Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:14379


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Full Text













































Pereira do
edor intern
afim cdem
ira serem


Llano iarques Viefra, da comarca,
Ie Riac5ha para a dle Alto Ilapicur*,
kBas no Maranhaoi, o- bacarel An-
Ual Joal 6 de Xruaza Freitas, dal do
Uto Iiapiartra, para a do imaebho.
- oxi Bmeaud major ajudantel de
edeMa do commando su superior A l-
a rda aaclonal da comaa do Bo -
ito, em PernaRtbace. Francisco Ti-
urcio do Wello ora lv.a.
- A taxa do cumb.o sobre 16ondres
aixon para. 19S7 d. pa.r I$@, .


(Especial para o Diario)


PARIS, 27 do Maio.


A bcte da caOnferencia internacio-
naI par& tractar ado% uefgoe-las do
Igypta., Couriste winura seallsaceaa
erop so pafs dentro-e -k 4Us ann...

U||g| Ag.ucia Havas, -filial em Pernamrbuco,
28+ de oai do 1884.


PA+RTE III
CLASSIFICAVAO DOS PEIXES
A primeira divislo natural dos peixes 6 'a que se
fund na natureza do seu esqueleto.
0 esqueleto dos peixes e- ou osseo ou cartilagi-
1180.
E' per istb quo a classes dos poixes se subdivide
em duas sub-classes, a saber: a dos peixes osseos e
a dos peixes cartilaginosos.
0 grupo dos peixes osseos 6 muito mais numeroso
que o dos peixes cairtilaginoso3. Compreheude este
gripo ( dos peisos osseos) os poixes ordinaries,
- maisi conhecidos o vulgares.
-'Uiunna dividis a sub-classe dos peixes omseos cm
ordeuqs, earacterisadas pola exietencia on
das barbatanas ventr.%e3 e pela disposieio
Cestas em relaeoo As barbatanis peitoraes.
Na clasuifcaglo do Linneu, a sub-classe dos pei-
xes cartiaginosos formava duas Qrdens, distribuin-
do-a uoma da outra por ternme oi peises que per-
tencem a uma as gelmras fixas c os outros as guel-
assoltase.
CoiomBando pelos peixes cartilaginosos, os nomes
da'ordni~s, cram os segunintC3:
Cwepdirs|teryjp ios (Vsondou).-Esquelietecarti-
laginoso, on samespiaba.; guetlas fixas.
Branchiostegps (2a orwem).-Esqu)eleto eartila-


SI Ma4e0l deCatro Faonseca. Informe o
i Sr. Dr. chefe de poeliz, ouvindo e aidmi-
itu-ador do asadeoDetengito-r o
Dr. Manool Go*galves Soaresded Amo- C,
r'im.- Informe o Sr. inspector da Thesou- ri
raria da Fazenda.
Soeoiiode Emazkcipadoura Ava' -Liber-
tas,-Insor'me o Sr. alministrador do thne- ^
tro Santa Isabel... .f.
Natalino Freire de S3uza. Indoferido. ti
Secretarfa da Presidencia do Pernambuco, em P
28,d. m tiodeI 1881. 0 pot .
S":1" ... .. 1 O porteiro, '*! ,'.':,
Joaquim Leocadi( Viegas.

Repardtpip da poliela d


Secvlo 2.4- N. 575.- -Secretaria da
policia de Pernambuco, 28 do maio de
1884.-lUm. e Exm. Sr. Partclipo a V.
Exc. que foram hontem recolhidos A Casa
de Deten9'o os seguintes individuos :
A' ordem do subdelegado de Santo Antonio,
Maria Raymunda Guimaries, por disturbias.
A' order do do 1 district de S. Jose, Philo-
meno Augusta Pessoa de Mello, per disturbios;
Joseph Manoel Sebastiao Freire da Rocha e Ma-
noel Hilario, por embriaguez e disturbios.
Pelo subdelegado do 2 district de S. Jos6, foi
remettido aoejuizo competente o inquerito policial
queprocedeu contra Joie Jos6 dos Santos, preso
em flagrant per have ferido levemente a Antoniok
Ribeiro Marqces.
Deuns guard aV. Exc.-Illm. e Exm.
Sr. desembargjdor Jos6 Manoel do Frei.
tas, muito digno president da provincia,
-O chefe de policia, Raynundo Theodori-
co de Castro e Silva.


Camara Municipal
ACTA DA SESSAO ORDINARIA DA CAMA-
RA MUNICIPAL DA CIDADE D3 W ECIF E,
EM 30 DE ABRIL DE 1881.
PRESIDENCIAU DO SR. COAUETDADOR MORAES
Aos 30 diasdo mezde abril do anno de 1884
achando-se presents As 11 horas da manhi
no P&94o da C*mara Municipal da eidade do
Recife, os Srs. presidente da mesa, commeodadr
Jose Candido de Moraes e verealores Drs. Jos6
Osorio, Correia de Araujo, Carneiro da Cttnha,
Barros Rego, commeondador Jose Pedro das Ne..
ves, capitio Joio Gonoalves Torres, tenente Ma-
noel Antonio Viega, Cussay do Rega e padre
Mello; faltando e0m participaglo o Sr. coroner
Deeio do Aquino Fonseca, e sem eola os Srs. eo-
ronel Octavisno de Souza, e capital Silva Nves,
assumio Sr. president a cadeira competent e
declarou aberta a sessio.
Lida a eta d a antecedente, e post em dis-
cussio foi approvada plenamente.
0 amanuense servindo de secretario apresentoa
o expediente contido na pasta, do qual foram li-
dos e tiveram o coiveniente dastino as seguintes
peeaa:
Officio do president da provincia, em data do
U4 do corrente, declarando approval o arrendt-
mento das casas ns. 17 e 22 da Praqt da lade-
pendeacia.-Inteirada.
Outro do Dr. chefe de policia, de 7 do corrente,
reclamando providencias do president da provin-
cia afim de continuar a sn feito o servii dos
eaterramentos noCemiterio da Paz, vist a diffi-
culdade corn que so hluta naquella fraguezia rela-
tivamente a esse service, contormr diz em offieio
o subdelegado da Magdalena.
0 Sr. Dr. Jos6 Osorio pa-indo a palavra s:brj
este assumpto disse quo ha muito temp remlamiu
uma m3dida relativamente ao enterramnento dos in-
digentes que morrem na fregaezia de Afogado.
Que tendon se prohibido o euterramento no -e-
rnterioe da Paz, e nio ihavenr Cemiter o n3 2
diskicto daquella freguezia, aeontece que os iadi-
gentes que morren tanto n 1." distito eom') no
2o, slo conduzidos para o Coemiterio do Barro,
que fica a mais de umr lega&. da Torr e oEstrada
Nova, ni) soe oncontrando quern qucira cmdazir
oz corposa pla grande ditancia eT qu fica o
Caniterio do Bir que pod. sa dize r s3r hoj o a
Cemiterio d today aquella fregaezia.
Qie nla padendooaetualmante a Camara con,-
train urm eminiterioequa tenha iproporV5s par.
todos oa enteraramentos d-4 frari-zia,. D u n m -


o estado actual do mesi
Outra de Antonio do
dade'do Porto per seo p
recorrendo do dcspahe
policia em 29 de julho d
cao que pedia por equi
pagamento do respectiv
presented data allegand<
achar residindo em Pori
sua me. ,presentemente
Outra de Manoel Jos6
ga ento da quantia do
cipal do uma letra venci
uano findo proveniente
nado Cagote.-Ao proew
-Outra do Eustorgio J
dindo licenca para faze
palmos quadrado no ma
reponuso de scu gado.-i
Outra do Dr. Jose Jo
pimento do despacho di
corrento, declarando qu(
de parte de sua caaa, a
pelo valor de coem miLri
,avaliar. ..
Outra de Bernardino F
do qu o o dspaodade
recedores de reforms, no
a licenta n, forma pedi
em sean dits peti^So. In
Ontra do aduinniatrad


4s do
so, a-a
se n.
dia
ve
pa- e]


ae juuno no to
sitio denomrn- ui
nfomrmar. di
Siqweque,, pe-
>1 corn trinta ci
Arraial para
iza em cum- ti
:iao. de 3 do e a


iro pa


mezes de licena, a um s empregado, cO orde--
nado e gratificao. .. I
Que noefim do auno proximo fiado tendo o pre-
sidente da provincial concedido licen.a a um em-
pregado municipal sem ao menos dignar-se euvir
a Camamra, entendeu que nafaka de uma lei, ex-
Spressa que regale as ce9 dos empreaos mua
nicipaes devia consultar apresidencia da provi-
cia afim de saber at6 onde so estndia o direito
deste, e as attriburo5s da Camara rlativamente
as licenas. : ..
Que tend side feita eat consult, respo derao
Sr. preeidente da provincia que por s a yez iria
consultar ao governor gera, o qual poaco -tempo
depois responded que a Camara Municipal compe-
tia licenoar os seos empregados, devendo paws
isto legislar a Asaembla Provincial sob proposal
da Camara. ...
Qu e em face do que fica dito, e send por outro
lado certo quo nilo exist lei regulAdora de tal
material, deve a Camara reger-se po ora pela lei
provincial, a qual da ao president da proving
o dircito de conceder Ilbengas co n t6dos os vonei-
mentos s6mente Watres miueeE. -
I Que se a Camara entender o coniraio poderA
conceder a lioenga, pelo tempo quoe bow Ihe pare-
cer, m as que isto sera sempre contra o sea vote.
-. Et segnid4 falloa 9 Sr. Dr. Carneiro da Cunha
no sentido de justifiear a molestia do referide cm-
pregado o ainda o 8r. vertador comsmendador Ne-
ves que justificon a Keenoa pedit e omandon A
mesa a sogainte preposta:
a lPrawzpo qhu q a aliea seja de tresmoses
corn doa os veav mentos.-Nete. s -


o qseo, sam bar-


venoutraes


Bm1 BFir io
o de empreg
orTantW c s


igaea saz opcao, anp a
tara lista do z juizos depa'
so, deferindo juramento ac
)s ao ultimo votado. E' esti
Municipal do .Recife, em 3(
road QOsrio. a
papei qae me foram remeot-
m ra. Cam.tra, para dar pae-
Srege a material, sonu do px.
Saceita a proposta feita pekl
ricto do Afogado, nem de
anmetrio Pereira da Costa, es-
a do rsferido district, e ist(
8:
nue os cargos de escrivies d(
islo accunulados pela mes-
a vaga, deve servir come es-
ibuver sido nomeadj para
rivAoda subdelegacia, e isto
apeudentemente de nomeagIc
e, atigo 19 do regulamentc
de182. .
osjuizes de paz ser de con-
i9o ter eserives separados,
queira servir o cargo sepa-
omeae o ser feita ua con-
L do Codigo do Processo Cri-
ivida autorisagIo do juiz de

porm, os artigas 19 e 42 do
120.
da doutrina expoata e legal
oso se0uinte: 19 em exis
delegacia no 30 district de
ele sewvir perante o res-
mquanto n ferem- separa.-
wqua momente nested easeo
19 podem ser nomeados pe-
postas dos jauizes conform
k citado regulamento quan-

aque segunde o artigo 19
4o, os jizes de paz, jul-
ir- eacvo separado, -etc.,
va- co rakd do 0 art-14

et nqnwm escrivilo
aIvnndo


suparsyw Wa.Wea aoUjuviz ua Umroiw.
Asiun nandaIsquedeferir sobre a petigao do
e terivo da ubdeleca do 3o distrieto de Afo-
*adoa, quw em virtue da propris lei, deve ser
chamado pelojaio paz para servir perante
oee. -
2- Que naob send o cargo le escrivio de paz
do 3- district do Afogados separado da subdele-
gamaj nem tend precedido autorisaglo do Dr.
juik de direito, como se v6 do proprio doepacho
dado, para essa separaqAo, nao p6de a Camara
accitar a propesta feita pelo juiz de paz daquelle
distrieto, cumprindo apenase communicar ao mes-
ma juz de paz que ao escrivlo da subdelegatia
compete servir perante elle.
este o imen pareeor.
Recife, 3. de abril de 1884.--Jos Ooerio de Cer-
0 Sr. tenente Vie-as, obtendo a palavra dissc
quo pedio urgencia sobre a peti-ao de Joaquim
NicoIo Ferrira, que hoje 6 o-ultimo dia do mez
em que se tem de fazer a distribuiqI6 dos talhos
do mereado de S. Jos6,-e convinha aereciar o pa-
reoer da commisao acerca das petiues de diver-
sos marchantes, que pedem tlhos, mediante cer-
tas condities. -
Neose parecer a illustre commission mostra que
tasneBon uilo p6de a Camaratxat r sobre genero
algam aliientieio e priencipalumnte sobroe o as-
sam pto. 1' 1. \ 1 11 1 .1'*
Mas pensa que na hypothese, de que se tract,
nao ter applicagao a regra geral, visto como nao
ha taxuaoo de pregoo eito pela Camara, nem tao
pono ha contraeto alIgum..
Qz nests demoBBtraglo se demior iris p ueo.
Jo3 uim Nieoiio Werreira propov-se a 'abater
20 -iffarignao para ser vendida a carn-' a
Tao- t560ris U) maximo, e dai A 'eseer;
para garautia de nsa prposts deposit seis apo-
hliee, e (p, comT.- o pede 16 talhos de sua es-
ideS. Jos&"
fbell az igual proposta coma malor prazo

Liudavico, al m do seoanoffeimento lleconvir
pedepagaento dadidfere :ue.resultar da
ireiada 4 garwntr o seu preltiito, donde se 0e que
pmeaIpropota a unlica aceitavel.
Qac q$:. t: axi*, deproeo, ponque pros-.
eindi nd4 da oftrta em prpta, qualquer outro
uai IO &Ailbus. do& vendor aeatane
peli progo quo Ik e ap piu1vr.
Qoe naj havia mouzopolio, p-irque ha liberdade
CO alm de quo a Camara nitema
ON 0ho. mereado Para se eoservarem vaios,


eieatsw peuto manuuuu a mesa a se
M-gRPe dado oseguife :despaeh<
4.dJoaquim Nicolio Ferreira:
assignando o supplicante na seeer
er doso efferecimento, e deposit das
W anto, porm, a 16 talhos, Ie
.7,, lcr~ Coce *do em: numpraqao seguida e em um
le dog quatro quareiroes, ou quatro talhos bm cad&
e ur 'ellospodesignaao do respective comnis-
ri, em qualquer dos cases affixarem at o t '
ia dopraso eoncedido. Emquanto as mais peti-
Qt5e fcam assim prejudicadas. Em 30 de abril
e do1884.-Viega& -
S 0 Sr. president disse que o Sr. commissario do
a mereado commufieara ter feito a distribuigleo para
So mez quo prineipia amanhia; e come se prenda a
i questAo por tractar do accord quo fez corn Joa
I quim Nieolao Ferreira, punha tambem em dis-
8 eussAo oeom a proposta do Sr. tenente Viegas.
r Este Sr. vereador disse que so tivosse d'isto co-
a nhecioiento, tinha soabstido de fazer a proposta,
m pois o Sr. Decio satifez o fim d'ella, que apenas a
O prapesta 6 mais ampliativa por levar essa diatri-
buiglo segura at6 o ftim de setembro, cessando as-
siin as mudaneis minsacs.
) Todavia declarava que nao sabia so o Sr. DeciO
podia isso fazer, estando o negocio sujeito A Ca-
Smira ; porquanto sendo apresentado o pareeer
dudo sobre as tries pctigoes, requerea logo adia-
meant para estulal-o e formal soeu juizo, o que
era faz. LIte posto, mantinlha a sua proposta.
0 Sr. Dr. Jos6 Osorio disse que podia a palavra
para um esclarecimento :
Quo emr uma das sess6es passadas appareceram
tres peticoies pelas quxes pediam os requerente'
V. que a Cam'era tizesse eom elles urn entrafot, obri-
gando-se a* ceder 16 a 20 talhos do mercalo de
S. Jos6, a escolha dos proponents, e que elles se
obrigarnim por sua vez a vender carnet por corto
0 prego;
0 Que send esse assumpto de alguma importan-
Scia, nomeou a Camara uma commnissio, da qual
tez part juntamente corn o Sr. Dr. Barros Rego,
e que dando esta commaussio um parecer, concluio
Y plo indeferimento de takes petigoes ;
0 Sr. vereador tenente Viegas pedio adiamento
d'esta quest, afim de estudal a ;
Que, apresentando-se agora um officio de sea
Samnigo, o digno eommissario do mercado, que eom-
municava a Camara haver cedido ao proponents
D Joaquirn Nicolao Ferreira r16 talhos ne mercado,
obrigando-se o mesamo Joaquim Nicolao a vende-
per um certo preco, descjav* saber em quo condi-
qies foramin dados os 16 talhos.
S Nio acreditaque essa eoncessio fosse feita na
f6rma do pedido dos proponents, porque sent.r
estar em desaccordo corn o dito comnissario d&
i mereado n'esta questaio, que, estando affect A Ca-
mara, nada podaria resolver emquanto esta neo
so pronunciasse a respeito.
Que nilo senio o officio bastante explicit na
part referente aos talhos cedidos a Joaquim Ni-
eolAo Ferreira, entende -quo uni se p6de votar a
proposta do Sr. vereador Viegas, at6 que o digno
commissario do mereado, que se acha ausente per
molestia, informs se os talhos dados a Joaquim
Nicolio foram alugados nas mesmas condioes dos
outros dados aos demais marchantes.
Com esta expLic o que a, s6 tern mo fim-vco
0 Sr. tenonte yiegas pedio verbalmente adia-
diameato da discussAo ate a presenga do Sr. ve-
reador Decio, commissario do mereado.-Foi ple-
Snaimente approvsdo.
Em segurda o Sr. tenente Viegas disse que nio
se presumisso que havia mania de tudo alterar-
se, nao ; que consultando a plant da cidade, as
suas ruas e mudancas de nomes, que tern havido,
suggerio-lhe a id6a de alguma cousa fazer n'csse
sentido, tanto mais quanto so via que todos oa
dias as Camaras das cidades do Rio de Janeiro,
Bahia, Alag6as4e., etc., sellavam as ruas de suas
capitas corn a umoria de um seu filho querido,
eheio de servings ao paiz, e quiga em sua provin-
cia ; afim de legar A posteridade tilo just preito,
nae deve a Camara Municipal do Recife st r in-
differente a tMo nobre e louvavel tentamen, tend
tambem filhos diguos de nossa admiragiLo e res-
peito, pelo pa.riotismo e services reaes A causa
pitblica; e que tend certeza de fazer justica,
ainda que posthuma, a* tAo distinctos patricios,
animou-se, corn o illustrado e dedicado vereador
o Sr. padre Mello, a aprescntar A Caisara a se-
guinte proposta, justifindo, e dando a razio de
cada urna das mudancrs :
a Propomoa que seja substituido o nome da
rua de S. .Francisco, na freguezia de Santo Anto-
nio, por-Francisco Jacinthe.
a Da rna estreita do Rosariq, pelo de-Doutor
Feitosa.
a Das ruas do Cano e Paz, que estao ligadas,
pelo de-Frei Canesa.
Da rua da Palma; pelo *de Fclippe Camarno.
a Da rua nova de Santa Rita, pelo dc-Padre
Munix.
a Da rua da Virnaco, a leste da igreja de S.
Pedro, pelo de-Henrique Dias.
a Da run de Santo Amaro, pelo do-General
A~breu e Iima.
aDPa rua da Roda, pelo do-Conselheiro Pe-
rcttL
# Da ru. de Santa Isabel, ao sul do theatre do
weesao nome, pelo do---Baroe de Villa Bella.


Na freguezia da Boa-Vista z
A A rn quoe, partindo da rea da Imperatriz,
terminal no ctes do C ibaibe, pela denominaVlo
de-Doutor Eustaquo homes.
a 0 becoo das Baweiwas, hoje ra, pelos me-
Ihoramentos que so be fez, rua de-.Macid Mon-
teiro.
w Da rua do Atalho, pelo de-Doator Villas-
B as. '-
aDa rua paralella a do Atalho, ao uiortc, de-
fronte do Geriquiti, pelo de-SebastiAo Lopes..
SA rua da Attracro, que 4 aquella qu e par-
tiundo do Corredor do Bispo atraversa a rua do
Principe o egue a direc* nordeste, denominar--
se-ha-rua do Bi-po Curdo Ayres.
S.IL uEm A;=mide188L- Viegm. -


Scores, quo depis de lidos e diocutidos fram pos-
Stlos a voto s-etambom approve ados.
j Exainando as tres propostas apresentadas
para os repargs do quo precisa o cemiterio da
V" area, notou que ellas no silo bastantes clars
e nlo e t~o de accord a res'peito da obra a fazer,
o isto devidio A falta de claroza comn que foi feito
0 orcamento das referidas obras.
,Tor portaria de 14 de margo, mandei que o-
l rofizesne- num orgamentomnnuioso, afirm
| vitar osipeonvenientes qne resultarlo da de-
fieieaeijdro,iineiro ; e elle em 15 de abril apre-
oenton-me o ozgamento que trago A considerate.
d Ilnma. Camara, o qual, se bem que ao satis-
faa completamente, todavia esti em melhores
condicoes do que o primeiro.
( A' vista, pois, d'estas consideragoes, sou de
parecer qua nenhumn das propostas seja aceita, e
Sque as obras do cemiterio vAo de novo A prava,
Sservindo de base o novo orgamento, Em 30 de
abril de 1884.-0 commissario dos cemiterios de-
f6ra da eidade, Francisco de Panla Correia de-
Araujo.
N No tend ainda o peticionario feito no cemi-
terio de S. Lxurenco a obra do esgoto que fez
parte tambemr de sea contract, po: ter sido o
system do referido esgoto julgado inconveniente
pelo actual engenlinhciro d'esta Camara, que apro-
6cntou ov tro piano, o qual no sendo muito mais
dispendioso, 6 todavia de mais facil conservacao,
eu sou de pardcer que nilao tm elle direito de re-
ceber a quantia do 4764477, que reclamina, senao-
depois de concluir a obra do esgoto do aecordo
corn o piano que junto a cste parecer apresento.
a A obra do esgoto foi orcada em 375., que,
corn 10 por cento que teve o contractantepela
administracao, somma 412.500 ; quo feito o aba-
'timento de :21 por cento do contract, reduz-se a.
325875.
-, NAo querendo, porem, o contractante sujei-
tar-se a fazer a obra de accord com o novo pia-
no apresentado, penso que pode o contralto ser
rcscindidklo n'esta part, vindo n'este caso o peti-
cionario a receber a iiuantio do 151GOO ; diffe-
renga centre 476. 177, importancia da terceira e
ultirpa preitagio de sen eontracto, e 375; o valor
por que entrou no contracto a obra-canalisagio
das aguas. Em 30 de abril de 1884.-0O commis-
.ario dos cemiterigs de f6ra da cidade, Francisco
de Paula Correia de Araujo. .
Sendo levados A hasta public os concertos das-
casas ns. 10, 12 e 32 do Prayc da Independencia,
orcados em 531A, foram por Jos6 Hermenegildo de
Souza arrematados corn o abate de vinte e meio
por cento.-Que se pega a S. Exe. approvaaio.
Verificando-se nao haver numero para conti-
nra;3i dos trabalhos, foi levantada a sessao, sen-
do designado o dia 7 do mez proximo para a se-
guinte, lavrando- se de tudo a present acta, que
eu, Leoncio Quintino de Castro Leio, amanuense-
servindo de secretario, escrevi.
Josi Candido de Moraes, president. Padre
Antonio de Mello e Albuquerque.-Manoel Anto-
nio Viegas. Jose Osorio de Cerqueira. Decib-
de Aquno Fonceca.-Francisco de Paula Correia
de Araujo.-Antonio da Silva Neves.-Joao Gon-
Valves Torres.-.ussy Juvenald do Rego. -Augusta
Octaviano de Souza. Dr. Antonio de Siqueira
Carneiro da Cu-nha. Jose Pedio das Neves.


PERNAMBUCO

Assembly Provincial
DISCURSO DO SR. DEPUTADO OLYrMTIO MAR-
QUES, NA SESSAO DE 18 DE MAREO
0 Sr. Olymapio Marque--Sr. presiden-
te, per maior que seja a consideracau que me me-
regam os autores deste project, nao posse deixar
de manifestar-me contra elle; assim como vote
contra a emenda que Ihe foi offerecida.
Tracta-se no projects, Sr: president, de revo-
gar a disposieio do art. 16 da lei do orcamento
vigente que manda organisar uma estatistiea de
todas as profissoss e industries existentes na pro-
vincia, trabalho este considerado por todos come
indispensavel e necessario para a obtengao dos da-
dos precisos ao legislator provincial, arim de ha-
bilital-o a resolver sobre questoes de grande inte-
resse para a provincia.
Ainda hontem, o nobre depntad pelo 1" distric-
to. justificftndo o project, roeonheceu que a dispo-
sic.to, qte so quer revogar, impuitava uma provi-
dencia bern entendida e bern meditada ; e nao obs-
taite, vota pela sua revogaep. 4
Peco permissao para pensar de mode differSie.
Pois, Sr. president quando se tract do urea lei
que foi o resultado de urn estudo meditado, e a sua
execueo naio correspond aso fim que se teve em ; ;,
vista, o que devemos fazer 6 melhorar a lei, e vet
se ella pods sir conivenientemente eoecutada.
S4 depois de bem verifiead' a impossibilidade da
execucalo 6 que se deve tractar de sua revogacSo
on suspensso.
Mas, Sn. president, jA se tractor de verificar se-
a lei 6 inexequivel ? Se a lei 6, como disse o no-
bre deputado, vexatoria ? Em que 6 vexatoria ? +,
Onde osta o vexame ?
0 SB. VIecoSDE DE TABnATImA-N6s suspende-
moa a execueao das snstruceoes dadas pelo presi-
dente para mais tarde melhorar.


0 Sit. OLYMP16 MARQUES-E porque nio have
mos de melhorar logo ?
0 Sn. VxscoSmz DE TABATINGA -Nio ha tempo i ..
estA se vencendo o praso.
0 S&. OLYmPIo MAQBQesEntiAo alarguemos o pra-
so, moelhoremos, :mas aso vamos revogar uma lei ,
qui se reeonhoce que 6 just, porque na sua exe-
ncclo se p6ode tornar onerosa oun gravosa.
0 Si. Eimutio 0ouuNno-Ella p6de ser just, '
mas 6 inexequivdl.
C SB. OLYMPIO MARUQBs-Vejamos em que eon-
sikte a inexequibilidade. 0 que 6 que a lei pede
do cidadlo pernambueano? Eis o que diz o sea
art. 16 (1).
a No 2.o seastre do exereicio regido pela pre-
sente lei, se procedern em toeios os municipios da
provincia a uma colleeta ou~ langamento, para a
verifica"o da' rend& annual a do cada pessoa ne-
possuir predios rustio, oun exercer qutalquer in:--
^dsttftaiaKsir* '^ ou pmfwi licitall
I^r'.s, peov~ Bto, e Sr. p dnt: isto 4 u em
sa n ruoxvqe-v? NMo.
I0 S it.Enumtoouwum-E' inexequivel.
o0 Su. Or.yimo MAaQuzs-Foi inexeqivel a ei
4e28 Oe ssetebro, 'queobrigou todos es
tsaios do eseravos a ire ais collectorias e
oar noewidasae,: natnralidades, valores eaptiie
doses. -eciravos, sob pmas de o im estee Iie -
to ?,
-Rizetntia*i ifuado emimnrain este neyr 1le -
























ems


n oato dos a.
0 Sa. Eamto -E' uma lid que veat ao risar
muitos abusos por part de soM exeoutore.
c OS. OmLYPo MAzws-Pois bema ; tem em t

urma lei qua p6de trazer a pratioa de alguns abu-
en salve a oeatribuaintes. Mas em6 r do me-
do porque foi decretaada p esta Asebl no'
tei 9Ss't* altgwa. iwwoedito, Porque Qam"*a qp-
nahs as eae de elem t esi Qual
60eofeaido. a&0 q=1l o prejttI u qae pode dur?
Noh.w absotuamente; prejuiao real, ueaham.-
Quaad* pwiwm podesse re ar d'ai a gu Or pe-
juizo, algum injisti9a., estt aqi esta Awsmla
pare providenoiar. Nao posne supplr que a As-
sembto a quirn cotligir esse s elementos estatisti-
cos sobre today a prodaco da previnleia par o
fim de. tomar uma deliberate odios e .prejudi -
S cialo amo es eomprovinetsas; dovm suppor o eon.
: trari, que qaeira tomaspr base aquellea dados
par a faer uma methor distribuieo do impesto,
uma melhor repartigo do onus tributario ; on, se
entender que aquella base nao serve, deixal-a de
part ; mas, em todo o caso, former uma colleegoo
estatiatica de grande interesse.
0 SB. EmtioB di um apart.
O SR. OLYwzo MA&Qu-s-Mas em que eonsiste
o vexame ? N6s podemos providenciar sobre o
vexame que hauver, amenisando a execuoo da lei.
Vamos alargar o prazo: em lugar de seis mezes,
eja um sanno ou dous...
I 0 Sn VIScoD. D AB TATINMA-- ok emenda nao
S quer szebar corn a lei; 6 precise quo o nobre de-
putado observe isto.
0 Sn. OLYMPIo MARqUS-... etnr lugar do e uma
multa maior, estabeleoamos urma menor, ou mesmo
isentemos da malta. Emfim, nao posso descobrir
onde estA o inconvenient da execuwAo da lei.
O SR. VIscoNDE D TABATWNGA-Poeo a palavra L
quero explicar ao nobre deputado aquillo que ado
Ftw querentender
o. 0 So. OLn-PIO MARQUEs-O que ha 6 um pre-
S- juizo mal entendido, tao mal entendido como o
que houve emrelaao A lei do censo de junho de
1851, corn que so procurou iniciar a estatistica da
popular o do Brasil, e quo ilevantou uma grande
eoleuma, a ponto do governor suspendel-a para res-
tabelecel-a 18 anuos depois; de mode que hojo
temos urma estatistica, imporfeita sim, mas em todo
o cason uma estatistica da populaeAo do imperio,
nao obstante a repugnanciai, a opposiiao, at 61
mao armada, feita a primoeira teantativa do gover-
no para colleccienar esses dados estatisticos ; e fi-
coa demonstrada a sem razao d'aquolle projuizo,
d'aquella opposi'ao feits irraeionalmente a uma
lei t.o necessara em todos os paizes civilisados.
(Apaites).
Oh! senhor para fazer urma estatistica de pro-
fisseo e industrial ? So n6s nao estamos prepara-
dos, se ha algum inconvenient no modo de execu-
tar a lei, ease inconvenient n6s podemos remedial
emoendando o projects. Emoendoemos, melhoremos,
aperfeicoemos a lei, mas que ella teuha pnncipio
ds execugle. So, pornm, entendem os nobres de-
putados e provarem que nso ha remedio a dar,
aeste ease coneordo comn os nobros deputados. Se
S os nobros doputados entendem que o presidents da
provincia 6 incapaz d executar a lei, ainda con-
cordo com Ss. Exes.; mas se os nobros deputados
entendem que a lei 6 boa, o que foi o preeidente
da provincial quem regulamentou-a mal, devem
coneorrer par a se corrigirem os deofeitts do regu
lamento, e poder ser bem executada a lei.


Tudo isto imports uma censura muito pungent
ao criteria corn que o president da provincial esti
executaudo estat let. (No apoiados).
Pergunto : nao foi a lei decretada pelos repre-
sentantes legitimos da provineia ?
UM Sn. DPUTADo-Deeretaram urnm extorcdo.
0 Sn. OLYMPIO MARQUES-Onade a extortaso ?
0 MESO St. DcPUTADO-O povo nao quer a lei.
0 Sa. OLYMPIO MARQUES-Oande esta esse povo,
que nao appareee, que nao reclama ?
0 SR. LYRA-Se V. Exc. conversasse corn os
agrieultores comprehendesa o men aparte.
0 Sn. OLYMPIO MARQUES-Tenho conversado,
sim senior; ccaheoo as condicoes da agricultran;
e como representante da provincial, sou represen-
tante de todas as classes, eptre as quaes a agri-
cultura. Sti quo po-acos agricultores ha que sai-
barn o quae diz a lei. (Apoiados). Mas porque ra-
zao elter 11o cc:di,.,cem a lei ? Prque o presi-
dent3 di. provincia, n cxecuadO1 da lei, nao cum-
prio o seoa dover (nao apoiados) ; p3rque, Sr. pre-
sidente. nao sao s 6 os agricultores que nao conhe-
cem a lei ; nos, deputados, na'o conhecemos bemrn
as nossas proprias lets, cuja publicauao 6 muito
limitada.
0 president da provincial, 6 certo, nao provi-
denciou coavenicnternante pars que a lei fosse pu-
blicada e betn coaheida de todos os3 interessados.
0 SB. PITANGA.- Foi publicada no Diario.
0 SR. OLYMPIO MARQUES e 0os contribuintes
nuo conhecemin a lei, a falta nao 6 d'elles, a falta 6
de qucm nato deu-lhe a publicidade que ella dove-
ra ter.
Sr. president, se e neste sentido que os nobres
deputados collocam a quest-lo ; se a lei nado pode
ser executada, porque os s'us executorcs nao a
ccinprehcnderam ; porque, comquanto ella seja
boa e sabia, nAo deixa de smr imma lei elieadt.
uma lei que exige muito cr. ;rio em sua execu-
9ao, eu voto polo project, que import entao urna
acre consin-a A a;ldniiistra-ao oa provincia. Mas
se os nobreos doputados negam, nao teem razt
para nio concordarem comigo, em que a lei, sen-
do boa, p)xle mcrocer retopues e assiam tornar-se
facil a sua execu9ao.
0 SR. ArISCoNDE Ds TA.iATIN3A E' o que quer o
project.
0 SR. OLYMPIO MARQUES- Sr. president, dadas
eotas cx'lict- ;'Ss, ,lecLiaro ( t. ainla estoi em-n diu-
vi'ia sil:,br-' o m'jLI. d te votar o projectt. Se 6 como
ma i ,to. ,. d opp;:,oiic'o, voro por ells, e talvL-z
os nobrei do utaitus tenhi;ni a raz.io. A lei 6
inexeluiii\l, p)orii ie s oxexeintt)res nAo a sibeni
excc.t'air : c tehiiqlucr \ie scija a reform, ella nao
po Ir.'t -.'r b1'in oxOcutli Ih. So, pgre-m, entendem
qiu P-. fnl.') rti'dica:da, poJ, scr sxecutada, se
aqiiell irs aspcrez t.;, que os nolres deputados on-
contranrin, podtlm ser annull.tidlas, porque nulo hIa-
vemos de i:-llhorar im lIci, que os nobres deputa-
doi reo)nhi'.em ltid boa ? Porque nlo have-
rio3i de ter essa e-iSttistica ? JA n-ie temol-a so-
bre a escravatura, sobre a propriedade urbana ?
porque nmio havernos de toer sobre a propriedade
rustica sobre as industrial e profissoes que se
.*crcemni na provincial ?
4- O'mais, Sr. president, 6 alimentar preconceitos
I' po)ula.u'io 1 aliindo devemos coneorrer para a
rnstraQao do poro e nAo para alimentar prejui-
Woe proprios do seculo passado, proprios do tempo
do obscurantismo, e nao do tempo que os nobres
depuntados dizem ser da liberdade, mas que cu
nas set. ..
Us Sn. DEFUTADO- Mas final vota pelo pro-
jeeto ?
0 SB. OLYMPIO MARQUES -- Mando emeada ; e
s6 votarei pelo project como um voto de opposi-
CIlo ao governor, porjulgal-o incapaz de, corn e
Spreciso criteria, usar dessa auuorisacuo. (Apar-
S-tes.)
MNas, Sr. president, votarei ainda contra o pro-
Wpto, por que elle converteu-se em urma canoa em
que se procurou embarcar um verdadeiro contra-
bantdo ; e desde ja, Sr. president, reclamo" de
V. Ezxc. contra a apresentaQao de urma emendas,
S 6 umn verdadeiro contraband. 0 regiment
determine qu nas discusses dos projectos6 a se
admitted emendas quo tenham rela ao cornm a ma-
teria dos mesmos projects. gatretanto a emenda
eoatem disposigio completamente different da de
pmtsa o proeeto, e prejudicial inteiramente
.w interests da province. (Apartes)
A lei que se quer revoger no projects, traat de
mri'aMlho estatietiso'prsdial e Ga. iadustries e
ida provineia ; a omeada trata de aug-
0 omero doe oapregados pubtieoes da pro.
bei|H^ ebiado ml. 184 amo 6 ato vagouto.
B .B-r|' pfmthoe, ola. 18 d rymmento vi-

4. -


'. .- ,4 %
I'., .. I


msancoo so pro-


Normal como em retaqlo a todas asIMaa ropar-
ticoes; e se nao fosoeasu a or. presida*id pio-
viancia nao teria negado mane$o a lei qi-
Bava a nomeaAo tedo is professes pars
la Normal; se negou, 6 porque entenu qo goap
dispensaveis estes professores, e entendem hem.
L S. LUA FAnas Juo zoda ur apart.
0 SB. OLYMPINe MAQzs -0 nobre deputedt fern
essa descoberta ? Pois eu escubro cousa. melhor,
'e vou contar-lhe essa historia corn tefdt a fideU-
dade. 0 anne passado, ants de apresentado o
project de orcamento, come urma medida de or-
dera, para ir logo diminuindo as despoezasa da pro-
vincia, apresentei um projec.to pars que nao lfos-
sem providas as vagas que se deasem nas repar-
tig6es provinciaes, atW duas.I
(Ha urn apart do Sr. Luna Freire Junior).
Sou inteiramente extranho ao facto a quo o no-
bro deputado se referee; lembro-me que o Sr. Dr.
Barbosa foi nomeado par um presidents liberal,
creio quo o Sr. Liberate Barroso, em virtude da
autorisaqdo que lhe deu a Aseembl6a pars nomear
para a Escola Normal um professor habilitado a
juizo da presidencia; mas isso den-so o anne atra-
sado; o anno passado, nao so tratou disso.
O anno passado, seondo neccssario economisar,
nas condic90es preearias em que se achava a pro-
vincia; quando nao podia pagar a seus funecio-
narios; quando se ouve gritar aqni por umrn em-
prestimo para matar a fomeaos empregados, apre-
sentei esse project, depots de haver consnitado a
todos os chefs de reparticoes. Este pro'jecto, po,
r6m nao passou; foi regeitado pelos v tos dos no-
bres deputados liberals, na occasion em maioria.
Um moeo muito distineto, potr esse tempo, procu-
rou-mepedindo-me que rotirasse o men project,
porque tinha elle promessa do Sr. presidentt- da
provincia de nomeal-o lente da Escola Normal.
0 Sn. LUSA FsREIRE JUNIOR V. Exc. corn a
sua lei de orcamento foi quern procurou cercearas
attribui5es do president da provincia.
0 SR. OLYMPIO MAnQUsE-Esse moqo, cte quem
fallei, veio pedir-me para que eu nao insistisse
pela adopdo do meu project, visto que tinha pro-
messa do president da provincia de nomeal-o.
Declare que nio podia fazer o favor e insist
pela approvacao do project. Foi o menu project
regeitado, como jA disse, e pouco depois apresen-
tado um noutro, autorisando o president a nomear
dous lentes pars a Escola Normal, o qual foi ap-
provado, contra o men vote e protest, pelo voto
unanime da minoria liberal e mais uns dous ou
tros votos da minoria conservadora.
Mas o que 6 certo Sr. president que a admi-
nistram o da provincial caloteou a os dous preten-
dentes a quern tinha promettido, tAo grande foi o
numero dos pretendemtes.
UM SR. DEPUTADO-O president nao promettoeu
nada.
0 SR. OLYMPI MVARQuEs E como se achasse


zMio M l -ae- Portanto, tendo ma-
I1umba m asa mininha s idas sobre o projeeto,
a te ainds WI& a omo ni de vou.
Us IDBwtrb-- Espero quo o nubre depa-
tado t a favor., ,
iQ 8cfl.XMf V qMA.B- Q dWciAW ca4[Qua-
sao,t eats que bet de obter da pa
d dieputad quo por ile se iteresnsam,
d rnario o men vetn Votarei contra, oeere-
g porefim, os defeitoe dao regulamento, para
ea bem exeeatas u nlei necesmaris; on
sWotr at favor, como uraLm Rifes% de minha
4deaoonaana aoe exnutoreso da lei e das respeeti-
ivay instrucoe8e. Maa, quanto ao contrabando,
mdeji, #eclaro aV. Exe. que voto contra: nao
posso admittir que neate project seja inclmnda
jma ems nda, que 4 inteiramente estranha ao sen
objeeto, e que, al6m 4isto, contem dispostilo pre-
judicial aos interesses da provincia. (Apoiados).


DISCuSOS DO SB. BEPUTADO OLYMPIO MAR-
QUES NA SESSXAO DE 19 DE MAR90
O Sr. Olympie Marques-Sr. presidents,
creio quo nuo msreeia a admoestato que V. Exe.
scaba de fazer-me, porque eu sou dos deputados
desta casa o que por moenos tempo oeeupa a sun
attenrdo e que tern per timbre nao infringir o re-
gimento, nem imesmo desrespeitar as delibera96es
de V. Eve., por mais abeurdas que sejam. Venho
reelamar polo cumprfmento do regimento; e me
considered mesmo obrigado a entrar nessa discus-
sao, porque pense tambem que o ponto sobre que
vai versar a minuha reclampagalo, 6 do muita impor-
tancia, refere-se a acts e tern toda a relaeo corn
um incident que se deun no fim da sessao de hon-
tern, mas que nao costa da mesma acts. V. Exc.
so ha de lembrar que ou acahava de taila: hontem,
quando davam 4 horas da tarde. Reclamei a V.
Exc. que a hora estava dads, pois que polo regi-
mento nas nao podiamos trabalhar mais de 4 horas,
salvo votando-so prorogasio. V. Exc. declarou
quo a hora ndo estava find ; porque a szsaio ha-
via comenado 10 minutes depois de meio din, e
teando assim principiado os nossos trabalhos so
Spodiam fiudar 10 miunutos depois de 4 horas da
tarde.
Corn effeito consta da acta que a sessao prinei-
pmiou 10 minutes depots de meio din. Se isso e
Sverdade, se a sesaeo comrcou 10 minutes depois
de meio din, o regimento foi infringido aberta-
mente. E pars provar isso a V. Exc., chamo sua
attenuo para o art. 55 que diz o seguinte :
As sesases principiarAo As 10 horas da manhi,
e durarlo quatro, reguladas polo relogio do salso;
c serio successivas etc. Nos easos urgentes, ou
quando a Assemblea julgar convenient, poderA,
a requerimento de algum deputado, prorogar as
horas das sessies diaries, ou determinar que haja
sessao nos dias exceptuados.
0 Sn. VIscoXDE DE TAsATINGA-Isto 6 para in-
glez ver.
0 SB. PaESIDENTr-Mas isso nao estA em dis-
eusseo.
O SR. OLiMPIO MARQuzs-Perdoe-me: 6 uim fnacto
que consta da acta, quo diz que a sesado comeoou
10 minutes depois do meio din.
O Sn, ParS4SErTr--Por consecuencia a acts 6


ninuit emuarnraauo na escoina, enuenaea mais ra- eol
soavel negar sanecao a lei. Gra jA vb V. Exc. que 0 SR. GOmTnn MARQUES Perdo-mre; veja V.-
se algui emtern culpa nesse negogio, ella deve recamoo-EC.oquo diz a art. 59:
'F~^^Exe^ .^^- v-e qu iat 9
hir nso sobre mun, mas sobre o president e da pro- x S t-b a raia o oeorrem m a d-
vincia. Se o meio dia no eoncorrerem mais d-
O SR. Lu,;A.Fata JUIoR-A culpafoidoV.putados, que preencham o numero, o president
Ete. dmeants. u declarartA-hoje nao ha seasao. *
O SnR. OLabo M uQus-Fia president da Agsora oua tambern V. Exe. e que diz o art. 61:
p iac quo peatenesa sopartio do bride da- w No case tde principiar a s esado mais tarde oque
p na horse declareda no art. 55, se regalwi o traba-
putado, quem deixoa de prover de professores a lh de maneir queo a sesao sempre dnre quatro
Escola Normal. Se o nobre deputaa o enteude qae horas completes, deo inuto a minute. m
aquella escola precisava ensateo de um on dois pro- Assim, temoes queo sea ss prineipie qd an
fessores, ent-o faz uma censura o president que a mo d no relogie a ae onans, qua-
negou saneu o a lei. uo d o relogio da noasss rtopeso, deosi-
0 SR. LuxA Pasts Jumua-A escola cr rcis da merogino d asna qu nao enorto, pole r masi
tel moss, doo f a mquatro herastiepeis ; masos
ap0es d'aqu. OLYMPIO MAQu deS-ra que aeva uagr. l a propria acta quo diz que a sesadoe principioun
0 Sn. OeyMPa MndQrreu-Mas so a d e i auteriso todepois de meio dia, 6 obvia a illegalidade do acto.
a presidents a csast duas cadeiras c noesar as O Sn. G qsc-Co relogi uo moe rgulsad 6 a do
professores, ninguem o obrigava a usar d'essa au-
torisa Ao ; e so elle aehava que a scola s6 carecia president da casa, mas sirm a que se acha no
de mais uma cadeira, podia usar da autorisa s ie. Yd splo mas.ta r si
0srn ote quantEaa 0 Sn. OL Yas Mnquss-Prtato, Sr. praesi-e
qient aquicoma ostao dovitsa di o habi dente, mando uema smend, mesa pars queo constes
Eis aqui come esta lresilvida a davida e habi- d ireitose rei iou no meu ce
lit-ado nb opt o no bre deputdo a sbr quem foin o cul- cquo a soso principto n ia e om
DPdUse A eo a seundo o mrelogi dan casa. A emendsas 6 a se-
Uad. gsunt-e: (16).
Ux SRt. DEPUTADo--Foi V. Exc. git :0)
O SR. OLnarra MP ts~Qrs-Pais ca tenho do 0 Sr. Olyaplto fa-ques--Sr. presiden-
que o president te altass ao seacu compromisso, o ,eus- tentom aoomao em tra gento o amento-






qunbe euad u ao iecampramiesem man 0 osdrmscm ild sd
quc seas amigos abusassem d'elle, obrigando-o quermento de appelloA casa dae dociso do V.Ex.,
pars nsdo falter a anpalavia, a negar anc proferida em ura das sessues passadas ; mas a
Sei? decisdo que V. Exc. profesrio n'aquells occasido, ou
Ux SR. Dr.PUrATo-o-E' qu so ueria pescasr em juguei-a tao offensive dos anossos direitoas, dos di-
Oi a Ms0- Qreitos da minoria, queo no pude arecalear em men
0 S. OLYMPIO MAQUES- QUeM que queria peito o daesejo de reagir coantra essa decisdio, usan-
pescar em aguas turvas? do dos meioe qu o regmento m e faocaulta.
0 Sn. LuNA FR as uNIoR- 0 t quo se diri- Pretendia, Sr. president, retirar men reque-
gio a V. Exe. pars pedir o sou vote. rmenoto de appello, mas tantas foram as decisbes
0 SR. GSOs- E V. Exc. n' E sabo que houve do V. Ext. nas sessoes quo e soegairam A essa e
quem andasso batendo de port em porta papa n'essa mosma, em que se deu o appeoia, contra os
que passasoe ostIa lei ? nossos direitos, que resolvi insistir no mea requeo.
S SR. OLYMPio M ARQUs- E o nob aore deputado rimento com e um protosto, em men nomip e em no-
dove saber tambm que eon votei coantra. Deixan- me dos meus amigos, contra essas decisbes, qui e
do de part este incident, creio que jA expliquei V. Exe. tern proferido em execueao do regiment,
ao nobre d eputado que nito tive calpa nenhu ma qu s consieraos como a ialadoas do
nestas cousas. Se, por6m, o nobre deputado quer, mesmo regomento e omo eompressoras dos nossos
ainda uma vez, fazer d-e mia seo instrument para direitos.







0 SB. LYMPICMARQUE Quado d0 Sn.ar Mixl arru-A poiatocaiaoqea.ss eoi
atirar-soe eonatra o president e da province, estou r SR. iLMPIA q Apoiado.s esa d e
prompto- pars fazer doe aribte. Sa. e Oin're qRues-A casa se dove lem-
0 SRn LUNrA FRmvE JuNsroa- Neste caso V. bra r; 6 uarea quest de factor: V. Exc. appellou
Exc. tornar-se-hia um instrumental passive por para a su a memorial, nads appellamos para anossa.
deiei. O0 meu nobre amigo e oellega apresontou uf roe-
0 SR. OLYMPIO MARQUES- Repito: Se V. Exe. querimento de urgenci para que aentrassa em dis-
quer atirar-se contra o Sr. Epaminondas, diga-me, cussIo un project, cuja material elle considomerava
que eu esta prompto par uxilial-o urgentec ; V. Exc. disse : c No admitto aEurgon-
e0 S. BA O i rc Na tzAr.ru- 1sti q ui n tri- e ia, porique ha um parecer sobre queo tambem e
0vaivo. Fvotou urgeneia.
0 SB OLYMPIo MARQUES- Sr. President se Era urea quest-o de fact, que simples facil-
este project tivesse al-umna utilidade; so os monte se resolvia pela verificaao do fact.
Srs. deputados quizessem votar por elle o no deve- S. Mcra E eun reclamei quo se verificasse.
riam apresentar essa emenda, que 6 mais unia 0 Sn. OLaiur i MARQUcs--Era facit verificar-se
noifiia que Ss. Exes. atiram ao resident da pro- o fact inast actas dos dias antecedents. 0 meu
*vincia., nobre amigo e ecoaln chamou a atton.o deo V.
0 SR. Josi MARIA- Coe assimn ? Exc., fez-the vem que a sua memoria nuo the pdia
0 Sn. OLYPe[I NHnxwtus Quando elle declara attniliar n'aquelta occasido, que a nossa me,noria
em s1 u relatorio que qunr econamisar sos dinhei- era rats viva, que tinhamos certesa de que V.EX.
ros publicos, quando ndo faz elle a menet reael- estava equivocado, que ao tinha havidolmot-As.o
,naiAo para prover as vagas existenateos, come 6 de urgencia para aquelle parecer. Mas V. Exc.
(I0Be V. Exxs. querem tomar ura deliberaqvio que appellou exSluseivamente paraa sua memorial, nuo
v ei de encontro a o pedido de S. Exc.? quiz reditr na nossa palavra. ..
0 Sn. JoSA MARIA-- IstO uMrea prova die con- 0 Se Memt-Nem fzer verificar a verdgc
fia0na. 0 SR. OLYMPIO MaQUES- ... ner nverifi e nu as
0 Sn. OLMPIO NfARQUES-- QiO prova de can- actas se o fact que n6 tdavamos coma veddico e
fianqa? Os nobres deputados assim vlo salm tda verdadeoro o era oanado.
confianqa do president e da provincia ; fazem-lhe N'estas condiqOs, Sr. president, era do men
uma violncia. dovers procunrar provar a V. Exao, que o fact era
0 Sn. JosYP MAntA-Nsnamos dar ao presiden-. verdata eiro.
to da provincia aattribuiuaro que foi cerciada pe Devo dizer a V. Exc., corn today a franqueza,
los nobres eputados. que no examinei as actas; reporto-me-nA minha
O S& Lua REsas. JumBoa-E' fact. memoria. P6de ser oque e estej L em errio, assim
0 Sa. OLYMPIO MaQuss-Nao houve certamente emo p6de ser que seja V. Etc. quem estoja, por-
nenhurn. quo, segundo acabei de dizsr, nao xaminei as ac-
0 SR. JosA MARIA- Acho que o nobre deputa- tas. Portanto, voun reoquerer o aiamento do men
do fazia melhor deixanda a discussdo deste pro- equernimento at que a mesa examine as actas e
jecto de lado, afire de se diosentir o parecer sobre averigue se 6exacto o fact que eu affirmao, com
o 110 district, porque nao p6dem estar sendo pre- interpreted men e dos meus amigos, de que no
judieados os direitos daquelles candidates sobre hoeve urgencia para o parecer da commisslar sobre
cuja eleisgio ainda ndo decidio a Assembl6a. o 9- district.
b SR. RosA P SILv,- Ah I V. Exe. ji pensa 0 Sa. Panmmn-Tenho et4 lembrane tde quo
assim ?l fai o Sr. Dr. Loureao de Si quem apressenton o
0 Sa. Jos* MAniA- Sempre' pensi assim. orequerimsnto de urgencia.
O SR. OLnWIro MARQUEs- 0 nobre desptado 0 Sn.S.Louuco SL- Eu apcesentei um re-
ent-o compromette-se a votare? querimento de urgencia..
O S0. Josin Mr a- Nde me comprometto a 0 Se. O-na.a & --Isto dove coast-ar ties
voter., act-es; e, 50 ale coast-ar, oat-do poeo licenae pets
O Ba. OLYP, Mqouse-- Ah; oat-i born. ainds nrea ves fa~or nrea seanse so meon nobro,
O Sn. LUMA Pusnm Juwima di urn apart-s. amigo, o Br. 2' soormtai ou to Br', 10 sooroetari,
O 8. Balo Di Natusn-- Parosee qno hi el- -pare quem oele caebs do pmaua todee as aecasm
gu t-efr6 veilhoaetre 0 nebre doput-ade polo 1.. quo so fisororn As set-s. -
dtit .Etc. 0o limia Revogando urn artigo do rogi-
O 8.. OL~sui Macams Polo soatrario; on- memto, quo determine quo m mea~tma-io 6 qomm
ten -e of~e-ecmoado soabaa doputado seat-re o toins as aetna pare a mole..
m'pnsdnotie provinasa. 0 s. oi.-so Maum.-qir, pormas
Br'. pa-edmalosoeests oeimda for approvals, S ot do on rqu. int mt- uoa mus
doeortequ e hr o put"adosaepmsodeaeravorifqu s dewalh.m at u maor ,


4sajtV. ZEn 66 z940

B. *med.mnnni.




A ftrAkiko I r-A do- I me o
lgmeb 6 mOOe-amaH


essa plotellao. Eati encerrada a discusslo e eu
nao p6sm Ihe dar a palavra.
0 SR. OLYPIo M&aQWrm-V. Exe. dS-me liHeua.
NAo quero fatiar sobre o requerimenoto, quero fazer
ver a V. Euc. que 6 injusta a decidslo que acaba de

querbmento, tenho o dfroeico de faIlar duas vezes.
0 S. PjLNumum-Mas depots de eneerrada a
diOcussao ?
O Sa. OLYMPIc MARQUES --Logo que o nobre de-
ptrado aoabou de fallar eu pedi a palavra inconti-
nmti e pedi a V. Exe, que mandasse vir as acts.
V. Exc. den-me a palavra, e quando eu ia prmci-
piar a fallar V. Exc. disse que a discussion estava
encerruda.
0 Sm. FaPsnmnr ..-Isso 6 o que nobre deputado
iz, mas n1do 6 exacto.
0 SB. OLYmxo.M.AaquIs-Se V. Erg. deAolra que
a diseussao estA encerrada, eu nao posse mais vo-
tar A material do meu requerimonto; mas declare
a V. Exc. que, do mode como V. Exe. procedeu,
noe ha d'aqui em diante doputado algum qneo possa
fanlar as vezes que o regimento Ihe permitted.
(Apoiados e apartcs), porque V. Exc. disse; nao
quem peqa a palavra, julgo encorrada a discussed,
havendo e logo em seguida, immediatamente, V.
Exec. considerou encerrada a discusseo. (Apartes).
Ora, assim, deputado algum tern occasiAo de pe-
dir a palavra, (Apoiados e apartes). E essa ma-
neira de proceder de V. Exc. tolhe ae deputado o
direito de failar todas as vezes que Ihe permitted o
regimento; porque o deputado so pode pedira pa-
lavra, depois de concluida a phrase de V. Exc.,
salvo uma grande desattengio..
0 SR. PRESIDENTS-O nobre deputado jA sabe
que a discussed esta encerrada; mas pode dizer o
que quizer; flea A sua conta.
0 SR. OLYMPIO MALELquES-Fica lavrado o meu
protest de que V. Exc. encerrou a disoussao quan-
do eu tinha pedido a exhibigao das actas.
0 Si. PSSIoENTE-V. Exe. disse que ia podlr.
0 SR. OLYMILO MARQUES-Pedi-as publicamente
do lugar quando fallava o men nobre amigo o Sr.
G6es Cavaleante.
Fique portanto registrado noe Annaes da As-
sembl6a mais este facto.


0 Sn OLYMPIa ManQuEs-Peco a palavra pela
ordem.
0 SB. PaEsiD -STE-Tem a palavra o nobr3 de-
putado,
0 Sr. Olymnapio Marqaes-Pedi a pals-
vra pela ordem, Sr. president corn a intenaoo de
requerer a rettrada do mea roquorimento ; mrudei,
pormin, de idea e, portanto, requeiro que sobre elle
se proceda A votagao nominal

DISCURSOS DO SR. DEPUTADO OLYMPIO MAR-
QUES NA SESSIAO DE 22 DE MAR9O
0 Sr. Olympio Marques (pela ordem)-
Sr. presidents eou mandei um aditamnente ao reque-
,-imento do nobre deputado; o peco que V. Exe. o
mantid ler. Se extender que elle nao deve ser acei-
to, terA a bondado de decuarr, mas penso quo, an
tea disso, dove ser lids.
0 Sn. PaEsmntNTz-O adttamento do nobre de-
putado versa sobre material muito divers.
0 S:. OLYXMIO MAQUEs---Mas 6 necessario que
elle seja lido.
0 S:. PRSLDENTw-r-Uma vez que eu nno o posse
aceitar, por center material diverse d'aquella que
so dispute, ado ha razso paras mandal-o loer.
O S:. OLYmXO MAqvuss-Pois eu roqueiro que
V. Exc. o made ler.
0 S. PnEsmnBNT--Se eu digo quo a mesa nao
podeo aceitar.
0 SR. OLmrIxo MAnquss-Perdoe-me; mas a As-
semble deve conheeer do quo se trata-.
O S&. PesrDxTrn-A minha decisao estA dada.
S V. FKu. ago se conform corn ella, tern o recurso
era suas mas.
O SB. OLGmPo MAtquns-Bein; u'este case oeu
protest amanhd appellar para a casa, urma vez
que V. Exc. nem ao menos quiz mandar ler o men
aditamento, urma cousa quo nao se recusa a nin--
guem, ao menos pars que a casa, conhecido o as-
sumpto, possa ajuizar da legalidade da decisao de
V. Exe.

0 Sa. OLYMPIO MARQUEs-Sr. president na 7 dis-
eusseo dos projeetos como V. Exc. sabe, porque
V. Exc. sabe o requerimento, s6 se trata da sun
utilidade. PareeerA portanto, estranho Assem-
bles que eu me le.vante quanado o project de for-
ca policial 6 submettido a la discussauo nestas As-
sembleas.
Ndo pareya estranho Sr. president, que eu dis-
cute este project, mesmo pelo lado de sua utili-
dade. Pergunto Sr. president qual a utilidade
deste projeeto ou que utilidade result da iApresen-
taqao debate project coin preteriqdo de um parecer
ida commisslao de verificacao de poderes ? onde se
trata da verificacao da eleitio de um doputado ?
(iHa um apart)
O S OLYMPIO MARQUES-Eu trato de justificar
um roquerimento, no sentido de ser adiado o pro-
jecto. (Apartes.)
Pergunto, Sr. president o servico que tern de
ser realisado polo project do forca policial 6 de
tal urgencia que seja precise entrar jA em 1- dis-
cussao corn pretericao de material de muito maior
urgencia? Creio que n3.,o porque este project s6
vein a ser executado do 10 doe julho em diante.
O SR. EsTvvAo DE OELivEmA-Leia o art. 72 do
regiment o e recovAtecerA que na'o pode apresentar
o soeu requerimento.
0 Sa. OLYMPI- MARquEs-Porque ?
0 Sa. ESTEVXo DE OLIVEILA-Leia o art. e vera.
(A outros apartes.
0 SR. OLYMPIO MARQMs-Qual- 6 a utilidade da
apresznmamao deste project ? A commissao que o
formulou jA estA habilitada a dizer se a provincial
p6Je supportar a despeza com 951) prawas ? A no-
bre coinmisslo sabe se a provincial tern os recur-
sos necessario para sustentar essa for.;a "? Paree-
me quo nao ; parece-me que nenhum elemento
tinha a nobre commiss3so para proceder assim tun-
to maiis qanto a nobre commissAo de orqamento,
aindia nao detu nmina palavra nesta Assemblba sobre
as variadas quest5es sujueitas a seun estudo refe-
rentes au fiuaiinas da provincial. E'dos nossos es-
tylos, ainda que nao esteja no regiment expressa-
moente determinado, que o project de forqa pulici-
al nao s6 dove ser apresentatdo de comibina;I.o corn a
commission de orqamento, ou polo rnmoe samulta -
neamente coin o project) de ornamento, cimr taim-
bemrn s6 dove'ser vota-do pois d. estar em andas-
moento e muito adiantado o pro)jecto de orqamento
provincial, porquauto esses doas projects, o de for-
o e o da orsainento provincial, exigem inteira con-
formidade de pensamento pois, coma se sabe, 6 no
orcamento provincial quo se consigna a despeza
pars a forga.
Fundado nestas razsoes, e nao descobrindo utili-
dads alguma em que esto project centre ja em 1a
discusseo, corn pretericao de quest-es de muito
mais momentous, coma a do reconhecimento do po-
deres de um deputado eleiio, estava disposto a
apresentar urn requerimento...
0 SR. PanssDlNTr--Peco a V. Exc. que se cinja
a materia em discusseo.
0 SB. OLnuP-a MABwrrSn-E' o que estou fazendo.
O SB. PosBIDErrE-Tanto naodb iiso quo esta fa-
zendo, que fui obrigado a fazer-lhe essas observa-
91o.
O SB. OLYMPIa MoZQUDs-Peco llceEna para di-
zer a (. Exc. que sstou na ordem.
O SB. Pnasmuirra-E eu digo que nao cestAi e por
limo pedi-lhe que se cingisse a materia do project.
0 SB. OLYMPIo Msaquns-Pergunto o todos que
me ouvam se nao estou dtsutindoa utilidtda desse


0 oS EsTnvlo DO OLrvuat-Nio est.
0 S. PnususinM (faz uma obserrva que noa
pedemos eavir.)
.0 OWa10 MaEQuu--Entlo V- Exe. entende
qa um d27utad quando discaute a utilidado de am
prqiae teo dom eitO dd diser : este project
tesa n s tern utilidad ?
o 8. Pjnuaz ru Ntto diem ise.
-aQ&.OW 2OMA5uU-4'o quoSdebond


-a as


,. ,
=" -It.?"' "
: :! cci. .


Teat, motaa, wacdoempeAma defabo
da odanm ; nmam dha sja io obd
te V.a E. ze. ao r .uimento do qa ee. (Apart.).
Pow o nobres deputads entendem quae era mae
il aaPrem53flQ W8aCudaa d projeota do J!
|pttlieuJ, que padsw sewtado aow!ot so atw 46
| o da AeomnhMa d ot quoe n eonhimiano da
um depatado 4lwibfuno ele ? t
0 SI. EsTZ. EBOWMWBa SwA wsmpte
0 SK. OLYM1Io &aWi-Js q reetai w- -
querimeuto de mdiaw i M *o w0hy.M ie-
putado que meiauo r zm e tfS obseter qn* do
era tiss perainfl p v ina
0 SR. JoAo AiM -I oi ta uiya,
0 SR. OLYMPIC A s-*bae ,oma deptb
pelo 10 district deemaou termiaateemeate qeo, em
virtude do art. 72 do regimento eu n o podia apre-
sentar o meu requerimento, e eu que desejo sempre
aereumpridor do regimen to ia pedir um conselhoa V.
Exc. Sr preoldente para saber se podia apresentar
o men requerimento mas desdo que o Sr. 10 secre-
!tW f aSh.t &4dWi 4 qWa. aAiOe deputado que
me interrompou, nlo tern razlo, you apresentar o
men requerimento para quo soja adiada a diseussde
do projeeto de for9a polieial,' afim do quo centre im-
mediatamente em discussao o parecer roferento a
elei*o do 110 district.


REVISTA DIARIl


* A8ssabl6a Provincial Funccionou
hontem, sob a presidencia do Exm. Sr. Barao de
Itapissuma tendo comparecido 20 Srs. deputa-
dos.
Foram lidas e approvadas sem debate as actas
das sess6oes de 26 e 27 do corrente.
0 Sr. 10 secretario procedoeu A leitura do se-
gumte expedient:
Um officio de Francisco Angusto Pereira da Cos-
ta, agent auxiliar da directoria do archivo do Im-
perio, solicitando a remessa dos Annaes de 1867 e
de 1875 at- o presented, urma copia da acta da inas-
tallasao desta Assombl6e. em 1835 e um exemplar
do regiment interno.-Inteirada.
Uma re opresentagio da directorial da Associagdo
Commercial Beneficente contra aigamas disposi-
coes do project de orgamento municipal.- A'
commissao de orQamento municipal.
Adiou-se por ter pedido a palavra o Sr. Barao
de Nazareth, um parecer da commissiao de orde-
dados, indeferindo a peti9lo de Francisco Gomes
de Araujo e Silva.
Approvou-se um parecer da mesa commission
pedindo a audiencia da de orcamento provincial
sobre a petiqfo de Manoel Thomaz dos Santos.
Foi a imprimir o seguinte project :
N. 206. Considerando professor effective da ca-
detira de francez de Goyanna o cidadao que a esta
regendo.
Foram regeitados- scm debate os seguinte re-
querimeoitos adiados : umrn do Sr. Antonio Corroia
sobre o coucurso de cadeiras do Gymnasio Per-
nambucano e Escola Normal, bern como o additivo
do Sr. Drummond Filho; am do Sr. Olympio Mar-
ques, de appello a casa, e que ficara adiado na
sessao de 10 do corrente; um dos Srs. Jos6 Maria
e Maximiano Duarte sobre a prorogacao das ses-
sbes diaries corn um additamento c um!substituti-
vo, assignados por 11 Srs. deputados; e um do Sr.
Olympio Marques sobre o cerco e varejo do casas
na freguezia do Po9o da Panclla e na rua do Vis -
conde de Pelotas.
Foram apoiados e sem debate regeitados : um
requerimesto do Sr. Meira de Vasconcellos sobre
a divisao da horn do expediente e outro do Sr.
Olympio Marques sobre professors de instrucgao
primaria.
Approvou-se, depois de orarem os Srs. Santoas
Pinheiro, duas vezes, Ferreira Jacobina e Bardo
de Nazareth, um requerimento do Sr. Santos Pi-
nheiro pedinde informacoes sobre se foi concedida
nova prorogaco de prazo ao arrematante da bar-
ragem de Tibiri: e, serm debate, outro do Sr. J -
s6 Maria, idem, sobre nao ter a Camara Munici-
pal do Recife pago uma letra de 5:0005000.
Em seguida e sen debate foram lidos, apoiados
e regeitados os seguintes requerimeatos de infor-
maoes : um do Sr. Demoento Cavalcanto sobre
reduceAo dos pros da tarifa da estrada de ferro
de Limoeiro; nm do St. Nilo de Miranda sobre a
garantia de vida e propriodade do capitIlo JoAo
Lucio da Costa Monteiro; um do Sr. Antunes Pi-
nheiro sobre a oompanhia do Limoeiro ; um do
Sr. Democnto Cavalcante sobre press existentes
nos carceres das eota-oes da guard civics; e,
finalmente, outro do Sr. Antunes Pinheiro sobre a
garantia de vida e propriedade dos habitantes de
Olinda.
Lido o submettido a discussao um requerimento
de 11 Srs. deputados appellando para a casa da
deciseo em virtue da qual se votou o art. 2 do
project n. 23 deste anno, oron o Sr. Estevno de
liveira, send regeitado o referido requerimento.
Passou-se A ordem do din.
Approvou-se em 1a discussed o project n. 165
doste anne (orcamento municipal) tendo orado os
Srs. Josa Maria e Baraeo de Nazareth, sendo dis-
pensado do intersticio a requerimento daquelle Sr.
deputado e declaraudo o segundo toer votado con-
tra.
Adion-se de novo pela hora a 2a discussao do
project n. 158 deste anno (orcamento provincial)
tendo orado os Srs. Aristarcho Lopes, Visconde
de Tabatinga e Barao de Nazareth, que pedio e
obtevo e uma prorogasao por 10 minutes, sem pre-
juizo da 2& part da ordem do din.
Encerrou-se a 3a discussao do project a. 25
deste anno reforma do piano das loterias para a
creasao de urn fundo de oemancipanao provincial)
seado approvadas duas emendas.
Approvou-se em 2a discussao, sendo dispensado
do interstieio .a requerimento do Sr. Ferreira Ja
cobina, o project n. 196 deste anno credito ex-
traordinario e supplementar) declarando o Sr. Es-
tevao de Oliveira ter votado contra.
Em 2ac discussuo, sendo dispenuedo 'do intersti-
cio a requerimento do Sr. Maximiano Daarte, foi
approvado o project n. 107 deste anna (oreando
um lugar vitahcio de distribuidor e eontador do
juizo dos feitos da fazenda provincial).
Approvou-se em 2, discussao o project n. 28
deste anna (garantia par 10 annos do juror do 7 por
cento at- 2,000 contos as emprezas organisadas
por agricultores, que se destinem A fundaQo de
engenhos centraes) corn duas emondas, send dis-
pensado do intersticio a requerimento do Sr. Aris-
tarcho Lopes, declairando ter votado contra o Sr.
Maximianu Duarte e orando o Sr. Fc'rreira Jaco-
bins.
Encerrou-se a 3' discussu.o do projecto n. 42
deste anna comarca da Gloria de Goltt) send
approvadas tires emendas.
A ora-em do dia 6:


1a disc ssao dos projeetos ns. 279) do 1882 e 173
deste anno; 2a dos de ns. 22, 60 c 165; 3' dos de
ns. 28, 47, 107, 129 e 1961 2 das emendas aos de
us. 25 e 42 todos deste anno e cpntiuuaqio da an-
tecedente.
Guard narcional Pela presidency da
provincial foramn espedidas as seguintes porrarias:
,, 2a seccdo.- Palacio da Preidencia de Per-
nambuco, em 27 de maio de 1884.--0 president da
provincia tendo em vista a informaqlo do com-
mandante superior da guard national da comarca
do Rio Formoso e proposta do commandanre inte-
rino do 7 batalhio do service da reserve, da fre-
guezia de Nossa Senhora da Conceivao de Seri-
n'.'e n, resolve, p ira preenchimento das vagas
existentes no ,eferido batalhao nomear os seguin-
tea officials :
a1 companhia
CapitAo, Manoel Jos6 Monteiro da Franqa.
Tonente, Luiiz Jose da Franqa Carioca.
2a companhia
Capit-o, Manoel Peregrino Cavalcante de Albu-
querque.
3' companhia
Alferes, Paulino Tavares de Albuquerque.
Assignado- Josd Manoel de Freitas. a
2a s Ioo. Palacio da presidesia de Pernam-
buco 27 de maio de 1884 0 president da pro-
vincia resolve nomear Jos6 Cavaleante Gomes
Ferraz para o post de tenente da 2a companhia
do 7 batalhio de reserve da comarca do Rio For-
moso em substituigoe de Hermogenes Pereira de
Sant'Anna que ie no solieitou a patented no prazo
legal.
Asieuado--fodH Maod de r eiw. u
Dstrlieo pollilaes 0 president da
provincia por atoe de 27 do corrente e sob pro-
posta do Dr. hoefe de policia oriou os districts
poliiaes de Serra de S. Luiz Gouzaga no termo
t-manhuns, e de Nova Cruz no term de Igua-
raa com e so v0 das portaria baixo :
41 2. salof.Pfah udA puudassa de Pmeam-
b o efl do nio de 8M .-Q pruidato da pro-


.*4F.....:dMjt& i .3 .



prow"e deo, uo pro St do o*r. chef, S
M^,a2_aMh~t p n& qua v~ai
21 3w^ Pajacio da pregidenpia *e Peman.
bwwas27dewH provbo*^ de?1 smidb co #j do Dr. chefe
de esofbhm a55%=SW6 corrente, re-
BsolV OW C urn dlh 0to f Si"tbgacia no ter-
mo bh-wuu.h.sb M a dwamin'ao de Serra
do IS a Gonim o a do %oLe do
site Ca(ebo, linmk mxcta Om o0e&o ao sl'pela
e*Wl M vat %n aiti. Meohielti, a encontrar
a COW tAhbnas, maid.tUhi at diree &p a eg-
OuskpOrbetMe ea 5 O tit FJS & a encontrar a
i t aTl turn cca t* Born Conselbo
ficando o la o do sul para o district do Brejdo e o
do norte para o novo district da Serra. Pela in-
dicada estrada do Caetano limita-se corn 4' dis-
tricto de Garanhus pelo poente coin o t=rm3 de
Aguas Bellas e o de Buique atWecneontrar a linha
divisoria do norte do alludido termo de Garanhuns
corn o de S. Bento, a chegar ao sitio Caetane,
ponto de partida.
Assignado -Jos Manodel de Fretas.
Autoridades policiaes- Por actos do
presideucia da provincia de 27 do corrente, e sob
proposta do Dr. chefe de policia :
Foi exonerado Antonio Ovidio de Souza Ra-
mos, do cargo de 20 supplente do delegado do ter-
mo de PAo d'Alho.
Foram nomeados:
Subdelegado, 1o, 20 oe 3' supplentes do district
de Nova Cruz do termo de Iguarassu : o tenentQ
Luiz Francisco da Costa e Si)va, Francisco de
Araujo Montenegro, Joaquim Possoa de Albu-
querque e Aadr6 Cavalconto de Albuquerque, na
ordem em que vao collocados ;
Subdelegaeo, 1, 2o e 30 supplentes do district
da Serra de S. Luiz Gonzaga do termino de Gara-
nhuns : os tenentes Antonio Severiano Bezerra e
Joaquim Ferreira Viaona, e os cidadaos Joaquim
auliao da Porciuncula e Joaquirn Quirino dos
Santos, na ordem em qaeuo vao eollocados.
FalsiAcacao de bhiiete.- Antonio da
Silva Azevedo e Alfredo Ferreira d'Albuquerque,
cidadaos portuguezes, este estabelcoido a rua do
Rosario c aquelle empregado da estrada dc ferro
de Caruard, foram hontem ao estabolecimento de
garantias de bilhetes do Sr. Joaquimn Pires da Sil-
va, receberem o premio do bilhete n. 2210 (sorte
grande), este verificando que o mesmino bilhete os-.
tava falsificado, os prendeu A ordemn do subdele--
gado da treguezia dc Santo Antonio.
Tendo sido onmduzidos A presenua da mesma
autoridade, esta fez immodiatamente lavrar o toer-
mo de flagrancia e continda coin o rigor da lei nos
terms do inquerito policial.
Os rdos prestaram fianVa provisoria e acliam-se
erm liberdade.
Navlo arrihado.-Entrou hontem uo por-
to do Recife, a barca ingleza Areqpdpd, que, indo
de viagem de Valparaiso para Liverpool, soffreu
grande avaria no leme e mastreaqao, polo que foi
obrigada a arribar.
E' seu commandant Roberts Browns, traz 87
dias de viagem e leva carregamento do varies ge-
neros.
Navio incendliado-Somente hontem nos
chegou as mnaos um eartao postal, vindo de S. Jo-
s6 da Coroa Gra.do, datado de 25 de mnaio cor-
rente e assignado polo Sr. Carlos Jos6 Dias da
Silva, em que se relate o caso de um navio incen-
diado.
Eis o que diz textualmente o bilhete postal :
,, Defronte da villa de Maragogy (Alagoas) dis-
tante desta povoaqao 18 kilemetros, incendion-se,
na noite de 22 do corrente, um vapor de carga.
a Salvou-se a tripolagoo e nao sci se passa-
geiros. Part do carregamento era taboado e ma-
deiras, que estao na costa de Barra Grande, An-
tunos, Chareo, PerobLi (Alagoas) Coroa Grande,
Gravata e Pedrado Condo (Pernambuco'. Em
Coroa Grande e Gravata esta na costa nal.t me-
nos de 20 contos de reis em madeiras.
I, Grande esforvo e deligencia para juntar a
madeira e impedir o furto (impossivel) tern des-
envolvido o honrado Sr. Joao Francisco da Paz,
capataz de Abreu de Una.
0 capataz de Peroba tambem juuta alguma
madeira que apparece em seu district.
,, Urea das rodas o um pedaoo do vapor em
questao, bern como um mastro muito queimado,
estao no Gravata. ,
Davemos accrescentar que esta informacao nos
merece toda f1, porquo o Sr. Dias da Silva, que
jA foi nosso ompregado o hoje 6 professor public,
6 home serio e oriterioso.
Conseguintemente, nao tores duvida em soli-
rar da Alfandega e de quern mais de direito que
providencie pars serom recolhidos os despjjos do
vapor incendiado, bern como para informar o pu-
blico do uome do mesmo vapor, companhia o pra-
9a a que pertencia, e dar noticias da trmpolaqdo e
passageoros, se 6 que elle tinha estes.
Matris da Boa-flsta-Domingo, 1* de
junho, enserrar-sc-hao n'aquella igreja os piedo-
sos exercicios do mez mariano, corn os seguintes
acets : As 7 horas da manha, missa solemno can"
tada por um grupo de senhoras, corn allocucSfo
apropriada ; A 1 hora da tardo sera servido um
jantar a 100 pobrcs, em um vasto salao cedido por


dous comparochianos em commemoraqa.o do 10
centenario da installaiao do mcz ae Maria ; As 4
horas da tarde, uma pequena procissao compost
de meninas, percorrera o interior e frente da
igreja sendo ao entrar da procissao entoaeo um
Te-Deum a grande orchestra.
Anniversario Amanha fazem 41 annos
qua, em Napoles, e por procuracao, foi celebrate
o consorcio de Suas Magestades imperiaes do Bra-
sil.
Concerto- Nos sales do Club Carlos Go-
mes deve realisar-se depois de amanhA, sabbado,
um bellissimo concerto vocal e instrumental orga-
nisado pelo Sr. Euclides Fonseca, cujapericia para
tal mister ja se acha sufficientemente comprovada,
bern como o estio o seu talent de pianist e o sea
gosto de maestro compositor.
Toinam parte no concerto as Exmas. Sras. Dd.
Florinda Maia, Herminia Maia, Maria C. Rodri-
gues, Maria A. G. Texeira, Amelia Guimaraes e
Urcicina Alcoforado ; e os Srs. E. Fonseca, Elias
Pompilio, Agostinho Leal, Basilio Raposo, Joao
Nepumuceno, Manoel Bandeira Filho e G. Nind.
0 concerto comeqarA As 8 horas da noite.
Jantar aos pobres- Communicam-nos
que a commissao incumbida de por iem pratica' o
jantar offerecido aos 100 pobres, para comnmemo-
rar o primei-o ceutcnario do Mcz Mariano, resol-
vyou que o ret'erido) jaitamr tcnha lugar A 1 hlora da
tard, dill, domingio 1) I juinhc, no predilio n. 95 da
rua dl; Gloria, on-lto termo ingresso, alem dos po-
bros. as pessoas convida'las para aassistir o jan-
t;ir.
O)s p)obres que quiiizeremn toniar part no ban-
quote d.evenm ir cntenlo'r se coin o Revm. vigario
da parchiada Bo:t Vista.
Depois do jan tar serdo destribuidas esmolas.
Dinheiro- 0 paqietetI Mazdos trouxe do sul
para :
Manoel Martins Fiusa 2:000000
Antonio A. dos Santios Porto 7254000
Emancripadora Pernambucana -
Rerune-se esta sociedade, hoje, As 5 horas da tar-
de, no 10 andar do predio n. 58 da rua do BarAo
da Victoria.
Abolicionista Marlin% Junior-Tam-
bern reune-se, hlje, As 1 1/2 horns da tarde, este
Club, no 10 andat do predio a. 12 da rum da Im-
peratriz.
Ave Liberia. No proximo domingo reu-
ne-se em sessao geral a abolicionista de senhoraa
Ave Libertas na rua do Imperador n, 31.
Echo da Revolucaio-Aublicou-se o n.
6 deste periodic.
Liberladora Coyanense Reune-se
hoje, As 5 horas da tarde, esta Sociedade, na res-
peetiva sede.
Beneflicente Parahybana-Esta socie-
dade funciona hoje as horas da tarde em sua sede
Travessa dos Expostos n. 18 2.0 andar.
Allianca-Em 22 do cerrente escreveram-
nos deosta localidade o seguinte:
a Acaba de chegar a este povoado urn cabo do
policia que vemo substituir ao cabo Antonio Scha-
laprists, -visto star o mesmo sofrendo em sua
saude.
a E' pena, quoe no possa o mesmo cab coti-
nuar; aqui se tern portado de modo mui satisfae-
torio, tanto nr desempenho de sens deveres, come
no sentido de nomem rospeitador.
SNao s8o as fitas de cabo que The dlo direito A
estas duas palavras, que aqui a e am is n
qmaidadea.
A~aSSO ieBaltx.-Eauroem-moiQs ae IT
do corMnte:
f No dia 12do crnute men Joaquina -.


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Fado-W no inquoerito de Jouin n re-
~g~ne~s au *ss, tirades ieto memo adele-
dos bavserobiM"PIWAn
f~b~o, e By~t ePerpetua' e l, mnbas
c sadas, I Segado se diz deram fndo no jui&o
:, formado aolp, ponrque os aumres, cMiunoos,
|- doe creaturas que fazem peso na balaxa poaw
1 d. o pretense chefe! Ficaram impunes takes crimes
S praticados em 2 mulheres eazadas, e que vivem
S corn seus maridos?...
'e U Continuaremns sempre a clamar por providen-
S cias doe Exm. Srs. deseimbargadbr president da
S provineia e Dr. ehefe de policia, que deeerto nio
S permittirio que os crimes e criminosos, que abun-
S dam e transitam neste term, sejam incapados por
aquellas a quem a lei Ihes conferio series deveres
f a etimprir.
ccCom a retirada do actual delegado, que serA
S nesses proximos dias, as couzas voltarao, como j a
se diz, a sens antigos habitos, e entao ahi voltario
tambem para as ruas da villa os facinoras, Joao
Galdino, Francisco caboclo,Mariano e seus 2filhos,
Neco, de S. Bento, e tantos outros que seria enfa-
doutho declinar seus nomes.
a 0 nosse vigario encommendado, padre Monte
S e Sa, abandonou completamente a sua matriz e o
santo exercicio mariano, nem ao menos celebra as
missas conventuaes Deide que Ihe deram esta
pobre freguesia, o que nunca esperava, tratou de
S por-se em constant desobriga, corn o sonu sachris-
S tio, e de 2S500 rOis, que exigia por paptisados
pass a a 30500 r6is, como exigia, e recebera dos
irma'os do honrado Sr. Antonio Balbino de G6es,
subdelegado do 1.0 district no acto do serem pa-
drinhos de um merino; e a propor9io vai levando
tudo a.fio de egpada. .'
SPedim6ds sdrias providenitas 'aS. Exm.-Rvmda.
o Sr. governador do bispa'0- :e faria grande es-
mola a" humanidado desta didwse, se em tempo al-
gum, ou si para nenhuma freguezia della mandas-
se o padre Monte.
Passageiros-Sahidos para os portos do
sul no vapor S. Franczco ;
Arthur G. Paranhos Montenegro, Joaquimn Eloy
de Mendon-a, Agostinho A., Francisco Maria Po-
reoia, Joaquim Candido do Oliveira, Antonio da
Coata Pereira, Jose Lilbanio d:a Silva, Joss Igna-
ciodeAraiujo, padre Americo Soarca de Novaes,
Mangel Vieira de Figuciredo, professor Iguac'o F.
de Barros Leite, sua senhora e urna irmni, Arthur
L. G. William, Joaquim Bozerra, Bcnedicto Fer-
reira Albano.
Sahidos paraos portos do norto no vapor
national ilfanuos :.
Dr. Augusto 0. V. de Castro, Idalina Dantas
Neves, Dr. Jos6 Joaquim Tavares Belfort, Geor-
giano Gon~alves, Jose Antonio F. Junior. Felip-
pe Linhares, Joao MNI. Percira Junior, sua senhora
e umo cunhada, Amelia do s Reis e 1 criado, Vic-
torino H. do Limna, Francisco 0. da Rocha, Lin-
dolpho Correia, Luiz A. de Oliveira, Alfredo
Baudov, Philomena .M do Sacramento e 5 filhos,
Manoel B. Henuriques, Antonio Mcnde3, Corbinia-
ns de S. Bastos, MAlanoel A. Gongalves, Joanna 3M.
dos SAntos, 2 press, 2 praqas, Antonio F. de As-
sis, David Sarrafs.
L eioie%-Effectuar-se-hao :
Hoje :
Pelo agente Pestana, As Ii horas, na rua do
Vigario n. 12, de predios.
i-elo a/ente B-rlamaqltd, As 11 horas, na rua do
Imperador n. 22, do prelios.
Pelo agent Pinto, is 10 1/2 horas, no largo
da Soledade n. 2, de moves, louias, crystals etc.,
e um juinento.
Pelo agent Silccira, -is 11 horas, na rua B-lla
n. 14, sobrado, dc niovels, etc., etc.
Amanhil :
Pole ageunte Carmno e Silva, .s 11 horas, no lar-
go do Corpo-Santo n. 27, de moves, louias, etc.
Pelo a'/ente Pinto, as 11 horas, na rua do Vi-
gario n. 21, dc pesos, bla-!e:tis e medidas.
Pelo agent Pestana, ao mneio dia, na rua Vidal
de Negreiros a. 2, da taverna ahi sita.
Pelo aqeinle Gusinamo, as 11 horns, A rua do So-
cego n. 26, de moves, loucas e vidros.
Pelo agente Britto, as 10 1/2 horns, na rua do
Rangel n. 41, dc moves.
Sabbado :
Pelo agent Carnino e Silva, ao meio dia, na
t avessa do Corpo Saute n. 27, de predios.
Velo agente Brito, As 11 horas, na rua do Fogo
n. 47, da typographia ahi sita.
Peto agente Silveira, ao meio dia, no largo do
Paraizo n. 26, de dous bois e um novilho.
Mis.a% fsae3re.==Sirbio celebradas :
-- Hojoi : as 8 horas, na matriz do Corpo-
Santo, per alma de Manoel Francisco Marques; ais
7 horamj na Ordem Terceira do Carmo, par alma
de D. Anna Alexandrina Ferreira de Mello.
A maenh/ : as 8 horas, na matriz da Boa-
Vista, pur alma do D. Maria Balbina de Gusm'io
Martins.
Eatladouro publico. Foram abatidas
no Matadoare Publico 89 rezes pra econsumc do
dis 29 do eorreute.
Loteria da provincia Amanha, 30
I do corrente, sern. extrahida a loteria 41.', em be-
Sneficio da Ordem Terceira de S. Francisco de
Olinda, no consistorio da igreja de Nossa Senhora
da Coneeicao dos Militares, onde se acharao ex-
postas as umnas e espheras arrumadas er- ordem
numericea apreciacao do public.
Loteria de 25:00000$ Per tele-


gramma recebido pela Casa Feliz, sabe-se que fo
St. ram premiados os seguintes numerous da loteria
S: 149a A extrahida hontem 28 do corrente na c6rte:
3 590 25:0005000
7.286 10:000,000
- |' 2.273 5:000,000
Lb oteria do Rio de Janeiro-A loteria
S n. 339 B, do Rio, de 20:000,400 serA extrahida
no dia 1 dejunho.
1'' Bilhetes a venda na Casa da Fortuna, A rua lo1
... de Margo n. 23. -
Loteria-A de n. 119 B, do Rio de Janeiro
de 25:0009000 serao extrahida no dia 3 de ju-
nho.
Bilhetes A venda na Casa da Fortuna, rua 10
de Marco n. 23. -
| Loteria do Ceara-Co're no dia 7 deju-
S nho, cujo premio grande 6 de 5:000i.
| 0 rest dos bilhetes na Casa da Fortuna, rua
S I" do Marco n. 23.
I_" -.Loteria de 25: 50t)O00-A loteria 149a
serie B., corre impreterivelmente no dia 3 de
junho
0 rested dos bilhetes acha-se a venda na Casa
Feliz A. praa da Independencia ns. 37 e 39.
Orange loteria de 500:0003000-
: Esta extraordinarnma lotria serl extrahida na cor-
.. te no dia 16 de julho proxims vindouro.-
I. Os bilhetes acham-se a venda na Cas, da
S Fortuna, A rua 1 de Margo n. 23.
S. Mereado Municipal de S. Josz 0
S movimento deste estabelecimento no dia 27
do corrente fo' o seguinte:
Entraram para serem vondidos : 50 bois, pesan -
: do 7,002kilos.
SNo mesmo dia entraram para o mesme es-
i te.le taellel nto: 20
Peixe 2" kiloa
Fructas diversa 18 cargas
PFarinha, nilo e fijao 5 01 ditas

S egoo do dia:
CJtne verde do 560, 409( t6 M revis vkilo.
Sauna, a 610 r6is a kilo.
d. 400 a4 90 t &S tL cuia.
^^i;--IL Doi&


J066 joaqws pveO a xewokr"w"U-.
24 so, sitberI, lAui, Nnmiambwo, 11 uneasy, Recife ; datiIao.
Maia Amelia, Pet9nambawo, 9 mea, &aa ;
interite.
Maria, Pernambueo, 4 memes, S. Jov6; dysen-
teria.
Jo6, Pernambuco, 4 mezes Boa-Vista ; dysaen-
teria.
Antonia Maria do Espirito-Santo Pfrabco,
37 annos, viuva, 8. Jow. ; dyenteria.
Beatriz Bittencourt Cort eal, Pernamaco,18
aunos, solteira, Boa-Vista; beribere.
Josephai Maria do Espirito-Santo, Ceari, 70 an-
nos, solteira, Santo Antonio ; gastro interite.
Jos6, Pernambuco, 10 mezes, Boa-Vista ; va-
riolas.
4 destes pela caridade.



INDICACOES UTEIS
Advogado
H. Milet, 1.0 promoter public da capi-
tal tern seu escriptorio de advogacia A rua
do Crespo n. 18, onde p6de ser procurado
para os misteres de sua profissio.
Medicos -
Conaultorlo nmedico-cirurgleo do Dr
Pedro de Attabyde Lobo Noucozo a
rua da Gloria n. 39.
0 doutor Moscozo dA consultas todos os
dias uteis, das 7 As 10 horas da manhil.
Este consultorio offerece a commodida-
de de poder cada doente ser ouvido e exa-
minado, sem ser presenciado por outro.
De meio dia As 3 horas da artde ser4 o
Dr. Moscozo encontrado no torreao 4 prA-
Ya do Commercio, onde fancciona a ins-
]?ecqAo de sale do porto. Para qualquer
l'estes dous pontos poderlo ser dirigidos
ms chamados por carta nas indicadas horas.
Dr. Baptista dc ]loraes, rua do Barbo
da Victoria n. 37 1.-, andar; consultas das
10 horas ao meio dia; chamados por s-
cripto a qualquer hora.
Dr. Leonardo de Albuquerque Cavalca',ti,
medico da Faculdado de Paris, pode ser
,)rocurado em seou consultorio a rua do Im-
perador n. 44, 1. andar, das 11 As 3 ho-
.as da tardo. Residencia a rua do Hospi-
cio 36, onde da consultas das 8 As 10 da
manha e receb.e chamados por escripto a
qualquer hora'do dia ou da noite.
Dr. Lyra, medico, dd consultas das 8 As
11 horas da manh "a ruma do Barato da
Victoria, n. 48, 1.1 andar, para onde Ihe
p)6de ser dirigido quaiquer chamado.
( dtradle Lima
0 I)r. Andrade Lima, continula a dar
consultas de maio dia As 2 horau da tarde
ra seu consultorio A rua Larga do Rosario
n. 50. Chamados por escripto a qualquer
horo em scu consultorio, ou em sha resi-
dencia---Capunga---rua das Pernambacanas
n. 68. Especialidades febres e molestias
do apparelho respiratorio.
Occulita
Dr. Bairreto Samnpaio, consults de 1 ao
4: horas da tarde, na rua do Barbo da
Uictoria n. 45, 2.4 andar, residencia, rua
de Riachuclo n. 17, canto da rua dos Pires.
Bourgard & C.
Recife: rua do Marquez de Olinda n.
16 Santo Antonio, rua Primeiro de Mar-
o n. 3; Ba-Vista, rua da Imperatriz n.
54. Grandt fabric de cigarros a vapor.
Especialidades : Cigarros, charutos de Ha-
vana e nacionaes, cachimbos, tabacos e ob-
jectos para fumantes. Livros de medici
na dosimetrica e unico deposit da fari-
rha laceea de Nestle, para os meninos de
peito e leite condensado.
Drogaria
Francisco Manoel di &lva & C., depo-
sitarios de todas as especialidades pharma-
ecuticas, tintas, drogas, productos chimico
e medieamentos homceopaticos, run do 3Mar-
quez de Olinda n 23.
Phiarmjacia Pernambucana
Rua do (Cabug4 n. 11 de Antonio Mar-
tiniano Veras, pharmaceutico. Avia-se corn
promptidito e esmero todas as receitas e
menommendas que Ihe forem 3onfiadas.


PUBLICAGOES A PEDIDO

Trilbuto de homenagem

A.O EXIMIO OCCULISTA DR. M. BARRETO
SAMPAIO

Fatal moment 0 sopro da desgra~a
Sobre mim diffundio t'rva fumaa
Que a vista me roubou !
Nas trevas tacteei... Como umn romeiro
Que conduz o bordiao do desespero
Minh'alma cajinhou.
Eu era moo ; eu era noivo, ainantic,
E sentia em men peito palpitante
Os incendios do amor;
E c6go oh Deus !... tornou-se 6 terra um forno
Sem luz o sol!... de minirm s6 via em torno
Horror e minais horror !.. -
Por6n o create de esperar nao canqa...
Sobre a restea fugaz de uina esperanva
Caminh-i sem parar;
E serm tino, nem luz da expericntia,
Fui bater certo as portas da sciencia
Que bern sabe curar.
SEureka! Sim, achei... quanta caricia,
Quanta bondade, emfim, quinta pericia
0 mopo tinha em si;
S~rAixo era occulitta conbummado
E um ferrinho moveu tao adestrado
Que logo apoz eu vi.
Graeas aos c6ns ; eu vejo, eu resussito,
-Qual Lazaro do tumulo de granite
Qaeo Senhorofez panir;
Foi milagre o seieneti ? E estava morto
Pois que. a paixao nio viv seei conforto,
Bern mgosar nerm fruir.


ita &o eego ae mil


-atousf


ZI yuoge 0 tjIs ba juosauuanea We

xw e 4"uM ia
hes elte adio, seoso ru *em o moments a tinha
aemba, embe# 9 4apsbre aim a am
bs. e A&" di~iR; rospondi&.The
OMh ie e resigado offir os effeito qua
por venture puodznme o aeeron do calumnias de
quoe ui alvo dasR abi, brutal ee pevsa Ipai
rem tecado nquo ha de v mai ssgadodpara ndim
-rass oiBn dom mea proageamitorea seia sai ver-
dade, dewahide ingrate, se z-no vime diser
polo dominion da placid a de quanto capas
esse eonteo abjetto, que ne a memorial dos morte
Ihe mereoe reospeito.
Ah se o public beme conhecesse qur n 6 Joa-
quim Jos Ribeoiro, ccrtamente nio se obbcupatia
em lar o sea miseravel pasquim, acobertando-se
comi o negro manto da ealumnia corn o fim de i-
vrar-se da tremneuda rospooabilidade 'que sobre si
pesa corn os muitos factor que nested infeliz termo
tem-se dadoe, no e se etornou dleo mais ostensi-
vo e prepoto te, foi no que se dm no dia t 10de de-
zembro do anno passado, que deu nfugar a sua ca-
lumniosa narrative;
Pois bem, foi esse Sr. Ribeiro que conatituio-se
celebre protector de Evaristo e seu ncomparsa Ter-
tuliano; a sua casa servio deo espelunca a eases
dons bandidos, antes e depois do tristeo aconteci-
mento; foi nella que so eombinou o terrivel dra-
ma, tanto asim que na frente de su o a casa con-
servou-se um cavallo sellado para Evtristo por-se
em fuga logo que consummasse o assassinate na
pessoa de meai cunhado Pedro Marinho; foi fi-
nalmente m sna casa que os dous malvados aeha-
raw gaarida, depois do premeditado concerto; e
jA hoje nao ponho mais em duvida, quo foi calum-
niador ingrato home queo poz na mao de Eva-
risto a arma honicida par. tirar a existencia do
meu referido cunhado, corn o pensamento deo d'ahi
resultar a minha perdi ro e de mais imembros de
minha familia !
E a p is o interesse queo tinha esma vibora, queo
tal cousa suceedesse, isto porcue tiahae certeza que
nem ea e nein oma eus amigos o aseitariamos nas
filciras do pairtido.
Saiba, pois, o respeitaxel public, que Evaristo
eoi anteriormente preparado pelo mesquinho de-
tractor da verdade, para injuriar-me, isso no Mdia
de umn a eleiho, para que o public testemunhasse
o ser en desmooralisado- pela sua encommenda :
isto feito, veoi segunda vez Evaristo em minha
Casa, prorompendo em novos insultos, e eu semprc
disposto a soffrer resignado, porque ja era conhe-
cedor do tcrreno preparado em que me queriam
collocar. Nesta occasilo achavam-se presents os
meus cunhados Pedro Marinho e Honorato Mari-
nho, aquelle corn expresses brandas, fez sentir a
Evaristo que se retirasse, e este corn palavrae in-
sultuosas a responder-lhe que ngo se retiraria, o
que den lugar a que Pedro Marinho fallasse ener-
gicamente a Evaristo, lancando .o mesmo Evaris-
to mao dc uma pedra para atiral-a sobre Pedro
Marinho. Foi nessa oacasiio" que Pedro Marinho
lanca-se sobre Evaristu e daI-lhe um empurrao.
Parou, pois, o'caso ahi; retira-se Evaristo, pas-
sando desta vez em casa do Sr. adjunto, onde este-
ve born espaco de tempo e onde tambem jA se acha-
va o sen filho Jos6 Evaristo ; d'ahi sahio elle Eva-
risto de piano fcito a assassinar a Pedro Marinho,
o qne hia acontecendo se nao fosse a protecao
Divina !
Evaristo une-se a um companheiro de perversos
intents, e :rocuram por em pratica o comnbinado
e tenebroso drama !
Espreitam a victim, que sem esperar tao me-
donha cilada, passa incauta e desapercebida por
uima das ruas mais publicas desta villa, quando
.trAaioeiramente foi accommettido par. Tertuliana
e Evaristo: aquelle armado a pao e este a pu-
nhal ; aquelle fieando fora de -combate por ter a
victim tornado -lhe o pAu; cobardemente corre, e
a casa em que veio parar foi a do Sr. promoter
Joaquim Jos6 Ribeiro !!!
Evaristo que de pouca distancia espreitava ven-
do burlado o primeiro lance da impreza. atira-se
traigociramecnte sobre a victim e descarrega-lhe
uma formidavel e medonha pnnhalada do lado do
coragao, que s6 0 dedo de Deus a poderia desviar,
para empregar por cima do peito direito na fun-
dura de duas a tries pollegadas, centre o couro e a
carne.
Foi neste moment que achando-se em pouca
distancia o Lu')dl3gado do Sitios Novo., Manoel
Francisco de Souza, intimo amigo de Evaristo eor-
re a elle, da-lhe o bravo e o conduz para a casa
do promoter public Joaquim Jos6 Ribeiro, onde
j:l achava-se o sou comparsa Tertuliano, que sa-
hira pela trazeira da casa do mesmo promoter a
mandado delle dizendo as seguintes palavra :
Corre cabra vai embora-indicando-lhe o corre-
dor de sua dita caia, isto presenciado pelo eleitor
liberal Pedro Jose da Costa, que havia ido votar e
que achava-se aboletado na casa do referido pro-
motor, cujo facto referio-me pessoalmente; sendo
Evaristo recolhido a prisao muito depois, quando
a reclamacoes da victima e de seus irmaos, ao Dr.
juiz de direito, este promettera dar as necessarias
providencias.
0 triste acontecimento jai bern conhecido do pu-
blico, deu-se em um dia de feira e eleicao, onde
existia mais de duzentas pessoas que presenciaram
o acto criminoso; par censeguinte se tivessemos
umra autoridade imnparcial e justieira, havia base
suficiente para um verdadeiro inquerito e nao te-


riamos o desprazer de lermos a falya informaglo
que deu o delegado Cabelleira ao Sr. Dr. chefe de
policia.
Fique pois, o public sciente, que foi esse o caso
tal e qual se passou.,; nao pederia justiga a quem
a pode fazei, porque nesta trite quadra, ponha-se
de part a expresslo da verdade para se'dar cre-
d:to a mentira e a calumnia.
No entretanto foi Evaristo, no fim de trez dias
post em liberdade, e o famoso inquerito de que
fallou o delegado em sun informaglo, virou viza-
gem e nao se sabe onde elle paira.
Agora Sr. Ribeiro que corn tanto arrojo atira-
se sobre mim, como um clo damnado, revolvendo
atO os rests mortaes de meus queridos pais, deve
estar bern lembrado que em tempos que jA la vao,
pedio-me o senhor uma carta de empenho para o
Dr. Joaqui'n Gongalves Lima, de saudosa memo-
ria, afim de ser o senhor conservado no cargo de
adjunto que lhe procuravam arredar pessoas in-
fluentes do Granito, por motives os maib i ustos ;
foi ter a dita carta as mUaos do referido Dr. Lima
e o senhor foi nemservado no emprego, at que su-
bindo a political liberal, 6 senior, como e 6 sempre
o seu costume), filia-se a ella e atira-se horrivel-
mente sobre os coaservadores a perseguil-os comr
o mesmao fim de ser conservado.
Agora, nio sei se alguma cousa enchergou por
different prisma ; Vem dizer em seu repugnant
artigo que quero ter o arrojo de querer por em
derrota a um respeitavel conservador hornem de
serviqos, ete, referindo-4e a pessoa do Sr. major
Joaquim Leonel.
Ah Sr. Ribeiro o senhor come sabido; quer
me parecer que o senhor nao passa de umn verda-
deiro cavalheiro de industtia !
J1 sei onde o senior quer bater ; tornar-se de
novo, conservador.
Caidado Sr. Dr. Augusto, cuidado corn o seu
cbo eleitoral : no Ihe do u muito tempo que nao
este t ee nas filira eonservads I "
E por isso que oer. Rfibeiro a-wevera a pouc
tempo uma carta ao major Leone pednda-Ihe
duzeutos amil r4is e tsrdos e uft oeeasiio di-
a0-ke queor partidfiU'P*etava em
Qner4a isso taubeu acar &. Hibeiro 'q*
sao a o bCw erm -uw aempe
0 -Seulor Paam quiew* ir n io e
on arnade.i me- *iw4aluearf;r e


o que houtes kiia eftaafme; felimqetelle U,
o conhe coao tambem iuito o conheeo o
te-corone Coueoho a que o.Sr. horrivelmerate per
segufo na ubida do partido liberaL *
u at6 muito estimarei qa o Sr. major Joaquim
Ldpel tome a dir o da p otica, qado no
Sder os atervadores, j qae nao o tem qundo
fazser eastando debai- o pando s6mente sobre mim
toda'sorte da saerificloa e perasegui 9s.
Mente ainda docaearadamente o miseravel difa-
mador, quando diz que quismatar men cunhado
Antonio Mainho pela insigAUificante quantia de
eento e seosnta r6i6! Vem-o Sr. tenente Bezerra
seri capaz de isso diser; nao o tenho naeonta de
um refinado ealumniador como a o Sr. Ribeiro.
Oh! que de quanta infamia e capaz ease Sr. Ri-
beiro! Nao ha home honrado que acredite em
semilhante miseria!
Mente ainda este miseravel embusteiro, quando
revolvendo as einzas de men chorado pai diz: que
esqueceu-me do triste e estreito period porque pas-
sou meu pai, espoliado da alta sociedade da qual
era necessarvio membro.
Oh! quanta infamia!
Felizmente o nome d mdmen pa i aind nIo se ris-
cou da memorial de muitos vultos impoi tantes que
ainda vivem .e quo o diga os Exms. Srs. conse-
Iheiros Alexandre Bernardino dos Reis e Silva,
Jobo Jos6 Ferreira de Aguiar e des embargador
JoEo Francisco da Silva Braga e outros quoe o co-
nheceram pessoalmente"
Quanta magoa, desgraoado ealumniador, viestes
infiltrar. em meu coraco ao tocares nos sagrados
p.nhores que ainda conserve n'alma Por ahi,
miseravel, o public te ha de avaldiar para quanto
6s capaz!
Meu pai sem'npre fez figure salient na sociedade
e fallceu honradamente na capital d'esta proviua-
cia no anno de 1853, deixando-nos par heranOa,
nao o ouro do que 6s eocravo, mias umn nome hon-
rado, qne temos, merc6 de Deus, sabido hoarar.
Vou. findar, porqae nilo tenho cabeca parai dizer
o quauto 6s ruim, por6m antes de o fazer, declare
que ainda mentistes, como muitas vezes o teas fei-
to e 6 o ten cowtumn, quando disseste quoe fui no
metdo professor polo Dr. Silva B.rros. A primAi-
ra vez que fui nomeado foi para Pajeuo d Fiolres,
pelo Exm. Sr. Dr. Manoel Portella; a sogunda pa-
ra villa do Ouricury pelo d&seibargador Farias
Lemos, depois, contractando uma c.adeir. por qua-
triennio, findo este, continue no exerAieio interino
por nomeaqao do Dr. Joao Carlos, entio delegado
litterario; e hoje acho-me exercendo o cargo de
professor effective.
bin, ia findar, porem nao o fai) sem quo digi
duas palavras ao publieo corn rela.Ao ao assassi-
nato do infeliz Alvcs Branco.
E' hoje o chavdo de que lanuamn mno estes mise-
raveis para fazerem corn que a familiar Granja,tiao
cruelmente perseguida por ste tfacto, curve a froa
te, como que seja ella responsavel pur semelhante
acontecimento !
Um irmio ou mesmno um pai, mAtindido, ferinqo
ou roubando, serA responsavcl o filho ? Que tenho
eu que Alvaro, send men tie (que ji' nao existed)
matasse quantos quizesse, serei eu por ventura o
criminoso? No emtanto igual caso se des em Ta-
caratd, e nunca vi nada escripto coin relacio ai
elle, no Onuricury, por6m, a anna political de que
lancam maLo, 6 a more do infeliz capitio Branco,
que de coracao lastimnei; porn queui tev e unica-
meute part n'ella, foi o mandate e os mandata-
rios e disto acredito quo deve estar hoje convict
o Exm. Sr. desemhargador Percira dc Lueena,que
aqui esteve e testemunhou, qaianto era o empenho
de muitos, que se acham uns em complete miseria
c outrosd epatriados, quae corn testemunhas falsas
procuravam arredar a legitima influencia do que
sempre gosou a referida tamilia Granja.
Prosig miseravel aventureiro, prosigas no teu
triste caminhar, que vir'- tempo que a verdade
triumphar e tu, corn a consciencia mordida pelo
remorse, gritarAis um dia-perdao, perddo-para
a4unlle que hontem para ti era bomrn home, e que
hojeo cobres como esfarrapado manto) dacalumnia.
Ouricury, 7 d(1 maioe do 1881.
Telesphoro Lopes de Siqueira.


Eiei&o do 2.I dlstricto
E' tempo do eleitorado da provincia exa-
minar o mode porque os sens mandataries
desempenharam o hom'oso mandate do de-
putado, e depois do um examr severe, e
conscioncioso, pronunciar o sen terrivel
veridictum, ou renovando-lhe o mandate,
reelegendo-o, e assim approvando os sous
aetos na camara, ou reprovando-o, negando-
ihe os sous votes, nao reelegendo no pro-
x'ma eleiao.
Nenhum deputado por certo morece um
exame mais serio e grave, do que o Exmn.
deputado, -b Dr. Jose Marianne, visto A
sua elei~ao ter side um duello de more
entre os dous partidos, excitando um inte-
resse geral, digamos mesmo grande entha-
siasmo entree os partidos, levantando-se o
indifferentismo politico, fazendo todo ci-
dadao active tomar part directa ou indi-


recta nella, dispertando os qae so achavam
retrahidos da political, fazendo declarar-se
os neutros, emfim nunea presenciamuos uma
eleicao mais pleiteada, .mais disputada, tal
era, a confianga que todos tinha-o no illustre
carididato.
Corresponderia porem o illustre deputa-
do A expectativa public?
Seriam os inteoesses do public, do
commercio% da agricultural, dos seus ami-
gos politicos attondidos, correspoadidos
pelo lustre represontante do 2o district ?
Coin pezar, poren corn franqueza dizemos
que nio!
S. Exe. s6 cuidou em advogaros soeus
interesses particulars, e do alguns amigos
e parents, que lhe podium servir de de.
grAos Tpara sua elevaqAo political, quer per
meio de favors, quer per meio de arruma-
goes, quer finalmente conseguindo patentes
para galardo ir aos seus denodados corre-
ligionarios.
E' assim que S. Exc. vizando corn inau-
dita sagacidade o quanto poderia lucrar
corn a question da impostor do consume tao
agitada nesta praga, constituio-se advoga-
do do commercio em grosso, consegamdo
ser tal imposto abolido, deixando-jp illudir
por6m com uma simplicidade inerivel corna
a piromessa de 10 por cento ,para auxiie
As provincia
Nao calculou mal S. Exc. 0 commer-
cio em grasso. pagou-rhe bern, --um bonito
palace offertadop le constiae hoje o
su melhor spatri n m r*oo
;E no aug.do SOU ensiusiasmo provoQuo
Ubiemlt ism.o ae &la oncedetnd*tres


mito embora o commercio a retamo coin
OB* horriveis impostor. director lan*d0
pelas Assembas Proviciaes, extor$l04e'
[uito embora nas agonias de desespero
todas as mais classes da sociedade!
E oillustre deputado do 2.o distrioto,
11e so deixo codihvr corn tanta simrapli-
AdA, nto teve mais voz para reelamar
d10 joa favor das pobres provincias!
|O ma*l n present sessao! Pode ser, 6
annode eleico...
W E pois incontestavel, que o commercio
en gtral, (corn excepglo de media duzia
& easas estrangeiras,) que todas as clas-
ses de nossa provincia, se estao hoje tao
sobrecarregadas dos pezados impostos, foi
devido a iniciativa do deputado do 2" dis-
tricto, que tornando-se o advogado daquel-
las casas, fez pressao no governor do Sr.
V. de ParanaguA, para empenspda e irre
flectidamente abolir o imposto do consumer
sem substituil-o por outro geral, deixando-se
codilhar corn os prominettidos 10 per cento.
Se pergantarmos, quakes os interesses,
que o illustre deputado advogou em favor
d'agricultura do paiz, da provincia, treme-
nos a mio, e immudecemos, serm pudermos
I apresentar o mais insignificant servi9o.
Ao contrario o illustre deputado s6 tratou
de promover a ruina da agricultural do
paiz e particular da sua provincia, desper-
tando o espirito do element servil, exci-
tando-o contra os senhorios, querendo a
complete ralna dos propriotarios dos esrcra
vos corn suas iduas extravagantes e incen-
diarias, coin a aboligito itmrediata e sem
indemei'sagao pregadas nos theatres, e nos
comicios, calcando aos .ps, e rompendo as
folhas do nosso pasto fundamental, corn)
so sobre umna classes s6, devesse pezar o
erro do tantas geragoes, o tromando-Joglado


0~ ~ ~~0B UUpnJMHsI. am~qO p BUMilOnfi'
*3e|19|e peuhorou, os nfp5 &^ u~~i^.i11sil iet--
na, ,quo nimorta4o em paouco, inem por
isso perde de valor, prinipalmente par&
homens aferrados a circumeapsc9 do Sr.
commendador Gama, digna de inveja.
Quanto ao Hospital Portuguez, nio posso
calar no moe espirito, o asseio, aetividade,
zelo exemplar, uma administrano acerta-
da, economic, e o born tratamento que se
observa nesse estabelecime~nto pio, conver-
tido polo sen digno Regente em numa casa
de sauda que nada deixa a desejar; e a par
db tudo isso, v&-se tambem o verdadeiro
apostolo do christianismo esmolando, o pe-
dindo consegoes para o seu engrandecimen-
to; sacrificando o seu repouso, e destribu-
indo consolago, e caridade a qualquer hora
da noute e dia, A aquelles que precisam do
seu auxilio, sem destinc9ao de classes, e na-
cionalidade; e digno de todo o elogio a abne-
gagAo de S. Exe. que presta ao nosso
paiz e a humanidade um born servigo.
Julgo do meu ever, como depositario da
verdade, tornar public os factos, e senti-
mentos que gostosamente pezamn no meu co-
ra9gao, sempre sincere nas suas manifesta-
9ges, ainda que faga soffrer a modestia do
Exc. commendador padre Guana.
Recife, 28 de maio de 84.
Julio Alcino de Castro Oliveira.

0 conenrso para empregados de
kazenda
III
JA temo3 dito bastante para quo S. Exe. o Sr.
desembargador president da provincia, recoinhe-
cendo que foi illudido na nonmea-) que fez para
examinadores desse concurso, pois consta-nos que
S. Exc. nuao conhulcia a capacidade moral c intel-
lectual de cada urn, e foi levado por informnaces,
aiinnuille essa iinorahidade acobertada corn o nomb-
l~g;i de concurvo; "por&; n ainda nio dissemos o


do nossos antepassados! .. .. .. e -
de blicl p os 1 o e o governor geral fiquern scicntes dos escan-
Como so podera pois concorrer para a dalos que na Alfanlcga c Thesourarm a dc Fazenda
recleigcio de quoin pretend cavair a ruina, form pistos cm pratica, corn o minais descabellado
da agriculture, e do commenrcio, cujas r.mi- cy-ism.)
0 s a d s q Os exames escnriptos de portuguez c arithmc-
zes se alimentamn da seiva; que Ihefrnc tict foram, al m de anarehicos, feitos de uma ma-
a agriculture, pare a sustontaeio deste ter- niira oscandalosauncte immoral!
rivel estaxlo de pauporisit) da provincia, Empregados altamente colloeados, de ambas as
e:n quo tdas as classes se extorcemn nas repartimcs, comn quem tomos conversado, tiem-
e 1 qu Tda as clse se etrci na n,.3 dito quo nor aquelia forma nunea virain alua-
ag'onias dos pezadissinios imnpostos dirccto .? ni dito quo per aiuellm forin nnea viram aba-
sar-se da lci e protegor-se tilo desbragadamente.
Nio, a reeleigAo do illustre deputado do 2o Provas inquaiiicAvcis, (eur dc portaguez, qier
distnicto seria um mal de incalculavois coan- do artiitmnctica, foram substittidas eo dia se-
sequencias ruinosas para a proviaca e p-ra g1-itc'1
o paiz: qun to trn bi sense, est t Canrlidatos houve, que levaram. para o conc.rso
paiz quem no tern bon sns, cs o p pou oseriptos no3s punhos das camrnisas !
se-ios, e verdadeiro aior ao seu pO.z, n.) Examniuaores houve, que f)ramn espichados polos
pocdo proenover o seo eangm-rnlaecihn uto c a concurrentes, coino mnostrarmc:nos desnvolvila-
sua felieidado fatura mnentc no scguinte artigo.
Eits codices pis pod o pr- E apoesar de todo essoe desplante cymicarmcnte
.e post e n pratica c iminoralincnte aeolbertado corin
tido liberal, e o illastrado c indeol)euleate o nome do conrarso, o Sr. inspector dai Tlicsouraria
corpo eleitoral do 2' district deixar de teve a coragen doe dizer que, emnquaito clce fosse
abracar a candidature do Dr. Ambrosio Ma- vivo calndidato que fez os protests nao sera
chado, do 1 prefereacia a do Dr. Jo In- cmapregado de Fazea !!!
E' ate ondo podo chlegar a coragemn de um ho-
rianno. maem quo nao tern consciencia dec si !
Un eleitor do 2. districto. Aniiulle S. Exc. o Sr. president da provincial,
__ come c opinion geral, essa monstruosidade, a que
Im. Sr. D. SoeIabra. -V. S. a aca ao uSari. inspector chanma cotcr-so ; no'n:de S. Exe.
c rcg.o Do lots caV acld o d examinlores da altura dos Drs. Albino Meira,
congregao dos lnts da aaldade de yres Gaina, Joss Diniz, Cicero Peregrine, An-
Direito d'esta cidado de ir A ituproeasare- tonio Justino, Olintho Victor, Fraaco de SA, Fer-
velar ao Governo e ao public o quz ha reiraCruz c outrosm mnuitos cidadaos respeitaveis
alli dentro., par sua momalidade e saber, e n6s mostraremos
ao inspector da Thesouraria d.o Fazenda, se o re-
Pois bern : so esse. ameaca (prquff1!1)no1 .
Pes bern" ste amaca pf !) n)ao sultado do coicursoi niLo srn mnuit) ountre. Se S. S.
e uma quichotada ridicule, impropria do I terib capacidade c coragem mesmo do excluir can-
lugar quo V. S. occupa, eu o provoco so- didatos approvados, para substituilos por phos-
leinemente em nme do su bnios, e d phoros protegidos, vordadciros fillhotes; per cujo
lenemtente em no deseus bos, do ivo aSr. Iraga recusoa assignar as nictas,
sue coragein, para que a faoa, quo estiao sendo reforiadas, razlo porque !ii num
E essa provocago eou lh'a fano coimeo he- mnez ainda nlo subio para a presidencia o resul-
mem off ndido, e em termos takes que n ito tauo dcssa immorahdado!
he permittom escus, salve so no Esse candidate a quema o Sr. inspector da The-
he permitted escusa salvo s na o in- sourama anathematisou, sabe qualquer das materials
comiaoda o ficar sendo tide por umrn ho- p.ura ensiuar, nio dizemos sm aos examninadores,
mrem sern dignidade. q(ao sao verdadeir s illiustres desconhecidos nas
Recife 28 de maeio de 1884. materials que examinaram, mas ate ao Sr. inspector
Albino 1 1ci'a. da 'Tl'csouraria de Fazenda, quc apesar de seus 40
annos d oempregado da fazemda e dis suas cans
-- brancas. como diz _. S., em material de illustraaQo,
0 Dr. Souto Maior, medico, da consul- e-ta talqual sahio do venture materno, como disse
tas na Pharmacia Popular, rua da Impe- o finado MIendes da Cunha, no Rio de Janeiro,
ratriz n. 71, das 11 horns da ruanhi as 2, quando o president do conselho de mninistros de
enteo, ih1 perguntou pela capacidade intellectual
da tarde. do president da Relacio d'est- provincia, cujo
nome omittimos, por ja niao existir.
Sr. redactor.-Foi mnito dificiente a noticia que 0 proprio Sr. Leite Bastos, so retario do con-
deu V. S. em sua Revista de hoje acerca dos mo- caso, disso a uma pessoa, cujo nome decliaare-
tivos que determinaramn a minuoria conservadorae mos, se formos contestados, quo o candidate ana-
na sesslo de hontem, a retirar-se da Assemblea. thematisado pelo Sr. inspector da Thesouraria era
Nao foi s6 por ter sido admittido e votado o en- o mais bemrn preparado ou um dos poucos que l1
cerramento do art. 20 do project de for~a policial foram sabendo o que iam faze : mas que os pro-
e votado este artigo no meio da maior compres- tastos feitos o tinham posto a perder.
sclo e tunmulto. nuando estavam todos os deputados Nao e precise dizer-se mais


de p6, e era absolutamente impossivel virifiear a
votacao, que a opposiIbo conservadora reolamau e
appellou para a Assemblea; mas tambem p3rqu'e o
mesmom que se deu na pretendda votacao do art. 2,
teve lugar nas votagoesdos arts. 3, 4 e 5, qae tutm-
bemrn e por um process n ais summario ainda (por
que nem requerimento de encerramnnto hmuve), fo-
ram considerados approvados pelo president da
Assemblea, simultaneamenate corn outras tantAs
suspensses da sessao. Isso mesmo consta do re-
sumo da sessio, publicado na Rlevista de hontem.
Todos estes factos foram relatados e venficados
pelo nosso amigo Dr. Rosa e Silva, qaando justi-
fieou o nosso requerimento de appellaciao, reqoe'i-
mento que naio podia deixar de ser lido e vctado,
na firma do regimerito.
Assim nao procedeu, porem, a mesa, admittin-
do que o deputaido Jose Maria o discntisse pela
ordem, ate findar a hora do expediente, nao obs-
tante as nossas reelamacSes ; recusando mandar
fazer a sua leitura para submettel-o a votacao,
come expresso no regiment ; e passaudo ex
abrupto a ordem do dia.
Foi para estaelecer uma questalo de ordem
acerca da direeIao que a mesa dera #o nosso ap-
pello, que o noasso amigo Dr. Nile de Miranda
procurou fallar pela ordem ; e nao seudo attendi-
do, nao obstante a resistencia legal quo oppuza-
mos ao acto da mesma, foi reaberta a sessao,
depois de suspense, tomatios todos a resolua'g de
retirarnmo-nos:
Eis em substance a o que se deu.
28 de maio de 1884.
A minoria da Assemblea.

Ao Sr. Nualaqulas, e ao Exitm. r.
eommendador padre Gana
Achando-me restabelecido dos grandes
soffrimentos que me enfraquoceram, e aca-
brunhavam ha longos annos, devido.isso, ape-
ricia, e zelo do Illm. Sr" Dr. Malaquias
Antonio Gongalves, venho dar o meu fraco
testemunho, o qual, nao grangearA para S.
S. .6 certo, renome, come operator com-
summado, de reputageo firmada; espresse-
rA porem o reconhecimento a que fz jus,
confessado que cumpro .imiprescendlvel
dever. ,. .i.
As man4iraz delicadas, zdo, ponttta-
Mlidade e de, 1a1lo0de S. S em trees lon-
-g A- ratas s a qiauetirve sugeto, "o
'jtt smaiss "te pde par& me obz-.
Pra a iana A4W gqAi-dR 1, quo s6 mom eo
^IBeL miiiiB~ toU Aeste iuundo. *po&-
I I I. ':, NeciII.:'
r ie a4


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I
4'







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/


Abolicionista Maranhense 28 de

SJulho
No agradecimento que pela imprensa fez esta
soeiedade As pessoas que espontaneamente coadju-
varam-n' a"p'ara a reali.sacmio da matinee que teve
blugar no theatre Santa Isabel, domingo 25 do cor-
rente escapou o nome do distinct actor o Sr. Joao
Rocha, que em grande part couenorreu para o bri-
Iho e esplendor da festa desempenhando a magni-
fica scena comica; A volta a roda do mun-do, a pd
de seu vasto repertorio.
A sociedade agradece-lhe a sua valiosa coope-
raito e hypotheca-lhe os seus mais altos protests
de estima e gratidio.
Recife, 29 de maio de 1884.

Just pedido


More cm Afogadess 'a rua Direita, o empregido
da Capatasia da Alfandega Jose Moreira Lima,
quazi paralytico, soflrendo as maiores privates
porque o vencimento do emprego que occupy s6
Ihe 6 page pro labor.
Coata 74 annos do idade e 24 de servivo public.
Para cumulo de infelicidade sua mulher, unice.
pessoa que corn elle mora estA de cama provonien- .
te de uni granide tumor. :
E' elle soeio do Monte Pio PopuIrr Pernambuca- ;
no desde 1859 e sempro pagou suns mcnsalidadem,
6 just pois, que no estado em que se acha Ihe seja
abonadas mensamente umna quantia come marcuA
os respectivos estatutos.
Lembramos, por tanto, a V. S. que peiam pelo
seu conceituado Dia-io, ros coraases bemfazejos
qan-a se compadecam desse pobre home e Ihe
mandem alguma cousa corn que possa comprar re-
medios e alimento.

Aos senkores eteilores do .dis-e

tricto eleltoral da pCvinaC
Aspiro a honra de ser eleito deputado
geral ara a. proxima legialaturade 1885 ,
1888 pelo brioso e indepRda.uip e leit"44
do segundo districtddetaairovioa.c
Aos meus co-reIionario|[ ea vvydif,-
tinetos cefes do pwtido,>. a.
thuonsra do pe, ton eTioO-.i
idia ousadia. -. U. ^ -^ *,** '^^S
-minha msolu~
doe miihs vtata44,


Bazzleu.





























AU entende que a idA tdemoertica,- por
aii s-adiantada que seja, deveeparar dian-
t -da'auarcias, e da ssordemi .da calum-'
,niae do inisulto contra umia lasso, .o.lo
imenos, io mnerecedora, etc qualquer
outra,*do respeito e da veraqpa0o de aual-
-uer governo sensato e moralisado.
Eis como penso, e eis a razlo per que
opponho a minha candidatura- A do illustre
deputado polo 20 district na ultima ebiao
geral.


Sem odio algam, seme o menor despeito
pessoal contra o illustre co-roligionario, A
cuja candidatura me opponho coin a maior
franqueza, na lucta, que se vai travar, e
4da qual serA juiz o illustrado corpo eleito-
ral do 2a district, protest nao me servir
de outras armas7 que nao sejam as da mais
perfeita cortezia e cavalleirismo entro con-
tendores leaves, que se respeitam o so pre-
sam reciprocamente.
Em tempo opportune apresentarei ao dis-
tincto corpo eleitoral, a quem me dirijo nes-
'te moment, o programma politico, que
cumprirei A risca, se merecer a honra que
solicito.
Gaipi6, 19 do maio de 1884.
Ambrosio Machado da Cunha Cavalcante.


Ao eleitorado do 2. district
Conscio de que, no exercicio do manda-
to de representante desta provincia corn
que fui honrado, tenho procurado corres-
ponder A confianga dodigno e independen-
....t6 eleitorado do 2.o district, e nem umn so
moment esqueci os interesses de mnha
-estremecida provincia, oeso esperar ique
ser-me-ha renovado o mesmo mandate, no
proximo pleito eleitoral.
Se apreswtar-se algam outro candidate
-em nome do nosso partido, para ue naio
seja sacrificada a causa liberal, appellarie
previamente para o eleitorado e, sendo-me
,contrario o seu j nizo previo, comprometto-
-me a trabalhar polo candidate preferido
-corn o mesmo ardor corn que trabalharia


* ii.



/,'


RENDIMENTI
Mez de i
4rrAmzGA==De 1 a 27
Idem de 28


AtacUBBnoju=De 1 a 2
Idem do 28


-JOSMULADO PaovIcCXAL-
Idem de 28


'OS PUBLICOS
maio de 1884
848:703A646
43:4455504
892:149#150
7 41:425A369
3:3306974
44:7565343
-De I a 27 90:9461505
8:7575492
99:7035997


.... r DBAAo-D A 1 a 27


12:341049
1:070j215
13:4115684


DJESPAUCtUS D E IMURl'TA^O
Tapor inoglez Commander, entrado de Liverpool
S Lsboa no dia 27 docorrente e conSignado a
-* eohnston Pater & C., manifeston :
Carga de Liverpool
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-Alyes & C. C Agu* mi 1 A,16ba&ica ordem._
-Armees pars. ael 2m cains a Lui Antonio Si-
-meir. A vlulmen 7tP~P~tsasoa & C., 5
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Vianna, 1 a W. Halliday d C., 1 a Otto Bohres
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1 a Aifredo Lopes & C., 7 tI Franeisco LIMUiA%
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Sly.e scm dor. AffecN5es ide pelle c sy-
.hilis. Molestias do peiti e da garginta.
Marquez d, Olinda n. 31, das 12 as 4.






MEDICO 8
j ) Consultas a rua do CabugAi n. 14
Residencia A rua do Hospicio n. 62


0 Dr. Adriao
MEDICO
Contain a dar consultas das 11 As 2 horns da
'i.rde, em sen antigo consultorio, A rua Ibarga do
Rosario n. 36, 1.- andar. Chamados por escripto
t uqalquer hora, na pharmlacia Bartholomeu & C.

Dr. Simuoes Barbosa-
Medico e purteiro
DA consultas-de 12 as 2 horas aa tarde, na run
do Marquez d'Olinda n. 18, primeire andar.
MUDOU sua residencia para a rua d'Aurors
n.81.
peaos & Monteiro. Azeite 10 quiuitos a Pereira Car-
neiro & C.
Batatas 50 meias caixas a Ferraz a & C.,
60 a Ferreira Rocha & C., 60 a Do Torres
& Carneiro, 60 a Cunha Irmaos & C., 200 a Fran-
cisco R. Pinto Guimaraes, 100 a Souza Guima-
ries & C.
Cebolas 25 caixas a Ferraz Percira & C., 25 a
Carvalho & C.
Drogas i caixa a A. J. A. Ribeiro.
Moves 6 caixas a Matioel Jose dos Santos,
Mercurio 1 cais'i a D. Ferreira Baltar.
Palitos 2 caixas a Silva Guimnaraes & C., 2 cai-
xas a Domiugos Cruz & C. Palhctas falsos 2 cai-
xas a P. D. Torres, 1 a N snes Fonseca & C. Pre-
suutos 1 caixa a P. D. T'orres, 1 A ordem. Pelles
cortidas 1 caixa a Ferreira Barbosa & C.
Sapatos 1 caixa a M. J. Ribeiro & C.
Toucinho 10 barrios a Ferraz Pereira & C., 40 a
Cunha Irmaos & C.
Vinagre 50 caixas a Domingos Cruz & C. Vi-
nho 10 pipas e 10 quintos a F, I. Pinto Guima-
rdes, 5 e 25 quintos a Silva Guimarees & C., 8 e
37 quintos a Souza Basto Amorim & C., 10 e 20
quintos a V. de S. Rosa, 5 quintos a iia & Re-
zende, 10 quintos a Manoel Rodriguest Teixeira,
5 quintos a LH. Bernardes de Oliveira, 14 q~ktos
a Guimaries & Valente, 15 barris a !., a" or-
reo, 100 caixas a DomingosCruz & a aLuiz
G. Amorim, 6 a David Perreira Balt O a J. da
CNeves. -


Patacho port do dqelotas em 27 do ,orrente e oonsi!
nado a Amorim Irmulos & C., manifesto:
Xarque 141,000 kilos a qrdem.

Palhabote national S. LotUreno, entrado
de Poirto ilegre em 27 do eorrente e con-
saigndo a Pereira Carneiro & C., mani-
fesatou: ,
Xarque 76,020 kilos & ordem,


Barc*4prtugueo A
$Msai-~ 27 6ed
aPereira Careiro & (
Xsrqu. 2291,700)Ak


Mai


aAua "argo Vie-
1* 1 ~ ,ILP 45 s do' andar, del" 4 ho..
w atarAe, wpto nosdombigosedias
Ssantifieadoz. Chamados em seun consultorio
on em casa de osuna residencia A- ruan de
Sliaehnelo n. 17, canto da rua dos Pires,
*xxxxxxxxxxxx XXXB


^ Advogado I


ITiburcio de Carvalhol

Rila I. de fare a. 93



Consultorio medico
0 Dr. Joao de SA Cavalcante de Albuquerque,
d. consultas das 10 As 12 horas da manha, na rua
do Bom Jesus n. 20, 10 andar.


}{-CONSULTORIG

Medico-cirurgico dentario

RUA DO DUQUE DE CAXIAS
q N. 57 1* ANDAR
S 0 Dr. Joaquim Camara de volta de
sua v-1gem a Europa, onde fez estudos
cspeciaes de molestias da boca; encar-
S rega-se de qualquer trabalho de cirur-
gia e prothese dentarias: extrahe den-
tes corn anestesia per meio de appare-
Ihos apropriadoa : obtura (chumba)
S corn ouro, platina, cimento, corrige as
itmregularidaries dentarias, eolloca den.
tes polos processor mais aperfciqoados.
D Cos anitas
}{ De 10 horas da manha As 4 da tarde. [


DiscIostallte AlMle
a melhor rempedlo para limpar
caldeiras a vapor
E prevenir a formagao de pedras cm
ealdeiras
Invenqao do Dr. Pascoal Alfieri
A NAPLES.
THEO. JUST
Representante do fabricante em
VERNSA~miuCo
17----PRA9A DO OCORP SANTO--- t-


EDITAES
0 Dr. Joaquinm da Costa Ribeiro, juiz de
direito do civel d'esta cidade do Recife, e
sen term, capital da provincia de Per-
nambuco, por Sua ilagestade o Iliper't-
dor a quen a Das gua.ade, etc.
Fa o saber aos que o present edital virein on
d'clle noticia tiverein que por parte do gerente da
companhia da estrada d ferro do Recife a CaxangA
por seu procurador me foi dirigida a peticao do
theor seguinte : Illm. Exm. Sr. Dr.juiz de direi-
to do civel. 0 gerente da companhia da estrada
do terro do Recife a Caxanga, vein declarar V. Exc.
que estando teita a desapropriaAo do terrenc c
ceasas do Manguinho pertencente aos herdei, os do
fallecido Manoel Pinto de Souza c depositado o
product, digne-se na forma da lei, mandar aflixar
edital por 15 Vias para que cliegue ao conihe-
cimento dos herheiros ausentes, a Fazenda Pro-
vwucial e Geral ou a qualquer outro credor, que
esse product sera entregue por este juizo a queui
direito tiver mostrando-se dividamente habilitado.
0 product depositado 6 6:0003000, e a desapro-
priagao livre de impoeto. Pede V. Exc. deferi-
mocnte, send a intimaeao aeostada aos autos de-
pois dos 15 dias nos termos da lei. Recife, 16 de
maio de 1884. Joa da Siveira Borges Tavora,
procurador. (Sellada corn uma estampilha de
200 rei regulamente inutilIaada't Am lit%. ntiin


Pars o Rio Grande do Sul, F. de Souza Mar
tins 500 volumes corn 41,865 kilos de assuca:
branch ; V. da Silveira 150 barricas com 16,31i
ditos de dito mascavado e 150 ditas corn 13,49(
ditos de dito' branch.
No brigue hespanhol Atdonita, carregou :
P;rar Paranaguai, P. Carneiro & C. 25,000 litroI
de sal-
No vapor inglez Teotonia, carregou :
Para o Rio de Janeiro, Bittencourt & C. 6 vo-
u laes medicamemtos.
No vapor rfilcional Mandos, carregou :
Pa.ira o Para, A. J. Furtado Sobrinho 220 bar-
ricas com 16,151 kilos de assucar braneo ; J. B
Milhililes 29 saccos corn farinha de mandioca.
No hiate national Geriquity, carregou :
Paia Macahyba, L. G. da Silva & Pinto 4 bar-
ricas comn 4'j6 kilos de assucar refinado.
Na bareaga Ccique, carregou n:
Pars o Natal, J. J. da Silva Campos 6 pipas
comn 2,520 litres de aguardente.
Na bareaoa Aurora 2a, carregou :
Para Mossor6, J. J. da Silva Campas 2 pipas
corn 840 litres de aguardente.
Parsa Msacao, J. J. da Silva Campos 10 banrris
corn 800 litres de reel.
-- Na barcaa Linda Rosa, carregou :
Para S. Migael, F. J. da C. Galvmo 15,000 li
tros de sal.
MOVIMENTO DO PORTO
Navio entrado no dia 28


r
)
b
0


Valparaiso -87 dias, barea ingleza Arequipa, de
489 toneladas, eapito Robert Browns, equipa-
gem 14, carga varies generous; a drdem.
SAidoe no mesmo dia
Montevido-Barca dinamarqueop hrftiancwlso
apMiB W. RPa, carga a,-Wsr.
WetA ludiea Llwar single Bla*'heftcnptgo P.:
* Li a--y e yv c 11 *- *'1!*
Bala e eacalas VgpiOr 3DcioaaSl 8 JV- nciPa,
commaudante Pereur, C .s vaongenero.

MO--

daamau
r*s0o do Tiests ainanl
.^^.'-' -..-;juoKo, .1 ;'*


4 TOM UA tdade Recited tar-
ecIQ,' fedto Tergalljaao'da Glrnka
TO~mda Coaca lWrsio.
o D JoJaquim_ 4 Costa Wieitro, juiz i#4
de direito do Gctivd' cife e seu term, capital da provindca de
Pernambuco, por Sua Magestade o Im-
perdor, a quem Dew guarde, etc.
Pas saber aos quo o present edital virem ou
d'edlUe notieia tiverem. que por parte de D. Arce-
lina Carlota de Meraes Pradines e seu filho Al-
berto Augusto de Moraes Pradines, Ihe foi dirigi-
da a petivio do theor seguinte -'
a Illm. Sr. Dr. juiz do direito do civel. -Arce-
lina Carlota de Moraes Pradines cseu filho Alberto
Augusto de Moraes Pradines, tenrdo feito recolher
ao deposit publico,per conta de que a pertencer, a
quantia de 1:1201, principal c jurors da hyp~the-
ca corn qae estava gravaila a casa de propriedade
dos supplicantes, A travessa das Peri-ambucanas
n. 3 B, freguezia da Graqa, visto nito ter o credor
hypothecario, Joaquim Jos6 Alves Guimaraes,
querido receber e assignar a escrtptura de venda
do referido predio, querem agora os supplicantes
notifical-a do deposit feito por editor nos terms
do art. 252 do regilamento que baixou, corn o de-
creto n. 3,453 de 26 do abril de 1865, para levan-
tal-o quando quizer.
S N'estes terms pede I %r. S. deferiMnento.-
E. R. M.
Recife, 24 de maio de 1881. Arcliua Car-
Iota do Moraes Pradines.-Por procuraao do Al-
berto Augusto de Moraes Pradines, Joiao- Gual-
bcrto de Moraes Pradines.
Estava unia estampilhlia do 200 reis legiunentc
inriutilisada.
Em dita peticao profzrio o despacho do theor se-
guinte:
Como requer. Recife, 24 de mnaio de o.34.-
Ribciro. ,
E mats se nlo continha cmn dita poti.lo c le-
pacho aqui transcripts.
E para con3tar e chegar ao conliccinenit ( de
todos, inindou passar o presented edital, quo serai
publicade pela imprensa e affixado no luigar pu-
blicc do costume.
Dado c passado n'esta cidadc do Recifi do
Pernambuco, aos 26( dias do inez do maio de l 1 ,.1
Eu, Felicissimo de Azevedo Mello, cscrivao, es-
crevi.
LJoaqniirni da Costa Ribeiro.


0 Dr. Jo.i/ain do.iC'jst.t R.bed'o, jaiz dc
direito do clvdel ncstt cid-tle d(o Rccif;, e
sea t'or-n c ip;'d dt provcincia d, Per-
n'mmba.co, pur S'. .L L erri-d e (J-mstita-
cional o Sr. D. Pdru- II, a qua-in Dias
g.quarde, etc.
Faqo saber ios que o pnr-'scute dital virein o:t
d'elle noticia tiverein, que por pari-t do Auitouio
Jose Pereira in- toi dirjgid:- a peti.Lo do theor
seguinte:
hIm. e Exinm S'r. Dr..jiiz d& direito do eivel.
-Antonio Jozi6 Pereir;a e s-u filho o mnu-nor de
ignal none reqier a V. Exc.. so- digaie inaindar el-
tar aliimna coneinkr-cial Fernawudcs da Costa & C.,
representada por Manoel F"iiniunides da Costa c
s aa inu!h'ir I). J'viina, Antonio Fernandes Wihei-
ro e sua mulher D. Gailliermina dos Santos Viui-
ir llibleiro, Manoel Marcel.no Monteiro e sua mu-
Ihor D. Clom-ntina Alineida dos Santos Monteiro,
Antonio Quintino Franco da unmlri e sut a nulier
I). Lucina Jos6 Bernardino Rosas e &na inuilMr
I). Maria Albert na Leite, Henriq.ie PFernaudes da
Costa e o ausente cin luig;ar iucerto, Joaquim Fer-
naudes da Costa c o padre Manool Mormira da
Gania para na prmuneira atudiencia deste jnizo fial-
larcmiii aos t-rmos do unm libcllo civet;, em que se
Ihes pedemin a revogapqmo da secriptura de hypo-
theca do sobralo n. 43 da rua do Amoriin, e das
seitennas proferidas na aciIo e execu;Ibo da cita-
oa firmia cintra o mesmno padre c aos supptieantes
como tercciros seahores prcjudicados comio inellior
expressaram em sen libello, sob pema de revelia,
fieando logo citado para todos os terms atM meal
embolso e final execucao, visto nao se terenim eon-
ciliado combos supplicantes. Portanto pde (de-
ferimnento e espera receber mercc. Estava sellada
comn uma estamnpillia de 200 rmis, inatrtilisada pela
f6rma seguinte : Recife, 7 de maio deo 1884.-0
advog do, anoel Francisco de Barros Rego.
Despacho:
Di itribuida. Como requerem. Recifo, 7 -de maio
do 1884. -Ribeiro.
Distribui9ao.-A' Macel Piubeiro. Rucife, 7
de maio de 1884.--0 distribuidor interino. He,-i-
que da Silva.
E mpis so nao eontinha em dita petiqao, despa-
chlio e diz-tnbui;io, eim virtade do qualm proceduu-
so a just.iticam..Lo d; auiisencia do executado, foi ati-
nal julgada a inecsma auscn-cia, coino so v& da sen-
tenga seguinte :
Visto aclhar-se ausente emin lugar incerto Joa-
quim Fernandes da Costa, que faz parte da firna
social Fernandes da Costa & C., desta praca, co-
mo se minostra polo depoincato das testemuuhas,
mando que scja elle citado por carta de editors
com o prazo de 30 dias na ffrma requerida. Cus-
tas alinal. Recife, 24 de maio de 1884. Joaminm
da Costa Jibeiro.
E mais se nao continha em dita sentence, cm
virtude da qual se passou o prescnte quo sera pu-
blicado pela imprensa e affixado nos lagares do
costume. E por elle cito c clhamo o executado Joa-
quimr Fernandes da Costa ausento em lugar in-
eerto e nao sabido, para quo no prazo de 30 dias,
contados da publicaeAo d'este, que compareea pe-
rante estc juizo para vir fallar aos terms de um
libello.
D.tdo e p-vzsado nesta c.i-iale do R,-cife, aos 2G
de inma -ld 188SL
Sabs'Crwo e as3lgno.-() eserivilo, Antonio B4r-
Sges Leal.
Jjrtq lin da. C'-fa Rihbeiro.
0 DBr. AIdlio Antonio deC Luia Fr-ire,


juiz de dir'elfo privativo'de orilpos da co-
utrcat do Recife, )por 5, M. o Inmperador
a qgimn Duc-s yu-rde, etc.
,aeo saber aos que o present, edital vireen, ou
delle noticia tiverem, que no dia dez de jupho do
correnate anno, a requerimento de D. Elvira Morei-
rsa Lopes, e em praea public deste juizo, depois
da audieneia respectiva, se ha de arrematar por
vendsa a quemr maior lance offerecer, a casa torrea
corn aoAo a rua da Aurorora, sob numero cento e
setenta e trez, na treguezia da Boa Vista, cornm sete
metros e vinte centimetres de frentre, vinte e
quatro metros e dez centimetros de fundo trez ja-
nellas- de frente; corn as accomoda ses seguintes:
no pavimento terreo duas salas corn portas para o
lade do note, quatro quartos teisdo cadsa um delles
urma janela, um socavlo debaixo da escada, que
di ixgremso pars o precitado sotao, o qual tern
trez janellas para o pomte e duas parsa o norte;
quatro quartos e um al" entaipado: sendo que
todas as salas a excecpa d do sotam ao forsra-
dan; assim eomo que'a salIa fente p pavimen-
to tenrreo 6 asnalad; havendo em a&bos os pa-
vimoat0i enuabaeto p om gaz, corn O reapecti.
voperten sgrau&de qintal murado corn quinze
m etros tia ceatawetros de frente, e sessenta e
oete metro e dez ntimetroee de fundo, onde ha
em eontinnavio a eans, quatro quartos, um dos
qaues serve de cosinha, uras gramude estribaria e
duas latrinas; send que a cam e sussaa depdn-
cia slo de pedra e cal, prociiando a "ba do
grandes concertos, avaliadapo qatro conto dmto
rek; cas, que foi ad pret Elvi
Xfeiret Lopes por son ex-tutor haton6 Msi. m
Qaes Ida Bivs, pana pagamento do aleance am''
que se achav pas. t m 61a, caf tio 0UtM(tapdat"bella -a-re a aa aoeaa"*


Sociedade Ave Libertas
No (domining:) 10 ne junho ha de hayer reunilo
gcral da socicdade Ave Libertus, na rua do Im-
perador n. 31 Peo At todas as- Exinas. senhoras
socias que comparecam na esta sessao, ecife, 28
de junho de 81.=-A 1= secretaria,
Maria Albertina Pereira do Rego.
Thesoirarla de- Fazeunda de
Pernambuco
Substituigao de notas
De o:dem do Illm. Sr. inspector se faz public
que em virtude da circular do Thesour-o Nacional
n. 19 de 5 do corrente mez, publicado 11 Diario
QOfficial 11. 13"1 de 17 do,) mesmo mnez, A)i prorogado
at6 31 de dezembro do corrente o'-nno o prazo mar-
cado para a substituikao sem. (descont-) das notas
de 201000 da 5a estampa, 10,5 da 5, c 6, e l0000
da 3' estainpa.
Thesouraria de Fazcnda do Pernainmbco, 27 do
minaio de 1884.
0 secretario-Ia junta,
Fraincisco Autonio dc Oliveira e Silva.
IlRMAN DAIM;
DO
SS. Sacramento da miatriz de S.
Jose do Reife
De ordem do noss irmino juiz, aoa'ido aos ir-
maos desta vencravcl irmandado a retnir-se em o
nosso consistorio no domingo 1' (te junho do c)r-
rente anno, pelas 9 horas da. manh., afim de as-
sistirmos a minissa votiva ao Espirito Santo, se-
guindo a cleieao cm mesa geral, conforme os
arts. 36 e 39 do nosso comproniJsso, elei9i.o dos
novos funccionarios que teem. dc regor esta irman-
dade no anno compromissal de 1881-85.
Consistorio da irmaudade, 28 de maio de 84.
0 eserivo,
Heliodoro Rabello.
IRMANDADE
DO
SS. Sacramento da malriz da Boa.
Vista do Recife
De ordem da mesa. regcdora desta irmandad e
s'ao convidados os senhor&es irmaos a cempa'lece-
rem neste consistorio As 10 horas da manha do
proximo domingo, 1 de Jwuho, afim de reunidos
em mesa geral elegerem a nova mesa regedora
para o anno comnpromissal de 1884 85, conformnie
disple o compromisso em vigor.
Consist r o da matriz da Boa-Vista, 27 de ma:o
de 1884.-0 cscrnivio. ititerino,
Antonio '. de Aqlbucnqerque P imeaitel,

Santa Cam da fisericordia do
Recife
Na Santa Casa arrcnda-se por unm at trcs annos.,
os segumintes preios :
Rua da Saudado


Casa terra n. 5
Travcssa de S. Pedro
Sobrado de, dous audares n. 2
Rua do Born Jesus
Segundo andar cto sobrado n. 13
Run do Burgos


40A0DQ


Casa tenea n. 27 l1800
Beceo das Boias
Loja do sobrado n. 16 12500
V Sensala-Velha
Casa terrea n. 18 2000
Rua da Moodsa
Casa terrea n. 49 30)000
Senzala-Velha
Casa terrea n. 16 20A000
Rua Imperial
Casa terrea n, 127 125000
Rua do Encantamento
Primeiro andar do sobrado n. 9 15,000
BRua do Visconde de Albuqterque
Casa terrea n. 61 17A750
Rua Sete de Setembro
Casa terrea n. 28 4805000
Estrada do Rosarinmho
Sitio n... 2501CCO
Seertsta da Santa Casa de Misericordia da
Recife, 18 de maio de 1884.
0 escrivao,
Pedro Rodrigues de Souza.


CO MANJA


It

a .a
A
-aL


demnar ou sagrar os mineus servigos.
Abolicionista que nao trausige nein se
xretracta, mas que n-ao quer a subversaio da
ordem public, si tiver de ser condemnado
por amor da santa causa que abracei, dar-
me-hei por bastante compensado tendo por
sudario politico a grande bandeira a que se
abriga toda a humnanidade.
Confio a sorts de minha candidatura aos
meus amigos e correligicn.rios, cuja dedi-
cacao constitute a minhlia maior gloria e mi-
nha unica forga--, e qualquer que seja o
desenlace nao deixarei de continuar a ba-
talhar nas primneiras linhas pela causa da
patria e polo bemrn da provincia que me or-
gulho de representar no parlamento na-
cional-
Recife, 19 de maio de 1884.
Jose lfarianno.


O Club da Lavoura da

Escada

O president deste

club, eonvida a todos


COIIEICIO
Praea do Recife, 28 de male
de 1884
A- treshoras datarde
Cotaceu official
Milho de Penedo, 60 rs. o kilo, hontem
-Cumabio sobre Londres. 90 d[v. 20 d. por 14000, d8
banco.
A. J. de Oliveira Rodrigue,
President.
A. M.de Amorim Junior,
Seerctario.


5*, secco. Smret*aia da presideaOis 4e Per.
Smbuco, 26 de mivo de 1884. De derm do
Xxm. Sr. dese:rabergador prebidente da poviaeia,
fnio publicar 6 edit.l aboixo transcript, em que
peta presidenaia.- a& provineia de Alagba s.no
ehumados eoancurmrentes- ao eatabeleeimentod fres
engeahos centraea ue difta provineia.
O seeinario,
Joo\ A. de. AAlbaierqae Mfaranb&.-
Deo* odemn de S. Exe. o Sr. prjidente da provAl-.
cia, taco public para eonhelcineuto daquelles-a-
quem ioteressar, qne, ., vista &k art. 22 da lei'ri;
896 de T de julho de 1882 e. E que requereu 9
colonel Felix de Morae& Bandlcira, acha-se abcr*-
A concur-encia public, no. praazo de 50 dias, con-
tados de hoje, para ser eonatrtado coin quem me -
Ihores vantagcns afferecer, do aeeordo corn a lei
n. 684 de 3 de maio de 1875, o estabeleeimento de
trcs engenhos centraes, que se eompreheuderao
nas ruas das comnzrcs da capital, Piar, Atalaia,
Alagoas. Camaragibe e Port' CAlvo, sob as bases
e cendioes seguintes :
1l Garantia de juros de 7 01f0 durante o prazo
de 24 annos sobre o capital de 500d0005 por eada
eugcnho que tiver capacidade parsa moer diaria-
mente 120,000' kilogramminas de canna.
2 Isencao de-dircitos e impostos provinciaes e
municipaes, except os de exportalo, dos produc-
tos fabricados.
3 Estabeleciincnto do minimno pre4o por qiue
devcra s'r veilndida a cauna forucciia pco lavra-
dor d3 engenho central, salvo os eoutmatos parti-
clarcs cm coutrario, que deverAo ser approvados
polo pres1idente da-. pruvincia.
4' Eiffectividade da gararitia de juros, depois
(que unia coinmissi-o- nouneada pelo president da
provincia asseagutirar. que o engcnhao central se
acha capaz de fuincioni.ir, e emittir sea juizo so-
bi)re as oJdi(oes dos coatratos entre os- capitalis-
tas c os agricultorcs.
5' A fabric, poderA. r-eceber e moor cannas de
comarca ou municipio nio declarado, no eontrato,
unaa vez que nessa comarca ou municipio nao es-
teja funecionando outro engenho central.
6(' E' pernittida a transfcrencia do contrato,
tem onus alguman parn o cointkitutc.
7 A provincia teri o dircito de ser iudemnisa-
da (do auxilio que tiver prestado, quan-lo o contra-
tauto on a c:)mpanhia distribuir dividendos supe-
riures a 1 010.
Secretaria do govrnonio cm Maceid, 20 de main
de 1881. Srvinidlo (e secretu-irlo,
0 official-maior,
Tibur-io- V. de Airatjo.


I


II


I


I

























0-secretario ,"
:Jos E F. Jacobina.
....SALAO
A ''. EJAC^S^

DO
CLUB CARiLOS GOMES
Concerto vocal e instrumental
DE
Euclides Fonseca
Sabbado, ai de malo de 1884
1.a PARTE
Guarany, ouivertura A 2 pianos, A 4 maos.
pela Exmna. Sra. D. Florinda Maia, e os Srs.
Agostinhlio L-al, Elias Pompiho e E, Fonseca.-C.
Gomnes.
Troivalor, phlintazia para flauta, pelo Sr.
Basiio Raposo.-Ciardi.
Tarantella para piano, pela Exma. Sra. D.
IlerminiaI Maia. Beriot.
Aria d' Alvise da opera Gioconda, pelo Sr.
Jo1o Nepomuceno.-Ponchiielli.
Graimnde e brillanmte p1autaNia,' a
2 pip.no,, sobre motivos de Verdi, p la Exma. Sra.
I). Mairia C. Rodrigacs e E. Fonsecai.-Cerimreb
I due Fomcari, Tn piar Io sai cie gld'e ',
duetto pela Exma. Sra. D. Maria A. G. Teixeira
e o Sr. J. Nepominceno. Verdi.
2..a PARITE
Lzh ptfte et le paysan. ouvcrtura, par-.
piano 4 mios, pehs Exmias. Sras. Dd. Maria A.
R. TJixcir- e Amelia Guiimaracs, coin acompa-
nhamcnto de flauta, violino c violoneello.-Supp6,
Trovador, pihantasia para piano, pela Exmina.
Sra. D. Floriuda Maia.-Goria.
Polka de concerto para clarineta pelo
Sr. Manoel Bandeira Filho. E. Fonseca.
Prametssi sposi, duetto para baritono e
baixo, p -los Srs. J. Nepminucno e G. Nind.--
Ponchielli.
Rigo Sra. D. Urcicina Alcoforado e E Fonseca.-- .cri-
nel~e.
TravSata, p1hantasia para dIms pianos c or-
gao, pclas Exinas. Sras. Dd. Florinda M:i;i, Ur-
cicina Alcoforado, c o Sr. Elias Pon.pilio, coin
acompanhaunento de flautirn, flauta, ciarineta, vio-
lino e violoncello. M. Fischetti.
Intcrvallo da 1' para 2a part de 1/1 d ehora.
rincipiarA As 8 horns.
spuBo pelas linhlias principals.

DIARITIMOS
...Hamtiirg-Suii ai ri^^^ ch


Dampfschillahris-Gesellschatf
0 PAQUETE A VAPOR
Rosario
1Espera-se da Eu-


demora necessaria para
Bahia
Para passagens, frete, etc., trn:
agcntes.
Borstelmann


ropa e portos do
note no dia 30 N. -8
Ido corrente, se- '
guindo depois da


iacta-se cornm os

&C.


RUADO VIGARIO N. 3
10 andar
Compankla Brasileira de Nave-
gaao a Vapor
PORTOS DO SUL
0 vapor
Pernambuco
Comnindante o capitao de fragata Pedro
H. Duarte
E' esperado dos portos do nor-
o te Wto diea 4 de junho" e
seguirA depois da dernora
do costume para os portoado

Recebe tambem carga pasa Santo. e Rio OGran-
de, frete modico.
Para carga, passagens, eanco endas e blf
htacta-se na agencia
44 RUA DO COMMERCIO 44
COMPANHIUA PENRAUBUCANA
DE
Navegaao Costeira por Vapor
PORTOS DO NORTE
Parahyba, Natal, Macdo, Mossoro,
Aracaty, Ceard, Acarach e Camnossim
Segue no dia 5 deju-
nho o vapor Pirapaima,
-commandante Rino,
as 5 horas da tarde.
Recebe car-g a atho
~dia 4.
Encommendas, passagens e dinheiro a frete atW
As 3 horas da tarde do dia da sahida.
ESCRIPTORIO
Caes da Companhia Pernambu-
eaia n. 2 _
Pacific Steam Navigation Company
STRAITS OF MAGELLAN LINE
S0 vapor
Araucaria
Espera-se da Eu-
ropa at6 odia 8
de junho e segui-
paaosul do-
is da demora do
costume.
Pars carga, passagens, encommendas e dinheiry
a frete: traeta-se comos
Consignatarios
Wilson ons d C., Limited
N. 14-RUA DO COMMERCIO-N. 14
0 vapor
Magellan
om t M o din5 deo
=hoawmndo pans
-A Etwo l dade-
wn tun


a free; tracts

M- N 14.


end.. dinheiro


Lembra-se aos Srs. passageiros de todasas
classes quo ha lugares reservados para esta agen-
cia, que podem tpmar em qualquer tempo.
Para carga, passages, enconunendas e dinheiro
a frete: tracta-se eom o
AGENT
Auguste Labille
S9 RUA DO COMMERCIO-9

CHIARGEURS REUNIS
Companhia IPraneeza de Navega
cao a Vapor
Linha quinzenal entire o Havre, Lis-
boa, Pernambuco, Bahia, Rio de Janeiro e
Santos


Steamer
Ville de Bahia
E' esperado da Euro-
pa at6 odia 6 de
j unho, seguindo de-
pois da indispensavel
demora para a Ba-
hia, Rio de Ja-
neiro c Santot.
Roga-se aos Srs. iminportadorcs de carga pelos
vapors desta linha,quiciram aprcsentar dentr6 de 6
dias, a contar do (lda descarga das alvarengas, qual-
quer rclamcn.to concernente a volumes, que por-
ventura tenham seguido para os portos do sul, afim
dese podcrem dar a tempo as providcncias necessa-
rias.
Expirado o rcfcrido pra so a conmpanhia nio s i
responsabilisa por extravi(,,..
Recebe carga, encomincndas e passageiros, para
os quaes temrn excellentes accomminodacocs.
AGENTES
Augusto F. de Oliveira

& C.
42 RUA DO COMMERCIO -42
S (Entrada pela rua do Torres)


N plates & Brasil Mail S. S. C.
0 vapor
Finance
E' esperado dos portos do
sul no dia 7 dejunho, e
depois da demora necessaria
seguirA para o
Ilaranhfio. Para. S. Thomaz e
New-York
Para carg., passagens, c encommendas, tactar-
se coin os
AGENTS


Henry Forster & C.
RUA DOCOMMERCIO N. 8
1." andar


Pelos vaporecs desta companhia dao-se passa-
gens para Liverpool ao preco de 200 dollars ; o
passageiro desembarcando em New-York tern ga-
rantia a passagens para Liverpool quando Ihe ap-
prouver por vapores de la ordem.

ROYAL MIL STEAM PACKET
COMPANY


Grande reduecvio nos precon
passagens
0 VAPOR
Mondego
Commiandante Ilceks
1A espi
do sul no(
do corren


da




erado
dia 29
te, se-


Wguind. depois
da demora necessaria paraLisboa, Southampton
etc.
Tern optimas accommodates.
Passagens para a Europa podem ser torna-
dos na ida dos vapores para o sul
RedueVio nos preeos para o Rio
de Janeiro
1. classes 90#000 e 3. classes 27#000


O VAPOR
Guadiana
Commandante Horton
s Espera-se d


o Rio


de Janeiro no dia 14
dejunho o qual de-
paois da necessarin
demora seguirA para
New-York
Para passagens, fretes, etc., tracta-se corn os
CONSIGNATARIOS
Adamson Howie & C.
--Rua do Commerelo-3

Itinerario


IDA
Sahida Southampton 1
Chegada Bordeaux 4
Vigo
S Lisb~a 7
9 8. Vieente *
Pernambuco 20
Maeei6 $1
Bahia 22
B Rib de Janeiro 26
Santos 28
S Montevideo
S Buenos-Ayres
VOLTA
(Conforme as ordena do Rio
Sahida. BuenosAyres
Momtevideo
Santos
Rio de Janeiro
hCegada Bahia
]Maeei
S Penambueo
S. Vieete
Lusbos
ftSoautpon


92927
.24
13
24 3
i2 1

29
5 ,

de Janeiro)
17
18


1
2


7
N4 9
27 12
18
11 2i
1 ...
29 14


ueiiao
De 1 mohbilhi de palha de Hamburgo.
1 dita dejnnco,
1 dita de jaearauda.
1 piano de H.i Herty.
1 serafina, cryataes, porcelanas e objects de
electro-plate.
1 apparelho de porcellana dourada para jantar.

Unlta-fra 29 do cofirnto

Agente Pinto
Por occasiao do leilao de moves, louca, vidros
e crystates da casa em que residio o Sr. Ernesto A-
de Barros Franco.

8bxta-oira 30h milo

AtIINTB PINTO
NO ARMAZEM DA RUA VIGRIO N. 21
CASA DA ESQUINA
0 Lcilao principiarA
A's 10 horas em ponto
Em continuaaio
Grande e variado sortimento de espelihos novos
dourados grande c pequenos, ricos quadros dou-
rados corn finas paysagens, que podirao serem
vndidos aos pares e em pequenos lots a vontade
dos compradores.
Grande exposi ?ao


Agent Pestana

Leilio


DE
PRE lKBMOf i
A saber:
Uma cxcellentc casa terrea de "pedra e cal sita
a rua da Aurora (na Boa-Viagem) tendo de frente 1
dorta c 2jancllas, e os seguintes commodos: 2 sa-
las, 5 quartos, cozinha fora, sito arborisado e corn
cacimba, passando ao lado o rio Jordiao.
Uma dita.tambemn de pedra e cal, na mesma rua,
tend de frente 1 porta e 1 janella e os seguintes
commodos: 3 salas, 4 quartos, cosinha fora, sitio
arborisado e cacimba.
Uma dita (em caixa'o) faltando apenas os repar-
timentos, tendo 1 port e 1 janella, e acha-se centre
as duas acima mencionadas.

ulB ta-feira 29 d c0 ronto
A's 11 horas
NO ARMAZEM A RUA DO VIGARIO N. 12
0 agent Pestana, competentemente autorisado
fara leilao por conta c risco de quem pertcncer
dos predios acima mencionados, os quaes se acham
em perfeito estado de conservaqao.
N. B. As chaves aeham-se em mao do ageate
para qualquer informacAo.
Os Srs. pretendentes dirijam-se ao armazem da
rua do Vigario Tenorio n. 12


Agente Burlanaqui

Leilao
Quinta-feira *9 do eorrente
A'S 11 HORAS EM PONTO
No armazem da rua do Imperador n. 22
S0 agent acima por autorisacflo e assistencia
do Alm. e Exm. Sr. Dr.juiz de direito da prove.
doria de capellas e residues, levarA a leilao a casa
tenri ea n. 7 da travessa da Baixa-Verde na Capun.
ga, a requerimento de Ermelinda Carlota Maria
de Gusmao, Olindina Maria de Gusmio e Emilia
Lucinda Maria da Paixbo, uaicos herdeiros da fi-
nada Joaquina Maria da C m)ceiao. Os senhores
pretendentes desde ja poderio examiner a dita
casa.


Em eontinuaeao
LevarA a leilio as mesmas horns. o mesmo agen-
te asima mencionado, a nona parte do sobrado
n. 18 A rua Nova. Qs senhores pretendentes po-
derao ir examiner o sobrado.
Leilao
de 6 espelhos douradas, grandss. send 2
ovaes e 4 para consollos, quadros gran-
des dourados e 2 minobilias de palha
QUINTA-FEIRA 29 DO CORRENTE
ao meio dia
No largo da Soledade n. 2

Grande e variado

Leilao
De bonds moveis, finos crystaes, porcella-
nas, jarros para flores, objects de elec-
tro-plate, quadros corn fins gravuras,
candieiros a gaz carbonico, espelhos, urmna
burra prova de fogo e um jumento gor-
do e manso ; a saber:
Sala de vwiita
Um piano forte, 1 cadeira para o mesmo, 1 es-
pelho oval, grande e dorado, 1 serafina corn ex-
cellentes vozes, 1 mobilia de jacaranda corn tampo
de pedra, corn 1 sofa, 1 jardineira, 2 dunckerques
corn espelhos, 4 cadeiras de bragos e 18 de guar-
nicio, 4 quadros dourados, 12 pannos de crochet,
8 jarros grande para flores, 2 ditos corn pingen-
tes, 2 figures finas, 4 cantoneiras, 8 port flores,
3 langas pars cortinados, 6 abragadeiras, 1 lustre
de crystal corn 3 bicos, 2 escarradeiras, 6 tapetes
de porte e I tapete alcatifa forro da sala.
Primneiro quarto
Uma cama franceza dejacaranda, 1 toilet, 1 la-
vatorio e gnamni*o, enfeites para toilet, 1 guar-
da veatido, commoda, armario, 1 cabide, 1 corti-
nado para eama, 1 cupola, 2 maquezas, 1 corn-
moda.
Segundo quarto
Um guards roupa, 1 emafraaeax de amarello,
1 dita de ferro corn lastro de arame, 1 cabide, 1
commoda, 1 marques e 1 eonsolo.
ala de o stuara
Um sofA, 2 cosolog eom pedraes, 12 cadeiras de
jacaranda, 4 quadroo dorado, 1 mesa de jogo, 1
ganilo, I costuralra, maquna d ostura 2 e-
deiras do balaawo, 1 candiearo a gas corn 4 bieos,
1 bra) e) derystul, 2 tapetes de 'Ocoo 1
meca r= a t"," da pedra.


Uras mobi
eirae 2 oom
or e 12 a18
oleo^. --1:'1
- ST1 OM~


Itl-aua.a

Ok-1)mi


A 11kIN~to
No sobradode'azulejo do largo da Soledade
.: 2, propriedada do
Sr Ernesto A. de- Barros Franco
0 leilao privcipiarA As 10 1/2 horas em ponto
por serem muitos oa lotes.
Os pretendentes tomarlo os bonds da linha de
Fernandes Vieira.
Aluga-se a referida casa

Leilao semanal

Carmo e Silva
Sexta-feira. 30 do corrente
A's it horas
Mobilias, moveis novos e usados, toilettes corn
pedra, espelhos, ricos quadros, relogios, candiei-
ros para gaz, vidros, etc.
SMiudezas, retroz, linhas, meias, fazendas, cal-
gas, paletots, costumes de caseminra, etc.
Ferragens, enxoes, parlettas, machados, pisto-
las, phosphoros, 32 paneiros corn gomma e outros
multos objects que estarao patentes.

Ao orrOr o martoilo
27 Travessa do Corpo Santo 27
,

Agente SiHveira

Leilao


demo


vels. loula, vidros
dros
Qitieta-feira 29 do corrente


Squa-


As 11 lioran
No prirnmeiro andar do sobrado da rua
Bella n. 14
0 agent acima autorisado por D. Amelia da
Rocha e Silva, que se retire para o Rio Grande
do Norte, fara leilao dos moves existentes em
oasa de sua residencia sita A rua Bella n. 14, 10
andar.
Uma mobilia de amarello, consolos e jardineira
com tampo de pedra, 1 eama franceza, meia com-
,'noda, 1 marquezao, 1 mest de jantar, cadeiras de
guarniio, 1 cama para crianca, 1 relogio parade
,ima de mesa, quadros, jarros, lanterns, lou.as
'; muitos accessories de uso domestic, 1 lavato-
Sio tampo de pedra e 2 cadeiras de balance.

.LEILAO

Por liquidaaoo
(De 34 calxas, 16 barricoes e 22 barricas)
Corn ternos de medidas de madeira e de ferrc
para seccos.
Ditas de folha e cstanhlio para seccos e molha-
dos-
Metros de madeira (medidas).
Pezos de latio de 1 kilo, 500 grammas, 100, 50,
10, e 2 grammas.
Balancas romanas de 100,150 e 200 kilos.
Pezos de ferro de 10 e 50 kilos.
80 duzias de garrafas comn cerveja allema,.
232 globos de vidro de 6 e 6 1/2 polegadas.
113 chamin6s.
4 barricas com enx6es de fuzil pretas e azula-
das.
4 velocipedes e 3 reloglos.


Leiaio
Do bern afrcgaesado estabelecirmento de molhados
cito a Rua Vital de Negreiros n. 2.
'Agente Pestana
Competente autorisado farA leilao da taverna
cita a rua Vital de Negreiros n. 2 para pagamen-
to de seus credores em urn ou mais lotes a vonta-
de dos Srs. compradores
Sexta-feira, 50 de maio
SAO MEIO DIA

GRANDE LEILAO
De bons moves lounavidross
e crystaes
Sexta.feira, 50 do corrente
A'S 11 HORAS


Na casa terrea sita d rua dc Socego n. 26
Constando :'
Uma mobilia dejacarandA corn tampo de pedra,
2 quadros, 1 espelho, 2 pares de lanternas de crys-
tal, 1 candieiro de gaz, 1 jardineira de mogno
com tampa depedra, 2 consoles de mogno com po-
dra, 1 importante seeretaria do mogno, 1 estate
com gavetinfs, 4 jarros, 1 cama franceza de ja-
daranda, I t.ilcte de jaearandA, 1 comoda grande
de amarello, 1 cama de ferro para solteiro, 1 es-
tante de amarello, envidraqado, 1 excellent mesa
elastic cem sete taboas, 2 aparadores de angico, 1
dito de amarello, 2 cadeiras de balance dejaca-
randA, 2 cadeiras de balance cornm encosto de palhi-
nha, 1 lavatorio de amarello, 1 cadeirinha dejaca-
randa para menina, 1 thear, 3 mesinhas, 1 espre-
guiqadeira de mogno, cadeih-aa de guarnigio, appa-
relhos para almoco, dito para jantar, galheiteiro,
compoteiras, garrafas, copos, trem de cosinha e
muitos outros objects do uso domestic que se
tornam enfadonho mencional-os.
0 agent Gusmo cominpetentemente autorisado
por uma familiar que retira-se para fora da capi-
tal. farA leilao dos referidos moves, os quaes se-
r"o entregues em actor continuo.

Leilao
De jinoveis, lougas e vidros
Sexta feira, 50 do corrente


A's It horas
No armazem da rua do Bom
n. 45.


Jesus


Um piano de armario, 1 mobilia de jacaranda
1 dita de junco, 1 dita de pAu carga e 1 dita para
gabbete, quadroa,jarms, candieiros, 1 relogio, 1
guard loua, cadeiras avulsas, marquezoes, cabi-
des, livros e muitos outros objects de casa de fa-
mills, .ue foram transportados pars o armaom
acima dito, os quaea sergo vend;dos.
POR INTERVENxLO DO AGENT

Alfredo Guiimaraes

Agente Britto

^^* .LeiI^ o -
'De mobilias, cadgruas avla carteira, commo-
e "daro, sparadoe,. bulaa.deoabw
ecploq a lrsapradora lonca .de almeco e


U

~gdzL4I


-27


Mawekls 4efront.ee
aiubfu4 frcttira ste.,
ite .do sitiodo Dr. ei-
solo piroprio.

SH1INt 27


Agente Silveira

Leilao
De 2 bois para carroga muito Lordos e man9os
bern como, 1 bonito novilho tourino para raga.
Sabbado 51 do correule
Ao imelo dia emn ponto
Largo do Paraizo n. 26

Agente Britto

2' Leilao


De urma typogrphia e seu
rua do Fogo n. 87, sern
offerta de 185,6000.


is pertences, na
vindo de base a


S bd0o 31 flgo c lrrnto
0 agent acima por mandado do -Exm. Sr. Dr.
juiz de ausentes e a rcqucrinmento do respective
Dr. curador gcral, levarA a leilao a referida typo-
graphia, que sao part do espolio de Elias Mari-
nho Falcao de Albuquerque Marauhao.

Leilao

De fazendas limpas e avariadas

S O 31 4o corroht0
A's 11 horas
Por intervengdo do agent

Aiedlo Guiimaraes
Em sen escrt'torio ac ruma do Born Jesus
n. 45

Agente Silveira

Leilao0

Tera-feirs, 2 o inlilho
A's 11 horas
No armnazem de models
Largo do Paraiso n. 26
O0 agent acima devidamente autorisado levarA
a leilAto o terreno onde estA edificada :a casa ter-
rea sita A rua das Nymphas n. 24. Medindo o ter-
rcno 26 palmos de frente c 80 de fundo.
- A -


Aluga-se o segnndo andar da rua do Barmlo
da Victoria n. 14 ; a tratar na loja do mesmo
sobrado.
Aluga-se por preco commodo a excellent
chacara a rua do Caldeireiro, no Caldeirciro, corn
magnificas accommodates para familiar, muitas
arvores de fructo e boa agua potavel. 0 sitio
estA perfeitamente murado em toda a long area
de terrenos que abrange, e tern alem d a oaa
principal, muitos commudos exteraos parn oria-
dos, grande estribari gallinheiro fechado com
grades de ferro, b'"^1'f"; ph;-; etc. : trata-se na
run do Apollo n. 32, 10 andar, escriptorio.
Precisa-se saber noticias onde se aeha e cm
que lugar o Sr. Joao Marinho da R-cha Falcao,
qo.e esteve no engenho d'Agua ; na rua dos Mar-
tyrios n. 148, 20 andar.


Aluga-se uma casa no Espinheiro, A rua do
Dcsembargador Nunes Macbado n. 1, corn gran-
des commodos e um grande quintal murada com
muitas arvores fructiferas, muito boa cacimba,
corn agua eneanada e um bonito jardim ; a tratar
na rua de Pedro Affonso n. 70.
Lava-se e engomma-se corn perfeigio; no
pateo dc Paraizo n. 6.
Quemn precisar de uma senhora para ensi-
nar portuguez, doutrina, francez, music e piano,
e fazer flores de mladeira, couro e bordado de ta.
pecaria, dirija-se A rua do Conde uda Boa-Vista
outr'ora Caminho-Nove n. 128. Na mesma casa
se precise de ninua senhora que tenha aiguma
educaio e d6 fiador de sua conduct.
Aluga-se a casa n. 8 do largo da Soledade,
corn commodos para gaande familiar, agua cana-
lisada, banheiro e gallinheiro, estA ealada e repa-
rada de novo ; a tratar na rua Direita n. 32
Precisa-. e de urma mulher de idade para o
service interuo e externo do casa de familiar : na
rua do Marquez de Olinda n. 6.
-- Precisa-se de um caixeiro corn pratica de
mnolhados ; a tratar na rua do Marquez do Herval
numero 141.
Precisa-se de urma ama para cosinhar e en-
tommar em casa de pouca familiar : na rua das
Larangeiras n. 15, segundo andar.
Idalina de Souza Moutinho pafticipa As
suas antigas freguezas que continue a trabalhar
em babados plissas, assim como recorta babados
de scda. Recebe encommendas de cangica, pra-
tos e formats, faz pio d&-16, bolo inglez, de bacia,
de rolo, born bocado, pasteis de nata, may benta,
aletria de ovos, semedo, arroz de leite, tortas, bo-
linhos de raiva. Prepara presuntas de fiambre,
perus, peixes, empadas e fornece comidas para
f6ra, tudo corn asseio e promrnptidao ; na rua do
Caldeireiro n. 56.
Aluga-se o arimeiro andar do predio n. 10
A praca do Commrnercio : a tratrr no pavimento
does errmesmo predio.
Precisa-se de urna ama para comprar e co-
sinhar" na run de Barao da Victoria n. 14.
0 desembargador Henrique Pereira de Lu-
cena perdeu a police provincial n. 2839, do valor
de 1:000A, pertencente A sua filha Maria Annun-
ciada Careniro de Lucena, e para poder requerer
outra em IlMbstituigo, faz a preseate declara$o.

P.0


Precisa-se de uma

ama de leite, que seja
sadia, para amamentar

umea crean a de pouco

tempo, paga-se beig
d'er.te
nio esei ioro ayese
-_ '1., .''*. "t, > : ; x I 1' .,_ *' *


avao iUBi0o8 Rm8a wiaiiR4o dq wa-u r 09-
tras na. vitrins da A wa s A ovm a N 1. n.
Precisa-se de uma ama de leite e de a
engommadeira ; na travessa de S. Pedro a. 8.
Pede-se ao Sr. Antonio Lopes Bodrige,
que venha dar cumprimento A sua palavra fiued
pars o fim de abril, na rua Nova n. 26, primeiro.
andar.
Aluga-se o segundo andar do sobrado n. 41
A rua do Rangel; o primeiro do de n. 25 A rma
nova de Santa Rita ; a casa terra de n. '17 no
largo de Apipucos ; 1 da travessa da Hora no Es-
pinheiro ; 36 A rua'da Ventura, na Capunga : a
tratar na rua do Hospicio n. 32.
Na run do Caju n. 6 engomma-se corn per-
feiao e p:r commodo preco.
Precisa-se dc urn caixeiro de 14 A 16 annos,
quo tenha pratica de taverna e que d6 fiador do
sua conduct : a tratar na rua de Maris e Barros
numero 13.
Vende- e um cabriolet de quatro rodas e
corn arreios novos ; uma casa em Olinda a rua do
Aljube n. 51, corn 3 quartos, 2 salas, quintal
grande, em born estado, por barato pre9go : a tra-
tar na rua da Detentao n. 19.
Vende-se 20 accges da companhia de Santa
Thereza d'agua e gaz : na rua do Cabugd, loja
n. 2 C.
S- Na rua do Caldeireiro n. 34, precisa-se de
um menino de 12 A 14 annos, paga-se bern.
Precisa-se de um eaixeiro de 12 a 14 annos
de idade, para molhados ; na rua da Florentina
n. 8.


D. Beatriz Bittencourt Corte
Real
D. Joaquina Angelica Bittencourt Corte Real
(ausente), D. Maria Henriqueta Rabello Bitten-
court, D. Maria Anna Bittencourt Corte Rcal
(ausente), Raul Bittencourt Corte Real, D. Emilia
Bittencourt Corte Real, Manoel Thomaz Bitteu-
court Corte Real, Valhriano Manso Costa Reis, D.
Carolina Emilia Cysneiro Costa Reis, D. Maria
das Merces Cysneiro Costa Reis, Manoel Cysnei-
ro Costa Reis e sua mulhlier, pharmaceutico Jose
Bcrnardo Cysneiro Costa Reis, tios e tias (preseu-
tes e ausentcs) agradeecin do intimo d'alma A to-
das as pessoas que se dignaram acompanhar at6 a
ultima morada os restos mortaes de sua sempre
cliorada filha, neta, irma, sobrinha e afilhada, D.
Bcatnrz Bittencourt Corte Real, e mandando cele-
brar missas pelo eterno repouso da finada, segun-
da-feira 2 de junho, setlmrno dia do scu passamen-
to, As 7112 horas da monhA, na matriz da Boa-
Vista, convidam os seus parents e amigos para
assistirem a esse actor de religido c caridade, pelo
quc se confessam summamente gratos.

Penius de eima
Bento Machado & C. A rua do Barao da Victo.
ria n. 11, loja d'Aguia Negra, vendem poreao
destas peunas, de superior qualidadc.

Ama
Precisa-se de uma ama para lavar c engommar,
para casa de pequena familiar ; a tratar na rua
do Livramento n. 24, segundo andar.

Cosinheira
Precisa-se de uma cosinmhcira : na rua do Ria-
chuello n. 57, portao dc ferro.

Ama
Na rua da Impe:atriz n. 3, precisa-se de uma
ama de meia idade para cosinhar em caaa de pe-.
quena familiar.

Caulelas perdidas
Tendo-se perdido as cautelas ns. 7,926, 7,946,
8,484, 9,331 q 8,#61 do Monte de Soccorro de Per-
iambuco, no vaior de 2690240, peue-se a quern
as achou leve-as na Capunga, Porto do Lacerre
n. 14, que se recompenaarA

Cylindros americanos
Para padarla
Vendem Henry Forster & C. A rua do Commer-
cio n. 8, primeiro andar, ou caes 22 de Novembro
n. 2, armazem de farinha de trigo.

Modista
Una da Praia n. 35, 2. andar
Eduvirges Maria Coelfio participa As suas nu-
merosas freguezas que dispando de habeis costu-
reiras e tend por norma os figurinos mais recen-
tes, se acha habilitada a satisfazer qualqaer toi-
let, como seja : para casamentos, bailes, theatres,
passeios, etc. ; enchovaes qara baptisados, e tudo
por prego mais cominmodo que em outra quplquer
parte.

Boa cosioheira
Precisa-se de uma cosinheira de boa conduct
que seja moralisada, para servir em casa de uma
amilia : a tratar na rua Nova n. 13.


AMA
Precisa-se de urea ama de boa conducta, que
saiba bemn cosinhar elavar : a tratar no pates de
Santa Cruz n. 18.

Caixeiro
Precisa-se de um caixeiro de 14 a 16 annos, com
pratica : rua do Hospicio n. 34.

Aluga-se barato
0 20 andar do sobrado a rua do Brum n. 84,
corn muito bons commodos, caiado e piptado de
novo; a tractar a rua larga do Rosario n. 34, bo-
tiea.

Aproveitem
Grande por,'o de portas, vidracas de amarello,
usadas, que se vendem na nova fabric de cerveja
a rua da Florentina n. 15. Tambem se vendem
8 grades de amarello, novas, e nasus por tas.

Pede-se
Ao Sr. Francisco da Cunha Moreira o favor de
vir A rua do Socego n. 70, A negocio de seu ainte-
ruse.

SAMA
Precisa-se de urma ama que engomme e enteada
de eostura, e todo mais service interno de casa de
familiar, agradando paga-se berm : na rua do Ria-
chuello n. 57, portio de ferro.


A*


em-^


.-II


-J.'f

.I*
4'e--


1


<


AIVlR lmVERSfng
























48


MOm HOWIE at C.,
Ia do Omo2ercio-"N.-3
todos as boticas e drogauias.


woeeibmento, t so a me-
Ta quem desojar ter es
Pernaldbcana
Cabugl n. 11


r0 &0:'
O2,210 .om a sortie de4:0 0 dous
quartos n. 3,013 corn-a sorts deWO ,oo
unm inteiro n. M,46 corna oirtde 100
e diversos premios de 324000, 16#000 e
8w0.
0 mesmo abaixo sesignado oonvida aos
osiudoresA6.virem racebser Yaconformi-
Wde do costume, sem desconto aigum.
Acham-se a venda os felises bilhetes
garantidos da 2. part das loterias a be-
neficio da Ordem Terceira deS. Francisco
de Olinda (41.), que sextrahirA na sex-
ta-feira, 30 do corrente.
PrEC.OS


Inteiro
Meio
Quiarto
Perlo@ de it
Inteiro
Meio
Quarto
tolo Joaaquim


46"
26000
16M


Pa I


315500
1#750
#5875
cia Cos4t Leite.


cians.37e 39
0 abaixo assignado vendee entire os seus
felizes bilhetes garantidos a sorte de 1006
em 2 quartos n. 175 e outraA sorts de
32# 6 e 8#.
Convida os possuidores a virem receber
Sserm desconto a.g..
o0 abaixo assignado tern exposto A
venda os sens felizesbihetes gaxantidos da
42a loteria a beneto do Odem 3a de
S, *ranaisco, qu se *trahirA sexta-feira,
0 do corrente. #'
Ptej .
Bilhete inteiro. 4000
Meio 2000
Quarto 1 ,0W
18n per* do d iWO*3 para
Bilkete inteiro 350
S eio : 1#70
Quarto #87
Antoxio August. da S antosPorto.


AVE<~>SA.~


Em Cana
40.


Acoo
f<


-lt %


*1'


o em-tio sna do S. Miguel n. 99,
em A ado, mumto perto doe bonds e do banho
algado corn 2 alas, 4 quartos, grande terrapo
coberto, eaeiba corn dous tanques, alguns arvo-
redos dando ftueto o sifio 6 todo murado, aluguel
razor: a trtatr na urua da Palma .n. 26, ou A
rus de Santa Thereza n. 88.


ManoelJoaquim do iaschmento, comprando o
ftstabeleimento do seccos, sito A estrada nova do
CaxangA n. 1S2, pertencote ae Sr. Arthur Gon-
alIves de Asevedo, pede a todos que se julgarem
credor, apresentem- atse 6 o dia 28 do corrente,
sob pena de, do dia 28 do corrente em diante, nao
so responsabilisa por debito algum do mesmo se-
nhor. Magdalena, 26 doe maio de 1884.

duf caam terreas ns. 24e 18, na rua do Capitio
de Lima, Santo Amaro; a tratar na mesma rua n.
80, ou na rua do Marquez de Olinda n. 8.
A-ma
Preeisa-se de urma ama queo cosinhe bern, para
ease de familiar : a tratar na rua do BarLo da
Vietorian. 23, loja.
Precisa-se
alugar umna casa nao mi it., grande, que tenha
todas a4commodidades e qdie seja situada perto
das linhas de bonds da Magdalena ou Fernandes
Vietra, on do ferro-earril de Caxanga atW a Tor-
re: na rua do Vigarie n. 5 primeiro andar, es-
--f -A -*


da Assunmpco Ferreira Marques,
rques Ferreira, Emilia Francisca
Barros, Jos6 Ferrreira Marques,
cesco Marquea Filbo, Florcneio
ques, Antonio Eloy Marques (au-
o Flaviano de Barros, Dr. Anto-
SBarros Sobrinho, Francisco Jodo
ivor -Manoel Vieente de Barros,
o de Barros (aukente) e Francisco
9, cenmpenetrados dos seus deveres
ra comtodas as pesoas de qu-nem
ionstraoes de sentiment pelaicrd-
de seu presado esposo, pai, irmao,
hado, o fallecido Manoel Frahcieco
proves de consideraglo e homea"-
inrmam A sua memorial, acompa-
Saltima morada, veem publicamen-
por esta f6rmna, protesto de grato
S; convidanio de novo a todos
., peasoas de sus amizade, e aos
sasistirem as misses do setimo dia
into, que mandam resar quinta-
rente mez, As 8boras da manhA, na
D Santo, confessaado-se desde jA
conhecidos por tmais este acto de
Ia ^ .:1,1-i :


ma Ferreira
eim do Mello agrade-
pensow s que fizeram o
rramento de sua pre-
ina Ferreira de Mello,
parentes e amigos para
mo dia, que manda
na quinta- feira 29 do
do C armo, as 7 horas
onfessa ,eternamente


0 abaixo
venturosos 1
seguintes: 1
no n. 1410,
ino n. 175 a


0

U


JOSEPH4 KRAUSE O& C.
Acabai de au entar o sen ja ben conmlecido
importance estabelecimento rua 1o
de imarfo u. 6 com mais
um salao no to andar luxuosamente pepar.
rado e provide de ima eXposi.
aode d obras de prata do Porto e elecro-plate
dos mais afamados fabricantes do
mnido inteiro.
Convida, pois, as Exnmas. families, seos nume-
rosos amigos e freguezes a visitarem
o sen estabeledmento, afim de
apredarem a grandeza e bom gosto corn que
no obsiante a grande
despeza, o adorbaram, em honra
desta provindcia.
t SH ABRTOB US0 7j A'S 8A NOITH


0
0



N


4'


I.


#v-


DE

A. LABERTY

11 A---RIIA 110 DO CABG-i1A


SLOGIOSDEPRATA
QOM- o colirrm nii Mrolo ge PRATA B-Romiitoir, H tit0o por
Em o ml oro 1$000?
SA. LA B T tendo recebido em deposit uma grande quantidade de
RELOGIOS DE TAREMONTOR, tern resolvido expol-os a venda pelo dimi-
nuto prego de 15#000. Todos estes relogios slo montaAos sore PEDRAS FINAS,
bons regnladores e de qualidades garantidas.


V


PRARMACJ(A LEVY
Antiga pharmada de P. laurer
Su A D IORAlo D rYAW
Elixir ekNPrativo remenerador


*RL
do


Pm ha vlCox
Salsa parrilha, velame, cainana e CaroIba
Os resultados admiraveis d'esse medicamento e a grande aceitagdo que tam sue-
ec.ido, faz.u-no reco mendado para as mais Itoiesypbliticas e impurezas do megnl.


nento dc azendas e rouPas feitas, A riu 1.' de MargG
ucontrara al6mi de absolute Ihanesa no trato, a mais
recoinmendaveis por sua boa qualidade e rasobilidade-
ilpras, a 56000, a duzia quo pechichait!


Sborn It!
3. o covado1!!
4!.!


6W01


Vara.


I


: p


1. .-, I


4


as--,47 f^TW'%7^
M-,Si iv K^


















H S U-


edoes


Mspurdos gosto.
Gompromettemn-sse
a vender mais barato
do que em outra qual-
S quer part.
Rgna doa n. 4


0 desfalqie e a victima
N. 2:000,000
Roga-se ao Sr. Joio Goncalves dos Santos Ju-
miCr que venha restituir aquillo que ihe servio
para o senhor nao commetter urn crime ; lembre-
se que o senhor est empregado, usufmindo dons
empregos, e o sen eredor 4 pobre.
A GiAIIATICALNACIONAL
DE
J. A. DE CASTRO NUNES
Annotada pelo professor
__ JO4 MARTINIANO DE SOUZA
Acha-se d venda
Na Livraria Industrial, A rua do
Barlo da Victoria n. 7 o eas demais li-
vrarias da cidade, a 1"000 o exemplar

Altlenoo
N. 600,000
E inacreditavel que o Sr. capital do 140 bata-
lhia Francisco Antonio de S. Barreto nao queira
porf6rma alguma chegar a urn accord corn seu
crador quando tern consciencia que foi para urn
fim tio sagrado.

Leite de aveloz
Para cura de eaneros de toda a
especie
Perfeitamente couservado liquid graxo e con-
dnsado, approvada pela Exma. junta de hygiene
public do Rio de Janeiro.
Privilegiado pelo governor imperial, pela effica-
cia da sua applicaao.
04 frascos trazem o retrato do bacharel Joao
BDptista Gitirana Costa corn a sua assignatura do
p orio punho e ao rubricados corn tinta encar-
plo cirhurgilo dentist Numa Pompilio.
Unico deposit em Pernambnco, rua do Barao
da Victoria n. 54, 1" andar.
Pr.o de eada fri-asco para cancros 61000
Para ulceragoes e grannulacqes do collo do
ero e cancros syphiliticos, formula es-
cils 5W000
Criado
Na ma do Born Jesus n. 57, segundo andar, se
jprecisa de um criado.
AllencAo
No Chacon. taverna do Hypolito, vende-se um
cyUlindro inglez todo cie ferro, em porfeito estado,
nmamasseira corn fund novo e tampa, de ama-
rello. e tendedeira ; todo e qualquer negocio se
faz, visto que nao precise.
lteRoo
Declara-se para fins convenientes que os hens
hypotheeados pelo Sr. Joao Baptista Ferreira,
entire os quaes duas escravas, Thereza e Antonia;
a primeira estA, ausente e a segunda esti em po-
der de seu sogro o Sr. commendador Jose Pedro
da Silva.

Joaquim Francisco Vieira, professor de canto,
sun esposa Germana Vieira, professor de piano,
teem a honra de annunciar ao respeitavel public
de Pernambuco, que se acham nesta cidade aptos
pars dar lioes de canto (escola italiana) e piano
pelo melhor method conhecido na Europa; quern
desejar utilisar-se de seus prestimos, podt. procu-
ral-os no hotel de D. Antonio, Caminho Novo, ou
deixar o nome emorada no escriptorio do Sr.
oiommendador Luiz Jose da Silva Guimarges, no
Recife, rua do Commercio n. 5.


ATTENCAO
Mathues Austin & C., na rua do Commercio


a. 18, teem para vender madeira de pinho de
rezina :


3X9
3 X 12
4X9
4IIX 9
.1 112 X 9
Em lotes A vontade dos compradores,
.modicos.


prepos


RELOGIOS
0 IISU DBEJOIAS
DE
MIGUEL WOLFF &C:
Offerecem ao respei-
Stavel public umn gran-
- de e variado sortimen-
to de relogiosdos mais
aereditados fabrican-
tes, e se acham habili-
tados a vender mais
,rato 'do que outro
quer, visto rece-
mdirectame .ted
Todos os relogios
jidos ea asa


lmin j !:1t^ !* p 1 U UIEIIUCN
Mff=iHUIn)





Grub ae varial o atflMi to Iwotm lis, iWms, ls,
11810 0 Iol iNf t- tuloaii efl'iault ma oruento gol cfa;u a
vlihos,


Onos wM atesas, am liiiliMos
Esta cm asa roceo MrctamotD dla iin D las prci 0o-
tislas Paris, o goe h a do mais inoabo B s dodo
ctloaj1rla.

Joaquim da S. Carvalho &. C.


CIAPELEMIA


VICTORIA


FUNDIAO GRE

ALLAN PATERSON
N. 4-Rua do Brum--N. 44


IL

8a


C


JUNTO 4A ESTAVAO DOS BONDS


Tem parn vender, por pregos medicos, as seguintes ferragens:
Tachas funimdidas e batidas.
Crivages de diverssos tamanhos.
Rodas de espora, idem, idem.
Ditas angulares, idem, idem.
Varandas de ferro batido.
Ditas de dito fumdido, de lindos models.
Portas de fornalha.
Bancos de ferret corn serra circular.
Gradeamento para jardim.
Vapores de forga de 3, 4, 5, 6 e 8 cavallos.
Medas de 10 a 40 pollegadas de panadura.
Rodas d'agua, system Leandro.
Encarregam-se de qualqer conertos, asentamao machinimos e
quer trabalho corn perfeigo ou presteza.


xecutam qual-


GRANDE OFFICINA DE ALFAIATE


ARRUDA LUSTOSA &


41..Rua do Bar;e da Victoria.-41


Ce


N'este acreditado estabelecimento so encontrarA sempre um sortimento ; re-
pleto de pannos finos, casemira de todas as cores, proprias para costumes e calgascom-
cebemos directamente a& &3sa fazendas por todos os vapores da Europa. Brim
branco e de cores, e todas as fazendas tendentes A uma casa nesse genero de negocio.
Aprompta-se costumes para luto em 12 horns.
Dispoe de um pessoal habilitado e corn os melhores elements para servir
a seus amigos, e a qualquer pessoa que quizer honrar seu estabelecimento corn suas
encommendas.
41---Rua do Barao da Victoria-..41


CHAPEUS


Altos, de castor eseda, baios, de feltro de
todas as qualidades e para "engenheiro" for-
ma ingleza. Manufacturados comn perfeiao
e elegancia,-preVos resumidos-garante-se
o aperfeiCoamento no trabalho.
No deposit da Fabrica a Vapor, rua do Ba-
rao da Victoria n. 34, de Antonio Jos6 Maia
&C______

PBARMAGJA LEVY
ANTIGA PIiMIlACIAD I)E P. MaUUER
Uedlcamnentos para molestlas do pelto
XABOPE DE JAAACRU E JUCA'
PREPARADO POR
JOfeSEt BeNBISO BRTJCusrl
eflcpoito emicasa -dos proprietarios

J3 0. LE V*Y&


TEllis


--Vende-e umra cama na rua Imperial n 9,
muito boa, em terreno proprio, e nma outra junto:
a tratar no Caminho Novo n. 128. Na me
casa vende-sejarros corn flores artificiaes muito
bonitas e faaem-se do e*cemmenias.
Vende-se uma casa na mrua Imperial; a tra-
tar uo Caminho Novo-. 128. Na mewa casea se
vende edfaz-se jarros corn flores lindas artificiaes,
proprios para o encerro do santo mez mariano.
Trastes
A rua do Imperador n. 16 compra-se, vende-ie
aluga-se e troca-se novos e usados.
Nova machine de cos-
tura
Ienomunada Aurora
EstA em exposiao &6 rua do Barlo da Victoria
n. 80, loja de Antonio Pedro de Souza Soares &
C., a nova machine ; cose com dous carreteis de
linha, pedndo ser de 500 jardas cada urn, e
forma os dous pospontos como se fosse de lan"a-
deira, 6 de grade vantagem. No memo estabe-
lecimento tern censtantemente um grande sorti-
mento das melhores machines de costura de todos
os prineipaes fabricantes, a vendem em porvio e a
retalho sempre por pregos muito razoaveis ; na
rua do Barao da Victoria n. 30.
AVISO

Adamson Howie & C. tern para vender:
Vinho do Porto fino, em caixas e barris.
Whiskey Donville verdadeiro.
Tinta de impressao, boa qualidade.
Brins do Marshall verdadpiros, de todes es nume-
roe.
Remedios de Ayer.
3-RUA DO COMMERCIO-3


Febres inlermitlentes
Chamadas vulgarmente SEZ)ES
Cura rapida e certa pela
AGUA ANTISEZONATICA
de Rouquayrol Irmmos.
Este poderoso preparado e reconhecido
amo ESPECIFICO contra esta molesti
Vende-se
Na botlea franceza e drags
A. Caors
RUA DA CRUZ (RECIFE) N. 22


hoje

iria


FarinliaLactea
Nos primeiros mezes a alimentaqo mains
natural e apropriada para alimentar a crian-
va de peito 6 o proprio leite materno o qua]
em caso de necessidade deve ser substitui-
do pela
FARINHA LACTEA DO DR.
FRERICHS!
A sciencia e a pratica adoptaram a fan.
rha Lactea como poderoso element nu-
trictivo para a infancia e distinctos medi-
cos do Brasil e da Europa reconhecerani
ser A do Dr. FRERICHS a melhor n'este
genero.
Deve-ae pois evitar confiar o filhinho A
uma pessoa estranha e de comportamento
nalo conhecido muitas vezes o germen
numerosa molestias.
Vende-se a verdadeira farinha Lactes
do Dr. Frerichs:
55 RUA DO IMPERADOR 55
Estabelecimento de musicas e piano de Vi'-
torPr&aVe

Taverna
Vende-se uma tavema propria para qualquer
principiante, bemrn afreguezada, e o motivo da ven-
da 6 o dono achar-se doente, na rua de Hortas n.
56 : a tratar na rua de Marcilio Dias n. 14.

Yendemse


o engenhe S. Pedro, freguezia do Cabo, perteu-
cente A D. Anna Isabel Carneiro Lins e Mello : a
tratar corn a mesma senhora na rua Direita nu-


mero 4<.

Liquidacao a dinheiro
DE
Fazendas finas e grossas
Arllgos fla io, Numarias a
oltro0 ObloclBt0 os sarioS s
SOhMS1.
--Rua do Baro da Victoria -
0 proprietario deste

important estabebe-
lecimento de fazendas,
tendo .de se retirar
brevemente para fora
da provincia, resolve
vender por todo o
preco, para acabar!
os artigos acima espe-
cificados e outros de fi-
nissinto gosto eultiimas
modas!
Nota-sc quio esta

grande loja de fazen-
das inams, foi aberta a
concurrencta public,


ME


Baptistes corn delicados desenhos miudi-
nhos e graudos, assim como lisos 200
Cambraias brancas tapadas e transparentes
comrn 8 jardas a pega 3;000
Ditas mnito finals, tanto tapadas como
transparentes, tend. 10jardas cada peca
a 4A, 4A500, 51 e tM 74000
De today. estas fazendas se dao amostras corn
penhor, na loja dos barateiros da Boa-Vista, es
quina do becco dos Ferreiros.
Brim pardo
Covado a 360 rs.
Na loja da rua da Imperatriz n. 40, vende-se
brim pardo liso, proprio para paletots, calqas e
roupas de crianca a 360 rs. o cov do, isto porter
umn leve toque de mofo, que larga logo que se
molhe ; 0 grande pechincha ; na loja dos bara-
teiros da Boa-Vista. esquina do becco dos Fer-
reiros.

IEixterminaor as furmias
de Rouquayrol Irmaos
VENDE-SE
NA BOTICA FRANCEZA E DROGARIA
Rua da Cruz (Recife) n. 22
Vende-se um moinho n. 16, para moer cafe
ai.da novo: na rua da Florentiua n. 8.
Vende-se uma lo]a de ealcados em excellent
localidadr, na rua do Livramento n. 7. Dir-se-ha
ao comprador o motivo da venda.

GARN!I DO CABELLO

USE E VERA
Chegou nova re-
messapara a Livraria
Franceza, a rua 1. de
Margo, n.
CONIU DE POSITO
Preco 800 rHis.

Vende.se
A metade do engenho Una, moendo correnie,
muito boas terras e grandes mattas, perto da
nova estrada de Santo Antao ; garante-se a ven-
da de outra inetade : a tratar no largo do Merca-
oo u. 25.


curas 104000
Ditos dc panno preto fino, fonrrados 104000
Ditos d3 casemira preta de cordao 104 e 124000
Calcas de casemira corn differences pa-
droes, de 64500, 64500, 8,4 e 104000
Ditas de casemira preta sedan a 8j e 104000
Ditas de casemira dc cordAo 6500
Ditas de casemira preta 64000
Seronlas de creguella, obra muito bern
feita a 1 200 e 14600
Ditas dc Hamburgo de linho a 14800 e 24000
Colletinhos para dontro, sendo de cre-
guella e muito bern feitos a 800 e 1.000
Camisas, grande sortimento de camisas
braneas, tanto trancezas como inglezas,
tanto de linho como de algodAo, sendo
de 24, 2'500, 3,4, at6 64000
Ditas de cretone de cor de 2,4, 24500 e 34000
Meias, grande sortimento de meias cruas
para homes, do 320 rs. o par, atW 500
Collarinhos, grande sortimento de colla-
rinhos, tendo de 54 a duzia atW 8000
Toalhas, grande sortimento de toalbas,
tanto para rosto como para banho, que
se vendem per prices muito razoaveis.
Tudo isto 6 eom grande redu.Ao de precos : na
loja da esquina do becco dos Ferreiros.

Fust6esa360 440,500
e 640 rs.
Os barateiros da Boa-Vista A rua da Impera
triz n. 40, vendem um grande sortimento de fus
t5es brancos, proprios para vestidos e roupas de
criancas, pelos preces acina indicados : isto na
esquina do becco dos Ferreiros.
Setinetas a 500 e 640
Na loja da rua da Imperatriz n. 40, A esquina
do becco dos Ferreiros, vende se um elegant sor-
timento de setinetas, tanto lisas cornmo lavradas,
send as cores maisbonitas que tern vindo as
mercado a 5W' e 6441 rs. o covado; assim como
um bouito sortimento de lasinhas lisas e lavradas,
proprias para vestidos, de 5 atW 8(( rs., e pe-
chincha : na loja dos barateiros da Boa-Vista.
Espartilhos
a 46 e 56000
Na loja da rua da Imperatriz n. 40 vende-se
muitos bonds .espartilhos pala senhoras a 564000,
ditos para meninas a 44000, assim como um rbe
nito sortimento de fichus a 38000; isto na loja da
esquina do becco dos Ferreiros.
Vende-se
a lythographia da rua de S. Born Jesus (outrm'o
Cruz) : a tratar na mnesma. .
A b429
Faridn a


Ag ete de CANa SaCcos grandes: Made Dons a.28.
Vende-se a melohom t gar dte docanna que ha Dr UBr 1
ino mercado, em anoras do dez canadas ; garan- 1 r''
e~-U8 a muperior qiialdadou- rna mestmeita a o Pariaso 8bminho -& 0C rgnat por aftm*i
b~oian.rus do Maxqu"do Ola& m6 21


I


1


k


11


40 ARuA d ImmerstvI 44
Ilk 1 1;1 '. E 7SE 1 : 1 ,
Maaoapewa do msdapolao fisance
DitosWpitsla mo o 2W varxa a45000 e -5100
rqcqorot amp 90, 2Qvow r raa
Dito haeada Maito e0OerpS&aoo &
64000e 64500
Dito fraaees, aweriomo, fasenda muit
ia eeneopada de 74 ate 12M000
A1g001 eWfOtado om 9 palimos deo lar-
gum paun tawerlengo4a fde um 6 pan-
no, metro a 900
Dito trancado corn a mesa largura,
proprio parm lene6es e toalhas de
uesa, metro a 14200
&amante de algodao corn 10 palmos de
largura, proprio para fazer lenq6es de
um sr panno, metro 11280
Dito francez, send de linho, metro a
14800 e 24000
Dito inglez de quatro larguras, send
de linho, metro a 24500 e 21800
ureguellas proprias para leneoes, toa-
lhas, eeroulas, sendo fkzenda muito
encorpada, cada peca corn 20 varas
or 101800 e em varna a 500
Ditas corn a mesa media a 800 rm., ou
yarn a 400
Atoalhado adamaseado para toalhas de
mesa, tend 8 palmhnos de largura, me-
tro a 14800
Assim como um eompleto sortimento de
peas de algodAozinho americano e
inglez, que se vende por pega de 38 atW 68000
Isto na loija da esquina do becco dos Ferreiros.
Casemiras de cores
DBe :000 ate 6:000 rs,
Rronmol)r moldn
Alheiro & Silva run da Laperatiz n. 40, tern
um immense sortimento de casemira de cores,
tanto claras como eseuras, que vendem a 2;000,
20500, atW 64 o covado, e das mcsmas mandam
fazer qualquer peqa d'obra ou costumes, por pre-
goo muito rat oaveis, assim cornmo tern tambem um
.explendido sortimento de casemiras e pannos pro-
toe ate ao mais fino sedS que vem ao mercaoo, e
des mesmos tambem se encarregam de mandnr
fazer qualquer peca de roupa A vontaie do fre-
guez e corn toda a perfeiqo e piesteza : isto na
loja dos barateiros da Boa-Vista, na esquina de
becco dos Ferreiros.
Merinos pretos
a 1#200,16400, 26000 e 2600
Os Barateiros da Boa-Vista, A rua da Imperatriz
n. 40 tern um grande sortimento de merin6s pretos
para vestidos que vendem de 14200 atW 24200,
send muito boa fazenda, assim como ditos encor-
pados parsa roupas de homes e meninos que ven-
dem muito barato, na loja da esquina do becco dos
Ferreiros.
Liiosa160 ris
Os Barateiros da B6a-Vista vendem muito bo-
nitos linhos de umna s6 cor e de listrinhas para
vestidos, send a 160 reis o covado e de cores flas,
isto na rua da Imperatriz n. 40, esquina do beceo
dos Ferreiros.
Brim pardo-
Covado a 300 ra.
Na loja da rua da Imperatriz n. 40, vende-se
brim pardo liso, proprio para paletots, cal~as e
roupas de criangas a 360 rs. o covado, isto por
ter umn leve toque de mofo, que larga logo que se
molhe, 6 grande pechincha : na loja dos baratei-
ros da Boa-Vista, esquina do becco dos Ferreiros

Fazendas
Para vestidos
Setinetas lisas e lavradas, send eom as
cores e lavrores o mais honito que tern
vindo ao mercado a 500 rs. e 640
Ditas muito bonitas, corn barras largas e
estreitas, covado 640
Gorgoroos bonitos de 1a, lavrados, pars
vestidos, tendon de todas as cores, co-
vado 640
Merinos de umrn s6 cor, tendon de todas as
cores, fazenda de gosto, covado 500
Fustoea brancos, proprios pars vestidos e
roupas de crinnnas, de 440 rs.. 500 e 640
Cretones corn barra e muito encorpados,
proprios pari vestidos, camisas e roupas
de criancas, covado a 360 rs., 400 e 500
Chitas, grande sortimento de chitas claras
o escuras, de cores fixas, de 200, 240 ate 400
Mariposas, as mais lindas mariposas que
tern vindo aso mercade, corn desenhos miu-
dinhos. co0 ado 360


.Teaw rqrv~o*WA qwdar am ww d mr
,.de fazendaik. oe quas foram oomnirads mIfilo
orpr me 406/ do 4D0 alwUCoMO 58-
Superiores casemiras de e6res de duas largur&as,
a 5UA Q o adoJ Slo proprim para roupas de me-
11ninos.
Idem preta diagonal (2 larguras), a 2 o00 o
Cortes de mcia-casembm do ores a 1800! E'
de 2500.
Idem de casemiras de cres e pretax para in*
veinoa 2^05! -
Lindo sortinento em las de cores a 200, 320 e
400 rs.
Merin6 preto par luto, (: larguras), a 1,200 e
1,500 o covado!
Bramante trangado de uma largura, alvo e mui-
to born, a 500 rs. o metro!
Idem de duas larguras, a 900 rs. o dito!
Brim branco n. 6 fino, a 1500 E' nova re-
messa.
Idem pardo lona, o mais largo que tern vindo
a 500 rs. o covado!
Peas de algodaosinho corn pequeno defeito a
30400 20jardas!
Idem de madapolgo superior a 50000 24 jar-
das!
Camisas brancas francezas, celarinho deitado,
364000 a duzia! A' ellas.
Ceroulas de bramante, superiores, bordadas, a
164000 a dita!
Lencos de linho imbanhados, a 28500 a dita !
Meias inglezas corn bocal de cor a 34500 a
dita!
Toalhas felpudas finas a 54000 e 68000 a dita!
Ricos cortinados bordados para carmas e janel-
las, a 64500 o par!
Punhos de linho superiors, a 18000 o dito!
Cobertas de ganga para cama de casal, a 3800
uma !
Len96es de bramante, idem, idem, a 2,4000!
Lindissimas colxas de crochets para noivas, a
88000!
Idem de fustlo brancas para 4000. E' ba-
rato !
Baptistes de cores fixas e fins a 300 rs. o me-
trol!
Cretones superiors a 360 rs. o dito Temos
claras e escuras.
Setinetas francezas para acabar, a 500 rs. o
dito.
Lindas capas brancas de pelucia muito grande
a 74000! Mandem ver antes que se acabe.
Chales de casemira grandes corn defeito a
34000.
Ricas saias bordadas a 3U000 Slo de 68000.
Superiores sobre-tudos a 184000, assim come
temos grande deposit de ditos para trabalhado-
res de campo a 44500 cada um, algod6es nacio-
uaes brancos e listados, o qac pedimos a attenco -
dos Srs, fazendeiros
A'S VENDAS EM PORQAO, DAMOS
DESCONTOS
Carneiro da Cunha
&C.
39--Rua Duque de Caxias-S9

CRAVOS E FLORES
Na rua da Uniao n.

33, ha sempre para se

vender craves e flores

NOVO SORTIMENTO
DE
Roupas para homes
POR
Prepo baratissimos
Rua da Innperatriz n. 40
LOJA DO8 BARATEIROS
Boa-Vista, vendem:
Paletots de casemiras do quadrinhcs, fa-
zenda que so lava 64005
Dites de panno preto fino, fazenda nmito
boa 74000
Ditos de casemira de quadriuhos e listri-
nhas, forrados 84008
Ditos de casemira escura, de cordao, for-
rados 8.000
Ditos de fianella azul, forrados, sendo fa-
zen la que nao desbota 104000
Ditos de casemiras de cores claras e es-


























Bonito e
A cii


rA affluonted "do 'Cpibarilbe, i 1m 1. 6kacisma do nivel do
ma e..eeC adi de m ,x ntauha& o .
E "iv1iada em. dons bairros, da Matriz *e-o do Li-
vamnnto, entre os qaaes ha uma baixa, ou plauicie, de-
.nominadv a Lag6a do Carro, onde se acharnm situadas as
casas commermoiaes. Clima pouco salubre, agua potavel
de maa qualidae, extrahida do rio TapacurA, existindo,
porem, em lugares distantes, do soffrivel qualidade.
A cidade da Victoria 6 una das primeiras do interior
da provincial polo snu commercial, riqueza e populaglo ;
ruas e pragas regularmonto tragadas, boa edificacio, mui-
tos predios elegantes o bern conatrauidos; igreja matriz,
belle edificio cornm 20m. do largurm, sobre 35 do extensio,
capellas fillies do Nossa Sefihora do Rosario, Nossa Se-
.nkora do Livramento, e Nobs a- Seuhora do Bomrn Parto ;
cemiterio, casa cda,camarA, .eaei% bomrn edificio; agotigu.o
municipal, escolas publias, nocturna e diurnas, agencia
do correio, linha tolegraphica, typographia, Club Littera-
rio Victoriense,rcjm bibliotheca e-c., estabelecimentos com-
mereiaes de todo genero, officinas do caldeireiro, ferreiro,
marcineiro, selleiro, funileiro, alfaiate, cigarreiro etc.; ho-
tels, feira de gado e de generous diversos, a mais impor-
.taUnte e concorrida da provincia.
Povoagoes: S. Jolo dos Pombos, a 12 kilometros a
neste da cidade, situada na fralda da serra das Russas;
Pedra Branca, a 30 kilometros, a margem do rio Ipojuca,
naas proximidades dos limits d&a comarca da Escada; e
Ch4-Grande a 42 kilometros situada em um planalto, a
poeca distancia do rio Ipojuca.
A comarca da Victoria 6 uma das mais importantos
da provincia, pela sua actividade, commercio, agriculture
e riqueza; o seu principal genero de industrial, o assucar,
6 produzido per 84 fabrics, cultivando-se butros muitos
generous corn vantagem, etre os quaes cumpre notar o al-
godflo, famno e caf6.
Ponto de passage obrigatoria para a capital, de
quasi todas as localidades do interior, recepctaculo de to-
dos os generous de criaqto o cultural, quoe encontram em
suas feiras immediate sahida, e a vantagem" de no mes-
moe local encontrar outros de producTao alheia para per-
muta, C i'calculavel o seu commercio, a importoncia do
seu mereado.
Distando da capital 53 kilometros, e 36 da Escada,
onde ha a estatio da estrada de ferroe que lhe flea mais
proxima, e ligada a capital per optima estrada de roda-
gem, muito frequentada corn servivo de diligencias, carrots
e cavallos, a comarca da Victoria terA ainda muito qne
elevar-se e progredir, quando o silvo da locomotive che-
gar ate hi, levando-lhe novos elements do for9a e de vi-
gor, isto n'um future proximo, d'entro talvez destes dous
annos.
Timbauba

Comarca geral da 28 entrancia, creada pela lei pro-
vincial n. 1363 de 8 de abrilde 1879. Consta de um s6
municipio, Timbauba, e das freguezias de Nossa Senhora
das Dores de Timbauba, de S. Vicente, corn 18,210 ha-
bitantes, e do Nossa Senhora do Rosario de Cruangy. Li-
mita-se ao norte- corn a province da Parahyba, ao sul corn
a comarca do Nazareth, aleste corn a do Itamb6, e a oeste
corn a de Bomn Jardim. -
Avilla de Timbauba, sde da comarca, q da fregue-
zia, estA situada a pouca distancia dot limits desta pro-
Svincia corn a da.Para4yba, em territorio|a 'pomarca do
Pilar; junto a villa eorre um riacho queoae' sd ar no
rio Capibaribe Meirim, abaixo da povoa9io de Cruingy;
igreja matriz, escolas, bibliotheca, agencia do correio etc.;
27 engenhos de assucar.
Freguezia de S. Vicente. Tern per sede a povoa-
9ao desse mesmo nome, situada ao sop6 da serra -dos Ka-
gados,-banhada ao norte polo rio Capibaribe Meirim, a
20 kilometros da villa de Timbauba, o a 38 da esta9go do
Limoeiro; 36 engenhos de assucar.
Freguezia de Cruangy. A povoa9io estA situada a
10 kilometros da villa de Timbauba, e a 20 da esta9ao
do Nazareth,.em um valle forrmadb pelas ramifica98es da
serra da Caueira, ao aul, e pela dos Moc6s, ao norte, ba-
nhada n'aquella direc~ao pelo riacho Canabrava, e nesta
pelo Cruangy, formando um quadro do aspecto belle e
.agradavel; igreja matriz, escolas publicas, feira etc.; ter-
- ireno fertil, principalmente pelo alto e encostas das Eerras,
boa agua potavel, cultdra da canna, algodao, mandioca,
arroz e outros generos ; fabrico do oleo do ricino e
azoite.
A viila de Timbauba, sedo da comarca, flea a 96 ki-
lometros da capital, e a 38 da estagao de Nazareth, do
ramal da linha ferreo do Limoeiro, e a 35 da villa de Pi-
lar, na Parahyba.
Bezerros

Comarca geral da IP eotrancia, creada peol lei pro-
vincial n. 1093 de 24 de maio do 1873. Costa de dons


FOLHETIE



0 GRILHET


POR


'G. PRADEL



PRIIIR PA1TE


40Ctillaae de g en te io e ldo mar. oiea
24 adrodaem.4 ad- -d e 0,- 90d
4. uiterio- es ptlblioas, agen-

A do cosia -eeB aeio. si d a coa rca, dit do *-
lMr erla o-agna aff ivel, terreno
itafte 1 flomrtlpeqtr uo, oimzBso niClto, i7 do algedRo,
eanna, L oioa me 5 madeirade oatiteo ." B creataoa.do-
gadod em pedquenia rcala;, 8 eag5ia do amuer 2eai '
genhocas de rapaduraos, 2 -erarias coeirn no de'aga,3
deatillaces de aguardente, tecidos d6 algodlo, etc. Boa
estrada de rodagem. -
A cidade de Barreiro#, s6de da eomarca, dista do Re-
cife 108 kilometros, 25 do villa do Bonito, 74 da esta9lo
de Limoeiro e 54 da cidade da oWictoria. Boa estrada do
rodagem do Recife a GravatA, (75 kioruetros) e dahi -
Bezerros caminhos regulars, em uma extenslo de 23 ki-
lometros. A estrada de ferro de Caruaru atravessarA a-
comarca do Bezerros de leste a oeste e dentro de pouco
offerecerA commoda e facil viablo,


Brejo


Comarca geral de 1a entrancia, ereada em 1833.
Consta de um s6 municipio, Brejo, e de duas fregue-
zias, S. Jos6 do Brejo da Madre de Deus e Santo Anto-
nio de JacararA. I3mita-se ao. norte corn a comarca de
Taquaretinga, pelo rio Capibaribe, ao eul corn as de Cim-,
bres e Caruari, a leste corn a do Linaoeiro, e a oeste corn
a de Cimbres.
A cidade do Brejo, s6de da comarca, -estA situada
em um valle, ou brejo, de cuja ciircumrnstancia se original
o seu flome, formado pelas serras da Prata e do Amaro,
em 636 metros de altura acimna do nivel do mar. Consta
de sete ruas regulars, que desembocam em uma grande
praga corn 100 metros de largura sobro 70 de comprmunen-
to, onde tern lugar a feira, que 6 muito abundante e con-
corrida, e onde se acham situados~os mais importantes es-
tabelecimentos commercials; cerca dej150 casas,/igreja ma-
triz, corn cemiterio ao lade, igreja do Born Oonselho, ca-
deia espa9gosa, casa da camera, escolas publicas, agencia
do correio, bibliotheca, etc.
A freguezia arrolou em 1872 15,842 almas; tern os'
seguintes povoados mais ou menos importantes : Serrn-a do
Vento, Capim, Mandagaia, Riacho Doce, Couro d'Anta,
Jacfi, JatobA, Pogo Fundo e Santa Cruz. Freguezia de
Jacarara sobre a serra d'esso mesmo noms ereada ent
1879. Igreja matriz, cemiterio, esculas publC, etc.
Os principles generous de industia e commnicio da
comarca, slo : algodao, canna, mandioca e outros. Cli-
ma saudavel, terreio part secco, part humido, soendo
aquelle proprio para o plantio de algodlo e creaego de
gado, e osto para a cultural da canna, cereaes e legumes,
offerecendo muita abundancia e fertilidade nos annos re-
gulares.
A s6de da comarca dista da capital 211 kilometres,
132 da estaaIo do Limoeiro, 64 da cidade de Caruaru, e
cerca de 30 dos limits mais proximos da provincia da
Parahyba; maos caminhos. -.
BOrn. Jardim

Comarca geral do la entrancia, creada pela lei pro-
vincial n. 1,093 de 24 do maio de 1873.
Consta de um s6 municipio, Bomrn Jardim e de duas
fregruezias, Sant'Anna do Bomrn Jardim corn 31,089 habi-
tantes, e Surubim ultitnamente creada. Alcomarca lHaitise
ao norte corn a provincial da Parahyba, ao sul cor ma co-
mi-~rde Limnoeiro'- a leste corn a do Nazareth e a oeste
cottm doTaquartiiga. ,-* -. *.
A cidade do Born Jardim, s6de da cd6marea, w sim
denominada pela bella posigto em que estA situada.. offe-
rece umr golpe do vista Jindissimo. EstA plaatada em ter-
reno elevado, a' margem direita do rio Tracunhiem ; -cer-
ca do 200 casas, algumas de gosto modern e bemrn cons-
truidas, boa igreja matriz, cemiterio corn capella, eostbe-
lecimentos coe merciaes de fazendas, miudezas, ferragens,
molhados, pharmacies e padariasi, escolas publicas, bi-
bliotheca mantida pela associagio Cluhtb Familiar e Litte-
rario de Born Jardim, agencia do correio, matanga de
gado, feira abundanto e concorrida, etc
Freguezia de Surubim. Fica a 32 kilometros a oeste
da cidado do Born Jardim. At6 born poucoaanuas. era
um pequeno povoado, mas tern ultimamento tornado, tal
increment, que hoje 6 umn important lugar, sendo em
1881 elevado a categoria de freguezia, o provide conve-
nientemente no present anne. Born clima e salabridado ;
solo uberrimo ; cultural adiantada do algodao, mandioca-
canna e todos os cereaes; presta-se muito A creaclio do
gado vaecum e lanigero, polos seus campos e pastagens.
A comarca do Bomrn Jardim conta 38 eugenhos de as-
aucar, 30 fazeadas doe algodo corn machines. do descaro-
gar, 15 de creacao do gado, 2 de caf6, etc.
A s6de da comarca flea a 103 kilometros da capital,
Se e 24 da estagho da linha ferrea do Limoeiro, per cami-
nhos soffriveis.
I (Continta)


SA inquieta9gao que espicagava o coragao
de Monlieu fel-o insistir.
E estai certo do tal sujeito ? Nao he
veio a idea de ir entregar o senhor e rece-
ber um premio ?
A 0 senhor p6de dormir serm susto, di-
go-lhe ainda uma vez. 0 tie Morio vender
um forgado !
Monlieu deu um grito de sorpreza.
Sim, o tie Monrio. .-No ha perigo,
elle perderia muito corn isso. 0 senhor
nao sabe entlo quanto a cousa Ihe rende ?
mais de sessenta mil francs per anne. Nio
se regateia corn um home que nos dA a
vida. E de outro lade, se elle fraqueas-
Sse, podia estar certo de ser servido antes


e mais forte, no p6de romper, e eis tudo.
Ao mesmo tempo que dava esta explica-
91o minuciosa, Bernardo Paloqtf amarra-
va Monlieu come acabava de fazel-o. 0 ci-
rurgiao assim amarrado, achava-se na im-
possibilidade absolta de fazer um movi-
monte.
S0 forgado, corn um vigor pounce cot
mum, levantou-o do chW e estendeu-o as
mesa que oecupava alguns mpmentos an-
tes.
0 frio fez Monlieu experimental aUa
sensaglo terrivel. Pareceu-ihe que dra -o
firio Aa morte que estava-0 invadindo.
Paloque tevo um sorriso semelhante a
uma careta.


.... Ide urm mez. r r i '
-=-- E corn umn gesto atroz, Paloque explicou Isto prodnz un effeito que nlo e h
a Monlioeu que ele entendia pelo palavra Paa qu digamnos, quando a gene penso.
(Continuago do n. 150) server qu estA de pp P arancima,,e que i oq -
Mas, emfim1 e o cirurgilo olhou fit.hores ci suas frraontas immundas,
I para o fbrado. vein retahar prenro. Vaosique
0 que? replieou bratalmiente o con- owe d (1 ohr 6 um homi, e
A autepta demnado, no caso de mepgarm qer ,diabo- Eo.sobrto io procure t
ber se darei eom aliua nosdenotsM-b rajgb e or tado a.a
unm mao mwe ento que bterAdeopas- au eeiM doequo n'estas ulohia eu. Mainsl a -s e pars 4p
of disse-Ie elle, o senhor mn es .14 aGs- i era me artamoa*"t -a Hoga. d
~~5er mepu on.ior oEo aba 0"
mdocmBa tarimb a s, No a.u 6 v is As 44 0 qo V
Yeue I" qo.M]i00 xaim r n


Kpli^~ ~~I~s *i?1^^WJ1, arg~naia
do f.conselir S.dv

i0 Sr. president do eonselho
aSr. onselheiro Sinimbu? So foi assim
cre que melhor responderia corn o stlencio
Qualquer outro poderia alludir ao nobre
conselheiro, mas o Sr. president do con-
selho, nao.
0 Sr. President do Conselho: Nao

o Sr. Louren9o de Albuquerque nota
que o Sr. president do conselho ostA sem-
p"nas alturas, consider os partidos em
abstracto, faz allusoes sem intensao .de of-
fender. Se S. Exe. nada -queria dizor, po-
dia ter ficado calado.
Ao orador 6 indifferent que este mminis-
terio continue ou nao, mas o paiz exige
um ministerio mais forte e que tenha
apoio mais sincere.
So a opposiglo do orador fosse inspiiada
per outro motive que no o o cumprimento
de um dover, nUio procuraria inspiragoes
no chefe da minoria. Nao 6 de agora que
se expoe a vingan9a e a ma vontade dos
governor, desde 1867, quando era prosi-
dente do conselho um hoinein da estatura
do conselheiro Zacarias e apezar do faze-
rem- part do ministerio Affonso Celso,
Dantas e Visconde de ParanaguA, o ora-
dor,, bemrn mogo ainda, ousou fazer oppo-
sigilo a essso ministerio, comquanto nAo ti-
vesse enter o eapoio que lHie diAo hojo al-
guns amigos. Desde o dia em quo por
medo ou outro motive n io puder desem-
penhar-se do mandate dos seus constituin-
tes retirar-se-ha da political.
O que mais o contristron- na sesslo de
hontem, foi que n'uma votagao nominal o
mrnisterio se dividisse, votando um minis-
tro a favor e outro contra, o que prova
quo o ministerio estmlt muito fraco.
Disse o Sr. president do conselho que
o orador ngio devia receiar o incendio de
de Uealegon e quedAevia star tranquillo.
Agora esta o orader convencido de qud a
reaic9lo que tern havido no Ceara C uema
advertencia aos tibios, Aquelles quo podem
estar d4postos a deixar as fileiras.
Os nobres Srs. president do conselho e
ministry da j utfia fallaram paro fazer crer
que a sua foria 6 maior do que se pensa.
0 orador espera que por milagre de S.
Sqbastiio o ministerio se conserve o que
tenha forga, pois s6 assim poderA prestar
algum service ao paiz.
Adiscusslo fica adiada pela hora.


INSTRUCT O P 1LIOA

A misslo do mestre
(Da Revista da Liga do Emnino)
Aj.influeaicia preponderante da instruc~ao
no desenvolvimento social parece a muitos
uma these de simples intuiqio, e quasi um
axioma. Entretanto 6 tal a difficuldado do
problema que o pretendido axiomrna jA foi
conceituado'uma banalidade e nao sem so-
lidos fundamentos. A civilisaglo 6 a resul-
tante de causes complexes, de ordem mo-
ral e de ordem intellectual, e, para affir-
mar a vido ild o postulado, seria mister
assegurai'que a instrucado, por si s6, re-
presents o product de todos aquelles fac-
tores. A philosophia eo os positives algaris-
rmos da es4istica conspiram para inutili-
sar urea proposi~ao assim pretonciosa.
Buckle, em analyse aprofundada, patenteou
a opposiilo existente entree os elementos
i^tellectuaes e os rnoraes na progressao his-
torica, chegando quasi a provar que o aug-
monte do uns impede o crescimento dos
outros. Lombroso burlou o optimismo dos
sonuadores, desvendando os effeitos desas-
trosos da instruc9ao na classes dos delin-
quentes de profissao. E a estatistica de
muitos paizeo-, favoravel a instruceio, nao
dai azo a conclusio do que ella tern concor-
ride para diminuir a criminalidade.


Estes resultados negatives deixam cla-
ramente entrever que a questao 6 emal en-
carada. Basta inquirir de que iustruceao
se trata, quando se proclamam tio mara-
vilhosos effeitos para quo qualquer espirito
reflectido nao recuse confessar que 6 ex-
travagante attribuir As letras do alphabet
a magia doe transformar a intelligence e
encaminhar a vontade. Nao 6 raro o facto
de muitos operarios esquecerem, depois de

baixo dc4aguaceiro qua continuava a cahir,
dirigio-se para a porta do arsenal.
Monlieu corn o ouvido A escuta e o co-
raglo galpitanto do angustia, csporvaa
cada initaute o tire de uma sentineola.
4. ..
A A uegoclata
N6 outro dia do manhl a cidade do Tou,
Ion estava em alvoro9o. Por todos os la-
dos nao so tratava seneo da evatAo, tileao
sofprehendente quanto audaz, realisda corn
um sapue frio de atordoar, por umn c
demnado aos trabalhos forgados, que ia par-
tirpara Cayenna.
Fazendo-se morto, este bandido conse-
guira quo o levassem para o amaphithea-
tro, e alli atirara-se a ur in"feliz I cirrgiilo
de mariiha e quasi estrngulara-o no mo
meato em qu o sto, vie, ina do dover, exe-
cutava uw difficil e important autopsia.
Acresoctavam outros pormonores, que
variavam de hora em hora.
-O gAdadoa amphithWo, o tio Ronmi-
nado, quando batez Iiu cizoi, depos, de


deogra-^a de quomw
A ei-a la chaM & vaoeante a ex-<
eroer sobre a for aracter naco-
nat um influx benAeo 6 do mais alto
interests que os poderes publicos a apro-
veitem, por ser o meo mais aeguro de re
novaglo de forgas. Cumpre, nileo obstante, .
ponderar que tal influxo serA menos.o effei-
to da instrucgao que ella fornece, do que
da part quol Ihe deve caber na educaglo
dos alamnos quo a frequentam. Este pen-
to 6 de tao capital importancia que nao du-
vidamos aventurar a proposi9gio, que a
muitos parecerA paradoxal, de que, si a
escola nao poder ser convertida em instra-
monte de educagiao, muito mais do que de
instruc9ao, nuio ha motive que justifique a
interferencia do Estado na propaga9gio do
ensino. A curiosidade natural, provocada
polo estado actual da civilisac o, levara -o
home adulto a precurar as nogoes do que
precisa para o pleno gozo da vida e utilisa-
9ao do seu trabalho, e corn tanto maior van-
tagem quanto o seu esforgo sert esponta-
neo, e o tirocinio menos cus':oso. Mas, si
nao houver esperanga de aproveitar a es
cola para desde os verdes annos influenciar
o character, incutindo no espirito das crian-
9as os gormnens das virtudes do futures ci
dadAos uteis A patria, ao mesmo tempo quo
se cultivamin as faculdades da monte, os
fructos da escola seram tao insiguaificantos
que melhor sera para o Estado applicar
em mais segitros proveitos o prcducto dos
impostos.
A instruc9o elImentar, (lada a concept
9ao scientific do ensiuo primari6, entra
no programma da escola popular, nao v ti-
tulo deo fim, o sim do meioe: collocar os
escolares em condigao de mais tard. com-
prehenderemn os deverescivicos, e exerci-
tal-os sem os embaragos que a ignorancia
suggera quando preza das paix'es ou dos
interesses. 0 ensino desses deveres 6 a
missilo maismelindro-ado mestre, e aquel-
la para onde principalmente devem con-
vergir os seus esforgos. Este ensino u'o c
um capitulc do programma instructive. As
regras moraes escriptas nas cartillias sao
maximnas inventadas pela retina para peou-
par o trabalho do mestre em damno da in-
telligencia infantil. A moral na escola dove
star em acg'io; transmudal-a em exerci-
cio de memorial 6 desquicial-a de seua na-
turaes pontos do apoio. 0 mesmo acontece
quanto aos dbveres civicos. A crianga apren-
de a amar a patria, quando o mestre sabe
tocar-lhe a fibra do patriotism, o nao
quando Ihe faz repetir inconscientemente
meia duzia de formalasjuridicas ou sociaes.
Duranta long tempo, o proposito de fo-
mentar a instrucgopopular era determina-
do pela these abstracta do que convinha
per os conhecimentos elementares ao alcan-
ce das classes menosfavorecidas. Em nos-
so paiz, a propaganda nao p lssou ainda
desta phase ombryonaria. Nos outros po-
voyes, aquelle pensamento estA snbordinado
ao escopo, minuito mais nobre e efficaz, de
encaminhar o espirito public, c, na Euro-
pa, onde as ideas revolucionarias traz,.m
em constant sobresalto as classes governan-
tes, os regulamentos appositadamente exi-
gem ,dos mestres que inspire a seus dis-
cipulos o amor da patria e das institui95es
nacionaes. A Fran9a, em sou enthusiasm
republicano,,chega ao exagero de tolerar
que se ensihe o odio As monarchies que fi-
zeram a sua graudeza em transcorridas
6pocas; a Allemanha, a Austria, a Italia,
em fim todos os grandes poves, quo almne-
jam consolidar a suna nacionalidade avigo-
rando a for9a do governor, estatuern que o
mestre antes detudo concite em seus dis-
cipulos o am r da monarchia.
Para que a escola possa responder a essa
mission politico e social, 6 mister que se
tome sympathica As camadas popmilares,
que conquinte a confian9a public, do mode
quo o pac se envergonhe de que o flho fi-
oue privado da cornmunho corn os jovens


que se engrandeceinm pelo estudo. Urna
vez, porem, alcan9ado tal intuit, muito se
illudirA quem suppuzer ter ganho a facil
victoria; ao revez, esse passe prelimninar
est.A long de satisfazer ao espirito menos
arguto. A oscola nao 6 destinada aos pages,
o apoucado lucre so obtem quando estea,
ua edade da razio, reconhecem o seu va-
lor. Para que ella seja popular, cumpre
assegurar-lhe a confian9a do alumno. Em-
quanto este nao n itre o amor da escola,
nao conta impaciento os minutes quo o pri-
vain da companhia prazenteira de sons col-

lhe. 0--io, a angustia, a posigao incon-
moda que corn a ontinuagIo tornava-se
uma tortura, o lengo applicado na bocca
,tW bemrn, que impedia-o de respirar, tudo
isto reunido tinha-o posto doente.
De sort que quando o tie Rouminade,
depois de ter ficado per muito tempo corn
os bragos no ar, decidira-se a libertar o pa-
ciente, este, ao contact do ar, deixava-se
cahir per terra e perdia completamente os
sentidos.
A vista da cyncope de lMonlieu fez que
o tie Rouminado perdesse eompletamente
a citbega e se p)zesso a percorrer o arse-
nal, gritando:
Pega o assasoino Pega o asssassino !
0o Sr.- Monlieu foi morto Pega o assassi-
no !
Umn dos mestres abotoou Rouminade na
passage e tentou debalde arrancar-lhe al-
gumas explica9es comrprehensivtis. Mas,
come reconhecoram nelle o guard do am,-
phitheatr'o, levaram-n'o para aqaelle lade,
onde chegavam no momnOUto em qil Mon-
lieu voltava a 5i. ...


$0.6 patt14!
Nile 4 AciffieI itaginor m uae. --
cias fecundas podem advii.de i escola
o.nde ps alumnnos" etram comr prazer, e se
retlm satisfeitol siii e dos exercicios
qOftlflianos. 0 adiantamento mede-se al
plos dias de- aprendi~ado ; as intelligen-
cias tardias comneo que so d madam, pro-
fundamefite abaladas pelo estimulo, 1 *,
forga electrical que impulsiona o esp
da crian9a, e logra fazer da inveja' Ui0j
virtude. Mais tarde, aquelles aluannos, n&
ebriedade dos triumphos infants, recolhemo-,
se a suas humnildes habitates, e chei0G<|L
de contentamneuto referom n) c'rnulo faiaLt
liar as anedoctas efigra9adas do dia, % W
histories repletas de interests corn que' 6:
mestro desvelado grangeou-lhes a curiosi-
dade para preparar o ensejo de iniciar al-
gum exercicio menos aprazivol, as im-
pressoes vivazes resultantes do exame de
gravura ou objects originaes qun servi-
ram de assumpto a li 'es encantadoras,
emfim todas essas banalidades, quo nlao
prendem a attenglo do censor adulto, mas
quo para a crian9a tem valor incalculavel.
A alegria dos filhos faz a felicidade dos
pais, o e o progress intellectual sobreeleva
aos outros em que exalta o homem aos
proprios olhlios. 0 pai analphabeto, que.
assistio As expansocs infants, sente-se
constrangido quando incapaz do compre-
hendel-as, e nao tarda o memento emi quo
serA fatalmento impellido a procurar os-
mneios de na'o parecer pequano aos ollios
do filho engrandecido.
A escola desordenada, onle o preceptor
envelecido pela inercia, emn vez de( tratar
as criangas corn os mais ternos afagos e
conquistar-lhes a amizadr per mneio do tra-
balhos sem conta e do engeahosos expe-
dientes. encara-os come si bfossem os iniml-
gos do sea descan9o, tal escola exerco no
povo influencia tanto desorganisadora come
e difflcil encontrar algures. 0 alumni em
prantos separa-se da casa paterna, come
si o devessem conduzir a prison onde ex-
piarA innocent o crime de haver nasci-
do ignorant ; ao voltar, arroeliado, ap6s
enfadonha lida, corn as miios sujas de tn-
ta ou de giz, o espirito combatido pelo
desgosto e pelas decepgoes, e guiA o cor-
po molestado polos castigos, aquelle mes-
quinho nemr se quer gozarA alegremente
as do9uras do lar, e no somno desasocaga-
do sonharA corn duendes, entire os quaes
surgirA o carrancudo tyranno. Uma esco-
la, assim repulsiva, crua nos alumnus des-
affectos irreconciliaveis, e na familiar a que
elle pertence jamais a instrugcao penetra-
ra corn seus lampejos, porque ornou-se
antipathica e rebarbativa. No future,
quando aquella victimna infoiiz de um ensi-
no transviado sentir aproximar-se a 6poca
de mandar ao mestre o filho querido, 0
cora9gio paterno so confrangerA rememo-
rando os martyrios da criancice. E quem-
sabe si muita vez aquellas crueis reminis-
cencias nio concorrerAo para engroqsar a
estatistica dos analphabetos ?
E naio 6 s6 essa escolo repugnante, que
p6do occasional o descredito da institui~gao.-
Sem chegar ao extreme a que nos referi-
mos, e que alias confina corn a .verdade,
basta demorarmo-nos na hypothese do
mestre negligente, que, sem converter-se-
em verdugo, se content da posigao corn-
moda de simples funccionario public, que
obteve o sen emprego para nio morrer de
trabalho, nem de fome. Em cada exer-
cicio, aquelle poiversor da mocidade nao
tera mais do quo deshabituar do trabalho
serio as creaBuas; e a moralidade de seos
discipulos no porvir foreosamente se resen-
tirA dessas li^oes do degradacao. De que
servem, os conhecimentos superficiaes quo
um mAo professor communicou ao alumni,
si ao mesmo passe plantou-lhe no espirito-
a semente nociva que Ihe corrompeu a in-


nocencia ? Mil vezcs preferivel e a igno-
rancia honrada do analphabeto ao saber
do infortunado que, na escola, apenas ad-
quirio on aperfei9oou as tendencias desor-
ganizadoras.
A escola 6 um peorigo social, si naie estA
na altura da sua missao. Transmnitte aos
alnmnos vicios terriveis porquo incuraveis,
e incuraveis porque, inoculados na infan-
cia, deixam vestigios que nenhuma virtu-
de posterior tera a forga de detergir.


(Continua)


Agora que ja nio ha gal6s em Franqa,
os criminosos sio deportados para Nova
Caledonia ou para Cayenna : isto explica
o motive per que Bernardo Paloque estwva
em Toulon no memento em que comega es-
ta historia.
Bernardo Paloque nao era conhecidodas
summidades da alta ladroeira. Era igual-
mente deoconhecido da policia antes da des-
gra9ada aventura que expuzera-o ao rigor
da justi9a.
Quem era entio aquello Bernardo PalaW-
quo ? Um ladrao vulgar, e eis tudo.
Urma bella manhi o relatorio dos agents
A prefeitura indicara um roubo commettid*
em Chatou.
Pouca coasa, unia miseria, des mil &W
cos. Realmnente nem valia a pe
nisso. 0 roubo foray commettido Wits
em casa dos esposos Bridois, dous velbos
roedeiros, que voltando A casa pelo treta
I urma hera, tinham achado a bumwaraB-
rombada e limpa. Comoese.v8, era a co-
sa mai s banal do mundo.
0 roubo f6ra executado geitosame.te
Nada de indicios, nada de vstigios. 0w
agents encarregados do inx&Ato faxism
cara feia, deJda'ando ue tia'se de ad -.
gain refratario, .de ....ai -que as-
tava Pmores


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