Diario de Pernambuco

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Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:14134


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Full Text






















































0 principe de Bismarck, chancellor
-4do imperio allemao, entretem de pre-
-sente negoclaCes corn o Vaticano,
e com o lim de obter o apolo dos cleri-
caes que tern assento no Reichstag.
Agencia de Pernambuco, 7 de agosto.
0 director,
J. BREZET.


STRUcOAO POPULAR

Braves nogOes de hygiene
/ alimentar
CAPITULO II
Regimen laeteo
ARTIGO 1.o
SDO LEITE
Ao incetar o estudo do regimen lacteo de-
vemos avisar o leitor de que a divisAo analy-
tica em quatro regimens 6 feita somente por
amor ao method, visto que a alimentac&o
deve ser mixta, isto 6 uma combinagAo das
substancias fornecidas pelos ties reinoms,
por set o home urn animal omuivoro ; rele-
vando notar que o regimen exclusive, ou o de
u substaucia,'d nto ser o lacteo'nos tres
u neprimneiros mezes da existencia, 4
pela Physiologia, por ser incompa-
., Ja continuagAo da vida, como pro-
periencias, in-animna vili,-de Ma-
Frith, ate.
... ipwrca do qual, Ovidio, referindo-
",I ::ouro. diz Lqcte mero veteawes
aet he.'is,bw to do Atodoi
Igo jI ust],o melor .
nm v rn ajs recoi-c[0o-
..4hsjet. de todos os liqfdos da eonoMa o que
0 $ 6se approxiia do sangue [Caseaux]. unico
S alimeto que satisfaz a todas as necessidades
orgaiicas, especie de oemuiso de materials
gordurosas-6e urn liquid branco amarellado,
Iopaco ou ligeiramente translucido e azulado,
visto sob pouca espessura, opalescent, de
cheiro sui-generis e sabor agravavel, adoci-
cado, urn pouco salgado, variando em cads es-
pecie e individualidade animal, ou mesmo
( corn a substancia ingerida, de consistencia um
pouco xaroposa, portanto mais denso que a
agoa, e de reaccgo alcalina.
Fervido, o leite deixa dep6r sobre bs paredes e
rno fundo do vaso, que o encerra, albumina e ou-
tras parties sol't ando-se sua superficie
l de modo fo o|llipecicula insoluvel. que
preapparece apenas da, constituida pela
oxydagao do caseo qae sobrenada, petlicula a
que se chanma frangspana.
0 resfriamento e a quietagko, pur algum
uvipbs decompbem o leile em duas parties :
umrachamada creme ou nata, solid, em sus-
pens&o, amarella, unctuosa, constituida prinu-
cipalmente por globules gordurosos ou buty-
rosos, que daoo a leite sen aspect particu-
\tlar, servindo de capa A segunda.cognominada
bleite desnatado, liquid, tend em dissolu-
,, c,4. urma mnateria animal, especial, azotada,
ocoagulavel denuominada-caseo-, e assucar de
leiLe ou lactose, albumina, saes, e um pouco
S de malaria amarella. [1]
0 repouso por algum tempo desta segunda
part, ainda dA lugar, em Virtude da alteragbo
rda lactose, a formnaegAo do acido lactico [fermen-
S taglo acida] que, deJerminando a precipitacbo
em coagulo, mais 6u menos consistent, bran-
co e opaco, do case, o separa do restante, a
quo se chanma soro de lite.
f 0 s4ro,-que se pode'obter rapidamente ad-
Sdicionpndo-se ao leite um pouco de coalh/, [2]
alcohol, certas plantas acidas ou adstringeontes,
a maior parole dos sales metailicos, os de cal
ou de baryta,.o todos os acidos except o
phosphorico, umn liquido amarelleo esver-
deado, opalino, limpido, composto d'agoa,
I lactose, vestigios d'alburnina e materias sa-
ranas.
Segundo Cl. Bernard [liquid, do organ.], a at-
bumina [substancia identica & da clam .tovos]
soese encontra no leite, 6 .u pequeos pro.
di~to tanto mais dimrinla quante ufzis an-
.' 6 se.reg'o; iqEs .i depos deoparto,
..:, ?'.,iQ colostro, que 6 o p Mite. encetra
-;ifma quantidade excassivfh Ui maua..



ra&;a ^"piEammi.


jaupmd94874; 6, B aOdm uipiqo
das lets vigenjgo $oa m&*r
voluntariamente romvidU r o
sem effeito a refers' iitta de 5 A
vembro de 1874, aLtenta at illegalldadft d@ .tI
resolugao, e reintegral-o o exerolciO do Wal
fmnccoes, designando-lhe a 1.* cadeira da fre-
guezia acima, alludida, em quo devertt leoe-
nar.-Remetteu-se 'c6pia ao inspector de ins-
trucQlo public e ao thesouro provincial.
0 president da provincial resolve nqmear
umrnq commission, compost dos engenheiros
Gervasio Rodrigues Campello e Manoel do Bar-
ros Barmto, e major Laurentido Jose de Mi-
ra4oa, pata exaaainar a tabelli dprqdos dto
rean da eedo e fr tie
BED viSta tdas V; p*Or&
va seccgo.-Commumncou-se aos nomeados.
Officios: ...
Ao presented de Goyaz.-AccusoO race-
bimento do officio em que V. Exc. envia-ne
dons exemplares do relatorio apresentado A
assembled legislative dessa provincial, no actor
de sua instellaceo, em o I.o dde jnho de 1877.
Ao prpsidente da relacgo do Recife,-Sir-
va-se V. Fxc. de informar-me, ouvindo ai quern
de direito, se Josz6 Rufino de Miranda, verea-
dot da camara municipal do Limoeiro, acha-'se
cqndemnado per algum dos juizes do Recite,
a 4 mezes de prisbo, per crime de injuries im-
pressas.
Ao commandant das armas.-Da infor-
maqbo inclusa per cdpia. do engenheiro das
obras militares, de 12 do corrente, sob n. 29,
verA V. S. us motives pelos quaes nato foram
ainda reparadas as goteiras existentes na co-
bet ta da enfermaria military, a que illude o
seun officio i. 512, de 1i deste mez.-Respon-
deu-se ao engenheiro das obras militares.
Ao inspector da thesouraria de fazenda.
-Para os fins convenientes, communico a V.
S. quoe o bacharel Antonio de Souza Gouvfa
renunciou, em 8 deste mez, o rest da licen-
ca corn que se achava na qualidade de juiz'
municipal de Cabrob6 e Salgueiro, pur ter side
nomeado paras igual cargo no term de Divina
Pastors, em Sergipe.
Ao mesmo. -, Sirva-se V. S. de mandar
ajustar contas e passar guia de soccorimento
ao alferes pharmaceutico do cerpo de sadde
do exercito, Norberto da Silva Ferraz Junior,
qne segue pars a corte corn destine oA Santa
dCtharina, onde vai servir. Communicou-se
ao commandant das armas e mandeu-sn dar
passage ao mesmo pharmaceutico atW A Ba-
hia.
Ao mesmo.-Estando regular a inclusa
conts, made V. S. pagar a Fielden Brothers.
$985 relatives ao gaz consumido na companhia
dos aprendizes artifices do arsenal de guerra,
nos mezes de abrilajunho.
Ao mesmo.-Ponderando o commandante
das amans, erWofflcio n. 514, de 12 do corren-
te, que, corn a apresentacbo dos phb aceuti-
cos militaries, tenente Theodoro Vieit*a0o ou-
to, nomeado para servir nesta guarlt o, e
alferes Norberto da Silva Ferraz Juni'que
se achav. corn licenca par a tratar da sao 6
nao A necessario oontrato pare aviamin ,
receituario da enfermaria military e da
renal de guerra, visto come deve tal avia.s
to Bmr-ISt a ptet naasia a -ilifti &In
V. S. de considerar rescindido o contrato
brado ultimamente para aquelle flm, co C
pharmacia civil de Joaquim Ignocio Ribeif'l
C., estabelecida na Praga do Conde d'E C
Ao rnmesmo.-Declaro a V. S.. em r
a seu officio sob n. 536, qua approve a
nmatacgo do cavallo pertencente ao 9. b3W
de infantaria, eflectuada no dia 13 do corrente,
por 17M500.
-- A' commiss.o central de soccoros.-Em
vista do que representou-me o commandant
do presidio de. Fernando, em officio n. 506, de
10 do oorrente, recommend a Vv. Ss. que
contratem um medics para encarregar-se do
tratamento dos retirantes beribericos e fami-
lias des memos que par alIi torem tranns-
portados.-Communicou-se ao commandant
do presidio.
A' mesma.-EEm additamento ao men of-
ficio de 5 do corrente, communico a Vv. Sse
queo provedor da Santa Casa de Misericordia
participou-me que a respective junta adminis-
trativi rosolveu ceder A essa commisabo um
dos compartimentos do asylo de mendicidade,
que actualmente serve de arrecadagbo, afirn
'Je ser uccupado corn o deposito de generous
alimenticios do alojamento de Santo Amaro
das Salinas.
Ao provedor di Santa Casa de Misericor-
dia.-Aocuso recobido o otflcio n. 23, que V.
S. dirigio-me em 19 do corrente, communican-
do que o Dr. Francisco de Paula Penna decad-
rou nbo poder aceiCar, per sous afazeros e in-
commodes de saeude, a nomeagbo de mordomo
dessa Santa Casa, para o biennio de $878 a
1880, entrando em o exeelcio daquelle cargo


o respective supplente
Ao Dr. inspector da saude publica.-De-
clare a V. S. em resposta ao sen officio de 9 do
corrente, que, na mesma data, dirigi-me A ca-
mara municipal do Recife, chamando a atten-
CAg da mesmna para o disposto no art. 63 da lei
a. 1,129 de 26 de junho de 1873.
As dommandante do presidio de Fernan-
do.-Transmitto a V. S. as incdusas peas do
process inustaurado contra o sentenciado civil
Manoel da Silva Guarabira, existence nesse
presidio, conforms solicitou elle, afim de ins-
truir a peticgbo de graga que a S. M o Impera-
dorjpretende dirigir.
Ao memo Gumpre quo V. S. lac a reo-
grassar o sentancit. civil Gytino lJo do Sou-
za, safim de ser-poslo em libilrdade, conforsm
solicit o juiz substitute doer district crimi-
nal, ou declare o motive Iorque deve ser'oon-
servado nesse presidio.- Cammunicou-se ao
juiz substitute do 2t district Criminal.
Ao mesmo.-Cumpre queV. S. faga re-
gressar o snenesiado civil Manoel Ignacio de
14a. aim de ser post tem.liberdade. copefor-
.masoioita o juiz subsdbuto do 1 di2,ictP cri-
minals- detoe sdeo ser aco a loado de uats de-
claralo ada ta em quq.rfe rmivldo para Oe
presidio.--Cmwmut lcou-ne j"zA.. '
Ao t=e 0-o 1"piasl. t Tg" aiUtindo
Lbp central d---
teer 134.lefrbnt< pho
oorfii ~c~ultohiabepftal*& daee~


comprar-se O oahpgerae ufinacasa adeltA4
so servigo do correloa em local convenient. ..
A' cemara mtnunicipal do Recife.-A' "-ias-
ta do qua inlorma a oamara municipal do-oe-
cite, ta officio n. 56, de 4 do corrente, decla-
ro que a autoriso a contratar, corn Dionisio de
Soizi Bandeira, a factura dos reparos de que
precisa o cemiterio do Arraial, orgados em
396000, o qual-em 'hesta propoz-se a realisar
aquella Obra orno o abate de 3 o/0 sobre a 're-
ferida quantid.,
A'doLimnoeiro.-Cumpre que.a camara
municipal de Li'noeiro, para complemento da
informacqo prestada, em officio de 2 do cor-
rente, A respeito da representaco de Francis-
co Augusto de Miranda, contra a mesma ca-
mara, informed tambem sobre os factos allu-
didos na mencionada representagco e capitLu-
lados n s arts. eam, seguida transcriptos :
1.0 Extravio de moves da municipalidade
que slo vistos em casas particulares e desap-
parecimento do li iro em que se escripturara a
arrecadagRo dos f6ros do patrimonio para o
firn dejimpossibilitar oexame do nuinero de
conhecimentos de quitago, muitos dos quaes
passados pelo president da camera n)f to-
ram escrioturados.
2.0 0 fiscal da municipalidade no, p6de
desempenhar suas funcgoes poeque 6 agent
do correio.
3. 0 archive da camera 4 um montbo de
ruinas e o padrho de pesos que custou mats'
de urn conto de reis, acha-se lanCado. to cbbo
e entregue 6 ferrugem, send que at faltam-
lhe algumas peas.
Portarias :
0 Sr. gorente da companhia pernambu-
cana manide dar passage A r6, at IPenedo,
das gratuitas a que o governor tern direto.4Wo
1o vapor que seguir para osul, a Ignacio Re-
mero Cavalconte e a u.m criado, sendo a deste
A prO6a.
0 Sr. superintendent da esLtrada de ter-
ro do Recite a S. Francisco moin e dar passa-
gem, em carro do 3' classes, atA Agua Preta,
por conta da commissae central de soccorros,
a Joe Francisco de Paula Lima.-CGommunl-
cou-se d commissao central.
EXPEDIENTE DO SECRETARIO
Officios:
*- Ao juiz de direitoe de Flores.-O Exm. Sr.
pWslndente da prowincia manda aecesat o re-
flh &oA1 0 e1 'do V. 8.; do i d9 or-
y|^l~lp *WO bo hver, Da BMjra
{ miatan fs-ao losuppf tldo'"ifti BINz T
de Filres por hayer no jo do corrente. a 9t-
mido o exercicio piano do cargo de juiz muni-
sc'pal.-Communicou-se A thesouraria.
- 4e enconheiro director interino das obras
de conservag.o dos portos.-De ordem de S.
Exc. o Sr. president da provincial, commnuni-
-c a V. S. que, nesta data, se submette A con-
sideraCgo do ministevio da agricultural, a ma-
teria de seu officio de 2 do corrente, sob n.
Ili195.
t gigs.
Ao subdelegado do district dePonta de
Pedras.-O Exm. Sr. president da provincia
manda commaunicar a V. S. qua profoerlo hpje,
em seau officio dQ 8 do current, 0 seguintA
despacho :-a ,Remettido A commission cen-
tral de soccorros. para satisfazer a requisicAo
naquillo que entender convenience. a
Exm. Sr. president d provincia.-Ema sa-
tisfaCAo ao prezado officio de V. Exc., datado
em 6 do expirante mez e que s6 chegnu As
minhas mios a 15 do mesmo, cornum o qual V.
Exc. ordena-me que o informed acorca de uma
publicaelo insert no Jornal do IRecife, do dia
5, n. t51, queo relata, ou entende relatar o es-
Lado da colonial Soccorro, e fere em particular
um dos soeus empregados, cumpre-me respon-
der que corn quanto o estado da colonial na-
que~es dias nao fosse lisongeiro por causa, do
inverno que apertava rigoreso, e das chuvas
continuadas que arruinando as estradas, diffi-
cultavam extremamente a cbhegala na colonial
das remessaa de generous alimenticios. todavia
nobo era Lto pessamo assim, como o pinta o re-
lator do Jornat, nem nmca houve queue sof-
fresse a fome ao ponto de sentir alteragbo em
sue saude. muito menos pois houve quem es-
flvesse por morrer a tome, conforme tie afou-
tamente affirms o mencionado correspondent,
que estivessem diariamerate aentonares de pes-
soas. E' solflciente, ao meo ver, aemefhanta
exagerada asoergbe para qualificar a impu-
dencia affrontosa do a rvorado infornante do
Jornal do Recife.
Das razbes sobre indicadas 'evidencia-se
tambem que se naquelles eile ou 'dez dias do-
crise suprema que atravessamos nalo s. dis:
tribujo complete ragbo, sim mela, tot nr..iqeu
reauaonte do- hava, mautimeato utcentp
para bfecr aut. ~ltlqdi do 7 a 8 nab po.sons
quo ebid etistiau,nwem podia so nutrff a es-
peranga de que chegasse, de um die para ou-
trb; vista o transito tot-sr interroeiipdo, pot


causa do mao tempo, rios chelos, etc. Nto
sei pois, 9xm. senior, sobre que razo .basea-
-se o zeloso:e vigilante accusador datdesgrtgas e
chforo da coonia, emassevera r qua ulantimen-
to. havia muito (oh! prouvera Des) eatatto quo
at6 Ja se tern deitado algum forq em viltud.
detr apodnecido. Repirto tom tuda s s o fw9
seteeibante oa nuia, e convTid o Sr. d ti.-
doi do Jornjso' a apontar asut oBMoWa %wiw
,aa das centenaros q aeUv
Waioreadb a.0 r qv "~d


gar. ,
SMiguel Francisco das Ghagas. Informe o
Sr. inspector da thesouraria de fazenda.
, Martins & Cuaha.--Informe o Sr. inspector
do Lbeso08o provincial.
PednsLeite dos SaatMos.-Indeferldo.
Sedretaria da presidencia de Pernambuco,
7 de agosto de 1878.
.*.0 porteiro, I
Jodo Gonpalhes dos Santos Junior.-

RepartiqUo da policia
N. 1395-2.- secgao.-Secretaria da policia de
Pernaiauco, 7 de agosto de 1878. film. e
Rxm. Rr.-Participo a V. Exc.,que foramn hen-
teow rn!tidos & casa de deteneAo os seguintes
individuos-
A' nmnba ordem, Salustiano Jos6 Ribeirb.
oomo olienado, at6 qae possa ter eo conve-
niente ,bstino.
A' ordem do subdelegado de Santo Antonio,
Paulo, Jiberto por crime de ferimfentos.
No dia 22 de julho ultimo, foram capturados
n. segando district do termo de Aguas-Bel-
las, Jos& Joaquim de Sant'Anna, conhecido
por Cotlnguiba., e JAo Correia Lima, este.co-
mo crtiaioso de forto deo cavalUos no termo de

oc c iminosu de morte no mesmo term.
FufigualmenoW capturados naquelle dis-
trict oel Doeigues d, Silva Menezes,
Lau .Jos6 dos Santos e Ignacio Damas-
cmeiro como deserter do corpo do
oli AlagOs, e os doqs fitianos, do da
uar da rMesmprovincia...
No I.o d corrante, fqi eudontrado no rio
Ca baribe. junto ao porto 4a Graga, no dis-
tricto donesmo nomoe, o cadaver de uma mu-
lher de eo6r pretax, verificando-se da vistoria,
a quo a procedeu, ter sido a more o resulta-
'do do aaphyxj casual per submerlo, s 9 se
.po <. .conhecer a identida" doe

po 4 Amelda Raoiio6, es0doea
*iverra no pateo'do Parsizo. daquila fregue-
,tia,.le oado ploie zelos de urma meretlyi Mora-
dora na referida rua. espancou gravihbnte a
Carlota de tal. ama de outra menret'iz sua yi-
zinha. 0 delinqueite foi preso em flagrtnoe,
nao obstante us esforQos quo empregou pars
evadir-se, e o subdelegado respeotivo fez a
yistoia e prosegue nos ulteriores terms do
mnquerito policial.
Deus guarded a V. Exc. -IInm. e Exm. Sr.
Dr. Adolpho de Barros Cavalcante de Lacer-
da, muito digno president da provincia.-
0 chpfe de policia Sefisnmundo Antonio Gon-
paloes.


INTERIOR

RIO DE-JANEIRO
Novas estradas do norte
1i
0 3e do art. 2 da lei n. 1,953 de 47 de ju-
hoe do1871, manda. varificare completar--os
estadosfeitospalavras textuaes. de uma li-
oha ferrea que ligue os pontos navegaveis do
alto ao baixo de S. Francisci.
Essa resolugio do poder executive ind.ica,
evidenteovente, que pouca ou nenhuma con-
Ransa Inspiravain os meihoramentos projecta-
aos en lM868.
A manifests divergencia dos pianos apre-
sent.ados A apreciaglo do governor, impunha,
pbr ai s6, n'uma questAo capital come a de que
tratamos; o rigor6so dever de aprofundar-se
a exsquibiliddae e a conveniencia de um e ou-
4t'o pleocto.
Goeampenetrado dessa verdade. e receioso de
emprehaoder um grande melhoramento que
podeia set deo faturo ruinost, so concebido e
exeetlm :O reflecUdo etAde, o powder le-
giaiaUyoinsedio na citada iei de 17 de julho de
18714 paragApho que refere-se A veritlcagbo
e coqaptemento dos estudos.
8euelhaote deli.beraego, cumpre dizel-o, gbo
totjosta etpratica.
..luatava-se, edtretanto, de qflstbo de
Si 1O S .mportfncia; era precise attender
atf:zfzfamde$.iBtressde ts provincias quo
yiAII o oe faulamdepen-
a entire o literal e o alto S. Fran-
'&"goas, iMf fesdistisatas ; dentre todas, porem avan-
fag soda pievincia. 0 prolonga-
kto da i de firna reolvia a questloe
mpoo fdo-faetL .pido e onohrico. .
flo oisatvltsaihMoMnuto, como
^i h14 eatA iSaa eq^bloia o oran-
dlKiicw**a or pjm a t.eauu a


k. d" Pn '. ha. a o "vet-
.%PO ;af~ il0 i^, ioftir^l as



I ua~ inns -do 18786.eAto Mva-sea


to tal e immediate daqudollas
vias-ferreas.
Estas consMderacOes, por6m, nao pesaram
no animo do governor; e, dentro de pouaos me-
zes serai eneetada ,qcobtrucgo da estmda de
ferro de Paulo AtMsot.o 6, o pbiz onerado
corn urn deficit% enorme tLivarmA a conitracgio
de tres melboramnetos dispendiosissimos e de
future inteiramente duvidoso.
In
0 actual Sr. ministry da agricultural funda-
mentou no senado, emwsessbo de 11 de agosto
de 1874, o seguinte project de lei:
Estrada de ferro de Piranhas a Jatobd
Art. 1.o Fica o governo autorisado para Ia-
zer as despezas qua- forem necessarias corn a
construcCgo de uma via ferrea, para effeito de
ligar os pontos navegaveis do baixo e alto S.
Francisco, a comegar do port de Piranhas e
terminar no de JatobA. segundo os estudos fel-
Los pelo engenheiro Carlbs Krauss.
e Art. 2.o Igual autorisaCao the '6 concedida
para fazer as obras precisas no leito do rio.
desde o ponto terminal dessa via ferrea at a
parte superior da cachoeita do Sobradinho, de
modo que fique franca e naoeinterrompida
nesses pontos a navegacio do mesmo rio.
c I.o As obras de que tratam os arts. 10 e
20 poderbo ser executadas directaniente pelo
governor ou per companhias organisddas, den-
tro ou fora do imperio, urma vez que o custom
dellas ou capital garantido nao exceda de....
6,500:000000.
c 2.0 Se ambas ou qualquer dellas fdr em-
prehendida per meio de companhia, a esta se
farho applicaveis, naquillo em que o possanM
ser, as concessOes e clausulas que se cont6m
nas leis n. 641 de 26 de junho de 1852, e n.
1,450 ded 24 de setembro de 1873. o
Esse project, aceit cao manifesta dos pla-
nos onganisados pelo engenbheiro Kradss, irnm-
portava a condemnaCo do 3o do art. 20 da
lei n. 1,953 de 17 de julho de 1871, .sto 6 : da
emenda apresentada pelo senador, hoje presi-
dente do'conaelho, que reconhecija iucompletos
os referidos pianos e propunha revisbo do tra-
blhbo. A :.
0 project deo lei foi vivamente combatido
nO senado; depos ,de discutido em quatre ses-
soes. foi final adiado a 30 de margo de 1875.
Os oradores que,figuraram nesse interessan-
te debate pronunciaamm-se francamente contra
6s etados do Kraus, qp poum.ea ott nenhuma
coflae pda ianspt atenta adisparida-
-mew 40. e PNtleq it-4< projeetf .Hal-
fold. k ; .
Allegou-se, entry Atto, que eram inteira-
mente distinctos uossrstoemas das obras pro-
j6etadas: o engenheiroMatfeld propunha rom-
per am canal de Po-VYista ao PNo de Assucar;
op plane do engenheiro Krauss consistia no
Eelhoramento do rio e na construcgio de umna
estrada de ferto.
Ainda, quando semelhante argument pudes-
se, da algum modo, dar ganho de causa A
questbo, nern por isson deixariam de subsistir
duvidas sobre a exequibilidade e a convenlen-
cia do melhoramento do rio'.
0 que, porem, mais contribuio para a falta
de contiana na ex.quibflidade e barateza dos
melhoramentos propostos por Krauss, foi a
simple comparagble do orgamento das obras
projectadas por Hdlfed e por aquelle engenhei-
ro para a cachoeira do Sobradinho, e a opinion
esclarecida do engenheiro Bulhoes.
Corn effeito, Halted apresentou tries orCamen-
Los diversos para a desobstruegbo do rio, na
secoog obstruida pela cachoeira do Sobradi-
nho, e calculou as despezas necessarias, con-
forme a extensio e a importancia das obras
em 670: 006, 420:0005 e390:0005. 0 enge-
uheiro Krauss calcdlou a despeza em 35:0005,
e assegurou que havia quem executasse a
obra per 16:000$000!
0 enjenheiro BulhOes exprimio-se do se-
guinte modo, quando tratou da estrada de Pi-
ranhas a JatobA, no relatono dos estudos do
prolongamentc da via ferrea da Bahia:
a 0 project de ligacAo do alto e baixo S.
Francisco tal qual estan concebido corn caSmi-
nho de ferro de Jatoba alt um poito de nave-
gagbo do taboleiro inferior do rio, parece-nos
deficiente na actualidade e ainda mais no fu-
ture.
Entre Casa Nva o Jatoba sou informado
que existed muite maiores difficuldades do
que apresenta a cachoeira do Sobradinho, e a
julgar per esta. que examined pessoalmente,
posso affirmar que esse project, a menos de
pretender que.se fac a navegacgo do Rio S.
Francisco s6 corn aantas, terA de sea modifies-
do ou prolong-ada a extenseo da linha2 ferrnt
atA salvar bodes os obstaculos actuaes a gra
de navegagbo. o que exigirA um3 estradas
mais de 106 legpap, ul ser5o precisos trabt
Ihos hydraulioos haportantissimros e grand
lapsde teSlp part suaireal ageo. a
Naqeuh* mesma sessbo deoll de agosto, di-a
usia o actual Sr. ministro da agriculture
a ... qual pode ser a razao ou difliculdade|
sin resolvet-be a quest.o. Seta par serena in-


completes os estudos ? Tambemrn nao. porquo
o governor tendo sido autorisado a manda-los
rectificar, desprezou espe recurso, alem de
que todas as repartigbes Asquaes tern sido re-
mettldes esses estudos e sobre elles emi tide
juizo, o teem feito do mrodo, mix's fAvoravel.
Seri porque o governo duvida da fidelidade
dos or"gayqtos? Tambem nao, porque. se-
.gundo me omsta, o proprio engenbefro author
douestidoS, que levantou as plants e orcou
as dtsltS. fotlo propio qone, unido a um
deoS n'6o"minwus distiuetos engeabeiros, o Sr.
)iaci delo eedeires, offereceu-se para ex nu-

oSe d ernao nbo mandou verificar os estu-
do .Krius fol toemn uvyt, ponque easendeu
krn- lOAAbtaoB.era4 e.rgencia. o pqrquq
.d. ~ i p .la ostasruc'ao ds

.. .tdbaihs i apresen-
hhIII'^L Ist(o* 6.: orela-
0o~t


'0
7'
ti


REVISTA DIAIRIA


Boletim eleitoral-A'cerca de trabalhos
eleitoraes tivemos hontern as seguintes infor-
macoes:
Na freguezia le S. Frei Pedro Goncqalves
do Recite terminou a 2a chamada. e deve ho-
je ter [Ugar a 31 e ultima. Gorreu calo oa
process.
Na de Santo Antonio tambem terminou
honte6m a 2'. e hoje deve ter lugar a 3a e ul i.
ma chamada.
Por occasion de apresentar-se pars votar un
home da opposicAo, a quem foi coutestada
a identidade de possoa, deu-se urn grand f-
multo que felizinente foi apasiguado, soe a "
houvessem desatinos. 0 votante foi coagnd6
a retirar-se. A opposigao protestou contra
essa violencia, bern corno protestou contri
teremrn sido tornados em separado divers
votos seus, no entanto que outros duvidosos
foram aceiLos pela mesa.
Nas freguedas de S. Jos6 e Afogados coW-
reram calmos os trabalhos, o que alias era de
esperar, desde que os partidos politicos che-
garam a accord.
S- Na do Pogo, tendo a opposicao abando-
nado o pleito, prose uemrn os trabalhos calma-
mente. .
Na da Boa-Vista. ainda hontlns houve-
ram diversos tumultos, sem onisequencias
desagradaveis, A proposito de identidade de.
diversosvotantes.
Na fregueziade Ipojuca correram c i'aos
o trabalhoi desde que fcram encetadosw
A.rjespectiva mesa parochial ficormiassim.
composta : president, Dr. Jofo de SA' e Al-
buquerque; mesarios, Manoel Leoando deo
Si4ueira Gavalcante, Jolo Manoel doe Soue
Moraea, Dou*mnos ;avaloante de Soua a,
e Henrique A. de Siqoeira Cavalcante.
iouve accordo entire os partidos politicoa.
Em Rio Formoso, Palmares, Una, Btsi.>
ros, Nazareth e TracunbhAem, tendo havido &f .
cordo entire os partidos, tern corrido tambe .
calmos os tiabalhos.
Em Goyanna, segundo noticias telegra-
phicas, continuum cercadas todas as igrejas ;
P, proseguindo as prisoes de votantes, a op-
posicao nio tern descanoado em usar do re-
curso de Ihm*ai corpus.
Em Itaabe, dizem tambem as referidas
noticias teleg-rAphicas que, no ediflcio em que a
opposicao fazia a sua eleiQgo, penetrou una
grupo de desordeiros e arrebentou a urna.
Em Santo AntAo as cousas levam a mes-
ma feiqao, senlo peior, que em Goyanna. Fal-
la-se em casas arrombadas e outras violencias
sobre que nao temos' info i magOes.
Secretaria da presidencia-Fol-nos re-
mettido o seguinte para publicar
a Palacio da presidencia de Pernambuco, 7
de agolsto deo 1878.-4' secAo. Declaro a
Vmcs.. em resposta ao officio de houtem, que.A
nenhuma notiflcaCao se tern a lazer pamaS
eleigco. A que se esIA procedendo, nao tend&T
applicago ao caso a disposicgAo do art. 5 das
instrucgOes regulamentares. annexas ao de.
creto n. 6,097, de 12 de janeiro de 1876, a qua!
6 relative aos eleitores que devem concorrer
par a organisagao da. junta de qualificago.
Outro sim, declare que acabo de expedir as
conveniences ordens a camera municipal de
Olinda para que sejam fornecidos os objects,
A que allude o final do predito officio. Detts
guard a Vmcs Adolpho de Burros. Srs.
president e membros da mesa parochial da
freguezia de S. Pedro Martyr de Olinda. a
S Palacio da presidencia de Pernambuco, 7
de agosto de 1878.--4' seccgo.-Cumpre que a
.amara municipal de Olinda fornea os objec-
tos que a mesa parochial da freguezia dr 8.
Pedro Martyr, segundou communicou-me, re-
quisitou da mesmacamara para Os trabalhos
eleituraes.-Adolpho de Barros. a
SSecqfo 4. -Palacio da presidencia de Per-
parnbaco, em 7 de agosto de 1878.-Declaro a
c., em resposta ao seu officio de 6 do cor-
ijte, que, havendo sido legalmente suspensa
5eleicAo da freguezia da Varzea, em virtude
*bs graves acontecimentos, que se deram no
Error da primeira chamada, conform me foi
nmmunicado pelo reopectivo presidentA da
Ifesa parochial e tend esta presidencia. em
jata de hontem, recommendado que a mesa
Hosa desigrMsse novo dia para a eleicgo, noS
termos do artigo 60 di lei de $9 de agosto de
1846, nao 6 legal, new pode funccionar a Bo- '
va mesa coostituida, A que se rofere Vue.,
no predito officio, a qaal deverA dissolver-as,
vfsto nao se ter verifleado a hypothese do'.
Abandono dos trabalhos eleitoraes poeh mesa
que"os iniciou.- Deus guarde a Vine..- Ad.!-
flo de Barros. Sr. Roomarico Luiz de Frei-
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dat,,om rn de orulaoa iebre avi pia deis4o de 4 t$O- Ili4OS. 44I+PO, Ja, j)t "4 (|||:
gdesta or 40-p |m 14riosparae tbeseu o i o +*,W I1oa ^ N- *t \" *B fF
Pi~~~ Jeedci a eo&of a 4,teir, sueas df .i!k'Bret ,.ha 8 A+

dat; prsovaqaa qus o otmed Biln- e. es 48nt--. 3 le5 # 9) ^o 48r^ : P, *epiw e 1 *n ^.-. Ai+t rOrn" z m -,' "-
t a, "s .ePort dal 114 .4roseu suoa++bwo polesu+ sci ,ubow se 4A,.
no i ,D A do *p mt de c ta d t 0
de, e o for m la e iani doi s detaari c- al nh,, .^ -
cldoom. N, ha cuid.lo quoevite un abus O~ 2.o OP-- )4 sp doir Paul1a de ,,& +QV~~o,. *AAN. iizLE lJ1IM
desa a (.lli=+ra+o:i. Arremt. :, d proincial. A junta Ro qWa 4oNei*8 T C ivat dlabi O U t L a ad aeber .... Flr r e C., rua Duque ds e
thesouto .provniteal contrata hose foineci- 1877 1878. -- Navep doeoa.ta++era P0e Jrdim Botanico) : bs a'laVlacaBl,. ORW N61P~Y nj rautia e yalores depoeitados I C 'i t.xias n. 57.''
lilenti: A d a la en o eara diea s P yaoo Naeal pro ei m 0 dest:inos, re5ativa a mez de ra, J1on Joea u Pizorv9 0, $s ^ ta a i i. .+ 4q :i" +eb a et$a d6 Mo 5o .. .-. p ra "__ _
-0 ol" e it Iquo





brs da asa de deten o, no trimestre c, i. ULOc01S8 (V9. t i.$o 4 : 41id *:e s tea Dr s i ..... .. .I Ara WAY
rente de julho a setembro, ao preao do I00 ...... ..... araEq4 md'oci i9, dtit V- *a.+.-+nfh, moipa2... ... ..... ..... ..
Ars d qaos pa ora aa proe. N KAVOS 4Lo siP R o w. a Ai jun ."a
r 6Asso! Comeral BeA*efh4In- 'I ct 4;o 06 Ipehonaimteset MA+o se 4 eMpOl *464" s qo
tJ. Dee .jea e ,dia reis- e EA T D.
s.u+.-- c ecom in),o a d da D aembla genii den mem ,-os desr a Itm E. .. vPadip, 7 de aipsto deas ii. 1 Cflntaeela -oorreatos
eprweder *+ eleieOdanova ditectorta. P--14s l sJ ^{7 e nPisi!^q^t^^ ')r "-^Erpa^s^d N^ eg e.
po- maroi r d a Q S da'$ paa m. dosss fatod *to19 Decst a. -rBo i tprensa n QdIt & 8 i.al a WWiiu dao ,^
..r en' as oi#'..-, fife, o Ja.uaaribe. As 5 87 e VI-*.'.. rdc1 # Sn.p dtoa a M coin iso -" --"-! cooe
o m da tarde, para a Prahyba Natalaa, d Ma- DVisr n o o .i,) Bea.e o, e i po ers .,5:Sf '. r"U i l9 *:O., 5,*%
qo. ep. 40q rtom





+'i Mossor6;, An acaty e LFortaleza. Vjr ....t ooii~P~voeAttn~1~: ~ u er ~i
Pa*[ 174-a do -. d .,aecd ubi ~~ a pss!,





.ee .selent fieo e llttertaro.--a tEsta 6* 1 4 4etrIt__1 a t 1 .
ho(a~ieedr o ,s ,ras da m,-' S E!erlO+u + do.', a Ia eaou c 0 'pr iq a 900' pas m 'al, ex-
nbI, em ses,&o ordinaria, na rua do Impe- ,0CEDENCIAS s. 3 1 ^ .o atbhoe *^^s" 9 ,: I.t,.l a d a pVG|lulIa- Te $, 1. Timuos em -an e d,>so.. @Pp: Qf lipptiC, lttte ha |vea jolu-
rador n. 3. 1.1 rnado P- *e13 quo cbege)N umnz S L i S. *i d pSl -. Diwersa contas .. 4,I4:. gou, ma pait>^eumJe uw M!! partimnentm o ...
,.,a9 ,|e .,o-Iom- Poruga .hgo ." 2e d ;*, ., Lciia.o S "os as "k c a.. ....






sprqo 4tmlp.iane.-A so.edade rereativa A *r pI n .. p iAU, O i fei qu
rJuvn oude eomueemra no die 44 do eorrelte, Ip e ki oa o ra o i -0*' t' jA enrtW.
,-ote o 14 0 E [ ii sr 1 .+[,_.e_ r j q 1 Pernanmbuco, 7 deLa^o. lo 4e 178. 7,' i 11 M ial l q'ae!eu





no't o ;5S anI v sai s3 ins~l -.- ---- ---_- .. .. .g-^' S^ -e^^ ^ 7l.*- .I ^ ^ ^ g '^ --e,:m~ : ,..^ ^ ...^ .. 1..,^. .,".1-.
ocorn am sar~o dan~ante. ''-'" .d t i+ do t QOb ee$cqa chu~~ ieei





-. -r--- I '+.'-^ 0
Amr~dlemos 0 'col~rite q.o non Coi dil'igido P~o do.Jarueiro 22j 4 8O ~~ ao oS. Portoltr n& PraqiIa da----, -- -: O t+is,,o$ otivo ds.+ iuploula!{+ +.+
Santa Casa do Miserloodla Pesso|. i4..Iraa4doS f *0 0 q t ael. o r,,poto,+ p Io a do ,....
belecimentis, a cargo- da $a.a Caa, do oez 2+lrn 44 (( T5 ,$~O~- aeau4tM ~~ m :~~
deeu ds e rs1o d o :t 5 1o" I|*
l .7pita. P e d ro II 2 :igp .l A l I IY: .t .1 1U e ,* '* '
Hosp4*ei de alenados 14 .- F"
As lode m de e e _
ds formu1h is im. de8ei aPardq.
des$.~a or lp.







J- a Pei os*wto s -o,: I I v,
Emicasest epcag go, paaq87(eu o 4' dg








Em i mentao ,0-,,-
1 4 1.004 '4 P
7:+ .4:-e Santa Thelrez. -- Fosos ..... ".. .. *a. w mw de an W :. d
pa ) aera pubPiaT o seg:.iete NA. d la B.+

;- +!o &w& I HOMEM I -S I, J ---" --+~ t... .v8,: +.+ +
'rt -( p I I 9 fo 1877 1878. NAg C- "% e 4
men i I --------- e .- -- ao p, oeteqio, .- iei wo. e ditipos, rp.itin ..R9 Meg N V'$+
brs acs d eeoo no trmetr evr Jq ~ do leg 4ettenol o I `44,0 a1*s
NAIOa l'tlraon 2.5 Ribeio S bornemol nwnono~S '~~ ~ A~i I rOt ~









LO"AL .... p'rI 0 poe Ob ogy
D.EIBToTINI .S I (a I umrrb ma nA~o. 0team 0l),::4. i,. sOfo+ea n t_. .. i!++)
44 I-Scu do *a








S..... o..,.doSA .....8 ,+ B q o,
Sao, .a assea W3a M rd 46s mhebm baMva .... o *





.. HOM M a "- h n na "1 N oi T 1 3 9..........." ^+a A*...... 1* 0 ...... .. .... ... l +.-
DW,... ._8;19, ..... ,par op &. .. .





-" "'. ?n S 91 pa'ato+r o COT T'A o 'aQ R4gx O W ll 1- *'e te ;r8'' $ a iy^ I 4* r. JO* _14"N-' d#f' -d1 41 f
44 oo lt, ri+ .. 4L 4. tde.at, ov~e oor+,
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,/+ P ,.... I ..-, ,. +m+ + .+, + ':+
Natal, Ma- D f- SW


'1 TTAa Pizarro 0 dnw to 14 44f
-444pV 1'IA N in, Fortaleza. 0ot ,b4 L+ wo 0 "510
AM I -u I f,,p1-.- '---d 1fO 4 r
nh i i n4, -om J rO.1WDa- T-




$, I MULBHR I *I, *
e -, ,+be. o, j :i~ Ac ,.. ..






+%~



































1'" ^ft^^101'mpi. o~e| t'o^illlt^

; -^^Nl-'-J^ ^tatO ago-o tp ae
(efhi 'jt||k peasa), ai_ ^.

ser bastante aligo deo noessa-causa ; cre; a
men college, quoe ignorara tutaoieate co
quern pelejava, pela maneira quo se aprese-
.tava em pubtico a usbitir suas armaM eO.a
minha.
Mas como me afUrima a teolie, sere-e urn
verdadeir p defenswr d seberania iaoipsl,,w
que s6 con'bate por nossa cacsa,t- a prove-
guireijkaais, aoande desjaria ir, ,quro, jier-
ao ipogA,> da vemlade! *.No cam o Air de con-
qaistar glorias, e neon to1 pouca deo -ab ter al-
guen. mas sirm, ar #lvraz-ae de aljema.ao-
cusagqAo feita peta socitedade a queam nu
respeito e ac*.,
Muito adn QijV"gd6te-tc4 a frsitEa).. qua
ab depois de tpntos conselh3s, o-collega me
desafiasse parn um combat deeis9*,-em cam-
po razo qcruando tambew-seo apresenta em
anonymo.! cow quem poderei peis me bater?
para quae ,ado cverei ir N4.';S na-e 6er asmao
que precede aqueUe que deseja ioitar as Pa-
ladinos de uma mta e oltoriosa mislo !- poos
que, questoes semelbantes e com inimigos tio
desconhecidos, nao se pude cabolaiente defen-
der-se !
Por tanto, appareca. se 6 que deseja, como
diz, combater ; do contrario oda mais digo,
ccmo ajd havia afian;ado no meu artigopssado.
A minba mission, meu cioo college, 6outra;
% desejo defender a causa de Lot aquelle
Ioe ama a patia, e acata cornm reverencia o
"'bder de quemn tado depeode, e rao adopt us
exageranenios pol ticos, so ponte atde esquecer
os beneTfiios que tenho <-cebido deste, ou
daquelle partido; eu quero que Lodos os'mteus
companheiros por um abrago de fraterntilade
jureo consolidar suas ideas nos principios
fundaaentaes que nose rege Te nlo anarehi.
zar ao ponto de offender este ou aquelle poli-
tico por que neste caso,4temos que oItmentar
as nossas precarias situacaes !
0 homein entendido tern o dever tde peasar
para entAo fallar, e aquelle que se afasta do
assim proceder, nec-ssariamente s6 poderd
4nptrferir palavras que ficarao gravadas. para i
mais tarde apparecer e arrastal-o aos tribunaes,I
,lim de serem julgadbs !
Aos-meus amuigos'e colleges, em gerao, peo
que desculpem-me, se tenho ate aqui errado ;
e j suciedi-de inteira sua imparctalidade, quan-
LQliver d" lavirv a sentenga.
., '-.tecife, 7 de agosto de- 1878.
-, Jos& Francisco Paes Barreto.
1'--,"/ ,Porque 6s tolo ? ...
Offerecido ao meu sympathico amijo -e oom-
peoainciaoo A 4doena emr signal de
amisade.
S Morre, moei'e depressa, se te apri-az !
PorCe cedestes ti aos mnbus-ibhares,
Porque cedestes t1 aos mcus esgares,
Pobre loucdo d amor, ludibriado ? ...
Jamais te prometti gozos de amor;
JAImais dos teus sorrisos fiz favor:
Se te enganasta, pois, ehora, lado !...
Se vives trisLe e thns a alma dborida,
ASe diverse de outr'ora 6- tua vida,
De quem a culpa 6 selAo de. t i ?
Escuta umrn bomrn copselho : comipra um lago,
Pendura-o no pesoaco, e -zas- de5AJi-traqo
Passa desta 4 melhor como uaM sagut.
-:, '. i
Na o busques para isso a noit eesculra,
Nerm das bastasflorestas a spessuta,
Pois urn heroes, cone tu(, jifrais seut)uta ; '
Pracura antes fazel-o, seA rerpio,
Na ctdade; e, se for do din eu meio, '
Tua e aaw jimais ser4 septlta.


Os pt- tu uezes rieconhecida.u'eute iwn
digentes, atie ao mnuttnero pertnittidot.e-
1os ro-.tditmuatos t&a hospital : as s-,os',
beinemrnoritos e betfeitores que clalcnl
eri inc'genrcut, g zando das regalias de
donter partictuares.
SReccb em q'utLarlos sep4rados e en-
fermarias reservudas: dents particu-
lares de Ia classe ; podendo ser tratadus
por facuttativos de sdia scotha, a e%-
penrisas do doente, q. anilo o nao quei-
Tram ser pelo; medico ou taedis en
carregados .da cuinWa do hospital: doen-
tes partib.Ulares de 2 elasse, tratados
em enferp'aria reservada: os soceis.
benemerintus e benlfeitores que pracu-
rita ser ttatados co m doeutes parUcu-
fares.
Recebe mais em enlermarias apro-
priadas: as escravios mrandados por
seus possui- ores.
As diaris saio: .
Para as socIsI benerneritos e bem-
felitro s: .
o tClasse 3aCOO semr outr4o d.ie
d io ." .. :.. '
2a Classes 2500 sem outro dispeiidio.
Para doentes particulares:
I'CktaSS-4,000. -.
2a (aInse 32%0 dio e separadaienite
as consultas eo0poageis que de'pende-
rem de faAuitutivs nao contraLados e
46tipulados pejo iospitaf,. e o sustento
dojcriado ou escravo proprio, que po-
derae -9r a sea servjio corn permissag
previa.
Para Ocrayos 2W ...-
'0 hospital jA, vsntajosameirte conhe
ciio, $fefr'c todos os -comrrodos sa.
n4riwaiuaesquer doentes nelle re-,
eeiddWs!nft bdtica proria e a clinics
esfti confiada ao "Il.m. Sr. Dr. Praxedes
Gomes dIe Souza pitshga, qua nat s0a;
vitas f-iartias se prMta cotstantenefrte
a consultas e operajOes a quiaesr5uer
doentes pocres qee vao ali receitar-se.
Hosdpita o.rtuges. de beneficenciap
.22 de jaLid de 1f B.
Mguel Josd Alves.
'Provedor.
-Luiz TDhrat,
SecreMro, -


;- MJgM ^ I M~i gAfXftr .4iii

M'~~*~ auxiliada JIQP 8
irmtA MttV de mtdeia-
49-.# U&PEtRA.DOR-49
Nre-ec A nt.M ia CaWTutd Nbalira dol
MBW," aiix~tia<.a lOr sn;(.
Un 'ia; fPbito B;nd'ei -
.y...ra ci ,)igaibaes
O'grif6dejueItSIn*o c'.iasAI :-leituw, raP
ligraphia, linguoa nuacitmal, arithmetica, .metr-
logia. lihisturia sagrad a doutlriaa chritil, ole-
fsi'elaos Ge d eonraopia, k. a sa q ei.aL raba-
lh,'is dt agulha. tbrdado&*de t'sd as eErecis,
inclusive do Guru e prU.A"Ur (.do direntes
generds, lipga-a franceia4a. *Wa e ialic ita,
daaCa. iesento, mnPira QjA e pano ... -
O.ensmiou t grammatica parlugueza e &ri-
Lhmetica, est& a cArgR.o.omuito digiw e i])4s-
trado Sr. major Salvakir Henrique de Atbu-
querque. e -
Fraicez, .jngloz e ialiano, leccionfao poiO
'distincto pofessar de linguaas, Mr. Charles
Gghgrra.-
muasica vocal e piano, p1lo Sr. Claudid
Leal.
As primeiras letters, edtW-,ca,, coral e relf-
giosa e todas as jrendas de agulha. es 4a a
cargo das dirqcto.rai.
0 novo syptemajle ensino adoptado, (o amme
ricanoi e, subre t.uitq a longa pratica queteemi
as jd!recturas acu 14 aanoe de nmigisterio seou-
prf,,nest.capital, 6 amais firnie garantia .de.
darem uara educagao slida e c.,impleLtadssuas
luatmes. -
Rtcebe pensioniftas, meia-pensionia-
externa
".., -.: '.

Fabrica Apol 2-
AOS MEUTS FREGUEZES
Sempre que urna mars de eigarros chega a
generalisar-se. e g ,izur 'do grande credit, co-
mae os meus Primrnavearas, claro esttu que isle
foi devio s6mnente a sua superior qualidade e
esmerado fabric.
Assinm, pois, .qualquer ontro ftbrislnt qu..
DU ten40 peddo ntiJl s 4B Propri
mantse. I^'JteitwB ~ Aftf'dB as sqv
dlr4dt safihi& ,a sa. merebdoriU, pnvom aadoa
a sue tuwia, .e s6meate dtespres! devr&aer -
rrmr q'Getles qne:nto pactuam cow indiA
fidadese miaerias! Se aimtn me nmnsl :
pa cmn us meus freguezes, 6 e.t- razg e
continuar a ser victira da fraud, M0o obtja-
tanhteter.devidamenteregistad a a mint; mar-
ca.e pdir-Jhes, pgra qmasdo fore". Dco'ipht
dos meaa eigarros pri tarera teda- alten5o
pars a fenomimogo de minba, ftbrica ApeloaG
emblemna Sol e mais que tudo*para a miwtn
asSignaLura em-tinta azul que corta tnhster-
.salme.te os dizeres do deomreton. a. 28, .e que
UOvo estaipado os nmieso rotaflos, afit de
nto series eonganado
Recipe, 25 de jtho de 18tD.
A. P. da-Cunha. .
WO .=

.... ffi-HCIO


Maritaos e cotra logo
Coupnhia Phaixl Per.
nambitana
'Rua do Commeoreo n. 34

Companiateseguro
IN l)EMNIS l I)ORtA
Timnasegurn& m Hrttinos
SE CONTRA FOGO .
.- LargO do Corpo Santo



.. .. ^ t "'' ,.'W 4fj''*' *i 1<''


CW de



/ i ^ do toda a osptocie.


AGPl~sI4S

31 BOna do it-qvne w afOlinda 31

Cd a c*4k seguros
Fl DADE -DE LISBOA
Havenado ,o Sr. Domingos Brung ces-
sadono t de juanho os .ena.oas ,de
guarda-livros e cobranor d'agsraia, da
companhi&a neasta cidade, por ter-se es-
tate-feldo cOmeDvercialnmente, pego aos
Ss,.eguados qmiramaz Taer as paga-
maea do8 premios de sepvos eftec-
taie nesf n .agencia, s6meRnke corn ro-
c1i de Cnq4,.i0i6 e ao-idgatura, ein
tRanto- $E0 -C autorisad oubra pes-
sot l %&fea fow obnnoa. -
Reirfr" SPAe 'jeb*t de 1M78.
Migl Alves,t
Agfente..


Jolb Fernandes Baptista,
Director.
Domingos da Cunha Guimarles Rocha
a o secrelario.

Obras do porto
De ordem do 11im. Sr. engenheiro director
,a rep-H-tiCLo das ubras de conservaego do poi-
to, de confor(midade coin a- autorisaego do S
Exe. o -Sr. pnsid.ote %.4 pr.vincia, de 18 de
julho corenrte. e naefdrma do art. 1 do dec-re-
to, n. 2,926, ,i -14 de, mai& de4862 e 48 do de-
,creto n. 2$.22, de 10da mesmta data. do regu-
lament-) do ministerio d'agricultura, commer-
ceu eobras -publicas, fago sciente a qiuei in-
Lerqssar .pus.a,;.que no dia 10 de agoato proxsi-
mu vindouro, -mfo meio dia, nu meisma reparti.
$'o, reoew..-se preoostuas em cat as fechadas
e compeouteu -abe selladas, para fornecmen,-
to durante u semestre que foinda no uiltimode
dezembro du corrente anno, dos objects e
matei iaes necessariims A secretaria. salad doe-
senbo, dPagas, vapors, ofncinas e obras de
alvenaria, sub as seguintes condivbes:
Art. lto Os'propoaentes 4deverbo apregbtar-
as suas projpustas em carts fecbadas Wt a hu-
ra acima ienclorada, sendo que depois nro
se-bo mais adeitas,
-tr -08 ppe-antes- deverAo psesentar
ms amustras dos dbjectos propostos.
SArt. 3o As propostas deverbo ser feitas se-
guiuo o sysLemua da peso. minedida, quantidade
e qualidade, de oonforwidade eomrn .a relaao'
abaiWrxo especficada. --, "-
Art. 4o Os fornecedores e obrigarno a fazer
o fornecirpeanto a redmo e heora em que lhes
por pedida, sob pens de pagarem 10 por cenlo
de mnulta sabre o valor do fornecimeoto e de 2V
corrento, se effectivamente nao ofizerem.
Art. 5&oOs forneocedores pagaoo o elo pro-
par-icnal sobre ,6 valor do fornecitteato sitL.
ArL. 60o e' orneedor serbo obrigados a
entregar os objects pedidos. no armazest do
Cases do Ramos, msediante recibo que sera pas-
sido pelo empreaado omap'teute, na proprla
via do pedido, a qual asompanhatr a contas que
deverd ser tirade meosaimnnte e entregue na
repardgao at6 6 die 15-do mez seguinte- ao do
fornecipeento.
Art. 7' 0 carvos para f ragas e vaporeqo se-
it foraecido a bordo, nam quantidade 10 ou
20toneladas, em emtbaremAcss d'essa arqtmueacIo,
comoett-nLemente veriftadas. I


,^ aron.eat=, 4t. '. ,: :IIB


i'alhas de1idcitwo, eat.. ""w
wmd flha. W'O ..'*.
luarafusos ordill ios, Gemii ..
Pfaiy& ferro, pateoLOSi, J,
P e' p'tos, kilo. .:;
Pr.tse es de adoeareio, I. "A. |
MBfte p40o c-iga, -ktm. ,
.lMK.te-pintao da Suee4a, hWemi. .. ....
ftkAia I dIo resinq-40, item.
vw de cobre, kloi. -
Me .zimno, dnem. Itm
DUw d#Xerro de 6,poaeegadae, Was.
Ditos de dteMo, 4 a 4 Iij2-OewuaM idem. .
Ots det dilo doe 5 polegdas ide,ada
pitos de.forro, idim.
fO lcaibrues, idem tr n'
LUrts ripaes. irim. I../-
bitt-s de bat, grandes, e. i' .
itLos de'dto,, pequenos, idea.
Lutl franepzes, idem.
Prunos. ile churabo, idem "--
Plasuava' m61ho. ,
t'enras Gouthier, caixa.
bitas Perry, idem. .
0itas Mallat, idem. ..
i)lks 6nus para desenho, idem. ,
Presilhas de diversos tamanbos. iden). r
Pastas de bloado, 4. i
PuS4ime, caixa.
Papel calqi'e, pega. 3.
Jito sei tfim. idem. ".4
Dito mata-borrfo, folha.
Dito a4m a ssu pautado, riesma.
intu roisado dito,, pequeno, caixa. '.
DiW dito dito, R'rande, res ..a.
Dito Garrm, cento. '
Dito Jesus, idem. ",
Prussiato de potassa, kilo. '-;
Quartolla fe-rada,. '
Query parac:-boh. v"
Raspa de ferro, 1. .
Remos de fata, metro. .
ROxo terra, kilo. '
Raspadeira 4e cabo de osso, ,1.
'.egua d fala, 1. :
Seccanate f6va de tuio, kilo. .
Dito de zinco, idem. r
Sola ingleza, metro.
Di a naconal.'meio. '
Taboas de amarello de 1 pollegada de grossu- i.j
ra, duzie.. '
Dttasde pAo-carga. de 1 pollegada de grosst- .
,e, idem ,
DUtas de amarello de meja pollegaJa de gros- .
sura idem. .
Ditas de pinho da Saecia,$em. '
Uatas de dito resinuso, id. WOW
Ditas delouro, idem. .
Ditas de cedro, idem.
rav-.s de qualidade. palmo. '.
rapetLb paa escaler. metro.
TachaS dp.homba, kilo.4 1
Ditas deo cobre, idem. 9
Ditade zino, idem. .
Tijuloo jaingles, 1. .k.. .
Dito de logo, if 'lt-'"
Tinta brnca de zinoce, em masse, kil.
Dita verde, em mass, idem.
-kea preta, emi massa, idem
Travel d' sicupira verdadeira, !. '
Dita de emberila prta, idem'. ,. '
Trincal, kilo.
Tubo de vidrc pars nivel de agua, 1.
Tarracba de 1 4/4 a 1 3/8, 1. ,;
Tubo de lah para caldeir, kilo.
Tinta preta Stdph'ehs, boio. ,
Tinteiro- de vidro, 1. "
Tinta carmim, ftasco.
Verde francez, kilo. '"
YVermelho, idei. I.e
Vergontea de pinho, 1..;
Verniz de alcatrto, litru. .. :
Za.o* inglez, kilo. ; .
Zinco em folha, idemw..... .
Repartiqao des obras de conservaglo dos ,.-
portos de Pernambuco, em 23 deJlo julb ,. '.,
181 8.- -O 1. o escriptorarlo M anoel Dw ufl L ... ,
.r w a.~ ~ ~ .. ... ^ '~:--1 -' ;
*f~~ ~ ,. ,w- .M ..I VWy^,v^^waf^. .'/,

Por deat tl *dlkii.- Sr. Dr. j |^ "',
de direite pvede t, Uteoel da S4v*B .
Rego, vao & praga para sereu srl'ena- '.-
la~dos prvB~ ymw ad i
da audiecia deste jOizoqaO erlIIIPF*^
a 14 do andante, dniasjasae de soqbade, ,
a saber: ura de umx mndar 6, rua de
Angel, hoe isjonje de Inhauimi,-ir.- "
52. corn 2 unmfa de f(rnte, veranda,


2 al.a, I partos cozinha f6ra, tsra
go, qptWi rnmndo, ,caciba rria ,
meduid 7.metrem de la .ae Jem-. ,:or
priW6Omt474 tbs8e e 12 ce6q4otrw eaom
a loija dividida am duas, avliado per '
rac de rMs.u; buti a r da
Roda n. 42, com 2 salas, 2qwul_ 1 "
skW*eanu ., s eem amhbime-, .
4iad noietroa e So
4.7.1
..r


4e"0tnt da JIn Peatll YIWar,..-
a-cujo aoM eala pirflencem part dil
Sversos pgaentos.
RetifeSdS agosto el 1878. ""
0 escrivgo wtexipo.
u .. t o r..

S~w~to &P~


































Sitios ns. 15 e, 18
PATRHIMONIODE ORPH&OS
fRur do Marquez de Otinda
Sobrado de urn andar n. 6t
Largo do Parai.-
2.o andardo sobrado n. 29
Rua da Madre de Des
Sobrado de 2 andares n. 3
Ideno. '26
Gasaterrea n. 6
Sob1Ot n. 2 (fechada)
Ideg. n. 10 A (fechada)
LoWj 'lo sobrado n. I (idem)
Idemp'de um andar n. 24"
Travessa da Madre de Deos
Sobrado Je umn andar n. 19
Be:co das Boias
Sobrado de 2 andares n. I0
Idem idem n. 14
Idem n 18 (fechada)
."RAuue Mar e Barros"
OCasa-terea n. I
I Rua da Mfoeda
(asa terrea n. 45
Idem n. 47 (feehada)
Idem n. 19


1:334000
1;079500
4005000
500S000
240g000
2405000
1:152%000
5825000
6235000-
6307SO0
443400
*2175000
-1805000
97-Iw


Rua do Amormin
Idem n. 62 idem 36080001
Casa terrea it. 60 5135000
Idem n. 3 60400s
Idem n. 24 89$000
idem n. 26 123$000
Raa do Vigario.
Loja do sobrado n. 22 2766000
Ideam n. 27 240)00
.1.o andar do sobrado n. 22 2275000
2.0 dito do memo predio Lfechado) 243M000
1.o idem n. 27 2. 00M500
2.o andar do mesmo predio 250S000
.'. Rua do Encanlamentc
" Sobrado de 2 andares e laja n. 91 924$000
Idem de t andares 1. 9 200M000
Rua da Senzalla Velha
Sobrada de 2 andares e loja n. 134-. 643500
Casa terrea n. 16 1804000
Rua da Gruia
Gasa teirTea n. 25 209S000
Rua do Gomnuercow.
Sobrado de 3 andares e loj n. 30 8325000
Rua dov Lingueta
ho andar do sobrado n, 14 240,000
2. andar idem n. 144 732$000
Bua dj Born Jesus.
Sobrado de 2 andares n. I11 89
2.o audar do sobrado n. 29 300500
Loja idem u. 14 (techada) 300000
Rua de S. Jorge
casa terrean. n. 101 231600I
Idem n. 89 353J000
dem n. 2. 8.000
idem n. 110 26990Q0
Idem n. 106 23800
Idam n. 402 $6M(000
Casa terrea u. 98 26000
0 6 neteudente. poder.o apresentar' no acto
4 areiemata-.o as suas fanqas, on eomparee-
m ,e aeompanhados dos respGctivos ftadores,
o vendo pagar albm da renda o premio da
fuantia em que f6r seguro o predio que con-
fiier estabelecimento commercial, assim coom
oservigo da limpeza e proco dos apparelhos e
wannuidades.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do
Recife 20 de maio de 41888.--0 escrivlo, pedrc
lij .Irsgues de Souza.
THEATRE

SANTO ANTONIO
o0 artist 4ramatioo Antonio Jose Duarte
Cobraa, preparando um.bonito espectaefalo
em seu beneflcio, pe le aos sous amigos a s'ua
vahiosaprotedeao. '
O espectaculo deve ter lugar sabbado47, do
c. trreate, e o progranama serfi corn ahtece-
.41,ncia annuncLado.'
2 ., Os bilhetes egtlo desde ji A disposicAo doe
seus amigos, em qnem confiia e de qlern tudo
.-tfusa esperar.
S...EARIT'OS
DOXINGOS ALVES MATHEUS
Compania rasilmira deo Na-
vegagIo a vapor
PORTOS DO SUL
0 VAPOR
Guara
~E' esperado atd o dia
M 4<0do corrente dos por-
s tos do norte, e depois
da demora do costume
seguira para ps ports
do asul.
S Para carga, passagens, encorheaevdas e di-
nbheiro aTrete : trata-so na agepwia


Recebe carga ate o dia 7, encommendma,
dinheiro e pasaagens at" as 3 horas da tatre
do dia da sabida.
Escriptorio, rua da ComnwAinW-ernambuca-
na n. 12.
Royal Mail Steam Packet
Company
irande reducVao nsO preoos das pa-
swuens
0 PAQUETIE A VAPOR
Mondego
'Commandante Compton
S Espera-se da Europa no dia
S-.. !)JO do corrente, seguindo de-
.. :o,. pois da demora do costume
".,: para Buenos-Aytbs, tocando
nos portos da


Bahia, Rio de Janeiro e
Montevid&o

0 PAQUETE AVAPOR
Guiadiana
Commandante Brander
Tocando em Vigo


1-- -. i E'5era-se dos por-
./ 'B tos do sutl no dia 14 do
correnteo qual depois
H da demora do coStu-
-t ,- me, seguirdpara An-
tuerpia, tocando nos
portos de S. Vicente,, Lisb6a, 'igo e Sou-
thampton.
Preeo das passagens
CLASSES
1 ." i.- 3.'
DaraLisboaeVigo. 25-20' 15 9
- Southampton, HIa-
vree Antuerpia.. 35-30 20 13
Daui. 50$ 125 6
Sode Jaeiro. -
NMotvid6o- 5 l \ 7
-Buenos Ayres 24 12 8
Os vapores que partem d'aqui nos dias 14 de
cada mez tocarao em Lisb6a, Vigo, Southamp-
ton e Antuerpia, e os do dia 29 em Lisbba.
Southampton e Havre. '
Os bilhetes de ida e volta teem urn abati-
mento de 25 por cento. corn o prazo de 12 me-
zes para os portos da Europa e de 6 me,',s
para os do sul.
AVISO ESPECIAL
Coin o fim, de facilitar o regress. dos visi-
tantes da exposiqio de Paris para o Brasil, os
directors da compan.a decilaam mandar fa-,
zer escala pelo portode Cherbouirg. os vapo
res que devem sahir de SouthbaWpton no dia 9
de 'sada mez. a prinvipfr cbm o dia.9 de agos-
t6 proximo ; e '*
Da-s6 vinho .atis sos pvassageiros de to-
das as classes. "
Ni tpasagens. de ida 6rnmente para a Eu-i
ropa faz.$e o abatimento de urea sexta part a
faifieas de quatro pessoas adults 'ue tomar
v taxa mais alta da I elasse.
Para mais informacoes, trata-se con os
1 CONSIGNATAIRIOS
damson Howie IC.
Rue do Marquez de OUnd a n. 37
Enttmda pan 9 eaer4p iio !ela rua
do Bisp. Sadina n. 37.


Segue para esse po.t bowei-idade o pa-
tacno portuguez ,arbqar',L pra icargmaa
free, trata-se corn os consigpatlaros Jose"w
Silya Loyo Filhp. -i
Brie naoim. l ibe1)
eguP c-rn oro ao Bo aneiro,
wonwo d qF :Bi Fatar coir o
epieta. Nimaat -be m oMPtariosJos6
da, o.vaLoyoA&F9 ... .


'.:.




i ." ',

. '.


deouroe.3paresde -..
773-4 anna ad ouro mow I-. 40 er
no, I bet* tetm cliculo de6
nrs,2 vottas df tranzm, t pa


B.. 4.-.; k"i!
.' -,,'. --, ,', f y .9' .. .'-' ".,? &

O agent Gtusulma ot
do mim. Sr. ..juiz. do dire.
comclercio, fard leilao no arva.8gi
Amorim vi..6(Y, dos a e
tencantes a masea Allid deo Aeai',
de Souza ,gpiar. os qhbes slo vei..ia .
querimeito do depnsita'iddai -meow'& :
A.SADB8,:.... *.
12 barrins. corn vinagrle,.'asaivi 0.4 ltA
ctbA, 10 ditas cum sardinha,6.ditas 0,om ror-
melada, 2 1/2 ditasi corn passes. sace com
afro*, 10 caixas'corn general. 3 da e 5,gar-
raifes de vinhe hamiburguez3 3 dit aeo o
de cera, 11/2 sacco corn rolhas, 1 s&cco com.
'gomma, 1 barrica corn cigarros.200 tijolog de
azulejos, 3 garrafOeA, 2 secretArias de amarel-
lo, 11 cofre iuglez corn banco, 6 molhos doe es-
teiras de carb-afiba. i balanca om piesos1, .
caixa corn ferramen.tas, 15 pdos para estivoa, 1.
pedra de filitiar e 1 ancota. Oqual erA lu-
gar no dia, hora elugar acimwa meucionado
Agente Reniigio
LEILAO
DE
466 saccos corn farinha de tri-
go, avariados
SEXTA-FEIRA 9 DO CORRENTE
As 11 horas em ponto
No armazem n. 43, sito ao cases do Apollo
0 agent Remfigio, comipetentemente auto-
risalo. fard leilao dos 466 saccos caom arinha
de trigo, acime declarados, avariados" d'agua
salgada. vindos de Buenos-Ayres no patactho
holkandqz Princeza Amelia, entrado em juiho
prdxidio passado.
AGENT BURLAMAQUJ
LEILAO
Segunda4-feira 12 do corrente
No .Ao andar da ruha da Imnperatriz n. 38
De inoveiW, tioua, vidros e muitos out-
tros artigos "
A'S tl HORAS
o agent acihna .devidamente autorisado
plo Sr. Antonio Ferreira.. Braga, venders em
leilao o seguinte :
Um piano forte, 1 mobilia de jacarand .corn-
pleta, camas. aparadores, guard luuQa, espr
Ibos ejarros, mesa elastic. bancos de ja*-
randde sofas, commnodass.adeiras de amarelfo
o tapetes. moderr
Diversos apparelhos do porcelana, quadros a
oleo e muitos outros artigos moderr.4 e d
gosto, qu etr&o vitadoSrs.
Monte de'.m -. .
Petrnambuco u
LEILAO DE JOIAS:
-Este estabelecimento fara eilao no dia 16 de
agosto proximo vindouro, por intervem6io do
agent Martins A run do Commercio n. 48,49
11 bores da manha, dos objects quoe. no fo-
rem resgatados at A vespera, constanles das
seguintep cautelas: a dinbeiro deo contado.
Cautelas .
399-Umapulseira de ouro, I dedai, 5 boloes
para colete, 1 par de brincos, 1 anpetl e 6--
ga ourode lei, 1 maraca, 1 flvella de- prata.
431-1 alfinete de ouro e 1 par dOp broncos cornam
32 brilhantes. ,
462-Urea puilseira de ouro de le.
471 Umrna pita dita cqm 3 brilhantes, 1 cor-
rente de ouro para' rdogio, t i/s Trosaiio
do ouro,' 1 velaa, 4 floor, 4I. dealai/.Ipar
de'botoee para punhos, 1 volta'de Lmncelim,
1 par derozetas e1 paasador ouro de lei.
519-Uma pulseira, 2 trancelfne, ouro. de lei.
650-i par de rozetas de otir6 ew 48" bri-
ibantes. .'.,
684-1 trancelim corn passador, ouro deo )i.
688-4 annel de ourocoum brtbmhuta.- ",
693-i poluseir, 1'par de. brinC.4 ei alfinete
de ouro de iei.
695--1 dita, i par de brinvos e 1 afiao. ouro
de lel.
696-1 par de brincos eom 12 brilbaoses, I al-
lloeto para retralo e 1 cerreato paa\reogio,
ouro de lei. '" ="
712-2 alflnetes de oura, sendo i paidlrotrale,
ouro de mli e o outro de opro. baiJo.
715-- trancetlqa coin passador, ouro de tel e
1 relogio de ouro.
9-i peca de ouro, 1 par de bri*T* e i par
17de'roze&e8 efetalda de diauW tte&oriar


.W^V^C wi au jaui yu VItJJ uu au autuv ULI^IU wPP-


.. chegad da uiop ha poucos dias o
dh o asa, F1auiso C. d&MCirika,
e tendl coitntado com dlversos fabriantes da
viderra, e l ,ic
Ingalerra, Franca e Belgica sobre a remessa der

noos. apparelhos para o fabric doassucarava1 'v
cUoTripIo Effetto CaldeiraWetzel Aspinal e
seus accessories para limpeza do caldo. evaporar

ca6 ou cozimento tudo a vapor, on mixto, esti
bern habilitado a mandar vir qualquer dessesap=
rehos, ~qaer seja para engenho central, er para

qualquer outro gande ouequeno; mandar sel-
tal-os, ensinar seu trabaiho, responsablisando-se a

pelo bom rresultado dosmmeaos; seia hoom lem-
brar que o0 mesmo F. C. de M, Cardozo esve r

pelas Antilhas em 1875, e conhece os melhores

appardlhos -que se usam alli, e poderao se"a -
para esta provincia: poera desde jia dar pl

e ornamrntos para os diversos appareihos ao .
sejo dos Srs. agricultores.

a do Brumi 100 a 1
-.. so. tooa 1 '

.D


"~[< ec se itJlulhor para a4adecaqJ
.l 9,..p., tantar rido mennoo
.%- 01 Sr. Jo0o Teeieir,'de Souza temn
una carta parae Ihe ser entregue, a
rua do Bario da Victoria'n. 46. .
-Esta pars alugar a casa e sitio a estrada
do Oajteiro n. 6, caiada e pintada de novo,
tern agniad gaz, e todas as cbmmodidades para
grande fnmilia: a tratar no mesmp sitio. ,
0 Sr. ,Guilherme Nibberring quefra vir d
,,ru do Amorim n. 37, a negocib.
0 OSr. Jos6.Jacintho 'de Carvalho queira
vir a ru do Amorim n. 37, a negocio quo nia
ignora.
AOS senhores de engenhos da provincia
de Pernatrbtico -
0 arremataite do imposto de que trata aei
provincial da Parebyba u. 654, de 9 de outubro
de 1877, art. 17 11. previne aos senbures de
engenhobs da provincia de Pernamtbuco, que
estio sjtilos 'ao refeeido imposto mesmo
aqueltes, quo tiverem terras na provincia da
Pardhyba.excepto os que nesta stiverem esta-
belecimento *de crialo le gado ;. ouro siu%
declare que os que pagarem ew'ua residen-
cia, na povoaoo deltabayana, antes de trans-'
-porter os animaes para os Seus engenhos, lte-
rao 200/0 do abate, o que o mesmo costuma
dar aos seusprocuradores. Recipe, 5 de agosto
de 1878.. .
-- Precisa-se alugar ura esorhva para o
serviQo de unw.a casa de pouca farmi!ia. prefere-
seve6ha : a trater na rua de S. Jorge n. 1145,
lo' aud&r. ..
.--w 0 abaixo assignado. commandante do
ptacho intglez Gea Bird, avisa aos recebedo-
res do carregaiento que trouxe o navio do
Porto-de Santa Catharina, que o'navio acha-se
prompto para descarregar seu carregalmento.
Recife, 5 do agosto'de 1878."
S W.F. Lindh. ,
.- Alufe-.e o li. frente do0o andar do
sobrado a rua do Imperador o. 79, muito pro-
prio para, escriptorio de dous advogsdos,
constaido de grande sala e grande alcova.
torradas a papel e em Dom asseio: a tratar na
thesouraria das loterias.
Aluga-se o predio da ria de. Vi-
(l'd.k e Negreiros -93,. com blantes
1.consimdog nkT ef ta elecmeat6 e 10-;
ratdia para familiar: a, tratar i roa do
Livramento n 32, ]o9a .Americana.,
SAluga-se uma boa sala e grande alfova,
do to and Jr do sobrado A rua Nova n. 2, mui-
to propria paraesctiptorio Ou mortdia de hbo-
mens solteiros: a tratar na loja do mesmo
predib. '
I.- Aluga-se' 4o e e andares dio sobrado n.
rua estreita do Rosario, preCo commodo -
a tratar na rua do Imperador n. 44, boticado
Sr. Ribeiro. ,
-, Alugp-se uma escrava para ama de leite,
ciam bown ieite, per tI fmenses porter urna
fAlhinha de 5'mezes : quem a quizer, dirija-se
A rua do tmperadoi n. 50, 3. andar..
Auga-se osaobradb de dm andar A rua
das Awates-Verde-an.7, 7; o- e amdaresdo
sebrado-, p. 3 AOwada Pea, aoasa n. 32no
porto do Lasserre -as C. ig aa e a ca 19
no -largo do Apipuos a .trtar no 2o adar
do sobraQa n. 41 A ra",.do IAagel.
Alupa-se uma escrava que cozinha, lava
e compta; na M' doImpelmdor nD.0, tercei-
ro andar.
Alula-se o prinmeiro andar do predio E.
rua do Cowimercio n. 10 : a. tratar no arms-
zero. .. -
4 I A- PIecisa-se de urma no largo do Cod -
PO_84Bpo ar 7n. 1,k d!ar..
A',,. Preeisa-^e de uwia.'aax
-.% ~ i~ tU ecositiebabeate wngoan'
-m'; iT!^'.,~ paraets aue pequena
.a ilia i npraoa do ,Coode d'Eu n. 30, segu-u
do andar. t


*'VLZES&C.E


ALFAIATES

48 A--RUA DO BARAO BA VICTORIA--48 A
iCI FRNCIZA
A, ft A

V. C.AZ._ES & C,,a .francezes, muito distinctos pelo sea c6rte Ie-
ganute e 9drno, pgticipam ao respeitavcl pubtico que acabam' de abrir urn
novo e Wem montado estabelecimento para o fabric de roupas, camisas pf"
Ihomens e menino. "
%Teem coouIleto soritimento de fazedas finas dos-mais novos padides,
.ultin et ehbegados de' Paris e Londres, onde teem grandes relanoes 'co'M
a, mel Oe asa .exportadIo-s.
0 props'r' soetido de collocar sua casa igual a qualquf r outra de
primeira oK~~.rni sob sua direciao urn pessoal o mais habilitado de Pa,
e neste cao eq&erm sempre gozar' a.protecgao da elite do povo Pernaa -
cano, promet-d os .aiores cuidados nos seus trabalbos., para agradar a too
os que lhp r h ni.mc:e m a sua confianwa. V
AM-lUIStAI FRAWDEZA E INGLEZA
d- MISASFEfrAS EPORMEDIDA
Neste ramo de negpcio 9s .proprietarios teem prestaedo toda a attenao e
cuidado pt ra aqhegur ad ultimo onto de perfeico. e por isso escolheram urima -
'pessoa. que era o c.0 ve.uta das melhore (ricas de Franca
A!". dim eis o .Wa e. engionmades estrangeiras para a prpa..
*j~aO dos obvas, l n e perfe1io IwO atrabtlbo.
Veadeta ase e ^ ms mw, e e a retlho ; Qerottlas, punhos. cami' de
,juei. l- ,estaaro sdohomem .
eo par em outrawa


d6 Par& senkaoras


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^l^^samtaiwt
a r lthhismo:

ornecendo as
h somma de smn
Sdar.


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o retri o pa o, .. .
todoS Jun ou c3* 4h d<


i retribuicao para a U


- Cr
4A. ~>t4. 4*


, -'F," 'T ..-.;".-" ;.


Irf., -,


t lDE QTG "O. ZtRTQ?..QtR

f DE P.EGUttZIDAS, A EtLA.QM AS
:. .+ .. ... 0,--... -7 r,A, A L.


EM -EUS LtMAR. FAZ nRIO iUAL
PARA TODOS OSCON CERTOS DE .ENHtNIO.


Ths, ^'^ ^^ ^' '' *M sdiravvrw' -
1Z



... Jh. .ab a m e e g o .A
IiINIE'.BN..



SFIIA l 1 SiINJ GHL I RAGy temsrg, nova. I e
A' RUA PRIMEIRO DE MARCO N. 20 A, E .QUINA modeloasurpre.d.e..becompet.en-
% }jai/^ te novas, cofofeiraattef e 6atra$ rpe%
Sr ;draspreoiost,; asnc6mo va
L 1 lVr tlAD il ^riedde deo!bjvtWa e apvmdia to
CASA IN, 'I PORTADO pa hom 8esAue.,.m
yp VEND)AS EM GROSSO E A RETALHO ( pQ..-.,..eem_ outtr-j.e
"\ A .isa d"Ital7a.d ., 32..P"

CASA DE CONFIANQA CbMpra-e ou6 pita velha e b-
]hantes"
] Incontestavelmente 6 este o principal estabetecimento nesta bella : ,(
*l important cidade, onde se encontrata constantement o melhor e '"4
o rnais variado sortimento de fazendas e artigos de alta'novidade a T A
Spreos reduzidos e sem competencia. '.1'
Recebemosrcoustantmrente das. ielhores casas de Paris, e Lon- /A ''
,. dres onde temuos'tabei- e zeteos comr .j. r4), jpdc .os artigoi ,1 1
T)) da ultimna moda,j 4)*ppder4ser vewjtqi'jibr4ae qjvlq[uer -
^ sda que tenha de fazer saa&.r.prms 6 hie qtieln uo6 Thlee b favor de vi- i mt. fi :" "- st
41 sitar primeiramente o nosso estabelecimento.' mnd tern Au gTte i
.r lGarantimos a qualqHer pfess~oa.qpe nos honrar corn mas suas corn- veis aos domes do respeitwvd, us,, i sfri$A....uentos e cubigosos
_" pras qut entontrraa'toda a sineid-'enoi ai ac e.. ss doa afaas coves.e as e a (^_,... ;
SAs EXmas. farilias pqdcilnt.lcs se d$,i4* 'fazet ra visit Olho, s bocc e aDS '
Sao.qosso estabelecitiento se6pre 'ue pre eeme'alg, object Mai te n'est" terra, r .
<- 1 de gfs to para as suas toileUes.,. '1W ,0 r rZL -
do 63t pas d s'acedi'd t9' Qoem so nao sabe tUAW_..N
;^ Terpos. copMstantetnenW- u grande deposito ueos, acredildos ; omse osae-ratr... t t ,
\ 9 /chap6os par senhoras, preparados pela hablr mdista de Paris Mm. ($ Depois do atr,- o, lc4, ".f ; a pra,
D Jeloflra. sk Z^,efrdejpaBtst*.Lw~lB~fa~g
*, _r .Luias de pelhca, de Jouvin e portuguezas temos constantemente '% d '.e fuoa- .
P um grande sortimento. 'J, E ai, .dact 0ui e dh: 6 S m r..
Os senhores agricultores encontrar&tarmbem tu graniedepq-Y.N 0epihiPNoMs *ww que9ero
[ &"" sito de superiores (azendas ropriz psit suppnrrMo ai .b"1* ( 00 Sr a se rim t. : '' '' .
I 3 Gra dqdepa (4e hspa; = #iag sde redita4as eftef p
V.... ras da i 0 ._-,;tab" r
Tomoirkeitft t
,,-A, -d .0 pq .. x, ,o.,,. t.iiba-. WOW J:a ,aI .- k 9. --
20A00e. 1woskcbwa WIlsq# iANNs'MNa~$*
Grande *tiwento.ose a tot 0 gor
t.. .. tteira\ t m deroas., a.900 rs..o.a o -."do '. --, ... .. ,: ;' .-. ,- ,.. ;- -..- .
Comietp sortobtd Pj a4O8O W n7 fI. ^
rs :a i l. p i.-p ,~~.t -- ,covadq. Rime I.tor' M "
1 88000oo 9500, 105000e 12M0a0 spal'.'S~
mu ito largo D.p,,,,nq,.66; r nle..,a o 8a ) L
chios, a 1i6M$q-Mr"o. Crotoneasp tot -
pa~droes, a.820 e ondo
(i ... ... ,- "v rV-t r ,. -
-"perior qtalhe.sepam s :W bowen
:.pxfor do sl fawatas, ne
Grabdevriedade.' le. u..
pdos+ o'W,. r aw0 ?V Ir i J1.. ..: -+ +-.,,-"- + +.
batistes, cobertore6& de1$, Vaqsa-,mtuf* M ~~b bz
resolvid-s a vendr erPOF wbgaHS"t."""4 5~e-
V1, -1. w ..'.( wI-, ,,
.. ., ,"I'N,. '-.i ,, 7 .. -


*wni .s- AfciTm rip#'
am,g da.ar, eo ', I t,, .1 ai a, .. -
I- .-' _.----- .3
0, Uo' la^ FUiTE xix wAEL
:t A a&g da s Foies o %ChyI, ar?.. non !
*1^~~~~L 'r. .* .i-^"i~


', .. :..< ..f l ,* ,
I Pttfl Oleo nossup n'.a dU
i ... *' ",,'- *'.*,, rp o. -oid
I' i* r- .,u6sas O iuais
...d..v IuQS cacolios urn bril f$
i a-,, im-pr'gri,.mdo.sA de mni
'%. ..".,iii .W t.'1 et licado L
1.6. 6 O6,600


SFERRUGINOSO.
combination de um sal de fervs
;ina. E' recommendado coatit
a do saue a ckloro-atia; as."
uad" 40 parfo, etc.
bmnzal do udtla


.t-


2,

y.* %~.,
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C-
, *.


IN" .. ".1n-a,. do
BMtAN7'i86, w de


WMum-


* as


S* fA'% fabrCatEsib
fc,^^HuJ^^pnlta'as OSn Sar atrahtdoz a FbnWt. SAO(
asmgoggradavel e a iua ac eiQ 6)xta CO-
lMll iwe as Digeae diffice. :.
i -i, pa a s pemoasque n o podem Ir a VicI
,to J7. .- t ae s prodwo a
OQ *iS*V.& 0-, raflqodz .w "S
. ........aa *al'lanknwf liluTI~r a MU.

*- '"... 'v" '"r f A as "t ... ::I -0
jg -fr "#-, .- ....t ;*, '-* i w | n, 3 ... ,,,,,..~ ,au l, BI-um liiiev,., I |H0,LT
.. .. .''..b"-^ '. .. .. -. .... J ,.,I4+.LI di' a ina ii ....l.-uI

.b c2*arkN. lrai r' E-oM''L 't u 'IB




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..m :.. .... 0; 4 ...ra 1 Ia zrtce ."-'..,C ". S a._. a ,','
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7


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AMY
























































Cozinheiro
Na rua do Bispo Sardinha (antiga Encaota-
mento) n. 36, precisd-s') de um boun cozi-
nheiro.
!Aos Srs. candidalos
Fazem-se circulates authographadas, corn
presteza e nitidez na litho raphia a vapor,
de K R. Purcell, A rua do VlIgrio nf. 29.

Por 24
Aluga-se uma casa na ra 4o Caro.neiSfas-'
suna n. 103. corn 3 quartos, 2 salas, cochha
f6ra, quintal e cacimha, ema baWesk :im
rua Direita n. 8.


SOS XAROPES /
DE HYPOPHOSPHITO
de soda, de cal e de terror
mprega&ow con Jtio exite para Orarj a
Stbsica e as molet'iat tubeulwluasas, yea-
Sea-se unieamente em friascos quvadratos.
Cada (rasco verdadei;,,, tris iuscriplo'no
vidro o hme do D" CHURCHILL, D .int itorio.
acha.se a itgrma do ',- ie iouto rrefida
,,atro 'ezes, e no rolulo sobre a rula, a
Smarca t Fabrica da Pharmacia SWANII,
Srue Castiglione, n" 12, em Paris.
Os hypphosphitos din l.aharvmaia SSWAIN
Sai A "S' v1 n ieo.e Re"' nhecidoi e recommendados
j p Do D' CHURCHILL, autor da descoberta
de se s propriedades curativas."
S Preca: tfr. por fresco em Franca.
| Veudeam-se B's prnijic|aes Pj~a^iaa._


I[f


DE e5o L~ -

v per.m.- ,t
p6ri, c FAYp. 1, rue e .

Pev dPI (J"(ax-q' d i. boJ b,044 ,
Paris, Cbt. PAY T I, rue do la ;ft0 .


n A | ; 1 f ".; ..... '* "* i: "
0 ,' t'ft"! **; v -t"* a iB ^ *
*uWW^B- I' -, '*noa -^^


para assuear, pintadas e galvanisadas,
4e 42 a 316 pollegadas.
Rua do Bruai n. 100 a 404

Fundioo de ferro
DE
CAURR 6 i0uA*
Rua do 'rum n 1O0 a 104
Acabam do re"ber rodasdb agna *di-
versos e ta i km *01a supeWior
Haa do Brumn. L aO a taI.

I"id o de ferro
*DE

Rua do trnU n. 1t0, 104
Aeabam do r'ceb nwero w o s neito de
machinasa vapulr dos melhores fabrican-
lts, ttbolares e de um ns6 tubo, do forca
de 4, 5.6 e6tt0 cavatlos, inezas.
Rua do Bptu a. 10- 0 t104.

Piailista
Dbaingos Joesd arques cuntinea a tocar
piano em reunites familiAreos; podendo ser
jBro~pridQ O m suS eas ^ P5 dC4a Impera-
A ir Sf t. I aaar,; el at.ia imeiro de
XSarc n 1 i iSjaos r Bernardino
D). aafpos&1. in-."*-' ^F" *

Toand c-kgad si iro urn
t>t4$k ptevr i .a r.4wpoitavel p4ico que fa-
Wo itsWO palrs howam. s-nhqse e menino,
assim OT fa qualz e. orpre"s
o uisto406 na rua. dio n. 24.

0 padre Manoel Barroso veade as aPas e os
terrenos.que tern na cidade daEscada; a tfa-
tar ua rua do Cemiterio da mesma cidade. |
Arrenda-se
uma boa baixa'de capital, em Santo Amaro das
Salinas (estrada de Luiz do Rego) segunda de-
pois -do hospital jnglez, arrenda-se toda, oWu'
por parties de cem palmos de frente : nia rua
da Imperatriz n 23, estabeleeimento 'Ie mo-
ados. _
.CkASA, S
Alugam-se As seiuintes:
Sobrado da.tua do Marquez do Herval n. 115.
Sobradinho e loja da rua da Palma n.-i92.
Casa terrea da Prala do Caldeireiro n. 37.
Loja da frente do sobrado da ra rda Roda
n. 42: a tratar na rua Ia GCnnceirao n.6, corn
Thomd Villar.


Sezaes ou fe'be l*i
TRATAMZENTO'" E VO OM A k h";'" :I "LUi
DI RU.1B-);CALYI A1^ 1:1: ''-
As e_9 es ou foore 4npew jtWN Am,.,
molestia que come. a co arde kio, e-
Sguido de umrcalor _%ces.f u, suor ewfai
perfeitoestadio de abatimento.
0 doente libeirta.se de todos esteS
syinptomas d febro e aquire urnm inte-
vanlo quasi do seu estado normal, aL-
qua ,'um certo espaCo de te.Opo voltam
os mesmos synptloma a importuna-,lio
Segundo o espago deste intirvatlo, que
6 umo aivio para o doente, as "febres
irtermittenOies chamam-se quotidianas,
quando ella dura inte e quatro horifs,
teroim, quando demora quarenta e oito
e quartam quando deroora setenta e duas.
Esta doenca devjda &i awljes dws
lugares pantanosos, oade tella predomina,
Se torna-se endemnica, sendo bastante a
extincOo desltes e'a plantk&'o do euca-.
lyptus gtobulus, donde extrahimoOs a eu-
calyptini, para extingui-las e I&r saude
e vigor aquelles que soffrem os seus ef-
feitos. '
Muitas vezes observa-se nestas febres;
e. particularmente na febre quartam mig'
engorgitamento consideravel do bago:e
figado, ou urma hydropesia.
Outras vezes deixam inflainmnag6es do
estomago e dos intestipof, que f mister.
trata-las em separado, tomendo-se o meu
ELIXIR DE JURUBEBA E PEGA-PINTO
preparado para esse fim. na d6sdesd
meio calix duas vezes por dia.
-Como jd disse, a substancia de quo se
compbe as minhas pUulas6 e trahida do
eucalyptus globulus ,plajta woriundadai
Australia e de 14 transplaitada para as
outras parties do globo. inclusive o Bra-
ka iL Todos conhecem essa belta e frondo-
Ssa arvore. Aqui mesmo em Pernambuco
existed um grand e nuoiero delas.


DE
Juruhebab, q ia e pega-pinto
IFORSULA E PREPRADO OFFICINAL
D
CARLOS BETTENCOURT
Tonico-febrifugo, a desobstruente de
Ntodas as-visceras abdominaes. Emaprega-
do na debilidaee Weral, affpcpees do esto-
wago, cmnoylase*na, fe'res intermitter-
tca, mtigas e rfehdes, molestias de figado
e bago, falta de appetite, anemia, chlorose,
presm paUdas e falta de sangue. t um
reconstituite de energia. Unico prepa-
rado neste genero que goza das proprie-
dades va Jurubeba quina, pega-pinto .e
ferro. author, depots deter feito mnu-
mneras applicaeOes do seu novu, prepara-
do, reconheceu nelle urna efficacia sea
exemplo nos preparados de jurubeba,
quer pela nova manipulaQlo, quer pela
uniAo felizdos ou ros medicamentos. Em
virtude de .um proceso mo-Jerno, que
]be peoence, evitou aincompatibilidade
da quinr corn o ferv!
Prices para a capital:
i frasco 2$000
I dzia 225000


Joao Pedro Maduro da Vc0i, vInaceutioe
doctor em medicine pela utveatid (fi-syphiliti
de BruzeIAs, c-ruugao i'$r, ii pda% t serorsa a
honor1rio do 1corpq' i iidfrttentes
i63 director 4 o fulp 0011
hospital Pedro -H, conieco i gatrca;i
medalha ,de campalba '. ecife 2
;sobn,.>4.. .11 ,1 .' ^~ ;..^^ fy^-
Attsz to que. uiia. p eg- d e- -Jr
gadq o Xarope de-J^ ihegn
composto, preparadopeo rau tor em ie
Gico Carlos Bettwnoiurt, 8as4 de. de de Tm
oaldes, et testo eI
pmmlmpar, : lftyg!itgl f pe-'. 'Dnha clinieg
loes, coqewlnuh cpadejlmen- preparada;
os da secret urinary, pre Blitteneoi
corn boMn e effi az resultado; p i etizes res
passed d piesente em 3 do novimer9 de qier nas
1877. -DrdJoa PIea, o Marfuroda d ePeca. qlialquer c


Sflverno Lagreca, doutor em tedici-
na e cirurgia pela real universi1dedeI
Napviweseappvroya4o pMIR uldwIe ide
medicita da Bv his, %c.
-Attemto qu tenbho had aIia e-,
X Itrope de J"ar'pmis eom-
POpoPpo 'pIh.rpaceute
tfrraaes agudas echrp inasdoS'I.o"
chlos, bem como nas .. iiyig .1':e


Attesto que tpnho emprega
aauccesso a ^a~epfaaamw e.#sv


vN.


5I.-


:*eq!aa q
poderoso n
cionadas.
87.-- Br.


GaClos Battencourt na cura an-
w, especialmente nos. forms
companhadas de cachehai. tlo
aqui, notando sempremum a-
bramenlo na fufkiqOali4e
pelo qae sub.c.9re' !o o prosente.
de jarteiro de 1878.
Dr. Silverio LaWea.
es Dariode COautaliee, doeu-'
nedicina pela impArial t'cutda-
edioina do Rio de Janeiro.
que tenb emprga&do a mi-
Sa salsaparrtlha e caoba,
polo phernaceatco Cawlos
art, e tuendo 9btido os: mais
sUltados nas sus appca oes
mnolestias. syphit!a, em,
los-sepu penodos, quer nanw
!3BttMIsj pol ipy y ia*00
oedicapenton as4 meu-
Recife, t do no4eiakbrM de
Theegerwa Pario ~dt Canttphce.


SAttesto que tenho


fN. 51


N44 VOU5,,SS assm
Sinicular-se deforra ealu- a Pca* ur "
a'sus prislo e ao~scapitbes de
gar-- c ,,ra a a g fi Suse'4 sO p santel
uin tS. sekletas mestno engenho Pimentel a seu- aesioh
^ *1 t iti F inieirt~a i iade A]m i
slatemA *&as eotas~q&teaMLrimia7mest7aadri.
^ ^ii ro'ilQa~wa *^itel.p tm or ii.' 77 lo andar.:


Blietes garantidos
S4a do .ario da Vctola n. 40
casas do costume
0 abaixo assignado acaba de yen.
dex nos seus mnuito felizes bilhetes
urn quarto de n. 86 corn a sorte' de
400WOU, aldm de outras sortes meno-
res de 40S. 208000 e 80(X) 0'da loteria
que/se acabon, de extrahir.
0 mesmo abaixo assignhdo convidb,'
aos possuidores a virem receber na
;pnformidade do costuie serm desco8.
-o algum.'
Acham-se a venda os felizes bilhetes
garantidos da 38.a parte das loterias a
beheficio da igreja 4e Nossa Senhora da
Penha do Recife (272a), que se extra-
hira na tecra-feira it13 do corrente.
PREgO-,
Bilhete inteiro 46000
Meio 2$000
Quarto 165000
Em porgao do 100^000 para
CwAas
Bilhete inteiro 35500
Meio 1.675
Quarto 0875
Jo4o Joaquim da CCsta ', te.

Padriaaeoi Una
Aluga-se ou faz-se qualquernegoeio, a von-
tade dos preandeotes, cm urnS cv a corn
todos Os uteoslio I de padarda, 81a-- forno,
a rua Nova 4 d, Palmqres, eom Unoa p. 77 e
,tla 01eai wh t&.eM4 4)dobotd dai osrpada-
na, corn bastante fundo) tendo j6 UaboerNe f*-
,ra casam,..e uria mema-aga; tambem fat-ft
.qualquer permuta por predi nesta cidie
tratar na rua Vidal dc Negrdios, outr'ora CWt-
co Pots n. 82. coft o o 8p jwopriietario.
ASA AFRNRT

BILHETES &GAPANTDOS
A' rua Primeiro de Margo (ou
Str'ota rua do Creup4 n2. .3 e
casas do Oostume.
0 abaixo asignado, tendo 'endido nos seus
felizes bahetaune n.k28 ow 4:OOQ$,
e utras scores de 4e e 0e,da loteria que se
acibou de extrai rIt.Lt), convida aos possul-
dores a virem receber, na conformidade do
costume, sem desconto algum.
Oha" As a voada os LUza )m i3bates garau-.
-tidos da 38. pae da Mriss'a be,6efi4o da
g|eja- de -oisSr oSnbori a ,Peniha do Recife
t7.a), que se extrahitf terCa felra 13 do cor-
rente mez.
7-' PmR~
ileta itro 45000
K '*-Sio;, ^:- bi90et.

Qiiart,8'75
*wag* lfmm M Fwa: I


de w~i

morn sit-


V -~
/


Boa gratifiesao ;
Tuglo nos ultimos dias de julho pased1o 10
mulato escravo, Sebastilo, o qual foi vendido
no mriado do mesmo- mez de julho ao Dr. BeDt-
nardo Antonio de Mendonga Sobrinho ; por
Francisco Antonio Martins de Miranda. Seba- "
tiAo 6 natural de PAu-Ferros, no Rio Grande Jp0
Norte, e fugio do enrenho Novo, da corn -
de Porto-Zalvo. provin ia das Alagoas, sepd
signaes slo os seeUintes: cabeilo bmore ct-,,
tado rente, barba raspada, olhos gtrandes, c)r
de canella. secco, estatura regular, idade de
16 annos, eb. Consta estar em Palmares (Una)
corn os retirantes. Roga-se aos senhores ca-
pitAeb de campo e As autoridades polieiaes a..
apprehenslo do mesmosnscravo, e promette- -
se-lhes boa gratificao&o se d levarem nesta
cidade. i tua do Imperador n. 10, ou no en-
genho Novo, em Porto-Calvo.


S FLORISTAfk
Na rua ova n. 40, primeiro andar,
Sfaz-se qualquer trabalho de flores,j
t lantn naturaes comO artiflciaes. Ga- '
Srante-se toda peifeioo no trabalho e
Smuita modicidade Dos pregos.




Traspessa-seo o arrendamento da casa At rua
do Capitto Liima n. 1, em Santo Amaaro. toda
forrada a papel, ornom agua, gaz e eandeeiros,
bornt ja44iri / excellentes commodes para fa-
imnia, pagando-se o.ertas bemfeitorros. ?'
wessa tasa..ende-se diversos tra$tS-,e i
imiito bOiestacd, porter seu dondoI'11.e r*e-..
rar-e pama foa da proviacla : a fratar doe,
melodia alW 0horas da tarde. -


Aluga-se un s1tio na rua de S. Miguel, eta.
AfMogados, com optima-casa para famiba, graps-,
de baixa de' capimt em core, cento e tantW.:
p6s de ooqueiros e mais algurnas frueteir s:
a tratar noRecife, corn Cordeiiro Simoes,&-rTa /
Prirneiro de MarQo n. 7 A, loja. ,

SUm cachorrinho
Fugio da .nao de um portador, que o condu -
ziaupara O Manguinbo ou este o vendeu, um
eachorrimbo felpudo, castanho seuro. de urea
s6 or, o qual di pelo nome ie Sentinella,:
quomQno achar, levando-o Amrua Primeiro' de
Margo n. 5, loj', sera generosamente gratfl-
cado. -

Aluguuis
0 Sr. omnmendador (desculpe, ono-
me flca para outra vez,)que deve Eatis- '
de dous ahnos de alugueis de c ,a,
qUeira Pandar psaar, (aonde fica PO '
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Aza demosga, f.azdp4 I pokir quidoS.
Gaiolas de aratme, Ildos foiatos.
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-o. 73.


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.14-Rus do Commerobo N.1n 4 "p-a'r, p re E. l i f"-'s s, a ''l pegs..vi ,^ ^ I-""
la fni VeilUSI zid. eirs a d~l. = o r~or- ip '.. ^tw g ea yraeia:i ',*.-i :
Vende-se, urn estabeleqimento de moihados RaI DsqUn .' C.zia a. 47. Rrasu aaa nr 10 1/3 tel- .3 -
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estando bern montado e tendo boas commodi- rOAQITT E BIRA PAU 8g00 o par b de t .. bra itde spr a
dades, e ses generous nvos e escolids: JO AU MF IRal
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ioja, que se Ihe darto as precisas inforwaqfes Levos de linho corn letra e bwsra Agodoesa entopnds s, a 3150 t a7E8 MfeIXX,)s. o c o.do.
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SDitadeciococ 1000 .00 rs Vuend Ia Tmr oFImprmo # n. 75, garn- V '"s1,f p '
No escriptorio de Alfredo Ferrelra Chitas -hinezas para colchas, oovado tiord-ae a s .ua. ao qanzaidfe. Toalos Sdpudas O. e 140u00 a
B altar, A rua do Born Jesus n. 40. 3.* oo rs. -* fL ta r UII O a d 0 a dua
~Le apsd Inho cor5pamo letrae arura. s .4m, saoa !ad~za



Aredo coa 5 patios de la Leeasi din e entre-meies hwdados, ..
S40 rs. C-randes epequenas. corn v istas awe mhi- pt ho tUS wa, gtao-afa m o. ...
'om's Cabanho, ua b0 a = l ansa Iati, prineeta preta. to- .
Entre muitos artiges de luxo e phan- Lindas mariposas, bratm s e de0co e2 6. ..- do prop iopa $ de to, e a v nduna eo&
tasia exiskentes na NOVA ESPERAN- re1s, a oco )M 32. o co |do. Clhasa B rneima,& a 630,a-o4O4.a
CA, & rua Duque de Cainas n. 63, aca- F16 pree alpios va O) The.a-Up. CamisBa&am do.arete,a q ubett m '".--
ballnge c theatrs, asrente ua ue e passms; Eg&(anMo, eorn Passgra s, 0 5VflTArLS~CjDWK- 011MaYm
..a10 e1200. dmm ..



lk ella dero eebe-wi anos seguintes Ti.hnMt*o.a ptcota e (16 corNs, eor 1 ^ J -A G ti do. Uwho, cm 1 almas de
Prin s flores artificiaes, propna. ar e .4& 50a0 b ro. i.,..-. "
sebrs b ausm rn,, w-- daagod., a,flhtOOXa
Laiwu de bnios 4lictroa 28570 g ;bime is o4pamaIS Ot.Ust yvafl 360 r**' SUIIIAPCIII.


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Nosita m oias e quarPa ionho,, ettides D p y' I 1 caras < ta.m Tbb os E 6 se JOI
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(,ir uaD u~que de C ;aiia s n 63, aca- R6 re e m SWliams vM 5 W rs-/o^^^ Camism do.^ screen qie h bong



awitoento dfe ventarosus de dolc 4~40 1a a Maipsa ss Tbrdax
tiesa c6 e gotos. pal.Atm l.bd... ...g.do, ide.. do MaB
i nPr,,atei n t WO e a | i listras, a.[.. & .t ..u ... ... ..
Vadadeim a ags par n rather os me- wS ,. 112 0(p. e ns. covaf. .. .
t: vende-se no NOVA ESPERAN- dds e saw os Gorgugrao de l d m.uWto superior =. A it-a t-"a- o .
toa Duque de Caxias ,g 63. tiaW> e _00 6 o,_tw.. o G orr ; do Eimuo- suprio r. s (,l, 1M ) artig o Aprtame onfIsH M IB B
w Do voiho fax nero .Cortes do surs k 401H Mn -Cdmnplto sortuento ae 'poebns, ^33 ? umflwrw v nymaam
*Glicerina (graxa), a NOV. E E- ch.usob, ... & 90. do M. a 800 rs o condo. : i = e a ( dfI
4aM g&raxaglcerinaq~ euz~e an.c6 s-?swraa1)0,' .aooa 'd &C rri,$I aia o eehr sa;jol 4k0otm. -o Ito 4pm3e0 Are~ p^ -: -.i~fi^ S flS 109WJ&S tenf af
to al to bo nuas arrtigoea o llh-b o r I aceron.,deb* dos ,, a -ii a -'. ,~.i i-, ia. J 0
. ^T' '*^ "'l "^"<^' M*-_ J m _^_ -^--- m *BIt -iM t.j '.,i -* ^''W i'm^ ara a,,c^Dtfbddt, a 80O'rs. a~vsra. v .-l '^ m g e3 ......!.
aM o rra n e SOW ies."aW 01wue e a o .. rc- ..as a- '9
- 0 papel que recebPu a NOVA ESPE- Dm bls ern, tws6 Mreeatt pe-ascor feva,, a 3, a
r-. A, va rua Duque de Caxias n. 13, a _4 .. ouD. .. .. s. a. f.r_. ... .. .. ., ... ..- .
' .matar moscas d efficaz custa 4 Cambraia reta flea, van e M ,T d caWe aa .. .,060 ur n.. ttlO. .i. 1
4gedfio, idemoeae Oe4


a. 9.a foLha. a. C rd abrl asaRt# a E mlA I
t r-* dt t te aes e t d'- + .- c.=. AIrI(C flb.ac a .
Qn aeS NOVA *SPRA NA. i ruB *'e ed.s:t&-aa
dj- e r 16"oa "d" 'ad"0-q


D a a ed do Caxi s n. 63, os% rcsofrid'a.a a nm "Iu"i
ler arttig e sira seusalfl epor Ate e dBe o rn d stas r s
~D nnos 2 por cntodo quoornnirm.1 ,p bobsnt'gr -(JUas._________




t jis.aproeiernomo.preQga seguintes: tplO S<> W)*tc1^ r'fTOlB?'AOa^ .~11 49 tM4PBJO. a il^^^rSi~ile^ iftj 'M'i^^
I' W e, sboabqaadidade-, ab rnta:wwl- rimores cobeta Ad d v, a. pm -Al
e z in h a (it e lu p o s a 5 A90 d bho a tO ) t wpfyde p.c 4da a 0 coa.m-'ra. ,s | 5 ,C& J ,,o...n 815A-


~'~q;bot4os di sman ao#a lOu,'ci~Z"9 ou'oe a'.Fr
wi"o
oota*Wnetl;-cahxikabocorncekheaare-o.0n;
iw. o.AO.Pam va-ide"a-a20raP&aw
a ooml i..i.. at Duqu e.do..
'+; v Pam oit. s u ,r,: "o ".oon q
a~~~va ira ~ouwu Simin 1 01 t(Uu
.iU+lTA L'efL fA.T.A. k A.

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7' ,A-eq"m+,

ioffor.owz 4a i wills.W*
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i f.wL.- .AAMV, ----!',..
;,.r -. F o A" -.-' ;


qaer chronIko, o teu hitO s.edativo 6 .
MHROS, elle tern por mait de uma u M.
)SOS que corn a ESSFNCIA fDEPURA-
Sa safide. %
.q1ue teem sua oQgem na imrpurenplt "
Ito urn enetgko eCo, o pI
g bttestado, l de faultalvos d'e.ta "
fit 4A p-atici-., que con .
ae8 Aa dfto;.b*. esario qa "
certea do. que devera exigir-s a
adores, ero volta di capsol a gda.a i
30.5J0
31000 .
em Pernambuco
L AM.ICA.NA












date "A Iiri-i- t ...;




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H".ieo eaisJ 4. a ".;
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ViL eafifl^^
egar e dar prompt e sa-
ta auaesqu" 8swa.
:Ad e&ias e i
c^' 4e hronze e sinos q"*
; o +ticam ow' seplintes ,

lar o_.mel .yate- .1
F. Adopta ", s .", tih .a

aoptdosna province~,

eseumadeirs, eo#e r
andioea oe tom as obras


kico- de amaosm.
As e de jrepuxo de lerro,
Me, .in -de 16 fls
,-" dig 'frat A


eOL
CIE,~ hrt dt


1.. ",



















mH'*' S o, ;primin ulao6
"., r ico, o-la0u -Yi pre-idi4o ft4o ,
SExm mi.itro da ugricuttbra, eoatwier- aproitfrV
6 o e obras publics, cormo foa annim- d4tisn'ti#tos
S ciadlo; sentio omn d'una tat reuao: ehmps- est k
JK discutir-se os meios adequados & rege- ca. corn graie sc o
S nerado da nossa lavoura. fres publics, ou chamant ud r. "
^ E' esta inma media de bern aita in- os dispersos para perto do ta a
T portancia ima actw;lidade, porque trar .
^ ^"em resultado um incentivo para des. E' f6ra de daida que o OW nti0vi 0t
pertar os Brasileiros. que 'ormem o hadeseracceito pelofilhistradR on I
isomno d; indolencia e do indifferentis- so de agriculture, deixando-se T7 alto 1
:*'" mo, por udo terein querido ainda,como serlao para a industrial pastoril que c
| odeviim ter feito, abrir a fonte de nos- nisso mesmro ha de tervanlagem, por- a
.*J sa riqueza public, que incontestavel- quantoa industrial agricola nose con-
: mente 6 a ricultur;t, pra a qual cilia corn da criaao degado: ellas I
Ss6lo tanto se presta. se guerreiam de mnorte, -e .-e destroem
S, Como a idea interessa a todos quanto mutuamente, contra oslegitimos interes-
desejam o progress real do paiz, nao ses da nagao. Descriminaras duas re- d
ficarernos reclusos no quarter do indif- feridas industries, 6 urea das mais ur- a
*- ferentisrmo, e prestaIremos tainbem o gentes necessidades que o paiz seote. t
.nosso fraco concurso nesse certatnen do Lancem os nossoA financeiros seas (
S' esforgo humano.. telescopios sobre a Australia [Nova Hol- .
'" .. Men born amigo, entire outros motives landa], e verdo alli adoptado o vantajpso I
que tern entorpecido o desenvojvimento systerna de agglomeragao de bracos em
de nossa, lavoura exportativa, eu.viso pontos determinados, semapre perto do I
urnm, (ue muito me ha preoccupdo; littoral, formando grandes estabeleci- C
*,. esse. tivo, em meu conceito, 6 a dis-rirentos, que progredem admiravel- i
pe.i d.s bi,'aos uteis, que cumpria mente ; sendo que o interior da gran- (
t r5 ,reumidos potr nmeios suasorios, de ilha nao estA ainda bern devassado. (
'- oi^ nle dCfsenvolvidos pelos r.ossos "
iros, chamnando-se os bragos iner- Na joven republican da Liberia eofi-I
tee,-_ pontos proximos do littoral, e quista se faz mansa e suavemente, semi
a *rmando-se nucleos de industia outras armas que as do estimnilo e da
h"a e commercial, o que infeliz- emulagdo ; e os naturaes affliem de to-
Sse nao tern feito. E' deste itn- da a part, ep agrupam perto do lit-
p e assumpto. que vamos tratar. toral para pouparem grandes despezas
S,- rasi dispondo de um immense do transports na troca dos seas pro-
',H rio, riio dispoe entretanto, se hAo ductos, oriundos daagricultura, unica
S- rilhe.,- de habitantes, quo, des- fonte de riqueza public daquelles fe-
'. ,' os, dao apenas'3individuos por lizes africanos.
: ; .Mrilha quadrada; numero infinita- E'quae a civilisa.ao tern urn nao sei
< w, b,;ixo. comparado corn o de quo que de attractive, que todos os povos a
e a Inglaterna (9258 individuos] den- ella se curvam, como se fosse urma di-
r- miinesmo espa o. vindade.
;.* ,, importancia de umn paiz nao se
ompnta, nem se deve computer pela Mas, no Brasil, bemrn long de e pro-
Sextensdo do seu territorio; mas sim pelo curar reunir os biragos e agglomqnl-' s
numero dos seus habitantes, mais ou em pontos Vantajosos para agrrcultu-
menos reunidos, para que deste modo ra exportativa, concorre-se mui direc-
se prestem mutuamnente aos grande tamente para a dispersao dos mesmos
fins sociaes. braVos, decretando-seinopportunamente
Muito nos devemos orgulhar por nos grande numero de terms e comarcas
pertencer tao extenso e rico territorio, nos contains do paiz, e creando-se assim
e para mantel-o illeso, devemos tazer pequenos estados independents no seio
toda a sort de sacrificios para guardar do proprio Estado, por imposigao dos
as nossas fronteiras ; cumpre, porem, mandies de aldeia,# em troca de elei-
que essa prova decivismo seja dada eges simuladas; do que result que as
corn olouvavel fim de legar mos tao despezas dos funccionarios publipos
rico thesouro as geraoes que nos vao desses terms e cornarqa, sao pagas
succeder, afim de que ellas, dispondo pelps agricultoreadolittoial, 'vistocomno
de recursos, fagam por si aquillo que a agricultural de exportaiao nAo 6 exer-
nao podemos fazer. cida no alto sertio, como j ficou dito.
SDeixemrnos, pois, de umavez por todas, Produzir muito, e produzir barato,
esse fofo e presatumido orgulho de que- devem ser a mira dos RosSos esforgos,
rermos passar por uma grande nacao, poir que ..6 deste mode poderemos fa-
r por ser grande o nosso territorio, por zer corn qua os nossos products pos-
quanto o principio-e 6 falso, 6 illasoro ; sam corn petir corn os products simi-
+i e persistir nelle, 6 persisti [io erro corn [lares de outras nag6es, que tambem se
todo o cortejO de seus mrno resultados, esforcam para o mesmo fim.
tanto mais quanto nao podemos ultra-
passar os limites da possibilidade hu- Para produzir muito 6 indispensavel
mana,. sem o risco de nos precipitar- reunir os bracos dispersos; para prqdu-
mos na proTundeza d'um abysmo. zir barato, 6 necessario dimmnuir asdis-
0 que valem'10milhoes de habitantes tancias para que diminuidas, fiquerm a?
derramados em urea superticiede....... despezas de transporte..
256,000 leguas quadradas, conservando- Fique, pois. entendido ^ue, quando
se um tergo destes no estado semi-sel-' tratamos do littoral, nao queremos di-
vagem, e vivendo s5 para si, nao con- zer propriamente as costas arenosas
correrdo de modo algum para as des- do oceano, mas sim uma zona deo 0 je-
pezas do Estado ? guas acima deste, zona dentro da qual
Eutretanto, estes aesmaos 10 rnilhoes o solo se presta a toda sort de agricul-
de habitantes, reunidos perto do litto- tura intertropical.
rat, e dos portos de embarques, podem Modelemos, o nosso proceder pelo


*- -vier alguma cousa, uma vez, que se- que apontarnos, tendo em vista as .nos-
Jam ber dirigidos por urea political sa- sas forpas, e semr nos atirarmos ao cam-
'^ bia e previdente. po dos impossiveis ; e assim igenere-
Mas onde existemrn esses tres milhdes mos a nossa lavoura. "-
SI do habitantes, que nao concorrem para Bonito, 26 de julho de 1878.
as despezas do Estado ? Quaes os mo-
tivos porque assim succede? FELIX FERNANDES PORTELLA.


FOLiETIM


AS CASTELLIAS DE NESLE
POR
MOLE' GENTILHOME
EPILOGO

(Coutinuaclo don. 179)
Sabindo do palacio de Nesle, Marga-
rida conduzio Gastao para a casa, onde
a tinha installado Laripalidre, e onde
vivia na companhia de Thereza Miche-
Ian.
A velha tinha sahido, quandoelles
entraram. Gastao dbixou-se cahir n'u-
ma cadeira, e ficou mito tempo immo-
vel, esmagado pela grande desgraa mno-
ral. que acabava de soffrer
Foi acordando a pouco e pouco da-
qelle desfallecimento profuado, e pa-
-Ihe que sentia urn secret encan-
o contemplar os objects que o cer-
.^Stivam.


pois o mancebo continuous, corn timido
embarago:
-Minha querida Margarida, per-
d6as-me ter estado, tanto tempo, ausen-
te deti?
NMo fallemos wais nisso. GsstAo
jAi me esqueci de tudo; nao quero lem-
brar-me de nada.
Eutao, Margarida, deixas-me fallar
ainda d'um project, que nos era t0o
caro a ambos, a que ia cumprir-se,
quando a loucupa me demvaimu a cabe-
ga, quando fugrda felicidade, como urn
insensate? .t
Margarida baixou os olhos, e c6rou
de alegria e de pudor.
Margarida, miaha boa Margarda,
murmurou o mancebo, vom- a voz sup-
plicante e apaixonada, eu merecia per-
dero teu amor, porqae deixei u= the-
souro como o teoo.u- iae leses agora
no fund da mina iM tes pieda-
de domm .. .
Hasia de esquecer-te daailta qoe eu'
committi, e dar me a espermwoa e se
realisar urn dia i nossa fiiz uniao, que
eu .desatei corn as mieos d cegue"ei'a e
da loucura. Diz-me o quo quees fazer
da minha vida, e se devo esneramr a fe-
licidade ou a.eterna desgraca.
A donzella ficotuimmovelepoNlg as
taomenm s; d(qs. .y. id*

aa q.ue, so a
compromisso do renoar
as convengoes, fimatam
nonte .nma promessa a que
bemn faltasse o governor sob pe
nais ou menos plausiveis.
c No anno que tern de decorrer ataes
la terminaw.o dos ccc6rdoe (conctuia
assim o despacho) nao dvidarvi .. 0 go-
verno imperial entabolar novas ngo.-
Oiagf-s para a celebratio de conveng3es
Ue" substituam aquellas cujil c
vai ser notificada. v
Assim notificou-se a reso der
por findas as corvengoes, "-| ,"
a notificante o primeiro a maiafestar o
intepto 4e celebrar, outras 1. 0 mais
que em abono da sagacidade da nossa
diplomacia se p6de inferior dahi, que
o governor do Brasil penas desefava
modificar o theor das convengdes, mas
nao substituil-as pelo regimen corn-m
mum de 1851. Dir-se4hia ser o gover-.
no brasileiro o mais bnteressado em
abrir excep;5es ao regulamento que
elle mesmo s6 concedera aos agents
consulates estrangeiros corn a clautplae
da reciprocidade. -
Estava dado, porem, o primeiro pas-
so para que o regimen convenciogo_.
apezar dos protests a que dera
na tribune e na imprensa edos conflie-
tos e difficuldades de que f6ra origem,
continuasse a regular as attribuicoes
dos agents consulates de aluns pai-
zeS.
Tocando ao seu term o ultimo annc
das convenes e nenhuma negociagac
havendo sido a tal respeito entabolada
durante esse eriodo, o gpverno impe-
rial fez baixar o decreto n. 5,339, de It
de julbo de 1873, prorogando por seis
mezes, que deviam findAr a 20 de fe
vereiro de 1874, as convenes celebra-
das, corn a Franga em 10 de dezembrc
de 1860, corn a Suissa em 26 de janet-
ro de 1871, 'e corn a Italia, Hespanho
e Portugal em 4 e 9 de fevereiro, e
de abril de 1b63.
As convengces sio verdadeiros trata
dos, e o decreto, como por esse tempo
foi judiciosamente ponderado, era acta
da jurisdicCio national, que nao pode
ria obrigar a soberania de naoses es
trangeiras. Aldm disso, nao tinhamon0
representantes estrangeiros os podereo
necessarios para aceitar a, pr#oa9.
que so do accordodas .t0 con
tratantes podia resultar i unica
deliberagto do governor l.l.-
Entretanto, bastou Q. e oe-
manifestassemjo desejo de ,gada
as convengcft, segund t. isnota!
do ministerio dos neo-a- trBgeiros
de 16 dejulho de iI3^,^ yepresentan
tes da Franga, Suissa, Italia, Hespanh
e Portugal, para que o govemo da Bra
sil, que deixara correr cerca de.urn an
no sem promdver os necessarios "ajus
tes, revelando dest'arte o pouco qu(
o interessava a renovacao, acudiese con
aquelle acima citado decreto, que as Ie
gacoes, como era de prefer, se derar
press de aceitar. -
,A promessa do 23de msrco4e 487
havia produzido o seuo natural effeitc
Annunciando aos govertos intereyssdo
a prorogacao concodida, o do Brasil del
xou benu entender quo nao lIr sen
dado proceder de different e modo set


nbovo se 0confundiam, no mies .o olhar,
no mesmo aperto de mao, na dulcissi-
ma ellusio da3 santas deticias dam af-
fecto cast e pure, Gastao perguntou a
Margarida porque estranho'acaso en-
traram no palacio de Nosle, Aquella hosa
adiantada da noite, e como tiaWt esca-
pado ai perseguiqao do sargeato Lari-
paliere.
Entao Margarlda coatou ,a-astucia de
ue se servira o sargento pa a livrar
'an perigo,. que, segunoo elle dizia,
ameagava a sua honra. .
Que! exclamou GastLo, profunds-
mente espantado, esse napto hi fingi-
do Laripalidre era nosso ami !
Nunca tivemos outrwo. e un
maisodedicado e vera Q46| ou
ve-me at6 ao fim, e anve-
cido. -
-Falla! falla excl u o Dane
bo, Bam o ros.. t .ON", + -
M ar i4te^te44e j tt

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tac coobmnheim t do
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bff tedove ^eII)opd iiXk^N efja
-,eit. o por eabas uages se id c
eIlo meios dipomati.os. .
Seguramente n e ato emmeu per*r4
saeato que testas conevnee, conti- r
nuem. Sei bemn quaes os seus incon- d
venientes e qual a razao porque elias
foram imputgnadas, mas pesando tudo, g
nao me.pareeeu que houvesewmaior in- v
convenient em espagar a sua duragao d
por seis mezes, que depressa passam. i r;
SComo daqui se faz patente, o.minis- f
tro que prorogara as convg0*q era.o 41
primeiro a preferir o dire iW-td
ao regimen conventional. As conven-
ges deviam limitar-se; polo seu pare- p
cer, a tornar certa a reciprocidade: es- t
sa va e. illusoria reciprocidade cijo va- a
lor nao ha queen desconheca. d
Passariam depressa' os seis. mezes! ;
Elle" passaram e'certo corn a velocida- s
de prevista, mas o mesmo ministro, que v
tao solidos conceitos manifestara aicerca
do regimen convencional, nao duvido, c
referendar o decreto n. 5,551 de 20 de
fevereiro de 1874 pelo qual tornaram a 1
ser prorogadas as conveng6es por ou- o
tro igual prazo de seis mezes. 1
Salvo o representante da Fjnga que, g
-se julgando habilitado para adherir a c
prorpgaao do pactO de 1860, se decla- e
r ou sob o regimen dos artigos addicio- i
names ao tratadode 8 de janeiro de 1826, c
todos os mais aceitaramn de bua menteL i
Sa prorogagao.
0 que dahi em dianrte occorreu naor
6 ienos instructive nem menos digno
de ser considemrado. Das bases dai lei
Sque em 1873 estavam a ser estudadas no
conselho de estado, nao teve o parla-
. mento noticia. Estamos em 1878, e
e ainda agora pende de ractificaglo das
s alias parte coltratantes nova convengio
- consular corn a Hespanha.
Temos na verdade caminhado de sur-
Speza em surpreza neste assumpto.
III
I Primeira e segunda vez prorogadas,
Scomo foram peioi decretos n. 5,339,
de 16 de julho de 1873, e 5,57h, de 20
- de fevereio de 1874, tinham de Lrminar
Sa 20 de agosto deste ultimo anno as
) corveng.-s celebradas, oemn a Frani a a
- 10 de dezambro de 1MO', corn a Suissa
- a 26 .de janeiro de 181, e corn a Ita-
Slia, flHespanha e Portugal a,4 e 9 de fe.
S vereir3 e 4 de abril de 186.-
SA experieneia estava adquirida e a
opinia,.que parecia victorious, ao '0-
a Mos 16ra dos conselhqs do goilno,era
aqfblla de que o Visconde de taravel-
Slas. se fizera orgao na camara.dos depu-
tados :- regular a material pelo direito
s commum ou por urma lei especial que,
,. a exemplo do regulamento de 8 de no-
vembro de 1851, i6mente se fizesse ap
a plicavel aos agencies consulares daqcuel-
las nao6es que nos concedessem a re-
L- eiprocidade.
i- Era para este fim que se deoviam di-
s rigir os esforgos da nossa dipliomacia:
a o seu natural e patriotico emnpenho de-
vera ser dissipar injustas prevencoes
n contra a justiga territorial, restituindo-
1!p a plenitude da jurisdicgao limitada
2 pelas convencoes,. nao entuando na via
compr.,missoria seato para tornar exe-
a qnivel, sem quebra da mutua benevo-
i- lencia dos governor interessades, um
a regimen legal uniform e oeqwtativo,
o que consultando as conveniencias dig-


mitido visitar as pessoas que smava, e
por quem, aoffria as negras saudades de
tantos annos. Veras, emfim, como Jac-
ques Vandeuil, parm escapar mais segu-
ramente a novos perigos, deixou o sbu
home parm tomar 0 none de Laripa-
li ,r".
Laripalidrel! Laripalidre, meu tio I
explamou Gastao. cuja vista fixa parAcia
eflectir n'u m unico pensamento.
Ainda ndo .e tud; :'Gafo. Por al-
gumas linhas-esciptas-depois de ter
r.cuperado a' ilibrdade, taripalidre di-
-ia-me que-essa casteltAl de Nesle, corn
quema casara' clandestinamonte, ivera
opfi Lho da. sa uniao, e que esse fi-
iho...
a-Noacabes 1
-'Que tfbns t, Gastao? Porque te
afasta*4,-io' alm




- Q .edizes to, a a
. .



a w -tti a Ufar-t., aiM io ao
a pine tA' a.cem Aquvleg rit de

.7w p..,.NA co*aqiffh<<^ GaSo!o ON
^m.--"?- .Dll,* Mar; ,^ qu. sou o mat
.-APO1A ....

.*Wo'',f


arqnez de S. V to, cumpre reco-
itecr dsde ja queO nefaum oatra
ewguvrdon melbor OR legltim'os direitos
a soberania e .os interesses do Brasil
Decorreu no irntanto o prazo da so.
unda plarogago ere este.eis tentati .
as, .talvez pela confiante "presunpeco -
Le que o govej'no do Bruasil contnua- a
ia aproroga apas .o. ..aconveonoes atd quoe
osse possivel substituil-as, e, chegan- ,
tj ovo termo, nada tinha conluido ,
or cia. Salvo para a G-
asi corn quem .haviamono celebiado0
or cinco annos a conven~ao acima ci- fi,
ada, e a Franca, que, pelo art. -.o dos tr
addicionaes do tratado de 1826, tinha 0 d
lireito de ser considerada comno a na- n
gio que mats favorecida fosse, achava- P
se find o regimen convencional. 0 go- d
'erno inmperial tove desta vez bastante
irmeza paa nao conceder on para nao
)fferecer nova prorogaiao. p
Deu-se assim que de 20 de agosto de c
L874 at6 21 de junho de 1876, em que ti
Sdecreto n. 6,236 promulgdu a conven- e
?Ao celebrada bavia miezes corn Porta- Q
gal, foi regulada a material pelo direito
commnum; e o certo 6 que, durante ,
esse intervallo de c6rca de dous annos,I '
nenhuma difficuldade surgio e nenhum fz
conflict se manifesto que fizesse sen- a
tir a necessidade de vultar ao" reiminen
conventional. Pelo, menos o public v
nao tem noticia de reclamagao ou pro-
testo a que ddsse lugar a interven~ao
direct e exclusive dos juizes territo-
riaes em todos aquelles casos de arre-
cadaIo e administraao de eppolios,
reservadas pelas conveng5es aos agen- .
teg consulares.
Parm a Italis e Hospanha i experien-
cia foi mais prolongada, porquanto o
regimen commum vigorous a respeito
dos subditos daquelle paiz atd 30 de o
maio deo 1877, qm que o decreto n
6,582 promulgou a convengio de. 6 de
agoqto de 1876, e a respeito dos sub-
ditos hespanhoes I so vao quatro an-
nos que expirou a conventao de 9 de
fevereiro de 1863, e ainda agora se tra-
ta da ratificago da que por ultimo fol
assignada, segundo noticiamos em tem-
po aos nosso0 leitores.
Quanto a Suissa a outras nacoes e
o direito commum que ora domina.
Tat ha sido a que se p6de chamar a
historic das nossas convenrges coasu-
lares. sem levar em conta variadissimos
incidents, em cuja narraao entende-
mos nao ever demorar-nos, por des-
necessario que seria ao nosso hm.
Como se mostra pelas datas que dei-
xamos citadas, teom havido neste as-
sumpto, alem de nimia condescendemncia
por parte do governor imperial, laumen-
tavel incerteza de ideas. Reconhece-se
de boamente a necessidade de urma
lei que substitua de mondo definitive as
convendes, mao os annos cbrrem de-
batde, e ora porque nao convem deixai
urea naqao means favorecida que outra,
ora porque se julga necessario dar pro.
va de nao sabemos [qual benevolencia,
de que nos nao advdm nenhuma com-
pensaao, imo-nos sfastando cada vez
mais do unico regimen que deveramos
adoptar.
No dominion das convencoes de i860
a 1863, parecia questao resolvida que,
Aquelle ultimo golpe vmha aniquilar
todas as suas esperanais...


Ao sahir, Gastao encontrou, no limiar
da caa, semr ligar a minima imrportan-
cia a esse incident, urn cavalleiro, co-
bertp corn. urnm long manto, que, de-
pois de o ter encarado' corn uin rapido
olhar incisive, subio rapidamente a'e's-
cada, e fQi bater A port do quarto de
Margarid...
A donzelhiarraptou-se quasi desfalle-
cida, abrio machinalmente, e estendeu
a mao a nova vista.
* 0 recmn-chegado demorou-se quasi
uma bora corn ella, e retirou-se pro-
mettendo voltar na manhA do dia se.
guinte. Margarida pedio4he vivamen-
te que nao se esquecesse da sua pro-
messa.
Seriam oito borms da maeal, e 'ja se
abIi a ojPs e tWdpas r aw, qan.
OAoGAsAiu se dov* A MRin~ e i cerca
do SaInDaeq;ies, pal*ldo ebatko. Os3
olhb9s verlhos, a tfxdiqoe trabiam
os psos arrastadoS, a poeira que cobria
omanto e o cb&pdo, mostravam que an-
daratoda a noite, em longa march af-
fliatiVa.
'Chegndo a porta de' Magarida, pa-
roea wintar-bhe a pallidez e hesi-
tou-debar. .\
l .- -.1 cr6 aa! mg rmurou erie;
par~a-m&# 1 Q44 aips BS te r at Ows
a .. a
w^ ^s "fff +ttee, +eit
._., ...,r,.'


VAMfi~ n^ v n;
Historia- dle, alfinef 'a
0 leitor me desculpara o ter de Usear
a chapa muito conthecida dos romaMA '
istas. Esta historic, pordm, nao foi
scripta por pessoa nenhuma, mas. aimr
elo mesmo alfinete; achou-a urn amiiL
o meu entre unspapeis velhos, quan-
o os destinava ao fogo. 0 titulo des.
1t6, 4 a curiosidade; devo do aen
migGo aB bndade da oflefta; e o hibe r '
car-roe-ha deve-o o obsequio da.
ranscripgao Quer me posecer que
everia antes intitular biographiakas li-
has que se vao seguir; nAo quero,
iorem, transformer o original, trasla-
lo-o fielmente.
I
( Nao posso garantir quaes os meos
4ais, porque desde a minha 'infancia


omecei a peregrinagao a que sao des-
inados os meus semelhantes. Nasci
in Bermningham; sou, por consequen--
,ia, um legitimoiaglez.
No tim do carLo prazo de dous me
es, que durou o meu somno na prate .
eira da fabric, segui, para a CriraftJt
azendo part do exercito inwlez, qae.-:,
narchava para o Oriente e destinava'w
i tomada de Sebastopol. Durante a .
rigem 6 que vim a saber de onde e
natural. Occupava or.ulhosamente 07
neu lugar centre 219 irmaos que con-.
punham commigo urea carta dd alfine-
tes.
JA de alli comegava a meditar nas,
condig6es possiveis da rminha existen-
cia.
A travessia foi longa, e comtudo nao
enjoei; 6 verdade que no men beliqaP,
e no fundo de um enorme bahui esWBli-'
a salvo de todos os resfriamentos &'
mar e dos perfumes dos nhachinistas.
0 men beliche, bern como o dos
meus irmaos, compunha-se de um pe-
queno orifcio onde repousava o meu
p6, que a civilisagao teima em appeal'
dar ponta; um outro, que abragava to-
da a circumferencia do meu abdomen,
e um terceiro e ultimo, que servia de
travesseiro A cabega.
Destinaio ao theatre das operafc4es
bellicas anglo-franceza, era de prver
que nao tardaria em ir partecipar das
glorias militares, atravessando as or-
lbas de um Gossaco, ou atando as li-
duras de um ferido do exercito alt.
Enganei-me. Devido A compairg",
enfermeiro, passed do grande bam ."
glez para urea peqtuena roala fru- .
Ja nAo me sentia em terms da p n .
0 que estranhei, por6m, foi encod
no meu nevo palacio. um complete ei,
cito de irmaos em muito major ni
ro do que no bahu inglez.
Dir-se-hia.o exercito grego na b
ga do tavallo, na celebre guerra te
Troya.
Comecei entao a observer que excep-.
tuados vinte e cinco amigos e patrieiw,
o resto era gente que papagueava per-
feitamente a linguiagein parisiense.


(Continua-se-ha) .
tamente o mancebo. aecrescen,
temente:
Esta tao pallido! Tern sdo .
muitol?
Margarida, exclamou Gastio, d
xando-se cahir sobre urea cadeira, n'um
desfallecdmento profundo, disse-lbhI o-i
tern que tinha matado seu. psi. Pro-
curei por today a parte o seu corpo, ot.
noticias do lugar onde tinha sido sepul-
tado, e todas as minhas temtativas foraa
inuteis. Nada descobri. Poderiar ta-'
vez attenuar aos seus olhos o horror do
meu crime, dizeodo-lhe como fui arras-
tado a commettel-o, e qual foi a:.io 'a
perfida, que dirigio a espada que:o
seu pai;. mas de que servia isso ? A
nossa desgraga, e a fatalidade que. xs
separa, ficava sendo a mesa, etel'*
menlte e horrivelmente a mesma.
(uero deixar-lhe o dir.ito,
ride, de ,amaldieoar-me por t.,tt
mtaes, que .cssei 1 mao
S(sempre de quo o maior castigo, iawl.
cr,ne d a pewde do seu amor,.--. "
resomia agora todas as"sperangi
mieha fci-dade. as *spe1,i :'
E cobrio o rosto coin as m"aos
esconder as lagrimas. "' l
Comprehesdo e softre i.H
pela aua Jdesventnra, disso ".


smas p.rqust e aba-dosa 71
perwa w? ,QuOae a sua't
Scoarn -a doa "..t..
atki ainda qe silleo OW
h difo obaan a al :a i"'N
om ainda..A$ .
:0


I,


4*4




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