Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:14228


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Full Text






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PatA"0oe f EA WA PROVWfCA


Pot mis mems adiantda .. ..
bir nove duos idem.. .
m-m- cio idpm. ....
Cada nameft'. avidaoi de di a unteriores.


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".. y. t* '
_ +^- .. ^ +. .i ;Ii-a '..c.-. ^-S. .J .^ ^., ....-A .


TELEGRE fASR



SazaIg; YAm1CVLAR Z23.:I

RIO DE JANEIRO, 20 do abril,
4 horas e 15 mrinutos da tarde. (Recebhi
As 5 hras e 20 mintirnos, pela linha te
restro.)


A>a~ p -- ,J if ,^ M -T^ -*- --v- -- -- -- ----7-^ ------------ .p^- ^ ^ w ----
om.'e toos 09 plntos da cidade relhtiva- Os fructoa quoa eheu a popula;ao do primei.
mente A ftlta de ecarne3 verdes, A sua mi qualida- ro contract de foraecimento do carias verdes f-'
de e ao seu elovadissimno pr.-oo,-repetiqvfo inces- rtm os mnelhores que podia ell desejar: o teniri
sanre d.- iguaes factors desde mais de 12 annos pro abuudou no mercd9 foi semoipro di boa quali la:i'#
duzidos,-ext'rnamos einm noss:a Revista Diari ala- e opre.j dcu-eU a um rlinire quo fieou ao alC.Lice
gumas r Al '\es soh'.- ,u :,ssuwpto, a iuvocatmos' de t.das as bu.tass. Entretanto a comp mahia quc!
Bi,-nt conscett que viavamos o be pu- e organisou para executar ease coatracto tove
secU-iecunscmoautv dt, quo visavamos o born p arg
Sblicu do municipio, a intcrvensio da Edilid.do lueros razo.vets, e :i6 os erilador.m ,I1 gado luera-
do nanustal. do ahn..s,,;mpn d, .a fnrn on rn raw coin elle p'orque, eminborL veedendo o produc-


r-


A Camara doNs Depudadom frhtecio-
nou hoje.
Na hora do expediente foi apresen
iAdo am parecer da malorla da I.&
eommlslfio de poderes annulando o
diploma do Dr. Antonio Bezerra da
IRocha (C), e reconlerendo on pode-
res do Dr. Felippe Joos de Lima (L)
pelo t.o dirtfrieto do Parai, comn unm
voto enm separado da minoria reco-
nbecendo oe poderes do primeiro.
Firaram eneerramaN as discuss6en
sobre as eleic6ee do 1.M districto do
Ceara e do 1.0 district do Parai.
A Camara ealti dincutindo o pare-
cer sob a eleleteo do 2.o dlstrlcto da
Crte.


Ejp'c-, 'Ma. a rr o Diario

L)NDIt'E5, 1-S do abcil, d noito.

Continuam a melliorar am relac6es
diplomaticam entire a Inglaterra e a
- u~ssia.
Julga-se que am arranjo amisto-
so acerca do Afghanlmtan foi cele-
brado enire as duas naces.

PARIS, 19 de abril.

0 jornal official de Pekim acaba
de publlcar o texto do novo tracta-


cado do Recife.
Nto fobi infri-icti'-ro o noaso appello. A Camara
Municip:a! do Recif', conscias do estricto dover que
bhe impir a suna lei organicn-,le prover ao abas-
tccimento dos generoa alimenticios, mais aina


v-z atirou-se A fauna, etudou e discutioa negocio,
como ci, diversas outras ocaasi5es tinha praticado,
-, catrib:-lsi na-expe.-iencis adquerida, tendo re-


jeitado a id6a de iaxer concurrei.cia aos abatedo-
res Idu ,ido, concirreneis, de que s6 Ihe resultarain
prejuizcs ue desgoatos, sam proveito para a populi-
g;Ao. re-;olveu contrstar, e de facto oontratou em
hasta public o forn'ca'ncnto do gencro, tornand.
dppendeate da approvaio da .assemblea Provin-
cial, jA rmi!i.i:. esse contr.ito, que entretanto foi
manda.-o exccutar provisoriamcnte.
Sabid.i de aute-maio a nossa opiniao A respeito,
opiniao que hIa muitos annos temos externado, e
designaimrnte em 181i, pars nit) fallar sento do
que mais r.-cent..,.-mnte eser'av.amos ; julahAsuo ioa
dispensados de commnentar o actor da Edilidade, in
questionavelmente decorrente da lei do 1 de ou.
tubro do 1828 da aftictiva situagcao das cousas,
o quedamo-n)s ein si encio, tant o mais justificado,
quanto, alrm d'aiquelle facto de termos ruma opinion
assenta.li, accrescia quoe o novo contrato fora srece-
bido com inequivocaes provas de apreqo pela po-
pulaca'), que Ihe sentio immediatamente os bene-
ficus rmsultados.
Com etfeito. corno dissemos em fevereiro ultirsra


to da aun industrial pur pregos coan-nodos, tiuham a
eertoza do sun promptsa sahida, e recebiam po.
tualmente o aseu valor.
w Em face de t.os resultados, parue nia rosoor-
rer 6a esse meio, purque uiao repetil-o ? 4
O Diz-se que a liberdatlo de indlstria e de corn-
mercio e o melhor corrective pata os abuses, e is-'
to tern visas tIl apliueis :o. Mas, a vwr-lade 4 qud,
em casoas excepuionaes, os priucipios geraes oof


frem oxexenpes, sobre tudo quande a salvaqao pu
blica dove de ser a saprema le*.
SE uao seri caso de salvagal publics o quo
se da de preaoeute, e se ten repetido invariavel-
mento de cerca de 10 annos pars cmi? E' nssa
convicCo-ao ie siam, e jA foi tambem a da Assem-
bida Proviucial em 1873, e mais rccentumento a
da Camara MIuniuipal do Recifo, que, em a16718,
chegou a ae.o-,ririr nas b ss dc um contracto cm
o Sr. major Britto G tlvo, bases que n. inerec
ram apprvag.t. da Pikesidencia da provincia, e,
em 1880, ein que uova Leatltisa, aiud, iutruetite -
re, foi feitA no memao sentido. '-
,, Assimn, ai. vensos razlo pa'.t qq2e nalo re-
corrs ao alvitre lembrsadu, ue, fiAcilitaado a ea -
eorporgiao de o ipitaes avultadoas, sem os quaes 6
imp-.ssivel urea empreza racional dessa ordem,
dark enclhau;as para que o mereado do Recife
seja abuaJautcmente supprido de boa earne ver-
de e por pacer)s iuJicos, uma vez quo a empreza,
que tomar Ai seu carga o service possa po r ein aoi
tividado forgas energicas, indo obter o gado an s
grandes centros oriadores para trasel-o, descaga-i
do e refeito, pars o matadouro. a


a ..... .. .... Ainda hoje, e corn maioria de razlo, assim pen
a carac v-rde fornecida a popu!.tgio, alem de ma-
re ,ontia, samos, pais aue, de utios pirt cA, as condioes do
w,-al e ilnentit l'ra nrosl(on ahanianntad o nor n,-onnai


5L .. ...... 1IUM O, UAQ IJV...... "UUU 'ft O VZ p lCya'V
que regrlavam de 640 a 800 reis o kilogramma ; e
esta situaao prolongou-se de dezembro do anno
passado at4 ser post em provisoria execugco o
contrato municipal. Dad o este facto, porem, tudo
melhoranou: a qualidade do geuero, a sua abundan-
cia e os pregos, que passaram A ser de 480 r-is ate
31 de is-rco e de SO reis do 10 ode abril em diante.
Foram estes i benefices effeitos que aentio a
populaqglo; e a prova provada de que ella osapre-


do celebrado entire a Franca e a ciou devidament estA emr que cessaramasqueixas
Chibna. e o consummo do genero cresceua em largas propor-
Voi levantado o bloqueio daI llha Ies, no period' de execuqio do dito cntrato, che-


Pormoma.

Agen',-ia Hav-as, filial in m Pernambuco,
20 de abnril de 1885.



IISTRUCCIO POPULAR


PEDAGOGIA
(Extrahida)

DO PROFESSOR E DA ORGANIZAVX'O
PEDAGOGICA DA ESCOLA
fConlinuagde)


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RECIfl, .21 DE ABRIL DE 1885
A quMeloda. earnest verdes
Bu 7 do ymiep d" corente sane, abdados
r i|al t miamtmf reiteradau reelamagek que no


gaudo a care verde, per igual, a mesa do rico e
A6 do pobre, quando desde muito nio Tguava Ma
deste, gra-as ao excessive prego de acquisigto.
Ante estes factos, e dada aquella circumstancia
de ser conbecida a nossa opinion, nao nos corria o
devr de external -a novamente. Mas, vindo depois
a suspensao do constrato, motivada pelas delongas
na sua definitive app:ovagio, e mudando de face
as cousas, pois que os pregos do genero voltaram
ao que erana d'antes, isto 6, elevados de 80 e/o. so-
brec os do contrato, nao 6 mais descabido que diga-
s o nosso mo nsndo de ver na espeeie.
E' isto o que vamos fazer declarando A purida-
de que o contrato municipal, ou seja adoptado tal
como foi elaborado pela Edilida&de, ou seja modifi-
cado eomo propoz a commissabo de legislaglo da As-
sembl6a Provincial, merece o nosso apoio e os nos-
50sos votos, porque, de uma ou de outra forms, pro-
duzirA necessariamente o bemrn que se tern em vista,
isto e, aniquilara o monopolio qu dc f ect a existed
ha lungs annos, e que tem escapade A todos os
corectivos instetados, e traria A populaglo do inu-


abastecinento de earn-s verdes ao municipio tcmn
peiorado; e n6s contessamos ingenuamente nao
divisarmos outro meio de rep6r as cousas no p6
em que estavam ha doze ou quiaze annos passa-
dos.
Entretanto, ha umar minoria que se opp6e ao
contract, e essa minoria tern como argument
Achilles o damne que o contract vai causar aos
criadores, fazendo baixar o prego do gado.
Ese argument nao precede : priweiro, porque,
por masior que seja o numero dos eriadres-e -elle
nao 6 avultado ua provincia de Pernambuco, quo
nao 4 pastoril seno emn limitadissima zona, -nuo
se p6de razoavelmente sacrificar-lhe os interesses
vitaes de umea populaglo de 120 A 140 mil almas,
cam 6 da t oniciuia do D4plFur seonps ,- par
que nada tolhe A esses criadeor- a liboerdade do
procurarem outros mercadoa comuamidores, quo
lhes possam offerecer melhores vantagens; -tercel-
ro, teifim, porque, mandando o oga.sotante corD
prar os gados nas tazeadas de criaaj o que 6 de
grande beneficio para os criadores, osera esses
gadoes dd pesados onus que o eneare-em sa fei-
ras, e d'mhi lucro pars u contractante, sem des-
vantagens para os memos cnadores.
E', pois, ao nosso ver, incabida essa censura
felt ao coutracto, tant# mais que, tend sido for-
mulada autr'ora quando houve identico contract,
foi praticamenta derruida, e, ao haves do que se
affipmava, os criadores lucraram, coma ha de
acontecer agora, tendo fail sahidra para s oseus
products o por pregos razoaveis, pontualmente
pagos & dinheiro de contado.
Seja coma f6r, poram, nao ha outra solugaio ra-
cional e prompts parsa melhorar o abastecimento
de carnes verdes A populagao do municipio do
Recite ; e n o 6 just que essa populaglao counti-
nie a soffrer os crueis effeitos do menopolio extra-


nicipio as vautagens, j i sxperimentadas, de abun legal quo ha tantos anns a flagella


dancia, bot qualidade e prcqos razoaveis do ge-
nero.
E asaiti dizemid-, somos coherentcs coin as nos
sas ideas, corn as da Assemblka Provincial, ma-
nifestadas em 1873 e em 1881, e corn as da Camara


PERNAIBJCO


Assemblea Provincial


Municipal, ininter-ruptamente produzidas desde 17.l SESSAO EM 26 DE MARVO DE 1885
1870-. R


_W I P, .PKESIDENCIA DO EXM. SB. IBARIO DE iTAPiSSUMA
Em 4 de abril de 1881, depois de descrevar a si- (CaotiniArg.)
tuaqao A que jiA tinham chegado as condigSes do 0 fr. Jos EMarla-Sr. presi-lente, eu asin
negocio de carnes-o erdes, accrescentamos: to difficuldaie n'este mnomento em occupar-me do
assumpto em discussao, e baseia-se esta difficul-
SDeixar que este estado decousas perdare, af6- dade no facto de ter estado scmpre, desdea pri-
gura-se- os umrn erro gravissimo, tanto mais quan- meira vez que tomei assent nesta casa, ao lada
0 do nobre deputado polo 7o district, men distinc-
to, em desespero de causa, a populaiao menos to college, amigo e correligionario. Entret:,nto o
pensant- pode cbhegar a excesses deploraveis, que ever e a justiga forqam-me hoje a combater em
entretanta teriam uma certa justificativa n esse terreno opposto Aquelle em que soe acha o nobre
deputado, (Apartes).
abandon dos poderes publicos por urnm assumpto Eu faco justisa aos sentiments de S. Exc.; es-
de magna importancia. tou conveneido de que o nobre depuitado pelo 7o
SFelizmente, e dizemol-o cow certo desprendi- district nb otern o ialtuito de levantar nos ar-
Sd raiaes liberaes a bandeira da dissidencia, hoje que
monte, a Camara Municipal do Fecife, e mais re- todos os amigos se congraagaram, hoje que todos
centemeute a' Assemoiea Provincial querem se oc- os liberals estiao dispstos a pugnar polo princi-
pio ii tgral do seu partido.
cupar com o problema, no intuit de dar-lhe solu- a do sn m mib.
** DA BANCADA LIBERAL Apoiado, muito bem.
qAo, e a primeira corporagado desde aiguns annos #-F JosA MAaIA--Devemos ter L hea- present
que tents resolvel-o, embora sem resaultado, gragas A n rzoria os diasabores e as vicisasilales poraue
o e u s s tods n6s, de ambos os lados em que oe srhccio
ao predowmino de uma vontade superior A suna. non o g'anude e grneroso pirtido liberal, passa-
Como, porsm, resolver semelhante proble.a mosa s; e eu estou convencido de que S. Exe. por
de modo satisfactorio? A resposta 6 difficil porque ura questi.o insignicante, por urnma qi-A.to de no-
nada..
complexes sbo os factors em que ella assenta, corn o Sn. LouxNcO DR Si-N.Ao ach o assi.n.
plexas ato as condigees do sou enunciado. Todavia 0 SR. JCS. Mai--. -.. nao procurarA abrir no-
sn agd m s a s vamente scisao entree aquelles que combatem ho-
se nos augurspssivelumsdot; d.ourme,)sareseol-e .dd
IJe, arseirentmnadas o unadas, a par-tido adverse-
vel-o pela fixaglo de urn prego maximo para o ge- (Maito .bem). Eu eatou coavoncido de que S.
nero, ou pela concessiao de um privilegio pars o sen Exe. foi sincero quando declarou nesta casa, por
feroecimento. occasiaoa do justificar o seou requerimento, que o
o ad a do i d t a soeu penaumento era apenas abrir margem a uma
a Detfrmnando a lei do 1r de outubro le 1828 justificaco ao acto por S. Exc. o Sr. president
que ndo sejam taxados os pregos dos generous; da provincial praticado, afim de que nao fos-
nao p6de o primeiro meio servir de prompted< Pro- semos to-madsdes de emboscada p-los nobres depu -
ios e afm quo a Camara Mniciapal solicited e a tsdos que se seoatm na bancada oppostas. Mas
mr Mu p t e permitta o meu ilfstre amigo e correligionsano
assemblia geral legislatva dec-rete a exeepcao na qune en diga o ser este o mei maiuans aardo
lei; e isto1 todoe o.aanbem, do ue'po6de congirl de proeeder 8. ENc. on outro qusalaier depstado
Bem deloBa que aam peiiosas, qu Oupe Ingar nesta baneads; ad ijdevliamo
or d Uega, oqua sa Mpernicious. espeaq os artaia.contrari levat e
SResa o ouut ms- ooneauo do um pri- q datoi oaslarmaa -r et o fel s os s -La
vilegio ou mI --.-que perfeaonte na g Arim Sr .4_ ar Pm ut= o &no lm a -1
alsds da AmbMa Provinbia, asgra em fuse-- _ee jautifiativaa do ma p eMeo...
oioamnato, doqe Usai laseoi mulo m vea, votO U,, E UI-DtitoL= "I
b&a b e a mob remantemm s om 1878 -9 1
e66Ma we0610 b AM o so prednuise sits o &IM e (MiNli^.
lei a. 14or *ItaevoSSa. O s. Lo0 m16 &Waf

tj 6
's t.

,'- 4: .'..


be Snria & JiLbos


I' SB. JosE MARIA-V. Exe. esperou muito tern-
STanto melhor! Este silcncio por part dos
ssoM adversarial era bastanto pars V. Etc. s-
mpcnettisr de que o acto praticado pelo presi -
Mte diia provilcia, e do qual se pedcm hoje ex
licaoea, crsm justo a razoavel ; e tanto assimi
0 ue s nosres deputaidoa que fazsm escarce6o por
aiquer ,ousa, que se levantam de suas cadeiras
a itt'rar censursas terimunuiosas ao Sr. presii-
te da provincia por qualquer acto, p1r maie
nigificantea quat stj-i, ne in uin:a palavra tivurain
ralncrimin..tr o presidents plAa reform da ins-
roal o public.
Ora, so cste actor tha sido petrfitamonte fci-
tinha'sido f-ito de accord corn a razao e cim
juatiga iias raias traqaJas plti lei...
O S. L,'.uaiErE n D SI -A iinprCnsa oe'up)u-.ie
dito do tatto.
o SR. Josg .MAlu.IA A imprensa occupou-se maui-
q do f icto, 6 verdade; isto 6, a iunprensa conser-
.dora ; maW a esses artigos foi dada respi.ta ca-
-nos--Solicitad.)s -do Jorial do Recife e o
proprio orglo conservadur dissidents A Trituna,
eufondou o act) de S. Exc. o Sr. presideate da
jrovincia.
0 SR. OLYMPIO MARquEs -Ain.la nalo li artigo
sig im a TribUana nesse sent ido.
0 Sa. Josa MARIA-Affirino a V. Ex.f que o que
aeabo de dizer 6 a verdade.
(Trocamn-se apartes).
So fact, repito, de uao haver neihuin deputado
a b.incala oppostaI lev.inta.l-) a sua vcz para
tinsurir o Sr. presideut- da pruviucia pela refor-
ma da iistrucio publ'c.-, era bastante significa-
aivo, bastanteimente t ljueCatc part coivencer ao
tobre deputado de que erain infuadadns as trgui-
q&es lovantadas p.''o orgao cuasurv.idor, porquan
to nilo tinham echo:tdo no es irito dos nobrcs de-
putados pert .ncentcs a ease partido.
O SBa. LouBRNgo nrD S d i udu apart.
0 SB. Just MARIA-NinguCm fariaa m inenor con-
aura ao incu honrado amigo por aio hav.yr pedido
muformaq5es sobre urn actor praticado por umrn pre-
sidente do seu partido; mas quando ass;in succe-
desae para S. Exe. satistazcr no minais exigente
bastava observar-lhe que o acto fora tAo legal, tao
perfeito, tao just que ne uia s6 dputado oppo-
ticioiista ae oecupan.i do assumpto.
0 SR. LouaENsoo ID SL.--Isso nuao raziL,; nad i
teu o que ver com a baueada conservadra ; como
siwtudo cumpro o mrieu ever. V S. quando aqri
ae -anfestava emr opposiilo nuuca csttvo a es-
pera do s conaervadores.
0 Sa. Josh MARIAt-Nesaa ep)cha era eu oppo.i-
ciouista. Qaaudo fui d.-putado na priineira legis-
latura o partido conservador ua.o estava represen-
Lado aqui, a Assembl6a era. un-nainemeate liberal,
mas o partido estava fracciouado, porteaceuda eu
bemrn coma o nobre deputadj a dissideucia, mas
puando eateudia dover tazer arguig9es aos presi
ientea dia proviacueia uaj. cspirava que da ban ada
;overnistaalguem so levantasse para pJir infor- 4
nacoes.
Sende do omew dever, como opposiciouista que
ira, fazer arguigUos, eu as fazia A luz do dia e omn (
ida a franqueza. 0 nobr- deputado sabe perfoi- i
amente disto.
UMA VOZDA, RtNXCADA LIBERAL -0 autor do reque- t
riAento declarou que uao era opposicionista. I
O SR. Jos8 MARam-JA declare que asim o acre-
litava, que tinha a certeza de que era esta a ver-
lade, e por isto mesmiano estavra demonstrado que E
aleo competia a S. Exc., a despite da su a boa in-
BgAo, apresentar o requerinento que or-a e dis-
6*;dLi'4r8.B iw. uS hem iboaqe .. Iw
'imeAto de informa90es urnm requenrmento de op
>OO&VAU. r
Qunm asutenta o governor e deseja informae1s i,
;olhe-as particularinente.
Eu nao posso comprehender como e quo se apoia t
D governor e se faz opposing ao ma mo governor. g
Eu gosto muito das posig6es dofiuidas e fracas. n
Eis o motive porque eu digo que o nobre deputado v
oelo 7" distrieto, moaeu particular amigo, se acha um
oneo embaragado nsa posigio que occupa actual-
nente.
Eu quero que se seja ou governista decidido ou c
ipposieionista franco.
UM S. DPUTADO E nao p-de haver urn meio
ermo?
O SR. Josh MaRIA-Nao sr.n amigo dos meios
sprmos, porque como jaidisse, eu gosto das posiqaes i
lefinidas. Causoa-me, portanto, pasano o proce- t
timento do nobre deputado polo 7o distrieto, p'r-
|ue ate hoje S. Exc. havia se mostrado sempre F
ranco. Eu sou da opiniabo d'aquelLes que estcao n
anvencidos de que nao pode have lealdade, onde
ala ha franqueza. 2
Eu quero que se seja ou francamentoe governiira
uu entio abertamento opposicionista. Nao posse t
ibsolutamente adaptar-me so meio termo de qu' V
ailou ainda ha ponca o nbbre deputado que han- a
-ou-me corn o sea aparte.
0 SB. PaEnIA DE LDBas-Mas nos nabo estamos d
'qui pars fazer politaca ; estamos aqui pars curar
io bern eutar da provine'ias .
O Sm. G-oEs-Sem divida. a
O Sa. Jost. MARIA-A esteoapaite do nobre de- v
pntado eu respoudo que pode-se muito ber fazer a
olstica, tratando-se ao mesnao tempo do int resse
e bem estar da proviacia. n
O Sn. PEREIRA DE LYRA Mas o que ca v,..i- i
olatica absorvendo tudo. e


O Sa. Jos& MARrA Eu nao ettendo qlue pl) fac-
to de pcrtencer um deputado ao mesmo partil-s a
que pprtenco o presslente da provincia, seja a to-lo )
o trauso governista, nao; quanlo se chga :Ai con
vicego de que o president da provincia, dc-legad,]
director do governor, affasta-se do cumprimento d-.
seas deveres e segue uma vereda errada ; quand, -
mostra-se contrario ao desenvolvimento e b-m
star dos publicos negocios, 6]dever dos bons cid--
dos oppor-lhe viva e tenatz resistencia. Quando, s
porem, o presi-canteda provincia desempenha fiel- r
mente os seus d-veres, quer no que 4 concern.'nte c
aos negocios puramente administrativos, quer L
naquillo que diz respeito A political, cumpre as (
seuas correligionaras dar-lhe torea ; umn presid-nte I
uestas coudiqcos merece toao apoio, today confian(;a
Quero que se f qa opp3sivab, quando ella for mine-
irecida, tima opposipao que assented n'um principio (
justo, havendo tola lib.-rdade e franqueza:
0 SR. PERRIUA DE: Lys-A Um home por melhor
boa f6 que tenh:t, p6de errar
0 SB Josh MARIA Neste case apnte so o err.) i
O SR. PEREIBA Ds LYRA-Foi justimeate o que o
fez o nosso college o Sr. Lonrengo de 8a.
0 Sn Josh MARIA -.Nao ha tal: allegou, mas
ato pr .vou. S. Exe. neto siquer demonstrate aonde
estava o erro.
O Sa LouRmno DR SL-Demonstrei perfeita- i
meute. E coctinuarei a demoustrar logo que V. i
Exc. acabar.
0 SR. Josh MARIA -0 nobre deputado collocou a
questa> n'um terreno inteiramente divers d'a-
qull!e em que foi collocada polo illustre deputado
polo medium district que eu rcprs-ento a'esta
ca.9. I
0 nobre deputado polo 2* district, que occupa
lugar muito diktineto nas fileiras opposicionistas,
eensurou o acto do president da provincial por te-a
rem sido nomerdos prolessores indjviduos qut nao
estavam absolutamente na altura do sel-o. I
O Sn. LouO DRE1 S--Essa 6 unma questlo pa-I
ra miai odism.
0 SB. Jiu Mea -O nobre deputado peolo 8o
distieo, .porm, erom a sus palsra hereulea, pal-
vTriucB um <aaouament o wbn boputado e ornom.
pgaw"if de Ntit. i Emxc. T p ovo xhs*".
temente qu tdos pW g.rofeoare
a cvapaidsde nwoessruipr xrero~ii
T an todoe dg=1de i i

6uefTc; -S.-ewad a~w irel d a
0 mM 0 ee ed s p T


maiores quo escjarn as hab litaQ5os dos alurnn s-
mncstnrs da Escola Normal, nenhum pr.) certo exce-
derA nquelles que foram noineadus pelo actual pre-
sidentu' da proviucia; neobhumn dIles serA capaz de
avmatj'-ir-ase em conhecimnentos, mostrando apti-
diCo e do.tes m iraes de qiie quahlIer dos que foram
mnour'ados pur actor de 6 de feverciro.
Do muiro que disse u nobre deputado pelo 2
districto, tu.o est.A destruido, nada perwanecc de
p6. 6
Passarei agora a asponder ao nobre deputado
pelo 7-' district. S. Ec. disse que o president
da province;a devia ter umn certo escrupulo em fa
zer a r,'f)nrma, porquanto a Assemblda Provincial
havia cuncedido autorisaqao nao a S. Exe, mas a
um dos seus antecces.ores, ui-j t-Ado, entretanto,
cstc se atrevido a fazer a mesaa -eformna.
() Sa. L'tIxa.' DEt Si Nio foi assim que eu
disse.
0 Sit. J,.sL J.tarA.t-Ent., a Atscinblta Pr.vin
clil aij ant risou, porveutura, o p t.nUiite udti
proviucia, qualquer que tasse, a retrinar a ins-
truc,'.! ) abica, mas o .n-.ute a cero ae lct.-rmi
nado presi lonte ? Oude foi o nobre dcpirtalo des
encavar e.ta novidade de Paris ?
Eu pasino, seuhorcs, ant.aL certus juizus emitti-
dos n'eta casa, masa t' ,-i-sletido o u conceitu que
f'-rmo do to )s os ineus illuistrs -uillegis, qu ; feu
seainpre ni t pCr3u tsao Jod 4,1- e m.--u o defoito ; de
quo s-u cu que mal co)mprelit'lo lestas cousas.
Qu:il foi o pensamenr'o da Ass.cm'jl t? Melhuroar
ease raino iinportantissino do s',(rviio public. A
Assminbilea ao determininou Pci podia detrmninar
que a lei fosse executada pelo presidente-A ou
pelo presidIente-B. Se era boa, se era util. se era
neceosaria, pudia e devia ser executada por quem
quer. que estivessa dirigindo as destinrs d'esta
province.
Pil) f.setu *..I no t-r podJ ,; I pul.a estrs-ite-zA do
tempo, encarrngar-se d'et'ssa missao o honrado Sr.
desembargalor Freitas ; pe-I) ficto de nao ter
querido, ou m-sino nio ter titlo tmnpo de dar lxe-
cugito a este dispositivo dtie lei o Sr. Sancho Pi-
mentel, 'at.iv.a inhibindo ,le flzcl-. o illustre Sr.
Dr. Augisto Leao ? De cer'o que nao. S. Exe-.,
membro d'est t Csa, que concurreu corn o sea vo-
to par.a a autori-anao, que conhecia a urgmnte ne .
cessidale desta media, eatava perfeitamente no
caso de fazer executar a lei, retormando a instrue-
OAo public.
O Si. LouRErvO DDE S! -0 nobre deputado entao
nao me comprehendeu bem. Eu disse que S. Exc.
nato devia ter feito como fez, augmentando a dos-
peza.
O Sa. JOSa MARIA Eu a irei la. Diise mais o no-
bre deputndo que a autorisaqgao fura restrict, e
que, portanto, o president da provincia exhorbi- ,
tou de suas attribuicoes, usando do antorisasio
polo modo porque o fez.
Eu, ao contrario, entendo que a autorisa;lo foi
a mais ampla possivI, p-ddndo S. Exc., se tivesse q
querido, exceder emin mato a i que fez.
Pelo menoas foi esta ai intenao dos autires da
einend-i apresentada ao project Ie orqanMCnto, e
que toi convertida sa disp-sig.io que autorisou a
reform de que se trata. (Apartes).q
V. Exe. uto pade saber mais do que aquelles que
tiveram a idet e fizeram a emenda, os quaes fo- t
ram o illustre deputado pelo Ia district, o Sr. I
A.maro Fonseca e o orador que occupa a trabuna. t
O Si. OLYMPIO MAsQUES Mais ainda mesmo as -
aim o president podia alterar as entrancias ?
O SBa. Josh Mita -Nem rests a menor duvida. b
Ma vejamoas em que cermos 6 coancebida a an-r
su-isaqoi (10):
o Art. 5.0 Pica o president d t prv-wineia auto-
risado a retormar a indtrucgao public, revendo as
eis e regulamentos respectivos. b
1. Por essa occasiao seri'r alt-'radas as en-
rancias, suprimid- s1 as eadeiras n cassarias e res-
gulados os vencimentos, telnp) de graticaeiAs de o
aerito e aposentadorias, de modo que melhor coa-
enha ao desenvolvimento e serving, do ensino pu-
>lico.
2.0 Em igual occasiao poderio ser nomealos
ado president da provincia, professors para asz
;adeiras vagas e que nao se supprimirem.*I
VO-se da leitura do art. 50 e seu que o pro-
ideate tinhi ampla liberdade. d
So a autorisagto se limitasse ao art. 50, ao con-
rario do que suceedei hoje, diziam os nobres de-
autados que o president da provincai s6 podia re-
'er as leis e rr,-glamentos, carecendo de conpe-
encia para tazer nomeag5es quo rocahissem em
essoas estranhas A Ei-cola Norm ii toLn-ir outras
nedadas. P
Para impedir este juizo admettimos as Io e d
t0, que deram maia last rio a autorniaioa. ti
Eatretanto, os nobr, deputadas, a despeito de 0
amanha clar-izn, a ,lsspeiro -Il ti Its as precau a
ies tonalIts, eonteLtan qttu o pr,.siJ-Into tivesse
utorisagabo para fazer o/que fez. u
Mas a qse f,'z o presid.-nte las ni estivesse d
eantro dos liitittes d:i aut.nrisay, ? d
Pelo art. 50 cuanpria-lhs rever as leis e regual- q
ofntos e elle o fez ; p-los 10 e 20 eompetia-lhe d
Iterar entrancias, supprimir cadeiras, regul- r as
'ciairasentos; o tempo di. gratafics,;:io de merito, e q
- amoear profossures.
0 que rnmes tirernam oa nobreo ,lputaloa ? Quc d
s'-is anplia liberoi'd qunria'n q'" losses dada? b
3-n que exedeu o president" '? Em eomas. alguma F
, avs eontranao fieou nauito aqai:n do qae podia fa- n
ier. V


0 president di provincla, tern, san ser neces- d
iria aut -risaq.i ,) desta casa. conp't-tocia pars no-
near professors .Itos titulados pelt Eseola Nor- d
nal e a autoriiaCio que Iohe concedeuo lei, foi fi
>ara que podesse fazer justamcnte o quo fez, pars hi
iue podesse nomear professors pessoas estranhasa o
A Escolt, Normal. (Apartes), M
Entret'-antoi, S. Exe. nomeou tambem muitos titu- p
ados, P o s outros, que nao tern titulos, em nada tL
,io inferiors Aquacles, ontre os quaes ha muitos b
,eeonheei-lamente habilitads, que estao em con- re
li,.5-'s de honrar a magisterio, mas ha tambem ft
nuitros que nao estaio, absolutamente nao estao, no ea
raso do leccionar, porque careccra ainda aprender. el
Esta 6 a verdade e de boa t* ninguem ousarai s
eontest.Ar-nme. F
Disse ainda o nobre deputado a quem respond ms
que a autorisaqao para a reform de instruccao 41
public foi dada em virtude da opiniabo emittida
so seu relatorto plo Exm. Sr. desembargador ti
Freitas, quando mostrou a conveuiencia da sup- sa
preasao das escolas nocturnas, querendo corn isto g
fazer crer qua era ste o fim nexclusivo d i autosr- u
saqAu. g
Enganou-se redondamente o nobre deputado, r
pur, uanto n6is na sessao passaida jk tinhamos to- 1I
na.lo em c.-nsideragao ease alvitre lemrbrado pelo
Lustre Sr. desembargador Freitas; jA tinhamos
supprimido as escolas nocturnas. cd
Ve, portanto, o sobre deputado, que a autorisa-
eao nao ligava a este facto, r
1) SRa. LUbHAENgo D SI-O descembargador Frei- o
tas, usao se'refere someobte as eadeiras nocturnas, n
ref'rpA-se a outras, res io-se a cadeiras quc se F
uchavam vagas sem ter quota. n
0 Sn. Josh MARA-O nobre deputadb, fez ainda
question e questaio grande, um verdadeiro escar-
ceu, enm relsAo a alteragqo havida sobre as gra- p
tificaaflms disse que at6 honstem ,6 tinha direito
a percepiao da gratificagio de merito aquelle que p
tivese s requisites exigidos polo anterior regula-
mento, e vinham a ser, alem de 15 atnos de effec- d
tvo exereicio, a assiduidade, zelo, ndo commum ; p
e morualidade do professor, confianga publioa de
sua aula, revelada pela grande afflhencia de alum- a
&% e aproveitamento de=te comprovados palos p
exames annues, podendo comprtir taimbem no en-
p rat ito dado oondigoes dos arts. 48 e 50, g
df dOoo deaeho"o de innao noa terMoo do q
fey g1^ a fndalQ.d~uiza eseolar e nuas
*SeWiStt mt.m7 ns.a4e6;n a
'P o de eobM Wte sobr matea doe esi- .


no na, aul si primaries ; em service prestadep
maisa 5 raianos no conselho litterano a qe
quier outras de urdem superior em bedefie 4r
iasrru: a.lo u:mblica,', ao passoqne hoje teri dirit
iqullalgratificaiao t,,do professor que attiag:.
lquellh' tempo einbora aera merito algam.
0 nrbre depudo labors n'uin verdadeiro eap
no: nqm.noc dominion do anterior regulameatl
aperto.a'f'o grande c nem actualmente a fc
;idl-sIhfniso V Exc. supple.
fats, raisimno 6 o professor que peroebe gra
tificaq.lo de merito, tendo-o effectivamente deoae-
cordu sd um que prescreve o regulamento, semn
que a inao-r p.irteic eidaiumn requisito tern ales Cr
tempo de icreiieo.
Ns teri c devcr- de fazsr Iis para soerema
cutaa-a e !.,Lo p.ira inglez ver.
) nchre :e'putado sabe que a palavraml
nU lihyptlah -: .ra urna verdadeira burla.
0) w- ,re putado sabe que t)duos os professuoa
Zi -'.xi pi; I' dun sa, quan-lo attingiam o praw
,.iai lei, emwl ra scm meto axlgum. requeriam
.-raitificAu iciil, ,anrum, os que na n aobtinlmhaa
cat,-s Wie.-i i, vihamrn obtel-a mais cedo ou ass
t'tr.-,. A e.'.i.w era do persistencia, de tenami-
,l-i lo.
Sc n;.o o inhaiilrs u presidrate a, b ou c, obli-
iiha n d ar iemalr i.
V. E<. -l.evi:t ter erguido o sann pasemis
pna -atigaitisar o proceoimento da asse-bMl
qu.i-I., eori.-g.l. "r :ificnt de inerito a diver-m
prs-A, isre: cauj.a pretengaes tialiam sid o ,1'! -
t>as.lidas p.:" rivers i presildent'.-: entrc os quaM
profcsstrc- -iuc tmtiliin pessimas inforna,'a,,,s d
das pvlsa i -.'j-'tivos c.iselhos litterarios.
V. E:c. -\ >- reeordar-sc de qu,' por timn v3ta.
aum b;, paois ijLu crnamtsu sendo em seguida rogoi-
t.ad. a 'mewnd-, deiu eats Assemble6a d en-
c,'dcr a gr'srifi:-ajio a una professors estate cap
talI, cij 5s isuiorm:iges';3 eram pessimas debaixo e
cois o0: pout)., dc \i.t;a. C juc, C. s.ibido, chasi
'ia e mio, miuha cl/a a men lIhW.).
I) SR. DEav- r -u E aui ha disto ?
0 Sa. JosL Mtat E osubr:t ainda. Coinpre-
beade i. cas-i ,luc -a tinha razmio pra aflfirmaw
-IM' ;riin de iter-se .i gratificaclo de 15 anna .
mnerito -ra unit; p-tla-vra para ingle, zr.
0 SB. Loa:::N-.-', sn: S.i- Nao apoiasi'o : prAu-
zto resultado : eu provarei a V. Exc.
0 SK. OLYMPtO MARQUES- Nesta quadra a pm-,
lavra merit 6, para iuglez ver.
O SR. Jst ,9 s.ui-Et nios respond ao apirW
ido nubre deputado.
0) Sat. OLYM;.'Io MAuQLLs- E' ;rrespoudivcl
0 OR JOSE MARIA- Se nao vile nada a pa&-
era meiito nebta situba;o, minto menos vale'i aiL
situaaL- pissada P.iri ,-, veo 11 i nobre -l'pi-
tado, qr.'tindo -e sti diacutindo sriamintete. Cm
cusas 'aomo nst- ?. Purque eac tu o meter a
jqiestau pequefiln-.., A. iuetao de p-.litica? Pa-
que n, e tranCiet sitaiceroa coma eu ? Plorqae ra-
iao nao diz c.ino eu que pars a gratificag;o nas-
c-a se ex:igio ni erito, quer nests aituagao, quer a
tituaA,, passSada.
0 Sm. OC.1Y4'i) M NaQ':-'- Eu hei de mostrv
iue Uesta bit vao ri0') h.I.
O SB. Jo- [.a.A- Se alu ha. merit nests.i-
tuaclo, d'ist eu!pado o inspIetur d- Instruca,
Public, qu, --orreligionario de Vv. Exes. -
to hoje nio w, merito entire os professores e ha-
Vit no lamiti. con ervador ?
Pois nueax -se do inspector da lnstrucgio Pv-
blica, snde ; mab corn franqueza, deixe-s de ati-
rar por tras d pi de pd, Porque 4'h rwvm
rte cho.e nad, molha, estas meias pala Muas, m
censuras de envolta corn um que de mystmerio ?
Vamos ; atqaie o inspector da nlatrucglo Pm-
blica, ccnservador. mas adepto de urmas polifia
arga, ciractce distinctissimo, almna nobroe gae.-
osa, do uma .ptpidi,. srara para o cargo que exerca
ilhu de umdns homes de intis prcstigio no se
'asrtido, de unau gloria traditional do partido cam-
r-vador.
Poin, trnha o nobre deputado a corae.ae de U-
er que elle 6 traidor ais sumis ideas ; pots dig qa
2o protie bemn o Dr. Joao Barbalho, mas iga-
iberta (1 claramente,
0 SR. OLYMPIo MARQUES 0 que 4 que elle po-
le fazer corn relago ans president ?
O SR. Jos Mazs,-Deixaro lugar par mal --
setter-itoe as exigencias desarrasoadas, pars af
anccionar aquillo que niao assents 0o que ejuOt
agr-adaxel.
Alem disto V. Ext. love saber, V. Exc. Bash
eerfeitaineste, nenhum presideomte nesta situagl
eixou de ouvsr, em tudo que dii respeito a ia-
ruegao publics, o respective inapectur ; nluhm
exsbauorou ; neohum obrou seo sew ser at
coordo e corn sun approvagao.
Deixando este incident cootinuansi. Disse *
obre daputado, meu iblustre amigo, Sr. Loaurensg
o Sal, que ate. entao a gratificavlo so era cones-
ila a q(em tinha merito nos ter-api do h'i, u
ue hioje par.- ubtel-a baita que tenha lb ann
e effect vo c *'sercacio.
Emgaria-se S. Exc. Antaganse.te quaquoer
ue fossa o procedimentc', qua-squer ,iue f(sses
s habmi taLcs dos pr.)fe-soreo publicos, attingia-
o -iles o prasa det.'rminado no regulamento, eo-
osra teoJo n ,tas toattra si dadan pela Inatru gs
'ublica, obtinhitm as gratiScsgos de merito, so-
alo hoje, aw:mnhnii, seno dos presidentes dao
,lcia, testL-i Assemblea, cow vota dos liberses u
os conaserva- ir.es.


Mas ioto h -je, em vista da reforms, nto su 9ce-
e ; se naoL oe exigeo merito que 6 um.t cousa di&-
cilimade pr.var, como mui bern disse o men il-
zstre college e amnigo deputado polo 10 district*
Sr. Eesrvie de Oliveira, se hoje ono se exnge *
aerito, exige-se, todavia, pira que o profesas
ossa obter a gramtifica*e, quo elle nao teha co-
ra si una not ias Repartiagio da Instruaego ;a-
lican. [sto 6 mais efficaz, isto p oduz melhors
esultadc's. Nao se pode exigir mentor de pro-
assores publicas ; merit verdadeiro ma.i pouae
itto em condicoes de ter ; mas dove-so exigir qu
lies na) tenh iax notas contrarian, notas quo Iha
ejam prajudieiaes ona RBepartigAo da iInutrea
'ublica, o que quer dizer que so o cumpridaoes do
eus devsres, que tern a aptid-o necessaria pasra
asino.
)'ahi tie deprchende que melhorou muito a ii-
uacao, d'ahi se depreho-nde que nem t odea os pr-
eassores qus attingirem o praso marcado polo s--
iulimento, tera-idireito A gratifieaeuo, mais -
ente a(iquelles que bemrn houverem exercido o ma-
-isterio isto vem a ser o mesmo quo dispunhx e
egulamcnto anterior, ou ao menos o que nas mae-
haor hypothese se exigia. (Apartes)
O que 6 que se chama merito ?
o que 4 que se pede exigar de am profeseswo alIA
listo ?
O prof i-asor que hover cumprido o sea dever
igorosamiente, sem que tenha transgredido a lei;
professor que nao tiver procedimento wA qua
ato tiver emfim uma nota contra si na Inuflegl
public, .- isto no long espalo de 15 anoa, teaM
ito merito ?
Poi eniAo o que 4 merito ?
Qua mais do que into pergunto novaum II
ode exigir de um profeaeor ?
Houve apenas, Sr. president ura makeraq 4D
hrase mas o sentid eo 6ommao. E fta I
Ao tern sna raaio de Mser: a, Ipaliwns nM
levis desapparocer do regulated p -4S 1
arodazia rnarultado al .
0 SBa. LoUmaUQo n iD -QMal ifio ammil /
L fiaulas da prviaia? Augum to &

oA8 ,Ioid aVnWWROPa-- mMW
O FB. Joo tKai -Aocetralk'Aen
-uando 1-i'im- et a t-% p- u I
.nMos, o qug isp bvdu 1, OM P"
Mus de 3R 1 1m -AV M. s ago
PMana de (I e 8 em 31Q'


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\ bt discipline 6 a alms da escola, e consist
principalmente no conhecimento particular que o
professor deve ter dos alumuos. Para dirigir as
prianasis 6 mister conhecel-as. A base d'essa dis-
siplina deve ser o amnor.
O professor j:w: se :pplicar a conliecer at ",nde
chegan os seu3 direitis, ess citnprir' bemrn os
seus deveres.
Urma boa organizaito escolar dove er o primeir.)
cuidado do professor.
Organizai corn cuidado a vossa esc'da, fazei cum
que essaorganizaqo se basic na pro)ria natureza
as cousas,-e tereisa alig.:rad) a ,tavelmnente o
vosso trbalho. Vencertis 'l)-)ii c )in prmptidi.u
os obst-iculos, encontrareis fic'li lad- n.a esecuqvi
dos methods novos e proces'os de ensuso.
Ao inetar a sua cirreirt, ao rom Lir o seu lugar,
o p ofessor organiz-u'i pld.igogcamrnrte a sun es-
cola,- .rr:ntz;(:o tofr 'm t,.Ia e quiIalquer cir-
cumstan-cia as5cutara sobre eotes Dontos fun la-
mentaes
A clh s;:fi.s:,.',, drp :,lumnos;
A ext, -in 1 int?,siiaI: quco iroverA ,lar aq pro-
gramma lit. 1i, f.,r ommncuttid ) elo Est ,do, ou que
elle elabra';r sS Liver esse direito ;
A divisalo das materials d'esse programma polo
kborario;
A escolha dos meios disciplinares.
Emquanto a classihica'io dos alumnos, ella de.
pende:
Das disciplines que se ensinam na escola
Da idade das alumnos;
Do sou estado dic adiantamento na occasiato da
matricula.
Temos pois o eusino iuicial, o m6dio e o superior.
Nas escolas regidas per urnm 6 professor a divisio
n'estas tres classes 6 a que se nos antolha mais
proveitosa.
Na occasiAo da matricula, antes de classifieado,
0 alumno devc examinado pelo professor; al6m
d'este exame, haverat de tries em tres mezes exames
de frequencia ou de pissagem para o effcito de mu-
danva de clasqe.
Os exames fines estao estabelecidos na lei de
1878 e sio feitos emra public nai uunicipalidades
eom assiastencia dos inspectors ou sub-inspectores;
sAo elementares ou complementares.
A extensao e intensidade do programma consis-
temr na parte que do programme official, que 6 a
o professor ter!. de ensinar ein vista do adian-
t lte dos alumnos. Se a eseola A livro o pro-
or eseolherA o programmna consoante a indole
d'ssa eseola.
A diviejo do tempo consist em marcar a dura-
W qu cad exercticio deve tlr corn relagio as ho-
u s determinadas pelas camaras municipaea. E
f tmpre attender-soe n'essa divisao :
Ao tempo;
A's d'soiplinaa ;
SAo esforvo que se deva empregar.
S (Contiwna.)

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; presa, 1,eaapi partindo 5a baneada
oppawt, &4estad(Li quo fan o paliB;
-,. Vamos, pois, a*R acereseuno dsc1 ciaoieata econ
;":1 to? de r6is.
.... 0 S. L.outcNa D D 81-0 Sr. BaraS de Nazt-
S reth hntea confaessoa que houve esse angumaegto

ar0 Su Josi- MABMIA (parao Sr. Bmrao de Naareth)
-V. Ex4. coafsso isto?. No possao-:crer, pur-
qua si que, V. Exe. eat-1, pmrfotikneute a par 4a
rar ade.
O -Q lJ&imZo Dis NsAs.gian---"i o aobrs depum-
i tdo pel 7 diatricto qunm o, diase ; oeu na) podia
Baunca confessal o. ene dixl.o.
BE(0 SB. LODU InO DR i d uLa iaparte.
Q- O SR. Josik MAuIA-Sr. prideatc, naem uama
et4eira, nemr uma s6 foi craeda -polo president
% .-da ptoyincia ; na reform da lastric'o Pablica
aubhsiatiram as mesmnas cadleirias que ent'j h:t-
'- vials.
Portauto nao honveaccrtscia) Jdo m real. d-
S baixo deste point) do vista.
0 Si. OLYMPIO MARQUSs-CraiO qae V. Eaxc.
S estiA enganado.
) Sn. Jos MNARIA-kffirlno ao nobre deputadQ
II.i -que aom tuma s6.. cadeira foi creada.
o 0 SB. O.LYMPIO -IARQUe dA umn apart.
-0 Sa. Josk MARIA V. Eve. sabe que havia no
*pequeao edinsignifiqante povoado de Itapissumna ..
90 8a. OLiYMPIO MARQUO Inaignifieante, n.lo
) apado, prote.-to.
~0~0iR Joft MARIA- ... umt cadeira do sexo
: masculine e duas do sexo feminnino.
0 preisdenta da provincia cornpreheudendo qm''
Sera -sdisncess3ari antira;aeeate dsneoessaria ;a
72, -2 .cadeira de iastrucylo pnriwaria do sex) feii -
: i .auto delItapiassumns,..
O SR. Or.mPIo MARQUES-Eutao o (1 v r dell'
era supprimifl-a.
0 Sn. JosLU MARIA-E eflfcetiv,4wnoute assiuni .-
ria pirocedido se ao naicsina tempo nao tivesse
eomiprehendido qumo, a l-eali-ade denomiwada Ei-
Ir iita Nova, baslante populous, oude ha graade
asi-tin'a -'I ci't3is, oud-e hit muias.cria-ias e por-
oncie vai p issar brovemente umam linha ferr'a,
d'onI'resulta que era ineontestav.lmnente grand'
ineromrnento aquefl localidade, tialnhi inpr-seicindi-
aUel mit 3ssidari .I. tnint cadetrc.i.
0 que fiez o pres!deute ?
Traou de uma l;)cilidade,.oa.de Eadd-eneessa'riia.
urna cadeira para a colloear em out-a ondciera
rra ela precisa.
Ora, s-abhorms, utn presildiato ie -pr-)netJ.- as-
aim, uao procade be:n, n,') proe.-le cin).tio o
crijterio P.e celle, por veutara, com justi-, me
rec ,r censuras de quemn q'ta-' que aeja, e princi-:
palmente daquellms quf pert,,nee w sen p1',r-
tlid ?
Mis, reatando o ,fio, diritaue lc.a umra sBO rU.-
S deir L foi cr.:isla. PRmtr,nto debaixd desto ponto
de vista naio houve o ma'nlr aocrest.imno de de-
pezi. Deraim-se, entretant), as ','aiat. ilte
raises : Daze caem;ras d,11' eat: aicia passmn'am.
a.2a, havnindo um ;c:r- sim de 100A emn eada
ra, o qat imrpurta ema 1:2)03; houve inais mn
accrescimo de 1:9094435 ra. provenienteAe 11tl
qae estavam send regidas por contraAto, e cujis
profesoraes foram nomealos effectivos, passaa,.),
'portsinto, a pereebnr 1:200)S qutndo aterior net.
te peraebLan,, term rnm6dio, 1:026$415 ; tres ,(i-
tmt de Ia eatraneia foram elevadas a 3a, passan Ilo
de 1:2005 A 1:6005, havendo, .p:irtanto. um v:-
Pr,-aeimoo de 4005 para cadi uminae quo imp')rt.
u;'lm augment:) de 1:2005 e umtn, di 2'-eitmnciI
pasi-ou a 3a~accresceado 400A.
F ."i ,-te unicamente o augmento qua e dum
impa f;ado todo em 4:6095435 ra.
'i-as agar, a diminuiao. V'iatc sets e ,
deirma q,, .tawn 1de 3a eutraucia passu-r&'n am2a, ;i
qaue iuzqpotou,,min iaf di nmanuia? de 7:809$1)a:W
qriORtO emi cada uana fez-ie economia det 300D ;
ti0 t ti'num dle 2, passarain a la, fazendo-se oc -
ui!aimiA de 4:0)0>, porquanto emcaar arima limni-
uuo s- 100a). T,,mos s6noente nestas duus verb s
1 in1-n.iConjaia de 11:8001), d-s caja quanfia d !
diiaa:!o-se o angmento que, com o ficou demn-i
t tra-a, ,foi d,- 4:6,'95435. importou a econ.ni-,ia
ipra ,-s cof''s pt)blicos ein 7:190565 n'.
0 Sa. LOUHEs(IO" DEi S d1 i um .niparte. I
0 SR. Jos MANiaL -Esta dimiuuicAo seo fara u
S p".mri ,im' qau 3 as ( d':-as formn vag.4ionqu ,r
pe.)a mr-,cso que tiuha ai -is professores quer,pe.'*
yi'.>li,-i o, qotc peni) saim fdlls im.'ntn,.
I mrcanto, poae) a poaeo s-' irn' fa-oa>doaest'a
didia uieaao.
,:s M.s mu jauaog qt ru ;,rgumraentar eim a ec np'p-i;
k .tui, ; alo quero fazwr cabedal 4eata pr>canua In
to-a 'a o e'o president da provineiaoe oqCspsar-
na hi'i simplesansntc da dimiaunido ftiika df'sa In'
S )si, da d;minui(?liu que se coaneeou a operar i c ,.1 c
tar '1 L ti e;:a,.l, ti p'-a) nalg ,idn A retarina-.
- Eu am-, refiro a 45 eadeiras contractadas, cjas
t' l prafc-asores pmrc'ebiam, termo medio, 1:0265415, at
que pmasarao, emm virrade d, novo rgutlamoenuo. ir
percetbn,. 6(O,) S6,nente esta dimunui(ao immpora-i

Rc-umnmaainos. Da d'mo,)srra(bo que tenho pra-
seo: que i,,g- fmai forueci .;i ptilo itlastre Sm-. i);- .
'*"' ia^nsct-,r 'in lnstrucmao I' lilics, e qme eu mns-
trarei a iualquer dos 11 rems dmpntt-idos qim;m '
qutzer exaimnmar, vO-se qim. o auganeuto iunport i,,
em 4:613-99435, svnno a dio '.,iao de 30:9885675.3
0-ue <]:i era resultado, dedjzilIo sc o a augunoaro -
ma l';inmifi'ii re.- de 26:279a -240. I.


D .uami.s d'estaa cit m; a qiaintia deI 1180',1
pratrveneittet di arteraauo qu a moffreram ats t-.
deir.-i, bmix;mdo de eutranchi medida quin s.
pr.u !:. s-, au Iffeito p:ri a 0 futurto, p-)rqaa't,
f,)ra i **-,1 titwos os dir-,os dmas prv'feossmoes a-
ad.r .:imn teman :s ind:ibiS.avelmnnt', iunotsiit-
vinlinF-a' a inc iit acanoaii d.' 19:188J675.
Is a i, reiittavel.
O r I)r,.s dtideputatos mao-podin inbsolutitmanmte
eout, st:r o (ue venho de ,liz ir, uioisquu bem eman-
prehicu-ramn (ie niiao h; naudia mais oloqaueuto!t d,)
que a tif. ,a numerica. Nao ha inteOligencia ,poi
main irilimito. qae sejan, n aio lia illutra-) .por0'
amais vast que pf-asa s;w, que tenha forna d.-
maudar o vair Ilos aigarismaos, qui tenha o poal 'i-
doe midar aquili queo st bas&a aalfo-,a amrentca
Portut.i.a, quando por iutras razeoa nmb, o aurrew ;
enomnioes a presidnmte da provineia pelo fact dmm
havenr.p miwlmgado a refnrn-m daiinstet4tl, "-) --
bm, lsttari;ti a fact quo venhidBa-as.nign',*r4
par tirual-m credor aa nossa gritidulo, attenlim t-L
as"ado piwecario das niOssas fiintngas.
DeaiSi, nmrs., ma president dai pr ,vincia ainaLi
merecia elogios pelas cnelhorits e vantagens qir'
reaultam de reforms-i. Conseguintementt Sr.!'ei
dehte e.-4ms appr-hencets uoa devn'iam ter apaai,
todo o. c ,; rto do aubre deputado pth 7f distiict-a1
quein t- nh ) a hinri- de responder. -
Pois ao aiobrm- d-put-ido qae eompiroau o raeglmi;
-umnjo anterior conoa qna' foi Iltiwa amiite p14n>li
egdom eotejando artigo par artigo, 4) rioti i'estt
altim. imuia ,orl,'.n certi e determis Ia& Li .,FIi -
&o 'A entrani iw" de cadeiras? Mo. objoervvu qaz-
ba nest toa miiaftrmidad'.,.pois, qpe se con -i-
-" detaMi 6.a,-nnte do ientr ts.iass oa-iniraa d4
C% $ail?! (A4pL.mi- .
S0-I Polo ma 9r p .us? Eu Pio sei mBii s
a ifer,-m^q I 4 40'8 -


oatras media que se aebarm eousig
fo-mna ultimameato prorilg ada, este
Etxe. constituao um grande, impor
prestad:) a proviueia e, Jportato, Ion
ras, dwveria terecer os eneomios din
rndak tin- tadJn. jam. :_-a.-- = : m- .... {


Atiias na re-
acto, de S.
Msmrvie na
iasemibl6a e


aw o is r esideate, ua
baievia Aior ado 4, 4'on e Partei esproeac-
cu8t19es pelos'f.0tds os rmaiIa iaigicnre8js, neow
nuea voi .eqder se eigae ante&da 'tio Abre de
putado pura censurar o acto do president da pro
vinc~ia.
.: pa('i'.a' eensurar o* eto do p. rv o~

0 Sa. IPARSIDEiNrsE-Pr Vaii) ao n b' deputaJo
que a hora est. fiana.
0 Se Jo* ARIA --Ei3 que, Sippy.ailcnts occu-
pi ttda a hu1rTAo uo esplau4i a qaestao u3mo
esejava, devido 43 cJinst.mttos interrupgea dos
nobre deputado ; entretanta van deixar at tril)unia,
nio por que considere o a,iumpto completsaente
debatido, nao porque faIPakn-rme argoieotos pars
sut.ntar corn to'as as furoas o acto presidncial
mas porqu- V. Exe. aceaba ie dizer-mie que a h.rs
eatA fiada o qi iwp .rta um tri o'dem para quo etr
deixe a ftri'iua u ca toah,' d, hai munito ma a3es -
tunaJo a obdecer a V. Ec. .alcm d, que into o
cas3;no dc A niia se ap;Yderar.
Apezar da nmcidade sinto jA nao ter o mesmo.
'vigorque tiuha outr'ora, itida hi poucos annos eu
siato .que as f:rja, in -, vto abandonando, de aorte
qtf epara mimr uu verj.udeiro sacrificio demorar-
na tribune quando ha trees on quatro annos passa-
dos8 V. Exc. dibto testemnuuiha. eu a oceupava
sen v, inhimno esfvrno p)r tmais de 4 horas tao for-
te era a miah e constitai;o.
Mas 'quc esta lida constaute, de todos os dias de
toidasas oras det-dos os instantes me tem que-
brantado c vigir da idade- Sentmndo' p:is Sr.
procid'-te .iut a hora se trsha esgotado e minsi do
que isto qcuc o cansai.o de iniin se apodere, d.ixo a
t'ibu: t co.iv.ucido d .'. que no cspirito Ineido do
nobre d&putado polo 7 distrieto ja nao existe unn
vislumbre de d'vida sobre a. legalidiad, roetidl ao
do proc'diimento do amiini.strador da proviaeia.
Tenho e.oncluido.
VzES ---Muito bnra.
O M. Leroco de .S--N;Lo devolve o sea
di curso.



REiiSTA DARIA


srenaisIW.a -Provinctal Nao houve
hoitenm sesiit.o p-r termirn npimreeidlo apniq.s 14
Se. doputados.
Foi presidida a reuniao polo Exm. Sr. Dr" Pan-
1o Josa daI Oiveirna, 1 -vice-presideute.
O Sr. 1 seeretario procedutt A leitara do e-
guante expedieute :
Umn officio do secretario do governor transmittin
do unmai it.,m'matb da inspector getal d:a lstraue-
n'iso Pubnica a rrsn-sppto da fr.,'quionpi di cadeir,
do a x m:avsCitiuolii) do povia.lI Itiboiro Fu'mdo.-
A quetn fez a requisi!,o
Oatro do nias o, r,'Uemttailo o ornamenta n tik
receita e Ilspez t p inr t o exercicio d. 1885 a 1886
e um codiio de posatu'ra da camara uuimicipail de
Scriiih.lem.-A's comwiss~-s lda orqamuisto itani-
:ipal e de pastaras.
Ouito do m snmo, iberm. o blainio da receita e
deepeza do exercieio aim 1883 a 1831 e o or4 ammef
to par a de f885 a 1887 d4- camera inuicipeld 1do
Bonio.-Ai coramisao de .orlameato municipal.
,4ittro do "m e, mnznrttndo um requeninman -
to-e:n qtieei'ieldea t S ersa eampearios da illa-
iuintlo ia -azgeatEi' t cid ise m'presqIntam gcotra at
immpoa-ia decretmidi peo anrt.i t 269 da lea vi-
goatIiitlo or~aumeitio ps'ovin/ia1.-A'. caotumissao cft
orimmento.t provincial.
Ottro dla camera municipal do Limoeiro .pro-
poilf o ue tf autjris'min a cuutrahir um einprestirmi
do 50:) 00 aos jurn- auinuaes d.; 7 a 8 0/o pant;i a
canalisaigo d',igua potavel e coatinuat;o dia eo0s-
truuec9io de inea casa de mereado. A' comnis-
cao de oramincuto municipal.
Em seginmddi diss,)Iveu-se a rmnaiiac.
Tribunal do Jury, do l- ctlfe-Sd 1a0 -
eindto hontem K ,:ip.trecida' 10 juizes do' fat-,
,d'mx,,,+ -c sor inscatada a '2* sessilo do ju"y putp'a
aqueliu dia counvocala, sendo sortcadO, os seguan-
ts'juradds supplentis :
Reoife
Heariaqne Jorge Pa a Barruto.
Joa6 Satlvacor Perairn. Braga.
Dem es r de Souza Burros.
'Jcs6 Fimnio Alvirs 'Quintal.
aldiuno Jos&da Silva.
Santo Antonio
Antonio Faustino da Cruz.
Amualeto Jos6 ie Ml ttos.
,)rmoel Ca:Imidt' JosiA (L. Costa.
Autonio Beraldo d. Limni Mendro
Igauacio Jos6 Alvea de Souaza.
.ltonio 'I ,le Holaadu CamAleante.
Ar'gemiro Percira dc Oliveira.
S. Josd6
Antonio Arthor P oreira de Mendona.i
Bwa- Vista
llnnoi Fti n-.,isco Ma;ci'' Monteir.).
Jos6 lI.iiro MiNarriia..
J-os6 Acei!)li de Biarros Vasconcellos.
Domaingos Joss Marques.
Jos6 Jixquim Dins d Rego Jaunior.
Pnrmncisco Correia de Lima S)ibrinho.
D,. T'F-jauo Alipio dec Uarvaliho" Nenlonga.
Gustaevo Adolpho Smnitt.
Joaquima Jo6 de Oliveira.
Ungenheiro ManoNel Martins Fiuza Jaaior.
Al-cmeutido- PhiloaiOetic H. de douza.
Dr. Tr'ist.o Henrique da C.-t:i.
to ifaiin Jos6e de M,'-ira Limia.
Jos6 1'iu6 ida Silva Santos.
Jorge do Rego Baptista.
Graga
Dr. TFrancisco Apoligorio Leal. ..
LUtlz Lo,),oldo dot 6uimaries Peixqto.
Afoyacips
Pranciseo MAanoel d Fonseca Rosar.
Francisco Zacarixas de Moracs.
Francisco Qarneiro' de Laeerda.
ihraz Barreto Carneiro Leal.
.Pop
JoAe Augusto -de Almeida.
Dr. Fraueisco de Asois Pereira' Rucha.
JosA Antonio de Olivoaintr e Silva.
B3enaio 0e #iJa, m e fteta.-No pro-
tuno doiningo, ..26 do corre;nte, ,pelAs 8 h, as, d's
dia, tern lugar na i,rt ja de ?. $. 4aPeuha anien
vlo da imalgem de Joase,padroiror da igreja ca'
lhimi icn.
Ap6s a benglo, que serA dada pelo Exmn. pre-
-. flu dioo'rtagqso, -ert lugam niissa 'oIleFunc,
e.-m assisteoneia do maesnmo prado, pregando ao
I>aasgeiho o evd. fre Ueleatino deaPedeyoi.
A's 6 i,-raa da tnrde, do mesta9 diaii, t1er.a4 W-
pao pelo anesmo pregadior, ladainha e bea caoma
S$ 8a.,t'icamaanto.
A ihanagoan de S. Josea que vmi set ienzod,
iaA u bramips ii'rasibao *; ^-nai~i,. eetatnaarios eonleci -
to-. "do y~n~iza,. m ^ it^.^ k t;ritbao de ^raudo
ua'm'fieCA. eoan rair a aUHixi ^ia.Hl allr de maamranonua


in'















'I


-it ceste bis


I~idem do eoadjutr da fregesisa de Sauta Lu-
zxa do Norte, j'a provionla das Aiagoas, parempo

fdem, idem da fregwzia do Rio Formoso, nesta


CumiWt. creatiwo. -E' o titulo de unia
sociedade dansantp, fqw4lda no dial 19 do corrqnt,
por alguns nmoos, e cuja diireetoria ficou a sim
C .mposta :
Pres ideate, Antonio Raphael Alves da Costa.
Vice ;presidaonte, Daviuo d'Alm'eida Bastes.
1. Secretario, Carlos- Martins de Seabra Le-
mnos.
2.q Dit, Bekcormino, O~etviav o Duarte.
"Phlisourl'eiro. E'.euteriode Limna Eseobar.
1.9 Orador, Retilio Jose d'Oliveira e Silva.
2.o Dito, Jos6 de Castro e Silva.
Commiussio de -esttutos, Antonio R. A. da Qos-
ta,. E4eut-,rio Escobar e )Daino d'.Almeida.
A'- 26, petas 4 horas da tarde, hiw-essio para
distnusad4o6s statattos.
Cltb Draunat-ico e$eneleAeuleBmpa -
cipador-. No domingo fez-se a eleiggo da zqova
directoria, fieando asaim constituida:
President, Mareolino de Bmrros.
Vieq-presideute, Afredo R&alupho T. Sato05
1.0 Secretario, Joio Baymauudo dos Sanios.
2.1 Dito, Jos6 Alva-w imaeatel. -
Tr-heat eiro, LuItZ *Ritiro (reeleito.
Director da sena, Siiino 6. de Lorena (wee-
leit,)).
FiswtakI Pedro de-Aleanttrn.
Eu-tera -a0n a*-'tiuatfIbuio-se hJntem
o ai. 146 dste perwdico livre e huamoristico.
OiVjlr.bela --'HateWs recebemos da carte
a -egtAibtetl -te ranA
a Rio de Janro, 20 de m!bril, As 12 horTa e 20
-ninrtom da arde.'
o I4 O Imperadni,, de aeeordlo oma o p er
da Junta CBtrail da ffgionaa .PiibIca, hoiyeat pni
lt-n~ aAwonnid-r a' *'i1Nsriao (amdicddo e gw ,
,ulal~hs coeqWeren,-,liceep7Ba IV.t'a *xp& na`d


.... *--.:.;l^ **^ ^ *-:.-^ -* y '^ i '.-^ ^ T -- -
i4ooe Pe, re -e
I-loen *da soado oraop& e deco4esn- por igual
Ateqapo, i fi vor dj* ) bv^d. R1uuuao Soareirs Monteiro
manira Q A!buqergpe, resideate na freguezia da
Vieehicia, neata proyincia. -
tein de contfoesor a favor do Rvd, Fr<'Jos6 da
ConcudeeioMaria Sonza. resident na freguezia de
S.ito Antunio do Recife.
Oaadl No domingo As 8 horas dj noit,, na
fobrmiea de cervojit Nova Hannburg,)., .i'io Altves
da Costa, conliecido por Jomro Siu)ples, tra'vando-
se de'razoes eom Manool de ti4d, e oaihecido por Nce.
Pomwairo, e morador na cii.uad di Oai Ila, ,! f-i tu-
rido ci,)r este a i coxa dieita ,coam tinn fte-ada.
S D-' catsinaIn ;. isti hi ivirn N,'ito i,' a mii o retiri-
do pira outra mesa.os eapos em quie oestav bebes-
do a cerveja queouandara buscar para ainboas, o
que f)i pa.r J,)joo Sinple:3 tom0do InaOa ca'ms aimpli
eidadc, porin-comadesf'-itta.
0 ferido fi imedicado polo Sr. Dr. ,Ignacio Al-
cebiad8 VSiloso, n)i pharnuacia dos Srs.-Bartihalo-
ameu C., aonde fora coudusido pelo Sr,-Dr. dele
9 ado do 1 district, e em segulda leyado parn o
hospital Pedro II.
0 crimtnosio, apsar do esforos emapregiL.doas
pelo rospectivo subdelegado para capturmal o, con
seguio fugir.
Pedraala-A's 5 1/2 horans dai tr.itc Ie do-
m'ngo e na rui do Torre', standd) Pedro Antoni,
Soares da Silva e emin coaapaiin di div'ersos inadi-
vidaos, que nio.so l par& qui digiimos, ua IlAl-
les arrciaessnan-lhe ein um cilhtio de boamn tamina-
nho, fize.'ido-lhe uma brecha na test c nare.tca -
,o o p:ira toia a vida.
O pobe hiomeinm, lamentando a sua sort., dizia
que nzo; lhe nimportava perJer- o dsautnam m!n.) q i
estrva orrea-lo; o qu- nilo podia toi-,rr 6 ftr-
comin ofroatespicio arruinad,) !
Qte i'ie aproveitt a hei:'-o: o hu-n-rn d,/a pro.
cttra pr st : aprn basa. c.,np timllas
Naval- ada A's 9 1/2 horse Ia .rcih ite dIe dd-
mingi), m) cortio deaornin-ido Aldeia, sito mno Cain
pj-Verde, c uaae ha muitaas abelhas, fiN procurir
umn'i d ;Ilis unm cabo do 14 batalhilo de h ha, se
iiioso por rniel. N,-O esteve par iss-i a tabelha,
mn-sno porque o zangao cio sea quiz fazer de mel,
como tinha por devvr, e ve'rdadeiramenate indigaa-
da dtu-lhe uma ferrjada tal quiie oa.ialo poz a
b.occa no mando.
Acudio-lihe felizmiente a polio, ia e, em menmso
tempo do que levamos em contai-o,1A, i fi a Sra.
Joaquina Maria da Coneciqao, asaim se ehamava,
dar corn esporoes na Casat d Detentao.
Falleciuetato Vietima d'uaaa afteeqao
pulmnoaar, f Uecua ate-honateim uesta cidade, a
nesse n',sm.) diml foi dado a strpultura, o. teanente do
2 batalhlo de linha, Joao Baptista de Siqumii-a;
natural desta proviti1a, e na iialde dtic 37 anno:..
Tnai. utios principios da gaerra do P.;rga-ty
emnbareado como brigada no 3 batalhao de volun
tarios da patriaque daqui seguioeommnandaidlo piel)
taiwuatL-curuhef Ib bo, pormaueceu mao campo da bti-
talha at.6 tin d4 guaerra, ondsijganh,)u a. cominncn-
d tda ordem da Rosa Poutras condeeorar5es. Como
alfi'rei as ou p;snt o exp-acritho c tIicou perteneendo
ao 2 bttalh'4o,onde exOrecu o cargo die secretario
e depis o di- quiartel mestre. 0 suu ,Iu 9m! t.i
sempre. itimluido ma lis~ a dos bravos iP'aee f-i g,'-
talmTnte estimailo -peto s etis uperiores, co:no
pelos seus subordiYaiidss.
'0 teretmo foi acopspahkado- pelo estado -maior. do
bn.tlriaio, qut h11.! f 'z ao hoaraa do estylbro p mr
(rttscido nainuesro de aqaigos.
Dixa cinem extreme nipobrezac sua qignsa espasa 4
filhinihos.
o"-tssus si.c.tr3ine pesanes.
Ltuta e fierisnento-No dia 19 P'Icoit'e'l-
te, cerec d,. 5 hmrat da. tarde, Uo lu I iit-nm,)m,-
tiadJo (Caitten do district pohalici-il d:t Afo-ados, tra-
varana-,ls de razies os individuals de nones Trer-
tultaiio, ant-,nio Tava,-.s e ligme! P'ereira Iti ,i.[-
va, e ohegmido A yjas de fiteta resil'onficar toe
rido ,Tavasima coin 4, Cstocaas.
P.'rooedtu-se. a corpa de detieto, send. o aat-dito
que fez a .txiine o Dr. Matht.:us Vaz, que coansido-
run levs 03os furimentos.
0 deliumqmnente apezar de ser persogtido )pelp;
clamor pnblitcO ear#do-8e.
O raspectivo sublelegado proeeeos tftrmos db"
inqcla'ito iaontra o delinquettet.
V1dade da Vietoria-Lemua no Iddadqr',
dA. Ojdrbd da Victoriad ti 4 ,io'4Ym'rnnt' :
a. t"i itarntdq 'morto, -e jA em -estadlo de pa-
Ctref',aOati m(intta9 do 'ng'eho ,ttaro'piei d,-sta
eoinarea 7iri iudividua d-seontheeido, e que pitles
stMis sigaaes e -roupa denatn -se estnasgomro.
F "FI codn idola para. eata cidade, e aqam ifqz-se
a u<3a8f8apia visotsi, -deelarmindo -os porita qa,' a
morte loi motivada por instrumneasto eontutdanoe.
a A -p ,lieia alardesn io into iservigo, nada fmsz.
e limit ati-.s a preud-nr a pmssoaqie teoe a deadita
de eacontrar o cadarer no matt%, e denuneiou a
sumn esiatetacia alli !i'a
Baa de Gerval,,I Pires--Os moradoros
iesta ru:It qieixam-se -do acciamulo que n'el'a sie
L^z dos aguaaada cbuva, que.iaipcdem o transjto e
aaificniam a salubridade hlcal.
Cumnpre ;A CunQr-; Muneipal mnnmd:mr dar eseoti-
nento A essas aguas. .


WedTcM


ocinunti6rto1 IWIS
* Vgietifto O-1' AIM*
'0 doutrcAfOiACAi^


agjhtn 0- 4o- l~4'
a


t vad0 rd
dos.ira


wkiwm&d&l6-,


powder, defotwtar tetras sist .asse mn-tia conmveaiente; miias prfoerio tel-o, eia s-'a
uotne no Baanco ; wi) pass qae o siipplicntms apo
dierotm-s d'elle,I g qnue foi pr-ocarador, e appli-
eou-o em doscoatJsi.d4 l,'tr'ifs 1 s mis eC'nnMttm.i
tes.
Eis aqui coiao o supplheiad) se contra]iz a cadt
(iinSS-i. -
0 supplicante, comno pro,:ura'dor, nb)-. pdima faz *r
o que elle, 1 m inesin-n qualidade, tiaha o direito .i1
fazer,; do sao't- quo as direitoas e deveriaes dm in--
lIatario)aso ditversos, cantorme for o proieura4)r.
Niao atteideu porlm quin o supplicaute o fez en
vida e com ,seiencia e aunnaeneit da iavenatariada,
prAtio ado u( aotop dea*aainistrs*io, d& quil ih,
'esaltmu litiro : emtretanto qae ellte jactt- 0e .I te
praticado um act a'irrgatuar, f6ra das coatdi5 i sd ,I
nan lato, e c.)ntra a vuntad tda iiveatriad.i,e)m -
cousts da cArta d;-sta, ja(tnt ;r uitia' i flt tti,;, di
sapplicaitc.
Diz o8-supplic-tda quas cas cntai dl; sai- altmi-is-
trasa4ji A fario .pritass t. ahina ajnta-taci'j
80 .mf-roman. "
E' inexaeto: o supphlicado nunca presto contas
iiitoott-se a.entregar ad supplieauate os titulos a.
ppis t~'iatite emaseu pt)der1; e o -ato dal n i,
ter savida rclmum:ica~o formun.coatrni essas coitit:
nao uner dizer que tivesseima sido jtilgedas boei-,.
0 contr-rio disso consta de anutoas pubti s, comno
osupplieadi nstu ignora.
Blasta4izsmr que o aepplieadlo jaustificoa despezas
[e coraertoa de aira. s6 eas., mna imput'tatoa din
alovada Wcantia de 1:6714900, comi contas ascrip
i.por sisa propria letra, com'excepao0 apenas da
iaqwntia de4 4A700 que jatitefiou eom contri, v
"rO~cboipo4Piaiiu^diyiduB^luh4le
0 uppicnn1t julg adexiiee(-Ss~ft.,4".scfieftr''
ao qa j di aerea do a cnta q ne sp-
plicma.4Ifie *i40. i aa 'lo K Tttnula-; u
isbrv a (~ttieiio-~ JeVatada#Ziea 6Bprt~cqLd.>,
qu agper, m t*se
dip1 <^ e m ip titf .0 ae)reac-utara

,-4 4i*v da ehla suptadb tefete-4p a


A


I -Ij


-&XECuTADO MAxNOEL FERRUIRA BART-OLiO
aitentaiio dos embarqos oppwtfm pwr Mi-.
noeld Ferreira Bartholo, na 'ex, ctN dd
,Joao Pinto de Lemnos.
I
Na cont stavuAo de fl;. 2133 aos omarmgo de As.
t22. au.neouoa Ixeaqnmntc suscitando artt.rto
j'L str-se: :)e inhterposto o recurso de revta e
rttCs de aa it,.eisaIa, pde-se ppor emnbargn ia-
fi'iaguntes do jatgalo ; e rasolveu a negativua--.
to purque ke faise licito .ao recMrrrntcf oppor tae
atmbargos, pL lr -s-hia ter deciskcs eotsmtrate.-
rias, Ies'-pp-irmn.ido -sinin o prinatiioi d5ati-
>'ii':t, in:1.A;aus-n ; scldo qre nesse era tiJ o so
prm' inc;ai in- c? Fribunaeas.
'e.n,'lha.mte thooria, pore-o, nai cuiontr* Alfi -
niumit- em itisposiglo a!ginumi d i rli
proamossa cernrmcinal quo 4 o deinte m.
d mweAAo de 18i6.
Ao .onarar'o oRlteg. n. 737 maostw *
pres8aeitt que os a-mbrgo ii
nuliidade d,) process e senteul &
exeelso d a uxecacabo atS a pmhiih), 8i
cabiouento, noa Snem-s elp que t:i ainn.
nos seita diS seguioes i prn ria.
SDisz0 He 7376


4 .*


'H-i'


ad,) .iftoi 0tiislea Vaito
x ~ 'ma A, a t A s





I-a [illuatrdaer
or p ossiva a estdri 0do 0 jry deat p aw eiar
'a iqm-'qoss auxfio qando as eirei aneticonsa
o exigiremn. A eatut':Ila, em torlo oas-a, 6 du mst-
gna neecsaida8de. ,
maDa adiras ada osses do jury deite term ar.-t-

maio. eoporamio airl'asoaae dutida, pir smlhore.
tem,,ps, Deo'n permitta que S. S. soji. *tteudijlm,
cm isas Orafes, ante 0 treador afie do sermnos
favorecidos coen chuvas que nona tire da honriro-
.ba ,secca que noe auleava eeriame'ste.
Contiuuam, aaesmo afi im, na edifica9ao de ca-
mst, sendo para la timnar que mais tarde sejun es
ses obreiros do progresso privados do tao nobre
m issio.
.a Pivemis aqui a mi us. e parochil no ,1d'mingc
de Pasehoa, eelebrada plo vigario da freguezi p
,to Moutiro, p-ire Pedr i uosau qu" pernoit-it.t,
n.t pequena gmr'ja ru:itriz, d.Iu c,,eto a couf sr
muitos fiis que alli cn esp,-raanm p.i mradrug do ,,
deixando OQonfessionnario m'i 1 lliras dio dia, se
guada-feia, quaudo ceebroui novameute o deu
comnm hinuao a maia de 30 posaaoas de ambos os
S 'xoa.
'. ordemn pblicia vai srem aitcrar1o. a
lseilresd-oEffetuar-sa-hao
-- iloje :
eh agent Pinto, as 10 3/4, no Pogo da Paneg -
la, de moves, lou~as, vidros e electro-plate.
Pelo agente Pes!aaa, 'As 11 lhrriws, a rua do Vi-i
gario n. 12, de predios.
Pe'o agent Britto, ms 11 horIs, t rum d1o Rio-
gel n. 41, de umi sobrado.
Amnaiha :
do aqeote !dt3rwm.qci, a.s 11 hsras, ma ru'a -i ,
[rkDr'atdor u. 22, ;io Un sobradj d( 'ions a!i-r ia;.
eto ag.ente Gissnao, As 11 horas, ;t rua dt i-
iaum J'sns u. 5i, de aniaes e uma. can'o(t.
Q'aiint;r-f'--ri :
P''o agent MaBr/ln, Is 11 hr;ias, nt ri i t.i)-
nn:.er1idor,. 16, ,l- doainio direeto do term'ur'.
udiiii-adua.
i-S'4wr'Lit ffc~EilebreM-Seru, celelfbmr~ui;
-toinnhat:




A's 8 horse, no1 C )irp. n.mro, p.tr alma do m1-
jor ,osu6 I. au .ivra Lina; As 7 huras ni d-i -
pulli do) Cui:pit rio Public ,, pur ;ilion de D. Frain-
cis 'i de Stales Gndin Nciva ; ias 8 Ihoras, taI
matriz de Afogad. ', poar alm. de D. Mariar .
(rino eFraf-oso da Costa Peritinibact e; -is 8 ht -
ras, u CuasrpoSito. p, or aln p do minjor Jose !t-
AdriJusIde Olisvira Lui .
--. anha :
A 1s 7 1/2 h ras, n.i c:-peIla do c-"limgio D)ua Ii-
-),nibro, Cp.r ainiu .ie- l)auic, E Iutr-doe de Fi-
girmiratdo.
Qiinta-'feira:
A's Id 1/2 hora. Gn carino. i 8 h-nras e- S.
Frainumiso.s e na eapelua d ) Cermuterio da S;mnt.-
A i dro, pe'r Alatin d-- D. M .ria B. Salid ntu a ; i-
tosa.
8,oieria da px'oisncia. --Q-idnta to mm' 23
i, ibmi, se ext.dir'Ai a loteri:i a. 119, mi ,.a
:i ilmeo di .natrmoiz do Nossa Snhe;'a do Oi' Ie1
G(1 m :-in-i% (1 o -m 'vo piano appiwt .ilo). N.) *;:J -
-istori'io di gr'-j- de Nossa SenhOira la Corcei:-""
-l-s Militares, :oude seo;toharibo e-xpQstas as urn-is
us capheraa arrumadao eo ordem numoricac ,i
.p p:"'- iaeAo do publico.
Slto1teria do ftrmm-Para A qmuith
poet. do& segu1a nateria. euji> prsmiio ,tEiior 6 -'i-
,vJ 0.0X.000, sera ext'ahimiia iaiipreteriveilmete ;to
din 23 lo correate.
Bilhetes 61n venda sa Casa dia n tortua, -.r'ni 1S
Fe .,eMardo n. 28. "

LteiA'ula~emfiiisbewvy- -~- Esta .granda '
ext'ahdao, a do di. 2, dolmiio.
Os restos doe bilh-tins, (ividiio3s eun intmrna.
Ineios e deniao.,'aehnm-se sa venda nia VentuWosa,
i rua do (Cabugi ua. 16.
Itero da de 41o0ssO0S )rOO ?ast-* lotfc
ria ,,mre ,,npras ,rirv i;e:.e no ,li.t 2 do ,namI
priximo.
Bithetes 1 venau n Ca saCasaT Fel t praTa da laI
-'"ptldencia as. 37 e c39.

teria, cujo premuo agr'ad d e 6 de 4O:Q001AO, ser.-i
cxtraht'a no dia 2 2le rnaio proximq vwdoro.
t- -htheteoa si readda iaOasa dai 'Fcirtuna, '*in 1
*tc M~arioe ii 2B..
Grade la~.ja, t4a-iwgri'-Sst, gr~nd?'
Steria, cujo preraio girasdt 6 .de 500:u i 0kt!iJp.
se ra extrahida revemente.
Oni biIeetes aohain-s.a I venda sna ,nasg elrizv
,i ta davlndasptadfcauiyaae. 37 e a^9.
ft3 rado Wa cre 4. 1
A0WAOOOOe.4OO-.Co0m mpvo piano. I'41to vaI-
ia rajoso.
Leterfta HKxrawodinagwa do Ypjt-
ranga 0 3&fizyao-s uvtouo d iaior premio 6 de 100".)00X000r eram, ,eftrahida
no dii 7 de maio.
Bilbetes venda na Casa da Fortuna ( rua 1I
+e. Marco n. 23.


propriidade sua ; t-t qo.otava,. a" 4o tros.
E' outra ia.txctiddu : a6 coaston ete facto do,)
hivrvs da inventariada em maio do anti filui-
,quaado aosupplipado foi, destiiaid ;peli,,i;ivct .
riala, e teve de fazer entrg.i ao s upj)icafitJ d,,S
bems c nm'is objemtos a ella pe.'teiic.utes.
E' ist' a que consta d;)s ivros da, inventar'i-ia.
,XcriLtur' i >ad s.)b as vistas da suppliidAj.
Se o supplic;tid) tvesse aL inflicid&,Jle d- ftiilcmr.
ntes de scr dispens-ado d) marndat), que diffiem;-
dadcs nmTo plieri', s br..viMr parna legalisar -es'.-
facto ? !
Cmuf.-ssa aiada o supplialj) que, CJ'aO pe-c:t -
rador da invft.'tria la, p.)di!L ter o dinheiro eoa s:l t


'. ttas ,icqs do esto4rmago o fra-
tg eaI|tt eju pap 3 4 oias co A48
s -sim-ples oa meieatnentosas Pfi4
j o','jjuorc doAlbuqubrqueC. Cavalwauw
R. 0 M |o Wk de Otun id. o2 e rnaam
IFsratriz i. 7. .

Dr, Mi.eP. prqigtor .iblicab dcr.
pifcortsm eseriptorio & ,d tA caei A6rum*
do lpiiersdEo I. 22?, .. oni _. p sdr.'e prswou-
raido-para os misteres de sua. protifsao.
JMiqud R'idriques, soiicitador de causes
nos a;uditorios de l.' 2.a' ianstamci. Rua
de Folippe Cumarlio n. 49.
Botlca IFranezae Drogaria de Rou-

dleA. caorN
N-este esttbrdeuimento fundaido ii..si
1821 cnaontr--,-s os pro'lu'tos eiinicos,
trog-as, tilltas, ,;omsj, p)inceis, wvri. :.; Is
ueihores m-ir.'-as; todas as espc-ialid;idiie
pharmiac'utieas (dos legitino,; autores, wun
variado soritif,'i.t') do filrmi:f s ga;'s i-
nraie0, os graniu!,sn d( in.n ti ,;" -; I; .. '-
g r' vc e pro'iLtct,5:, (-si(c ieL I'. ,rt J),
,iileiri,. 22 -riua d:1 Cmruz. K,',i'.

Fa'r,'it, Sobrinho & C., 4rogust:fi iv-.r
attacado. Ru:t M'A-rqaez d'1 Olinlt n. 41.
Francisco Alanoel da SUl&a & -. O-''I-
sitarios de todas a.s espr'cialid.t-d's plharina-
ce'utieas, tintas, drogas, products e'chimico
: medicaments l(jnimu-i..ti,-os, rua do M-,.
T.ez de ()linda n .23. .
Oaria.. <| Caua Amarellai
Do Candido ThiAo dtI Costa AlU,,1!t)
mrua Imperial n. 322. VTi'l.d birto tij -,
p .r para lc,, ,!iro pLir lidrhilho de, q(-i!
quer dirni-ua,) e formiti. tf-iii.ts, otit
ITem corneas p.i'r c',nia a-I', ''.
Appar,,lh1, t- p:-MnIc-o n.,221.

(C.2rvjari:a alleanim-) Ai'A4ot,) vio A
Su(-,esssos, rut dLa Fiorc-:tiiaa n. 2) a
*.:a* ,-: ,e S at:i Isabel 'i. 1. orid, ?;*' .'*;i'
i'ranque:aiL. au rusp.-itw'tvA uLbiica novi
Su.nplptuosa ss-s'eL d r :' -.ini:s ; di p,;
Ui2 g4i-ria' s, pavilion -. e t:r...' s,. *, -,
*is WIx'nIs. faniliuas p ),dra1o Aoza)r .', .--,"

,to., cte Jogoas (de bilihar b >l:s. S..-i'.:;
proiMpto de rors'rs g.!-Ldos corv. :j
leima ingi,'za t di1 ,nar' 1 :x Nv.I I;H i)jg,



PIIBLICAOES A PEDIDe


0 ta0 ju, iclaria
iaveatarto de D. Clemaematinai
Theodolra da Silva
Hy lRI'1; TO DO iNVENTARIA'n T JJS
ANTONIO PINTO
)Y/ 1: A.nttmio P(ino, i tinvc;tariaiit do ust i)
1 iL -i; fn i. sogrD. D. siornoenti!, cfih-iora
-:i :, '; t< 0io o ea-h0etiir >It, Eltuird A-.Burm::
f-'itLu pit)bicar no iario de Pera mbco de 31 1
,-re:) tidiif'Tl) "!n r,.-:merimnanrt') di, ai-!) ;L V. S.
,uno qual pcdi;i piI tervira vez a destitai;io i
*uphlicant-.' do cargr de iltiventarianttio, attrbuii -
do-ihr, filwks. l(ie nio ,)tmuitt1ei, f-izeado.l'e
iitaiif ;at*s etmuiniosas, entendeu o suppiicamrt
tfizr p aier,. no Diavia d4e 7 d:) corente,
o requerirneutr que dirigio a V. $., ,cotejt*do as,
argmni&s c i sinrii&e-s d.) rnismii co herdeiro, e
mosh8aadtid a, ia ipiprocteeia ,d,1 e ut pedido. E
eomo no rrio (to ep nam d,'u .i6a, a<,pubtwid d.e.
urn outro requerimnento, roeratindo algumas, .d is
prop tivoes enimttrdas nos prun'eiros, o stippii^ante,
rtfeteindose ao qae jL, p-)r minsi duimna vez tisn
allegadn iim. anut-is, jJnlga de sea dlver opp.: ainsl^
um.t resuinida c,)ntesta.,) ao ultina re,]'uerhnemtfo
do supplieado.
Di o (supplieado que a pro-umra;ao do h iro
jdis,.ute f-i -atd;a ii)o ini Sup)i'caar a qtleo o ;t :s-iw
herdeiro nitb corilmee a i m1-1.5s p;sso.lmoire, tnlts :1
dralade L:ifa }. da:S-.'v & &iiltK, pore um'uii,.q *i ,
inlpi~rav-,~(cs.)ji) L iiz G.Q)iv;!,v,,. ih' ias 1ii a:- ii
ex utin:o .-) sipp) ieCidA, coin'iitti Ia s mi',nte'uer ;
p~ts 1>- dr'fl-eilttjmnto Ti. 1.uonsta 4. 1 p')r preei
rai piisader mjanejrteir t@ 0 o hsrtei ro tms, itt
.:ou dtituio s'l.plie~at,-8 sepii:rourdlor iadividtu ii
I4n' le, y naio a tirna de Luiz G. ,.-. Sila & Pilqt ,
de sort,' aupi SI raz'Ao ahlk. gla pleo supplicado, lon-
se de o tavoreer, 6 eutra-produ efnte; desleq;i
-so'mirten-ier que o menciona-lo herdeiro co auLaia o
tt'.Lieante sen proourador, nao obutante n-'o ,,
c ,aiteser poesoaiv!^ietIe prftreania .,ppti -
ea',b, .i quem conhece (on p)rquo o eonhieei- ?
Ooafessa -supplhcad) qu1 ri'ii o ,ttnil :tmrm mli


Loesrua diB ta-E-tx loteria, cujO pre-
muio grande 6 100:00,A000, sera extrahida no din
28 do maio proximo vindouro.
Os bilhetes aciln-se A vcnda A Casa da For-
auna, A rua do -GrAo n. 23.
Loteria da Balia-Etita loteria, cujo ;-.a-
Mio iniior 6 de 10,.t00a'00., smsA extrahida ,i '.
de amio.
- a en-a mua Casa Feliz A pr'aga dallan-
dep te4AQi aa. e 39.
i;te i d i Pae r "u A, 4aparto da 2a Ilt,-
ria serai extralidia ihapreterivelmip w. no dia 23 ,)
corrente.
liiltwtes ariatid'o; itvenda, na Caa Feliz, A
praia da uIlepetdeneia us. 37 e 39.
Logeria d* Rio-A 35i A, de 20:000UJO).
do piano Uovo scrA -extrahida impreterivelmanwt-
egu&ada feira 2) do corrente.
oham-se expostos A veida os restos dos bilhl-
tes na OCasa da Fortuna raa Priwneiro do M4rco
n. 23.
1*-9adO dCe .S J846 -0 movimento do,dia
19, fuoi o aoguinte :
Foram retalhAdos 42 boias com 6,975 kilosa "U
foram veaididos d,- 60) a 200 r6is, do suina a 60 i
t6is, do earneiro de 15 a 800 rais, farinha-de 800"
a 480 ris, milho dt 480 a 400 r6is, feijio de 1A a
600 reis.
FPoi a'rresa lado dos divuros ecompartimeont.s 'a
am-ina-tbt de 205J820.
Maa4k"wl publico-Foram abatidaa no
natadoiro publico da Cabanga para 0 conauma
do diai .21 do correct 67 ?ezes.-


Uor Clliderau tmsoalW


t v-i. 1, ti. L '88, 4, P. de
*Cafit4I iJ 1OW -Z Pereira* de Soui, nota
S1,024Qo C t,. 43 e"1,148 et. a

SF'ioaado A a fMihoeOR o"uro bhdsiro,
i na ?wwse doe b0 RimoanQ,em powde m 9
a ma dif; e -qas -b -pteredsados 06 compete 0
dw, e pdirt p wemiim s ao co-herdiro pesni-
dor do's bsa (ord. liv. 4, tit. 96 i 9 e 14. .
Oru. liv. 1. tit. 88 40 :
E darA (o juiz) juraimento i pesaoa eat ca
a pod'r ficarem os diltos bens, quae .ta inventar io
de toos elles, etc.
Ord. L. 4 tit. 95 g 8 e 1-.
,, Ouitro sirm, s8 por more do pai on mii ficar
'- aigumi de seuls fiihos, oa outro -smii herdl,tro na
posse doe bens, e vierein outros sous irmiao on
h-'rdeiros de tor,, e Ihe pedirem partilhas dt
m ,iit-S i1)0'n11 e Ir'raniai, aqiuellh quo a i a, estiver
In ys etc.
ar 111 |OSSe Ci;C.
,, E us irinaos ou hirdeiraos, ,Io 5issnaa vierc.ln
(to' 14ra, n:.io 'ntrarnio n 1 os, i t.) bi s.
i ti1u eill t'cr' pmrai pnrm ; .miia de ur;a. lh t I --
v-t o pedir p)artitha deUes.
Iur'or o ,iri'ia o qwtm nio c.t.i C ,14 a-. u I- a,'-
S, tailv;i, od( r-.- er-r.o'r no met entiver em 1)s a d,!-
Slijire trigi .n p-nrtiiht i'-'.
L L itesme caso D!Io ser'i.u u rmna.o, ,i ': i- -," in
o) is to r:i 4d. -lla. i
P-r'-.rija e Souza uota 1021:
a C tado o cabeqa de casal, qu e 6 ', ,l- .e
i -ai ?iha na posse doi bens d(i t'rana. t'.
L. 'eix,2rma D. Civ. f. 2 I1 2. titti 11 :
,, I'catri,'ium conficcre tenrntur etc.
Como nio s6 o herleiro bmnefieiario, 1n.1 es-
St:io nosm'e aso ontras pessoas einm q a'&' ni i) dA
;i a quini;'t,-l dIc herdeiro, o A (M. Frvir:-) et aa-
g quimeinto da imesma idea, ref-re quaea ellis sio,
,, eitabelCtiendo primeiramntc e,011o regra qu'
devtia fi zer inventario vnod(3 oa qi-' a.; ii,.'-
trami cousmsa i .s oiitro oi *ilwt'-"--rt,'c.u ii'q ." ,
,. dliena. adminlstrqnt.- a
Orai, s -i A q ,idt It-ale. *.,I herl .'r i. qfl .S". ac a
mta o;0.ie dos bns-Ja eaher.,,.'a, accumnuaa i ao
:uppi' R itin- o c-itn,.; do de u:ni str, lip '' s : -
ein vida da inveii rariad.t, c b. l ij I r, :-
o -'..ia.,-;a ,.-'mnvocrLmu'ian "c 't-..rtaLiuo O U ,j)'i -
C- CI*j ri'-int 1',- 6 no ---a -(* a d 'r;,.:,. .' ,' i -
o pd)ns.ihi!;e:1to di a sappIie: '.,1-, a,,ili t -I ;i ,-
Isi'. ) .... s p: p),'r qie ut i i e xi ex :,r i, r ir i 1 ',i
,:mimt,, a ) prafti dc c (admiait,'nti 'r in i,.i. ,
$o wis!n f.' ', 6 mniih maI hI'l"r io '' is m ,;
;iJ'tir ci:n o .Um pplic idao. rjq," Tiiii.i ',., to M r
,:,'rat~i,, d(to q o seipj tdi,-',ze *'. ,, ";ai,,i"* ,. ,.,-
,en, d u in-rett ir;.thl.
() .;: ;mpi,. siite; p,-is, fI- l n I a i : .
,;,0 m-"*: nn r i) a 'birb i,. ). -nn j, .r': ,' "i .- ; l ,,.. nn
i iT:t !1 t I i a* mi- j n'.i'js)r ',> i ,I)-m :m<,r" : r'-
m ,o)i, a. r d' m..ari mi~ o.., -. filt;!r :i: )ri c -i .' -lte
-eas. d--v r.A :; (-ji I. ; t. ,;i 1 2
8"J'i 1 o t-i' )li.':m i ,- iimi li- r ; ii. s '-
A .-s (, s. .icv--r a I:-1 .,l r lc si ; i !:,u ( '; '
--m.a1 i rt n ji)':.i ;. o) ., ; d i ._, ct ;iln ni; a.11- ,1 -'i''9 1 t-
lie o sri;;;)'ieal, ,It t..r f- ;- .-; i t-i m' ) i ; i ." '. id in
;r..u m,: ; d,-'n ,s'o-, d )a (ltim'.'s .,r-n c-..ia'an oas ,"ir5
ittrin'-nts; pmi, sie -, 3- 's ei I, iiw, ,i ,.
P. ira cO;ittsta'r oa iupl ih e mio r,-.r a' 1,m1l
,:'.ir--- p; sit-i c.-r ,: in, VIItmnc' soa p'i ;e mf .t a I-,,n
miderani.o d,3 V. S. ins dos, d )c"i,.Icos- J.nt.j., sob
;i,. 2 ,: 3, di-p,-asm n'-lo-se -i' -u:taq-.~ r tro ,'vn-
m; -ntario.
l ,-mciil's, ? ri .c m ,r .-flj i.'inltc ,; V. I'. isi'
-i a I '!!. ; ;'i-m" j' ir i-" ti': rn -s ;tzt):
":n .*oj a-it;,'i., '. uit'ai a-ta.; d m u pl'n01p alo
i- "' jI pro utm fcnineat--E R. Me.
D')XUMENTO N. 1
k iit. at nnia, tpubii.-a frrn- I da pr -'mira,. I)
hi -!.lirn- :-uss ut., ,'XIastituindo si-mr pl'oc;r' 4i.i- 'm a
pr v, i n : : Jon" Antonio Pint,' ) iadivi',i.i!in rIt,-.
D92UMENTO N. 2
Iihn. Sr. Dr. J. C. UdithaziiiiAr ia Silvcira. -=R)-
g-lhe L favor dc d.'elmarr -ua abaxi.,destase ou(vio
!it-an-4 -vez da ininhi sogra, a finadai D. (.em'm-uti-
wt. T .-n-o ,rna di Silva, cumo medico que foi d'ella.
painvra: de dodmg.st') a maen respeito, e asa sin,
st algauiat vez ella fil!ou cm s8us neg,-eioa, q|tn-,
do estavaminaffactos a sam ex-praera.td w o Sr E.
A. Burlt, c soenssa occasion, mostrav-a-e aitis-
t"a;tira coin sun adiuitiimt:;-aanio.
Perm tta me fazcr t'. a do s ;am r.'sm ,.ta-S.,u d:
V. S. ..ti Antonio Paittn.
Retire, 9 ,lo abril dc 1,.-").- !ilh Sr. c mA.,c.n-
d~dr.--Satisfazendo ao satn lpJiii", de -lar -'h"
quoe naita ouvi de sua dmgmia >g.-a pA-ira -ma d-
d sgostc. a sea r.spairc ; ret ttaVaU int-t, p m -'n.
0)o Sr. c.lit.'uiiilador E. A. lirie .etv a axt,.;r.r
C-JtQ(&Ci twriA t ,ri, O p4 ** 4a.liW iKW i, de'c,,i
temiiameimo d-i a lin:ittSlm yi)o dcse, i"'.I-,te ftiam, o
usm) que "'', convi,'r ilest-i resp stint, quit ni-a C)fn-
4: ,.iaettert 'nin a mieita nime~tpwlIe, que permniece-
ri Piles ,. D1) V. S- artemt"'t vearador e criad ,-
(Assigiado)-Dr. I. C. Balthawa,' da Si&'eiri.
DOCU.MdENTo N 3
Riecite, 9 d nibril de 1885. s-. t)r. Amn\ aio B.
da $ilva .l~i-a. -Ton-Io sida V. S. o mioeo ) ,iue,
11a ti'semi-la tti Sc. Dr. tinlttizmr u nai cmnferea-
ini-s, visitara ,ainai3 asra, finaidstl D. Cleinn iaa
t'heo.i)rs. din ?"hlva, rur. o fiv'r I d Icla-.ira n,',
de .dgiitnu vez eneontrou ellii fora d> u., d, ra-


za >, c, no caso affim in-Itivo, em qu : epec it
O)utr. iair, s,' tola I mibrnmii., n a ultimit i cod.-
re icit fet. t nt ln' iovel n')i-), qal0 i4:flI, n -i -INS A as-
n que attribuio o medico as-istcute e ai r ..a;'o
do maal bin mesana senh)ra.
Penrnit:a -inm! f.zerl usq ,I, si ri.' a ,n ,is 0! n, .
So a de V S. Jos4 Antoatio Pito-,
It m.i. 'Sr. c.) a na uA Li !or --It cli.' 10 I ,ii i de
1865.--Pr.nitt, V. S. .,m.., a Ii me410 respOanda
is to)ies) I- c1-iiarta .-ilnti : i L* v-'rdad liae.
,tlur t-e ;a; 'aiunca 1..- : .I c a 'I,'a Dr'. aiAitini ,ir.
s'i)bstitaiidl ,lo, por t maii dt minm: oa-a-'it, no tra-
tai *to a -t futa&lnmi ). C!aa ';,;ima T.J-.jr, dt
Sihv., s a-.'tite Iu-s ultian3 tn'!ipuis de sua. ialtia
nI" dI.-z-i'nri a1, 1.SS1, fui .ue1 lhi-. obae v-i per-
otur')aa- ror.ir3, a coni-,. ter ct n a i fc t de
vontule et lascidez a Arespiritm) que samaaIe Ihrata.
ahcei, dunantoi o; priaeiros t;'.daJ)sa d -.-u a ieaa.
20 E' vM-rda li' qu em a confere:a-';ia a;utaitIle.
noveminbro de 18S-4, a Di'. Balthazar. fi ead a his-
toi ic.i da Q-,losti comisi leroa uom ) c iUiA p;j,40S
pdl is itf. .-5.s nmoraeis quo e'lt experianentA-,
dlediaildo in-asmtno o fact)i qae ultimi mw @ltO s,, a-
Viai Ja-lu a); 'u reti.- ) a sa!)Stitun; .0o de ei pro.
ca r...l..,r.
.releii rcplol ii 1j, e u p)cailj V. S. 3 fae fa
q i, iiie ap),)rqavcr& d,- iainua rcaitaA. *unAscereo.
e--D Y. S. nttt-miat:)a ,'et r.Jdor e c,'iad---sAsa .
niSdI- -A. oaiu B da Silvca Maia.

Execuiao de seate~a
i.XEQUENTE -JOAO PINTO DE LU .


1




?

m
()































2 Al4dna& $N,*.o'shtffbs dc 11B'. ^PI 001'
ulnbid deo d proin(b e sentenaa -lsido
a ConitIiciao promonvida por procunr$|a-dor aa3
.3V4elgaes para o oto.. e ,ti idadtt'cXf1eu-
eo r ita p ie Ii-miiaaio ; ullidad's qtiu3.msrau-
a-d(ie d-as mno s n-('. 672 cabmhaa- corn o a rt:
737. poLtan ser ailegtlas mti tomo o
teM PO l ia mea, c.' ci J rSM2fli R."(, que mm-s

9 644As r: ff4rida-t Bllile- 1 podem ser
all q.&. e q.,(il~pwjri. tBfe? g fe anoifC; ; ait i -
l- ^ea: Ili -'ia quoe se ela,
1+aiei : ufi~~+-ati 'el depeadontes e
1:ew s p odiior supr*i4a polo juiz;
4t|raais -oommodo emais ceonvoniente ao Exa-
Ft-q(ie os3mibartgos -uao fossem admittidos;
toum ceitezi t njo serl do ilei, emquanto nAo
IfeA- (dos do kg. 737 os arts. 575, 571 672,
671 674 e outros, ou por butra, em quanto pbo fof
rd ranim.i1, em sentido afavo:'ael aa Exequenate today,
S a lckislavio do process civdl e commercial.
a: E so naioassmadarnissiveis os embargo .- fAs.
;.3 122 -os 6 1lia-s sgumtes Ai pmnhora, quindo de-
-~ { Vvria. l Sfl-c ?
S(I iiuido a thboria do Exequente depois da de-
0. cisSl tal-Tevista interpsta ; ou talvez dop.is que,
Spro-atvend-) a cxccutao ate seus u times tenrinos,
S elle h tiVassO lvvantado o prdo4ucto dos bens po
S nhratdlo;, ficatido assim o Executido se.in i ga.
Srania, de rohaver seus b'ns, caso a revista tives-
s.' provimento.
M:Ma se o ex-'unta io devcsse esporar a ideLismb)
: da vista, o Exe(lqeute tamnbein devrabt fazer o
S me'nom) ; p.ar..j polendo a deeista serc Ihe comtr:i.-
n-ria, fiaria disftit- tudoi qu'mto se procedcu nw
oaXi'nio ; ;(!(mn do quc s','ria uim desigamal-d, i
cl" ji ttiienavl -icnte os silos prinecipios do direito
Mi oralm p'oseguir urna execue:lo sere q(to o excci-
ta:o podasse artietailr urma a6 palavra ern defa-zA
d de eu ndireito; serial u:na violeucia a acO;a') sIot a
per'iiissa, da def-za ; seria aun ve,'ladeiro siuip-
^;::11 'p!fi11
i.: II
Nos0 c-mba-gos de lls, 122 articuloa o executado
em pri- eiroi lugar que o process era umillo desde
3i.e c< cntco, a co:n,, t:;l devia ser julgadoiP portjuc-
C; a proc.iraco. qre i'ervio noj iz conciliatrio, udo
dave aos p)'ocuradores os necessarios poderes.
Coin ilfeito na mprocuraU.o so s c a fls. 65 v. o sm-
guciite : c coustituo meus bastauites procuiradIres
c|: a nes )ra obviiicia comno advoggdos aos lins. Sr's.
(f Drs. Jomaquiian Crrcia de Araujo e Mmvic! Pmint,
t Damiasm), ec)mo solieitadores os Srs. Joapqumn
cc CnataaL de Sant'Aicam, *: oao c.apitia-l Joa,) U:tettcmo
or (lm Abren. p-ara t-aitarein d.as ,cninhas causas e
a dasdos iahrduirus do failecido Manoel Alives Fer-
roir, 1-p:rt o que ccdo todos 03 pjdor.s geraos e
a,,f espcajiom em diri-ito conc-'didos p r lei, afi:n di-,
a qce ernnn main antr posamn fici-'arar eml todos a.
c t runms lA minhailis preteiiiou es paranta qaAal ipir
autori' lm! ou iminuiiastnr.cq^ao. repa.riicq1 pbiiti.:.
i tr1bl >im.t' :-fle .) SmDprt.iaio Tr bundal de JustiOa,
;* i ts-:Iam') dr to los us poderes quo tenho por lei en
< goal, como de poderemin taunbem sub.tabe!e-u
; rdon ,i preseo tae.,
S Or-t c n -c' E" *r',t.,'E Bepl'nte cde a.s
?_ seas p-oc ir ai")r' ,, pl 1,a's qcrdaes e e pec,,te eOn
diroeao c'! l~d >s p)?- lei, Ifilzi alque cm Se 611i le
f'."[' podaas- -a 'n :i .-ar !,c, n t m, 1 >s i t'armos lt. sias p'ai
te :t.m-i3 ad' la, t l ,*ilaf'" a7,t o'ortdle ut a'laniiaistrta-
V4k. ) p'msC.c-a, ','mribmanatea -0 o Sapremno Tribatalt d-
Justiu, is ci .-) -,bmt-'ri) as p >deres esibpeciaes pa;a
t trai;jir Ji jizo oal-iliuat,)rio atun- o airt. 26 do
' .R. Rug. ti. 737 a:;ige Ins s .mumares ttrmo :
c, ( eto: a )juizo do d)micil'o ,1o r qu r no
c aseo d) art. 24, ptlera- o author chit r o r-o a
i ,, c)nili a,, e n- i l:Lpw'ler "ompaa'eae a's (IS "a'tS
p' pr et'iar.;i.ora. oal poders espqeciaes pzra tranci
gir n.o 0iaatma c a.iutorio.
A proear.i,' ) al .i ot do.,ris p tra traatiqir no
juiz conciliatori), n:lo ftilta ,!n traasigir, i ,in emn
coneil.a ino, ne n s :n jmzci d-, paz, aiin cin juiza
conicliatoi', e nen c'.n moumsa 'ditt se parAIea.
Dmi, I) poIres par0' 1 :n m- ne dc, E auentce
figa'ar an si11as pretenaues p-rante qcaf-t.er auto
1 rid ala o, avl-in>,'m '1t' *, a.repartiQco ptblica, Tri-
ln bns .ialti ,' pre-mf Tribtmnal de Justiqz, mil) sta -
tisfz pr'^.-i'.c, 1ca-[ di -) arr. 2; ti,) n t. 7. 737
qu- txinL--)'b'rfs e.lpwaiic. p-xr' t'runsi -u nijaiz-)
Coil 'l, l, a': a. ct:1 c i;n i)5. b)a') rv u o do c art.
5 tc' 4 a i*i iS I) dt o itt)-o )dt 1827, qp, exige
Q. uqeo opa'-iblor o i.nmj., tnaintdi do podaeres illi-
0 EI<" j l:o!i O :at";:r~-citt-a .lidi-m jam-c a c t i r a)
. c i c i, "" cl-m um",i ,Lt c pi" i -*i-.t lo.'tc,> c l;lS itli c -.a
c, o0- 111ia ili'ni;t t)s pt .l,''-'5., qdt.r germies qitmir es-
,, v p ". 'b'- i- i'- ta'tt amr'm n *I ,-ji-:' am tm- ncatto d to las
cc O3 t.; I )t am it a" "5 I:I'-c -* atlS, e p cr o0:153-guicat
cm h Iitbyil -ads p -rit Cr-tmms-girenjaaizi coaLoilittori-i
,.-; :i.ia -1~[ .\ a ; ,'&i n ac s..inss '.li:mla a eo ;aCoa t'ca a 8.p1 -
iS c- j i a'lli C i t1 1 .) i),l t;Oi.;cTit, por ,1l tii.t- as
c O i rri .' a-I :' o, .acnp ti'oue i n- ait|.oildltc a, c :
4!* 1"* I' ,' l ;'lt r :i .,.i !'--iO a c.)aio;iimlii >, md iix ,.a 0-cc
cc rom' :a r.'v4 in, t'v'v:i-i.mncl 1 c ,mn o -e(i pa'ccacdlimnamaci
q qmm ca, q'.itria e .ueihlae-se, e canto baeta part
(( qrja;' a, fil[t dcp i-a lames do cie ottr.tdoLa, se talt a
c liotlt',sse, nlo m)"ortas- a :a lt dale dop,-oeesso.
)i'iroito v.A. p ag.,c
A a.fl-;'. i;'iL, :I ai E:amqn'ite faz, ale 41' a
procur a:lo coitern as ma0i- igiiiitaados p~deres qtmi'.
gerae-, qu .r cp%'^ia s, uno c exaeta ; ae o propr'i)
,Ac. Exmtu-nate seor poil.bIr sustentar sut ailir'iaia, vao-
r sm fortamdo Aa dizer c\w nlo tend-. conuparecido o exO-
cutado no juizo coaealiatorio, a talta de poleres
nlo impartava nuaili-&cde -do arc-esso.


S Os tormo)s en que estA coaceb;bda a procarat.I-
de fls 65, s.Lo restrictos ds pretenaes do Ex,'q'uate
; perante qctalqcaer aatoridade bi administragao,
reparticdo paublicoa, Tribnaes at2 o Sipremo Tri
S banal de Justia, o quoe nIo impanrta o mearno qu.-
poderes especiaes para transigir no juizo conciliate
rio, coino quer o art. 26 do lng. 737.
So:n p Idm'es especiaes para tramnsigir n juizo
conciliatorio como estate o eitado art. 26 do
n. 737, ou a Sein poderes illinmitados, coma preceitua
o art, 5 1 da lei de 15 de outubro de 1827, no-
nhumn procurador pode iutentar a conciliaa-o.
E' o que unitorminemente tern julgados os Trabu-
S naes d h Impeio, a saber :
0 Sapremno Tribaual de Justiga em Accordao d,'
20 do juaho do 18S0, transcripto A pig. 374 do 20
S- vol. da Jur.ipra[-uniL di)is Pibuiuaes por Mafra.
'"^K, 0 tribuuid c1) e-mmnnerei.o d) Ri,, do Jauairo tna
;: Acordao da' 27 de jniho do 1872, transeriptu oA
psg. 826 do 1ivol do D;reito.
S A lt,'-caiao cia Cort em AccordAo de 5 de ir)-
veuabro de 1872, transcript a pag. 369 do 1o v-A.
do dir-ito.
I-A 1 ami a 1) ,4 1S. Peulo einm Accordo de 10 de
agastoi doi 1873, traaseripto a pag. 541 clj 90 vol.
do Direito.
A Relcati) do MarunhAo en Accorda,)i do 20 dol
a':n.io de 1876, trmiicripto A o-g 435 do 13 vol. 1,,d
Direitc,"
: E' pr'taito inecoatestavel quo o procesio 6 nuli,
doste o seu pinucipio, por quo seudo a etancilialo
rqwo 6 am' base de tocto o proeesso eammerci-dt aos
toer-'Wn do art. 23 diO Rg. .'737, n lls po toer-
sidjutteataU.e prominaviia par procamaclodes sem
a^ 5 podpmsea niincessartos, comQO se mostrou etm vit it
Sdo arts. 26 e 67% do meemo eguilaamsento, s4o 6s
alaoteap eiares a.s e inciti vo1 co 6 e pro no

R I K Afidsle qu tultalti dt fU de podeves
4 mdotes^qms reep to

mu for a 4nis o cilAS& art 674, '1

A~&^Xfmrul'AIW& nwoie u*ft64g noxwSHr mblaro &~~i


aoH em-dit.a aeexear4 i|
[g(Ineat io xwqf, ekAa r.
qtua ;assin 8 se axpri,41ttaten tea iiV '"
; 1 'juatasiomatoit a.oeltt$o .a Nimt.;1, ^

0)iit* e miaarf dspez ias lag'w0S *ytil- q. ^ 1'Jos~gmuiaito
daojwua, qui aotsiite a iiquiataii_4a en-
Ia',,c' c,4 jai5Laat|. exe-
qtaeuiaa nhlo eo,,14cBai ,toga e e
cisayva ser liqauida4 a ra-se ao amssat ara e -
VW') s,,bre inaiha biserji o sxeata. :
Corno e QantA :dos autos o pros it*i '
exeeu*o teve lugar n i terauo d d iB
gen-ilo grande .espa do temaoe 0 ores J$5
zai, Ilp ,lque urn msam um 'rn l do reurais fomaaa -m-
terpc*.s coin o Ift do vba ebecax ao.
A coantagipa do ft'110-tO ixen a mematue as
eustasa 4eoalndid ae t a 6a fateultteo feita toao
jU4mao J s-omarcio sr a, cidade, em viBuds da

Gaspir U.;hoa, nio respeitotk 'a nam ni;tisT a
-sent,--ai:a exequ,,nda.
E as despcz s do proseguimtaeatV da exeeuqlo ?
0 Exequente, partaato, devia autes di.'prose-
goir nos terinmos da present execuito fixar a ver-
daleira imnpartaacia do sen pretenmiidai credit
cutr i. o exeentad%, liquidanilo a seat - N.io :i ".i,) x.:tiiVan ate as catstas iia lici s, qqa
so devl ievar em cicitat, conform o julgido que
3 procur.t exscutar ; sio todas as dcspozas i*-.
a'_i p ) 3ia ;! d l 'av rmaI, s)iicfitadn'- e outras
qlia nao ie pode deixar de faz,,r para z,, litig-ir
emrn j miz ,.
0) ,.l.- diz P liri:ri, 3 it ,- .i7, trtraicatil da arre-
in ata'Ao real a real das ren ia tintos, em tudo
e ,uipp.r.cd.- a mi'n-siia e-aa.ie d arreminata:I'c das
d(ividas exigiveis, tern ta mais comp'at t apili,-ac;an
t it, stat-, que se discute.
E' asiinr qum diz elle :
c 0 crelor adjudicatario dlos rno-li nentas faz as
i,;spo ts tI)eaim 8 rits, ar-m p tg:-i obs rt S rte;ie( dci
c prelio qulw dop'is sc il! dec-ieontamn. 1,
Lobto no siu "ra.cL-6a'l Exb \',Ua1o!. e ainda
cnaIis expressiv,, oe nAio dixa diuvid.i algwma de
qtim ta l.aiavrl-lt o s5ezaLsa-oaiproi.atcde nsab S) as
e~iS 't-a 0o11m) t'lc_ qL.aii'-) S g st:st eo a a dmintmaa.i
!)1. L,:l) no ID 3:-. (amciy;ll, i-c 18T65.
.\ lei da 2)0 i jniiho de 1i 7- 1,s 17 l 27
c p ur-c-m .ue fixou os justoas prei;-s d a aci;e5s exi-
Sr'VC'eis ua suIa miruia inmportancia: ; emqcaato
l .mai Ja qie f.tza"'at lo-se onilas excxait.o por ulti-
c 1.1a, e saasidiaari,. rein adio. c-m 3a e,-peei- dc,
c oens, Sc adjad:q!.nm a ,re'ekor por suan liquida
.m vr',lJwleira iinportancia. Por(mA -A i dei-
Xil (16t prover qicu, aimda is'ndo exigiv-is (
liaihii-a3, taIm e.a')raiac,6a d depeadente dde des-
S]i)C=as, e.Xp,):ui a r's.u; e comitunglgeocias.
,E pc.rr.aitc, eon usta (prevista ei nio expres-
,, sa), alvertoncia deixou salvo aos crelorcs a pra-
cc tica das arre:iat:tniqds real a real.
Na niota ao 403 costinaa o amesmn jiri'--.on-
SUMit :
a CinO), poren, a acqlao ema si vale sn t1o1, ql.a
;c a divila in at.0,cm.qo aos trabalh)is alt coot'at;
,r p.ir iai) a lei pernaiuto 11,1a1 n) pig.amaejat.a., 8:
K abdtam as ddspezas da eec vua depois d liqati-
Slaiea-y nos atos:s e qlie poli'ri o credor haver
c es3is despezs a-simn liqddadas e cmiatadaas p,'iai
' t.a-es na t ua uC)ebraeate quaiit:ia. Ni, diz
, c/a2La, u..n S ,omti c oselo-i auto ; rin a diz decpeza-/ li'pdil.t-
. d&- cnn.) outr;as itivarma'i, alein d:t a'itutam, 'Tin
% Ilt ic nrcussario a -u t i iq i.idiaTl, me d po:s daes
tz taa conta ptlo eContador.
Ainda au, o 1 praoiZaeqae q niomuu jttr'sas.rmmi
'o miostri i que ,i<,p:z as niao sao someultC eus-
tas, icis tiado quauto o re lraor g stot na c bra I-
ca -It dlivitl ., e exmprrs amentI se occupy dI)s la)-a
ctorarioas is advog-ido e sbli'it-,orna.
A sb.citm.aia exquente, porta'it.o, man:dta:lca le-
var emrn couti as despazas legas coin o prose-
g-iim:uat da exat --tulo, ni se referi'io sinplemaua
toe t caiti-s judici.ts, ia:L!- a ttu-i) quaitt) se gas-
totu ) prosegauineuto da ,x-c. ao.a
)ra, corn) toi aeinistral:)I, a vermfi'a'Io das
dopcpeats lagia's, II;") pojia s nr realisaIa senAo por
in, i) de n.hu liaqud-iam, euj lroirssao s r.'gul.)d
pelo art. 5J1 a 503a d, rcg. 737, e nat qua) devi
sert incluilo o documneuto d& iti 125, 7qu, rep e
seat, a umn despeza legal.
0 Exe, tiencte f-az a respeito do seounto p no
-los ~nt):ii'-4os dc fls. 122, isti 6, da aullidaide do
poecaso poraf'ta d,- liquiidacT,', u.-na consid.-ramic -,
1die ni .) a l.m'a I pass-ar Selih ar'p:lra.
Diz o Eme~iie mte : E assica piocelut --ae a co -
cc ta~min dics atmloS dais d.ia;!i ic'xamcuyims ; antes d,
,, ettf.'taar-se a penhara o embargado relaberen
c cqaim sm mns:ail Li-c- ,u).'tar om ditos autos pAr a. co-
Sitmal.-Ir is a ,aaati-, pmr.- calaj. p tg.mrnamto ti-rit'
,c adu irob:aad r-ns. a pci'.ih ,int. Fioz-se a ciita a- ft.
cc 10.* '. fl-. Ill ; t'i .'ta. iatin-id-u ao ombargantm,
c A f-l. 113 ,* aanmiat1 .' i -a fcz -oe a anh cra da
is a d I. a .5 s5.'la iiitei ,,
Co n !sto. parce quo o uxoqinuato nteodae tuba
o Exm sm it ali s ,- ,atit-r.n ,u cian .. c atodm t -itt;
ants so assico p',am;, lamb cra cmia compi:to Comga.-a
0 E.ocauta-lo s 'imo intin a-, da senteue-i, cajos
tcrinos iampoem a n;:dcussidade da-iiquid'a9io, es-
plerab qu m o Exequente offnreeosse ima prim-ira am
[iaicit o05 resejOtivos artigas porque a ;sso o
obriga.va o rng. n. 737, que no art. 504 expressa-
me ate disp5e :


c Sten 1o a suatenur;ai illiquidat, a prinsira cita
a qdo do execitaao serd parc vir offereaer n. s or-
cc tgos de liquaidagao A prirneira audiecacici do
or juazo.
Nessas ,oadiq5es nao podi:a pagar e nemin no-
mear bcns A penhora has vinte e qustro hors s.i-
guititas A eitaqmo, co:no determine o art. 507 ,Io
regulamento n. 737. qu-m-lo a sentence 6 liquid.
E tanto er a assiun, que tendo sido a prima-miri
t't9izo do Executada feita em 22 de setembro -do
1833 (fls. 107) o Exequento sao requterou a contri'
gem daca duas exCcuVieseem 3 doe ooveinbito (ffs.
108), contigesm que se procedeu etih 10 de d-.zem-
bro, como se v6 de fls. 109.
Dedois da contagem e em 14 de dezembto (fli.
112) o0 Exequente roquerean mtadado de pouhora
em beis nuantos ba-ttssem ptra o ptgamaiSmto del
iacnportmtueiai c ntadat, o.)r Al noe foi p ass tLiO, ealI
virtudei de lduvida d, ",Swvl I, qiL o digno juiz.
jul'zoa proced-nte, porqua -aina la n~ih-i-i. ,sid, )
Exeeatumio cit ado par; pagar a quaotia contalm '
E a luvida dio eirNiA) cimiba;i s.t rzilo d, s r.
por que a pri neira cit 9tyo lt;a sido p ira o in'i
gresso d i execueaA d a; sQntent ext qiewndt, e n
cuja carta sae 16 emr letras b..m visiv'-is A fl<. 2--
Principal aqo se ,e iqdjii' itt wonforanidt.de' did
julgado.
i mn5 1,- fevr -ira di o-'rmit- mait i fi q'v.
o exe |unnt!. d,"novo requerent o mindado d4 pe
nhora (fI 14), a quat foi ,'ffeeutr tnos diai -2 a 9
d) mindtoin mez (fls. 115 A 119). !V
0 gxeeutad u mao su 'vf'ofirui eaa a aont dj
0aitamor, que srvio de tao jL m a pmhora ,; ao
- contrario nao a asN,eltoa 4R uc
goi dps fli. 12 4 pb). luaios lkawpsitos e qet iini

pfO58,4I l .& Sra. 5S *Vt
lepreseitte suatea wtk _n,.a i
mefo 4e oppomigu'aiud*- -Ar I*
SpidimO sea' opposIta, ;M foawiam, eoi' de
ojuiz' co n a penhorut, nono4-ues di" lglted I'
edul dos ter te4o do art. 6.5 a -^.ai 7 7


s-cont ra o stt-ett ....
0106, p -a rl tc"A` i de r al-

cc- J az**4 ptarttp0 o
~~i~e er Ate~aop




rid m 'a 3 ) '*por
f:_ lve &PA ap 'a xe

;Nae aSito sea' w" ditigiict' ota'a si- Banuste,
ar Ie outreui havia hertdado a tat*,f patrm 'dos
Va s do pretevo-devodoc qajlflneando 4aes.a
part" Os- sefts emia;WAgu, cwt.e aereaeydo dapooe-
tcta, parquet tees sio os d(t ar', 577 2 a *qsw
myuHr te1 ^'eiaz' rsjerobtiii' '
a d sita'L fi *me rmed*itd &rt'592 do
Reg. n. 737 que o exeeutado allegol o beneficio
de divisoto ;foi tarabemn'noart.43l do Crad, C aim.
mencariado naquacHe art. 592, que coage o credor a
recover por parce-ilas, o qu the for devido qua do
a obrigqaqdo divisive per direito, comnc nas p-er-
tilhas de credores, socios -u herdeiros.
Lobao no tratado das exccuteas eitado, indio:mnU
do os eambcirgqs propriisc p.cnliares contra as oxe-
euoes que proceiem por divides liqutidas u iodi-
tficativos, dix no 225 :
,, Pertenceu (0) os ein'ai'gos de division da di
vidF, quandio sendo a obrigaao devida so pro-
a Cedo in solid',m contra un so do inuits herdei-
or ros do devedor, ainda que os outros sc'jaminsiA-
cc vava is. ,
N. 32 -liz o rnmoi:no Juisn-oalut, :
,, So sd mnumitos os h.mrdeiros habilitados, 6 r -
gra trivial, qiae s6 sao obrigados provata, con-
forame as su:ias forans her.ditarias, airla na o s3,n
S(lu, ::;ilum ddel"eS seja insolvavel. ,
0 qct- vai exposto # sufficient para conven(,r.
de qu,: a peosoate execayAo i.mu poditi s ,r ,aeamni-
uhaL& cLatnrra o Executado exelusivamninte, e qoe. o
b'nofiio de divisao iav.cado a seu favor 3 iun-
Idal no art.-592 do 1Rg. a. 737, cambiuado coin o
art. 431 do Cod. Coln.
V
Articulou-se en 4.0 lugair nos embargo de fi
122 que hoioue erro 11 'alculo feito p--lo coatmtdor
A fIl. Ill, sobr o p eia:,ipcl jurors da execuelo que.
Mi:o)el A-v.5s F-.rreia minovuu contra 0o exequente:
poapr-a consta cio d,',mnmiato de -fl. 130 que o prim-
cii 6mil e 47:9J.32J3, c a calcuto d,- fI. Ill,
capital ,.o ie 'rio d'r: b:ie dot 46:9063,23), soial,>
que pur i.-s) o tot i ,i) principal, ju0roa e oust;s,
i-nportLa ecn 183:915e083, e aao em 181:515527),
como foi caleiulado.
S bru issa o x protmsAtoai n.',) pr.'v.ai"uor-se de quldquar erro ha-
vido na conta.
VI
Articuloi se emn 5.0 lugar nos embargos de fl.
122 que os juros damora sobre adifferensa entire as
duis execa5es, quo era de 63:846,090, tinhatnm
sido contaidos eontr,. o dispost) no art. 59 do Reg
n. 737.
Segmndo o art 38 do Reg. n. 737, o devedor sc
coustitue em ilioa pela cit-aio parsa onucilialo,
inas 6 neccssario quo a acqao seja proposta atd um
mnez depois do dia erh que se nao verificou a conci-
lia9olo.
Ora, teado sido ncm 12 de ]ulho de 1882 (ft. 65)
que nao so verificou a coneili:acoa, e sendo a ic-
c:lo proposta em juizo em 6 de setembro, teido aido
a,.eitac4o m 4, cpumq Ps y6c 4 ft.. 4 a fl 6. vigto
que os juros da inora dever-se hiam uonhtarda i-'
taq a p:tra a aeqAo, nos termnos duio art. 59 do Reor
n. 737.
E tendo sido a citaaIo nem 4 do stembro de 1882
(f1. 6), os jurors at6 10 de dezembro de 1883, cona-
forme a conta de fl. 109, imnport.amn ein 4:8520300-
cm n1,o uim 15:4665570, c.nm- foi coatado.
0 executado reetifica os embairgos de fl. 122
ieasa parte, porqae os jurors nailo de vmve in ser con-
ta los s 3'n,. dpjis da liqiiti:aw9 -isto e, depois
que estivcr eouah:ucla a alnportaiicia da divida,
porqua so eutAtI c lu,- o Lmvcder ale cecistitao'enem
En' oa8a.
E' o que diz t'.reiria Sonza nota 839.
E' o que ae obserea dc, art. 24S do Cod. Coon. que
3issm me sxprine :
,, Em eoinmerdio podem exigir-se jutos desde- o
am teocp.o do deosoabolso, ainda que no seejam n est4
,, pulados, etm todos cS uasos can qmic por este Co-
c digo sAo percuittidos ou se naudaina contar. F6.
rma destes cas.oa, nso sencdo estipdlaios4 z padem
c exigir-se pelca ,nol'a no paganento de diccidas Ui-
cc qdtidas, E NAS ILLIQUIDAS so DK1POIS PDA LIQUIDA-
cc QAY. o.
'o.tio jai se niatr.,t, mamo so procodeu a liqui.L.-
yi da senteaqa conforanam o proceosi estatuido aos
arts. 504 e segciiite di 1Kg. n. 737 ; -de1tlb qAe-
o exiut-ado nmi., pc 1i ,ec .,,di-ci ieradyo t;n n'o.'a.
pois -que os seus etteitos s6 comgeamil a'correr
desde o dia em que o credor exige jmdiciat',ente o
s-c gqgaeaento (art. 138 do Cad. Coam.) -
At4 o dia am que o ccatadtr fez a oontiaagt, dais
,las execuuaes (fl. 10()), nuo era eonheeidoo vawre
do protendido credito do exequeuta, do que o exi,
Ieatado s6 teve seieaeia e:n 20 do dezembro dc


1883 pela intinaeilc de fl. 112 feita em obediencia
no despacho nia petigo dde ft. Ill.
Comoo, pois, o executado pdgar steu saber, se do
via equaut. ?
SComa pagar, considerando assi real e l iqui-
&d a divida, s nao se levou em antu as d8espezas
le#ae- corn1 o prosefuimento da -execndo, segundo o
ordtmitado peoitsl itena, exequendaa?
f ,mao, portaato, cocistittr so o. executado en,
mgra, se ainda as suas contsca 'mrn o exequentat
Iao estao liquidadas e certas ?
' E' claro'9ne a6 depoia que eativek sahido o quan-
tarnm da divida 0 tue soitaiiA base para o ealeulo dos
j tiros,, o que s6 entfAio o executado fioaxi, joeito oam
effeitis .t mora.
Ainda mesnmo que se prctnmaa,eomo.mo aexpq"pn
te, que a eontagemn do ft. 109, emborm errada e em
desharmonia coin a sentensa exequenuda, te"nha a
yirtude d aupprit a fatar de* lI-qidaeako, o quo se
nega, os effoiti* da, nimra- Bcusmeaieaaw a eormlr
desde o dia em que o ezeautado f.Aintirmado para
pagcar a quantia c eletlada, (art. 138 do Calo Coin);
C assimn o0 juro0 ealculadms afteriom mea'e, ou atl 0
uia emn-qaueo e o6 atado-fez c mnt.'leveam Or eSelani-
d cs da mesma couta, co:no imJle*idos- iUettot
VII
Articuai-se em 6.&'lugar snos _eiBarg.s de _.
122, qut o-'otecutotid na6 6 obrigado, a pagar a
diff -renala entire a dua s c ,xemiutq e o e aR* pi-
,ilao, pwcqiia atremRiau919 qtuc da iel Alws For-
reiea fez, pai sea paig& itwatd-i ,x.-'cu94'.qi, 'o,
BXeJ0iaiatii in~vua .caaatmiA~*it.|i"~~~l G6 tspar1 Uchal$ a1
nao fcm e n",n'pilas 4rr 4-l lot, iafs l I pas*r-
f -ita venla, par tmr sid a ) *pwae vdrto,e suparit*r
nAM preSgo(4c |1 Y .


~ie&, oapa suEi4do A^ f:r^a
susplaivrais AW1in f k~rlta4n AeIii %t'W l,.'
0 im.rrainatair 6 tiiutiBjeit, 6tfi fatt *0d& ser
o'm-igabi iasy(I.iram a So&1eat $ 430); o quo
quer di|r quu Maugel Alve4 pti a pedir liceug
paptfl 'LrecntC.r real a real,' e n'-o arrematar por
fonnaa Jmli, oaiarruatamir'puira e shitftin.bento
fm ndorCjnaa coCapra cono fosz, a plre*'icerto.
Urn. a'rewatata' real a real preo certo 6 uma
,-cxfr^.v-i nei, t~ui e.-)itr'iteaas.; e por isso o ait i
di-afd, qa,; Ma, olc Alvas arrematou real a
real pour 133:1005800 a execuq-o, cup valor era
133:099j0O, utcahumn effeito prodtztiem face da lei
141 D, rugulis juris. QUtod contra rationem.juris
receptu4I es non estproducendum ad consequentia.
VIII
ArticAmlou-se em 70 lungar nos embargo de fls 122
que miudna quando a arreinataAo foi'e real A reul,
o Executado n4o era obrigado af pagar as duas exe-
cuoes pior que o coronel G.aspar Uchoa estava in.
solventi,.
0 oix1cnikd(I provou corn os duculcaintos do fas.
032 A i4' 218 li e o corunel Gaapa; Uchua ate o
dt. 16 Idv 'lrdi de 1878, em quo-Manoel Alves Fer-
reira fetz sesalo da execucao que arrematou devi
a diversus credorc.s 1 J8:535746, e devendo ao
Exequente, seguudo a conta ie flis. 110 .........
247:7164170 eleva-se o total do Beu debito a.....
3G6:2')6591G alin( de 120:000', que devia A Anto-
nio Corrcia e Vasconcellos, couformne o documpn-
to de fls-. 2.
Ora tendoa sido o engeaho Aratangil vendid'
co:n a s fra p r 130:00'JA, sendo o engenho por
10");;)003. e a safra por 30:0004 comrn so v6 de fls.
1 v A fl-. 42, e tedo sa dematis bens d.i dito ea-
ronel six avaliAdo.s 120:1133257, comn se v, do fl
22. 6 vist- ;in.; o imi3ino coronel Gaspar. Uu-hoa cm
s.1n1s mo val. r ,le 250:113,237, nao podia solver ur
pil-isvo que oin ) so ios.itrou attingia .........
366:296.916, si.m coinpreheol-r a divide de intis
da :0:000L a A-ntoni, Corrtei de Vasconw -ellos.
Convem n ,t.4r qie o e-t calealo dve s.'r ridu-
sidc coin relaato ao vdt*volb corimel Gaspar, p)a'),
q(jue da i nportimcia de 130:000),A pla qual foi von
di to o aig.nha Ar tan-li, 120:0091 foram ?n ,:t-
tras a v!. icer -e 1 a 9 annos de pramo, co.ao sse v
de fli. 52 v.; e assimi maior era a insolvabilid'rl
do c.i-ui 1G;a.spar, p-Ar que ditas lettrts desconmta-
d&'-s ian' poileramn produzir mais qae 60:0003-. ao
ijur a 10 "o 1 6 qtai: iouvess, (ii..ni tal .Istn
to rcaliaassae a tao logo praso.
Em c,,.icesta o disoe o Exequcnte quo a ii.-l
C( vabilidadm do devedor nao autorisava Janoel
Al-6 a t.aL.i5ir corn a exemiyAo .:rernatada
i, ,il p,, retai: eria siiaples procuraidlr ou man-
SdatariC e carecia d- p-)deres i):ara dar a quita-
e zto q;c delu.;,
Pam-'i JciaLoiust.amr "i i nproceit acia d&L eltOtiL a-
Qa,) d.. Exequente la ista invocar as slas prai-iaa
paaivr;,:s, ('li aufro lugar dmetes autos.
l)isse eii, de fls. 63 v. a fls. 67 nos artig s que
offtirecena acao.
ProrarA qie proseguindo Manoel-Alves nessa
o exenylo, afinal fez cessio della ao tenenti co
u ronel Victnte Mnites W,'nderley, sem intervoaii-
,a aom, amn audiencia do autor, transigindo do mes-
mno inodo o ccssionario eomrn o executado, a quern
c foi d.ida quitaao) mediante a entrega do ungenho
kArataligi!, que inio eAtAva comprehen lido na
Shiy;uthoca quep irantia a viaca pertence te ao)
augor, coinpranLo o mesnros cessionario a safra
do mnonconadj eiug mho por dez contos de reis
c, o que demonstra irrecusavelmente A SLVABILIDA-
c DE do devedor.
-Pur que o Exequente procure demonstrir irie.
cusl-v-1.nvnte a solabilidade lo devedor?
P, i qua' a solv&biiidade 6 questao prejudicialmas
:arremit: bi. real 4 read; p-,r que so'gundo o art.
29 d:. ;; le "20 de juimtho de t1774 s6 so e imhnputa a.i
cred,.mr quo arrematta real d real, o que elle cobr.u,
e o que deixou de cobra por sua omissao, ou naegli-
ge ncmm.
SC ;iseguitutmentf, des.e que se provar, como o
'Execmtidi fez corn documeunentos de fis. 132 ai fls.
218, que o devcdor estava insolvent,. niao se pode
dizer que o arrematante real d real deixou de co-
brar por negligencia on omissao.
A silv';b li ade, pois, d,) devedor coronel G,,s-
par Uchoa, 6 ponto imnportante e principal que
dove ser estudado e resolvido para se julgar do
proteudido direito do Exequenteo.
a E tento 6 assin, que niao s6 sobre ells fundou
o Exequente sna acao, como se mostrou, eomo a
pr.,pra s,'ntenia exequenda baseou o seu julga
mnento dizeondo: ,Considerando que a solhabilida-
,, de do c ronel Gasp;er allegada plo autor, na.o
fbiconte.tala pelo R&u...
A 1ce citada ds 20 do junho de 1874 perrmittiudo
no art. 17 que os credores continuem a boa pratica
das arre-,.atac3 s real a real na terceira espoio ede
bens, dissem- .
r Ordeao: Que poala ss em praqa bens'la ter-
c cia'a ospeeie, qitaes sao as acfoes exigiveis ,
A e1 hiaha das acqoes exi iveis, que sao na phira-
se de Lobi'o--(Tratado das exeeucoies 38:3 da
edi5so de 1865) aquellas er qce concorrem junta-
mentem:
1 proves da sua realidade.
2 icon itistrumeutos v liios.
3 solhabilidade dos devedores."
4 qal e ssas accues seljasn ccssiveis.
Co:no se poderA hoje negar aquillo que sa reno-
nhecen eosacncial ,mi qiestai ?


0 exequ n-te, p)rtauo, ferio se coin, as suns
proprias armas, suas palavram proclamnain a iam-
proce'lencia de sna actual impng-aitjo.
Vultando a questao de mostrar que u Coroinl1
Gaspair estava insolvente ao tempo da cessao, isto
, emn 16 de abril de 1878, o Executado a'nla pri-
vara a sa affirmaciio corn o Exeuemati.
Co:n effeito o Exequente na petito por eertidao
a fl. 237 escrevcu o seguiito q:(c traiusaereveains
pazuaamelhor se cunhecer o seu juizo sobr.a a solvi-
bidai-! do Coronol Gasi ar.
, l)rz Jol, P'iato do L'm >3 Juiior que tends
Sobtido c intra o seu devedof Gaspar de- Albut
Sqaerqun Ucho a inelusa carta de soutenmi,
Te vein requerer A V. S so sirva mandar 'passar
a carta executoria para justigas do termo de Seri-
a nhaem onde mora o devedor e estiao sites os
br bens sobre qtuo deve correr ya execauAo; e p r
c que tam-s bens eejam insufirielteu pard o paga.
a mnento da execudSo, porque no engenho hypotiie
a caAo ha parties perteucentes a outros o ue-
Smahres'e p +) fdillecinnrtio de atpirlescravA, o
, upplicante reqaer A V. s, -irvamaudar )ms-
a Sat tamibem oarta precatoria p.r a asjustiis d4v
mIp.:u ta, onde o Execatnd p>ssue ,)uir ,s,.
I.a ninua rep!iea qie o Exeqn-ute f-z, e cinsta
JM Ae!rtidla A &As. 235 1e 16 o seguiftte:
S Q suphieaunte ooaim o de do respeito poilera
A 4ly. S. 'qe a ieiusapienoia (dos h6ns hypoeca -a
c edo existent.-aw n, terwno 4e Seri lnhietB para u
S npej mnto d&i '- n*c1Ao, demonstra se pela- -
c met escriptstra dehypo.haeuatranstripta na c.Jtc
do lgen Dc~tl Ds'esa*setip-'(ata a v q.:-a
Sic a ,4 ii4ap rtsiaar aAttt(lina-mi',e vW-
ei jA ha long i tempo, o queo pal-j jaroos faz
Ii tara sua zmpa"rtaucia .
a -s9 maiB que d. 0ypotheca do sgonhalo
,om iseutas as pmrtes p rtinccites a oosf
w.: awih ae1 :qae d. p trto hj3pothecada ki6

'anmmft~S qw oow- '& iR~a poti pri-F
-. aS iaa-*ter4 i ^
eSs '4 im ser deiduA
a W~tadtas dividam .
^HHH ~ ~ wr n(^: Mst^l iay? uitu Gon "1i


ifO.rta^ 'q^Hfa fc~~c^ doenuiento do

ivps" In d e us. fl 3 be is ol -a
nao garantiam. d.ivfda do 'oronel Gaspar, sendo
quo pot issb 6 1te 'edio qu6 se finesse exeeuoZ
6etojtr&t ens xsdo-nisAno~roiiel.
SMai aa, ostalid,- ess., outcos bens obrigalos
4hyiotheeao, o tead o coroavl Gaspar diverso,
0'dbres, 6 vatso que Manoel Alve Ferre'zt.
conio arromatatte da ekeonTheo, uo paola ser|
p4go 'de preferencia, e entrria irm r..t i) O..t
os demais credoro's, prqlttU cVi,, se vetific 11,
send o active d;aque!le cir.ouel 250:118$257, o
sea passive subio a 366:29G691G, aem de mais
de 20:OOS(OO quo davia a Alt)ao C rr.';a ie
Vaseoncd.:os, e a mnuitos outr)s, qai: s- pr.a i.-
s:- f'.'8-e precise.
Em continua.#o de su. aoti ta9t',, dis:e
Exuquoute A flbi. 21G v. qiu uao v rilioz ss
C Iculo ; ma, aecuitanwlo-o eimo verlHdadAiro per
guutava: oude a prova de quo na -poceia 1t
morte do coronel G aspar nito estivessemn pagos os
debitos de que falla o Executado ?
Respondv-so. a provaw eti n1s dueumeutoi de
fi. l62 Afls. 219, prova plena, porque cnsc-a do
escripturas publicas e de Certidous extrahldlam de
autos, cqut, nAo podem ser imrpugnadas.
Se as dividas nao sao reaes on jA est'-vam pa-
gas, nao ao tmpo da imnorte, mas ao tempo da
cessbao, ao Exequente 5 qae incuiube provsr, p.ira
illiudir a prova feita pelo Exocutaclo de que, J
r uel Gaspar estav.. insolavel.
Ainda continAa o Exequ.nte a sua contest ,,;.T,
dizendo que io iventario do coronel-foi distri-
buido eitre os sLus herdeiros 117:563$925, e que
quem lega aus seus herdairow tao coas:dera-,
qnantia uno e2ta insolvavel; acerescentando quc
documentoi do fli. 224 prove, quo' umn. do her-
diros acceitou a huraina a b :nefieio do inventa-
rio, sendo depresumir a reauneiasse se estivesse
convencido da in-solvabili la Ie.
A isso respotuio se vantajosam-ut -ou o, d.a
meito quo sjijuita, dJo quat so vv qie o ceaisl d.o
cronel Gaspar era deveior divcrss d.( >Lja,.t.i
-iperior A 10OU w):O.)'0, eonunr-; : ,I c raclbj
f'ita p',la vi[va iiiv.iltarli ,'?, o que, slA de ,cccord)
corn 0 cale o qFe mosotra qlu o 0in'ilIn cdi .hi
devib a diversos 118.5350k716 at u o dia dia te,.".
sendo que nesse dia crn a qianti do..........
247:761$170. i:nr)jrta,'ia dait exueu;yAo arvim italla
pr Manuel Avws lForrcir.L elvava o d.',bito :t
36';:296i116, aiu;, da dividia d &uais do 20:0.)J$
.1 V;,ieoulCiix, e outrL s
E si pirtihiaji-sa nitroe o.i herrli-r,'s ,UaI',
dc 117:5(33925, conoso sev6 do .loum,.nto de fi-.
220 A fls. 223, foi porquc, como ainda ae ois. rv-i
'O iesiio documneto, n iso sa eparou bhn; p,xr
p gilmntu dsia mencionadas divides.
PrvaI,s "cuo ficam tod>s3 os pumtos d. *c ui.-
0:.rgos de flo 122 e dc truilda ,. cimntcs~atau
iproCse tUl, cib,.3 ao exeeutado ospCir.ir 4'l1 ae
!he fa{a juti~a, c nudermmand.no o Exe .iinte nas
custas.
0 E.xecutido requer aO douto Si. juigatior
quie seo iignc, aatus du proforir q',aaqmttr ucpL-tO,.fo
obre os eimbargos, imnad;er coitar a importiuciLa
do principal, jurors e custus constautas dos do-
cmmei.ltos de fis. 132 A fl. 216 ate o dia da c, s
sAo da execucao (16 du abril de i876, atim de se
pder conubecer corn exa.tidao o dcbitu quo illes
indicam.
FJ.
0 advogado,
Aagusto Carlos Vaz de Olivera.

Alms do Recire
Muito contra a minha vonta iew venio A
imprensa responder ao Sr. straw a Mrnez 's,
e so o fago por ter erl inmuito exteinpora-
neaminente se ocupado do meu humiide no-
me.
Nito fui o autor do aitigo A verlade
pois qtle sou avoso ao"antjnyin,, 0 o tes-
ae teria a devida corageia de assig-
nal-o, e assimn carregair corn tda a res-
ponosabilidade.
E' facto que fui o author do artig,) qi;-
tratava do leilAo do prcdio da rua do Li-
vramento n. 21, c se no o assignei foi
porque sendo urn abaixo assignado, na,
podi.a ir s6 con a minhui :ssmigita:a, d's.
de que o tunpo nito pcrmittio proourar os
outros mesarios, e p.ora isso o deolarei em
plena sessiho.
Nao nie constitni cthfr do ,.isi ijuo i m,
pois para isso .u. faltom as iiabihita~os e
Os cavalheiros quo a'onpamhamvotn a minha
i cia estao ainait de ':1 dquer consurr, dp
qaein quer que s,,ja. i' ver.ialo que co'u
a minha fracas palavra estava seonpro dis-
p )sto a o ,Tbater os :.basoe,, proc,.'runio
m, collocar na altura do men c:rg.), e ain
dai na ultima sessao en requ' ri unia mesa
geral, e so a ,ayo consegui foi porque os


contraries A ,-ssa media legal e salutar,
so oppuzer'.in corn tal barraria e muan:mj'),-,
que tornarama sessao tumultuosa, em ter-
1mos takes, qui, quando se p-)z o meu reqne-
rn:ento a votos, quatro me a-ios qnie p >r
eile votararn, jA se tinharm rtirado indig-


n tkls.
No entanto nao posso deixcr de esti-am
nhar que o Sr. Menezes, doixaudo de pe e
s,:I al mais aive contestaAao as series e
graves accusac.-co f, itas pela Verdade,
vi.sse tio f6ra do pr)p sito occup.-r-so uom
o mueu nome, qae da -irmandade s6 trata-
v.a no uonsistorio.
0 Sr. Menezes prtcure o sutor da Ver
ddde Vedadeira e co n elle se avenha,
p)ois unao gosto de poleuiica jornalistice,
por tudo e ate porque me gasta dinheirodo
bolso, ao paso ,que o'Sr. Menexes gasta
'0s cobres da irmanalaid coin as snams pu-
aiicO9p' s.
-' o -aso de pw'nainr :


Nao ha ventura,
Comoo soer tolo,
Quo o nAo tor miolo
IK' Isum.i 8l n eura.


R-eife, 20 de abril de 1885.
LeaoWis Wto- Lo~wreiro.

Carte-aa A.L lmfterado

Su V, M. ImperiAi fatetrk os meios;
ti neesa se rf onre exist., ai, Facidda-
de di, Medieikm, 8- $fR& Juotc dmay~f3
pubsea~s",s ds; ~j 5~ 4
pab~ic^ saei Lta rtaf qitetfk* A*MdT- Od^y'

phiaritiase do8 abea ipes^ ) como Qm-

Wi4*ia dos CasBS.
ADmiin 18 5m v eFAinflvdwimnIb:-Apti.I,, -
mNw-li a 1m Immaflf -zaA numM rdAnnAmhna e*'*


iw tiuas, eiram muWas veS m -
pllsA es que mister attender, on rp-
illtopic 8sloas8, 86 coR a .viut do
t~lo Re podlJ eI4ftidamoate c~~.1
Eiretauto, ou. atMo sontO uflm me
reonedji f que 6fate, 4 qe OUEo a vemr
ai V. M,.Ituperiali que slle 4 cipaz de cof-
segair, s6 por i, o tpue nenhumn outr tnM-
dicatoatoM at6 hoje empregiulo foi oa sern
oapazs do alcanar.
Corn quantl) 8a n.o scja professional, e
nao obstante c .tu re n-'-iio poder ainda
ser uaito e iuuitj mI.4horado enm outras
l9os mnais habvis,- toda;,i posso garantir
:, V. M. finpfriil que edo,i nlo 6 uria gar-
raf: ;ia estupila, n'suid: u'na vii espe-

Purai& t;ii.i em r/*r,. s..',tiri/, MIartius, e cst.
ohit iczti n ite t t.i t o e o1-'tt'l<..
-A sea te ,, peraut- os hoineus da
Selencia, e uuailio reconhecida c confessa-
da a effiaciea do meu reinedio, eu farei as
declhtrisa nrc;issarias, prr jqunnto n'?to
pretend gaardar sfgred>, nemn exiju pre
*i O.


S6 :er)uc, s3 desmjo, prwvand.) quo nao
ininto contribuir, ain-,a q,'- pouquinh.,
para o bum -o in-mu pa^z m da hu:maniilaie
sofre(-ra.
JA que nmo h ao;os, d-'.ixr outra mcousa s
nminha ftminilia, (jil(ro v(r se posso legar a
meuos filhos, urn n mezihv :aO ma(:n ts.
Liit tla)o t inuit,)- ,iubra0os, cunu-
la 1o de ridli.'ulo, s-ar:: suOs e i:,igratid -s,
fditanh ri, mao os c'ahi li.neimmt.a sti~ntifi!.os
na,-,..ss;rio0s, si{'n t-,r a (t 'siii n :' dirigir,
c.,.iinlhan ia, ni.as tr- .,s o trabalaaudo s ;n-
pr-, ,)or t :nt, ,;ic) :no, .' l ia > "omi; r-
;:lt 811- si l nJio Ia 'i) s tiurit'- ,n0, ,2
orm'qu_ da s 'j*:Lv..t :'i q ..-,. r. au;,a t ; 3
f-jse a ia, trm'a)lli p-,rf ia, -o meuos unm
trtbai3J quie In r c s-,- .-,rr a erf ioado
p Jos h menss d) s,-i nc'i ,.
l,-jc a im m [;ilbor, ,,ii gr .,sir) .. ,
;IJb, ) o iima .cr rLrij Uo I o a' ..v a i i ,..' it a
-i', iiventar na o m al/w cinac, a at',r.li,,aa.c
baja, r 1.it :. cr',i' I *'t:" ni ci ,' i 'nI- 1)' 0
iiz-'r a V.Al. I c-n i: .i :
Eiso 0 Iu iil a upp1ii o a V. Al
Imperial, que ,, digne servir-lhe de ,pa-
Irinh.), e taicho tuint-t f -m1) D us. qur
Lha- ha de -lar riuitts gost.s
-,-ifi,. 1, 5 i do, abriI 1 t 1 55.
l)- V. M. Iumperia,.
Rever': -t' sub lito
Profesaarc, J,,au .Jwac Rodrr-j'm:,.


Fraiiqueza
A' J.
RIicabi --o roomt/s ... e a nr pr'-saIlL ..
E~n reciproci,',lcm pret i, ii aut' .,onmtm
;cgr .dccer-lLc-, 1 :3 s l ,) ,,-'ive O ,-siaa ili ;a -
I* I Agu.rdlo o ,pri.citivo U-nsejc.
C.




0 abaixj aaigna, o pr, vine ao publ:cc
qa, per oti o s i:np-i:'riosos e inlep ,'n.ltri
t s de suA Vi too ',, trisf, rii ) para o i i.
26 -lo -.rrent a c'ctmt -r':':m -i ma la tfaZ '
ha-je nto tthe-Itr, o f-' S ct,, I ', -i.
-,n;' fu-omf. P,,r,', .Junio-r.


Products especiaes
DO

Dr. Carlos Belleneourt
Salsaparrifha .'- ')t t- r ,i elixir
de jurub:.b:a. viaho to.lco. x-tr0p,, de ja
i'nuacaru, nje9AI,) [Uet'tu.inlit, pilii.s d,
eneliclyptina, pilutaas ;Uprictiws, achamu-se a
v.nda a retmli" : rua a:; C.'c tia n, 27
pIlarmLnacia. Emngrosso: '!-a ,o Marquez
do Olindla n. 3-4.


Medico e parleiro

Dr. JIA ia LonrLiri
Da consltasi as 12 As' 3 na raa do Ca
bugAi n. 14 1.- widar. R. si, ian tumnp,
raria no Mouteiro.

Collegio Seis de Abril
Maria Capitlira ir Martina s itbciri, Coinuia
'tlea ao puablico em gr-il e <'n p.,rticu'ar aos Sr-
paes de faniolia, tuatris e ccrra'pondentes qua', eoc.
u titul, macimna, ambro a) a dia do; abril, aca runa I-
Viscond' de Alauquc.i'rquo. s.br.ci ,l in. 2, unn col-
lebuio para a ealue,,:.',o e insmtua-dL be m.'nina-.
ncmdiinte as im,,nahdies gaerahl 'ute estabelecidas cur
tudos os est'tbe-ieci n,-iitoas iessla natureza, e ch'm:
tmdiat pela idea de qua a.aberni currespa.al'r A espec-
tativa dos qua the eotunfiarein a eoluceio de sd-u
(thuos, espera que r.ao Iham faltarao cocn o seu he
n 'volo acolhimento
Recife, 24 de marno de 18835.


XAROPE
DE

Ia at-Am aIA

O lmaft ma ti (lecythiii idatieou) corn
i qual se prepare este xaropc e utu vege-
tal da flora brasil-ira.
1 um agolnti tltherapeutico loa.i-ri'issi
mo contra a as molestias do peito e d
astlna. a
Oa nuinerosoms affectados qwa d'eile tOm
feito- uso consegwramn, um resultam > sauiur
smtisfactorio, a.ablAtdn'lo por se reconhcler
que 6, at6 hoj a metluetr preparanlo para
a cura da a asthma, broachite aasthimatici e
antigas,a e tpprtamses; dispoisamdo o eom-
prego do :aureetaot f.i4a8 de ataoi
Q ppliatas- narumutuao, qac, SiMS qStasi
"#rw~peloi&J mo que'olels. aael fs e aws -
Mo, pelo usopnw4ngsudo pot | pr.ir edini
tv9dlkeGastavrwlw 'sar a stOka a em goral
Ontolpecimento do cerebm-
ViNDI

-00.em4 m
22 RU&.A 41'mUZ--ft 7


F -8aly


qtu3



















CrL. ic :1 B. de A* "";r


IA A na do A. Ver, a: &
Ra Dque de Oatlis -57
P.nambuco-


Usiuas deo cobre, latAe, e bronze de Berinm.
Gd1itzer Ufer n. 9. Berlim S. 0
Especialldade;


Construcclo de machinas
parelhos


rip.


,para fabrieas de assucar, destiHllaes e refiatm5ea,
.om todos os aperfoigoament modernos.
INSTALLA-AO DE:
BIneolios do assgco mp l goijetol
Estabelecimento filial na Havana sob a mesma
Irma de El. Heckmann.
Calle de San Ignacio n. 17.
Ilnicos represenlAn1les
Haupt Gebrider
P .EM RIO DE JAVNE[RO
5:. Parn informagoes dirijam-se a
Pohlman & C.

N do C0mmnrci l n. 10


EiSO BEDPuBnaBI I8
IFraneez (pratico e therleo)
portuguez e geegraphia
50 -rUA DA SOLEDADE--50
Informaioes corn o Dr. Tobias Barretto



O ulista
Dr. Ferreira da Silva, con- I
ltasdas 9 ao meio dia. Re-
sidenca consultorio, n. 20
ruLar do Rosario.
Recife, 5 de margo de 1885.



Dr. ellof Goienes
Medleo operader
Raa do Barlo daVictoria, antiga
ruaNova n. 37, 16 andar
SOnde pode setr procurado A qunil-
Squer horn do dia e da noite. Conusdtas
das 10 ao meio dis. Recebe ckamados
par eseripto e para f6ra da capital. Da (
dica-se corn especialidade ao estudo de
febres, molestias de peito e aff-cc5ea sy-
philitieas de amboa os sexoa. f
APPARELHO TELEPHONICO N. 156



{: 0 cirurgido deltista \}
Jos6 Basiliseo, de volta da s1 n viagem
Sda Imperatriz n. 1, das 10 ais 4 horas.r

Dr. Cerqueira Leite


ledico e operator
De volta de sua viagem A Europ.t onude rrequen
ton oe hospitals de Paris, tend f-ito urn curso es-
pecial de ptrtos e moleatias de semhorts, dA eon


COIIERCIO
Praea do Reelfe,*O de abril
de 1885
As tres horas da tarde
Cotaqoe offwsa


Cambio sobre Londres, 90 d/v. 18 3/8 d. por 1.
particular.
Cambio sobre o Porto vista, 189 0/0 de premio,
do banco.
A. Leonardo Rodriguma,
President-c.
M. J. da Motta.
,aeerctrio.


RENDIMENTOS PUBLICGOS


de 1835


Mez de abril
A&PamIDGA-De 1 a 18
Idem de 20


=CBBmEotIA-Do 1 a- 18
Idem de 20


366:14583-22
21:764S087
38as909409


32:078,717
93A700
32:172A417


ALTERACAO DA PAUTA
..Para a semana de 20 25 de abril de 1885
Algdo em raman, 493 rs. o kilo.
Alfandega de Pernambueo, 18 de abril do 1885.
Oe eonfemente,
A. de A. Marques.
Raymundo F. 0. Mello.
-DIkSWALos DE IMPORTAgAO
Vpbrt ait IpoYU4Ica, entrado "dos
p.rt'. tdo em 19 d oarrente e
#Ius si. Vompaubh Plicnabucani
V''f:apor, OlfbitoU
*0 Ss e PaPvts Vianna &
0 . ... .


O.Mtiaiia a dar couauwtM d"s 1.1 a 2 hoc" di
aSe aatigo consultorio, 4 raa Larga &c
a6fawio m. 96, V. sedar. Chamados DOor eartpt
.1 nqahluer rb -*as -hrnmeixBarthorwi C
i~iMl

{ Idic0 c pr iro

S Dr. S8outo Maior, medico effective do
SHospidio do Alienados ternm sua residencia
Sna rua Nova n. 23 (esquina da Cambha
Sdo Carmo), onde da consult's do II ho-
rasi a 3 da tarde.
Trata de molestias iuternas, nervoste
Se de senhoras, e appieca a electricidade.
no tratamento de pairalysias, e nevroses,
Srheumattisns, nevralgias, deibilidades,
Sdormencias, caimbras e outros mc4estias
i do system nrvoso. I



( CURSO DE DIREITO N TU- (
(( ~RAL EPUBLICO)
POR U
S Clovs Bevwllaqua
A' rua do Visconde de Albu-
} {.qu.rque n. 36 }



Pgtr'Lcio IPEiRi
Cirurgiao dentist
C-qnaltas e operaqces das 9 horas dai mamuhA At
4 da tarde.
Gratit aoe pobrem
57 RUA DUQUE DE CAXIAS 57

OCULISTA
0 Dr. BarretLo Sampalo, medi-.
oculista ex chefe de clinical do Dr. d) We-
cker, de volta dc sua viagom ao CearA,
continfia a dar consultas A run Ilo BarAo dA
Victoria n. 45, sigunndo andar, de 1 ais 4
horns da tarde, excepto nos domingos ,
fins santifictados. Chamados emin seu conr
soltorio ou etn caus de sun residencia
run de Riachuclo n. 17, canto da run d,
Pircs

Francez e lglez
Cursos thebrices e pratic.s
Funecionsam i rua du Cabng4 n. 7, '2 andar.
Func'natiiotambim etm ceas particu|nr-a,
v,,ntade dos inttr,;ssalsui. P-do-se a attenga, d,,t
[Illiis. Srs. directures d.. collgios e studantes.


Ut

S0obre a sapultura da virluosa e infeitz
D. Maria B. Saldauha F.


DERRANA UMA


Lagrima
C. J. (7. e sua familiar.


II


Curso Juridico
0 Dr. Clodo-Ildo Lopes coritiimm a en
sinar as matorias da 1" e 2- s6rie d, curs:
acadetnico; e pode ser procurado ein seu
t-scriptorio, rua Estreita dio Rosarin n. 22.


Vapor national S. Francisco, entral.
em 14 do corrente o consign Io a Cimp t-
ubia Pernambu.una de Navegago Costei-
ra por Vapor, manifesto :
Algodlto 40 saccos a Fornandes Siiva
& C.
Barricas 100 a Ainorim & Irmios &
C., 150 a ordem.
Caf6 400 saccos a Domingos Cruz
& C.
Fogos 5 caixas a Jolo Victor Alves Mna-
the us & C.
Pipas 60 a ordem, 50 a Amorim L'meos
& C.


Pannos de algodlo 150 fardos a ordem.
Piasava 100 molhos a ordem.


I DESPACHOS DE EXPO'TAVAO
Em 18 de abril de 1885
larm o exterior
No vapor inglez Sculptor, carregou :
Para Haphurge. Pohlman & C. 252-couros sal-
gados cow 3,024"kilos.
No luigar norueguense Ideal, carregou :
Para HEamburgo, V. Neesen 876 eouros salga-
dos eomn 10,512 kilos.
No vapor francez Ville de SnaMtos, earregou :
Para o Havre, A. Labille 340 conros salgados
com 4,030 kilos e 613 saccas eom 40,523 kilos de
algodao.


Para o Interior
= No paracho diua narques Ane Johanee car-
r goe :
Para Pelotas, 0. Travasso & C. 550 bartriea
com 56,582 kilos .Ae assucar branco e 150 ditao
corn 16.048 ditos de dito maeavado.
o briigue inglez oCa britw, eirregou'
Pan Pelotas. & Resende 500 volume
corn 40,839 kila do aaoarW 4a"o e 220 dito
com.rn 17,2M6 dito a de 4itp m 4 o, M F. Mar
qes & Fila 4w T m 41ho98 ditoold
t-.; : p t' I'u :. .1 "


L9


Active


NMii PROVINGLk
RTS MUTUA
D Dezemir do 1883


CO*CA OR'*
Ceno o qaruenta e dons mdi canton
Randa hannal
CiCA .Dl
TilnUtae elCAo 311 0l Ut@M
D..sde su fiunda aIat6 31 de dezem-
bro de 1884 a historas da companhia re-
sutie-se nos seguintea factors:
Aceitou
41 tuo e o.ent e i rse mil seguratiox
Recebe de prestaqes
CEOCA DE
Treeunoms in oton oM de r6in
Pagou por fafllecimetos de segurados
CERCA DE
SeteiiaL e dowa D-li feontos de r6in
Pagu par dotdaes, pmsu&es, premnios de-
volvidoL e dividends
CERCA DFS
Ceitlo e tree mil contoNs de rsis
ESCRIPTORIO CENTRAL
341 e 348 Broadway Nova-York. Fi-
liiuns em todas as principals cilades rr7
Eurropa e da Amlerica.
ESCRIPTORIO FILIAL EM PERNAMBUCO
17--Pra do 0 Goro-Santo-17


Easano de portuguez, franeez
atmln, geographia e hlotorla
PELO ACADEMIC
SLandelino Camara
Em ftasas particulars eem casa de sun residencia
A rut d, Duque de Caxias n. 70, 20 andar


Visnho ferruglaoso Aarou
CAlNE, FERRO E QUINA! Dcz aninos
fie exito constint-i e as affirna/itns das
mains atas sumnidartis da sciencia inam lico,
prov.am que a associa69lo di (:ARNE, d.-
FERRO e da QUINA, corwtitue o nmi:,is
energico reparalor atW thoje conhecido par;
curar: a chlorose, a anemia, a monstrua-
Aii, doloros.a; t p)br,-z;i e a altiraqo do
saingtuo, o rachitism, as affmcqes es,-rofi
Ins-is e escorbutica, tctu. 0 vinho ferri-
ginoso Aroui 6, coia effeito o union qu'
rcuie tudo que touifi,-a puriftici os or
.I':1os, e reguhltris e augnaenta c)usilcr.i
v44l into as for purvzi do sangue empobrecido, a cSr e v
en'-..rgia do vittl.

S Nto hesitam emn purgar se q a.ntopr, ci-
samn as pessoas que conhceen as pilillas do
Dr. Dohaut. NAo receicin fastio neru fadi
g .s, por jui no contrario dos outros purgian-
tivos, este 8( obra bmrn quin lo C' toinadai
V0 11hnns SJuiipnt1 o bAt>Hla rortltltuxnseg,
11-!0 vinho, caf6, C4. Qumn so purga 6601A
.stas pilulas pdde escolher parn to'n:das, a
hor.& e rcfeiglo que mais lhe convier con.
f rmne suns occupaoes. A fadiga do par-
g-intivo sendo annullada polo eff-it.) d:i
bus alimenta'9,), se decide f:cilteinte a re
,-o nctr tantis vcnz-s qiiuaito for neces
ario.
Deposito emin todas as pharmacias de Per-
n tn buco.

-- A injection Brou hygienica, unfillivel
represervativa, a union que cur,,, smn p;t-
da juntar-lhe, os corrimentos antigos-ou
recentes, encontra-se nas principaes phar
.natias do universe.
pi-issava ;--P. Carneiro & C 0)9 :i-sccos urn fari
,ita d'- mandiuca.
Na barcaga D. Maria, carregou :
Para Parahyba, F. Monteiro 200 saecos corn
farina de mandioca.
* N, bareaca Elisa, carregou :
Patra Macbhylba, P. Alrcs & C. 4 b:irricas cont
330 kilos de asauca r refiuado
Na b-areaga Jucaraciea, carregou :
Para P. do Alagoas, P. J. de Siqut iri 10,000
litres dc sal.


MOVIMENTO DO PORTO
Navios entrados no dia 19


Buenos-Ayres -30 dias, b.-r'a ingloz.,
Southern Belle, de 587 t.nmeladas, capi-
tao Geo D. Fraser, equipageinm 1, em
lastro; At ordem..
Terra Nova-45 dias, fugar ingl,-z Ada-
mantine, de 222 tonoeladas, capitio Jo-
seph Chark, equipagem 9 carga baca-
lhbAo; a Sattundert Brothers a C.
Terra Nova 55 -dias, pat cho inglez May
l'1owe,, de 193 tonelaudas, -capit1a Thic-
maz Rien, esquisagem 8, carga baca-
lhAo; a Johnston Pater & C.
Navio sahido no mesmo dia
Lisbon Barca portuguez:i Perera Boar-
ges, capitlo Antonio A. Borges, carga
varies generous.
Observaqo
Suspended do Lamario para Macei6 a
baraon ingleza Southemn Belle, capitao Geog
D. Fraser, em lastro.


S VAPORS 6ESPADOS
m VEc de atr I ^de New port& News*a


#.0ir ~Qar-i-doRe~f~ pr Sua Ma-
gewtade lierial- e Cotitucional o B-ps
D. Pea.II, -a1 :- -m DeuD guWrd,
etc., etc.
Fa.o saber aos que o present edital viremr, ow
delle tiverem noticia, qua no. dia 21 do mez dn'
abril do correote auuj, aepois da audiencia deste
juizo irA A praga para ser arremintada par quem
mais dhr, uma cast 'terrea de tijol o e cl em solo
aforado perpetuainment,' per Automio da Cunha
Shares GuimirAes, na rua Imperial, freguezia de
S.8 Jo6, sob n. 263 outr'ora 266,e Qm 2-por;tas 4r.
froute, 4 metro e 82 eentimetros do vlo, 13 me-
tros e 65 eentiaetro do fendo, 2-salas, 2quarta,
cozinba internA, quintal em aberto carecedora de
alguns reparos, aviuiada por 1:500A, predio que,
em eumprimento do meu interlocutor proferido
a folhas 62 d s autos do inventario de Ambrozio
da Silva Ribeiro, cuja entrega dcpenderia de au-
t:)rizaoAo deste juizo.
E p:ara constar mandei passar o present, que
seri publicado pela imprensa e affixado no lugar
do costume.
Reeife, 21 de marco de 1885..
Eu, Olavo Antonio Ferreira, escrivao o fiz e3-
etever e subserevo.
Addelino Antonio de Luna Frei'e.

Editaln. 12
l)eD ordem do Illm. Sr. Dr. inspector, taoo pu-
blico q(-e no dia 15 dt maio proximo irA A praea
-ie accordo corn ai bases approvadis plo Exm.
sr vice-presidente de Pernambuco em 18 de mar-
vo ultimno, o pedagio das barr,.iras abaixo deela-
radas, sendo a arrematagVo pos tempo de tres
nunos.
)Outrosim, os pregos iufra a o correspondentes A
mil ltinO e os coucurrentes devem. se habilitar na
jtta deste thesouro de 8 do referido mcz. de
maio.
Magdalena 3:4804400
Motoeolomb6 1:1760. 10
GiquiA 6:4700000
Caxangb 3:101;824
racaruna 1:273,0'0
Bujari 8211000
Jaboatio 5:0)22000
TapacurA 1 :)b t X0)
Mor-mos 1:610W000
Poute dos Carvalhos 5284: 00
Una (Palnarea) 2:f"'55)0
S. Jolo 1:530,6240
(.cretaria do Thesouro Lrovincial dc Pernam-
otico, em 11 de abril de 1885.
0 official,
Lindolpho Campello.
Faculdade de Direlto
De ordem do Exm. Sr. cou,.elh -iro director i,!
to'rito, fago public que ema virtude do art. lt8-
'&-s ostatut.,s, tendo d<. ser publicad.i de dous em
dous miezes uma revista de sciencias juridicts e
-seiaes A cargo de uma commniss.ti de lent s. lda
Faculdade, e que serA impress rem oitavo fratic-'z
Je modo a former annualrmente um volume de 60J
ptginas, polo menos, a-o convia;duos os seithors
:tlnntnos a tomarem nesta scretaria uma.assigna-
tira da mesma Revista, miediante o preuo annual
dJ-- 6000, send que pa, a os dnmais aasignantvs e
4lt l2$0X) annuals, segundo foi fixt.luo pelo m.',sm.'
Exin. Sr. conselh-iro director interin,. d- ac-cordo
com a menciouada commission, nos terms do art.
196 doe estatutos.
SSecretaria da Faculdade d.. Dir ito do Recife,
15 le abril de 1885.
0 secretario,
Josd Honaorio Bezerra de eacczes.


O Dr. Joaquim dut Costa Ribeiro, jiuz dt
dirt) do civel desta cidade do Re.ifi
e sen term, provincia de Ptrna nbu-
co, por S. M. o I pcrador. a qiu
S eUS lzuarde, etc.
'yaco ;sabar a qucrn o presented edital vi-
rem, ou delle notic-ia tiverem, que por par
te de Rxiolpho L:auritzen, me foi diri-
giia a petigio do theory, seguiute:
Illm. e Exm. Sr. Dr. jniz de direito dc
ivel. R.dolpho Lauritz,-n, qu9er-.al o 0fa
zer inveutario dos bens de su casual, poi
ter faldlecilo sua mulher :rfin-la Pioheiro
dos Santos, tendo do seu consorcio ura fi-
Iho tao some to, que so chama Alfredo
L'urizen, o qual se acha na Europa, ha
I 3 annos, em lugar nzlo sabildo, requer a
V. Exc. so digne de admiti-lo A justifiu-ar
a ausencia do mesmo seu filh0 e incertez-t
do lugar, em que se acha, afiru de que,
provado isto, se pass carta edital, pela
qual seja elle citado para os termnos do
mesmo inventario e respective partilha,
,om a pens de revelia, pro-eden lo-se
entio a adjudicaglo dos bens e a sun ava-
liag sou filho em juizo. Pede a V. Exc. defe-
rimento. Espera R. M, Prrnfambhco, 16
do abril do 18M5. R,)dolpho L ttritze.nu.
Estava uina estampillha de 200 inutiiisladi
na toruna da lei. E mais se nio (onititiu
*iin litA petigao acihna trinieripta, na qual
dei o disapacho do theor seguint-
Distribuida. Como requer. Recife, 16
de abril de 1885. Ribeiro. Etna tempo o
escriva1 designe o dia. Era ut supra.
Ribeiro. Distribuiglo. A Feliciano. Reci
fe, 17 de abril de 1885. H)rcio Piros.
E havendo o aupplicante Rodolpho Lin
ritz.n, justificado a auiencia do supplica
oIacon- detpoinneto do tcstemunhas, vin-lo
os autos A minha conclusiAo, nelles profe-
ri a sontenCa do theor seguinte :
Prouede a justificailo; expc,%-su o edi-
tal citando o h'.rdciro ausente co(i o praz,
ile 30 dias. R oife, 18 de abril de 1885.
-jaquiim da Costa Ribeiro. E mais so
Scontinh t em a oent.-9a aicitna trans-
cripta, pelo thoor dajqual charno, cito e dou
por int'mado ao supplica4o Alfrodo Liu-
ritzen, para quo comp-rireu;a peranto este
juiso no prazo de 30 dias, afim do allegumr
o quo for a bem de seu direito justi ti,
pens do revelia.
SDada e passuda nesta cidade do Recifu
de Perna,1buco, aos 20 de abril do 1885.
Eu, Feli.iauo de Az-vedo Mello, escrivio
o fiz eser ver e subscrever.
Joaquhim da Costa Ribeiro.


0 Di. JosO

Pa-rnamhnc


aoel de' Freia-,, desembargador
al da imperialordem da lsa e
da Faesnda desta. provincial de
t-8; M. 1. t C. 6 Scubor D. Pe-
i a erd, etc *:


De ordem do Rasp.'. Sr.-. Von.', con-
vido a todes, os OObr'. da Off.-. para
uuma sesseo especial, quinta-feira 23' do
eorrento, is 7 horns da noite, para trftar
de quest5es a bern- da Ord.-.
Recife, 20de abril de 18 5.
0 seer.'.
M.. Gomes da Silva.

Companklia do Beberlbe
Tendo attingido a- 54,50i o numnero de anues.
anbseriptas para a einissao das 1,234 necessarias
vara completar se o capital social, convida se aos
202 3ubscriptores a fazerem a entrada do valor
das acq5es que lhe tocaram no rateio, do dia 16 a
30 do corrente mnez, das 10 horas da manlra A 1
hora da tarde, no escriptorio deasta companhia, A
rut do Imperador n. 71.
Previne-de aos senbhores subseriptores que por
derA o direito As accoes aquelle que nao fizer a
entrada no prazo .icitna determinado, entregan
do-sc as ac5 s ab.indouadas a outros subscrip-
torea que tiveremn direito- As maiorcs frLae(5es de
aces.
Eacriptorio da compatihia d&, BIberthe, 47fi.
abril de 1885.
AntonioJoao d< Amriin
Socretario inter'no.,

GfmpanhlanSaita Thra
Enmiprezarla do abasieelmento
d'agua e elluminia0o da eidade
de- Olinda.
Assemblea .eral
De accordo cr(m o artigo 15 dos estatutos e 73
do decveto n. 8821 s8a) couvidados por orlem da
lirectria os Sts. accionistas-a sc reuniir''n I di;
30 do corrouite as 11I horas do din 11i sit';, ,I con-
panhia dte trilhos ui banos de Oliiilt ;afirn d tprc-
6iarenm. o rektoriu e contts dl,, ani., fi-d..
Eacripturio do garcite 15 1. aiWil i( 1P85
Anztoio Irpe'a Simir s
Santa. Casa de isericordia do

Na setretaria da Santa t. Miericordlia
16 Recif* arremlain se pr vt.sp;.j ,iI 1 A 3 .-inlmos
I18 casas Hbaixo d (hla railas :
Run d.) B'n Jesus n. 11, )Pj-' 4505
Idetm-idem n. 13, lija 480S
Idem idein, 3- eniir 267V
SIom idem n. 14. sobrado do., um andar 1:0000
erntemidem n. 29; 1- aindar 24<)
Run do Vitrario n. 22. .- aniiaar 210,6
ana da Moeda u. 49 300)
Run da Guia n 25 20-))
R,;a da M .dre de Dus nm 10 A 244)0
Rua du Senzula-velihA n. 8M 241)A
ceceo- do Abreu n. 2, lIjt 96-S
Riua da. D.teunao (denatro, dt quiadru) ni'agut
n. 3 120000X
Run da Detenilio (deamro do qiadro) mei'aigu
n. 1 20(X)
Rita da Lapa casa. n. 8 2410$000
Secretiria da Santa Casa de Misericordia do
Recife, 14 de fevereiro de 1885.
0 escrivAo,
Pedro Rodriques de Sousza.
anta Casa de Miserleordia di
Reolfe
De ordim da Illimi. junta adulmimnstrativa, con-
video a toils as iamas, a quoin estii) entr..g-wa
* 'xpustos. ptra que venhamn r tbwer as mensalida-
it-.s veneidas de janeiro a mar.o find, d1 mlao do
'[Him. S. thesoureiro. no dia 23 d-) corrente, pelas
8 hram sda manh!t no salao da casa dos expostos
Secretaria da Santa Casu de Misericordia do
Recife) 16 de abril de 1885.


riq-- F r:' e M iimli


tuoli }io


Vriha., e tllqu 10 for [rre-

its f.v a li-o.

Tod,) 'soireciboo -I:e'>j

"tse;reia dlfra-) sel' pa;s-
sado, e-- ioes ca iiba-
di0s e assionad. ; p'to seu


terao valor alulii.
Chain le-sA. Craven
d ta re. ntia-


0 (secrivao,
Pedro Rodriqies de Souza.

Tlih^ Ca nara municipal
De or-em do Illimn. Sr. tisp-ct,,r fti,. u pirbl a m ara m unici al
,ue no di;i 23 .Jo correutea, a 1 li II.s ,1, ni ia. D| ;'sas fitas Com aq folhas da linpesa tda
pCtitnte aj,'mihia doe Fazendi, sc:rA I,-v .l< i. pr-a-'a ru s, lpramas, cases, po:tt;-s e travessis dis fre-
o prori -iwtwiotal n. 55 da ria d, 8 t. i- S t|). guozia. le S. lF-r. Ptitro GothalvCes Co IReife,
cidade (le O.inla, vistoi nao ter havid, r<, 'otr sniito ntoui(, S. Jos e Boa.-VistA, ina senmant
rencia ptra sc-r arremat itdo hoje, caro foi atIllilti cdc [ 1t 1 do crt-'tte mase.
ciado. ,l)eIpen-lid )eou; as folatis da limpesa da
Thesouraria de Fazenda de Pernambuco, 16 de & 1r.- iezia de S. Fr. Pedlro Gomalves
abril de 1885.-Servindo da sucretario, do Ilcciic 131A44u
J. H. de Oiveira Amnaral. Wdei idem dih freguiezia de Santo An- '
Stonio 166"i11
ThO(nnntsinl' rd f7noidn IIdem idem da freguezia de S. Jos6 149 '
dmfli o No& Idem idem da fr -guezia da Boa-Vista 17-, i I


De ordem do Slrm. 8r. inspector, fago public
que no dia 23 do caorrente mnv-z, pelas 11 horas da
manba, serao levados A praqa, perante a junta de
Fazenda, osa:i tigneis do rprioro na-ional n. 71 dai
rua do Padre Fioriiaw, por t-anpo le tir-.s ra 't,)a.
Thesou-'it.-Li fe-i f l Z. 'li'l i I' l 'i a -..4) i.; : "
abril de 188.).=Servint-lo du secret-;rio,
J ,6E H. de Oiveir:. Amairail.

Lych de Aries e Officios


De or-ain do S8. durec-tor, f.co public a quern
interessar pssa, que s, ;u'chtim a!orta:s as natri-
culas par4 as aulas de latima e escripturacio mcr
cantil, que para leccionar a primeira se offereceu
o Dr. Aittoni, da Silva Guimar.ies. M.trieula-se
d4a 6 1/2 As 8 1/2.
Secretaria de Lyceo de Artes e Officios, 17 le
abril de 85. 0 secretario,
Mamede Justiniano dos Reis.
iRMANDADE
# DE
V.S. do Rosario da matriz do
Corpo Santo
MESA GERAL
E-tando a terminar a factura das catacumbas
que a Ililma. mesa regedora mandou construir nu
cemiterio public desta cidade, siAo pelo present
convidados todos os irmilos, para em sessao ex-
traordinaria de mesa geral, que devcr, ter lugar
no consistorio desta igreja, szgunda-feira 20 do
corrente, pelas 5 bhoras da tarde, adoptar-se algu-
mas disposigo's provisorias que teem de ser 6ob-
servadas, relatives a join de entrada para irminAo.
Sessao em mesa, 15 de abril de 85
Manoel F. Vell.so,
Escrivao.
SautaV CasMa aa Ifterierdia do be-
eife
De ordem da lllm., junta administrative desta
tanta Casa sao chamados os parents e protecto-
res dab setuinteua educandaa do collegio das or-
pha, que jA tendo completado a idade do 21 an-
aos tero de ser dasa pam easi de families
reoaheuidmj te houestap it se nu form proeu-
rada dentro do praseodeo 30 dia&.
Seretaria &a Santa -Caia de Misericordia do
ef. 30 de maro de 8b.
0 awrivioi
Pedro Hodnw dc Souza.-
Rfidamo dw edemaxla -aiMMta6o ed"vasima
Sa, fila ade Theodora Jom uimo de
do Cofat Ma'&.Ffncisc


Contt.dn,'i *l (.m-i ia-m -t .\it-k.(ij 1 ,ti a rL-a-l'i *-m
18 de a'irl dle l- :,.
0) cOaitalur.
Jo.-;.'-. Maria do' .Sti Airxi.jo.

Monte hpi dos honora-
ijios do exercito
De r!e lind dia irectiia, convi.o a to.-los s -
n'ores -ssjciados p-ira comparc-rem n' s l4 eo
cial A run do Imp rador n. 41, 1 an4ar. ais
horas d.it mnauba do din 24 do corrente, afa Ade
congregados cm as'embla xgeral, proceder-sac
eleia0o doe novoa fimnccionar s qoe tern ae a .
ministrar aste monte pi o no annose social de 188'5
1886. Em tentp declare que s6 pJle tomair par
te na elei&io os senhores asociados <'ie nio easti
verem comprehendidos no 5 11 ,o art. 19 doh e-
tatutos.
S, cretaria d- Monte Pio io, Iolhararios I
Ex-,-reito. 20 de (bril de 85.
0 1- ser-tari ,
Aifer,'s A-olinarijo Liti J d; C(tr- ilht.
IR.M4ANDADE
ale

N. S. do Rosario do Cor-
po Santo


Mesa germal
A sessiA da mesa g-ral, eonvoeait para hoje,
fica, em vnttudodo tempo inverruos-i. tr mnoferida
de ordetmn Co Irmaojuiz, part. quarta- toira 21 do
crrente, ;'it, 5 huras da tarde, os fins e lugur da
Cwuvocagao sAO) o-aesmos, coustante do. rr3 ee
tivos aniul citis RItc to, 20 de a ril deo 85.
0 cscrtViL),
Manel F. Velloewo.

TREATRIO


SAilNTO ANTHi -


Hije!!


0


-16


I



















a-1- I


Ulift t&. d"
Bumq Ant= zkde 4. 1 0 t.. 0"Iftft4
Theism Barbe., fl &t. *d h*B.i 0r
vftJo.6 Burbom a K*ria Seymam do S. a b
*aria Alves, ib. de Lmim om.hm
Maria Amqab, Si& 4& da "ai ml*I
Cormia da Silvaa Se p" QCalMi doMew
Am&rHTttvare*filb. do* Cdhe mayWomea~
Tavare de Andmnude Mri meaa.

f4aptanla dporto
Deo den do Exm. Sr. chett de dhyim, 0 e -*
pidAo dpoitt,. ff- pubhico pama mmBie es-cluret-
mento db odiaR qnm trt t do rrolrf-wnto dsA
embarcaqoe3, que a.ise se cou-*d-er;I a wtricula
annlta, Ais einbargK4-*s p -queira; do ts, fego do
p)rto, sem- que steyi :.pretscnt;d'i o conpetente
conht cihne'o doi impst,, municipal. di e,.formi-
,lad., corn a d. -trina d, ;iii>, d'- oL') 4 1 Ze;nbr
de 1860. 8arA fixal-, o prazo d,- 3 di-s
Capitania do porto de Pernambwo, 18 de thril
de 1885. -C secretaris,
Antfonio da Silva Azevedo.

EMI'IIRE itDO) GZG
(! Gerent pede aos
Srs. -itsu Infilido'es que
,ieir ,ii lay'zeg qu i uri

coi nfia oil recla-
"( *,"i est-, feitl pop
N iU dirigOida,
que e a n < d is dias
utftis, a ii,,Iulnp: r
na 29, d .is 1 0horas da

ijanlia I hra da idte,
,iv, In p ih se. rece-
;!*+j :' q ilitlfttie Ci!u;( (pi

q.ieii-11 i aOPar.
!ts lit os 0,o pal.tres


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Da lriu pio ao eap,e.-twculo a repryse-ta50tt o t cam--ia-,u 1 acta Ii3


-do mrsl:a.-

CRIABA IAIIAVEL

-Des ipcniada ptls artists Apoloniam, Lyra, Lisb ;a e Tito.
E p',I a bnefi',.iaid;.-o lindo lundi ,

MILA32iNA 00 CAROQ3
Peb Lt,> Lva:o, holia sc,.na coliaa u,
JOAQUIIY SACH[STAO
S-!in, ao ni .1-. SANrO ANTO.NIO0.
S -g'*a. pcd.a. h n.:fici vli e o aatir Lyra a liun r.:t ; 1 to

UA NOTE lIE CA.IINAAL
1 tI. actl-iz ISM.* LNI a linla piKati de CARLOS Fi.'itEJR t

BALES 1AS MUMIAS


NH2 O QUIN
P i bnQf-.iadia, Lvr, Lysb3ai, TitA e Mlaria d;, Ro!.hai.
Principiarl tAi 8 Ii 'r.s
Tersu para Apfipaeos e Olinda. .
B1,no.s para todas ns iinilas.
AVISO


Du.- b-.ndas do muasi 'a tcailro duranito os intervallos.
A bt.fi'-iadat off-ic-cmu a sociedado AVE LIBERWAS todo o produeto
da 4.a uiarta ordomn, ula r. vcrteri em favor ,ls (-s<-ravos.
Em urn dos intervallis a beneliciada ira aos camarotes agradecer aos scus
iiustrms convidados. .
CASO o tempo n.io permnitta haver esj,-ttaculo fic:ra tramnsferidlo para


A beneflelada.


1 0 l mra. quem t IlII feltas recbelI a frvtes motllioes; Atratar cornm Baltaer
s1 I geraU l.r-.Aos & ., run do Born Jesti n. 321" audar.
Assemblsa eral COIPAN 1A PENAIIA SUCANA
';io ten -) coimparfecido inlamlro sffieierite de. -
sOc9os, s 1-',. neov e.ivibat I s p tr,.t quiata-feira I DE
2:1 do corrm utc, As 7 hIorma. am uoite mi ponte, a; WeNaCgaieo Costelira por apor
obser;iildo qie lt iver-.A sesiao de asscanbl& gerali PORTOS DO NORTE
coin o nhnuiro do. socio-e que -ompareeer, segundo .vara-kybf, Nvat&., Macda, Afossord, Ara-
, e -etu o 2 do art.. seer, r, Ceard e Maranhao
0 20 seenrtanio,
-'Cictorin- de Lima. AcartLhui i amossim e AmarraCo
Segue no dia 22 de
1tbril o vapor Giqvdd.
Arsenal de Goera d oran datandem,- s
bcom-&mrzdaumtM-fa '
De or.lind dI ilm. Sr. coronel director, proce- _R__- S-_ eceib earga at6 o
der-ae-hia ic.ste arsen I a -nmea matricuni. das -i--itliedia 18.
cjstareiras, i. dlie 11 at& 25 d* corrente, em que' Encommendas, passagems e dmheiro afreteatk
mra enecrr -Ia. i 8 s 3 bores da tade dodia da sahida.
Par eraC*Sa tatricuL, xige-se cartsa de fiane,' ESBPTORlO
de pesaoa idonea e attestado d.& polpi rea c l ants- C r e da Companhia Permandz'o ana
f;iodi nsti aa~ piu ilu vsea;ru b d.. I 01 i


nt. 12.


i1 'i.t' a s w p I''ig ll t! ilt I .io t, LI i 7 -


-cret.iria do Arsenal do G;ia!rr vle P'cra:n- Dil EU IIE3UlI SI
bruco, 7 de abril de 1885. uRUlJRSf iUJIlS
Franeisco Joaquim de Soza, Companhla Fraeea de Vavega-
Sczretario.Vi e ae d VBapr a
PR M 1 .0-UNRRTO Linha quinzenal entire o Havre, Lis
1JUni,, DO ooa, Pernambuco, Bahia, Rio de Janeir, e
DO PIAN[STA Santos
uko aIUS 1 a Steamer
EAI LUAR BNO Vile do Oear
QUE TERI LUGAR NO -


Salio do Thealtro Santa Isabel
Corn o obsequiuso coneurso dos Srs.:
Anmaro Barreto (PiAo). Mareelino
Cleto (a.umCA), e antIa l8a m (VIOXCFLLO)

Iarta-feira 22 ldo coffeit
1 Trio I o-ir piano, vioone ct cello B-etlioven
viano Amn a i, .,a i-r't. I
2 Fatt-,isi:. holr.-is-, ivve aetnpatgnemeut,
u'un 2" piarn, Ltszt.
30 A Pasquimiade, Gottzehalk. B Noctorne eni
fn di6s, Chi)pin. C Vdalse caprien, Rubinoteiu.
4 Sonstei eu ia bemol 1!1). 26, Beethoven.
50 Alegrero du trio ea Uc zumajar plar piano
violou et violoncello, Muzart.
Piano, Amaro Barreto.
6o Scberzo ave aceomipagneimeot d'mia 2' piano,

Troin para Caxanga e bon'ls pa a tk'Ihts ar li-
A' Iis.
Bilfictes de entrada aeham Pe na pbotographia
tllemin. a uau4 41., B4reAo da Vietoria n. 5 ,1tm
ctisa do Sr Pluymin, A Liugueta.
Em caso de mau tempo, 4eizari de ter lugar o
concerto neste di, a,nuiniaedo.-Se pIeviaiente o
dint em que ter& liugar. .. .
,.++' .lll~l l*lllll*l;*l iilll^ e


E' coperado da Euro-
r.apa at 4 di a 22 de
abril, seguindo de-
pois da indispensavel
demote para a Ba-
lha,B l* de o a-
Suielro e eManton.


Roga-'se m BKr. importadores de carga pelos
vapores desta linhaqueiram apresentar dentro de 6
diets, a contar do da descarga dw alvarenga, qual
quter reelamaelbo conceynete a volumes, que por
ve-nteratlham seguLdo para os pestoa do aul, afi
dease poderetudar a tempo as providenciagsnetxsai
rinas.
Expirado o roferido praso a companhia Mao .m
respousabilisa per extravirei.
iRcebe carga, cncommendas e pasageiros, para
as quaeo tein excellentes accommodaoucs.


Viffie de Santos


Espra,-e desportos
do sul at o dia 22 do
eorre'te,Begumdpd6-
:-ut f tiiitaf


Op va
deo c soa
"90 "1


" eOtram
" praeado
embarque


por0T


,de. "
ecebo carlga at o
di4heiros afrete atW


Cases da COapsaRtla Petrnatbti-
'camas a
(Co,,paahilaaail' de 9a vega
'1. o a a vapors
MacVi6, Villa Novr, Pene0 A1-. cajA,
!Stani Bahi
0 vapor
Sergfipe
Co Cemmandante Pdr'o lVyna ..
+ ",: -.,, ce-ae para o poirtu?
S...... ^s', iacha no dia 22 do c.r-
^.^.2',, rent, i, s 4 horas d(a
^ < -. tarde J-eccebi. caresgt
IRA1,1i-uca. .elte oat6 i1o 1/
dia dut (Ila dc 2ua ns-


hid;.
I era catrga, passagcns; ulnoma,'adta e dhir,;
A frete tructso-w Ia
SA(ENuIA
7-..... jJ+.f ,, 17;,,,,-/++ 7


+; ,:- als doe egominmar *'
JUTnmajardiueir-,"1ccatixa para gelo, 1inaehimI.
pAra etngOiumnar 2 mnc.Sta e I taboa do eitg.nmar,
I machine ptra lavar roupa e candleiros a gaz.
Diipt-usa I
Una balanna, I eatante piara garrafas,1 machi-
na para cor'tar legumes, Flandres, potes, trem de
c)aainlha e tremdejardim.
Sotlo
Duaas camas de ferro corn lastros deo arame e
molas, 2 mesas de eamta, 1 guard vostido, 1 com-
miode, I eaplho, 1 lavatorio, i guarnialo, 1 portea.
totila, catnas- do leoa e 1 canst do ferro estreita
do arame m;la e colxocs.
Oblectos avuisos
Tr, s espingardas, sendo 1 de 2 cannes, 1 re-
volv r e pertenees, 1 mbilia de jacarandfi, 1 apa-
rador c,)m pedra, 2 giardas loue.ts e 1 casa de
madciri dei -apurado gostt,.
Terpa-feira 21 do corrente


No Poco da Panella
H. Nuesch, teudi de ffizcvr tuna viag.m a Europa
i ;ori su:. famiiha, f-iz leilao pir iuteren;io do
ag',tlte Pinto dos mnv.,i4 exisrentes ma cmtsa de swu
risidenoia Ino u',) (a % Pa'ni, lau.
A's 10 horns 1/4 en ontoo partir' lam trern Px-
traordinario que dar:l jap:,,sgc.D qatis aos cou-
conicuri'enTee.
Q leilao principiamra. As 1 io", S <., e 3/.i
Em coul3usu-1at
A' 1 hora da tarde
VenderAI o omesmtn ai-mt<- urna vaeca da terra coin
(na w'flVa,. 4 CeesB do c'va. oeruli.anociros (hesna-


.. .. ... a T .O- -
i..imu;3), 2jurnentae ma-a-, 2 carvti0os para sells
________os Alves katheus ecar Jaeonot.
~An ta uam topn lieilao
aci Stem Navigpation Coio eisImbila d.ojarpndI,20 duzias
STRAITS )OF MAGELLAN LINE I do' fucm oPant-a, 1malbilu d -jacartaida, 20 duzies
SFVAPOR GEde fiac.s deptonta 1 secrot-ar a, camas, minarquezas,
0VAPOR espelhos, toillet, cabid-s e inuitos outros objects
nr," ^ I I. ique serAo vendidos per ,ccasiBRo do leilao de bois
opai = ecarrocras,
1. ..EBpcra-so dos purtos No armazem d(a rua do Born Jesus n. 61
I dosalat6Wo dia27 do Quarta-felra 29 de abril
Saaui l, sguinedo pata I- A's 11 horas
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.0 vapor Dr juizd direito esp-ci;! do cotmmereio e comrn
Perdnamb _nsbi- ne. d'este juizi), "1 :;'-a a leilajo o requeri-
SIlnPluto do D-r. c'urador fi-scal i .i m'ssa f 1ll.a de
*rl 1a oRufino Bxrbosa os g,:ncros, armavao, uten-
CairmaaWtife ocyLtao dO fracgat, Pedrol cil s e uin e: fre prova do fgo existentes no re-
H. I)uawire ferido es-abelecimnei',c.
E' c-,perado dos ,
< ports do nori, I lellIQ
0 att6 o dia23 dei... ..
-1- -e -g-r-
irf- abnal, IiObSu-d,- --1-0,V0VIHhTO
.... "... "~ "'.- t '" i ar "e o d~i-' D no do re ,, antilt. nov,>, aSnisoe gor-
"-. demot itispen- f', 1 novilhot' tamwin ale r.,a mnanuso e gor-
... +-,- -. sauV-l, wguiri pa- tf, 1 earnosa corn extellente burrs, e 3 bois
,~,-..-'- .. r wI- rto do anso i pare roru;. -.
.-i ...tam-a..rk e ; a W-ir- 22 doa orrenle
bern carga para Santos, PclotoU.-jeliio Grande( dct- A's 11 he-As
Sal, trete modiemos. j. .-. e. o m Xd B
Para cargo, paagens, ecommendas e vator Nop aruaazem dt rua e 3m
cracta-se na ageneia .Sf u-Ius a.
46 RUA DO COMMJRCUt 46 r" lnwtereapao do agente


iusimao

Agfnte Burlamaqui

Leila0
*I 1' -1 ++. '. S "q
t3A..AFEIRA, 22 DO -tORRENTE
As 11 oras eMpoyito
U Ia ri do Iihporadur n. '2
0 !gciite 13,rlhniqui, conij)ettetemeut5 autori-
Sndi, levarA a leilAo tim so-ridu de 2 andares e
sotau, A pun Duq e de Caxia. n. 9. outr'ok'a Crazes,
rendendo annuailmente 1:140,. Urea easa tcrrea
ii. 153 rha do Corontel Suasuiaau, com baistantes
e(u"wodos. Uma ioutra dita n. 19 a travessa do
Peixoto, reudendo ambas 456$000.
Os Srs. preteudentes desde jA podarao examiear
os0referid -(rtw4,.ias.

Leilao
Do domniio diretto dos seguintes terrenos jA edifi-
cados
A saber run de Gervasio Pires, terrenos das ca
sas ns. 24, 26 e 81.
Rea dat Imperatriz, terreno das casas ns. 48, 5,
54.e6.
SQuinta-feire, 23 6 corrente
A' .h r "A' 1 ihoW
No'0 mazm dit rua do linperador n. 16
0 agente Martins, fmrk Jeiblb por mandado do
Exu4 Sr. Or. jpiz de orphiln do.do domiuin direc-
to da terrenSs acima, prrteneent-s ao cspolio de
AnlC GrnmanoM:.e d- SUv ila.


-L4Akgse o -brado dq'ruadPon te Velha
n. 75, m cota m .immSd s Ira Tf nilia, corn agia e
gaz eucnttmada~ e ppatre hod na e r 1aAl,*& 4. ti- U,rj un.28 ; as ehar.-8-
Oart er, ma eajautto.____________________
D. $$ 'terreira,1 medico, cuuaultas to,
-us dia. em Bmus ri i,, cidadcdo Cabo ; ehba.
ms"edos pf- !i a quilquer hra.
16.VKE de uma cosiabeirnb na rue d.
A~il28^'- 8 I


RRJLW
Terit-feira, 21, dave patiir As 10 horas e 1/4,
da inahia o trem ,xrn,'i.linqrii qe darA pnissa-
gem gratis sot conourr6t8..sa leilAto de iwovioi
pom-ehtia e er ystaes 8d*.ceasa em qque residiro Er;
H. Nueseb, no Poo Ida Pjnidla.
0 leihto dos mniateriaes des dues -Cases d. rua da
Victoria us. I e 3 ficctr.;nsiferido parita outr6 dialI
que serA noyamente annuniado -.


fztao +
do i:aiportante sobrtdlo de '2 iares C6 n-
t6a sito a ru:a do Livramiento n. 21
0 agent Britto, a inandado do 11m. e Ex.,
Sr. Dr. juiz de direito provedor do capitelas re-
siduos e a requerimeuto da lilma, mesa regedora
da irmandade dasa almas ereta aa igreja du Cor -
po Santo, veuderA o mesMo soado.
Terfa-feira I do eoerreute
A'S 11 HERA8
uIn do ngelg 41

Agente, Pestana
Leilo de predio


STer fera, 2fd rrene
A's itiborax
NaL agencia a rua do Vigp o n. 12
Una sobrado a. ruta do Cminercioem Olindan. 17
oan sabida para a ius da i Miseori.iaie aom 2 sals.
6 quartos, pavimt-pto terreo emrnsoloo pr.pdMo ven
den to 12#000 na-aire s a0 a mie oeutpadld. -
eah4a e piattlida O eval, cion JIm sa in, &u-.i
qpartow, cotinha fora, quintal -naatdoi, isfolo proproj
IeVachave -aEha-ee nA mvA domhat aigoaste pkH pn ts
SrS. pretend'nt exauincireun.. j'i ,
Uwna imparataute sitI a rua Imnperial, primeira
eotradae da Catbasntig coffronte a via-ftrrPn de<.
Fro tucitoeir CO^B *rn -pit'Iuasoa 4,fretemi a, ttcmj
4b fuisido, tendo u1gm'iade:vid i i u' '.
mass da tjolbos e0m que tanredeimau i ari ente US
Mtiiarir. 46e -to hidi a rit h:tvondpfctawalo aojp ':
tip lrn-1ndo quo i A e ntr-nd;mt ai aQgu as ara a v
va4to..
U'JJ4ito 110 e4,a rde S. gnJudAc AfM'a g-
dos eotkidutis e Ial t `6 it.- 1O41O61
xitutos arvor:oi-* e**Iw aiwseucpqveit'
lkmiiti-wf iA :'. tomAi& ^M- *..-n! -


A uAhaam-se A venda os season af
bilbetes garautidos da 3.8 part
riaT em baneficio da mtriz d'e N
nhbora do 0' de Goyanna,, (119.a)
extrahirA na qumta-fcira, 23 do
rBlE4)(s


Inteiro
Meio
Quarto
Em quantidade
Inteiro
MQuarto
Quarto


4500


^wi AlilMI;1^- ^^ o *!o
(iytrafaiir j s*a>* receber k.sta ihportwate. 2tfetaws JIfau
dcsconto Ien:lmente, eut frai Bo faif"s "N i
mIagaifico volume 4e-ur doe 83W0 aginu '
rtuados born papel comn boaita grumvara, W im.
rtunados vel ,modics quxatia de 5 6W pt.s mmso wI
das lote- pagp.mento desta utiilliaina publicaug A i
qossa S;-- do. Ja cehegou o 8* numero esr i euutrg #I*
que 6 se es benevolos asignnantee. Mo seami ag -
corrente. ali resta cidadc ea Srs. Gnfmn*rA s & C o i
orrnte do faraizon.,fabriea Parisiza.

)0 Amfl


2o000
15000
maeor de t00N
3#5500
1,750
#875


Preeisa-se de uma anna para. cosiaj.r i.,-
prar, para casa de familia ; ni rua do Amam
n. 66.
Lava-se e engpoma.se
Prepara-se rouna corn todo o caidado e on-,uda.


Manoel Marlins Piam.a. se buscar e lvar : na ec.ampiua da Casa Forte, ao
.1.. ..... l;q csaulerdo, casa coin dous portmes.
m I boIn preinio
A11D-j 1. Co ipra-se coroas purtugu'zs de OO ra. per
A* % 320) : naa ru dd, S Jore n, 56, taverna.
Aos 4:1#00 00 4 ))j ou Roduesdelvr
1 T? ?71~~l ii ITiT j~r Lima
I H. i l{ ~A, invafe filhos do finado major J,,E, IV.l.-
B IllEf.l "L .iiA NIJ og3es ie Olivcira Lima, conviiam moi peus p-VAe-
ttua do Bario da wictorLia n. 4? e a"ni.s par :assistirem a-, ;iSJ-, qpia an-ni,
e casas do costume celebrar pr.a alma do ,nemo fintfd" mr
C caas d cosume orpS~iito, s 8bn-. _. fi ilr i do
0 abaixo assignado acaba ic vendcr Corpo Satt (Is 8 h, nianhA do dia 21 do
SC-IiO bilhetp f mVorr'pte, 1 niiVnarsarzao d.,' ct passamento, e
mas, +. .... -. cr. ,mrro qIIAroI J l decade j4 araidecm a tolos que comparecerem.
n. 7(39 comn a1 sorte de 200000, qtatro !ma .
ditos do a. 660 corn a sorte de 100,% e di-! ,.,,.
versos premios de 326000, 166000 e 8,$000. i'..**
0 'aesm)- .kb'ii t -4igaa40o onvi4a a:? "a:l H
posstudores virem reOeber na coaforn .
da le do costume, sem desconto algum.
Acmiu-se A venda os felizes bilhete-s
4arantidos da 3.a parte das loterias a be-: Dasniel Eduardo de n lgelred
aeficio da matriz do Nossa Senhora do 0' Jose Bandeirn de Mello, tendo reebido a M-
fausta uoticia do fallecimento de oicumade
de Goyanna, (119-.), que e; extrabiri na amigo, Daaiel Eduardo de Pigaeirodo, eosvid&
quinta-feira, 23 do corrente. as Dessoas de sua amizade A ssitirem a mirm


Inteiro
Meio
Quarto
Cim porao


[uteiro
MUeiu
Quarts


PBE0S


4,000
2,OOO -
1#1000
de 100&000 para
elma
36,500
t8750
,5875


AJ&o Joaquim da C', ta Litf



A ENfTUISW1A

Aos4:0008000

RI M-:-,8 E ,fi M OS
,16.Rua do Cabug&-16
Acham-se i venda os venturotioa bilhe
es garantidos da loteria n. 119 em beneficio
da matriz ee Goyanna que se extrahirA n
quinta feira 23 do corrente.
PRECOS
Inteiro 4M5000
Meio 2#5000
Quarto 1#000
mendo quantldade superior
a o100:000
Inteiro 3,500
Meio 1#750
Quarto 87
Joaqdm Pir" da Sva.
Precisa-se de unma .boa ama para poquena
familiar : na rus do Born Jesus n. 5.


que polo seu eterno releaso seri oclebrada ma
eapella do coliegio Dous de Dezembrm, is 7 1/2
da manha do dia 23 do correate, metime dis de
seu passamento.


A A FELI IZ

AOS 4:0000000
!E
i:004N1 O
BIIHUETEN CARAlMTEfOt
Praqa da Independen-
cia ns. 37 e 39
0 a ibaixo assignado vendeu eam os seam
tWizes bilhetes garantidos da li8a olorid ,
a sort de 1005000 emin quarto n. 1 ,
a sort de 100000 emin 4 quartos u.
al&6m de outras muitas de 326,16# o 8#5.
Con vida O posbuidowa a virew recber
-e.n desconto algum.
0 abaixo aWgnao to=rn ezpoto A
enda os seus folis Ih ga sidM
1193 part em benefido da d matri de
Nossa enhora do 0 do Goyannu, quo m
extrahiriquinta-feirA .23 do correte.
Bilheteiro 4AM10
Meio 200WO
Qiarto 1000
Bi- |lorvfi@4e1 q :J1 9


elm"
'Bilhte inteiro
uM-rto
Quarto


Ai)d, i) Auguat, d 4


Sam
0875
.4Di^wa Prt*.


ALAN PATERSON ft
N. 4--Aua do Brm -N. 44
JUlNTO 4A EISTAVAO DOS BONDS


Sqliecr


Tern para vender, por preoes medicos, as seiuintes ferragen:
Tachia fundidas e baildas.
Criva&ous de diverasos tamahos.
Rodes de espora, idem, idem.
Dias angulares, idem, idem.
Varandas de ferro batido.:
Ditas db dito fandido, de lindos models.
Portas do fornallia.
Bancos de ferro corn serra circular.
Gradcamento para. jardim.
Yapores de forVA le 3, 4, 5, 6 e 8 cavallos.
Medas de 10 a 40 pollegadas de panadura.
Rodas d'agua, systema Leandro.
Encarreg-se deo qualqer eor-aertos, asontamsu mAchinimos
trabalho corn perfeigIo on presteota.

t ULJM

0 AO49:


V.***





y^



1 ,-


[;


C


OoA am quaw-


Grande


:1; ./ .


I -


I


I


t


-1
























rua boa do bairro

4F 7 e -S-ito- Antotii ou .

ip qu#n& sitio na

a-YVista, perto das

N aas de bonds, on

|6panhia de Olinda,

pode annunciar para

Sser procurado, on dei-

xe carta nesta typo-

S.graphia corn a inicial

W, declarando os com-

ilodos dacasa, rua e

Sport quainto vende.

ICaixciro
Precisa-se de um caixeiro coin I rL"'(a de ta-
T erna e que d6 conhecimento de sua conduct :
na rua Imperial u. 164.


tA


~Yk~


J, _A,L; 2 ; Z

Casa 4C "m5 J
Grande e variadn zo, rf-,,,- 1 amos-
tras e catalogos de pruuo c ui, Allema-
nha, Franga, Inglater., Austria, Hespanhr,
Italia e Estado Ulni ,s
N. B.---Infbrxu;,.^ 5 osbi,' 'nachinisinos
agricolas, ditas pora engeuhos centraes-
bombas, etc. para incendics e outras m.",
oinas e utcnsilios.

Cosiiiheira
Precisa-se de ura am n i., cosiaheira, paga-se
bern; narua Duque deC,:xu. n. 52. aga-s


o armazein e 1 andar do sobrado da rua da Ma-
dre de Deus n. -'. -, r'o- :' ; a tratar
na runa Duque de Caxias n. 91.

Petfe-se
aos scenhores estudnutes, atrasados em suas men- !
salidades de moveis, viremn urgenteiente liquidar,
suas counts A ruma do Imperadhr n. 16, isto no
prazo de 15 dins, seni'' vorlo os seus nomes pr
extenso.

800 a Iooo:000
Precisa-se de uw socio corn a quantia acima,
para urn negoeio muito vantajoso ; informa-se A
ma de Hortas n. 9, loja.


-Ua da Imperatriz numero 15
Grande fabric de macarrao, talherim, aletria,
estreiinhas, proprios para sopas, feitos com a
maior perfei(io e con faiarinia da imelhor marca
que veint ao in rcado, e por 50 0,'0 menos do que a
estrangeira. Nesta fabrica se prima peic asseio
e boa ,juaid.r1e ns massaz, vende-si tanto em
osso comno a rtalho, e convihda se aos chefes de
arilia a virenm hir urn passeio A fabric, aonde
podem ver a qualidade dIJ trabalao c das miassas.

Am
Precisa-si de urea airai Irli casa de pouca fa-
miia, que saiba cos3inhar vngoinmar : a tratar
na rua do Caldeireiro n, i2, 2 andar.
-- Precisa-se de urna a:na pars. comprar e co-
sinhar ; na rua do Im.i-ralur n. 35, 2' andar,
entiada A esquerda.


EOM I'UCS rn preiilso6lc 'om a I*oea no iurd(W st d
de qualquer natureoM, em todas 4s Amolestias da pe&e, nas leuOhofrdas on
., fl6r rTs m ca s, an *r.m imetos 6C:Ocs pla
impurela, do sdngue, e finalmente has differentes f6rmas da syphilis.

Prolagador-A. P. da Cunha
*.v 1 *
As importantes curas, que esto poderoso medicamento tern produ-
zido, attestadas por pesqroas de elevada posiq&o social? fazem con
que de toda parte seja elle procurado, cpmo o melor e nmais ener-
gico-depurativo do,'sangue.
Depurar o sangue, como condiao deuma circulagao benefica e effi-
caz, eis em que consiste principalmente o meio mais seguro de
oonservar a sauide e de curar as molestias que a impureza do sangue
oceasiona.
0 Caj.rubeba pela sua acgto tonica e energicamente depurativa,
6 o medicamento que actualmente p6de conseguir esse resultado
sem prejudicar, nerm alterar as funcgses do estomago e don intesti-
nop, porque nao cont-6m substancias nocivas, apezar do vigor 4epu-
rativo dos products que constituem a base principal desse medica-
mento.
D'entre as muitas curas quo tern feito, citamos as seguintes, com-
provadas pelo testemimho dos distinctos e conhecidos cavalheiros
que firiam os attestados.
A!6m dessas, alias irrecusaveis proves, offerecemos mais, como
garantia de nossas asseveragSes, o testemunho dos illustres medi-
cos, Drs. Pedro de Attahyde Lobo Moscoso, Praxedes de Souza Pi-
tanga, e Joao da Silva Ramos, que em sua clinic tAm conseguido
os mais brilhantes resultados corn o emprego do Cajirubeba.


Pedro de Attahyde Lobo Moscoso, Doutor
pela Faculdade de Medicina da Bahia, Ci-
rurgiAo Mor do Commando Superior da
Guard Nacional do municipio do Recife,
1" Cirurgiao Honorario do Corpo de Saide
do Exercito, Official e Commendador da
Im";, ,Cal Ordemn da Rosa, Inspector de sai-
de piblica c do porto de Pernambuco, Com-
mendador da Imperial Ordem do N. S. Je-
sus Chrito, Membro do Institute Medico
Pernambucano, Medico do grande Hospital
Pedro II, Socio da Propagadora da Instruc-
tio Publica e de muitas outras sociedades
scientificas e humanitarias, etc.
Attesto quo tenho experimentado em mo-
lestias chronicas da pelle e rheumatismos o
Cajitrub~ba do Sr. Antonio Pereira da Cunha,
e tirado born resultado.
O referido affimrmo inside mdi gradw.
Recife, 29 de Agosto de 1884.
0 Dr. Pedro de Attahyde Lobo Moscowo.
Praxedes Gome. de Souza Pitanga, Doutor
em Medicina pela Faculdade da Bahia,
Commendador da Real Ordem de Christo,
Cavalheiro da Cor6a de Ferro da Italia, 1"
Cirurgiao reformado do Corpo de Saide do
Exercito, condecorado corn as medilhas de
passadoer de ouro da Campanha do Paraguay
e de pratai do Uruguay, Deputado a Assem-
blea Provincial, medico do Real Hospital
Beneficente Portuguoz, membro de diversas
sociedades litterarias, etc., etc.
Attesto que appliquei o elixfir Caj"eubdba
emi casos de rheumatismos agudos, e obtive
excellentes resultados, send que por isso o
tenho preferido ao xarope de Ricord iodure-
tado.
0 referido 6 verdade, que affirmo em fM de
neu grao.
Recife, 29 de Agosto de 1884. 't
a Dr. Praxedes Gomes deSouza Pitanga.


Recife, 17 de Maio de 1884.-hIllm. Sr. Fir-
: 1i'. Candido de Figueiredo.-Cabe-me a sa-
i fan-cAo de communicar-lhe o benefice resul-
%,do obtido pelo seu preparado Caj4rubzba no
iritam ento da enfermidade do que estava sof-
Irendo meu filho, menor de 4 annos e meio
de idade,
Sobrevindo neste, aps dous annos de sof-
frimentos, resultantes da deslocaqio da espi-
nha dorsal, um formidavel tumor na perna
direita, do qual originou-se uma fistula corn
grande e incessante derramamento de .pfis, a
sua safide, a juizo' do alguns facultativos,
tornou-se seriamente compromettida, sendo
que mais me constrangia dizerem estes, antes
e depois da apparih5o do mesino tumor, que
miua filho jamais poderia andar. Eis quando
umn parents, pela proficua experiencia que
tinhia do Cajkrubrba, aconselhou-me o em-
prego de tio important remedio.
Effectivamente o fiz e corn tAo feliz resul-
tado-. te em meio do primneiro frasco acha-
vn-so a crianqa corn tamanh* robustez a ponto
.... ncar a casa toda, nao sentindo mais as
d s na espinha, que tanto a torturavam ; a
- lia cessou de tanto suppurar e apenas ma-
- java numa agua esbranquicada, devendo-se
reupp6r proveniente, segundo o eitado juizo,
de hayer osso cariado. 0
Emfim, 6 tal o vigor de que gosa hoje meu
liho que, pareceome, corn oauso do terceiro
fr asco do C(jiruboba conseguirei a cura radi.
cal da fistula, muito embora o cariamento do
os-so; sendo para notar que o Cajinrubiba teve
a for(a de destruir sem a menor opera(ao as
carnes esponjosas geradas nas bordas da refe-
rida fistula.
E para que Vmc. possa fazer o uso que lihe
appouver desta minha declaracfo escripta,
por verdade subscrevo-me do Vic. attencioso
vnoerador e criado, Mafiel Floenolo de Meo-
r.'s Pires (Empregado na Thesouraria de
'ltzenda..


Jolo da Silva Ramos, Medico pela Universi-
dade de Coimbra, Cavalheiro da Imperial
Ordem da Rosa, Commendador das Ordens
portuguezas de N. S. Jesus Christo e N. S.
da ConceicLo de Villa Viqosa, Fidalgo Ca-
valheiro da Casa Real Portugueza, Moqo
Fidalgo corn exercicio no Paco Imperial do
SBrasil, Socio Correspondente da Sociedade
das Sciencias medical de Lisboa e da de
Medicine de Paris, etc,, etc.
Attesto que tendo empregado em meus do-
entes, durante trinta annos que exerqo a cli-
nica, todos os depurativos conhecidos, quer
nacionaes, qu6r estrangeiros, de renhum tire
tao prompto e efficaz resultado no rheuma-
tismo, na syphilis, e nas molestias da pelle
como do Cajurub&a do Sr. Antonio Pereira
da Cunha, ao qual dovo o restabelecimento
de varies doentes, deo cuja cura eu tinha desa.
nimado corn o emprego dos outros depu.
rant.s.
0 que fica dito A verdade, que eonfirmarei,
so preciso for, corn o juramento de mou grAo.
Recife, 22 de Junho de 1884.
Dr. Jodo da Silva Ramos. 0
Attesto, porque vi e observe!, que a preta
Escolastica nao andava a quasi 8 annos, tend
as pernas completamente chagadas, e corn o
emprego do Uajirub~ba desappareceram as
chagas a comecou a andar. Recife, 6 do
Agosto de 1883. Gervatio Campello Piree
Ferreira (Desembargador da Relaqio de Per-
nambucu). -
Recifi, 22 de Abril de 1883.- Illm. Sr. Fir-
mino Candido de Figneiredo. Jos': Caetano
de Medeiros, Tenente-Coronel da Guarda Na-
cional e Cavaiheiro da Ordein de Christo. -
Declaro que o seu preparado Cuijufubba 6 um
prodigio I Meu filho Cleofas soffria de dartron
a ponto de se ir tomando uma molestia seria;
depois de se ter tratado homeopathicamente
e corn mais outros remedios, sem que mallio-
rasse, uson do sen Cajitrujba, e antes de
acabar umn frasco desappireceram como pur
mila-re.-T-Um outro meu filho soffria de uma
ferida na perna, e depois de tomar a Salsa e
Caromba por alguns mezes, sern que a molestia
dbudccsse, cornm o uo do seu milagroso Caj4-
rub'ba ficoun pcrfcitauieute curado.--Uma mi-
nha neta, soffrendo de flores brancas, recor-
reu ao seu preparado, e em poucos dias ficou
b6a. A' vista disto nao devo occultar tio pro-
digioso medicamnento, nao sd par animial-o
em seu trabalho, como para ensinar aos saof-
fredores a taboa da' salvacao. Jose Caetafw
de Medeiros.
Patifelyba, 3 de :%irco de 1884. Snr. Ro-
gaciano O]ympio de Oliveira.--Sendo eu nes-
ta provincia o agente encarregado da venda
do medicamtento CjAu'ubeba, e tendo Vmic.
feito uso do muesmo, rogo-lhe se digne de in-
formar-me corn franqueza o estado em que se
achava, e o resuhlado que tirou corn o mesmo
medicatmoto, podendo eu fazer uso de sua
resposta.- Sou com estima deVmc., Manoel
Perei) a da Cuniha.
Sr. Manoel Pereira da Cunha.-Tendo com-
prado em sua fabric Apollo o preparado vi-
noso, denoniinado Cajtirubba, para men pai,
que so achava eoftfr-nlo do uma erysipola ano
p6 direito a mais do dois annus, reapparecen-
do-lhe corn periods de mezes, e fazendo elle
uso do Caj i-4ba, corn oito dias sentio gran-
de malhora e ]oje acha-se curado.
Outros incoitmlodos que tambem soffria,
como uIna iii1athnmaiIaqo to estomago e urna
empig-mi dosippapreceram coin o uao do L;a-
jAu'ijba. Desta minha resposta pode fazer
o uso que ihe convier- De V. S. anigL), at-
tento e criado,. Rogaciano Olympio de Oliveira
(Despachanie da Alfardega).


Achliam-se devidapmente reconhecidas todas
as finnas dos attestados po- inbelliies pu-
blicos.


f DEPOSITO 4ENTRAL-Fabrica Apollo, Rua do Hospicio 79, PERNAMBUCO.
A' venda nos deposits da mesma fabrica-rua do Marqun-z d'Olinda 52, e rua do Cabuga 14


SEPHLE1PSiA PT"cj


H Y '- -: I .,i,.i &, A ura qaa, i son




j A~ blb 16 moms
IFara w"!;





U V Ls U s 1.1 l W V la BUm


E A PEIABRhCI~i XDVI3S
...m.A........ R-,h OHL. s 1'
(an0A t![S
j^ES IA 0psrosm t/yfoyi".i,V** oyz~,||
NERVOif~f^ hS + "fe^^'"^^'W'* WW
t*fWP^~^^^1^^N^^W^^"^K*^'*~*'~p^^t'iK^^B^^^^-


Sulfato Q uinina


A$~ET


Gaamado


D.^-:


Li


Deasde a descoberta do Sulfato do Qainina p
s.i .0 T'r.iE IASLESucce-
Isfwniaci. Os -Sms. AJIMET Ds LISLE, sucees


'IC eletie lr


Cachets

estayroducto temi marA-.
e o Smundo, aitoiat da,.
ttg da;mou:fidolia,. da ++




'iv


DR CM


& I... II I8 BN E COSLRA

D0 ULTIOM ANN# GOS,9m2


(uemi nAo ten ovid0o failar das famosas miachinas de coluras de
Singer ?
{^ ^Em prestapeesD semanaes
DE





W, A. ^ Quando o paganmento por este systcma se
'1 effectuar ilentro dr, quatro mezes, abatiunento
do 5#00O.
,. gAbatirnenfo de 1e 00O a dinheiro a i-t
..........p+l .; .. .... : ^ :", Roga-so aos pretendentes de virfcia ao es-
-" .... "criptorio da companhia para informaru,-s cir-
Scumstanciads
-.:._-;-<. Imnmneens t. racial vantagemn 6 obterns2 o
{' :'-^'-^ imelhor artigo nas mrelhores condigoes.
De hoje emn diante oliguenm eomnprara senie a ver'dadelrla
machina de SINGER

PORQUE ?
1.o Per ser inuontustavchnente a m hellhor a iartei. _a ,;.a -
bada, mals samples, mals duradoura, a unicl, que ttu cbtY- ,i:.n; d 30
medalhas, e a unica qne temn mais de 100 imitador.s.
2.0 Por existir urn deposit succursal da propria corrmpanhi:., ol, a,; '? -
tee estas maehinas por aim tempo llinmita tudo que diz respeito as mesmas.
3.o Finanlmente, porque aquellts pessoas qua ate r present, per f'alta n t i .....
nao podiam satisfazer o seu desejo comprando uma d'estas exef-no tl
podcerm aora corn toda a facilidade compral-as mediante a mo icta prste''o 5


100O POR SE3'IAN'Un
Reeommendamos co-n insistencia--Nio se illidan counu a z unaahilas
que trazeia o nosso oiile-e que naio passam de KIULN Fn,
TA Vendermos tambemrn linha superior, rctroz ci caar'eteis, ;,gafhas, 1o, hial.
de crochet, peas avulsas para as machines, tudo d'o superior qualidadoe ( P:;: -'r"'"
scm conpetencia.
0 unleco deposit das verdadeiras machines de Singer c e a
Rua do Cabuga nI. I A, Pernambune

Direc ao geral da America do sul.-l01 rua do Ouvior II1
Rio de Janeiro. Casa mariz-...4 Unio Squaren, Sew-Yo


W

I










PENO


Al Elk 1t


L OIiAAS
n -S -^*+ '


CHAPELARIA VICTORIA


30---PlRAA DA INBEPBNDENIA A'---40

S Este bern conhecido estabelecimento, recebe mensal-
,nente d&s prineipaes modistas de Paris e Londres, um grande
e variadissimo sortimento destes artigos, assim como das princi-
paes fabrics de Hamburgo um complete e variadissiwo sorti-
mento do ch npeos de pello, de lebre, lM e castor para hc-mens e
meninas.

Jiaii d 8i1n Omt~ire1 & a.

+, ,+ i 4+. : ~ -
I? &I P&iX 2


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iSO OS 115is ioii. js digwstivos c, ....idods '"
PNFEC Pi 0 0 ESTOCMAO: SA8TRITES, .I.SA.iii
O1hREI3, Ye+,\^, PESR H.O-ESTOMAGO, MI 0!: '16J... T3., .I..t, .
"* !U ( l!c I.O,0 12..,1As GA OMIUDA BASTA PARA CGUA S CA.,SOS MAIJS i53LDWI
i-a nas rircipaes Pharmaclain e rogariaZ.
Vef" Migrojp cy Part :TROUBTTB-PERRJaET, n Sair-A- ;.,ct-' -
Da-e=m SOIgHr 8lllo a G-e.o rwaFr aore oas Frascxs pra eyitar as xaiseq4ewa.c .
*.:irib!is ;:t 'Pernz-hucO .'FRAN" SW. da SiL+VA (P.


svw ., r L ------ --- U. qtr



S-Y;1t. AGUA VEGECAL COM OZ PP.R.UMES A53
'>i ';'^- aQUALdOAOS C LPEFMaR"
"i~i~ ,CAB llml S~4 E
4.. 40 '-. -."- -
-,.. 7-- : "', i-'-o e o estracto dai substandiia deitrsi.3s C ibtific.aaes .ia .
:>, !^ .;iB dC ovo. PelPdo w uoc, onerva-ae w ,aio e l ssia4edo 4 wo ;m
c.bcatbfAu ; mxped.-st o Cahilo de 'caWr. Os il~ts psfat io .e "
-- .,T=a, dtipais de e iear swvido dkia, urn cbi-"v radavWi.

tt 1v W "iV HAV 1 O1NZA S ^tPAW4i YLAAKO VLAUC h
.- f;-^- - g 11sSSft"4 i TRIVOQ-t I "OLETTErU 0 /W
\'^ ~~ aLj-vg*'v ai* *gj e~g. mOjssasr I OPOPLK NAN
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L ,. N +m^f,.i..ip LlFaraes tass ,r..
P 79- 2M. m 207 PABt-
*iAaMXATt) NAS PRiQYZSS P487UMAIaS 3 Oi5..S BK CABELLPHB*E
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Utrna fan iti.'l i. -i.'.; i -..i. i >n. ir -
EI M) !n- ; ,I ,'. ,i '. ,. i .-
selis i cji i i Ai : I '' Ii -. ..1 ; -:


itamntice ites :'-di
sem resaidn .'..
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'i-' I1 v ia 23, !i~ *.'* ~l --ii -'-


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D. 31ift u. S2i2ia
0 engeuleir- .;'.ini Viccnte: d N-.in.n
Fcitosa c scus fiII i a c u idin a d -un :f ir'c +< ll.
pIrlentes, aflin dv; ,sitstit'i a itii-:a q' ,' -ixr alma
(die sua muliher in;ii. rnf.nlain dizcr i .n lvtut'
d(c S. Fraucia,:o. ;'i. i L..r' ii *!o ,da 1,,iii ,2 t.uirtli
t,'. trigesiii l j)I .- ; .t
Z


6




Rosa Marii Sii : n i. ir, mir.da rear
unia iniss,, per ;rilmr d., i,, arteaL..r ainiga D.
Maria .iiu. Sti.i F iu ,. !, .i 3 dB ,F .11 &
corritte. .A--i.1 a t; 1 ,is ;i::n-i > :'- A li-.ir
da matuhil, na initlriz de S J< _! : c pii'ri ate iactf
cnrivida a t-)dos os par'n tes c ainigos uia nicsin.

D. Franctcaa tie salle.% ondim
Neiva
Maria Laurai N'iva de Magahhacs, sou' filhi-.
n ir:e n lr ': (or '.+,ntos e auseutesl airad'e.n,
do intimo d';.lna ; .- seu pIrcniti's e a.rio5 n i'<
a. oil)piti.litraii ;l a m :-i ulAt n i in. r;la r u"'i
r!.Ol't-ts ,,, a a l'ainf;1. ;;s- ;s e1quecid iniAi c a-v,-
D. Fraucisca die ,-ites G dimin Neiva. i de nuvo
os csnvidam pari assistircicm as mistias que pfr
suit /alia >n.!aitn n ris-ir lil capejl!a c v-iitj ri-
publico, As 7 h!i;. iniin ir dtd otr'a f ira 21 dv
corrente, setiiio *li, dt .tin ifilocininto. >onfi.-
yando-se desde ji'i suniirmit rcllte g1ratos.
Maria do Carumo Fragamoe da
CoMta Pereira
Mhnoel Jose dit Co-ti t 'ereir t, scis filbos c
Fjancic, A',reira Fr ,g s,,, cuinvidaiTi sleus pa
reutes e ainifzos para assistirnm ;a miii.-.i ue stimi,
dia do fallecitin to tie ttia csp.sa, iiA i Maril, do C.itno F'r.guoSI oi ,iCta -t Pii ,, qut.
terA iigar na matriz d.' Al'-gadv-. 'i i hn.ras dc
dia t.ri;at-feirai 21 d ci rt'iit. E aprveitam a
occa.iau para agradccerem :l todti ;n.- pcsiiv..
que se dignarain dt assistir ao eitterr" d. mesm-t
finada.


Piano
Vende-se urn piano modern, de me;o armario,
todo reiforrnado de novo, de born autor franeez.
corn tires cordas, sete oct'ivas e excealiente.s v zes :
uns oflicinas de pi.nos e orgaos, de Carlos C.
Tresse. rua da Imreratriz n. 65.

Casa piaraa lugar
Aiugi-se o 2" o i- -indares de pre lio a rma
Pritinrir de Mlart,.o n. 12 ; a tratar na ija.


Ao cofimmercio
0 ab-ixo assiguatlo declare ai puhliti e ao c Tr-
po crnmmnercial desta pramca, ique deisu de ser
(eaixei-o dia c;sIsa coitInrCial do Sr. Fr:tncisco d'
Passos Guihnat-es8, agradecende em.pr.a & con-
tiai-a que o mhesmino benhimr sui im iD, jitAva t
as inaneiras emn qui oemprpe tratou-me durante o
tpmiio ique foi ea eripreeanIo. Rw*.fe, 18 oe
abrii dt 85.
Autdiio P. Lopes


Ao icommerio
SEu abaixo assigm.do, etirando--me parx Euro-
pa, deixo comeo enua procuradores, em 1 Ilar
meu soeio o Sr. Calbito Alves de Ampyedo MlaU,
em 2- o Sr. Juaquinm Dias de A-Mm&k r4eta, e
emra 3- o Sr Antonio Jose de Meir& e Silva. -Do-
0;ro quo nada devo notd pra%* cim tt l60
k frml cornereial Loureo do Bstts 4& Jiu.L
todavia, quem se julgar eredor, apre .ate-e so
pramo de trees dias, i. rua d e Pedro i 4.C
Aproveito ia ocasiau pwi deap i Al
soas de minha &mizailet ffh'*4 k it-
Sigificant e presiimc. R3O U doa'


_; 19


.roz.


Oria 4al.


2-0--

CD


i-




























acrei tados Na4 i ean ,
... i r h se sbaba:osredon -- potudos e mii os. .

; tados ,a ,vender mtfais! ^'i-.
ds vender... als Preeisa-se do ema ama para eosinhar e com-
Kf t % (l i)x 1ut prar pars. eas ad tainrilia : *atrtar na-rut a o
el U ,aBaruo dai Vwtoria n. S0.


I


Precisa-se de duas criadas, uma pqrs gom-
mar e outran p, ra Copeira g na ruas ?uque de' a-
xias n 86, 3- asdir.


Os~ relfJ)i4J8 ,
-In J^ t 42(? Autoia Machado lecciona musica, jMano e
.* canto em esass partieu'ares : na rua d Visconde
Li dOS. d Goyanna n. 107.


SAlugasse
0 20. andur da easna n. 7 .4 rua d., Marquez de
Olinda.

lluga-se bfarat,
k casa terra n. 1 B na Baixa Verde.
A casa tcrrea da laixa Verde n. 1 C.
A tr tar no lago do Corpo Saptn. 19, primer o
andar-
0 armazem n. 46 A a rua de Pedro Affonso.
0 1. andar ni. 1 n Travessa do Cuiipello (Re-
cite).


Iaianceador
J. dos Sa&utos Vieiri, encarrega se de proceder
i balaneos, organisar cntratos e dostratos so-
(-iali. Chimados i rna do lRangel n. 3, on na
rua da Penr.ha n. 7, 1" aidar (residtneia).

Convite
0 Illm. acad*mieo, Jose Borges Dias de Brito e
vonvidado A assistir uma confereneia zmanba, A
rua do Bario da Victoria n. 48.

Aviso


Emilio Lamberg tend do realisar na noite de
22 do correote umn concerto e gabeudo que umnitas
pesos daes quaes nA o sabe a morada desejam as-
sistir a sua ultimia fiesta artistiea pede para pro-
curarem os bilhetes A run do giro da Vicloria n.
52, (photographia allemi, on em casado Sr. Pluymn
oa Lingu6ta.
SLINL.A COATS

q Luatrost, pare a muchia, u Macta de 6
los tanto para machina comr, para cower a rmi)
Ao so usa mais liuha bem novello-
Pede linha em tarretel corn o nome
-J.&P.OOATS -.


Ahiga-se
o 20 andar d;a. casa n.'7 a Pass, gem da Mta,-l.a-
e na.
Itei, iiegoei

Quen quizer estabelecer-se einm uin sitio ren-
doso, sadio, com excellent casa de vivNnda e pro-
ximo A pevomn'.i) do Afignad's, 'pro.cii,' enteni.er-
se corn o Dr. lasearenhas, a rut jo Bar it da
Victoria n. 58, 2- andar.


-"11 ,". o ^^~jtf I ,i^^B M ILIBIB
A.^^t|BM ^..f1* f .J&IN!1


SQuailquer peassoa do hitelligencia regular po4s apprendqtud queo 6 as.! ts#bra. /
Pr-,, k1:;00 cadas excieplar, eao(tes(a Em p>i-nuif-.o Id, livro rccebem-se cllos de correto, 5WU1wo-8. os 0 as me.orts denominages. -Aq qoune mn-
pr'imu um ;aippairclo oompleto di'aramois gratals um exemplar do dito manual. Apparelhos para Amadtore de o10.00
para v'nia.
nt-viart-se Catalogo ,nm Portngnez &que tque o pedir.'
o E. & H. T. *N!eHoNY a 0to & E> 0 XOABWAX., XDA-yraLo
i,1ric-intes de tt1.a especiete me akWnaap&ot6aphicos. E4abelecidos ia malt do 40 anneo neste ramo de negoo.


LQU


de Ios


C: mpromettM-se

a vender ..ais aato
dl que m utra, qual-




p't, niii. MontNha

0 rnelhor nrnfftadode fortmitsfcolnhbecio6
UNiO Ii-eoR"lO EM CASA
DE THEO. JUST:
N ^ Corpo santo. _____


Rua estreita do Rosario n. 23
0 proprietaio debate beorn mtoutado estabeleci-
uxelto. fai science ao rspeitavel public que aca
ba de recebwr um grand e variado sortimenta de
mobilia dei jiincr corn encosto de palhinha, e mui-
tas peas avulsas, do pAimeire fabricante, Thonet,
que vende-ae 'xiAs barato de que em outra qual-
quer parte.
t Ama

Offereco se utna senhora de mneia idade, para
casa d,- homeri solteiro ; a tratar na rua Duque
de C,,xias'n. 2, segundo andar.


Atienoao
Pede-se a qumi tivt r achado umi pequeno em-
brinlho comn fazn'udap, no dia 14 do corrente, o fa-
vor de entregel o no largo do Paraizo n. 2, que
alem do reconhecimunto polo favor, se gratificarA,
querendo.
Professora
Urma familia rfR.ioente -em un engenho muito
proximo dersta eidade e a marg-inm da estrioda dc
ferro de S:; Frainisco, neeessita costratar umra
prgfesaor- aa parf l ipnar a trei menjWa, as se-
guintes materials: portuguez, franlez, geographia,
aritbmetiCa, musiicas trAbalhos We agulha."
n Q ~aefa ost'vc ins *la .-di'oes indicadas podera
apparecer na r"-r la Auarora, n. 55. 20 andar.

Trastes
Srui '. Iiizveradorn. 16 compra-se, vewik--s.


tt~eao
Pede sf uma mullIr, que esta desembara-
carla va cosinha e que s*Je goverunr uaa easa
;Ie houem solteiro, dando flanga de sua condu,.ta
na Magdalena, praqa do Conslheiro Jolo Alfredo
luuuero 1.


RU&(*iUiiq e e(^iaS-n. S7
5'i arnuA~la antmlicauft ;
0 pbarai-aemoeeu A U. Verisa diixandea sR&f
pharu-icia da rus do Cabuga, pi s~ou-se para u
pharmacia americana.

Funilaria
Rua larga d Roioarlo m. 20
De 'Francisco Tekaeira Barbosa
Grande e variado sortimento de Wiaos pars
,.-:.ua, assim como recopwetda .ao pubiico -a
gm nde q.tieiuto dI.Nbras de folha, cujo fabric4
e napropria officina, e se tornam ainda mais rp-
com mendaveLi pelo ernero e perfeico artistic
eac que sao feitas, a par de mmutas outras feitat
no estrar.ero, quptaBm*'m r b coap utiva-
mente. Em tudo ofaiereco preos mod iohs e since-
ri~ade.

maa
Precisa-se de una ama pars engonmnqar
e fazer outros services de casa de peaue-
na familiai : n in fliainnf Aal deCnaim sh


A AO.edsande tOa as c ores, a 14400.


Espendidto foiment. de dama.s de sets, a
: BriB pqrdlona corn gaaasi um metro de lrarftt
r 24440r6ri' i'



,8ramaante tranca paru lenoea, o metro ja 0(
SAtoalhado de linho b-rdado de u 1a larfra,
rgas200 00.
_.Pri.C 4L, tlurpas'a l1,O0,' 100 ,



ito de linhofinD ;o duas larguras, a 2200,



SCr'etonfis cdjibarra o eovsdo, ft 280 reis. '
Damascos piara nesasa, a 3600 ris.
Cortemaca de todas asr collres, a 25400.
Goliuhaio parimentoras, (iidad) a 2Osqd,00.a



Fieh# s de0s, de, ( novo gosto) a5,5000.
J,$riw PArd*aJoPeQa onkq"$j iumn metro de Iru



Mail a 440 retas, 45 .
Linda latea d cores pa 'ra snhoras a metro
r6i2,000. ,
atoiaslhacode inho bordadoq, a2de aaga,500.
12orti00ado. brdados par a 609.
Gu-torni de palinhofinno d uascarochet a 500
Colcharetones de crochet parra neovdo, a 108000.
Diam e rusa bramesas, a 3600rs0.
LCortes de bra t gparandolletes, ,a 2500.
Cobirtias par g;a furrads, (ovid a 2 a 20 .



Camisas brancas finas a duzia a 30000.
iCerhias de brsedanast, (n bordadgosto) a u000.16.




Mataplao Boa-Vista, comn 24 jardas peca a
Cambraia victoria fina, a 34500.
Lendos de lidha cores paixnha, a duzias a 31.000
2.0O(0.




E'Smuitos coin A artbgosrddque torna-,sc nf50.onho
eniortiuar, e qu veradeos, pa r apre6os rcsQm.ids.




convidamos,pois as Exmas: familas a honrar corn
suas preseni5es estpae esblcrochennto, a6S5egurado0.
Colhes e encntaro scempre par da siner00 dad0.
agrado mdie fusto bra4co, a 3$000.
ALes v dtndas cm grossdmos dac sconto.
Cobfirtas dq gn.xga forrad:,p, a 25& 0.









59 run do q~i(ue de C;a\ias 9
Ca)isasbrncas finas d a eduzia, o)30000.
C Frlaidebr a latbordactes, a duzia a 16.
Madapgla'o Boa-Vista, corn 24 jardlas pc~a a
05A000.
Cambraia victoria finn, ta 3 500.
Len~os do liuha em caix'inha, a duzi& a 3 000.
Enuuitos anti-cia artigos que torna soepfadonhoo
nienciouar, e quo vendenios p r preqos resurmides,
coavidamos pois as Exmns.. familas a honrar corn
suas prelsengas este eiit~4b kleccin~oto,. a:,seguraudo-
Ihes ijue, incontrara'o sempre a par da. sinceridade
C agi-ado. mud~ici dade em pre~os.
As v,,das emo grossodamros descorito.
49 rua do Diqne de Caxiaes 59
Aptiga 4Ap qpelmalo )
U'aijnh4 A~et'ea,


Nos primeiros imezes a alimentagao mi
natural e apropriada para alimentar a criaL
a. de p"it-o 6 o proprio leite materno o qu;
eir caso de necessidado dove ser substitn
io peli
FARINA LACTEA DO DR.
FERIERCHS !
A sciencia e a pratica adoptaram a far
oh'u. Lafotea eoumo poderoso elementr- .ut
tri(civ pars a infancia e di-6in.tots mi:
cc' do Brasil e da Europa 'econhe.-eray
ser l5 do Dr. FRERI'HS a mr-lhur n'oeu
genero.
Deve-se pois e-itar ;unfiar o filhinhe
umaa pessoa estranhb: f de corportwmew
nao conheeido cuitas vezes o gerinea,
nfmerosa aolestiau.
Vende-su a verdadeira farinhf. Lact-
do Dr, Frerichs:
55 IV A DOIMPERADO1 5>
Est.bexhcimneto ds nrd icas piat,,, de, VI
tor Preall e

Os 5,00 leques pretos
0. Pedro Atntune faiz lembri.r que acaba de
rehbr grande variedade em papel, setineta e
saeixintfmanfio, a jae ha de maia miderno. Ye-
s Be,4a1 Lquo,ppe ,compp*ado o Pedro
^^Hne|,ao, yi o q i.plq do prio : nAa Nova Es-
pranna ruA a que de. qaias n. 3W

is, upes
Grande variedade em leques de cores por preec
4e0d 1- rs..1, o caln'r 6Prtc, Q o. aso de pre-
yenir ae de um : na Nova Eaperauya, a rua Du
qne de Caxias n. 63.
thegarain tais bonecas

Tendo sido grande a procura. das boneeas, o,
Pedro AAtuues fez uzA te~egramnma e aeaba de
receber grade vardade en ..amanaos, gostos e
pros ; 4 precise as interessantes crisnhas pedi-
rem A mamnmi para comprar iftaa a- -Pedro Aatu-
nes. NeAo *ja engang,, 6 o-63 A rua DLuque de
Caxias, Nova Esperanca.

e Pechincha
Vende-e baraito 1u garda -oul 1 sqfA, 2icon-
solos, 4 caderas d' gaarrtigio, 1 de brago e 1
mesa redonda, tudo em born estado ; na rua de
Domingos Josa Martins n. 102. Na mesma casa


II '"a -- -t Ufl v d 4 *venda-neurns IALaAPSQA LJJ5AMAL, ide og
ft~42,'30 andar, porerciw:a da typagrapbia do0 do 300 I~ioe
0 miais importance e hbel eeto e e azendWse* eodoasn aad _'r o P d e -s., e__r
Diario.n_-
CASADE CONFIANVA 1g0 YitQ13 Uuret.isnes eticams
CONTINUAMOS a renber meusalmente de Parls e LondrRe onds te-o
mos habeis e activos correapondentes, oas moelhores c os Baia itpportantes .atigos da. Maoado Botel w& C. ecarx .s de Mp rnDe S eda
Ma"Ms Meias de cores pare hamens, par, 200 e 920) rs.
ultima moda, estanulo assim habilitados A born servir a" suas Qoupras. ae ,eenpanamentorso pareL agua e gaz, e yendgm Doas pa r s home sliatn, dupra 52 .
t~bas Orejeaantods opa~raagun egs., tem evo ondm D.Ms para hornexa sel: wrndtation, duzis 65$.
Haverd grade vantagem p ra o coparador de visitar de preitereaia q USSao bombas de todos os fabricautes, tomr eaoa eom-jFihus -Printemps, ultima povidade.
ESTABELECI.I'ISTO antes d cffctiuar. qualqner compra, visto que recebemos d pente par assenter eoncctxr -ualquer born- Lacos charmant, para seplivras.
ba ltmr prego medieo. Apesd oe iacee a&vsio
coota propria os prinucipa-s artigos de que se compoe o nosso sortimnento, podendo h p v 400meio rAlpacas de cores a fianiere, para vestidos
t t f a z r t d i s a s o m p r I __.1. a i iiiir iiiiii c o v a alo 4 0 0 ra .
portanto fazer todAs as vantngons comprador. a Espartilhoa americanos Fortifler, am 55.
Ai\ nnaag~n f.fttn~ldmrrmft n *nntu >nnh*la la.a n: 8f) _nda nt_ _Anrla A_.__ __ R R_ 1M do 41armo p 62
nonosru pxitabelcuimenton a ti~ra e bem pc iltlhe~itdt a ii201 ndase pvendin eA ni-sae E V MftanaPrmeAC


se continue a encontrar eonstanuteaWwte verdadeiras pnchinchas em madapol5es, alsgo-
does, cretones, chitas o. batistes, assia come um grande sortituento de roupa feita e
promptificando-se tainbemn por inmdida.
XA' maor aineeridile presidirA, sempre A todas as nossas transa6es e a Corn-
prador podetrA ter sewnpra -eai teza -deo, que em nosse case nao sera illudiqo.
Contin4araos a t-r oa clliores COSTURES para bmhfo4 d, mar
Para hoenain 'Mw600
Para senhora -. .1
lB ur-a ma aninos -; "'5^|(

FRANCISCO GUTMEL DO AMARAL& C.

ba Mwuto^
ESQUINA DA RUA DuQIti.E DE CAXIAS .

N. lel~h t. *It
___ _. __ / *.j:


vwtuoPf4t(v-
umeylindrb americano em bom estado; nesta
typograplia sedirA.



Vende-see aluga-se mobiiiaa; na- tra; u.
3dbe CaIasI U31.;
*- ^etedo-flieun otis *taaiorieaxnm'ox estado:
ma rua do A rum ,, 79.
".LTiende-se dumes easeas de tiia e
telhas, m ceodo .Quiahbu j Afegtdoaj-a trla-
; a "ven .c n..3. q. .om 4| "io por-
tao. vj jjy :*-- -.


C. Ba


Eiaas. ,sbAras
Cqstdo.di e ndonca&C corn Iqj d fazen-
das 4 ria DuIque d Caxias I. 61, appeollm para
Agenerosidade de^s..Exes.
- E mea tern om variado sortimento de faziudaa
de gaito deejam 4eiVs. xes., preferecia,
.qr idQ tivo epO.a doer lu!queroompra.
tOerepam em onompqasa~ao sinceridade, agado,
los 0 o reumidos.
M~uoietisfn-o- 13tios. aiegfites:
st es~da eum ie" urdis. oa 26 n >Ue-
:da doe argura, 4 da echegda It md yap:r, a 640t ms.ocovado. E
tin vestido enique por bariit- prey I
As afamadaetffioeta lavftdai4 argas, padres
aovme fa;zSglda muito boa a 5 ra. oaovad6.
SMarin6 cor, lavrs, de uma Sd largura,
fkez4w 091j ;4a a r5W r-e covado.
Merino 1ret a 1 140 ,bvado.
Fost&o bueo, fazenda &uperior a 490 re.
H. nao vU maia adiaate parsAo ocanc* a )%-,
owpmin de Vs.. Zs.
A prafei p iwAs e 6hras, a pr'revnc


I J lo.


40 -RKu 4a Jfptatriz 40
MF adpwlpo muitoaa Ie ci|c 20 vinwa 4 A65400(
Pito, fa.znda. m ito eitcorpfda que p.a-
recee retone, corn 0 varas a 5;460,
vDito franmez, amencanea, fazenda muito
Sfina teneorpa4doe 7$Wt 1250M
Algod@K? enfostude coma 9 palmos de lar-
9gx9M pure tazer (enoes de urn 0s pan.-
no, mitro a
Dito trvliado orn a mesma largura,
proprio para lenc6es e totalis de
Mesa, metre a 1520
Bramante de algodilo corn 10 palmos de
largura, proprio para fazer lencoes de
urn s6panno, m'etro 1l28.
Dito frances, send de linho, metro a
14800e 50
Dito inglez de quatro ls.rguras, seutdo
de linho, metro a 25500 e 21800
,reguelias- proprias para lenses, toa-
lhas, eeoulas), send fazenda muitos
tncorpada, eada peea corn 2'0 varas
poet1 080- e em vara a 5(.
;Ditas corn a mesa media a 800 rt., ou
varn a -. 4'n
Atoalhado adama(iado para toalhas de
mesa, tendo 8 palmos de largura, me-
tro a ,'
Assimi como um eompleto sortimento de
peas do algodaozinho armericano c
inglez, cque se vende por p ea de 3 at. 6600(t
Isto ua loja d'a esquina do becco dos F'erreirt;
Csemiir as de cores
Dle ,:00, c At 6:000 rs.

li roipa ori'iedOMa
AlLCiro & tiivtAi a rua da Inspuratz r L .40, ltio
um immense sortimento de easemira de cores,
tanto claras como eseuras, que vendem a 25000,
2,500, ate 64 o covado, t e das musmas mandari
fazer qualqutr pca d'obra ou costumes, per pre-
cos muito raroaveis, assim come tern tambem uni
explendido sortimcento de casemiras e pannos pro-
tos ate ao mais fino sedA que vem ao mercado, e
d8s itesmos tambem se encarregam de mtnander
fazer qualquer peca de roupa. A vontade do fre-
guez e corn toda a perfei:o e ,?resteza : isto na
loja dos barateiroa da Boa-Vista, na esquina df
becco dos Ferreiros.

Os Barateiros da Boa-Vista vendem muito bK.-
aitos liuhos de uma s6 cor e de listrinhas parti.
vestidos, send a 160 reis o covado e de eres fixas,
isto na rita da Imperatriz n. 40, esquina do beco,
Sdos Ferreiros.
Esparti.0os
^ a f6^ jp, 46900
-'a loja da rua da Imp -ratriz n. vnoe--
miuitos bouns espartilhos pare snhborac a 5400j.
autos para meninas a 4R ft. ssixr'- como um bh
dito sortimento de fichus a 34000 ; isto na loja ,i
q-iuima do becco dos Ferrairos.
PPara festa
pVcde se


Ropas pra bom ens


Pre os Mbaratissimo,
Rua da Imperatriz n. 40
LOJA DOS BARAIEIROS
Paletots de casemiras de quadrinbos, fa-
zenda qne: gf lava 60"
Ditjas de panned preto ino, faWnda maUito
boa low(X
Pitos de casemira de quadxinhas e listri-
nhas) forrados 8500
Dites de casemirn, escura, deordao, for-
radox 8
Ditos de flanella axul, torrAdos, ando f -
zen la que n a desbota 105lX
Ditos de casemiras de cores claras e es--
ouras 10A0W
'Pitos de ppu) no pretof no, for'rados l101(p
Ditos d- casemnira preta de tordio 105 e o 12jW)
Calcas de casemira corn differentespa-
-arues, de ib50JO, 65(XW, 8A IOAIJ(K
Ditas de casemira preta secti a 85 e 10(Y00,-
Ditas de casemira de cordao shiny
Ditas de casemira preta 60("
Seronlas de creguella, obra muito bern
feita a 15200 e 1",(
4D.t_ do Hamburgo de linhp a '1800 2 0(
Collitinhos para eA4tro, sendode cre-
guella e muito bemn fitos a o0 e 1500
Pamisas. grande sbrtiuent 'de camisas
braneas, tgaito traidezais como iiglezai,
tanto de linho come de algodla, sendo
de 2s ,25i00, 3,, at6 tiig
Ditas de cretone de cor de 25, 25500 e
Meias, grande scrtimento de meias cruas
nara homes .de-820 rs. o par, at 5(X
Collarinuhos, ande sortimentode colla-
rinhs, tuendo de 55q a d, a atd 85Ot
Toeahas, grade sortimento de toalhas,
tanto para rosto como para banho, qlUe
e vendem per pregoa ninito razoaveis.
Tudo isto e eom graad reduglo de preas : .L
loja da esquina do beccn do. j r-ciros.
Novas setlinetas Imtda a 00
Chegoa para a loja dos 'Barateiros da Boa-Vista.
rua da'Imperatnz um grande sortinent6i dap
lindas setinetas lavradas, tend de todas at
cores mais'novas que tern vinda ao mercado, inclu-
sivamente pretas, send a fazeuda mais onita qut-
tern vindo para a festa, e vende-se a 500 rs. bo co
vsdc, isto na loja da esquina do becco dos Ferre-
roe.
Cazemitao I lsa 2aS0 e

Na loja dos Barateiros da Boa Vista, vende-st
um elegant sortinento de caxemira de duai lar
gI sO, aendo iigIezas e co.r bwlitas eore# que se
vendem a 2500 e 25800 o e vado, send znit
proprias para coatimes, e' das mesmas tambeWa s
mandam tazer costumes muito bern feito de 9a8a
palitot e collete por 301 e 83, 6-iga doeeichs
na loja da ra da Imperatxiz n. 4 a enqrinm dn
beceo los Feqr ros.
ia&esl^ a 40VP50 ei
Of Baratevros da Bes-VIVt, 4 wa da Imprsa-
triz a. 4oveodaem um gande 4rtimento de rn 6
les bra pos, pioap a para ycetidos e upa d
Crean Iopi eqoaeim?.indicados; isto na ea-
quino tggleoeeAdos Frreir6s. '
a spara ieglids
Asiro & 81ilva, AOa ru daImpratiz u. 4Q aca
bani de reccber um grande sotinento das e a-
bbonitap lansinhas para vestid4 Oedo alpd w
'doia oi-t zi-lIndais 'cored 4it' s1 004adoa
gurgm41,s Iaurades-tetido-de indusas .rqa ~
dottaiTdusla rreimns
-me wditos.mwko finoha us-Iilbo&e 9"std a
Oxas -votap tak has sAl inteipamwte mod"$,
_ee i nae d o he m-,ddo spFerreir" at xisi*
YS i'*1^1e:n '!?1"e* 1 RP Ila --I d fu da I II r t

calo.
!004.
elm5


Ubrov d &Brpsi(t


Ptra. iaehar
A t l ~ eed liftr-
esg de com e prd#.
Cambriis bordadas a aberti.
Vestuarie psra men" o
LIquesa.
Ohapeos para setzhora.
Vbitas Hias e de cores.
Fikhus de seda e de i1
Capa de malha de IL
Pa .e.UimttM 4bo
Collsrinh. e pubos parts eah.ar i d4-
vermm itilee
Camioas iOUm conaria"o e n puabom, m,
nbho e corn cm eellarinho e u In M PaWh
deode n. 85 A 45.
Camuiaas par meninoa deede n. 28 A 35; M a*. T
larinho, de n. 832 a 35.
Caminas, sais, penteadores, caiPS, e f-
nhos psra senhora.
Gravatas, g-ande variedade.
Meiaa cruas, brancas, de cores e p ,aa.
Capachos, tapetes, wialas, esteira, bolsas, veilhs
ihos, brings broncos e de cores, lavas, p"rtim
rias etc.. etc.
Papoula 4 C.
S Rua Fo e Cabhugi -l
Em f fnttetj Bioi iz2''i -.ianto A ntoii6

iluilo p)6de o progress
Grande lojian de faxecdra ti de Crso
dio de fleudonca A C.. rua Suqian
de Caxltas n. 01.
Neste (,tabcleciuento ati aboiido & vyqte
de vender caro. Os seus pruprieiariot teem adeW
tado o system de vender pelo custo, gaahaam
tpo uomente o desconto. E' o systemna isah ape.
feieoado t, que garante a< comprador ser uam
ben aservido. Todos, portanto, que quierewui co-
prar, estejam conMNidados a honrar ebte eLabs i
cinmtnto, onde encontrarao, a par da sincerida"
e agrado, um complete sortimento de todam e
fazenjdas, como sejam :
Setineta i lavradas e lisas, o que ha de mi&m
em gosto a 500 rs.
Setineta pretax adamassA, fazenda lavrada, d
born gosto e muito larga a 800 rs.
MerinS preto fino a 1A400, e superior a 1 1iN
Merin6 setim prcto fino a 1u800.
Setins de cores finos a 1$400.
Sctim preto superior a 21500.
Fustgo liranco fino ;, 500 rs.
Saias bordadais a 4, 5 ; 64.U00.
Ccmpleto sortimento de fiebus.
E muitws outros artigEs quo 6 infadonho na.
cioun:.r, e mesmo nao e agradavel fatigar a pe.
cieicia da, Exmis, leitoras.
Ol--isna Duque de Caxiat--Ol

Mobilia
Vcnde-s e uma inbiii: de iacarandta i LuIz XV
c m pouco uso, c outros movies : a tratar na rao
da Madre de Dens r. 36, paviment,' torren.

Vende-se
um deposit d" ferro para agua c uma bomaba de
boa qualid.ide ; a tratar na rua de S. Gonabl
numero 29.

Cimenlo Portland


E
Vendem Orestes Travassos & C. : no sen es-
criptorio no largo do Corpo Santo n. 19.



0 proprietario do novel e bern momtado b
leeimento do fazendas em groeso e a retalbh A rm
Duque de Catias n. 48, dnmomina come distiso
tivo do mesmo, estabhlceimexnto o uuen aacim ;
e desejando bern servir i todos nests PO de t.
nanVas e aos qw aprciam o bom e sln t P, U-O
vida io public desta cidade, is Exma.. fanili
eoaos deoatras loevidades a visitarm -erate im-
portante estabelccimento, -rnde eneontraiiro o qu
a de mats apurado gosto de urma infinidade di
coes equaldades, qu&r para as Ermas. Ferhoras,
qukr para cavalleiros, c tainbem pra n: crianVM
de unm e ouro kexo.
*aNo sendo ainda bastante o couvite e pedido
que fez o proprietario do mesmo estabelecuemmw
do 48, delibera annunciar algumas fazendas com
os baratissitoos presos, que aba.ixo segnetf. ani
precisando dizer que sio ellas as mais nows om
mercado e de melher manufacture, tudo na ultius
moda.
Parnos finos, caseiniras pr-tas e de comre k a
pegas, para costumes, e em ertes pe n eais.
c6rtes de esineta pars caIea a 15000, hue%
branca e de todas as cores, as maim aprecia4a.
Pamnnos da Costa a 15500 o covado, ato.ladMs
de linho, dito de algodlo, bramantes de limbo
algodito, fuslis de cores para college 2000, se-
tins de cores, verdadeiro n cio, de IJ00 9
1I200 o covado, creton(s liso pare enfeit- 28
re. o covado, colchas, grande sortimento e variw-
dades em cores a 2$000. linbhos escasser cOm
barra (pode-se lavar) 240 rs. o eovado, toallm.
felpudas 45000 a duzia, bonitas moreoinhas 280
rs. o covado.
Cambraia:i victorias e transparentrs de muits
qualidades c barates prevos, fichus a Pampadow
de muito gcsto 2550u, bonitas mantas bramacs
corn barra e de cores, lisas, para senhcra, 8M00.
Merinos, CIiv(rai qualidades, pretos e de cores:
tudo isto na rua Dnquc (e Caxia. n. 48. loja do
Heo iqut (da Silva Morira

Oleo de mocoto

Oimsnto Portland

Potk(a Rft sa
Vendem uGomtar en a Walease
Corpo-Sano n. 6
mais barato que em outra qualquer pprta.

i eaidei i-t,6o
pare forrar Walas de visita e jantar, quartm, i.
cvas, eorelcrs, 'etc. e ra.de v-ramado sorti-
mento po- p reos extremamente uuuicoe
SEM OOMPETIDOR
acabs. de chegai para a
lkraria 1mntrlmqttl
A rua do BarAo da Victoria n. 7

Teiltura ndiana
VALE t anAir a C0arba e O-
Esa tiuntu:-a tinge a barb& e ascabel Mtism-
taneamente, da do-Ibeo ouBn bonito ow pmla *
imofeuBivel, n soe usao6 e aiple e mvdta w!.d ;
vende- s boitics f" nces. e dragaua de -oR
qyrol rires, succosmore4 d. A. Chom, rm di
om Jesus us ntiga da Cnu) n. ..

Venfle-se
ama exeelleute armaao, propria para jmaQk
negpoei.,N *sim scomo u t basio lntH) &I n;
nawram lirgx do Rosani. a.H &14.
;: """' '\I M&- ^i*- -'At a -.S f [,~la, ;i^:l"^ "' T


quailquer, VJit-e o
berm directanueite,


Tod( os


ae ,nfiados

sao Carani


Luz brilhaate, um Fumo


OLED aiBLTICO
Hygienico e Economico
PARA iilAARNAS


LAUBTflTS ^3MTOI
Permm&ua e
NUMERO TELEPHONICO: N 9f


IWCW!Itt


/
























^^l^?':': oUl .'rhnkstas,1 oeleisao^ il o^'do
sputa 4. mer-to.idado pua, o0poda,
entrebtmo, fazor-se -ffectiva squilo pelos
B ll meios que a lei tem estabelecido, per quem
p6de ou deve uzar d'esses nmeios, e ante o
| juiz ou tribunal competent.
: "A denuncia compete ao promoter pu-
|i -blico e a qualquer do povo nos crimes de
K| que trata o.art. 74 do codigo 4o process
criminal, crimes centre os quaos os do res-
ponsabilidade, a que so referem, ontre ou-
-,' tros os arts. 150 -e 335 do dito oodigo ;-
H j direito, por6ma, que toern todo cidadlo e
| :Wqualquer que seja o juiz ou tribunal corn-
petente ao qual tenha de apresentar a de-
nA uncia, e do dever que ao promoter pu
V bico cabe de denunciar nos cases em que
temrn lugar a actIo publics. nio so segue
-": quo possalaste denunciar por todo o qual-
:quor crime em takes cases, qualquer que
a aeja o juiz ou tribunal competent par o
I^ ~ process e julgamento; devendo-se atten-
; der ao principle, corrente, de que as leis
^U nio podendo ser entendidas per essa ou
aquella de suas disposigoes isoladamentd,
|scalefao pelo confront, combinac1o e barmo-
p nia de todas ellas, per forms a evitvir-se
; o absurdo, e de maneira a boemn.conhocer-
^'"se o pensamento do legislador, :o que elle
i quiz, e realmente prescrev u, -e cumpre
: que seja observado.
Nilo temoes ainda o ministerio ptblico
Sbemrn organisado come em outros paizes;
j| mas na legislacao quo nos rego acham-se
S ~ disposigces pelas quacs bern se conhece
quaes os funecionarios que o representam,
qual a parte das attribui9ges quo cabe a
i cads urn d'estes, e quo nas comarcas 6 elle
representado pelo promoter public ante
: as respecivas autoridades, pelo procurador
? da corna, come orgao da justi9a, ante as
relaqoes, o pelo procurador da cor6a da
Relagloo da Corte ante o Supreme Tribu
nal do Justiga.
.- Ningucm dirA, creeuos, quo o procurador
da coroa da RelaiAo da Co6rte, orgao do
ministerio public perante o mais alto tri-
bunal judiciario do paiz, podo descer do
Supreme Tribunal e vir a urna comarca ou
mandar n'ella apresentai denuncias suas
por crimes cujo conhecimento perteaco aos
Sjuizes municipaes ou de direito, e quo da
mesma forms p6de proceder o procurador
da oor6a de qualquer das outras relagses ;
Seo pela mesma razlo dizemos que o promo-
... tor public, cujas funcgoes salo exercidas
dentro do urna comarca e perante as res-
pectivas autoridades, nao p6de ir ao tribu
nal da relagiAo ou Supreme Tribunal de
Jastiga e apresentar ou mandar da comar
; ca apresentar denuncias suas per crimes
cujo conhecimento, process e julgamento,
,pertence a cada uam dos ditos tribunaes: -
o contrario, se per ventura previlices
se, daia, em nosso conceit, um resul-
tado anarchico, attendendo-se a que nos
cases em que ao promoter public incumbe
denunciar, igualmente promnover a accusa-
So e todos os terms do process, confor"
dispeo o art. 222 do regu!amento n. 120
de 31 de janeiro de 1842, que nenhuina
excep9Ro estabeleceu a respeito; attenden-
do-so a que o decreto n. 5,618 do 2 de
maie de 1874, declarando no art. 18 que
o procurador da cor~a 6 o orgilo do minis-
terio public perante a Rtla~go, diz no
5." do art. 19, al6m do que.se cont6m nos
j 1.0 ao 4:" e 6.' do mesmo art., quo ao
procurador da cor6a compete-- intentar,
guado Ihe competir a denuncia, a accusa-
ca@ dos oulpados por erros do- officio, ou
crimes communs a ; e vendo-se que o mon-
Se-ionalo decreto declara, no art. 20, que
-- nos processes criminals, quo tiverem
de ser julgados pelo Superior Tribunal de
^ Justica,. officiard sempre o procurador da
oor~a da Relacao da Corto, ainda que o
crime fosse commettido f6ra do district da
w 1mesma Relacao.
Os agents do ministerio public entire
n6s, os promotoros publicos e os procura-
dores da c~r6a, exercem as respectivas


funcgies sogundo a parte que a cada urn
toca, denunciando o accusando nos cases
de sua competencia e conform o juiz ou
tribunal competent e ante quo serverna,
Ssem que possam jamais ultrapassar (e nem
p6de deixar do ser assim) os limits do
exercicio das funcoes que a cads um cable.
Entre os fundainmentos, dos que conhece-
mos, coin que se pretend legitimar a com-
petencia do promoter public para denun-
ciar contra funccionarios que tern foro es-
pecial privilegiado come tern os juizes
de direito, quer nos crimes de responsabi-
dade, quer nos communes, conformse v-se
polo art. 200, L.o do regulamento n. 120
de 31 de janeiro de 1842, e art. 29, j 2.',
da lei n. 2,033 do 20 de setembro de
^ 1871, -6 o qte entendemn deduzir se, e co-
!/:i mo tirando t6da duvida, do art. 15, 1 7.0
Sda lei citada n. 2,033), art. do qual nio
;- vemos quo so eolha cousa alguma que
1 possa resolver a questao.
Eis o quo diz o 1 7." do art. 15 da lei
do 20 de setembro de 1871: -a As auto-
ridades judiciarias, semnpre que reconhece-
trem casos de responsabilidade, formarnlo
,, culpa a quem a tiver, sendo de sua conm.
| pe-,ncia; e nio sendo remetterlo ao pro.-
| motor public ou seou adjuncto as provas
| que sirvam pars fundamental a denuncia,
e participando esta remessa & autoridade a
P? quem competir a formagLo da culpa. Se,
>. orna, o promoter ou sen adjuncto nao
:^' : -'alOficiar nose prazos dos 1.', 2.9 e.01,
l ap'ipHewar se-ha a disposi*Gdo .o
Dests disposico, secoabinarrnos corn os
-,- 1pri-meiras iars do artigo juzes for-
d a cme o que dispo
-^phwp1pi.ps1 'w it 5.,


uf~~~io B8~QD&,* O e 140haute .--*'6r-,
mao proeurtaor d,' &orOn da Rt.el3 nda
cate ou o de outra do uma detsuas attr-
bui93es, qual a de oAnuuciar nosee cases de
sun eioiopetencia em queotem do aecusar,
tando entlo o promtotor publioi quen nao
p6ue funteionar anite a" Relailo r o0 Su-
premo Tribunal do Juatigae de fear pela
sua part desautordo tambern de uma de
suns attribuiqoes, a de accusar e prono-
vtr todos os terms do process nos cases
em que lhe ineumbe denunciar.
0 quo se dove conduir do I 7o do refe-
ride art. 15, e pelo principio qui onde se
di a rues na razao dai-se a mesma disposi-
91o do lei, 6 quo, se o Supreme Tribunal
de Justica encontrar em papeis ou autos
submettidos regularnzente ao seu examine
jurisdiucional caso e responsabilidade a
respeito do qual tinha competencia pars
a formaglo da eulpa, deverA, para ter lu-
gar a denuncia, remetter as provas ao pro-
motor public ou aopromotor da justiga da
respectiva Relagio, conform for desta a
compr.encia ou do juiz do diroito, remet-
tendo-este, quando o case dn responsibili-
dade encontrar, as provas ao promoter da
justiga da Relaigo do district ou ano da
c6rte, conform for competent pars a for-
magAo da culpa a Relaclo ou o Supreme
Tribunal, e competent o juiz d&. diroito
nao for; e pela mesmrua f6rina devendo pro-
ceder a Relaglao qua ito A responsabilidade
nos casos da competencia do Supremo Tri-
bunal, remettendo as prwas do crime ao
procurer da coroa da Relaglo da c5rte.
Contra a campetoneia qu'e so quer dar
ao promoter public, nao devemos dei-
xar passar desaperebido o quo so deduz
do art. 90 do decreto n. -5,518, nas pala-
vras ... ao pretidente, qde a distribuirA,
s3 tiver nos teriuos dos arts. 79 e 452 do
codigo do process criminal, ou mandarA,
p r sen despacho, preenchl-os nela part
ou polo jomotor da jj.tiga, se a denun-
cia for official; daslo o artigo, trataado
da denuncia, a ver que a denuncia official
s6 p6de ser dada ao Tribunal da Relacaso
pelo promoter da justica, por isso que 6 o
unico funaccionario competent para exer-
cer ahi as respectivas attribuiges come
membro do ministerio public, e o unico
competent pars a denuncia official dar
DO3 cases da competenois do Tribunal.
Podiamos entrar em um maior desenvol-
vimento des disposigos de nossas lets so
bre o assumpto de que nos tomemos occupa-
do, se, pars poupar-monos a maior tra-
balho, nao prefcrissimos, em lugar de
combater tudo quanto sabemos que se trem
dit, contra *a doutrina que abragamos,
trans ravewr, integralmente pars nalo dimi-
nuir-lhe o merits a-j serene lidas estas li
nhas, o artigo constant do -Direito-
V. 10, pag. 425 a 430, artigo escripto
peor um dos mats distinctos magistrados, e
que, sob a mesma epigraphe (o promoter
publioo p6de dar denuncia contra o juiz
de direito ?) ahi se v6 nos terms seguin-
tes
a A maioria dos nossos colleges, dig-
nos, mnembros da Relaelo do Ouro Preto,
entende que sim :
S 1.0 Porque o art. 74 do codigo do pro-
cesso criminal, dA o direite do denuncia,
nos casos que menciona, nao s6 as-promo-
ter public, se nio tambem a qualquer
posses do paov;
a 2. Porque o art. i51 diz quae a dc-
nuncia p6de ser upresentada ao (overno,
as camaras legistativas, e As antoridades
jadiciarias, a quem competir a conheci-
mento do facto;
3.o Porque o Regulamento de 3 do
janeiro de 1833, no art. 10, quando falla
da denuncia, refere-oe ao promoter, e as-
sim 6 geralmente denominado o promoter
public; entretanto qae no art. 16, tra-
tando do proecesso de accusagito, refere-se
ao promoter da justiga, quo 6.o magistrado
que nas Relaces exerce esse cargo do mi-


nisterio public;
a 4." Porque no proprio Supreme Tri-
bunal de Justiga tern side apresentadas
denuncias de promotores publicos, e hbo
side aceitas;
c 5." Porque pornum aviso declarou o
governor que o promoter public nao proci-
as de ordem d'elle pars dar denuncia nos
cases em que ellas tern lugar ;
4 6.o Porque o Sr. conselheiro Araripe,
na sua ConsolidaKo das leis do Processo
Criminal, art. 572 1, quer polo minode
.me se enuncia, quer pelas referenc.as
<-ue faz, mostra quo assim o entende.
c Opiunei, por6m e continuo a opinar em
sentilo contrario; e passe a apresentar as
raz5es em que me baseio, nio tanto para
justificaglo quo ante o tribunal me vedam
eonsiderag5es, que dosnecessario 6 agora
ponderar, come principalmente pars con-
seguir que outros, de igual ou superior sa-
ber, se prenunciem do modeo que mais
acertado for, lueorando o public cocn a dia-
cusslo assim trazids A imprensa.
c A meu ver, pars verdadeira solungo
da question deve-seo iadagar per quantos
modes p6de ter lugar a denuncia,-ante
quern p6de ser apresentada, e per quem
o deve ser.
a Procedendo em sentido inverse, -na
exposiaol daW id6as, achamos quo a denun-
eia p6de ser apresentada por ququer do
povo, mediante eertas condioes; e pols
oagentes do Minmteri public, m diante al-
gaumm, d'eiwwasea rwapn-sprio ,das func-
A Relativamente autoridaM ante quei'
dove sot apreentada a denwsia, temos
pe a de4 :-,t pesoa d.oj W, eOm-
quat poe*A se ^'ent&"a &;" qal


aprQs ~


fdaa autonicdaoaectpetente, ou ao gover-
'66, noe cases do art. 74 do Cooigo Proces-
sn, e nos termos dos arts. 75, 76, 77, 78,
79, 150, 151, 152e 153; ua segunda,
p6de ser apresentada ao promnotor no ter-
mos do art. 279. -
K Assir 6,, tambem, qae a 4enuncia do
agents do ministerio public, se:npreosten-
siva (quando noil tern o character do parti-
cipaiAo administrative e reservada ou se-
crets) deve ser apresentada do conforini-
dade coin os citados artigoA, na sun p.rte
applicavel A takes ngentes, corn excluslo
portanto dos arts. 78 e 15 elles minap-
plicaveis por virtude -do wrtOO do regu-
lamento n. 120 dte 31 de janeirb do 1842.
(Vide avisos do 27.de junho do 1846 e 28
de jJlho de 1887).
e Tambem p6de ser apresentada nos
terms do art. 37 '3 do citado codigo ;
disposiglo que seria ociosa e repugnant a
sabedoria do legislator, A vista do 1 10
d'esse mesmo artigo; e dos arts. 74 e
279, se nao significasse o que significa,
que 6 o procedimento que devem ter na
hypothese de nio poderenm preceder d'esse
outro mode, iypothese que so dA quando
elles alo podem funecionar ante a autori-
dade competent pars conhecer da denun-
cia, porque funccionamin ante outras.
H Ha agents do ministerio public q te
funcionam formalmento em I1' iastancia, e
outros que o fizem cm segunda, come se
v0 do aviso, art. 278 de. 2. de julho de
1868 ; e, sem offense dos principios de
ordem social em que se basea a distineglo
das espheras dejurisdiceao ou attribuiqao,
naio se p6de Pretender quo seja tao compe-
tente para funecionar em uma das instan-
ci- s o quo efo' creado, cstabelecido ou conm-
missionado pars funccionar na outra, come
o dostinado para cada umi d'oellas; f~ra
isso anarchico ou diametralmente opp, sto
aos principios dc ordem quo devem regtr
emin material de jurisdieges e attribuiges
publicas, come as do poder judicial e mi-
nisterio public.
a Paras obviar a inconvenientes, que
do outro mode se dariasm, tfoi que se dispoz
o que se ve no citado 30 do artigo 37 do
codigo, isto 6,6b meioe dascommnunicaes of-
ficiaes, para em vista d ellas, come denun-
cia nao formal, ter lugar a denuncia for-
mal comrnpeteitemente intentada o admitti-
da, come quando se entende o promoter
public coin o desembargador promoter da
j ustiga para este denanciar A funccionario
processavel pela rela;lo, dando contra este
denuncia formal.
a Presuppostos estes principios, passe a
mostrar o porque me parecem insustenta-
veis os fundamentos que ao principio es-
'ocei corn os adoptados pela maioria dos
meus illustrados colleges da rela9o.
a Quanto ao .o -Ou o art. 74 do codi-
go exclue a attribuigalo de denunciar de
qualquer outro funccionario que nao seja o
promoter do 1l instancia, porque design
s6dmnente A esso funccionario quando fall
de promoter public, ou quiz dizer quaes
os cases do accao popular e publics; e per
isso usou da expressaio -Promoter Publico.
Ora 6 certa e incontestavel a segunda
conclusio, porque nio so duvida de quer o
promoter da justica ante as relacoes e o
Sutpremo Tribunal do Justica tambem ahi
dA denuncia formal, e 6 isso cxprnsso no
art. 19 3o do regulamento de 2 de maio
do 1874, al6m de outras disposigoes ante-
riores ; e portanto nenhuna fundamunto se
cole, senior coutra producentes, do' citado
art. 74.
a Quanto ao 2.o-Porque o art, 151 do
mesmo eodigo diz ante quem p6de ser
apresentada a denuncia, nao so p6de con-
chtir d'elle, qual a corapetencia de quem a
deve formula e apresentar. E' patented
que, sondo competentes para recejl-a as
autoridades ahi mencionadas, rest saber
quemt 6 competente pars formulal-a e apre-
svntal-a; sendo, segundo outras dispi8e8s,


certo quo, conform for competent, a au-
torisagAo que recber, assim serai compo-
tent3 o fine-cionario para apnspntal-a;
porqueo no serve estas indistinactAmoaento
perante aquellas, mes cada urn, pewnto a.
quo for propria pars recebel-a d'este ou
d'aquelle funccionario.
a Quanto ao 3.o 0 art. 10o do Regu-
lamento de 3 de janoiro de 1833 ntb se
refers Ae Promoter Publico, mas A Promo-
ter, que ahi nio podia exprimir senio
aquelle de que anterior e proximamente se
havia fallado, no art. 10, come ensina a
hermeneuticajuridica relativamente A inter-
pretaglo do artigos da mesa Loi. Se se
referisse ao de que trata o art. 74 do Co-
digo, cital-o his, assim come citou os arts.
79 e 152 para aexigir as mesmas formalida-
des da Lei estabelecidas para as denuncias
apresentadas As Relag3oes.-Nem import
que o art. 16 do memo Regulametto fallen
do Promoter da Justiga, e nio de Promotor
ou Promoter Publico, quando alrjf ata
da accusaglo ; porque Promotor,; Pro-
motor Publioo, e Promotor da Justiga,
tanto 6 o funccionario da la,1 como ql da 2a
instancia, segundo se ve de nossas. Leis,
qualquer que seja a diatineao vulgar que
a tal respeito se faga. Tanwbem o Codigo
do Process no art.., 79 -falls somente do
Promoter, e nmnguem dir que ahi nl haja
referencia ao Prombtor da la e ao-da 2A
instancia videe o Aviso n. 397 dp 4 de
Seteniro 4e. 1868.)|
AeCre DwaOM.. aorew oi coma ia. tive.


"a.pve


sirm quo nlo tomava conhecimento da de-
nuncia -, polo fundarvento de que para
dAl-a nao era o promoter public compe-
tente. Ora, se--nio tomarconhecimento da
denuncia, importa diwr que nao foi ella
apreciada e reconhecido comno criminoso o
facto, qualquor que fosse, imputado ao
juiz de direito; so -nile tomnar conheei-
mento da denuncia imnporta igualmente-
nao tomar conhecimento dos documents a
ella juntos ano se saber so eles com-
provam ou nao o facto denuncfado e qual:
-assim entendido, parece-nos logico que,
so a Relaglo mandasse remetter ou remet-
tesse ao promoter da justiga a petitao da
denuncia ou copia e os documnentos para
denunciar contra o juiz do direito, o que
o Tribunal nio podia tazer sem tomar co-
nhecimento da denuncia e reconhecer o
que resultava dos documents, teria urn
procedimento contraditorio corn o sen pro-
prio jalgado.
Al6m disto, da combinalo do 1 7 do
art. 15 da-ei n. 2,033 de 1871 corn o
4o do art. 49 do Deer. n. 4,824 de 22 de
ndvoembro do mesmo anno, results que
f6ra da hypothese da 2t part do dito pa-
ragrapho do mencionado art. 15, a auto-
ridadejudiciaria, o Tribunal s6 pode pro-
coder ox-officio, tratando-se de crime de
reponsabilidade, ou remetter, nao sendo
competent para a formailoe da culpa, ao
membro do ministerio que ever funecio-
nar, as provas que sirvam para fundamen
tar a denuncia, quando reconhecer o cri-
me em feitos ou papeis submettid6ss-re-
gularmento-ao seun examo jurisdictionalt;
e nenhum meio mais irregular de submet-
ter-se qualquer papel ou documento ao co-
nheoiu to jt aridfco de unm tribunal on au
t~lnar z 4o CPOuuM9A dendiad
iaiduzia~ivtl pc ineouipotencia deo quemi
a dA.


POU
HUGE.IO CHIAVETTE


SA,,UND. PARTE

0 PLANO DE CARDEUC
(Con t inuaqgo )


XlII


-tncc0Owrlo, dfoe 644i0 ige

rov pr 8ssados pleh41406,
a Aindla aais; uo'.-rt. 20 l deciattou quc,
mnoa prooessos.drimiiat" Supremo Tribsina oe ,u.tia,.. i fficiard
sempre o Poocdtrador da 6or4a da Rela9.l
dla (C6rt; lo m ol qu' nemn podem ahi
appai rer ldenucias offilciaes e formaes so-
nao dosso func,-ionario, embora Ilihe minis
tro dados, par denuncia nao formal, o Pro
motoe de 1' instancia, nos termnos do art.
37 1 31 do i'od'go do Processo, e a estp
sejo tmnb rn cites ministrados per qual-
quer cidadiio, nos terms do art. 270 do
reforid, Codigo.
1 ,ulnto ao 4. 0 quo o governor de-
clarou nossa Aviso nao confer ao Promo-
tor de I- instancia attribuic8es que a Lei
Ilhe nao da, como 6 sabido, quanto a Avises
nio expedidos na esphera do powder admi-
nistrative, eoat forga obrigatoria. 0 que
explicou foi que esse Promotor naj depen-
de de ordein do governo para cumprir o
sen dover de denunciar nos cases em que
a lei lh'o impoe.
( Mas jA os avisos ns. 145 -e 19 de
margo de 1861 e ns. 17.de 31 de margo
do 1869 fizeram excepalo a esso princi-
pioe em case eaw que bernm a podium fazer.
QuaAo ae 6.0-A opinilo do Sr. conse-
lheiro Araripo, amigo A quoem pr6so e vo-
nero, 6 na ver !ade de muito pezo para
mirn, atW pelo habito de ouvil-o coni atten-
glo desde o tempo em que fomos colleges
de anno e formatura na AQademia Juridica
(do S. Paulo. Mas so se pode sustantar
que S. Exe. se referio somente a promo-
tores da 1' instancia. cstou persuadido de
quo nuo me livarA A mal quo ainda uma
vez siga o preceito -amicup Plato, sod
rnmagis arnica veritas, quo n'outra o.'ca-
silo rppliquoi, em caso de d'scordancia,
para corn outro nOio menos notavel 0 iIlus-
trado college e particular amigo.
q Posse, pois, applical-o tambem para
co; os0 dignos colleges do Tribunal, sem a
menor offense a Ss. Excs
S Prescindo do outras consideragoes
relatives a conveniencia quo se daria
em permittir-se que o promotor de 18
instancia d6sse denuncia contra o sou
juiz de direito, senior pelo que se de-
prehende da disposiglo do art 25 do Deer.
n. 767 de 9 de outubro de 1850, ao menos
polo quoe so ve dos arts. 25 1 IV da lei de
3 de dezembro de 1841, e 200 1P do
Reg. n. 120 de 31 de janeiro de 1842.-
Fora anarchic qae o juiz de direito pu-
desse prozessar e condemnar o promoter
publi"o e que este pudesse per sea turno
denuncial-o.

S Somente farei urna pergunta aos dig-
nos colldgas, e termino ji. Come concilia-
riam a disposicao do art. 220 do regula-
mento citado, que da ao promoter de Ia
instancia o direito de accusar A quem de-
nuncia, corn as dos arts. 18 e 19 2"' o
50' do Reg. de 2 de maio de 1874 ? En
protestaria contra sua usurpaglo, nao me
esquecendo do que explicou o bemrn dou-
trinanio Aviso n. 278|de 1858, jA citado.
A Relaelo desta provincial, por accordlo
unanime de 24 de marco ultimo, adoptOu
a inesma dcutrina quo sustentamos.
E per fallar no citado Acordil.,: susei-
tarA elle urn reparo, proveniente de nae
ter o Tribunal mandado remetter ao pro-
motter da justica, para denunciar dlo ju'z
de diroito de quem se tratava, os docu-
mentos juntos a peti$ol da denuncia, que
o mesmo Tribunal entendeu que nbo po-
dia sen dada pelo prpmotor public ; mas
a irregularidade, que so possa notar a res-
peito, desenvolver-se-ha, se reflectir-se
sobre o que o Tribunal julgou.

Corn effoito, o que a Relaceo docidio
nae foi que o promotor public nao podia
denunciar do juiz de direito, tomando o
Tribunal conheocimento da denuncia; mas


Dirigia-me para a ports de commrunica-
glo, quando Cesarina entrou e, estendendo
a mio, disse :
Aqui estA o qne o senhor perdeu.
E entregou-me um molho do chaves, quo
-de costume eu guardava no bolso do colle-
to. Estava tio certo de ahi as encontrar,
que minachinalmente levei a malo ao bolso.
Estava vasio. Entretauto, lembrava-me do
que na vespers quando me despi, os meus
dedos haviam encontrado aquellas chaves.
S- Onde encontraste isso ? perguutoi corn
viva sorpresa, olhando paras a Faublin.
Ella mexeu corn os beigos pars respon-
der ; mas, antes do soltar a primeira pals-
vra, langou pars o lanio urn olhar que iim-
modiatarmonte me fez olhar pars elle. Es
tava umn pouce pallido e corn urma physio-
nomia aoi supplicnute possivel, invoca-
va a discriglo da minha criada.
Encontrei ao p6 da sua cama. Natu-
ralmente cahiu-lhe do bolso quando se des-
pin hontoem A noite on quando so vestia
hoje pela manhl, declaroa ella.
Dito isto, e depots do dirigir urn sorriso
de esearneo ao pygmeu, voltou para & co-
sinks, accresceftando:
-0 nOelfliorui de nao se Perder as
oharv 4 muettol-as, A noite, debaixo do tra-
Ve re, o.
erii u cn eselho que me dava?
No o podia afirma mas tinha a cer-
tesa do que as minhas caves tinham sido
fdrtads o por (Cttot-t que as tinha perdido
uld sei .~quo lugar, qye ,a Zltimae hon a
hu iablin2o meia


N16. Ella tern urn filho quo ands A
gandaia e dteixa a m ri n'uma* solid.o taj
que ella quiz distrahir-so toman to Julia
Repetio, a rapariga encontrarA urma boa
po.si 9o, sabendo pronder-se a condessa de
Bieleuse.
Bieleuse ? repeti: parece-mn ttr lido
algumas vezes quando revi os papeis do
cartorio. A familiar Bielouso devia per-
tencer a clientella do meu antecessor Au-
bert.
Quando anoiteceu era preci-e, cornme o
ordenava o deereto que croon os Anjos
da guarda, quo collocassemrn una cams no
meu quirto de dormir pars o meu.
AmanhI comeqaremos juntos a revie-
ta nos papeis do cartorio, disse- no Croutot,
quando so deito,.
Seja feliz I respendi eu per meias pa-
lavras.
0 mesmo lihe desejo.
Dacididamonte estavamos de accor-
-do. Os mainilhs encontralos, os minilhoes re-
partidos. Quanto A naiAo, que contava
coin o nosso traballio, que esperasse. Ador-
mecia, quando u'n raido no quarto me des-
pertou. Ae mesmno tempo qua era ordem-
nado qu3 o Anjo da guard dormnisso no
m~smo quarto que o tabellieo, havia or-
dem tambana pars facilitar a vigilancia,
quo dnrante today a noito estivesse uma ye-
la access.
Per isso vi Croutot quo, levantaudo-
so, sahia nis pontas dos p6es.
XIV.

No dia seguinte foi Croutot quem me
acordou. A sua excurslo nocturna teria sido
cor6ada de born exito ? Era capaz de ju-
rar que nio, porque a sua physionornia car
rancuda estava long de attester um vic-
toria. Fingindo ignorar que o tinha visto
sahir, perguntei-lhe come tinha passado a
noite.
Doreni de urn seomno s6, disse-me elle
coin todo descaramento.
Logo qua me vesti, o aneo manifesto o
maior interesse em descer para o cartorio.
Vamos jA comegar a trabalhar una
nova revistados papeis, disse-me lUe.
Oh I oh It dise eu, mas depots que,
segundo o costume, fiver tornado a chicara
de caf6 corn leite que Cesarina vai trazer-
me.
Ah! a Cesarina vem ahi ? disse oanao,
tornando-se mais carrancudo.
Acabava de profenir estaspalavras quan-
do a criada entrou, trazendo aquelle pri-
meiro almogo em urnsa bandeja, ends esta
yamn dra chicaras.
Lembrei-me que havias do gostar de
molhar o bico corn caf6 e dobrei a raglo
per tua causa, disse ella.
Esta bemrn, disse se cecamrente Croutot.
A Faublin zangou-se corn sernelhante
torn e corn a sua voz sarcastica e canalha
responded :
Olha IA, mordi-te o ten cAosinho ?
Fas-me o favor de me mostrares urn foci-
nho mais alegre. E bern sabes, nio costu-
me dizer as cousas duas vezes.
Eu devia intervir, reprehendendo a mi-
nha criada. Nio o fiz, e quando Cesarina
sahiu, tomei um tom arneigado para dizer
ao pygmeu, que ficara callado diante d'a-
quella tirada da rapariga:
Foi em consideoaglo da velha ami-
sade que o liga a Cesarina que nilo the
lembrei o respeito que ella the dove.
Suppnz que me ia replicar. Corn grand
admiranao minha, abandonou esse assumpto
para dizer:
Nio percamos tempo, varnos pars o
cartorio.
Quo se teria passado n'aquella noite en-
tre a Faublin e o aborto, que os tornou, a
ella tio altiva e a elle tlo snbmisso ?
N Pois sie Vamos pars o men gabi-
nete, disse eu, depots de ter despejado a
minha chicara.


quo 6 bemrn possivel que Ihe faltasse tempo
para tiral-os do esconderijo e queimar eo-
tea papeis.
Tirei entio as suas chaves, emquadt
dormia, e esgueirei-nme pelo quarto, pare
gaahar o gabinete.
]Evitando nio accender a vela seno
quando chegasse ao gabinete, atravesami
rciredor, entrando nas pontes des p6s e a
escuridlo, quando, no alto de uma port,
vi uma Insu filtrar-so. Era o quarto de oe-
sarina, e aquella luxs provava que ella uX
dermis ainda, Aquellas hbors da note. Mi.
nhob m-lo tacteava, encontrou a chave as
fechliadura. Cornm ests contato o iabo ta-
ton-me, e dei volta n a have. Per infai-
cidade fechei-a corn duas voltau em Ipgw
de abril-a. Era precise voltal-a em se-.
do contrario. Estes dons emonimmtoa do-
raram vinte segundos, mas evitammn mm
sorpreza a Cesanina, ou, parm -ilbr di-
zer, ao amante que se achava no sea quar-
to. Quando, finalmente, abrin a port, Oe.-
sarina, que saltara da cama, havia dado ji
trees passes ao mea enoontro.
-- Oh! 6atu, gigantse? din. &ia es
voz baixa; o que vens c, faser a etNs Wb-
ras ?
E em seguida:
0 qua tens tu na mao? pergua m
ella. corn o olhar subitamente attrahda psi
reflexo luminoso que a lus da sma vla da-
va ao ao polido das haves qae trasi as
ija), press a um dedo.
UJrns vista d'olAk foi sulcieato poa
n0o eperar pe mIh reupos
Ahl disseella, parecom en e-m
chsves do, patrio.
Et, rindo,-., acresemtou:
--Entre es .taa famOaM do M O 4k
guadia,eits elta que -o C em w4i
sitar a caixa do pat&lmS eedeb
me.
JlYrnqUaat9 as f*b15. 1 bavls mS
.o quaft. a pmmsoa
haavme adisntia oa
imta nuo-ee% ale da now%*


-I


A


invest -7 4
6r~asweb*&i deo^iti^ i^
do' o woviw do rotc5o pup aww
to e fez sahir a tabo. de apea I m
olhar lancado sobre os papie a'a 4
dos foi bastate para revelry toda a VW-
dade. A mina seqrtaria tinha ud abr-
ta. Tinham revolvib, os0 papeis quo a
puzerain no seu lugar.
Nenhumia alteraglo se operou. no I
rostb) que pudesse revelar o resultado 4
meu exame a Croutot, cujo lbar smadsft
xad'3 sobre mirn. Quando levautei os e"
para dell vi-o a debater-se corn una pe-
cie de angustia que se traduzia por rata
pergunta :
E entlo ?
0C sou a E entao v queria porguatar 30
eu percebera que me haviam aberto a w-
eretAria. Mas comprehendeu today a im-
prudencia da sua interroga eo e aprw.
sou-se em comipletar a suna phrase, disen-
do :
Bern, per onde comeearemos o dia ?
-- Mas, antes de tudo, men valente
Croutot, vou receber os clients que me
esperamro, respond corn um torn do boube-
mis.
Antes que elle podesse dirigir-me umaa
nova pergunta, toquei a campainha corn a
qual todas as manbAs prevenia aos meai
escreventes que estava As ordens dos cliea-
tes eaperavam no cartorio.
Depois indiquei-lhe junto a mirm o lugar
que, segundo o seu emprego de a0jo da
gaardai ia occupar durante as consuIta da
minha clintella.
Para miri estuva aveniguado que Crou-
tot roubara as ininhas craves pars revis-
tar o meu escriptorio durante a noite. Mas
o que encontraria? o qae poderia tirar?
Uma outra pergunta tambem me aculieo
ao pensamerto.
Depois da revista, quando o anlo devia
coUocar de novo no men bolso do college o
mnlo do chaves, come 6 que foi Cesarina
que o trouxera !
Os cliontes succederam-se no men gabi-
nete, falladores e em grande numero. 86
no tim de minuitas horas 6 que me achei a
s6s corn o anlo.
Entlo jai nl me podia center.
Minha paciencia, enervada peor aquellas
horns de contrariedades, expandio-se semn
preambulos.
E demais, corn Croutot, do modo porqvo
eu o julgava, nio era necessario mto ter-
MOe.
Como antes de fechar lance um olhar
sobre as estates da minha secretariat, o
aborto, despeitado per esta irspecglo, per-
guntou-me:
0 que procure ?
Apanhei a pergunta no ar e respond a
queima-roupa :
Procure adivinhar corn quo fim o we-
nhor veio revistar esta noite a minha me-
cretaria, depois de ter-me tirado o mago d*
chives.
Em lugar do near, como eu o eospers.a-
va, o pygmeu responded corn demba-
rags :
Sirm, 6 verdade 1 tihmi o seu mego do
chives corn csta intensao. Unicam.t
nio pude executar o meu projecto., on-
tro.
Dos sons amigos! dies. eu grace-
jando.
Ohi nio, diose o pygmeu eacoleri-
sadio.
-- Quem 6 este outr3 ? perguutsi.
--0 amante da Cesariua Faublain. Ur
honioes alto, chamado Francisco, corn *
qual me encontrei esta noite.
Onde ? disse eu.
Hesitou um ponce, mas, depois, fasenod
um jogo france, disse:
E' melhor confessar-lhe a coume fraeM
caniento. Ouca: Veio-me a, idea que a
sun. secretaria, que fora a do seu prede-
cessor, podia teo escondido algu nt
on peoas compromette loras. bile fee pres
tio bruscamente e levado tio r pidsmente,


*



*" i~
J.J




Full Text
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