Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:14124


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Full Text























































' /" .e 4t.l1

LEItN.4,724..
set1 Porea f Na l ttrrah bacmail em diretIo, do con-
SaElto aeqaa-ogeif~coe oimpardor prsiteate d#4provincia
-Faeg 'siv:ei t.oo 0,seus ihbitantes' qut-la Asasembf6a
Legistiva Proifa~il decrtt6u e u i luGjo s
> Art. 1. Fica o presidenteda provfi aautoilsado a cone
dat amanno' d li-enoa co.n todoosovefiiments a Cleientino
S'* -T umenDo Henriques do Souza, Vi ofail N sas retari da go-
& -i, para tra.a tr de esuia sud#ondolhe onvier, ebem assiB
a CaetanoSafalsth Coelbo, gurfda"da illuinaloaderta ciaade;
ao Aoente Emihang Ernest,) do eMUo 'JaTasb-)ir, aiftivi6'a da
secretaria da presicencia, e sos profossres RBc JofcJoa
q1mm B~rje& hoa.p Mariin a SiaC, To
Uto. A icerga( dso 10 offlctrts Lurnrpjes da 8.aza a*
controlo do rtla 7 de jovereiro do correntu ano o a do profedeor
Martinho Co ta., doIt,. e.abril.- --- .
An.- 24"l- Revogdas ma isposloesa bm contrarvi. o S
MaVlto, pdrtanto, a todas as autorila2lei, a qua o conhbeel
lentfo a ezXGcu doa presente resolugio pertencer, quae a cam
pram e faqam cu mprir tao i telramet eoao n'ella seo o a 6w.
Osecretarzo da preeidencia desta prolrcaia a iurprimir,
pub'icar e correr.
Palaeio da Presidenclade PrTnabuco-, Ode abfil de 883,
'62* da independence e do io.-p'rio.
L. S. Y RANCISCO Biau goPa FEZtIA.
S8ellada e pbicadt. a presented Leuoko nesta secretariat
daPresidencid 4dePernambuco,aos 2.1debril do 883.
J e al Austregetieo Rodrigve. Li"4


Francise
selho deo Sua
de Pernamb
Fdgo sat
Legislaiva I

de dta e. d


LHI N.Al
aria Sodrd Pereira
*9uta do10 apia<


Art. 2 ?.Fia mfre rqP s O g .aqWH-.
Vando, pwtaUt BI out.
cimoento e excu&idapreveote resoluoftpepteBfqueawCia-
pram e taCam eumprit tio ista ntmotentcolmo WW'lB e
0 secretrio dao prbsidenoiia desata provinulBaaIt p i r-
mir. publicar a correr.
Palacio da Presi lencia da Pernambuco, 23 de abrl de 1883,
62' da I dependencia e do imperio.
L. S. FRANctSC0o MARIA SODRI9PJBEIRA.
Sellada' e public .ada a prebeote resolulooata .segretaria
da Presliencia de Perntqmbuco. ioa 23 do abril de 1883.
; 0' secreatnto,-"- .
FJoei Austregesilio &,drigues Lim&.
Francieca Maria Sodr6 Pereir, bacharel em direito, do con-
selho ide Sui Magestade olmperaor a president da provinoci
de Pernambuco:
Fago saber a todos osse is habitantes quo a A5sembl6a
Legitlaiva Provincial dearetou e a sanocionei a resolu0go ose-
.guinte: .. ..
Art. 1.o Fica o president da provfcia aoutorisada oaa s6 a
rover e ainnovar contract celebrada com a so"panhia do tri..
Mhos arbanos do Recife a Caxangi, odtdcaud6 o -tra. o di
linia, que deveri estaderee alW a rovoalo d aazeappda a-
trada n jva de Caxau*S, toean don& povoaglodesto mo10e, 4o*qi
lambeom a prorogar a prazo do-pivflegio de que goza a ammoa
companhia, por mais dezannosRa contar da data, da dtt raa
Cgo do actual, mediata s egaites claasulas: I-
1.s 0 privilegit4a doznluoicofoodido peol rolms'
entende m8 snenUoa es m asa morozasia meurm na e o &


4da Preslienu


Franorso
selbe as SuR.
de Pernamba
-Fago sat
gislativa Plo
seguinte-:
. 'Ar l.: ..,
aimizens do
ab iruonos"d
telto.
Os infraI
Art 9L 9


ria


to.
7e(
t'iN
S t 1 .:1 ,


1883,


62ta


Xasier


I ~
*1
29' SES~IO


P eBaepo


em:


-O iL eqa~009om ava pr-vsao do ddialo.agoo~
e' ul'^W^ soovera doae atuoalofde. 1
0 A lifellqlo Q A predyto votaudo frmncamen am
80"i 4e s. teo, lnpor 1*11 p BiUnaiar.me nasta osa '0
li 474aforwe -vin Sr.- a r 1 co1tolega.
fi d'AsA G lri-A qtioa6impotca&, qal quF ter
lero s AOVA Io.o iri-t d sr onideradoorneoda~porque comn
rtftpwwW *~t.^H-I~w.,se pronanaia, na franqaitsa co m quaee declata: j
ro Sia dtU Cirvatho. u- Ba t^nbom o quero, tanto nmap quanta en irre|
a Municipal da Gioria de lteadeondo que a qaestiuoteomssdo ddloeoad doe
a vftarte~qdero deizar ver o matt modo do ums
do I?igaefr#r .J enara-eThch o me *cai.4*nlhatd quo0
Oe ~ ~ fp ArtgawmGP^-a haflI parts dese~a di4'6 R~idino amaentsm isso
l: TheIsAf 4a F; an mraoaa;-oallae tepor f awpratolsar a oera ferv


do Mello a sia.
Aii'd Tpoawr at


tt a ltoa
- k or. q tas
F por(
por


wJ
'-
hO


f Portanto a acctsags
-EHi., dIviolento, deo
ter amr sooijjato 91
.d4eje queeste factor .
k 6s temos identiaos ae
SPg.tinto ji v&i MVv
a* aeea.1 tea Im


re ontantQ e da naoqo
a vd qqir a *a levant&**% ea
SR. MO-BIRA ALVYS -.
; levntatasm. -a. coatra
-sdoree eIualui liberaes.
r SR. ITANG&-NiO tanUh
xce. 6 mate feliz do queo
aa nodc aanffr A noar dti


daiesi


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0 bachar
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#&gousabe
Legihativa Pi
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ras quo forsa


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wsou, 08. conervanores ragii
. PiTANGA -Deade qao s8aitv
rca do nio pagramento do imi
1o, o4t- Asemlb'di par urmn
u ea entendetu nulto bar m q
r a pro-sideaupia da provinsis qu
t o 8r. eomnelheiro Sodr6, o am
os de atrotli- leto 6, de p,2
a ervaam' a provincia e qua tin]
o pirimeiro do coda ds et.-ao p
a lionorariou, o da seus coatrt


Wore
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-paoS


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sluaproveltar.- S "
Roa*I .3 SILVA S9 fol e6aseo nico
ugamenOto.
S 0 SR. PrrsWOA-Nio dig iasso; digo quo o
aegandoimovel pio assentava ea raedo.
Agora ejsans ase o argument ad homipem
-a opportuntd4e0-...
0 SR. GOES &AVALCANTE-Este, aim, 6 quo
4 importantU.
0 SR. PiTANGOA ... p061 encoptrsr razio
te *,o jstlfifiqze, on so. so contrario ditos, a
vittphiaieoa & opportunidade convon'ionte-
atst ds vetdade, do facto, a escolha do pro--
I .wt4 do o.rmento par& eIr nolle fits a col-0
ooeasgo do 'mprestiio.
S0quoe 6, senhores, quae n6s ehamamos op
portumo emirelaio ao empreatime? W V tm
4havido algumia, nem p6 I ser ountra a inter-
pretaoo, a occa.ilo necesearia da romsieslo da
i project 6 opportune quando eHelo
kioga ponto de poder satisfazer as neesusi
lade, para que foi apresentado.
0 St. GoEs CAVALCANTz-Ma8 a discaus&o
Gioe nuo d opportune.
6 8S. Pf.ANA--L-go, nesta opportunidade
1io encontro ainda umna razlo do justificatlva
, part o pr0jecto n. 286, porque eonsiderar
. pportuis a realisaglo do emprestiio pro.
Jeetado oi apfesentsdo...
0 SR. GOBS CAVALCANTZ-Perd6e me; nlo
as consider& inopportune; Considers-e Iaop
portans a disneuslo eao mprestimo.
0 S. PrrITA4GA-... pars saner a fJta pro-
veniente de tspaenso do impoeato do-sonaumo,
ano ine pareee rssoavel. Quando o ergaiaanto
apparecer naturalmente a commisslo, nio po
dedo pager as diidas passivas, spresentadsa
polo Thesouro. porlue nlo encontra o molt,
do gaear eod fficuldade, ha de vir peoir que
a prowincia itta apolices pars fazor tal paS.
gamento; mas isto nso so darna como oppor-
tune, porque e da obrigaiglo da commisslo do
orgamento escolher o meio de effectuar o pa.
gamento das divides passive. quo por cir-
cunmstanciss imprevistas l-nQ poderam eoar
pages dentro do exercicipo.
0 SR. GOs GAVALA.&NTR di am parts.
0 SR. PITANOA-MUS este iDo 6 o modo da
conjurer a diffimaldade. V. Ex. v-ja yue
ontre opportunidade e.obrigaqdo nle eo ao a
mosema ligasji., Oppfrtun aoria so aecoM.n-
misslo do oramesnto viesse, se nio houveste
verbal o a presideneis no dipozxosas do re-
ersos, oe un om am project de credit extreordi.
norio, e diseases: aPsta verbs eo tire tea
to pars acudir desde ja aquells- deopezas%
qae deixaram de ser satlefeltae pela euppres-
*o deste impostor I lato 6 qua erins oppor.
tuno.
Maes na musenei da verbs quoa serviass pars
e extraordinario qual erae. o moeio? 0 unoico
a quoe so podia soceorrer a soceorrer-s.e gen,
rosamente era a idda do emprostimo, embor
a commissio de orameonto, i loutrads Qola
6, ttivesee de lntsr com diffictldade par* ver
o mode do pager, se alo o valor dells, so mo
S00 0O sens juros, maudando asima qaq ie fl
m"se o augment do emprestimo, .qu 1r o,
a-t1vado de4 a 5 mil onto. de ri*-Vsit elv4 a
verbe do. jaros a qaantil nee. a s 'L pa as.
-rem .1e. pogosi proporgtoqueaf esffeatua-
;a a omies1o de apoli0ie.
S86.a.m podorie a om.oin r de orsmop$o
jfatifetar aopportaniidd do pJxoato; ajar
,gpr a opportunisdade, obew opportuo s,
A ome asnto s deotbr4o 4a no divide quo
pmwo, e diaeT q9e a opportiidg d 6 io d
er rreoshecida em vita Ass togas "o ora.
mopto, 6 diter q e a co"m'isl1o pd4 deoar
Satteinder to n oeoidadee do proviin#.
0 Sn. GOBS CAVALCANTB -Pe04r6-1 D14; S I
vgsem dilsd uo. Nio.oofundS a ppwt,r-
dade do empratiqmi com ; opportauside dq4
dteeaesao.
0 8"L. ITANGh -V. Ezc, faIsrA ptia sem
lts" mi1ao do or,"t0tp dA, leo: A
,aWoada eourvadora Bol p61# vte a oy
portundade do as prostImnS'o m onhear -
fors do orgamento. A4Aora 4irela s
Dlhi coaclso q% a ommijs4.o no 7e


conservsanra IoiO nie dT am &-pre.ysw4
conftaup Como Um a moif extrAe do utf
jidsde, porquae dipendetai eM davids a
emfirelo poltB mm sgmads ports do adi-
nistrAdor do provioi a e do Sr. iwpactor do
Tbasowu a silos toaria a rospbnssbilidade
de .on.e olulo. Mil e oneodamAif'm
lrreno e reastil, prsowae em diveran
fonteG encootrar oo reocars neasoesIwios P
Semittir as apole eeoao fez o tatt asntoior.
partedtee]
Enero portanto quoa ets argamontsug
danao confilaa d4 ezeqlbfilidaI do ro
Jecto. alo sasontava em r etea fraonoso e saim]
asoento s *m ea da oppost ,'arias qae
dove ser baida, d*oa e ico n oo "emm erion,
d. qalqner d.Usave a et. sBair = I dMi-
ouldades com quo late a o Tbmlareo o pg-
mepto de ears empreagmfese bliW a atdmiI
nletraoo si meits esasmrioo. boe getmcis,
dotar a preuiauia dmobrLs votide i Oweto
polem er fitasBnaeO pol6 1emsM U-
vor do qual es vuto vio 06 vejoqe6 neanee.s
sario some veje qie d6 prove aeo nftaai
so admaisitr.md da proviacis, 6 obrigao
4'aquells ea feram eleitos pets poQo pItI*
tractrem 66 scae intaoosee, e portlnto 'ios
interesoes da provinela.
S.(CetisUs)


Tenants. Dacioo uto Rodrigues ds Silva
(bowigaadcf]-Antoio Rpominondas de Bar.
Iva coirrk. a
Aa.uwMdaes pollaiso Por actos do
Proo.daoia da pra{aia dor 17 do ceorrente, e
sob pr7pota do Dr. bout 4e policies do 16,
*fram RnoStndos Os ef4atoo Antonio Caro-
AI Prvidinki a *f 1o Sl Jeyntho do
L Imento p, 08 fng,*&vug, o d o 3e
pplentes doa 490 al do o distrtto do
Fri-,^1^?;!! 6 em,..A a rf.
PromotorPor p rpartaris d
PM&I d eni 1 B ale iato toi rOWdo o
promentor puio-- Pbieo a dowe d0 no.a Ia
charel Laouo CAa&9e14 Bnwao a a hiva pars
igual car(o n deo Liaeeeir. eao .'t, baelins
rel Franiscd o do4 Crn, Geo*slvoas d ocea
P.atrimonnio Vtta s Bos-f It oaa ru-
" ,naperto 400f5-0

gletrara e m 't o ~W6eido.
Urn anlyqi')40OPG1

0 Bisoculo- Pablicon om o a. 39 id'
poric A wl oaanal.
Vapor do sul- BEm osequenci A* xqi*
daofaDJ<] quo 4 ffrea i Tap-or Bacional Ceari
wa Babi*, deixou elle do faxer a viagOe am
pporos do &arte, seado rabaitaio peto Bl ks.
4af d'squalle port 4.oiwA a~o *&Mr.
Rtatrsaqa1 no qutrta fair,2 W do awronft.


I d-93155
P*1 0mla DqnrloaISeus. a 10 4/2 horan, a
rmad. Bario da VPona n. 3. da anmagloBe
Eazeods ee o a lojs a J sits.a lt os,
P. P uwo o_te MeE. is 10 i/2 hirau, n-
ruS do'Haspioio n. 31, 4 moveis, longs., vi
droes, etc.
Qaartsfairi.:,
Pdo agante Q uni, As 10 1/3 hor as raa
da-rua estroit do Rosree u. 34, de do -eft,
Ioup vidro e fitas objoeb.,







4ums4: 4~ Lo.., Iit eet, je .
A Mll"4*-. 1 4"Os45 fjoa
y2'rg.. 1baaaelp^sd^?


rdls, por sime do Db. Fcie4slso.
I -% irs 9 t- a tia.smsesatx m rats,1
piar19A&daeFrcw dod&Aiel Bito;- *a I







.isot o.tffi. Co Iv. .eIKIoIa.dt o.lD. Jo








e.es *ojris,as de as P
r~se. Fersde0.Fat" mwe. djo Maerge





Lf e pwMiiIla -VON= 4M W t fasi, o






o ;rie a's0, steaea *o. qa M aa
Ponedo, Offrraut M Aai fj.A Tnft n
Awafl Pqj Usett ruah Poneiaro, doauzfor,


3a- trierest& lfowfais ara ar, as3
do dR& FiftQDS arUS exndWad*l 3fdo< *WI


gob. ieotaiveo solilga, qua meo voi. tellr (ei
*on qesoi0 6enu eato nio shutretlnha relo.

Heroa.u--m. et ooawte, faito. por eoe Co-'
4o. e ao esite-o do born grado.
Algin tooipo depots, a quando asI behave
1in rwso-a MOWilaitmiss d6r, Cbegae ao Sr.-
SAjor Pedro )l&ihoe o-wreoimeIto do un
adreogaft. qu doel.v ineuabir sm e do defesa
do sua fi~t*|sor ewr a oausib m ."iopousaf.
B*uNs rnoifa e- ft t ofoiaeceolto
Depo a eprateu ta a ameComusbado (do qno
lazia part aI m hoado eommercianto da rus
do BaloI da Victoria) pediodo a wcolhs do
eu sO advogado. aeds 'eoodseslo na foi
sUesdida.


Deoappareeiu sfoal aultimo vtslumbre do
eeprranoa; Clodouldo Asov entretantu do to-
Iarumnoutro Advogedo; ma. comevaram a
appreceor no Jornal do Reifoe un artigos raw.
pleto0t de falidfedea!dOe injuriaB,doInlinusIa o
mesquloha ; end. ameagailstemtaunhas,
e0 falls no ouro dfamit" do poteiWtado pro.
"Wirnts I
Como Squella'eiea (do sympathies tornou-so
laorripiisnte I... -
Hai de responder a eases artigos.
19, maie, 83.
Jos quim d# Olisira&Fouceca.


I
'7-



















































1: ui attaix as ~ YaV3~ Bi ar iW amur
Ca do algunt fi.tb maR. notavoai. -A on8
titaigto 1 da Grande uRblimt, qns a e onf a
hoara, d falUsr ateSgvTidia, tras 4Oipoas
gio segainte: Toda a ppemo obrig4a a aerv,
go aeAu IBetado, que fagir-pra 6stro, pOqe,
ear : dleposoda do trabalho, an ereio. ao
qual astid odatet a devesau ntrogne a ms
tam direito *ao se, trio o tr*Walho. a
As real aa19e8 foram wncantrandoresbeft.
eia no povoe,.qe fiteramn os izes traquejar,
a temoaram so maie difloeeisi quando oahoi-
cioaismo. dpOis. de nor qauesto d edoal a
de corrilho, passou sear a aonha. e programs
ma dea-um pirtilo. 0 exoeeeo. e quechag-
ram eas perigos peesoaee em 1848 a 1849, ri
gonu o eoagrem9o a mdootar a lei chaMada dos
emcraTvo firtdoa: fottw siekve act
ELta lei mandava entregar oe emaravos son
sas Isenh-Ies mediante simple prova fte
identidada. A exeeuaqlo da leti fi ttrada du.
Sautorida tea looses a devotlvida i autoridados
fdersea. A desobodioucsa a qutiquer _man-
dado d'estas aautrtdades era pq ida corn a
malta de ramil dollars e prielo porveis mazes.
A diseous.o no congress fol tempeatmosa ;
mno eamara dos eputaudo s Aegaam do viase
racto. Votada a lei, em z, de curvarem S-s,
eeus inimigos redobraras do ardor e hootli.
4adU at0a ruptura da Uaiftio. Auntciou-se
a intenglo deo rasietir pela fore. A ptilmei-
rae captures dos fagitivos oesasionaran des-
ordenu deploraveis..
SEm Philadelphia deram-e motinsa., a' md
doe quaes foi asmasOisdo am. agente superior
do auto(idade federal. Nio pararam ahi a.
resistencima e deairdaen, porquanto peania*
ram Rs canamras legialaittvae. Algat.a Eta-
dos p[ediram a revogago. da lei. Organisa-
ram aaesoeiaeqe que fieilitaseom a fga, doa
eseravos para o Quad- Eitados do Norte
deelararam os cidadio liTres da obadlenzi
4 lei.
aL 1856 tentou o eongresso acabar com ea-
tao desordens, adoptandoo o-Acto polo qual ob
agents fadera eram saubtrahidos a FAriadic-s
gbo dos tribune, do district., a lvesatid 8
do direito de xedoIcutar aeu madato8 imo me
eamitarem do visto da. autriadem locaesa.
D'ahi resultou qua os ag9teoJ do !governo fa
deral ao tivUram do lnt*" nmeors contra 0s
motiros, mae contra as rosateacilsa. armada,
qua em name da lei Ihe fziam oo meiabros
a agent. dos tUibuniea dejmatiCa. B talbse
regulares foram dada entire as daas ato.ri-
dades, que trocaram tiros de fuAil, e prende-
ram me reeiproeamete.
ram Be r
Os Slirif- do eondado derami -- abeas-4f.
pu--eontra as priMea f itas pelas.t ator4idade
doa Estadoo Uatdom, os jaizee fedoraeso da-
yam habealcorput-a favor doas agetes. fed-
raes preso ptlasa autoridades laeuses.
Bim, auguatos a digniUimou-senhores re-
presentantes da onailo, o tWleto o vivo quadrO
do eompleteA anarchia o desordens, q ie apres-
son 6 termino da emanlpa9, o-pela tremen-
da oexpiagleo de sangue d horrorosa guaerra
civil.
Apreciando rapidamente n'esta reelamatto
o element kfistorico de trees paizaes notaevie,
aereditam oa absixo ausignadoe q6iao poade-
rea do Estalo al o prefer" a 'minacipa$bo
apreseada dos Estados Uaido com- as salami-
dadeo e deagraesa porque passon aquaelle po-
vo, e quo portanto manterto a lei actual, qqe
rege a emancipagbo. -
0 Braeil, quo JA taen Bo emanoipaolo inicia
da adiantada, pode onutina nU'ta 16 ta de
paz i progresso, at6 concluir 'aa 'arda. min
slo por edidas deo. pradenoia ede-enSo., eb-
me a Franqa e lIglaterr, O=la i*ra aWu.
Toda a propaganda e .i oametA e "nti -
do hoati, alo urn grande t104Mne
nApi rn a ezn2ft -offa u fntoB diaias ;Aintar











































por d
ao de


,ora


Miranda Franco,


1pl.


'|s4-RafaI oQ imcacr. Silva,
U jiut depazm
jos6 de Oiveira Mello,'
-2 j-iz de dpaz,
.Baymundo Pereira deSiqteira
4juis de paz,


Ai da om a Calmara,


i|:.nst- ao moradbr do B c Bece dna $atraai
quo oproprieterio ou seu procurador. e r.ar
^ egadd3I fa zer as obras da casa h. 49 ,A rs
do Viscondo de'Goyanna, erquiua dofbeeee
'tas Barre'ras, s daquelfa Casa, sob pretexto iquIae a Ilina
aionitor 11o podoe, ou No querOB'vir 'n pro
' l.px avalia-S.. cuj i ava.i..e. adoterm-
eSsign nda n Camara peto proprietfd4, 6nde
por este te rmo as obrigava o Sr. bachatel M-
noel"Juvenal ser desapr priajo ptlo preo .e
quantia do tOOOSOO) depois da obra, o quaddo
a alUma. Camara 1W'. padisse; e que dit! obra
naseasa aiada at6 hije ningsiew fez, es alPma.
Canmara ha do pg i!
D.ai we uraa ousa. illaa Camara; Rio
*os lembraes por qo. at, f i sq-ilIa casa ava
Jiada qaani sa quiz proaeder tpreieira des
aproprif(0 ? Nio estates eettale que fai pelo
,p1 0 eo4qatia de t:8COO000? E comau gora
sem qua dita casa ,' f'fressa derto r.gum
ji tffjrecei42GO9ilOQ. e, alB, sa o0w0aa
nioba0.?
BaIdadas esperang-ts! absiida3 "em pin
nem Wtra poseirel pfssar sp *J.eap#rnevbi to sa
torajor do bccoi aiuia oque into ;,b
J1.r, or6m evxerga beornpaa iitac 40
Cram. VISILo isao..O 0orallOr a*, asbe 13esrnp
010ao se ha do eond wr satisTactiamuente oste
.geci3o; na aewteutdo mnrad-r S acha oIe
*zuinte abrigo: quo .6 o d 3reeebevr6s,8r.ba
ofiarel o cobre; e Jeizar do uis porfla. potr
que vat fizar tudo- w peior'rairewsie!s,
muitoemobora, fique o vLldebRl0 Costaum
pouco baralha Io us -faio. Cotudo o di
::.elle 4udo quanto alli gllbou, pewoo onllso.-
..s. a ]ihe ashise e mcla
(-Varnoe .to quo ~eerve ; I oqueo auwicralor a*ba
de melhor no assumoto de qua a tern nnnU


Aas


.tarde


a Mora
0 honaw
Sobre o I
Hi motto qu
mauiisina. eiarc
Wt4* Jiu verdadf
da 'sridade. Es
former naa ralii


Siam


pre~o
mobre


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i-Ba0reiras


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Antonio

















































No dia 1i do r. juizs e o os vaa cat p
beos do espolil dp qado raans
: Raposod, os yuaw io o-9 snutes: .
UMn terreno ,m 100 mtrd SOW0
d fod, d corn barro proprio paa fabi do
obhia, corn ura grando casa do vivenadt daa8
S olarias, no lugar Taquaty, por 3000.0 .
u dito no mesmo logar Taqay, coiw
metros de largoa e 140 de fondo, por 1500
l U. Ui outko dUito em alogado na estrads do
Luliz do Rego, Cobm 2 ametros de largurae 44
de fundo, por. 1005000. ..
Una olaria por detrai da raa do Cronel L-
menha, corn 54 metro do exteleoe 11tteri
S de largura, por'l.500000. .
S Qaatro casas do tijolo em telrano de Ma.
rinhs, na roa do Coronel- Laeeub. simndo
S a den 4i por 600M. a de n. 43por 600
ZUra sew numero por 200SiK)0, e auma ouat
tambern sere uioero porT 150000, o qu-tluid
melbor s vera do escripto em mano do porWte.o
dos auditorios.
Irmandade
DO
Divio Esplrito Santo
i Tendo d-e celebrar.so um officio e misses
pelo repouso eterno de nossos irmloS falleci.
.. dos, confrrnmedispa6 o 3' do art. 34do corn
promises, con vido os nossos irmios Oarissi%,
mcs a coompareeerem em nots. igreja na se
S gundafeira 21 do coruente, is 7 boras da
manbi. para assistireow so referido acto,
Recife, 18 do maio de 183.
O escrivlo,
Domningos B,'uno.
Vencrave- irmandade do
S. Sacr mento de S.
Jos6
Taado de seF&poeer a bmnca) oleroe da
image io Patr cha S. Joie, corn aseisten-
cia de S. Exc. Revm. o Senhor Bispo Dieosa-
no, no di 20 do ca-reate. as 5 bo as datarde,
convi lo a todos os rossos carissimos-irm.13S
para o tfildo a-to.
Consisto:io da irwandade., em 1' 4o momiode
1883.-0 escrivo, .
Helio Joro Candid, F. Rtbello.


VENERAVEL IRMANDADE
DO


Santissimo Sacramento

da matriz de S.'o0Al+ io
Dae conformila oe corn as disposQftso o a
promisso, convido aas ir-mios desta ve'mi*v
irmandade A e resirei anot"p
Ssistorio as 1i horas do dia 20 lea fA
de proceder-se- a e ei.&o da ms qre udoaq
ha do difigiP a irnoandede oo0anno0 mnoinifi
saldelIS83 a 1884. + -' t
Con'sist rio, 17de mabide 18M.
oaqi m, L sd V ieQL&




De ordem do St gi-tuleio conida
edads todos os =orpn es -niemrb.os dd eos
selo d irectorOr 0eiW


1,ain'trti*1
OR'.^ !'''*,'-A D .


cant& jo pela
Silvaws, oer-


Lops da ,Gaian icompanbaido- a orchestra.
Be Lardita, -lsaa brilhante (Luize Aririte)t
cantada pela beutfieiaft, aoompfanhadv ao pia
no polo professorJorge Vinetr.
7' Fan.ia sob a opera da Filha del-Regft
meuto tG., Bricoafri).. executida no flauta po
professor Uaalido Fillho, acomipabaaa ptl or-
obetra. ,
8Npops, dao Doh conie ti 'freniri, (Del-.
lini), cantudo pela distiota priuA dona Lucia
Avali a -a benefteitada. eacompanhado av piatii
pelo professrJor ;gVict|orr. -
SR Ve0unda parte
INTERVALLO DE 30MINuT os
1, BL Pinto-Isanis'au (yerdi), exeoutado peta
orchestra. ...
20 It Trovatore. Romanza, (G. larletI), can-
tdai pala oefietada, acmps a .t rl e
piano P66lo18r$. professor .,1,:eu1idof 1wa
9lo t fompA11o.
S9h1 'Vichir co' chbi, a(d a POP
barito o nlho; e Silva- aeoapaad r-
As Fant'jgisia pozai piton ebid'a ,%4
viata, (Vertdi) do G. a oer. ,. .
U0m. Sr., Jo Joaqqim dos SanteeKs fr'
acoipahada, pelo 1m. Sr. prssor Jdi-
victor,
I~5Duto MDel Tev~ai4- Qualv co .,ft*mqk,


do 398M

oa Om- i iiA-
++ + t m i^- iitett'^1'


N.


Laois,
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tei nioenda8p rada A' dtMihdj b 611 M 0'.4
0- ..,

twoi o machinismo ou. terrngoms --.
e-Bpios tern a vonda grande 0bd
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BMfio"a-auaa ._oae,. .
Trilhos para caase. Tes. de sy
miP i samples, s oseS, 609- *t1
a apresnetam ; corn earros.p tieStO
thumeSc., a preen ramaveI, p
SafltOa nmpa n anstnntaunitA


int'iu rafia u rao .snwa daafir naw4~o

aELIXI RO BElJANA
__ .'*_ ,. .**'t *" *'. .- ._.




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*5 UsPBTOW
,F G. Braz dlfl-




S f er r Las esere'tas ie r.c -., B
1 fleefm a e eatama. iryuipelas, 1 c|ui M 4
dlrnsm sos,. syphilhe o todmi as sues brms-!.odss a t.
a.4ies o excessivo do meturio. -+'
'- On do glixir deoJaauba Soloexige ao dooeate dilas alaL ; s4.4A66s o01
4itmf4 uB das de sop psa sn op dultaos e dO 66 puse sa M f 6 i a
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J~gjili*e>o, mnD. edolM do4Mr
Fru ogdo hu"
AM- ^ii koiatada eqooello *oleao
oS. i B-amuettal paquteot hasa*t mflo
500505 S 6 **lmUEo 6 pirse~tos.
y S4$a d~ Sa4nut s da Misericordim do
y l, L"of.t, 18 de oant do lt.
""- O'esonrivilo,
S".' Po4ro "Rodrigos de SouBa.
ff" !_ __0 -.--B i ; '-- f- -e


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Candid Acrea daSilva
JoqWula Osowfra flbeiro do Meadoaga, Ro-
mans do. Snt". Bames. Joio Btruirjino da
Bolls. eame hNo do *asint" aps"o-
aeoaLu(Imult. a o osrldoso obwquiut quo Ai-
5-00m O0 "Iw ai e amigs em oondusir
to4-lmIterlo de S1to Amzaro oe reton mor-
dnamm. prmada mjama. sbzisiaCsadida
411W. ra w.Slv: o todso OfldsVm a Is.
1I W *M4.W 4a. qa .ermiugsr ip_ .
s, St is B dno, tE2aldosie,


Z &. .... ... N- O,06
'" ** ainjattwoto'o
*Ome*'t*se gso prmulo .ustii. do awate
.b~vwOmkm oi Piot sons Anion
$Srta dor pdlb iisfa~tO passaameto
fl. nor aomaft d en-.*a ash Josepha -
Cs pola40 7ahrctoted, fporebI do
A tiildo a toos


fcS JSK*pot7h dhr-d sm iido


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O1tSi,n-a da BoHora a.. 6; prtqo e.6ma
Stster a sit 4does (uarapes8 a. M.
1I*O bardkfo
Compm- se umB bowbardins oB -bo .estade;
a t"Acar na ttw $2 da LfimVo^ n.t a I##.1 '*, ait
tsm-IF. .** pleb a
precisa-se de uarn official nad rua dI Livmr- U
monto n. 17. o

ChegOuj I
oapromurados fUgo* desleIpera o prMIABs
OwSlifrnOto_1a 3, S Joao, -C o mo804 epia, s
Aampapo.los serpent, diabrole, en ics, Pavia
.ntes, bouqoets et .. .tc..- oum enor ; a ru a do Apollo n. 30, pi2o a4iL4 d
sada.: van oI


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*MIs SAii PA!1^-Ms


30-,.1:















































cachorro 0, pois, como o home,
: am mitto de v irtudes e do vicious,
boas e is q-alidades, 6 tambnm co-
o bomem, UigsOem pbde contar corn

) fraco dot caeborros .6 a sympathia


paleW,. iso 6 que ha dow -mais di
Titv urn-amigo, quoe ea piQtor
gita, e por isso to via obriado
ezcursoes polos campos, eam cata do
geos. Apenas via cachorro ao
i iva logo as abas do csaco eisco
por dentro das cosias, de kodo qi
gisse jaleca. 0 clo dava-W' IQmS
aroda do corpo e agtagv s2. rosn


earquos 'pO, nm no o-io da
la a matelga. 0 ciao velbo quand
01A :ooelho. Quem acorda o clo d
do vends a paz e compra raido. A
cao granie osso. A a'ra 1m nio
cies. Cao que ano ladra goarda ne
'rate do cgo qoe nao ladra e do
quo aa Ni P. S~gredo em boca do


ite a chacara. 0 cacherro Iaa-
aria capa: do acordar aum, afdto
sica cassica.
|a vot e ppara outro lado, di

iA o cacbhorro ladrar a lutI
para abi, quo te le lve demo-


caw a


oubece


0 cachorro 6 venal e de nma fragilidae
ivordadeiramecte- huis ana;
Por uto osso, cata-sef pr 0"u peIap
iaOue, lambs as miaiol uu"or 0i1e-

P;bam de guard 4 pporta amcw o tf-
ft urn.m .credor. Pdssehe u ga
Do dorn. meuadde 6i frangko atado
Ira te 4 i :nJd+a*t : e, e veremos so" 6 o
i0o Besri cacborro qw-vai eosiir' au


,Airl:OR GI
do pastels a
forla, qoe.
desbaratou
Sdono a
id estavalid
qaf oos den
da id6i do
Obt Idiab
0 cIo. o


Sxr-se8co o anm r por unm
i jlarda f il atira-se corn a
o foado da guarita, e abi c
zer a c6rte a -caghorra, dai

ta1io corn a casa d Is pati
a prefitBra-Col^lira quo t.h
.Km resuano, para guard
oil veses prefdrivel ao cio1
aomprido, grosso e posada
lo ing, quoe present iai
WIartoi -equoSca ia iZR
oteddencias parao ceuiro- d


em lag
'aila.a


ta bop'...: ** -E '




J44
Dpre.--- '
I a t .i ++

5 -yap


r, ale1a a aje
ao coutelmpi


1 1 *'^I 'W --1" '*l ^l .'




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