Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:14432


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Full Text











'^* tres4netoes adMiA
Por seis ditos iddfi.
PI^or urn' anne idem.
Cada numcro 'avulso.


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iNo,- idem.
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TELEGRAMMAS



POLITICOS
S. PETERSBURGO, 46 de outubra.
Na Asia-Menor, os tureps solfreram
un conmpleto desastre. Todo o exer-
cito lot debandado, e fuglo em todas
at;I% dt es, dilxaoado a mator parte
do sma attrta eoa oer dos ri|os
e o resto do exercito v %K".,
seguido..
PARIS, 17 de outubro.
v 0 governor, a tos teve sciencita da
vietoiia dos repbiJtim jnas eleiq6es
para deputadok i AgeseuI Natooal,
deelarou que em tularia luata, dli-
putando as eleigoes parclaep do4 eel-
selhos geraes departamentaes, elei-
ies que devemn tr iiigar a 4 de no-
vemibro.
COMMERCIAES
PARIS, 17 de outubro.
Titulos de 5 o/%, da renda franceza, a
106 francs e 25 centimos.
S Ditos de 3o/o a 70 francs e 33
centimos.
IONDRES, 17 de outubro.
Consolidados inglezes de 3 0o, o de 95
7/8a 96.
Fundos braslleiros de 5 o, empres-
imo de 1875, a 931/2.
Fundos argentinos de 6 o%, empres-
timo de 1871, a 59 1/2.
Mercado de assucar calmo, e os pre-
Vos sustentados.
LIVERPOOL, 17 de outubro.
Mercado de algodi.o coin preeos bal-
xando; venderamin-se hoje cerca de
10,000 balas de diversas procedencias;
sendo o de Pernambuco a 6 3/8 d.
por libra.
HAVRE, 17 de outubro.
Couros seccos salgados de Pernam-
buco, de 80 a 82 francs pelos 50" ki-
loogrs.
MARSELIIA, 17 de otitubro.


Assuear de Pernambulmco a 27
eos pelos 50 kllogrs.


fran-


NOVA YORK, .I17 de outubro.
Cambio sobre Londres 4-81.
Preeo do ouro 102 3/4.
iAHIIA, 18 de outubro.
Segiue hoje para a Europa, corn es-
eala pop Pernaambaeo, o paq t1 fratn-
cez ORENOQUE, da commpaliia MS'SA-
,;RicIS M.AITIMES.
Agencia de Per-nimbuco, 18 de ou-
tubro de '1877.
PELO DIRECTOR, J. BROCIIIER.


PART OrICIIL

Governo da provincia
:LXPEDIEN.TE DO DIA I DE OL'TUBnO DE 187
Actos :
() president da provincia resolve nomear
ipara o cargo de promoter public da comarca
Ie Boa-Vista, ao bacharel Joao da Silva Pires
Ferreira.-Fizeram-se as communicag5es.
0 president da provincia, attendendo ao
iite requereu o alferes lionorario do exercito,
Nartiniano Eleuterio da Silva, resolve nomeal-o
oara exercer interinamente o cargo de ama-
nuiense do asylo de mendicidade, visto nato ter
:tceitado essa nomeacao interina o tenente hlio-
uorario do exercito Joao Pereira de Lucena.-
I'izerai-se as commrunicavSes.
-- 0 president da provincia resolve, nos
rermos do art. 1, 2" do decreto n. 4,668, de
., de janeiro d,1871, nomnear o tf .ente Jose
(Geauino Ferreira para servir provisoriamente
os officios de 2o tabelli;io de notas, escriv'o
lo civel, crime e privativo das execugiSes ci-
veis do term de Ipojuca. 0 nomeado d3verd
entiar logo em exercicio.-Fizerarn-se as com-
municagses.
0 president da provincia, attendendo ao
qtil requereu .Jos6 Pinto da Cunha, resolve
cinceder-leli 1icenga para ernbarcar na primei-
ra opportunidadle, corn ,destino ao presidio de
lornando de Noronha, a serem alli entregues
;A Ursula Maria da Conceiti.j, os generous men-
(ionados na relag.o junta, assignada polo se-
cretario da presidencia, os quaes nio poderAo
ser desemnbarcados no referido presidio sem
qiie por parte do respectivo commandant se
proceda ao exame do estylo, afirn de se verifi-
4a se exist aguardente ou otLra qualquer
bebida espirituosa.
Officios:
.-.- -- Ao president da provincia I'Minas Ge-
raS.f V. XV. E. que se digna prbviden-
ciar no seIi: 'a a. guia
tlosentenciado Jacintliw, ci'avo u, Antonio
l'austino da Silva Piito- ,BOdeihitado po" de-
,isao do jury do termo dd Parabyb:na, em 29
de julhode 1856, Matatis muntandis ao da do
Maranhiao, quanto aos sentenciados Roberto
e Speridiao, escravos, condemnados pelo jury
do termo do Rosario e vindos em 1862 para
F'ernando.-Communicou-se ao juiz de direito
do 2,, district criminal.
Ao da da Bahia.-Rogo.,a.Y' que so
digne de me infortnar se foiJ 0o o
I'elisberto, escravo de Antointo is Pere
da Silva, condemnado i pe de B, por
'isio do jury do termo de V.I ro, deSt
pt'ovincia, eiol27 doabrd ii d
tsfazcr o que noor o0
lifita o Dr. juiz de
,aioal desta cidade.--9'
d 'do juiz
/ -- Ao president dO lxdt
solicito de V. txc. que 1%.4
Sr parecer sobre a coanspIta q4 44'
-te 29 de agosto ultit it o juz )
iermo de Salgueiro..
Ao provedor da Santa Casa, i
dia.-A' vista do que solicita V. &
a. 550, de 28 de setemnbro findo, ro-
qae autoriso a junta administrativa dessaS)n
la asa a despender pela verba ano$t
.. ...AO exercieio corrente, a quantia de 3.89559~J1
I dnafi de em prestaeoes occorrer ao ,de e r aQ
t .o qdo qe devido aM cofre da (lsjaAlCel
Ao comtunandain,,do prosid d'yir
i '. i tn oro svebiaaA tut l^i-i


-Tendo er- vista Q qe no officio ijunto 1000It e.0'1 l d qu eXpega suasdilt ?m
copia expoe o eommasdante da dtVlso :na( d*rein, trkaWt no ho' &
-#a- at* ivia w
do 3o,0istrioto,recomthend A V. S yquo dt ,a uem &d
de pagar aos offlciae e apraaas da uarnW arque s do 4 '6
do vapor de guerra P'aren, as setios yen I 1B rr-. 4 "
joentoe relativot ao-tnez d seoeo~ro find0.- OlWfi ***':," A
omibatunicou-seo adito r -da'nda-te.' 1 -Agit sidT.teD1t-
:--Aomesmo. -Teroido'e"ido, Oe-a o6'W ton.-De n -- pak t iab
comma informant o dessa injiteetnoa, deo 8 'O fSa MdM
otembra findo, n. 6-17. relevar Antonio Vo1twiA oaio -Bath,',, tn'o tt
a de Oliveira, da minulta do. .10090 q geo r, e qoreqorel .hi
inpo 'o collector de Nazareth, por bfiRsr 4 dd stde; aul ide
44 iula"ao prazo legal as ingW as ASev, e8spero qieseel^,t s ewa itnlsa o
riiBe*6teria ; assim o.4 'P-8. para, A ias6W Of"u etta
-aWA3 S A0 raft, e.... e 4u dsa
U if -'ow. Noes r infotw 690 0414% Wf daad *ra og
aw ooftio dessa inpectoria, JoW. d
9rtes* WN Wm)t,616yo dI d oi- I ton sm Wd% de
res de Aocin Tm, da multa do, 09 escrevente doW- LUIZ Maaoel -Nto'
que Ihe iipoz o adtainistrador da recebedoria para exercer ii WW*We fete 0a ldgas do at W d aa-
de renidf runa6 ter communicado em tetn- nuense da secd dessa inspeeeao em con- 0
po a exportago dos escravos Benedicto, Fran- sequencia de'to^Antonio do Carmo Seraphim sagemi
disco e Manoel. 0 que declare a V. S., para os e Silva que o setvia, entrado no dia lo deste e.
devidos fins. mez no gozo da lioengae 3 mezes que obti- Jos- .
Aomes o.-De accord corn a informa- vera-do governor imperfal.-Officiou-se dita -Infori
4o desinisoeetoria, de 28 de setembro fin- thesouraria. guerra.-
do, n. 6tRt ilevo Jos da Silva Campos, da --o da tbesouraria de fazenda.-Para os ar
multa%-dcl 0 1 que lhe impoz o collector da flngsmvenientes, communico a V. S. que o 2o Mre
Victory, ter dado d averbaCao fdra do sufj|boe do juiz municipal e de orphtosdo forme o
prazo lejIat- compra da escrava Capitulina. term de Itamb4, Jos6 Faustino Cavalcante dd das arms
0 que dedl w V. S., para os devidos finm. Albuquerque, deixoU o exercicio pleno desse Valdev
Ao mte -PaPra os fins convenientes, cargo em 14 de seiembro ultimo, por tersido former 6
transmitto'a T.. S. o incluso diploma de habi- reconduzido o baoharel Lourengo Bezerra Viei- vin.Iei o
litaclo awcargo de juiz de direito, expedido ra de Mello, que tomou posse naquella data. vcal -
em favor do bacharel Joao Zeferino Pires de Respondeu-se e officio do sapplente. ^Se
Lyra.-Commuuicou-se ao referido bacharel. Ao mesmo. Para osfins conveniences, do o0ub-i
Ao do thesouro provincial. Attendenio communico a V. S. que o 26 sapplente dojuiz -
ao que requereu Carlos Eduardo Muhlert, con- municipal e de orphdos do termo de Itambd, 1
tratante da impressio epublicacAo das obras Jose Faustino Cavalcante de Albuquerfl as- \
do finado Fr. Joaquim do Amor Divine Caneca, sumio o exercicio pleno desse cargo em p C
rocommendo aVmc. que made pagar-lhe a setembro ultimo, por tec o ofrectivo pa o a uar
2' prestaQio do seu contrato, visto haverem exercerinterinamente o lugarde juizd4direito at As
arwas -
sido entregues na secretaria desta presidencia da respective comarca.--Respondeu-se o of- adre -
os 300 exemplares de que trata o mesmo con- ficio do supplente. e Wr
trato. Outrosim. declare a Vmc. que fica re- Ao mesmo.-Communico a V. S.,.para os brigadai
levada a multa em que elle incorreu por nao devidos fins, que, de accord ono a sua infor- .pubti4o, i
ter side a entrega feita no prazo da ultima ma o gded 28 de setembro finde, n 61, 5.re;pYo-l v
prorogaoo. Io do Kathns&rrtadeo 905Wqu ne a O
Ao engenheiro encarregado das obras mi- imoP: o admini9trador da reoebedoao,'d t 1 n
litares.-Devolvendo as propostas que vieram das, por hayer matriculado f6ra d Iaa1s-o de saud^
annexas ao sen officio n. 101, de 11 de sctem- gal os mngenuos Antouie0Guilvo6- ,: copani
bro find, autoriso Vine. a contratar a execu- Ao mesmo.-Tendo reso I &d r pa n4
.5o das obras e concertos precisos na forta- do corn a itformabo dessa iapectol ,,,e e s)
leza das Cinco Pontas ebom Joaquim Jose de de setembro findo, n. 616 vWevar n onfgitues do
Aguiar, pela quantia de 15:869856, vista ser Francisco do Barros do 9i ai Id a i0 i-nfA
esseproponente oquomais vantage offerece de lector que ahe imnpo- 0 ector sei" -
Ai fazenda national., QBsnto ao respective fia- caratf, pPr ter dado Ai matrinol* hew -
dor deve elle apresentar-se devidamente habi- legal a ingenua Adelina, assim o d.eNp V. -
litado, nos terms da lei em vigor, conforiN 8., para Os devidos fins. .^
declara o inspector da thesoe-aria de fazendaf '- Ao mesmo.-Nos terms da iB0 0o tbtMP9-
no orficio n. 609, de 27 do referido mez, junto dessa inspoctoria, de 28 de set bro ftoU. .Asg
por copia.-Con nunicou.se A thesouraria de 612, relevo Joaquim Correia di Oliveira Andr -.
fazemdai de, da multa de 1000$0, quo The impoa o: r 4
A to|juiz de paz d, jistricto da mnatriz lector de Itambe, por nano erdadwie'wtriw- f
fteg ezia de S. Frei Pedro Goncalves do Re- la no prazo legal a IngenuA Maria. que nte d
cife: (Circular).-Infonrme Vmc., corn urgen- claru a V. S., para os deow 6fins.
cia, se procedeu-se nessa parochia hno dia lo Ao mesmo.-De acitv cdmo-ifo,)r S
deagosto ultimo, aoalistamenrto para o ser- cao dessa inspectonria, de14 de sode bro 0f N. wS
vigo military, conforme determine o art. 8 do do, n. 613, retevo D. Igaez de Barrs- Aocioli d peraz
regulamento n. 5,881 de 27 de fevereiro de Lins, da multa de 40(000W, que lhe impQz o Exm. r
1875, declarando, no caso negativo, os moti- collector de Palmares, por nao ter dadaude a a oe zs
vos porque no foi cumrprido esse preceito de trieula no prazo legal os. ingenuos Jo0o, Aman- guntes .i
lei.-Igual ao 0 juiz de paz do district do cio, Joanna e Emilia. 0 que deolara a V. S., A' i
matriz de todas as freguezias. para os devidos fins.
Ao eoomandaate 4di4 oor f- Ao meso.-Dlotlaro a V. 8 .,. 'u e- Amorinra,
RxpWcAVmc. auas rdemi, d&i 4.oqo*- i* bs IiSW, 41W40 SaO' ifecltW a sua iuitrmA- coI1(. pr
apresente -no tribunal do jury, As 9 horas do cORode 28 de setetbro flndo, n.-614. relevo D. de cavall
dia, de amanhA em diante, a guard que tern Isabel Maria d&6 Chagas, da multh de M100001, Fr
de servir durante a 58 sesslo que se acha que Ihe impoz o administrator do reclbedoria L z a
convocada para hoje.-Communicou-se ao pro- de rendas, por ter communicado f6ra do prazo Manteigu
sidente do jury. legal o fallecimento da escrava Feliciana. vindos d
Portarias.: Ao director inttrino do arsenal de guer- meiro C
0 Sr. gerente da comnipanhia pernambu- ra.-Para a guard local da parochia de Tim- Gyn
cana de navegacao costeiraavapor made dar baftba, made Vmc. fornecer uma'corneta ao Goyanna
passage A proa, at a capital da provincia commissario Estanislio Gomes de Abreu e criminos
do Ceari, das gratuitas a que o governor tern Mello, ou a quem por elle se mostrar autorisa- Parahyb
direito. no primeiro vapor que segue para o do.-CGommunicou-se ao referido commissirio. A' ord
norte, a Capitulino de Jesus Pessoa. Ao promoter public da comarca de Ou- ,i
Declaro ai carnara municipal de Ipojuca, ricury.-Transmittindo a Vine. a inclusa copia 0 subdit
en solucnao aos seus oluicios de 6e27 de agos- do officio., que ano De. chefe de policia interino por disti
to e 10 de setembro ultimos, que a autoriso dirigio o delegado do termo do Exu, recom- A' ord
a promover pela qurntia de 6005), a acquisi- mendo-lhe que tome conhecimento do facto AntoniO
gao.a.casa ora pertencente a Manoel de Sou- que alli se deu. de ser injuriado um dos mem- atonjo,
za KTedeiros, destinada para mercado p[ublico bros da commissao de soccorros, por diversas Anna, p
da'Villa. pessoas do povo, devendo Vine. proceder co- A.' ordi
EXPEDIENTE DO SECRETARIO mo for de direito, e dar-mo opportunamente Christovi
Officio conhecirento do resultado das providencias Fernand
Ao juiz de direito da comarca de Flores, que tiver requerido.
bacharel Francisco Domingues Ribeiro Vian- Ao delegado de policia do termo de Bui- blica,
na.-De ordem de S. Exc. o Sr. president da que.-Cumpre que Vine. informe se ju foram A' ord
provincia, transmitto a V. S. a portaria e o entregues os artigos de annamento e equipa- se, Joaq
document, juntos, expedido polo Exm. Sr. mento-constantes da relagao junta por copia, briaruez
conselheiro president do supremo tribunal e perteneentes aosoldado do corpo de policia, 0
de justiga e concernenteo reclamaacao de anti- Evaristo Pereira da Costa, os quakes foam A' ora
guidade do juiz de direito Antonio Rodrigues mandades recolher ao quartel da guard local Maria 1P
Monteiro de Azevedo.-igual ao juiz de direito dessa vilIjpelo terceiro supplente dessa de- public.
d Born Cotiseiho, baci"arel Bento Ceciliano legacia, A i* Cavalcante de Albuquerque Ar- Na m
dos Santos Raenos. co-Verde. -1
-- Ao engehbeiro fiscal da estrada de ferro no term


EXPEDIENTE DO DIA 2DE OUTUBRO DE 1877 do Recife ACaxangi.-Declaro a Vmic., em res- e seu en
Actos: : posta a. seu officio de 25 de setembro ultimo, naram C
0 president da provincia, attendendo ao sob n. 354, que flea o gerente dessa estrada versos g
que requereu Felisbina Constancia de Azeve- autorisado a transferir o abrigo que existed A dido de
do, professor public de ensino primario do ntrada dos Afflictos, para o lugar do entron-
sexo feminine na villa do Bom Jardim, e otendo camento da linha principal corn a do Arraial. g -rraja
em vista a informacao n. 124, de 19 de junho Outro suin, declaro-lhe, para que faoa oonstar pectivo (
do corrente anno, do inspector geral da ins- ao referido gerente, que.deixa de ser approva- termos
trucgAo publics, resolve removel-a. para a ja da a tabella que ieio annexa Aquelle officio, Deua gm
cadeira do sexo mnascutio na cidade de Carua- por coaLer precos mais elevados do que os Dr. Xban
rru.-Fizeram-se as communicaoes. actuaes para alguns pontos das duas linhas. mnuito dil
0 president da provincia, tendo em vis- Ao superintendent da estrada de frro Oefe 4de
ta a proposta do capitio do porto, constant do Recife a S. Francisco. -Pravidencieo"mc. 4 wTeu
de sem officio n. 23, de 28 de setembro ultimno, para quo a familiar do alferes do 9 bata eo do, T
Resolve nos termos do art. 5a das instrucgoes infantaria Jose Bezerra do Muezes Sd, tenha 1"
de 18 de fevereiro de 1862, nomear para o lu- pas*safem de primeira classes de Una at. esta .
gar de to pharoleiro do pharol da barra do po- capital, e soja transferida sua bagagem, cor-
to desta cidade, vago pola dispensa de JoWo da ren, 4a despeza por 4pta do ministerio .da -
Cruz Limna. o 2" dito Francisdo Cassiano Paes J ..... .
i Barreto, epara o lugar deixado por 'fe, a *- mesmo.-Providencie Vmc. para quoe
iJoio Tiburcio Falceio.-Fizeri-se as 1Iu- d tte Franklin Benjamim Fernandes d .Aa
Sriicacges. : Mo es, um cadete e cinco pragas de pret, os: cAt
0 president da provincia, 'ttendendo ao quaes se destinam a Ingazeira, conduzin4o
Sque requereu o juiz municipal e de orphaos do vYO"lm"t gra o destacamento alli existen- Aos do:
Steam de Gamelleira, bacharel Franchco Ma- t l t[8e foessa estrada de ferro, da es- de miil oil
noel Wanderley Lins, resolve conceder-lhp 21 ta '6"- Pontasate a de Una. present
Sdius de licenca, corn ordenado, para tiatar de M': : XIfbENTE DO SEGRETARIO central de
D afiide e 39 dias provisoriamente e semr o Barao
'i ijanto algum. Ao commandant das armas. --0 Exm. Villa Fra
P- residence da provincia, attendendo a ST. president da provincia manda commuuni- Carneiro
44 0'u uereu o guard sargento ajudantejta car a V. Exc. qu os autos do corpo dedelic- toso Ribe
ahia de aprendizes do arsenal de pnri- to annexos aos officios de V. Exe., dt 18 e 20 nhia de
S albino B r de Almneida Leite. e ondo de setembro ultimno. foram pata os fiass con. Dr. Anton
'jVista 0G ^ tdos medicos da'enfeamaria venientes transmnittidos 'tA competent autiori- ro Isidor(
mesma anexoaooffcio dorespec- dade polo Dr. chefe de policia interior, eo, pectadon
,. de 27 de setionro ulti- forme declarou elle em officio n. 745 do 25 da.-' ros, teive
9er46. dous 6de licen- quelle mez. trail de as
s 'l 'fTorms di l1i, afi m de -- Ao gerente da companhia pernambucana rochia d(
IWde f6ra dsta dade. de navegago costcira a vapor.-De ordem do samI, da
SS. 9c. o 8t r; president da provincia, accl provitia
d do Piauhy.- o recebimento 'doWnio de V. I8.. de hontem Brasil.
q..o briga- datado, no qual communica que o vapor Co- A' I ho
0*il, datada de 29 ruripe, seguirA para os portos do sul atl ArM- freguezia
df sob n. 743, res- cajf, no dia 5 do corrente, As cinco horas da Cruz, ass
'd 28 "de aoslto tarde. mai, padr
1 sa da glia de deu A bec
1 c^rfl.drp da compa- DESPAGHOS VA' PR CIA DO DIA 17 DE ferrea da
d incia Claudino ...U enBRn^ 1877. e cinco k
i d4. to --anno, veto e1 Aaa l de A187i.- nismtos e
tNan voHI AtnioiAlves de Alb.uqerque.- edificio d
fe da r"lo lo.- do-polo I
1. Transmit 64 original, o inclu-, Job de Aadrad -. --inafltifl
0 offici do~j istermo deFlores'... s vivat81
S0140 o V.- e I- rebOt- 0
SO4C~O a!,, ~'otrS d reet-' -R690 (townotel. ~-A
r O6r decisaio.4i 6 SpoCtor 4a athoslouj'a-
~~Pmevlst*U no -
A~.0


f'


lMgos ; irm inaugurados os trabalhos. Seguiose
r s~u. ndo dfevi- 8i'icitaAo de uma poesia e de tmis discursos,:
! .... da um pelo Dr. Antlnio "Luizda Cip "a'A01,
A < iisapn, do Dx. PedrQ LeAo Vellozp e i ,ipi4
rSS~s V """^ rrofesaosr de cbnica industrial da ij1"p-,
~r~ialiyteehnica,1Zrn sto Guignet. ..
#"I

S vai assignada polos acima deir_ ." e pelos
S JW#I 4 oespectadores, quo quizeram fa.p a qual foi
B rc4iida pelo 1Dr. Pedro Laooel6zo, deputado
'elaprp'yIa da Bahia, que a isto se prestou
^ :'q a.i aedi "qii director'a da compathia, sendo
i d W P O -rn F gmr uarda jivros da
tI4fG eoinpo la, servindo de secretartio, que asSg-
finei.t-arao de Araruama.-Ba'do de Villa
RiS beiro' F4raco.-Josh Caetno.'IRibeiro da Silva.--Ma-
? 4 e1doeQeiro; Carneiro Ribero. Antonio
l'"oLi si da Cunha Bahiana.-Isidoro Moreau.-
) o et s.' -- Petir Leao Vellozo.-Francisco Jose da Rocha.
a. (queridi. -Pedro Gracie.-Antonio Francisco Ribeiro.-
ta gft.de pas- S. de Barros Pimentel.


rI*attos Guitnartes.
lctotf- do arsenal d4

# Conceilo. In-
diro comrnmandante
irros e Silva. In-
gr do thesouro pro-

6nola de Pernambuco, 18
Sperteiro,
mS dos Santos Junior.

o das armas
'do cormando dUas
iio, 18 de, outubro
dian. 1,049.--0
Sante da armas faz
Pidos effeltos, quo
miento que izeram a
kdiante a inspect
de esquadra da 51
undido Alviw da Cos-
49, Antonio Rodri-
kibos do 20 batalhao
'ra serrir per rnais
Of. por tires, pence-
Dentos estabele. is
Scorrespondeintte
ngajarax + -, -1
0 da- Cwrna W.,-
krore,- 4o misjor Joed
w MerYuthao, aju-
o d'tblalae.


-Se(S"Fei da pola
848 doutubro ode 877.-Im.
rtaipo a V. W. quetram
ee a casa de deteaoo 4w se-

u1~po, 1osae Aitoofti de
4 4erwo de Palmares,
los, na prvincia das Aagocs;'
mciszo Borges. conheci por
a e Feliciano Felippe de Assis,
o terino de Iguarassu, o pri-
omo criminoso de mrorte em
e o segundo, tambem cornmo
o de morte na provincia da
a.
lera do Dr. delegado da capitl-,
o italiano Francisco Estefano
Urbios:
em do subdelegado de Santo
Jeronymo Joaqaimn de Santa
or disturbios.
imn do do 1o district de S. Jose,
|o Jos6 da Nascimento e Jose
es, por offensas A moral pu-

emn do do 2o district de S. Jo-
uim Muniz FalcAo, por em-
z e disturbios. '
em do da Boa-Vista, Adelaide
libeiro, por offenses A. moral

adrugadado &ia 15 deste mez,
o da Escada, Joao Themoteo
iteado Jose Themoteo assassi-
m urn tiro de clavinote e di-
olpes de falcAo a Manoel Can-
Oliveira. Os dqiquentes lo-
evadir-se, e coatra elles o res-
telegado esti procedendo nos
da lei.
narde a V., 1c. Im. e Exmn. Sr.
wi1 Glementmo Garneiro da Guoha
gno presante da provincia. 6
poa~cia interino, Hermogenes ScrM-
w 4 -Vftoncetlos.


I-NI


RIO DS JANZMRO
a inamgwre da fabric central de

ze dias do qrez de setembro do anno
tocentos'fiJetento e sele, achando-se
a direeao da companhia engenho
e QuisaniiA saber : seu president
de Arardibia. e director o Barle de
nca ; teneate-coronel Jolio Caetano
da Silva, t. Manoelde Queiroz Mat-
eiro, e os represntantes da comnpa-
Fives-.ille, empreiteiro da fabric,
nio Luifda Cunha Bahiana,-engenhei-
o Moreau, e grande conurso de es-
s, composto de senhoras e cavalhei-
lugar a imauguraglo da fabric cen-
ssucar, levantada em terrenos da pa-
ei Nossa Senhora do Desterro de 'Quis-
comarca e municipio 'de Macaht, da
do Rio de Janeiro e do imperio do
ra da tarde o reverendo parocho da
Sdo Carapebfis, padre Jos6 Alves da
sistido polo da. parochia de Quissa.
re Josd Satu*Mno de Baroellos, proce-
oo0o das locomotivas e carrots 1via,
fabric central, de extens&6o dtriifta
kHometros, depois a todos os-machi-
apparelhos d. fabrka, e afinal a do
ia fabric, seodo depols disto decara-
presldeat. da eompanhia que se ia
tr os abalos; lvantados por elle
Uas ea Ateoas ,mpenaes,
hypao a -a1 uma bandi de music
6 e;cta prOemtlo. 1::0d efla
*ad- efBpr *,be os trabalhos, f#
mSww M qu o

Discurso proferido pelo S,'. engenheiro Antonio
Luiz da Cunha Bahiana
SRS. PRESIDENT E DIRECTORS DA COMPANHIA
ENGENHO CENTRAL DE QUISSAMA
Senhores.-Na qualidade de representante
da companhia de Fives-Lille, a emprelteira
desta grande obra que hoje inauguramos, ca-
be-me o agradavel dover de vos dirigir.a pa-
lavra.
Ha pouco mais de um anno, senhores, que
Live a felicidade de vir, pela vez primeira, nes-
ta terra hospitaleira de Quissamri, vos proper
e discutir a idea de fundaglo de uma fabric
central de assucar corn machines e apparelhos
os mais aperfeigoados, para a manipulagAo,
corn o maior proveito, de todos os products
de vossas immensas plantag5es de cannas.
JA era tempo de reformarem-se completa-
mente todos os processes de fabric de assu-
,car dos tempos coloniaes, que o espirito de
'rotina de uns, a ignorancia e a descrenga de
outros, conservra durante cinco gerao5es,
corn manifesto prejuizo da riqueza public e
particular. Dist) nos achavamos simultanea-
mento convencido3. Mas, tentar uma trans-
formagAo radical nessa ordem de industrial, era
tarefa ardua e difficilima em nosso paiz, onde
raro sao os qie caminhamrn sem uma carta de
privilegio na algibeira, e ainda mais raros os
que vito alem cda pretenCao das sinecuras dos
empregos publicas!
-A iniciativa individual e a divisbo do traba-
lho, essas duas alavancas poderosissimas da
civilisaCao modern, que tern feito dos Esta-
dos-Unidos da America a primeira potencia do
Youndo, e que podiam transformar esta terra
abencpada da America do Sul em um Eldora-
ii dirficilmenieencontram'um ponto de apoio
para suas evolugoes, no centro dessa popul>-
QAo brasileira, educada para a chicana do Fo-
rumn, para as administraCSes publicas e para
as lutas estereis e pouco edificantes dos seus
partidos politicos E, se nao obstante, algu-
mas vezes e algures, vemol-a nascer e se des-
envolver, poucas colhemos dellas os fructos
esperados! Isto prove, emn parte, da inter-
veougo indebita do governor nas emrnprezas do
Liuteresse particular, do governor quo tudo quo-
rondo garantir, dirigir e tutelar, por sua insta-
-blidade e origem, atudo compromette.
Foi o que bemrn comnprehendestes tlesde o
principio de vosso tentamen. Assim eA que s6
pedts a o govero- qeltes favors que as
st|ver'Sa ^ e a D~ims de
frabalho'no ex'ioftle ars dos dove-
res. Pedistes apenas dispensa dos direitos de
entrada para vossas 4,500 toneladas de mate-
rial metallico, que constituem a grande fabric
de assucar e sua estrada de ferro a vapor de
36 kilometros de extensao. Isto vos nao po-
diam negar, porque, d altamente just e con-
forme sos principios de progress das socieda-
des modernas, que o governor, o socio foroado
nos lucros da industrial de cada um e de todos,
por meio dos impostos de toda ordem e natu-
reza, facility e nao difficult o deseovolvimen-
to da riqueza da nagao. Basta para tormento
e desaninio dos que emprehendem obras subli-
mes e qunerem assimrn progredir, a obrigaggo de
passarem cornm seus instruments de trabalho,
atravez dessa torre de Babel chamada alfande-
ga ; onde a confusao do excessive zelo de uns
e da negligencia e incapacidade do qutros,
causa aQs interesses de todos, prejulzos e
damnos muitas vezes irreparaveis Nao obs-
tante, proseguistes e venuestes !


E pela vossa iniciativa somente, corn os vos-
sos reuonrsos, apenas, emprehendestes e con-
cluistes, em curto espago de tempo, esta obra
immense, admiravel, primeira em seu genero
no Brasil,'e que sera na historic das grande-
zas e das gloilas do trabalho human, o maior
e o mais invejavel titulo queo vos recommenda-
rA A posteridade, sendo ao mesmo. tempo umrn
certificado honroso para essa companhia de
Fives-Lille, a empreiteira do grande .melhora-
mento, que corn elle mostra-i ainda uma vez
aos povos civilisados, que seu programmat de
trabalho consist sempre em produzir o me-
Ihor e. nimo engatnar a ninguemrn; e ao Brasil
que as fabrics centraes de assucar estabole-
cidas por companhias hionestas e competente-
mente habilitadas, xao exceHlente cousa, cous-
tituindo poderoso element de riqueza. E esta
declarac.o, senhares, de mui alta importan-
cia na actualidade, .quando os plantadores de
cannas e fabficantes deo assucar deste imperio
agonisaon e tern todos.Os olhos fits neste es-
tabolecimento que fundastes corn tantoe patrio-
tismo e intelligencia, como o.piloto de um na-
vio batido pela tempostade. tern-no no hori-
zonte em busca do umrn pharol que Ihe indique
abrigo seguro e salvacgo. Publiquemos por
tanto, os resultados immnensos obtidos corn as
machines e apparelhoS de assucar da compa-
nhia de Fives-Lille, afin que a luz se faga, os
horizontes se illuminem e cada um veja o ca
minho a seguir para afastar-se da miseria que
prove de um trabalbo irregular e defeituoso
e approximar-se rapidamente do bern estai
que reSulta do'trabalho bem dirigido e da eco-
normia bern observada. E digamos tudo con
patriotism e verdade.
Senhores, neste imperio do Brasil que media
18 miles de kilometros quadrados de su-
perficie deterras de uema uberdade sem rival
onde a canna se dosenvolve corn rapidez no
tavele produz caldo de um peso de. 12o Baume
onde a riqueza public s6 p6de, por emnquan
tp, provir da cultural intelligence deste s6ol
abengoado; onde o brago africano escrav
que tern sido o mata fome da negligencia e da
rotina, dn preguiga e.ca ostentaoAo da maior
part, tende felizinente e para honra nassa, a
desapparecer brevemento; onde o thesouro
public, que dove vir em auxilio de todos os
pontres de produccao coin eses trabalhos de
interesse geral, como sejam: estradjs, ca-
naes. navegaClo a ,vapor, etc. e etc., se esva-
zia e se impossibilita na razlo das miserias
de nossa agriculture; onde, finalmente, o tra
balho livrea 4immigragAo estrangeira nao se
ostabelecereo, em quanto o trabalho do cada
uarn nao poder produzir o mais possivel,-me-
lhirar os meios de produoMQI, estaftecenod
so mesmo tempo a div4Sao d6 tabalho, 6ira
attamente reformadora, nobilissimia e sva49
dora. Eis o que acabais de fazer inauguiandc(
esse monument que denominais Kogenh(
Central de Quissam4, e que 6 a soluao a mail
ipefeila do problema ag-ioola industrial, quq
uui intenssa-aetailmente A riqueza public;
*-pVtiuIar do Basil.
Siat 06 rewdsutdoe dd4voasam
~?
I--


deprinmeira qualidade e de uma crysAalisaclo
perfeita! Este resultado que 6 o qte vamos
obter trabalbando as vossas cannas.coam esses
apparelhos O'rachinas aperfeigoadas da corn-
panhia de Fives Lille, nao serio object d&
duvida por part de ninguem. Os calculos
detalhados desse resultado mostrarfo assinm
os lucros em assucar, em relacAo As cahnas,
mQidas, como os lucros em dinheiro em rela-
cao an capital empregado no estabelecimento
de vossa fabric c-ntral Estes calculos' le-
varao a conviceibo mesmo aos espiritos os
mais, rotineiros, os quakes, deste modo, nao
ii'a& sheailamao em desviar os bragos e sca- -
pitaes empreg.dos atd hoje, em urn trabalho
ingrato, e dar-Tline'- .i nova eo muito
mnais productive. Conflamos Lqaa Baao.on-
tecga, e desejamos que este gioimnto 0 l',.-.--''
cie corn moderaQA3 e ordem; porque, senho-
res, da march regular e refiectida no estabe-
lecimento das fabrics centraes de assucar
neste paiz, muito depend o future economic
da nossa patria.
Hoje, se nossa moeda corrente t o caf,.
amanhd teremos della dous padres, -este s
o assucar, e se comphrarmos o valor de urm
corn o do outro polos lucros e vantagens a au-
ferir-se, o assucar senira nos'o ouro e o cafe
nossa prata.
Naedo novissima, originaria de uma raga
eminentemente rotineira. habitando uma zona
de calor e humidade, onde tudo floresce, mas
onde a energia do honem para o trabalho estA-
na razdo inversa d'esse florescimento, seme
educagto agricola e industrial, sem iniciativao
propria e sem amor aos verdadeiros prinoipios
de economic, os brasileiros em sua.maioria-
tern destruido e consuminido em tries seculos.
mais do que tern produzido Este e o motive
porque nao temos grandezas invejaveis, poi-
que somos pobros de dinheiro e mesmo po-
demos dizer de credit. Nao trabalhamos new
economisamos! E, s6 o trabalho bern dirigido
e a economic bern entendida si.o fontes da
riqueza e de p-'osperidade.
Pela sua idade, tela vastidio de seu terri-
torio, pela fertilidade de seu s6lo, o Brasil e e
dove ser ainda por umrn seculo mais, urn pahx
essencialmente agricola. Na agriculture estA
seu maior proveito. Trabalhai corn intelligen-
cia e perseverania esse solo de fertihlidade sem
igual e tereis mil por urn grAo que semeardes! '
Eis o que esta mais de accorto caom o m~so
estado de civilisagRo. Querer imitar a Franga
ou a velha Inglaterra, & contrariar as leis na-
turaEs que regem a mareha das sooiedades
que se desenvolvem. Nds temos vastas e
uberrimas erra.s, e sabemos arenas plantar a
canna e o caf6; no temos mimnas de carvre
de ferro em exploraCzo e nao sabemos fazer
machines nem trilhos, como os povos do ve-
lho continent europeu : fagarnamo', pois, o que
sabemos e nos mais facil e proveitoso, e que-
a FranQa, a Inglaterra e muitos outros paizes
do mundo consomem e nao produzem, para
trocarmos tudo pelos praductos que essas na-
goes, por seon soto e por sen climae assim por
seu estado de civilisagao,.julgam de seu masior
interesse dever fabricar e exportar. Desta,
sorte, e havbendo a maior liberdade e faciftida
possiveis oa permuta d'esses products di-.
versos, tudo sera feito segurio a. lois de 6r-
dem e harmonia indiepensaveis a todo movi-
mento, 6 ent ao, os hncros e vantagens de cada
um e de todos:, soro os m0aiooae mais re-
muneradoeres. Se somos livres de esedlher a
profissliao que queremos exercer, devemos to-
davia ser bastante sensatos para nao preferir-
mos aquella que nos pdde arruinar.
Fabnquemos, pois, muito assucar e da mae-
Ihor qualidade, plantemnos muito cafe, para
adquirirmos na Europa, por baixo prego, os
trilhos e as locomotives de que precisamos
para irmos do Amazonas ao Prata, e do Ocea-
no aos Andes levar homnens e arados, meninos
e mestres de oscjla, emfim o trabalho e a luz
por toda a pirte, se queremos ser em breve
um grande povo e uma grande naQo.
Eis um progranmmna para todos os que qui-
zerem progredir independent de um diploma
de bacharel em sciencias juridicas e sociaes,
ou de urm officio public, e que lode espirito
pratico e reflectido aconselhard ao paiz.
Bern sei, senhores, que para executal-o e
precise fazor-se urea fogueira de quantas ma-
chidas velhas de trabalho possuiumos em nos-
5s1 engenliocas, e substituil-ars por outras
modernissimas e aperfeigoadas que custam
muito dinheiro; e o dinhehio, nestes tempos.
de miseria e de fome que atravessamos, nao
abunia Achal-o tern sido o objecto dos es-
forgos de alguns.
Os privilegiados e portadores de garantias
de 7 por cento concedidos pelo governo para
o estabelecimento de fabricas centraes de as-
sucar, nMo mereceram a menor eonsiderac4o
dos capitalistas europeus, e assim nada fize-
ram! Ellcs, que se julgavam fortes e bern-
armados para proseguir e veneer todas as dif-
* fiuldades, e portanto a principal, cuja -
capital.


Capital! ninguem o obterA corn a garantia'
de7 por cento do governor imperial, pela ma-
Sneira por que esta 6 concedida. Este system
Sde garantia estA profundamente deacredita-
Sdo : Os capitalistas europeus exigem actual--
monte as garantias directs e claras ao. porta-
Sdor de obrigag$es nos emprestimos a fazer-se
Spara um fim qualquer.
SNio devemos lastnimar a falta do riisacgo
dos projects garantidos o privilefgiados petlo
Sgoverno imperial. Ella teri provocado a es-
peculagAo em grande eseala de urna industria
a que precisa progredir a passes nmoderados e
r seguros, e ser estabelecida cowx economic e
s honestidade. Aldm do que accresce, que essa
garantia 6 eminentemente perigosa e injustp
i em am paiz de liberdade e igualdade onde to'- "- .-
dos tondo o mesmo direito perante a lei, a in--
x dustria de uns nao p6de ser garantida e privi--
, legiada em detrimnento da de outros ; e garan-
r tir igualmente todas as industries do paiz,
- serial estabelecer aqui o socialismo allemlo
n de Lassale e seus adeptos, j4 tao condemns-
do pela verdadeira sciencia economic e peles
e governs liberaes e esclarecidos.
Porque uma garantia de sete por cento do-
capital empregado no estabelecimento de fo-
Sbricas centraes de assucar, quando esta i.-
dustria, nas condicoes saccharinas das caasw
Sdo Brasilt e quando estabelecida cont .p-
o feicgo necessaria, deve produzir lucros uunea-
) inferiores a.36 por cento ? .. '.,A
a E' verdade que, quando as fabrics .ceam aw;
r forem" a obra da especulacAo ruim de tode o
a mundo. dos fabricantes de machines e appa-
a relhos de assucar que os vendendo dizem-n-ao
s melhores, mas recusam dar disso garantia elf-
B ficaz, outro e bern diverse p6de sert o resulti-
- do de uma fabric central; seAo vejamos :
Se esta grande fabric Quissama fosse a
s obra de um chariatao como esse Carson qu'
- estabeleceu, na Bahia, a grande fabric .e 's;w
e suc ir dofinado meu parent de madosa meoo-
a ria e notavel servidor deste imperio, o.ViscO*r -
* de de S. LourenCo, e assim vos desse, ni vez
Sdos resultados explendidos que acab. tes
a obter do trabalho de vossas mAchinas aSppI
relhos, os resltados negativos obO...s o .8-
o Lourenao,_"de muitos appar P4
0 cionirait4p, tros funcci,. .5A"
i udes docannas ou do
e v proveni'mes ONO,!-
bo-ruas,,.-ot qd


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quo0a o emos dilo i
con a ttiLt meirece sar
bado)#opattots. Siq, senho- s
es, S tas victorias do tMbalho na
paz e na liberdade, do ques ganhas no cam-
po de batalha cornm ca e 0
pingardas, de Marti a
abundaiUe caldo daal n#l
das esmagam e (qu e, -
gue da humainidadb s
dos despotas e dos
Dentro em trees m idonti ta
serA annupciada ao I
da Barra, proprieda ila
de Campos e que a i
esti montand ai LA
come aqui, asi, 1i at$10
de m6nor forga, slo os mesmos, isposi -
cao a mesma, e igual a verfeiao do sua cons-
truceao a installalio. Isto quer dizer que o
seu resultado, em quantidade e qualidade de
das, serA igual ao de Quissama. Nossa ma-
neke,6d rceder urea iwwaiavoe, seuwesulta-'
doa s aesa. qnqeqt ia)legiea. .
loje rbpts9amws 9% i.9sa6aw; o baptismoda
fabwiuale.'Joao Aa i&arri se isua.btini"
Ak H9 s tesfeitos assignalados da indus-
tritam roteoBrasil, ja vmctwmiooa essa ,eO-
dom do tambibosern Java, no ggypto, na Mar-
tiaca, kiadbupe, Cuba e otaros Iugarees-
dostmarnium9kIfrancea cujo programyma, co-.
mr hadv4isseo-Sr. TlWere, o gramde esta-
dietae ,putpiot :franeez, wa assemba mnaolo-
nal, odnite emr prodOir o ntais possiveli;
ningawz,aOa.9ser o espoculado gat b
sem ptaiotisano,poderajustificao ensaio ou
pwzveneacia de ii e ppa-reihosd outza
S-..ped.....sam&A inauguron-se, isto e, fez-se a
hra !
Ninguemmais tom o direito de 'licar senta-
do e de )rafos cruzados A beira da estrada do
pwoeaso ; esta se acha limpa de obstaculos
e bern illuininada. Caminhar 6 hoje o dever
deokad>s os lavradores do cannas. Que os
mais .: tinudos searmeem! ja nao de um ca-
nbho Krupp on de urea carta de privilbfegio;
--esta restituamn-n'a ao governor aquielle. que
a suem por prejudicial e de.nenhum effoi-
to :-n-mas de coragmrn para o trabalho, de
zelo,, de fA, deprobidade e de patriotism, se
queremin voncera miseria e ganhar o bemrn es-
tar que provem do trabalhio intelligente e re-
iunerador.
E, pura que todos caminhem. que o governor
e as camnaras, em troca de prtvilegios e ga-
ranUlos de seLe per cento para estabelecimen-
to de fabricas ceutraes de assucar tenham o
patniotismno de estaielecer unm hanco de cre-
dito agricola.
-Que se occupein disto-jA, antes de tudo, an-
tes das reforms .da eleiQAo direct, das secre-
t@iAs do estado, do arnamento do mar e ter-
ra, afim deoorneces a cada um e a todos a
imanioes necessarias e indispensaveis d guur-
ra que boje o paiz deve declanrar e proseguir A
rotino, At miieria da industrial assucareira no
Brail I
Ris todo e que Deus nos protea.
Viva o Br-asil !
Viva a FaaCa !
Diwcuse ecitado pelo Dr. P. Ledo Vellozo na
imngmWra.o do Engenho Central de Qutssa-
a4, 4 12 -de oetembro.
Felicito-mre achar presonte A inaugurasao
do igeaho C-rttrcaidesiuissamnt.
Tefpo mais de umn motive para congratu-
I ar-ae coin as illustres fundadores dcste es-
tabeoeiinemto, por verem sua idWa tuo auspi-
ciosameacnte realisada.
Apear de ser esta ma empreza tie inte-
resse particular, seus destiaos hio de influir
muito benefica e fecundamente no grande in-
teresse da moauaunhao brasileira, pelas'oon-
seqtancias socitaes, economics e at6 politl-
cas, qas se 4uqearolam de tao ospleodida vi0-
toena da inieiati~vae esforcos individuals.
Ha me facto qoe aqui viemos observar e so-
lernemsr a coesagraalto prarca de mais de
urna erda4^. te cuja inoculafa, em uossas
leis9 oetwaoa.--mais nos costamas de que
nas leia,-,.dpendenl divefsos problems SO-
ciologioes,6 cja solugao jeamide-se a gnde-
za e felicidade do-Brasil.
S aeaos.nossos amepassados devemos inuitos
bens de que gozamos, de mistura corn elles
nos legaram algins males, entire es quakes
avulta a escravidjo, cuja abWlicao mais cedo
ou mais tarde ha'via de nos ser imposta.
Era urna revoluqfio social e econolnica cern
que necessariamente ..deviamos contar sob Q
irresistivel influxo das ideas hunanitarias,
quo distingusm e caracterisam nosso seculno
No decurso d4 seculos o braco afrieatto fOi
o unico instrumento d trabalho, corn quo
contour a industria na eploraQio do solo (era-
cissiritb- qae nos promigallsou a natureza ;-.


sobre o qcal teve a nacAo brasileira de levan-
tar os'alicerces de sun grandeza.
Corn o auxilxdio dessaforca p6de a nossa agri-
cultura assuirir a importaneia e deseuvolvi-
monteo. que constituio-nos- um paiz ewifenlte-
mente agricola.
A agriculture tern sido, e ainda per n mto
tempo, continuarA a set riossa unica fonte"Al
riqueza particular e public.
Os interesses aricolas a larga ba" .-=
bre que se firram e se equilibram nossa,' ins-
tituigbes sociaes e politicas,--as qeaes. ,s nus-
ses a.o eneontrarem as forces restauradaras
de qu e est-o carecendg, n tioas achar o en'ou-
tra part: a agriculture e o n6 vital do esta-
do, e ae mesmto teripo o etermento resistente
A quese devemi acostar e apoiar a liberdade.
Se3tdo certe que o terrivel problerna social,
A quejA me referi, fatalrnelie devia ter sua
soldgao ; ao fPaiz nao se p6de near o direito
de qutixar-se'da imprevidencia le seu gover-
no, que dekixando de resolvel-o pausada e ga-
dualiehtle, ofdetatot de chofre ; surpreaneift-
do as interesses agricolas coni uma rise que
os atdtdoou, ea grande mnassa de noss65 agr-
cul[(eles olo~tidf oem triste situagcgq-desa-
nimr.i"s seo despeirados nao vendo dlb.
te desisen'o 6 byepno, de~te esperi'dra.
sat v#'go, eano6 i0 ti "I ser sobrotruralQ e i-
raculoso, coatt poeresde fiterjbrrar daioaL1
cia a- <*nhah$ie felicidade. '
A cris ha d "or seu desqethq hatia!',
neftolOt'MAdfl'er transfdr'A~o e rega
8e'DiA t ,ntr'terA, e '+etto quee an.
p6deZ5 l-iw d dtscreta e .brli(eat ,iter:-
ven4fd 46 We~dt) coretudo, q.o ha daimd
que d petii fifipaliaente dfa iniciativd e
esfdr"o, indivldttaes.
- Qauereirs disto pro.va mais- cabal do -.qe 9.,
fact, que aqui estawos observaa4, po t d4Q
nos t 1c apreoiadQ e applaudido ?
Desdh quh e ac4cou-SO a fonte eMa quoi as-
sa agrcidlLura provia-so de. bragos, n5i-era
mist.j grande lucidez de espiritpa av Ow r ,
do ostava a renitidio adequa4o A cura do inl
que o paiz sentia.


Nao podia ser o remedio, senAo a reorgaoni-
sagao da industrial agricola ao inftluxo do lei
feeunda da divisdo 'do trabalho, e do emprego
de forgas mnechanicas, atW entio desapprovei-
tadas, quando nao faltava a forga muscular
do braUgo humanimlargamente cotbpensada etm
sua rusticidadet pelas felicissimas cOniiQoes
do s6lo sob a ac(aio readora do ctalor e da hu-
masidade.:
A ihdusria asfucareira Mio trnha d'iarite de
si out'o camtnnhb : na separaAto da dhuitura'da
materid primna de sua maiipulagAo, consistia
soa condi(yo de vida : e a experlencia feita
em outros paizos, corn optimos resultados
estava exhortatto anim l as nosiosos pro.
ductorese, sstiar Atrillal-o.,
Surgibpoltttp, muito naiuralmente a ida
das fabricaS,nttas ; e para sua roealisaQ
etA60 w a6o fco .iTnactiva a accA(
dos `poddye-0iecos, assegurand o estadc
gannt it As- aos capltdes que se quizes
B f taes emprezas.
-a-e- tintervmn0la do. estado nU
prod z, -n! de"dez i' o c
gata 0`1 --siwio :6a$so


auru quo ue anauq-u uuaueau.p
.do a0kafiu Vl a e OI V -qse ba possos la,
" doe'nr epeie qoe lhe veaham os -tI
sos, cam quoeao, deaffm'ontar o sup6rar a,-e
se queos jwmedrqnta. ,'i'fI[
Os illustres fundadores desta omptreza er- p
gneram nella um monument que rbpresenta pi-e
a ama w a fnrX.Sadca doe lio A ex- v
||g||LJllK~fi ea a ml-O


ue h
esso


0nt 14*viia **4MO 4"&0*4U,*4iev4M

'01sce epui&O -Aiwtte dft= ,
Ferreitra Vianna : a 0 que galta-nos ? 0 sopro
divino que no tocante is C;G l1^ -1al
hem dos labios da liberda a h llih'Iss
sopro que acorda e aviventa a iniciativa indi-
Os.digzos fundadores desta empreza sO4401
,rAm hanrir nessp 'spro ditlf a fo.Ca que Qs
oren 'e rrttAnbQno nlio Ia j (earin, ,0es000-
.* e isanimo pV es. ; "I
"^nf4tuaJ nrbmoveamt a mritintahada dn
VZfvqwt estrva Wbbsltiinh4 arainlniAhe,
marcharam direito a seU this, sa ovvir o-
Iro cosidt*i-i, nao ser 6le spu b1ipc nteoqi-
do fltilef"o. .
Toi sea v%1+so;arxuiar a leldaado 0m q e
um Important stabeblecnento a. M0itluri
metgiurgiea e0h Frana 'souhe 48esenrepar-seO
das abri*ses quo estipupon em s_.c8i 0=
si'w a. .' L
SSe aos r Nunda4opes delta empreza cabenm jus-
tIs louvores jelo criteria e acerto cora que,
souberat conftiar na cotaparhia Fives-Litk,
nao os cabomn menores aesta, polo modeo.per
que, confirmnando sua huoafama. soube corres-
ponder d confianga nella depositada.
Soubo a honrada companhia franceza irnp6r
essa confianga, desde que, sem a menor va-
cillaCAo, suhscreveu as severissicias condi-
Q5es, a que outros, porventura, nao subscre-
veriamn, revelando sua f6 nos elements, que
tinha de p6r em execugao e ac to noeata ,im-
portante fabric.
Ja per dermais conhecida e bern roputada na
Europae on'aotras parties do mundo, a compa-
nhia de Pives-Lide acaba de revelar-nos o se-
gredo de sun feorea na perfeiqao dos seus pro-
ductos, que aqui esamos vrondo, e na honra-
dez e lizura, cornm que precede, sernbascar
ponto de apoio f6ra do si, de seus grandes
recursos,-e da fidelidade a seus compromnis-
SOS.
0 que 6, e o que vale a poericia da Vives Litl,
le, aqui temes pratioamente demonstrado na
admiravel porfeigdo destas machines, que na
regularidade e hannonia corn que se agitamrn e
move -se., parece qun teem para movel-as e
animal -as ijtu espirito dotado de consciencia
e vontade.
Ainda sobh eslte potato de vista a patriotic
companhia de Quissam' prestou relovante
serving ao paiz : fez conhecido no Brasil urn
estabolecinmeao da importancia e credits da
coinpanhia de Fives Lille pondo-a em direqtas
relaiOes corn os agricultores, que, animados
pelo exemplo quo apalpam, se dispozerem a
esperar mais de si, de seus esforQos, do que
da tutella do Estado.
A inauguragao desta empreza sob -tao gra-
tos auspicios um acontecimento que muito
efflcaz e banefieento ha de influir nos destines
de nossa industrial assucareira, fazoado-a rae-
surgir do abatimento e desanino em que tern
cahido : novos horioontes se Ihe franqueiam.
Quanto a mini, (filho e represeitante de urma
provincia, cuja riqueza se basra nesta indus-
tria, e a ella ligado per laCos de familiar e de
inLeresses, mre applaudo per ver praticamnente
demonstrado, que nio 6 a lavoura de cannas
urma industrial cond.mtiada a perecer ; antes
estou vrondo come p6de ella reerguer-se, vivi-
da e opulentada, emni um future que mda Lterd
que invajar a seu passado florescimento. .
Neste estabelecimento o trabalbo se regene-
rara ao ineflco influxo da liberdade e da in-
telligenoeia, e o exemplo, que mnAo deixarAi de
ser fecundo, servuido de estimaulo a outros,
abrira uma era today nova na vida de nossa iW-
ftust~itdo asg'" 4
Corn 611a virA a abastanaa, e a independen-
tia. semr a qual 6 inutil esperar que floresgam
nossas instituieOes politiQ:a.,-&.que continua-
ra a faltar ,segra bas solidQ ,alicerce, em-
quanto nas cas4p epo m re i higadas A"pro-
priedade trrn tria pea sliariedade dos in-
teresses nio e coIstaur. amAforcade reo-
ASistepoia e apoio a que se anipaemn as rossas
tiberdades enstguep"haes. .,
ObSec"and. por esl.pisna o aconteclaiea-
to qu^.aqui nos-eumno, .tenho, coofornie vos
disse nIo cOCnegQ, amtas raoes para applan-
di-o ; e iara u1( viIeieia a iira memo,
se nalo dasSe etpanio aos seontieot.e qua
me don~iilam a al ia, manitestando meus sin.
ceres Vot0s poel tlo rescimeito da empreuz
que acaba de inaugurajr-se.
A seus honrados rfunadores rendo colriaes
emboras pele br~laaate ,coroamento de .eas
designioS. + ,.
No exto deiste ci4m~intimoento aao se agi~t-
ftai nuiarpente antessea particuiares dos
'benimlerits ridadutos quo a elle se aventuma-
iarn, rompendo a crosta da retina a da des-
ieI^enca ; seu maeogro seoia urn desastre publi-
co, pols se traduztria na'morte de uma indius-
tria que tern imnmnobilisado importantlssi-os
capitaes, custo de trabalho e econonlia secu-
lares. '


A Savoura de cannas de assucar, qu 6 a
vida de algumas de nossas provincial, desfal-
lece, sem aoutra esperanga de resurgimento,
a nao set ft fundigao das fabrics centres,
reunindo as vantagenS da grande e da, e-
na eultura.- .
Qu6e resultaria, nb entaito, do raaogO de-
ta tentativ, quoe n1o duvidano Chamar e-
roical? Resultaria o omppleto.descredlto 'd4
id6a,'e earn lle -se aclipsriam todas as espe-
^ngas':da 'in h srtatiicareira. "
i, partarit,' reptto: um desastd-d
i laicoo athica pqr:si s6 deve dat a me-
i r, i '-eita opaiz, ,cm a ftdaiao
Our' hado ha o q6 'rmnaisjustamente
M. i ofe: de 'tf"Oahie f sao verdadeira-
fem nTOeMweI4oLS *t qi* pregtarero)rrofq'o
Se tAe^S f0aiTpo pei-tradois na hstbrla
*la *g1enmera4ao agricola do paiz, .c aa urofi
-ebrAeoa do dia de &hoje,; itadiando-so Uibte
auv;"hA- oredesoobertb .de m to aOdta trans-
ftrmado nesMta mtqrviih* da industrial.
"0 paiz Ha do i'econheef' a ber-emerencia d
terwvio, e a-Dets irtuaifir a abencoar a pr-4
vitencia, que servela e educreta nesta grm'-
de tonquista do pi'ogresso.'
I iI
Noticlu elo engq fidro .Zsdoe Aorea.
s0 engena eehfr4_ 4 Q4sqama. x-uqj o*n24
-horas 500 ton, ,aa tri* iip caauas : ell
cpnsta de urn edifcie de fopro., cja superficit
6 de quatro x rpetrps quadiados, seam as
'casas annexas 0 que se aehar a officina da,
reparacSes, o Ti),,zein para assucar, etc.
0 material para o tfebrieo do assucar so
cormpe das matchinas e qpparelbos sguin


a





a

'7


tes :
Duasn moandas con Iras ylia4ros do unfO0
de comprineqto6 sobre 0"O,800 de diameWo4 Os-a
magando caa uma 250 tonelidas d.4 4
por dia de 24 hoprns estAs duas noepas re-.
ceberw osea mnviq'entp dedasa.'maehinas a
rison'faes, cada uma da orga d 45 cavAlloo.
As cannas so .lev as '& mptdaispor u
mesa raovel, formncjio um camtninho sena t.
que torna a alitrianlaao 4cil e miuito "g41
lar ; o bagago .coudazido para ftra do 8angq,.
nho pelo mesmtpmeio. .
Os caldos q "eAoo escorrem das ,lotd:
sao ionsodiuetai nte aspirados po, bom .
que as expellenn para denro das tachas d4 /t
flcr, ond49 s faz a primeira apuracao ; e0t5
tapbas ou, ,r4icor oI ap todpo, 10, e eapI-
64 pa ti 5 ht ps ; 5s de cobrc s
afi.Lm i o 4e se faafido; o aqueeitar
to d3 lae s Piovapor diracfo qte
se iero4z no ospago, rs vado entre ,s dous

40114 A N Q s O%95 4 Wdealds 0W*
I qsrvt flqa o s naj 4w ."md ltxtue
iii ii 11 r,aniiii d iiniri iro t--
1lI40- g.$M


SOs xaropes qand rehos
tK^M~ riple~iS *^!
-tachis feehadas de $guo gnep






unfnrq Pn .mim+~o
, taSo

ido'*>8tbucoW skill~j ^ ncta ate 4W
graos dei 6ausmk am col 0o aqo
Iw direlm n v.~
Sat 1Oj^^ ^ ^vtvie
feitose obtam o VtMr61n0e di 6boniba ia
ar P~|46 ib6 D'^ .. .[*

m -p eposdaso
da.r elo P0 irme itmnto a-so uma a2lo-
pensuavr parn mu06aTefT* a
uniform. Poan pesa em
mividir as map r d i sa ar sz 6 Coltacafs
em frente ais turbinaos, e nole 6 dehlida a
massa conida. nepoi d cist opeia6, a seo-


veariaa dons apptrelhe do' fU'&rpa r metec
tWa de uag mAeimra per'fei ih,e- a-
As turbines -qbelftem uxi0ifto aperfei-
goada sho em numero deo 2, e sao postas em
movifnimto por ue a epaaM l.
A cwa onde se faz wi iq0gp(*to,1o carvao
animal, conltm uma seni i6 oisteraas de al-
venaria, dous apparelhqo -de r por meio
de, agta, dd6,s elev0Jbltt AV p'rmlho de la-
var ipot omeio .d4e vtpH^uiffaios +de re-
vivificar.
0 carvro aaiwal quandp .tirpdo dos filtros
vai para as distermas mndie eulffectfa a fer-
mentaiao damkt~atS absarvidas;
e nellas flea ate que essa fermentaCAo se aca-
be. Ao depois elle A W o!46 agua:fria den-
tro dos dous apparelho'dismtats em heliceas
peia rotacAo, as pWJOtO W6ndzem o carvlio
para urm ,a10, o a 4_i|^u se effec-
tla em sentido contraria. Depois dossa pri-
meira lavagen, eao J 4^- Ir per
iueio de -46 Iei fvQeielc que o
tratW~portAs'Soclnwilro-Io ^pprW6' doe la-
vat A vapor t dilocado s,6imfao ftnosl de re-
viyit.a r. Nesteapppe p & cIL, nA Seado
por meio de uina injecg- dreuwi, *or iroto;
finahnernte a qltima t 8peT[ aa revlflca0o
tern legain deato do e fformnb*Omtiendo ca-
.da uw ui tuaboascnga iWW sWnAedo tra-
balbar junatos t44W.40 4 .ea)ta- em 2V
h, ta ., ,
t vapor nec6ssario ,p0arailorfa motriz e
papato aoeoifuehto, ie ITpa s do enge-
nbo 19oanecide ipor seteatnira ou gerado-
res com Ipmatha de fe qt mqgai do nna
p6tencia total de 650 6 i70, ;- estas ealdeiras
sao dtnimentadh'S corn atta qaehnio distillada
Sproveiento 4i da condeno s4oi valores den-
tron opdiversos appaifMdO etigegoho.
A"litoatuent aI4 a 60 0jiiaor' ami Sys,
teMia de bon bas'vorUqPrsfLspiranudo4tLro do
um PQQO em c',muhniao .com' o 'canal de
MacaeA a CaGpfo ; d aga- -depoAi elevada
paa os res Imatoris l enftn tr nna
boruba ccnfc-iW1a, -sB AeiW sys)4inas. de
bombas sao moVidoq' -or, naa macha A va-
peor especial.
.Um appre di d 11Ar p i Savalle,
pod#deam01 a le-'r b m 2 1
hoNMestk* Aeoitan4o, a distanCeo neO
ptifi*pta e "aN It" out u0t4o es depois
datio tini em *s-asstca* do 't ceiro pro-
Emfim, a luz precise pars a fabtala e as ca-
Mrireii 1pbei %MVu 11V -in~lh gaz
podedeVbtcov; LOaaim tucote-
na com earviAo de pedCa oA Oam iagas de ma-
mona,
0 transpbtte das eannas'i faz aor uina r--
de de via terrea do 86 kitorAetros rJe extonseo,
9oi urn material rohatttelcmposto de 40 wa-
gOes e 3 locouniotivas tenders.
0' endimento do engenho quanto a produc-
jaem assucare das .dlvcrsas classes, em
aOftaeties; AteltiVikAtMte pego dai cannas
min&ia,b nao pderA nwcestariameno.e ser ca-
ahecido se naio depois de alguns ifeces, nias
dentr9 de pouno tempo era.fatcil pu;)lioar-so o
reidm~ toirth "ssucar do 1 e 2 product.
Discurso pronunciado pelo professor & Gmignet
Saqnonas senhortrs.-4Dlvorsos esosiptores,
cujap atneng.es nalo sio sempre sinceras, ye-
lutitatamente sustentam que as racaIlaTiuas
estio degeneradas. A grande +Solemn~f~e que
nos rei nerJ.o pvrovaevidentrnohte o contra-
rio,. eu sor ia, enbe teli, +ime frandez
e coio .prordssor de ctmmrica.industrial, ao
seftil~o do g0erno destA paiz, de-ver o Brasil
nobremente auxiliado pete France, marchar
de usmp9s.4 fivae a ueatiseao. dos maiores
progn'esso agrie.La ladmstsiate !
A industrial do assucar de cannas t feizmen-
te maoto ijnploes pa DQ~iO de vista chimico.
Multo +n*,tlfaoif' a S i-"lbnl)'^ uIaoa- do que o
qu# eitrahltto .jtfdtetlernbas. o caldo da


canna exige apenas urar defecacgio ligeiia pela
cal 4S aapparelhos tAo
a 6 C nolsAb-cnc sa vista sao
naeBidic olnes parecem corn-
piuad&t'P*r4Wal'o poftantes s permit-
Loin moer qu roitla4fet, one do cannas

i N, se ve f r subsettuir o trea
'meianico. q u4 A r acamga aA eva-
poi oracim bao tasuiareas por
a Prineiro porque tdaos os produatip
sc6os sao qui de ui P rpuit el evoaQ e
od 0 Dc divtlk


.J~ inditado ____ co__ ____ var 6e


d retardar a fto i" l- dos. Em ua
peiueno engen ste product
wiomio podgs a ilidade,, coca
tal'toque naoa, oregado eai demasia e
iue so sait' U .fin .nm uea
,grande fabric, pocinm, elle 6 iatbiramente mu-
til por causa dW=f'* *do abalho.,
Demais, os asmo dlkios por meio
do sufito 4e al@ea ipAftsm *4conta, reto-
manc ma lotig,. aSieRta no tim de
alg&iLtip. Aapit -oloprantes sao an-
teg. enaw.bfas ,do qu i tdslj as polo acio
sulfuroso e 0Mtfp. P4 (,O sulito de 0l
passa.do> a .!niaAo do a, aoaestado de sul-
fate 46'e ca1, aacaeas feips con o sulftlo
do cal podeoi Qalter .sicatLo decal (ou gesso)
eim q id de'bastlaa grahdp para o0 fazer
.desoeareer q. pr ,kaq ine o i no norcadQ
europeu. ,
Eita sumra, SIaUn'pukio da Paa pOr a
paalhos possanpes5 c4,apdo no menor;i.o"
p1 poPiveq k p.eraa.A quo ,e obLeiilha aas*-,
r rb ogfupie'ra quidade seqn m e '4s-.
,qo.rer ap PriWaO ,..l, product, chimiacos. e ,
:' uO!,D9^to -da mor import ania, por'qaR-,
,%o qijisiienmpre a chimica vende o que sji4..-
1gq';Wi 4l pda rpicaie neste caso a
gaj i se~gur do Wdae4iro progress.


. j.t ra ,xw Mtrt.t-
)+W+,"f"p 4%*hiadtl.
a4itpa.hia de. FiveaLile eslabolicda on.,
iFrtm ava coa Ir4uccs me ania$ emp-a
;za4i. 4po so | i0 pAwwpi eQM P
*e n aaaigeompt lC -AM o do Janeiro. ,
*AGaap.4M l 14o, achando-se habil-
,ta4a a fqraee 4%tala, a aais apertim-
go~a~q~a~~paq ~tO~ f4Ab 4wt
suam, dQa lrv# r(eI, N tNtaballAa


vo~ytraiPto wMsi#^C4. i, W #smrtin fu j


!AU UIlk.U Un ttg CO B VDt lmw W
.-os agrilo9B dessa or-
tn ^eprqgredir,' ic5s re-
iballh indaustri,"
quo se occup.f k' 0 erprezas
de ferro, de eonlw s de Ossu-
,ltambiques, tc., e quizerem informa-
o as m e dealhadas podem dirigir-se
8 dm'iniste





I I 150 Ie
+ "e Prie s'a n d


r! ++b^ Di& 8



Autorldades Dooilaes-Por portaria d
tfM Mk^ eado o R6 ,Rmaa a < FSnO, ew
*a in^ da, Wiye. 1e stpWoe-, 1
tQ^d q~d zp dO~ro *le T* rid, do ;
*'n. AOu~t, I,,..a. *,,l.. w.i, 4a .pm.-.
4 dencia daprovincia, de 13 do correa-,aiedi.
iHaq, 4 4u-0 agr~ o5ba.lalbode-i-

bi' H o &lf ktima d .-oe e.mi'p e d A .hazr-
Omad44L Pax44ya.'
xoele00P wkbU o portt da pwea-
9idencia daiprovanc)ia, .de 3 dp ,orerante, *de
a gQQ^Q: q4874, foi conaiderado professao-vita-
Ihi w+i 10o prirnaria, Beaedicto Mar-
qaft ,pioessor ,puliw cta oadeirada'
viia Ghnmbres.
Sdo y eclie Corm assistencia de 38
juices de factor, fai hiotolem sabmlttido a julga-
mento, nesqe tribunal, o roi'Famcisco Mendes
da Ro&ha. conhecido por'Chiioo.Damnado, accu-
sado de ter, no dia.2 de setembwo de i*176 as 7
horas da noute, na estrada da Magdalena, as-
sasinado a Virgino.Jos6 da Silva, praga da
companhia de cavallaria. por cujo crime fai
pronunciado no art. 193 do codigo criminal;
tendo por defensor o Sr. Manoel Augusto da
Fonceca e Silva, alunino do 4o anne ,da Fawul-
dade de Direio.
Depois dos debates prr: ecoaI.ra o rx6a, o
conselho de julgamento recboeu-se Ai respec-
tiva sala As 5. oras e rneia da tarde, voltan-
do d'ahi As :6 e meia.
Em vista das respostas aosc qnuesitos, Ioi o
r6o coudeoinado a pena de gal6s perpetuas;
protestando o advogado por ntove julgamento.
Duranlte Lode o tempo que durou a sesiao,
n'o s6, sala do Lribunal, come las proxi-
midaOpso edificio conservou-se grande quan-
Utidad-de4a pave.
Moeda lalsa.-A'oerca desse assumpto ve-
eebeu S. Exc. o Sr. president da prmvinoia o
seginte officio:
( Juizo. municipal de .tefalo de Floresta., 26
de soterumw da 4&77.--Il. e, Exi. Sr.-Parti-
toipo a V. Rw. iul hantem, ,as 9 horas dodia,
peoUor nmais 'oa Mens, sado ,,evisado queJoa-,
quire Bazprra da Silva qne me villa;se aheba
hlia agw4is dias vendeado .faeo, havia em a
noite dc, diaartcededntc rpeahliado a Antonio
Manoeel dce Fiueoiredo, pela quantia de 226000,
4 moedas falsas, flz vir A mihaIa presence., no
sd Figueiredo, eoro taadem a Bezgrra, e pro-
cedendo As diligenciasrneoessarias, apprehendi
as 4 moedas aUudidas e mais 3 em power do
proprio Joaquwa 8ezera, ma oocasio -em que
estava seande per min perguntado.
a Depois de procedidas as diligencias, fiz re-
-colher A cadeia o dito Joaquim Bezerra, e man-
iei remetteo os ,utos-ao Dr. promoter publioo
da comnarca, para proceder comno fosse de jus-
tiQa. As moedas soa. as de vinte rkis, e apenas
teem o algarismo raspado, um dourado e ser-
rillia ral feitos, de sort qua s6 I pessoa rnui-
to ignorante poderias ser eUas trocadas.
c No auto de peapatas Ioaqairn Bezerra
declaou quo Nanoel Pacheco, morador na fre-
guezia Mova, provincia da Bahia, foi qiem !ha-
via dado a ella ditas moedas, euau mez peuco
mais O a menos, corn o fim de ajudal-o jelooqu
creio que Pacheco 6 social e Bozerra, e talvez
de Simplicio que ha ponce passou moedas fai-
ses em Born Conselho.-Deus guarde afV. Exo.,
-Illm. e xnm. St. Dr. Manoel Gorentiano Car-
neiro da Cunha, muito digno presi4ente da 'pro-
vincia de Pernambuoo.-O juiz municipal, An-
gelo Jansen de Castro e Atbu~qMtr*.
Criminosos A' casa de detenaco foram
recolhidos, no dia 17 do corrente Jose Antc-
nio de Amorim, vindo do termo do Patnaares,
come pronunciado per crime de furto de ca-
vailos, na provinciadas Alagoas; Luiz Fran-
cisco Berges. conhecido per Manteiga, e Feli-
ciano Felippe do Assis, vindos do termo de
Iguarassu, ambos coma criminosos de monte,
este na provincia da Parahyba, e aquelle no


t ermo de Goyanna.
Assasslnato-Na madrugada de 15 do cor-
rente, no termo da Escada, Joao Tliemoteo e
sea enleado Jos& Themoteo, assassinaram cam
tire de clavinote e diversos golpes de facto, a
Manoel Candido de Oliveira, pondo-se-ambos


em fuga.
Comniuissio central de soccirros. -
Fbi-nos remettido o seguinte :
i Juizo de direito da comarca do Bom Clonse-
bho.-Villa do Bomn Conselho, 2 de outubro.de
1872.--Im. e Exm. Sr.-Cumprindo o que Y.
Exc. me doterminou em offioio circular de 15
de julho do corrente anne, tenho a informnar a
V. Exc. que durante a ultima quinzena de se-
tembro proximamnente fiAo, n alo chuveu uneste
Lermio.
s CQntinuamn a appa'rcer emigrants das
provincial do Ceara e Psamhyba, e ados ler-
mos de Flores, Ingazeira e Buiqmiw~sta pror-
vincia, muitos teem ficado per aqui'o e wno se
encontra uma arvore nos arredores dest.avil-
Il, em que nito se ache abrigada uma faMilia,
a- outros teem seguido para as mattas.
( Os emigrantes e a populao indigente
destet ermo continuam a se soccorrcoidos pela
commissAo de soceorros desta villa. ,E' e que
tenho a informer a V. EXic. Deus guard a V.
Exc.-Ilm. e Exin. Sr. commendador Dr. Ma-
noel Clemenrftno CArneiro daCunha, muito dig-
no president da provincia.-O j0i'z te direito,
Bento CecdlUiflo dos Santos Ramos. ))
` Juizo ntmicipal do termeo e Ingazeira, lo
de outubro de 1871.-IIlmt. e ERm. Sr.-Sitis-
faQo Mmile me fol par V. 'xc. recommendado
enm of efr cAculartd 15 de julho, iaformanldo
que nmai'ttima quinena 0o mez de setenibro,I
nada dccorreu que merega menoalo, a njo sr
o appareitmento do igmai huias aliafigru-
ao abundi'ntes que caiirtnl hontem 80, vulg4r-
riatte chamadas tovAdas,' cbntinmndao no
mesmo p6 as cousas relatives A secca. "veus
9u 4rde a V. Exc.-Illm. e Exm. Sr. Dr. Mane1
lementino Carneiro da Gunha, president a,
provincia. 0 juiz municipal, Argemiro MaNo-
tiniano da Cun-ha Galvdo. )) M
a Ilm. e ExU. Sr,--9saw pre I uwa4p*4
pecto da horrivel secca qme daeva* esil per-
thes. As chutvas,:unino oacadeon antas ca-
lamnidades uao aprouve ainda a Providenmea
outkorgar-nos. -- w 4
r Desta e das proviQsas visiinhas coutinfia a
emnigracgo djqs rekiranteS qua, acabrua)bados
pela fooen, saio aqui pelc digpa eo u missaoe soc-
caridolas e para a villa de Tacarat e divrwsos
ponfitoes da pavieoia de; Alag4ai, seguem .pres-
,$ufwos tldAo esperamaabrigac-,.o
-^nttaS emnmrgafia%, pois, a saspenslo
dos soccorrtes para esta comarca importa o
Ii)w (BI9, iWU sizQWa de mooL oemarta pamra
apeo 4eisftlida ,Peus guard, a V.14xc.
-ViiLa-.,Qila,,idjd eeteihro de t17.--Illti-n.e
Emi. St. I*.,iel Fv B>tbO< iriv arirO da
Gunha. 0OjunWdedu'eito iateoia4 Arconci
Perei adat Silta. a ". -
Sagmtenora 30 de.sotenttbro.de-8T7. --rillma.
e Exm. Sr.-Gommunico a V. Exc. quoe cati-
nfa no mesmo estad osecca flagelladora, e
em escala 0s" e o movoyimrtm dos
retirantes e6m 4brob6 e nTaeara-
II, os quaes, so'det" d44 unietAdailo do de-
ldgado daq teio, datli segut as da ie
cima e outros de rio a baixo, i|e sea
I re todo$ as s Occqrrto ~ oI$^ 40
S0O mesrtd a a"stui+1bat
qui., corn notavel p W'

m es dins toeagi-rv joA
rI Si.- (A., do.(ta.vdeniott;O r


...... m o M....OO... ..... 4M;UIi_
ficuldades quanto aos Mios de p -os ad-
quifir e trinasiortir, "'a pot eonseguintemaior
a necessidade'dedesocCofr a todos: Quando
em tempo normaes ouneoa deixa de furtar-se;
como Se no fjirtara em uram tAoanormal, em
que a f6ra a difflcultosa comida do matte, nao
ha de qua so lance mao? Portanto o furto,
S cipalmenme mP4 m0 4M ja U-.
anhavel, poi l0Io0i6 16-ass *tlmUB
I fclear sem sa olte.
SEntretanto 4ti e se l* ne Noiw-
4 n. 1225, na alabr4a degme uai
po do ladre I do iIr Maa*l-l-
ino, tern ass end Beilm et
Brava, na.o w dob *uitoq inveo-
da incande. gina o do notiat-
*k, destro no ij sa m.
a4 E' ainda pId | do abo, quete
esso rabiscador r A verdade, quo etom_
coutinua do do tal artigo, diz em outro perioe-
[.I. t | lsTiaet~apodrecendo na cadeia por ter
ff AV iairton s na o 4d-esc"m a contrariar
aoqaoiadessa ',wdem, porque o senao eoia-
o* Pi puniico ,eacarrega-se dessa tnreoa, poias
;bea .ceoapmhente, qatepelo furto do quatro
traxa4trs ninguen.6i 1progpesado como rauba-
dqd owo twror 4o Iugar per oude canipeava.
,( NeUa villa wai-so s e eavolvendo uma fe-
bre, que-iewq*anto somente hajafeituo nima
vitanmt, tfayviit parme ser .de mieo ,aracter,
p4s, seMuado a momnha opiniao, ella tern a
meawma or4gem, qua a de Cararati. Deus-
pUrdeo V. Exc.-IUm. eiarm. Sr. Dr. Manoel
Co tentno Gafnceiro da Cunha, digno preal-
dente desta.peovinoia.- juiz dedireito, Mi-i
giel, Goqpjajaesw a
a Juizo mitVnicipal do ternmo de Graito, I .,
de outabro i4877.- iim. e Exa. r. -dnfe-
liunolte ainda coatinfia a flagedtar os habitan-
tes des termmo, a teprivel aecca qu assoia o
inte'ior desta e do eoutras provincial.
z At aqui ulo hotwveram chuvas, a atmos-
phera, porao, de hontem para ca, tern miuda-
do coanpletamnente, de sort que me parece
que breve as teremos.
H lontem trovejou umrn pouco e tern rel irm-
pa ba..


peado bastante. I
(( 0 numero dos rotirantes que aqui tern ap-
parecido, vindos do Rio do Peixe, provinecia da
Parahyba, Vend-i, Tolha, AssorA e BiWballho da
dolCeard, tern crescido espantosamearte da ul-
tima quinzona para cd.
( Com poucas exoepgoes, tern seguido para
Jacobina, Joazeiro e Capima-Grosso, da provin-
cia da Bahia, fornecendo-lhes a commissarty
desta villa algum sustento para a viagem. t
e Muitas families deste termino, se tom tarn-
bemn rdtirado para os pontos jA mencionados.
( A populagao indigente tern side socconri-ida
corn os recursos enviados pela cornmissito
central dessa cidade, mas esse soccorro quasi
nada aproveita pela pouca quantidade dos ge-
naros remettidos. Convejn, todavia, que ella
continue a ser soccorrida, alet que haja invoer-
no capaz de t azer aabundancia.
SIReitero a V. Exc. o ,pedido que jA fiz em
outro officio, da remessa do milho, arroz e fei-
jio para sementes, visto neo hayer quem as
tonha, nem rnesmo para vender ; assim como,
fazendas, porque o pave estA completamente
nh. Deus guard a V. Exc.--Iim. e Exm. Sr.
cornmmnn-ndador Dr. Manoel CleTo8ntino(Carneiro
da Cuaihan, munito digno president da provin-
cia de Perarnambuco.--0 ji/z municipal, Candi-i
do Aloes Machado. #
q Salgueiro, 30 de setmnbro de 1877.-Ilhns.
o Exnms. Srs.-Accusamos a recepCio de 3 of-
ficios dessa commisssao, urn circular, datado j
em 27, outro em 28 de osto e outro em 3 do
expirante mez, no segUndo dos quaes sigaifi-
cam-nos Vv. Exces., que de todos as points da
provincial lihao recebido sempre communica-.
Ces na5o s6 nroticiando-lhes o verdadeiro es-
tado dessas localidades, dos soccorrus rece-
tidos e do destine a elles dado, comno recta'-
mando, fazendo pedidos sobae aquillo do que
mats uecossilarn as respectivas oommissdes*
para soccorro dos desvalidos.; esta commission
porm lterin sidd a unica qua eo ha reclama-
do cousa alguma, neim dado moticia do estado
do ternio, parecando por isso (ue de oada tw -
cessitamn as seus habitaptes. ,
Saboendo a t- o lora pela eltada de
Umaiso s que jui iz eipi, urm dowae-
\bro dta ownmisio, .irig a m '-A*we ":cia
ea data de 11 do mesmo niez de agosto da
precisSo quo esta comolissho tern de dinheiro
para pagamento dos fretes, enviam-nos a
quantiade 1:009. No 3o, eni resposta ao
inosso de 12 de agosto declaram-nos : 40 fo
haverem recebide o officio em qle solicitava-
uacs dintheiro para pagamento dos fretes ; 20
que logo que constou-lhes essa falta, imme-
diatarnmeute remetteram-nos -1 000$; 8S que a
obra da cadeia nao p6do etw autorisada, por-
que ellas devem ser feitas por um system
regular de construgcio. procedendo plant e a
presence de um engenheiro, oa quo nao p6de
tLer lugar actualmente.
( Ao to, isto ,6, ao officio circular acompa-
nlha o modelo de uma Conta cortente do mo-
nvimento havido, quer do recebido, quer
do despendido que recommendamn Vv. Exes.
a toinas as commissoes para lihes enviar no
principle de cada mez, a, respeito do mez an-
terior, e se f6r possivol, em vista dos. aponla-
mentos que tiverem, formula umna conta que
estando de conformidade coin o modelo, com-
prehenda 6s mnezes decorrid)s desde as pri-
meiros soccorros.
a Respendendo primeiro ao de28 deagosto,
otferedec-nos ttizer, que, havendo n6s dirigido
a Vv. Excs. o officio de 16 de junbo, emrn que,
em breve resenha noticiamos o iomvimqnto oc-
corido ate aquella data, e requisitavarnos al-
gum dinheiro para fretes, aguardamos res-
posta potr Maisde mez e meio, sern reiterar o
pedido. o que s6 fizemos depois que perdemos
a esperanga de recebel-a, quando entuo diri-
gimos o do 12 de agosto.
i Estavamnos loage de support que esse of-
ficio deixasso de chegar As mtaos de Vv. Exes.
pelo que esperamos com.resignacao evangeli-
ca a sun ta pesposta entretinto esse supposto
silencio nosso fOra interpretado como condem-
navel omis-tO lie 'ossa parte, do que os dos-
culpamoip, naoi S6- ,ofqq igvnoravam, senao
ainda porque tetr0s consciencia de nauo have
faltadoo evn o-l0oss0 dover.
s Ao Ete 27 do 'temtdo mez respondemos,
quueo jnsmtaneleit6fOm -erie recebemos a men-
cionada qoantia-!e Oj papa pagamrnto de
fetes; polo qnan qatlsfaizemos a quantia de
26l7^80 que j4>ibviaftmos pela condueqilo do
+107 ratgas,eootavetrai" Vv. Exos. da co"ta
corneto qnr eoK e'ecug, o ao exfigido no offti-
ciao circular spt'a rmoncionado, junta a este
Sreoeitaemes.
C Finalmente em resposta ao referido offieio
circular cumpre-nos declarar quo considere-
-mcs Imatural 0 quo poanderam Vv. Exes.
que nulitimo de "gdsto remettemos-lhes uma
nota, que, senoo 6 em tudo econformne ao mo-
delS, nao lhefetltoucousa u-cessaria ; polo quo,
julgajmos-nos-ispensados do repetil-a e da-
mos s6mente agora, como iromos danudo, a


conta do movimento do mez.
L Cumpre-nos agora manifestar a Vv. Exps.
qne o vigarlo destafreguezia, pouiderando-n,
a necessidade quel hia de co)linuara-seano se?-
Svigo da( novamatriz, qu e estA paralysadoes-
.de o anno proximo passad'o,. por falta d
nhet0o pedto-ncs qo e levasse55nos1ao eon4o
fmefit8 d9 Vv."Nxcs. essa circ. c a ,
deo qua 1eloo' ( Io modod quAo 1s 0
trb lugais, mrgssem ,dO. -
a aqui ti n) ,ailiati snTOAB
Sque sepda oi($a wo 'apisg, Cms
siahdf' pos'' eiteO iia e M te
Stimentos destin8adol a os soo c'o
acabar o femida vsto0
, serviCo d' cop ,',
tura dost ,tIs
manifest'remin-se t0
- rio logoque absM 0
o empeaihadq em Le
s NOs, porq'>|an
Sernittimnob 1
- soervfio de Smiail
o D6o0 guirdo a v.
- Dr. [eaquirm Goqna


ii'o

. ,


hm 4:0.ootm%
bOPOOe4 e4tto l-oOftot
^8t>i~e~e >t:f f o00no8
A sabe,+, -
Fkiinha saccos
Milho 88 a
Feijio 8 a
Sal 2 bars


Esrnolm


*i~ibz44~*s


Pagao't do e iA nducoes 4f
Ca0 paeraI et villa, a
caalaaiuan ^.


12#340


267S5W0


Saldti -tixis em cfliareio '\ 720#160
.;S ** ". <, "'i* *^===-aa
tiene4is distAiluidos, de 12 a 15, per 446 che-
fes de families deste terino, comprehenden-
do 2,503 pessoas.
"A saber
V.4a4,ha. .44 Af66
Milho 26
rotal 70
Generos distribuidos nos dias 16 a 29 per 52%
ch<(es de fmilia deste termo, emprehen-
dendo3,'0jea'6s ; aqsitf como 257 chefes
de familiar retirantes, comprehendendo 1,051
pesssoasque receheram per oecasiao de pas-
sarem.
A saber :


Farinha
Milho
FeuaO


36 saccos
12
.8 0


.. Tftal 6 -..


Commisslao eseifal de soccorros 4d68*0i-
ro, 20 de setemrbro de VP77.-**. &(Qoqnfal-
ves Lima.-Anonio die Soag&a Gouveia Flo.-
Romndo Poa'eib' Filgaeira Sgpaio.
'loed1aa IfsIdf-itMkA-Ante-hrontem, d
nolte, alguem hfiilmanannie ,usa ifldusstoso)
ao transitar emrin, dds earros da conipanihia
Ferro-Garnil, da wina-da Magdaleua, pagou a
repewtivanpassagety corn uirma moeda de nikel
de 200 r6is, moeda quedbbis foi reconhecida
falsa.
Era, segundo nos infonnam, de chumbo, do-
sado cn algumn ou-tro metal, e bern traba-
lhada.
Acautelem-se, pois, aquelles que receberem
taos moedas, pois bern p6de acontecer qte
aquella nao stja a unica, emquanto a polioia
nto verifica o facto e descobre o autor dessa
nova industrial.
Auniversarios.-A 19 de outubro do 162
chega a Pernambuco o general portuguez'Ma-
ltiias de Albuquerque, corn o character de go-
vernador da capitania, independent do da
Bahia,.c eacarregado de fortificar a cidade do
Recife e a costa peo:rnambucana, trazendo caoto
auxilio a esses emprelhndimentos trees carf-
vellas e 27 soldados, e assume o exercioio *
dia 20.
A 21 de outubro (Id 1838 A creado. no
Brasil, o Instituto Historioo e Geographico.
Exaines de preparatorios. Acha-se
aberta a inscripCao para os exams de lin-
guas, perante a Faculdade do Direita do Re-
3ife, tie accordo conm o arise do ministerio do
imperio de 27 de outubro de 1872.
Victhmuas da seeca. Como se evideticia
do artigo editorial do ultimo numero do T'db
a Qutr'o, artigo ique abaixo transcreveros, a
redac(;5o desse periodic cogita de pubticar
urma estinampa- coinmenmorativa da triste si-
tuailo etn que se achain as populgces do in-
tericr das provincias flagelladas *ela- secca,
e destiha 1,000 exeniplares dessaeanampa pare
serem trocados per dinheiro ou per fazendas
roupas usadas, corn appticaQoe as victims
do cruel phenomneno physico.
A referida redacQ-to, no intuito de levar per
d'avante tlo generosa e humanitaria idea, fi"
tudo das pessOas abaixo indicadas, em com-
missOes, e espera que todas, aceitando o en-
cargo, desempoanhal-o-hAo -de ineHior forma
possivel e de sorte que a idea produza os mais
.ambicionaddo fractos-
As corn misses, qao, como flea dito, rece-
berAo dinheiro, roupas usadas e fazendas,
'.onmegarAo a sua faina na proxinia segunda.
feira 22 do correante ; e n6s fazemos votes
para. quoe s resurllados que elbas venharn a
colder correspondani ao nobre pensamEnto
quo iniciou o commettimento.
Eis o artigo alludido, ao qual succede a re-
laI&o das conmmissoes
a A terrivel calamilade qua de ha mnezes a
esta partLe afflige a grandissimo numero de ha-
bitantes do nosso paiz, torna-se do dia para
dia mais pungent e assustadora.
4 Se v reae ninguem mais p6de ser
inteiramnenteestwaho ao horror da miseria,
que se estoAdee propaga pelos vastos e ou-
tr'ora fertels sertoes desta provincia e de ou-
tras que nos feicam ao septentri'to, tambem 6
exact quo nem a imaginaciio mais viva e pa-
tento poderA pintar corn fidelidade as scenas de
desgraQa que per IA se voe succedendo.
k( 0 inforlunio bate cruelmente a todas As
ports. Centenarqs de famintos cahem inapi-
dos, immundos e nas peles longas estradas
deserts oua no nicmio das extensas campinas
arenosas, estereis e abrasadas pelos rlios de
um sol ardentissimo.
SOs que emigrando da terra onde viram a
luz do dia, e da qual sc separam agora pela
vez primeira, opprimidos pola fume, no Neio
da goral desolageao, ainda sentem forgas para
resistir As grades e penosas caminhadas,-
chegam aos centros populosos ou As cidades
do literal, apresentando aos olhos de todes um
espectaculo de indescriptivel tristeza e angus-
tia.
Per toda a parte o desconforlo, a penuria
mais digna de lastima.
s Dir-se-hia que a uberrima natureza do
Brasil estApagando-se, em desgracas, dos des-
precos corn que a preguica, a incuria e a im-
previdoncia mais criminosas tern desdonhado,
as riquezas que ella Ihes otferece ha muito em
sou vastissimno seio.
r No Ceara, principalrnente,os estragos pro-
duzidos pelo temeroso phenomeno da secca JA
nao inspiram somente cornpaixutc; infundem
am indizivel terror nas prtprias populae5es
onde o flagello aiuda nao chegou
e Um amigo nosso, que ha poucos dies re-
gressou da cidade da Fortaleza, vie n'uma villa
proxima a essa capital unn grand band de
retirantes, pallidos, esfaimados, partidos do
'fadigauns andrajosos, outros quasi comple-
tfiente nts, esmolando de porte em porta,
ccm oa desespero do quemn ja nuto pede, mtas


ordena que ihe matoin a fome, terrivel, in~sp-
portavet. ......
a Mogas, gibncz P. 1, A t.l i Iipdts
e felizes o -_., .conc&egavani ao corpo,
cheias lde pejo, tranfsidas de voergonha, uns
mesquinhos e sujos farrapos que matl lies en-
cobriamn as fornTas.
( cs creanQas apanhavam na rua cascas de
laranjas, fructos padres, tudo cnifim quo Ihes
podesse satistazer as imperiosas neoessidades
do estomago.
x Conhe-a factoes da tristeza degtes, agonias
Uilo pungonte. e fique-se pare ahi embragdo
e recluse tllvagem egoismo quem nao
os6in -r.o pulsagee& de umi coraCz-o de
1 ftfem w1 *
fTN6s, 4ido sublime pi'incipio 'da so-
iariedade -, 'bbramos deoaccordo corn
'64onpan ud0rhbihasima cruzada dos
in e trdos infelizes.
u^issnso.naeit So rinsignifleante, qua-
,ft A6 m o l 'A boa intenc(o que se
ifa aina' qua por actors de peqieno
l ito 'a set acblhid e nilo coberta
Se+baIlA~es. ,
dKste1 mQdo e contando corn o
nv4 ltB que ja ded oiara vez nos acolheuI
Sdeliberamos dar A estiampa um
Ifti artist nacional-o Sr. Anto-
nio Ye- aprppriado ao tim a que se deOs-
'at,, e dqual deosnho mil exomplares sero
istribuidos entire as pessoas philantropicas e
fpedeLSdasda desvebtura de seus sme-
iotes, mediante a esmola que as pogew e
k genqttlm tos de caridade a cada um 40


de ver,


* *


j


J


1

n
i J












de flft% ef ,7 d64e = .1 ~ ~ i Viu w 1 umu1 e !pe~~~*
....s d p .j.j f n. ae p. iK a i B w ? dr r.. 3 .. .r ..^ iaall d .i *


~Srs. Ghtriaa Afte Gomes Go < ae io. & ru e deBo w esus n. 8, tN"o obost*e epHr j "rl !J aIicia, I
Pira bA eloseda S fo n soiWio de azdainglezas e granceza& 4 tto estar d en c V o novps fUlIo
doe e odlva da Medolrl Ju0 r, Frr o Cernlterlo puIco.-Obiluario do dia 17 0 jra 0 -S o
1'vla~rdcigao, 1.1, Ramros, JoS6 ?anstino de oa 4rY urt87'. Z& L:d yw iradbflto' 0thp ,e^ a i ~Wecbbi.. eAauafauoI)brC(
Porto. Ankitlo~ e T 1111imaiiiin iisiiij e I >m rnia- EdePiei ai n l Hf nKr on iidoitn ewtfrn-rf ** Itifinteitgt ^ifa~lljalifor:s f"^ 9B1 q rn> ^r. w pospu^'^. e
.(Ffegrezie d^ Sant Antonito |bncc 9* s, P ? arfe~ti~tto enca- lor, acastellou-se na attenuanteda wiafcua e!Ms ab ft r ( eatre TheotO Jos6 idi Soue,, sen- J1
c Srs. Joao Jose R. Mend, Jon6 Leeoptd phalo. que apezardo eonceda, O iLo Ltvvoa o pt'. B t$1t^*^lmltb Eko o0 iutatrva{lo3 p|eeiwlhiti otv h
Bourgard/, Antonio (rroia de Vasoonoelosi, Myaria Amelia Tenorio, branch, Pernambuco, da ferca. Q(ando o coaseiio euw. re r Ribebro. .. A'A7 hcwaSet rar e Te-JMtm t<-,
Dr. Antonio de Suza Pinto, Antonio arlos 24 aAfnbs, easdda, 8. A dof ; fere puerperal. a pena de.omw hr o -u iW ertreolhali egt J |. d *
ftmnmr "311 A gfe iri o t


Ferreira da Silva, M. M. L. de Aa'.tujo Leo Joaquim, par'o, Peitf baee-, 9 rnaeS, S. consternades pr ver dectetdda emHa pei qa l.*iWino .Spnte ooipo
Sf'regue:ia da Jboa.-0Visda Antonio; convulsOes, ellsb Fepelliam e alguns nco se cowtWPr5n '* o-. 4 Inj;a ) b &i, cpn a ta- ea
( Srs. Dr. Antonio Jos6 deta Pinthelto, Manoel, parilo,, Perambuco, q mazes, Bba- Essa con deuacao foi poeitp no Dr. An ao hna sa0'ta. 0 bet ahecid t vaC
Dr. Jos6 Antonio dS Ainaeida Caahe, Ti~aoteo Vista; convulses. gelo, que sabendo, ou dvend9 saber ftue 8, o, B t- s or Revm, padr Joao Carlosde d io i ra
Duarle de Albnquealoiue Maran-ho, Joo L- Maria, parda. Pe r1ttio, 2 annos, S. An- attenuante nadda fnluii nia paer, nro 4e duzio a r4 daS d'i -. ,;P ra
pes Aiheiro, Vei'issi no Ferreira Chas ft- tonio ; cachemia palt.; defeza de wiodt*.aatlcUfeil be dis- 5. ea i|<|M apf e, o.A1sJLfo-t _ra, coadjt tlota dclI* *jgiegM; fialli- c
nior, ViclnteoT. Baeeis r. aLiban1ia d Coioeiq, braerc, Pernambuco, po lv5es do conse ttu. :.!0pe6sMe teta6- $ed8 v aa o a4a ue iO u T
a Frs'geria de S. Jos o5 auinose, soltera, Boa-Vista, hospital Pedro to que o Sr. Dr. Atnelo tnot peranto a re- 4.' cao i ,j4 Rft.61'a, de fogo de astificio com)psto d, iu- P,
c Srs. D. Candido Jose Lisboa, Dr. Antonio i; ozena rubro. provacao uranime de sen a5e prq CedoaldOr 4eaea, n tonicio Auoetiw pf cil- Magdalen,, prcta Peritianibic, 48 annos, nuara imptea s odsagaaoc v qs tet fa t. ti ldeioe4o ,Rtonio 01br o. d.i. Ae d a me-o
uha Cesai iJqse -Gooalvves da Silva Brio, solteira, B~a-isia btospifti Ndro 11; tuber- -*EcMio, nao; sftq passados rmal d zea Od0inei J : ,- k ste OyMtl
Thotnaz AzVQiio Coimnra, Joaquim C. de Car- rulos pulmonai^. : porque LeoMeio-fol cOtdeaJAwo i mo ~e ei 8.' odtD Yip a.tl1te, o*8fr: kf totfeApiO-' a tegedw. oDit tern poupado esf:* pi
naito. ^ Jos6 do Carmo. pardo, Pernambueo, 70 ie abril e a^6 agora eblRo inlTrpoa aitnda o tinario Mi;S'W'9i^ey. a paea quf 0S fls so torom c6
Concerto ema bneieflQo (das vIettimtfs annos, casado, 0fle-wta, l~ioptte fedro II;. recurso do gr&ca. 5^ &C* eoigr 'TeiIW l$ono Sfi Pet 't-aeoeeLia cpe ti devirff~t ua n
SAtoe a io 4e8oai. -n- om c e fse2ncla de knfecrio purufenta. 0 e OSr. Dr. Ange o agiuaMalaapavldo 6 exe- gustod e 4
hayer esp,.ctaculo no theatre de Santa Isabel Raymnfada Maria da brnceioP, brara, Pe r- cuq'no de LeonoioseIar ttm imaSr pda in)-, 4. a PadrotWa9 C pede ae digutos jt
-a 23 do coerite, sovnMente na nQite de 24 po- Oaquio, 49, nos, solBeira, G-raa ; hepatel Nd-a;osavista dos tactos, o Sr. Dr.pAgel,6, Almea B r- -r do rua Made d Des
dera ter linr rvis sai sfes do palaeAi o da presi- indocardite. long do sa' &i yga doe prsos pore e .* cp a.. ere, OS.I F arillu Mrsfari Uac s
denca, o concerto vocal e s4&tCoental, pro- mais qu ur promoLor porque este aacusa omsco,. da|sit ol .^ Jr6 ara- mi lAar ao
moviDo pDIo Dr. Jos BernarAdo iGavao Alcofo- Vissa o dscobrto, fat sou offlor e o Dr. Abgerqo ac- dos -er- ma ian o, pelo qu. ak
ared, em hbemftei tias ranlMas 4 eoaca do Cusa embucado na capa de advda ssiU 8. comnia.--Alfees o S. Lmt Aoio ietsal m tot aua lAerna e
Ce ar4. .F I ra r tvai mandate o pts Vrnaado iate para a for- da Silva jPnho. deconhecida ead -
liiw .-Ao4ba dasa r'ihz, imps- S ca os infelizea ? IJ h' o la#tao^ .a.ce. 5.' co i ,*bia.--Alfeoro o Sr. Francisco Ca- eife, 17 dtfluhro do 1877..
so9 Vin foreTe, o dscu*i$m to Vidopelo Sr. CPermitta Deos que os genmPs e raIuoap ti- listo de .Ad t1i, -d o esh erivaeo,7.
academic Joaqim.n gnacio costa, em nomnoe s "-- rt, a e elantas i la esS 1 O cu-tq ocon0 sr. Joao Franci- Joaq im Arthur dr 4#tos <
do Athtneu Benedtol nessb o magna de ...b.. reo tromendo da execuc tao de -eo8e W 4 co da Sotst o Oaq Artur d s. '
.dO d an aotfan o marmoreo orao do Dr. Asgelo a elle Qu passe a r interinainente a 2.' --
Oaolo eqa, tpwi O~e do Aomfanh a do t tril ord b a no ie0pin ic ado ond so cwteeasoompb UW"s.,9o"t.'





" "du. evitaoplane icinado oude so collie: so uoropaoia o 8r. tenenee do I.', Joso Antonio Sr.. redactoro. da tevista Dia-
d es 4a Bahia.--Na Casa da Fortuna, do Recite a Olinda eBebe*ibd e despreza o geoWwio das victias a e as myriadas de Oliveira.
Ju6doCroproPrnmuo,7 doe bimpre ac aoa Sc que o i, e W asars a oe- Para if hadaled V ,''pnhao r




a rua Pnmeiro de Maro n. 23, aca-se Receita do mea de setbro de do mpreca ue voll sobresua cabe- para &oftmandanle do 3.' opnhia, o Sr. I d din de cha-
venda os bailntias dntuelima grande 10tteia da t-877 i:9-2r 54O ga, teoma a) inenos os juiaos de Deos, cuja tenent, ia 8.', A6O i Apoliaitio lM. Wan- eo a V Ss o dign e
Bahia, em benefio itrugo public. se r em ieual mez de 1876 3690 useguite.tn dere. mar a attenteoe do origxm. o It. psoeaen N
Commemoraaeo rutOebre.- No dia 23 o -.-- : oecupar-me desse fallado a lulo que o Sr. Para, Mos di ddte 4 .ao,aahi, o Sr. da provipri -cia eda CMrnn o central de N(
do corrent" (terca-feira', as horas da manhi, Em far do annoe 187 6305850 Dr. considers a o breve s da rara 0 palia maior eftoO de Vdro AeodaSilva Pr6a. socooros sabre o saptiiute rtntA:
um amigo d, finado ,not enhor Franciscoe clareza da discuss peo-h pulque a int- *i e
derointerhIw, oogSrdosat, tvqga6 dpaorose urni a- 6d.4 d'apg p




Muniz Tavares manda calebts, na matriz da DIespa no mez de setembro de gra para setp conhecida crelo que em troco tenente da nl t A ediicao de um aude dagua
villa de Gamelleira, uma missa, por so esse 77 9:07848 da lealdade corn qu o tenho tratado, no me Da o'It4,or 1 n el coQas- potavel, era de trasceu utilidade
dia o do 2" anniversario do seu passamento. Idem ei igu.il mnez de 187G(' i-0:45438 recusara esse obsequlo, salvo eo 6 segredo e dante;siao,orvididlos osa ofieiaes romea- nesta villa, se em redor- do mesmo nao
Bois pesteados.-Pelo Srn. Dr Cunha Me- u o p6de sert devassado por olhos profanos. dos, a se require no.doigQ 21. as 4 horas hovesse dez ades am e di i c
nezes, medico do matadouro public da C- Maior despeza no anno de 1876 4:37-1f957 Recife, 18 de ontubro de 1877. -o tarde, ioftetrh eai', eafi. de delotiere- he a cis- ,'
banga, foram hontem mandadas inutilisar as v". Viana. rem neg ieteled^ oarnes de urna rez, pertecente ao S'. Suuza Rendaliquida no mez de setembro Lino 0- tnte roul o an- pOVO se abastece d'agua poSvel em
Lima. de 1877 2:8645059 OS FILHOS DA DESGRA('A dante. r. tempos noi'iuaes. -0
Mlssa hmebre.- Amanha, as 7 horas do Idem ,ae igWal mez de !876 61252 U goveo e a commission tral, no
dia,-na matlin da f,'guezia de S. Frei Pedro AS V.ICTIMAS DO NORTE Oh l atpraa oeq ninguem i0tuiioven a commrrirsos f tlae da
Gonaflve? do Recife. lo Sr. capicao de mar EKm favor de 1877 2025807 OFFERECHDA A S. D. P. REGREIO LAGUNENSE de fiafttah ar t'e m',jam ais perdoasu So, ca d a e i a de um
no rd. almfoer- desosa, flul ia onja
Vuipref -Aor o bpis de Olivira 7unare -_-~ ca os ineie (;A*E we.ca 5.aiinran coincca bid urAnoS.Fanic a






manda c-amiln aruma missa pelo descano eter- Escriptoio da compauhia, 18de outubro dilencio da matte o funebre cortejo Incaut-ida "atepJXov ajoSO da morte, aude d'agua potavel niests villa, ec, ar-
no hiv almae sua esposae1.D. Euhlia Forjade 1,877. L pass alum no gzO da a(aplt se, tI fl6Tr regando desta obra ao virtuoso frei
e Olie,'. 5ee A"taanra Lima. E que vultos s0o aqueles esqualidos da id^A, foi s or ura Aflbnso Maria de Bolonha, missionario
Faideci'neuito.--.Faleceu honteam, e ser AntoioTia Costa Rage LQu dalliovbn?! taioa D. M ari un-
htoje sepultada no cefmitnroo publito, pelas 9 ________________do Dt. fobi'e triQoeira D. Mariana A 2xan- caiL ho.
boras doo dia, a *exw moa.D. aiaIoft norida inahf o1 NtosUbao






horshe spuladdo iaa n)ExmCe~ter~sr. D pbliOMviaHonri~els d9 ""q .o5 cadaveres porventuria oi'guidos lrina 0fvir Lryc; ok~orte do Sr. 'i Wit" r desaeerto tanto da commis- NN
Ai,,o,,a rni o r. HINDICDoACOESchUTEIS 6a"i o s o?!L J^os da de Lo-anior sJo central, come do governo, pols
Era senhora muto Iistinet i pelos ^ dtoes im Dascampas alevatlados esendendo d Oie
morals, irraa mao?!4 ,qt~ Qa, i~ ~~ I Au,,ai [!W !~(l
0 seu corpo acha-se depositado na aipel i Medicos doso daiilea o- ijjd-d dos um outan.3ri W visto qaeo
do cemiteriopabhco. a fome corn a moMee dd imos dadas do eime* a i 17tma 6s armadjNhia N0 e
Ao S'r. Ba'to de Seninhaem e seus imaos, Dr. Lobo Moscozo, rua do Visconde NA'ooamnnnbar de osdda doopS *l i iioar ost adi arn apwa- a
peiD.cnsdrobde amra aami r m'p.agn iit4 : paosgdqu gpoia-sp-







d o.esoenta Ceral dpe usaesob de AlbuqueIrque 39. sao os flhos pda doesgra a abandonando OSdseim) o o r: deaaao gadoquaISvaemp-80
uasnaiflod enosras deFasaismio -Sol (1advados O pobr e fari... .
a rubrica marjer,' pblicamoe boje a acta da "dasi do 0 pboan!s irradiavdeB doalegiJ q armeam se Ta bm-sebre d preju 6 ^o siderablissi-
inauGuraco dcssia fabcica central, na provin- Di. Gue es, ruWd o (107porador n. et a facrintos implorando irr1 ar)diaatqm siemia ijtll d ra ea'- s0-
.ia edo t, anic airo, e os dive'os discunsos 48. Eu-s Caro idade expandia o# .Sn ite li* a d esatioa-vse
Iaridade! "" 0 ee87or0a4wt38, seaase0oueihor
pronunalsio,' solemnidade. Dr Antonio Drummond, rua do hn- Um passe mais tp aer'o podem, dar Desosdos cos! as .e eneart rreSariru difcar-
p'a'endo mov?;i? as soguintes palavras da re- .e o 20. Piedade! labios p^ata | a^|||rMiirn U.|pso t*nmo corressemw be-nn era, bn eqiucar-
daci) do eio!-. aonhelarnos que dentro em p C RiFazeridas e modas de O at iv ioj cjeo 4 urn se rn a rio W que frmo-
opouco seo dC' imudso nesta oeovin1Sa a7 assen- T Anto n oreia de zes rua r esultado & t daleioa,
tarintito oxploramh io doe algum dos engenhos -a. n -as -g~ba eo uater
centraes c.ctratados, efim de quo possamos Primeir l irqo n, 13..... ..............................qud.... .a :ptiea- fba aag'ens d, auaba-se
tambem gozar desse 'ande meihoramwento -S rip arla mO6s Era una tur-ba immensa -del que-Ps 0 audmnical nregra, pois quoel.o
dona future imense. -ESGRACOc Prrneiro d







lse future imqoaense. d aso I C., oui Prieiro de Caminhando a soluar nv inside a vii depos dd nos dar Ds a chua eces-
iGonsta-nos qs e a acritada casa raonmer- Btrs 6. Por values' serras e mOnties, ma, qu u-deforqas ne o a p6de sara, paldatos trees anuos seix sof-
&.ial deossa ahi os a. ilo rhes e Fabroadecl7ro a vapo Sem saber onde parar! a r pelas fl
plieavSes nec2ssarias 8 s0me7ehanAe assumpto, BuSrgard kG., R'e(dopadse LANtoaia d if eoeife 15, rua do aedifican-
Uns drmaJoiosombanteitaistaa de Oliveirae (Guiu49:uearfl-e es 1Cediican








o que mesmo temLii ordns positivas para Marquez de Q cinda, Santo Antonio 3, Denotavam dOr atroz, o1877 danduueaMlllals desas carI- dotaroi aaendse
acordar nos meics de rcalisar-se essay ii6a em rua Prirneiro 'de Ma'ro, Ba-Vista 54, Otros tres.s co sos 17nbos ad de1o77.de s a- fe !aI &or e-
Ponamuc. a d ipeatiz ia-s.. con!i hoo p; ao:1tiis deue rxindo tarid 4 tt'iir~ o,de estAtsnoei
e .s as p:lavras do GPlobh: rta da rmpatria Riam-see d.. core r og e a alma. atf Omaivpat l e S 0 fiPado, pue collocado a mera hor0
A ina 'J-ibir^4t f 'ues agnesra-c devemo< ^Ivau e& i~ifl l g de viagern da villa era terrerto deserto,
sam, e crdeio acontcimento quer Ferreira Maia C., rua Duque de A'queles- esperana ios z- e w v s d hiantes, qu i
p-lola-o intita, le pel e conoico fguxi -he a II o, Cos.....oLia. a1 f do. 57 Pro hAl 'aiWe st u ia U
urma prioa !ioientce (taeriunto d capaz a ini- Eicadernaciro, pautaiao e paplis tYma aurora li.- obrigados a atrvessar o rio Una
ciitiva idi ividna1, qanna.jo jm enoaDminhada, Mirada iwior, rt aque de Ca- lsoe nio quero fniiigar a josta tth, aos seus 1 so provere, dagua, sera t6co doa
e tm (to cntanca mseur S xeiuoreS; abrde s B A' esDes o desespero- inconsolaveis pai, de querm vener iErtoraiidaes, gar fde s gaiatos
nova r'a pira o dIenvolvinento de um vmO Il, de l -Espetro dos sonos seus .- a irreparavecl a, dou os meus pe- irio tomar se* banho. e fazer rende-

denea no Br'asil. Liecai tElteSris ea praicas de fran- Fazia coin q^uodesorssoni zames. Aos- noit Codoun-se garantias de jaros a difTf- Cez, polo tlettodo ms lfacil paa se Deatudo ..... t6 doDeua! ficam tao ced.... das caricias de doa a e hj ,o
rentes emprezas, que se propunharn organi- a p ender est zingui em poucos mezes. Aqui via-SO una velh& Ofla-- ai. ii i~at h^ *.fjltm" a1' noB^ ^K% perimetro, doj
sar engenhos cemtraes pata o fobrio de as- Giirso to^os 8* dtas na rma da Aurora jai sem trvs, Mlqretid, xio de ].eu$. -' -"... sn e td
more",QII *: ,4 VmYhoes psAi










sucar, mas nessas concessdes houve tal vcio, n / u .o andar Ao sen bordao ,doda,- 18(d ontr; 10 leguas, 4
que naca foi possivel atde agora levar avante 41 2.0. andar. Morto do fome, arrimada 18 -s o s pei s a o ... .ml r


nenwmfa tellas. -
A empreza de Quissami, qeitsf* A(at do Se oar rio, se vidf, --' S. Beto, de outabro de 1877.
vor mereceu do EsLado, ou da provincial, ahl bA ,I Settslbt lpto, Srs. vcoe-'Nai.uee'mao) oatra-*
esA funccionando, e proettar ide L c caeri )resun- Reveva4as a oqo fiz no seu conceido --
resultados a quem nellaltajou se e4 e C 0 m t paesno desgosao, i do wu nce Erratau
eun grande exempl.ue d'i *i i^|i A g radas 0 sppaliao de.gosto. ... -a nrespeito do catgut, esqueoen-.e radi-a
polos lavradores do Brasi. a rreufinor Afinal opobre acio er queo Sr. Dr. Chaco j o tinha No artigo pulicado no Diao de 17
S ) nosspl) assiicar soffre hoje grande con- doces, licores. acipes grande varie Cahi pr eraex do: mpgado na drenagem d oos : do correne epigrae-sc-
cur-ia at nosmnrcadosdoRioda Prata, dade de vinhos ji*Kpast K morreu asi imepubliao em rectfleacdo,4adisso i avalcante
do pioi: e t similar, qu vemdos Estados do Vendas coinm d(coao, emn grosso e a Sem dar se o 4t gewdo. ,. em meu communicado de naiose haver de Albuquerue, deramnse aiguns en-
Pacifio : e o meio de podermos sUi~tenitar a'aho'., ernPras cn gm it, u commat ilpliC. nid Icraaiade ol de ih.n=aid epegd adtamaeia- gns e-cmosr, u edpaa
Iota, 6 a aperf'ei(oar o seu fabric. '. Via-se ali cicih d in pregado a dita materiaoso ue esaara
os lara. noro isto u e# n| n g1ide r deosiperD tante andarja canCadas, ,d Recife, 18 de. outubrao de 187-7.-Dr. nosso revisor, os quaes merecem a
qut o procediirento des associados doon-d fazndas doposito A one ossos 6~S(w%-SA)3 -^ Lobo into correeraio i
,imitem 0 podmtodoa oo o. en- ':-- de fazendas francezas, inglezas, be)gas Mrtas de !elori g#pd4es-I ,t1$*A4t pAt'0 O0 qt. se'li|4 efe
genho central de Quissama... so ne e. defeps
< Emquianto a lovmr t9| C r uaria s I Outras nhas, lacnoCosas, i ,ltt A n d tt ec t
teccao dos podeptp ...tini s d a r rdo Nao asreehando s enem qut, et, c. s1: r
triste estado, emoqi$ o C., rut tdo As'io na o 6 piohand o0 qutd.`reoo
triteesadol pt s Por se obter u exempla, No7. period, ode. se : os
mais rapidamente para sua ruina. d Pili. ii fil" ,r a n2.o 3PeI; .s, "os4
Br Bern erecem da patria, aquelles cidadaos, Rheniumatismo f olio mieios a no provarem. 1 v
qua deran o uobre exemplo de confiar na Cura certa e rapid i elf empreo0 e Oh! espe o t61ario ste, I a
iniciativa individual. k -) 4 E~xi e nr Con S, ren tun- 9 e 0 sel': a fre-
Dcntmo eni Iitcos dias'a casa dosSrn. t T ^ ed
son Irothers & (.. esoera n* dom ttyi Ye a..qbotica francezaV do rail ew ix a reAcn heas. r
ducts do ongeeti'rn do g~e I Tfpu1ds ..t z n.. Mo 21 P g ZR I1! ile$lesanL I Q! s 9 i g ati he1
exporao ao a prer) public. _____ Alm ..viaa a_ qu_4 __ ,__. -. .
Reuom mcwnda'mnos a leitura das ditas peUras. p$Iirmn ,inmn a Al6n3 ii u a txr ,
General Ozdciro- AetetteM- nos o s&3- P hirlfr r lftE te rttfs8i .O})0 ^ J, i od;-l
guinte, iPedicdo sua publiceo ofcisoaioUd A HIM 9r Tresvari*ndo em deirio :' f a--o .-
^ c^ ^ ^ S S~noranoso I"0^^* ^ !!^ ^ .Tresvariando ein delirio:=^p^ ^.N
Acumnissao dos officials honraios dos ua aT-s"
exercito, e da qual 6 president o IIm. Sr. te- Srs. redactores.-Amni9 u Dso Viid e IAt & '. d --d". e
nonte-coronel Ernesto Silva, andou hontem pe- que fiz de moItstra e r.' reti ^ < Csa Maia j&., .j-de q4a- --
las ruas do trajecL(o do Exm. Sr. general Ozo- lugar de deoder os pfe id $ br ix r er- M nti i, tni'aMk lpi .0 urpa' i No 27tperiode ed 0 do qual
rio pe lindo aos megociantes, e moradores, que dadeiro pro'lVobr;'it-. bddmifai'rei o io,., Ja nao ni a-u I-a ? .. w & C,, .u. t o .lerad se c'ustituissemi em commissues rara assen- vinmento 8o jury wlativ -ien aos !reospo- .. lta" t.
taren i uo modo de abrilhantar as mesmas ruas bes nosexe irio de iod 1iW7, eneSie -le- E Ma riart&-ct *- n. fo t4pS. .od e.d o ul etc p,
e pede ao- noineados abaixo, alguns dos quaes fendeu o Dr. Angelo,co 4e 1WIa 876, etW' Loueatd f l C r d estS na nao forainm encontrados em suas casas acepem que d "f ni 6Adef48, 6i* acia do leitePno5 sc `qa O et'n-
essa nomea;ao. o Dr. Angelo .2 e. idesi54t.o.dofn-d Oh. Setr. oo$t ; oi.' anrc i-armaiem0.i ['Nas pmeneOdganos que it-td qea n
1,a Io de MVarfo.-Jos6 de AzevedoAn- vidose 7 Acoodeh-h, ma nt saas .a.c.n no,,gno qJo er etmdmrsolAi e p nam correcda.
drido, Mauoel .uJos-6 Machado, Antonio Jos6 aLtes: nSDelodfndi 48 prsos, dos qqes E oti. ? A.-cpd r rs- ar *cor--i .
P rodsqe *ptli j ? ru !i- Esda,1 & otu (it177
Gordeiro SimiOeS. Antonio Joaquim Fernandes iram al stooirs, (ousteo e oft ffm- Jaai&illel*# il -rua Pri- Escada, 17. d OUtuo e 77.
da Silva, Arthur de Almeida e Bemarcino nadosl :.,. Q1tVoAous ter

Duarte Campos. F do terI o-eUtb fia46 int6pfz 4 appiaces Coapniundo uosd.o .
ka( eI do Cuabugd.-AugusLo Fernandes do e o Sr. Dr. AWglo n~o in erpoz un)a so, e con- P
Rego, CGsario Aciircio da Silva Papoula. Jo- formou-,oe cdmn todas as coddemnates. Pelo E nos labio0S$eu gret"ar -- ?
seph Krause, Antonio Francisco de BritoeJoa- quadrm em resume se v) que, emniquanto o Via-se comedejfAr f dDA S j a
quita Oreste de Moura Gondimn. promroter public em 48julgamnentcs obtinhaI Urn sorrir anwrgurado festa de Nossa Sebora do Rosario da ----
Rfa d Biao da Victocia.-Francisco Can- 16 condemnamgese o Sr. Dr. Angelo em 22 ob- Quo soltara oL. k gtS ; n f b PPPtr
dido do Amaral, Antonio Josq6 de Azevedo, Ma- teve 17, mais do que o promoter, logo 6 urn C -_ Sa li0o cbt t Beiodia 4U Ji4
noel da Gosta Poreira, Emili.o Ioberto, Antomo promoter corn capa de advogado dos press Foi o adets etad6 :d l n 'S' ,' DiSraCb,.t6Plets, iO'ISaU _) 1877
Machai. o Pereira Vlanna, JoR6du O iCrtsuhoicoa4 pobres. Qui khmiweffl-ree- mt'reas gyrand|Olifr* etd I
noel Jauuario do Arruda, Vulpiano do Rego Deixo de escrover os nonmes de todos o.s Quando o ultimno 4susiroa .ih ao ar anntIChtE.1-87bi- 7
Baptista e JosI Joaquim Alves. uresos porrfei porei algumas LC o (ft AO f *o1A ;I ttaNii.sd.ti rcidade a, ftois- d ntiawa, do Aaaj, ,,0o por
SRan da Imperatriz.-loo 4hiz Gomes Pen- circumnstan r no exercicio iba Vilgeor do H- rio, tocadg t- 4, -ra de litreos, ho emu.
na Junior, Jose Lopes AlIjeiro, Napoleao Duar- de 1876 a 1 pa es emores veriflquem .. .-. .m. Jm -.e .
te, Temoleao Peres tde Albmquerque Maranhao, a exactidao do que avancei. ..!, .-. 4. aiasfl- a m, W e pO- Cb0sobre 4s 90 dv. 7/8 d. pr
Leopoldo Bour&ard, Dr, PrmI des Goenes de OpiT* 9a''iarinoIf i Siouza Pitanga, Olavo Antoni9 Peroira aroel voltando aojury e 5qRdo defndldo pelo Sr. este oquadro lgubro d ltirosannuncar 0 tibre dit sta 5 per t
(4'aPtrgN~ ntnqPri4 t l'et udolgbe W-d9JIirosa nnunckirfi dWt, vsto, 4 55 om't-oo
dos NIsoimnento Cesar Burlamaque. Dr. Angelo, foi condemmnado no grAo maximo; LA no nrte .,.. i"" i"irm'b, p omparti i 'rbdia" banoaio.
Pracadt Conde d'Ea e Oa do-Hospicio.- lida a sentence pedlo permissao para fallar e Nossos irmAofs, fugind'-iaeatn nops or .as 'P pr a e at c sao pbic
s doSl aonisi SgAgeoto : dk e ,a i ard marci t$';l oe znod a 90d'pi sa 78o pu o
Dr. Rayrnundo Honorio da Silva, Jos6 Alves protestou solemnemente qoe tinha sido con- Pela*rQ%.-) .t i s, ,rf disn de eneoopbrB,69em. oio
Li, De,-io de Aqtino Fonceca, Dr. Silvio T. demnado sern defeza, porqp o Dr. Angelo no .. :,: re ,fsividadedA nom. Ag has ioaIes de hont-a sa
Tlas-HBas, DD. r.erM de Athayde Lobo M*s- o tinha defendido. Ah! Senhorm a w! p da4' areles Exl* Pidroeira. Ao rOpB -da aa do Janiro, 45 deve eorn /2 0/ ds e oide a
coso, Flavio yerroira Cala6 e -Haalano Bes- ,Miguel Gwnes e Anni,, absoItoumo d s-,- DesgadsT .rbi sobr o Rio d a-
sone de Almneida. u I4dfd teoy' o ivk!r W ia-v sublies de.roil o'OI^ o dga depoas da i1 i 0/de dosoato.
Vapor'es-Sao esperados os seguintes : ab e sendo defeadid pelo Sr. D. Angel, foi -l a dsica maral LU x- Bernardino de Vasconcelos,
Potoi doSul amanha condennadd e passou em jult. : t hidas pas d, lin Presidnt.
Orenoqiue do Sul amanha Foi se divulgando que o Dr, Ang o de- Yalei, vaei ae s d6raodos niiseros alja alv? .. L. Le"'f
Bahia. do Sul I ,22,1 lfdia, porqueo era edvogadoLea s n n&pro- L Pot30,mpar0o! a c.i,5 si l os be- Sor ,
Delambre da Eurokpa iM Si ctrava evitar que ella foss* a rnas Eil-o dp-jbeos iif o dus cos a-'-ia
Viite de1Rio de Cdls's e para c6neogulr ?-atm A pW0! bi l6o qie i Ghsgado i tABuitlo
Janeiro da Europaat 12 2 !'.iwrv a a i l a 'ds e '.. dwaeado devotet iitot ie uo Repdimento do dia t o.q 5 9
Neva da Europaa t 25 feN s toie- for- procurando evi- Ouvi os rogos seus. Ah! 6 triste e bem cruel IOS A Ow A's$ tX'a-aJ Id dodia 8
Omo tec4 Sbell .-Morrer assirm lSitr '
jkra~whuo do Sul6 imevitavol-e o. termior ohguaNaurora d Aa wfeit eie1
dosu Unswtar Kdadsewf --
a iot-L'. U,,Xem-1) b A ]VA'.?- fl 'C19
aenI4s obras da ymatT~tdW m JP. 1'.4rI-** %


S inglez S fteo
etCa sf, iri8 riiw~Werite 090"
ImadosHewy Forwswrai.y unwi-
etvi6de pedra m W touaidfis tAs
)nsignatarios.
I8PACJOA F IPORTA(AO NO DIA 17 DV
OTUOUT0 Dt 1877
POrtO d6 etertior '
No brigmit atitriaeo G. del ,tv'!nte, oarre-
ram : para oCana#, J. 8. LoA Fillht1,000
we, aoomn 75,X0" kilos ds.assucar avasca-
do. ,#4
No patacho americano M. R, Gusa, cavrr*-
tm : para New-York, H. Foster & C. Ia
)uros salgados corn 19,584 klom.
Na 'beca franeeza Rio Grkde,.marregou :
ira o Havne, A. Labiti o2,000 owuros vardes
)m 42100 kilos.
Sa brota portugueza tob1A*f, t0garamn:
a'w IMWa,. S. GainMries & C. a4 co.ae o s-
W ldcs ow 3' 23 kt '.-
Portoa o 00 tAWto1 ,
No patacho inlez Sea Lark, carregou 4 et
Vafl, C. G. Toites- f11';i acos cOr .1X)
losi de farina.
Na bareaa Cona fib u i B(Bgprm:
ra atta Julo lrmiio, hair,.,,m' l
ios de aasum-ca, rfmiado.
Na barcaca Aus da Cruz, carfeigdo "
16, 5. A. 0, Plirtes Jutftir 4 blrfb -
ros de agUsIde*W.
CAQPAAMAA DAT ANDtii
endimentododia I a 17 123P89
Idemrn do dia 18 4fJ$26

VOLUMES ENTRA s .


) dia I a If*
odia 17
Patacho inglez Islander

VOLUMES SAHIDOS
a dia 1 a 17
Otia 18
1PmtAiira port o"t
Segunda porta
Terceira porta
Trapiche Goncei(ao
Trapiche d'Alfandega


.;3177

V178

14,491

fit
44,14


SERVIWO MARITIME
Alfarengas descarregadas nos fs
6. a uIif I* 17n8
t dia 18


NAVIOS
o dia 1 a 17
I dia 18t


NTRACADOS


WECEBEDO-RA DE RENDAS tIlER -
NAS GERAES DE PERNAMIIt0O
endimento do dia I a 1t 7tt0 7
Idem do dia 18 2 76

41
CONSULAR PROVINCIAL
Lendimento do dia -I a 17"- ,16
Idem do din 18. -;
TIBW436
9o9
OVIEN I TO DO -ODO
Navios entrados no dia 8 .
.ardil -4 dias. lugre linglez Scottise
Chief, de 32i toneladas, capitdo Ja-
mes Hay, equipagem 9, curga oarvAo;
a Henry Forster & G.
.ntuerpia-54dias, lugre inglez Bell
Keith, de 434 toneladas, capiWiJ.E.
M. Donald, equipagem 9, cal,%M -
lhosde ferro; a ordem. :
Navios sahidos no mesmo dw
Bahia -Patacho brasileiro Paragwtasi,
capit'io Louren~o Rodrigue6 do 0'
Ramos, em lastro de area.
rerra Nova Escuna inglezau DO.,
capitao P. Pongel, em lato de
area.


-7etml n. 35,.Por m"Nu , e ordem .do insj ^ i| oa"
iRlirwlao public, faz-S e
-Joao Valentim do i ti a ue
-virtude de autorisas- "si-
W e da'provincia,' Jk. ,e,
fica racindido o oo*ta*a. pd
qual a mesmo pprefesswar c#i aida
nblica de, ensino -p t -ft*t W
a seu respeitoahYp >
1. do Regulamento. aoRgll
bra der8'74.--Secr ltiad i4o
publica 4e Pernarpbupq0f
di 7 O secr-etar'
ra(. -Sl.a 1ulu wir 4
..* Edita 3 i., .-
UpCn"uha aiir~pins~gi'j*| ue
renpjas peda de
taes ns, 344 35T, de d0 '.
,pasado e do 1o do comnt e de-
prdoM dt inspector gBraL soem
nhores pcofessores publicos. -
Secretaria da instruccao publiR4 ir-n
buco, 46 de outubro de 1877.
0 qeqet14arjo,
Joaquim Pereira da Silva Guma4es.
Jose6 Pedro das N~wesm juiz de paz da
frecuezia deo S. Frei Pedro Gonja*
yves do Recife, etc.
Faz saber aos que o preosente Q ^
lerem, que acha-se minrcado i dis .
inovembro vinoouro para a rtunif :-*
junta parochial que tern db o .' p l c'
alistamento dos cidiudto papa .rS.9 lo
co do exercito e armada queo 8 anham
rem aptos, conforme deteomina M -rtr
9.o 1.o do regulamento approiva4oi-
lo deoreto n. 5,881 de 27 de fevereizr
de 1875, visto como deixana de ser ef-
fectuado no t.o de agomte, na forMa da
lei, par motives impreisiss Con' ;c.u
pois, todee os interessada con~ a-re-
cerenm na matriz do Cort ae ara n
apressitarem todos Oa tt{ t e a
e reclamna(oes .a bern d1 K ata
E para- conheciment 4J !}'.:
sou-seeo pres.Ovxe, quo a
porkt da matrix e .pub ..... !


ATINC






















! 0 Dr... l tqui Ganctives Lima, juiz
... doat feito, da fazenda desta'provincia
d de Pemambuco, etc. -
SFago saber aos que o present virem
.ueirn praga public deste juizo se ha
~I .-p arrematar a quemn mais ddr, find
.i OQS dias da lei :
, Umnitio na ilha de'itamaraci, corn
i 0O pds de coqueiros, chaos proprios,
'i corn 300 palms de frente e 3,000 de
' ,,u.vdo (que e umrn poucto nesgado) corn
S uma cn a de pedra e aal em mao sta-
|a daj q? mede 38 pigatosde largura.
e.%de comprimento, t salW*1 gabi-
iete de lado, 3 quartos, on inha f6ra, 2
4 'p sOidoIt 4 decad, .a '.a porta
' '_U ,iem cad& urn dos oitWes e 4i te-
-Jtlicro nos fundos da koesma casa para
Sdeposito de c6cos, avalida a casa e o
sitio em tres coutos de r6is.
SLja oasa vai aprataa requerimento
tn6ventariante dos lens do finado pa-
Sre Ignac o Bezerra de Menezes, Josd
Maria Ferreira da Cunha. -
E Kara que chegue ao conhecimento
: e.et.d vpa.iei passar o present, que
Sserailflhcado e affixacto no lugar do
.costume.
.Dado e passado nesta cidade do Re-
cife, nos 15 de outubro de 1877-Eu,
Luiz/ Augusto Coelho Cintra, escrivao, o
4. screvi,
Joaquim GonCalues Lima.
Faculdade de Direito
SDe ordem do Exin. Sr: conse
Iheiro director interino faro publi-
t co, que do dia 20 do corrente atd 10
S.de novembro proximo, esti aberta nes-
Ia secretaria a inscripao para os exa-
res de linguas, de conformidade corn
0oaviso imperial de 27 de setembro de
1872.
0 que pretender inscrever-se, dever5
faze[-o nesta secretaria por meio de
requerimeoto ao mestao Exmn. Sr. con-
selheiro- director interino, e declarard
nao s6 a material em que se tern de ins-
crever, mas tambem aquella ou aquel-
ias em que jh tiver sido approvado, a
fiaio e respective naturalidade; assim
...,pmo exhibird attestado do director do
coaegio ou professor (legalmrente au-
torisado para isso) que certificarAo a
habijiWao do examinando, e se sdo do
proprio punho deste a letra e assigna-
turado requerimento, tudo de confor-
Smnidide corn os arts. t.o e 2.0 das ins-
.rurcoes baixadas corn o decreto n.
4,430, de 30de outubro de 1872.
Outro sim se fazpublico que deve
ser competentemehite reconhecida a
assignatura do director do collegio ou
4o professor que pausar o attestado de
habilita-o.
Secretaria da 'aculdade de direito de
*Rcife,, 17 de outubro de 1877. '
'0 secretario.
Josed Hoonorio Bezerra de Menezes.
0.Dr. Jos4 Jacintho Borges Diniz, iuiz
.-substituto especial do commercio desta
cidade do Recife de Pernambuco, po0"
S. M. imperial e constitUcional, a
qunem Deus guard, etc.
SWIevo saber aos que u present edital virem,
ou delle noticia tiverem. que no.adia 8 de no-
wmbro vindouro, se ha de arrematar por ven-
daa quern mais der, em praca public deste
j.izo, depois da respectiva audiencia, o se-
guinte:
Um sobrado de 2 andares, sito a travessa do
Capita n. 2, outr'ora Jose Martins, na freguezia
deS. Fr. Pedro Gonialves, lendo i varauida e
-QjaneUas de frente, I sala e 3 quartos, servin-
do um de cozinhia, isto em ambos us andares.
o pavimento terreo acha-so em aberio, servin-
do do armazem, terdo a casa de frente 5 me-
tros e 70 centirnetros, e de fundo 6 metros e
S2 c.ntihetros, em uiaoeatomdo, avaliado por
-. 1 I : eoacha em poderdolel l geral
aawto 4Atoio Luiz do Rego .WVo
'*iifk a praca por execuc&o de J'o.q.im
.. -<^etao dliCarvalho" contra o tenentM


.francisco de Miranda Leal Seve. E n1lDt.mw
Sdo langador que cubra o prego d'av a
warrematoco sera feita pelo preco da a ll
So. na f6rma da lei. '
E para que cbegue ao conhbecimento de to-
d4s. mandei passar o presented sdital que sori
bricado pela imprensa e affixado nos luga-
'- fdo costume.
". .'^ito pado nesta aidade do Recife de
sr.uglmh.omo.T de novemnbro de 1877. Sub-
tTCOYOresto Silva.
", os6 Jacintho Bo'ges Diniz.
; '&ddadio Jofb Ignacio Ribeiro Roma, lo jioz
-depaz ebfreguezia de N. S. da 8vfde do
oI'o:o da Panella, em virtude da lei, etc.
""sz saber aos que o presence edital virenm,
.. n. q 1e naostendo podidoretunir a junta paro-
Sial no dia 1 do ajotb'do corrente anno, se
reunird no dia 18J de novembro proximo futu-
-0, paa proceder h alistamento do cidadios
S :a nrebw.a-para o ser-vio do exercito e arma-
.a,.ascondioes do art. 9 1 do rogulamento
appoivado polo decreto n. 5,881, de 57 de feve-
.ire'de 875, devew ')o essay reuniAo se cele-
.," brar no consistorio d.i mi.Lfiz, em 1tO dias con-
secutivos, desde 9 horas da mroanh "As 3 da
i-h tarde. Convoco todos os interessados a com-
parecerem nesse lugar, para apresentarem
ltodos os esclarecimenios e reclamagOes a bern
d4 seus direitos, afirn de quo a junta possa
Tazeras declarages e dar infornoaces, e es-
dclarecer o juizo da junta rovisora que tern de


It
;A.


apurar esse listamen.oto.
E para conhecimento de Lodos. mandei la-
vrar o present editai, que seria afixado.na
porti da matriz e publicado pela imnprensa, e
'ue vai por mimr feito e rubricado polo juizo
Sde paz. Et, Manoel Frandisco Coelho Junior,
ecretari3 do junta parochial. sutbscrevo Ma-
,.Doel Francisco Coelho Junior.
" :' Freguezia de N. S. da Safide do Poob da Pa-
" ella, 18 de outubro de 1877.
Joilo Ignacio Ribeiro Roma.


0 Dr,. Quintino Jos de M'irada, juiz
de direito da-.Ia vara civel da cidade
do Recife e sea terno, por S. M. o
jppv'ador, a qu.em Deus juarde, etc.
Fac saber aos que o presente edital
vili e deile tivrern, noticia, que a
requaerimento do Dr. .Ioaquim de Oli-
SoraeSta, inventariante dos bens
,*. ,eis_.Ieo finado Sabiao Bruno do
jf:iaOer vnOdidos em hasta pu;
*.. tres praqs coqs.cuti-
~im CL -q* rs menm*x
'iN


'i0Mac, n l n4L io t Wqa a sis"Ua
.eomn h a tQ l w t e pnael t- aA-i
N um dos W
9! 'ac laidelu. caaa r qiwwtos'~ ^^ba if
te.rvem da au.coamodj ao de eao- s "rws AMI
%0&6*0d i ; *sacaMew e a-s4 Ou
i pjc~pao (i&l, tpoedue o taia gar do e ft"I
aborted, om unr ca imba de pedvq e "'ot6,'1
"vi d pa o wjnv r iL de fundo, comi
e~av -ayhado po. 64001M0-. pudita- por.fi j i
safteriSmS, sitaAs at rua deMotocGolmn ^ g"iete;.
aa fregueziaAde Afogados, uma .30, grande sitio o
courn porta. ejanella, duas salas, dons rSos,"ylipdi
quartos, cdbzinha, fora, quintal murado, A part deiv
corn paeimba, mediado, quatro taetros zenm no caes
e vinte centimetres de-largura, e ouze medindo 5Q d
metros e cincoeittaa centimnetros de fun- centimOtros d
ido, edilicada era chaos foreiros, ava- 14 metros.e 1
liada por 1:2008000. Uma dita'n. 32, tros de fuodo
coca as mesmas accommodates, arrui- predio, eper
nada, medindo tres metros e noventa nymo daw s
A casa terrE
centimetros de largura, e onze metros A lg do0
e cincoenta centimetros de fundo, edi- corn 10 metro
ficada em chaos foreiros, avaliada par metros de lanr
.800$000. Nove meia.aguas, silas A rua janellas, sal
Gdo Gerimum, na mesma; freguezia deemaaberto, a
Afogados, sem numerous, tendo cada Bernardo Jost
urna porta e janella, urma sala tia fren- 4as para pag
to, um quarto e urn pequeno recanto AR fazenda na
quo serve de cozihha, n medindo cada doreda fazend,
urma tres metros e trint centimetros de Hollanda GCha
largura, e seis metro e cincuenta cen-
timnetros de fundo, edificadas em chaos
foreiros e" avaliadas cada uma em
3005000. Uma dita na mesa confor-
miidade, arruinada, avaliada por 508000.
E para constar, mandei passar o presen- A corn pa
te, que serA publicado pela imprensa e prasulipas
affixado nos lugares do costume. Dado seguintes :
e passado nesta cidade do Recife, aos largura 9 p
18 de oatubro 1877-Eu, Henr"que gadas.-O0
Cecilio B. d'Almeida, eserivao interi-
no, o subserevi e assigno.-Quintino Batai
Josd de Miranda.. d US
0 Dr. Jos6 Domingues da Silva, juiz de direito 0 St. ter
interino de orphAos e ausentes, da comarca convida a I
de Olinda, por S. M. o Imperador, a quern tincmo d,
Deus uarde, etc. o
FaCo 'aber aos que o present edital virem, liticas,que
que ooreste juizo foram arrecadados os bens batalhaio, q
pertendentes ao espolio da finada Anna Maria victo gene
dos Prazeres, e assim a requerimtnto do Dr. Mw
curador do mLesmo cspolio, e de conformidade maior pos
corn o 1egulamento de 15 de junho do 1859, rna do .
mandei affixar editaes nos lugares do costume calado, s,
e publica-los pela imprensa, pelos quaes sio lhQo; bern
chamados os herdeiros e successores da dita mem
finada a virem habilitar-se na f regulamento. Olinda, II de outubro de 1877. panhias.
E eu, bacharel Francisco Lins Caldas escri-
vao, o escrevi.


Joa Domingues da Silva.

SDECLARAICOES
Pela recebedoria de rendas in-
ternas geraes se faz public que d nes-
te mez de outubro que tern de ser pa-
go, livre de multa, o primneiro semnes-
tre do exercicio corrente de 1877- 78,
relative ao imposto sobre industries e
profissdes, depois do que sel-o-ia corn
a multa de 6 por cento.
Recebedoria de Pernambuco, 4 de
outubro de 1877..
0 adrninisLrador,
Manoel Carneiro de Souza Lace'rda.
Arrendanj2ento
Havendo terminate o arrendamento do
predio do caes daescadinha n. que temrn.sido
sempre occupado para armazeo de bacalhAIo e
outros generous de estiva, a mesa Pdministra-
tiva da-irmandade do Senhor Bom Jesus das
Portas, o arrendara novatimente pelo temnp de
um a tres annos, a quem mais vantagensoe-
recer. Os pretendentes entregarao suas pro-
postas em cartas fechadas, A rua do Marquez
dp Olinda n. 58, afim ser presentes ai
mesa adminirtrativ sua p:oxima sessio.
Recife, 13 de outu i077.-0 secretario,
Manoet .evedo Potes.
Santa Casa de o Teri "dia
.n a" W '
do Recife
Devendo ter lugar no hospital Pedro II, pelas
9 1/'2 horas da manhia do dia 49 do corrente,
a festividade de S. Pedro de Alcantara, pa-
droeiro daquelle estabelecimento, de otdem da
[llma. junta convido aos irmnos da Santa Casa.
para comparecerem a osse acto ; assim como
a todos quantos quizeremrn assisti-lo e visitarem
o referido esabeleaimento, que ficarA em ex-
posicol ate as 6 horus da tarde.
Secretaria da Santa Casa de.isericor-
dia do Recife, 15 de outubro de 1877.
0 escriv;o,
pedro Rodrigues de Souza,

Monte Pio portuguez
-Aosemb1ea geral
Dia 21- de outubro.
De ordem do Mlm. 'Sr.presidente da assem-
blia geral slo convidados todos os senbores
socios a comparecerem na sede da sociedade
Gabinete Portuguez, Us 1 ,1/2 horas da ma-
nhb, para as proceder as eliges dos mem-
bros la assemnbl6a eral, eonlho deliberati-
ve e directors. wl teem do funccioMr no
"anjo social ,e 49. W7 878 ; assim oomouMsis-
tirem a leituraidoi relatorios, tudode confor-
midade co 6o que preceltua o 1 doart. 2
dos nossdo estatutos. I
Saladas sess-esda msemblea geral, sos 5
de outabro de 1877 -01 to secretario,
C ". harO A. S. Papoula.
SFACULDAPE DE DIREITO
SDe urdemt do Exm. Sr. conselheiro director
interino faio public que a congregbt o em
sessao do hontem, 15 do corrente, tomou co-
nhecimento das faltas dos estudantes desta
Faculdade, reativas aso mez de setembrao e tu-
tubro corrente, atW o referido dia 15, sendo
todasjulgadas abonadas.
Secretaria da Faculdade de Direito do Re-
cife, 16 de outubro de 1877.-0 secretario,
Jos' H1aorio Bezerra de Menezes.


MpI A

BEBERIBE
Para sciencia. dos Srs, concessiona-
ries de peiinas d'agua desta comnpanhia.
se faz pnublico que Josd Joaquim da
Costa Braga. acha-se privado por trinta
dias de encarregar-se de concertos ou
encanamentos novos nas penias 1'agua
da mesma companhia, por haver frinin-
gido o regulamnento 'estabelecido para
taes obras,
Escriptorio da companhia do Beberi-
be, 16 de outubro de 1877.
0 secretario,
"Jope odrigueslde Sduza. _


Julzo do& filtos da fazenda
al
Es" rp R~i d Barro "
No di e'19 do cormbtpe mez de outuibro -oeri
endidos em prag.publica deste juiz% polas
I da umalab, depuls da audienCh, cs
Jta no lugar, de ,
med-leo .513te e


T p centi-
ma mretros 4 entnimetroit
SI tw-e"WW1neMls nafrente, e
l"ao itoq, 2 miaai 2 quartos'
oWut eoant0 ao eimbda, e urn
0om divecmh Awoedos fructife-,
por 2* aprtW nte a Antonio
,velra ,so.
Casa tqUwuUtOu va d s4 rw
da Companhia prnambwema.
OW4os de fu[pda A ietroi a70
e [aluia, tendgoes fdndos do
dous airnazens,jLios contend
O) cenLimetros-de flmnte, e 60 me-
, avaliada per 2:OOOS000 Lodo o
tenceete a mesma parte a Jero-
t& Lima. ,.
ea, de taipa cobOts do.&telha, sita
Barro, f(rg4u*ik.dbs Alogados,
s e 70 centimetmres .de fundo, e S
gura, teaqdo na fpmpte I' porta e 2
a, 2 quartos, I corredor bastante
a interns, cown quintal pequeno
valiada por 406, pertencente "a
6 da Costa, sendo todas penhora-
imento do que os mesmos devem
Monal e e uatas. *
le QOutdbro de 187,. -. ) solicita-
a geral Francelina Mugusto de
eon.


nhia ferrea de Olinda?, com-
de oitysica cornm as dimensoes
-cormprimento palmos,-
ollegadas, e grossura A polle-
gerente, L. J. de Miranda.
thio Pariotico
Di"o Grnwercial
oente-coronel comnmandante
todos as senhores, sem dis-
nacionalidade ou cores po-
quizerem fazer parte deste
que tern de ir receber o in-
al Osorio, e para tornar-se o
sivel, a vir alistaeom-se na
Livramento n. 15, loja de
ecrelaria do' referido bata-
Scomn, pede-se aos capitaes
que organisiem as suas corn-
0 alferes secretario interino,
A. C. Ribero.


Associaqao Portugueza de Be-
neficencia dos Emproados nAp
Commercio e liduitria em
Pernambiuo.
ASSIVBLiA GERAL
De ordein do Sr. president sao con-
vidados todos os Srs. associados a re-
unirem-se, na sala das se ;a, domio-.
go21 do correffte, pelas-4 horas da
tarde, para eo4ucao do que dispoe o
art. 36 dos nsos estatutos.
Recife e sala das sess6es da assern-
blea geral, aos 18 dt outubro de 1877.
4 Azedo dos.Santos,
2 secretano.
Irmandade de Nosas Snhora
-do T1erqo
De do nosso irmfto juiz, eonvido a to-
dos a harissimos irmAos a comparece-
renm 11 io 4e nossa igr *7, domingo
Jido a t01 horns Manhb, afim
de -7id.. 4 p wa.e leijo
dos nb, ,i&aPiot que. 4 4e rig "a
nossa veneravel irmandade no i turo anno de
1877 a 1878.
Secretaria aa irmandade de Nossa Senhora
do Tero, '17 de o6utubro de 1877.
0 secretario,
Manoel Loureneo da Silva Sobrinho.
... __ ..... -,, oji *...
Batalhao patrioticoVinm-
te e quatro de Maio
De orJem do Sr. commandant, convida-se
todos ossocios alistados neste batallho, afin
de compaprecerem no domingo Ui do corrente,
.-4 10 boras da manbA, A rua larga do Rosario
n. 26, 10 andar, aflmde tordar-so urna delibe-
racAo sobre os festelos, visto comrno resta pou-
co tempo. Pede-se aos Sr% capitAes para
corn parecerem corn o seu, respective mappa.
Secretaria do batalhiro, 18 de. .outubro de
1877.
O secretatio,
Pereira dos Santos; .





Bl& BEStBEID
Do or!!%difWirectoria 4a tnesaa
compan1E ieviuo Saos Srs. proprietb-
rios de predios, em que existemI pents
d'agua,, mas q na6, stejarn cooutrata-
das direatsW te'com os me i sos, m
virtude de tmnsferncia ou successao
de dominio.quecompaeeam no escjrit
torio da refeida companhia, afimn-de
legali.arem FOs respettivos -contr.aop
corn seup n-ues; e isto para ovitar
duvidas e coom o q W -niAo faio des-.
peza alguma. -
Escriptorio da companhia, 18 te. ou-
tubro de 1877. :'
J 0 secretario--,d ..
Jose Rodijue d r%Uza.


ci


DO
BEBERIBE
A directoria desta companhia declara
aos.8t, ,oncessionarios de penuas d'a-
gua, que todas as obras cancerniers-as
mesmas sd poderio ser feitas .corn
ciencda da diretoria, e preseliga do
respective empregado, e isto paira evi-
tar os abuses que constanterneoe, .se
dao; e4 para que nao fiquem s4os
is multas cornpetente, manda ffev a
present declaragAo. ".
. Eseriptorio da companlifa, 18 de ou-
tubro de 1877. .
0oseore o
.y* .Josd Rodrigues dq Spar. _4


8EHNURBOM JESUS AT
*PPSSMS EM'! aJ0
Deo O 1d0o irmio proved&*: AWi-
do.a todos s nossos ir s : i -
rem-se enonssoe co 0o em-..aM
era,' no" om .o co..l.,-F.ap
9b644 Basd^mfil^ii rCdjx




.''- ". ''. *'* ..: T, \-. ,: .::, "..*:'?^:..-,:


i .qte adtualweute
~~m~o.wod1 *$77 a 1878,
' wls, memos, que flca
0"-o. 1zo d6 30-dias, contados da
tdissz.pctivat'relagdes, para re-
claBarlrm o que lhes f6r de direito.
A1texaOes feitas no lanamrento da de-
. cfina rbtda da freguezia de Santo
Afltonio, no exercicio de 1877 a 1878,
pelo langador Izidoro T. do Mattos
F erreira.
Travessa dos Quarteis
N. 37. Antonio Jacintho de
Medeiros, uma casa terrea
por 2738000
Rua do Calabougo.
N. -40. Josd Joaquim dos
Santos, urn sobrado de
um andar e loja por. 4408000
Becco do Calabougo
N. 2. 0 memo, uma casa
, .terrea por 1928000
N. 20. Antovio Rodrigues
Pinto, urna casa terrea por 2738000
N. 1. Basilio A. de Miranda
Varejdo, urma casa terra
por 1086000
N. 5 A. Joao W. de Medei-
rqs, urna casa terrea 1t2. 8
agua pr 1898000
Becco da Matriz
N. IA. Dr. Josd RufinoPes-
soa de Mello, umra casa
terrea por 1925000
N. 13. Maria Joaquina da
:Gama, urma casa terrea popr 192800
S Travessa da Matriz
N. 8. Joaquim Manoel For-
rreira de Souza, umna casa
terrea por 3608000
N. 20..Irmandade do SS. Sa-
cramento de Santo Anto-
nio, aima casa terra por 4208000
Mathias de Albuquerque


N. 13. Mariana da Concei-
Vo Pereira, uma casa
terrea por
N. 25. Viuva e herdeiros de
Miguel C. Shares Carneiro
Monteiro, uma casa terrea
por 3
N. 27. Os mesmos, uria casa
terrea por 3
N. 29.. Manoel Fernandes
Mascarenhas, Uina casa
terra, avaliada por
Rua da Paz
N. 9. Joanna do Rosario
Guirnaraes iachado, uma
casa terrea por
N. 13 A. Manoel Dias da Sil..
v tSantos, urmacasa terrea
por
-Rua de Paulino Camara
N. 14. Antonio Goncalves
de Moraes, uma casa ter-
rea por
N. 26. Maria Isabel de Je.
sus Moraes, uma casa ter-
rea por
N. 38. Francisca Luiza de
Mello, uma casa terrea poi i
N. 40 Joaquina Bernardinas,
de Castro Pires, uma casa
terrea por
N. 25. Jodo de Oliveira Lei-
te Soaza, uma casa ter. ea
for4
JPa de Paulino Camara
N. 29. CmassLwA. Ci4aiovao,
e Adolphio, uma.casa ter-
rea por g
Largo do Carmo
I N. 4. Dr. Manoel Antonio
da Silva Rios, uma casa
terrea por
N. 6. Joaquim Manoel Fer-
reira de Souza, umna casa
terrea por
N. 3. Joaquim B. da Costa
Rios, urn sobrado de 2
andares e loja, tudo por
N. 27. Antonio Jose. Mo-
rema, uina casa terrea
por :
Travessa do Carmo
N. 8. Luiz Ferreira. d'Al-
Smeida, urna casa terrea
Sport 2
N' 16. Antonio de -Medeiros
Mafia, urn sobrado de 2
andares e loja, tudo ar-
rendado Upor b2
N. 13. Umbelma
4de OM 0 um casam tUr-
rea pt -
R; 40 tJFogo,
N. 22., Joijq twnL o da
Silv, W"Isa terrea
N. 6. Os 'Ummres Rita, e
Jesuioo, urma casa terrea
por 2
.Travessa do Livramento
N. 14. Casemiro Josd da Sit-
* va,:urn. s~radode 1 aj--
a n eotoja, tudo por 4
N. SL.Autonio da SiLva (Gi-
rio, umacasa terra por 2
ri,,j'. a t a Livramento
N ..>Ndia. Izidora da Cos-
ta Monutiro e outros urn
sobrado ide. andar e loja,
tudo por 9
N. 17. Jos6 de Paiva Ferrei-
* ra Junipr, um sobradp de
urn andar e loja, tudo
Largo da Penha
N. 4. Antonio Joaquim Vaz
de Mira.da, uma casa te.-
rea por .3


393$000


3608000
3606000

3335000


3000ooo

3003000


3691000

:33 3,000

213#000

213(O000

1008000


533 000



3338000

$333000

8408000

273000


2735000


594M000


1735000


1o
738o0001


HOWo
408000




00/00


005000


335000


Rui do Visconde de Inhafima
N. 10. Jose Joao d'Amorim,
nuni sobrado de 2 andares
e loja por 7866000
N. 54. Frantcisco T. da Con-
ceicGPao. Costa, ui sobrado
de ltfhdar e loiapor 8i0M000
N. 21. Rosa Candida Gon-
calves'Ferreira, uma casa
te'rrm p0r 33
N. 31. Josd Ferrira da (Cs-
ta, urns casa terrea por 373(000
Primeira secco ao conmutado pro-
vincial, 15 de ouatubro de 1877.
Servin'do de chefe,
Victoriato Josd Marinhb Palhares.


..saw wj* .aSa
,~~~ ~ ~ ~~ .'-.^J I^ ,' u-' .*i .j^ P
O.le,
.:....-. ,..% ):. ::. ... ... '.. .;:. A 4. ,: 2 : : -


Denominagdo dos actos
Prologo -Os dous crimes.
1. acto A louca.
2.0 acto -0 reconlhecimento.
d.0 acto Descoberta do segredo.
4., acto- Justiga de Deus !
Segue-se em obsequio ao benelicia-
do, pelo ristincto artist Eugenio de
Magalhfs, a poesia :
Napoleio I
ou
FACUNDES VAhELLA
Finalisara o espectaculo corn a chis-I
tosa e sempre applaudida comedia em
um acto :
Genro e criado
A's 8 horas.
0 beneficiado desde jA se confessa
grato As pessoas que se prestaram a
trabalhar no seu beneficio e cujos no-
rmes ficarao gravados eternanmentc no
seu coracaio.

THEATRO

SANTA ISABEL

Companhia hespanhola
DE
ZARZUELAS

SABBADO 20 DO CORRENTE
6.' RECITE DE ASS1GNATURA

Magnifico e variado expectaculQ
SOB A DIRECgIO DE SCENA
Do Sr. Thomaz Galvdo
A companhia, sempre desejosa em
satisfazer o- respeitavel public per-
nambucano, ha escolhido para esta
note urma agradavel funccao que tern
merecido em todas as parties onde ha
sido exhibida, aplauso geral e em que
toma part todo o seu pessoal.
Programma
1.0 A mimosa e inspirada opereta
em I acto, em verso, original do fecun-
do poeta CAMPRODON, music de Gaz-
tambide, iutitulado; ,
UMA VYELKfA
cujo papel de protogonista esta ao des-
empenho da distinct L.a tiple .D. Jo-
sepha Garcia, acompanhando-a os Srs.
Gerner, Villa-Real, Galvan ce Thona-
zito.

2.o Estr6a dos dangarinos D. Odo-
na Montodd e D. Alexandre Rondoni
em o difficil baile hespanhol, intitula-
do


executando em urna das scenas a Sra.
D. Josepha Garcia e o Sr. Bonaplata,
Um cancan frouxinho
IPERSONAGENS
Sensitiva.- D. Joseplia Garcia.
D. Gertrudes Pirrienta 1). Franciwca
ltespanha.
Thereza D. A. Pires Villa-Real.
D. Hlomrnolono Beludillo-Bonaplata.
D. Rozendo Canal Sr. Ortiz.
D. Manoel Sr. Dias.
D. Antonio-Sr. Camania.
Principiara as 8 horas.
A empreza recommenda ao illustra-
do public pernambucano este espec-
taculo que tern a honra de offerecer,
seguro do apreco geral.
0 rest dos bilhetes acha-se a venha
no escriptorio do theatre.
HaveriA'trem depois do espectaculo
para Apipuacos, Olinda e Beberibe.

THEATREO

SSANTO ANTONIO
Sabbado 20
e domingo 21 do corrente
Duas unicas representac5es da notabi-
lissima sessao do
Magnetismo Humano e Festa
Magica
dadas pelo celebre professor Pedu
D'Amico e seu filho Vicenic, maravi-
Ihosos artists italianos cujas magni-
fleas experiencias teem sido exhibi-
das nos primneiros theatres da Euro-
pa e America e em presenai de mui-
tas cabecas coroadas e nobroza a
mais distinct e ante urma immensa
e intelligence assemblea civilisada do
mundo.
Ordem do espectaculo
Primeira parte
Important trabalho das maravilha?:
do rei dos magnetisadores do seculo
XIX, inimitaveis e extraordinarias ex-
periencias da natureza do Magnetismy
Animal, apresentadas corn a maior
forga magnetic que no tempo da ig-
norancia teriam sido attribuidas A arte
diabolica.
Segunda part
Grande festa magica experimental de
alta prestidigitacao classic, executada
corn os meros que dispOe a nova escola
modern sem apparelhos nern prepa-
rag3es.
Este espectaculo serI urna verdadei-
ra maravilha de distraccoes e admira-
cao de todas as novidades que tern sido
vistas nesta capital e o public podera
presenciar esta session dada pelos artis-
tas que ultimnamente toram festejados
nos primeiros theatros da c6rte e da
Bahia.
A venda dos camarotes e bilhetes 1?
na bilheteria do the'atro.
N. B. 0 magnetisador professor
P. D'Amico offerece 10:000$000 a quehn
poder provar o contrario da existencia
do magnetismo ;,nimal.
Horas do costume.


ITHEXTRO S&NTA -IABEL

COMPANHIA HESPANHOLA
DE



ZAZUELAS

Daa., m-Agnifioas representaqoes festivas em regosijo
S i chegadA do dibtiucto brasileiro

0 INVICTO GENERAL OZO1o





a ew4d-. -- .nan do Exm. Sr. Dr.
President da provincia

S.iahesf tnhola de Marzuelas no intuito
a fest visit& do distinoto brat-ileiro o Exmn
marque do lerval a esta eidade, pr pmra duas mag-
a1'fias funo es igv4aes para o dia de eua caegada
e para o dta ap6Q. .
Os Sbm a., ig antes aquelle q eaoo o &"a' que


desejarerai bilhetos para e tes dous peetaculos,
-oonvi ad(s a mandar desde j, ror scrito suas
commendas o escriptor' ;lo theatre.
0O progrpmmas BIa' annun iados no mom
em que chegar a ioticia de e cm[arquc nit. c6 t


lARiilIOS


CHARGERS REUNIS
iOMPANHIA IFRANCEZA DE NAVEGA(CAO. A
VAPOR
Linha mensal ent'ec o
Uflavre, Lisboa, Pernambuco, Bah.a, Rio de
Janeiro e Santos
STEAMER
Ville de Rio de Janeiro
Commandant A. Fleury
.. E' esperado daEu-
Sropa atd o dia 22 do
B corrente, seguindo
depoisdademnorain.-
,!^ ^ P dispensavel pana om
portos do aul desua eal acima reo-1
is.W amnaportadoos do c *r |


bk h nportadores de clrga
sla bS, qaeiram _ru i


(: gerente,
Thomaz Pasini.


S4.
be-



eC.


Expirado o referido prazo, a companhia mito)
se responsabilis&por extravios.
Para carga, encommenondas, possageiros, tr(1-
La-se corn os ".
CONSIGNATARIOS
Augusto F. de Oliveira & C.
42-Rua do Comnercio-42
Entrada pela rua do Torres
Companhiaide navegago a va
por Bahiana, limitada
Parahyba, Natal, Macso, Mossor6, Ara-
caty e Coeart
0.=:vapor
Marquez do Caxias
Coimmandante Nunes.
SE' esperado da
iF fi ~Bahia atd o 4i 20
do correalp pe.o


I.


4.
















I









I:


-T


I,


T,


.1


I
















is 44'horis dea t-.
, Pan passaigens, carga, encomnnendas e a -0
iahoro a frite : trata-se na
Agencia
7-Rua do Vigario-7
Domingos Alves Matheus
Companhfa des Messa-
geries Ma*i-es
LINHA MbISAL
S0 paquete'
Orenoque
Cowmandante De Somer
Espera-se dos por-
tos do sul no dia20
S do corrente, seguindo
depois da demora do
~ costume para BOR-
BEAiJX tocando em
Dakar, Lisbba e Vigo.
Para passa(geiros, encomnmendas, etc., a tra-
tar corn o


ACENTE
Auguste Labille
9- Rua do Coz.imarcio- 9


Comnpanhia Brasileira
DE
Naveggaao a vapor
PORTOS DO NORTE
0 PAQUETE A VAPOR
Bahia


Cornmmaindante o primeiro-tenente G.
Waddington.
.ail ~Espera-se dos por-
tos do sul ato dia
22 do corrente e de-
pois da demora do cos-
tume. seguira para os
ports do norte.
Para carga, encommendas, valores e passa-
gens, trata-se na agencia, escriptorio de corn-
nissoes de
Bernardino Pontual
12 -Rua do Bom Jesus-1i
Pacific Steam Naviga-
tion Company
Potosi
ROYAL MAIL STEAMER
Espera-se dos portos
>do sul no dia 21 do
corrente e seguirai de
Spois da demora precisa
9 para LisbOa, Bordeaux
e Liverpool, para onde
riecebera passageiros, enconmmnendase dinhei-
t'o a frete.
Faz grades abatihnentos a favor de fami-
lias e para reducgces sobre o preCo da tabella,
&rata-se corn os
AGENTS
Wilson Brothers a C.
14-RUA DO COMMERCIO--4

LEILOES

LEILAO
Em continuag&o
DE
FAZENDAS
francezas e inglezas
Hoje
19 DO CORRENTE
As 11 horas -
0 agent Pinto conLinta lioje leilAo de fa-
zendas inglezas e francezas coinmeado hon-
tern no arnazem da rua do Born Jesus n. 38,
em que estiveramn os Srs. Mills Lathamn & C.
LEILAO0
Hoje
AS 10 112 HORAS
) agente Gusmno continue o leiiao da loja
Je miudezas da rua de Marcilio Dias n. 50, ao
correr do martello, erm Iotes, a vontade dos
compradores. ______
Agente Pestana
LEILAO
DE
Mobilias de jacaranda, com taimpa de pedra,
ditas de pitii r marfirm, guarda-vestidos, guar-
das-louqa, apara'dores, quartinheiras, camas
francezas de jacarandA, ditas de amarello,
inarquezies largos, ditos estreitos, lavatories
corn pedra, mineias cornimodas, cabides, touca-
dores corn espelhos, cadeiras die amarello, de
guarnito, ditas de braces, sofAs, mesas re-
dondas, ditas e'asticas, carteiras, prensas pa-
ra copiar cartas, finos jarros para flores, relo-
gios de parede, ditos do ouro, diversas obras
de ouro, ditas do electro-plate e moitos on-
tros objootos que estarlo patentes no actor do
ieilto.
H~je
as 11 horas em ponto
NVo arinazen de agenda de leibles, d
,'aa do Vigario Thenorio n. 12
POR 1NTERVEN AO DO AGENTE
______PESTANA
O0igenit Burlamaqui

IMPORTANT LEILAO
Nos dias 22, 23 e 24 do corrente
A's 11 horas
Seguro emprego de capital
0 agent acima, por mandado do lllm. Sr.
Dr. juiz do direito substitute reciproco do
commercio, venderai nos dias acima 24 casas
terreas, um born sitio e tires terrenos proprios
para edificacqo, sendo as casas de tijolo em


solo proprio, em ruas de comrnmercio, alugadas
quasi todas por preCos que dio o resultado
de 0 010 mais ou menos, tudo em Mamangua-
pe, provincia da Parahyba, mais 6 casas e 1
terreno na villa da Independencia. na mesma
provincia. Se venderA imais 371:700#579 em
dividas, uerteznce.c '.:udo ao remanescente
da m-ssa fallida de Marques Barros '& C.
0 catalog de tudo corn as precisas decla-
raees poderao os Srs. pretendentes procurar
em As ruas do Born Jesus n. 53, do BarAo da
Victoria n. 18 e Imperatriz 42.
0 leihio seri effectuado
No escriptorio do referido agen-
te, A rua do Born Jesus n. 53,
I o andar.


AVISOS li EIEOS

EncyeIopedia iderna
Vende-se ura Encycopedi, modern,
duttia, agicultuirora ;p-erm -
Sblicagao feitamParIoj peacasa Fir-
z tOier.


enm GanhotUnb bialmaires dos In-
dios; le o uhapeo b & paletot branco,
alasprdaqaado sahiofoibarbado, po-
r6m conta. que jA as aparou para nho ser co-
nhecido. Do mesmo engenho fugio no dia 1
do corrente dous escravus, sOndo.um preto de
nome Lourengo,-de idade Ie 28 annos, pouco
mais ou menos, send bern preto, alto, secco
do corpo, fall comnpassada. cujo escravo foi
comprado ao Sr, tenente Aqonso, do engenho
Periquito: e 6 ouar iu aq' Antonio, pardo,
de idade 30 anuos, pouco mais ou menos, gros-
so e mnito chaboqueiro," vista baixa e corcun-
do; foi compralo no Recife ao Sr. Joaqim
Perreira de Souza, poV procuragao deJoaquim
RoJrigues da Silva do rmumicipio de Camaru,
em S. Beuto. Os ditos#scravos foram em se-
guimento do sertlo e foram vistos passar em
Jacuipe, ambos montados em urn cavallo fur.
tado. As pessoan quo o capturarem serao bern
recompensadas, podendo dirigir ao dito enge-
nho ou'd rua do Apollo n. 4, primeiro andar,
escriptorio de Manoel Ferreira Bartholo.
-- PRECISA-SE de umn copeiro e de
uinm cozinlhoro 'Jibilitados, na praga
do Corpo Santo i. 15, 1.0 andar.
Uma potugueza perita cozinheira
se offerece para ama de homemn soltei-
ro: a tratar na rua dos Pires n. 12.-
Precisa-se de uma ama que saiba cosi-
nhar: a tratar defronto do portlo da gazometco.
Precisa-so de uma ama para cuidar de
meninos : defronte do portito do gazomnetro.
Precisa-se de unia cozinbeir'a, preferin-
dIo-e esprava : nfia rua do Queimado n. 31,
segundo andar.
SUm est.angeiro preeisa alugar uim sitio
que tonha baixa de capim, estribaria e com-
modos para criados, que seja proximo da ci-
dade, em qualquer das entradas por onde
passamn as linhas ferreas e bonds: a tratar
nesta typographia.
0 unico'deposito dos
remedies do Dr. Ayer 6
em casa de Adamson
Howie & C., a rua do
Marquez de Olinda n.
37, *entrada para o es-
criptorio rua do. Bispo
Sardinha n. 37, outr'o-
ra rua do Encantamen-
to.
Precisa-se de urna ama para casa
de homrnem solteiro : na praga da lnde.
pendencia ns. 7 e 9.
Na ruia da Imnperatriz, casa ter-
rea ni. 57, precisa-se de urja ama que
saiba begin cozinhar.
Precisa-se de umrn caixeiro de 16 annos de
idade e corn pratica de taverna : a tratar no
pateo da Penha n. 8.
Offerece-se umn home som familiar para
caixeiro de engenho, do que tern pratica, e
offerece-algumas vantagens economics ao se-
nhor do engenho: a tratar no caes do Ramos
numero 32.
Precisa-se de umrn menino para mroandados
e compras : na rua da Palna n. 118.
Precisa-se de uma ama para casa
de pouca familiar : a tratar na rua de
Pedro Affonso n. 34.
-1-recisa-se de um batedor de assu-
car na Refinaco Pernainbucana, rua
da Imperatriz n. 46.
-- Fugio gm dias do mez de setembro pas-
qado urea preta de nome Benedicta, crioula,
de idade de 40 ahnos, corn o cabello cortado
rente, tern umas jnanchas brancas nas m'os,
parecem pinnos: pede-se as autoridades po-
liciaes e capitles de campo a sua apprehens'o,
levando-a a rua do Tortes n. 8, segundo an-
dar, que se gratificara o seu trabalho.
Precisa-se de urea ama para todo o ser-
vio do uma familiar de duas pessoas : na rua
do Marquez de Oliuda n. 21, 20 andar.
Aluga-se em Olinda para festa urea casa
corn excellentes commodes para familia a pri-
meira da ladeira da Misericordia n. 17, tern


um pequenq sitio corn porto para o Born-Fim
e muito enxuta. Na rua da Imperatriz n. 8 2o
andar, se dir corn quem se trata.
A:uga-se o sobrado de umrn andar e sotao
A rua de Lumas Valenlinas n. 27; o segundo
andar corn solto no pateo do Terao n. 27 ; o
primeiro andar e pavImento terreo a rua do
Rangel n. 41 ; a casa terrea A rua de S. Jolo
n. 79, e finalmente a casa corn pequeno sitio
no Espinheiro, onde morou o MangiriCAo : a
tratar no segundo andarda casa n 41, rua do
Rangel.
Aluga-se o primeiro andar a ru
estreita do Rosario n. '2, por preg
commrodo : a fallar ne loja do mesmo
Aluga-se barato ureas meias-aguas corn
repartimentos, na travessa das Barreiras (bee-
co do Aquino) :" a tratar na rua do Cotovello
udmero 25.
Aluga-se barato a casa corn sotao, arma-
.tq e wmpis utoeneilios para tavernm, a estrada
los Afflictos entri. as duas pfimeiras esta-
6es, em bom pnto p I NOMPCo: A tratar
na botica da rua do Viscohd.de Inhauma es
quina para o mercado.
Aluga-se o seguMd andar do sobrddo da
rua de Horts n. 48, corn sotlo, 5 quartos,
quintal e cacimba : a tratar no primeiro an
dar do mesmo sobrado."
Na rua de S. Francisco n. f8 ahlugam-so
emas para ozinhar e engommar.
Aluga-se o 3o e 49 andares do sobrado n.
N da rua do MIarquez do Olinda : a tratar na
loja. -----%I -
Aluga-se o segundo andar dd sobrado A
rua de Mar-ilio Dias n. 10 : a tratar no andar
terreo do mesmo sobrado.
A In Precisa-se de uma arma que co-
ll< zinhe bemr ecompre, para casa de
pequena familiar : na praga do tonde d'Eu n.
30, segundo andar.
AMAS Precisa-se do duas, uma
AXI para lavar e engommar e
outra para cozinhar, para casa de fa-
milia: a tratar na rua do Visconde de
Itaparica n. 32.
A A Precisa-se de uma que seja per-
.i feita cozinheira, pagando-se
bern: na rua Vidal de Negreiros n. 16,
2.o andar, outr'ora pateo do Terco.

Arrenda-se
uma bonita baixa de capir,, na estrada de
Luiz doRego, pouco adiante do hospital in-
glez, em Santo Awaro das Salinas : a tratar
corn Antonio do Rego Mledeiros. A rua da Im-
peratriz n. 23, estabelecimehto de molhados.
Alugaps(e
o 1 e 30 andares do sobiado a. 13,' sito i rua
do Bm Jes-s ; o 2o e 3o ditos do sobrado n. 40
da rua do Padre Floriano; oe a loja do sobrado
37 da rua da Aurora : a. tratar nesta rua nu-
merYe 51.


cio n. 9^ &qc ~ l-1"^:lr '^ i
0. caitdde e .guerra JobJp
UWta de 0livmira winiisdes,,c, convili'
seus parentese amigos a assistire0
ama misa por alm a doe u piesa
musher D. Eu!$i Flja .
mulher__ % Eutldia Foijaz, de Oliveii^,
qual serA celebrada nq igreja do Corpq
Santo pelaa 7 horas da manh& do dia
20 do corrente, e desde j-i agrvdece a
todas as pessoas que assistivem a este
acto reHgioso.
Mns-enhtioir IPranierse^oGluinS^z
Tavares
Urn amigo do flnado Mon-
^ seniorr Francisco Muniz Ta-
r vares, convida a seus paren-
tes amigos para assistirem
a uma missa que manda oe-
lebrar per alma do failei'1o,
no dia 23 do corrente. na
matriz da villa do Ganellei-
ra, As 7 horas da mantS, 21
anniversa)'c $ dettkppsamento ; e decade jA
flea grato por ste'ai6 de piedade e religion.
0 capital de mar e guerra
JoAo Baptista de Oliveir
Guinmariles, meu fllho, cunba`
dos e cunhadaa cQnvidalia
seus parents amigos a
astistirem a umq missa por
d/^i J alma de sua prezda esposa
D. Eulalla Forjar de Oliveirag
SNiH Yom a qual sert celebrada na
igreja do Corpo Santo, pelas 7.hqras da manhti
do dia 20 do corrente, e desde jA agradecem
a todas as pessoas que assistirem-a este actor
religioso.


-Aluga-se a casa n. 4, para padaria, n
rua do Lima, em Santo Amaro das Salinas : a
tratar na rua da RestauraCo n. 54, outr'ora
Guia, padaria.
Tres casas para alugar-se na
Capunga
Umi sitio na rua das Crioulas n. 59, todo mu-
rado, corn casa bastante grande para familiar,
pintado e caiado, casa para banho, corn mui-
Las fructeiras, grande parreiral, jardirm, baika
para capim, corn bonita vista papa o Capiba-
ribe. Urma casa na mesma rua n. 61, corn
born quintal e todo murado, cacimba corn bom-
ba, casa de banho e bastantes commodos para
familiar. Outra nos Quatro Cantos n. 29 B,
tamrnbern corn bons conrmmodos para familiar r
todos se alugam por prego commodo, agradan-
do o inquelino : a.tratar na mua do Vigario n.
33, 1o audar.
Na Magdalena
aluga-se uma boa casa corn agua e gaz, na
rua do Passandfi n.. 19 : a tratar na rua de
Jolo do Rego n. 32.
Escravos fugidos
No dia 20 de agosto de 1877, fugiram do
engenho Gamaragibe, do termo de Serinhaem,
dous escravos de nome Jose, sendo um alto,
corpo regular, pouca barba, cabello carapinha-
do, tern um braQo quebra'lo e por isso um
pouco torto, tern algumas cicatrnzes de retlho
nas costas ; este escravo foi comprado cm 16
de maio d te anno nesta cidade ao Sr. Pa-
tricio Jos6 Tavares, que o comprou na cidade
da Parahyba. 0 outro de altura regular, cor-
po tambem regular, muita barba, falla fina,
idade 31 annos ; foi comprado na mesma data
em que o outro, ao Sr. Manoel Travassos Sa-
rinho, morador em Born Jardim, Parahyba;
este escravo 6 viuvo e deixou filhos na Para-
hyba : roga-se ais autoridades' policies e aos
capitAes de campo a apprehensio destes es-
cravos, gratificando-se a qut-nim s entregar
nesta cidade aos Srs. Manoel Alves Ferreira &
C., Ai rua do Apollo n. 4, primeiro andar, ou ao
respective senhor, no engenho Camaragibe,
em Serinhaem.
Atten ao
Na rua Nova n. 40, prineiro' anidar,
prepara-se bouqute decravos noturmes,
ricamente enfeitados corn fitag borda-
das a ouro, corn 80 cravos, por 20#,
'10c 12$, e simples por 10# e 8$ ;
faz-se bandejas de bolinhos finos para
casamnento e baile, por 308, 20$ e '16#,
e toda qualidade de for de panno, de
cera e de papel, c6m presteza e ba-
iato.
...CAIXEIRO E CRIADO
Na rua do Encantamento n. 36, pre-
cisa-se de caixeiro e criado, escravo para
o hotel.

Attencao
Existed na Parahyba um armazem
para alugar, ai rua Conde d'Eu n. 34,
ha pouco acabado e considerado o me-
lhor d'alli, presta-se para qualquer es-
tabelecimeiUo, corn preferencia faen-
das e fica entire os .estabelecimnentos
dos Srs. Mello & C. e Souza & Castro,


que neste genero tern dado sahida
importantes: a tratar no umesmo cow
S ,- i 1i_ -^. 1 ..- ^


o iviarques aa rwnceea.


Moleques erapazes -I
Precisa-se de uioleques e 'rapwazes
para vender bolos e bolinhos pelas nae,
paga-se b6a vendagera, na qual podem
ganhar par mais, d. dez tustVe, ate
Sou cinco mil rgis por dia,' cOnforue
a diligencia: a tratair na Confeiaria to
Campos, A rua do Imperador:i124 i
Mluga-se
a casa e sitio sita a rua lmplerial n.
211, cornm cornmnod4os sufjicientes para
urma grande familiar, corn canalisafio
d'agua e gaz: a tratar na rua estreita
do Rosario n. 31. "
Caixeiro
LPrecisa-se do umrcaixeiro corn bastante
pratica de tavefna : a tratar na rua da Cruz n.
37, Recife.

Casa barata
Por o25000
-A luga-se a casa da raa(toVisippdede
Goyanna, outr'ora Cotovello "n. 8, pelo
aluguel de vinte e cinco mil rtdis Mien-
saes: a tratar na rua Duque do Cxias
n. 55.

Auga-se O predi da
rtua deoortas n. 4, eonutando de ar-
mazem e sotio, Con 2 quartos e salas
proprias para moradia de quem elle
s eestabeleer comrn taverna, parao qt"
tern armagao e utensilios e o lugar 6 -o
rnelhor possivel, a tratar nathesouratia
das loterias.


--fuA:SN"'."

,4JU'RQUEZDOL
SCW tWioti tura faz tar Os cabelsaA




rapidamento pretos sorn tender a !
tiO, e muito facil do so applicar. C4a
G : OS COM A, 'TI*TuA 31EZFA |1




frhsco acompanhara as i.st
c Hssar Ds. MARQs OM-
--DA-2~^:1 1 "|

Es autoin, dtura fztint4ra chinea o prcabelSi-
come muitos outros autors fazem, e -


grandecenid0 se0i' V-~ardis,a ponto he
tornal-os urns rnaravil ha, sin se letnb -
rein quo, Ar maneaira quo seu autor s
eleva, o pubitco fcilos p6de rse applicar. Ja
quoasc naiars das vezres a enganado.
Cessaries. j



Portantod, o au intr da tchinetura chineza.o prei-



corto do born resultado, j&i polos muiii
tas dxperienrias qu so tern f'este jorlj
S uias proves outrqs auto smpre tern tim ,



r~ecommenda esta tintura.' ;
graPedece rio s 6meat quad experimponto e
torno4-ofe um~am Torvla,'sem se le'ibl-
rem, -que,,'i maneira que Seu autor p$s



ellea, o public s pzerem se a juizo.r
ique ,as mais das vezes 6 enganado'
Portanto,. o autor da tintara chineia.


Unicrto do bom resupoltado, em aja dpe sea aui










I::ARAVILHAS
tas jxperiencias que se tem' feito, ja









Esc prava squgesempre em idb,

Desopparecn no domintu.go, 7 do c nt, do











engenho Universo, freguezia do Agua.Preta, a
escrava Lucia, corn as seguintes signals : ca-
bra, magda, cabellos quasi experimgados, dentes











curt0ds~tendo na oreiha esqluerda nuna!leve ci-
catriz, o urn pouco acima na cabeca outra do
tarnanho da cabega de um dodo, corn fatta de
cabello, quo pnteado para lade o esquerdo












difftcu~lta vern-se, e manis amarrando len~o coma
costurna. Tornou passagernnctdia acimna para
o Recipe no trem, em bacando na de seu auo d













Ouiambuca. A uins diz ser farina, a ontros ate
torn nina parto farrna; 6 natural do Brejo ds
Madho do Dens, para onde provavel procure
tmawip~ortar-se, tornaudo passage no trern
para* Una; dita escrava foi comprada ao to-
nente-eoronel Luiz Paulino de Hollanda Vaben-
quern quer quo a encoatre, a 7obsequio de a
evar ao ongenbo Universeou ateA rua do Mar-
bra S ma ra 6a elo qu s pe ad s t '



















uez do Olinda n. 56, escriptorio do Leal &
mio e s gratif cer ai .






Sta edileo ina e cirum rgiad

Dr. Cantalice
,abMedico operador pela Faculda-
i i "-de de Medicina do Rio
oif no d eJaneiro -
,l ". m spcialidaz esa:






"dSypdilis, mnolestias6'das vias
'p respiratorias doas centers nor-
p Charnados por escripto a qual-







quer hora.
nefeeoaproecLui Puino de Hnoll7 do corrente d












en eConsultas das 9 e As ut horas., a







P6de mer procurado A o ua
Neova N ames5, sn 8o uSegundo andar, oud Ma-
que d anra cia Popiuasi o de Lea
Irmlno da aesegtfca d u dd. cr ad

mrfcut Ie-e eras a mrad meg c


Feitor e criado
Para tratar de um pequeno sitio, precisa-se
do um born feitor que ontenda de flores, e de
um criado de 14 a t8 anjos : no Minguinho,
sitio P. 2.


.GRANDEEPOSITO
DE
,aehinas 4e Costura
DE
SHARES LEITE IRMAOS

30 --4ua do Baro da Victoria -'30
Pernamtbuco

-to ig ir- maehinas conhecidas de
Strabalbar co 03os pds e ,A mao
dos autores mais acreditado.
Premniadas em todas as exposigoes
Vendas garantidas
Pagamento adiantado ou a prazo,
U uvouitsAedoeohnprador
i Ensino gratuito

Queiu tencionar comprar uria ma-
china de costura, naoe o faga seTi di-
sitar o grande deposit de machiness de
$oires Leite Irmios, prindipaes agen-
tes 'n -methores: acnas atnmericatnas
e hamburguezas.'
Convdm comprar para bern escoiher.
30 Ra o Barrio da Victoria -30
A If lf'A ,A lf:^ k *A'_k. d.^k


regular
11os 0


sepour#, H WtF
tIsblica em L'sboaaeque seodistibue low,
tin todo' o' Brasil- o m LJa~tl ^
uezas, tom ndose recommendavel .
pelastbaber pennasquecollabo- Y:
ntem n ouar zlierL0 aio,nofii roi al Extrahido directamente dos $1
.;ehte por ser o ais mn "oso em frecos(10obacalho, por moen e do4a
ticiascommerciaes .da 1U.pa, por fress e s em.do bacalb Io, panoros meia'.
do, que, e e6 e dot s quoe tem depois de ter do io pescod00o sri
omaior desenvolvimento no vasto d Ter degs a
imperiobrsileiro; presta-se agora a da TerG.-N E de gost-a
imperio br~sileiro ; pea-eaoaae contdrn bodo em grande pr a.
tceber anrhunciosque deverao ser ne- edeont1'ma1 niaem gsande c S&
cessariamenrre de interesse q.aando E' debffeitos admiraveis no c
Lejafim para ra ddeta 'rovinc~poia s~ phtysica. Fortalece a delicada n e-
mais rapida e facilmente obteriao o fim za das creancas : fa engordar, faz
a que se propgieemi. o 0 pf communicar as ctes.da saide Aquel-
sao os mesnios *q os 0, s jplr s des- e fe Vo
ta cidade. 0 representante desta fo- BVho e em
lha, nesta proga, Alfr4o Prisco Bahbo- EiBastholonie o Co m. A. iaors, Jos
saruao o n.37,foeceEqual- Els de Motlra e :(onep, P. Paere
sa, rua do Amorim, n.Co7,rfnrnece qual-
quer informaao, tanto para a asina- e Cm____
turas, como para os referides annun- Casa da Fortuna
cios. .
.* 4:frQ^^OO ,.
Rival semr segundo BILHETES IIANTIDOS
Chegaram as verdadelras agAhas para ma- A' rua Primeire de Maroo (0i -
chinas, do author Grower & Baker, assi como r'ora ria do Cresp) n. 3
linhas e azeite para as mesmas : na rua Duque casas do costume.
de Caxias n. 91. 0 abaixo assignado, teado vendido nos seus
gir felizes bilhetes dout mewos n. 3857 comji005,
gEscravo fuI o um quarto n. "2139 corn m0G000, um quarto n.
N3675 corn 100000 e outra sortes do 4VOW
No dia -6 -docorrente fugioum es- e 2 0 da toteria qu acabou de extahir
cravo de nome Joio, pardo escuro, um [244.], convida aos possuidores a virem re.
pouco alto, secco do corpo, vestido corn ceber na conformidade do costume, serm des-
calca e camisa escura, chapdo de cou- onto algum.
onu s urn Acham-se A venda os felizes bilhetes garau-
10, alpargatas Uos pes, e conduz sur- tides da 2.a parte das loterias a beieflio -da
rio de Couro escuro de carneiro. E do! matriz de Tejucupapo [245."], que se extr'ahirA
sertdo do Pianc6, e foi mandado por Ina terga-feira, 23 do corrente mez.
seu senior oDr. Cyriaco, para ser ven- Bilhete S 000
dido nestacidade. Quem o apprehender, Meio bilhete 2i
leve-o a cidade de Olinda, botica de Quarto 1$000
Joao Soares Raposo, que serA grati- Em porCAo de 10066WM para cima.
ficado. Bilhete intoiro 3S500
Meio bilhete 15750
Ouarto 5875
Grande hotel Central I,_anr Mr in875.
:ranoel Martins Fiusza.
RUN LARGA DO ROSARIO N. 37 0 SENTENCIADO
Francisco Garrido, depois de sua A folha do livropasseia por se achiar
viagem a Europa e Estados-Unidos, de beriberi, e a escola modelo nio
acaba de tomar conta debaixo de sua funciona pr falta do alumnos.
direcao do dito hotel e avisa aos seus funocona p faltadealumnos.
amrnigos e innumerosos freguezes que 0. A. Q. Alvim.
tern a bonra de ver-se favorecido pelos I AUDITORIO
mesmos e demais pessoas que o quei- 1o tenente Pedro Bezerra Cavalcanti
ram concorrer, encontrando no mesmo Maciel, para avaliador nos juizados ti
estabelecimento todus os generous apro- orphaos fazenda e civel.
priados e os mais frescos do mercado, Espera merecer a devida confianea
serv'ido corn promptidao e moralidade., de todos as sens amigos e concidadaos.
0 born tratamento tern acreditado pro diversas vezes tern se prestafo o
este hotel, nao s6-em attencao a ser umrn supplicante,. que tern sido sempre d'ar-
do mais antigos, cornmo porque o-seu ordo com a lei e a consciencia.
proprietario tern grande pratica adqui-' Pai.36r .
rida nos doui continents. A frente da Paris. 36, r. Vivienn, Paris.
cozinha acha-se o melhor e mais acre-.
ditado cozinbeiro Mr. Gustavo Mallet. i


intura Japoneza
A unica approvada e premiada pelas
academias de Paris e Lond- es, por nAo
ser prejudicial a saide, encontra-se nas
princip es casas de cabelleireiros e em
today as boticas principles do Pernam-
buco, Caors, Bartholomeu & C. Mau-
rer & C. erua da(Cadeia n.54, 1.o an
dar.

Costureiras
SNa largo do mercado, sobrado n. 19, preci-
sa-se de duas quo salbam trabalhar em machi-
2a, e outras para alinhhvar, e casear camisas,
collarinhos e punhus pars homens.
Capellas mortuarias
Rua do Barko da Victoria [outr'ora
rua Nova] n. 40, 1o andar, tern bonitas
capellas de flores artificiaes, por pregos
conmrodos, assim como fazem de per-
petuas natoraes, sendo estas feitas a
encommenda trees dias antes.


!AS BNFERMIDADBS SBXIARS, AS AFFBCCOUR
CUTANEAS, A L.TURACIOBS DO SANGUN.
30,0f' curas das h...ngw,.s
Pwstulas, Herpes, S&a,
(.,i ix~es, Acrimoi a # Ai-
tereces 'iciosas do s.powu
Viru e AUerGoLU do a.-
".gue. (XaroC vegetable
ucrcurl,). ueprnem, V Weeetaei MAW
MIiESAR toomrao-se dons or senmana, se-
giindo o tractamenito Depuraiv .: t emprpado
-as mesmas molestlas.
**n wRB F_. Xal'Op Citracto (k
j fP rrde C UASLE,cIu-do
ftdm de CH-A*Ll, erl
mediataniente qualr
\ ** 76W e, c igualnenta .t
mniullheirest. Esta injeccho benign nit
corn o Xarope de Cttraego'de Fero.
E m-ruoaa.pomada queE,cura en treg M
POMAOA ANTIHWIRPTICA
Coatm- as Aftcgae .samm. & t.uiaolm
PILULAS VEGETAES O-PURATIVAS
do 30 (haMe,
Od frsco vat accompahado de um fnbwu.
AVISO AOS SRS. MEDICOS.


ca CoquathCas,
Was~ as Do mpmdow
basta ao doerte-B
oi e ane aope uo D' Forgot.
3' CUABLM em Pariz, rug Viviemne, &
6 maio em wame : L.CLOBS ;-BAXTWOLOq-
ULAIABII& ga wytai~eg ph'md

MADAME MARIE

MODISTA BE PARIS
48-Rua do Bario da -Victoria-48
..o ANDAR ( NTRADA PELA RUA DE SANTO AARO)
Tendo aberto um novo e bem montado estabelecimento de modas, offerece
As Exms. families desta cidade e da provincia em geral o seu novo atelier
de modas, promettendo pontualidade c perfeicao em todes os seus trabalhbs,
tanto em bchapdos, come em vestidos pIa senhoras e meninos.
PRE OS'-MUITO COMMODOS.
PERNAMBUCO


HUiiM


. .. _. -. -- .' ..-, S -
...... u --- f .W.^Wv.. ~r^ 9 aar W ^


SOLEO 6E FIGADO DE BACALHAU
*^k.~~~~~ XO^- 13Mi>9 O *IAJ
CASCA -M 14WJA AgiA.L

0 piMrecimento des)e oleo 6 decide mo eiot e e arao -
ross expkiwiecics feits Pdol DU AUCOUI dsatf uwgos *nea
afinm de reuir .n me pI soito,. 4.W*U -'_0o o do
..badfmwwsu.0, o 10, a. 4a000I,6 o-ro~iw.040"w.do
ti to progresrvo do iumao tt pmto denota
0 01 Oleo DUCOIX 4 um podarodm amediaemmnt contra a
Ann*Anema, C horew Do4m 0 do pIto,. Bro"cOdl, DMamo,
fl-Catorrhos, rTiole, Dhiaoin prpiMe 5IsroNw.
Em rmao 4do emprA o aZc oooommi e por halt
Tor 9WmaW mm*dsms*I;.a *a .


*g~0AIL *is5PAUIIs
WRo1!oGXitrpii


Ag, ~O9


200>, w


S vI -g v 1 4 .1 "41


pearr 0 s-
ito. estatutra
ionflo. cabel-
A pintando.
1ixo superior,
ieantAe de in-


- --- I I --- -7-


1 -r 1 .


i
fe


ada


11
















el public
a britbhai


ep~ ~msp~r ; p~*
graat.-ie *
a-sd ~-6,prat~ e pedras P'0
P#atAlE


Grande -salao de crKeireiro
Rua do Marquezde0inda n, 51,l.aoar.ds
Lijz Chaitin
Espedsit&.e posbos para senhoas, e penteados por preos razqwia.
Ntest& cBa .se ^rtbttw1 f$ os obj ut >aoiwrled s F1eOO Wntes* ia e-
EBm o',*tvoCtt : j emaatt, topetes, trA A, maglena e tu4o o v. a de,
t+ssm Tambein te coswtattee tsadas, tornmado8se
.4o uimo, g aosltcoque
BP6f1 dwcehos 1
WasiM de topetes 500
I*bi doe senhoras, dentrm da cidade 3900
HApa-se a dabev pu ru eio de unra machi ia electiea. Pre Alu*Ia)-se tQdos os obje tos de cabe~as que concernem aos petiteados dao

wiiiw PA' *1


S PIIARMACRA HOMEOPATMCA




I :A ORS-


.?DEP1TOITt DOS PI00sODCTO IIXiMBOPATIU

DAL GNAL9 r*^ .
T Globules puros DA Variado sortimento
deCatelan bA.IEN IMOS decarteiras
SGtobulos dynamisados DE para globulos e para
e Tinturas 1 tinturas,
Tubose trascos vazios 22-RUA DO BOM JESUS-22 chA e chocolate
de todos-ostamanhos. PERNAMBUCO homeopathico



1SILPHIUVM CYRENAICUE'?
rspci3fico cotrea toda s M lEele(tiPu ra Pe..5
TIBIA PULMONAR, Tisica laryngea, BROCH.TE AGUDA, itef Ihil 5
Cataitrrho, Angina gangrenosa, Esquinencia, GranulaOes, etc.
Aito e emprefado ns ffHOsVites de Paris, e wos das principaes cidades da Praum. "
DERODE & DIFTS, ma.imcos do t ,,esse, 2, WI BOU6T, PARIS
uP1"sb M sgml',.M, fgmEIM NAIa e-.. "Sa & Wo. CSInn.
H IH timp t*i n~~t miMN

+5, Ri;OMPENSA NATIONAL DE 16,600 FR.
^ >^ ,. 'GruEb 2M19A1 d'ldOlRO a tAi 17
E: *: WP~X 'Ffi oAFlALnHA NA ESPOSigAO DB PiARIS t87
KIl^ 4 J -^^^<

V


I m + +"-ELIXIR
!B'sfracto obipleto da8a 3qtduits
Reconstituinte, tontio e febrifago.
A Qeli-tt o1he r um elxir agradavi con- 0 t- lK
'en'-'o a?aa-.3ase dos nu-Teroa| prinetpts dat Ir Em I MI R Us IN
trez especisa de qina .' arla, vernW MEMO1
'ri .. 0 .ferro soluvel ea quina rteyidos o4 atpefas o
Superio!ltc be hem tm gaa no hihes. I ) atemraW t-eparad, tots.,|9deroso it edi-
41 iurantetI Y0fla7atYii8d~ecfc45;,R :0stmlraaaod 'B
tas oL crrgia, I, : fD 'F.s d o Am na aa
1%fcove'auti ,u e roeaeis. 0. .,4.u a d .d. "
S' RAomme cont decbilidad Eausada
,.a edlad(ptiFiel .Bdsfadis, oorfA ia(ro0d'
u de cMoroe, raoe saido rtjo.ii
t p a agsigna-, P RItS. n- 22, A&- Di e. ,o
0,,,oMtos A LA REINE DES Ftl-Rt lkC r
ESTAeELECIMENTO FUNDADO EM 1774. LUTE` I [)IRIS
lP a freaci a, brilho e bellhos do arj.



SnABO do SuCO de a0 ics
or WAV dos*sabbem,.+++

PIERFUMkABIA FUreilABL

^JPOPkAlX




409 b- .it ..........

Depositos nas prindp ait Phwmacia&e Cabelleifhiros do Bazil.


LO


S. & H.
Hasell Street,
I's -; 11M'I


Ejndres
,1110. Io


-Acaderni d 40 aoAa af|
erot-e rawvrowiwrie MHww ism
MsdicamuntOl ea( itambmo +
ApplMo pea Juta de dgolm 4i ulk l
Com low:


Gw~# W D o$^ffim0ento



tIIr yio i6 ao*pG i ana-
naesda medico 9Onsiderado especif-
c* n"s Mwles s se"int: defluxo. tos-
sm 4"psolu -fdte, catarho purno-
nar, Sda gwfp epysoa put-
vlo 00 nmBmex" as cumr e ffq
tUto ded. o seu desobrimento. E'
empregado em alta escala pelos pedicos
espeelabstas.
Ssaparxrih e c~roba
+ "?
Corfos B ttenmit
Gonde deppattvo do smnom
Xmprewdowsb41gopeu iao, i*com
moosiafec^se* ftows as ros gl4dk.
1*res, escrotulas, swbfLsa, p~arper, t1o-
e604Ws elruntzcas dpae,. Aa6exa is n
*cuulal. Ittpa, sy~eoms^ ^i, eunie es-
Sroarfoe.,yseria, 4nrthrtin, boubas, bu-
."eO& e to4am 96 qoLe~Lip^ue tpem a
uuaorigem na imptrez.a do sag.
V tae : a. aqGAro ColheretZ orspi
por dia em .emi mais progreseia-
DPWA*BPQ &P .AL
Pharmacfa ,ppuIar
Carlos Bttehncort
Rua Novg .n. 51 ..
SPernarnbaet)

300U000
Atteniio
Ecravo fugido
No dia 4 do aiez finde fugio, o porto da
Bahia, de blrk 4o vapor imoi Bahia, o,
escravo Ri- m isa que sugia vtaem.dqste
port para o RPo de Janeiro, de propriod de
de Luiz Jos6 da Silva GuimarAes, negociafite
no Recife, que o houve por compra eOr25 de
maio de 1869, a Jeronymo Theotonio da Silva
Loureiro, morador na Baixa Verde, cujo es-
cravo tern os seguintes signaes caracterlsti-
cos: c6r acabralhada, estatura 5 pes, 1 poile-
gada e 3 pontos, cabello preto e carapinho,
roscoBmprido, olhoq preto, com oihar amor-
tecido, nariz aftlado, bocca grande, todos os
dehites barbapouca, e corpo gross, em uma
daAs mrnos, por traz do pulso, tern um earoo-
a especie de un lombinho, pronuncia compas.
sa&d, ebnservarti se, quando falla, eM attitu-
de irnilHde e vista bfaia fern de iftade 30 &
32 anos, pcm imaifs otr denuos, "filho de Joso
e Ahtonia. e'scravos. di afioel Salador, de
lugar Faienda Ghande& Ou Pajefi de Flores,
d'oade o referidoeicravo natural, e oAde ex
erclcia o officio de fetreiro. Sahio desta cidade
vestido corn cala e camisa branca, paletot de
alpaca preta, chaeo6 do Chile, levou u ba-
huzinho de conro, cam bastante roupa bracai;
assim como consta que no acto do emlbarqua
aqui, um preto foi A bordo e entregou-lhe a
quantia de 600(U000 a mandado de uma amasia
de nome Romana. 9 provavel que tenha mu-
dado de nome e de vestuato, e que ande
calado, para assir intitular-se livre e-illudir
a vigilancia das autorldade'. Ha de corn cer-
teza seguir caminhe da Bahia para esta cida-
de, em algum dos vapoass da companhia bahi-
anna, desembarcando en Macei6, ou pelo in-
terior das duas provincial ; rbga-se, portarito,
As autoridades policies e aos Srs. capitles de
campo, oun a qualquer eutra pess6a qte delle
tiver conhecimento, o apprehenderem, -.apti-
cipando ou entregando-o ao seu respeefivo
seitef afo. Recife, iva do 6 iteti io a. 5,
que seIo recnnmpensados n i 'r a nreifianaro
acima.
A Botina Marvihoy
Recebeu um variado sortimei|o le
calcados Melies para hetens e seo-
ras e sandalias do marrbquim inglezas
nara senhoras e homens.
RUA 1.0 DE MARCO N. 19.
A' NAPOLEAO E RUSSIANAS-
Botas para montaria do fabricated
Meliis, recebeu a Botina Maravilhosh.
Rua 1.0 de Mar9o n. 19.
Cozinheira
Precisa~se de uma, preferildo-se O-
crava, pat'a ca~a de failfla: a rua do


Duque de Chfiop n. 70, oja de ferra-
gens.


ftiwm ~4 ti~


MWUtl.li JIV 1FNV
Quem ja vio abacaxis sem cas-
ca ? ....
S6 na confeitaria do Campos se en-
contra abacami sere casca, muito pro-
prios para st corner a qualuer hora,
par sereti .jitwtiei <(nrefrigeran-
tes. 0 .


Os Drs. A. Clidoaldo de Sou-
za e Jo0 6 fiE taquio F'erreira
Jacobina mudaram seus escrip"
torios para a rua do Imiperaibr
n. 57, primeirb andar do pre.
dio, em cujo pavimento terreo
teen m armazetri 'de t'azendas os
ISrs. W. inglis C., .entrada.
polo caes 22 4e .NoVembrbo.



i Bisquit Dubouchd & C.** e a
e d H. Ledebotr, ria do Cromer- &
co Pe andar

Casas na TOrre
iAluga-se duafs ecellentes casas na
povoiDpiAo da Torre, conm bons commo-
dos e muitoproprio 4ara quern dese-
jar passar tfeft aSCr Tb : a tratar
no mes tlo t adl r. professor
_Unepa, ou na rua Duquf de Caxias n.
55' loja do PavAo.
* *" clLh i* Wd t Y i


!~IW~4N~~eI~scolal




TaWidp4af que f*ra.
I aewta 6 der -bponxe m s e ao
OH W0^ so tr,8.iwcw^fsa
Ae Me fth sciro a cidde de Nwa-
rs det aovita icia, 4avtor de .vir A
irauqane re Caxias a. 30, a coieltir
aquelle negocio que S. 8. Me.eompro-
meteu a walear pelaterceim chama-
da deste journal, .m fins de detembro
,e 1871, e deplis parajaneio, que pas-
oU &a. fevereii eaWil do *, e nfiada
itmro; eporeste motWi,. pois, 6de
dvo charado para o dito tim, pois de-
ve -. lembrar-se que eete negocio 6
de maia de oito annes, e 4Iando o se
seau f ho se aehaeaata cidade


A Wumaws


o abaixo asSignado, estabelecido corn
labpca de cigamos, convite da justiga
U"e. a bIoblicoden& 9 products
.snua fabriea, expestos 4 venda em
ses depostot e na loja do Sr. Joa-
qutim B dos l4eis, previse aos com-
pradores de seus cigarro que ultima-
meet descobrio que gunss vende"-
I lbes, ciprand-o em porogo, venr
dem-os a ratatho, ficando corn as ri-
tulos, que depois cedem a outros fa-
bricantes.
eono o abaixo awmignado tem con-
vfccA de que os fu=os qu e emprega
sao bons e escolhidos e que, natural-
menhte, estes outros fabricantes que se
apadrinham corn os seis rotulos, nao os
farao coin os mesmos furrios, trazendo
eesim tim descredito para sua fabric,
pede a qterem comprar eiga-ros de suas
-martas e nAo as achar bans, que ve-
fha conferil-os,. para final conhecer-se
qioem sio as falsificadores.
Ainda no dia 3 appaereceu-lhe um
menino offerecend-o 168 rotulos, que
dizia ter compirado a umn seu visinho,
a 640 rs. o cento, o qu e prova a... eco-
nomia do mesmo seu visinho.
Recife, 9 de outubm de 1877.
Jos Antnioi Doemingues de Figneiredo.

CALSA b DURO
Aos 4:000o000
Bilhetes garantidos
rua do Barao da Victoria n. 40
e casas do costume
0 abaixo assignado acaba de vender
nos seus muito felizes bilhetes a sor-
to de 1005000 em4 quarto de n. 2139,
aldm de outras sortes d 4010)0 e
de 208000 da loteria que se acabou
de extrahir.
0 mesmo abaixo assignado convida
aos possuidores a virem receber na
conformidade do costume sem descon-
to algum.
Acham-se A venda os muito felizes
bilhetes garantidos da 2.a part das lo-
terias a beneticio da matriz de Teju-
cupapo (245), que se extrahira na ter-
ga-feira, 23 do corrente rmez.
Prego
Inteiros 45000
SMeios 25000
Quartos 1$000
De 1009000 papa cinia
Inteiros 35500
Meios 11753
Quartos f875
Jodo Joaquim da Costa Leite
Caixeiro
Precisa-se de urn para tomar conta
de uma.venda p'or balango, dando fiador
de sua conduct: a tatar rno becco do
Pocinho n. 31.
Boa acquisiato
Aluga-se po, pfreco eomm6do o armazem do
sobrado n. 8 a rua de Mariz e Barros, outr'ora
ruta do Godorniz, onide foi estabelecimento do
Calangro, muito proprie para qualquer esta-
belecimento de seccos ou molhados, para o
que terni boa aImaao e pertenqas: traut-'se na
travessa da Madre de Dens n. 18.


i:ooo$ooo .
J. P. M. (tundirella), vaY restituir a
qtpahtia Adcitna, diinhif o qu de mais re-
pbO^u na-ftAa do Marquez d& Olinda, o
que nega em f dL....
Melts
Frep.:s bt a sapat.O+ Lf6tI rece-
beu a iva feleanca, fair u4de Caxiaq
n. 3.;- fa eles, antei que ?e acabeta.

Aluga-se umn excellent sitia em Be-
Sbei'ibe o Porto da Madeira, junto ao
rioAontendo mui boa casade vivenda,
coa tdis os comtinodos precisOs,
jadfi corn gra&Aeanento de ferro, ca .
crxta e tigumus arvores de fructo,
beem como urn gradde terreno -com
Sbaixas de eapimn' If t*t# no largo do
SCorpo Santo n. a 4- 91 tidnar.

Aos dpnos: de(siti()
Na confeitaria do Campos oomipra-se fruc-
ias, a saber :
Uvas, flgos, sapotas o hirarijas de umbigo e
selectas.
24-4*T, 3)A t MAfOlR-24


Percisa-se de uma que saiba Cozi-
nhar cornt.plfeiarto: a rua do Marquez
do Hervafi. l2, 'iathigat ncordia.
iis ta, do- gaz
A autigta oi0ficade eiitanttien-
ths pal' gat 6 agUa, na traves-
sa d iMiq-utet do l eife (an-
tigo becco do Ouvidor) n.o
ge .Pppare'lid6* + e. agua
em bonm ma- 0 est1dq, cOad q sejm can-
Aieirosfi, arandieas 4de bronze e ferro;
iwstres ,de vida, rQgiztrpos, torneiras,
-chumnbos, latAo, cobw*,,-broAze' velbo,
ett. ,
NeIfa mesma casa enohitrarAo as
seus freguezes um sortimento 4e enca-
tiiatni#e c pa"^pprefhos pa-
0 A h W)46.4' ma-
''Vr


'*tAsb bei eo.i ar: a tratlar a rua
harga do rfori 4 .
.- Goitp..4f ifth .edtfo^moia idudsk que
Feja ieolato e de Imacu4ea : na hIm do
'Carpo auto' n. i, esenptMon.

Ce o pra-sen4 a jai sada no p ate d
Carmio n.,..



Taverna
Vende-se urna taverna na rua da Peaha a.
6, corn poucos taundoti e boa para urn princi-
piante, o motive da venda 6 o dono tar de
retirar-se: a tratar Be mesmina.
Grandes espelhos
Amaral Nabuco a C.- receboram olfantes
grandes espelhtiosfrancezes, ovaes, 2-&uiz XV
molduca dourada, vidro biseautk, e vendem
na rua do BarAo do Victorian. 2.
Tomemnota:
14-Rua do Imperador-14
0 ARMAZEM DO NUNES
S(SutriLowo instantanea)
Grande variedade
de generous alimeaticios
de- sperier quahdede.
Modicidttde espantrsa!
Facilidade gastrica
VantJgem proveitosa!
Veijam:
0 Nunes tern resolvMdo vendor barato, bara-
tissimno ; garanfir a superloridade de suas
mercadorias; sustentar uma prodigiosa varie-
dade de generous raros e saborosos, e final-
mente rnostrar a facilidade de qualquer pessoo
passar beny cdmG puuco, dinheiro.
Custa pouco
Venrram tirar a prova e depois digam se ha
quem tenha sortimento mais variado e supe-
rior; que venda. nsais barato e d6 melhores
provas de sinceridaide e franqueza do que o

Cambraias baratas
Na nova loja do Pavao, A rua Duque
de Caxias, ventem-se peas de canm-
braia braiea, Victoria, azmeada muito
final a 35500, 45000, 48500 e 550C0, di-
tas transparentes, fazenda finissima, de
45000 atd 65000, ditas suissas, transpa-
rente, fazenda finissima, com 8 palmos
de largara a 15600 a vara, ditas abet-
tas com bonitos lavores, tendo 8 112 i'Va-
ras, a 55 e 60, assign como a m bonito
sortimento de IcambraiM batiste conm
bonitos desenhos de c6res, a 280 rdis o
cevado, isto na rua do Queimado n. 55.
BABADINHOS E ENTREMEIOS:
Na nova loja do Pavo, a rua Duque
de Caxias, vendem-se por pre"o rMuito
baratos, peas de enttemeios e babadj-
nhos, Ltanto tapados como transparentes,
por pregos muito baratos, por haver
grande porgao, na loja do PavAo, a rua
do Queimado n. 55.
ESPARTILHOS E BOTINHAS
Na nova loja do Pavao, ai rua Duque
de bCaxias, vendem-se modernissimos
espartilhos a 45000 e 4&500, assim co,
mo botinhas modernas para senhoras;
sendo lLsas a 49 e enfeitadas a 55, para
vender muito, isto na rua do Quei'
mado n. 55.
ROUPAS PARA HOMES
Na nov loja do Pav~o, A rua Duque
de Caxias, encontrara o respeitavel
public, um grande sortimento de rou-
pas para homes, tendon de todas ai
qualidades tanto de brins, como de
casemiras, e de meias casemiras, sen-
do: calas, coletes, e paletots etc.; as-
sim eomo, grande porcao de roupas
brancas que se ventdem por precos
muito em conta; na rua do Queimado
n. 55, loia de Pereira da Silva & C.


, Cal deLisboa
Vende-se obl d* Lisboa, ohegada no-
ultimo vapor, eta muito bWas barri-
cas : no largo do Corpo Sarto i. 165,
prtiiefrd andar.

Vend"sa fiUnha do mile o
nmoila a vapor, da i1 qualidade pica cuscus i
120 rs. a libra; dA S pJat cadgica e pato d
Provenca a&1004s. I e3a'paa angfl e passariL
nlio a i0 rs.; e da 4 para mingusd a 80 rs. .
i s6 fa rua d6 Cdtovellb b. 25, caga de azu.
lejo.


FAZENDAS DE GOSTO
POR PIRECOS BA-

RATISSIMOS
Lindas batistes e' cretobhe liso corn
grade var'Iedade de cores a 320 rdis o
covado.
Superiores alpacas de cores corn lis-
tras, padres modernos, a 400 rdis
idem.
;.Ditas ditas ditas muita finas comgran-
de profusAo de padres, 500 rdis idem.
Ditas ditas ditas lisas corn muita va-
riedade de cores, a 600 rdis idem.
Superiors popelinesde seda lisas, de
differences cores e bonito tecido a 800
rHiN o covado.
Moderfti cortes de linho e seda en-
feitados com. muito gosto a i0OO0 o0
corte.


Assim coma outras rnuitas fefTldfts
de gosto por prepos serm competen-
-cia.
Na loja das columns de Antoniot'or-
reia de Varconcellos, rua 1.o de Marco
n. 13.


-S 'Os j -


Vinho,-Xego l; u
U -IU' IFCS[+, :,:i

,
F,.o


iida4e.'
0 *0 f
Ti~tAe. imprea^ ,
SE1m -ca ,de Ad :infni
*Howi8^ej+l '' 'I,


'" V~id n tC iA M ^ ru4 4 '
Ailet~*bw AWftG. i rirw aoripB8p.
Bece ~betf ontem novo ~fuibaemmb
de lfzinhas de-iquadros miuflos e c6n-
tin9Bi a vmender a 20 rs. o eeviadb. Ca.
semira encarmrda mdito fiha, e litH o
percales, cretones e batistes duas c6.
res pya vestidoe .a 500 rs. o covado.

E.
400 rs. o cvado
Rua Duq-Ie de Cavias n. 43
Corram e venhbm ver
Popelinft.de 4Srha e seda, padres
inteiramente novas, uso actualmente
em Pariz, par t00 rs. o covado: d.o-se
armostras comn penhr. 0 1.3 da rua
Duq.ae de Caxias.
Camisas inglezas
Mi8 A 0 e. 365 0 duzia, na fragate aimatoa
sa buqu efde txift s n. 47.
tampo na ciade
Vende-se ma easa reformada de novo, cor
6 quartog sales, sot o ouijnelas, cozinha
fSra, estribana, cocheira, deposit d'agua,
banheire, quartos, tanque do lavagrem, jardim,
e grande qitea, em insm das melhores ruas
da Boa-Vista : para ir ver e tratar, A rua Nova
numrnero 13.
Folar de cores
a 500, ri. 0 covado
Rua do OittiMado n. 43
Rival dos barateipos
Folar de IA e seda, corn listras e aI-
vores. padres novos,. uso actualmente
em Paris, pelo modico' prego de 506
rs. o covado ; venham ver ou mandem
buscar as amostras. mediante qualquer
penhor: s6 ha no 4,3 da rua do Quei-
mado.


o BAIIATEILiO

E inimigo acerrimo con-
tra a carestia
Rua Primeiro de Marg0 n. 1
Cortes de alcace, cretone e oxford,
Sliqdos gostos, para 75, 126 e 15S.
Cretones francezes coin barra, gos-
tos inteiramente novidade, para 400 e
s 440 rs.
Granadine preta, para 600 rs. o co-
- vado.
D- Entremreios e tiras bordadas, para
1 800, 14 ate 3; a peea.
S Brarnante francez e inglez, fazenda
superior, para barato preco.
tinhos de qinadros, para vestido, a
S360 rs.
D AI cas de urma s6 cor e con, listras,
para50 e 6-46rs. ;. 4aproveitar.
Popelines 4de lifho e liiiho e seda,
r para 360, 500 e 600 rs.
Dilas de seda:a para 15400.
Fustoes alcochoados, para 700, 800
e 900 rs. o covado.
Punhos e eollarinhos para senhora.
a 18$500 e 25.
Gravatas para senhoras, a 1#, 1 #500,
25 e 28500.
Mariposas brancas e de cores, lindos
desenhos, paTa 400 e 500 rs.
Batistes, temos born sortimento,
lindos padres, cores lixas, para 260 e
280 rs.
Nansuk, que bello sortimento, que
lindas cores, para 360 e 400 rs.
Cambrala Victaria, pana 3500.
Toalhas lelpudas, para 65000.
Guardanapos para 3$600 a duzia.
Atoalhado adamascado para mesa, a
1 $500 a vara.
Colchas para camna a 35000, 65000 e
7o000.
Chitas miudinhas, cores fixas, para
280, 300 e 320 rs.
Ditas de. cores escuras, para 280,
300 e 320 rs. "
Oxford para camisa e vestido, para
280 rs. o covado.
Brim branco, exposioo, para 25000.
Gompleto sortimento de eamisas de
cretone, brancas, para todos os prepos.
Meias para homens e senhoras, para
Sbaratissiimes pregos.
Chales de casemira, para 55000 e
7100.
Ceroulas de [inho, fazenda superior,
para 35# a duzia.
Lencos de algoddo abainhados, para
1800 e 25000. .
Lencos de linho corn barra de c6r,
para 3 4S, 55 e 75.
Ditos chinezes para 15600 a duzia.
Madapoloes para baratissimos pre-
vos.
Cortes de casemira para cahlas, a
45500, 5$ e 8S.
Aldrn &eAtes awtigos que mienciona-
rb0s, o.ttros muitos que venderiaS Aor
baratos precos; nao temo.- em vista
grande lucro e irm facilitai a prompta
venda : as pessoas quo negociarem pa-
ra o matto encontrajao em nossa cast
born sortimento, seriedade e vantage
ja na e.colha, ja no desconto que da-
mos.
0 BAIIATEIRO
Rua Pritzeiro de Mai-9o n. 1
Agbgt1*hot SarLtou & C._-
FAZMI AS ATARIADAS
I mA HLOJA noGI 1titi^T
-A' RUA DA 1NfPEBATRIZ N. 54 A.-
oTern chitaS avariadas a 120, 160 e
200 ris o covado.


Peas corn 23 covados a 35000, 45000
e 5 000.
Apr,,'deilttn antes que se acabem.
PANNOS DE DAMAS-.
0


injpn6A(t; do dartioaco lavrado
coan franja a as approveitem poise
nrittWt6te aan pe kziiha, na lojao
do'Ba~rateir15s.
.V" A Tf m ^i8N) E, -WA '


* Vende-se urnaliuda trance deca&9o
l l r* i#A4a 94 .,


............ V- .


qua -


I


". ..adUE ".. "L,"




















A.do-ae o caM IM hol .-
do ies rptoi ma
T.utas er massa, branch, de ,sn&idi om-
*da#w=bo,varde0 peLa.
Iggt4 ioe latode 8 1., g Wes.
Thmodo ) rtQ, superior.
a" Shey.r
pacL Emni4aimau de ame'(usis.
CGfvta Jbrooa a prmtu, da jnwo cnhwidc1,
-pa Z, em caixa.s.
Vamiz. .am mob'*ias e


A armanoes
QuoreW enveraizar s uas wobIias
S.4S000 ? E' o custom de urm fiwrco
^ wernya, pe dM para euvyoriwar Uea
mobilia. Conserva seu briLho por es.
p 0P leaitnos. Os1rauc,.temnos ro-
io AArmaomira corao day,, wfel, a
4ftappf e .~ epor iWso pcdew 9mr
VENDE TS NARU NOVA N. 30.
YesewapelBasparanoivas
begeram linlas capellas e vtos de bionc4
4opda para aoivas a 6, 8 e 1Q05, 6 baraUisir
t.: na fragatl amazuonas, rpa Pnque do Ca-
ziasn. 47. L



Li issimas aptistas para yestiaow.
a 240 rs. o covado.
Variadissimd sortimento de, maripx
zas, a 400 rs. o dito,
-, Grande sortimeato de popelinas pare
vestid., a 400, 500 e 600 rs. o covyadc
Maripozas brancas, o que tern vindc
de mais gosto.
Riquissimo sortimnento 41. cret~pek
com desenhos inteiramnente novos.
Popelinas de seda pura, a 1#000,
I200 o covado.
Popelinas de seda branca para cas.
Monto, a 1 000 e 15200O o dito.
MadapolAo francez de duas largura*.
a 5000 e 5$500.
Cambraia trausparente para vestidos.
a 3+500 e 4-000 a pega.
Fustdo branco para vestidos e ves-
tuarios para meninos.
Bramante corn 41arguras, a 4500.A
vpra; d muito baratolI
Camisas bardadas para senhora, 4
35000 e 4#000 ; quepechiucha !
, Gorgorio de a1, 4 cores injd4as par..
Testidos, baratissimo.
Leques de madreperola finos, dese-
Oos riquissimos a 0ltO00.
Chitas : grande s rtimento 9 para tod
prego.
Temos un, coipleto sQo.rtmento de-
azendas, das quakes a maior parte nic
aiwwciamos, para nao enfadarmo.
Ss d gnos leitores, e de todas se 4&c.
.mostras e mandaa-se em casa daw
Exmas. families para melhor escolhe-
rem: na Fragata Aman nas
$7- Rua Duque de C.0as -
Attena;aio
Vende-se urma importapte xmachbina
pW cortar bolacha, en perfeito estado,
cow todos os jogos de cortadeiras: a tra-
t na rua Imperial n. 208-o04 no pateo
da Santa Cruz n. 1.
Potassa da Russia
A. mais nova do 4ercadp, e 091 barris pe-
' ^pienos : vendena Womingos Cruz .& G. na uA1
' .... vessa da Madre de Deus n. 1.


Yestidos bordados
a 10, t2j e 146
oja "Anmeirica, 4 rua do Cabuga n, 10;
6 quern vcnde por este pre~o,
4-" IlUA DO COMMERCIQ-24
Neste estabelecimento ve.ie..se '
vardadeiro e superior vinhl de Bom-
deaux, tanto em barrios comoa.em engar-
S rafado, e mais barato do.q em qual-
quer parte, por ser Receid dA '
propria. No mesmo estabelecimento
compra-se garrafas vasias que teniham
servido para vinlio de Bordeaux on
cognac.

20-

Pechincha em caisas
C4.aisae brancas, corn falbinho a
Sa duzia, urma 15800.
Witas de cretene, .o que ha ile m1lbor,
a 30 a duzi.a, iUa 500..
.Ditas francezaa, bmzacas, fjpais ele-
-n-s -""- n puaHlos e o1Ioa!r'mnbs, diver-
m gostos, Ilu-3w. ,*
Grande sortimento tamm -.da pu-
nhos e collarinhos.
..0 meosmo em meias e caulss, de
/.. meaor at0 o maior prepo, heom coIo
Mantas e gravatas. *
u + Atiga loja do Gulb IpV, vua
do Creapo n 20 7
Chapos paras
EleganfLes e primorosamente enfei ata-
4 p6os, acahami de chetar polo ultimo v
Saques eslao se verdendo poTr pre"Iftto
ailmmodo : na Fragara Amazonm, teaopque
do Caxias n 47.
VIUNDE'NSiE
Uns importanles liavaLorigpS inglezes,
f S de mogno corn tarnpos de Obdra, qua-'
S drados e triAngulares Vpara.qp_.ot de pa-
soR tom os ipparelhos.pra' bos, gosto
I modern, na travessa d0 1aiuez*'
i U fe n.012 A; casa do inA t e
g*- Lvuiz Moreira -&ai
Lagedo deoLisboa
I- .. : WWSpqi id pde Qwbs: ven&-"
I^l -. .'c.. "r .r ...e.


ILL,,!^ .

d-iai 0 .m .. ,
idn-
1010af sul^rl apoln seigbora.% du-
ZAift 6@ 1= .,. :
Brtm. lrfano a1eocfiawO mipei'-r .
3S &*5W a vara. ai baratmo.
-Coq(tes frisados doQ ultimo gostg a
54000. L, f
GCortes de Iinho bordado. a 124000.
Lipho bordado, Covado 00 rs.
Dito Iiso cora 4 pamos,eovado300-rs
Alpacas corn Ustras do seda, covado
W0 rs.
Chitas chine~as pra colkhas, covado
500 re.


Camistmas brancas para menino.ura
2 0 t0.
Cambraiap1isas de cores,m.etro 50Qrs
Algodo corn .5 palmos de largura,
.vara 400 rs..
SToalhas feipudas, moistruosas, parn
banho, a 28500.
Lindas mariposas, brancas e de co-
res, a 360 e. 400 rs. o coyado.
F116 preto tIom salpicos, vara 500 rs.
Tihiantloa prota de c6res, cova-
do 500 rs.
Esguilo amarello, corn dqas largu'as,
vara 15206.
Lindissimas mantas de sotim para
home, a 1$O0O e 1i200.
Casemiras de cores, finissimas para
costumes, covado 38500.
Especial flanella, azul para paletot,
covado 30000.
Damasco de 1I e seda, pelo diminu.]
to prepo de 3.'000 o covado.
Capas de borracha, prova d'aguta e no-
vidade a 248000.
Cortes de casernira de cores, lindos
desenhos, a 5O000 e 106000.
Carnisas de linhq para hornenti, o
que ha de superior, a 40$000, 505000
e 68000, a dwzia.
Ditas bordadas, urtia 65000.
Ditas de bonitas cretores, a 305000 e
408000 a duzia.
Cambraia preta fina, vara 640 rs.
Mantilhas A brasileira. a 5S500.
ROUPA FEITA
SE' tao bonito o siortimento deste ar.
tigo e por tao barato preco, que s6
corn a presenua do elegant cava!hei.
rp, se poderi mostrar a realidade.
VENDESE a taverna estabeleci-
da no quarto n. 1 da ribeira da B6a-
Vista, a qual e boa acquisiiao per de,
leader de peqneno capital, ser in'to
afreguezada e ew lugar do mniuta con-
curreucia: a tratar 4o largo da Alfan-



V Vinbl de Bordeaux
a 45000 por duzia de weias
garraas corn capas de palhx.
osia s sortidas de vinhos fi.
os '201000.
H. Ledebee, rism 4f Co.r-
mercio n. 17, 1.* andar.


Ciueato portland
Vefte os Jaos Jaia pAlves &Cp.v d dua do
Barho da Victoria n. 69.
Veade-se no esriptorio de Tho-
maz de AqWao Fopiicca & C., a rua
do Vigario n. 19
Cera em grume.
Cera em velas.
Cera de abelhas.
Cal de Lisboa.
(imonto'Portland.
Potassa d4* Rwsia.
Fie de aliodao da Bahia.
Algodao branco e de cor, da Bahia.
Genebra ingleza, Old. Tow.
Vynho do Peote ern caixas de urea
dnzia e em uncoretas e barris de
qujintb.


A. 20$ o mi heiro
de cartas de a b c e taboadais brochadas,
organisadas por J. A. de Castro Nu-
ae:- Yede-se ma Papelaia Cowper-
cial, A rua estreita do Rosario n. 12.
Veude-se
o engenho Conceigao, em Serinhlekn, nest
prvinoia, muito born d'ag*; podmdo eafse-
tar annualmuaete S4 pawa : pB b 6 -rele-
der, diqse a paga d~ 4A ot^ WSanto a 1 5
primeiro andar, .onde acbar4 cornm quem tratar
a resppito.
FUmo sOeeo
em rolos de mefia arroha ; verde-se na ruada
Madre de Deus a, 11.

-- LUVaS do pelica
R 4.E" franeez.
F iA' pIeto e -verde. '
IMALAS e bolsas 'ipara viagem.
VESTUARIO para criatna.
Vndelrn Amaral, Nabuco & C., rua
do Bario da Victearia p. 2.
Libras esterlmnas
Vende-se libras esterlinas na rua do
Bruin n. 96.
i Vende-se na cidade 0 8. Luiz, dp Mara-
nbao, uma fundio o completaIente aontada
corn machtrak, offlcinas, thatetaet e accesso-
rios tendentes ao b.trib ntO"pb
preoo muito azMvel: a timar na atm# oi.
dade eim FraCipto AnomWo dA Lima 0 Cj, e
para informaQges, em dasa dos Srt. Thomaz
de Aquino Forceca & C. '


Fazen4as e as
C .*.l ,
6-Buad ist 6


-Vend*^-se 1I4to
Vindq-se weis caa terres tpde
emMfih's etodba& pmpvno,i F4a. I nalla,'caiadas e pintadas*d:in*I|ji*
^4 wayJew; wt WIil a4ar
7;


L6" '
k' ,.< : .,, ,


043
dA ru Duque de ias
(AMtiga do Quwado)
Linho pardo para vestidos, a 10 rs,.
o cavado.
Organdis cowm istras de lI, a %5W0 a
Mpeca rmoderno.
Bretanha de linlo pu'o corn 30 mw-
tros, a 8S a pega.
Varas da mneswa, a 320 r1is 6 -P,
cliincha.
Mariposa branca, hox4ada, a4W00 rs,
o covado.
Baliatea finas, a 240 e 320 rs. o or
vado. "
SMariposas ai duquezo, a 400 rs. o co
iado.
SChita indipna, a 320 rsa. p bvado.
Brim pardo UO,r Aino, a 440vi, z9 S
vado.
PeNas de carmbria Victoria, finO, a

.peea.
Brim pardo tranoadg, a 400x- r O. O
vado.
Chitas escuras, a 240, ?0 Ae320 ra.
o covado.
Chalas de casewmira grega, padrda
especiaes, a P umD.
Casenmira preta, fina, a 41400o.eo
vado.
Caaisaw bordadas, finas, a, 34 $im
O "gai bordadp orn ilres,a5(X
rs. o covado.
Peca de algoddo a 3, e 3S500.
Peca de carnbraia Aranspareate, flna
a38500e 4$.
Folores de cores, 4o Ioe ea,pa-
draes ultimamewte chega4o, a 500 rs.
-o covado.
Cita escarlale, prmyia. para v,0ti-
dos e palonezas, a 320 rs. o.c6vado.
Alpaca preta, ina, 440 rs..0 -o*
vado,
Merin6 traaqdo,, cem 6 paLpmos de
largura, propri.-ar.a roupa de hopamen
e de senhoras, a 2S500 o cQvado.
,Se^im ". ,de todas as cores, a
5 o 6 .'co'-aI.b.
Toa.lins aslchoadasa. 4l4vzia.
Meias para, mnemnos e meninas,
3S a 4 a duzih
Ditas de toats paIr tMMns, aI4 a
duzia, *outros tiidtA artigos p.a bs-
tato preco, vende-se- e o iosm e a to-
talho .
RUA DO Qo*IMADO-,N4. |


Arma


zern e loja 4a.,' u 4
Fernai ""


Para p o es,.lll i
urn m ai.i -T* MI
grande toilette, assim co6 ,
Granadine d., : "" "

I a i sm. -t.r
Am& 's' ;""


Sortiaent*r:
,..~ m ;a^.i


1:~ai pal
tados *** o ^ }!.:-/',,, s *'^ u j -,+., if.:c
,*..+ w- .tdo.


b l4~iri.
.Ci. .. 1- J -.I -. A ,
Tr...'+e:_ A, -'. "T I&
ALMn -f"


jpgf.t


'^ "*~ ,*;'"^~pi n *, "Wtl^im'SB ^ '-..' .!*

o I "1 ," .
B 'no= O ws ML i e dAL--s-- we
Sh m 140W. f t ,. om y
bois ffoa, pm i trZ, 0o ewaduL,
dilbt.wM rs. o0 ea.o, ,
Etpajyes. doc~i, Dibios gosto, ^
440ir m pompOis. f. spweitma,
Lbzinhas escocezae, padraa'sswueO
pB ~ua lies At.qvs~
bowado, ato P. .o
Citi. escae, e. clams, paIm. Q
240.r. s. o ovado
Lmndiskm~a sMaposas, blmuca-.de
cOre., Usai, de d oM, abchamalotad e
aruadadas, pana 30, 300, 40, .t"
6M0 ,r o oo'wado.
Bamante de algodio, 4 larguras,
pa 15400 1e IS .
Dito doe m cMam dOi e 41 pIahos,
pare ae %we, am.
JAjAM Im, WO.I a .6 46r, prprios
par veat""k,, a IQ rs. oovado.
Gorgoroes de la, as mais lindas cces,
para 900 rs. o covado.
As mais. lindas popelines de sda pu
ra por 1 W o covado. -
Os mrais modernos gosto em. las es
curas, fingindo quadros, 80ra o. 0 c-.
vado,.. I
Elegant sortimento do gravaLas, e
ooants plra enhboras, e muitos artigos
do phantasia, que vendemos mruito ba-
rato.
Loja das 3 portas, antiga do
Qilhertame


desta provdca.
SENCOMMENDAS MandtM vr daEuropa qvaI
quer machinismo, responsabilisando-se pela sua
boa quaUdade;
COYCERTOS--Conmertam 'utalquer machinismo
e fazem contrato annual para tpdos os concertos
do engenbos; para esse tim teem a fabric bem
montada, corn grande e bom pessoal, e dirigida
por dous engenheiros
FRANVISCO CftWEIA DE MESQUITA k ARDOZO,
S (ha pouc) chegado da Inglaterra.)
4EW)RGE BRAIN (omfaimratico e antigo que aqui ha)
'RuaadoBr sqns,100a I04,
Deposito ru4 do Apollo no. 2 e 20B.


Atten ao
Popelims de 6d11, faznda de 25 a 100 para acaJa.
Ditas d trna 66 or imitaeao de gomj~uo a 14600.
Grosde M lese g orgurao preto de s4da, preos sem competerncia.
Setim tihaoao, -das as o6res.
Vdos 4 maiitlhas de fi[6 preto ,de da, pregoe rezumidos.
Fil6 de seda preto, brl.nco e de linho corn salpicos e liso.
Bombazinas, merm6s, alpacas, canto, princeta e la lisa para vostidos,
S J.pacas de oeres para vestidos, manifico sortdmento.
iaptitas miudinhos, finas, lindois padrOes e cores fixas a 240 irs.
Ma*bea. brancas e de c4res, eretpues e chitas, bom sortimento para
as prepos.
Sato bracas a 2M000, 4 peehinchl, aproveitem.
Pegfttorfetd coat ]ifa berlados 445 0. I. barato.
Purihds e ceMif4nhos para senhwas, enfeitadoB de foda, 6 novidade.
SWos de fil6 paua ehaos ofesalpicos domrdoste,9ratados.
Gravatas para senhoems e para hemens, eqplendieuop-tiemto.
SMeias -de co,*i'e brawasL para senoias, homes e iminm.
T-
Canisas de mei esgoalidahdes e pre7s.
tamb ,cad ...l ,oi s e o.nado. .br4ados.
tape&to&e Secilj& 4tratani.o. eg iDo bramnante d i 4 larguras.
Cf~em r "sye e eb -oa % eottes. 1
uur' -iu e df.i- cfp. KieS d la.
"5 at.4m doJ^ &ri* i '** ^^ **
"'A. 4-,ldes t Iia Victoiria
Oni ^on Ift I t W %es, nunca vistos a
as 9 e
.SB~ i-~ l i~i~l? CT l~r--,.,iH,'g~f r *o._


eto..


todob
6


Lje p as oi, s, +-.+,+mi as+i ^ at
08 p :.h1M( l

Leque apretos to.

ha'. -' .-
PA MO.






,, v '^ -+.l...:.esco. ula, ., u,8a-
01e)ar, e. ak ..mpor co 1 k..







." ,7^^ IStB~*'w-t*^^^BRK~^ : N L p.,,+2ifl,.. wr,_' 1 *.sp O t'- -, r~
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1w.1
+';pe m 5" t rge ait Pl o

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143eM a -olt miv. %4wl dX&e d Verem, p oic

501$d sorer <, iacbUoa$ fe~rrapmis qu6
tsi m 4w p.4fpo*, tudo 4a neUior 4puafidadem o

Wndo vende a po ou ad eiro, com des
ito, e a preos resmidos.
SMAGRiS a k tiro de 4, 6, 8 e 10
4 as lboreb ue aqme tem* vdno.
i* NfA 1S rte alUs, obra superior, imp-
!S ,maintast u' U x ei om net es.
FOQLS, panU ^sst0 p A~anisadaL
,0DAS tAiUA fortes e bern aabadas.
RODAS DENTAWAS de t0dosostamtios e qua-
Udades.
TdCASH BATIDAS e fundidas.i"

AEIAOSA & de toias s, qualidades.
MOINMOS para mandioca.
FIRNO.S para torra'r farina, e
TOM!$AS AS FEIRAGENS precisas a airicultura


dita.
Ditos finos de cores, a a dila..
Dito pardo, lisaa 460 rs. o covado;
e barato.
Ditos angolas, a 440 rs. o dito; apo,
veitem. ,
Lindas colehas pfwa cama, a 4, 4g.
Toalhas felpudas a 56500 a Juzia.,
Lenaos abainha&os, em lindas ejiias,
a 1 #800.
E' o 59, a rua Duque de Caxiaiqlop
de Carneiro da Cunha & G.

Fazeiias brancas
BARATAS
Na nova loja dp Pavyo ara# Al-
que de Caxias vYndem-so pej,*Isb
madapolio inglez, faWenda wuitob4%.A
3500e 4$000. ,
. Ditasde dito fxqanco, agenda mmto*
encoviada, a 4iv, WA 0 e P
Ditas de dito enfestado coni .t-
das, a 3000 e 310. .
ALGOP (&)NlOS
4Pe5 de algofiaozin o de uIIUjtp
qualidade, a2500 e 3000.
Pitas dp djo *04Uq ewcoradJ,' a
34$0 e 4S006.
Das ade dito, mi4lo largo, mlarcO ,
a 41500 e58000.
INFESTADOS
Atgoddo francez, inlestado para lei-
s4es. de umrn 6 panno, sendo n1.ito
eucorpadp, va, a 1000oo. -
Dito trancad.o, corn a wesma lartt,
11280. .
I yo AU T& kuni.4


Bramante de algodio, corn 9-asfns
de largura, para lenioes, vara a .l.1
Dito de linho, fazenda, muito -qipe-
inor, corn 4 larguras, vara, a 3S000
Cretone francez, corn 11 pmhnos de
largura, para lenqe de um s6 pan'a,
vara a 1600.
ANADENES PARA VESTIDOS
.a 500 rs. b covado I
Na nova loja flo Pavao a rua Due
6 Caxas. v'iBet dorlo iouqr.
nas anad[ lz.. q pio linho, para
veslidos de S .r hftVs Tnais lin&s
c6res, a 500 rs. o dovado, assim come
.mr~ .I=i tin. a 400 e 449' rs:
V _kv3t e nb tes kleitua eborm.to-
tos a 280 rs. o cq do; isto na rua do
Queimado"n. 5. d


Gravatinhas e mantas
Na nova WOJa udWS'P veyi'e-se urn
grande sortime-to ^W talais modernma
gravatinhas a AMti*1a senhoras, a9
sirm ,oO -u0m $EP4 soortimen o ne '
_ws modernU. o.,os corn go0 hlas
brda.as e ca~ji4 com Es. 0
gtitade sortim6io lequ i
Vendo tuMo por .p n muito' A;
isto 4 rua do ueiia ri, '
'CO--ADeO' fcJ..
pa~ra -^ c'Ch" "' '
a34)0, $8O$fJO
hi.hovaky6a$o ^ayap a ru
4ea as, mLe-e, ~
-rnei).pde lon bsprFnadgs yora
proprios para caa janellas, iS'
vendei de 7JO&W,.l 03000 QB*l
Scortmados 70Q ,'' 1011
.ioat-has &up torn
a imtacao e e.'. poe
aina\e noivos, que en k .
Uada i.a, nar +
^ l^*l<^'^ B'ytSlTu-< i~sc ,-
'4rnETO.
nrova w a.1V 0
i C3axan. 5'5 s
x ,f 00
te&--
a ha SO^ iM^^^


:'P.l


, S


r-


i!o;wt^
Maio bado dao'
gaintes padrtes






Admirem Adirem I '
Finas nansaks par!qe'tidoa. b,
xas', a 260 rs. o cdoil-t ,,-.
T om seRortimeato de' eA t "
a 360 e 400 rs. 1 .
Mariposas e flores do pririo, 141l
e40rs. 4 0.m
41hitas flnissirnas, claras e escuna
240 e 260 rs.
Ppelines, o que ha de mais ,
a 3(20 e 4@^rs. ..+'r^
Ditas de linho e soda, sot4r1"i
serm competeacia ,490 e 5(.Ai? a
ellas, .
Ditas de seda putta, de 45 |S-M i f-
mos a 800 e 900'rs. ; aroveit. '
--Gorgorio de sedan, pgeTo, o nb
que tern -vindo, a estar !
toando. "
Graosdemaples a 2(W" 4 .
peetitiche. '
Setins de twatas cores, Incwf- e
Bismarks. a 1804; d Macaio.
Outros tecides inteiramente
novos
Turquezas de wma's6 c6r, fazeait
de gosto, a 800 rs. o covado ; 4 beo
verem .. .. 1 '#
Mariposas de linho puro, fazeudl
ainda nao vista, a 641) rs. o dito.
Gorgoroes de l, cores lisas, a
rs. o dito. k
Soda de quadres, a 800 rs. o dio.
Aipacas lavradas, para todos 06 pro


vos-
Cortes de vestidos arrendados, a 6,
Temos tanibem inuito born atoallra-
do adamascado para mesa, a 4 b00 a
vara.
Pannos para dita, de todas as qua.
Hidades. : .
flBram'inte corn 10 palrnos de largus,
a 41400 a vara, e todo de linho, a*
2200 a dita.a*
Brins de linho. branco, a 1'Ia0 a


12^


I

















Et wo de uiaS *ilara de pria
ci .... iplQs, e: z de' remtediar
tao sas e de estabelecef
amia iva ,lgva Ao para as' sociedades
anonyras, e. projecto traz apenas a
utlion e maf id&a de accordo amiga-
v1 &0le iptiorta fazer urma reformna
qt-|ot p~de ser aceita por nao satis-
f&Un.
1H is sd de jsenvolver laigamentc
est ePto, diz que o project 6 insus-
t eleeigoso. E' urn cavallo de
ffa*| Aect bojo nao sabe o que
aseja que se altere a lei cormmer-
eial mas para que se inelhore. Fal.
laIrtocomrno quem tern coahecimrnento
pr** do dire)to, nao consentira comno
tai s nao consentira a camera a dop-
.. projecto tal como se acha.
rpelle in limine o accord ami-
ga oncedel-o-ha, was. de modo
que s garantam os interesses dos ac-
cionistas e dos credores. Aceital-o-ha
com9 meio del liquidagdo, mas coxn.
todii as cautelas.
SExijum-se poyi1e,1cias previas, que
S f '^^0preced4 t apreseatAVAo
C bop nos, que haja reunion de ere-
doteg antes da resqlugao, que haja a
intervengio do juiz ei urna reuniAo de
credores, quie emfim haja consciencia
prdvia de todos por meio de annuncios
para que se regulern todos os interes-
sos e se evitem todas as coalisoe. Mas
.ncordo de sociedades anonymrnas auto-
risado por terceiros, accordo cornmei-
cial coin credores nao rieconhecidos,
acc6rdo produzindo seas effeitos sein
intervencao do juiz, acc6rdo que deve
s;r forCosamente hotinologado semr pu-
blicidade, sern sciencia do. credores
item dos accionistas, tudo isso poderai
.crvir, inas esta abaixo da nossa civili-
aa,.o.
E' urgente a reform que suppra as
lacunas que existern na lei. Esti promp-
to a concoirer para ella corn o seu es-
forgo. Quer, porem, que a reform se
t'aa de confornidade corn os principios
reformadores da material. Quer a f6rma
Por these e naio por hypothese; para a
tniversalidade dos casos presents e
futures e nao para os que possamn oc-
correr em urn future proximo.
Nao quer desvirtiar a intencio dos
autores do project. Mas, entire elle e
a lei que existe nao hesita Conserve-
seoa lei, jA que se nto p6de reformar
deacc6rdo corn tio importantes interes-
ies.
0. project nao p6de, nio deve, nao
ha de- passar corn a collaborago da
caibara, do senado e do poder modera-
ior. Elle estA abaixo de nossa educa-
(;,ao, de nossos costuinme.
0 governor nao o p6&e querer. P6de
desejar, crC mesmo que, deseja que
neste ponto se reform a lei, mas elle
,tao p6de pelo seu proprio credit dei-
xar de acautelar tao preciosos interes-
tis. Elle nao p6de, portante, patroci-
nsr o project.
Concluindo, assegura aos autores do
projecto qiie nao teve intenacie of.-
fender a sua susceptibililade, pedindo-
Ihes que nao tomem como otiensa as
iuas palavras. Nao p6cia deixar de di.,
zer o que sentia, e o que senate 6 o que
eoxpiz.
06 Sr. Almeida Pereira declara
'jue produzio em seu espirito dolorosa
impressa1o o discurso corn que o nobre
deputado pelo Rio de Janeiro iniciou-o
prosente debate.
Quando aquelle deputado surge no
rocinto, que 6, em sua phrase philoso-
phica, a officina da inertia, ha sempre


urea causa extraordinaria -que o impel-
le, ha sempre um clamor do paiz que
o) chaMa, ou algumn abuso revoltanite
a ser reprimido e severamente protli-
gado.
SMas o genio superior e como o con-
dor. Quaindo desce das elevadas regioes
em que paira, aos values em que pullu-
lam as mediocridades, irrita-se, enfa-
da-se, incommoda-se.
E fatalidade quiz que o nobre pre-
saidente tivesse dado para ordern do dia


CeIw imn : ^ .... ,1^,
0 q ue'succedeu eranatural. fale 1a
reconheceu nierecimento algum tio p
Sject) subnettido cowsideraao U a-
5nahi. miiea 4* -
r Examinando por todas as faces visi-
Sveis e invisiveis, proligoa-o cornm sve-
i ri.adep, condemnii -o corto a consa-
gracao do reaxaiaoito o,.- principlos
i conservdori'em assumptos de ordemin,
Scomo uina taboa 4e salvagio atirlda a
algumn naufrqgo perdi'do, a devi4otes
insoluveis, a banqueiros falli'dos, cornm
Santithese de tudo quanto consignam
Ssobre sernelhante assumpto as legisla-
Oes dos povos mais adiantados, coImb
um briap6 trazido ao seo da camara
para a eritreter e desviar-lhe a attengdo
de objects de interesse e utilidade pu-
blica, einfim como mneio de amorte-
cer ainda mais o espirito da associa-
gao.
Nao podia ser mais several a sentea-
Qa. Nao podiam ser mais concludenates
os golpes vibradOs polo herculeo atWle'-
ta coin a sua pesada clava-sob`6 o mi-
seror eeto: Etle esta condemnado e
rinIrlo. E assim os seus autores, e os
memI)ros4< commnisseo que deram p-
recer para que etttrase as ordem dta
trabalhos, e os membros do g pWete
que naturalmente foram ouvidose o
Sr. president que o deu para ordemn
do dia, todos devern estar confuses e
cobertos de pejo em vista de seus ter-
mos tlo fulminantes, tao peremptorios
e tao habilmente motivados.
Passmndo depois a considerar os altos
meritos daquelle orador, diz que foi
corn surpieza que vio descer ao argu-
miento do odio para comnbater o projec-
to, assignado For dous colleges que
sempre fizeram justiga aos seus talen-
tos, que nunca crearam o menor em-
baraCo ,d sua carreira, e que pelo con-
trario tern concorrido para o aiimar a
nella proseguir.
Talvez que dominado por sua imagi-
nagao, S. Exe. se esquecesse das boas
praticas do deferencia que.6 costume
guardar entreos membros da camera.
E na<) se diga que salvou as intengoes
dos autores do project quando supp z
que elle veio servir a interesses indivi-
duaes. Conhece perfeitamente o sys-
tema de accommetter o adversario e fa-
zer-lhe depois a cortezia; mas rude,
6 home do campo, e nab podo'ainda
perceber as philagranas desse system.
Julga que seria menos irtitante para
S. Exc. em vez do conto da dama russa
tivesse referido o ap6logo do an6iAo ex-
pirante que reunion os filhos, e, dando-
Ihes um feixe de varas atado per um
s6 laco, Ihes ordenou que o quebras-
sem, e, nio podendo elles conseguir,
Ih'o tomara das nmars e, desligando-o,
quebrara as varas unia por uma, fazen-
do-lhes assign ver comno moralidade do
conto de que poder era a uniso da for-
ga ou a forga da unieo.
Corn o conto da dama niuca obteve
os applausos estrepitosos dos seus ad-
versarios, rmas corn e-te apologo tel-a-
hia obtido Ieaes e sinceros dos seus
correligionarios.
Quando o seoi amigo deputadopor S.
Paulo o convidara a assigaar o project,
dec[arou-lhe que incommnodos de espi-
rite e a consciencia de quo nao 6 espe-
cialista na materia, o arredava de pres-
tar a sua assignatura corn a clausula de
defender o project. Estava entLo lon-
ge do vir tomar part no debate. Fel-o
pordm obrigado por um dover de hon-
ra. Nao era possivel que ele e o seu
amigo deixassem correr em silencio al-


gumas proposigdes cheias de fel enun-
ciadas por' aquelle deputado, embora
perfumadas corn -s flores forrnosas da
sua eloquencia.
Desejaria que S. Exc. estivesse pre-
sente para que, perante a camera, pe-
rante o paiz, dissesse a que devedor, a
que banqueiro fallido suppunha que .o
pro*cto tivera em vista favorecer. De-
soejaria ainda que dissess.3 que principio
da escola conservadora emi material de
credit ficara prejudicado pelo project.
Nao bastam essas proposices sem
urna demonstraao cabial. Nunca se
deve procurar attribuir a intengdo dos
:._:


FOLHETIM com effeito, o autor p6de .dize-lo,
porque o sabe. D. Diogo que, segun-
do Yuzuf dissera andava livremente
S FI Q D OFrI par aquelle lado do akacaar subterea-
iLmOS DO J NFIi neo, chegara pouco antes d'aqella
P"BR revelagAo e escutara e sabia de sLebn-
FERNANDEZ I GONZALEZ cia certa que D. Elvira' sua esposa the
VOLUME II manchara a honra. .
.Isto fazia-lhe a almna negra, emedi-.:
PRIMRiA PARTE tando uma cruel vinanga que anciosa-
OS AOPAS DE YAYE mente desejava reatisar, es,4r0va o.
iContinuaoo do n. 238) cavallo. ,
CAPITULO XV Pela sua part o capitaRd o
CAPIcomprehendeu que lizora da
D E COMO 0 CAPITrXo ATtAIoou TODOS de Cordova 'im formidavel .,
Ao mceio dia galopavam em direcC-H resolve desfazer-se d'elle qu
a Granada, pela estvada das Alpujarras,. tes. Cmo 6s n6ssos leitores sa
H. tDiogo de Valor, seu irm-ao D. Fer- Sedeno era o depositario da
eando, a o capitao Sedeno. a qual Miguel Lopez .
Ao mesmo tempo, por todas as ve- go a ontregar-lhe a irmtvii|
redas e barrancos da montanha, cami- suidor do annel por meia !,
ahavam monies, levando as differences deno devia entregar esoa Ii
talas ordens de Yazuf para que reu- lh'a podisse, naQ tivea tik in'
nissem as taifas e marchassem em di- contrary uma pssoa de con0 a
recoao a Granada, A qual deviam cho- quem desseaincumbencia, poisque
gar na noite seguinte pelos atalhos da se podia apresentar diant. de Se o,
Sena. ~senao para o mater, o queolhe ettva
Quanto aos tires caval eiros, fosse por prohibido polo juramenlo que fizera
jrutdencia ou por outro motive, nAo perante o emir Yuzuf, juramnento que
Sproferiram uma s6 palavra durante o emir lhe exigira a troco doliberiide
Scanainho a respeito da rebelliAio, nero no carcere de Andarax.
Wataram senior de cousas indifferentes. Aquaella carta estava p6is em powder
D. Diogo de Valor, esse, nemn uma de Sedeno.
palavra disse que podesse indicar ter, Polo que se ve, todos aquelles per-
"w flera a Yuzuf a respeito dos amores de tavamn-se corn urma f6 digna de ban-
:S mulher coin Yaye. didos.
.: edenp que era em extreme pers- Miguel Lopez, D. Diogo de Valor e
ipaz, pelo aspect sombrio de D. Dio- o capitao estropeado eramn tes infa-
g, pela impaciencia corn que elle es- mres.
preava o cavallo, e principainmepte Como picavam rruito as cavallos e
ta sua tenaz reserve a respeito de tu- os mudavarni a mniudo, chegaram n'a-
- quanto Uanla riao corn Yaye e quella mnesma noite a Granada antes
*M oa oo d r Oe eapitio desco- de se fecharem as portas.
uancbe emn suaq[ M.amntos Ante da cho a%.


mais pt t^W1k
semupre no'-lrVa =is nac
6 a primeira vez pie oave 'fa allu-
sees qne naf 6 p*a Ierto .oespirito
*mu ) efisp&az ana comprehimder.
Ha um brlileiro distincto quetaroda
da fortune agarrou e esmrnagou, brasilei-
'ro que fez sertiQos importantes aoWpaiz,
que infciou os seus melhlorameatos ma-
tmeriaes e que hoje no infortuaio pareee
ser ludibrido de todos. Sera a allusao
dir igida a esse banqueiro?
0 prjecto nao. trata de individuos,
trata de estabeeer direitos em be.e-
hicio dos credores: Onde esta o dlitito
concedido aos davedores? O u atow
alliviados da fllencia sao os mesams
que extra-Qfliialnmeate podpm entrqg!
os seams c-pitaes aos credores. '
OAP ct s6 teo por fim rear a li-
qui 5o ami-igovel dei accordo corn os
creddres. 0 "mais que pertence a liqui-
datcao judicial ou forcada esta regultado
pela legislago. 0 qme se prwara e
dar umrn meio aos credoee,, (que'muitas
vezes veem os sens interesses p'rejudi,
ados per uma liqui4ala judkiciaLe for-
.ada." -.
Nao stpp5e que o project seja per-
feito. CrA6 meskto que precise te 'al-
gumas emendas. Hana camera jurls-
qonsultos peritos, na material, que natu-
ral nefteoWfferecerbo emendas modili-
cando a idda de modo que a lei possa
vir a ser garantia de interezses n4o s6
dos credores como da sociedade em
geral. :
Se em 1864 houvesse lei semelhanto,
os interesses da provincial do Rio deJa-
neiro nao seriam sacrififados come o
forarnm ; e, se em 1875 a houvesse, tal-
vez o Estado nao tivesse necessidade
de tirar do thesonuro 25,000:000# para
proteger as sociedades anonymas.
Nao entrard na analyse minuciosa do
project. A primeira discussao, ver-
sando sobre a sua utilidade, no ceOm-
porta umrn debate tao circumstanciado.
Poderia terminar aqui as suas obser-
vagses, mas pergunta ainda ao Sr. de-
putado pelo Rio de Janeiro como e que
assignou o parecer da commission espe-
cial que tern em mo e em que se con-
signa a mesa idda do project. Nao se
comprehend que o project seja sem
horizontes quando ve que umn talonto tlao
superior consignou corn o sen voto id6a
semelhante.
Conclue pedindo desculpa i camera de
ter occupado asuaattendo, mas nao to-
maria a poqigao quA assumiose nio tives-
se sido tao injustarneate. provocado por
umn deputado a quem sempre prestara
a maior considerable.
-0 Sr. Andrade Figueira preten-
dia votar contra o project, aguardando
a 2.a discussao para exprimnir o sou
voto a respeito da idea capital nelle ini-
ciada. Em vista, pordn, do debate que
sp m suscitado, aproveitara b ernsejo
)ara anticipar as suas observac.bes, tan-
to mais que 6 possivel que etle nao
passe da 1.a discussao.
bre a. utidaef p f.rt p|e o p-
de ser entao en Ter, tais, de
o cons derar sol js to de vista-
utilidade geral--.e abster-se-ha de ana-
lysar o merito das diuposicoes espe-
ciaes.
Discorda inteiramente da opiniao dos
que entendem quo o project 6 espe-
cialinente destinado a soetorrer os ban-
cos e casds bancarijM da(erte, que
acei tar am mnoratormia p 'acencessaio
de 1875 como medida deisada a sal-.
vaguardar interesses pruramite indivi-


auaes.
Resolvido a votar contra 6 project,
reconhece todavia o direito qua l"
essas casas baucarias, credores e 0 -
nres, de recorrerem ao corpo-legidv6,
solicitando providencias pat* caso de
nao poderem cumprir a sua moratoria.
Reconhece tambem que 0,qorpo le-
gislative tern o imperioso 4i' de at-
tender a essas supplicas, consider
qualquer project tendente a renmediar
o mesmo mal.
SPor issoanao vd interesse individualem


Eram V v Marias.
Sedeno tomou pela praC de Bibar-
ranbia, pelo Zacatin e Piata Nova,
subio pela encosta dos GCv eres, do-
pois outra mruitissimo lingreme, e
c port do ittizo da Alhambra.
i.A uw peio ui an rgentissi-
'Qa ao capitio I ne ian'ruez de
Mondejar.
SSeden. foi ckcud lcac.ar e a


$ r i.i'o, eCT s d ervir,
%Jyr(va~iit pOo( iso, .aesentM-esW a. UB. Luiz
,aur-ta4w 4,, Aeno(1 aPO-%
roar 4s a~c~famias co nsiiotas
0 ciapi neral om
altivo despro ncom q Q avalheiro
recebe certa casmA d l
NMI ific L 10', ornBqde
o marque di Mooa&' olhava ,ra
Sedtao, s^|'~abflfi Je ao Anwlaof
tempo Uri s Yuzuf entire
os christaos, e ra- o ocapitao general
entre os varies.
0 markizl deixou-o tlr em p6; e
depois de o olhar de. W',a' baixo, dis-
se-te : .. -
-,-Palo qu o V ,acawis de fazer
ama viaetmi ? +


NP 0AO portanr, que o project
se6114' so e 8 tLer pracrado fazer acre-
i ditar urna taboa de salvagao para inte-
n reasses, p net6 individuals.
Tamnbemni o oncorda em que o pro-
jwto, seja uma aberragao do principio
eonservador na arte de legislar. Proces-
Sso revolucionario foi aquelle de que o
Snosso governor lancou mndo em 1864 re-
vogando lois, suspendendo pagamentos
e adoptando as medidas de quP a cama-
Sra tern inteiro conhecimento. E' esse o
i processo revolucionario em contraposi-
gao ao process conservador que o pro-
jecto inicia.
SO merit da media proposta esta su-
jeito A discassao.. E' insuspeito, porque
jai declarou que elle nao merece a sua
approvagio, nabo o julgando sequer de
Sutilidade geral. Mas o meio empregado
'6 profundamente conservador.,
0 project resime-se a alliviar as ca-
Ssa .que fizeram moratoria em 1875, e
outras que-. se possAo achar em identi-
cas circumnstancias do process actual
de fallercias, podendo a liquidaao fa-
zer-se por concordata amigavel corn os
credores. Em substancia o project nao
significa outra cousa, ernbora encerre
outras disposicoes accessoriau. Elle, po-
rem, nao ataca principio algumconser-
vador.
Foi o Sr. deputado que iniciou o de-
bate, o primeiro a reconhecer que em
relaiao a bancos e associates anony-
Smas era o project inutil, pois nada
i adiantoa actual legislagio.
I Desenvolvendu estas idWas e fazendo
alguns reparos sobre o mesrno discur-
so do Sr. deputado pelo Rio de Janeiro,
Spassaa resumir as razdes em que se
funda para votar contra o project por
inutil.
0 project parece tender a dar reme-
L dioaos estabelecimentos bancarios que
celebraram moratoria em 1875 e foram
tires os bancos allemo e nriacional e a
casa bancaria Maua & C.
Obtiveram estes estabeleciment s mo-
ra-orias por tires annos. Os bancos na-
cional e allemno conseguiram adi: ntar
as suas liquidagoes de modo que atd
maio proximo ha esperanra que os te-
nham terminado.
Emquanrrto ao banco allemr*.nao ha
duvida que ella e. tarA coneluida. Em-
quanto ao banco national ultimar-se
hia se os accionistas realisassem uma
entrada de capital.
Este banco s6 requereu moratoria,
porque os seus accionistas nao quize-
ram fazer o sacrificio de realisaremin as
suas entradas, alias elle teria atid re-
sistido'A crises. E se atd hoje-tem con-
seguidlo adiantar a sua liquidap-o, ao
terminal a moratoria ser-lhe-ha facil,
corn unia s6 entrada evitar a fallencia
e fazer continuar o estabelecimento.
Se nao quizeramr fazer um sacrificio
pequeno, para salvaguardar interesses
maximos, naio dove o corpo legislative
concorrer-para caprichos dessa ordem,
para isso jamais concorrera corn seu
vota.
Resta a casa Maua & C. Ella nao 6,
seg~undo lhe consta, ura' verdadeira
banqueiro pessoal e solidariatnente res-
ponsavel corn today a sua fortuna pelas
transaccoes que ella fazia. Pela sua
parte, vivendo nesta praca ha largos
annos, exercendo a profissao de advo-
gado, tendo-se visto nessa qualidade
envolvido em questoes judiciarias te
diversos estabelecimentos de credit,
nao. corhece commanditario algum da-
quella casa, sabendo s6 que 6 seu res-
ponsavel e chefe o Sr. Visconde de


Maud.
Ated Ihe consta que o contrato e irre-
gular, pois nao contdm o nome de um
so commanditario, naio valendo assim
como contrato social.
Seja pordrn assim ou nao ; seja a casa
considerada como individual ou como
sociedade commanditaria, em ambas
as hypotheses ella nao carece dessa
providencia, por isso que s6 o seu
chefe o S-. Vis :onde do Maua tern de
ser ouvido para fazer propostas e con-
sultas aos seus credores. -$
Dir-se-ha que ha a massa de credores


esse alcagar 6 subterraneo, e que esti
situado a uma meia legua da villa de
Cadiar. Nao pude ainda dar d vossa
exce lencia noticias mais eertas, porque
sempre, ,ao chegar aos pinhaes, me
sahem ao encogntro os monies e n'.e
vendam os olhos.
--Seblhr Alvaro de Sedeno, disse
o rtamqmt-fitaido-o, desde o dia em
que me oiei estes os vossos servings
em d&et d41-rei, da religion e da pa.
tria, d4Iv4 fantos meios podieis ne-
cessit etterminardes lsses ban-
didos. aksa companhia de arcabu.
z 1a0ir dwente maMs brava e aguer-
ridoa x es n" stade.
'om-s tbn soe-vos
i4 ie ma' gentle, e

-ab zatitia-Ibe no ulti-
*tl 'Anne -l|m: t ..da nas
Alpujarteu ;o; .1|diel-fei nosso
senior, sle p6de IN& mais do que te-
nro feito?
Z,#ue n&o tendes- feito nada, tor-
noa Iez fitando-o mats profun-
dan"P d",a 6 qua, apezar dos
o aps, ja gente de guerra qae
ternatravessaido a minontanha tern sido
tacda eposta em debandada, ficando
mortos entire as brenhas osmelhores
capitdai*4s te ros. Niugmern logra
ver*-, monfios ; s6 se conhece a
suw Iem "pela desTruiao, saque
Wem i-p.ei xam
e incendt0' qe^deixam ap6s si, e corn
Cubdo, v4s contA ei-los e tratais corn
etles. Esta consiAeragao fez-me pen-
sar em vos pedir 4is expHicaoes, e
atd em preceder comn rigor At repeito
da vossa pessoa.
Dlstonfia vossa exellencia 'd
mim ? perguntou Sedeno corn aprumo.
NIo d quo desconfie, mas a
lealdade q.oe dw o a el-rei, obriga-me a
&Nenhurn dos
aoo4s Alpu-
to- m; a k~t m n d


a ouvir. Ac"a n..o tern por na ..ao estr.t. ...
*practa do Rioelan a teliaei cm-0aorn da
merciaes dos outros dous estabeleci- I0 projI t- nroI se refere somento a
Smentos. Setinhaum circulomaislato casas, banais que estio no caso d
de transacgees era pelas suas filiaes em mnerecer qsse accord cornm os credore,
outras prOvincias, vindo d'ahi a chegar Elle entende com interesses do futm.o
o total das suas transacqoes ao ponto de porque outra-as casas bancarias podep
igualar as do Banco do Brasil. estar em condigdes de aproveitar despa
0 favor do project s6 p6de por con- providencia. 0 project nao-6 por-
sequencia consistir- em relago Ls dili- tanto restrict, 6 uma media geral.
gehticias preliminares qte o codigo exige Diverge da opiniao de S. Exc. quando-
para habilitar o devedor fallido a offe- nao admitted a concordata amigavel.
cer aos credores uma proposta de con- Entende que o credor 6 o melhor julz
cordata. Em ultima analyse, o projec- de seus interesses. Se elle entender
to nio tern outravantagem mais do que que o devedor por umna concordata o
alliviar o chefe da casa dessas diligen- p6de salvar de prejuizos, porque ha de
cias. a lei obrigar a um process dispendioso,
Mostrwndo o que seja concordata ami- edemorado?
gavel, diz que jamais darr o seu voto Depois de muitas consideragoes so-
para quoe ella se naturalise centre n6s. bre este ponto, diz que, nao admittindo
Nos paizes em que tern sido adoptada o codigo a concoidata amigavel mesmo
tem.se prestado a abuses contra os por unanimidade, entende que deve
quaes &minentes jurisconsultos noe haver lei para que ella seja admissivel.
teem deixado de reclamar. E entire E'neste sentido que o project acautela
nos os dpcretos de 1864 fizeram A praga os interesses dos credores. Que vanta-
do Rio de Janeiro os males que todos gem ha para estes que haja um proces-
conhecem, s6 porque adoptaram a con- so de fallencia em que o f6'o absorva
cordata amigavel. p m -grande part da arrecadia-o emn custas
Nao p6de, pois, por urea razao jur- e que o negocio sofira transtorno em
dica dar o -seu voto A concordata ami- liquidaao posterior? A concordata,
gavel. J. 6 uma violencia que a lei posterior ao process de fallencia tern
faz A liberdade individual forgar o c.ida- arruinado muitas massas.
ddo a aceitar em questoes de dinheiro Os que sustentamn essa theoria de-
o voto da maioria. I ,viam sustentar outro principio-- "'
O direito inglez tern resistido sempre para.o do process crimiaaeda liqui-
a esta innovayao, e o direito portuguez, dagao. Se,,-4SoI)jecto de uama emen-
que vigorous entire n6s atd 1850, tam- da Pa 2- discussAo.
bem ndo reconhecia na maioria dos 0 (im do project nao foi senaot evi-
credores o direito de imp6r concordatas tar o transtorno que ha na delonga do
A minoria. process criminal de fallencia. Oscrp-
Concorda, entretanto, que o legisla- does nio devem estar collocados sob a
dor, attendando 4 magnitude (1dos inte- tutela do juiz em prejuizo de seus inte-
resses cormmerciaes e is vezes de or- resses.
dem public, fizesse uma derogaao a o orador e advogado, e no seu f6ro
esse principio, adoptando a concordata tern visto massas tallidas absorvidas
judicial obrigatoria para a minimria. E' pelas custas do process.
uma violencia que s6 p6de justificar-se Tratando do numero dos credores se
pela condigdo imprescindivel de pro- dove ser a unanimidade ou os dous
var o devedor fallido a mais perfeita tergos, diz que este ultimo principle
boa M. estA admitfido e.n nossa legislag-io para
Se se der ao fallido o direito de obri- s admittido em nossa legislao paa
,concordatas, moratorias, etc.
gar os credores, embora em minoria, a O project ndo consigna maioria, e a
receberem a lei que elle quizer, ter-se- razao e simrnples, ( porque a maioria nao
ha morto o credit commercial. No p6de representar interesse maiorqueo
ha abuso quesemelhantelegislaAo ndo represenlado polos dons tercos de cre-
autorise, como suc.edeu erm 1864. does. Para que se ha de' solicitor o
Resumindo as suas observagdes, diz assentimento de credores infimos, que
que o project nio e necessario, por- por capricho podem sacrificar Os inte-
que so6 tende a favorecer unma casa que resses da mass?
p6de fazer a sua concordata, sujeitan- A este respeito o system inglez nada
do-so ao process preparatorio de fal- adianta. 0 antigo direito portuguez
lencia. admitted por6m a maioria dos credores
po d A e se prevalecendo sobre a minoria. Ha de
Responded depois a pamrte em que se proval.o corn os seus apontamentos na
argumentou corn a impossi ilidade de segunda discussion.
se ouvirem todos os credores. Referee A respeito do crime de bancarota en-
o que succedeu por occasion da mora- tende que o principio consagrado na
toria cncedida ao Banco Maui, dando- legislacao no esta de accord cornm a
se entao urma grande irregularidade, sciencia. Era todos os actos da vida
contando-se a favor da moratoia o voto humana que podem traduzir um crime
dos credores de casas filiaes que nao presume-so a ma f .
tinhamrn sido consultados, nem ouvidos, E' do principio falseo c erroneo que
neo citados, entendendo per isso que se tern admittido neste ponto que par-
aquella moratomia eneerra esta nullida- tio certamente a doutrina de que o de-
de insanavel. vedor nao p6de obter a concordata corn
Conclue assegurando ainda que o os credores, sem que se verifiquem as
project nlo tern razao de ser e que ja- causas da fallencia.
mnms the podera dar o sou voto, por en- Compaurando o nosso svstema corn o
tender que nao ha proveito algum em inglez, mostra os inconvenientes quo
se estabelecer a concordata amigavel. offerece neste, ponto a nossa legis.-
0 Sr. Jofio Mendem precise diw atiO.
lirnma.s pia s m contestaciio ao Estranhaque-oSa deputado pelo Rio
Sr. deputado pelo Rio de Janeiro, que de Janeiro, ao mesmo tempo que emit-
acaba de sentar-se. Antes, porem, de ,tio o juiza favoravel ao project, decla.
o fazer agradece-lhe o juizo que emit- rasse que elle apenas tendia a favorecer
tio, nao s6 sobre a importancia do pro- um on outre estabelecimento dos qpe
jecto, mas tambem'sobre a intencao tiveram rlI~ratoria.
dos que o assignaram. o projeeto nao tende so a acautelar
Nao poderiam corn eolfito as signata- interesses desses estabelecimentos.Nao
'los offemrecer a consideracao da camara Quem nao sabe que deiitro em breve


um project que tivesse em vista tavo- teremos de passair por uma grande
recer interesses particulars e de cuja crises commercial ? -
importancia n.o estivessem tambem E porque nao havemos de prever
convencidos. esse acontecimento% 0 project em
Mas S. Exe. nao s6 salvou a intencao geral nao entende, pd, s6 corn o case
dos signatarios do project como de- particular; elle aproveh...o present
clarou que servia a uma grande ordem e ao future. .
de interesses, a mais de 00,000:0008, Todos atacam as medidas de 1864r;-/
que se acham espalhados por todas mas a verdade e que se se der cr
essas casas bancanrias. identica, o governo ha de ter necessi
Nada tern que o project aproveite A dade de recorrer a takes medidas.
casa bancaria Maud. Nada tern nerm Quando os que contrariam o orador
corn o negocio que ella fez nem corn o tiverem a responsabilidade do poder,
modo por que obteve moratoria. E' hAo de terentdo necessidade deac&ute-
isso questdo julgada pelos tribunaesju- lar interemwes magnos, que teem relaqo
diciarios. com os interesses do estado.
0 que o traz a tribune 6 defender o [Contimiar-se-ha]


tendes gente brava, nao me apresentas-
tes ainda urn s6, e por outro lado. tra-
tais corn os rebeldes e conhecei-los.
Ao mesmo tempo affirmais que sao
desconhecidos os lugares onde se oc-
cultam. Que devo pensar d'isto ?
Que este anno am que tenho an-
dado a tratar corn os monies em ser-
vigo d'el-rei 6 o prazo que se requereu
para que vossa excellencia Ihes possa
dar umrn golpe decisive. Quanto a igno-
rar-so o lugar onde se abrigam, nada
mais natural.. Jd disse a vossa excel-
lencia que nuica entrei no alcagar stib-
terranen senio corn os olhos vendados.
-Tem-se revistado todas as caver-
nas proximas de Cadiar, e s6 se teem
encontrado minas do tempo dos ro-
manos e dos mouros ; mas, percorridas
essas minas, nio so achou6 o mais love
vestigio dos gabados alcacares sub-
terraieos de que tantas veoes me ha-
veis fallado.
Ainda esta iranha estive no alca-
car a fallar cornm o emir dos monies.
I trazeis-mne algum aviso impor-
tante ? perguntou o marquez reme-
chendo-se corn impaciencia na sua vas-
ta poltrona ornada das armas reaes.
S-- Trago t vossa excellericia noticias
decisivas.
Vejamos.
-- A'anhA a noite deve levantar-se
o Albaicin.
Ah ah tamos a rebelliAo- ba-
tendo a' port devnossas casas!
-- Sir, selnhor.
E q.,im sao os ca'beas d'essa re-
bWiao?
4 Pimeiramente D, Diogo de Cor-
dov& Alt Volor.
-W o que dizeis; D. Diego de
V 40, a r- de mburisco, 6 umrn dos
aRis izes vassaluos de sua magestade.
Te- dad ~iopetidas provas d'Tiso.
-D.. -ia de Valpr 6 um traidor
I que so qwq.JBd4aM9


senhor, eata 'carta escripta pelo seu
proprio ponho ao emir dos monies
Yuzuf-AI-Hhamar.
E Sedeno puxou d'uma carteira e ti-
rou d'esta a carta que Migueli Lopez
Ihe entregara, e por meio da qual Mi-
guel Lopez impozera coldicoes a D.
Diogo.
Apezar de estar escripta em aljamia
linguagem e escriptura usada enfce
mouros e.cistAos ainda antes d -,o -
quista dl Q*nada, o marqueZ (^ "a
douto comprehendeu-a perfeit "
SEra uma prova indubitavel da
co de D..,ernando d4e Valor. "-
Comtuil o capitAo general, que ra
guardava nenhuna e.pecie 1A c6,oft^..
deracao jgL'^Sideno, disse-iTe er' tom.n
profttndo,(iwfti larger a carta:
-E qemai me assegura que este
esoripto ei6 uma falsifica Om
qie talvez queirais surprende .*o
,hampjvossa excellencia.'j 1I)
de VaW.Aoa-0i6 escrever,. qual-
qu. ltexto en aljamia e ii vossa
e hi convencido de emsa car-
t .jd'eUe, responded edeio com
'onstou-tne, volveu a marquez,
queD. Diogo e o irnaio desapparece-
ram ha dous dias de Granada.
Porque teem estado nas Alpa-
jarras'no palacio do emir, preparando
o levantamento ; was vieraili d'a4 eo-
migo, e encontra-los-hio agora em sua
casa.
0 mniarquez reflection uF moinmepto.
Ap6s isto, tomou utn papel, escreveg
algumas palavras, e em seguida tocou
uma cam painha de prata a cujo m-
apresentou-se um escudeiro na ci-
mara.


* "1


/




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