Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:14534


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Full Text










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avnIo, de dias anteriores.
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br priebabe e Aanod cStra b a & i fdb
'S" i' a &-f ltws
.41".


TELEGRAMIAS



:::':: ii7LA;: N MIZE

RIO DE JANEIRO, 30 do abril, Ais 4
da taide. (Recebido Ais 5 horns, pelo ca-
lo sulmarin).)

Na Con ara do.s DepBladoir foram
Eaje r'ecoibh cid O. oN poldereft dos
Sr%. Aiionzio dCe Alnmeldo Oliveira.
mmilnlstro dCa lari:uba. e FraanI.Cro
An-maha-.u. lariei, minnir' r o e mpe-
rio.


Sp

(Especil para o Diario)

CAIRO, 29 de abril. /

As.se. ura-.e qtne a cida':le de .A-
souaaa acha-e ameacada pelo lfabdi.
As iropas egypciaeaw dae Berber
pa.suaram-%e parin ai fileiran do.
parlidariow do Salidi.

NEW-YORK, 23 do abril.

Urm ftarario caisou grandes dam-
no* na regifio do Ohio.
r
Agencia Havas, filial cm Pernambuco,
30 de abril de 1884.



INISTBRUCIOPOPULAR

Situ 1 UTIT1L DO SZZI
(Extrihida)

PART II
ANATO.MIA E PHYSIOLOGIA
(Contiauagdo)
A vomparaV'o anatomiaes dos diversos ossos de
quo so compoe a cabeqa dos peises corn mos corres-
Spondr'ntcs nus mammiferos c nehs ayes, 6 um es-
tub.. inui c)'plieatlo, Iao (ul seo nao prestanm 0os
limits d'este livrinho, e qie r,) temrn grande vain-
ta':m iiiwuiiediata. Por isso nadLa diernmus a tul
rebplito.
S A column vertebral nos peixos s, tern ma aa-
lidiole duas porq d!. Os pixes-i uuo teem pescoqo neio osso sacro
N:sto, eeno em tudo, a coniformavAo anatomical estci
en liarimno:iia om as fne,'. s .to animal. 0 o.-s)
sacro tfaz part da bacia uos outros animnaes verte-
brados.
A bacia 6 tuna regilo dcstinada, al6m de con-
ter os or.ga.os pelvicos, pi.tra a artieulai;o dos
meinbros abdomiuacs; ora, niao tendo os peixes
na realidade r"-'ibros abdominacs, nao precisa-
vami d'et:i region. Identieas eonsideraqves se po-
deriain faz.r aceroa da regito cervical )u pes-
coqo.
0 corpo das vertebrasa noins poixes tern uma f,'r-
ma espe-ial, um pou,.o dlit'r,.'nit- da que vcmTUs
n0% main i flrj-, 1.j." .\ pl.).
Const. a vertebia dti umai part central (il1a
espeie de disco), deuomiiaalo ,crpc dl, vrrlebri
e de apend;ees em m:iir ou menor nuinero, comn
disposi.oes divorsa.s (zigundo a. reg;e. 'enmt qiue
s0 co)'i'.l,','av a vtrt':tIbral. 0 corp) d:ns verte-
bras nos peixes cavalo anterior c posterior-
mainte iuiuit conece'ila ho de frma cnica. ,Da
dupl concavidade c611ieta de diuas vertebras con-
tiguas result uma cavidade choia por urna subs-
tauria inulle.
Tern a vertebra dos peises uma apophyse espi-
nTo.a (oppostaao corpo da vertebra) na linha me-
d:ana e posteriormente; de cada lado ha em geral
Uai it apophyse tr,,riyr.rsa m:ais ou menos distineta.
Na regiao abdominal est:as apopliyscs transver-
sas dirigcm-se pars fora e articulam-se coan as
c stellas.
Na regiao ou porpoq.uo caudal as disposioes das
spophyses transversas 6 muin divers. Aui diri-
gem-se ellas para baixo e muitas vezes tformam,
com as do lado opposto, um annel de cuja part
inferior nasce uma ;onga apopliyse esphihosa ana-
loga A que i imos asstir na tace dorsal da verte-
bra. '
Muitas vezes as %oatellas faltam; porem, n'al-
gumas species ellas ecircumdam td a parte
abdominal do corpo do peixe, chegando ate, en um
ppqueno nuriero de especies, as costollas a viran
tixar-se anteriormente a ura sarie de os~os ina-
pares na linlia medians, o0sos quo evideotemoate
rep.'osentam o esterno dos mammiforos.
(Cont'nn) .


PARTE OFFICIAL

Governor da proviqela


DESPACHOS DA PRESIDENCIA DO DIA 29 DE
... ABRILd
Antonio Josg de Siqueira Barros Leite. Ao
S'Sr. commandant do corpo dc policia para conce-
der baixa de accordo corn 'a informagao prestada
em officio n. 421 de hontemn datado.
Antonio Nicolao Alves.- Indeferido, por ter si-
do -tlla a venda.
Antonio Ferreira dos Santos. -Aguarde a dei-
aaio do Governo Imperial.. i
-Antonio Nicolo Alvea.- Aguarde deciasip do
Goveno Imperial. *
Antonio Francisco JatobL Canuto.-Aguarde a
decisao do Governo Imperial. -
0 masmo.-Aguardoe a deciao do Governo Im-
perial..
Antonio Francisco Ferreira Manya.-Aguarde
a decisab do GovernS Impeial.
Antonio Soares da Silva. Aguarde a decialo
Sdo Governo Imperial.
Antonio Cordeiro de Mello.--Aguarde a decso
-. do Governo Imperial.
S Antamtiaft Martiaha Maria da Cooweigao.-Agu'ar-
.de a deciao do Governo ImpesriaL
Adolpho Silvino Baudel e Manoel Antonio de
Albuquerque Machado.-Pas pe r&i. ta S form

*4o0^^o~wAS. #@eW'
S ld Fratciseoa Manaya. -Aguarde a dpi-

n-a "6 J. F a. Agade a d"am' o
,," G kf bon to t > o .
Hi- Do~^ oFem -Delt, i^^o ++


cio que dirijo hoje ao eominandante superior da
guarda naciona l da cominarca do Recife, devendo,
cntretanto, o 0upplicar.te apresentar su a patent,
afim de ser apstillada.
Donatilla Julia da Costa Guimaries. Indefo-
rido.
Dina daSilvnt C'atinho.-Inf.rme o Sr. inspec-
tor geral da listruce,.o Publiea.
Felix Martico Pimintel.-Informe o Sr. inspec-
tor da The-ousaria Iec Fazendla,' tinmlo cin vista o
officio desta Pr.ietienoia de 4 d tfevereiro deste
c|ilUO.
Francisco G'briel das Chazas.-Inforne o Sr.
diiretor do .Xrw'nal tic (_Ierr:a.
Capitlo Fra eiscieo d,: Lonnos Duarte Junior. -
Scja a-ggreigLI) ao 20 bat:ilhliao da reserva do Re-
cii;'..
Florencio Gbmes lBzerra Perigoso. Aguarde
a decisito do overno Impwriinl.
Ficlden Brot hers,-Di)st.'ril comrn o officio desta
';ta ThIcsouariA. die lFa-zuiula.
0 ;nsmno. Df'lrido -on o offic-io do Tlhesouro
Pr.viupial.
Francisco orerreira dos Santos.-Aguarde a de-
eis:'o do Gov"- no Imperial.
Francisco os(' de Oliveira Rodri;ucs.-Aguar-
de a deci,:o o Governo Imperial.
Galdino Xalvier de Souza: Ag-iarde a decisao
do Governo Inpprial.
Ignacio Jos" N:sjorge de Souza. Aguarde, a
Jecissis, do (-vIernmo Imperial.
Jo.-r6 Fraucisco Ferroira do Nascimento. A-
.uaIrde a deci -lo do Go-'erno Imperial. -
Joao Dionisi dos Santos. Aguarde a decisao
do Governo Imperial.
Joaquimrn Nines des Santos. Aguarde a dcci-
sao do Goverro Imperial.
Joalo Franc sco de Barro. Aguarde a decisa'o
do Governo Imperial.
Jo:.o Antonio Ferreira.-Aguarde a dccisio do
Govern, Imperial.
JosL6 Peixott da Silva. Aguarleo decisao do
f'uverno Imptrial.
Joio Franei ,co de Souza. Aguarde a docisuo
do Governo I 4perial.
Jouio Silveira de Souza. Intaeferido, por ter si-
do nulla a veadn.
Jos6 Serapio Cordeiro da Silv. Ind ferido,
par ter sido nil a a venida.
Jos6 Quintiiano Pereira. Aguarde a decisao
do Goyerno Irperial.
Jcaclnim QItintilio dos Santos.-Aguard. a de-
eisilo do Govirio Imperial.
Jos6 BuarqOe.Wanderley.- Agn:arde a decision
do Governo Inperial.
Joao Xavici dc Souza.-Aguarde a dcc!sao do
Governor Imprial.
Luiz de Albuquerque Martins Pereira.-Enca-
minhe-se. I
LourenVo M arques da Silva. Aguarde a doei-
slo do Govero Imperial.
Miguel Fer-eira dos Sp.ntos. -Aguarde a decisao
do Gaverno linperial.
Manoel Caetano da Silva.-Aguarde a decisalo
do Governor Imperial.
Manoel Can ido Manaya de Souza.--Aguiarde a
deeisao do Gcverno Imperial.
Manoel Ant1nio de Ayaujo.-Aguarde a decisilo
do Governo In imperial.
Marciano Js6 Baptista.-Aguarde a decisao do
Governo Imperial.
Manoel Fr nciseo Jatoba Canuto.-Aguarde a
decisilo do Governo Imperial.
a noel Joas4,uim dos teis.-Aguarde a decislo
do Govcruo I/perial.
Mirandolin Joaquina de Faria.-Aguarde a de-
cisao do Govym6 Imperial.
Manoel Ferreira da Silva.-Remettido ao Sr.
brigadeiro conmandante das anrinas, para provi-
denciar eomo hntender de direito, se for verdade
o que allega oisupplicante.
Minervina Franeica Cardoso.-Sim com orde-
nado somente
M iria Solo e dos Santos Dacia.-Nuo lia o que
deferir. ,
Phittes Adelino da Costa Doria.-Informfl o Sr.
inspector da Thesourari.t de Fazenda.
Pcdao Antunes & C.-Passe portaria negaudo
proviinento a6 present rflurso.
Paulo Ferr4ira dos Santos.-Aguarde a decislo
do Governor Inmperial.
Pedro Ferreira dos Santos.-Aguarde a decisao
do C-ovcrno Ilnperi:n.
Silvano Go.nos da Silva.-Informe o Sr. Dr.
juiz de d1'e-itip das exeeuueos eriminaes.
Silvino Xavier do Siqaeira.-N'esta data 6 at-
tendido.
Secretaria ia Presidencia de Pcrnambt c,, em
30 de abril de 1884.
0 porteiro,
Joaqpim Leocadio liegas.


N. 4415. 1' cecqilo.-Secietaria da policia de
Pernambuco, cm 241 de abril tie 1881. 11l1m. e
Exm. Sr--Accuse o recebimento do officio de V.
Esxe., datado de 4 do corrente, exigindo informa-
q5es sebre urma publicgAo feita no Tempo d'aqihel-
la mesma data sob a epigraphe ", De Herodes
para Pilatos '-contra o subdelegado de Belem,
por couservar preso, fazendo-o remover, ora para
o xtI.ilrez na Qapunga, ora pars o Arraial e ora
p.ra o mencionado district, a: Apolonio Peteira
de S..u;za, filho de Justina de tal, o qual havia
sido preoo n r seu cunbado Clementino Tavares
Frezerra, cabc do destaeamento alli estacionado,
por hayer c)n'rme dissera Bezerra, Apolonio
tentado contr a vida de sna propria mli.
Ouvi o su adelegado respectivo que as de
prestar.-me e data de 23 do corrente, a informa-
I.o junta per copia, qu e transmitto A essa. presi-
dencia parta n oonhecimento.
Da referid, informal vn-se que long de me-
re-cer urma e nsura, 6 digno dt louvor oprqccdi-
mento da au ridade accusada pjlo modop povqug
se portou n'e sa queit.o:- Deus guard a V. Exe.
-lllm. e Ex Sr. desembargader Jos6 Manoel de
Freitats, muit digno president di provincia.-0
chefe de poli ia, Raymnndo Thieodorico de Castro
e Silva.


Subdolega,
te 1884.-I ll
datado de 5 4
informe sobre
o jornal Tem
de a Herode
mente a V. S
Em dias d
chegar em ,
Eelo cabo .'do
Bezerra, co
nba ordem e
Apolemio P
assassinar si
que entAo m
referida Just
so por algun
fosse elle d4
contra a pea
Vendo eu

gIm attcnt&
dei sooe b
no e conser
tel.
Vendo por
satifaser-a

sa MiedW

ella &6oque
mgiz
PeAOa& ftj
dek ~as am


ia do district de pel6m, 23 de abril
. Sr.-De posse do officio de V. S.
lo corrente mez, em que exige que
o assumpto da noticia que publieou
w de 4 do mesmo mez, sob 'p titulo
para Pilatoe a pass a infortar fiel-
. o que occorreu a tal respeito.
mez de margo do corrente anno ao
;as pelzs 6 horas da tarde foi-me
destacameoto Ciementino Tavares
munieado que havis pr ndido f oi-
reeolbido ao quartel, -i,.cunhado
a de Souzi, em vrt d4j queter
tmui Justlna da Silva Qumariaeoe
SpeOia tauto elle como su o Bgra a
na, pars que en o conserwvase reela-
Sdias no quarter fctim de que mao
nevo ommettar algum attentado
oa de sua referida nmi.
Ue dito rapa. m- achaviL em estado
e quenrmado evitar prevenir a-
io lamentaviW, annui o pedido do
e sa sogr a a mi do memo Apolo-
e-o detento por sigmagus dia. no quar-

m, que no era possivel eontinuar a
ncn oi dit Justina 0 -O gw-
i .lklwlt-*wAO


iMe. bsuse,'*edl6tst a 1ua
Go pms quft ie b-huaiuus pwmmu
OWl ;E prao motrouN~a -m8A
naiL -3L-a o ratlcpn
.ii-


esperando que a reftrida JJutina louva8e0 o men
procedimaeato, apparece ella om nossa easa corn
insuitos ameasando-me quo eeu seria demittido no
dia scguinte, porque havia soltado senu filho que.
era um mailvado, e que eu podoria ficar certo 4u
que onde ollsa o encittrae -o assassinaria memo
assuflgue frio. Coaa jtdencia coin que costu-
mo procoder cm casos takes, fiz sentir a dita mu-
llier que nao era possivel eu satisfazer os sens de-
sejos, conservando indefinidamenrie detento sed fi-
l!io, e atW peli'qne inolerasse sna exareerba;',o
contra seu filhlo, que estava. arrependido do que
pratici;a ; minas ella corn furia a nadl-t quiz annuir
e prorompendo p,.blicamincnte com insultos a fit
retirar para sua casn.
Vecndo eu que o pobr, rapaz so acliava colloca-
do em niuma mA situacfo o aeonselliei a quo pro-
eurasse af.tstaj-se do l'-g'qr e evitaci foer occa-
siao de offender sua n ii e acquiese-ildo ello as
minhas observatves pedio-me que queria embarear
pira o Rio de Janeiro a ver se alli era c nprega-
do, inais que no tinhia meios de o fazer o nem o -
uilheci' alli pessoa algumni. Prooeuri agenciar
ineios para pawsagem do referido rapaz e algu-
mas cartas de cinpenho ern seu favor, o quo se
realisou obtendo ninm outro sen eunliad",K a priga
Agostinho Jos6 de Souz-i, que soe acha as orders
desta subdelegacia a respeetiva passagiem, c feito
isto embarcara clle, estado present a propria
mn:'i e senu eunhado o referido eabo, que delle so
despediram banlinados em lagrimas.
Eis o facto vcridico como se. pissou, e i1m, Sr.
Dr. cliefe de policia a nao ser o proposito em iu10
estai e journal Tempc orglo do partido adverse, de
deturpar e censurar todas as autoriddatles poli-
ciaes que nao sio de sua parciabidade, c os suus
actoas por mais bcnemoritos que sejam, par corto
quo bpm-longc do censurar-me c caltumniar-rie
torpemnente mie clogiaria por sCmeihaniite fact,
que deu em resultado evitar-se unm attrntaili die
graves consequencias. Inform-indo a V. S. o que
realmente se passou espero que V. S. farA a devi-
da justiga. Deins guarded a V. 8.-Him. Sr. Dr.
Raymu.ido Theodorico de Castro e Silva, imuito
digno lehiefo de policia da provincia.-0 subdele-
Sado, Frrnciseo Bed.lrrmnno dos _Nntos Freitas.-
Secretaria da policia de Pernambico, 24 dc nnbril
de 1884.-Conforrme. 0 secretario, Editar!o do
Barros Ialca de Lacerda.


Commando das armas
QUARTER GENERAL DO COMMANDO DA8
MAS DE PERNAMBUCO, 30 DE ABRIL
1884.


AR-
DE


Ordemn do dim n. 1,464
Faeo const.ar a guarniqao quo o Exm. Sr. Oes-
cminbargador president daproviuneia, por portaria
de hontem, coucedeu ao Sr. alferes do 20 batalhliac
de infantaria, Myrtharistides Lafayette Augusto
de Almeida Fortuna, 30 dias de licenva corn ven-
chnentos na forma da lei, pars acompanhar at6 a
corte sua s enhora que se acha gravemente doente.
(Assignado) -Floriano Peixoto, briga-
deiro commandant das armas.
(Conforme)-O alferes Joaqubn Jorfge
de Mello Filh, ijudante de ordons encar-
regado do detalhe. 4

Reparticio da policla
Secq.ilo 2A.-N. 464.-Secretaria do Policia le
Pernamhuco, SO de ahril de .0Ii.-JIa .-'V.
Sr. Participo a V. Exe. que foram reculhidos
Ai Casa de Detenv3o, os seguintes individuos :
A' suinha ordem, Loopoldino (la Silva,
vindo do Presidio de Fernando.
A' ordem do subdelegado do Recife,
William Tarlislman, CirartSadof, Jof MAles-
fol, Ulrihsen e Samuel Felippe, por distur-
bios.
A' ordem do do 10 district de S. Jos6,
Bellarmino Jos6 Ferreira Lima, por distur-
bios; e Manoel Pedro, por offensess A mo-
ral public.
Deus guard a V. Exe. Ilm. e Esm. Sr. desem-
bargador Jos6 Manoel do Freitas, muui digno pre-
sidente da provincia.-O chafe, de policia-Ray-
miundu Theodorico de Castro e Silca.



PERAIBUgCO


Assemblka Provincial


28a SE$SAO EM 8 DE ABRIL DE 1884
'ptI1DENCIA DO ElM. SR. BARIO DE I rAPISSiMA
(Conclusao)
O&DEM DO DIA
Entra em 2' discussao o art. 10 do projecto
n. 23 deste anno:
0 Sr. Democrito CawaIcante-Se fos-
se, Sr, president, uitn proposito meu queixar-me
de V. Exc., como presidente'd'esta casa, teria
igora mais um motivo para isso, extranhando a
sorpreza, corn que V. Exc. da para discussion o
project de forea policial, aindauna'haora'do expe-
diente!
0 SB. ESTEVaO DE OLIVIRa-NaO estamus na
hora do exp,,diente ; o nobre deputado 6 quo che-
gou um pouco tarde. -
.0 SR. LsNA Pmtmn Jur-roR ---Todos os dias re
eiamam po- ests project.
0 S. DEMOCRiTor-Sabe V. Exc., que a discus-
uaoa de frqa policial costuma ser encarada por um
o t.-do particular; entret into a march d'essL
diserassio, no corrente ann",,, por mais de unm mo-
tivo se p6de dizer atropellada; de modo, que os
nobres deputados, que tinham de tomar part
n'eila, nAo podium saber quando se doviam pre-
parar para o grande desenvolvimento que esta
material exige. Mas nao me queixo de V. Exe.
Sr, president. 0 negocio da discussle dos re-
qcerimento d, informaqges convenceu-me de qua
V. Exc. nMo 6 o unico culpado. V. Exe. 6 spenas
o executor de um piano politico, sem duvida ima-
ginado pele Sr. president da provincia e seas
amigos.
V. Exe., que, corn just motivo lisoagea-se com a
seau titulo de liberal; V. Exe., que a6 ineontesta-
velmente um cidadlo independent, terk sem du-
vida suans razies particulars para proceder as
sim; e a mirm ni resta seno respeital-as, saindi
que reserve-me o direito de ie lamar, sempre quw
o proeedimento de V. Exc. contrastar corn os di
reitos da oppolsigAo, e, partioularmente, corn o
meus dire-ok.
Deixaabdo de part por6m, Sr. president, esata
consideMoges, motfvadas pela sorpreza quo tiv
corn a apresentaso do projeetp, tAo antecipada
mente, (ni apoiado), comenarei a discusso, no
tando, qune o projoeto fapresentado nos pr-neiro
dias de sesso, oo$tra a praxe observada, na
tendo ainda a Assemblea conhecimento 'Vo ora
mento pim avaliar das condioes dai provincia,
saber se eUas comportam urn tao grande numer
de vra&W.
ass.a eondiccgss da provincia, peioraudo di
par dia, asham eeditar a priori quoe L numer
kM^" ei|~;e, e, porsusl,,to pn(
jeto 4M Qu=wa -S poi mereoor papo
.d'aaUm qn-ia^picphet e, ests
quo-yias~s too uct
Sd rp0TYI ., aLtt Ot coaveniecias pa
4Wd"ViA4;G05,U aMIO3 pars combatS-op, aacarsi
to-otpoit_ .0-fia politic. ,
Q f anria abandonar a p
-..' : i | "; ^ '-- .. '" ,,. ^


(Apartes.) na.
rTodas as cogitasges d'aqnelle grande espirito, 0 Sri. Jsu MARIA-Mas qual 6 esse monstro'?
Sr. presidente, ni foram bastantes para lhes tra- 0 SR. D.NMocuro V. Exe., comino liberal, do ed
-er arguments que sustentassemn a sua doutri- conhecel-o melhor do quo cu ; V. Esc. 6 solidariod
aus ; e, quando, Sr. president, uma causa iao com aquelles, que, no parlamniento, diziamn a verda-
p6ds ser deteadida por talents como asuelles, 76 de, proelamando a existencia de um monstro, que t
que essa causa insustentavel. nos ha de tragar. "
Aiada uma outra doutcina exquisite se foino'i o SB. JosEi Mar.i-Mas diga qual Cesse mons- '
entire n6s, e foi a de que o Senado nao faz poli- tro. 0
tica. Ainda quando podesse fazxl-o, naio me pro- 0 SR. D.rmoeiro-N -im ha nisto mystoerio, nem
poria comnbater essa theoria, que tambem nao me precise dissimilar neste ponto a iuteneAo dos che-
parece verdadeira; porque brilbantemente o fez fes liberaes : elles dizia.n, que era o moastro do
um dos liberals mais distinctos do Brasil, cuila imperialismo, a vontade supreme do elihefe do Es- 0
memorial muito respeito, o conselheiro Furtado. tado.
(Apoliados). 0 SR. Josi MARIA-E V. Exe. o quo diz ?
EL Ue mostrou que a doutrina de que b Senado 0 SR. DEMOCRITO Eu attribno a-s nossas infeli-
Mno faz politics, importava annular essa corpora- cidades, aos erros da nossa political cm geral.
ragao, que alias tern origem commum corn a Ca- J0 ve Exe. que estou me exprimindo comn
mara dos Deputados e coUlabora corn ella no mes muita franqaeza, para o que nlo acho obstaculos
Smo pe dc igualdade. na minha qualidade de conservador, nerm tambowm
UIM SR. DpurTADO-Esta estendendo a pontet na minha qualidade de monarchista convencido./
venha paras ci, n6s o accitamos como liberal. 0 SR. VISCONDE DE TAIATIso.--Penso o contra-
(Ha outros apartes). rio do nobre deputado. Ai de n5s se nao fosse
O Sn. DaxocImTo-Saiba V. Exe. que o verda- isso, a que o nobre deputado eharnma o a que eu
- deiro liberal 6 aquelle politico que tern o nome de no o chamarei-moustro 0 estado do paiz seria
- coAtservador, assim comno verifica-se que no o 6 i- multo peior.
. beral aquelle que tern esse nome. (Apartes). 0 Si. Jos- MmARIA-Na epinio do nobre depu-
a Portanto, Sr. president, nao devia eu estranhar, tado o mal do paiz esta. em ter o Imperador assu-
C que se tormasse a doutrina, que comecei comba- maido at redeas da adminislraqAo sos 14 annos ;
- tcndo, de que a diseussao political nasa assembl6as de sorte que toda a sua longs vida ainda nao ihe
s provinoiae j6 inteirameute inutil; nIao era de e- deu a experiencia necessaria. (Outros apartes).
rranhar, porque se ha homes eminentio, talents 0 S-. DM. o-De accord corn essa politi-
s de primetra plain, que suatentam tantos absir- ca falbj, dkeqo em erro, Sr. presrdente, temos
a doa, nao era para admirar, que vigotnbdo chegdo ao estado deploiavel que ora lamento.
L. idas de centrmaUsavWo, id6as que trazem e(mm tAp.atcs.i
- Consequencias o maior despreso pelas franquesai 0 Sn. PasrDmENTE--Attenelo !
)s previncitas, a assembi6as, eswas corpora9qes todas 0 SE. DEMocRaTo Estamos mal em finances,
o provinces, merecessennalo poulco peso, valessem estamos muito mal quanto a. seguranqa publics,
- tao poeo, ao ponto de screm condemnadas comao nada temos adiantado, relativamente fallando
e inpteis. (Apartes). quanto A instrueio public, e devemos encher-
o Entretante, a praJea constant prova que as nos de pejo peIq que respeita A mcr ildade da
ussembl6aa jroviuciaes nao abaudonaram os seus administraclo publics. (Apoiados e nao apoia-
ia diritoa. dos.)
ro Nio poeo citar de mdmor&, mas eonheoo mui- dQ SB VISCONDRJDE TABATINoA Os eulpados
D- to5 actos qne provam quanto em muitos casos tern disso somos njs.
io .ido util aascuslo political nM W senAlea prM- 0 Sa. AI.rMB CO BBBIA d um F rte..
ar vimiiuaes. 0 SR. DzmocTo -- No pa." uiarisei a pro-
r- ocordo-mte, que em 1841 ou 1842, a Asaembl vincia de Pernambu). (Apart*)".)
a- Protieiial do Rio de Janeiro assumio a mats bri- Pelo que respeita A finansa9* son o pnrmeitro a
teW attitude renquanto as possas pendqfecils de lamentar a minha in"ompetetla noassumpmto.
v- ena mto oT etraugnelro. 0 goverao inglz, apro- Eu dcsejara ter estudoa eapeciaes desta impor-
vetando-se du m -fraquesa e ma dirocio do tante material, para, neate moMlento, demonatrar,
.-
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I.
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I')xoamTO -To- mo erm4'poaidaemio o governor, ac)sturaido a tractar-nos coino coloni,
ap4t flydo V. Rsc. 'a maii adi.e r~stkr, qu o trazia-aosjwagiudo.s ao ca-ru dos se s int i res.
ellesVolutamente ueo proceAe.' A AAsentI6lai Provin.i:al d.) -:o l.'I .J niiro discou-
S pre, Sr, ptidente, eaqfiy-me de toinar tio a queito qiuc ;itiv:t- vit-,.e c 1r1r iutliou-a-
pa I.a disacussk dla forga policial. 'to r.?pr *it.iitn' i a, ,' I,' le, ,r',.', l)arL qun
S'i sessao de 82, qrando enth-ei-aqui peta pri- a .iutr...-Iut, umi a.1c1 1 r' ., '*ilr:n.i c.1 ii :t lCuglat-.irr.t ,
soira via, nlo prefer Ma palavra ; na sessAo do eim iin Unto ,! i \n) tr aii.t-i-c t.ii .'.i l':Z : I. 'iltC.
anho Pkuat, f lembro-me, ;ue subi 'tribuua urn:i () Sn. Ma.M"L: : S:.v '1 Iii npU1a.rte. s
vez, mas sam"note para corr-sponJder ;: liouroso 0 .S1i. l)It:u'>i;!---I-ro iirca~ t;re ,is disenu;`,"es
appeto doe um illutre memb-ro da minoria d een polixc.is ..i;i .s'mitilii'-,; provimi.-niai. lin SUom ini-
tao; hoje maiorla,.o Sr. Dr. E coevao de Oliveira tAlis. eN'le c N:o, o goverwi, ficwti slibemlo, p.I,<
depuitado pel ) 10 disrricto. ineis, da ',pnci ii, i c tu1n:" pim.\ini;i, nc.ln'r,'n t .la It
NA pr icedo [iasiin porque eo'nmungug as id('-as polos seris ceitots dr iiit,'ne.litt o.innfi:tn:.'a, opiiiii'.
d'aqu',lleh que repitarn exeriia'l:-, eI dt l-precoivis qa ,, sin lo .)icet.i, pol:a ,'r'ir- -li'.' d'. :apoi,. I[
r i -feriss d us pAiticas as asseinbl6as proviw i Qiiutn,9 is asi:- mli3hlt .s ;ii..,vincai,',s s tIO-, n:in
caIits. tur .1 iint attitude qtt-c li-ili ().nompiet ; tiranin Io Iias ,
A.1 assembleas provinciaes ecmo corporai)oes .imiprt.-liendem qua's -'i( os vcr.l.iJ-ir.LU iicereSrcs s 1
politRicrs, emb6ran nao seja 0 os rcorpo. politicos do piiz, na'l:t i.I i a '..'i.ir.r o
4r| 1anos dc quo fitllam alguns puIblicista\, tei Sr. pr sideuite, q'n.uli, o pirtid.) liberal, esqlue- fi-
td0-:'ia: gr:ande iriportancia na vosnsa organisn'tnao (,i.Id. a suan (iitdid:tic ,I liarti'lo c',istitmeiimnal, o
ptlitica, e o sem voto incoutestavelmente co:ij'i- reibllta'- co-is' > r,! :ts irsA iti,,e, n daircitv;t ,.
tai- grande el. into da opini.lo piublici.I ao paiz o ioiistro') d ap 'r.' dm'- ..
Ounseguintemeate, ainda q'ue o voto isolalo dc 0 SR. Jost MAuI.--V. Exc. diz isto?
unta asseinbl6a nito possa indimir nus destinos da 0 Si. D.Mocui ro)-.... eu me report As quei-
polftiea d(i) paiz, o voto die todas as assemnbleaa, xas do pirtidlo lilneral, quan'lo ellU, d iir.riei\'; a
se po'ie.;sAcri seer wianimes, o que n;ao 61 impossi- ezi-irtenci:i 'ibL urn iin..tri,, e lizia, pia c ,.rai>,.e.- c
vi,l, imp.-,rtaria-i o criteria inais soguro) para ;on Le- i:tri) reinediru o mntl, pi',--nr.il, Ie ticgi"ni a ti ,r
cer-s-' da opinilio dominant n') paiz. Logo, ,i cIUMa, a: c;(iNia d:t nossa infiliicd rie, c in:o os "mn- ,
dircass'ao political nas ria.emblrlas, ino 6 d6.dne- cycl,'p-i'distias queriani, in;atar u iiifi.ir, lue era o ,
ccssaria. erro das doutriis religiosas3 dc entao, Vnio.- c
Ua S, DLIUT riD--Aclio que 6 perla do tempo aert',lita\vain nta e-i..ti'?nria ld'es,. inminrT-o; o ini. d
0 Sit. Dn:iocroiro-Nao 6 perdct de tempo, pir nilniein pjliai Jr'\'-.r tla, l 1110 I is tair.l- slb)iifio ,
qne-no reginion constitucional nao e p-rda d#- ao po1r, o partid' loil)rn l fo.ss.' o priini.ir-) a mu'tir ,I
temnp) tudl juiauto contribute para former a opi- essa cxitentociL Pur c.tnaeilinte o pnartilo li',:-- J,
uiao geral. ral fez a nmai solemnte rntriat-an ,Jo s.-it 1) iss3:do.
Mnis o men retrabhinonto q(uanto a ess'ts discus- 0 Sit. Asma.iAL : McnL'--NAo hIa nida qu-,' s c
se-, Sr. pjresid,.ut', qn e u taminbem consider a,.- pa:mrtn- s m 1s om uini lib-'ral do qflle mu1i conerca- d
t'ratatnce iLuteis, funda-se na eonviefao vprofuntla dor em opposi'ao. a
que nme dominia do quiie n'cste paiz, e principalm,. 0 Sit. OLY.tn 6 M u:tJ'rs-E n.io ha n:tda lue
to nos tempos que correni, a opiuiao public f s.e pareva mais eot'n iiim despota do que mn liberal e
nnei.-tdori: srin cotaeao. (Nao aipoiados e apoia- uo poder.
ilbi.. Neii to'l-is as discusses dao Assembli6a 0 SR. D:',,crirro,-A vorlid',, por,'.n, Sr. pro- I.
Pr-oinciaes, ne:n a discussao do parlamento, ncm sidente, 6, que, se esc ni.,n tro (xis'iL otitr'ort, t
a upiniaon manifi.srada por todos os orgaos mais quando era doeunciado pelos nobres d -putadlos que pI
lcgfiiaos, teem importancia alguma ; ha ura von- se aelhavam emni opposiqvo, exist, ainda liojie, comn d
t.Uh sapreina que tudb domina, e essa vontade a different de que n:iquclle tempo o parti I u lilbe-
CAt04 uo il n)o cm contrast comn a opiniao public, ral cm peso lIevait:tava-sI, part esin.ial-o, e ioj'
ha ierdomrnalr, ha de veneer, fax z ea'a c -in elle, coneorrenlo ainbois para o ai- ,
(Apartes.)
pai, Sr. president, e-s levanto iiillamento do p.riz. px
'te paiz, Sr. president, tm-se levAntalo Un SR. DrpiP'rDo-t3 monstro existed o eistir-.i,
opim?,3s muito bizarras, muito exquisitas, que eu 0 Sit. JosL Mtt-Q 6 vss-'n 6 's monstro? .
idmi' cotna tenhani partido do hliomens eminen- 0 SR. DEriaminot ) impexriatflsmo, segunulo a
tes, d ttud s 6poeas. Desde Iongoas tenpoi que Vv. lxes., quando em opposiiuo.
um Aandec lI-r:; o Illustre Antonio Carilos, de 0 S-. Josi Mmii.t-Que fiquc reoistralo isso. p
veneronda inmcmoria... 0 S. DEMoCiRITO-Eu estou explictando o pror- I
O'S, Iosii MAIaA-Apoiado. cedimento tdosnobres deputados; estou inmc tor- d
0 .St. E0oCRITOr---... sust2ntou a bopiuilo de nandocoho das qrnixas do partido liberal. Na- p
quo io govern) (para o Sr. Josi, Mariar, e aciqui quell tempo elle dizia na irnpr'-nsa, an. tribune,
V. Exe.. tio me dara umn apiado, comno expressalo n.s praas, em toda p:trte, que o chefe do estadto,
de u:i partidario politico, tinlhno direito de inter- cuja.vontade Absolut.L dirigia 03 inegocios publieos,
vir no lleito eleitoral... smiffocava as liberdades, etc.; eutretaanto, que ac- eI
( Sit. Josi Miri.--Onde elledisse isso ? tualmonto, mudadas as seenas, o mespio monstro
U.% Si. Dt'T.urTn" Q Sr. conselbeiro Zaearias se perde para o p.irtido liberal nas bruma's -)I b
tambmin suatenton isso. a pasiado. Mas digamis a verd:ide, e seja-me lici- se
(Ha outros apuirtes.) to repetir, exi.tio ,'sse monsr'), el: cintimi L a
0 Sit. DkcaeTr -..... Ja se sabe, prsando, exisfr, cum a different de que aaquelle tinm)o I
como. ell,, Antouio Carlos. sabia faster, pesando era dtnuncik.lo, e hojo fxz oeu a enom o pirtido hi-
coip a miplo de forro do governor sobre a opponi- berai p.tra aniquillar o p.rz.
cilo (eruzam-se diversos apart,.-s) ; contra a op 0 Sa. Josi MARIA d:' um apart. m
,pot'4rio que, alias, 6 uman peta indispensavdado 0 Si.'-D.MocmUoTU-V. Exe. nio conseguhi' dlos-
n,'. Primisuo governamental. virtu;ar o peusamento dais minhas palaivras; outca- u
tys res..) iC me corn atOP.n,.o at t c fim, o veer;A tjtu', nao tem
I --trc' p:urlamentair entendia que a sna d-1'- direito de chamar-me hiatreiro. S
N r u'miiito verdadeira, comrnq era verdadeira 0 Sa.J.-sfi Mm.R I-En dikie que V. Euc. era um oa
) m :.. uca- i-un "ra.;ai.ti J' ?r'.upa f tl i.mTatr& e. P dissej. ur.dae.... "f
t ,'i sustentavA, de que o rel reina e ,do go- r .?a. Dcxiufcmo-Sr. ptB' ti", dcnIa-se- a
rerna. (Apartes.) 1os aos olhos um esta)n qcte ro dcsni-tl.,r sob to'la- ,
Disse eu que me adlmiravi comr oesqas tli-oriis as relao'es. 0 nnm30 p tiz ;,cha-se mal. t.io inIal
partiarn de homes tao eminentes, e susteinro-o. qu" se uno, hu mvor u n remii'dio pr)mipto e tlicaz., H
Um Sa. DrecrT.DO -- Entao nito concorda corn ile.- ha de se a'Vsmu:ir completamente. g
esta ultima opiniAo ? 0 SR. Josi: M.r\IA-V. ExL-. est', t trioe; dir- d
0 Sn. DEMsoCRITU--Nao concordo coin a ultinma e-hia juml preten'l,' pr-'gar a revoluqglo.
come nio coneordo eomn a primeira. Se discordo 0 Sr. DMOcilcniro-N.'t direi que ni, o fitea...
da primeira, pela razxb que j.'1 deixci entrever, Nfas;t, Sr. president, o-eil stadiai dt cousis teou tr
nao concordo corn a segunda, porque antes de mna ctris,t: qual serA ella? li
todas as opinioes, tenli) a letra da Consti-- Dise o p luet.t qme feliz qitern p1),;le conl'cer a
tuiiao, por oude vejo que o rei reinz, governa i taiisa do-; acinterineiuintos. actualmn-.nt 64 taiuto
udminiistra. Isto nuo se p6de, eim boa f6, cou- inais ieoessario Conlihee'r essai ca:usa qiianto nio
tcstar. i;sto que os honimens politicos ahi andemn a impu- n
(Apnirtes.) r.tar e rceiprocamento a responsabililade de.o-,e e
P6_de ser que Antonio Carlos, e outros quo sus- sr:tdo to ponco lis,,n eiro. el
teniitasaum essas doutrinas, tivessenm muito boas NI is, qu-11 serl e-ta eaisit, Sr. president,'?, torn:, u
razeos, jiier-ondo implhntar nia nossa organisaa:o a perginttar.
a verdihdeirai doutrina constitutional; mas po- Qaem ittenrler par-a o passado ha de conenr lIrap
maito bellas e verdadeiras que sejam essas dot'- connigo, quo as nossas ditfiruld tdos, p,:lo mnos, u
trinas, eu nio poseO admittil-as cm desaccordo tinrm um ponto deopirtida que 6 o golp'e do eotado
coin a letra da Constituiglo. !,.' 1,li0, esso ;tcto do suprenma condemnaclo do l
OnItrt doutrina falsa 6 a que foi susatntadia por partido liberal, que transigio part subir ao poder mr
urn :nmtro pnenipe do liberltlsmo : que os mnitis- por to, Ios os emo'io,) sore so importar cori as des-
tros sao r-isponsaveis pelos aetos do poder mode- gra.is qre d.ilii d,?eormr-'sem.
rador. 0 Sir. rnsc"xnI': DnE T.mi^rmpGo--(-) nobre deputa- :
UM SB. DrEITcno--E ont'o naos'o? 'lo dl lIemiuia pIar.a nin ;uparto? I
USa. DMcronnno Nibo hIa uaioraberra-ao da () Sn. l)rMo':rir"-Pi; mjio. [
letra da nossa Constituiglo 0 Sn. VascoaDri \, 1u,.,\T-i.o.- atrazo de.-te ^
E, espressando-nm assim, sou autorisado pela.Inosso paiz 6 devrdo tanto ao- partido oonservador.
opiuialo ciuito comprtentu do illustros antagonis- como ao partido liberal, porque ambos nio t6m a
tas do conselheiro Zaearias. uraetado do bern do paiz. (Ha outros apartes.) a
jApartes.) 0 Sir. Daxioerro-Na.o 6 derido nem ao partido .
o Sr. conselhoiro Zacarias nbo eomprehendia conservador ncm ao partido liberal exclusivamen- I
quo houvesse n'um paiz constitireional umo poder te; cala qual delles p6do ter a sua parte de res- c
irrcsponsavel, absolutamente irresponsavel ; mas ponsabilidade, dovo tr-r mesmo perante a opinion
a vordade o que esse poder irresponsavel funceio- umit grande parte de rezponsabilidade.
na entre n6s ; que esse podor se oncerra na pes- ( SR. V;scoaDE DE T.uBA.,Ta-rcA-Aquelle a que ,
so-a do chefe do Estado. o nobure deputado se atira iao tern culpa nenhu-


0 SR. DL:.mocIr.-)-.. e at, hoje a economiat
em .iido umn grande e criminoso esbanjamento dos
dos dinhlieiros publicos !
Consegu'intemente, o resliltado nao pode deixar
de ser este que n6s deploramnos: nao se encerra
am s6 exericiio seon um grande deficit; nao se vo-
ta urnm s6 orcamento sem grande desequilibrio, que
avulta cada vez mais, nao se podendo prever at 6
onde chegarao as nossas difficuldades!
Assin inesmo, pormni, Sr" president, gozavamos
nns de uima rara felicidade, e era mauterem-se os
titIois da. nossit divida no estrangeiro sempre em
estago miito lisongeiro.
Eis, porem, que, como nao p)dia deisar de aeon-
tecer, o uo hsso eredito abalou-se sensivelmente na.
Europa, segundo acabamos de l(r nis correspon-
dencias d.i Inglaterra.
0 SR. ALFREDO) CoEziA-Foi a obra do ministe-
rio Sinimbui, desacreditando o nosso paiz eo 0s seus
homes.
Ha outros apartes.
0 SR. DEto)CRITo--Eu nao conheoo nada de mais
grave. Outro mal nao podia nos prejudicar tanto.
(Apoiados e apartes).
Eu penso que e chegado o moment de ecada umn
tazer abstraIao dc sentimentos partidarios, pars
deixar-se influenciar s6mente pelo patriotism,
pars deplorar que tenhamos chegado a esse esta-
do n'este ultimo quarto do seculo XIX.
0 fn. EarMito dai um apart.
0 S,. DEMOCRITO-G accord nio seria imipoa-
sivel; mas muito difficil desde queo o governor li-
beral obstina-se em nao transigir corn a ppiniao,
reconhbecendo seus errdb e aeguindo caAunho mai-
to diverso d'aquellj que tern trilhado at6 hoje.
(Apartes).
Em todo caso, os nobres deputados que me hon-
ram corn teas apartes nuAo tornuulo a responsabili-
dade de alfirmar, que o paiz acha-se em condiq5es
prosperas economieamente coasiderado.
E quern Sr. president o responsavel por is-
so '%6s, a dpposi9&o ? !60
NAo, nio e a opposicib quem dirge o paiz ; o.
partido liberal; eatretanto, nada ainda fez esta
situargo, quo compense as eonseqUenim Oi fiuestas
dos seus erros.
0 SL Bip, DR NAAmTB E OUTILOS dko apartes.
0 SB. DEi.oCRrO-Para que perder as minha.
palavrar em longas demonstrac8 do. que a res-
ponsabilidade peratmtO Vs. Exes., 'YS. Exca.
tam o propositerde mid aceitar enhu demons-
travao? '' .


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se:n polcr ser contestado, que nos abchamos no
,ei'r esta'lo.gravaudo subrewoili) a geraao futura.
(4 Sit. G-itNGr.EIM, Ja esta.', compromcttidas
nais de tris gL'IiIQ.?s.
0 Sit. Dcrx,,Rri'-Em 1-868 eu ainda nao atten-
lia b U:lacl:^.ii: as coiS.as pub!iCe;is, mas tunho pre--
,eit', que iiI.ssa ep,'a I; oLiniUo public, corn uma
so voz, pedia a organisa.'ao de um governo, qne,
)rii'prdincnte nj.- ulo'asse o tocante aos di-
ileirus do Ea'tado.
A dircL-Cao dab fiianc.-as do paiz n'um certo air-
IInr. '1'- an Iinos auteri',ir a ea ,:. q .e designed, foi
10 iai'liz itle ns l-.gou urna verdadeira insolva-
>liliiad>e.
L'. lioin-m r:irio nest.' p.tiz, Sr. prisiilnte, to-
u1' .>'Jbre si u inperlihdoil> -;tlva;ir-uus ; c, ou por-
it ; la ,rtuna o iLro g.-:,a'. ,1i potririe n verdade
s zus Laleontos fos:,-in rarissiiros, t've a notavel
*licitil de r''or ;arii-;ir : t ilitia:.s, re;iiimnando
1o10.so Crt-Iito e, Lo)m) que p<.ir milagre, titzendo
niijar dinhl'iro noThles'ouio paraoccurrer-sc'us
;vl,../.lis eiormnissiimrs, jue ainria se faziam coin.
; jt''I'rra d iraignay.
D)ahi para eti, Sr. president, ainla que pese
Os riobres dcputados daliri.lla bancada, 6 forca
*..f.'ssar IqUL attt o ano de do1..i. a administravao
,, ,linh,.ir.,s puijli,-o0 st: i'azia muito regulannen-
c1 : I- s .n.'o tIe rii, ;iiin, a l propria opp' 'sici;o, Che-
',rt a rcinhicu','r o: gr.inde ieritu i do illustre Vis-
,le- Io- i', ltiiur;iiy, cuJI ineLmomria e uma precios-
tal,- pIara e.,- C'n,--hIl:iilao., ie hal do sel-o eina-
ri.inito iun estaii);t h.nesto, intfulligente e Cevota-
o :'t patri.t, curno i(lel-, tir objc,-.to de veueraqto e
.itria ,nto crntic tirin p,','o ,:*ivilisaiio.
EiA.,, Sr. presid,'ttr, j.i estatvamos em umr
u,.I or'. 0irai.l : .A gui,-rr.t do Paraguay, corn to-
, i- t,. z.L'U.-; miwit c .,Criiicios, tinlia termiuado no
unno ille 1'iI .
( Sit. VtsuNi3.. DE TAB'rIGsoA-CoEn honra para
ste p;,iz.
Q) S,. lh.', niir-.... post que a liquidaetio
s sirs pl.saili-simnos c:near;osri dLevesse por minui-
i s ;i1i' .iuti.i trazer esgotadas as tfr;as do
aiz, rnarchLavamos para unm future de prosperi-
I le.
Era inuito pouco, ecrtamr.-nte.
Sr. r,'i.lihi_,,, o0 'pa1.o do tempo em queo-
iiservt!'>.r,:s goveniavamr para que elles podes-
:'i c oinphct:tr unt piano tfinanceiro eapaz de res-
inrar iutcirainentc o eredito du paiz, e do tornar
ituae.o, econonuic:t do imperi'3 inteiramente
r.[I-,pcri.
Era iuito I)p.)ieo tempo; mas n'esse pouco temn-
) fez-se muito; e, quando a historic tiver de is-
revr esseperiodo, hi t de fazer justiqa aos bonds
stcjos cown qje o gjvern esotbri;ou-se pelas causa
uldica.
( 6at. Ei.Mi:r., d.'1 it n apart.-.
OSi. l;:,,( ar,-o-M,1tguitie.)s louros r
- zs-U-- pairtido liberal plant e Vv. Exes.
ilhem.
0 Snt. D.;'ijniri'-') partilo liberal plantott
ons e mio, fructos; cu quizera que V. Exe. dis-
ise iiu.il d'esses fructose colhemos. (Apartes).
Ciegainos. por'-in, Sr. presideute, ao anno de
'7si, aiiio da grnle sorpreza.....
UM SU. D)PE I IrA -L) -Deu-se a mesina cousa em 68.
) Su:. )Miicmur..,-N'o; compareco os aconteei-
Smtos.
0 paiz atravessava uuii quadra normal; nern
min f.tu trazia agitado oeapirito public; neanhu-
ia reforina iirnp.jritiit': a ft.zer. iApartes s)
A iuet'lo dai puonielinas foi s)beranamente
ulgad.i, e' o illus:ru eidAliao, a quem preteuderam
'rir, tern recrdli.gp as muais .iirigna4as pnovats de
prer;.-) iner0 :t cn.tflm nfi;m a 6 aow seus propri,.
dvtc.c iri[os, coin') Vv. Exos. n3a, ignorani.
.A Vin lade' 6 ,ue este factor) di nenhum modo in-
uito ltra a a nudano. da s iruact, e por conse-
uiuti., st' uutrA caiis.t ii.L ho:ive, enu teuho razao
.'. qurAliicar de att'nttdo a ,nudanqa politics.
N'io :tpoiadio)si.
N:,.la ixpli.i, quo rn ouie'Jic'es normaes, e um
iiistetrio pr -lidild') por uin 1%encrtl'ud,) cilladLo r'-
qiltia da pitria, I'os, (lcspJiiJ d)o poler, quando
ienhuliUn.i atir-riiit.at -ia dc ordeni ).,litica exigia-
iiiit tal mInedila.
Vejarios, 1Sr. presiileiite, coin a organisatcio tdlt
ova situaao politrica, o quo aconteceru na espe-
ialidade-fintniii;as-de que cstou notanuao. Pro-
l:iimoiu-.sc coinm prouram:iia. IL' g)v n,'.', priuncipal-
mnte a eoi)onia dlos diuheiro, pubheos.
0 q(ire se vio, poreiu, deslh:' logo, bi~- a edlebre
ri-po3(a para ewisslo dic I;U roil contos de p4ip'1l-
toeda.
A oi0iui.0o fii umt s.,; que n1) podia ser mai,
isastrada a a, iiiia- trat::o tiiiai':eira do que co-
iam-an'l.) p,)r essa e)isis.lo.
0 pr'_>prio governo coiili":Cu uiatis adiantco set
rro, o, telizenorite, nao Ciiittio t'xlas oa iJ0 mil
ooto, inai emittio quanto foi bastant>, par-a
uc cstej;tfl')S hoje coin o naosso mtio circulante iu-
eirani:iite depreciado 0 o niso crolito profutda-
nient': lthal.tdo.
Ven,'ilrnm-se proprios nacionaes, reduziram so
Ss repartit;ics, aifrontou-so de um modo tyrantni-
s (o.tdi:,5es de pobr' a operarios, de-podindo-se
etlios si:rvid,:,res do Estado, por amor de uomt pe-
ucni ccjnornia, tfo insi.,nifiantoe como prejadi-
il. como dem.iistraram os factor.
0 Si. BIAR.o or. N.iz^ar.r--Eu,_ontrou n'esto
onto uma grande opposi,3ao do p~irtido donser-
"ador.


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bra dentto do:e l, tf fin o deo
30aiastm-eolnusapattias..

r.Presidete, ew dReto, que o o utico
". acio eto pe ituaao al e .nainog -
Mi^eo so paiz, 6 uma trite gledr d'ema situsa 9
> 'rwqis ease docreto foi umr prosote de gregoa e
t-a o vicio da illMegalidade, como se demonstrou
(moutasae.to.





fs e to. d'esse decreto, por iso
=nus qo el.e .iga4l, brat adnorgaaia-
do amno, poque, ua-verdde, appear da boa
wmlatede.e poea ter havido -a ama execuao, 6
um fact, que o a ensino pubUeo oeea compieatmen-
*IedOSSrgaS5Sdo.
No e ea esina, no me etAde,. nio se apreonde;
o o-poueo-quae aproveitataswin maseo devido
Sboa vwatade d'esas mocidade generosa queo de-
aeja iustruir-ce.
Por parte do poder public, o eus.ino aeo ten
estmiedo. 0 decreto deque tanto Be fall, foi ur
anal qae ten a por muito tempo deastreaos reaul-
tadoe u eae aio art ae~o




0 entino precisava, 6 certo, de umn reorgani-
a-a, mas de uman reorganiuca M f de ac-l
scodo corn oi nossos habitos e condioec; porenm
o, qoae so 6tivesae por firm mper em laeos da dis-
-plina, e da obrigad' o aoetuddo. Iaetoe r qple a-
ente anardhico.I
ee deereto, Sr. president veioe plantari a de-
-ardem e nada mais. Depois disco, o que sei, que
Sa situso otesaha fito pelo ensino, e a desmorali-
ao da s bancas de e xames as provinciaLs.
0o S. JeS6 MAIA-E V. Ex ic. codeemla as ban-
ea de exames ?
o Sa.'sDnMoTer-p noibre 'deputado deve pri-
neiramentea en ider para as minhas palavras,
par depois honrar-me orn os seas apartes.
0 SB. MAnZ-Eu tenho ouvido o nobre depu-
S tade eom toda a attenglo.
SO SB. BABo DE NAzmAm-E en tambem, per
qoe tenho neceessidade de dar-lhe uma resposta
eathegorica.I
0 Su. Dnmocnrro-Essa crea ,o de bancas foi
ucontestavelmente itim grande melloramente, at-
teatas as condicoes de muitos estudantes que, po-
duedo eatudar e completar o saou curse de propara.
torios em sua provincia, nao podiam, todavia,
procuaar as academies onde at antes s6menteq
prestavam-se os exames.
E tern para mim o grande merecimento de serem
--tuna conquista A ferrenha centralisagAo, que as-
S phixia o unperio. Entretanto, a execuno da lei
telm-e feito per tal mode ultimamente, que as
bancas tornaram-se urn verdadeirao escandalo pu-
blico!
E A innegavelmente o governor quem tern a res-
ienaabilidade dsesa desmoralisapAo.
Portanto, inao exagero, se eoncluir este ponto,
a-rmando, que a situacao nao cuidou do ensino
pabhlieo seaan o pars desorganisal-o e desmora-
lisal-o! (Apartes).
, Resta-me, Sr. president dous assumptos: o que
se refere A',-seguranhea publics de vida e de pro-
priedade c a moralidade da administrator.
A seguranea public actualmente Sr. presi-
dente A nenhuma: nao existed, a contar de 1878o
kpoca em que eomeeou a desappareeer a garan-
ti a dos direitos iudividuaes e de propriedade. Por
mais que se esforcemnr os nobres deputados da
maioria, nao me poderAo contestar.
Sr. president, A part aquellas "Apocas calami-
tosase de noses independencia ate 1840 e, n'esta
provineia, de 1840 ate 1849, ainda nao prescneia-
moes um quadro taio desolador; ainda nao senti-
wos tanta falta de garantia come agoraI
0 Sn. AMAKAL dA um long apart que nao po-
demos ouvir.
0 Sn. DEMocBITo-Desde o attentado indivi-
dual, desde o assassinate ate a insurreiebo das
autoridades policiaes contra a magistratura, desde
a aggressbo as typographias ate o incendio, as
hecAtombes, tuda se tern presenciado nesta situa-
pie, Ninguem ha, que se repute seguro--nem na
sua casa, nemo nos lugares publieos.
A falsa id6a do que seja liberalismo A causa
permanent dc continues ataques ao cidadcio pa-
cifco'{Apartes.)
Eu poderia recordar factos dolorosos, cuja nar-
TaQg0 abate o espirito mais vigoroso; mas 6 es-
eusado fazel-o, desde que esta assemblha conhe-
ce-os tio bern, como eu; comtudo fallarei de al-
gnus.
USIA voz-Vem a tempo, pois, amanhi comeoam
as lamenta98es.
0 SB Duxocnna Nb. ha dia em que os jor-
u naes nao refiram os muitos attentados que se dcio
em todo o imperio.


K.' -


V









'I"
-t
I

























4


4;',. '


*AMm'


a de


-te d d iteiaata dae kt
Ili do tato UfcnMhF,3 ewdwa *ibend.
0 S..a .-Waa AM---V. a haet
de quo 'rito.
0 SB. Lo N sao D S--J& dimso se conveneu
no anno pa ado
(Ha outro apartes).
0 Sn. Duu4ocaxTo- O illuatre deputado quete
impellio A tribune, para diacutir o project de fer-
apoliial, d ester navmaido 4e'-e nasotmj
rbco; ma, w eV. Exc. .qur dinaeutir, ao em a'
simple emunciaeAo das eifra, mas corn a oriff
e importaunei dos faet ceriminmmos, is aim. Eu
que pretends voltar A eota disenuaAo ptra comple-
Star o menu insamento, o ad n'esto asumpto,
rcomo a respeito de outro, pageo a V. Ext. que tra-
|aas suasnosa.
(Apartes d sr. Jose Maria, Lourengo de S e
Barb de NaIte).
De modo, Sr. presideante, que eu, embora o es-
pirito de ord m, embora obedtente ao principi dA'
autoridade otra o qual jamais me revoltarei aole
estou dispos a coneordar n'este augmmto de
forea que co iga o p0 ecto, por que estou con-
vencido de qe inutil, ao s. esta forga, como o
dobro e triple
O Sl BA, m o D MAXAuTH d urn asparte.
OSB. DIocaoTo--E' inutil actualmente este
numero de p'agas, com o 6 inutil o duplo,triplo eu
Squadrupulo, r que, se esta admninistraglo con-
decende corn o crime, a at certo ponto o favoreee,
quanto mais aforea houver, peior sera o reultado
pars a proviacia.
Ux Sn. DPUTADO- Quer diminuir a forca pa-
bliea ?
0 Sa. DlMxcaBTo- E eom quanta no tenha
imp ,rtancia adirninuigeo da forca em absolutoa
quanto .4 seg rara, tem-n'a'toda em relaeao
estado finan iro da provincia. (Apartes)
Assim que embora as exigeneias da seuranxa
public dete ainem a necessidade desse numero
de pra-.s ; derto deque essa forga ha de cnti-"
nuar a ser ta, ma applicada, como tern sido at
hoje, reeuso Ae A satisfaca dossa necesidsade,
coin o queteho'conscieanca de prestar .urn ser-'
vi-o sos cofr s.pubticos.
Um SBR. DPuTA-- Entao, quando se diseutir


o ornamento,
ao pagamcnf
(Ha outros
0 Sn. Dm<
senao o que
passado, que
Reserve es
porque, como
para discutir
tros pontosd6
do adiantou e
rei. o men jui
president da
project de fit
anne passado
essa faltas de
E' verdade
nos tempos qi
pauss-tempoas
0 S. -Jost
que eram ?


faga desapparecer a verbs destinadI
da forga public.
Iapartes)
CBIO--Nao me serve outra cousm
stA consignado no projeeto do aunA
noe foi sanccionado.
easasumpto pars outra discusse,
disse, resolvi ainda voltar & tribuna,
o projeeto de que se tracta, sob ou-
vista; mas como o nobre deputa-
sta questgo, eu tambem a adianta-
o, dizendo, que niao perddo ao Sr.
provincial o nao ter sanccionado o
rga policial, que Ihe remetteaos o
(Apartes) No ; nao the perd6o
unor a esta provincial.
que, para S. Exe., e em geral, nos
Scorrenm, as previdencias sao meros
a- E no tempo" de V. Exc. o


0 Sn. DEM cma-- Muito penoso, me sria ex-
planar este ai sumpto, para explicar a V. Lcque,
ainda que im fosse, o proedimento de hoatem
nBja justice de hoje. (Apartes)
0 goveMo a hoje das presidencies de provin-
cia una apiea disagem, pars os fl hoa dos boa.fa-
milias, com o (isse umn pera-iodioo muito judicioso.
Nas condi' es affiictivas em que se achva a
proviacia, Sr. president, a Assemabla entenden
muito acertad ianente divider a fora em duan s sec-
goes, autonsaado o pagamento de umnia, compost
de 450 pra paloe Thesouro Provincial, ficando
a desneza da utra, eompoe.ta de igual umuerom
do auxilio qu nos mandasse o governo geral. 0
que devia faztr o president da provincial ? Sanc-
cionar a lei, nos terms d'ella, saolicitar do powder
competent o uxilio promettido as provincial ?
0 president ida provincia, porem, Ou or rmat
acoelhado, < por falta de amor a provincia,
usou de sut I udade de devolver o project, serm
qe ao menos izesse urma tentative de obter do
governor geran um augmento da pequena quota
corn que elle (ntribue para a forgca policial, que 6
actup'menoe ridienlaria de 39 contos. E, S.
Exc. tanto m is tinha obrigage de proceder as-
sim, quandojiL tinha aberto ou ia abrir um cre-
dito extraordi ario na verba de sustento-e curati-
No do press pobres, apezar da prohibigio ex-
pressa contid na lei do orcamento vigente. Por-,
tanto nuao p ra admirar que eu nbo aceite o pro-
jectr ; porque se corn mo numero actual de solda-
dos a segnrauw publica peiora, nao A just con-
serval-o, gravando t o fortemente os coroTes. da
paovinmca.
i 0 que admira e, pelo contrario, que os nobres
deputados recusem-se a aceitar a modificaglao, que
proponho, quaundo esse proeedimento honraria a
independence de character de Ss. Exes. 1
0 SR. EnTBo nO DE OLIvEnAdiA um apart.
0 SB. D MhaIroTo- Antes de tudo cumpramos
o nosso ever ; tratemos de melhorar o estado da
provincial e deixemos que sobre o a overno real


pesea rospo
xitW6 dells, cuj
mou em verda


abllidade de nao ter vinido em an-
s condicoes felizes, elle transfer-
ira desesperagiao.


Mas, Sr. paidente, eu om ehado, .que V.
Exe. e a ea4dvem star fatigades ,omn o m
diseunrso, tano amais quantaoi fongi ado a entrar
em consider 5as que nao podem de maneira ,Ign-
a er agraaveis A i maioria desta Assemblea.
Vou, portanto, eouclair, fazendo uma ligeira apre-
ciaqlo sobre a moralidade da situs*.
Dou-me pr a em desvaneer qualquer suspei-'
ta. Nbo venho referir um fact particular, corn in-
tuito doeon ier a suseptibilidade d'esto ou d'a-
qeo individ uo. Referindo-me aos erres da si-
tuago liberal; at' aqui no desci As personalida-
oes e naoo o ei d'aqui por diante.
Quando, Sr president, um ministry da corda
tornandose ."ho depasquineiros, injuriava urma
itna.ao politija, e a homnens conhecidos e de moui-.
to prestigious no paiz, parecia, Sr. preoidente, que
tudo se havia desmoronado.
Os liberaes vinham regenerar-nos. Passar-oe-
hia uma espon a saobre esso passado immoral.
Entretanto, Sr. president, o que etfamos pre-
senciando? Fta se teem dado, que absoluta-
monte na o se odem jutificar, os mais desmorali.
sanores possiv is,
Nunca se f lou tanto de improbidades, cono
agwa ; bem e nttodido, em relago aos actors da
adminUtraggo. E, na verdade, noete particular,
gnidc tern al a infelifidade d'eata situao.
4) SA. Jost u- Inafeliz foi a situapo pas-
cads.
0 SBa. BALa D NnZsBBNm-Cahio apodrecida.
IHa n outra p e).
0 Sa. D Csoc -Ainda estava muaito recente o
eft mm caMnmM de unrmode atroz a amn braulei.
ro do mais di tinctos, an 8r. Badro de Cotegipe,
iiitre chefe ewnrvador.
0 SB. -B A DB NAzArt-4oone sed.refere so nr.
Cesando ims ee nao cakwaimnu; duvlgoa an
tfa*s, quoe th pasmado; logoio era mama ea-
basia.
T'0 &B. Dmocrro-Elle celmnnoau de um mandq
Untas. iaditno ie d'Asseamols qwdkallava..
S0 ARf o IaMxBABA -tlf{meteb'i ef-q
'denmado pekM ir.pr08s fmiges.
0 S&. Joi &A--Nbo apoiado.
0 &. S M6 ITO-Era, port*te,*vias rsn Ot

Iaepo Fmar na ,oiavio p ablia pr u=4


psah '-do ban d -eat diaise, iar. Exc, qe stao
Zi7M"u na coaMescenden.e a, cbm a ; imro i-
Aminm, a ai A4 tex.aMtun jdo; e o.palz 6o ?

id.ae pri s por amigos do govervAAo, as ve-
0 NAxAnBs -Vamos a was ip-i
jnorddd; .d nt~ ui-an. c
) 8Bn 1l U. LExc. eta dizetdo itt
Si. adise a V. Exc., quone o
955m um faeto, eija aprecinago vi di-
ftefte.x a a um indiuidIo. Conaeaui2n
WtONte ao V. Eze.' quo eu vA reaenr-rd
Alemoaden @to


am


oa seus creditos.
0 E?. Jos' MaABa.-Mas V. Exe. ha de.explicar-
me coamn foinaeugw io dd o.pacbabna.
0 SB. Damxocrn--1-o Vsi; oonheago-o pelosnar-
lis da im ens ue affirmam ter side um facto
Oaitm'o dwradat .(AH*mqI.
Ou-tr o 'itoeaunoaudor dal exa do gover-
no e quoe pderA nr 'esadocomo retaliate Ao s
injuries '6iMM 40 ehlf6e aonservadores, 6 a con-
cesseo de om vIle&b a um aujelto, eujo. nome
aWU me aeodee eWWte anMfteo.
0 Sn. BAlBAo a fz li M-Seri o Sr. Conde
de Barrat ?
0 S& Dmcocarro--o queo im. Ec privile-
gio s agora foi publisado, tedo lido a oonce-
dido no miterfo PUManU&ag
Estes faetoe, Sr.p denta, e outros macites
igumes, quoe serf&a edonfWo 'referlr, mostaea que
a situao em vez de neunerar-nos, e corrigir o
passado, tern side c umsa infelieidade notavel. As
,boas in tenes d'equelles, que se empenharam na
eampanha da diffauaao, form inteiramente bur-
ladas napratica...
0 S. Josk MAnu-Qual I V.Exe. na o ppo-
nha que n6s n estamos protestanto porque ae-
quiescemos ao que V.'Exc. dix, nao; A porqde nao
qwcresmnos fatigal-o.
(Trocam-se outros apartes).
o S m. moo ... e que o piano de reyene-
raro palz era uma perfeita illaMsao, era un argu-
mento para adquirir facilmente a posse do powder.
0 S. BAnao Dn NAZrrTH Peogo a V. Exc. que
deixe benm As claras a questao da Copaseabana.
(Trocain-se outros apartes).
0 S. DxoCxruO-Nao posse satisfasel-o. In-
dico, poeat, a V. Exc. um f olhto eseripto pelo
connelheiro Saldanha Marinho. Contare magnifi-
coaeselarecimentos.
0 SB.'BAuio mt NAmZ ---Sobre o que versa o
privilogi3, ?
0 Sn. DumoCarr-Poderei em outra ooeasiAo
ler e decreto. Agora quero mostrar 9ue nao eram
sineoras, ou entao form burladas as intengos dos
arAutos desta situagio, quando, injuriando & si-
tuao passada, inculcavam regonerar os costu-
mes.
Sendo esta, Sr. president, a ultima parte do
meu discurso, resta-me pedir A mesa a benevolen-
cia de attender ainda a algumas consider'acs,
que eu chamarei fnaes, para alegrar aqueltcs que
devem estar fatigados pela minha demoran a tri-
buna. (No apoiatdos).
0 Sn. BAeo am N"AxAni Pelo contrario;
ainda nao estou de notas tomadas. Quero que
V. Exc. fundamente bemrn o sen diseurso.
0 SB. VISCONDn DE TABATINGA GOSto sempre de
ouvil-o, porque A um orador moderado.
0 SB. DEMocBTO--Como representante da pro-
vincia, Sr. president, discutiudo aqui nests As-
sembl'a, podia-se-me estranhar, que nao me occu-
pase de preferencia com os negociose da mesma
provincial; entretanto a elles muitas vezes me re-
feri no gorrer de meu discurso ; mas no incorre-
rei faslta de nio particularisar as minhas quei-
xas, lamentando principalmente que a infelicidade
da situago pesasse ainda mais sobre a provincia
de Pernambuco.
Nao exagero, Sr. president, dizendo que em to-
da esta situa&*, desde o seu principio ate hoje,
a provincial de Pernamibuco foi a mais abandona-
da pelos chefs politicos. (Apoiados da minoria).
O-St. Jost MAwA-Nao estou long de concor-
dar corn V. Exc.
0 Sn. DmuocBwao-No direi que foi a unica es-
quecida, poram que foi a provincia que mais saof-
freu as consequencias dos er ros da situaca,
A provincial do Pernambuco, digam o qu qui-
zerem, antes da situacao liberal estavaem aondi-
*,6s muito prosperas (apoiados da minnia. as
industrbias e as arts estavam desenvn"C.r a
agrioaltut fi0ewaia, e, sobre tudo, a. fi-
un'ai aohavam-9e am estado lisongeiro.
0 S. BAIO D n NAzARETa-E' porque V. Exc. jA
nao se lembra.
0 SBa. DuxOcBIO--Os dinheiros publicos cram
applieados em despenas reproductivas...
0 Sn. Jost MABIA-Nao apoiado.
0 Sn. NILO-Apoiado.
0 Sn. BLABO OB NAABnEm--Quaes eram essas
despezas reproductivas ?
0 SB. DBMOCuIT--... e se algumas directamente
nao o eram, come por exempto as estradas, aspen-
tea, os edificios publhcos, em que se gastaram boas
sonmas, omtudo ninguem dirA que ease dinheiro
foi mal applicado.
0 Sa. Jost MAA-Muito mal applicado, pessi-
mamente applicado.
0 SB. DBMOCuTO- A instruceao public, Sr.
presidente, relativamento fallando, ia muito bem,
e fazia inveja A das outras provincias.
A seguranua public, por mais que Vv.-Excs.
oentesttin, estava em oondigies satisfactorias. Pe-
1o menos em todo o nopimon concervader nao se
lamentoa nesta provincaa um grave attentado, urea
heeatombe, ura perdsa de vidasoem massa ; todos


reputavaa-se ceguros...
0 Sn. AMARA-Nbo apoiado.
0 Sn. DsxocarrO-... ainda que crimes houves-
se, come nao podia deizar de haver.
0 lamentavel ineidente (J a palavra da moda)
dos quebras-kiles, como um arranco do desespero
dos liberaes..
0 Sn. BABIo DE NA uKnTi-Nao apoido.
0 Sn. DuMocBIO-... nao conseguio conflagar a
provincia, e serve hoje de prova da actividade da
administrasga naqeUlle tempo, a qua, corn os min-
guados recursos de que dispunha, alcangou aba-
far ogermen da discordia, e desde o principle li-
mitar a sua esphera de aca. (Apartes).
'Era este, Sr. president, o taso estado na si.
tuaclo conservadora, quando, organisado o uminis-
terio liberal em 1878, logo e notou am ura gande
efferveseencia nos an mimes. A oppoaioe, sedenta
de vinganuas, aproveitou-.se do enejoj, ago -s pa-
ra locupletar-se das vnuttagas do poder, man tan-
bem para dar psto aos odios a mulado. h- de
facto, Sr. president, msa vez aseatado em paln-
io o 1a viee-preideute, chamado .da dnubada,
nio encontrou difficuldaides diaate deo si!
0- S. BAglo DE NAZATs-N o -6 exacto; alo
fez derrubada nenhuma.
0 S& s MoemnTo--Num aesta previncia tinha
presenaliado tao medoho desealabro !...
0 S&. Eumaso-V. Exc. oompuare- com o de
1868.
0-Sm. D=onzBn-... sunoa esta provineua ti-
nha visto tanuts demissles de epregados omu-
nerados; muoaese tiaha preanciado em anim da
lei e de governor tanta emezia, tfta flta do eca-
ndade para corn os pobres pais de Eaniia, qua,. de
um dia pars eatro, paesavamwde -maa o odioe iS-
lis pars inteira mwia,,polo.m ia finto de -er-
tencerem A situqgw conervdso !
E, ao passe quo asnarpr-cedis president da
pnevincis, Sr. proritate, die, o'de puelpoiuiess,
emsimiistas,'teds sffium/dslafadb ien, napes
mhavsm-se -a omipahads dteitt quo tail de
Arc an outro namrtyrek.io- pus 0& ea'epuomie-
tan.
Tambemu nua se -vio tiio temise., 7lIqq1e
dos direitoe ponlitieos te piaz'! A e

pana, qua e hurnauw w fle'- i fda g fae, *i

t do adversaris. 0 Mape in
raa -Um-tmm ml 'vido a
No "B % N~~m- -' I u I
0 SB. BAlAO xtNasAuur E' m W u e
jevr dagte 4 14 da cortp, am &.Sr. Dspe1s

(on resid.ua"
f a ..,

0 SB..D.ioczn-M o% pm _'.00,rdentepi'dol
per U00o tern inewwoad as oootitoaf: "
quaIP a ssM apaAem |hadoia laser pai.
uC1 em nftf-evoao bem akr en. '
Aqui tev lo em egida, r. eidte o
Sr. Adolpho de B mnpbre dea i piito..i 4e
90 liepa pswa me ep nr mauim. Tend 1ja o
private po deonte Ieflio # e ums d tai p9w-
a, a 8r. Adolphoutro Aoaoat i
n&o Ibw o 4rden Iatf *sub sua dediesq
ca 6fguueoe, que o "tis ieuqldu. PnaAi


a, aea ....u em t edoc n
O ea rados na povretieia, f- para- desora-
.i:a-, para mostrar a unA naUlidadec
o 5SO v-Ka rC9gulumeuto d.7 de abril?
O. DMOCRITO Foi am attintado a lei; a lei
;,'deo antorisagao para e6ar qada ; ma, amip,
,faracoaolidar as disposr vigente "
Ells exhorbitou, creou dsposi9es novas, e thfbi
logo am atten:uo A Aqsfnbla executatpdo a sua
"d4 mode. o main ihAfls.
I'h mme presidente8.tt rovi-n-a divi-
a"E'partido liberal a mp.
is ,Irate recorder le 0 que se passava, r. tebro, vs'de ale-
'*rv spposigio, entri -tt pU Wtdivi-
ai l& era urna divia"otai e O ufte ideas,
e0msim de interesqgH oEato' ; e V. Exc.
cmlphende, que amnadi polti, por *sses
m% trws, nao podia Sixar do'aISrtar 'andas
MA A provncia, Oeitiveategesrretou.
1Y69' Sr. presidetute, a refrnma cleitofal "ob cu-
jo regimen ainda nos achamos. Pensa V. Exe.
que o partido liberal compenatrou-sodo penammen-
to do legislador, de nao i tervir-ngs eleioes, de
daixar correr livre o pleito, pars que a oppoeigao
tivesse livre manifestasao uas nrmns ? Assirm nao
-eeed:m.; M, -fuemsmute, -l tbi a atthdde de
opinion, tal foi a sua esclarecida direcio, que o
partido con ervador paude representar-ae muito
diqaamente, mnostrando, que tern verdadeira acei-
taW o oa opinia p --bliea.
UMA voze-Depois da reform ?
0 Sa. Dunocirro-Depois da reform poude bri-
lhantemonte manifeso-se, non1 obstante o s entra-
yes quo Ihe oppoz 'o poder public. (Nao apoia-
dos e apoiados).
Agora, o president da provincia fez-so ehefo do
partido. (Nbo ipaiadoe). B' elto quem sc inte-
ressa por tudo, 6 elle quern protege a unibo li-
beral.
PFoi assim, Sr. president, que, na elei*ao pro-
vineial rccente, o president, considerando-se cho-
fe politico, comeou peor apresentar e eombater
candidates. (Nilo apoidose.
O S. Joai MAA V. Ex. ao di isto serlo,
estA riudo-se.
0 Sa. DuzaxoCuo Coin effeito, Sr. president,
nao serial sem a intervencAo do president da pro-
Vincia, corn quem a maioria est4 de accordo, nao
series seom essa intervengio, que os nobres deo ta-
doe, cerrando ouvidos A argumeata fondad em
lei e nos documcntos apreseontados, despodiram
deste recinto dous oollegas nossos. (Apartes).
Sr. president, quando eu na tivesse outro ar-
gumento para provar, que S. Exe. interveio no
pleito, bastaria lembrar a -eleico donobre depu-
tado polo 6o district, o Sr. Amaral e Mello.
V. Exc. compreheade, Sr. presidpnte, corn que
repugnancia esse district, composto de agriculto-
res abastados e onde ha o Club daLavoua-, rece-
beu a candidatura de um fervoroso adepto do abeo-
licionisino.
Queom podia operar ease milagme, o da eleigo de
S. Exe. senao a intervea*o do president da pro-
vincia 4
Se S. Exc. o nosse illustre collega, podia ter
amigos na eomaroca da Eseada, von certeza nao os
tinha na Victoria, nem em BezerOrOas. (Apartes).
Assim mesmo, Sr. president, couma notavel !: o
nobre deputado nio foi eleito !; Deram-lhe entra-
da neste recinto pelo afamado algapio. V. Exc.
sabe, que urma das sec9ces da Eseada nMao podia
vinegar; em face da lei -- mesa rspectiva estava
irregularmente organisada.
PorAm, peior do que isto, Sr. president, mais
acentua lamente ainda se manifestou- a intervea-
9bo de urn poder estranho em favor do nobre de-
putado, reconhecendo esta Assembleas como votes
legitimos os dez votos, que S. Exc. obteve em Be-
zerros, votes que a Relatso tinha considerado nuil-
los implicitamente, porque foram dados per eleito-
res, que esse tribunal mandou desalistar!
(Ha um apart do Sr. Ferreira Jacobina.)
Ainda mais, Sr. president, a intervenglo da
administra ao se manifestou em favor do nobre
deputado, polo que a felicito no facto de ter S.
Exe., deputsdeo ctestado, feito logo part da la
das eommissees de verificagao de podereb. (Apar-
tee !)
Ora, quernm teria a lembranya de escolher para
tal commissao o nobre depntado, cuja eleico era
contestada at pelas cifras? Luitretanto, S. Exc.
mesmo se retrahio, por que nao apreoentou o seon
diploma. (Apartes.)
Portanto, |S'. president, ainda sob esse ponto
de vista eu direi,-que, desde que eomemou esta si-
tuacbo ate ao din de hoje, a provincia .de Pernam-
buco tern sida infelicissima, eomo infelicissima
tambem tom side polo que respeita A seguranca
publics e a todos os reapeitos.
As condi8ese peeuniariss, !da nossa provincia
por)m, sbc que orincipalmente nee convida a at-
tencao.
E' principalrente quanto A finances, ma virda-
de, que n6s devemos deplorar a triste condilo da
provincia de Pernambuco n'esta situacio.
O Sn. NILo-Tern sido abode espiatorio.
UM SB. Dnrunno-Quern?
0 Sn. NLO--A provincia de Permambuco
O Sn. DrMOcBro.-Tinhamos, eu jA o disse, as
noasas finanaas em condigoes prosperas, e prospe-
ras se mantiveram ate 1882. 0. or-amento do ex-
ercicio de 1882 a 1883 bern mostra que os-repre-
sentantes da provincia consideravam o sen estado
muito regular e, par mais quo os nobres deputados
ataquem esse ornamento, nbo podem convertoleo


em causa do nosso atrazo.
Corn eff'eito, a nossa divida fluctuante, podia-se
dizer nao existent ; -era una divida em conta cor-
rente; a divide consolidada constava apenas do em-
prestimo de 4d000:0004000, que aliAs nao tinha
side todo emittido...
0 Sn. OLYrMIOe MAaqus-E applicado a obras
publicas. .
0 Sn. DumocnTo--... e applicado a obras pu-
blicase; o nosso credited mantmihase n'um estado:o
mais lisongeiro possivel: as apolices d'esse era-
presfimo eram cotadas com grande agio; e posso
dizel-o, eram arribatadas na pracy.
0 St. BA'X D, NAxzriE-Quando era isso?
0 Sa. Dsxmocnao--Ern 1882.
0 SR. BAIo D N saNAET dia urn aparte..
0 SB. DEMocRITO-Engana-se o nobre deputado;
nds deixamos todos os meiose pars Vv. Exes. faze-
remo resgate do emprestimo de' 800:0004000, sem
precisarem emittir todo o emprestimo dos....
4.000:0005000.
(Ha um aaarte do Sr. Bario de Nazareth.)
N'este onto attend V..Exe., eatou at' fazendo
uma apreciagao muito favoravel ao dominie libe-
rat, porque isto asv-sea em 1882,a e os liberes j
estavam no poder desde 1878.
Eu, porem, quero apreciar a causa do estado ac-
tual, e, poise, nio vem a proposito discutir eas cir-
cumetancia a que o nobre deputado se referee,
0 estado da provincial, repito, era prospero; den-
se, porem, a suppressaio do imnpost doe consume, o a
nossa duvida, por forga da appesao d'esa foute
de renda, elevou-se a main de mil contos daris,,e,
portanto, os juros tornaramnse uperiao a...
300:0004000 ; deixouen-se de faser pagamseato, em-
saram todoas os ceaotractos de obmas phlbicaa
funccionalismo deixo-de recebher am da O s eint
vencimentos : emfilrn, tudo ae desorganisoun, a pan-
to de ficar assent-do que nao 4,posaivol tio cede
equilibrar o oramento. (Apartss.)
A suppressor do imposto de.consume, em pro-
vincia alguma do imperio teva tio fates cause-
qumencias amoe na de Pernanmbuco am parte asiun
ma o desazo do governor e fez .sentir .tanto co"

:aqui; e por isso rpt, qu 6, e sem duvidsalgu.a,
^*ta preincia a naieinfeido codas .zsats-sitsaw,;

ciao qS. ~e .~m i,.
Conseguinternente, nosa opposig3o, a iUa k4
. Monrwsma-a-fivervWu, trada o"asutiecto mNa-
WOOedo6 Zmn. Wgw ds. d en ss-i
.. iper Ie^ n.-or mMutoou me demuorei per
eae 1tempo-ma t ith; penqe mmlgueisMr
- -denw 'podo ip0 le e ^iboab
^odO icw do qa a wqmwqwfv. t
t SB& 9BAI a Alo r -AM
verno? Ao&a que tedo os gabkluat, h.
taao -temn -comettido deaertos,-e'sal govex
,sd?
0 -S. DamOmBTo-Tod9mdoe nshe rdhablI
-fiha, urs aUSa do~q6aebssMhi~-d6 a
pide csucatro bmd~ etMnti


fer,-eertea rmved*e, qu eu advinaho eom qd4
A Vontatlde ao ouvwidas p6r Vv. ERes.
0 SR. NaLO-E aiua nIaaio diase tolas as verla-
des.
0 Sa. DSMocRiTo-N-ao disseo, nemo o dobro do
tempo e a meihor disposiqo physioa de quoe no
dispenho,minda nAo me animariam a dimer tidq
quanto p6de se dito contra umna s'ituas ; que,
no concettopublico, no conceito dos unparciaes,
estA causande a raina da patria.
(Ha um apart do Sr. Baro de Nezareth).
Eu aou rnsito eaaz de fazer elogios A adversa-
rios ; teaho bastante isen"o do espirito para elo-
giar urn aeto bIMrn do governor, tanto que tive oc-
casio de (aser Jlogios a urna certa indep adeneia
coin que o iilustreoSr. conalheiro Saraiva proce-
deu, quMIto am a reforms eleitoral, e principal-
mentc na verifieaeo de poderes na camera.
Termino, prtanO, Sr. president, agradecendo
a V. Exc. peuaulmente a -Attenq.o que me dis-
pensou na difwlhuwo, mas deixando, ainda patent
que V. Exe. kfi cruel para commigo, deitando para
diseustlo este project corn sorpreza, tanto mais
quanto, por motives que nao vem a proposito dc-
clarar, chegnei muito tarde n'estoe reciato. Mas,
conforme prometti, terei oceasiao de voltar Ai ma-
terin pars apretiar o project restrictamente em
face do nosso estado financeiro.
4gora, Sr. prWideute, permitta que eu me di-
rija a V. f.I. para Ihe dizer que quando me to-
Ihia o direito de discutir requerimentos do infor-
masef, talvez nao se lembrasse, de que na dis-
cussao.de forca policiai, eu podia fallar corn muita
sobra de tudo quanto quizesse.
Men estado de safide, que e pouco invejavel,
mao pernitte-mne que esteja ainda aqui. Mas V.
Exe. e o culpado, porque, tornou-se inimigo das
ioforis9os.
Uspcro, entretanto, que V. Exc. A vista da dis-
cuasso de forVa polieial, se convenceror d'esta vcr-
dade, e n o procurara mais coarctar-nos imp,.
dindo que disoutamos rcquerimentos de inforuia-
95es.
Tenho dito. (Muito bem, muito bern).
0 S. BARwo uE NAZARETH Fallou corn talen-
to, mas sen convencer.
0 Mr. Nile de Miranda-(No devolveu
seu discurso).
E' lido, apoiado e posto conjunctamente em dis-
cuasso o seguinte requerimento :
tRequeiro o adiamento da discussgo por 24
horas.-Nilo de Miranda.-O. Marquaes.
A discusac flea adiada pela hera.
0 Sa. PaSEzENTE' levanta a sessAo, designando
a seguinte ordem do dig : 2a discussao do projec-
to n. 1 deste anpo ; e la do de n. 15 tambem deste
anne; ;e continuaao da antecedente.


A commisso de reducqlo do lei, pro-
p6e que seja adoptada a seguinte redacao,
ao project n. 84 deste anno:
Art. 1.0 Para a execa$lo da lei n. 1,487
de 25 de junho de 1880, fica o president
da provincia autorisado a emittir apolices
aos jurors das apolices existentes.
Art. Art. 2.* IFicam revogadas as dis-
posi96es em contrario.
Sala das commissaes, em 29 de abril de
1884.
Adelino A. de Luna Freire Junior.-
JOco Baptista do Anaral e Mdlo.





Amemblaft Provinleial Funecion ou
hontemn, sob a presidencia do Exm. Sr. Barao de
Itapissuma, tendo .compareeido 33 Srs.- depu-
tados.
Lidaa actada sessoo antecedent, toi approva-
da sem debate.
0 Sr. 1 bseeretariQ proeodeu i, leitura do se-
uinte expedient:
.Un officio do secretario do govemo transmit-
tindo copia de um requerimento o documentos de
JeMe Orrico Braz Velho e outros em que recorrem
do despacho da Camara Municipal de Palmares,
que hes maroou o prazo de dons annos para mu-
darem os 8eus estabelecimentos das ruas d'alli.-
A' ewmmissio de posturas.
Outro do mesmo, devolvendo informadas as pe-
;icoes de Maria Joaquina dos Santos e Digna de
Santa Rosa.-A qeim fez a requisiqco.
@utro do mesmo,. transmittindo o quadro da di-
vide active e passiva e o orcamento da receita e
despeas pars o enerelcio de 1884 a 1885 da Cama-
ra Municipal de Panellas.-A' comuissao de orca-
monto municipal.
Uru ahaixo assignados de moradores na traves-
a deFernandes Vieira, pedindo augmento de trees
lampobes de gas na dita travessa.-A' commissao
de obras publicas.
Una petigio do engenheiro civil Heoaque Au-
gusto Miiet, ex-engenheiro de district da repar-
ti9ao das obrai publicas, requerendo a saa apo-
centadoria no dito emprego,- A' commissao de
lcgislacao.
Qutta de Seveoino Saraiva de Andrade e tenen-


te-coronel Franciseo Pereira de Carvalho, reque-
rondo am privilegio per 90 abnos corn garantia de
7 o/o so anne sobre o capital empregado para a ex-
ploraco uso e gozo de um ramal .de estrada de
ferro do Canhotinho ou Poo do Calho atW a vila
de Papacaqs.-A' commissio de obras publicas.
Otra.de Vicente de Moraes Mello, requerendo
o beaefleio de loterias na importancia de 3:OUO
extrahidas no exercicio future, afim de imprimir
a sua Grammatica Arboriaada offerecendo A ins-
pectoria geral da Instruc* o Publica 1,5bU exem-
plares de obmas su.-A' commissao de peticoes.
,Outra de Antonio Maximo de Barros Leite, pro-
fessor public da cadeira de Marcilio Dias, da fre-
guezia de S. Jose, requerendo um anno de licenja
corn todos os vencimentos para tratar de sun sau-
de.-A' commisio derpetigoes.
Outra do coronel Thomaz de Aquino Cavalcan-
te, arrematante da cadeia de Buiquc, requerendo
remissIodo que est. a ever a. fazenda provin-
cial.-A' comnuao de petioes.
Outra de Frederico Columbiano da Silva Gui-
marmes e Jogo Bernardo do Rego Valenoa, cobra-
dotes do Cohaulado Provincial, requerendo a ca-
thegoria de empregados publicos.-A' commissao
'de ti~o~es.
Ontra de Francisca Chrysolita de Carvalho, pro-
fessora interina da escola mixta da Malhada da
Pedra, requerendo consignagio da verbal para pa-
gamrento deo 4- ms, em que esteve em dita ca-
deira.-A' coumiaua de orqameuto provincial.
Outra dobacharel Job Lins Cavalcante de Al-
buquerque, requrendo deemvo e em additamento
A peticao que dirgo nesm e anno, quo se cortracte
eomr elle um aervigo 'de'treaporte por tracego ani-
na-a qualquuw-oatra sem ae r sobre trilhos.-
hA' commisslo de- petices.
OutrA.deJos"de Aruimatha Costa Pontes, es-
critbo daa subdelegacia de Santo Antonio, peque-
reondo o pagameoto'de 604J que ihe deve a Cama-
ra Municipal'do Recife.-A' commissba de ora.-
mento municipal
Outra de Antonio de Menezes Cysneiro Bandei-
a de Mello, Eoaor publico de Cnauy, reque-
jsndsqnes =a cadeima eleaua A 2a cutnancia.
rA' oesims dadeitteao public.
,WA hBpidu.u' ipaser cia kasisM o d
schfil a pRir I stCUL -84AMstxarin. -
'nm eadimhow ter padito a 'paavra oSr.

MOl piwnuqsa p"do!fAbr 6F1Wcmuitiauio Ade
4Sas p&Ml : an tro yar i iedot
,OWlH : t~ w w J .J ia lep


^lwlM dtkft i ,kz {dMt~(r idft


-'' ,


N. 107. Autrinaudo uplatuonte daprc c$
a dar novo regulamneto A Cass de Detenbo. 1
N. 188. Elevandoduas eadeias de la entraneid
a 2 e auma do 2' a 3a entranoia.
N. 139. Autorisando a desAender-se 164000*
eon o s eonerteo da ponte do Gymdahy. -
0Sr. Meara le Vasconeellos fundamentout urn
requerimeato, que foi apoiado e cuja retirada pe-
dio e obteve depois, solicitando informag5es pobre
a lei que autortsava o preaidente da provinitia a
expedir regulamento sobre a profissio de vris-
dos.
0 Sr. Democrito Cavalcaute, pela ordam fea
obmervages sabre requerimentos que se achdvara
sobre a meos pars serdm lidos e discutidos e b de-
viam ser de preferencta aos haovos.
Continuando a discussion do requeriment9 do
Sr. Olympio Marques, pedindo inuformaocs sobre
as provideuias dadas aeerea de um facto dehun-
ciado polo Dr. administrador do Consulado Pro-
vincial, relative ao monopolio exercido sobre pre-
eo do assucar nesta prai, foi rejeitado seak de-
bate.
Adiou-se pela hora, que foi prorogada lr 15
minutes a requerimento do Sr. Estevao de Oi!ivei-
ra, um requernimsnto do Sr. Demoerito Cavalqante
sobre as providencias que foram dadas no seihtido
de se fundar um Asylo de Infaueia Desvalida, ten-
do orado os Srs. Deinmocrito Cavalcante c Ferreirn
Jacobina. i
0 Sr. 1- secretario leu am officio de seerciario
do governor tranasmittindo chpia de uria portaria
do ExLm. Sr. desembargador president da provin-
cia prorogando at o dia 20 do corrente a actual
sessaao.
0 Sr. Olympio Marques, pela ordem, envibu i
mesa urnm requerimento de urgencia por 10 min-
tos, o qual fui rejeitado, avisando a administrnt-ao
contra a amcar a de alteraioo da ostden public,
na freguezia do Poeo da Panella, feita por ur deo-
putado gcral, que protest e'nbaraqar per mieios
materials a celebramaode unsexercicios religisos,
que devem ter lugar neste mez na igreja n-
triz.
Passou-se a ordem do dma.
Approvou-se em 3a discussao, seudo remettbfo A
commissao de redacio, o project n. 51 dcste
anne creditss cstraordinarios e supplementares),
orando pela ordean os Srs. )Demnocrito CavalcAhte
e Drummond Filho, que requereu e obteve que
fosse nomhinal a votacio. Foi approvado o projec-
to por 18 votes contra 12, e rejeitadas as emeiodaa
n. 3 per 17 votes contra 14, e n. 4 por 17 vbtqs
contra 12, pela form seguinte:
Emenda n. 3: a favor os Srs, Aristarcho Lof,
Olympio Marques, Meira de Vasconcellos, Vis on-
de de Tabatinga, E. Coutinho, G. Cavalcante, B, de
Nazareth, Fiel Grangeiro, Juveneie Mariz, Aniaro
Fonseca, Maximiano Duarte, Praxedes Pitanga,
Joao Alves e Augusto Leao, 14; e contra es irs.
Estevlo de Oliveira, Paulo de Oliveira, Silmano
Cavalcante, Santos Pinheiro, Nile de Miranda,
Pereira de Lyra, Demorcrito Cavalcante, Cwiha
Beltrao, Arruda FaleAo, Amaral e Mello, Lure [.
de 84, Drummond Filho, Santos Pinheiro, Fe-'ei-
ra Jacobina, Rosa e Silva, Luna Freire Juair e
Antonio Correia, 17.
Emenda n. 4: a favor og Srs. Olymplo Marqi (,
Meira de Vasconcellos, Antunes Pinheiro, Nil( do
Miranda, Democrito Cavalcaate, Goes Cavalca t,
Lourengo de SA, Drummend Filho, Fiel Gran ei-
ro, Rosa e Silva, Antonio Correia e Joao Al ei
12; e contra os Srs. Aristarcho Lopes, Estevao do
Oliveira, Paulo de Oliveira, Silvino Cavaleite,
Visconde de Tabatinga, Cunha Beltrao, Erm rio
Coutinho, An'uda Falcto, Amaral e Mello, Sato
Pinheiro, Ferreira Jacobina, Juvencio Mariz, -
na Freire Junior, Amaro Fonseca, Maximrn
Duarte, Praxedes Pitanga e Augusto Loeo. 17.
Project: a favor os Srs. Aristarcho Lopes, -
teviEo de Oliveira, Paulo de Oliveira, Silvino I-
valcante, Visoonde de Tabatinga, Pereira doJe-
ra, Cunha Beltrbo, Ermirio Coutinho, Arruda F
cio, Amaral e Mello, Santos Pinheiro, FFerreira
Jacobina, Juveneio Matriz, Luna FretrecJuni r,
Amaro Fonseca, Maximiano Duarte, Praxedes i-
tanga, Augusto Leao, 18; e contra os Srs. Oly0
pio Marques, Meira de Vasconcellos, Antuines I
nheiro-, Nile de Miranda, Democrito Cavalean1
Goes Cavalcante, Lourenoo de Sa, Drummond 4 ii-
lho, Fiel Grangeiro, Rosa e Silva, Antonio Correis
e Jobo Alres, 12.
Adiou-se pela hora a 2a discussiq do project n.
28 d'este anno, art. 1 (garantia por 10 annos cos
juros de 7 o/% at6 2:0005 As despezas organisata
por agricultores que destinem "4 fundiao de en -e-
ahos centraes) sendo apoiada urna emenda do -r.
Aristarcho Lopes e orando o Sr. Demcc-ito Cavyd-
cante.
A ordem do dia A: continuacbo da antecedent .
Adjunto de promoter pnblico--P
actor da Presidencia da Provincia, de 20 de abrsn
find, e na conformidade da lei n. 2,033 de 20 d
setembro de 1871, foi nomeado o bacharel Anfret o
Moreira de Barros Oliveira Lima paras!exoraero
cargo de:adjunto dos promotores publics daci -
marca do Recife.
Autorildadc pollcial-Per actor da Presi-
dencia da Provincia da referida data foi declar.4-


do queo cidadco nomeado 1o supplente da su
delegacia do district de Iguarasse, chama-se Se-
bastiao Antonio de Mello Albuquerqne, e nao S-
bastiio Antonio de Albuquerque Mello, come fpi
proposto em officio n. 342 de 2z de marao ultinfo
pelo Dr. chefe de pclicia.
Tribunal do Jury do Recite FPi
honteam submettido a julgamento o process in.-
taurado contra o rAo Henrique Jose da Silva, i.-
curso nas peas do art. 194 do Codigo CrimaliL
Foi defendido pelo Sr. Dr. Jose Ma)ia de Al-
bnquerque Mello.
Em vista das respostas dadas aon quesitbs
pelo conselho de sentenga, foit absolvido o acex-
sado.
Benra&o de imagens-Hoje, As 4 1/2 o-
ras da tarde, tera lugar, na igreja da Santa Crz,
a benbo das imagens de Santa Anna, Nossa Me-
nhora da Conceim*o e S. Joaquim, da irmandode
de Santa Anna, erect na dita igreja.
Emancipadora Pernambucana -
Hoje, As 41/2 horas da tarde, reune-se eats so e-
dade no 1 andar do predio n. 57 da rut do Baijio
da Victoria.
Kex uarianno-Comecam heje, pelas 5 .
ras da tarde, os pios exercicios do mez de maio na
igreja matriz de S. Pantaleao do Monteiro.
Rendimentos pblicos Arrecalar m
as seguintes estacoes em abril:
Alfandega
De 1884 1.115:1464109
Do 1883 729:4824411
De 1882 851:1008787
De 1881 938:3276032
De 1880 864:5465714
Recebedoria de Rendas Geraes
De 1881 75:5955845
De 1888 80:7150780
De 1882 78:4824185
DC 1881 82:4555585
.Do 1880 88:5273598
Cwassu&lzdo Provincial
De 1884 92:235,711
De 1883 70:72484641
De 1882 172:9144351
De 1881 288:2974405
De 1880 170:.602994
MevLmento de dineu ro No proximo
finado n mez .de abril, sob a respousabilidade das
diversas companhias de vapores que servemn a
praya do Recife, esta t:
Rehbeu 458:9675850
sxpodio 351:7095fX)
A expedi* foi para :
ERio de Janeo !12:55QJ
Bia" -20:OOOWOM

er 2:.0( W000
5ue~~flae~rrtr Na perta .,4a i ios
da Santa Cruiz estA ha muito i0 oAW nQWiwo-
sian do .orsascLanrdo a Mii a A. all-
macto e traceto 4e.oaa ,WOefl;aVf.lkAte-
Iao vai de enentro aos prinaeipios deaide
teaj .rtoR~l>& aw fseivswg o.

e.Iseri o oua dme bsa l donj-a-,nM

mei
smris ao Lan. Sn. viscagdeo.oBio ,Rnano, por
t4WUMl~Se r%)usMO3~U4..Vttlo 5aMS~ad e
do vetra IWBs.
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(macdna mrte Club no lugar do oosia.
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Para todos acham Vv. Exes. cabaes justificati-
vas, ou antes, a respeito de todos, encontram jus-
tificativa para as autoridades; estou certo, portm,
que nito encontrar'o para a hecatombe da Victoria,
o morticinio da Viosa, no Ceara, o incidente de 25
de outubro, e outros iguaes.
Nao justificarbo jamais o facto de queimar-se
urma familiar inteira, nemr o governor, que galardoa
de direito o promoter, que foi alma do terrivel pla-
no, e que auxiliou a peauibo do chefe dessa
familiar, nao obstante ter-lhe promettido S. MI o
Imperador, a quern pessoalmente queixou-se, que
justiqa selthe faria. A justia, foi a cadeia e Fer-
nando de Noronha, em quanto que os criminosos
tiveram nomeacoes e premios!
En quizera que V. Exc. me justificasse essess
factos, para concluir, que os attentados de hoje no
siao favoreeidos polo hoverno.
Eu quizera queo V. Exc. justificasse o excusado
derramamento de sangue no Rio de Janeiro a
proposito do imposto de vintem; quizera que jus-,
Sfieasse as expulsbes continuadas de juizes d
direito das suas comarcas, quizera que justificasse
o rAsgamento das ordens de habeas corqw, quizeS
que juatificasse tantos outros attentados, quoe dei
moment) nio posso recordar. Em fim, quizesrs
que V. Exc. justificasse a restauraAo do recruta-
maenfo.
UM S..-DEuTADo--Quem foi oirecrutado?
0 SBa. DEMxocxTrro-Um individno chamado Do-
mingos Lonrengo Torres Gallindo. Conv.m dizer,
que veio voluntariamente. V. Exe. comprehend
que as auctondades nio diriam, qne esso individmo
fora violentado; ee memo diriA que assentou
praa voluntariamente.
(Ha um aparte).
V.. Exc. lemba factos semelhantes, acontecidos
no dorninio connervador.
Eu perguntaria a V. Exc. se um abuso, justifies
oque hoje se di.
Diz V. Exec. que um proprietario, no centoo,
que reputava-se fidto de garantias, pagvans quem
vigiasse cus propriedade. Eu tenho ara oppo
que, no Rio Grande do Sal, o commnercaoquotou-
seeoraegni a arda urbana paras defender
m sew n egeion. v ea'V.M. que dierensa -.
Ainds no sane pamado d est tribana, Sr. pre-
sidmate, onreoheci, quoeas oaumams da fIta ida
4gwnaapnublic oiaomff a6 a fraquesa do go-
vmoae, Mu aim tabem a Lbta d uresa fora msn-
eroa que o. opudu corn rem laidad distri-!.
buir pelo6 teo doe xuddo a repruir r omptamen.
teos crmae. s.
Coavenho, ainds alato, maa ainda AZDs dadj

fpr hqam, parWes
^i~t~C Omoa Zt?%toirasea, quont
A a di.eetbsa, m: sta e. opsrtWen
i iter flee pomeno no i dsaio,
.U.MNOUMBAIONOpubli, a da



,S. SnaI So; "S

10 gMUM- Sam -AA^gr.


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44, 1p. 'andta-. du I -ie- ho3hg-
e. Resfenci a mao lo .
e di cousultas. cw8.e ftM 8
be chandlos- pr esripto. a
ra do dia ou da noite.
,. mpdiao, diqeonsulta da&. 8. Ap
manhlt A, zu do Barlo da
S48, 1.0 atdar, par a ondes he
rigido quaquer chamasdo.
edieo-eSnrz a do DOr. A-
e M-irfg e r M
em seu consultorio run
osario n. 50, I" 1mdart de meio
ras da tard.. Chamados por


VM~wV~i mW W3t*% D* 5"0xnwi
n,,' { |*


if- aU Ril tjlb hra, us rua Karol-
tadlbqu& M11 dernostVdhl -ofM act~
b*o q ueS a, a I heras, na.rus do Born
AA I'M t; -de9 moves, lonyai, etc., etc.
-- "A ns. :
Pe usatp0hrmoaoe iv, as 101/1- horl. nus
'travema do Corpo Santo -n. 27, de movrels, leogas,
eft, etc.
Pde- q d Mabirtim, As 11 horaA, na run a No-
ws do SantJ$tA 191.do prdio .
P agate y rto, a. l hours, usna runa do Li-
vramento n&m 3 de predio.
Pelo ageym litlo, as 10 horn us na rua da
Auromra n. 7, de moves, vidroe' loungs, etc, etc.
Pdlo yoene fr edo Gwrdoae, 1 a 11 haras, A
ma do Born Jbmu n. 47, de movei, loupsi, vidras
oeorystaes.
Sabbado:
Pdo ageate Carns. eSilva i s w o dia, na tr
veasa. do Corpo- Santo n. 27, de prediom.
Polo ageate Gmauso, is 11 boras, no 2" andar
do sobradeo rua do Livramento n. 51, de- mnveis.
IaSa ftaebres-Serlo celebrada :
Ae'': as 8 horap, na igreja da Cpncei-
$o dos Mhlltares, por alma de D. Amelia Clbmen-
tina Poreira dq Carvalho.
Sabbaud- as 7 1/2, na igreja do Carmo, por
alma de Munoel Francisco Pontes.
3a"tato0 publleo. Foram abatidas
no matadouro public da Cabanba 92 rezes pars
consume do dia 1 de maio.
. raosagetrou-Chcgados do norte no vapor
national Giquid:
Jos6 J. Gomes, Francisco Candido F. Mello,
Bernardo J. Martins, J. Henriques M. de Oliveira,
Luiz Ferreira Albano, Laurentmino HIL da Silva Cas-
tro, J. Lucas Alvares, coronel Onofre Jos6 Sca-
res e I tilho, Antonio Bezerra de Almeida Galvilo,
Francisco Antonio Alves Ferreira, Abdias E. Pe-
reira do .Lago Filho, Mapoel do Couto Medeiros,
Antonio Jos6 da Costa e Vicente Rifano.
Chegadns de Hambutgo no vapor allemao
Corrientes:
Artuur de Mattos, Francisco Vimra Perdiglo,
Rodolpho Perdigao, Eduard G. Stuard, Gaspar
Lopes da Cunha, Manoel de Souza Franco. Pos-
sidonio da Silva'Porto, Domingos J. Theophilo,
Luia F. Pacheco'Tavares e Zualmira Olindina Ra-
mnos.
Sahi'1,5 para os portos do sul no vapor na-
cio n I .'L F',tt i-i.' *i
Angusto Loblo, Jos6 Mauricio Borges Junior,
Delmiro S. de Farias e 1 criado, Manoel Paes
Barreto Pereira o 1 criado, Jo.o Rodrigues de
Albuquerque, Joaquim Jos6 de Arauje Lima Ro-
eia, Friancisco de Menezes 1 sobrinha e 1 criada,
W. V. A. e Antonio Alves de G. Lima.
Loteria da provincEla -- Hoje, 1' do
mez de maio, ser. extrahida a loteria 33.',
em beneficio da igreja do Poqaio de Cimbres, no
consistorio da igreja de Nossa Senhora da Con-
ceiqlo dos Militares, onde se acha.r.o expostas as
turnas e espheras arrumada em ordem numerica
apreciacio do public.
Loterla de 5:OOOSOOO--A loteria 146'
series B., corre impreterivelmente no dia 2 de
maio
0 resto dos Illhietos acha-se a venda na Casa
Feliz A praqa da Independencia us. 37 e 39.
Loteria-A de n. 116 B, do Rio de Janeiro
de 25:000500) ser:'i, extrahida no dia 2 de maio.
Bilhetes a venda na Caia da Fortuna, rua 10
de Marqo n. 23.


Engenho entralide Camaragibe
Acha-se defini ivamnvnte designado o engenho
r'a stanha Grande nas prosximidades de S. Luiz do
Qu Itunde, para rielle ter suia s6de a eng.'nho con-
tra I de Cnmaragdbe.
Preferi,)-se p'orL conseguinte o vall- de S. Anto-
nio ao do Camanirgibe, o que nio estava talvez no
espirito infiuito db decreto que concede aquoel-
la fabric sob a designaaAo de Camaragibe.
Corn effoito u9 l nos coastal que os engenhos
centraes, estejam'sendo concedidos por comarcas,
padendo-se denteo dell-is escolher esse ou aquelle
ponto menos con,'eniente.
A designa9l.o que e'les trazemni 6 quasi sempre o
da zona ou varle em que devem ser localisados, e
que se teve em vista favoreccr.
Entretiuto assi=m nio aconteceu corn o de Ca-
maragibe que afi al couverteu-se em central de
Castainha Grandd.
Qu:d a razao dessa preferencia foi o que atW
hoje nao lograramq saber os agricultores do valle
de Camaragibe. i
Como continue sobre este assumpto complete
Ssilencio, convey r precial-o, pondo desde logo de
parte quaecquer ersaonalidadesa.
No vi pois alg um ontra iuteressado encher-
gar despeito aond s6 se levant umjusto protestot
contra o desac:rt da companhia na escolha de
loc'l do engenho rojectado.
avidentementa a engenho tinha por destiny o
vas do Camarag ibe a todos Os respeitos superior
ao valle menor de S. Antonio.
Para o norte da provineia serial excusado conm-
parar as vantagon" ou incouvenientesjdessas duas
bacias no ponto do vista da culture da canna.
Como porem f6r4 d'aqui nem todos conhecem as
nossas couats tao {e perto que n'um caso seme-
ihante p)ssa corn ufficiencia julgar a questao,
entendemos do noso ever ventilar as duvidas
que se seguem.
Podera por ventura o valle de' S. Antonio equi-
parar-se ao de Camaragibe qier como zona assu-
careira quer cemo tegiko navegavel ? Basta, para
realvar a superiorilade deste ultimo, considerar a
vastideo de muss terras de Massap~e o nus~ero deo
desesseis engenhosi que bordam o rio ; e quanto a
na\ egae.o, que da eidade do Passo, ao povoado
Cachoeira medirae cinco legnas franeamente na-
vegaveis por canoes do porto at de cem -e mais
saccos de assucar,I -
A extens'o e bopdade dae terras slo tradicio-
nalmente conhecid s e afamadia.
Quanto a naveg bilidade, provada, como vimos,
dcsde os comeaos 4o povoamento do valle, pode
ainda ser beneficia.a de maneira a tornar-se o
rio uma facilima vi de trnsporte para a canna..
Devendo o enge ho central moer a safra do
contract em cem ias, supponbamos de setembro
a janeiro, de forms alguma os mais rigoromoe ve-
rses poderio preju( icar o transport por agus pois
que a maior baixa o rio di-se de fevreiro a
marqo.
Fallemos ainla do solojque 6 tudo em agricul-
turia.
Extensas varzeas a perder de vista, todas de
urma tal uberdade q e nuo A rar contar-so maia
de quatro folhas no cannaviaea, abririam almn.
disso a caltUra da x osa precio a grain ea espa,
9o immenos.
E 6 tal a ease re paito a capeeiad e fertAi-
dade do valle de C a ibe quae nlo mis c-
geraco dizer que o ie eomprt do" wis
o typdo projected,
De qne,po, p isa mats uwa engenhooQ-ftt
quanto a localidad4 ? "
Cannas em abundancia, bfilidade e baratm ft
transported.
mitte o transport deanai Ca fM UJ M
tas reboesdam p~or quno= hiTUiL cp-te
*rprAA 81 eo~oa eeUfM <>; ti|
Prlcba e ni-wefibS~ Mf J
ni ambhe erS Pale- a.
Ainda miemo Pa o en#<(|b eBitM
divia-o-fisr, do r-ma oihe, mtuq 0


AgmSS~ l419ai3BaI
eqs6 dolg .J ^*." *^^ "


li-tfla irteam em


4.


do 36o, en


omli e. nm
da W ft

10 hormt
cr9pto &s~

Dr.




dfVictoria
medico da
proturado
perador 2.
jas da tan(
cio 36, ond
manha e n
qualquer h
Dr. Lyr,
11 horas c
Victoria, n
p6de ser d
Ot-inea n m
M. consi
Larga do 1
din As 2 hC


eeaexipto dirgidos a sen oonsultorio, ou na
ipharmacia Prambucapa, 4 raa do Cabu-
g n. 11'. esidoncia Capunga-rua das
Ijernambuc as.
S ConsulLtorlo medieo scrguleo
dentarlo
* 0 Dr. J 'quim Camara, di consultas
tedos os dis, do 10 horse da manha As 4
da tardd, rua do Bar-,o da Victoria n.
52, 2.o andi&Lr- Chamados a qualquer hora"

Dr. Bar to Sampaio, consultas deal As
4 horas tarde, na runa do Barto da
Uictoria n. 5, 2." andar, residoncia, rua
do Riachueol n. 17, canto da, ruas dos Pires.
Dourgard 4C.
Recife : a do Marquez de Olinda n.
16 Santo ntonio, rua Primeiro de Mar-
o n. 3; B W )-Vista, rua da Imperatris n.
54. Grand fabrica de cigarros a vapor.
Especialidadbs : Cigarros, charutos do Ha-
vana e nacioniaes, cachimbos, tabacos e ob-
jectos para ifumantes. Livros do medici-
na dosimetrikea e unico deposit da fari-
nba lac&ea de Nestl6, para os meninos de
peito e leite condensado.
Drogaria
Francisco anoed da Silva & C., depo-
sitarios do to as as especialidades pharma-
ecuticas, tint drogas, products chimico
e medicamen s homreopaticos, rua do Mar-
quez de Olin n 23.
Pharmm tcia Pernambucana
Rua do Ca ugA n. 11 de Antonio lar-
tiniano VWras pharmaceutico. Avia-so corn
promptidAe e esmero todas as receitas e
encomnendas que Ihe form zonfiadas.



PUBLICI&OES A PEDIDO
i


detado .L s& pa-af auaumio o exercicio c hou,
ve a dee n do itos eavallor ao matuto, sem
Bsa eST ae de meua algumsa a tal reapdito, e
am00 t torvoltado mais A min 1 caaW,
41tpernwa~heS*8.gue:
a mhi S. : nlto noo eu Ihe offi-
ml a J~'f & wtUsMNwoel neeeamidade a mi-
S "',da es mais ne a responder A S. S.,
tAob hpvido a eauttega dos ditos eavallos ?
Wa tim b s a a % mmiavndicar. oue anando o


&U


rutera inptve, emt oure..,o qu, o -
Yal de e~pep td ipq d wo en8
.Ie. am li P qyui pBMtB fsww acocidp, de. u e
.spowlA es, n attendpq aso iptermWe
ocompaihma, nem po acoberto a re-pos,,apili-
dade do estodo.
Sobretudo ftteu grane injustiga part.
coMn 0 vAle dt~abt~t
Dfboemoe q *sra o temrn a forga
catwc o c p.& #Odo gverno oetivet defi-
niimiiisente j. wm se miundA foa e tem-
po. bet ooUveri oquo o ifmal r.earcfivo fi see
a;m. a& dun- agi w am studo compare-
Vafa ato qwq A. rojec~qa ffbrica tros-
vlou-se e que tatresu pol desconhecimento do geo-
graphia, da provinoi, de esns engenheairos tora-
yam a humilde de Sante Antonio polo vaesto Gas-
rgibe.
Pa de CamaruAgjbe,.2a de abtil de 1884.
*

b Btreiras
Ako Inelyto ametlor do beeen

Entre espmhos xaseem rosas.
Logo que sapa o dqsgosto chega o pra-


'F," b do. .io mue
OMfla, momnw .' ds e a 8t




rl., n19 B & sim l, s mhnrsio
& a ,idot o IjutQa.'I, pqnts o
na wirmtlor z qe jmid nll. dopobre map-
t(o, awnidota^T/qc hvb6.perdkb< telnp)



aciae, do. houons euto .ad
T?^wt oonbuWn, e Wit, 9 %pVor.



Wktaq ; ito tam 6 4 Ot1 emrqt& oiapP
qud~ieta- a dena do in mm iuhar
aon d anei -o proeodia btoe qua o" aO. 8.8 pi



rU a minis ; O.ifltBN pfi'oS
imp.oasem, p aoom quo fiad*s, f 0ep mlite



Mooartig, digo :--os hoeios. deem qua soi
IUndel ; as ,d de ,8S.
na Mt rests qIi 4e jamad Vaaodiri l.
onacca om msen as"






DE
qNe Dem Noessre Se mnha eorre;






Jesus Ukist.
Contdenuaci -o doe mdiaut. 7o8, 84,qeousu 85,.98, 95, 9Pa







o 98 do Diat-io,. para term~nzr corn a, Fa-
olzd a Naicmal nain go -.erwtoas
A crtid palo continua. m. Sr. common-







dador presidents da. !,pnt Corpimprolal, a
infelizmonto pars. mina as tetstmlanhas sib
Irotanto conhecidas.

7' TE.STEMLJUA.
Antonio Cartglos For io a da Silva, bran-
jalgamn









Firmaa, soltiro, ida 34 anos, nat ral des-
At provinia ondo reside n'esta cidade, seon-









Ido nogociante, toetomunhajgrada os San-
DE








to Evangehos, promttend dier a ve-
Jesus. MrWO







dade dao qud soubess. 7 8,h84, 85, fo9se p rgunta-7
edo, a costuMie dise nada. a, Fa-
Peruntada s Atonio. Fracisco Coga
tinha erlaglo corn a ca. do PEx. Lo. Goffo.mmen-







Roepondou quo elme.
dador president da ut casa commercial cos-







tumava a sacar sob Conga?
Respondou quo situ.
,infelizmerguntado sr a mim a hojtes continua ao








casa Le Goffo no mosma p6 d~o relav~es
mito conhecidas?
71 TESTEMUSNHA.







AtResponio Carlos Ferreira da Silva, bran-
3co, solteiro, idquAe n3o aos, natural des-
i'ta provincia, onde reside n'esta cidade, sen-







diano eiante, testemunhajra. Lda Goffe ao justifi-
canto. gelhos, promettendo dizer a ver-
Ndada maie do que soubesse no lhe fossi perguntado,
dpol aos costu jiz da o isse nada.oest dpoi-
moPerguntada no Autonio. Franciscm quo so Cofir-ga
itinha corn a testemunla cas o advogad P. Lo.
'.Rusponden que aim.






Er, gicutado se essa casa comm ire Percial cos- d
tumava a sacar sob Corga?
Respunden que sim.
Pergantado se ainda hoje continua a
casa La Gonfe no mesma p6 do rela5es
commerciaes?
Responded que ignora, porquanto a uns
3 ou 4 mezes que n'ao see've de interme-



diario entire iv.o intoSrin. L Goffe e ovjustifi-
ca ont. negro.
Nada mais di-ise nem Ihle foi per-untado,
pelo qu3- o j iizdauado por fludo esodepoi-
mento, mandlou lavrar este em que se fir-
ma comn a testemnitnla e. o advogado.
Ett, Vieeatr, -1 !':'i vli) Fruire Pereira da
Silva, escriva-o interino o e-screvL
ML1onene~gro.
Antonio Carlos Ferreira da .Silvz.
Dr. Josd Joaquim &abra.


etr.
E' o quoe noe s uccede doepois do urma lu-
ta deaabrida, travada polo morador do bec-
co das Barreiras nas columns d'osse Dia-
rio official, corn & Illma. Camara Munici-
pal do Recife, e, direta ou indirectamente
corn algianta mxip, coA referendcia Aqtuella
pretendida reediicad6 e oedificago na an-
tiga esquina d'aquelle becco, hoje rua. -
0 morador do'bocco!' Um ponco do at-
Stengo n: 0 morador do bocco qne nao pou-
pou esforgos, ainda mesmo que, a bussola
corn que sempre navegou desnorteia-se,
chegou comtudo ao fim desejado.
Quanto a n6s, Sr. morador, confessamos
corn pureza d'alma, nuaca, nunca tivemos
por capricho setr o nosso pequenino nego-
cio, n'esta ou n'aquella casa, send s6 a
nossa unica questlo a perda de tempo, es-
peranga unica quo nutre o homem, cuja
linhagem 6 procedente da mais humilde
camada dos povos, o camponez, cuja vida
tern por alimento o tempo, somente o tem-
po, thesouro immense !
Elle cria o destrde, e comtudo 6 a area
santa qne garante a existencia d'aquelles
que o aproveita, e bemrn, e ficamos aqui A
falta de r6cursos intllectuacs e porque nao
seja tio enfadonho ao leitor, voltamnos ao
assumpto.
N6s nos consideramos, eparecia sermos,
martyr d'aquella 6poca, em que o inclyto
morador, qual fera embravecida, se apre-
sentava, e at6 muitas vezes faltando ao de-
coro, de aceordo corn o merecnimento, elle
assignalava, poreAn.- n6s, sem que tre-
pidemos cm fazormos -a defeza jus-
ta, somos obrigados a nos apresentar dan-
do uia demonstraasio ao public, que, a
esse finalmente, .nuito recommendarA o no-
bre cavalkeiro, o morador e seuns coopera-
dores, porque a nUaQo ser suns repetidas per-
tinacias nbo estariamos collocados, ainda
que nao era tae largo o pass, todavia va-
le muito o toer amigos, e amLigos como tire-
mos.
Estamos collocados, e nos parecendo nio
ter faltado ao nosso dover o mais sagrado
que usa o genero human, A gratid.o!
A gratidAo 6 o merito mais prompto quo
o pobre disp5e, .e que offerece ao que reco-
lheu laIureis, o morador.
Somos eternamento agradecidos ao no-
bre cavallieiro polos services (qu nos aca-
ba de prestar; e creia o public qus nun-
ca procuramos senio zelar o uonsso mes-
quinho interesse, unico caprie'L que tamos
desde a infancia.
Viva o morador do becco das -Barrei-
'ros.
Viva a abertura da rua.
Recife, 30 4e abril de 1884.
Antonio Rodrigues da Costa.

0 delegado de Nazareth 20. sup-
plente e o julz de
direlto da mesma eomarca
ao publieo
0 innoccnte artigo corn que sahio-se o Sr. Dr.
Hisbello Florentino Correia de Mello, no Diario
de 5 de abril... em resposta Ai minhia correspon-
dencia contra S. S. no Diario de 27 do passado.
obriga-me pela segunda vez a vr A im srensa, para
mostrar ao public sensato as evasivas corn que
pretendeu S. S. jusfificar-se perante os homes
de bern.
Principia S. S. pe.a maneira seguinte : que
tendo desapparecido do sitio do Matinho dous ca-
vallos, toram encontrados no cercado do Sr. casi-
tao Antonio Barbosa n... logo, pare S. S. o hr.
Barbosa nao os pegou em suis cannas !...
Este trocho de S -. conaiderado com madureza
nib p6de agradar muiio a quem foi dirigido .. -.
Disse ainda S. S.: que o dito matuto pedlo li-
cencs ao Sr. Barbosa para conduzir os cavallos,
e o Sr. Barbosa enfureoeu-se e o mandou espan-
osr e meter no tronco. a
AMmira te- sido o matuto espancado, como diz
S. 8., e eumpriudo-The nao desprezar essa queixa
come disao, na 9r dads andimento ao process,
visto o tor maalado. vitoriar I
iame Kinda S. BL; o matuto, voltando a miuha
caps per nao ter qberido o Sr. Barbosa receber o
oflo,-a ee oxondo-lhe o occorrido, lambrei-me de
diaer-lhe que voltasse c easa do delegado, a quem
jAsltava atleoto este negoecio.
Agora pergunto en i. S. S. :-como podia eu
eatar affecto a emm neegocio, quando logo no outro
dia aimediato ao a M. reeebi o officio de S. S., o


aos Santos Evangelhos, promettendo dizer
a verdade do que soubesse e Ihe fosse
perguntado, sos costumes disse nada.
Perguntado se Antonio Francisco Cor-
ga, a semana passada lhe entregou urma
lettra do seu saque aceite por uma firm
boa desta praga em importancia nio exce-
dente a 6:0006000 para descontar, eosem
Ihe limitar o desconto que devia fazer:
Respondeua que sim, e que nio poude
discontar essalettra, nem em nenhuma
casa commercial nem no Englik Bank.
Perguntada por que razio o Sr. Corga
nao tondo encontrado quem descontasse
uma. lettra ti o inferior, nao tern fallido ?
Respondoeu que 6 por que despoe do re-
cursos seas.
Nada mais disse noem Ihe foi perguntado
e dandoo ouiz por findo este depoimr6dto,
em que-se irma con a tstemunlha o advo
gado do justificante.
Eu Vicente Machrdo Freire Pereira da
Sua EserivIeo interino o escrevi. i
Montenegro.
Antonio Leonardo Rodrigues.
Dr. Jose Jbasm de Seabra.

9' TSTzMUNA.
Jaquqim Fop da Cots, branch, ida-
-e 5. sane, um twl data provinca, eon-
de mids neat oidade, 6 negocianmte ma-
,tfricsudb, twi*jud B^t
's, reaad ~~u "s e a doaa:

RLskomndqwUsed aeMjOeai

-eo i -^W-s A a

'lk|to re-

'^^^"^B-^ *AW* '^"'i-ft^E^ AO


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*, .. ,.
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a .. .


--4 '..a-
.
- ., ~ .


1~ I -
- -P


Advogado.


Como pede. Recife, 29 ce setembro
1881.
Montenegro.

Conclusio. Aos 29 de setembrode 18
fago estes autos conclusos ao Dr. Thoi
Garcez Paranhos Montenegro, juiz de di
to especial do commercio. Eu, Vicente J
chado Freire Pereira da Silva, escrivao
terino o escrevi sobrc urma estampilha
Recite, 29 do setembro de 1881.-
cente Silva.

SENTEN'A :
Vistos. Hei por justificado o deduz
na petigAo do folhas-duas, em face
depoimontos do folhas 11 a folhas 23, p
que produza os effeitos olegaes. *
Custas pelo justificante a quern se
etregues estes autos.
Nio sd tractando de negocio adminisi
tivo, nerom de questio contenciosa, poJ
de uma justificagAo para ser apres-nt
como documento, em cuja occasflo pod
ser apreciada, nio tern fnndamento a
competencia allegada de folhas 23.-Ai
dio da Relaio da cOrte do 18 de feve
de 1875. (Direito volume sexto, pag
620). Recife,. 4 do outubro do 1881.
Tomaz Garcez. Pa,'rhos Montene

Publicaglo. -Aos 6 de outubro de I!
em audiencia do Dr. Thomaz Garcez
ranhos Montenegro, juiz do diroto es
cial do commorcio, foram publicados e
,tes cornm a sontenga.
Eu, ViWent. Maichad Frire Pqreira
S4a, escriveo interino o escrevi.

' Ceiqp que dld suiu da sent
naieMtificant tocise, 6 de outu
;bl 8L.0 suo ivfq t o,TVieate.






84 0 T
--0
, -" '' '' *
.. '..,--. =; ---,as. .-J


;tf mefll &4*4 pM935, qu@Circlums
tocias concFomm. para o 0esappareci.
monto do. creditobd6 juatifieante, tal como
o de, negoaio relative a apprehen9aes e car-
regmuentos.
Perguntado por que nio tern fallido?
Rewpondeu que 6 per ter recursos pro-
praoprios, aer ora hboem trabaihador.
SNada mais disse nem lhe foi perguntado
e dando o juiz por find o depoimento,
inadoL lavrar este esu quo se tirma corn a
ttetmunha e o adevogado dojustificante.
Et Viente Machado Freire Peretra da
Siva -Escrivio interino o escrevi.
Montnegvo.
SJoaquin& Fdippe da Costa.
Dr. Jdse Joaquim Seabra.
*
.',
Esta testeamunha Exm. Sr. commenda-
dor presidents da Junta Commercial, de-
paz corn vontade igual Aquella corn que
fui pars o-Hospicio dos Invalidos e,-
NIQ COX AQUELLA SATLSFAQXO" QUE TIVE
AO. VER-MI LIVRE. DOS 088. EIRAS E DO CE-
LEBRE OHEFE ESPAINHOL!. .. Este espa-
nhol e aquelles senhores... DEUS NOSSO
SENHOR me defend de entrar mais nas
cass de--MOLESTIAS'; so cahir na jariadi-
diglo d'elles -NAo ES9REVO MAIS.
ft.
1.0. TESTEMUNHA.
Miguel Jos6 da Motta, branco, casa-
do, idadp. 42 asnos, natural desta pro-
yincia e residents nests cidade, ode 6
corrector da praga, testemunha jurada dos
Santos Evangelhos promettendo dizer a
verdade do que soubesse e Ihe fosse per-
guntado, aos costumes disso nada.
Perguntada so Antonio' Francisco Corga
a semana passada entregou-lhe uira lettra
do seu saque, aceita por uma firma boa
desta praga, para ser descoatada, sein li-
miitar taxa do desconto :
Respendeu que 6 verdade, mas que a
lettra nuio foi descontada, tendo ella tcete-
munha so dirigido ao New London esse
recusou-soe descontal-a, nao sabendo die
testemnunha porquc.
Perguntada so a casa de Corga gozava
do credit ?
Respondou que stm.
Perguntada so inda hoje goza?
Respoudeu nao pode posetivameinte af-
firmar, mas que tcldo-se-llm ICtJ, :,I-
prehonpZles. coLno contrabaudo do e;nbi'r-
cac65es e mercadorias, ilo naturalinut.
depreciou o credito do negociante.
Perguntada como teado perdido o crcdito
ainda nA0o falliu ?
Respondeu que 6 por scus recurs'as pro-
prios e por sea trabalho.
Nada inais disse nem Ihe tA perguutalot .
e dando o juiz find este depiiii,:icim
que se firma corn a testemunhlia e o aivu-
gado do justificante.
Montenegro.
Mhud Jusi da [off/a.
Dr. Jus,'; J/,v/tim Sci b,','..
Certifico quo polo advogalo do ja-stifi-
canto foi declarado nfo prodftzir mais tos-


e,3C-ritv: ), 'jr((//i,., /(.,.,, '/',( A,:t t. -t/.t?//'b.(;
No vr.-.n d.I ti.illzas 173; e 177, foram-
me apontados us scgruiutes periods :

lim. .Sr, adiuiuistrad,:r 1do C'unsulado.
D)iz Antonio uF.rauci.-Ie'j Co'ga, quo ton-
do i.lo di,.sigunada polo Exm. Sr. presiden-
te da proviueia, tmua comuissiLo para exa-
iniuar ,;-.--Ft..iLL' nos deipachos que
u;to satilizoramai S .\, s iMI').L-,in'ES A.UANA
iudic-adas pol,-.,a leia proviiaces., e como
Cssa cnmissA)o fez tun rlAatorio dos ( sews
tv.Aballh,:,s indican,,o, os uu.mIL-ros dosi despa-
chlios lue tinham friaudes, A IMPOUTANCU.
DE'.TA, (UALi.L1I.\LDL DA.S MEiL'ADolh)'Ai
.A qLL'EI L Lt -LNCNTs, p)or estas razlea e
a bim do aeu dir-it. o supp))licaute requer
a V. S. para que si., digne maudar certi-
dicar os naeRuoros dos deapachos. as quaa-
tias quo cada um d'elles tern a satisfaer
por iadiea9hao da dita commissAo, qam
PLRTENCENTES A FIRMA CORGA FIGUEIB-
DO & C., OU FIRMA INDIvIDUAL DO SUPPLA-
CANTE.
N'estes terms peDe a V. S. deferimam-
to E R. M[c.
Recipe, 18 do dezembro de 1880.
.-1,,im; Francisco Corga.

Certifique o que constar.
Consulado Provincial, S16 de dezembra
do 1880.
Carvalho Moura.


Em cumprimento do despacho retro,
certifico que tendo revisto as relaoses das
differences e dos vicios enaontrados pelat
commisaao de exams do Consulado Pro-
vincial na cobranca do imposto de 'consu-
mo pela CONFRONTA(XO DAS RESPECTIVAS
GUIAS DE PAGAMIENTO, COM OS DESPACHOS
DE IMPORTA(AO DA ALFANDEGA, em ne-
nhuma d'ellas encontrei o nome do sup-
pliante individualmente-e nem da firm
social Corga, Figueiredo & C.
Para co-star passei a presented. Consu-
lado Proincial, 241de dezombro do 1880.
Josd de Olivceira Cavalcante,
Primeiro escripturario.

lllm. Sr. inspector da Alfandega.
Antonio Francisco Corga, proprietario
das baracaas Don Frei Vital -desdo 1875
e da (Ge'ieral Osorio desde 1877, Ella
Zoila e Serpa Pinto desde 1878 e 1879;
requer a V. S. para que se digno mandar
passar por certidto se algumas das indi-
cadas barcagas foi-APPREHENDLDA POR CON-
TRABANDO OU PFOR INFRAC0OES FISCAES,.
indicando o process de cada uma d'ellas
verbo adverbum.
Nestes terms o supplicante.--Ped.- do-
ferimento. E. R. M.
Alfandega, 9 de setembro do 188'?.
Atonio Francisco Corga. .

Passe-so nio havendo inconveniontS.
Alfandega, 9 de setembro de 1880,
Gomwt d C*Qr.

Certificoa qua do.
PMls archiva trw Do* Sgi Thsmw
cant ~ -b *a*94a~ AtlWS ItBKlll W&atit


- '. -. *
,-. ,* ,- ,'.-
-** .- ..-.t"-& u-k'lt^ ^


Mercado Municipal de S. h osS-Para
este estabelechheuto entraram no dia 29 de
abril 4S bois, pesando 3,632 kilos, pertencen-
tea a diversos.
Foran, vendidos a pre,,)o de 640 at5 320 r6is o
kilo.
No mesino did catraram Para o mesmo es-
tabelechinento:
Peixe 3P3 kilos
Fructas 10 cargas
Farinha, milho e feij.o 80 ditas
Suinos 2
Carneiros 3
Preqos do dia:
Sato a 61t.) reis o kil).
Ca'n-ciro a 15 idem.
Furinhlia ))0 ris at. 32;) a cuia.
Milho de 4Si) a 400 reis a cnia.
Fcij:io de! 1350:) a lU2o) i)i-ia.
ForLin arrecadaios:
55) talhos de carne verde.
12 ditos de suino.
10 ditos de fiessuras.
70 compartimentos de lcgwnim;.
3-i idem de farinha e coanidas.
Deve ter aido arrece.dala neste dia a impor-
tauc-i:i de 19760)".
Caa deDelenciio.-M)wineato dos pr.i-
so3 no ilia 2) do corrcnte :
Ex;:t';ain pre3os 3)3, eintraram 20, s.iahiram 8,
cxiseaQ.31-5", a saioer : nai-riaes 2.'0, mulbheres
12, estrangiras 5, escravos 15-.Tot*l.5.
Arr upados 293, send : bone 283, ientes 10.
-T.)tal 2J3.
Cemilerlo Pablico-Obituario do dia 25
do Pmnil :
Jo\-) Fr.nc'sco Neismes, Pern'-nmbuco, 39 aanos,
viuvo; g -stro hepatite.
Gervasia, 60 ann ;, .-olteira. Africa; tubercu-
los pulmonarns.
Anselmo Alves d.i Silva, Perniiambuco, 20) an-
ansos, solteiro, Boa-Vista ; brouchite.
Maria Francisca da Conceiiao, Pernambiuco, 46
annos, viuva, Boa-Vista : diarrhea.
Carolina Maria do Rosario. Pernambuco, 55 an-
n1103, solteira. Boa-Vista : embolia cardiac.
Antouio Alves dc Carvaliho, Portugal, 36 an-
nos, solteiro, Boa-Vista ; enterite.
Jos6 Jovita, Rio Graude do Norte, 71 annos,
viuvo ; pneumonia. -
Joa'o Baptista, Pernambuco, 9 dias, S. Jose;
convuis5es.
Marcclino dos Santos Poereita, Pernambuco, 65
annos, casadlo, Recife ; tisica.b
Adalgiza, Pernambuco; 2 mezes, S. Jos6; con-
VtilsSes.
26 -
Agricola, Pernambuco, 2 annos, S. Jos ; ente-
ritLe.
Antonio, Pernambuco, 15 dias, S. Jos ; -fra-
queza congenital.
Emiliauo da Silva, Pernambuco, 14 annos, Boa-
Vista ; variolas heinorrhagicas.
Joaquim Jos6 de Farlas, Parahyba, 22 annos,
solteiLpo, Boa-Vista; tuberculos pulmonarel
Antonia Maria do Espirito Santo, Pernambu-
28 annos, solteira, BoaaVista ; variolas.
Maria, Pernambuco, 7 mozes, Boa-Vista; va-
riolas.
Antonia, Pernambuco, 2 mezes, Boa-Vista ; co-
- lica.
Alfredo, Pernamb2co, 10 mezes, Boa-Vista;
diarrhea.
Ludgero Pedro Jolo Feruandes, Pernambuco,
22 annos, solteiro, Graqa ; esmagamento.
Sartyla, Pernambuco, 3 mezes, Graca; bron-
ehite.
Jos6, Pernambuco, 3 mezes, Graa ; entero co-
lite.
Joanna, Pernambuco, 11 mezes, Bel6m ; den-
ticio.
Urns crianca failecida ao nascer.
Miquelina da Conceieo, Pernmnbuco, 55 annos,
solteira, Boa-Vista : hemorrhage& cerebraL
Luiza Maria da Conceio, Pownamnbaco, 50
amnno, solteira; Boa-Vista ; a citei. -
Iibel, Pernambuco, 3 me2;ArOgado diar-
rh6, "
Lopoldua, 13 mezes, S. Jee. ; i deotilo.
De d4estes pela earidade.


?








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-*:-I!


<'1^
}..

y


A'& folm .16 -contb ., t "
me foi apoutado:
REQUERiMNTO.-Em equidp m
e advogado Antero Manoel de Medeiros
Furtado, foi dito e raqietido, qMe nSipo-
dendo .ter lugars precesso algm BOS m qui-
XB, DIMNCIA QU .M FLAGRANT, UII s Be
podia continumar no procesho para o qual me
fez a qualificaglo do r6o,--SEDO eoO a
AEONYMO 0 PAPEL QUE 8S APRESEITAO CWM
DEMUNCIA.
Sera irrisorio em direito servir mne-
lhante papel de titulo de denucia pwA
justificar o process comeoado, porquo det
nuncia somente 6 o0 ACTO RSVESTIDO DA$
SOLRMNIDADES INTERNAL E EXTBBNAS EXi--
GIDA8 PELO CODIGO DO PBOCESBO B EFOR-
MA JUDICIARIA.
Entretanto os direitos e-honra do r6o,
-eiigem que o process urma vez come-
gado como estA, prosiga 0c seus termoa
part ser completamente sentenciado; e
como quer que pars easefiam seja indiapensa-
vel a denuncia por parts da justiga pu-
blica e interesse do fisco : 0 digno jwi.z
made que o Dr. promoter public apre-
sente a competent denauIcia nos termnno&
da lei.

E sendo ouvido polo juiz, houve por
bern que os autos fossem comn vista aoDr.
promoter public para apresentar no prazm
legal.
E para constar fiz o present em que
assigna o juiz corn o r6o e seu advogado.
-Dou f6e.
Eu, Francisco, Rodriques de A Miranda
F,',.nco.-EscrivAo do jury o escrevi.
Miguel de Fkigau(iroa Faria.
AAntonio Fr,' icisc,' Cordjet.
Anteroa Manoel dA Mdeiros Furtada.

Sendo esto requerimento extrahido de
ama certidAto mandada passar por despa-
acho do Ihin. Sr. Dr. juiz de direito do
primeiro district criminal, Jos6 Manoel de
Freitas, em data de 10) de agosto de 1881.
Foi-me mais apoutado dsI folhas 472 a
scntenya que se segue.

SENTENy'A.
Contbrmando-me coin a promoga-o do
Dr. primeiro promoter public, constantse
-I_-- t', i'], T.-, S7."L, ,tt itra A.)t setter coai -
miLtLido o crimu, de contrabaudo previst.
no art. 177 do Codigo Criminal, was mer-
cadorias conduzidas pelu luigar Visconds
',, LF:ri,,,'.ii,, cmi viagem de 4 New-York
para c.-ta cidadc., Derc por part do capi-
tao J)iAo Dias da Silva Cura, nemr do pro-
prietario do mesmno navi)-o-Autouio Fran-
cis'..) C,-,n'g.a, mando 0ine b,-ja archivado
cesse proces-,o uo cartori)o jury.
Leci; d,- dezeImbI'o do 1(S, .
L n'ma.

E WAIL1 mlais se contiuliha em ditas peas
Z* a ,., .irjpr,.,.-, Ztittt:s mi,: i't.'jp'rto.
Eun, /"'.,/,:..: ', I L ,.'r/, .,ji, 'I, )finrondu
1, ',,,,, e.wiLiva', ,.o jury interior escrev.
O assign l.
l t.i-,t.:, 18 doe jaucino dc 1.,.1.
) ,- s.'ri va.o d'., .j ury. -- l'7,,,', i R,'dri-
I ,--,,
IS dtz c,,tonuc i, ao ii'i;iial nos proprios
a e.ij' ther :n< rep.ort.- e dlit Ic.
lLecife, lu L,-. ag,:)sto 1e l'Sl.-Subs-
1,'ewe a,.2,iru'uo.--Em fti dc verdade.--0


C t qf tcmunlias-Recife, 29 desetemlr) do... I
Curre notar, que esta testemuanha nAo 1881.-Don tX-0) escrivao iut-riuu) -- Vi,
disse que a casa de H. Bude & C., foi cante Maclhwi:, Frir'a d i ( iN '.
sempre simples portadora de saques de JUNrADA' -Ao ,29' d" e etemlbode 1'4S1.,
boas sommas, a prazo, antes das appre- junto a cstes autos a -,eguint p-.?ti.iao.
hengoes; e que nao tenha outra interven- Eu, Vi.cete MAochado F'ir<.: P.I',.i,', d,
91o. Silva, oscrivAo iuterino o escrevi
0 que ella devia dizer e que nao disse,
era ue antes das apprehcn5es a casa P. HlIm. Exm. Sr. Dr. juiz de dir:ito) da t
L.-oWff mandava suas facturas e couhe- vara especial do comm.ercio.
cimentos A casadojustificanto. Diz Antonio Frtncisco Corga, ,ite ten-1
E que depois das apprehences, a casa do requcrido a V. Exc. una justtiica'I,:!
Le Gotfe mandava as facturas das merca- de credit quo gozava o supplizaut-, e ,lque
dorias a casa do justificante, E OS CONHE- desappareccu, em consequencia das ap-
CIMENTOS A ORDEM EM CARTA A CASA DE prehensoes illegaes c intjuv;tais quc foran
H, BURLE & C., o que equivalia ao maior feitas em c mbarca(ocs e mrecadorias per-
descredito, por que se n )pagi,3-ssl os sa- tencentes ao supplicante, jpela Alt'auln.d i
ques feitos a vi.,ta, tambem nao tinha os d'esta cidade, o que tendo V. Exe. de.,':-
conhecimentos pars tomar conta das mer-In ado intimnar ao Dr. procurador dos f'eito,.
cadorias, QUE VINHAM COM A MARCA DA da FazUnda Nacioaal, este resp)nd,.u ,'.:-
CASA DO JUSTIFICANTE. nada tinha coin semnelhaute justifica;.o.
Sendo esta testemunha um moyor illus-' porque este juizo nao era compctente. \em
trade, quejA foi deputado provincial, QUE protestar: mas o supplicants veino pouie-
9 INTERPRETE JURAMENTADO DO ('CO.3ERCI-) rar a V. Exe quoe uAo se tracta do uina
creio que interessado em umra das primei- accao, mas sim de muna justificacto, que
ras casas desta praga-H. BLURLE & C.:I servirA do um dooumonto para a acao quo
4lamento que dissesse QUE QUANDO AS AP- so deve proper, pelo que competent 6 o jui-
PREHEN90ES PORAM FEITAS PREVENJO A zo do V. Exc. como qualquer outro juizo,
CASA DOS SRS. P. LE GOF2E, 0 neao sera o polo que o supplicant contra a alle;acao
tomadas estas palavrinhas no dopoimento, do Dr. procurador dos feitos da -fazenda
Exm. Sr. commondador presi lento eda Jiun- afinm doJ qteiuo no passe ella desapercebida,
ta Commercial. I pode a V. Exc que se digne mandar apre-
.* senate ser junta aos autos de justificacgto a
8a TESTEMUNIA. que so estA procedendo.
Antonio Leonarlo Rodrigues, branco, I N'estes terms pede a V. Exc. deferi-
viuvo, idade 40 annos, natural desta pro- mento E R. Mc.
vincia, onde rezide nesta cidade, 6 coiTe- Recife, 29 de setembro de 1881.
tor geral desta praca, test.-munha jurada, Dr. Jose Joivuium Seabrv.


del


71'


. le
























*:, cAORGA JUNIOR, passando em
'W' .9090oon a fita i -(OoAfGA IR-
b i '$l 1872, (twaem -qUecom SE
R+UUbVIDUAL 6 ipriapios de 1877,
*-4poi.noK da frina spo'al-COuGAFI-
mmB o & C., ,ie,. ainda na sua firma in-
dividual ,, foram apprehendidas por in-
f sac0es regulamentares desta Repartiqlo
ame'rcadorinas, -- DAQUMELAS MENCIONADAS
YiMAS, importadas per larcaes on navios
macionaes, ou ainda miesmo por navios es-
trangeiros.
Nestes termos.-Pede a V. S. deferi-
-mento. E. R. M.
Alfandega, 9de osetembro do 1880.
Antonio Francisco Corha.

Passe-se nao havendo inconveniente.
Alfandega, 9 de setembro de 1880.
Gomes de Castro.

Certidao, certifico em comprimento ao
despacho supra, quo dos processes e mais
papeis archivados nestasecglo, nao consta
qua durante o tempo marcado nestapeti-
$1o fossom apprehendidas mercadorias per-
tencentes ao supplicante, quer importadas
quer exportadas.
E para constar..- Eu Manoel Venancio
Alves da Fonseca. Terceiro escripturario
da Alfandega de Pernambuco, passed a
present em 9 de setembro de 1880.

E mais se ni'o continha em ditos docu-
mentos pedidos por certidao os quakes slo
por copia dos proprios originals e aos
quaes me report e dou f6.
Recife, 16 de agosto deo1881.
Subscrevo e assigno em f6 da verdade.
0 escrivao.
Guilherme Augusto de Athayde.

IEstes documents foram extrahidos de
unma certidao mandada passar pelo Illm.
Sr, Dr. juiz dc direito do primeiro dis-
tricto criminal, Jose Manoel de Freitas,
por despacho de 10 do mez do agosto de
1880.
*
Nao devo fazer commentagies ao meu
proceder, Exm. Sr. commendador presi-
dente da Junta Commercial.
Amanhi hade terminar a certidaio, e
vou-lhe depois apresentar o balance se
me deixarenm.
Recife, 29 de abril de 1884.
Antonio Francisco Corga..


Ao public
Eu abaixo assignado participo aos amigos que
no diam2 do corrente, sigo desta provincia corn des-
tino ao Rio de Janeiro e 6no me podendo dispe-
dir pessoalmente como era o meu dover em virtude
de ser uma viagem resolvida nestes poucos dias,
faco esta declaranIbo pela imprensa afini de que
os amigos queiram disculpar algumas faltas e ao
mesmo tempo me offereqo corn os meus diminutos
prestimos no lugart acima mencionado.
Recife, 1 de maio de 1884.
Antonio Dias de Paica.


O sequestro dos bens da propa-
ganda
0 discipulo amado, o apostolo da caridade, o
evangelista aguma, que penetrou os divinos arca-
nus escreveu no Apocalypse (Cap. XX v. 7) estas
palavras: ... Satanaz serd desatado de saa prisdo,
sahird e seduzird as nactes. ,
Nao e verdade que parece ter chegado o tempo
de que nos falla S. Joao? 0 que vetos por toda
a parte senso guerra hypocrite ou franca contra
Christo e suna igreja? JA da tribune do parlamen-
te de um paiz que se diz catholico nao foram pro-
nunciadas estas satanicas palarras:
0 clericarismo (diga-se o catholicismo): eis o
inimigo ?
Quantas ciladas os filhos das trevas nao armam
aos filhos da luz em todas as parties do mundo?
,, Satanaz seduzird as nacies. ,
Que o governo nao tern, sen'ao corn palavras ao
muenos corn obras, negado a Christo?
NMo tern duvida; estamos em pleno reinado do
anti-Christo.


SCOMMERCI0
Prapa do Recife, 30 de abril
de ISS4
As tres horas da taide
Cotab.es ufficiaes
Cambio sobre Londres. 90 div. 20 3[4 d. por 1m
do banco.
A. J. de Amorim Junior,
Pelo president.
P. J. Pinto,
Pelo secretario.


RENDLIENTOS
Mez de abril
LFAGDEOA=De I a 29
Idem de 30


RBCEBEDORrA=De 1 8 29
Idem de 30


.jassUrLAo PRovrIcirAi-De 1
Idem de 30


RECIm DRAiNtE-De I a 29
Idem de 30


PUBLICOS
de 1884
1,074:7405180
40:405A929
1,115:146A109
61:680433
13:915;412
75:5956845
a 29 90:6125937
1:622A774
92:23594714
8-8964271


805U614
9:7014915


DESPACHOS DE EXPORTAQAO
SEm 29 de abril de 18$4
Para o exterior
No vapor inglez Burswell, carregon :
Para Liverpool, S. Brothers & C. 500 saccos
com 37,500 kilos de assucar mascavado ; J. J. da
S ilva Campos 3 piIas corn 1,200 litros de aguar-
Na harca national D. Clara, carregou:
Pair Lisboa, N. M. do Eirado 300 sacoos corn
922,500 kios'd aWdear maseaVado.
No patacho allena & rt'lie, eamegou :
Pua oRio da;1Prata, J. 8. Loyo &Filho -6
Samrricas eo'w 5,450 kilo de assuecar branco e 200
S-ditas com 22,415 ditos de dito maieavado.
tPa|a Iterlo .
Nia Na eacunaeportuguea Voifawe carregou:
Para o Bi Grande do Sat, J. Guimares
1,5W c. Pm ieets.
Pam a o rAum-AD orin Irma.. & c. ,00


toes anSoOR ew S erer no institato -par*oow,
embora grudi sO, qontoexercir por m e e a
a propr mi a to" Ide pregar o Evange-
Iho a todas as es;,mi*a oonfiada priucipal-
mente a S. Peod e que dove esteader-se a today
aquellas reglo. m que nuuimipera a cruz,.
A1em disto o meols temporifes de quo dispoe a
Propaganda a-Ihe em grande part, forsocidos
por todos aB s fbdo mudo, que' Ihe confiam mss
esmolas par q ,e ee institato love os beneficios
da f6 christ a povbo barbaros e selvagena, e
nfo parm, papa nto de dividas de governs Serm
conseienema, iml ioa.
Entretanuo e govemno. ao apoderar-se do pa-
trimo~io de 8. I dro, publicara ums lei, chatnmda
daa g9wrantias e qne eco mpromiettia dei:mr pie.
nameate livrea, ppado.tudo quanto diseesse res-
peito ao seu min isterio espiritaal!
No se diga q e, corn ma conversao dos hens, nada
perde a Propa a, porquo o governor pagar-lh'-
ha os juros d i aportancia dos bens convertidos
em titulos de re da.
Quem nao sb que esseslbens vendidos judicial-
mente produzem menos do que valem? Quem
descenhece queo sjuros que os governos pagams
pelos seas tituloi de rends do mai modicos?
Entretanto as despezas da Propaganda vao sem-
pre um augment cown o desenvolvimento que vao
tendo as missoeI nas varias parties do mundo. E'
a ella q'ue se'de e a creaqo e sustentaglo em par-
te dessas florescntes misses da Africa, da Ocea-
nia, d.L China, d, Japlo, das Indias e das duas
Americas, e meao dos paizes protestantes e scis-


maticos da Euro )a.
A prevalecren os culpados desejos desse go-
verne serm f6, cri minoso, terA a Propaganda de se
ver impossibilitala de trabalhar, tanto quanto at6
aqui tern feito, wn santo e humanitario service da
educacio e civil 'ia'o dos povos barbarous e selva-
gens. Entao te o eumprimento estas palavras de
S. Jolo: E sub rao sobre a redondeza da terra e
cercardto as arrat .s dos santos e a cidade que-
rida.
Que fazem as acoes catholicas e seus governor
diante de tio pe do e brutal attentado contra
a santa igreja e icu chefe visivel?
Ergam-se os g< vernos e povos catholicos e po-
nham obstaculos violaciao dos direitos adquiridos
pela Proprganda e dos seus interesses externos,
corn os quaes faz tanto bern a humanidade, sem
distincao de rad is, que a isto os autorisam os co-
digos das naces civilisadas, os quakes autorisam-
nas ate a repellir a for"a corn a forma, por consis,
tir nisto o direito de defeza. (Veiga, 0 Direito-
pag. 173 e 174.'
13-IV-84.
T Mfondim.

moirVnTlr T ifo InonHanpo .Pnnmnmr


IIUW- IUI IIU k 11WIIIo UU UUIimjlflj
Dos ultimos j rnaes vindon da Bahia le-se u
seguiute corn re aqlAo a esta important compa
nhia :
Werda eiro patrimonio
EstAo sendo constantemente manifestadas as
grandes vantage s provenientes do seguro de vi-
da na New-Yorl Life Insuramwe Company cujo
agent o Sr. H. ritchi.rd, se acha presentemente
entire nus.
NNao ha muito t rnpo que os jornaes desta capital
noticiaram a avu tada quantia que par morto de
seu marido recel eu a viuva do Sr. Dr. andido
Bastos, da rkferi( a companhia ; outro facto vein
agora confirmar as vantagens do seguro de vida
eo o credit da con panhia que citamos.
0 Sr. Jos6 Soa es Pereirm. interpreted commer-
cial da nossa'praa, e fallecido ha pouco mais de
um mez, tomou el maio do anno passado um se-
guro de sua vida na importancia de seis mil dol-
lars, A New-York Life Insurance Company. Des-
se seguro pagou e le apenas o premio relative em
duns prestaSoes sm mestraes.
Pois bemrn a infc iz viuva e os tries filhinhos da-
qi elle estimadissi no moco, recebem agora, gracas
A previdente reso ucSao de seu esposo e pai, cerca
de quatorze conto que cm tanto montam os seis
mil dollars ao ca bio do dia.
Sirva isto de ex mplo a muita gene que esban-
js o seu dinheiro iem pensar no abandon e mui-
tas vezes na miser a que, ap6s A sua morte lcga A
sun familiar.


E' corn os presidenles dos Clubs

da Lavoura
Para que foram j creados taes Clubs? Presta-
riam contas os caieas? ou tudo isto foi para o in-
glez venr ? N'esta Apoca em que estamos corn a in-
surreicao plantada, em que os politicos que mili-
tam sob o synonimo liberal ou conservador, s6
cuidam em si, em que o proprio governor nio tern
se preparado para sta passage ? )ormem estes
Clubs o somno da ndiffcrenoa, embalados nos go-
zos das patentes d4 guard national ? Velai, ve-
lai para na cahirdis no abysmo.
0 viajante do balao de Julio Cesar.


Para Penedo, P.I Alves 6& C. 15 0arricas corn
900 kilos de assuca* refinado.
No hiate nacional D. Francisca, carregou:
Par o Natal, J. A. G. Pires Junior 200 saccos
corn farinha de ,andioca ; J. J. da Silva Caa-
pos 2 pipas cornm 800 litros de aguardente.
Na barcaea VInha Ver, carregou :
Para o Natal, P4 Alves & C. 5 barricas corn
300 kilos de assucar refinado.


MOVIMERTO DO PORTO

Navios ntrados no dia 30

Hamburgo e esca as 32 dias, vapor alle-
mao Corrientes de 1415 toneladas, com-
mandante F. ier, equipagem 39, car-
ga varies gene s ; a Borstelman & C.
Camossim e escatls 10 o meio dias, va-
por national equid, de 223 toneladas,
commandant Domingos Henrique Ma-
fra, equipagem 30, carga' varies gene-
ros ; a Compan iia Pernambucana.,
Sahido no imesonw dia
Bahia e escalas -, apor national S. Fran-
cisco, command ute Jeronymo Jose Tel-
les, carga various generos,
Liverpool- Vapor inglezBurs wvell, com-
mandate Juh, Els, cargam varies ge-
ncros.


Suspended do la
barca alleia Gutt
quo trouxe, *opitIc


servavjlo
marlo para Falmouth a
emberg, carga a mesma
Otto -R4104rum.


VAPORE9 ESPERADOS


Avon


I Mandos
SVl7le de MqateWido


Amazone
S. Fdex
Pe xnnamlieo
Cat opcsd
Advance
Belgrano
Timnar,
PFztagotia
Fin~ance


Samto


o sul
o norte
o sul
, [aEurola
BlaBla
,oenl
o Pacifido

epl'
-^^ ++ .:*
Za uropa
)aEuropa
Etsftps
e Nerw-port

Sul
Europa ,
k :Bl te .


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amanhl'
amalbih
a 3
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a 6
a 7
a 8
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a 11
a 12
5 a14./
Sa," !:


nerd nos mercados dA Ei
tad^a-UInidoo, d eond echoeg cofl~t^ti
Mente vivas reclamagos sobre a pessima
qualidade e mao6 acondicionamento, consi.
derawn que seria do grande vantage para
a lavirua d'ota provin dia .igir a presi-
deocis irculsr aos Srs. lavradores, por
ser de nose interewe tambem, que o ge-
nero d'estoe mercado aeja inelhorado, por-
que d'isso resultarlo ordens mais imgpor-
tantes e os pregos me toralr0 aa vayta-
josot; alm de quo N* 19 bmlwaoedi-
cionamrtento o genero i4egari aos mereidos
consunmidores serm depleciacto do qualida-
de, come tern Ao ED g ultiimos al-
nos, que, tendo-se ofeito compras muitis
vezes do assucr n. 10, quanido alli chega
s6 dado a. 7 mca dab d esta e d*,proe-
juizos incalculaveis, gue tern feito a r.ina
de muitak ui4 i *prtanteos. '
E' necssario, pois, que os Srs. lavra-
dores cuidem do genero corn mais atten-
9io e que tambem melherem o. acondicio-
namento que atA agora tern sido feito em
saccos de aniagem, mtteria esta fria, quo
por si s6 corrompe a mercadoria e a faz
molar em algumas semanas, cauanudo
assim grande quebra no pezo. e aeteriora-
IVo na cur, torque esses saccos sio Ynais
umas redes do que o envoltorio parsa o
acondicionamento de uma mercadoria tdo
important como e6 o assucar, que chega
quasi sempre aos mercados consurmidores
a granel, corn perdas importantissimas
para seus donos, as quakes so tornam de-
pois em prejuizo e descredito d'esta pro-
vincia.
O assucar 6 sempre preferivel em sac-
cos de algodio. porque o aqueco e nao faz
perder a cor, e mesmo quando por sou mAo
fabric melar, o sacco de algodao corn o
polo que o re este faz criar uma crosta
quo nao deixando sahir tanta quantidade
de mel, torns a perd no pezo muito me-
nor, que 6 e grande proveito para o
farador, porque quanto manor for calcu-
alda a quebra e deterioraciAo, maior prego
obterA pelo genero.
Permittam os Srs. lavradores que Ihes
ladamnos estas judiciosas observaqes, que
se forem attendidas resnitara'o em provei-
to de todos.
Bahia, 3 de julho de 1883.
J. F. Stael.
Doving e Szhroter.
Por procuragao de 'Boldi Kafenkampt.
Ferdaand Dobbert.
Por prozuraea'o de Laport e C. R. Mi-
chelsen.
Franx. Archkenoe.
Hein Ken Meyer & C.
Scharamm Stade 7 C.
Denis Blair & C.
Johnston Comber & C.
Moreira Irmao & C.

Espedcialidade
Para os que soffrem does de cabeca, ronco' de
ouvidos, atordoaoes, escurecinento da vista, fas-
tio sem saber a causa, dores de estomago e dos
intestines : do quadril e do mal de escandescencia
ou hemorrhoidas, que a casa de todos estes e
outros soffrimontos, que affligem e martyrisam a
humanidade, basta usar dos p6s ante-hemorrhoi-
darios do Dr. C. Fleischemann, especiauidade que
desde 1870, 6 feita e usada.
S6 depoms de centenares de boas curas A que foi
sujeito ao exame da Enma. Junta de Hygiene do
Rio de Janeiro, que approvou estes pds ante-he-
morrhoidarios, que e una combinaedao de medica-
msntos innocentes e do born gosto.
Cada vidro tern o seu directorio assignado pelo
proprio e unico manipulador Luiz Carlos de Ar-
ruda Mendes, que obteve a sanneconpe. ial em
tavor de seu preparado.
Depositaries em S. Paulo, Lebre Icm'ios & Sam-
paio.
Rio de Janeiro, Silva Gomes & C.
Cidade do Recife na Pharmnacia de Graciliano
Martins & C.
Preco de cada frasco 3|>000


Rua do Barao de S. Borja (anti-
gv do ebo) as. S0 e ,5
MIm. Adour, dedicada ha dezeseis an-
aos exclusivamente ao ensino, procurou
estudar minuciosamcnte quacs os dados
necessaries para a educa9ibo regular das
-riangas do sexo feminino.
Actualmente, auxiliada por sua filha
Mile. Alice, quo, durante dous annos de
residencia em Paris, entregou-se ao estudo
das materials, especiaes a educagao das
meninas, observando cuidadosamente s
organisagSAo dos estabelecimentos e sys
tema de ensino, resolve abrir um institute
onde os Srs. pais de familiar poderlo encon-
trar todos os elements necessaries par
dar uma complete educaao ats suas filhas.
No institute, que recebera alumnas' in-
ternas, semi-internas e externas, sera falla-
da a lingua framceza.
0 curse de educacao sera constituido
pelas seguintes materias.:
Instrucc'o religious nortuguez musi-
cas e piano arithmetica--francez inglez.
-geographia-historia -desenho e tra,
balhos de agulha.
Os trabalhos comegam no dia 4 de feve-
reiro proximo future.
Os trahalhos comeqaram no dia 4 do fe-.


vereiro.



Vinho dejurubeba paldista-- Xarov,,i.
nhoso dejurubeba paudista L&r anti 4po
rico de Mendes contra a syphilis em t
quer gado-Oleo elrmanteo do S-dardos
Pinha para uso i ternq e.extmno, conai
todas as does, eH 8 O Atmi oe Procuta-
dos Pd. anted*mwrrkidario; M estes
medicamentoa-sie aao wa"., pala Exma.
Junta doHygiene, Rio. db I oJaeiro
.\ ~ 4 0' :^r.^..^@B


*v **. ente ,int*-
*. ,Dk.'Jo^ ..m 44C raila
rin9 J~ Q#~-Be tco de ~es
DEPOSITQ,
.,Reedevna Aharmacia des Si's. (3mciia-'
no Martrius4' C
4' vend, i rtado.a; astba p har-iacias
(1d Irperio, e deposito au* drogairi6 do Sil-
vs Gom's & C.,- 4. ima de S. Pedro n. 24.
E continuum todos os outros deposits jai
annunciados.



Gon6alves & C., proprietarios da fabri-
csa Tigre, julgam de sen ever prevenir os
numerosos consumidores de. seus acredita-
dos cigarros, c0ntra a especulaco sermde
crescent d'aquflI.s que procuram todos
08 t0eios posveis eimIpossiveis para o
abs e ad suascasa(i) I
Actualmente correm por ahi uns cigar-
ros cujo papel tern o desenho de um bicho,
mas um bicho cavilusamente preparado, e
que facilmente se confunde corn o Tigre.
SAssim .6 que muitissimos apreciadores
,dos nossos cigarros hao sido illudidos por
.meia duzia de taverneiros que ainda
preferem aquelles dos nossos, pelo facto
de serem mais baratos, e conseguintemen-
te inferiores, nao se lhes importando o es-
tdmago e a bolsa do freguez, nem o cre-
dito de nossa marca.
Cautela, Srs. consumidores I Estudai
bem os tra9os do 7igre para nao serdes
Anganadas corn o tal bicho!


Dr. Augusto Serafim
MEDICO E OPERATOR
Consultorio rua do Varquez de Olmda n. 38
(Consultas das 11 As 2 horas)
Residencia rua da Imperatriz n. 17
(Chamados a qualquer hora)
Presta-se a qualquer chamado para f6ra da
capital.


0 Dr. Adriao
MEDICO
Continia a dar consultas das 11 As 2 horas da
tarde, em sen antigo consultorio, a rua Larga do
Rosario n. 36, 1.- andar. Chamados por escripto
a uqalquer hora, na pharmacia Bartholomeu & C.


BR, LEREDO APAR
MEDICO OPERADRO
ESPEClALISTA EM PARTS E MOLESTIAS


IMULHERES
Tom o seu consultorio em casa
rosidencia A rua da Imporatriz n.


DAS


de sua
30, 1.


andar.
CONSULTAS de 8 As 10 da manhi e
de 12 As 2 da tarde. Chamados por es-
cripto A qualquer hora.

0 Dr. Costa Gomes, medico, abrio seu consulfo-
rio A rua do Born Jesus n. 33, lo andar onde pode
ser procurado a qualquer hora do dia on da noite-
Aos pobres das 2 as 3 horas da tarde, gratis.
0 Dr. Vieira da Cuaha, medico interino da Ca-
mara Municipal, avisa que, por disposicio da Ca-
mara da consultas aos pobres do municipio, das
10 As 11 horns da manhit, em seu, consultorio, i
rua da Imperatnmz n. 20, 10 andar.


Clinica medico-cirurgica
; DO
Dr. Mello Gomes
Medico, pharmaceutcleo e opera-
dor

Ra o Igo5m52radr R. ,' a2iiar
Junto 6A Relacao
SEspecialista do febres, molestias venereas e syphi-
liticas (em ambos os sexos) e do pulmdo.
Pode ser procurado a qualquer hora da noite.
ronsultas : das 10 ao meio dia
Chamados por escripto.
Cura e opera estreitamentos da
urethra senm electrolyte.
Acode com presteza a qualquer chamado para
fora da capital.


0 Dr. Carneiro Ledo.
tern sou consultorio medico na runa Duque de Ca-
xias (antiga do Queimaao) n. 57. Consultas dat
11 As 2 horns da tarde.
Residencia a rua de Vidal de Nagreiros n. 13(
Chamados por escripto a qualquer hora do dia.

Curso livre
DE

Diireito Natural eRomano
0 Dr. Clodoaldo Lopes continue a leccionar as
materials acima refcridas e p6de set procurado na
rua Estreita Rosario n. 22, das 10 horas da ma-
nha is 2 da tardeo



{ } CLINICA HOM(EOPATIIICA {


1 iR. TRISTIO
SOs chamados devem ser dirigidos A sua
residencia, aonde di consultas das 7 As 9
}horas da manli. {
N. Xo Ruaa da Unifao=N. 15
OU PARA A
{ ~ PHARMACIAHOM1EOPATICA }
DO

n mDr.-Saki"
j 47 Rwua do Baro da Vtdoria 4 7



CONSTLTORIO MEDICO
CIRUERQICO
IDO

I r. '. leimimo de Brite

Consults e-elmudos a- q alqm'4,-
S d o W o i ...F *...
Na-,=+ rll.t ofrto'o1


Ageasla


easa de


ETHEO. JULS.
17--PRAIA DO CORPO SANTO--17
Contrata o fornecimento e assentamento
dos trilhos Decauville, levantamenieto de
plants para colloca&o das linhi i, etc.,
por medicos pregOB.

MANCHESTER
(I.NCLATERRA)
PEREIRA & C.

Negociantes
Fazendas e generous de exporta*o, ma-
ehinarias, atensilios diversos para fabrics,
engenhos, etc., etc.
Mawson Buildings, 28 deansgate---Man
chester \


EDITAES
0 Dr. Thomaz Garcez Paranhos Montene-
gro, commelnddor da imperial ordem da
Rosa e juiz de direito especial do cor-
nmercio desta cidade do Recife, capital da
provincia de Pernambuco, por Sua Ma-
gestade Imperial e Constitucional o Sr.
D. Pedro II, a quem Deus quai'de, etc.
Fapo saber aos que o present edital virem ou
d'elle noticia tiverem, que se ha de arrematar cm
pra= u public d'este juizo, depois da respective
audiencia do dia 1 de maio do corrente anno, o
bern seguinte:
Uma casa terra sita a rua de Santa Theresa n.
30, corn 2 portas de frente, 2 ditas no oitaio para o
becco do Falcaio, freguezia de Santo Antonio, corn
2 salas, 1 quarto, cosinha fora, quintal murado, e
portao no funde, cacimba meeira, medindo de fren-
te 4 metros, e de fundo 16 metros e 20 centimetros,
bastante estragada, avaliada por 1:2004000, cuja
casa vai a praca por execugao que move o major
Joao Caetano Abreu,contra Jorge Tasso e sua mu-
Iher. E nio havendo lmcitantes que cubram o preco
da avaliacio, sera a arrematacjio feita pelo o da
adjudicacao corn o abatimeto da lei.
E para que chegue ao conhecimento de todos
mandei passar o present edital que serA publi-
cado pela imprensa e affixado nos lugares do'cos
tume.
Dado e passado n'esta cidade do Recife de Per-
nambuco, aos 27 de marco de 1883. Subscreve
Racife, data supra.-0 escrivio, Jodo omes dos
Sentos Filho
Thoinaz Garcez Paranhos Monztenegro.


Edilal n. 20
0 administrator do Consulado Provincial avisa
aos contribuintes do imnposto de reparticao, esta-
belecido na lei do orcamento vigente, quo nesta
reparticao se farm a cobranca do mesmo imposto,
a bocca do cofre, relitivo ao 2' semestre do cor-
rente exercicio, a comecar no dia 1" de maio prn-
ximo futuro, devendo terminal no 30o dia util, na
f6ima do art. 42 do reg. de 4 de julho da 1879.
Conoulado Proviacial, 26 de abril de 84.
Francisco A. pe Carvalho Mouma.
EdItal n. 21
0 adminietrador do Consulado Provincial avisa
aos contril)uiamtes dos impostos estabclecidos no
art. 2* 30 da lei n 1786 (oreamento vigente) e 1"
part, da tabella a que se refere o 11 do mesmo
art., que uesta reparticao, a comecar no 1o de
maio proximo future, se fara a cobranca, a bocca
do cofre, dos mesmos impostor relatives ao 2' se-
mestre do corrente exercico ; devendo a mesma
cobranca terminar no 30' dia util, na f6rma do
art. 42 do reg. de o4 de jullio do 1879.
Consulado Provincial de Pernambuco, 26 de
abril de 1884.
Francisco A. de Carvalho Moura.
Colleeta felta de accord corn a disposicao do art.
4G das Inst. de 27 de jalho de 188,.
Rua do Barao da Victoria n. 48, Rodri-
gues & C., n. 59, 13 classes 25.-000
Rua do CabugA n. 3, Arthur & Dcsiderio.
n. 2, 2a classes 224209
la seceao do Consulado, 28 do abril de 84.
H. Perigrino.


0 cidadabo Antonio samico de Lyra Mello, juiz d(
paz do 20 anno desta freguezia de S. Joss do
Recife, em virtude da lei, etc.
Faco saber aos que o present virem que no dia
6 de maie proximo future, no largo do mercado n.
7, se hao de arrematar por quemn mais der trezc
animals suinos, apprehendidos pelo fiscal, cuja
arrematacio tera lugar as 10 horas da manhla,
podendo os donos dos animacs, dentro do prazo
legal, comparecerem, qne pag-ando a multa lHies
serao entregues.
E para constar, mandei passar o presente parsa
ser affixado no lugar do costume e publicado pela
imprensa.
Dado e passado nesta freguezia de S. Jose do
Recife, aos 28 de abril de 84. Eu, JasA Goncal-
yes de Sa, escrivio de patz, escrevi.
Autonio Samico de Lyra Mello.


0 Dr. Francisco Pothicr Rodrigucs Lima,
juiz municipal dos ternios reunidos de
Palwares e Agua Preta, em virtutde d
le i, etc.


Faco sabar aos quo o present edital de pray'a
de arrendancunto virem, que a requerimento de
Manoel Ferreira Bartholo e sua mulhcr, conse-
nhores do engenho Camorisinho deste termo de
Agua-Preta, tera de scr arreinatado em hastea
public o arrendamento por umin trienio do dito
engenho, monte e corrente, (motor a vapor) so-
bre a base de dous contos e oitoccntos niil reis,
por quanto f6ra avaliado e arrendado cmi 1879 a
1882, a principiar cm nmanio proximo vindouro, s;
scndo admissivel licitar quemn apresen -ar fiadur
idoneo.
DeverA ter lugar a primeira prapa tres dias
antes da primeira audiencia deste juizo e a u!ti-
ma nessa mesma audiencia c dep6is de findos os
30 dias da lei, contados da data deste edital.
E para constar se passou o present e tu;,
dous de. ignal theor que scrao publicados c affi-
xados nos lugares do costultie lanuando-Fe a corn-
petcnte certidao.
Dado e passado nesta villa de Agua-Preta aos
24 dias do mez de abril de 1884.
Francisco Pothier liodriqoes Lima.
E IH I n. 642.
D- erdem do in pector-geral da instruceqIo pu-
bliea, fao saber aoi interessados que no dia 5 (id
maio vindouro csn bearao pelas 11 horns da ma-
nha, no Gymnasio Pfernambucano, as provas es-
criptas do coneurso para previmento da cadeira
de geographia da Escola Normal Acham-se ins-
criptos os segnintes scnhores :
Bacharei Jos6 Bandeira de Mello.
Gabriel Henrique de Araujo.
Antonio Nobre de Almeida Castro.
Ignacio do Rego Barres Pessoa.
Scretaria da i'nstraceiao Publica de Pernambu-
co, 30 de abril de 1884.
0 secrctrio,
Pergentino S. de Arania G-alrao.
0 Dr. Migue, "de figuoi'oa ariua, juaz au-
stituto do civel n'esta cidade do Recifc,
por S. M. o hwerodor, a quern Deus
uarde, etc.
aeo saber os que o ietente edital virem on
d'eile noticia tivere quew ha de arrematar em
pnaa publihca d'este juizo, no dia 14 de maio do
Ooretaenno dpois da respectiva audiencia,
pra&d o f pr$ im#o eatylo, os bens seguin-,

1 aewdzla o~a c& iae atio -af x cow
.1-vws"11 Ca" o ar#-irw lI


aipje"w ie IUlacto umw magami Ru "U ew. -l ,
DAo passado n'eeta cidade do Reife 2a 9
de abril dle 1884. :- 79 ,
SSubsorevo e assigno, eu eserivo, A4itouio Bosri

Nguel de Figuir6a. F 'a.
Edital U. 4 1
Dentro de 30 dias, a eontar dcsta dats, as pro-
ressoras publicas de 2- entrancia podcrao, sem
que deixem o exercieio do suas cadeiras, enviar a
esta repartivio, ror interuaedio do delegado litte-
rario, as suas petiica, requerendo o.concurso
para o provimento da cadeira de ensino mixto em
Duarte Coelho (Olinda) de 3* entrancia que va-
gou em 19 do corrente mkez, pela remocao da pro-
fessore Josepha Prepedigna Rabello Padilha, o
que se dceiara de ordem do inspector geral e nos
terms do disposto no art. 176 1e do regulamen-,
to de 7 de abril de 1879.
Sacretaria da tnstrucAo Pibliea de Prnam-
buco, 25 de abril de 1884.
0 secretario,
Pergentino S. de Araujo Galv&o.


DECLAGRAOES


soita Casa da Misoricorkia 4o Rocif
Arrenda-se por um A. trees annos os armazen
no. 16 e 18 a rua da Senzalla-velha, A razao de
360J annuaes cada um ; a tratar na secretaria da
mesma Sana Casa.
A Camara Mnnicipal do Recife teado ra-
solvido mandar proceder a demolsao da parte do
sobrado & rua dos Pires n. 1, e juntamente as
easinhas ns. 2 e 6, fundos do mesmo predio, A rua
cd Barbo de S. Borja, para o alinhamento da rua
deste nome, pertencendo todo material resultant&
da demoli:ao a quern se encarregar deste service'
e bern assim a reedificeao da parte do mesmo
sobrado que nao tern de ser demolida, de confor-
midade corn a plant apresentada pelo engenheiro
e de accord corn as posturas nmunieipaes, deven-
do entregar o predio inteiramente preparado e
pintado nas condl95es do rer habitado, para isso
precisa contratar corn quernm melhores vautagens
offerecer, para o que deverao remretter as suans
propostas em cartas fechadas A secretaria da Ca-
mara, as'quaes tcro (Ide scr lidas na segunda
sessao do mez de riiN. i'rxiio.
Pago da Cam;ra Municipal do Reeife, 26 de
abril de 1884.
Jos6 Candido de Moraes,
President.
Pedro Gaudiano de Ratis e Silva,
Secretario,

Santa Casa da lisericordi ido

Recife
Por esta secreta'ria sao convidadas as amas a
quem estilo confiadims expostos, para que compare-
am corn osi mesmos no salao do respoctivo esta-
beleciments, pelas 8 horas da mauha do dia 5 de
inaio, afim.de receberem as mensalidades de ja-
ueiro A margo fiudo.
Secretaria da Santa Casa de Miscricordia do
Recife, 29 de abril do 1884.
0 escrivao,
Pedro Rodriguss de Soiuza.

Rcoboqoria qo P oriaMlco
0 abaixo assignado, lauador da Recebedoria
de Rendas Geraes, tondo no 1 de maiou vindouro
de dar principio ao lancamento dos impostos sobre
industries e proiirsscs e predial, para os quaes
oontribuirao no futuro exercicio de 1bb4-85, o0
que tiverem por sua conta predios situados nos
lugares abaixo declarados, da freguezia d& Santo
Antonio. ihes faz certo que emn obseriancia da.
lei devein aprcsentar os recibos e contratos do
minesnios predios, para assim evitarem arbitra-
mento a que ficam sujeitos na falta e taesdo-
cumnentos. Ruas : c-acs 22 de Novembri, Impera-
dor, Campo das Princezas, Santa Isabel, Ilha do
Carvalio, Joao do rIero, S. Franciseo. Rods, Pa-
raizo, Ouvidor, Duque dle Caxias, Pedro 2 as-
treita do Rosario e Trincheiras, e as respeetivas
travessas. Recebedoria, 29) de abril de 84.
Manoel Josc Soares de Avellar.

Sociedade Recreatha I de Maio
1 anniier.ario
Pede-se aos senhres socios que quizere:f tirar
couvitcs para fainilias, o favor de darem suas no-
tas ao Sr. thesoureiro, on na s~d+ da sociedado,
das 9 As ltioras da noite. Recife, 23 de abril
de 1884. -- (secrctario,
A. Moreira.

Club Cailos Gomes
Sair o. mensal
TcrA lugar no dia l!P o sarao musical c da'saa-
te deste maz. Os szahores socios podcm prucu-
rar os respectivos ingressos em mao do sonhor
thesoareiro, do dia 5 cm diante, dac 7 as 9 horas


da noite, na ssle do Club. Pede-se a major sim-
plicidade nI,)s toilets.
Secrctnria do Clu') Car!o Go.nes, 1 de maio
dc 81.-09 1 sccretario,
Andr6 F. da Cota.


Recife Drainage
Rulacio dos concer'tos feitos nos apparelhos na
mcz dO inir,o do cirr,'r:et annao de couformidade
corn o ars. 10 do comitracto e 2' do art. 15 do
regulamonto de 12 de januiciro de 1872.
S. Jos6
Lomas Valeuntina n. 60) 11,4530
Dita n. 56 2,6 40
Coroni Suassuna n. 174 73060
Dita n.-202 11 6;0
Dita n. 210 21;0
Dita n. 212 2;.610
Dita n. 224 5520(
D)ita n. 210 136y40
l)ita n. 105 214470
l)ita n. 123 4,620
Dita n. 137 4S62)
Marq-.ez do Herval 1. 113 T17660)
Iiita n. 217 2 y46)
21 de Maio n. 42 2.1SO0
D)ita n. 23 2,640
D)ias Cardoso n. 40 3960
Padre Nobrega n. 11 6-389
Dita n. 33 62-.40
Travessa do Caldereiro n. 10 41620
Vidal de1 Negreiros n. 66 2-5640
i)ita n. 1P6;)24
Di)ta n. 3 3o 16J
Dita n. 43 1223 10
Dita n. 139 17 38)
Travessa do Forte n. G 3,960
Travessa do Prata n. 18 2,3640
AssumpeIo n. 8 29640)
Dita n. 24 71240
Dita n. 76 15U160
Doumingos Theotonio n. 10 25C4}
Dita n. 12 2,640
Padre Floriano n. 40 9460)
Dito n. 50 12,320
Dita n. 5 12.320
Dita n. 21 96600
Dita n. 43 39406
Dit n. 47 26640
Dita n, 6W 5,2W0
Antonio Henrique n. 14 24340
Santa Rita n. 63 2340
Nova de Santa Rita n. 3J 24640
Dita n. 3 38s15"
Dita n. 9 2 645
S. Joa6 n.,.2 5720
Travessa da Praia do Forte n. 24 38A630
Travessa do Peixoto n. 6 32A240
Dita n. 27 .16480
Ypiranga n. 13 54280
Imperial n. 9 84120
Travessa da Matris n. 2 6670
Fortalcza das Cinco Pontas 121000
Boa-Vista
impenrtrisn. 22 7"4
Dita u. 62. 94
l -di. 3. 3 8 V
n-s 15.' 'i -1: -Es ^


idoConde d'Eu n.6


Ls l.Meta 11a *1
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G~vad.P~r~o. 47'1
Tr^'.^ auB ilk n*ht g.^4"'.t 114
fat -. Cr,. n. -62
i m 2 9 .




Coro":l m 3ha 2
Diu
Trave4i4VkMa Hiiran. I
..Alegria n. 8
Ditan.18 6
Dit n. 34 4
Barao de S. Borja n. 12 2
Ditan. 50 2


.,- ta. ". -.. .'i ',(
*r-..A *.s ^ c^ J


"hWo


bNe q rf convKto a t-jos os
.noos.arsl t wan.ui eamareoopren' eci nos-
so eonsimW lwl:tq

, do' loriobo pai 'archa S. Joaqim; u para
iniorbrilhantismo lo acto pede-t aos mparanym-
phos convidadoa o sm coomparelmento -
Cqonsistorio da irnaudade de Sant'Anna, 80 de


Travessa do Palaclio do lispo n. 13 21640 aflf e 8k-t-P'sctarlo, '
Recife, 24 de abril de 1884. Antonio Alve& Vilclla.
0 gerent"e, -- .-
J". Dowiy JuiC.or. .
Juizo dos feitos dihfa- CU o ,MUSICAL
Teem lugarits a=Wldeste curso nas segundas c
enda -eta-fin das as 10 horas da noite,.
zenda Seeretaria do Cl b Commercial Euterpe, 29 de
1 n 1*abril de 1884.--0 I1 secretario.
Escrivio T rres Bas d ira F. o Amoi,.
No dis. 16 do corrente, depois da audienciai.
irmo A prai o, predios abaixo declaradba, penh- M a
,ados po.execu da fazeda provincial. f C t LITRE
Santo AntonioCA
S Urn terreno vago no Caes do Ramncs, avaliado PRIMEIRA MA rINEE ABOLICIONISTA
S em 40030-4., p, rtencente a viuva de Mathias de
Azevedo Villaroo. Domi go, 4 de maio
Boa- Viagem No
Casa terrea rua da Gamelleira n. 21, eom 2 N
salas, 2 quarters, cosinha f6ra, quintal em aberto, TH ATRO
3 lnetros e 40 centimetro de frente, 19 metros'e e 1 M T ][ IS A B E L
20 centimetres de oooplriinento, av.liad* em 400J,
pertencente A irmandade de Nossa Senhora da
Bot-Viagpaem. N IAflEL
Afoyados | U | j i || |
Casa sita a Estrada Nova de CaxangA n. 120,
de taipa, em solo foreiro corn 4 metros de largu.
ra e 12 ditos de fundo, 2 portas de frente, sem re- it part
partimento, avaliala em 1005000, pertencente a As 11 horas depo s da ouvertura pela orchestra
Luiz 4uttonio do elr~lo.
LzCasa terrea A Estrada Nova d Ca.ang n. 121, do Club Dramti co Familiar ter. lugar
SCasa terra A Estrada Nova de Caxangn. 121, ura confereneia peIo Sr. Dr. Jose Isidoro Martins
corn porta e janella de frente, 4 metros e 50 cen- Junior.
timetros de largura, 10 metros o 80 centimetros 2a parte
de fund, 2 salas, 2 quartos, cosinha fora, quintal A prodigious creanaa JULIETA DOS SANTOS
em aberto, avaliada em 1:0003003, pertencente a em companhia da distincta actriz D. FRANCIS-
Laoncio Pereira de Souza. RCA LEAL, trabalhbrir na comedia Diabr.rai de
,Casa terra ai Estrada Real da Torre n. 24, lulieta.
coa 6 metros e 30 centimetros de largura, 17 me- 3 a part
tros de fundo, 3 janellas de frente, 2 portas e 4 0 Sr. oreira do Vasconcellos, chefe da trupe
janellas no oituo, 2 salas, 3 quartos, cosinha f6ra, drmatica quo se acha actualmente entree n6s, re-
terraVo, telheiro ao lado, sotao corn 3 janellas em idra aesa T haedia w E to, bellisima com-
cada oitio, 2 salas, 4 quartos, sitio em aberto, em posit o de sia lavnyb.
sJ3o foreiro, avaliada por (8000.90, pertenceate a 4, part
Joao Jos6 de Medeiros Mello. Sem represented a e.comedia Sinos de Corn,.-
0 y viUle em casa pelos Iauceados artists Lyra e D.
Casa terra sita no Chacon n. 1, corn 2 jaaellas Annita Cunha.
de frante, por a e janella no oitao, 4 metro e 80 54 part
eentimetros de largura, 12 metros e 60 centime- Recitaggo da mimosa poesia Homenagem ao
tr-os de comprinmetro, 2 salas, 2 quartos, cosinha Ceard por JULIETA DOS SANTOS a creanta
fora, mais 1 quarto, quintal em aberto e cacimba, de um talent phen menal.
o avaliada cm 6005000, pertencente a Cosine Jos 0 distinct seeno rapho Chrispim do Amaral
dos Santo Callado. tocarA nos intervals variacoes de mano-fiauta.
Casa terrea na Levada de Apipucos n. 26, corn A elle seguir-se-h!o os distinclos professors Jolo
2 portas e 1 janella de frente, 2 salas, I sotAo ao Alves e Antonio Martins que executarao varia-
lado, 1 janella no oitao, cosinha fora, quintal em escolhdas de fiuta e larinetto.
L abet-to, 12 metros e 5o) centimetros do hingura, 7 oos escoihidas de Anita o dlat-motto.
aberto, 12 metrse s 8 50 cntinetro de n iargura, 7 e No intervallo da I" para 2a parte o amadlor A.
metros e 85 centimetros de fundo, edifieada em de Horaes reeitarA-a poesia --A CARIDADE-
terreuo arrendado a Symphonio Olympio de Quei. do Dr. Affoaso OidensaAe.
roga, avaliada cm 20U.000, pertencente a Floren- A commissio aba xo assignada remetfer eon-
cio Jos Carneiro uMteiro. rites as families e- .iversos ci alleiros da noss:t
a Loureiatio sociedade. Os cam rotes de In, 2; e oardens,
Casa terrea no Lirgo .-di Nlatriz n. 2,), comi7 eadeira e plates s rl, oscrvados as fiuniliia e
metros e 15 centimetros de frente, 9 metros e 35 cavallceiros convidaoes.
.entimetros do fund, 3 portas e Ijanella de fren- Os verdadeiros alolicionistas podem-se dirigir A
t-, 3sal.ts, 2 uartos, cosinha f6raa, qaital em Fol/ha do rorle qjio alli encontrarao nutmn li'es
aberto, em torretno foreiro, avalioda em O150.A40W, f)rneqa convites. ANquMliCs que nab forcin -..nvi-
p.rtencente a1 viuva d,- Francisco Luiz Quareuma. dto-os ainda a ultimni hora conced-.remo.- n, Tiiia.-
t AlRgueis. d tro os camarotes u lancos da 4" ordem.
Casa A travessa (Ij Rnedio u. .., fregueziade N.s tre3 ordens 4I cAmarotes nas entradas
Atogados, coin porto de ferro, 1 port e 2 janel- das caleiras e plat6its o Club tort commioi'na-
I;ts de frente, 2 sala.i. 3 quirtos, cozinha fura, co- doqrecebcrao dciuelles qu iverin convi-
pila. 2 qluarItos fur,'. ca,.-ii,nb avalilo. en 10'01). t e bilietesede ingresso.
pertcneente a Antonio Menelio Cordeiro de Gus- N's portas de entrada do Tlhatr,) etr.-'' um'
10. d n comninissio recebendo esportulas dos. conVidIados e
(''as La tavessa da CasaF(r~e n. 19, com _'2 por- .1,s e neurre tes, jue serlo appliCa1lAs a; liber-
t.tq dc fiento, 2 salas, 2 quartos, por 1248-0 nien- teo le iesravos.oa
sacs. pertencente a Manoel da Costa Pereira dc Recife, 1 de maio de 1.I.
Souza. / haelanecda Camtqra.
Casa a rua do Sol n. 8, Varzoa, corn 2 salas, 6 Llmos Duarte.
quartos, cosinha fora, mais 3 uartus, caciml a, Sai'ctel Martiaw.
portao de frrro, tendo na fr'ente I porta e 4 ja- Hq.tor Tef'les.
nellas. por 20A00 inensaes., pertenceite a Jesui- (;.idino dos Sant,).
no Pereira de Lima Bairbaiho. Jio alco.
f!.,,lf il6 la gd Italia-e n I ........ ....


l I "yltlIUll iB) AuItlltlUl lu
Pernianibueo
$l,) eonvidalos o0 urcJores do tallecilo Miclie-
le Novellino a ;ipres,'ntar suas contas justificadas
ni) terino de 10 dias, d'esta data.
l';rn.tal)te', I d inaio do 18.31.
yvouravoivintraiia do Santa Rita

doio absssi

Devendo ter lugar d)mingo, 4 de maio, a eeli-
cl. para o anno.,le 1881 a 1685, do conselho ad-
ininistrativo, e Ile conforinidade corn o art. 41; do
e)mpro:is.io, convido aos irmlos a coinparecerein
no consiftoi'io da mn.s:na eonfriariai, As 10 horas d:i
:iiiimla do di.i acinea incion.ndo. para quo reuni-
dos Cen assembl&i gerMal, teniia lugara dita cleicao.
1S.;l !, -'YI ) d'e abriil de 1884.
0 secretario,
G;li:-r;o Coelho do Espirito-Santo.

Imperial sociedade
DOS

Artistas Mechanicos e
Liberaes
Assemblea geral
De ordem (do flim. Sr. director interino. convido
aos senbuies socios desta sociedade para se rou-
nirem na sede social, As 6 horas da tarde do dia
1 de maio, afimr de ter lugar a assemblea geral
or.inaria do corrente inez, a qual nio se effectuop
p r falta de numero ; se leffectuando esta cornm o
numero que comparcer.
Seretaria da imperial swietdadl dos Artistas
Mechanicos c Liberaes emi Pernambuco, 28 de
abril de 1884.
Fr.ancisco da Costa Ramos,
10 secretarie..
S2' secAqo. Sevrctaria d4 presideneia de Per-
nambuco, 2S de abril de 1884. Por esta secre-
S taria se faz pnblico, deo conformidade com o dis-
posto no art. 10 do deereto a. 4668 do 5 de jamneir
de 1871, que ao provimento do officeio de 20 tabel-
Hilo, cacrivio do eivel, crime e annexs do termo
do Rio Formoso, con&rreram no prazo legal Jolo
Aureliano de Caitro maeaebit, GOustavo Al-
S berto de Brito o Migael LeOO do de Lima ; e
S fora do praz' Leonardo Autono do Espito 8 In-
to e MelTquiade Antunes deMlaei4.
0 sceret6a,
,. ,Joo A. do Alb IVqAerqe Ma,. eI.
Secretarka da Presidenlea do Fer aia i OM
38 de abri de 1L8B4-?

I '. terea ... E_,-
yH.^ '.*.iatetfr'..-" ^^ atertB/

' -.V.
* .** ,w : '- ".
- _.-i [ d ..:.


MARITIMOS
COIPANNIilE DESM ESS.IGE-
RIIES MIARITIMES'"
LIN A MENSAL
0 paquote
A natone
Coawnan '.te de la M3'cdle
Espera- se 1la Eu-
ropa nt'o dia 4
de maio, spgiin-
do depois da de-
nimorna do costu-
Eme pra Buenos-


Avres, tocando na
Biahla, Rio

Lembra-se aos
classes que hlia lu
cia, que podem ton


oe Janeiro e Mione-
tevidto
I -
SSrs. pa-sageiros de todas-as
res reservados para esta agen-
ar em qnalquer tempo.


Para carga, pass igcns, encomm"ndlas
afrete: tracta-s c Cm o
AGENT
Augneste Labille


diuhairr


Companhia Ialhiana de Navega-


Macei6,


Pene


o a Vapor
lo, Aracajit, Estancia e
Bahia
0 vapor
Felix


Comnudante Mariins


9^jL .4

Para carga, ps
' frete tracta-se i


Pominigo


POR



C tA


E' espera'o dos ports aci-
ma atW odia 6 do inaio e
SregressarA para os niemos,
depois da demora. do coatu-
me.


agons, encommendis e dinheiro
AGENCIA
Sdo Vigario 7
I Alves Itatheus


OS DO SUL
* vBr ,r


'~i' 't~7~- ~:4 YL~j~ -r .'~ '~a
Y'~diA,





~ a~5F


j. .. '
r'..,


-^O^SfcJt emperg02'* da~ttrops no dia
S.t-' a 'It do com-,nte, qogujqo dc-i
l polo dadeimora -ucessomia para
AMW, Bukiaa Rio de Janeiro MJnmevt:'o e
Buesom-Ayres
o0 VAPOR
Avon
.Commann uste Iansllp
-t esperado
_' do Rio'de Janei-
ronodia '2ou3
do corrente, se-
guind. depois
da d weor ianeeria par" lraLisboa, Southamptonu,
etcti
Tent optlmas aecommi.odaue.
.- .. .. _7 -.. ,. ...


a-

O


jlotbe earga e ecoodas. .,I^awagesW para aKuropa poem ser toinc
'tj mi4r" dasna ida dosvapores para o sid

B jRa0 i educao nos pregos-para o Ri
Commandute Taunay de lanelro
L S E' espean&o da Euro- 1. clasI e 90000 e 3. classes 27#000
pa .at6 o' dia 8 de
S. maio, aeguindo de- Para pasagens, fretes, etc., tracte-se corn os
pois da indiseiavel CONSIGNATARIOS
B demorpa para A d- A o C.
Bletii, Rio de Ja- tU lISOfl nOWle


toga-se aoi Sra. importadorea de carga pelos --Rua do Commerelo-3
vapores desta linhaqueiram apresentar dentrode6 CoImpanila Brasileira de Nave-
dia, a cafntar do da descarga dau alvarenga, qual-
quer reelamagAo coneernemte a volumes, que por- gaWlo a Vapor
ventu-a tenham seguido pLra OB portos do sul,afim PORTOS DO NORTE
de se poderemdar a tempo as providencia necessa- 0 vapor
Expirado o referido praso acompanhia ao sa Pernam buco
responsabilisa por extravios.
ecebeocarga, eneommendas e passageiros, para Commandante ocapit&o de frcagata Pedro
os juaes temexceIlentes aceommoda se. H. Duai'te
AQEN fTES F- Wesperado dos portos do
sul M atodia 7 do corronte
Augusto F. de O liveira / J t doee seguira depois da demo-
August F d li ir ra idispensavel, pars os
Z V '--. 5 Iprtos do norte at Ma-
6L. C* nios.
42 RUA DO COMIMERCIO 42 Para carga, passagens, encommendas e valores,
(Entrada pet& rua-do Torres) a-cta-se na agencia
~(Entrada pela44 RUA DO COMMERCIO-44
United States & Brasil Nail S. S. C. .._ _....... .. ..
0 VAPOR ILI
Advaice LEILOIS

E' esperado dos prtos do Agente Pinto
Tsul no dia 8 de maio, e
depois da demora necessaria Sexta-feira, 2, deve ter lugar o leilU o de inoveis,
seguira para o louca, crystals e quadros, na casa da rua da Au-
k ~rora n. 7, cm que morou o Sr. Jeronynio da Costa
laranhao. Para. S. Thomaz e Lima.
New-York Segunda-feira, 5, s de 1,269 meios de sola,
Re r t aeem m lotes, a vontade dgs compradores.
eceber nsta vagem carg -ara o a- Terqa-feira, 6, o de fazendas limpas e ava-
Srankho riadas, no armazem da rua do Born Jesus n. 2.
Para cargo, passagens, e encommendas, tactar- Quarta-feira, 7, o de madeiras de pinho e
se corn os louro, taboas e traves.
AGENTES Agente Britto
Henry Forster & C. Agent B tto
N. 8 RUADOCOMMERCIO N. 8 Leilio
1." andar Do rima boa mobilia de amarello complete sen-
do os coiusolk s courn pedri, 1 inesa ela:tica de 3
0 vapor taboas, 1 guard louqa, lcommioda, hero,). 1 san-
*inance tuario, aparadores, cadeiras avulsas. I ldita para
FinanceZ crianva, 1 cabriolet par'. merino, 1 inoinho. 1 ca-
bide, ctma francesa, mniarquez.'w, e.uandiciros d,'
9 Espera-se de New-Port News gaz slauteMas, tapetes, luuc:I, rclugio,'etc.
Sate odia21,d omaio, F suin- Qjuinta-feirai de 1aio
do depois da demora neces- UII a
sariapara A'S il hor'aS
No 10 andar do sobrado n. 36 a ruin
Bahia e Rio de lanelro Dircita
Para earga, passagens, encormcendas e valores, agente acira nutorisado p:ir eina tamilia quc
tracta-se corn os mudou de rcsidencia fara hrillo.
AGENTS -uu
Henry Forster & C. Leilao
N. 8 RUADOCOMMERCIO N. 8
-anda (EnI eonlinuacao)
Pelos vapores desta companhia dao-se passa- r moailia, guard vestido, guards tIoiu'i, (anna,
gens para Liverpool ao preqo de 200 dollars ; maIIu pezr.es cipeIhos, uadrros, jarnnio, mesars elons-
passageiro desembareando em New-York tern ga- tes, aliaradores, cani s Ipra,'. meninos, :i'arcelh's
rantia a passagens para Liverpool quando lhe ap- lara ahno.o, itos plra j alta, eop,5, frctei as
prouver por vapores de la ordem. e divers.s obs die oUiro c nintos ou tros objects
que iestarao patzntes nc. acto do Iilju.
COMPNIINNIAPEEINt'UBLCANA
co,,pDE P,,,, Quinla-eira, I de maoiiao
DE
xavegaqo Costeira pot' Vapor A's 11 horas
PORTOS DO NORTE NVo armazen dIt ru't do Bo,, Jc.us n. 51
Pa.ahyba, Natal, Macdo, Mosso.rd, Ao correr do ciileo[
Aracaty, Ce ar acnocim e POR INTERVEN'CXO DO()
Segse no dian6 do co,'- A Gusmn o
re t ra Agente Gsmari
be, commandant Cos-
ta, as 5 horasda tarde.
_.-'- -Recebe carga ate o CAi M O E S;IVA
-- -_---_ dia 5.
Encominendas, passagensedinheiro afrete ate Leilao da seiaia
its 3 boras da tarde do dia da sahida.
ESCRIPTORIO Sexta.feira, 2 de maio
C.es da Companhia Per,.amb-rn ana n. 12. SA0 1 1 l HOAlS
_____ ___________AS 10 112 HORAS
Paifi<1 Steam Naiigtion 2opn ? mv Travessa do Coa'po Santo 2
Pacwcl e~'r tj I iim guEili IUrema important inohilnA d,1 titia, preta e ein
STRAITS OF MAGELLAN LLNE eneostos do palha, mobilias diversas, ap.irado,'c,
O vapor iou;a, guardada-camisa, commoda, mesa elastics,
secretarias, carteinils, cadeiras e soif arnlso, qua-
-P s -' $1a 0nfl a ldros, relogios. lous.i, iidros, machdos, enxoo ,
Po W/VWQ VllJ~phnsforos, retroz, escunmdeiras, mcdidas dc fcrro:
Espera-se da Eu- e madeira, espelbos, etc.
c jropa at6 odiai l Jolas de onro,prata c brnhraIte
de maio e segi-ater L4 lart il
dpr o sul de- ii IAP14
osda demnorn do ULtJ Z1LIa
Pare--,'lasu-gen5, e-zcomiendas e dmheiry LEILI0
a frete: tracta-se corns --
Consignatarios D mnoVels, loncas, vidros e
WVlson Songs & C., Limited crystaes
'. 14U-RUA DO COMMERCIO N.-14 Sexta-feira 2 de maio


S0 vapor A's it horas
SConstando de 1 piano de Erso, 1 mnbilia I
UO OD S jurc Y,uma ditadeamarello, 1 espeliho (,a',I toii
w wlet, 1 commoda, 1 guard vestiilos, 1 guard rou-
-'. *. t< ^ *Eja U' 0sao pa, 1 guard lou 1 mesa elestica, 2 aparadores,
opi..,. dtlbd A i8 8 4d 12 cadqiras de jnnco, candieiros, I apparelho para
'0*A Mg.ifdO Pi d janftar, 1 dito para chA, esearradeiras, copos, ca-
i Europa dois da do- .jices, trens de cosinha e muitos outros access rios
l. ortaaom tuma i e an de fami"ia.
l, 1 0 agent Alfredo Guimaries, levarA a leillo os
% W commcndas e dzhiaenro moveia e maia objects acima deolarados por an-
a fret's" -se ._ torisaio de una fimilia quo retirou-se para Eu-
S Consi.iauis ', ".a 'YB 6e 0 moveia Ao oransportados para o .ar-
W fia .r n c ., u nh i f li iaertm da ra do Bom-Jesta n. 45, escrititorio do
-M on* RCaO) N. 9om s getean d& effectuark o leilo.
14r^-- 34* d


Ledao
,,:t'm
'9 ,mw cias


$ '..-


Carmo e Silva
Por mandado do Exm. Sr. Dr. juiz de orphaos a
requerimento de Manoel M. Ayviii, iiivcntiriante
dos bens do casal do finado Manoel I. Avila, ven-
dcra corn assistencia do mesmo Exm. j'niz.
Sabiado 3 de maaio
A.o mneo dia
1 sobrado de I :tiir co.m 3 |i.rl'a1 .! '.-'nte e
vai'aranda de ferro. 'i rua dio 'Binica nii. .;l, 11 pais-
-agicm da Magdali'i, .,,lo rpnipr'io.
1 cisa t i-irr-c': 11. 31 A. ni iti -na "urht u lag ir,
-ol, prprio.
1 terre o coin Ilecir-'ce's para dII.,s c.t ;:i iWkt
1 gra iind -dtii, c ) n olarias i ,. .-uo, ,l:i tr.it-
v'ssa uuZ l 't ,'dii,, e_,m r.id <.i -. d,' \ i
S.11nz:tlt, co elh-ira, v i ,'o L-.. .' i| '..--, iI
etc.
,i' -ci'a ..:1 1, a i i .


2 e tisui "s parIl-'i r;i.-,t3 i1s, e : a 1i'. ,, ,
Amara, na fregnezit (ie Sant,? A:|:'-,i,,r ,
dadl, solo.) friro,
1 eiaiL d', tii i::i Dj.:t.1 i .'-'JA :'.d t ln. '
igre.ja, sclo forciro.
3 parties da ;ca-a terrea i a ,ru : Cd!c,."i .,..-.
na cidadc de Olindai.
1 cabritIlet corn 4 roJai e 4 a-ssient s
Nu :iiz i. ia dce I '.;1 cs) on Lh Cc l i'i ,i .;tl ltri
ini' .r nt''' ft.
27- lld [ibdl ss o Oaqo lC I -I-" 2


Leilio

De moveis lo eas e ,i'es
Sab!)adio 3 docorrente
.%'.$ i a horas
A', 2.- ,'in !,,," .q.., ,. r,* '.(7> tl d ,';(*. ,7,.) L "'-
.'*i'ttilni.nt' it. : 1 }

('',sl e asai.
Pi,; 1 mo;,i'ia lLe p.'/, ,r^a coin tnq';!,; de p,-'d,'q.
imita :o :a j;lcar:Luldt ,in:,tridi .,i-r.i* i.l,.'... 1 c's c-
Iha no'ldiuu;' ,d u,'i,. .4 i;,rr,'i, 1 auin.i tlia ,.le..::
de "iunrlft lo, 1 Iiv:tl ori, t.,n p',_ira:. 1 -.-iarui ,. >
para roilctt, I cabiile det c ilumiAt, 1 in:r'-|a:'::i, ,-
Itreit'), 1 eama pa;r:it untiniii'), 1 s.'t.i d ::arI.l''.
1 im eza elristico, 1; eadeira i l ;de o niai 'll', 2' elns ,-
los d- dito, 1 Iesprii-ici.a:hir'ii 1 I lii:irtinl'ir;i, 1
,u'trirdia louca, I ;:j!tarelho de pii'retlniii pari j-..-
tar, 1 dito de lera Iuran,.,i p.ira chO. 1 dito d ic liin
coin pai.agei para el!,A, copos, calie-e, garrafas.
rr'?i d' ( .' c inh'i, ,' in ir, iS o1:trsM ohjetoi i us
dimesico ,h, nu:t ca-a"
0 agent Gusiu.'o onipeteutelt'miite aititt-:,jrisal
por rm-;' f.miilia nil, ,nidou-..o para f--ra d:it pro-
v'iiini. hIv.ir.i a Ihii'io s ut.tvei. acii.'t min'i'iona-
dos, on qunles sero tritir' i.'.- cn aem to ouiti6ii 10.

LeiIl o

De 1.269 weiosta, se a


Em lotes a vontade dos (ci
pia-dores
Segnd6a'fira, 3 de maio
a's tlhras


o9 l-


A'q ql IIhoras
POR INTERVENCAO DO AGENT
Pinto
No trapichbe GUERBA.

Leilao

De fazendas inglezas
(Por Hqudac.io)
Constando de madapoloes algodues. ehitas,brins
de linho e de algodAto de cores e pardos, toalhas,
platillas, esgualo, camizas, bramantep, fichas, sa-
hidas de bailey, cesavequcs dc. 11 e outras fazen-
das.
Terta-feira, 6 de inaio
A's Ill horas
AGENT PINTO
No armaimem da rua do Born dJeum
Lein. ao
ne l.o
Leilao
r~wsu. R fazend, iaia


e fa'n. avariaas
n, r e parte de vo-
.- .\!, do vapor inglez
Lie Eitropa pji& .
,-.,," -, .

74'. .


~:~( ~


dii- -


Th
N6 armed
0 agents
versos "e
f -rentes a


z~,m
1'
u~uies scz-~o trti na.uportadas~para o umrna:


q u a e a s c r a o t r a ln-p o t a d a s p a o -u n na :
pars.0laa
do Born Jesus n. 2.
0 leiiao prmneipiar1 10 1/2 horas.


Jess n. 2,
.lrdain de di- ,,
tcrt'neer, di-
do unar as


zem diaa a


Up ioas, I porti-chpI
]Oun fussegri

5 benga e, 1 ccot&, 1 'rib grande coin pe-
d ,a e deposito pamague, sI toilet de jacaranda, 7
tadro, X ef 'pralsa pewiar, 1 gamio, 2 ca-
iDdt?, 1 tpete, I braA A gaz, 1 castigcl portatil
e tubu de boiTrracha, 1 lustre de 2 bicoa.
Urna nobilia (c piocarga cowIn I sofA, 2 conso-
los compedras, 4 eadeir;. do brapos, 1"2 ditas de
guarni;to, 1 Indo es-pellhn, quadros com photograt-
phiias, 2 cabtir:tets c'Iai m6ia, 1 estate eavidraqa-
da, 1 catnpa ol:.ctric.i, 1 ia-,tr ac 2 brapos, 1 por-
ta,-harutos c 1 seer:.taria.
Uina cama fnrinccza dejacarandA, 2 corminodas
de dito, 2 guardaI-roupa, 2 coimas part meuinos,
in:irqueC,(cs, ,eailciras, mesas, lavatoriot, guarni-
qZes, 2 consulos dci jatcairand.l cuii pedras c 2 sofaid
do dito (arulsos).
Urna mesa de jantar, 1 guarTn-riloua envidra-
adeo, 2 aparadorcas com pedras c arnarios, ( qiar-
tinheira, 1 relogio de parade, 8 ('cgers, *2 e.tdei-
ras de palha, 1 maciina d' cost 'lir:a, 1 appa:relho
de porcelana dour-ada part: jantar, Copos, caliice',
compoteiras, fructriras, talliere's, coliheres, 1 iipar
dc irreios para cabriolet, 2 hauitcr.a .-ara c.-ro,
1 schin para carneiro, 2 registr)s ;' i gaz, cocana-
mento de chambo, candiciros, 2 grades e outrio
objectos.
Sexta-feira, 2 de maio
No primneiro aniadr e andlar
terr.o do sobrado da rua .'Aurora n. 7.
0 agent Pinto levarAi A lil., por contain u
ordem dc urma familiar que fixoun r.,sideucia na Eu-
ropa, os moves e mais objectos erxi.tentes no ,ri-
meiro andar c andar tcrreo do subrpdo d!a rua diu
Aurora n. 7.
0 leilto prineipiarA as 10 ha.ios -em ponito.
LI li {18fi itirO
Da grandeo casa terrea corn soteia n. 19
da rita Nova de Santa Rita
Sexta-feira 2 do corrente
A's 11 horas
N o arfmazeL da rua (do Imnperadolr
n. 16
0 a'.ente Martins far. leilao pela quarta vcz
por mandado do Illin. Sr. Dr. juiz do oriphios da
casa terrea acima a requerinicnto do D. Anna Fe-
licia de Jesus Lemos viuva invent;ari'fintc dos bens
deixados pelo seu fallecido mnanrido Manoel Pereira
Lemios.

Agente Britto

Leil0o
Do sobrado do 1 andar e sotAo, na rna Lombas
Valentinas (antiga Aguas-Verdes) n. 2, edifieado
em s6lo fi'reiro, comn grandes coimiodos.
Sexta-feira, 2 de maio
A's :11 horas

Na rfa o Lirafneto R.31

GRANDE LEILAO


Dr. BaiB:ici-r;Kp-i ^I'rm:tpZaivo df
T ,-nd w ;aI I'mn I. : :' .t 1111'i;l '. 1',tivi 1 .- '.3 .:T:.1
,. -.:' de fa.'-. _C' i- ar' ii l i ti ';i d., e..rreit ... :a'j
!,, t'.tl1.- 'nent.,, ,1, '\-rii,-rl,,n) Dr. InnoL 'm i'
S..,.i~pliic. de A. i-i '.u'iv.tlh.), na. i-reja di N. S.
d*, Pir.ii .-. itI, !.,,..i .AI manhi, u nm r z.i;ai
,J, ir'jIt;Lit i. i.i:iL.i ,' I" 1. ,.lucandla ,lti i.a; ,i ,] ;
,"po-t:,'. o ..;:': a .im ,J. f.milia, partiits e
:*ii i ,^ ,Ivi t 'ii.';. -i ; .t.s nm ,.omij a.-s -; m e ir,.-a ,a
IrAM dtie paV'. a .11 iwn a 9i..i piREMiA ;i', at
S,..er.'tar-ia ,li Siita <'.t.:,a, d .Hi Mi-n''.;'.',i 'ii ,',,_,
,.,ifi.e, 1 dra o d,),i,' I "!. c's ri'.at ,
P,.l,'!- 1n xlr'.,ii-i'e ,1-' S,,/-i.__.




,Amclt ('alem,-.ia PereIra l"e
As ,i ias ,. inmiiii. di) dia '2 de? mna'o, 3''
aniiiv scr-ario d ,) p'-,'' nto d D. Amelia i, _'c-
'.neiitin: P 'ri :- d ,e C '. .illi o e esp,'so .i' :,-
nymoN t .Meit te'ti P,'eira.i de C.irvt'1ho man'Ila nsT-
na i.rrija .,; ( .''iv'o i, .ii lit.tu '3 mn 'i mn d.a
por alim it Il : im li:idai, c i'd.. ,, e i'rparoei
inento :i elkh '.k scits parents c aunigOS, a q4i-'in
desdde j.' ,, cuoufessa agr.idecido pelo caridoso o h-





1*
Unnior.) Iroaeileo Ponies
0 Dr. Manoel Climenutio de Barros Carneiro c
sUa famiilia convidam ao. anus amigos e pareut-'s
do sea padriho c compadre Manoel Francisco
Pontes, para assistirem as nusaus que mandam
celebrar por sua alma, no Cnvento do Carnio, As
7 i2 horab 'l ia mnanhi de sabbado 3 do corrente,
30 do sen fllecimento.


A-ifAlga-se ondar terroo da casaan. 41 A a
do Rangel; o 2o andar Qo sobrado n. 31 A rua
'estreita do Rosario ; a%3 casas n. 1 1 travessa di
Hora, no Fspinheivo, e a de n.... em Apipucos.
Precisa-se de uma ama, e vende-se trcs ve-
esianas; na rua do Imperador u. 49, terceira
andar. *
Precisaise de lun criap e da i us aafa para
C3inhar ; na rua d., GjxrvaSio P fa. 5.
Offerecc-ae um memino de 44 A 15 annos
para caixeiro;. na r!i "Daqve de Caxiaa n. 61,
seogndo andaLr -
Aten~ao
Pre.iva-. deo *aaero, a trtatr M a rma '
do Bro diTo ioi 'l, '. b.

;\ .^ '= "', .-^" :: 1"
'- : ":.,, '. .i ,

*
.,. : ., .. -',


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A-



'<..'1i.


I 1


Leilao

De 12 Irames de louro e sapucaia
e 8 taboasdelouro com 1112 e
2 palms de largura.
Quarta-fera 7 de maio
A's 11 Ihoras
Ageitte Pinto
No armazem da Rua do Bom-
et~us no a

Leilao
De duvas earr ocas tie -4 rodas e
2 bo us ians3 s egoro'i
A's 111/2 horas
Quaria-feira7 de maio
Agente Pinto
Emit frente ao armaxecsn da rua
do aom-Jeotis n- 2


AVISOS DIVERSOS
Precisa-se lc e un caxciro para taverna na.
runi Iinpcrial 1. 156.
Aluga-se a loja da rma de Lomnas Va-
lcntinas n. 55, de aluguel de 15;OO()0 por
mnez, a tratar na rua do Barao da Victoria
n. 14, loja.
VeniiJc -se a tavernia da rua Imperial n. 279,
corn poWCos fandos, prcpria para principiante ; a
tratar i>;i ic'sna.q.
(- Ot,'.r-ce'-se u: :' itiora para cosinliar cm
casa dri' ft'nilia ; a tratar na rua do Padre Flo-
riano n. 28.
Aluga.se o segnndo andar da rua do Barrio
dai Vki-toria n. 14 ; a trmt'i" r-,t lo ja do mesnimo
sobra do.
Alug-'-scr : l(j:u ( -USibrado dc Lomas Va-
lentinas 11. 55 ; a tratair ua rua do Barao da Vic-
toria n. 14.
Aluga-se o (soiir:,do de nm andar e sotyz
corn coMnfiiU(los para grianide familiar, todo, alto e
baixo, ou separado da luj;ia, esta pintado de novo,
tern agoa enccaida e :banheiro, na rua do Coro-
nel Sutissuina n. 278 ; a trator no Chora-menino,
isitio da cepella, comin Jos Antonio Marques.
Almanak
ahniniitrativo, incrcantil, industrial e agr;cola
da proviiicia de Pernauinb: e para o anno de 1684.
A' vend} na livraria fi-anceza a rua Primeiro de
Mar'o n.) 9.


Precisa-se de uwna nna I ara cosidhar e com-
pr.ir piari cL :i ',. '' ,i.. en;t t.im .i.L ; na rua do
',u'uz '., ,.r il ni. 1,',7 A.

2 .lldill.
xF-i-te1 '\.w:ii:, ,'l'* d..;,.-;t, n~a d,..r.c:,.'i~t ,lo 1'-'
.i-t ri l.i ,at ,ilal, 'i ruu iIir:.ita n. 3, "2 0ndJar,
i n oi ,rte ,Ir fit.1 ijn, hi.. d.u-, m ez's i d ,-corr.dos,
0oi ;:.U 1r. h ndiipl o I )l, r. iLelegado, dte Uinn Iliri-
pi'i:. --''r .I: ~;;>'" i l." folhia ein -ial i v- 7 u r
I ,- i-r.v ','i!, i ; ,i 'in s julAg.Lr :,,ni diretu a i:.r
-_.1 !onO. ,iiin .. ,. .' i 11 Tr:'zo l d' .jd) iias, a 'c,-
Sir d v. h *J. rI. In a ,'i ina dojclariado, que Ihe
:'r: i (I .-'. ih m nte eii:regue.

Ve ade-se
lir ,.t:i;ei ,'.a:n ,i,' di' m,'lhial:,s, sito na evstIra.!
de S uint'A.nni. i I. ca (.: i,.'i,, s :I_-;:,i!;: t vernia,
'ii ',, :-,_,a t_,,*: r.] .,,' jii!.r.,. ::,i.',li i, hu m a fre~ u ."--
r-a..l,) 1} c,:,i iltii;.:,.. p~nmo-,s- |',in lo- : ,o inotivo ,l~a
v,.inla c p-.r s'.-ii dono ter d' rptirar-se part en r,'-
iii ; :i i '..I :iii 11 I fliSnlO.

Sanla Cfis'3 d:\ M sericortllit do



Rocf
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1~.-.


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I|to de paUB*-


1 rnLNImau S e, ru d Comlt w;

54 vunda em maiwp # zmr & Koech
A, ruw&a Cadoia3
M- -- vi '7 :-=


o fl a
m etsM
GIftB N'S
m~PMPTil%


MeoadP ara m ? NUO-r8 lifil99 .

Esta casa u frocl1ie .to da t En fs ciMmNO-
at deo Paris, om 1a miloroa Ps .nfite at artM s do


Joaqij.m da S. Carvalho &. C.



CH4PELu iu_ VICTORIA


A A k A .*^1,4 *.AA X A A.. UA a1)
a 1-r rr n*, 1-1 !1-i' 11Tf TT





N. 14 -CAES DO I .-"1ARIBE--N. 14

GIRNr^n\P.ICA

F1 U141
llsa, asad3 Ce, Mm h aza Wo


E debaixo do a-" 'lctl ianldcriio
As aguas gazosas e de Seltz z-'o adop l-as cm todo mundo pela grande
,l,,,jlr- q.uoe rrsufta do seu uso, c a r.',; Z, r'os alliado a facilidade de obter-
zse prcparada no me2:f-.o ,- fJz*i-- 'z,-'. ; i-.ta 1paia tod(las as pessoas que n'esta ca-
pital quizerem u.ar J'c JL.. E' au ,, .-.a bcLida agradabilissima e de urma
ihdade prov:Y'-", p cpct ,",p.'-- .,,1:, ^ ,.4. ^ ..'..^. diatriarmente, e pelas opinioes de
disinctos medico:- 1 T-' ... ", d tod os os demais paizcs cultos da
E;i--ropa e America. Do emprego Tdi ao c"n bL ordinaria, muitas pessoas teem
Thtido curar-so radicalmente de g'trhi "-' '...,., de dyspepsias, chronicas, de vo-
Xtobs de quap,1-.1' 1...+)Za, o'.,, i', ::--.. ... .s no seu estado interessante,
-tc. No vi-L, i". J^r a .. ",-. ,iaa-o eui urea bebida tao agra-
iavehnente gazosa r1" tr.4'1_> (K 11 )'11lita!
A riuia+6 das fabrics do ,. J L c L Atz a Fabrica do Gelo, dAio a
iscilidade do obt(r o roalisar as c7ni' Sra -t- ...;'1'f -' -i .. )r'dadc do gdo c ''' '" p.ro, condi2io principal n'este
,:cnero de fobricUifrio.
A facilidadc no v'-'wi ,0 ..-'.. o mais trabalhos concornentes em
.rrut bOa fabi-ica, ace-11ue 1 :o ., 'ux'iados aos aperloioamentos,
,?.o-ptados nas nimhiores fabricas ...ras d ,; ....
0 fab'ico das a-uat g'.ZG,.i c dc S. r --pa tern tornado um desenvolvi-
maento tal, quo o ?i-:i c:,,' ', li,.n : lo garrafas; esse abastecimento
atdngindo em tac,.i.nho a': --.... .,--,'- + u., :-bmetteu as fabrics a uma ins-
ycoQ d.- juntaS samrias do pz, q ." pK.:, I -.I U regras sob as quaes sAo as
j.a g za 1e3 do Seltz submicttii.as. ( 0 r. R IIr'-ia-a Lachapello, em uma impor-
broehura ".. sobre as agua ,,-I'VN,"' -', ,. 1.',-ye opiniuea incontestavois de
-tlb'iV*a3.1T me -i coio Hoffr(1YO-,; Z'-'i.:. etc., que teem feito prolongados
-.'los *r .; gzosas, cj.-- jiamn, e cornm cnjo auxilio opera-
:Eyrn im I:*'-"'.'-* : -': '
Boe T oI,-'n- ro,'.-,-" '.u) (f- pU tnv',i os magnificos cffeitos da aguas
':7 --,1 Ssm le
<( Es.as aas teem urma ac's" p ....'u:r ," a mucosa do estomago e dos
to setllts pr.incipios volat t C t, 1 c traqueza, dando-Ihes a flexibi-
-.cp c a p.n-r'.' -.. -.".. f -.. _,. .....- cao difficil faz-se cornm facilidade
i-" 1ir 2 dc sou ue:i -,-' ... .- ... -'-. ,-':.; q!, fazem o obstaculb da assimila-
+: dio no v<3ntre a liberdado p'. I..',: 1 -: a .,uidez e o estado melancolico
.,.- ncsoa nrvo~as e convalcs.c-fit-' ,-.n-i.;. dlis aguas gazosas teem a van-
tir-m de titill... ... -, sc iusinuarein facilmcnte at6
.. _. .....:.... .. ''- -..- ,- -!i, as secrqe es salutares. )
0 Dr. C.'.: ...... ... .... .. *.. 1 da seguinte forma; os effeitos
l og ) '""- s ,.;,,-, .; : r.- a ', ,,' _. ., '- ii ar ocalor c a gmnentar as
C~. Ip
LE..- S ;j,n^.J da seguinte formula o seu auto-
teSld -teuuutt +,. I
a A agita de S..!t7 ( 1 .: I,.-.I-;.I.7 r...... ...'. hente, teem usa acco especial
s:,.c0 o estoujo,,., ',, LUdutu.. ......... t a sen estado espasmodico; sao
a.rm du. u-,aa x', "'- ,,-',. (>,,,,. a ^. + .sao de urea grande utilidade
i'- in t, _' ;t,.s cii;'.,hiatSi, u:m:. ;. ,= ', ........n. i diarrheas biliosas, nos vomitos
si.pcisi'n1;O'.cs, nas affcccoes nerve. -:, ;.-\ta ,: .... gida de acido carbonico (agua
gazosa) constitute uma bebida tn'? "-.-"^v- 1-:v. t'* ., '.m um grande numero de affec-
t-5. chronipfi do pstrnnago: do',:,tc' ]," ;i n:: prtam bebidas d'outra natureza
Por sua vcz Payen diz q(e ei ':':' a *'', de Seltz dando ao vinho um
a bor acido picante, tira as propricdnados enbrkj'c^ T-.1 d'esta deliciosa bebida.
A vista, pois, do que vimoa d, rvo.r tpmns '.n iccao de que nao poderA haver
p'csoa algruna d'esta c,,.'' ,".- ., c do uso das agus gazosas tanto a
mesa como em bebida cr.I; ...":
A reduccao dos pr\,,, .. ...... i. :.m q' lodemos servir a qualquer pe-
dido, levando a casa do comprrdor o fn:s'm'o dn giii'afa que quizere'n sao outras tan-
t as facilidades que offrccemos aos consumi'.1't-.


DE

A. LALkE33tR
. -ii u ,BB '


tod- ~ aubis *
J i i ^._ ^ m *im fcm -- lim t----- a''4 l-- ,^

r Dizo Dumtd cw*o9
; Sm ba domroi du lnl
Ted*m. pst, dw l mnaifstar 11r a60.
tisfalo que tavft-aoMt a- a Pqtona, -LM
bon u ra ltadaata cm ella afM
ciosgH~re'4WQW'Wtfab. oga d.
a Sempre qando tire de treat a im ',
mago cansadA, dowesta n cornm A dips-
taos, a sas repa xao allivoi o.
dent% malhorand4)elasfuancbeosdigesti-,
vws, mru;ta muihemr idos outraII
,aneaicas 6 mmino rachificos dvp
'auda ae ua da Peptona. Por imo 6que'
considers ea &um verdadroh doer eo r-
Sconmmenda. a meus domtos a'n grande.
numero de casts.
c Tenho praiioadomo o medico patteo da-
rante oas ammos de 181 a 800, per-fodo e an
que a necessidade de digerir w aliftrn ,
n' ia.ediatameate co anuman a mebw es
pbriosa do quae hoje; entlo a consatitua
rAn mais vigorosas, inmaguin erieu
P dotadas d'um robusto apooti. fvoreciduas
jor uria gande ahadaniia de mucCs gas-
trico l ae provo oan-a pmnpta transfom '-
{il aOS alimentos mais refiactaris.
Htoje,porem,j4queos estomagosmdiliM-.
tados carecem de energla, 6 oonvenierf
tanoar nmio d todas as subtaneias sai ''.
cilitam a dfgestlo, como, poreuon& do
sua Bancreatina.
0 preceilo do hygiene mai importate,
orm mais. despreozade ste o: Gate
fmuito pa reparar mufte. E aslo e so-
gredo da saude, e durante muito tempo as
mess estuvms tiveram este asmmmpto por
principal object; alim d'isso, a minha ri-'
tuacao de medico na Repauic* de Beoni-
cencia d'esta cidade, em que os ascrofuosos
aelymphaticos abundam fora de mUedida me
permittem fazer muit felioes tpplicages
ae seus excell'ntes products. '
Acha-se o deposit de tao valkco medl-'
camento mas Pharmania e Drogarki ds W ,
cidade. E' pre-iA se bR eMit reC*o
e nio cteeitar uas imita,,5. exi no_ ,
Aeiaa vdadeiroVIrHO PiN


I TR



Jr -C. *l
I IA.

*li + :*'." '"
1 ::,,=:, =


KANANG
effo va ,. Ai
.IM~pmonTO ft


BIGAUD &


8, Rus Vivienne, 1


Esta Agua extrahida das
Japonica, pela sua suavidade
dads beneficas, excede os
celebres; tendo sido adopt,
nociedade elegant.
Usai no0 banho, 6 de um p
consolida as carnes e faz
esniulas, comichaes e efflores


0 oenas
BDWICALMtENTE Cl


u.iBBOHURET
^ 3SAEROEJ S
do Caacas de Lar
cu-mi BROIURETC
APPROVADO PELA JUNTA
SA Bromurta de Potasslo de
-3ws'ova, come rodos os proluctos
S",its n'este estabelecimento, 6 d3
urmea urti.a absolute, ceondicao indis-
in3a31 para que so nbtenha efeltos
fa aifras e auodynoiw sobre o sys-
tema nar oso.
Dispoivido no Xarmwe Larose de
g .-C. de lar'njas amargas, -sse bro-
m'p-etLo 6 universalmeuie empregado


si a a :uLjit-g













ftnhlaS tilolBteiiSB~luulua

MOB
N go. Rho 81 cam a r~

ChapN's go S"MR11011t03 lnm+


Mathues Austin & C., na run do Commercio
O L R O E n. 18, teem para vender madeira de piaho de
.0 T E rezina :
M; 3D A,_!'1T"VO 1 3 X 9


raisa apet'gas
0 de POTASSIO
DE HYGIENE DO BBAZIL.
eexclusivamente receitado polos male
celebres medicos de todas as facul-
dades pars combater corn certeza :
as affecoqes nerroasa do coraqltlo
da vlas dICUatvams reospratorlas,
as nevralgias, a ai. pstia, o hysto-
rico, a danQ" de Guy, a insomaia
das criangas duralite a dentiqlo, em
uma palavra, todma as aleogSoa
nlervosan.


S3 X 12 S
4X9
4llX 9
.1 112 X 9
SEm lotes a vontade dos compradores. precos
odicos.

Procisa-se de uma ama de leite ; na rua Duque
Sde Cazias n. 47, Fragata Amazonas.

Ama
Precisa-se de uma ama pars todo service de
casa de familiar; a tratar na rua Duque de Ca-
xias n. 93, loja.

Aliensao
Desappareceu da Capunga, A dias, urn cachor.
ro de rag iggleza, fox terrier, de cor branca com
malhaa de cor escura, eabega malhada, cot6, ta-
manha pequeno quern delle tiver noticia, poderi
ir A ma do Vigario u. 17, que ser recompen-
Fsado.
Cosinheira
N runa do Cabugi it. 7, segundo andar, so pre-
edsasi urma cosinheira.

Attenglo
S0 abaixo asmsgnado declare que nada deve a
a alguma, quer n'esta eidade, quer fora della.
Sl oentural& alguem se julgar seu credor apr.-
mtE-mno prz de seio die s da data d'esta publi-
ROW d28 d eab1i8dolK4.
i r%


"' -' -
IV 6.W ^ )LJ-


-4--





I.


tiI


0 m-.. a I


TDEPOiSITO GERAT.


J. A. DE CASTRO NUNES
Annotada pelo professor
JOlR MARTIFNIANO DE SOUZA
Acha-se d venda
Na Livraria Industrial, ai rua do
BarAo da Victoria n. 7 o nas demais li-
vrarias da cidade, a 1 000 o exemplar



CAN A DO OURO
Aos 4:000000


Rua do Barieo da Victoria a. 40
e easas do costume
Acham-se a venda os felizes bilhetes
garantidos da' 1.a part das loterias a be-
nefiio da igreja do Poto (33.'), que se
extrahira na quinta-feira, 1 de maio pro-
ximo*

Inteiro 4OO
Meio 26000


quarto
Em perqfl.
Inttfro
Maio
Q=ejo
Quarto
MJ^>J


dle toeoboeo para
315000
do 10"000 o~ajma
dca
1475O'
4876
k dt Ca Oa kL63.


'4 4,
r ~ --~ *~ I


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o 1A.2-.-. -,
ag : ^._.'..?_.!. ../ .'" l* ,; s3 S s3
n, H i -, ^ ^ ^ w p ;. ",n .'!.' -. :'


~-wj


nAr1~Lr~As 1'


S':.- ':


tina, brunim e merina4
paraI facitos

.I".I AUWAI4 Preparam tenospa-

9 U 0 ra Iuto em 12 horas.

tJS0 JLr Nem-daA, p te-
Wo SSWE zae perfekto,
ffa UH[m IEsquina da rna de
"0go Santo Amar.
0 FJob seVAISl Casa decampo
/as m, t aNdmMo e o ei
adti moU s _t ae vtnho, agua ou Aluga-se acasan. 10 A da eetead d& C&m,,
/quaomq62ue omado. dAlnas, em Parniri nm. corn pequeno sitio, torn
q ara.f.-ujwn qOI is 2 salas, 4 quartos e eacimba comrn boa agus. Tm.
SeffOMS M rta-se na rus doApollo n. 30, lo andar.
(o mW. bs am,,to dos f lin,, --
itao a in o dAr aAma
tratXSnth~I Mala i&pwaW Precisas do urma ama par comprarp e ooi-
S FE D 0 Ifw1 SII nhbar; a tratarnaruaDuque deCaxias 4T.
Sso .Casa e grande sitio
A* r. a cm d sisew quamw, Na Tamnarinelra Junto a ete"Ko
orromuue adas ramc tuerem a gswsmdt-
i,4.,=,,. ,, ..lftmfmsmmwd16. Aluga-se corn 2 ualu, 4 quartos, sendo 2 gran-
Va' Vt6kEbde- omIN p ,m des, 2 saletas e 1 dita, para engommar, cosinha
adaS eGtoame o rodo i w f6ira, gaz em todos os compartimentos, sitio gran-
Sda*- y o twamigin de corn arvores fructiferas, 2 cacimbas, 1 de ex-
VICK w G scellente agna de beber: a tratar na rus do Co-
a E CM dod BOXTON & C ronel Suassuna n. 220, e no Recife, A rua do Amo-
40, Ru a. t-La, Paris rim n. 66.
D* M a O tOiuwM MM US PHRMIA---


(i Coin iccommodaf'es para pequena familiar ou
a %YPOP O 05 P1 r 'TO Ihomem solteiro, aluga-se por preqo equitativo nm
lindo chalet no Chacon.
Mjj liL9 ISA par da exeellente localidade, essa casa re-
os RC O commenda-se ao born gosto, nao s6 pelo smu as-
05 U AROPEn_ pecto elegante, como tambem pelo asseio de eu
H}E U']YPA' PUf0SPIi' interior, achando-se pintada recentemente e for-
DRl H rwn.1 S HI ~ B rada a papel. Para informa(Ses os pretendentes
da Soda, de Cal e Fei.T dirijam-se A rua do Baralo da Victoria n. 10.
i Empregade eom tan. toexito para EMPREZA DO GAZ
mx-a ltbda az amao*ti 41 RUA DO IMPERADOR 41
frmli sa-A.vend irnmiamex Conmmunica-se que durante a ausencia
,o1 o 11 mns"qimsm oa sw d do. abaixo assignado, actual gerente, atW
obatnfluenclado@HypophospbVIMs oUtro aviso, ficarA dirigindo temporaria-
-sto diminna,eappetite aontau n mente dita empreza o Sr. John Coks, do
IAs fomS '.,rn a vm, o=! -I dia lo 10 de maio eum diante.
|t'os a loaom, e o doekt guoa e= cm
Ibemn eatr desado. Tambem pede-se respeitosamente a to-
Os iShypophosphit sue leeo a un awca[ das as pessoas, que tiverem de tratar ual-
(fabrica da Phhc WANE, n,i, pessponi nsias, de qabaotn
r Caatilione., Pai, 0o o unw quer negocio nos dias do sabbado, tennam
veconhecio esocommenaadoe peto a bondade de o fazer atW 2 horas da tarde,
,.Ivy R^ % at,'da doobta tdo porque depois dessa hora, o escriptorio
S fr.op: 4 f. p ae n Frnca. achar-se-ha fechado para que possam as
Vadmne pocpsee Phamaoi. empregados term assim uma opportunida-
do deo descango. Qualquer communicago
1 0 j 1 I l especial podera ser feita depois para a
PA fabrica do gaz, a rua de S. Joao, ou
transmittida pelo telephone n. 40.
DO JA.PRocif, 28 do abril de 1884.
0 gerente,
para o xoacador Charcs 'A. craven.

erfuinmistas SITIO
PARZB Aluga-se- urn sitio na rua de S, Miguel n. 99,
ew em Afogados, r" '- perto dos bonds e do ganho
S1salgado, corn alas, 4 quartos, grande terra- o
coberto, cacimba eorn dous tanques, alguns arvo-
tlUres do PrI'us redos dando fructo ; o sitio e todo murado, e o
) e suas proprie-. aluguel razoavel : a tratar na rua da Palma n. 26,
cosmeticos mais j ou A rua e Santa Thereza n. 38.
.da or oda _^fBouquets de apurados e

delicioso, nOY v O StO S
desapparecer -m 0 bern conhecido fbricante de boutau, Jose
scercias da pelle. *B Samuel Botelho, se faz lembrado neste tiabalho ;
-- alem da reputa9ao gr tngeada helle, pelo 'gosto,
r pmomptidao asseio, etc., tem hoje para offerecer ao
fpP lico novos porta-bouquets de bern estudada e
refloctida eombinacao de gosto ; a tratar na rma
lej r voM a s Nova, loja de selleiro n" 29.
0DMosa 0 ATTENA~fi


4I-'


...
S--


1e- *

I."
).






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0 o Mesio0 aeposIto acha-se i vemA Os segiUntes Productos doe J.-P. LUROZE t
die uae& do
XtROPE LARBOZE v.w TONiCO, ANTI-NERVOSO
Conatra as sa te Gaatmrlglas, Dyspepala, Dorm a CaImbra d outmae.
doems dode huanJ
XAROPEDEPURATIVO ^ % iODURE1O DE POTASSIO
O. CohIu u mwa .s Tumors brono, sAlde di amgu,
COMM as at ,o "Oa!mm an,, du t .
iU Aortdomtei sijujateos Mpnrios e terolaries.
XAROPE ERRUGmIOSQ.B hw^.^mPROT-4OOBgETOJFE3I
^L r^*- -~ ~ ~~ ~~ .t-~ rapfflrf 8lini oTft yllT^ n*ii.*nili
f^ ^gmfto ma two 41 hu &ofti &s ^and
M.A.L
Parist.,7,-P ., LABZE o P armaouticom. 4
.. RraU.E, ... ... n_
AL 1W. wmiahw.90 iudeA


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Ber fluorae* para 09
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I'ini* L i<. i> i .1 i>... 1 .1


I


S13-Una PrInelaredexaE-.B
Rio de Janeiro '
Unico agent em Pernmabuco
ADAII0M IOWIXB A C,
Mu---3 Rua do Commercio---N.--3
A vanda em todos as boticas e drogari.
Alias "
Pieisa-se de un ma m para. cesinhar e outeu
pars engommar ; n a larga do Bosmario n. 94
A, primeiro andrw.

Equommadeira
Precisa-se de uma engommadeirs"; na rua da
Aurora ,, 65.

MLa ndv~ae
Para pegar a moda
Urn memo de familia qne se acha altamente
collocada, tendon sido berdeiro da roupa que deixou
o sogro enfronhou-se nas calWas brancas, por sir
de boa fasenda, e sendo ellas urn pouco larga na
centura mandou dar algumas pregas atraz, e du-
rante o dia vagueia pelas runs da cidade a ver so
pesa a moda da boa thesoura que a .cortou.
Reparem, e vejam o bom gosto que teve o ma-
nequim de salao, porque quando anda s; faz olhar
pars as caJ.as.
"U Um professor
Um mogo, eatudante de direito, tendo alguma
pratica de ensino, offereee-se pars leccionar lin.
guas e sciencias nests cidade ou em qualquer la-
gar. FAde ser procurado na rua do Rangel n. 4r1,
primneiro andar.

Copeiro
Offere-ee um copeiro corn todas as habilitaques
pars este fim, e garantindo sua conduct ; a tra-
tar no largo do Corpo Santo n. 2, 10 andar.

N. 24,360
Roga-se ao Sr. Audr6 de Albuquerque Mello
senior do engenho Varzc Granle, o favor de vir
ou mandar a rua do Rangel n. 51, satisfazer o
numero acima, pois jA faz mai, de u-n anno.

Aviso
Deixa de correr os cartSes felize3 corn a loteria
n. 33 por n~o se ter aindi recebido o distribuido
uumnero equivalent ao valor da propriedade, e
que serA marcado o dia e annunciado. Pedo-se
desculpa sos aceitantes, e a coadjuva;a-o dos
amigos para realisavlo desta empreza.

Caixeiro
Preeisa-se de um caixeiro corn pratica de mo-
lhados e que affiance sua eonducta; a tratar no
largo da Detenc"o n. 7.

Aluga-se.
N'uma casa capaz, em lugar aprasivel nesta cida-
de nm ou dons quartos bonitos e independents,
a algum moco que se estima e de born comporta-
mento, e encarregamrn-se da necessaria limpesa :
p tra informao5es, no largo do Corpo Sanao n, 27
agencia de leiloes de Carmo e Silva.

A MOONSrOR on ii hor ie

Vende-se uma part do engenho Utinga, tendo
muitas madeiras de onstrucipo e qualidade, boas
mattas, perto da estaao de S. Lourenco da Matta,
vende-se tambem usa impanada patente eom to-
das as pertencas, propria para casa commercial ;
a tratar corn os proprietaries A rua do I3perndo-
n. 77, taverna.
Pede-se
Ao Sr. Francisco da Cunha Moreira o favor de
vir A rua do Socego n. 70, A negocio de seu inte-
resse.
Cozinheiro e eriado
Na run da Princeza Isabel n. 11 precisa-se de
um cozinheiro e de um menino.


A GRAIlNATICA NACIONAL


All'. -. -. .
* "*.,' *----


1
I
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^


Ga. P,


won^**^*^?^ ^^itl













w WengtasiJisas e Isyu tiasndo eom Ws
4" tbuv~cs a ma sodo do avidoao;mnrcado
anede Aii1bh o n Ibordados do 11 o a Dims muto bnita. .combarrs laras P
.1 1?SHP .ritw~ ^lf ^ ^^m ^~etc^ ipam ao res-^o^18 atritu,
pde atecidos rendados hem pnimosol, a. Dlmimn;,d I e e l 1 p Gorgoruom bonito de la, lavrados, para
'h i v q Merinos de umt BO c6r, teado de tod as
a, Iim, .-corn20 jarus e em perfto estad-o, S. f413otd r
tw &ws s a- 3ua, 4FOu e ujo.n. dmwtmUamterlufo sor- iE.da gog.tcovado
,l -A m pak.qlJKe 4osaK gKddosW Adernd aio, s 0,.U ma.,! !, COAlpacas lisa., tondo de todas as cores,
~ equoosgrans ~trieadoie..idY~~, Wk, u ; ..A oracasb lie~tosk tundosbrdnos, edopios asrs scored
50ea0, co'vah..;t+qoo. 5w ,ml ntIo, de joias d s., 500 e
-.C retohse co n ba ns., seudo claras e csc tae
d~teIe, rofTas ;prove:% 'acmo hoado, gw aiad i3 a O,'o covado; -ais modernas e dos M 4Oee proo .
^ .-am.diAd-1 J L*Bi i-o fo 0 rs. ocora "~f~ filrsr a rcf pries pars veatidos, eamisas e ruttpa., de
.'Bim al, ti ho, aa30 r0n.,o cova4o i8 mas apurados gostos. s.soaeo, ,0o e
t ta os S aelim o A.e, -800 r w 0 o oo.Ido, 6
Cr 'd d fabMiaa oo ea C m o et m- Chitas, grnuda sortia;ento de chas clara
f~oaaAA~lonr ^f~hiIL edafe~ad8,43^Xumqueaft! C inp~nittei- eaecuras, decrsfxde 200, 240 ate
tes, e se aCa gbli Otfo'strinado, fazenda superior de 400M. por.2 rso odo. s. uaipa, asmeis inauposas uo
C ir de duas larguras, preta e de acres, a.2620o covadoI milder mais barto 0fdoo o, cdeo,
tados a vender mais Mern5 preto, bom, a 1000 e 1#200 ocovado o qe em o a al- cn eosdo
Caoste do sentre Coo as de bahoes de mar paea homes, a.S n m do que em outra .quao e aad,-
abmt u aU O lv D senhora, eni al OOa a-Cambraia, branca edo, asi eo tiasars
brti do, q e Camis do linho corn colarinhos, a 48600,,Ada ,;rmsitam qae nio ha quer atS e eom r jardasp aap3.
1quitquer, visto rece- disso empr Ditas mto finatanto tapadas coo
S Lenso abainhado para uso, a 24000, a duzia! n. s1,d PhlM 0 A acep te, ton do 7
berm directameite. Eagni4 d'Ealgodlo, a 400, a.pe9a;convml LUA l W Espartlho muito moderno parasenhoras 5:
SCoIchs para cama, de 7000 a 12000, un i Ditos muito bem feitos pars mcuinas 4;
Tooos o pS re losals mapae 70 s 1 0 *! Chales, grande sortinento dechalcs, t, nto
TodosMoseroleo sj Mas Ivas, finIssimas, para senhora, a 56000, a'duria6! dde
A wrendidos n' esta casa Ha co stantemente muito beas casimiraq,Sim anoxt tes, camiq,,cololarinhos, 2 PC p o, De tod s ebtas amo-tius
_w ... A_*J +-.! pnhoes, lengos, gravatas, ceroulas, meias, etc., etc., em .aunwa o.,Inua eompleto sorti-. G .i f .* oa enda SbarateiroS dad'
sao garantlidos. mentoede artig os para home e bern assim, grand deposito do ronpa feiia par tra- =i g "'' .' qua dobecco dos erreiros.
'1 ~ pouiao -do ro__pasfiras de crae
lIIII 00 CbII~ I I Nas veidas superiors a 1006000 dii-se desconto, aendo tudo em pega. Vz D :4 a O's
Ai l CASA DE CONFIAN-A I E ar [il
11 Win V Tl 1 Hfflg f l f Lm i.- Alheiro & Silva airuada lwperatrlz n.10,
IJl 1 I 0 um immenso sortimento de casenura de cu
." 'AJAU1U.2 r tanto elaras corno escuras, que Vtul'm a 2'-S
--5M & s7.111 AINCIO0 GIJRGEL DO U A CU -:w-Z:mj
I'IIA1LT.F1TC~An~ UUU A AT 2A500, at6 6+ o covado, e das mesmas mania
EllllEH8 C fazer qualqer pea d'obraou costumes, por
'E M S SO 2 0niR u a 1t oOd e M ai ._ $ r ls0.^- e .ln*oori"td eamirase oa ;s
,L ln.I. h.t nllli ^l <- f I ^^ %1^-^ *"Ci^ So B tos at6 ao maiB fino seda que veto ao mer,:a~i
UljiUU iU mUU4Il.l 1. (1 I P --- U____ "?_______ dos mesmos tambemi se enearregam de m.^~
liR. f 'nra~~&lf 'J^ 'I.C AI.inJT ,ORua 'do -abugi --.16. gueas e corn ted a perfeimao epicstcza is,
assguao vudu ns Aaioja dos barateiros da Boa-Vista, naesun
0 abaixo assigado vendeu nos song Na mrua das Nymphas n. 26, se precisa de usa bcco dos Ferreiros.
venturosos bilhetes garantidos os premios ama palra cosinhar.e mais algags servivos de
tes: 2 quartos corn a sorte de 100 ca N eslabeleciment
ton. 3309, al6m deooutrasmais de 32#, Caixeiro 0
16i e 8#, da loteria n. 32.
COnvid a aos possuidores-a irem receo- Preciaa.se deum menino; na rua de Santa fazendas finas mend
'b" sem desconto algum. Thereza n. 30, taverna.
Acham-se a venda os venturosos bilhe- RCb2ljIe A a n
ft garantidos da loteria n. 33 em beneficido m uam a Fdo abdgi n. $ A e -.S AE
dairead Po d Cmbe, ude costw-as : na rus. do Riachuello n. 57.L j e5pra
da igreja do Pogao do Cimbres, quo' Precisa-se deuma ama quo engomnoeentenda Lja d 5 01*as
me extrahr sexta-feira, I1 de maio. de ost'as : n ra do iahuello n. 57. J ASTO C
P'RE C'nH ail OJ Recentemente abcrto, apresenta eO repr.^-
Vv-nnn l^ ni^i I^rl^Pinih public um variado sortiniento de teciloT do: nJ
InteJro K OuI a d ee yl00I f dade, em sedas, las, linhos e algodao, e ,
mu-artigos dephantasia. Prcqos sea e)p.nc i
eio 2:000 0 o agente de leil5es, Alfredo Guimaraes, mu-
Quarto 1:000 dou o seu escriptorio da rua do Born Jesus n. 51, PIODAMT0A DADAB 1A I
quarldo pei: o r para a mosma rua, armazem n. 45.
Seudo quantidade superior
,+. "e'..2:0, GRANDE OFFICINA DE ALFAIATE LEITE NATURAL 59..na l "0 de Caxias..,.
MejoA:90 OJ -ULJLJ II-QIUI^IUAdmlrem I I!
RarO8 ili b1 TIC~ ^ (l0 (SEI VA) Superior brim pardo lona coum 80 centim'e
Joaquim Pirdai a1. J DE II l tern vindo.
A A A FORATTUjA L \ ALE L O Z ABrim tranqado alvo proprio para lenj,)es e
l n\\minas de dentro a 500 rs. o mctro! aprovcit 41..-IBusdBa r0daYtr.-4 tortes do casemira ingleza, de ,istra c qta,
:lAMh 114 IIITtt l l\A?1, "*r do Bar~o da Vicloria**41 aho a 2t-00^ eS~i Wi00!
Al A Ii 1N'este acreditado estabelecirnento so encontrara, semp1 urn sortimento ; re- CONSERVADO LTQUIDO sEM ALTERAR-SE Superior casemira preta, 2 larguras propria p
AOs pl4to de pann0s finos, casemira do tda8 r ,proplas costmes e calgascom- biaceas, quo habits os nossos sert'es, 6 hoje reeo- Ides diagonal a 2/400 o ditot. So de 3-C
s cebemos direct+ mente a+o t.ai fazendas por todos os vapores da Eurma. Brim nheoido como un verdadeiro especifico para des- ses brancos bordados a 440 is. odito!
B Irt/TP f* A R/ A WP W blanco e de .or+8, e tedals8 as fazendas tendentes a mna casa heSSe .genero de negoio, trir os epitheliomas ou cancroides, facilitando a Bonita escolha em novas las de quadrinhos
ZZL-Z 2aTt Oy Aprom )ta-se costumes para hito em 12 horas. renaovaao dos tecidos atacados, e trazendo afinal 400 reis gorguroes de dita, 440 rs. o dito !
OSU n deees r B 3atera comipleta, sem outro tractamento quo a Bramante francez para 1enDea a 900 i-s.
ha Primeiro deiar0 11, z$3 am+~o+ do u pessoal habfiitao e'corn o8.() e bamTS+assrvrapisg topical d suna eiva (vulgarmente kite) tro!
aao aia ea seus amigos, a qualquer pessoa que quizer honrar sen estabelecimento corn snas como caustico. e do e ran a o urn.
abioassmd ed vnions -5oL"'~w*ien96es do mesas, grandes a 2jp000 urn.
abaiftforti n asil anao tends vendo nos en1ommendas.8 ~So numerosos os cases de cura, algams dos Meias inglezas para homem a 35500 e 500(X
,onu atortunados bilhetes quatro quartos+ n. do Rua- do Bart i d a "* m. es ja levamos ao eonhecimento do public, em duzia.
^648 corn a sort de 8006000, dous meios .L- t. ua na0 O 1 VLUt01.Oria-fLA diversas publieaP5es, pelo illustrado clinic desta Lencos de linho em caixinhas a 2500 a dita
n. 2883 com a sort de 200000, o inteiro n. capital, o Sr. Dr. Alcibiades Velloso, e optimos re- Metrmo preto, fino a 1A200 o covado duas 1
.738 con a sorte de 1006000 o iteiro n. s ultados tambem foram obtidos has feridas e nas guias.
3483 eom a sorte de 1O0 eoitro --------------- ulcers. chronicas de character syphiliticas. Cortinados para cama e janellas a 65500.
W463 cor a ore do 100000 e outros A os ]IA i T A "r "'R'm T Kecebemos do interior da provincia, (do Brejo Colxas ricas de crochet para noivas.
-rmrtes de 32032000, 165000 e 8(000, da gj tl /I )M A ': I. A J l da Madre de Deus) de pessoa de confiansa e on- Setinetas franceza, lisas a 360 rs. o co.pa o.


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S. -iM E :N T O .....
DE
Roupas para hcomei
POR
G40 4 P eros baratssxlmos
N. 40 -RUA DA IPERATiZ -I.
"40 Loja doe bnraaeiro
DA
.10 BOA-.VISTAL
1'vnEM
500 Ca!u.a de molesquaim, padro claros e ies-
3G0 curos muito bem feitas e tazenda tue
i1.tV d'b.uta a 2d500 c
GIC DJta de cazemiras de listrinhas eqza-.
d(iubou, fazenda niuito boa e qud .
500 lava, a L
Di:uo de cazemira preta, fazenda miiito
Lb a, d-. ; ?" .V. :..
500 Pralctts de cazemirainuito boa, liza 4de
lUbtriunhas, a 5
400 Ditos da racsma fraz:aUdla forrados, a ^
Dituv de cazemiras "ecburas, bastante en-
GO, cui'paida.-, a 7 'nDS3
GOO Dit.j da mesma fazenda furrados e miu"-
t..,' Lcui feitos a
200 D'tus du cazemiira a.-,ethiada a
i D:...o fltnella azul, sendo fazenda (,ue
I'-0 n d-, .Iota a a
o Dii.,.a, t. azeniira preta de cordao e
dlia'u !, sendo uito bern feitos a
;000 10 '->00 e :'&
ii de greguela, sendo mluito bn
.1 a 1 2(: e
pa., a dvatro, da mesma fazpu-
D300 c x.aui (IfLoCo Lia gi-andc sortimcnto de cswa.rmj
Wil'* i.u-'a I) LLp;i buni-as, tanto de linho coma & ai-A
L( aiie. ,. rbuito rizoav&.
Ti,.;. ibto c.,n 'n.e reduc",'o eip prco,.a
-.... .quina d bcLjccc dos Ferreiros.


--100
Ft'iseSta azul
~a I fl AOO 't
tm A' rua da Imperatriz n. 40, loja dos PAC-.
*r-. ;.'.* s da Boa-Vista
( >. V.n," ,--.c :':i,::io .- fianc!!a ;;ziu! d'tim;t sd6 l-j.-
diim 1r-n f,, d-, ",r'ricr r.a m .' today de lI, fazlnda s .
rre- IIve, pr iprn u'ri cil;-as,'palit6ts e re lete :s
um I h',-rto .'--ro ,i," e!00 o covydo, Ol .naarn o"
pro- f!zpr c ,'r,. d mesma, send palit --t aa.V; -
s. d ;:-lh.o(i o A .1 f.-ik 1l0)), e grande pehincs -
idnr I-;ja '!' i-quina Idc hcco dos Fcrreirous
fre-
0 Espartithos
FL de
a ^. e ^0O0
Na loja da rua da Imperatriz n. 40'. vei-
Smuito)s bons espartilhos pa'a senhoras, a 5
re ditos parsa meninas a 4'.D,0, as.-im coo Mza ,
nito sortimento d c JL. 3 ) 3"(-00, "ito I -af
esquina do becco dos Ferreiros.
Merinos preto
h -;,', bl001 25000 e .a;^.
U, iariateiros da Boa-Vita, A rua da ]impera"is
u. lu ti.i uni grade surtiuituto de merib6s p:alm
pdara c?.dos Clue vLedemLde e lId-' () atK 2iJK,
.cjid,. muito boa fa/euda, asim como djtosemtw-
Sjipados para ruipas dc bouieua e meninosiqwe ;qa-
..iL- cm iNuito barato na hlja da ce.quina do bewac dw
= _,iioos a 10 rfis
:, da Bua-.Vista vendem iMnaU-aw-
9 nitot_ .l u.... a i. i ,i >.',, Li"'r de ie listriias s aa
A .' 1r)t':is o Cu\I o i d c t A.-4(:
it..> LIa uia ,'la ,iip,,tr- U L. 40,, esqu-liaido baczw
[11, rq I,,I
:jAVISO .

A,!a!,.-.n Howie & C. ten\ para vender :
ir- Vinho, Pi,rto fino, em ciixls e ban-is.
ti tike.y Duuville verdliro.
ara Tinrta ... -.. T.ca qudi,.Lde.
-0 Brnis dc MArshall v crdadeiros, de todos es nuies
I ros.
Eerncdios dc Ayer.
s a 3--RUA DO COMMERCIO--3
m Fazendas branch s
oa Na loja dos barate~r

da Boa-1fista
a -Runa (5a Imperatriz -
VE^qDi-yE
Madapolao, peas de madapolao franoez


x | eifestado corn 12 jardas a Szlm,
Iv Dito muito largo corn 20 varas a 4 .'500 e .;.
Dito, fazenda muito encorpada que pa-
rece cretone, corn 20 varas a 5-500,
6.000 e (4-.
Dito francez, americano, fazenda muito
fila e encorpada de 74 at6 O
Alg',diao enfestado c :m 9 J e ;.! dc lar-,
gura para fazer len6oes de um s6 pax-
no, metro a .__
Dito traniado corn a mesma largura,
do, proprio para lenses e toalhas de
mesa, metro a ,'. .'
Braiaute de ialgod.io cA:.m 10 p.alios de
hirgura, proprio pitra ftazer hl ,-nC's de
Uum -'6 V O" metrou a r
Dito no, send nmuito ectiorpado,
S fsma largura, metir, a ';"..-
SLUreguellas proprias para .--- a-
lhao, eCi.i,, .... i.'1 o f zru hla j.;iito
cencorpad, ,da AI la corn 0 v'.iras
' F-" ll ::.: .- ..... ,.a a l^a a
l Dita corn l ... 2 ... 7 1500 e a i .
vara a
Atoalha&, a-a ...... ', .... '72:2: d
n i;a, tudo 8 .j n.,- h i l.aIrgun, me-
tro a L ."s
Ito uaI l(oja da b')ii, 1 ; ,lo ,e o d,, F :-t u .
FariJimaLactea
Nos primeiros mezes a -+iIui,'mar
natural e apropriada pars alimentar a c-r'
ra ,a de peito 6 o proprio leite mateino o0qCju
de em caso de necc, s.. a c.c scr s otb d
e dopela
ba- FAIWtiNhA LAU 1 LA DO DR.
e- FRERICHS!
-U--
los A sciencia e a pratica adoptaram a! L.-
e a nha Lactea como pud-aroso elemeritci ,i*
na trictivo para a infaucl,, e a ,.Lu'cos MIIaB:.
cos do Brasil e da E,',inp'. reconheQiw..z
ser A do Dr. FRERICHS a melhor 4'diw
genero.
Dove-ae pois evitar confiar o fiMh t.
uma s pessoa esi'., .... & '4 u,,porta rZ=O.,
nlo conhecido muitas vezes o ge -
numerosa molestias.[
Cre Vende-se a verdadeim farinha L A.*
em do Dr. Frervichs:
r ; 55 RUA DO IMPERADOR 5b
da Estabelecimento de musicas e iacno d<.'
o torPrf-&Ue

Sazendas aariadas baii
dar
nod ~0IISI~
i hissinw !
0 -Chitas francezas corn avaria a 280 ria o ;w
&- doI
M1, .pel.aa dc quadrinhos idem, a 120 ri,.oW-
- .Peqa de algodlo corn pequeno defeito a
S20- arda -I
'. Pan- ino idem idem, a 25900 o corte .k -
Granadines pretas par acabar a 160 r6is -
vado! I
vf.,fa Mf,


ZZx vj3 a ZMZL" %. r i
A IUA DUQUE DE CAXIAS N. I
aioro da Ma u& a





A ^ Af ; .Y. ,., '


- A- IA-IA


5',


loteria (32.a), que se acabou de extfrahzi, J UL t _T-A -JXA "JUJ2. V V JL lencuaa, a seiva ou Mite de atvelo ; ; portinte, po. Carosas, seroulas, araratas, toalhas,-collri-h
kPra('.) qos cbudeefafr .JL~j!~1tM CJJJ) .AJV I.. R aa u demos garantir quo cclhids. da verdadeira p/an- pumhos, e infinidade de artigos+por prev:os haexos ndcnera emda
-onvida aos possuidores virem receber j P|\rni qu l c da ve
:mna conformidade do costume sem desconto AN I' rA IiKA.MURE nao r aterao, e cor a necessaria f i imos.
noso~r lterao, e corn a necessaria fluides. Venda$cig'~odm$d
gum-e en o u a : o ledcamentos, para llestasdo pel para facilitar a sua applicagao corn seguran deas eI rosso daos
Acham-se venda os seUs afe !mados n i i i bom resoltado. ont
bilhetes garantidos da part das loteriasBE D JACA BU E r -e POSIT GERAL Caneiro da Cunha & C.
a beneficio da igreja do P6do em Cimbres Pharmacia e -rgaria de Ir
(38,qese e aiAna qui.tn-fenraDO1 enIKE -RAoDa Pa
de maio proximo. 1O8B0' RAO IICO& BR1TI iD1JT tloln0eu a C. dro g.a. pa at
PRI COS 34, Rua larga do Rosario-Pernambuco ius doa d i a a
Inteiro 40 Deposito em easa dos proprietarios -.- --....-CAV E .L.....E
Moio 2W000 CRA
Quarto 6 TLEPV &CLeite de Alvelloz
:"" w ""'".o. "'I>3oo loo+, "* "^ t t-'v .Em quaudodade malor de1Oll0 Conervado e garantide'pelo pharma- Na
Intoiro 36550W ceutico
Quaro 58750 N odi 5Antonio ma1da Uniao
Meio 18750 N. 25-- ua do Barao da Victoria-N. 25 Cad. vidro com as instrucBO es 3,000 ha
Q Mxon ^75^ || a,^ -,^ ntnuH Yeras ...- ba^g^eT r sepre pars s
____ ____ Martins___.__ Os effeitos obtidos pelo leite de ah'ol- p p r
il | | loz do nose eltabelecimento, sio a me-
.-, r, lii 111 1i1E~iI NAN ZFN1h1 hor ganantia pars. quem dosejar ten es
1 711 inaininwinwinr! to- nemedlo pure. vner craves e fibres
{ I Prharnacia Peruamabucaua {"
J A 4 0 1 L10 ISE-L f I-.- ------fL I dca. I Nova machine de con
AOS4:000000 tna
BIiE ^UTBS~ -',"--'" -+'-'' tiltsZ,,B"?*-A,,
DILfETESoie nde aveloz Do.n.a rr
tPraeadamIndependen-m exoiio. A Tms a e do Bo da Victo
i ~~~~Patr& UA C wmee .eroe de Ia.a n
J7~r~a a inepnue- .~,rn~m~e (~c~m ~ ~ a.30, loja do Antonio Pedro do Sotuza Soanes
ci ns. 37 eQ 39-- ^^^^H ea.e+l D. nova maehina ; cose corn dons earretei
cia ns..37 e 39 Perfeitameute souservado liqui'do grao e co lih, podrndo ser de 500 jardas cada u,
denwdoapprovada pelaEnmam junta de hygieaa fitwna os doas.psspontos como so fose de Ian
0 abaixo assignado vendeu entree os seua publica do io de Janeiro. g dema, .de gande vantage. No mesmo esta
felizes bilhetes garantidos a sort de 4:0006 Privipiads plo govemno imperial, pela effica- lecimento tern cenatantemente u gande sor
em 2 meios n. 2805, a sort do 1005000 cia da ua appuicagao. mento das mulhores machinas de cotura de toe
a Oarto fraseos trazem o retrato do bacharel Joao O ineipa ficntes, e vendeda em porAo
em 2 quartos i 3309 e outras ortes do BaptistaGitirana Costa com.aa suaasmignaturae retho sempre pr preqos muito razoaveis;
3.2, 16# e 8#, da loteria 32 que se ox- W *upo pwuho io buricados omn tints eacr- run do Barao da Victoia, a. 30. t
trjahio. ,; Hnada po'lU o cirRo i dentists Nuia Pompilio. i--
Convida aos possuidores A virem rece- Unico depovito em Pernambnco, rua do Barf ds escCOCBes
,ber asem dlsoonto aigun. i *a I* _Bdar. 280
omeSMo absiXo a4""o tern UMo poOt A a A SPAM u80.id
Venda os seus fefles1Olhte garautidos L44 auw.ro eapa .ypiiwios, fmnmwIasesp- p~ g
.3a 1oWoU a bw u 4o re-9ja do _Po_'_._,_-POW_ __ -- d-s .t' l ee
9 ao de Cimbres, qu( s 4e .x -ahir_ qumi i' "e '
ra, 1 do +'-- veatidbs, sendo fasends de muita phantasia
S1' 0 .ore dos. a s280-s. o covado, e a alo ter
P .9 [ Tm.mlre toquo do ofo* cstanaim ur crurad
.,.000 "c, .tc.a usude,-se malois dos barateio
Bilhete inteiro ,. t 4-- J_ amAr-a----- rndo ma-. 40, esqians
:..4 a50 100. ,i .. :,;. j ,.a,,,m ..,-ma~, mmijeccodos Ferraieis
r i pou'pEo de d o 1006 @ P ,
S- .,75 __ quartos, eulaha interns Do
B pQuarto ,58H r ,ob -----,-_:--- 4-q.a.ts -,--...
4s,/ ^teia &mj(7O Po ; putio^^ ^ ^^ ^ ^^ f de l13ASme jI a~ Tor~rr8egu -.t o o. ,o& 0. f$t b4 caPb OP*-

IT, OF. I : : Ar --,+-s--
--_ __A s_._ _" ", o I --a M
Amid" .. A


."i..
.;.!

!_.























B01, n womTU ponplln 1'a!w e r d o..
100;000 almas, Naa-in-hh 'rn 50,000,
Han-Haa corn 42.000, Hai-D)zuong com
30,000, etc.
Outr'ora Muh-Binh, cidado fortifics
junto da babia, ocenpava o primeiro lugar
depois de Hanoi; per eu grande part de
sUa importancia.
Son-Tay e Bac-Nian slo prgas do pri-
moira ordem sob o ponto de vista estrate-
gico. Hong-Yen, entire Hanoi e Nau-Dinh,
6 a capital da provincia mais pequena; foi
ahi quo ha dous seculs estabeleceram-se
os primeiros europeus,I e ahi so achavam
as feitorias portuguezas e as hollandezas :
achava-se ento A beira-mar, omquanto ho-
je delle dista 60 milhas. Hong-Hoa, na
foz do rio Negro e Song-Koi, 6 habitada
per populaqoes aborigeaes, os Muongs,
.que obedecem a chefs hereditarios. Cio-
Bang, bem como Langson, ambas fortifi-
cadas, tmn consideravel importancia mili-
.tar : esta ultima acha-se na birfurcagaor das
estradas de Iuang-Si e de Bac-Ninh.
Hai-Dzuong 6 uma praga forte de ter-
ceira ordem sob o ponto de vista commer-
cial. Hai-Pholg, porto de mar, 6 uma
das chaves do commercio corn o interior;
infelizmente soeu clima 6 quente e humido;
al6m disto pode ser inundada nas altas
mars e resente-se da falta de agua pota-
vel. Kuang-Yen mais ao norte, s cra mais
tarde o verdadeiro porto de Tonkin e ex-
cellente quartel para tropas. Tai-Nguyen
tomrn em suas circumvizinhangas minas de
zinco, de ferro, de prata e de carvAo. As
costas do archipelago e as ilhas sao povoa-
das por pescadores e. pirates chinezes.
Mong-Kai e Tongkin-Hoi, situadas nas
duas margens do Paklan, sao do access
difficil por causa das ilhas e dos bancos de
area que bordam a costa. Sao lugares de
refugio para os contrabandos.
Regain Tonkin divorsos rios, sendo prin-
cipaes e Song-Koi ou Soug-Ka (rio prin-
cipal) conhecido no Yunnan por Kong-
Kiang (rio vermelho), sem duvida em rai-
zao do minereo de ferreo que cont6m o
seu leito e que da as suas aguas uma cor
avcrmelhada. No mappa do pade Rho-
des, acha-se indicado sob o nome do Bo-
de ; nasce no Yuunan e desagua no gol-
pho de Tonkin; e navegavel ate Mang-hao,
a 240 milhas do mar. Sua navegagIo.
segundo o relatorio do Sr. Kergaradec,
encarregado pelo governor de fazer o reco-
nhecimento do rio em 1876-1877, nio e
praticavel nos mezes de mnaio a novembro
senao a pequenas embarca.ao3
A navegacAo' do Hanoi at6 ao mar 6
scmpre franca As cmbarca,5es de tres p6s
de calado.
0 caminho mais curto C pelo canal Song-
chdie ou Song-ki.
Durante a esta4go da secca tern-se de
seguir uma seie de cannas ate uma all
dca de Soag-Koi, a alguinas milhlias ao su-
de Honcr-Ycn.
0 He-ho 6 bastante important, porem
mais praticavel do que o Song-Koi, nasce
aquelle rio no Yunnan. Ao sahir da Chi-
na, atravessa o planalto de Laos e paralle-
lamente coin o rio Verinmelho. Na altura
de Hong-Hoa volta-se bruscamente para a
csquerda ," lanca-se ncste rio,
O ribeiro Claro {Tsin-IHo) nasce igual-
mcnte no Yunnon c, depois de certo per-
curso, corre subterraneamente ao sahir
desta provincia, surge mais long e conti-
nua sou cursor at6 Song-Koi.
Os outros rios do Tonkin sao o Long-
moun, ramo do Ngan-Tan. o Thai-Bink
ou Song-Can, e mais tres affluentes de se-
gunda ordem.
Nos mappas annamitas encontra-se um
rio que, vindo do Norte, corre parallela-
mente ao rio Negro, faz um angulo e des-
apparece pela terra a dentro. Suppoe-se
que 6 o Nam-Kam que se langa no Me-
kong em Luang-Prabh. g (Laos). Cre-se

FOLHETIM


.PECCDOS YENXES


POR


TEBCEIRA PARTE


0C6ntiuaclo do n. 97)


XV


A caca


Era todavia o amoo Fausto dernmasiado
orgulhoso e do indepeudente character para
se deliberar a viver peasando sobre uma fa-
milia que nao era a sua, ainda que a
amasse muito, no obstante as ingratas re-
cordaoes que n'elle desertava.
Al6m disto, tinha num pensamento fib,
que so firmava main e mais na sua imagi-
naeo A media qu n'elle desenvolvia as
fau'dades o incessapte caminher- dOtem-
o: esperava encontrar n'um on n'outva
di, n'umou n'outro sitio, aquelle que Ihe
deshonrara o nome e fa a causa da mor-
te do Soun pats.
S s porque ao queria despedir-se da sus
lerntivida ;' esperava d-delb*e rair em
aiguna povoeglo ande ec iase 0 vifcon-
,d ode'o Fontac)- 11 q Att-jeL"CO*lo e
e,tin lu O dendapo da asusUPI


i ini


a seis memn'
ticaveis uni
No Delta e
calcadas.
Variadiss
kim.
Em prim
desta proce
conhece. D
tuaes, uma
SSi bern q
diz Dampie
da safra, ea
pois da c6g
molhos, e
car. ) Ua
china dA un
cos por ann
A export
present 39
9oes. Sen
dos chin. ,
Depoi dc
6 ada seda
xa alguma 4
imperfeicao
A amorei
provincial
centraes del
0 algodo(
em certas k
toeis alluviie
cuja nature
de Luizianii
Sua quali
China.
0 chA dos
poucul-tcha,
ta prociosa j
la, serA sem
cursos do p
A cultural
espalhada p;
fainilias a ci


mwBpte,,sOuiraae. parts to-Uno.
icontrarnq-ae grande numero de

mas sao as producazces do Ton-'

ire logar, citaremos o arroz
encia, que 6 o nielhmr quo se
3le fazemn-sc dtas colheita. an-
em Mao esoutmr own Nvembro.,
e o paiw, qae 6 nmuito baixx6,
, achete inundado no tempo
a nemrp. r isto apodrec; do-
i, 6 ecarre.ada para &-casa em
mspendidos depois pra suec-
hectare de arrozal na Cochin-
producto 'minimo do 250 fran-
0.
tq d arroz do Toukin re-
[l 'do total de suas exporta-
oIercio acha-se nas maos

'artoz, principal prodaiego
cuja quliiU-ade at agotra dei-
Iousa a lesejar,nem razao da
dos processor de separabeo.
ra crese admiravelmente nas
eptentrionaes, occidentaes ou
Tonkin.
Kiro produz maravilhosamente
:calidades, sobretudo nas faer-
s expostas As brisas do mar, e
ea e situaglo sio analogas As
Se da Carolina.
Bade'6 boa e de facial venda na


)

a

I)
i


provincia de
centros desta
0 cafopiro
linas vizinhas
de seus affli
Os ensaios
narios em E
dos.
E' sobretii
Liberia se
clima 6 ahi t
sus patria.
0 fumo de
cessos maix
sentar-se co
China e tahe
0 colhido
qualidade si
0 anil abi
em breve seo
esta region.,


planatos 6 igual, dizem, ao
tdo aprociado na China, e es-
lanta, cultivada em alta esca-
duvida umrn dos melhores re-

da canna do assucar acha-se
r todo o Tonkin. Todas as
iltivam em seus jardins. A
Nandink 6 um dos principals
Sproducnlo.
cresct perfeitamonte nas col-
s dos valles do rio Vermolho e
entes.
de acclimaglo pelos mission.
3so deram exoellentes resulta-

do em Tonkin quo o cafQ da
acclimaran melhor, pois que o
a-o quente c humido quanto na

STonkin, preparado por pro-
aperfeigoados, poderA apre-
a vantage nos mercados da
z inmesmo nos da Europa.,
na bacia do rio Negr. 6- de
prior.
nda no Tonkin meridional, e
A fonte de riqueza para toda


A arvore do verniz e o Tong-Chon
(Eloelaca vmrnicflua) que served par a va-
riados fins, cobrem immensas superficies
das provincias septentrionaes.
Ora o co nmercio de laca e do oleo do
Tong Chon represent na China mais de
200 milhocs do francs.
A plant que produz o opio poderia per-
feitamente eultivar-se em Tonkin assimn
como no Yunnan.
Apontarem os tambem as produces que
de 'orninamnos de pri'nwira ordem, e umna
unica das q aes 6 bastante para enrique-
cer umr pa ; o milho, quo e geralmente
ahi a base a alimentagAo, a urtiga-brauca
(urtica nive ), a borracha syphonia), o ri-
oino, a cane la, o gengibre, o rhuibarbo,
e diversas lantas medicines ou proprias
para a tintu aria.
As forest s 'produzem quatro species
do pau-ferro dbano, rosasandalo. Na Con-
chinchina uIn hectare de coqueiros dA an-
nualmente a renda liquid de 2,341 fran-
cos, um hectare de arecas 2,213, e de amno-
reiras 2,500 frances.
Por esse iempo rebentou em Hespanha
a guerra oivi : a baroneza, pela linha ma-
ternma, porter cia A aristocracia castelhana, e
a causa do 1retendente hospanhol dcsde lo-
go lhe foi sympathica.
Seu filho, -ansado da vida obscure e inu-
til que levava, resolve dirigir-se ao thea
tro da guerram e servir a causa carlista,
ainda que se esforcasse, temendo que mor-
resse, para o impedir.
Partio por fim o filho ; e a mai, nao po-
dendo, ainda que to animosa, supporter
aquella dun, separaglo, embarcou depois
para a Euro a, afim de se juntar ao fi-


lho.
Admittida
roneza foi de
pes no numei
tiva d'aquelli
Entre os
causa erlisti
Ravenstein u
de ser *efva4
Espinar em.:
servicos. '
Fausto*'
brimente quti
trabandistas.
cerdavlo do
a sua primeii
doloroSe, a re
do seu irmla
nar um-desg
Pensava s
que tardia, e
antigo inimig
me, e n6 o p
seuopensand
does sis uli
.P&t; el *:"1:,1
vjS & ,, I&


corn gratidlo e aproeo, a ba-
stinada ao serving dos princi-
ro'dos que formavam a comi-
rei serm reino.
nuerreairoa mais decididos pela
b, eonrOu a baroneza ,de
mr c eLOUanlo, que ahbava
I0a dmt de conde do
'ecompensa dos seus grandes

fler n'ad tinha dito do desco-
fit na -ri&dnca dos cow-
&tbiav demasiado que a re-
viseonde de Fontc ea parea-
a esposa t.o quela cmo
svitavae "ajvae muitoa M
earme, para Ihe P1q
sto. -* ,:1
borear a sua vingan", ainda
upa Sferw por sus mao o
v dda sahonra e do saeu no-
dia nem devie manxifostar, a
to te'o:: veldeir mobil
,nos fe. 'fito. 1.
,4w tin-ha feito ao seu gene-
inaetio FAusto aebre a no-1


raltir dliraf oi! s an'! opt por-
anal 4e wna= a exlor~o rgu0lare 0Propor-
biona aa neoegsidaae ,do consunmI dpsto
combustivel no extremo o riei e t m-
portancia& d6 capital empregado nos prime
rs traba.hos. ..
m ras i~~.is r.ica1 ja zidas do systvma
interior .oid(noii4 Jurioe)' dist< erqa de
qtttro iloAiit de uin bahi qudo p6de
ser nayv 1. A u alidsdo ^4 d cavyao 6
'W 6 f czlsancia. 1 1'
E' um hulha essencialmnete .athreoito-
so, friavel nos 'eflornamentos, suffiiente-
mente compact, e qu "0' e e o emprego
do alivio eo mnesmo da polvora na profun-
didade de 10 nmetros. I
0 Sr. Fuchs cponsidera oste carvao como
-urn combustiveI,-intelraukente i.idustrial,
comparavel aos carves de Charbhroi e ap-
proximanlo,-se dos anthracitos da, Pe'Al-
vania.
Alemn do hulha, o Tonkin prodaz ferro,
cobre, chumbo, zinco, estanho, antiionio,
prata, ouro, etc.
Taos sao os principaesreoursos dete'mag-
nifico paiz cujo solo 6 ainda virgen em
.grande part, e cuja popqlagao actualmente a mais de 12,000,000 de ha-
bitantes, laboriosos, intelligentes, jimidos,
doceis, subinissos. Em geral n~o so fana-
ticos como na Africa, de modo que suas
crenvas religiosas ni o constituiram uma
fonte de difficuldades. Muito enfraquecida
acha-se a sua f6, assim como a dos Chins;
os lettrados e os mandarins sao os primei-
ros .a dar-lhes 6 exemplo do scepticismo.
0 unico culto que tern-se conservado vivaz
em todas as classes.da sociedade 6 o dos
antepassados. Mais de 500,000 habitantes
do Tonkin abracaram o catholicismo.
A todas ostas vantagens reunidas vem
juntar-se outra de maxima importancia, e
reconhecida ha muito.
0 .Tonkin,. por sua situaglo geographi-
ca, serA um grande mercado da Europa e
da China, corn a qual acha-se em contact
pelas provincias do Yunnan, do Kuantong
e Kuang-si.


VARIEDADES
Recuerdo

A' Jos0 MIRABEAU DE MELLO MARIZ


Se visit as paragons em que outr'ora
dos olhos teus sedento do ventura,
traduzia a linguagem de ternura,
quo de maguas parece ser agora;


Se me lembro das vezes em que a
ciumenta de tua formuoura,
vinha beijar a tua front pura,
mea peito incendiando nessa hora;


au


urora


Se o tempo nto consome esta4tnibranga,
se quanto mais te fujo a ti me prendo,
se mais sinto animar-se esta esperan9a;
Vem dar-me deste amor a scguranga :
unm sorriso a ventura qu6 prctendo,
e n'um. bcijo urma prova da allianqa.
Abril de 1884.
J. Duarte Filho.

Sandavo a Reclfe

Ao POVO PERNAMBUCAIO

Como escolho que surge ao rebramir das vwgas
Dos abysmos do mar, a vyoz la tempestade,
Eu vejo-te surgir. 6 terra que embrinagas
De belleza e de amor a loura mocidade.
Pareces urn Eden que corn bellezas magas
Ensaias seduzir a propria divindade.,
Em quanto no teu seio as perolas esmagas
Qne vertem sobre ti-o mar, a immensidade.
comno podia-m e eram para elis na roali-
dade inoffensivos. Mas as exageragoes de
Fausto foram takes, que -prevaleceu a sua
opiniaio.
No mesmo dia foi encarregado de diri-
gir umna expedigao contra o famoso Perez,
para cujo fim Ihe mandaram escolher duas
companhias de primeira fora e levar como
immediate o rnogo commandant Ravens-
tein, honra que aquelle nAo quiz aceitar
por motives faces de comprehender, mas
que por fim e em virtude de ordem ex-
pressa, admittio corn desagrado.
A baroneza jA tinha completado quaren-
ta annos; mas nem a tristeza, nem oa an-
nos, nerm as multiplicadas lagrimas tinham
podido emmnurcher o seu formoso rosto.
S6 tinha ongordado bastante, sem quae por
isso a sua cintura e porte fossem menos no-
bres e elegantes; nerm o seu olhar menos
gracioso e doce; nom ra sua front menos
altiva edigna; nern menos ielodiesa a
aua argentina voz.
Quando na noite do quo aea pos. "de
fallar so apresentaram A baroae tu filho
e Fausto, disse4ho o primeiro:
Vimos, como os antigos pDaladinos,
ajoelhar e receber como invulneravel esu-
-da, na mina qnueridia 61 u'mi.
iios,-r"pnde
beUa barons a, antigos pal H
_poravan, f Lay s jw

pot aawl, *Swecia, parox exho -
rem sous Elos em nome a gdoilp..g ,
g. E' muito grato ao amor o ,.. doG to-
qtaes degum#; pA atsritira mstei
s6 aceita comt a'"br 6 silencio e a pan.
Coronel, 1OOn&Hw!-lh este s o pajw'stou*ak.'.. IVA *1 00 211 0 6


Ni.;11 Ja cato mai*
r". ...A '' XJ6Xo' A. F.

A mocidaetmx neas delirlos, sonho. quo
'entoqieerae,' sou dsvtrio* e faeinacies.
Temrn vepo e. revero. nee a quadra risonha
S. da -ida, compepses bemn doceas, decepioes
bemrn amargas. E' uma perfeita anthiteie.
F. DE BOEJA E OLrivpIA.

141o canto mais qu'eu deliro
Pois tenho o peito de does
Envenenado nas flores
Que da vida inda respireo;
Nao posse dizer que canto
X sta -minha cruel torte
-eommigo tenho o pranto
Se tenho co'a vida a more!

Cantar ao rise da vida ?!
Cantar ao sol qu3 medroso
A tarde vai presuroso
Esconder a luz querida?
Sim! cmnttar quando o martyrio
So envolvo no dense v6o
Da descrenga e do delirio,
E' nAo temer se do ceo!!


Quando da crenga o Pharol
Na tempestade se apaga,
E no mundo se divaga
4ual cego sem ver o sol,
Eutiao.dos negros caminhos
Fica sendo a nossa lida
. Pwr forte nos espinhos
Emorrer,; mas.tondo vida
No circulo dos desenganos
Quoem pode. cantar, me diz?
S6 podem-almas de vis
S6 podem peitos de insanos;
Porem quern conhece o mundo
Que soffre delle o rigor
Nao pode viver jocundo,
S6 podo viver na dor!

Queres qu'eu cantoe! nao canto!
Tenho a lyra desconcertada
E a musa tenho acabado
Por terj. cantado tanto;
Niao canto, tenho nobresa
Que ligada aos brios meus
Ponho acima da grandesa,
Mais abaixo s6 de Deus.
Recife,-Abril de 1884.


ANTONIO J- HENRIQUE DE LIMA


Verdades


N'o teng o doce rise de Chrystalia,
Nem a boca gentil de Jalieta,
As formas divinaes do Consuelo,
0 tolo sensual deAntonieta;

N1o tens os mil requebros donairosos
Do umn corpo como tem a tema Laura,
Nemr a voz argentina, harm miosa
Quo possue, semr rival, a iaura Isaura;

Nao tens uns olhos b3llos e lusentes
Uns olhos quoae s6 vi em Galathea,
Nern os labios corados, sequiosos
De beijos do volupia de urna Haydda ;

NIo tens o nuo set qu d'ethe" o e grande
Quo vejo semr cessar na casta Emilia,
Neon o riso suave e cur de' rosa
Da morona gentile, doec Cecilia;


Nao tens nenhum dos dons, dos attractivos
D'aquellas por quean nutro amor profundo
Mas te chamas Calixta, o tens a lingua
A lingua mais ferina deste mundo.


S PAULO PEREIRA


Coehelras
Rigotogamente fallando as cocheiras de-
viam estar distantes das habitagoes huma-
punhado do pobres aventureiros, quo Ue cer-
tamente nao merece agora dar volta ao
miolo. -
Adeus, meu querido filho, adeus:
emrnquanto nao voltares serAo os meus dias
uma continue oraq?(o.
Depois de terna despedida ambos os mi-
litares desceram A praga.
SEm direago do Oriente as estrellas em-
pallideciam.
Ia raiar o dia, e quasi apparecia a rosa-
da aurora.
N'aquelle moment as duas companhias
escolhidas d'entre a forga chegada de Ur-
dax emprehenderam a sua march e dos-
embocavam na garganta tSo povoada d'ar-
vores situada do caminho queguia a Pam-
plona, quando ouviram o mignifico e sem-
pro novo toque de Diana que batiam as
bandas no quartel general.
0 coronel mandou fazer alto ; passou re-
vista As cartucheiras fez reconhecer as es-
pingardas para. ver se estavamin carregacdas
e dispostas; Ce, feito isto, ohamou o soffi-
ciaes subelternos, e disse-lhw: -
Aqui estloas pedra que mootram o
signal oide nos deixara scontebdis-
tan que nos escoltaram:
mente debaixo da miuh* "venc* p* sce-
mos d'esa collins. Ihe pAw, m-
mindaute? *:"11'1 J'
0 contrario, wou4*4-ii : parece-
me qu#*viemos pela plan|
0 coronel disse aum dos ft es
nde desdobrar em guerifm.aa
moire companiia, indo o, homes
pass" doe'Ainau ft,,,%19is 4k' '-
nhor os diriG -d Is
o aenhor, p
,pahi ee mD
1n,, on p ac r ei' o rimeWoaDI.


4--,


Sao a


radmfi titeirazinte di e a mediate pav i-
IhMo. ouf se as disponha :em ugar menos
o -ii,ivo. -
A estribaria deve tor umn e entrada suae
propria, e ser espaQosa, aroejaa e exposta
ao sol, pelo qua dove ter pavim'euto rigo'o-
saniento empedrado ou calgado, e corn li-P
geiro declive quo deixe facial escoamento as
urinas o as aguas do esterco, que so roeco-
Iberila em um poqo de vasa cstagnante,
situado em lugar apartado e tornado im-
parmneavel, e do qual o material seja dia-
riamente removido.
A16m disso se usa recolher o estrume em
caixas de metal para ser depois transpor-
tado a proporqo qhe ellas se enchen,
como se pratica corn as latrinas moves
exportaveis.
Neo vem caso de discutir o grave
erro de ter estribaria no sub solo, como e
usa em algumas grades cidades. Nas
capitals civilisadas as cocheiras do outros
animals de carga (mulas, burros, etc.), as
quo recolhem, porcos, ovelhas, vaccai, etc.,
(owtabulos), saio collocadas distantes [do
lugar habitado e senra taminbem prudent
tel-as long das cocheiras, em que se re-
colhem grande rebanhos do animnaes de
transport, em cujo caso estao as estri-
barias para os animals dos carros dos cor-
reios, do exercito, e. as cocheiras privadas
que recolhem mais do dons cavallos.
Tern havido muitos casos de febres in-
temnnitentes e outros de diagnostic duvi-
doso, que nunca houve na capital, e que
hoje depois que as cocheiras se espalha-
ram por toda a parte, corn muita frequencia
estao apparecendo nas melhores casas; e
comino causa nao attribuimos senso a fermen-
ta(;Io do esterco do sub solo dresses estabe-
lecimneatos, conjunetamente corn as pes-
sireas condi90es hygienicas em que se acham
o.3 apparelhos de draynagem.
Eis corn quanta sabedoria e viva belleza
Manhegass desocreve ointeiro conceito san-
tariode uma casa:
s A minha casa nao tern senao dous
andares, um terreo e outro chamado pri-
meiro andar. Eu habito nested, mas o por-
teiro e os criados teem todos habitats am-
p'as e bern ventiladas. Todo o palacio pa-
rece feito de crystal, tanto 6 elle embebido
por toda a part de ar c de luz. Nao
achareis uma alcova, nao achareis um cor-
redor ou um armario onde nao possam pe-
netrar o ar e a luz. Corn os olhos focha-
dos e o nariz no ar nao sabereis distinguir
a cozinha d', quarto de dormida, e do ga-
binete de estu.ljo, tao ma se acha a atmos-
phera. Os pavimentos sato todos de ma-
deira durissima, c as paredcs sto tcdas
de estuque e lusentes coMnO o esmalt-, no
temn alc.ifas, nem tapecarias de panno,
de estofo ou do papel pintado. N.o tern
t ipetes senao no inverno e o mudo as ve-
zes P os conserve muito asseiados. Tenho
em cantina um calorifero que me aquece
toda a casa de modo uniform, mas tenho
chamin6s no quarto de dormida, no gabi-
note do estudo, no sal-to, na sala, e nas sa-
letas, na casa de jantar e per toda a part.
Os moves sao poucos, os cortinados pou-
quissimnos e dispostos a se poderem lavar
quando se queira. Na despenga tenho
optimos vinhos, e na bibliothcca livros es-'
colhidos. Todos os meius quartos me sao
ciros, porque a todos tenho abenioado corn
o trabalho ....


V'', I i f1.f


A' JOSE ANTONIO DASILVA


Vejo-te perto e o coracao neo seute!
que difference enormne que mudanca..
hontoemn era o teu riso uina esperanc0.,
hoje o mesmo sorriso 6 falso, monte!

Oh qnanto 6s mA, mulher scinicsments
despedagastes os Mlos da alliance
que reunio noss'alma doccinmente,
como ao collo de mae gentil crianga.


Estou vingado do mais... ves o teu
personificarnis sempre a pceijura,
a quernm o c6o e a terra nio ridimne.


crime?


Separemo-nos, -pois, e a caminho: JA
dia.
0 primeiro que encontrar umrn dresses
signees, que advise o seu chefe immediate,
o qual accenderA logo algumas hervas sec.
cas, para se conhecer onde estA o perigo
que corre.
Tomaram a respective direcVao as cornm
panhias pela direita e pela esquerda ;
Fausto pela montanha e o visconde polo
valle.
Passada meia hora de pesquizas, um
soldado de Fausto apresentou umrn bocado
do lengo enearnado, e o obrtinado coronel
carlista nao p6de center um grito de pra-
zor e mandou accender una grande fognei-
ra.
Voltou-se'para o valle e observou que se
elevava uma grande fumaga, pelo que ex-
dclamou sorprehendido :
E' singular! Sobe fumo di margem
do Nivelle!
Continuous andando, e quando tinha
avantado como uns cem passes, vio che-
gar no direaglo que levava alguns atirado-
Pouco depois reunijm-ge n'nma plani-
ci ambas as companhias, e alli pararam,
dando mutua conta dos pedagos do lengo
que tinham encontrado.
0 alegre e mogo barao soltou uma gar-
galhada, dizendo:
Brincaram corn a gente: os signaes
em miniatura ficaram semeados n'uma s6
direct, e encontramol-os em duas distinc-
tas), em virtdde do que nos reunimos antes
de tempo.
patfes sao muito destros e astu-
to,-".. admto ;.-mas havemos de dar
'e a perderei o nome que tenho
to, senores, e continuomos, como ao
priipio, uns pela direita e ou$ros pela eas-
Oada uin dos. plots 1 bastante
inumerosa pra passar sem o soccorro do
oa^ t a ca um & dkr a por Sua

t. 0 p te reinao As 5 6r da tax.
de, 6 nepta M Dama -lumcie! aa ui rosolve-


minnndante I !! 1
ansta coanla sa Ses
cotwomoido -de tsr:


'p

I


S^ J. .i arte Filho. '
Um Ineldente comleo
N'uin iccuoproximo ao boulevard dba
Itaiano8 emn Paris dei-se, ha dias, seg
Somlens,4 JP4 jprul francez, uim fa t)
muito grave em si, mas qu ao meso).
tempo nos seu-a detahes deu origem :a -
cid9,0 00" d ais alto cojico. -
Ha coaa do seis semanas .a sseIAlZ,
geral do circulo, desc'onteite- corn a geren-
cia do dirC6tpr, julgou dover subt'.tuil-o e
ao mesmo tempo mudar tambem todo o
passoal. da csa, feito nmuito A image e
semelhanga do seu chefe. -,
Esta decisAo, perfeitamente leg'tima de
rest, de.agradou natuiralnente ao director
de posto,. queo resolve vingar se de uma
maneira rui losa.
Corn effeito, no sabbado ultimo, o direc-
tor, precedido de umn official de justiga e
acompanhado db todo o seu antigo pessoal,
guarda-portao, cosinheiro, mordomno e cria-
dos, irromnpeu pelo circulo, c depois, de
urma intimaglo t'ao brcve comno illegal feita
pelo official de justia ao novo pessoI pre-
sente, para que fizesse entrega imnedia-
mente, deu ordem ai troupe para que ag:ir-
rasse os recalcitrantes e os puzesse no olho
da rua.
Dito e feito, director, administradores e
mais empregados, foram litterldmcnte ati-
rados pela escada abaixo.
Depois do que, cada um se in;tallou
tranquillamente-nas suas antigas, funcoes,
servindo o cosinheiro, de novo investido
no seu servigo, um soberbo almogo, onde
parece que a alegria reinou abertamente.
Durante este tempo, os mimbros da di-
reccIo, absolutamnente espantados corn uma
cousa assim, corriam a apresentar a sua
queixa A policia, e voltavam cerca das cinco
horas, acompanhados por unm commissario
encarregado de os reintegrar no seu cir-
culo e nas suas funcgoes.
Quando deram pela vinda do magistra-
do' os que estavam na sociedade fugiram
todos, a excepgao do official que tinha pre-
sidido a ac9ao, e que inao era a primeira
vez que se via envolvido em material c'
mandates illegaes, pois que jA tinha esta-
do preso ha mezes por uma falta d'esse
genero.
No caso em questAo houve nao s6 a
violaco de domiiilios e pancadas, mas ap-
pareceram tambem arro'nbadas e despeja-
das muitas gavetas.
A justiga estAi procedendo a um inquc-
rito A-erca d'este caso, realment) extraor-
dinario, alem de cornico.

A prostltulipio em FranVa, estu-
dos@moraes e demographleos
Pelo Dr, Arinzl, Ddspre -urn vol. in-
8.1 Paris.
0 primeiro dos iwippas colorilos d'eta
obra represent: graphicam3nte a estatistica,
e o segundo a carta da Franga corn a dis-
tribui9ao geographic da prostituicao na
mesa. 0 author divide o seu trabalho emi
tres parties: na priimeira trat:t da estatisti-
ca da prostituicao em Franga e nos apre-
senta estatisticas e factors Imuito itnportan-
tes, post que vestidos as vezes da formal
parauoxal; na seguada part discorre da
influencia da prostituicao sobre o despo-
voamento da Franca e dos resultados afas-
tados e occultos que a mesa tem sobre os
matrimonios e a familia. A terceira part
indaga qual podera ser o remedio ao ms[
e suas causas, mostrados nas outras par-
tes. Depois de ter dito que a prophilaxia
administrative 6 impotente a dar remedio
a isso e que as medidas legislativas contra
a postituigao nao sao conformes nero ao di-
reito nem a justice, prope que se substi-
tua a isto umnn lei corn a qual toda pessoa
que scientemente tiver comnmunicado unea
mnolestia venerea a outra seja castigado
corn a prisio de seis mezes a dous annos,
sern prejuizo de separaqio de leito se s


tratar de casados.
A difficuldade da, pesquisa do delicto inao
detein o autor, que demonstra a importan-
cia do mesmo pela sociedade c coniclue o
seu trabalho mostrando os meios para4 achar
o culpado.,
encontrado os vestigios, tao depress segt-
ro de se ter perdido, victim da sa acida-
de e destreza de Perez, e voltem os ao
valle de Urdax e a casa dos contraban-
distas.
Quasi A mesma hora em que o di'staca-
monto carlista deixava o sen quarter, en-
trava o vdrdadeiro visconde do Fon;ac no
soeu quarto e acordava ,ntonio, qu( n'u-
ma cadeira dormia profundamente o pe
do fog"io.
Desculpou.se o criado inutilmente, por-
que o visconde nio o escutava.
Um trista e constant pensamento oper-
seguia, e quasi o reduzia a insensibi idade
e cabisbaixo comegou a passeiar pelo quar-
to sem dizer palavra, atW que tonio
disse :
0 senhor visconde quer que o d spa ?
Quero !
Antonio comegou a despojar seu amo
dos feios farrapos de mendigo: er no
mesmo dia em que tinha visto sels fi-
Ihos.
Emquanto Antonio o despia, disse va-
rias vezes, como fallando comsigo :
Cego... men Deus... cego!
0 senhor visconde de certo nao fall
de si proprio?
Oxala o dissesse por mim.... E' o
meu segunde filho I... Antonio, ond( estA
Perez ?
Svhio ha uma hora para verificar uma
expediglo de pouca monta, e nao ta arA
em voltar.
Antonio, diz-me alguma coaa do
que occorre nest casa: porque eto con-
vencido de que ada tirarei a clar dos
soeus donos. Onde estou?
0 senhor viscond esta em sua sa.
Nlo estou param brincadeires I
Nem eua m *akvi a usar d' mas, coma o sdib &visconde entrou tio
Agitado e descomipoa, comprelenci
:p ugnta 6_' fil da tf d i
lot emeatenO )AM.



fires.
S" ...


i

4


I




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