Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:14349


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Full Text















































CONSTANTINOPLA, 6 dr agosto.
Depo de venerein umua tenaz re-
sfsteadn 0 oq os apodefram-se das
oMes de Kesenlik e de $l04.
e Rasgrmd deu-se um enearnalado
Ma4^e, em que os ussos oram ba-
tos.
A. ala esquerda do exerelto russo lot
ompletamente derrotada em diver-
SOs recontros.
0 exercito turco opera de nodo a
lazer levantar o cerco de Tirnova.
CQMMKfERCIAES
PARIS, 4 de agosto.

Cambio sobre- Lo4dres a 25 Irancos
e 12 centimos poril.
LONDRES, .i de agosto.
J0 deseonto particular esth a 3'4 o,'o
miais baixo que o do Banco de Ingla-
gwra.
0 deposit de assulce esta estacio-
waalo. Exisem aqul, Liverpool, Bris-
tol e Clyde 172=OE toneladas. Vende-
ram-se ho mez52,000 toneladas.
LIVEFRPOOL, 4 de agosto.
0 deposit de algoidao e de 937,000
balas de todas as proeedenclas, sendo
o do Brasil 147,000 alas. Venderam-
se no mez 248,O00.de todas as proee-
denclas.
HAVRE, 4 de agosto.

0 dW- sitb de algodaio de todas as
procedec-'.s e1 de 222,000 balas. sen-
do o, do Brasil 2,001) balas. Vende-
ramn-se no mez 35 a 40,000 balas.
ANT ERPIA, 4 (de: agosto.
Gamble ,brelLondres a 25 francos
e 13 ceumianos por E.
HAMBURGO, i de agosto.
Cambio sobre Londres a 20 MAICES
e 29 PF&NNIG por ,. ,
RIO DE JANEIRO, 7 de Ligosto.
Camblo sobre Londres a 24 1/2 d.
por 1J00 bancario, e 21 3,4 d. parti-
cular.
Cambio sobre Paris a 390 rls por
flanco.
BAHIA, 6 de agosto.
Segue hoje para os portos do norte
do Imperio o vapor brasileiro CEARA,
da companhia BRASIL]IRA DE NAVEGACAO.
BAHIA, 7 de agosto.
Cavj .o sobre Londres a 21- 1:2 d.
per I2 Imancario, e de 24 5/'8 a 24 3,/4
d plit =. r.
Agenicia de Poriamnbuco, 7 de agos-
to de 1877.
PELO Liaxt:roB., J. BIROCI-IER
1 _______IIIIII_______________ I___________ I _

PiBTE OFFICIAL

Goverte'da provincia
L\:\'--)DlENTE DO MlAN DEJUNIIHO DE1877
Acl-sx:
(-) president da provincia, attendendo
;4 que requereu Augisto Cesar da Cunha, es-
',rivio de appellacoes do tribunal da relagao,
resolve conceder-lhe 5 mezes de licenga para
tratar de sun saude onde Ihe convier.
() president da pro incia, attendendo ao
que expoz o inspector do arsenal de marimha,
no officio sobre que versa a informacaio do
Hiispector da thiesouraria 'de f zenda, de 19
deste mez, n. 374, resolve abrir sob sua res-
pons abilidade, nos-termos db decreeo n. 2,884
do jo do fevereiro de 1862, um credilo supple-
mnentar A vorba Eentates, do ministerio da
mnarinha, relative ao exercicio de 1876-1877,
na impoitancia de 9-4$9C8, afim de occorrer
ao pagamento dos venclmentos do pessoal
empregado no mesmo a rsenl,, relatives ao
mez de maio.-Fizeram-s- as ciuKnunicacoies.
0 presidente da provincia, Iltte'hdendo ao
que reoatreu o tementi-coronel Manoel Fran-
,ii.iCo dlo Souza Lra.), :,rrnrmatante alas obras


,In -2 la.;i o da c.r,'J.Ai Je Pedras de l-'o (o, e
i.,Jo ei, vista a irlormiat"'io da rop:irtii.lo
.I-i. obris publicas, de 12 de abril. sob i.
i;, resolve conceder-Ilie 3 mazes de prazo pa-
ra conriclusZio das dJitas obras, conlados dla la-
ia em que expiroiy a altimaa prurogacfn.
Officins-:
Ao president doe S. Paulo. l'aso As
nAos de V. Exc., am original, o auto de visto-
ria e indentidadfle pesscia procedlini no sen-
tenciadocivil, GOHbiel Antonio Marques, con-
,ewinado per decisAo ido jury do termo de Ca-
a Braca, nessa provincial, e fallecido no pre-
sidio de Fernando. ,w jiatuais nitaimh.l ao da
S li-it, quanto ao sentenciado JUi0 Cessar Gua-
it I i .1j1,' C. lb. -couJenin'i pelo jury de Ca-
t .'J.ij ;. ".
-- AJdo de Sergipe.-Em 9 de abril solii-
4ei d& F. Exc. (~q dignasse providenciar
t* b a*ntio de sem'ransnamittida ao Dr. juiz de
:-P.4t, o do 2.- districto criminal a Wi do sen-
"r'* M Jolocrwulo, eocravo, @emnad0
O iAecieltif de Larangeiras, ap1ma de


ml dease m
dos cidam
vito da reserve
_hoia do 0' e Te
ao de Garanhui
mesmo nome, A
ao de Limoeiro,
Taquaretinga, e
go active e de re
S- Aos membi
da de agenciar
do interior da p
do o officio que
corrente, cumpr(
vo as providence
e espero que Vv
cdon zelo, active
manifestado no
de que se acham
Aos da conm
cial. -Remetto a
nientes, copia do
o qual o secretary
4* exposigAo nac
conferidos a divr
vincia, constant
Ao inspect
V. S. sobre o obj
da agriculture,
parte relative As
tandis ao engenh
cife Drainage, na
companhia, e a c
quo tocar A mesin
Ao da thesis
mitto a V. S., pa
conveniences, c6
da marina, de 9
informagOes a el
escripturacAo do;
rarios e da pens
do arsenal df ma
sus. -
Ao mesmo.
videos fins, que, (
maciao de 19 do c
charel Raymundc
de 105000, que lb
trador da reeebed
do art. 21 do rej
dezembro de 187
Ao engenhe
das obras public
sour provincial
obra do segundo
ma a Naiareth Let
cimento V,*kpa da
ponsabilidade da
ro a Vmc., afinj
convenient cert
Ao eng nhe'
carregada das o)r
declarado em seu
que dous dos tre
can6a do servi(;j
dos ao ponto de
algum e proposto
me o ministerio d
11 do corrente, a
lir, come propoz,
Communicou-se
Portaria:
0 Sr. agent
navegagilo o vapc
to, per conta do n
meira opportuni
Jose6 dos Santos (
ca a 3 do current
"EXPEDIE
Offcios :
Ao Dr. juiz
to criminal. -De
to, transmitto a V
auto do victoria
cedido no sentence
Januario, escravo
Costa GalvAo, e p
aos sentenciadoc
SJulio Gesar Guan
e aquelle de .S. I
Ao mesmo.-
sidente, tr ansmitt
aentenciados Ano
.lose Ignacio do I
Carlos e Manoel
do presidio de Fe.
cidade, per ten
gas.
Ao inspect
ordem do Exm.
V. S, para os fin.
cprrente se passe
publics, certified
tante !o segundo
suma a Nazareth
da mesma obra e
bimento provisoi
de ordeom do mes


arrematante execs
o art. 54 do regul
obra supplement
venaria no princi
75367 as.iiiimn 'o:i
luiae de 07,nm7 3
A indemnisagAo d
A rzAo-de 1680)
ainda a V. S. qnc
centro Ais deter
partigAe, collocou
de tel-a con.luidc
ser conservada, I
mo de recebimen
taqtl sb obrigari
qIldo flzesse a
se assftn Ihe lfuss

DKSPAGHOS DA
A


a do prsldiO de Fernando as Joaqiulna' -milia da Silva aVl e em 1875 perto. e 8o al-' se-1he addicionado, no correr do anno, diver- t
encials mItmares coastantes Sim, precefdendo-se.a medigcao do-feo. 0 8000. sas sommas e eapeolamente a provinda da 5a
a per copi,--Sutatie mutandis 'eos a qo a d ast pi nu oant r d4310s 4s0as d1ee QeUa emissao de obriagaes, elevou-se o deposit
to do srdisricto criminal, deos a a 9tpaHeante'va-se que o.fque restas iilpti- a mais do 1e47 milhios de rublos ou 235,2oo:ooo
ntenciados eonstites da rela- gOS os foros devidos e direitos fisl co para os services do dese ol- dos quaes apeias foram despendidos no ueso
e.M 'to flCopaiz.sserianne. de etdo
se remetteu copj. Eirenheiro Luiz Jos6 da Silva. 1,i rIal e intellectual do paiz. mo anno. et trabalios de caminh do & edo a
ploqua respeita +|htru prona opad aeia mea
idante superior da guarda na- forme o Sr. inspector da thesourara Aseloo qu restsila Lrprn op o material 8 em m- r
otae&o prar mo] o[Ipn : lns As coni bispIs valor~s emnitti-
eth.-Cumpre quo V. S. me deae& pars r 1876 foi o osasta o T Ial 65
nappa da qualiflca o da guar- o A.. e .n d F ei ao u 24I17 e a g o d e le p c d eal i
5e municipio, de accord corn Lourengo J ptisti ori a t.esouza.- ina 0 espea o exieuo parsi po m-| An sees ee rublos.,o r eae
tO d seembo d t83, frmeo S.: s.-tt'.: n,-. u'One exu P.
ewj Wsdo aliBa, nQ obsAnteo qua do lo do janeiro de
S10 de setembro de 1873, do- forme o Se! inspectoirt' JRteafl~ ^ ^ P^^d lms a btnooqan deJniod ggt^ ~ y r
larar porque mbtivo at" festa de fa da: asaembldas provinuaes pr' saldo de 82 milbhes dd rubl' oo 8
linda esa qualiflca .r-.- V U o de servigo. quo. nao -eago Snte- s
uaa den GA- edro A(e^andreno de Frtas n- to. .no

aq 6al_ Pedro Aleandrino de Freitas. In- W mev ori-d na875 ella augmentou de elle podedipor eas al n
iunicipio, trai smindo-me a foreooSt.insectr dothsouari
daos comprehendidos noser- forme or inspector da thesouraa respeitaaodesenvolvimentoma- As receitas proyeied.d snereas e u
das paroc.s.ddeo Nossa de fazenda. a.r0- lado por dous ministerios-o. applicaveis ao pf to $oe suas b
jucupepo.-a4iu muta4s Valdevino de Buxros e Silva.--Passe o ao das vias.deeomimunicagIo,- obrigaQOos, nos un t nn r| rio-
ns, quanto as parochias do portaria, concedendo a licenoa nedd*- 1 despende,._aW que so o pri- res as previsoes ;,rmas estet If 6 in- q
guas Bellas e Bom Conselhoa rd.w ar*rgamento re 2o milhLes de dicativo de m4oosuccesso, tantIaas quanto R
gusBla onCnebmedianta oddod eirospoqu
qtato AsdeBom Jardim e ante a condio de deixar o P- r osu 32,ooo:ooo9ooe, o segundo, o das os camin.ho deliro progridem,- o que 6 at- 8
ao deOlinda qudnto ao servi- e icante quem 0 substitua na collect. de'Poo""nicacgao, apenas figurou, no or- testadopela diminuiao pmogressiva d.qs jurors va
.serva delguarassfi. ria geral, de accord o0mn as disposi- ato do 175 por menos de 18 mifike de da garantia pagas pelo estado.' ... p
V .' 0 estado considera come um iiantamento, i
ros da commis'sio encarrega- ooes em vigor. .l..1os ou mengs de 28,8oo:ooopooo, camnrin- 0 stado cnsidra coo u adiantanento, ci
soccorros para os indigenes o s -quo este servioo, ao invmz do que Ihe dove setr. pago coru os reepecq'us ju- i
soccorros para os indigents Secretaria da presidencia de Pernambuco, oon j a da instruc 4o p iica, ros, as sommas despendida0$spo t a garaaljt v
rovincia.-Accusando recebi- 7 de agosto de 1877. iaaonl pra a d o orao wt ros ao despendidao o a ptl
Vv. Ss. dirigiram 9m 18 do or -e ,anno para a nd teve orgamento *menor' dos juros aos caminhos de fM'O; e 0 or-Iqso da
-me delaramr-lhes que appro- o at ds tns Ju o ane perder em 5 annos 5o per ceto, pois considera-se credor das respeotvas pa- c
as de que tclarar-lhet a o itado officio (u 'e dos &ainto8 Jun quelarndo o.seu computo em 1870 de 38 mi- nhias, send que o seu credito adgmenLa di
ias de quo trata o citado officio UgE
. Ss. continuarao a procqdae Lap... I"eW.de rublos ou 6o,8oo:oo6$ooo, em .1875 todos os annos, eie"rva-se no 40 de janeiro A
idade'e patriotism que teemA foi elle someone de 18 milhoes ou 28,8o0'ooo5, de 1876 Acerca doe 229 uiilhes de rubles ou...n
desempenho da commissAo D1R1 I oo 1A flcou dito. 366,4ooooooo.
i incumnbidos. saa dimainui(eo constant da somma affec- E' evidence que esse enorme debiLo das be
imissio da exposicio provin- tada a umn dos mats importantes ramos do companhias jAmais serA integralmente page; pr
Vv. Ss., para os fins conve- R E I F E, 8 D E A G O S TO serviQo public nAo 6 entretanto tim mao symp- mas, neiaVor isso perderA o estado, visto o0
oofficio do 9 do corrente, corn
officio de 9 do corrente, con O imperio dos 'zares tom, visto co, t prey(!ra da diminuicio dos coma o que elle despende por esse lado rece- 0o
io da commission superior da impeo dos zares jaros pages aos caminhos de ferro, que gosam be por outro, sob a forma de contribui5oes, e di
tonal me enviou 31 diplomas XX de garantia do estado, istole tern seu assento certo o que ello vier A receber o enriquecerA, fe
ersos expositores desta-pro- no desepolviroento d6 trafego dessas vias do no entanto que o que nao Ihe for page nao o da
as da relacAo junto por copia. Ate a data da guerra da Crimea, que, per co'manica o e no incremento-de suas ren- empobrecera. ci
)r da saide publica.-Informe suas consequencias, foi de immense proVeleo daWroV que moetra quo nao andaram bemrn aeon- A divida russa tendo'sido, como se v0, em- sa
jecto do aviso do ministerio para a Russia, as rendas do estado moscovita soeladas as folhas inglezas que attribuiram pregada em trabalhos fructuosos e em despe-
de 11 do corrente, junto, na eram pequenas, e, se bastavam rAs suas ne- esefacto ao esgotamento dos recursos nacio- zas productivas, e send como que garantida pC
safide public. Mutat-v mu- cesidades, tambem nio deixavamin margem s da Rnssia. pda progresso consta das rendas gras,
ieiro fiscal da companhia Re- para grandes commettimentos. aoge disso, reduccAo dos creditos desti- pelo equilibrio e pelo? saldos oroamentaes, Ta
Spare que liz respeito A essa Aquella guerra, infructuosa'sob o ponto de : s a'minisLdeo das vias de communica- ado podia deixar de, ser begin reputada; e, ef- ro
mara rannmin aUl do Recife no vista dos plans do Pedro o Grande, fez enirq- ..1%f-, un signal inioe 'voco do desenvolvi- fectivamente, os funds rnssos concaram a to
na camara:- tahtb t Russia mbdar de rumo, e, obrigand eo da jiqueza geMl, attestado pelo incre- ser procnrados em tolas as pracas da Enro- ta
oauraria de fazenda. -Trans- a" grades reforms internas, ipso facto R.- Slloio trafego das vias ferreas-, e nem des- p3a, e forain subindo de anne para anno, A des- dc
ra seu confiecimento e fins gio-a A tocar nas suas finanas, resultando SaMeducclo se.vd.e concluirpela paralisagAo poito dos einprestitios repettdos da Ruissia, lh
pias do aviso do ministerio d'ahi augment da renda o daproducCao na- df obras publicae, visto como estas tern con- de sorte que produziram o effeito de fazerem m
do corrente, n. 1,259 e mais cional. tpadp -coin activMade nestes ulLimos afnos, augmentar a taxa da ernissho dos ditos em- dc
le annexas, concernentes A EffecJivamentle,ap6s a guerra da Crimea, e culprind6.itender-se A que a despeza corn prestimos, taxa que, tendo side de 80 per cen-
s abonos de jornaos dos ope- mais particularmente depois~sde 170, a renda taeq obras, cOm acreaqAo de novas linhas for- to para o emprestimno de 5 por cento de 187 21
lo concedida ao mandadador do estado russo cresceu rapiamen, ateW que, reap, n.aoflgura no orcamento do ministerio elevou-se a 93 per cento em 1875 para o em- lh1
rinha Manoel Joaquim de Je- vencendo o crescimento Lambem constant da dasvia3 de communrcaclio, por6m sin se apre- prstimino entao feito do jwo de 4 e meio do
S despeza, determinou o equilibrio ornamental soa come er1dito extraordinario, come no per cento. u1
-Declare a V. S., para os de- e nivelou.e corn a renda dos mais ricesa e fio- o to ger..pra 1876. emin que entra per Nos ulLimos cincoannos o credit da Russia bl1
de accord qom a sua infor- wescentes estadbs-dos dous aundos. I ifAOes df-iblos ou 17,6oo:oooSooo desti- coffrriaL parelhas corn o da Franca e (undos pe
orrente, n. 351, relevo o ba- Att -1870 os ormenLos russes *stentaral 0s A caminhoos de ferro e portos, ou figura de'ambos os paizes obtinham cotaes analo-
o Honorio da Silva, da multa sempre deficits, graias ao continue ingmen%- n orcamento espectal para obras publicas, gas em toJas as praas ; mas, complicando-se io
ie foi imposta polo adminis- to das despezas resultautes da guer't i- oento que 6 alimentado per meio de urma os negocios do Oriente, os funds russos ca- co
doria de rendas, per infraccAo m6a ou 4g operacAo da emnancipaao .e r- pa da divida necional. hiram immediatamente er os mercios do Oa- so
gulamcnto n. 4,835 do 1o de vyes, Em 1866 o de/icit foi do 60 mlfi0h doe Rusia, como em todos os estados me- cidente lecharam-se para o: gabinete de S. de
rubles ou 96,ooo:oooooo ; em 18%. -foi elle doeos, a divi ia, due 6 um onus do pas'sado, Pletersburgo !
3iro ajudante da repartigrto ainda de 19Mmiihies de rubles ou 3,4loe:ooi, a erve urma parole imporlante da reada d1o Este verdadeiro phenoweno, que parece ex- pa
is.-Tendo autorisado o the- e finalmente eam 487o toruotf-se spenas de- doo; e, nao obstaace sna arnmortisacao re- traordinario, attentas as condiQoes da Russia, lis
a entreg'ar ao arrematante da milhoes de rubtos ou 8,ooo:oooSooo, viodo a Xtar erapida, crescem sempre os seus en- attentos sobre tudo aos augmentos das ren- ra
lango da estrada de Itapissu- desapparecer em 1871, anne em quo, ap6s c rs. das e aos magnificos excesses da reeeita, teorn gil
enente coronet Manoel do Nas- aquelta gAuprrff, q .fi a..s r-... n a ssia sua nature Explicago no fact de asseotar o se
moba, a prestuio da res- meira vez, a'tinprm as mat ,n san- i W i".if cie das flanoas russas em inuma base A
mesma obra assim o decla- do equilibrio oregamental. da a Polonla; ma, desde entao, fragil, n'urn solo esc.rregadio, no cutirso forga- se
jle ter.lugar a expedic&o do Dahi por diante, e corn excepgao apenas do hftrando sempre sua firma, sempre satisfa- do, no papel in:)eda. u
ifioado. annfo de 1873, houve sempre excesso da recei- zondo corn pontualidade siu compromissos, Desde muito, desde o seculo XVIII, a Russia n
itrLc ~r da repartigUo on- ta sobre adespeza, e essos excess tforam firmou o seu credito, que, u s vesperas das se acha sob o regimen do curse forgado, ou, pr
'as ds pbrtos. T#lt Vmc. sempre em augmento, atW que em 184 attin- complicagSes que produzij.a guerra actual, per outras palavras, sob o regimen do papel- re
Srelatorio de 27 de Janeiro giramn 14 milhoes de rubles ou 22,4oo:ooo5ooo era quasi igual ao da Frana. moeda, que na&o 6 mais do que um empresti- Cz
,s batel3es de madeiria e uima e em 1875 elivaram-se a 33 milhoes do rubles Sob o impulso successive das necessidades inu, o um emprestimo forgado.
Sdo porto se achamn arouina- ou 52,8oo:ooo$ooo. militares e dos trabalhos da paz, sua divide De dous modes podem os govornos bater !
iao supportarern mais reparo Gragas a este ultimo excess e As sobras cresceu rapidamnente em meoio seculo, pois moeda corn o papel ; taes sio : emnittir direc-
Sa sua demoliQAo, autorisou- dos exercicios anteriores, o thesouro russo que, send, em 1831, apenas de 220 milhoes tamouLe os bilhetes que elle garante, ou au-
la agriculture, per aviso de conseguio ter em inteira disponibilidade, no de rubtos on 352,ooo:ooo~ooo, em 1817 ele- tLorisar uin estabelecimento particular A p6r
i declarar-lhe que fa ga demo- l de janairo doe 1876, uma somma superior A v4i se a 315 milhoes ou 5o4,ooo:oooSooo, do- em circulacio esse papel e emrn troca dessa
as referidas 'embaccayies.- 40 milhSes'de rubles ou 64,ooo:ooo$ooo. brando-se este algarismo ap6s a guerra da concessAo tomar per emprestimo nao banco
A'thesoumaria de fazenda. Esse brilhante resultado, filho da mais so- Crimea, e elevando-se o capital, somente da assim favorecido seu capital metalico ou sens
vera econoauia, aao foi conseguido sem diffl- divida consolidada, em 1860, a 515 milh6bs do bilhetes.
e da companhia brasileira de culdades, e foi mister, para obtel-o, restringir rubles ou 824,ooo:ooo~ooo. A Russia proferio o primeiro mode, que Ihe p^
r, made transportar A c6r- as despezas aos linites rigorosos dos creditos De entao para ca, a emancipagao dos serves, deixavjams liberdade de aCgIo, e, bern que
ninisteriodamarinha, na pri- consignados para os divercos servigos publl- a insurreimgo polaca e a creaco dos cami- hajamm divercos bancos particulars, 6 um ban-
dade, o foguista Jeronymo cos, raduzindo dest'arte as despezas, que no nhbs de ferro, determinando succoessivos em- co do estado, unia instituicao public, quem
que concluio o tenmo de pra- ultimo period quinquonal nao auginentaram preslirnos ao estrangeiro, corn excepcao dos faz as omissoes de papel, unica moeda que Pr
e. mais de 8 a 9 por cento, sendo.que nos dous annos de 1863 e 1874, fizeramn triplicar em servo de inetrumento de tr6ca, excepcao feita Nn
ENTE DO SECRETARIO ultimos exercicios (de 1874 -o 1875) flcaram quinze aflhos o valor da divida e os encargos das pequenas majdas metalicas. Ju
ellas quasi estacionarias. do thesonro; pelo que, antes do ultimo em- Foram as imperatrizes Anna e Isabel que va
de diroito do segundo distric- Por inuite temp), omalor inimigo do oqui- prestimo intern deo 100 milhoes em' papel, o iniqiaram a Russia nessa perigosa invencao do M
ordem do Exm. Sr. presiden- librio ornamental foi e credit supplementar capital nominal da divida nio amortisada ex- Occidonte : mas inquestionavelmente p6de-se Bt
r. S em original, o incluso Wa-s esse inimigo tom sido constrangido polo cedia a 1500 milhIes de rubles ou ...... attribuir a situacao monetaria actual da Rus- -to
o identidado do pessoas pro- cor.lho do impenie a desapparecor; o o cer- 2.4oo,ooo:poooo, quantia pouco avultada para sia A Catlarina 1I, que foi quem mais usou e to
;iado civil, desta provincia, to e que os supplementos de credito, cuja o grande imperio, se porventura o estado nao abusou do papel-moeda, gracas As guerras con- Jo
de Francisco Joaquim da media anna elevava-se a 35 mnilhioes de ru- tivesse outro encargo senior o resultante da tra os turcos. Jo
or copia os que se referee blos ou 56,ooo:oooooo atL 1872, form redu- divida porque paga juros. Depois de Cathaiina, as guerras contra a va
Gabriel Antonio Marques e zidos em 1873 a 26 milhoes de rubles ou .... A divida consolidada da Russia comprehen- revoluvao e o imperio francez levaram Paulo Sr
aes do Alpha, este da Bahia 41,6oo:ooo$ooo, e em 1875 a 16 inilhoes ou de urma dividaexterna pagavel em moeda me- I e Alexandre r a fazerem novas emissoes e, dr
Paulo. 25,ooo:oooSooo, send que esta somma foi talica e uria divida internal pagavel em moeda cada guerra nova e cada revolucao trazendo CL
-De ordem do Exm. Sr. pre- fornecida polo proprio orgamento desse anno papel. Aquella 6 a mats consideravel actual- novas neoessidades, a Russia, ao cabo de pou de
to a V. S. as quatro gaias dos e mediante annullacoes de credit ou oxce- mente e provmni de recentos emprestimos co tempo, achou-se submergida sob umi ocea- CL
onio Luiz Bezerra Fagundes, denies de receitas. contrahidos especialmento corn o fim de dimi- no de.papel-moeda, send que o valor dos bi-


Sspirito-Santo, Alexandre Jose Os credits abertos A cada ministerio sin, utir0 excess do papel moeda ou melhorar Ihetes baixava a media que se elevava o al- 'w
Francisco Ribeiro Lima, quo fixados annualmonte corn excepCAo dos t a o sen curse per meio de ieservas metalicas, e garismo das emissoeis. ,
rnanido regressaram para esta guerra e da mari qudede 873, fi es ben assim corn o flm de- dar incremento A3s Em 4790, havendo 11-1 milhoes de assigna- v I
em terminado suas senten- ttuido serial flxaS d cinco em cincannos obras publicas. dos em circulako, o ruble do prata noecvalba
condo a razio do sos desta media a necessi- Os jutes e a aortisag~o da divida consolida- ainda senue 1 ruble -15 opeks de papel; mas gc
)r do thesouro provincial.-De dade de interdizer esses ministerios a sol- da em 1875 absorvera 7 miles d rubles em 810, ond a cifra da emisso d 577 m- p
Sr. president, communico a citaglo de credits extraordinarios que nao os oa 171,2oo:oooo60, e oem 1876 foram calcula- Iboes ou 923,2o:oo:ooo, o rublode prata chegou pc
s convenientes, que em 19 do estrictamnente precisos e autorisados per lei. dos em 108 milh6es oa 172,8oo:oooeooo, dos a valer 3 rubles de papol. teo
)u, pela repartiQio da obras Em contraposigao os ministerios da guerra quaes as annuidades para a divida externa, A march crescent das omissoes e a mar- zC
ado do pagamento ao arrema- e da marinha conservam a sua disposico, pa- que 6 paga em ouro. se elevamna pelo menos a cha retrograda dos bilhetes c6ntinuaram atra- P0
lancge da estrada de Itapis- ra os exericiios subsequentes, as economics 60 inilhoes de rubles ou 96,ooo o)oooo. -vz diversas vicissitudes sob o imperador Ni- se
, da Ata e ultima prebtagao realisadas nos anteriores ; e d'ahi vein que, Al6rnm da distincCAo em divida externa e in- colao, que, final, perdendo em 484a. espe'
Slavrou-se o term do rece- em 1874, tiveram elles ao seu dtspbr uwa .So terna, a dividajpssa figure no bramento sob ranca de soerguer o curse dos assignados, n
rio. Outro sirm declaro-lhe, bra disponivel de 5 milbOes de rublos ou ... dous titulos diversos, visto come ahi se faz abandmlonou-os e tratou deo bstituil-os per am
mo Exm. Sr., que o referido 8.oo 00 oooooo, e em 1875 mais de to. ihilhoes differenga entire o servio dos emprestirnos nOvo papel, para o quoe fom fi ado camo valor g
cutou, de conformidade corn a" d ,ooo oooqu, e do estado, que absorve 75 milh.es de rubles ou official aos antigos assigalos o qauo elles oh- cil
lameto a dta epatiCo aou mats de 16,oaoo~oo~o~oo, quo, embers etis- qeadu bsr 7wih5serblgo ofdi
lamento da dita repartico a ndo uas repectivus caixas, devem seradi- 12o,ooo:ooo$ooo. e o servitgo das obrig.iagOes tiflmn no mercado, isle o6, foi estatuido que o g
-. r d e u m p e q u e n o a r e o d e a l c o a d s a o o i h.s d r b e s o .an
am doe urn pequen arco del- c silh do rublosou-. -- dos caminhosde rro, que absorve 33 milhOes rubleo de prata equivalla a 3 1/2 rubles de pa- 8
pio do dito lange, no valor de 64,boo:oooL$ooo existcntes no thesouro no to do rubles qu 52,8uo:oooeooo.. pel. .
10 que extralio Ilvi10o o vo0- de jamicir, de 1876. E isiu c ten sua'ra.-o de ser, p eis sta cspcce de c.solidaio nio foi mais L
de i)e.ira o qte ,lic ,i direito fn 1875, as dspezas eli-tiualas coth Oi li- ia quantia de 4390680, sendo versos servings publicos, compreelimdidos ahi dau p[r-tes da divida, dlfferernta que consist gido pela necssidade, o governo recorreu a i
o metro cubico. Participo os creditLos supplementares, elovaram-Se A543 em que os juros pagos pelo thosouro pela se- esse meio, e o rublo de prata tornod-se a
o arrenmatante, indo*.e en- milhues derrublos On 868,8X0:OJ05. Entretan- gunda Ihe deveut ser reembolsados peas era- moed.' corr; e. ,r d
ninaCoes dai mincionadta re- to, as despezas decretadas para o anno de 1876 przas de vias fereas, is quaes o governor ntretantilo, contUitnuando a ilar o metat, s5
n1 meio da estrada, depois apeonas foam orCmdas em 53 milhfs do U-prestou no estrtngeiro a-nattoridade de sen mister foi recorrer ao papjl eisao imaginou- di
0, uf porteira, que naop6de bosou 851,4oo:oooooo. ciito, levantd oapitaes, contrahindo em- se novos bilhetes denominados biAles e d cre- 0
poloe Iise dec~larou no tom- Nloso tou (5g,4oo:ooo. a iipbi,~.pLio dite, sos quses foK~ a duplex geretda dbs d
peo os~la r no Neste total Uguram : a dividPn public, in- prestimos co gsgp_/eaolo especial A essgs ben d aos quakes foj,(Ak a a r a s
tovlinoio que o sarrema- elusive os juros-das obrigacoes dos cminiahos vias de co. bs da cor6a ei Ro, famndo em eumrio s
aa arancar dita porteira. do ferro graranttos pelo estado, pela somama Todos on uttftos emprestloos, coin eldito, ad.uin~itra4o por urma commission de fMal- bi
entrega deflnitiva, tu antes de fo8 milhaes de rubles on 17 O,8o:Qopooe, atW! a so;0.i0i milhoa3s de libras sterlinas, ceiros e de negociantes. re
to deturrinado ise 4 cereade ao por canto, e o -ministerio da ou1o,,d' 1,1fraeffcituadosem nome Desa'rte s antigos akgnados, queua-
Sguerra pela somma do 18 p da marina "do es ft r Cita das companbias aem porOod m hwaesdr dblos onu W mio- I
PR~2I)5XL* o DI D ~ do 2 no mites 2J5 o .dblvi dzrensLos do r6Ls, so scharam tesmonotlsalost, e P4
PRFIWgNCiA 10) DiA DE 'pela de 25 ilhfes, ou ambos pOr t20- Ses ;a dMhi-veo dizereaM
LGOOSTs D 1877 de rublos,- isto por. 328,ooor ooqobp, 'oue g6eugevernotda tomou pars Osta uper"ao b:sta lie miles de.
do mubls, is; A,.pe- Poo$o odos ino, a
gels.-Dererido ebm por- vm A ser mals f0-37 per c nito do totalBa tenha rtito.o ntinios em- bilhotes de crelitp ou 2.n2,oeo. ,O dosnovos "
"an rew e da 'm.porpa-- T osna ouc de5onoper cesta daWs t gngeiro, llolAanda o A In- tilloas, sondoequoA nssa occaso, islo 6 e. mrn
ta au d-4a Cnip as xaaas IM, tioenibili Ia 18t4o f Sm disponpubildads p ^ ob Qos o taw embade de 1h8 de ruabloes on IIO, otO, ano sR.am-,
,. "8*a. pu/'f a. s.ss, obtMos ,tap
a iaineiro Monteiro da Fias as deducgSes Jessas ierbqs,, W 5w-,fram reale soiqiva-to quo igus ms is, e S4 ubi
I n f o r 'm e o S r i n s p ec t o r q u e Ua q ...e l t o t a l a p n a s e,' -t r a b al h os a q e as .. as f m o a 1 1 5 dMmfiu -.. : aMuoa l. : a. .
-r! li 'Sso rvij6s O is cerea. do 2"navto .1 so e 13. deoj r : 84oui:oot4, .qkala mfcsfente pars n a
iii-. I'M.6 d W o1 d o anegwo- os billbetes .m6 4huWQP.
p'l~rt~g Iibeii'o.-ja'en que o sauo to milu es do r t-- ou Nema ure
i.. o. 116,000: objar ot t o -.y8i.-.9 ,a ptOS ,mU*.* a, bg -,
dd" vinor de qtke so a igreja e$ta L AO U#110 C- O a r u iV' P
uaaa.prop."at ----- pI
4io .-uforrie. 0 Sr.- d 0


tou de remediar o mal e de fazer reclfiejo
xcesso de bilhetes que atropellava o dierca-
lo; mas, justamente no memento em que a
Russia pareia proxima a conseguir esse de-
iinfwtUm, sirgisa novas complicacges ex-
.erftl cujo principal effeito foi abalar a obra
I Al xandre II, como sd os negocios do 0-
riente, que precipitaram Catharina II no regi-
men do papel-moedta, devessem sempre iope-
hir o imperio de sahir desse regimen.
Corn effeito, nos fins de 1876, antes di "wr.
ual conflict, o papel em circulaeo na sw
ia, papal qua % mente f6ra -

oe it 735 mil eobles en T.76y(M.sog
o entanto que paria garantia dessa enorme
omma o banco do estado apenas continha
ma reserve metalica de 18o milhoes de ru-
los ou 288,ooo:ooojooo.
Nos fins de 1876 o valor total doe bilhetes
ue, A descoberto de garantia, circulavam na
ussia, era pois do 555 milhoes de rubles ou .
88,ooo:oooeooo; pelo qne~o ruble delpp
alia 25 per cento menos do quo o rublo de
rata. Pdr ahi se -vrqual neo serial o depre-
amento se o governor lanCasse mie da reset
i metalica do banco do estado !
Comprehendendo. os perigos que resultariam
a execucio dessa media, o governor, care-
mndo de dinheiro, preferio pedir a seus sub-
itos um emprestimo de loo milhoes de rubles
langar mao da reserve metalica do banco
o que andou bern avisado.
Entretanto, tendo-se declarado a guorra, e
3mn de ver que elle nao poderA nmAnter ese
roposito, e que, forga.lo pelas circumstancias,
I terda de soccorrer-se d'aquelle deposito
i lera de emittir nova poreAo de papel moo-
a, expedientes ambos perniciosos, e cujo ef-
ito sera unma complete depreciaCAo da moe-
a papel, sern constar que a circulaego fldu-
aria impedirA per muito tempo que se pos-
ani fazor pagamentos em species.
A mass dos bilhetes 'm circulagio -nio 6,
or6m, actualmente, nem sera no future, o
nico empecilho ao pagamento em species.
imbem Iheservem de embargo, em primei-
Slugar, o passive dos antigos estabelecimen-
s do credit A que succedeu o banco do es-
do, e emi segundo lugar os bonds ou bilhetes
Sthesouro em circulacao, sem contar os bi-
etes do banco que venciam jure e especial-
ente uns 5o milhoes de rubles de bilhetes,
o premio de 4 per cento, chamados metalicos.
Sommando esse& diversos credits, isto 6,
6 milh5es de hi tes do thesouro e 1o3 mi-
5es dt rubles do deficit dos antigos lombar-
9s, acha-se, sern contar os bilhetes metalicos,
na divida fluctuante de 319- milhoes de ru-
os, que, addicionada aos 735 milhOes de pa-.
1l moeda em circulagio, f6rma, um total de
o54-milhoes de rublos ou 1,686,4oo:oookooo,
qual deduzido o.deposito melalico do ban-
, result que a divide fluctuante, corn ou
inmjure, constitute um total sern grant as
a 874 milhoes de rubles ou 1,398,4oo:ooop I
TfAo avultado debito, tAo grande somma de
.pel moeda 6 por serm duvida peouce tranqui-
adora; mas, se se considerar que a.priromei-
condiccao para que umrn paiz saia d'esse re-
men e gozar- do paz internal e external, e so
Sattender A que a Russia acLualmente esLa
bragos corn uma guerra exterior, facilnmente
comprehendera que aquelle algarismo temn
ia significacAo tanto mais cruel, quanto for-
)samente sera elevado o seu compute e de-
-eciado o seu padrAo, do que bem podem
sultar s6rios, perigo03 para o imperio dos
zares.


PERNAIBU CO

ASSElEBLEA PBOVINCIAL
SESSAO ORDINARIA EM 6 DE JUNIOR
SI CI.A DO EXM. SR. COMMENDADOR NAS-
CIMENTO PORTELLA
Ao meio dia, feita a chamada e achando-se
esentes os Srs. deputados RaLis e Silva,
iscimento Portella, Attico Leite, Alcoforado
nior, Lacerda, Barroe Guimaraes, Goes Ca- r
dlcante, Gervasio Campello, Pinto Pessoa,
noel do Rego, Olympio Marques. Herculano
andeira, Siqueira Campos, Uch6ea Gavalcan-
C, aspar de Drummond, Soares, Menelio Pin-
, Moraes Silva, Virgilio Poelho, Amaral,
els e Silva, Alipio osta, Henrique Marques,
aquim de Mello Rego,Leonel e Cunba Ca-
icante; faltando ser causa participada os
s. Joaio Alfredo, IgnacibJoaquimn, Agubar, Pe-
o Affonso, Manoel Arthur, Correa de Araujo,
mha e Figueiredo, Graciliano Baptista, Tito
Barros, Firmino de Novaes, Moreira Alves,
macon e Medeiros, abre-se asessilo.
E' lida e approvada a acta da sessilo ante-
dente. .


SAo lidos, julgados object de, deliberacao e
lo a imprimir as seguintes projecto:
k A cammissa0 de exame de postures e noe-
)cios de cdmaras municipaes, a quema foram
resentes os artigos de-posturas propoatas
la camera municijll desta cidade, referen- "
s aos acougues e talhadores, achando-as ra-
)aveis, e de parecer que sejam approvadom,
ara o que offerece A iconsideraglo desta ass-
enbl6a o seguinte project :
( A.assembl6a legislative provincial de Per-
ambuco re.olVe: *. :
R Artigo unico. Ficam approvados os erti-
)s de postures propostas pela comara mani-
pal da cidadedo-Recife. refer. n a s aT:i-
oes e talhadomes. Revogadas as diisposiC .-'
o contrario. Sala das commissoes,6 de ju
o10 de 1877.-P. G. de Ratis e Silva. -.Attico
eite. s
SA comniiss.o de pulicia, tomando emt'on-
IeraDto a indicaao do Sr. deputado GCes
avalcante, additada pelo Sr. d*VUado aU ol
) Rego, para o nim de applicar-se A dmftt-
1o 'la redacgio dos projectos de lei i.v.-"
ihcaCoes q, (tie azeit. part da reform-i uao wc.-
uida do reginwnntc desTa assails, emteG
*a quo- ,f 4 a e rn 4* ---2i-,
nw a l.at.UeUderw a < ai lidL e* *6ftn-m
daS pr oocu0S0" da diasao..,a reol rmi
gattaew Wmetfda SQ 1a7m IgSim **



stao appgrovad s <1'^^ ^ ^ ^ ^
ras W~va. i-a ei.d ql l^


,-s

,- "



" ;
"r




















offri"e.


S vs L-ra4.Is.

"u -t e~erva.(||||Bl |cctten)^pr-|
butpdncipalmante s h d la lo
lstLricLto... .
0 SR. LO^M jtMA NmpWi) es-
WfR. ALDFORADO JUNIOR :-...cavalheiro
.yie Im sempre tratei corn Ltoda a consid,.ra-
*rB|eitima, assim donio o nobre deputado

LdP 0 MARQUrS: ISLO 6 rcl-

;^J^~ ~ARSC9Aq "AW^ Mor,, wsu.r
fla or~a, .s obfcs-." liMma4dos, ,purIm,
.m~tdaw N"4 9iJwro dr +a, ,is ara licito
Wtjir,Fafo Ar4a i iSir, a d2 i s-.
1|_. o s AUtiUAmAPWo S quAJi6i-o. 4tayofni,;





aglia,aq 4to /oa ao tejlhaa,v&l
ateo4aio
0 SR ( WLM~ir~oi^ju A dlgwusjo e
*^l~ir^ rA
n' "0Me a .y. 4, bc. ua .u *lde tador BiI 0o
*Sjptw d4JQ~, hiiJaato 4aBe .desappro-
WW~~~~e?~1 dajdamfs 4 nw~j).


w**("wfou-MG'wr tal MadJo gao. q" sakearttQquido oa j; dprovUircia,c
e fallou a em uin parectir d(lne 0 ito dI. e o-
p24&, :o pirocutea4or ftleal, kaxia diao
qW, efli4o.
.Z' Ydde quoMo aubr 4epiatado polo 3'
LSULQ, cou, pwtfrwordor fiscal.. Qaeodawi
qgo 9sf, i prearips ft^4JILio aflo ter&i teo--
w ija, era uma aonipfaza da cerus indWi-
da, o o noroe daputado sal; per aiputl
disto) nao tinhawon limito 4 pagawooeto, quo
rgueriali, cas sooente .a urna poquona
q.a' -tia,


k. pic
R; 0
aqtu
al o
SSr.


da replica dos emprezarios e decislo do vice-
presideute, quo entao era4 ,d na aor
Assis ; 3.u, da portaria qusf^ ,f.e-
cis'ao, e da reclamaC.o, se a ouve, para


feita pe'os emprezarios ao conselheiro Jun-
queira, ento presIldenaie da premcia, e da
ute.ao prfevi#a. ,o.este, e' wdeluteuWo do
trtsido ou Rilo. esmprida ; .-, d n portlarJa ol
iespdhjroelMd lto'Br. Donrfiigos de Sou-
za heto< htoje barete-de Vlla ftella. o denando
0 pagamefto 4& prineira-premutaao tv confbr-*
mrdade do eontato oeelulrad& em. .-.tAlm
r&do J ,ior. ,:
f0t (Qympjam Jrques :-.Sr. preIl.laa
be, Qskm c w's e que,'se o nobre aep4l
tadoe; n 4W6stii ooMIlea,, qu e,;waba de fNIL
lar, t6i'. -,oavido as palavras que proferl
nesta swembia pr .eeas#o d diseutir a
itmev-awo'do Imtra.o!eito' f8p esifnte da
*pewi~rtr ma's " me tia vepa 0d.o .as proqpo@i.s qu-e-to,
jpreou-we, ma!ft*to metos .;s-intenCOes quo
julgou descobrir em expruss5es que aqui pro-
feri relativVAMO& a rn incidente que veio A
disie ss$o. ". -
Qwamdetgd*"*bir.- pre~iint-e, ex aqpil'?lei,-
os meus arplfnteos e as mindias proposig)es
veesaram sioptemepnte solnf-actos relativos
ia 'd4ivertsas- i'odifcago0es, qiU"eu achava con-
venieiteofosseta feltas no contrato, tendo emn
vista interesses de ordem superior ; -nAo ma-
nifeslei nas palavras que proferi a menor in-
teVato offensive neno A eompanhia do Caxan-
gi) AeBn aos oeus'dieetoros- e administrado-
res,* muito menos a-uos ses primitives in-


,WWrawto a Vulw'w o q.e .e^ o noiure -J corperadores. Quando mesmo,- nio par mo-
ptdo bram o salobel se demoustrou q4A,1o no- livos pessaes, porque nao tomho iilisposi-
breo depuado nao tiaha razio ,uesta pati, e 9o nehutna cornm qnakl0or doesses eidadlos,
erm vista de reclarmaoo desses individuos o mas tendo emin attenoao o interesse publico.
Btu ,xqperiumeiW. foi atteadido. que me cumpre zelqr, tivesse algima quetxa
'.0.R. 0.YMPI MUARQUES: -- Mas em que a fozer contra a emlpanhia ou contra qual-
e'%tixsso.a.offnsa ? quer dos edadlos quo se in.earpoaram e le-
O:,S. At,Ao JuNIoR :.-Pois nao of- vaIEam a realsacao a estA-ada de ferro do Ca-
feasq.djzar que am individuo qger receber xangA, me absteria de fazel-o, nao s6 porque
aqWiUlO a quo noo tea direoo? Isto nio 6 ni1a Oo era occasiao opportuna, Como tambom
exwao?G Coinoo, pois. pode o wjre depmtado pela consideration e.estmbna quo devo ao nobre
diyWq.rue ao 6 urma Wffousa? deputado, -de quemn sou amigo e aqnem mni-
0 Sa. OLYMPbo MARQ&S -- N-4 faltoi Oe, to consider.
extorsao. Pobso asseverar ao nobredeputado que nas
0 S&. ALCOFOLADO JUNIOR'--MUito obriga- Iitbas patav-ras no podia ter havido a mono'
do! Dowbro deputadoedissequopedio-sema8s 1-5 insnao relative a -qualqner pessoa quo
do~ut.se devia, tanto que como prearador seja cara ao no-re deputado.
"5So, ppz a isso, e diz quo est laigtoA -Sr. presiderrte, o incident, que deu lugar a
6 1aextorsioe, acha que isto ao, 6 urena of- interpretaoo dada pelo nobre deputado. foi o
feww que se faz seguinte fttia eu vr quie na actual innova-
n0 Sn..OLYwro A-nQui:, Tratava-se & gaio de c6ntrato cam a cempanhia de Caxangd,
Utia questio do interpretao? o de c(ontrato, fkava ella J xonerada de diversas obrigacea,,
0 St, ALGOFORaADO JUNIOR: -- Qual inter- a (ue estauva simjeita; une esta co -:panhia ti-
pretaao! As palavrasvalem coio so pro- nha sido sepye favo'eeida peole provincial,
ntn.iadas, e *wbr b deputeadolo 6 iocrl on- at6 mesrrm quando Tnou tinha born direito ,a
to, sabe perfeiI41nu^gu'e 4ar A~s pahavras ^.
te, sabe pe feiam e 4ar so4s palWras tues favors; e entire outros facts, tendentes
que p ere, IV a comprovar a miinha asserCrino, jisto 6, que
0 8R. OLYMPIa MARQUES : -. Sei. a comrpanhia tinha sido sempre accumu-
4OSR. ALCOVoRADO JUNIOR: Por conse- lada de favors poeos presidentes da provin-
quoncia, desde que se exprimio assim, n.ro o cia e par esta assonibla, moencionei o seguiu-
podlia fazer sem irrogar unia offeosa. Egsas te : que, tendo ella se obrigado a fazer as
pessoas nao precisavam de favor, e naotra ne- 4esapropi-ia^es para a collocagAo de seus car-
ceoario o nobroedeputado insinutiar, como in- ris, atd nisto a provincia roio em sen auxilto.
sinuou, que, se nao fosse o seu parecer, tudo Entlio o nobre deputado, rmeu digno collega e
se ltia da mehior quo o 'sbse dfeputado quiz aqti arvorarse em apart; a rma falsidade. a
detansor dos intecesses publicos, stupo..)ndo ) SR. UCHOA CAVALC.ANr : YI o noste
quo- ooutroseram capazes do praticar aquiliti pcnl'.o.
queo nobre 4MputaI) nbo era eapaz de pra. g0 Sn. OLiVAMlU MARQUES: Nest pOtULo.
ticar. 0 SR. UCHOA CAVALCANTFi :-- Quanto ao
Fiqae earto o nobre deputaldo eqe- esses volor da desapropriacao.
indit-iduos nao precisam de tornar ow o no- 0 ST. OLYMPIO MAJIQUES ;-BerV6v V. Exc.,
bredepautudo 4t,-es de-hoarade e deo honesti- Sir. president, bem vo a assembl6a que eu
dade, porque sobern como deveuu cumprir os nao podia deixar passar.semelhante proposi-
sees deveres. % cfio; era precise que eu comprovasse, que con-
0 8R. OLYMPIO MARQUES :-A ques.to nao vencesse ao nobre deputado, do que ouen era
6 de honradez, e de direito. iacapaz de aventurar aqui uma falsidade. En-
0 SR. ALCOVOIADO JUNIOR: -- A questlo ,6 to desci a especificacao do facto ; mas, como
dedirei.o, was as palavras do nobro deputado yvou dizer-lhe, Sr. president, e que serA a re-
envolvem uma offense, e cojtra essa olTffensa wpetiio d'aquilo que disse n'aquella occasiao,
e que quero protester. dos palavras quo proferi nao p~de resultar a
O nobre deputad,) foi mais lon-ge : requereu nenor offelisa a quern quer quo s(ja...
certos docunlentos ito prosidenba du provi.icia 0 Sn. ALCOFORAO JUNIOR :- Nao, na opi-f
para provar o sen asserto. nido do nebre duputado.
Note a casa que este assumpto nao se pren- 0 Sn. OLYMPIO MAQUES : Tratava-se,
_lf A J ..


mua do wnunu muto'ao otjectoa discussaio,
e nao sei para que veio ser trazido aqui ao ta-
pete desta easu.
Poisrbem ; oeu vetuo ajudar ao nobre.djepu-
tado neste empeniho, venho comipletar as in-
formacoes que elle pedio por meio de um ou-
troreqieriMnMo, que vYoau apresentar 6 casa,
e emprazo o nobre deputado paa urma discus-
so aseel terreno. porque quero mostrar onde
stA a verdade, quero que a verdade seja co-
nhob a, a verdade atodaiinteira.
0 meua requerinieuko, Sr, presideate, 6 oste:
(L4.)
Aguardo eates docturnotos, .e, como ja dis-
se,teaprazo o nobre depntado -para uren dsi-
nussiMo de cavalheitos, na quid porventura
cAo ste venba faltar ao respeito, que reciproca-
mente nos trihutaBos, porqwe, Sr. pmrsidente,
eu owtumo -a ulgar os otros por 3oi, no
costtumao a attribuir a outrem acLos que nao
pod! r ser justifloados, actos qua nao sou ca-
paz de praticar; e quando o faro, 6 porque
tenho as comnpenertes provas, Mas, torno a
rep&itar, emprazo o nobre deputado para esta
discussAo, em que s6 tenho em mira a verda-
de, que desejo f!-ue conhecida Ltal qual ella 6.
Tenho notead, Sr. pesidentW, -qua aa dis-
cuselo dos aegoeios da estrtad de ferro de
Caxmgd, Ateom.rse aqui feiotawraItLidade-ex-
treeM* ., sinua@5es que nao poclem deixar de
Jerirrveputaoo, de estranbs. En-nio oaorn-
prebiMade a neseesidade isso em uma discus-
lo-dO iniae.s puabuiooe nao do pessoas.
Vwo aqui Iazieemnse inasimuwae sobre a
modo por que foi adquirido o privilegio da es-
trada-e fbrro de Cauanga.,
O BR. OLYMPIO MARQUES':-Nao per mim.
S Ra. ALCOFORADO JUNIOR :-OUVi aqui la-
zeremse iosinuagOes
0 SR. OLYMPIO MARQUES: Nao por "iim.
0 SB. ALCOFORADO JouMoR : Neo Mraa
feitas pelo nobre deputado.
Mas, digo, ouvi aqui fazeren-se insinuates
3obre 0 mnodo par que foi adquirilo este prwi-
lei0g0, como so porvenlura tivesme elle-algum
00o0dos contract corn esses privilegios, que
"o prequeridos por espec-ulagio e par
"miu vendidos ; e a prova 6 quo aquelles que
e ptdiraa, corn os seus capitaes, fazendo sa-
er'iadas e.ornmes, levaramn-no a effeito. mos-
traraMn amri qe -nao eramn especuladores. E
pergaboa eu: ba na provincia outros, casoa,
identicos ? Pelo eonos eu ak, O0 conbe0o.
Quem assirm precede, Sr. president, nao da
dieito.a ser censurado, a que se venha fazer
aqqlinsinuages, fazendo-se retLieucias corn
:D^o aoprivilegio.


Sr. president, do urma questlio relative A in-
telligencia de uc contrato : mrna das duas par-
tes contratantes pedia urnea cousa, e a oLutra
verificava se tinha ella direito a pedil-a. Sendo
esta duvida levantada em coutrato celebrado
centre particulars e o.-goveroo da pr0-alcia,
sabe V. Exc., asabe a assemblita que, versando
essa duvida sobre pagamento de dinheiro, o,
president nada podia fazer sem mandar ouvir
as repartigses fiscaes.
Ora, a u disse, e este 6 o faco, qae.a com-
panhia do Caxauga obbigou-se a coniorrer
conam a quantia ide "4OO000 para a desapro-
pr*io de uin certo trebco de terreno, onde
devia callocar os seus trilhos, e o governor
provincial cAn a quartiaiexcedente atL com-
pletar a de l8:ooooooo, ainda mesmo que a
coompauhia comrn a desaproprmag.o d'esses ter-
renos tivesse de gastar wais; was a clausula,
coMno eu mostrei aqui esta assemrnbl6a, estava
retigida de modo que a provincia nao contra-,
hio ob"igagao perfeitaae dar quantiaeerta a
comipanhia...
O SR. ALCOFORADO JUNIOR: Certisisiea.
0 SBR. O)LYMPIO MARQUES : .. e Csi
de indemnisar quantia ec.i-valente aquella
queosemprezarioes tiveesm gasto corn essa
desapropfiacAi at& 18.oo'ooo.
0 Sn. ALCOPORADO JuNtor :- Isso con-ta
de um ixontaWo, -omno bei dde demonstrar ao
nobre deputado.
0 SBR. OLYMPIO MARPUBS : Ctncltuido o
tra4balho davrrada, os emprezarios entlo re-
*uereram o cumprimento dessa clausula do
contrato. Tive de examiner os papeis e ve-
rifiquei que ikessa desapropriaao a compa-
nhia s6 tiMna gasto a quanta do 5:3ooSooo.
0 SR. ALCOFORAD& JUNIOR: -- Mostrou-se
que V. Exc. estava eoganado.
0 SR. UCHOA CAVALCANTE: Foi nessk
ponto que teve lugar u meu apart,
0 SRa. AL(p4onADO JuTloa :-V. Exc. sabe
a dectsao qde bouve.
0 SBa. OLYMPIO MARQUES : Perdcoem-me
os nobres deputados.. EsLe factao, Sr. presi-
dente, nao 6 injuriosad sem offesivo a qaew
quor qu" e0a.
S0 SR. ALCOFOaADO JUeIOJ. -- Por ease
mode onAo ha nd&a injurioso, nem offensivo.i
0 SR. O(.YMo MauQus : O' Sr. Por
essa 16rwa, sd eua eomo era-s'aqqalle tok-
po, fiscal do.gveuoo, a oppoeioAo cons-
*,Quis uma injuria, mam o ml t?
OA. A. AcwnOAA Jum ': Nlo; ,.mas
hoje.-6 urn facto julgado.
0 St. OLYMPIO MuAaQ4us: Perdoe-me ;.


Ora, Sr. president, feilto isto

o "atava, sPisaziaa mlnhae
quo juntava, sa~isfazia a minhae:


V. Exc., que entibto presidia ai+provincia, in
defer o requet-imento da compnanhia.
0 SR. ALCOFDRADO JUNIOR :-l-deferio, nat
reformou a sentenca, a decis'1$ do seu ante
eessor. E' precis o 9xpor a qo.stSlo nba e or44
S0 SR. OLYMPIO MARQUES :-PCIdao; suppC
iha mesmo isso. Estava no seu'direito. A XW
,jha quostio na o 6 esta, -a miaha questfo
quo o president da provincia'decidio quC
minha opposicao era proeodente, era le,
,esLava nos terms do contract; que as einpre
zarios nao s6 nao tinliam direito ad prestagM
que pediam, conima tamber tinhaon a obriga
Ao Ia rep&r aquillo qua de mais tinham rece
bido, salvo se provasseBn(porqud aunca descc
nhlieci o d'ireilto dos empreiarios, senipre re
salvei-o no casa de provarem aquanto tinhaO
gasto), que tinbarnm gasto quantia superivi
qualuer que ella fosse, mas eles sA juntavan
prova de ter gasto 5:3ow#.
Posteriormento a este facto, Sr. president
co.nsta-nme que a compaubia recebcu essa pros
tla(Ao. Nao sel, nem posso asseverar isto
porque a esse tempo eu j A uAo exercia mais
Jlgar d&,ajudante deo prucurattor flbca1.
0 Sn. ALCOFORADO JUNIOR di urm apaite.
0 SR. OL-YMPIo MARqUES : Mas pergun
to: ha offense na exposiMCo desLe facto o, a
qie 6 public, facto quo tol decidido por uma
autoridade competente, beo ou mal, 6 oulre
questao, 6 quesjao de inteJigencia do cuntra
to ? Emn Lque ven d'abi offtensa a quem quei
qpe seja?I
Suppoaha-se. nesamo que a compatible s 4
tiwesse. born direito, corao 1*% tinb&e ;-4Wa$gu
o president doceidio o contrario, era uma 4
tao de intelligencia, da interpretamCao de con-
trato cntre as paa'tes contratantes.
0 SR. ALCOFOBLDO JUNIOR ; Rcahueant
isto dito asim. 6 miuito innocente...
0 SR. OLvYPO tMLuQUS: Mas assim foi
qoe e.u disse, e a nobr e deputado nao tern o
db'eito de itterpreLtar as mrinhas palavras de
,do conitar.iro do quo estou dizendo. Eu re-
ftEi este faet o para contestar ,a proposiao te-
ineraria.que o nobre deputado avaenturou,.qua-
lilcando de falsidade aquJillo qua ew tdisse.4
assemnbla, e entZio vim proval-o, requorendo
lontem as pQgas officials,
Os Sas. AR.COFORADO JJNIQoR UCHOA CA-
VALCANTE diao apartcs.
0 SA. OLYMPIo MARQUES: Suppoaha-so
meswo que eram 17 aontos e tanto : qual era
SuAireito da companhia ? Era deduzir o, qua-
;ro cantos de r6is, pelos quaes se tinha obii-
gad-,em sea .contrato, e receber da provincia
treze coatos e tanto.
0-SB. PaESIDENTE :-Peco ao nobre deputa-
do que, tmia vez que toe cooseguido ao fim
a quo se propoz, isto 6, demnonstrar' que nao
Leve a intenao -do flazer unto offense, que se
restrinja no objeeto do requeritnento.
0 SR. OLYmPIO MAaQCuES:- ltestrigirt-me-
uei, Sr. presideantLe, e mesmo yvou conchuir.
Corria-me o dever, a obligaco moraj, de
convencer ao nobre deputado de que mao Li-P
iha affiraado aqui ursa falsidade, e-agora o
iobe deputado coesmo voem eeqomvborar o feu
isserto. dizend" quoe da o'ttemtmbo do coo-
rario 4aquillo que.eu avancoi, equal. o sou,
esteawiu ?
Que a coipaohia ga&ton 1.7 condos e tanto.
Pois, se a ompahbia gastou, 17 eoatos e tau-
o, s6 tinha diito a xeceber 13 contos e
antLo.


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0 SR. UoLJOA CAVALCANTE da urn aparte.
0 Si. OLYMPIO 'MAiRQUES : Is to outra
questo; 6. umna queslo de iunteligencia do
contrato, quo teve essa decislo, aqiuai eu'nao.
elog ei nern censurei." Apenas me servi do ar-
gumento, repito, no s6 para conrrtesta go no-
ibre deputado, comio tamnbenm para provar
aquillo quo eu queaia pramar, isto 6. que a
comtpanhia de CaxangA tern side seBptc favo-
recida pelaproincia, at6 dom doItiq di4beiro.
K nao foj s6 ahi que a provincia fbi era anxilio
da, coiopanhia : deu-lhe tambern um terreno
de grande valor, aquelle onde estA coAocada a
sua estate da rua do Sol..
0 SR. PRESIDENTE :-PO0o a4-'ebredepula-
do qge nao prosiga nesLe terreno' seri objec-
to Spropt. de urma ora discusss.
tO SOfPIO .MARQUa : -- Foi Urn areu-
menUlo 9t quo wae s.n parm rqtm que a
omampanbi. Linha tide wMipr r et seu .favortu-
do quanLo era de condesceudencia, tudo quan-
Lo era (0e auxUio quo estava doa parts Ia a-
uiufutragjo..
Sr, presidepLe, qu6r v0MM oi4 s16l, qu6r
depois, quando justifqaei o rqufIUaeLo, eu
nAo A. iqswuauoes a _ouem "leep.q9 seja. 0
ao0m .eeputado, se q"uizer er.ust,o ou p6de
tt.ibui'-me.qup, nos meu. gilcurue proeri-
dos elaitivameaARe ,tadi deff.hel.edode Ca
xagA ou aLinnoayaql de seliOteW, sa-
-bhiase do terreno lego, d9 arrn
ioe~ suieeto 4p#adApao
Ujiteo" aluts ooar o:P1
so de obrasi publiUcas, eih [ue d
akot do obi. d 4n


u~n w n. 4~^


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tie favoreeiduD
Ino ublico. tant h~
ntas 0gonf estudo, aqu6









01 Sn. PESS. -^ Uiwas -do
aturas i l[lasse ?cnde
0 SR. OLYMPIO MARQUES: Nao so trald
d vh dapie flacups1wer
Ir. president, se o nobre deputado tivess(

7M que nao me aLribuiria o que attribuio-rue
O .asbre deputaflo sabe que o apreciy *mui.
itot~a o0 ertlMo-e 1espeibo, mtao d- pera sues
,q.pdadw. paQs $, 6(o0 tarnbor por 0con-
sk cOfes de, 4MOULm order.
EU nio podia ter a inenor iicite4o de offen-
!d-oo, nem porT plMavras, nern por outra qual.
,qyu forma I ao. podia aianQar aqai uanspro-
,posiAo, da qual relultasse i menr:effflas,
quer ao 40lWW t4ep.LWJo, quer a qU#)lnitI
paessoa qua Ile spja cara.
Sr. presidlente, dadtas estas explicaVOes, julgc
convenient tomarw em oJlsLderagQo WaF-&r
:paiCiA.o toiubM -dpat4lo que Bo' dfoes.
Yaar- 45aperceJ~jp.
Eu nlo disseaqui. Sr. prosidente, neoi nl
consta que alguemn o dissesse, que o presiden-
te da-provinoia oi 4ystifieado.
f tn.AAFOitnDa JuONIo ; Ternm, se dadc
a entender.
0 Sa. OLYMPIO MARQUES: "'m -se tem
dad6.a entetider, polo contrario ; quer nesta
&Mb#M9,qp.fw.a'tdella, aind&a 'no wivi se-
nWllbmte pmopxaiao. Oqqe.t*eho-onvidn f6rk
0teI recinto, o que por aqui se iasiifta 6 quo
a assemrble6a deve approvaro contract tal coMen
esta, POT que, n ro se o approvando, o presi-
dente ficara incornmbdado; mas oeu va6 sei se
aquelles que o'4izui t.tn autorigaoAo paru
vir fazer esta insinuanao ai assembl.a, panr
vir fazer aqui questio do confifana daquillo
que aom pode, em en ve 'sertevado para esse

0 te O1tImPId MUaiaoQEs --o cou rAato-
rio note W io Wfeslmidente a parte relative
a esse contrato ? (L6.)
Ora, Sr. president, o que fez a camris-
siao ? o que prop6z ? Nao alterou, nao mnodifi-
Cou nenhava das estiplao)eas que opresiden-
to estabeleceu cam a companhia ; apenas lenm-
brou outras. que jutgou de interesse public.
Pode d'ahi resultar offunsa a quem quer que
seja ? Nenbuma.
0 SR. UCHOA CAVALCANTE :;-0 nobre dopu-
tado veio altender ao interesse public, o0 qa
.0 president deixou de attonder. Esta e a
cozuclisao.
0 S. OLYMPtO MARQUES: Perd6e-o,4 o
nobre depttado; sapponha que o president
jor q.t:alquer circumstancia, mesmo por o0BiS-
sao, nuo. altendesse.e tudo quanto era de in-
teresse public. Para que veio o coitrato
aqui? Nao fol para que a as.sembl6a, como
unico poder competente, nao s6 examninasse o
xontrato em todas as suas parties, como lam-
br6.pleibrae qualqter outra disposiCo, que
julgasse necessarkt e de interesse public?
CGomo, pois, insinuar-se que ana alteraQo
que a convaissao lembra, alterafAo quo we
canoei Uontnlem om ,mostrar que teom todo o
fundamento de justiCa, veiem trazer offense ao
presideute da proviucia, verak dar a engender
que elle. desconlbeceu o sea ever ? Nao, d.


mo^.algm."1
0 SO- ALCORPoADO JUNiOR t -V. E.%a. e ol
tro gualqmerdeputodo esitAemo. seu direito al
Steranmdo, votadkto oontra, p 'eudeodo comow e&
1 enadetr ;, dieito pfeito da senambla j"
Svincial. wttauorate eWei eortrnas insinua
r $o6,- qiw stoeem-f-eit<&, dkndo -a aentandei
quo, o piwsudemie .foi inysitflcldo. Yste ia
verVf de ; .gdao-a cown franqueza, se a que-
r ia6m dCz~r.
0 SR. OLYMPIO MARQUiES:-Pode ser que C
i obre deputado tenba ouvido diz&e. isso.....
0 Sa. PINTO PESSOA:- Aqui no raointo nad
se disoe,.
0 81. 0 M0 MAUES :-... uiaseuafflr.
1ma que nemaa aqui nen f6ra d'aqui ouvi dizer
Stal cousa.
E, Sr. president, quando essa exaresso ti-
vesa sido pNfarida, nlo a oonsidero offense.
va, nero aoa president, rneni A companhia. nefa
Sa e.ta assembl6a, neon a ninguem. Neste
utudo qialquer.houinem -pode ser wystifica-
do, principalmhuwe na-cosdecrAo de un aceor-
do, 4as clausu'as de urn eontrato. 0 quo e
que e faz e. urn contrato ? Estabieecemrse as
clausulas conveaienates ais partes contratantes,
cujos inLterasses sao oppo9tos. Ora, dosde
quo *a das parties coMntruaates fica mais fa.
vorecidii eow virLude da sua perpicacia, itrte-
igeneia v aetividade, do que a outra, isto sem
duvida aiguma io 6 urnia rnystificagao. Em
qu, pwiS, est4 aqui a injurria?
E quero, Sr. presidante, nao> sabe qte neste
mundo todos estamos sujeitos ais mystifica-
oes, priacipalmente as funceronarios publi-
cos ?
0 S?." P4ESIDENTE -Pepo de nova ao n3-
bne deputadoque restrinja-se rnais possivel
ao object de que se trata.
0 SR. OLYMPIOMARQUSS: Vou concluir,
Sr. presideoto ; mas perrnitta o nobre depu-
tado qu-eu use de urn argumento do, cimpa-
ragao para provar o que acabo deo dizer. .'
Agora wesmp o inistrb da fazenda do Bra-
sil foi mystificado de urn modo deptoravel.
Sabe a assenblba o que foi que deu origern
A derrame do imposto d, iqdustrias e profis-
svesola; os egenhql de assUlcar desta pr-o-
vJpcan; foW am- Z aw Tdiw liprdiltletbngo ou
poru-.unwearegado puboi pdu-o habilitado,
avisow-assigado pelo mninistro da fezenda e di-
rigide A thesoararia do CearA, dizeodo que as
tfabreas ag riolas ostavam sujeitas a esse im-
posto. Ei* aqui uma perfeita ioystificacao,
porque passou o ministro e de que deu agora
testeunho, maiAndando revogar essa ordem,
apezar da te sido per elte s assignads, por isso
que tiha ,side-expedida ittlegalraeate: nao
podia o aviso reformar a legislaclo' geral, em:
virtudo da qiat estavam eoes estabeleeimen-
tos isento e de semelbante imposto.
+ Eisum facto que nao deshonra a riinguem,
torque Sr. presideate, V. Exc. sbe, porque
-tevadnministr aoesta provimcia, ao mnobrede-
pntado, qua tambem ja foi administrador, sabe
que 6 muito facii a urn president, a um mi-
Bistro, a u adminiearador, emflim assignar um
papel corn menos .reflexao ou sem' eftexao,
julgando W-# examinado.
Par corsequeocia, quando semqlhante pro-
posigo fosso yentUrada, nao bavia aha often-
sa a ninguem; bmas declare 'que no a ouvi
nem aqui, wem Irn 'a'qui.
SOSti. ALCOVORADO JUNIOR t 4Am aparte.
0 Sf. OLYMPIO MARQUE :-De-de que o no-
bre depadoo nro itribue a mim, eu s6 res.
pondo 01os rafus actos...
0 Sk. PirTro PESSOA. -- 0 mobre depntado
ropOig *-rpotr alguna cos, trespoqde
tpoiqua di qno iAo ouvio aqui pronncfada
titecousa. ,
S OLYMPIao ARQU. S:-.. mas, aac
v\do 0o smehaew owco, cEmnprl*
tkaWatf t. poto, uma ve, *
ip alayra,e umra vez qae devo -eq.
iac ,- q .edo caeor ir


trflga


0 SR. PINTO PESSOA :-Eu nao teWho o uso
nein o4jd d4 palavrav fa irat6 um-grande es-
r forro quando fallo. 6 quoe tdn dotes oratorios...
0 SR. ALCOFORADO JUNIOR :-V. Ixc. ainds,
Shontem acbou de mostrar o coatrario,
,0 SR. PINTO PESSOAI:- .,. e ten grandes
Secarsos. Euja disse pue, se nao fosse o ex-
trewp dever, esLaria sempre roudo.
0 Sa. ALCOFORADO JUNIOR: Pois fazia urn
n mal, porgue deixava de abrilhantar as discus-
s, es corn a sua palavra ener-ica e anuiada,
o SR. PINTO PESSOA:-IsLo 6 que podiaser
insinuagAo dirigida a mirm por V. Exe., mas
eu aeo aceito.
0 SR. ALCOFORADO JUNioa da um uparte.
0 SA. PINTO PESSOA :-Trato s6mente de
verificar o que disse e de explicar, assim omno
fez o nobre doputado, quo acabou de sen-
tar-se.
Eu Udisse, 4 verdade, e repito agora, que os
oontratantes tinham ido fejizes, e expliquei
qual a sua felicidade. Neites ^icontratos,
muiLoiroportantos, de grande alcance econo-
mico, os contratautes podern ser felizes ou in.
felizes, perder ou ganhar. Eai disse que elles
onham sido felizes, porque havia recebido da
provincia todas as concessses; que todas as
vantagous lies haviam sido outorgadas, e quo
eu n.o conhecia urna companhia, 4 exco"Ao
da pernambucana, que tantos beneficios hou-
wevas usofraido da prov+neia.
0 4t GASPAR DE DRUMMONPD: i' prque
V. Exsu. rAo conhece a historiadas eompanhras
subvencioonadas.
[HA outsos aparAes). .
.0 SR. PINTq PESSQA:-Eu bern sabia qua
se app 'oximava o dies irce dessas companies,
e jAio hada declarado.,
Sr. presi4enute, estWa conpaublas parece que
propositamenLte se co.nbinarax. para vir a eAsta
asoeebl, e, ste anae, solicitar favors, ,ada
urnp pais consideravel.
0 SA. PRESIP&NTE :-Mas eu pego a atten-
io ddo nobre d-pputado lVAa o oLaeto em dis-
Cussao, qme e o. requerirenio 4.e informaoes
e a explizaao, que o uoore-deputado disse
quo quefia dar relativarnente a expresses que
proferio a seassao *de hontenm.
0 Sa. PINTO PESSOA Sim, senior : vou
cooneIuir este ponto.
Dizia eu qua estas .cimpanhias, que assim
se comnbinaram (V. Exc. hade permittir que eu
acabe esLa proposigao], pedein favors eatraor-
dinarios. I
Era occasion de ver os corintratos dessas
Oomp"op s...
0 "Sa.CHOA CAVALCANTE :-Mas veja que
a cQipanhia de Caxingi nao pedio oada A as-
semblRa.
0 Sa. P I.TO PESSOA' :Al.. de habilitarem-
se os doputados np mahecimento dqs empo-.
nhos das mesmaas co.p.abhiae e no oiodlopor'
que ellas e satilfzilen.
0 SR. GASPAR Di DIUMMOND :--Y. Excc.no
disse que 6 o dies ir ?
0 SR. iTO PEssoA, ;,- A companhia das
ajuas dlaludaWso pepiir; a oompawhia m
estrada de ferro di Olinda veie pedir: a w-
'pmuo" *o^ d" OWiia taiphp
4a .op 'q a b ia D ri iw g, o e i o
Ip" aes o, eSaw one t tb o 096 i,02,; ~w tfl
d mais (so), .ao pre p
nlilaperseutlosn* a, viA whm pfe inb -
SOHB.P n0) nawg : &B..:W IB .QfOJP


BEVISTA DIAAIA
Uepartbgbo de obras pnMlleas-Por ac-
to da presidencia da provincia, de 28 de jullo,
foi prorogado. .at6 ulterior deliberalo,0 o eon-
trtto celebrado corn Gustavo Mermod nri
qualldade deengentieiro auxillar da rpprtiM,
das obras publicas, sendo-ihe pago as res-
pectivos voncimentos pela verba-Eventuaee.
Guarda loeat-Por actors dA mesma data,
foi exonerado Jose bClemente dos Santos, 4e
sargento da guard local da villa de Panell ,.
e foi nomeado para o substituir Euphrasi.w "
Jos6 Ferreira.
10sjcpaoziUillr--Par ltUl~erar4 dfO -
presidencia da provincia, de $/6, o
Sr. major huiz atOPo Irerraz foll ado
de inspecciernar as gwardas lacaes na, Escada, Iguarassb, Olind4, Itambl, Rio
Formoso, Cabq, 4PjueL, Njnwe' Bonito,.
-Barreiros, Serinhirem, Gamelleira e Jaboatao,
sando-lhe abonada a gratifica<&o mensal do
duzentos mil rdis, com a obrigaglo de apre-
sentar um relatoxio :mniintcioso do estado em
que encoatrar efses corpos'de guard.
SSuIcldteo- No engenbo Jpwan,4a4, do
ternio de Palmares, -as 11 horas do dia 4,do
Corrente, suicidou-se, corn ur tiro de pistota
n'uma das frontes, Francisco Affonso Ferreira,
n'uBn access de alienabeo mental, de quo e m-
tava sotrewdo,-
Ferlmento mortal-No dia 3 do corren-
ti, no engenho leftigjerio, d Q.b* district do
terro da Escada, JoaquirB CQklno lertio mor-
calmente, corn duos facadas,'"a Monoel Gorme
da Si.va Pinbetro, logrando evadftte.
Gumrr. do Orliente-Acerc(h ds cidades
meapianadas nos telegramuas que vlo na
sec.9 o competente, eis o que encontramos :
Kezeafik ou Keanlik 6 uma cidade da Row-
melia (Bulgarial ao sop6 dos montes Bulkans.
Tern ura poptlWo de 12,000 habiantes.
Rasgra4 6 tambcnm situada na Bulgaria, a .
?l kilometros do Routschouk. Tern -0,00
habitantes.
Selvi uma pequena cidade que flea tas-*
bein ao sopkos Balkans, & signal distancla
de Tirnova e W-1bvatz.
Quanto a Tchamchira, que estA sendo brm-
bardeada pela esquadra tur, nMao a eocom-
tramos nerm nos mappas qua topos, ne ow
ticcionarios de geography Su prmos, O-
rdm, que deve ser urpa Made rti a Cri-
mea ou da Circania, e" em todo ,So s itm4a
bo Mar Negro. : "
Laplos-Estes induaii %m
do ul'atamente pea rua d A e o
mites della coan, a run dj> s o -
naro, &M 6m compMettdo as .
tikas, peoetrs 4 nos qwintaes
komestapeate tudo quanto mo ittran. -
Entrotanto poraUIJi o appareea om. ]
das civicos nem nenhuma M 6ie'-61

, i
Clove do ....-


6~ 0.8". ilC N R D. .U S -, A. DF7G-
SQ.. .,coOE .D Jusrio5.-'Na. podps.
Star epn ausa, porque 0 nob. e -depuLado -e
Stileia iberidade para dizor o que quizer. -
0 Sa. PXTrO PESSOA:- Creio que V. Ene
gcontesta a mrau .ae direiu nComo n
iou ao nobn *pilad
StSa. ALCOF0jo. JUIOR -M.n, n ft f
GontesLar isti .
SRL PINTO WMK)A j as% as V.
Ivera que a a .aa4s ap p -pr g
,, ffroetas e asfi cWjIc s,W 4 5rj
lMkaiB, mas sin "*< 'urglMeitft 4o 4
J o que acab* esb Q~tar-'s. adr he.
ISi. ALCOFORADO JUNIO': Tauiu
a cap ere cupeat.
rWs9 i.% 40OA : E so V. Exc. deixa
lio4" a4IaMo la, precise entao abrirr-mejun
Spouco de espago para explicar-me.
0 kAm e
car, 6 porque eotao towa. a carapuca. (Riso).
S S.11,'ALCOFORADO 'WzOR : Se V. ExC,
Sactia que nada sdjse, nI deve dar explica
gfOes.
OSR. 'PINTOi';ESSOA: Eu nao torno, new
-ne compete a caraptLga....
S0 SI. ALCOFO&ADO JUNIOi:B ; Pois enlto
*ino a xote.
0 SIIPINTO iPEESOA :- .inas estava en)
duvida s.e V. Exc. a haviaithlh-ido para a ca-
beqa do uo)re depuLadu, q(ue acaba ede j
Star-se. '(fliso). As cabergas, V. Exe. bern
no slio iguaas.
0 Sn. A.,COFORADO JU.iOn :-Etk precise os
pouttos.
S0 Sn. J'INTO PESSOA : jAo posso ageitar
-t carapuga sjabre a tilVA7 cobhma.
0 SH.GOS' CAVALCANTE : EltA1o 414it'
Squestio. '
0 SR. PINTO PESsOA : M as nao me difiJo
i Mk- exclusivauwpot a V. Exc., tenol uin de"
i ve mais s6rio, qual 6 6 de dar eXpljct6e$
* satsfactorias do meu procedimento aeste res-
Speito, para que.nuo se diga, Sr prcsilente,
I 4ue aqui se progunciarain graves insiluuacOes
Se re icencias contra a dignidade e a honra tde
- alguew, sew que V, Exc. advertisse o deputa-
Sdo, que assim se desencarinhava de seus no-
Sbres deveres.
0 SB. PpESiOENT3 -Eu somnente posso ad-
Svertir a qualque.r deputado quando profira pa-
lavras, quo offensives possam ser a qualquer
outro Sr. deputado.
O SR. PINTO PESSOA,: G.i-e3Co dizenjdo,
Scoan relaeio ao nob'e deputado, quenenhuma
treticencia, nenhuina insinuauao, e menos af-
fronta, Ihe dirigi eu.
Senhores, quando tonhio Callado sobre as
ooupjonbias privitegiadas desta cidade, 1enho
dito saempre que fallo da entidade moral;
quando trato da idirectoria, 6 de passage,
porque, j4 disso, a direaoria responded peran-
te a oewnpanhia, e a companhia responded pe-
rante a lei, parante o governor e peraute esta
casa.
Eu disse, 6 verdade, que os contratautes ti-
nhan side faUlizes....
0 Sa. ALt:OFORADO JUNIOR:-Ja ve que vai
aonfes,;ando que disse algumaa consa; aiada
agora nwo. tinhia dito nada.
0 SR. PINTo 'SSO :-... e se eu dissesse
que tinbain sido i.inlizes, poderia isto esr tido
como urma expressao urn pouco mais 4d.vido-
sa. Penaso que nada ha de censuravel neste
modo de 4izer.
0 SR. ALCOFOURADO JUNIOR :-Nada ; V. Ex,.
i muito inoiffnsivo.
0 SA. PINTO PEssoA :-Eu, Sr. president,
nao posso responder senao peals jlinlias pa-
lavras e pelo sentiment que essas palavras
naturalinente exprimem. Ora, eu digo, corno
Ltadi cominum, eo as ditados commns sao.
sempre cheios de sabedoria, que quern se of.
feade, albhos come. Se con o quo eu disse al-
gaem se offeade nao sei.
0-Sa ALCOFORADO JUNIOR :-Isto 6 na sua
opinfiao.
o 0 SR. PINTO PESSOA :-Ja v o nobre depu-
tadoquo eu nao podia talhar para irim urna
salvo ae pelas IQialxs palavras algnoea so acha
tincrilpado.
o Se. ArcOFnIIADO JUNIOi :-V. Exe. quan-
do falla, deiI-.o arrebatar pela elquencia e
vai ate o inflnito.,.
0 8R. OLYMPIo MARQUES :--Acabe a reli-
cencia,"


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u| "are o privilegiq da Ca"
B ".Be V. Exc., Sr. president, oi n e e pM '
ft 0s^IIDf*^ N| ^ 0 nobre
)mlt9 pre O'dbet p~e fal-
ar so1 a ma q" de outra

o0 5,:o0o PUmSa :-4if vou con-
luir.
A clue o Q ra l se ex-
ct esp* = = 81~ua NO
ucrrt fempaj, ronyillhriiacis e.
urjrLto o anobr4ep0 abou dli

muBu e a pouiWo, p ar muiok .
positiva e catheg,'icanmente que nao offendi
ao nobre deputacdo, em inh qualquer pessoa
que Wie scja cara. Eu mu considerava maito
iespeitador da pessoa do nobre f.eputado Q d@
1 'ttIos os mais que entraram tin ez]fee.uo 80
contract prinutivo. Iiaalmneante, rvpito e aqui
Lerming o mwa iscrao-: w mintpl palgvras.
nao trazern offense ; cu nwo fiz afflTronta ner
insmiuacto a ninguem; e qaando fizesse, Sr.
Sp.'esidente, Leria a nILIre coragemn, porjue o
devcr ine a impunha, do retirar essas affron-
tas, quaesquer ' rnin.
Assim, pois, teudo dado as expli.Acoes qua
entendi coenvenienLes, setio-me earn wmI -
Sscincia de que cumrnpiri o mnu dipv% r uio
mb)ora nq cumprimento delle pas'JlloM-Jll
que eu flz ou nao ininsnuai.os PQw TOZOaTTs
ou offrtas te quern queque'ueOqftu o ,
Nao havendo inais quom peca a palavra, 6
encerrado o debate. P'rocadeopdo-se A votaevo,
( approvado o requelfnimento.
O ORiM DO 0A4
Con'tinfa a 2.' discussao 4o projoto n. 44
desle anno, que or<.a a reeita e fixa a despe-
za parca o exerotcio de 1877 4 1781, na parte re-
lativa ao art. 5o e aos additives apresentados.
0 SM voI'eu o sa u disourso).
Ningueni ]was pdindo a paivra, 6 ener-
radA o Joebate. Prooedeix)io-se A votaIo,.*
appruovdo o art. 50, sendo rejoitada a e rianda
n. 50. Sao tambemn approvadas as emnendas
Bs. 42 W3, 54, .$6, 57, 70, 7T, 72, -.e 7e -a w
jieitads as' do ue 1i, 55, 09, 73, 74e 77.
A requerimnento do Sr. Pinto Pessoa foi no-
nminalmcte feita a votaito das mendas ns.
71 e46.1
Votarawi a favor da primeira os Srs. Moraes '
Silva, Alipio Cosia, Uch4a-iarav ante, Attico
Leite, Gaspar do Drummopd, Henrique Mar-
ques, Amaral, Soarp, RBawros Gu'naiaes, J.
de Mello Rego, Leonel de Alencar, G6es Ca-
valoante, Lawkia, IMaoel do Reg Menelh
Pilto, Siqueira (Campos. 0ymio M&Aues, Ra-
tis e Silva, Virgilio GolIho e Reis e -Silv.i a: a* -
todo 20: e contra, as Srs. 'into Pessoa, Ger-
vasio Caminpello e Culnha Cavalcante; ao to-
do 3.
A favor da segunda votarain os Srs. Moraw
Silva, Alipio Costa, Attico Leitc, Pinto Pessoa,
Gervasio Cainpello, Amaral, Laonel de Alen-
car. anha Cava",ante, Lww4a,.Manoel do Re-
go, Meneliuo 'into, Siqueira ,Anpos e Olympio
Marques ; ao todo 13 ; e contra, os Srs. Uchoa
Cavalcante, Reis e Silva, Gaspar de Drum-
inond. IHenrique Marques, Soares, Barros Gui-
maraes, J. de McUo Rqgo, Go Gavlcanitoe,
Ilatis e Silva e Virgilio Co"lho ; ao todo 10.
Nao fui approvado p1k aassemubl6a o reqra.
:rimenUo do Sr. liaWo Pessoa para que fosse
nominal a votago do addftivo n. 50.
Declararam, para ser mencionado na acta,
que vuotarain conLra esse additive, o Sr. Ger-
vasio Campello, e a favor as Srs. G6es Caval-
cante, Ga"par do Druimnoud, Alipio Go ota, R-
tis e Silva, Manoel do Pago, Anmral, Vigilo
OuMa4o, R eis e Jilva, Laeerda, Henrique Mar-
ques, Siqueitra Campos, Soares e Barros Gui-
coaraes.
0 Sr. .Alcolorado Junior declara qu
nWo tomara part na votagio das emendas re-
lativas o eont4ato da comnpanhia da estrada
de ferro de Caxangad.
0 project de ori'amento assim eoendado,
6 approvado para p'ssar a 3.' diseussmo.
A requeriraento do Sr. G6es Cavalcante,
dispensado o interstieio.
* EntrarnBfinalmerute em 2a discussao as emen-
das approvadas na 3., do projeeto n. 33 deste
auno, autorisando o president da provincia-a
reforraar o x.ontrato para a construccao de uB
muatadoauro publir.o oesta cidade.
Indo proceder-se a vota *nfo haver nuwero e fica a dis xssao adii4..
o Sr. President da para a or4em! 4.
diae a continuacao da antecedente e levanta a
.sessibo.


4-

















J..


Lava que a companbia linha desa
terreon 4 rua t msperana por'5
m vistaj lal doenmento, o il
sWEqi '3l|ei'-o segumte parecer
mE'jreeisewontar, r. Tirtsidente,
dbterprotaRo, 6 de jntetigeucia
ltes eatralantes, cafta Uma d
ina o ne dover tie velar pO
CSeW. O emprarios'Ato sstri
Snhvum.Wasto-n quantia de :ooa5l i
va que'tinhanMdireito a esses 18:-
quer 'qwe fowse u quatiag despen S
apteprifow; -eui, porem, susterntavt
rio, e parce-ine que sustentava o U
sefnldo da tebusula do eualrto.'t
qmmtaoo'e dtn"to, era um -
.preta,Ao de centrato; a crahia
tterpretar'ds-ium rmodoe -eu de oUtro, sem n
!so haver offensa alguma.
-,Sa. ALcoeoatrvA Ju.Noa :_E' m q+-
iAo do'acto, hei deapresenitar a'V. o do-
eurneneto. 7
Oift. OLYMPIt: )'VAfttS : % SSitm los COei-
thinuel eu(,eotrmtinfi a ler.)
,'eito isto, f. president, foi marcado pra,
1. CO..ipam..iu, que i5o cumprioz1Uo sarlsftai
4mia-exitgencti; e V. t.I.,ue eaeratto pr'
sidente 'da provincia, ird-eferio o seu reque'i-'
mnento -e mandot. que..,
0 'S. ALCOFORADO Jumott: Mas note8.f
Exc. que antes disso houve-decisao do prsi;'
dente mandaiad pagar.
0"ft. OLYMPIO MARQUIS : Quo deciao!.Of
0 Ba. ALJrOPORADQA JUNio :-Urma deisaO0
fundamentada do Sr. desenibargador Assis.
0 SR. UCHOA CAVALCANTE :-E' presq mre-
ferir os facts como se deramn.
0 Sn. OLYMPMI .,ARQUFS :-Uern; vamos ao0
factor.



























a.

S

ii~














4












7





















/

1.


da porta, tomanado part a boneficiada, quo Santiago,-Mandou-se que o impetrant& faqa .:. .. -,"-*" para o Rio Ginde do Sul, Aawint IL
Sdestina-o- product d j espectaculo aa. seOL uIna exacta descripgao de seus bens o aremet- Eo de ia C. 405Abatieas corn 46,670 kilos jie
transport ode seaus ilhos para a provincia .ta a este tribunal para que possa e.xpedir-se wdU CaO a lf SI I TA SANi A branco e 0 ditas corn 24 ,9 ditos
d ,) Pial, oijle se ar seu inarido. a prorogado queen pretend. 'U'WiJ -a s I- T F A mascavadN.
Propagadora da instruceo pubUca- Appellaqoes crimes Uma family convenlentensente ha- .opaaopptugzOcmca
Aianha, ao mieia dia, deve reunir-se, no pri- Do Rio Formwoso-Appellante ojuizo, appel- billtada, enearreffa-se da ethricfao de RI do r d a Ile o- para o Rio Grandado Sl, Oliveia Fill
meiro andar do predio a. 79 da;rita do Impe- lado Joaquitw Pedro Patriota.- Relator o Sr. meninas, elisita4idw as materias que se diao 200 barricas corn 1,973 kilos de assuc
rador, o conselho superior dessa associag.o. deserobargadr Souzda Leao. Revisores os Srs. em nossos colleges. 0 magisteric e oxercido ria n 18, lo Iand co J. M. da Grz Junior 20 brrris cc
Couvpanhia do Bcharibe E' hoje, ao desembargadores Almeida Albuquerque e Ac- pela propriafamnilia, qua, esti nas.condige.s A A litos de aguardente.
meip dia. que se deve reunir a assembl6a ge- cioli. Conflrmott-se unanimemente a sen- do aperfeipoarsuasalumnasano.priocipios qua Enreites para- chapl Svestidos ara lito patacho nacipnat Helos, carr
Sraldos accionistas dessa companhia, pata ou- tea. ? conatituem a edtucaco coueaienle ua se- casamento, bailey, theatre, visits etc. para o Para, B. Olieira & C. 15 pi]
vu*a-leitura do relatorio, approval as contas Do Garanhuns. --Appellante o juizo, appella- nhora. A casa torn conimodbs para externase 0t 7,.00 litros de eguardente.
do anno findo, o o orgamento do vindou'o, do Manoel Gongalves da Silva. Relator o Sr. pqnsionistas, que se-receben por modico pre- et No paaco nacioaJesus,
bern cano leger a nova administragao. desembargador-Alineida Albuquerque. Reviso- go. Para infornfagOes: o Sr. Gustavo da Silva VestnarioS para,criangas; prepara-se rai para o Aracia[y Viar na &
inlutI atI Medico -lfoje, no lugar e hora res os Srs. desembargadores Accioli e Doria. Antunes, na rua do Barao da Victoria n. 46 ; tudo na tli4ma naoda da Europa, coi n sdccos corn 21,000 kilos de farinha.
do cotumne,. dove have sess5o ordinaria-. Mandou-se o r-o a novo jury unanimeTnente. o Sr. Joao Carlaa Cavalcahite de Albuquerqe. m uita pe -- No vapor nacibnal Pirapama, car
Ladroes de gallilhas Na madmrgada DeoPasqueira-Appellante o juizo, appellado na cidade da Escada; o Sr. profession Joaquim mPrqia mui i0 ils. d or f-Jar ina, R. a 1osar sa
de hontenm foram assaltadost pelol membros Manoel Gorreia da Paixgo. Relator o Si .LiaA de ,,Albuquerqua Barros,, em. Kao d'lho, rroUi razoaveis. para o Oeazi, F D.R. daa SPva 8 sac
da quadrilha da freguezia do S. Jose, os quinr- desembargador Souza Lelo. Revisores os e nosta typographia. 1.R8 Rua dotBaraO.da Victoria I_ Siva & Pinto 36 ditos corn1,750 ditos
takes das casas ns. 24, 26 e 28 da rua Irupe Srs. desdmibargadorves Lourenco' Santiago- e A tratar na rua Ipperla n. 43, onde tana- .,. ara o Natal, A. G. orres & C. 400 di
rial, d'onde levaram tudo que enoontraram. Rei e -Silva.-Mandou-se ouvir o curador ge- bern l quem asima a ouitinos (eernos),. a la r 35,0 dits d fainb. ra Maco
Bauhistas dos a.rreclles-Fnviaui-nos ral. portuguez,. frahnee, inglez, arehna oaeou- ,--u paIavra rido tiva- 3o 5o ditos co rn2 0i. o de dito
seguLite : De Quebrangulo,-rAppallante Francisco Gor- tros preparttorios. mente, as' molestias -O pul daSilva Caldas 40 ditos corn 1,680
SSem o manor respeito as fimilas, que alli reia Pirlto. appellada a jugtiga. Relatoro Sr .-. m5es a da garganta. dito, 2"ditos corn 12 ditqs, de milho,
vA'.-) tomnar uaahos par motives do molesiias. e desembargador Souza Ledo. Revisores os '- 1 cas corn 26 ditos do assucar" branco
qu: nao podem ir a Olinda ou i ottros luga- Srs'. dosembl)argadores Lourengo Santiago e d. -. Toda a vez que-os puLm6esse achen om 82 d tos de dito mascavado.
res,)resentamin-sc certos individuos nis, of- Reis e Silva.--Ann-illou-se o process contLin G U E N N ES enfermos, pode-sconi today a certeza Na barcaa Boa-Viage, carregara
felondeo assim a mnioral public, os votes dos Srs. desoenbargtadores Regueira ADV O- D O di(er, po o dente oha as c rrda do Aracayaulio & irmo 200 SaCCOS C
.LcLado ao conhecmmeiinto da capitania l) Costa e Lourengo Santiago. DVOGADO dizer, que odoenite aca-se ora d o faninha; 5 barrias corn 20
poro oste faeto, oridenou ella, findada no art. Appellaiao civel Rua do InXperador n. 4 uma en iade iu'avel, e pr- assucar refinado e 3 harris car 375
.1) du sou regulamento, que o capataz da es- ieieiro passo parafns pec-gosa 8t o e ,
taidoCusVinte Dcusd Novembro, iti- ee-AppellanlManoeJos Sou-
tao do Cs Vint Dcus de Novenbro ini- appellado ojutizo. Relator o Sr. desenl- a tossed. Na barcaa Frei Vitul caregaal
masse aos inractorcs queja:ni, s- apresvn- bargador Almeida Albuquerque. Revisores Torna-se, pots, da m ior inmportancia Maei6, Satyro Gordeiro,20 barns co
t a s s e m i n d ec e n t e s .. --i- ,,
oTassrents. outros pr des- srs.desembargadore A-cioll e Doria.--atala-se pra desde logo.Se per- kilos d .
ohodeewud 00 que P nis do.admirar, worl Se- Forain unanimermente desprezados os embar- ('-ixa oaon rd e g. e r N aroaga B. Flor, cirrlgaram: pa
obtdem ; e oquiae nans d, admirar, oun so- M guntardes fmfo isso se possa realisar tal, Julio &Irmbo 6 barricas corn 34
hoervelho, de po--.gao e chefe de familiar. s. AppellagCao commercial o cons r respoderemos, corn o- assuear refinao. Para Maahyba, s
,, Pede-sc aes Srs. redactores do D'ario dle D., Recife--Appe Les Olinto, Jardimi & C., IPitoral dh qual 6 extra- 10 volumes cor 600 ditos de dto.
Peac~to i pubiqi de Soccorro PeioralT Anthuita-9 qual
Pdrt),;db qaeve se. apparecen are uviei- appchatd:m a mnst a aii da de Arruda & lrmino. Na barcaga F. do Norte, car'reg-t
dade, airn ver se appaoce, providencias Relator o Sr. detsembargador Accioli. Revi- DA PROViNCIL DEPERNAMBUCO hido e preparado do succo balsamco Macao, F.P. de Farias iQO saccps cc
-maisenSr.ic.-ts, s," sous aulores corn- sos os Srs desembargadoros Doria e Re- 4Uom garantia do goverrio Inm- d'umna arvore ?o Mexico, conhecida kilos de arroz confcasca.
gemn-so. ,gncr ot .Ficn"'nad etnacn
Loteria. Quinta-feira, 9 d gieiraCosLa.-Foinffftnadaa. sentenacon- desd muitos seculos, pelos atrae
extrdhida a ioteria 236.' em b.eneficio das obras tra ovoo do reNsor. EstabelecidosTruadoCommerci6 que pa,-o ren edo poderoso
daigreja do Resario do Serinhbaem. PASSA NS N 4& e santo para -4odas as enfermidadeslts CAPATAZ1A DA AIFANDf
0 bilhetes acham-se d venda na thesoura- Do Sr. desembargador Loureago Santiago Rendiento dia a 6
ria -las loterias:a loja de calgadas do Sr. Porto, ao Sanlesembargador RIs e Silva : Decreto n. 5,594 de 18 de abril de874 or os da respiraao, em d di
a raga dai Mlependencia ns. 37 e 39. Appellae&o crime A CAIXA ECONOMICAAeceba de cada indi- Esta a mrniravel p'epa0a0o, cura& a Id do 7
As lisa sahia-ao n-) mesm, diia.e os pre- N I, Buiqiie Appellante Antonio Lourenco viduo, de6d IS, o-mrnultiplor.deta quantia at tAosse dentro emin polCOS dias, e ate mes- -
S mioe se paoarao no masnimo dia. dta Silva, appellada a justiga. 50 por semninaa, ajuros de5 po centoaean- nMo iasvezes em ,pRucas horas,' allivlara -
Vapores--2&o esporadoi os se,es: Appellahbes commerciaes no, contadug do, dia segxiate ao emque Liver -a.t a,. c=aara a infla mai .o maco- VOLUMES ENTRAD-O
eard do S oje Do Recife- Embargantes Engl. Bank of lugair o deposjto. w
S Delambre da Europa amanhA fRio de Janei.o Liomied e out embargado Logo qu p as quan s depos:ada3 s sa do larynx e bronchio' e im dr. dia a 4
i fondego da Europa amanha J.ose Alves Barbosa. U nas 36dc 4;5 6 & e. Em eoflamro aos to- oia Lii -
-spirito Santo do Narte atl 10 Do Rlcife-Embargantle Jos6Ybrtunato dos uli-na inpWctacia contiauaz avenc ees PeS fobriados de Vt .
S at da Europa ate 12 Santos Porto, embargada a companhia co.srvando-se o restante, e dazi rf hr dode fim. & Vaporh anac s Be-
eJuadiana do Stl at6 14 trilhos W'twnos do Recife fa OiUtl. praiWo, emquanta o depositantLe ,o... rdae a [omi Io0C-
.-Pard do Sul atL17 Ao St."dBeebargador Motta: clamor. e "e c'a co"dpo o
.Eq.ateu; do Sul & at 20 ApeUacao commercial 0 dapositanLe p6d rtiraf ea q l ent .enhuu ticha d.acido pru.-
S -. I'._ .-tloj s reatisa-se .. seguite : f0r R4bg-- antes isWi & aePol-- P da a quantia depL_a4&a*.r, .sic0.^,e'o* m l, ." ^.W S.iuOS
; .ie u, Petani, a rma vigarnu n. 12 d, emnkrpado..."i'ria ContaBaa de Albu- asnne part, preveaido d j de a otfli,"re .^ ltm~al.a6
d*ferra(Kf., miudeaa';, vidr; de res ca- querqueFeua"r. r Seia SrdeSiir dias-petoai" -.B i--| -- *.aita8 -
Stara; de urn terreno na rua da Do Sr. eir va a:o -
Sw P Bewaribe. dediehbdo 10a iemeoztmq- .n.., .--t...
.... 1.o I-m ilA.. ...ege bo.do4...T
rga;.de um te... .r a aaDo S dseultigaor v a Silva o S. de 0-, ai, .... gq ,
-d.eih. ..A.... ..19" :0 ...... ..
a A -To R c,,a ", ,. -t ,-di ".eI .. B
A- .6 aPD. .o9 ....40 proe.,, ,.. .,
,. ,..A. d,'. .. .. 4--- ,


So al opolop dres da ava.i "al
M a
-vo fDdoIo imQAOdo


'" S se1s*D; wn lt. .. Do J %eSSSS D?'ai. s Sr- desembar' : .J Iisc0 Joaqwm Pereira PintO. Lrapiche daalfandega," ara des
"a" ", ...qguleur&Oos. ": t. -- ,I~uU ia'Joa El7~.etA Toyuw., t.il
=e "j' -te............ ge=eU ,r.-, ........ D8..,osQ'..10 ,l 8,rm de
GOMP -potif crime? RB f o~ra~ ^ ^ fe l

-, ...0P..rt. as Ppfrowa aS0do.MtOO.w para,,da a ,lnca de- kp r pa ara Rego, appellado -ItWA "O RIACHIUELO--7 aa uaco.hta.d f4erd
ia" oSSSvSv 61dp as ppio ator JDO d7A9UEbrdra Dpas cb< Lc de j
S8 pnden S. m. a Ratnha D dosgnros m icr po eis ]. T.-Vrat.otfll.Se',. Ju ii eiaco- stean no t bpih o d i
brd Lvt ijI'1CISl t D T, .aeti rx^i.r au Japaea s ceasiia, d s e, o ra ao do Livr
iiaii. r m, c oagratul e coi abri rl., a am qransito polo
a ail Strapihe, e va os genero pr
ra-es da Telegram ma eentral era7 d. aRst&, ^ethg .w d Anna Rosa de-AribS aiiou_ isla *__l ,_ e pd(6; '1iSSiie dega.
do R~t r.--A cooamissao, em Pgrhambuoo, tw7. Do Pened Qu.-.ai.11ali4,. gonf='aria da Sa snaacmmta aa s~ otaale1
decoorros ds victims das inundates om 'a EJcm. &r-. Vgezonde, f Rieiro ta, the- Casa da Miseiicrdla d~S'. G.niqato, appellado .orpo doceiite habilitadlo, e eua patacho ainericano S. 1'. Bu/'eu', k
Nwu; cougratulando-se cawie, noti~ia qtto soaitaire Ca cowwiss&a ce~ta.-Si4 0 juizo. ( l li odot. .kLivrarlmnto, e. cbp ado e
-. aoab&-de reeeber da eornrissato central em fleceide .Iuhgrr~mna. s i~sid~~e u rh-a 1L HL--ao pcio raesna bnpceh.
Lisboa, pede a V. S o especial obsequiode a Esta comwissao congralula-se co0ta e- Do Recife Erbargante a oompanhia 'Fsc I WhI i m Pdtacho ameirano Fran. Jai, tarn
'.-. ,ra tevur no sea journal os annexos tele so^ufio da commisslo cerltitl do Lishpa pola twiltuos u'banos do Ueci(e a. Ojiada, ombarsL- Iachnda para o jo ponto, e va
M quo a -e~la se referean, osquaes d- proposal de Sua M-igladtae a Raioha, eO sac- d a c.gpllnbia qe G arriT R L ". d U ner para alfandega
Ui tE aso fla.. eoiuo, aos Josn Do rrae m,. ril libr as viclrWa sccaP A-itieoCe jo Patnacho inpea Duud '. Keeling fa
I(ow 'W e dG pa x -irmli a pa, tp"."ndo is m os entime[t aie WigudiA g ez4 U qimhaBooms., T In




Sma rrt,.. T le 4 ms omayi buquerque, pllada aastica. m t CCiaCr Brigneigoez desaid., ( taoa bacaso
.I s oiS. V.... e r, rb.... .. .... "Do Sr. des tagaw r Regueira Costa so, e i a'jt tem orgacdatapara pact r'apa -c o eal transito pelo.
Socco'os &s victhnas da-seca-P elo aegwuiae q ralmA spcide vqmBe.r a imgpor- S.dsaara de AniS oit d o.o a I-AtLais que coui l4&11mt4aao es- Coneaieo.
ancia dos soccorros romettiosss vara as votimas da secca, qur am dll .heiro S quar em gene- Asa Untma1la t oi a pe para oamercio anto Barca ugleza Conefa, varos genci
l____a Z ___._-_____ is, c-mecentraloraikigoe por1Jrgme' .Ro iasv#eWpr
Lsop aV..&o---cale.- -- ----DS.desembargauar Souza Leote a Sr. n o tp iche Cuha
's e.nibargador Loureneo SaiUago.: Mi ne. Maria Cogpnet, lo(tist1a Pfla- nrigue portupuez elifa. Fiaen.c
AM n j A e Appe o criRoi- ceza, partbip adas antigas freuezas p chajp para terra.
s br Ap ela eojuo, ae A i e ao respeitavel public que reabrio a Brigueheospaol B, ,,,ca6 e frin
< lr fd i llva Oei leautios UFlixdebE AM I. Ca o trapiuhe Angedo.
LOCAIDADES < cioa s :e d Ioa e q vh Vapor na,,3i %nal Ceari. e desperado ) ge
Do Cni a Sr. desebg a oe ra stOpfa'm zinm nd cionacs e encomendas par
z inlerino da jusCi.aS corO.Qmeakite a -aria, COV: vestidos piche Companhia
[ '-I' -. -, Z Z Appella. s cringes -u
.acro sWlia aeaPl e~i~ q~ps'p -*vloaicsNa apo- nae. u oN~



Sd Appoellaute oj aiz..aamadoSatureaia Ro- para senora, etc. ua rua do Mar- Vapor national MurqQez de Caumas,
dri s da Si apanLe Anono Aen- quer Onda &. 38, terceiro and. n n eorza
-- -- -- drePrudne ap a ausa;appeU piche dia o, paiMai9i0.
jO.inicury 4;3O 5000 Jolo lBeniG de VCiscorcelos e oulrscappella

,!Cabma ... i Gem0(ootr visa ao LOr,. cumdor ge ^a e depoi~i o i b U ,,.A 'a^ I da de Antuerpia em 6 do cart
~~IEXU 1:100 d~A a usie ; pplla4LL4jo jLLO, a ppel A tonio /Ri-~ ~lOtg



4Saluiro 1:505000 Sr. dese bargmor pro'turadoZ intmwCieaoa dE 'i .mio 6 o cr
6 Villa-Bella [A] 5:30GS I r6a": consiLnadaS a Hernaa Luiir
0Tuunpho "7 1724 "a i Appeinages oivws. o COLLEGIO PARA 0 SEXO MY S- / manietou
8 Fres. 4: Appellante Joao Pereira do Rego, apjado C ULINO aLuchos ixa a obert
9 .Afogados de .gazeira .:3j000 11z Leopoldo dos jG.uimaries PeixoLo eoubtros; Is Ponte de. Ucb.la ;'i Fe,,,rrfens 6i43 pacoeo.te o30 c'ti
t0inbres, i 4:U00) 1 0 16 G 30 4 ,app.:llante o.juizo, appelaedoo scrao Ma-. 0 .1 Mt o "
i Tgarttii []. -.. 10:500.) 0 I noel Luiz do Gordonba ; appftatlae embacgado W .... Oa :h rr
12 F iesta 0 2 00 Luiz AnoEao Siqueira FiW o; a ppelta- Ma- ran & C-e Techios 3 d1s ferro 2,40on
1Ij Petronila :00 0 0 ], '" ] lo efro2.5
,- Lui dente, appeSiqdeira jsiga~o ; appa. vate / Ka M




i4 Baorn Cons4lho 4:000 O00 W oela e aaado es, aapllaaa f a da. delNl e A
t58Limoeiro[ .:3000 0 50 56 860 160 014 i44 Gore vis, a's pirles: Colleti .. i ra( dem.
16 Piranhas 1*1 *I1:300j$O( iO0O 3^300 325 10 282,6513( Appedla(~o Ovel N. 1Q-PONTE D'UCHOA--N. 10 i0 in A ,T e 1
17Panehis 40 9 26 Appellante juiza appllados MaritzoVin- cBara glza A r, entrada
t855GParanhuas F. DirectCosta




18Garanhuns 1:500$0001 i 70 59t 7 70 e, Thereza e outros esoravos de nso6 aoares diff -ia mesa data e consign
-19 Sao Benlto. .0- 2(x0000 12C 32 82Pereita. D Maemoiselle Anna Caroll Johnston .Patera C., manifestou
~0 beeorow 2.. 1330$00016 liiAi




2MtBebedouro 0 16 neri1a DISTRIBUIGOES 0' grao de instrruoc.oneste estabele- Carviio (e p'edra 47. foneladas
41) 1 26. A S. Recutrso criU e cimento consta def portuguez; francez, dem.
S2Bonito ... ..14 264 40 Ao Sr. deseabargadi(r Reis. S Silva. in clrahia, arithmetisg ee-"
23 o d Assucar. 20 300 10030 Do Recife -Becorrente Macrino Rodiagues Capa, atmtica, go-
24 Alaga de Baixo 8 34 222 12 doi Passo, record os Pitpps Brothers & C. graphia, historia, mythologia, musical, Sumaca hespanhoa Joven Ma
SGiCaruar : 2.0000 0 .8 5 76 Cartatestunhavel piano, canto, danas, bordados .de todas trada de M:tevido na esma
i BuT Jardim. 1:500000 10 38 30 4 4 38 Ao Sr. desambargador Soua Leo : as qualidades ciochet flores e d ese o ig a aos daS a
27 Parahyba do Norte .. 0 500 Do Recife" .- Aggrava"e D. Anna Pocreia consignnd-a a Jose da Slva ioyo
28 Rio Grand% do Norte ... 50| 500 500 Arantes. aggravalo ojuizo IDc Iho,. manifesiiu
1Pesqueira. 1:20000 24 20 30 4 Aggravo de instruwento. .ecebem-s4 pensionistas, meio-pen- Lihmasts se
Coear. 5 100 500 Ao Sr. desettoibargador Acioli : sionistas e externas, sendo as priei- a,, ca 2 6,070. kils o
S-- D4eGaran0uns-Aptel:fe Pedro do ego ras a 40, s segndas a 20 e as ulti- ar e 26 75kios 0 or .
:-omma. 73:71000 668 16,952 1,299 62 1 5,736 402 Chaves, aggravado o j'izo. h n
1-. .. Aggavo de peiio mas r 509 por mez, n havendo Bigue hespanhoa Barelo, e
OBSERVA(ES Ao Sr. desembargadbr Reis e Si7t: extras. do" Rio de Janeiroim, 7, do corte
(A) Estes seis primneiros terms teem sido fornecidos do generous aliinentit~ios po d a- le Recaie-Aggravante D Lawxa Emilia de A lingua fallada no collCgio e a fran- consignado a. A Amorni Irmans
posito da Etvilla do Tacarath. sf Aneida Seve, aggravado o juizo do cOrmel- ceza. manifestou
Os quao teroo, inclusive de Villa Bella at Afogados de Ingazeira, teem sido forneci- cd. cm Bricaai
21,tih .101,1 .16 Oso ri ec me t ot otu uz






do& pel doposito do Li,,oeiro. Appenaoao crime Brrcas vazias4( volumes a
Os terms de Tacarat e Floresta teem side fornecidos polo deposilo de Tacaratu. Ao Sr. desembargador Reis e Silva : 'In9 to d ', S-hora Augusto:
Stermao de Bom Conselho pelo deposit de PDo de Assucar. UDe Ciruarfi Appellante Jest Dunga, ap- do no 00 aos coSi
[1] Tern sido remettida maior quantia para Piranhas, por causa dos fretes daquelle lugar pellada a justica. RUA DE S. FRABCtSOOs PALAC&E. N. 720 sace aos os ig
paraa vili de Tacaratfi ; e para esta ea do Limoeiro que igualmente paam fretes para di- Appea commercial i Herino de a Fr R a
versos points do interior. Ao Sr. desembargador Accioi : ,D ec u es Suro Farinia de maiidioca 200 sa
.. ..,b do Not 0. ...... Do Recife-AppelDantergnacioArvi e da ,fedico Dr. Cy to Fer des & Irmos.
..............................0 50 500..ra,,esp.a'gr-, Io.oFernandedo cIrmeros.





Coenarca de Panellas-Com o praxo de JUL G AM E NT OS : va, appdllados Pereira Carneiro Maia & C. .-.. -v..PensQet6. n
60 ias, contados de 1 de juilho, acha-se a abeas corpus Appelba5es civeis lamiras letras e port'as -o director. Milo branco 2.waccos a -a I'
-" oGaah sA'el L Pdodoe ati-or'Atao40 ds eraujo. ha 20C





*oncurso o provimentu vitalicio dos offices 1Paciente Jos6 Paulino de Almeida Gatanhro.-- Ao Sr. conselheiro Doria Lati rane-o Pr. Alio de Arajoc. C .
de 2 tabelliato de notas., annexes e de parti- Mandou-se ou~iro resp~etivo0juizo:.'- De Pedras de Fogo-Appellante o-juizo, ap- Frnncez-o Sr. E. U. Mazeron.
7doro dist-ibuidor do termo d8 Panellas, co- Aggravo de petiTot pellados os escravos Joso Apolinaria e) Rosa- laoge? e rhotorica--t Sr. F.rarcsZcs ao do Brasil
marca no mesmo home. Do 1lecie---Aravantes Martins & C., ag- ria, por seu curador. PRnto Bandeira Accioli de VasconceLos. yESPACHOS DE EXPORTAgAu"NO D
-eeosainett~o.peode MRes,,Agavne LGe'mii ogAlicir~a isria fla ole'riosfa-oS'.I- U ODEt7




Pagadoria de fazenda Nesta esiaa gravado o juizo-do eomonrio. Relator Sr. Ao Sr. deserbagadof eguia costa : egr a atoae lpla-o r. i- JULO DE 1877
pagam-se hojo as segai'tes folhas : desembargador Lourenco Santiago. Adjuntos De Olinda-Appelanted p.4reFFancisco vi- nacio do Rego arros Pessoa Portos dw exterior
Guarda nacioal, hospital militar e pensio- os Srs. deambargadores Accioli e Regueira rissimo BandeiraA appellado Joaquim de Sa Aithminetica, geometria e algebra--o Sr. Jose Na barca portugsza Aiepria, carte
uistas. Costa.-Ncgou-se unanimenente provimntoe Cavacante de Altuqutrque. Dorrehra daoruz Vieira. -o Sr. Ae para Lisboa, Oliveira Filbos & C. 234
Dson0 d pasagnsviflura--dSt Alred ca !,24 kios.1 agoido





S Theatre Santo A.ntcanlo-Ness theatre ao aggiavo. Encrrou-se a sessio meia hera depois do e ns ua-o Sr. Aido corn 15,245 kilos de algodo.
dove realisar-se, no sabbado (-I do corrente) Prorogacao de inventario rneio dia. fiusieolei. r. aa a piitetgixica/ JosB riria
wan variado espectaculo et beneficio da artis- Inveotariante Dolfino Cavalcante de Albu- M esica rca.am : para a PqAt, J B. Moreira -u
ta D. Leopoldina Baptista, com o interessante querqie Buarque. Relanter o Exm. Sr. con- .. .omes da va. Qoorosespihados cojn 49IUkos..
drama portugu'ez em 4 acts, Poder do Oo,. selheiro president. Adjuntos osSrs. desem- -"P BI jAr4lljJ^ R Pebe al0m1 -> j.45 terne PprtOfd- interior
e a chistosa comedia em urn actor, Diabo atraz bargadores Alneida Albuquerque e Lourenoe ,.DZJIiIZ 1RAcebe alumnos interns, semt-uios terne patacbo national J. Gorreia, cart


rmlos &
ass uicar
de dito
agarean
hios & C.
ar bran-
)m 1,92(p
egaram :
pas corn
carrega-
SC. 525
igaram :
cos corn
L G. da
de dito.
itos corn
l ulio &
; Elviro
ditos ,de
3 barri-
e I dita
Lm: pard.
omn 8,000
altos de
ditos de
ma : para
m 2,500
tra o Na-
lkilos de
mesmos
ua : para
)m 6,0 0


GA
i:1215

l:7135Q92

4,eD7
AW7
96

94

..

177-


pacade.F
S *ra 0 i
Bpachar.
lhis de
uto.
mpaeha.
rco des-
ra depo-
aie to,'
i mesmao
ra alanr.
cero ene
ar~o do
,m tramn-
ah'a des-
trios ge-
irinha e
onto.
Ao des-
trapiche
ros para
deposit
sat de-
ha para
eros na-
a o tra-
generos
ra n tra-


(;, elf-
igit en,
dgreuT,

lay0olhi.
i.as a

I[ etler


le Car-
iada a

Lt or-

Nio, en-
data e
R F-



mntrado
m nte e
, C.,

Nicelo
atarios,
tccos a
ga, Ro-


A 6D p

igaraan :
saccas
carrega-
nior 70

egacam:


Rio Grando do Sul-23 dias, Was -potflguz
Pinpo, do 249 toneladm6- eapt, Maoel
Pereira da Silva, equipagq w ierg.--a a e
- graxa ; a Amorim IrmAos & U.
Trieste 5S dias, bsgue "oladqJolharding,
de 204 t nela s,.mqIUo P C. fevart, equi-
pagem 9, carp farint1 .burio; a P. C.
Wright L\ C.
Rio de Janeiro-17 dias, patacho inglez Ley,
de 196 toneladas, cpitAo David Jones,-equi-
pagem 7, em lastro ; A ordem.
Seguio para Cmariest6wit (sos f ftdsiUI*i-
dos.)


NObio houve sah v&a.
Nao houve sahida.


- -#,'


V'. "ff *. ,
sc7o2.a- S,.
cia de P~wrnblj oq,-
deAIS7.T-
^r eai"*'^KM


Cumpanhia de seguros
CONTRA 0 FOGO
EST: 1803
Segura contira o iseo do fogo, casa e
oul.ros ediciasL fazendas, geaeros e
wercadorias de toda a espeeie.
Capital ernpregado .. 14,0W:0(0 WX.J)
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BROWN THOMSON & L
31 Rua do Marquez de.Olinda 31

Baneo do Brasil .
Paga-se o 47.o dividend das aces
do Banco do BrasiI, itscriptas na ex-
tincta caixa filial desta provincia, na
razdo de 98 por ac(.o : a. rua do V-i
grio n. 4, paviaieato terreo.
"Recife, 17 de junho de 1877.
Anrito:-4os1 Lea PReis.

Saques
Augusto F. de Oliveira & C. sacam
por todos os vapores sobre o Banco
de Portugal e Baneo Unido -em Nsiboa
e Porto, e sobre as caixas filiaes e
agencies dos mesmos bancos em tdas
as cidadea.s- e poSeasqes do reino do
Portugal.


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Companhia, Phenix Per-
nambucana
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terrestres emaritimnos
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Toma- seguros 4 premios medicos
FERRESTRES de toda a especie, contra as ris-
cos do fogo ou suas consequencias
MARITIMOS sobre mercadorias importadas
exportadas em vapores e navies A vel. -
Nos segaros terrestres faz a concessao gre
niita do premlo do setimo anno aos segura-
dos qUe durai.te seis annos consecutivos fize-
rem seus segmros hesta companhia.
gente nesta. cidade .Miguel Jos4. Alves, a
rua do Bom Jesus, o'atr'ora da Cruz, n. 7, 1e
andar.

Seguro co ntra fogo
The Liverpool & London. &
Globe
A ..urrt ncc Ciompa
AGENTS
Saunders BrothersalC.
1i-Coarpo' Saate--it


-DYB~IgTODO MRTO
Navios enira Rio dfi Janeiro--?4.dias, sumraca hIespaat~la
Do'ia, de 142 tonoladas. capitao Gerardes
Casals, equipagem t1L.c,., a!oiU.,o 4,?c:r.-s
- .e lastw: a.Franolso Ribeiro.- -hte Gki-
maraes. "
Rio de Jaaeiro 18 diaa, patacho hespauol
Principle de 187' tol,4adw ,t capitboJay'rais.
Pages, equipagesa 10, em.lasaa.; ia em.hl no
Rio de Janeiro-20 dias. brigs -bpamhiol
Bercelo, de 202 tonelakas eaiU.f- Jatatho
Foniordpnr, equipagea-12, cawga-, .l4-,ou-
tros generos : a Amorinh Ifrm50 &thG'.


N.
0V
7.:i'.
,4

'..

*".'j:


.t
7,?


u


*** ^-


.-,-; )LIit;



























i Irr'D.Pedro II, ha
dArmkikar, em ampliaWo ao
d e d-to de maro (1o anno pai-
que em cada ura 'las referidas
4ajam d4t tabellies do pu-
jtiwdicial e'nQtas, servindo o pri-
9. ..-e : avatdos oph os o dos
'B" s ~e ca e -ts, -e O segundo de
\ esriAo das exeOuOes civeis e crimes
*f do. altigo segande da loi provincial
n. deo maio de 1870, que assim

Arfreguezias de Panellas e Quipapa
formardo outro municipio, distinct
dos de Caruar(i a S. Bento, elevando-
sea villato povoado de Panellas, e o
segundo do artigo primeiro da lei pro-
vincial n. 504 de 29 de naio de 1861,


-que e coucebido nestes terms
Ficain creados emn todos os terms
*-. da provincia dous lugare de partido-
res, urn dos quaes accumulari as
1 func0oes de distribuidor, nos thermos
em que houver distribuigao, e o outro
os de contador, salvo 6 direito adqui-
S rido pelos actuaes propriefarios.
Pelo presence editai fica aberto o
concurso dos inesinos officios. O pre-
tendentes devern apresentar os seus
requerimentos no prazo de 60) dias,
instruidos nos termnos do decrcto n.
817 de 30 de agosto de 1851 combi-
nado. corn mo de n. 4,868 de 5 de ja-
neiro de 1871, e do aviso 252 de 30
de dezembro de 185t. Villa de Pa-
iiellas, 25 de julhn de o!817. Eu, Joao
Correia de Mello Brasil, escriv:ao in-
terino, que o escrevi.--.'tnocl Anunes
Jacome Pires. EstA conformne. 0 es-
crivdo interino, Jgdo Correia de Mello
Brasil.
Editat n. 353.-Por este secretaria
e de ordein do inspector geral da ins.
trucco public, .faz-se saber ao p)rofes-
sor Joao Valentimn do Ainaral, (lda ca-
deira de ensino primnarlo de Gainellei-
ra de Buique, iliue Ihe d 'narcado o
prazo de 15 dias pare allegar o qu e Li-
ver e:n sen ab Io relativamente a res-
cisao do control itn qu serve, por
se ter verificado a hypothese do art.
119 1.' do regulamrnento de 27 de no-
vdmbro de 1874; tendo Ingar a inti-
magao por meio da edital, por nao se
achar no district de sua cadeira e ig-
norar-se o lugar em que estA oreferido


professor.
Secretaria da instrucao public
Pernambuco, 6 de agosto de 1877.


0 secretario,
.oaquim Pereira da Silva Guimaraes.
Edital n. 104i.-O limr. Sr. inspec--
tor do thesouro provincial mandia fa-
zer public, que foramn transferidas
para o dia 9 do corrente as arremata-
dcrs das obras da construccao da pon-
te sobre o- rio Massagana no engenho
do mesmo nome, [pela verba conserva-
cao[; da conclusao da ponte sobre o
rio Una, efm apolices de 7 '\. ao par ;
bern como a da ponte sobre o Rio
Doce, em Olinda, em apolices de 7 j.
Secretariat do thesouro ,provincial de
Pernambuco, 6 de agosto de 1877.
0 secretario,
MiguelAffonso Ferreir -


DECLARAcOESK

Santa casa da misericordia do
Recite
A IlIma. junta adininistrativa, tendo neces-
Aidade de fizer construir umn predio corn ac-
commodadoes para a secretaria e sala des
suas sessses, visto star precisando de gran-
des e urgentes concertos a caseL em que hoje
funccionam, contrata corn quem-rn por menor
preQo se encarregar da con;struccAo dessa
obra, conforme a plant e orcpmento organi-
sados, os quaes puderao ser consultadcs nesta
secretaria; sendo uma des condices, que o
pagamento sern Tealisado quando as forQas do
cofre permittirem.
Secretaria da santa casa da misericordia do
Recife, 18 de julho de 1877.-C escrivao,
Pedro Rodrigues de Souma
Companhia Phenix Per-


C


-F
1*


agosto peles 3 horas da tarde,teem de ser ar-
rematadas, a quem mais vantagens offerecer,
pelo tempo de um a tris annos, as rendas dos
predios em seguida declarados :
ESTABELECIMENTO DE CARIDADE
Rua de S. Bento em Olinda.
Casa terrea n. 16 300#000
Rua do Marques de Olinda
I.o andar do sobrado n. 53 (fechado) 600400
2.0 idem idem 500009
Rua do Padre Floriano.
Casa terrea n. 47 [fechada] 204M000
Idem n. 43 (fechada) 202 00
Idem n. 45 (fechada). 22
Becco da Caroalha
Idem n. 5 20860W
Ruaeda Virafao
Idem n. 7 2075000
Rua larga do Rosario
3.0 andar do sobrado n. 24 A 267(000
Loja n. I do sobrado n. 24 667#000
3.0 andar do sobrada a. '24 288S610
Rua da limperatriz
Casa terrea n. 68 3625500
Rua do Encantamento
2.0 c 1o andares do sobrado n. 3 2450000
Rua da Mo64
Sobradoa de 2 andares esoWo u. 37 WOM
MdoiP.-eo dos-
Idem n. 11 24I
D V7. ..V; ..mo .1- AHl. n..___..


qa~atiaem 5wsorsgarooQPT-^M 01
Ovi dl d "e preoe do.o.;
,',.-.de : ,. ^ --,





lufeci e 60 raa~de W-.-^~
S 0 WrIVO, ,
rtr gtodwfiT*aw i^e



rOMP&"HIA PENAMBUCANAV.
S ... DE.
vegaao 0 oete irapor m rior
Pordoe do north
Parahyba, Natal, Macio, MossorjiyAma-
caty, COara,-
Acarac(i e Ainarragio no Pia .


Srentev s 5 boras d
Recebe carga at6 o dia 14 ; encommendas,1
passagens dinheiro a free, alt as 3 horas
da tarde do dia da saliida: escriptorio no
Forte do Mattos n. 12.


Companhia des Messa-
geries Maritimes
LINHA MJPNSAL
0 paquetce
.EQU ATEUi
Commandante Rousseau
Espera-se dos por-
:/.^ 1 -Los do sul no dia 20
,/ do corrente, seguiindo
depois da demora do
costume para BOR-
DEAUX, tocando em
Dakar, Lisboa e Vigo.
Para passageiros, encommendas, elc., atra-
tar corn o
ACENTE'
Auguste Labille
9- Rua do Commercio- 9

Companhia Braslleira
DE
NavegaQAo a vapor ,
PORTOS DO NORTE
0 paquete a vapor
Ceara
Commandante- Alcoforado


em 60 pmar tgutnrntb 4e qtLavc a-'
zent es .berdetros zIbe AnLonffbr tAl-
m o i d a ."
Casameld agua n. 7,_ijo Beooo'do Ctxehbo.
freguezia de R. Jose corfn -$ta m ane&l'.
rrente, 6.. metros e 48 ecentlietrbs de compri-
mento 3 mnietros e 15eentlmelpos de largura,
S2-.salaS, I quarto quintal pequeno em abert,
avaliadep em 30i, pare pagsmento do quo de.
ve d fazenda Manoel Cypriano Ferreira Ra-
bello.
I Recite, 6 de agosto de 1877. .L F. Correia
de Arauo. ________




DO

I IEBPR1IBEI
Nao tendo comparecido numnero le-
gal (los Srs. accionistas, convocados
para aassemblda geral do dia 28 do
mez find, sao de novo convidados a
reunirem-se no dia 8 do corrente mez,
pelas 12 horas da manliA no respecti-
vo escriptorio A rua dq# Cabuga n. 16,
para de conformidade Bom o art. 44,
1 e 7 dos estatutos deliberarem so-
bre as contas do anno linanceiro desta
coinpanhia, e approvarem o o ramen-
to vindouro, e eleger a nova adrninis-
trayao, levendo nesta ticcasiao ser
lido o relatorio que ternta de apresen-
tar o Sr. director, mostrando o esta-
do da cornmpanihia no anno findo emrn
30 de abril ultimo. Previne-se ab Srs.
accionistas que a assembida terA effec-
tivida.e corn o numero de accionistas
(que a ella comparecer, de confor-
miidade corn o preceituado no art. 23
dos mesmos estatutos.
Escriptorio da companhia do Beberi-
be, 3 de agosLo de 1877.
0 secretario,
Jose Rodrigues de $ouza.
V init H



DO

BEBEItrIB
Para sciencia dos Srs. concessiona-
rios de pennas d'agua desta compa-
nhia, se faz public que o artist An-
tonio Ignacio Heitor, acha-se privado
por trinta dias, de encarregar-se de
concertos ou encanamentos novos nas
pennas d'agua da rnesma companhia,
por hayer infringido o regulamento es-
tabelecido para takes obras.
Escriptorio da comrpanbia do Beberi-
be,3 de agosto de 1877.
0 secretario,
Josd Rodrigues de, Souza
nstituto Archeologico e Geo-
graphico Pernambucano ,
HaverA sessao ordinaria no dia q uin-
ta-feira, 9 do corrente, pelas 11 horas da
manha.
ORDEM DO DIA
Pareceres da commissao e o mais
I ue occorrer. Secretarik do Iustituto,
de agosto de 1877.-O secretatio per-
petuo, Salvador Henrique de Albu-
querque.
Massa fallida de Joaquim Perei-
jra Arantes
0 administiador da mass fallida de Joa-
quim Pereira Arantes convida aos credores Ae
dita masse a apresentarem seons titulos para
sereem classificados, no prazo de 8 dias, a
contar da data do present, a rua do Bam Je-
sus n. 56. Recite, 8 de agosto de 1877.
Santa Casa da Misericordia do
Recife
A lllma. junta administrative da Santa Casa
da Misericordia do Recite manda fazer public
que na salad das suas sessses, n, dia 9 de


Espera-se dos por-
tos do sul at o dia
8 do corrente e de-
pois da demora do cos-
tume seguir para .s


PORTOS-DO SUL
0 paquete a vapor
Espi'rito Santo 4
Commandante Aut'eliano Isaac .
esperado dos por-
loWs do',ndrte slk.o.ipi

demora do costuipe -
Sguir para os .do sul,A-
c- elusive o de Santos.-
Para carga, encommendas, valores e passa-
gens, trata-se na agencia, eseiptorio de cow-
miss~es de ,.
Bernardtno Pontual "
12 -Rua do Bom Jesus- 12
COMPANHIA PERNAMBUGANA
DE
avegagSo costeira por vapor
Fernan4o de Noronha
^ -0 vapor Giqii4,
43frnnmandante Costa,
seguira para o porto
acima, no dia 9 de
ag s.o, ao heio dia.
Recebe cara atW 8 ; encommendas, pMs-
sagens e dinheiro a frete ate as 10 horas'da
manhi do dia da sahida : escriptorio.
Forte do Mattos n. 12.


Royal Mail Steam Packet
Company
0 PAQUETE A VAPOR
Guadiana
CommandanLe H. Gillies _
Tocawdo em vigo
.r-_,lll Espera-se dos ior-
/ 'i~gr^L tos do sul uo dia 1 do
^-^Saj ^ ~correate, o qW& defu
jda demora do eooWAe,
seghirit ara g o.pPr0o
de S. Vicente, Lisboa e Southamptn.
Tern dous vapors por mes, siesta con.pa-
nbia, lanto para o sul, comno para a Europa.
* As chegadas e sahidas sao as seguintes. 1
Da E-iropa
be SouLhampton nos d. is 9 e 21 de .'vIa me.
De Lisb6a nos dims 13 e a8 de cada inez. .
De Pernambuco nos dias 10 e 15 de cada IV.
Do sul
De Buenos-Ayres nos dias 1 e 15 de cada mez.
De Montevideo nos dias 2 e 16.t ccada ,mn.
DoRio de Jadeiro nos dies 9ea cda ez.


. C .". < 3. fa.. di
Para LiUsba. "-" ~ -15 9


WIlson RoW.e & C.
1t^-RUA DO COMMER1IQ-14
Macao eRio, (rade do
Norte
Sabe iuestes dias a barcaga. Shra da Gra-
*gP; pare carga trala-se nd ru do Vigario n.
33, jo pndar; orm Joao de Cunha Lages. ou no
tapicbe Loyo, corn o mes Ire.

LEILOES

Agente Pestana

IMPORTANT LEILAO
para liquidar
A SABER:
21 duzias de aeoes de ago, sortimento, 10
cartOes corn faca. para cagar, 112 duzias de
canivetes, sortimento, 86 ditas de tesouras


pequenas e grandes, 4 4 milheiros de agu-
]eem ca-ixinhas, 418 duzias de saccarrolhas,
timento, 5 ditas de ditas de novo modelo,
8 112 grozas de aldrabas de fero, ditas de la-
tao, 20 du',.ias de ferrolhos de ferro, sortimen-
,to, 133'iilheiros "de pregos de Qabeca de la-
tio, 9 peas de tocidos de arame, 50 duzias
de verrumas sortidas, 26 12? duzias de com-
,pacts sortidos, 5 duzias de tesouras para jar-
dim, 35 ditas de caixinhas para rape, gosto
modern, 302 grozas.de.botOes prateados para
farda, 27 tornos de eadeira para carpina, 40
duzias de facas e garfos, 3 ditas de garfos, 39
e nmlia ditas de formoos de aQo, scrltimento,
Sditas de ferros pare plainas, 78 grosas de
parafusos de ferro, 47 meio centos de cra-
vadores sorLidos, 187 pares de conchas pare
balances, 260 macos de msisangas, 33 e media
grosas de boloes de madreperola, pare colo-
te, 107 guarnigoes de osso, 100 duzias de en-
tradas de madreperola, 20 ditas de oculos, 4
ditas de folhas para sierras, 20 ditas de fecha-
duras, chaves de latao, 41 duzias de escalas
de madeira e latLao, 6 ditas de bandejas, 5.1 di-
tas de colheres de pao e osso, 28 ditas de co-
Iheres de ferro, 16 aimagbes de pAo para ser-
ras, 2 balancas decimnaes de forCa de 25 kilos,
2 ditas ditas de 5 1 kilos, 1 dita dita grande, de
forga deo25i0 kilos, 11 ditas de'rodellas de
metal pare candieiros, 21 duzias de candieiros,
9 1|2 duzias de colheiras para cachorros, sor-
tidas, 6 duzias de fechaduris, 6duzias de des-
cansos pare ferr de engommar, 75 duzias 4de
calices para viaho e muitlos outros objects
que se torna enfadonho mencional-os, os
quaes estario patentes *no actor do leilao.
Hoje
A's 10 112 lioras
No armnazem deagencia de eilies d rua
do Vigario Thenorio .n. 12
0 agent Pestana fara leilao, por conta e
risco de quem pertencer, dos objects acima
Mencionados.
Em lots, A vontade dos Srs. compradores.
Agente Pestana
LEILAO
DE
S 3-quirflIos para carga
Hoje
s As 11 horas em pqnto
rNa pa.ta do armazem da agencia de leiloes, a
-,cuaa do Vigario Thenwrio n. 12.
Q.ente Pestan;i fara leilao de 3 quartAos,
propnos pare carga, os quakes estarao no dia
do leilao no lugar cima. dito, para ser exami-
nados pplos pretendentes.
Agnte Pestana

LEILAO
DE
Um terreno em Beberibe de Baixo,. a rua da
Regeneracao, com 240 palms de frente e
700 ditos de fundo, cercado dos lados, corn
cerca native, e na freitte cer de madeira,
corn uma cazinhba de made e coberta
Sde zinco, corn as seguintes fructeiras: ro-
mrzeiras, coqueiruos. ,nangabeiras e limei-
ras, est& lode limpo e plantado de mandio-
ca, e pass nds fuados umR pequeno riacho
e em elbos proprios.
Hoje
as 11 boras em ponto
No armazem de agencia de leilOes
&rua do YVgario Thenorio n. 12
0 agent Pestna, compelentemente autori-
sade, leVark a leilo o fCerrnego acima declare-
do, livre de qualquer onus, podendo desde ja
set examinado pelos Srs. pretondentes, e pa-
ra quarquer informaCo o mafmo agent dara.
Agente Burlamaqui

LEILAO


-i ".'"'.



Io --o Antonio Domingues d Figbeiredo
par=ieipa aos'seus freguezes quo mudou sun
:iabriea decigados.bara o beoo Largon, 2,
defrante'do depeito ni. 1 A. C
Preate-se de urn caixetir de 14 16 an-
nos de idade, corn alguma pratica de taverna,
para Gamelleira: a tratar no largo do Mercado
numero 7.,
Precisa-se de umrn bom official de cabel-
leireiro ; na rua do Marquez de Olinda n. 51,
primeiro andar.
S0 unicodeposito dos

remedies do Dr. Ayer e
em casa de Adamson
Howie & C., a rua do.
Marquez de Olinda n.
37, entrada para o es-
criptorio rua do Bispo
Sardinha n. 37, outr'o-
ra'rUa do Eneantamen-
to.
Chapeos para senhora,
de palha de Italia,
dp palha ingleza,
guarnio6es primniorosas,
6, rua do CabugA
loaj da Con"
quista,
Na rua Imperial n. 43, recebem-se en-
commendas de grade, labyrintho, bordados de
todas as qualidades, creche'. trabaihos em
talgarga, ditos de 15, retroz, etc., etc., tudo
corn perfeigAo. ____
Precisa-se de umrn criado e de umrn mole-
que. escravos, de 4 a 16 annos: no cafe Im-
peratriz.
R. C. Batterbee, retirando-se para o Rio
de Janeiro e depois para a Europa, e nao tendo
tido tempo de despedir-se de todas as pessoas
que o honraram com--sua amizade, pelo pre-
sente pede desculpa, e alli offerece os seus
services.
Precisa-se aluar unia escrava para men-
der taboleiro, e mniais ervigo de casa: a tratar
na rua po Bario do I-rimpho n. 65,
ARTIGOS DE PHANTASIA
Bouitas caixas para costura, corn
music e serm ella.
Lindos livros [Horas Marianas] corn
capa de tartaiuga, maadreperjia. etc.
Canivetes e tesouras finas.
Ricos len~os de seda corn lindos dese-
nitos'.
Finos pentes de tartaruga.
Lindos desenhos para trabalho de Ia.
Ricas collecgdes de visporas.
Bonitos bordados para- saias.
Lindas caixas corn tentos para jogo.
E muitos outros artigos de phanta-
zia : s6 na loja da Malva-rosa, a pra-
ca da Independencia ns. 2 e 4.
Precisa-se de uma ama para comprar'e
ongommar : na rua da Imperatriz n. 23, se-
gundo andar. ,..
-Fausta Felicia da Cunha Rosal, profe~so-.
ra particular da instrucqbo prirnaria. tern a
sun aula aberta na rua dos Coelhos n. 18, onde
pode ser procurada para os misteres de sua
proflssao.- -
A vi'uva do tonente-coroneoh Villela roga
so saphor que em a noile de 16 ou 47 do
mez djunho proximo passado deste anno,
appareceax em sua casa para fallar-lhe e dar-
Ihe o nome quo Ihe havia promettido dar, e
quo infelizmente nao estando ella em casa,
foi despachado por uma mulher quo reside em
sue casa, como ano regressar 1oi informada da
dita muiher, ella roga ao r:ito senior que ap-
pareoa, que ella deseja fallarnlhe sobre nego-
cio imoortlntisssmo que o dito senhor nflo


ignora, por cujo favor serA assas grata.
Precisa-se de um pequeno corn pratica
de taverna, portuguez ou national, que de
flanca de sua conduct ; a tratar na rue de
Marcilio Dies n. 53.
Uma senhora acostumada a coser e cor-
ta por figurines, offerece-se para case de fa
milia : a tratar na rua Velha n. 82.
Aluga-se duas excel!entes escravas para
todo o serviQo : na rua'da Praia n. 33, primei-
ro andar.. ,
Aluga -se um sobrado de um andar corn
*sotlo e loja,'com um pequeno sitio, sito A rua
do Visconde de Albuquerque .n. 43, junto ao
Sr. Dr. Moscoso, proprio para collegio, corn
bastantes commodos, pimecisando concertos,
faz-se todo negocio de interesse para os pre-
tendentes : quem pretender, dirija-se A rua do
Aragao n. 34, ou na instrucCao public, a tra-
ta comn o porteiro da mesma.


VWdo exlcue.o ontra .,

aenft de Slqueira Cavalcami^ ^
tude da qual-fez-se penhorhi l
,ho "Diainante, e vai set lvd
ga; vemt peo present dedlarar B:
referid, engenho Ihe esti t yp' l -
do, c por forga desse titto 'il, :
abaixo assignado movendo e0o,
cujos autos acham-se hoje nesta d-
de, afiin de.serem decadidop uni. s-
embargos que foramn oppostos naquelle
termo. K desde jA protest contra to-
do e qualquer acto de alienaca0 quan-
to ao referido iengenho.
Recife, 1.o de agosto.de 1877.
Gabriel Antonio de Castro Quintaes


Aviso .
0 abaixo assignado tendo feito no dia 5 desle
corrente mez sciente a'cornpanhia Drainage,
-de novo o faz pelo preseNte, que nao -faCa
concerto de natureza alguma nos apparelhos
collocados em seus predios, nero mesmo a
pedido de seus inquilinos, sem previa autori-
saQco do mesmo, sob.peaa de nao se respon-
sabilisar por pagamento algiim.
J. Joaquim Pereira de Mendonga.
Joao Esteves Varzea
Manoel Esteves Varzea convida a todos us
seus amigos para assislirem a uma missa, que
por alma de .,eu pal Joao Esteves Varz6a,
manda celhbrar na igreja de Santa Therezu,
as 7 lior.s da iuanhft do lit .) do corronte, pri-
meiro anniversarino de seu t)a--samento ; con-
fessando desde ja a su gratidao a todos os
que comparecerem.
D. Lauriana Rosa Candida Riguetra
Pinuto Duarte
Antonio Francisco Riguci-
ra Duarte, sobrinho da lal-
lecida. cordialmente agrade-
S( ce pelo present a todos os
|seus patentes e os da mes-
F ,, ma, o amigos, 9 socrificio
que fizem eni acftDopanhar
Omi os rest ds mortaes da sein-
ipre e nunca assais chorada
sua tia, e co;n especiulidade aos seus dignos
primos Drs. Joeo da Silva Ramos e Pedro de
Attayde ILobo Moscoso, pelo grande zelo e cui-
dado que tiveram no espago do seu tratamen-
to. Do novn? ainda pede corn instancia a tolos
os parents e amigos para ouvirem missas e
memento que manda celebrar em suffragio da
alma da niesina, no dia 10, na matriz da Boa-
Vista, is 8 horas da mnanhA. uilavo dia do seu
passamento.
Eduardo Frederico Banks
Prancisca Nery da
Fonceca Banks e seus
filhos agradecem eterna-
reente ats pessoas que se
dignaram acompanhar 4
final mdrada us preza-
dos rqstos de seu extre-
^ moso esposo e pal, Edu-
ardo Frederico Banks ; assim como rogam o
caridoso obsequio de assistiremn ss missas qus
serao celebradas fino convento do Carmo, as 7
horas da maahal do dia sexta-feira, 10 do cor-
rentu ; e-desde jA se confessam gratos por
mais estaprova de arnizade. -

Fdernandegrafiaaos
Fugiraa na note de 6 do corrente agosto,
do engenho Macauass6, freguezi4 da Esc da,
e propriedade docoronel .%Wcionilo da Silvei-
ra Lins, dous escravos i nomes Zacarias e
Antonio, corn os signaes seguintes :
Zacarias, cabra, corpulento, p6s e pernas
grossas, pouca barba no queixo, falta de den-
tes do lado de cima e alguns padres, uma
marca de talho de ferida n. cabeQa, acima da
orelha esquerda, (pdde estar incoberto pelp
cabello),- marcas de chicote, uma cicatriz de
fistula no rosto (face esquerda), idade 28 an ncft,
pouco mais ou menos.
Antonio,' idade .'5 annos, pouco mais ou
menos, corpo e altura regulates, bastante bar-
ba e urn pouco ruiva, cabellos carapinhos e
S-com alguns brancos, mulato aea e c6r en-
rerada, denotes li nados e corn falta de urn ou
dous no lado de cima, corn um signal em uma
des pas: quem os appreheoder, receberA a
quantia acima de seu referido senhor, na Es-
cada. engenho apucagy.
Aluga-se
a casa da nirua do Bartholomeu n. 59, por prego
barato; quern quizer, dirija-se a rua larga do
Rosario n. 34.
Cozinheira
Aluga-se urma perfei'a cozinheira escrava ; a
tratar na rua Duque de Caxias n.-54, fegun-
do andar.
Machines de costura
Concerta-se toda e qualquer machine do
costura, seja qual for seu aulor bota-se toda
e qualquer peca por mais difficil que seja, ga-
arntindo-se seu concerto: qa rua do Barfto
da Victoria ou Nova n.35 prirneiro andar.
Aluga-se o segundo andar da casa n. 3
6 rua da Penha: a tratar no segundo andar ta
casa n. 41, A rua do Rangel.
Ama de leite


*
.


It


- s

t*^" .

z


A-


ports do norte. -







































Nao emprega inculcadores pelo campo.
Roga a todos, que mandam encommendas a
ella, exuijan a vista da comita impressa respetiva.
Tendo sido enganadas diversas.pessoas em
procura desta fundicao, observa-se que a
FUNDIC&O DO BOWMAN
* esta entire o chafariz e a fortaleza, que os edificios
estio de-ambos os lados da rua, perto da cochei-
ra dos bonds pintados de verde nos andares
inferiores.



ftELiOJORII ELtIMTARIi


DE
VICTOR GRANDIN
A' RUA DO MARQUEZ DE OLINDA


41. 26
N. 26


0'


Victor Grandin scientifica ao pablico que fez acquisiAo de um born sor
rmento de relogios de algibeira, de ouro', prata, folheados de ouro ; paten-
tes inglez, suisso e americano, dos melhores fabricantes da Europa e dos Es-
tados-Unidos, para homes e senhoras; assim como grande sortimento de
Scorrentes para os mesinos.
Grande sortimento de relogios de parede e de cima de. mesa, de todas
as'qualidades e differences models e dos mellores fabricates.
Quanto a lunetas e oculos acha-se nesse genero sortido do que ha de
melhor em. vidros de crystal, que sdo os mais apropriados para a conservaAo
S da vista.
Tern excellentes officiaues para exe.utaur o concerto de todas as qualid
des de relogios.
Na mesma casa se compra prakta e ouro velhos, pedras precicsas e
moedas de ouro ou prata de qualquer qualidade.


MATA SAUVAS


6.0


7.o


9.o


47


Marca registrada no tribunal do commercio
Este ingredients possue as seguintes qualidades :
E' solid, por isso facil a transporter e manejar.
Nao faz explosao e nro se inflamma corn facilidade, por isso nao apresen-
ta perigo algum.
Emquanto nao sujeito ;i acio do Igo, nao produz gazes. -
Na combustalo desenvolve g-zes venenosoq,'os quaes por sereim mais pe-
sados do que o ar atmospheric lescern depois de resfriados, esten-
dendo-se por todo o interior do formnigueiro.
Pelo process da applicavIo deste ingredient 6 facil de achar e fecliar
todas as commanimcacoes coua a superticie do s6lo, circumstancia mui.
to importante'pora obter-se urn resultado complete.
As communicagces interiores nio podenm destruir-se por nao haver explo-
sao. e nenhuma das cominunica.oes exteriores p k, escapar a atten-
gao, como acerteceria, se o exaine iependesse 'deOna simples ins-
pecao ocular, por isso iica:n todas 9 sadvas existentes no formi-
gaelro sujeitas ao effeito dos gazes e a uma more semoa.
E' bastaate uma unica applicacao do ingredient para completamente ex-
tinguir um forinigueiro. -
Em espaco fechadol kilo de ingredieUte d envolve quantLade sufficient
de azeepara extinguir 4 atW 8 fonrnigirors, conftorme|extensao dos
mesmos. *. -
0 prepo do'ingrediente e extrenamnentu baixo.
Os inventoresae fabricantes.
EDUARD)O yvn SYDOW, engenheiro
DANIEL "HENNINGER,. chimico.
'. Vende-se no unicb deposit ern Pernarimbuco : H. LedeboW,
Rua do viomninercio a. 17, primeiro andar.
Pr.o por .kilo : Re. 3$000
Cada tnasso coittendo 1 kilodde ingrediente.sera acompanhado pela des-
Si do process da ajlcaco.. '. .
.Mai." e portoes pLgas T iheiro teem umabatimento de25 por cento.
_*. ., '-eT ...,!- .'-_ .- ., *


4-i


A


E"umat f

'a4 cf( H il& co~tutr a 1 4opwtc erbacuxbebas,
etc., roduze e senao commucnfi ioturi1as algtmfla* dos suas
c1opwypfig qut, hpela tua pasgem atravz de banal, ee tornam urna verda-
deira mijeca. ,
Par. qu& Sera ecessario carregar o estomago corn essays preparagoes nau-
seabundas.e re gnante ? Para que e precise ar os inteitinos corn a suna
acO irtitante? A reot~~a 6 simples : N Nao stin ainda descoberto uma
rnsturaqtfe, inlroduzid' directamente no canal a tiJiss ois mesmos effeitos
sem temer rdiieip resultados. As injecoes tg o edas ate aqui, conseguem fa-
.zer parar a purgaqo, por.m pela irritagb conl.etva que produzem no canal,
sio uma ameaga permanent d'aperto, affee "itito mais ttrrivei que o mal
que se pretepde curar. Eis aqw porque a maior parte dos'medicqs, recusam,
corn raz.o, de .as empregar.
Presentemente, este fundado temor no exiqte. A injecCAo qu o 6s apre-
sentamos ao puhLjco, que onta 10 annos de bos resultados, nao interrofnpi-
dos, nao d irritante. E' anti-blennorrhagica d i toda a extensdo da palavra.
Queremos dizer 9 a causa do mal, que ella de.roe decompondo os elements
da purgagao e tonificando a mucosa e as glandilas d'onde provdm a sua ori-
gem. A qua applicagao nao -e dolorosa, e se umr ligeira impressao se segue a
sua introducgo, essa impressao e da poucaidura, e segue-lhe urma sensadoo
immediate e nao e desagrmdavel. 0 seu tratampnito nao precisa de nenbum ou-
tro auxiliar para fazer parar em muito pouco--tempo as purgagoes, ainda as
minais rebeldes.
Quasi. sempre basta urn s6 frasco para a cura, n"is nao nos cohnsta quo liou-
vesse purgagao que resistisse aolemprego de dous. ,
Anm de chegar a uma prompta wjra, o doente t!everd seguir o regimen
indicado no impresso junto ao vidro. P
Vende-se unicamente na
Pharmacia e drogarna de Barthoiomeo & C.
34-Rua larga ao Rosario-34;


WI DOIJe. 111U11OS

DE
Francisco Gurgel do Amaral
A'rualo : de Margo n. 20 A, esquina.
Este antigo e acreditado estabelecimento acha-se constantemente provide de uui
important sortimento de fazendas do gosto, as qdaes recebe directamen e das me-
lhores casas do Paris e por esta razlo poderao ser vendidas por pregos muito modicos.
Term a.tualmente um esplen'dido sortimento de veotidos feitos e em cortes iguaes
aos que se usam presentemente em Paris.
Tern igualmente um variadissimo sorLimento de chapeos para senhoras o que se
p6de desejar de melhor em tai artigo, sendo preparados por uma das principaes mo-
distas de Paris.." ,
AW.in destes artigos tern constantemenLe grande sortimento de sedas, popelinas,
granadines, superiores atoalhados brancos e de O~res, guardanapos, toalhas para me-: _
$a e rosto, um esplendido sortimento de meias brancas e de cores para homens, se-
nhoras, meninos e meninas, enxovaes para casamentos e baptisados, grande varieda-
de de baptistas, cretones, dostos inteiramente novos, lindissimas gravatas para senho-
pachos e cco, tapetes, alatifas, malas para viageis e muitos outros artigos qu
ras ciompeeto sortimento de luvendas de poelti, ae s rada e I diapr a oroe dsaas, ce- ti
fazem part do nosso sortimento.
Ha empregados especiaes para levarem as fazendas it casa das Exmas. families, a
qiem pedimos que de prefereneia mandem buscar qualquer artigo que precisarem
para as suas toilletes ao nosso estabelecimento, pois sempre encontrarso fazendas
Sde gosto e novid&.des. -
A todos aquelles que nos honraremn corn as suias comnpras, ncontrarto sinceridade
nos nossos tratos e modicidade nos preaos.
aRua lopde Maro n. 20A, esquina. .


NRDM UAI RRFlB B ARANCH,,l


lt~w IInil, wnuLwt &ww mn IIuV'"

Aguani do cploii fsota
C3--* I&' hi
Para tingir instantafteawente os cabellos,
BARTTH0,L0MEU & C. -
PHARMACEUTICOS DA CASA REAL CE. S. F. EL-RESI D POSRTUGAL, PREMIADOS EM A
DIVERSAS EXPOSIgOES DOM 0 PRIMEIRO PREMIO DR SUA CLPSE.
Unico compost, cuja base principal sAo priilcipia s vc etaes, que p6de
por isso9ser usadopor tempo indefinido, SEMWO MENOR RECfEIO de altera-
gdo da safide. Estaagua admiravel di aos pabellos, em poucos minutes, uma
cOr e brilho natural; de We o castanho ate o negro, e, ao contrario de todas is
tinturas conhecidas, tern umr aroma agradabilissimo, que facility o seu uso as
senhoras ainda A mais difficeis. AFFIANAM-SE OS RESULTADOS E
EFFEIT6S INOFFENSIVOS, qu6r a applicagdo seja limitada ` barba, qudr
comprehend, os cabellos da cabea. .
Tod2o frasco, que nao levarassignatura em mataruja branca, deve ser
regeitado como uma falsificaao.
DEPOSITO GERAL
PHARMACIA E DROGARIA
34---Rua Largado Rosario---34
Pernmbuco.
,,.


KitefrL 0DCAMEN TICAmmFNoalT q-asi!eih adopt to Untaa do
El mI.';w-IO% ditulhua Medicos do PanS, can 0 Dejtww, Gripe, Z ue, Domes de gar-
,/1 *i't, f'Itnihopthnowmar, rritaSme dopulo, du Vimuiwrisar da Bfe .-PimS,
BLATfYN. 7. ,nu do Marchi-Saint-Holort6
nimawma,. Amm mam, Wnn sa A A. &..m do Cut i


bmdmb


SIL


'mdha


EspJdt$ce confa tog(@ # an lrad d. Fe.
Z8ZGA IPULMONAB~rsicaai7BtfIwynEBAlkmGlG-ITB AMA, I ru mdiM
S CatirrL Aga angrao Asqunencia,, Granuagou, etc.
AMe e .hspre&JbalHos epWu de Pais, e os do privcipe ddades d Prmg.
ERODE 4 .FFS1 l,.i I daescbm1, 2, RUA T PARIS
~IF 3!*> -* i~inniiiii.HIUam 3*1

3 u c '- H" *,( ''<*'* "/ *" / .' .><. c e,i 'e.f / -.',

!>* !D d' -
0- w



|. te eoholata do am go~to agradavel. i |Depositario go itr t.....
de ea NDE EFFICACIDADEmi | lP, G. e,
P,|~taUR ,aPNTuiootumrZ ~ DEil fcrEN --i ViiL r!, *^ ^
S|,dos p 'ea. ..eecuraam pri56s-deTeatre.a ..



PERFUMARIA


BAZAlli




JliIVEBS!^AI


t
(


rFocqr da C6rte da Russia
PARIS, 207, rua Saint-Honodt, 207,


t .i




PERFUMARIA DE


TODON OS


FABRICANTES


Esta preparagao tonica tern atqualidade dos dous products que for:
narm sua base, o RHUM E QUINQUINA. Ella fortifica os cabellos, evita
sua queda e faz desapparecer a caspa. Seu perfume muito- doce da ao
cabello um cheiro fino e agradavel
Unico deposito-no Bazar Universal na rua Nova n. 22.
0 Bazar Universal tern um complete sortimento de perfumaria de Lu-
bin, Codray, Piver, Le Grand
Machines de eostura.
Para trabalhar a mao 4e 12 postontos de Gulh & Garbeek, Hfamburgo
O,,r~s'.e ^ -vl"; !i0


Cadeiras de balanco para senhora, ditas para meniiias, ditas para esola,
ditas de brao, proprias para salas de espera, ricas costureiras para senhoras,
balai6s, cestas, condecas, faqueiros, carminhos para crianeas corn m e 2 assentos
fundos para prato, bergos, carrinhos pequenos para brinquedos de meninos e


balQios


ci>








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para roupa suja,


Pa
0


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RUA NOVA N. 22


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vista do fabrics m~lo urn Lmvhhhla.Ferret (Snia).


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Privilem.Ar pelo liov i4imerttial
PRiOP!EARIO, r. G S. Capaimna
EXTtfILCAO DA FOAMIGA
0 resultado obtido por este maravihoso ivennto, teri leviwo seu proprietario
a mftar duas grandes fabricas no Rio de Janeiro e urma outra na Bahia, Oide 0.
-FORMICIDA CAPANEMA 6 ji bero conhecidd, para extinguir os formigueiros
que horriveis estragos causam A lavoura, a today a vegetac-o, conseguindo-se
em fim corn pequena dospeza e facil procusi.
PREVENC)O AOS CONSUMIDO iDO' IMPOliirif INVENTO.l
0 Formicida Capanema previ 'w q.-nBA se* v r.efrio, e por-
* tanto, sem efleito na applicCato, a qu4 U' i o d i A. .moeares ou
em vasilhame diferente do que she 5ske MAd @ que a nin-
guem convira o uso ou venfar de timf dufufnld al'borina, ou
sob qualquer outro titulo; pois quie, al6mi de nao produzh,' resultado algum, 6
prohibida sua venda por sentenga contra seu autor emrn process intentado pelo
Exm. Sr. conselheiro Dr. G. S. Capanema, publicada no Jornal do Conimercio
do Rio de Janeiro de 3 de julho de 1877. .
Proceder-se-ha tambem de conformidade corn as lets d'este imperio contra
quern vender Formicida Capanema em vazilhame different
AGENTE- -Alfredo Ferreira Baltar-rua do
Commercion. 44,10 andar




LOADEL J l S
DE
Julio Fuerstemberjg

32-Rua do Imperador 32
A este estabelecimento de joias, o
unico que neste genero mais vanta-
gens p6ode offetrecer aes seus fregue-
zes; nao s6 por s6r noaVo e seu sor-
tirnento e6colhido aI capricho;, omo
per virem os seam oAjectos .men',sal e
directament6 das fab0TaS, teiido
per isso serfip' o'bjeetos novse' dfe
apurado gosto.
SRelogios de. diiro: a ratii ds tibri-
cantes nais acreditados da Eu6ropa e
America. des<,t 0$oo0 at6 50S39f0I.
itecebie-se encommendas para exe-
cutar em suas fabricas, aqui ou na
E'iropa, garantind'-se elegancia e bre-
:idade na execuqdo.
Compra-se ouro, prata e pe-
dras preciosas.
Faz-se concertos corn brevidade
e pertfeiV;(o,tanto em objects de ou.P
coma em relogios.
Vidros para oculos e pince-
nez, de todas as qualidades e graos,
inclusive de crystal, collocam-se corn
brevilado e perfeigdo. *; ....


MAR i iIiiiIMW


S',Ria de VaugbM6 Ra de Vau4ra, 57
lPAIS fPARIS


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ireho 61ff~f dio- e s64 ik imiii-m


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*W rdw~xarevq you B Mtiiiljt
no Recfe o0 heave ,fli





deutes barbis Ri e corp ., _r urea,,
dfts nmoat, prfnraedo' puijo, iCAri~o croco
siewnaOT~ale-, quatif"ltHiteiplti iaK,
de humilde e vista baixa, tern de idade 30 e
92 annosapouco mais oM numnos, filbo. de J.oso
^Arittuiiig.: e*a'og dd Mnoel &alvador, de
lugar Fazenda Grande ou Pajef* de 'lores,
4'onde- o refewidelgeCrave enatutal, e orieex
encicia o officio de ferreiro. Sahio desta ctnle
vestido corn caia e camisa branca, paletot de
alpaca preta, chapo do Chile, levou urn ba-
huzikgove emcoa r e bm ..nMepeca tWanca;
a~sitn c6mo cOfsta que'fld acdto do erilblrqua
aqui, urn preto foi A b6wde- e enti-eg lbo a
quantia de 600U000 a mandado do urna amasia
de n aome Roma*a. i provaveJ que tenba mu-
dadYo" d noomee' et vs'ia9to, eque; awe"
calado, para assim'intitular-se livr e 'iUudir
a vigilancia das autoridades. Ha ide 0 m cer-
teza seguir caminbo dae Baha para eata oid-
de, em algum dos v'apol'es da noinaatiia bal--
anna, deembarcando em Macei6, ou pelo in-
terior das duas provincias ; roga-se, portanto,
ias autoridades poltci.Aes e aosl Sris.. oipitie d
Campoo, ou A quase, cutia pessda que dNlle
tiver conhecimento, o apprehenderen,, parti-
cipand ou entregando-O ao Feu respective
senior cia) ecife, t i do Commroceio n. ,
queserao r,'omlgae lsado'i n ,ni i c tiflcaco
acim a.
Casa da ortuna .

, BLH .,TE GARANTIDOS -
a' rua Priiieifro d iMarco (oatr'ora rua
do CrespoUn. 23e easas do oostumui
SO abaixo assignado, tendo vendido nos.seus
felizes bilheteg urn quarto n. 51 corn 300500,
urn meio n 3224 com 1005000, urn quarto n.
.666. coin l0000.. e outras sorts de 40d000 e-
20000, dia loteria queo' se acabou de extrahir
[235.'], convida aos pntssuidores a virem re-
ceber na conformidade do costume, sem des-
aonato algu-m.
' Acham-se a venda os felizes bil;etes garan-
tidos da 3.* part das loterias a beneficio da
igeja do Rosarto de Serinhaeomr [236.], quo se
extrahira na quinta-feira, 9 do corrente mrez.
PREGOS
Bilhete inteirn o 45000 "
o bilhete 2"0
Quarto 15000
EMPO3Q{iO DE '00000PARA CIM&.
Bilhete intciro 35600
Meto bilhete 15750
Quasado $t ua875
C ep ., 23eo ast ....u


NUMA POMPILIO
BffiURWiks
Roa do lar$ 6eta ^ M1 i,
t PiAa-Mdkwo-I -
Consultas e operirg6es, das 10 horas
da mianhi As 4 da tarde.


e cOcItmbos debfrro .
H H. Ledebour, na (E CUmmer-
] cio n. 17, lo anidac
H--


iataura Japoneza
A unica aapwntda e preiniada pelas
acadeinia-'(r& Paris e Lond'.&es, por nao
ser prejudicial A,,.aude,fpcontra-se nag
principaes casas. de cabelleireicos-e e'm
todaj.as baticas principaetIa Pernam-
bcb4 Caors, Bartholom:1 & C. Mau-
reg C. P rua dRa(iia Inh 7A, j.o an-
:a "'.'

^ Cog~a "I.
Bisquit Dqbouc.';. GtC..*,*;
o H. edebour, roua ddo"Con"er. '
le cie .17,4 lo-tfdar- >


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1'-i.~'
~ ~ *~ A


~Ad -

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nine1 wr ~n








E'. pedr enao jpoga.
ua ee.ie m ped dura,





Panto d& aWque rhum.
(M as esta de br que.se ne
tern o "sob peprdoresaad.





Rgga--se ao- 11m. Sr. Ignacio Vieira
cte Mello, escrivdio, da cidade de Naza-
,reth, desta provicia, o favor de viri
r oa uq de 8 7Caxiasn. 36, a concluir





aquelk negocio que S. S. se comp~ro-
~mette 'a i pedra terceira chama-
da dst6gua jrn1atem finspedra dezemura,
de 871t, e depo p aneiro que fu pa. s-
(Mas esta dfevereire abrzil de 872, se nada
teix.rn uraico per sor' dlaihada).



cbfpdg;-se ao Ui. Sr. Ignacio Vieirasde
d. Mello, escrivao. da cidade im, posde Naza-
^reth, desta proviacia, a favor de vir ai
rua Duque d e Caxias n. 36, a coricluir


aque S. S. lembtr-sgoeo que S. S. se cocipro-
metteill a iVealisar, pela terceira chama-
da deste 'rilal, em fins de dezftmbro.

d 7 de 1oi8 7 e ,a neor, e dqir ado o se
nhsoru ase fevereiro e aliva de 187n2, e ncidada
chfnprid'; e por'este motivo, pois, ede
YlOvo chamado para o dito tim, pois de-
ve? S. S. 1embttr-se que es.e negocio .
de' mais de ei1lo antos', qimando o se
nhpr seu filho so achava nnsth cidad3e

Na cua do Barto dai Vitoria n. 40, outr'ora
Nova, preparam-se ricas bandeijas corn boll-
nhos, proprias para baites,. casamento., pto*
de-16, bolos de todas as qualidades, proprios
para presents, tudo de gosto e ma s barato
do qu6 am outra qualquer parole. 'Nd niemia
Casa fazem-re lindos bouquets do cravos natu-
raes para noivos, send a encommenda, feila
trees dias antes, tamben% faz-se; flores artifi-
ciaes, tanto de cera come de nno, papel,
velludp e seda; enfeitarni-se velas de cera,
proprias para baptisado e Ualtar. Na miesma
casa encontrarAo semipre urn b.oniro sortimaen-
to de bouquets dle cera pata bolos, d'c dver-
sos pregos e de gostos:

GASA DO OURO
Aog .4 ooO^Oc
Bilhetes, garantidos
-ua do Barao da Victoria n. 40
Scasas do costume
0 abiivo assi**a i cdbId e vender
nos seiu tnuito filktz s NWltes a sor-
te de 900#000 em umr intleiro de n. 2451
a sorb de I(OO00 et 4 quartos de
n. 310, alem d6 outras muitas sorts
dfie 44O e. de 20"000 da loteria que-
se acabou de extrahir.
0 meswo abaixo assignado convida
aos possuidores a virem receber na
conformida4dedo costume.sei desconto
.algum. ^
Acham-se ai venda s jn2uitos felies
bilhetes garantidos da 3a part das lo-
terias., abeneficio da, iceja do ozario
Serinbahem (236, qu e seextrahirA quini-
ta-fei'a, 9 correne do mez.
P ve -.Q .


Inteiros
Meios
Quartos
o1008000
Intefrts
Meios .
Quartos


28OOO
1$000
pare cima
3$500
18750
'$25


Jodo Joaquim da Costa Leite.

SNi C4ri.ho-Novo n. 120 precisa-se
+I&M gotiuheiro e urra engonmnadei-
ra, que tenftam bomrn procedimnento e
Sueiram acompanbar urn casal sem fi-
aos parda a provincia do .CearA: ga-
vaige-se born Lratamento.
j Ahltima-e o2. a ra,. do
isebrado, n. 43. a rHu d'Au-
if oera :; a ratar eim gsa de
Cost Maia & C., a ra 1.o de
Margo n. 6.-Chappelara, IngerMiI.


V'ianiw ChrJiani

C. pedem a od os de-
vedores a extinct fir.
ma Lyra & Vianna
queiram maiidar pagar
os se s debilos dentr,
do prazode 3 pna 4e verem seus no-
fis 4f arados nojor-
i e contas co,



..A agosto de
4w -omu-
.= o;:;...:...im e tkk ..


Lioes de. francez
Ensinu theo"O apraUiea da liagua trance
za licewpb8 8 eFcWOO plAo Daehtetdb
mait Cacil e mais aperfeieoado para o e apren-
d.&tos ai'WiDt etip, 4%0s moees : na rua da
Autbra n. 4f, 20 andar.


,P0-senarpema..
Desd0" o dia 2 de jomho do oorrente ampo,
a escrava Maria, pertencente a Exma. Sra. D.
Joaquina Emilia d'Oliveira Maciel, resident na
cidade de Goyanna.-
A escrava conta 52 annos de idade, 6 crioula
escura, e shlio s6, levando comsigo a unicoa
roupa do corpo, vestido r6che e velho.
A ppeta tern por signaes:-uma empingem
no rosto, ft la&o esquerdo, e outra no bracoo
direito, ambas sas e bern visiveis, sendo a do
bi'aQWaior que a du roso.
Na qeimada de cimafaiam-ihe dous denotes
na fremte, assim como tInambem as carapugas
doadedos minlmo e immediate da miao di-
reita.
Tern cabellos carapinhos, falla e canta mui-
to, bebe aguardentee 6 sambista. Tern gran-
de pratica de quitandeira.
Supppe-se ter seguiJo para o Recife, pois
que ella ja morou na Escada.
PortantorgSae.awSis. apitAes d- cam-
po que a aeprehen ie diwnii-se ao Sr. Ma-
noel Antonio deSertMa,. de quemi serao bern
gratificados. -
... 0r .. _-


A olmna Imarawvz
Ihosa
recebeu urn compta torti*ento de chiquitos
para criangas,- inglezes, e sapatos galoxas de
borracha,,!ra homes, senhoras eTlmnimm
na rua dA&!lpo n. 19.,, ,

ktm bom ..a..
Aft a-se'tri casa rea Btto lirm-
pa. 0 Ceitt mttos ccothoft para fh-
inilivi, sita i tavess do Physaiti : a
tratar to ta do ikrmAe de Albu-
querque n. 20.
.-.-,-....----%. ,

A& acgOes corn ,! pMe mios tendb
'doze nimeros, qte dovia correr C a
loteria da provincial u1. 236, fiaIam tra'ns.-
feril'a para a 23(1. Recife, 7 de agosto
to, de 1877.
: AarPblico
fft Camrn iro de Almeida avisa ae respei-
tad Vi*lico e a. todos os seus frcguees qu
clis..ft amigavelmente a sociicdh qe
tinhaieiJo.e Jeronymo Bandeida di eM
sob a'fitwiandEira & Carneiro, no-saao4dtr
c&bolleireRi'qt rua do Cabugd n. 12, e rBw
do-se o socidtls6 Jeronymo Bandeira de
pago de seu capital e lucros ateesta data, fi-
cando a cargo do ab&jixo assignado todo o
aotivo e passivoaqtulle estabelecimento, nao
se responsabilfsanido per qualquer debito quo
o ex-socio Bandeira tenha contrahido. Recite,
1o de agost6 de -177
Arsenal .de mari-
nhat


ALs Srs. Francisco Silvestre da Silva, Manoal
Felix (foguista), Miguel Gomes dos Santos, Be-
nigno Marques, J6se Pedro de A lcartara, pede-
,,e-o faevorde virem A rcm do Barao do Trium-
pho n. 65, a negocio de seus interesse.. Con-
tinia da rmelhor f6irma.
umc~a Aluga-se
uma csa terrea na ruado Cornel Suassupa
n. 248, com commodos para fasiija, bastanlt
fresca : a tratar na rMa dgApol* n. 51.
Criado-
PVecira-se..de crfado ; 'no hotel do Ra-
phael.
Casas para alugar
Por pregos muilo razoaveis se alugam as
aeaintes casas : 1 20 e 3 andares e a loja da
a Impp.ratriz n. 47 ; 1o o. 2o:'andares do
sobiado da rua do Visconde de Pelotas n. 1 ;
a case terrea daruzi de Frei IHenriques n. 18;
e a lojada rua do Barao (da Victoria n. 39 ; a
tratar coni o coroncl' Oecio, A rna do Hospicio
n. 14, ou naitapitania do porto.
I40 i0001
SFugio a 26de julhq-A f87 a esuava Eufe-
mia erioula, c6r. annos oabiBUo coita-
ISBI renkt, bafmi` 'a. lenta. les, a owuna,
dwWiS perfeitos, vatindo casaveq ,
com balmdo, safa"nnii eorn entry 'imo bor-
d_4do, corn babldlo, dous vestidos de chitas es-
curas, novos raga-se as respectivas autori-
dades, capitaes de campo e a qualquerpessoa
do pogo a suag cptwa, sendo' coluzida a6
e.ngmeho Pende ia, eA a rua do Iftarador n.
50, onde recebeiao a gratificaCAo acima. ',
Engommadeira ,
Precisa-se de uma engam, admira qnetSga
perita no seu trabalho, para casa de piquema
familia, piBri-se escra : na nu* dPaTaltno
Canimara n'ri se$uado anda&.

pACJcAOS eamNre .
acmeo eotr64e-a4i9gjs, WW as a diverst.ob-
i^tea 4eor ar ia.er a eiooeriakdtr

.1 4 1. .' ,


So a ra do lliqe de

Carias n. 43
Doefronte.c da Pracinha
AO BARATO
Granadine db seda preta, padres os
mais modernos, proprios para vestidos
e polonwas, ai 000 rs. oeevado.
Camisas para senora, a 1$500 umra ,
6 para acabar.
Baptistas, cores. lixas, a 2.40 rs. o so-
vado.
Cretones linos, americanos, a 3W0
440 rs. o covado ; sio. ridos;
Mariposas de c6res corn listras asse-
tinadas, a 400 rs. o covado.
Chitas esuras e claras, a 240 e 8
rs. o covado.
Cambraia Uitoria, fina, a 3$500 e
4* a pega.
Camisas inglezas, peito de linho, for-
rados, a 35$ a duzia ; saq de 50$, yque
peehiacha 1'
Brim pardc para costumes de ho-
mens e menimos, a 400 e 480 rs, *
covado.
t*ttos A ingleza, abAfltsdos, a 2$ a
CoB as de damasco' de algodao, a
Bris, pweti para luto, ar 500 rs. o so-
V'ado,
(haNle de easenmifa, padroet escoce-
zes, p iri0os.para a estano, a 485(0
iin i; s->& de 8$, aprmveitem.
Cortvaiaas bordados, para todos os
SMgodlao anul de listra, proprio pan
wiMlpa de escravos a 200 rs. o- cevado.
Madapolao francez, fmno, a&5$a peca;
Sde 7S.
S6 tern a 43 da rua do (;uein)ad*
n3. 43.

Excellente fu .,o de Cod, do ,
enichicotes, e desfiado em lots- velde. so
nefabrica Apollo, a rua do Cibu.ga n. -14.
ende-se a taverna sit.ai iateod6 Ter-
Qo n. 3, propria part quaiqapeu principianta,
ori ter poucos funds.

Preto e verde
Amaral, Nabuco G, receberam newo -h
prelo e verde, p veadem no Bazar Victoria, A
rua do BarAo dfa Victoria n. 2.

Fresco caporal
Amaral, Nabuco & C. receberam pelo ultime
vapor da Europa fumo caporal, e vendem em
seu Bazar Victoria, 4 rua do Bar~o da Victoria
numero 2.


Espreguioadeiras
Amaral, Nabuco & C. vendem elegante. e
fortes cadeiras de abrir e fechar, dte madeira :
no Bazar Victoria, a rua do Barao, da Victoria
numero.2.

ede A Att n 0
Vende-se unin csas terrea corn 6 quartos
2 salas. cozinha fora, quintal e cacimba, na
rua dad! lo 5ieRVam i. 3; a traUm 6a,_I.
Vende-se tdosa odsa junlkts, ris Afoga-
dos, na run do Motocookmb6, l .azem es-
quina corn a travessa da miesma.rmA,' morder-
Das, e por prego commode : a bratar na, tra-
vessa da matriz de Santo Antonio, sbbrade
nuniero 14.
-Na casa n. 33 da rua Vidat de Negreiros,
vende-se um piano de boas vozes.
Vende-se em casa de C. S.
Hawkes& C., n. 14, rua do Mar-
quez de Olinda.
Correias paya machines.
Lindos iost def&
53-IlRua Duqw da Cta&S-53
A loja de fazedaq 'e A.jn.-to Pbrf-
to rccee. O .oA., lipisit e ituderaom
vestidos de l de iava&,o.gi e .a.s -
Ihidas cores, acomipaahadio de sebu
respectivos eurflf. uaKepe%..tabl-
dos, botoes e figuwwinw. tieoi u tam-
bern superiores e fIl4 s.Witas parsk
senhoras, e ium bllo :i tse9,.d.
eaapeosdewpalha da Italia4..PR.o.V _
mrdO e mefinas, Preos coani .-.:, .
-- fac s a vapor. ..
Nmocwpa. Le m
*-B? .1i .,----..='

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AU.a tt^ ..
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'* A.MaH A
AS 'EDNINAS
A loja d Malva-rosa, a .praa da In-
dIpMdeneia ns. 2 e 4, y a ;1uric quo
tamn .U ou, peto sortiiiertto do bone-
m e biaqtedos pamra meainas, tend
faie ees lioudof toiLeles, col4l-odas,
"wM"ores, gnar4a-loums, etc., etc.
JARMOS
A loja da Malva-rosa, A praca da la-
e8peadencia -ns. 2 e 4, recebeU am
Iti) optimenLto de jarros para fores,
.esta vendedo barato.
AOGS FUMANT.ES
A loja da Malva-rosa, t .praga da In-
4epnudencia us. 2 e 4., previne as6
Sr. a*tmaates quo al6mn das muiwiors
*, r e mais eonhecidas marcas de cigarroq
fabricados nesta. cidade, acaba de re-
aw ado Rio d.J3aneiro, .ua ornpmleto
Obinit &o de cigBaios .taito) de, papel
aftmo de pfMlha, das melhores e mais
m, aaodiladas marcas; asirn como os
mselientes charutes do Rio e Bahia,
Sc.
Potajsa da Russia
iuntiiigus Alves Matheus tern pira vender
Ssoeu .escriptorio, rua do Vigarib n. 7,
wHuito superior POTASSA. DA RUSSIA, ew
barris pequenos. chegada a 24 6o corrente no
vqaor franes Vile de Santos..
;24-4tA DO COjtX ICIJO(-_24'
.NesLc eetaJJbelewimenLo vende-se o
,trhdeiro e superior vinho ide Boi-
4t' :, taUtk ein bars como em engar-
tando, e ruais.barato do i emw Aqual-
qer por.te, por ,ser rebido de conta
ppupria. No wesmao eslaeLewcimneato
compra-!e garrafas vasias que tenhan
sevido para vinho de Bordeaux ou

SPotassa da Russia, cal
nova do Lisboa e vinhos
,do Porto
-Veadm aCunha Iriaos c& C., rua da
Madr.de Oeus n. 34, prevc ionmmodo.


Caixeiro
feoisa.se de uAn maixeiro de 12 a44aRes
djtade, *4je tenha praLida de Uavoraa, c 9ue
d6 fiador de sua conduct : a tratar no largo
a Santa Cruz n. 16.
Popeinas de seda ami
rs. o covado
Aprovfitem
Loja da America, A rua do CabugA
n. 10
Verdadeiro
linm Macio de todas as c6res a tiOOO,
a rua do Cabugzi n. 10, lola da. Ame-
rica. _______
Vende-se
ao ngenho GConceio, em Serihbiem, nesta
nvnincia, muito born d'agua, pcdendo 'safre-
annualmente 2,00 pes : quernem o prete-n.
, dirija-se A praCa do Corpo Santo a Ii,
pebmeiro andar, oadk aebbrA om quen trataw
asMpeito.
Camisas inglezas
a 28, 30 e 36S a duzia, na fragaLa amazonas
rna Duque de Caxias n. 47.
Chpmos para senhoras
Elegantes e primorosarnente ernfeilados cha-
p6os, acaba-. de chegar pelo ultimo vapor, os
quaes estlao so vendendo por prego mailo
oammodo : na Fragata Amazonas, raa Puque
de CasirW n 4T7.


i ?-~ w H ^ W n THH H~rWHi "f~ '
E .te ''6 am --" NtO .
jA Sao coni doa 'tJe ofteI1Olti?
sen eonsumo emi ,! 'It. te <, m i&Do
tosamente {o no s pPrR1
apltcar em ratola-as ;iMeI .s ei s-aI ofigemrn a it1 tte 1 a1
e prinripalmente Una. ei a hit como so ane cancros, boibas. rheumatismo-aruc ar ou m*sctlar, drithros,, empingE e
tras molestias da pelleO, e.tc. etc..
Vend. -se unaw duzia pr
Cairaul opor "
Bep nk.eem aakwoc.4rsa tie 'a. 1L

Tambem etis A na n neepto seiMites
repaada do miesoauwor
XIarope irdc p AtnlI tale *oqrseotdftMu'reia e
mucilagem'de .utaaba, ,pm. tratarn*o o icM t mkl( du ,vie
respratorias, iaes como: oatario ptlmonar agudo a. chbo, t aryngitos, broi..
whites, -emoptiza ou escarws 4e'sap&te,cqutlAcbe, SMiPs Asthmatieamco
mejAns, e *WunoIaieScega,,Aymmmms.
LIdntleaio PafltimifieG ami tratameto d. "AMeummtismo wrti-i
cular ou m4uacular, ehronieo e.u agwd, ttoUao ou sphiliUieo, d6r syatica,.
como teo4.veAte &aebotms, tesee e temiwna.
Poamava c..f gpetlea mOu tarth ia, paa m a eo
prompto dde arthros, empingens, wduoaidale, esoria98es'syphitliias, cac.
pas .e de .das as moletias da pelle, 4vidas aoumontatoon Ot i impureza d
sague. -
Pilulas eni-per4todias, para sm iproipta das febqs. iitermittean-
tes, ou sezOes, emnstifpje, flAes mmrittntes, paludoss e pernicloma ; sie
laxativas:
Odontina, eTecitico vegetal para a cra iinstitantmea das d6res de den.
tes, per mais 'rebhttls wque sejam, q+ .pr mwpwonhasn de apariao do debate, quer
.sejani piopriamente nervosas.
Daio-s prosGecto-.


Iua do Tnirumiii 109 al104.
DEPOSIT GUA DO APOLLO N& 2 E 2 B


C4ARIOZQ & ifMAO


PedMom aos Srs. agriialtores desta wprovincia
una visila a mea estabeiedmiie"o pan verem o
grande sordmento de -maehinas e ferrage s quo
teem em doepito, thiio da melor qnalIdade, o
que tudo vendem a prazo ou a dftiheiro, com des-
conto, e a preos muio resaunmidps.
MACfUINAS a rapor, de torga de 4, 6, 8 e i0
cavals, as metores que aquii teem vindo.
MOFINDAS e meias'moemds, obra superior, im-
possivel de desacunbar, por vire corn argoletes.
FORMAS para asscar, pintadat e galMsadas,
SRODAS .IYAGIUA fortes e bemacabadas.
IWODAS SEITADAS de todos os tamanhos e qa-
fidades.
TACGIAS BATIAS e Indidas,
ARADOS delodas as qualidades.
MOINHOSpara man .
PORNOS paratorrarainha, e
TO-PAS AS. FMUGENS precisas a -pkdm
desta provicia.
ENCOMENDIAS Mandam virda.Eurpa qimit
quer maclismo, respornbllsandpe peta sa
bota qualidade.. '


e fazem cohto't.ifrai0 lo e 0s cnlrtos
do engedhos; para esse rnim teem a fabrita hem
xcnzta, coim gade e horn pessoal, e dirigitA
por dous -engoaheiros
FRANCIS CO ORLIA i;E ; l .fTa hA
L,- ; ,. I,. *.1, '1 ..u. J A "I A \ L In ,,


Ricos chales, Pjantas superioridade em tecido e cores, Munca vistos a 120
'Espattilhos T'tinceza 'Regente, sAo lindes.
flfranadina preta de seda de listras e quadrinbos.
'thapdos do sol, s6aUtrancada e castles de phantazia.
Cdllatrixhos para bomeas, superior qualidate a 75500.
'Leques pretos bordailf 1so6s e dee 'ces wtimenrilto ompleto.
Chaibs pretos, bordadl" tsos e fedo res soirtimento comnopleto.
Caminsmt<' brancas e do cOres o muifpr soritvento possivel.
Cobertores escuros deo i a t100, 6 pechincha.
Ditos brancos.a 1000 uirn.
Lengos.de es.%iiAo, finos, a 28000 a tdiua, ,pechincha scm igual.
Alta ,IoIe
'Flchhfis Ae kb 'e s'da, recdbidos 'hojitem, d o que de mais gosto se pode de-
sejar, e veaidenospor comModo prego
M- LOJA IYAEIRICA 7 RUA DO CABUG N. 0.


.- '*y -.. '
*..



.^
F't.








:t ,;."- '
i'sJ












.. N.
A'K,. "
K I-


Meri5a6 de. cores para vesttos, a-
i eie tihorgoraio, a 0 rs. o dito.
Ganga amarella, par vesido e. @a-
Sfeites, a 320 rs. e dito.
Mari as, Jindos padres, pa l 4e
o 440 T.r. o dito.
At.alhado de h stras todo bordado,
para toalhas, a4,00tW metro.
Twlataas de todas as cores e qua-
Lidades.
Luippeta muito &fm, pai'a 300 rs.4
co"do.
Cantio preto, para vestidos, parel
to, a 800 rs o dito.
Satim maca*, todas as cores, para
1t600 o dito.
LIQUIDAM NA RUA DO CRFSPO
N. 20
WLOJAMDEALMEIDA & CAMPOB
Aproveitem
Quando quizerem comprar qualqwr
artigo de omiudeza, .nao s6mente de in
e phantasia, comno tambem de inteim
necessidade, lembrem-se de dar urn
passeio a Nova EsperanCa, a rua -
que de < Urias n. 63, e ahi encontrarim
e46m de inn esplendido sortimente doe
artigos de sua repartiqao, mais os n
geintes :
Artigos necessaries
Popet e envelopes para escriptorio,
pennies caligraphdcas de boa qualidade,
bows lapis e caneLtas, optima tinta pan
'escreverse, dita para marcar roupa,
agua para pratear os metaes, aspas. p-
ra espartilhos, lorradlas de camurca,
ttlagarca parm bordar-sc a La, e seda
frouxa para bordar-se : a Nova eq-
ranga & quemn tem.
A.tigos baratos
Agua florida a I1, fita de linho a 90
rs. a pela, papel. amisade a 400 ra. a
caia, cordao para vestido a 20 ,. a
pea, envelopes a .M00 rs. a caia :
asa Nova Eseranla, rua.Duque 4e
Caxias n. .63.
Artigos de luxo e pbantasja
Estampas allegoricas para ornar sa-
'las e gabinetes, bonitos leqres corn hI-
yfas e sem t ellas ala wvidadeo lihe
livres delmAbrancacoom tapa-de maiu,
proprios 'para senhoems, deftcados n-
imos de finas flores para cabeva, anms
ceque ile mnoldes sim-ples e eleganws,
gpjahs para or.,oet, sendo de ma-
dreprola ; tarudo isto encontra-se a
Nova Esperanca,. i rita Duque de fe-
xias n. 63..
'Par 0o qiue so devotos
V tlSGeq I'eno mtimeflto de fines *-
tampas de sans : reoebeu-a Novrb-
perana,I a rta fuque de axias n.Ax-.
Para as floristas
Papel'para petafs, dito Vtra folbtm
de zsoas, cali e petilbo e mais "m-
paros parm 1al fint; terna Novnt t -
ran, a a,&Iup qeu 4edo,' Unias n.'463.
Aft palate f-tN lia
Quereis distrair vosso fillinho, h
presenteal.o ? diiigi-vos A Nevt
Iart"a, a ra Duque de Gaxias; n. ,
'corpnmi unm lindo brinquedo, poiqsijD
ella recebeu um covTmpleto sertlitents,
e estf-vendenio por preoo meito rfzki
vel.
* m Urn m'smtiment de bOnecas mma-
sas e choronas, pretas e brbmcas :- u-
oebou a Nov Jpfranga, a rua Dnque
d.deaxas Dn,,h3.
;;,: ^ ^ n,.,...* fl 1B'tt!* ..: tH *

yfr st:dtvr ctbellto, .pt4lofl .cb;
ahs,. instantanea e nao damnifica In


ndlembwaoeI Sem row dor
0 Cincoenita e ove RUA oPjFJR D.JARO N. I
A ruaDqu 4e-Cai a OQue liade seor-timento de baptistas, a
A$i.rO I 12Oe 280.
ibcooaor awto de popemna de U-, Granadine preta, lindos desenhos, .2
anko,a 40e 500 rs.. o ovado 00e 6e64 6.
DitasdaewedfL, padres sem iguaes. as Mariposas do cores, a 300 c 400 rs.;
700 e &(X rs&.,o dito. estamos acabasdo.
Merios de o6res, que iclliene fa- Entmrneios, nao h i preOo.
zenda, a .00 ,s. .o ando; .6 barst.-i Cretoaesagoezes, a 280 rs.
siao Meriposas abertas, a 460 rs.
Baaonezas 4e inito, s6 Aoxos.,quem Chitms -de 40 a 360 r
as reenbeu, a.(00 rsm. o ito ; ap-rovei&1 Popelinas de gosto, a 4 W0, 0 e 60C
tem- I il rs. ooovado.
Lindas n maripoeas, sewm cotpteascia, Bramarthde oljodio, a tS500, dito
a 400 rg. o 4io. de linho, a 25.00, dito france oomw 10
M$ptM, cOres firhs, a 60 rs. o jaliabs, a 3$ a-vaa.
dito. '. Baetnmha de inaho.
Cvetonosu uiwiSoes, ro sB 5 vos pa- CiaOes de aseimA de sores.
dvres que tomn viado, a 320. e 360: a. Menfia6s preos.
dito. 3 Bombazia canto.
Chitas.FrA, ,bea sorIMneato, a 220i Alh cs e autras auiitas agendas
e 240 vs. o i-to. proprts para lato.
,Pitis elaras* ewigas., a 260 .e 280! Gortinados bwdados.
rs. 0 dito. I Cambraia para cortinados.
.,-Fhus -de ljina ;mwdde, a .olchas para cama, d 3$ a 88.
25500, 4#Se'$; a elles. Ha ei2Msns Taunos 'para oes redonda, a 41.
dose a. i, -, Rees as xnmelbores, tanto -brancas
,Mgaifico. aMlos A ptwIepareeui wcomo de cores.
a 14a$ 5 puwveMm.!. -. Toalhas felpa as de 6), 85 e125 a
qga4o de WOI,. a,&0 e 1S800t duzia.
WiI ', Dbitas de ditas para ar r aio.
OMkae j.mrgo 4f^ Moda, a 16510 Gardajapos para todos os prevos.
diA .1i Atoalbades adatnascado para mesa a
AtohaipQra -me*, & 1t500s *4ia. 15500 a van.
Para avtisandi a iiis toathas Completo sortimento de lenvos bran-
do labyrintho, tumalbo dIsn4tQrgotoe cos e do cores.
perfegka; a./d, J4 avrndewos a 80 Meiss brancas e de corts, tanto para
e I(K. "senisra, corsopara home.
Para frpnias, ,.Q4 pstalqpas o di (,-QamJnJria transoarente a 3K500.
to, a 25 -o rar. flita .VVictoria, final, a 35500.
Saxmos uwraof)Ipleto ti-er ueoto de VYanadMlago soriUnento em camaiss
4emirafs de Vwis, .a 4 4* a ,5 o brancasd, 4e algodao, linho, eretqa-e e,
corte; aprv eoi a e, ir.
Mprinzofii;M, 9P.a OIpac6es Outros mnitosiigos q Oe lispomnos
e ipca,, p45 ra tp.. dq p.e8s. .|r $arato proo.
Toalas.,f-3Iuda0s, 408, a GS -7 1O Barteiro
dum. B-a liPrixregro de Mar90 p. 1
.Laatos ,bai.aw sL a 34O00a dUa, Agfpslnu Sou &p C. .
Ditos fiaos de, sao a 3$adatziaa. CU
COUWWWOS. 4 L Qmwdvs, a 7t S. a barrks ot AGO iubras
Mej osupr*ioO. -opaixas de ma- Dominu.g Ates S.eus tm.para vendor
deira, W w iS adilaJ a-Wlla4.. i muito superior C TO em barris de4X)
Bis AenasoCo, dolwkho pare, 0.145M-6 libraspprprro commodo : na ria do Vgam-
a vara. o
Bonspaud6os | f9,asgI j ia 440 rs.' .... .
o cowdo. H I
Cr .ij~ nglne1z, .La fanpda paw B f4 i
eiois~a, es-,eI dito."
'Mo 19 siSS. A,
deG (eiro 4,da 1n(,a C ., .o.
---' "' ,VnriadMttiamao t, titeent 4cat o-
Sl Ol:"t |'i0is,^OasBte*Iih. "'Iduo
?tmo no"now
i .. A ^^ ^^ ^4 vestdofstkflrOOe ilk4is- j

I. M~i o~t. +.p,
d geneeo s aliaticios g 1
^ e~r'S_.Liqeit o sortimeno de creto
superior quahidade. lim scienod crts
Mocliildade espantosati' .-, .o _fl$ ,.Ot&esenhos iteirami ate nOV0s.
s .Pono as do'.seda' pu.ra, a lOO9
Veut,,mWQY.9 t,, [ ;|B<,o ...,
'yCS'f'^W ~ i 2> IPoiuasf de soaja meratc arantCasqr


N


. I


cabellos, vende-a razoavelmaentc

Oa0tr aM a fS ..

*" .,. ; :, ,.-..


T
-r;"
























tem .w, por. tue_- pretende'm igun
que l..ai rm as bases deesa sci-. ci
os -e o03s romanoe .psibe-mftffil
mar que a primeira applicagao do se
gt r6 Leve 'por ti m grant r isoos.mar
timos. 0 prneiro actor. legislative
oe-|p eito data*o de.443, e cab
-.4f frt"'aos magibattdOe da cidade d
Sereelor. De a estria foi o segu
! naritina bem- icM do, e long es
flo os seus progres*'e ejicontrar o
o-bstaculos que t ivftm de veneer o
seguros eontra o fcgo e os de vida,. Dei
proyavetmente razAio a ese r oestado
facto de serem mais visiveis ofWerigo
resultantes dos venitLos e dos mares..4<
que aquelles que o noeio da ti'anqil
dade publicai ainetam o immovele 1
vida do home.
0 seguro maritime limitava-se a umn
'clasae de individuos cujas accupagOe
exelusivamente con nerciaes alargavan
as iddas e ond.' os exemplos e a etpe
riencia eram d,, una etoquencia mathe
matica. 0 risco proporcional imern
de navios queconstituea ba f nenc
tal do seguro minaritimo, pare6oer sidu
comprehendido em Roma; po~quanto
apresenta-nos a Listoria romana un
exemplo approximnado desse principio
a todo o navio -destinado ao transported
de vituall'as para o exercito romano en
Hespanha que perder-se por naufragi(
ou apresamento inimigo, sera substitui
do a custa do Estzdo. v Essa indem
nisado.p6de ser considerada como uirn
seguro.
No seculo XVI segurava-se na Italia,
Paizes-Baixos e InglaLerra contra risco,
maritimos.
Actualmente na Europa e na Ameri
ca os seguros maritimos sAo feitos po
companhias:, entrotanto na Inglatern
ha ainda seguros ptrticulares em con
currencia coml as companhias de se
guros maritiurrios. Denominam-se esses
seguradores particulares underuwriters
Em Franca por tins de 1868, havia 49
companhias de seguros maritimos, das
quaes a mais'antiga data de 4818. Eswa
comrnpanhias foram fundadas por meie
de accoes, com excepao da sociedAde
Amigos de Nantes, creada em 1853, sot
o principio da mutualidade.
Vieram mais tarde as pensoes vitali.
cias popularisadas pelo italiano.Tonti
or meiados do seculo XVIII, cuja base
de um systerna muito defeituoso era c
sequinte
I'n certo nutnero de pessoas asso-
ciava-se para a creatao de um capital
deterininado, sern attenAo A idade ou
sexo. No tim do primeiro anno, o be
neficio desse capital era dividido entree
os subscriptores vivos, e assim de annc
eim anno atd q ae ao ultimrno sobrevivc
tocava o proveito total. EIse system
foi abandonado provando-se que, se aoc
srubscriptores tocava o interesse do ca-
pital, o capital aproveitava aos funda-
dores da tontina.
Adoptou-se entac nova base; fixou-se
um numero determinado de annos para
a duracao da tontina e o capital origina-
riamente subscripto era adjudicado ao
ultimo subscriptor sobrevivente. Coem
tal system grande eram as desigual-
duades, muitos morriam sam ter gozalo
a mer'or. vantagem,.e outros, cuja vida
se prolongava, recebiam duzentas ou
trezentas vezes o capital subscripto.
Em 1869 unea viuva, ultima sobre


vivente de uma tontina, em Franca,
desfructava, quando morreu, aos 96 an-
'o: de idade, uma rendade 73,500 fran-
SOS.
A tontina cm n .da assemtnelha-se ao
seguro; 6 um jogo, uma loteriu, umrn
acaso, e o seg'uro a evic&o do acaso.
A tontina foi pasta em pratica pocr al-
gumas companhias, porem na Ingia-
terra e nos Estados-Unidos, uao a po-
deram fazer aceitar ao espirito pratico
dos anglo-saxomnios. Apezar disso, uma
tontina foi funda-Ia emrn Inglaterrra para
o embellezamento e engriandecimento
de urma cidade, e terrninou por urnm des-
*astre.
S6 a sciencia faz. progredir a huma-
nidade, e um sabio creira o calculo das
probalidades: foi Pascal.


~p$Itwa COf ahia de s'a coatq

Spanhia; pidnha reic s pret.txnd
-que umna tal instituii-ap .tteutr.i
Scontra a Providenciae ie, S
Sa-aflma de seu-sNi.tos. ."
a Nalnglatra,em 196, a compahhi
a The amical contribution come) u sug
e operagdes, nao obstante o pe et
e fazia eol-iderar o segtro contra 10.f0
cofi sem invalor, e preud1
3- CO i or- "

* Et o tempo Mnudou de noA
0 th hand.hamar-e The hand a
No me* d. unho de 1718, vipte
s dous annos 3i6s da sua crea o,o
nha essa hia segu *tMA.(
.dios. 0 p' fo-de mutu#,
1*1 servio de base aidft.
a subsibte. A exemplo seu, esel
; |m-se numerosas companies na Eu
,pa e na Amfia, e para'citar apema
5iaM, a-Associagio de seguro mutm
'imeabiliario emn Paris contra o fogc-
te rados 26,000 predios em cere;
dtea bares de francos.
A iiterra vio nascer o seguro de
Svida dos homes. As p'rimeiras corn.
o panhias datam de IoJ ou 1098; nko
repousando seu piano em sciencia al
guma. foi, como era natural, defeitdo.
Sso. Os associados limitados eS nume
Sro, tinham urma caixa a que concorrian
corn quotas annuaes;- essas quotas
Seram iguaes e-nao relatives as diversas
idades. Assemeiham-se muito essa,
companhias, 6s sociedadesde soccorro,
mutuos que actualgamnte.funccionam
em quasi todo o mundo, nas .quaes as
quotas, nAo. sio graduadas nem m-n
razao das idades,. nem -n a razao das en-
I fermidades e das circumstancias valetu-.
Sdinarias, que entretanto augment corn
os annos; pordm esos tern outrai
bases em que assentarii seu machi
nismo.
Se as quotas nessas primeiras-com-
) panhias inglezas eram Menticas, as re-
sultads., eram desiguaes. "avia des-
Sigualdades irreminediaieis, so durante
o anno morria grande numero de as-
Ssociados. Por exemplo urn associadc
que morria *primeiro de janeiro po-
dia deixar aos filhos uma somma, duas
ou tres vezes mais consideravel do que
o Iue morria a 31 de dezembro.
io hlado dessas companhias que ca-
Sminhavam entregues- ao acaso, funda-
vam-se outras sociedades baseadas em
system phantastico. A especulagio
' creou companhias de seguro da casti-
dade dtas mulheres, seguros de caval-
Slos, da fidelidade dos criados e dos em-
pregados, do numero defilhos de legi-
timo matrimonio, contra o divorcio,
Scontra os ladr6es, etc., etc.
Naverdade parece que a benefica
. instituicao dos seguro3 de vida, nae po-
dia nascer no "meio de semelhante cahos.
"No 4rdou porem a sciencia em dar-
ihe o consideravel vigor quo adquirio.
OcelebreastronomoHalley, bemcomo
outros sables contemporaneos, prestou
attencao a esse important object, pro-
curou estabelecer urea taboa da mor-
talidade, e nao emfcontrando na Inglater-
ra registros d4o estado civil, teve de di-
rigir-se a cidcde de Breslau, na Silesia,
unico da Europa,, onde o estadcn civil
era regularmente cuidado. Publieou
seus ,rabalbos no numero 196 das Phi-
losophical transactions do anno de 1693.
O.verdadeiro caminho estaa aberto,


as bases do seguro de vItlda indicadas, e
sabios illustres como Simpson, Dodson,
Bailey, Price, na Inglaterra : e no co:-
tinente Huyghens, Buffon, Bernouil.il
Leibnitz, d'Alembert, Euler, Lagrari"
ge, Laplace, Condorcet, cstabeteceram
as leis da mortalidide. Os melhliores
algebristas e mathematicos applicarm
se em achar as formulas, em calcular
coin exaetidAo o valor dos premnios para
todas as idades p em todas as combi-
nap-es.
Na Inglaterra o seguro de vida popu-
larisou-m. rapidamente; existed hoje
nesse paiz cento e vinte e cinco com-
panhias de seguros de vids, trinta e
cinco das quaes de system mutuo.
0 Blue Bok de 1874 refere o estado
de cento -e cinco nesse .anno. Essas
cento e cinco corapaubhis possuiam
u rMa reserve de 968,000:000(00; rece-
bednuualmeate 108,000:000500 de
pretefos garantidores dos capitals exce-
dentes da cifra de 3,500:0008000.
Nao 6e tudo o proprio governor in-
faz halnoirurrencia As compp-
a de sedus de vidi. 0 MI
toBinefttlea C a doae


- gfra, mio 'grade d0 0t"40 contra a
4 repuicam e ao pnimefo irnpeio, immien-
Sso0 desenvoilvrnento.
,4 exempio da com~panb.. de'seguros
ir gfa^. foi gh- timtt doze coiin-
h' p d fuifaao $~ais r
I Multiphcadoi nnnilnelo, nium os
n e jofas O8 species, ONjBS
B' ec^Unfe, e annlaerea^So pofogj-
, veroQ it dperial a exBpio do go/eHo,
I de: d uma cah de' sgos, cm
Z(iQes de mortet'oU o W doid, co-
mcaram a vulgarisar o seguro nesse

.e Et ..9.



, Tempo 6 dri6ieir, dizem os iae-
-zes, e as estradas de ferro sio ti naias
s Joquentd confirmsa-6 .d&apbpbtegma
0 ritannico.. .
As vias de comn Mr io eos- meios
a de transported quOe alhi" z dos secalos
forainm se aperfejqoand6 e. recebendd da
3 intelligence urnana sucoessivos me-
- Ihoram' *esde os meio.a de loco-
) macao tos e tardios atd a con-
- quista dos .ares pela navegagao,. e a
* construccao dos 3anaes, passaram. por
Suma verdadleira revolu0o cam a des-
i cobertado vapoir, cuja applicagaa a via-
s co terrestrea rn dos mais prodigio-
i sos trit nphos da sciencia e maravilho-
Ssa solucao do problema da multiplica-
9 Ao do 'tempo. Umra rede do caminhos
i de ferro, diz o Sr. M. ChevAMier, cor-
g responded em urma certa extensdo -de
Sterritorio A reditcco dessa superficie
* na razao do qtuadrado das distan-
Scias.
i As estradas de ferro accelerando a
ji[ermuta das.riqfezas e das ideas, es-
* treitando as lakes: da communhdo so-
tial, barateando e augmentando o-con-
Ssumo daproducco, alargando a es-
* phera de actividade do productor, ap-
Sproxlimando.os hoqaens, as cidades e as
nacoes, destruindg. os preconceito. pe-
* los soeus resultades praticos, combaten-
> do a iknorancia pelo ,ugmento datcon-
Svivencia social, desenvolvendo o traba-
Iho, mobilisando as capitaes, .enrique-
cendo as estados e garantindo-lhes a sua
autonomia, sao urn eletento 4e pros-
* peridade e civilisaigo tanto malk pode-.
* roso e elickaz quantao'-mais novas sao as
paizes que as exploram.
e A Belgica apenas senhora de sua
independencia, soube chamar a si a at-
tenreo e estima universal adiantando-
se todas as nagoes europdas na coneep-
cao e xecuao de turma rode national.
Essa ousada detetminacao [1831] rea-
lisada corn perseveiranca, deu- origem
ao mais solido fundamnento da naciona-
'idade belga.
'A Os perigos que suiscitam continua-
inente At Austria os vicios de sua cons-
tituicao heterogenea, impozeram-lhe a
necessidade de prec.der as ontra. na-
coes allemaes 1*"mesmo canrtinhp.
Urna de suas primeiras preoccu)J|es
foi ligar a sua capital coin as fronueiras
da Polonia e da Italia, -emquanto que
long tempo recusou-se a permittir a
junco de Milao e.Turm. Se foi isso
urn- presentimento supersticioso, os
acontecimentos ojustificaram; rani se
praticava a sokiajobre o Adda e ja a
Lombardia era fanqueada.
( Os caminhos de 'ferro allelnes
contribuiram poderosamente pare con-.
solidar o Zolvereine desenvolvel-o.


< A Prussia acompanhou de perto a
Austria-, o rai Frederico Guilherme l I
tcgoii em testamento 1,400:000$ para a
execuAo da estrada de Berlim ao'Rhe-
Tno; cam o fim de reunir duas parties j
do reino, rduito extranhas uma A Ol- I
tra pelo seu passado, nao menos que
pela sua situacao, e que estavam collo-
caas sob a autoridade do mesmo so-
berano por-causas oompletamente in- d
depenrdentes de seus interesses direc
los. I
a 0 rei da Hollanda mostrou- urma
iniciativas nAo mdnos esclarecida, fazen- I
do executar A sua custa, correndo as
riscos e perigos, para reanimar o t fn-
mercia de Amsterdam, ameagado por
Anvers,'.. .caminho dessa cid n ao
Rheno, adido pelos estados gel.es.
( 0 governor sasdo adquirio grande d
influencia e moreiida: popilaiade, d
pela ousadia corn que se empenhou nam R
empreza dos carni os de Terro,. _rti- t
rculannrmente o ded urim a Gehd6 Jum. r
dos mais.difficei do contiAMlC '" o0 do
oto C..g. v t e
9 Desde ;. o 0 o.gw iliano
ao rad iba. i- cot,. s
-teur :asluidadena 4^


*IB
fra


anno, idb ~5- 1 --+--r ,:
+annos, .bo a ; 6o alganPso e
todas as fontes de renda susceptiveis
de pagamento do imposto, augaoa
Lou em O 00000 ooantos, isto e, 60 por
aento.
Quaes asr causes desse enorme aug-
mento da fortune da Gra-Bretanha ;. a
rigem dessas centenas de libras ster-
inAs localisadas em caminhos de ferro,
canaas--minas, mitalurgia, navegaQo,
fanto t Reino-Unido como na India e
nas w'as colonies inglezas, o Sr. Mac.
Clean attribute principalmenie a insti-
tuiao das estradas de ferro.
t Depois da abertura da linha de
Manchester a Liverpool, diz elle, as
capitiles inglezes, que atd entAo, ape-
nas corn muita parcimonia tinham-se
associado a s emprezas de grades tra-
balhos publicos, precipitaram-se sAbre
Os titulos de companhias. Chegaram
a figurar o credit urma mina inexgota-
vol. Uma desenfreada especulacao deu
causa a desastres, e o panico succeed 3u
A afouteza. Sem embargo disso, o im-
pulso estavardadoo stema; de en-
tao em diante nao .u mais de ca-
minharcom pass e actualmen-
te as yias-ferreas reofineram um capi-
tal de muitos milhoes. Se ta impor-
tante capital poude ser reunido, 6 que
as acgoes de companhias de estradas
de ferro, fundadas sabre o principio da
responsabilidade limitada, occupama o
primeiro lugar ia confianga public,
que de preferencia as escolhe pars col-
locar as suas economies ou as suas
rendas, em conqpquencia da facilidade
de tramasfeencia dos titulos e das corn-
veniencias que as classes da sociedade
encontram no seufraccionimento.*
Os paizes onde o espirito de associa-
cao tern attingido o maior desenvolvi-.
mento sao a Inglaterra e os Estados-
JUnidos, justamente as que dispoem ac-
tualmente de. urma rede mais vasta de
caminhos de ferro.
0 Brasil, esse 6o que menos tern
andado nesse caminho, relativamente
fallando, a ponto de nao possuir ainda
hoje uma legisla'o regur qu e inspi-
re cQnfianca aos capitaes UBponiveis ou
empenhados em associacoes anonymas
particularmente concessioaarias ou ces-
sionarias de privilegios. de estradas de
ferro:
A centralisag&o que tern sido o ob-
jectivo de todos nossosL administrado-
res, vicio esse quo nos ficou de tempos
colonies, e vai predominaddo firmado
na ignorancia- em -que vive ainda a
grande maioria da popula'io, tern sido
ao mesmo tempo causa e effeito do es-
tado de atrazo ,em qiue estamos, e de
que ..o poleremos sahir, senao pe'.
resiaslcia de espiritos e sclarecidos a
energicos a este system anachronico e
colonial, e a mais perseverante propa-
ganda da instrucgdo ,do povo. f
A Franca, quo viveu por muito tern-
po sob o regimen tutelar do governor,
e s6 vinte annos depois que a aIngla-
terra progredia desassombrada e enri:
quecia-se todosaos dias coa urn syste-
ma liberal afagando e estmulando a
iniciativa particular, p6de obter cami-
nhos de ferro no onto de vista do in-
teresse das companhias e conseguir
verjadeiros progresses materialss, nao
deixa em duvida qUal dos dous syste-
mas molhor consulta a felicidade pu-
blica. .
Nenhum, paizn entretlito, coma o
Brasil precise dessa grande forca im-
ptalsiva quo so tsnodmiwa iniciativa par-
ticular, nero oal'o ha qae disponha- de
melhores elemaetos paa aitrahir os ca.
pitaes particulars niaeionaes e itn-


geiros; comtanto que sejam reaes as
garantias que Ihes offereanam, e a con-
fianga possa inspirar-se em umna legis-
lagaoclara, positive e executada cornm
saber e escrupulosamente.
De um facto parece o governor con-
vencido, e 6 da inefficacia da lei n. 2,450 i
Ie 24 de setem'bro de 1873 offerecendo I
parantia de jurors e fianga das garan- I
Las provinciaes sos capitaes que se I
pueiram empenhar na construccao das
nossas estradas de ferro, e essa convic-
1ao assent na experienuia de tires an;7
nos de inuteis e infructuosas solicita-
goes, e est a .denunciar deficiencies e
acunas que importasuppiimir,'nto op- I
ovunaente,- co MAfiz a ultima.falta,
lo throno, emp nm adverbia
lo tanta elastic 'as quanto an- (
es, sem perda doet. oa; porque e 1
.bjecto urgent, questao vital para o i
pai.. s
A primeira sus.so desta legLslatura i
Igtbu-*e'na mait complcts e eIi4d-
0,1 a upd^l-e^~ai dis4 t.


gi graL~n asl .illiir~ tjuena
-r0prIdade estremecif e aJeiada,
ajppellar para a iniciativa particular, ti:
random lJio e conselho da pratica de
oukoo povos mais adiantados que.n6s,
mai expoerientes, mais sabios.
0 governor por si, de sua iniciativa,
e sob sua administraoo, nunca conse-
guirA imprimir na construcao dos ca-
minhos de ferro, urn impulse que cor-
responda as necessidades do paiz; e 6 ja
ridicule essa pretengdo entire n6s, das-
altas regi6es officials a sciencia univer-
sal e ao monopolio de todas as aptidde..
Entretanto o Brasil nio caminhara
sem estradas de ferro, scm explorer to-
dos as meios de transport que deem
ao product do solo o valor que Ihe
nao pode dar sen.o o consume, isto e,
a proximidade do mercado.
Podeaiamos bern aceitar e attribuir-
nos estds palavras de um escriptor mo-
derno, tratando da Franca:
.( A questao agricola nao 6 senio
urna questao de prosperidade geral.
Se a sociedade franceza atrazada na
sua manarcha por todos as obstaculos que
ella propria ten suscitado, podesse ter
diante Ie si ciucoenta annos comno os
que decorreram de 1815 a 1848, f6ra
de duvida-nao recuperaria, na agricul-
tura comao em tudo, adistancia que a
separa da sua rival [a. Inglaterra.J 0
mais difficil esta feito. Da mesmna sor-
te que as inglezes, dispomos dos pode-
rosos-meips que multiplicam hoje a ac-
Qao do trabalho. e que applicadosa
urna terra quasi nova, podem precipi-
tar ao iantinito o progress da riqueza.
Em parte algumrna as caminhos de ferro
sao charnados a produzir uina revolu-
cao mais prolunda e mais lucrative do
quo entire n6s. Na inglaterra essas ma-
ravilhosas vias apenas approximam pai-
zes ja aproximados entire si por outros
meios de comrnmunicagao. Entre n6s
ellas terao corn effeito de reunir re-
gions completamentte, differences pelo
clima e products, e que nao possuem
ainda senao meios de communicaco
imperfeitissimos. A ninguem 6 licito
predizero que resultara de tao radical
transformagAo. P
Diz um abalisado escriptor:
C As riquezas de um paiz crescem
corn as melboramentos dos meios de
transport, o preco das mercadorias
baixam cohseguintemente .nos centros
consumidores. Por tal motive a ques-
tao das vias de communicacao tern sem-
pre figurado na primeira ordemn entire
aquel[as que preoccupam urma socieda-
de bemrn organisada Construccao de es-
tradas de canaes, desobstruccao dos rios,
melioramento dos portos de mat, etc.,
.todos esses trabalhos precedem os que
podt servir pars desenvolver a prospe-
ridade de unm paiz. Pars julgal-o, ve-
ja-se o que sao os paizes onde as vias
de communicagco sao imperfeitas, a
Hespanha por exemplo. v
E o Brasit, podemos dizel-o.
0 vapor veio prod uzir na vida eeono-
mica das nacoes unia transformaiao
profunda, radical. Na Inglateira, Onde
a industria agricola e fabril auxiliam-
se mutuamente, os enormes progressos
realisados nested seculo sao a resultado
desse prodigioso agent. Manchester,
Leedi, Scheffield, os grandes centros
productores dos tecidos de algodao e
de la e da indiutria do ferro, fazem
pelo port de Liverpool uma exporta-
95o assombrosa, em quanto quo par
essejmesmo -porto effectua-se urna im-
portacao continue de materia prima e
sifeitos de consame esses mesmos cen-
ho., o quae rewtltol seat in mo-
nhato de p*Md i o e coomizn no
valor de alCmrwfto QtMti'.talhuMos. A


exploragio docarv" de pedIra., desse
mundo subterraueo dwnominat as In-
dim negras, 6 um centro de ctividade
industrial que maravilha.
Ao desenvolvimnento dessa actividade
industrial acompanba o desenvolvimen-
to da populahao, que na prnimeira me-
tade deste seculo subio de 10 a 2l mi-
Ihoes de hOas. -
-Onde a ijpdustria agricola e a fabril
sao explorldas simultaneamente a pros-
peridade 6 mais seasivel, mais notavel,
como se observa na Inglaterra.
a A regiao maufactureira por excel-
encia, que comic a ao sul pelo onda-
lo de Warwick e terminal ao norte peloi
West-Ridin'g do condado do York, d
)nde as rendas, os lucros e as salaries I
ruraes sobem mais alto. A mddia das
rendas 6 de 30 shillinhs por acre e o dos
salaries ruraes de 1-1 shillings por se- I
nana, einqaunto na region exciusiva-
mnte agricola quo sewsteude au sul i
Ie LoWd' rnlia OW r-nld.u; k- j
1W k*#Vk p 1:o
fair'os de 8 shillings por emaai.. Os
Ln146iidtitxtprmediari6s s6 aproximain
nais .u meuo* deoss doup extremos
en.fohon. a0 R ko- sieu ouos manure-:!
ureiro. em todaya part a taxa da rem- *
la e o 67 abricoli 10m sigti
eorto do grao. de desenvolvitento in-
l[htrnia. .
,$a Franca obse.'va-so o esm .fato (
ftimi.sempe -.rmos. epa m i, I
oMsI afasta s o.pentro e de Meio- I
.. ; .j-. ', ... *- *. rk itu


va-se a mais e m|
tualmente exce."ido 'I'
Em 1835ptaiutiamp|
4,800 kilomr. de causes 7
d" estradas do. ferr6 i
210 mil contos, em .
mento dos canae li
6,000 kilom. e a rede.d. |
ferro attingira a 41,775'3 '
capital empenhado I milhbo I j ..
tos.m
A rede de linhas telegralhiij.f
de 27,000 kilom. -'
Em 1873 a rede de cariftbl deo-
ro da republican subio a 113,039 ko ,
representando um capital de. .
8,170,000:000#.
A Franca que em 1864 possuia. ..
13,02513*m. de estradas de ferro ex-
ploradas, contava dez annos depois .
18,000. A Inglaterra !ue no mesmo
anno de 1873 contava 25,000 kilom. de
rede dMcaminhos de ferro, dez annos
antes tinha 19,000.
0 custo reunido dessm immensa rede
import em 17,031%,9:476t, dos quaes
apenas uma partBektiamente insigni-
ficante foi di4eida pelo e~tado ; ao
poderoso intluxa da iniciativa particular
deve-se essegrande triumapho da intel-
ligencia e actividede humanas.
As vias de communicaCoes aperfei-
goalas estao pelo qeu desenvolvimento
par e pass cora o ds industries e da
populac.o a mostrar a afinidade qae
existe entire ellas e.aexplicaro engran-
decimento dos paizes corn o augmento
dasua producilo.
Spoder se-hia julgarm que a circulacgo
diminuisse nas estradas ordinarias pela
concurrencia das estradas de ferro, cu-
jos trapados ligam os mnesmos iontos
extremes; entretanto a estatietica offi-
cial da Franca, por exemplo, demons-
.tra que assim nao 6; como em seguida
se v0:
A circulacAo mddia das estradas
ordinarias era de 1852-de 244 volumes,
em 1857 subio a 24Q, em 1861 foi de
237. Assim, pois, a differenca nao tern
sensivelmente variado; referindo-se esse
algarismo A extensao-total de 37,352
kilom. das estradas ordinariase duran-
te o anno inteiro, reresenta 3,200 mi-
lhoes de volomes, ou cerca de 1,600
milhoes de toneladas uteis transporta-
das por kilom.
O trafego da navegaa-o internal, cujo
desenvolvimento total em rios e canaes
-6 de 11,250 kilom. era em 1850 de
1.722 milhdes de toneladas transporta-
das por kilometre, correspondent a umrn
transport mtdio de 195,0 .0 toneladas
no percurso total. Em 1862 esse alga-
rismo foi de 2,360 milhoes de tonela-
das kilometricas, ou mais de 200,000
tons. no percurso" total,
No mesmo period o-traibgo das es-
tradas de ferro subio de 530,000,000 de
toneladas kilometricas a perto de.....
4,000,000,000.
Verificando que naio ha diminuco,
bern longe disso, no movimento das es-
tradas ordinarias e canaes, Mo ha a me-
nor exageracao em affirmar-se tpue esse
trafego que s6 por si 'excede ao das es-
tradas ordinarias e vias navegaveis reu-
nidias, tern sido inteira e realmente crea-
do pelas estradas de ferro.
- Prova isso, primeiro que tudo o des-
envolvimento que ellas produziram na
riqueza- puhlica, e a demonstraeao fi-
con muito abaixo da verdade, por que
nao foi .levado em cents o. desenvolvi-


mentor contemporaneo da.circulacio das
estradas departamentaesl, dos camiakos
viciuaes e da navegaQao maihtimL-
Nos Estados-Unidos esmMe Mct de-
inonstra-se a toda evideaci.. Ahi oatd
as estradas de ferro t6m um
desenvolvimeuto tal quo aWSm dM
kilopatros em exploi'aa "am k &
1-120)M, 6 extract R 1im i 6 W0 :.W
lea cares, rios e estrxa pov joen e energico I
o qeuo Tievalera as via dse Ma
aqo, essa grande altaa o p p
so, em urn .paiz novo, vwo e dese.
tralisado em toda a extenusao da pala-
vra.
De um author que tratando da repu-
blica anglo-americana, vao.a poupm em
sua critical several, transcrevemos a se-
guinte pagina, bern cahida n.stes arti-
gos :
Se as coslumes doe angloaixtonios
mnuito tern cotribuido pars este amor
pelos rwa yob, dove-se r bonhecer
a ma 'e Y* vetl como ot- america-
a D It qip dQ m-
:era~ ~~ -WO.$1l 9 '- in)-
de QlflB 1 P1l


deral p~ b e dired-.
aomltoe ent MI 8 quer
cultivar. :
d-o1 aimp'. AM.temp


.ideeiovas. n w .dis.


I


.4




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