Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:14482


This item is only available as the following downloads:


Full Text

, -


- .

'a-


27- 1



S7100o


-.
.4


-.


-4 -::t


a


* -- ~ ,~, 7
C-
--iT .~-i'4


TE L E qxW:
-,.-,.--^*^,^-'.'^
X.N~k~i,


POLITIdb#
LONDRES, 29 de junho.
Os russos peuelram na Bulgaala
pelo district de Dobrudja, entire o
Danubio Inferior e o mar. .
Na Asia Menor, a ala esquerda do
e4ercito russo lol oomnpletamente ba-
tIda emi Zewin..

PORTO, -1;o de julho. ..
Foi aberto no. j
nova exposlo g ..-
rmil. EsU Tiu&w.
COMMERCE j
LONDRES, 28 de( juho..
Funds brastleiros de t4o, e s-
timno de 1875, a 940. ,
Mercado de assucar desajfiBMrewt
os- pregos sustentados sed.-Ye
aprreclavel, corn tendenelaW p-, a
beIixar.
LONDRES, 29 de junbo.


Fundos braslleiros de 5 o0, empres-
limo de 1875, a 94.
Mercado de assucar desanimado, e
oc pregos sustentados sem varlaCAo
apredlavel, corn tendenea porem a
batixar ; o de Pernambuco GOOD BROWN
a,.27 schs. per quintal.
LIVERPOOL, 28 de junho.
"Venderam-se hoje cerca de '18,000
balas corn algodlo ; sendo o de Per-
aambuco a 6 38. d. por-libra.
LIVERPOOL, 29 de junho.
Venderam-se hole cerca de 10,000
balas corn algodao; send o de Per-
nambuco a 6 3/8 d. per libra.
Assucar mascavado purgado a 28
schs. per quintal.
IHAVRE, 28 de junho.
Algodio ordtario de Sorocaba a 70
trances pelos 50 kilogrs.
HAVRE, 29 de junho.
S Couros verdtps salgados de Perinami-
bueo de 67 a 69 francs pelos 50 ki-
logrs.
NOVA YORK, 28 de junho.
Farinha de trigo EXTRA STATE SHIP-
PING BRANDO de #6-95 a S7-15 CENTS per
I mrrica.
NIOVA VORK -90 dp iiinnlhn


(Cambio sobre Londres 4-88.
Preeo do ouro 105.
Cafe de Santos F'AIR CARGOES a 19
CENTS por libra.
LISBOA, 29 de junho.


1,2


Cambio sore Londres, prazo de 90
dlas de vista (oDINHEIRO) a 527/8 pences
por- 1000, moedia forte.
RIO DE JANEIRO, 30 do juiho, as
.5 horas da tarde.
Camblo sobre Lontlres a 23 7'8 d.
po-" 1.000 baneario, e 21 d. particu-
tar.
Camble sobre Paris a 400 reis por
tranco.
BAHIA, 30 de junho, is 5 h)ras e
15 minutes da tarde.
(Gambio sobre Lonmires a 23 7,8 d.
por 1000 banearlo, e de 21 a 21 18
tiparticular.
(amukblo sobre Paris a 399 r6is per
S I-PI.I CO.
S ISBOA, 1. (Lde julho.
S;oegqio para o Rio da Prata corn es-
oatlas pelos portos do Brasil o paquete
m inlez GUAD)IA.A, (ia companhia 1O)YA.
X LUI-.
Agenciade Pernambuco, 1 de julho
(1 1877.


Ft'LU DllIPCIUT0, J. DlHULtllEt.
Vl!1.LL I IIII~I~n 1 JILL, I.


PART OFFICIAL

Governo da provincia
I-XPEDIKNTJ: Do AIA 16 DE MAIO DE 1877
'tos
-- 0 presideute da, provincia attondendo ac
,I'l requeren o bactariel G ispar de Menezes
t.\xconcellos de runainond Filho, 2u sup-
ileoite do jtfiz substitute da 2" vara civel dc
I ;ocife, resolve, a pedido, exoneral-o d'aqunlle
Sir.- Fi7.zeraian-e asconemmunicacoes.
-- 0 president da provmncia resolve, do Ac-
,,-',lo com o art. 20 do egmnilamento do 23 de
Iin rij t4e 1874, e a proposal do inspector do
i'heiouro proviaciai, de 14 do correflt, n. ?21,
,ja.a.,r .jost! Germanu do' Albuquerque Pinto
ri-,cal interino daI collectoria de la'do d'Alho,
, 11,o acliar-se no -rozo de licem(a o effectivo.-
, -:amunicou-ise aa thesouro provincial.
-- 0 preside to da pruvincia resolve, deo con-
I'-rmidade comn o dis-posto na 11 part do art.
i' I. t da lein. 1,-108 de 29 de maio de 1873,
,lesignar o Dr. Augusto 'Trajai de Hollanda
ah cioli, para inspeccionar o pratieante do the-
-,uro provincial, JoaoGesario de Mello, qaie
pretend licenca cgm todos os vencimentos.-
C:onmmunicou-se an designado.
-- 0 presid:bntC ,la provificia, atendendo ac
,?ue requereu o alaores do corpo de poliuia
fHe,'nino de Sena.Barros, subdelegado do dis-
rict.-o de Afogados, do tLrmu de (ngazera,re-
.ol ,;e conceder-lhe 2 mnzes de cnga. V
iljl.) por ikticlro para tr.tar :at gna. s.ifi't
(fficios :
-- Ao eooManimmW te dma armnas--.-DeferiAdi
i) rqu.er- -4do% cu,'lee 2o 4 orto io'
' balaHI^ ^paita'Ju, Jia Fcuoa*t 'lj
AlLb .- o V. etqabe i
vista*& liM^ ^fe e GUIsua iQrmaAK~
Q) ^ ft~g H(^f-O a eondleder ao 4I^
.. l Wpd 01M.W part ir a Para

*ACVrn tin


q.por esia pramaHBCB
dedirigir e fiscalisar aso
cab dos agudes das refer
tos da adici da ultkima-i
'As readmi es feitas Ie
deS, Boento, enmiafamte
LiOteo afm. deo
9wpnts.' Aplmva-flt
MI
in121iaaj 3


trin e 0P32frerI
indirocta e pCt '"a*- -slo I
que-alli se ach. O bal-e baldos de
recursos indispe IQ .subsistencia,
conforme raqaii||i em o predito
officio. .. ."
to, ins'peG agi is de faze hinda.
-Se ostiverem 1 tas 4docamon-
tadas, junt.e. -le V. S. pa-
gar aso pgnperintte dorro do
Recipe a 8. fr'noil Kvnele dos
transportesoetM ote o Tnez de.
abrih nos carros dil ,trada, por conta
dos ministerios da c da agricultura. -
Ao mesmo.-rr o a V. &,. para os
devidos fins, a inclusa ordem do thesouro na-
cional de 3 do corrente, n. 94.
Ao do thesouro provincial.-Ao arremna-
tante da obra do empedrameoato da estrada de
Afogados a Giquid, Carlos Eduardo Muhlert,
made Vmc.. pagar emin apolices de 7 0/0, nos
terms da sua informagAo de 12 do corrente,
n. 219, e em vista do certificado junto......
4:762$091, provenientes dUa 6& prestaCAo da
mesma obra e do accrescimo respective
Ao engenheiro encarregado das obras g,,e-
raes.-Ponderando-:ne o inspector da-chesou-
raria-de fazonda, em officeio de 11 do corrente.
sob n. 265, que nao appareceram licitantes a
compra das madeiras restantes do passadico
existente entire os bairros de Boa-Vista e San-
to Antonio, annunciada para o dia 9, recom-
mendo a Vinmc. que made demolir o mesmo
passadiCo e ac "ondicionar as madeiras, afim
de niao extraviar-se e aproveitarem em
obras, por conta o nministcrio da agrioultu4a,
as que estiverem em born estado. -
Ao juiz de direito de Ouricury.- Devon-
do seguir para essa villa o Revd. missionario
Fr. Cassiano, incumbido por esta presidencia
da direcvo e fiscalisaQio das obras, de re-
construcCao do aeudee concertos da calteia,-
recornimmendo a Vmc.que presto ao referido mit-
sionario todo 0 auxilio e apoio al ario ao
-born desempenho daquella comr t.-Iual
ao juiz dedireito de Villtae-Bella, e *aos juzes
municipaes e delegados de policia 'de. ambos
us termoas. -.i
Ao vigario do Poro da Panellta.--6ltto
a V. Revm. dous livros de 151) folbas, devida-
-mente numerados e rubricadiua, que do eriao

1I, no trem 9ido
recebidos ahi os, que foraum cnviados para esse
Irm em 1872. Gumpre que V. Revm. os faga
sollar na recebedoria do rendas geraes e in-
demnise a fazenda nacio nal da importancia de
115t00, em que elles importarani, procedendo
desdeja,-aquelle registro, que develab remon-
tar-so eA data da lei n. 2,040, de 28 de setem-
bro de -1871.
Ap comrmandante do. corpo "e policia.-
P6de Vmc. engajar'o paisafo .los6 Donmingues
Vianna, como solicitia em officio n. 595, deo 12
do cd6r.nte.
Portrria:
Recoinmnendo a camera municipal da
Itamb6, em resposta ao officio de -16 de abil,
que corn a possivel brevidadc transmitta-me
o piano e orcamcntodas obras da casa do mrer-
cado, cuja construccao o major Jouo-Alvares
de Carvalho Cesar soe propoz a cantratar, in-
1formendo outrosim so as referidas obras forarn
postas em hasta public- e corn que condi(5es,
conforme determine o art. 17 da lei do 10 de-
outubro de 1828.
EXPEDIENTE DO Si-.CiETAIUO
Officios
Ao 1o secretario da assembly .provin-
Scial.-N. 85.-De ordem do Exmn-. Sr. presi-
i dento, transmitto a V. S., para ser submettido
ii aapreciaclo da assemblhka, a inclusa informa-
cAo em original, prestatia pelo engenheiro
ajudante da reparticaio das obrqs publicas,
acorca do assentamento de limpeza na casa
n. 6 (do beeco do Falcao. Assim flea satis-
Sfeita a requisiyiao constatile do officio n. 38,
que V. S. dirigio-me em I do corrente.
-An inspector do thesouro provincial.-
SDe ordem doExm. Sr. president, communico
a V. S. que nesta data, foi approvado oa acto
polo qual o subdelegado do distticto de Afo-
gado, do Recifo, resolveot alugar em 1-0 do
corrente a Jos6 Ferreira Campos uma casa
polo prevo de 145000 mensaes, para quarrel do
' respective destacamento, visto o mao estado
da que aatderiormento servia para esse tim.
Ao commissario de policia de llamb6.-
De ordem do Exmn. Sr. presirdnte, declama a
V.. S. quo, para ser autorisado o pagamento
,la despeza feita corn as conduccues dos far-
damentos e sapatos, ab quo almmde o sen olficio
de 11 dopeorrente, laz-se necessario a exhibi-
c'io do documwito devidamente sellado.
-- Au sargento da guard local de Jaboa-
lao.-De ordeni do Exm. Sr'. presideaite, accu-
se o recebiremto do bfmicio do V. s., de "14 do
3 eorrente, eonimunieando lIa:ver no dia ante&
n riorassumido o commando nor ter sido re-
movido para Cimbres o cominissario Manoel
lRainos Moreira do CotmLo.--imnnummnicott,-s. ao
thiesouro provincial.


DISPACBOS Do\ PnLSIDEXCIL. DO DIA. 28 DE
JUNHO DE 1877
Antonio Augusto Pereira dia 4 ilva.-
Encaninh-e. :-",
Erqilio Paula de S~tz-..- ^zHtofsWe
Sm. brigade4- ornrnand. d$ t araii.
Francisca Maria h 1"nceiao.--In-
f0rn e o Sr.rm dee, 0 da colniahIsabel.
Izrdoo J4I $&h6 caretlhas.-
.,ti^ 64&'dimnentoia e-







,do-th


a
I:
a


^ edfficio trodencla do em -
t30-d Jbonho (f 187. :-, .,.
0 Oportoi?,
ow.4 Go, swaefeb dm"s 4"- mqt ..-O
rij4i-am ~ 11 .4 nti~t**^


- LALLIAUU~W ~ YW


ramn


[fwAe' AmMA k,&r 0.em VB"^ --
411 que ehegoa, heat
c arte, PaM pmando qu he
do. n9diaa-de julho "v., e g
a 7yevistW d6 awtre.-^ i^^^^ e
entwegemiffpf St.'
va corn as devidas form i .
Determina outro sim, quA no rofe d.,
seja desligado do deposiro de, rowutas o Sr.
capitAo honorario do exercitoAntOi-r- Gracin-
do de GasmAo Lobo, qutA dpes Ia mostraM
er.tregard a quern competir o commando da
companhia, e em soguidap pse a .tAWar -o
commando do forte do Bqra!co; par j tqual fit
-nomeado por portaria do minlsterWdOgoerra,
de 28 de maio- ultimo, que di(spusou desse
commando'o Sr. tenente -Tef'orado- do exer-
cito Manoul Carneiro Machado Frer- como
fez public em ordem d dia da-'OrepartlWo'do
ajudante general, sob ii. 1,297. -
(Assignado) Manaeqel da Gunha Wa.dnrloy
Linis.
Conforme. o tenento Jos Ignretw Ribeiro Roe-
ma, ajudante de ordens de pessoa.

Reparti9ge de -,o"i6& ,.
N. 50.3).-2a seccao.-Secr. ..;
Pernambuco, 30 de junho do. (7.
fIlm. c Exrn. Sr.-Par qua
foram recolhlidos d'-'
guintes individuos .- -
No lia 28 desW'i i aon 1 .
Josd Ferreira deo "iio do te rl6
(ia Escada coino sen t -iad&, & disposi-"
gio do Dr. juiz de direito das execu-
(,i 0s. ::


is<' 1! d
! to, ;ardif
.la Witar
jt^edil

Soetc
yeDE





yvaM r asv
eq








El
ep.
dof dot





tio
broi
uc isW!4
balritt


A' ordem do subdelegado do 1 dis- Q^
tricto de S. Jose, Manoet Jose Gomes e defl-..
BelmiroJos6 de Lima, per disturbios, j
disposiqdo do Dr. delegadd daucapita moq.. M aR
SNo dia 29 nao foi recolbida rv q A.
aeus gurden a V. Exc.
Manoel Clementino -tarn id








I10 1E JANEIRO dtas
llos. ', o s






.. 25 de janlio de 1877 contar.
Quando tanto se tern aIllado no deficit an- Asb
nunciado pelo Sr. ministry da fazenda, e qua.- os.as suoc
do, por causa delle, tantas declarnmaos so temrn Prpr6vidc
levantado para peair-se, nas discussOes dos NiO hQa n
-orcamentos dos diversos ministerios na Ca- to,. UmP-
mara dos Deputados, reducc5es inconsidera- do riqtxeza
das dasdespezas publicas, serm 0 recessario dizer inbx
estudo, e que, so fossem levadas a effeito,des- grand e c0
organ.isariam servigos indispensavis, produ- fporta lsto
zindo seria perturbaAo'o na administraQao pu- cia e crite
blica ;-n5ao deixa de ser-me grato annunciar- curses.
!he hojo o facto de ter a commission de urea- "I So er
mentor, na ultima conferencia que teove cuom -
aquelle ministry, chegado, depois de um acu- se seguiri
rado.trabailho, a extinguir o mosmo deficit., ri, nAo o
NMio foi somente por meio de o6rtes nas zentos En
verbas de despeza que og podium comportar, mil brasile
que chegaram a esse resultado. Umn novo es- da popula
tudo sobre a receita, fundaio em novos e re- bravos rob
ceites dados colhidos polo thesouro, que sor- nal) teriat
virai de base para seguro calculo, mostrou co0d4bte, t
que a receita no proximo future exercicio deveo m o-cabo
ser muitomaieor do que a da proposta do go- hido no fit
verno, e que, em vez de deficit, pode-se miesmo Eatretn
esperar umrn saldo de 1,400:0014. a nossa p
Polo memos e e quo consta do.. parecer da comnercic
referida commission publicado no Jornat do -to ; eteTi
Commercio de hontem ; e isto dispensa a crea- mentos, e
gao de novos irnpostos corn que lao sobresalk era no col
lados se mostramn carts espihitos. No nurne- A propri
-ro destee. paYoe que se ac!ia a Associas'ao recoolhece
Commercial.Bmeneficente. dessa provincia, que mwesma 5j
acabat e dirigir A esse respoito uma represen- pioptia ii
tacao a Camara dos Deputados. Ainda h
Dbvemostodos folgar que se tivosse che- discwurso co
gado ai to feliz resultado sem onerar-se A po- dainto .
pulago corn novos, impostos. Mas se tal se A-,nor
nbo tivesse conSegnido, embora as crescidas' n'o dewes
reducbee feitas uas despezas publicas (s6 em dadies, e"
cada un( dos ministerios da gimerra e marinha 0 fltst
foi essa reluceo de inais d., l,4')):003$,) como nOs ne"
eouilibiar ai rccoita corn am mesmas despe- -rit
zas ? naa se f
Alern de que o augment de imposto, lemn- Los .4
brado pelo Sr. ministrdrda fazoida recahiriam n m-.e
na quasi totalidade sobte artigos de consure- porda.
ito das class albastadas da sociedade o nao Nemo o.
gravariain as meaos tvm)recidas da- fortune, a viU .
que nAo fazem uso dos objecltos de luso. de do
Tratando desse assumpto no seu ultimo re,- (d'*6
latnrinA nnP[a.anfLbntI U a /inaiq.. Arnfivrw-t. A' ReHT.&,Crie


rreferido tainistro nos seguintes terms, queo lte
julgo covumnientL dar a conhecer aos scuseIi.- .nqften
lores : -
a Termlnnarei costa parlt, do mie ti- Wf fr>- &y
zeodo iais utl.is apSdoraeAo *'fa sl.,
p Osu.os tul jo^tldfun S


j~j1^^ 8io d6e IpGOM
i*,. atados, que o, p ,e
^o6n(^ aorecarrelladog.)i I
M~tSH^e, que nlo precita
Los d-quae .somos obrigao, panr
nioromemlo$ moraes- maD
altami e a elas sobram, pesam
bosetSliabitantes. ,
% Mm disto, de neoahcio m
aivl m augwapuio de ,'oA
64. ribuitl. 'oc vamiat- viFr



dorgoitmand, qae$ .s
A9.nbt quasar. io.;


b4*to
bfigrl
itt'mw


)elo, teriamos quqebrado o remo e ca- Essa dependencia nao foi, entretanto, o uni- moral, para queo tanto contribuiram outr'ora
rndo da canoa. co effeito produzido, determinadlo pelo quadro os privilegios collectivos ou nessoaes do dvo-
ito fizecmosodebr doetal sacrificio; Jas ordens. Outro effeito produzio elle, e por rianstvo.
)roducao tern atugnientado, nosso ventura mais grave; tal foi afas ar a nobreza Hoje, singularmonte reduzidos pela exten-
o teom torado maiordeseovolvimen- 'das demais classes da nacaio, d tancial-a da slo das garantias e liberdades publicas, esses
os realisado important melBo1ra- terra, base naturafde toda influen ia duravel- privilegios, que o dvorianstvo recebeu comno
a nossa, reeika ) quasi dupla da que para lanal-aino exercito e na ad ninistragAo, dom do soberano, quasi que nao tern outro
neco d gterra. a atirando-a nais cidades e especialn ente nas ca- valor que nao o honorifico ; mas outr'ora fo-
ia opposio no parlamento, j',ta- pitaes, onde o.s seus membros ia buscar po- ram elles um grande entrave, embora sua re-
ndo e onfesuacdoe a verdade. Ella si&ao e importancia. center data em relacao a4 extensao feita a ou-
CombaU%..os terrm es oradddo pela A legislacAo.de Pedro I privand dos direitos tras classes.
ai o. a no denobrezaa familiar cujos members durante At6 as ultimas reforms de Alexandre II os
ontemr, itzia o Br. DntaS, no logo duas geraoes, permaneciam f6r do serviQo, nobres, de feito, possuiam pessoalmente tres
mm que'jniciou o& ebate "s.bre o or- obuigava coam -effito o rico propietario a ir privilegios capitals, que eram partilhados pelo
tio miaietio da agncultura : ganhar on conservar o soneu graoan tchina Ion- clero e pelos negociantos ; takes eram: a isen-
sa situacQa9o tnceira 6 difllcil, ma ge doe-suas terras; e, consequen mente, for- Oo do servigo military, a isencao do imposto d6
peradai. podemos veneer as difticul- ava-6 ai abandonar os seus ben ab ma ges- capitagilo, e a isenca.o dos castigos corporaes.
conflo queas Vomeremos. ) aou a ma f6 de im intendente, que de or- Dessas immunidades, a p'-imeira foi abolida
re deputado06aiano, por6m. nao v'. dinario o prejudicava. pela reform que tornou obrihatolio para to-
annoi'da-,.aW sstUago senao esto- Assim empobrecido, destacado o solo e do dos o servico das armas, a terceirF foi exten-
esterilidade no o a porqdue, alh 6 do lar, o dorianino sentia-se come lnotie isolado dida a todas as classes, e a segunda nao tar-
er obtido polo I~lo dos melhoramben- e privado de influencia social: e por isso ines- dara em ser abolida, porque, pesando a capi-
ada pel. necesidades pjblicas, mo creouon aversao ai tchina, de cuj, tutela es- taClio hoje s6inente no camponez, sua ievoga-
spendido quantias enormes oi pura foriava-se per emancipar-se. cAo esta aceita, em these, pois estai reconhe-
S a Cahida em desuso aquella legslaCao, as cida a necessidade de substituir esse imposto
frand* 06tivplty o 0 u(temtid condiktes -s e 'idifioaram .poto e pouco, e pelo imposto territorial.
ef--a -estrada por tin mutets n-obres; ries pprietarios, A nobteza russa, privada dresses privile-
09C( O s cosognuiram, ap" piuas anns di mocidade, gios, quo eram sobretudo g-irantias de homens
rgc pausdwasR4%trdi g n&carreir civil, en- Rvres, acha-se consequentemente n' ima phase
epouso ou t esa phase'f at ai oae
tregar-se I ire e-paeifleawente ao epouso ou trans'toria : essa phase 6 tanto mais notavel
&..a. 1m de. parte ao trabalho, ganhando desarle m grande quanto, nao ltondo isencao de impostos, pois
Sdo& boem qu.e todavia teve como conse encia d que, se outr'ora o da capitaao lpesava indirect
T'l- vidir o duoriansteo em .duas ordean:, cramndo tamente sore ella, hoje seus hens, aliAs dizi-
dluas correntes.de-ideas, e estalee( ndo dous mados pe emancipaCAo, sro directameate La-
| i tlypol .yersts-:o)'oprtetario ou amechitcbik xad"o pelo fisco, a nobreza sente-se embara-
o'majdm'fretr~n tmhinotnik--riva s um do padadiante da nova situaQao di propriedade
G'-OOeD.-i'M, re" territorFal que era o seu verdadeiro privilegio,
gnu o nice qun Ioe dava um caracLer distincto.
iesse" 4 h. -be v tad, A emancipaa,%, extinguindo a different
-". "-" ., for l4da.0m ente terras habitadas e nao habitadas, arnan-
Sd nasaecessif~des eon evad( facititando a todas as classes aa"d
-* "T ruL.E 6 .jcial a -t d .hroos- terras,, come que deu-lhes atrmaitim lev.
S o dpendendo 0 rem s ultimas consequeias o o d
.0. rite do tchina. ebbijng- igildade do direito.
0.,- e: 4vadavLeio enhOme u i o obstante, ainda hoje percebem-sc o-
quio^^',..e ? _', t5 fifgencia e do' 'to pes- vestigios seculaees dessa iustituibo0 e 6 fro
.|V0fiC i|N .aflm no amr as a ella. que a nobreza teOn alias 301 d
_.lU Ora do e ado e do monopolio quasi exclusive da propridd r
!a o us- ajs- usufructuasi "e uSa bea colMeWWov opw
e- n bral, o6- da itti W Iupte t ee d
%.. .. 6 ro mais prstooa
H- -.5^ -.-- D.,e.'.B~41 ...
"t .
'-e a '
4"D ty



4'. ~ u


r-. -.

~ 1~A~


1.6 ** /- .
....- < -%
B' *" ... '- *."


p 2 -


s.,. -- *^* .' Z.i '*
I .


- -r .. QUARTEL GENERAL DO CO0ti
is, a efn a 0 MAS DE PERNAMBUCO, EM
amara mniipal DI 1877.
"en5p fimen- Ordemn do di4n. 'I
eo- 0 brigadeiro _m!wdwoant


Ii

I


SI)

K'


, 1


V".-'


, d
.o, .


pftos ,mowik.' q era etbastante tWado sido.realisada n'um tempo -em que A tanto mnais quanto a ordemni social, actualminen-
senIt9oaeloesoea omnrelo. .. ".lwuef etaea itb elevar-se senao por roio te, e depois das ultimas reforms, so acha
apljaOderawpe' iaposto do. doca do servippublico, e Lendo side estatuida em singularmoate modificada; mas, nao obstante.
m oto.h 6reqO-i uOVa, .A a mesma meIo dea um povo ainda elvado de certos pre- ha ainda na Russia quein se esforce por de-
arm.b a exfticta companhia,-anLes juizos, e quasi serw industries e oomiercio, monstrar a falla de solidez a(o edificio e predi-
9ra ser propzieade do estado. foi um grande mal para a Russia, porque, em- ga-lhb a queda, sendo de notar, o que alias (.
Otnm o imposto -de pharoes, que bora sobrelevando a nobroza, om q qual se peculiar d Russia, que os desconLentes abun-
i, nem Bs quta bot psa o qO apoiou, entravou o progress social, prenden- dam especialmente entire aquelles i quernm in-
eusoi nO ode ancorawem, em cer- do n'uma mesma rede todos os elementon cons- cumbe zelar e conservar o edificio, entire os
l titucLives da sua evoluc'o. funecionarios e no clero e nobreza, isto e, na
por taWr, deeridade qado se diz Passando da vida political para a vida priva- classes offlicialmente installada no vertice so-
es9 oei _do impostos, e sup- da, attingindo proporo5es inquitadoras, o0 cial.
i todosM qe foram deeretados por quadro das Ordens tudo avassalou, de sore Essa anomalia, que se explica polo estadu
guerra, quamdo nos achamos emin que, durante um seculo e meio, as 14 clas- social e pelo eslado de cultural, provem em
ses de Pedro I transformaramrn a sociedade grande parLe do facto de guardarern os homens
"b-da poirentagem de 30 e 40 o/o russ. n'uma especie de exercito, em o qual do povo, dd burguezia e do clero contra a no-
ireiktos d importacg.0decreftdaem coda individuo tinha o seu lugar desigiiado breza, em que o service ihes da access, to-
gI*:e3/, imp nu d 4,600 con- por lel. dos os rancores do seu primitive estado, ltodas
fTerencA da renda proveniente da Segundo esse methodo, de accord corn o as prevengOes da sua origeni.
da altapdega chega a 5,300 contos. habito de tu4o classiflear, ate mesmo os artis- Separada em duas orders, uma sahida da
pois, que,.:somentl aessas duas tas noi escaparam ao encorporamento no qua- tchna, outra oriunda da grande propriedade
esfalqqeda receitado thesouro 6 de dro, c os cantores e actors dos theatres im- dos tempos historicos, a nobreza, sem solida-
)s ,nos ultimros exercicios. periaes foram officialmente divididos em ca- riedade nemr forga propria, tern cm seu proprio
part dos-impostos. chamados de thegorias, tendo cada qual sua ordem e direi- seio os elements de sua fragueza, e slo estes
no o peswou1o de industries e pro- tos peculiares. que, n.o podendo perdoar aos outros os &al-
igmoento delarifas, ou tern side sup- No commercio, foram creados ,itulos e qua- mejos de prerogativas de que rodos nao po-
radualmnente, ou tem sido rodazi- liflcaOes como as de candidate, conselheiro dem participar, dMo-se awuellas praticas de-
iAo- veotamos ainda ds taxas e ta- de commercio oM conselheiro de manufactura- molidoras e sonham corn urnma igualdade so-
ptw gaerra, 'por que esta dei-. para elevaros ricos negociantes ao nivel da cial complete, como no Occidente fazemrn os
mnososencargos, que bhAo do por 7a e 8 classes, istoe, ao nivel dos majors e te- mais avangados socialists.
Spoar so t o 1tesouro. nentes-coroneis. E', pois, assim, que sho nobres os estu-
I er ficado qu ai erra trouxe-nos Nas. artes liberaes, na medicine, na enge- dantes que, pregando a abofigao da proprie-
Ith 4e 612.M.'0OO(000. Dando de nbaria, nos escr~ptores publicos, em urma pa- dade e da familiar, sonham corn uma nova ida-
o Iessa enerMe quantia somente lavra, -em todas as carreil'as sociaes, seguio-se de de ouro ; sao nobres os mogos que distri-
S eam a despeza. nropriamente o mesmo exemplo; e, por isso, encontram-se buem cathecismos revolucionarios, pelo que
Snque os9-21_,000.-XXe. restantes de- na Russia alguns medicos corn a classificaC5o teem sido perseguidos ; sao nobres os emi-
9ItS' as3 ^fifrencaas eambn$os dos de coetheUiro de estado (4& classes) e outros grades que de longe pregam a revoluoo e o
ps eytew a depreclaclo das apo- corn a de conoelheiros privados (3a clesse), cor- socialismo ; sao nobres, flnalmeite, dentro
ias batp.-d4o par, as commisses respondents ao grAo de general de diviso .! ont f6ra do paiz, quasi todos os advogados da
peim opJiros que durante o perio- Acobertadoscomrn os mesmos titulos que tern demagogia e todos os apostolos. do nihilismo.
ra oagaMs,,e linalmrente urna pat'- os administradores e os magistrados, todos Entretanto, nao 6 s6mente no seio do pro-
Ka quiwftSotaos, tLeaos que os ju- podiam, pois, lodos podem progredir na ear- letariado nobre, que se eincontram taes ele-
IW 400,0WM, a razao do seis por reira civil, todos podemrn avanQar na tchina pela nentos, nao. Tambem, e isso 6 realmente
,It amalomente em 21,000:0005, port das profissoes, da mesma firma que o extraordinario, na alta nobreza, nas families
batei de.Afpirar nas verbas de podem fazer por meio das condecoraCbes das mais distinctas e mais elevadas pela antigui-
,roate per long perio- ordens imperiaes-de Santo Andre, de S. Ale- dade e pela fortune, encontram-se tendencies
slppor que -possa ser eli- xandre Newski, de Santa Anna, de S. Vladi- radicaes, sentiments niveladores r
p te geraio. nmir, de S. Jorge, de S. EstanislAo e da Aguia- E' certo que essas tendencies, vao desappa-
i OtaOdi q josauros e amortisa Branca-, todas as quaes o soberano pode recendo corn o crescimento das liberdades pu-
dta, ajmLo interns como ex- distfibuir A seu bel prazer. blicas- que lem morto o espirito revoluciona-
-V -see.ue se nLo f6ra N40O send essas, por6m, as unicas portas rio ; mas, antes disso, subsistindo em sua
Snosome.sOleme oos naoconsigna- que .dAo eatrada para a tohina, visto corno plenitude as causes do mal, nao foi possivel
)ur3 e amworfwis a Ida divide pu- para ahi tambem conduzem os cargos da c6rte, evitar que, no seio do dvorianstvo, se formas-
pep presente,, uo., do -,70:2835. dovidamente divididos por.cathegorias, e bern se uma sociedade mais estrelta e exclusivista.
portaoto, da gpm* t aa hos en- assim os grAos uni.Versatorios e os exames fl- ciosa de elevar-se acimna daquellas aspiragoe?
noAn, n4o e posiveol qae, em mate- naes dos gymnasios ; vW-se que, dependendo anti-aristocraticas.
9bto, possamos vier "tao folgada- aotdemrn de cada individuo do grao respective, Expellido do estado e da political polo qua-
oeis da mesa gutrra, conio antes e dependendo este do seu trabalho ou da sua dro das ordens, o espirito realmente aristocra-
instrucAo,' toda a hierarchia russa parece tico refugiou-se corn effeito nos sales, e ahi,
1 razao, porem. para desesperar- uma hierarchia do trabalho e do estudo, e a entrincheirado, resisted ainda hoje aosa choques
amesmo para-qun enearemos o futu- -nbreza d'ahi resultaute, umna nobreza de ins- exterpos, distinaguindo-se nito tanto pelos ti-
kd'ir que aiguns manifestam. trucCAo e de cultural, isto 6, parece ser a tchi- tulos e braz5es, como pela faa educacao e
a verdade, lisongoiro o estado das 4a suma instituiCo democratic. pelas relaQOes.
mas,& que reclamnuam a Tnais several AtL certo pontb assim 6 corn effeito; mas, Nascimento, posifio, riqueza e intelligencia
boao correcivo nceassario ao ei- bern consideradas as cousas, nilo passa nero dao access a essa sociedade exclusivista :
,pouco reflteiido corn que nos te- nonca passou essa instituicao de um grande masa sua verdadeira chave 6 a cultural leva-
19 Bno, caminho dos melhoramaentos entraVe .4sli e livre democracia, porque, send da ao ultimo ponto, A a delicadeia de habitos
; mas d'hi k"iaa situcgQodeses- o see termopratico o triumpho do tchinovrismo- e costumes,- revelada polo conhecimento de
baxiea rota, oom ae tem-grtlado, a o reinadQ absolute da-bulocracia, corn ella so lingtras vivas, como :z franceza, que 6 uma
immensa. ganhoij o despotismo, tanto mais quanto, em espeeie de carta de naturalisacao nos circulos
renda, nests Ls litioos exerci- vez de ser eila favoravel ao mekito pessoal, elevados.
"imitido, tapo-por oausa da dWi- polo contrario, s6 foi favoravel-a rotina, a pro- Nas *spheras mais aristocraticas tornou-se
imjpstos aclaa natado, cowo pla gjiva--e a Amedioccida4de. es6 servio para rebai- isso imperioso; e a falta de nacionaliqaeio.
na!* xe, M- nid moral do servio do estado. traiismittindo-se por heranqa, como que se
rte. Esta segunda causa, port. Nestaa.condioesnnaqpo4endo ser duradou- foi transformando em vicio do coustituiCao e
nanelee. )DeyTf a irregularidade rbosu- reiualo), a tcldu., no Miio doas trans- augminentando o exelusivismo social, separando
os, ella deappareera logo que es- formaiOesda Russia, tern constantemehte per- cada vez mais a nobreza da massa do povo,
regularinente corn o que so deve dido todo o sou prestigio, e para isso teui con- isto aggravando o dualismo social, o schis-
trinuido immense as novas instituicoes pro- ma moral da Russia.
e as (nas estaA.os.alterqam-se. A' vineiaes e as funicoes electivas, que mani- Comiprehendendo por finr que essa especie
adem aqtaelias. A natureza e sern- festamente sao antagonicas corn a hierarchia de desnaturalisac.o e de cosmopolitismo su-
ote.. 3 B burocratica. perficial era uima fonte de fraqueza, para a ci-
notivo, poas para desanimar, repi- A primeira brecha abcrta em suas muralhas vilisagio,.a nobreza, ajudada pela reaccao que
ati nov, como:o noss0o, abundante teve por alviao o suffragio popular. Achan- se foi produzindo, desde o reinado de Nicolao,
s naturaes e recucsda que se podem do-se, de feito, f6ra de toda classificacoos nas lettras, nas ideas, nos sentimentos e na
gotaveis, nao p6de deixar de ter presidents das assembleas provinciaes, mis- opiniao, tratou de abandonar aquella pratica ;
nlianca no seu faturo ; mas nao imn- ter foi crear para elles novos titulos e vh.s as- mas, tendo ella vivido durante seculo e meio
dizerque nao haja toda. a pruden- sirnilacSes, que destruiram aqjuella organisa- isolada do povo e sem se inquietar corn a sua
rio no-emprego e fruicao desses re- cao. Mas, nalo sendo essa brecha a ultima, e sorte, achou-se ipso facto impossilbilitada de
evident que a velha muraiha naio poderaire- couseguir o seu intent, do approximar-se
1885, quamido invadimos o Estado sistir aos assaltos. das liberdades publican; e, d'elle, porque, nao qucrendo re.rogradar, nem
ivessemos: previsto quo a guerra que pois, terab decahir de todo, deixando ao paiz e podendo o povo avancar, nro poderam os re-
a du.raii elnco annos, e nos custa- ao soberano a faculdade de escolher f6ra do t'irdarios ouvir-lhe a voz.
s seiscentos mil coats, mas tre- seu gremio todos os homens dei estado lodos Nestas condipoes, e sem embargo de poder
, e que, nio quarenta, ajas vinte os altos functionaries, ate bern pouco tempo, ser este mal remediavel pela creaciode uma
Aires, ,ahidos da part mais valida exclusivamente tirades da tchuwr, escolhidos clause intermediaria entree as duas metades
yuo (o qe. importa outros tantos no seio do substitutivo legal do -antigo privi- desiguaes da nacao, meio para que contri-
ustos ronhados ao trabaiho nacio- legiado por nascimento, eut'lo da6pendente do buem os factos, a corronte da civilisacio e a
ru de felar sepattados nos eampos do soberano e classifleado no quadro das or- formacao natural de uma burguezia, cujo r.u-
todos reouariam expavoridos Co- dens. cleo ia estab constituido : subsisted o schisma


)


I
I

.


I




o)
$

I




* ..-,.. .- -,-->.r ..- I r -
: .. ','V ::: I,: t,' / -',,i .; .,7 ..* -.. '-


-1


K


emlposis g gt
Qua Ro -
que taihmb *6
iefite pela coQ.!6,
nab pudeti ter
passado. -
A cancesso de
.0,rine I[, iade
liberal do seculo
corn alguns direi
parole important ae
Ca, e aggloreru Iwi r1
,;es provii s em.
,,'a: adiniAlaLivu. :A- "
S'Aido, porem, seu piano reunir as diversas
part .; do povo eni grupus compactos, em cor-
*,,' ,,rganisads, tendo espirito e itLrerse
Ci,,uiu!i.';, no intuito de cliamal-os A parlicipa-
Qti'rd s negoclo.rIoci'es, por-epheras, class
Iuu ordens ; CGatharina II etendeu, pouco [de-
p i, aqw-iles mes:ii)s privilegios A outras
class.,s, e. pois, ni,) teve emn mnte faivorecer
eNcnr;ivatnente a :iohreza.
l:ifeihzinitn esse piano niao proditraio o oef-
feitb desjacto, nao s6 par causa da propria
naturaza.do poder aristocratic, mas tambemin
e pri '.ipalmente por catnsa da incapactide
das'diversas classes, que niio souberanv usar
dos citreftos que lhbs foram aitorgadogi; mas,
e:n todo catso, foram os direitos connedidos ao
drorianstvo bastante consideraveis, visto como
abrangianim o direito de reunirem-se os seus
membros em assembled's periodicas. o di-
i-eito de sempre se fazerem -.uvir pela corMa
por mincio de potigo, e o direito de nomealdo
da m6r paite dos functionarios e juizes locaes
Seinelf'antes pirerogativas, erh- oatro paiz,
teriam sem duvida gerado uin conflicto entire
a nobreza .e a cor6a, e seriam o ponto de par7
tida 'jarn uma constituiq.o aristocratic ; na
Russia, ipor6mn, assim n ao acoriteceu, porque,
emnbcra'a nobreza de cnda provincia se tenha
retmht; tenha eleito seus prcsidenles, tenha
designado funccionarios e magistrados, e te-
nba exercido o direito de policia, nenhum an-
tagornisino croou ao poder absolute, que po-
seu lato-cOntinuou a ter, nos administradores
eleitose domais funocionarios e juices, agea-
tes tilo zelosos como os funccionarios directa-
mente nonmados pelo poder central.
Ntao tondo se .aproveitado daquellas conces-
sAos, e suhscqnentemente tendon a creaao deas
assersl)has provinciaes, compostas de todas
as classes, tirade as assemblies particulars
dia nobroza a m6r I)arte de suas prerogatives,
o drorianstvo permaneceu sem grande valor
politico, embora no zemstvo a nas novas assem-
bl6as teolha olle urna vas'a preponderancia,
aids deterininada peos alargamento da espha-
ra de sua actlvidade. ".
A'Cm dessa prepmdierancia, hbs itidn'.
tepoa, depoi.: de -1870, a nohreza como qu2
tern aqiiirido novas attribuicres, visto conime,
(;:,risiararTcj-a ui:na clesso cultivnda, o go-
L i nem-Ihe reso,-'vah 1. ,!t boa part na.t
t,-was inStiLuiIeO, e, s e nm;te em 1874, asse-
giroi-r4ie a presidencia dos conselhos escola-
res,- los conselhos de rovisgo military e dos
conselh6s de regencia de district para os ne-
gocios relatives aos caimponezes ; mas, in-
questionavelmente, tees direitos, tees privi-
legios;, pur mais quoi sojamn dilatados, nao con-
seguirao) desviar o movimento historic da so-
cieod.le russa, nero conseguirAio crear unra
verdadeira anistocracia, baseada na especib de
nobreza :que alli existed.
l)est'arte, se tomada em suas grandes fami-
lias, eqsa nobreza 6 tho antiga e illustre como
as mniis velhas e illustres do muads.) ; se, con-
siderada no sen todo, 6 ella tho cultivada e ci-
vilisada coma qualjiter outra da Europa ; o
certo que, despida de prejuizos, semr espiri-
I) d,. cihsse, aborta A todas as classes, isola-
la, sem tradicc0t-s, sem vida commum e sem
espirito de corpo, naio p6de, nem podera ja-
mais constituir unia aristocracia, embora con-
tenoa em seu gremio aristocratas por tempe-
ramenrto, por costumes, por moda e por Cofi-
vicco.
la alli veleidades de crear unna tal aristo-
cracia, 1111e dizem sena o mlhor apoio da mo-
narchia herelitaria: raue os que assifft-
sam silo so p'rtem da falsa base de que ha
ou pc-deoa have laoos communs ontre o dvo-
ria(nstvo, e o c:arismo, m'as tamwbem fundam-se
em qpe ha elements hiistoaicos para isso.
S Nao perlencendo, porem, o czar A nenhuma
das classes sociaes, estaudo acima de todas
e senas o unico laco existent entre a nobre-
za e o czarismo o serviQo do estadq, isto 6, do
soborano ; e, poa outro lado, oppondo-se
Aquelle almejo os costumes, as tradicoSes e o
instincto popular ; 6 fora do duvida que nao
pode realisar-se a idIa ; e conquentemnente 6
obvio que os sous piomotores, os hierarchis-
tas, nbiao fazem mais do que coanmetter o mos-
ma error em que tern cahido os sectarios- do
radicalismo, uns e outros, seom duvida, levados
pelo eopirilo de imitacibo.
Nao, a Rnssia nio tern, neom pode ter verda-
deira anitsocracia ; e, pois, send t'ao plana e
chata sol) o ponto de vista social, quio plan


e chata 6 sob o ponto ide vista geographic,
trabalho ingrato e6 querer restaurar ou rear
asperidades, A qiie so ,'p- j o carso natural
das cousas.

Noticias do norte do imperio
Arnanheceu sabbado em nosso porto
o vapor brasileiro 1pojuca, trazendo jor-
naes do Rio-Grande ate 26 e da Para-
hyba atd 29 do corrente.
-RIO-GRANDE DO NORTE

-- Da capital escreve nosso corres-
pondente :
(( Na pesada miss.o que mre hei iL-
postc, de noticiar-lhe o que do mais
important, for occorrendo por csta
provincia, achar-me-ha sempre a pos-
los ; e disso 6 a prosentc missiva mais
urna prova.
c Continua a secca pelo al o sertao ;
e rari'ssimis chuvas, e iinas, tern cahi
do p)elo rest, onde estao de- todo
perdidos os cereals e algodues, nao
send inteiramente nulla a safra de
cannas, pela hbemrn conhecida uberdade
e frescura dos valles do CearA-mirim e
Capi6.
9 A crises e s6ria ; e felizmente as6
simn I.en parecido aos poderes geraes,
de cujos tnobres e pltrioticos inttuitos
tern sido fiel interpreted o Exm. Sr. Dr.
Tolertinto de (>arvallho, digio presiden-
te deAsta provincia.
c A promiptidLit), coin que S. E.xc.
attended as reit':radas solicitagOes d-.
generos alimenticios, que Ihe sao fei-
tas do inte.'ior da provincia ; o afan,
corn que tern procurado veneer as
grandes difficuldades, encontradas no
transport terrestre dresses generos; o
- interesse, em summa, corn que sovota
ao penoso servigo de alliviar os -males
de sens administrados ; estao acima de
qualq aer elogio.
SPara honra da provincia nAo Ihe
tem faltAdo, nerm faltarA, o testemu-
nho dos homes de bemrn e dla imprensa
bean iriformada.-
STk Desse cOro uaisoo 4L ul, infe-
_izmente, o Cear:4-mwHiH-' i-
|S ,u n. 3,


resultanies di ia rise. qm atravessa a
provincika. E' esta .a --' Ae a e
t Attenta a penuriA" 'p

mero de doontea, d4svaljop, qq^b 0
hospital de cat4ade podrM uObei'
aldm dos sedads de poliia preos
pobres ; aiss tamlemr, o active e ze-
loso Dr. chfe de podeia, cm.o cscru-
pVlo que o distigue; wpocurou redu-
zir, segundo o preceito legal; e- me-
4iante -informagio do carcereiro, o nu-
mnero dos press que devemser ali-
mnentados pela provincia.
t Pois bern, tudo isso, que traduz
espirito de economic no meio de apu-
ros financeiros, e que seria motive
para merecidos eucomrnios, offerece en-
sejo de opposico, post que comme-
dida!
(( E' assim que o Ceard-mirimn, mal
iiformado,-increpa ao president, por
nao terem sido recolhidos ao hospital
dous. doentes desyalidos!
(( 0 que ha de exact, 6 que, as ur-
gencias do cofre provincial tern collo-
cado o digno administrador na penosa
contingencia de matter o seu acto, li-
mitando o numero de doentes, par
irao v6l-os succumbir A mingua, em
um estabelecimento pubhlico.
(( Entretanto. a respeito de um epi-
leptico, semi-nfi e chagado, sobre cu-
jo recolhihnenL-i officiou o Dr. chefe
de policia, 6 crrto. que o president
oridenou ao adininistrador do hospital
que o recebesse na p"-'aieira vaga, que
sedo com.inunicada dous dias depois,
ntio poude mais a policia encontrar o
doente.
a % Qae-n assii )rocele, tern direito
a ser julgado corn justina.
v, ComQessa, 6 talvez miais interessan-
te e a censura sobre a remnessa de di-
nheiro, para didtas aos doentes,pobres,
atal-adosi de fi-bres, na povoagito de 1!B
cahiba !
S S. Exc nisso, como em tudo mais se
houve con o criteria qua o caracterisa ;
e foi assima, que aI um tempo, e corn a
muxima presteza, enviou soccorros a
Macahiba, Pogo Limnpo e Panellas, corn
a remnessa de ambulancias, directorios
de medico, que estudou a natureza do
mal, e dinheiro para dietas, no pensa-
mento de alargar e renovar os recursos:
remettidos i proporcp das necessida-
des; cono fez para.Pao: Limpo. En-
tretanto, se Ihe estvranha haver destina-
do para a Macahiba urma primeira re-
mehsa de cenm mil reis em dinheiro !
Como assim fere-se as mais puras
intencoes !
( Vai em tudo isto revoltante e cla-
morosa injustiga. (
(( Ainda reparou-Ceard-mirim-que
emrvez d3 dinheiro, mandasse S. Exc.
generous alimnenticios, para o interior da
provincia, onde chegacm por precos ele-
vados !
A E' isso um contra-senso.
(( S. Exc. tern acompanhado nesse
alvitre os seus colleges das outras pro-
vincias flagelladas pela secca; e para
fazel-o, tern por si as melhores razoes.
c c 0 estado dte sccca indica, principal-
mente, quo par falta de novas colhei-
tas, os generos de primeira necessidade
escassearam, elevando-se o seu preco
na mesma proporcio.
cc Po s bem ; o que importa 6 levar
aos habitantes do centre o que Ihes fal-
ta, emquanto l pode chegar, sem in-
querir pelo preco, desde que a Consti-
tuijyo do Imperio garante os soccorros,
publicos.
cc Felizmente o Exm. Sr. Dr. Tolen-
tino de Carvalho a par de espiritos rec-


tos que o julgam corn justipa, tern en-
c ;ntrado alguns prestimosos auxiliaries.
c A admninistoaao da policia, confiada
aos cuidados do integro e honrado ma-
gistrado Dr. Ernesto Chaves, deixa vef
o impulses habil e vigoroso querecebe
em suas variadas e continuas- rela90es.
(( Durante o curto estadio de sea
exercitio, tom-se effectuado algumas
prisoes impprtantes, centre as quakes so-
bresahe a ( e Joaquin Alves Monteiro,
tlo celebre e ousado como seu.cunha,
do, intirno amigo e companheiro de
grupo, Jesuino Brilhante. E' assim
que se responded a invectivas.
(( Em uma palavro, sem fazer injus-
tiga as demais administrapoes, que tern
tido esta provincia, podemos affirmar
que, se nao f6ra a secca, estaria inicia-
do uLn period administrative, promet-
tedor de resultados mui proficuos. D
PARAHYBA
Tendo-se esgotado o credit de. .
12:0005, aberto pela presidencia da
provincia, para soccorro das victims
da secca, foi aberto outro de igual
quantia.
Foi reminettida para Cabaeeiras ou-
tra ambulancia corn medicamentos para
as pessoas affectadas de febres .de maio
character .
Para Bananeiras; Ark .e'Alaga-
Grande foram remettidas' 2' cargiw
corn generous aJimeaticis, '52arnbas
xarque, 264 sacoo -farinha, 3J dito
feijao, 128 ditos milHeo.

Noticias da r q"doIprt
Hontea Chagou-ao a sowO porto, segiido
poucas horns depois in, a %uropa,e.,vapo,
inglez John Elder, traea do joraaes Cqs da-
tas : do Rio da Pr4a 2DS, 4o Rib Gan doD
Sul 21, de Santa lana 23, do Parant.4,
de S. Pauldo ed& _4 ..o-Grosso 3, do io de.


can1oeU$ em estado de so?-
vias- tpuaiigci'_dae da fteira4j
Ioi Um -b ibrt pfmmittih coenverterv;m b6
.l .de io iiWuaem-corpo.de sapaiore4, empre--
7gado em abertra e concerto ietjetradas,
coastruocQ. e-dqrtes e ebmsa pubicas.
0 congress aeharla. vasto eampo -para 4
seus trabalbos aa relamada- refsrt-a das irw&
titui6esr-politiea e nos projectos'que o go-
verno ia submetter-lbe. "
Na Bolivia tinha-se publicado offfialwoeni
a noicia da.dispersao do bafdo do -. TaaE
que por aigwn tempo etopAra o dealartamLam
to de Santa Cruz, sob bondeira d pa'to
federal, e fuga do -abecilba-corn !uns dr-
seus principals seqtfazes para terri to-
sileiro. lbanez e einco des sous c(#'" ei
ros foram condemnados more pelo-4 Iho
de guerra. .-.. -
Tinham-se sentido mais algans t'retmores
de terra naquella rep ublicaj. incluive na capi-
tal ; felizmente, pormo, sem novos estragos,
,quando as foaras do paiz ainda eram ponesa
para reparar os anteriores.
No Pert lambem eram ingentes os esforgos
para acudir As victimras: do terremoto. Em LI-
ma a subscripoao para as victims deoul- che-
gAra a 20,922 s6es. Em CalhAo os banaeosas-
sociados haviam adiantado ao guwerno 20,000
s6es, e a casa de Canevaro & Filhos empres-
tara 80,000.
Felizminenbe a revoluQ5ao estava reduzida q Ial-
gumas guerrillas poUicas, mais bands de
salteadores,-qu' emn nome de Pierola se en re-
gavam ao latrucinio. Uma destas mais auaz,
capitaneada:por urnm tal Chacoyaza; especi de
Fra Diavolo, chegara at As portas da LUma,.
As folhas do Pacifico refer-m agora a cap-
tura do monitor peruano sUblevado Hfuaa'cr,
pela esquadra da mesma-n'ago, e o aprisio4a-
mento dciperola, achado abordo e d'alli trais-
feq'ido para o Independencia, nmticia que;jA
demos ha quinze dies, e A que nerm careoe-
riamos de referir-no, so rin6 tivessem queti-
do honteni fazel-a circular come nova.
Anteriormente haviaj dito as meswras fo-
lfias que o navio do guerra inglez Siha4' sahira
de Calhdao para o Salto no intuit de aprisio-
nar o mesmno Humsear por este ter tornado pas-
sageiros de hordo de navios ingle.os e ulti-
mamente a correspondeicia' official do gover-
no do Peru conduzida pelo-vapo)r Colombti.
Entretanto, a naticia datcaptura nao faz men-
QVa4df.qialquer inatervenQAo do Shah. "
OEqiLq -orfitearatranquillo, mas a prova de
que o goerpto .te nvia nova revolueA6 encon-
tra-se 1k'ua'.dedrow do general VeHitiruilla
sujeitaindo a j& iSilkWwic o military todos os. cri-
HIes ameacadores-paraaordeni-pubtica. '
Em Quito tiniham'sid. pronunciados e pre-
sos varios individus indiciados comio autores
complices do eavenonamento do. arcebispo.
Entre elles aehavam-se :o presbytero Chiribo-
ga,- o prebendado Dr.- Coronel, Sotfs, Moncayo,
Pareja e Cevallos. 0 vigario capitular recla-
mnou contra a prislo ado prebendado Coronel
no caoeMr publieo, allegando qae devia sero
recothido a arm coanvento- mans o governo sus-
tentoud o acto do juiz.r
Na Colombia .davae-se per- definitivamente
terminada a guerra civil, tendo-se rendido os
generals Velez, Marulanda, Cordova e Casa,
bianMa, La-nl havendo mals inimigo- armado
era Antochia. Ao sil de Cauca os revolucio-
narioa.estavant cercades pb i numniir6io'exerci-
to e corn rendiglo intimada. "
RIO DAPRATA
Nad, referee os jornaes, que mnerea rgen-
ciao.
MATT GROSSO
A assoembl6a, que foray aberta no dia 3
de maio, manddra a 29 uma commissao foli-
citaro president da provincia, general Her-
mes Ernesto da Fo nceea.
Sob a epigraphe Colonia military, referee a Si-
tuagdo, de CuyabA: -
( No dia 9 do corrente (maio) seguiO o va-
por Alpha, conduzindo o major honorario do
exercito Jorge Lopes da Costa Moreira, quo,
na qualidade de directorr e comrnandante vaii
nestaurar a antiga colonia military S. Louronuo.
0 Alpha leva a reboque duas ygaritds :; a
Guana, conduzindo o pessoal, que, segundo
consta, sobe a mais de cen pessoas, entree
pracas de pret, mulheres e criancas, o a Car-
rilho, qute conduz o material.
(I A coloania military S. Lourenvo sera actual-
mente estabelecida na margem direita do rio
S. Lourenro e o mais proximo que f6r posVel
da foz 4o-Parnahyba e tern por tim principal
povoan esse ponto central da provincia e d ae
desenvotlvr a Savoura, alm -de ter tambem a
importante missaio de evitar ascorrevias de
indios coroados e cayap6s, qajstanta depre-
daeses teem feito ultimameite no uberrimo
district da Serra. "
a Depositando inteira. conlaaica-rio criterio
eintolligencia do distiqcto o i..l a qutam S.
Exe, o Sr. general prasiderte conaou tlao hon-
rpoSLeomrissao, felicitapnos dedoe j1 aos nos-


?s0^-,& nrovincianos 'pelos resultadbs reaas
qti-&66lMa a provifncia desta colonia rgilitar. "
Aeer4scenta a mesani folha que no dA 27 d.o
passado, %A tarde, sobreioera um temporal, diU-
rante oqual cahira urnrai o oacaampaineOio
do 8o batalhAoa de infantarh, quemniatara uma.
praga. '
Noticia o Inicladar de Coiumbn4 star j.a or-
ganisada em S. 'Luz de&Caceres a comopanhia
de navegagao a vapor entrC aquelles portos e
o de CuyabA, sdndo o Sr. Boaventura dia Motta
o encarregado'da compra do' vapor a*dequado
a essa navegacao. -' "i--
Diz a mesma' folb6_que. algans capOalistas
reuniram-se em Cuabf par" estabelqer. umn
engenho central es .. A, _n 490io do. Rio
Abaixo, e tratavamn (. soiitiar do goveron a
garantia de jurors que a lei concede para. essa
classes de etabelecimentos.
Refere a Situas'oi folha que so public
em CuyabA:
( Costinuam tenaz daQuiadarnenta a.iecom-
metier, sem tregoas, as inefezas halacoes
dos lavradores de serra aclama e. suas .circum-
vizinhangas e"s u.carnigados iinlgos do
poo va il- vkl.do., i a 0s.m d4 jas,
piinoipal -k, #Msr
quo niAosel N Ma ou ou,
ponto daqueIls as
indigenas, inceha(: ; e roubabdo
os esparsos lavrad4rc .,. .
Nao ha quihedias -i -,egistlramos
o facto do incendio .prles' na o-
priedade do cidde Lara, no
districLo da Guis, dq.9xdp wtuijdq Ies, sit-.
biamm a serra, iff aWai ras do Go-
'xia Gjd s, em ailaM]Ia dabitace


Taga aberta pelo fa~limaio do Dr. AnLonio
-Ius6 Monira;i rept4Ahtmnte da provincia do
ko Amsueu.-;Da&aMte. I 1
g in seguida 6pprovou a urgcncia solcit&ada
:pelo r. Martim.Frawciao, por meia.hora, pa-
ra fufdamentar umn requerimento sobre factors
occorridos ul14iaW nie na provincia de S.
Paulo.
Ocbupou-se depois corn a continuaCAo da
discussaoAJajecwPWrK9nqm do Srjlques, apre.
seriadoM'ATlotte a Antia m-naclonal de S
Pedro-do R-]i randedo SutL-Oraram os Ses.
Spverinb Ribeiro, Bittencourt e Florencio de
Abreu, flda rdo a digcussao adiada.
Por ultimo continuou a dis'utir o orcamen-
Lo do minislerio da agricultara. Oraram os
Srs. Gome6 de Castro o Dias Carneiro. A dis-
cussAo ficoau .adiada pela hora.
A' wesWencia do Mara6iho ministerio da
guerra"expdio aviso, declaarido em respostat
at offitio n. 100 de 14 de abril ultimo, corn o
,qual transmitted copia do que o commandant
Io 5o batalb56 de idoaitaria., ilhe dirigio, pro-
p)ndo que sejim-A 'ora emfi diante abonados
'n nsaLhnent 4t thesouraria do fazenda o
fdetits da enerriparia milltar, que sto satisfui-
losv'o fimn do emestre; que.onao e convenie-Lo
ao service publieo allerar s6 corn relaQ5o ao
dito corp>mna pratiea ate hoje seguida sam
reclaaag. 'n tpdo' e imporio ; cumrnp.indo,
entretntto, qbie6seiam remettidos coin urgen-
cia esta' secretaria de estado os docurnenutos
de receiL4 pdG despeza da reoerida enferma-
ria, concernentes ao anno proximo passado.
A' pretidep'ia do Piaauby o ministerio dla
guerra expoiq im 13 de doejuaho o seg'ainte
aviso ; .
1ndim. e'Em,ieSr.-S3ndo obrigatonio e gra-
tuito, d ecd1lor'tmiade coin as disposiOes cida
lei de.2Q de soloembro de 1874 ragulaments
d e 27 de fevereiro'd e 1875, o service prestada
pelas autorida es que fazem parne das juntias
encarreoadas do alistamonto e sorleio do cida-
dAos para o xercito e armada; nao pod a sern
attenfdido re'uiriaoinento que V. Exts neerLt-
teua iasta seretadia de estado corn sn a rifflsoi
:n-5 d 19 de fev~reiro dste anno, emerqu,,
Uerculano de Souza Monteiro, escrivao do civol
e crime dt cidade de Therezina, padio renu -
neragao pacuniaria' dos servieQOs qua p1vWsloa
na qualidade de secretario da junta revisora
dacumarca daquella cidade: o que declaro a
V. Exe. para sea coahecimento, e aftan de fa-
zer constarl ao int.ressado. Deus guard a
V. Exc,.-Duqdtc do Jaxias. ).
Renderam: o leilao de prendas, organi-
sado por uma commissao de distinctos cava-
lheitos 2184;; G 6 coaderto, promovido por S.
A. I. a Regente, 21:000t-; tado e.n beneficio
das vicLimas da secca.
A alfhndega da cOrte rendeu do 1 a 25 d
jtnho 9,639:185$813.' '
Eis as noticias commerciaes das ultimas
datas:
7 Buewos-Ayres, 18.-As primeiras trannac-
goes em om'o fizeram-sa iloje a 31,80 ; depois
de subir am pouco. [ate 31,85] voltou o melal
iquelle ponto.
(( No mercado da importagao venderani-se
46 saccos de caf6 a 730 pesos, moeda corrente
por quIntal # 3tftatr a 7TB pss'ldnr .
a 19 de junbo f Gorntei oferecido sobre
Londres a 491/4 d.; pouco' se.tbm feito. a
SMointevilde, 19.-0 carmbil sobre Londres
estA de 5 0 3/4 a 50 7/8 d., parao papol banca-
rio, e de 51 1/8 a 51 1/4 d.. paa o particular.
(( 0 mercado de ouro abrio hoje a 305 e fe-
chou a 307; as vendas realisadas foram de pe-
quena monta. )) ,
(( Rio Grande do Sul, 21. 0 New London
and Brasilian Bank nao alterou suas taxas de
24 d. sobte Londres, 398 rs. por franco sobre
Paris, 492 rs. por marco sobre Hamburgo, 225
0/0 sobre Portugal a 90 d/v, e sobre o Rio de
Janeiro ao par A' vista.
a Tem-se vendido pjquenos lotes de sobe-
ranos de 10$100 a '10#200.
( Depois do dia 16 do corrente nao houve
alteragao nos nossos merca(dos ; no de expor-
taeao ha firmeza quanto aas precos dos pro-
ductos bovinos ; no de importacao reina. cal-
me; as chuvas destes ultimos dias tornat dif-
fieeis as coarnunicaQoes corn o interior.
Rio de Janeiro, 25. A taxa bancaria so-
bre Londres continuou a seo 23 34 d.
o Effectuaram-se transaccSes mais que re-
gulares, sobre Londres a '24 1/16,, 24, 23 15/16
e 23 7/8 d., particular, e sobre Franca a 402
rs. por francs, bancario. e 400 rs., particular.
o Coustou quo pela manbn se fizera nma pe-
quena transaccao em papel particular sobre
Londres a 24- 1/8 d.
A Negociaram-se varies pequenos lotes do
acQoes do Banco do Commercio a 435 e 445 por
acc.o.-
a As vendaj de caf6 foram hoje regulars.
Fretou-seum navio pare Galveston, cafr,
a 350 por inteiro. ,
Sahiram para Pernambuco, a 25 patacho
hespanhol Carinoza, o sumaca dila Marina.
BAHIA


SRealisara-se, no'dia27, no palace-
te do Sr. I)ovarto, ojantar offerecido pe-
los deputados provinciaes ao presiden-
te da assemblea. Esteve solemrnne e
sumptuoso.
No paquete iuglez Elbe seguira
para a c6rte o Sr. commeondador Anto-
nio Luiz Ferreira da Cunaa, contador
norneado para o thesouro national.


PERiAIBUCO

ASSI-UrE3EA P4*VL%_VCiAL
SESSAO ORDIN.MTA ,[22 DE MAIO
PRESLDENCIA DO EXM. SR. COM.IENDADOR NAS-
.CIMENTO PORTSLE-
Ao meio dia, feita a charada e ahando-se
presents os Srs. depulados Ratis e' Silva, Al-
tico Leite, Virgilio Coelho,. Siqueira Campos,
.Leonel, Firmino de Novaes, Soare, Joaquim
de Mello Rego,- Naseirmento Port6lla,- Uch6a
CavalWW, Altoforado Junior, Moraes Silvd,
lacerda, arrods Gulmarles, Reis e Silva, Me-
pelio Plato, G6es'arAlcante, ahaacon, -aMnel
do Rego, Herculano Bandeira. Pinto Pessoa,
CunWtayavdaate, Moreira Alves e Olynipio
Marques, faitapdo con causa participada o Sr.
Gervasio Carpello,'lgnacio Joaquim, Ajiiar,
Pedro Affonso, Manoel Arthur, Correla de
Araujo, Jolo Alfredo,. Cunha de Figueiredo,
GrciUaoo Baptista, Tito de Barros, Amaral,
AtiplorCosta&Medeiros, Gaspar de Drummond
e Henrique Marques, abre-se a sessaio.
I& '# qp vada a acta da sesslo a-it.-
' 0 Sr..I ooM o IQ o _
ortDI N f -*
U09s p(Ai M ml |HtFoatourat% claSoi
[. corftt a 4 ta nciscQ Matr
do .Amank ba privegio para


a pr~vincla, as
AaLa
asprovilacia (
has'obras.X
%a 0 director ;r & aIM
em officio
paz-se a esta ia-a'o a r ,
de que trao se obrigando 9 peticionario a fa-
I|.c. | lCtos, nem a adiantar di-
M|ie= Tf a a fazer as obras mejiante
adiactamento equivalent ao pre-.o das mes-
projectos, mais proveiloo. seria A provinc'ia
fazel-os por sua propria conta.
a l que tudo eiaminado ; atlendendo quo
esta asuembla na'impossibidadl de decretar
que a depea necessaria para serving do ta!
natureza recaia sobre a proviniua, j-attendeu
ab que diz respito a cida.le deGoyana na lei
i.. 799 de 0 de abril'de.868, coniedeido favo-
res, isenvs e privilegios a.quem. contratasse
o abasteimento d'agua; qd'q jA dons coantra-
ts forirm celebrados' para 'este fun, umI coIn o
bar5o de Bujary e outr. -com nJustino Jos6 da
S9lva Campos, os quaes fichram de nenhium ef-
feito; o primeiro em razto do fatlecimento do
emprozario, 0o segundo em virtudo, de resci-
sao por falta de, reiurisos do contratante, que
nao sendo permanente os motives quo impos-
sibilitanae'xedcuqCao destes contratos, deve-se
reparar que removidos elles, se possa c6nse-
guir a roalisago do melhoramento relamado
pelos habitantes da.cidade de Gcyanna; 6-de
parecer que;-al6m da aatorisac.o jti eqncedida
A-presidencia pela lei -;- 799, 'e autorise tam-
beoi 'iaminara municipal daquella cidade a rea-
lisal-o, mediante. as Clausulas estabolecidas na
menma 'ei on ontras quaesquer clausulas que
julgar convenientes nos larmos do seguiute
projcto :
a A assembl6a legislative provincial de I'Per-
nambuco resolve:
a Art. Unicb. Fica a camara municipal da
cidade de Goyanna autorisada a contratar o
abastecimento d'agua a mesa cidade, iie-
diante as-clausulas estabelecidas na lei n. 709
de 2 de abril de '1808, ou Outras quaesq.uor que
julgar cnvonvehieaLtes, ura vez que do contrato
nibo result onus pecuniario para a provincia,
ou a fazor as obras necessarias A realisac.io
deste sorviceo eadministral-as por sua coaita
nos terms do art. 47 da lei do 1to de Ottuibro
de 1828 ; em cujo caso lica tanbem aultorisado
a contrahir emprestimo da quantia que of6r no-
cessaria.
a ";Cm qualquer caso nandarA o president
da provincia fazer, pela repartihfo das obras
publicas, oa necassarios esttidos e proj.clos, e
us pord A dis ,-').i f,~,u da cam 'a. Rcvogid,.s
as disposiCOes em contrario. Sola das sos-
sues, 21 dO maio de 1877. Malrques dt Sil-
va.-Dr. Manoel do Rego. a
0 Sr. IRatis e Silva :-Sr. president veio
ao meu wonhecimento que se havia cobrado
annuidades de apparelhos de uma casa no
bccco do P'alcab, o.nde atW hoje n.o se.ha col-
locado apparelho algUm. '
Procurei saber qual era essa casa' e enttn-
doendo-me corn o seu propirieario, este me as-
severou quo corn effeito Ihe havia side cobra-
dah importancja das annuidcados e do appare-
lho que se diz haver e-m sua casa; e effectiva-
varnmente pagou tudo. Enlretanto quo nI'o ha
no becco do FalcAo apparelho collocado pela
companhia Recife Irainage em casa algumrna.
Pedi-lie o recibo e elle 'promptamente mni
eqtrcgou, desle recibo vi que con effeito se
cobrava delle annuidades, concertos de appa-
relho, e multa: em consequencia do que eu,
em uma das sessOes assadas flz uim requeri-
merito solicitando infarmagSes a este respeito,
isto 6, se na travessa do becco do FalcAo (pot-
uoe asimr etA decliarado o recibo) 'b"vflam
apparethos .ollocados pela compania Drai-
nage. 'Tieram as informacoes no sentido af-
firmativb, mas comprehehdendo eu que havya
oqhbivoco, e duvida, pbrque- a casa do proprie-
tario de quota fallo, nao 6 sita na'travessa d.o,
becco do Falcao, mas suim no becco do Falcko,
procurei verificar esta, e examinando a es-
c~iptura vi que cown effeito a casa ci no becco
do Falcao.
Em consequencia dosLa duvida, em uma das
sessoes do principi deste mez, fiz segundo
requerimentb, pedindo que se informasse se a
companhia [becife Drainage havia collocado
apparelho na casa n. 6 do becco do Falcao.
As informacOes que me vieram, dizew o se--
guinte: a Que a casa n. 6, sita no becco do
Falcao, nao tern apparelho, e que a companhia
Recife Drainage naola cobrou do thesouro: pro-
vincial coan relacao A esta casa, e que a em-
pregado do consulado se havia enganado, es-
crevendo no conhecimento de debito da casa
n. 6do becco do Falcao o nome do proprieta-
rio da casa de igual numero da travessa do
becco do Falcio. -,.
VC' V. Exc. que iouve engano ou do compa-
nhia oua do consulado. 0 qua 6 certo 6 que o
proprietario pagou indevidamente, annuidades
e concerto de apparelhos qua sao casa 100o


tern, como nAo tern nenhuma que se acha no
becco do Falcao.
Convindo, Sr. president, chegar ao conhe-
cimento da verdade, de modo que nos possa-
mos corn certeza saber se este ongano 6 do
consulado ou se 6 da comoaihhia Drainage, eu
vou offerecer A consideracAo da casa o seguin-
te requerimento ( 1) -"
s Requeiro que por intermedio da presiden-
cia da provincia se peca corn urgenIcia ao con-
sulado provincial as seguintes'informacOes :
L.o se dessa repartigAor foi remettida ao the-
souro nota para cobranCa de annuidades, ap-
parelhos, concerto destes e multa, devidos A
companhia Recife Drainage, relatives A casa
n. 6, sita no becco do Falceio, de que 6 proprie-
tario o desembargador Francisco de Assis Oli-
veira Maciel; 2.o, send a resposLa afflirmati-
va, se dos lancamentos dos livros daquella re-
particgo consta ter a dita cormpanhia assenta-
do a appareiho de limpeza no becco do Falcao,
e nomeadamente da casa ri. 6;'3.-,, se a refo-
ridta casa, de que 6 proprietario aquelle des-
embargador, 6 sita no becco do Falcao, ou
na travessa do becco do Fhleiio.
Aguardo, Sr. president, as informacoes quo
nos tenham de ser fornecidas em virlude de
meu requerimento, porque della.s tratarei
quando tiver occasiio de fallar acerca de um
pr6jecto, que eu e o meu distinct college
pelo I." district tivemos a honra de offerecer
A consideracao da casa relativamente a este
assumnplo.
Nessa occasiao eu tralarei da material mwais
detidamente, o e cerlamente nessa occasiao
que precise valer-me das informaqcOs vine
aqui peco.
E' lido, post em discusshao e se0 debate
approvado o seguinte requerimento :
a Requeiro que par iftermedio da presiden-
cia da -provincia so peCa corn urgenca ao
consulado provincial as seguintes informa-
g0es -: 1., to dfessa repartiglo foi remetti-
da ao-'theso-.ro not.,para cobrania de an--
nuldades, apparelhos, con.rtbot ..d4steF e
multas deyidas A coupai RW dWm'ina-
ge, relativoS A casa nr. 0 .6i'ocd Faleu,
de que A propri.tario-oq adt Fria-
cisco de Assis O( a 1.iel --'- s'*lq Q
resposta afftrmatva, so0 dua lailflntos t~w
livros daqdeta TW eop a (f

do F&U." :"
g T 3., s era.re ^ i ^ ^
3.0
Ah 6 "I.Rt


'4 -


I"I




xando a cadeira, falla pela OI dem ."::. "
da inforia o ministrada pel' 8K-g ." .--.
.ral sobre o imposto de industrial, e pfUfi ^ ^.

"erno ace'ca aesta quest, o US t ItA.
na acta, puft rqueorinto fbi a-
Forrfmals Cos e vl .eoqu. -r
rimentos : urn do Sr. Joaquim do Meto Rego, v
pedindu que se antorisasse a mesa .a solicitar
do Exsu. 1residete da prevn iqg dvsidencia
acercs'djp^smA etotdo ordermsi'WSr. de-
putado Virgilio Coelhp, relatiAaentt ao mez
do margo,oemrn tado ; e outro que foi justificado, dp( $r. Oljm-
pia Marques, pana que se peonatp61ia do'te-
querimento da companhia de trilho urbaxos .
dtfo R'te a CaxanA e' a tabeila a le se refe- -
're'o vpedier$itos & gove-,nb de 27 'do4 cor-
route, i ''-
eo Sr. Moreira Alves, pela ordem, fez algu--
mas consideracoes relativamienfd A .informaa-
cos ministradas sobre o protviiefto dns vi-
gararias. .
Passando A ordeem do din, foi sem debate
approvado em 3a discussao o pQojeoto n, 95 ,-
iueMestabeleee d.vipoaao- dousielsttictoa- de o -
paz d4 fregtozia de:&Jfuribeea. r
Ap6s foraw n approvar-ias om 2a discussion as
emendas apresonTadas eip, apo project n.
83, que auS.rnena veicimentbs de alguns em-
progados do thesouro provincial.
Tendo side esses projectcs remettidos ti "-/A 2
commissiao de redaciao,. foram immediata- '
menote apresen:adas as redacv5es e approva-
das.
0 Sr. presidente nomeia. para levar leis a
sanccao os Srs. G. do lItuummond, Moreira Al-
yes e Ilenrique Marques a suspended a sess'o ^
em quanto seo lavrou a acta. ^
Novamni-nte runidos, foi a acta serm debate
approvada e encerrado os trabalhos dia 2' sos-
sao dva 21. legisi-atura. .
Coniniissio de soceorros As.ietlmas ai
da seeeda-Raeobemes par publicaro segin- '
teinteresyante officio, em que a commissao dt ,
scccorros aF victims dia secca, da conta dos "*
sous trabalos ap6s o soeu officio de IS de jl 4
nlio proximo finds: .
c iH/. c Emd. Sr. -Dupois do nosso offwiai
de 18 do corredte, em taet noticiames as oe:-
Cit'rti, "2i:21 rfClt.ti\ns a secea> ,l. aquaci. data, -
ten halvido atl hoje na commnissuo do qiueo-s- [
tamos enca regados u seguinte movimento, dis
que nos propomor s dar conta a V. Exc. ,
JA seuuirani effecLivamente de Limoeiro ..'.
paira as respectivas localidades do interior, os
soccorros destinados aos lermos de lugazoira,
Flres, Triumpho e Villa Bella, scndo duzen-
tos viunoes para eote, em consequencia dos
traballio:s do aocide e cen para cada umn dos
outros, coio havanimos declarado no officio det
2" de maie ultini. k
a Acbaiulo-se jA em Limoeiro, decaminho
para o Triumpho, o missionario ,lesignado
par dirigir e inspeocionar nesta ultima villa
as obras autlorisadas per V. Exc. em officio de
22 do corrente, foanos obrigados a suspender,
non emquanto, a execuxao dessa providencia
at reqii.siro do Slevr. prefeito da Penhosa, que,
tendo dooi'pesoalmonto a Limoeniro, e ieeo- "
nhecido qpeas obms ai em construccao 6ei- *
gem a presence de dous missionaries, fez-nos
.sentir a necessidade de ficar naquefla villa o
capuchinlmo destina1o ao Triumpho ; ao queo
uato podemos deixar de :ticler. "
a( u 'kiWQissimo ,,uern dLsse, od cerda-i
'tes, que em gear srio os d- e'A'e, n6s seo
prestam aincumbencias desta natuireza, nao
toAcast drgruccinpocdona~ranstapuirinsnasvilla-'




nos tern permittido dar maiar aeenvolvimen- o
to a construccao de obras, puia. nas loca- usp -er-

lidades, oude sao necesarias, u de raoudc uti- ;
'lidade pubtlica. o- d *
Diversas autoridades loces as tern recta- .
macido; e algumas corn mauito bions fundamen- .t,
tos, com ars de Itamrin Garanhuns, Buique,
Bonito, Caruarft, Born Jardlni, e outnas que -" *^
Dor esse motive ainda nao poderam se atilen-
didas.
c Dosinfrdtes conlratados, pelo encari'egado
no Limoeiro, e expedidos para o alto serto,
sobraram cento e vinte cavallos, nos quakes
haviamos ordenada que seguissem corn o mis-
sionario cento e vinte cargas para o Trknn-
pho. A d
p Pela susponsio, pordm, dos traba1hos na-
quella villa, mandamos que seguissei- para
Villa Bello, ande o grande concurs do povt
nos frabalhos do acutec dornanda muito maior
quantidade de generos alhiinenLicios.
a Attendendo a que as estradas se vao tor-
nando eada diu mais intransitaveis, peia at- -


solu'-a falta do pastes, e at6 d'agua, que vai
escasseando em alguns lugaores, c convindo
adiantar a remeossa dosso ccorros enquaneto
possivcl fazel-o seni grande sacrificio, auto-
risamosaquelle encarregado acontratar,es ca- .
vallos, que encOntrar afint de enviarmos novos
carregamentos para os mesinos tenrhos acimia
mencionados antes.mesmo do ser reclama-
dos.
A' requisivibo das autoridades da comarca
do. Brejo, queo deserevem e estado de at&ando-
no e miseria, em que so ac.,a pvor effeito da
secca a populacAco do district de Santa Cruz,
daquella com.n-ca, noinoamos a1li uma com-
m!ssa) especial, composta do juizdedireito,
Dr. Manoel Caldas Barreto, vigarloafedro Ma-
rinho Falcto e promoter public -'Dr. Augusto
Coelho de Moraes, a quemn romettemos por in-
termedio do oncarregado em Limoeiro, vinte
e cific6 cargrs, sendb dehebetl ecd6g d&ff&rW,
nha, dezeseis do njilfto'l quatorte lde feijAo e
quatro de arrdA3akaas daquell3 district. -
o Constando de communica.6es officials de
Petrolina, que paraoalli tem affinudo muitos
retirantes em misero estado de faoie e nu- i
dez, nomeamos tambem naquella villa urna
conirmissao especial composta do Dr. juiz de -
direito, Dr. Joao da Costa Ribeiro Mabhad, '
capitio Antonio Manool do- AmoftIm e igarOib'
Manoel Joaquim da Silvai- a'quem tambem-en-,
viamos um conto do r6is para soccorrer aquel-
les infelizes. .
Preferimos a remessa do soccorro em di-
nheiro, nio s6 em attenCalo i grande distancia
daquella villa, onde os soccorrosem qualquer
outra especie, ehegariam por umrn pre fabu-
loso, como porque nao havendo almf' iB.de ".
generos alimenticios, ha comtLuido. ..f "
nosnformam, absolutafalta de-' 'bte a
circulagRao. .
HSuppomos corn tU&t^ 4SQ ft ^Ha ltos da secca .naquelvlk.Sa.'t WuK 1% I. "
ragdo. 3''' **/ ^ P
( ato dlo fertels as- mP rgenrndtio St* b
cisco, que a tome alli WV pade i 'de3
mezes, depois que a echet.tftt4 -- -
clinar.- E', portanto, de cr6 li
Aesaqpareca a neceagiaade dft aW
t'Ates, que se abri&etI
.60ook aqualquer a .ntc '7(



Sofflicio doe 5 do 'or e ,
""to qdittos .Me
,,lisoo ots ie..aros- da -
4f.,f <81 irtluido tel g l^ ^ H 1 ::^




F~*. *.~ ~ __________________________
g~" ..M *-'*:.~ :- t->A2 :z4~4 t&2 4 -*.


~W; WC~J~- r *-. -
st.


tao, qas cavals que fagam upt vloi
*p6 tu as muito es gno pbderlc Aae
,:<._.-.' se idai.' .**

c O.malho.que e osuateitLo muIivo d,
.aninanes oWlgados nese trafego, alpine
onserva. foa e -vi'or se nllo quando g in-
torineado Ot itlguma outra espeoie de ali
*' "..-:. molte, quo actualmente so nao encoatwa nA
'latu lugares.
= Aida existed cem Peoedoe .Piraahas ms-
cido nuaeto de volumes dos dous primeiro
,;_ carregaqientMo, que pot esse motivo, nro ten
side possivI tr. spoftarpara Taoumtt
f Ao dito nosso encarregada, recommenda-
mos uttimnamento todo o esfiigo e o empregc
-. de lodos os meios para veneer essa difficul-
dade, de que estA dependendo o born exit de
nossa ommisslo.
(( Pensavamos ao principio que o maio; em
barago que baviamos de encontrar serial nic
transport dos s-bccorros de Tacaratfi para os
diversos terms do alto sertAo. Desde, po-
r6m, que'a commissao de deposit de Taca-
ratfi descobrio o meio do minorar esse emba-
rageo, pelo modo ja oxposto em aosso officio de
18 docorrente, nao nos rest senlao superar
esm diffiouldade para vermos realisado o pen-
samento de lavarmos cs soocorros Aporta dos
nrcessitados.
0 deposito especial que preteademos es-
tabelecer em PA(o de Assucar, para soccorrer
as pessoas empresgadas nas obras em Bomrn
Conselhe' de qu- tratamos em nosso -officio de
18 do corrente, s6 agora tmeve lagar, em con-
sequencia da demora do vapor da cpmpanhia
bahi'.na,que s6 hontem p6de Irgar. deste
port)o pare o sul.
, 1(( 2onderando a commissAo especial de Born
Conselho, eaw officio do 20 do correnate, que 6
difficil encontrar conducie5s grataitas para
transportar asses soccorros de PNo de Assucar
pira aquella villa, e requisitando algum di-
eheiro para pagamento do salario das pessoas
que rocusarem reoebel-o em generous ; para
aili eaviainos A mesma commissaio a quantia
ide quatro contos de rcis para satisfazer am-
bas essas necessidades.
SE' o que de mainis importante ha occorrido
110n period a quo acimna nos referimos,
SDous gharde a V. Exc. Recife, 30 deoju-
Jl;o (doa 1877.-Illmn. e Exm. Sr. Dr. Manoel Cle-
i-ntino Caaneiro la Cunha, digno president
dia provincia.-Joaqnim Gowtalves Lina.-Jo0o
Ignacio dc MJdciros Rego. -- Visconde do Li-
rc'iam zto. ))
Vitltiinas da seca,,- A ae;ancia fiscal da
SParahyba, por ordeni do respectivo presiden-
te da provincia, comproa nesta praga e retoet-
tea polo v;apor cOsteiro) Jfatfjteibe, para soc-
rorro ds3 fonmiaitos da s53cca, que continfa a
dr'vastUar a ausrnur orovincia, 100i arrobas do
c:irei de xariue, -159 saccos ,Ie farinha de
iaandioca, 50 saccos de arroz du Liadia e 25
saccos de feijl'jo mulatinho.
A c3anipa'hiapernanbucana offereceu trans-
porie gratuito aos mencionados generos, con-
tinuaralo pmr oste facto a ben minrecar da opi-
nito public e considerapAo do governor.
Auxilio a lavoura-Eis a integra da re-
solui;'io da assemble, tal qual, segundo nos
inforinmam, vaiser submttida A sancg5to pre-
sidenzial :
Artigo unico. Fica o president da provia-
cia aut)risado a conceder por emprestimo aos
agricuiltores desta provincia ate a quantia de
1,0)0:000$400 em apolices da divida public, a-
juros de 7 por cento e por missao especial,
sob as; seguintes condiSes .
Si.,1 0 eOinprestimrno sera feito oinm garantia
hypotliecaria sobrea propriedades ruraes, na
f6rmi -la lIi do e4 de seternbro do 1861 ;
9., A quantia emprestad.i a caia agricui-
tor uta excei ra de vinte cantos de reis, para
serap)licada i eelhoransnatos agnicolas ;
3.. A remissao do omprestirno sara feita
em pr<'staQes annuaes e no prazo de dez an-
nos, sendJ os juros da quantia emprestata de
oito por cenit, taubnhen pages annualraente e
em moesd correnlte.
' -. R-evc'galas as disrosiy5es em cntrario.
Rendimento das estagbes flscaes.-O
rendimento das estagies fiscaes, no proximo
find mez dejunho, foi o seguinte :
Da alfandega 731:6035728
Da capatazia 13:501t741
Dai rocebedoria de rendas 34:3675965
Do consulado provincial 187:9576598
Em identical mez do anna proxirno find de
12876 tinham rmendido as mesmas estaqCes :
Alfandega 433:418$374
Capatazia 10h862908
Reeelqsdoria 38.8735536
Consuiado provincial 167:651j)00
No anne financeiro de 1876-1877, han-


teran fidQ, foram os seguintes os rendimentos
- -das mesmas estagces fiscaes :
Da alfandega- 8,806:538W63
Da capatazia 171:837$885
Da recebedoria dd rendas 592:460666
Do consulado provincial 1,752:1155084
Esses rendimentos se distribute palelos di-
vereo mezes do alno financeiro da seguinte
f6rma :


1 ":: -% : a:: _
7" : ?"S: : ,
w 4 0


O-Cs rendimentis das cereridas estaoSes
nos arteriores exercicios tinham side
Alfandega
Er- s 1875-876 8108:91.7I



Ein 187--1875 9,343:778#M
Ein -873--1874 10,461:54403K7
Capatazia.
Em- 1875-1876- -61:1598%5
E, Ei1874--1875 1179:|00793
EC -187 3 -"1iCO4 227 Z
S-J Oa i#" -tceedoria S3
tI V -Wf9* 0 --< -0

C's rendlirnentis dine rereridas esta000s
nos anleriores exercicios tinham sido
Alfandega


Em 1875-1876 8,108:911 .71
*^ Fin 1R74-1875 9,343:778)5(9
Emi 1873-1874 10,461:5445397 *
Capata~ia
Em 1875-1876- '161:159j5235
E~ 1874-1875 -179:1508793
Em 1873-1w14 227:.899Sr5451
&-Ricebiedoria
Em. *1875-1876 .566&G6(789
Em 1874-1875 666:645 24
S .i.7#-174 809nO 45 .-
O.70 1,6107622
!.4

for alor


i- 0o o toef n o scd,.s
.- -i6g,., case.,. *lh dSld ora quA al
.autaW.qu a pnqs~tra~ iB dti^s4e ab
r 1laS aUas arana.s, qmn- ao opro d
,N'-Mwr as cabe s .f.roce que- nem ao inos, se eespaa aaqel
e Ie edificio public I .' '
Se a cawAra quizesse caidar menos eam mu
dar os nomes das ruas, e dedicar-se mais ao;
verdadeiros interesses dos' seus? mnicipes
oerto prestaria milhor servigo a estes, sem
- contlar que benefoiciania 1. .mesma, zelando
osproprios muffinclae.' "t..
Subdelegacia de ". JoSd-Reassumio o
exerclcio do cargo de subdelegado do je dis
- trict6 de S. Jose, desta cidade, o Sr. Dr. Ame
o rico Netto de Mendonga.
S O Sr. Dr. Wt 3conhiece bern esse district(
B ejA alli presto vali Sos servings quando exer
ceu o dito cargo.
SSupreme tribunal de Justlga-Na ses -
0 sao de'23-de junho.:
s 0 Sr. conselheiro Mattoso Camara expoz.os
- fundamentospr6 e contra d
Reviste rival n. 9,090.-Do Maranhfo. Re-
- correntes Ric-rdo Decio Salazar e outros.
e .Recorridos, -o tenente-coroafel Jost Gongalves
r Teixeira e oatros. Feita a oxposigao, passou
- ao Sr. Pereira da Graca.
0 Sr. conselheiro Costa .Pinto expoz os fun-
admontos pr5 e contra da
Revista 'civeal n.L 9,100. -t De Pernambuco.
r Recorrentes, Joao Luiz dos Reise outros. Re-
Scorrida, a companhia pernambucaaa. Feita a
t xposigao, passou os autos ao Sr. conselhei-
ro Couto.
Em traiisito---Com I recebido neste por-
to levou o vapor Johin Elder 182 passageiros,
alnm do um que desembarcou aqui.
Carregamento imnportante Leva o
mcsmnio vapor para a Europa de differences
portos ; 15 volumes e 3 caixas, 24 volumes,
80 barras, 91 surrnes e 85 saccos prata, 62
saccos, 3,633, barras, 3,788 surrbes cobra e
538 saccos metal, 84 barras chumbo, 971
fardos algod.o, 5,288 saccos e 1,418 fixes as-
sucar, 63 volumes tartaro, 1,287 fardos 15,
.140 pecas e 43 fardos courts, 22 surrSes co-
xonillia, 20 fardos pelles, 12,446 tijolos,43 vo-
lumes mercadorias, 901 caixas carnes, 19 pi-
pas graxa, 9 volumes cabelloe, 2,089 volumes
piassava, 500 volumes cacao, 430 ditos cafe
Run da Aurora--Na part dessa run,
comprehendida entire os trilhos do rnmal da
via-ferrea de Olinda Amargem do rio Capiba-
ribel o calgamento de parallelipipedgs acha-se
levantado em varies pontos.
Convem que se remedeie, antes que augment
o mal.
Missiva da cOrte Recornmeondlamnos a
leitura da carta do nosso correspoidente do
Rio do Janeiro, que recebemnos hontem pelo
vapor itiglez John Elder.
Annivei'sarlo E' hoje o da entrada do
exercito'pacificador, na capital da provinciada
Bahia, no anno de 1823.
Dous de julho-Por ser amanhtA o anni-
versario da indepondencia da Bahia, e em com-
memora*on dos feitos gloriosos que alli se de-
rain, estard illuminado o jardim do Gampo das
Princezas das 6 e 1/2 as 10 horas da noite, to-
cando duis bandas do musica,
Process disciplinar-PeIa socretaria da
repartirio da instrucgao public, 6 chamado
polo edital que publicamos na secio compe-
te Ale, o professor Claudino Gomes Barreto, afire
do soer inteorrgado perante o conselho littera-
rio,:no dia 4 do co-rrente.
Pitalena -E' este o titulo de um periodic
hitWerario4uaa brevemento ser'publicado. E'
dedicado por seus rodactores ao bell sexo.
Diabo a Quatro Ante-hontem foi pu-
blicado a n. 104 do Diabo a Quatro, periodic
illustrado e critico, que continfa a mercer
aceitailo 'publica, gragas aos cuidados corn
que a sua redacio tain sempre evitado os
esc,4hios dos mares ema que navega.
0 nuasm-a a quo ailudimos traz gravuras
interessantes e artigas cheios de vea-ve.
Paquet brasileiro CearA.- Este pa-
quota, s~eguano telegramma que necebeu a as-'
tatcio ialegranhica terrestre, chegou hontem
a Parahyba, de onde sahio A tar-e ; palo quo
dave amanhecer baje aqui.
Institute Archeologico e Geographi-
co Pernambucano No dia 28 de junho
ultimo, reunio-se o Institute sob a presidencia
do Exm. Sr. barAo de Villa-Bella, presents os
Srs. Drs. Fonoeca, Soares Brandtto, Maximia-
no Machindo, Gycero Peregrine, Ulysses Vian-
aa, Affonso de Albaquerqub e Apolygorio Leal,
terente-ocoronea Luiz de Barros e dos Srs. Fer-
reira de Almeida, Augusto Costa, e majors
Salvador Henriques~e Godecoira.
0 Sr. 2o secretario dai laitura da acta da an-


tecedente, a qual A approvada. .
O Sr. secretario perpetao menciona as se-
guitftes offertas:
Uma medatha de bronze com a effigie de S.
M. o Sr. D. Pedro II[quandojoverm], sem data,
sem center o motive de sua fandagto; offerta-
da pelo consocio Sr. Ferreira de Almeida.
Crea pequena pedraa emforma de canba,
trabalho indigena; offertada pelo consocio Dr.
Cycero.
Una exemplar imnpresso da panta e alvar& de
coifirmagAo do Consulado gemil, da sahida e da
entrada na casa da odia, impress etm Lis-
boa, no anno de 18006.
Outro do elogio lsnahre e hisotid' do nuito
alto e poderoso Sr. D. Joao V, impress em
Lisboa, no anno de 1750: ambas -as offertas
sao feitas por la nuayim o.
Dous exempliSms ,da ciralar do Grenio dos
Professores Primarios A todos os professors
da provincial r offertados pelo Sr. Vioente de
Moraes Meoo.
Various numinerO da Provincic, Sobarunia,
Brado Conservador do Rio Grande do Norte e
Correio do Ass4,. pelas respeftivas redacgs
O Sr. president submette a approvaga do
Institute a parecer da commissfao encaregada,
de saber o pfto, por quanto se-p6da reimpri-
mir o livro intitulado a revolugao de 1817, por
monsenhor Muniz Tavares.
Falla sobre a materia o Sr. Dr. Ulysses
Vianna, o qual manda a mesa urma proppsta
no sentido de ficar a mesma mesa ,autorisada
a se dirigir a typographia national de Lisbon,
afirm de saber o manor preoo porque pode
ser feita a mesmw: impressao. Esta proposta
6 approvdda.
E' lida uma outra proposta assignada pelos
Srs. Dr, Cycero Peregrino, Sailvador e Codecei-
ra, no sentido de abri'r o Institute, aulas gra-
tuitas de historic patria, de geographia e geo-
motria, pedindo para este firnm ao Exm. Sr. pre-
sideate da provincia, a concessaoq do raio Nor-
te da escola modelo, parao oxercico daes re-
feridas aulas. '
Vein a mesa outra proposta additiva assig-
nada pealos Srs. Drs. Soares Brandio e UlyssQes
Vianna, no sent!db de que', alArn das aulas
mencionadas, se addicione conlrencias rsobre
points da histori.,verifcados pelo .iuwituto.
ou obscures pelasarrages dos diversos his-

Tomatm parte Oa dcassao varbos'socios,
sendo afnal 0 t pi-a rqopriti eopadditi-
roe rjeRtada uf-p ait'ki Dr. ffonso.

obter umara
vor.sastfo Sep uwude
vada. ,' "
-Yemh onb.m_
socio huno--


-%7- -D-a
....


,h aid 60 ph
iin oo ext

I; gnphia go-nT9o M *840 9?^
nto a *pagino347.1&0 o
c- A pdmkW ~ ''a
erO A soma bsfite uok f~lff
Shojed; foi hrat.,do alto-do pharot,
iextrumidade dbareoouif e most-a A
- extenao desta lnaravilhosa obra dm t atdroza.
EsLe arr'ecdfe como foi dem'rnatrado pelo
I-i professor Hartt, nao 6 senoa umna'prAfa de
area coniolidada como a ida Bahia, e depoiu
- sep. rada da torr4 flruie pela d"4fi.'Oo daM
s terras -baixas, quo Ihe flcam poateriprts A
f0rdtan, eno pnswieiro pl414, $fAKf-eeAkt psr
W los aiyos hollandezes. V-se so sle a super-
Sfloie do arrecife uma muralha de pdira de ti-
jolo coOst-uida soubre aquelle cnmj urn qeuo-
o bra-mar. Dentro do port acham-se funilea-
- dos alguas navios e a direita flea uma parre
da cidade. a
Quando terminamos a leitara, desse nimero
)da Itlstutrafao Brasileira, preparamos um pe-
- qteno artigo, repairandto o engano em qua c-t
hio o autor dessa noticia, relativamento a sua
- asseroao, de que, a fortaleza dp PicAo f6ra
fundada pelos hollandezes, e o remettemos
s em uama ats A uiltharada daogi dess jor-
nal, no Rio de Janeiro, corn.y as necessarias
preqaugbesparaevitar oasemi extravio. -
Debalde procuramos no correio resposta A
5 carta que Ihes dirlgimos, e debalde tambem
Sprocuramos os numneros da Tllustrafco Brasi-
teira, que se foram pubticando deposjlisto ;, e
.nada enontramias relativamente a aaessa do
nosso artigo, ea.em a sua publicaghie.l;
Assim, ,crendo n6s que a illustrada reiaeo
desse journal, talvez julgasse, quo inserld em
. suas cotumnas um artigo qua restabelecendo a
verdade historic, fosse de encontro aos crtedi-
tos e a fama do que ella goz, e para quo nao
passe emjulgado qua o forte do Piclao foi c9-
stiruido pelos antigos holande:es, pa&samns' a
le urea breve noticia solyre a sua fundaCWo.
0 forte do Picto ou do Mar, acha-se sitado
na extremidadle norto dos arrecites ao pt do
pharol da barra do Recife, na distance de -4
metros, em 8, 3' 35" Lat.S. e 37o .1i' 5, Long.
Ocm. do meridian de Pafris. Dista da fortaleza
d9 Bruin 770 mi. pouco maisou manosre fiea
cavalleiro da capella de N. S. do Iwiarem Fnra
de Portas, outr'ora forte de S. Jorge,
0 forte do Picaio foi construido erm princiios
do secidulo XVII, no governor do terteiro dorrnata-
rio desta capitania Jorge d'Alhuquerque Coe-
Iho, e foi delineado polo engenheiro do estado
do Brasil Franco de Frias, que coin grande lou-
vor o acabout. Este engenheiro passou-so de-
pois ao Maranhao em companhia de Jeronymo
de Albuquerque, fazendo voluntariamaente par
te La expoxigto pernambucana, que conquis-
teu os.-a provincia do poder ldos f,-ancezes,
onde levantou unma fortaleza na villa velha do
lcu t, quasi' semelhante a qae levantfra nesta
provincia, a qual foi denominada forte de San-
ta Maria.
Quando os hollandazes invadiram esta pro-
vincia em 1630, ja o forte do Picao estava con-
struid-, pois Ihes fez tamanha resistencia em
15 de fevereiro desse anao, que nAo consegui-
ram entrar no port. Era entao seu comman-
dantie o tenente Pedro Barbosa, natural desta
provincia, e na heroica resistencia que oppo-
scram, 3 h-rmens perderam a vida, e 7 flcaram
feridos. Por esse tempo, era o forte conhecido
pelos oomes de S. Francisco ou Lagem, e hoje
pelos de Pieco ou Mar.
No dia 2-de margo de 1 30, rendeu-se &6 forte
do Picao, quando jA nAo lhe restava vantage
alguma na resistencia; per mar, amaaava-o
a esquadra hollandeza em linha do batalha, e
por terra, as fortificainoes do Recife quo esta-
\vain ja em powder dos inimigos, corn a capitu-
lagao do forte do S. Jorge.
Readido o forte do Pkiio, entrou no din se-
guinte a armada hollandeza no port do Reci-
fe, e desde entao, at 1654, tremunu nas ameias
das suns fortificagces o pavilhal Neerlandez.-
Em 1808 foi este forte reconstruido peilo go-
vernadore capitao general dosta capitania Cae-
tano Pinto de Miranda Monte Yegro, depots
marquez da Praia Grande.
0 forte do Picao tern at f~rma enneagonal,
portim os sens tados sao irregalares, pois va-
riam de 5,94 m. a 6,60 m. o qte o-faz iguab
mento ser considerada poligno irregular, cuuos
angulos sao tades salientes e ouja mainor dia-
gonal mede 16,94 ma
Os parapeitos modem 1,10 m. de espessura,
sobre 0,88 m. de altura, de maneira que estan-
do armada, a sua-artilharia fica a barbeta.
Em 1809. o forte do Picato montava 6 peas
de calibre 24, e era coanmandado por uar ma-
jar, e guarnecido por um pequeno destaca-
menlo do rngimento de artilharia; portia em
caso de necessidade, podia a sua gunrnicgto ser
elevada a 72 pragas, numero esse sem duvida
superiorassnas preptis accommodaciens.
Em .l4, seno ttae.j~vMtrarmi dos pearechos
bellicos deixandtc ,stls*pitania pelos hollan-
dezes, montavna e kr ffifcagtto 7 peas de
bronze, sendo 2 do calibre 24, corn as armas


da Hespanha, 2 de calibre 14 corn as mesrmas
armas, 2 de calibre 0 corn as de Portugal, e 1
de 18 swnv arms.
O forte do Picao acha-se hoje desarmado, e
bastante arruihado; nao pela-acAo do tempo,
mas sim pela destrmidora mao do homem, co.
ms facilmente se verifica. -
0 paio, casa depalaamenta e quarxtets, sco
amito haumidos, escuros e abafados, e costa
tudo isto apenas die seis paquenos comoarti-
mentos, um sabterraneo que tern entrada no
paredioda escoada per nasa utreita nelkua,
seado osdaus utras lados oacupados, um pe--
0o portao e corredor, eo ooutro pela dit esca-
daria de pedra que di subida para as baterias,
onusfe se thaa a peqeena casa do commando.
No-sirdo .oortAo m eha-se aiinda perfefta-
meate Qoopse_"svd,.um teiudo dias,armas por-
tuguezas, qm.pedra, que denota muita anti-
guidadeplpa forma odpecial da cor6a. E pouco
abato, existe uxa'edra quadrangular, tarja-
da com uema fita oAde ixistiu seoa duvida al-
guma inscipgluo hoje completamente apagsda.
0 forte do Picao, dujas ruinaa internal ain-
da hobQje.attestam a sda boa e solida construc-
0el,, todede 4edraa de grandes dimensbes, de-'
ve segundo aiaumas opinioes ser deonalido,
para em subsituitCo construir-se urea bacteria
maritima, quaado sufficientemente se tiver a!-
teado os arrecifes.
Tal 6 em resumno -historico do forte do Pi-
cao, polo qual fica demonstrado o engano em
que- laborou o autor'danoticiainsertanaai-
lustraito Brasileira, assim com o tambem oSr.
Ernesto Mouchez, armd4bs mais distinctos offi-
ciaes da mniarinha franceia' na saa-Descripcgo
e instrcpoes maritimaspara d4v6ostas do Brasil.
Sala das sessoes-doInstituto, 28dejunho
de 1877.-F. Augusto P. da.CGosta.
Im iopensa-Recebemos -do Rio de Janei-
ro: on. 25 da Esoia; o. n. 10 da Revista do
Rio deo Janeiro. .
Estrada de Itap slsinia Namareth
-A juiltaL do tiBSou pro Q .prviiA cotrataL no
dia 26 do corrente, ao meio dia, a obra do
qnifito langb da estraut-, do rodagrm entire
tapissuma e Nazareth, opadAaenn 4a 5W( 00,
sendo o Rgamaento feite em apolices de 7 o
ao par.
Missas funebres-To',. As -6 horas,.da
manh, deirem ser celebradas, na igreja do
convento do Carmo, pela alma de Cttkno
loud Monies.
ri. NO ia 5 de.ju.lo, As 8 hoias da .aanhA,
nraltatiriz de Santo Antonio, a Ze. SI Sarao


w'tS^^^ ^^vift Pt. 6f~eisf ftail.e

(? &^y^ii~t'senasliod'etnei aor oet.d
Ji~tni~a lo




di icola qu so tgaisremn imperlndo,.



seja privada nenhsuma provincia, con-
iBr osseus rocursos. -
S| A circumscripao dentro da qua! doe
fucoo.ar cadntla nco, ciclar c excess suesr
t W.O0003 para todds os lbantm do' cre-
*L geoa, q t'i so argnaisam, m no i"Nero,


leadistypothariasbuida podera abrrger unrma ou
dolla. olseja privada nenhitna provincia, con-
0re's seus recursos. "
a '*0 ohi(frimserip-l~o den tro da qaal dare
ifuncio~nar cada bmwco, e circularom aw, sues
.leiritih*pothecwrfas, podord abranuger u~na ou
roals provincias, o serd determiniada nos seas
istatatos ; nao deveudo, porem. co-existirein
'iai',de tres dentro dia mos.n-i circmns-
cripqao.
S5.0, SorAo preferidos para a concessau
da garintia, conformoa a prioridade de sua
oiganisgato,-os bancos de credito real que ja
existireki funccionando o tiverem feito emis-
sAo de IWras hypothecarias, refonnando-se
pa$#a esse fim os seus estatutos na forma
alesjei, e pondo em liquidagao os coatratos,
extes, de accordo corn osseus matuarios,
orp rtmeio doresgate*d e, sas letras hypo-
thecarias eam cirilac&o.
tj 6.o Serfo recebidas as letras hypotheca-
rnas dresses bancos nas repartigies publicas
em garantiada metade do valor (das finanQas
e causes por cootratos ou quahlquer outro ti-
tulo, e nellas polerA ser convertida a metade
dos bans de defuntos e ausentes, interdictos,
menores, e corporaoSes de mbo-morta, caixa;
economics e capitals de associa(oSes quo t6in
por base em suas operacies as apolices da
divida public.
(( Art, 2. Para gozaremr dos favors dessa
Iei os bancos de credit agricola deverao or-
ganisar.-se de acorndo corn as seguintes bases,
a bern das disposicoes unio "-ondificadas da
lei n. 1,237, de 24 de sotembro de 1864 e
respectivos regulameitbs e mais legislagio em
vigor.
,( 1.0 Os emprestimos feitos A lavoura so-
rao garantidos potr )ons ruraes que tenhaui,
ao menos, valor duplo de sua importancia, re-
tendo o banco do emprestimo 10% emf po-
nbor, os quaes serAo convertidos ein simas
letras hypothecarias, cujos juros se irao a cu-
mulando senlestralmente. Este penhlor sera r
escripturado sobo name de mutuario, e ex- P
tincta a divida por final liquidaeno, ser-lhe-ha
restituido no todo, ou em part, se no todo
ou em:- part nAo tiver sido applicado para
auxiliar o pagamento da divida, a quofeica
sujeito. r
q 2.9 A annuidade' do emprestimo serf de
8'12 a 10 o'o, vontade do mutuario : nella
sera'.. contados 7 ob de juros, 1 o/O paTa des-
pezas de adminisLraQao, pagas em moeda cor-
rente do imperioporsemesltreadiantado,sobre
o capital nfao amortisado, e a quota restante
para amortisagao. \
(( 3.o Os emprestimos nlo poderato exceder
ao quadruple do capital effectivo'do banco, e
serlio realisados por meio de letras hypothe-
carias erhittidas comr os juros de 7 por cento
ao anno, pagos no principeio do semestre que
segnir-se ao vencido.
S 4. Nao poderfa ser monor de 3,000:000#
o capital dos bancos de credit agricola.
t 5.o 0 capital effective dos bancos agri-
colasr sera empregado excliasivamente nas se-
guintes opera ,es: I., emprestimos sob cau- i
g5o de suas letras hypotl.hecarias quo reresen-
tern ao menos urea 3-1 part mais do valor do
emprestimo, no sondo os juros menores de 8
pur cento ao anno, e nuo excedendo o prazo
do ermprestimo de 4 mezes ; 2', em dcsconto
de suns letras hypothecarias, nAo excedendo'
o desconto de .8 por canto ,do valor nominal e <
juros svencidos das mesmas letras4 3', emr
adiaaptawentossob o-penhqr do generos agri-
0ol#rod~iiidos no paiz, 4ue sejao. consigna-
dos ao banco para vedzr, e representem, ao
menos, utm terqQ mais do valor do empresti-
mo, 'segundo a cotagao official do din, nao
send as jucs do emprestimo menores de 8
pur cento, e pudendo ser realisado uma terva
part em letras hypothecarias existentes em
sua carneira; 4", em emprestimos sob pe-
nhor e hypotheca de fructos pendent s, cuja
colheita nao exceda de 4 mazes, podendo ser
metade do emp~restimo em suas letras hypo-
thecarias existontos em carteira, e noo ven-
cendo jnros menores de 8 por cento.


( Al6m dessas operaoses poderao os bancos
de credito agitola : lo, receber A consigna-
gao, para vender, mediante uma comumissao
de .3 per cento sobro o valor liquid da venda
os prodactos agricolas remettidos pelos seus
muimtuarios, conform o etipulado no contrato ;
2o, contrahir omprestiUaos no paiz ou 6ra ate
a ijoportancia do seu capital realisado, sob ga-
rantia de letras hypotbecarias existentes em
wuazarteira, nao sendo os jurors exeedeules a
6 por cento ao anno, e amortisagAo por prazo
mneor de 5 annos.
el .o Da -renda liquida sematral, dedui-
das as despezw de scitutragaeo, serao se-
pared as S qts, *niVatt*vidftdo aos- ac-
ioneistas, e Otra p ars_ foraar -o. undo de
reserva, qua S oemam'titMo. om.u hypo-
thecarias. Emquanto o fund do reva uit
attlwir a1Ojpor ceWto do capital "bisto, "
aoA erao distrIbuideas aOf ciotioa .
dendos superiores a 8 p,.j nto, a g;b
aottaingi a 320potso, moaii dsa.
cetas;- emquanto a o-cbsgar a 50 piNQ
ais de 0 por centWe.t 'aii pior dials ulis
de f2, ato equivalese fealo de reserva a iia-
por'tancia do capital do hanco. Dessa ocasiito
em diate, deduzid *12_por oenla-para divi-
dendos dos aceionistas. q liquid qu e sobrar
sera entregue ao theso.uro.nacional, para ser
apjplicade *A pesgia dividea. public funda-
d,, ou auxilie. :As e'l adas .e ferro geraes,
pro6rinciaesiou municipaes.
j 7. o 0 fundo de reservaserf constituido u
em lWras hypothecarjas, -as juros dessas le-
tras SB irao em bene*io do mesmo fundo ca-
pitafisando de 6 *m0gi znees; e nAo poderd
ser distrahido em q.alquer outro emprego,
que. nao seja.o de Ocorer a perdas e dam-
<( 8.0I A durao dos bancos 4de'credito (
agricola naNo sert mono de 40 annos.-
S9.- Em. caa um dolles havera um fiscal
nomeado pelo govorno 6 pago pelo-banco corn
veto. suspesivp nas operates qTe so fize-
rem. ., ."- .1'- d
0. 10. Na-auii9es gs f'emprestimos
terlo em viutesa p .riW .4loianco.a m6dia
multiplicada-.4 W, 40do t epto do predia
no triennioaatfliOF, af por contas
correntes do agicalfp, onu por sua escriptu-
zaqao feiLa (4 ridae corm o quo dispbe
o codlgo dp odmaeioe sem relaeAo aos aego-
Ciantes matU -dos-;e. a fAlta dresses asnim-
pies juizo dosausipo per.'os.
Sif. 0 agdte q**ro ar em juizo tr
sido a suaaizfllvftad4.-b*'koa fM e camu4l
gozara dos e.rosmo. l-..i ios do nlWd..ate
matriculaddc t C. -- .
( Art. &6etr ox-
bedir os d;
desta lei. ra'. xeou1o._
S( Art. 4.. Ficam rmevogadas as 4disppsiOes r
emoonitm ,/i :1'
I? daoaatcbnd@ i


,- ..4
_Gonceicae, crmzo Pascoaal, Mra de doGarmo,
I lll lmtmlewililo -q#tui,A
a pratdis d.ts d-I ont4isif. lpcolidos
os emornsts de-monsa pna ~oa4oo politica,
e en d Mlos pavlhfos. Segairaeh&4a 3.
Te-Jkm- a aeoodeo graqwa o TVdo Poderoso
pelo feliz sucoesso das Onmi'bmileiras em
1823, no quaI tomarw pare -S. Ba. IwOm. t
Sr. arcebisp&desta arhcbidlooese. Fiade aquel-
1e ao rligioe, desftlaro bs batalboes em
continencia em n frbe da memorial, onde estA
sO ocads a estatua da libedade: -
a Notes de 2, e 4 do jaho.- Nas noitas
acima meacionadas- have dealumbrante illua-
minago em Coda a praga do Condo d'Eu, to-
cando nos dons elegantoes'ortos, proximos A
column, dwas mausicas militames. Na noite
de 4 voltarlo os carries A Lapinha, sahindo da
oraga do Condoe d'Eu, depois das 10 horas.
Nessa noite, e para mator brilHmutismo. da
festa, a parada dos batalbes serfi na dita
prag, d'oame sahira A harn citada, para
:icoinpanharein os carros, que, na forma do
costume, percorrorao as ruas do Collegio, da
M.isoricordia, de Palacio, Ruea de aixo, do
)unart,, do Rosario, das Mercts,S. RayaiundQ,
S. BoeLo, Barroqainha, Rua da Valla, Rraca
dos Veterajnos, submin o a ladeira daPraga, e
d'ahi corn direcgdo A Lapinha, passando ainda
pela. ruas da Misericordia, Cullegio, Praga do
Colnde d'Eu, e de inais por opdo houverem
transitado no dia 2 de julbo. Os carrots, logo
quo cheguem a Lapinha, serao gaardados no
seu barracao, qu e estarA illuminado, e elegan-
temeote preparado, tertminando a festa ao sore
de faguotes e music.
Qrganisa(to da calumna.- Commaudai te
enO c,:efl, Dr Franciseq Jost da Costa.
Priraeira divisao, commandant Dr. Jose
Luiz de Almeida Couto.
Primeira brigade, commandant Buriao de
Sauhipe.
Batalhuas.- Academicos e Liga Operaria.
Segunda brigade, commanulanto coronci Ca-
rolino Tosta.
Batalhoes:- Defensores da Liberdade e Ar-
tistas Nacionaes.
Terceira brigada, commandantto Lonnte-co-
renul Lazaro Jos, Jambeiro.
BatalhOes.- Labatut e Arrsenal do Guerra.
Quarta brig3da, commandant Caetano Lou-
renCo de S:-ixas.
Batalhoes.- Cavallaria Allema, Cavallaria
Ingleza, Cavallaria Nacional e Caixeiros Na-
cionaes.
(( Na noite de 4, a terceira brigada compor-
se-ha tambem do batalliho Detebnsores de Pi-
raja. d
Miscellanea- Um military que achava-se
em urn hospital convalescendo de um ferimento
recobido em uma das hataihas que o exercito
francez perd6ra na ultima campanha, acordan-
do uma manhlAt de urn sonho tao bell quanto
mentirosQ, murmnrou saudosamente : ,
(( Oh! meu Deus '
Acudio urea formosa e candida irma de ca-
ridade, que the perguntou corn carinho :
(( Invocou o nome de Deus; que lhe quer ?
p6de dizer-m'o, que sou sua filha.
EHe responded corm unm sorriso malicioso :
SSe conseguisse delle o que tanto desejo.
SPega, peoa, retorqaio a bell irmA de ca-
ridade, que eu empenharei todas as mirihas
forQas para quo seja attendido.
a Ah! entao rogue-lhe, anjo de mneus sonlhos,
que me faa seu genro !
A scena passa-se entire urea criada e a
sua ama :
a Sim, minha senhora, quebrei um bocado
a um dos jarros da sala; mas naio foi nada; foi
una bocado inutil.
( 0 que, entMo a aza 6 um bocado inutil ?
a A senhora disse-me mais do cem- vezes -
quea nunca pegasse nojarro pela aza ; 6 por
issor que eu digo que nao servia para nada. i
Estavafallando da chuva e do frio :
a Sirm, o tempo podia star rmelhor, sem
duvida nenhuma. Mas, se a gene se agasa-
lhar bern, vestir um born paletot, um bore
cache-nez, trouxer um born chapeo de chuva,
botas de duas solas... e sobretudo,-se fecar 4
em casa, junto do um barn fogao.., asseguro-
lhe qua o tempo A muito suppor'tavel!
,A Sua asposa coma estal?
a Morrou, pois nao sabia? morreu ja ha
tempos. Pobresairia, coitada n.. Tambem ja 4
era tempo -
a Por quo? padocia muito?
a Nao, nmr por isso. Mas as doencas cus-
tam t.o cars !... a
A*, A sceoa passa-se em casa de um das
mais conhecidos deotistas de Madrid, Entra
um freguez a diz:
< Desejo'uma boa dentadura postipa. -. .
a Perneitameate, aqui est urma magnifica.
rem fechos de ouron 6 sem a meoor duvida
de qualidade superior.
a Mas deve serexcessivamente cara, e nott
desejo arrui,nar minha' familia comprando
dentes.


M Nao vejo o inconvenient que possa have
nissa. Se V. Exct morrer, a sua familiar ficara
corn que comer. a
Pagadoria de tazeeft". Nesta esdtacgao
pagam-se bhoje as sguintefolhas:
Presidencia, Faculdade/de Direito, relagko,
prets e folha dos officials, thesouraria e capi-
taWa do porto.
Lotelria-Sabbado, 7 d corrent, as e exta-
trahirA aloteria 231.'aeMrAe ciiotlasobrfs
da nova igreja do N. S. da Pe]s1.
,0i biihetes acham-se A venda na 'thesoura-
ria das loterias e loja' de caloados do Sr. Pur-
A., a praoa da Iudependeueia as. 37. e 39. As
liawte salirto no-mesamo dia.e: os premioas s
*rgacA so seguiate em dinate,.
SVapores-Slo esperadqs os seguintes:
rfiedo Norte amanha.
-A daEuropa ate. 4
Bahia do Sul att 9 .
G(adwicw daEuropa ate 1 1 m
Mfinho do Sul at 14 a
Gatida dda Eiropa al6 15 0
PernamlrUco do Sit al 17 ,1
Orhnoque do Sal ate 20 a
Protesto de letras-0 escrivato interino,
dos protests, Albuquerque, estf de semtnana: I
cartorio A rua-Bella u.,37,-ioja.
Prolamas de casamnntos.-Leram-se
no din 1, na matriz de-S Jos6, os seguintes
proclamras:
P-imeira denutwiacdo
Joao Jose Barretto corn Cadndida Rosa Fran- I
cisca Pessoa.
Bellarmino Joao Muniz corn Hermmna Gooes
de Lyra.
Leopoldo Carneiro Rodrigues Campello corn
Cesaria Remidia Barretto Carneiro Leao.
Seguwa denunciapdo -
Floriano Francisco dos Santos corn Marcelina
Adelaide de Miranda.
Jos6 Moteira Alvee da Siva- ,aon Thereza
de Siqueira Cavalcante. ..
Aqtnoj. C4valcante Accioli..oal- ClemOnwA
Alves'Seirpa. '- -
iOiqnim Tiburcio do Reg3 Barros corn
Amelia Caudida'de Medeirod. ,.- I I
Vicente Teix4m-Goimnbra corn Anali-iarb-
ina Lavra., 0 ( .
Cast aoel Hinei JIbbior. dqj
Helena = #*Cjuz Ramos. -
Zefer'p tt*A 4am Virtgens cemr Fellsml4
4ria da'neao, '-'."" .-
, yf "'wd.n^^(. .
Thebot Jos .Fetceira cf o Nas- i
mamefitd&a-rrda.. r:ls I : ."
la.Candida-Pasd& It-
daJos^.oaguunA-P fat oMP rvalho coi4 ppp-


sEan Jom nt4aMa-

i Maria powsiflto
,m, "" b a -

nj--S-lft,J' .. l r,.i ,


*v wjoge, f .vtw'yi^leW

S "gte S ..epie,-. -4 4 Sfm o Was
n. 137, de moe's, qiuadmo3Solp, wldaa4ni-
vorsos passaros.
Pasaageisros.-Chgi do sul no vapdr
nacisa Ml Hvsezde Csaiag -
"Ospio Cota, .V. ,tuAnia, lbis'o twria
MUafiMai, Everardo ilgiW p .-DoRia, )aaouldvs
Santoa VillacGa, Jos :JQoea Gs .aimer, Jose
Joaqtim F. SiHv, Jotqoqsohine.
hCbegao dos maesmo portos no vuot
inglez John Eldea: -.
Charles Moreli.
--Chegados do norie ao vapor uacional
Ipojucs,
llenrique GuimarAes, Jost da Costa Peraima'
e sua familiar, Alcides F'alco, LeopoUlo M. de
Assunfpca6, Antonio Co;raia deoModeirou, An- -
tonio Jus6 da Silva Pices, Diomedes B. LitAs,
Lost Antuues, Raywuado .rancisco, lManoel
Corrcia, Guilherme Lopes, Cypriano Brance.o,
Manoel Fernandes R., aso Goa.es Itodrignes.
P. W"awe, .Carlos Casrjio, I deserter e duas
pracas, Joss Joaquim dos Santos Uima, 2 es-
cravos a antregar.
Sahidos para a Europa no vapor ing!eZ
Elbe:
Joio Fernandes Lopes e I filho, Albino Lo-
)p3s Vacieira, D)omingos, Jost Francisco Dias
Gusmito, Joaquim Jost Comes, Warren e 1
criada, Antlonio Martins Ig:adcio. Antoio Pe-
reira Vilella, Jos6 Fernandes daS. R,, Francis-
co G. V. do Albuquerque Lins, Joto Francisco
B. de Mello

CHRONIC& JUDICIARIA
&'riheuaal t is ette iio
SE$SAO ORDLNARIA, EM 28 DE JUNIO
DE 1877
PRESIODENCI. DO EXM. SR. GCONSELHEIRO
ANSELMO FRANCISCO PERETTI
Secrcturio intcrino Dr. Mawcl Pinto Daniazu.o.
A's 10 horas e 30 minutes da manha, pre-
sentes os Srs. desembargadores em nurwero
legal, foi aberta a sessto, depois de lida e ap-
provada a acta dai antecedente.
Distribuidos e passados orfeitos, deramin-se
os seuiniLes
JULGAMENTOS
PRcuI-.rsos crimes
De Jaboatio-Recorrente o juizo, recorrido
Joo d(le Souza Marinho. Relator o Sr. des-
embniargrador Reis e Silva. Adjuntos os Srs.
desembargadores Lourengo Santiago e Accioli.
-Negou-se unanimemente provimento ao re-
Cn rso.
Do Bonito Recorrente o juizo, recorrido
Juaquim Bezerra de Menezes. Relator o Sr.
desembargador Almeida Albuquerque. Adjun-
Los 'os :Srs. desembargadores Loureneo San-
tiago e4fegueira Costa Negou-so unanime-
montie provimento ao recurso.
Do Recife-Recorrente o capitao Joaquim
Nunts da Silva, recorrido o jaizo. Relator o
Sr. desembhargador Alineida Albuquerque.
Adjuntos os Srs. desemlbargadores Souza
Leao e Reogueira Costa.-Deu-se unanimernen-
te provimento ao recurso.
De Born Jardirn-Recorrente o juizo, recor-
rido Margelino Jost da Silva. Relator o Sr.
dcsembargador Souza Le.o. Adjuntos os Srs.
desembargadores Reis e Silva c A&ccioli.- Je-
gou-se unanimemente provimento ao recivpo.
Aggravos d ie petiao
Do Recife-Aggravante o consul portifldez,
aggravado e juizo do commercio. Relator o
Sr. conselheiro Doria. Adjuntos os Sr*. des-
embargadores Lourenao Sintiago e Motta.-
Negou-se unainimemonte provimento ao ag-
gravo.
Do Recife Aggravante Balthazar Pinto do
Gouveia, aggravado o juizo do commercio.
Relator o Sr. desemrbargador Regueira CAsta.
Adjantos os Srs. deseombargadbres Aiaida
Albuquerque e Souza Leao. -- lDeu-so prom-
mento ao aggravo contra o voto do relator,
AppellacQes crimes
Doa Nazareth-Appellante Joaquim" da Costa
Medeiros, appellada a justiga. Relator o Sr.
desembargador Regueira Costa. .Revisours
os Srs. desembargadores Lourengo Santiago
e Souza Leao.- Mandou-se descor os autos
parn uma diligencia contra o voto do Sr. Sou-
za Le[o.
De Caruaragibe--Appellante o juizo, appel-
lade Antonio Pedro Cedrim. Relator o Sm..
desembargador Souza Le[o. Revisores os Sr.
desembargares Louren('o Santiago a Reis -e
Silva.-Mandou-se o rno a nov jury unanitne-
m.ate.
Appellanges civeis
Be Bore lardim- Appellantes Manoel Jost
Antonio e outros, par seu curador, appellado
o juizo. Relator o Sr. desembargador Lou-
rengo Santiago. Revisores os Srs. deseaubar-
gadores Reis e Silva e Almeida Albuquerque.
-Foi unanimemente- reformada a sentenga.
Do Passo de Camaragibe-Appellante o j-i-
zo, appellade Joaquim Jost Alvim. Relator o


Sr. desembargador Reis eSilva. Revisores us
Srs. desembargadores Almepida Albuquerque e
Accioli.-Foi unanimemente confirmada a sen-
tencga.
IDo Recife-Appellante a fazenda proriacal,
appellado Jost Antonio Vieira. Relator o-Sr.
desembargador Regueira Costa. Revisores os
Srs. desembargadores Souza Leao e Lourengo
Santiago.-Foi julgada nulla a habilitagfo -ron-
tra .o vole do $r. tLoAreno Santiago.
PASSAGES.
Do. Sr. -desembargador Lourene6 Sa itap
ao Sr. desembargador tleis e Silva:
AppellacAo comm1e"al
Do N eife*-AwellantSWIedo TiowodeSou-
za e outros, appellades os adminitradorem4a
masse fallida dos appel1autes. -
Do Sr. desembargdor -Rols e' Silva ao Sr.
desembergador Almeida Albuquerque:
Appeolaces crimes
Do Dwqae--p.lanar -Joko Va*uic d'- Sil-
va, appellado o juizo. .
Da Misericordia-Appellante a justicea, ap-
pellado Joaquim lMonteiro de Souza.
AppeUag6es civois,
Da Aecife Appellante Jose Auguso 4e
Araujo, appellada Rufina, por seu curador.
Do Recife-Appellante David Ferrtira %i
thar, appellado Lutz de Fraamga de Albuqur-
que, por seu cuador. .
Do 1iife-AppeUante Luiz Antonio de Si-
queira Junior.
Dp Palmares-Appellante o Dr. Aitonio Ro-
gerio Freire de Carvalho, appe ilado Jos Tic-
toriano de Pai.a.
Do Sr. desembargador Almeida Albauwor-
que ao Sr. desembargador Motta
Appellacao civel -
Do Recife-Appellante "Manoel de Azevedc
Andrade, appellado Galdino dos Santos Nttaes
de Oliveira.
Ao Sr. desembargador Accioli: '
AppeFavSes crimes
De Garanhuna ,-Appellante ajusUga, appel-
ado Bernardiio Francisco de MlleoCGavloe .
Do Recife-Appellante Joaqnim JQs de $a.
;'Anna,- appellada a justiva. .
-De Goyanna-Appellante o Juizo, tppella8do
Peliciano de Fraga. : -.
.,Be (Garanhun--AppelUIante Beoardi.o -jq
Le Souza, appellada a justiga.. .
Appellauo commerl

a,- appeli -s liber ial ". e
Gee a .-.'':,-
rhomazia. fie*'; .-.
poS!,ddes.r .otrfIR taw9 Sr. desem- -
)arge'dr Acibli : -
Do Cabo--Appeante I GC .'llj -
&ppelado o ar da.16; S.,.u, va:, .-.
0 Sr. desembargar zs. f."
...... ... iro "D.o-da= .: ;


I:PEa
gs0ot


l -




'"i
_ "^t























ApI* i t,"| B



*Dowcife-Rworrente o cadet a J mftm -
n..s d0 -4#v, _e DaYf t "e .o -uo, reco -
Miguel ToiuHi4,ftouza Pinto.
Ao 8r. cons Ieie a -or:
Do Rai*-'Reeormie o juizo, recorridq,. 0
liberty Da o. ....-.
AQ Sr. desembargdor Regueira Costa-: -
Da Pahweira dop Indios-Reeorrente a j fo,
recorrido Jos6 Antqnio. Wersahim.
Recurso de qualificac&o
Ao Sr. conselheiro Doria :
Do Bulque-Recorreute Antonio Marques de
Albuquerque CavalcanLe, recorrida a junta
municipal. V
Aggravo de peti&o,
Ao Sr. desembargador Loureneo Santiago
DoJ Recife-Aggravante Cainillo da Silva Ta-
vora, aggravado o jizo do commercio.
SAppellagSes crimes .
Ao Sr. desembargador Souza Leao .
De Pesqueira,-Appellahte a justiga, appel-
lado Manoel Correia da Paixao:
iAo Sr. desembargador LUurent9 Santiago:
.Da Victoria-Appellante a justia, appellado
Jose Frantcisco le Alineida.
Ao Sr. desembargador Reis e Silva :
Da Victorla-Appellante a justice, appellado
Manoel Francisco da Costa.
Ao Sr. desembargador -Almeida Albuqei'r-
quo:
De Garanhans-A'ppellante a justisa; appbl-
lado' Manoel'-onqalves da Silva.
Ao Sr. desetibargador Accioli
De Garanhuns-Appellante a justi.ca, appel-
lados Antonio Aureliano da Silva o outro.
Ao Sr. conselheiro Doria :
Do Pianc6-Appellante. Manoel Geraldo da
Silva:, appellada a justica.
Ao Sr. desembargador Regueira Costa.:
Do Buiqua- Appellante Claudino Jos6 de
Araujo Dias, appellada a justiga.
Appellagoes civeks
De Ci gbres--Appellante o juizo, appellada
Catharina, escrava, por seu curator.
Ao Sr. desembargador Reis e Silva:
Do Pilar da Parahyba Appellante o jufzo,
appellados Francisco e Maria, por seu curador.
Appellagao commercial
Ao Sr. desembargador Ahlneida Albuquer-
que :
Do Recife-Appellante Antonio Joaquinm Fer-
nandes & C., appellados Adamson Howie &
Companhia. ,
Encerrau-seA sess;Lo Ai e 114 hera da tarde.

MURUCAG S O A P IDO
Escola Philotechnica
U)SO0 DR EDUCAgAO PHYSICAL, INTELLEC-
TUAL, MORAL E KELIGI0S&.PARA 0 SEXO
MAsCULINO, RUA DA UN11O N 33 A,
PfIRN4ABUCO
E' bern. eonhecildo de todos que tenm
exptTiencia pela pratica, quanto rouba
ao bern do adiantamento moral e intel-
lectual dos alumnos o trabalho, quo-
tenp directores e mais empregados ver-
dadeiramente interessados polo bemrn
dos internatos em regular e inspeccio-
nar negoeios puramente, domesticos, fi-
cando f6mra de sua vigilancia assidua os
negocios de 'ensino.
Por isso, o abaixo assignalo, empe-
nhado nessas quest6es de educaAo,
resotveu, dirigir um instituto em quec
todo seu cuidado se consagre a ella
em seus various ramos confdrme o
programma que apresenrt qaeus es-
tatutos. ,
E' empreza neste genero aln1au nova
aqui, e seu director espera seri vaata-
josa para aquelles que teem sua resi-
dencia na capital.
A dedicaco corn que serve a esse in-
tuito; o estudo a que para esse firr se
tern dado; a pratica de algtins annos
conmo prefeito de estulos no cellegio
Sanria Genoveva, e vice-diyctor'do Dous
de Dezembro : sie os titv'4 e apre-
senta o abaixo assignadd'C~o -pienhor
aos.Srs. pais-de families, i '


0 progiaima de ensinj opj)or-
tunamente organisado,, tomrando o di-
rector da escola parte nas aulas de to-
das as classes.
A escola funccionarA do 1.o de julho
em diante.
Pernambuco, 254djwap4A d4el877.

N. 516.-O0 orgao responsavel.
0 estomao 6 responsavel por mais
minaldades, do que as contidas dentro de
boceta de Pandora. Atonia, ou frou-
xid.o das fibras, dyspepsia, ou indiges-
tAo suimples, s"ao .os prunimeiros indicios,
de rnaim de metade de enfermidades in-
numeradas nos livrs's medicos. Ata-
tue-se para desde logo corn a salsapar-
Rilha de Bristol, o touc.-naais natural,
o corrective que iamaii f6ra -concedido
melo reino botanico i sciencia chimica.
Forlilque-se, pois, oestomagbo e sua-
vemente estimule-se -as suas fu icc'es
grasticas corn este famoso reistaurativo.
Tenha-se em lembranga que o appare-
Ibo digestivo, d a causa primaria de
vitalidade d'onde o corpo inteiro rece-
be os suppimentos necessarios, e-q"
.a saLsaparrilha de B:istol, d urn especi-
fic contfit. as enferinidades-queo affec-
ta. Em-4odos os casos de molestias do
digado, -estomago e do'intestios, as -
piltiaaassucaradas de BriUtol, .deverasI
ser tomadas conjunctamente corn a
salsdparilha. ., .:


Vapor iCriogl 2c_ aaMoe
Liverpool etlro 6a JW--- lo
coneignado a Saeunte ra : & C.a
maulPestou; ..s o. C.
'-Carga de Livewp.ol"
Amostras 6 volumes a6o 'di0ees Ao c
20 cunhetes&-ordteni-. Ardez B saccr.
SSoUza Basto ,1.b a50 a Ferhandes dC
Costa & C. Arreios 2 caixas a Morei.



SCnostaO&iveira
ra, Halliday & G, Arcos de ferro 33(M
fixes a Parente Vianna & C, 61 a Sa.
muel P. Johaston & C.Me- .
Barras de ferro 6 e 90 feixes aos mes.
mos. Biscoate 3 caixasa or3iem. Bar.
ritha 20 tambbores a Fernandes da Costa
m& C. Bigornas 8 caixas a Antonio doC
Santos Oliveira.
Cevada grelada 20 barricas a A Amei
rico d e Caldaa Brandao. Cha2eos
caixas a Goncalves Bastos & ., 4
Gongalves, IrmdoaovC., 1 a Joao Narcisc
& C.,8 a Monhard, Metleri & C., 2
Cramer Frey & C. Cerveja- 50,barrica
Sordem, 50 a Souza C Bastos & C.I, 2
a Francisco Guedes d' Araujo, 30 a Feir
nandes da Costa & C., 4 barris a Sa.
muel P. Johnston & G Chaps d(
XCCvo5 aos mesmos, ditas para foga(
70;0s mesmos, 30 a Antonio Duart(
Moheira Vianna. Cadinhos i barrici
a Cardoso & Irmo. Cabos 24voluaire
a, ordem. Canela 40 t-oixas. a-Lebr(
Re s8& CG. Chapeos -de Sol 1' -caixa
Mendes Loi a C. PhaV 44 4aixas
Souza Basto's & C., 20 a Mills Lathan
& C., 402 oirdem. Gutilqria 1 caik
a Alino Vieira& ( C., 6 a Moreira Hat
liday & C., 4 a Samuel|P. Johonsto
& C. Chuambo 65 barrins A order, 70
Morerra Halliday & C. Camisas 1 cai.
xa a Monhard, Mettler & C. Calad&
1 caixa a Parente Vianna C.-
Drogas 5 volumes a Francisco Manoe
da Silva &C.e a
SEnxofrei 10 a caixas a Alipio Vieira d
C. Enxadas 36 barrio ao, meismos, 5(
ordem, 16 a- Antomo Duarte Carne.
ro Vianna. Estanho 4 barricas ao mai.E
mo, 10 a Moreira, HaUiday & CQ, 3
Cordozo & IrmAo. Elastioo 1 caixa
H. Nuesch&C.
FoHaias de Flandres 5 4 cunhetes
Braga & Pimentel, 55 :a C. FS. Hawke2
& C., 160 a Parente Vianna ,-CA, F
agents. 27 volumes aos mesmos, '31-.
ordem, t a Silva & Alves, '2 a Antoni
dos-Sa Oliveia4 a Antonio Duar-
to, CarnMeiro Viandia, 8 a Alipio Vieia
SC.n 26i aos consignataios, 10 a Sa-
suel P. Johnston & C.,2' w G*-es d-
Mettos & Irmaio. Farinha de trigo 1,70(
barricas a ordem. Folha de.ferro 60 a
SamUel P. Johnston & C., dita de oobrE
I caixa a Braga & Pimentel. Fitas. 2
caixaL a ordem. Fio 4 fardos a Sidyp-
Sn4a C. 1 aSilva & Alves, 1 a Samuel
P. JohnwMe & C. Forms para aSsueal
20 aos mesmos.
Linha J C aixas a Antonio Duar-
te b arneiro Viare 1 .a ordem, t a
Antonio da Silva Faria, 1 a Oliveira
Bastes & C. -
Lena 4 fa'dos+ a Moreira Halliday &
C.,^2a Adamson Howie A(iC., 2 a M[o-
abard, Metller Francisco Manoel da S~wa" &:C.
Mercidbrias 1 volume a Parente Vian-
na & d(.:, 1 a Jose T. Leitte Bastes, 1 ai
ordain, 8 a Lidstone Robilliar4*& C.,4
a Joaoda Roche 'e Silva. "Maagl
barrio a ordem. Mains 1 caixa I if
genio Goncalves Cascao, t a Men, aes
Lobo <& G, .


Oleo de linhbaca-5barris a ordem, 6
a Jobo da Silva Ramos, 10 a Francis
co Manoel daSilva C., 10 a A. E. da
S. Camdes. Objectos para ascriptorio
2 caixas a ordem.
Prezunto e toucinho 6 caixas a Braga
Son 4 C. PAs de ferro 30 feixes A
ordem. Phosphoros 1. -caixa' a Bour-
gard & C. Papel 26 caixas a Parente
Vianna & C. Peso de ferro 50 a Sa-
muel P. Johnston & C.
-Salitre 10 barricas a Alipio Vieira
& C., Sherry 1 barril a ordem.
Tecidos diversos 26 volumes a Ma-
chad6 & Pereira, 13 a Alcoforado Viei-
ra & C.1 2 a Tbeoffpro Christian en,
7,a'Gontalves, Irmiao GC., a Olin-
I.. ",4.a Fernandes Carvalbo
t m de Mattos Irines "27
a 2t C., 7 a- Ada0It
ow C: Mills.Latam
T>4f VNIAfat hO ir- 6 a LoyI


;~ ~ ~ ~ i ,.eia ,ito .. .. inpeo 2tB ?
...$eeHSeb dtsd .p ^a..

o.-0co1 caixa a ordem.




Ovos 1 ecaixai a Antonio Joad fleAze-
veo J IlU^ caixa a Dorningos raeu'ea
Sda Stv .. '
Vinho40pipas a Snuza-gtastos 11 C4,
) 26 2i2e 15i a FranciscoQ4I(beiro Pinfto
G'.. .,ess. s 3
l'da: .Sityt "" +






scuna ingleza Slarim, enprmsada de Liver
J.pool Ia mesma data e consignada a Saunders
xa Brothers & C., mnistoui
o0 tcamx .ordepm.' l.st ~_
Ov ihaAntonio Jose 'lAze-.A




Aos.as -volumes adiverss. Arroz 5
saccos aixa a Domosingos Cruz Fe& C.



Barras do lerro -101 a Fonceca & frei&o, 2 a
C ardoso & lrmao Baunllha 40 tarabores a
Fernandes da Costa & .--.
Vinho 10p'ipas a soua*nts'-d C;,




26 22rveja 55 barricas ordem, 3 a FrancMcQeiosiccn
Oomardes.






...udes deAraujo. Conserva.s4 caixas ao
Ra ~ ema ingleza ,.%latia, entthda. de Liver-



mpsmo. Cavmesao d pedra 25 etonesignada a undersi-
Bsorrothers & C. manifesto
Drogas 10 5-volumes a Fdierrsiras.Maia rroz C., 5



Sa F. W. Sonwairtz. -
sacEncofres 30 baricagos Cruz & Yann & .
,3 Barras doferro .101 *4Fonceca & fro~o,+2*a



Echadas 26 orrieas Baunilha o0 tambores a
Ferro guza 0 oneladas & a.doso & Irmo,
S20 e rveja 55 barricas odem. raifgns 83 volu-sc
+Guedes de Arauqjq, 'onser~vas,.235 caixas ao



Smesmo. a rvAo de pedray &2 a Samuel P.


SJohjistoirfI' Fugarairqo# &aos mosmos,
S200oaC.Brother&s & C ias deFlandres
Droga150 cnhees aos voluinesmos. a Forreiras para .,as
aa F. W. Schwartz.



SEnxofsucar 20 gigas aos heraPaeiros Bowniann, 4 C.
Eachadas '26 b-orricas a Von:sohsien-'_&f.





I Allama Paterson & C. *' 7 -
FLicoroes 5guza0 tonlcaixas a amdos & aIrmvalo.


SLouc 200 gigas aos coa~ignatarios, 5-e I bar.
20 e 4 quit oordem. F -.es .83 vlr
m9 a Mogal"alliday &1,1I" a:Samuel P.



Joh Mercadorias diversas 7 caixas a T. Qoimbraos
200 & C. Mchiniso 123 values e peFla nd-ores
150 cuinhates aos mnesmus.." 4orimas para-as-


demuar 20 gigas aos h erde iros-Bowmann 6 a Allam
AllamPaterson & C. .


0 bjoctos para esgoto.10 volumes -a Recif~e
- Drainage Company,. Ditos para ga& 172 Va.
l lumes a Simpson & C. --Oloo -de linhaca 1(
Sbarris a Bartholomen -& C., 10 a Rtamos &
Garvalho. foo990aSupo &-. T~
Tijolos de ogo990aSmsn&*.Tc
) para assucar 23 aos hecdelros Bowmann, 122 a
Cardoso & Irma.o, 1 a A~amn Paterson &, C.1
S Vinagcore 20 caixas a Ramos & Carv alho. V
sLouga 200 gigas aas coqt~natarios, 5-e -1 bar-
erica" A ordem." -" "





Medros caixas diversas 7 cixas artolome &C. T.erniz imbra
DL& C. Machinismo 123 vottimes' e pnn* 'hor-;




, caixa 28aos mhrdeirsmos. Bowmann,6 a Allam
Paterson & C.-




) Objetogar inglez DoPara, entrado.10 volumes Terecifea Nova
Drainage Company. DRios Para -gaz, 172 vre,




ia lumes data Simpsons & C.-gnado a Saunders rolinhaa
-barris af Bartholomeu "&-C., 10 a Ramos &



arvalho. r s aos consigatarios.
Tijoios de fogo 9,900.a:S~ap .on &'C Taehas




SVapor nassuionar Ipojca, he]ntrado dos portos22 a
ardo norte imaoI 30 do correnaPate rs consignado a&
ScompaVinagre 20 caixas na do navgad"o Vos-.
dros I caix'a taBartholomettA-T:..Verniz



teira pr vapor, manifesto. :
Lfp nlzDor, etaodeTr ova



d Algo mesdat&o ., sas na ordem; a auders-Beniro
t Duart Rit.ro, tu. -. .
. Came 3 garajo icas aos consigrin arios.j a


Aifredo Carcia & C. Courinhos WtiruoflitaQ a
SJuio & rmo, 13 a Ipojarmnto Gonalves dportos
do norte em 30 do rrqu, 21 a Antenteo Duare ensign., 30 ad
cGomes dp Mattos per Irmbucana de navos.. uros salgadoos
1"teira pot vap-pr, manifeston:'-.. .-






4 Duarte liboiro, 2 a Bellarmieel..de Albu-
Caquerque, 51 a unha Irm'nhaos & C. a Anto-
Alfredo Duarte C. our. Ditos espichado 40 a


lmesmo, 6 a Gomes do Mattos & Irmilos. -
Genebra 9 caixas a Jorge Tasso.
SSiopl Irmao, 1231 eios a Bellarmino Gonalves de Al-
- buquerque, 4 a Antihio Duarte C. M, 3 aGo-
SGomes do Mattos & Iro s.. Gross



-- w'V & -i
Hiat nc o ra <^e~a, entrado de Macdo
3naos mesmosa 8M ado 00a Batolomeuio
LoDuarte Ribnro, 2 a Bemlarmin e Mbu-
Squerque, 51 a Cunha Irmlos &(.:+~ n0



Cnio Duarte C.M. saccDitos espichadoes 400 ao
Mattos&mo 6 a Gomesde Mattos&beIrma bos.t



ordene. Ceu9ncinas a ordem2 T
Sola 200 meios a oelam. Sal 400 alqueares
ou 51,200 Utros aw-odem.
Velas do cera do cannaiba 20 cai.as or-
dem. t- .
DESPACHOS DE EKPORTAQAO NO ~DIA 2&DIE
JUNHO DE 187
Portos do exterior


No patacho dinamarquez M.aya, carmiotF:
para.o I0avre, &. Labille, 4,000.couros verdes
em.sOO kMQs. -
f.t- barba ioleza Maro/ Ann; carregram:
f.ifwat, Borstelman C., 736 tfdos coub
kilos de'&gqA.-- '-
"--I."aho po_ an;, carregpm
para Liboa, F. $Soum G(tw 200 sacOos
cam 15,000 kilos "as"sar mascavado; $ila-
Guimaraos & W. t*Fros talgados c'ot

1,2 04 kilos. .
S Portos do interior .
"*A barca national MXrin/o V-carem
para Uruguayana, J. S. Loyo'& filho K47OtV-
ricas cornm 54,730 kilps de-assucar branco.
No patacho iacioif&l 'reira, earregaram :
para o- Rio Grande de 8-1A8morim Irihoa A
C. 350 barrieas coi 3?,.' kilos dpatcar
branco. -..
No brigut nacional Is.be4 -ea regoi,: pap o
Rio de Jaueiro, A. F. Batar 10 pipa,opm
4,800 litroS de alo l.,
No vapor national S. Savado', ca"e""
Cara AracajA, .1, hlves 2 barrioa
kilos deaiaucari ; F. da Costa T
Casco coh 2 4tv n i ^ -- "enf&, :

96l^ delalp :0 lii*

No btaCtoR* pettcaNt.&rB pars


Rten'.njnto do dia 1 a 28 170:062429
Idem do dia 30 17:893W809
187:957J598

1OT= TO DO PORTO
Navios etrados no dia 29
Liverpool por Lisboa-27 dias, sendo
do ultimno porto 17, vapor inglez Gla:
diateor. de;-25 tonelad4is; comjmandan-
te" J. G..Jones, equipagem 7, carga
diTfferdntes generous ; a Saunders Bro-
Sthers. .C.
kssu--8 dias, hiate national Graciosa,
\de 70 tQneladas, capito Jose Antonio
le Moura, equipagem 7, carga sal ;
a, Bartholomeu Lourengo.
Navios sahidos no memo dia
Bahi*eorm escala-Vapor national S.
Sol\ador, commandant Manoel An-
tonio de Souza Beltrao, carga diffe-
reint genetos.
South t6ton corn escala-Vapor in glez
Elbe., ommandante G. Herbert, car-
ga a m~sma qie trouxe dos portos
do sul.
S Navios entrados no dia 30
Ceara escala-7 dias, vapor brasilei-
ro Ipojuca, de 360 toneladas, corn-
_jmandanite Jeronymo Jose Telles,
equipagem 30, carga various generous;
a cornmpanhiA pernarnbucana.
Lisboa-34 dias, brigue portuguez So-
bcrano, de 240 tonela'das, capitao Ma-
noel 3ernardo Buginganga, equipa-
g em 12, carga differentes generous ; a
Amorim Irctoss &C.
Navio sahido no mesrno dia
Iltha do Sal-Barca franceza Fidelitd,
capitito Fay, em lastro de area.
Navios entrados no dia i
Bahia comn escala pelos portos do sul-
9 dias, send do ultimD porto, 14 ho-
ras,, vapor acional Marquez de Ca-
x'iq S i toneladas, cominmandante
JooT FraiiiscoaifS^." equipagem 28,
ctrga varwiogeneros; a Domingos AI-
Ves ^[atBeuj.
Rio de Jaaneir e Bahia-5 112 dims, a-
por inglez John Elder', de 2,699 to-
neladas, commandant Massey, equi-
pagemniO0, caga various -generos, a
Wilson Brothers & C.
Navios sahidos no mesmodia
Rio da Prata-Barca hespahola Conce-
p ,I, capitao Pablo:tp. carga
a~sacar. ...'-^e:
Rio da Prata-Sumaealiespanhola Glo-l
Sria del Masnou, capltAo Salvador Mil-
let. carga assucar.
Uruguayanna--Barca brasileira Mimo-
sa, capitao Fernandes Pereira, car--
ga assucar.
Liverpool corn escala-Vapor inglez
J6hu Elder, commandant Massey,
carga a mesma que1roxe do sul.

NTI_

.0 Dr. Alexandre da Souza Pereira do
Carmo juiz subgtttto 'd- fazeMd
(desta provincia defP"ernamb uco, pei
Sua Mage de Iuf e Constitc-
cional o Si D. P -II, que Deus
guard, etc. : -
Faz saber pelo presented qd(e em vir-
tude das execucoes qtu a fazenda pro-
vincial encaminha contra Joaquim Jose
Gonrialves Beltrao & Filhos, se proce-
dera a penhora em una escrava~e pro-
riedae. dos exec-. Q., de nome 6ui-
fhermina, parda,' t ^zoito aunos,
pouco mais ou meuo -ohaques,
e sem habiidades;: ak mn ueis-
centosmil rdis. Erl g do
quoe e em face do d:l HBe 15
de setembro de i,RJ 1 [
pelo present quaei.uer litftltfA. que


qoeiram arrematar am sil craa, a
apreijtareim suas p Ejido
prazo de 30 dias, a taes-
te. E como quer qu %, I hante-es-
cpava se ache sob a da-deposi-
tario particular JoAd Vakce Cabral, este
Aeveri apr aenta-la aos licitantes afim
de que possam basear- suas propostas.
Epara que chaee ao conhecimento
de todos, passou-4edital qu e sera de-
vidariente- publicado polo jornal.- .
e pa9ado. .gaes iade do Re-
'tbdePerfambuoo, fi 30'-de junho'
AJ 77.-u.o5|M do0 Torres
Jul.... ----- t. li e^- U
-J-^ '. *- i-*L -*^p *H -1. A "-


Editaln=508
0 lHim. Sr. inspector do thesouro provincial,
em virlthde de ordem de W.:Exc. o Sr. presi-
dente da provincia. datada de to do corrente,
manda fazer public, para conheoimento de
quern' possa infiteressar, que vai A: praga pe-
rante a junta deste thpsouro, nb dia 5 de julho
proximo vindouro, pelo meio dia, a obra da
construcClo da ponte sobre o rio Ipojuca, no
enwenho Salgado, oreada em 8:000#, 'como se
v0 das clausulas abaixo transcriptas ; deven-
do o seu pagamento ser effectua'lo em apoli-
ces de 70/0 ao par. I
As pessoas que se propozerem a usta arre-
matac'o, comparegam na sala das sessoes da
referida junta, nodia'acima indicado, compe-
tenlemente habilitadas.
E para que chegue ao conhecimento de to-
dos, se mandou fazer public por este Diario.
Secretaria do thesouro -provincial de Per-
nambuco,18 de junho de 1877..- 0 secretario,
.Miguel Affonso Ferreira.
Clausulas especiaes
Art. 1o-A; obras da ponte do Salgado ser5p
executadas de conformidade comro project,
cujo orCamento e de 8:000S, nesta data sub-
mettido a approvaQgo do president da provin-
cia.
SArt. 20 0 arrematante dar& comero as obras
no prazo de tros Inezes e as concluira no de
quinze mezes, a contar ambos os prazos do
dia em que o contrato tiver sido organisado
no thesouro provincial.
Art. 3o Os pagamentos serlo feitos em apo-
ices.da divida public provincial de 7 0/0 ao
par, divididos em quatro prestages. iguaes,
correspondents a igual valor de obra execu-
tada ou material reunido para tal tfim.
Art 40 0 recebimento definitive serai 48
mezes depois do recebimento proviso'io, e du-
rante este prazo o arrematante conservara em
-bom estado toda a obra, substituindo "ualquer
pega que se arruinar.
Art. 5o Em tudo mais que nao se achar es-
pecificado nas presents clausulas e arQaXa.-i
tos, seguir-se-ha o quo dispOe o regpei
desta repartigto. RepvrtiQao das obras';t
blicas, 18 de abril de'1877.-Approvo.-Palaift
da presidencia de Pernambuco, 1o de junho de
1877.-Manoel Cle mentino. Conforme--lHfi-
rique Moscoso. -Conforme. Miguel Affonsi
Ferreira. -
Edital n. 351
Por esta secretaria e de ordemni do inspector
geral se faz saber ao professor Claudiip. Go-
mes Barreto, que.deve comparecer perante o
conselho litterario, na inspectoria da instruc-
eC.o public, no. dia 4 de julho vindouro, para
ser interrogado e pruduzir as provasq ue tiver
no process quo se Ihe instaurou em virtude
de representacao de habitantes -da freguezia
do PoQo da Panella e do delegado litterario
respective ; procedendo-se a sua revelia se
por ventura nao se apresentar.
Secrctaria da instrucclo public de Pernam:
buce, 28 de junho de 1877.-0 socretario,
Joaq uimPereira da Silea Guismarces.
0 -o procuradwm dOs feitos da fazenda pro-
vincial, tendo recebido do thesou'o provincial a
-relado abaio Wtranseripta, dos contribuinte
do ir=posto addici onal d decina .urbana, pro-
veniente de annuidades e concertos, relatives ao
2o senseste do exercicio de 1874 a 875, cujos
debitos so ac tam contstituidoes em dividaactiva,
declara aos mesnwos contribuintes que Pies fica
inarcado 6 prazo de S0 dik, a econtar da pu-
blicaf*io do-presMte edtl4, na conformtdade do
disposto .no art. 53 da Iei n. 891, para reco-
VUerem a inportancia de seas debitos ao thesou-
ro provincial, certos de qye, find o referido
pazo, se procedme4 executiaintente na co-
orfwc ....
Recipe, I e junsho de 1$77.'- Miguel Jose de
Almeida Pernambuco.
FREGUEZIA DE S. JOSO1
Relakio dos deoedores do imposto additional t
decima urbaina, proveniente de annuidades e
concertos da -Recife Drainage Company,. re-
lativo ao 20 semestre do e.xercieio de 1874 a
1875
Travessa do Serigado n. 7.
Maria dQ Amparo Borges
Rua de Christovio Colombo
. n. 11 'A mesma 271970
Goronel Suassuna n. 234.
Maria Lourenca da Con-
ceicao Pontes
Dita n. 274rA mesma 279970
Palma n. 404 Maria Joaqui-
na Ferrehftda Silva.
Dita n. t0: A mrema 279970
Padre Floriano n. 54. Maria
Adelaide da Silva 131988
Dita n.:67. Maria Apolinaria
de Miranda 8- 1$687


Vidal de Negr'rq .n 6a03. -
Maria Louretnajdh -Silta
Sobrinha : 31$134
CoronelSuassunan. Ma- -
ia Francisca daAiiiia-
v+ 25 678
Nowvde ,Santa Rita n. 62.
Maria do Monte Carmello f3988
Diaue". 32. Marie Arcanja

Noguoir4. 34. Mafia Isabel -
de Mir 138988
Forte n. 22. Maria Joaquina
dle Paula Chaves 178435
Vfbil de Negreiros n. 118.
. *i] a Alexandrina de Car- .
-vaLo 138988
Dita n. 128. Maria Rosa Ja-
cintha do CGarmo 138$W
Dita n. 132. Maria, Jovina e
Flora, jilhos de Candido
Jose da Fonceca i3(988
Dita n. 100k Maria Thereza -
dos Santos Lima- 13#888 E
Dita nU 01( Maria Luiza da (
Puri:ca -138988
Chr tm-mo Celombo. n, 17.
':4ta -Silva Ca:npo0.i, I
G a ~.- 138988.


Manoel J~gedo Mittw* ;r
Rua 4twSuant lta W u'. 6
-besm o. '-'. -
Dita n.21. J eo 0,.
Dita n. 68.6 0 mest0o' ?
Dita n. 72. 0 meao e -
Dita n. 80. 0 memo "*
SantaCeci ia n. 27. 0 ries- : ..
mo -
S. Joao n. 3. 0 mesmo (
Nogueira n-. 25. Manoel Joa- .,.
qmm Baptista. -
Christovio Colombo n. 6. 0
mesmo
Larg6 do Mercado n. 25. 0
mesmo
Rua de S. Jos6 n. 7. 0
mesmo
Marcilio Dias n. 116. 0 mes-
mo
Coronel Suassuna n. 262. 0
mesmo
Padre Floriano n. 51. 0 mes--
mo :- 126992M
Vidal de Negreiros n. 42I -
Manoel Antonio da Silva
Moreira
Dita n. 151. 0 mesmo 271970
Dita n. 39. Manoel Antonio -
de Azevedo -
Marcilio Dias n. 113. 0 mes-
mo -
Santa Rita n. 66. 0 mesmo 41V964 -
Sio Josd n. (4. Monoel Dias.
da Silva Santos
Imperial n. 45. 0 mesmo
Sao Jose [n. 38. 0 mesmoiO
Marcilio Dias n. 127. 0 ue-
mo -
Sao Joao n 19. i9. mi- o
Padre NolNa n. 40.- 0
mesmo '
Forte n. 8. 0 memo -
Dita. n. 6. 0 mesm.o 1854
Victoria n. 6. Manoel do Car- 8. 0
J .ma Ribeiro
]Dita n. 4. 0 mesmo
Dita n. 2.0 memo
Marquez do Herval n. 139.
0 mesmo J
Dita n. 137. 0 mesmo 885470
Nova de Santa Rita 59. Ma-
noel Jose Dantas
Dita n. 57. 0 mesmo
Dita n. 55 0 mesmo
Dita n. 61. 0 mesmo 875779
Travessa do Lima n. 7. Ma-
noel Pereira de Maga- -
lhdes
Dita n. 5. 0 mesmo
Dita n. 3. 0 mesmo 505057
Rua de Santa Rita n. 92.
Monsenhor Francisco Mu-
niz Tavares 440911
Sao. Jose n. 70. Manoel Pau-
la de Albuquerque
Dita n. 72. 0 mesmo
Sdo Joap n. 27. 0 mesrno 465782
Antonio Henriques n. 8,Ma2
noel de Fontes Gomes
Coronel Suassuna n. 447. 0
mesmo 305821
Vidal de Negreiros n. 143.
Manoel Gomes Ferreira deo y
Sa Leituo 29(995 -
Frei Henriques n. 12. Ma- x
noel Adriano de Souza 435988
Padre Floriano n. 58. Mla-
noel Goncalves Ferreira e
Silva. 13'968
Santa Rita n. 77. Manoel da
Silva Ferreira 1351988
Dita n. 1. Manoel Gomes da
Silva (1/3) 168009"
Coronel Suassuna n. 101.


Manoel Maria Gomes da
Silva Cunha '275777
Dita n. 158. Manoel, filho .
do Feliciano Joaquim dos- -
Santos 21(009
Dita n. 180. Manoel de Mes-
quita Cardozo 905179
Nova de Santa Rita n. 48.
. Manoel Joao d'Amorim 135988
Santa Cecilia n. 45. Manoel
da Costa kyres Veflosb 13$988
Antoio Henriques n. 6: Ma-
noel da (onceiao Rodri-.
gaes dos Santos Regis e
autros 13988
Jardim n. 26. Manoel Be-
nedicto do Espirito Santo. 13,988
Dita n. 15. Mahoel Alves
Guerra "- 13888
Travessa do Gaz n 12. 1- .
.noel do Nascimhnento 131988
Ypiranga n. 13- Manoel Joa- -, -"
quirn Ferreira Esteves 131988
Matcilio Dias n. 129. Mac ?-
IoeL Gomes da Silva her..,
diMfs de) ..3
S. IoAo n. 29. Manoel Ant- -'.
nio' Correia 281856
Marquez do Herval n. 114.
)Ios de Manoel Jose de
Jesus Americo "f98 "
S. Jons n. 13. Manoel Josd. .
Goncgalves"..,iR
rravessa da Matriz nt. 6. .. :
Martinho Jose de "SOua "
in .f ''," t, '























S S`4-17o "642

e k. Per"lr 135988,
i''41. Pedro Jose

Dita n. m 0 mesmo 278976
Dita n. 2t, Paulino Anitonio
Ramos <7
Dita n. 23. 0 inmesmo 278976
Padre Floriano n. 29. Pedro .
Gomes da Costa e outros 131988
Dita n.:25. Dr. Pedro B&er-
ra deAraujo Pereira 131988
Vidal -de Negreiros n. 492.
Paulino, filho deJosd Dias
Foernandes 135988
Marquez 'do Herval n. 62.
Rosa 4andidida Gongalves
- Ferreira.
Coronal Suaisuna n. 435. A
mesma
Vidal de Negreiros n. 41. A
mesrna.
24 de Maio h.. 4 mesa
Dita n. 45. A mesma 738232
Christovao Colombo n. 9.
Bita Maria da Coneeico
Passes. -04
Palma n. 96. Rosa Alexan-
drina Ferreira da Silva
Dita n. 94. A mesma 375868
Padre No bga n. 5. RomAo
Jose da Silva Marques
Coronel Suiassuna n. 197. 0
mesmo -
Santa Jita ir. 29. O'musmo
SantaCeeifia n. 47. O r Mes-
mo 765005
Dique n. 29. Ricardo Soares
de Freitas
Jardim.n. 6. 0 mesmo 27976.
Coronel Suassuna n. 252.
Romarico Luiz de Freitas 13(986
Vidal de Negreiros n. 8. Se-
veriano Ferreira de Souza
e outros
Dita n. 6. Os mesmos 318423
Padre Floriano n. 22. Sebas-
tido Josd Gomes Penna 13(988
Vidal de Negreiros n. 79. Se-
nhorinha Maria Monteiro
Barros 195754.
GCbristovAo Colombo n. 13.
Serafina. Paula da Costa
Monteiro -138988
Vidal de Negreiros n. 2. Viu-
va e herdeiros de Segis-
inmundo Coelho Leite 57$676
Nova de Santa Rita n. 34. -,- j
Severiana Maria da Con-o .,-.-
cei~do 135988
Padre Nobrega n. 74. Viga-
rio Simao de Azevedo Cam-
pos
Lomas Valentinas n. 52. 0
miesmo
Coronel Suassuna n. 45..' 0
mesmo 728239
Assump.ao n. 52. Salvador
Coelho Drummond Caval-
cante d'Albuquerque 135988
Vidal de Negreiros n. 115.
Dr. Symphronio *Cesar:
Coutinho
Nova de Santa Rita n. 27. 0
mesmo 83-130
Dita n. 29. 0 mesmo c ou-
tros 135988
Coronel Suassuna n. 75. Sa- -
lustiano Augusto Pimenta
de Souza Peres
Dique n. 11. 0 mesmo 275976
Lomas Valentinas n. 45.
Theodoro Antonio de Jesus
Borges 131988
Luiz de Mendonca n. 36.


Theonilla Carneiro de Li-
ma 13$988
Santa Rita n. 3. Theodora,
Joanna e outros 27$777
Marcilio Dias n. 108. There-
reza de Jesus Aievedo
Vianna 21(936
Padre Nobrega n. 27. The-
reza Gongalves de Jesus
Azevedo 168032
Cornel Suassuna n. 45. The-
reza Rosa de Jesus Souza 139988
Nogueira n. 20. Thereza de
Jesus Goncalves 13988
Coronel Suassuna n. 129.
Thereza dos Santos 138988
Dita n. 272. Thimoteo. Pinto
Leal e outios 138988
Padre Nobrega n. 85. 0 mes-
mo 136988
Dias Cardoso n. 7. Tertulia-
no Erneato de Moraes Car-
valho
Dita n. 9. 0 mesmo 335192
Vidal de Negreiros n. 98.
TiburcioValerantfBaptista ..
.1ardim n. 22. 0 mesmo
Marquez do Ierval n. 124.
0 mesmo
Becco N. Santa Rita n. 5. 0
mesmo
2o becco da dita n. 3. 0 mines-
mo
Diton. 1. 0 mesinmo
Praia de Santa Rita n. 2. 0
mesmo .
2o becco-de Santa Rita n. -
0 memo -
Dito n. 13. -0 mesmo
DiMe n. IT. 0 mesmo
Dito ta. 9. 0 mesmo
Diton. 7. 0 mesmo A,
SDique n. 5. 0 mesmo 2095121
For&WtA. 2. Umbetixa, e ,
nOW Frira doi SaMlW ^W
S5-"-
--V


Juizo dos leitos da itazenda.
: Escrivio Bandeira.,
Sexta-feira 13 de julho proximo fu-
turo, depois das audiencias, respectivas,
ira A praca por yenda. o seguinte
0 sobrado de dous aadares da rua
do Imperador n.. 23, corn 8 metos e
20 centimetros, de largura, 19 metros
e 20 centimetros de eomprimnento, sen-
do o andar terreo ocuptado por- uma
cocheira, tendon, o ,1 andar 2 salas, -
quarto, e o 20 sem repartimento., em
mao estado, avaliado por 6:000$ para
pagamento da execuao contra Marcel-
lino Jeronyrno de Azevedo.
Idem de 1 andar da travessa do Li
vramento n. 3, freguezia de Santo An-
tonio, cujo andar terreo tern port e
janella de frente, 2. salas, 2 quartos,
em mAo estado, avaliado em 1:200S,
para pagamento da execucao contra os
erdeiros de Francisco Ribeiro Pires.
A casa terrea' a rua do Coronel Suas-
sana n. 37, corn porta e janella de fren-
te, 32 palmos de vao, 14 de largura, 1
sala, I quarto e sotdo, em nmao estado,
avaliada em 1:000$, para pagamernto
da execuco contra Vicente Ferreird da
GQsta &Filhos.
"Recife, 28 dejunho de 1877.
O soicitador da fazenda provincial,
J. Firmino Correia de Araujo.
Administracio dos correios de Pernam-
buco, 1o de julho de 1.877
Agencia de Campos-Frios
Fago public que do dia 3 do corrente mez
em diante comegarA a funcedionar a agencia do
correio de Campos-Frios, comarca de Palma-
res, sendo as malas expedidas nos dias 3, 7,
11, 15, 19, 23, -27 e 30 de eada- mez, e a cor-
respondencia rocebida ate as 3 horas da tarde.
0 administrator,
Affonso do Rejo Barros.
ADMINISTRACAO DOS CORREIOS DE PER-
NAMBUGO, 2 DE JULHO DE 1877
Malas a expedir-se hoje
Polo vapor national Jaguaribe, esta admi-
nistraAo expede malas para Parahyba4 Natal,
eao, Mossord, Aracqty, Ceard, '.oaracfz..
Xnia-rraco. -
itecebe-se jornaes, impresses do quatqli
natureza e cartas a registrar, at 2. horas da
tarde, cartas ordinarias atl 3 horas, e atW
3. 12 corn porte dur!lo.
0 administrator,
Affonso do Rego Barros.
Associa-oo Portugueza de Beneiceiwncia.
dos Empregacos no Gommercid e Inr
dustria em Pernamturof.- "
De ordem desta directoria faWo scientie a
todos os socios que esta associaCAo mudou a
sua sede para a-rua larga do Rosario n' 26,
primeiro andar. Asstm' como poer ordem do
Sr. president d assembled geral ooifimunigo
a todos os assoeiados, que tendo sido Adiado
para quarta-feira, 4 de julho, a continuacao da
reform dos estatutos, sao convidados para
este fim. [ftcife, 30 de junho de 1877.
O 0o secretario,
Jos6 Mairia Rodrigues.
Juizo de ausentes
Estando a procoder-se a arrecadaao do es-
polio da finada Leocadia Maria da Silva, au-
sente seu marido, a quem pertence a metade
de seu espolio, e polo present chan*edAdIto
ausente, seus herdeiros, ou quem a Ova re-
presentar, para habilitar-se nos terms d "i,
como prec.itua o art. 32 do regulamenIb a.
2,433, de 15 de junho de 1859. Recife, 28 de
junho de 1877.-0 escrivao,.
S, uiz da Veiga Pessoa.
Juizo 44 o l~ioad fazenda
0 escrivlo Bgolarros
So venderd em praca publla; no dia C de
julho vindouro, pelas 11 horas da manhi, lo-
pois da audiencia Aeste juizo, os bens so-
guintes : t-
A cas te de tijolp e cal n. 5, sita na
travessa.do Iimk ieguezia de S. Jose, per-
tencente a Man'ou Pereira Magalhaes, corn 4
metros de f*We e 11 ditos e.34 centimetros
de fund, ura port e uma janella na
frente, 2 sauin e 2 quartos, quintal murado,
avaliada porh000$.
A casa.terrea corn sotea, sita no corredot
Caldeireiro, com 15 metros de fundo e 7 ditos


e 5 centimetros de largura, tendo 2 janellas 9
I porta na frente, 2 portas e janellis no
oitlo, 2 salas, 5 quartos, uma'saleta e cozinha
externa, junto a saleta miiLs,uma sala e urn
quarto, corn mais 2 quartos i estribarin, tendo
urn pequeno sitio miurado dos lados e a trente
cercada, tendo urea porta de madeira, perten-
cente aos herdeiros de Domingos Jos6 Mar-
ques, avaliada por 4:5006.
A casa terrea, sita no lugar de.Beberibe, A
rua de Santo Antonio, medindoi4,netros e 55
centimetros de largura, 11 metL o.e 8 centi-
metros de fundo, corn tres portal' quatro ja-
neUla na frente, cozinha externa, cacimba e
tlanque, e um pequeno sitio corn alguns arvo-
redos, pertencente a Pedro Muller, avaliada
por 2:C005.
A olaria, sita no aterro do Giquid, freguezia
dos Afogados, n. 1t15, coberta de telha, sobre
pilares de tijolo e aal, mtedindo 46 metros-de
compri'nento e 10 ditos de largura, corn forno
de coziahar tijolo e telBa, pertencente a D.
Isabel Marif de Moraes, avaliada por 500 .-0
solicitador da fazenda iacional,
Framwelino Augmsto de HoU1anda Chueon.
-Monte Pio Poular Pernam-


Segue'pawaes,porto0q
acima no dia 3 do cor-
rente, ais 4 hams da
tarde.
Para .Jga, passagens, encommendasoe di-
-&heiro a free : trata-se na.
Agencia
7-RuadoVieario-7., ,
Donmlgos Alves. M- iftleB
COMPANMITA PERUTMV A4 "
DK "*,' ". y "' "= *
Havega~eo o'. .ros do norte
Parahyba, Natal, Macao,.Mosnor6, Ara-
Scaty," Ceari, Acacracii e Amarra-
n. nao o Piauhy '
0 vaW po y ai be,
> communandante- Julio,
osegirA para ,o portof
Saciima no dia" 2 -e
julbo, As 5 horas da
JiLtarde. "7
SRecebeo carga atW o dia 30 ; enco-mmedas,
passagens e dinheiro; a- free, at6 as /oras
da tarde do din da sahida: escrlptoriO n
Rua da Cc-imanhia P.a bu-
:- cana n. g1.
Companhia Brastlelraf
DE
N.avee-g ia o a v por
Portosdo Sul
0 paquete Cearf
Commandante- Alcoforado
E' esperado dos portos do norte at6 o dia
3 de julho, e depois da denmora do costume
seguirA para. Macei6, Bahia, Rio die Janeiro e
Santos.


PORTOS DO NORTE
0 paquete a vapor
Bahia
Commnandante o primeiro-tenente
SWaddington.
SEspera-se dos 1
'.,,k,- tos do sul atW o


por-
dia


8 do corrente e de-
Spois da demora do cos-
Stume segtiriA para os


portos do norte.
Para carga, encommendas, valores -e passa-
gens, trata-se na agencia, escriptorio de com-
miss~es de
Bernardino Pontual
12 -Rua do. Born Jesus- 12


Series Maitiiames
LIN&A JEMA'AL
SP AQVETE
Parant :


Commandante Varangot
E- esperado da Euro-
Spa, no dia 5 do cor-
roele, seguindo depois.
Sda demora do costume
|a para Buenoe-Ayres, tQ-
Scande nos portoS
Po de Janeiro e

Montevid6o.


0 paquete
Oreno0que

SCOmmandate De Somer
jv~i8H9L Espera-se dos por-7
tos do sul no dia 20
do oorrente, seguindo
depois -da deinora do
tocand costume panr BOR-
DFAUX, tocando em
Dakar, Lisb6a e Vigp9
Para passageiros, encommendas, elc., Mra-
tarcomo .0
S*'AGEltfE
A ste *Labille
9- .a do Commercio- 9
COMPtANffA PERNAMBUCANA -
DE ..
.favegado c.-osteira por vapor
'- Pertos do note
F4' o de Noronha
0. vapor Giqui,
lqS commandante Costal
segairi para o p6rto
S acima, no -dia 10. d
corrente, ao mei d
-at6 9 do corrente, ecoWAM-
-jag ns e dinheiro a fwete aOt as
9& do dia da sahjda : escrip-


Agente Stepple

I"t ua mobilia .e amarello, cdmposta de 1
s 2 l OdWiras de' bravo, 2 de lataCo, 12
do denaraid, 2 consoles e 1 jardineira corn
tampo de pedra, today entalhada,I commoda,
1 toilette corn suas pertencas, I cana para
c 1, I machine de costura de dous posp-n-
t^; fabrioante Hove, 1 soffia usdo,cabides,
lavatoris, de ferret, 1 marquezao, I mesa
Solastca decinco taboas, 4 quadros flnos, 1
bahu do. plha, .1 cama de vonto, louga de
porce.aaaaiara almoeo e ja-ntar, copos, ca-
lics, 2 *aradores, trem de cozinha, I mesa
de cozinha, bacias para banho. .2-pares de
rerro, 2 pares de, lauternas, 2 candeeiros a
gaz, 2:figurqs dealabastro, 2 quadros borda-
dos'A 14, 2 ditdsde paisagem e muitos outros
oljpctos que estarlio patentes.
Passaros, 3 sabias -.da matta, 1 dita de ca-
poeira, I bicudo, 2 patativas da Parahyba.
2 curi6s de Goyanna, 1 bigode, 1 pintasilgo,
A cabocolinho, 1 caraftna do Ceara. I papa-
gaio, 1 casal de folas de Hamburgo, sendo
todos de primeira qualidade.
Em seguida o mesmo agent lavarA a leilio,
a mandado dlo lim. Sr. Dr. juiz substitute do
commrercio, as dividas activas na imporiancia
de N12#1990 pertencentes A maasa fallida de
Joaqim Tavares Pinheiro; desde jai os preten-
dentes poderao examiner o alvarA que so acha
no armazem,,a das Cruzes n. 18.
Terka-feira 3 -1 ,lho
A's 11 has
Rua de Maralio Dias n. 437, segundo andar
__ patioi do Tergo). ___
Leilao0

SDE
lombas- de Japy, fogaireiros economics,
porcelanas, copos, calicos, jarros fi-
nos, briquaedos, miudezas, quadros,
ferragens, e umn cofre.
S Em ontinuagAo
No armazem da rua da Imperatriz n. 8
Loja que fo1 do lallecido Dubarry
Quart&a4ira, 4 de julho.
T. T. Bastes oontinfia As 10 horas do dia
acji* dito, por interven(M4 do agent Pinto, ,
eieIo do ferragens, miudezas e mais artigos
existentes em seu arrmazem da rua da Impo-
ratriz a. 8, send que tudo serA vendido por
Jiquidaeo e em Ictes i vontade dos comnpra-


AGENTE BURLAMAQi- :
LEILAO
QLUINTA-FEIRA 8 DO CORRENTE
Rta do Imperador n. 45, 26 an-
AS 10 101is l9oxas am
t onto.
DE
BONS E SOLIDOS MOVEIS
0 agent acima, comrnpetennemente autorisa-
do por uma famila, que retirou-se para o Rio
de J1eiro, levara a leilao no mesmno sobrado
osobjectos abaixo mencionados :
Uma mobilia de mogno. espelhos, piano de
mogno, candelabro de crystal corn -tres bragos,
jarros, porta-retratos, almofadas para sofa, ta-
petes para jarros, banca para advogacia, es-
tante para tivros, gfarda-vestidos, toilette corn
espelho, cwsttrb .o'imesa elastica, guarda-
louCa, buffet e oW muitos objectos que es-
tarlo A vista dos l cgcurrentes.
TrhspasAsa-s f QB a d o sobrado a
peisoa que p gando as bemfeito-


Qunrias feitasera do corrente


-. 10-i horas
No armazem Nova Ageseia de Mo
veis, a rua do Barao- da -Vitoria n. 56.
Vender-se-hio e partUrlar e ..i
le~io; A vontade dos St'. so p
... ', i""'y> r~


1t ata&'&-de negcio

-PRECi A-Si de um criada potbt-
gueza ou ilha- que saibaNiVr e en-
gomnlr peieitamente betw;-i, mrp&
de Im1 em P e de senhora, oa mres
mo se aluga urma escrava de muito
bma conduct: no Corredor do Bispo
n. 73; na mesa chacara se aluga
s6mente a 'alguma senhora. de b6a
conduct, por commodo prego, um
grande quarto f6ra da casa no sitio.
-Vende-se uma excellent maclina
typographica, de retiraAo, que pode
imprimir um journal do format de duas
paginas- do Diario de Pernambuco, do
acreditado fadricante Marioni, de Paris,
oom todos os sobresalentes indispensa-
veis. Tendo sido mandada viir por pe-
dido de umjornalista do norte do im-
perio, ao chegar aqui deixou de ohe ser
entregue por circumstancias supreve-
nientes, e, portanto, ella e inteiramente
nova, e pode ser transferida para qual-
quer provincia do norte, sem nenhum
risco, e corn pequena despeza. Para
informao6es nesta typograpliia.
A Nova Esperanca rua Duque de
Caxias n. 63, acaba de receber as mi-
lagrosas escovas electrical, remedio in-
fallivel para nevralgia nos dentes.
Luiz Jodo Affonso, tendo.justo e
contratado a taverna em S. Jose do
Manguinho n. 20, pertencente -o Sr.
Antonio Gomes Maciel, faz consttpelo
present ao commercio e a quemin mte-
ressar possa, que se alguem.se julgar
credor do mesmo, apresente suas con-
tas no prazo de tres- dias na mesma
taverna, para qu- se possa realisar a
venda ; e aquelle que nao o fizer no
referido prazo, nada tera a allegar con-
tra semelhante venda.
Recife, 27 de junho de 1877.
0 commendador Elias Baptista da Silva
polo present faz sciente a todas as pessoas
corn quem tern transaccSes, que de hoje em
diante deixa de ser seu caiieiro o Sr. Antonio
Joaquim de Oliveira. Recife, 27 de junho de
1877. ;. -
PRECISA-SE alugar urn escravo
para o ser.vi. e. euVm sitio : no pateo
de Pero ld-ti.. 73, 2o andar.'
PRECISA-S de costureiras para moda
na rua de Marquez de Olinda n. 38, terceiro
andar.
PRECISA-SE durma escrava que saiba
engomwar e cozinhar, e um escravo para o
serving dogzestico; a tratar na rna dp-Marquez
de O fai c 'r 26 ... --... 1 1W--
Deseja-se saber noticia de Joaquim Ber-
nardes Ferreira, filhoi de Jose Benardes de
Souza, vindo do.P¶.ra 0. provincia em
23 de abril de 1879; -quen. souber informar
algurna cousa, e favor dirigiir-seo esftiptorio
de Oliveira Filhos & C., no largo .do Corpo
Siginto n. 19.-- -
Na ruasda Praia n. 53, rebate-sw cobre a
tres porcento.
Di se a quantia de 1:4009 sob hypotlieca
em predio : na rua de Horlas n, 96,
0 Sr. Antonio Fernaudes da Silva
tern urna carta vinda do Ri, do Janei-
ro, na Botina Maravilhosa.. N
-- 0 abaixo assignado traspassa o arren'da,
monto que tern. no sitio n. 13, denominado
Bomba, na est,'ai de Joao de Barros : a tratar
no mesmo sitio, otnia rua Direita n. 106. ,
Manoel de Souza Oliveira.
PRECISA-SE de urea pessoa quc
queira aprender a arte de confeiteiro e
pasteleiro, e paga-se um ordenado re-i
gular: a tratar n-a confeitaria do Cam-
p0s, r .a ddImperador n. 24. "
.-..ALUGA:SE a 'CiTa 51, T rua
d. S. Joao, por preco commode : a tra-
rtarrna rua do Apollo, segundo andar
adcasa n. 30.
PRECGSA-SE de um caixeirt.. de "2 ta 13
annos de idade : no largo da Santa.Cruz n. 16,
taverna.


h I, "; '. .. ..
ni, 15.
ALUOA-8E a loja do sobradinho da raa
do Fogo R. 5: a tratar ra-rua Duque de Ca-
xia. 80., -_____ ,
'- ALUGA-SE urma boa escrava qu faz todo
o serviceQo ae casa : na rua do Imperador n.
50, terceito andar.
ALUwt-SE o atmazem da rua do Mar-
quez deOlinla n.. 66 ; a trmtar corn Machado
Lopes & CG, no cases do Apollo n. 85.
ALUGA-SE para o servir.o de campo, e
sabe andar corn carrocas, o preto jA acostuma-
do a osse serviQo, muito fiel; no Gorre lor do
Bispo n. 73. Na mesma casa precisa-se al.i-
gar urma escrava que saiba lavar, en;ommar e
cozinhar. r
A BA Precisa-seo deo ua aa
quA cozinhe bern e corn-
A MA 'proe, para casa de )ouca
familiar : na praCa do Condo d'Eu n. 30, segun-
do andar.
AInIa Precisa-se de urea ama para en-
glommar: na rua do Marquez de
OUlnda n. 34.
A M A Precisa-se de ura ama
A para cozinhar e comprar,
M L para casa de homom s:,-
teiro, ; na rua do Vigario P. 43.
A A A Precisa-se de ura. es-
crava para -iratar de uma
A- crianga : na rua Vidal de
Negreiros n. 16, 2o andar, outr*ora pateo do
Tergo.
Ama Precia-se dealuar u ma
ALina escrava, b6a cozinheira :
nria rua de S. Jorge n. 131, 2o andar.
A Precisa-se de umrna ama para cornm-
^U]a prar e cozinhar" a tratar na rua de
S. Francisco n. 33. ,0
AA Precisa-ie de oma- =7 livre o I
AMLA' escrava, para cozinhar: na rua
larga-do Rosario, antiga do Qiuartel de Policia
n. 21, 20 andar.
0 unico deposit dos
remedios do 1. Ayer e
em casa de Adaison
Howie & C., a'-rua do.
Marquez de Olinda n.
37, entrada para o es-
criptorio rua do Bispo
Sardiia 37, otr' o-
._ .0t,, &.. 0

ra rua do -tt e'
to.

-- VENDESE una ex-
celtentc casa terra em
Olida, mnuito: erlo (dos
banhos salgados, tern
oit3 s CcoiIIIOIdOS, sendo
3alas, 7 quartos, 'orre-
dcri ao lado, cozinhaf6ra,
uin born qutiinlal e lodo
murado, cacimba coin
nmuta agua, c cacan>-
ncnilo de agua C gaz: lies-
S^j~ographia dira

aeai. Vendes menda.
no dia segunda-feira, 2 de
a jfillho s 6 boras da manha,
Bti^M .. f~i eW do convtmto do N.
B doGarmno, oelebrar mis-
sas pelo repouso eterno d'al- n d
estema do dito figado, e parvi
darn so ^ elos, e paetes e amigos do dito '
Sgratas. .* *<*' *;"-


Atu
ura escrava para casa. de familfh6 & "t" pre-.
cisar *din ASe q


doraebinfaupsta -
Scia do falleomanto do sea
pataricu as;pQ- o conse--|
lIhefro lermenegWl-Antoniod..
Barbosa do A.WW cW o
Lpassatmento ttigar da
,,ne no dia idar
".maqt resuar algwp 0- m I.
sas pobe 8 doacaso d'asa- itelle Al..
I incto oldadb, nu dim: 5 de julo w ttut, -p
boras da ma.hl, n ad
desta cidade. Pede. a"
do a racea do m saitm-


WRI-41"To'll


F:


































, .I .. I.


02 a S FUO eks W1]TS
3 Aspira-s a fmnaca.qW no pelto cabxa0 o BSIoiaa uervusotCint 1a .l
a xpaectoraia6 e fvoiba .tftU e xdosotrgaSrpOs~i riArnos.
Vendis em WOM 4 04e0 B6PIC, *5., mW -WL, 1146
IHP^ QeDtOatto en Prnmarmbm. LIA.8 MOURA e C.'^

1'ILULAS oE I4MATOSINIE'

Cia~tw bK~qfide ji Ma~twlew duorB~ni~n~f Phwamacla &e Pansu,

Ferrtginoso, Pbystologkco, Asslialfvel
A EEMATOINB cam corn certoza, complete te todao u down^m ;i
ooeassonadas pole pebreask do sfaugnoe. ;
Chlorose, Anemia, Esamfv:Lmnpkatiaws diM criawmo, LhAierwrkim (ilies benciy),,
MIN Proafgo, Coamg cetft.'ws e 4Siffi'. :
'Ofat acawsos. etor ppo perfeitemente a H ATOSTNE atu rt
subside epss semr causar figa, repugnancia son accidimes de qnatqarer s r.. ..
I eposto em 2,rmadosom je xa.


'OQ IAFFIICTEUI
"APROAD NO BtAZIL PELA JUNTA DE -YGIENA
AU)ORI) R tfa KMw E ELGtCA. AUSTRIA ERUSS.
Este xarope depurativo, *a m ce eWj rqumi mrs e n o be
!zarope dere~ede
reoomoad"oles medc ,de tod"s: os paizes. Superior a todos es outres
t"uripes dep rwtvos, cuea raiicatmente as affcc8es da pelle, as g*etas. eoCni,
arm, tu .ano". tiom. lpe, wuwa seqewezada ewerbato, Bore sbranoes, efeeo&u. S0 ROB he tipeciameael e knomnendado contra as uenos sypiliticas
recentes, invteradas ou rebeldesiAo mercurio e ae ioduro de potassa.
DESVONFt _ALk S BO LSIiCA.OES, OU IMrrTAOC.
oralb Parp, no C doD GBAUIxAU DM S-GERVAIS, 12, nr Ribs:.
^*Biyy^ No 6 i*rail zi a Pharmaci *ias .



E-te i E.'DICAMiENTO eumgostrn SLgdo ptaftom &. AM*ts ha mais he
2o a nos pelos welbhres Medicos de Paril era op *ca f C'. fifae, rBwes le-ow- dL
/ao '"!, Ci ,arrA o pulmowor, irita"Fes do peA6o v"do v t a a S4aya.- fex" h"
ELi Y?, 7, rue du Marchd6Saint-Honor.
Beviik eaabibwvw. ymfEBBD am, C..nM 6Lmmmo cab&


casaasdaAiga-se
a casa terrea a. 26 da rua do Forte, o andar
do sobrado da de Lomas Valentinas n, 55, e o
primeiro andar da rua da Seazala-velt n.
132 : a tratar na thesouraria da loterisas.
*A ^



-) ^ t .. lB : '
M UMA BSPVOI5RD>
P6 PE FLOR 9u AR1
-A-
A
Pm~la|t~M J cM~a *MMfr
A. do Tu.etka cum-BuI., 5fi
W*' xi,.*.AT *.is toiak.

-, am D .. I


t r U VCDeUHOUW.
-P6 UM uds


CURtlC 4


p6 tCo.-CEicr
.a.j- Ad l


-,.
,*.". 4
..:,(:,.

: ;.;
. .' .


1~h~ i~rr
4 1~~
fr..'. in
.7 *1


Hodista fiitawza
Rua do Bai** 4ft VJIetwrt wL, 82, 8 tlga
rua %Wa t
Madame Theard avimw ae aespeitavel publico
e fls suas fregueass, que ceatiia cowB sua
casa de modes, n e pineiro andar. onde seni-.
pre amiora, tern ma sTlcma bern -montada
corn peritas ostameirs. Fan vestidos ila ul-
tima woda e em a promvptidf egida, poer
pieMos modicos; -assim 66Mo vistuarios para
Mremnineas e nMeiaftes ; ooerta-se a eftfeita-se
chapos de goios moderaos, pa.swthoras e.
pfeuinas. ""'
Attenco '
Saundei 'others t. agents de
Lloyds, nesia. atcliahnem a atten-
QW dos senlgDres imnportadores de fu-
zendas, a necessidaae de reclamar
abatimento de, direitos na alfandega,
de todo genero que nostrar indicios
externos de avaria, e tambem de cha-
mar a vistoria de LIoyds, 'immodiata-
tmente, logo depois da descawga do na-
vio e .antes de despachar a faonda,
nao secuindo este costume, estA pre-
ju I ca a, qualqwer reelatca-o sobre o
se Tro.
Altiga-se
o segundo andar. do pred o rua Duque de
Caxias n. 55 : tratat na loja.
Aluga-se
um.B.itio & CGai.uga, rva adas (riowals n. 59,
todo murado, c6mrn uma casabastante grande
e mnuitos commodos para familia, -tendo 2 sa-
W 44nartes, denaro e IMa& e Wot lihda
Nastaeef4rawie n St e ra6sP2e gavitum ao
fado tambem f6ra, e umas meias-agtas en-
cosadas aoa itao, ookilqarips para feitor e
escravos, casa de banhfbo e tnques, c ixtba
com duas bombas ; o sitio tea n'tMU M rn-
geiras da melhor qualidade,.sapotas, ,;'# e
outras fracas, tim grande pareital co* _ftk-
tas uv&s, jwardim co mmunitas roseiras
'diversas, baixa para capim, ad maiAgeaidIi' a
Gapibaribe : a tratar no mesmo sitio, ou rua
du Viarie n. 33, p,. mea.dar.

Lopoldina fu~jio
Acha-se fugida a preta Leopoldiha, do ser
w domestioo, tern os, signaes seguintes:
idade de 26 aunos, alara regular, secca, cow
falta de tun debate aa frente, da pate superior,
corn peguenos cabellos jw baixo do qaeixo, a
imuLato de barba, tern a barriga urnm tto
eqiiada para a freate, am'vinrtude de piri-
6, bern fallante e tea 6s olhos alpima
cousa amortocidos.; sta .*rrawa swre tjan
estado alugada ew cOXap fpa a p-
turar e leva-la.6 ma do .st#. do TniunWho a.
65 serA recompensado. ..

r ao mpe p-.
K 0 Dr. UMalapias, &wvurgiS dodheo-- s
- ptla Pedro I. avisa a mas w iteas
W que de volta de sua viagem ao farL
S continfia no exericic&o de sua rofisso.
4MM*ts^ -do nei& 2e
da tardo. :' ,


SNa do X ar x ecape ado .i
dons annos, qmai-a yi so b'rar, o seu-ti-
moneiro abal fTr.Ola agarrando-
se a uma RO( mas um tanto arariada ; jor isso ,vetm
perante opiftiicd lW 'dta do barato
tender o lastro q4g as- ta de tudotdpe
Be :diz miixiezas fiflas e oriaiSa, tu
lo ^e .vende sere ajustar--baTat, por
metad, ^or um terco e; 4lsr.to qani
do a avaria for grande, de giaqa.. Ye-
nham h ria do ,ueinaado1 n-77, que a
Esperancao ttr'oratfl es(5ite e risonha
-.iquid
2,000 rs,
o palmo de terra c;'- a(1de fuftd0, na" Casa
FortQ ; a tratar aaru, riova 4. 40. -
o ui o --


Offerece seus p-r.esttuos'umO prfeito eozt
nheiro, cbeg... imame.nte do, i0.dQdae1
ro ; quem picisarm w d(uija-e kiflm e t6oa 0
Rosario n. 10, hotel daAHingaN,' .-N-O
"ewate um Jom copeirL tmbem b A
JURio, que se.offence., ,
&*.:"* *[..wMS j r.,, ^ ]. '"
Na rua do" kA "..A u l eraue
d. 44, anti "am-&i- 14WAdida .7a,%-
ta, precisa-se de 6i ama rM.;: '



k7a-ba, o coin Sih o una zts .;


p ,o favor do v .
rma uquee e Calias i. 36, a conicluir
aquelle n lo qiW. wo c .ohprn-
m 1eIt'll- Chom -
da deste jomal, em fins de dezembro
4e 1871, e depois para Janeiro que pas-
AWa ewrev.-e abi4*.$o e nada
!uoi; e este 64 mis dde
avo chamado ,para o dita .Iomjis de-
ve S. S: lembrar-se que este negocio d
de mai de oibeo amto, e quaad- o se-
nhor se filhsee rh cava nssti ddade.
Bhoje rnfi,^ ni~r^esft


.....Sim DA RUA DO i
OVE BE CAMIAS 1q. 2^

iJmlio Isaac, pede










A ttem eio ,
ob o ue vtender ru -
Wa as, ven:a a r re-|
C lm resgatal-as,

;arfiets liq.ii-3
tBa bsos va-
a aelemoi re;.l nao
.se. 6r eie do,i desde
hojeT mais empres-
tifo sob penhores.
Recife, 1 -de )U-o
Snh dei877,

m6A ,1en ,A o -i
Precisa-se alugar uma'escrava que seja field
e de boa conduct, para vender na rua; agra-
dando, paga-se bern: a tnMxr na rua de San-
ta Rita n. 13.
Barbeir m
Na cabefleiraria- imperial, a raa da Impem-
triz .n. 60, rpfesa-se de-offtciaes Me barteiro
Transferencia
STraspalsa-se urea hypotwca garanti-
wem soea de ieto mo-
juro bmensal deo'pi po ceuto' A pro-
prie* .6l4ttil!oar duOst u-d rdes-
embara9 V .Ac ur se, pe wr#i. 'D pre'0
tendent *Ainrja-se 2 a casa ie 'banhos do
Recife n. 17.: '

a m -ce na caf rdade
AOS 4:0006000

0. abaixo assigndo tar MM i!Beis
felizes bUhetes um eiro 7.'S C 4:000,




Meji o hitSheteO^, aqatoi
8908con'($008, um inteiro n. 28O0'cbnt00l,
um quarto Co 1J0 eiras sorts de
40-000 e P}ORQ, DEa lotef a f se aabou
de extrahir [2.30.1'], convida aos possuidores
a virem reeeber na eonforaiidade do costume,
sem desaonto algum
Acham-se a Q feliaas bilhetes garan-
tidos da 37;* parte-as loterias ai beneficioj da
nova |eja. e esr~lztor d(e h [3t]"
qwe se extrahira sabbado 7 .cr^r-ente me~z,
Bilhete iireiro NGO T
Meio bilhete .lfO 0
Quato ee
EM POR-aO DE -l0Mart PnAs CIMA.
:"-Bilhete iateirb '_3$5. .<

Marwel Martins Fiwt'..


Pxecisa-se de .um1 jadinro 4*4fuguez : a
tratar wrmpenaletomr Valderno.
SkAma te 16iLte
FRrecisa-se de uma ama de A
a tVth- na "ta do Cabiig'n 241194W WtBY
qel de ouro. .' .:
ESCMUPTOS INU I.
Fr. Joaodim do oAi
i.1 '- ~ ~ "aeS^1^?1 ;.
S Martyr .da li"beida d
tOeociQai o pelo cOmiendA*
.,. quimr-de Bel ;^ .
A o tim deste inez sahe dot pris d
pogra Mrcnj4Lt uxDKau^t. OBW
deste mdtyr oaorgI ,'-nt rto de
oitocenta* iSi, qptidamenptA & ssas e
earbom .r .
, .Eta Obra descrevendb divers epsJ
sua vida, seu monstmoso process, sua defe-
sa, e Bzalmerite.a sentence iniquabque o eo-
demnou A morte, assim- como a publioa0o de
sua gtaifnatiea, e reimpressto do jornal-po-
HRico O "i A e a obra
historia e mstr"ctiva, e de imini ortan-
a, e quoe Lods os rasieiios," aaaaales da
pattika, deveitpossuir,. -.
. eaictires infrasriptos, Ao snuppondo que
ella semtindese lanto, grande prejuizo, como
4f~tAg"tR^^aAt ~iol. In~
re6aiott~aola e 4r eaapeaas

q 0a 1 46,Zoprego
plo qatoaidano e i o .e p"iz
uma-obra-) dfigual tan.nho o apreo.
fqae ra que 6 rec'-
" te5 t,". OT- r-se,jA Pelo
ntecido port3ob -lUrs, j4 pelo
miamie- onus (ieuSobre elles pesa, Ja pela


Caixeiro
Precisa-se de um menino de 12 a 14 annos
de idade, para caixeiro da ltaverna, sita d rua
da Floreutina n. 3%.


COMP. A-SE uma escrava quoe saiba bew
czirihar a ratar A ru a lrga -do Rosaio nu-
mero 3g2. -
COMPRA-SE doze de caju, de boa
qaalidade : ia confeitaria do campos,
a rna d Imperador m. 24.



COBE E LA TAS0
Compra-se, vobre, larto e chnmbo velho : no
armazerm da bola amarella, travssa da rua!do
Imperador.

VENAIS
24-RUA DO COMMERCIO-24
Neste estabeleoimento vende-se o
drdadeiro e superior vinho de Boi-
deaux, tanto em harris c'omo em ettgar-
rafado, e mais i j em qual-
quer parte, por ser recebido -dc conta
propria. No mesmo -estabelecimento
compra-se garrafas vasias qup tenh'am
servido para vinho de Bordeawx, ou
cognac.
VENI)E-SE farinha -de man'dioca de tgt.
lidade superior, e bern acondicionada : no lai-
go do Pelourinho n. 7, escriptorio do Julio &
ITmSo.
_- VENDE-SE caf6 do Rio de qualidades sn-
,periores : no largo do Pelourinho n. 7, escrip-
torio de Julio & Ira:Ao.
Rival s- egud
Tern para vender gm cptimo petisco, que
sao latas corn lagostinbos a 390 rs. a lata, e
dozia a 8 : na rua Duque de Caxias n. 91
01:40 000
Vende-se na esorava moa,
coznhteira, con quatro crias,
sendo duas captivas, a .mais ve-
lha tern dowe annos: i pesso a
que qutzer oomprar dirija-se A
Qlinda, A rua do Borm Fim, casa
terrea grande- ao Iado da igreja.
VENDE-SE fumos superiores das marcas
especiaes de Baniel, Gyaz e Rio-Novo : no
largo do Pelourinho n 7, escriptorio de Juhlio
&rrm0o. 9

E'o 59


rA Di a neiim d


Cayman


-Liop
Admirem coMnO se vde por pre9os
tLd r~eswidos
Lindos cortkados b-riados, pmara -c-
mas e janellas, a 5J50 Do par!
Gostos modernos em camias de re-
tMe, a 353 a dtaa e 9 j" ma.
Cortes de casemifras .mm, bo rnm i
mento, a'5$; apples.
SDitas em pega, para costumaes, por
baratissimos pregos; a 41800, ,25 i
j; apreveitem.
apdeos de sol, cabo de meal, a

Baronemas de linho, -rica fauenda pa-
ra-'estidos, e- V^(eas a 800 rs. o co-
vado .
Rico sortimeiato de r'aripOsas, o qua
ha de melhor, a 400 e 440 rs. o co-
vado!
Flor do prado, proprias para vesti-'
dos de noivas, a 500rs o' dito.
Importante sortimento de cambraii!
bordadas e arrpnrladas, a 458a peva;
esta se acabai-do. "
Popelinas modernas de linho e se4a,
a 4 e 800 -rs. o covado.
tJhitas claras e 'esflcuras, finas cores,
a 240, 260e 280 rs. o dito..
SNavos padres e cretones ailelaAes e
francezes a 360 e 440,rs'. o dito.
Chales finos de casAmihas, a 60.
Pec de esguiAo a 33 -6 barato.
G k ;r t t l .a .dSgi e]
acMd _-,Ya, duzia
. "flfI AM U ,- .'...
.JZ~og. h~tog.4m,^sc


Alpacas lawvradas4e seda..gosto% n-
dos, a 500 rs. o covado.
'Lengos de cores .i idgleza abaiutiam-
-d, a 2'000a daiha. Saobvatos.
Fust6es brancos para vesidos,
rs. o coylse.
Bum preto, fino, para luto, a 50 rs:
o0 dito. :
Chalas de quadtrs, bozitos a 26000

Bramante, de 40 palmraos de larga,
a 1 400 e 2$500a vaa'm
Cretone prsiasipo, a 240 rs. o c -
rado.
Cobertores de. U, ecuros, a 20.2 0
Colchas do cores, a 10800 uma.
Toallias acolchoadas, a 4$000 a -
duzia.
Chita escarlate propria para pm ne-
uas, a 320 o covado.
Madapolao francez, fino, a 4$O00 a

0 43 da
RUA DO QUEIMADP

Ultima noviftade
0 tbarateiro da rua Primeiro de Marco I. 1,
recebeu'alpacas de c6res, isas, ,g6stos es -
ciaes, e vende berate tern amostras.
Merin6s deo c6res; que fazenda!
LtMinhas de Philadelphia, gostos muito Nit-
dos, para 560 e 600. rs. covedo.
Popelinas de.muito go to, para 36&, 400, ,00.
600- 700 .rs. -
Gtanadina preta de quadrinhos, listras, etc.,
fazenda superior, e para baraissinimo preo.
Cortes de vestidas ; que liados desenhes cque
elmetem, fazenda superior, para-6 e 18j000,
convem ver. -
Cretones inlezes para camisa a 2g rs., di-
4fs para veW de d enhi ras, para !60,,400.
A1We 460. rs. o covado.
Linhos dequadrinhos pura vestido a 40'e
440 rs.
Mariposas, que lindo paiTr's e'6TObs 11tas.
para 400 e 440 rs.
Baptistas, novospadros e c6res fixas, pan
280,360 e 400 rs. o covado.
Selecia, 24 varas, 29 e 305,
Bretanhas corn 24 Varas, superior, para 2 e
Cassas pretas, cantao.
Princeta, a4lpacas, ls, merinds e outras fa-
zedas proprias para luto.
Toalhas felpudas e acolchoadas a4F- e
55500 a duzla.
Punhos e colarinhos lisos e bordados panic
senhora.
Gravatas, qItima novidade, para senhorv.
para diversos preeos.
GCardanapos pequenos e grandes.
Atoalhado para nsa a i900 a 'vra.
Casemires para 25, 2#500 e 2$800 o co ado.
6 pechincha
Leneos de linho corn -barra 'de c6r,. azefnda
superior, pare 5 e 7 a duzia.
Lengos brancos a 1800, 2$, 3. e 4Se5# a
4a.a
Cretones para coberta.
Que lindo soitimento dle'amisas de c retne,
brancas, de algodo* lI nho, 'e vendemw Mais
Itaote do que em outra qualquer puie; a
ellas, a ellas.
Chales de casemiara.
olcQkhas para cama.
terotilas de linho.
Cortinados,-bM .A-s.
'1S brancas e de ores para bonmas e
senboras, para baIatissimos preoos; 6 r
para order.
Colarinhos p0Ws. "
I matas para hom.n-m, temos sortimotm.
Alem destos artigoa, .teraos ootrs miiAe.
que se aeham patentes a vista dos coinpra-
dows j fazer umna eperietnia.
0 BARATEIRO
Rua Peimeedi do. MU Iyo n. -
AgewbiMho Saettoe & C.

Na se espantem.
..0 Cineoenta'e aove
*DA i *
59- Rua do Quleni~ado-.50.
Fichus Esta liquidando ,
Fichus deol e iie isi Sed ,Atta.- .
vidade, chegados pelo ultimo ya3or-
para senhoras e meninas, de 2K500 a
s$ rada urn, aproveitemn. :
Cambraia Victoria, ;finao.tomd.fi ,:.


a 3#500 e 46 a pAcAesLa se acabando.
Inhdo sortimento He mMas prau. '
nhora, a 1$S0 e 21. ,..
Grande deposit de mariposas -i.As-i
siana, corn lindos -desenbis, a 400. .x.
o covado. ....
Lindo samento de .jW W ni
leiras, a 260 e 280 rs. oc cwae '
Gorgorses de wores .rat
zenda de gesto, j_ pela ^
petos pad%,, a 900 rs. o 0co
Grande to. t ,e,,
dos braocos ede core, a_ ,i-.
aproveitem. -.,it .
Quantidades diI'
.ftnes .. 'ulBItf
a30 ;XJ,.< eu '-le^^l
*..flt_ch .Mn "aa


I^PI.-LL-AI
i*alp. ... .i ^h.tf
dl'Rb~tafala i~dti .r : /&Ha ;'..i:.nir. !ia
49W ~~IFw-l
~sbn tuim.* isms. ~ fu


I
*


IAROPE DE CRLORAL.

DE FOLLET
CONTRA A INSONIA.

VtI em tod as quan qz'e hi fea
de mno
GOTTA
ftHUU AU5.S
PEW8AI*IA
ENXAIUECAA
OOMK8 OE IT "* r
f0S-SRe* cm."TES~
5OOER 5 nITES CA 4PAEL

XTA CIMUSAOA,
PELO8 QRANDE8 CALORIES

ZCNfUbAb aem.lMabkumna uFlicfaro.
Pii.rtm u-m rns Is 1. 71153. 19. a. Jash'
Deposirios:-Os Srs. Barboza,
Bartbolbmeo & C. e Maia & C.
N- j~i^ ^


/


ifgeiBo


-I

-i


Wk A Agbh


I &h? h
























Snacm esixw de uma duzia.. peus 5 n
o n. 5, primetro
1 ,^:" 1 ^ mda .manhi ds 3 da tarde se eneontpa
*'je q a'g- 'i ; I neg; a ,tfr a1iBfcQa 8 Deowssa

,so progress* do pa&ea. do.n.a..9,,ve. r w r r
t erne do sertAo 'matLol be% vida"
urttao'o as chegadi db iorte,' a 30' rs.. a -Vendo-se na rua do Vi'gario ni. 31,. priaeh'o
brh-e e-o-ift a ter grande s raat'a' de andar.
'nwteigir&fxAha p& Ltodoa S 4pw~ ------i- >-
___.1.a&.la._a ____ "t0a notieia
,S 56 pe in h sverrdo-fe poder-se-ha a.aliar o que de
SV qU pechincal novo tern chjgado e continue a vir da Eo
SQBARATEiBLRO, d4roa. Primeiro de em ar"igos de" mode e phantasia; erMet,
Mairgo n. 1,, faz sinte- ams sea fuegr, do-se nao se pdde bern explicar a pfedeiote
a rc 1, fz se tea u grande gosto de muitos artigos que fazem part do
z2 em geraL q.uecomprou grande por- sortimento da NOVA ESPERANgA,. rua Du-
de de midapaefes francezes- superior quo de Caxias n. 63; mesmo o nftnero delles
qualidadc. cara pega com 2Q meters, e infinite, queseriabeon boa massada otentar
fazeida q- sem e c n 118 o i' ~descpcvol-os, e niao sabemos se seria possivel
fazenda que, sempre. cusc 118 e conseguil-o, mas corno a NOVA ESPERANpA
-mas que W.de por 65500, 78 e 74500a procura sempre satisfazer a sua boa e cons-
pea. E' aproveitar antes que se aca- tante, freuezia, principalmente aoSEXOAIA-
be No BABATEIRO. VEL, para isto apressa-se,erp meheionar d'en-
Temrn tambem granle sortiaitor de tre muitos artigoS ,q tern. recebido, alguns
do pata si, lnds i peola alta novidade osutoS par seem provei-
c6rte de0phanasia, lindos d6 sio, e toss e necessarios, e outros pela modicidade
qua vende barato. d'os preaos
Alpacas de soda, de uiwa so-cdr, o AOS FUMANTES
que ha, de rmaismoderno para, vestido Chartrtos, cigarros, porta-charutos eporta
d "ehoa bern ^ cigarros, bolsas para fumo, cousa de gosto,
de senhoras, be ornoopopelas, esta vendendo a Nova Esperanga d rua Duque
rin6s, e oautras muita& fazandtsde gosto. de Caxias n. 63.
AO BARATEIRO PARA SAIAS
RUA PRIMEI.RO DE MARrO N. I A Nova Esperanea A rua Duque de Caxias n.
Agostinho Santos & C. 63,a caba de reeeberbabados bodrdados proprios
-- ho m- scatel do superior parasaias, assim conmo,papafina, enfeites apro-
Smho m spatel de superior riados par o mesmo fnim; venham antes que
* qualidade se acabem.
1 Vende-se no largo do Corpo Santo n. 19, PARA AFORMOSEAR OS CABELLOS
primeiro andar. __ P6 dourado e prateado para empoar os cabel-
9 anwe sef ca de tan i L loslrecetbeu a Nova Esperan Came aucca. de caniVi-f,0e.Cxo ^ n. 63. _
Vende-se a 600 rs. o kilo ; na rua de Pedro PERBFUMARIAS DA MODA
"Aonso n. 80 Alm dos finos extracto&s, bnhas, oleos,. sa-
S '. --- ----------------- ---- bonetes e cosmetiques dos mnelhores e mais
SGfaiolas1 dP metal afafmados fabricantes, .que vende constante-
GaMi1U t met IIl4 monte a Nova Esperanca, recebeu agora extrac-


Elegantes gaiolas de metal para pas-
saros, o que ha de mais modern nes-
te g'enero : vendem Arnaral Nabuco &
CG., i rua do Barrio da Victoria n. 2.
Para illumiaacao
dos festejos nas noites de S. Jodo e S.
Pedro : vendem Amaral, Nabuco A C.,
elegantes baloesde papel pintado : na
rua do Barao da Victoria ir. .
p Cartas parajkgo
cown canto e todas douradas: vendem
por barato pre0o, em porp-o e a rQta-
Ihe, Amaral, Nabuco a C-. rua do BA-
rdo da Victorian. 2.
Ven dese
o engenho ConeeiAo, em SerinhAem, nesta.
provincia, muito born d'agua, podendo safre-
jar arnnualmente 2,500 pdes : quem o preten-
der, dirija-se d praga do Corpo Santo n t15,
primeiro andar,onde achar r corn quemr tratar
a respeito.
Popelinas por metade de
seu valor
Vende-se bonitas popelinas de seda de lin-
dQs gostos e cOres, pelo diminuto preco de
15003 o covado ; a ellas, que 9 pechincha: na
raa Duque de Caxias n. 88, loja 4ie Bemetrio
Bastos.
Vende-se
urn terreno em Agua-Fria, corn boa
casa, tendo 197 palmos de freute e
500 de fundo ; a casa tern duas salas,
3 quartos, cozinha f6ra, etc. pintada de
novo, vende-se muito em conta : para
tratar na emprezado gaz, do Recife.
JAes Srs. proprietarios e
constructores de obras
Vende-se por baratissimos pregos traveja-
mentos e esteios de diversos tamanhos e qua-
lidades, bern como linhas de 50 a 60 palmos :
a tratar corn Costa. na rua Imperial n. 25, ou
no pate) da estaAo das Cinco Pontas, nas
ehegadas dos trens de 8 hioras da manhi e o
1/4 da tarde. ____________
Saias bordadas a
3,000 rg.
Vende-se saias bordadas pelo baratissimo
prego !de 3#000, quern duvidaf venha ver e
comprar: na rua Du'lue dle Caxias n. 89, loja
de Dometrio Bastos.


Brilhante


Loja de joias
Esquna da rua do Cabuga n. 11
0 proprietario deste estabelecimento resol-
veyou, afim de apurar dinheiro. vender mais
barao 40 0/0 que em outra qualquer part,
Sgarantindo todas.S aa oiaay-matw* ma ues
se vin-d-em:- ddaes de prata i .-ra meninas e


S.senhora- a 600 e 700 rs., anneis para "abello a
21f, rosetinhas para meninas a 9, et(., e neste
Ssentido todas as joias. Tambem se encaL. :ga
de concertos corn todo o a-seio, premptido' e
a!comminodidade em pregos.
A' RUA n0 CABUGA' *. 11.
.3 %Bournus e fichus de 1 e soda
f Tecido:especial e de noso gosto
S Recebeu hontem a loja da America, a rua do
CabugA n. 10 e v4nde por preeos muito re-
sumidos. '
-; Leite condensado
: *Marca Aguia, ji ceiegou para o ar-
Smm2m do Beltrfo, OIteira &r C., em
qi.d&"o, d rna do Cbmmercio'f. 10,
.- uel vendem a preco commodo.

t, y i .
*4 ^ 'S*:v'^ :r"4- ha toH M a i b
... o f ., w' .i.


tosi:-oieos e cosmeniques opopanan, e a& per-
fumaria da moda; a ella, a ella, na Nova Es-
pernnga, A rua Duque de Caxias- n. 63.
.CALCADO RESEQUIDO
A botina ou sapato mais secCo, applicando-
se a glicerina, flea perfeitamente nova ; esta.
preparatio vende-se na Nova EsperanCa. i rua
Duque de Caxias n. 63.
PARA BAPTISADOS
Chapeosinhos, toucas, sapatinhos e meias,
send estas de seda e aquelles de merino e se-
tim; vende-se naNova Esperanya, a rua Duqne
de Caxias n. 63.
ARTIGOS BARATOS
Agua Florida& a 1$ a garrafa, fita de linho a
60 rs. a peQa,. apel amisade a 400 rs. a caixa,
envelopes a 500 rs., cordao para vestido a 20
rs. a pega; na& tova Esperan.a, d rua Duque
de Caxias n. 63.
Graniadinas pretas
Grande sortimento de granadinas de
seda, riquissimos padres, para ves-
tidos e palonezas a 600 rs. o coVado: na
Fragata Amazonas, rua Duque dle Ca-
xias n. 47.

Calungas de borracha
Que impor.tante sortimento de ca-
lungas, boneeas, animaes, soldados,
etc., etc., tudo. de borracha : ter a
loja da Malvamaa, a praca doa Iade-
pendencia ns. 2, e 4.
Aos pais cuidadosos
Comprai um collar electric dos ver-
dadeiros que recebeu a loja da' Malva-
rosa, a prapa da Independencia ns. 2 e
4, unico preservative cas convulses
nas criancas.
Flor do baile
Perfume offerecido A riobreza brasi-
leira : s6 na loja da Malva-rosa, ai pra-
ca da Independencia ns. 2 e 4.
Aos bons pais
Quereis satisfazer vossos filhiniijos ?
i0o0 [irai uin brinquedinho dentre os
muitos quie existem na loja da Malva-
rosa, t praca da Independenci ms.
-! e 4.


Aos meninos
Soldadinhos de chumibo, a
niontados.
Excellentes tambores e boas
tas.


Lindos vaporzinhos.
Peixinhos que correm.
Bonitac espadinhas.
Lindas bolas de borr'acha
sos tamanhos.
Bonit-'s construcojes.


pc e
corne-


de diver-


Finas bengalinhas, eabos de marfim,
6sso, etc., etc.
Jogos iw-tructivos c muitos outros
brinquedos, que so se encontram na
ibja da Ma-lva-rosa; i praca da Inde-
pendencia us. 2 e 4.
Dentes alvos
Quereis conservar os dentes e traze-
los sempre alvos 9 comprai um vaso
de p6 de quinine : na loja da Malva-
rosa, A p aga da Independencia ns.
2e4.
Perfumarias
Dos melhores e nais conhecidosfa-
bricantes, tern .constantemente a loja
da Malva-ro a, a praca da lndependen-
cia ns. 2 e 4
Do'rde denies


Poucas pessoas ha
atermontaas de 4oes
r0mn agora f s6
porque a iiBa -dMa
4&In .d


qu unio sejam
de,dentos, po-
Squemrn Tf;
7->8a, a'praa

Ifate~fat^^
,tfiico
f 7 ~'T .-


I


biques, de; -feitios diversos, simples e corn es-
quenta garapas, ineluindo os de NOVO SYS-
TEM A, ultimamente adoptado na provincia, ca-
rapiias, serpentinas,tachos, passadeiras, repar-
tideiras,'escumadeiras, eobrepicado -para moer
manmioea e todas as obras necessarias para o
fabric do assuear. Bombas aspirantes e de
repuxo, de ferro, de cobre e de bronze. Si-
nos de 16 libras ate 110 arrobas, fabrieados


pelo system francez, torneiras de bronze e
parafusos de dril6;,e tdos os taitnhos.
Emfim fabrica-se tod& e qualqier obra de
cobre on de bronze, corn toda Verfeicao e gos-
to, para o que,"em f.ito acqdisiao 'dos melho-
res operarios, podendo desta forma serwirem
bem aos seus freguezes e a todos quantos ihes
&Ikrarem co6M- a _P.X c4nfi
Na^ Ctlo ia
-6-Rua de loido 0'ndpho ora do rum-46.


OF.


etc '" 1- 1 "' "*. .,^ ^ -^ .- ', *.. ", ""-. { ^ *


Alaca. -Id m .g-,... .
B/fu tif a ,fimu* o pwims m' to ..'49
M s, -t h dares, cretones echitk i b iw.cN'js
'o r I ": '* ,m
,os"p~e.s "' """
Saiksl'ant s a a5000, e ]ehriyjap apr'veitm '"
Paftmdfores de -asa liab os a. OO, 4.ha ato.
Pumbos e collainho para senhmas, enfeitadwl dr riadaa,ovia"4.:
Vdi do ff 6 para eapos comn salpicos douradasi e ratados. .'
Gravaras pa senfroras e para honieas esgedadio sortieno.
Wias-de crest e braces pari seufioxas, homena s a memiaos, .
LenQos do linhq em caixiunhas- de,.phantazia, duzia 48000.
Chanisaws d& mefa differettes qualidades e pregos.
EIambraia. adamas.qddapara morClnados, e cortinadoD. bdjgdaios.
Tapites de taWos os tamanhosI.
Secilias, bretanhas, esguiaa de linho o brarnante de 4 larguras.
fasemras pretas e de cftre em peas e cortes.
Pnno preto e'azutl dspecIa1dade para 7s e 88000.
Cotchab broncas e de c6res e cobertores de li.
Chalets a rainha Vietoria
Ricos chales, mantas superioridade em tecido e cores, mnca vistos a 12.
Espartilhlios a Princeza Regente, sdo lindos.
Granadinta preta de seda de listras e quadrinhos.
Ghapdos de sol, seda trangada e castoes de phantazLi. .
Coirarinhos para homenfs, superior qualidade a 7500. .
Leques pretos bordados, lisos e de c6res sortitnento complete.
Chales pretos, bordados, lisos-e de cores, sortimento complete.
Camisas brahcas e de cores o melhor sortimento possivel. .
Cobertores escuros de 1I a 14800, 6 pechincha.
Ditos brancos a 18000 uran.
Lehnos de esguio, finos, a 2$000 a duzia, e pechincha scer igual.
Alta novidade
Fichis de hi e seda, recebidos hontem, e o que de mais gosto se pode.-de-


coh~o'e~ajecsr
M MI Aato, eeak, ,& 8

CxvaT as.. af vin do
MElEDAS das" obra superior, iai-
powsiveI de desaw la, por ian i tm argoietes.
FOIINAS para ar, ptadas e galvnisadmas.
RO6AS WAGUA t tfsteW.acabadas.
RODAS DENTADAiS de od4s os amainh0os e q.a-
lidades. -
TACIHAS BATIDAS e fundidas.
ARADOS delodasaqualidades.
MOINIH0S para mandioca.

FORNOS para torrir farina, e
TODAS AS FERRAGENS precisas a agriculture
desta provincial.
EiNCOMMNDAS Mandam vir da Europa qual-

quer machinismo, responsambiisando-se petla sua
boa qualidade.
CONCERTOS-Concertam qualquer machinilso
e fazem contrato annual para todos os concertos
do engenhos; para esse fim teem a fabric hem
montada, corn grande e born pessoal, e dirigida
por dous engenheiros'
FRANCISO1 COREIAl BlE MESaiUITA CARDOZO,
(ha pouco ehegao da Inglaterra.)
GEORGE BR'AIU (omaispratico e antigo que aqui ha)
B'Rua do Bruim ns. 40 a 104.
Depoato rua do Apollo ns. 2 e 2B.
Caldeiraria Ceitral




fundi ao. de siios ebrouze
DE

Eduardo Cardoso & C.

Rua do Barao do Triump ho, outr'ora do
Brum n. 66.-
Os proprietarios deste estabeleeiiuento pre-
vinem aos senhores de engenho, agricultores
e ao publieo esni geral que eontinuam a fabri-
ear os objeetos abaixo mencionados, conoo se-
jam :
Mce'inas de Derosne paia fazer espiritos,
ditas.de collars, os melhores systems, alam-


RUADO'CABUGA' N. 10. -


LIQUIDACAO
Na rua do Crespo n. 20
Lejt' das'tres potuas'
SDE ALMEIDA & CAMPOS
Grande sortimento de lindas haptis-
tas finas, de 240 rs. o covado.
Ditos de panno hespanhol e suisso,
gostos lindos, de 280 e 320 rs.
Chitas de cores, bons pannos, para
200 rs. o covado.
Ditas escuras e brancas, pannos wul-
to hons, para 240 e 280 reis.
Cretfones turquianos, gostos de lisras
e de quad'ros, para 360 rs. o dito.
Ditos suissos e allemles, gostos que
admiral, para 380 e 400 reis.-
DRios tambem escuros, d florinhas,
,para 360 reis.
Lis de quadros bons, gostos, 4e P10
rs. o cQvado.
Ditas escocezas, pannos e gosts
muito lindos padres, a 200 ris -o
dito.
Alpaca de corqs, lavradas de I eav
para 360 rs. o dito.
Ditas muito. fias, de listrase eod-
dao, para plonezas a 700 o dito.
Popelinas de [inho, todas'dejistras,
'para 240 rs, .o dito.
Dita de linho e soda, para 360, 4M,
.500 640 e700 rs. o dito.
As mais lindas broxff de I, pura,. Os
mais lindos gostos, a S o dito.
Linhos pardos para vestidds,; isos e
de listras, para 280 e 300 rs.,o dito.
-Dito liso e de quadros para vestidos,
de- dtasfes; 'a 360- rs. 9dtm w
Merin o de cores para yetidos, espe-
cie de gorgoraa,6. 9OWrs. odito.
Ganga amarella, para vestido e en-
feites, a 320 rs. e dite. --
Maripnzas, lindOs padr6e.?,para 400
e -440 rs. o dito.
A lhalhado. de listras t6do bordado,
palta toalhas, a-4800 o metro..
Taflatanas de *todii s ieres e qua-
lidades. 'I
Ld preta.6uito final, para 300 rs. o
covado. -
Cantao preto, para vestidos, para In-
to, a 800 rs. o dito.
Setim macio, todas as cores, para
I $6W)o dito. -
(Js mais lhndos cortes em cartio, p-
ra vestidos ; duas cores a Otty. para
!26 cada umn custam, 258000.:
r, I..,.- t n. ^All.al P; .n.I-,f.i n- n n MAn .A


'~ -~










4



A



1


.4







4
Ii.


E teremos : alegria prazer inspir~o !... -"nnoeIltiu c t. driiinn s ip a n mvurl -j,
Conclus&o: venlioras.
Vende-se barato Gravatas e martas pard homens, se-
o ea dinheir nlioras, meninos e menihas. .
P t] HI rk r sr'tIa aIIIin preto, liso, fino, iparaluto-a 5 .
CobertoSes phtra. s covado. ....
Colchas de ftrstao, brancas ed e
?[.AA) HIN f ASIH~ res a 3#000. ;
Lindissimas baptistas para vtslidos, Cobertores photographed. p. .p
a 240 rs. o covado. 2-800 oe 3$500 um.
Variadissimo sortimento de maripo- Lencos abainhados, par. 1600 e... "
zas, a 4,0 0rs. o dito.,. 2600 a duzia. '
Grande sortimento de popelinas para VWos para chapdos, todas s qi"lid -"
vestidos, a 400, 500 e 000 rs. o co- des, por2$ urn. '" -
va4o. Fustaio brancoa ahatal ooa a ,
Maripozas braucas, o que tern vindo listras assetinadas, para 5(t%'saW -- "\
de mais gosto. vado. -
Riquissimo sortimeonto de cretones Leug6es de bramante, pdr 21"Cai"
corn desenhos inteiramente novos. urn.- '
Popelinas de seda pura, a 1#000 e Cobertas de ganga, forfdas;p-iM W.
1.200 o covado. 38500 uma. .. -
Popelinas de seda, brancA para casa- MadapolAo francez, m febtiM 1
mento, a1.. 000 e o dits a peOa ; e muitas outras
Madapolao franez du*, larguras, fazem part do sortimiun j.....
a 5#000 e 5 .500. ,., -nato hos tornarmos ma te
, Cambraia tran 0to a, it dos, de mencional-as e .u ,
-a 35500 e 4000 t l ,freguezes. ..
Ftisto brancoq V",i.votfido a ves- LIQU-DAM NAki
tuarios para menito a -N .2U>-,,
Brainautecorn Alt rug.as, a.10f a [LOJA DSAlMU
vara; 6 mnito bato~! I-
rm ni6qa hni..?'ifl i a 'f t mim's a -i-***i' 'AIWU> s521.1;


31000 e45000;
Gorgoraio deohl
7estidos, baratimi
Leq6 a. de- ma


r ..
..bW;


,sejar, e vendemos por comrnodo preco
NA LOJA.D'AMERICA A'
U( .y ....

Visit
Somente
Vos fara
Convencer
E affirmar
0 ser
0 archiarmazem do Cam-
poS
A' rua do Imperador n.28
o primeiro estabelecimento de viveres desta
cidade, nao s6 pela immensa variedade de
suias parissimas mercadorias, coreo pela gran-
dem inodictdade de seus pregos. Uma visit,
uma unica, farA conhecer a verdade do que
levamos dito. Tirem aprova : venham, todos
as- archiarmazemn do Campos, e depois digam
franca e conscienciosamente se temos ou nAo
carradas de raziao, quandv apregmamos a sus
preeminencia !
LeiAo os factors:
A alta aristocracia e a escolhida burguezia4.
visita-o constantemente ;' o clerlgo manda
fazei' nelle a sue modest despensa ; os pro.
prietariosa, os negoaiantes, os emaregadolpu-
blicos, os profissionaes, os artistss" e todos
os que gostam de passar bern corn pouco di-
nheiro, e nelle que vao fazer as suas- compras
diaria ; os estabelecimentos de edueagfo; as
casas de pastes, os cafes, os senlores de en&
geahos, os directors de cawnpanbias e os
commandantes de navios, abrilbantam suas
mesas corn aspegas mais apreciadas de se.
agradavel e exeitante repertomio.
Um appendice:
Ha constantemente um importante sorti
mento de acipipes, iguaiias, preparados C
prices objects de phantasia, assim como uma
soberba collecyAo de vinhos, licores, cervejas
cbamipagna&, bi eWay -, aman eueua s beb'-
das proprias as nossas estagOes.
Vejam as provas:
Os proprietarios, do archiarmazem do Cam-
pos, a rua do Imperador n. 28, teem nos dous
grandes emporios commerciaes da. Europa,
Paris e Ldndres, habeis e constantes corres-
pondentes, que se acham autorisados a.nan-
darem, cada mez,- usa remessa do que appa-
rypr de melhoi e de mais pura confeiyao na
ai sublime da gastronomia.
Garantias:
Se a nossa mai commum A a barriga,
Laboratorio sublime do prazer,
Devemos n6s extremosos filhos ser
De mai tao desvellada e tao amiga.
E como assim naio ser, se nella teo,,s
Uma fonte perenne de calor ?
E se nas suas sabias lois n6- .,bs
A forCa, a paz, a vida e o am rr .
Eia fllhos Iratemos della sem hesitagao,
Bons presuntos, bons vinhos e manjares
Todo dia lIhes demos bons jantares,


A Cor a


( -


~-5.


I


I


































0 PE DE PERU'
JEa manhn, a preosito de urn di-
Sv6rtimento que-1me falhou, disse eu,
rindo, a meu filho:
Vejo que precisas que te de unma
licaozinha.
E a respeito de que meu pai ?
A respeito de urma redisposigao
que'berdaste de mim, corn pezar o digo,
e da equal desejo curar-te.
-Equal 6 ?
A narragio de uma aventura da
-Ainhia vida escolastica t'o dirA. Tinha
eu dez annos; estava no collegio, todas
as segundas-feiras davam-rne meus pais
a gorda quantia de quinze soldos, para
pagar os almocos, porque o collegio
arenas nos .fornecia para tal refeicao
urn pedapo de pao secco.
Urna segunda-feira, 'ao entrar, en-
contrei um dos nossos companheiros
(lembro-me ainda de seu nomie, chama-
va-se Couture) armado de um sober-
bo p6 de peri'; digo pe e no coxa,
porque o object todo compunha-se do"
ue na minha ignorancia chamarei uma
tibia e do pe corn os seus quatro dedos,
tudo coberto dessa pelle preta, luzidia
e rugosa, que faz coin que o peru pa-
repa andar corn borzequins de couro.
Apenas o meu companbeiro me vio,
disse-me: Vemi ver! vem ver )
Corri; apertava elle a extremidade su-
perior do p6 de perfi nas duas maios,
e. corn um pequeno movimnento da di-
r(Aita, os quatro dedos da ave abriam-se
e fechavam-se como os da mAo hu-
torana.
Estava eu estupefacto e maravilhiado!
Corno e que elle fazia aquillo '? Um
rapaz de dezoito annos que vai ao thea-
tro, e segue o desenvolvimento do mats
taaravilhoso drama ndo tern os olhos
t..ais arregalados, o olhar mais ardente,
e a cabeca mais fixamente inclinada
para a frente, do que eu diante daquelle
pe de pet6. Cada vez que os quatro
dedos se abriam e fechavamin, passava-
fiepor diante dos olhos uma especie
de fascinac0o. Acreditava assistir a um
prodigio. Quando o meu companheiro,
que era mais velho e mais malicioso do
que eu, vio o meu enthusiasm chegar,
ao au:qe, metteu a maravilha na algi-
beira e afastou-se.
Dirigi-me para outro lado, mas pen-
sando e vendo sempre o famoso pd agi-
tar-se diante dos meus olbos como uma
visao...
Se eu o possuisse, dizia comrnmigo,
saberia bern descobrir o meio de fazel-o


FOLHETIM

4 71 mDZA munA
(coN'rIN-UAVC.O DAS TRAGEDIAS DE PARIS)
P6R
SAVIEll DRE MOAT&iPIN
VOLUME V

(Continuac~o do n. 147)
CAPITULO LXII
A REPRESENTACX.O
/ Chama-se a peca nova f :tloa-\
* nhe:es dos Vosges.
Era urea coinposicao meio historica
de grande espectaculo, corn episodios
militares, combates, ti os de peca, etc.
Os autores tinham ido buscar o sen
assuiapto ts recordacSes da defeza he-
roica dos deefiladeiros dos Vosges pelos
caimpc'nios e montanhezes no tempo da
rmmeira rnvasao.
Chrtstiamg, a heroina do iraina, jo-
Yen de dezeseis on dezesete annos, en-


carnava-se na f6rma encantadora 'de
i)inah Bluet.
Nlo nospassa pela lembranca descre-
ver a peCa,-bastara dizermo: aos leito-
Iho capitao alsaciano, morto na batalha
de Leipzig, e vivendo s6 n'um casal das
k.ontanhas em companhia de sua mai
cega, levava o patriotismo a exaltaeAio.
De'amrnar o seu sangue pela Franca
r.'um campo de batalha como um ho-
t:'em e como urn soldaio, dar a sua
,ida pela patria, eis o gseu sonho e o
:dvei de todas as suas acepes.
Vestida de camponeza atravessava os
S {.uitos avangados (1do inimigo, levando
tcin despacho a turn dos. chef s dos
f{rancos-atiradores dos Vosges.
Cahindo n'uma emboscada quando
.sefguia o seu caminho, e nio podendo
responder ao quemn vem Id, era alvo Ide
doustiros que nao a alcan.avamin e ten-
tava ltugir, mas aprisionavam-ri'a, e
quatro prussianos conduziam-n'a bru-
S .tali teao veiho solar de Blumenthal,
,: eOu imcorope1 dos mais ferozes c de
4isWOigo"s a f~zia passar por un
al*,6_ 1-p w| que imniito. sensibililava


L.i
-4-----,


Ma .-s -respostas, -o
im. Ae a prenderem
koa*, .ituado no
ANUlitetb. (yoc por,


dart.,
_," w e. M .Aid, r, 0 '



VeaJrt Po~a'j
?uz.mei eotaro ho i a alSi.1
beira'- diuhetro" da Aii, se. ana..,
Douite cWCQ sIdos!
-Cigcb sol4s ?,.'. um p6 como
este? Estaea somba.ndo comraigo ?r
E, tiraidoo -precioso object, reco-
megou diante de imim'r aquelle movi-
mento de um lado pars outro, e cada
vez a minha paixao crescia de grio...
12ibml, offreeoo-te dez soldos.
-- Dez SQLOS !..: Dez soldos !... re-
plicou ellieom despreso ... Mas-olha
para isto !...
E. os quatro dedos abriam-se e fe-
chavam-se sempre!
Mas em summa, disse-lhe eu tre-
mendo... quanto queres tu ?
-Quarenta soldos, ou nada feito.
Quarenta soldos !... exclamei eu;
uarenta soldos! Quasi tres semanas
e almoCos Nio faltava mais nada.
Pois sim faze o que quizeres!
0 pd desappareceu na algibeira e o
-dono alastou-se de mim. Corti outra
vez para elle.
Quinze soldos!
Quarenta!
Vinte soldos !
Quarenfa !
Vinte e cinco soldos!
Quarenta!
Oh maltito Couture! Como niio
terA elle feito carreira neste.- mnndo!
Como conhecia ja o coragdo human !
CQada vez que esta terrivel palavra qua-
renta me soava ao ouvido, quebrava-me
um pouco da minha resistencia.
Ao cabo de dous minutes nao tinba
mais consciencia de mirm !
Pois.simn, quarenta !... exJlamei
eu. DA-i-m'o!
Eutreguei-lhe os 15 soldos de minha
semana, e fez-me escrever um vale de
25 soldos pelo que faltava... Oh! sce-
lerado jA era negociante aos treze
annos!... E, tirando final da algibei-
ra o object para mim tdo desejado:
Toma, disse-me, eil-o !
Precipitei-me sobre o tal pd de pe-
rA !... Ao cabo de alguns segundos,
como havia previsto,- conhecia eu o se-
gredo e puxava o tendao, que servio
de motor, tao bern como Couture. Du-
rante dous minutes divertio-me isto
loucamente; passados dons minutes
entretive-me menos; passados tres, qua-
si que nao me entretinha; passados
quatro, ja nao me entretinha nada !-
Puxava sempre, porque queria tirar
os juros do men dinheiro !... Mas o
desencanto apossava-se de mirni... Em
seguida, veio-me a tristeza, depois o pe-
zar, depois a perspective de tres sema-
nas de pao secco! depois a consciencia
da asneira que fizera... e tudo isto mu-
dava-se pouco a pouco em azedtime,
misturado corn colera... e ao cabo de
dez minutes, agarrando corn verdadei-
ro odio o object do meu arnor, atireio-o
por cima do muro, para ficar bern con-
vencido de que nao o tornaria mais a
ver!...
Veoo-me muitas vezes ao espirito esta
recordaco depois que deixei de ter dez
annos, e muitas vezes tambem tornei

Atando un~a cor'da 5 varanda da ja-
nella, Christiana descia A vista do pu-
blic0, como Lia-Felix na Casa do Ba-
nheiro.


O soldado fazia fogo sobre ella em
quanto a joven estava suspense entire
o c6o e a terra, errava o tiro c solva
urn grito de alarma.
Christiana corria para elle, arranca-
va-lhe a arma,- atravessava-o corn a
bayonet de encontro a uma parede
e desapparecia.
Capturada outra vez no fim do ultimo
acto corn o disfarce de joven monta-
nhez, reconhecida pelo feroz coronelr e
accusada do crime de espionagem, e
alem d'isso nao procurando occultar o
odio immense que nutria contra os in-
vasores, era condemnada aI more, en-
costavam .n'a a um tronco d'arvore,
fuzilavam-n'a immediatamente, e ella
cahia bradando :- Viva a Franca'! -
N'este moment os montanhezes apo-
deravam-se da scena, mas infelizmente
um pouco tarde, faziamn os allemrs e
o coronelem pedacinihos. e nao poden-
do salvar Christiana, vingavam-n'a.
Machinistas, comparsas. amigos dos-
artistas, claqueurs servidores, todos
aquelles em summa a quern fora per-
mittida a entrada da sala, applaudiam
corn sincere enthusiasm as situaVoes
patrioticas que faziamrn vibrar a corda
do amor patriot, corda tao sensivel no
coragio dos francezes. I
Corn toda a razAo, director e autores
esperavamrn no dia seguinte um exito
colossal.
Cuidadosamente occulto na sombra,
Sarriol.batia as palmas e gritava bra-
Co corn mais forca que ninguem,
mas sorria ao mesfio tempo com.rn ex-
pressao aterradora.
Confenle com.o-seu papel, fMliz por
ver o immense effeito.que. as suas mais
insigrnigates palavras produziam, Di-
nah pensava na alegria. de Octdio
quando elle a visse applaudida por to-
da a sala...
No dia seguinte houve a primeira
representation' dos MIontanhezes dos
Vosqes. '
Itealisaram-se ;4 e~peranuas da ves.
pera.--O exile do.:drama foi complete.
e o triumph' da joven comnediatd to-
mou op proporC.es d'umna gnde
gtora.
d, "T a bocca que tanta ve-
Qisi$ AfCcpr BiP da n-ite


eibqjue4uerItb s

fiQle.ma q rieoil
Sbelm dmrigir um adeb r-
var muito o menimndo desa a
Asmird, aquelle-pi de pe.*tA
de muito. Vinto vezes na
quando no meio mesmno de
asneira, acudia.me esta recajwJf
c Queres ser entoe"'sepre-_qw. ep-
mo? P dizia corn os meio ..e0 pu-
nha-me a ir, o queo me fa mTirim-
mediatamente. Nada mais u t46 que,
de vez em quando, rir-se a geae de si-
rnesmo. <. ^-
. Voltei-rnme ento, para meln fiho e
disse-lhe: Esta fabua mosfrd.. que
os filhos parecem-se as vezes cob& os
pais. .
S ERNESTO LGuotjl..
tXOURAWADOS'ECANiO&NE1RAS.
-Diz o Times, que em vista o kso que
se esta fazendo dcs torpedos, 6Imnpos-
sivel construir-se vasos de girae qule
possam resistir aos effeitos Niq*Wuven-.
goes, mQdernas ; e por consegaminteou-1
vem saber so vale A pena construir mais
fragatas couragadas.
Um couragado como o" Inflexible,
custa meio miihho de libras e mnonta
quatro peas, emquanto que uma ca-
nhoneira como o Gama montando uma
pega de 38 toneladas, duas de calibre
28 e urma pea, system Gatlrng, custa
apenas vinte e cinco mil libras.
Por conseguinte podem-se construir
vinte destas canhoneiras pelo preco que
custa um destes enormes couiamados,
e, 6 f6ra de toda a duvida, fue as vinte
canhoneiras faziam mais do que o cou-
ragado, porque estas representariam
vinte peas Ae grande calire, coutra
quatro de igual tamanho, e pelo seu ta-
manho diminuto olferecem um alvo
mais difficil deque o couracado grande.
Estas consideragdes do Times sdo
muito sensat.s e o governor inglez esta
agora construindo grande numero de
canhoneiras.
DIVERTIMENTO BARBARO. Fo-
ram resos ha alguns dias em Chester-
field, Inglaterra, uns onze aristocratas
(?) por serem encontrados em flagran-
te delicto, a incitar uns intelizes gallos,
a imitar os costumes de gentle, cortan-
do-lhes os esporoes e prendendo-lhe
uns esporoes de apo, para desta manei-
ra poderem travar umea luta sanguino-
lenta, o que parece ter por' fim divertir
uma certa classeda... sociedade.
Os padrinhos deste duello gallinaceo
tiverarn o competent destino, aonde
poderao muito a vontade critical as leis
do paiz. -

VIAGENS INTERESSANTES. -Es
tao agora em moda as grande expedi-
coes. Aldm das emprehendidas por
francezes e americanos, bannuncia-se
urea nova expedicao, que deve partir de
Londres e que durara nove mezes.
Eis o seu itinerario:

za,-a qual augmentava a media que os
applausos dirigidos a Dinah se torna-
yam mais enthusiasticos.
Porque era aquella tristeza ?
Elle mesmo nao o sabia,--,mas sabe-
mo-lo nOs, e vamos am pouaoas pala-
vras dizer o que Ihe houvera sido
bern difficil explicar. "
Mao grado seu, Octavio seutia cit-
mes, e n.o d'este ou d'aquelle, -- pois
que a adoravel candura de Dinah tor-


navays imnpossivel a mais leve suspeita,
mas d'esse individuo convenojnal que
se chama publicoi e por consguinte de
.todo o mundo.
Pareciam-lhe insolentes os applausos
da multidao...---Com que direito-toma-
vain aquelles desconhecidos a liberdade
de applaudir assim aquella adorada
menina, em que elle concentrate todos'
os seus sonhos, todas as sues esperan-
gas, toda a sua vida.
Chamando-a, admirando-a,- atirando-
Ihe flores, usurpavam-lhie os direitos
de amante... ,
Os nqmerosos binoculost oneeqfra-
dos sobre aquelle meigo e expressive
rosto, roubavam-Iha de tertatomodo a
belleza que elle idolatrava. -
O mesmo talent de Dinah quasi o
irritava.
Pars que servia aquelle talento ?---I
Que farias d'elle quando, afastada do
theatre, usasse do none tWdju mai'i-
do e se isoIte -a. a N)o
liaveria tristes moments e rJie lemrn-
b)rando-se das inebriantes.; ias do
triumpho, teria saudades 1wc'es
passadas? ,-%
Tudo isto so agitava cofli te no
seu espirito e o perturbavia; (rvava,I
quasi o fazia infeliz... -'
'Principalmente tum 'dos.. dr9s da
piea escandalisou e quasi S guou o
peralvilho d'outros temporn -b
Christiana, vestida de ,za e
rodeada-do raparigas .cor
ella. procurava o mewoio im-
possivel de acbar o iinpOr despa-
cho de. que estava iOrIlI se por
deagraca ella mesa cahiW :smbeios
dos inimigos ao tentar as^ B poso
tos avanoados.- '-'.
- bem fac ill,dzia ,.,uma
(las suas com at6ca .6: oceul
tar o des' oho469us^ l
1 Segando a m(^|A9J
(^los ~ ~ lrxe ^ M ^ l

Ac^^^E


COMMERCIO DAS OSTRAS.--Em
Caleldhba durante a estagAo propria oito
navimjB i.e se entregam ai pesca das
oatra oolhendo term m6dio 600,000
t20,6Wque logo sado vendidas ao prego
de 85 a 40. francs o milhar grande
(1,240 exemplares). Na ilha -de Re
immediatea ao departamento do Cha-
rento inferior) mais de 1,000 operarios
'e.fotregam a esta industrial, existindo
3,W0. piscinas que prod uzem 30 e 35
milhoes de ostras, dando as de Maren-
nes uns 80, milhoes.
Em Inglaterra, pars explorer este ra-
mo, existem varias sociedades qtte ob-
teem grandes.productos em pr eito
dos criadores; mas na America 6 onde
se faz em grande escala este trafico.
Os centros principles sao: New-
York, onde se vendem ao anno 1,200
milh6es; Boston e Providencia, 80 mi-
lhoes; Baltimore, 700; Filadelphia,
500; Tairhaben, -400; e Richmond,
200; term tmdiod ao anno 4,000 mi-
lhoes.
J~m New-York somente, o consume
diario ascende a quatro milhoes de os-
tras.
Newhaven 6 o centro da principal
producgao, preparando-se alli. latas de
care de ostras, para cuja extracgao das
conchas emprega urna casa, das mnuitas
que se entregam- a esta industrial, cem
mulheres, e tern fretados para o trafico
vinte navios..,
A Franca console as ostras produzi-
das em suas costas, sobretudo nas da
occidental, sendo preferidas as canrales
e morenrs.
A Belgica possue as de Ostende.
A Inglaterra, as da ilha de Kayling e
de Milton, sendo as carlinfods da Esco-
cia reputadas como as melhores do
mundo.
A Allemanha consume as das ilhas
Lyls e Taer.
Em Hespanha ha tambem boas clas-
ses, occupando-se em estudar a explo-
racao das costas da Galiza o naturalist
Graells.

NOVAS FERRADURAS. -- 0 pro-
gresso tudo substitute, melhorando
Ndo ha industrial, nem servigo em que
no se revele o seu coustante lidar.
Atd as feraduras passam por uimas
formidavel .transfon.a.co.
Urn industrial de Manchester inven-
tou um system de ferradura constitui-
da por tres capas de couro de boi eu de
buffalo, comprimidas em um molde de
aoo e sujeitas depois A aecdo de um
process chimico, corn as quaes os ca-
vallos nao escorregam, nem ainda no


nhentos francs de cal)elo postigo...
demais, conhece-se perfeitamente.
Emr quanto se diziam estas cousas,
as jovens desmanchavarn urna das
trangas em questdo, e Dinah sacudin-
do a cabega, espalhava os esplendidos
cabellos...
A' vista d.'aquellas macias e luzentes
ondas d'um castanho pallid corn re-
flexos de ouro, cuja authenticidade
deixava de ser duvidosa, um pequeno
fremito de admirai5o percorria a sala.
Octavio, esse, estremeceu de cholera.
.Parecia-lhe escandatosa aquella inno-
cente exposicao. -Amaldigoava o thea-
tro, a peca, o papel, o director, e os
autores. e achava odioso obrigarem
Dinah a apresentar a todos aquelles
olhliares um dos thesouros da sua bel-
leza.
Era absurdo, dir-se-ha por c.erto.
Para os individuos gastos e indiffe-
rentes, por certo, mas todos aquelles
-cujo coracdo bateu ou bate ainda, agi-
tado por um grande amor, hdb de corn-.
prehender a loucura de Octavio e acha-
la quasi pathetic.
A representaiao do dia seguite pas-
sou-se sem novidade.
Succedeu o mesmo nos "dias se-
guintes.
Na noite do quarto dia os machinis-
tas ehegaram A hora costumada.
Sarriol chegara primeiro, e- passeiava
d'ui lado paria o outro- em frente da
.a~sad~tndo.
A! o priineiro no post ,...
-disse-lhe o tio Eustachio rindo.- E'
bonito lar o exemdpo !...-Nao se pode
duvidar de que vai bern no officio...
-" Pois, tio Eustachio, 6 n'isso que se
aengana...-redar$uio Sarriol corn me-
.lancolia- oloffic'o convinha-me, mas a
fadiga e que ndo...- tenho empolas
nas maos...
E' falta de costume...
Isso 6 verdade, mas quando se
tern &emo eu passado boa vida durante
dez ou quinze annos, faz-se cara ao tra-
bafho...--- /imn hoje pela ultima vez
pawa os ndo collocar em embaragos, mas
prhvino-os de que niao devem conrtar
mats coipgo...
: '-- A.' sus vontade, Grande Luiz, nao
s9 intraria-aqui niguemrn...- Eu bhe
nandareipagar cds quatro dias depois
do .as tattele.
1 ,a e4.uhro quo-se
-ssa .. w-w
.. 'g*rJ~?


AS SETE IGREAS DA AILA.-Di-
zem as folhas estrangeiras qlu;,Ae .
Phene acaba de comnpletar uma
saute visit s sete igrejas sitiadaif
Asia menor.
Correu muito risco nesta digressao
or via de ladr5es e da febre, e por nao
aver estradas.
'Tambem visitor a classic iiia hl
Patmos, e os monumentos prehistoricos
meincionados por Homero e Herodoto.

NECROLOGIA.-Morreu ultimamen-
te em Bruxellas, Mr. Staedtler, que em
tempo foi secretario particular do conde
de la Mark principlee Augustoa de Arem-
berg), e, depois da morte do conde,
servio na mesina qualidade o duque
Prospero de-Aremberg. -
O almirante iriglez sir Steepheen
Lushington morreu no dia 29 de maio
corn 73 annos de idade.
Tambem morreu no mesmo dia o al-
mirante inglez William Hoseason corn
76 annos de idade.
OS PEREGRINOS. 0 paquete-in-
glez City of Br-ssls chegou a Liverpool
no dia 29 de maio vindo de Nova-York.
A grande demora deste vapor, que
gastou 38 dias na viagem por via de umrn
desarranjo na machine e causou grande
inquietacdo; mas emnfirn chegou ao seu
destino, e desembarcou os peregrines
do Canada, que foram convidados pela
associacao catholica para umn jantar no
hotel Adelphi, aonde se levantaram vi-
vas A Pio IX e A rainha.
De tarde houve Te-Deum na pro-.ca-
thedral e beneao papal.
Os peregrines pozeram-se logo em
ciminho para Roma.
EXPOSIgAO DE MODELS DE NA-
VIOS.-A exposigdo de models de na-
vios esta aberta emin Londres."
Consta de models de paquetes, deo
navios de vela, rebocadores, barcos de
pesca, fluviaes, etc.
Esta exposicdo foi organisada pela so-
ciedade de constructopej navaes, socie-
dade que existe ha muito tempo, -datan-
do a sua instituicuo de 1612.
E' grande o numero e a variedade
dos models expQstos, notaveis pela
sua perfeilao e coidiq6es especiaes.
%A primeira classes comppe-se de va-
pores-paquetes, destinados a fazer as
mais largas navegagoes, atravessando o
canal de Suez pars os mares do Orien-
te, ou o Attlantico paia a America.
Para esta classes ha tres premios, con-
sistindo o primneiro n'uma medalha de
ouro, a admissao na sociedade e 100
libras.
A segunda classes comprehend os
paquetes a helice, destinados unicamen-


nholas no boulevard... apanharei pon-
tas'de charuto.
0 tio Eustachio encolheu os hom-
bros.
Officio de mandrido e de quem
nfio sabe fazer nada...- murmurou. -
Emlim, isso 6 corn voc6...--Corn tanto
que o service corra corn regularidade
esta noite, nao tenho nada mais a exi-
gir-lhe...
Fique descansado.
Tocou a symphonia.
A sala estava socegada.-Octavio oc-
cupava a sua frisa.
Os dous primeiros acts caminha-
ram sem novidade.
O primeiro quadro do terceiro acto
estava designado no cartaz por este' ti-
tulo : 'A emboscada.
A vista representava um desfiladeiro
dos Vosges, desfiladeiro estreito e som-
brio, encerrado entire altasrochas par-
dacentas coroadas de pinheiros cober-
tos de neve e illuminadasjpela lua e.ujo
disco prateado apparecia n'uma aberta
das sombrias nuvens.-
Moitas e macas graniticas espalhadas
pela scena, oceulavam soldados alle-
maes.
Um pinheiro gigantesco, que se de-
via support derribado pelo raio, forma-
va por cima dd desfiladeiro uma espe-
cie de ponte natural.
Dinah, ou antes Christiana, apparecia
ao nivel da rampa, cominhando corn
precaucao para atravessar sern fazer
ruido o pengoso destiltadeiro. .'.-..
Apenas percorria uma terra- part
da scena, onivia-se o quem vmnn Id ? -
Ao mesmo tempo por detraz de cada
pedregulho e de cada inoita surgiam
rostos barbagudos e canos sciatillantes
do espigardas.
-A joven queria fugir, mas jA o ini-
-migo. lhe impedia o caminho.
ta, seguindo um atalho estreito e
eirphdo capaz de fazer vertigens as
minesmas cabrias, -trepava as rochas a
prunio por onde os s'ldados nado po-
diain segui-la, e principiSva a cami-
nhar- pelo tronco oscillante do derru-
bado pinheiro. "
Assim que se achava bern Ait vista, e
sobre elladardejava O jacto-de 14z eleo-
tria que figurava ui 'i'aio de |a; fa-'
liaz -lhe poitari' 4ous gfldades e o0-
viaine dous tiKs ros." .
N'Pquiefe diawttSaib- u'atL momm..
,o,

U1k ik -10
q Bii^I^^^la


species.
EPHEMERIDES UW -
-MosQes .-tHaloi.
ROiegO W VOjF
Rici~rd Wagner.I_.l P --.-!Ste-
pbHeler.-.#axmco w- -Raff.
.^N, IEI$, 6^ ) ele-
brdit eu a mas 26 de
mie" 17_26, i *6. g o nome
a oe que dirlg2.9s W. estudos;
sabe-se s6 que teve occaoio de ouvir
algans excellentes vibl"nistas italianos,
o que de certo im1luio consideramvelAen-
te sobre o seu talent.
Em 1741 fez a sua estr&ano eelebra-
do Concert spiritual, em P6s, causan-
do sensaco pela precocidade do setita-
lento ; e em 1794 foi nomeado profes-
sor do Conservatorio, onde formonubons
discipulos. -
Gavinids 6 considerio 0omo o fuan,
dadorda, ell.rw ejie r ebeca, pos-
to, que tivesse illustres predecessors.
As suas obras consistem er'm tires collec-
coes de sonatas, varies corncerAtos, uma
opera em tres actos, exeuatada, Lofm
born exit, em 1760, sob nome Le
pretendu, e uma titcellente serie de es-
tudos, intitulada L/s vingt-quatye ma-
tinjes.
Gavinids morreu a 9 de setombro de
1800. A respeito deste illustre violinis-
ta consulte-se Mine. Salm, Eloge hsto-
rique de'Pierre Gavinies (aris, i*l);
F6tis, Biographic uniuersele des mtusi-
Qiers, 2a edicao, volume III (1869), pag.
433; e Mendel, Musialisches Cowersa-
tions-Lexikon (Bedlim, 1874), vol. IV.
pag. 147.
PAISIELLO (Jogo), um do"mais ce-
lebres compositores itaiaHos e urnma
dai estrellas da amavel escola napolita-
na, nasceu em Trento, a 9 de maio de
1741. Aos treze annos de idade eutrou
para o conservatorio de S. Qnonrio, de
apoles, entio di.igido pelo celebre
mestre Durante. Dpois de nove annos
de estudos, comeou Paisiellb a sua
brilhante carreira de compositor de
operas sdrias e comicas, compondo
grande numero deltas para diversos
theatros-de Italia.
Em 1776, em consequencia de .van-
tajosos offerecimentos, Paisiello deixou
Napoles para se dirigir a S. Petersbur-
go, onde compoz algumas das suas me-
thores obras. Depois de oito annos de
demora na capitat d- t AW votou
para Italia, d'onde foi chanrado a Paris,
em 1802, por Napoleao, entdo consul,
que o nomeou seu mestre de capella.
Cedo, porem, voltou para Napoles, on-
de finalisou a sua gloriosa carreira a
5dile junho de 1815. A suas ecundida-
de de compositor foi prodigiosa-; com-
poz umas cemrn operas, grande numero de
bailados, intermedios, cantatas, missa,
e outras peas de music de igrj,
etc. (Continuar-se-A..
i 'i .,,,- -
Estrondearam as detonacoes, o laco
preto violentamente arrancado do tou-
cado desappareceu, e a joven camba-
leou.
- Podia-se, devia-se crer, que uma bala
acabava de cortar a fita. Nunca illu-
sdo scenica attingira tamanha perfei-
cao.-0 tempo~de suspensao foi at6 tio
natural que se apoderqu dos espeeti
dores um verdadeiro transporte, e a
salad pareceu, durante alguns segundos
que vinha abaixo corn o estrondo dos
applausos.
$6 Dinah nao comprehended o que
se passara.
Tinha distioctamente ouvidao slvar


um prOjectil:-Sentira a impresso de
um ligeiro choque no alto da _abeea.
Que significava isto ?.. 11
Demais, apenas teve tempo de t ler
a si mesma esta pergunta, e today eubte-
gue ao seu papel, tornon a pw'-se a
caminho, para cahir qTs mas 4oS a|
lemaies agachados na outra -r.Qch .
Havia mutanao di'scena.--Odesfila-
deiro era substituido pel. h do
castello de Blumental oude4 iava,
A esquerda, a torre aem
Guardada A vista,uistiu nao sahia
da scena senieo parm trnar. a appare-
cer no mesmo is" M.-Neuhtv ex-
plicaCao immediala er" pois poeivel...
O. leitores. conhcen a situah p.. -
Logo depois do interrogators w a
do qual dissemos alguias Fiaira a
captiva era conduzida loauato do pri-
mei' and-ar lillil,..f.l....:
Dizia um monol' i f b ho. s
termoos, como deve dizer a_,. I
uima preza digna de itemeae, e vw
luanto a seagnella Tazia o ii 0 u.r' ,
organisava Ctlriiana 6s of" i
da fuga sensibUisllt,,-avier a
corda ao balciao, sa'tav .. da
au-trada e coE vi let--..
Lamente.' "
As cousas pasnarcm-se 0.
eomo era costua.. "' *

Dinah -


7B,f
4


IS


I


V
*4. ?

,* .l y *




Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID ETC1UYQ0C_28VY9A INGEST_TIME 2014-05-20T22:22:43Z PACKAGE AA00011611_14482
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES