanda Cavaleante *visa aos
sees freguezes e amigos que continue a forne-
cer comidas corn todo o assei e apromptidio.
Retomemuda eseat amnilias quoe forem a pas-
sele, paw o que tern contfortsveis aposentos.
TEM SEMPRE
Vinhos, cerveja, licres, champagne etc.
Barato
Aluga.se o le aniar n. 32 A rua eslreita do
Roeario, caisad e pintado de n ,vo. comn ague
esz ; pe 2) a casa n. 17 4 rua do Coronel
Suaasuna; e por 165 aloja n. 117 Arua de
Marcilio Dias : a tratar na rua Duque de Ca-
zias p. 46, 1 andar.' _
UftAft Ui R AM
CASA DR DURO


Bilhetes garantidos
Rua do Bar*o da Victoria n. 40
oasas 40 oo0tume
0 abaixo assignmdo acaba de ven-
der centre seas felizes bilfietee qua-
tro quartos de n. 2,316 corn a sorte de
4:000, e aumrn meio de n. 4,519 corn a de
800S000 aldm deo outros premio de 320,
16M000 e 83O.
0 mesmo abaixo awsignado cenvida
Uos possuidares a virem receber 'a
conformidade do costume, sem descon-
to algaum.
Achami-se a vea4a os flies bilhe-
tes garautidos da t05 part des loterls
a benefieio di Santa Casa 4. Misevicor-
dis do Recife (1791), qu se extrakfirA
seundafeira, 5 de do eorrente.
$RB06


Bilbetetnteiro
Male
Quarto
Cm porwto de 4%
elm.


*4000
ieoo
49par0


bl lheteo intoire IS O
Mes ,wq~ *silo 40d6




sop peB a14rse i -

0 abatzo as-uado tendeui A
oe mas fela es hetes garantid A
M la 179 a wrte 49, a b emo 1

anta wasado pisetiores a diRe 4s


3pwQto o 4. 1oo6, td pe r.
9er am dwoto alfgf .
0 abadio assignado tefil exsposto^
vwon" As sos. felses blhbmv P-
vantdos da loteria l7W, a befi d
Santa Gasa de Misericordia do Rece,
Deus, quoe to de extrahir-se no dio
eguna-f .9A, 54 r te.


)ce~ WO= A
1 QIIxia
Bout% nteiros ,


para veptmld I NMV Ae-. uwrw.
GorgurOs lav .4os cow bIblho eavtnado
ijtgtio de sods fazen de got o pars ves-
tacios, Covido, 8i+i rOi.
Setetias f :ae talUs matizadss om
stB 4em vi n4opWepves~l: iio, copvN a U* Nris.
Ditas lisas, tzvnda fuissiinq, cowm deoliadis-
iii~l~naasee,cova4doa 86eS40r6is.
Oitas ondeas on a vapor, corn lindaslistas.
tend. )o< clars e escurap, eOdo n'es8te
genero o que tem vindo de o ais phantasia,
covado a 640 r.6i.
Alpacas brilhbn'es do f urt4 cor. c:nm bri)hlbo
imnitago de seda a 640. r6in.
Fmat8es braocos lav ad0(, tAzenda enooqpada
e de Oluito bone desenhos, cova Jo a 400) e
640 iis.
Dios muito fines de uma s6 acor e tend de to.
das as cores para vestidos e roupa do crean-
4ps, cova Ditos brancos cor n pairinhas de cores, send,
fazenda de mnuto gosto, covado a 28) r is.
Cretones 'om barra para fazer vestidos enfei-
tados, tendo de todas as cores v sndo (a-
zeuta de u0ito gosto, covado a 360 5is.
Ditss corn Javores miudinbos. cores claras e
escuras e lisos, fazenda oe muito gosto. co
vado a 3M0. 960 e 400 i6is ; e oltras muites
faszendas de gostt que a e vandem per prego
muito borate, noI loj dos.berateiros da Boa-
Vista, m rua da Iwperatriz n. 40, esquiaa do
beeco dos Ferreiroe.
See todas aa fazendas oe dOl emostras dei-
4aotdo penbor.
FORMS PAR AS-1


Novo system


4do for-


(fas amerocmas pamr t&
,ucar, reilas de madeira:
imowtr Ho 0escriplorio dt
iund r Brothes A& (.
praa do Corpo Santo .
1 iu e pelandar


P., loje A. 0 daMa ra d$ b+per.triz, vedee
lindissinmos fixxi 8 pelerhias do seda, tanto
linsa omo bqtrduies. (0do prsaaas e d a toa
4s coros is Jbonitf qtw 4lt4aWumte 4
qs -e pp.A i< ; ; lojaa sqpisaAo btB
.o PI. ferreiros A ao da Imperatriz.
Pr~ntivo 4 doS Ifis
yvBde-se as pbarom m Baittalolae& C. A
Vsu epwh w !o *OG ft 4.-

A psicjo Uiv PAr ua d a 4o Btto It
Vitoria V. 17, recba grande sothme&to d*
ovperlba9 arsa seabopr a* useOms, qup
a. '4* "Osewo 4. A~r Ma 'wo 96sUOO:


.ajl gupa
e pie -^
-am tho
tiabos 0 ve
"W^Io, I
**usI. at


sin-
ae


kt,4 m'ailm',
las do eons;
i;m~*p


made dos epanpm
.Op W la s tlWi p'


oexakplar, e
#, e no ru 40


qt. "


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pies 1o01
pretooe


^*^Wf mmH v f w^v:i~ -'- --

VenmswAtsg.mgwub wrna sita A
rua doBp p, r# p mppo lrgo odo
PSrmllogp________


a werlecaa ,para|.Ideasvocar algo4io
S Ae 1%0 12, it's 18., it35,
+lop moveis, pars decarogar algodso
Para limprfacs.


Cimento


~de lona.
Bombas aeicanas.
Bombas -cns


dIe diversos
40, 50 serras.


fabricante;


dos melhores fabricante.


para costura, de diversos fabricantes
para debulhar milho.
para cafd, afianados.
Portland verdadeiro.


Balanmas ingles..
Pernleiras de aram.e para refina,,ao e pad aria.
Passadeiras engenho.
Escumadeiras
TUhoS de Yidro para vapores.
Louga americana para cozinha, forrada e estanhada.
Torradores pa acaf.
VinAde-se na
LOJA DAS MACHINE


AS


I


Dito-deivw'or, m- -t, R .P SojjA inglezes de hid. (Umojpe, aiim,
hmo e90do sA, Ierr gum ~.4sv s, o1o0156, co-
.,M W' ....lk' .... hopr-#.. ., Il, 4 ,4 ; p a rua do]HirAI
A"S l~ R iao)j~ t., %~afc.
dpa Vpcs)O a. 1

.r nnll(rtande pequeuos esjp+slbo corn moldura
it. tbouenado W=8"# j mde imaera a dourados, nra tolette, selee s a
!go#e* U500 02 M01boa80 I SMvagem; vendee Cadido Amanl & C., La
WtS~oasdd Msf~lags Meto's
Atealbaido adtateac 'a em. alto1*- rele-.
U'vo. comn Wiuma -batante pave 01 1 .1T AI~l
mesa lanwa.efo WSOW.0 *1 L^uTas de OellI
Dor, )a o adi d aI ul496timo vapor cehoado da Europa re-
tendo a8 Aos de largura, netro a 20 beou Bazar Yictoria luarves de pelliea, tlraucas,
Guardanapos adamasacdos de ogo- pretas e do core., corn 1 3 e 4 botbeS, pars,
dlo, doals a IfVsO bomem a senhera, e vende-se nA na Nove
Ditos de Inho adMasopadoo, fendo numero2S.e-
muito boa faamenda. duzina 450-r p ..._- ___-- 8 -- ---
Cregueas, suIperior orguaeli pro- | pet para saceqs
pria pare 'en~oes, toalbas, seron- 0 -mi~boreaiq barato; vada o Calangro
Ise, sendo fasenda mulqo e_corpa- 0 6- H us.e ai$a t ;ead ap angr
dota, vara a 500 rs. a em peca Coru Rua ....a adre de D -36
30 varse 1485C0 G4MOLABde arase de diversos modelos pa-
D tas corn 20 vras, send nmuito ra paseiaros.
I boa, fazenda pelo prego, peoa a 7 e 8W00 TpANSPARENTES de pinho p;ntados a olee,
Pannos de linho, peas de panno de coB id4asa paisagens.
linho puro, fezenda muaito large, 'BEIS de vine corn balango e maitase
propria para lenc'es e seroulas, guangs.
peCas corn 30 vares a I a 54000. | Ade ascla ingleza e de couro vaqueta.
ou em vara a 750 rs. e 800 MALAS de Madeira corn todas as amommo-
Todan estas beOudas so baratissimas, a daqSe e seuranoa pare viagem.
daio-se mostrase.. a VESTIDINHOS, serpatinbos e cbap6 dejse-
-ion-i"-toe barat--* tim Bpra baptioado, ultima moda e aparado
Borm,boitoebarato 1gRste. o
Papa a garei~es ara orra a &roeoer! M H tr bcs
Papel guarnIaa para ferror e guarn eli TINTA PRETA para escrever. de qualidade
selas, gabinetes a quartos ; vende-se na rua 'j bem eonhecida, a 0 rv. a garraea.
Duque do Cixes w. 54, 1 andar, por -ol9f CiA' VERDE 8 PRETO de gUsto wuito agra-
prego do quo em outra qumiquer parfe. davy.
Borra -h p iMi ni outros iouitos artigos-de moda c
Borracha para U Iphantai; vendee porprecos worazoa
Fin a de superior qualidad: vendee R8e-. )vois. Oilo AAmoral& C.. na rta NayMn. 2.
drigues de Fartia & CG., rua. de Mariz ea Ba.rrs T i--
If"Wan~od. novidadte
n. 11, esquin da rua do Aworim, no ForSedo ll v l
Mautos. Luvas de pellica ,endadas, corfas lindas, re-
Cebaeus ExposiAin Universal, A rua Nova n.
17, Emilio Roberto.
MLMU, I Laverna
Vends-se a tavernada tivessa do Principe
A' V g I 45 ii0 o n1 20 In. 10,. propria para.um wriccipiimte, boa caS
*on" ginay sft ortioouto variado d# e bern alreguez.da.
ntudrbOA W 0 b W 9 a et W1I0O t0 lO
too petence A .uaofflaci Enfi~D V alU
i-ngenho d'agua
---_ -___________-___-___ Vends .eo engeno p--ra pasgamnuto de
a divides, e6sitoado na cooarca de liaraasfi
'I e& daw piniioxim ao porto de Ioapiasuma, mI>pte
a P ,.a 4 ./o A corrinte, de multo bat teeras ae8p, var-
Pre~s MtsUmidmiaSwos 10 o/. Peno0 azas me itast parn maNe do leg.a e om terras
qe em outs partes Pasrsafr 4ar 40l0co aleisarll pies anoes
) r 0 e o a som an t e 'W a +.
AL9sEIssl0mi9i 0pretonubetO pdew derigir-so g esame
AO+a.l rive. engenho, on a r1a do Bow Jesus, escriptoria
0 i d8 ImO tW riva n. 10, quoe sbsi oom quem trotar.
IUnitin~etmu.isew,1Wo40care, asMAP
cw~or.__7._ a o~pas Dara hionieittR
FwelAs brao bo0Jrdadcs, a 400 e MOs. D ua
cdi, a quo t ,o kja dos berate'osda dBoa-Vista & yua
-it I*A da d'sIn
CachvowiarflowsC que indm- Cds o c a Iwei. e0

010 1s _Pit -
do Wta 4V Mus, *fc d kk4 f- # dzeaa 4. w{ato 79000
) .4e 04000 oo 8, 4k oW' W"

Aocas Aombrlsdos, bopoia .aeumds; a I0 eas 4 bum' pardo branoo. pars
'm. dlit j 'o w pt seado ,mito ba-
Naashks Rinse ds cots, a MS me. o awt W O,
Meioi. saefeorwpra e ., sne tor-
Cm'a8es 0 a uetir4 le. Jwos, t re/ o, a e6M0 05
ms. 0 toI Ditoo de dita forrados, de o 500, 919 a low
MTip6a duas largurm, do todas as e6e10.A UtoW Is enpin vmlaftB1i sa ISOo di%. ,1 p i l0w
S0 e6 e 0 4 p01 W 9COM"bpt I m peinforto am
a 110" o4o i 1forro do7j 1 tW0
soUn c. idom r4gderosiat1 a9p Cml.s irapS c Pmpdft do 006110
ditlj fnBo 110o #0 mmw*ul 1A V iVW~
amares,, sas kme ts per llk pnor rej 4iW0)
mu ~S IIM PS ~ Di, Iho,+. foznam~oderns .
eome.lmll. il^-eS m nnn00
AiM o .+e4S'IOd .as
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^ de ......t mf~t^ jtM :fi!o S^ ^~f ^m- (^m f


HUMB~1Xi I WHIN
FTTDDLOA Dfi 13119n

tlua do Rrm ns. 100 10
Deposito-t' a do Apollo ns. 2e B
DE

CAhIOZO & IRMAO
Tft os pito e .tppAm a recebr da Europa todos as1 machinaa a
oesgos pnec em aariltur 4esta provincia, vendem a prazo ou a dinhero,
ipreos r esai0, j~uam 4enecesario e..ar"cer a b6a qualidade de sMa
kachinas, Poi8pq at* i ao ha qnem e queie de qualquer machinisan
qui comprd, temloepas 4pe urn s6 tambor pps aper dous de igual taa
Iho de algua qiae ha no V3"W-0o.
Vapores de4a cav. Moendas de 10 a 40 P.
raebas undidas e Pares de diversos ti-
batde MidhsO


,MvaA md GIiinchW a13 tnWeladas.
lodetes grades e Rodas a brs


pequenos.

i!auos k Wmo.
UIara n arinha

;u'm3 ei.


ttoirmi ar mandtc!.
Tometas de ronze
.Arro.
Bo(alente.
roBfWs dtr


WODAS D' AGUA
Inglens 0e fel. apipoo ate e risco do distinct agricultor Leas",
avalcant. ds SM'a Goiibaaro.
flEX AM ASSUCAR
+ t1 ..... m mm mm e pequenu.


i iM a 1wpor~uupm
oaponuabJspa polo bomb t
:on umt respMtOal desi
'nglatprr#,


e corn Um dos =lw_ *en


Is.


4:


; pira wse fin oel

*a104


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ftodw; a,9
45 dlr**

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OI


C.
-A*


DE

REIS SANTO
Rua do Marquez d'Olinda n. 56 A


S


I bi-


Sir7*4ttrti


I














soe
do


temp
do es-


meneto do 7, quado muito doe8R/., quo
S do, 6 ainda um in odicio de processes pri-
mitivos .e bar ,os, qu4fr na cuUura,
q1 r : 1 no fabric, na eipressio do Sr. Du-
u, porque umarns plabta ao saccbarina
* como a canna de assucar, sendo extrahi-
d 4 0 assucar, seguodo os processes moder-
ns, pbde fornecer urn rendimento, pelo
mrenns, de Ilo. de assucar.
a tlcan(ando um semelhante readimen.
to nao teremos mais que receiar concor-
rencia algonma, atL6 na propria Europa.
Oxa!a qie a crise da Fran0a e as causes
que a produziram nos sirvam de exem-
po
(Do Cruzeiro.)


VARIEDADE
Emquanto dormnia.
(Conclusao)
Por h je basra de sangne 1 disse-lhe
( mpanheiro, detendo-lhe o brao.
!1. antes o rapaz 1 1< IV ura cubardia
m:Iar as nuhperes e as crean(as !...
0 coinpanheiro ftychon a navalha res-
rmurgando, e err brulhando a toda a pres-
sa a-ijoias. internaram-se precipitadamente
p o mais soembrio do bosqne.

Tudo ficou co 'o 10 antes, aprasivel e
a] aucido... As b,,ilhs da nascent
c,rtiiiuavamn bailando e rebentando ao
baiai"r, cm ligeirs e r;pidas espumas ; as
arvores 'balhupvain-se por cima da cor-
reonte; a brisa suspirava e o sol resplan-
decia.


Acorda, rapazI Qae dira ten pai
quando sober quo ainda ;nao chegaste ai
aldeia? Ha seis horas qne passaste pela
minhi ch liJupana e apenas tens andalo
urma legna. Acima, rapaz !
1* Ab 1 6 vossemec6, tia Claudia ? Es
lava wusado e a ;ormeci.
S- Para te fazer algama diabrura qual-
quer mal intencionado I No passon por
aqui ninguem?
Ninguem passon, tia Claudia.
Mentes, dorminhoco, mentes I
Ninguem passou, juro pela Virgem Ma-
ria I
Nao jures, pequeno; a tia Claudia
sabe mais do que tu, porque 6 feiticeira,
como por ahi dizem, e comprehende o
canto das ayes. Sabes o que dizem eases
gorgeios que ouves ?
Eu ch nio sou bruxo exclamoa o
pequenito corn terror.
S Pois estio dizeondo quoe emqnto
d(rmiias,-passaram por ao p6 de ti a
Riqueza e a Morte !


S. 0 novo president. da
francaza


oamara


S -Mr. lenrique Brisson, filho d'um ad-
S vogado de Bourgea, nasen n'esta povoa-
ro em 31 de junbo de 1835.
Dotado de um natural Irio e methodic,
fez corn applicaClo e luzimeonto os sses
primeiros estudos no insitto do sen pai
natal, transladando-se mais tarde a Pais,
onde cursou direito.
Depois de se licencear, fundon, em com-
. panhia de Vacherot, PeUetan e outros in,
transigentes da universidade, um periodic
replublicano intitulado 7/Aenir; ,ewais
pars o diante collaboroo oa Reformse Lit-
teraire e no Phare de la Loire.
Em 1864 fez parle ta tedcmAo do Ternm-
p,, que deixou, para escrever no Avenir
National.
Per ultimo, em 86I8 redigia a Revista
FPolitica juntamente corn Gambetta e
Challamel Lacour.
0 seu primeiro ensaio oratorio foi e
brilbante defcza que fez per occasilo de
um process jornalistico.
Em 1s869 apresentou-se candidate do-
pullob as c6rtes, mas foi dearr por
Mr. 4tais-Btioru, tikaopss'
na camara em 1871, desde coja epoca foi
proclamado tres voes.
Mr. Brisson 6 uam sectario. De tempera.
mento bonrado e firm, de rigidos costau-
mes, mandaria guilbotinar o hea*.bor
amigo se d'isso dependemse o bem da re-
publics. No poucas yeses se tern veto
ontrariado pelo procedimesto dictatorial
do sen amigo Gambetta.


careciam no tempo deMr. Gamboetta, or-
qua mr. Brigso 6 caudo. '
ladame BrO cantat come uam roaxi-
sol, e farA perpeitaante as hours dos
sales presideeiaes, ainda que am lucto
recent demroorari algum tempo o princi-
pio das recepK s.
Na epoca de Morny o palacio Bourbon
multiplicava nos seos maguificos espelhos
os formosos hombros de elegantes damas;
na de Gambelta nio danoava, via-se dan-
car danoarina d'officio ; agora bailar-e. ha
corn vestidos serm devote, ou escutar-*
am pedaco de music emquanto se ti
o cbA.
N O DIGAS
A mulher 6 o sopro da desgrasa.
SILVIUS.


Se um dia to perguntarem,
Porqae sempre vivo triste,
Porque em mirm s6 existed,
0 despreso e a dor,
Por Deus occulta o segredo,
Nao digas-me conheceste,
Nam mesmo quone ja tiveste,
Compaixao de men amor I
Esconde, 6 bella, em teu seio,
A causa de men tormento,
Nao digas men sotlfrimento,
Nem men duro soluoar,
Nao digas que esta vida
Para mim 6 um martyrio,
iQue minha luz 6 um cyrio
Que men prazer 6 chorar.
Nao digas que minhas noites, .
Sao todas negras do mais
Que sao tristonbas, fatabs
As queixas do padecer,
E porque a sos no mundo,
No esquecimento envolvido,
Eu vago trnste, perdido,
No digas nunca, mulber I
NSo digas que foste a cansa,
De meus tormentos crueis,
Quoe as flores de meus laurels,
To desfolhaste sem d6,
Que mibnhas crenoas divinas,
Minba santa mocidade,
To foster se piedade
Arremessal-as no p6 I1!
Quando on morror junto a camps,
Que os frios restos consome,
Nao digas o triste nome,
Do morto quae ali repousa;
Nao der-ratnmes ura lagrima,
Sobre men leito fonereo,
$em dosa no cbmiterio,
Triste oraa junto a lonusa I1

S Poe men sentido canto,
Por esas bagas de pranto,
Q be a io derramei,...
O m mfts fimdos dissxores,
A mipba maldicta sorte,
OccuRlt asMsi nha more,
Nao digas que te adorei I
Garanhbns, a5 de novembro de 81.
CAROZZI.

SiOSETO
To blasonas de ter ean no paado
te revelado algsu sympatbia,
dizes conss quoe i amias .meditaria
quem a mimt v6 de ti tao affastado.
Per muais qoe j tivee eo desprezado,
obrigadoe me veja (quem diria?)
a mostrar aos incantos a valia
desste Usoa. desesperado.


Foi invoatadada ha tempo per urnam en-a
geolsiro frascez chamado Eogenio Fon-
taie, president em Chicago, mas atr
agora s6 se construiram doas: a do Jer
sey 1 outra quo esti prestado serviooa
tinha Canad Souothern.
,Em maio utimo rIau esta Ma i
dons carros, desde Amherstbarg aW Saint-
Thomaz, urma disancia deo itI .
98 mintos, e perecorreo toda a Hi
Amberstburg a ufale, 3 mitas m 255
minutes, incluudo o tempo qua leyou a
matter a agua e carvao.
Dentro de poocos dias farA a Fontaine
a sua primeira viagem de Jersey City a
Philadelphia. 0 custo da nova locomao-
tora 6, corn peqoena difflTereoqa, o mesmo
de urama b6a machine de qualquer dos sys
tema conhecidos atW agora.

0 palacio do Burg
Vai ser empreLendido urn grande tra-
balho architectural em Vienna d'Ausria.
0 palacio imperial, geralmente coohbcido
pelo nome de Burg ou Hofburg, construc-
cIo do decimo terceiro seculo, habitual
residencia dos soberanos da casa de labs-
bourg, vae ser restaurado, on para me-
Ihor dizer, reconstruido e augmentado.
A plant das novas construN5.1s, devi-
da aos architectos Sempre e lHasenauer, ji
foi approvada polo imporador.
No vethbo palacio, quo em part temrn do
ser demolido, eacorram -se preciosidadkos d
subido valor historicooentro outras, contarn-
se as insignias imperiaes de Carlos Magno,
tiradas, segundo atradiCio, do sdtt tuama-
lo em Aix-la Cbapelle e ainda nsidas nas
coroaCos dos imperalores, e o famoso dia-
mante de Carlos o Temerario, daque do
Bourgonha, que tern do peso 7,j2 gram-
was, e avaliado em 150:0:O ducados.
Calcula-se que esta restauraoo ou re-
constracao do velho edificio nao poderi
ser concluida antes do dez annos, e que
custard 18 milhbes de florins dos quaes
10 serao pages pela cidAde de Vienna e 8
pelo tbesouro da corte.
Ladra contra a vontade
Maria X... 6 urma rapariga loura, de
20 annos, chegada a Paris directamente de
Pontoise, trasendo por unica bagagem a
mocidade e a formosura.
Ha seis mezes, travara conhecimento
corn urn tal Augusto, quoe he dava ponco
sustento e muita bordoada. Como essa
vida tivesso poucos eoncantos para a rapa-
riga, procurou commode e entrou ao ser-
viQo da Sra. F..., rua Neuve-des-Petits
Champs, em Paris.
0 product de soneas salaries ia tlodo in-
teiro pars as algibeirasdo igoobil Augusto,
que o gastava pelas tavernas.
Teve, pois, a excellent lembranQCa de o
doeixar, uawi-w uu- afwvuh. a Auausto
e ameaeou matal-a.
Um d'estes ultimos dias, aquelle sugeiti-
oho foi procural-a e pedio-lhe uma quan-
tia important.
Nao tenho dinbeiro, responded ella.
Pois en precise d'elle, ja disse, tor-
non Augusto. Vamos, Mo me tagas es-
rerar.
Maria entrjou ento no quarto de asoa
ama, arrombou a feocadura d'uona gavel.
e tiron d'ella a quanlia de 300 francs em
oere, que entregpu ao amante.
Depois, assim que est ultim e reti-
ron, sabio ella imbm e dirigse par
o Sona. 11 11 .^ 11
Passou ureas poncas do ,. pela ponte
d'Austerlitz, e, quando Ime parocou quo a
ponte estava desert, atiroansoao rib.
Urn guards da paz, que de longe a
vira oatr, apresson-se em acudir-lbe e
conse [iofalval-a. t
-- ]le-me miorrar 1 exclaaava ella,
contorosudo-secorn desspeao. la '
No commissaido de a pra onde
foi levada, contoo a his e se acabs
Sdeler, e o sagir 4k& de maadar
oar acadoia. ,


A par, porem, d'estes verdadeiros e
uteis obreiros da sciencia, paltuia por toda
a part unm exame de boas creatura, quoe,
doladas ou o de inteluligencia, se poe-
ram, semmais prparos, a 16r artigos de
revitas., e, os mai ousados, Comte, e as
sres ouBeioret radocOces de Haox-
arTwi, kecky, Spencer e dos seas
adores afomloes ; e, oomo nem dar
6i46 a si es deiofinico dos nuomero-
sos raosos lde aecia wom que aqueoles jo-
Pm e soWh que assentam as bases do
seu prolfido saber, das id6as confusas
quo tbes invadiram o cerebro, resultou-
Ihes urn mtsliforio das mais disparatadas
concepoes. Mas, julgando-se illuamia-
dos,-o saber incomplete pecca por esse
defeito-e monopolisando urn cerlo na-
mero de palavras sonoras, pregam aos he-
rejes todos os dias, promietlendo-Ihes a re-
dempQlo do mnndo, comtanto que virern
de todo as costas ao passado. Causa las-
tirna vl-os assimi to illudidos. No Lteem
criterio. Se tivessem nascido no tempo
de Thcmaz do Aquino, seriam uns retro-
grados esturrados.
Pela nossa part, tomos a declarar que
o1o somos philosophos feitos press.
neri feitos de vagar. Em estadiosos d'esta
classes, conhecetnos tres cathpgorias: s
pseudo philoso,)phos, os eruditos ew phil-
sophia e os verdadeiris phil, sophus. Dos
primeiros vai sendo) girIuilo u riuhner) em
Portugal; dos segundos ba mwit,) menos,
dos terceiros urn ou douis. Djsde antes dos
bancos das universidades que, nas horas
inais vag'is, satisfazernos do tenpo)s a te1i-
3sa curiosidade do ospirito, .applicanilo
tIiiat-rreta.ao das solu6es unais ou
menos satisfatorias, dadas aos problemr:ts
qae do certo modo mais interessam, na or-
deoa especulativa, o3 destinos da bumaui-
dade. [sio seor Oos ligarmos a nenhum
systemna exclusive: como nao somos phi
losophus, no tlemos metaphysica deter-
minada. Tomamos o home, a natureza
huamana, tal corno so nos apresenta na
historic, corn as suas necessidades, ins-
tinctos, tLndencias, corn os seas vOos ea-
pontaneos para am ideal, que aquelle cr6
real, e quo, corn etleito, se nao fosse nais
do que uma idea, nao exerceria n'elle a
foroa do attracoao que todos n6s sentimos
em grio divers. S6 pedimos i philosophia
duas coosas: erm primeiro lugar, muetbo
dos e fbrmas de pensameutos quanto pos-
sivel racionaes, pars reduzir ao minimo o
risco de errarmos; ao depois, ensinamen-
tOs que, sob pretexto de melhor detinir o
que thes Mnve de objective, nao annul-
lern nossos instinctos, as nossas melbores
aspiracoes. Satisfeitas estas duas exigen-
cias, temos para n6s quo nos devemos re
signar a s6 conhecer aproximadamente a
vordade, visto que o nao 6 possivel apo-
derar d'elsa completamente.
'Sabetfos perfeitamente que a reacaio
4te, w e wmomhento, arrasa apOs si muoi
tas inteuigencias activas da Europa, 6 uma
disposiCAo comm.um em nao crer, quer
no sestimento, quer nsa imaginaoo, quet
na eapeculaCo abstract ; 6 urma desani-
madora desillusio, que nega qqe seja pos-
sivel coaduzir os boens a justica pelo co-
raso on pelo senso moral. Ao mesmc
tempo quo aqeLila disposioo supprime a
OQio do direilo e do dever, affirm, poe
oetro lado, que para nDs so ha facdos e
Iei, represeutando estas simplesmente os
geoeros de acoutecimeoutos que a totalida-
edas nossas percepqosi Dos obriga a re-
senhocer come coosanteas, sere embargo
devaneios da razao especulativw.
ost a ultima palavra do experimen-
t mo ci&atlfico. 0 inovimento actual
d mento ua Europa 6 nma reaccao
proocadft pelo que bavia de exclusive e
do excosio na moral e na predeocia, quo
noS impsba o mundo de ha 50 annos; e
pars nos 6 inquestionavel que, se os system


% s actua ao esatio de modo algum se-
guros da razio da m6r part das suas at
rmativas, oos desmentidos que do amos
iY nmas queopretendea supplatar ha o
# iovitavel, quo justifies atW cetto pool
iMlt- as reimaes'. Escuado A diaeri v


que, tudo querenao aemonstrar, agitaramr
as questes da nossa propria existencia, a
4a realidade do mundo exterior, que a
simple affirmaolo do senso communm re-
woive imeadiatameste.
As sciencias exactas teem o cuidado de
por em frente das sdas demonstrates os
axiomas sONbre qo ellas s apoim.
Quem nao conhbce, 'por exemplo, o axioma
mathematics :-o todo 6 maior do que a
part? Quem- podera tambem p6r em du-
vida a verdaie das affirma6oes: Eu sinto;
en penso; eu sou; eu quero ?
Abaixo dos axiomas, corn nm menoi
grdu de evidencia, mas corn uam grau de
certeza tio cornpleta, desenvolvem-se as
series subjectivas de verdades raclonaes e
as series objectives de factos de observa-
Qao. As primeiras, para o serem, resis
tern a contra-prova da demonstraoio e da
contradicoio; as segundas adquirem-se pe
la verificacao, pela critical, pelI repeticAo,
pelo accord das obserfacoes entire si.
Quaado estas condicoes s.o preenchidas,
o espirito human acha se de posse de nma
nova especie de certeza.
Assim, o hbmem aflirma-se corn a sna
intelligencia, corn a sua sensibilidade, corn
a sua actividade e consciencia; e affirma
ao roesmo tempo o meio de que faz part ;
e, tornando a si, toma por objecto dos
seas estuJlos as condi5e&s de sua vida inidi-
vidual e collective e assUn amplia- o
campo das suas investigaoSes especulati-
vas desde as nocSes elemoentares mathbe
naditicas at6 as quesloes moraes e sociaes
as inais elevadas.
Parece qauo esse terreno solido o desem-
bartado aas obscuridades metaphysics
pelos novos systernas, proposto ao espirito
liurnano corno ponto de partida para ad-
quirir a vordade, deveria ser aceita corn
confiania illimitada. Masji vamnos ver,
seorn entrarmos na critical das ideas domi-
nantes, e pola sna simples exposicao, leal
e serm rticencias, quo no camiaho aberto
a exploragio, so encontram a cada pass
indecis6es, difficaldades, obstaculos inven-
civeis, e at6 abysmos I
( 0 conhecitnento do absuluto 6 impos-
sivel, D diz H. Spencer (First Principles) ;
n6s sb conhecemos &s cousas pelas suas
differenoas, ou pelas suas semelhanoas,
isto 6, pels suas relaC5es.
c As relaqses sao de duas sortes: ha
relaobes do sequencia e relao6es de coe-
xistencia ; umas sao primnitivas, as outras
denrivadas. A relac"lo de sequencia 6 da
da em toda a mudanoa de consciencia. A
relacao do coexistencia, que no o p6de sei
dada originalmente na censciencia, cajo,
estados sao serearios, nio apparece sent(
quanaodo so acha quoe os terms de certa,
re~aCSes de sequencia se apresentam a con
sciencia tio facilmente em uma ordem
comoq na outra... A concegpio abstracta de
todas as sequencias e o temp.. A con
cepoco abstract de todas as coexistencias
6 o espaCo.
Assim escreve urn dos patriarchas' do
r nuatualismo, tratand do tempo e do es
r pao.
Pela vista e sobretudo pelo tacto, nob
temos a percepolo de um corpo, das sua,
formas, das suas dlmeosOes. Esse corp(
decupa urea p~rcao do espaco limitado pe
las suns linhas e pelas snsa superficies,
assim adquirimos, pelas sensaoes que elh
original, uma noco clara, positive, d'essw
espaco assim limitado e definido.
A distaocia de dons corps afastado1
um do outro dA-nos a id6a nao meno
clara de uara das dimensoes da part li
mitada do espaco queose estende entre ou
dous corps. Aqui ao ha difficuldades:
unoo.s claras, precisas, cujos desenvolvi.
mentos constituem a geometria. Mas,
alm d'esse espaco limitado, por immense
que se opponba, nSs concebemos ontros,
ao depois ainda oetro, e aiim por diante,
sem nunca acabar. Nas profondezas, nos
abysmos estellares sobrepostos, o lirnite


que nos retem um listante recua e engol-
fa-se inderfilnidameoa 4iante da nossa ima-
ginago perdida; & aisso que consist a
I nocao do infinite no espaCo.
Portanto, nio ha noolo mais simple o
ftemo Mau tfMe H~
contradictoria. O homem nasce, vive e
Smorre no tempo e no espaco; por elles se
acha envolvido e penetrado; o tempo e o
espaoo fazem part come dados e como
object. das scieoncias maisipositivas ermais
perfeitas, a geometria e a mebanica; e,
(0,tudo o espiritonio p6de sftter a sua
Gotempgo proloogada, semn experinen-
,t r-" l deveojrte* m paor.


de passada, sem sermon duon
certo terror. Eaclamala ao me-
ditar n'esse assnmpto : incom- f-
prehensivel ainda a etenid passada,
do que a eternidade future. conce-
be-se como urma successor illiida de
duragies parcias, de acontecimentos innu-
meraveis, quo formam o prolongameoto
immense da npssa curia vida. Mas o pas--
sado infinite, considerado como uma series
de acontecimentos, dos quaes nent urn foi
o primeiro, faz revoltar o meau espirito de
certo modo. Parece contradictorio, im-
possivel, que, n'essa series que no lteve
comeco, o termo actual, o instant pre-
sente, jamais podesse chegar. Da vonta-
oie de dizer : Isso existed, mas e bbsurdo.a
A. nocao de causa e efleito, considerada
debaixo de uam certo ponto de vista, nao
se offerece mais accessivel ao espirito hu-
mano. Essa nocao result de que o uni-
verse se apresenta ao nosso espirito com-
posto de series continues, indetinidas, de
phenomenon, de series, do acontecimentos,
cada am dos quaes e ao mesmo tempo
productor do future; de maneira que todo
o etfeito 6 devido a umn grande nunero de
causes, e, tornando se casa pela sua vez,
concorre qara uma multiddo de elfeitos.
Assimn encarada, a nfo de causa temn
a mais completa analogia corn a de tempo
e de espaco. N6s coneebefnos urna series
de cansas infinitamente prolcngad.s no
passado e no future ; da mnesma inaneira
que uma successor de intinita de instantes
e uira just posicao infinita de c-sp-icos.
Mas nos no Lteimos intelliaencia para c,),n
piehender rielhor una primneira cns; .
do que uinm primeiro instant, on ulTHi)
espaco.
Levada a este ponto a i1ea de causa,
ella no explica a origem das cousas, que
6 absulutamente incensivel i inteliigencia
hu*mana; e, por isso, n'essa questao, tdo
temerario 6 negar, como affirmar; porque,
chegada a essa altura, a intelligencia v6-
so cercada de nuvens espessas, que a im-
pedem de discernir seja o que for.
Outro tanto acontece com a natureza
intima das cousas.
A material manifesta-se aos nossos sea-
tidos pelos phenomenon os mais variados,
sob as forms as mais diloerentes, desde
as escorias organicas e os animaes ele-
menlares de aspect repellent, atW as
mais encantadoras crea6bs takes como os
" crystaes e as estrellas, as flores e a mu-
1Iher. A material vibra, gravita, move-se ;
6 sonora, quente, luminosa, e'etrica.
Inerte apparentemente no reino mineral,
r organisa-se nos vegetaes, desenvolve-se
5 corn propriedades novas na series nominal,
Se alcanca no cerebro human a mais ad-
s miravel perfeiolo. As moleculas mate-
riaes nao estio nunca em repouso ; estio
todas empenhadas, em moximentos con-
Stinuos, variados e complicados cujasi vi-
bragoes as mais delicadas em cada es-
Specie, constituoem o object especial de
ruma sciencia inteira.
o
Taes slo as manifestac6es evidenles da
material. Attribuem-n'as ,A'acco de iorcas
s hypotheticas, quo nada explicam, porque
Sa razao dos fluidoe nada explica : e hoje
- tratam de explicar os phenomenos pbysi-
cos, chimicos, vitaes, como manifestaces
e immediatas dos corps vibrantes, que por
simples transformaces de movimento,
i prodozem os sons, o calor, a luz, a elec-
tricidade, a vida.
s Mas pura hypothese-dado quo assim
s se--restitna a material as propriedades,
n'outros termos, as forqas, as energias
' que iro pertencem : se se trata de pene-
trar ua sna natureza intima, surge as
difficaldades inherentes a similhantes tea-
tativas.


I A fiuramds est ti if




Full Text
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