Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:14196


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Full Text












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; ..liJUROO, 5 de setembro.
-- i "o conmbate do
aptnramm-se das
iq";u 0oupavum


istiram ao concerto
o.passei(1 public do
0o des vietimas da
16 do upeL
do fbramll em Lisboa, o
b Japra, offereceu urn
M. ,IMqllelras.
dq setembro.
nrow e a lmperatriz
Shoe .- nolte ao
P..MMM. o rel e aral-
al -.em honra desses au-


#4

A.


,^ .^WNEIRCIAES
.. ,t. :5 de setembro.
-, B -de 5 /,, empres-
Sde assucar regular, e os
p bem sustentados.
LIV" OOL, 5 de setembro.
A eiserWn-se hoje cerca de 10,000
baes 6,m algodao de diversas pro-
eeenuias;o sendo o do Pernambucr
ai/ e o FAIR de Santos a 61/16 d.
porbbra.
'* ARE, 5 de setembro.


Algodio ordlnarlo de Sorocaeba a 70
traucos pelos 50 kilogrs.
NOVA;YORK, 5 de setembro.
Fainha. de trigo EXTRA STATE StIP-
PING ORANDO de S6-5 a S6-25 CENTS por
batileca.
BAHIA, 5 de seteinbro.
8egue hoo 'para os portLos do norte
do ii ,o vapor brasileiro PER-
NAMBUBffU, da companhia BRAtILEIRA DE
NAVEGAQ-O. ..

Aaencia 'd40 Pernambudo, 6 de se-
tembro de .:1817.
PELO DIRECTOR, J. BROCHIEn.
-__[II___I__I_"_____II___ "

INSTRUCCAO POPULAR

Elementos de Chimica
NOMENCLATURA CIIIMICA


Alm do oxygeneo e do hydrugeneo, todos
os outros metalloides combinam-se centre si
ou Corn os metals para formarem compostos
que differed tanto dos acidos como dos oxy-
dos. -O nome dosses compostos resulta ordi-
nariamente da reuniao dos dous nomes dos
components, ajuntando-se A primeira part
de umn delles a torminacao trefo. Quando se
trata de urn metalloide e de um metal, 6 o no-
me do primeiro que toia a desinencia ureto ;
assim, diz-se : sulfurelo de ferro. No case de
.dous motalloides, o mais electro-negativo 6
collocado em primeiro, lugar; C por isso que
se -diz : sislfareto d- arsenico, e nao arsenitre-
to de enxofre.
As combinadoes, de quo tr.Ltamos, podem,
ta:nbem, apresentar miitos grios. Para ex-
prianil-as, tLem-se adoptado absolLutaimente os
mesm-s artifioios e nomenclatura que corn
us oxydos. Dz-.qe: urn imu'olo-salfareto, um
sesqui-stilfareto, um bi-sulfret), urn per-sulfa-
reto, como so diz um p-otoxydu, etc.; mas,
comno ne.t;Le caso os gruos sito muito rnais nu-
marosos, teve-se de ajuntar Aiquellas designa-
go5as os vocabulo--trit ou itri, quadri, pcnta,
etc., que se collocam entra bi e per, para ex-
a primir as combinaqOes, em qtie o eleinento
electro-negativo entra ern porpora(es tires,
quatro e ciuco veze.s Wais cunsideraveis do
que as do primeiro terrno .1a series.
Para as duas ultiinas ordens; de conmpostos,
de que acabaios do n)s oc:upar, Berzelius
tinha propostouma noiienclatura, de que de-
* veamos dizer algumnas palavras, porque encon-
tram-se traos. dtollas em alguns liyros que
tratam de chimica, bemrn que os clhimicos fran-
cezes ndo a tOhham.adoptado.
0 sabio sueco, ei vez de empregar as par-
ticulas, que, na nomnenelitura franceza, expri-
mem os grtos #e oxydaceo, prefeOrio mudar a
.dApinencia dp motal ou du elemrto electro-
.OSitiivo enm BWi em ico, como pae os acidos.
Aim., na nonMeatlatiura de Bam-il6ius, em vez
; dedizer: ppota-ydo, proto-sulfurelp de ferro,
".i-se oxyd, sulfareto ferrdso ; em vez de
: "< --deutocydo, brulfareto,-oxudo sulfureto fer-

.* ,t A.,As condShnaoes dos metaes entire si. cujas
- .'' ^.^,riedades-nmda teem de commum corn to-
: -"'da rlde quitemos trajado at6 aqui, teem o
m.. -mGna de iga. Quando um dos componenres
'6 o mercurio. a liga toma iumn nome particular,'
S chanma-se-sanalgamna.'
Dissom asmais acimna que os.oxydos podemi
ae sacidos. Assim express, esta
pro p6r demais absolute, porque um
CeLi 3 tero dos oxydos colAiecidos nao go-
zanm de'aa pbpriedade, e, receberamn, pot esse
naotivo a dewomina ao de oxydos indiffeeites.
outLros abo conlhecidos sob o namine de ba-
Unrodd-se ao acido,.a base fdrma um
o, quee eham.a sul.
., bef comno ps acidos, as bases e as
& "naqOes; af6ra as ligaa de que -ha
!i latns, so, pois, compostos bina-ries,
"I cdcdseren'entos, quae a), por sua
p coipetlos. A nomenclatura dos
i tabolceM pa reuniito do qualifica-
..aohto eojo pame da base, substituin-
La .bncia ..primeiro por linadesiuefl-

4 r os acidos terminados em ic totnam
I. .-. ao ; .os..ttrninados em ; a paa-
S 'too. 0 acido- o uarico pR
S, ou sda, anghdo-.e for-.
^ *f datel coWhecido s96 no6Ietde
W dgsa IPproabogftd0t-LW
aid iB, mfl u s


locados antes do radical do sal, oU ttU jun-
tos ao nome de uxydo, fae.ndo-os seguir da
expressao basico. Dix-so unq ulf-uato,. bi-aul-
fato, etc., ou eanto ulfato esuibasico, bi-
baico, etc. Estas ultimas c=mbinagoes sao
algumas vezes expresses de urn modo menos
preciso, dizendo-se sub-mflato, sub-astato,
etc.
Emfim, a Agua combina-se corn um grande
numoro de corpos, que tornam-se desde enlto
hydratos. .
Taes sho as bases mais essenciaes da no-
menclatura usada em chimica. Corn soeu au-
xilio comprehendqremos agora sem custo a
linguagem desta sciencia, salvo algumas dif-
4fuldades particulars, que poderbo apreon-
tar-o9 'w. .-o .a..eni& movida,.


estudo das principaes noes Ivas ca
umn dos corpos, que nos interessam,,resta-nos
-somente conhecer a escripta chimica.
(Contimia).


PATE OFFICIAL

Governo da provnocia
EXPEDIENTE DO DIA 26 DE JULHO DE 1877
Actos:
0 prosidonte da provincia, atLendendo
ao quo requereu o juiz de direito dos feitos
da fazenda, Dr. Joaquim Gongalves Lima, re-
solve conceder-lhe 30 dias de licenCa, corn
ordenado, para tratar de sua saWde onde lhe
convier.
0 president da provinria, attendendo
ao que requereu o bacharel Maximiano Lopes
Machado. professor da escola normal, roaotv
prorogar por urn mez a licena, noag*-de
qual se acha o referido professor.,
Officios :
.A6 commandante das armas. Sirva-
se V. Exc. de dar suas kordens no sentido
de seguir para a provincia do Amazonas,
conforme solicita o Exm. president da mes-
ma, no officio de 4 do corrente junto, o sol-
dado Sabino WenceslAo da Silva, que se acha
pronunciado nas penas do art. 205 do codigo
criminal, e tern do ser submettido a julga-
menLo no termo d-T'effd.
Ao mesmo. A' vista da ioformagao de
V. Exc., n. 550, de 10 do corrente, dada sobre
o requerimento de Ferreira Maia & C., tenho
resolvido que ascontas dos medicamentos,
drogas e outros objects fornecidos pele sup-
plicante d pharmacia do hospital miitar, lo-
go depois de examinadas, conferidas e fixadas
naquelle estabelecimento, sejam enviadas &
thesouraria de fazenda, independent do map-
pa do movimenLo dos medicamentos na refe-
rida pharmacia, cessandlo assim a pratica em
contrario al6 agora seguida, visto nao se fun-
dar esta em lei e nao ever a demora na con-
fecgao do mencionado mappa, qua 6 remekti-
do A mesma thesouraria para fim divers,
wipedir o pagamento do fornecitmento.-,-rO que
commuoico a V, Exc., para a expedigio das
conveniences ordens a respeito.-Gommuni-
cou-se A tlhasouraria de fazenda.
Ao consolheiro pmsidente da relaolo.-
Nio se achando no cartorio do esrivao do
jury do teormo die Po d'Alho o process ins-
Laurado contra o rdo Joilo Marques, aonforme
declarou o juiz de direito da comarca, por se
ter interposLo o recurso de appeHacoa, seni
ficar o competence traslado, solicitei de V.
Exc. emin officio de 29 de dezembro, que me
tiansmittisse as copias necessarias para ser
instruida a petiei.o de graga do citado reo,
nos termos do decreto n. 2,556 de 28 de nmar-
QO de 1860, e aviso circular do ministerio da
justice, n. 287, de 28 de juinho de 1865, e V.
Exc. respondeu-me em 11 de janeiro ultimo,
corn o officio n. 437,'a que se referee outro de
n. 379. de 17 do corrente, enviando-me a co-
pia do accordlo que nao tomou conhecimen-
to da appellagao. Nao estando satis(eita
aquella requisigio, de novo) rogo a V. Exc.
que faea trangmittir-me as copias de que tra-
tam o decrato e a circular mencionada.
-- Ao Dr. chefe de policia interino.-Re-
commerldo a V. S. quo providence, no senti-
do de ser fielmente observada pelos dolega-
dos e subdelegados das localidades atraves-
sadas pela estrada de ferro do Recife ao S.
Frarfcisco, a oidem que por essa reparticao
Ihes tiver sido expedida, de accord corn a de-
terminaw.-o contida no officio desta presiden-
cid, do 18 de agosto de 1876, sobre a conces-
sao de passes para transport de forpa publi-
ca e prosos, nos carros da mesma estrada.
Conv6m que V. S. fa(a sentir Aquellas auto-
ridades quo n'o ppdem autorisar o transpor-
te de soldados para trazerem officious, por
quanto estes devem ser remettidos pelo ooir
reio.
Ao comrmandante do presidio de Fernan-
do -Cumpre quo V. S. declare quo destino
tiveram s '17 seatenciados constantes da re-
laqao annexa ao meu officio de 14 de junho,
os qLaes, segundo ooo.municou V. S. em 17
do comrente, deixarahn "de regressar para esta
cidade por naio existirpm nesse presidio.
Ao mesmo.-Para cumprimento -do avi-
so do ministerio da marinha, de 16 de junbo,
sirva-se V. S. de remetter uma declaraQao
qua!quer referente a vencimentos que tenham
sido abonadus por esse presidio ao sentencia-
do Jose da Gunha MagalhM|.
Ao inspector da thesouraria de fazenda.
-Attendeodo ao que em officio de 14 de junho
expoz o Revm. governador do bispado, auto-
riso V. S. a mandar pagar aos Revms. cone-
gqsManuel Joao Gomes e Joaquim Ferreira
dos Sanlos, os vencimentos a quo liverem di-
reio na qualidade de lenses, o primeiro da


cadeira de historic e o segundo da de francez
do semi'liario poqueno, visto como, a contar da
data em qua para ollas foram reinovidos por,
S. Exc. o Sr. bispo diocesano, deixaram de
percaber os vencimentos das cadoiras de dog-
ma e rhetoric e eloquencia sagrada, que lepc-
cionavam no seminario grande; ficanlo V.
S. na intelligencia de que you levar a minba
decisAo ao conhecimeLnto do governor impe-
rial.
Ao mesmo.-Communicando-me o cornm-
mandante das armas em officio de 25 do-cor-
rente, ter sido naquella data executada a or-
deam do ministerio da guerra, express no
aviso de 2 desLte mez, mandando extinguir o
deposit de recrulas ; aimrn declare a V. S.,
para ieu conheeimento 'direccao.
Ao mesmo. Declaro a V. S., para os
fins conv -nienies, que o governador do bis-
pado communicou-me hayer, em 23 do cor-
rente, exonerado o padre Manoel Zacarias de
Afello, de coadjutor di freguezia de Nossa Se-
miora da A-'M- -- deo Gabrob6, nomean-
'do-o vigario paimnodado da parochia de
INossa Senhora de Borno Conselhodo Granito.-
Igual ao thesouro provincial.
Ao do thesouro provincial.-Dev0Ivendo
I'a Vinec. as contas doonmentadas a qu ide
o seua officio do S *do current, .9W dQ
,1o qua renwe,.. -
;lhl que ma4de paza9po pid
o d de fprro do' a rea
; a qumtii (te ^fJI^rza,. _rm iil '
portada dtt(~Pie'tia*

L4mqe 7ift A


autoriso-o a &iomear n eftedor do
i classes pars 'auiliars o 0 r iA7 OMnwe
00o efiscalisa0o d4m qbrasM .--C,-
mrmicou-se ao besouro pom
.. Ao director lWtridno do i irm-
ra.-Constando de officio do I
guerra, de 19 do correafte toem -
tiudos pelo vapor Espirito Santo,
do sIl, 9 caix es, contend drogas, mI .
mentes e maiW nrtigos destin.d i p
cia military deosta provinoip; assim o ofimai-:
nico .a Vmne. para se .Ooheciwento e aflap de'
que faea recolhpt a ea rsenal .d#Los cai-,
xoes.-Comrn~euou-os ao-omnauante dag,
armas.
Ao juiz de o &Wto. dq. Jboatbo.-Recam-
mendo a Vimc. a.flsLxbOrvacia da ordem a.


a*umJ U e. jflu, a1M1 V W VaYUA W w jui
para o transporte'.da fotca publca-e I.reso'
nos carros da estrada de ferro do 'Iie a S.
Francisco. Iguaes saos juizes do direito do
Cabo, Escada, Palnares e Rio Formoso, e aos
juizes municipaes de Ipojuca, Serlnhoem, Ga-
meellira, Agua Preta, Cabo e Jscada.
Ao Juiz municipal de Garuar6. -, Repre-
sentando-me o juiz de direito dessa coafta
sobre a inconveniencia de serem conservados
na cadeia dessa cidadeogrande numero de sen-
tonciados que nela se aebam recolbidos, au-
toriso Vmc. a fae.l-gs, transferir para a casa de
deteacao, sepdo ,M.oados pelas pragas do
destacamento polifli ahi estacionado. No
caso de ser insufficiente esta forcQa para es-
coltal-os de urma s6 vez, p6de ser feita a trans-
ferencia em diversas remessas.-Cominuni-
cou-se ao juiz do4direito do Caruaru.
Ao delegado de policia de Buique.-Faca
Vmc. regressar para esta cidade as 3 pracas
do corpo de policia que pars ali seguiranm es-
coltabdo um criminoso. Communicou-se. ao
commandant do corpo de policia.
Ao commissario db policia de Itambe.-
P6de Vinmc., conform solicits em set officio de
19 do corrente, eliminar a praca Vicente Fer-
reira de Lima, impossibditada de continuar a'
servir, por motivo,de moqestia.
Ao gerente da compaihia pornambuc4na.
-Recnmmondo a Vine., deo conformidade-en
o aviso circular do mini'trlo da agriculture,
de 30 de Junho, junto, quQ henhum embarago
opponha A passage dos emapregados das li-
nhas telegraphicas do Esado nos vapores
dessa companhia, desde que eota f6r solicita-
da pelo engenheiro chefe do district, inspec-
tor da linha. e na faltas deste polo chefe da
mais proxima estac.ao telegraphica, aos quaes
sereo apresentadas para s3rem pagas as res-
pectivas contas corn os descontos ,estabelo-
cidos.
Portarias :
0 Sr. agent da compaghIa brasileira de
navegacao a vapor faca transportar no vapor
Bahia, por conta do ministerio &da maopbah a
23 pracas da guarnigAo da oanbonora Ara-
guaya, sendo 21 pars a crtes A disppsleAo do
quarLel-general de mnarinha, e 2 paria a Bahia,
a serem apresentadas ao chefe 4d divisAo
commandant da divisao naval do 2.' districto.
-Communicou-so ao commandant da dita.
canhon.ica. 1, ,,1- -I,
0-- Sr. gerente'.Ida oompaqf i'p.ynambu-
cana made dar passage i proa," aW a' Ala:
g6as, em lugar gratfilto a que o governor tern
diieito, nn primeira opportunidade, a Vicencia
Maria da Concelcao e a unfllhno nienor.
A.xPEDIEN.rF DO sEcrnETARIO
Officios :
Ao conmmandante das armas. S. Exc. o
Sr. president manda declarar a V. Exc., em
respos-a ao sen officio n. 538,, de hontem, que,
por despacho de hoje, Toi o director do arsenal
de guerra autorisado a satisfazer opedido fei-
to pelo commandant da fortaleza do Brumn, a
que allude n citado officio.
Ao juiz de direito do 2.o district crimi-
nal--De ordem de .S. Ixc. o Sr. president,
communico a V. S. que dos 19 sentenciados a
que allude seu officio de 11 de junho, regre5-
saramin do presidio de Fernando os de nomes
Joao Paulo de Araujo d Cdspiniano Jose Ri-
beiro, tendo-se nesta data roquisitado do com-
mandante daquelle presidio que dealarasse o
destino (que tivetam os outros 17 sentenciados.
Ao Sr. Antonio Augusto dos Santos Por.-
to.-Declarando o ministerio da marinha, no
aviso de 13 do corrento, junto, quo estando.
encerrada desde o dia 14 de marCo. a matricu-
lano collogio naval, n.o p6Je ser alli admitti-
do, conforme pedio V. S. no requerimento do-
cumentado, que remetto, o menor seu fliho
Joao AugustW'dos Santos Porto ; assim o com-
manico a V. S para seu conliecimento o di-
reccao.
Ao azente da companhia brasileira de
navegacno a vapor..-0 Exmi. Sr. president
manda accusar o recebimento do officio de V.
S., datado de hoje, em que part-iipa a che-
gada do vapor Espirito Santo, do sul, e a sun
sahida para o norte hoje A noite.
Ao mesmo.-De ordem de S. Exc. o Sr.
president, accuse recebido o officio de V. S.,
de hoje, em que~brmnahica a chegada do va:
por Bahia dos portos do.-norte, e a sua sahida
para os do sul, amanhb A tatide..
EXPEDIENTE DO DIA 27 DE JULHO DE 1877
Actos :
o president -da provincia resolve exonerar,
a podido, do promoter public da comarca de
Tacaratl, ac bacharel Francisco Isidoro Rodri-
gues da Costa, e nomearopara substituil-o ao
bacharel Victalino Cordeiro Lins.-Fizeraru-se
as comnmunicaco~es' neressarias.
0 president da provincia resolve exo-
nerar o bacharol Francisco Isidoro Rodrigues
da Cofta, a seu pedido, do cargo de fiscal da
collectoria do Tacaratl.--Fizeram-se as com-
municacses necessarias. <-


0- president da provincia, A vista da. pro-
pbsta do Dr. chefe de policia interino, em of1-
cio n. 57, de 25 do corrente, resolve exoeetr,
a pedido, de subdelegado do 2. district do
termo de Ipojuca, a Joao Apolonio Cavalcante
de Albuquerque.-Coinmnunicou-se ao Dr. che-
fe de policia inierino. *
.w- 0 president da provincia, attendendo ao
ie representotu- o sargento da guard local
do Rio Formoso, Vicente Ferreira de Frmpa
Carvyao, resolW conceder-lhe 30 dias de li-
cenu, corn a rospectiva diuria, para tratar de
sua"satde onde the convier.
0 president da provincia, attendendo ao
que requereu Manoel Pereira da Figueiredo,
resolve conceder-lhe liconca para ir ao presi-
dio de Fernando. levasdo em sua companbia,
a serem entregues a Joanna Maria do Rosario,
os generous mencionados na relag&o junta, o09
quaes nao poderbo ser desombar&os -no r-
ferido presidio, sem que por parLi"o, resp it-
vo commandant se proceda ao eams 46
tylo, afm de se verificar so existed agna n-
to ou outra qualquer be ol ri-tuosa.

A "awfls.-Sirva-s V,
EEc., 'log O-de. mandar apl'i
Eeatarao D ieb d'liylAfio, cofU
mge soieita em dffio' toa detasob i. '
.Aui lracas do cavlftrma parserm empire
jtmbnoa.
^Ae Ae io1 -.40.
a. *S. wrt~ ri~g m
5`74


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0 pimd





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res P*altiin
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inaindapfi.
faeoesla aP


ta doses'l he.
Joao Line Ca
abatile 17 ,
mentor da ob
pissuma a Na
noel Cavalcai
Ao direi
ra.--Para a
made Vwm.
de Me4eiros i
cados no paiz
tiva tabeola.-
Aocomi
P6de Vao., e
n. 691'de hoi
Honorato Bo<
Aoidola

Dosigpaodo^:
de iqfpaa-ria.
termido am
desse 'lunic
pare.. ia
missu,-Jf-N
Escal agua




Siuspecclojnar
presto.'. Vmc
exigidus.
Ao goere
na.-Afteode
cio de 9 do C
5xado para-
companhia,
fcando ostal
quando for e;
far do dia 1<
mente. Vigo:
to continuar
A) sup
do Recipe a
passage de
guerra, em u
ro altTromi
de infanlaria
tatis mutand
-emf4d r


u.n


do ex-anspegada do 9o batalhbo de infantarna
Jose F rceira dQ Mello. .
Portia ra "
0 Sr. gerente da cflranhia Imrhabu-
cana mande dar passagem a prOa, ate o GearA,
em lugar gratuito a quo 6 governor tern direito,
na praimneira opportunidade, a Domingos Jos6
dos Santos.-'Vutatis mutandis quanto a pas-
sagem ate as Alagoas, a Dionisio Joaquim dos
Santos.
EXPEDIENTE DI SECRETRAIO
Officio:
Ao juiz de direito do 2n district crimi-
nal.-De ordem de S Exc. o Sr. president,
tiansmitto a V. S. a guia do sentenciado Jose
Cardoso de Mattos, conform solicitor V. S.
cm seu officio de 30 de junho.
DESPACHOS DAPRESIDENCIA DO DIA 5 DE
SETEMBRO DE 1877
Basilio Jose da Hora.- Ao Sr. engenheiro
encarreftad das obras militaries, para inlormar.
Cordolina Maria da Conceicao.- Deferido
com o officio dirigido nesta data ao Sr. direc-
tor do arsenal de guerra.
Candid Jose' Goes Telles. Sim, inmediante
recibo. "
Francisco Correia deo esquita Cardoso.-
Passe portaija pa f6rma do estylo.
Coronel Joaquimin Cavalcante de Albuquer-
que Bello-Forheea-se, "
Joaquiim Cavalcantd deo Albuquerque Mello.
--Fioa relevado.
Jos6 Domiautis Codeceira.- Concedo a au-
torisagio podida, mnediante a obrigaQ&o de
prostar o supplicant opportunamente contas
no thesouro provincial, da applicavbo do pro-
ducto a quer allude.
Bacharel Jos de Castro SA Barreto.-Defe-
rido corn o officio desta data ao Sr. inspect r
ditthesoutaria de fazenda.
SKeller & C.-Apresonte a proposal des in-
noq oes necessarias para etw'Ilgar o que re-
quer. !" ..'"
Profesora Maria arotn Affoimo Valena.
Sun. .'* -'** -
:.Prfessor .Maftinh 'da ia ." Zosa,-- Nao
p64- tr .far, *a vila do di4spoto no art.
da leieloo ntovli -- "de 'Per-
' S e r e ta r ian a pf.te,. e d e P w -
mibuco, 6 d6 sete in'b., 1877. .
0 pbo '
Jodo QanGdOes dos SAMtos Junior.

Repartli~ri& policia
N. 697.4.-&- seevro. -Secretaria de
n ..-Ps Vrnimbuco, 6 deseLtembro


yac.-que fWearib honteom r1colbidos a
a 08et" o. s segu esindivi-
dA' : ,h,*: 'B g ;.
,A' i a d ,


pu-rqut: uu ueclara que nao Iez oDra alguma,
e ahi estA corno a boa fM de V. Exc. estA sen-
do iMldida neste negocio. A companhia n~o
fez obra nenhumrna.
0 SR. UCHOA CAVALCANTE :-Fez.
0 Sn. PINTO PEssoA':-Este dinhe'iro, 6 pu-
blieo e notorio, servio para pagar as dividas
parLticulares de seus directors.
0 SR. UCHOA GAVALCANTE :-Mas o nobre
deputadoJA no, uoi A Olinda e nao io aili
chafarizes ?
0 SR. PINTO Pnssoak:-Este fact 6 grave;
e todos os nobres deputados que comno V. Exc.
tLemrn tido a nobre coragemrn de denunciar aqui
os ahusos, sabeip que eu estou no direito de
lfazelo, reproduzindo, coniojd disse, pois que
nao tenho sciencia propria do facto, ipenas in-
formacoes de pessoas fledignns.
0 SR. OLrMPIO MARQUES :-Eu tamnbem es-
tou informado dissp.
0 SR. PINTO 'PESSOA -Bern. 0 que o
exact e que a companhia nao page. Eu es-
perava esla objecco do nobre deputado : se
a companhia nao pagar, comno flea o povo de
Olinda ? Ha de ficar sem agua ? Nao te-
nha V. Exo. receio disso ; nao soffr3ra cousa
nenhuma. .,
S0 Sn. UCHOA CAVALCANTE :-Quandoalli nao
bavia companhia soffriam todos.
0 Sn. PINTO PESSOA :-lsso jad outLra
questao ; V. Exd. desmancha corn habilidade
todas as questoes. %0
0 Sn. U.IfOA CAVALCANTE :-E' a wiesia
questao. n terreno em que deve ser collo-
cada.
0 SR. PINTO PESSOA --E' nesto terreno
mesmo. V. Exc.levanta talvez umn escarcdo
onde nro ha necessidade de tal.
Eu convido V. Exc. para a discussao e acre-
dito que V. Exe. nao fugirA. Digo cque a coim-
panhia faltando Qomo o nobre depulado figu-
ra, o povo de O.ida nao soffrs.a, pois que in-
to 6 uma hypothese gratuita. Como e que o
povo de Olmda ba de flat sem agua ? E' qo
a companhia vai arrancar os canos ?.
0 SB. UCHOA CAVALCANTE :- Deide queo
deixar de funccionar...
0 Sa. PINTQ PcssoA :- -Mas como deixar de
lcc4Qpar.?. V. Exc. nao Sabe quk isto sae
fogo fo posara amedrotlar crianciA e n.o
vpFr Yo um home feito e illustralo pen-
sa or? g
'- OSR.1 UHOA CAVALCANTE :- Ia.. questao
'4t@Kas como nobre deputado pejoQ.9 dis-
trieto.
,0 SR. PINTO PESSOA --Mas V. lxe. para
quo resipa no nobre deputado quo naoo 6 o
mais competent ?
0 SR. UCHOA CAVALCANTrE :-E' porque es-
tudou a, questao e deu parece.
0 Sn. PINTO P.BSDA: AWsN V. Ex,. uao deu
o tt oE. ? "., .
o "i ,' .
,.0


Uma outra no pateo do Carmo mandada
abrir pela presidencia do Sr. conselheiro Jose
Bento, para que o povo de Olinda tivesse mais
um manancial para o seu uso, foi igualmente
entulhade !
E o quo manis extraordinarie. e agora es-
pecialmente me refiro ao nobre deputado o
Sr. Dr. Ratls e Silva neste ponte : a cacimba,
chamada dos Milagres, esto aconteoimnento
fervoroso edf Olinda, nao sei se o nobre de-
putado se recorda...
0 Sn. RATIS E SIVA :-Sim.
0 Sn. PINTO PESSOA :-.... que despertou
tanta alegria por que era a graca de Deus que
vinha beneficiary o povo de Olinda, sabe V. Exc.
o que fizeram? Obrigaramu.o conego Joao Crhy-
sostomo a nieLtLer dentro de um mnuro a mira-
culosa cacimba, para que o povo nao se locu-
pletasse do beneficio da providencia !
Senhores, corn que direito podia a compa-
nhia Santa Thereza destruir estasfontes, estes
mananciaes fecnndos creados pela mao da
omnipotencia, em favor do rico como do po-
bre ? Pode have ahi um aucto de maior vanda-
lisino do que este '? Nem sei como as autori-
dades daquella epoca permittiram praLiear-se
urna violencia desta order. Corn qe direito.
Srgunto ? E ha direito quo possa ser con.e-
diPo a um particular para deqtrui" o que Deus
creou ? Eis aqui por que a co.fpanhia se acha
em penurja, por quo pratiood Estes actos deo
grande barbarismo. Eis aqui por qumk o vo
de Olinda clama contra acoonhianta.
Sr. president, esta corpn p val se tor-
nanda tambemrn se ja nao p,.6. pod.rosa, como
as outras que fazem es temeder, quando pe-,
dem, quando exigem. Nao sei por tahto q |,, .
proveito ha para o pobre olindense que
piava unm balde d'agua por um vintem, t,.pt'
pral-o agora por duns. "" -
.-Nao devemos considerar somenlent o homemo
abastado : ao pobre, ao miseravel, uma vintem
multiplicado'.produz um granrde crificio.
N&o se diga que a company nfto pode'pro-
seguir : se. nao pode, abra f iph. Por qL
razAo os accionistas da coi hanbia, ricos e
poderosos, nao vAo salvar a empreza. ? Qan-
do se estabelece uma empreza e devd- oso em-
prezarios calcular os lucros e as perdu, -S
perdem, nao 6 a provincia que deve-iairreo I.la :-
corn takes perdas. Os acckiQaeas que proou V .. "
Was qua.pr ;?..4.
rein remediar,. 'eal; mas6 o ao fade, o de- '. .
ploravel costume, em que estio as individuos -, .
que quel espocular corn a bopt f publiar,._ .
que aut0isamrn semelhantes abuses. Ora a-o-
ra, Sr. president, a companhia pernambues--
na quo ba pounM dias reciboaum grande.fho- .
vor d asemnbl6ia, am empre o de 30 n -
tos.vendo esloe ex0 Ml de auUM co04ap
qopodere faz a sma coUe? ,
0e s O SaTef. LVA:.-Edne ita-lbe'' .'-.


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k depliegli, s- udpowio inais notavei"* ontwdl nap ditas ma, 6 A rquio do respeativo consul, favor do uma causa...
tr %exeoiia defts, ainda em A odlom .do de Santo Aatoio, Braz da Silva OB. UCHOA CAVALCANTE : rij Ili
B as. 1.304 a f.-. ... do E.irj*p Santo, preeo em flagrante por cri- declaro que nao consegue. ,-
Imo.-Para s fins cotvenlentes, me do. taiuentos. gravn, A disposiAo do Dr. 0 SR PITNTo PSSOA :-Naonente9di o m i
IrV. 8. arfria do i Wemo I- juiz7 de direito do 20 district criminal, apartes do nobre deputado. Penosogl .0e .-.
plendo 3 me's, ea, mo ordean do lo district de S. Jose. Ma- o desgosto de sahir desta easa sAm '4a#wftv
uiz municip al e lgazeira, ba- noel BapUs e Olivbira, por offeopas A moral meu lado.
tro MLartinino A Cunha GalvEo. publics. 0 SR. MEDEIROS da urn apart. .
a-so ao dito juiz. A' ordem do do 2" districtode S. Jose, Al- 0. SR. PINTO PESSOA --Ora. nao tonbam ,l
lmo.-Paraps fins oopvnientes, bino Victoriano dos Santos, por embriaguez e nobres deputados receio de quo o 0OP 4*1
V. S. a patents do rqfdr'n do vagabundo. Olinda flque sem agua. V. Exe, a0dlo a *d.w
parda national, Domlng Jos d da A' ordem do da Magdalena, Joanna, escrava tuito, t LAo obsequioso dopovo do OhndaI
no poto de major.-Commuol- de Jos6 de Lal, por andar fugida. mitta agora quo eu pela miate debil vote
yo c pkao. Deuv guarde a V. Exc. -- him. e agradeva e favor porque V. fie. bhm sabe que
toV. 8., Para o0 fins Exm. Sr. Dr. Manoel Clemenlino Car- a ninguem se faz constrangido o be fico ; 6
d17.7 7ouro naoional.
0 tal presents do gregos do quo so fall ha
of ,f-[mMf 87.f 87, neiro daCunha, dignissimo piresidente pouco. g q see ha
'" "' .- dopolicia in- 0Sa. MOREIRA ALVES da urn aparte,
W1411noF 11 ft .._
tboso M provincial.-Dovolvo a tenno, ernoghes Socrates Tavares c'1fr!iPE5soA .-. r.a br. 2-1wToff
to caiado, e de aordo corn de VasconceUos. de Olinda, que wandou urn reprosentante na
iou ednm seu officio, de 26do corren- pessoa do nobre deputadoe dos outros nobres
Sautoriso-o a mandar pagar ao __ ___ __ depitados que tambem sao do district, s oa-
Livramento,empreiteiro do cal- b r ,ber qud V. Exc. votou contra a -suam vontade.
a cidade, 3:56480,coatanles do PE IM iC teadesgosto e eu quero evitar desgosto, "
flcado e proveniente de obras exe- ._____- verdade que As vezes podemos votar., bo ./
a referidklo calamento.- os nossos votos produzam des.gitotiAmo-_&;
smo.-Mande Vic. entregar ao ASBEMBLEBA PROVICIAL caso de exigir-se aquillo que nIedove &.,
e do corpo de pollcia, 3S8O0, re- zer ; mas V. Exc. n"o ouvio o qoe.u disp.'
la de csto a que tot dlreito o SESSAO EM 25 DE JUNHO O povo de Olinda reclama, manda pats amW
Goraldo de Lima, deolado de po- PRESIDENCIA DO EXM. SaR. COMMENDADOR NAS- casa representacOes.... '.
o paeranarihaen. .OA 0 SR. UCHOA CGAVALCANTE: Mas a COn-
mo. Estando regulates os inolu- CIMENTO PORTELLA missao estudou a ropresentacQo e apresenton
made Vainc. indemnisar ao Wife- (Continuacdo) urn trabalho que merece a approvacho da
Velloso de GusmAo Uchba, ,com- Sr. Pinto Pesso:-Eest he pare- casa.
guard local de S. Bent, ou a ondo razoavel o quo esto dizes lhe pndo?- 0 SR. PINTO PESSOA V. Exc. aceitao
strar habilitado, 25640, prove- 0 S4Yn -1CHOA CAVLCANTE :-Nn o senho.trabalhos da commissAo quando elles Ihe agra-
lespezas feitas peo .iesmo corn- O S.PTCHOA CAVALCAN!E :-NAo senior, dam.
p a conduccao de fardamento e 00 SS. RNTO PESSOA :-0 n"o lhe pare- 0 SR. UCHOA CAVALCANTE: Quando me
i referida guard. ce ?! Ento V. Exc. expUcarA depois porque convenCo de que sao necessarios.
mo.-Em resposta ao officio dema nb. acha razoavel, Islto 6, por que nao acha 0 SR. PINTO PESSOA : Ha, portm, occa-
de hoje, sob n. 39, declare a Vic. razoavel qua urea companhia quo s) compro- si5es em que aquelles que offerece a commis-
a arrematacgo que perante a jun- metteu para com a provindia e nao cumprio so. nao agradam a V. Exc.
ouro eem sessao de hontem, fez at hoje os seus deveres, possa mercer no- 0 povo d e linda tern reclamado, Sr pre-
valuante de Albuquerque, corn o vos favors ; 6 unra companhia que 6 devedo- sideate, o president da camera rolamou, os
)/a, no valor do respective orca- ra A provincial de 80 conLtos e que nlo osL tern jornaes reclamaram e a companhia, qual ave.
ra do 50 lancQo da estrade de Its- pago segtn04o 0 sel contrato, e entretanto se agoureira, fugindo da luz para refugiar-se nas
aizareth. dando por flador a Ma- lhe querdat mais 10 annos para satisfazer trevas, jaz silenjiosa As companhias, V. .
nteldo Albuquerque Lins. esta dlvlda, quando ella por outro lado faz Say. ve, cream-se muito de mansinhodepois.
otor iatlorino do arsenal de guer- ameaga de qua se n5o duplicar-se o preQO de fazer muito agradinho,. depois de muita.'
guerda locW doT, Rio Forminoso, d'agua, nbo pagard. lealdade, ent'o mosLram os denies e apresen-
,,ttegar aq saodado Cosme Bento 0 SR. UcuoA CAVALCANTE :-0 nobro do-oadse cont loda a osLenLaCao do s u poderio,
O Sa.Utic CAVLC&rE :-O nbre em- se corn toda a ostentagiio do seu poderioo
Molt, 24 pare* do spatos f abri- putado compare o preo d'agua em Olinda querem veneer e vencem, aliAs, muites vezes.
;., de donforf iade cow a respec- cor o preo n'esta capital e verd. Sr. president, na cidade de Olinda lexistlam
-Cnimmunicrpaou o misario. 0.SR. PINTo PESSOA :-V. Exc. nito 6comrn- fontes d'agua. Quer V. Exc. saber o qua fez.
mandantedog.qrpode policia.- petente para esta comparaglo; perd6e-mo di- o. vandalism desta empreza? Fechou as fon-
omaforme solicita em seu officio zel-o. tes publicas, antiga propriedade do povo !
atem, engajar o paisano Adelino O St. UCHOA CAVALCANTE: Sou tanto 0 SR. OLYMPIco MARQUES: Mas o projec-
dligues. .. quanto u nobre deputado. to mandou reahrir as fontes.
ado de. ,Goyana.--Ciroular.)- O SR. PI'NTO PESSOA :-E' tanto quanto eu, 0 SR. PINTO PESSOA :-No caso de se coace-
,major gfaduado do 2 batalharo mas6 menos do que eu na comparacao que der o que a companhia pode; se n.o se con-
, Luiz AnttW9 Ferraz para so fizeram Os cortl'atantes. ceder, ella nao as reabrird.
t. 23 do regulampnto de o2 deo 0 SR. UCOA (AVALCANTE da urn apart. Lembro-mie, Sr. president, porque fui es-
74. inseccioar a au.tjWd-.lcal SR. PINTO PESsoA :-Quando ui: contra- tudante em Olinda, da bica chamada do Rosa-
ipio, assim o communicoa'.P., tantde, Sr. president, enprehende a realisa.o rio, nao sei se us nobres deputados se recor-
iLUe o deoemponho depa corn- u a preaquale sabe ou dve sa- dam e ainda guardaw hoje aquellas bellas
latis mutaxda ags delqgados da ber calcular os lucros. e as perdas futures inspiragbes desta bica manancial fecundo
4asst, Olinda, Itabe, Riq Fprmo- se gar-ha, mu~to boni; se perde, tern corridor cin o qual a pruvidenca liberalisava os sens
ojtpa, Palmares, Bonitol, arrei- como correlmtodos quelles" que" so aventu- d corn o qual a proidenla liberaliRosava rios seusco
o~mdons pars corn todps. A hica do Rosario corm
iH, 0allIeira e.Jabo ,,. ram a guandes emprezas -ss oe dea o frontefpicio, sua escadaria de-pe-
SndOax4 'ci- O UcoA t, TE --a sC dO dp dra, toda lageada, formoso trabalho, obra an-
F.. 5d6arecer a, i aa poputaqao d-quelia c- tU e primorosa.
Sy~err t iiunScido de daode nao so fre A p oa X;ue onsta-me que quando Sua Magestade aqui
a guardo -oa municipio, 0SaR. PINTOeESSOA :--Porque 6 ue ha de andou deu urea certa quankia para a repara-
os lareimntos qu for desapparecer a companhia? o do edicio. Sabe V. c. o que fez a
0 SR. UCHOA CAVALCANTE :- Pcr insulfi- conipanhia? Fechou esta ronte, cortou o en-
te da companhia pernambuca- ciencia de renda.Fecou esa fonecorouen-
Mdo ao que solicit. Vmc. em of- 0 Sn. PINTO Pz*SOA :-V. Exc. sabe o- eanamento, commettendo por consequencia
wio o qe socit Vm. emof- u bRPINO ^-"h- ^q &ae^' urn adto do barbarisino. A tonto dos Quatro
corrente, autoriso-oa alterar o dia mo se.formou a companhia de Santa The- Cuantods, V. Exc. conhece ? Foi eosQudantro d
*a 1A viagem dos vappres dess reza Olinda...
em cada mez, na linha do norte, 0 SR. UCIOA CAVALCANTE :-Pouco mais ou 0 SR. RATIS E SILVA :-Fui.
)elecido oadia 5, ou o posterior, 0 S. PINTO PEssO :Uin cont tant fe- 0 SR. PINTO PESSOA :-... 6 o lugar mais
st, santifloeadou feriado em lu- l Si Pcuo PieSSOA :-iUo contfoaante s e- populoso da cidade; pois bemrn, a companhia
, com seacha marcado o .actual- gconseguio o privilegio, eonupart Siue a destruio, estragou o encanamento, inutilisan-
rasemelhante resoluaoeemquan- grand porGRede es, constituio-se accio- do completamente esta fonte, obra antiga,
a..stado ealamitoso da sec. nista, constituiram-se igualmenti outros creio qua hollandeza, e o mesmo f6z.com ou-
erintenfients:da estrada do ferro tambern accionistas e n.o tendo capitaos fize- tras blcas !
S. Francisco.-Mande Vmc. dam ram assenter a ompreza sobre base:; aereas, Os nobres deputados quo estudaram em
-i~da, por conta do ministerio da contando como contrary mais tarde yir pe Olinda, lembram-se do povo denominado do
im dos trens.dessa estrada de fer- dir a proVincia 80 counts. Sabe V Exc. corn Cofselho,que fica pordetraz da rua de Mathias
betas, ao ex-soldado do 20 batalhao quo gastou a companhia 80 contos Faquella ura fote que servia ao
Antonio Ferreira de !,ima.--Mu- 0 SR. UCFOA CAVALCANTE .-Cen as obras. povo para lavar os seus andrajos e enuulharam
is quanto A passage pars Una, 0 SR. PINTO. PESSOA :--Corn as c'bras nflo, p cacimba r


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Se fosse assim, Lbem vejo qu(4 X c. nega- Oruens nonoritneas-Masiieiras legal, foi aberta a sesslo, depois de liMae ap-- M sp emm.
riao seuvoto; ntde assimn? d domingo (9), completam-sw,-34a0nos que o- provada'a acta da a ntecede te. M Va demonstrar que tudo a
ram croadas a r e s im p oniaes brasilolna s isr ib id s paeda s r.A to i C u
SSa. OREARA ALVES :-Sea' duvida, ram creadas as.ordens i ^pTrabi Distribuidos e passados 0s feitos, f eram-se D r. Lobo MOscozo, rua d0 Viseonde S r An da ru rdrir
SS P de N. S. Jesus GChTrristo e deS. Bent dode Aviz-. os seguintes de Albuquerque a.n v o mda ho
S SR. PINTO PSSOA:-POiS assim e. Dlnhieiro-O vapor Pendo trouxe para JULGAMENTOS" Adv4gfado n crEvu sobro a n-dicin ci physi
0SR MOREIRAALVES :-Maq veja V.- Ext. Henrique Fortes 100000 Recursos rimes Dr. Guenne, ru do mperdor ra do vg
que o pretendente pede privilegio para esta- JosO Rodrigues do Souza 1:004W0( De Baanaeiras-Recorrente"o juizo, recorri- itquos, de saudosa mernoria, 6 um
belecernuma fabrica de sabjio de sua inven-go Braga, Gomes & C. 00 s Axnde Affns d Albuquerque, Fe- o ur g ver8. ; oba ar
no Can-hotmnho. BPassamento- Carta recebida do Paris diz into Florentino da Rocha e o Dr. Antonio imon a do Im- vergonbosooquebatapara
0DSR. PINTO PEssoA:-Berm; mas elle n ao quealli faltecera, a 11 de agosto, ,antigo e Sr. desembargador Reis e Sila. Adjunt$os os perador n -20. qu od plagiaa esa obra
p6de estabelecer aqui? bern comahecido -comnimerciante, da-rav4a de Srs. desembargadores Doria e SoazaUoP.-- Fazendas e modas S.S. diz que 6 sua.
0 SR. MNOEIRA ALVES :-Nlo. Pernemabuco, subdito francBezHetWIidier Negou-se un-ani-memente provimoat4, Z're- Antonio Correia de Vasc ,eello, ru E nao 6 so isso o Sr. Dr. Cc
0 Sn. PINTO PVSSOA :--V. ExC. estA & ren na avan-ada idad4. de87 annos. cursor. -' AI' P i o o 1r asp r 6
crottae disso r^? PI m Reuni&o sociaL Amanhl. ao meio-dia De Bananeiras-Recorreto 'oa .orri- meirode Maron. 3. r vai alem dos plagiarism : um
0 SRn. MOREIRA ALVES :--Pbai emenda 0 dove reunir-se a assmnbla ,geral domom. do Felinto Florentino da R ':'r Chapelaria e modas deiro pira litterato : porue n
que me parece ; eu n-oa son forte 1nesse pri- bros da sociedade RecreioDramrnatico, nthea- Sr. desembargador Accioli. A0oo Srs. Costa Mfa ft C., ru Primeiro. de contentando em oiar capitulos,
00vilegios. e (. ro da Encruzilha4a, aflm de proctddrem a desembargadores. Reis e Silva e. Souza Leoa. Margo n. 6. ha, pensamentosn turpa-, tra
O S. PINTO Ps fw --JA' se vi squo quan- eoiglao da novadirectoria. --Deu-so provimenato acq recuag 'oiara o voto Fbrlca de elgarros a vapor a- osa at u
sosV. Ex., -dodbedos mais e studio- Reunio de confrarla.- No domingo (9 do rolatorpara'se pronnciar oa 'reonldo. ourgard ft C., Recite 15, rua do ma-o pa iHud aio publiao, e a
SO.... .- doio -eCrrnt 9jifZO 'd ,mr Mar~e de nd Sen-to Anoio3 nio
0 Sn. Moa'EIA AALVl,-Agradecido. do corrente), ds 9 horas da manhal, deve reu-' -Do R tireRoRi cat 0 0 t md er' Marouez ud Olinda, Santo Antonio 3 a m a rocaam u
S ', "[Continuia.} nir-se a mesa geral da irmnaadade do Sacra,- Rlt a1o, reri dese3abth gr -iafo.Uo d ro B -N coraveic 5., r D Aad
,., ont.a. men-o da freguozia.de s. JosO, afim de discutir Relatoo o Sr. desembygador RegueiCOs. rua irniro de Maro, Boa-Vist 54,
REVITPA DIARIA- o novo compromisso. ta. Adjntos os Srs. desebaadore u rua da imperatriz. o impossiveis,
Auto seI -P Cassino Pernambucano. Amanh a A za Leo e Almeida Albuquertie. Pe.u-se Pharmacia e drogaria
Autordadeiaes-Porcta-de25 eatehe reoan- Temdiar provimento aorecurso unan-imemdnte pars so, Fenira Maia f C., ra Puque de quitl ise-se, que a calumnia nunc
,.deo agnseo io, ae,' esi- encia da provica FernandoidoN urehs.-E na segorda- desprounciar fo alidq riCatiasr de arma para abate[-o, e
lr.. aeroa AdAAnio Germiano Alves da"Silva fena (10 do crreote], que-segee p aree D n .dea & o,an
'1t&goe'de 2." sujplefre ds subdelogado da a(0di o porre-eu. pas Aggrato de petina as d -
SAtoo 2..su"^a Da Ag ra lva EnnM erna ao, pautaeta enpelapia c stancia aiguma; -
orfgttezia do Una, do termo do Rio Foamos*l, io ono p0mRl t 1ori xinn 8rD ru e M rq es e s c u e t iBia tiogl- Sr
,4per trmdaod rsdnia; e tiomneou'para, ff.-ribi, d- e &u'-d*6M,- es6aora"ea altro r.ebr .Mad Jno, u uu C- ~ r oiio abo ghav
ter dtdo BdoriA i deve:oAe.o d r A ,Ioli. r'Adjuntos os S m.' wb -a 37. Me, escripta p ledSr. :;D r.
substituii-am dito cargo o cidadlo Aquilknoobraa onst o da capeIodaa Anto ,eto.: does gMueira .CZw a ouza Leol.-w. ou?,e Rap irancez e luva de .c deit no anno .e 1 As paginas
Antonio da8ilva Momes. no. O acto tern Wgar As 5 hras da tarde, Inanimeoreu.gg .aj agavo. -, Rape francez, lavas frescas .. 25. ahi diz o senior doutner
Fiscal de collectoria- Por acts de 24 coltoda a sotemnidhde. Aggravo ein tri'BenE 'c as e fumte caporal no Bazar daVietora, Vejaos ue di a sciencia,
do supramencionado mez de agosto, aindicada Depositode Vla1os.-Para odo Sr. Theo- De PedraA $ J3. d'1 A I rtza do' Ban o dai VictqgiaA. 2. ec.,9 bentra e onsidea9es s
presidencia mandou comsiderar ser.effeito a doro Christiansen, A r ia do Bom Yeous I. 0, Velloso Frei, va o ju. Relator0 o V,________________
portaria de 25 de maio do .corrente anno, pela acaba de chegar urna grando-&rmnessadoe tne- 'Sr. esa tificas sobre a vida phsia, moral
qual Tfoe nomeado fiscal da collectoria do im- chores e mais apreeiavee vinhos 'l' "un,"lodo m o,
^..i~~~~~~~~~~~~~~~~ f^^ ^nAi^...^ ^ I^^riinTnfnnlrr1 'nfl 10u8 3 'i PI'U~I ICAOES A #1 )0 K i LB ellectual do honnem Tn-don
bres, o bacharel Joio Mansel Wanderiley Lins francezes, inglezes, allemee. ponartt b Almeida Alt.M __U_____A __pn ______ mv I
e nomeoan para o dit cargo, o bacharel Josh tdignos dos apreciadors, e de --a VWb -oi 5' --0
Gomes Coimbra. qualquer festititde, andaie ai A F T rga A L It io verg oso. E paa itara
Ajudante de ordens--Por delibraglao da pectaes. 1. S Da FloleaD o o ,.o 0 artiE publioad& hoN n /oal-i do Baizf "ontacLo" desie d* oi'os, 6g0
pesidencia da provincial, de 22 de agosto, foi Livre Pensador--Sahio a *it 6 f't$--4 iaturnino i. Si| Reator a Sr. ca a ameigoara Lusoat, iad-ca quo sa jA fiz em outra occasiio ; dihido as
fiadado continuar a servir como ajudantede seo ornal, ,rgio da nova propaganda' pffflodt-1 Aa AMA1i"qu.iue. eRevi- ,utra.e oetipnoveue do quea socidade o ro pnia do ird r dr. a
.a' e rs. dosomltaarp!doms Awioli a Do- BSRI,4L.UAISS!T&MA mIo kudos bern tae~o~a ~ d i oS.F o
ormens da presidencia da provincia, o capital 4phca. ss os rs. desem dores Aioli Do- B A It A A Ad em
di 35. companhia do corpo de policia Austri- Provncila das Alar .s. Polo vaor ria.-Mana1jp apn9sst. novo eto doe t uaba o poOS, e cilconesas
e6 Torres Gallindo. Penedo, recebemos jornas de Maceo ld 5 jury. Idoum) as pahvm do :k, 14
.,..,. doda.,, -
0 i.pde2cla da2 qrovmaia, f 2 quofjorre nt er .n.d""1.
do o e mcl o s vepOV,'o net 4uZ. da eu 6
0 a os ,_ 6anea, em1m, i-nesMa data, no. s ,- '. seabargadores Dorft ea
90- haqo etch a Toxo, 6a a rnToIs'- 'aAssoiagio ourn6 ftr 4SS~~-SofII ninOO*OreAt ova MY*, 40, 'd ~1 i9 itnnad
do A4bu~enque. ltod FP

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SIUS .1 L' -hA A
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^ raram dinaB~ nte.^ 'I W^ |3 K B^C~o pqW res
o ma-so a a s quanto de racto clamada a independencia do Brasil, echoando centre os seis venciuq*s 1'5 los ses va e Almeida Albuquerque.-Julgou.se unani- dalg. procdrdn Sr
t~m-e M2mraaJito do a s S rs deemar ie ort'e e fitodefa
S0 e iQo. Mas desdo que fundou-se 6 grito de liberdade em Ltodos dns e i p, erc- tje n C
gyaz, jA nao. pode .rar ortsiotas, desde as margens dai Ns
berbas rogiiBas omqo corro gor0 magor0 50o Esnt me-pp d-geraL S 0 esembafgador s a m gar ralamento de sen/-or, no
,y=M.-$eea berbas rogi~as em -o gs s W E o"i
orte .o mag~ooi pp1 agejb o
aeoomdo neil or.. si oue
gA S OO. P i e or esse moi vo esauo embandeiradas-as" rad, do erior. i Apellagao divel censur neste pinto, poque tez n
"-a-w-. ...A-ii equ_ sq .eE.oelu 0Ataq8es public e navies s9rt69n6 poro.ha- T8. M -. s m e 8 h pe06 16w 'N deffer-kppeant& Jo6 Jbaquim de Fa- tess alt s qu sta eript no
nentos hecterogeneos; neno. ,.awia desitbjb- i-a3 cortejo A' efflgiefW o Iopw erad bal eelehMf t a,44 economic e moan te flaF*&ado, appeltdes MormlA & C. qo trans.evo, e-.
far;aolk nec.'roariaoiu, o outro, isto, oi pacio da presidents. fonaietada4wAo sooeb ,. t ,readb p.os goverrio has oaf jes DVSC. dscgader Reis e Silva ao Sr. Pewsnbuw, l)de nare do 1877
era de espe.. I as salvs dolesty,, "t! I4ite ieAriAl"iti- ftas provincial. desembargadeVifiIdt A ltqperque : 150900 fofee. A quine dias de ista
Aswwivw Sr.n preo4eiiee psnso q Ie .00o- nagao nds e4difliCVs pubI.', 5 6 6 'Rtioo I r taq J'amriseoAagoverrpoDeqtCes- -'"' jnpeaaotrire s V. Ee prn.por est prinira tn.
p&dluxabnw W 4lafttnnpaaacompida n- 14Canpu daw'Prttvebzs, 11afdo tairtbe a 4s-, tLim4eo -5.".,ie 6MWa-.nos qu eaq, es YAre ..Appladrite oprornotor publico/.ap- de amt /wendo rto 'po,' se:
.eWS^ e.P : pecaculo gtla n0,'the&jtroI6e Santa lobol.' estWelof toe flh6 dar.eomeoAs *as .pe- pell t^i ricfano-Soares dos S mtos e ou- terceirf rde do soedade Ba;
Iedotr.' .... LUZITANA, cento e CiiCocnta mi r'is--se
0Sa.BAUaos GUIMARA.S :-E para qua o Fo, Ie Oifl-5ftlehontedr a noi 5tc- Thc e" ar de ura ''
verno ha giefioaAra4jonrude dquoik c mbCo a "-b,,_ 4OMW e%1e.`4derieargader Adeeda Albu1 er
go vernha. flarawora .'m taudo aqu wo N c'ianbio a padeimentos chronicos. provenien- rencl ft-ene.. 8.Ex. v, rec~tivo o D^ .'de6embargador AImeida Albuquer- ea Lnigo Manel J ains, a ae
adts attwavm.oa q cormpaahna pedei, a ttes B de urfa creo to cee bstal o Sr. Dr. Vi- fiscal .' -. quo a'SSr. desernbargrdor Adoril": go 70 r mir em 1 de otubro noima
teiburenMfo.'. Cainte Pereora 4o Rego. lente cathedratbko da 0 0 S.. W Pasd 'MKairnd-a \i iep ta- Appelha*o crime do,e qu dedico em be o do orp
Otil'9mW'V ts eS i "-&-X quest.o, 'Sri bP1O- Ficuldale d Di'eito do Recife, oulu dosde -mente be-. h sUa ad'wa sltraCio. ,r Do Pianm6-Appellare t jastia, appdlado s dos ie alecmn afogado. u
sidmat,,t. -ite.t: pqftadeodm os nobres de- mulitos annos Iet'cfunava a ca4ita do direito ; E' tal o criteria, justigna e iinparcialiTde Paulo Pereira da Silva. inundo qu hoeram m ortamgai
putadbwtolldeaws-a.af9te ,kt*eno, a siher: s- arministrativo, sobi'ecuja disdiptina publicou corn quo S. -xNo. precede, que & quasi ne- Do Sr. conselheiro Doria ao Sr. desembar- se enimeo rd Exe. a popto
a cOupadbiumnSo gozar de urn eipavo do tern- ha temrnpos umrn conipeudio. i nhlmnia a opposiao qu tern tiUdo, gador 1tegueira Cost : meto. Ao Exw. Sr. Antmdo e (astilh
po iki vpata pagar sias dividas, .come. -Era Iomeu. nraior d.0 inoq% e v 'eu ,Todos applaudem e conflam na bAdl- A aeio iboa. -Antonio Francisco Cora.
au-d, ab deproqq dagaa, a- provmiaa peL sempre modestrmnete, desvelaAdo-se pela recgIo qua vai: dtfld aos negcrios pubi, Do Recife-Appelftteo Visconde de Suas- Concordo que o intelligente S'. lo se
derA. familia, de que era chefe exemplar. a Continuam a oteigrat para esta pr6l4ia siina, -appellados Joo Maimon & C. rio no me quizesse conceder a vulgar
Mas, senhores, 6 hficito fazer outra peran- Antes de ser nomeado leni-e da Faculdade, o os flagellados pelat secca, nas o0trasFftevirias Appellaotgo crime mente deseno qu todo o homre ii
td: seia companhia usotruindo rmas favorOs, Dr. Pereira do Rgo regeu por aigLm tempo do te.- --. .. "' D'Areii-Appeante,-uozo, appellados Jos6 conferea ququer outro hme me
noao.satisfier os.seusioonmpromissos, coMeoba a cadeira de inglez do antigo .4 u. Pernaog -. E' extorarlario onumeo &elles-ertiAgia Thomaz doTSantos e outro.:i condic0o inferior'; esta aquelle senhor
dea -pmvireia pagar-se? E' o que desjava bucano, e n'um e n'outro cargo sempre so Bran-ca, Paule Affbnso e'PIo deAsshcar; Do Sr. desembargador'Regutqia Costa ao direito, nao me offendeu.
quem.t dissesem. -- .evegou.intimim.... 9c r -, Nev-tlOWDkr+Telegramma partiuuIt-q. Sr. desembargador Souza Leao : fl asc cciS .quo houve ma f( no S. Ilo
Pofi.Sr.,priduente, quando so pocbla ..,e professavto d o nte f rod'Aoft s foi obsequiosarmente b AppejacoeS crerimes tariodanoao eusauedo
por k,toa~a. Ozt0.a, iseria~dos cofres pu l~s;Foi duranto 30"1 a[$~ d r atm. oefiob~uism~e;tro adoa e au e400qh p'fsa $trIy'~r" i ufcddzq fi gaid a ~iu': pelnvouza ptdoiaolI a-u aod00ei0ddel~az
pyf 8 S ; n rofe~savp' ^ ^ IW K1^^ do f6ro muhtcade, diz qu& lot agraciado com okitul" Appellante o ji^i". appellado Manoel Fran- ur valoreSr ead qp
ha d'edizar A co mpan-ia: D nitt do1Recfe, e nesE- i" mere de Borao de Aguas-Bela, o nosso[ift a "i -tco de FrandFna; appellantee'o juizo, appella- sempre regsd -iSbr'Porgl o p
vOs,'*abtam ntia de 80 contos de r6is -quoe elevad cokceiqp, opgr algumn tempo collabo- abastado proprietfrit* e negciantfa riatccfta 'f -do Firmino Jos6fIgnaicio d6 Santos. de 120 "
vos8kpnsWtea tom:i 10 lan is mnais par .Tou parpa oeste Jiiwz. cuja. fedacqao cmftpr- do desLa-praa-;,coinmendador Joab di'tdtfha tAppllacao civel A quinze disi de vista, or certo a Cc
garokto 6p dq a2a -oshoje o clever de esfollhar urna saudade sobre a Magalhles. *' Appellante o-j flizo, appeliadosdRibeoo & Fi- p e 'al 2 n oa cairoua aques
rospindem a itslo os nobres deputados?-. sna camp. Dando ao-nen.b do.g0-d(4tios pabe$ hos. e u do remio de 0 araenviar e ella q p
Sr. presidenLe. quanto tivera eu a 4zer 0 enterramento do seun orpo teve lugat .poressa t disio que ihef- Do Sr. desemubargador SqkgqJOLeao ao Sr. coherent, devia dar ano meu saque ig
contm, esta prbtenlao da companhia, longnei houtonm a tarde, acompanhando-o A ultima cedidi pelo governor itipera,, congratila oc desembargado :Loiren Satago: lor eassi ealcalando, deva repesena
arrahtarit e entfto querendo passar ao esamne morada nao sO ruauitos dos seus coilegas da Fa- n os-corlem ele 5O' Siasnfrmerosa fatilia/da Appe"lao "me quo30ao
deo 4trasemendas respectivas ao projeeto n- culdade e do f6rosAnas tarbem muaitos disci- qWuYi- um:d.r *msA eominendaveis ,ii- Apoellante o juizo, appelladoPedro Freitas No tir-a a ommissao Gentral de red
20 do corrente, rogoa V. Exc. quoe me as re- pules .e outros.anigos, seepr% ,oqo bros-nao por USAposso indepu dl, da Silva. calculo, uma quantia mdependen, da s
meotta. .'(e.ndoj]. : ra m vida. r. .r conto par sit'avalhettinmo e outros dettsLa- -Appella&o ciel quejA estavareduzida er moedado pa
SFicao praSidente da provincia (diz uman. De conformidade corn o avisde1 $ol tu- turaes. n .Y 2 Appellante a ompanhia '-Recife Drainage, ra one foi applicada, e corn in ife
emenda] autorisado a conceder privilegio por bro de 1860, o director intpr 4 Fa^ $adeo LoteriaSeta-feira,4 doeorren-te;'W0 appallado AntonieoGombs Netto. aos que destinava sa.
S20 annos a Manoel PIoreira do Regoou a quem mandou.que, por aquee in6tivo fosse s- trahira, e-0 i4& *, m benefl d s t Embarg inf ente Podiai be r qu o intigni
melhores condi6s offoreca para. a fandaQco pensoS Os trabalhos adade icos n 00' 0 do ire aT Forte.- Ertibargao Man Paingo da Cnha on- primis o etaro Conm tio en
dair 4 a Casa r t i argate -Manoref Pahlino da CanhaGu rmiosceai aCmi..oGn
de unia fabric d sabrit o no Canhotinho. > corrente. A' o | hei'&cntwrse A vendia na theia' eia; eMbarTado J ao Carneiro do Mesquita vesse em vista desprestigiar o valor da
Sr. preeidente, parece isto umra-extravagan- Festa de N. S. lo Born Part "ele- nriadasti*fstio e.toja deoao1ados do Sri..to, "Camara. sacada, mas neste caso nao aliaosaq
cia e entretanto passou, sere eame! bra-se amanhA com. magificenoia ,a fstlvida- pra dtlidepeadencia ns.37 e39. -" Diligencias da absolutarente, s jlgava o sacdor ig
Ora, seos nobres-deputados nab estivessemn, de de N. S. do Bor .Parto, na Igreja de S. Jos6 AS listas-Shire mesmo die da extrc- Corn vista ao Sr. desembardorprocurador sacado......... ...............
tAo preSurosos.para votar ja oorwamento, eu da Riba-Mar, onde 6 erecta, corn missa so- ao ; qt*nt,.-oftjordt,aopagamoento d6site- interino dacor6a: Antes deconr-ii, devochanar attend
desejara que me esclarecsseoa isto que tme femne pelas 1j horas e Te-Dem A n.mQite. mio,-s6 t, efgt -do seguinte dia em iate. AppeeaaO bivel pessoas interessadas; paa o export(
parece assim ure a ciharada. E' precise exami- E' orador do vangelho; a Rvd. Sr.'Yolo Car- Vad s-4 pedos os seguiptes De Serinbhiem-AppellanteO curador geral, mous artios pblicados no Diao e Pe
nar estenepgoeio bern-. setianenta los do Moura, coadjutor da fregoezia de-S..Pe- Prnwmbuae o. ; Su4 at& 8 ; appeltado ViCenteMetrde'Wa'hderle-. buco de28deabril, 3 e4de malo proxima
Esta fabri a esete privitegio nao Esa perfel- dre Gon.0alves e do T-Deum, 'Q Rvm. Sr. Fr. Cotopaxi dEnropa ate-9 Corn vista ao Dr. curadorgeral e depois ao sado; assim como pra a redaco do
tamente, id6nticos' de outras fabricasede0ott- Augusto da rmmaculada Conccao Alves. A inho E patf10 Sr. deserbagadorpocurador intori Snohoe P V
tros privilegios quo tern sido concedidaos! Nao orchestra exeutara o gloria do maestro Ma- Bahia '; do 1 at,49 r6a: das ultimas Mudaeras do Portugal, .ds
v6 V. ExaE. Coamoisto 6 impossivel -de ser re-Iriano Russo di Missina. Gladiator 4 H Etrpaetadt2 AppeIactes civeis dediqi s 50000 forte, pr
solvido pelahsemblda seor mais exame,? Pe,- HRoje A noite ha Ladainha' solemn, e pela Mon *go i do' 46 % ataLJ6 4 De Barreiros-Appante Ant6nio, pr seu faz que a quantia i da me sea resti
gunto: a fabric deo sabAoque se pretendean- madrugada missa resada, torminada a qual to- Casfsi deo wYorW -'16 '. curador, appetlado Joao de Oliveira UTch6a. S6amim 6que competedar-iheoutrode
dar no Canhotinho iraplicea corn outras fabr cna aban4a de musica composta de apren- .spift Sa do t Dd. Pesqueira- -Appellante o juizo, appellado ou dae-he applieao qu me satisfaa;
cas, qua se possamn oostitir proximas a a- dies. Ordnoque. d'tropaw1t 20 Franciacor, escravo. muito natural justo, segundo o meo m
gar denominado Canhetinho Mals festividades Ainda amanhi colet- Nigyer '. do: -.. at 239,' 6.0" Cam vista aoSr. desembargador ptmotor pensar. ,
0 Sn. GOES CAVALCANT_ :-Deve seo s6 brain-se as seguintes: Aconag O. ff oSr t '" interinoda justia Ur impefeito celebrante corn maio a
Canhotinho. A de N. S. do Cenaculo. na igrej o a a t PAa Le o-Segunda-feira, 10 -dot cortfite Appellaclo crime ao ribo ioom odo public, con
0 SR. PINTO PeSSOA :-Ser qu eosta cida- pirito-SapWto, corn missa s1eme pelas i'o0 ho- idevreaiile a sfe tte': v0 Appellante o apromotor. appollado Antonio maca do inno, que de urnp sO vo super
de doRecife ninguent imais possa fundarumta mras da 'nmaha eLadainha A noit -. Pea-mdSiieiwaitpraca do'GbrprS&A- Ferreira do Carvalho. ment applicao; e, quando o inenso
fabric de sabo ? PTE' orador do Evangelho, o Rvm F. Au- to n. 6, ayA'mavi6, gepreros e utenslo d4wr- Corn vista As plrtes : nao chega para tod o acto, tern elbs d
0 SR. MsNLIO PINTO :-Ndo senior. gusto da Immaculada Goncei4aIo ,ivbs, prega- mazrcae E ere. '" AApe1acoes civeis vir alguns assisten-es dizer -Qw est
&SRa. PINTOPESSOA-:-E so 6, qu grande dor da capella imperial. r .Pada M -Vdo e dosportds. do s9l ho Appelaife Th iaih de, Aquino Foneca & meus senre..................
miseria seria esta, Sr. president? mas eo -A de N. S. da Grav,.em$ J $p.'1o 0 C.. appellaos Candido JosI da Sih-a Guima- Deven-.se respeitar e considerar as pe
digo quo nao e s6 para o Canhotinho, porque
afabrca 6erd a p apun-ga n missa soomnle0nne a _a Cbmdn .i,,-Lai C eivo 'M Dr. ties & C. ; appeilarste o padre Francisco Vi- conformse OB soLo quo praticarem na
a fabric 6 verdad qu 6 no Canotino, ma da ahh, a LadainhA Anooitt, i Mig eliiA*hftnjo Peftiuido Rego, sas seubho- rissirmo Bandejra, appelladoJyoaquim d S Ca- dde. -
Soprivilegio 6 constituido pr 20 annos. Eu E' oradrdo Evangdhso o'Rva.$r,. r. Joo ra S fihW eores, eserava e craft, valcante de Albuquerque. u No se deve tirar ao home o quo lh
solicit a judiciosa attengoe do nobre deputa- 'de Santa Thereza de Jesus, pregator da capeL- jpr J6ib Freiseo a Guha e u ncamda Appebla o commercial tence ............ ...............
do que me acaba de dar umr apart paa este la imperial,. -lque o acos o.ha, Mano,eTotaT e. Bo'D:ta Appellanto Bernardino Gomes de Carvalbo, Perambuo, 0 de aetembro de 1877.
Pan-to. 'A e N.' S. dos todpoSo x$,'n pnttu da =andidu"-tmo P1 ~e. i d appellados ao adtniistradores da falleneM tde Afti. Pte oCo
SR. MORELIA Avs S-u to-la ouvi Boa-Vista, corn missa solemn 9pe asN 9 hras do ,i-ly --4"l l .G5' au-j' p o AraAoes d l.,tt..,
dos. da man-hi. desetemb-de,, Ebargos infringentes Prorinda da Parahyba
0. S PINTO PEsso :-.Corn effeito, a V. Festa de N. S. do Llvramento-Com a Augusto de Caifm Pales, brancol eC A,- Embargante Manoel da Silva Pontes, er- r da
Exc. parece tao extravagante quea o Canhoti- solemaidade e esplendor do -costume, celebra 26 annos, casa(io, Boa-Vista ; phtysica 0Wt- bargado Okell Bindloss &7C.
nho possa monopolisar a industrial do sabto a confraria de N. S. do Livramento, depois de monar. DISTR T1Q ES Aixo
que diz que nalo 6 s6 para o Canhotinho, 2, 3, amanhl, 9 do corrente, emr sua igreja desta ci- Ignez Maria da Conceivio, branch, Perqam- Recurso crime- Tenho provado, a luz da science
5 leguas depois do Canlihotinho, quern quizer -dade. a festa de sua Excella Padroeira sob buco, 67 annos, viuva, S. Jos6; lesleo orga- Ao Sr. conselheiro Doria : logica e dos factos ao iltustrado r
p6de estabeleoer fabrica de sablo. aque;la invocagAo, corn missa solemn a Te- nica. Da Atalaia-Recorrienteo o juizo recornido h a .sci,
0 Sn. MOREIRA ALVES :-A nao ser no Ca- Deun. Maria Marques Rodrigmes, branca, Portu- Francisco Antonio de Va'one ellos. COs homes da s.enca, e aos
nhotinho, seria uma extravagancia E' pregador do Evangelho, o Rvmn. Sr. vigario ga, 38 annos, casada, Boa-Vista ;-febre puer- Ao Sr. desembargador Reoueira Costa rids aigos da Sr. Dr. Aton
O SR. PINTO PESSOA :-Ah como eu qui- Jolo Marques- de Souza, e no Te-Deumno Rvm, peral. De BanAndiras-Recorrento ajuizo,'recorr- Cruz Cordeiro, qun S.S. 6, come
zera star na doce illuslo de V. Exc.! a fabri- Sr. coadjutor pro-parocho Jos6 Alves da Costa Felicidade, escraa, -jrta, Pernimbuco, 15 do Felinto Fhorentino da Rocha. dico, um ignranto, C mWsmo
ca eostabelecidaano Canhotinho com a do t Gelaanos sotira, SantO tAholao; tubercubas AoSrdesn-bargdor Soau Loa: inap t n pa a
cidos de algodlto foi estabelecida nesta cidade, -Na tarde do referido die 9-ha rezoura quo pul.noanes. otr anl Do Gananbhunls-Recsnrentor a ouizoa L eboi vor do urna mtorna, ea diapre
na Passagem da Magdalena. p oenorrerA unicamente a rue em freute a igre- Catharina Maria da 42nceneok preta, Africa, do Jolto Nepomucono do Motto e eilVa.
Pensa V. Exc. quo queo quizer p6deir es- ja e as quo flcam aos lados, e pela madrugada 80 an-ris, solteira, Boa-Vista,- hospital Pedro Aa Sr. desembargador Lourenco Santiago: car urna molestia qualquer., ainda
tabelecer urna fabriea de tecidos 1no Canhoti- uma missa rezada. U ; velhice, D' De Alagoas-Recorrente o juizo, recorrido seja sezdo; e tante isso assim 6
nbo ? Amanha a-i. note ha Vesperas solemnes. -' Mariana Augusta, branca, Portugal, 45-an- Jos6-Guedes Nogueira Filho. "
0 SR. MoREiRA ALVES :-Creio que n-ao. A orchestra executarnA o gloria 4enominado nos, viuva, Boa-Vista, hospital Pedro II; leu- Aggravo de instrument apezar de ter lido Alguma cousa
0 Sn. PINTO PEssoA :-Ah! mas n-o vS. V. --N. S. do Livramento, credo-Mercadante e corrnea. Ao Sr. desembargador Souza Loeo: ca do beriberi, nao conhecea; di
Exc. que este negocio t~o innocente assim na o Te-Deum--Divino Espirto-Santo. Maa, papa, Pernambuco, 3 dies, Recife; Do Rio FoAuruso UAgravantd Casper Ca- nIure me;, em quo assna tic ao S
apparen-ci, tern am fund de gravidade, que Maceib-Nessa cidade, capitaL das Alagoas, tetano, LIJ J va do Ao uqes u UhAggrava do nteo n-on coroner Aranha Chacon, ao
precise soebrn beestudado? telobra-se tambem Costa do N. S. do I~rra- his-l'tu t, -_ juiza.. ""sori dea mosia dig
UM SR. DEPUTADO :-Som duvida. mento, em sua igreja, sabbado 8 do corrente, r" CHRONICA JUDICIARI -- Apolegao crime s a dessa lOolstia' e dagl
0SR. PINTO PESSO, :-0 privilogio, veja'V. co miss solemn e Te-Den, aom expot Ao Srdesembgao aaLeao cando outras, para qualquerdeUas
Ltd Appe ao jusimae pebd rvnun rtret euio
Ext., a pnivilegio 6 pare a ilxbric~a son ostabe- g@o do SS. Sacramon-to nostos attos. B BE StTEM-, eemagdo DoaL plcdan anoiho ~o en uiaeaf- ES!N6 Dca- Pep0ca-pelat ajst aapeldoceeuu ta-to e'aio
b'ica vai son estabebocida lA coma a dtteci- Na tarde d1aquolbo die ha prtcisslo. B B M877 Paulentino Francisco da Silva. Hojeveho perante este ill ustrad
brioa foi set es taelecida a htcmeaaadhybe-A- irad atnrd ae d min go 9o aESIOEiCIA DO B SR. CIoELHSI.. 8 Encerrou-se a sesslto & I hora e 35 mi-u- blico desenvolyer a segundapartedd
dos foi estabeletida aqui, n-a Magi4ei, 'ias te a nacid-Adinda Pnreldybe, a f9t doe and.. PRS IDAN5*LMO FRANUSC $11 lfSg~ o s da tarde.-
o privilegio extoende-se al6m da sdqs conse- ts, ha na cidade da Parahyba, a festa _e.N.S. AMSELMO FRANISCO ________________,__,__,_ .. taphio, qte o Sr. Dr. Cordejio esce
guintementoe ningueo, veja ben.Vc., po- Mli dos Hoanens, cmo exposioao do Sacra- Se aeaio Dr. Vir^iio Coadhl/a t r .. pare ser collocado no tumulo,.
derA estabelecer outra fabrica ,e:q .bao -m mentor nar missa solemne. A's 10 horas e 3Q minutes da mdnhi, pro- d IpuIit tO S T I- ettir suas g loria 361,s ti
qualquer onto da Drovincia. r Ha proissa tarde. .. i sentes os Srs. desembaaradores em numere .


................ ........... .mentedesortfqu. \
uto 0 (1) AlIm de pla- p6doe-se, epwm A -
'o es- gio, erro do traduc- no io dt.i dver ",-
)logia tao. Grandir 6- plde cotopmwa -w
Mar- crescer--. nao--en c0h op "*sr.,so
Spla- grandecer-se-. delIa?'
Spro- 5o Periodo pag. 23. Toioa vfb. Al-
t qUe 5 .1.
q i Firmados n'es- 4 l pe to- -
)rdei- tes prrncipios, .to- dds' q a.,&
ver- dos as povos .teem nmUiriamm-xistem -
&o se admittido aexisten- isa de.g -alaes
rou- cia de U"r& alma' d4' -,e,4
isfor- diatincta ,'4os oqr- gaos6,.'[ i.
Sjus- gos, destieada a sobi-
a pu- sobreviver ao cor- po e puell -
po, porque a sua suao a
eiro : origem navonve-i da teria. e.:', -S
tran- material. coi
:a me E' este o'facto dasash istoi
a,Sjr- provado por tQdas ibd os os "
0, s histories, pelas tos, pel i:.
g emonias religio- ntas '
O6r' eas de todos as po- tedos::- -M-W.
ivas, assir como sirmr
pelo testemunhe u- ton .'
eto., nauin de todos os de a'todos emani
3cien- escriFlpres. v torew.'v' .,i ,
6 in- 6o Periodo pag,, 3. Ton Ao1.
)rd
Spla- Deads as na- "C
con-' $fes mais barbaras maits
que as mais civlii-
qua- a hum, $' ,
,e acba 40- -.
quo
,na iao,, sb e N^ ~ 9^ -*
.I^ s
T/=F-
. ',m
.-r ^*^^^ ^^^E~ ffl HB^*P1RNH*H!^H *^ ^^^--i-^bw^.


oravel dein da organisa- dem .a organisa-
lto me ao e, e que se pren- ao, e que e pren-
relatoe- dem as suas func- deni a tres specieL.
o qul- CS:) W- -.^ **'yES~f9yl~p'f
o qui- .... W.a .
aqw- .. ...I j SP^SLrflQBR
period pag. rf22. c "2z vez. vi-. 4,
e letr a
da ou Mas d&de os a4 d os
SILBSA mnae%, cujas or quo
u acei- de I'uncgues teeLmc o tLeew as
Ste pa,- M
Passa- Lnmenor de nvoylvi- dfztt 4.di
* vi,- Mneito, coM00e zopr rrIa fl.-.nf-aibr
witas phitos, a aq.ue4es grip s7,4 40olvir
!, e w cu)as ftuncss ode flt ,ofti-c!;is
paga- ,
o,Lis- iuttiyao e relavao ,O opuftp v s8*--
assumem o maior os aeirp -a [o.
acreta- @grao de desenvol- quakes as dM or-
trata- dons' 4 "
lisado vimento, eomo os de'' r fdtWA
no de verteb r a dos, hne- .s "ftf-
ie seu nhuma relapro eQ14v 1.>
tal existed entire aU p. ..4att f ;l ... -.
sce- as1.4. :,0...
forte, suas funcee e as ..' ..
tendo fo ras qLe preside w -a
'emio aos pihenowenos da ...... .',, ... -
organisacdo do ho- ....... -i#. "
unm is- 0 -
menos "e" -'; --** a'W "'
Ira sero 3.0o Periodo pagai Tonow .i.rri 4--
mal va- 22 a 23 'A'' fUr.4-'pag.
ro sa- 278 *
luzira (( 0 flue se nota M asnota seem
va, on log0 a primeira ti. aIgima4fse phe-
iz pa- ta, 6 queo as phe- nowenos,. ct
rentes, nomenos, que se resdistihctiv'os,(pl4
to Sr. ligam as funccoes l i ,dhot
,ral ti- physiologicas, apre- ubri"sbrla'ia$ 4,"
firma sentamrn caracteres devqm Ihe asi"S aal
tuena- distinctivos, qie fa- urn- destino, to4
r .ao zern do honmem um especial; i aitvi-
b das ser. differente, as- dade de s intel-
nos signando-Ihe urma ligencia-queo9ele-
ran- distincgao toda es- va acima flof1-
Seas- pecial: 6 a awtida- Lidos para att& ,
saque. I"f
ientes dad e sua intelli- o infinite; 6 ai-
quaes gencia, que se ele- berdade. quo prtim
so se va acimados senti- de as sM11,GQP, -
it dus para tocar o in- os torna -capno do
is finite ; 6 Jiberda- merito edeuwerito.a
dod d de que Pireside as ....... .............
suas acgoes e o tor- ..u..
colyto
isTr- na capaz de mrnerito.. ....
ia fu- "".. ......
nrlua- e dem erilo. .... .............. .....
depois 4.o Periodo pag. 23. Tomno 23wverb. vi
e o1. paa. 3Ot,. vi4.
Upi& future 79
csss, Assinim,ps, o Na pagStlo 1-
socie- homerm nao s6 se se :-Urn s6r vivo
distingue pelosres distingusopor tres
e pr- caractere- eseri.' araciA s esa- "
ciaes communs i ciaes a todas as ef-
rga. todas as especies peciesg... aorgani-
dos series mvos, clas- 4 a g -1ldadai
sificados por Four- de crescer (gran-
nefort, Cuavier e dir), a do so repro-
Candolle, isto 6, duzir... O0aaimaes
La, da pela organisag.o, se divide m segundo .
Mubli- pela faculdade dese Couvier em quatro -
pro- engrandecer (1) e ramos; os vertebra -
10 da pela de se repro- dos, osmotlescos, os
rme- duzir, comno at6 articulados e as zoo-
dota- petas sensac3es. A philos.
niar o partir dahi nehudi .........................
nosti- ma relapao mais ........................
t que encontramos; poa'.. ..............
que, q te o home, alum 'M. de Candollo
acer- das sensaeoes, gaza fez uma diyisao das -
fann- des faculdades da plants em quatrr p
r.-te percepao intelleo- classes, etc., etc, s
e elle Wual e das iddas "Na p *9 16-
nosti- mores. 0 home se:-No :e
pr6s- quer, nao como o a- o homea ter a'ses .,
nimal, pelo instinc- sa-oes, coeo. tern
opul- to, mas quer livre- tamb
o epi- mente, de sorte que inteiectu^ idBas ,
-eveu elle se eleva a nocao mores; -n' ,9- -
onde do'dever e daeons- menterN elle que,,
'ium- cieneia. e .nmn- nn,, KVCr


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poe que havia
entro. o oorpo e a
a lBa humana umna
i hm.&monia preesta-
HLei- beeida etc. etc.,.
Soc- DeWscartes preten-
Rm adi- deu que o corpo e
como a alma sAo 'im.-
(pbres plesmento as wau-
u s |pd-pheuoraW.0,
Na pag. 5 :-
,ven- Mas, se nao 6 pos-
0s na sivel determinar em
s phe- que consiste a
cons- unino da akna e do
mar- corpo... pode-sepe-
e by- lo menos estudar
onjec- as condig6es e os
t pr> soul 6 oa, -opi in-
nstra .estijarual o
a, am 7OOi rt de
corno 1terveno que
Sonde perteneb. aosorgaos
,o re- na prodtcao '.dos
i a ce- phenomienos 'a
ia do consciencia. irufchli-
namu- mente nao se 't.m
ilande a esse respeito Ls"-
cessi- nio hypoIithe. -e
'orpos conjecturas. ..
cama- Ainda na.- pag.
ia me- 528 :-Procurou-se
a, not a priueipio deter-
ao" s6 m m"r o que se po-
moatd de charnar de algu-
ragdo ma sorte a s6de d'-
Ipoer. alhna.. E como se
71 estadi persuadido


I--

I., ~>


. de que os nervous
Sse xoa) reflectir ge-
Sralmente no cere-
Sbro foi n'essq. or-
gao, que se qaiz a-
Schar uhi pontocen-
Stral onide a alma es-
Stivesse presente....
Esse ponto central,
. tornado tao celere
Sdebaixo do rome
Sdeo snsorli o -fr
* mune, fro litrcSi-
J.[ io a n^(^9^^^-

U Sr i
.da8 o~tcfdS'' me-
" dullha hig d em..
.fim o quarto ven-
triculo. '


9.o PeNriodo pags. 24 Tomo 2.0 verb. Al-
25 ,ma pag. 529.
( Nao obstante ( A anatomia e a


Sconhecermos, como experiencia o de-
medico, que a ana- monstram de uma
tomia e a experieun- maneira incontesta-
S eta tern demonstra- vel; basta cortar
do de uma manei- oui mesmo ligcrar for-
ra incontestavel, q'. temente certos ner-
basta mortar certos vos para que logoa
nerves, ou rr.esmo parte do brpo -em
ligal-os forL-tementeque relles se distri-
para- qup logo a buem perca toda a
arte 4o corpo ern; sensibilidade. As
'j que elles' se distri- feridas ou as mo-
S buem, perca toda a lestias que paraly-
S sensibifi+ade, que sam os nervous ou
z:'" as feridas c as mo- os alteram p'rodu-
S lestias muitas vezes zero, constfantenmen-
paralysam as nor- teeffeitossemelhan-
vos ou os' alteram tes on analog-fO. 0
*. produzindo cons- mesmd' diA-se a res-
tautemente effeitos peito dos movimen-
A:. : semelhates eanalo tos me s% compl'-
os; qu o cerebro me- o cerebro dle
i ,de am im-f ou uct fKi de
de urd ani, des- um atimt4 ello
:4 de que 6fomnpri- perdelogoa fadtil-
mido, perdbjogo a dodode fl4 i"
I V faculda4e de ope- trhirseus- rm1 -
-- rar solw os mus- los; se so corta Os
culos e de contra- nervous, que se dis-
I, hiI-os, u ftQtante tribam a urn or'
tnd8, issW O.?que a gao, elle fica para,
,. -hywtoi$ a ana- semnpre paralysado.
Stomia ukhiam ex-' ........
licar dizemos, ..
emm r loa estamos .
Ia rert aep~r.rue a .
a sesaig0 e -
r1 ta :-..........
a sons nr
meio do cegabep).. .. .
dos emispherios, ...... .
da maasa encepha- ... ..
lica ou da muedlUa. ..
10o Periodo pag. 25 Tomr"o veA. Al-


ra
rare
butA
08'0"ed
eE


lag.^m.
Nao nos demo- Nwp.aop-.lemo-
mos soL aste rare ,. o
oda -M uItecto s
ico-p t m.q- raculj id'-f immlt-
porqu (lui&o diataia iaulon-
eta, ansj e au t o-
tPDcQI5ef4iP-- cer*l af |k

l0'^^ -o-a


|rmi~~i.."soft^
e, *'. .Oka


TF||"r.


as theoiaS qU0 Nr, por-
que Amoda vem a alma a erebei a's
sensagOes. .
Ahi diz o oitado escriptor:---r, pen-
dant la p h4art sembient convenir que
.a sensibility n'a point de sidge exclt-
sif dans le cerveau ;qu'ell appartient
au cervntt aax h.mispheres cerebraux,
mais phis specLLment A la moelle dp-,
nire, -que paraif en 6tre le foyer prin-
cipal, bien qu' elle soit '6parie dans
taqte la masse de rencephale.v,
No 10.d'veriodo o Sr. Dr, Qordeiro
diz que nio cr6 na sciencia media phy-
siologica, qcuando pretend expilcar a
influiencia das funegces dq cerebro so-
bre os acios do espirito; e, para dizer
isso- aflb4a-foi precise plagiar, coino
aciima ou provado.
Li, nao me record onde, a -seguin-
to exclamao: (cA cawphboraI A cainm-
phora! Eis a palavra universal da
sciencia medical !
Parodiando, posso 'tainmbem excla-
mar: 0 plagio 0 pldgio! Eis a pa-
lavra universal da litteratura do Sr.
Antonio da Cruz Cordeiro!
E agora, Sr. Dr., como se apresen-
tard S. S. per-ante a parte d'este publi-
co, e de seus amigos, a quem engaso-
pou por tanto ternmpo.
.Deixe cahir no meio d(a ltwaa publi-
ca essas prniinatioas pennas d3 pavao
corn que se adornava, e apresente-se
corn miodesthi, dispondo s6inente d'es-
sa mediocre intelligencia que. Deus Ihe
concede.
. No seguinte arlig-, que sert o ultimo,
eu demonstrarei, que o Sr. Dr. Cordei-
ro 6 uw?, amigo dosleal, e entdo me oc-
cuparei d'esse, infeliz 'telegramma que
S. S. extorquid d( Sr. Dr. Azevedo, no
qual este Dr. exclamou: Abdor burla-
do Josd eL'pos victoriosaso
Parahyba 17 de agosno de 1877.
Dr; Abdon Felinto Mfilanez.


Quer-se saber


Pergunta-se a tuemrisuber responder, se 6
exacts que a so6adadei de Bel6m estia para
acabar-se, e se o motiVo dtsto 6 nao hayer di-
nheiro, nao obstante haver vinte e tantos so-
eios e gastar-se apenas -8$090 em music, um
rebequista e 3j em volas?
Pergunta-se mais que apphcagAo t ve o res-
to do product da subscr.pCAo promovida para
factura da casa do velho Lessa, iorador em
Campo Alegre, product esse que consta ter-
se elevado a mais de 100#), entretanto que a
cvsa custom apenas 558; e o rsto ? Estarmi
guardado para quando for do novo incendih-
da! .....
Urn dos contribuintts.
Aviso ao ptubliteo.
\Os abIio assginados provedor e, -i
curador ,tAral da irmandade d Satift
Antonio a .capella d'AguaaT ri4. de Be-
beribe, ein none do toda irnmatrtdade fa-
zem vcianlar .resp'tavl ptlico que
sabbado, 8 do corrmente, teratlugaro prin-
cipio da obra da nova igreja, cuja obra
a irmanmdade estav despersuadida do
a f'er, por 94 ,te rpblidqA f oteria que
recuereu i pore6m a mesa irmandade
tendo'i sua fifehteo Bvdtrn. ep' ego Can-.
dido Ferreira da Ci.jqcl ialdmn dos
muitos relevaates se.rmQos prestados a
capelUa e aos habitafites dbo ugar, tern
tabe4eejn 6 rp( a:sioq 1 so capel-
lao gratritaimente 1d espaqqde. treq an-
I os. *
- Louvores afiaoSa e-coteoo Candid que nao olbando a crise, assoguroua'ir-
mandad.e quefpes .de seus edforcos
obteria dos ffeis esmrqlas a a ia .fp
ria feita; por isso pedimos a'respei'
t.wl plV t hAjie depositem nas maos
d'este dittincto sacerdote urn obolo p-ra
No esmili o RdiM ronego
Canjidb celebrar ai t issa as 7 horas
i pJ r-ll-9: se-ha principio a
otM^.r mA- uja^ am
grande gi'aiidoifie fo dete(e Af!fii4A
as 5horas'da trdp suhira 4o ar um
lindQ balao napa. vistq n'9iP*cid4e-
offerecido: pet'Sr, M atbg I'mnsire .da
oflicita ,di eotma^r' e E rjeeoTil~incta e
haveradanc&arde,.oraa pelo mesmo; du-
rante a tarde tocarA a banda de music
do 9o batalhao do linha as mais lindas
peas de seu repertorio; a noite have-
ra uma ladainha em acao de grapas pe-
lo.deioe Artists e trabalhadores que
coneorraramde A Bpontanea. vontade pa-
ra tao iusto fim'
A imrnaiadade do glorioso Santo An-
tonio pede e espera a coricurrencia dos
fieis para assistirem este acto -de reli-
giao, assimru corn o coadjuvagdo de suas
etmolas para a mesmina obra.
O prowedo, Josd A. T. de Almeida.
0 procurador geral, Luiz W. de Car-
valho. "
w *. f


P iastttto Aatoiu6|ico
Powrta iEM4ria' s nmunica a
queim iteraiar,Uyae d cu'fo gratuito
i.qif.ansmo o tlo rio i mocidade,
.,.e ,ear do dia wi
--.- ra *^ o0 trente em


O Wb*taAf4j u.m& quizerem ins-
y g" "rafrequncia das diffrentes!
Las now c' o podo W


Fvtu"
L"UO0


7-,-!. 'W:P


;' v.*, "
. ".'
.v^-',,,5 /
. 7 -;


E$iteg ?para c ..veattdo par
casamento, baile,' heatro, viitas, et.
etc., etc. ,
Vesturiros para crimanas; prepare.
tudo na ultima moda da Europa, coqi
muita perfeisio.
Preos muito Iazoaveis.
18 Rua do Barko da Vitmb a, 18

Coilgio de NT. S. daGI' a
J. 4 )NTIE.P' UCHO-l04
Director
Mademoiselle Anna Caroll
0 0 rao de instrucgo neste esta-be-
cimento consta de portuguez, fratcm,
ingfi. calligraphia, aritfimetica, -geo-
gA. hisioria, m-ologia, W us.i
p18no0, danas, -bordadea& doed.&
aT:-q clitei, crochet, 40M e 464e
ece.bem-ge seoiuts mfio-'
sionistas e exteoa&ii-* aib as' I
ris a 40,.s snds u"l' e asa
mas por 5IO'port:Tmez, nk,.
eAlin '..g -. u:Jr '.
A ling. a 'a '--__.*i.c:i .-
LZ.wz. .*'T- i.?


S
f
i


50( 'por ana, yurosAe de
.ie, comuadep doi dti,- 'l
lugar o depopitg. ", ..
".o mW 564 v uf il~fi n
juros prefzereni a somma de-:4X s. esta
4lti ma inrportancia continual, a veneer Jo4l ;
conservando-se o restante, .em deposaWt wiBo
premio, emquOtp oo d"eittnre o nlio-re-
*clam ar. ... -' '
0 depositanteipde retira't em qialquer tenm-
po toda a 4*uw Itdeaistate sm jitmros, ou
s6mene perl, rMlrsa o A edaixa om ante-
cedejia, coder de W~_ a"4irporitalia que quizer re-
tirar. -
No im de cada *emestre do anno civil ser'o
capitalisadoue os jurom yancidos.
0 depositante que perder a remqpectiva ca-
derneta, devera participal-o imnmediatamente
& caixa, annunciando a pera pela gazeta de
maior circulaolo. Pagarf '-poek nova cader-
neta que se Ihe expedir. .
E' expressamente prohibido ao depositante
fazer emendas ou qualquer alteragAo no texto
da caderneta.
0 MONTE DE SOCCORRO faz emprestialros
de quantias de 5.. at6 -a quoe f6r convenciona-
da, sobre penhores de prata, ouro e diamaq-
tes, a juros de I por cento ao mez, sob as se-
guintes condigOes :
I.a Pagar a re.cpectiva quantia corn o premio
de I por cento ao mez que se veneer durante o
prazo quo se convenccionar, que sera cootado
Zi data da operagao.
-2.' Ser vendido em leil.o o penhor, se ven-
cido o tempo naio f6r-resgatado, ou pro.'ogado
o prazo do emprestimo.
3a Prescrever o saldo do mesmo penhor, se.
nao for procurado durante o prazo de cinco
annos, contado da data do leilao.
* 4.' Se acontecer que q penhor so extravie
neste estabelecimento e nao possa ser resti-
tuido ao mutuario, sera o thesoureiro obriga-
do a pagal-o polo preQo da avaliaQio e mais
25 par cento de indemnisaCAor
O mutuario podord resgatar o penhor antes
do prazo estipulado, pagando a quantia eM7-
prestada e os juros vencidos.
Recife, 11 de junho de 1877.
S guard' ivros,
Francisco Joaqulm Pereira Pinw.

Educaeao de mneninas
Uma familia convenientemente ha-
bilitada, encarrega-se da educaoho -de
meninas, ensinando as mterias quesedbio
em nossos collegios. 0 magisterio 6 exerqide
pela propria familiar, quo eWt4 (p condic
do aperfeigoar suas alumnas nos p4ncipipQ que
constituenm a educaao convenient oAtma. se-
nhora, A easa torn commodos para externas e
pensionistas, que se recebemn por modico pre-
go. Para informaSoes: o Sr. Gustavojda Silva
Antunes, na rua do Parao da Victoria n. 46 ;
o Sr. Joao Carlos Cavalcante de Albuquerque,
na cidade da Esceda; o Sr. professor loaquim
Elias de Albuquerque Barros, em Pio d'Alho,
em Govanna o Sr. Froderico Augusto Velloso
da Silveira e nesta typographia.


AIDVOGADC"
- Rua do [inperador n. .48

Institute d- ,N sa S ora
do C t 0,o
RUA DE S. FRANCISCO PALACE IE N. 72,
Director HIermino Rodriguesde Siqueira
Medico*,Dr. Cyri Ino Ca4tro
Prolessoes:
Primeiras letras e pottuguez-o director.
Latim-. DrV Altinode A.aujo. -.
Francez-+--,O, Sr, E. 0'. z
Inglez e rhetorlc a-n)&-. Ta n4is0o do Brasil
SPilato Bandeira Aceioli de Vasoencvlre.
Georaphia,. hiotoaiae philmsophia,-& o Sr. Ig-
nacio do JRtego Barros Peoss.
Arithmetica, geometria e algebra- o Sr. $b9eA
Ferreire da 4i,.V4iram. .- -
Deehy~aTaea' fgr s- r. Aifredo
Biucaslfl'. Try.T- ,.
)Iusica wai wll~ltlziJ a- o Sr. Candid,
'(~imrs drWIvam.:' c oB ^
,paq no-jo~ ,r;, ,c,
-iecebe 9ISwmslie iU w, i amJtoa
otxienos a ohJo, 1e3 1in;,; in -.7-,i ,
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rin A Vcrascocios, .'ERRESfTRI deted a e__wt, contra os ris- l): Ma :.
-1;-^ellpitok.;.: __w.deefogo waic~mntqTmn, ete~s ;,,, ar:l"^ ^^ ti
S". Lei,, ". rMeIdIMOS oofire'.irad s importadas N. +i4. Francisco M' .< "
]"" r' "' ap"E ..... peortadas em vapores e navies a rela. Siia Taiares, urn. ,+ob "
f 'ALFA..ND5 / Nos seguros ewuetresaz. a concessao gire de 2 antares e loja, tren-
fS neto ote dia&l a 5 32:452 mirta do premio do setimo anno aos seOura- ad
,Mem et dia 6 -8:059.l0- .dos que durante seis annos consecutivos -e, f .ae 1 Fpr 6a950 d
--.-^i-^-rem seus seguros nesta conpanhia. F' urn bado ne 2
WW9^i2 AirMte nesta cidade Miguecr Josd Alves, &t Farias, umn sobrado de 2 .- +++i..
-_,..._._-__-rua oBom.r us, oitr'ora da Cruz, n. 7, "1o andares e 'leja, arrendado
D9tertre amMhInsdoZet' brod877 a th ar.
flUOPna! nap. e -io Se uro no.tr pa fn N. 15. Manoelda SMlaLo-a
trapi Co ia. pe, urn sobrado de u an-
vBpor ,iiar~lo~te t~ea ,Bneros The Livevpdop & London & dareR e loja, arara endado 3
___ paos iaaladta 'h n 7115000
Barca~ inp* ~ibL <)o, cdir7^Aespachado Glb N. 19.Of P auin Mai Ba1tos
^p~ro-rponto lisurrdfcc Coimn~ag v N19 lMaaBay
Barca higlEza AuMPAl.e, carvao despachado aP vM conrurn n brad& de un andar
B Iar~ a o pot, AGiNTES e loja, arrendado por 330$00
Rerd, hHAlz.Saunders Brolhers t C. Travessa doaAntigo Porto r

Patacho americaho F. J. Hendefson, kerosene l--norpo Santo--t do Recife, urm sobrado de
para deposito no trapiche Barao do
OLiv a e v ee 2. andares,loja emeia agua
Lugar inglez Caroline, feno para o trapiche do por 3'3500
afandega, para despachar. a aes Travessa do Born Jesus
6 p 5oAugusto F. de Oliveira & C sacai N. 2. Manoed Jos do % Nas.
Importago por todos os vapores sobrie o Banco. N .i6.F la Ba sle
Ligar inglez Caroline, e'itrado de Buenos- de Portugal e Banco Uniao em Lisboa uarentoa utua p casa edrea ,
Ayres m 5 do correte consignado a P. C. e Porto, e sore as caias fillies areada por 144000
Wright & C., manifesto d ee sio s has cos emlias Visconiide de Itaparica
Feno 450 fardos i ordem. agencies dos mes s bancos em das Manoel Coelo Pi-
SHiate national Des., te Guarde, entrado de Portugal nor oeiro, ima casa tei rea
Santor em 6 do corrente e consignado a BarP- ta L. r l L d, arrendada po 273000

Pipas vasias 20 kX ordem. "71A v-
BacIhoo e orn co, man ifeslou. A : Jespaebado^ ^^* Glob poth ro
K v'S ordn,.HOYIENT Pi PO T N. 1.9. Manoela Mariah~ B .as






S ,^...,.. -- w i ,w Silva, u sa casa terrea a t-
SVapor niacional Penedo, e-ntrado dos ports Navio entrado no ia 6 rendada por. 1) 3$000-
do gukna mesa data e consignado a Doieain- Bahia corn escala-14 dias, vapor national Pc- .Rua 10 Arcial
gos:Ares Matheus. manifeatou : ,nod, de 698 LonelaJas, commandante An- N. 5.r Thoma ren Teira Ra Bas
Alodao 100 saccos a Amorim Irnmao & C. selrno P ores, equipagem 25, cndrga difuordn- d
Assucar *5 saccos order. tes generous: a Domingos Alvos Matheis. os, ura casa terrea ar-
Barricas vasias 287 a Pereira Carneiro, Main Santos--5 dias, hiate: national Deus te Guar- rendada por 1893000
& de, de 59 toneladas, capitao Joaquim Candi- Praa do Chaco
Couros salgados seceos 1,7.61 orde.n, 250 do de Macedo, equipages 7, emlastro; a N. 8. Manoel Pinheiro Coc-
a Domingos da Silva Torres. Bartholojneu Loureno. N. anoel o
Farinha de mandioca 2,815 saccos a orden, Rio de Janeiro- 7 dias, barca portugueza Occa- iho; umnia casa terrea ar-
1,565 a Francia"o Gontalvos Torres, 5 a Ma- .nia, de 243 toneladas, capilto Antonio Mon- rendada por 1 3338000
noel R. da Costa Magihaes. teiro de Almeida, equipage 9, carga varies N. 3. Jose Goncalves Torros,
Piassava 502 mdlhos ao consignatario. generous; a Amorim Irmlao & C. W uNacs toerCa o rrenh
Saccos vasios 2 fardos a Amorim Irmaos & Observacao d asa p eea 3re 000
C., I a Miguel Jose Alves. Nao houve sahidas. dada per JorgeW
Suspended do lamarRo para Charleston a S. Jorge
DESPACIiOS DE EXPORTACAO NO DIA DE barca ingleza Sea- Wavecapi5to Bowden, corn N. 14. Carlota Catharina Ma-
AfOWSTODE 177 o mesmolastro que trouxe de Banana (a fira, urna casa arrendada
Bortos do exterior costad'Africa], p e 273-000
No vapor inglez Chrysolite, eari'egaram : para Arribou o vapor Mandahri, que tinha sahido prP- 27
Liverpool, S. Brothers & 0. 12 saccas corn hontem para os porlos do sui. -. 22. Thomnaz TeixeiraBas-
1,900 kilos dealgoda o; A. D. Garneiro Vianna a__ __ _Alves__ __ tos, u ma casa terrea arren-
4 sacos con ,33 djtos do8 eiCarneiro. diTdciaA es o oaada p 240000
Na barca national Saudwee, :arregou: para 1 i N 76 Manoe d Coelho Pi-
Liverpoaol, P. J. deSiqueira 1,36d3 accos corn d _ia IN. 76.Manoel Cioeilo Pi-
67,000 kilos de algcdao. -..- nheiro, usa casa terrea
Na surmaca hespartola Thereza, carregaram: Prolongamento da estrada de -arrendada por 2138000
para Barcellona, J. 8. Loyo & Filho 49 accas ferro de Pernambuco. N. 120. Jos6 Gonalves Bel-
corn 7,718 kilos de'algodgo. EDITAL COM PRAZO DE 45 DIAS tra60& Irmao, urn sobrado
Portos do interior De order do Sr. engeiheiro em chef. de 2 andares e loja, arren-
No p ho national U o, carregara : afe da direct e a odrolon- dado por 1:753000
ra.-os aios 2 a rdosi a Amorim Irmios & 1f adrczobfs'ealiaito d)roo- dada por t:73$000
r Ia M ~i&guael 4Ds6 4moiiaNo houvesau daC





850, barrlkiis corn 78,90 kil"s' ide baSsucar gamento da estradat de terro de Per- N. 119. Jose Gonalves Fer-
branco e"00 ditas ctni 35,s2aiditds de dito namb q ufg paltlieo que no escrip- reira da Costa, umr sobrado
,taSo. ... ^-f.3..ffi torto centsartIm Paimrnres, recebom-se de arm andar e ibja, ar-
NO brjgue naWioqa *doleIp7 carregaram
ara Pelotas, P. CT. Maia S. o baris corn propostase C rta .fechada, ate as tres rendado por 522#000
c4rr8g00: pitras *horas da tm-re do diall de setembro, N. 137. Ladislio Jose Fer-
No vapor ntaien^ Mjaftuia/^, carrgo; a pars para o tttr-te do material rodante reira e outros, dtm sobra-
Penedo, A: Perdirada Silva aracfes, e dos appa' lhos, utensijios e machines do de 2 andares e loja, ar-
IEli r tos do aud e xte riorco3a dfrcas pr 7300







kios-de aguardeat& e d i c par oficinas e estacoes, sob as cohdi rendado por 7716000
No vapor niacional Pirapama, carregou : a6OS seguintes:" Becco do Paschoal.
para o Aracatyr, F. D. de Azevedo 40 saccos I N. 3. Antonio Josd Dantas,d
corn 400 kilos de farinha. O material sera entregue sobre Agua, usa casa terrea arrenda-
CAPATAZA DAd ALFANDEGA noportodoRecife, transportadoatea da por 1445000
Rendimrento do dia I a 5 339"98 estarao de Uria, da estrada de ferro do N. 5. Francisco Severino da
Ideni dodia 6 79B L 5o Reeife-a S. Francisco, e d'ahi ate o de- Costa, uma casa terrea ar-
', ,. ----a-- poslto'"ue for. coastruido proximo aoas rendada por 2135000
4k778 kio trilhos da mesma estrada. Primeira sec-o do consulado provincial, 5

SVOLT"W3S E"=RADO^ ^'S Si & e 1 de setembro d S 1877.
.orM +IdoPo- ..lin ied + rd2- Serviado dechefe,
No ,al o nci.a: ++l qt+rto car gar m : P eran-b,~)n0 mei







NO (N~ i- i} i a o fr eale- do imperloal Vicloiano M. Palhares.
No dia 5": e.a &. e a dir a 1:75,a00tf0da -
Vapo mf'7n8,%5 n d 59 -dd f-fW5S p.ees d arS ra ddetPerasN 1n'IAlDvA Fer-t
Luartas' eft 35 t Barca i'S0I Fc As a roo 1Wax :- t a 500 _.-. d -5 22#000
Barca iPedlas cTP. n J &. tOie. rs.t 6! prolongers/A 'echa oraidas.- ;- .
2 1 1 4 Jk sI ._L .. .


: +,. ," ..... 3-- kll! ti j^ a~ita noa&Ve V6j 90imria 49 wpssa
2,03. trens da referida, estrada corn mo abati- iora do Lvram 4,rta Lci-
VOL T7UM'SAHIDOS m nwto.de 50oka.na tarifas. d.4e do RScie
"j 343 '%r .r ... qr4ewm do lrmi0o jiz c nvidb a
^dAS 0 enrp~teiefrflq as d todoi oaseissimos irniaos d4&ta. coi
Primeirac '273 mento ser- pif ,erido em igualdade do fravia, pam asaisirem a festa d oA
Seganda port 293 condic5es corn os d&emais coourrertes, E'cIsa Padroeira a Virgem do Lin&a-
,,- Terc.1raprt', / conforme gsbelek'o coltlnto delebra- mento, que ter i lugar no dia 9 do OcN9
N: 0 do pelo govvnO reatesanm. SeQretaria da confraria so
Tr' ob i A'Aft d pelo~pvd Von, :+:
*-+ -q *V ,f ^ "** P- ^T f .1*+ffs '( *- ^ < 1 1 J nf r
,V- ; :-+ 6 d-, stembro de 1877.
__*. W ,L A abertura das propostas terAI lugairme 6 d sj, .mrQ o8T
''" i..v. ..... --" no dW4 .tKinBimf Ai A&hras da MTo +Mh QFreire .-4.wro. .
Afarengs. d- a ~ tarde, nalpt~ sob a deg ini e ssados ou0'w ... ulas k ro t oi k
-Alfarmgis A-WCn4ula- provincal --
moa was t*4 P kw de seus procuradores,.devidanenteau. ttvirtude do q dispe o arte
NO .ia. ::'.' tong 4 .... 46,d oreguanment do 'Tde outubrode
1- 873, vo a pra8m u biOta. rW-
S N6 eseriptorioaefltral em Palmare-ti 0o, mediji o manproximo-vindou-
S" ministrar-se-hdo os esclarescimento ro, ao meio di uenasi caxh&
PNAVIOS eAsTRACADOu preS.mn pacete eou4t iudezas an
oia t5. P4lmares, 27 d aooqtL do ,,; hendtdas ao mstate Ch
No diaB 6 A gO. _tao, &.L t
0 .zerra de Mello. TOf
De 4 bfrito % ago., rrr~e naako -
De ordem do Sr. conselbeih- fucia total d4o IaoeP
^^eS11O1^r director interino, pubie doe foitas; e que
NAS GELdAi3BE PRNAMUCO conformad 0k om ais g 1rial de ort e q d
I:0 doia 047230 18 do odpaA -der 18W0 seriosuden,07 o ,ula2do oviniaa, 2. 284 .
""" 'doi dsos os tibalhose1tivwdest facidae, do. T77.'
5 -....nodi. o 40,,do correct, eqi CP 0"n 0 admnia P! *
cia do feimnto i respective, ent Edwido d.! "do
.e,"-a do flmnt SbresU r IFA'
S ..,' ^ .. c-Ioathedratfeo- o IHm. Sr. Dr. Vicekito te a a
5..1 ,.; +. .I .. .Pereira do S b' e retaria da Facul-, .U'eg. .
dedoYake m-ez de stembro e a P. so-
...AL I- dade de o' 0aei,) 6 te,.setem-
'"b de 1 m"*~o Josr mm arrmatdo0 Atr. doCc*
bro de I *00sePea, J084 H em mais of 4
ti ri da...a


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idm IL, eamdos
i m.ud.ic54ade.-hospi-


Orwa"W. are, pelo pre-
. t~.~lW*so, devendo os propo-
instsx as amostras em
.... ee acondicionadas e
22 postas em carts fechadas e sel-
I m m I .
A*junta administrative da Santa Casa
& 6iseriewrdia do Recife, pelas 3 ho-
raasda tarda do dia 13 do corrente mez,
na-mila desuas sessoes, contrata o for-
dfecimento de carnet verde, para o con-
sumb dos seguintes estabelecimentos:
hospital Pedro H, dos lazaros, casa dos
ei= stos, asylo de mendicidade, colle-
gio das orphais e hospicio de alienados ;
no trimestre de outubro a dezembro
vindouro, pelo prego mais vantajoso,
devendo os proponents apresentarein
sdas propostas em cartas fechadas e de-
tiamente selladas.
A junta administrative da Santa Casa
de Misericordia do Recife, pelas 3 ho-
ras da tarde do dia 13 do corrente mez,
na sala de suas sessoies, contrata o for-
necimento de pdo e bolacha, para con-
sumo do collegio das orphas e hospicio
dealienados, em Olinda, no trimestre de
Soutubro a-dezembro vindouro, pelo pre-
-co mais vantajoso, devendo as propos-
tas serem apresentadas em cartas fecha-
das e devfdamernte selladas.
Ajunta administrative da Santa Casa
de Misericordia do Recife, pelas 3 horas
datardedo dia'3 docorrente mez, na sala
:de suas sessoes, contrata o forneci-
mento de pao e bolacha, para consume
dos seguints estabelecimentos : casa'
dosexpostQs, hospital dos lazarose asylo
de inendicidade; no trimestre le outu-
bro a dezem bro, pelo preeo mais vantajo-
so, devendo as propostas serem apre-
sentadas em cartas fechadas e devida-
mente selladas.
Secretaria da Santa Casa de Miseri-
cordia do Recife, 6 de setembro de
1877.


0 escrivao,
Pedro Rodigues deSouza.

Estrada de ferro do Reci-
fe ao S. Francisco
AVISO
De conformidade corn b disposto no art. 76
do regulamento desta estraia, no dia 10 do
corrente, ao meio dia, na estaAo das Cinco
Pontas, serAo expostos A venda, para paga-
,mento de frtes e armazenagem, os objects
abandonados a mais de tres mezes, abaixo
mencionados :
I bacia deflandres.
1 barrica corn potassa.
1 barril coin mel.
4 barricas vasias.
1 barrica coin diversos objects.
6 caix5es vasios.
I caixao genebra.
I caixa sabAo.
I caixa corn bandeija.
1 coma de amarello para menino.
2 cassuaes vasios.
1 caixa corn diversos objects.
1 macca.
9 pedacos de pdo.
2sacos de cal.
I sacco corn arroz.
1 :volume de saccos vaslos.
*Ibo, 5 de setembro de 1877.-Wels Hpoo,
superintendente. _
SIrmandade
do Divino Espirito Santo
Pelo present convido a todos os irmtos
para que no dia 8 do corrente mez, pels 10
horas da manhA e 7 da' noite se apresentem
no lugar do costume, afim de assistirem a fes-
ta e ladainha que deve ter lugar em onsome-
quencia do anniversario .da recouciliagO, da
-greja. Consistorio da irrmandade do Divino
.Espirito Santo, 5 de setembr0 de. 1877.
0 escrivao,
Faustin Jo6se daTonceca.
Arruda Irmaos
S A commissao encarregada da veiificagAtQ de
coditos da massa fallida de Arruda Irmios,
cauvida a todos os credores da dita massa a
apresentarem seus titulos at o dia 8 do cor-
rente, a4 rua do.B rao da Victoria n. 22. Re-
* cife, 5 de setembro de 1877.
*Alfredo C. Oliveira.
Aviso


Idem -n. I9
1dmn-n. f3


"- .'^ :" "j' .Y+ ''
.[*_, .'d[ ,'' ; .'; "' 2'
R"a 4W> eK(l
" d g ; -.
JRu. d.&I wrye


Rwiab>'Pharol
'Idem n. 80 .
Loja do aobradfii. (ba a)
.b B A#& do.i$" Mita
Gasa terrea n. 34
Rua das Calsadaw


Idem n. 32
Idem n. 34
Idem n. .70
Idem'n. 4
Idem n. 2
Iem n. 7
.ob.'.'ado de


Cinco Pontas
Rua de Santd Tllw eza
Rua do Caju
Rua da Alegria
Rua da Moeda "
um andar n. 41
Rua da Lapa


.im.






2305000
1*00b



3tjo7

400000
3475007


Sobrado de urn ander n. 8- 378$000
Rua do Visconde de Albuquerque
Casa terra n. 91 2085M00
PATRIM0NIO DE ORPHAOS
Rua do M]Wues de Olinda
2.0 andar do sobradeM 53 (fechado) 5005000
Largo do Paraizo
Loja da frente do sobrado n. 29 2416009
Lo andar idem (fechado) 2435750
2.0 idem idem 305(000
Ruta da Guia.
Casa terrea n. 29 (fechada) 1518500
Rua da Lapa
Casa terrea B.. 201(000
Rua da-Madre de Deus
Casa terrea n. 20 7225000
Idem idem n. 16 .827(000
Idem n. 2 (fechada) 233S400
Be:co das Boias
Sobrado de 2 aodares n. 16 62.3000
Idem idem n. 14 644$000
Idem n. 18 (fechada) 3605000
Rua da Senzalla Velha.
Casa terrea n. 18 [fechada] 1835000
Sobrsdo de 2 andares u. 132 702000
Sdbrado de 2 andares e loja n. 136 632#000
; Rta da Moeda
Casa terrea n. 45 2175000
demn n. 47 2175000
Rua dut Ponte Velha.
Casa terrea n. 44 [fechada] 32150 0
Rua do Born Jesus
1.o ardar do sobrado n. 29 (fechada) 2255000
Rua do Amorimn.
Casa terrea n. 49 600(000
Idem n. 45 [fechada] 435000
Idem n. 24 895000
Idem n. 26 123$000
Becco do Vigario
4.o andar do sobrado n. 27 2685000
Rua de S.- Jorge
casa terrean. 104 2425000
Idem 94 2515000
Idem n. 100 [fechada] 2625992
Os uretendentes deverho apresentar no acto
da arrematacio as suas flancas, ou comparece-
rem acompanhados dos respectivos fladores,
devendo pagar aldm da renda o premio da
quantia em que f6r seguro o predio que coijn-
tiver estabelecimento commercial, assim coom
-o serviQo da limpeza e preco dos apparelhos e
annuidades.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do
Recife, 30 de maio de 1877.
S 0 escrivio,
Pedro Rodigues deSouza.
Theatre da-Encfuilhada
SOCIEDADE
B*CBI ElO DRAMATICO
Sdo conviaados os Srs. socios a reu-
nirerm-se no edifieio acima no dia 80Io
corrente, ao meio dia, para Qa forma do
art. 9 dos estatutos, proceder-se k.elei-
io da nova administration para o futu-
ro anno, e tratar-se de outros assump-
tos.
President,
Joa Joquim Alves.'.

COMPANHIA
GymastPa .. acrobata
pIRECT(Rr
METHOIXIC SILVA
Rua das' map m WOaMas
fCAPUN.41
Tres grandes e variados espectaculos
Sexta-feira 7 do ,orrente
A's 7 bors 4'i noite
;' Pela primeira vez. ira
DUPLA BAIRA IXA .
e a pantomima denonineda :
0 BOT1CAKI) DA ALDEIA
Sabbado 8 do cor ten
A's 4 heksa da tarde
Pela primeiawavez ira .
0 PASSEIO DOS HERCULFS
por Methodio e o joven
Joao
Domingo 9 as 4. horas da tarde
Diversos trabajhos, como sejam
0 bao perigoso


E o 0
PAIN4 H ,- jWO ..


ta m


i^ gS.n4olWBf^FQ *lJM.
gfes, ta&Ui-sm na agenia,_esrpwririno de com-
"' Be dino .Pontua1
I% *-au 4 d oess Ieea14


gerftes Maritime^i
.LINMA MENTAL.
Viagem extraordlna4a .
,0 paqute .. "
Omue L
SCQmn.ao nte D e Somer
y .-L- .il BDspera-se, da Euro-
pa -at o dia 20 do cor-
rente, seguindo dOpois
Sda demora do costume
para Buenos-Ayres Lo-
cando na
Bahia, Rio de Jatfceoir.c
Montevide".,,


7


Linha mensal
Opaquete
Niger
Commandante Jacques
d Espera-se dos ptbr-
tos do sul no dia 20
do corrente, seguindo
depois da -demorado
S costume papa BOa-


DEAVX, tocando em -k
Dakar, Lisboa e VIgo.
Para passageiros, encommendas, etc., a tra-
tar corn o
AGENTE .- "
SAluguste Labille
9- Rua do Co"M'iercio- 9
Pacific Steam Naliga-
tion Company
ROYAL MAIL STEAMER
Cotopaxi
Espera-se daEuro-
S pa, atW o dia 9 do cor-
Srente, e seguirA para
a Bahia, Rio de Janei-
ro, lontevidoo, Buenos
Ayxes, Valparaizo, Ari-
ca, Tslay e Callao, para onde receber&A passa-
geiros, encomnmeidas e dinheiro a frete.
AGENTS
Wilson Brose & ".
i4-.RUA DO COMMERCIO-- .

UEILOES J
SEGUDA- O LEIIAIi
SEOUNDA-FEIRA 10 DO, CORRENTE
AS -10 1/2 horas em ponto
Da armado e geneeos existentes. no
eAtabelecimentb-sito.nodlargo do Cor-
po Santon.6 -
agente Silveira,. autorisado por mandado
do ilm. Sr..Dr. juiz substitute do ciupercio,
levar peola 2' ve; a leilo a arma 'a gene-
ros. do estabele.mMnf amol dewi ado, da
massa fallida de Coireia Olivdera & I-.servin-
do do base a Siferta do 2)20000. .'
SCaa de pe-n s
ULTIMO1 LtLa
da. 1qkda~iioi
Travessa da rua Duque de Caxias n.
2, lo andar
Julio Isaac, nao tendo effecluado o e o do
da 3, de novo annunciapaa odia 17 do cor-'
rente, potr intervenglo do ag9" -.a...s. s
Ii boras em ponto, de todos 94 penhobe0 6ons-
tantes das cautelas seguintes ? '
Asaber: .
Ns 4229, 4713, 4537, 4819, 4750 _514,
4632, 5W08, 5022. 5217, $163,8 5 .4 l,
3M7, 2997, 5015, 5106, 4505, 3025,- 3,
, 533. 5345, 5351, 5357, 53.90, W.,


to.
Hoiw &., r^t
,tfrt~e de (Md '.


AFORflA SIM


J.lSV. U JLJ .. RJj.LJVJ.
NAO PODERA' HAYER MAIS CABELLOS BRAN-
COS, COM A TINTURA CHINEZA
Preparada por A. H. Ramalho.
21-RUA' DO MARQUEZ DE OLIN-
DA--1
* Esta tintura faz 4O'har os cabellos
rapidamente pretos sem'oidffinder a cu-
tia., e muito-facil de se applicar. Cada
fra~o acomppinhari as instruc6es ne-
cessarias.
:^0 author da tihtra chineza nio preci-
sa de encher as- columns d'este journal
comro mflitos outr os. autores fazem, en-
grandecendo seus preparados a ponto de
tornal-os uma maravilha, sem se lembra-
rem- que, a waneira que seu authorr os
eleva, o public os pode rebaixar, por
que as mais das vezes 6 enganado.
Portanto, o author da tintura chineza,
certo do born resultado, ji pelas mui-
tas experiencias que se tern feito, jA
pelas bUas provas que sempre tern tido,
recomrnmenda esta tintura.
Ped ta(, s6mente-que experimented
ella, para depois fazerem seu juizo.
Unico deposit, erm casa de seu au-
or acimna dito.
*--0 abaixo assignado tern just e
contratado comprar a taverna sita a rua
do Visconde de Pelotas n. 19, ao Sr.
Aitonio Jose Martins, livre e desem-
baracada'de.todo o active e passive, e
impostos at a present, data.
Recife, 5 de setembro de1877.
Jos6 Gomes de Pinho.
Precisa-se de umr caixeiro corn pratica de
taverna, que d6 conhecimento de sua conduc-
ta: -na rua nova de Santa Rita n. 1.
O abaixo assignado tern just e contra-
tado vender a sua taverna sita a rua do Vis-
conde de..plotas n. 19, ao Sr. Jose Gomes
de Piaho, nfsta data, livre e desembaracada
de todeo activo e passive, e impostes ate a
present data. Recife, 5 de setembro de 1877.
SAntonio Jose Martins.
Prncisa-se de uma ama para comprar e
.cozinhar, para casa de pequena familiar: a
tratar na rua do Imperador n. 81, segundo an-
dar; Prefere-se escrava.____ __
Precisa-se de uma ama para cozinhar :
na rua Dtreitan. 29, segundo andar. .
-- Precisa-se alugar uma preta qute sirva.
para vender na .tqa : a t&tar ma 4ui do Ca!i-
to Annio de a em Santo Amaro.
-AMAS -IPFre ise e d0ii6 aras, urma
para engommat e outra para cozinhar : a tra-
tar na Passagem da Magdalena, ilha do Retiro
numero 2.
Aluga-se o primn+iro andar do sobrado da
rua da Imperatriz n.j. cornm agua e gaz enca-
nadoes, por preco urito commodo-: quem pre-
tender, dirAja-se ao mesmo predfO, terceiro
andar:. __ "
Aluga-se- no govoado da Torreo sitio do
Dr. witruvio : a tratar corn o mesmo.
==-Aluga-se gqoa cams na Torre A rua do
Rio, comn 2 sales, -4 quartos, cozinha f6ra,
qutital grande, acia d4o agua de beber : a
tratar na ra d a a o. 34.
-^Aaga-se a ertulerrei n. 69 A rua do
Pilar; ommdd -pax&ande fbiiilia* e
tern parelho d limpea : trata-se na rua do
Apollon.SO. ..
- AN. ga-se a ca" a n,' GeNera.Sedra
n. 43: ataar na resa ru 1. 31,, .lverna.
-kAtoga-se oQ ~ad^ ar o -obnado n
27 do pateo do Tt099, a Mi- flrea ji. 79 aa
a de S, Jo, a tooi peqno sitio ne
E ga Md^lttl im riclo, o jo-
brado,*- uaiadarsm -lOto n. 37, 6 ria de
Loms.eiBnaes; jitimpas e pintadas de

--/d acasa ty


.- Auiags nna esraea para seTv!o sdo-
t&ico : .ktraatar.ne largo do CorpoSanto n.
iS, lsanda'. f
-Atluga-se-uma boa casa e sitio no princi-
pio da-estrada 4 Torre: a tratar no hotel do
AnBftr.Bcr .. I 1__; ,
Engomma-se corn limpeza e-promplido :
na rua de.S. Franoisco, nsi8.
S"--A e o o.Andsm n..13 da rua nova de
Santa Bita, coi, agua encanada : a tratar na
ra larga dosario numere 32._____
-:!Weoia-* de uma Pjfp co
x : na rua larga o Ro-
: do Q. cartel de poicia n.
at h.... l
'-^ o, g s .. a .1 I .
^Wt*- ,th~: ia u do Iu~~i

V 04"A e o adI.anda, do


... .o ." ., .. r ... ... .
dte hw E i to
xcort a supefie do 400o,
to importet"8 p Ma tr-se urn resultado ompeto. "
6.0 A4 .commu.n0cs -e0 .rOWes nao p6dem destruir-se por nao havw..0
4ab, e nenhuma was .comnunica6es exteriores p6de, escapS !
givi como apmteci'e.a se o exanie dependesse de urma
pecao ocuar, por isso ficam todas as sauivas existentesilli
Sgaeiro sujeits ao effeito dos gazes e a umar norte. segura. u
1. E' bastante uma uuica appfida~ao do ingredient para coip;etai"lJ
tinguir urn formigueiro. '.
.0 Em espago fechado 1 kilo de ingredient desenvolve qauantidade suflcim*ar4
de gazes para extinguir 4 atd 8 formigueiros, conforme a exte -09o 4o ..
mesmos.
9.0 0 prepo d6 ingredient 6 extremamedte baixo. '
Os inventories e fabricantes
EDUARDO von SYDOW, engenheiro
DANIEL HENNINGER, chimico.
Vende-se no unico deposit em Pernambuco: H. Ledebounr,
Rua do Commercio n. 47, primeiro andar.
Prego por kilo: Rs. 3 00 .,
Cada masso contend 1 kilo de ingredieinte sera acompanhadd pei-tes-
ripgao do process da appi caAo. -
Maiores porgdes pagas a dinheiro teem um abatimepto de 25 por cento.-


FLA


Privilegiado pelo governor imerit.
PROPRIETARIO, Dr. G. S. Capanema .
EXTINCVAO DA FORMI.A
0 resultado obtido pop este maravilhoso invento, tern levado seu prorieUWrio
a montar duas grandes fabrics no Rio de Janeiro e uma outra na Bahia, oGqe o
- FORMICIDA CAPANEMA e jA.ben conhecido, para extinguir os for-i/ueiaros
que horriveis estragos "causam A lavoura, 'A toda a vegetacao, conseguinmdo-se
em fim corn pequena despeza e facil process.
PREVENgAO AOS CONSUMIr)ORES DO IMPORTANT INVENTO
O Formicida Capanema previne-se queo-nfo seri verdadeiro, e 6,. por-
tanto, sqm effeito na applicagao, o que for vendido em quantidades menores ou
em vasil, ame different do que sahe das fabrics do privilegiado, e que Pnin-
guem conviri o uso ou venda de uima falsificago denominada Carbrina, ou
sob qualquer outro titulo; pois que, aldm de nao produzir resultado algum, e
prohibida sua venda por sentence contra seu author em process intentado pelo
Exrm. Sr. conselheiro Dr. G. S. Capanema, publicada no Jornat do Commerfdo
do Rio de Janeiro de 3 dejulho de 1877.
Proceder-se-ha tambem de conformidade corn as leis d'este imperio iontra
quem vender Formnicida Capanema em vazilhame different -
AAGENTE- -Alfr do FerreiraBaltar-rua do
Comniercio n. 44, andar


Mluseu


de Joias


N. 4-RBua do Cabug--N. 4
S Este important estabelecimento de h muito conhecido do respeita-
vel public, tern na Europa um de seus socios bastante habffitado par a .
escomha das joias, que constitute o seu es.endidoesqrtimenito, tendo por eseta
f6rma novidades constantemente no artigo joias. A vfVram seus proprietarios
qua, a modificaCo nos prefos e agrado e a sminceridade de que usam, fara corn
que qualquer pessoa compare uma joia qualqueir e ainda mesmo sem precisao.
Pedem, pois, as Exmas. families para visitarem o seu estabelecimento,
que se&acha aberto das 6 horas da ;maiih as 8 danoite. -
Joias de bri Uilantes. De brilhantes teem ricos aderegos me
eegantes c&ixas apparelhadas de prata, e para todos os precos, tendo entire elles
iderecos de subido valor, per serem dos melhores fabricantes que tern vindo a
est cidade ; assim como, anneis, brincos, cruzes, cagoletas, broches, rosetas
e uma infinidade de brilhaites soltos, par a cravar a vontade do compiador.
Joias do phataslia. De ouro, corn pedras finas, tern um va-
riadissimo sorfimento de brincos, cacoletas, voltas, braceletes, cadeias pars ho-
mens e senhoras, at lapis, canetas, apitos, etc., etc.
Joas ie Pr ta.. iprata e colheres, casticaes, esporas, s
vas, bandeijas, fuafueiros' pteo, etc., etc.

ll "l 0. Jeem urn coknpleto sortimento de relogios de prata 6
oato, para homes, senhoras e mreninos, todos dos melhores fabrcanites. ,
J01oas para a USados. E' paraeste acto qua cbno-s .
a attendS0 das Exmas. mad e padrinhos, porque temos um comply sr- '
imento de pequeninas joias, e em caixas prbprias para dadiva no aeto. do b hap-
ism o. -'' + + ; +,".
AL' m, destespoucos artios que mencionamos, tAmos outrt qque no
podendo mencionar por ser enfadonho, sorprenderao a todos que visitoem. ao"-
so estabelecimento.,
SJosepi Krause & C., *.
Essencia eoncn de salsaparrilha e


B Ap lUd';"^ BES .M.XF. EY]L-REI D N" -
Para' cur de tbdas as molestias que tem sua origem na m] rEado
sangne, cgmot-1s -'Ifna ksoasrsyphiliticas& boubati*As e escro MW
tismo, empigensdarfrOs, tumores, ulceras, erupoes etc., etc. ,
DEPOSITO EAAL EM SUA PHARMACI E DIibGAMA .
34--.Rua Lra do Rosario---34 .
PERNAMBUCO.


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*-,?.-, fa
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T,', I Brum'n.7;:
Jil l iF Tn 10

i 0prietarios deste estabe ieto pre-
viMWI m senbores de engenbo, agri tores
e ao leico em geral que continnuam a fabri-
c ear os objecetos abaixo mencionados, como se-
jam:
Machinas de Derosne para fazer espiritos,
ditas de Collars, os melhores systems, alam-
biques de feitios diversos, simple e corn es-
quenta garapas, ineluindo os de NOVO SYS-
TEMA, ultimamente adoptado na provincia, ca-
rapucas, serpentinas,tachos, passadeiras, repar-
tideiras, escumadeiras, cobre picado para moer
S mandioca e todas as obras neeessarias para o
fabric do assucar. Bombas aspirantes e de
repuxo, de ferro, de cobre e de bronze. Si-
nos de 16 libras ate 110 arrobas, fabricados
pelo system francez, torneiras de bronze e
parafusos de dito, de todos os tamanhos
Emfim fabrica-se toda e qualquer obra de
cobre o0 de bronze, corn toda perfeiao e gos-
to, para o que teem feito acquisi Sres operarios, podendo delta forma servirem
hem aos seus freguezes e a todos quantos Ihes
honrarem corn a sua confianea.
Na Caldeiraria Central
66-Rua do BarAo do Triumpho outr'ora do Brum-66




RUA DO BRUM N. 52
SPASSANDO 0 CHAFARIZ
Nesta fundioio, a mais antiga desta provincial,
vende-se todo o machinismo preciso para a sua
agriculture e para o fabric do assucar e prepara-
ao do algodao. Tern deposit de tudo, em ta-
manhos diversos, convenientes aos compradores.
Tambem vende sempre formas de ferro e
diversos utensilios para engenhos, e motors para
descarocar algodao.
Vende a prazo, ou a dinheiro corn desconto.
Incumbe-se de todo o concerto, equer de pe-
vas trazidas a ella, qu(r de machines em seus Ju-
gares. Faz contrato annual para todos os concer-
tos de engenho.
Cautella


Na"o emprega inculcadores pelo' camnipo.
Rogaa todas, que mandam enconmmendas I
ella, exijam a vista da conta impressa respective.
Tendo sido enganadas diversas pessoas em
procura desta fundiao, observa-se que a

FUND" .O-DO BOWIKAN
S esti entire o chatariz e a fort leza, que os edificios
estao de-ambos os lados da rua, perto da codei-
ra dos bonds e pintados de verde nos andares
inferiores.


COO*)
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~bt~ar ba~oa

48


IrtT : TT ^'Kif i' ^l CO rB- ^E' '
tuj~tu AO CHLORHYDRO-PHOSPHATO DE CAL
of do. recos-ortante. Remedio sobermno man dd daco
uSiSqa Frrnc. e oadoptado r todos os0 ledicos da uropa naFraqg#,
0a eomow TlA ca, ur Cackxsa, nas "scs'of(aosp, o Racn
U OM; M Cremdato di/ftil das criangas, no Pastio, o. Dyapep-
Dm. _tmr.oow,. -.
.-0 W rwa to O iuwMr o Mm 18T no emW M ato 4tr Codio fano&e.
COIN=E, Pharmaceutlo, 79, ii A6 Cherche-Midi, cm Poria
. m e~3ern tu bl#As.soU I R e O. e u Drianiu-n a


IAsmE*Nw, tEW.AW W UF U
CAsmir"eQUZNA, caI e s co d 'U U podeoM"W-SradOrs dau forWa quo szcitbo
a adamir ohano e ai prefueueia do tod-as asautoridades media p xM sa orua d : Vqw,
aneima,chkworovi, convaksccena, destesknioIii>. dy.pepa. eweaIquecas ;paa triubphwu-
dau FebMw nt ntenmtentes, endemicas dma f. .nwe, do p hda 'bre tyhode, em ummma
do todoa s dbilidados. e de godeas eeuti dh ornio' digaeivo8...1 1s as prorv 2
*I .Es. Vinho 6o tonmico anlal t. < vg, nui are or'dop ao ronnn mai
,eio d todie a tL.erpeua ade to w Vinhos d Qwua.--Douto Der.. .
Parah tu lu;rap.tite ,' epdiwy fworqs doefebrem du crimTisudeiesi, d"amul"er
* delicaock, o6 v@lWom*nfraqseeidmiebs wc atysi*,o odabetia chJoo4 ea wm
proftsda, nadase pod. aehardemaw ioodo quo o Vinho AropdoomQulna. Delaro-o
altamueto: E'o 0ortiloant o a piioo por e-xonoia.-Doutor Bertuu..
Seri&a'pre.tar ervio d hurnaniae risando o Vinho e o, rope Apud corn quina
tagcolonias, nwopaizes quentesa, ondu i& ,as ebsesepecialmente afefpa pad a
os maritinos e as posoas que trafic.o n'etas regiolaounde a chloro-anmia. permanent.. Ptreo,
ou corn agua, e uma bebida hygienics ef cant* qu da fora a vltaliddade necessaria pa
rodstir-so a inmalubridde doe cUimm, para imp. di as dysenerids, as febres paltwea
eoufroe acidentee doque sdo ( victima os Europeus, etc. -Doutor Yvwe.
w*44MMeI. ARu.IJm lyon IranCa)


EXPOSIgA0 UNIVERSAL DE 1855
MEDALHA DE Is CLASSES
ALF. IAUXRRAOUE & C"


OUNl"""


LIA1111915


APPRCOVADO PILA ACAD9UIA DB OEDICiNA B PARI2


0 Quinium Labarraque,
6 um vinhe eminentemente to-
nico e febrifugo que deve ser
perferida i todas as outras pre-
paracbes de quina.
Os vinhos de quina ordinaria-
mecnte empregados na medicine
prcparamn-s.e corn cascas de quina
cuja riqucza cm principios acti-
vos 6 extremamente variavel; A
parte disso, em razao de seu
modo de preparaoo, estps vin-
hos 'ontem apena vestigios de
principios activos, et em pro-
pormoes sempre variaveis.
0 Qnituniumn Labarqae,
approvado pela Acadamiade me-
dicina, constitue-, pelo eItilerio
fin media ari de co*"si-
go determinad&, ria em.pM-
cipios activos, e corn o qual os


medicos e os doentes podem
sempre contar.
0 Quinlm Labarrwaque 6
prescripto corn grande exito is
pessoas fracas, debilitadas, seja
por diversas causes d'esgota-
mento, seja por antigas moles-
tias; aos adults fatigados por
umra rapid crescenca, as meni-
nas qui tern difficuldade em se
former e desenvolver; 6s mulhe-
res depois dos parts; aos velhos
enfraquecidos pela idade ou
doenca.
No cazo de chlorosis, anemia,
cores palidas, este vinlho 6 um
poderoso auxiliar dos ferrogino-
'sos. Tornado junto, par exemplo,
corn as piLuas de VALLET, produz
effeitos 'aravilliosos, pela sup
rapida acqAo.


Depmoe. In Parl 1. llFREB, ruo Jaeob, ls.


Depositarios: -- Os


Descmofiar das falsificacoem di
5m*awA# sob OB nones .L. Legrose (a -
9 outros.
Termuitocvi- '
dado aweo pro- ^ I
dudto Ieewa yu- ,' -l adeira Arpa=s


i ,REME-ORIA .a
A rorvn0 E Er


Srs. Barbo7,a, Bartholomeo & G. e Maia
6. C.


* .e..e......******
' AVISO. Estando as noms xnarcaa 2
regltradas no Brai, tod. o contra. U
Factor sera punido de multa e eadela
Sem oeaowmdaia lei. e
-. I
As Verdadeiras

SPILULA A A

'V n "W"" AA
I 8tANCAaDI


vi am gl&P *
* t.dlm hJu .aigiu ,*
APPBOADA PELA 4ACAEMIA DE nCHt
* w adonna


Ia I
r Y .* "
*.,*' '* .1mU l.y: i -ihL .ih


P iHIGIES5PkBCA(W )
HFTRACO VE9ITALL
af acia
I corn gaas de ovos.

'I.
.co 6.* OVOIL.-
|X I Y1

. t:: ig?^^3


-h*
.coM q quW Per q" "o
tiver oentta ot a vi a l app*
biao ft 4M&a eeravap -Be le
Opuag, & rma das Pernmbouaaa n.-, o
a affandega deata cidade a Joao Evangelista
GotmeO .


Dn. Irin~o Braziiaz~de arvia-
Iho e Sulva.
Mnnoel Joaquim da Costa Carvalho,
m nda celebrar nialgumas missas pelo
ererno repopso, de seu presado amigo
e corn padre o D. Irineo Braziliano de
Carvalho e Silva fallecido na cidade do
Aracaty a 10 do mez proximo passado,
e pede aos seus amigos e parents, e
aos d'aquelle illustre finado, o obsequio
de comparecerem a igreja do Corpo
Santo as 8 horas da manha do dia 10
do corrente, trigesimo de seu falleci-
mento para assistirem as mesmas.

CASA DO -OURO
Aos 4:000#000
Bilhetes garantidos
tua do Barao da Victoria n. 40O
e casas do costume
0 abaixo assignado acaba do vender
nos seus muito felizes bilhetes a sor-
te de 4:000$OC0 emin .urn meio de n.
1570, a sorte de 900$800 em um meio
de n. 1005, a sorte de 1008000 em um
nieio de n, 3510, a sorte de 1008000
em umn quirto de n. 3306, aldm de
outras muitas sortes de 40$000 e de
200000 da- loteria. que se acabou de
extrahir.
- 0 mesmo abaixo assignado convida
aos possuidords a virem receber na
conformidade do costume sem desconto
algum.
Acham-se d venda os muitos felizes
bilhetes garantidos da 10a parte das lo-
terias, a beneficio da nova igreja da
Casa Forte (241), que se extrahird sex-
ta-feira, 14 do corrente do mez.
Prefos
Inteiros 48000
Meios 28000
Quartos 18000
De 1008000 para cima
Inteiros 38500
Meios 18750
Quartos $875
Joao Joaquim da Costa Leite.
^r~~t AMh -11k G uTii~~1^
'CASA DE PENHORES I
TRAVESSA DA RUA DO
*DUQUE DE CAXIAS N. 2-

1 Julio Isaac, pede
Za todos os Srs. mu-1
Stuarios que tern cau-
Itelas veneidas, ve-
,nham resgatal-as,
porque se esta liqui-
dando todos os va-|
lores em cofre; nao
qse recebendo, desdea
|hoje, mais empres-
timo sob penhores.t
I Recife, 16 de ju-
$thodoe187.7.





(iEOTiNEI


B UMA ESPBCIE Dz
PODE FLOR DE ARROZ
Especialmente preparado corn BISMUXH4O
e por conseginut. d'uma acOAo saudavel sobro
a Dell*. r I
F ADHERENTS e totalmente INVIIVEL,
ilando i pelle uma frescura e aveludado natu-
raes.
Prefo da Caixinha con borla, Sfr.
Paris, Ch. FAY, 9, rue de la Paix.
S Dc.osito em Pernambtco. -
S E"IAS DB IOURAe C'.
Sc nas I'ain.Ip's Pharmacias.


.W M ywf m I II iLm) 'I % '* 1i. L.9 Wi *
Avisa peitavel public, e coi. tspecialidade aos seus freguei
que recebeu pelo ultimo vapo4i mn graiid e variadissimo sortimento de sA
de todas as c6res e gostos ; assfin como chapdos para serihoras dos mais lindJ
e modernos que teem vindo a esta cidade, flores, plumas e enfite asP1
toilette.


Pregos os mais razoaveis possiveis.
Rua do Barao da Victoria.n. 18


Grande saWo de cabeflefrero
Rua doMarqucpdOUnadan 51, ; .andwr

"_ p*tino* oIboa" j* psno.i..mmr
FW. MT 4ewftr6 Mo ftafmw WPM"


yMi W.,
trahido directambte d* figab
escos do bacalhdo, pr m.eio da tao-
pressao e sem acpao anubrOia a* R9a,
defois de ter sido pescado nos clacw|
da Terra-Nova. E de gpsto.agradaiW
e contim todo em grande preporAo
IE' de effeitos admiraveis no curativo A
phtysica. Fortalece a delicada naturei-
za das creanoas: fat engordar, faz
communicar as c6res da side 4'quel-
es que fazem uso delle.
Vendem ,
Bartholomeu e Comp:, A. Ca,orsJo3
Elias e Maduro e Comp., P. Maurv
Comp.


|v Jardim das plan-
tas
No Mondego n. 80
Ahi acha-se a venda sapoteiros e sa-
potizeiros de mais de i a 12 palmos,
em vasos, corn grande copa e de tron-
co de mais de pollegada e meia de dia-
metro, alguns floridos e ate corn fruc-
to : por prego de 500 rs. a 88 ; iaran.
geiras enchertadas, selectas e de urn-
bigo, a 38000, e as plants de ornate
eldos fructos seguintes :
Abacate. In.-5 caix5on.


Abiu.
Acacia.
Acafrao.
Apafroa.
Adlenia.
Ameixas.
Dita do Can
Ariticum a
Bacupary.
Cambuce.
Canella.
Carambola
Cassuarina.
Carolina do
Cidra,
Condepa.
Coracao da
Coral.
Courana.
Dende.
Figueira.
Flamboyant
Flor de alg<
Fructa-pao.
Grumexame
Imbfi.


Jambo.
Jaboticaba.
Jaca.
Jasminm laranja.
Dito do Cabo.
Laranja da China.
iada. Dita do ceo.
pd. Dita cravo.
Dita de doce [ do
Para |.
Dita branca.
doce. Dita tangerina.
Lima da Persia.
principeDita de umbigo.
Limdo azedo.
Dito francez.
India. Oiti-cor6.
Palrneira imperial.
Dita rubra e outras
Pereiras.
Pinheiras.
). Romeiras.
Mdio. Roseiras.
Sabao vegetal.
e. Uba;a.
E outras.


4


NUMA POMPILIO
CIRGUIRAO DENTIST
Rua do Bario da Victoria n. 58
Primeiro andar
Consults e operates, das.tO0 horas
da manhd as 4 da tarde.

ILEARBS DR VIDAS SALVAS!!
i n -UH..p...ncm n


ZAROfL 7S GtsAL AK!:;A10
N| o
bARTHOLOKIUI & .*
0 medico. mab aotavief do impes appicUam
boje o-Xarope. m.akl mawik do pwfHoads
a todos os medlmento. petUrwe etraageiros, e
mlrme do cun mttam a efficawia de to po-
de0w mmndlinle o tratmeneto da td6. us.
,smr, en" dma ftdte, d*eJgm, et&
Medikammto ael. m sMa ompouiglo, prm.
yPerud e Rioa $p dio ", ad spGO-
-sp siambm reedo olbr ap*.y o.fk
0 Nr .M4MIdWu MMM n Hiasrs u asiP qua
( (:Rosario n. 43


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to 0 boo .

Viam para ocua. a pene ine;. .pwa
imyme vista caa), de t(os
grauie c6&rs apropri dia at conaerva.
&i da vista;, co leeawsQ com rapideo e
perftiCUo.
- Penpinez, minodernos, de vidros puli-
QS de crystal. -BEJOUTERIA-che-
gou ngva porCo de objeetos de gosto
e re~os diminutos.
&nmpra-se 6uro, prata e pedras fi-
Recebe-se encommendas relatives a
este genero de negocio. '


-lRELOiMRII E Li5TARII
SDE
VICTOR GBRANDIN
A' RUA DO MARQUEZ DE OLINDA N. 26


Victor Grandin scientifica ao public que fez acquisipo de um bo:
umento de relogios do algibeira, do-eouro, prata, folheados de ouro ; ]
tes inglez, suisso e americano, dos melhores fabricantes da., Europa e dc
tados-Unidos, para hoimens- e senhoras; assim cmrno grande sortimeni
correntes para os mesmos.
Grande sortimento de relogios de parade e de cima de mesa, de
as qualidades e differences models e dos melhores fabricates.
Quanto a lunetas e oculos acha-se nesse genero sortido do que I
meihor em vidros dc crystal, que siao os mtis apropriados para a conser
da vista.
Tern excellentes officiaes para executor o concerto de todas as q
des de relogios. p
Na mesma casa se compra prata e ouro velhos, pedras precic
'moedas de ouro ou prata de qualquer qualidade..





oill

^ Francisco Gurgel do Amaral
A' cui, o de Marco a. 20 A, esuina.
Este antigo e acreditado estabsleimento achd- e constarinmente prOvido de u
important sortimento de fazendas, de gostq, as quaes recebe dirOih njiuej dap i
Mores casas de Paris e por e.ta razio poder9!D ser vendidas porpreoosimruiI6m dft
Tern aftualmente um epplendido sortimeanto de vestidos feitos e em co-teLs iuaI
aos, que se usamrn presentemente em Paris. T M -
Tern iguatmente um variadissimo sortimento de chap6os para seohoras o que,
p6de desejar de melhor em tal artigo, seado preparados por uma das principals m
distas de Paris.,
Aiem destes ar~i~ee tem entemenI V n to de ea li
granadines, superiores qtoalhados lancos I.c 6re, guardanapos, toalhas para
sa e rosto, um esplendido sortimento de rmas brancas e de cores para homes, s
nhoras, meninos e maminas, enxovaes para samento!i pptr vgnM M
de de baptistas, cretones, gostos inteiramentf npvos, Uilniss # a pphi
ras, complete sortiwento de luvas de pellica, estaira 4a1nAn r- ii c4
pachos de c6co, tapetes, alcatifas, alass para viagens e muitos ouos s artigos q
fazernm part do nosso sortimento. o r g q
Ha empreg,,v qqeq iass para liarem as fazendas a casa. dq! 4j aas fi. .fias,
quernm pedimos que de preferencia mandemrn buscar qualquer artigo qu precisare
para as suas toifltes ao nosso estabelecimeuto, pois sempre eaontrario fazendl
de osqto e novid(des. -
A todos aquelles qut nos hgararege corn as suas compras, encontrarlo sincerida
4 nos nossos tratos e n 'odidde. nos ..reos, "
0 e.. uaode Maon.!40A, eSquina.
lllf@^M~i@^^^^^^^^^-4


U l*!. t.-


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ua 'adn- 1


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o: 4q,
pr ao ^rum


e yiu pr pee por ma's
da Victoria ou Nova .


-~ p


u uz cim- au civ se er IUU MU r' +"LyA" y "1 *^ ,t*-vw ..m v,* .'* /. -'
esa: a tratar na rua de S. tn W I seo st. itraN vm Y -ue
tepi at ma lgo ?
!/ *'^^^ ^^ ^ K .. .-nael.or.y -, a" Imraaruat.ta h ia
er nbeno porto da .Zaeira, junto ao 'i -
ria j Cm teapdo mi hana b o a & a xivivadAl


t*O
il


I1JECCIO DOi19ORIM 'iMTtR

UNICA SOPERANA E INFALLIVEL
Na cura dta -eubi
mentos recentes <|.
A bleneorrhagia oupurgagao, d uma ifflamma'lo '.oc irda uretra, occa-
sionada a nmaior parte da vezes Oda commur M 9i: N-0 d-m fec-
c9o getal, que de lugar, Imo a syphilis a af-"
fecgao puramente local. Effectivamnent 91s mfini o m
, sido applicados interiormente contra est.mal, takes como iba, e Aas,
".f tt@., nao produzem effeito senfcoi*t6nunicando as odrinams' mas das suas,
cnposij6es, que, pela sua passa gem atrav&I de canal, setornrm uma verda,-
dira injecdo.
Para que sera necessario carregar o estomago corn essas preparagdes ndu-
seabundas e r.epugnantes 2 Para que e precise fatigar os intestines corn a sii
acgao irritante? A resposta. e simple:I- No se tipha ainda descoberto urma
mistura que, introduzidl directamente no caial, produzisse os iesmos-effeitos
sem temer mios resultados. As injecdes tao-falladas atd aqui, conseguem .fa-
zer parar a purgacao, porem pela irritaQgo coisecutiva que produzem no canal,
'f- s8o uma amneaga permanent d'apefto, affecio- muite mais terrvel. que o rmal
que se pretend curar. Eis aqm porque a maWr part dos medicos, recusam,
corn razdo, de as empregar. ,
Presentemente, estq fwuado te4or o lite. A.' 91o 0 np6s apre-
"aa os ao public, que c'ot 1O aiiobs de brons resulfadb, a4o ihterrompi-
/ j 9,nao 6kitanek. E' atii"H4c f 9*aj ek& a NexI ao dapalavra.
: remos- dizer 4 a wusa do ie ii. eIl n.ote decompondo s elements
;-". gaJ o0 e tonific#ndo a baS=b as ifnWlas d'ondQ povm a sua ori-
^, ClK A snab~a8 n^^ 16i e'mg& b~f^ dlift^ rrrea


T..v: wr .vop~. "m"m Vjr %y I-* ~,m
JB ototods os. CppiRpaos precisoo,
&cUilm e atgumas arvoros defructo, q
I ,4efto;'U r^ torr"no ofi> |
yCorpdsanto 4.r


^iaaf&Macdffi to, r'l T, af
4maro, oompya-. -am'carro amerioe
n i e ,&t a Aj6 -' ^ T r
Na mesma co.cheiraha urn cibiulet
de 4 rod para duas-pessoas, em boet
O8)4a~f pai'aefer-sw.
^^^f^ 1- --


Alga-"6
s. 1 gabin


,-rei4 s o covpolo,
I t sta 2I2) 0 36reis o c-
yado. .
I Madipoz do liitas, at 400 remi ft ,I
-do des*Oixii *(Hrios para a


-R a bfiqados peloaIeJ
umea bolfl aga dee+oapim na eitreda Le te se inscrev, os^^lg+ +i+li nsd
Luhtlo Rego, poo, aesdiW do ho.aln- sobreos cases -n1 m uejpaiia %alo.
bo~~ ~~tnarsobre os casos l U -Qad rdes inteira
gleziemr8ayto Amands Salines a twoar g das s e ra
coamaonie do RO W d1-m, e Aiada- o as ens C, ..W 11de itr
p k.3, estabpleimo de.had trafacteos, em virtude do decret n. inente nofos5 a O reis o eva.
23, m ntodeid u tnh d Q tM # 4 12 f m pr.Aia '
nI rde de mais em tinua lzul a firmna.- roupde escravos, a.200 reis o covao;
^pPoitcb6a.aAIIo Gibao, DA I q
A;. a. A el 0
presfa-se dw cQ6i4hniGeaffiban- t-cor n- oetha de inh2 corn 25 varas, a
ce sha conde ao, para a qual chama o annunciante Amisas inglezas bordadas, a 36 -
"ulrnaras 'particularmente a attengdo de seus fre- duzia. d li
uraasaterrea na ca .a Ventura 16 de.- Dit de creton finas, a 28$ a dqu..
____ dt877.-Oai~rat& vietorma fim,-a W"0-aypep
n. 29 B ae p4dos qu-ro cantoG,.-pwo da es- Recife, 16 de gostoo d-h7. a Vitoria fiaa dua p .
tacao, e para_ rer,_ o -tae-aa-A --. ~ Toalhas acochoadas a 4$ a duzia.
Woaof e pwa vFrra ana a-
SCasa da' Fortiuna Colchakasdamasmdas, a 35 um.
i ,lJ.ii"' Akx4& Madapo enfs do francez, a a
BILHETESGA -'peapL. O 5 'e : SO a
,A a Pimeiro 'T s? l Ditodm I'finea 5ei eP
Acaaan. 1"nqestraavelbada Pas- tr'ora rua do Crsp n. e Caposte mtoa branca finqs,,A
sagqnam tpdo oterreno atd a camnioa, casas do oostum*, --n 3 urn, e nieitos mfiros artigos po. m&-
te 4 dous grandes viveiros para criar 0 abaixo asaismado,jlenda viwjdo no$vus Jo quS D em q ubquer parte. "
e, ni coueirose autros arvo- felizes bilhetes um meio n. 3521 com3 4-RUA 0 UEIMADO-43
e, nm&W coe r au ltros afro- cmaPI 0 RA IAD--_
e outras sortes de 4O$OI d "(d u e e
t^os de frtila, p oade manguet,.e iot que se aqabouo do ie ir 1 e]desrupa ezraya quo ae :be .
eo ieao lmuo proprio pra plantar confma aos posruidores .'jan. r le ,ayaroupae ezirr itaro diano : a -
cap ; a tratar ma rua d Visconde de na conformidade do costuipe, semre to Wv rua0o $aarlo da Victoria n,
Goy#* -ILt W7*bI~di' A algum. w ro alaz. e~trad-a pola ruia d i
-'tE" ^. "u~f ~ Acham-se A venda os oeliw etes gn- Ioreas p
tdos da 1(6.0 pare1 4 lote#e jenefiNio da
.,^W^1^ ^^S^^l ,TgrejadaCasaFo0t9p4i.a), Um.,e extmamr .. ,,
Ix^E na sexta-feirma, 14 daoo rreB A :mel .6.-
-rE olw* 0 4M. l.. a que ns olm,
S _'Wdti.U11+ Emlp.DhIt 4 .. IMH^ ^ "


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1^ kol


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4


S., .Tanto di atd qle fira. Precisa-se de uma ntna" ma vender ..W b 9
EIH {uo"^ ~ (MaatY a 6 de biW .'qwue e nao bkoI, prefemo. que esgrava: a sobrado da trvesa da vat, ^
J T ""O tern furIo j.por aer estaiada). tratar na -Capunga, na rua das Pernam. Antonio n. 2, por prewtV1, pro-
No dias4 d -dwAo da M= a. Illn. Sr. Ignacio Vieira hucanas n. 12. pras. para dornida doi soUtiro, uo
Bahia e b. vapor naoi o do eseriva o dai4ade 4 Naza, caixeiro.
ft.-..L -A COrn -i!--
OM 0M11AdsIL,*V11W i" 'o avojr *de vir 'a' Eseravos 'f011Mo
00s ,a ira aa ..36, a concluir No dia20 de agosto de 1.77, fugiram do
pr.ata9- .ttat n a i "U quS $. S. se compro- engenho Caimaragibe, do termo de Serinhaem, Lava-se e engomma-se comnperteigoe.W-.
mait < t pelaekf "4 terceir chama- dous escravos de nome Jose, sendo urn alto, gencia: a tratar na rua do Socego n. 51, Cam-
; toi i, e dai deste em fins de dezembro corpo regular, pouga brba, cabeUo earapina- po Verde.-
do, tern um braQo quebralo e por isso up
0S: 4c a ta dw-d e de pois p arajaeiro, que p- pouco trto, te as cicare roRA
5 ou I P961pww otrio, tein atom&% icabrizes de relft
....a piia 7 sou a feereiro e abril de 1872, e nada nas costas ; este escravo foi cormprado em 16 Co11 PRA IS
rstboom rdolho s Semtos, olhar ame0- cumprio; e por este motive, pois, 6 de de .maio des-te anno nesta cilade ao Sr. Pa- m
tmido, ualo. bc grade, odis o$ MVO oato ara o dit fim, os de- tricio os6 Tavares, que o comprou na cidade Cma-O a
denies, c roapt a eooro grow ,mw aw ove. p. oditr o f ue steoio 0 ed t"POiS da Parahyba. 0 outro de altura regular, cor- ,
das osop tr om re S. i nembrer-se que este negocio po tambern regular, muita barba, fall fina, eto a ra de S. Joo n 7.
a especie de pm -imbiAlho, pronucuACOamps_- de mais de oito aneos, e quando 0o se idade.31 annos ; foi comprado na mesa data COMPRA-SE urna escravaque saia be-im
sad0, o8 raodose, qao faltle,mattit- hor set filho e acbava nesta cidade em que 0 outro, ao 9r. Manoel Travassos Sa- cozinhar : a tratar A runa 'rga do Bosario nh-
de,humila.'e vfst lMka, te r derida -- rinho, morador em Born Jardim,. Parahyba ; mero 32.
32 annos, pteUos ou meo0s, M6 do0flIhO d10Mde9 2iN qj este escravo 6 viuvo e deixou filihos na Para- + Compra se ura escrava do me" la le,
e An.a .esos 4e Mael vador, de. hyba : roga-se Ais autoridades policiaes e aos boa cozileira : na rua da Aurora n. 7.
luga Faiewda Grde ou Pajel do Flores,. Alexta capites de campo a appreheaseio destes es-
deio iendde eferreiro.oe savo atura ta od ex Fo em outubro d 1874, 0 escrocravos crvs, gratificando-se a qumn os entregar T st
eveic~ia 6, oiie de ferreiro. fthie dta cie u em o e- do 1 974,c o o nesta cidade aos wa. Manoel Alve Y iO oom calga e camisa bran, pt i os ,preto, coo, d idade 12 annos C., ruadoApodo n. 4. prineiro andar, ou ao Cumpra-se e vende-se, novos e usa-
alp4ca preta, ap6 do Cile, lEiiEoU um ha- aIturl regular, confrme sua idade, respective senhor, no engoniho Camaragibe, dos e recebe-se tambm para vender
huzinhade couro, coQR.bastanteroapa branfa; secco, .pernas regtlares,*-abega corn- em Serinhhen.- k
assiw-o4io consta ue no acto do embarqua prida, pescogo comrnprido; pes chatos O; 6 lelo, mediante cornmisso razoa-
aqw, um preto foid bordo e entregou-lhe a P t Plho i cp do no Pago ^vl : no armaazem de moves l rua es-
quantia de 00OU0OO a mandado de uma amasia este escravinho foi comprado no Pa o treita do Rosario n. 11.
de nome *omana. P, proyavel que tenha mu- de Camaragibe ab Srt. Joio Vieira de 0 Dr. Joaquim ...
dado de enme e di vegtuaiio, e que ande Lima, e s6 esteve em poder doabaixo I FIIYA S
calgado, para.asim intitular-se livre e ilUudir assignado 15 dias, fidos os quaes des-. de A uino *FOnceca, VEN AS
a vigilanc! ja94 autoridaden. Ha de corn cer- appareceu e rnsta estar ern tdra dcT
teza seguir eaminlaj*.a Bahia para esta cida- appareceu e consta estarem terras d T a
de, em algum dos vapores da comlanhia bahi- engenhos Paraizo, liachAo, Santo An- : medico da Faculda- Lin0goas do Rio Grande
anna, desembaromdo em Macei6, ou'pelo in- tonio Grande, Sacramento, Ccrofha ou f de d Paris utend wuito boas n
S terio)r das duas provincial ; roga-se, portanto, Quebra conform cartas que o abaixw iId) e V o ei grd uto ooas e novas
4s autoridades policies e aos Srs. capitaes de Vende-se em grosso e a retail: na rua
Scampo, ot6 <$uaauer cutra pessba que dee assipado tern quern o apresentar na re ressa O a Eu- Peaia n. 56, armazcm da porta larga.
tiver conhecimenO, apprelmndereO, parti- rua de Hortas n. %6, sobrado, ter a regressat d .o0 da Eu P, 56,-amaz -d-prtaaga
cipande ou entrfaAo.-o ao ,eu respectvo gratifi'a o acima. ri Correias para a ina
senrorw ee, 0a -do ommrcio' n.t aSii opa conteiuoa no orr as para mah as
que sen lio r11)ecipe, nsa ostorn %-mtica&o 'M~axirninoda'Silva GusIfio. A ..*- A venda no armazern de farinha do cases do
qUserao recnmpensado, .uc Fugio ejulhoo annptssado, exer iio de sua A oon. 73
oi& StaimP o escravo Jacob, preto africano, idade e A' n .
maior d 50 annos alto, secco, pernas fosie5e, da ie(o arrilnhos de vime a
Fumo hollandez compridai, cabega corn una coroa no sltas em sua asa, in
e ecachimbos de barro venie meio, pescogo comprido, pds seccos, e + O" pi
H. Ledebour, rua do Conmer- bastanto vagaroso e falla mal; este es- i rua HosT ioi Corn quatro rodas e 2 assentoS vende-se
S cio n. 17, o andar cravo logo que fugio. foi ter em Una, H si Bazar Victoria, A rua do Barao da Victorianu-
rna propriedade do Sr. Joaquim'Felicio tdos di M r2\
-., *' m^ de Su Barreto, e este mandando solici-
in msor l r Tnn 7l tar para alugar e nao me convindo, excepto dOIini( s |
S Imlntura Jponeza mandou-o enibora, e atd hoje nido d a n lad s
paten- Yih d oreu
as Es- A unica approvada e premiada pelas appareceu mais; este escravo foi de dia s santi0dficadeB r(eaux
to de academias de Paris e Lond.es, por nao seu irmio o Sr. Antonio Victor de S A0 pr A d 3s
ser prejudicial saude, encontra-se nas Barreto : a abaixo assignado gratifica das 7 is 10 horas I OO or dauziae mia
todas principles casas de cabelleireiros e em corn a quantia de 50 a quem o trou- a manhfi. garrafas corn cas de pa ha. I
cn a aqea-. Caixas sortidas de viihos fi-
toda. as boticas principles d3 Perham- xer a rua de oHbrtas n. 86. nosa 20e.
ia d buco, Caors, Bartholomeu & C. Mau- Maxmino da Silva-Guamao. p L dbor ma orn
ha C. Mau-~~r, Max -u-d. .z.. .?. H. Ledebour, rua doComn-
vago rer &C.e rua da adeia o.M, t.o an -"mercio n. 17, 1.o andar.
dar. 9i0os" AlWen1foe Ixk |
uai 10 AF N9, 4 + a" -. r.-. ,w :"
LUalid Medicoe ecirurgiao .1 Tendo-se desencrinhado aapolicemnumer
Co5as -lgnac 0 Dr. Cyrilino Castro mudou "o 4 1,362 de gros daevidsdoPaa Seihio,
BsutDbuh C.seu consultorio .Parea, arua do C*_I cddPddotooenod orua ,fitpo El qse1" ". -
n.48,Wne Bisquit Dubouchy & r e Dios do Souzairodrnr S es, a favor Elgaqbs e primorosamente enfoiaados io-
Ie dsacb r. oOgr n u~iovpr
e r de p6de ser procurado para o exw- mesmo, resident vesta cidade, se aiguem s e p sio acaba.r. de c.egar po vapor, os
H. Lodebour, 4icio de sua profiss-ao, das 9hors juigar com direflo d mesina apolice, u quaes estao se vondeudo por preo .Mit
oe 17, to andar d imanhoa s 3 da tardo sra oes- reclaniar por'espaQo de trihta dias, a contar conmmodo : na Fragata Amazonas, rua Duque
Cie 17,1 andar dadi manhd 4s 3 da tarde. Af7ra es-. de Ca xias p 47.
^)^ lf^^J3^^^^B^^2^Bsa&^ & tas horas na Passagem da M'gag 0 /e fioje pest~e adeeeo do mesmo Banco d e Caxias ii 47. ------ .>
4x 1de hoje, operate a dAdel Cso do mesmo Banooa
l ,-,''- lena.ts hoasition.Psaem da Magda findo este prazo se julgara livre e desembara- Almeida & Campos. a doCrespo .
SAluga-se o 20anda! r do sobra- lena, sition. ada a dita police. Pernambuco, 5 de so- 20, receberam os mais modernos merinos de
^ do n. 43, i rua da Aurora :'a tra- *-= .... Bl mbro de 1877., o6res papa vestido, e6res o que ha de mais
do tar em casa de Costa Maia f C .. . .B. A .... modernn, para 1 o covado, pura lai fingind.
u r meirn o sa de Cs&Mara An. IF/
^ tar em c do Cot Maia 4 C -/ quadros, c6res naodernas eesouras, para.80
S A rua Prrneiro -de Maro n. 6 I rs. o cvado : na loja das trees portas, doeAl
Shiapelaria Imperial. rj_ lS meida & Campos.
+ *+ :C~DK'A UA'POmi nge
SPARAk COZINHAR I4JI .IJ M AIIMJA' .83 ,CamisAs ninl aazas
S Precisa-se duuma ama foray ou ,es- Ainda mais Uia vez se aviaos de"- e- aua, naVTfragata aTazonas.
m ci nia, prefernmdo-se deata ultima con- vedores da firma Lyra & Vaa, que, O-. P^ AMBU 0- Drlauque dCaxias i. 47.
di Mi ra corn rar-- oa e .dia 15 do co m o ao vieremr Antoaf Prtitr$.daCinla'upuinta-
rua Du- -s aisfa'e a se'attende- rio *a fabric decigarros-.- POLLO+-- p,-K .
es lh ^ ^t Wgiapi. .dverte-se que ra a ma -; e ,&contas dAortr' Ma setido freuimnado ei Utsumi* -
'g n f n,0 pptos dias a, family tera.de sabir deo ia s i sJrns e ee 'das dore^ dos cigarros deiomnados Prma-
o- O axalb~rt da c -_.^ --- ..... ro verificado contrafaccao nos mes r as ci- "IT T
!is r f, OItD t [o9.W o^pae'^C^ gars urn aei prima do con- ...A!J ^ W +h

Aluga-se itiac -a. ". V" p0- D-. teudo, quer da marcadoinvolure o DyRoNThI DA PRACIN
Aluga-seuma casao ar4adeS. Bo n -w4 -quo os envolvia, resolveu mud ^(Nha escarlate propria para vestis
.... ^ aqk lt'a'Jl ira .o ^ 1", ,,,,t^ or ,as D. ,4 ,mmarcpeqe. con U j r- coreueoia p asro. lnsa n pO 's a30 .riso cowdo.
bia X oc&5ar -a^a. 94 %~ as^^^ w ^l? compecllgy 8^non^^ t eir nezes a.


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I. .


.a., i-:T;I
ff .d i t a s t ; ..,


..-X. ytte line, a
quo vende ba-

do M aton.
; ="+ Santos
= : B ERIS & C. th an3m
vWTa-.jm seu escriptorio na praca do Corpo
]as-tnit asa a branda, de alvaiade dezm-
tod*ftchnridaicverde-epretW. 2
t*4L& aif 'a emlatas deS if2 es.
IBp o dorto, superior.,, ,
Kito'Sh'erry. ...
6giac. E cafxas de urma'dniia.:-
G06o*a boa e preta, da multo ,s4ouheede.
mam Z, em caixas. -I


Cebloas em inilheiro
M ito qpe90ores e por prego miwto barao :
veage-so na ru do Amorim n. 26.
^* -^ Vende1-se;-
eiho Ccei(ao, em Serinhtem, nest
.Irolncia, ruito born d'agua, podeniTo safrq-
-- fr annualmente 2,5M0 pies: qaen e preteft-
Si_"ri &~'- praka. do Gqrpo dSanto 1 ,,
prA"*ja6 d4&p opadhara cfoi m quew tratur
'Lefjues
ToAs de maw4perola, braucos, de cors,
dN .trta-Ta lisps e lavrados; vendem Ama-
ral abu ., ru- do Barao Ida VittoYia
; ;^.te-gel['a .' ,; ..-

ibta'*a* d4fitbfllos, pf6r nAo ter vinl&f
igual a cr 4o eabello da senhora que a en-
cjrommqad| a tratar aa rua Pnrimeiro de
AMap ip .9pa das tres portas.
'NOVORAPE
Amnaral, Nabuco & C. receberam pelo
ultima j quete da !Iropa, rape fran-
an mifez mmto novp, e vendem no B3azar
T ictorio, rua do Bario da Victoria n. 2.
Homens e senhoras
Pelo ultimo paquete francez recebe-
rar.Amnaral, Nabuco d C. urn comple-
toe nQi sslw0o sortimento de .gravatas
de s ia dO cres muito liadas e gostos
modernos, para hornens e senhoras.
Bazar Victoria, rua do Barao da Vie-
toria n. 2..


40aernetd9o, a 40B rs. o oo'va tr,
pif _4bf -Gamins55) A Ais idct
Naa It.,a U b 5, In lbol
i~a.a.tek^^^1-^- ^ ****-.*'


n.to sorotie l, -UA
'bordadfi^ d~tqtaW AfI guras^^eflo
LapdM e t pp tes, w .0ejVqnr,
ja j'6 ,reira .:. .
Gre~tenspsm iaea tidos a 320 ^
k ..:: f : 7,: ,>,.




Chegouwpara aqja do ..Papq -.
ma ifico saor~imjQito idos; ]aio eumy-
pa.ios .ebonitos cretQzes de todss a
c6res, tanto listras cQmo de quadro,
que se vendem a 320 e ,360 o .coado :
6pechincha : ma.doDuque de Carfl
xias n, 55, loja de P.reirt. da .Svi a
' +U + *; -*t+ -

...... ; ARaZ-,2R~' -
STomen rfla:d
1;aRna doImpeiradeAow44
0 ARMAZEM D NU6 N SS
eaia o iaG.ynrs4ar ,na4e ; ,
me4 n4brAa aameurposo
Oeesupie~dr orual a. "'.
%Mo' dawks -pantosa I 1
jPdg~i~dt~friea!
Vantagern roveitosa!

O Nunes'tn eimtesdlvio videpi barato, bamA-
tissimo ; garanbr a dupeaieridade de -t"aI
Rierctadorias4 suatentor uma praodigiosa varl-.,
dade -eeneros, rarQs,-0e 'saborosos, eAunal-,
mente uobtrar a facilidade de de qualquer pessoa
passar bem cotonpotle6 dinffeii-e.:
austa potiao
Venham tirar a prova e depois digainsee ba
quem tenha sopuimento.: mais 'varnad e supwl i
nior; que veada mais barato e d6 melhores
provas de ihceridade e franqUeza do que o

Luvas de pellica
Racebeu. o BazarVictoria urn com-'
pleto sortiwmento de luvas de pellica,
para lione' e senorar: : vendem na
rua do .arao da Vietoria n. 2.
Verniz para ni'bilias e
armacoes
I. Qe~g exenzrms obIn


int= ? eavemizar Bon ,.ob=lias
uuijkOiau S ;por.1500? E' o custom de m fraaco
Na .rua do Quelmado n. 43 de ver u, ,qAe dA par ervemizar amw
.Uni. o ierateiro mobilia.- Conserva seu frilb pr as-
Grranmde*por de chapdozinhos de 'pao de6 amnos. Os :fratmo tern nos ro-,
palia para-menInos de 4 a 12 annos de tolos a maneira como -deve sewefila a
idade, send gostos muito honitiahoo, sua apl c epor isn.a deleG'apl
a 2 e 2500 .aa um : s6 ha no 43 plicadoer-qauauer umsia.
da rna do Oueimado. VENDE-SE NA U&NO .VA N.-_


,p r. gos :, a & .. 7.-
IootSuo de moldes s .moP ,. elegautes:
crochetO erna.



agulhas .pare a sendo 4ei^ a
-4reperola ;' tudo it b~tas
N >Va EpePn^a,: ua ^ Diiqe d.Ca-
,x t aJ, .. "ft







!rpqos p rahl6m semfe a^, deloaf 1rar
0o pequ .aaseo dihe, de9. 0
otauems ide modes 4 e ate
pera~a,~ ra~a~ie el rpia n.7
Agulhas para pcoet, sendo e ,am&




prepaoel- a tudo im;to e Nova Ease,
ranpva Eap ra D Duqqe dde Cxikas n..






cot a a am u indo.briqueao.,ois .'qu
eU, .rcebeu urn complete sotment
Pae sa.veneno pre o rmito razoa-




.~Bonep ." s.
Urn born sortelemto de bonecas-man-
sas .a, choronas, pretas e blra as ,ie-





1ceioeu a Nova sF spern, a rtta Daque
a, rade Caxias n. .





C~bo1nOs raas d6 tern quor
ra a para tingir ca1om pretos a-





cabef.os, e vende-a razoavetme,.:..
W alas Ito para ,v fb





SbAm cped aso de
,hegar c inoroa t paeta e firn,; 3 : bre"
reeuan Nv ranOiu Se I C bu -
de hCaxias n. 3. 1d
OC 4613 lAs braxxc V080 tern h.,quer
pefta.q'dri'YsA Nova Esprn-Oarw uuej~
Caia n 6* reebe am copetosrdeitimntui
*e paratingir cabloporprp etos razoa-,
.'hm boe soiiipjita o de bnea a ,am.. an-'
sas e chors, e vende-a brazoavelme ra-

Cheebuart Novas !4periuas- I rf~ ,e b1)
mo: naxiasu 63avaa. fteu Ox

Caxi~asn.A' 6,twa. veraderia- ai i


"-~ ~ AA ., +I- .. .
..




\. s -fct~wi-i t-ll]W.,Ifti.' fle eitodaw as:

. .atfiims em. mshom, a 1200
^ ut*Mfia e^ lO aame a&to r. .
' ii~tfilta;. |Kj .ip dsi"on
^^*"8Si~iif- yewdemoca,

4pmm.wd l t .* .s&&'I o .
^iIiw sdtsdre ^ilKi dle itod9ajra



-eW M L ..-+,. ,- -: .!
uraBsfbms~ a, sthiia, a I, a
444
,thdapo^kTfxnate~e findsaimcs, a5(
h5I00 .ipiva; i& -jardas^ w pI ,n.'
.cb ,a ,1- ,."^. .- ; W i
i^od-es emcabiodos a 35e-320G.
Brtji bn a. a a5(0 :
.A*goas nov% a 446'rs..o covado.
Que dindas colohas deganga de crest
o Mue ha demelhor, a S3 e 3500.
Lengos finos abainhados, a iW$8Q a
duzia. -
Pecpiavba -rn igual em esgui~es os
adgodle^*'(a pe~a 3G'roetros 1 e p
rato. -f "
Cazemirbem pe'*:e em corte. pra,
cstatuies deffde!aWI .. -.
SAl*cesm, pripoetas, rmerin6s ; l4 pre.
t'e artigosdiversos para Into.
Babadinhos tbordados no ,'; ha preio.
Branante de algodo, 4 Jlarguras, a
154OO3.rs.1a-va ..ra ., .
Dito-franomez super; a 2S500 a vara.
Atoalbad o traonado, targo, a 18500 a
vrata '. J .- .
SCortinados bordados o que ha de nB.
Ihor, a 5 -00 o -par ; aproveitem.
Roupas feitas de todei as qualidades
e differences pregos, e outros artigos
que vendemos por precos sem compe-
tencia.
No 59 da-rua Duque de Caxias, loja
de C!rbo da Cnha i& C.


FPdarde.cres
a 500 .,:n covvado
Rua do Queimado n. 43
Ri*i-dos oirateiros
Frlar de 1M e ead, ,com listras e la-
vyere. par66s novos, uso actualmente
em Paris, pelo modico-preo de 500
'rs. o covado ; venham over ou mandem
hiscar as amostras, wediante qualquer
*hort: s6 ha no 4 da rua do Quei
oa~o:, ++_ __ __e -
Potassa da fhossia em


*,. .,' .
'i j-"--.-


deWI~n~


'uxl dfe c ra de coresn.

B lniazia e. oantao.
'Aliacas e btatras ninahs fazendas
propnris para luto.
tor' a4os bordados.
CiCaibrhaipara cortinados.
'ColdlhA.s .phra caria, d6 35 a 85.
Piunbs para mesa,r?46nda, a 44.
't- :as m, ieore, linto brnean
co"t.Rlde cores ',
'*lhas f0lpu 'as de 6<, 8$ e 12$ 7
d i -i& : ... .
-Dita de ditg'ta bariho.
Guiadanupoq.gteia t'odbs os premes
Atoablhados a iihiscado para mesa t
1500 a vara.
. Completo sortimento de lfbnos bran-
cos a 6 cores. "
,MeiAs `.-ancai de cores, tanto pas
sErY'u,, c.)mopflthomemtnl.
< .'rrbrsa trapnisparente a 3500.
I ata ii'fria, fini, a 310o0.
Vanadissimo sortimento em camit ar
brancas, de algdab, linho, cretone e.
r me ia "
Outrba mtuitos artigos que dispom1
por bar~to preb0.
S: 0 Barateir
"RUa, Primeiro de Marco n. 1
Agostiio, !antos A C.
Ajayfedo'4 Lieboa
Vende sA em grande e'pequena quantidade
na saboaga do ecife. -
2P-IkAuibO CO2MMERCIO-~-24
Neste estabeteciitetito vende-se e
ve1da&eiro e superior vinho 'de Bol-
deaux, tanto em harris come em engar-
rafado e mais Iarato do '._. em qual-
ia parte, por ser rtcebNlo de coiita
propria. No mesmo estahelecimento
coilmra-se gaarfas vasias :ne tenhanM
servido pra vinhor de"'BTrdeanix ou
cognac .

F ortas


Vende-se ports alma6fatdas muito
feitas : Ho armazenm da bola amarelta,
vessa da rua do Imperador.


bem
tra-


Canetas de aluminia
Armsra, Nabaco&C. r*Oeram em direitu-


barns-0 *ra a iewAorK cmnptetow suimeuta.uu uoiea-
...-----I----"; W 5 Ta p, I ki tes lapseiras e canetda corn pinnas d'outo, e
POr 0am + m8s nova quoe ha nom-ercado: vende, etdt pt p 'eoo mito bsrato, no BfMr Vi,--
ds umn i Ioe n eberibe. a.t-ravesa, T.Ifesch'& i., t rado nt[ nm A it6f. t t-r do Barft a Vieteria n-. 2.
eplecorn 00 amdmo do freate ea400 de Vni-se um terretioco 3 0 I I320 "a, ecoo-
'fun :com rnma peqhena taMa de tatpa, e coa"i hNitef I4 *ibnhio, 'ta um do (bk da lg
uo part-a alhos : no Fe do MtoN, 4ra 4 dCaminoNovo) a. 8 : a .at n rolos d meia arroba ; venride-se na rumada
nh- SA LitaS .. I M, Aa Irlma n 441


Vp ohm ". "pftM* r.
1m, "f^o "MR-. a^, ,


.i-to -4O0.4 Q I.
Madapolao ffancez de das larwi
a 5 p Q e --5 15 9 a ,r _, *' '
Cambraia transparente pea vestkide,
a 3,500 e 4000 apeA. .,
Fustao branco ra vestidos e yes- ,,
tuariospara m ikJ&j .. '
Bramantewcoai 4aargmw, ao450n
varam 0Muite baMtDi mI (.
Camisas boraadas, pram. senhora, !
351000 e 4000; quwp chinohii! -
Gorgwao .de la4 Ae-ormes amindas rl
?estidos, baratisuimo. .
SLeques de madreperoladiaos,.dOw-
lnhos riquissiqo a O .,. : ...,
hictas : gr e.&s rUtimento e paraldo
proe e. f I. *. -
STemos um conmpleto sortimemto AI
fazendas, das quaes a maior pawUt nie
annunciamos, para nao enfadarmes
os d gnos leitores, e de todas se diao
amostras e mandam-se em casa de
Exmas. familias para melhor escolh-
rem: na Fragata Amazonas
47'- Rua Duqae d XdGa-xia -47


Vende-sedtellAsboa, chegada no
ultimo vapor, em taulto boas barfl.- -
Sease: no large o tCorpo Satto D. 15,'V
primeiro andar.

Vene-e na casa n. 8 darua do a
Nobrega, antiga do Ouro, 4 bois, 2 carro"
2 darros.
Leques Para luto
Veldeirt Amaral, Nableco '&C.' 6egantes le-
ques de riladeitra e seda : n* Bazar Victoara,
rua do Barlo da Victoria n. 2 _______
--Prlrmeiro Livmro de Leitura, p0e
Dr. Abifio C. Borges, 400 rs.
Segundo dito, ricamrente encader-
nIado, 4700.
", Npel pautado par bastardo e bas-
tapR0ho.
Normas para escriptas.
SObjectos pamra escriptorio.
*Tudo par pregoe razoaveis : s6 na
encadernagao e pautago de Mirania
Junior, a rua Duque 4e Caas-.n. 37
Vende-se tambem livros saaos&.'
'IDOU--S 0 TEMPO
Chegaram final i .... Joaquim Fermri
ra Campo#4 S C.+ Irua 1.o de Marosn.
'21, recebermatnpelo ultimo vapor d'Eu-
ropa elegantissinas pipelines lizas t
!sda e granadines corn listras de so *
Q preqo poT quanottaeto vendendo, .a*
jmu iraL.... ___ ___ _
Breg purifoad.
clarb, barrmcas de 400 "li as nB armazeN d
JMw Ns4Aw -,A-ma 4i Amaium n. 37.-


*,,m i 1 t *B I 'f- M 1 1 T. -





DOS PBEMIOS DA lUs PARTE DAS LOTERIAS CONCEDIDAS FOR LEI PROVINCIAL N. 993, A BjNEFICIO DA NOVA IGREJA DA PIEDADM DE SANTO AMARO, EXTRAHIDA EM

.*'*& -. .* : ^^ '-..


240.


6 DE SETEMIJO DE 1877


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#a&, e quo hoe appm e no$ joilm
.. cazes corn o nome de searabed co
soe eganoea, poi,; A o mesmo
colsoptero Acerca ddo q.al jA nos occu-
pamos lar amente.a

0 CUSTO 1DA 'RA.-Iuforma-
d u, que oa p 'Paris reputa au.
S Tisadas, dizem P bo ercito russo,
do commando do Oiaftpe Nicolao, cus-
ta.por dit a paquena somma de
Ii. 00Ofa Ouces ou 525 e meio mi-
Ihas de fracos por mez. .Accrescenta
.q naiD-oa t )ando a guerra na actual
no, 6 padendo proloagar-se, pelo
rd ata '"maio future, efstaraa Rus-
sia 3,000,.000O contos de rdis! De sorte
que, vencedor ou vencido, o imperio
moscoita fticara arruinado pelo menos
por cincoenta annos.


RevIsta.economica estrangeira
Urn dikcurs, 4e Alexandre Dumas. -
Os premios Montyon.-A miseria da
opulencia.-!.Erros da burguezia dcer-
ca da felidi&d -e.-O trabalho, a edu-
cacao e o Apparato. Dous illustres
philanthopos. A- instruccao public
,,'a Aelgica.-As pautas hespanholas.
)]..;:-orntmercio de vinhos portugue-
.-xH; francezes e hespanh6es.-Reclda-
- w de Bayonna.
A4Mxandra Dumas pronunciou ha
pauco um discuirso notavel ao distribui-
rem-se os premios da virtude. Que sao
estes premios, e quaes foram os pen-
samento$ fundamentaes do discurso ?
0 grande romancista da Franca refe-
.ra-se principalmente a incapacidade da
opulencia para constituir o bem-estar
d& quem a possue; 6 por isto que o
seu discurseoentra no quadro de uma
rovista economic sem a menor violen-
cia. Aos economists, que tanto se
occupav.. das nrquezas, cal)be tambem
occuparem-so dos effeitos moraes da ri-
queza mais conhecida e infelizmente
minais procurada, que 6 o dinheiro.
A. Dumas descreve as lamentagoes
dos ricos, e accresdenta : q Depois de
as ouvir, perguntei a mirn proprio se
os pobres sao tao real mente dignos de
hatit como geralmente se acredita,
eeiuno seria mais natural compade-
cMr-se a gente da sort dos ricos, e tra-
tar d e inelhoral-a. Dediquei-me ent-io
A resolucao deste novo problema, repe-
tihdo' incessante'mente: D'onde pro-
cede q(ie a riqueza, t.o invejada pelos
rue a nao teem, nao consegue fazer fe-
lizes os que a possuemrn? A' fora de
ieflectir cheguei tA seguinte explicagao:
A'fortuna, tdodesejada po' quem a'ndo
alcanua, nio torna felizes aquelles que
ateem, porque nao sabem servir-se
della para tornarem venturosos aquelles
que a nao teem. Ndoacho outra razao
das desillus6es, da tristeza, da misan-
tropia tao frequientes nas pessoas ricas.
A maior part 'dellas s6 pedem ao seu
dinheiro os prazeresque Ihes p6de dar,
em vez de pedir-lhe as alegrias que po-
d(eria proporcionar ios outros. )
Os prfemnios A virtue, annuualmente
conferidos pela academia das sciencias
de Paris, legou-lh'os Montyon, illustre
iiilionario, cuja vida foi dedicada a
melborar a sort dos seus semelhbantes.
Diante deste grande exemplo de carida-
de, Alexandre Dumas naio podia esque-
cer ou menosprezar, nem menosprezou
os numnerosos casos de philantropia, os
quaes attestam que o amor do proximo
nao 6 monopolio de urna classes, nem
jamais foi incompativel corn a posse de
certos recursos pecuniarios.
Digamos algumas palavras de Mon-
tyon. Nasceu em 1733 e morreu em


mio. Os homens,- e.seri e
pirito reformador cabiram no d
do. A reyoe o troupe .siwm p
litico virtudes raras,-mas tainmbom, ex-
cesses .rueis. A socledadelo o.jalu
entire pptos tdo afastados, que.1o6 os
extremes das mais oppostas paix6oes
poderam realisar tao perigosos movi-
mentos.
Montyon nem foi servo galante na
c6rte de Luiz XV, neri admirador fana-
ticoda revoluCio. Fazendo part do
conselho do rei, oppoz-se a actos que
atacavam a dignidade dessa corporaca.
Quando desempenhou -as funcSee',do
intendente recusou-se a contribuir para
que o poder judiciario se tornasse-4il
instrument dos ministros da cor6a.
Apenas comegava a aproximar-se a re-
volucao franceza, emigrou para Ingla-
terra. Escreveu alli variasobras. Urma
dellas, o Elfio de Corneile,.destinou-a
a um concutirso na academia dais scien-
cias de Paris ; nao adnittiram, por
ser obra de um em.jdo que vivia em
nagao que combatia a Franca. Voltou
a sua patria em 1815. Falh$p!u corn
87 annos de idade. a^
A sua vida de escriptor foi muito me-
nos important que a de amigo da hu-
manidade. Em todos os lugares que
occupou soube ser just e caritativo.
Servindo em Auvergne como intenden-
te, gastou grossas sommas para mater
no trabalho operarios quede outra sorte
serial dizimados pela feme. Onde en-
cohtrava talent virtuoso e semr reciy-
sos, logo se empenhava em alental-'o.
A academia das sciencias recebeu varias
cartas anonymas corn quantias destina-
das a premios ; um anno foram-lhe en-
deregadas umas poucas; mais tarde
soube-se que todas provinham d6 mes
mo home ; este home era Montyom
No seu testamento deixou dez mil fran-
cos para que o juro fosse premio de
quem descobrisse os meios de tornar
menos insalubre alguma industrial; ou-
tros dez mil para premio de quem aper-
feigoasse a medicine e a cirurgia; on-
tro tanto para premio da mais virtuosa
acao. Instiluio a academia corno juiz
para conferir estes incentives do bern.
Outros importantes legados foram fei-
tos por elle a estabelecimentos de cari-
dade.
Este home notavel sempre vivea
modest e sobriamnente. Dedicou a sua
grande riqueza V.santa paixdo de fazer
bern ; achava nas obras de beneficencia
a alegria que. s6 apreciam devidamente
os que ja a experimoentaram. 0 con-
tacto corn os que s fTriam era urma ne-2
cessidade do seun corap-o; assim come
alliviar-lhes o soffrimento era para ellb
urn dos maiores prazeres, ou antes o
maior.
Foi um modefo a vida de Montyon ;
soube ser rico.
Podemos significar nas palavras mise-
ria da opulencia a these de Alexandre
Dumas. Apparentemente falsa, corn-
prehende, porem, graade numero de
casos. Os pobres, arnda aquelles que
nunca podem sahir das mais estreitas
condic5es, porque seus esforcos se quo-
brain contra inesperadas adversidades
--padecem de urna pobreza evideate :
ma casa, fraco alimento, roupa insufli-
ciente, e as mais das vezes incapacida-
de de educar os filhos ; porern, na clas-
se dos opulentos ha muitas pessoas
que pelo seu proprio modo de encarar
a sociedade produzem ou inventam ne-


cessidades que nao podem satisfazer,. e
estabelecem para si proprios coudicoes
que Rhes tornam a vida quasi um mar-
tyrio.
E' a burguezia que principalmente
soffre desta doenga, que se tornou epi-


FOLHETIN om effeito, entrava n'aquelle mo-
mento na estalagem urn monfi moco e
de boa apparencia, o qual se dirigio ao
OS FILHOS DO MONFI lugaroudeestavarnm o manceboe& an-
ciao.
POR Os cavallos estao A nossa espera
FERNANDEZ Y GONZALEZ A beira do rio, ao pe de Tablate.
VOLUME I Ajaezados como conv6tm ? disse
PRIMEA PARTE Yaye.
PtEA PARTE Nao foi possivel, mas p6r-se-lhes.
OS AMORES DE YAYE ha os arnezes dos queddixamos.
,CAPITULO V Mas outra Waona disse Yaye
DO ENCONTRO QUE OS NOSSOS3 CA31MINHANTS suspiran40o. .-- .
TIV-RAM ANTES DE THEGAREM A GRANADA Isabe| .n'eiFe readquirira toda- a
(Continuaio do n. 205) sua i*'R cia.
Pouco depois Abd-el-Gewar,- pillido --Em todo ao caso, disse Abd-e4-
e preoccupado, achava-se a port .da Gewar, 6 preciso demorarmo-nos aqui
cavallariga junto de Yaye. '- o menos possivel. Paga ao e#laja-
Conheceis aqtlle cavalleiro? deiro, Hainet, e firem par'a f6ra.os ca-
perguntou o maneebo. Mostrastes-v6s &tllos. .,..
commovido ao v6-lo, e elle reconheceu- 1m quanto isto a fazia, Yay$qie
-wOs e cumprimentou-vos. apezar da recordada- de Isabel nA0
Sim, corn certeza, 6 elle. deixa do tempos a tempos de de4a"i
Elle quern ? unm olhar para o aposento onde se aoha-
0 senior Alvaro de Sedeno, an- va a princeza mexicana. vio pie aquel-
tigo e valente soldado dos tergos d'el- le aposento se abria, e sahWair d'WIUe
rei... E um do(ls melhores servidores de primeiramente daas mulheres, euida-
teu pai. dosamente embugadas ent--grandes
Ah 6 morifi I mantas pretas, em seouida duas cria-
Ignore. E' segredo que nunca d e final o.estropeado.
ten pai me revelou. Vmaram pelo corridor, desceramrn
Mas onde foi que conhecestes ease as escadas e passaram poi p6 de Yaye
rsmr ? oe de Abd-el-Gewar. 0 capio quo t6-
i Muitas vezes o vi ao lado de teu mara adianteira, campWenutou os
sna montanha e conversando con dous monfies fria- c "t o yrisamentW
-. na faraili etente. e Oaando a iaulheres Yaye
Mans -abendo. que esse homiem j1a notpr que fAtMW Ift t e
-PM2 '"e"f -porque empallideceates eabmada lb. i W W loe i-
..
*, ',. n i

r ,-,: "" -- H. ../,. "i .B"
..- ....too


ffra sto i~lthoO Cdol o oro de~ico"'s0 pocas dar
z ;:ia.Qde o Ao industrial '




0 0e1s s x la r olCI*as edpo cas od os
cots megudPe u4ixMete a su'0s org
cripto o o a oaiaVna tmt asae
umn por0o8 acadultUta; onusa .
comn bom juiz ost-seu- s hamereaei -
nap-se cidad0, wufm .
min e -s w op s i; 0o u qemitw
nhar-se na fandab do p institooias
uteis e auxiiar solicit a educ o daos -
set descendentes; oue nua u opalavra
snbstitua menor a maior trabalho, limp
que eampregue utilmenteanas suas foreal
eais ai urga condiCoa proesperidara.
0 ; ftk ) a que aspifava torna-se4wr
temais peor acaso o conquista. Ns
Ihe d safide: .tira-lh'a n porque elil
d proprio i cauAe que oasangue cipqul
mal, a aigesta se fapa imrperfeitandoenf
te, e .as ploprias.idoas sejam doena .
0 trabalho d pelo contrario, o mais
precioso auxifio da conservamo da-rd-
bustezd c u
2.o Educar a familia come se pro-
viesse de gentedee antiga 'a obreza.
qutbpre dizer que a mais insigne linha-
omn noto impede que se do a me lhor das
educagco. No prioprio thrbho temos
visto omens dignos do emai or respeito.
Mas assim como em tantes casas fidal-
gas os moroso s nalo c correspondiammoo
mais aperfs oado typ o humanoassim
a burguezia":orre na immensa maioria
dos casos o risco de por causa daquella
retens o produzir rapazes de fraco va-
lor, em lugar de laboriosos cidadaos.,
N6s todos, burguezes de maiores oa,
menores meius. de fortune, descende-,
mos de geate que exerceu uma arte,
um officio, um ramo de commercio;
procedemos das classes uteis, que aug-
mentah os haveres sociaes, em lugar
de viverem de ies como parasites. Se
quebrando as nosmas tradiones, e rejei-
tando nossa honrosa heranqaoeducar-,
mos nossos filhos no luxo que da orau-
lh6, e na ociosidade que abafa todos
os germens de virtues ; se l hes der-
mos instruegaoaque somente -sirv ei
.vaidos.p ornato, condemnal-os-hemos1'"
serem escravos de suas artificiaesone-
cessidades, e dissipadores de herangas,
quando poderiam ser bons continuado-.
res de nossas obras.
Nao basta instrur. E' necessary&
e3ucar, former o character. As fooras
moraes nao as di o. ensino das linguas,
ou das prendasn.:ou de algumas scien-
ciras. Essas foreas, ben comoe as phy.-
sicas, 4eanvolv'aa-se n vida patica,
na luta nzcorn as ifcl es, nos exer-





mio montyon: cul
cicios propriaos a epoca da vida,
obserc dos phenormefon s, na con-






AeS& paaardrmsnosso, eni
temple do que de a sociedade in,
vida intima da familiar. S6 por acaso
deixa,-A de vir a ser aeatura sem-r~s.
tmo a w*inoha gta orid u eom ir
do cuidado, quasi dispensada de eprp.
citar-se e de reflectir.
3Io VIver corn apprdarato que d bem
nos olhos do calco. A nate qespei
to ditemQ sdmente o qu se Ie :a'uma
obra do lDr. Barkeley., f^ rues n outra ha annos honrada pela
academia franceza corn uoi dos .pre-
mios Montyon :
nos offerece forum ferneieds pela natu.
reza para agradarem aon nossos searl-
dos: pdde dizer-se que#ptencem aiqu
ife que saboreia os praaeres que efres
sao destinados a produzir. Por isso
adiquiri o habito de. attribuir a mrai
proprio um direito natural de proprie-
dade sobre tudo que contrib'te :para os
meus prazeres. Quando vivo no cam-
po,'fazem parte dos meus domiaios to-.
das as belias casas, da vizinhanca queI


visit. Adjudico a mim proprio os1
bbsques e parques em que passeio, e

0 caro abatou corn rapidez.
Apenas este se afastara, Harum-el
Geniz dirigio.se corn todo o desemba-
rago para a porta.da estalagem..
w 9 tl
'O1, oade vais, Pedroz -.? pergun-
tou Abd dl-Gewar em torn imnperioso.
Foi o senior que me niandou:..
disse Harum parando e apontando para
,Yaye.
V- ai a urm recado mes, disse o0jo-
ven, deixai-o ir. -
SE e monfi, a umr sigail do mance-
"bo, continuous seu caminho: -
Sigamo-lo. -
0o carro d scia vagarosamente pea
daminho ifgrtme que conduz de Lar-
aroa tf-orta.de Tahblate. Em v&
'1mentW d c.a-r,

0 espaae.., e tirnd&a s
ar coin maras zh sa rapidex. -.$go
taraou que.so achasse entire qaebra-
das, Olepois de flanquear a monLanha
or espago d'uma bora, achou-se-.-so-
re o cume 40s montes por ujatl4a
se estende a estada das Alpujarrmaj
Graqada. '
0 carro do estrapeado e 'o sotldo
que o escoltava via-se ao- ga. 01P
4 nu levyaou-se urmtveti d-p6
n'1 coto -l, da etlrada, e avisttw
'um trop d cavagteires.-- gal.e#,*
Iqu alcancof-"o carro, ;eapmq d ,ot
inte, e dappan% ceu neutMro Ct
.yio. : : .
-f ; *, ... .
EraonYae A J .Ge .' -W.-
teo fMonflies-


Hieacasa SS 'qm.
no toque po'du tc
p r a .. que a qatm straz
sites pensamentos de Barkeld nio
por certo appcaveis sempre.mas
olle. a detjra e just critical dos
,os qu tantos homes empregam
yver apparatosamentftincommo.
ose a s pronrios, eg lugar de
rarem vrddeiros gozos. Obri-
ol ma "exis.tenia de artificios,
perdem 'ela a melhor part da sua
alera &da sua tranquiihdade.
or i &7izamos nos que eram fal-
sa as trees bases do piano tragado por
|.ntos membros da burguezia. Ale-
fandre Dumas, ao terminar o seu dis-
rtlum'o, affirmava que ajelicidade se en-
coptra no bemrn; n'isW palecia referir-
i ao amor do. proximo; e corn effelto
.bioas acoes consolam quem as pra-
a; mas se .quizermos exprimir de
'L o mais pratico os m'eios de ser fe-
Il corn a riqueza, havemos de atten-
der : 1.o as relagdes do opulento para
Comsigo mesmo: 6 prociso que traba-
Ihe; 2.0 As rela06es para copa a fami-
lia : d preciso que a, eduque de modo
a tornal-a independent. por ella mes-
ma e capaz de empregar bern a fortu-.
na que Ihe egar; 3:.o -4 relac6es para
corn a socibd e : 6 psecisb que por
causa-de vs aspparencias Ihe no sacri-
fiqe'a paz do espirito, antes corn- -a
sensatez e bondade do seu procedi-
mento Ihe de exemplos salutares e con-
tribua para o progress d'eIl.
Entre as pessoas a quern form coh-
feridos premios Montyon, especifique-
mos duas: a primeira, mademoiselle
Lavarde, emprega-se desde muitos an-
nos em edivar creancas, contribuindo
ela propiia4 nao s6 corn o seu traba-
4h1.le eddcadora, mau tambem corn
pzte di que ganha como infatigavel
costureira, Especiamente se entrega
A difficil missao de tornar b6as as
creancas..- que pareciam incorrigiveis.
Que grmndes qualidadesde alma nao
deve ter esta mulher que converted os
mAos, e, serm outro rttuiito que o de
fazer bern, afanosamente lida N'este
perseverante heroism ha mui'o mais a
admirar que cm espectacutosos feitos
apregoados pela historic..
Outro premio coubf a um abbade.
transformou as condiges materieas e
Cforaes da sua parochial; nio. s6 cons-
truio urma igreja, mas tambemw ins-
truio o povo na planLiao de arvoredos,
e na pesca; de lugar Nisignificante que
era pissou a ser -terra frequentada. Os
parochianos vivem contents e amam-o
respeitosariente. ]ste sawdote- per-
tence Ai classes em que nobremente fi-
guram Frei Caetano Brandao e o Tan-
dador do collegio dos orphftos, da cida-
de do Porto; do numero dos que sao
verdadeira luz do mundo.
A Belgica tern desonvolvido nota-
velmento a instruccao public. E' mui-
to maior do que outr'ora o numero dos
alumnos e o ensino primario. mere-
cou grand cuidado ao parlamento e
As corporaoes admi~istrativas. Em
183, ,istni, quando alli houve urna re-
orma importante n'este ramo (1e ensi-
no, as escolas communaes gastavam
1,899:552 francs ; cm 1874 a despeza
era de 10,845:549. Em 1843 havia
2:070 escolas frequenfadas par 160:000
alumnos de ambos os sexos.l Hoje tern
8:500 frequentadas par 561:000 disci-
pulos, dos quaes 300:000 sao do sexo
masculine. Desde l.52 ate 187& em-
pregaram-se 43 milh5oes de francs em
constrnior ou -reforinar edificios para


escolas. Em 14 de agosto de 1873
uma lei concede ao governo a fasul-
.dade de abrir urn, credit de 20 mi-
Phoes de francs para comprar mate-
riil "escqlar, e atW erier casas de es-
cola. E6i 31 de dezembro de 1876 jA
!' ^ ,

tre cada apparioao, tres monfies corn a
seu cajcterisqtico trajo de montanha e
corn fftnidaveis bestas.
Que o senhor Altissimro e uuico
seja comrnvosco, exclamou H.irum.
S-- Allah te guard wali, (*) disse
wh d'eltes, que me queres ?
0-- que you dize,-vos di-lo por mi-
nha bocca o emir ds Alpujarras.
&Os tif.onfiep fiarn urna zalia ou
cumprtimento OAuso miouro.
Estamos diptos a obedecer-vos,
Oisse a que ate allallara.
Vdes ao loqge um car iO?
Vemos.
Pois bern, e precise nrb perder de
vista esse carro.
Leva ouro I1 exclamou o monfi
corn a 5j5 d'umbandido que pre-
seata urma preza. .
No, respondeu Harum,n aquellt
&af0o .Vo duas damas embbuadas etm
m.ntosum soldado castelhano, cego
difm oEbo, manco e boxo, e duas qria-
dhs. A
1- .6 3s uap gamo e um lobo, ra-
,p. me e uftir ao que fallara pri-
is." Paote corn today a rapldez que
teI sivel, e faze eom qua. d'omn
ou d''utro ponto 'da motanha se po"
mem cbamem cam o) 4s nossos que
no.pecam de'dasse carro. Se
damns qtua vW ifro corre, mal-
gu p Mrigo, d .nds.
o .-^ 4' bI* -,
W1A tade quand
'2-01 7W.-
"h~ -pm^^t deGaida-
.. "' .- .::.t -.: -'.^d


o. Por hQ l o go
aos reHo9sjh m fnlatp,..
,fOOOr., a 4 a ciMoWi
As Acamaraiptr*tmo .....
476 O~oofr. ea pt4na emott...
464,1W. EU parte"
dw gatos corn o ensin6. pribburio estai
a aft'go do thesoo" nacio.o. Em-
quanto durar ealsystema, naio pode-
mo espe.rar que sejam satisfeitas ds
prinoipaes neeossidades da instruccao
popular.
Em Puitas terras da Belgica an-
n6xou-se as escolai de mo ninas uma
classe em que sao recebidas crianuas
de I a 7 annos; em algunas n4o s6
Ihes dao o ensino propgno dos a Kin-
dergarten ), mas tambem as vestem e
dimenim.- Qaando teem de passar. a
aula de ensino primario vwo excellen-
temente prepared s para os t iabalhos
eoareso.. .. Kinderigarten sao jar-
dils eni que as criancinhas se desen-
volvem physical 'e intellectualmente,
sem constrangimento, mas antes corn
prazer.'- A' port d'elles deveria escre-
ver-se a phrase .do Evangelho Sinite
,parvulos ad- me venire; Air, a infancia
encontra attractivos uteis ; alli as suas
faculdades sao harmonicamente desper-
tadas e exerditadas. Havemos de.occu-
par-nos um dia d'estes jardins em que
a principal cultural d ada humanidade.
A Belgica tern uma populagao nao
muito major do que a nossa, e um ter-
ritoria "muito mais pequno; apgzar
disto, sao 76 as suas aeademias es-
colas de.desenho frequentadas em 1875
por 9,992 alumnos. Nao comprehen-
demos nestes numeros a academia real
de Antuerpia, a qual teve 1,628 estu'
dantes.
A music 6 ensinada no consw-
vatorio de Bruxellas, que contour na-
quelle anno 663 discipulos; no de
Liege, corn 618; e em 71 escolas de
provincia, cmorn 6,955. Recommenda-
mos estes factos ai consideragdo dos lis-
bonenses que houverem de aconselhar
os governor deste paiz Acerea da refor-
ma do ensino de bellas artes.
Os productores e commerciantes
francezes e inglezes cdntinuam inquie-
tos por causa das pautas hespanholas,
as quaes, corno dissemos na ultima re-
vista, estabelecem sobre muitos artigos
direitos maiores para as nai6es que
nao tenham convencionado o tratamen-
to da mais favorecida. A's pessoas me-
nos vistas em convenes commerciaes
apresentarao talyez sentido menos cla-
ro estas ultimas palavras ; sao de facil
explicagao.
Nos modernos tratados, por exemplo
no que fizemos corn a Franca, estipula-
se que no caso de se conceder por no-
vas convencoes quaesquer favOres a
outra na(ao, elles se tornario extensi-
vos as parties contratantes ; assim, ca-
so a Franca diminna os direitos sobre
products bejgau, suissos, etc., essa
dimin'fao estenier-se-ha tambem a
analogos objects importados do nosso
paiz na Frana.: Ora, a Hesaah, nao
estava ligada nem a Gra-Bretanha nem
a republica'franceza por clausula deste
alcance; aproveitou-se da sua liberda-
de park tributary importacoes proceden-
les de povos corn quern nao tinha tal
especie de tratado. Aquellas duas gran-
des navies nao gostaram disto; mas
tambem desde muitos annos a Hespa-
nha tern lamentado que os sous vmhos
estejam sujeitos A escala alcoolica.
E 'ijzito provavel que o governo
hespanhol esteja content corn a afflic-
cao dos inglezes'; e o melhor meio de


"I











! f
I












!:,


Jl




IC


W.I


V 1872-1873
Pranca
wortuga,


Hespanha
Outros paizes

1873-4874.
Franca
'ortugal
Hespanha
Outros paizes

1874-1875
Franca
Portugal
Hespanha
Outros paizes


s do .-
., ..- ..


.,*. -.:"' ; -
5.575:970 1atI61
169:5 6.941:36
660;010r 1 A :4ff
6.417:.7 ,11.768:196
4.806:347 133:306
9:52 -3.6:4487
170:132 6.640:162
675:721 979:171


5.661:722 11:422:216
Ainda que tenha augmentado muto
desde 1875 a exportagio de vinhos
poucos alcoolicos da Hespanha e de
Portugal, sempre ficara sendo conside-
ravelmente superior a dos que pagam
2 sh. e ineio. A Franca esta cpn-
dicoes exactamente oppostas. A s6
introduzio na Inglaterra mais deS por
cento de todos os vinhos de infdew
graduaao. A Hespanha nao pods set"
censurada por empregar os tant
meios ao seu alcance para qdeV% sew
vinhos sejam mais favoravelmente
cbbidos na GrA-Bretanha.
Entre as terras franceas "'a* pro
judicadas pelas novas pausW n-eft -e
Bayonna, que estava habiiadia a re--
metter para a Hespanha muitas mer-
cadorias provenientes da Allemanha e
da Suissa, takes como tecidos de li e
algodao. Ora, os. direitos 4estes pro, :.
ductos para os paizes soe tiatado sI.',
consideravelmeiteo -iore cor7lp-W
vY6 do seguinte quadro, em que a-
dade monetaria 6 a peseta, e a de p9 b
o kilo


Nacoes
sem tratado


cornm tratado


Panos de la 5 3
Tecidos de Ia
tin' tos ou
estampados 3,50 (5 5
Tecidos de al-
godao tintos 2,10 3
Tecidos de at- .
godao, es- ,
tampados 3,15 4
E' verdade que Bayonna p6de enviar
as mercadorias corn certificado de. on-
gem; mas sendo um emporio que rece-
be products que vato para diversas par-
tes ou teem de set reexportados, esse
document nao p6de acompanhar a por-
cao que hade ir para Hesparha, a nao
ser que o governor hespanhol consinta
em se fazerernm outros certificados na
reparticao do respective consul 6, po-
re6n, de crer que isto originals numnf-
rosas e n6civas illus6es. .
13ayonna estA desgostosa tanibemrn por
nad'ter o govern hespanhol ezceptuado
as mercadorias que ja havia alli para
|eem remettidas A anso visio a. -
bern claro que as terras hespanholas
daquella part da fronteira soffrerao
por dimninuirem as relacses merchant s;
mas rest saber se augmentara o espi-
rito contrabandista que nao 6e dos me-
nos atilados de quantos espiritos pos-
sue a Hespanha.
Desconhecemos o que tenha feito a
nossa diplomacia para acompanhar a
Hespanha nos esforpos em favor da re-
formna da escala alcoolica. Portugal
politico anda tao atarefado corn h no-
meaeao dos governadores civis-, e ta-
balha ja tanto em prol. da liberdade da
urna, que nao e de estrahar que passe
quasi desapercebido ao governor este
negocio puramente economic. Os ne-
gociantes portuguezes devem estudar
Sagora as pautas hespanhols, afim deo
verern se ellas dao lugar a i e alguns
products nossos sejam remonidos pa-
ra o reino visinho em lugar :oa.qu'e te-
mettia a Franca.

Corn que en'tao nao a tens vi-4to ?
nao tern cantado ? Estara doente por
acaso ?
Pode ser que o esteja, mas se o
estai nao e de cama.
Gomo sabes isso se nao a tens
visto ?
Eu me explico, senhor Em
quanto dstivestes ausenta, deGraufla
nao a vi; mas ha meia hora, quai
jA devieis ter chegado, vi-a sahir de
casa.
Ah I e ia triste?
Muito triste e pallida, mas mttifo
formosa. E depois, ia tao bem es-
lida!
Bern vestida! V.
Levava saia e justilho de brcad40
branco, vdo de seda e prata e co de
tlo'es brancM.- : '


, i ':


-' k











1*


6~-
A,


Os olos mA Yaye t rnimaran-so sqm-
briom soew4he, aos ouvidosLunm uido
aba thio-affluie-he osang ao coma-
gao, fez-se pallHi4o de morlte, e teve
urma vertigem momentaneain maa- vio-
lenta, que Ihe inundou a freute de saur
frio. "
Parma oio cabhir foi obrigado a vb .o-
tar-so a parede.-. ."
Gragas a energia ta.q8vted e -
sistio aos effeitosMv erti .-.
do-se para o escra%, Q '; :' "
-. ,,w. .. c : .: ?.. .. .
Bxa osivaillos e v R-o .. '--.-, .
0 berberisca obedeceu n. .

3,


obrigal-os a alterar o regimen aduanei-
ro relatives a vinhos: Nisto os hes-
panh6es favorecem activamente a nossa
causa.
E' sabido que nas alfandegas britan-
nicas o vinho paga I shelling por gaIo
tendo 8^26 graos-de espirito de prova,
ou menos; e 2 sh. e 6 pences tendo
de 27 a 42. Grandejparte dos nossos
vmhos e dos da Hespanha pagam este

A's sete da manha tinham Yaye,
Abd-el-Gewar e os yinte monies sahi-
do da estlagem de Lanjaron ; as oqze
Yaye e&Abd-el-Gewar a cavallo e-Os,
atravessavam a praga do Albaicin de
Granada.
CAPITULO'VI
EM. QUE SE APRESENTAM NOVOS E INTERES-
SANTES. PERSONAGENS
-ouco depois Yaye e Abd-elGtewar
batiam a po.rta da sua residenQia, e u0
escravo abria-lh'a. -
: y~c ap.eiou-se, e levando elle mes-
.m6 o cavatb pela redea, em quanto o
escravo conduzia o de Abd-el -Gewar,
atravessou o pateo da entrada, a rua
principal do jardim-e metteu o cavallo
na c*al/ara. Depoisvoltou ao jar-
dim deiju um alhar ancioso p-a a
galera da residanca dem Isabet.-,Eaa
ta deserta,-fechadas aigelosias, a rei-
nava profundo silencio em todo o edi-
fiio o..
Aquelle silencio, que nada tinha de
estranho attendendo a que era um
rnu dia do m&z de junho, impressio-
nc o mancebo. Quando eetamo pre-
dispostos para receber i (ipressdes. tris-_
tes, essas impresses emanamn de tudo
o. que nos rodela.
Kaib, disse'Yaye voltando.we para
o escrav berberio 40 lhe nb-r
aberto a pouisa% .icia aljwua
a dar-me ? -
Q'aravo atetibut~ava ptrbfuudo
affac~te~oouwpara el. tril
al Urm R, EW d &


tol l ,
t( f




Full Text
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