Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:14144


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Full Text













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AIA & tLOS
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T EGRAMKA
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LONDRPS, 12 de setembrt .'


Una na'-e importante acqAi acha-
s t.4L U mao,, perto da ci-
"dade u y russos e tur-
- '008.* F- T .
ga$nio 'a -notletas mats recedtem,
.obmo0 eomomdores leva vanta-
iTsobre 0odoifmf r
LI.SROA- 13 de sblamhro.


W aesignaae pra o sustlDU
ministry da znaritha.

COMMWRCIAES
LONDRES, 12 de setembro.


'Ua.'
Sr.


I Fundos brasileiros de 5 o/%, empre-
timno de 1875, a 93.
Mercado de assucar regular, e os
press bem sustentados; o de Per-
nembuco GOOD BROWN a 24 schs. e 6 d.
por quintal.


LIVERPOOL, 12 de setembro.
Venderam-se hoje. cerca '4b1,000
balas corn algodio de divergas proce-
dencias; sendo o de Peraamibuco a
61/8 d. por libra.
Assucar mascavado purgado ,a 25
schs. por quintal.
HAVRE, 12 de setembro.
Algodao ordinario de Sorocaba a 70
(rancos.pelos 50 kilogrs.
NOVA YORK, 12 d'esetembro.
Farinha de trigo EXTRA STATE SHIP-
PING BRANDO de #6-5 a $6-25 CENTS por
barrica.
LISBOA, 12 de setembro.
Cambio sobre Londres, prato de 90
dias de vista (DINHEIRO) a 53 pences
por 1#)00O, moeda forte.
LISBOA, t3de setembro.
Chegou hoe dos ports do Brasil o
paquete ingiePe NEVA da companhia
ROYAL-MAIL.

Agencia de Pernambuco, 13 de se-
tembro de 1877.
PELO DIRECTOR, J'". BROCHIER.


INSTRCGAO POPULAR

Elementos de Chiiaica

METALLOIDES
Hydrogeneo


Para procmder, tanto quanto possivel, corn
method e clareza, nos limnitamos a exposic-ao
"pura e simples dos principals caracteres do I
oxygeneo considerado isoladamente. A medi-
da que avancarmos, cadIa um dos nossos pas-
sos completatiA a historia desse corpo impor-
tante, porque, comno ja tivemos occasiao de c
dizer, n1io ha elemento co.inm o qual elle n_
forme, pelo menos, um comppsto interessan-
te. 0 estudo do hydrogeneo, que eneetomos,
vai fornecer-nos. a primeira, e, indiscutivel-
mente, a mais notavel prova.
Foi em 1777 quae Cavendish fez conhecer as
princitpaes propriedades d& hydrogeneo, cujo
descobrimento remonta, todavia, ao comego I
do 17o seculo. s
Seu character essencial 6 ser o mais leve dos a
os corpos; elle pesa dezeseis vezes menos do S
que o oxygeneo e quatorze vezes e meia me- I
nos do que o ar. E' facial reconhecer sua ex- d
S trema leveza voltando bruscamente umin frasco
que o contiter; notar-se-ha logo, nesse case,
que o hydrogeneo desapparece completamen-
te, dando lugar ao ar desde que a bocca do
frasco for voltada para cima.
0 hydrogeneo 6. como o oxygeneo, um gaz
,- permanent, iacolor, insipido, e inteiramente d
inodoro no estado de pureza. E' improprio
para a respirag-ao, mas, entretanto, desprovi-
do, pjor si mesmo, de propniedades deleterias.d
Extingue os corpos em ignlgiao, mas, quando
se.- mergulha nelle urma vela access, esta, antes
de extinguir-se, inflamma as camadas super-
ficiaes, que ardem ao contact do ar. E' por
esse motive que o hydrogeneo recebeu a prin-
cipio o norne de ar -inflammavel. 0 resujtado4
da combustlo dest, gaz 6 agua, e no mooen-
to em que elle se inflauma, ouve-se um de--
tonablo mais ou menos forte, cuja causa mais
adiante explicaremos. Elle queima con urma
chamina amarella o pouco lurninosa mas pro-
duzindo urma temperature muito elevada. Sua
chammnna 6 ainda mais quente quando elle arde
no oxygeneo pureo; e tern se tirada partido, na
industrial, deste facto, queimando urna mistu-
ra destes dous gazes para fundir corpos-re-
fractarios aos'f6cos dd calor ordinartos aais
poderosos. 'I* "
A essa mistura de oxygeneo e do hiydroge-
neo deu-se o nome de mistua detoumante, por-
que ella faz ouvir, como a a'tmos de dizer,
urea denotaQao no memento em que se in-'
flamma. tie, come se pratica quando se faz
dessa mistara um emprego uml na industrial,
a combustbo se op6r per urm orifnicio estreito
por onde essa mistura's6 escape, a quantidade
que arde ao mesmo temApo senlo fraca, a deto-
S nacgo 6 pouco sensivel na occasiao da inflamma-
eOo; mas, se esta tern lumt ne mass, quer
apresentando a aberlura detMln frasco A Aham-
ma de uma vela, q jr, melhor aijda, produ-
zindo uma sc3ntlhjl' eleckica no seio dessa
massa, entio a detoitago 6 violent, e no.
seria prudente fazer semelintp" experience
app tomar precaucges. Em Codd o case o phe-
| apmpn o b facil de explicar.
r,:.A --m- queo resultado sa ombustao do
4t0tie 6- agua; e d'abi lb veio o nome.
ip i#meato em qae em0 agua se pro-
>.-Wm dratlra 6 bastante edevada para
.. &,-- Iir saaoestado de vapor; mas a ele-

Sa 0 'eutacto do at fieo, so coo-
i viff r iS t ra se ado a p ras instant l
v ouidod qua
.96 Oki 6iex-
'A6id~V7M@posoqa


t .poe emum a ualquer w mda-0' ia mesa nhta. vindog ultim aI
ci.ho d4e I ou dehomo op-paesa dagia 1r0o e rooemlaoI aa I 'dedftelJ
e db urea cea quMatidad -f acido sulfurico devidos fins.
obe de oleo de vltiolo, poduz-se logo urma Ao meamo.-Minde Ymfc.
viva eoffervesetencia dausaja pelo. deVptendi- mattnte das obras do acude de
mente de.um gaz. Esse gaz 6 o,&ydrogeneon, cenOMt Ferreira de Albuquerque ,
mais ou measo pure sm6gundo o gr-M pureza em aplices de 7-te ao par, nos ter
dos metaes mpregados; e se so collocar o fornaco dessa lnspetoria de 10 do
vaso em communicaaooomrn um provete cheio n. 5, 1: rokttvos a A
td'agua e virr sobre um cadinho de gaz em deque trata e inclub eerUfot -
uraa cul., r .rh da quo so chama um Ao co-mmissario de p01
tubeo abducto pod6- recolhel-o e verificar Corn a copia da iuormacaog
suat propriedades. thesouro provi o ia do 30 de
Tei--se empregado algumas vezes. esLe pro. respondido o officki.do Vmc.,
cesso para eaeher os haloes, produzindoo bhy'-. -e o ao paOm into dol
drogeneoj am urma series twis qu. ao go'tidlo p ftI comAo n I
munocfa -entrji1, .m- ] H mo p lo50 0 so)b sen &ou
comtmun
umn tubaeiaick. s


.. tretudo, mais cfmodos, po 80 eonI'iU
tern em empregar o gaz de illumjip* o,que
hoje so encontra quasi em ltoda'Rpa.rtqe
cuja densidade, posto que senstelmmente,-
perior a do hydrogeneo puro, esta ainda h
distant da do ar. .(C.i
(Conti


PAKTE OFFICIAL

Governo da provincia


EXPEDIENTE DO DIA 3 DE AGOSTO DE 1877
Actos :
O-presidente da provincia, tendo em vis-
ta'Vexposto no officio do inspector do thesou-
ro"jft incial, de hoje, sob n. 54, resolve, de
corifomnidade corn o art. 47 da lei n. 1,179,
de 12-dejunho de 1875, nomear o bacharel
Victalino Cordeiro Lins para exercer o lugar
de fiscal da collectoria de Tacaratt.-Fizeram-
se as communicagoes.
0 president da provincia, attendendo ao
que solicitou Gregorio Targino Accioli, e tendo
em vista o parecer do regedor interino do gym-
nasio, de 2 do corrente, resolve ordenar (que
seja rescindido o contrato celebrado pelo refe-
rido Targino Accioli para exercer o cargo de
monitor.-Fizeram-se as communicaCOes.
0 prestdente da provincia, de accordo
corn a pCoposla do regedor interino do gym-
nasio, resolve; ddsignar Diogo Cwivalcante Pes-
soa de Albuquerque parn exercer, mediante
contrato, o cargo de monitor.
0 president da provincia, attendendo ao
que requereu Antonio Gomes Senra, resolve
ctnceder-lhe Nicenga pata embarcar na4ri-
meira opportunidade, corn destiny ao presidio
de Fernando, a serem alli entregues a Ursu-
lina dA Virgens Vianna, os generous mencio-
nados.na relagio junta, assignada pelo secre-
Larno da presidencia, os qua&;nao poderlo ser
ieseihbarcados no referido presidio, sem que
por parte do respective o commandant se.pro-
ceda ao exame do estylo, afilm de- se verificar
se existed aguardete -o0 outra qualqhuer bebi-
da espirituosa.
0 presidenteId provincia, tendo em con-
sideracao o qaeripdisentou o juiz de direito
do Rio Formosof resolve nonear Miguel Zefe-
rido de Paula Azevedo para servir os, officios
de tabelklo do notas, escrivIo do civel e cri-
me, do jury e execueges criminaes e de ofB,-
cial do registro de hypothecas do term do Rio
F'ormoso, darante o inpedimento do respecti-
vo serventuario Augusto Rufino de Almeida.
Officios :
Ao commandant das armas.-Sirva-se
V. ExC. de providenciar para queamanh' As
3 horas do dia, se ache posada em frente ao
cemiterio public, a forc.a necessaria para fa-
zer as honras funebxes devidas ao capitao da
guarda national Eduardo Frederico Banck, cujo
cadaver se acha alli deposit.
Ao inspector do arsenal de marinha.-
Autoriso V. S., nos terms da sua informago
ni. 805 do 1o do corrente, sobre o requerimente
de Francisco Jose da Silva Guedes, a rnahndar
lesligar da companh'a de aprendizes mari-
nheiros o menor filho do supplicant, deo nome
Adelino Franklin de Azevedo Silva, visto sof-
frer este de asthma, e achar-se por isso impos-
sibilitado de cont'nbar na referida companhia,
conforme consta da citada informagAo.
Ao da thesouraria de fazenda.-Mande V.
3. entregar ao Visconde do Livrameoto. mem-
bro da commissio incumbida da distribuigAo
de soccorros aos indigeates flagellados pela
secca, 30:000S000, restantes do credit aber%.
por portaria de 1 do corrente para coninuaglo
las despezas corn takes soccorros.-Comrmuni-
cou-se a commission de soccorros.
Ao mosmo.-Tendo resolvido, de accor-
lo corn a informagco dessa inspectoria, deo 28
de julho, n. 455, rolevar Antonio Barbosa Cou-
tinho de Araujo Pereira, da multa de 150000,
que lhe impoz o administrator da recoabedoria
de rendas, por nao haver declaradf- no prazo
legal a mudanga de domicilio das'escravas
Joanna e Christina ;-assim o communico a V.
S., para seu conhecimento e devidos fins.
Ao mesmo.-Nos terms da infornmacio
dOssajnspe toria, de 30 de julho ultimo, n.
460, Nevo Mariano Tavares LUdo/,da multa
de 205000, que Ihe impoz o collector de Bonito,
por nao ter declarado no prazo legal a compra
da escrava Maria.
Ao mesmo.-CGncordando cam a infor-
macao dessa inspectofia de 28 do julho, n.
452, relevo D. Maria Isabel Rodrigues de Car-
valho, da multa de 105000, que Ihe impoz o
collector do Cabo, por n&o ter feito averbar no
prazo legal o fallecimento do escravo Joao.
' Ao mesmo.-DO a m a informa-
Q&o dessa Inspectoria, de je julho, n. 461,
relevo Antonio Joaquiuo de f.raujo, da multa
de 100, lue Ihe impoz collector do Bre-
jo, por.r eixado de da .matricula no pra-
zo legal o logenuo J$oao,' filho "da escrava Clau-
dina.


Ao mesmo.-S- estiver regular a inclusa
-conta, made V. S. pagar A companhia doief
beribe, conforrne solioitou o command lante 6aa
arms em officio -de hontem, sob n. 613,...
72800, provenientbs d'agua forne ida ao hos-
pital military durante o trimester de abril aju-
nho.-Communicou-se ao referidp brigadeiro.
%- Ao mesmo.'-Expeca V. S. nsuis ordsmW
para que sAcami despachados iivroes de dinAotts
70 saccos conI*do feijaO, vindos la cidade do
port ,nabarea Laura, corn destine aos Indi-
genes flagelfados pla secoa, por interniedio
da casa oammorcial do Cunha Irmaos & C., em
virtudq de encommenda feita pete iommlsa
incumbidaa d distribbifo- do socoorros aos
mesmos indigenles.-Nesta data dou n ftheci-
-mento dm O acto ao goveroo iubr.al.-NB
mesmo-setido offciou-se taulfem do thesou-
roprovinciaL
-- Ao mesmo.-Z'Para os fins convenimentes,
cominrAeo a V. S. que o julz dos fa(tO Of I1-
uzf.dai 4haft i 6i -Q .LW M, eL -
troUi W Im i .o. l 419 .li-

A& dal ..ow
oetooa aaggWr ofet^ ifniprl


uIne aar passage para o presidio de
do, por conta do ministerio da guerra,
no vapor Giquid, ao 2t rirurgilo do corpo de
s fde do exercitODr. Menandro dos Reis Mei-
relies, que vai alli render o 2o cirurgiao do
mesmo corpo, Dr. Antonio. Hermonegil4o de
Castro, e bemrn assim ao sentenclado military
Eugenio Martins de Carvalho.-Communicou-
se ao commandant das artnas.
0 Sr. gerente 4a companhia pernambu-
0ana made dar passage mt lugar gratuito a
queo o -governo tern direito, at6 Aracajfi, na Ia
opportunidade, ao 'acharel Manoel Thomaz
Barbosa Freire 4 -,

EXPEDIENTE DO DIA 4 DE AGOSTO DE 1877
Actos
0 president da provincia, A vista Ja
proposta do Dr. chefe de policia interino, em
offlciol n. 603, de hontem, resolve exonerar de
10 quppletite do delegado de Caruaru, ao al-
fered Horacio da Rocha e Silva, por se ter
d'alli retirado.-Cornmunicou-se ao Dr. chefo
de policia interino.
0 president da provincia, de conformi-
dade corn a proposta do Dr. chefe de policia
interino, resolve nomear losupplente do de-
legado de Caruard, a Antonio da Silva Floren-
cio.-Remetteu-se o itulo ao Dr.'chefe de po--
licia interino. -
-- 0 presidents da provincia, a vista da
proposta do Dr. chefe de policia interino, em
officio n. 603, de hontem, resolve exonerar de
subdelogado, 1o, 20 e 3o supplentes do distric-
to de Caruaru, do termo desse nome, a Joao
Paes de Lyra Brandlo, por ter sido nomeado
escrivao da cdollectoria provincial; a Luiz Jos6
dos Santos e Francisco Noberto de So 7a, per
so terem mudado e Antonio Alves dQtfiveira;
por nao ter prestado juramento.--.Lfimuni-
oou-se ao Dr. chefe de policia interi1lHy -'
0 president da provincia, de codf6drmi-
dade corn a proposta do Dr. chefe "'de' pliicpia'
inWerino, em officio n. 603, dehontemi, resol-
ve nomear subdelegado, Io, 2o e 30o supplen-
tes do district de Caruari, do term dbeSe.
nome, ao alferes commissario GasimirO Vi0tiW,
de Mello, Antonio de Vasconcellos Ftore.nci;
Jo1o Isidro as de Lyra e Jos6 D btra Sref-
0cio. la conformidmdeT'resolve -I '
o0 su subdelegado do dist,
Bebeo mesmo termo, ao 30 -l
te R Cardoso.-Remette a ,. ti-
tulos bhefe de poliia interfno.' '
,daLteda proviscia, atte, d9 ao
fantasy' est&A os C'
vista o termo da inspecgo de saude, a que
foi o mesmo official submettido, resolve de
conformidade corn a informagao do comman-
dante das arma's, n. 573,'de 19 de julho, con-
ceder-lhe 3 mezes de licenga, corn vencimentos
na f6rma da lei, ;gpara tratar de sua safide fdra
desta capital. '
Officios :
Ao Dr. Augusto Trajano de Hollanda Cha-
con.-Designando V. S. par .inspecclonar a
professor public Amelia deMello Pires Gal-
vaIo, que requereu prorogagco da licenga corn'
que se acha, allegando estar ainda doente, es-
pero que V. S. aceitara essa commission.
Ao thesoureiro das loterias.-NAo podendo
ser approvado o piano ultimamente organisa-
do por V. S., para a extraccAo das loterias que
gozaram da isenglo do imposto de 20 0/o, .poc
nIo se achar de accord cam & disposigto da
lei n. t1,290, que manda accrescer ao beneficio
de cada uma dessas loterias a matade dq
mesmo imposto; assim o declare a V. S., em
resposta au seu officio de 23 de julho.
Ao inspector do thesouro provincial.-
Tendo em vista o que. requereu Francisco Ma-
noel da Silva, e, de accordto corn a informaoso
pestada pelo engenheiro ajudante da reparti-
IAo das obras publicas, em officio de 30 de jr-
lho, sob n. 201, autoriso Vimc. a mandar p6r
novamente em praga a obra da reconstruccwo
da ponte de Massagana, corn o augmento. de
15 o/o sobre o vdlor do prgamento, visto nao
terem apparecido licitantes a referida obra
pelos actuaes preoos do orgamento.-Commnt-
nicou.-se ao referido engenheiro.
Ao engenheiro ajudante da repartioao
das obras publicas.-GonotandQ-me de officio
n. 63, que a carnara municipal "do Recife, di-
rigio-me em 1-do oorret, ter abatido um rn
no de esgoto em frente a matrnz do S. Fr. 1i
dro Gongalves do Recife, recommendo a Vmc.
que providence a respeito convenlentemiene.
-Communicou-se a ca mara.


Ao director interino do arsenal de guer-
ra.-Transmitto a Vac. as inclusas proposals,
aceitas pelo conselho de compras, em fest
deol do corenmte, e que nesta data approve ,
parao foruecimento de goneros e outty ar i.
gos destinados ao-presidlpde Fernandlo, pfra
de que made lavrarjw -rspectives contrato,
nos terms do reguaimento n. 5,41I6, de 9 .de
outubro de 1872. Quanto As bacias de "fe,
forradas de loucaje carapugas de me.jpara
as quaes nao houve pr9posta, autoris&tVmc.,
de accord corn o parecer do inspector da the-
sodraria de fazeada, n. 469, de hontem, ,a
,omprarjo me o ditqi objeWtS-Gomau-
l4Cou-se a t6 Mlaria .dazenda.
"-Ao-m, o nte0lo corpo de policia.-
EOde Ve.,lonfdmfrme solicita em seu officio n.
699, dA.t o orrente, enjear o lisano Bar-
tholeeo Domingues Via-ta.' 'f' "..
Pdrtanr:
-*- 0"1r._ gerentda oi d i i"
cana made Or
Fernando, por
no vapor
do cavallarialuliMl
PauUntolBez" quo
deflnva ent e agga' r
abnos, quelhe f iru
desergo:-Commuoot-sge 0ao oom
das arma. ..:
0 Sr. gerentdc mopanhbia P uo-
na mauidedar passgem mo
uito a quA o ge eo J
do, a

uma dbum ciiw
i d a bnur-do S.w
0 umorto WI.-4


IonvOenien er6 ard&ndida, que soll-


usmitto A aiamr mninicipal do Roci-
8 su. cobeehimento, dopia do avlso
So aminisltio da guerra; de t5 de Ju-
Irtdo o0modo do proceder-se, corn
80pagazuento da despeoa coma pOu-
dos editaes das j=,- de alistamento
"99Qc thltarb- M ta maNilnds is
,raPtlTMIOD6 SEzSTRAIO

inspector gerl da instruccao publiacs.
sfins coaveoiente., communico a V.
d AedS. osEx 0sr. president, quo
tifemo e qua Viceacta yves de


dio lkcngapara chajr-so d'ora em diante,
Vyceqeia Alves de Abreu Mello, foi hoje profe-
ridoe seguinte despacho :-Neda ha a opp6r-
A.-.Igual ao inspector do thesouro provincial.
D*OAiHOM A0.- ZtSIDENCIA DO DIA12 DE
'ET-MkBRO DE 1877
CaI-d -Auslriclinlano de Torres Gallindo.
-Informo 6 Sr. inspector do tesouro provin-
cial. 4
Augusto Tappenbeck. Remettido ao Sr.
inspector do thesouro provincial, para dar
cumprimento I precatoria junta, no&.termos
da sua, informaaQ de 5 do corrente, n 119.
Antonio Joaquinmde Santa Anna.-Em vista
da informacao do Dr. juiz de direito do 2 dis-
tricto criminal desta cidade, nao ha que de-
ferir.
Agtnio Vicente Penna de Andrade.-Infor-
me o 8r. inspector da thesoutaria de fazenda.
Antonio Augusto Pereira da Silva.-Informe
o Sr. inspector da thesouraria de fazenda.
Braz Jos6 dos Reis, 10 tenente. Nito p6de
ter lugar 0&que requer o supplicant, visto nao
disp6r o goverdo de passagens gratuitas na
companhia a que allude.
Gapitao Ernesto Vieira de Araujo.-Sim.
Profesgora Francisca Seraphico de Assis
*arvalho2 Passe portaria, concedendo um
1hno do licenga, corn ordenado somente.
Capitao JoAo Theodomiro da Costa Monteire.
-Sim. ,
Major Joaquim Francisco Diniz. Forne-
ga-se.
Major Joaquim Francisco Diniz. Forne-
ga-se.
Major Joaquim Francisco Diniz. Forne-
ga-se.
SManuel Francisco Tavares. Informe o Sr.
inspector do thesouro provincial.
Donoiana Ribeiro de Siqueira.--,Sim.
jociedade Monte Pio Born Successo. Qim,
44iandff/ecibo.
N na forma requerida.
. liiliai Martineau.-Informe o Sr. engenhei-
A fiscal das obras da ponte da Boa-Vista.
-Secretila dapresldencia de PernambuoQ, 13
deseteibre do 1877T -p
"" 0 porteiro,
S Jodo Gonralves dos Santos Junior.
RepartiQo da policia
N. O-.-2. secv0o. -- Secretaria da
pre deo Pernambuco, 13 de se

Ifwm e Exm. Sr. -Sr. Partcipo a V.
Exc' que foram hontem; recolhidos a
^aa de'detengao os seguintes indivi-

ordiem do Dr. juiz substitute. reciproco do
c0 mercio, Franciaco Gongalves Bastos de Sd
Angelo Raphael Peregrino, como incursds no
rt. 263 do codigo criminal.
A' ordem do-subdelegadb de Santo Antonio,
Amaro Jos6 dos Santos, por disturbiog e como
vagabundo.
A' ordem do do 1o district de S. Jos6, Fran-
'celina Maria do Espirito Santo e Alexandrina
Maria de Sant'Anna, por offenses a moral pu-
blica.
A' ordem do do 20 district de S. Jos6, Clau-
dino Jos6 do Carmo, por offenses a moral pu.
blica.
Dewts guard a V. Exe. ilm. e
Exm. Sr. Dr. Manoel Clementino Car-
neiro'da Cunha, dignissimo presideinte
da provincia. 0 chefe de policia in-
.tetino, Hermogenes Socrates Tavares
dr Vasconcellos.


OLLABORAICAO


Segonraua tnilvidual
0 4.a Niade.


e de pro-


a ps crimes contra a pessoae contra a pro-
prie'd' disse Sr; ministTO da justice no
s89 Blaiorid'de 30 de dezmbro de 1877, ain-
da se reproduzem corn deplorav01 frequen-
cia ; e se, A faita de estatilsca -regular, nao
6 possivel .saber ao e rt.o algarismo del-
les cr s ou diminuio, -sta inleizmente f6-
ra de ib a. a pouca efficacLa dos meios de
previnir* oprimir os delictos em geral.
Essa wdle tem se torWnado tao evidence
que jA FIiou echo na regibop governmental,
onda ahega sempre mais descorado e tardclie
* rlexo social; equaisi 9 -governos se
veoem obrigados A conf ir que vai de aoor-
malidade no corpo spir'6 que o mal jiae
ressente de grandes poporees e demand
um remedio p9empto o segunoz-
Issbnao qudrdizerque opoder public pactuie
corn ui semelhante estado de cousas, quo se
oppoee i sua mesma conserva~oo; mas 6 que
portsuaindole e natureza o govern. 6 obriga-
do Acuidiar dos meios de repsselo antes-de
pateteaar o mal, porque o contrario seri4lUe
viver e0 opposicglo. comsigo mesmo, o quo
nao se comprehend.
Negar. portanto, hoje ossa verdade seria pm
absoro, uam contrasenso. :. .
.- Wno precedents artigo, asdmgnaamos
I a m das oausas-,dse .augeta de cri-
ii AJe io systema diabasorpCj o do pftdci-
r f p lei Ati. 2033 d i 20
or coohdda por lei dare-
,f9o~w ^j*Q&A Ito aidi' hoje repisermos
4, mSmo a otiptw porque teos .iidtemesse
tpalpyftnt eo dembatrat qo no'oestamos
&s6s que aosa opiafo 6 ambe a.Ade ames-


t
quo so mani(esLava
mBWMOO excessivas Om
govrno em data-do 30
DlVeMO .-.. -


Innooencio -Marques de Araujo G6es, coube a
gloria de demonstrar o ponto e demonstral-o
oabaimente.
Fizendo nossas as suas palavras traslade-
m1o0,j aqui para major firmeza da these, qde
hav o.s sustentado.
Os abusos que infelizmente se conmnette-
rain corn a decretag&o de pris5es preventivas
e o exagerado amor d iiberdade individual-ao-
uaramn por tal f6Mma sobro o animo dos le-
gisladores de 187Fque dec taram o disposto
nos arts. 12 e 13 da lei de 20 de setembro de
1871, desenvolvidos pelos arts. 28 e 29 do re-
gulamento n. 4,824.
( Os abuses podiam corrigir-se, mas a exa-
geragao do amor A Iliberdade foi tao long que
aautoridade estA hoje desarmada e cruza os
biagos os rIIPSOS, para cuja prison


ou requisiao..d* o de duas testen-
nhas, jnrer de iencia propria, au pro-
va dcI o1ntal dte q tllem vehementes
indicioa contra o culpa'i confissao deste.
( 20 art. 124a lei ci .e art. 29 do regnla-
mento). Quitlqaer stetrequesitos consti-
tuiria, talvez. uma rova concludente e for-
mal para a condemnaoao, bastando para a pri-
sao preventive o que estA disposto nos arts. 175
do codigo do process e 10 da lei de 3 de de-
zembro de 1841, 114 e 115 do regulamento n.
120 corn referencia a diversos artigos do co-
digo do process.
Onde a autoridade encarou pira a prison
preventive como urma necessidade, ou antes
umrn direito, que a sociedade toern porque deve
punir o crime, esta media unica que tomou
proporQoes assustadoras, nem foi reputada
perseguicao ; pelo contrario era bemrn acolhida
por todos qiantos encaram seriamente para a
precisao 'de reprimir aquelles, que offendemrn a
sociedade,-e violam as suas leis. Muitas ve-
zes depois da prisao 6 que se tern desenvol-
vido as- grandes provas.'contra os grandes cri-
minosos, quando aliAs continuariam impunes,
A nao cahirem no powder da autoridade.
( A historic do nosso paiz apresenta mais
de um exemplo.
(( A legislagao ingleza, tLao invocada para
norma dos paizes livres, consagta disposiQoes
mais rigorosas a tal respeito, pois que sendo
o crime grave, o indiciado prde ser preso in-
dependentemente de ordemrn escripta, por or-
dem verbal e ainda mesmo sem ella por cer-
tos empregados dejustiga e em alguns casos
por algum particular sob sua responsabili-
dade.
a 0 valor d4o actor, diz o Sr. Marquez de o
Vicente, na es4, pois, em render ou n
e simr em prend|Wkndividamente. !.
0 illustre seo condemna a faculdade
concedida-aos parties ; mas, em relagao
Saos empregadoe da justiga, reputa escandalo-
sa a frouxidao daquelfe que, encontrando um
criminoso deixar de preddel-o sob opretexto
de falta de niandado, Nao voutao longea pon-
to.4p abragar esta doutrina em nosso paiz,
ondiios agents da autoridade 'oncosram re-
sistenoia pot today a'parte, on ie saltam-se por
consideracoes muito elevadas, mormente em
epocha de agitaQOes political. Oque se ob-
serva na Inglaterra 6 diverso do que se passa
entire nds. Alli a populagao auxilia" a autori-
dade, embora ao mesmo tempo se interesse
pelo opprimido, tornando-se quasi solidaria
nos sQffrimentos, de sorte qne nomes obscu-
ros e atW detestados tern adquerido celebri-
dado como Hampde9 e Francis Jenke, victi-
mas de perseguicao, um pela recusa do paga-
mento de um imposto, e outro por um discur-
so turbulento na mnunicipalidade de Londres.
Da perseguicao ao primeiro data a instituigAo
de habeas corpus, institniglo que serve de 5r-
gulho A Inglaterra, como base solida de sua
constituiCio e a maiq efficaz seguranCa de suas
liberdadts, e as violencias contra o segundo
assignalaram urma epocha notavel no parla-
mento, pela energica defeza que o perseguido
mereceu do famoso Pitt, vendo este coroado
seus esforgos corn reparaoes consideraveis A
victim e corn a punigao dos autores do at-
tentado.
c Entre n6s, pordm, nAo ddo-se tao saluta-
res exemplos, notando-sa pelo contrario a
mais pronunciada tendencia para aniquilar o
principio da autoridade no exercicio de seus
deveras sd por um principio de resistencia, e
nao por sympathisar corn a causa do opprj-
mido. Quem nao testemunha diariamente os
esforgos dos agents policies lutando corn
aquelles que lhes querem arrancar das mAos
os criminosos ? Longer de auxiliarem a auto-
ridade. como alli succede, 6 esta invectivada e
accommettida na sna missao tutelar de prote-
ger a sociedade.
S A autoridade esta hoje quasi que inerte
perante os grandes criminosos, que conse-
guem evadir-se depois do delicto, o que acon-
tece ordinariamente em nosso paiz, muito
mais contand6 olles corn a singular disposicfo
do 4o do art. t3 da leA n. 2033 de 20 de seo
tembro de 1871, cuja revogagao 6 de alto in-
teresse e urgente necessidade.
a No tribunal de que sou president ja sol-
tou-se por habeas-corpus um criminoso reco-
nhecido de morte s6 porque foi preso depois
de um anne da data do crime. Tanto respeito
a liberdade individual 6 incompativel corn a
seguranca, que a sociedade deve prestar aos
cidadaos em compensate dos sacrificios, que
fhes impoe. E' cousa inconcebivel que a au-
toridade policial armada de proves contra o
indiciado delinqdentejaao possa ordenar a sua
prisao, vendo-se for9ada a requismtal-a a auto-
ridade criminal, o que se nao leva a effeito
sem muita .nora, e pode favorocer a evasao
de conhecidos ,ciminosos, .. "
0 chefe de pplicia da,tetr m seu resato-
rio.de 1875, tratando (r_ mate'ia-prtuao
prevenliva-diz o s"wi.l .
A hilomia dos grandes cr!imiosos, press


no decurso do.anno lndo, d ttests de modo in-
concusso qhiudeixaria de rlisar-se a capture,
se tivesse sido -litteralmen;'x:ecutada a lei
de 20 de setembro de 1871.:
Eis pois "a quo ponto havemos chegado
depois de semelh/i logislagao, cuja oxex o
6 proclamada perigosa por um alto f9M -
rio O qu0mw i a Nao hq'to, poritan-
to, em pro lte a necessidade da-
prisao proVIAIRM M ae era permittidsaob
o regimen dl| ) rocesso elei de. 3 e
dezembro deo t41. .
E' verdade qua o. president do Supreme
ibunal de Justia iahitesou-E. contra essay
Iti, oonsirlerandoaj priao'preventiva in-
"o!vdiente per seo ad exepeiio do preftlH
da lei, exOepiolque totumar4 tio eXo sa
do rnodo- quo formiaria a regra V ral, pois p.
a suspoita do fp quasi sompre so press" e
exitente no animo do cripinoso, eOtaL a
prisuo .adnef deixaria do son rotado.
'A maCuIsoeulaBtcteA
o Inuudo at
0,0 :c dw .,


esse meio corn o abuso quo delle se dove fa-
zer ; mesmo porque a argumentar-se cornM
abuses possiveis, nao ha instituico alft
que subsists. 0 que 6 de summa impok
6 firmar o co njuncto de circumstancias; qe
possam e devam autorisar a prisao preventive.
Ness6 ponto andamos de perfeilo acc6rdo
coma opiniao emittida pelo Instituteo dos A4
vogados da c6rte :
SOs Ires requisitos a' que cumpre attender
para a prisao serm culpa formada seja perjt-
tida nos crimes inafflangaveis sao no con=to
da commission os seguintes :
1 1.o A gravidade dos indicios apreciados
pelojuiz e nao pela policia.
t 2.0 A suspeita defuga, sendo o r6o domi-
ciliario.
!_IA presumpao legal;da fuga do 1i6o nao
S Conviia, porem, que a liberdade sob
caucgo fosse permittida ao r6o domiciliario,
second o Crime prcsumidamente justificavel e
s6 concedida a mesma caucao pela relalo do
district.
( Na Inglaterra estas flangas extraordina-
rias sao admittidas no crime de fdionie pelo
tribunal do banco da rainha. )
Assim nao prevalece a razao apresent&da
para justificar a inconveniencia da prison pre-
ventiva.
A outra base da opiniao do Bxm. president
do Supremo Tribunal, dissemos nos, 6 com-
promettedora da magistratura. E corn effeito
dizer que urn meio aceito como excepgAo,
por6m excepco necessariaem vista dos gran-.
des interesses que garante, se converteria logo
pelos abuses em regra geral outra cousa nao
significa senso a pouca inteireza dos nossos
magistrados, alias dignos de melhoi' apre-
ciagao. E isso dito pelo Supremo Tribunal
tern signiflcaCAo .-mais estensiva, porque attesta
ao mesmo tempo a incuria, a benevolencia e
tresmo a condescendencia dos nossos tribu-
naes superior res.
Onde flea o principio- da responsabilidade
legal ?
Tudo per consequencia concorre para justi-
ficar a renovagRo da prisio preventive, que s6
p6de prejudicar aos criminosos 6 Aquelles que
seinpre esttio promptos para cobrir corn suas
egides a acgho deleteria da criminalidade.


DIARIO DE PERNAMBUCO
RECIFE. 14 DE SETEMRRfRO


roticias do norte do imperio
SAmanheceu hontem em nosso portoo ova-
por brasileiro Bahia, trazendo jornaes e car-
tas ornom datas : do-Amazonas 3, do Para 5, do
Maranh5io 7, do Piauhy l0, do Ceara 9, do Rio
Grande 1', e da Parahyba 12 do corrente.
gis o que deiles colhemos :
AMAZONAS
A presidencia da provincia sanccionara o
project de lei do orga nento provincial, no
anno finaoceiro de 1877-1878, do qual extra
himos estes dads:
RecpaA 639:260$000 .
Despeza-- 402:234326 M


Saldo


237:025067,4


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As rubric dadesqeea, sao : corpo leigfila-
tivo provincial, 27:800$000 ; secretaria do go-
verno, 25:7605000; instruccio public, .......
86:2805000; eulto public, 3:4005000; cateche-
se e civilisagAo de indios, 1:2005000; saude e
caridade publica,'49:0001000; obras publicas,
26-:600#M0; repartiIo da fazenda provincial,
42:798500;.-apbsbntados, 22:605#726; forca
provincial, 15:000S000; diversas despezas,...
426:6805600; divide passiva, 5:110S000.
Na tarde deo 4 de agosto houve a bongzo
solemne da nova fgreja matriz daquella cida-
de, sob a invocagaqde Nossa Senhora da Con-
ceicao, cuja pedra fundamental foi langada em
23 de julho de 1858, na presidencia do finado
conseiheiro Francisco Jos6 Furtado.
Assumio o commando das armas da pro-
vincia o Sr. coronel Agostinho Marques de
SA.
Urma folha do Manaos da as seguintes no-
ticias do Rio Branco :
a Recebemos cartas do Rio Branco, vindas
por um batelio entrado no porto desta cidade
no sabbado 11 do corrente, em que nos di-
zem, que depois do conflict qie se deu na
fazenda de D. Cecilia Brasil, os animos achamn-
se bastante exaltados por todos aquelles lu-
gares mais proximos da dita fazenda.
a Na fazenda national um vaqueiro escapou
de ser morto per doust,,ros de espingarda que
sobre elle descarregja outro vaqueiro, por
"ousa de futilidades.
a A professor de ensido primario que tern
em sua escola grande numeeo de alumnas ma-
triculadas, tern sentido extraordi!aria diffe-
rencga na frequencia dellas, motivada pela dis-
cordia que reina entire os habitlantes do alto
Rio Branco. k
a 0 Sr. D. Pedro Level, Ilue seguio corn a
forca que marchou d'aqui em diligencia para
o lugar do conflict havido no Rio Branco,
deixando esta em viagem ao seu destino, !foi
at6 A fazenda da finada D," Cecilia em urma
montaria e acaba de chegar.a eSta capital de
passage no batelo" portador destas noticias,
e informou-nos que s6 em 19 ou 20 do cor-
rente a dita forga devenrA estar na referida fa-
zenda, que o principal motor, do conflict foi
Menezes, o denunqiante perante a policia, e
que o commundante da fronleira, o Sr. 1o te-
nente Set r!, ficou inutilisado da mao que re-
cebeu o ferimento, de -que jA tratamos em ou-
tros numerous.
Foi demittido o Sr. Severino Euzebio Cor-
deiro do cargo de commandant da guard
policial.
Desde a noite de 41 deixou a capital, de
ser illuminada, por ter a p4sidencia da pro-
vincia rescindido o respective eontrato corn o
emprezario Severiano Emygdio Diniz de Souza.
Foi devorada por cles-diz um jornal-
urma mulher moradora no lago do Jatuarana,
proximo da capiLta segundo foi informado,
a najis do 16 did|, peor um indhiduo. qj.
dahi veio, A urma pBsoa bastanoe R-.
quo nao ps tern Jixado de douunr mla
facto a autoadad. competento, aftm do
rigual-o oonveniontemente, e como
te atm hoe quo 6 mnor procedineMallut
havido a eopo porarte dt p .r,
Sr. Dr. chIe de pdBia interainw- pat

i' ._IuI~qC
-ande dWotoa dko *tft%
d!.. elx o..
t 'L a s f I ^ '^ ,. '.' ^ '.. "
O bw3r446 mflxer oe eLi
.pt "tj? coNo i&4
nteB-ttaiL.^yalm p"p||iir;Lwafj .
c eeeric ~ ~wM.* ^ & ^


.1
























". oaoLioh -,oPergL
diaknhav, Antonio
I +-> va, J. Laranja Mad
S -'- As estagos p
ram:


Agosto de 187B A3


S- de 1876 ..- 27t.433633
de 1875 278:355S938
de 1874 419:4366285
Recebedevw
;$hdel875( 8&:'18 B
7--i de-1876

de1874 89059j34
re-.-peso
66ft de 1877 10:7757
S- de 1876 3:48940
d1- t87i 6:5788
doe1874 4.566
SSanta Casa
Agosto de 1877 5375720
se 1876 -461720
de 1875 402280
de 1874 1:259$'250
Decima 4trbana
Agoslo de 1877 2':216250
de 1876 27:344$260
de 1875 23:832475.
A.recebedoria provincial arrecadou de im-
postos para diversas camaras 3 787483.
As escravas libaertadas em Breves, por
Eonta do fundo de emancipacAo, tindhamn uma
70 annos de idacte e a outra 60.
MAIIANHAO
Na provincia tean sido libertad)s, por conta
do fundo de emancipaCo, 232 escrav'os.
A alfandega rendeu no moz do agosto...
116:057,643.
Escrevemi de S. Bento ao Paiz, erm 27 de
agosto:
2 No dia 23 do corrente mandaram-me unia
excellea.e curiosimade, qu-e deixei de apravei-
tar per nao Ler prepares. Era um moastro
nascido. de unia cabra. Nao se podia conhe-
cer que era cabra senaio por causa do pello e
das unhas, uapicas cousas quo davam loves si-
gnaes da geragiao de talt moastro. Tiaha elle
caca chlata, nariz pequeno, olhos e bocca em
lugares proporcionaes, assemelhando-so por
isso em tudq, A cara de gente: orelhas sem
pollo, compridas e direitas como as do coelho,
pollo basto, comprido e macio coinme de gate,
pernas curtlas e chatas como as do cagado, e
o corpo fino para cina e largo para baixo, ar-
redondado e todo fechado, afigurando-se a uma
bexiga de boi cheia. Nao tinha quasi posco-
Co; As pernas dianteiras eram nos lugares
proprios para as trazeiras, eram no meio da
costa, onde tambem estava a cauda. Nao ti-
nha o menor signal de parties sexuaes, 4s per-
nas pareciam niao terjuntas. a terminavam
por ama pequena aberta, ondo estavam as
unhas, a bocca estava bemrn guarnecida do den-
tes agudos, e a lingua. pendente de fdra da
bocca ai6 abaixo do queixo.
o Nao me send posaivel conservar esta pe-
ga, digna de figurar em nm muzeu, tirei della
Sodas as que vao uotadas abaixo :
(( Compriiiento do corpo 22 centimetros,
diametro do corpo em baixo 12 centietros,
em cima 6, largura da cabecga na frente 8 cen-
timetros, tamanho dos olhos 2 centimetros,
do nariz I centimnetro, compr'imento do alto da
cabega ao queixo 13 centimetros, comprimen-
to da lingua f6ra da bocca 6 contimotros, com-
primento das orelhas 6 contimetros, compri-
mentu das pernas 8 centimetros, largura 3,
comprimento da cauda 5 centimoetros.
4 Este monstro me foi mandado pelo Sr.
Luiz Augusto da Rocha Pereira, e (oi vist0 por
muitas pessoas. 0 povo fez distok miloom-
mentariose deu-lhe o nomrne de cobra ecs eara
de gent#. s
PIAUHY
No dia 13 da agosto assumira as redeas da
administracao da provincia ojDr. Francisco
Berlnardino Rodrigues da Silva.
A' respeito da secca lemos na Imprensa:
a De Oeiras, em 23 de julho, escrevem-nos
o seguinte :
a Existem actualmente nesta cidade e pelos
suburbios, para mais de tires mil emigrados ;
e segundo informocOes fidedignas, muito maior
6 o numero delles que ainda veem em cami-
nho, lutando tomn toda sort de difficuldades
e privaCbes para chogarem ao term de sua
longa e penosa viagem. E' doloroso ver-se o
estado em que aqui chegam, pela maior part
nhs e famnitos!! Vs. Ss. prestfriam a esses
infelizes um relevantissimo servico, chaman-
do a attenuato do governo para 63te assumpto,
sem duvida da maior imporlamftetf tanto mais
quanto ja se passam longos dias'oensecutivos
em que nao vein ao mercado public manti-
mento de qualidade alguma.
Estamos por assim dizer no comego da
secca ; avaliem, pois, o que esta reservado a
semelhante gente de setembro em diante [
Se o governor nao os soccprere corn di-
nheiro bastante, teem da pereceumuitos a fo-
me! e -y.
Para evitar tamanha desgsaQf o presiden-
te bem podia mandar abrir umutalho aesta ci-
dade ; para isto nio faltarao kJois nas fazendasI
nacionaes.
U.,Nao 6 S6 a pobr e tern emigrado:
diversas farnuilias a da Parahyba e Cea-
rai o teem feito, e anui pibeo.
0 Dr. Lima Bastdo'promotor public de


Saboeiro, chegou ha poucos dias coin toda fa-
milia, qu e 6 numerosa. a
CEARA'
No dia 2 do correntL falleceu, na capital,
victim de padecimentr1 chronifos do coragao,
o Revm. senador Pompeg.-
Encerraram-se, no dta f, do corrente, os
trabalhos da assembl6a provincial, pronnn-
eiando nessa occafto o seu president, o Sr.
Xavier Nogueir4. o-eguinte discurso:
a A complac6*wdque tantas iezos me ten-
des dispensado, bollbcando-me na direcgdo dos
trabalhos desta assemblea, inspira-me a obri-
gagQ de rennovar o meun agradecimento, e de
consagrar-vos mais uma homenagem de meu
sincere respeito e acatamento.
a Se, pois, alguina vez, senhoresf, ha lugar
pari um desvanecimento, seja-me licito pos-
suil-o; pur ter merecido esta'honra de LAo
generosos cavalheiros distinctos por sua il-
lustragao e servings, soja-me licito possuil-o ;
per encolrtar- vos ino caminho do dover e da
justiga; seminpre qua se inham de rqalisar
i medidas uteis e productivas de melhoramen-
los material. e moraes para a nossa bella
provincia.
a A quadra afflictiva da secca que atraves-
samos, 6 facto de Ltode providencial, que des-
perta, em n6s, o coahecimento dos nossos er-
ros e transgresses ; e noaj onnrama o apos-
thiegma tleologico-vivor E offer!
SQuerer, pois, retirar A Denus. daimposi&Q
dasgrandes calamidades, importsawa phrase
do abb ,de Rivaux, o mesmo que fazel-o abdi-
car Q governor do mundo
..j, A theocracik biblica deinmoustra este ps-
serto, e sustenta esta vemlade. quando so con-
sidera pas frequentes manifestagOes da Omni-
poteucia Divina, para premier a virtudeouqas-
tigar a maldade.
Ofo inCrimu4nemos, pois, as causas sOn-
diari
SD1 0stA A fresLe das grande tranfor-
WpaWobe haturaes. s quam .tsuoam OW"
benafcos e salMtars, e se a
ia divina ecoias, 0 .l
: 4lligen6Iaii
Ctangar a nta, tcql i9 i~ E
... i,^..HH H


pr so a poderem vow a u
enendas. Urea parts dos reqt .wtui 6l
refere-se A utilidade public i [ -
4 Vollando is vo.-sas faoiRas, Sre. 'drputa'
SA pobreza desva'da espera a vossa pro-
tecio e aocorro : d cdfaik4 O* Pmemw Set-
vios ; -salvai pov, quo se'ot4t0t4 uas'va&-
cas daAfflicg'ao, do atonia e de f6met I
# Praticaia ttidade, erta sHida vi do,
einanagao da Divindae, que oa phral dio
apostolo S. Joao nos assegura a promessa de
nossa jdentiflcaVao eoal eMa.
a DBU a caridade, dia elle, e aqaella qke
exereit4 a caridad permuanece 'm Dew, e Dsus
permariectnelle. $. oao--, 4.
e Com laes servigos, Srs. 'deputados, os vos-
sos nomes passarao A postaridade cheios de
agradecimento e de gloria. (Muito bemrn, mui-
ta bern.)
( EstiAo encerrados os trabalhos da assem-
blea legislative provincial do GearA )
No nmez de agosto sentaram praga no
exercito, como voluntarios, 69 individuos.
0 fio batalhio de jiq Ltaria achava-se jA
corn 889'pragas, inclusive officiaes e music,
isto 6, mais 186pragas que o seu estt eTffec-
tivo. '*-
Pelo Sr. T. B, inSou, .negociante em
Liverpool, foram remettidas, para as victimnas
da secca, 200 saccos comtarroz.
JA foram emittidos.14:O000$ de apolices
provinciaes.
Grassavam, nra capital, corn intensidade,
a febre amarella e as variolas.
A barca allemoit Sophia conduzio para
Hamburgo : 1,697 saccos corn cafe, 30 de cera
de carnauba, 8,800 couros salgados, 4 e meiat
caixas'com pesos de latao, um bah(oe I caixa
corn roupa usada e 50 caixas corn laranjas.
Acerca da escravatura da provin-
cia lemos no Cearense:


a Segundo o recenseamento, proce-
dido em 1872, existiam na provincia
31:913 captives. .Dessa data a 31
de agosto ultimo embarcaram 4:081, e
foram manumnettidds- pelos particulars
852, polo fundo deemancipacao 97.
a Deveriam restar portanto 26,$88 ;
minas, calculando que tenham fallecido
4,505 [ 3 Olo], o numero aproximada-
mneute exact dos escravos existentes
6 de 22,378, nao contaado alguns que
devem ter sahido pelo port do Araca-
ty e outros, ou polo interior da pro-
vincia.
c Parece, pois, que bem cedo o Cea-
la, nao possuira senao raros captives.
a Para ter unia idda de todos Os be-
neficios da lei de 28 de joterbro, con-
vdin considerar, que dssam data a31
de dezembro de 1875 (51 mezis) teria
a raca escrava augmentado mais 4.856
individuos, que tantos sao os ingenuos
matriculados nesse espao de tempo.
a Tanta produca.o da uma idea da
fecuadidade da rata escrava do CearL,
,e de qao suave ihe corre a vida.
SE' devidwe a esta circumstawcia, qtue,
teado-se aberto o mercao. de ecravos
nesta provincial, ean 1.4,liuda hoje
olles se nao extinguiramN. No ha que
support ter sido mui numerosa esta po-
pulacao, quando conmeou o iniquo
commercio.
a No Ceamri quasi nao houve desem-
barques de africanos e a entrada de
escravos fazia-se das provincias visi-
nhas em mui pequena escala. )
lo Aquiraz suicidara-se Juvenal
Tavares.
0 vapor ingle Cearense levou pa-
raLiverpool: 941 saccas de algodao,
1,700 de assucar, 1,608 de cafd, 231
fardos de borracha, 8 de cabellos, 8,220
couros, 29 toneladas de ossos, 78 de
tatajuba, 3 caixas de penna d'ema, 27,
de chifres, 7 fardos do ipecacuanha ; 1
de cera de abelha, 6 fardo-com couri-
nhos, 227 caixas corn laranjas.
-Foi exonerado, a pedido, o ba-
charel Francisco Rodrigues de Lima
Bastos, de promoter public do Sa-

Do 1.o de agosjo a 9 do corrente
*ram exportadas para a Europa 2,426
caixas corn 727,800 laranjas.
A directorial do Club. ,Cearense fi-
cou assim organisada :
President Joaquim Feijo6 de Mello,
thesoureiro Ed. Jeaurenand directo-
reas Antonio Nunimes Teixeira doe Melio,
Antonio dos Santos Braga Junior, Drs.
Frederico Augusto Borges e Metton da
Franca Alehcar e Raymundo 1orcapio
Ferreira.
No Jardim fallecera o octogenario
Manoel Josd Ferreira Machado, natural
de Pernambuco.
-Lemos o seguipte no Cearense :
a 0 circulo de ferrb que comprime a
provincia, aperta-se mais e mais at as-
phyxipl-a de today.
( A secca ijvasta, tudo aniquil-
la, d~ixando ao. os crueis vestigios
de sua passagiwr -
( Sao pungert~i as noticias que nos
chogam diary. do ceotro.
( Os nos90 ses outr'ora tao cieios
da Vida, tomamn hoje'o aspect sombtio
de vastos cemiterios. Tudo desert e
sileqi-iso, as casas abandonadas, ser-
viodo de rsoradaa auw e asferasque
ahi vao procurar a|l- r adores de
UHmI1! de fogo. ^*sy :'
,( Os caminhosta -so iutransita-
veis, nao somente pela fulta absolulta
d'agua, come pela. quaniade i --
lavel de cadaveres Ee aniaaes ew4bp
trefaccao, que exhalam fetido insuppor-
d pavel.


c Urea pessoa que clegou ha po
do Saboeiro; affitmo4-as que D.a ai.
neidoa ema. iox aott ieaaue

t- ( ^


brerapz wf lS ..t nao i-.



Verna RA.Bo-(p 404W Idnismi
rias, morreremos todos. ) ...
a E' horrivel o nosso estado. 0!C(:-
abysma-s .
A Dize'-naos .doTaxbori : L
C A eeca prowegue om sua de
dora miss&o. 0eio qude ficaremonf
semente de gado, principalhmente g
va!lar. ,
Aqui passam enorma-ladiuis'le
retirantes em procura daSerra GraQie;r
o peior d que dos qae primeiro foBp
para alu tnultos tern voltado e damj
que outros nao regressamin por nak po-
derem rnaais. -
SSe o governo notomar a cauza ao
sdrio, morrerA muitaL enter fbime: aca-'
bar-se-ha tudo.' ,
c Em algam sugarr fresco tern s6
plantado muita batata, pordm a peste
de mariticaca revolve today a planta, de
modo que nada se podericother. A pes-
te de morcegog conmea a sua obra de
istruigdo. Otgado nmqirro, nao so pela
fome esede, cornm tgu*'pelos malai-
tos vamnpiros I .,
c 0 que nos fata -u sobrevir?
SDe Lavras nos* 4 unica o nosso
at-igo Manoel Carlds de Moraes, collec-
tor geral daquelle municipio, que Qii.r
ja succumbiram d fome 10 pessoli
Este facto e confirrhado polo vigaria0 'a
freguezia Rvd. Micena Clodual4o' Li-
nhares e pela commissao de soccorros,
em officio a presidencia. is
( Uma carta do Limoeiro, datada de
25 do passado, la esta (lolorosa aoti-
ci :
t A secca vai produzindo seuscruei*
effreitos. Jai succumbiram 2 pessoas doe
fome, uma no corrego d'Aroia e ouea
no Sacco do Moc6. 0 povo acha-se n'grm
estado afflictivo; nao ha mais olho de
carnahfiba que era o recirs& dos infe-
lizes.
a Os generous que form remettidos
pelo presidente ja se acaberam.
c A villa regor.4ta de povo que chega
diariamente de diversos pointss.
c Se o governor nao acudir-uoaji eji,
morreria muita -gente de fome.
a Grassa aquicomn intensideAde, o be-
riberi n
4--C Em S. Bernaxdo dasm Ruassa fle-
cera o tenente-coronel J6W Raymnndo
,ailva.
-4Nb mezde agosto foram exporta-l
do d 4 jac, im S .eacurpos*
^(Ofpor Bakia t'lvu,Iasua tltima
viagemn ao norte, 9-2 enrigraates para a
provincia do Para.
--A alfandega render, no meq4e a-
g6sto, 144:9415320.'
S-Durante a quizena ultimate agosto
regular&m os seguintes pre~os no me-
cado da capital : ..
Arroz paio-410000a 45,00 per i1
kilos.
Fariahia-6500 a 75500 per sacca de
70 a 75 litros- no mercado tern-se re-
talitado de 100 a 140 reis o litro."
Ffiio-N'ao ha.
Milho--95500 par sacco de 80 littros
-retalha-se de 120 a 140 rdis.o littro.
Came secca do sul n1as ha- verde
talha-se de 240 a 400 rdis corn osso, a
de sol de 64 rs. a 1S por kito.
RIO GRANDE DO NOIE-E -
Nada recebernos desta pDiviuia.
PARAHYBA:
Em 12 do corrente escreve fiOsso cor-
respondente da capital- ,

co e interesse, deixapioi 4esever-
Ihes pelo ultimo vipcr J #4 Mesmo


pouco teremos a noticiar-H J
t Vai continaando,. iqeut rafalbos
a assembled provlni{-a. qual. atA
present data, poua N feitq, n
obstante as magnas h esqqe tD.q
a resolver, erL4jre < ttm-4)
on econowicaO-reii q 'Io
deixar de "-Ianifetaf-se, pro a
sua sentqnqg' 7. 'em
C Pass6Ui't "Ihe dissem d em
nossa anitert)Yj dj o 'H de
for~a policiafl," ibo:; rin des-
de ja, duas compa.i''as,. ui eite-
coronel e algns oiiaes. ." "
(Vao partlw:-jLqui" as projectAsms
economies e t 'i.as odiosidades de
takes medidas. ', ,..
S(Acha-se em disctisfeurum QVIro
project qi:e supprimae tr&I cadeiras
de instruccAo prmaria, e'' r4spit,.
deste ja tem Ib .i alguns cMoi'ies
debagradaveis Btre os deputadoe e nao
ser- par .adimirar umrn serjo rompi-
mento.
_,Brevemeate, ainda.,sera, apresenta-
do urn outro project reduzindo o pe,,-
aoal das iveiras. rpartigies e o',,,
ciaito.s dos erfpegados qhe f.0
caIQeryados.-' ,

4 Essas medi4as do economic impwr-.'
tait em urna nova .sdcea, qae"teri A .6-
mente de affectag a pobre ea ineliz
o.lamse dos empregadoa publicos, 'am
favor dos quaes talvez nao Weja frae
oropbaita itp ar's a eaMtde t

4 c MiWaa a misAda cwuao se oja.
emb-W-m orcbw* #0~~i Mk 6I~nt


hospital inglez, f6ra, por.ordem da presiden-
cia sustada a execugAo; e com nao tenlha si-
do jittendida a reclanmaeo que o consul inglez
aprssentou a presidencia, pretendendo que
diLa'asa estava isenta do imoosto, mesmo
caO fplaCo aos exercicios anteripres a lei n.
1,089, quo isentou desso iuposso Ids casas oc-
cupada. por hospitaeovou pedir aS. Exe. au-
tdrisaao para proseguir nas execudges. D
Lonfesso, Sr. president, que, nao deixou do
causar-Mnp alguma surpreza a leitura deste to-
pico do relatorio do procurador fiscal, porque
dosconheco inteiramente no'presidentA da pro-
vincia altribuilgo para mnandar sustat qual
iquer exeea46o; apezar de estar ahi escripto
bern claramentoe-fOra por ordem da presiden-
cia sustada a exeeu.,o!
Entretaato, passou-meo isto desapercobido,
aguardando que no relitorio 'to corrente annQ
o procurador fiscal dssesse algumn cousa a
t aeeto; mas 6 inteiramente omisso nesto
ponto o relatorg4Bste digno funccionario.
Roeeprrealdo orom, ao relatorio do Exm.
oaro doe (dte 0.omo ministry dos nege-
aos gstzapeis1,'aresentado d aassembl.a ge-
wa Rel ishu n aDA 'a efind tai-se, encon-
4o. 1s. nofie'ssariois. iS- tffi "se'$sobre este
fac:to. '* '*l '
Consta do mesmo qne, temdo sido penhora-
da a casa em que funcciona o hospital inglez
por no havreremin sido pagas as decimas rela-
tivas attannos de 1865a i866 e de 1667 a
187310 tenlo sido publicado o eddial pondo
enohasta public a arremnaeho deste prediu,
pXr. Corfield, que entaqo, era 'consul ingtoz
P i.,dirigio immedi tautafe um lelegramima,
pbl6achdr-se auserailfrniulstro inglez no Rio
do Jd# iru, ao respoCht'edf ncarregado de no-
gaooS, o Sp. Victor Drunmmond, o qual, cornmo
se0-e do relatosio do ministerio de eslrangei-
ros, intinoeti'isto.e; emj ta de 18 de se-
ongbro 4SE 4ac Ebo r.arie do Gqte-
VgiOe. .c.ago ooitr M. *cto daa...au -
049b sjtt4 9aS~o Porna*wco,-p B
rtBfeo~4$armW ~eff jt a nw^^
nha aquelle'he, tt'
post da dechr, ",or' eare-
taes do ctuir iOis~nts demss Ait'"ti
trando por t Hfaleira notplG i# n
da nossaW #Ao, o julgandwe" esoodado
em urn dirD de mrnodco nenhu\Joe as-

e. a a os da deci-
Mal"Ib q .existissem
hesit"a ivida ea 'questAQ
-=Wen~ f-a efii l e ItS Mi ae de
O67 873, i4 nm ao podia assisir.
2*t.rmoa ohepiW inglez o direito de
ra S ao see-pUMOF.
EntqstanLo o consul inglez julgava 6lmeatoe
|par s *@ tft fiha o diaw du fasr a .nigeacia dan

'S s 08a
*m~ Ihi~cmfmtl^H^Mj Jdmhi~i^^ 4*^M*n


1 15 -, -. %;_


^^^Hl^',,<-"rair -ae". ':.laar
eorrdnte .tam cahi-
chuvas n'Ata cidade a su-
egundo -'am,.,
conteoido
continue
.Dr. E_,
sun im.o
do minorar
etI esUpassa;
enho proe M
r-mens si A

S. EIto'. tern tempo do sobra pa-

(JDiMmos de tratar da inauguragao
.1b 0 fl "g>ili __t apt--aa
]a&Manttpem cujo acto teve logar
n dini 2 4a corrnente, porqae jai o seu
Diario disse a semelhante respeito


I ill1101c
1EIliuIBCO
AS,0|lEI PRVIECIAL
SgiD A' EM 26 DE JUNIIQ
PRISIDENCI DO EXM. SR. COMMENDADOR NAS-
c LMENrO -PORTELLA
Ao meio dia, feita a chaminada e achaad*-se
perWentes os Srs. deputados Ratis e Silva,
Vifilio Coeltho, Alcoforadb Junior, Uch6a Ca-
Valcante, Naseimento Portella, Medeirds, Me-
nelio Pidto, G. de Drauimmoad, Manoel do Re-
go, leis e SHlva, Moraes e Silva, Olympio Mar-
ques, Joaquim de Mello iHego, Soares, Henri,
qie Marques, Moreira Alves, Leonel, G6es
C4valcante, Pinto Possoa, Lacerda, Barros Gui-
maraes, Herculano Bandeira e (hlacon, faltan-
do sorm causa participada os Srs. gJoao Alfre-
do, Ignacio Joaquim, Aguiar, Pedro Affonso,
Manoel Arthur, Correia do Araujo, Cunha de
Figueiredo,Graciliaho Baptifte, Tito de Bar-
res, Arnaral, Aipio Gosta,:-Pirmino de Novae.,
Gervasio Campejlo, AW'tdo Leito, Cunha Ca-
valcante e Siqueira Campos, abre-se a sessio.
E' lida e approvada a acta da sessuo ante-
cedente.
S0 Sa. 1o SECRETARIO 1 0O seguinte:
- EXPEDIENTE
SUm offlcio do secretario do governor (la.pro-
vincia, trigsmitlindo o requeriwento e.iOtPP
alguns pro4essores contfatados pedeci*,'
cepgio de' vencimentos iguaes aou dos ,f'9i-
vos.-A' commissao de petig5es. .
Sao lidas.e-ficam sobre a mesa para Areni
votadas.na.sessao seguinte, as redac6d" dos
projects us. 18 e 45 deste anno.
~lillq. apoiado, julgado object de delibera-
Qapevi a imprimir, o saguinte project:
S'A,-.'.Assaemblea legislative provincial re-
,tolVei
a Art..unico:' A divisyo entire o 10 e o 20
districtos c&paz da freguezia de Muribeca se-
wi regulada pela estrada do ferro do Recife a
S. Francisco, a comegar do riacho Jordao at6
a.ostrada quo vein do Loreto e d'ahi ao rio
Jaboat.o, flcando cumprehendido no 20 o po-
voado Ponteziaha.
( Revogamn-se as disposicOes em contrario.
-Sala das.eessads, 26 de janho de 1877.-Mar-
;qea da Sitta. )
A requeaiMento do Sr. Uch6a Cavalcante,
decide a'assemblea dispenser esto project da
nimpresso oudinaria, send entretanto publi-
eado no journal da oasa, afirm de ser dado para
a ordem do dia seguinte.
0 Sr. Manoel do Jigo :-Sr. presiderr-
te, consinta ,V. 9o.' tomo alguns momen-
tos A eAsa parajustficar umn requerimento,
q~u m submetter sua zilustrada ionside-
"f ,se" v6 do relatorio do ins f| |the-
sourwl incial, do corrente anna vida
acliva'XD~roviocia 6 bastante pors
monta 'a E,17a4a8539 rs.: Isto a pr vis-
ta basta para indicar que a sua aT dco
Baoe. (it^(?onforae deveria ser, *tffi-f do
zeino40 team.4enonstrado o actual lcura-
dor dos foilos, como sou o primeiro a reco-
nhecer, mas parece que em geral nio 6 elle
coadjuvado pelos seus ajudantes nas diversas
comarcas da provincia.
Creio niesmo que ate por motives pouco
justificaveis teon-se deixado deopromover a ar-
recadaQao de algumas rendas, Vou citar umn
precedente nests sentido.
No relatorio do procurador fiscal, apreseon-
tado em 31 de dezembro de 1875, encontra-se
o segulnte trecho'(6): tend sido penho-
rada e levada ai prana FetQ imposto de decima
do diversos exercicos a casa ijccupada polo


la ao iqw-Bw-T
il o Sr. fao'4
em Londrg&
rela
rb-Br 3 C


noa omre-
ran-
d fiei


Vw Oobm a f ofr ai.
u rana iinposto quoep .
saw oa a co ussf beoalItati n-
lez lao .e rsepuaa .ta brfgeda. eaa, "asgis-
ia-ihe a direite-de &Mo*qr isfAoCi, se a tem,;
tlantona oocasi& 401o4gamei1Lir do imposto,
oomo na da exeouo da senoLem .....
-se d'aqui ui o sme
estava esse 0
da dleis do
.rAO x4 t~Ia.!
"d rIte dlt aut
r Sr. prexi,
?MaQo podeBM 0
'ios a extorq O
monte ofnren
to de ridicia i
S. GASPAR DE RUMMOND Q tegi
umn argumpnto rr9Vpondivel, que 6 o Arms-
S LMANg:LEDd REGoo Icontinaia pler].....
: L ao Cftastd.fi)b disosi (^J- u
-isente a casa, em que so acha eitabelecido o
hospital, do 46e SQ otrata do paaman o,, do
imposto. {&>.tdo;%aso o eoiusulado devcra
ter-se dirigidalifi pideneia da provincia, tie
quel nesta dat requisite inforrnajoes, etc.
Depais disto, de posse o Sr. Barko d.G)Cote-
gipe das ifto agoes pedidas, responded'" em
data de -"M margo do 187;: (l .... das in-
formagos a que venho do audilivr' atideneia-
se que ani trna fundamento a retilsa5a;trf(.-
tivada pelo edUit expudido contr'a "a ';abrHfll-
tracio do hospital inglez pelo irapostoe de de'
eima relative ao exercicio do 1865'a 1803 e aos
que decorrem de 1867 a 73. No qorrer doplo-
cesso fiscal (oram observadas todas as forma-
lidades legaes, tendo a referida adminfstra-
0 scienawi do sea respective andatnento pe-
las intimagoes que Ihe' foramn feitas, como
eanta das certidOes existentes nos auLos,
ian que 'ef'etatito-por parte da executada se
oIferecesse.uaiquer opposao, c.omo eviden-
temerite o nlo podia fazer, por isso que nhio
havia entao lei provincial que isentasse o re-
terido estabefeciincnto do irmposto de decirna.
Cumpre observar que a adhniins:ragdo do
hoip-tal ingtez allegava que nao tinha sido in-
timada, quenino so tinhain seguido as pres-
cripgOes legaes e que, portanto, ,.ra ladi inil-
lo, quaudo justaLneatLa o coatrario escA-.pro-
vado nos mesmos autos (contigua a ler)....
Sseinelhante isenCao so foi decL.'* ia-por 13i
dM 21 de abril de 1873,, o nA., podrado esta ter
effeito retroactivo, esti por sem duvida o esta
belecimnento obrigado ao imposto ralativo ao'
exercicios anteriores d dita lei.
( Accresee que, collectado semnpre o mes-
mo edificio pelo imposto- de decima, foi este
constantementepago no devido te.mpoou cow
guia do juiz dos feitos atao exercicio de
1864-65, por nao ter sido estabelecida isea*o
emn favor do hospital inglez, comno alias o ha-
via sido por leis especiaes em favor do hospi:
tal portuguez e do edilicio que serve de tem-
plo protestante....
Pareeo quo os agents inglezos enteadiam
quo, por ter sido o hospital ponr.guez dispen-
sado da decima, o mesmo direito assistia ao
hospital inglez ; mas Wnao ha a mnenor parida-
de, porque podia ter-se julgado o hospital por-
tWguez merecedor dessa iseanio For motives
que nao assistiam ao hospital inglez, a de-
mais, faz-so ua favor a quemn se quer.
Gonveu observer que, tenJo o hospital id-
glez pago a decima de 1866 a 1867, semn a mi-
nima colntestagao, ficando a dever a"de 1865 a
1866 e de 1867 a 1873, 6 inaaifeitamento im-
procedente a reclamaao do consul, allegando
que o dito hospital uao era obrigado a pagar
ossas decimas, pois, se assim naio fos e, nao
teria pago a de umn anno intermodio.
HAdvendo -o Sr. Baruo de Cotegipe demons-
trado o nenhum fundamento da ree ama&o,
visto terem-so seguido todos os tramiites le-
gaes. d4sso aindao encarregado do negocios
inglez: (1).... a enwe os bhens da renda geral,
nao contemplados, estava o imposto de deci-
ma sobre hospitaeAs, e comA o arL. 51 da lei de
15 de novembro de 1831 diz que os hospitals
4e caaidadei gozarko d4- priyilegio do isengao
de decima, paree que os hospitals foram ex-
cluidos da concesso feita a renda provincial.
Aiem disso, as lois anauae do orcaaento
provincial menaionam siroplsoionte as deci-
mas dos predios urbanos eptre as species do
receita ; os collectores, pore~m, incluirarn nes-
sa cathagoria as casas que servem do hospi-
taes e continuaramn par muitos annos seam op-
posicao apparente a cobrar impostos sobre
elias...
Vem ainda argumentando corn a lei geral,
que nao tern applicaQao.
Respondeu entao a Sr. Barao do Cetegipo em
data de 26 de junho : ..... A assemblea pro-
vincial do Pernambuco nao exorbitou, por tan-
to, de sues attribuicies. A respeito da deci-
ma urbana pode resolver livrennte, segundo
o seu juizo e os inteoesses da provincia. Se


factos acham-se em contradicQAo manifests
corn estas apreciag5es, mais do que pessimis.-
tas. So, ainda assim as opinibes infundadas
do Sr. Corfield podessem ser compartilhadas,
nao deixariam de cxercer influencia funesta
para as relacses commercials e industries
entire o Brasil e a Inglaterra, semeando a de;.
confianV6, inspirando infundados temores, *
prognosticando ao imperio um future agitado.
Um relatorio consular, saturado de semelhan-
te espirito, dara lugar, pela circulaQ&o a que
, destinado, a que se formem ideas inexactas
sobre umrn paiz, corn o qual a Inglaterraestfi a
melhor harmonia political, e entretem imper-
tantes relacoes de ieciprocos interests. ,
te ntb p6de ser o de-ojo d) governor do i.
a rainba.
c NAG cabe aqui rectificar todos os errosq'
exposicAo'do Sr. Corfiead, nem demonstrar qan
muitas das suas apreciacOes, carecem de base
solida,,nem finahlneutLe provar que deixam ts
ter fundamento as declaragOes pur elle feita
io govern do seu paiz, de que a vida e a se-
guranga individual estao sem protecgo et*
Pernambuco... Tenho a espcranea deo' que
minucioso exame'deste document mostrara
a V-.Exc. quo 6 lamentWvNl que a sua cirou-
laCao em 10glaterra, onde Ltao consideraveis
oapitaes eftao .aomprouietidos em emprezus
brasileiras, possa original nogoes erradas, e
fazer perder ao agenLe consular britannico as
synmpathias do pai onde exeree suas func"~m,
tornando-lhbo mesmo difficil o cumprimento do
seaus deveres officials..
Accrescento eu : telizmente este agente ath
estiA mais em Peinamnbuiwo continuea a ler]...
P6Jo ser que afguns casos isolados de ab -_
quo a.q autoriJades imperiaes sao as prioat^
a lamentar, e que jamais deixaram if reft..
mir, seinpre que delles tiveram conheoiieui-
se 4essem em um tenitoriortao vatto Comvk*
BrasiL. Pbrnm nada 6 meos just do q -W
Leader general ial.-os, corno faz o Sr.
6 estabelecer como regra o que aoq 6 sUe
urea excepcoi. .o. .
Estou certo que V. Exc., corn eu WOU
imparcial, reconhecera o fundamoielb |
sidoraCOes que, deixo expostas.. .- i
pois, mylord, em pedi-IMe quese stJ
a esta carta a mesaftlft ictidade, -".
relatorio do Sr. erfield. '";' i '
Sr. president jaiw
,stes treo, I I
OS Coneoboekim


. :^
*^
'* -^
' m'^
. ***'.^


ra invocar a Iei afiim do abLer protocqibo para a
vida a a~propniedade, qae ais facadas. as rou.-
laos a outras crimes commons no poucas ye-.
zs so aqui aandonados s para n&o.e,



Dwi aeriSitio r a oriduJ .l (, ,
ler l iI mpre-
t tchegu a



sggado]. as-
Sf ~yllfte a proca-
ra invocar. a lei afuir de obter- protecQio para a
vida e a.propriedlade, que -w facades, os rouL-
4hos e calves crimes communs nao poucas .ve-,
zes siio aq'ui at~andonados s6 para n'-.iew
-" a-xutii a 4a sskdad e,
gad0] ....
SQue i-u0 a.As autlridades bra-iiu6sf que
injustiga-:a 1/4rofa 1 i ,
0 Sa UMPuio MARQUES :-Talvez fosse mal -
traduzidq p officio. .
SR. XAQj.O;D0'EGo: -Nao ^ nial tra-
duzido, pois consta da reclatnagM' 46Sr. Ba-
rI'a.o d Penaedo, do offiaio por e'llt diiigido ao
Si' Condile Derby, iniisL'r, do estrah'geiros da
qra-Bretanha[eontinCia a ler].. porein a ira
4incubada manifesla-se lo,,go que se offerece
oppyrtunidade f ,voravel para trar terrimvel
vinganga. As o, asaus capi.ae*tpo talvez por
esta razao as' qie-figaurawn:em qior escala ia
lista dos crimes. v
Ainda idliz rnmis adianto [continua a ler]:... .
a indiffereaua pola vida liu:ainara eo seu sa-.
criricio w(las causes mais insignificantes e &
ospirito de vinganca prpvalecemn por' toda a
e yaro 6 o dia em qate nb haja nolicia de alga-
ma facade. .
Disse istoreferindlo-so a cidade do Recife, -
ownle a searaga pablica, possue nao pa-
qienas gar'antias! 0 quo 4iria i0nosso can-.
tro ?!. .. .
Vjain quo offtusaum.iooS aquielle consul,
indigno agent do ltimad QaCo gonerosa, os-
quecendo a .nossa pebverbial. hospitalidade!
Etlretanto ells proprio julga-se corn direito
aespesinhar as nossasitlef!acollocar-se acima
dellas, exigindo uina ex.epo em favor do '
seu paiz! '
0 Sa. GASPAR 0 R4UMMOMD :- Ele ainda
esta em Pernamburao-?
0 SR. MANOEL DO REGO :-NAio esta inais.
0 Si. MENELIO PINTO :- Se estivesse aqui'
nao se atrtveria a dizer isso,
0 SR.u PINTO PEssoA :- Felizmente e um
consul, 'um agente seciundario, nrio tem ca,-
racier diplomatico.
O Sa. MANOEL DO REGO :-E' verdade. Fe-
lizmente o nosso agent diplematico teve-a
dignidadte precisa para reclamar contra esses
trechus, conLra os quaec id protestei por mi-
nha vez em nome da provincia de Pernamnbu-
cc, de que sou urn dos mais obscures repre-
sentantes [nao apoiados].
Disse o Sr. Barao de Penedo (1k):
( Mylord.-Londres, 4 de marco de 1876.-
Chamo a attencio de V. Exc., sempre tdo bene-
vola, para urn facto que me causou dolorosa
impress~uo. 0 Livro Azul commercial n. 17
[1875],. contL6rnm urn relatorio do Sr. Corfield,
encarragado do cbnsulado da Grd-Bretanha em
Pernambuco, sobre o qual julgo do meu do-
ver fazer algumas consideraCQes. Este rela-
torio, pelas suasinformaCoes,muiLsAas quaea
minexactas, pelas suas apreciac& asi sempe
malevolas, e pelas suas graves aecusaoe.s,
estd deatinado a produzir grande e desagra-
davel sensaQao g.8rasil. Exelatorio poIe
despectar os seniientos Xta entaveiS,
feritodo as suscepojbitdadai da pepulacAo, e
onriginando centre ellae os inglezes alli residen- -
tes, certa animosidade, qus niuito seria para
deplorar...
V. Exc. nao ignora, mylord, que a provin-
cia de Pernambuco, uma das mais florescen-
tes da imperio, esta ligada A Inglaterra por nu-
merosos lacos. Ha mais de meio seculo que a
maior partedosea commrtio Btfta o por sub-
ditos- iglezes ; grades cases de importaglo
a exportaCao allh se atham estabelecidas e
'presperam : duas companhias telegraphicas a
Western Brasilian e a Brasslian Submarine nel-
la funccionam, assim como duasfiliaes de ban-
cos inglezeS, urma extensa linha de caminhos
deferro, construida corn capitals inglezes, li-
ga a Capital corn o interior da provincia ; al-
gumas linhas regulars do paquetes a vapor
fazem a navegaQao transatlantica ; a compa-
nhia de illuminacibo a gaz e a de esg6tos tam-
born sao emprezas inglezas, nao duvido de qu*
o governo bitannico" reconhecera que muitos
milhoes de libras esterlinas encontram, do ha
muito no Brasil, emprego seguro e lucrative.
a Coome e possivel conciliar este estado do
cdusas, taio lisongeira para os dous paizes,
corn as graves accusaQoes, que o Sn. Corfield
nao hesitqu em formular a respeito da admi-
nistracibo da justice, um dos poderes recanha-
cidos e garantidos pela constituicaio do impe-
rie, e da falta de seguranga para a vida e a
.*^ropriedade ? >
1 k seguida, transcreve os trechos offensi-
Yo6S que ja li a casa e depois accrescenta (1e):
,4 earece-me que a existencia da propriedade
ipgtez e o seu desenvolvimento progressive
nO Brasil 6 o mais solemne protest contra se-
melhantes assercSes. Apraz-me ver que Os


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aquella assembl6a conceded iseni&o ao hospi-
tal portuguez, de certo so nao recusard proce-
der do mesmo modo para corn o hospital bri-
tannico, so a elje se dirigirem as pessoas a
quem isso competir...... As leis tratam do
predios urbanos semn fazer distincoao alguma,
Sos hoapitaes, se estAo situados dentro dos
limites das dermarcagOes estabelecidas e co-
nhecidas, sao prdios urbanos. Como prova
disto, lembrarei a isengco concedida ae hos-
pital portuguez, o invocada polo Sr. Drum-
mond.... Respondendo d ultima part da no-
tea de 16'de margo, a repetiado que es.te. nego-
cio 6 da exclusive cogapetencia da assembl6a
prpvincial d 3 Pernambuco, peco licenQa para
dizer que o governor imperial, qua nada poderia
fazer se nio officiosa e itidirectamente, nem
mesmo deste modo se julga em liberdade de
proceder, etd ..... A circumstancia da ser o
hospital propriedade de um gQverno estran-
geiro, assim conmo a nao isenta de imposto es-
tabelecido por lei, assimi tambem o nio priva
do recurso ordinario, etc. #
Ainda allegava a logag4o britannica que, per
ser o hospital propriedade da cor6a britannica,
estava iseato-de i-npostos, o que, entretanto,
nao Ltem o amnor fundamento, e 6 contrario a
Lodos os pripcipios geraes de legislaao ;' es-
tot bearn certo de que, se na Inglaterra unm
repreentantle do Braswl apresuntasse svne-
Lhaats reclamaao, seria qualificada de desar-
razoada ; ,Ao entaW, a Inglaterra entende que
Sfio.Brasil tern direato a todos os privilegios,
apezar de seremni contrarios Ad lei !
'Novamente reclamou a legatao britafiica,
julgando-se corn direito ao que exigia, e afi-
nal disse o Sr. Bario de Cotegipe. em data de
It do -julho ,1): a .... As razees de direito
que inhibemn o podr executive de conceder a
isengao do u mposqp .tambem o inhibemn de or-
denar a sua suspeswo. Nenhtim destes dous
actos cabe nas atalrbuicOes daqupile poder, e
facilrmente se comp.ben-de a peiturbAhao, que
a pratica de qualquet delles traria. 44ordemrn
ad ministrativa do paiz.... Esti ptotado que
a assembl6a de Pernambuco nii. 'iftrapassou
as suas laculdades ; e e oero que nenhum
Agae inteirmcional foi par ella vidlado. Pa-
oa 'orLanito, que a resolutAo deste ne-
gocio ela. M indicada pela natureza delle, e
consistia am resoeitar a lei, pagando o impos-
to, e promover .de&is a isencao pelos meioa
orcUdinarios.... Nada seria mais gratL o ogo-
verno imperial de que annuir ao desejo d#
gQverno britannico eni toda sua extensdo ;
falta-lhe, porem, auLoridade para tanto. 0
que elle pode fazer, e a isso selimita por mo-
tivo ja oxposto em outra notLa. 6 dar cow eci-
mente daquelle de"sjo ao president.S4* po-
vincia. ..,I r
VW-se, porLanto, qw o maiaSi ep0"5z o Sr.
Baro do Cotegipa d. .gii g-meodoalidencial-
mrnte, oma disso e, 4ma d4eUa_. otas, ao
preB:dfess po s m etlosam dlieO-lbde qobte
procedesse peIos uelos legaes afisa de obLer
a jB4.0,.eFUeultu icooSa do
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*,:- -twea attingido IM tel gwao. qt Outro dpoiern kidaodoqo malomuito atl,ustre3a, :
; -. se' dios a muito atra. l* nsituato para asI alacio a Wi erio Gui .e.me..
Srequeirnenteqaewu efngie4p& M. B da7 PrYssla, cavalleiro da no e tri b ao pu3lico .
Jr. secr ^ lOuo die- J.0 etOira. disper'ado desi| c. 70
V. ll'^.,^. iqa Iia ln#aon4d q1 a.,s ... a :esleadoejat issiv:s riat Franieis.ida Save,
Si- dproteateio' nome da O'9r4a.o i pomea lJ'acsermelbae, .- cointia otnltr asinjauias que injusta- res impes'!| 8.t E dos hellenos, foi.no.eado eb ". gos da Siva, e
tOB o i ragedas, coocluo o qua ti- a asseQ16a.legr praviocial no dia 2* 13im ta 12 do julbo de 1876. rip0osdese r consider ade.BQsn-
.a .a#dier rarsaado mesa oaau re'que- (BmtQ() 40 cOtt .. "0 capitulo dos cavalleirosda Jarreteira eta Poeser eonsidsrad0^ de.aen-
ui bern.) urodcons E io presi- complete; comprehend 50 memrbros, quepw~rtes, e nem sobre elks se reqterer oe-
zl, o, posto em discass~lo e sem debate ap- det a 1go oe d0seu .turn comnprehenflem 25 families reaps.; a: queto vista come a celarante etiste
Our d m.oRL opa si-Q sre nop
do$ .., va da nte de o r. la ,dsmf~o ne Maor L*'Oe FO




4~sado o seguinto requcrire4to : Franeisalvaed. ottendo 0 SOJA retrato e ha, o principle do.Galles,o duque de64ii eorsua flhas tenwes e. orph.os, em
4ftu-iro qua ae solicit. pr intermedia. da aponta r.aamphics. o, o d qu eCor naught, priipe li, bee sabido, e notoriament co-
j doi da prodlciamea, segule inforoja- Urn t l db--a ei d1pe2nam7- s.i o ex-monarcha do Ha nover, o sajoue a e
:, -' j -: ^^ i^tno .' hospital inglez ja bucanos .i^isp? lb Sr. Henrkiueapituli- gamtiridge. o rei daItaiai, o imrador de At.- nb&ida, moraAdo desde a maito na ci-
i*-1)ai. d,&.d eaque fnniona no A ereira M e polo rmesmiSr. c'rffer- Iemanha. D. Luiz I, rei de Po:'tugat4 o reida dade de Santo Agostinho do eabo, no
Aoeeri e oinarca, o rei da Blgic, o imperadOr da povdo Ponte dos Carualhow; assim
ICi relatorios, brochure, do direc- stria, oimpcrador da Rsia im eradr a im
^. ^^ixou anr:n.ento tt oxecaggo pro- tor geral da* instruccao publicadeslpro- do--Brsil," 0schah da Persia, o rei daP(i, come o fallecido morava no lugar Tim-
ra^^*.EKsma no anno dl875.-Dr. vjflcja; a t duiqu deSaxe-Miningoadqu oBW- aJ,(O ^rQ^edzu.a elrn
d da dretoria ds o blicas do- swick, o duqu Sax-Coburgo th, gro- to ja se acha em j uizo req uereando seu
E....M DO DIA anno do 1868; nrn exe lpiar do ulod ecklombutgo Strelitz,-o principle diretoe, c desde j- protests contra todo
:nn iu;- i[. parte Dr. Jcronyno Villela dte stro Tavares, pro- da Allemanha, qjprincipe Fddrico Guilhermae qttaq uer"aegocd o feito p elos agents
Cdtneia.a 3.a disuussao do project n. 88 nunciado n1 crnmara-os deputados na sessao Victor Alberto d,.russia, a prinAipe Luiz do e ia o i epos es
.. E a assemblea, coiu as jomendas offerecidas. rio administrative do Gabinete Portuguez de' Holstein. rnoate, ou qzie se tivesse feito sean ex-
5"EneC'rrado e debate o piocedeondo-se & vota- 1854 ;rum ditoa nalversago de raros dalas Nos 25?estantes, lugares fronteir s ,quelds wpressa autorisaeuvo delle. e
io, s provadastodas as em s offere- c os depredadores da thasouraria de fzen- qu s reservadosips prinipes, eotram- Ponte dos Cavahos, 13 de setembr
idas; qu fTeam dopenclentes de uea 2.a dis- da ; um relatorio da sociedade Propagadora so doze duques, escoezes e rngl zes, dous
oussrto, adiando-se p 0ortanto, a adopsao do da Instruco P'ublica; ;ur dito do movimen; marquezes, dez condos e ur visconde. de 1877.
projeeo, o d Gynasa Poviei t Prnabueno de!ma








projecod. 9o d Pn deo da Ordem 6 o bispo de Wind- Maria Francisca Mendes da Silva.
Entra e a 2 discuss as dndas efere- 18; um folheto contendo a expbsio- de so chancellor, o bispo de Oxford ; e o'so-
*idas Ba,3.' d< projecton.AO4 dste anno, au- Pernambuco de 1875 ; ur dito denoniado 2ocretatrio, o de o de Vindsor. Um baronete EleioO dos Juizes, escrlves, thesou-
torisando prsidenteda promvinci a-conceder Re o partido liberal-, plo desembarga ir Auustus Clifford, desempenha as fane es a e e modomos que ho de este-
.- ea indeintisa&o aos aXtitas encarregados Tristo de Alencar Ararip,; um diro dos e0- de gentleman usher of the blek Rod. aNosaSnhor do Bar Suces
ta c truc da escola elo polas 0as atutos :ht siedae--io-Catholiia, Ortho- 5 N ,ose Nvo hoasnt does suaauus p-
ua d..romais t etizeram. loas doxa Pernambucana; urn dito da so0iedade d e nvem doore
Eneorrado o debate e procedendo-se vota- ropagalora de Instruco PUblhca ; ur dito a caa JdeucaEian Lmaondres i. foLas d8ra em novem ba do corrente
6 appovadaa e da do Sr. Medeiros e noticia biographies do eonselhetro Paes Bar a peados que daes s are cod erao hii0na o de 1877.
rejeitada a do r. Gesrvalcante. relo ; un dito-Livrodo Povo--, polo Sr. R oy es. ,judodus sobre 0odgIh hya.co d Ferrera Baltr
0 POrV.oj t .uandado, 6 apprlvado e .uablo A -toide :tivia; umr dito-A Go- Ae sanitatiam do Srir.e ei d J ` rreira Batar.
Ae ioAs rep t i nPreiraddp egr hede u dr og
eti-de qredaco, tedo St .O- lumneaipratica-damsiaeropublica doupnssd C igo ; lador hebraico referem .so aa home dopois A Illma. e Exma. Sna. D. Candida Machado
4eoel a nr o d o Sr.Mda- dit--Atc. m nem Opposiado pamora l .m o seo nascimeoto, e mesnro antes qu seja Carneiro.
iel o aro. a e s greja e adoe- ti-plo Se bispo io Para-,; ddo d luz, e acompauham-no .atei sua inhu- Juizes por devooo
w wrejde1 6 a o o boP Ao;dmaoo Os Ilhns. Srs.: 0
re'4q M ado e de 3. q diseuso urea carta i-i! a domo Sr. bispo a Supetondem sabre todas as funceos da Dr. PdD ro de Athayde Lobo Moscoso.
9tida:c~ issan o do redaeto o project senTad Anil Leitiodca Cuaha ;.rea dc- snta vida animal, e assim tambm corn rosoei-. Dr. Ignacio Joaquiim dor SouzaLeao,
ou. i~d nnsapndendo A oxebranotaaasfzdorgearal d.*insrcdLo puIcaesprm o rei-









a.2. Te ,s osuledo da eobmpa(leas e-7s.- o Drg.ien a do oao- to sua vida publica,.em perte. Dr. Munoel Arirut do Hollanda Cavelcante.
Mai" Ud tlos e da oumr ana R- esoa dga'na qano spao- .lo d lhro- E o easo (o quo tedas as estatisticas juGti- hat. 'aqui'tsaGrreia- edoAraujo.
.nkOl fon a houeer .g...... st rinca qando : mlajor 1 o dla- ficain altarneute a poderosa infl~er~ia das 1os6 4k SiI Iy:Soliinha.
0 Sr. Gaspar do Drummnii4 mnanda i ins triucSo publicaa~i oJncia; ;f." 297 prescripc~es do Moys6s, no quo tocas gt b Antonio Marques t GQsta Soaros.
e p s s d a,"aDO I eclaraASe do r iu o Mpr 0 -desposi Bp sck o-moral do iadividu, e m J too J s deA rea 0r.t
peapresr n eDri.a a ataa dmlarVi)llel l Csto, Tvrspo aAlm










de que vota ia3cntra esto project. 2 8 neruosdo periSdicoaBrsolsa dahbrdade,iraE- EgobctrAlert'da rau ,a ier, vWp igo s, Mai oa.1eld S lArasjo .
S3ao seni debate a-ppavadas em 2 a discuss raa judaic 6 vigorosa, Manpcl Jose do Sa Araujo.
as eo das offerba ndiaorgnas doie2to nrs rioiuoAm2 erfo n.1e5mpr.s o maan esistente: posse a factridadepreciosada ac- Antonio Henrique Rodniges. -
Oaasiernendac ocnasoenrasoteidas n opoot rio dmicontaivo do GdinetessPIartugesmdean- cim~o~n. tdsa lt dsmqovl orosAVollosoeSoaress. -t en









93 destco annad coaes ndo e na otis pa- a no ; us s. 50 segui o at6 37 -128 e 205 do s clcaN os elo todas astute s qua vao do ose elo so Soats ereas.
"natriz de N. S. do 0' doIpjuca. rodiod G~rusz.ui, i lS6o nmesmo-anno4 2 polar ao Ea A sua im"nidade Antoo one^ aloe FerreiraCascao.
O projecto,- assim e; o, e approvado e map4d thbetro dauerra~ntre. Prussia perante as febres, a lera e muitas outras oa^o Pereira dos Santos Farofa.
rmetltido acommiisst0daredaceSo e a FLansa; 3 moedas de ua, rama dlreuzer epidinioas, 6 notabilissimna. sJos6' Assv1 nt po Olivoirn. .d,
E' sera debate appivado em 2.' discussao da Baviera, outra oier Nassau de 1813 eo u- 0 numerod4snaseimentos masculinos, en- bAntop Igio do Rego ledeiros. t
para passar A 3.', o pvojecto n. 60 deste annoy, tra i Siiber-crosehen 1825; t iao offertado pe- tre os -doeieai ale m dos feminiinos. Os Se o es Gmigi
-determinando que ao offlbdeescrivao do juiy lo Cousocio major Codeceira. ; filhou od" Aisraelita sao menos sujeitos a r,,d o os1esiznoa a.
o 8xffCucoes criniii;>s do term de Santo An- Varies as. da Ih'wwcina, Conservador da\Pa- eonvuls~es que n6s outros. "-7 Lui Gon( alv'Penna
floui annexo o 4poLHo paooativo doe no- uhyba, sorrein do e^rnomberana, pelas res- Segundo MicL vyi, a arn MaIiideias ie a por desSoaa Ssa
lOs, escrivao do crime, civel do rmesrno termo, pectivas rracde ,. cranas judaicadehtre l a s ,jI.So- ia%3-dd^ Joao Alfwdo Correia
por moate, remocao ou demissIo do actual Blssand-e & order do die, vei a mesa moe dez para cem, o pass quoete s -deon-.a Jo.Aldo orrea
serventuario. ura proposta paa sco do Institut, a qual hisos a mesa idade coma dez te Psa oommendador Lz Jo da Sva
suc.essia eapprovadsatidambem espectiva earn1reisse, para ern. doo nddoxfuidJ dS
V-f res^ ^ S ^ X -SS Guimarc' Bes.
o ses sidebate, emi nte isaoparpadsstarbern o lido, diseutido e approvado o pieaer cda Na capital dca Gri.-Bretanha, a rndia quoe Esposa do commendador Francisco Ribeiro
seedetee.da Qisso, no sentido daa prnesta d r-Z, ma- 'tern a existonCia do ur chriso no ultrapa ..n..
2., as guiote projects dste.nno ,oira,,licerca l-a a em r ies sa 39-annos, ernquanto nos judeusse estefnda Espos -mar doruprat.d
agades provincial reidoara ellob urarcer emseparado, ua propo do Sr. Dr. em 36 annos pa aques, vai atd quarEont tar.ust a
can ;nr ttod-pio ;d C ..e, f "ft A .-"" no em ro do":re












qua0 rani uqua cadira a Iissttraoa d Sr. Dre.B Afne so. e qtuarsra d reit a este. obre c a bristle s, ha Esposa do mel Brnardo de Oivei T a.
p 59, reBandas oa39 cdeir~aideoistroueo n-Na d~a t6is hed o a tratar, oS presiente orinta e sitnque ctelgar a 50 an, no ,ela iv oono Gomes-Laot LqtiQ
ari e parap oad seroe feriino O poioado d e levanta a sesso design o ia 27 do corete mnte a 5 judeusque no ms moae a- sosa A o d ae
Esposa do Sr'. Antoniokde Albuquor aello.
2aqaeig .'9, a papaaa rxiaren o-ine a .mesma idad:., Mt'is aid (n- Esosa .r. Custodioyranclsco '. iu
PS6o ede-se A votavo adiada daS endeiusaC eo l Po;ai ugii-on 4I-QPal oS a. ta -so 27 judeus soptuagenarios SbO Cem, Rtr. Doaningos ano
pre entadas na 3.- dise sco :do projeota n. d do coroento, [doMingo 6 o i (rrespondentes a tS : ,s ~ r. Jos6 Pereira dos Suuitasr.
1 deste aorta, or~ndo' .-reeeia e fixando a, ma seguaao anwvesarioda ieaugvum dlACesseo- Fimaslrente, a loucura A rara nao israelites, Bis do Sr, Marcelina da Costa Dello.
lurineda -o eml e -roic,,o u ma irta Coia o a u aca rtaro d qe s !
rem e. edagdoten "de"had r erai o r6 1remuite. o, inclin a a is Ai- l a x a r. D a dd ,M c a













dispeza pare o exeroicio da t87 a 1878. lateaiaa ini-ouia ptai ania ral o aaua raca o ao contra n do que succeed osa do Sr. Manoel Francisco Marqes.
Saprovadas ss de onhs. (menooI a a dditi- dani man4ima s i_Sa QM. IA, (onosco, na 6 la uio. i a do Sr. Francisco Maoel aa.
vo reltivo &o desconbte e */o ono-ubsidio public, Pea -ufl^.as .c4 yis qfttol 'c ;c. c' ;oa' *pg do Sr. Francisco da Siva eaz. S v a
5geaa1oe p ta t S. pp'oPa'IOs 11ndo Srs. Facsod iv













dos Srs. deputados), 4, 9, 14, 15, 17, S0 25,31, P.'?es. 1- I {"-'- a do Sr. Jos Alvs Ribeiro.
39, 40, il, 43 (rearos a aSralavras-durante 2 A's8 horos t,I4 -,4e.lM ^ 114. W kJ--pteig(^^ .4ti,-I :^o, rrWBitt,^j|t^ aiha Candida deJosas Beltr3s i Moreira.
E)nes pelo mesa d), 45, 46, 51, 89, Q gu u se-ba, em ia w atEi i A ioq, Wmas Sr bss ea to bWAr a toteria2ore asq uni enDo dfls ., P e r deza SancLo-d4 oql oso .
0 s e nra? r A rma L" ia n d id d e J esas B tr m arde -.














i, 65, 70, 72, 74, 75, 77, 79, 80, 85, 86,87e corn acompanhamenoto de mnusan iio a i6greja da Casa FIbo. -. :
95, send rejeitaas as de n|. 35, 4,68 o 71. trumental do itovy 8, Sr Pe Oussel O biihates acpiaie 4Dvenda nr t.B O'Mi0 n Sr Jos6 Peixoto da Fonceca.
O_ St. J. de Meos B4 obtendo apala .- s 41:41viC ':D. ,.. r das lo-.teria-e '_ ....a e.
ustifidt m e roqeeri. Xraoqeia doosr.d rsubb o.













ramsteo, quo ,oiadc' 0paguinte r isomeriee -p .m praada Int cia.3 3J I- Exa.Sra. D.vnt mj...p" Maria a"pus.
*,- io for do e posto era dis, meo qui. bolistas sahirao no mesno dia ae. a Escriqes pr sevotSo.
cuss'ao::M 1 *a 22 *s &ereS .tt : "''" n > llg @r .: f : s S: '
SBlee ..a (t -^^f .:A-'stLih anoitee ar- absoi cO Iugardosele,-he2dla7te J ptistla ae. fi s 6

^^^S^W~f8 < SP^^ 1<^^ ^ 'aatt*Mariaro deSouza.
g Sr .Goa s os s u tSveos e A oncur nca do vio v o41bo 1aide-orrado in.es
raegp tat,$Pra o is eareirolac .d cos^ ^otumef OI s a ssun s:ia q
fx'ft~jt^ *'*; n_^*A1^'wot J ,~impresaltamMuMd,. ^lJ~f~ JfB.J 183 Ma l-l~ AtnJkwe .A, Rto. ** 1


q19alM"F (Mr -d e t'drda uida hot
a Art. 46 4W., aSeTub. Marqez deCuxa
A ,AW9 rivel se.i
S Qdiea nn amt separados pelr tnesda da ; a qualt (. 5.16) Gm d
;- f6rma paira consttUir'i )Bojeetos separados, as da sc4ws eOW 4 10 ras vi fo encida "q &SeAo d -.*. a
se~ mai~s artrgo^ adtes oqgmffii,- coO dererstn4e t
Sites, consti _ttg rigo.ainalera diffe-, 4vers,(9i .omM5 m,. E 5i,.Sy
I; rento, p- 4 4 oT fj^ S -
i 2.' dlscuasaq -emtendas ns. M, 56, 70as 0aah E as s.. .
e e7{. .... .... P A~e71
S3.a discusslo-einendas ns.4 e 57 de2.a Para compor a dire ssa aU
75 e 95, bem co io lLrnma part da emenda ramilpitos, ,m a .seo gral 8de acilis g .
Snt1 quo seri*eia esuatdeapolice.-J. tas, no dia 6 do corrente
I do Mello Rego. Ge Cvalcante.- Gasper de Presidente.-Jose .da4.6va Loyo Junior [ree ,-"
ZDrmmond. leito]. .. ,r99ElW-r. dos pptr
Veeui mais A mesa, s'*dos, apoiados e Pri:4irancuqtariqnD(qoi0.po4 ita No. to i? vaw
posts conjw4ctauiat .oANegssz: ger -a e f-f
Steps requerimeutos e omens:. 81 ; Segundo-, ertari4..-4asci-moos4e Jayme Marqu'a (- S,- |icoG
- /; a Requeiro quo so destaqt 4a w'i 9 a "?
~gas, qu e versarem sobre es a ple- bThOi ,1 .TJtoj 1rvlUW..O MMW4, -Ga* Ai
sidewMa.-Barros Gi"naSf i letQ1 ,=l .torCaoJ A
a r Requeiro que tod4S40; f addiiv rnsiSais)os de ,-Cusoeio Pranisco noel Frat -,4
.....vo Hato ,Jo6Vex # Foneieca, ePacso', re a, W;am
c artigos relatives a augmontoeoordenados, tc
S- constituam em project especial, sem pro- EcacporhBaPoscar, oumaidarinatodo d
S azo da ernenda4o Sr. MoreirnX-4t. do Silva. sEscravo9sv b d6 do Ba/ti acha rrdsSoza Galdino At.toni da
~ .~9**dr *svi r o .a
kouroquo e e so ua~aenida ,a 0 h i J45
vra conouttuir umoieq=9r D.B1hj8
0-. '" oPse^ar94..-~-.. -Dr. binhehe--O~ v. &BMhi.nauxe para: a. i. i-c
ps "i Tro requerimeoo1doa, 1 "W .....
IU01 i0d $'pl'on,"de a ^Sa9r 2 D
aptew*A. :A-2A4Ascussb polSr. 22

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r~p~u5(4a..~es Iisa idad--
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D Botelbo..
0o da Costa.*


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jima,3" deo ouza.
Escriyes por devog& -
...... Ae'lmas. Exmas. Sras..:' -" "
S4 ^ do Sr. JosA6 Marqaes Viann .
do. Sr. M _0 de Souza
Sdo Sr. Jutiak Go es da ,aSilad o .

reua 3a dt Sr. Joaqui Antonio ri s So-
Itliba5yfho." 11.1 ? **
do Sr. Joaguim-Cardoso da Silva.
l Frei- p ado-Sr. Maxin*rt"iao J der d0 Costa.
1 0 10 R o Sr. Francisco Ignacio Pinto.
do Sr. .
^tl 111 ^ do Sr.. RpOt*^ ^~v,, .1


o sri., w aywri v (TO alto da- Mftreaasa
g, IMl bdes 4a
ga, pela ifnexcedivel dediia(1*o wolhaiGft corna
I o r or n duranite a malesila de eeu
Stfemciao nIutfa asias jrantiedo marido,
pa i"Riogt dedimeao que se torture ais
saliente depois do seu laiuntavel passamento.

I? Ti M'hfk-ir


Profe
N. .324.


14. U, JIdLUImUI
essor d ,.ra;oez theorico
pratico
.-CAes 2:de NObAmbro-N. 32.

Curso -de allemlio


Pr.feasorl o
Acha-ie aberta a
tituto de N. S. d#-
Francisco, n. 72.


Sr. Danker
rnatritmua no Ins-.
Carm)o, rua de S.


;Precosjauito comrnodos.

Mudanca -
Salvador [lenrique de Alb luierque
faz pubiico qne mnudo su a resi'deicia
para a rua do Barao da Victoria n. 42,
2.1 andar, por chima da pharmnaria da
viuva do Dr. Sabino, entrada pela rua
das-Flores n. 24. Nessa nova residen-
ciapoderao procural-o os seus alumnos
As horas jA indicadas em anteriores an:-
nuncios.

Resposta ao ((Injusto reparon in-
serto no cJornal do Recife e
Diario de Pernambuco) de 7


do corronte.
Soria possivel que d respective


the-


soureirgQ cumprisse a iei que altera o
valor do boneficio sern que para isso
fosse approvado novo piano ?
Seria tambemde ine-eresse geral que
as extracq5es ti'vessem paralysado corn
-detrimnento de extrace.aes de cerca de
9 loterias produzindo estas para o fisco
geral 10:8008009; para, o provincial
1:93881)60 ; e para as 'beneficiados.....
5:400000'?
Como poise se pode c6om. razao6 incre-
par ao theou-reiro no sentido de ter elle
commettido falta em o cumprimento
de seus deveres ?
Justus.
Instraccao elassiea
NAS
Linguas vivas, em dciversas sciencias
-e music pelo professor Guotavo R. Po-
leni, rua do Imperador,. 75, 2.o an-
dar.

MODISTA :RANCEZA
Rua do ,iarao da Vieto-

ria n. lS8, Ioandar


Enfeites para ehapdos, vestidos para
casamwnto, baile, theatre, visits, etc.
etc., etc. -I
Vestuarios para criancas; prepara-se
tudo na ultima moda da Europa, com
muita perfeido.
. Preos muito razoaveis.
18 Rua do Bar&o da Victoria, 18

Cltegif de Santa 4e-

"-&ua -da Aoa-.ii.t
Reoale luunaao L~temosf pe H9etiac-
sioaitas e ,exte~,os, p -^,-aJd a duca-



bv ba iM ,;A.ipft de
1reerijao <[eRyAWW*'^m~te>
o q i -






N. 0(-PONTE D'UC6OAw,-64I0
*.;.-... .... !s *.i'.ia ewteiftb ija gnoO .
S-mMadem ioe~e or
0 "1r d' avr i 4e*
tiineimo cpn*4c deBucaez, (Rco


mas ,por 5#0 por r -mez, nao h-*ve41o
extra as a f -
4lingua fallada no 'collegio 6 afrain-
oeza.< -


Mile. Mu, (oppnet,


k'ranIM


-K


CO EBCIo


Junta d orretore
1A(0A DO RECHAFP IE S1ETEM[BRO
As kres horas da tarde
cotaees ofilolaes .
Apolices provinciaes do valor de ie:60000 .--o
alor ie 7 0/0 ao anno por 930$ cadaf
urna, juros decorridos a'favor do vea-
dedor.
Couros seccos salgados, 335 rs. okilo, hontem.
Farinha de mandioca, do Aracaji*i %i200 por $8
litros.
Camnbio sobre o Rio de Jameiro, 45 d/v. coa i
0/ do desconto.
Dito sobre dito, 30 d/v. corn 3/4 0/0 de des-
conto.
Dito sobre diro, 5 d/v. corn i '/2 0/0 de premio,
hancario
Garnbia sobre Londres, 90 d/v. 24 7/8 d. por
1OOO, boantem.
Dito sobre dito, 90 d/v. 24 3/4 d. por i$000.
Dito sore dito, 3 d/v. 24 3/8 dc. por 1$000,
ban ario.
Cambio sore Paris, 90 d/v. 3,0 rs. o franco,
baocario.
Dito sobre dito, vista, 39,< rs. o faaco), bai-


Cambio


cario.
sabre ilamburgo, 9' d' 483 rs. por
R. M., bancario.
sobre Lisboa, 90 div. '114 0/0 de preo


mio, hontemn. .
Dito st)re dilo, 90 d/v. -112 0'0 de premrni.
Cambi0*obre o PorLo eLisbda, vista, 118 0/0
de premio, bancario.
Desconto le letras, 9 0,0 a, arnnr, honternm.
Dito dedifli., 6, 6 02 e 7 0.0 ao anur.
*-.." Brurdialo de Vulsconceilos,
y ~ Presidente.
-^s" Lel Reis,, -
,,B, Secrmtario. ,, -?1
.LFANDEGA "


lteudie'rito'e 6 dia t a 12 238:209 288
Idem do dia 13 3.:54^tf
27534 "N469
lesuarre: am hoije 14 de setembro de 877
Vapor inglez Gladiator, (esperado) various go-
neros para alfandega.
Barca ingleza Mercator, various genres para
alfandelza.
'Barca inglejgQne!la, cimiento despachado
para rpbnto.
Biirca ingleza Avordaede, caivao despachado
para o 10 ponto.
-Brigue dinamarquez Brasi4iaeren, various go-
neros para alfandega.
Barca p"6rtuguie'z O(eafnfic' tari naciomaes
para o trapichp Angelb.
Lugar inlez Caroline, Jno despachado para o
10 ponto. "
Pataho inglez Southern Howe, farinha despa-
chadatita o 41o e 5o pontes, e kerosA-
ne defacbhade entransito polo trapi-
chelBartolo i; ramento., .
Patacho inglez Mary. (atracado) baclh ades-.
p-adhado entransito pelo trapichpe M
ce i cE o "'
LmportaAo
Escuna ingleza Sea Lark, enmrada de
-Trieste 'emn 13 do corrente, e consigna-
da a Johnston Pater & C., manifes-
tou :


Farinha de trigo 1,716 barricas aos
consig(natarios.
Vapor national Bahia, entrado dos
portos do note na mesa data e con-
signado a Bernardino Pontaal, mani-
festou:
Carga do Para
Chapeos 2 fardos a Monbard Mettler
SC.
Ferragens 54 volumes a Iawkcs
&C.
Salsaparrilha 31 r6los a Miguel Jo-
s6 Alves, 20 a Francisco Manoel da
Silva & C., 10 a Ferreira Maia & G.
Carga do Maranhao
Favas 4 sactos a Domingos Alves Ma-
ff eif, ....
'Pofv1ho O'harricas a Paulo Pereira
Sirtoes. :. .
Il'as de I eaixa a Luiz Gongal-
Sesdft Silva W&Pfnto. Tapioca 30 p-
bOts A feo1 Fe'eira Baltar, 17 a

i*c ~ DIA 1 "DE

Na barcf nation v garrepram:
norn T iVmi~winl I fl Tnl.a)A Alhi4 Sflf'SCeOS


,Am adkV46 -P. 1....

Santos 553
MM -Zaua, carregaram;
I *!,;!$ouza


-Pama oHa
courts s31
Ba1si& C. to

12 .


!Lo 0f
corregarm:
C. $5pipas

t., M G. e82
uaascavado;


I? '-v. ail 8 l n -1 ditoes de
ditO bunco.
Na baa brasieira Andfrade Nses, earre-
gao: p.trto Rio Grande doSul, J,. A. Ribeiro
26 b rit'co&9 ,W litros de agurdente.
SNo hate hradonal DeNs te Guarde, carrega-
ram: para o A.racaty, M. J. Seve 1-2 saocos corn
1,IQO kilos de fannha ; 3. A. do Couto Lima 25
aditos iorit J,89 4ltos de dito ; F. D. R. da
Silvaw-. 5 ditos cam 450 dito de assucar refli-
n*.v -^^^ll^ -carregap
Batar 425
Arisba. 89 :to =,,


I-,.


-; ..-&*.
I *


WAR
























ATRACADOS


"IIriEBE ORI S BE UNDAS INTER
rAS GERAES DE PERNAMBUCO
Rfgmouto do dia I a t2 15:4040520
Idem do dia I1 4:1534551
19:5585)71-

CONSULADO PROVINCIAL
Ren"ar rnto do dia a 12 44:4176817
I dem do dia 43 4:3686123
48:7856940



EHPfIEAL -

Companhia de seguros
CONTRA 0 FOGO
.,1T.p 4 4MI


Segura contra o risco do fogo, casa e
outros edificios, fazendas, generous e
frercadorias de toda a especie.
Capital empregado... 14,000:000$000
AGENCIA EM PERNAMBUCO
BROWN THOMSON & C.
31 Rua do Marquez de Olinda 31

1ENTO DO PTO
-. Navios entrados no d' 13
`itos d6 norte-8 dias, vapor national
Bahia, de 1,999 toneladas, comman-
dart' Guilherme Waddington, equi-
Pagem 59, carga various generos; a
Bernardino Pontual.
Trieste-81 dias, escuna "ingleza Sea
LWak de 151 toneladas capitol Hf. S.
Helpings, equipagem t.rga farinha
de trigo ; a Johnston & C.
Obseruvafo
Nao houve sahfdas.

EDITAES

Consulado provincial.-O ad-
ministrador d'esta reparq.&o faz publi-
co, para conhecimento de todos os con-
tribuintes, que ainda nio satisfizeram
sens debitos, provenientes dos impos-
tos de langamento no exercicio de 1876
-1877, que no dia 30 do corrente ter-
mina nesta repartigao a respective co-
branga ; depois do que, ser. ella effec-
tuada judicialmente, corn o accrescimo
da multa de 9oo.-Consulado provin-
cial, L.o de setembro de 1877.-0 ad-
ministrador, Eduardo Augusto de Oli-
ueira.
Por esta secretaria se faz public
de conformidade corn o disposto no art.
1. L .o do decreto n. 4,668, de 5 de
janeiro de 1871, que A serventia vitalt-
cia do officio de solicitador da provedo-
ria de capellas e residues desta cidade,
concorrerain Domingos Jose Marques e
Jeronymo Jucundo da Silveira Men-
ponga. Secretaria da presidencia de Per-
nambucb .12 de setembro de 1877.-0
secretario, Henriquc Marques de Hol-
landa Cavalcanti.
Edital n. 15.-Pela inspectoria d'-
alfandega se faz public, que nos ter-
mosdo 3. do art. 3900 do regrulamen-
to, hdo de ser arrematados is 11 horas
da manhd do dia 17 do corrente mez a
porta do trapiche alfandegado Vieira,
0 barris inarca A, contend kerosene,
e que estAo vasando, vindos de ]New-
York no navioinglez Athal Cran, descar-
regados em junho passado, e perten-
centes a Bernardino Alves Barboza.
Alfandega de Pernambuco, 13 de ,-e-
tembro de 1877.
Fabio Alexandrino de CarvalhoReis.

DECLIRACOES

Hospital Portuguez de

Beneficencia
No proxirpo domipgo, 16 do corrente, sera
so1lpam nisado o 23 anwversario da inauguraca
deMe pio estabelecimento.
As 8 horas da ma.ha sera celebrada no seu
oratorio uma 'issa cantada corn acompanha-
menlo de musical vocal e -instrumental, em
louv.r de S. Jo~p de Deus, patrono deste hos-
pital.
Depois do jantar aos enfermos, que tern lu-
gar &i hora do costume, a casa sera franqueada
a todas as pessois que se diguarem vli4.4a.
As 7 horas da noite sera ,Mada no orttorn
uwa ladainba ao santo patrnio, em fa.orosa
prece de gracas por sua intervenco sobse to-
dos os que tern concorrido Dars Os fins bene-
fices dsta casa de caridade.
Hospital Portuguez. de Beneficencia em Per-
nambuco, 10 de setembro de 4877.
Alipio AuguSto Ferreira,


Secretaio.
Juizo dos feitos da fa-
zenda. --- 0 escrivao
Rego Barros.
No dia 14 do corrente mez de astem-
bro, is 11 horas da manh&, depoi da
adijetscia, s vadern OeB paw a publi-
c deate juizoAe o ei Ote:
dUeBkao .de offa4OW

:w. J 'de A bU6A6


" .. all 3:-,^*' ,. :, ...
^ *l,1 ''"'
"" .' ,-'+ -- "?P ".

m m. t8


+ NAVIOS
-6dia 13 .'.


Sli'Ao familiar,
do, 15 do corrente.


sabbla-


Consulado provincial.-Para co-
nhecimento dos contribuintes do im-
posto de 20 o[, faz-se public a porta-
ria do thesouro provincial, abaixo inr.se-
rida., da qual consta a resoluco da res-
pectiva junta da fazenda, em sessdo-de
30 do mezultimo, sobre a maneira de
comprehender e applicar algumas dls-
posigoes do rogulamento que entende
corn a isengao do caixeiros nacionaes.
Consulado provincial, 13 de setembro
de 1877.-0 administrator, Eduardo
Augusto de Oliveira.
N. 198.-Thesouro provincial de
Pernambuco, em 3 de setembro de
1877.-0 inspector do thesouro provin-
cial, de confbrmidade corn a resolucao
tomada pela junta da fazenda, em ses-
sdo de 30 do mnez ultimo, communica
ao Sr. Dr. administrator do consulado,
para sua sciencia e devidos fins, que
em attendao aos inconvenientes e con-
testag5es, que. se tenr levantado na in-
telligencia e applicaAo do disposto no
artigo 52 da lei n. 1,245, combinado
corn. o artigo 13 do regulamento de- 7
de outubro de 1873, expedido para exe-
cuco da lei n. 590., a falta de fixacao
de urn prazo precise pars observancia
e harmonia das disposigdes da lei e re-
gulamento citados, e na carencia de
ura formula que regule o process,
foi estatuido ever no mesmo dia em
que der-se a altera&io no pessoal do
estabelecimento communical-a o inte-
ressado pot' simples peticAo ao consu-
lado provincial, conforme o artigo 52
da lei, e completar o mesmo dentro de
30 dias posteriores, o process da com-
municagio, nos terms prescriptos no
artigo 13 do regulamento. incorrendo
pela omissao quer da circumstancia ini-
cial, quer dacomplementar da exigencia
legal, nd sanc-io da lei citada.-Assim o
cumpra, convindo que seja esta reso-
luco annunciada pars sciencia daquel-
les a quem possa lnteressar.-Antonio
Witruvio Pinto Bandeira Acdcioli de
Vasconeellos.- Cinforme.- Vitoriano
Palhares.
Consulado provincial.-Em vir-
Stude 4o quo dispoe o art. 6 do regu-
lamento de 7 de outubro de 1873, viao
pela segunda vez a praca, perante esta
repartigao, no dia 21 do mez corrente,
ao rneio dia, seis pequenas caixas e
urn pacote, contend miudezas appre-
didas ao mascaLe Carlos Ouvres, que
exerpia tal profisso sern haer' pago o
respective imposto.-Servira de base a
arrenaj*9K importaneia total da'ava-
liacUo especificada, a que foram sujei-
tas, 4161820, comro abate de 10 Olo,
que a reduz a quntia de 105$108.-
Corwulado provincial, 13- de setbmbro
de 1877.- 0 administrator, ERtardo
Augusto de Oliveira.
RECIFE DRAINAGE
Reiaao dos concertos feitos nos ap-
parelhos no mez de agosto do corrente
annoo, de conformidade coin o art. 10
.do contrato e 2' do art. 15 do -regu-
lamento de 12 de janeiro de 1872.
Freguezia do Recife
Rua do marquez de Olinda n. -. .


26ic
.Dita
Dita
Dita
Dita


n. 50:
n. 60
in. 17
n. 21
i Jesus n. 22
n. .2
in. .
nfat
u a


rPiio)
t760
.411%


,Ar4


" 'I' *


* :
M o^


nhadousqu641,o.lp
mu-rtdo aid poo
arvorei fructifers, ajnrl W f@
gertencente a Aristides Ca oiroDnuate'
da Cunha Gama: cujos bens loram te-
doe'penhorados parm pagamento da fa-
zenda national.
Recipe, 3 de setembro d' 1877.-0-(
solicitador da fazenda geral, FrawI.
no Augusta de Hellanda Chason.-

Conselho de compras de
marinhha
0 conselho contract no dia 15 do
corrente mez, ad vista de propostas rece-
bidas atd as 11 horas da manhi e sob
as cohdices do estylo, o feornecjmento
no semestre proximo vindouro de outu-I
bro a dezembre, dos objects abaixo de-
clarados para os navios da armada e
estabelecimenlos de marinha.
Objectos
Bois vios e past pars ,os mesmos,
carnet verde, chd hysson, feijdo, steari-
nas em velas de 13 112 el7 112 por
kilo, tijolo de alvenaria grossa, telha e
vinho de Lisboa.
Sala das sess6es do conselho de
compras de marina, em Pernambuco,
12 de setembro do 1877.
The New London Brasilian
R Bank limited
Rua do Commercio n. 32
Saca por todos os vipores sobre as
caixa do mesmo banco em Portugal,
sendo :
Em Lisboa, rua dos Capellista n.
No Porto, rua dos Inglezes. 73
CASSINO PERNAMBU-
CANO


do.Rosarion. 10



Rosario n. 8


S. Francisco n. 2
Dita n. 10
Roda n. 62
Dita n. 37
Patos n. 6
Travessa dos Quarteis n. 16
Dita n. 26
Rua do Calaboupo Velho n. 35
Travessa da Matriz n. 2


Ruo de Mathias de Albuquer
que n. 19
Pauline Camara n. 24
Dita n. 28
Dita n- 5
Dita n. 11
Dita n. 19
Largo do Carmo n. 20
Rua do Fogo i. 47
Penha n. 3
Largo da Penha n. 2
Rua do Visconde de Inhatima
Sn. 24
Dita n. 30
Dita n. 42.
Dita- n.` 5
Dita'n.15 ..1
Ditan:29 -
Dita n. 33
Dita n. 43,"-
Dita n. 71
Pedro.Affonso n. 8
-Dita n. 52
Dita n. 78
Dita n. 13
Dita n. 21
Dita n. 43
Dita n. 51
4a Travessa da Praia n. 5
Dita n. 11
Rua djp Marcilio Dias n. 58
Dita n. 43
Dita n. 71
Lomas Valentinas ;0. 14
Ditan. 7
GCoronel Suassuna n. 46 ,
Santa Thereza n. 3 .
Travessa do Pocinho n. 22.
Dita n. 32 A .
Dita n. 36
Dta n. 56
Dita n. 58 "
Rua 24deMaiO n.4 .4 Sj
Pita n. 20 '
Travessa daConcrdia n. 18"
Ditan. 30
Dita n. 44
Dita n. 48
Ditan.52
Dita. n. I
Dita n. 33
Dita n. 39
Rua da Palma n. 46
Dita i.0 66
jDjis ,4Q. .. ..
Miarquez do flrva1 ff a
Dita.n. 87
Guad d< PAw0idencit
Arsenal de Gd era "
S. Jose
Rua do Marcilio Dias.n. 120
Lomas Valentina n. 48
DiWt n. 70-
Dita jn. 35
Ditan. 41
Dan. 51
-ta n. 53
Dita n. 55
Han. 50 .
,ronel Sauunma n. 88-
n.148


D,5aifCessr ](US
Dia n. It -
Ditan. -42
Dila n._5
Vlscondo 4s Itaparica n. 45
S.Jorgefl.72 -
Dita n. 82
Dita n..33
Guararapes n. 2
Traveasa do Occidente n. 16
Rua Vital de Oliveira n. 2
Dita n. 1
Santo Antoiio
Rua Imperador n. 54
Dita n. 5
Dita n. 57
Praea de Pedro II (thesguraria
le-faizenda) n. 1'
Rua lo de Marco n. 18
Dita n. 5
Duquede Caxias n. 12
Dita n. 42
Dita n. 60
Dita 86
Dita n. 75
Dita n. 77
Barro da Victoria n. 26
Dita n. 50
Dita n. 17
Dita n. 23
Dita n. 25
Trincheiras n. 8
Dita n. 34
Dita n. 11
Larangeiras n. 10
Largo do Paraizo n. 8


165280
156400
16S060
2787%v


M1400



-JS
"....7AM

2Wt
I=84

2*00l


,'Vbrga n. 2


Dit n..03
Dits.n. 65


156W
-5- 40
115220
5I7-20
550

125210
50
54470
25640
195800

2t(640
25640
11870
2$640
25640
206
25640
-165060
15#750
2564")
155400
4S400
55170
15400
155400
155400
3190
26640
2S640
15980
145960
145400
25640
35960
155(00
195800
2516
2(640'
25420
45400
34(240
75040
105120
28640
25640
205020
145740

95570
2(420
85690
155400
185740
35700
255570
k2S9O0
105340
1aiP40
15S(00
55710
158400

3199d
2050w(
+2OW12
205020
15820
35080
.25640
,J17(160
:15(400
175160

45400

298480
$40


15400

.ts#4o
15v400
4'50
278720
35300
-4smmbII.J\F~


RIua do Visconde de.Goyanna
n. 25 183
SRecife, 12 de seteftbro de 1877.
0 gerente,
SJ. Dowsley Junior.


320


S Juizo dos *itos da famznda
national
EscrivAo Toerms Bandeira
No dia 28 do corrente, -s 11 horas da ma-
nha, depois da respective audiencia, irao A
praya por venda os seguintes bens:
Cua meia-agea, no beco do Coxicho h. 27,
freguezia do S. Jos6,.om porta e janella de
frente, 6 metros e _8 timetros de compri-
2 to, 3 meaa 1u s dse largura,
2 ealas, 1qaa i em aberto,
1.vaad it. pagaento do que deve
S i CypriiFreira Raiello.
.s alas. ''5, no lugardo Barro, corn 3 janel-
Is-de renite, portao de madeira ao lado, 6
metros e20 centimetros dr largura, 12 me-
trds e 70 ceutimetros A4o uprimento, 2 salas,
5 quartos, cozinha intend, de taipa, em muito
mao estado, em solo foreiro, siti% grande, corn
mates arvores fructiferas e 27 p6s de coquei-
ros, avaliada em 2009, par& pagamento do que
deve 9 fazetda Marcemino. Antonio Pereira,
o sossor d e Joanna Facrftda Parente
0 "j .* / '4 <
-Casa n. 9, na povoacao de Caxangd, ooA
porta ja Illa, 4 met, ailt 1 ntUmetros de
largura ,%ietros 4e a0 f decompri-
mentotr eas, '2 quartbs,- q iu em aberto,
de taipa, em'solo'foreiro. availda em 40 ,
pars pagamento do que dee & fezenda Maria
Joanna.da Conceiclo, successor de Rogoberto
'Quiptiliano Graogeiro.
I arqtagao'da taverna n. %, rua da Impe-
latrile rmadelfta d o ure, .ViWda, part en-
vidra!Mgda, baldlo do 5miarelo envernisado,
avalikda em i00000, para pagamento do gque
dove d fazend Maoel Lopes Alhoiros.
fte 1% deAftmbro de 1877.-0 solicita-
.dot' d@nda O- al,.
-I a, de Araujo.
pflt -: ',.


AI:


1k.


Pa#~I& ~

- ~'
~ *


i~. ,~..--.
S


C F"AV e, mer

-spera-se do Euro-
jOB pa at o dia 20 do cor-
reote, segu -ido depois
da demorn costume
pars B, s-Ayres to-
cando na '
Bahia, Rio -de Janeiro e
Montevideo.


,..nha mensal
ie- f! jpquete
,fer


Jacques
-se dos por-
I no dia20
te, seguindo


: t13 ''dop a demora do
'* ^ SS ^ s ^ -co st tili e p a a B O R -
OEAJX tocando em para BOR-,
Dakar, Lisboa e Vigo.
Para passageiros, encommendas, etc., a tra-
tar com o '*
i AC-ENTE --'
Auguste Labille
9-"Rua do CommArcio- 9
Companhia Brasileira -
DE
NavegagAo a vapor
PORTOS DO NORTE
0 PAQUETE A VAPOR


Ditan. 71 90
Vidalde Negreiros n. 2 1
Dmi"..48 .3(1 0
VDita n. 96 30
DitA u, 126 1i870
Dita n. 192 2A640
Dita n.49 "16530
Dita n. 139 2(OTO
Ditan.i41 29W140
Rva der Frei Henrique n. 10 185060
Difa nit 18 26#400
Dita n, 28 15$400
Dita n.30 235980
Dita n. 34 180700
Dita n. 386 155400
Dita n. 19 235100
Dita n. 21 155400
Rua do Dique n. 8 155400
Dita n. 28 265400
Dita n. I A -155400
Dita n: 23 156400
Dita n. 25 15(400
Dita n. 29 175160
Travessa do Prata n. 4 155500
Dita n. 8 265400
Rua d'Assumpgao n. 8 21(340
Dita n. 38 155400
Dita n. 48 20#020
Dita n. 70 4('00
Rua de Domingos Theotonio
n. 8. 115130
Rua do Jardim n. 29 225220
Ria do Nogueira-n: 18,?' 155400
Dita n. 34 o 158400
Dita n. 9 205900
Ruh de Santa Cecilia n. 3 185700
Dita n. 7 155400
Dita n. 41 23(980
Rua de Santa Rita n. 46 34(810
Dita n. 92 35190
Dita n. 1 155400
Dita n. 27' 35(390
Rua Nova de Santa Rita n. 30 15#400
Rua dos Pescadores n. 39 155400
Travessa do Peixoto n. 20 225220
Dita n. 7 25640
Rua Imperial n. 17 .35960
Becco da Matriz n. 2 155400
Rua de Vidal de Negreiros
[aparelho public] 11#j40
.B6a-Vista
Rua da Imperatriz n. 24 25640
Dita n. 28 48620
Dita n.44 _96900
Dita n. 1 94680
Dita n. 17 15870
Dita n. 45 45290
Praga do Conde d'Eu n. 15 15320
Rua da ConceiAo n. 40 !25870
Dita n.1 550
fRua da TambiA n. 16 19"690
Dita n. 23 15650
Rua do Visconde d'Albuquer-
" que n.24 4 25970
Ditan. 26 135420
Dita n. 36.. 1-650
Dita n. 70 55170
Dita n. 74 25640
Dita n. 120 35190
Dita n. 128 15320
ARua da Aurora n. 5. 125100
Dita n. 41 28420
Rua da Ponte Velha n. 109 45010
raca da Santa Cruz n. 22 550
Rua do Hospicio n. 32 15320
lita n..7 15320
Dita n. 17 25640
Ufta de Gervasio Pires n. 1 15320
Dita n. 31 15320
Dita n.+61 15980
Dita n. 75 25640
Rua do Atalho n. 1 25'200
^,a do Coronel Lamenha n. 24 55980
anua da "Alegria n. 46 45620
Dita n. 5 550
Rua do Barao de S. Boja n. 23 45400


VY I1l0II DI UU I, U.
'14-RUA DO COMMERGIO--14


Companblia d o navegac&o a va-
por Bahiana, limitada
Macei6, Penedo, Aracaju,- Estancia e
Bahia
0 vatbor
Marquez de Caxias
Commandant Nunes.
,spera-se dos por-
dJf to acima, atd o dia
I do corrente, para
o de regressart de-
pis da demora do
costume.
Pars passages, carga, encommenda8 e di-
iheiro a frete : trata-se
.Ageiyba
Al 7-Bua rio-7
Z7492 ?7r?---


~-' 4 o


h:.'. ."


2502, 2503, 2505, 2514, 2518, 2524, 2531, 2539,
2540, 2560, 2561, 2577, 2587, 2593, 2598, 2601,
2612, 2613, 2618, 2619, 2627, 2633, 2641, 2642,
2659. 2667, 2668. 2671, 2675, 2682, 2687. 2688,
8699, 2701, 2709, 2718, 272:, 27:6, 2747, 2766,
2770, 2784, 2792. 2795, 2797, 2802, 2812, 2818,
2829. 2835, 2836, 2843, 2845, 2846, 2848, 2853,
2858,2869.
No correr do leilio se vendera t ambem 2
grandps cofres de ferro, prova de fogo, intei-
ramente novas, arwaailo, mesas e cadeiras.


, +. .
.'
4'
, ;-
ra n.'8


Espirito Santo
Commandante Aureliano Isaac
r. -gK Espera-se dos por-
/ y tos ,do sul atW o dia
M-;-46 do corrente e de-
.< pois da demora do cos-
turnme, seguirA para as
portos do norte. "
, Para carga, encommendas, valores e passa-
gens, trata-se na agencia, escriptorio de com-
missoes de
Bernardino Pontual
12 -.Rua do Born Jesus- =1
[OMPANHIA PERNAMBUCANA
- DE
Navega9ao costeira por vapor
Portos do norte
Parahyba, Natal, Macdo, Mossor6,
Aracaty,. Ceard, Acaracfi e
Amarrago, no Piauhy.
.,,- '0Ovapor Jaguaribe,
._1% ,,-commandante Julio, se-
,q 'guira para os portos
J Ltcima no dia 15 de se-
a | H pwmbro,s As 5 horas da
"fde. "
Recebe carga at6 o dia 14 ; encommendas,
passages edinheiroa frete,, at as 3 horas
da tarde do dia da sahida..iEscriptorio na
Rua da Companhia Pernambu-
cana m
CHARGERS REUNIS
,"OMPANHIA FRANCEZA DE NAVEGAQAO A
VAPOR
Linha mensal entire o
Uavre, Lisboa, Pernatibuco, Bahia, Rio de
J.aneiro e Santos
STEAMER
YVile de Bahia
Commandante Bugault.
E' esperado da Eul-
iropa atd o dia 2%_o
"[ l corrente, seguinfido
depois da denlora in-
~"''+ V dispensavel para ps
portos do sul de sua escala acima refe-
ridos,
Roga-se aos Srs. importadores de carga, pe-
los vapores'desta lnha, queiram apresentar,
dentro de 6.dins, a contar do da descarga'das
alvarengas, qualquer reclamaco concernente
a volumes que por ventura tenham seguido
para os portos do sul, afim de se powder dar a
tempo as providensias necessarias.
SExpirado o referido prazo, a companhia nao
'es resposabilisa por extravids.
-4 Para carga, encommendas, passageiros, tra-
ta-se corn os
CONSIGNATARIOS
Augusto F. do Oliveira & C.
42-Rua .do Commercio-42
Entrada pela rua do Torres
Paae1 Steam iava"
S"on Company
ROYAL MAIL STEAMER
AmoncagIa
jEspera-se dos portos
-do sal no dia 22 do
B corrente, tocando em
Liverpool e Bordeaux,
*_ para onde receber6
passagelros ; ar ncommendas e dinheiro
4 froete.
Faz grandes abatiment6s em passages para
families.
AGENTES
IIJLn ^ 0~.^ Oi '


LEILAO
DE
dous grades predios
(Seguro emprego de capital)
QUARTA-FIRA 19 DO CORRENTF
A's-A 1 heras da manhal
No arnozenm da rua do Imperadwo
n. 16
Sendo:
A important chacara (terreno proprio).4a
Cruz de Almar n. 2 A, onde residio o fintio
commendador Tasso, corn magniflca casa t-
rea, aftn sotAo, terrago em roda, guarnsm
de varandas de ferro, diversas flgurask cia,
de sobrado para recreio, I sobrado sibr a
ooheira, estribaria, casa para feitoi-'.e
erdos, cozinha, grande deposit de ague
kncanamento, dous banhelros, casas pira ani-
maae passaros, grandes gaiolas para ditos
o 'ea-Tcs cascata; a referida chaeaw 6 to-
dimuumrda, send que na frente tetor-
towe gradeanmnto de ferro, urn iinA
iliminado a gaz, diversos chafarizes M
ihbkOes, e toda ella muito beft ae i
0 sobrado de'4 andares n. 37,. d
Amerim, tendo o andar terreo em "bt
mando urn o armazoem. .
Estes predios tornam-se
pelos Mas. locaidades, prianj4]
ca. por se achar noeMorr
0-o^^ ^^


"I.i


* -.


'''U
"'V.,


LEILO ..
DE^-'
FAZIA S._
francepas e inglezas, e
avariadas
TEIRA-FEIRA 18 DO CORRENTE
A's 11 horas
POR. INTERVENgAO DO AGENT
PINTO
No armazem da rua do Bom Jesus n. 37
PEm continuadco
venderd o mesmo agent um cofre de ferre,,
urn armario grande enviiraado e uma arma-
cAo inglezt, propria para fazendas.


Rua Larga
Dita n. 12
Dita n. 24
Dita n. 33
Dita n. 35
Estreita do
Dita n. 31


a 0, .. +.. ,t
DO 198 no." ... : :'t



"toae SUvpira mantmoriado mandado
do40 k; Dr. jui j 7=.io,
levar-pta 4' ve a P avaa e -ne
roe do extabelecimenlo acima delau4do, da
massa falida do Gorreia Oliveira & C.; ser-
vindo de' base a offerta de %525 000.
SEUNDO
LEILAO
Pelo agent Silveira
Hoje
ao meio dia
8 terrenos, sendo 7 na rua Imperial e I
em S. Miguel, em Afogados
0 agent Silveira, autorisado por mandado
do Exm. Sr. desembargador juiz privativo de
orphaos e ausentes, levarA pela 2' vez a leilao
os terrenos acima declarados, do finado Es-.
tevAo Jose da Motta, cujas dimnensoes se
acham em mios do mesmo agent; em seu
escriptorio
Largo do Corpo Santo n. 9
Agente Pestana
LEILAO
De 71 frascos corn doces en(calda, de diver-
sas qualidades, I1 mobilia de amarello comple-
ta, 1 dita de jacarandAi, corn tampa de pedra,
cama franceza de amarello, marquezAo de di-
to. para casal, ditos part solteiro, marquezas,
cadeiras de balance, mesas elasticas de 3 ta-
boas, guardas-lougas aparadores corn pedra,
toilettes de jacaranda, cam taWpo de pedra,
meias commodas de amarello, cabidos, quar-
tinheiras, soffas, santuarios, bancas corn ga-
vetas, mesas ,para escriptorio. espelfios lan-
ternas corn castigaes de electro-plate, jarmos
para flares, 1 carridho pata menino, relogios
de parade, diversas obras de aura e prata,
2 balangas grandes decimaes, 1 rico relogio
de parede corn movimento e muitos outros
objects que estardo d vista no acto do leilao,
SEXTA-FEfRA 14 DO CORRENTE
as 11 horas-,em ponto
No armazem de agencia de leilfes d rua
do Vigario Thenorio n. 12
POR INTERVENQAO DO AGENT
PESTANA
Agente Remigio

LEILAO
DE
10 caixas cornm chd. preto, de superior
qualidade
SEGUNDA-FEIRA fMOURENTE
A's lli+- oras-'+V ,
NO A RMAZEM I. R. ANt ES
Em frente dai altandega
0 agent Remigio, competentemente auto-
risado por mandado doJllm. Sr. Dr. juiz subs-
tituto do comroercio, levara a leilao as 10
caixas cornm chA preto, acima declai adas, per-
tencentes A massa fallida da viuva Leitao
Guerreiro & C.

Casa de penhores
ULTIMO LEILAO
da liquida ao
Travessa da rua Duque de Caxias n.
2, 1 andar
Julio Isaac, nao tendo effectuado o leilao do
dia 3, de nova annuncia para o dia 18 do cor-
rente, par interveneI^ do agent Martins, as
11 horas em ponto, de todos as penhores cons-
tantes das cautelas seguintes -
A saber:
Ns 4229, 4713, 4537, 4816, 4752, 5084, 5014,
4632, 5208, 5022, 5217, 5163, 5145, 5002, 5210,
3887, 2997, 5015, 5106, 4505, 3025, 4286, 5305,
5324, 5338, 5345, 5351, 5357,'5360, 5362, 5364,
5367, 5381, 5395,-5396, 5404, 5412, 5421, 5445,
5459, 5477, 5478, 5498,'5505, 5508, 5509, 5514,
5538, 5531, 4124, 3022, 3306, 3426, 5348, 4924,
4914, 4027, 4727, cautelaB, 2400, 2401, 2408,
2411, 2430, 2435, 2450, 2464, 2477, 2i82, 2499,


4.


I
























:7----S


__ 121_._ -- ___ __ -- _
do para o.servigo de qualquer casa de A C T i A efficacia contra as molesUas occasionada
tratamento, e tambern um perfeito co- I CESTA IF'LO I!A C'llfOIVA m if ,rA1
peiro, do que teve longa pratica na ca- .... 11 "UIi ,
pital do imperio.________ HYGBINB DA PBLLE (IZa 'Ouw a s@g*Wd
NA'rua da Palma n. 8 cozinha-se corn lim- SABONETE A di-oluggo gr Mbm. sie 6 .um'
peza para casas poticulares, assim comb ha .*__w-e. Jd Aloai m .Po.i- dslo empre
amas de cozinha engommado e dele d ite. ao r paderoa. arhzace d*
*- Uma fasn1iWue so retira para Lisboa,
em outubro, pr1;Vsa de uma ama para cuidar -- o D IIA GIa U
de meninusQ pagando-se Ihe a passage pelos D IN U Rea-t. G AieA
seus servicos a bordo : trata-se corn o Sr. Ma- esut- da eperlenduas puias feitas 'eil
noel Carpinteiro Mendes Pires, na padaria do estas GrfeaS saoemrpgda sco m resu
sagoouraos empenon dimwasuesoquit
Manguinho. Este ,ABONETE pela oenta -. tomS ladaente.
-a- da da sos massa e a awwdsa
Precisa-se de duas amas, uma que saiba do s perfuume amacsae ranqueea ut al Paraca LAB O
cozinhar corn perfeico e outra para compra: pelle r fhe da um avelsdado mucom- a0pWo me Pharmadi LABO
a tratar na rua do Corone) Suassuna n. 149, paraveL -
outr'ora rua Augdsta. I
Queni precisar de urna escrava excellen- p' _. -... ,
te engommadeira, cotureira e cozinheira, di- A c a a EW abd.d*
Conemm do 4'. seto ; ell& dedi-
rija-se A rua da Imper'atriz n 7, 20 andar. cou-seo. uma maneira exdusla a
0 ataixo aisignado sendo credor de Cas- fabricacao da perfumaria final, procu-
tricieno Jose de Barros, machinieta da canho- amob sempre attiungir o f.m do urna
neira Pedro AfOnso, da quantia de-.2285140 boa hy.enee proscreve ao os os
seus /a ra 08os oa e q Lluer -
por letras assignadas, vem declarar para os substancia norios e perIiaoqu -
substancis nocivao pernco&
devidos effeitos, que tern feito doaeAo das
mesmas letras ao collegio de N. S. do Ampa-
to, em beneficio das orphiis pobres alli reco-
Ihidas. Para. 30 d6julho de 1877. B
S Eduardo Jose dos Santos Lima. .
______doDerRON= -Oi'muus C As*
-Da-se casa para morada e comida a uma l MedalhudePaATA e OuO; Ce eadoMos IB
senhora de idade que queira fazer companhia e llth o, altestam da sua acO O 1te9
auma mo:a : na travessada ru-a nova de San- 1 0 I U, RODEFE R RO Par AL, Med
ta Rita, junto a lenda de ferreiro do Sr. Flo- I =nWDE "-- N O PWmeoI, :J. CUA de OMa e P@iU
riano.. H.DR
a- Aluga-se barato o Io andar da casa A rua QU ININA
ca e boa vista, por ser dc esq uina : a tratar no o ODURO D Fno z o DE R QnU A
armazem da mesma, ou na Magdalene.silio n. P pW rospie-dadsCes ..wi w o
8, passando a ponte grande. r da d lorsa briYon oa. uas o daM Gu
*--]Aluga-se urma escra-a para qialquer ser- i eS mage e d as .strb lK.So r e eg 3)8)*AW
vigo interno de urma easa de pequena fami- Fsas muua, e,,ara &I scorn Wo, e
lia : a tratlar na rua do lmperador n. 45, ter- qUO m55 I -, eu em 1.4t yy N
ceiro andar. sar "obm uca po-1h r
___oanar______________ _______ eOoiSA.sluphtiao,uflgsun a-^ if4a
Aluga-se barato umas moias-aguas corn l pteu nl.rua ftl as.u,|.euFr.l. i ---fII* getP.mmJm
repartimentos, na travessa das Barreiras (bee- ftmMbiMw, eamm ea de NAB de .
co do Aquino) : a tratar na rua do Cotovello e e Piip Pharma
numero 2.5.
Alrga-se o segundo andar corn D o do d o1
sobradosito a rua de MaT cu ioDias 79, anti-
ga rua Direita, tendo bastantes eommudo -
p.am faMilia: a tratar na rua Duqkq do Caxia
haunero SO.'. ,
W- AAis"O a Casa trries n. 0rtd :i 4
Pi, ema commodow Para g'ande fnlla,
~al O de limpza : trwla-se na ma do
;PPOO...".....


d',-^lBIP Ii^ y *- ^'^-. Aoj ..'N^-
***'aic^^^^^ fl~^ a'har ..~ft '" >t '_,&y "" n }'. SJ9 W ,* <
Rio..a-4

iAtUJQA MSE ,; Btai4,iavg do Brun n.
1:2 -odwado sobrado n. 32 a ia itrba ti U lo. &propnetanos deste,
.41'e a em commnocos, agua do--PMafrinco aS n o[e ee
be!*U to, ^. easseio:na thesoraria l vi oi ao shoes d i
ftX"5 o itfica e- Alu"a-se no poodo d o o e ao pu co em eral qu
-0o0 .sbtleir entos dos Dr. Witruvioo: a tratsr com*qw aia. ao p_'bico ema
XSU kC. IsBoum & a s.C l ar. Precisa-sp de uma ama C" -Oq 0 ctsa aio m
.. S e Sou & a- 4 pa cozinh car a objectos abaixo me
$V%, qW ete gejnero te da- ALAM S de rapaz solleiro: natra,-
do itmportantes : a trs- essa do Marquez do Recife, antigo becco do Ja3
ar uo msocom o o oMarques ,do Machines de DerasneI
da ondga.Job Franoisco 4o Olivefra
SPRECISA-SE DE UMA AMA PA- a Fanci Joa- dita Colors OS lh
raecasa de pouca familia: a tratar na rua quina de Oliveidra ie '
das Trinchelras n. 22. "- e :lihos conivi- biques de feitios diversos,
OFFERECE-SE uma se'hora abilitada am s seus paren que arapas, Jcluid
para ensinar bordados a ouro, frooos, tapes-. darese s parso ena- eta.cind.
saria e bordado a relevo; quemn precisar de tes e a oo a-
bous prestimos, dirija-se d rua do Hospicio do seu sempre cho- vIA, lultmaiAente adp
.10. rado e lembrado marido e pai -3oJo ro pa s, spentiha'stachos
0 unico dep osito dos Francisco de Oliveira, pamraassistirem apua, serpetihaataehol
o d D A urea missa que pelo eterno repouso de tideiras, escumadeiras, cob
remedies do Dr. Ayer 6 suaalma ,nandam celebrar na capella
em casa dep A a(on 10 cemiterio public, s 7 horas da mandioca e todas as obra,
cs L d e< AdansoUn manhd do dia .15 do corrente, lo annrii-
Howie & C. ra do versario de seu passamento ; pelo que fabrico do assucar. Bomli
Howie & C., a lru 4 se confessam desde ja' summahente
Marquez de Olinda n. gratas as pessoas, que h %nrarem corn repuxo, de ferro, de cobre
suas presengas este acto de religiao A nosde 16 libras ate 110
37, entrada para o es- caridade. "os 1 nuras e nu
MAW' ...:= eo sse a francez, -tor
criptorio rua do Bispo Exm. sr. desembargadorSebas p o system rancez,
Sardinhado ego Barros de La- parafusos de dito, de todos
Sardinha n. 37, outr'o- qe- farla-a od
A mesa regedora da Emfim
ra ra do Encantamen- confraria de S. Benedic- mfim ianrica-se toUa
ra rua do rjllcrllta n fto, tendo' de fazer cefi-
to. brar no convent de S. .cobre ou de bronze, com t(
Francisco, nissas pelo
~____ __.____ *!- eterno repouso do seu to, para o que tee feito a(
AGORA TI charissimo Irm'n,. des- to pa o qu i i
AtORA SIM do Rg B"ro- e b r uoo res operarios, podendo dc
doEA Sego BBErros de Lacerda, no di3 18 do cor-
NAO PODERA' HAVER MAIS CABELLOS BRAN- rente, As 7 horasda manha, convida para esse hm ao s fr
COS, COM A TINTURA CHINEZA acto a Exma. familiar do illustre finado, dos ben aos seus treguezes e
Preparada Por A. R. Ramalho. -seus colleges e amigos, aos irm'os da mesma ar r a ia nfi
t-RUA DO MA ARQUEZ DE OLIN- confraria aos quaes pede que compareCam de- LioDrarem com a sua confi
--UA DO A UEZ DE OLIN- vidamente paramentados; antecipa desde ja ".
DA-21 aquellesasua gratidao. Na Caldeiraria
Esta tintura faz tornar os cabellos -:-0 6---d ....X...L. -doT...... s p,
rapidanente pretos sem offender a cu- Bernardo Cerqueira de Castro 66-Rua do Barao do Tiumphc
tis, e muito facil de se applicar. Cada Monteiro
frasco acompanhara as instruccoes ne- R. osa Antunes de Oli-
cessarias. veira Monteiro, Maria
'O autor da tintura chineza nao preci- Cerqueira de C a s tr o
sa de encher as columnas d'este journal .... Monteiro, Jose de Gas- CARNEE-FERF
como muitos outros autores fazem, en- MonteirQ, Antonio de E B G
grandecendoseus preparados a ponto de Castro Monteiro, esposa,
tornal-os urniamaravilhia,semselembra- filha,, genro e primos de E XAHOPE R R UN
rem que, d maneira que sen auto o Bernardo Cerqueira de Castro Monteiro, CABRE, FERROoeQUINAI Os mnieo
eleva, o public os pode rebaixar, por fallecido em' Portugal, convidam a to- poderoso para curar: Chlorosis ou ,c 'espabidd
que as mats das vezes 6 enganado. dos os parents e amigos do mesmo i- do menstruo, pobresa, ou alte u do sangue,
~buticas, porquo os ferruginowsosroud ,io os un]
Portanto, o author da tintura chineza, nado para assistirem ,i missa do setimo alimento mats reparador, o Fevro, alimento vit
0 auor lironto sumaoss r epaaor mrmentos c vsitut
certo do born resultado, ja pelas mui- dia que mandam rezar no convento do tonie;sZumm^atodosom olemenoosonstitueti
tas experiencias que se tern feito, ja Carmo, no dia 17 do corrente, pelas 7 et a saude. E'tex tualmento assim que oafflrma
pelas boas provas que sempre tern tido, e media horas da manhdo ; por cujo ob- Declare que o Vinho ferruginoo Aroud e a
recornmenda esta tintura. sequio desde ja se confessam summa- qaes no 'o toledos os maiafamadosferrug
t-dis osoutmosremedies Ao ineffceazs.
Pede tdo s6mente que experimented menteagradecidos. e cirurgia da Eschola de Medicina.
ella, para depois fazerem seu juizo. -Considerose Vinho farusinow eomo um,
Unico deposit, em casa de seu au- Anna Eufrozr BezerraBarreto elm irae.ra c *aoaanemia.-o
or acina dito. SS A familia da finada Sons preparados ferruginoso mio os rarhk l
-- r --- -,7 -rr-?: -- o -- 3 HHK^ ^^H Anna Eiufrozina Bjezer ra ^B ..M f.,,^ i ~ Sko 0r oa as mo.e
-- Na rua deL Marcii Dias n. 8, segundO an- A tendo de man. ,, ofe^e
dar, precisa-so de urea a mea idosa pa comB-e o t n o d a n uo. D u o ~ w e ~oe u r o h~ a
prar e cozinhar. dar 'rezar missas no ce- m @113
(S- Na rua do Cal jeireiro n. 92, cose-se a ma- n miterio public, e ,en tar.
china'para loja, precos razoaveis. urea apida na sepultura .
Offerece-se uma porlugueza para cozi- d3 finada; as 8 hctias da 1" 1 .
nheira oucopeira em casa de familiar decent, manha do ia 17 do corrente trige- VA Y ROf P 1IWIYAI
nao sahmdo a rua para fazer compras, e para s d -,- DE Ua J
o que da fianca de seu comportamento : a tra- simo de seu passamento, convida para dead trtnta nms s medic
tar no Forte do Mattos n. 11, 4o andar. assistirern a esse acto a todas as pessoas dEoegas doe UorIo :y sSiS&. l
Precisa-se alugar uma pre.a que sirva de sua amisade e parentesco. d dothins. etc.. emflm, er as pert
para vender na rua :a tratar na rua do Gapi-" llelfG E S
tao Antonio de Lima n. 18, em Santo Amaro. CaiXerO GoAGE S DE G
NA RUA da Saudade n. 10 ha para Precisa-se de dous meninos para caixeiros AO ZAOT.ATC
alugar um mnulato, moco, de belta figu- na rua da Florentina n. 4. i Approvadas pl Aodera/ do EWiolna dg Pa?
ra. aue alem de ser um excellentecria- .1 vaUo. constatoa-Utes a Sploioridade,i


RO-OUiftA

IOSO'AROVDK
3 provario quo nao ba medicamento mairn
-1 -iu A l of


ho, ottrora do

estabeleeimento pre-
agenho, agricultores
e continuam a fabri-
nmcionados, como se-

para fazer espiritos,
res systems, alam-
simples e corn es-
Sos de NOVO SYS-
ado na provincia, ca-
;, passadeiras, repar-
re picado para moer
S necessarias para o
bas aspirantes e de
se de bronze. Si-
arrobas, fabricados
rneiras de bronze e
Sos tamanhos
e qualquer obra de
)da perfeicao e gos-
equisicao dos melho-
'sta forma servirem
a todos quantos Ihes
anca.
Central
3 outr'ora do Brum-66.


rau.
SEltrahido direeten te dos figades
fresco, do bacdhao, pr meio da com-
presdo e sem acaof anorpsa alguma,
epois de ter sido pescado nos clacos
da Terra-Nova. E de gosto agradavel
e contm'-todo em grande propork..
IE'de effeitos admiraveis no curativo da
phlitysica. Fortalece a delicada nature.
za das creancas: faz eugordar, faz
communicar as c6res da saide aquel-
es que fazem uso delle.
Vendem
Bartholomeu u Comp.,A. Ca,'rs Jos
Elias e Maduro e Comp., P. Maure



-NENHUWA
MAESSA PEITORAL
tam idquirido uS Af oglNoer aft do qiee x
Massa de Naf6de DELANGRENIER deoPari.
Furda-se a sua nomeada universal: .
l1Na sua podclerosa effloaota contra os Ca-
tarrhoa, Inflammacdo dos bronchiot, 0 Catar-
rho epidemic, as lIrritaoes do peito, qe da
garganta;efflcacia provada por 50 Medicosdos
ospltaesde Parlz;
2* NaapprovaaodaAcademl adeMediclna,
que lhe tern reconhccido umb suierorildade
lncontestavel sore todas'asmassas da mesa
sortel;
3o Nas analyses dos Chymicos da Faculdade
dfo. Pariz, os quaes fazemin constar qtte essa
massa nho contem opio, ncm rorphina, nem
Codelna, remcdios cujos perigos saodemons-
trados pelo corpo medico inteiro.
SrICo sao os titulos authenticos que
T AESO recommendam a Massa de66 a
conflanca dos medicos, titulos que itunca
oflerecem pasta pitoral nenhuma.
Vende-se nas prince paes Pharmacias do Brazil.


LUDICA9DO i I


RUA 'DO BRUM 52
IPASSANDO 0 CHAFARIZ
Nesta fundicao, a mais antiga desta provincia,


rachitismo, affecques cserrulsas e escolr- ITB11t
,o ose' ds; a r.io vende-se todo o machinismo precise para a sua
icos que apresentio reunidos; a came, o
al do sangue, a Quina, o mais precioso dos
yvos do sangue, dos ossos, dos teidos, a das
rupla as forgas, mcorno quodrestit-ue a vida, agriculture e para o fabric do assucar e prepare
ceebridrade meicasgcultura e para o fabric do assucar e prepara-
m 'as nossas celebridades medical: | ^ *
sminailacio eeursdase molestias-.. A o do algodao. Ternm deposit de tudo, em ta-
'inosos, e quando a menor esperanga parece
.,D-du m Mi'nderpooerodocinic inm_ anhos, diversos, convenmentes aos compradores.
d-as maul reciosas descoberbas da medi- ^ .i
l.A therapeutic& do-deia.radeci- Tambem vende sempre formas de ferro e
/LF oI.Ates a peutieos am deve-l o hreza doeei- : o ute
obstet'-ical. diversos utensilios para engenhos, e motors para
-a-, M--descarocar algodao.
sVende a prazo, ou a dinheiro corn desconto.
LsEDE LABfLONYE dera Incumbe-se de todo o concerto, quer de pe-
cs de todos os paizes, conta diversas' 11d
rou'chits 0o .-s ho-, as trazidas a ella, quer de machinas em seus lu-
,trbaIOes ft =Ul=. r d e a
gares. 1az contrato annual para todos os concer-
D0 [tos de engenho.


to, que auas vees, em 20 anmo d'iuter-
sobre todas os outros ferruginosos, e
& nelo emnobrecimento do sannd.


ERGOTI-lBOJEA Nao emprega inculcadores pelo campo.
Ana r. | H ... !ogaa todos, que mandam e'ncommendas a


Q0o mOuiR s UeMUSuoiaU AS we. "1 |
uaquer atureza.


D LABILONYE .
0 hospital do Val de Graga de Paris, que
iltadolrecmtra to nxiotias secretas, que
ado tooio roesI'tido icubeba e a copaiba
NYE, 9, rua (.MuWkir, em Paris.
, fe co


I!


o DR D9Ogx
M I IACAIU Wi
BUBO ooac ^rz^A.
IA 3m LAPANJ AUMM


ella, exijam a vista da conta impress respective.
Tendo sido enganadas diversas pessoas em
procura desta fundioao, obserlva-se que a
FUNDIAODO DO BOWMAN
esta entire o chatariz e a fortaleza, que os edificios
estao de--ambQs os lados da rua, perto da cochei-
ra dos bonds e pintados de verde nos andares
inferiores.


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I t .t.U. T9... _,__
4rdU6SWS _* 10 mU rn. va--
te aqua tmde qmtftad 46 pct Id, amM i-
vi. (9 Al~*awA do fiyot ^Soodrta do Gtsty
drfnoe tudua m unqoate 4k qgaa alcatruada
prdlumrls., acm a.mhum is.Inonvenioutu
ircaa.
Dusts dJpejar aoia omiher peqisefia, .cbeln
d'este liquids, parefqus a agus n',,m mioauoo
torne-u alatroada, seam goSto dsagridavel,
DoWt mneIra"cad qual, pode, it medida quo
meceitfi, preparar a agua alcaroada, o que
ofbrece economic de tempo e facilidade do trans-
porte e ovita I manipulasAd desagradarel do
Salcatra5.
0 Alcatra6 de Guyot, substituo cmm vantagem
Sas thanes, mais on menos inertes, nos casos de
resfriamentos, lronchites, tosse, catarrlio etc.
0 AlcatraO de Guyot emprega-qe corn grande
exito, para combatter as seguinros infruidads :
COMO BEBIDA. luma colher pequefla ds
cafe, para cada oopo d'agua e duas
colheres grande (de s6pa) para cada gw'"afa:
BRONCHITES
CATARRHO DA BEXIGA
RESFRIAMENTO
COQUELUCHE OU TOSSE COVIWULSA .
TOSSE TENAZ
IRRITACA6 DO PE4TO
DOENCA8 DO GARGANTA
E LOC9OES. -Licor puro diluido em poauca
agud:
AFFEC9OES DA PELLE
PICADURAS
MOLESTIA DA COURO CABELLUDO
EM INJECQOES. Quatro padres d'agua e uma
.e Licor (grande elficacia.:
FLUXOS CRONICOS OVWRECeNTES
CATARRiO DA BEXIGA
0 Alcatra5 de Guyot (Goudron de Guyot) foi
experimentado corn verdadeiro exit, nos princi-
ples hospitals da Franca, da Belgica e da Hes-
panha. Os prirmciros medicos da Europa, sa5
unanimes em reconhocerem, que este lic6r, na
estaca5 calida, constitue umarns bebida muito
hygienicas, principalmente, em tempo d'ept-
deinia.
Para acautelar-se contra as falsificages e
imitacoes, exigir sobre o rotulo branco, o texto
imprciso corn
tincta preta, 1
e a assignatura
Guyot,
impressa corn
trez C6res.
In Par", wa L. Frere, 19, rua Jacob.

Depositarios: Os Srs. Barboza, Bar-
tholomee & C. e Maia i C.


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. nos nossos tratos e modicidadq nos preps. as, porque a confeitaria do Campos, a rua sobrado da travessa damatd Santa :56dmrotnmaf'
nosnososn-atoinsid no reo s... ".- ,, ,,. ,. Imperade" t a- ,ai.S l os0 de f f o., mreco a v el, prod jam-lt ei er .
emu=eatatrestas. erdaeer, i
1 '___ m' -' t "; "Q "-*"'" """- *' L- tara banho emn to boa a.,ua; casa
":Aug-s:unacaa erea crn2-a-, oITl '[
,,'las, I tgablie! .guar~l quliobn jli~ -i~~ .. ,,.. a
S- e .;'. a relaBol, o"
Ii ; e O .d p ba' Igatic, "on
YiTO- .4 iniAt : vantagpkq.el' S t i .BftI qu o.- i .bltfi, cifefft^ dim os aqii che-v,
.T'O N trajos propnios para o banho 'sal .---b--iucogui u eo1se est para
A' RUA DO MARQUEZ DE OLINDA N .,__aoh tPrehide-e do hmgaprati~a: a 4
.Z7. Cla idade" Oar mso neno, n A rua do Mar-fil
a -s eez ut nOlinda n. U, cot Loal &Ta I L
la4 \ ae 3da* den ,p i7ae i nM I B aWki e -a Ar
....... .i l wl v ~ l't : n u
sit... i r. ,A., ,tva raiz1da
'"I l f : ,'"--: "r



tt,_ .........plano
e u"4,a0 au a e uauai no ueza- n atruada rdian.2& atratai'asesrn
... -eisa.ou na rua do Cabug,n. 1i.
cs 4M'ma dosGdo.. ,,


"--"-"j ,Oepmtu 4 -- Juma eacimba qfappa-
NICTI -t Anto f tajo prprssl arao b-pi "s
A' RUA DO MARQUEZ DE OLqNDA N




a daja.h l m-do t.s bauhos do 3



..-. .'y .- .. ."
4W., a' .e iV.


.3.^r ^ .e Vw it s v% ,e-, :,,

miiturquoe, i l.irectamente.lq 1 MW s. e. pro --
.5w temer miaiutt.A ieo E 4~a ^ w^!S ^ S J ^y ehapf eoia dancb ms .W)^ eS ft iti
.i. uma ame ca permanent d'aperio, ",affet% -iat"o Mided p
ereireabrild 2dando todos os va-
ir Mto jue~jt. idt ui porque amaior parte dos m~ed1o#, recatem, ip m1, cap<^ ctc .eu tt sou afevereir e abril de 1872/,l a ,|C r "< "- tir
mrale,.d$i~ mlM^ .. o ,o, STS^ .f..r J este lmtivo, pt, e 4 _" Cefr ; na6_ stin
" PNM tei.Wth (ate fuat do temqr neo existe. A imn.deco que B cwre. I, .melmaf pai dit ,- ,M dese pe
aes um ao& p1c, lqu eota 10 annos de bore& relta Mnao in_- 4m1.e LooXOaO up a ,e ur. SV lembfmr-e.se ud s e d
de O I IagraerFil ,t ", -1 1UOD S. em re"qwM
dos, nao 4 utante. n ani-iennorrhagica emtoda a ertrnsao da palvia. de ome Romana. 6 p1ame e tenbn m de mais de oito annos, e qano o se ain_ _i]] 3-
Queroios 4tA 4 a acaw do neal, que ella destr6e decompondo os elemnitos 8d ds uom ef de dua6, i que vta:e Gor eufilho se achavanest cidade
cambado, Para assim in igje Ivr.
id p u e tonificando a mucosa e as glandulas d'onde provdm a sua ori- oihaaaadas ailoadeg 2 SOAe() ti O .b Pexhores. 8
gem. Asna applicagao nao 6 dolirosa, e se urma ligeira impressao se segue tea r cind d. sb pa ,
sua intreducao, essa impressao 6 da pouca dura, e sepi-4he unmr.'seolfo dp, em algum dos vapores da comwpanfia li- Alrta .Ie 16 d .-
immediata no 6 desagradaveL 0 sen tratamento nao precisa de nenhum ou- aUn dei ds*0a M 6 em aasi6, eut P*lt FugW em outubr do t874, a esravo 1
tro auxlaU para faxer parar em muito pouco tempo as purgavoes, ainda as ter adduaspovi a0s rpreto, crioulo, deidade 12 ann e
isai rebele oei" oa. ~e o6 reecioesde.ae12ans
siq rebeldh. campo, ou A quatquer cutia pessiba Ielte altura regular, conforme sua idad, p i
Quasi semnpre basta um s6 frasco-para acura., Dvis nao nos consta que hoe- Liver oanheciaeto, o a peheaderexp, parti- secco, pernas regialares, cabega com-
vsse purgac.o que resisfisse ao emprego de dous. Opaed? oonu emretwa1nM a seu ret' VO) prifat, pescogo comprido, pds Chitos ; E CravOS funsido
Afi m de chegar a uima prompta eura, o doento Jeveri segir o regimen ""eo 70%'E, e Commrcio ns.,s este escravinho foi copdo *o Pa. No dia 20 deagosto de 1877, fgiram do
inudicado no impress jto a6 vidro. aima. -de Camaragibe ao Sr. Joao Vieira de engenho Cararagibe, do termo de Serinhaem,
.ende-se uncamen. na & W _i f!Lima,: e s.; este em poder do.gWlxo oUS esraosdnmo o end n alto,
Bo&assignado 15 dias, find osquaesd do, tern urn bre quebrado por isso um
Pharmacia e drogades- de regular. &C.c baba celo cai a4inha-
Pharmaca e drogarid Se Baro meo & FuR imb lladez appaiseeu ebconsta estar-em terrasd pouco tort, tern algumasidr
S 34-Rua larga ao Fosari0Q-34. e cachimbos de barro vende a engenhos Paraizo, Riachdo, Santo' An- nas eostas este oscravo foi compradoem6
'-- __-- .... .............. H. Ledebour, rua do Commer- tonio Grande, Sacramento, C'ronha ou d maio deste ann nesta cidade ao Sr. Pa-n
...............tricio 3os Tavares, quo o cornprou na cidade
eio n. 17, io aandar, Quebra, conforme cartas que o abaiho daParahyba. 0 outro de altu'a regular, cor-
irp 0"f C Sl ^ 310U .i^-i ^ assignado tern: quern o apresentar na po tambem regular, muita barba, falla.fina,
lit h Irua de Hortas n. 86, sobraio, ter a idae 3t annos ; foi omprado na.mesmadata 3
IIllyX iT I II W intura ponevxza gratificago'acima. em queo outroao r. Manoel Travassos Sa-
Maxin Vno a Sila rinho, morador em Born Jardim, Parahyba; ;
"_- u ujv w Maximino da Silva Gtt~Smo. este escravo e viuvo e deixou fllhos na Para-
Ai n kunica- approvada e premioida.pelas ainodSlvGsm .
Vi a l caapprovadaepremiada pelas Fugio em julho do anno passado, 'ba: roga-se As autoridades polieiaes e aos
_lU.vo paral u l U vacademias de Paris e Londies, per nao o escravo Jacob, preto africano, idade rapis d campo aapprehensao destes es- 2
E ser prejudicial i safide, encontra-se nas major de 50 annos, alto, secco, pernas crvs, gratifando-s a'qum os entrear
BEJOUTERIA principles casas de cabelleireiros e6 eoenpridas, cabega corn uma cor6a no rriadoAra
BEJOUTERIA toda3 as boticas principles da Pemrnam- meie, pescogo comprido, pds seccos,. respective senior, no eng o- Camaragibe,
32- Rua do Imperador -32 buco, Caors, Bartholomeu & C. Mau- bastante vagaroso e fala mat'; este es- em Serinhaem.' ci
Acaba de chegar nova remessa de rer & C. erua da'Gadeia n.51, 4o-an cravo logo que fugio foi ter em Una, u a -
relogios d'ouro do que ha de maisaper- dar. na propriedade do Sr. Joaquim Felicio Aig S
feipoado neste genero, tanto para ho-Ms a O soI!Qde S6 Barreto, e este mandando solici- jma casa terrea na Capunga, ua da Ventura
mens como para senhoras, garantindo- r O tar para alugar e nao me convindo, 29 B ao p6 dos quatro cantos, perto da es- a
se o born regulamento o incompetencia C iOg C 7 manou-o embora, e at hoje no ta a vr na taverna aop6 3 -
de prepos. Bisquit Dukoucf6 &C. ** appareeeu mAis; este escravo foi de ALU A-S
Vidros para oculos e pencinez (para **** seu irmdo o Sr. antonio Victor de S a o a
myope e vista c:GiV-.da), de todos os H. Ledebour, rim do Commer- Barreto : o abaixo assigna'd" gratifica A sala do segundo dar do sobrad o
grause c6res apropriadas A conserva- cie 17, 10 andar A corn a quantia de 50$ a quei o trou- da rua 1do Duque de Caxias n. 59; a s
gdo da vista; collocam-se.com rapidez e ti xer A rua de Hortas n. 80. tratar na loja.
perfeigao.. Aluga-se o "2o andar do sobra- Maximino da Silva Gusmao. Am eCrava... e
Pencinez, modernos, de vidros puli- do n. 43, A rua da Aurora: a tra- / // / L 1-i UlJ""VdT
dos, de crystal.--BEJOUTERfA--che-,' taremcasade Costa Maia J C., iN Precisa-se de uma ama para vendor q
gon nova porto de objectos de "gosto, a rua Prinieiro de Margo n, 6E,,, .l...- S bolos, prefere-se que sejai 'scrava a
e precos diminitos'. ChapelariaImpertal. CO e rrga tratar na Capunga, na rua dasernam- p
Cncmpra-se ouro, prata e pedras fi- -* p mTpe An, ODr. Cyrilino Caetro mudou o bucanas n. _2."
nas. PARA COZINIARsereon. ,piero undr, o
nas A~A iUZJ^IA~l sea eonsultorio para a Tua deh~orn-m'^o ---p---od. o-AAtten-- -- 00
Recebe-se encommendas roelativas a Precisa-se de uma ama forra mou es- e4p6de serprocurado parar o- eX er
este geenro de negoncio. #qcspe ouaam or o s de ser procurado para o O'ler- gJiliiu
este genero do negocio. -.crava, preferindo-se desta ultima con- cicio de sua profissAo, daa q horas t Uma senhora offerece-se para ensinar em
divdo, para comprar e cozinhar : na damanhlbA As 3 da tarde. Af6ia es- algum collegio, engenho, ou casa particular,
rua Duque'de Caxias n. 42, terceirWan- tas horas na Passagem da Magda portuguez, geographic, france, piano, etra- t
AQ^/y i "^ y i y j yK k 'dar (nesta tograhia .Adverse lena. sitio n. 30.. balhos de agulha: quern do sen prestimo ne-
Sm poeos4iksr a faiiha tAdesar a M tra tar o Sr. Antonio AdOlpho BorgesLeal.
A Slara f6ra dai cad.t .
"Aiuga-se un excellente Aio
Sberibe, no Porto da Madelria, j rua de Hortas n. 4, constant de ar- ra negdra que neo tinia que respohder a uma a
DE rio,contendo mui boa casa de. tv w a mazem e soto, corem 2 quaitbw e salas carta que se acha na rua do liospicio n. 6,
Fdo corn todos os romrodos precAos,,.t proprias M9a mni-4I dw e q n n'elle cumpre-me dizer quoea dita carte existed
SFrancisco Gurgel do Amaral, t oemots -|n ..m eilra o qule itas do tacto.
.-est. exposio dos que quizere ver a v6-
A' rua 1o de Marmo n. 20 A, esqui.na. -be, como.. ..g-ade.,.r. ter mar.ma o e utensilios o o lugar eoro. --- .- -
Este antigo e acreditado estabelecimento acha-se constatte*ient. provtdb de um < ba-ixas decapirn -. a tratar uidrgeda laehor pSvel, a tratar na thesouraria Irlscravo mI laO
important sortimento de fazendas de gosto, as quaes recebe directamen e tas me- 4.r SanLo n. 15, 10 andar .. ,6 1 iloter'a E.Fiosme s doe rrontQ fug-i d e o t
lhores cases de IParis o per est~a~zio, oderi ser v(idas .rm, it"' odiouss. S .~O'Js F..ugi,._2 ------.-eeao em 2gostnoprdno, met idadserpr o anos
Tern aftualrnente urn esplendid4 sortirtme~it6do 'Vtidos feltos e 4mcorres iguaesaO ubaigalexoa grosso,'eet rem corns o'is esigdnaies seguireites -<, .,-qie+ r .ecar t _=-:.,,: l n ~ i t1 i ll or-iibixgoso' i oh:conesuro ssgne (li sgnts: ehdo,
fj rI ^^ _:arr e~ carroea. -, esued (ufej-o Iehao
aos que s usam preentementeir s do iacoaheiqeint rua do Santo ml- l coperna epuea a da e corn urea cicatriz,
pe esejar de melhor e tal artigo send preparadospor ura dasprincipaes mo- Na cobeira Pt, t l
p sde desejardm o em t r se sorti~ehto se s p e n ni aro, c mp -r g 4W carno or c fnestradavea'da P as- ranco e
ditsdtaigs. t~ng tantembh:ije e e do ,poama, opaa es $a crr$ se- a.! 6 oz inu' enSuars-i rne c~~aThs sca o el
granadines, superiores atoalhados braucos e c6nes, guarda~aaps, tqalhas pp; para .... cM' ;~f d~ o temreno aicmoutmmne apvni oGa ed
sa e rbsto, urn eslnidstiet do meias brancas e d -" pa~om- so. ,inm caalo Lcmoutmaet apoica oCaA e
nhra, esleddos~.sne.. ~ paau..ef6 "sn -o:a .i'a urn "T'io des viveino ama criar natuiraF de Itaiub, presume-se 'que tenlh to-L
nhorasmeninosre meninasi nxovspara casamentos se baptisados, vtanjlepvarieda- I ..e Na.ma ,.e(.eij^ UIn. c'bwlt ^i ..... ,vrsa a a estrada a
do do baptistas, cretones, gostos $pmui v li rndissixnas gravatas parasenho- e 4a e toqueros |tros arvo- estrla4 quem Proe=t-.r na-
ras,.completo sortimento de luva epe a, estefra'da India para forro desalae, ca-. stado 1 itfavee--. ." d mffrctaIm poiros 0 a cpnat -ra_ quernpi5vaPicir-
Pahols 'Ie' c~bco tapes" alc~ ":atUsa 'grs m' as Ca- .suad r edrs.oe rca o,& eanus tiip"c~q~,ev p
Ha empregadosospqciaos paralevare as fazendas A casa as Exias.fapulias, a on dd sU ^ '^ a1 7
ge eio -pa as suns tofl tet ao nbsso bst De ecimeneti pois em i'r encontrtio .azenda 'Quem tiver mrequ'es e pretty a s ra -" -:- g---- A:
cdigostoesnovid&de... ..... .... c .. n. .*. ,-', 4 sas do, ,.iase L
A Atod afl-elhatfe wiu.re-um-as-sa- co8B*'uenyqntuif qinr empi^-los ef ^.filS ..P7 tL:-'


Caxiasno43
Deronto da Prcinha
AO BARATO
Granadine de seda preta, padres s
3ais modernos, proprios para vestidos
polonezas, a 600 rs. o covado.
Camisas para senhora, a 1$500 M ua;
para acabar. .
Baptistas, cores lixas, a 240 rs. o co-
ado.
(Cretones fimnos,- argertcanos, a 30) e
i40 rs. o covacae; sao lindos.
Mariposas de c6res corn listras ass-
nadas, a 400 rs, o covwio. .
Chitas escuras e claras, a,240 e W2
3. o covado.
Cambraia Victoria, final, a 3500 e
0 a pega.
Gamisas inglezas, peito de linho, for-
idos, a 355 a duzia; sao de 504, quo
echincha 1 -
Brim pardo pam costume. d' *
iens e meninos, a 400 e 480 r& &
)vado.
Leng9os a iingleza, abainhads, a R$.
anav
Coltbhas de damasco de aegdo., a
# uma:
Brim preto para luto, a 0mr. o .'
..o ,"
Chales de casemira, padrb
let Vnpa eafm. a a..I
mrtindoe bde-!, ;wl|^
BIPf^-;: *.1m- .-:--^ ^ K


V
I ;


S "U,,.


~2
-A


VenAese p rplego -f i'
schflodulseavag tbrerglB^ B~^'
limpa e corn 0ttos coi
;am solo prtoprio. quoe ifl.::
ido e 490 de frente, sla ,6.
midi : a tralar na ruao d io o...
*"! 3 0-o cov t ^
LImeida & C. A rua do CrO.
Receberam hontem novo s ti. a.
.lazinhas de quadros miud'" e .s l
iuam a vendor a 320 rs. o covado. f
mira encarnada muito fina, e 1
.reales, cretones ef batistes dua, .
A para vestidos a 500 rs. o c0vad,- .
Camisas inglezas
S230 e 36S a duzia, na fragata amaztmas .
rlauque de Caxias n. 47. "
Fumo seceo
i rolos de meia arroba ; vende-se na rua de
dre fde Deus n. 41
0 IMPERADOR PASS
E
9--o0 CINCOENTA ENOVE-59
DA RUA DO QUEIMADO
Fica liquidando.
Lindo sortimento de popelinas de li-
ho e' linho e seda a 400, 560, 40, 700,
)0, 1$000 e $1200 o covado.
Grande sortimpnto de las a 100, 160,
20 e 400 rs. o covalo.
Setim MacAo de todas as cores a
$500 o covado.
Grosdenaples preto a 2$200, 20500 e
1800, o covado, pechinchas.
Gurguroes, pretos a 38500 e 46000 0
evado.
Mariposa brasileira a 360 e 400 rs. e
ovado.
Baptistas imperiaes a 260 e 280 rs. *
ovado.
Cortes de cambraia biranca arrendada
46000.
Cretones para vestidos coin lindos de-
enhos a 360, 400 e 440 rs. o covado,
proveiternm.
Casemiras inglezas, allemaes e sris-
as para todos os pregos."
Cortes da mesma para 3 400, 4$00
48500. 7
Camisas inglezas de linho puro por
ualquer prego.
Idem francezas, brancas e de cores,
)or quplquer prego.
Chitas claras e escuras a 240 e 260 irs.
covado.
Pecas de algoddo para 3$000, apr6o-
eiternm.
Idem de madapolo a 4$500, aprovei-
emn.
Lindo sortimento de chales de li.
Idem idem -idem de algodao, -
Riquissim6 sortimento de fichfis a
$000 e 48000.
Bramante de linho e algodao a 150"
vara.
Casinetas escuras para roupa de ho-
nem e minino a 500 rs. o covado.
Cobertas, cobertores, colchas e len-
0Ses, por todo preco.
Brim branco de linho puro n. 6, a
500a vera.
Assim como grande deposito de rou.
>a feita e por media, pois temos urn"
laber mestre de officina. -
SO'
i9-Cincoenta e nove da rua do
Queimado-69
SfAi DE CARNEIRO DA CUNHA & C.




S6 a roa do Duque de


2
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II*.










S'-'-1;





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4. '-^

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S'* ;1 *


Iw ;,#


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t






























~.xgpr flbrio nu pratA do tdofo
) bRca, de alvaiade d nan-
W de di umbo, verde e prea.
SOleo em latas O 8 42 gales.
-. Ja (Port superior.

, m. Ji~~R tratHam 9 preto, de. numto ambahid
MMa 2, eaa^. / .
Sender
*a~emao Concelpao, em Seriahleih, nesta
pnEpa, muito bomtn 'dagua, podendo safre-
jar annualmente 2,F500 pies : quemi o preten-
der, ditija-se & praCa do Corpo Santo n 1t5,
a anchar, onde aor6 cA quem tratar
a wseto


Leques .
ToQos de mradreperola, braucos, doe c6res,
dQ taitaruga lsos c lavrados ; vendem Ama-
Wl, Nabtco & C., 5 rua do,Bardo da Victoria
mmero 2. "
Vende-se


ima boa tranga do cabellos, por nBo ter vindo
igual a c6r do cabello da seahora que a eon-
, o~ereou : a tratar na rua PrImeiro de
M "arco n. 20, loja das tres portas._____
SNOVORAPE
SAmaral, Nabuco & C. receberam pelo
altimo paquete da Europa, rap6 fran-
w eez muito novo, e vendem no Bazar
S Victoria, rua do Bardo da Victoria n. 2.
H Bomens e senhoras
PNio ultimo paquete francez recebe-
ramm Amaral, Nabuco & C. um comple-
S to e novissimo sortimento de gravatas
ie sas de cores rpuito lindas e gostos
sodernos, para ho mens e .senhoras.
Bazar Victoria, rua do Barbo da Vic-
tora n. .I
S Chaplozinhos
Ha rua do Queimado n. 43
Uiiico barateiro
Grande poroio de chap6ozinhos de,
palha para rneninos de 4 a 12 annobs de
Made, sendo gostos "nuito bonitinhos,
a2 e 2500 caltaum: sO ha no 43
da rut do Qurimado. .
Tomemnota:
14-Rua do Impador-14
0 ARM4ZEM DO NUNES
(Nutrigao instantanea)
Grande variedade
y de geueros alimenticios
de superior quabdade.
Modicidade espantosa!
Facilidade gastrica!
Tantagem proveitosa!
Veijam:
0 Nunos tern resolvido vender barato. ibam-
tissimo ; garantir a superioridade de s9S
mercadorias; sustentar urma prodigiosa varie-
lade de generous raros e saborosos, e flnal-
mente mostrar a facilidade de qualquer pessoa
passar bern corn pouco dinheiro.
Custa pouco
Venham tirar a prova e depoWs digam so ha
quern tenha sorLimento mais-variado e supe-
rior; que renda mais baratp6 e d6 melhores
provas de sinceridade e franqueza do que o
w^IVO


Vestuarios para bapti-
l .&ado&
Chegou para a nova.loja do Pavio um
S bonito sortihnento de vestuarios e "toi-
letes prbprios para baptisados, vindo ca-
da um em sea cartao, que se vendoem
de 8 atd 248.; isto a rua Duqe de Ca-
uias n. 55, loja de Pereira da Silva

I'opel;nes &z 360 e 4nOO rs
Chegou para a loja do Pav io um ele-
,ante sortimento de bonitas popelinas
ae quadrinhos, proprias para vestidos,
tend de todas as c6res, que se vendem
a 360 e 400 rs. o covado ; assim cornmo
um bonito sortimento de mariposas,
das mais finas e lindas que tern vindo
ao mercado, a 400 rs. o covado ; iso a
rua Duque de Caxias n. 55, loja de Pe-
reira da Silva & C.
SBabadinhos
Na loja do Pavao vende-sb umrn bo-
nito sortimento de babadinhos e 'tiras
bordadas,'de todas as larguras, tehdo
tapadas e transparentes, qun se ven-
Sdem a4 rua Duqutie de Caxias n. 55, lo-
ja de Pereira da Silva &C.
Cretones para vestidos a 30G e
360 rs.
Chgou para a loja do-Pavlo'ttm
In marfteo sortimento dos mara- ewci.-
pados'e bonitos bretones do fodWas
., Afes, tanto de listras coDndeOHt'O,i
S. ,e se vendem a 3N0 e 36 i cWad( ;'
ineb :ncha : a ruam do DI ouA .ca-
fj:.- ws a. 55, loja de Nreirifd"Bl -04

aIF,
C "&( fi.M. ;5.0.
+V .+,, -..-


las e gablnete, bonito .-les cormlU-
mas e sem ellas. alth oovidadelidoss
livros delembrancacohi tam 'd '
proprios parm sehora, % Ica t
moo de finas forest pamA cd ," nowO
coques de moldes tcmp i o
agolhas pam crocbet, swdo .i-
dcrepyrota; tUdo ia4 q M Bconra-4'e na
Nova Esperanca, a rup Duque de Ca-
xias n. 63.
Para os que sao d votos
Urn pequeno sortimnento de finas es-
tampas de santos r*cebeu a Novw Es!
peranqa, rua Duhque de CaxiAs n. o
Para asl tloristas
Papel para petals, dito para folhas
de rosas, calix e peititlos e maks pre-
paros para tal fim ; tern a Nova Espe-
ranga, i rua Duque de Caxias nr.' 63.
Aos pais de familiar,
Quereis distrair vosso filhinho, ou
presenteal-o ? dirigi-voi i:Nova Espe-
ranga, a rua huque de Caxias n. 63,
comprai um lindo brinquedo, pois q-ae
ella recebeu um complete sortimento,
e esta venden.lo por preco muito razoa-
vel.
Bonecas
Urn born sortimento de bonecas man-
sas e choronas, pretas e brancas : re-
cebeu a Nova Esperanca, a rua Duque
de Caxias n. 63.
Cabellos brancos s6 tern quem
Squer
A Nova Esperamua, a rua Duque de
Caxias n. 63, tern -a verdaaeira tintu-
ra para tingir cabelos6,.pretos, casta-
nhos, d instantanea o n1,.damoilica Q
cabellos, e vende-a razoavelrOet. "._
Folarde eri&s .I :
a 500 rs. o c+ova'o -o
Rua do Queimado n. 743
SRival dos bmrateiros
Folar de ll e soda, corn listras -e la-
vores. padrOes novos', uso actualmente
em Paris, pelo modico prego de 500
irs. o covado ; venham ver qp mandem
buscar as amostras, mediante qualquer
penhor: s6 hanbos43 da rua do Qaei-
mado.
Potassa da Russia 'em
bharris pequlmos
A mais nova qne ha no merado : vendem
H. Nuesch& C.. I rua do Bom Jeus n. 61.
L" qes 8Para luto
Vehdem Amiihld, Nabuco & 4. legantes le-
ques do madeira e seda : ao Bazar Victoria,
rua do. rOq 4a Victoria.n 3.


RUA DO, QUEIMAIDO
DEFRONTE DA PR&AIENM
Chita escarlate propia pa, vWA.i..
e plonezas, a 320 rdis o ovado.
Dita fina corn desenho., Pcjezes a
320reis o covai
Baptista fin, a 240 e 320 reis o co-
vado.
Maripozas de listas, a 400 rdis o co-
vado. 1
Chates de cazemrnira propries iPft a
estagdo, a4( urn.
Granadine deseda, padres mtnuito chi-
ques, a 600 reis o covado.
Organdiz bordado, pad roes inteira-
mente novos, a 500 reis o covado.
Chita de listed, fazerida prodria. para;
Sroupa de escravos, a 20() rdis o covadlo;
6 Pechincha.
bretanha de linho corn 25 varay, a,
105 a pega valem.205.
Camisas inglezas bordadas, a 361 a
duzia.
Ditas deo creton fiWas, a 285 a duzia.
Cambraia victoria fina;tt-$5b O apeoa.
Toalhas-acochoadas a 45 a ditvia.
Coleha,adwfiasdas sgtitm.
MadapolI enfebdu* franea S. a
peca. .
Dito muito fino; a 55 e 55500 a peca.
SChapdos de manilha branca finos, a
35 urn, e muitos outros artigos por me-
nos, do que em- qualque parte.
43--RUA DO Qh wo aw



S Talkoi


I.


AASd oas s n a$qatds

MNMHOS par mioca.
FOINOS para torrafarainha, e
TODAS AS FE.RJIA.ENS precisas agricultura


esta pro .:uda.
.ENCOMMiENDAS -. Mandam vir da Europa qual-
quor machihismo, responbsando-se ,.pela sua
boa lialidade. "
CONCERTOS-'(N plin
e fazWPM 0p0tnQi t F? -paIJ.1W9Qz
do epiis; a .a -.0.
Imenta, r: .1e, e .it..f pP
por douis engft eiros '.
jFRO* i0,
.. -..+ .. ..) .. i .


'C


* .4'.


fik ^iwia-wit


e If


TI-w ri?.* --
ua~ht~itas as'2XO. 6' a, aproveftem.
Pent*dores de ftsas fina aO a M, barato.
issd ecoallainhos p,r tgtfitra, enffeltados de renda, e novidade.
M V 8s 1e I16 para chapIdo corn satpicos domrdo e 0atradios.
Gravatas pdra senhoras e para honens, esplendido sortimento.
Meiat de Ores e'brancas para senhotqs, homes e meninos.
Leneos de linho em caixinhhs de phantazia, duzia 4,1000.
Camrnisas de meia differentes qualidades e precos.
Cambraia adamrascada para cortirmnados, e cortinados bordados.
Tapftes de trdos os tamianhos.
Secilas, bretanhas, esguilo de linho e bramanto de 4 larguras.
Casemiras pretas e de cores em peas e cortes.
Panno preto e azul espeecalidade pardira 75 e 88000.
Colbha. brancas e de cores e cobqrtores de lM.
Cbales rainha Victoria


Ricos e liales, mattas uperioridade enim tecido e t6res, nuncaNisto a .
Espartilhos 4 Princeza RegentB,-sAo lindos.
Granadina preta de sOMa de listras e quadrinhos.'
Chapos de sol,'seda.trmngada e' castes de phantazia.
CollHarintfis para homes, superior qualidade a 75500.
Leques pretos bordados, isos e de cOres sortimento complete.
Chiles pretos, bordados, lisos e de c6res, sortimento complete.
Canisas brancas e de cores o melhor sortimento possivel.
Cobertores escuros de IA a 1W80O, e pechincha.
Ditos broncos a 1000 urn. .
LenGos de esguibo, finos, a 25000 a duzia, 6 peehincha semr igual.
Alta novidade
Fichis de la e sdda, recebidos hontem, d o a.e de mais gosto se pod. 4o.
sejar, e vendemos per comroodo preto
NA LOJAD'AMERICA A' RUA DO ... "10.


L im :e {o' aimi
6no idbJlafielie, onde o
Aquelle qae mimanprovet-
Slq4o8, ..primeiras d6ses) se poderi
Si msa.0 0_ o 'W impinridade do sangue
e pei^tis motas s o'r .: gpnorrhas, boboes,
"* Ae lMrthros, empingens e ou-
trae ttx S ia vda eie, ef .: +tc. '- i
'* etoe-se w6A or 420M
C ,ffsco peor 4w
"apMw a rua do&Cabuga n. o14
.f ',::- : : "" :, -" ".



Xa rope bai-dan,ico peitorol dU fiores e bagos de arosira e
muotlagem de muitamba, pem o atratarento radical das molestias das vias
respiratodas, takes corno: catarrho pumlmoma agudoou chronic, larynites, bron-
chites, hemoptizes ou escarros desanie, coqquixluche, affecgoes asthmaticas co-
megantes, e na convalescent ds pmulmornias.
Linimento anti-rhlfutio, para tratamento do rhumatismo arti-
cular ou muscular, chronic on agudo, goftose, ousyjphitico, dor syatica, e
como 'esolvente das bobas, exostose6s e twmores.. '
SPomada anti-herpetica ou anti-dWthrosa, para tratamento
prompt de darthros, empingens, noduodidadeS, escoriagces syphiliticas, w as-
pas e de todas as moleitias da pelle, devida.s a coltacto ou a impureza do
sangue.
Pilulas anti-periodicas, para cura prompta daas febres intermitten-
tes, on sezoes, constipacoes, febres remittentem, paludosas e perniciosas; slo
laxativas.
Odontina, espectfico vegetal para a cura.instantanea das dOres deden-
tes, por mais rebeldes que sejam, qtqer provenham de cariao do dente, quer
sejam piopriamente nervosas.
Dao-se prospects.





Rua do Brumin ns. 100 a 104.
DEPO$ITO RUA DO APOILLO NS. 2 E 2 B
AIRE

11&RD5ZO & IRMAO

P' m os'Srs. M ultores desta provincia
niaa sitaa sen es mento para verem o
g nde sortimieno de inachinas ferrages qu
W ner em depoito, tuado da lelhor qualidade, o
que todo vendem ap .p o o. a, comdes-
conto, e a o ,I-,
MAICHINAS a vapor, de foray de 4, 6, 8 e 10
Icavallos, as melhores pe aquiteem vindo
IMOENDAS e meias nBendas,o0bra superi+, im-
'possivel de desamcunhar por virem corn argeltes.
FORMAS para assure prntadas'egr1,vanisadas.

BOiDAS. 1)'AG fortes ebent aeaadas.
RODAS DENTADAS de tedos os tamanhos e qua-
lidades.


Sem eompetidor
0 Barateiro
RUA PRIMEIRO DE MARCO N. i
Qu e lindo sortimento de baptistas, a
260 e 280.
Granadine preta, lindos desenhos, a
600e640 rs.
Mariposas de cores, a 360 e 400 rs.
estamos acabando.
Entremeios, nao ha preco.
Cretones inglezes, a.280 rs.
Mariposas abertas, a 460 rs."
Chitas de 240 a 360 rs.
TPopelinas de gosto, a 400, 500 e 600
rs: o covado.,
Bramante de algodao, a 1(500, dio
de linho, a 25500, dito francez corn
palmos, a 31 a vara.
SBretanha de libho.
Chales de casemira de -eores.
Merin6s pretos.
Bombazina e cantao.
Alpacas e outras muitas fazendu
proprias para lute.
Cortinados bordados.
Cambraia para cortinados.
Coichas para cama, de 3S a 85.
Pannos para mesa redonda, a 4S.
Redes as mellbres, tanto branch
como de cores.
Toalhas felpu as de 6, 81 e 121
duzia.
Ditas de ditas para banho.
G:uardanapos para todos os preps.
Atoalhados adamascado para mesa a
15500 a vrat.
Complete sortimento de lengos bra-
cos a ub cores.
'Meiae rvancas e de cores, tanto pan
seri,, c-)mo para home.
< bripia transparent a 35500.
I ita 'victoria, finar a 3M500.
Yanriadissimo sortimento em camisa
brancas, de algodio, linho, cretone *
meia.
Outros muito artigos que dispomas
por barato preco.
a 0 Barateiro
R ulua Prime'n;0 de Marco n. 1
Ag~staio, antos3a&C.



Lindissimas baptistas para vestidos,
i 240 rs. o covado.
Variadissimo sortimento de marip
zas, a 400 rs. o dito."
Grande sortimento depopelinas parm
vestidos, a 400, 500 e 600 rs. o covaio
Maripozas brancas, o que tern vindg
de mais gosto.
Riquissimo sortimento de cretoneB
corn desenhos inteiramente novos.
SPopelinas de seda pura, a 4100O.
1,200 o covado.
SPoelinas de-seda branch paraasa-
.mento, :a 1 000 e 16200 o dito.
SMad'aoolio francez de duas larguras,
, Gambraia transparent para vestides.
a 3'500 e 4 000 apega.
Fustao branco para vestidos e vye-
tuarios para meninos.
I' Braaiante corn 4 larguras, a 14500 a
vara ; e muitobarato I
Camisas- hdadas para seihora, a
35000 e 4000; que pechinchal
(pfgorPo de l1, de cores lindas pars
I- .ar sio sO.
-s d e finos, deu^
qgi egnd rti+atepan ted


1.


I f
-w -- -~


,".


el
C".


OP .. .


Bi


, >


Im


Almeida & Campos
A' rui do Crespo n. 20, loja das tires
portas, venem barato, e como as-
sim ? ?
Vejam:
Etoile de Paris, duas cores, paraves-
tido, ultimo gosto ; temos figuritos
para mostrar o gosto, a 500 rs. o co-
vado. ; ,
Lindos gorgoroes de 1I, todas as co-
res, para vestido, a 1$000 o covado.
Puna lI, cores lindas, escuras e cla-
ras, fingindo quadros, a 800 rdis.
Lindas- popelines lisas, seda pura,
urma s6 cotr, a IS o covaco.
Ditas de liuho e sedan, quadros de
listra4 para 500 e 640 rs, o covado.
Mariposas de cores, grande sortimrnen-
to, para 0, 360 e 400 rs. o covado.
Ditas brancas, de listras lisas eas-
sentinadas, e achamalotadas, a 500 rs.,
o covado.
Btstes miudinhas, muita porcAo,
2raL40, 280ae 3M.
Felardine de c uviscos, para yes-
tido, q" ."g'stos a 00rs. o covado.
Camibria *preta lisa, de listras e de
lores, para luto, a 560 rs. .o metro.
Ricos cortes de inho, modernos,
duas qualidades, lisos e arrendados,'a
9g tUaU.
Dios de cambraia branch e de cores,
lodos enfeita toss, pra m4, 5#, 7$ e
8# um.
Cretones escocezes, para roupa de
escravos, a 200 rs. o covado ; e pe-
chincha.
L.Azinhas escocezas,.para 160 e. 200
rs. o covado.
Chales de quadros, modernos, a 25
urn ; barato.
SDhtos de casemira de quadros moder-
nos, a5.sm.1 M
Saias bordada,% pars senhoras, lindos
Iostos, a 35 uma.
iBrsmates de- alggdao, 4 larguras, a
1 400 a vara.
* Dito de linhopuro do Portoi a 2$ a
vara.
Dit o muito largo, superior a S()0 a
Iv ram + !+ :
Leng6ei de brammnte, gandes, a 25
ur. i
Cobertas de gane, forramdas, a3*02,
35500 e 4.
SColchas .de fusto, muito gramnides;a
38 uma,
Cantio preto, 'par luto, a.800W rs. o
covado. *
LA preta, muito fina, a 400 rs. o co-
vado.
Punhos e collarinhos para senhoras,
a 26 um par.
Mantas e gravatas para homes e se-
nhoKis, grade sortimento. -
Casemira de aores, duas larguras,
bonitqspO We, a 2w600 o covaoW.
Ma Io francee inglez, p
4<5^ ^ W A P,...^ ?,


senuh .mWI os m unuas, camnsas
|franeezeiversos precos, ceroulas ca-
misas de.eias, chambres, roupas fe1
chales, grand sorteito todaa as qua-
=AAsl bwc ag booae 0,


. J-
, "' 1.


- :.


. .*": -;


I'. :_Z. ..


i.1 X I'





OS FILHOS DO MONFI
POR
FERNANDEZ Y GONZALEZ
VOLUME I
PRIMEIRA PARTE
OS AMORES DE YAYE
CAPITULO VI
EM QULk, SE APRESENTAM NOVOS E INTERES-
SANTES PERSONAGENS
(ContinuaCio do n. 210)
Apezar do seu amor offendido, e da
resolugao em que estava de tirar uma
terrivel represalia, D. Elvira pada fez
que podesse offender a honra de D.
Diogo.
E' verdade que doirapLe alguns dias
mostrou-se garrida, comnmiimcativa, ri-
sonha e amavel corn mais d'um namo-
rado ; mas de repente voltou ai antl,
austeridade, ou como poderiamos dizer
servindo-nos d'uma figure : o sol dos
seus favors occultoo-9esdetraz de som-
bria nuvem.
Seria porque D. Elvira comprehen-
desse que as maiores faltas d'um ma-
rido, os mais cruets tratament&, as
mais profundas leridas no cora5.o e
na vaidade, nao autorisar urma esposa
a ser adultera ?
Nio, corn certeza. Era outra a ra-
zio. D. Elvira era mulher, e como
.- .* propensa a amar. 0 gelo que lhe
iia o coragao dissolvera-se no elten-
so fogo do seu amor por uam certo ho-
MGM.
S. D. Elvira amava corn today a violen-
, .Sdo seu. character caprichoso..i^
jinda dissimula&ao, on ul ov di-
i .i ypocrie, gauwdm a-.
,. quen.nmge, ntai,* Ws 4
anado4 chegafta a..
0'?g -,a c
BAO 4d


~; ~4


^Ta~rdsdes pubINSt, 4P
v4o mnal entire 6I as anipa|d,
julp aproveitava, a iia %ma re-
cft enltipelaimrenusa, soe admit'
tii na "ftaiiCipalidade o eleminento es-
trangeiro. Em relaao a politica nao
julga do mesmo modo.
Nao sendo brasileiros nao ha motive
para que intervenham na political do
Apaiz. Mas nos mujiicipios podem os
,estrangeiros concorrer corn os elemen-
.)s adquiridos nos seus paizes, ajudan
"o assim a rnelhomar a instituik.o. E
isto n io e grande novidade, porque no
Aio da Prata tem os estrangeiros assen-
to nas municipalidades, podendo votar
Se serem vatados nas eleigaes de verea-
dores.
Quanto d grande naturalisagio, diz
corn toda franqueza que darm. o sou
voto a tudo que facilitar aoBrasil uma
popular a. oriosa e mais numerous.
Nao-pAde comprehender corno urn
paiz que p6de center mais de trezentos
jailhues de habitantes, crie difficuldades
O augmento de populagdo. E' por
iso sectario da grande naturalisagdo.
Em seguida trata da questao religio-
sa, a respeito da qual entende que de-
ve o governor esclarecer o paiz.
0 orador aceita a secularisagAo dos
cemiterios pelo rnenos facultativa, ga-
rantida a plena liberdade ao estrangei-
ro,. qualquer que seja a sua seita reli-
giosa, para poder fundar a familiar.
Entende tambem que se deve deixar
ao Estado realisar a rmissao que lhe
pertence e 'i igreja a que Ihe esta in-
Scumbida, separando-se do Estado.
Depois de desenvolver estes pontos,
sus'enta a conveniencia de que o go-
verno diga ao paiz o que pensa e o que
tern feito a esse respeito. Records
que o Sr. ministry do imperio, quando
oi interpellado sobre o assumpto, de
clarou que estava emr negociacoes; mas
como essa declaragao foi feita ha muit(
tempo, 6 necessario saber se j6. se che
,ou a algum accord. A questio rela
tivad adopcao dos masons nas irman
dades esta de p6, nao foi solvida.
0 governor deu-lhe uma solucao qu
a igreja nao aceitou. Nao aconselha-
ria ao governor que creasse uma ques-
too: mas a questao ahi estik e o factor
e que foi resolvida de urn modo pelI
Estado e de outro pela igreja. Julgan-
do convenient que o governor diga al.
gumna cousa sobre o assumpto, pro-
voca-o a que o faga.
Em relagio ao voto da lei de forqas
(diz que o governor e a maioria teem ma-
nifestado o franco intuito de militarisa-
rem o paiz.
JA teve occasi.o de mostrar que ne-
nhuma guerra nos ameaga, que temos
um exercito proporcionalmente maio
que o dos Estados-Unidos e uma forga
die mrarinha superior as necessidades
do paiz, entendendo assim que urma
outra p6dem serdiminuidas corn gran-
de vantagem para o thesouro, como ja
teve occasiao de prdpor a opposicao li.
beral.
Insistindo ainda na mesma idea, diz
que 6 necessario que os brasileiros de
todos os partidos, para manterem a rea-
lidade dosystema que se diz existir
entre nos, se empenhem na creac0o das
escolas e no desenvolvimento de todos
os ramos de instruccao public.
A convite do Sr. president, sahe do
salvo a deputa(ibo que tern de apresen-
tar a Princeza Imperial Regente a res-
posta A falta da throno no palacio Iza-
bel.

FOLHETIM


qualsoes en a e Sof e ws-fita nam Eumbrop :e rend, modo o arsenal seja mais bern
Sinformacdes sobre se era s ou nqo sto julgando-o por fsso -p.ars 0ncaregado n do-se melhor o sou a
estar rachado am dos canbies do en- -evcomios. Sente, tn oes- R pois exise acgum mait6 apro-
ecduracado Solinda .es- Negaras o Sr. mi- la corveta ni o teha 'eitavem complete abtdtono.
Snistrowo fact, confessando apenas que complete de acionalid d ao Di s que o paiol de polvora, que CUo-
Spor um official de marinha muito com- uma machine a vapor fabr oa- t n*u mai de 14:000E, esta em estado
Spetente soubera que o. canhao havia so arsenal. que-lehove como na rua.I
asoffrido ureapequenadepressa o na boc- Diz que o arsenal etM de Tem-rdesente uma lista de objects v
ca, eahibindo ao mesmo temlo umr fabricar machines parase Falo- imprestaveis, que alias foram aceitos.
mappa dos tiros dados aem uma expe- res navios. Rec orda a Bo f ac- Assim form comprados genaere no
riencia feita na Europa, em virtue da to da compra da mach ua flevado, valor de setenta e tantos coneros query
Squall se reconhecera que o canhao esta- feita naEuropa, e qud n odendo tnham sido rchusados pelo empregado
r va rachado. 0 que pedira p f qra que se servir naquelle vaso'vl;i a. para encarregado do respective exame. s
* mandasse proceder a urema victoria e que um canto, imprtando umn Ide des- Responde depois i censura que oIhe.
reconhecida a avaria, se obriga ,e A perdicio. ec o "o .a foi feita io senado, pela distmcao que
ScommLssao encarregada do trabalho a Observa que o no-e e ti nada estau)elecira eqtre apoio politico e apoio
i torn a responsabilidade dar.ma nova irspondeua rt essobre oadmInistrativo. Eatende quo ds mem-
i experi encia. s a a a q n ad iorias ho esto dprivados
d :arece-Lhiosinqdlarpaci ntftostEi;.poi8, Is, .nkina p adein fAtiu io das va-
I ha tr tir nb i
se algumnaa avarna tivesse de soffrer, ha 16 anonros come0u afse"cito as pasas occupadas por seus amigos.





luga ondedesembrcara. 0 Sr mi- ndvuos com~ urne sympa oths. oIesgurm0ar.9dacstt-
3 seria dente da pesa e ndo na boc- estaleiro de PernambucS n ,t Reconhece, entretanto, que em nosso
Sca ; a depressao na bocca indicate que a Parece-lhe quese devia empregar aq- paiz a intolerancia political se tem, ele-
r offense foi de dentro para fora. Mas gum pessoalenasremoeao daqucle casaco vado de modo que, a nao se Prover de
nao insisted neste ponto desde que o Sr. apodrecido, lancando-se no estaleiro a remedio, chegaremos ai conciusao de
* ministry nega o facto ; o mappa que quilha d'0ou navio. que o systema representative entire n6s
Sapresentou se referee a uma experiencia Nada spoiat igaalmente o'nobre e uma P uara comedia. Acredita que o
feita, noo, come spppunha, na Europa, ministry cerca do encouracado Mariz ral esta principalmente no system de
i mas no porto do Rio de Janeiro. e Barros, que soffre em Moevideo aum eleia o que infelizmente ainda possai-
TPergmuntar. tambem ao Sr. ministry concerto no valor de 120: 0e00. morus.
porque razdo estavam expostos ao terh- Passa a occupar-se das materials do E' fanatic pelo system director e
po varies canhoes Armstrong compra- arsenal, estranhando a resposta que nio admitted os eserupulos dos que en-
dos na Europa em 1872 poer oecasiao derax o Sr. mininstro sobre a ioresidade tender que a idda e inconstitucional.
r do conflict allem ao, dizendo que Ihe do respective inventario aceitando}en- Acredita que inconstitucionaes sao a lei
e eonstava acharem-se sees canhes no tretanto propostas de fornecimeitos de de 1846 e todas as que a precederam e
lugaronde desembarcaram. 0 Sr. mi- individuos cow, quem sympathisa. se Ihe seguiram. 0 art. 94 da constitui-
nistro contentara-se em dizer que f6ra Reclamando o Sr. ministry contra azo protesta energicamente contra a
informado por um- empregado do arse- essa expressaio, assegura o orador que supposta inconstitucionalidade da elei-
-nal que es canhoes estavam coberdos ne o ha offense em suas palavras. Ti- daeio directa.- %
e com umea substancia que evitava o de- rou apenas a conclusao loapica dd seu Nao pelo sutragcio universal nem
a teriorarem-se. Acaba agora de desco- procedimento ; provou quej havia mae acredita que os liberaes o possao crer.
o brirr ser verdadeo que' ento assevera- deiras de sobra no arsenal e tanto que 0 seu fim deve ser a eleicao direct
ra: os canhes esto corn effeito na o Str. ministry confessou que fornecera censitaria, interpondo o censo consti-
os ilha das Cobras semi abrig o algum. d madeiras estragadias Ponta da Aara tucional.
os Tambem o Sr. ministry deixou de para construcao de umea canhoneira Por sua partequer o censo da cons-
responder a outra pergunta que he ja encomenrm ndada titu g igo devidamente interpretado. Se-
t- dirigir sobre compra de canhes en- Foi essa ume a das razoes que o trou- os representantes da nago se julgaram
commendados por S. Exc. ao capital o xe hoje tribune. m autorisados a regular o seu subsidio
d de mar e guerra Silveira da Motta e Entrando n'uma analyse minuciosa por um padro monetario que o elevou
Sque naturalmente j estara realisade na do quese passara corn o pam d pesoe a uma vez e mais metade, por que.ra-
Europa. da resposta que o Sr. ministry dera a zao anplav de tambevataerprnet
Trat ando da corveta Sete de Setembro, esse reseito no senado, sustenta que censo constitucional etbgid-ona ole
o perguntar, se ao fficialidade daquelle a verdade e o que elle orador afifirma- damental do EstAd o d.a. marnh






rmvi. orta a doreeienphenA do oithtempo. doea aale d me ro da maloria
Svio estava preenchendo o tempo de ra, e para o provar faz umr a long re- Faz outras coa sodem'ojesi'a-sk
Snaembarque exigido pela lei de promo- ferencia dos factors e com o elles teve que emnsua opiniao in A m as'. lu'sttt-
o. 0 Sr. ministry responded nega- conhecimento. cional a lei que prr dr. de&pfdteAp I-,
Stivamente. Trata depois do abuso queL tem p a-. aig direcsa, do que ao que tratap.i
Considera-se satisfeito corn a respos- video de enviar individuos a Europas ara tabelecer en nos. paiz. rtado,
ta; deve, porm, accrescentar uma ob- coinprarem p generous para o arsed'o N como eaftende, o artigo consepoial,
Sservaao ao que disse o Sr.. ministry Quando tratara desse assumpto aprea-nao p6de dizer-se que se amprj -t
no senado em resposta ao Sr. senador sentara uma tabella extrahida da r festringem os direitos politicos doS' -,
pep Santa Catherine, e na camera dos zetta, e'que f6ra considered falsa pe'daos. J '.
deput dos ao Sr. deputado ela Bahia, Sr. ministry a marina. Achando-se fatigado, concle par-
a em relapos a promocao do Sp. capitro Terne, agora informal rnes tambem entender, queo nio. al occasiuo
r de fragata Furtado de Mendonca, que Entretanto, observeos mappas entire de dar maior desenvolvimento a urea
a nao tinha os annos de embarque, apresentados pelo Sr. ministro. citan- these taoimportante.
s Nao julga razoavel o mode per que o do algumas verbaso para m~t~r a O Sr. Affonso Gelso. Parece-lhe
e Sr. ministry proc~urouinterpreta'r a lei. ine~xactidao do trabalho, que diz .ter que a palavra rise lhe devea caber nero
O Sr. ministry disse : Graduar nao e side pessimamente organisalo, na.o co- a qualquer, entre membro da opposi-
i promover ; eu graduei o official, na~o o nhecendo quere o fez nenmCtmais sire- o ; mas ao Sr. ministry da marinha
*promovi. ples operacao de anithmeticYa. ou a qual~quer, dos. membros da maiora,
Entende o orador pelo contrario,.que N este ponto fa z largas consideracoes, afi re de justificarem ou "ustificar-segr d a o ra v r a e r r m a r c a d ut s d e er s ef t: S .m n s r e d i si ~ e a e
s cao, embora o official nao peroeba ven- cities por Guimaraies Castro e que fo- aesabou de fazer o r. deputado per Mi-
*cimento. Sustenta essa opinia.o, addu- ram' reconhecidos serem d pessima nasGeraes, no discurso de opposicafo
*zindo factos identicos. ILembra, per qualidade, sendo julgados,'imprestaaeis _qlfe a camera acaba de ouvir.
iexemplo, o que se da corn o encarre-- per" empregados do aloft'xarifad'o e dea^ Na f~rma do |regimento, depois do
*gado de negocios, promovido a minis- pois per um .empregado dla ^alfandega, orador, que combat o project em
tra~residente. qIue os foi expressamente examiner. Nao discussao, dave seguir-se corn a pala-
Analyses depois a promooao pelas cir- obstante, os generous forum aceifos e era ou o ministro ou algum dos que


Para tornar mais claro o seu pensa-
mento passa a ler os artigos do projec-
to, analysando a suas disposigaes e de-
duzindo de sua argumentacao a duvida
que se Ihe offerece.
Podera o Sr. ministry allegar que em
algumas leis anteriores se nota a mesma
deficencia, mas nern por isso convirA
que se n.o corrijamn. Nas leis publica-
das no tempo em que foi ministro, nao
obstante nao governarem o paiz os es-
tadistas que felizmnente hojeo dirigem,
nao se encontra esse inconvenient.
Naio fara observacdo alguma sobre as
6,000 pracas pedidas para circumstan-
cias extraordinarias, mas pelo que toca
As circumstancias, ordinarias, julga ex-
cessivas as.3^,8% pragas. I)iz que nao
Mqe# daO dessa forga que pode
A.''ntra n'am largo desen-
nto pata'o demonstrar, em vista
-o P. h. It do relatorio do Sr. mi-
,mtrioaue apresenta a distribuigdo da
.'or'a hiial e comprehend todo o ma-
terial fluctuante, elevando-se a 56 os
navios de guerrarincluindo os transpor-
tes.
A verdade, pormrn, e que se nao po-
derr. chamar navios de guerra a major
parte dos incluidos naquelle mappa,
harvendo apenas vinte e oito em condi-
gdes de servir, sendo preciso para che-
gar ainda a esse inumero contemplaros
navios jue se acham reconstruindo.
Depois de, analysar minuciosamente
todos os districts e flotilhas, chega A
conclusao de serem apenas necessarias
2,950 pracas em vez das 3,800 pedidas,
e para as quaes o Sr. ministry nao tera
servigo. As 850 pracas que se poupa-
riam, valem iima economiabem avulta-
da, e que nfio faria mal aproveitar, at-
tentas as nossas circuamnstancias.
0 que se dA corn as pragas db pret
observa-se tambem em reragao aos offi-
ciaes do corpo da armada classes an-
nexas.
Passa tambem a demonstrar a asser-
gdo em minuciosa analyse dos quadros
da Nitherohy e Vital de Oliveira para
demonstrar que a distribuicao de offi-
ciaes niao 6e determninada pelas necessi-


va os mezes do inverno triste e retira-
da, e que A volta do verlo, ou para
melhor dizer de Yaye, se fazia mais
communicative e alegre.
Quiz saber se havia amores entire o
estudante D. Joio e sua irma. Nada
conseguio. A dona, ou.por ser capa
de D. Isabel, ou por ign rar de feito
os amores dos jovens, affirmou-lhe
que sua irma a ninguem amava, nem
pensava amar. E quanto ao irmao,
D. Fernando, esse nao vira r6nda na
rua nerm coasa alguma que demons-
trasse hayer galam que namorasse D.
Isabel.
D. Diogo causou-se por ftiun de urnas
pesquizas que nada the tinham revola-
do, e resignou-se a esperar que o emir
dos monfies desse a conhecer o sea
mysterioso fiiho.
Mas por este tempo sobreveio um in-
cidente que transtornou o projectado
enlace, e veio provar que o home
poe e Deus dispoe.
D. Diego vivia em relates corn
Yuzuf, d continue e surda conspiragdo
que os mouricobs formavam contra os
christaios, como todo o povo vencido
contra o seu vencedor.
0 home que mais confianga inspi-
rava a D. Dioge. 'para4evarm as cartas e
mensagens a Yuzuf, era um mourlsco
chamado Miguel Lopez entire os.chris-
taos, e entire os seus Xerif-aben-AbW.
Era um mourisco de Doa linhagem,
mas pouco considerado em razio dos
seus costumes licenciesos. Estidma-
vam-n'o s6 pelo sea valo: e pelo cern
odioque votava ao50 ch tiia. Al
'esths tinha me duas q-teUdaded re-
lomuladivei : #mr ta smodi-
mites, a-WkdO para todoe
H6 ZA01 01" 55fl t k o 6 0


Fer -enceppy '
ie propstoP .w~ ifia .
em sual- "quo e^
10i hoje. ALtc i to c~ua-
ra: refere-se i naiva qu e tlsndea
epp6r a maiii" ,ptausad psdo go-
Werno, ao nree no qu fibtera .para
que foss nominal a votaoo do project
que mad ava continuar por mais dez
annos um projecto feito pelo Estado a
uma companhia que delle .' nla ca-
rece. -
Diz que nenia governor nem a maio-
ria estavio no seu direito procedendo
assim f porque, representantes do povo
tern todos o indeclinavel dever de as-
sumir a responsabilidade de seus actos
perante o paiz. Era, pois, natural, que
cada urn tivesse a coragem de apresen-
tar-se corn a responsabilidade do voto
que deu na question.
Consddera o facto lamentavel, accres-
centando o Sr. Dantas, em aparte, qae
foi a r6lha- mais formidavel que tern
visto.
Passa depois a chamar a attencao do
Sr. ministro e da commission para tima
lacuna do project que parece impor-
tante. ilefere-se ao numero de pracas
que o governor O~de rmanter durante o
anno financeiro de 1878 a 4879, pare-
cendo pelas razoes que expoe acharern-
se excluidas do project de foroa naval
active do corpo da armada e dos corpos
de saude e de fazenda que naIo fizeremn
part ou da guarnicao dos navios ou do
estado-maior .. das esquadras e divi-
soes. 4


mada: o .
S6o vinte e s6 dous es' o embarca-
dos. Aprecia algumas das commi~sos
em que os outros se acham, e contes-
tando o Sr. ministry em aparte algumas
de suas observagaes, appella para os
mappas publicados, e pergunta ao Sr.
ministry se as peas officiaes nao podem
merecer credit.
Dizendo ainda o Sr. ministry que os
mappas nao. estao por elle aesignados,
replica o orador que ve.om surpreza a
pratica ultimamente adoptada pela ad-
ministrago public, desculpando-se os
funccionarios corn os seus subordina-
dos. Julga o meio improprio de um -
hornern na posigdo do Sr. ministry.
Desde que S. Exc. aceita a informagao
de seus suhordinados, faz seu o acto
delles, e tornando-se o unico resporis-
vel, 6 s6 corn elle que tern de entender-
se o parlamento.
Occupa-se depois da cunsura que ja
f6ra feita pelo Sr. deputado por Santa
Cathar.iuna, quando se referira a navios
que se acham armados, quando deviam
achar-se desaimados. Le o regula-
mento na parte que diz respeito ao as-
sumpto, citi o que se tern paado em
relagso a various navio, e conclue que
foi just o reparo do Sr. deputado por
Santa Catharina, quando disse que con-
vinha que o Sr. ministro ddsse as pro-
videncias necessarias para que se cum-
prisse o decreto de 9 de dezembro de
1867.
Trata depois dos alumrios e aspiran-
tes da escola de. marinha.
Diz que naio sbo .em numero tal que
possam de future preencher os quadros
do corpo da armada, a menos que se
nao queira continuar a recorder ao en-
gajamento de officials decommissAio.
0 pequeno numero de alumnos pre-
parados annualgiente pela escola de ma-
rinha nem sequer estA em proporgao
corn a despeza ue faz corn ella o es-
tado.
Despende-se corn ella cerca de .
380:000$ por anno, entretanto s6 deu
em 1867 vinte e quatro aspirantes, vin-
do cada aspirante a custar urn dinheiro
immenso, muito superior ao que se
despende corrr os que frequentam os
outros cursos superiores do paiz. Ob-
serva ainda que a despeza que se faz
corn a escola de marinha 6 ainda muito
superior ao que se gasta corn a do exer-
cito.
Aprecia depois o internato naval, en-
tendendo que nao sera complete a van-
tagern que delle se espera, sobretudo
pera mA distribuigao do ensino. Ha.
vera melhor resultado se o estudo se
distribuir por quatro. annos em vez de
tres. _Continuam.


grosseiro, e aldm d'isso, que o orgu-
Ihoso D. Diogo de Valor, jamais con-
senfiria em dar-lhe uma irma sub,
principalmente achando-se na condi-
gao-obscura e humilhante de urm bo-
mem que serve mediante iin salarib.
Miguel Lopez procurou dominaro
sea amor, mas o amor p6de mais que
elle e.- venceu-o.
Considerou entdo que um pobre e
um criado quando serve'em certos ne-
gocios, 6 um cumplice de seu amo, e--
que um cumplice p6de As vezes tor-
nar-se Lao temivel, que nao seja per-
mittido negar-se-lhe cousa alguma. -
Meditou e tramou um piano- diabo-
lico, e quando lhe pareceu qo o exito
era seguro, apresentou-se uma manha
muito cedo em casa de D. D'Mgo.
Tenho alguma cousa a izer-vos
era particular, disse ao amo.
Julgou D. Diogo que se tratava d'al-
gumn assumpto em que ordinariaamente
costumava occupar Lopez, e fechou-so
corn este.
'"De que se trata? perguntou D. Diogo.
Trata-se, responded Miguel Lo-
pez, entrando inopinamente e de vez ao
assumpto, de que 6 precise dardes-me
por mulher v issa irma D. Isabel. -
Offendido gravemente corn a sing,,
lar e insolente proposta de Miguel Lo-
pez, D. Diogo mnstrou-se surprendido
e adoptou para corn aquelle o..qe
alli f6ra seu confidence, uma aq-
altiva .e desprezadora que nunca l '
0 nobre'senhor revoltava-se co- N
insolente exigenmia do servo, e aNiA
altivez havia muita ameaca.
Miguel Lopez nao se perturbon, a
Sabia, rdarguio, de q
havieis de acelher o meu
St. quoe peano 'ist1 il B
aOM e yuai
^^:certAemin^


oo~ir aproeatfinta so)*i'al~aa .
dog roas u Qirmada. A -k
de dessa reform esta reconl
proprio governo, pois em si p a,
governor e o Sr. BrMS de ej
em 1870 S. Exc:. apresenton uo.a
um project reduzindo o nunmero de
offoiapes da armada.
0 project apresentado pelo orador
foi submettid6a commisso de marina
e guerraplra elaberar o sew- pare.e.
.Pygunta P que e feito desse parcer? .
Porque niqffoi ainda present A camn.i
ra? Foi ertamente porque o Sr. .
nistro nMo quiz. "Mas porque 9 u Q "
quereria S. Exc. reconhecendo a coW.-
veniencia da media ? Ate quando qul
S. Exc.estudo?
Dirigindo a pasta da marina ha
dous annos ainda nMo reconbece as ne-
cessidades da sua repartigao? Real-
mente sdo estudos de mais.
Passa a tratar dos capellaes da ar-


N









I



'"

















I .


-''V.'


- cumstancias em que se achava esse of- pages. votio corn elle. -
ficial, mostrando que o Sr. ministry nao Adduz varias razoes para provar a 0 discurso que se pronunciou foi
satisfez as perguntas formuladas por desvantagem de se fazer takes fprneci- perfeitamente de opposigdo, vehemente,
aquelle senador e que envolvem uma mentos na Europa, mostrando que, no energico, precisando factos a respeito

Vio-o um dia A missa na collegiada deixar de o saber, pois pelo' ma~to- rem a perdida liberdade, dos seus pro-
de S. Salvador. Era um mancebo nio de sua tia D. Anna cornmYuzuf este jectos domesticos e entree esteo do ma-
d'uns dezenove para vinte annos, mas se apresentara corn elte,-sabia D. Dio trimonio combinado entire Yaye e sua
qje jA'attingira o complete desenvol- go, repetimos, que Yuzuf, emir dos irmi D. Isabel.
vnento, paliido e claro, front nobre monfies, embrenhado nas Alpujarras e D. Diogo nao conhecia seu primo.
e pensadora, e olhos negros e de pro- dispondo da forqa, tinha direri ad- De todas as vezes que manifestava a
funda expressAo melancolica. quiridos a corda de Granada. Yuzuf desejos de o conhecer,. Yuzuf
Tinham-se encontrado na piadaagua Sabia aldm d'isso, o que Yuzuf nMo respondia-lhe :-
benta. A casualidade permittio, ella tivera occasi.o de dizer a Yay'e, isto 6, Depois de por a corda na front
que permitted tanta desditte, que ficas- que o casamento de Yuzuf corn D. An- d rneu filh0o, e de tu irma ser sua
serm em frente um do oktro, nos ban- na de Cordova e deValor f6ra uama -r esposa, o conheceras.
cos da igreja. dadeira allianD uma fuso de direi. D Diogo via-se obrigado a satisfazer
Pole-se dizer que n'aquelle dia D. Seu pai D. Joab- de Valor estiPniUra corn m9stas palavras brevissimas do me-
Elvira nMo ouvio missa ; da sua part, solemnemente de ac~ordo cqm Y moravel anciap a sua curiosidade de
o mancebo tambem nao mostrou mui- que se do seu casamento cowD. onhecer o primo.
ta devogao, mas nao foi D. Elvlra a tivesse um filho, esse filho csana dom Succedeu um dia que Ydzuf com-
causa d'isso. Nem uma s5 vez olhou uma filha dos Valor, ou vi e-versa que prou no bairro doZenete de Granada
para ella, apezar de D.'Elvira sec uma se quando o filho ou a filift de Yuzuf ama formosa casa juntb d'aquella onde
mulher demasiadamente notavel pela de Anna chegassem idade de con- vivia D. Isabel. Mobiliou-a sumptuosa-
sda formosura, para aio se reparar trahir matrimonio, nao podesse este mente, e umn mez dep.ais foram para
n'ella. effctuar-se pbr falta na faniliade filho alli viver um agpb -ae m mancebo.
Para certas'mulheres a indifferenga 6 ou de filha ou neta de D.Joi, ficaria Zram Abd-el-Gewar o anciAo e D.
um dos melhores meios de. conquista. roto %,pacto, e cada familiar de per si, Diogo cooahecia-. como um dos servi-,
Quando a indifferenca A verdadeira, a &dos AI-Hhamar e as do Bi-Omeyas dores mais chegkados ao emir ; o man-
mulher que de tat modo W impo- podessem quwsttenar o rteio. cebo eraYaye1 ula D. Dipgo no o co-
*nte, acaba por contrahir la'-paixo Tra, .D. Joao de Valor, mir o dD. nhecia.."
.incalculavel pelo homerm d quer in9 "n. il,.Uiyera dous filhs- e unma fiha: A circus de sear Abd-el- Ge-
differente. Uma feia costuma resig- ). Diego, D. yFemrand ee D. Isabel. war ayo 4e e, a. freqaencia corn
nar-se, porque comnprehende a caust Yuzul al-Hhatnar-tiveram flho: Yye quo eatrava em casa de Yuzuf e o ex-
d'aqueHa indifferenca ; uma formosa D. Jolo de Valor e Yuzuf haviam sO-. tremo amor corn que tratava o mance-
infatuada corn a aua formosura, como lemnemente contratado o matrima0 bo, fizeram i-ipeitar a D. Diogo que
D. Elvira, costumada a ser adorada por de D. Isabel e Yaye, e D. Jooo r Yaye fosse filho do emir.
toda a gente, a indifferenca do home sua morte, deixara encarregado ex91-. Mas prudelite como -ih'o aconselhava
a quem ama torna-a louca. samente no sea testamrnehto a seu lUBa a reserva do anciio, calou as saspeitas
D. Elvira, io durante trees annos, prijnogemito b. Diogo que frocurasse a limiuu-se a observer se aquella mu-
mas sempre na estacio do verao, o in- por todos os meios que estivessem ao0'a para tAo perto de sua casa seria
ias seapre nanee aaopdorvet o, oei1-
differente mancebo A niissa do meie se alcance cumprir aquelle contram o tim de se. coahecerem- os dons
dia da igreja do Salvador. Sompre no- latrimonial, -. l ve.n e de se amarem i- pontanea-
tara n'elle.a mesma impassibilidade, e D. Diogo ficara A fret a casa 4 0. Antes de saberem que estavamn
ectava resolvida a esquoer. todas as mo tutor de se. W.-V Qw aO 0am para oroutro primneiro
consideraoes, qundo.asAbnir sea ma- casou Aom D. li' q iu ao. do,
ido a porta dq casa paa ir aistir Isobel, pq'r or tiha ruDDiog a :ue Abd-el-Ge-g
vwas ealo.-de a irrintD. 1des "U e-l -=, 4anada
p-oeoo ell". "
Poqw i 4*m V M E 5. E V W j pvin
-Pime F




Full Text
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