Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:14502


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Full Text











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Vnrno ottomanb


s*, por te dosi
1, as tentatlvas1


Wba de de-
sadas, que

pop parte


d, T- 4I para perturbar a tranquil-
lidadeua regenucia de Tunis ou na
1 ;Algfc afc.:/'

Agencia Hivar filial em Pernambuco,
l4ejulhode 1881.


lUTE OFFICIAL
G, overno da provincia
RH'1CDIEBNTrDO DiA 27 DE JUNHO DE 1881
SAcetos :
0. president da provincial, attendendo
Sao ue requereu a o a"ferete aposentado do
0ado pJvineIe" Franai' o Antonio da
,1 e, tendo em viat* a infor-
| tpro., contida em officio de 17
do ent, sob ni 847, resolve, de accordo
conmo.art%29da lein. 1,559 de 3de e masio, de-
S terminr qte seja addicionada & su a penmoa de
aposentasoria a gratificacao por mais de 40
S- annos de serwico, a contar da data da dita lei.
R''.--Remetteu-se 46pia ao thesouro proyii.al
0 president da provincial, Ittehdedo
ao que requereu Maria Presciliana Vilella dos
Santos, profeSora de ensinoprimario, do sexo
feminino, 'da pOvoco de Pregui~a, tendo em
vista as info miacoe ns, 182 e 855 deo 2 ae 21
do corrente do inspector geral da instruccao
public. a o thesouro provincial, resolve, de
accord aom o dispoito no art. 134 do regula-
Smentod 7 de abril do 1879, consideral-a vi-
Stalicia o magisterio public. Officiou-se a
wIto public.
Sresidente p da provincial, -Wendendo
p residents d
so quea requereu a professor Marie Au ta
da Silveira. e, tendo em vista a ilordd|in
S n. 270, de 22 do corrente, do inspector
da instrucclo public, resolve removal.|
ra Jaguariba de Itamaraca, creads pel l
n. 1,841, de 13 de ainio, idcaado assim 8an -
S feito a portaria do 15 de nobvembro do VO1
S que traast'erio a da povoaclo Praia dos Gar-
neiros pars a de Baugalas.
1 ,1 O~ffcios :
S Ae president do Espirito Santo. -Rece-
," bi a agradeco o= relatorios enviados por V.
Exe. comao officio, a que respond, n. 49 e 13
do corrente.
Ao heafe de policia interino, Por pra.
qu 4,aguarda civics made V. S. prestar a
g.. da do costume no tribunal do jury do Re-
ifa, a contar d'amanhi -Commnunieou-se ao
juiz d odireito do 30 district criminal.
SAo0 inspector da thaesoaria,,de fazends.
lk~i~fe'-;-?Oigs da dgriooltut^-*-4s in.
o da agricultara, comaumnicadio, em 18
oooiduziria pars este porto 20 barriers. conten-
do mudas de cannas da Mauricia, donamina-
S s m Ksaangire, para, de conformidade odin o
d deste mez, sereni distribuidau pelos
w *Itrsdo moestis;asioonrulc
dores cujos cannaviqes tenham sido
i lt s de molestia ; assim ocommunico &"
affire de que, nos terms do officio des-
I srieidencia de 18, providence pars logo
j wam as mencionada. barricas recoihi-
jasA ltva alfandega, sejam entregueos
dduoAuxiliadora da Agricultur.-0f.
-a agerente da sociedade Auxiliadora
Jriculturz.
i inspector do thesouro provincial.-Dow
ito 1pa a iaformagag do engenheiro di-
SG brae publicas, de 23 do corrente,
'*W 167'. okadata, deferi a petigo deAn-
t fonto Franoiss Lima, relevando-o da mulfa,
quae li foi iaptsta por falta do execauio do
|passlo daa a a s.ita s rua da Ponte Ve-,
_ha, viato ter se verifteado qua f6ra feitojem
lgls referi4io ptapoio.
-Ao iBspeeQs 4o,. asenal de msaulia.-
Autoriso Va.,owfwmrae solicits em su offi.
c eio a. 29,- d 5 do 5 ar'te, a renovar, nos ter-
.: W4aistetrio da marina n. 3
Ld18d o -d 1879. o contrato corn
Tim' ~izeira Lima, para eonti-
phareloiro do pharol do
0 ,-se a thosouraris do fa-


A2nd


O interino do arsenal de guer-
"- do officio da intendencia da
R-t do 18 do ,corrente, ter sido
olo vapor Bahia, um eaixoa con-
Lento, constants do inoluoseco-
BO a companhia decay.
Pf4 1;assim o declaroa


-- Ao m a U Vine. es exm-
plnro da ord, da repartigio de aju
dante general, sbx s ow a 1,W56.-MAutis
muaftsds i tklawoww'de fazenda.
&,o engaheoi. da repartiCAo do& obras
publicas. Cbinmmunieando ia Vm. que, do-
accordo com o sen paroeer de 28 de maio, sob
S n. 141 e do thesouro provincial de 3 do cor-
rente ,..812, mmota data deferi a petigdo d
JtiBorges, arremotantedaa conm.
t< r" @ l ,ts or o s rio-Duam 4 ast,-
'la a em que inucore, po
|* Adita obra so prao, sos-
,utaMisa ao thesouroe- pro


,a municipal do Reif.
do corrente, sob n.-886,
do thosouro provincial
meato o fact do Gontt'
Skzses por conts dea
Eo da Panella, ewm o sp-
Fa taxea e corn ronsa'w4
eta dan quo vo diaxia-
a referencia A "toa *
Ar i, maCionada -cmaroa
S ordem ao dito iaaps-
l promova a eobsa80 a
i opara o quoe am ra
tdas usqustie offiotb.-.
N remeUmlOts apta da
idos fins. .
Ocompanhia Braieiir fa-
A..M par cents do miniv
ltpor Ds .UL em I,
dtpinmo e ^ d


plat da1 resolin.al
nsdas i. b iwl Ie Ti 4,S 1SA
4 dam qu oixarsiw do. Oot,6'x~iml4 4*
.Clr a:V. S. que|foi 1qioada, om oq p.
1,59M, a reoluto relia veaos veneaoftbos
devidos so f1el do pro.Yrador da camera ma-
n-cipal do- aite. :
Aojuiii 4i airit 4to aaatpd-. Bxn,
sr. eId4, 0ocusa o0

Sr, prgi~nt d rovn^t
recebir0noV.to d emr sd V. d oe 13 dofiEj-
repte, icomspunlodo haver, 'as meams aata
asaum1do o exoreiit -do. d .e cargo. C0tm
munico4-so a Iheeowari. de fazenda.
Ao j uis municipal do Palmares.-De or-
demid S. Ezu.H o Sr. preuaidnt cda ptovinci*,
declare a V. $. em resposta ssosea officio, de
20 do corrente, quo, san 11, remetteau-ae V.
8. um livro deo251S folhas,paraT o registro Aos
efeitores do muun'ipio de Qaipapi.
Ao coronal Amare Jo*e Lopes Coutinho.
-.Communieo 6 V. S. que, nests seeretaria.
aeha-se a sau patented doe tennte.coronel da
guards national devidamente apostillada.
Ao coronel Francisco Cardoso Di s dos
Santos.-De ordem de S. Exc. o Sr. presideh-
te da, provincial, accuse o recebimento d6 of-
flecio de V. S., .de 15 de corrento, commuai-
cando hayer usa mesma data, assumido o com-
mando superior da guard national do Brejo0
Ao 1. supplente do juiz municipal de
Taearatfi.-O Exm. Sr. president e da provin-
cia manda accuser o recebaimento do officio
de V. S.. de 13 do corrente, communicando
haver, na mesmaiata, assumido o exercicio
pleno de juiz municipal, 1a qualidade de 1.L
supplente. .
Ao 2.o supplente do juiz municipal de
Saigueiro. 0 Exm. Sr. president da provin-
eia mands accuser o recebifmeto do officio
de V. S., e t13 ao corrente, communicando
haver, na i esma data, assumido o exerlcicio
pleno de j'tiz municipal, usna quahldade de 2.0
supplente. ai
Ao agent da companhia brasileira.-De
ordem de S. Exc. o Sr. president da pro-
vinoia accuso a recebimento do officio, em
quae V. S. communica quo o vapor Bahia,
chegado hoje 6a 6 horas da manha dos por-
tos do sul, seguir arnanhib s 5 horas da tar-
de pars aos do Norte.
SEXPEDIENTE DO DIA. 28 D JUNHO DI 1881
Officios :
Ao commandant das armas. Com ,a.
informagOes da thesouraria de fazenda, e -dA;
recebedoria de rondes, respond ao officiode'
V. Etc. do 30 de maio, sob n ,310, reI30
meile a exigencig que faz a referids
raria, para quo os reeiboe do asgente a5 -
4edores de objects pdot a enfermari `Ji
tar, sejam sellado*,:'ho obstante srirei as
contas desses veadedores devidamente ael-
ladas. .
Ao musmo. -Declaro a V. xc., eip
resposta so sea office n. 371, de 25 do cor-
rente, que providencle no sentido de ser re
mettido pars a cidade da Victoria um caval-
lo da companhis deo cavallaria, afim doe con-
duzir pars a capital o Ailddo dbaque trata
o dito officio. Quanto 4deapeza coan o cura-
tivo do referido s#tlda6,,e dos demais qqo
adoeceram n'aquella cidade, opportv;awaute
se resolver4 a respeito, em vista da ethibigio
das respectivas contas.
Ao mesmno.-Remetto 4 V. Etc., pars seu
eoon cima to e devi-t a Piaw


-trte, em que o mani. rio da. guerra recom-
mends que, A redpeito dos operarios milita-
res dos arsenaes de guerra, transferidos, d'o-
em diante pars os corps de exercito, se ob-
serve o disposto no aviso do respective mi-
aist rio de 25 de outubro de 1880, dirigido a
proaUencia de 'Matto-Grosso, e publicado na
ordem do dia da repartigto do ajudante ge-
neral n. 1,550 de 16 de novembro. Mutatis
mutandis, ao director interino do arsenal de
guerra e A thesouraria de fasenda.
Ao mesmo. Fisca approvada a tabella,
que acompanhou o offilci de V. Exe., de
hontem, organisad polo conselho de forie-
cimento do viveres e forragens ao exercito,
-e que tern de vigorar no semestre vindouro,
do conformidade c6m o dispoato no art. 95,
do decreto n. ',085 de 6 de mnargo de 4880,
para os orpos da guarmigo desta provinoii.
.-Remetteu-se 6opla da tabell a A thesourarai
de fazensda
S- Ao inspector da thesohrariade fazenda.
-Remetto A V. S. a inelus conta, de 9043,
proveniente do concerto feito no arsenal doe
"srinha, corn autorisaglo desta prosidencii,
no fog" o de ferro, pertencente a Josd Pedro
Rodrigues da Silva, que dlveri satisfaz.r
nsus thesouraria a dit. importencia.-Com-
municou-se aso arsenal de marinha.
Ao mesmo.-Para os fineo onvenientes,
communico a V, S. que o juiz de direito, ba-
ohareal Antonio Domingos Pinto, removido da
comarca de Toaearat, nesta provincia, pars a
de PaSlo Affbono, 0 8 Alag6as, declarou me,
em oficio do 1 4. corrente, rennuozar, naquel-
la data, o rest d, liceonga con que se achava
pars tratar da aaud. -
Ao inapeotor do inesouro pproncial.-
Nos terminoe da 4a claaulra do acordo;, qe
allude a inform o do0es tbour do de 23 do
cewrrente, n. 869, mnd Vine, pager, sem ap-
Iess de por ceto, ao beharib l Luiz Rdri-
gues Villares, I:aO* rip r ,livos 4 ulti1a
d[ Itre prestao.. eal mecidaa no refeordo
accord par liq ad AIo 'debito porque era
respoaevaol sa .Sn C e Misericordia p&aa
com o referido bacharel.


* Ao mesm#.--CBmau
eonforudade con ,ma si
corronte, sob n. 8, eideq,
des obleipeblieam -daka
dboel a otiaieoie lp-4


AVmc.


I reeosmao de4 l doc
In. 2,. oV .Aornmnu^^i~ia io..:
do' vaporqua t tii 4de parlu*
ilbaroasB.m dAestaaro a0i' provd
UI gufl|a w -d'wn S-Air**cawu~^M
daed 6A 4 *di urield"Wo
vangirs, pAtr,,oW#tsrmo6Ao aflio <
tlvo- inisterioi 4e 9, n. Ai,~ -qeqn
das pelo agki;ultoqep, eujos canB"
affetasdot dpimolaetia., ti
,- Aoeoh-dis dirmibo ds Caruarsi.
Sr. president" da prov-inaa; mandi
recebimento do oflsio de V. S.,
rents eopmuioeando que o proma
.rewumi0o, naquella data, o exe
cargo.
o- AoditodeTacarati.-t.' H
sideste di ro vnpia ciwandfa e
quea teve notA data, "oaven
eertidlo de exereiti a afsa "I
14 do corrente. 1 i- .


DESPACHOS DA PRESIDENCIA DO
DE JULHO DE 1881


A


ll~i*i
I IRRI


DIA elm


Abaixo assignados negodante desta pras.>
-Coma 'resuer.
Abaizo assilgnAdos escriv* do civel d'esta
cidade.-Sim.
Bacharel Aureltano Augusto Pereira de Car-
valho.-Ioforme o Sr. inspector da theso uraria
de farenda.
Anacleto Publio de Morses Carvalho.--lode
ferido por nao ter feito o passeio regular no
tempo mare do.
Auzro Monteiro Duarte e outro.-Infodme
o Sr. Inspector da thesoeWraria de fazenla.
Antonio Ribeiro do Castro.-Prove o que al-
legs.
Bacharel Bento Cecillano dos Santos Ramos.
lnferme o Sr. engenbeiro ajudante da repar-
ticlo das obras pubUcas.
Caetana de Faria Costa.-Informe o0 Sr. en-
genheiro ajudante da repartigao das obras pu
blicas.
Francisco de Paula Ferreira da AnnunciaCo.
I-A' vista 4a informagoes, nao p6de o suppli-
-cante ser attendido.
SBacbarelrisbello Florentino Correia de Mel-
lo. -Infort' o Sr. inspector da thesodraria de
lazenda. '
SJoao Tiburcio de Souza Netto.-Requeira ao
governor imperial.
Bacbarel .ioaquim Manoel Vieira de Mello.-
Informe u Sr. inspector da thbesouraria de fa-
zenda.
Jose da Rocha deoOliveira e outros.--Infor-
me o Sr, Dr. juiz d0Pdireito do 2o distrito cri-
minal.
Jolo Ferreira Quintaes.-Informe o Sr. ,Di.
juiz de direito do 2o d strieto criminal.
Joo Travasso Correia.--Sim, .
Jos 6 Nicol, Ferreira. --lnform 6 Sr. enge-
nheiro flsmil da companbia Recifo LrAynage."
Jos6 Bernardo PeniChe. -.-if0rm-e Sr. en-
genbeiro ajudantea rep-irtiago das *obras pu-
blieas.1 "' i1^ 1
BciebaTel Luia da Silva GUsmr. -.-Informe o9
Sr. inspector da thesour d dasl dof d.
S.B~amobwI L^e~tgf 1e~i Mtn
-Informaer a Sr. Tnafpoctr r -theazouraria do
fazeBi a
O- oetmo.-Encaminhe-se.
Mathilde Ornellas Bittencourt.-Infoqim o
Sr. Chancellor encarregado do constvfdo 4e
Portugal. '
Babherel Manoel Augusto Ferreira da Silva.
-I nforme o Sr. inspector da theso9tia lWa-.
zenda. -
Manoel Furtado.-Indeferido, -ista da in-
formaoeo.
Alferes Paulino Candido Santiago.-Sim.
Sophia Guilherminsa de Mello -JA s provi-
denciou quanto a admisso dase menores na
casa dos expostos, e dos menoras na Golosia
Isabel.
Silvina de Lemos Cavalcante.-Informe oSr.
eugenheiro ajudante da repartiglo des obrea
publicss.
Silvino Jos6 de Araujo.-Requeira ao gover-
noimperial.
Speridigo Barbosa da Slva o outros.-Inter-
me o 8r. inspector da thesourartia do faesda
Souza Nogueot & C.-Sim medlantereoibo.
Severiana Mariaode Jesus s outra.-Inferme
o Sr. Dr. juiz de direito do 2. 4ietiiso 0rimi-
-al.
'cretaria da presidaQia de Permambu-
c, 18 de junho de 18.;
O porteiro,
J. L. Viegas.

Inspectoria gersl da inatruogAlo
publioa
DESPACHOS DO B1,A 1 DE JUIO DE 1nD
LisbAWa& do Albuqoerqu Mello e Mai
Candida deo Figeiredo Saaos, est proin-.
sora da cadeir da iBa dos Ratos.,_e aqii-
Iada2rc0461ak da 'frjussala'doe&: '14
d1esia oidade.-Eocaamiabe-ep.
Aaa aLwiubtt Varejio- Bathos, pro-
fota e d adeira da fregb1iK

del FJoso io#J Pereira, eoatikue-w


di
Cia dali
do W.
ciado,
em cri w
Ipojuc.aj
Al
tricto de
t'Anna,
Luiz da I
bios; e
de Souza
-A'J
Vista,. R
Cavyacai
ra.
-A.


Sr. 4 htIc a, V.
utn rGolbido i casa
l4*pgoifles indhiduos:
ordefl, vjiau:Aloheri-
to, Rosafiao 1Idrigues
n tdo Nas lto,
b si~f Af~o6 Ca/T~t~mjet-
r. chefe de pi ia 'd&p-l*tin
r o primeiro a disposiu 4
|a exet46s, como seatea-
Wous ultinaos como incum
i-Uomiciio aos termos
m Jardim. <
n do sttidetlgado do 1" dis-
Jos6, Salustiano Jos6 de San-
eel Pereira da Cuoha e Jacob
a, for embriaguez e distfar-
rdo, escravi do Dr. Miiguel
tiojpor. andar fugido.
Sdo do V district da Boa-
Odo, escravo de D. Anna C:
k requerimento de sua senho-

im do deegado de S. Louren-


O da M*, Manoel Alves Macbado, preso
em flagraie por crime de ferimentos le-
-yes.
-- N- dia 9 do corrente e no district
do S. k pw L. Malta, Beoedicto de
,) itr dor t. linh' ferrea do Li-
mnoeiro, do tm pouco embriagado,
beblu df1 sb jaco unma ggrrafa de
aguard6 lem con aliIa do qoe veo
a mert ia e 0 delegad

ado do ter-
mo de P' are,, -- 6f[ra-preso
sill, in os iOe furtava urm ca-
vallo .o i t4 nome Jose Mauricio
de San l'Va. i ra o qual se esti pro-
cedendo I
Deusg r L Ec. -riliOl.' e .
Sr. Dr. J00Antonio de Souza Lima, xIsito
Wd ot da pr''tCia,-O chefe

Ribeiro. /
Thesouro provincial

DESPACHOS DO 0IA 13 DE JULHO DE 1881
Dr. Manoel de IBarros Barreto.-Entre-
gue-se a quauUiadq ,WO* da gratifica-
Ico do semest -tido-a como engenheiro
fiscal da Fe6ro Carrtl.
Jobo Candido da Silva Cordoville.-Io-
forme o Sr. contador.
Soua Nogueira & C.-Ioforme o Sr.
contador.
Jose. Paulo do Rego Barreto.--Informe
o Sr. contador.
Carolina Gonpalves da Silva.-Iafor.ne
o Sr. contador.
Dervino Jose da Camara.-Informe o
Sr. contader.
Domingos Bruno.-Certifique-se.
Isabel Theodora de Oliveira.-Registre-
se a apostilla de 5 do correote, e fa0am-
se os competentes assetamento.to.
Guilhermiaa Francisca de Araujo Lins.
--Registre-sel a apoti!ha deo 2 do junho
oltimo, fagam-se os compeltent" assenta-
mentos.
Sori'io Honorato de Moraea.-Regis-
tre-se a apoatisUlade 2 jubo ultimo, e-fa-
I. ..M os asta .


-op'gisre-so
U aoe fa-


Ale


woloI
- A#
'di N


aoma inform
te. ,L4 4dol fil


j JID D Tm g$ m4, Pague do
1h -j0 Marques 1^ Soza CoutiNb*.6
iitSr. Dr. admiistudt do consadol para

f1 -T do %at, iu$rr. presiatet :andan-
^ do abo.ar sold para adiabtamento ao
Se tdo destacamcio de Naza-
ai- reth.--AdSr coatador para se a conheci-
mefto e de4idos fins.
Officio do Eim. Sr. presidedte commau-
Snicando ter approvado o orcaoento para
gado construeio da casa de barreira no lugar E
Taquk&h m na estrada de Pedras de Fogo, p
; .o -raw -.cflil Joaquim Jose de Mello.-
io Sri 6tador par sea conheci to,
a '' -' tenciosopfralom o 41
4oae" "ordo corn si ba-


usejunwt -
Jolo walfredo de Medeiros.-Pague so.
Joao Walfredo de Medeiros.-Ao Sr.
conLtj para mandar escripturar.
MK lros & C.--Ao Sr. contador para
mandar escripturar.
Jo-o Francisco de Azevedo Campos.-
,Lfme 0 Sr. contador.
2 IIdo thesoureiro das Iloterias.-In-
fote 6 contador.
Joao wnandes Lopes.-Informe o Sr.
contador.
Luiz Moreira Reis.-Ianforme o Sr. con-
tador.
Contas da 49' pare da loteria do hos-
pital Pedro I[.-VIMte ao Sr. contador
para declarar se opportunamenLe sobre o
recolhimento do saldej ji requisitado.

SConiado provincial
DESPACIOS DO DIA 42 DE JULHO DE I
*1881
A. C. Olafren.-Satisfaoa a oigencia da
2.4 secoo.
Antonio Fernandea de Figueredo Paiva.
-Deferido quanto a collect do consume
d'aguardente, -de accord corn as infor-
mag6es.
William Halliday & C.-Certtlfique-se.
Jose Maria Gomes da Silva.-A' i' see
0ao para os fins cobnmienles.
13-
Emygdio Serra & C,-Informe a 13 sec-
o0.
Antonio Chrispiniano de Souza Carneiro.
-Informe a ja" secoo.
Maoiel Clemeatino Ribeiro.-Cerlifi-
que-se.
Jo0io Marques de Pinho. -A' 1' seccao
para os fins convenientes.
Parente Viaona & C.-Informe a 2' see-
Qao.
Joao Marques de Souza Coutinho. -A'
I' secao para attender.

Camara Municipal do Recife
DESPACHOS DO DIA 13 DE JULTJO DE 1881
Pelo Sr. Vereador Commissario de
polida.
Jose Amancio de Lima & C.-Concede-
se, nao obstante a informaCio do Sr. coo-
Lador, urea vez que o genero e different.
Joaquim Conrado de Aguiar.-Como
pede, pagando o ,que estiver a dever de
imosto e maulta a casa que pretend oc-
copar.
Silva & C. -Cowede-se, pagando o im-
posto e multa que estiver a ever.
Manoel Tavares Moreira.-Concede-se,
oao ebstauco o qua deve a casa que foi
occupada por negocio different ao que se
Irata.
Francisco Xavier de Sa LeiLtio. -Sim,
urna vez quo o deposit de generous de que
falla o Sr. contador, n'o se prenda al-
godlo.
Seeretaria da camera municipal do Recife,
13 dejalbo de 1881.
0 porteiro,
Leopoldino C. Ferteira da Silva.


?FJWAIICOn-


essu1MAV 'OVBNCIAL
SSESSI 0 4 DE JUNHO
P;SIDENCJA DO -xM.- SR. ARXO DZr ITAPIS-
SUMA ,11"
SAos 30umiautoa depots do moeo di., feita a
oebhiada e aahasdo-se presented s Sr. de-
sute.e Josea Hygino, Auigusto La, Baro
Nazaretht, PAW*ir- de oriQ.. Maiumiano
Doarts. Magarinos. Josd-Miria. Vilo Viaeo-
nas, Eruitf4 CouC#tiaboQ. Bu5o d6ctIa-t


N, VAiio. Mobasa, 10-1
Swr.. preaimnto do-
a, sop debat,.1a acts da
pqdq6i~etitor doQe
^ 4* :


km'a.-
W lb.
5-'i-.


Um officio da camara municipal de Afoga, rr
dos de Ingazeira, accusando a raesoeao p do-' ^
em que se ohe communica haver oEzm Sr.-.
Dr. Jose Antonio do Souza Lima, prestof
juramento e tornado posse do cargo de pro*
sidente da provincia em 7 de abril.-IaW4
rada. -1
VYo a imprimir as redaccoes dos projects
ns. 94 e 146 deste anno.
E' lido, julgado object deadelibera eo, -
vai a imprimir o seguinte projptt '; ...
a Art. unico. A camera miunf1it4l'le
cife fica autorisada a retalbar o teroi t -W it
. rua de Gervasio Pires rua do. .r o 8 .
Borja, que sobrar do preio deo ro ado
pela mesma.
a ftevogadas as disposic~es 4*a 9atrari "
Pago da assembtda legislative protiic1 -& '44. ;
Pernambuco, 4 ne junho de 1881. E ee',-
di86rito.--Lou-eno de S4.a ,
Sao scoessiaiaento lidas,peuta. em <
BusS5o e semi debate approvadas as redaOft
los projects ns. 245 de 189, b 6 e 168 "g
anno. v'4 I_
E' depois lida e post em liscussoai redap.
so do project n. 76 deste anno.. :
O Sr. Ulysses Vianna- Sr. president,
Sestylo emn todas as assemblies, qudndoiti .
relacao as lois annual, do fixacao de fo "
ie orcamentos, sa approvadas dtiq
iue nao so prendein intimamente r.tifta
iue ellas devem regular, tornarem-as -
disposie0es projector e-peciaes, destacadosdo
corpo das inesmas lois annual. Nestas eldi-
goes requeiro a V. Exc. que se digne deo,' 'r '
multar a casa se consent que o art. 46 d ,'.
ecto de lei de fixaco da forca policial
ktua um project especial, afim deo seoaknfw
mettido i. sauccao isoladamente.
So V. Exc. dtiterminar, mandarei o lft
Luerimento por escript.o. Sf
0 Sr. Jose Maria-Sr. president n ."
o mais vejo. mais mo admirol None s
ei que o illustru deputado que scaba dgi j a
ar-se e cuja talent e por todos apreoop i
SSR. ESPtBITO SANTO -N&o senhor; tln ,.
'oado apenas por elle e pelos parents. '
0 SR. JosE MAITA-... advogado notavbl
este foro, esenriptor de primeira agua... -
O SR. ULYSSES VIANNA. Muito obriguao.- /;
r. Exe. p t ..
0 SB. JOSt MRIAUA- .. deputado 6,assem *.
Ida geral...
0 Sa. EsPRiTO-SANTO--Indevidamente.
0 SR. JosE MARIA-.... onde discutio larga-
hente e con vantagemn, causando admiraglo
o paiz inteiro etalvez f6dra delle, se erguesaso
ars impugnar urma redacco do lei, na o por-
ue coatenhtia ella aquillo que nesta easa neao
a passou, mas porque o que se passou nao
e devia ter passado !
0 SR. ESPIRITO SANTO Ea logo disse que
raasneira grossa.
0 SR. JosE MAi--0 quo foi, Sr. presiden.-.i
e, que V. Exc. submetteu a discussion? -Fo
redaecdgo da lei. 0 que se quer saser? Soa
mminassao de redaccao respeitou o pensa-
sento da casa. Pa:ao que d que senomeia as


-a ~
S
-1

















'I


4'

~4

I


commissoo do redaccao '?
0 Sit. JSTEVXIO DE OLIVEIRA-O tim da dis-
cussio e vdr seeo project esht redigido de
contormidaded om o vencido.
0 SR. JOSE Maix- Sirn. senhor. VYExc.
saba, Sr. president, que estes prjectos sao
redigidos ligeiramente. sobre a peraa,4eobre
a bancada ; no tim de todos elles sao postal.
iJo lettras-S. R., salva a.redaegao;
eposalve1que n6 projectD, assim ligeiramen-
te escripto. va urn tertno mal empregado.
urma phrase nito correct, e para isso o pro-
jecto, depois de passado em 3a diseussdo,
submetzido i umar cmmissao, que deve redi-.
gil-o, arredondar a phrase, acertar, apiopriar
mais os terms, nao devendo nunca adulterar
o pensamento.
0 que passou nesta casa? Que a forea pu-
blics fosse fixada am 1,000 pracas, sendo 850
de policia e 150 da guards civics; passou
mais como etnenda apresentada em 2A discus-
seo e approvada por esta casa, que fosse ag-
gregado ao corpo de policia um official hono-
rario. Como, pois. queria o nobre deputado
que a comumissis do redaccao desligasso urma
cousa da outra e fizesse assam dous projector.
urn para ser sauccioaado e outro para nia
sel-o, porque S. Exc. aao o quer?
0 Sa. ESPIRITO SANTO E' porque nao sa
trata do filbho de alguma ama de leite.
0 SR. JOSE MARIA 0 nobre deputado eas-
forgou-se o mais possivel pars que esse te-
nente honrtorario, ease bravo do exercito, nao
fosse incluido nests lei, porque nao e do so-
quito de S. Exc...
0 SR. ULYSSES VIANNA-NO sOi quem e.
0 SR. Josg MARIA-.. porque niao e filbho
des amas de leite de seus colleges.
0 SR. ULYSSES VIANNA Nao sal quem a;
asseguro que nao o conhego,
0 SR. JOSE MARIA-Mas V. Exc. embirrou-e
quer levar a sua birra ao ponto de veneer.
Nbo podendo veneer nessa occasion, veio le-
vantar esta questbo que prove s6mente con-
tra o nobre deputado.
Sr. president, a commission de redaelo
procedeu corn todo 6 escrupulo, respeito o a
peosamento da casa.
S0 SB. JOSE MARIA-0 parecer em diseusso,.
esat, portanto. nos termos de ser apprevado.
O Sr. Uly ses Vlanna-Sr. presidentw .
agradeco as palavras Jisongeiras proferidas
pelo nobre dcputado em comego do seon u-
eurso. '
0 SB. ESPIRITO SANTO-Foi ironia. ,
0 St. JosK MARIA-Nio, senhor ; fallei 8 b
riamente.
OSa. ULYSSES VIANNA Nbo as mereog.,-
as agradego ao nobra deputadb.
Fique S. Exe. certo de que nbo me move '
contre esse official paixao ou odio ; assseg.-
ro-o ao nobre deputado.
Nao sei quem e...
O SB. JUSE MARIA-Garanto V. Exe. qui
qae estou no mesmo came. n'
0 SR. ULYSSES VIANNA Nao mi do qauo
ge trata.
O SR. Jos MARIAx Eu tawbem nao eei.
0oa BARAO DR NAZARETH Tva-*-.
inm homem que adquirio direito as attes"6
d'edta assemblies. .
0 Bn. ULYSSES VIANNA- A minha
tol a seguinte :- eu achei e acho irrega '
a asstmblda provincial, que s6 te6
tensei pars legislar indeterminade
udn l1A de fixacgbo de foroas. inelsa
individto coma aggregado ao co
!itia... H
S0 sR. Jos* MARIA Mas isto ji,
0 S8. ULYSSES VI.ANNA& Beatn':
uobr deputado que jiapassou;
Sutb seo o men requerimento teirn a
Perfoito cabimento: 0est. am
pr ente d'esta cas edopad
QlAntotao parlamento gI
BO n*aedo, como na propris
47j A4 .quendoa nos-proje
N I 'fiStio de for so
St Umas, quD n1t
eifo do for's.- -
V1o rssasV* M 4NA'j-Kx ... 55tea


IL


I ,


I


9


B fO

























40additives e v'a jiglo Atd 4
dputadeg, sass. simA a-
to i04 e ~mt n~e
gino. asqu faz parte tda eOm- .BAfO DE jasdh amsparta.
-de lis lal sanccionadas, apresentos 0 85. PaZuDzmn Atn t.
teum pazecer referente a um em- 0 S. ULYSSS VIANNA-I
oa agriculture mediante emissAo de a V. RExe. o juize quoe term d l
Ze$& dposipaigo fazia pet. d or- 00 .
,-W-por ecastlo de discutir-sa a re- Cwpewstrop..
lea, opportunidade creada palos qqe Io a e I misaivft e I'oasl' Jf
poespoe s xerem requertrentoas J dA^A1tfUs M( v. 6
mquer- a separagtlo pora e oas- c c a 10SIo ot 6 do
R- a eespeiel, a qual nao foi sane- prinopips esonoiaoe.
Quantoaar .Bimo* do nobroe ote-
.w Jot MARIA MaS V. ECxc. veja qua tarro aef6 qui elIe u atia us caso di aser
somae tempo o regiment permaittia fazer isso aceito.
*0flmfnttireforniado. (0 i8. CsTart asOuvciBA.-EBt $mswur
0. ESTEViO DE OLiVmnA di urnm parts. va per iao.
ULhssus VsAun 0 regimento nko 0 SR ULYSSuIS VIAkN-A- roquernu at
m eta part. do nobre deptado, senbofee, 6 oastrsul* a
WGrHo V. Exc. silt asooccu- tods asapratise obBervedamemquulqoeur per-
M iae material do qua trata o regi- laamtet. Qsaeto da pmbimegmosto ne t- lt
vateg^imut indica os casos ounicos fita as gaztiide u amjornah, sam. rsom-
j iiefpo alterar urna redicclo. sabilidad, u% Avez quea eIa n0 foi (, laiWe-
9 _.se VIANNA Maes a o lopego da au setcgo official, por aari a p Sr I. '
.4 redneo, o que peco e a sim- gar a apesatcg& do roeui a fttlo n a
I.I..- -I ---B. ,-demo. A
AJo s HyroiNo -Altaragio e: OSft.ESTV EO on OuvaA-Ip.oif potae
Qakf. ULYmsss VraNrA-... qua, em luger parts dojoirnal quo S. xi. aausdpt eor nA
dasttUinir m s6 toado, censtitua duas smuas dedureucoes.
p t vc1 part contend simplesmente a 0 SR. ULYSSES ViANNA-Parece-meo pertan-
fc paW e Po a tlicial,.. to, q o nebce daputafda Ao telo rtAo, am
a lAn-Par, ser sancionad. vita dos toiresA ue vlveebo da peader.
-Bs. ULVSSBS VIANNA--. e a outra parteS $. Exe. o Sr. ireidestue da provincia Dn&o
ceptendo a creoclo desse lunar e a nomacaco quer de certo coaretar a facaldadirq.lm
vl e fertasi pela aenmb.e:t n est a seamblea de pocer fzer otar e pr
f. Joes MARIA-Para nao ser sanccio- dois tercos. S. Exc. nfio p6ds ter meottean-
te prtengieo, tiqueam desiangados a noubeas
Qu.ULTY-SSES Vi..NNA-Consequentemoente deputados.
o mbredipqsado nada tinha que adminirer-se Uu SR. DEPUTADO-Se o presidents diseao
do am tequerimento... a V. Exe. quo vota contra a lei; V. ko. we-
OSa. JOsiE MARIA-Contiuuo a admirar-me. ta contra ella.
0 8a. ULYSSES VIANN -.., elle esta tirmado 0 6a. ULY.SSE V -NNA-Conhece e miahB a
ss peroeedentes... opfnilo i este respeito.
o .. EUDOXIO Ds BRITO-Nto apoiado, 6 0 Sn. Baao DE NAZARETH-SO o Si. Pou0a
eaoils e precedentes. Lnma ani o abrir as lhos flea reior do quea o
O ft. ULYSSES VIANNA-... e tam a seu fita- Sr. Doria.
Tvo a bom proceao, pelu '|uai se devem cons- 0 SR. ULYssRs VIANNA-O nobre deputado
trt" as leis de fixacgo da fiorca public. 10 secretarmo, seuhores, nfl p6de conseguinte-
Taeho eoncluido. meate insistir pela approveflo do sea reque-
QO S, PaRsS,-;Nz declare que em vista, do rimento. Seo S. Exe. temrn uite preom. a me-
t I do regimrento nfio pode ser aceito o sa qua officie a presidoaeia, iadagaado ae a
reocuamnto do Sr. Ulysses Vianna. ]ei deixou de ser sancaionada. Este 6 o ca-
Eowerado o debate, e approvada a roldacio. minlho a aeguir. Mas, apresenta um reque
0 Sfr. Josa6 Maria (pela ordem)-Sr. pro- rimento corn o flirn de se submetter nosos
tldenct, li boje no Diaaio de i'ernwbuco, que debates oque esati publicado em urna secfio
tiosu aide devolvidas a esta casa qutiro re- do journal, qua nao tera caract';r uotcial, nio
solugcoa qua sale mereceraui a eanio de S. 6umn meio acertado. Ainda as fos's na see-
E -. e. praideote da provincia; Iuas, etao official, o por oritem da presidencia.
trai eabarn de ser lidas pelo Sr. 1-' serertario bn. ; mas atd hoje corrc por conta da redac-
4*tt. remetteu I commission de eis nbo u1a)do Diario a noticia ca negaegio de sane-
sauceionadas. Coia sorpr-zt, porein, vejo ceo a let.
-quoe, apezar de ter saide negada a sancco a o Sa. ESTEVIO DEOLLVEIRA-O a vrdade,
lei qis coneedia um auxilio a eamrnara wuni- ou n ao. Na ultima hvpothese S. Exa. alao
sipA parn eontinuar i fornecer, pir preao ple mlais near sanao a lei.
meodki, earns vcrdes ; popubcao. ulo foi [Hi outrus apartes).
esa reotucgo devolvid a casa ou nao foi lida o SR. ULYSbKS V'IANr A Deixemos esta
peolo Sr&-scretario. queatio qua se assemelha a umn terrdao quo
Qmero jersuadir-re. Sr. president, de que sa afuuda debaixo dos pea.
0 Sr. Souza Lima. negando smcar.5o a essa re- Nestas circnmsLtancias, Sr. president, nio
solhuSo casea, procedeu earn today isenqao querendo roubar mais tempo a case, dularo
deanimo ; que S. Exc. nao se deixou lever ie novo aos nobres deputados que me confor-
por iMpasic.os ou psdidos : quero crer mes- mo eom as razoses de moao saeaao.
m qaue. S. Exta. ingenauamnte acreditou, co- Assimn, nSo p).so aceitarasceusurasdo a)-
med ae, qua no havis nests cidade maonopo- bre deputado dirigidas a idmiuistraclo, as-
110 l jp te dos marchante;, apesar do se- aim coma n1io posso aceitar o seau rneqaerl-
ro 4se opinto eontraria todoa aquellts que mento pelos minotivos que ja expedi.
-oampram carne, quaro acreditar na sinceri- 0o R. EST.'-.AO BE OLIvEIRA--atio V. Exc..
Sde dS. xe.. a, portanto nio posso admit- at. ace.ta o ficto ?
Sir quoe o Sr. Souza Lima, mancomunado camorn o SR. ULY.vS VIANNA-Aeeital o-hei quan-
aeompapnia de carnes verdee, tenha no ulti- do constar oflfcialmente,
mo da,.quando expirava o prazo para sane- Tenho cuncluiJo.
clotaron n)aa esta resolucle, mrandado pu-
bliew nou ae a sanccioaava, demxaudo entre- Os Srs. Jose Hygino e Estevfio de O011-
tatoe adevotvel-a a esta assemble, para veira tazern brevas consideragOoes.
quoa podesse ser remettida a commission ConsuLada a assembly. consent ona retire-
de leis a o sanccionadas em tempo de powder da do reqterimento do Sr. Estevio de Oli-
ests darparecer a sar subraettido a vot.P. veira.
Nao Aeredito nitto, r. president, embora Cs ODEM DO D[A
antes doter hido no Diario a declarac.o da C)ntinua .3.- discassao do project n. 1lli
o saoco, eu tivease della certe,, porqe deste anno-, fixando a despesa e orcando a re-
aest cam urndosseas mombrca., e fora ii n celta dam cameras iunipcpaes para o exerc!-
dos cheies ,la companhia de carnes vertes cWo de iSSl a 1832: com eomendas offerecidas.
houvessarn dito coma a mator se-uranca que Steo maim lidas, apoiadas e poastas conjunc
alet deseriasaoccionajsi. (Apoiados::) tamente em discusseo as segurates emen-
Paoreete razoes creio que a resolmic-o a que of da
me refliO fot devoLvidacom as outras, o ,'e 12. A's disposiocfes gwaes--Fica auto-
0 faito de nao ter side lida pelo Sr. io seara- rimada i samara n eisrpal do Limoeiro a ce-
tario vemo do que flee esquecila na seereta- der grstuitsaete iA compaolia Great Wea.
rib, portanto peqo a V. Etc. Sr presidcute- tern of Brasii Railway Limited o terreno de
queoeonsulte ao Sr: 1- secretario se a lei uae rn patrnimonio, que se acha devoluto, para
veioou sae hoveo osquecimento, porque quero sabre elle passer a lhnhb teore, e estabele-
fazer eomigo o que se chaum ente de radio, con-ms as precieas etaegos. Esdeice do
quote tirar as mllacess do que vejo e observed Orio.
0 Sr. Estevio de Ollveira lNio da. N. 13. Substitua-se o n. 3 2.' do art. 2.'
volveu seo diseurso), pelo seauintb: percentage aeo proeurador
E' lids e entire em discusses a requerimento a6a a qu1 l do .00(.000,3.-0 de bt peria
do 8r. Letevio de Oliwuvra. arms 1'.-Jasd Maria.


0 Sr. Ulysses Vlanna Sr. president,
slO precise fazer a defeza do nobre presiden-
te da provincial, decade que o nobre 1 Iecreta-.
rio nao Jbe contestou a faculdaie quae ternm de
near sancflo a urnsa let. 0 facto da negt-
co da saneclo da lai de qua se trates, no po-
ide trazer cmo consequencia censuras ao no
bre president da provincio. E-ta no seu di-
. reito couceder ou nao saneglo a esta ou
iqusllls lei. E se a lei de que so trata nao
reeeul a stne,;lo presidential, o president
di provinaassim procedendo, procedeu den-
tro does limits de suajurisdicao.
0 Si. PTEVAO DE OLIVEIRA--NO 6 eestj a
queatlo"
0 SR. ULYSSES; VIANNA Quanta ao Sr. 1"
aeoretario declarar qua S. Exc. eno se podia
eollcar acitna dos legisladores da provincial,
ums vez que como eastes uo emtaperfoita-
==to infurraalo dos interesses mats vitaes
da provincia, eu declare ao nobre deputado
qae para negar ou conceder sancclo a leis da
atureza da de que se trata, nao precise aam-
p eoahecimentos dos negocios da provin-
e SlFsta lei, senhores, imports antes de tu-
= z& d ,ma questlo economic. Segaudo os
9r V rnaIOS do cadsk qual em material de eeo-
saowa palitica. se poderi oonceder ou near
p- n e se oeu fosse president da provin-
"0tnao ao bobre deputado quoe no teria
. W 1 lapuo nenbum em near sanccs o A pro-
Jaj
'ft. ESTnvio Ox OLivEmA V. Exc. nlao
i-. pop4 t!5fgir 9 facto do monopolio.
;j V i O" ULYSSES VIANNA-Senhores, today a
.! iter"o!09 directs do Bstado no mercado de
r a* ,, 6.p ae Iuaa lnte: vongo iUegal.
Pj]g, apoindo.
*f.- i-- ULYSSES VIANNA-S6o por meios indi
-T.' '-. 0P 0 5 ts.do tqm o direito do ioelhorew
v, qa asoedr. xiselindronn, o qua
po, egs1da. Mava aobre doeputado
PmoW64i paha frente par mais do ui a
weilc do discutir Ota jii. oor-
umenieats a'eMa iattrvDnGio .i,
S. ^tado no commercio de carnes ver.
quo s aobra dAputado, p Sr. fr,
.% petto ap debate. opclareceaalq
rl foretecipeto de oatee po par.
natnx, pqa.~u 4 r

-ktsqjpecitt ,U pur alm

llil^H~iall
Mdo i sbmettida r
qusado foi aubmattida a 44g


N. 14. 'A samara municipal de Olinda fi-
ce amttorilada a ratituir a qucatia de 2o5O n O
a Manoel Paulo de Albuquerque. importane-ia
de laudemio que ell e indevidamente recolhau
aquella camera. -Coel/io Catanho.
e N. 15. Ao art. 2.'3- a. ll.-Aecrescon-
te-mse: depois de 4005000 mais 1:49)#5M3 de
grati flcacao. -Jos Clinacwo. Estevdo de QOliei-
ra.-Abrtn a Liam.
a N. Id. Art. 3. Ordenado do secretario...
I1:0 QJOOO. 4i~swa 109^Ql^-4haaetifwa. -
i N. 17. A 5.' 3 do art., aoF. rescen-
teIOc e 30!.50a ig r d egr4tijem.t4ai'JW do Na.
zareth.
inN. 18. S. 90 adea f od m. 0 m Imao
dtf 50#000. diga-mo 30 0b.-Ea5do4de .vei-
rs.-HcaelLar.-Dr. Pifanga. .. ,
o N. 1M. Nos uesedoepulMwaqnAreg*4d
eamara muuicipaus. d sewa permittido ex-
pr" a, veda noaraes voids ate Q q eO af
480 reis o kilo 40e I,' qulides4. J' &4,:i
', e 6 a ferinba ate o progo 4 B0 ui o itaU.
da de 1.o qualidade a d. 4U r6& 4 da 0a..1- .
Se RM-k..-R.r.. e do NaaerlA.
aN. 20. Artigo ad eipr t ditajeaIgua1.e
rats.-Finea caea l m9ippalpt
tjrladtea a depeodier te a qoasti* de ety
para fatert *1qteclmntp de tarftoe yTrddi
no micade sdo wittIeipo dirtasAenteo1t
vi at per prup4rJn w bqtiweu~edoa go. '
cairo o dito va mti6, a" eofSd0 -i6$
pM a 4S0 Me ^ kilbt do L& bdedej
400 4ft da &.-Cdnr4 Mo.-7 -
a N. 31. 'a" ie eotlfoe-ma, a M dig
gepaeo.-Fioe a samara a fl iq
da Vichtkrfltbyada a UHdfAiW Ow
prostimp de oIQ000 So juro de 7 ebdrt W /.
jra ezo.qtb 4i M a.- ffl9 L elbt brsgON
sa mortizar o juro e prircnal eom os reoi
#I ntos do mesa o wa vOr -PDr. CunAs BW-
0 so. Jo66 Maui;A fo lr'Ieys N5der4-
c oes. ; "
O Sr. Pltangq-Sr, be o p*w-
tetdo floer 4wiqteq.
_vsur wbatsbt ieat A "q M
Gap3I 4!"4 6 nsw Es dvr
afstlpsn C^~ertM a- -ymm
Iseadaspo,*r =vl-rdi 4t







d mA MO WFJ
:l'!^
^s^"r "s 's^fj


OWN.


Apreaevos siandi a nobre doputado ove-
__ __ am ; I_.. W _. L -_------ ,-.


I,
4
Ak


eisia awsatbiea s -a nqa"tm%9 a nI a.
marou basdadsa em direite, porque no reg4a
taipe tLOue a asspeabil deot 4 qampnra di t1
o Ael seo ua tidlvidun dop$ etoe6fta1a,
iempregado ae pariest O niA lbiahe a
or4eoaded qp, miCI .Mlm.
tiqh 'it s sW4 a p4#44".
slip -reilavmott. r"
ies pcbat 0 w~o pagar am AMMIo a&i ao <)w oa 2 64]*tt. XtMlJsiA Wf aWi
A rasMf a!* &A&AMAA aW' amS~f*
Sqro, m' ino quero que malieo n..
mora muaiciRal reatpe, 4iendo USt.

tos-o i e: Bol poae iiis










o pregeo qua wade a eseara i.

;E --- I a-
to a is .da ,re' -
-Wfl } .


wasAim s KBa m V.

0,SX.. BABAO oDR ~ w -^i~~f V.,
Koc.teseaaKi~o, -
ow. PtonTs e *t,
_O,$.PITW ^ 0N urhB. c.,
uam proud ore, muito
0 f. PIT .GA-O lugar dtt bqha
ogareato mea cmps, I..6
foia. ereedo. a pars oil, quoa- pMi4 aw
nt do vecimeno dtos atnraza!cdes.% I.
jaei orgamentaria do anao- pasdo di :-Por-
eeutagem o prouraora $ It/2o//.
sobp t a arreadrsoto, send 1 4 P aga-
*out* do:an ail. ^
0 SB.iI, R d o. 0 NAZhnE R]"--- i ,..aoua I
amuito d ffreate.
0 Sn. PrrANOA-Or, se a eamsat uhilei-
pat ala ostingulo eado legurftieStsiM a-
dio quota, ansVpd. so poa me IcfliEu,
reiro, ager qsItam no uo rea i e-
dido, eao entendi quo tinha sidq eu (* por
qua tendoo teiftrein hole a a61: t4 a-
monte atributigo do-seeeb k o p e. 0o the-
souv n f e ass Wma nistl te D rneelowa
'ease hi, quaedo ea proom ,dor. aa 4a
strigaglo de proeo4er a arrecadc9st iscup-
be so tambem a de fornecer an gaTa,.ppansr
opterrsamentos.
O Sa. BAilo Di NAZAHETH-V. It& sabe
q au erm todas a pagad9orla ha m DtL de
aesoureiro.
0 SP. PITANGA-V. Exc. note a distincclto
qae ha entne ase theosonreJir. Olthesoure.
das obras publilca team ?
0 SR. !AniO DZ NAZAREna-NIO trn.
0 SR. PITAnoGA-Porque? Porqp* actual-
mente 9 servlgo 6 pequano. E' o q4oe econ-
toe ma seamnara municipal : o th tolenro P6
o exclusivamente reeabs o diahAiJo q"a o
procarador lbs eatrega, a paga es&q0tas que
The alo apresentadas, niao da guias, poao V.
Exc. diz; a contadorfa que as dt: um indi-
viduo qua'quer vat pagar, o thesouteiro ve-
rilic a quote, recebea e gusrda a gala.
0 StNBAAo DBn NmzAaSTH-E pra uim ser-
vito (iessa ordein ao precisa- d .flel ?
0 SR, PiTANOGA-E IIQ idisse qu le o ore-
eisava ; e quae digo 6 que o fiel do qae trata
o orcamento e o qu foi creado o anno passa-
do, e o field do procurador. Enatendla o anno
pazsado, como ainda hoje entendo, quo a cat-
mare nao quiz crear um novo lufger tde flql-
para thwoureiro.
0 SR. BARne Da NAxZARirT Poli -entende
mal. .
0 Sa. PITANGA V. Exc. 6 quemn entende
mal, porque so quer- lever a argumentagio
so eaen gosto. Dorfih:4noalue o nobre depa-
tado que a camug aaioteipel qAm .3. autro
fidl, decade quoe wa oxqpi0 o luffgV de del
do procuraedor, lugas qn jaI esta creo ? No
extinguto no setu relatrJo -nlo acrgn lugar
de del do thoseareiro. 0 quao dave et? Qua
para eaneo diwae-w-flal do boeMwanrdro, eam
Lugar de lel doa procardor.
Portanto, se a camarrA qu, qo Of1l1 em
vez de ser do procurador sejudo thetoureairo,
pod tamnsferil o : o-qua ift 6 admissivel,
o que6o eouveniente suitar 6que yeake uask
tarLdea esmara diaer : um d'esaes lauesjt
tinh aido oreaedo por ensa lei esapfta,. es
queci-me de pedir quota para eloe, o autre
toi creado n'este orcamento, e maroon-so quo-
ta, portanto, existed tAembem. Se a camara
eontende qu. o procuwtdor ue precia de flel
e que esIte deve passar pare o thesoureiro, fa-
ca-o, m&s alo ere uFA lugar de 601 0.e the-
s:ureiro na lei QrgAieamtanieaji existindo um.
del do proeurador.
0 SR. BARaO DR NAZARnTt da am apart.
0 8.L PITANoA--ES nio diae que a o 'ue-
ro, V. Exc. esta me emprewtado um ent!-
wonte quo eu atl Lenhk.
0 SR. BAAo DO NAZARETH-Estou pergun-
taedo V. Exc. o quo quer naemeada.
0 Se. PiTANoa-Qaero quo se oatowad quo
as expressOes--fel de theusoureiro ellto pot-.
engaeto de impreassLo, quo me trata de ls de
procurador, lugar qua ji existia, para e qual
ae pedio ordenado, e nia quero peise, rssaee
que ji cpus, qoe maea teagdo a aaraenuli-
oipal venba pedir mais quota ps'rQ Sal do
procurador, .. e.capud que ppra o deo tbaau,
rear ja existed marcads neste orgamouto.
O SR. BARAO DR NAZARETH-A cOaf qA,
tjesouresro e'propanatsor, nlm ealLs do fatL T
0 S. P'trtm&A.-wPl!ou. oqpi geM. ao crp-
monto, p foi p-n into qua qe misdei w.p.;
eonenda, porque o lugar de flel foi pare o
prpcurador e 3l5 pare o theeoaorero.
Quando setrntou do murmde-procurader,
a yamsa ae _nMmm tmhapf Iie deut -umu I'.-


Jwoep~wu m ftititbot qkiyto'lue=,

dvrMp dV B~terefti VA o ~Aftor 190 orUB
da U uo rodr o MeQ nens oito ienior
H ovier.
90.PWAMA -th4 edt ogae Si.

w r'SB. ntpcsaru "doyjYiote. quw ia


0 aobre 4epurad9 permitnsu q eu o inter-
,4}.JMbt-a^1te.. ....
so J-aiE MB M vd 1 .-'.
Jfly JA9, Q 'W *e
'$ R YSSIt AW gr rdr



o obr 4opv~ppoitIR


at a svt MWamm
lacro febaloso, comoa e iii u( i
0 *QfM *Nc -ww fohns Ntl or Mee-
ws--" XWa-?PtW ?,,
0 A. S tia t DR Naz&anm -Coo q am 4t.
Gift iWSjreft- Gneink-dja~r. ^tiflorua
oa' WiirW T. Jee. permintds' qua nostrim
lP o t a r ? L e n e % 4 .
044a. BIRIoDR NAZAOEPE 46 K4 1earte.
0 8Ot. PErANGA Bu its quero moletlar o
noWb desta ass &no d mer q a a sua ob-
jeeSglo nao tat procedencia.
O Sft. Balo NzaAsom- Eu ftao votes
par. aaes d ihoutir eom V. E8.
0 Ba6 Pa&iA -- Nio aei poequo motive.
NU lte diftigi w* o6 eaprato qua pade..
offeadl. :V. B.xe, psde otupar a trbem
quando quaier. Eu poridm estarei na tribal
o t.y.-f ,julaw oavniuntse, ponuftn-
touI. por oa f"v qe emat dei-
xa al fma. Ov er.
8 0 A 8 a'noa fv.
0 S.Ptwok A Devo portanto d fsr a V.
Dxc. qua a un argumants"o alto p6de apro-
reitar.
0 monopolio alEo p6de aproveitar pars a
quesatlio quo o nebre depetado quiz estabela-
oar, isto 6, Qo o naaopoxhsta qua alite gauba
matto, diz alle, pddo fazer negoie, no ematan-
to quo a eama que aao tom q"o ganher -
nuo pdde competir con ella.
Mas, Sr. president. dizia so, quo a objee-
glo do nobre deputade aie pjdia tracer van-
tagem, porque so n&o apparecassa eoaa id6a
tio util quo haumaaitarna pare dqaells quae
quizer .'er vender c&rne pelo preo porque
rende a camera, nao compreheando como flea.
ria remediado q mral d que actameneate se
resented a populaio deitas idade.
Depoie so a grande quest. a 4. quoa os mo-
nopolistas auferem umrn grande lucro, pares
qua a camera entrando s marsua4o, Soa is-
tanglo de luerar, deve comn mais facilieada
estsbaIecer a cane por pregoequivalente ao
capital empregade.
A emends que Live a horn daeonfacconiar
e qua apresentoi ao prj4cto de orcamento
no sentido de tomar livre a coanearrepcias.
E tA 6a que 6 a vordadeira idha IibiIai.
0 SR. ULYSSHS VIANNA--Perfeitamente.
0 SR. PiTANCGA-SO a eamara procure barA-
tear o prego da care, que mode teram d eon-
qurrencia? Querert por ventura monopoli-
mar part si ? Se a camera torn vontada de
qua a popuiacao compre earns bauta, desd.
que a coneurrencis so di.. ease desideratum
oao e farat esperai. Qaerert a canmara, Sr.
president, a ano ser ease o soue fim monopo-
lisar o direito do vender oarnse par L-n, qu&n-
do nao davia tar entrada nasmereado em face.
de disposigfio express da lei ?
Acha, portaAto, Sr. preaideats, qua eota
emends estit parftitamenae nu caso de ner
aceita pela assembL6a, porq'ao eila 6 liberal.
0 SL ULAsrU VIANMA Cozq 0tOs a
idea rRais at.que soe.ra aqui apcenintada.
0 SB. PITAmOA- Sr. pruideatoe, oaTViji ao
fual do dimeuro do nobr. deiut e, o Sr. Di.
Jose Maris, uam theoria exposta por S. Exae
qua me pareceu eapantosa, porque ella o.a-
te4m um exolusivo ahorr'so, ila e, qu.e c&c-
Jaers pqJe $aal p'wnA dos $oerom quo to-
rem expostbat ftaoa no aeuedo.
Em primoiro lugar, Sr. praesi lente, admi-
rou-me ouvir isso de uan deputade, do am
h.3 eqto. coe 6 o Sr. Dr. Jose Maria. conbate.
cedor lerteio dos negocios manicipaeso.,.
0 SR. Joel MARIA-DO que foi que V. Ego.
se admiron ?
0 Sia.6,ATA&A-.&Adrnirou-me s a tbeoria ex-
posta por V. Extc., as qual se deixa ver quo
ia eanas muioispal pode taxer o preoo na
mercadoria alheia que taor exposta no mer-
cado putbiin.
Ora, seoroeas, aleadm de que por fore da lei
6 privad t aAmar taxaer preoo nas morcado.
riams expotas A vads, porq am um "asto in.
monstitucienal e que estr dstermnasdo na lot
do 1" de ontubro, slea diat. o mrsedo pat-
blico eqn umu regulameato eoi vrtade do qhai
eole se rege. Neetas condig0es, eenhore., o
! induviduo s poda cc obrigds a levur om en
geoero pars alii, mas so o lever, saeri ipoas
-obrigaxdq a.seglt rct pmSeripgem do ammo
rpuAmnto..o Ma ft urn trate por Oampar.
tnmptoe. mate saw. Agora cbrign-ae o van-
dedoic qe i ii elM export o sai gMuro a eon-
doboi par warp,.. mstipaklsdo poila paarser.
9Q qua me pare.8 inconptitucional.

hepda que tento o metlM9 9iW9 fQ
municipal sao reparttgoas publioas e come
tqes mujeitasa 141. fIfp esperava, portanto,
S-, presideose, avirdos labios do nobre de-
Ip!tado, de queo fago o mether conceito, a
tbvh sp'kp~filN4p NaNrywft dab.,!~
Igpintemeate, sea razfp t4Q w a sue emends.
90 Sa, Jose MaRIA--b ontunto nas mer-
nes.rf koens u man6 ...eb~eteiio.


."




It"

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-. ,' .

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4


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*l.: -1-
4-





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I-.


Bo jWetA Iaair
Oak&-mma etrace epri-








Otrtda em mrjcoo .opsao

sumesoquit tdises.
4Sikfs Epar eIOUa
IfaaLtoriaar asai tlatmo pare 1) o tes
s, preaCntu o iso tas qdepuados nao
s. lembrramt da msiadar urma ubemendsa a
.nj4 Hat= a medida deomare, de ter
4 WI_ l ititde votba.
qSe.o. roatctll. Auam parsce pre-
)mhri cptajl;2i 50 pt o d a u ha mecida quae J
trta ftleae r bartuetn o and o pan sado.t
o0 9ut. nni Mta r -- Ms qerm digeo a V.
Wtc, ~ .9 q 9a411.Lasor
h SR. Prmtoia-COm La imaostos quo exis-
tiam. os qus alta o ewmadtosa eu posso dizer
q t ieto: 3: 05, prove ineail, par cada vez;
*4 0, m niiphia; S$09-por talho ; o5 pela
ato ligeaca par abertura de port ; impoasto
de imdfsitria a roflasoes e de afericao de ba-
lattt. Poderfa adar tudo into em uns 20 a
i eam favor da samara por cadA rez que
Mitar.I
Ora, abateado se 30.000 rezes a 2D$000. slo
600.000J000, plrdm de 50:000 que.tert, de ve-
rificar.
Ora, neust a ondig5Oes, par- que a provincia
alto offraeste graudb prejulzo, sert conve-
nmente que apparega a competencia, porque 6
natural quo. estabelecida eata, as impostos
vao-eendo arrecaddos, porque muitos delles
ioe sio dispensados senao em favor da cams-
ra. Par example: a dispensa do imposto so-
bre talhos e do de aferiglo e ports aberta s6
sproveits a eamara. 8e se enocntrar quei
venla camera pelo mesmoa prego, nao ineluindo
a isengto desses impostos, ja se ve que lucra-
rk nktap6s a camara, coma a populacao, que
terit care sm meaior abundancia e tafvez mais
Sbrata, porque, em vista da competencia, 6
provavel quo a care ideag a umrn prego infe-
rior, desde quo ha am mazimno fixado: ha-
vendo no mercado abundancia pela concur-
rencia:, 6 multo proveval qua desgs do preco
estipulado a carnoe que atd carta hora nlo for
venudida e que nio pod:i sert cnservada para
o dia seguinte.
Neste case aindA ae verifices que a media
por imn apresentada 6 a mais patriotic, a
maits razoavel, a mais verdadeira.
0 SF. ULYSSES VzT5iANNa-Apoiado ; neste as-
iumpto 6para mirm a melhur idda qua so tern
apresentado.
0 73R. PITANGA--Sr. president. firmnei tam-
bern a emenda n. 2, em quo re determiia que
nas despezas municipaes como Jury se acres
cente-o que clever a camera pelas ultimas
impressOes. Disse se que era a reproduceAo
de uma ermeanda per mim apresentada.
Nao quero que passe desapercebido o papel
qua me querem fazar representar nesta casa:
de rwpcoduzir aquillo qua j& foi por ella re-
joatado. Quero provar que a autorisacAo que
etea assembled di para o pagamento do
que dove a camera kaelo servigo que se tiver
ta it ao municipio por impreasses. nao 6 o
mesmo quoe obrigar a mesa camuara a pa-
gar a t'uino doetlal a quantia de tanto.
Ses sa eamarsa reconhecer que uase service foi
feito a que nio p6de deixar de ser pago, em-
bors peanse que o prego pedido e elevado, fl-
ca-lhe o direito de dizor ao credor: a N4s
aio Ihe mandamos fazer causa slguna : en-
tremos em urnm eonchavo, facamos umra avalia-
l2o. lasto 6 different dosoe Ihe impor a
obi igagRo do pagamento tlaxative feito ao in-
dividuo tal.
0 SR. ULYSSES VI.uNA.-Neste-ponto estou
quasi discordaado de V. Exc.; nao gosto des-
sea cencha-Vos.
0 SBa. PzTANOA-Portanto, nlco 6 a mesinA
emonda que obrigavas esamai a pager a fu-
lane de tal a quatia de A anto.
3t' Ja V pois, o nobre deputado que nee a
eooaend foi apraseatada ai sorrelfa, para pas-
sar desApercebida, neom 6 a reproducglo da
outraenpu4a,cawat.No possa aettigiz ao
mesmo rim.
0 Sn. Jos- MARIA No fundo 6 a measina
coaae.
0 SB. PiTANGA-Desde que'a camera tern
obriggiao de pager o servigo que se fez pela
impre8slQ des Iistaw do quatificaglo, deeded
que ella recoaheca essedever, flca-lhe a otal-
gacgo de pager a quest a taven fetlo, urna
vez provado o seu direito, o quanta lhe de-
ver. Pois a eamare acaso qutererat reeusar-se
a esta obrigaeao?
0 protccto vinba, par example, estabole-
car o drrelto do ptetainario ? Nao; o di-
Seits do petieionarlo nlo veo ser reconhesi-
do par esta assembles, este reconhecido par
um cnatrate flrmado. 0 que o project vi-
nhri tazer ere obrigar a camera a pager o
quctnp devia.
o S& ULYgSE$ V.IANNA-Datsr o serving.


ii. XC 'ii
4
~1


M o0 e *pare
lpsasto e4N retire
Bu nos tnbo a p rW0
tribua.ne, o alo de
?flo prieo coyv
*t ne eo m o M
quando a msioria do .u
Pense. submetto-mu *1 G9 '.
1l (e9 o dif lutstlp. 4r
quo mas quaelram eovadcer qt
iddlea alo sao boas:; se quizerem a
aceteom ; se nao o quizerema, noo ans..
(&uito beon).
A discussion flea adiada pelal s l M
0 SR. PeSIDENTs lesata a
nand a seguinte ordem do di&m IW',-
s6 ldos projectosna. 159 o I .P o
161, discussio do parecer n. 141, te .
aono e continuaclo da antecedente. '

Camara municipal do Ueia. --
ACTA DA SESS.O EXTRAOLDBAUL&, W .
23 DE MAIO DE 1881
PRESIDENCIA DO EXM3. SR. DR. JOS MA5LI*
Aos 16dias do mez de maio do anno di15,W
achando-se presents ao meio dig DO P d 41d.
camera municipal da cidade do Recife. 6 BXIL
Sr. president da mesinas Dr. Jos# WMr"tUhO
Carneiro da Cunba, e oe Sra. veresdpWr.P
Demo2rito Cavalcante de Albu _4nnp*. Joe
Bernardo Galvlo Alcofnrado Junldr ae J "
Francisco de Barros Rego, eapLtles JOIO
Francisco Antunes e Francisco 0austino de
Drito, tenentes Jos( da Silva Layo Juior A
Francisco Goncalves Torres, e Josd6 Foreirs
Baltar, occupou o Sr. presidents a cadoira
competent e declarou aberta a sessao.
Ididas as acts das duas ses&6es anternores,
e pastas en discusFso, fhrara unanimemente
approvadas e assignadas, send tamJem as-
sitnados os deapachus da ultima sessAo.
Enlrando-se na primeira partedos trablhos,
o secretlario, dando conta do expedloste, a-
presentod as redacvbes dos offlcios dirigidos I
presidencia, as quaes forain lidos, approvados
e assignados. ApresenL .i mais as seguintes
peas, que foram hidas e tiveram o convenien-
te destino, a saber:
Urn officio da presidencia, em 12 do correa-
te, (ransmittindo por cdpia, em resposta so
da eamara de 28 do mez passado sob n. 83, a
inforwaqlo prestada polo brigadeiro comman-
ddnte das armas, relativamente As nalbegas
habitadas por families de praqis 1d3 batalbLo
aquartLellado no llospicio, e situadas por traz
do moseso quartet e dA academia. Depols de
discutida a material, resolve, a camera qua so
respondesse a S. Exc. que, c.,mquanto a ca-
mara nio contest a pcouedeneia des conside-
racdes ofl.recidas pelo command',niae daquelle
batalhaio, todavii ponder., a S. Exc. que maiot
razAoE subsistLe para que nao possam permane-
eer aquellas palhogas no term em que estAo,
que hoje 6 considerado uma run, embora seja
de propriedade p-.rticuiar, e 6 que ties edflca-
cOes n&o sao admissiveisdentri da cidade,em
vista das postures municipaes, acrrescendo
quo as families da visinhanga reclamaro pels
demroliClo deltas, para que cesspm as immoe
ralidades que al!i se praocsm ; pelo qua ainda
mista a cauara na sulicitafAo de providenclas
para seji m desoucupadas e demolidas.
Ontro do wesmo, eir. 16 deste, respocdende
ao da camara emw 4 do 'orrente, sob n. 89,
transailttindo por c6pma a iriformaClo do Dr.
engenbeiro fiscal da estr:-da de ferro do Recife
ao Limoeiro, sabre a requisiP.u feita pela ca-
wara, da plant das obi as da mesa estrada.
-Intelrada.
Outro do mesmo, em 19 do mez findo, res-
pondendo ao da camoara em 4 do corrente. sob
n. 90, em que reclammvi contra a velocidade
do trem di via ferrea do Recife A Caxaogt, no
trajecto urban, cow a informaQao do Dr. en-
genheiro fiscal da mesma estrada, junta por
c6pia.-Inteirada.
Despocho da presidencia, exarado no ofielo
do seeretario da essemblA. provincial, ma"-
dando informar sobre o assumpto da petigle
de Antonio dd Costa e SA, relativaente aso
pagamento do que Ibe dove a camera em rir-
tude de seteng' obtida no juizo competente,'
a scgto qua move ecntra a mesma aceres
da receisao do contrato pars conducglo de
carrnes verdes do matadouro para oa mer-
uados.-Que se informed ponderando que euse
pagamentL dave pesar tam bem sabre os eofr
proviwciaes nR razlo de metade, nao s6 por-
queo eontralo f(i feito pela presndencia sea=
icloative e acoordo do camara, a quecn Coa-
petii deliberar sabre a materia ex vi da lei do
1.o de outubro ae 1828, coma porque a prowin-
oeia foi esparticipanre corn a camera na faltlase
cumprtmento des condiqces do mesmo, del-
xendo do mandar calgar as ruas, come se obri-
Lou.
Outro do engenheiro, em 16 da eorreote.
communicando que a rentee a sitio dos pread*, *
n. 48, silo 4 rus de Domingos losd Martins, so 5


30.;
1K
1V


SIa., PrrTuoA-Portantp, jA v0 o nqbre de-
putdo, qua a emenda actual aISo 6 a mesma
qu for a apresentads.
0 S 5. J9sd MARIA d urm apart.
0 8i. Trr&ao&-Sr, president, nao sei me
eacapou alguma das minhas emendas, e meas-
o ss etxiStem outras quo devam ser contes-
,ftads, por qae nao tentio d memoriA o grain-
do nuzmer6b A emendas ppresentadas: e@o
tapteas qae so d se p6db a4fo toWpar eredo
trqcr bois. cm qum se reBts ao mow!mnoto
oseillrion4pdm rndsla. Maso e poadera dizer
quo pxito m pi od r ike c mistao tam trabas-
bh1 impertiattasimo da eanras municipal, e
qena ietivies oahegtoe to tard. quamdo
aommsmiovji nao okfl Sitiar adc vntiitIffa
alguma .por aaa inve0,so ompletanito
0 do t%abao nae-teado.lp% coob dut at-
tribuiqtls s eamara. Saria pre demejar qua
at~e fe t~flosm9 laameqptado 'a0 soa -
fbi.reifar ca 11sDtaes 4&sjonow~dia temna-
re. aijAb"ribb EqLb I'q e a omfoeridme
oer leo, .pqr.r upr 61.ore0,t quoa dotse
a qa d -td rande muii I mapo tqta a qug,
par tanto; His dape UflH.ti'eaan"a pa-a
e team Rdo t dI q muqto ereae, e
in-ertnteate o .qdispeoaveia "ao
muienplo.
)R.Q4;tms Vax&x A piuatue do mer-
Leado & 6 opaenr daoi uta eseassidade,
Butpnh lse otate sates.
) SR. Jesk M*MA.,-fanerdo, 6 d absols-
ta seeeusidade.
Q m. oRmiiovwninopSeb pWdo de per-
pnaomUepai.Ni taf

por qxemplo, do meekest do jog. de

doe on

.a. .4r.. (iTJ"< M-
redo<'ti~ > Am,''* iiBottat* 6qne frt

M. 0. .lbt .fl

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? 1 *"


46 da rue do Born Jesus, n. 2 da ma de Marlk
* Baros, o n. I1I d rua do Vigario, precleso
de ser demoliios.-Ao fiscal pare qua Ini.m
as rempectivos proprietarios, aftim de eumpi-
rei as prwecripQoes do Dr. engebhefro.
Oatro do masmo, em 21 deLsLe, infodrsado
spbre a obra qua na rua Imperial esta fazendo
Felix Paemira de Souza, na case n. lll.-D-pS.
de diecutido, resolveu-se queo e presedealfA
eobranga damults, examlaacdo depeoisa o e -
geDnbeiM so a obra esta regular) a oe ealad-
ropmettam-seo es papeis ao adlvogin.
Qutro do mesam, em date ao is t edis4
atporilsegto para deapender *rCIs do
829SO00, dosatinados para a oo 61-iftd
Uisa bomba de esgoto dos terrenos ilawafa
da fregumzia da Graca, na cooatrm!olstn
tres na mesa ftteguezia.-Goaede ,
lori8sago pedida, e mandou-se qua $jU .:
lpsme as prnprletarios do teas tew ere p -S
as fazer ngots r. :
QuItro do admlnirstador de .attdoere d4
Capqmnga, de boje datado, rwasb". -dq.4aws
dp abatimento de 492 uezes -ltte-Bama do-
diq 16 a 32, e communiltt "4 mio WAte
do logradouro do Oiqi Bo ma .pertesBDts
a onioipaidmade.-l1nLtiradai .'"
utro do fiscal deata froges, dalado tam-
ben de boje, cammuniraade que *-9mooor-
,wa em 64a freguenia; sacs qua uiaa das iA,
bops da latrine jutao ponte do e ats Isabo
S acbha eattagada, quoe do6"esoW t d is.
vrpibre oao unccjona rAqml4ratm .-Aosqp
gephairo par a orQar o cohort da tabsk 9
uapnto s a rast comauuniqus," as p640 9
copppbis D.ainago.
)- ptlo d fia da f(eagueola dle L Fie!i
P.osolyes do Recife, pawtielpao4Sl.
t 1680000, e suspended atde dell M
ra o talhador Marcellino da %Scla Si


,liop do di smutledw s
pqs or ce ssia -
r, dqmdo aaal de JO

ha m OnS p~
tii eommuMC.n Nlt t| B
i- Jtrifito, e 8fMS N i^ I
10ba id' e t&00 Amv W
pmsNo no afl3Po g fB l
cb 0 o da ao %4f9tas
An1 I*G wrif mHfh^ l ^ ^B
t Adm jhwep4o n" w

& ijvlkdo liro 45
doacutida a-
























rI ik,


a aesigoaldade da
io ter-se dado' at fl
,++tuL 86' dOS. bifd
B- oes,a- oato;
,al aparitaft. rt"*
4, It 4de julhpode"
%, Joaqiim Correia, de.


Fu'will vlp1 r wvw lo


Lpe, a-p&iUos dA aeV W oFertlWl
eabrir o tauta n.,411, sito a piaa
ly'. 1' 1 1 1 ,, l
padre Je -y Augusto do Nascime
1%.va so dar t btl nos isaWtu*<
*ipMdos- os inqp*$inos qpa om
t,em andar' terro da capolta
ioeico, afito do quw as 1)asa a
bafxa aecUrWt*, pmotbdo-
udbesquaineilas' tivram est4o



kfe~atemia .+
?ranclsoo Betel~b ,do.Aoidpa wva tef arreowladbt 'TOJa dp p~e
r~u6 doT~rmw pdtIr d~pwtt d
ab~ftrengSi.1"1 .; iN
st^Mio do Qlj;.3ei~a-1MppdBin
e. eativer.a-aevr a- loJ]at ise
'Oa rua do Cobrine uBtihti


ii forga,,
de cort-
ptsmIor e
a NCORO

ento Peo-
opparama

48eiS COr

[us cam*
dto n. 6C


u prediO
sa,_par


+.M l dofoid&3 as pLi :- o a Jolo Cesar Cavalcanti do: Albuquwque
para lerantar urea sot6a, nu sua ossa a,. 10$
na rua Imperiat.
SDo Garelo& C., pedindo permissio para s
[ [h rftfnemae dtsmsamegt uda, peoso do carn#
S superior A $ kilos, segundo a ordem da camal
ra, por serem os supplicantes fornecedores d4
j algwsI vapores inglezes.
Passando s. A segunda partedes trabalhos
da ses&o, o-Sr. president, a faenda.vatiosaas
is9wRerao sm azerca dos abuses e kraudeo&qus
so, di0 no uerv,.o do talbamento de cares*
*tr-s nos agougues muntnclpa'e, segundo de
L r k" e reetaraml wt jerniass propoz qUer
1 triaJ a nxistecia da tasia~~~if eOtavr
ISesja'cassada a itricala,d4, tllhador.qale
o icam metter. Discutida a maleria,.foi 4p,
pvtada a.proposta.
i~tltl~ianlo; o minesme Sr. preM+'rd.-pon.
db.que uafulftim;a parted 1a10artA..l 4di
u: 1 ni i1,4Lj orQaiento wuoitipal vjlgeitekr 4
datmwtina qua aquelles que t!) tiverema 0ow
gres e talharem came psra vender., pagarA*
o dobro das taxaoestabelecldasi naprtlimet*
p4 drb mestamo pawraprapho; e quw, eMan-6
e a1ildos netla bypoles a 06 qae' +*robaiM
bpis. para tajtarem, eao sujeit.s ao dobhr4
S .do- d iaposto, do cndormIud acorn a lei citada;
por "irtisb-propoz'que a ceuwa amwmadasseoxa'n
"1 li-mae qmoa~aa pe>ou oas gtoetta awuebatdo, a
qwatiUda4W dereses arrobada e dsdoe qu#auo
rdo, p!rpese soproceda -.AobsanCa dd iimpos,
t, que dovew, offlciando-ue neste sentido ao
xMTtidistrad'or o matdonro'. em oa setacoreo
f VN ta, afirt doe: qae d'hoJW per diftMo
*pTe9alwa4 c'Arani OWesns tiaxhas de conf'r-
+i 4adL 0am a disposig&o daui altia, parts to
10 do art. 49 da wenoionada lei do orpai

Dada hoaGma fot-I le santada a see *. Vdsg-
,ado dia 3u ido corrente para a seguinte, ias-
Sao&-se, a present ac!a, que en, Pedro daU-
!l nidoe Ratis e Silva, secretarlo, escrevi.
fl {l-a'tempo dectaro quoe o S. preidesa t dml
SG+beotimento a -camara dese bayer orenteodit
.' iei Sr.. oommendador- Aoultonio-Ledz des San.*
O, 6 aoerca dos concertos da cbzinhba do seno
AM1 P iod da rua do Imalerardor, estiAdo sitdiada
4tell* no- oaeo VWatsItA'D ds tgiovelt4io,.
f6mE ft aliahaakeutek, para saber asm codiQ~es
lj 01 mue el/s corseoiria am' desanOprla<0
,,: cede:ria c terrene para servigo do public, e
r ~Itlo ao segulnte accOrdo, quejulgava vtn
tsjo4. (0 oommon iador -toeW-Lait des sSan-
Iea, de gratutouHitd o tama. euqtuesLt4
tiod. a. a&, ida. eminia, e bri! sa na
S- fo-dd I perador a~van 66 &ta, eedeido-lhe d cMira o telret que-flca
io'tdl entree &'go&s e*#.o edificr u; 0olftltni
dhfat a rolagAo, para fIzer atii t rMesoada ex-
tan-'z orstrular a casinha,' qu"t.ve *bedie-'
A* dir; obrigan o-se- sidof A co.teonir que a1
Wa po q'2e- q et0 nh91 n easel VI Dooa
d4" a wiwbro, no alirmimtzonto -dacaifthbs dos-
aptopiada, seja remiOvila para baixo da nova
ciha" que tern de constrtdir, ent rndo assto
OalltttiltoestO geral. -oepots ifeatfctida a
itt4ifi'lpprovado o'ac,-&o mtanandndo- se
S official a presidencia, peincto a neeessariatsU,
torlsa~bo oOapprovago.
Aiadadeclaro que na discuasbo d4oparteou
6dbiS ,o emittido S obo o-ssumtos da
ppe a?4 de nBenjamin Anm6s da Fop ca. vota-
ram c utra 0s Srh. prelientdte, tneotwe-Torress
capitAo Bfito e Josd Ferreira BiUar.-0 secreO-
taioe, 6fro Gaudianoo do Riati t 0 Stia.-Jod
,*aori+,o Carnefro d COunha, i.residnW..-St.
A OOU6 Ca!fakane 4d'A .-ie
5 ferhordo Gayl&AofeoAio.-^'I1sOCftO
Faustin o de f 1f. de I'U l .*ce Mis a* ui Trrea


troe mill
desta proineia foi
g Rio dio Jata
da justi2, fd
Exm. ar-WI-&St


mew de (te Vt0wof* ItekfltfIbbpSO66S >tfu. *
t+ H' x B ~ O :'> *.. + ,.,. +' '.1 **.' ; *-.*
PMr tod iPw-tr + et ba tfteM s a +to-
'avfal data iW ~W*I^Q R JibU
tre, n6s. eltW tol pA60 atk1iSuproebi* ;
e "'je mesmo, 9s subditos franeeseseidta-
tea em P#Pa*Mbufo; BRanisoso coneibo.
eonem-se para cfelbrar -nqn banqete a sol
da liberd4efteiMS # Mp.ttfto; qute pare o vil-
v.m surgio dol horlsB *t do despotim no
dia 14 dejel64XA1789.-*
ktorte per .wbragiaz. -Mandtw dizer
do S. Loawrft b ft MkU*-qli o di*-9 doder-
rTe, Benedioto deo tal, operario d linha,
ft do Limoeiro, esdt l 3 upm-pouco I W"
d, bebeu de tw s6t1rgo im garraf do
aruardentej o8 ofqtke.rcia do quoe.vTie
tecer no dia seguinte.
1 Fklecim to -VieCa idoe antiges sofffl-
moetus do& brontbos e p0aloaisO, que ti-
veim por inicio, s6ros. iferimqntos receidos
ewacarmpanhb e* qwipeatWfI*Deet6e a fas,
'afvanJo,-uW-gila CCelOefwo po Vdes-
os,-fE'6e5 Rbo'b,14s tb* 4*da
nolte, no seu si io do BebertbO, o brigalidelr
Manoel C i Wk'e" LUns, urnsiM dfs,
fmia valente,- espadas do eoeretto uampllirp,.
0 briga~rW findirhirIautiwA fn ttbo (lth ta
pffncia e merabro da respeitavetf' il
g no st "Itn t e cegnome. Oita^ _6
anrdi de vida, e 45 de praa, pois qbetierai
so soldado aO t2#'d&* tmsocdjb 13S.
No long period e am qed*dco seo acouSa
du defeza alonat, o gInwerin+Wanderley Lis
preou assigoaladQs servicos ao paiz, toman-
do irte asexte 'Bsew ir tihlBnte 3avfiler-
m que tivemos de a8rts arnto Rio d ftata
e no. Paragsy.y F6i- pabrabm, dizter no cam
po>de batalha qua ells gnbotr u, eesslvamen.
te os posts militares ivsfd aIftres at-W itga-
delre, como fazem prova as nomea0Eusew or
dem do dia do exercitoe's e a a honrosiiSsn
(6 dt officio.
Per esses mesmos fttos e*ervtops, oMwvia-
faff-the q peito, alem d# offibi&to do Crutoi-
ro, a mdltftl db exbfit que-em 1-8Wtdo
'batU ,.o Estado Oriental, a m4 dllAbdBliOeri-
A.o & Bra trwamitfair. w* ted&Itas ootem iida
a tlodos que tomaram part hna gu*$eot cutra
o Paraguay.
Bt volta do. Paraguay, qnas( torI*ftSda a
guetfa. o it0ersil ide 'iii videbeftupt-
ahou com.' -izirztvdedt i:clmwmiss5e 6dqaeot
lh9 davam djreito sua patentees a -oiftftos
e entree essat *doU& saeb 'a- O cemaaodf'r a*S.
armias nests provincAa,,lugar que eooletoou
al6 pouco- depoiS'da iutata pnFlttica opera4'.
bl*i97a, e em qu teve occasilo df prlst&
atglMioso -er' i bo t -doim, agaerata- pot oe.-
casino do'cft*.titkt g1oS*
-' demnisso .qpe do cacgd de-m*nq3iant
das arumas di&N~rnlittyt1Vo ^IbW foi ddf;St,"
Be4d rgo ie ser ;A0ir !tru s+, ta7-in(Y"0KF
'gb'+;erat*afl 4 a r+tepteel
moqiria, B Wisid $ ; a, 4~ t1^
tertc&o qae soffreu logo depois d'esSttfcto.
enbceram, ia rgttfW SIao'seu eoravo, aSSWs.
vawdb os seus soffrlimetos, jA enaio booer pa
aentes.
0 general Wanderley L;s.segiiula'politica
coneervadot, e era' tntiAbro' ditinatSo do pak-
tidTo d'esse name, que o coatidMaTvereospei
tr**; e neutaft6tf ou avta Mfsa da dezmisso e
ida preteriaoo o.iosda eqtffi'vntima, e-que
It'o cntribuiram para abreviar-Ilste a exis-
tencia.
r ltiwameat4, vivia elle m uftO roofeoWtra-
do no seu sftio deo Beoebv,, 4Ydde84i colftel'o
eA morte quasi d e imprds, potsqoe ft estpa-
v s a' passed r ono'-u'irt6 aalndb effa-< o rorCe-
beft'nos sea l Mobtrot lidncaardrI sua dioa
ep ssa na viettre a, seas fttlnutros na TAphan-
dade.
0 eoterramiento dosea coTpo teve Ingar lon--
tao, ap6s 'os suffagls da-igreja, a qoe. sds-
tlo truliado i naitet db esoass grads' e de
amligos seus, fAizem .iite'-vfneral miffta'T da
uaw elevada patent um tro6 da tropada gaar-
niojo.
A' sua illastre fapilia aprS6ftvifos a *nos.-
usaw condoofnifit.
Oautra. Pow tegrftbma deo hontemn, s*-
beo,-eo quo, em seu eugeiho Bomrn ardirm, da
ogrdre'a do RI-F0ritt6o5, fAfleru ante-hart
te A, as 10 l. tl(Eat dt mstahi, D. Franutues
Caldas Lins', Barvineza-doUna, ?frtuoso+ etu,
peitfvel senhora da familia Caldas Lins, des-
as c:marca.
ra a illastll-e finttdi+za, Tia ntrofas mwio~r
aj-l4 annoa,.qua, ns seau -r. seppro lioapi
~taleito, soiile p$r ea 1wfttica a55cOfyO
ta*i0era doi ses jrigeiiire., re v*lWo
,esrpre urn torata u 'i Itint g umW Sls
Caritativa. "
A.' seua Jlp tr asdoso ea ao nOsflS atal-
gg^, Os 'i3. 4o'd: Acrai e major Th-
tas Lins 0ald., seas dignos irinaos nos

1.Generos A1im.cn**eos, Polo. au,
'Ff~oli., e Sott-SoPte, e peolo va&Qor Zdnte

aras ;arr, a rr e aco ; azeite de 0fivoI-
txaas. 340 eaixz. b ,iaa tpa,.4 4-' O


ePen


itos,, caraai
gloria e fortuna
motrAzeqr aso.
dade ; soatloo


qpe- aisignifinsaw quiWiB. u,,4iyU. 4"D*
d o pot roflamewALympa$ qqs t1- atl
enprW5 iRS.I., j, UW iiAp ma& law swfeweam *-aaia. 4Letingtacon-
aidolrag deV.a *t aft.. sto,.4ra-pgrita. x
Cewusips-F-1e5au &10 do orr Asylo de Mendicidado, a preta africanapacia
G#4. O C*Qk Inufo'tan-oa o Sr. op.Cow
oen4soA atemiO Vettimn -da Silva Ba&41o0
oSN Mopiriton do ungeaoo Boa Sorte,+ di frs -
guezia de Saiat. Aa^Uo quoaa plnta d6
OWeeio -t; qwinee.oa em 1m9 75Uvat d4nd4
G awarode pw quo viugar*Am eleva-i aci
tualmente a 50,000, dos quans 10,000. form
plntdo s oam 187T. Todos floreeram am I-
neio4ppinfn1 ado e fructifcaMo, pru
zindo, ama carga do .100 arrobas em certja,
cuja colbeita foi feita por mulheres anei-
no.,,M. je 0d 5 retis por barrio debacam
1hao, Ga>ain-a de cad*a dia da trabalh.-).
ag Catcw4eiros thrnaram &A. fruetiflcar em
julho, e promettem para-dezembro urna nova
'oolhslitag1i l snoau mjioc do qua aq#Itsa.
Qufitto so cacioeiro, conta o S-r. comam
dador BMrca no reforido engenho cerca de
5.000 9S., de 5a,,Ipalimoo de altura, send-
uaI c"to' dItIesw dos pl ntados santes dbu4ti-
'no aaoa de o6cca, eam 8Wi-; ssm.ecoatar resr
Io'de.aotra~pltnta,+ q u,, por.negligenoia do
rendeiro de ortra propriedade, ficot pelo
mdr part Inutilleada.
A' despeito desta contrariedado, o Sr. eom-
menddior B rroeaj proegue-no caltwrat d6
cafee-doe"' oo, e agora immeoo-cogito d4-ex-
t'ld' oteilt .o'otttra; nBo-s6' aI onegsuihBo5a
Soi, come- nu engentlo Pewn.sdiub^ pwouiwt-
v"ilit deo $tbostao, ond tam jAplantudmi
.0,009 ia rs e 5,000 cfoeabroa.
- Essa perstoerana 6 tant6tin_ para lo>Ar,
quanoa.Wdsl v dIid&ado de4 ltuPa, e-portinto

04* *4Ia- 40 1'~ r'ou 14
16-VO5,W (a- ntwf p"&f potsrf recomaomdT
* 06detodfi ,dw P dustrtutw dbtic frepw"0.'
* r*Ot* gBiM~rsftf4 ilws'Idutliuk qua wmtiag*4
so imhath4 queti de).am t ppOxiam 1.
IO guifte.em um bildtfe postil:
a Chaae attseq Br d ,o Dr. h At& e, plJoia
asobfrea infelit soe4eP 'detJoaquim Tri'wa;m
so, que~asd eabril aa&a-se rtcothido 4 eAa4
dwe' dtenlo,. s ,6m, is pa e fitnvdhfo* popto
amntnftevambfro do ausotps8Ld** o .i5-e ald tasdk
ainda genie obt o peso de ta po illegal
'delle. A"ditSprvii fot offIftLu4w-#Wuamm iit
**Bahl-TEd4is bhdsliyi~r u .w t~td
porteo dP ira yahyat,;. esapw"A ve w hoje .i-6
raitiacByi
0bpni~~~aofuiS~- vapat
Pirapama. tendo sahido hontem Atawde 116
porto d Jaragu* par* on Bavo, pals, es-tia1
'do ca tuffld. deW a1qatfeY~g'r iA'*hB; *
dec I6ttL 0 etfti #& .trt* r
45a ptro~ibitsdef-erualt~veOw ogaai*I el#
repartiIo do olra ptblitet proviaia sob
tat tinr tre avr iy o rB]k a.MS t sel*iro U ean
klitlt Aattteiii de ikpeoel D gi&a-
u11a' urn. nMgtoio e-.
do Baro d-ifieteria-. .. k ba 4 d. 6s oel
'poito -e.af- rsposta soA mp tn hpt 1i0t Sf&Ji
&.S Vesdi"We"a l0 exewai. :
SLelem- o.jZ d dowcalm*e)oao, oasip.
painted :
Pe1, agaet Pestema, k Ifhori, n# ruar 4a
AgemTio Torid, dois*io, prat4# wO~i*s t*.#
:0:da, fa~waM rodado w bmaw adadar 4deba*
AnmaahIG deiTm rdalHar-ae os 8eguin*
-: tog aso Ru1 mwai 'SeW h 1. au- rita--
Pe 4OW PNinrle arqaffm A# I bor, s- Drtt


7' |l
_++ I!


3lI d Roile ; cap0ao no Rejis
0-7I- od Gona w da dlv 1
i. .. ..A


09, -e~iibc.6 aoanos, ado, B'Ytst*i:I
-otmufioia itral. .;:
0p auapt, Iantrons,. 0404e tub rculos pul;
saunares., .-
Jbao, pardo, Pernambuco.. 6 mezss, S. Jos0 ;
covalse,+s 1
Pedir, pardon, Pernambuco, 11 dias, S..JasI
eapoamo. : ,.* ;
Eadra, braoc3, Pernainbuce, 15 dins, Reclie;
pcIApsia.
rran-.isoo. branoo, Pcrnimbuco, 6 amnos,
Woa-Vista.; ,hepatte.
,Mar-ia. da Q psBi,;5o, pia~d,. Pertansmbcj, 30
SUQOS, siltait., S. Josh ; laryugite.
Lqiz, braaio, Pernainc, tanno, Rer to;
variulas.
10.'-
Anna Rosalina Sctiiflexr, branea, Pernaina s1
c.. 34 anoos, solteira, Qana ; tuberculos pul-
niOmares.
Maria Frncisca. e Barroc preta, Africa. 109
annos, soltra,, BeoarVlt., Byto t; esolexi..
Joe6 Flrreira tobo, p +ardo.Pernaufbuco, 48
anne., so4eiro, Boa-Vista, hospital Pedfro l;
diarrb6a.
Genoveva, RoJripaesStte pirda, Pernat,-
broa, .57 anousB viu Boa-VistW, hospital1't*
dro 11; cyrrbose do fgado.
Gosoaw,, ]aria Vieira, brauca, Petrnawbuco,
46.anap$, vluva,.8. tos6; variolas.
Joaquin Pereira Aranies, brancoi Portugal,
58 au.n'os, casado, GroQi; anazarlea.
Franoelia Henrnquclftirlv&lr tos, braaca,
Pear mJucp,' 62 annos, soltira,.Santo Acts
ai ; cyrrbOduute-ilo.,
Thfeodore, pario. Pbvrzambuco, 9 dias, Boa,
Vista; copvu-tsbis,-
ConU~inotir~i84fcornaapbuco, 8 m~oaee
Jose; preto, Pernaw-uo, 1 dias, Santb An+
tonio ; tetano dos rbem nascidos.
. Maria, branca, Pernimbueo, 6 annos, S
Jos6; hemorragia cerebraL
pl


in&oa d wa iWt.
0 ou tor Msw J c-< da' coxstotas todlos
os-.diasa da 10 as 12i honas da ma
nhl. Este consultorio offerecea .aom-
mdldaf f omiter pe&tf edomlete ser ,ouvi-
do ewxa"linWd, Samiste peseuciado por
outroD. oia a dia i s 3 horas da barde
ser& o Dr .-Moseosaa 4oiroiAd m) ootofreo
i praoa*4Ga fAfteslo,,onOwsfancciona a
inspecoao de sai6de4&'ftiO. -l&P aIl
quer destes dous points poderlo ser diri-
gidos os cbaiados por carta, nas' iedicai
ia# imoras.
0. Dr. Arruda BeUiW. Residemuia k
ra larga do Rosario n. 50. Consultas d
iaeio'dia is 2 horas. Pbde ser procurad_
a qualquer hora do-dia ou da noite.
Dr. Raymnndo Banieira, residencia.
Scousnaorio a -rua do;Imperador n. 4%,
L.o andar. Consulta d ft I t I hora.
- -ir. Miguel Themudn da cnsultas
e receb e-hamados das II horas ais 2 dk
tarde, a ra Larg do Rosario n. 31, Pri-
moiro andar, owt outa qupalquer bora a
rma do Imperador n. 4, V andar.
Medico e parteiro -
O ". Damniel de Almeida, chefe de
clinia de partos e molestias de mulheres
4a F Woiade.4 e 4dicira do Rio de Jaoei-
ra, democmdos at&=, tpo' nsa da-
(dI resmew arirecou ulo4 nwa dM Dia-
que de Cgias ., 3n ode dara coosattltas
das io bwas has mM Iwir L da tarde.
,-"idse-&ruaa-dot Pyipwftdn ., 6;*S hmia
Atvf u tmws 16 ot- -


FZ ~iTPfP^', Ge~ts 22

Augustdo. ,, Regp BPros,
yiao Magwiaios, rtma de hni
A7 O -y pra
'7 7 ,+ .. .. .. ... ]


duo-
'dutos


a if,. ara o q
'tltottTO-e lkfftA~6s lias fotftavenr tranct;
on escrivies que Caiowtoi +afp roew ea-
pmaot corop0fjuam l ls p* amos a

TWO n prob psosd iWOtt
'oti#para ar q^aeko.. 0itra40. juil
JA tMr oOsmao4 do cdarar qua teado
dat9g co. eno& M4 de Sous4, quo,
nio mandaria avaliar ai safra, qme se esLa-
F! wlhap4bl'AtIn do c~oncNir-so-sorvioo
pot coufltkdo jespolfo, prestando elle pos-
te wfl -- woontas do prodoeto, apresen-
'tn I"ho mwomesrmon el'pouco depois umIa
Vei A U .qq 1+.a ,fequa :q reqaeria a
Aafia# i 4ai dIa aura, alldegado ar-se
ausente do eagenho e outras consideraoes
lno sentldo de- responsabilisar-se apeonas
p*o seur vatr; q4e. certo dieto langou. o
ideoWaa.- comor .?uer-depois de ler ii-
geirarnte a mesma petiaQo; quae pouco
teapa- de&poiso tendo ouvidO dizer que a pe-
I'jo despaIhadiabrangja nlo. s uma-,
como oiasafra del oararar. ao advogado
do Sr. coroner que considerasse sew effeito
tatl despacho, pis ngo podia'elle por esse
modo dstribuir-'os bens do espollo.
SAinda lUiiamneate o.Dr. CapituLioo de-
'litrou eita ur& artigo pablicado neslt j or-
Wai qwefatafdb cor o' Exme Sr. Desem-
b* ga 'r Luceaa a' respeito da petiolo de
f.7.S. xc. se niostrara sarprebiodido
oa daviilsraeema do mesa* despacho,
-o(w4 dwiJ Igar a qaw elle o mostrasse a
diverSs pessoas.
Qaando a.declarago no: fosse baslante
para queo'r. coroner nao podesso ali-
mentar a esperanoa de ficar corn ambas as
safras do engenho Gurjau, 6 certo qae o
despacho de f11. 7, nio lhe podia dar di-
reito alu&M.
0 meimo despacho noo foi intimado
tos outiros herdeiros, qua nao foram tarn-
bem ouvidos sobre a peliao e sendo pura-
mnte izterlocutorio, coino, 6, podia a
toto te mip ser reformado.
"SOmien na partilha se pod e distribuir
entre os herdeiros os beans da heranoa;
s6rmenle a partilba jolgada por senteoga 6
titutol habil pauaaragsforir a propriedade,
para faer corn qt. o .hrdeiro adquira
dirfttbo Sobre esso' oo aquete bVm. Antes
dbila vs hens pertencem aos herdeiros e
Dao a esse ou aquelle; este priocipio tin-
-contMestae.
Nbthttnt direito pois adqnlrio o Sr. co-
rooel corn o despacho, qae podia ser re-
fornado ate. a partilha- e quoa no obriga-
:va aDsberdeilros, por isso qua delle nao
foranm dtlnm~dos.
Quantas vezes niq v -sa o uie ro mef uar
a saat.see aa rewoosiderar as suas doeci-
.sos, refornuar saus despaclhos ? Nuoca
eom tempo algam se comuderou tal proce.
diimento esairoso para o juiz;' palo col,-
trario desairoso seria- couvencer-s& e!We
de qua uo ,julgon Q on no decidio bemrn e
por ur Iai e'teodido amor prowio ou
capricho doizar de reformiar o. sea actos
A l eimeami facita ao jtiz recousid-
rat as suas. sentonas, ja concadeudo o rea
4iafSo de B argo-s, ja pfrwiiundo reor'-
Wf a de~isaBoa eass de aggpavo.
I assia carec1 siteiuaunrex do fundar
-menlo. a, ar~guiIao, qae so faa a parti-
ldead baier oflendido adireilo adquirido,
jdanu afra nov&i a ontro berdeiro, que
uao a kiveutarianto.
piso Spt4 aompentar corn prejuizos
que dashi resoam paja& ee, prns qoe takes
prejaoios sao ifanarios, segundo so ve
da uma pob licaao feita no Diaxio de 14
4da (.mf pwido.
Ai d5z, o* S. coronel Jos4 de Sousa
quo se asarra nova tivssa side ulih
,mamemot avaUada a partilhada entre OB
berderop nenkam pejmpo ba.eria,. a j us-
tis. a e eqpida serism alUoididas
Ora, seo vaali.d-se no amenite a safra,


atLenda-se ao& rclamos da justiva e equi-
At.e evstl.e qual1qBa prejizom. 4 lo-
gico coctuifr que corn a mesa safra nao
le fez a avultada despeaza do queo falla o
swnl coroneA, poise se assiin fosse por
pais que. se refttisse o procospo da ava-
Jiipao, flaa saa r iodaiisada a desr
peza, sewo e a. p sdade ao a ustil
-alpoam flatssilas. semo queo
soen prejaizo serfa maifesto. .
Not-sgof m A fraaea m 4 ;
Z.WM fttt %mt*teWd& eMi *0$:MRfVo d& Ws


I


A ultima resposta quedevo dar aos Srs.
'Rodrigues de Faria & C., 6 public o an-
nnenio que vai em outro lugar destlab-
lha, para vender do papel Bardou, parwo
qual peso a attenoo do respeitavel-pot-
co e dos interessados-os consumidores;
Seos Srs. Rodrigues de Faria A C.
acharem-se prejudicados que saibawm em
ordem pugpar pelos seus interesees.
lecife, II de julbo do 1881.
A. P. da Cunha,.

0 Abaixo assigoado, estabeleci&t osm
refliaria na ras de DomniogosFos*'M-
ftis n. 88, freguezia de S Fr. Pedro-s-
-alves do Recife, vemo declarat que-,
foi corn elle que se deu o factor
thonfltem nos jornaes, o sirn com-. i ix -
viduo do mesmo nome que o sea.
Romdo Jose das N et


Citegio Onze de A
dirigido por Manoel Seba8 l
df Araujo Pedrosa, rua do-l ,s
d4 Albuquerqne (antiga ruw41
Sloria) n. 125.

S .Ao public +

SCbegando aso meu conhecimmenilt ,
parmo tim de fomentarem 1a
mesqvinha e infame, s ern I
que f6ra eu o autor de unm
no Jomnl do Redife de hoobem, F
-epigraphe-Ao IlHim. Sr. capio- g
-venhio declarar quoe, nenhm -06
ho em dita publicaaos, quo
*mtn a faris, aimda me

E aio esfa declaraVao, pa.
, pae o ,iogrew- es
RetiNm, 4 -oj alh do- ML


10


--- ,. ++ f ,a(i .+si ,:;
OGrenwyivao da provediorIaN V,
'+-'; ,1 P ea oa ... ......
Dovo dar urna ligeira resposta '4.i.s
Aantonio Rodiigues Autran, qua sittesO
grave accusanio pela denora quo disj._ iq
4o na decisgo do urn seu roquernme!O+6o
coqoo advogado de urma su, tia rasienib am
Portugal, e no qualpede quoseja4a.s.iNuv
tituihta paga antes do julaInamenuto d r-
"tilhas. ..\
Tendo em tal requerimento mandado. OJ3r.
juiz da prove Joria uuvir o inventaritan$e.4a
eatbo se achava f6ra di caoarca pot estar
negfuciu de seu particular interesse na de Ja-
boatAo, isto no mez de margo ultimo, emeae o
por we achir encasregado do alistamento *ei-
tural do 4.0 districto,.como e public e noorio,
!16-a do meu certorio, quano Lterminei ease
trabalho fiz logo com vista us autos ao inven-
tariante corn o alludidaorequerimento4.n-
stitbinte do dito bacharel. .
Acenteceu no entretanto que o waeuoprotb-
colista nao encontliasse o inventariaolt, a Dr.
Dario, que Lendo a prinoipio escriptorio, na
ruaDuque d- Caxiss, o deixou nuo tendo por
isso lu ar crto oacidce podesse sec encouia-
do, nao s6 para intimalo do ultimo despacoo
do jutzo que nandava juntar a certidb nep-
ti;'a do thasuur provinciall em que mostfrask
nada dever o espol u A fazenda, bern comofi.
zer os autos CoUi, vista con, o rte isdo reqjueri-
wento.
Pasado o tempo tiv j a fortuna de encobtar
o Dr. Dario e fazer-1he a iztimaAo JA referida,
e saber d'elle aonde devia procural-o para eh-
tregar-lhe cs auto. e iespornder de conformi-
dade corn o despacho do ju.z, respon'tei_,ue
que o lugar mais ce to era a redaacego do rTa-
po, aonde As iosas que o uiandava prucurar
para serem-Ilie entieguas ditos autos, nuo era
encontrado.
Muitos diat depois o bacharel Autran per-
guntuu-me por estes autos : respondi-lhe-que
a.o tinhaai sido eirttegues p.lu razab acima
expsta ; entiz dir-uwe o bacha rtel AiUtran
qte queria ser o portador dos autos para o
'Dr. Dario, pe:o que naro re esforcei paraBso-
iem entregues ditL's autus, que w;uotan
inais procurados, nem p.l>! bacharel Autra,
fia pelo iiiventariante, que de tudu est*a
science.
Sou o primneiro a recorhecer que tern hav1lo
Ademors no despacho defluitivo do requeri'At-.
to do bacharel Autran ; m5s tratando-sO da
'negecio de particular interesse da part a
quemo cabe dar anddrnento, e tend estate mes-
wa part se ufforecido para ser portador dos
autos ; quo culpa posso ter de semelhante
demora, quando o aesmo bacharel rAo ospao-
cnrou, sabendo que os autus ha muito OsN&o
coin term do ,istaf au inveitariante ?
P6de o bacharel Autran fazer de miim o jui-
zo que lhe parecer ; certj ae que nao serei
s6mento julgado por elle.
Cieio ter-ie justific-a-o perante o publieo,
a quem me diiijo, poiqu'nto ao meu juiz mi-
nha justificaQio estA nOS proprios autos.
Recife, 13 de jubho de 1881.
Luiz da Veiga Pessoa.

Victima de uma bronchite capitiar, que
aconservoa, duraate 40 dias em. um-Jeo
de does, falleceu no seu engenbo Bom
Jardimn da comarca do Rio Formoso a vir-
tuosa esposa do Exm. Sr. Barao de Una,
irma e cunhada dos nossos amigos os
Srs. coronel Marcionillo da Silveira Lima
e Exm. Sr. Bar-o de Ara~agy.
Esta veneravel senhora, verdadeiro the-
souro de dotes e predicados, que se ern-
punham a todos qu e Liverarn a dita de
conhecel-a, deixa um vacuo difficil de
preencher no seio da sociedade, a&qae
pertencia.
Dotada de urn espirito eminentemente
pacifico e conciliador era o a&jo dzpaz
do lar domestic e de sua honrado e nu-
merosa familia.
, Na viuvez, em quo jas mergulhado hoje
o seu inconsolavel espuso, dove confor-
tal-o a certeza de que ao pranto de todos,
quo conoeceram sua virtuoso mulher dove
acompanhar a reconipeusa, quenamau-
sao dos justos aguarda os quo nesto mun-
do, oao saoic dillfrenles a sort do seu se-
melhante.
Ao sou esposo o Exm. Sr. Barao de
Una e a seus irmaos e cunhados sentidos
pezames.



Papel Bardou


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39$750
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'urtado


540 tonpa$dts as amosigna -

P4
.ea onsido A orde ., ma-
* P
As SlvaOwmT"


baticas e rheumatiswmo u as Offibivaw0. 0 4Oflelhot- iu$in Plemen o uso dsole wila-
groso prepatado &iauwra de&lsa,, carob a e aAacis Oa dose -do uma coler dos db sopa pela
S manbh e & noite, applicadi so em teumlepo ow .fltaIasA0Os b m ae pr a pii Ca
obra v maiacd, dissolvida r agua. I. I-. -,
*IMBTerminou sua benefit vista coc estas nmemoravoisplavras ; Voilte sa provin-
eia4psando dosta meJi.=agao, salsa, caroba e wanaci; procure alelenLar-se wooa Wit a boas
arnes; duptique a d6se da carobA quando, ester aius -aimadote ahQA uso moterdo dos
purgantes de velamina, nofi m de'radara'i sta Biet 0 laf 6 que, aso t tistae
axeste tratamento, consegUirato seu restabelecea.
A 12 de maio de 80 teve lugar essa beefica visit, e os6 tendo vap6r nacioual a 30, entire
desde logo no usb da caroba, cujos prima1roo benefcios foraa m reopparecimento das orines,
decUinaco do ascite e rhieslatiamo. Segui a 20 para Pernambttco, onde continaei o trgta-
mento, augmentando a d6seo para duas coheres, e fazendo uso das pilulnas e Velamina de o5
em t15 dias, apenas me seni cow foras.
MaN# fii de 4 were era cumplelo o meu restabelecimento, sobre-existindo uicamenle as
largas cicatrizes, pel*s quaes Ainda boje so podra rdvaliar os transes por quo pase I !
Ha 5 mezes we cb nesat Orte, e tendo de voltar a minha provincia de Pernambuco
S no proximo vapor, julgo de meul ever par gratido, registrar publicaeete tao feliz curaiiva,
pare assim melhor teptemunah. *o diSUnto, pharmaoeaUco o Sr. Eugeno Marques do Hollan.
S de, o meu eerno recoahectimni to e graidbo pela sua acert .da indicaAo e felioital-o por mair
S este triumph de son miraculoso product, saiasa, aroba e manacs; lamentando quo as pes-
Bsoas bow intencionadas, mistificadas pl e spirit do charlatanismo, Dao aceltem como effica,
."- emedios doestae otdowem, par n&o contiecerem os seus off -itos.
&, No entretanto tAo modico a6 o seu custo, qua vaila apeass um experilencia, em caso
p rave, pars ter-se a certeza dos grandes bneoflclosque so podert colher com suaapplieahio.
esido presentmenooto na rua dosi Arcos n. 5 1; terea o prazer em exhibir-me Aquelleeo que,
C omo S. Tbomwd, s6 Ccie tocando as largas cicitrizes quo we restam.
Em Pernambuco, mih"b provincial natal, onde you fixer minba res:deacia, faxei rebmpri-
air esta pars animar a crenga aos quo nio me coahecerem.
Mioba gratidio ao Sr. Hollanda.
C6(te, 6 de maio de 188I.-Josk Peretra de Mirfnda Cunha.i


Gollegio da Immaculada Con
ceigio
PARA 0 SEXO FEMININO
MIc cam de Capibaribe n. 36
A director d'este coliegio continue a em-
pregar todos os maios para satisfazer as exi-
gencias da boa educacao, quer physical, quer
moral, pars o que consorva urn distmincto cor-
po docents qua corresponderk a confiaonCa qua
es Srs. pais doe suas alumnas n'ella depositam.
Recebe pensionistas, meio-,'ensionittas e
externas.


COAIERCIO

Junta dos correctores
PRAQA DO RECIFE, 13 DE JULHO
DE 1881
eotac6es officlaes
as tres horas da tarde
Canibio sebre Londies, 90 d/v. 21t/8 4/. pot
11030,' heonem..
Dito sobre dito, 90 d/v. 22 d. por 18000, do
banco.
Gambio sobre Paris, 90 d/v. 432 rs. o franco,
do banco.
3ambio sobre iiamburgo, 90 d/v. 537 is. por
R. M, do banco.
GCombio sob e Lisboa, 90 d/v. 14t1 */0 de pro-
mio. do banco. ,
Dbsconito ade leotras, 7 e 8 0/0 ao anno,
FORA DA BOLSA
Venderam-se 32 acres da companhia dos
trilhos urbanos do Recife A Olinda e Beberibe,
*o valor nominal do 200( ao par.
M. J. da Mttal,
Presidents.
P. J. Pinto.
Pelo secretario.


ALFANDEGA
Uondimento do aia i a 12
Idem do dis 13


Importago
Vapor inglez Lalande, entrado de Li-
verpool e Lisb6a, em 13 da corronte e
counsigundo a akdamson Howie & C., ma-
SCarga de Liverpool
SiAmostras 1i volumes a diversos.- Ar-
450 saccos a ordem, 100 a Joaquina F.
de Catralho & C., 50 a Jos6 B. de Carva-
valbo, 50s a Rosa & Queiroz, 50 a Cgrga,.
Figueredo & C., 50 a Ferraz, Pereira C.,
25 a H. Nuesch 4 t. AQo 20 cunbls a-
Antonio D. Carneiro Vianna. Armas 4
caixas a Parente Vianna & C. Arcos de
ferro 100 feixes a Antonio 0. C. Vianba.
S rBiscoutos 15 caixas a Carvalho 4 C., 13
*racisco Guedes de Araujq, 7 a Do-
RinpsT. da itva & C., a JoSe F. d
Aloeida. .Barrilha 25 tambores a For-
naudes da Costa dC.Balan I caixa a
W. Halliday & C. Bigornas 1 a Ferreira
Guimaraes & C. Calado i oaixa- Ma-
noel Joaquim R'ibeiho: C.91A' Manml
R odrigues da Costa Magaeat'- .' :'
Cha 20 caixas a Fraaaes da Costa
4. G., 7 a ordemi. ChU W 0 bards a
Ferteira, Guimarles 4&C.C. ere branca
izas a Francisco Josdos ?ass)is ui2
pl 4i. Candieiro 9 caixas a Manoel Joa-
im Pereira. Cofre deferro 2a W. Hal-
4 C., I a AdaMison IHowie& QC.,si.
20caixas A ordem. Chapkos 4 cixas
&.arente ,Vianna & C., 2 i ordem..taro
pedra 380 saccos a ordem. Chamn-
30caixa a T. Christiansen,.5a.
C. Canos da 1erro 8 feixes aa
P. Johnston & C. Cer ieja I r-
4 "O4em,,20 a Silva, Paiva &E. -.
..vo..u. s a 4. C. Sevy, 8'. oyi,-
4aSilva C.t 2a r ]


da & Souza, I a Cardozo & Irmio, 4 a
SH. Nuesch & C, 3 a Recifo Drainage Com-
pany, 8 a W. Halliday & C I a Antnio
KE. da Silva Camtes, 16 a Souza Moutidho
& C., 2 a Adamson Howie 4 C., 11 a Pa-
ria & Maia, 2 a Jos6 dos Santos Oliveira,
8 a Manoel Rodrigues da Silva & C., 1 a
T. Christiansen, 2 a Jose dos Santos Oli-
veira.
Farinha de trigo 20 barris ordem. Fo-
Ibas de ferro 34 a Samuel P. Jobnston & C.
Dilas galvaiisadas 25 feixes a Antonio D.
C. Vianna. "Fogareiros 200 a Jose dos
Santos Oliveira,t barrica. a Samuel P.
Jobnston d C. Fio 5 fardos a Jos6 dos
Santos Oliveira, 2 a Rodrigues d Santos,
I a W. Halliday C.
Licores 5 caias 4ordemin. Linha 30 ditas
a Parents Vianna & C., 4 a Miranda & Sou-
za, 2 a W. Halliday & C., 2 a Gomes de
Mattos Irmaos C., 1 a Antonio da Silva
Camoes, I a Antonio D. Carneiro Vianna.
Lena 1 fardo so mesmo, 2 a W. Halliday
& C., 4 a ordem, 2 A. Vieira & C. Lou-
6a 62 gigas & ordem, 45 a Corga, Figuei-
redo d C., 30 a Sitva, Paiva & C., 10 a
B. Duarte Campos. -
Machinas para cortarfomo 2 caizxas i
ordem. Manteiga 50 barris, 100/t ditos e
10 catxas a Manooel Joaquim Carneiro & C.,
7 aiis a Lathan Nitcolls & C. Macbinis-
mos ferrageus, e outros artigos 205 voe-
lumes e pe. a Jos6 Joaquim de Castro
Medeiros, 132 a H. Browns & C., 22 a
Manoel dot, Santos Villaca. Mercadorias
diveisas 17 volumes a ordem, 3 a H.
Nuesch 4 C.. 6 a Antonio Duarte C. Vian-
na, 4 a Vai Leal, 12 ao engenheiro do
prolongameoto da estrada de feiTro do
Recife a Slo FranciscoJ5 a D. P. Wild, 6
a Augusto P. do Oliveira 4 C., I a Beltrio
& Costa, 2 a Manoel da Cunha & Lobo, 4
a Browns 4 C.
Oleo de linhaca 10birris a Antonio E
da Silva Camres, 12 a Bartholomeo & C.,
5 a Manoel A. Barbosa.
Pas de ferro 20 feixes a Samuel P.
Johnston d C. Papel 6 caixas a J. E. Par-
cell, 2 a Domingos F. da Silva 4C., 1 9
ordem. Pimenta 18 saccos i ordeam.
Queijos 15 caixzas a Rosa & Queiroz, 15
a Manoel Joaqunm Carneiro & C., 6 4 or-
dem,
Sanguiesugas eIaixa a A. BurlAt C.
Sardinhas 30 caixas a Manoel Joaqnuim
'Carneiro -., ccosde stop17 fardos
4 ordem., a l:ire 30 berricas a Samuel
P. Johnston Selints 4 a Domingos Joa-
quim F-rreteire, I a Litha icols dC.,
1 a ordem.


C& ., 3 a Goes deMattos Waos, 2 a Rabel-
lo & Sobriobo, 12 s Parenti Visas* & Co, a'
Perreira Guituaraes & G 1 I Miranda & Souza,
2 w Silva, Alves & G.. 1 I Gitah Inplos a C.
Linba 2 ceixas aos meo smo, I a Miranda &
Souza, 1 a-Josa Joaqud de Aszevedo, I a W
HAliday (G. Livras i caixa a Medeiros & C.
Louae a granel 152 peas a B. Duarte Campos
& C.
Moveis usados 25 volumes a Josa Poreira de
Azevedo.
Palitos 1 'caixa a Gunha armlaos & C. Penei-
ras 1 volume a Miranda & Souza, 5 a Parente
Vianna & G. Pentes de chifre 1 caixa a Miran-
ea & Souza, 1 a Oliveira Basis & 4. Pregos
60 barris a A. A. Martins. 26 a Francisco R<
beiro Pinto Guimaraes, 30 a Miran la & Souza,
20 a DomingosA. Matbeus, 15 a Rodrigues de
Faria & C-. Ia {odaes de Mattos Irmais, 13 a
Rabello & Sobrinho. ,
Rosarios osixa a Cunoha Irmaos & C., 1 a
Manoel N. da Foosoca & C.
Vanho 110 pipas e 324 barris a Domingos A.
Machaus, 3 e 20 a Franclsco G. do Araujo, 20
batris a Orestes Travassos & C 20 a Maia Pa.-
checo & C., 40 a A. dos Santos Coimbra, 10 a
Cunha Irmios & C., 3 a Antonio A. Lebre, 1 a
Jos de Olivei ra Campos, 1 a Miranda & Smu
za. 1 a M. V. de Moraes, I a Manoel F. Marques,
400 caixas a Silva Guirinaries & C.. 250 a DJ-
mingos A. Matbeus, 200 a Francis :o Ribeiro
Pinto Guimarbes, 300 a Maia, Pachnco & G,
hO a Francisco Guedes rde Araujo, 30 a Orestes
Travassos & G 10 a Souza' Bastos, Amorirm &
C., 4 a Joao F. Baltar.
Patacho oacional Fancohlm entrado do Rio
Grandedosg 13 do crrente, e consignado
a Aorit.ijrmaos & C.,-msanf-stou:
-Bagres seccos 00, cebohlas 50), rests, ftri-
nba de mandioca 30 saocos, graxi em bexigas
1,500 kilos, seb ciado 30 bafiricas, dito em ra
ma 2,190 kilos, tainhas em salmoura 13 bardrs,
xarque 1t90,000 kilos A ordem.


ORSPACHOS Op. %, PORTAAO NO Dl, ItI Dfi
JULHOD0B884
S .- PoartoA d -or
-. No vapor I WafoingleWfl 0'Trgeram o
Para Liverpool, A. de Olaveira Mai a 224 sac
cas corn 18,821 kilos de algodho.
Na barca powtgueza Arabella, catg6'
ras: "
Pera Lisboa, A. J. Furtado & C. 400 saecos
corn 30,000 kilos de assuear muascavado;.A.J.
Borges da Cpsta 20 pipas c Aa 9,600 lilos de
aguarnente.. '
Na barca portuguese M1iramrar, carre-
garam: -
Para o Porto, Cqgreia & C. Successores I1
barrio cor 90 1itroQ de aguaadeot.
No patacbo allimao Anton, ba rragou:
Para o Rio da Praista, it. Pensoa 150 barricas
corn 16,108 kilos deo assucar branco.
Posrtos 'd* hntrior'
No heove export ,o.
9CREBEDORIA DR R9NDAS INTERNAL GE-
RARS DEPERNAMBUCO
Rendimento do dim I a 12 16:275361
Idom do #ia 13 5:3621633
2i;789i99i

CONSULADO PROVINCIAL
leodimento do di a I a 12 118636J474
Idea do dj13 3:351898
121:889M372


MRCIFE DRAINAGE
lendlmentq do die 1 a 1t
Idem do dit 13


6:3045821


8.8919321


Rio


Navioso"trados lno
and edo SnI-417 ,iia


|i|&|Ai'1:Olt::1 '9 *roe^A lis~o' *S6 enal-
W tf* peCr*-i.A*Ia, V'q4S ut
p i3r5.. gtdo Aiarlm 'Sal-
Pita a., 7. Visoonde de Gomara-
9 B*,t'= (Ditaew, 39. Desembargador Ale-
ie 5 'o eo andre Bernardino dos Reis e
m k g a o t n o $d o r t a t & Iv a i n d s R i
s ballad I[a d`s, Dtaan. 47. Dr. Joaqui doe Aquino
(Aet par as-* It .b f WWrh s1,.
r ,6a portjesta e, Dita n, 49. Barfo de Naxareth
_B Dita n. 53. Jo Pito de Leanos e
Sn. 4 outros
no eentre, B em elma,I
nio ntroB ciw, Dta a. 61.. Maria Libania Monteiro
D., 7-1 a ,a VIeda Dita n. 67. Dr. Joo Maria Seore
9, deacr egada em Ditasa. 75. Filbos de Jos6 Pereira
aaNew L'n4on Bra-. Teixeira
Rki1rm...s deer Praea do Condo d'Eu n. 6. Antonia
4. s 0.ea onveral- Isabel do Couto
...... I DtBt a.4. Irmandade do SS Sacra-
-be. t7 a mxao, onte da Boa-Vista
16 eo 117L 2 caixas, Dite n.1t. Praxedes Francisco Mar-
Albert, dsesirreads t9so outros
0, consiguadas a Mon' iDatA 26. Matia Libania Minteiro
_ odo 19 kifograffas I eotto


deo d mials e uoam cor, no valo
ofhliit^o Ba3^1"'11. 3.1 '11
Marda PG 7 pipas, ideal no vapor france
RAivadavia. idem em 9 do dezembro de 1879
idem a Manoel Moreira & C.. contend viah
Unto, medindo, em cousequencia di filtas
oada urna 440 litros, no valor de 77 5S.
IdemA id m-14 barris de 50 ideam idem i jdea,
xontendo vinho into, medindo, em eobsequen
cia de faltas, cada ua 70 litros, idem 2155.
Ideam idem 1 dito vusio, eidemaidem idea
15466.
Letreiro Corga 6 caixas, vindas no lfga
national Vfuconde do Livratnento, descarrega
Jas eow 19 de abril de 1880. contendo cada umi
oito laetas corn manteiga de vaeoca, de 6 kilo
grammas, no valor de 3365000.
Idem iJem-14 'litas idem idea idem, con
tend cads uwn 103 lates cum manteiga d
vacca, ie maeio kilogramma, total 700 kilo
grammas, no valor do 8165666.
I'em idom 8 ditas idem idea idem, con
tendo cada uina 48 laias corn mantoiga d
vacca, total 384 kilogrammas, no valor d
.0$ 00.
Idem idem 8 ditas idem idem idem, con
tendo cada uras 25 1 tas corn manteiga do
va-Ia, de 2 kilogramnmaS'. total 400 kilogram
mas, no valor de 4665666.
Alfandega de Pernambuco, 12 de julho d
1881. 0 inspector interino.
Cesar Oflandini. __
0 Dr. Hermogenes Socrates Tavaret
de Vasconcelios, juiz de direito dc
civel da comarc-i de Olinda por SuE
Magestade o Imperador a quem Deun
guard etc.
FaQo saber aos quo o presented edital de 2
diias de preglo e 3 pragas virom, quo por est
juizo finds quo sejam os ditos gregoes a pra
gas, test de ser arrdmatodo a quesn mais de
e masor lance offlrecer nb dia 21 do viadoutj
raez de jaltho, A1 hora di tarde, a port da t
la da ataudiencias. o elguinte :
Um sobrado corn sota A rua de Dias Car
dozo, outr'ora Caldereiro, da oidade do Recife
ua freguezia de S. Jos6, sub n,.4, corn 4 metro,
e140 ceatimetros de vao, 13 metro defolandoe
I sai*e 1 quarto nolado da frets do pavimen,
t,) torret, quo communica corn a ruea por 1 por-
ta, e quo no lado de detraz tesm outra sala E
outro quarto ; paqueno quintal murado, onde
ha cecimba weeira, duas portas sabre saceada
onds descanga veranda de ferro no primer
andar, dividindo am 2 salas, 2 quartos e cozi
nba externa, 2 janellas de peitoril na sotea, re.
partida doe maeira a ter I sala e 1 quarto ae
face da frente e tres pequenos quartos separa
dos a madeira na face posterior: o qual so
brado foi avaliado por 5 500$000,
SE assim sora o dito sobrado arrematado, a
qoem mais der e maelor lance offerecer un di a E
hora acima indieado, e v.i a praco a requeri-
mento da inventariante dos beuns deixadoe polo
finado CbristovAo Giilberme Breckeonfeld, D.
Leopoidina Sidalina Breckenfeld, par a satisfa-
zer legados, divides e custas do respectivo in-
ventario.
E para queo chegue ao conhecimento de to.
dos. mando ao ,porteiro do juizo aflxar o pre-
sente, no lugar do costume, e que passe a res-
pectiva oertidio, publicado pela imprensa.
Dado e passedo nests Midade de Olinda, aos
18 de junbo do anno de 1881.
Eu, Pedro Celestno des GChgas, escrevente
jurmentadoo escrevi. eu, baeharM Fran-
cisco Lin# G.tIaas, eacrivAo o subscrevi.
Hqgen 8S. Tavwes de s d ooacelow.
b ditE" .l P45L rofessoreo. Pu.
blicos Manoel Pereira daSilva, Loureu-
go Gonwalves aleixo, Maria Candida de
Figueiredo Santos e Lisbella de Albu-
querque Mello, removidos os dous pri-
meiros por acceSso em 6 do corrente,
e os demais per permota no dia 11,
tambeoin do corrente, deverio assumir o
exercicio das respectivas cadeiras no
prazo de30 dias, a coittar da data da
rmoano. Secretaria da instruiao pua-
blica de Pernambuco, 4r2 de julho do
1881 .-O sortario, Joaquim Perera
da Silva Guimrares.
-- f!i$imal.-,-O nrftnador1 dne felitne


Sem


r Dita n. 26. A mesma
Dita n. 32. failto da E-cada
z Ditaa n. 1 J. Dr. Manool C Gomes Vie-
Sgas Junior
0 Ditn n. 17 Antonio Pinto da Motta
,9 ConceicAo n. It. Guilherme Sares
Botelho
', Dita n. 2. SebastiAo Jose Gomes
Penna Junior
Dita n- 10. Dr. Antonio Joaquim de
o Moraes e Silva
Dita na. 16. Joapnna Maria do Sacra-
r mento e outro
- Dita n. 20. Francisco de Assis Mi-
a randa
" Dita a. 30. Jolo Bartholomeu Gon-
Calves da Silva
' Dita n. 34. Filbos de Antonio Lniz
e do Amaral e Silva
" Dita n. 36. Francisco Ferreira da
Silva
Dita n. 38. Irmandade do Senhor
e Bom Jesus das Dores
e Dita n. 46 Joaquina Maria da Con-
ceioe B telho
SDita n. 48. Ordem Terceira de S.
B Francisco
" Oita n. 50. A mesma
Dita n. 5,. A mesma
o Dita n. 54. A me-ma
Dita n. 56. A mesma
Dita n. 3. Maria Isabel Viegas de
S Moraes
0 Dita n. 9. Manoel Gongalves Ferrei-
ra Costa
, Dita n. 15. Amaro Joed Tavares de
A Paula e outro
Dita n. 27. Manoel Alves Ferreira
0 Vita n. 29. Clementino de Farias Ta-
f varies e outro
. Dita n. 37. Antonio de Azevedo Vil-
r larouco
BDita n. 41. Maria Isabel Viegas de
- Moraes
Dit a n. 43, Antonia Iabeo) do Couto
SVisconde de Pelotas b. 2. Irma'da-
. d dde 8. Pedro"
Dita a. 10. Anna Joaquina Ribeiro
; Macbado e outro
Dita a. 14. Manel Jos de Azevedo
B Dita a. 18. Qaterfa Maria Poreira
$ Lagos
o .ita n. 20. Maria, Adelina e Amelia,
netas de Antonio Pereira
SDita n. 26. Candida Isabel dos San-
- tos Alves
SDitai n. 28. Jos6 Fernandes Ramos
S de OOiveira
. Dita n. 38. Rita Olympia da Silva
. Dita a. 1. Dr. Joaquim de Aquino
Fonseca
SDita n. 9. Dr. Antonio Joaquim de
Mores Silva
Dita n. IS. Irmandade do SS. Sa-
cramento da Boa-Vis*a
Dita n. 23 Joanna Maria Theodora
Dita n. 29. Jose Faustino de Lemos
Dita n. 33. Baroneza de Cruangy
TambiA n. 2. Praxedes Francisco
SMartins. e outros
SDita n. 6. Jolo Luiz de Paula
Dita n. 18. Miguel Jos6 Barbosa
Dita n. S2. Joaquia Santiago Perei-
; ra do Nascimento
Dita n. 22. Os menores Maria, Can-
Sdido e Mariano
Dita n. 32. Pedro Paulo dos Santos
Dita n. 5. GspellHa da onoelgao de
Beberibe
Diman. 9. Jos8 Pereira Telxeira
Dita n. 15. Baldoino Jos6 da Silva
Dita n. 17. Julio Gomes da Silva No-
ves e outro
Dita n. 27. Joa Jose do Couto
Visconde do Albuquerque] 4. Pa-
tricio Josh6 d Silva Saraiva
Dita n. 8. Anna Cabral
Dit an. 12. Caetsno de Farias Costa
Dita n. 16.Alberto Forster
Dita n. 36,' Basilio Alvares de Mi-
randa Varejaa
Dita n. 42. Antonio Fernandes Vel-
lose
Dita n. 48. Manoel Joaquim Baptista
Dita a. 50. Oa1esmo
Diti n. 54. Antonio Joaquim Ferrei-
ra Porto
Dita n. 56. Antonio Fernandes Vel-
loso
Deta n. 62. JlJo Baptiste Ribeiro
Dita n. 64. 0 mesmo
Dita a. '70. Frdncisco da Costa Mo-
o ireira Alves ....
Dite n '78. Igaa-io de 86 Lopes
Fernandes -:
DieaA. 94. Genoveva Joaquina da
jDila a6 Jse risceo 8e3i;


ordeiros ode
ai a seik


265500
135i50
675300
295140

51$870
55(w0
635?000
560520
27Y'Jo

135250
13|S50
48S50
405850
28500
13$25)
26S50,)
70$210
135250
13#250
13S250
135250
135250
135250
130250
14S570
13S250


135250
135250
135250
20S620
13S250
132-.'u
13$250
13025')
13$250
235410
135250
130250
135250
130-2a5
1t5231)
135250
135250
395750
17$650
13250
13-25.)
135250
13S250
135250
395750


13S230
lt250
135250
13JB250
135-250
135250
13525O
135250
135?250
135250
135250
135250
135250
135250
1382o5





135250
13S250
13S250


13625)
13$250
135250
165330
13J5250
135250
13525)
13-250
135250
135250
13$250
135250
135250
135250


13#250


135250


Vel.
1352S.
- 13250
DOW 3^6


SUlta .4y.

|en. 55.
Dita n. 57.


A, meoma
A mesma
A mesa
A meSms
A mesa


Arsenal de

Da ordoem do 111m. Sr. lnspecr, '
co, pars os devidos effeitos, que o8. Esp,
president e da provincia, eO officio do I. A
corrente, communaicou haver approvadaw
trato celebrado corn o pbarmotalco
Alves Barbosa, pars o aviamento do4
rio da enfermaria de uasrinha, no o
Julbo A dezembro proximo futyuo.
Secretaria da inspeceio do arsenal no.-
rinba de Pernambuco, 13 de julbo de '488.
0 secretarlo,
Antonio da Silva Azevedo.,
Monte de Soccorro'de

Pernambuco
Os possuidores das cautellas de paho-
res, abaixo mencionadas, sio convidados
a resgatal-as atW o dia 23 do corrente.
I CATT T'rI_.I.A 9--PQ


3,287,3,436,3,441, 3,4U4, 3,
3,463, 3,464, 3, 66, 3,467, 3,
3,485, 3,488, 3,49i, 3,496, 3,
3517, 3,526, 3,537, 3,539, 3.
3.5U2, 3,543, 3,547, 3,551, 3,
3,591, 3,572, 3,578, 3,583, 3
3,597, 3,602. 3,604, 3,613, 3,
3,621, 3.626, 3,638, 3,639, 3.
3,6i4. 3,649, 3,650, 3,651, 3,
3,-355, 3,656, 3,657, 3,660, 3,
3:1,666, 3,669, 3,677, 3,680, 3,
3,696, 3,7t;0, 3,716, 3,736, 3,
3,747, 3,751, 3,751, 3,759, 3,
3,767, 3,780.
Recipe, 7 de julho de 1881.


4479 3,154,
475, 3.480,
515 3,516,
540, 3,541,
,552, 3,560,
,590, 3,591,
,615, 3,619,
641, 3,643,
653, 3,654,
663, 3,6685,
686, 3,690,
,739, 3,743,
760, 3,764,


0 gerente,
Francisco Jaaquim Pereira Pinto.


Commando das armas.
S. E ;c. o Sr. brigadeiro cotmoaundante
das armas, tempo em vista as recommea-
daCses do ministerio da guerra corn res-
peito a acquisio d- volantarios, que pre-
henchlo os claros que ora existem nos cor-
pos do exercito, proveoientes de baixas
por acab:ameuto de tempo, fallecimentos
e deser6es, declare quo continiua a rece-
ber voluntaries, para o que havero ins-
pecqao de saude nos dias uteis, teroas e
sextas-fiiras de cida semana.
Os voluntarios servirdo por seis annos,
perceberio, alm dos vencimentos estabe-
lecidos por lei e 110 rs. de soldo, gratifi-
caoao igual A metade do soldo tape e far-
damento, o premio de 4000, page em tres
prestaofes, sendo a primeira nor mez em
que realisar a pra~a, a segunda no ter-
ceiro anno e a terceira quanodo for escuso
por concluslo de tempo, que teri direito
a um praso de terras de 108,900 metro
quadrados em qualquer das colonies do
Estado. Sb podcrgo ser recebidos volun-
tarios os cidadlos brasileiros, qua e tive-
rem 17 annos de idade, isentos de crimes,
que provardo corn attestados, e quesejam
robustos, condiao que se verificari a em
wspecao de saude. Tambem serao recebi-
dos os estrangeiros nas mesmas coudiies,
corn tanto que tenbam para isso licen0a de
seus consules, e exhibirlo certidlo do con-
sulado respective de que nao tern obriga-
cao algima de servioo ou culpa no paiz a
qne pertence, e folha corrida do lugar de
sua residencia.-Secretaria do commando
des armas de Pernambuco, 8 de julho de
1881.-Francisco Camello Pessoa de
Lcerda, coronel graduado, seciretario.


Foco saber quo em men cartorio foli apr-
qentada pars ser protestada por falia deaoelte
uuia letra deo cambio, da quantia de o689983
fortes, sacada em Lisboa em 27 doeaio do
corrente anno (1881) por Eduardo deMagalbo
& C. contra Leitgo & Irm&o. Z ignorando-se
a residencia certa dos sacaies. ditos Leitlo &
Irmao, por serem desconhbecidos, pelo presn-
te os notifico para aceitarem dita letra on da.
rem a razao por que o nao faxem, ficaado des
de jai intimados do competent proteato sealio
apparecerem para esse fim-
Recife, 12 dojulho de 1881.-0 escrivlo de
protests.
Jos6 Peres Ca mpello de Almeida.

Matriz de S. Jos'
Nao podendo ter lugar no dia 10 a msa w *.
ral da irmandade do SS. Sdcramento d imatriz
de S. Jose, por nao se reunir numero lal4 de
irnaos, de novo slo convidados a reunireo-
se na quinta-feira. 14 do coreante, as 6ho.as
da tarde, para o fim ja annunaciado.
Consist.orio da matriz deS. Jose, 11 dejulho
de 1881.-O escrivao,
Jolo BaptistA Cabral.


Associacao portgueza

de beneficencia
ASSEMBLE GERAL
De ordem do Sr. president slo convocd4os
0 3o Srs. associaJos para sessbo ordinaria pama
clomingo 17 do corrente, as l4 tor4s 44,arde,
na s96de social a. rua Duqae de o ixik |L
flecifa, 13 de julho do 1881/ 4 .


Ct. 1


Club Commeroi
Assembled
Pelo presented se convi
cios deste Club para a as
traordinaria que deve ter l
do corrente, pelas 7 hfaai
Social, afim de ser discutit
form de estatutos destai
12 de julholde1881.
SAlexindre de'

Santa Casa

S coprdia- do
Por esta secrtariaslaq


enigm


840.015347
26.5375280
366:5721527


4


"o I -
i







t" / -^w


V
I


1


-1 Iv 4


I


loviim. 10 DO. PORTO









































areas.
o importantissimo


drama em 4 actosimitgilo PORTUGUllt-

0 CORACAO; DE TJJI( MABINHEIRO
0 recinto do theatre achar-se-ha decentemenate ornado, e ima banda marcial
tocar durAntle o espectaculo.
Os bilhete. acham-se desd.e j no escriptorio do theatro, disposiclo do public.


IARIT1MOS
Lsboa e Prts
A barea portegiiezs Mirajir, eprada a
lodo moment do Rio de Janeiro, te=o uga-
lad a grande part da carga, etguirA cow bre-
vidade para aquelles portos, a rezebe o resto
quo lihe falt a free trata se co o onsig.
natario Fiancisco Ribeiro Pinto Guimgarles, Ai
gua do Brum n. 96.
COMPANHIA PBINAMBUCANA
DR
Navegagqo Costeira pOr Vapor
PORTOS DO NOTE
Pwahyba, Natal. Macdo, Mossurd, Aracaty,
CGeard, A carahv e Camossim.
oSegue so dia 20 do
correato, o vapor Ipojiu-
ca, commandanteTellm
is 5horas da tarde.
Recebe carga at6 o dia 19. Ecommendas.
passagens e dinheiro a free. atAs 3 boras da
tarde do dia da sahida.
Escriptorio
Cases da Companhia Peramu-
oana n 12


VISO
Saunders Brothers & C., con-
signatarlo dos wapores de oatga
da linha de Liverpool, rodbe-
ram hoje informagaes, que do
dlia 3 de julho em diante serA
despechado um vipor cornom d s-
tino a este porto, tocando em
Lisboa, nos dias, 3, 13 e 23 de
cada mez mez, Indo para Ma-
cei6 o vapor d 13 d8 o ada mes.
Rio de Janeiro
0 brigue national Felicidade recebe carga a
fretO para o indicado !port*, e trata-se om 0
*Ongnatario Francisco Rib iro Pinto Guima-
vAo. A rua do Brumi n. 96.
os, para os quaes tern exoellet R accom-
nodagoes.
COMPANHIA DES M AGE
RIES MARITIMES
LINHA MENSAL
0 paquete
Orenoque
Commandante Mortemard
i, esperado
dog portes, do
sul no dig20
do oorronte,
seg*indo do-
pois da noces-
saris demora,
para Bordeaux
tocando em
Dakar e Lisbha
Para passageiros, encommondas, etc., a
4atar com o
AGENTB
Auguste Labille
9-RU1 D COMMERCIO--
Para o Rio Grande do Sul,
Vai segimir dentro de poucoasdias pmar o in-
dicado porto o patacho portuguez L dador, na-
V0io de 1. classes, por ter quasi todaa earga
prompt, e recebe o resto que Ioe falta A frte.
A' tratar na rua do Bruin n. 96. coma Fradis-
co Ribeiro Pinto Guimnaies.
CHARGERS REUNIS
Companhia Franoeza de Nave-
galo
Linha mensal entire o
tt ae, Ltaboa, Perssambwtno, Bahia, Riu de
Janeiro e Santos
STEAMER.
Yule deki
ComandanteB l B'r...


Pacific Steam Navigation Conim-
pany
STRAITE017M*GIEILAN LINE
.TBritLnnfa
Espera-se da
Huropa .14 t.
di a17 de jualho
e seguira pare
o portos do
sul e do Pacio-
co depots do
demora do cos-
tu ae.,
Pars onde reeeebcsrgaoencommendas, pas
sageiros e dinheiro a frets.
Consignatarios
Wilson Sons & C. Limited
14-RUA DOC OMMURC[O--4
Coompalhia Brasileir. de nave'
gacq a vapor
0 VAPOR
ESPIRITO SANTO
Commandant o 1o tenente Au-
reliano Isaac
Espera-se dos por-
S tos do sul no dia 17 do
corrente, seguindo de-
pois da demor do cos-
tume para os portos
JA L do norte.
Para carga, passagens,encommendas e va-
lores, trata-se cow o agent
Bernardino Poutual
t4-RUA DO COMMERCIO-44


LEILOES


Agente Pestana


LEALAO
Do bonitos anneis corn brithantes, crazes corn
ditos, rozetas corn ditos, brincos oro ditos,
cassoletas, relogios de ouro para senhora,
ditos de dito pars homenm, brincos, voltas,
hindas cadeias de ouros relogios de pratae
pulsoiras, penci-nez de ouro, anneis de let,
tras; 1 seli inglez completamente novo,
13 pa63 de jaoarandi, movois, louos, qua
dros e muitos outrgs objectos, quoeostaro
patented no asto do leflbo, os quakes serao
vendidosao s
Correr do martello j
Quinta-feira 14 do correnate
A's 11 horas em ponto
No armazi m da agencia de leiloes a ,rua do
Vigirio Tenorio n. 42
POR I EIVENCAO0 DO AGENTE
IPestana

Agfente PesIrn

LFJLAO
Do I bonito cavallo novo. roda-
do e andador de baixo a meio
loje
QUINTA-FEIRA It DO CORRENTF.
No armazem da agencia de leilOes a rua
do Vigario Tenorio n. 12
Por intervene do
iAutePeslaa

Agente IBuda- naqRl


Sexta-feir

Na rua Im


m corrente
g23.
;asa D. 238


Aemora d
tume, s
para os n
doe aus
Srs. importadores do car,
esta linba, queirse apm
ias, a conta'f do da deacti
ualquer reclumacao 6aOt
iue porventura tenhain O
s do ul, afiu de a pode


nto phiico e augM
ah.e do tonua per

,er K .. 1.IKALT


r da 4 Graga. .. .

PVSOS DVEBS S
+49,

Nsfa typographili
cornpra. e, urnexenij1a
d& obra-NtITES BAiV.

GEM, por Victorsano a-

Ihares.___

caiidos de inverno
Sapatos de borrchs-, glocbhas, tamancos de
Bordeaux e sapstoes ce Nantes, tudo chegado
de novo; na rua Nova n. 16, 0loja denominada
Vapot Ffa neez. ________


- Precisa-se doe urma ara pare cozinhar e
mIals servioo intern de uama cassa de familiar; a
tratar na rue Ouene de Gaxias -. 29.
- Quern precisar de uam born "i r,
dirija ee A rua nova deo Santa Rita n,. 31, pri-
meiro amdar. .
Aluga-e ou vende-seosobrado sito na
GCpunga, porto do Lasserre : a tratar em a
sua proprietaria, rue Real do Bemfica, eorre-
dor da Torre.
Precise so de urn criado que se'a bom
cozinheiro e copoiro, de idade de 15 A 16 an-
nos : no cases doarmos n. 3?.
Fgiram on esoravos seguintes:
Justino, c6r preta, de 40 a taetos annus,
bern alto, gro.so. pes grossos. nariz chato,
barbado, blo muito foi de Pajef.
Maria, parda escura, cabello urn pouce
ruim, baixa e cheia do corpo, p6s feios,.muito
fallante, dentes perfeitos. costume a andr lord,
represents ter 20 annos: rog,.6e as autorids-
des a capture de ditos, eecravus, e maiaquesw
quer postoas que O apprehended e levar aso
sen senior Ildefmnso Francisco (Gomes, no en-
genho Florists. termo do Rio Formoso, quo
sero bem re1opensados,.
-- A escla de primeiras lettras, que
6 regida pelo abaixo assignado, admitted
alumnus internos e exiernos; aquelles
por 30MX rmensaes, e estes por 3NOO,
e os que nI o pude: em pagar gratis:
na rua Velba n.101.
Filippe de Costa Dourado.
Precisa-se de urm criado de idade deo 14 a
20 annos para easa de' familiar: na ruea For-
mosa n. 37.
Aluga-se urna e3creva perita para tolo o
serving, na rui dto Livrainento n. 33, 20 andar
A A Na rua da Aurora a. 5, segundo
AfT1Aandar, precisa-so de unia ama que
coziohe e fava as compras.
Pr.cisa-se de 1:000 a promio, da-se ga-
rantia em prelio: quem quizer dar anuolie
ppor sate jbrnal. .
Precisa-se de numa mnina orph! queo
nao tenoba parents, que presto servioo e
companhubia a uma vinva, promette-se dis-
ponsar-Ihe a caridade quoe for possivel a
seon estado, na rua do isconde de Goyan-
na, depois do a. 76, casa de trees janellas
corn porlae de ferro ao lado; na mesma
casa tern para alugar-se umn preto, sadio,
que entende de sitio e jardimn, e 6- muito
fiel. .
Precisa s e urde ama pare cosiiihar; no
Largo do Meicado n. 1.
Preciea se de urnam caixeiro de idade do 12
a 14 annos, corn pratica; na rue Imperial n.
45, taverna.
Francisco Solano da Cruzi Ribeiro pro-
pOe-se a receber os vencimoens dos senhores
professores, paroches, julzes d direit) e mais
empregados publios, ben ommo deapzas de
quarters casas de cadeisa, dos centrosd4 c-
pital, median te uma razoaoei pomfntage,
garante a promnpta remessa comeo co. a)
dos dinabeiros e enco iodas ; -a tratar, na


eu-I
on.I


ale marca doe fabric e a



SEste NCA, unicZaeint composto de platas eode flores
d'um gosto multo agmadavel,prgs. lenitamtee, em dor.
ra *e em f adija. Porisso, as pessoas que no gostam de
A AICA remedos, tomam esle C corn prazer. Deembaraca o es-
tomago da bilisopituita edos hunmores,entretem oventreIvre, acUiva as fuccoe
digestivas e facilita a circuaido snue. Graas as suas propriedades tornado
soempre corn cxito, contra a Dre e tba, Hemicranis Tonturas, Nau-
seas, Palpitagies, Ma Digestoes, P bo de venture, e contra todas as
indispoqsxCbos em que e necessario deseinbaragar o estomago e os intestinos.
CoMo t os pa0ouctos e s, e uteis o odA OA. I ARa, e' nsWi ra i P e asi.fa-
Vkv aleadde #do teem as mamas propriedades o tverdadairo C w, a* soctwa& aa Iu a
pr isso, par comipra ro OoGEaO., exigir a Mares de-,abrie a ea iSrms doautoo,
PARIS, vadaem acado.em

FP.nLW" ".". da


s IS
D .*1:<'*O "


.-o


ao extracto d6
figado de Bacalhau


cujo


uzo


produz

os mesmos rezultados

quo o dc

OLEO D PFIGAJ0


iaO
to


D.Posno axm Perambuco : 1
L.VA & C e em todas as principaea Fharmacis.



! PILft Doo Dor LAUD.
oi 1go1ur mais d= onfianw dos Medi e
tf o a sth- ome w pieuslu.
Ue MO OMphgada orm uIum tpnpenso suocanos, a MaS do
md ar M a Anmai. a ChtworoeaK looM-mdwau) p


Ea~isd Rs. -
a Nusaind2U61
m:1 4B
?6ZU---


avel, adoptado com grind exio ha Bab di S
a w Detw, Gripe, TATo, Dm ,Dmde Vta-
a .tUAJ dias awrta'ia a da siga. PIaau '

A LA REINE DES FLEURS
ETABELECIMERTO FVIDAS EN f 171.
lka LONDIRWS m DBRUELLAS
PaMod, 4, Bleard do Strasboug 10, Pahris.


LEITE D'IRIS
,ws ii Preucw, a uie ue as Bdls &tea.

?grMgA& wcutim Wro6b..
VEILDADEIRO
SAiO de SuCO ie ArMCE
o mellw *e u*se Af tfttor,
BIIFUEMARI FiSHIOIABLE
A O "

OPOPANAX
...WOPAMAX
Nsal~As hiipn............d.. OPOPMA1X
*mozi.)taitow4-... ---...- -- OPOPWi(hX
Psdbnmvuim...........i.... bOPOP*AZA
OMsiM M OP PJM)X
MImA DtETiFMA OnfHTAi M itA


E BOGCE'
0 .
Woe virgem
rdoa frio~
CA ZA


do pramo. a OCGs
por extravios.
ncoTrinendas e
tern excellentes
SDE OLIVEIRA


Gusmas FilhQc L &if
sobrihos do capit lbIea"
ts, Lendo recebidei ommW i
cido) n csrte noex prxiOM
filho, irmbo. cv ao
seus eoumpanbeiIfe rs
parents, para sextafelrs, i
7 1/2 f4 manbl, no Conveto a he
cite, ouvircm algumas q9ia g
fragio~de sos alms fazem celer .
so confessam d. sde j eternaehg
: dos, or e acto d +aida





Hodle mihbi eras tibi
SAnna Ermilia de Campos Pientzinaeer,-D.
iuaiia Alexandrina da Silva Pientzinauer, D.
Leopoldina de Almeida Pientzinauer Lima D.
Emnilia Jorge de Campos Pientzinauar, D .Ma,
tbildes Julita de Campos Pientzinauer, Ma-
noel de Almeida Lima. nmuilhr, fiTbas 8 gero
do major Joaquim Antonio Piantzinauer, aga-
dec m cordialinei,t ,As pessoas que acompa-
nharam a o ccmiterio public de Oinda os r -
tos mottaes de su carinhoso esposo, pal e
sogro, de novw convid am aos seus parents e
amigos, aflm de assistir m as missas quose
hao de ctlebrar na igreja do Senbor do Boa-
Fim. ,As61/2 da manhI e segunda-feit, 48
do ce rente-
J*oSoBartholonrieu Gongalvea dRl
S Matia Joaq aiQ da
Concei lo e S ilI,D].
~ JuoaoGonoalvee de&8t-
va Montatroyos esua
mulher (ausentes),
Joanna Maria da Trin-
dade Eduardo Colom-
biez e Maria Ribeiro
Montarroyos CGlombiez, agradecem do intimo
d'alma a todas as pessoas que se dignaram
acompanhar A ultima morada os restas mpr-
taes de oeu sempre chorado esposo, paIe.9
gro, cunhido, tio e amigo Joao Bartholo--
Gon occasion para 6gradecerem As irmandades do
S. S. da Boa-Vista e Santa Cruz; de novo con-
vidam ao3 parents e amigos do finado para
assisti'em as misses do setirmo dia, que onaa-
dam celesbrar no dia 14 do corrente, as 7 ho.
ras da manhi, na matriz da Boa-Vista, a des-
de ja se confessam summamenite gratos.
JoAo Jos6 da Cunha Lages


Constanca Januaria de Medeiros e seus fl-
lhos, convidam aos seus parents e amigos,
e &os do seu sempre chorado espozo e psi,
Joao Jose da Cunha Lages, para assistirem
aos suffragios que par sua alma mandam re-
zar, sexta-feira, 15 do corrente. 1.0 anniversa-
rio de seu passamento: send, na capella do
cemiterio misses As 6 1/2 horas da manhi, ena
matriz do Corpo Santo misses e memento as
8 horas; desde ji agradecein do intimo d'al-
ma as pessoas que se dignarem cwmparecer
a este actor de religion e caridade.


Baroneza de Una
Jose Cavalcante Lins Cal :as. Thomaz Caval-
cante Lins Galdas, Anna Cavalcante Lins Cal-
das, sobrinhos da finada Baroneza de Una,
convidam aos seus patients e amigos, e aos
da finada, para assisirem a uma missa quae
nandam cdlebrar no cunvento deS. Ftancisco,
pelas 8horas da manha do dia 18 do co-rents,
setiro do seu passamento, antecipando desde
j1 os seus agrdecimentos. ,
D. Zulmira Jula -Rabello
(I.. Sabbado 16 do eor-
'%e rente, 10 anniversario
S de seu passamento,
seri rezada uma mis-
sapor sua alma as
S 7 huras da manb1: na
capella do cornite-
... ." ..rio.



Joao Josd da Cunha Laoes
4(onstanca Januaria deMedeirosLages
0hos convidam aus seus parents e ami*
aos do seu sempre chorado esposooe psi, 0io
JosA da Cunha L3ges, para assistireo sos
suTragios qua por sua alma mandam resar
s(ta-feira, 15 do corrente, loanniveisario do
sea passamento, senlo na capells do cemlite-
rio missa As 6 1/1 horas da manh.E, e na ma- .
triz do Corpo Santo nissas e mement4as 8 ^
horas; e desde jI agradecem do intimo'd'a a
as persons que se dignarem comparecer a ee'
,, er l~igio e carid,-.
,,D. Sphia Claudina le
Paulino Pi Fal+-
'__ ") cAo, suass filhas o gen-
.... i< ros c.nvidaimaosseus +
i" g 1, pIentese amigos para
C assistiretm as issas
pi e qua pela alma de sua
n, muito chorada esposa.
S- m cii e soga, mandam
rezdr na capella do enrt- tho Massangana, na i
igreja de N. S. do 0' de Ipcjuca e na matriz
da cidade do Cabo e na ig:eja da Penha desta
eida4e, Ais 7 horas da mar.ha do dia 18 do oor-
rente, primeiro anniversario de seu possa.
mnento: de cujo acto de caridade se conu t ,af
igridecidos.
"y^ Baroneza de Una ..
O-BaDao e.a Baroneza de Nszateth, c0e 1;00
vidos pela perda da virtuosa conSorte dosea-
estirnado amigo o Bar~o de Una, tern a haf
de convidar aos seus ami-igos e aos dod=
i'a de Una pata assi tiren: as missas W
alma daqcella finada mandam celc t
igreja do convento de S. Fran IseotId
ras do dia 18 do correnle setlimond-2 !
aamano Ha taI.rnmm deA wL


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oub"i--xetus I --" ,lve PagiuaNwllla m ,. da wan, sa novo, tern o andar baizo, bra.do o mistora pa
tas et aflai .m ReitCstce P U ot.....a ~ n


a:.. a t Iudo r mats ar tas quoa tod o corpo. D-se. 5O )O ,Sr
4o g q pISix '.tr .t,,in, e1 aque. Tj apt oo.9 te egenbo et 409Q. fp


S a.4, IPOI8014-r j '
in .ecaSi de o family : e pane? .^KT idrf te S .o iea u os a S. a

-t Preiess io d otemslSf1 ao avnars.3S- AW P i ab e te 6t mar1-' 1e sl geStiss, C Aebo -oIa. do le, se deL







raw(oer; aecatr ido pru do Mara ito d ra Y cm itHwO~n~oCiab^ l^9S W vtgt* Beiow Abwtro a apin erfprempiroamozgdoBabr pr8eoz8imo a.-
avare para cozinh a wu abs "ufa 0s o js.t
Precise-se do usa emma Iinon : a, reaIaem espadau poin s ftae? *
e iterno do m mao casn do taics;no par iS3 S a e am ;0 n ws a2pemta,
-"a""c"go 0n. 84.0qp5 '* p e e irabslba d o m os tr Odtese ucr s b stro.
roses visf tao i Vj mSOoll R4 s quizpr.ouer H e e..pbe m iter.e sooup regulars, "
j~ s4 10'~evistM ar6oliograpbia, aw was 7~~a muso ~ je T ~o4mfr.1bto rsn.twpansFeo orue
-"a q ova Esporinga, a rus ,Duquq e es te p no r t o ro-tm teh
n. 63, s tambem booitss moldoras i Sie nidlbrm elva M 00ft dubit. Cass oV4nososra opoccauzmo frdso
LJ1IIIU I TL uOD lcuiuflp.pt-sito socovadas, devido a falta do er
D or endouradas,par qCuadrle: -aD s Biddeio By. Jent S pes; pods-s a catrsbosu fd r h a






Prt. fucra- aue MI w ie;tt 3 .-gi u.! o.... **,oi.a -,1., Bfa- --, -, M~f.^aa .mrftnn-..r YINo'J, ,Ani. *j
Que.manhl.. Is rs. treg noeogenbo s
j da do Rodnguest a(TSE, iiisadod oYrorf A d&Barros em cwtvnfr gwa e sctma, c ;Rei A Tljo Roe Join
at. iouaato adniodr! guemad.r loutros climes quenses corn a assiaEk- aesclooro dos arp:-ep_ U'lee,.ue ser tel
___ _46__ .,e_ generon. ua
Bau wrgelig- do medicos muiteo disfimles. pe
"+Il" p U:T C1 'de Can ll eHIi -19 _dll, bl;llils Ciauoe otaleqemla. go pto. p depe d t, pWode o r& w~e hh0,Gr&fl~r (1 Barre.
'aham o tsaesip enda j j n g yj. Zitr u. asc. Mon R ico auLtnEitiva- o memoF ti 4ampg
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ase 9 segmade mess. A rupeosoIas cujoAestoas E. rca. osI di&eqt, f.rso& eseravo
tamte-4qafliwsmncoe/ em scont leoha outrinmnto solido dobai5o dsuutqaet da' J dIobra""etese pito nmaaletrnd oMu-
ttnat s io paSiva d etar e do r tpetavol a -. i we e xio .. ,gr cor a sorte opt s. i .mb 3 forms. -E r.. o *ia pot
Qq, nto as nou ro am rostWoembd o o e kilos.E possu qo so acharem prado no Sofar -e Pila aa, pouco w a lait Al
wIaPoqrtam a eze fso de fagh o iafPoe I do on o s, o p ee i. Id pars IA ou
S dh ld2 0 e u s..pars am s do Me deJ tern sid
vats dhoewad gle. s m ,ppreblkld uas ve~es, E ei signet
grIde cochecdo ptr t.Ma., afleito A ruer- Q iw .flazo ulgua coats Rculq, ti ..1*el 4ife. T tI"w, racBiaetagn~mlbas Aurn a tPCMiro;eOt"i. Ib
AO PU LICOroaaaearmado.omaprp-"-as,"go 0
Cot* Viri TnrS.a25 oawi m miis a yfrggg sreeebc. djqt gwmj ( a$ eng cu anuricare inhos.ix d. u~oo

etre do oamS, corn Lode a so alicitude, parQ rnt au&uu vo, coo tambwcu01o; cladaou re iustuu e fr
as0taasfazer, COWAJ setpre, as ezaiagenciaues da&. "-000nglueaionpV-tainaso .a fomn.o kilo s fe.ndotots -ie gando n so pA a ioso. a
geola. qee tmdo Dsa Ceasea., ---a ar ---- S outro a erote A^Ie-hrnp"s
"i '" k1l tas a exe aseedefe d~p on sifiae" a1o-ml lo niaa. a :qmou.lr

%quees qua o b 9 honrarea.ema s fro aquenfta* 1Arte Q4@enpflpetimsd.amsasp&CW s dopIN M 9nd Voad ioa*=itS- :
d- SO "-v --i a-e -l 2i. e flel 4apsa ( D13010b C mna us dios .4.......o betote. i a. orps featMide foneb sor
Escrave--tidos uaolictdpuutoVIEWi. s a uo- emeo os, so pars mdobda e das -, doroSnt a. qs
Do enoigb bis. eo is ags. neft eo A1a .tU t., tjueg&.- I,_ a-se .,pe.I o e e, S .o. dola da. rooo...
Prete, fupral nmo ull~e IlIntes : ,46.II Ihm~ l ./ .-a..-' emm' -~ do.sas..--aSq aW perfooado ViNUODE CARNE [I. pg
coisazrn osiwas seguno:preo, Rmms as.a-er inM Bi.Cqp~wadqzatr- er ae tirew b .bk a&id"AO sa& SeflitE 0a

Na die 13 do mabo cteato annoy, Fernando, "" j--st- "' q d meturesflseIadcI Franga a da Ber cooteuscefo pods-s ismoerever come [ 11 an-tm D
ihade. muito foio, altura regular, corpulonto, UP,- _n.a~loo p b. cpihoqu 9 sen mino eatsdq cants.. -"
shallOq Osrepinhom, cars large, ot peque -" Bib &te 4410a". l fl _... Priiuilegiadose su nsco fabriacmtes do sageaha, Atigodtme, e b 4o Cabo' di
DosSeqeaellaom, 0maria4chlO, delps g ..nu. I&ie-So Ag% & A S oAo 3doa.&S.A XANB -snotdo3paa2doornemtde0
asos, b K dotesmwan rfronte, p. rondos-:".'. -.i, la,,," p'' ,- am. edesmdome orere nt, eez doiccw
No bdan13dateoot wosasernaste s Ael4 GT, N. IS- LONRES. sambomsprotos,mrogljrn Oannos, ponco mali

urpqu o mmleO huge, fall~ate, sabs let alguasmy5 040 oe L oqI ed glrpd-eauAUTSu 3*ABCG 0 OO,5.0qe;o4atbr a
Coas, so gonts do negeciar, dosconlia-so quo .I bU & A -UediA e, dcMu a do L dR4Zo me a j recido, boom dents, piystdncmia elegro. run di
tenha squgid" parse ano lo, .pars os lsdoes d Bites 'ir Bhu 41 '- $p ._. RUA, D I to pouc fea Ii s el abecua debaixo cto-quei-
nV' 1.. ,Ir.u. m ,p .~~ o. pteuua."I arbac -*m urn poucoi
Gynn~qo tim 29 ede~~aSO Junho, Felipp, prote, 39 emouse u'co nhaorapaaei ,- tambom 6, el,,o+ teq M,** dos,, o, acas 3
de dale, alto. see.r, sbegla r, el, oletos m .d Costa... ha-. o l-I i fa corns alura f;es dep sm-sau enarn e
grabmes e vermelhms1 .denies- grsitie, pouca J 'tl4Ig ed 's II 'I.i .as- ., I.w.l"" inurI- doe.. nl Iew'~ ... Iopaleecasesq I I404111ettt'sI1lo 4. cqueoicrcstoehmdi
barber, pernu s flaceitS, *res o apalbeta Na.. "a --0A sw. aga.-agtt oom qs
dos, tern ur na peupa ella iboigo nupbei es11 11 41"r -RI Tlres n. IS, lornsce so come. r zos t s.iplerA- so d' e .vigrats o n AeT
rior, f alls pom a a ma s m rtsbo. ."WI" mlN- 8l. dors W w h96. 41 M em coatC r-u+do0 9lmp oado4sie be- n d 9i n9-e 0h5 .u
bamzo, cabe: unto curto, boeca pomue b ,l. vn. c_.ornt Gran d 0 a. -."lb
grandaoteamdom ei -l d es io cur- o-rqW adopause *e7t ,,.. instoasepotae
g vdo erandrstepalas na a ldo dioM-.Oru jija -30 prepar"-3e lunch, tanto pars mendear 1da u. r a sdss oi da daiqrolb q Ts eCoter, ,YQ As, -t o
coise doo c m ius; ona-no .qut .......tb.---oues, pou-o manor o pamm. mavwfr nores a ato4.I esquatf.aeo
amstr dons; udlles earn m a dam Juntm,s,. C ]'='' -e !4as s e, !I.4MOM. W 5000 alitt Li cwrs sfleDnte e. sal te rompt0. ;~ di'
pam aolado itspraie. Porto doQGllnhss. D-so gr... .. .oc ej*, prdsed. oboiroIP v tn i sa .u~qs u os50Lpr
+x~lle eprl!de o d2lt"t -e- An RoS' A (h**A. Do_ mai fdito,. que yatuda ern 41*orta .qKrianfelAe e dwpenta, qas thelr tancisa, raqe eas. qo
t5QIff'+al'ail. ow sppr s enhde r o noa Moa'tws o O- qldJ R rutit; pr.cisarso attn dcu"iloipk- nuin- StitirosfqlteasI a lumt ole -anEadu Em ~a eoegi *ad-kds,!d 4 omds irf rts
pI seuI. I 114m~oteEs*ria: Jll g-SU&Lc~ssI Dlls, lbeve ja doou" o Qu~ ttpto~
fl .l.rre .f-- $a a soy.te 85 2u I qua-toe i.. LIR .W opr tedso as p llaai Gme hm aqideprme I u m SalTaq It EQYR
L't/c.zv a-. 0"-20, a%&a 'e EsO000Sisen urn 0eiQ Teodb acahladb b (Rtirog_'ctoso do s no' Se-mash ce fG. I +- ., ........WIW. : W


t*ettts nvrar-voe do 4 .m 38O e ,sab% um,-t meio n. 20M, ] kA"eq w age* Aia cri do 171(W" -
Saldm doeai A 33,4 4 #0%. te? 7Cf o fabfticaewed qud qtw A'
FABIICA DO CABOCLO Con' G- amo ,ta t*epm e- ewmm.en' cm sn A#O inwima sw sriq. u Ag eirt sa ecesatemroeanS" 3 CasM
ESTABELECIDA EM 158 reber sea deoto algum faaa quein s m'se stemaintitulado, die qu,6b gnefa algg, $s aw.., dBeaerelqaz: t. nianca. d,.omgai
26-RiU LD VIGARIO-26 0 mesmoabaixopsfaado tem expos.' quem quizer jg, 4 fabaica de Josepab casat; atrawtzancu..d'Latni.nV, del .. oI
'. pre- l aros d'esta fabric scienttfiarn a o ven4 otSan f elms biW etes ga Bardou $ Fits, para aqoi, norie on sal, a t_ b .hret
awa Ml ero; s fi ueses tanto dest.provinmntidos da loterl3099, a beneficip da o .W B. d 0- ^. odrfr Ei :-,f "
s Ow. dM do note e sul do imperte quo Santa Casa d El aori do Reife, gesde Faria s C., ru &Mariz s Din. cravo.BuflUfIQ r m tache rae- qec atran 4a cast 0
no stabetecirnetao a r-sa, i_ qi^e exlru-senq. dbie ita. n. It; qu.o- -wmpaur&6am pomada, an$a ae s no
05reta0bo ompor grosso, nses acred, Mire, G ctrdob. encommendas cor ma"s napkin quo our WA&' b4tSRw-i awo. I ? eqaietticr A case
lout igaros, fabricados c oum as mais espe- !idt "
o t--ns do Mias- o Goyaz. asusseo- .a. fqfl al.,e s"wcta. t" "
Set visas de prmmada declare quo meutot- Bil^Qtniptdqsi 4 a <.iaC." .- issueS. o pB#
os a"ao ientos de todo e qualquer artifcio 4fejos & I I-' me
do hewf- g enerosos. ari _,. le YiIb,'d PSI**-S-I do
ntiga e bearn coohecida fabric di-se Qua ;A16000 Cas *4 g W bprba ,-tg LyrS a
1 fl qesalquer quantildad do I4 mi- an05.0dil .eBe da to- bprbatp6s w quulozt d s '
%&IFIS. mOZR Fernandqdg-B et.
eiCma eom 30 dina cotar Id doki-. ai jdo6e;quRe-.aph Id arte--# a li r t
7 O W N" tre iro s -" o & fgri o -0 -. a m U16 6 a no,
.. 3S dm.... podido obter seso. o treros.--- -'?c 4e e
fa s. delbnarvwossosonineoO e Neo 7 .n A fl!oew .d Nc
Or'e.won .se.. ,.a. saw marlea'o p rO 4-
twiih, eoom a. diaries do sum a bo e o, n
cw.. Amiidere- o especial. bd .cI .lW4P i # O.


Ssud, 69 6sj oprdrsqu V000d
rolimafP otositive dam, po5t0srth .qu. em 0, I3Z



Poralva fdo moyas dg a 89000
A-^ trtIkdo por emta forms f6ls0flca0ea. ,O ...UO sin.I sages o- oi dI
.l eist rada na meretisslma6 jnta .00 ,-* 1 1m *. h .. o Ii^ a



4Oo atvwus Sr.01te0i MNNW on; i *- *K-- -
r *W a pinto do 1. .Wincass.v
A praziveis .I r ... .. -,,... m.-, .
.iCa r gado 1 6W8 "b-- -:.- -g- "',.-r

..-.r-,;Arcade .: ---..:- :, ..e *ro. ._e.
.sociaes8%..o-.
Roca-bolew ILOo"m "'t. _q.6-

'_:'4 tp! as o Sr. Antonio Martins gerindq mi" -* "rI
W.:vI caN'd perte do 18 anuos. .../,.o p.+
.,:i+ .ido wargo do t881. ., +
,Ld:-...i '' iuva, Arattio Braga itC, '


AUSACIA ESPECIAL
.sOMEOPATHICA
DO
Dr. Sabino
huun homfopathiu
- Sueno* verbs
h8w 5o di Victoria n. 43
$$ ."AM UCO.


7^^


art
.+ EK^^^--------^--
H ".".^ ^^^^^



ContiInuam- S't

.. .. ... ... .....
Xarope peitoral
Unicolegalnr ictn auoriasao p
8ed pahte i.4 Portugal, a
lyado naog l-4w piiaeg. CadW i
o shado ('e g i, impreeso c iGil
aqs dog pe ipas 4 medca de o ia
A~ mo de'OU e NI .'"- -:


Redas row covisubbot "flrei. "^ f^
Contra a deM
arlnha peitoral .,. -.
phaxnacia F ttm M .-
leeOnutecida comep e ,io "se _a i "-
dor e excellent tonico recohalituinte,
riha, a reica legal mmle autorisdaa e ii-
igda aftPtru o, aondt e 6 d uso quasi eral
.BuitoImaaos, applica-se cono m Maio n- w"o
eciAdo ptove'to em pessoas debeis, al qIe
decem do peito, em convalescentes doe qLa -
W dueaas, emo crinQas, nIicos, a.=ea i
rat ws qua oaroeee de gonfa no orp,-
Louis ad



Unico deposito em Peroambuco, i
io do Marquez de Olinda n. 23, pbax-
acia de Francisco Mlnnel da Silva
C:.


ESCRAVOFIUGIDO
Do engenho Aguas-Bellas, emarca de Pal- ..
ares, fugio no dia 5 de junbo do corrente
n oa escravo Jose do Norte, malate, repre-
ta ter 35 annos de idade, pousM mais on
enos, aluro e corpo regulars, spadafitdo,
m algumas p-rrtas pretas pelo rostlo. &real
earadoe. te ..poucsa barb e rahls, iK-
toawencovrdas, devido a faltac dndeeantan Jl- q -
se der ido parsa o sertao desta prcvinesa e
speita-se quo esteja no lagar Biee? doTa- |
raretmnga, conarca de Bezerros ; portalto
ga-se asa.autorid ades policies deste iugar, 'i
s etplttn e d eampo e A toda ulqaer
)ssoa que delle souber, o favor de captural-o
leval-o ao referido engeuho, ou no Recifi an p
" Menoel Attlooro S ntrago Lessa, ri*fdo
pollo n. S5, que sei&o generosamente re-
)mpensado.__
Criado e ama
Precisa-ae de urea coznirfta a am crfad),# *
rtra do Baro da Victoria n. 3._______

Escravo fugido
3001000 de gratificouo
Ausentou-se do engenBo Tabocas, ni Po- -
area de Po d'AlIho, no dia 25 do mez dne ju-
no aieravo Mayfos, Nor es mulaW, r e- *
ntes: cr 3sfula, csbea rddunda, c belloes .
Tnpthos, dentarfera perfeitse, be hfete do ?
ato e de eorpo, ten 9 annos de idasde, po- '
m represenota, pela phy-aionomia, 24. est a
rincipiando a barbar e tem pucos cabelos
Squeixo, Lernm eos peitos crzados de cabel-
*0 beq feuto de o ps, altuore goeir atcrJal
o referido engenho, cargueiro a canreio,
anc foglo, provavel alue esteja trabiboal-
raem lguma estrada de terror, oB'em aftnn
0gealo ao5o carreiro, corn o titoto daetie0-;
e-4 s ae-qts a o apprehender, q ue aevm-lo, ,
itaeoienBao, ou i rua Formosa D 3...
Auetn-ad ongjenho aboos sas so-|



A s

r BARTHOLOM= n Ca 2


.0 edema Mayrws cor e
aine oCro fua, cabe- s Predu brids, bee 4
i-spi-ttbos deneder perfeite, bet lot-d
sto imld aorpea 2 ennosrz do idade,~ pa
01 rep grfles ael physionoia, 24.^ osv










al b hrn f dAr mposilanra rnepk 0hnnaria


ItbA monqueixo inferior, e pouca no rosto,
*i uwa oicatriz no quelxo inferior, cabellos
agiohos, estatura e tamanao regilares, p6s i
iquese o secoos, pernas ficas, repmeenats
A 30 e tantos a anotde didade, 6 S I koelt
a Peixe ow cidade o aouMz. A:e
4 aseftto da Pareaybae ; qa. hh. -tWl"
cia oa o- trouxer ao engenho Pimhneefa co-
aracs do Cabo ou na rua.n Isizta a Ferreira
Oliveira & Irm5os, sertd generosamente re-
,idtpe iM rtfo. ,+


1oa acquiskato
Capse-uu. propriedade qfl-tenbp Ito-
)qIo pmaa erlar gados, preferen64 **0
* da wirada de ferro at a tbcb*, a,- ai
Irk d Vartes, Jaboaeto a Mnilto nt*
r ne ret de-Marcciw Dian n. 10., -eW l I4
rmpello, estagle de Olinda. deg-.
- YENRAS .
- Vende-se o terreo Otbo de Vidro, sftu-
A margemi da linha Srreo doRecife A ApI : _
mem- cja extenmsao parte d imda quedi-
Ide este terrmaeo do do sitio da Jaqueira, 0at4 '
mstaslo de Panamelrim ; a tratar na run do "
peradoc f t. 9 e 011. ..
- Vendt-or barate os eliRes do armazem s
assucar da rua ;do Visaitdee ta Itapariea .U -. f
, em razto do Imroprietario precisar da caia
A 2$500 o ceato -
eondbee cartsese taboadae; na wB Umi -
r. rua do Iooerudor a. p 0t. .

0 ITENMMA4TO DO GA&NDE VIWA,?*
fyor Serp 7>.
GONTENDOA : -


UTRES CARTS BIOGA
S I eseo vrtme com.900pap
on- A VENDA Nt
Liumria Flmiw
K. &S-Rua do Barto do WtS
PalhadeO0"
qaVede-se nma ta Direlta L U.
sU loala r .taliz.,.


localismSB.trueifr efrrHM

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P I de 410 librasA: ua do Aawim n. Ilk |M : ..T. 44 A
_P-gT, '_____________________ s vpuW ptur oBwP W.M 4h g
11i areM De0s (ai) 7

Terrenos ----pleto ow-i- .- -in -
'C" Igedlloi g peie WamavWpOrkeaw paMleuslI
G Otbalxo assignado competentlmentiOsato rat- 1 abalisdos fabricantes 4d Lo ds t ii, s "14a111 p ^a1 .li
esio so0tilu0A B retalhbrosiUo da Tamnarinelra ven4a por 0m9oo0 prego dp Qe d9 qpuoow W a m 4' 4i
U.A B., ando quae frontss 6 pera a 6"rsd outra Rarte-a vista fpz aa. =44 a dp 11111 a
Sd'ua Fri. dof n ca 4 900 9 pal l .
mys a a&quo flca na erlra4a da Tawarioeia lAO UIASUADAVOnm r* ras Fbinpltrlm
a Arrital ILe de funds 360 pales. Venda- Aa A IIV ne1
So, talbem a eats de pedra e cal corn soflri- Anneis electrieos magnetioos pars os que A A i
d a"oaoodlB e toereno do frento, que se aollrem dos neivoe tendo-se (verdadeiros) a d Iil KH K9
uqpe eo fwontr, e 3.;O de fundos, 4 tratar un na Nova laperenga 6 aos Duque de CaU W UllWt *CA.&I' e
e Agra'Piu, ra do Restauraglo corn a. 63. 0
Trisrfio Francisco Torre.. 0
E- orn as ins BD E
F I Ver extorcor-s e M dores horriveis da? (0n-
AO / r d A vulgO;es seu iqnocente flhinbrp, 6 magoa !im- r IM 9 U 1 U B
WI XOmenus qu6 nLo se suppnrta mor eatalar o pelto ,n al ,f f Bam n ka"
E., de Deus iin. d 7 der :orrei a Nov ap & o U g w 6- -I'--C
e Dease 5 doCaxiasn'.63.ecomprai um collar eleetsrio CirUnOSfi '
-' nni rndes co Lfeijao a 2 Ba20 eticib; quaetereissvitadoo r al. mm vat vi t
v qa ara xu mo, pw el varis-.r p
Y F Emas galvanisadab 0 Maui 111 _____________
-lmes deMalo, genro & a. tm para e Borecs manses a corenas, biinquedoo deA E"m" Fa- illa
4W fsouecriptorioAprado Corpo San- direntes modelos a pros (is ut m nd!) Fo dp r. qo bos _t
StoU. 1 riaps galivaonisadas chegadas no tal. dara as clans, mas M Nova speranca t rua D u.s a do 60 r s. vend,4 qu. aom4Wa ,,gota
tiwvj..A Wuta sabida quo oil tern tdo quo 60 Calios .. 63. Red o60rvnaea~s o ado
tajpor_. .A~a~itasahida quell tem do 2l s.d .aa o vl ditos broncos fnp brocados 4W00ro re ditod i-
W DW lcientemaoeamte a boa qu dadeb -e.uerizasa ri om Viari pao a Pompadour, corn dams vistas, a 400 rs.
.. kG preo. A' llas, pois, antes 4o fe vende-so xNova peranQa o dito! -
4A arua Duquo o -Caziasn. 63 6' PARA ACABAR. VENDS 0 06W9, RUA
IMJQUrh RE CAUMA.
Sspelhos grandes a Artigos necessarios --
Sova0s, 0o0 elegantes molduras e fores de Babados pregueados, largo eeslreitos, a Tcom H f iL R
Bw. do&. e vidro facado. proprio pars sallo. Vei- primirosos bordados para saias casacos. U l, li1 ,
Z.r. d no -azar VicLora, rua do ba, o da Elegantes espartllbau couraqs, lisos e borda- V d
________________________.__________ dos. Kodemos dc|obas coloiidos para bort11
dados do l1; o0 tros mitW otig )s do gosto especial fumo deafiado, do Rio Novo, a -19)0
lif a novidade, quas tornar-se-bia eta'onhqo men- cads kilo.
L6l l cionar; vencle-se na Nova speran a a rIoa 361 1 da M. dr ed -SOW
]u0 C 0ii Duque de Caxias n. 63. __ .
D collarinhos dA 25400 e 30O A's.Eiunas. sehoras Fu em Iollas
Declmlhd.240 1_..-s.= .- ^~.No s romazens do SliliTsPAW*& d lrust48
0s o. mrteiros da Boa Vista liqui aGrandeiq a r-ex uidaQo par a acabar M Sre d oiesno.2 Pal ; e rua er
.....-- Bde quatndade do collarinhos brancospara Trangas do calellos natures, comprnionto .pm i .to sortimento do --- i- -daa .e
=hopIs polo baratissimo prego de 2400 e paras mais de 4 palmos e cabellos corMpridos, 4. 'a3a sort.^ edo Rio Gr nde do o
19 3(0 adozia. porter comprado grande porclo, a 7 e a88000. (Paraguy .. dI a o
30 0 Aezi." no.. IP ra a 2s gpar 1128 a actoba. ,:
ito sa loja da rua da Impwratria n. M4, esqui- Coques a 4 e 8o580. (arag y) s.o pe1 a ob
a d4 bcoo dos Ferreiros. Ciespos a 5 e 61000 o par. Esparfithos
WiF'" R.** AT W Gonlosa *6#M00 a dazis. A 4050D e 5P50
ISsI*- t9 E muitas outras obras de cabello quo se Vtn. Vend.-se m ti oboos espartlihos, com tee.
r we verde Geeies .69000.bdnsia.pA 49500o55509
dam Iaratasndo.do................. rec......... d- ..
BazarVieteorkia recebou da Europa nova re" A' u doMarK ez do ..inda a. 21,. 10 nd._, dom am has, pelobrt pro l. l-
uspa do ijperior chi verde a preto, e vende S o,. ,ill trn -, --g P1I*",a, EW us quo he"
so morpio, poela^ i<~l~u uod
pregos jA bern ephohcidos- na rua do P or i da -Zofa .eddvases e; ,p Jej da00 L*-, p do .
Par cima da tloa de trestes o ra da i
isa Victoria n. 2. i be=o o rerror.
... .. .. .--A [{uina do M alo o iPergir got.
Grande liquidacao As Exmas. s* lrawis or o
E0 proprietaio da loja de fazendas ed tq do .. A O..
ECabugh n.2 As, chut a altteno dan .Itmas. Chego ,,,pm a nt Il dos ba s 4m
Spehinchas faroibas pars .oeprs do odo aartig ab, VistWs 5uwg .r,'4e Upntatdo 4=cmIW*s 4
N' LOJA DOS BAJAATEIROS DA so.wcompetencla mWCao er dog.ca...4-.adoqaecPalob ga-, -o-. ,.
rO-ejo ,,u; ,cme .oj,.-. pf do.
-BOA-VISTA Zephire do hstrs a 4a00 re. ocovado 1 .3.500.adow. .. ......pea~ & Sft I
..s matf z4idoa em aoentoobrsncos, corn iaptistes fm w eomnor a 100 W tw. e eoado I ea IMlqpatU n. A eoqua d o bW odo,
s .. ds chia fanceza e cores fixas, pro- Cretonoes Pompeodr 310 rs. o covado I reArM.... .
P:Pj p ore_ vystidos, covado a 280 rs. Ditos petit-pals a 60 r. o a^ovato. i Sot|JItas s. .V
: 0rwa4@Trs fnissimos, chitas coimn deze- Camnbraia transparente a 35800 a pea. Ceare pars a lola dos rteiro dsa Bo
I Be- ompaaour, coa padr5es clare Ditas flnas a 45'00. 45500e S000 a pega. Vista as ramsfnan e lindas setfnetas douma
iMuro g, 4 4enda qua nao desbolta, oovado a Baptistes de usma ad ior a W r. o oovado. s6 c6r, para v otidoe, tend d* to 0u4cW
Veqtuafsios parscrian aa(l ; amiNo oseieHtoo oct w mmb
": 'w rOes de 14 para vestidog, send fa- Toalbasfelpudas pa rosto a 4g50a 9 taS i Ia s venpp. per yon0o .I t po fmsa_
S.ea& do bua qualidade e auita fantazia, co- Greguela do algodlo proprai para Ioalbas da, da ij pezatriz n. 10, esquire do bIo os er- F
ipi iae pa.s e mesa e lenn6es a 50 rs. a vara. reiros daudo-se aOostTas 8om pon"aor.
| mw urto etoorp1ds pars vesdos. i5,Mantllhae do fl6 preto a Wat CO !iaUOS pari Cwam e
os rdeMoas larosa curos, e ores e E' lorn os bo ep ars nle
S o branco fazenda puito boa pars vesti a
Fdose0 s pars iI Q, covad, O 0s. 000 dazias do oiLaririoS do v s gostos 0 Il A 685M. 7#000#
B^ ~ V~ pa^Srs?^ OOrdmasd covadd8^0 a AW to. _p 8S000
Bl-eowlheb #WW A lo Chegogea l-a loji dosueteWos dk3e.-
owmar doepoa, famd* d milo gos Ena do 2 h na.a iJ dee iswaiud*ago o
ii to i2 id4c!ova4 a 300 rs. ua do 2 A Vi6stagMR SM48I4IWNW* tiB p
EiMmus 4g quadruthos, fazenda de alsta I 'i A4 plrmnaipa dd > cdo m go
,-- SS vesttdos, covado a 00 rs, jorla W Po b pre de do.p l rssop4.
do mBnsa s6 oar, todo detodms as na ljsdha da la pdo atre W1, goqt"ti do
VK ^U Mr4s wd. p.miot as lor; da rmuade 01110\ j l -cf -t^tt
COU~~~~~~lSA IC"""''"""
ow oom,--AGOdo.Lodes9 pis do0Mbecodos or 0- -
el. S,...'T WO .GO doll." a 3 OOO a peoa. ,
dn n a0 43 da rue D u doaus A' rus .rga~o ^osarto a. .
W MWW fe wS^ 9(5!5)a Rf, 6 ,. e~a, 6tbof~ i* # rd! o tMic Ibe emfpde
KM u barao o da Boa- pOlife m lesada i mprts- 9
.,c.Ll^ ^ t4ep *a r Qf44 oBokioHfas e 'malas'
H': -' C~ft dwma auraed ,t- PfiCMINItA 0 B3am lictea, ec. do^ dawbwiler
.. o ..w o .
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K *BfipE^o~ a 7pp, Vemaw Maa iM~ p^s~r do. fs ^w~ a~p-T
Iodemass co n pio4 ^ql -'-0~'"- S ^ P*9i~ iMF
K.: a a &q--,.'L?.h.,O --. i .d- lti hasa 100..


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tC.
Praga do 8 Sam"o
Vendem a pame e a bI.ro
o laesv* d&toboa.
Oleo de mocot6.
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ASWM Xllir'W:" Kig is |Ul)ll 14 ^ M~
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Miuwvihe pwa -abaa". do ewoobt.
-- --ii do t -. &, d

M~rt4and 406e varaa.
aumq,,-me. r, p..6, .Cet

Bimjhw, rlmda e t, cias tos e
.Mtm di o ra4i a; &ado d. Coi-
Fulbeira Ireta.t. 01 o=eis do Cal-
Ditaiuaminieao ktuatar.
Bits protest, pguio variedde. .
iutiihos, cmtara regents, o maifI
eliwnte hoje eoshecidom.
spartilhos couraga e outras qukli-
Wom. _
PFfm ana dos melbhosre fab antes
gloses f(Tenceses,
Caiinhams etm porfumarias proprias
,aa presents.
uarmnioes do pente.-a limitalo do
rtaruga, para coch a marafa, goatos
oderabs.
Capellax aoa os pars nelvas.
BaaUm do M do ladraageifea para
Mados de nova.
Leqa..es e oss6* s ada, bracos, pan
uivas.
Ditos deo acres apreto, eom pluimn
rem ellas,
BoMae de bofacha apra creengs.
Pentes de Celluloid pars regago de co-
eills.
BFrdados em oambr a Victoria e
SBpareute pandeo sortimento.
BotOeu dufados e prateados pars
stidos.
Coquesi imitaglo de cabello.
Vardedade do bonecas pars menits
ua do atSIAo &a Victoria
cwrnetro da Cuinh4

49-,-RUA DUQUE D CAX S-49
Voodem por Peq qa adp.m Wodas .
ias fazeQmos su prow a v9.4rp convi-
ia as Exmas. mAsMtare ao 1ubto oe. gerol
vina wow ma e w"le bato
E, para acabiar-r.
Lindas cltas de cores a 200 e 240 rs. o Co-


ado I
Gatone Pmpador, Roos a Mes280 e 3 o. o
"Wdo -I
.]fw .a_4a aapw 6toa.w 8W ra. C ooWSo I
Brins de cores fitos a 00 rsQ. 9 CoVa401 0I
ifto. .
DUs pantos Uss .encorpios 360 r6 o w-
do,.
fDitu bra -*p.6a a A I flTo#*
Bramantq de algod6fB in~pslpo, a 19OiO aT.
m tum quttn lars-t'
Leaefitsab dito a ISM an I __
Camdemm ema u,8 PM ow00tq
rem.ssW e rn
MaS p QM b Ipoo e.r000, 01"i oba
lime.
Difo. "wr, Age A 1
Cslsdo m rs msr0 s, g oaadas a 190S0l
Cebewmsrn 4e gauBsi'fora4as ptOO
flapiesm ramspmnebeM IJ4 pegas corn
.rdas. j 1
PMadle po eohet par ede aoiara in"O (Ao
KrMU&?. r *
Surdtala do bradiamtes boidaidas a 16090
duzia !
LenCos am caixinhas a iS800O a duzia.
T^AI
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70$ too"0~v


fIS tw asb d6- m v 54"m


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too a J ,.)}, ,i ., .. .


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l~rtl^ fc~inyna r~ewber da, Europa todoe as Mai
oviwcia, ades 5 piwfa a
4A neceio encarecer a ba gi
)Mi je ha quem seo queixe deo qulqer ma
ifnias quo um 96 tambor pes aperjous de igu
0 i4 l eav. Moendas de 10 a 4
fidilas e Parkes de diversos


W-0^^^^
, modemas.



.. .., farm*.ha.
iuos de ferro.
indastes.
iUamN([ues.


-- i minhao


Guinchos a 3 to
6ranchos ate 3 tonea iji


Rodas angulares.
Moinhos para mandica
Torneiras de bronze e
ferro.
Bombas patients.
Parafusos diveisos.


IRODAS D'AGUA
Inglem s feitas aqui pelo system i e risco do distinct agricultor Leandre
'vlcaat d Silva Guimnaraes.

FORIIAS PARA ASSUCAR
Pintadas, galvaisatdas, grandes e pequenaa.
ENCOMMENDAS
Mandam vir par encommenda qualquer macbinismo, mandsm sental-o e 4e
Mpjxsabilam pelo born trmbalho do mesmo, para o que so cerrespondem
w upa rospeitavel casa de Loadres e cornam urn dos melhores engenbeiros de
[aglatorra.
CONCERTOS
Concertm corn promptidio qualquer machinismo; para e"se n fim teen
49 fabrica bem moatada com grande e born pessoal.
Pua do Drum ns. 100 a 104


CABIDZO & iBIHAO


CiMIKARIANAtitONAL

E FUNDICAO DE SIN08

E BRONZE

64-RUA DO BARAO DO TRIUMPHC-66
ANTIGA RUA DO BRUM .
AS SENHIORES AGRICULTORES
Temos a honra de communicar a Vs. Ss. que nosso est#Weoletenjo esti
Montado em condifoes de se encarregar e dar prompt e satidfcoriqcuupri-
xpentp a quaesqer encommendas tendentes a suas oflicinas, e arem de. .tuiltos
qutros ar ios fabricam as seguintes MACHINA1 para fabric de alcohol
pelos systmas dbs aptores francezes, numerous 1, 2, 3 e 4, alainbiques de es-
quenta garapa e samples de todas as dimensdes e syetemas pelos mes.nqos auto-
~res. Carapuga., cottwmnas e serpentinas para esquenta garapas, e conjeisado-
jS, tornaeiras, carregadores para alambiques, flanjas e .rides, parafwo do
bronze, cans de cobr'e, bicas e pardes, borribas de repuxos e aspir e! para
parapa, met, 9 a ua, de cobre do bronze e de ferro, bohibas contlpua i* proe-
isar d motor para fornecer agua a destilla~ds, tachas e tacos de c..ph, pas-
eitaBs, esputlndelm, e repartideiras de cobree de teno estalh,,, cobre
dao < 16 )Ibras a 11l arrobas. Temos cobre em lerinol e as,
de rro e chumbo e cqtros muitos artigos, etc., etc., etc. Vewidem A
0iieiro e a praso, ,
CotMndO corn a confianca de Vs. Ss. esperarros que nqs obonea a .
%lQSa coajuv;co encarr'egando-nos de suas encomrnendas, quoe ero-
idau Woas ofln o malor zeoQ., presteza, perfeiAo e modicidadedee prcs, .
Somos corn muita estimrna e consideraq-o ,4 ;U
De Vs. Ss.
Attentos Veneradores e Criados,
Eduardo Cariiozo 4 Go
L -.A L -4 6j V1 %&. A. ik ?, *. 1. iiB B BB


D,* ,- -
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F IIRAK GOMES &C
I~lKlit- Br~oda Virclotha 14
'tWtCl MIA NOVA


; aVK&IRaR SML xVL 174~ T L&.
L O paudsg$0408W tI 1Md1111 te tan a lionra de parUeIpw *oe Sems amigos 6 frague-
.rtg1 .sf _alr deocasemiras e pannos; convldam tambem a
aj M lla-rt .wMfi*WMH eRM oa, a virem exDerimentar a insigne thesours
a''SwnfB"^'


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I a VicNDUTria-n.
0l& da Victoria--n. 45


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0do jasto
q,,tIea oorpinlo;
a -ailtrd o' sea uinho.
,gaio da harmonica, -
ara-se-- ide medo,
tai bocca, ueia 6 segredoo
taa bocca, cis o segredo,


em
&S


61a gentile, das raras graqas, r in ; -Lo 9e'e *i- ac:f o-y s'...... L '-e'ed' de
ysa voz ethereal sa colors, 0D o a _s, o esta.elew de
-i0-1 Toz quaese dilata aos poucos : 4 -M m od I lavel. 04ube Os v d
io urea flor, e 6 urma aurora. i parecem per ao terem sabidoviver e
0ramo see dae vlhie pogregdir ?o Herculano descria do flaturo
nrd 0clarao da f e hieiadunumo ounro povo, mas n~o do future
:so^ :% ^ el rod etier um oa ui ]ro e d m it a
a8 n so sabo ao certo o qae 6 teu canto, da humanidada, F atgavez de mouitao luwtas
nma cousa que seouve on qe s cheira. quae a htiad prosogue no 'sen movi-
mento de progresso" oatinuo para o ideal
i digo is auras qua tua voz 6.meia, 0 6
S oento as miuzas teo ten rosto 6 Undo, da civilisado, pensava elle. Essas luctas
o 6 por rnin,-tu*Jo isto 6 umra historic, sao urna consequencia necessaria da con
Que ouvi dos labios da urea rosa abrindo, tituioio dO home e das sociedades bhu-
TOBiASARTo IManas. Emquanto os omeons ano chaega-
TOia BARTO. rem a possuir um conhecimeieto complete
do bern, a concober seos deveres em toda
.Almaitdre Herculano e o seUla sna plenitude, a gentir snas affeicoes em
tom lrpstudo critic por An- perfeita harmonia, hio do despeda0ar pela
tonio de Serpa" Pimentel violencia todos os obstaculos que se oppo-
S0 determinism, que parece qaerertor- zerem ao acc6rdo porque almejam. Nao
se a religion nova de alguns sabios ha system, oem doutrisa, que, ccntradi-
rnos er de alguns philosophos, tem zendo tal asparao, 0consiga.
que, se se consider o deseavol- Era natural, como a todos n6s, que, o
da civilisaoo no sou todo, o ho- egpectaculo das cousas presents, na arncia
mii desapparece na humanidade ; e que de perfeigse que o dominava, o desgostas-
ltla, considerada em massa, o home se profondamente ; mas queon, melbor do
niao obedecwr sendo a leis inflexi- que o profaodo historiador, sabia que, em
S Oque elle chama seu livre arbiLrio quanto as homes nBo chegarem a dirigir
a de ser uma realidade, para dar aIn- seus pensamfientos e a dominar suas affei-
a a causes constants, postas em evi- oes por forma a estabelecerem entre si
ecia pelas estatisticas. A sciencia nao um accord cada vez mais perfaito, as-lac-
]6de, pois, tomar por assumpto senAo o tas, as revoluqes e as guerras, serio con
qua 6 necessario. 0 quae se pas.a no sequencia logica da sua ignorancia e pai-
p ndo physics parece dover dar-se tam- xoes; suajusta expiacao; limited a corrup-
ui rno mundo moral. 01o de uns; progressoparaeoutros ; estra-
Usta doutrina, corno se ve, trata de il- Ida abertla civmlisz,0o das naCoes fortes
luisorio o sentiment iatimno que o home e sAs. Ora Alexaudre Herulano, quo tan-
tem da sua liberdade, e tern em pouca to.amava a .terra qae lThe lhe deu obero,
conta o individuo tornado isoladamente. e de qae sabia ser j a uma das principles
Nao sio novas estas ideas, mas simples- glorias, trermia per e.Ia, quando a via tio
meate modernisadas. Conhecia- as a fun- afastada d'aquellas condio6es, a caminhar,
do Alexandre Hlerculono este grande pensa semr a consciencia clara dos soeus erros,
dor que, corn notavel sagasidade e maleae para a voragem em que a lei da necessi-
bilidade de espirito, sabia conduzir a pa- dade bistorica e da sol' aedade dos ho-
lestra entire amigos para o assumpto mais mnense do progress da -#tanidade, sub
do agrado dos seus interlocutors, sobre- merge -a'i nacionafidado. tudo quando, em harmonica coin as coigta-l etitico Oe desadencia via-o elle para nbs,
0oes predilectas da sua idtelligencia privi- para a naco vjsilba para outros povos,
legiada, algumas vezes discutio comnosco na mobilidade ds iostituiots, na perda
o0 valor d'aquellas theories. Ninguem, co- dis costums bticos, no relaxaento
mo elle, penetrando corn rara intuioao dos lacos do famlia, nai"ispersad'ls f-
nos arcanos da historic, melhor the fazia a feioes, -a,. dbiidade des caracteres, no
syathese, i'to e, reduzia aosseaus elmet- i rouxa ielo da creas religiosas, nas
tos esenciaes as lois da eivalia rma consolago para os que a tudo prete- tificor, nap lio nivel das artes e das let-
rek vY6r pairar nas elevadas regioes do tranasacep &is da prosperidade male
peisamento os poucos que teem asas o fa- ria l, e at pDasOrmas do trabalho
zer, observer como aquella froute se illn- e. na insL i iade ds ftdrlunas.
Minava, os olhos ianpavam fogo, ; gpstOl Alexantre frcutana foi a exemplifica-
fhe acompanhava a voz- soaorp e persua- Co 4esse C9rdo enolr os inslinctoo, as
w, e o calor d ide as rbe co 1i0va affT Wn11a0IZ saoqe
aquelles sobresitos nerwosos, qoe, long elle prop'una como ideal da civilisalo ; e
de Ihe ptostrar as forgas, e am estimulto lcunno iiprimlo ao sen character, que
para major ex#4tICo. A nao qcerrmos, I sos jIbe, r ma logica iiquebrantavel
dizia o nosso mallogrado amigo, pprdor- depr eder, a ponto de o tonar singular-
nos em abstracces, hia indaa do' do pro- nole diguo da v neragko dos hmens.
gresso e da decadencia das sociedades huo- I
nas, 6 no bomem dotado de liberdade, na A o home misente que o nosso
sua consituiaoo intellectual e moral e lei excllene te igo o Sr. Antonio de
leis que regular sas relaoes corn seas so- SerpA Pimeotel, es oheu para delle fazer
melhantes, qa e poderemos encoitrar as am tudo tio competo, quoe o devemos
causes dW' ueI1s phenomenos. '0 aem f coasiftV4 a saa melbor prodackAo little
e s o 6 n 0 factor permnen rarla. E' um trabalho meditado, dispos
real da 4 Iao; peo homemr indivi- iq com raro methodo, e. na sua apparent
daaIm Q -esta. so. esplic. A' ackae Wtiotp1icidale,,executadochm suma arte.
-rcla WM da homeme mesmo por si, Mo 6 novidade para o leitor que o Sr.
elos aems *n tes, 6 a unica can- Serpa posse em alto grao e gosto qoe faz
>s& mOw1ie*los da humnaidade; o escniptor e o bade quo faz o estadiata.
dqs spesamentos, ada umt A soa phrase 6 limpida e corrente; seo
adousacoustitue um el, mento pesamento esclarece o que toca. 0 aran-
asta succossao.de ates e de pen- zet pedantosco, o enredo de termos abs-
qIe formam a civilisacao; e todo tractos qae encobrom o pensamento, de-
deve ltor para ii que, em caa sappareem,. filtram-se atravez da corren-
tomda sua lid., oll trtblba pa (e tpd- -h anidade, que pareco absorvelo e costitue o sen diser. A elegancia desaf-
s eote no o etti .. ^ 9o1j9t aectada ,de aylo nado, e por we-
nat*io DOS nosarne Msagsre- nos orido e ae da as id ias cons-
fata d da d in: 8a *bti fatal UUK ai fpiaide de escriptor.
ua historia a successor dos factos e das Aniado por estes dotes, soube lirar
causas unica os pensamentos e os actbsdo d'olls 4odas as vantagens ua propente
homem. Mas todo opesam e lode obra. Wo eu arle,#umqnantoa
o act, prodorm n n lte uaS forma. Pois o embeca a4scorde-
conseqeencias, e d'ssa ielA2 4am tan- moe za aIgi& ,is< tt vat muito
te resulta a necessidade bis4cat quo ea ai ria. utc 4is r, para
lei priiordial da civih .,._-: -- e o r : ]


FOLIIETW'



A BRAZLEIRA


..; 1A. EA T WA y' 4i-'


l' PROLOGO,
i,(Continua lo do i. 1 '56)


Nesse c;
as'sispo
moraes
ida e
Em-


A paixo dominanter doe Herculano en a
do bern e do justo.Alexabdre HercQla4#
foi, antes de tudo, am gram de caracr.
E ft0i isso mesmO-que o Sr. Serpa Pitpn-
tlel demonstrou principal e mtagutratinn-
te no sea c Estu docritico corn um ri-
gort de dialetica que ao a fraqeja am'. s6
momento, ovidonciatdo quoe grand- pa-
triota, como h isatoriador, como politim,
como economista, mesmo posergandoa s
vezes principios, tides por mais vendad-
ros, foi s.6 um em raudo e em todas asa-
cas. -
E nao podia ser de outra sort. QueMr,
comno. muitos dos que se honravam d he
chamar mrestre, o conheceu de perto, sou-
be sets busto notar quo Herculano era
eesencialnmeonte uma natureza moral. As
cathegarias em que elle fazia entrar rodas
as cousas eram a do bern e a do rmal. A
seoiedade do sea character longer, de ex-
cluir o enthusiasmo, dava-lhe fora,. Ale-
xandre Herculauo introduzia o fervor da
fM em todas as cousas que desposava.. lr
essencialmeont um creonte. Possuia os-la-
dos nobres de urnm tal character: rija tem-
pera, sinceridade, rectidao e ardor. Tinhba
tambem osdefeitos correspondentes aquel-
les: a sua gravidez era as vezes falta de
phantasia ; sua solidez tornava-se em as-
pereza ; saa intelligencia, dotada de apti-
does variadas, tinba mais extension do que
artificio. Seus raciocinios era abstractos,
porque OjIe preoccupava-se *ate dos prin-
cipis do que das realidades; suas opi-
Wines era absotutas, porque o sea espirito
alfQ| today a verdade A esme a altura, a
de ua Artigo de relgigo, Assim -se oexplica
0 pendor natural de Alexandre Hercalutano,
( e nete ponto nio concordamos comlC -
lit st eoi*Vnowo amigio);para as -
radicaes, nao send o raicalisrno outra
cousa mais do quea.applits0io do absolu-
te a political. Isso explica tambem nao
ver elle que a politic& 6 o que ha de as
relativo. neste mundo, de maneira--que .9
radicalismo sb serve para fazerr-evoluoo,
correndo o risco, em tempos nor-naes, de
cullocar as instlituioes adlante dos cosut-
m es. -. .
Todos estes caracteristicos do individuo
manifestam-se palpavelmente anos seus es-
c-iptos. A solidez, a sinceridade trado-
zeor-se aqui, mr o auzilio deo uma prosa
incomparavel e portanto unica, petla con-
sjcinca dos estudos e certeza da eradic-
CAo; mas a falta de finura e artificio tam-
bemo se revela por vezes ua fraqueza da
critical. Alexandre Herculapo, pola Oeces-
sidade que atinha de theses axiomaticas. e
completes, preferia a duvida a submissle
Sepirito.... Antes assim. Antes meaos
iil na critical do que septic no fund;
os qe o slo, assimr como so incliam a
desprezar seos semelhantes, e mais dispos-
tos se seteum a coosultar o lado frtaco, do
que as virtudeS daquelJes; pola msma
formal, no estudo da sciencia, us sologlo
os problems, as reticencias, as davidas
ee Hwt cercam o espirito sao tantas, quo.
reconhfodo a impossibilidade de pene-
trar no fund das cousas, involved no
aesmno descrdito a vordade relative
qoes6 se impose pelo brilbo das apparent.
cias. :


Ct nomo
1, oo I


IL
o. eSr. A


r'icos. Os versos de 0ercslano sao a saa
historia intiUma, a historia da sna mocidade,
porque foi s na' sua tocidad e quo fez
voersos.,..Aauamaegurasdo eui4o, as -au-
dades da-patria, odio a tyrania, e a
creuca om Deus e na liberdade, slo a tq-
te perenoe 4asna inspiraio. Poes ia -
deo, sj'pgeta,,profeada, mas poesia verdadt
ra I Em quanto houver quemr tetb o
amor da arte e o sentimento do id6al,-;
umquanto houver quem tenha o sense poe-
tco, haveri quem digs que Herculano foi
um grande poeta.-P
Nio quertaos meter Ieae ern seara
alheia; no. nos Julgams compe tentes -para
avaliar do, estre poeco de Alexandre
Herculano. Esta coofissao sincera nao
quer dizer,I porm, qua nao sejamos capa-
zes de camue qaalquer simples mortal, sen-
tir o belle. Mas, como nio ha dons ho-
mens que apreciem pela mesa formna o
mesno phenomenon da natureza, a mesma
obra prima, tambern na.) ba dons indivi-
duos que julguem nma obra litteraria per
modo ideatico. E' aomesmo tempo das
harmonies latentesode nossos sentidoa, d
ed~ucavio de diossos orgids, do 'BTvol-
vitnento de nossos conhecimos e do nossas
affeig6es. Temos visto honeos compeoten--
tes julgarem diversameote do merino poe-
tico de Herculano. Talvez que, se essas
impresses e esses juios nos teem pareci-
do contradictorios, saja porque iJgoremos
a riqueza e diversidade de elemefttog que
encerram. Nio saboremos quern escreveu
-que a poesia asceu do primeiro grito
de enthusiasm. Creoos que isto e uma
grade verdade ; e cremos tambem que a
poesia, tonge de star nas Qosas, esta em
D6s mesmos. E' a nossa alma quoe a con-
cebe e a enpgndra. 0 omem, no sen me-'
nor movipasto, na sua main teve sensa-
0o, compe-se de rbythhoe, de harmo-
Mias. Mas efte .o Yive -a vtda da alma
toda a um tempo ; newl pensa todas as
i46as ao mesmo teapoW;, nom see em
toda a saa plenitude, vozes, lazes, emo-
oes passadas, recordaoes, sentiments,
04 0'es. Mao, se, articulado de ocerto
modo, de algum ponto, parle um gri de
alegria ou desesperaglo, 6 que uma se n-
saqdo ingento so apodera de nbs,j desper-
taudo aquellas consonancias e barmonias
escondidas no fundo do nosso ser; 6 cer-
to quo nos sentimos transportados para
om mudo u melhor. Eis a que 'o bell,
segutdo peneamos: o universo, retlectin-
do-s, no pensamrento human ; mais do
que o esptendqv da verda a propria
verdade' em todo o seu podeir. a Q ideal,
dizia Hefder, represents as harmoias da
atureza humana no seio da harmonia uni-
versal. v
Segundo esta ordem de ideas, salva, reo-
peimos, a os, ssa incompetlencia sobreo as-
smpto, parece-nos peois quoe, se nioda,
polo menos uma-parte da obra potlica de
Alexandre Hercolano, merece os elogios
quo o seu apologist& Ihe disponsa: algu-
mas d'essas posias so ilieate arreba-
tadoras. Onade pr6em aft a divergencia
do opiuioes, JufJo, 6 ata do ta-
lento -de prosa4r do cier* da eswla ro-
anUtica em Portuga. 0 capiti consa-
"'ado pelo Sr. A. de Srpa a por -m rele-
we as oxcolbencias do prwsador liuinallal.


e invadido
se. apercB


~ et~ A. Hoerulanor, pez1
as em o

11Unto.( valentia
fvc 4o uen es~tylo, amplo e mages-
4 ..m4*af o; dom euompqase, comro
qoeupiaeia armore ou em bronze
aqe qoeria transmittir ao
lehopr. a A'Waimescrve mui acertadamen-
to o Sr. Antoaio~ de Sepa ; e aecrescenta
a e m os dotes de escrip-
r qe s i e Hrculane, nao admire
q0e o1s0 urspos sobre qalquer as-
supto fosse d ocurados e lidos corn avi-
dez, e que, por consequencia, tivessem a
influencia litteraria de urn fundador da es-
cola. i
So II[
A's cren~as religiosas, estudos historicos
e etoAomicos de Alexandre Heorculano,
coosagra o S'. A. de Serpa os ultimos ca-
pitulos do son tiero, de que passamos a
da urea breve noticia.
Nor dons primeiros assume tos, para
con*lmar o que o Sr. A. do Serpa escreve
a tal respeito, apiepllaremos ainda para as
nessas palestras de Val-de-Lobos. Na ul-
tima quadra da vida de A. Herculano, a
dexsepao dos que o tratavam de perto, to-
dos o imaginavam como que amortalhado
no grand, silencio do seuo hermitorio, des-
quitado do mundo social, e mesmo do
mundo intellectual mais mroderno. Grau
de e grave injustir a n'este ultimo ponto
feita a quem a sede de saber se toroara
insaciavel!
A. Herculano era de urea aclividade,
de uo vigor physics, polo menos appaten-
te, que sorprehendia. Quan.d o o acaso
Ihe deparava no soe retire alguem aman-
te das cousas ruraes, era vel-o subir en-
costas a marche-marche, descer aos values
de perna larga. saltar vallas, sempre fal-
lando e gesticnulaodo, explicando os por-
menores dassuas cuilturas, iuoquirindo, pe-
4itdo oselhos, e nofessando-se, corn
inevitad vel franqueza, ignorant das scien-
cias-e effeclivainente o era-auxiliares
da agriculture. Tudo isto era feito n'uma
carreira o loogo folego, capaz de digerir,
em pouco tempo, o alpnolo mais suculen-
to. Addepois, entrado no quiet e mo-
desto gabinete, bastavam-le poucos mi
autos decorridos para de todo se esquecer
de vinhas, oliveiras, cultures e anlirnaes.
0 seu espirito voltavare-so para as cogita-
Qion que mats o elevavam ; e a sua apti-
deo polyglota habilitava-o a interpreter,
nos origioaes, a evoluiio scientitica mo-
derna, que a mator part dos estudiosos s6
pode conseguir, usando de tradncQoes mais
ou menos ties.
E' evidefte que, em assumptos de reli-
gito. A. Herculano, depois de muito os
estudar nao aceitava as novas doutrinas.
Mas cumpre confessar que os principles
oinflexiveios que professavt a tat respeito
no era os de urm espirito de poeaco alca-
co. A. Hlerculano era wita legitimro repre-
seotante dresses homeons qae souberam ser
ao mesmo tempo marty res e defensores
da liberdade de consciencia. A toleran-
cia civil conciliava-se ele crn as fortes
creoas ; e dessa conciliao entendia eilIe
resultar a melhor garantia para aquella
liberdade. 0 respeito da eonsciencia e o
preco infinite da verdade, dizia, sao as
bases mais solids para a liherdade, que
tern softrido tant, oqan os fanaticos do
atbeismo, come corn os da devocao.
Da moral philosophica das ultimas es-
colas nao era meneosspronuociado o seu
afastamente. De sobra sabem os leitores


que, entire todos os povos, foi por muitos
seculos complete o accordo centre a moral
humana e a moral religiosa.
0 desaccordo nraceu, npo ha muitos
annos, da idea compuelameate moderna de
ouma sociedade e per conseguinte de umaa
moral secular, que 6 qecessario noo
coofundir oain a. moral natural, e que,
lounge de sr alliada, ddamoral theologica,
Ihe 6 copletitnolte coitraria.
o e'einto m lar r~vin(ica hoje a di-
recgAo de Wdos os intersses bmaanos, in-
teresm moraess, intellectuals e materials,
e proper iap6r- ea lodos os povos civili-
sados coa a libbrd'ade de consciencia, sem
comtudo romper baoltamioeuto corn o
christiarismo e das doutrinas as-
ceticas e MIX VO febrami a d6r e a
jmmuola o. A fierculanio notava
con veMdadeir sAgadade as difficulda-
des inherentes ao estafeleooimnioto de uma
t -moral qe ses t ao p6de pertencer a
oma dada ,r Amom m o o p6& a
04-r soil qvakim*. torque


era


pea W 'o 1
o terna de certosa 4 s0io'
evoloAo do Spen ,es l
semeihante a umaia hyp
que da for assented que
pbhilosopbia, sujeita ao im
seguem, no sea desenvoil
damento parallel, pre
ideas de S. Mil maior a
que um actor para ser born, nao basta-
d6 satisfaoio ou vantagens a qe
cuta, mas sim quo esteja em
corn as lois da evoluoAo social. ESW '
trina, que a primeira vista, parece niore-
jeitar a idea de perfeioo (H. Spen8oz .A
moral evolucionista)-.denuocia a fragiH-
dad, de seus fui-eamentos, quando majb-,
tarde define a felicidade ( a maior soiama
de prazor e a menor somma de dor, V e
supprime ao mesmo tempo a pessoa moral,
livre e responsavel, raiz unica de uml-lei
obrigatoria do dover, que, como e sabido,
6 a base indestructivel da moral vulgar:
aCreio que Deus 6 Deus e os homaens livres.
Este famoso verso de Alexandre Herca-
lano, interpretado na sua mais ampla e.-
nificaAo, compendia em admiravel syl-
these os principios que lhe serviam de nor-
ma na maneira de ajuizar das consas di-
vinas e humans : A. Hierculano era um
espiritualista, na genuina accepto, da pa-
lavra, e, como tai, nao admittia que fosse
possi-;el edificar uma theoria solida do de-
ver e do supremo bern fora dos trees prin-
cipios ou postulados seguintes :-a exis-
tencia de Deus, a immortalidade da
alma e a liberdade.
Nao eram menoc explicitos e arreigados
em Alexandae Herculano os principios de
philosophia da historia, pue nunca o aban-
donaram em suas longas peregrinacOes
polo passado, e serviram de bussola a sua
rara intui~ao historica. Substituir o ob-
jectivo ao home, reduzir este ao papel
passive de instrument registrador, tal 6
o ideal de ura ceria philosophia que mu-
tila a historic, pretendendo restituir-lhe a
verdade. Alexandre Herculano revoltava-
se contra taes principios, e nioguem me-
Ihor do que elleo soube combatel-os corn
obras. Dizia elle corn verdade que, eem
qualquer paiz que appareca, o sabio-nao
fallamos do erudito-6 sempre um poeta.
Erram os que pensam quo o historiador
perfeito, o philologo emerito, o naturalis-
ta serio, devam ser -apenas: o primeiro
um editor de texts, o segundo urn exage-
tLa, o terceiro umn colleccionador. Sabia
bern que toda a preparac.o scientific ti-
inha de ser longa e austera: notar e clas-
sificar os factos, em qualquer dos ramos
do saber human, ha de sempre absorver
a maior part da vida do homnem estudio-
so. Mas as intelligenclas superiormente
dotadas rino penetram nos pormenores das
coisas sendo para descobrir affinidades se-
creLas e dellas deduzir leis geraes.
Haviam-nos dito, antes de terms )ido
o livro do Sr. Antonio de Serpa, qae a
sua obra apologelica era principalmense
enderecada dos synthelistas on syntheti-
sadores de todas as orders. Cumpre-nos-
aqui defendel-o. 0 nosso amigo, se bern
que por vezes impute a sciencia ailemr cal-
pas de que ella esta innocente, sabe, tao
bern como qualquer outro, que a analyse
6 sempre o ponto de partida, mas qoe a
synthese e o tim. Este trabalho 6 efspi-"
ohoso, mas cheio de seduceiie e miragens
enganosas, que por isso mesmo leva a des-
cambar na generalisaco exagerada, na
illuso que construe sobre hypotheses pou-
co firmes, e faz eatrar em um piano con-
cebido seo maior examo materias de um
valor desigual. E' contra estas eiifica-
coes prematuras e incompletas que o Sr.
Serpa se conspire corn raz o.
De resto, a verdade 6 que o que DOs
chamamos natureza e historia 6 urns.


creagio do nosso espirito. Nao ha davi,
da que a nossa concepqio do mundo, cor-
responde a alguma cousa de real. A ob-
servago e a experiencia merecem con-
fianga. Entretanto, tda a noolo i5o 6
mais do que uma representabol subjectWi
va, uma tfilba da imaginago, e, julgabdo'
coahnbecer as cousas, nOs conbecrmos ape-
nas a maoeira4porque ellas nos affectlm.
E' necessario deixar a algum erudite a
convicoio enganosa de que elle veo mun-
do tal qual e!le 6, e nao Ibe parece setr.
A verdade, como dizia ha pouco Carpn-
tier, depois de Helmholtz, Spencer -Ty-
dall, e que para o pintor a naturwwtso
que elle ve, para o poeta o que 'A -
te, para o sabio o que elle cre.
raciocinios estheticos e sciontfiti
tam sobre images e sobre inter oii
intellectuaes de uma realidade desoeme.
cida e inaccessivel.
(Cninu#'


SO Comprehendia-se que ela era uma a-
habitual tureza exteriormente altiva, no fnii
cheia de timidez quer dizer: a um temp-
em qae fraca e apaixonada.
A condessa estava vestida de preto, pa.-
recia de lute.
a qoem Os seas gestos tinham aquelle character
doe 4is sacudido, exagerado, propriode
: doenas, que perturbam a 'eitcala:t
;, abalam o systamana mnervosd.
r mt- Os cabellos, antgameote pretos com-
Sque t aaevickhe, ago'a semeados de.os 4e prh
trgado, cahiam em banidos chatos nas ace
S dameate emmagrecidas. -'".-
it' de-, Comquanto nlo tivesse mais de 42
Sa.os, pareia ter mais dez. ,.


As duas mulkeras


No eontato, possuia ainda
reis, quoe aiam espauto qu


n'uma
em do


-:






V

1
~
p


I


I,






.41'
j.,!








i





f
'.-,.-


1-'1. A '




Full Text
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