Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:14594


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Full Text











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)A PE FARIA & FILHOS


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RIO. DE JANEIRO, 5 de julho.


0 deputado (osta Pereira pronuin-
ciou hoje um discurso em defeza do
ministry da agriculture. '
Espalhou-se o boato de que o go-


verno pretendia comprar o estabeleci-
mento da Ponia d(V' ato,
porem, .ndo tern nenhum fundamento.
Pagam-se aqui os seguintes divi-
S dendos:
Pelas companhl de seguros : Nova
"Permanente 4000por p a."o; Fideli-
dade 128500 ; bdegridae 4W000; Con-
fianka 38000; Argus 3(0 ; e Garan-
tia 108000.
Pela companhia Industrial Fhlimi-
nense de Fiagao 68200 por acao.
Polo English Bank 12- schillings por
accao.
Os bancos do Brasie` Aural e In-
dustrial ainda nao annumarara os seus
lividendos; nmas espera44 que estes
-rdo inferiores a 9$000 para o
n e 88500 para o segundo.
As aces da companiihia Ferro
Carril de Pernambuco niao encontram
compradores e sao offerecidas a 508000.
* RIO DE JANEIRO, 5 de julho.
Entrou de Monteviddo o vapor fran-
cez Belgrano.
0 mercado de assucar esti frouxo.
0 branco ecotado de 300 a330e o
mascavado de 210 a 250 reis o kilo-
gramma.
S RIO DE JANEIRO, 6 de julho
Foi jubilado, no cargo de ilente da
Faculdade de Medicina do Rio de Ja-
neiro, o Barld de Therezopolis.
.- Foramn agraciados :
Corn a commenda da ordemn de Chis-
to, o negociante Antonio Dias Guima-
raes;
Corn o officialato da ordem da Rosa,
o bacharel Augusto de Mello Rocha;
Corn o habito da ordem do Aviz, o
capitdo de fragata Joaquim Antonio
Cordovil Maurity, e os primeiros-tenen-
tes da armada Pedro Nolasco da Fon-
toura Pereira da Cunha, Manoel Au-
gusto de Castro Menezes, e Frederico
G. de Souza Serrano.
Foi concedida licenga para easar,
corn a Sra. D. Thereza Drummoad, ao
B3ario da Estrella, lidalgo cavalheiro
da Casa Imperial.
Foi nomeado 1o vice-presidente da
provincia do Nio Grande do Sul, o Dr.
MNanoel Rodrigues de Barcellos.
Foram exonerados a sen pedido,
dos cargos do presidents das provin-
cias
Do Espirito Santo, o Dr. Antonio Jose
Mi. Ganma;
Do Parana, o Dr. Adolpho Lamenha
Lins;
Do Piauhy, o Dr. Graciliano de Paula


Baptista;
De Sergipe,
Pinho.
Foi tambem


o Dr. Joao P. Araujo

exonerado do cargo de


2o vice-presideate da provincia do
Para, o Dr. Antonio Francisco Pi-
nheiro.
--AM




LONDRES, 5 de jriho. .
SS. MM. o Ipcamor O4 A, Impera-
triz do Brasl porrWP Irlanda.
PARIS, 5 de jiho. 1
Ferlo-se um combate,a Ulea. (?)"
entire forgas trmcas e r i
Noticias de orlgem tI,,ani.nnucias
que a victoria pertenaet MsS turcos. -',

COMMERCIALS

I',ONDRES, 5 de julho.


LISBOA, 5 de julho. .
Cambole sobre Londres, prazo de 90
dias de vllta (DINHEIKO) a 527/8 peOUs
per 1OOO, moeda lortie.
Agenciade Pernambuco, 6" de julho
de T877.
PELO DIRECTOR, J. BROGHIER.


PAIRTE OFFICIAL


EXPEDsTr'O0,boiA 22 DE MAIO DE J877


Actos :
0 president da provincia resolve abrir
sob sua responsabilidadeft, nos termnos do do-
crete n. 2,884 de 1 de fevereiro de 186, mass
um credito de 60:00000, -A verba-Soccorros
publics do ministsrio do imperio,-relativa ao
exercicio de 1876 a 1877, para conlinuacdo
das despezas com a distribuig~o de soccorros
A populaoo indigente do alto sertalo, visto ter
sido insufficient o que uimamente foi aber-
to para esse, fim como se v0 dos dados apre-
sentados pela oommisslo encarregada de se-
melhante distribuigco.
0 president da provincia, attendendo ao
que requereu o bacharel Jos6 Alves Lima, juiz
municipal de Garanhuns, resolve conceder-lhe
tres mezes de llcenca corn o respective orde-
nado, para tratar de sua saude nesta capital.
0 president da provincia, attendendo ao
que requerea o bacharel Maximiano Lopes
Machado, professor da escola normal, e tendo
em vista o parecer do Dr. Augusto Trajano de
Hollanda Chacon, resolve, nos terms. da se-
gunda part do 4o do art. 10 da lei n. 1,108,
de 29 de maio de 1873, conceder-ihe dous me-
zes de licenca, corn todos os vencimentos para
tratar de sua safide onde lhe convier.
Officios :
Ao cominandante das armas.-Queira V.
Exc. expedir suas ordens no sentido de ser
apresentada ao president do tribunal do jury
do Recife, Dr. Adelino Antonio de Luna Frei-
re, uma praga de cavallaria para distribuir aos
subdelegados dos arrabaldes, officios relatives
A terceira sessbo ordinaria do tribunal, con-
vocada para v din 4 de junho.
Aos membros da commissio encarrega-
da de distribuir soccorros aos indigentes do
interior da pr6viwcia. Accuso recebido o a f-
ficio deo 18 do corrente, em que Vv. Ss. noti-
ciando a partida dos dous missionaries capu-
chinhos Fr. Caetano e Fr. Gassiano para Villa-
Bella e Ouricury, onde foram encarregados por
esta presidencia da direcibo' e flscalisaolo de
algumas obras, me corpmunicam que no vapor
Dontas remetteram para o deposit da villa
de Tacaratu' quatrocentos e dous volumes de
generous alimenticios, inclusive dez fardos de
fazenda e dezeseis volumes deferragem, afirn
de serem distribuidos pelos indigentes, e tam-
bemrn cento e sessenta cargas dos mesmos ob-
jectos para a villa de Limoeiro, que reunidos
aos que tern side comprados, seguiram para"
Ingazeira. Flores, Triumpho e Villa-Bella.
- Outro sim, fico inteiradoeda.eslTco toma-
da por Vv. Ss., de nomearem conimissOes nas
comarcas de Garanhuns e Panellas, attenden-
do As requisic5es das respectivas cameras e
autoridades, e enviar directamente para essas
comarcas na primeira opportunidade os gene-
ros que se acham ein deposit nesta capital
se porventura nbo julgarem mais convenien-
te comprar outros na villa de Trombetas, onde
s5bo obtidos por precos razoaveis.
Em resposta, cumpre-me declarar-lhes quo
approvando tAo acertadas medidas, tenho co-
mo certo, que Vv. Ss. couitiniarao a proceder
de conformitnidade corn as exigencias do servi-
gode que se ac ham incum bidos.
Ao Dr. Pedro do Atahyde Lobo Moscose.
Designando a V. S. para inspeccionar o tercei
ro official da primeira ecAo da secrotaria des-
ta presidencia, Francisco de Lemos Duarte Ju-
nior, que requereu licenca, allegando incom-
mode de safide ; assin o communico a V. S..
esperanJo que aceitarA essa commission.
Ao conselho de compras de marinha.-
Approvo par a os fins convenientes, as propos-
tas que junto devolve, e vieram annexas, ao
officio do conselho de compras de marinha, de
24 de abril, para fornecimento at6 seteitpbro
proximo, de objects de fardamento aop na-
vios da armada e estabelecimentos de marinha.
-Communicou-se a thesouraria de fazenda.
Ao inspector do arsenal de marinha.-
A' vista do que represent V. S. em officio n.
759, de hoje, autoriso-o a mandar co'vprar no
mercado os objects mencionados, destinados
ao vapor Moema e a4 canhoneira Araguaya.-
-Officiou-se A thesouraria de fazenda.
Ao da thesouraria de fazenda. Se esti-
ver regular a conta junta, em duplicate, man-
de V. S. pagar a -Jose Luiz Salgado, cbnforme
solicita o comiandante das arman em officio
de 19 do corrente, n. 404/,14$3O0, provenientes
de fornecimnento de veins e azeite para a Ulu-
minacgio do quarrel do 9o batalhbio de lofanta-
ria no period de 15 a 22 de abril, em quo n~bo
funccionou aHi a iluminaglo a gaz pelo desar-
ranjo quo Ihe causou o desabamento de um
pedago do passadigo ao lado da ponte da Boa-
Vista.
Ao mesmo. Se ostiver regular a onta
documentada inclusa, em duplicota, made V.
S. pagar A casa commercial de Jos6 Joaquia
Alves de Albuquerque, conforme solioitou o
commandant das armas em officio d 21 do
correpte,, -.405. 2Aa ) 0 uvpa ii oh-
jectos fornecidos para o expedienrlohaf-elga-
cia do cirurgiao,-mor do ercito, em abril.
Ao mesmo.-Para os fins conveniences,
oommunico a V, S. que fildando-se no dia 20
do corrente a prorogavao de licenca concedi-


da por esta presidencia ao juiz municipal d3
Triumpho, da comarca de Villa-Bella, bacha-
rel Jos6 Francisco Ribeiro Machado, deixou
elle, segundo declarou em officio de 19 do
.Vorrepte, de reassumir o exericiio de seu car-
Spen molestia.
* -4(A mesmo.-Deaccordo corn a informa-.
caZldess inspectoria, de 16 do corrente, sob
n. 276, relevo Miguel Dias de Amorim Este-
yes, da multa de 205000, que Ihe- foi imposta
pelo collector do) Bonito por ter mfringido o
art. 40 Io do regulamento de I do dezembro
de 1871. 0 que communico a V. S;, para seu
conhecamento e fins convenientes.
Ao mesmo.-Transmitto a V. S. para os
fins conveniantes, as inclusas notas do gaz
consumido em abril, na illuminagcdo dos quar-
Leis e hospital military, romettidef polo com-
mand*nte das armas em offlcio do 18 do cor-
rente n. 402.
Ao dothesouro provincial--Nodermos da
Ssua infornmagiato de18 do corrte, a., man-
de Vmc. pagar em upolicesw bot&enoo to
Sao par,a quinta prestaCg de A i= a aU
tern direito o arrematante die bs do; <
Sgundo lano da mnutaa doIrapiSuma'Itw
reth, Ma"oeldo NVira
a quem soreferm o
A* masmo.-9W
. d;, sando Ymc. pglJmruW
4 joertolsengodS~ ^'d.


*disposto o art. 151 n IIM do regulamuento de
274e novembro de 1874, autriso-o ajstlflcar
as faitas d exercicio escolar dadas do dia Is
a 26 de abro1, pelo protessore de ensino pr-
mario ALinno Philadelplio Pereira .Datre.
Ao engenheiro director das obras geraes.
-Attendendo A exposiCao feita por Vmc.,em
officio do 18 do corrente, respondendo-ac of-
flcio desta presidencia, em .que se recominen-
da a domoiqio do passadigo eotmr o bairro
de Santo Antonlo e da BOa-Vista, o autoriso.a
mandar demolir o mesmo passadigo e aor-
diciQuar as madeiras, emprogando para esse
fim o pessoalque tern a seu cargo 1na quali-
dade de engenbeiro director dasobras de con-

ra.-Transmitto a Vmc., para os fins conve-
nientes, c6pia do term de abertara eoxame
dos cem volumes vindlos da c6rte no vapor
Bcahia, contend fardamento destinado ao 20
batalhAIo de infantaria, a que procedeu a corn-
missao para esse fim, nomeada de conformi-
dade corn as ordens em vigor.
EXPEDIENTE DJ SECRETARIO
Officios :
Aa lo secretario da assembl6a provin-
cial. N. 91. -Do ordem do Exm. 8r. presiden-
to, transmitio a V. S., afim do serem submet-
tidos A apreciaQlo da assemblea, os balances
da receita e despeza do exercicio de 1875 a
1876 e or4aamento parao de 1877 a 1878, corn
os respectivos documeatos, organisados peta
camera municipal de Goyanna.-
Ao mesmo.-N. 92. De ordem de S.
Exc. o Sr. president, remetto a V. S., em sa-
tisfagAo de seu officio de 2 do corrente, sob n.
39, c6pias dos ccntratos celebrados e am a
companhia dos trilbos urbanos do Recit a Ga-
xangA e das modificaQOes a eUles feitas, dei-
xando de enviar a do Accordo de 20 do janeiro,
por ter sido present a.essa assembiat, corn
officio deo 15 de marQo, sob n. 21, Outro sitr,
manda o mesmo Exm. St. declarar a V. S. que
A vista da cansulta diigida A presidencia da
provincia polo respective engenheiro fiscal em
29 de agbsto de 1873, foi rescivido em 30 deste
maz e anno, que os assentos" de madeira en-
tAo existentes nos carros de primeira classes,
naIo fossem substituidos polos de que trata o
art. 36 do regulamento de 13 de abril de 1871.
Ao mesmro.-N. 93.-De ordem do Exm.
Sr. president, devolvo a V. S., em resposta
ao seu officio n.. 47, deo 16 do corrente, a re-
quisiteo de Manoel Pores Gampello de Almei-
da, corn a informaeao em original, prestada
polo inspector-do thesoikro provincial, e inclu-
sas c6pias dos officios a que so referee a pre-
dita informacao.
-- Ao mesmino. N. 94.-De ordem do Exm.
8r. president, transminitto a V. S., afim de ser
submnettida A consideragio da assembl6a,
a informsao prestadaAjpelo 'evd. governador
do bispado, sobre o objecto do project de
lei n. 7, do corrente anno. Fica assim satis-
feita a requisiglo constant do officio n. 14,.-
que V. S. dirjgio-me em 26 de marco.
Ao engenheiro fiscal da estrada de ferro
do Recife a S. Francisco. Communico a V.
S., de ordem do Exm. Sr. president, que nes-
tladateteve'o canveniente destineo relatorio
que acompanhou o seu officio de hontem, s,,b
n !8- ""*^- ..*.** __L4


DISPACHOS D0% PRESIDENCIA DO DIA 5 DE
JULHO DE 1877
Antonio Machado Pereira Vianna Junior. -
Passe portaria na furma do estylo. :
Antonio do Carmnio Serafim e Silva. Enca-
minhe- se.
Cosine Felix Correia e Mello. -Informe o Sr.
provedor "da Santa Casa de Misericordia do Re-
cife.
Domingos Alves Matheus.-Aguarde o sup-
plicante o augmento do credit que ja foi so-
licitado.
Fraga Rocha & C.-Aguarde o augmento de
credito ja solicitado ao governor imperial.
Bacharel Jose Cavalcante de Albuquerque
UchOa.-Passe portaria, concedendo 22 dias.de
licenCar corn ordenad, e 8 dias, provisoria-
monte e sem vencimeito algum.
Jos6 Jeronymo de Cawrvalho.-Forneoa-se.
0 mesmo.-Fornega-se.
Jouo da Cruz Estanislao e outro.-Sim.
Os mesmos. Sejam entregues mediante re-
cibo. os documents a que allude os suppli-
cantos.
Joao Alvares de Miranda VarejAio Castelloa
Branco.-Intorme o Sr. inspector do thesouro
provincial.
Napoleoo da Costa Moreira.-Sim, meliante
recibo.
Trajano Austrieclianoda Costa. Sim, me-
diante recibo.
Thonaz Jos6 das Nevs.-Sim, pagos os di-
reitos nacionaes.
"Secretaria da presidencia de Pernambuco,
6 de julho de 1877.
0 porteiro,
Joao Gonpcalveft dos 8aztos Junior.

Commando das armas
Quartel general do commando das arm.nas de
Pernambuco, 5 de julho de 1877. Ordemodo
dia n. 1,027. 0 brigadeiro comma fnte das
armas, dando execug&oA ordem queoe fo i ex-
pedida &la presidencia desta provincial, em
officio ditado do 2 do corrente, referente ao
aviso circular do ministerio da guerra de 21 de
junho proximo findo, determine que nests da-
ta sejam desligados dos corps desta guarni-
Cao os Sri. officiaes honorarios do exercito ad-
didos, abaixp mencionados :
S.o batalb1" do infantaria. CapitAo Manoel
AmKi d a|di .& tmoeaote Jos6 Fran-
ciscoA w fo w .'.
9.o batalhao.-Tenente Jolo Pemeira de Lu-
cena; alferes Octaviano Alfredo Guedes Padi-
lha. -
Deposito de- recrutas.--Major Manool Ferrel-
ra Escovar; capilaes Austriclinano de Torres
Galindo, Felippe Josd da Exaltacao Manlva e
Jos6 Urcicio Paes Bareto ; tenentes Flavio Jo-
s6 dos Santos e Silva e Miguel dos Anjos de
Almeida VillarOca; alferes Antonio Paes de.S5
Barreto, Crispiniano Buiarquo de Macedo, Da-
miao Lopes Pereira Ciimaites, Francisew Pe-
reira da Cunha. Mariano dos Reis. Espindola,
Martinfano Eleuterio da Silva e Pauline Candi-
do de Santiago.
.Determina, outrosim, o mesmo brigadeiro
que o Sr major gradual JoA6 LibanioLins do
Souza, passe a commander interinamente o
deposit, em substituiglo do Srtiajor Escovar,
quo 6 desligido.-Maiwel da Cimha Wander-
ley Lins. Conforme, o major Joa $oatifado
dos Santos Mergulfd4o, ojadante de orlens en-
carregado do detalhe.


,4jos4 Lob, de Fmrana, Jose
yra e lDomingos Antonio da
os do teril de Santo Antdo,
come sentenciado, a dip".p
mojuiz, e os dous ul iJ
tnciados appellados, a imitra


I dii


do Dr. dlegado da capital,
Lu escravo, a reqaerimento
do Cesario ,de Mello, Anto-
-dos Reis elosd Vieira do
,coma vagabundos.
dau g~a o Recfe,
Paul 1osd do Sacramento) Gonealo
Felix .Sogza e Francisco JosA de
Souza* equisico do capitao do Porto.
At do de Santo Antonio, Julio,
e |mai aBaroneza de Campo-Verde,
d a.meiato de sua senhora, Pedro
ide za dS.Costa, por. ibriaguez,
Vicentea Silva LeAo, por, disturbios,
Joanna aria da Concemo e Thereza
Maria m a Conceigao, per offenses a
moral pblica.
No d^ 14 de junho ultimo, na estra-
da do-'ejo Grande do t60 district de
Gravat eo termade Bezerros, foi en-
contrado o cadaver de Valentim Josd
Bezerra
Do iltuerito policial a que se proce-
deu, veoficou-se haver do Valentim
assassido a cacetadas e qe fora o
autor -db crime, Joaquim Antonio de
Torres..
16 dig22, no termo de Panellas, An-
tonio dU Gouveia, travando-se de ra-
zdes c6m Manoel Victorino da Silva,
ferio g, vemnente a este corn -uma pu-
nhalad#, e logrou evadir-se.
Contra o crimninoso fez-se o inquerito
policial, que foi remettido ao juiz pro-


cessante,
No dia 23, no lugar Lama, dn 1o dis-
tricto doi-mnesmno term, Manoel Gomes
da Silva^travando luta corn Germane
Josd deIello, della resuiltou ser Ger-
mano gravemente ferido par Manoel'
Gomes, que logrou evadir-se.
Sabre este facto o dele-ado do termo
procedeu ao inquerito policial, e remet-
teu-o aojuiz formador da culpa.
No d9 25, no lugar Serra Verde, do
term d Brejo, Josd Francisco Ribei-
r0 e Josi Pereita da Silva, conhecido
por Jos" do 0', espa icaram barbara
mente P Jobo Ferreira Rozal Galvdo,
logrand0 evadir-se,
Con os c.i.ios fez-se o inque-


As 7 horas da noite de dia L.o do
corrente, Josd Francisco de G6es, filho
natural de Joo Florentino de G6es Ca-
valcante, com outros. companheiros
provocou urn conflict, do que resultou
sahir levemente ferido Josd de tal, lilho
de Manoel de tal, onhecido par Manoel
Peixeiro, e correndo o offendido para
casa de seupai, um dos seus aggresso-
res desfechou-lhe urnm tiro de pistola,
do qual feliznmente nada sotfreu, em-
pregando-se a carga na parede da refe-
rida casa. A tal respeito procedeu-se
nos terms recomninendados por lei.
- Deus guard a V. Exc.-Illm. e Exm. Si. Dr.
Manoel Glementino Carneiro da Gunha, muito
digno president da provincia.-O chefe de po-
licia, Hermnogenes Socrates Taares de Vascon-
cellos.


DIARI0 DE PERNAIBUC.

RECIFE, 7 DE JULHO DE 1877
0 imperio dos Czares
XIV
Na Russia, mais do que em outro qualqwr
paiz, o fundo national, o character deilUtivo
do povo revela-se especialmente no ca fspo-
nez, porque, sendo o estado quasi todo ru-
ral, o habitante do camp, eonstituindo a
classes mats numerosa e mais I [poante da
nag.o, resume por assim dizer |ldo o puvo.
Outr'ora verdadeiramente livi,, e forte, co-
mo o indicam as crenoas e canvas popula-
res, esse povo deu effectivanmenteo torn a na-
cionalidade ruspa ; mas, baqueade do seu pe-
destal, algentado pouco a poucQ pea servidao,
deixou de influir no! estado, do q4e alias fol
ajudado pelas ideas e costumes, estrangeiros,
importados do Occidente, quando a Russiaco-
mecou a approximar-se da civilisagao euro,
p6a.
Nestas condiOes flooi elle esquecido por
muito tempo e foi measmo desptesado e ludi-
briado pelas altas classes, at6 que, zxieindo
o espiritb nacional oontra o cosmeopolitismo
auperficial do seculo XVIII, por meio da nacio-
nalisaglo das artes, da litteratura e da po-
litica, foi rebabilitado, e deu azo a que> o
mugik,'o russo por excellercia, sahisse deo sua
crysalida, nqova botboleta, transformada pela
emancipaglo.
GuiIda polo espirito nacloual, a cla ul-
tivada. estudando o camponez nos .s
e costumes, pronunciou cdm, effeito a ait re-
habilitatAo, e a Russia, desprendendo do,-
estrangeirismo das alias classes, sentioe fle-
liz por ter deseoberto no homeni do 9amnpe
urma oigimdidade, character, uma persona-.
lidade, quie suOpuCfWo no possulr, tat fora o
desprendimento ea "| viveam_ e ilo das
cousas references 6 Adan s grela.
Saliafeita om a sau descoberta, a Russia
c terteu-se pois; e,ao invez do que (ratieara,
tLi o ou vo, o aldi oade o campoaez
i- ante e gr _. em um objecto. doe en-
t asimo, respelto",Mve r O cujo
seareo camaoop A adprar, mon quo he se-r
visse de ontrave s obieogas levantades peos
sotauios das antgs ie, todos oals dt n4-
nos ikbuidos de egrangelrisino.
D0 itOnaes de id6wasoe produziram:
aB tt o e N o _, Vpigt sdo .rte.-
rraa~ssdevialSou' q
-3-.


Facto capital e sem analogo na historic das
naces em que a servidlo se extinguio pouco
a pouco ; ponto de-partida de uma s6rie de
transformagos e de reforms em todo o do-
minio da tida national, a emaneliacAo cons-
Ituio urma verdadeira revolugao, pois que, al-
terando profundamente todas as condig5es
sociaes, creou por assim dizer urma nova so-
ciedade.
E' certo que, nAo extinguindo de urma vez,
repentinamente, todos os males. gerados pelos
seculos de servidao, essa reform nao fez, de
prompto, instantaneamente, do servo umrn ho-
mern completamente livre e feliz ; mas incon-
testavelmente dispoz os elements para isso,
e,:sem duvida, stes, nocorrer do e tempos,
completa'am a oDra, cujos fructos jdi slo pa-
tentes.


Antes da emancipagao, a grande massa dos
camponezes russos, dividia-se em duas meta-
des, numericamente quasi iguaes, interpondo-
se entire ellas uma fracCao, constituida polos
camponezes dos apanagios, isto 6, das terras
pertencentes aos membros da familiar impe-
rial. E.ram aquellas duas metades : a dos cam-
ponezes das terras particulares, ea dos cam-
ponezes da corOa ou das terras do estado.
Primitivamente todos *lles gozaram das
mesmas liberdades e dos mesmoa direitos,
visto como foi somente no seculo XVI que se
estabeleceu a servidaio; mas, estabelecida es-
ta, houve divergencia nas duas metades refe-
ridas, por isso que, ao passe que os campo-
nezes da ter6a continuaram a ser livres, se
beom que corn pequenas restricoges, os outros,
os camponezes dos particulares, foram ligados
A gleba, e passaram A set propriedade dos
possuidores da terra.
Nestas condigOes, o acto emancipador nbo
aproveitou aos camponezes da cor6a, mas
quasi exclusivamente aos camponezes particu-
lares. Entretanto, para uns e outros, marcou
uma nova era, porque, permittindo A todos a
acquisig5o da propriedade, deu-lhes todas as
possiveis garantias de volta A primitive condi-
gAo de homes lives, de que os privara a ser-
vidao. que foi uma condicAo accidental.
Na Russia antiga o homemrn do campo era
realmente livre, o so por uma verdadeira
aberraclo foi reduzido A servidao, serm que
Ihe valessem os lireitos adquiridos. Haviam
ali escravos, mas estes, long de seem os
camponezes, ram os prisioneiros de guerra,
eram os devedores insolvaveis, eram mesmo
os individuos que, forgados pela iniseria, ven-
diam expontaneamente a propria liberdade,
em troco do direito de conservagao.
Durou pouco pordm, esse aureo tempo. Ani-
mados per aquelle funesto exemplo, os guerrei-
ros e membros da droujina fizeram esforeos
para enlagar os camponezes no mesmo regi-
men, e o que 6 facto 6 que bern depressa
foram elles considerados como inferiores da-
quelles e chamados mugiks, isto 6, homes
poquenos e sem valor, em contraposigAo aos
mftuqy ou homes completes, send forcados A
trabalharem para-os guerreiros ou membros
da droujina, sem que todavia fossem enca-
deiados A pessoa do senhor A quem serviam
ou a terra que cultivavam.
Guardando um resto da antiga liberdade, o
magik nesse tempo podia ainda passar livre-
monte, v sor anno, em .6poca determi-
j-- eTt: .... ..para outro.dbe urttna ter-
ra pars outra, da mesma forma que aconte-
cia em relacgAo aos guerreiros e dr'oujiniks, que
podiam deixar o principle A quem serviam.
Em tal situagio, 6 obvio que, prohibida a
livre passage, ficaria implicitamente estatui-
da a servidAo da gleba ; e, comprehendendo-o,
os influentes das altas classes trabalharam
nesse sentido, at6 que, achando em sou apoio
o interesse do estado, conseguiram-n'o, pri-
meiramente A titulo temporario, que -foi suc-
cessivamente confirmado, e, depois, definitiva-
mente, passando a media a ser urna das leis
fundamentaes do estado.
0 *correu isso nos fins do seculo XVI, quan-
do, estando o paiz em guerra com os lithua-
-ios e corn a ordem theutonici, teve carencia
de homes para a guerra e dinheiro para man-
tel-a, e aquelles, fugindo do umras para outras
terras, furtavam-se nao s4 ao imposto de san-
gte, mas tambem ao pecuniario, e p:ejudica-
yam ao mesmo tempo o estado e os pequenos
proprietarios em proveito dos grandes, A cija
sombra se collocavam.
Deoede ealo, desde Fedokr, filiho de Ivan o
terrivel, e por inspiraQao de Goudonof, seu
cunhado e successor, desde 1593, ficou o mu-
gik ligado A terra, como doze seculos antes
acontecera no Imperio Romano. at6 que, sob a
influencia da opiuilo public, e solicitado polo
mAo resultado da guerra da Crim6a, o impera-
dor Alexandre II rompeu aquelle lago, decre-
tando a emancipaqao.
Ura vez ligado A gleba, o camponez mos-
covita pouco a pouco cahio n'uma dependen-
cia que o legislador nbo previra, e tornon-se
urn bem, uma cousa do proprietario territo-
rial, par issue que a obra do Goudonof nao s6
foi cunfinnada polos primeiros oRomanof, mas
tambem foi aperfeiooada pela reform de Pe-
dro o Grande, que, regulando a servidabo, es-
treitoautanto mais os seas lagos, quanto, des-
de entlo, o estado abandonou aos proprieta-
ries, par media de economia, quasi toda a
adininistracgb e a policia das respectivas
terras.
Apezar disso, a servidaio n~bo se derramou
igualmate per toda a Russia, visto coma, nos
lugares afastados e quasi desertos, na regi/o
dos grandes hgos e do mar Branco, da mesma
forma que na Siberia, conquistada polos cos-
sacas, os regilamentos sobre o encadeiarnen-
to do cauapooez ao soo siao p9eietraram ou
nlo form executados.
As regies desherdanas pela natureza esca-
param, pois, A servidao e viveram livres ate
os nossos dias. Ao sul os cossacos repelli-
ram a instituiglo. A Ukrania e a Poquena-


Russia da margemrn esquerda do Dnieper, fica-
ram tambem isemptas desse flagello at6 o rei-
nado de Catbarina II.
No moment da emrnancipagaio, portanto, o
centre historiod da Russia era tambernm o cen-
tro da escravidlW, ,qqe, enfraquecendo aos
ppowos corn a-4istanc.a, radiava de Moscou
para a norte e para o sul, para a Azia e para
a a, indo dar as -alos, no oeste, na Rus-
sia Btaica e na Lithuania, A servidao,polaca,
que pesava sobre os camponezes russos e ili-
thuanios ali estabelecidos.
Se varlavam as regiOei em que dominava a
servidlo, tambem variavam muilQ as condi-
cOes della, segundo os lugares, os costumes e
atW as indoles dos senhores. Todavia seus
divers modes de ser reduziam-se Ai dous
typos A dous estados ainda hoje em uso : A
corv6a ou bardchtchina (tmabalho devido ao se-
nhor) e a renda em diabeiro oua obrok
A corv6a, o trabalho pessoal foi a forma pri-
mitiva p rudimentar, d que o camponez satis-
Aih trabdmando paras o senior tres ou quatro
diaspor beaana, empreoaudo os demais em
tavrirI pa si a'termas que ishe dava-o senhor
* lbara. 1 u 0 *0am ou ronda eqa di-
t6. | i-fte"* a WOOdaria, ebons-
Eitul1 urn diMttuinM tateu ragsuw


gando.se os camponezes prejudicados pelo
acto do eemancipa;Ao, fizeram motins; e, se
estes foram apaziguados, nbo aconteceu o
mesmo corn o seu geral desaoontamento em
face do edicto imperial de 1861, visto como,
imbuidos pelas fallaciosas promessas dos pro-
phetas democraticos, esperavam possuir as
terras sem onus de especie alguma, no entanto
que elias lhes foram cedidas pela lei A titulo
oneroso.
De feito, a lei, que nab podia de todo preju-
dicar o proprietario, adoptou uma especie de
compromisso entire o senihor e o servo ; _e, re-
conhecendo no camponez o direito de gozar
perpetuamente de sua casa e do cereado- an-
nexo, e bem assim do urma part das tefras
cultivadas por elle, reconheceu igualmente no
proprietario o direito de cedel-a por umra pa-
ga, e impoz ao mugik o dover de comprar es-
sas terrace salva a bypothese de continuar A
star sugeito ao obrok ou a corv6a.
A' esse principio geral fez todavia excepeao
uma classes de serves, que, ficando sem terras,
escapou ao compromisso. Foi essa classe a
dos serves ou creados domestics das cidades,
aldeias e campos, os quaes, nao cultivando
terras no moment da emancipacAo, nao per-
tenciam A agricultural, e pois nao tinham di-
reitos A allegar.
A' estes serves, cujo numiero se elevava A
1,500:000, foi apenas concedida a liberdade
pessoal, em.cujo gozo pleno entraram elles, 2
annos depois do acto deo smancipaeo, iato ,
em 1863. Aos demais, .por6m, se fol dade a
liberdade, foram impostas restricofts, ithe-
roentes todavia A qualidade de propi I;PW da
terra, isto s, foram imopostos os das
communal ruraes, eadolos 0W'9 in-
demnisarem aos proprietarios pelaS terras ce-
didas.
Estatuido o dupio lirincipio da BSO4 terri-
torial e da ompra da terrah foi peciso flxa
dous outros ponos difltels : a'o d.41
rasipue devia $er concedlda 6 i
e o modo de ew da
meiro,-estatuio-. qme ipM,
tote do tearmsdo ; i -_g
pgas fam nu se ri


avulso.


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A'; ^^ ..'W .
. Por u anio ito. .


- ,*


r


3


renda annual de 3(20 a 4$8O0, renda que era
considerada come o aluguel da terra do esta-
do; mas, tinham elles sobre aquelles outros a
dupla vantagem de satisfazerem urn obrok mais
modico e inais fixo, e-de pertencerem sem-
pre A mesa pessoa moral, e portanto de es-
tarem isemptos do mAo humor dos senhores.
Al6m disso, os camponezes da cor6a gOnavam
de liberdades communaes, e foram essas ins-
tituigSes que serviram de modelo a organisa-
ci'o administrative dos camponezes libertados
pelo actor de emancipagao.
A servidio na Russia, como a escravidcao na
America, teve sehs deftsores no passado,
como tern seus panegeristas actualmente; mas
a verdade 6 que, qu6r- s6b o ponto de vista
moral, qu6r sOb o ponto de vista economic,
foi ella um mal terrivel, por que, fazendo v;o-
lar a consciencia humana e apagando o seni'
mentor da responsabilidade, nem ao meos.
servio Aquelles mesmos em cujo favor foi iUW
tituida, visto como, aldm de que muitos oiAW-'
nham mais bens no moment da emancipa0,
a maior parte do restante tinha seus bens,
terras e camponezes, hypothecados aos e sta-
belecimentos de credit.
Nestas condigOes, 6 admiravel como a servi-
dao pode durar tarto tempo; mas cumpre
observer que o pol jAmais aceitou-a inteira-
monte, do que sao provas os levantamentos de
camponezes nos dous ultimos seculos.,
Graias a esses levantamentos, desde muito
a cor6a e a nobreza se habituaram A conside-
rar a servidao como uma instituig~o prestes a
findar ; e, certo, teria ella terminado muito
tempo antes de ser iniciada a reform de Ale-
xandre II, se por ventura os movimentos re-
volucionarios da Europa nbo tivessem gerado
aprehensoes crueis nas classes elevadas da
Russia.
Senf embargo, Alexandre I foi sectario de-
dicado da idea regeneradora e como que pre-
parou-lhe a estrada pela libertaAo parcial dos
serves das tres provincias balticas, e Nicolao,
seguindo aquelle exemplo, foi favoravel A idea
e afrouxou muito os la gos da servidio.
0 caminho estava, pois, applainado quando
subio ao throne o imperador Alexandre II, e,
tanto malhor e mais ponderoso era o prepare,
quanto, apaixonada pela idea, a opinibo, o es-
pirito public, ja entfbo valioso, manifestava-se
pela emancipa'Co como necessaria, como in-
declinavel, sobretudo depois da guerra da Cri-
mea, da derrota de Sebastopol, que, por assim
dizer, foi o golpe de graca dado na servidaio.
Preparada assim por um movimento nacio-
nal; assim resolvida em principio a emanci-
pacao; muitas pessoas creram que, como
compensagao pela perda dos serves, a nobre-
za receberia direitos politicos, que da eman-
cipacao sahiria uma. constituicao, e que se-
riam reunidos estados geraes para decretat
a media.
Nada disso, por6n, aconteceu : as assem-
bleas da nobreza das diversas provincias fo-
ram ouvidas e emittiram parecer; mas a re-
daccao do project foi commettida A uma com-
missto, nomeada directamente polo soberano ;
e esta commissio, cumposta polos homes
mais distinctos, organisou um project muito
mais liberal, muito mais favoravel ao povo do.,
que foram as idWas sugeridas pela mor part
das assemblhas da nobreza. 0 project foi
meswo julgado tan lih,'al ue. DOr influocias
de cOrte, algumas de sues disposigOes roram
modificadas, apezar do que, ainda hoje, algu-
mas pessoas do mundo official tendem a rea-
gir contra varias clausulas do acto emanci-
pador.
0 project foi realmente muito liberal e pre-
vidente ; e, certo, em nenhum outro paiz da
Europa, em que houve servid'o, foi esta abro-
gada em condigoes mais favoraveis aos anti-
gos serves, vi-to como nIo s6 Ilhes foi dada
aliberdade pessoal, mas tambem Ihes foram
dadas terras, mediante clausulas, e bemrn assim
Ihes foi reconhecido o direito de se reunirem
em communas, e foram estas organisadas.
E' verdade que muitos dos partidarios da
emancipaCdo nao queriam levar tao longe
aquelle actor, e limitavam-se A indicar que elle
se retringisse A concessao da liberdade pes-
soal, como praticara Alexandre I, em relacao
aos servo das provincias balticas; mas, re-
conhecendo-se que seria isso crear nm prole-
tariado enorme, regeitou a commissao referi-
da semelhante idea, e adoptou a complex in-
dicada, que send aceita pelo governo, foi
promulgada, flcando creada if so-facto uma
verdadeira lei agraria, umar especie de desa-
propriacao da terra par utilidade public, em
favor dos camponezes, e A custa dos proprie-
taries.
Essa resolucao foi tanto mais sabia e pre-
vidente, quanto, julgando-se os serves corn
direito As terras que cultivavam para seu sus-
tento, teria a lei encontrado serias resisten-
cias, se par ventura os tivesse privado corn-
pletamente do solo.
* Sem embargo, em algumas localidades, jul-


















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Mdfl .W Vo br do~b artigow do sr 0

o.,.no n 'n...~.be n r 0 -u Jall o slohm Ino, pa s ilo.dsaigersaucomarss,.do poders Ia mepicaces c o
N"" pdeno.emgrl mgk ae i S.J ) EL Ro noOscn nnzsq pr, .I -' .a, ror da yise ass~eo q pe an

quo o .a" i i!,t lono pa zo e por..~t~ o.:nut 4gstTpaa~s. i anpuid'ados; 0ttSn. S.QEI A CAiPOd9 ,m tou-to~roo u ~,~~q en ag~ utn- em e5 oedotar or do asao, c-ar

,ns pare,.orqt-t ot tor narr0 rdpriIo.ari m oe I oo are roorbe tc

-.@b.6piqEtees ,secrgsos'oft ad lcr hin- .sujds.s cadaver, emambros cosere nais'or...n.
pre'bend a ob '*J ptiodi a compra, Qecs.nus t.pS miins er trJo4 4 3us aabne, r t qion e, t q q'."i mlvst o e adi 9, Ottdiflloie eal .obfrib~p nremesr- lsd in odo pouo eravel, lea
Wie~~ll2;,ln~}."ah~lt, dv t4%9~'. Pet'- trahse ; qtw~rendo poe este-modo S. Ext., alIo deputado, que ntn fagp- sq'ue~st~ps Pe:gosdz-re toil pubho', 0'U'ralrg rlepo ebn rtropr eee-
md alb q w se lr~wkbm'dfo'tbsaho deri- s6, sdr~mar a .batWsawr4eF ,v peso que GSdagauii, eenmr, potlqte ca ele motor-dea~ll Ha kene,
'to,44Mittfapiae,, uttho per suaeirwbdft ma gouSa ensia ala-, aAQquatia'a wt iued.a wWe-i v.u.d%.qepmro deexpt.a- os-d'atsaal de folleuids e peis er '
-ylttMia" v va~s," tt OW i SOCeWraao rinoo e" c .tteauirnAo In affeta Lpiatranquil.- n'ctos.krario quro," oneran fo P'x do mesmo mad is .im hrtque eo roeum caquo.a o it s:-m rhte t*.
Aui lS-'ta~ co 61+Y Pam y'e '4- IiPw'1jva %4b4ApWn pUki A, isV p nub d qc anvsstfk cxjp- .aa ua drd u~,'~ nefz rcoil ro ojv u seeo
,innPrincipl o Hn- cciae or e 0 tSa w-e-90-e "an 1 roet "fe te pa ces
m o tl9 4b caavoretrOs 8l e& eav 5au gqs-e iics. qn4paad savs 't ao M ed da e irl' Ann I ka. o& pd e. rhr l e
ati, s R "utsi ii t ,hgfratua al a n p pr in ,c forme dedar
~~or*4~t~f~i6O0. '-*s "O'-'deemtAs AU -taie; ueed o et-ooS xtM ouao u fofg qerp gui'roepbi% ate ealapo obsArtrop%~ oe-


uMpreeauenruo qpet e e iuentriiuo t- rn-
*pra;WvAiV IhRnameras diffiuldldad, o eta-
d{o ftfetWawli,,i Se ambibs'a partd interes-.
'oamibff.reeendo-lath am rnafoso' Aonearso.
B&&eefdo"fe 4ntermtrtdianeo ^e tniniteefr to am-
gt; okSfdeHrl'ftda 4-ewtnpokvez 'a a quisi(ao
A.W," erfti, adiantfnido-lhe -a major part da
t-(liehtca'ueessat'ia, ecrn~tanto qrr? ster *se "c-
tte, eom preprltari, em reMacao a
Bretferte /o teusade trrnistbrznou tredito
privado em cedito .pt'hlico, e pois deu vralidas
garantias ao proprietsrio, 'eao mesmo tempb
trarrslbrmbu a page annuall do Hibeftadcr n'tmna
esters temlente facilitmtao eormpotiez na p-)sse da
prop~-iiefde.
Segundo esse mnethoo o eutmponet dove pa-
garao estado oa dittntamefyto fmto-em 49 an-
rlidaaes, rt'rawO'4e6 ,"', Cromprohendidds:
amrirtisa*'&o ejutes. -
Nestas eundiwtes, at emahi-ri paQeo toinot "o
1aracfer de ua grea- de operno de credit,
que foi tanto mais notavel; quanto eran'- pre-
carias as forces 4dr'estado Atp6s a' gerra da
Crimra ; inas; -aa' nesino tempo, como que foi
um entrave d liberdade. porque tornotto ser
pleno gezo deper.qtenrte do tempo.i
mNtodo o c.sa,'po3 n, oaii'Ho do est -adb
fo i yflijoso ; ocerto o camrponmez cumprehT-
dera tudo 1 setrkanee,,' qnamcto, 'passados bs
49, aetnos c eprazoi estiie' realmnente l vre e
f6r possnidmor" de sun ass, e de gimm hrter de





"q&g" SL'IR8~W&/WWRE/ ,4 rDE.NVO


Ab meio dia, fei1 W .a'mai:,eaos
p reate s os es. de as. Rais e tv a,,a




ros Gaimar:ies, Joa4u:ni de iolefgaoLeo,:..
SneI,9Sa Ga'ORBWJca ,aaoel 24 DB.aAGO,
CavPESDlcnTA 'e, oEeM.'rt. CXMEiqdADOUHNAS-
CTMETrr'4'OsXEE~t"


as, Nascimen'to ortella, Siqueira Camp*4
preseates os $rs. dopiilados. fatis e $stlva,, tar-
ros Gaiinarjesa JoaX4UTo do Aletlo Rug.t, I~eo.-
net, UehOa Gavalcaate, 3fanoel do RegB, Gi^e
Cavalca'nte, flrniino do Wovacs, Moceiija. 4.1-
Vas, Nascirnento Purtella, Siquoira Oarapqs,
Reis e Silva, Virgilio Coelho, Herculano Ban-
deira, Alcoforado Junior, M-eselio Pinto, CuIsha
Cavalante, Soares, Henrique &, MaOq5, Alipis
Costa Chaco; ;'raltando coa Mausa paiuci-
pada o Sr. Gervasio Carnpallo a sora eLa. oas
Srs. Jouo Alfredo, Ignacio Joaquica, Agular,
Pedro Affonsa, Gorreia de Acaujo, Mamoel Ar-
thur,, 'rio de Barros, Cunha e FigaLirad, Gra-
ciliaAo SBaipLista, .AinaraL, Olympia Ma-rcqes,
Medeiros, Lacerda, Gaspar de Druamminond, Pin-
to Pessoa, Moraes Silva e Attico Leite. ahro-a,
a aoaaaau.
E' lila. e approvada a a%.ta da sdssao aateoe-
dente.
0o SR. 1.o SECRETARIO 10, 0 seguite :
EXPEDIENTE
Urma pe.tiQdo de Ignacio Paelieco de Alku.
querque Maranhlao e Jos6 Jacintho Collao da.
Silva, collector e escrivao da qollectoria pro-
vincial de Nazareth, reclamando contra.a de-
cisdo do the.-ouro provincial, mandaado qaoe
seja deseobutado dos vencimeatos dos eimpre-
gados d'aquella collectoria a qatiLa do........
1:066$.87.-A' comrnanissior de legislarao.
ORDEiA DO DIA
Continfia a 2. discussao do art. .0 do pro-
jecto 'n. 44 deste auas orgando a receita e fi-
xando a despeza part o emereicio de 1877 .a
187&.
0 Sr. slqueica Campos :-Si. presdei-
te, os aobres a konrados deputeados, rnembros
da commission de oreamento, quake em diums
sessOes consectkivaa so occuparain dat minha
facul eritica ao seu consienciosissimo traba-
Iho; que se occupararn das minhas exugartdas.
appreheosoes. sobre estado financeio da
Sproviacia ; qo se oceuparam das minrahas in-
fundadas consi4era8es, e da nminha antes
systeawt ica, do qae conseienciosa imrpugna-
Qao, inipelliram-me'foreosaniente a esta tribu-
na, pare defender-jte de suas arguig6es im-
inerecidas, e tanto miais injustas, qeanto des-
Lituidas de. fuarlMeato.
Nnnca pensei, Sr. president, que analy-
saado o project de orvamento provincial, que
usando de urn direito facultado peia .constitui;
Qao,-direito oujo exerteio deve ser ampia e li-
vremeote garantido. nesta ca-a t oode e'qual-
quer deputado, eu fosncausar.tio grande Ce-
leuma rsos animos -dos nobres membros da
comninssar',, cajas suseeptibilidades cu nao
quiz, nero podia qaerer unelindrwr.
OSa. GOES CAVALCANTE :-NaoprQduzio'sus-
ceptibilidade algumaa; o nobre deputado esta
enganado. A comrhissao .nao estranhou, new
podia estranhar que o hobre deputado 'top-'
pozesse ao project de orqameato, pycque 6
um facto muito natural.
O 5B. SIQUEIRA CAMPOS :-Neni- as mninhas
palavras relativt1s 'A nobrq Commiss$o, que me
merece todo o respeito. 'neam o modo por que
fallei, corn relacao a cada um de seos mern-
bros, aos quakes nerede leve live em tucate di-


rigir quJ;lqutet insiruacao, malevola, .iaIocisa-
ram os nobres deputailos a se moinstareaw tao
offenriJidos, p a dirigirirn-ine t3o graves invee-
tiras.
0 SR. GoEs CXVALCANTE:-QUaes foram el-
las? -.


4p. revetar,.ciatra a,,Qp:nao oRa 0nure cornmis-
"saQ, que qoisid~raao nenos appaenatemen-
W, o, esadQo flaa.,cyiru. la tinroniot ainla Li-
songeiro!
0 Sa. Got.E CAVLCANTn : --,.NiaSuerm disse
isso. ...
0, Sn. "Srti}i&&, GAMPOU -,'-Lisongeio,
simr e -o .prismaiapor oinde.avoem osa nobres
deputadpo. -
"O SR. o "as CANVAJGCA.TE da urn*apartpe.
0 Sn. 'Siouan uA ;Mp0os :-Aelama os cobres
depu Lados lisoagq.'oo o estado da pirovieia,
porqii ella aind4 *q,0 fez baocarota z porque
aindaO'a satlsfazd-dcorm gra&d saiorifico os
senss ,as,u,irgeAtes cprnprtiasos f' lison-
geiro parque ,os brados angustiosos:.de mnilha-
rcs coe victpias, (qw a estat-ora talvet agom-
seA, estorcpido-s, nas vaseas daiin miseria, lhi
no alto sertao, nWiaO., ehegam ao&.seus ouvidos.
4, ;seuhores,-o nobre deputa'l( pelo 4."'
dis9cto accresacentoa ai"da 'qe niCe tintiai vo-
acAno parra a a isaai., e t(a .emria feito part
Iaa coinrr*ss u,, s4 soutbese qWa viala tratar
de um enfermo. .
Primeiramewoe a:1 ,lesejaria quao S. Exc. -ne
respondosse, poe e. prohibido o astyte fAganrdo

^Q f p& AfI&r.k RaW P ,: Euttnio critico
IS-SO .. ..;

0 Sn.- S'auuaA C'(Ampo&: -. depois, nk'
$3I, nacm quwo, sabov, se o eubra depstasdo
lteai ou.nuo vo4iOp para. mAJicina,; o qacosei
6 quo S. 4,xy %leitaoao se-ea ospinhosa eonai-
mniss ., da orgrna4, eooatVahio uma-timmensa
responnabilifiL4 ;- a na quialidade de hormone:
pc'ico, oexpoinnreaado e evoahecado,r 0e4mo1 ,
4aifisancielpBoiz~iiaes, iiiaa deep, na dif-
el oonjwac+--a, e* quae inos acharmea,t de afas-
taU-se desstrj4ina cea",ua,, at-h&f ae-gutida,
sew. iomai4, ;,sew vaaLageon algutia para:a
proyviuia. ~,g.4i m, cabe-re dizor:(peraitta-me
S. Exe.), que,.-se facil apoaic4o-dAe critiwo ds
obras feitas. (epdade 4 que destonhego a. ci-
tiC4 sobreo obras .in. .rie ,nino sei quo aome
tepha, anin ,pWso quaUiefar a posigiio da co-
piatopr 4es -aaontos eadrues, ..
Pergpno et go aaibre.deputaa; o'que it o
rowea&o ,dehoje, except fesit do acc.ares-
cimoda 4d#pszas..
0,Sa MorusMO vi At :-R. de impastos.
0 SRt. sIQUKIIA CAMPOS :- ,..- augmento-e
reaqxAo, dfe ippostoi, sani uOra ooia let Ado
orriuato j passika, que era tambem poc
sua vezo. -arauasrupto .aM oeafamiaints ante,-
'rior, ? .
Sim, senhores, 6 lcii4, nouo aisse o nobre
deputado, ci ppapl& de aritlio do obras feitas ;
mas ett ieabro ,a S. Mec. quo 6 material, me-
Iraaentke maeriat o, papel de copista.
O1if, 0AD'. pICoax&QAW) qpi isac XIzRte tas vW-o
dads, qae no podemr agradar aos nobres de-
putados ; mas agora tenham. paciencia; hei
de dizel-as, e Ss. Exca. hbo doouvil-as-%, comnu eu.
tiva a. longanimidado de ouvir tudo quanto me
qiwzeram dizer.
0 Sf. GOS CGAVALCA.NixI di una apartke.
0 SR. S{QUEIRA uGAMPOS: -- Mas, senhores,
ea,tarnbetrn caltmaiiei o traballb da nabte
coRimissao, disise-o em sua phrase amena, de-
licada e pitLtoresoa, em qao Bal se esconita o
aspida mowdaz,, o,, tnobre deputada Veol 4t dfS-
trieto. E ahalauniei paL'que, seahores ? Ca-
lumniei, porque inostrei omo a logina fataidas
cifras qut as despezas do noo orgenamento
eramn aupwioes as do orgamtento passado, e
pAra quo S. Exc. sio venha de novo repetir
quq calutmniei o sau trabalw-, vou. ainda de-
Moestral-o corn os algarismos.
go podeia, remontanio-me a 6pocas mais
remnotas, provar qce a despeza. da povincia,
teW cresc&tdo o cevsoidu progrossivainaete..
0 Sa. Ucato\ CAVALCANTIC : 1ss 6 ana-
r al.
tuaO SR. SNUE&x t. ;AtPOs : Natural dia- V.
xo! Nao quero coanLestar a natardidadk do'
Eacto; mas o qie posse ass-verar a V. ,. Ex.,
6 qt. esteaecreseimno ao correspoodie aoa
raelhora:ueeat" qia teJLos ; e jit. se 88 ovia::ler
procurado .a ,e') de prumi, paradeiro -,a isto,i
Fpara Oo Qbcwarnios a, atado a p ternoies
chega o. .. .
Nio precise, poremn, ir tno' tonge': basta
coinpearmos o oreamento do anno panado
corn o dese auna, orae et disetssal, 'para
conhdecermos que aa um exeasso de 7T7.#10 ;
6 assium quo lendo sido orgada no jutiflo'lb
despoza sm 2,822:0'17$560, fii ao sagundq ole-
vain a 2,899:444$870, logo nan oalumnieio
trabalho da nobre comminssbo.
o SR..,ANOEt, DO RBiO :-Fora a-verba do
exOYCiQlios fnldos.
O Sn. SIQtUEIR CAMPOS :-E 6 precise nbt-i:
que o projecto de orcamento d6 1876 a 1877,
quando fVi apresentado a as-embida, consig-
-nava apenas para as despezas. deste exerclcio
a verba de 2,746:09i,-09. verba, que depois
de votada a lai, celtae-se Aquella soitfa de
2,822:017$560'; tend cresoido par consegulete
dinrants) es trees dicussaes regulates.; i...:
105:7083600. Ora, se estabeleeermos ; worn
urea proporgitp, devemos ehegar A conclus.lo


de que, quando for votado o projeota que se
disputee, terA attingido a despeza n enorme
somma do tree ,ill e t&tlWa-ontos;; 'quO hao
desert tiradoas deg' ip itos'onm qne se vai
sobrecarregar amprovinela I


vmcia, e quniroa a nno z .z imposto 4.Nle010i6
cjia~ifieado pelo-sahao ^eaja*& ?pfcl de
a ratonice que nagiena avilta o 7i t- e'a
coasaieneca de im napaAo. ,, So vras de
urn fande eslddIsi, autorMWe "usdpeita,
qua piodia fa!rLd nohbr O alria doinbodo&.
0 SRn. GOES QAVMAQANTL :-,E qt polif di-
zar c.no qualquor outro, %;wa tisasira. ,
.OSpi. SIQUltRA CAMPOS :--Esta iljuria, creia
ttilbre depitld-, 'nao podC attingir a am dos
maiores benileitnes da huma-ilatde, como -A
odia alg n', a do qutl 4issas.Fulk t: i-
yuits c 7$ fljnen, r" trym :qse WyrAis.
Ms; terihores, calumnfolaidda, porque-ine
,opptaz eot todas as 'fotas ao imp 0to de im-
portaQ.io, disfafoado, ora sob oi'hde dA im-
.posto de c9osifp, iao sob ,o dp impoisl de
expediente, :.Idis"tccoes ; capciosas cow, que-se
Iffude -a dis0osiva' expreSa9, clara e terminan-
't;'do art. $do- ato 'adtcionat, twe tribe
is atesenmbkaw g rofiheiaes logisiawrr sobnm t
mnateria, imposto quo o mnesmo etadiamt a
quem me t'Qpoh.o refoido 'considerava coptra-
rio a 1berdad' d comrnraercio, para elle maisn
prwtios&, do qIdA liberdalie civil.
Seri*tar ama zmdraono oentendpu do n4-
bre deputadn pAm. :3 di" dricto. Mas ccisintlA
S. Exc. por maiol qae seja aconsidoera9'ao,.i
me ,nernQa a ua respeitavel opiniAo, que eq;
d6,'preiren6a1a dte Renjamin Franklin.
'*almnriei.l ;Wotamenta, senheres, posrque-
taxaed 4o. ibyi aas algirna. dflpoai, 'oes, qate
rime arecera g i0etllig veis.; ,ea pass que
"o digr'rIelat da' Comnissio riae dava ra'Ao
er. uma .stadistsiStes, reconhecerdo que
erar oebIjBitwde s9tSA d4vifXSS% 9 95eu cor-
lego; we iwndkafyie, wmodo epouwodigno
(perrnkla-mneque Ih'o dia) de urn espixito it-
lustrado, omo 6 o seu, e que so inspire nas
vendadeirts .pttatioa3 plaraoMenbarps. S. Exc.
diasaqid'eu itn tish a comaprehendiao essais
dashpaes. K' urndefeito d.o i mtiia'.fraea in-
tellfigeiicia, pplo, qual ona iposso responder;
rmas eatodo caso dirai sempre a S. Exc. que
tenha atais d6 dos po'hres 'eplritos vuigares,
para quem tegislh, os qaaesicom oeCtesa aio
podemiao, eotiprokeuder dispoaicoes qua s0 es-
tip ao alcanpe d &s irUtlhgeicigasprivilagiadas,
cobmnt a 4' SEx. t /
Calumniei' finalhente, geirhores, porque dis-
so qu" era tmut inedliaa do gmadeo ateance
eeotnoicpi.ai ;rirW(v4wJia a eoLiwa&o doe
lugaws. de fiseacs cdas ctaleitoria, lugares
que siao uia verdadeira sinecwa, o direi mais
que teen sift0,exercdffs abusive e iltegahnon-
nmnte pelus p ntfmots pubbleos, contra ex-
pressa disposi-ao de lei e-da inawnmeros avises
do goverao, comao d"_ppstraxei.
A nobre commission, quereodo .juOar
Iaeoafta dos flseaes. rd- -p* go 6 ser
relator, quae senielhante creacIo t.inhabsido
uma salvatorio pntra as defraudag5es da fazon-
da ptlblica, de qu,' sao ageites os collectors.
Bern se \v. Sr. pres-ideate, que aisto vai uema
argnuilao muito grave, qane deixo de coumen-
tar; linmitudo.moe a protestar coatra a Ijus-
tiqa irrogala aaas cxaCtios do fisca, de cuja
probiade fago Mi x Cj coJGeito..
0 Sft, GOES C4VALGCANTE :,--Nao mre intrigue
comn os coedLotares.
0 Wt. SiQuiCAIGAIPOS:-r-KntiaotambeOm V:
Exe. te quiz. itrigar cooa os, fleaes. Defrau-
da5oas da fazenda foram aS palavras de qne
usou o dgi.no relator da cotmissao: oeu tomeof'
nota da phra.se.
O SB. GotCAv4CANTEda umn'aparbe."
S0 Sui. $IctUfilA GaPos : -'E citourse at6
urn fact.
0 Sr. Goss CAVALCANTE :-Eu julguei.pos-
sivel a defiaudagiao eitji uni exemplo.
0 SR. SIQUpR4A CAMPOS : Pois botr, V.
Exc. o -eonfessa. "* a que v eio este exoemplo de
um corleCtori que recebendo 106$ de um can-
tribuinte, lanpgara no seu livro de talhos apenas
6hy It;;l~lll -l.~ IHUl.l ~YfWS ^ ^~I
'.Tt,-Bipto quor'4i-
sat CL 44Ns'dj
Va, oar Eu se-que era possivel a fran-
deo;e o-nonTre'-I'putado coatesta 4 possibili-
dada datfralde? i '
0 SR.SrjyTnA4xiwAp:r..ia, pesso erer que
o nobre deput'oA& pel6d sirtples Theto de poder
existir entree o grande insmero de collectores
.da opvicia ,algam, qu^ ahas, qtmija s~tts-
tar.,a,.J~idindostos sw grand pessoal inuti!,.
onar,tissino aQS qpfrea puhlioos, seva que 1,0-
EW iaia:.pe avte a abuso on a fradeo
ppussay^&osplt~ oqa~aliA^ est4 ganaitida. a
faxenda ppja Llppc, q116 prosta. a icoleoior pa'
ra ckaatpaPt& ehtw;l~at. -- poQl OH fisaaes patst o
thesoaro trmta#t IaItos N*itoP Da rSis. Ora,
re~g~te'W n^-iwbrefoasaupissauQos -$e4rgviQOS
proptadoa par se^ Junuagarips, qaj JA polo
cargo die proewIporqS silo qbrigacl^a a$U 6&
vc~isas^Qr oqn'oesposdeoi a ~p -t~ despo-
za. llo, oQrponponioaa, pfl c i,'-
ponder. ., .. :... ..... .
As^belyacoesiaposteis aoellsgoaessdasool-
lectorias-4o as mesmas. ipoastsaos ,ae ec.
stores, cujo zelo,'exacgfo e aetividade no euma
priniente de seors devers, nao s6 garanten a
sua-probidade -e honrmadoz, como a fianga a


que estlo s4oeitos. Logo a croaQ&o dos luga-
res da Lwa.ep.pcias, par, =emm ocoUpa-
do ei opSpfltovfs'- dl* 9t fae tojo
silo doe intermsses da juttisa e da frzaeda, 6
inuti L EnLrStztoi dIzsdot40am :ne bres do-
putcdse :,osfkloe a ladiiupnmvais puara
b6Oa armeoaagaidas retdad publleas, -porque
serm ellses tas rendas diminuiam considers
ve ,Me ('.i. ', *.' .." ,A..,
SS' .o:erqdiiteiaa voriadira con-
1rn ( que nito
*Ois. qadSeo
'gar .69i ttsdced oT "tprtlkaeittift (0 ; maj
alvi ,e
ldea f -JA M so.
yUl 6Uo1'JJ*1~lKx~fN~lua 1U


ae Iteteaweiro de t 855.
E niA s6 peta rasz deuaradba -mes sro
asoe7"e auito poderes as comferoas'geraes e
sobretudoaas demair de kim termo, cemno por
quoe os pruqteores uaIres, eornan aestes 'da
justula, sko -igualmente fisoaes do modo nt0or
qua oas ageries, tanto- de-(arienda provincial,
mbor- idae uacionat, exerPon- os respoetivos
cargos nas-'eovtwas&.*'-- I
( E ainda por veMflmtr-se a hypothese ji do
aviso n. 8 dee 4-de dj e modoe 847, de exerto-
rem simultauermente cargo entire ai epug-
nanteio, ewio -o do soem f fiscases de si rnes-
Masv jA a-.0o deereto n.o 429, de 9 de agostode
18A4 ete ao npoder'ent star snfiinitnertrnentij
em divereos fgaaes pa n o exercitiw dos car-
gaes do pwnafiores pablAebf, e agsmotes dia ea-
zeoUda'pdAica, ji a dos avisos ft. 09 de7de
outtubro t i1843 e 1 e -tide jtejaitaM doe 856.
de nao poderem eixeete urn dagqoeltes cargos
sent detrinito do oat*t.), e ja -finat'uente purn
lariat icom(pativel a aceamelaApo dos cargos
d&ecaradutes gsa-es de orphlos, que segundo'
os avwsosre s. -13 de 15 de janeiro de 188, 136
d oe3ji, a.aio'te 1859,- 514ades 5dennvenbeo
-de W8 547 do 21 de dezerobro de 8t3 e t9
de otaWob doe 1868, d0eom ser exascrcidtos pe-
kos puonloulores pubficos, ;f"de -nO estiveretn
read por JSa, pOqoru as9 -euradoreos geraes,
wmnoadvogua Walos doe todos a.yelles qae
sto i-abeis para estaremo e p juizo, ftcaram
isemanpLoidosados par o esarbo de fiscal da fia-
zeoda piwiaiCtatl, cibos intaresses quasi sarn-
prejeeftsarahcosa Ps das parties r(preseonta-
des por aruellos eumdrmooros.
a -Nmlo "uo rmaaia sa pnpovideficia u-rgen-'
te'-qaa e-regeariso itaes nomeaeiles carn o qgu
prascrenvema iegislagougerMt. Y)
SPeuso [di z por Qua veonz o Sr. Dr. Carvalho
deo Aloraes) quoe ei se cargo nao 6 necessario,
poeqise o Bervioo ties collectoriaS' provinciaas
p6da sean htoav'enientoe ftar a cargo do col-
lectora ea do'esrfvoe quei a suppresslo do lu-
gr do fiscal parmiltira quo sejam s augmenita-
dus os vencimenLos daqueHes empregadaos,
ai d e towrw mais faore il o soeu preenchuimento
corn -possal hiabiHitado.
Acaa d&te vwo a assedribga o mod poes que r o
ijttrado Sr. -desetdbaree dor FT eitas Heutrique
deinoosra ft incorepatbilidade absotasta, qne
ezi de m atres eargo'pde prmotor e o de Uts-
eal d- ofleetuari fa;goestes cargo teem sido
exercidus abasiva e Wegalmeiate pelos pro-
motot-oge.
E o Sri Br. Carvtiho ntf Ro-aes-a Iriga udeo-
nesessarise ao servigodas wesmas collettorias,
para a qual silo mnnlto suffreientes o collector-e
o escfivao. VAe partanto a inObre'cormmissAo,
qute semn o menor inconveniento, podemos al-
oiar ae'provincia ide un grande peso, suppri-
miudo takes luigares.
Resta-me eainda, senhores, eplicar una in-
siduaeAodo nobre deputado pelo 3o districsto,
que in- quiz attribair a intenQAo de censurar
osfisaes a pbrntio' dumprirem os sns cdeve-
res. S. Exe. nuo mne quiz conaprehender. Eu
nao fiz, natef podia ffzer semelhante censura,
tanto inais, havendo dectarado. que considera-
va esses lugares inateis, sond o unico ever
dos ficaes'ifaqarern o sea visto nas guias o
papers relatives A cobranca dos impostos.
E' verdade quoe o nore deputLado-peolo 4
distrieto len aqi unaa extensa lista de obramga-
os ianpostt aos fseass, obrigaglos que coeao
jA disse son todas exereidas pelos laectores;
e qand. nao fossein aetas mer-a formnatidade
para apparentar utnma rie ea'&o inutil, ser-ia ra-
zao de mais pam ao poderem os 'prootoros
exerco'e lugars do felscest sob pena de se ton-
narem exolusivamentea gentes da fazenda pro-
'vincial, con grave prejuiza dos intersses da
juStia, que cbnstantemnte clarmam os se-s
servivos em taoda a parte ond6 se der a viola-
iao de um direitso social; principalpente nas
corparcag de mais dte uxu termo.
Por esse regularnoitlc aqui lido pelo rotire
deputado pelo a40 disIric1 silo os fiscaes obri-
'gados aaessisirenm a todos'osbtrabalhos diaries
das collpotorias. E nqtlcasao, ou a ju*4la pu
a fazenda teria de soffrer o m sens i.wtirtsqes,
so par ventfura osta ti~vossp Aul~us depondan-
'Lee, de taeo fueccionarias; mas ala e' fo Pzeni-
tin quor satire, qnuemf ~ui~s sqtmro, quein otais
ponds corn semselhanLce accumialaiao *3 -o pita-
!pria funeciananjo, quo ht ade necossaniarnento
snomifriwa uni dou to van-gas, quo 55 mu-
tuarhentO repelloin. *-.
0 Se. GOE 'AVAL4CANT :-0 n-s ri~amomito
da co~lsefcrwd '~a s'-es' "pwwtores
patbileostojearn os~ls*e8es? -
0 -Sn. SJQUKiRACGAMpIa 4-tPNasa que ftm;n -
0- SAV. 3. DIEMELLO flso:-Nhao ba'tatl.
''0- Sn. Si~tPiunA; -OAMP'OS :-Ao maens tern
side sempre n16 hoje nineahso8 sprtglOfcreS
pirbli$^6, senda sous &ubsetitutos 'nosltpedi-
ineptoe-pess&~eiree os juiaet tie pat, a respel-
to doesquaes so dieo as mpemnas rezbes.
0SA. GOESCVALCSNYE :-Teorn eider pro-.
fertlo?; e'apooriaateap.-eeentar ossos eon-
tn-arias. W( lV U ,~i :-- *i1*'


' SA. SiQUAo A GMPrbs :--0 ai. ;- exacto 6
qub V. Exc. appear dds tecirsos,'n' o-
comseguio, neop eStr uo 6
lectorias' s-. "
0 SR,, GOES GAVALCATE da timu apart.
O 'B.; SiouEiRA Ca ov Parece-me ter
demb)6itrrdo qu*'lnko Iha .=eosstade, utili-
dact:;iif- msmro couiventIncia, -m seem
cotssrvadl .sflscaeos tMOtert' dA-sacerlfl-
cid' ra a, provlY)a, qo dpenas: podoA ir
'pakipudo. oqW'bu~ -vldr< ee mats nocossqeits-
a lfia db~tfP't W~prdvolo ^ rtitA podern, hem
d e lom % er ctq 6 .@ -t'de attai eth
lop -dso alos e#gis'ciLbs -;
ir~~e(*teahM~~ar" L i *'u **-t ^i 1 ; r'


pOAto prritb,
antagens para' dia
Aingam todos
culture, ese. 'ea t









Motives eqi vente Lein esse augmento de duurias 6 porlue
apresental-o. presta tawbem os services de amanuonse na
'a oppOr umn secretaria.
u quo veio A 0 Sit. IATIS K S[LrA:-Abi 6 quo esta o en- .
ts aggredindo- serventa -ar&e!< a nteaia dn niariar ; mas
ev.zno muits nso e tiA n em eS1 "
ai. 0t." GS"a :-Aff-rno no no-
to aMra, m..- tre 4epueL
da svn todY a O Sn. RATLSr &a:-4fflrmo ao nohrede-
Mte qae ese e putadu J.i.o,6hz, far"acumula *
Sexl remo, de esse servico coro.o c0a n'uo.
i,Ipossa .>z7er S.. Go Cw t :a-Eult ha enga-
neio para ar- no nas informajtes qup idho.
snr os espiri- O ) S llk-ns-t SwvA&-'O.nonbre depiutado
;'& 4l... r est rnal iLformaido ; en estou muito a par dis-
ir-u por isso que th digo que ha uma In-
mas ju tl relaliva ej9var$e a ?e adiaria du er-
mas i;) vents, e no elevar-se o ordenado do continue. '
t apese 110S fl- | 6 Ptaritombn 6 i a FnrfltI d fa 'tma-otOva a


mos em vista votar uma lei do orcamrnento na
altura'4. aa sOiuekias., ,. .9 '.. ,, -
0 Sa. GOES CAI,.CANTl:-Apoiado.
0 St.I. ME MELLO RWEGo :-0 nobre deputa-
do... nAo sei comuo nei de retferir-me a elle,
tio susceptite, :'tao' melbidroso, comn se
mo. txa..l..,
0 St. lIQUEIRA`CA',%MPi A -eenmple dos I
nlreg es ep&tados.
0o Sf. ) BE': WELLO REGO .- Nao itcho
qualifloativo proprioAs iras de, quose pSe pquio
o ,' bredeputade.
0 8t. SIQUJETRA CAMPO :-'Pelo Wntrario ; |
estive catrmo e stdk ainda.
0 SR. J. DE ME-oLL RoEGo :--Sr. presidunte,
nos-4.delates ,desta easa, pofderei talvez, por
falta de urma expressao polida e delicada, que
noe eocecorra, usar dfe t-expressoes que nao
sejam agradaveis aos ouvidos tMo susoeptiveois
oomnio so os do nottre deputado ; mas a mirr-ha
ifntenogo 6 serpre a 'nLehor ): procutro set
attencioso, ser o mais bramndo possivel, para
coin todoos as muS illustrea colLegas.
Se alguma palavra,'lois, eu disse que po-
deose molestar ao nobre deputadrto, ellte devera
saber que eu nAio tinha essaintenqao, ate mnes-
mo pnrque no fim' do mu discurso eu the pe-
di d6swulpa de qualquer palavra que podesse
itk ter sido desagradavel ; dei-lhe esta prova
de attenvio.
Entretanto, o nobre deputado disse que eu
uso aqui de urna palovra brandal, nas mali-
ciosa....
0 S1. SIQUEIRA CA.tPOS :"-1in certes casos.
0 SR. f. MELLO'EGO :-... 1que jogo does-
tos, 'qe tenho palavra munordaz. Ora, isto Sr.
president, sao expresses menos cabidas nes-
nesta casa 0 nobre deputado que qu6r tlar-
tm ligoes de-cortezia ede delicadeza, n io p6de
por este modo constipui-se men mestre, nem
de pessoa alguma.
Sei muito bemrn respeitar a posiQAo que occu-
po, seol mauibo bewn o grao' de attencauo que d&
vo guardar A casa e aos nobric; deputados : o
parae dar disto prova, declaxo que nio ouvi o
quet o nobtre deputado disse.I
E' a reososta que lhe devo dar-nao ouvi
as eVesess que mo. dirigio, nuo me dou per
offeodito pQor.auillo quo nao ouvi.
SCroio, Sr. president, que por asta f6rma
evito 9 aaedumedas discusses; o esao moles-
to a neabtima da nobres deputados e princi-
p4wmente ao orador que o m waecedeu, em re-
14lao 4 quem,tenbho a mnelhor boa vontade.
Offen4eu-se o nobre deputado corn algumas
pal4vras miabas ? .Descenflo que a sue sus-
Sceptibilidade (bi demasiada.
0 SR. SiQpUBIRA CAiPos :--Nao me offendi ;
apenas oommentei as palavras de V. Exe.
0 SeR. J. DE t LLo REGO :-Disse que o cha-
nei de caluiunador ; 6 urn fdso testemnunho
.que me levanta.
0 SR. SIQULEIRA CAAPOS :- Appello para a
casa ; o nobre deputado dihse que eu nilo ca-
luamniei a commmisso, nmas o sen. trabalho.
4) SR. J. D MELtLO REGO :- Vou repetir'as
palavras que disse :-- nao direi que o nohbre
depulado ealunmnia, ponso apenas que faz im-
putaOes demasiadas ao project. s
Istooi urna fdrma de exprirmir-me, que nao
importava nenhaina offend ao nohre deputa-
do e que nern dava cabiweuto a mnostra.se
tao wgoada. tao ferido, at o ponto4de memo-
riar con qualificativos menos ebjnvenientes.a
urn msou college, que no tinha a intengCo de
molAsialo.
0 SR. SIQUEIRA CAMPOs : V. E,, djg
quaes sao essos qualifications.
'0 SR. J. DE MEtLO REGO :-Niao quero repe-
til-os,,..
.Mqgoors-se o nobre deputddo por ter eu.dito
que s-a. posicao muita fail a do critic do obta
felta. Foi uma propositio garal que oancei k
que qoa podia tor applieaoo direct ao nobre
deputado, nern a qualquer outro, e ainda que
tivsse, uao erda ui dito oafftensivo.
Quaria eu dizer que critical urn. trabalho
qualquer ew apresunlar a ,orresau dos de-
feiA&,. 6 nada critical. Se o nobre deputado
.achava que o pmojeotb do oramrntLfo estava
anal conabinado, que as suas dLsposicoes nio
eram razoaveis, quo a co-wuissao apenas tinha
copiado Os oivanontos.aatiritrcs, dswia orga-
nisarr um Irabalbo navo quo iuatoeissassd A dis-
cussfo,, e sobre o qual :a casa podclse resol-
veON psasupprir as alias da con'awssao.
0 eb'a deputado, Loim pleia direito de
eoMaHa-eo aeorigig quaesquer projectos, quer
d~ebput4.s, qapir daa Qnmissies; por con-
Sequeoola, se aoteava o projacto mruo, se sito
Phe panocia a aaitra-da.situailxo, apresentasse
asimoudaa, as eorsecos necessarias; mae.
faller, ,ensuraor projecto seae aptasentar idaas
suas,. Lai.ie o quake rnapareoeu poueo acei-
tavel. ;
$O .0SR SQUEIu AMPOS: Pajrece-me que
;ao poeso apreos atr pmeudas quando a dis-
cuoaS .wrsa samete sobra o art. I.o
0 S,. J. Lpm Mwo .RltjO : jNo creia o no-
brt 4opqtado que:para depreciar o trabalho da
coasuniss o, 9^0 basta dizer quo esL;r QO fez


mai. do qie-OfPar .-oggameoAts "a"ucos e qae
o.os _n=,,-:.int< --ji g||,jLamjpi ,aaie, ca,
p i. n ._W ..i. m.mmpre o pa-
pel de. copiadorl.tAMislnifante, edmo. pro--,
suaw o nobrn dep~t'do; para cepiar ideas e
pensameaeso,,.e sopi"r beat, preciso ter bom
seao0, geneosto e, oitrio. 0 anebre depulado de-
via, p.ois, tot detoastvad, qa- a ooamasmi-'
saio copiou os orotanouLos anteriores owtr o
erinerieo a prudeacin e o born easo' nwaaa,.
rios.
MA6m distoo a. cumninim o em aertos
no. ipoda4mr do. piar o que eooWuqa, ra
sseoip,iLw. estaba iosaMe nvAQe uimniusfo
nca poeda anjdvja 4$vM,.eelesA. PWtQ era.
pcomaarwi ppiar que o uiti .;tvI- ..
-POomfw, porfm,, o.iwO-.eputa.ldo.a pro-
jeweto da:qotaniA o, .:. Uf" l qWj*tnAerw'-no-.
va, ideas uteig. po's de o4galisll qsi
sio Sb ,tia srs jgeFi^.o. -
3N opin iuAonW<.4Q ii^QNW 93( Amainp;vsr rI 6is .'. dgUSs WfmhriAW

4i 0 8P AW siao B isern fS iNOfr OfOSw
lf erm: i,.^ue nao devem entrwrio.roa,


diaria do serventei porque, ,corn mwenos de 20
por nmais pobre- que seja, ua hl m enem, niao p6-
de pas-ar; mas -tendon d idmbein que tna
injustice relutiva.dtear-se ear o continue ,om
o ordenado que tern.
0 contmuio ereio que teo n 750; o servente,
corn a diaria de 2$, vein a filear corn 720$. Orai
sendo o continue mpregado de mais elervaa
catihegoria, e ecumnlkakdo servigos ao do seu
lugar, e scm duvidai a ma una injustiia re-
lativa elevar-so o ordenado do servente e dei-
xar-se o cbnLtnba 'omesimao em que estA.
Por %esia roao, Sr. president, entendi de
tola a justice elevar-se o ordenado do conti-
nuo, e 6 o que fiz pela emenda que mandei A
mesa.
Slo lidas, apoiadas e postas conjunctapiente
em discassho as segmintes emendas :
(( N. 2.- Acerescente-se no fim do paragra-
pho -ftc-ando elerado a900#00 ao ordenado do
contintro.- Accreseente-se a verba.- Ratis e
Silva. a
SN.73.- Art. 4:.- .Supprima-se o- I3.-
Siqueira GCa ,ma-Mortira Ales. &
0 Sr.' 0e"s Cavaleante faz algumas coni-
sideragOes. '
Encerrado o debate, requer o Srt'
Pinto que seja feita por parties a vo*
'20. Procedendo-se Ai iv&taiofeap..
art. 4o, a exQ8epCk d.a parte do 20, que u.z-
e diaria do servente d razio de 2S000,- e que
, rojeitada, sendo tamrbem rejeitadas as emen-
do* apresentadas.
Entra em discussao o art. 5.*.'
E' lida, apoiada -e posta oonjunctamente em
discus-ao a seguinte emnenda:
( N. 4.- Supprima-se o 1.-- J. Men-tha
Alves. >)
Encerrad, o debate e procedmdo-se A votw-
'ao, 6 approvado o artigo e rejeitada a emenda.
Segue-se a discussed dor-art. 6.*
SSao lidas, apoiadas e postal eonjunctamnnte
roa discuss-ao as seguintes emendas :
v N. 5.- 'Art. B 5- Em vez de 2M"O$,
diga-se 80:000$000. Siqueira CampIos.- Mo-
reira Aloes. ))
( N. 6- -SuppNima&-4 o 3. Siqwira
Camnpos.-Moreira Alves. a
Encerrado o debate e procedendo-se A vota-
g6o, 6 approvado o artigo corn a ultima emen-
da, sendo a l' rejeitada.
Entra ea disoussao o. art. 7.D
- Sao lidas, apoiadas e postas conjunctamente
em discussao as seguhites emeondas :
( N. 7.- Art. 7 Supprimnam-se os | 1o e
2".- Signeira Campos.- J. More'ra Alves. a
a N. 8. Snpprimam-se es 9o, 10, 11 e i-.
J. Moreira Aloes.- Siqueira Campos. >.
Encerrado o debate e procedendo-se a vota-
cao, e approvado o artigo, sendo rejeitadas a$
, emiendas.
Segue-se a discussao do art. 8.0
Sio lidas, apoiadas e postal conjunctamente
em discussao as seguintes emendas :
(( N. 9.- Afais quatro laminpeoes no/princt-
pio da rua do Barao do Triumpho, entire a es-
tagAo da companhia Ferro Carril e o Largo. -
Virgilio Coelho.- Barros Guimarfles. ))
( N. 10.- Ao art. 80 1o.-AecrescenteM :
e inais 9 lampeoes para serew collocados na
travessa do Caldeireiro, e Lamarao, a encon-
trar corn a estrada *ral. Aleaforad Ji-.
ntor. v
Enceqrado o debate e procedendo-se A vota-
CQ&, 6 approvado c artigo corn as duas emen-
das. .
0 St.'Moreira Alves e Slquetra Cam-
pos mandam rmesaa im'de omrinserida na
acta, a declare 1o d0 e t t.jraram contra
o artigo e seus paragraphos. -.
Entrza am diaousasq Oart. ..
E' lida; apoiada.e ppsta cofljunetarnente era
discuhssao a seguitie iemenda
11 i. U.- Supprwa-se. o, --".- Pforeira
Alves.- Siqueiru Campss. .
Enoertado o debate,- Aapprovado o artigo e
rejeitada a emenda.
Segue-se a discussalo do-art. 10.
0 Sr. Mo6eira Alves justific a seguin-
te emenda, que 6 lida, apoiada e posta coojun-
etamente em discussion :
i( N.12.-Sqfltt((flia*se q.paragrapho unito.
-J. Afoei Ara cs.- Siqmweia Campos. a
Ninguem mais pedindo apalavra, 6 eneer-
rqdo o debaoZQ,. A requerinento do, Sr. Morei-
ra Alveo, ^decide a assemblea que a votacao
da einenda seja nominalmente feita. '<-
Procadendo A vQta9 ">6 approvado o 'rtjgo
e rejeitada a emncnd% totaram a favor della
os Srs. : Leonel deo laencar, Barros Guima-
rmes, Herculano Baodoira. Siqutira Cainpos,
M6reira Alves, Aloeforado .nikmi, MenelTo
Pinto e Virgilio Caribo, ao'.jMo 8; e contra
os Srs.;: Herique Marquos,.Hbllaeda Chaoon,
Allpio Costa, Cunha Cant^daete Manoel 4o
Rego, Reis e Silva, G6es Gavaicante, Joaquim
de Mello Rego, Ratis e Silva, Snares, Firmino
do Swyaes e Ucli6a Cavaeante-, ao todo i2.
San. r~c
So. re 5. s s te'a. ps titus. "1, 12,
13. 44 e *i .


Estando esgotada a hora da '1 pfte da or-
dem do dia, pa l4tt.,.I
Entra, final e fa 35j'iiOs6o o projec-
to n Q! de- tiia4Btat provi-
dencias so'i Bga com as

n~o have n
- 0 Sr. Pt etateatv a- sSe de-
poi.d lrl^'ijptg olemo d,.dia:
continue' Ti "e disbma.o do
.pfit n.. t, '; .....


Jury do f8Mimct' Sr. Dr. Joaquim Gongalfves dLirnma, ;
to db 4o district inkLevi -
dia 30 do correnldt...s9.. .
tLibMi do ,arvidet 1 -


?
it


-1-



"."!, -*
o -.

























I
t -'A


: 4' seo-ho.-- 1'h daprosidencia de Per-
-n- imbuco, 5 de jtI 1877.-Acisorecebido
o officio de 4 do pn*M0I em quq Vv. Ss. pro-
p5emn a coHStruct d tim aqude na villa de
lk' InaarJakk1'e'ata imm'e'ite0 de Chrnai^
*- e conio meio de oindirectamente it
pesaia 6rcMrijti~jg'q ijqp grnmde imttaeror
tern se .tiade ii*tilt s ponLos dointerior
dAsta e d outlras piOTfitlas; devendo aquella
obra sA5r dirigida e fisoalisada pca comin sdO'
composta dos Drs. Agostinho de Garvalho Dias
Lima, Nylo Rodrlgui. de Miranda e vigario
Marcolino Pocheco dl AIa1f', e a dd oeniMtei-
Pio de Caruari pela.. dmo So etomputa dot
Drs. J6io FraaciscofDuarte: Ulymiari6 Augasto
do Moraes e vigario Antoaio Freive de Carvm-.-
Iho. ; :
(tSaado deineontostavel utilidade as refecidas,
obras, cuja execuQao s*i autorisadk pelos 9 e
V)do art. 17 da lei doorgaatinL6 provipcia vi-
gente, cumpre-me decha7y4lhes que pproO
a proposal ei por VvW s, o preoilo ofli-
cio de 4 do corrente mez. Deus gutwde a Vv.
Ss. idanoel Clementilo Carneiro da Cunha.
,t -Srs .aiOembros da commie-s. entarregada de
, ageaci rotros par l9 O MIdWtietes (do in-'
etor 4&*9 ravllia., o .
Prolongrmeani da ,etmada de ferro
de Permnuabuco Eioiptorio central em
Palmares. Resume das obWervagSes meteid-
rologicas feitas nomez de junho de 4877.



Sy '*- 1
g I DI~EC"AS E MEZ

LTUR4.
s : .. v
41 u v^ 1 M






I ALTURA MAXIMA
flflt ... ....^___ ^


5 DATA GOBsESPODtIENNTt'


-S> IM -.-lM. A

S^S^ ALfTUBA Ml~I54A
1^ "_____


I


tt f1 ,ATA-COMOMPOOM M
30 u 00 1 1 ,


J = jc TtMPMRATURA MEDIA-
LID
o e- TEMPERATURE. MAXIMA-
Cg8 I <-_____
DATA CORRESPONN'IEWt
W -1. .. -
,' TEMPKRATURA MIrq -

tb DATA GOIRE9PONDEN'f%
= [^p ^ i. .0, .. Zl '

\oo HUMIDAlIv 3ISfA
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aouw- (EM 3iLLnbTIF4S):

O~bO1 DA 5
q -a ,,1 A I-,
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by O O ... i ..I







SDIoS 'IROVOADA


InA" VUADOS
:c~tOcO' I. _*__*_ J______
,*gOWgI4 QUANMAADZKCYAUVA
(EM MILLIEBRO8)
^ gg o _____ ^ .: ^ ____


1"Ouilawr draate~k-DeHr(tf e
NIMMW scont dos de5docnatlwcot
os do M
ferido, "Ud 6
S unM tiro do pistol*P
,aIi~oalus~oU. ": L;-.
e4"a Drinfge-De- w;",irazo deo
NO ,eontados de 5 do Co&N 'contiSG .
.do imposto peloWservfigP.' hia
ainage,poe ir p
pt4*k*l, os seus debUos. -,'
*Ohrio de Imagens-Redin[a iamanhl
ds 3 boras e mei da lafI,. onMpjado con-
vRatdo' Oamt o' RI lV-I o das ima-
gens de S. Chrispim; S.'Chrispiano e S. Ber-
NfllMt,.Aj1Mlles dous padroeiros da confraria
dessa denomiagao.
OMUAde loterla da Bahla-Eis.o'resumo
dd..IjWe'da quart dessas loftrias, ektrahida a
b 4n.'orent-:
N. iW -100:000J
N. 2;5 0 3 50:000:
J f : "2:000
5'UM 412, 1,149, 1,.71)p 798-f,000S cada
005.3, "2,735A 3,7904,1, e3;,144- 5:000$"
m1,130, 2,800, 3.63,. 3143, 4,959,
\ 4a 419 -i77-2:O eda tim.
,i hposto da declipa-Os proprietarios de
predios urbanos quo nfo effecturam deatro do
prhtzo 1egal, o pagainetto. dd 'fnrdtb da deci-
wa, MAUYv6 aw gUU& O9WisfNtYdb exieftico
de 487-87 77, d18X7. dof eftu,4n* r, o soonsu.
lado provincial, relates de sueseasas, devent
realisar o respective pagamento atW 16 do cor-
irente, depois do qwe flcarao aruait"os a. tnita
de 41,o. .. .
Loteria -do IUtieJ*aneiro-- Deve ser
hoje extrahlf t is e6tUe,a&lP.6telwfa, eam be.
nfiieo do hosp(tt dta $iatta affeMieri-
dortla. *
Admaflitoadlo z "s cor relos-Essw es-
t& a arrecodou Io 2?!mer f jnnho.lo tino,.....
7:407#70,0i astom dhidido :
sawiUs 3:4201630
Cartas 4":4154,6
Movimeotovde fundoa -1:73'3100
Assignantes 160000
Auttas 67#0
;tleniio v ado '196o
Extraordintfik-
Agencias 569S640
Gabinete PeiOtilW,* de Leitura-A's
l horas do dwia de. anaauha. deo reunir-se a
assemblea g iira dos t efliribs dessa associa-
'Oo, aflnr de dar-se cunmpriment0, A dtsposiaio
i do art. 43 e seuas paragraphs dos respwtivos
estatutos.
IEsterpe-Em' solemnisaglo ao 3o amaiver-
gario de sua installaho, esta sociedade dari
hoje, em' stra sde, -drta do Bario da Victo-
ria n. 57, rai satao dAnoante
SReuniao de couIrria:- AaianhlikAsA 9
horas do dia, deve reunir-se o conselho fiscal
da irmandade do Divino Espirito Saftto, afim
de darcurrprimerito ao diSposlo a primeira
parte do art. 83 do respeetiw O c4nproiisso.
-Lazo, riPeMlr.- P&r* a leitura do re-
latorio do anne fgid9, e approvaQAo, das coin-
tas, deve reutir-se aiaanhb .s 11 -boras.do
Sdia, a& assembta g do@ alaWBifetW3 dessa
*sociedade. ,
P-onto de Portd de Petris.- A& re.ar-
tIa ib d,! obraa pdblicas contata, rio dfa 8'Ido
_oor'eete, ao meio i'', -os rpadtW dia portA do
Porto de Pedras, emt Sarinb in, orgados m-,
l;496$O00<
lcAie-o de irmandad-e-.-Deve reunir-se
amarfln, as 9j horas i4 die, a' mesa geral da
irmandgde, dojgr. Bony-Jeott'fae Chge3, afim
de procoder a eliAbo da meaa regedowa para
a anno do 1$77 a 1878,
Fernando de Noranha,,- Para esse pte-
,sidio deve seguir, no, dia 1 do corrente, (ter-
Ca-feira), o vapor Giqtuiad. .
Transfe ieta'. de testivilade-A fes-
ta de -e. Mangt., q e 4via te r lugat amanhA,
8 do corretrte, na igrej'a db Nossaa Sbnhora do
Tee?$<, fka trt~Afwtilh, or justos motivos,
[nm doainalgo ie-cbrrente.
PagajdlwtI d fazenda. Nesta. estaeao
paga_-'se hoje as'seguintes folhas :
Arsenal die marfeha e comparihia de aprett-
[6tzeg, opeleris dl arsenal de msarinha, me-
lhorahnont odo porb (dznplegatdos).
Feitioeria-O Sr. -$~ubdoB.gao do, 1 dis-
tricto de S. Jo06,, fez donduzir para a secae-
tatia Ta polioi[, mais-alguns jftfce'ros Corn os
ebjeetos dte seu Colt,' .
Afftuindo dlgrma genee coto 6 cistu, Ie,
papa ver bctnalpa~a6 aqueileee Ltndo o Sr.
coflaoindalU* ger&1 da guurda, ivte mandado
retirar.p~pa .-ua-tei o guardaque os eondu,-
taiam,-vk-se fortd&r aquela. 'siftondade, d-
,poit d havew zreclatnado contract semaehante
Crdez7/ a pedir o auxili^ popular jp&ra quo ed
feiticeiros nao Se:evadigsenm e. foi, obtendo-o
du6 effectuot adtlfgenfcia. ]
.,' pra ff traru., segvd .,.o Inormam.
fOi na p ioM do quartM da girtfa cic
toait Irsp riM, (me oamesI'. ip. De


ndeloga4^eao~ntrou maior' ntin~o sle (ea
neos 4e apimaeso dlversos : de ornamentos 4
't cttlto.. "
I alapipa At fat -liommogeAdbs com"
brinwym i dflepsei am amAs -n -- -- -- ..
vrto,,, tfS(?.bMa: iMn de. a iI n .d4
E' urn belle m rabalho & desenha aecutad
por A. H. Doutiur, de PkIi.
A radetWmeo aw ., .,-.
Loteria ,.t il 7 7 A -edatei-, se extra+
trahir a lotjec *3.e tm eIwR Om aObraS
da nova i_8ea die- 8. a P.4 ha-
0-v bileotes wimr-ais A eaftdf nf thesourai
na 9as loterIa ioja -do wB iloe doSS. Po%-.
o, a. prgw da.lndependW4a s. 37 e 39 A A
listap saI .Io o i.mnefamo diae os premios so
dagar!ao O pmq in"Aa dtaae.

Na malriz da, ca, 1 7 horas-o, media do
dia, pelaIatba de D. Georgiw Taso;
Na igreja do gsfi.ito aAo, as 7 horas, pela
alma de D. I e-rvrma de- Almeida Gomes
Penna
Na. matte $ SojVIwta. laa_8 loi6 .pela al-
rma de Joaquim Bernardo-de Mendonga.
Na segunda-fqira sprAo elqbradas miseas:
Na igrej= tr coevento do CaWmno do' Recife.
As J7 Wr ao'rnb e Da ipja. 4Q #omfi,
4mR ud afsy'Whoras, pela altma de alrrgilio
< OFliveira, -.
Guian et i seuiirf .
Ba o ..:. ctt-,.s -taa~
..~em -/ A m f^
Para a-do q pr 6 a 3t6 ,
G45cuw iv ta opA atp18 vs
Penambuco do Sil a16 17 f

n

-- JiUIJ AivhIUJ IOgr: "
iRecnvses crimles
Der haInWb-4ewmoa r *o jaaz_ recrcid4,
Paub U .wra de AAAne ieMIof- o 8k, dW
embargador Loutrengo Santiago. Adjhat od:
Srs. despmbagadoras Aecieaj e Almrueida Al-
buquerqte'---Negott-ge ifranlmfrnrente provi.
mriento ao recrntr.
DoI Recife'-Rewrrente o nUizo db 56 diotric-
to, recoi'do Daro, lberrxo. felatbr o- Sr.
conseLheiro Doia. AdjUntfs os Srs. desem-
bargadoveg'AWbeo.T e k-za Ledo.-Negou-se
unatfinmelite ptrovimonvft1 n r)csrso.
S -De P wtf 4Rworrent f jito,, t'cbirido
'Manoel Pmere d actor. I, lhfOr o' S, dcfem.
bargador Souz IWbA. Adjuntos-a os Srs. des-
embaigadotres ibi. e0 Reis e Saia. Jul-
goU-s o re-,ur itJl'd*uitent iatieieionte.
A 4 gravo die. etigao-
S6 Recife--Aggaraante Berrrardo Mbayer,, ag-
gravadd, oja;o6 do obrntterio. Helatet" o Sr.
aeserAbargadfr ResR e6 Slva Atijtimns-,os
Sr. tdesoembagadores ariae LouaSnoo an-
Liagi'.-4eu~e pro'iwciiLo ao fa O- Gopatkra
Svotid do St. rqlator.
Appenahoes tries.
Dia-Miaeri0rdiaA.-Appellante a jaUcbt, ap-
pelfado Jbaqs aooteiro_ do84 6oa Relator
o Sr. desembargador LopureacoSaptiage. Re-
visbres. os Srs. desembargadores Reis e Silva'
e hnetidaAlbitquerque.-Mandou-se o reo a
novojwY contca o, vote do reiAto,-
Do Buique-Appellante Jo.o Valeria da Sil-
va, apptlnada a jotia. Relator o Sr. des-
embargador Reis e Silva. Revisores os Srs.
desenbatgadbres Almeida Atbunflerque e Ac-
clil. .. Coafltnrou-se a tsenke unanine-,
eM te.
jDe Maceid-Apollante FPancisco de Azove-
do Carvalho de iqueira Vareji'o, appellada a
justfka. Relator o Sr. .desernbargadodr Reguei-
ra Costa Revisores os Srs. desembargatores
Setuzal.a-e.eowraga Santiago.- Juttou-se
por sentenQ;cad sd& nji.. "
Da Pilar-Appelah'te o jtizo,, appellado Chris-
pim, escravo. Relator o Sr. desernbargador
Regue4a Cotaa. Revi9sores o 6s -Srs. desembar-
gadores Souza Lego e Loou"ew o Santiago.-
Mandou-se unanimnemente o reo a novo jury.
De Alagoas-Appellante o juizo, appellado
Olegario Jose Plnto. RetatoT o Sr, des0mbar-
gador Regueira. Costa. IRevisores 6i Srs.
deseinbagadores Souza. Le u-e *rpSan-
tiago. Cobriflrmo'u-se a 'sentOnfa unanimeo-
mente. '
Appeotades ctvis.
l)d Ree.ife---:Appellante. t1Dr,. Deodoro 6 lpia-
nob toelho atahih6, app6lfadk a Sanea -aft de
Miserlcordia. Aelalct.o 8r. deemmamrbgadbr
Lourenco Sarx4s .. lvRegiswe owe S.,s des-
embargadores Reis e Silva e eAU 'ed_, Albul
querque.- Confirmzou-se a. sentence contra o
'Voto do Si-. Reis e SiVAd. .
SDo Recif/ Appeilante Jos6. Auust6 de
Araujo, appoljada Rufinap. esirava,, por meu
curador. elator o Si._l iOwwwdar Lou-
rdnQo Santiag. Revfisores os S's. desembar-
gtadores AImeida Albuuqaetqtee d Reis e Silva.
-A sntenca foi umanimneinente oonfiraada.
Do Recife-Appellante Izidoro, escravo, ap-
pella4o Fr-ancisco. Manoel de SiqueirA, hoje.
seu herdeiro. Relator o Sr. desembanador
Acdioli. Revisores dt Srs. desembargodores
Doria e Souzaa Leo.-4,lWgou-se por ntenea
a desiteOcia.
, Do Recife-Appellate D. Joaquina Mariatt
Merides da Silva, appeladas Francisce e Maria,
por sen euitdor. Relator o Sr. deseirbarga-
dor Accioli. Revisores os Srs. dosembarga.
;dore& .Regaera Costa e Sbuza Leoao- Foram
deprezaO4os os ewilargos pontra o voto -do
refater'.
r *a~' Appiefaq56s Comtnerctaes
Do abo-A pella t ae Gones dae Moura,
appeluado,-o barfi di -tld wide Relatoro.Sr.
doernbarg4dwI A -i Albotaqserqbe ndvi-
-soees os $rp, de.emwbargdorse Mott& e Ac-
ciolL-ConfirmoUn-se Uhn.i 6nti a o qentepca..
De.Mae Appnfiatlp uao keira Ma..
h-ado, appeldo L- ul*A&- ft.is C.ariaho. We-.
lotor .o, rd tar o AcIohI Resiaores


,.i st.-6xo 8td.4er.eiro ado r o eszi doa tkoi-
inno da L65.-is$R Qembatosfrem quo' eo re?
c'dnte Qak'v tlya'Sr reA or~iadot ouz ea





Re reeabeli ata erra, recorri
M;thet Ribefre da oit6 eira "- d "
bua 4awou 0 pr ~p r< Sw.vtt saea Sgr~



desemba o i Aeeia41buquerque-'t
-R R pisajciemn 9Mrl4
S-Do .Reoif--Eotewafte, ee admiinitr~tor'es


da faUBiwifr46 AnThio Joa6 Vima, ombarga-
dQ Victriano-Jaomtiao Av ,Maa. -
De Bom-Ja~iiEmbargsnte S6s Lorironcb
Goaem Cabrat, 'embarado Luiz Travasso Sa-
rinho. ?. -. I
Do Sr. dsembargador Almeida AJbutq.w-
quo ao Sr. desembargador Accioli :
AppeHagIo cr "e '
De Gampipna Gk*adO-Apl.A iAmteo juizo, up-
pellada Alezandrla Mla.i da Cawhce*o.
igbargo& ii~fcr.fBos
De OIinda--Ee Gmthin,. W IOU
cur-dor, embargado ManoD. dnfizoG mes
A~ppalI ciwo
.o~tenf.- ppQ|t DaiMu Fneit6&^M


.... AppellaM es'trimts
-A@Ilante a justia appellal -efotaieo
Sde.Sv M CamapIt. ap aal te b0ii
laa
OWN f~roi& aPei bitloI;a-
P f l^@W a %4tcl 6fSviia futtda a
J ap n fo ji1t1o, 'appila Minoel
ipaes -de Souza ; apgeoinmoe a4izt. appella-
douviriaa'o Goame da SiLva.
44min vista al Dr. curador geiral e daois ao
E9rnf. S'. dsed'ntbargador procurador da co.
Appeilag ,, 'civeis
Do Pilar A.psllan1e 0 juizo, appellados
Aaria e Francis'ca por seu carador ; appellan-
tes.!f). .gnez 'te 'B'arr6s Accioli Wandeiley
Ling eoutros, pplieladO IhlUx Antonio Atves
Masc~renhas.
Com. isLhca r&.prtes:
pPpelUgo commercial
-Do Reitdfe Appeltantel Aivtonab- Joaquimr
Fernandes 6la Silva & C., appolladog Adamson
DtSTRlBOIlUES
Rftecurs .crime
Ao Sr. deseimba gador Reis e Silva
Do Cabo-.-Rcorrenteo joizo, recorrido Josd
Rodrigues da Costa.
ReCurso eleftor 1
AO 8t' desembargador Regtreira Costa :
Det tanea-:eoorMo rt9. Manoel Jouiario
Bezerra Gavalcai-e Filho, pecorrldo owjuizo.
Aggravo .de petl~ao
SAo Sr. desembargldor .Motta:
Do Reclfe-Aggirltinte D. M!Hlra Ahtexaadri-
nLAlves da. Costw agggaavvae o oaizo a o corn-
mercAo.
Ao Sr, desembarador Almeida Albuquer-
que : "
Do Re!eife-Agratavnt, U. Isabel Aagusta de
Oliveira MoUa, aggrauado oejtizo do orphlos.
AppellagOes eorimes,
Ao Sr. desembagador Almeida Albuquer-
que : ... -
Da Victoria-Appellante Jo'4 Pedtro do Lyra,
appellaia jus ti ,.
Ao Sr. desembIugapVor Awili :.1 .
De Quebrangiko Alppelnio Glaaudipo da
-Silva PiMntd. apoellada'a iut.
Ao 9. s6nsent#t& Do1a *': .'
De Pedras de tgo .- Appellantes Aatonio
Francisco do. NasCeWt.t*o e Francisco Pedro
do Nascimeito appelikada ijuAtia. -.
App2eiia o civets
SAo Sr. desen oarg AMdoli :
De Tacaratf--AppWln(oe 0 ,izo, appellados
Generosa e seus. fIlb Mig-4l e Jose, escma-
vos de Antonia ft*s% -A.aujp.
Ao Sr. co '961i'ia : ,,
Da facada4, tA 6J96 b PlltI das San-
tos' e eU3 .ikftll$r/ appe Francisca de Salos fa'e augi
Ao Sr. desewnbarga4or Regueira Costa:
De Campina Grat4qd-Appellante o jufzo ex-
ofliec appel!iAd 'Mi-Ia, eervai, pdr 'aeti eu
rador.
0 j ulgamento da appeollaCo comrmejecial do
Rcife 6ntre parts appeflente Genufnio Jose
da Rosa e appeI.po6s' W libertos Benedicto,
Isabel e Tholabi" #41 o seaint1-4-A senitsna
foi unanimeln.iole, teforpiida e &M n onfirmar-
da como pnr eapao foi, d.ecladq nas totals
dos trabalhFos do tribunal da sesso de 3' o00'
corrente mez.
'ncerrou-se a sessao 43 n minutes depois' do
meio dia. I.


PUBLICANSM A flMZO

.... 44,;; id bat jf -' i- :-

Em o seu ttdMtide^ I trepidou em, dand b.iMnritW kiuimiisehdfb
de mesquinhaakli oas, ad. 4Wqditino-
tos caracter Que doeiaa, ,pt)oW Nrion.,d-
perar maiSj t5 ffd&at. dog datrrS 4a


aquelles' wy. "M ...
de suaredaoai6arti6e aJMigMpice 'agresaio,
mas deflonnamlapQr; tr.' paljroipador tio
deploravl.causa cupo &m roi unicamente ferir
a tires hoienris distinetos. .
Qao pjrtwas jeod' f edane a -da Pmt*kcia ou
o soeu ifomman.elw. awy -w .: .-nI9
Duque de Caxias, exoderando- urn o awndo
outro daqueles'dow;s offlciaes, cedeu'-exi-
'gncias do pal e do iraio 4o nromeadb?
- O en f,1ta de prevas, qua proocairn, a
para quo apreeote, c4aii atireaoa vA.tos da
yubUiC44de, uFA aCPMaGo -Ato ialujamosa
.Qotra umn alto funccio iai do estado, contra
uaM'ciddido roespeftivel per mtimeros til-
los? as i0a.-
* Bain uabw aqiw 4o p a
oqilocado, ea~laQA Qia w~erqo- ;rmi
cosprestados ao paig oN Diqae'def (h-
lias desp ezs as a injuriosaeW6-Io-
Aftb as 48-p-


o numerosos auligos pSr em relevo os dotes r
pia...s e moraes que adornavam a jovea-
G1eorgiana Tasso--por6m r 1tbuheciPvento B
deltes deve servir de modle a estinalo para-
ser imitado.
0 sea aspect bphysic beHv tIlhado, elegan-
Lee sympathico, qual a Venus de Phidias, era
utn inan. attrahente e sedcct,, aro qual pes- D
soa algiuma podia veWistir, quaod nasua pre-
sewI4a: juntu-oe a & dcote iFvL nw caudura
natural, a sua bouhomnia, a sa affiabilidade no
trato intimo de sua faihilia e amfgos, e o seu
rosto i;luminado pela luz da virtiude, quo se r"
irradiava da-t Uialma.puai e swretia, e terais 5
na vaOsa presenga o-prototypo -de una erea- s
tura celeste, qiue baixou i tersa, aunde saa
peregrinagAo foi curta, pOiAD gloriosa, afrmia- H
rada eedificante, desapparecendo d'errtre os3
vivos, para reapparecer-na nmisdodos justos
na cOrte celestial, no c6ro dos anjo)s saa.uora- R
da eterna. c
Ao sea inconsolavel pli,,e. d sua clioroga
mai *os m us sincero. pearnes, a tod6s os sees P
satdosos ainigos urna tagilAa de eterna lern- s
branta, n6s sees amgigsIe '.:'geaaL gtaxWainos
eam nossa mnemuria esse awjo de candura e de
virrudes celestes.
Conformetno-nos corn os altes deskniqs ;da b
-.9abedoria Eterna,-nao queiramos :perscrur
tar os seus aremaos ptffun4los e iuvndavs. Tr.
A ruenina- Georgiana 'Tasso-:np morreu.- c
nao se metbainorphioseou, abaTolonou apenas 0
envolucro physhro, eorporeo efigulino. c
E t &dernora na bemaventuranga eleiua', ve,- .2
land pelos exteeaosos pai apela h.umanida- r
de -miissao sublime dos ente& escolliidus pelo JJ
-supremo arbitro dos muindas. d
-" dg -, d


Eagenho Pirangy-assu'
Urta s6 palavra basra para rerpoRndr cabal-
mnente ds duas palavras do eontra protesto do
imn. Sr. Dr. Jobo Baltrtalho t dtoa Cavaleantet
publicado no Didcrio je Perwmbuco 4de 4 do
corrente mez...
e nao foi aind& We.gadq {c fOo. aaino nao
oamia nesta cidade], o art. 422 do eodigo com-
mercial brasileiro, nos seguinrtestebrmos :
(( Tods ots-que saeam ou ddo ordem
S para o saque, endossdo ou aceitara le.
as tras de eaiMbio, tio assgna!wcamo abo-
S. ct nadores, ainda que nao sejmna eommer'-
s.iantes, (t sao solidariamente garantes
(( das nmesmas itras te obrigados sea
4 pagamento A ea.mjwso#e r iwarivi, ha-
({ vend.o-s, a todasy at dlajzas. leAs,
A coma sao : coonisases, porips ,de cartas',
,( sells e protests ; corn dIMeiforegregssiva
v do ultimo endossador ate o saeador, s$e*
v- pro que a letra k .ee sido apyesentad aoa
a sucado e regnlarmetu" prtbatsda a
lWaroesta, que o Exm. Sr. seawldo' Alvaro
Barbalho Uch6a Cavalcante, e solMariamnente
obrigado pelo paganwnto, das letras ft'rdadas
pot,4lle, pelo Sr. commendador Joto Pinto de
Lemos e peloSTi. erota fta, Cavalcante le
:ilbuquerque .Uh6a, emoora en .4teja. pel
meosmo pagameuld e'ci''aJdo bs 'hens' &este
ultimo co-'dde6r, ostqud6s Seve& &elimen-
to lsufficientes. : ,
Isto por si s6 Adeiuoat a j'oceeacia, do
xwuwlrotesto inserto 'nt l p'n, dedesto
mez, contra a preto4i, latind6adiTe Ienenb
Pirangy-assyl pt.uei *ao-' 'APitb S-. t' eha-
dIoo assim coma,-,ftdwhirw. qbe t Dr.
Joao BarballJ dvv disttc lei.
considered pr 04eao' t cr'9n1
sali eflt dlsseJ"oWnfar4 6 dita Sr,
j[ er Alvaro- Barbalhbo pelosim iacto
dBar promovIadpriteirmante xogi o
contra aqu7'Oh_ co-Q dq"e v J : "; e
;,Sr. Dr. Joo falr taabe .in nora,
o dlposto no a. to
imperial, e pMws 9 .d* ttzlutz A da
14idb-applicageo, i W0V qpmnt* otbi.v -"'eja,
Eis o artigo.: ... -.. ,
, 0 credor portdore do utg franigo
Solidariamen pelo ft 'atroi co-.
] obri:,ft4 i dr*litdoe srd4 udMiwk
S tido a represents, 4[tsi* ',m sa5,4
i; pelo valor non444 40 create ejar-p
i ticipaei das -P rti.oes. .ieueltas fiaj
((zerem i hez =1'1 m64to. v''
SKt odo o caso, os tribunaes dir a 4 ir ulI
Limo verbo ot-jfj debi alipnag541[uel
le ,0 enho, cooUqua.tos, juo stodo p hei
de Vver sempqo vajer o .qeu dieitto, em pbder
de quem quer ue esejsta.
Recife, 6 d.a ,4:07.
';; Manol Alves Ferr..a.

* Manoel Joaquirn de- Mattos participa
ao roapeitave1 pl lfiO,- aqne vpdo na
part da policia 4 dia 3 dj cortente
\nez seu nonerepaeso p.elo subdeegado
de Santo A'itoti'. por bmbriaghez e
distpwbio, declara qie -mlo se entende
corn elle e sima" 6ff utro de igual
nome e de o tea diatU_ assgpar-se-
a]$inoel .YoaIti f. de Mttos Peixoto
GtUi raes. R 7B 4* d% julho'1e
-- -
.t


para o 1o ponto.
'atacno ingle&-Slario, carvio despachado pa-
ra o 4o pono, various generous para al-
fandega e ferragens p*tra o, traiche
da alfandega, para4 despahar.
Palhabote i\glez,.Southarn ome, breu c odeo
despacha-los para o 1 ponto.
karca national &audade, carvao despachado
para o Io ponto.
3rigue portumgre Sobertna, viho para delo-
sito no trapiche Barbosa.
)ESPAClOS DE RXPOIITACAO N0ODIAA 5 F)E
JULHO DC "1877
Porte do exterior
-No vapor inglez Gladiator, carrugarami: pa-
a Liverpool, 3orstelmarnn & C. 32 fardos corn
,831 1/2 kilos de algodafo ; Simpson C. 337
accas corn 26,120- ditos de dito ; S. Brothers
C.. 14 ditas ;eorn 2,605 ditos de dito-; A.
[owie & C. 1ih ditas corn 12,675 ditos de
lito.
No patacho sueco Uno, carregaramn : para o
lo da Prata, Anrorin Irmrios,& C. 675 barri-
as comn 78,03 kilos, de -assucar branch.
.a barea portugueza Ategria, carregaram :
ara Lisboa, S Guimrnaries & C. 238 couroa
algados corn 2,856 kilos.
Portos do interior
No navio hespanhol Carmita, c-arr'gou : pa-
i Uruguayanna, F. R. Pinto GuimarAes 200
iiricas. corn 22,786 kiloo de asucar braaoo.
'%ar hiato nscional Deusw te Guarde, carrega-
am para Santos,- L. i. da Silva & Pinto 125
ascos corn 48,000 litros de agidardent,6.
la barcaga Attrovra, categaram: pats Ka-
6.e, Silverio da Silva Caidas 2 barricas corn
*r kilos de assucar sotaenos ; Satyro Cordiei-
o20 saccos corn 1,100 litros de farinha. Para
fossor6, L. M. d'Assarrn.po 4 harris corn 384
ies de mel e 2-pipas eom- 90 ditos de agaar-
lefte.
Sia barcaca Mauiumily,. carregou : para Mirii,
f A. Carvalho, Porto I ban'il coal 85 litros de
guardente.
Na barcaQu Flor do Norte, carregoa: para
daaaalguape, J. F. do Monte 100 saooos corn
.00 litros de farinha.


CAPATAZIA
Refidiinento do dia
Idem do dia 6


DA ALFANDEGA
1 a 5 299257
816#244


"3:415W5IO

VOLUMES ENTRADOS


No dia 1 a 4
No dia 5
Vapor fraacez Parand


VOLUMES SAHIDOS
i4o -oite I a 5'
No, diae6
Primeira porta
Segunda port
Terceira por-ta.
T'apiche Gonceilo /
Travicbe d'Alfandega


440

2 ,664~

3,989
270
'159
253
14


4,485

SERVIgO MARITIME
Alfarengas desoarregadas ,os trapiehes
No dia I a 5 alfondega 2
fNodi a 6 6
3


RMCEBEDORIA DE RENDAS INTER-
$CAS GERAES DEPER3$ft~m O
Rendimeuto-to dia 4 a 5' "7:5BI
: i ;Idemn do dia 6 38~8t9
Bffiwp90


CONSULADO-PROVINCIAL
Reno'mnto d* Weal a 5 .5.'18f
. Idem do dia 6 16 8w5




S Navio entrado io dig
Trisate-59 dias, barca sueca" rikia, de'304
toneladas, capital F. Jossohnp, pemqgS9,
ckrga. fariabs de tKigo; A ordd.
Navios sahidos no mesm& dia
Rio Grande do Sul Lugre biasUeiro- Arabe,
capitAo MasoelF. Trocdo, carga assucar.
Rivel (na Russia)-f'arca ingleza Mary Anna,
eapitlo A. Styhemt, carja algodlo.

























There=,, oitj'," .+ oncalot do -" "
do jilbo Ife.I -.o.
da Silva-Barryw., .
0 procurador .a .itoi ds fase sf rp-.
incial, tendo reeebide do t.iespO" prouinesa5 a
- bdiao pi ama _' -2 -
da decima urbanadas B V Po-
go e Graga, relatim, o eas oeW de o874 a
1875, csos debitosse avham cQstitddos em di-
vida dctiva, declare a meemos otribints
que lhes fica marcado o proe Se 80 dia, a
contar da publicado do preawnft edital, na con-
formidode do disposto so art. 5 da lei n. 891,
para recolherem a importancia de seW debito-
ao thesouro provincial, cfrtos de uew, findo o re-
ferido prazo, seproceder4 executtvamenteMa co-
bran9a.
Recipe, 2 dejulho de 1877.-MiguelJos de
Almeida Pernambuco.
Relavao dos devedoreps da decima urbaaa da
frequezia do Poo da PaneUlla, do eaercicio de
1874 a 1875
Estrada do Arraial n. a .
Francisco Antonio daSil-
va Campos '9 125960
Dita n. 42. Abilio 35240
Travessa do Arraial n. 1.
Alexandrino Antonio Ro-
drigues 105800
Dita n. 3. Angelo Robertoda
Paix&o 105800
Encanamento n. 18. Antonio -
Simao da Silva 108800
Travessa do Marquez n. 8.
Antonio Cabral de Medei--
ros 7$560
Cruzdas Almas n..2 A. An-
tonio Pedro de Alcantara 75560
Rio n. -27. Antonio da Silva
Gusmdo Junior 185000
Largo da Matriz n. 1. Aris-
tides Duarte Carneiro da
Cunha Gama 905000
Travessa da Matriz n. 2. 0
mesmoG 13S500
Rua da Matriz n. 2. 0 mes-
mao 275000
Rio n. 4. 0 mesmo 75560
Dita n. 6. 0 mesmo 75560
Dita n. 8. 0 mesmo 3 75560.


Dita n. 10.
Dita n. 12.
Dita n. 14.
Dita n. 16.
Dita n. 18.
Dita n. 20.
Dita n. 22.
Casa Forte


mesmo
mesmo
mesmo
mesmo
mesmo
mesmo
inesmo
39. Dr. Anto-


nio Joaquim de Moraes e
Silva
Dita n. 39. 0 mesmo
Dita n. 41. 0 mesmo
Dita n. 43. 0 mesnmo
Dita n. 45. 0 mesmo
Dita n. 47. 0 mesme
Dita n. 49. 0 mesmo
Dita n. 51. 0 mesmo
Dita n. 53. 0 mesmo /
Dita n. 57. 0 mesmo
Quiabo n. 4. Anmansil Ca-
rolina da Gama Mavignier
Dita n. 1. Antonio Jose Pinto
Monteiro n. 3"2. Amelia Ca-
rolina Sampaio Miranda
Dita n. 77. Antonio Briets
Largo do Monteiro n. 1. An-
tonio Pinto de Barros
Ilha dos Ratos n. 2. Augus-
to Muniz
Largo de Apipucos n. 12.
Anna Accioli Barreto de
Almeida
Estrada do Arraial n. 7. Ber-
nardo Jose Rodrigues Pi-
nheiro
Estrada para o Engenho n.
13. Barao de Nazareth
Apipu.cos n. 13. Companhia
: dos trilhos urbanos do Re-
cifea Apipucos
General Abreu Lima n. 4.
Candida
Cemiterio n. 4. A mesma
Encanamento n. 19. Caroli-
na Leopoldina Jorge Bas-
tos
Chacon n. 1. CosmeJose dos
Santos Calado
Estrada. do Arraial n. 4.
Francisco Antonio de Al-
buquerque Meto ,
Encanamento n. 17. 0 mes-
mo
Estradado' ,Ar rij n. 82.
Francisco ManW1 -
Dita n. 17. Francisco Josa
Vianna .. .- .
Ditan. 35. lIrnaudo Frai--
cisco de Aguiar- Montb-
royos :
Cruz das Almas n. 40. Fran-
cisco da Cunha Bandeira
Mello
Parnameirim n. 8. Francis-
co Jose Cyrillo Leal
Chacon n. 9. FraneiscoJosd
GuimarZes
Dita n. 7. Francioo de Al.
buquerzque ,Xeltb
Dita n.'19. Herdeireg de
SJ'Fm o -. ItoIW Silvs
Campanhia -
P~V~aiV Jews


7S560
75560
75560
75560
75560
75560
75560

175280
17$280
175280
175280
175280
175280
175280
171280
215600
215600
115880
545000
275000
36000
275000
65480


55400

135500
275000

21S600

65480
65480

27(000
215600



9S720
95000

.;365000

75560

135500
95000
15(490
WOOD



t7SNw
13S500


Almes -
Apipnecos n.5. 0 rmesmo
Casa-Forte ;n. 1... Mdneel
Torquato di Pj*i
Rua Realn. A8.'igit Fran-
cisco de Somea Ief0pD
Dita n. 3 A. Maria ThLeeza
da Cbnceigao
Poeira n. 6. -Manoel Duarte
Rodrigues Pinto
Rio n. 21. 0 mesmo
Dita n. 7. MWrcolinaCandida
Villela -
Monteiro n.-65. Marcelino
SJos Gonlvyes da-Fonte
Largo do Monteiron..8. Ma-
ria Luiza do- Bego, Barros


A I0


nacio Ml hado da Paz
Dita n. 12. osquim lgnacio
da Costa
Dita n. 14. 0 mesmo
Dita n. 7. p mnesmo
Largo da CiA Forte n. 12.
Herdeirom de JoAo Jose do
Rego e outros
Dito n. 17. Jose Francisco
Carneiro -
Dito n.21. Jose Domingues
Codeceira
Dito n. 4. JoAo Manoel de
Farias
Dito n. 1. Joaquim Candido
dos Saitos
Rial n. 22. Herdeiros de Jose
Mamede Alves Ferreira
Poeira n. 8. Jesuino Ferrei-'
ra da Slva '
Dita n. 10. O mesmo
Rio n. 25. 0-mesmo
Travessa do Caldeireiro n.
2., 0 ,mesmo
Mangueira n. 6. Filhos de
Joaquimrn Pires Ferreira
Monteirq n 24. Jpahna Ma-
ria da Trindade
Dito n. 30. Jesuino Jose Ta-
vares
Dita .n. 44. Jos6 Azevedo
Andirde
Becco do Quiado n. 8. 0
mesmo
Dito n. 10. 0 mesmo
Monteiro p. 51. Dr. Jacintho
Pereira d6 Rego
.Apipucos n.. 32. Jose Fran-
cisco do Rego .
Ilha dos Ratos n.' 11 Joao
de Tal
Apipucos n.' 18. Joao Mar-
tins da Cruz Correia
Dito n. 30. Joao Leite Rodo-
valho
Dito n. 11. Jobo Francisco
do Rego Maia
Dito n. 40. 0 mesmo
Dito n. .42. 0 mesmo
Largo de Apipucos n. 60.
Joao Francisco do Rego
Maia
Dito n. 5. 0 meamo-
Largo da Matriz n: 2. .Josd
Joaquim da Silva Alves
Dito de Apipucos n. 20.
Joanna do Rego Maia
Dito n. 36. A mesma
Dito n. 11. Joao Macliado
Brandao
Itoror6 n. 2 A.--Jos da Sil-
va Neves
Largo de Apipucos n. 7. Luiz
Bento de Vasconcellos
Estrada do Arraial n. 50. Ma-
ria Joaquina-de Siqueira
Senna-
Dita. n. 52. A mesma
Dita n. 56. i A mesma
Dita n. 58. A mesma
Harmonia n. 3. Manoel Pa-
dre -
Arraiall. 9. Manoel Domin-
gues Ribeiro da Silva
Encanamento n. 1. Maria
Joaquina de"-Amorim
Travessa do Marques n. 6.
Manoel Alves Soares
Parnameirim n. 5. Maria Au-
gusta ed Smrza Peres -
Largo da Casa-Fforte; 10. '
Manoel Gentil da Costa


Gomes 105800
Apipucos n. 2. A'mesma 188000;
Be do Quiiiabo n. Ma-
Sria Amalia da Silva 125960
Ilha dos Ilates 7. eachado 65480
Apipucos n. 6. Man1 Fran-
cisco do ietoj i J0.800
D) ito o Sn 31-2j vum
Estrada para o engenho n.
4. Manoel Luiz de Mello 4.4M .
Coemiterio n. 3. Ol orico A.
Lumchi 211600
Case-Forte n. 6. Pedro Jos .
* Dpiarte -- .. "
Dita s. -. P ina Therea .

Aa SH "
: ",tetoL)) ':.'-> :. l .10


*" _'"' -"' .^g ~ ~ ~ .. fj ^




vtrtude do art,,N38 da lei
orgamento do exerdicio de a 18
flea aberto a contar destadatas. '- p
de tres mezes para o recebimento
multa do custo de apparelhos e'n t
serving feito peLas companhia Red ,
Drainage, relativamente ao period
junho de 1872 a deaembro de 1876.
Secretaria do th*6souro provinpeial' d
Pernamlbuco, 5 de junho de 187I 4I
0 secretario, Miguel Affonso'Ferrei"
Faculdade de Direito6
Edital.-De ordem do Exm. Sr. :on-
selhQ0 director -interino, figoQ p. p O0
que FM dia sextaieira, 13 de orrelfe,
as 10 horas da manha, tera lugar a pry-
va da arguicap reciproca das theses en-
tre -s candidates inscriptosiao cn-
curso que vai ter-lugar nesta Faculda-
de para preenchimento de urma vaga
de lente substitute. Secretaria da Fa-
culdade de Direito do Recife, 6 de ju-
Iho de 1877.-JosJ Honorio Bezerra.de
Menezes.
0 Dr. Joaquimn Goncalves Lima, juiz
de direito dos feitos da fazenda e do
quarto* district criminal, president
o tribunal do jury do termo do-Re-
cife, por S. M. o Imperador, etc. .
Fago saber que, tendo designado o
dia 30 do corrente mez, pelas 10 horas
da manha, para abrir a quarta sessao
ordinaria do jury, .que trabalhara em
dias consecutivos, havendo hoje prn-
cedida ao sorteio dos quarenta e oito
jurados, que teem de servir na mesma
sessao, em conformidade do art. 328
do regulamento n. 120 de 31 de janei-
ro de 1842, foram sorteados os cida-
daos seguintes
Freguezia de S. Frei Pedro Gonoalves
Julio Cesar Leal.
Francisco Gomes de Miranda Leal.
Martiniano Jose da Costa.
Josd Antonio da Costa Amorim.
Fregtemia de Santo Antonio
Vendiano da Rocha Vieira.
Manoel de Souza Galvdo.
Sebastiio Manoel. do Rego Barros.
Alexandre Jose da Costa Leitdo.
Dr. Lqiz Antonio Pires.
Jose Soares da Foonceca.
Jose Pedro doa Rocha Pereira.
Tertuliano dos Sanlos Vital.
Franciasco Augus4o Paes Barreto.
Ado1pho Thiane deFarias.
Francisco Manoel 4a Rocha.
Man"el Januario 4e Arruda.
Freguezia*de S. Jose
Antonio Francisco i|(artins de Miranda.
Antonio Muniz Ta res.
Freguezis "da Boa-Vista
Jose Mendes Alves da Cruz.
Dr. Vicente Pereira do Rego Junior.
Antonio Pacheco da Silva Guirmaraes.
Luiz Coelho Cintra.
Antonio Annes Vieira de So'uza.
Jeronymo Emiliano de Miranda Castro.
Jose Barbosa de Miras4a Santiago.
Jose da Costa Rabello.
Decio ide Aquino Fonceca.
A t .oJose.de Moraes Sarmento.
Antonio Carlos 3e Pinlho Borges.
Joao Cagneiro MIroutevo da Silva-Santos.
Bernardino de, Sena Pontaal.


415200
78560
215600
6S480

85640
886W

635000
185000
10800
458000
54(000

65120
635000
435200
278000

27(000
456000
90o000
135500

68480
85640
)4(00u

545000
10(800
135500

36S800
"27000
105800
88640
8s640
105800


27(000

214600
105800
-65480
12S960
85640

55400
35240

155120
18(000

15J900

551000

215600
85640
185000
275000


455000


VS ilaot.n 'SUUS m *sMkdiklau
MN~to,;N ., Exm. Sr. ,d-'
S4or i auenL"s chamados Os
ii~~lKM1^ B'o6e sucoesores, ou
t dita herfica direito tenha; afim
. bfbitarem.-se na forma do art. .32
i llme n. 2,433 de 15 de ju-
o iw "
Recife, 9 de junho de 1877.
0 escrivqo,
S Ltuiz da, Veiga Pesso.
Sooiedad. ,enoicente Luso
Braileira
Deoordem do conselho fiscal convido aos se-
nhores socios desta sociedade a reunirenl-se
Ma sala de nossas sessoee, domingo 8 do cor-
ente. as 11 hora da ma-hA, para em assem-
hida geral ordinaria ouvirem a leitura do re-
latorio do cnnselho, e apreciarem as contas do
anno que find. Sala das sessoes, 4 de julho
do .1877.--Ba:bosa Vianna, Io secretario do
conselho, _____
Jui o de ausbntes
Estando a proeeder-se a arrecadaclo do es-
polio da flnada Leocadia Maria da Silva, au-
sentd sen marido, a quem pertence a metade
fe seu espolio, petlo epiesente chamado dito
gusente, sets'berdeiros, ou qurn 0 deva re-
presentar, para habilitar-se nos termos da lei,
co00p pro itua o art. -32 do regulameneto n.
2,433, de 1T de junho' de 1859... Recife, 28 de
junho de 1877.-O escrivl,,
Luizs da Veiga Pessoa.'
OBBAS PUBLICAS. -De ordem
do Ill1. Sr.. engenbeiro director da re-
partigko das obras publimas,. faco pu-
blico a quem interessar possa, que no
dia 18 do corrente, ao meio dia, seraio
arrematadas perante esta repartigao as
obras de reparos da ponte de Porto de
Pedras, em Serinha-em, oreadas em
1:496560 rom o augmefito de 10 por
cento sobre 9 valor do- respective or-
Vamento, e da porta d'agua 'para o
apude de Caruaru, pela quantia' de
1:070. .
Os orgamentos e condig6es de con-
trato achamn-se nesta secretaria para
serem examinalos pelos pretendentes.
-Secretaria da repartigio das obras
publicas, em 2 de julho de 1877.-0O
official, Jodo Jodquim dA Siqueira Va-
rejao.
The New London BrasilHan
Bank limited
Rua do Commercio n. 32
Saca por todos os vapores spbre as
6aixa do mesmo banco em Portugal,
sendo:
Em Lisb6a, rua dos Capellistas n.
No Porto, rua-dos Inglezes. 73.
Juizo dos feitos da fazenda na-
cional
Ecrivao' Rego Barros
Por este juizo, se vendera em pra~a
public no dia 13 do corrente mez pe-
las-11 horas da manha-depois da au-
diencia os bens seguintes: I
Urma -parte da casa terrea n. 36
sita na-rua do Barao. 4a Victoria, corn
2 portas na frente e 2 ditas que botam
para a rua do Caju, medindo 32 ,mne-
tros e-8' W tliMetros -Ae fundo, e 3
metros e 75 eentimetros de largura, es-
tando essa em caixao, pertencente a
mesma parle a Arminio Fernandes
Alves Lima, avaliada toda casa por......
7:0005000; a casa terrea sita no lugar
dos Apipucos,. de tijolo e cal, medindo
13 metros e fQ centimetros de largura,
e 4 metros e 35 centimetros de fundo,
dividida em 3 soteas e a cozinha sepa-
rada, situada em urn terreno amurado
peols lados e fundo, e a frentecom
urna grade de madeira, tendo '2 .por-
tWes, pertencente a Josd da Silva Neves,
avaliada per 6005000.; a casa trrea de
taipa cobert, de telha, sita no lugar do
Porto da Madeira, corn 2 portal na fren-
te e 2 no:oitao, 1 sala, 1 saleta, 1 quar-
to e cozinba, cisterna, medindo 8 me-


tros e 70 centimetrof de largura, ede
fundo 4 metros e85 centirnetros, quin-
tal cercado corn 16 metros e 15 centi-
metros, pertencente a Theodora Fran-
'cisca'da Silva, e avaliada por 300M000 ;
1 casa terrea sita da cidade de Olinda
em que funcciona *' gazometro, enca,
niamento de gaz, medihdo 15 metros e
50 centimetrosd: frente, e 23 de fun-
do, 2 salas e 3 quartos, pertencente a
companhia Santa Thereza, avaliada por
.3:0w todas prtenhoradas paaW pa-
garmnto da fazonda national.
Recife, 3 dejulhtcde 1877. -
Ji -io dos fitos.da fazenda-
S Escrivao Cintra
No dia 20 do corrente, depoisda au-
diendir do Sr. Dr. juii substitute dos
feitos dafazenda, serao arrematados os
hensseguintes:
Urma casa n. 28na rua deS. Miguel1
,em mauici tado, -ted metros. de
comprpiento, 3 dltos e 80centimetro
de largura, pQrta e.-janella, -2 salas, 2
quartoa, cozinha internal,, quintal e ca-
cimb',-uvaliada ema 500 para paga-
mento do que deve.a fazenda provincial
:Joqulm aloside SantAna.
.uYtra n.d 54da ra d. i Baio da Vera
Crz em imaOae chsos pd,
4rmniei 4 m.era e o oaWloitao
SOlIft isalmo- ren00m
^fi^^.l al.i wa> pteo


0
tmerteanos:
PALAVRA CADA
56000
5#"o
7#000
iowxx
1162O0'
186600
37#600


ParA (*)
Bahia
SRio de Janeiro
Santos
Montevideo
Buenos-Ayres
Valparaizo
Lima
A' agencia continfia a. re(
(*) Durante a interrupao
buco e ParA a agencia Havas
via de Londres e Nova-York,


Irmandade do Divino Espirito
Santo
0 procurador geral da irmandade convida a
todos os membros que fazem- parte do conse-
Iho fiscal a comparecerem em nosso consisto-
rio, domingo 8 do corrente, pelas 9 horas da
manhb, afim de, darem, cumprimento ao dis-
posto na 1- parte do art. 83 do nosso compro-
misso., Consistorio da irmandade do Divino
Espirito Santo, em 4 de junlho de 1877.
Joio Luiz de Araujo,
Procurador geral.
Gabinete portuguez de
leitura
Assembl6a geral
De prdem do Sr. president do con-
selhQ, -sdo convocados os senhores so-
cios do gabinete, a comparecerem na
respective sala das sess6es, pelas 11 ho-
ras da manhd do domingos 8 do cor-
rente, aim de dar-se cumprimento ao
qutfe ordenam os estatutos no art. 43 e
seus paragraphos.
Sala das sessdes do gabinete, em 6
de juIho de1877.
Alipia Augusto Ferreira,
.120 secretario.
Consulado proviucial.-Por es-
ta repartigao se faz public que os se-
nhores proprietarios de predios urba-
nes, quenao effectuardm o pagamento
da respective decima relative ao 20 se-
mestre db exericiio de o876-477 dentro
do prazo legal, deixando entretanto na
reparticAo relates de suas casas, devem
realisal-o ate. o dia 16 do corrente ;
depois d(Jo que fiearao sujeitos a multa
de ^10- Consulado provincial, 7 de
juilho de 1877.-0 administrator, E-
duardo Augusto de Oliveira.
Pelo present e em virtude da or-
"dem do Illm. Sr. inspector, convido o
Sr. Augusto Hgyino de Miranda a vir a
esta thesourarana, aiim de aceitar le-
tras para pagamento do alcance e res-
pectivos juros, em que ficou para corn
a fazenda national o ex-collector da
B6a-Vista, Antonio Geraldo de Carva-
Jho,. segundo a m ratoria concedida
pela ortem do thesduro, n. 117, de 11
ejun'ho proximo findo. Secretaria da
thesouraria de fazenda, 6 de julho de
1877.-O secretario, J. Mendes Pessda.
De oMdm do Ilm. Sr. inspector,
convido ao Sr. Jo&o Gualberto da Ftn-
ceca klbuquerque, arrematante da
comprehensao Aenominada -Limoeiro
-pertenteocente ao extincto veinculo
de Itambd, a vir aI esta repartiao aceitar
tres letras annuaes para .pmento do
resto da importancia, porque arrema-
tou dita c dmaprehensao, de accordo coMrn
a nova moratoria concedida pela .,rdem
de thesouro, n. 112, de 5 e junho do
anne corrente. Secretaria da thesoura-
ria de fazenda, 6de julho de 1877.-0
secretario, J. Mendes Pessda.
Veneravel confraria do Santa
Rita do Cassia
Por delibe*&W o do onsolho administrativO,
tomada de conforbidade o'm0' 4o do arL 52
do compromisso, eonvido a todos os irwnos a
se reueirem em nosso da tarde do dia 10 do~corrente, afiI~ de corn-
porem o eoletio representative que tern.de
leger alugins funccionarios do mesmo coIme-
lho, por tema pedido escusa os cue foramr
eleitos. Consistorio da confraria de Santa Rita
de Cassia, 6 de juLft de Tl-7.-ui- Fucrsels
co de MdlO sW, gmio i3ter&6)o.


*SANWT&A1NTONIO
A's 5 horas da tairde


PALAVRA MAIS
13600
1#600
26200
36200
36200
36500
66000
12M340


leber ssignaturas para o serving commercial.
O dtrector-TH. GOMES.
das communicacoes telegraphicas entiree nam-
expedira os telegramwas desfinados ao Para jDpor
i-preco razoavel.


carga que ainda ibe falta : a tratar coal o seu
consignatario Francisco Ribeiro Pinto Guima-
rues, A rua doBarao do Triumpho n. 96.
Riode Janeiro
Para o indicado porto vai seguir brevemente
o brigue national Victoria, por ter .prompta
paite-de sua carga, e engaja o resto que Ihe
falta a frete modiso : a tratar corn o. consig-
aatario Francisco Ribeiro Pinto Guimaraes A
rua do Barao do Triumpho n. 90, antiga do
P.um.
CHARGERS REUNISL
;OMPANHIA FRANCEZA DE NAVEGAgAO-A.
VAPOR
Linha mensal entire 6
tIavre, Ltsboa, Pernambuco, Balhia, Rio de
Janeiro e Santos
STEAMER
Ville de Rio de Janeiro
SCommandante A. Fleury.
EspeadO doi sul de-
pois do dia 15 do cor-
rente, tomara dentro
do porto carga, passa-
geiros e encommen-
das para 'd Havre via
Lisb6a, e por baldeaco para o, 0 os -portos
da Inglaterra e do continebnte,*'a .Baltico.
Tern excellentes accomninodaet para pas-
sageiros, sendo as passagens por precos re-
duzidos e inferiores aos das outras linhas e
dando vinho na 1a e 3& classes. Serm augmen-
to de prego, as passagens tomadas at6 o dia
10, terlo lugares reservados.
A tratar corn os
CONSIGNATARIOS
Augusto F. de Oliveira & C.
42-Rua do Commercio-42
Entrada pelarua do Torres

Companhia des Messa-
geries Maritimes
LINHA MENSAL
0 paquete
Orenoque
Commandante De Somer
.,,i ~Espera-se dos por-
.J i^L tos do sul no dia20
y/. do corrente, seguindo
S depois da demora do
-.- costume para BOR-
DEAUX, tocando em
Dakar, Lisboa e Vigo.
Patra passageirol,, m, cjmndas, etc., a tra-
tar corn d 6 ,,
.. ENm TE ., .. -- ,
Aujute Lahlle
0- Rua- do Commorici- 9
Compaaha BrasUetra
SNaveg9af9o a vapor
SPORTOS DO'NORTE -
0 paqnee a vtor

Commandant .o p-rm'eiro-tenente G.
Waddlmgton.
] ....+.,...im, .Espera-se dos por-
I y tos do sulat6o dia
[ ^n ^ ^38 do corrente e de-
[. :Bif poias dademnora do cos-
Sturme seguirai para os


Portos d" Sul
0 PAQUETE A VAPOR
Paril


Cotummandant


;e primeiro-tenente Carlos
Gomes. -
E' esperado dos por-
tos do norte ate o dia
E 14 'do corrente e soegui-
lB a do:epois
l : .'-e a do oostu-


Pan carp1 valores e pass-
gens,.tmta-t a&, escriptorio de corn-
mies ds do
mbraaui o Pontvu {
la ^^do Bom Jesus- 12
Sf4OPAKi PMRAMBUG W-
:. nie '" I,
avefip o ira pp -vapoe
I : ..., .P rf t4f'i .... t
*' -'. tdao de No .- .. i0


1 batt na, a#'i *a LE.'


&oft -"
as '-'I L W43


Clorindo Ferreira Catib.
ftaro oth o de Mello.
ranobef Alves i uerra Junior.
Joaquim Josi. de Mirand.
Ctm.wntino As arias Tavares.
MArw Fran!WcgC 4oel1o.
Joailuim Xaiver de Souza Rangel.
ezia da Graa
Ludgero SaSU4 de Oliveira.
Antbnio Gonve s Ferreira Casceo.
FabiK de Althq rque Gamna.
Joisd (loncaivea Ferreira da Silva.
Bernardino d'oen# Muni.
Pe4ro Sim a i Silva Braga.
] F zi< a dos.Afogos
Antonio VW m da.SilitBarroca.
ea da VW
Joao Her do Xavier de Salles,
Fr de S,. Ltrenco
Jos e Duar de Albuquerque MaranhAo.
Dr. AffOnso Peres de Albuquerque Ma-
ranL0o.
:' A- .od ^ ue, e cada. um. de per

eam geral .e-coavida pow quo compa-
reom "ib pMfieairo a da casa em
que foi cadeia, ntia sala 4 jury, ta.to
nQaeMido Aia $ hora, -como aS de-
maubdia B wiintes em,' nto .dAfar a
seuso, sob as enwsd. lei, se falta-
'W /-^ ^**-,'^ 'tS"^^ /o .


. o


I


I,-

































~ ~ ~ ~ r' II. pw -) -j

Cotnmandaf .A;. A. l ,
EspwiMB AIMM,
: ll k "pa no dia ltde or
rented, e A'tlrA dbp oi
Sda deora do oostaume
i l l para&Buenos-4yres6to-
wa do BOS portos da
Bahia, ,IU Ode Meiro ea ontevideo.
Para paagensfretea.etc., trata-se corn os
CONSIGNATARIOS
Adamson ie & C.
Ru d arquq do Olinda xn. .37
Entradlaparsao 0e i pio pelarua
do ispo &t n. -X.

Lisba-&1hrto
A barca portugueza Alegria vai sa-
hir breve para os dous portos aci-
ma : para carga e'passageiros trata-
se corn Silva Guimaraes & C., A rua
do Commarcio n 5.


Agente Stepple

LEILAO
Rua do Imperador n. 55, na antiga
*" -. bffkina de piano
S para fechamento de contas
Hoje
CONSTANDO DE
gCutilaria, camisas inglezas dealgodbo, cha-
peos Sparteril para senhoa, ditbs de gorgorio
de seda. abas de palba da W1ia, ditos do phan-
tasia, ditos do dita para crianras, ditos de
fustao, collarinhos de linbo para senhora, le-
ques, punlboa para home, chap6os' deo setim
de c6res, toucas de 3ambraia, mantas 'raseda,
fichus de seda, botoes dei,l cintas e bisas de
pennas, bolAbas de seda, cintos e bbaas de
couro da i4W, bolas de veltudo pararchtas,
cintos cord.o do seda para debrum, brincos
de plaquet "e tddas as qualidades, cruzes de
crystal, camfIMhas paa senhora, grwvatas de
todas as qualtades e muitos outros artigos
quo se tarepria enfadonho mencionar.
EH: seguida vendera-o mesmo ,aggnte diver-
sos moveis, como verbo do annuncio que sa-
hirA amanhA ,

Segundo e ultimo
LEILAO


DE
Uma casa terrea edificada em solo pro-
prio, d-rua deo S. Jodo n. 3, servindo
de base a offerta de 1:305#000
Uma dita edificada em solo proprio, na
travessa de S. Jose n. 13, servindo de
base a offerta de 2:060#000
SEGUNDA-FEIRA 9 DO CORRENTE
A's 11 112 horas
Na rua do Born Jesus n.,43 -
0 agent Pinto levarA novamente e pela ul-
tima vez'a leilao as easas acima mencionadas,
por despacho do 111m. e Exm. Sr. :Dr.I. juiz de
orphaos, em virtude da informoacto do D.
Emilia Francisca de Arruda Mattos; ctUidora
de seu marido, o interdicto Manoel Jose de
Mattos, isto As.ti hora do dia acima dito. *
Em seuWrptorIo, & rua do
B6M Jesus n. .3
TERCEIRO E
ULTIMO LEIUO
DAS
Casas e terrenos da mas-a fallida de Joaquim
Pereira Aranites, servindo de. base as offer-
tas obtidas no msegndo leilao, sendo que a
venda serA definitivamente realisada corn
quem melhor vantageinm offerecer; chaos
proprios.
'A SAIR
A cas a terrea A Baixa Verde na Ua-
punga n. 18, base 2:005"
Urma dita dita n. 16, base 2000
Urma dita na travessa n. 2, base 300
Uma dita cot grande sitio q. 10,
base 7:0
Um terreno na Capunga, base
Um dito no ftado da Is rua a es-
querda daestrada dos Afflictos,
base 241000
SEGUNDA-FEIRA. 9 DO CORRENTE
As 11 iitras em ponto
Na rua do Bm Jesus n. 43
0 agent Pinto, levari novament' e pela'
ultima vez a. leilo os p 10i acim s m0no-
nadog, edifieaos as M"-a f^.M
centers 6, maw 6111da do.. -Mni~
SArantea, -o quoe dita
da deln
do juiz substiuo do comm o em virtuee
da informagbo do admiohAtra r. fisci da re-
ferida masga. -


de moveis, louga, cryst objectos
de electro plate, 1 appariAho de pra-
ta do Porto,-para, cha urma burrm
gorda e mansa.
Constando de:
Um piano forte d CatI e ini Ca&-
sel, I mobilia de jacara i So-
fa, 1 mesa, 2 con los corn m ped"r,
2 cadeiras de bh-i 4e
guarnicao, 2 caeIa beilano, .4
ceti~aes e ina*fUs ffRre,
7 quadros com rn la ni e ni*4a-
ras ddfearval. aoe p.
,ads, 1 c 4 Ma pA44 ,
e tapetes, .
Irma istants.ei-- .l ..ewia?^

da 1 :t : I "".
UW 3cIaa


A'jtO ew 20 miiuo s paiL d7e j -
.~ c al ,, : ", ,, .,

, e 0 t.a


ta$6da rua do Beam umd ottd da
linha d o Fernades Vieira, qTi r
pasa gratis aos concurrenlt
o teio pricipia as i as.
IL *db, _.



!JE!AO"
: DO
aobradO de tum au~dzr e sokio, sito 4 rua
doA a 2abouo n. 4, corn os commodes
segwntea: no pavimento terreo tern
ctuas habitaea, e noprimeiro andar
2 saldw e &.^uartos, eum s'otao pro-
mrieptara dorm ida
ia-FEIAe 10 DO CORRENTE
.sm ps it howas em pontou
No eoriptorio da prai a do Cor-
poSanton. 9
b detatb. s, ..ovidmaente autorisado, le-
vd aieilvo, ho dia e hora indicados, o refe-
rido predio, o qual sera entregue pel6 maior
predo obtido no acto do leil.o. __

LEILAO
Da casa n. i da rua das Pernambuca-
nas, na Capung "
TEICA-FEIA 10 DO OEORRENTE
-s 1 horas em ponto
POR INTERVEN(XO DO ACTENTE
PINTO
Na Capunga, rua das Pernambucanas, n. 3,
por occasiao do leilo de moves que ali do-
ve ter lugar...

LEILAO
Em continua9&o e por liquida-
preo btdo o.aco o ilo -






QUINTA-FEIRA 4 DO CORRENTE
No armazenm da rua da limperatriz n. 8
T. T. Bstos, tendo de'fazer u.a viagem a
Europa, continia a dispor em leoilao, por in-
tervenAso do agent Pinto, do seu vaiado e
compteto sortimento de miudezas, ferragens,
jarres para flbres, um cofre, um candelabro e
mais objectos existentes na loja da rua da Im-
peratriz n. 8.
0 leilo principiarA As 10 horas.
LEILAU-
DE
JOIAS
-(POR LIQUID AO).
A' travessa da rua Duque de Ca-
Txias n.-2 "
Julio Isaac, por intervencao do agent Mar-
tins, farA leilao de um variado sortimento de
joias corn brilhantes, esmeraldas, perolas e
rubins, e outras muitas de ouro e prata, cons-
tantes das cautelas ns. 2664, 2050, 3620, 391,
2608, 3613, 1936, 3167, 2848; 2966, 3619, 2091,
4025, 3272, 3121, 3t06, 739, 3877, 3975, 3947,
558, 2921, 3246, 4113, 4203, 4371, 4124, 4135;
4229, 2997, 4403, 4472, 4473, 4528, 4448, 4526,
4543, 4537, 4529, 4552, 4578, 4536, 4592, 4645,
4630, 4664, 4673, 4661, 4632 4713, 4715, 4751,
4752, 4777, 4712, 4830, 4840, 4852, 4807, 4834,
4816, 4850, 4864, 4896, 4949, 4818, 4929, .4974,
5084, 5029, 5014, 5080, 5085, 5076, 5008, 5018,
5022, 5067, 5054, -5083, 5082, 5002, 5087, 9095,
5009, 5013, 5091, 4996, 4907, 4990, 5100, 5103
5124, 5133, 5108, 5145,.5140, 5165, 5166, 5163
5181, 5157, 5154, 5170, 5189, 5192, 5199, 520:f
5217,, 5210" ..5aS, 5229, 5247, 5257, 5261,
526, 529 .629SC 5294, 5290, 2100 B, 2102,
2106 07, 2108, 2118, 2425, 2128, 2130, 2134,
!145, 2149, 2164, 2171, 2178,.2181, 2184, 2186,
2188, 2190, 2193, 2195, 2199, 2201, 2203, 220,
2208, 2218, 2219, 2221, 2235, 2239, 2245, 2253,
2255, 2269, 2270, 2274; 227^, 2281, 2286, 2287,
2288.2289, 2299, 2300, 2301, 2304, 2307, 2311,
2312, 2316, 2326, 230,-2338; 2340, 2341, 2343,
2347, 2349, 2360, 63, 2370o 2378 ,.180, 2386,
2387, 2393, 2395, 2397, no dia 12 do corrente,
as 11 horas em ponto, pao sendo-admissivel
reforms nor delonga de mais tempo:

AVISOS DIDsos


Attencao
Pede-se ao Sr. Alfrdo deL. o favor de
restituir aijbengala de junco da India
corn cagtW4e marfim, encastoado em
um peqUeno filete de ouro, nesta typo-
graphia. ____
? 0 abaixo assignado previge A typogra-
phia do Corrmero da Tarde, qne nao continue
a mandar-lhes jornaes, que nao paga.'
FracMwco Acioli, da Cunhu Lins.
PRECISA-SE de uma p6essa que
queira aprender a arte de confeiteiro e
pasteleiro, epaga-se ur ordenado re*
gular : a tratar na coafeitaiia dp Caim-
pos, A ruado Imperadnbr. 24..
At "irw
O- w 0Mvx. aIA. Franoalo Vi-
11 *ll tifi~ail~~i tfio' n

pogrwpilrN eS~t
quo aoiguaov.
Vend-se tum*. ellente machine
D ,, 4. ; et; .e a o, que pode
i ldajoral dofotn de duas
pagimnas do Duno de Pavi&riO, do
acrChitMdo -adrmica'e Marioni de Paris,
coo todq-os *jreaaentes indjspensa-
ves. Tena ido o r Mandada vir pr pe
d .d w ^ jortils ,.do .oredo im-
T*e -9 l- :. *u defie ser
^^fei^^~ea^npe--


* Miloe. Maria Coppnt, nodioaJrao-
ceza, participa a suas antigas ft
e ao respeitavel l$ublico que rv Io a
Ssua casa de moda e que se .cha
prompt para qialquer eneommoeida
concernente a sua arte, como vestidos
para senhora,; et:c.! r-ha r.Ia. 4o Mar-
quer fle Olinda n 38, tWrdirora, 4ar.
0 ne;co deposit: dos
remedios do Dr, Aye 6
em easa de Adamson
Howie & C., A rua o
Marquez de Olinda n.
37, enItrada para o es-
eriptorio rua do Bispo
Sardinha n. 37, outr'o-
ra rua do Encantamen-
to.

VENDE-SE unia ex-
cellente casa terrea em
Olinda, muito perto (os
bmnhos salgados, t'in
(nuitos cofmmodos, scndo
3 salas, 7 quartos, corrc-
dor ao lado. cozinha f6ra,
um bo 1)0111quintal 4, h)do
inurado, cacimniba ciln
maita agua, e cIcain:.-
nientdde agua e gaz: ncs-
ta lypographia sc dira
c(m quemii se trata.
PRECISA-SE de um escravo ou bomem
livre que trabalhe de enxada ; a tratar no caf6
Imperatriz... ..
PRECISA-SE d uma senhora estrangeira,
que saiba bern music* e tocar piano e o mais
que 6 necessario pari a educacgo de mneninas,
afim de ir para urn engeobho ensinar as mes-
nas, e pagase bm t *ulpr. habili-
tada, diflja- a rua do Qw_ n. 49. -
Aluga-se duas casas n- ilha de Bemfica,
Ai margem do Capibaribe, perto da ponte da
Passagem. corn bons commodos para familia,
lugar muito sauqavel, e fresco, barato, que
ainda com a despeza -doe bonds que -estacio-
nata muito perto, offerece economic aq ual-
quer famiUia que quetra-morar f6ra da cidade,
livre dos miasmau queraqui se absorve dos
apparelhos da Drainage: a entender-se corn
L. M. Valenga Junior, A rua es ieita do R6sa-
rio n. 17, lo.andar. .-_-
ALUGA-SE a casa n. 51, A rua
de S. Joio,' por preoo commodo : a tra-
tar na rua. do Apollo, segundo andar
.da casa n. 30.
- ALUGA-SE a .cast tercea n. 77, A rua de
S. Jobo v a tratar no segundo andar da casa
n. 4, Atua doRangel..
-- Alugase a loja n. 9, corn grande arma-
zero, sita a, rua de Marcilio Dia, propria para
qualquer estabelecimento: trata-se no pateo
do Carmo n. 15. _
-.Aluga-se oS sobrados do urn andar corn
sotbo, bastantes commodos, e as competentes
lojas, todos reedincados, caiados e pintados,
porpregos copmmodos : nas mas August n.
282,.e dos Guararapp h. 48 : a fallar na rua
Duziue de Caxias n. 97, loja da Verdade.


Aluga-se uxa preta escrava para co nm-
prar e cozinbar em casa de familiar : a tratar
na rua da Gloria n. 100.i, :.
ALUGA-SE o armazem' no largo do CorApo
Banto n. 17 ; #chramn.e.as chavps no memo
predio, no segundo an4ar; a tratar a eidade
de Olioda, oitAo S. Pedro-novo n. 2. --
-ALUGA-SE 0os guin'dos andares
das casas ns.,Jd9: e4141 sitasA rua de
Vidal de Negreiros; altem de serem
muito frescas e terem grandes'qnih-
taes, ficam.Rerto. da mnatriz e tern bond,
.ttrta,: tatso a hM do euino
Spredin n. no pateb do Carrmo
n. 15.
ALUGA-SE o armazemn da rua dof la'
4uez de -OUnia n, 66 ; a trm comw ehado
Ipe&0 no aes do Apollo n. .85.
ALUGA-S e lo do so rdM@ da, ma
d,-Fogo nFkf atmtef. *a .ua xias n.80. ".
-, Aluga-se uma escrava a finhp m
tratar no ]artgo do Corpo Santo n. 15,pftbiiro
andar. _-__________
LUAE para o mr 0
9abe anfdar comb -0ofaoptOj i|iR
Baou. 73. a.
ar uB. e suav 'aibt.
cozinhar. .,. ,
"0 : W 11 A ,a ..
V'-*~~ ~~~~1 flnir naaq H^


.2: IJUU^JLUU 5AUIU <^WIU UU 1IJl J4UIU~l
L _. "* ------- **
t5 8soespso attestados de illustres facultativos, directors de callegios,
Sde4dersos itttitosk e de particulares, teem sido publicados neste e outros
J<6aes do imperil, tomprovando nossas asserc6es, todos baseados em curas
Hit ttt ~sem a menor dieta, quer quanto a alimentagi0, quer enr relacao
aso.chiuva e sereno. '
Z.esde a mais tenra idade, quando a criancas manifestam tumores e caspas
purixentas, aLtdo velho cachetico por syphilis constitucional,-este infallivel
preparado p6de ser applicado sem o mais ligeiro inconvenient e corn os mais
seguros resultados. .
Nao contend a menor parLicula de -
MERCURIO, -
tomo pretende fazer acreditar a inveja rialedicente, este important elii,
que ternm o seu principal valor therapeutico na SALSA, CAROB3A -E MANACA',
vegetaesi, queassimsombinados, representam a formula medicinal mais efficaz
que se p6dj&desejar; vistoacomo se coadjuvando na acao especial de cada urn,
ao tempo em queca salsa' e a caroba expurga a syphilis constitutional ou
por ,ontacto da economic e purifica p sangue, o-MANACA', alm de antesy-
philitico, previne ou cepbate o rhoumatismO gotoso ou syphilitico, quer seja
conSquencia disyphilis' inveterado, quer crno effeito immediate da syphliis
primitive.
Por, takes effeitos, e pela especialidade da manipulagSo, que conserve os
principios -medicinaeg destes vegetaes no estado de pura natureza. classificou
o ILLUSTRE INSTITUTE PHARMACEUTICO da C6rte, este prepa-
rado superior a-todos os outros do mes.no. genero-e e por isso que onde falha
o mercuriQ-cura radicalmente. a1
Tintura de Salsa, Caroba e Manaca


Confirma
facultative


esta verdade, entire outros, o facto observado pelo illustre
que firma o seguinte
ATTESTADO


Joaqtim Antonio da Cruz, doutor em medici-na. pla Faculdade
Janeiro, seguhido cirurgiao do exercito, etc.


do Rio de


Attesto que tenho empregado a Salsa, Caroba e Manaca, preparado do Sr.
pharmaceutico Eugenio Marques de Hollanda, na minha'clinica particular,
como naenfermaria -militar desta provincia, nos casos de syphilis, e tenho
obtido o melhor resultado possivel. Ultinmarriente empreguei em 'um caso de
minha clinic, (depois de ter o doente usado por muito tempo. dos preparados
mercuriaes e sem resultado algum)-cancro phagedenico do penis e p6de corn
a salsa, e caroba restabelecer-se completamente. Sendo verdade, passed a pre-
sente attestagdo, que affirmno in fide medici.
Therezina, 21 de novembro de 1876.
Dr. Joaquim Antonio da Cruz.

Esses novos vidros levam impressos-SALSA CAROBA-approvada pela
junta de hygiene-E. M. Hollanda--P. do Piauhy-Os rotulos levam a chan-
cella-E. M.sHollanda-As guias assignadas tambem corn chancella, porem
tern o nome por inteiro-Eugenio Marques de Hollanda.
DEPOSITO---Costa Maia & C.
Vende a retalho e em porgao
so ,n ... IiI1 -


S' R 'CONPENSA NACIONAL DE 16,600 pa.
Grab mdea d OURO af 7. Larobhe
(I:^!Y1 ,6OO, MZDALHA NA BSPOBIQAO DR PAuIS 1.875
mi..Iog0o Acade__ft do __ti_


rv^^ ELIXIR ^ ^
IRxtrcto completo t4 a quins
,B.ecoistituinte, tonieo e febrifuge.
A Qulna-ZLaroche 6 o n elixir tisI, en- ucn-
!en'oa totali.ade do numernok pri,... ,io. .s y r.i'O FER N ON
trelc species 4e qutlr .Amra.relia, veruielha e iiU I .
pavi-- dd o 0 ;-.oro holuv'cl e a qiuina reunido counstituem o
fiuperirdade bern epon tsiaa, nos hspitr. trat;upento reparadqr mais poderobo da medL-
durante trinta nnos doe sccc-oi, contra a fa,'a .,r Cina.
for.as ou d'encrqian, as afr.ecoes do ehinzal;O, A uina estimula e dli vida aos orgao e6m--
cnnsalescen nuito dntnradus,, eeontr. ai, que; febres a'wtita e rebeldes. cons.itue a saude.
Recomniendado contra a debilidad cmwuada
-- pela Pdade ou pelas fadigam, coutra apobmea do
Lzl..lr sews^2 y anque, chloro, frjtquza depoiado part. "
Otua&-- PARIS, n o-,a t. -, Dpouot, o 0an sod a
[epopns e Pemwmbwo, em sas do ERGEJIA MAI e CV; A. CAORS. 2. rua do Pom ltisus.


Deposito cesama


do Sr. A. Caors, rua do Born Jesus n.


4L I -, -,,,- -_._o^_. ,.*.-.. ,. .


WA -olbrui-
ramino e
0SSM d8
nasana dbm


Sebstio Js6 Augus-
tobsfstIeda- GG, u lftino de
tgaW deA 4la- n lif
A~ieaWtaueasme); BKt Angtiate do Almoida
.n 11 ...,&
^Biy^-6olac!^^fB


SMinervina Feitosa Jrandlo s mamue -eus
frmfos, viuva, sogra e cunhados do Dr. ,Iivino
Pinto Brandao, agradecem As pessoas que se
dignaram acompanhar ao ultimo jazigo o ca-
daver do seu mui prezado marido, genro e
cunhado; e convidam do novo essas pessoas e
parents e amiaros para que ainda honrem con
sua presence a missa do setFmo dia, aue terA
lugar no convento de S. Francisco, As 7 horas-
da manhl do dia quarta-feira, 11 do coirente.
AMAS na rua de S. Francisco n. 18 ha para
alugar armas de leite e seccas.
-. -..i. -


ALCATRA O E GUVOT
(Licor d'Alcatra6 0onepctrado e dosif;caii)

0 Sefr Guyot, depois de mnuitase amv.
experiencias, couneguio separar do e l,,:'.i.J
acredez ? amargo insupporfaveis, tornaiidt-:);, ,
mesmo tempo mui soluvel. AproveitIuid.) e..
feliz des.cuberta, prep:ira umn licor conccnirado
dalcat6na, quie em imuito iequeno voltuinpr, C0i-
toin uma grande quantitade de principios ,ntii-
vos. 0 Aleatra5 de Guyot (Goudrh'n dc (;-y-,)
offirece todas as vantagens da agiua alncatr :idn
ordinaria, sem nenhum- dos inc(,nvenicnte!;
d'ella.
Basic despejar urna coiher pequefia, ci;i.ia
d'este liquid, para que a .gu:i tn'ii moment,
torne-se alentrnada. sem gosto dsar-davvl.
Desta umaneira cada qual, pod;, a :.id.: i .,,;
Sneccssi:a pi-elprar a agua ;h':;;;d;i, o que
offerece economia de tempo e facilidad; ,ic traii--
porte e evita a mnianipu!aqa5 desagradavel (do
alcatra5.
O0 Alcatra6 de Guyot, substituo corn vantagem
as tisanas, mais ou menos inertes, nos casoq (;I
resfriamentos, bronchite',-to'sP, catarrho ,t-.
0 Alcatra5 de Guyot emrwrega-se rcom grande
exito. pn-.i: combatter as se',iu'e inf.rmidades :
-COMO BEBIDA. Huma colher. p,'qefia de
cafe, para cada oopo d'agua e duas
colheres grandes (de sxpa pura eada gurra;. I:
BRONCHITES
CATARRHO DA BEXIGA
RESFR!AWEN ro
COQUELUCHE OU TGSSE CONVULSA
TOSSE TENAZ
IRRITACAO DO PEITO
DOENCAS DO CARGANTA
EM LOCQOES. -Licor puro dituido em p(Io a
agua:
AFFEC;OES DA PELLE
PICADURAS
MOLESTIA DA COURO CABELLUDO
EM INJECQOES. Quatro parties d'agua o uma
deLicor (grande efficacia):
FLUX08 CRONICOS OU RECENTES
CATARRHO DA BEXIGA
0 Alcatrao de Guyot (Goudron do Guyot) fi:
ezperimentado corn verdadeiro exito, nos princi-
piles hospitals da Franca, da Belgica o da Hes-
panha. Os primeiros medicos da Europa, saw
unanimes em reconhecerem, que cste licor, na
estaca6 calida, constitute uma bebida muito
hygienicas, principalmente, em tempo d'epi-
demia.
Para acautelar-e contra as falsiflcagSes e
imitacoes, exigir sobre o rotulo branco, o texto
Impreso wm e m
tincta preta, N ./
e a assignatum a J A
Guyot,- )0p
imprena cornm /
tra C6reS.
In h"b, ca I. LFrere, 19, rua Jacob.

Depositarios: 0s Srs. Barboza, Bar-
tholomee & C. e Mfaia & C.




A' CESTA FLORIDA
Ultima Produoglo. I
PERFUMERIA DE
IXORA DBRO1I


ED.PINAUD
P.IRFfMISFTA


Sabonete................
Eoaoanoa. ..... .
Agua dt Toucador.........
r-c.r-ac~a ..................
Oleo para os Cabellos.....
P6j de AroZ ..............
CosM*atico .................


do IXORA
d IXORA
do IXORA
da IXORA
do IXORA
do IXORA
de IXORA


37, r.ULEVARD DE STRASBOURG, 37
'3=0
~' A F-la


T"


M_ MA=. 2 I'A.Z, 2, cfaultrst HSIW.

un i- SMI Aau, a., 4ltes lympADflm, mO
1 iStB-sost di" fOet, i ml atulsa-
Nam INDusmI .S, 9pIl.d,201. IIMnqphn,
Wi.AfeCOSSOesasn. da dbelga. aia.,
SII,-absS dc; nti, 45 bazdM aralm,
w Onw.36-S 'Col
NOWa h IFORTE n* S'UIA
-a-Vi chy e i rimt fn.ada.,
&M ^^km :Am lain.: '
Perif ^ oCjarw-*-.:-


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descaroar algodao.
Vende a prazo, oua diiheiro com desnto.
htiumbe-,se de tdo' conoCerto, q(rxdo,-
o traadas a ella, quer de mahnm a efm seusu-


gares.
tos de en


Faz contrato annual para todos os concer-
iqaenhoL.


I;!. -
..~, a







I?




t.




4


DE
VICTOR GRANDIN
A' RUA DO MARQUEZ DE OLINDA


N. 26


do&de o refS dod er taf,'W'fide ex-
e'tdia o ouficio defewrMHte, .ah1 d id
vestido corn caia e 1ipart~n* 9, 610M u de
,alI aca preta, hapdo 4o wiSe&.jpa--
htiztnho de co 4om bom- ant rio" a 6a;
assim como constaq*e' no-actoe dde
aqvg um pretb fat bordw eatmel Ilhe a
quantia de60t090 0 mwadtddo do uumijwta-
de nome Remana. E prove) que teua,
dado de noitde -de evestuao, e e
calQado, para assim inft ta6 livrb fffldir
avigUanciJ des idloeidfs: H-it do 6om-cer'-
(eW-seguir caminho da Bahia para esta- cidrt-
de,aem algu mA doN v.. cuij bau<
tia, dise ftSdJe~fti M wcerS" "o 0 'elqin
is autoridaibpoiaesas,8ts. cefel1e
pampo, ou A qufier .rta'ped6a quo- Ile
tiver qonhecimeWo o apprehendeew parti-
cipamdn ou eitit'ando-o eu resCtivo
seiinor nfi 1496a, rtW'do
quvselio' rncnflz~iisrdaq esei4BA
aQiftia. ;
Casa para aliiugar'
Aluga-se por commodo pre oi a nc3 cra
sotlfta'* rua~td&I iC4Plbndkr0A
sota.o, panaraa~atnf~^ en SajitdAmaa-
ro n. 5, paragrande familiar ; a chave-parh
ve-la, esta natav'ern'a defront.e, na qual se drft
quem aaluga. __
E1I.1., ._
........... a Conquista, a rua do Cabu-I
ga n. 6, aeabatde receber urnii ompleto
sortimento de fthehrdas para ve(t'dds,
tates 40io a:
Gorgor5es lisos.
tins lisos.
-, Alpacas ligas.
Cambraias lisas.
Cretpnes lisos.
Baptistas lisas.
Chfta~s Iifei
A"-^ KrMifa AS' -
A loja da lv\ava-r*sa, a praka d In,
4epenidencia ns. e 44 e a unic qlue
tern umn complete sortimento de bone-
cas e brinquedos para meninas, tenatI
entire elles lindos toilets, conmmiodas,
aparadores, guarda-Idouas, etc., etc.
JARROS
A loja da Malva-rosa, A prawa da In.
dependencia ns. 2 e 4, recebeu um
lindo sortiimento d'e jarrbs para flo'es,
e estA vendendo barato'.
AO FUEANTEA
A- Ici Audkv1 Atlijs, a praga da In-
,dependeneia ns. 2 e 4, previne aos
Sr. fumantes que alem das melhores
e mais eqieeidas marcas do, cigarrot
fabricados nesta cidade, hpabi de re-
ceber do Rio de Janeiro, tim complete
sortimento de cigarros tanto de papel
como de palha, daa melhores e mais
acreditadas marcas; assim como os
excellentes charutos do Rio e Bahia,
etc.
CASADOOUR#
A09 *OOOAOOO


"S,' I 'Bilhetes gau tidos
,Ii ttf *.. Rua do Barao-da Victoria, n. 40
?,;,, ,;. i e casas do costume .
0" Oj abaixo assignado acaba de vender'
nos seus muito felizes bilhetes a sor- 't
Victor Grandin scientific ao public que fez acquisigdo de um bom sor te de 4-.000#00 em um meio de n. 4
amento de relogios de algibeira, de ouro, prata, folheados de ouro ; paten- 2825, um quarto de n. 988 a sorte de
tes inglez, suisso e americano, do, melhores fabricantes da Europa e dos Es- 1,00$000, e outro de n. 3908 cbm a
tados-Unidos, para homeno- e sehhoras; assim como grande -sortimento de sort de 1005000, aldm deod outraS,
correntes para os mesmos. muitas'sortes de 408000 e de 20000 di
Grande sortimento de relogios de parede e de cima de mesa, de todas reteiia que se acibou de extrahir.
as qualidades e differentes- models e dos melhores fabricantes. O -mesmo abaixo- assignado conyida d
Quanto a lunetas e oculos acha-se nesse genero sortido do que ha' de a6s possuidores"a tivFi receber nat
melhor em vidros de crystal, que sao os mais apropriados para a conservaV&o conformidade do costumesem desconto
da vista, algum.
Tern excellentes officials paraxexecutaro concerto deoltodas as .qahid Prcs-
des derelogios, 70 :5 1 "I
00
Nla iesrra caskr 8ed Mpra! prata e,, ouro' velhos* p ras V. *' -, s
moedas de ouro ou prata de qualquer qualidade. "'.'

1 W31
::- '" 'a I ,. ,Tx
0


FRANClSCO M. a fLVL I!


U LP IrrAbORIS

..... ,,oduct. f ^ ^ tid L''lat H. r .oilfitili
ROOA,
nou~ts ('htwmi0 eiso",
T GOAR 5 O VM i l
A 3 iSPEILoeADIS -

...4.
upa '
aodos Productos "W' "
de sc u negoclo, ,u.d" ,
V V GARA.XNTRM
z, ,u.ideud-de da

a, Auftdo Yiik.q-ueg de .Ohnda, 23


Cumpra-se e verd" ., n'vbs e usa-
dos~e recebe-se tamrnm, para vender
em leildo, mediante comnuian- o razoa-
vel: noarmazem- de moveis A rua-es-
treita do Rosario n. 11.


S. quista.
Medico e eirurglAo
O'ir. yrihno Castro. mudu o sen ionsbl-
torff papa a rua do cdrmmercio n. 48, primeiro
ahdar, onde pdb ser prcurardo para o exerci-
dei:ua'Ui'fisAe6, d6' 9 h'oras da manhg as
, da t4rde,
' tiUra: Japoiezoa

A unita aprovaa e priemiada pelas
Madentiaf' dearlt e'Lotid1's, por npot
ser prejudiJeia 4dcleAontra&.se nas
pmticipae c'fcO de cW' Heireiros e em
todo asgboties Plitiipae diPernam-
buo, C:ior Halrtolomen & C. Mau-
'Gr...deri da^rideiai rt- 9, oan-
dar.
S --. i. rj.B. --- a ij -- t. ... o *-- *'"
--eo0po16a- fuio
1 AeW a-sefitaa pitd&Leboold -a6, 6 do ser
vi doiest, tens s f ites:
'Viaae ft'12 al alfthyrik rfaiscca &M
falta do um derte na frenta, da parte superior,
.t llpeAuenOeaibef ib "r Il6k ql*iko; a
infttaCAo de barba, tern a bamia .ufi tanto
.a%iflagpara 4tent eMtt 14 deTJri-
Q b, b ni faan e tern m os o lhos alguma
owsaE awmo ddste;, esla tvaFmtpnreotem
Mtado a'fgda'nc6ni"dolifihhera :' qfemr atcap-
turar e leva-la A rua do Barao do Triumphoon.
65, serA recompensado.

BIn, da' lpimpwlor f :t. ,,pr1
meiro andar g
0 Dr. Malaqulaw, -civurgiao do lids-
Spital Pedro H. avisa a seus clientes-
Hque d'avoltIa de sua viagem ao Para,
Scontinua no exercieio de sua proflssao.
S Consultas do meio dia As 2 horas 0
da tarde.

Epemncaa
Navegantdo euff mar eneapellado ha
dous annos, quasi a sossobrarl o seu ti-
moneiro abandonoiu-a e ella agariando-
se a urma ROCHA, escapou-do.aaufragio,
mas um tanto avariada ; por isso vet
peranteo public que -gosta do barato
render e lastro qge consta de tudo que
seb d& miudezas inas e 6ordinarias, tu
Jo se veride sem ajuttar-,-baf&to, per
metade, por umn tergo e mesmo quan-
do a avaria' for grande, de graga.- .Ve.
,niam &, a ra, d Oueimado n.. 77, qure a
'Esperi6 out'dfra florsceMfe e risonha
-liquid a.


~AMA*
Na r"' dQ V fonde 4p Albuquerque
n. 44,i antigti*m da Matriz da BarVis-
ta, pree&a.- ,deo aM- ama- paicom-
,prar 6coank pape .ena fattflia.
1. .... f^^ .. >**., *,,, ,>= ..,.^. .... ...... -

a casa taerea. 26 da ua do Forte, o andar
6, sobrado dao deLomwl- -em wiaD n, 55 e o
Vimenro andar da rua d(1 Sez&laWyelha, n.
432: a tratar a *tesoandar twaisma
M1achinas de ostura
Concefta-se t da,. e 'auhinm' de
.ostura, seja qua*fop sea w r, bota-se today
3 qualquer peca por mais difficil que sej_ p-
irntindb-se Seir cO'riftto: :"A rxa do Barad
da Victoria n. 25 primeiro aitr.r
ESCRIPTOS -mlvftP^ "


trjsitf 6 pphndo queo
^a~e t g~i^ e nizo comlo
afotrioy; ivearik comb tsd u~ao,6tt^
re-ado ainda ea a e oriae mone0ewia, M
esffptaram a dmirtinpt quantia de 5%00 parn
ds a7slgnanftes, e 75O0y pai'd4 o que n5 o se
itairv6reM atd o filt do present r me, preeo
pelo qual aiida sno se imprimlo nests paiz
uma obra de igal tarnanho e aprego.
Era escusae fall-ar Og muaAde ,reWi'zo de
Tdo s"DA &fin Mrt o qSx, u qte Zreco-
Afdift po todte, e facif T 6ver-s, j dpefo
grande .onus j 6 et efts pesa, j i p18
eLgua qoe seobserva ltre fl prla Uttera-
tuara mffme tiA patr a e j6 per teardm n.Aon-
trado.a mesa chise medbnha que assusta e
affect a todus as classes, e por isso sio for-
ados vae-se d beovoencia lpublica e de
se90 ajnlgos, e scientificamos que, temerosos
Llw.motiyos acima dito., .ui diminuto toram
T T'*s^ qee ndfithd ftiprieVt, e por-
ali ot y o t e n e eadw V u t PAi-
*1 IMt Vro*dftdo-be deita obra tMb m-
49GINM $064i Aftihft d i a dbftd
pr)q!wo soerdote o Da o vigario Ffancisco
ff4rw M|^ *d~s Bmomrias aqual
- %..t* .nlteadu aos padre, ministros dei
o,. que'ao digpna deste morn,. .b.
Ud 'pasiw


&' Am&ne mletem pedra.dura,
Ta .4i.A aA4 que fura..
(Mas esta e d6 bronze,, que se nao
Itefffiad'.Qpor ser estanhada).
, RoPtsb'o "o Sr. Ipacio Vleira
t 6e d, escivao da cidade de Niza-
reth, desta provincia, o favor de vir A
tuaJuque d6 Caxias n. 36, a concluir
aqulle inegoclo que S. S. se compro-
metteu a realisar, pela terceira chama-
da:deste jorlial, em fins de dezembro
de 1871, e depois parajaneiro que pas-
sou a fevereiro e abril-de 1872, e nada
umrnprio; e por este mniotivo, pois, de
novo chamado para o dito fim, pois de-
ve S. S. lembInr.ir. qae este negocio e
de mais de oitoralnios, .,e quando o se-
nhor seu filho s 'achava nesta.cidade:


T"AVtAMX VA RVA t 00
TDUQUE DE CAIAS N, 2'
JaK fisa, lala|

-a todios os Srs. muf|
Ituariosque t6mn eau-
,telas-. ve idas, ve-
jnham resgf;atal-as,
porque se est liqui-
,datdh todoo' s va- 1
lores em eofre ; nao

se reeebendo, desde*
thoey, mais emrpies-
,timo sv p chores.
i eetdife f6 de jn-
ftIio de,1877.

Attene&o
Precisa-se alucar umra estrava que seja flel
e de'boa contducta, para'ventder na'rua, agra-
dbndb, paga-se bern a trat"rr na mia de Sar-
ta Rita n. 63.,,.
Casa. da Fortuina
AOS 4:OOOOOO
2BILHETgP. GARANTIDOS
A' rua Prinielrd@. MaVto (outr'ora rua
do Crespo) n.23ecasas doeostume.
0 abaikoa6sI'iadd,tendo vendido nos seus
taliz# 'bibOs inktnMia -M 281- corn 4:000,
um meio n. 15R 2 nm-96)00, um quarto n:
3908 corn (104( uMn inteiro n. 2800 corn 00,
u= qnarto n. 988cornm 100 e outras sortes de
0000e 20(, da loteria que se acabou
de extrahiri 2.'I, convida aos possuidores
a virem rceber na conformidade do costume,
sem desonto algum.
,clam-se s&venda bsfelizes, bill hetes gaamn-
tides da 37.' parte das loterias. bmieficiotda
nova igqa det:Nssa Senhora: da Penisia [$1]
que se extrabiri sabbado 7 do oorrent mem,
IRIEOS
Biahete inteiu 4'o O
M aeso bithete2 % 0OX
Qttarto ljJ0OQ
BSM P0ft8i0 DS 00(00 PARA CIMA.
Bilhete intciro 3 S Meio bilhete 13750
1 Quarto 5|875'
Manoei Martins Fiue.

pare a ,faia, paga.se IfOttafl.'
giel per ma _sertava qu-sejt petM-
ta engo iadefrah garantindo-se bom'
tratauaeatd :. estadta da Ponae do U-
choa, uitic n. 2 proximo a igrea de S.
Jo^.


Cozinheiro
Plreeiwes .n bUM I 'cozinheiro
para Wil< f4 btvhiaa i tai eHstia'da
Ponte do Uch6a sitio nm 2, proximo a
igreja de S. 34 O4 Ates de Apollo
a. 69:.
AO com-ornreno
N66 abaixo assigaado&' declarama&o quea ta-
mI s c6mapradb a taverna sig aI rua 46oSQCpt
n. 49, pertencente ao Sr. Affonso Hondftb db
.Baso% livrewe dmsetobeiaga de qviilqer
onu. s~im s.julgaM coa diw c 6CONb4toe-
dor, apre eute-se m oua d& time dian, aI
coftat da do deste, 4lhoii w 14a( nlo tcrAo
direltoalgum. Reit, Sde si.de.877."
c-t'a irof Sv ,
PrecisN-se dt- ur eftxefft ol bahtiantV p6-*
tica de padMa' a it TDeta iq. 8.
Aviw
. Qs admiMi drado4s darnassa faida de Joao
A"ton oda* Va'&Tasfos ped-'li ads dredores
dAttesOt; -,t e Ihes a0i6ettenf os seus titu-
lea c% eredio nopsato to ioto dial, dapio-
.aAtttet, ote. eremia glecava '
Ada~86i16%& Ct.,
_lAduinistndoris.
Aa esrava


Piecisa-se'de um comr.prata de ar-
mazem de sal: A ,va ds CMpln
tas n 826


COMP A-SE urns escrava que sba bbem
couinhtr: a tragtr daartiarlgtd4-fa lb, nu-
Bmerq 32.
COMPBA-SE doze de caqu,,de)6a
qualidade : iia confeitaria do campos,
a rua d Imperador n. 24.



Compra-se, cobre, .latao e chumbo velho : no
armazem da bola amarella, travPs9a da rua. do
Imperador.
Cbmpra-se uI listre.dvidro paragaz,
e que seja de quatro bcos : a tratar na rua
Queimado n. 58, loja.

Compra-se urta mobilia de junco em born
estado a tratar na'rna larga do Rosario n.
22,. loja de sobrado.



24-RUA DO COMMERCIO-24
Neste estafielecimento vende-se o
trdadeiro e superior vinho de Bo-
deaui, tanto em barris cemo6em enawr-
rafado, e nmais barato do.qt vem qual-
'quer parte; pbr' ser reeebidd: db eonta
propria. No mesmo esa eelif ernto.
compra-se garrafas vasias qua tenblam
senrido para vinho, de BWeeAii on
cognac.
VENDE-SE farinha de mandiooa dequa-
lidade superior, e ben? acodicioniada : no lar-
go do Pelourinho n. 7, eseriptorio de Julio &
Irmao.
VBfE-SE cafe do Rio d: q uaiOdeds su-
periores : no largo do Pelourinho. m 7, escrip-
torio de Juli9 & Irrrno.
-- 'Eftc fumios 046e06e6 des&-maircas
especiaes de Danieli Ooya .e Rio-Novo : no
largo do Pelourinho n 7, .Ariptorio de Julio
& Irmao.
Madou-se o tcp* -
Na loja de Joaquim Ferreira Capos,. & C.
vende-se as seguinies fazeafdas, por precos
que aimniram : linhn pardo bordado, corn 4
pahnos de largura, a 500 rs. o covadb dito
dit6 liso, com.rn 4 palmos de largura, a W4rs. o
covado, dito dito a 244) rr o; covadoe saias
brancas a 2S ; venham &a ellas antes que se
acabem : na rua do Crespo 21-.
Aos Revms-sacerdotes
Meias pretas e r6xas, de algo&o1 I1,
J e seda: vendem.i AmnarWal, Nabuco
Camin (s tie meia p"aa criant
1Vetdfrtrt Au~aNibuico
rua do Ba&'r &rt VictJft 2.-

Am C, o efilbam de
receber espelhos pequenos corn mnolla,
pmoprio para lim'pa-eM c(7mfldamte
a cata d'os denies, e o qu4 de
mais util e coio 4 ved ,ai na
;raa doi Bari. da ViceIzia in i ,
STavC~rua
Vende-se a taierna. Bila a. ,rua do -
Pituello n. 48, efroat. *za.aitel
40 policia, pr~pora? psia ri~cimCdi^
a tratar na mesa2, oir r'i dt ]!n-
pot~fr~iz n. 48, loja de fazea~da.

eit befrricas, propria para fazer bolaghas, to-,
daS, etc., vendbse fanto eh tat&o4 :taea
fetalh.r: rwarn-znm &ri do Ctmrn-cio nu-
mero 4.- ..
Vende-se


a casa terrea n. I, em chibo poprio, Sita ie-m
d, Bargo deSo. orja, outp'ra do Selbe r< r-
tar na rua do Visconde de AlbftqueifTe fhr-
mero t11t.
Vende-se as obras cmplets do
em t2 volumes7 tn rM Prh ,
Mqa ed Ilb V11onC ".....
P.pellnas d ouma s6cOr
Imi.tao de _orgow&o
25c6res diC etreia
lttemo
Fazenda superior e 4e c. lidirnas
recebeu hontem a tfa*-.'l ".do
CabugA .i. 10, eved,.t i
ao-s4 amostras. .

Elegantea e primO
peos, acabam de cN" r l0 ult'bw "
q"aes e9Mfo, s6 ^ d o t~ni
oommodo : *a i P aglas' .
d eCaxiaf n 47. ,- : ....
W "- V o d-" am ^ t n i~a i *f i f| c
idade 20 annos, bemjialf
de, e tern uma cB,| H
nmito bom lei l
itra de 5 am^M ^^ i
#*bta, tn.bo HI
S. Pedro n. ''- ,.
"17. ^ -^ B~


Nao emrega mculeadoes palo camnpo.
Roga a lodos, que mandam eieommedas .a
ella, exijama vista da conia impressa respecfiva.

Tendo sido engan'ada6s diversas pessoas em
procura desta fundifio, observa-se que a,

PFUNDIAO O0 BOWEAN-
esta entire o chafariz e a forta*za, que os edificios
estao de-ambos os lados da rua, perto da cWloi,
ra dos bonds e pintados de verde nos. andares
inferiores. .
ALOE 11111 E IJ E


t





















4...


LID 0 BAT da rua Prinmeiro de
'-i J6.; VW..l Z sci le as seus frgue -
t*". -..-:. t ',*^^<,rt,i^
.~ ~ L =
...:...-- ---6N td y ;tipri


:..g "kt a rretr'os,
ft, ' i ~asqu'e' or^5O0 a
"e.''-ei hlaroyetar.' iantes que se aca-
be !No BA TEIRO.
TOmtamb.m 'giude-snrtimento de
"c6teA de rhamtasi4, liniaps'desenhos, e
qte'wnMde barato.
S Alpacas de seda, de uiYa, so6 cdr,.o
., : 1i-a' d mais -moderfio para' vestido
Ade senhoras, bern cooo prpelinas, me-
-iin6s, -e 1t'tras muitasfae. idas de gosto.
AO BARATEIRO
BI[JA PRMKIRO DE MARO 'N.
Agostinho Sa itos & C.
Vinho muscatel de superior
qualidade
Vende-se no largo do Corpo Snrto n. 19,
primatro andlar. .
m- 4arneoca de carneiro
Vende-se a 600 rs. o kilo ; na rua de Pedro
AftfonaRo n. ,80.
Ao.s .Sr. propriitarios e
constructores de dbras
Vendeo-se por baraissimos pre~os" traveja-
tmentos e&esteios de diversgs tamanhos e qua-
lidades, bemrn como linhas de 50 a 60, palmos :
a tratar corn' Costa. na rua Imperial n. 25, ou
no pateo da estaciao das Chico Pontas, nas
chegadas dos trens (re 8 hora: da i nanha e 5
1/4 da tarde.
--VENDE-SE po' preoo comimodo uinf ter-
S reno em Beheribe de Baixo ou Agua-Pria, corn
100 palmos ae frente e mais de 450 de fundo :
a tratar a rua deD.'Maria Cesar n.42.
,t Bournus e fichus de Ii e sda
Tecido especial e 'de novo gosto
c Recebeu hontem a loja da America, arua do
*4abugain.40iO e vende por pre(os muito re-
suidos. __________
Ultima novi&nde
S0 barateiro da' rua Priieiro de tapo 1,
neebeu alpacas de c6res, lisas, gostds eppe-
claes, e vende harato,! tern arnostras.
Merin6s de scores; que fazenda !
Lazihas *de Philadelphia, gostos tmuito lia-
dos, para 560 e 600 rs. o eoravado.
Popnlinasde muito go-to, pae 360, 400, "z0,
600e 700 rs.
Granadinapreta de quadrinhos, listras, etc..
fazenda superior, epara baratissimo preqo.
C6rtes de vestidos ; que lindos diesenhos quie
elles tern, fazenda superior, para 16 e 185000,~
convem ver.
Grelones inglezes para c awisa a.280 rs., di-
tos para vestido'ae'senah ra, para-360, 400.
440 e 460 rs. o cwado.
LiAnhos de quadrinhos i u"a vesUido a W00 e
440 rs.
Mariposes, que Jindos padites e cOres fixas,
para 400 e 440 rs.
Baptistas, uovospadrOfe ecbres fixas, para
.280, 360 ,e 400 rs. o covado.
Selecia, 24 varas, 29 .e 30#,
'Bretanhas corn 2m4 varas, superior, para 205 ie
"ass pretas, canta.
Princeta, alpacas, .Js, -merin6s e outras fa-
.zendas proprias para luto.
Toalhas felpudas "e acolthoadus a 45500 e
54500 a du2ia.
Punhos e colarinhos lisos bor4ados para
. a senhora.
Gravatas, ultima novidade, para senho-as.
para diversos preos.
Guardanapos pequenos e grandes.
Ataalhado para e meaa a 450t a'vara.
4Casemiras.para&, 2500 'e 2. 00 o coatvo,
e pechincha
Lencos die limho corn bapra dti6r. fazenda
superior, para 55e 75.a dtuia.
Leneos branmios la 1800, '9%, ?4, 4$.e 55 a
duzia.
Cretones para coberta.
Que lindo sortimento de camisas ae cretone,
Jbraacas, .deiajgadoJJlh~ >^-f~tiii ms
barato do que em outra qualqaer parte; ;a
ellas, a ellas.
Chales decasemira.


.- Colchas para cama.
Ceroulas de linlho.
Cortinados bordados.
S Meias brancas e de cores. para bonwns e
aenhoras, para baratissiqaos pe-6s, '6 vYr
para crer.
Cpolarinhos e punhos.
* Gravatas para horn rmin, temos sortimento.
Alem destles artigos, teomsa.outroe muitos,
que se achan mpatentes i visit Ados coImp'a-
ares ; e fazer urea experieucia.
0 BARATEIRO
Rua Primeiro de Marco n. 1,
,,,Ay#Mfho Su -os ,,C.
S7 ;eande,
u i a terreno em Agua-Fria, corn boa
ag, tendo 197 .palmos 5W6 de fundo ; a casa teni duas salas,
3 quartos, cozinha f6ra, etc. pintada de
aovo, vende-se maito em conta : para
tratar na empreza do gaz, do Recife.

Carta ge jrap0ii 0"
CheBaram pelo ultimo .vapor da ;uropa i-
to perfeitas cartas geographicas 4, acama-
iuento entire cs russos e os turcoi; A venda
n9. ifthographia de F. H. CarLs, A raa do Mar-
quez de Olinda p. 36, 41, andar.,.
'~~ ~i:'mOOM)OO
Vende-se uaf a eaw .a iia mx a
apzinheira, own q&wco bias,
seudo duas q ia, a nais we-
.ka tmern 4oftmor'Am- -a, p3sso0
use qagrand e Wa lado -. a igss .
torrea.grande, ao lad* da Ig.h!.
.* n '.. .. t-. i -


Superior vinho do NPorto
Ve'de-se na rua do Xigario iU. 3i. primeiro
andar. ......
1oa noticia
So vondosoe poder-se-ha avaliar. o que de
novo tetn ehe-ado eeoi-finua a Vi ta Etfltopa,
,en ar'igos de moda eaphantasia; escteven-
do-se nao se p6de bern explicar a perfeigto e
gosto de minuitos artigos que fozeut parte do
sortimnento da NOVA ESPERANCA,~A rua Du-
que de Caxias n.'63;. mesmo o rmmero delles
6 inflintto, que geria be6n bonrmassada oteutar
"descrev'l-os, e (io sabemos se seria posivel
conseguil-o, mnas como a NOVA 'ESPERANQ.-
proctira sempre satisfazer a gua boa 0Cons-
tante'freguezia, principalmente 'ao SMXO AMA-
VEL, para isto apressa-we em aiencionar d'en-
tre muitos artigos ,que tem recebido, Wlguns
.pela alta novirtade eutros por serega provei-
losos e necessarios, e qMtros pela modicidade
"A.ios pregos-
AOS FUMANTES
Charutos, eigarres, oporta--eharutos e porta
zigarros, bolsas para fwunmo, cousa de gosto',
estd vendendd a Nova Esperanca d rua Duque
de Caxias n. 63.
PARA SAIAS
A'Nova Espera4ea a rta ouqeie dFe Caxias n.
63, acaba de receberbabados bodados proprios
parasaias, assim como,papafina, enfeites apro-
priados para o, mesmo fim ; venham antes que
se acabem.
TPARA AFORMOSEAR OS CABELLOS
P6 dourado e prateao para empoar os eabel-
los, reeebeu a NovaEsperanga, d ria Duque
de Gaxias n. 463.
PERFUMARIAS DA MODA
Al6m dos ftnos extractos, banhas, oleos, sa-
bonetes e cosmetiqLues dos melhores e-nrais
Afaqados fabrioantes, qme venda eonstaite-
'amilae a NovaEsperanna, reoebeu agora extrac-'
:SPSjoeo e cosmnetique soppanain, 6.a per.
a da Ywioda; a ella, a ella, ina Nova Es-
peranva, a rua Duque de Caxias n. 63.
CAL19ADO RESEQUIDO
A botina ou sapato mais-seeeo, applicando-
se a glicerisa, fioapetfeitamente nova; esta
preparalio veade.se na Nova Ysperanea.4 rua
Duque de Caxias n. 63.
PARA BAYTISADOS
Chapeosinhos, toucas, sapatirihes e meias,
send estas deseda'e aquelles de-nmerhi6e se-
tim; vende-.se &a Nova Espemaga, i rua Duque
de .Gaxias v. 63.
ARTIGOS BARATOS
Agua Florida a I$ a garrafa, fita de linho a
60 fr. a peqa, paplamisade a,400 rs. a oiixa,
envelopes a 500 rs., cordao para vestao a'20
'rs. a pecQa; na Nova- .sperana, rua Buque
deCaxiasn.4 ,3.
firanadinas ptas
Grande sortimento de granadinas de
sda, ripAismiaos padres, para ves-
tidos e palonezas a 600 rs. o covado: na:
Fragata Amazonas, rua Dauue 4e Ca-
xias n. 47. 7

Calungas de borracha
Que important sortimento de ca-
lIunga%, pinecas, animals, s1Odad0ds,
etc.t etc.,uIdo de borracha: temrna
loja da Mdlva-rosa, A prama da Inde-
,pendencia ns. 2 e 4.
Aos pals ecidadosos
Comprai urn collar electric dos ver-
dadeiros que receheu a lja da Malva-
rosa, A praca da Independencia ns. 2 e
ixas crianeas.
Ftkrdobaile
" Perfume offerecido a nobreza brasi-
.leira : s6 nat loja da Malva-rosa, a prad
ca da Independencia ns. 2 e 4.
Aos bons pais
Quereis satisfazer vossos ^lhkihos ?
comprai um brinquedinho dwtro o$s
muitos que existem fla loja da Malva<
rosa, a- praca da 1ndependec.a its.
2 e 4.
Aos meninos
Soldadinhos de chummbo, a pe e


rmontados.
tExcellentes tambores e boas ;cornm-
tas.
Lindos vaporzinhos.
Peixinhos que correm.
Bonitas espadinhas.
Lindas bolas de borracha de div,-
sos tamanhos. '
Bonitis construccoes.
Finas bengalinhas, cabs de marfim,
6osso, etc., etc.
Jogos instructivos-e muiitos outros
brinquedos, que s6 se encoptram rna
loja da Malva-rosa, d praca da Inde-
pendencia ns. 2 e 4.
ientes alvos


eolaio, e a e.reos nA ) reitMdos.
MICtIS a vai6, de fora de 4:, 6, 8 e 10
cavailks, as Nthores qne i qui teern vi.tio.
:E ASM e ia ws Uendas, obrasupeior,Wim-
possive1 de ,tesa4u9rJi, pot rem ion Motets.
FRIIIAS papa assu'ar pintadmas-e gt aisadas.
RODAS 1i'AA:A towtes e bem aeabadas.
RODAS DENTIDAS de todos 6s tamaphos e qua-
Ikdaes" "
TCHIAS BAITDAS e fundidas.
A RADOSdetodas asqualidades.
MAhROS para mandiopa.
FORNOS paratoradarinhae
TODAS AAs T FEU QIGENS precisas a agricultural
desta provincia.
EN 0MMENDiAS --andam vir da Europa qual-
quer machiriismo, responsabilisanPo~se pela stia
boa qualia'de.
CON CERTOS-Concertam qualquer machinmsmio
e fazem contrato anmfal para todos os concertos
do engenhos; ara esse tim teem a fabric hem
montaAa, com !grande. e bom pessoal, e diriida
por d4ous teneuheiros
EIRANGISCOA REl BE MESQUITA CAROZO,
(ha pi"W"o dltadao da inliaterra.)
GErO1,E ,AJ (o maispratio eantigoque aqui hia)
Ria4 do Drum ns. 1(0 a 404.
DeipoUfrw s 'tpAiwI^ gfi2e 2B.


t'a3~1&iaria Ceutral
". ... X
E

ftmdi de sinos eroze
'- \ ",- 1D


Ed uardo Cardoso & C.
Rua do ardo do 'TriumphIo, outr'ora 4do
.Brumi n. 66.

vinem aos stnhriies de engenitho agricnftores
e ao publieo emf gperal .quoed(nttiriani a hfbri-
ear os (o'eetos abkox^ meneionidos, como se-
jam.:. .
,am ''.; .'" +. 1 +' .-" *, *' *... ,

M1a4Jiias 4e IDerosne para fiizef estpritos
ditas 4e CQ.1ars, is tsiel or.s systemas, a:atin-
bimies de 'eitios diversos, sinoimes ei eem f.


quent rapft~ iiodO os gar 1o SYS-
TEMA, ultimatee~~Ote ^ld ^p
~e4t@1Vpo iia viziR at
ruap s, .^rp itadiQ, jassae p ar-
tiras,, esomat&biras, eobre pieado.' pan moer
,nwdioa e t*das as braws i ecs.riea6 ara.-,
'. ice dot raswr. B bas t".-
repuxo, d: Ierro, de. obre e de bronze. Si-
nos de libras .t* WUO arrohas, 1briaIos
pelop syut.iMa frab*, torn0i.aS:;e ,bron. e e
paraftsos ,de di, .todos Os tanimfthos.
Emim ainca-se itda e,, #"k"a do
to, Aira, .a ,d
u IF
'l)Ib ',,a

'"' '.: ':4 .,:'tk


.. oGPIN, rs ks PORW-.
"*- ..... ., n ISSIMOS "

4Pdifra de'sda, fazendi de a ,t48200 pra a abar. .,
'Imtas dncttma r6 CTr imiit1qoe gorguaro a I0M0.
.(hIf'dsena'ies'e gorguT'o~prbto de s6da, pregos sem competencia..
Stim tm fio,' todas as :cdiTes.
Vdds e mantilhas de fil6 preto de sdda,-preqos rezumidos.
'Fii.de.'y:l 'e, brano,'t de elinho corn salpicos e liso. :
.B 6tbuzinas, merirn6s, alpacas, capto, prineceta e Ia lisa para vostid',dte.,
etc.
Alpaeas'ded e6res para vestidos, magnifico sortimento. "
S'Baptletas miudinhas, hinas, iindos padres e .eores fixas a 240 re.
.ripoas brantas e de cores, eretones e h0tes, bomrn oriinmrto.paft.4dos
po,,pqecos. "
:Saias brancas a 2$(000, 6 peehireha, aproveitem.
Penteadores de cassa lisa hordados a 48500, 6 barato.
Ptmhos e collarinhos para senrthorns, enfeitados de renda, 6 novidade.
Vdos de fil6 para chap6os corn lapicos dourados e .pratados.
Gravataspara senhoras e para hoinens, espiendido sortimento.
'MWas de c6res e branicas para sen.hoias, homes e, meninos.
Lengos d -linho em caixinlMras de. phantazia, duzia 4$000.
amhisas de media differences qualidadles e precos.
Cambmala adamalcada para'paotinados, o cortinados bordados.
,Taptes de todos os tavarthos.
Secilias, bretanhas, esguiao de 4inho e bramaute xde 4 larquras.
,Cas'etaas pretas e de c6res em peas e cortes.
Panno preto e azul especialdhade para 7$ e 86000.
Colchab brancas e de cores e cobertores de lM.
Chalets a rainha Victoria
Ricos chales, maritas superioridade em tecido e cores, nunca vistos a 125.,
Espartilhos a Plrinceza Regente, siao lindos.
Granadina preta de sOda de listras e quadrinbos.
Chap6os dle sol, seda trangada e castles de phantazia.
S Collarinhos para homes, superior qualidade a 73500.
Leques pretos bordados, lisos e de cores sortimento complete.
Chales pretos, bordados, lisos e de scores, sortimento complete.
Camisas brancas e de cares o melhorsortimento possivel.
Cobertores escuros de la a 14800, e pechincha.
"Ditos brancos a 15000 urn.
Lencos de esguio, fins, a 2$000 a duzia, e pechincha semn igual.
Alta novidade
Fichus de la e seda, recebidos hontem, e o que de miais gostose prde de-
sejar, e vendemos por commodo prego
NA LOJA D'AMERICA A' RUA DO CABUGA' N. 40.


Lindissimrnas baptimtas para vestidos,
a 240 rs. o covado.
Variadissirno sortimento de maripo-
zas. a 400 rs. o dito.
AGrande sortimento de popelinas para
-vestidos, a 400, 500 e 60)0 rs. o co-
vado..
Maripozas4braneas, o que ternm vindo
de mais gogto.
Riquissiw o sortimento de cretones
comLdesenhbs -inteiramente novos.
Popefiuas'de seda pura, a I#000 e
11200 o covado.
Popelinas de ;seda branca para casa-
mento, a4 000 e4,200 o dito.
Madapoiao franeez de duas larguras,
a 5#000 eb5500.
Cambraiatranaparente para vestidos,
a 30-500 e 4 000 apeqa.
FustAo branch para vestidos e -es-
tuarios para maninos.
Braatarte cena 41arguras, aA,0,) a
xara ; e 6mito b,o,1
Camisas bordadas pra senhora, a
35000 e 4000;-.:quepechincha!
'GorgorAio de a, -4e eores lindas para
.eetidos, baratisino.
Leques de madyeperola finos, dese-,
Ahos riquiksim.os a 40000.
Chitas : grande s rtimento e para todo
,preco.
TfTemos urn complete sortimento de
fazendas, das quaes a maior parte nao
aknuuncionos, para nao enfadarmos
os *d1nos leitores, e de todas se dAo
amostras e mandam-see em. dasa 4a
Exams. familias para inelhor ascolhe-
wem : ha Pragata Amaaow ms |
47-,Rua fDluque Gamlas 47
Y1 0d pllasnar ivas
Chegaram lindas. capellas e vYfs de blond
#eeda pAra ndtvaS a6, 8 e 10$, 6, baratissi-
mo : na fragata amazonas, ruaDuaue le Ga-
.4is n.4l7. ,s ,, '. -
Carmisasminglezas.
a 28,30 e 3M$ a duzia, ,nat fragata arnazonas,
ria that0ie 0Caxias n. i L.
3la4fo espanteui
O CineCoenta e nove,
'fi9-Rua do Ouehiiado--50
h EstA liquidando
..Fichus de la de lDa e seda, alta no-
vidade, chegados polo uItimo vapor,
pac seilortas e meninas, de 2$50 a
"cuaa da aproveateii.-
taniJ'aii Victoria, fina, comin defeito,
a 9 e 48 apegoa, e ta se aabapdo.
Ihnda sortimento de mantas pare se-
iahQra, a i$500,e 2.
GCmrandedeposito de mariipbsas a rus-
siana, com.lindos desenhos, a 400 rs.
q covado.
Lindo' sortimento de baplistas brasi-
leiras, a 260 e 280 rs. o covado. ,
Gdrggr6es de cores para vestido, fa-
zepda de gosto, ja pela-quali.ade, ja
I pelos padres, a 9QO rs6 o covado.
Gradle Iepolsjo de cortes de vesti-
dos.banr.os e' de cores, a 4$, 54 e 68 ;


rua do Queimado
N. 43.




os precos de fazabias,
que vendem na rua do
Queimado
N.43
Venham ver para crer
Baptistas finals, corn padres m~ito
indos, cores fixas a 240 o covado.
Chitas percales finas, a 300 rs. o dito.
C6rtes de nansuc corn figurines, ul-
timna moda, a 6$000 urn.
Jinhos pardos'para vestidos, a 240 o
covado.
Cambraia Victoria, fina, a 3$, 3500
e 4#000, a pepa.
Camisas inglezas de linho, forradas,
a 355000 a duzia..
Ditas de cretone a 241000 a duzia.-
SBrinm pardo liso p)ura costumes, a 400
e 480 rs. ocoVado.
M [aripozas de cores, corn listraswSe-
tinadas, gostos muito chiques, a400,rs.
o cwvado. i4
Chitas finas, escuras eclaras, a 40
e 280rs. o covado.
Popelinas de linho e seda, a 280 m. o
covado.
Alpacas lavradas de seda. gosto.tin-
dos, a 500 rs. o covado.
Lengos de cores a ingleza abainha-
dos, a 2C000 a duzia. Sao baratos.
SFustoes brancos ',ara vesidos,
ris. o corvado.
Brim preto,fi:io, para luto, a 500 rs.
l o .dito.. "- ..,
Clhi;hts de qi'lros, bomnitos a15000
.in;
lrutmante de 10 palmos de largurs,
.-i I e 2:500 a vara.
Cretone priissiano, a 240 rs. qco-
rado.
Cobertores de l, escuros, a 21600
Cuichas de cores, a 18800 unia.
Toalhas acolchoadas, a 4$000 a
duzia.
Chila escarlate propria para plone-
zas., a 320 o covado.
Madapo!ao',francez, Ihno, a ISOM0 a
peca.
04A3 da
RUA DO QOUEIMADq,


A Cor6a


Brilhante


iLoja 1e johis
Esqalna da rua do Cabuga n. 1t
0 proprietario deste estabelecimento resol-
veu, afim de apura- dinheiror, vender mais
barato 40 0/0 que em oata qualquer part,
garantindo todas as suas jotas, entre ai quaes
se vendemr: dedaes de prata p .ra iaeni. le
senhoras a 600 e 700 rs., anneis apra, afa
2#, rosetinhas para meninas a 2$, etc.6 e
sentido todas as joias. Tambem se c.-%ga
de concertos corn todo o a.seio, p'ptji d
commodidade erti. pios..
A' RUA DOwCABUA' N. I11.'
















'.-, "U d.



-hem gover eo inf ndoso&
.I n 'a .aertezas pereias, s.
base.
A mordedura de animals e nraiveci-
dos tarn bor tern sido considetada por
muitos como causa para amputacao.
C~ontam-se historias de dedos quer fo-
ram cortados immediatamente. depois
de uma derftda de cao damnado. Se
n. o 6 exact que foram muitos os ca-
sos sta especie, pelo menos, 6 certo
que em quilquer part ondo e se chega,
serepetea historic de um senhnr de
engenho ou fazendeiro, e -As vezes do
sexo fragile, que tendo umn escravo sido
mordido poa r cao darnnado ou por co-
bravenenosa, cortou-ihe logod o dedo,
e o escravo foi salvo. Colloway ampu-
tou o brago de um rniidividuo mor-
dido por cdao damnado, nao obs-
tante ellea morreu de hydrophobia oito
horas depois. Semelhante conselho oa
process nao passa de uma- barbarida-
de sem nome. Se o virus teve tempo
de ser absorvido e levado ao sangue, a
amputacao nao daria remedio algum ao
paciente, o aggravaria a sua situaes o, por
que perdia-se tempo em empregar um
recurso inutil, quando se poderia lan-
Oar mao de m eios que podessem expel-
lir o virus pelos emrunctorios natuoraes
ou artificiaes. Se o virus ndo tivsseo tido
tempo de ser absorvido, le podeoria
muito bem deixar de entrar na circula-
hao, empregando-se a compressao aci-
nia do lugar, dilatando as feridas para
o sanrgue sahir, espremendo ou lavan-
do, Ompregando os alcahs, ou cauteri-
sando coin os acidos fortes ou corn fer-
ro emn brasa, ou algum carvao acceso.
Ja see vpor tanto queoa a mputagao, so
por uma circumstancia irremediavel po-
dia ser applicada em um caso destes.
Se nao e de boa pratica para uma ope-
raeuao quando as probabiidades de suc-
cesso sao muito poucas, menos se a po-
deria fazer quando scientifiamente 6
inipossivel que ella aproveite.
iEm todas as circumstancias em que
o medico .se acha, elle encontra sempre
o avisdo befundador da sciencia : occa-
s'o preceps judicium difficile Do e tu-
do quanto temios exposto baseado prin-
cipalmente nas opiniies alheias, nao
podejnos terminar o nosso trabalho
apresentando regras fixas o e infalliveis,
pelas quaes liquem perfeitament e deter-
minados quaes os casos em queo soe deva
praticar a amputanao, e quaes aquelles
em que se deva de esperar pelos recur-
sos que a natureza nunca deixa de em-
pregar para conservar a obra do Crea-
dor.
E' do bon senso e dos estudos e ob-
servasso do medico quo pertonce em
grande parte nua docisao quo garanta
n mo s a individual do i aumsa-muacias o e
ao medico doe un mao juizo.
Antes do darros fdn a nosso pequeno
e incomplete trabaehor letbrarenos a.in-
da algmnas dusaopiias quo poder ap-
por-se terminanternonto aexeurao do
apcputas es que parecenm indicadas.
No se dove praticar nia amputaa o
quando se des dpossa extirpar cosr-
pletas ente a mat quo parece dmdi-
cal-a, e muito menos quando nao haja
esperanra algc ra ad reasntado. r
Nos casos de cancros quando a dia-
those esta estabelecida, a operatao nea
e praticavel. lhoje admittemr-se diathe-
sos atg do muitas ontras alteracoes do


tecido, cujos effeitos sao em tudo iden-
ticos ao primeiro.
Velpeau consider a phyisica pulmo-
nar, a necrose e caria dos ossos, princi-
palmente da column vertebral, os ab-
cessos por congestao, as lesoes organi-


FOLHETIM


(CONTINUACAO DAS TRAGEDIES DE PARIS)
POR
4AVIER DE MOxThPIx
VOLUME V
(Continuacao do n. -15)
CAPITULO LXVI
0 BRAD DA MISERIA
Croix-Dieu fez urna pequena careta.
Parecia-lhe especialmente importu-
na aquella inesperada visit, mas como
era impossivel evita-la, resianou-se.
Entre para o salao,--isse a Gri-
solles,-eu o conduzo... -
0 aribaldino seguio-o, deixou-se ca-
hir n uma poltrona, entrelagou as per-
nas -sobre o cacete, e deitando um
ollhar .para as paredes cobertas de qua-
dro', e de objects d'arte, murmurou :
Safa !... estA aposeatado A grande,
cidadao barAo !... Estas bugigangas va-
lemn dinheiro... Se isto fosse meu,
bemrn sei...
Entao nao morreu...-interrolnpeu
Felippe.
--Bern v6... Faz-lhe incommodo?..
De modo nenhum.
Ainda bem !...- Julgava-mine en-
terrado ha nmuito tempo, naso ver-
dade ?
Confesso que simn...-Quandodei-
xamos o bosque de Vincennes, o dou-
tor dava-lhe o muito dez minutes de
vida.
Que quer ?...-Os sugeitos da mi-
,nha tempera sAo de ferro...-E' preci-
so omataremin-nos duas vezes e ainda eo-
capamos!
Os meus cumaprimntos... -.E.tQu
eantmtado por vX16 regrwnrrdo ou0tr.
mundo...-M te.ho 0

it 1a, a .
'B; r


S~pui~o n~il e ere~l ter
sid s itc pr forp. e sa~c-fo-
resiente/ -*'
Comeffeito a suppurago abundant,,
as d6res excessdivas, as insomnias oau-
sadas por ellas, a inappetencia e oa sof-
frimento5 inoraes que resiau]tam te uma
mnolestia, que parece interminavel, sio
causes que actutm ineessantemente
parae dimmerem asfforgas do doente, e
deteriorar1em sua constituigao. Remo-
vida uma cause destas, a natureza reage
oucoa pouco e restabelece o equilibrio
as funcges, tendo de se- nao occupar
mais corn o membro amputado. .
Todavia ain~Ia serA preciso Jfazer um
exame consciencioso para saber, se ha
desordens interiors que estejam nas
condig6es de serem consideraias in-
curaveis, porque nesse caso desapparece
toda idea de amputaiao, salvo se se
tratar primeiro deo combater Aquella
mofestia. -
Geralmente-pensa-se que a fraqueza
um pouco adiantada exclue a idda de
se praticar uma operapao grave. Nem
sempre nos individuos robustos e bemrn
constituidos as grandes operacoes sao,
melhor succedidas. Muitas vezes esses.
que parecem os mais bern dispostos sdo
aquelles em que ellas sao eutrecortadas
de accidents que denotam que ha um
vicio interno no organismo que se op-
p6em a que elle empregue todos os
soeus esforgos para excutar complete
reacgao. Outras vezes nos individuos
de constituicao fraca ou enfraqueeida
por diuturnos soffrimentos, o resultado
das operac6es e muito mais favoravel; e
era essa a razAo porque antigamente se
acreditava que a perda de sangue duraii-
te as operacoes nada tinha de prejudicial
ao desenvolvim.ento de seus periodos, e
pelo contrario favorecia a uniao da fe-
rida P abreviava por conseguinte o tem-
po da cicatrisacao, pois que em takes
casos a reaccao era mais benigna e mo-
derada.
Na maioria dos casos a estatistica 6
quern vem fazer peso nabalanga, quan-
do se quer former opiniao sobre qual-
quer ponto scientific que ainda se acha
controversy, e entdo procuram fund'a-
mentar-se no-numero de bons resulta-
dos e no de casos perdidos. Parece
que nao havera quemn desceonheca quan-
to ha de incerto nos calculos que se
formal sobre dados alcangados ou col-
ligidos por individuos que nada mais
visam do que fazerem jus'ao seu hono-
rario. Ora, fazendo uma analyse per-
functoria do modo porque se fazem
esses calculos, e comparando-o corn o
que7n6s observamos diariamente, conhe-
cer-se-ha que nada ha mais defeituoso
do que'uma estatistica. -
Quando se tern de organisar um
quadro estatistieo, de ordinario se en-
carrega a unea terceira pessoa, que nem
sempre teor as necessarias habilitacoes
nero tambem tera. muitos escrupulos
de preencher as lacunas que encontrar,
as quakes exigem trabalho e minucioso
recenseamento ; por conseguinte o que
falta suppre-s5 corn o que o pensamento
mais de prompto apresenta,"o on que
se acha a mao de smear. E come os
exemplos descrevem melhor o que n6s
queremos exprimir, citaremos um mui-
to commum. Chama-se um medico
para veriticar a morte de um individuo,
cuia molestia foi repentina ou nao foi


trata'da por medico. Indaga-se das pes-
soas de casa, a que se nio pode pres-
tar inteira cdnfianca,. estas dao explica.
05es que levarnm o medico a fazer umrn

Pedio-me cem luizes que paguei
de prompto... -
Tambem nAo os pego... Mas pro-
metteu-me mais cincoenta, e 6 esses
que eu exijo...
Esta doudo!... Ds certo que de-
via receber uma gratificacao depois do
combat, mas s6 no caso em que o seu
adversario-morresse serm proferir uma
palavra Succedeu o contrario !...
eixou-se feriroiomo um t61o por an
rapaz que mal sabe pegar n'uma es-
pada !...
-Foi culpa minha ?... Atirei um
golpe a fundo que devia atravessar o
mroncebo segundo todas as probabili-
dades !...- Agora mesmo aindaw nlao
comprehend muito bern o que se pas-
sou...-Fiz o que pude... Julga por
acaso que uma pessoa deixa furar a
pelle por simple prazer ?...
NAo, de certo i mas tanto peior
para voc6 Ninguem pode exigir a
execucao d'urnm contrato serm haver
compnrido fielmente as clausulas a que
se o brigou.
Raios de Caprera Pois a pelle
d' um ex-offcial de ordehanca de Ga
ribaldi nao vale cincoenta hlizes ?...
-Vale at um mrnilao se quizer...-
Pega essa quantia a juem Ihe parecer,
comntanlo qu6 nao seja a mimr...
--Recusa-me os cincoenta luizes ?
S- Cathegoricamente.
Grisolles levyntou-se "e fez uam gesto
de ameaCa.-Segundo todas as aippa-
rencias ia comecar uina cena vio-
lenta.
Felippe carregava Ja o sobr'olho.
0 mestre d'armas d'outro tem Go .aO
cegou repetl'amete, e 0 u nda of
physionomia, prosegulo corn ar hum-
de e voz lastimosa:
-Ben, im... fiz talvez mal em
apreplata-me em suea casa vo mu
iedw.d... .xrbitei dpiwoo m s *etos,
:.. role une deve. nada...-
- 1j -FII -Iclalo. G tei-
uiem


uw r.sv .. ..
Antes de dar po concluido este nod1
desalihado e incomplet0 Irabal*.EW
vemos uma' idea succinta- do
inamovivel tio recommendado ai
tido-hoje pela maior part dos prkteos.
0 apparelho inamovivel tern pm r im
cQnservar o membro em urma perfita
immobilidade, sem a qual 6 excessiva-
mentedifficil, se nio impossivel ob*ra
unito das parties lesadas principa!mbot
dos ossos. ,.
Consiste elle n4.applica;ao de frns do
plmm, alg ,o, e tiras do pa-
pelio, sobreo 7-quaes se app.4ia tlr
substancia f ,.de embeber, mas. qusmi
solidifica pouco depois; Esta substan-
cia a goinmma ou farinhade-tngoco-
zida, a dextrina, o selicato de pbtassa
ou o gesso. Qualquer dJllaa .erve.
Comno seja mais dificil a formab*o de
umrn apparelho destes sobre a cfxa, fti-
guraremios umra fractkra no nlejo do
osso della, corn sahida dasmextremida-
des dos osos para f6ra das carnes e da
pelle, corn principio de infiltracilo da
perna epd.
Preparam-se muitas tiras de panno
que tenha rasistencia sufficient para
poderem apertar os tecidos: enrolarm-
se e molhamr-se na occasido de as ap-
plicar. 0 operator procura primeiro
p6r o membro na extensdo, confrontan-
do-o perfeitamente corn o membro sao
e procurando dar-lhe a direccao natural.
Os ajudantes encarregam-se de susten-
tar o membro nessa direcaio. 0 ope-
rador entao pega de mrn r6lo e comega
por estendej-o sobre o pe logo acima
dos dedos, e vai dando voltas de manei-
ra que unma volta cubra a antecedente
polo meio da largura da tira de panno.
Assim vai indo atd chegar A parLe supe-
rior da c6xa, e verificando se lo appare-
iho estA tddo bemrn por igual. A-tira'de
panno deve de ser bemrn estendida, de
mancira que nao fiquem dobras nem
rugas. D'ahi desce da mesma f6rmna e
corn a mesma igualdade sempre,' e a
proporcio que se vai deixando o traba-
Iho prompto, um dos ajudantes' vai co-
brindo-o corn a substancia que a tern
de endurecer. Applicando-a sobre a
primeira camada de--tiras, estas ficariam
adherentes-aos cabellos e causariam d6-
res quando se quizesse desmanchar o
apparelho. 0
Chegado A part inferior da-c6xa0 e
estando today coberta do seIutoio:
gomma, cpbre-se toda a cxa de algo-
dao cardado em camnadas bemtiguaes,
de mrnaneira que naio fiquem altds e bai-
xos; sobre este algodao collocam-ee as
tiras de papelio molhadas, pondo as
bordas de uma porcima da de outra, e
corn cautela, para que fiquem bemrn
iguaes. Torna-se a enrolar tiras de
panno, como se fez da primeira vez,
principiand6 pelo pd, pordm atando pro-
visoriamente de distancia em distandia,
para que ellas se nao desarranjem. A'
proporfio que a tira vai send enrolada
vai-se cobrindo corn o selicato ou gom-
ma a part que vai ficando prompta.
Depois de chegar a parte superior da
c6xa, desce-se corn ella corn as mesmas
cautelas e cuidados corn que se fez a
subida e vai-se sempre cobrmdo corn o

Disse-Ihe que| estava corn muita
pressa. *'-
Serei breve... Demafs, nhao me
retire, em quanto o senhor nao me ou-
vir... Portanto o melhor d escltar-me.
Continuie, visto que nao ha outro
reomedio... e sobretudo, avie-se !
Os meus nadrinhos vendo-me por


terra, levaram-me para o hospital de
Vincennes,-- continuoa o garbaldino
-e ahi trataramn-me tAo bent ique a
despeito de toda a espectativa em con-
trario,salvaram-me,mas no moment em
ue a minha ferida estava quasi fecha-
da, declarou-se uma doenga, uma
bre typhoide, muito grave, quasi mdti
tal.-Durou muito tempo a fetre, e
poz-me no. estado em que hojei etou !
- Nao me rest urn cabeijo nacabeca-I
-Estoa corn a pelle eo cima. osso !
-Quern ha de reeonhocer u'"es pec-
tro o formoso Grisoles, o te ori'or dos
radios, e a greoccupa'i- das rapari-
gas !--Que decadencia .queruina !.
0 ex-capitao baiiou c-abea sltan-
do enorme suspiro e limpou umelanco-
licamiente os ohos corn as costas da en-
xovalhada mao.----Quando sahi do hos-
pital ,bstava serna dinheiro... prose-
guio. c f
-- Perdio,-inteftompeu Cpoix-Diet
-tinha cem hizes ha algibeic...
-Os meus padrinhos hliam en-
tregue ease peclio ao dircto d0 1
pital, que floente m'o restltuio;
mas na hoite 'Sgw te -ar
aluga.de o011 fi440 o
Porque wk dbnmo '80 a ?
Ai I... Ju _I G ..- pro
prietarlo, a qu atms,
3AO0 oUvihd K doe he#ra
peaorar e vmadr os oveiS ur tt a
W*lam doena.. .-
- KtetwUfira tf ai nenimas Laocadia,
4o -&M
d-- w m
I14045 a


^SW^&q~A" que V^i
t -et o enha "t e a,
el-o de m e outro ladoi u .o asil
urna tampa, qute depois de exaiaado,
estado das parties p6de ser de novo col-
iocada i qta corn fltae;e quo esteorb-
ces6o um.adda altem a caixa principal.
MEm -unlaba opialo, deste alvitre se
nao deve de lanar mao se nao quando
hQgver urgmate aecessidade. Do con-
trt ninPiem p6de aegurar que os
mi.ejbS indispensaveis para obter tal
dRiderituim nao possamrn trazer alguin
mQvi rito entire as parts que. de ne-
4idade ha de prejudicar a cicatriz e
Secialmente a reiniao dos ossos.
S caso sefuinte vein emo apoio de
oesso mode de pensar. No dia 15 ou-
16 de maio unm trabalhador do prolon-
gamento da estrada de ferro do S. Fran-
cisco recebeu o cheque de unia grande
pedra que lhe gaio sobre a perna es-
querd* perto i'o pe. Houve fracture
comminutiva da tlfia e grande lesdo.dos
tecidos molles, comrn sahida de perto de
duas pollegadas da tibia f6ra da carfme
Urn boticari em -Una profnetteu curar
o individuo, oppondo-se assim a que o
trouxessem para o hospital. Appare-
cendo, porem, a gangrena descreram da
pericia do boticario e trouxerai o ho-
mem para o hospital. Chegaitdo elle
no dia 31 4e maio, A noite, nada mais
flz do que collocar a perna em posigao
e master o osso na direcgdo natural, o
que se consegiuio corn a telha de arame
e de algumas ataduras convenientemente
postas.
No outro dia de manha observe que.
as parties gangrenadas, que nio corn-
prehendiam a pelle, se destacavam e
os bot6es da cicatrisagao pullulavam
bem. Pareceu-me forgoso esperar-mais
alguns dias para ver se obtinha-se a
limpeza complete dos tecidos: mas o
doente instava pelra amputaiAo por
causa das ddres que eram insupporta-
veis. Essa desarrazoada exigencia obri-
gou-me a apressar a apposi9&b do appa-
retho inamovivel,. para remover do
doenlte o pensamento da amputaa.o,
apezar de receiar eu que a gangrena
recebesse na constricago do membio
novos elements.
O contrario de tudo isso aconteceu.
No dia 5 de junho foi confeccionado o
apparelho, deixando a janella confront
ao. osso para se fazer o curative: as
parties gangrenadas despegaram-se: a
suppuragio desappareceu em poucos
dias e as d6res cessaram completamen-
te. 0 osso da tibia estA hoje todo co-
berto e a cicatrisacAo caminha rapida-
mente ; o doente senta-se quando quer,
mas nio se levanta, e o apparelho tern
se conservado sem alteragAo atM hoje.
0 mesmo aconteceu corn o- preto Ma-
p h.o a do-o pelo cauro dacom-
panhla a'.t, cheio d6 eente, e
Su~o ap tia nao soifreu
modiA palnawbertura da janella;
e as f iadmenors cicatrisaram sem
mais trablh6o.
Recife,43 4e junho de 4877.
Dr. Lobe Moscozo.

YARIEDABES
O IMPERADOR DO BRASIL EM
METRAX.-S. M. o Imperador visitor
no dia 6 de junho, a colonia agricola de
Metray rFranva]. S. M. ia acompanhado
do Sr. visconde do Born Retiro, seu ca-
marista, do Sr. Drouyn de Lhuys, pre-
sidonte da Sociedade Paternal, e do Sr.
Blanchard, director da colonia.
Nenhum dos tao variados services


em qualidade de espadachim responsa-
vel, corn grande ordenado e absinlhos
illimitados ?
Aegdnda decepcao nao mtnenos
consternidora que a primeira !. ..-So-
lidariedade, ndo passas d'uma palavra
va !... Fraternidade, 6s uma utopia I...
-Fizera a tolice de receber uma gran-
de espadeirada, jai niao podia pois
contar oomigo para p6r as. tripas ao
sol aos realists, imperialistas e outros
clericaqes.,.- Ja nao ser ia para nada !...
-Apanharmei o lugar...-Nem me
offtereearam o bOck da amizade...
--E' mesquinharia!!- exclamou
Croix-Dieu sorrindo miao gradoseu.--
Pois nor urn bock I
---No, eidaddo barto, nem urn bock!
Qarenta centimos oito soldos I !
-- olos velhacos recuaram diante de
uma despeza de oito soldps !! -Oh I.
Garibaldi oh gigante onde estas?
-era precise comer. =,Vendi afavpella.
--Comniprei estes trajos e esta bengala,
q 6 g rmna ann-a de rempeit6, .e M
poucp e me licou arrastei a -.ta
mises'a dtrante alguwns4ias..- Hoje,
enotenhojai nada, emorrendo a fome,
ntbrei.m. dfo bhario e vim. -Mostre-
se generoso," m awstre-se grandioso...
mostre-se digao.de ser am born, um
puro, um verdeiro republicano... -
D-me cinicoenta luizes I... Se acha
quo 4 muito, dd-me trinta...-1Ohe, sei
iver de pQuco... Cotentar-me-h&i corn
lnte e cico...
Cpitio Grisolles, replicou Fe-
tipple"ir-meo-ha justiga reconhecendo
(m'bo escutar com. paciencia
arglima.
U-um Wuco contra aua vontade,
mas e=ttmma-et~iou-me. .
-we ".eoro...--eounou o bareo-*
oa inuor intepa e. Or,. se fi-
ZGMu a ^ue me peis coa0si6rar-me-
14 o- !" 2.,om m1uA0 M a, tt a-
ale... -'-- .- -.
i" .j---.jmk 4 ,:tt A/ i
.'" ... ** y -^ "');a*'
:o'-'f Quii toto^. .^ ....g


ESTABELECIMENTOS MATRIMO--
NIAE$.-No6 Estades-Unidos ha gm
grande, escala este estabelecimentos,
que um journal dalli descreve assim:
( Tern dous saites :. n'um acham-se
expostas numerosag phbtographias de
senhoras que desejam casar-se; s6 os
homes teem entrada nelle. 0 outro
salao contain retratos de individuos que
pertencen ao seeo leio' e s6 tern alli
access as mulheres queprocuram um
esposo'. Cada um dos retratos d mar-
cado corn um mumero que correspon-
de a um expediente, onde se encontra
a certidao de baptismo, um resume bio-
graphico, urn attestado medico, a jus-
-tificagio do domicilio e a cifra dos re-
cursos pecuniarios do -homem ou da
mulher que quer casar. Quando um
individuo gosta d'umra senhora ou
vice-versa, um system engenhoso
Ihes permitted ver-se, alternativamen-
te, sem ser vistos. Sp gostaram,
a ngencia encarrega-se do resto : avisa
aos pais, cumpre todas as formalida-
des legaes, e casa, n'uma palavra, os
noivos A grande velocidade. Nao se
p6de pedir mais. )

TELEGRAPHIA ELECTRICA-Uma
publican o de Berne mostra -pelos se-
guintes numerous o movimento telegra-
phico de diversos paizes. A Suissa oc-
cupa o primeiro lugar; neste paiz con--
tam-se 77 despachos telegraphicos por
cada 1-00 habitantes, naInglaterra 58,
na Hollanda.38, na Belgica 36, na No-
ruega-27, na Dinamarca 22, na Franca
e na Allemanha 19, na Italia 16, na
Austria 12 e na Russia 3,7.
NaSuissa ha uma estagio telegra-
phica por cada 2,664 habitantes, na In-
glaterra por 5,640, na Xllemanha por
,980, na Franga por 8,643, na Austria
or 11,556, na Italia por 15,522, na
ussia por 50,188.
-Portugal como ainda outras nagoes
nao figuram nesta apreciacao estatisti-
ca. Tambem nao sabemos quantos
despachos se expedem, e quantas'es-
ta05es ha em rela(iio A nossa popu-
lagdo.
A avaliarmos pela habitual presteza
que tern entire n6s a expedigio dos te-
legrammrass, este meio de communica-
Qao nao 4e ser muito procurado.

BARCO PORTA-TORPEDOS. -Foi
lancado i agua, no Tamisa, um novo
barco port torpedo, o Lightning, que
6 o Yuavio de mruais rapida velocidade da
marinha de guerra ingleza.
Na primeira experiendia a que foi
sujeito o Lightning, na embocadura do
Tamnisa, percorreu uma distancia de 45
milbas em duas horas e qUdenta minu-
tos, o que da uma velocidade de cerca
de 46 milhas por hora.
0-comprimento do Lightning ,,de
24-m,39, "e a largnra de 3n,30. E' des-
tinadoa Iangar o torpedo -Whitehead.
ESCOLTA DE BALEIAS.--Diz o Ha-

VA a Caprera ter corn o grande
homem. nieo th'o impedo, e deixe-me,
se faz favor, socegado...-Expulsaram-
n'o do cafe dos Borgias, disse-me...-
Nao me constranja a seguir o excellen-
teexemplo dado por aquelle honrado
-estabelecimento... retire-se de boa
vontade, ou mando chamar os criados
que o pouco respeitariam apezar da sua
respeitavel bengala... i
Mostra-se pbrtanto inexoravel !-
balbuciou Grisolles- ve a miseria de
que 6 autor...-Sabe que nao como na-
da desde houtem, e podre de rico e re-


cusa-me umrn pedago de plo ?
Croix-Dieu puxou do porte-monaie,
tirou urna moeda de ouro, e esiendn-
do-a nas pontas dos dedos para o- ex-
capitio, replicou :
Eis vinte francos... Corn vinte
francs compra-se muito pAiD...
0 garibaldino exclamou melodrama-
ticamnente mettendo o dinheiro no bolso:
A digaidade prescrevia-me o de-
yer de.o )aprar a'.ia sosmola L... a
fomte bithgiFi a arela-la.. ma nMA
Ih'a agradeco,...-Ate a vista, cidadao
barlo...-
Boa viagem, capitao.
S-.Atd A vista !...-repetio Grisolles
dirigindo-se para a porta que fechou
atraz de si corn tanta violencia que as
molduras douradas bateram na pa-
rede.
Safa !.. murmurou. Felippe
quando mevio s6 I... Tolissimo animal!
-so nao fosse a sua falta do geito, nAo
teria ha pouco o incommodo de pre-
parar o Johanniberg e-deo convidar Oc-
taviopara almoCar na tera-feira...o
que 6 uma maswada .... Em. suimma,
.em-me livre, tfunca mais oumvirei faHar
A'aqieU.a vaeo !.
Assm que -se achotnou ru o ex-
Mood "r pe, O opuseio, e
mes^ m o- "Pao para a oasa
:d'B de ahi.r, isseporea.p
--1 "^^ *jtt^^t'^i l eJ~ ll^^A c Aa' .-


EXPOSI0 TRIENrtL WDE MA-
DRID.-Um decretode S.M. o rWi de
Hespanha acaba de astituir uria ex-
posicao de bellas arts, que tera lugar
todos os tres annos emt Madrid. -
A proxima exposiiao abrir-,e-ha no
meiado de abril de 1878.
Serao admiftidos os artists hespa-
nhoes e portuguezes indistinctamente
e terio igual direito As recompensas
que serao conferidas.
0 regulamento 6 o mesmo que o do
Sal.o de Paris.
As recompensas serao divididas do -
modo seguinte: -
Pintura e desenho : 3 medalhas de
1.aclasse ; 6 de 2.a e 9 de 3.a
SEsculptura e gravura em cobre: 2
medalhas de l.a classes: 3 de 2.a e 4
de 3.a
Gravura e lithographia: 1 minedalha
de j.a classes ; 2 de 2.a e 3 de 3.a
Architecture: I medalha de l .a clas-
se; 2 de 2.a e 3 de 3.a
Umn diploma e uma, medalha de ouro
formam a J.a classes. A medaiha sera
de prata para a 2.a classes e de bronze
para a 3.a
Os artists que tiverem jai obtido em
qualquer das exposig5es precedentes
recompensas da mesma classes e mere-
cerem urma nova, poderio optar pela
da classes immediatamente superior.
Poderio ser adquiridas pelo governor
as obras pelas quaes o autor tenha re-
cebido medalhas.
Se as obras forem julgadas dignas
de uma recompense extraordinaria, po-
derdo ser adquiridas nos limits tdos
recursos postos a disposidio do gOver-"
no para este fim, e os artists serao
propostos para a cruz de cavalheiro da
Ordern de Carlos III.
Os que tiverem ja obtido esia distinc-
gao serido propostos para o grao de com-
mendador ordinario, e se ji o forem,
para commendadores de numero.
Sera conferida uma medalha de ouro
de 2,000 francos ou o seu valor em es-
pecie ao artist que se distinguir pela
obra mais notavel. Tambem esta po-
dera ser adquirida pelo gpverno.


A LEI GRAMMONT EM INGLA-
TERRA.-Le-se na France:
U Umjoven e rico gentleman, o Sr.
Roberto Triance. de Worthing, compa-
receu ha alguns dias diante dos magis-
trados por ter commettido um acto de
crueldade para corn os animaes. Ti-
nha conduzido dous cavallos atrelados,
a ialope, durante urna distancia de 48
milhas, parando apenas umna vez no
caminho. Os pobres animaes succum-
biram a uma congestAo' pulmonar. 0
opulento aristocrata, foi condemnado a
dous mezes de prisao.


CHA NOVOTs,:Pw telegram ma rece-
bido em Londres de Woosung sabe-se
que o vapor Loudoun Castle passou por
esse lugar no dia 25 de maio, corn o
primeiro "carregamento de cha desta es-
taca.o, que carregou em Hankow corn
destiny a Londres: .

(Conte cornieo, querido barabo, -
escrevia o herderro dos miIhoes de.Ga-
vard--na terca-feira pela manhai, As "
onze horas em ponto, estarei em sua
casa corn um appetite cujo vigor esta
na proporcao da minha alegria.- Vejo
a vida c6r de rosa. Dir-lhe-hei por


que. i F
0 born do moo v a vida cor de
rosa !-murmurou Fetippe sorrindo de-
pois de ler.-Fiem-se 'era presentimen-
tos!
Esfregou as mios e aecrescentou :
Tudo caininha !--Nada noa mundo
ja pode estorvar o e -it dos meus pla-
is lentamente concebidos, amadure-
cidos corn paciencia, executados corn
prudencia -Antes de vinte e quatro-
oras terei realisado o men sonho!...
!-Durante vinte annos lutei, trabalhei,
de..ei !...-Que iniporta o tempo de-
corrido ?... Toqtei ,no alvo deslum-
brantee ea realidade explendida exce-
d i ate as minhas esperasCas !
nons lou o relogiO"
vif' MB lja 4: y ': uio-go-apenas _
en> dia L..-- No ter- ja chegado a
tarde .-. p 6 precise q.ue o visconde
de Grandlien e4a prevemdo da minha
visit, sA. poder suspeitar o inotivo
d'etla...-.-4 preeisoe qte me espere.. .
-You eacrever-lhe.4-.,..-
E no mpesma ins' ,.servindd-se de ,
urn dos numeroo teres, de lettra -41
absolutamente d*.7 entire si, que o
elle sabia traur, reeu as seguintes .
tinhas !
c Senior visi*Side,
c Na ao ahonrm de.ser seu co.&,,; I
nfedW dbo do at-ovo-me a pedir- -
wi are ,eA.4algAuns minut-os.
-Tm ho(|,iha:la, de cousa ,. .
Mnaio altw*i~u-5 -
(-e




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