Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:14105


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Full Text














































Para a realisagio desse fim segue,j
no d[a 24 do corrente, para a Europa,
-o gerente do Banco, Luiz Alves da
Silva Pgrto.
JA comeCou a funccionar a com-
missao de negociantes, niomeada para
ever o project deotarifa das allan-
degas.
0 conselheiro ministry da fazen-
da vae proper a reducgto *de alguns
impostos de exportagao, para o que
jA tern conferenciado diversas vezes
corn a sec de Estado.
Foi nomeado o conierenfe da alfan-
dega da c6rte, Fabio Alexandrino dos
Reis Quadros, para examiner o esta-
do da thesouraria de lazenda do Cea-
rA, e outras.repartigbes de fazenda.
Deve partir d'aqul, para esse tim,
no vapor brasileiro do 1o de abril.
Foi deferido o recurso, interpos-


to, polo Dr.


Manoel do Nascimento


Machado Portella, da decision da the-
souraria de fazenda de Pernambuco
negando pagamento de seus venei-
mentos como lente da Faculdade de
Direlto. Mandou-se fazer o pagamen-
to devido.
Os deputados geraes pela provin-
eta de Minas Geraes- offereceram dez


per cento do resrWctivo subsidio
favor das urgenclis do Estado.


em


INSTRUCtAO POPULAR
^- -r ------_. .. ii ,',il~r ---- --

Thesouro da Famili-e
OU ENCYCLOPEDIA DE CONHECIMENTOS
UTEIS NA VIDA PRATICA
Medicina e cirurgia domesticas.

Nho convim ter no quarto de dormir nem
plants bem iflores, ainda mesmo das mais
saves, porque ellas podem dar lugar A as-
phyxia ou polo menos A accidentes nervosos.
E'imprudencia dormir sob zertas arvores
odorantes ou sobre certas relvas cheirosas,
porque suas emanao0es causam Ais vezes vio-
lentas does de cabeca,
Em tempos de tompestade, nao convem pro-
curar abrigo debaxo do-erandes arvores ou ao
sopc do um edifio elevado. porque corre-se
o fisco de ser U io elo radio, se este por
ventar cahir. W' ir iconservar-se a gento
em pleno ar,embda l loando molhado, porque
o perigo 6 menorn, t6 as rdupas molbadas
p-srvam do radio.
lo interior dis 0 bavendo tempestade,
Spruten9te nao in r perto de.objoctos me-
S talicos., porque ellep attrahem o raole. 0 mue-
Ihor lugar 6 o meio Ia sala ou quarto.
Quem ouvo o ribombo do trovalo, nio se dove
rweear da dosdcarga electric que o produzio,
porque o-perigo esti'[assado, vista como a
transmiss&o do sorm e muito menos rapid do
quea do luido electrito qua mata.
Em casoc do incondio, dove-se mender tocar
os eignaa reospctivos e avisar o posted de
bombeiros, o deve-se encher todas as vasai-
lhas que for possivel reunir e transportal-as
pare o local onde lavrar o fogo. -
Seo o inoendio f6r n'uma chaminA, conv6m
-deitar no foglio tres ou quatro punhados de
enxofre em pdie fehar corn um panno a en-
trada da chamfn6.
Se o flogo pegar nas cortinas, dove-se ba-
tel-as cowrn um pedagoo de lI melhada at6 quo
as ehaoMnas s apagum.
Em qualquer =o de Incendio, deve-se evi-
tar que as pdrtas e jaielas 'fiquem abeotas,
poque o ar exterior ativa a- combustlo.
Urns solugo d.potasea na agsua lanada ao
fogo, apaga-'o depressa.- A proporlo dove
ser de 125 gramasu para cada canedo d'agua.
Se o logo lavrar n uarm iquido derramado,
tal como o Alcool- a osseneia mineral, o p.
leo, etc., nan se be .deve langa agus, qe$ u 6
fare extender o incendio, faeiindo o. liquldo
sobre-nadar. 0 que so dove fazer 6 doiar-Ihe
area Ou terra em grade quantidade. ou ento
cobril-o, patra abfal-o, corn um cobertor de
1l molbado, easo.o logo oceupo pequena ex-
tensro.
Umea excelleate precaugo que se deve to-
S mar contra os. Incendios e os terriveis acci-
deotes. que delepodom reosultr, dissolver
uma onga do psdahumen a ultima agna em
que se Uveorde lavar as rou.as cortinas, etc.,
Setc. Isto torn&-as nao in fiamaveis ou tAio
pouco combustivois, que elias s6 queimatro
Iesamnote e nao da lo chammas. Esta me-
dida d precauio, tno simple, e ito aWi
portento nacasas onde ha criancM,
Nasvisinhaonq.OeriSPon itroaevi,
Sao ".V MO iddW sa-Ce j


Ir5qW. wu vs4w")
da dirigir Vi
vItoi d4 ote ,mu
protsosdoost

nha e niomrgo a ard,-ios dix s segn-
tes, as 7 1/2 hbras da iarr so pr$.fltern,
na estaso dos Ciao Pontas, si pri s 4 o
linha para "o fim de se mantor a ordem e evi-
tar accidents poe 0ccasi3o da substituiao do
travejamento da ponte dos Afogados, perten-
cente a estrada de ferro do S. Francisco, vis-
to neso convir o transit de pessoas a p pelo
leito da mesma estrada entire a referida esta-
I 5o das Cinco Pontas e a de Afogados.-Gom-
municou-se ao engenheiro fi-scal.
Ao Dr. chefe de policia interino. Para
poder resolver -sobre o assumpto' do officio,
n. 207, de'13 de fevereiro, cumpre que V. S.
exija do subdelegado do distrrctode Bella Au-
rora,.uma conta especificada das despezas fei-
tas e da numero de doentes tratados pelo in-
divrduo a que'se refere aquella autoridade na
c6pia annexa ao predito officio.
Ao mesmo.-Para que esta presidencia
poss3 resolver sabre o pagamento do aluguel
da casa que serve de quartel ao destacamen-
to de ItamaracA, solicitado pela proprietaria
Adelaide de Miranda Camara. cumpre sejam
apresentados os documents de que tratam as
informagces do thesouro provincial. 0 que
declare a V. S., em resposta ao seu officio de
20 de janeiro, sob n. 94.
Ao inspector da thesouraria de fazenda.
-Trans mitto a V. S., para seu conhecimento
e fins convenientes, o aviso deo 28 de fevereiro,
n. 429, em que o ministerio da marinha decla-
ra fear aplrovada a despeza, autorisada-sob
re.sponsabilidade desta presidencia, corn o
abono de ajuda de custom ao director das cons-
truce5es navaes, Cresceheio de Menezes Brum,
removido do arsenal de matinha desta pro-
vincia para o da Bahia.
Ao mesmo.-Declarando o commandant
dos armas, e- officio de hontem, sob n. 196,
haver, naquella data, concedido a exoneraCdo
que pedio de almoxarife do forte do Buraco, o
20 cadete do 20 batalhao de infantaria, Sebas-
tilo Dias de Toledo, e nomeado para substi-
tuil-o em dito emprego o 1o cadete do mesmo
batalhbo Augusto Geraldo deLima; assim o
communigo a V. S., para seu conhecimento e
fins convenientes.
A' commission central de soccorros.-Ten-
do em vista o que representou o inspector de
saude public, declare a Vv. Ss., em resposta
ao officio de 5 do corrente, que conv6m, at6
ulterior deliberaglo, continuar a ser paga des-
de janeiro, a gratificaClo abonada per essa
commission, a Jos6 Eduardo de Souza Landim,
escrevente da mesma inspecolo ; ficando as-
sim ptejuidicada i aqtorisacio a que me refe-
ri no officio de 25 do dito mez de janeiro.-.
Commanicou se ao inspector de saude pu-
blica.
-- A' mesma.- Para os fins convenientes,
comimunico a Vv. Ss. quo, attendendo-ao que,
no officio junto, representou ao Dr. chefe de
policia iterino o delegado de Gamelleira a 12
do corrente, auterisel o soccorro tratamento
dos desvalidos e de Um preso alli accommetLi-
dos de variolas, nos terms indicados no offl.
cio tambi. unto qua dirigi hoje ao mosmo
Dr. chefe do policia.
Ao president e-membros da directdria da
associaolo Commercial Beneficeite. Trans-
mitto a Vv. Ss., para sou coebodmento e fins
convenientes, o aviso deo 21 oae fevereiro; em
qua o ministerie da fdzenda declare hayer pro-
videnciado sobre o recolhiment da moeoda-de
cobre,-do antigo cunho, attenta a representa-
CAo dessa associaco.
Ao inspector da saonde public. Mande
V. S. preparar e remetter ao Dr. chelfe de po-
Uicia interinouuma ambulancia, contend me-
dicamnentbse instrucoes apropriadas ao tra-
tamento daovariola, afim de soer remettida ao
delgado de amieleira.
Ao Dr. iniA de direito da vara civel.-
Gumpre que V. S. proponha, corn a maior ur-
gencia, pssoa idonea para servir o cargo de
a~janto de promoter public desta capital.
Ao Dr. Jose Hygino Duarte Pereira.-
Transmitto o decreto imperial de 28 de dezem-
bro, couicedendo a exoneraco pedoida per V.
S. de socretario desta provincia "
Ao inspector goral da instruocao public
-Nos tertoos das auterlsacoes so0iUltaias em
officios s.-97 9 98 de honien, p6de Vine. jus-
tificar as fadtas de exerciio esoolar dadas pe-
I.s professoras Hermina Celecina da Camara
Santos e Vicecia Alves de Abreu-o Mello.
Ao inspector do tbesouro provincial. -
Mande Vmc. effectuar, por costa da verba
ventt(u4a, nos terms das informagoes cons-
tantes do Bed officio ,de 19 de novembro, n.
336, a indenwisacao que solicitor o Inspector
da thesouraria do fazenda de 854OO, indicados
na lnclOsa conta e proveolentes de objectos


fornecido; polo arsenal de guerra pars o ser-
vigo da policia, em vkrtude da ordem desta
presidencia de 2 de abril deo 187&-Communi-
cou-se A the.ouraria de fazenda.
Ao mesio.-Itande Vmc. escripturar no
quadrQ da divide passiva, conform o exposto
so sea offti de 0 de .janiro; n. 469, os ...
polo arseal,.guwe trapr o orvi- dp c00-
po daepolica., de abril a junho dwe78, aim do
ter lugar a indemisaaot solictuada pela the-
souraria de agenda quando f6r concedido o
necessario credito.- Officiou-se a thesouraria
de fazenda.
-- mesmo. Remettendo a Vcne. as in-
clusas conta documentadas relativas'a trans-
porttes effectuados por c6nta da provincia, nos
vapors da companbia erna*uuaa6 nos an-
'MS flnancede4874-75 a 1877-79, cabo-
me dizer-I. .. q a e eseripurar no qua-
dro da divide passiva os9i 5 P 5Oiin9adido
citod o fofielo rn.! .assim0.o
* ria fornedid*#. wcota~s, pmtBBiaad AWpara
que por estos soja indonisada a masma des-
peza. *: a'*
.-- Ao som,-4. etntnd0 a Vqq. ai ia
so coata dd4qm6Dtada, do 41:O(33p, relatives
4 dospeza cq miuxunaao publl pela ci-


ertarlo dia assembia. De or.
Sr. presidents do provineia, tras-A
|^ 8..a. peiUglo e intforwaoiioes juntiaS,
4preteng&o dos empregados da al-
e io ncarregados, do exame a que so
,7andout ^ der -no consulado provincial,
'rna gracat&o pelo desoempenho da commit-
ao .qe es foi esignada;. pretenco quo pa.
race ao mesmo Exi. Sr. estar no caso de ser
attendida.
_--Ao mesmo. -- 0 Exn. Sr. president da
provincia manda transmittir a Y. o a dia:
carts do gerento 'da empreza do aSft -A do
qua essa assembl6a presto a coderagAi me-
reelda A solicltaA,) do meso greinte, rela-
tivamente ao pagamento de que a credor dos
'cofres provinciaes pelo service da illumninaglo
public. -- Gommunicou-se ao gerente da em-
preza. -
Ao mesmo.- De ordem do Exm. Sr. pre-
sidente da provincia, devolvo os dous requeri-
mentos, firmados urn por Guilherme Joaquimrn
da Silva Braga, e outro por Jos6-'Teixeira
Coimbra e Augusto Xavier de Souza Fonceca.
corn as informaqes ns. 409 e 34 prestadas' a
respeito, em 17 dejaneiro e 5do corrente. polo
thesouro-provincial e camera municipal do Re-
cife. Assim respond aos seus officios ns. 21
e 35 de 8 e 25 de janeiro.



DIARIO DE PERNAIBUCO
RECIFE,.U4 DE-MARGO DE 1879
Noticias da Europa
Pelo vapor inglez Sorata recebemos no sab-
balo jornaes e cartas.-de Lisboa, corn datas
ate12 do corrente. Eis o que delles colhe-
mos:
FRANCA
Terminou a questao da amnistia, sendo ap-
provado no senado o project da governo por
163 votos contra 86, depois de um rxtenso
discurso de Victor Hugo a favor da amnistia
plena,- discurso em que sobresahem priacipal-
mente os devaneios poeticos do seu author.
0 perdlo que se concede, disse o0 illustre
poeta, e um castigo ; a amnislia plei.a seria
o esquecimento. 0 perdao, proloigarA o des
asocego, a amnistia seria a paz immediate.
As guerras civis s6 se apagam quando se
extinguem os focos do incendio.
A guerra rebentou n'uma noite. De um la-
do, estava a communa; do ou~ro tries monar-
chias. Desta luta resultou a republican:
Este discurso, a que pertence este pequeno
trecho, foi muito applaudido.
A Victor Hugo responded o ministry dajus-
tiUa, Sr. Le Roger, defendendo o project do
governor. Disse que esLe nao podia dar am-
nistia plena, po-que nao e assAs forte pa-
ra isso. Comtudb, os crimes commettidos
sao d'aquelles que nao podem esquecer-se. 0
mifiidtrqi verberou energicamente a insurrei-
co condemnalista e tratando a questlo dos
contumazes, declarou acrditar que o seu re-
gresso a Franca produzWA -rande apaziga-
mento. Se produzir ,ingf#09, a lei nao sirial
impotente ; collocarernos o rigor no lugar da
clemencia.
A lei da amnistia foi promulgada na folba
official de 5.
.. E assim coihcluio por agora a questio da
amnistia para dar lugar a outros assumptos
qbe so vlo ventilar, entire os quakes figuram
6m primeiro lugar o julgamento dos acts
do ministerio deo 16 de maio e o inquerito ao
corpo de policia. Esta quest ja doeu cause
a ter-so demittido de prefeito da policia o Sr.
Alberto Gigot que arrastou na sua queda o mi-
nistro do interior, o Sr. de. Marc6re, quo tinhba
pendente na camera ma interpellato sobre
o assompto. ""
A questao levantada em Franga e muito
diecutida acerca dos abusos praticados na pre-
feitura da policia deu em resultado, como flea
dito, a demisseo do Sr. Alberto Gigot que dirl.-
gia aquella repatig^o. Foi elle preprio que
podie o inquerit quando vie as accusagies
feitas aos sous subordinados por occasiao do
prooeeso do jirnasLa Lantn.. ;-
OSr.Gigot era urn' funcceioario muito illus-
trado e integerrimo, e o governor assim o en-
tendeu, pois concedendo-lhe a exonerago, pedi-
da chamou-o alIas funccges de conselheiro
deeti^. ..
0 lugir vago fol offerecido ao Sr. Anatole de
la Forges que recusou, affirmando-se quo o mi-
nietrodo interior propuzera para ellse em eon-
selho do mlnistros, o Sr. R-gneul, actuelmen-
te prfel.to da Gharente inferieue..
0' Sr. RegnauRt 6 um antigo alumno da os-
cola polytechnica.
Estreiou-se na administragio, a 8.de janei-
Jro de 1871,' foi trausferido para o Marne, em
seguida para o Saon-et-Loire,. a 14 do novem
bro deo 871, conservando-se nesta ultima si-


tuacio at 1873.
Exonerado pelo governor da ordem moral
ae 24 de maio foi teintregado a 15 de abril do
1876, como prefelto da Cbarente-Inferieure,
demittido de novo polos homeoi de 16 te
maio, e finalmente tornado a collocar no seu
-ultimo lugar polo Sr. de Marcere. E' sinoerm."
mtente affocto e dedicado ao governor ropu-
blicano. -
Sobre os negocios da prefeitura da policia
versou a interpellagio que den em resultado
a doemisso do Sr. Marcre.-
S- saend o J 4ito que-1 mm redactor
da Lamtwp fteixia 4.0opewsoal d* o -
g0odaimprensano i sri i .'
Sr. Anatolo de a Fla envious -*a carts
iquele journal dmend
Na ses~lo da camw ,
Lishonne perguntou so
motivo porque foi interrompido o i
prefeitura -de policia.
0 Sr. Macweo fez a exposioio dos f^16o6
you a preitumra de policia, censurou m Ata
ques divigidos contra ella, protestando uee
carno f contra as o piosas alumniesque the
i attribuem pessoalmente+ de e enredsdwem
c.easurveks compromisos nas trapa* floan-
ceirs. (Applausosno centro, mas a esqurda
0c O silr.oiosaJ& ., U3io a-bet M fose
o Sr. M~arc~re nedlo uaueenbiiente fosse


Zce, a ,posslvel quoyRta,4
proxim traga e queda de oodo ibne.
A camera franceza quer remodelar a Franga
no mais breve espago de tempo, e pretende
queos homeasdo governo o entendam assim.
-A tarefa 6 difficil e nao se Sabe se os omens
capazes de a comprehenderem qseremrn tentar
a experiencia.
Emilio de Girardin indica o Sr. Gambetta co-
mo o unico homindm quo nas actuaes circufts-
tancias p6de gorermar conform os principios
que a camera represent; ma 6 duvldoso qefue
o candidato-A heranga do'supremo po4er se en-
volva n'uimaluta de partido, tendo de transigir
comrn ideas quo nro slo as suas., ou de as com-
bater, creando maior numero de adversaries,
e se arrisqu"e a perdor as probabilidades de
substituir q Sr. GrAvy, ganhas atW hoje con
tanto trabalbo e rara perseveranca.
RelativYpnente ao julgamento dos actos do
ministerio 16 de maio, escrevo a Ordre:
SPodemia afflrmar que o president da,re-
publica teveouma long conversagRao coram Sr.
Brisson, relator da commiss.o de inquerito so-
b.re -o. 16 de maio e que se pronunciou clara-
-mente contra o process dos ministros.
a 0 Sr. Grevy nao hesitou em declarar quo o
voto de aecusagq dos ministros provocaria se-
guramente uea cdrise ministerial e'talvez uma
rise presidential. 0 Sr. GrAvy admitted o voto
de censura, mas nada mais.
a 0 Sc. Brfsson sabio n muito perturbado do
Elyseu. 0 boat do que alli se passou e qne
se espalhoq em differences grupos, provocou
vivas recririnagbes entire os grupos da es-
querda. JuIga-se, comtudo, em geral, que as
esquerdas Oapitularbo, porque preferem sub-
metter-se aos desejos do president da repu-
blica, a corierem 9 perigo de urma nova trans-
mrissio de poderes.
Comquaeno a Ordjr seja o orgo nmais ge-
nuino do bdnapartifsio, a imprensa republica-
na, mesmola mais radical, nao protestou con-
tra as inforinao5es colhidas por aquella folha.
No dia3 6Sr. Waddington, president do
conselbo d ministros, expoz na sesslo da com-
misbso de inquorito os. motives pelos quaes o
governor SP opp'Oe A accusacAo contra os mi-
nistros do1 16 de maio. A commission adiou
para o dia5 a sua resolucao,
0 radicalismo estA furioso em consequencla
de o governor Pazer questao ministerial da nao
accusacao do minister Broglie-Fourtou;: e'
naturaln"eOWpara se distrahir das magoas que
isto lhe asob ooranommne'rOo e9 as dhbafl
mas grosu I X.A Oarta: dO principe Napoleo.
O .Rappe. orgifo radicaldiz queo proprio Sr.
Gambetta so oppoe a que sejam processados
os ministros -'do 16 de meai.
Apezar de tudo fseo,' commission de inque-
rito eleitoral resolve por 1 votes contra 7,
propOr a acusaglo dos ministros do 16 de
eaib, nio obstante as declaracoes do governor
contrarias accusacao, assim o decidio.-
.0 parecer da commission foi lido no di 9,
pole relator- Sr; Brisso 0 relatorio conclude
propondo 4 sejom aciid perante'a se-
nado 6s m lstros do 16 doe mai, Mpmeando a
camara d6lados soeus para sustentarem a ac-
qcsacAo. A podid 4o governor a discussio foi
fxt e parat diaM' -
Esta attitude da Orumisslo, a ser secunda-
da poor -1 legibslativo p6ope determinar a
queda dog4jinote Waddlngt, ou a dissolu-
cae, ." '-
A Ulnguaipm dos periodicos autorisava cada
veZ mais a Orenna de que a camera ngo appro-
verda a accuaglo contra osfministros de o6 de
maio. A Apb sique Frasau o Journal des
D.iata o 0kX Si lee todsos os jornges repu-
blicanos molerados reprovam a accusaco.
0 me rech Maes-ahono escrevoeu ao Sr. Gr-
vy diendo que d'seja comparecer perateB o
senaso o 90 dso d serem acousados os minii.-
tros de 16 d1 maio
0O Mositew diz constar-lhb que tolos os
embaixadores, fraucezes no estrangeiro se de-
mitirso i owcao de roUrar-so o ministerio
presidido' Sr. Waddington.
Q a'ndoa camirm la a disctir 1 a lei do
eutado-maionapproVado polo Asado, o minis-
treca guert pedio que. a ciscussio bosse
adlada por un mez, aiim de preparwr novo re-
gulamento. 0 adiaineto fot apeprovado. -
0 gneuei Gresley, ministry da guerra,
asaba depraicar un aecoque foi muito do
agoados rpiubicanos, ordenand. em circu-
lar qre as bsndas de music militates toqum,
a Mm'rbelhesa! upS ceremonlas officisos.
Os comlsunistas francezes'residentes eo
Buenos-Ayres, celebraram molomnemente o 00-
tavo anniveriario da commUwaw
.-- As r que se prop dar no Ely-
seu o president G rvy, nmai trao C character
faustoso dasque dava o marechal )de Mac-Ma-
bhn. Obedeesndo sos impulses do saen crac-
| w modesto, o Sr. GrTvy, asgim qia*' ou
po e do Elysenu, I Q eS d..ma-
-m us as o are + o marecbal man-
^^^pso in'la ossal~os di rcoepgio,
euio eraadetro presadlnte burgues. qoe A,
~to a oservarno saslo reserva-
q avta dostnabo aos principos e


Na camerai dos deputados o oSr.' Iu. dpoI se s eo to de accord mcorn .
d'Assou, daidirei, dise quo abaei4 do- bols4 Wd gton e Sy acorca das -
foi favorecida pelo sileio do ministro daw' oc as..
nangas. E conclulo osemin- apresentar moo Quanto a questo do regresso das*
d'ordem, mas simplesmente chamando a at- as para Pis o governo nao seopp*Awt
tencaglo sobro o 'facto, tanto que paeda outorisagiu d co
[fespondeu-lhe o ministro da fazenda [Sr. entretanto o governor deseja quo a qAi
LAoa Say] que a iniciativa do governor devia seja adiada atL depois da solu&o referente so
ser salvaguardada pelo silencio, pois nIo che- process dos m'inistros de 16 de maio. Oen-
gou ainca a occasiAo de apresentar o- project ti o esquerdo resolve nalo apoiar o regMWo
sobre pscinco porcento, accrescentando que das cameras a Paris, por considerarem ques-
nao ficara pouco surprendido de ver a ques- tAo inopportuna. .
to debatida na commission de Orcamento cornm As grandes manobras do oxercito da re-
prejuizo da iniciativa do governor. public franceza no ultimo do anno conrrnte
0 Sr. Jauvierdo la Matte exprobou ao minis- serAo exeeutadas pelos 20, 30, 100, 110, 12P,
tro owter aguardado crco dias para fazer a de- 130 e 18o corps de exercito e reunirlo as tr4
elnarflon a cnm iat. o sAe nnr tirminado eSt.e art a e


I.'-4V4 10 '- '; ," "'-V ....... b%9 .. ...VO
incident.
, Acart a do prineOpe 'apoloi, a que acima
ittfludimnoe, eeoncebidan e termos :'
q Meu-chagb Sr. Rouhor. -Vou deixar a Eu-
ropa e a minha ausencia pode prolongar-se
por alguns mezes. Tenho muitos amigos fiems
em Franga para que me seja possivel guardar
,silencio acerca dos motives da minha par-
tida.
( Sou ha oito annos hospede da Inglaterra,
onde complete a minha educagop n'urma das
escolas militares, e por vezes differences tenho
estreitado os lagos quo me unem ao exercito in-
glez, tomando part nas manobras por plle
realisadas.
A guerra que a Inglaterra sustenta no Ca-
bo daBoa Esperanga acaba de assumir um
character de gravidade que nRo tinha tido atL
agora. Ddsejei por isso seguir de perto as
operagSes e embarco dentro de dous dias.
(( Em Franca, onde gracas a Daus o espirito
do partido n~o matou o espirito military, com-
-prehender-se-ha que nao quero conservar-me
estranho A4 fadigas e aos perigos que vAo cor-
rer as tropas em que conto tantos colleges de
collegio e camaradas. 0 tempo que consa-
grarei a assistir a esta luta da civilisago con-
tra a barbaria nA.o sera perdido para mim. .
(( De long, como de perto, o meu pensa-
mento estarA constantemente com a FranQa.
Seguirei corn intoresse e sem inquletaa,) as
phases graduates que ella atravessara, porque
estou eerto que Deus a protege.
( EspeMo que, durante a minha ausencia, us
partidaris da causa imperial manter-se-hAo
unidcs e cheies de confianga no futuro e con-
tinuarao a dar ao paiz o espectaculo de -um
partido que, fiel as suas doutrinas, se conser-
va sompre animado dos sentimantos do mais
ardente patriotism.
SReceba, meu charo Sr. Rouher, o teste-
munbo da minha sincere amisade. Gambden -
Place (Phiselhurst) 25 de fevereiro de 1879.-
Napoleao. ) I '
A imprensa bnapartista, corn excepqbo do
Gaulois, uapprova a resolugbo do p.rlncipe irm -
perial, L'Oridre, por exemplo, e kprimio-se
assim-'-
c Quando a mocidade franceza trabalha, nos
regimentos e nas escolas militares. para se
adestrar nos assumptos daarte daguerra, elle
[o principle] quer tambem p6r-se em estado
de bemrn servir a Xranga no.dia em quo a Franga
precisar 'dososervios delle. :
a Durante os quatrb mezes que durar a iua
ausencla, os republicans terso, tempo 4 8sa-
Usfa:er ds seus appetites e de prepamr ia -ua
queda. ; -
Paulo de Cassagnac, no seu journal o Pays,
acompanha o.seu college de L'Ordre nos pro-
jectos essencialmente optimistas quo ete jor-
nal aliments a acerea da duraglo do governor re-
publicAno.
A imprensa legitimista nao poupa, como era
do esperar, o principle. Eis como se express
a Gazzete de France:
Prouvera a Deus quo os Bonapartes nunca
tivessem tido outras phantasias militares alem
da de ir combater contra os zulus.... om as
tropas inglezasI *I
; A Franga possuiria ainda as provincias
que a monarchia legitima lhe tinha conluis-
tado I a
O0 jornaes republicans moderados guar-
dam a mais absolute reserve; ,imitam-se a
transcrever o que escrevem as outras folhas,
pondo em relevo o que diz o Gualoia aroop-
sito do principle tencionar tocar na iBf de
Santo Helena para fazer una piedosa peregri-
*t~o a Longwoeod. E' o Gualois que falla-
a Estranhos reviramentos do. destino! E'
n'urnma fragath ingleza que o berdeiro dof Na-
.polees aportara a essa terra, ond. o chefse da
sua taga morrea ha 58 annos, victim dos
stereagh e do Hudson Lowe. v
Finalmente, come amostra do que escreve
o0radioalismo, ougamos o que diz o seu orgAo
jais moderado, o-Evnement nestas pQucas
palavras:
Por fim de contas o filho de Napoleao HI
reserva-se talvez pars preparer o cheque que
soffreuno verwo passado na c6rte da Dinamar-
ca, indo casar cam a filbado reb dos zulus.
s Parte, poas, manecbo pera o cabo ....da
boa esperanfa. a
Faela-se de que alguns operawios, em Pearn,
tratando daoigafisiglo deum congrebso que
devia seo inaugurado emr- Marselha, resolve-
ram o seguiute, que foi publicado nau Relu-
tiot Fraeaise :
1.e As cameras e o governo actuaes *e01o
responsaveis peas despezas corn agentes pa-
gos corn os fundos secretos.
3.o Adopter-se-bio series provideucias pars
se dosmascarar o ospioes que pd55e9 entrar
nts grupos coopsrtlvb .l ociallst
3.e Powr utllao,,vsta a lmpossibnidsde -d
obter contra esses mis.ravels pagos pela po-
licia do governor repubhicano, urna eparawao
juridica, us opearaios docidem quj ser.o cas-
tgedos exemplarmento uf trailores quo forem
reconhecidos. '


E' umna resolucao da lhtermacioal.
-Falla-se oom muita inqistenoia sobre a
escolbp do alto funceionaio que ha de substi-
tuir no governor da Argelia 'o general Chahzy,
o qual foi effectivamente nomeado emliaixador
pare S. Petersburgo em substitulcgo do gene-
ralLe FIo. '
Para as embaixadas de LondreSd e de Vienna
toram nomeados o vio-almiranth Pothuan e
o Sr. Teissereno de Bort, quo fieram paito do
ministerio transacto e que sibslttuekn o mar-
quem 4elHarcourt, parent do iarebh" iat-
Mabon, 0e oa6queZ deVotl&. 6 1
0 future govrnador diuArl sera pva-
Svelmente o Sr. Albeioo Grevy, iron do pre-
sidente dcar- m licAeo Io."8" :.
k Auhiodas fried oft edsquer#" que
Stant. forgoS aO igoir Oemi o b.,o tpe-
puablieno, ameaa Aodstrr-se. Os a 6 radical
oifta- dnwa- io f lnAir nn* nmnn maidil


A chamada das reserves de infantarla L'
tencentes A classes de 1872, que teal quo t ls-
fazer aos 28 dies de serving, 9 i feita a 28
de agosto para os corps 12', 1toe 180 e a i
de setembro parsa o 2. eSo 21.
0 cornego -dw e -o
domodo quoi aePowemm50.
de mdque as re'servas epsfq ~ lp^.
o maioirumero- de dias possivel nos filrn* 'w
vos corps, onde se empregar.o n D64#0 ao
alvo antes de marchar para os exeroilos.
As manobras durarlo 13 dias e haver&2 485
de descanco. A 1' e 4' divisoes de caw*I
executarao igualmente as grades manobAs
do outono e reunir-se-hao para esse fim no
departamento do Seine et Marne.
ITALIA
Gomeeou em Napores no dia 6 o julgamento
de Passavante, accusado de tentar contra a
vida do rei Humberto. A sala da audienoia
estava cheia e nos arredorms do tribunal agru- ,
pavam-se centenas dopessoas.
0 ro apresentou-se Iim grande imostras
de arrependimento e atL iom certa altivez.
A audiencia principiou pela leitura do pro-
cesso e accusagao do agent do ministerio
publiho.
Quando foram lidos os escriptos do ro, jun-
to aos autos, notou-se quu s6 elles tinhbam as
idWas extravagantes do seu autor e sem base
de especie alguma. Interrogado sobre se per-
tencia a Internacional, o reo negou que esti-
vesse filiado em semelbante associagao.
Entre as testemunhas estava o Sr.-Cairoli, o .
qual referio singelamente no tribunal os por-
menores da tentative de reigicidio.
As demais testemunhas pouco podiam adiap-o
tar ao que ja era demasiadamente conhecido.
Ao comegar a segunda audiencia, o advoga-
do de Passavante, pedio que o accusado n0o
assistisse aos debates, por estar fatigado com
as emogces da vespera. 0 tribunal indeferio,
mandando introduzir o reo, que chorava epro-
curava esconder-se As vistas do public. Pas-
savante foi condemnado A morte.
SANTA SlI
Cartas de Roma contain a audiencia que o
papa Lefio XII deu a uns 1,000 (dizem) jorna-
listas eatholicos, pertencentes a diversas na-
cionalicadeq, e que representavam 1,302-jor-
naes ou revistas ecclesiasticos, nos quab to-
main part 15,000 escriptores. ,
* Monsieur Tripepi leu urma mensagem 0de f-
licitagAo e adhesao -ao papa, ao qual faft
aonstar as esforoos -do jolnaeismo cathoMlco
para a defense dos direitos da igreja.
0 papa, na sua resBr mostrou 5 ,ees-
sidade da imprensa catht*ca p tacout-
bater a imprensa qut eavenia-a sooiedade
som as suas doutrinas contraia Igreja.,
Recommendou aos jornaljstas cktfolice.o a
unilo na fM, a moderag~o na linguager (de
que entire parenthesis alguns nao usnm), e
censurou os que querem -resolver' por suas
proprias luzes as graves questges convenietn-
les aos interesses vitaes da igreja. 0 papa
reivindicou os direitos odesta ao principado ei-
vil, animando os ditos jornalistas a que de-
monstrem a necessidade dessa reivindicago,
que nunca f6ra obstaculo aes bon estar dos
povos, A prosperidade da Italia, e ao esplendor
do Roma.
0 papa, em seguida convidou os jornklistW
a combater corn o intuito deo master os pril-
cipios que servemo de base A ordiem social e 6,
clvilisaco.
Os representantes da imprensa catholice
,apresentaram depois ao pontifce as offeren-
das do dinheiro de S. Pedro,: mensagens, al-'
buns) etc. -Entre esses representante* esta-
vain alguns lispos.
0 tribunal de appellaCgo de Roma rOjeitou
as pretegcoes da condesa Lambertinl, a fa-
zor-so ereconhecer filbha natural do cardeal AfAn-
tonelll, e a ser sua bherdeira, reforAbdO o0
julgamqnto do tribunal civil em Roa. em do1
ta de 19 de fevereiro do anno pessadoe CO. -
demnou As custas a condeasa. 'A .sen.to
consider todos os documents petos ,quae
Loreta foi recolbeida, e seo dclaron lIt'de
Angelo Marconi e de Antonleta Beoari, !n|l
que nao se provou a sirnulaelo- ddo tiir
nero bouve indicio sufficient de serofw81
Antonelli, neo a prove poderia flaer-se
a deslgnaglo da mwi, e que ai5da na bypotie.
se da prova da sua real fiHlagie do cardealAn-
tonelli. e ella seria fllha sacrilege, e o codlgo"
nan Ihe reconheceria direito algum A sucoes-
sio docardeal.
0 consistorio realisar-se-bia no dia 4 de
abril, e nolle sero nomesdos varies cardeaes
est rangeiros.
Afflrma-se que as offerta feitas este an-
no A sua santidade pelos fleis de lodo o mun-
do exeedem a olIto milhbes do francss:
No consistorio realisado a 28 do fevereliro
proximo flndo, form nomeados dons ri-li-
chas, o de rito latino e o do rite chaldco, e
vinte e quatro arcebispos o bispos nlo mdli-
cionados no breve pontifio.i Em ewtretlo.-


dos boathos que circulam contineuam afs-B -'
eiawles corn a Allemanha. 0 prineipe de Bl-
mark apresentarA nmuito brevemente um con-
tra project A proposta do cardeal Nina.
No proximo consistorio se,*o nomeaddo
cardeaes : o doctor Hesdgenwelker, de Wurs-
bourg ; padre Newman, deLondres"' DO*TAi-
arcebispo de Tolouse ; Pio, bispo do PoiMteml
Meglia, nuncio em Paris, e Sanguitai nunc
em Lisba. '
Monsenhor RondettL actual internuncdo o
Brasil, seri nomeado nuncio em Parls. Pitl
Lisboa irA monsenbor Vanaootll...
gstao enfboladasnegodotges pars asta-
ecer um intoernuincio em Constantinopla.
-Apezar das diffleuldbdes da sitaia6o e.m
nomica da sant s6, Laoi XIII quiz quco-
tiUnuassem eom 'vigor os ufos es lab "cdos- -
10 senawesw ca^a d".
anne4. a doiosbo ea
sim,' Ia leirt' 've r Vsari d





















-f fw o mitripro Hl^Bd ||IMB|
do powr doKediva
motiO "do die 18 de ereira
i e-d IM-96 Fdeb que botvv.4 afR dog
OasoupWftonao dos lUimos
do gypio. o Sr. Cast Wrigth I
gU da oasara para o .us ..,
ghterra corn a Fran 94aL. twoa
meavo do Sr. Wilson Oqu m .aa-ment
iteto,. assontam n'uma base a:tLificial. 0
oradcr 6 de opinifo que a queda de Nuaar-pa-
cha foi devida a intrigas, q queixou se de que
*os Compromissos tornado tom a Frao0a em-
bardom a& NuMtod O ilnlam oW BINyPW
Sir Stathrd Northbcote respondeu qtue me
present doa circumetma s qune se estft
da'i, o~.mpossivel faltar oom Lweda .fran-
queza.
Negou cque a loglatewra .eha. modifioadbf a
sur- atitudft para corn a PranQa 0 govereo
Iten querbfd srapre obrar no soetR de or-
dietf awzmde a respeito da nag&eo viinha. Dis-
se ais que no doerso das negoeiackes one-
taabAilad&s entire a Iftglstra e a Fringa por
oaosa dtgypto so tinhain apresentado moui-
Stas diff&ictades, que serviran de pretexto a
certa guntepara crear rivalidades entre nara
S e oitt a* naoth. No meio de oAo difftcis *i'-
cuoanacis, o governor tomou todat as pite-
caunes para desfter essas intrigae.
Qttanlo commtnmicag3o, feita ao Khediv*,
relativamoente ao pagamento do coupon do
nmagftbi Cmisada peto beato de quo e ase paga-
meelo nau 8erA effactuado, apez,.r dos ftBndos.
que" esto dispneiveus.
A figlaterra temrn grande interesse na pro.-
pcridade do Egypto, que seria um paiz riCo,
se fbspe administrdo cort bonradez.
A comewasio de iaqueritel tinha por fim ob-
ter esse resulttado, e a irnstuivao ,l'ufl go-
verno respousavel presidido por Nubar-pachi.
Sir Stafford-Northcete disse ser exaeto, a
Franga ter mostrado a intenoo de ternum mi-
nistro francez atijunto a administraol finen-
ceira do Egypto, mas qie isso nada tinha
com o governor ingtez.
0 -ministro conclaio declarando que conti-
nuamn a ser excellentes as relates ente am-
bos- os paizes.
Sir Charles Dilke tenciona propOr na ca.
aura dos 'ommuns ama moc.Ao declarando
a e a dita carnara, ainla que tem a firnae ten-
llo de auxiliar e governor a rernediar o desas-
tre acontecido Ai tropas inglezas no Cabo,
consider todavia insultfl'ietes os motivos
que determinaram a invasAo dos paizes dos
zulas, e lamenta qoe fosse enviado ao rpi C-
tewayo o ultimatum.
A camera dos deputados approvou o ca
pitalo do orgamento fixaqdo em 135,000" bs-
mess o effective do exercito. Fol adiada a
disussAo do resto do oiQamento.
Na camara doa deputados foi rejeitada a
proposta para ser concedido as mulheres o di-
reito eleitoral.
GUERRA CONTRA OS ZULUS
Noticias recebidas do Cabo da Boa Espe-
ran%, de 11 de fevereiro, por via de Lon.ires.
dizem n t ter havido novidade de interesse
nas fronteiras e nos portos qtu as tropas in-
glezas occupam no territorio dos zulus.
0O cornel Pearson continuava fortemnente
entrincheirado em Ekowe corn t,00u homens
europess, l(tindigenas e 180 cavallosi corn
mnantiaseetos e muniO9es para dons mezes, ou
mals. A bandeira do regimento 210 f6ra en-.
contrada junto aos cadaveres dos tenentes
Melville e Coghill.
As tropas deCatewayo. que se acham agora
concenutradas n'uWn dos lados do rio Tugela,
tentwrum atravessar rio para invadireom. Na-
tal ; mas por causa da muita chuva o riotiuha
trasbordado, e por isso s o poderam fazer,
e caftmoente na Ci anam consegutdo. o fai,
porque osingjlezes tiam as divisoes dos cor-
reios Wood o Glyn Wromptos para deienderem
a dita passagsm ientra qualquer ataque so-
bre o Natal.
Fcas apprehendido urn dospacho de Cate-
wayrao ohefe dos boers, pedindo-lhe que se
revoltassa eoatra os inglezes, ou entbo que
se cmnservasse neutral n'esta campana. Os
boers,, pr eoaquanto, parece queos o favors-
veiseaos inglezes.
A divis>. do colonel Wood, auxiliada palos
agrictiltores hollandezes, tern tido alguns pc-
queans enrnOntros corn os zulus, ficando sern-
pre vietoriosi. A actilbaria de Gauliug tern
provado. na present campanha, a sua gran-
do utlidade, send cjesidlerada superior As
metrdtladoras francezas. Da Iiglaterra jA Le ax
* sido'eaviado para o Natal. grande numero de
pecas desse system.
DiaeoB que Gatew yo rQsalveu nao atacar as
posiglas ande os inglezes sa acharn fertemen-
te enjtriheirados, eaiacoasoquaeacia cda enor-
me perda que as soas tropes soffreram quan-
do tewbn atacar Rorkes Drift no aia 21 de ja-
neicrO .


UmaVpadve inglez qua preseaceou o combat
em Isadula no dia da juneiro, ondb os in-
* glezes 4offreram a grande derrota, diZ quo as
perdas briaauicas focara- perto de .1,500 ho-
mens, incluindo as tropas indiganas. Pela
list. dos europeus mortos, publicada nos jor-
naes.de Lonadlres, o numero e jawpejiot a, 590
homomas.
A companhia ingleza que prepende esta-
beleclw am cabo sub:.narioo entire a Inglatarra
e a saloaia do Cabo da BoaEspecangs, para
facllift a traasmissaa das notioias pot occa-
silo-daguerra des zulus, solioitou liceoQa do,
goveO portiguez paraque o fia electric
poss*tooa em MoQamrbiquo,,esteudendo-se at6
Zaanibar i e Gabo GWardafui.
&camara do3 deputados approvou o cre-
dits d41 ,5000 Lbras peraa guerra contra os
zuhua
Recebeu-se uli'mamente em Londres uam
despacho important de lord Chelmsford, coia-
muaeasto do exercitoa do Cabo.. ". conw-
queosia dessa telegramma, lord Cranbrook e
o ministro da guerra reuniram-se em oQQfe-
rencincor .lord Beaconsfield.
Ocopa-se a oipreasa estranpgira da, re-
sojuco) tornada pel, ptiricipe Luiz.Npolelo de
ir combater us zulus. .Os jornaes inglezes, oo-
mo a ernatural, louvam moite a resoluglo da
prinripe. "
A.;wta por ella dirigida ao Sr. Rouhar, a
propWalto desta delibera5bo, vai na secglo das
notiaial.de Fras&a.
llaaWto LeaWp. seguqdo dia o CoG tiut"
cioneal, quo o pritctpe tinha vontade do eatrar
em campana. Primeiro desejou tomar parlte
na guerra do Oriente; mis por considera~es.
palitlaasrehuaocloar easse project. Depois,
mantistou emn'eoo de asslstir, 5. campana
daD Bosnta.
O.grlncipe Tuiz Napoleon pbrtto de Londres
no& i 27 'de fevereiro pela% 9hors da fmaBh3
para outhamptoa. Foi acompanbado i gara
pok exirpfarartz tdgoniarque pareea pro-
fuaamente commovida. S. A. tendo recobido
perranio de acompanuar o estadd-*lbr de
artghaiW real dot1isa zet pa 2pM o i tsa t a
borvs do Dmdsw).
A !ihba Victpia cnbm. ma awu0In ei' a
piano LItizNtpotdo anteead e parrtu a-
rao iCbo da S6a fhean M-..
s pi ..wpo a .
d ""Wet."


vitinboeca-t'lsbM dd"aBW6oredb na mar-
gem do nm lago. W. PeOnroe defoadeu-se corn
a maior eoragem, tend mortu a tin de can,.
bina 26 doe salteadores.
AFOUANISTAN
morte do epair ScheOre-Ali por- ura cart, de
sea fltbo Y koub Kban.
Eagcavissie o.astado do.eiair par se tar
dbctarado a angreonas na perna esquepda. dan-
de ft tiaha situ extrahido um abcesso. 0
general russo Kdufinann orten4ra una junta
de medicos para trdatar do entermo, que aflnA
-sucoumbio.
O primeiro resultaodo a. maorte do Sebre-
Ali Coioa nglaterra dispor-so a tomar urma atti-
tude concihadora wma'o AfghaniLstan,
O vWo.teoi da India, segundo se colhe dos te-
legranmmas publiados nosjonaes ingtogzes.
tenciona recorder ao novoemsir uam paragra-
pho da proalaimagao eIpdidi. por lord I.y-
thon quando.ase romperan as hiositlidades, na
qual se dizia, quo a Inglaterra fazia guerra a
Schere-Ali e no ao seou povo.
O restabelecimenlb:das b6as relaQes entire
a Inglaterr e o. Afghanistan d pende s6-
mente das yresoluQas aloptadas polo novo
emir Yakoub-Kban.
N9,iticias recebidJas do Cabi da Bba-Espe-
ra.iga annunciam queo tudo vai benm entire as
tropas inglezas. 0 coronet Butler. n'um reco-
nhecimento que lez, incendira Kraal [povoa-
,cao) de BUngpluvini.
D Heilmand affirmam que os alizais projec-
tLivamrn incommodar as forgas inglezas no Af-
ghnistan, cortando-lhes as cooantuniiagOes.
Noticias mais recentes de C JcutA dizem que
a brigala dca divisio do general Biddulph, com,.
mandada polo ge.oeral Stewot n'umn reconhe-
cimento que fez enm dirocCAo de Kushki-i-Nak-
hud, foi atacalo por 1,500 a 2,000 alizai-dura-
nes. 0 intimigo foi derrotad0, mas os inglezes
tiveram I major e 5 soldados- mortos, I coro-
nel e 1 soldados feridos.
Annuniarn de Tackhead que a embaixa-
da afghan dissera: a Faremos a paz se a
Russia nos acunselhar que a fagamos. Faze-
rmos a guerra sem quarter, se nao nos der ne-
nhium conselho. Esperarnmos que o-tempo tra-
ga uma s6 acgo favoravel. v
Os jornaes russos discutem a independen-
cia-do Afghanistan. Susteqta o Norte que os
documents publicados pelo govenio inglez
oAo esclarecem a ponto de se saber se a Ingla-
terra se tinha compromettid corn a Russie a
respeitar a independence do Afghanistan, ao
que responded o Diario de S. Petersburgo corn
um artigo que parece inspirado polo governor.
Diz o Diario quo fora enviada a Cahul urma
inissAo russa quanlo se julgava imminent o
rompimento corn a Inglaterra, e, com o tim de
saber se o emir seria alliado, ou Inimigo da
Russia; mas que, resolvidaja o conflict orien-
tal, o gabinete de S. Petersburgo se declarou
disposto a retirar a missbo logo que tivesse a
corteza de que a indepeadencia do Afghanis-
tan seria respeitada.
0 marquez de Salisbury responded ao embai-
xador do Czar que o governor de S. M. britannica
nao tinha intencAo alguma de attentar contra
a independencia do Afghanistan, declaragbo
conflrmada no parlamento pelo conde de Bea
consfleld. Chegando-se a um accord acerca
dai base dos compromissos anteriores ajusta-
dos entire as duas potencias relatives rA Asia
Central, retirou-se a misslo russa. D'aqui ret
saita que a Inglaterra se obrigot diplomatica-
ovIente a manater a inlependencia do Afha-
nistan.
ALLEXMANHA
Como 6 sabido, o governor allemlo levou um
ch6que quo mostra que o aprincipe de Bigmark
nao podera impor factmeute a sua vontade 4
representagbo nacionat. A Gazeta de Colonia
comment nos segulntes tecmoS a derrota do
gabinete nos seus projects de perseguigo
contra os membros socialistas do reichstug :
a JM era esperada a. rojeieCo, quasi uqanime,
di proposta apresentada para sereox processa-
des os membros socialistas do reiAtag, ep6r
toe r6ra da camara. A apprevaao, por grand"
maioria. da segpnda part daproposta Rickert-
Seeker levantou ums barroira contra a renova-
gas de takes tentativas. Por muito que este
inaidents pareoa lamentavel e quo nbo-se acre-
ditasse na possibilidade de set provecado em
seguida a consolidacio do impario, o accord
deotodos os parttidos em favor dra prerogati-
vas da camaro produzlo urna impressbo con-
-soladora.
No parlament' a11eomao foi rejeitato o pro-
jecto deolei dcseipllnar. 0 reichstag apgrovou
dopQls a preposta do Sr. Stuzffemberg, encar,
regando urna commissao de examiner se nao
conVira introduuir modiflca0cis no regpla-
mento.
Os boatos da dissolugeo do reichstag, que
correram quando far oeilisada. a.p4idWaautori-
eaglo para proeessat os deoptadoe s octahstas
Hapeiuann o Fritsscho, .eprodszem-se ago;a
cornt maisinusistsncia..
As discutssoes, diz o Tagbldtt, do Ben-im, se-


rao ostreeamerte-m at das a .6 poasivel qne
SsrjiaA incldentes da grande alceance.
A palavum dimolu.o, copn a o mesqio !or-
nal, anda'em atoias a hace,e uao, se fal4a em
outrmcousaai todos os.grapos pouticos.
As palavras que o imperador diqri -A sa
da camaa-aframn vehovaeotea.s; o sobeano nao,
teontoundemobrr o seo descootontamenwo.
I'! pois a opini. di o uita de Cobloaa, e de
quasi toa imprenuao, quetos dias do parla-
mnieto estao contadosf Attribue-se',r sisQ ao
chaneellero pansameato aodeseOQ de. dissoL-
ver v reichstaeada antems do governor ter ali
perdido uma -votacQlo.
Os parUdcas mmmA jao& seas calculos e prq-
param-e para a bhypmtbea do, uana anova ei.
CAo em que a lta sera vIoltiUssima, toman-
do talvez eemo um corto character pessoaL ,
A quest do lei disciplinary e da dao tarifas
adt&ida s*i deseteo poi levantar grades
difftldscdeas ao chancellor, que reneganmdo o.
sn pafsd%. se preomsua, A t4lima bora, pro-
leoclonista a todo O trance. sa ainda outro
assumpto, mmas nasta ha godormidade de epi
miBes eotre asi oyAl pailamntar a 6So. de
Bisumnrk. RaeeRo-0os aq proj.tb doprnarr
a AlsauciA-Lovma uma eo automane, corn
.ouIa IONWsIoN At o t-a. reproanita-
Gleo o conselboe federaL ate pro*dto d a ii-
sltiva dos deputados eleitt potr estas mprvln-.
cims faveaveis, o"-aveis a annaracalo das
A A41onaalift nib 4 doag o l Fbint. Mas
so oUvo. pm o a.4ep a* converta O i
* Auei 9o10 eoToia aatrd.i av-saaclmuael9Q-
te na A&WRfb&uma Ia. lffti B de' Oar-
tiMarios do uvre c .Uf,, p t$ s;t3,
t( franc o atvaa Ildor JaS
nam 6. asstAi l ne t .
Ultwnamente raleioQ-oe sl u nAtd e
&PmrL. ls rteimaeuvdnL~r' aS~u~~ U i


ebaufb nultQffite
allema. 0 autor dsesd- tribatbo, o Sr. deP-
nolawer,,-p pqncuge 46 Ca"s
media da vilidade ds o esto.am-
nha eatsi u nep ea.omtadoe p.orsso.
Fuada a Alemanuoa cofkixap qup- a*s dc
PatureMz a.idtoar Cm eaMA tmpo a dar-
the augment de forga f do ifltwociA 7
Formulaado esia eorgmrta, o. Sc. MOde-
nhawer lastima ao mgaoe tempo qua nKo f)sv
sem ouvidos as coeftas que davam f A ,
patria os allemles estabeiecidos na republpa
de Transwaal e que .a AUemauha .na) procu.
Srasoe estabelecr oam protactorado solrq as-
te vasto terrigariQ e. aduliir igualmente as.
ilhas de Fidji. Asim quo Ul poquio0 fu-.
,aer.o. d jornaes alleoaes puhblico rtigos em,
apoio deste project, os inglezes langaram
mAo dos paizes ipdicadP,.s annecpamdo-se A
Allemanna. HIje o. iptperio aemxo- nada p6-
do fazer nested p'nto.
Passaan4o A Africa Central;-0, o Voldenhawer
observe, servindo-se dasobser.wvagWes do ce-
lebore viajante ;erbard R ohefde converter to-
da n'umacoolonia britfnnica. Pox toda paLte
onde a Inglaterra estabeloce o sen dominion, a
civdisacAo geral tire proveito; mas a Grb
Bretanha tira ainda nais vantagens parLUcu-
lares.
Os allotn-es sentem tanto mais isto, quanto
6 certo que se adiantaram em Afria aos in-
glbzeza que, talvez mais do que elles, contri-
buiras.apara tornar conhecido o interior do
cuntinente africanooe que o imperio gernapi.
c, poderia na actl'ialidade ter alii um grande
marcado para os seus products, a troco, das
nm, erias primri que precise,
Em vista disto, o Sr. Moldenhawer prop5e a
organisaoo de ura cobmpanhia que dispooha
de grossos capitaes e qame prepare i iunn expe-
die.d, encarregala de penetrar lentamente no
interior da Africa, partindo para isso das pos-
sessoes portuguezas do Oeste, e que.. estahs-
lecendo pouco a podco, pequeaos deposits
commerciaes, inaugure uam negocio pacifico
corn os negros. 0 author da proposta entende
que, se o governor do imperio protegesse a ex-
pediCAo,'Portugal, quenao Lira quasi nenhu-
in. vantagemrndis suas possesses, nb oppe-
rio diffi-uldsde emn conceder passage livre
polos seus tevrLtorios, e taLvez mesmo se mos-
trasse disposto a leader aw compachia .on ao
Imperio uma pequena nesga de costa.
Urma' folha portugueza. occupando-se da
analyse dest re!atorio.:faz-lhe o coaimentario
seguinte :.
a Bons visiahos, arranjavamos parawque elles
se apoderassem dentro em pouco de tudo
quanto possuimos em Africa Sabendo-se,
cotno 6 notorio, que nenhuma naego tern a
b6ga mais pronunciada pare as anoexacoes
do que a Allemanha.
D )tudo islo se colhbe a avide com. que os
allemrnes procuram novos marcados para os
prol uctos da sua industrial, e se esfotgam em
preparar urma boa collocaglo. aos mithares e
mithares de individuos que toti.g o0 annos
emigram do imperio.
A febreda colonisaCAo qua se esatk dees
volveodo na Allemanha, e que tender a aggra-
var-ae corn as diffieuldades economic'ts corn
qple estl lutandr eaquelle paint & mais um avi-
so eltqueate para Portugal no qcUe diz eapel-
to iAs suas possesses africanas, paca .que el-
la aflnal Ilheia nao seja expropriwdas por Uli-
daede public.
-0 imperaior Guilherme apd% dax$ para
pcior, agora deuL urea queda no pa-acio, em
Berlima., fazendo urma, ligeira contaslao0 o qqa-
drH esquerdo.
A Agenda Geral. Rssa iz. quoe se publicara
noidia 24de fevereiroen S. & Petersburgo, o
manifesto imperial Este document recapi-
tula, as causes de. guerra russo-turca, aos
triumphos das areas moscovitas, e asconclu-
sao asucoessia-cdos tratadbs do S. Stepno., de
OBerLim e de Gonstatinoepla.
SseS.ul.tados obtidos o : a indsp dencia
e 0 engrandecimento de. Koumania, Persi.
e do Montenegro;. a fbrmagao d.a Igaria
septeLtrioiai em principado autonomnd4 a ar-
razamenDto das fortalezas do fDubio a a,;
tonomia da Bulgaria meridional, comn uw'go-
vernidor christba; a seguranga de, uf a nova
'adminIatraao para. as oQutias partIes ia Tur-
quia ; a restitu'gbo da Bessarabia, qie otinha
sido arrebatada A Russia pelo tratado e 1856;
e fLInalnente, a extonsao da fronteir' russa,
unindo con, Ardaban, Batoam e KarL "
Seog~indfo Urma correspan.slencia dF[ida ap;
Tagblak, nbo 6 aos nilinstas.que sidqvTa a-
'tribuir o attentado contra o conde Kwpotkine.
cuja motto 0o0 foi an~nunieIlaa pol telegra-
pho. Foi apenas uma quest~b de Onimas qua
deu cause aqueole crime.
Foram mandados recolher a oadeia as di-
reotor-s do banco commercial de Cropnstodt,.


por suspeitas do crimiialidade.
r-\ .Kief foi descaberta una tmpreua.
candestina," Quando os sapntp 4pblloia, at-
mados, aUm a entrar,' foram recebtfsa t .rpe.
Oaagentes re3pondtramd n ft0.fo3 frid'os cliwio
delleS. Na casa estavam fecbados obe eo-
mens. que foram press. A poloia upprehev-
deu o. material daimpreousa, brochurs revolu-
eiqnarmas, seUos, rewolver0, puntcae, etc.
Continuiva o inqoerito.
-Ao.queseadiz, o governor rusm expedlo
uana-circular is potenctas. Oftindanota mos-
covita 6 cham- aratten-io sabre as qumsfee,
estabelecides no tratado de Berlrm ,0e ainta
esalo pendentes de sosluco. ...
Figure em primeira plua a. dc ta tofloacio
das frenMtairas da Grrecia e dao,, INia. Po-
r64, o "erdadeio r .nim cda Wa. tontem-se
naf ikie" p qe s. az nPUa docauUl4tte con-
v6n eLabela o govevoro region aRou-
sIqlia, antes daqutla privnia. aravaduadb
peks tropas bt imperad '
QuandOt a. Ruassia reonou ser.am 0te o
ul 2im tratado assigmado corn aTurqisa,. a pao-
mesas do evacuer as proviecbS oloeM m t-
dhm occupadas pat allas, cosp 6W. arja.
dop pactos do tratados& do .i
de que as novas estipulasooes o
,mtualmente cumpridas do quo as'

0Itas suipettas, polb t*s d iteAw
Our turn ovo tewWt pMafificatr ti


Al Urinowa o ministerio- a
Lu0cino1 ra o da j
oeria WM..terpeal -l
Q.areebispo fallou da gratidlo dos bulgaros
f~ri qpm!, W tv .epntlriiloe
pus 4Meua IbmoIdoleL W
Os dlgas da Rfumelia assisUram A ses-
pW W MWFMN UM~l fopwB esw.
TU.iplada. a toda, a.apsaopbla sa
dirigio d cathedra ooda esoaatou uqn To-
lbum.
Os deputados da assembl6a e s commieer
rio 0 ewa, pto o0am.l)triasO..iGala 1.Ak
to. Todos eUeot a istoi!mq .
te, prenuneiaodo se alii algunq brindes pa-
LtriotiGo S,
Oprinditp Doadakoff brindou polo czsr, e a,
fsuaja ailia, oti levado e9 trpi t ptela ta,.
la. Tambasisea brindou pote snsoblsa, pelo
heroism dooxercita ka9s90"ita peso pavO e
ezeraito bulgaro, pel* Faapa a commissario
francez. Este brinddu pelos seaus college.
O ion-siasaB ingles bOiAIdou polaBulgaa
ria, quo-era :0 ulUtano estad eotrTado jna E%-,
Algun deputodos quizeram protester coan.
tra o tratado de Berlim, adiado-se as sea-
sess"os da assemblea ate qup as potencies
respondesseva & petigio feiti. pelQs habitantea,
da Roumelia e daMacedonia, pars se annexs-
reom A Bulgaria. Doudukoff ameagou-os corn
ademi.tssao
0 Mlpagorsal Diplomatico affirma que tern
moUivo papa jular que o candidate patrocina-
do at,.aleaton para o.ocupar o throne da Bul-
garia, pelo. governo -russo, 6 o prinop. Ar(l-
phQ deoBlaviera, primo do reLLuiz II. Este
pnincipe reside ha tempo en% S. Petersburgo.
e a sua presiQa na c6rte da Rossia, t m qha-
mado i, attengo dos circulos diplomaticos.
A assembl6a bulgara, coasBituida apenas,
ja coeca a dividir-se em rduas grandes frac-
g5es, urma dellas propOe-se nao trqspassar os
limites mareades a political do seu paiz pelo
tratado de Berlim, enmquanto quo a outra, fa-
zendo-ke solidaria das vistas e da politico rus-
soa, intent desenvolver um programmnaa mais
extenso, cansistindo em patrocinar a emanci-
pagAo ou para motlhr dizer, a annexagio da
1Lournefia.
Este ultimo partido parece ser o mats nu-
meroso da na4scente assembl6a, e o s.Au chefe
conhecida, Zankoff, urn dos bulgaros que maior
papel tern representadn nos ultimos aconteci-
mentos, e que ternm figurado coma emissario
.dos governor revolncionarios do seu paiz jun-
to dos gabinetes estrangeiroS% serA segundo
sediz. nomeado president da assanmbl6a.
A constituiCAo,approvada pelo imperador da
Russia, e distribuida aos dleputados, permitted
a liberdadeodas reunites publicas e a iberdade
deimprensa. A instrucolo 6 obrigatoria. 0
primeiro principle bularo poderA pertencer a
qunslquer religiba que na. seja a orthodox,
nUas os seus herdeiros e successors deverlo
seguir a ortlhodoxa. 0 principle, para ser elei-
to, deverA reunir a mniaoria dos dous -tergos
dos votantes.
Todos os bulgaros slo obrigados ao servio
military e sle iguaes perante a lei.
A religilao nao p6de servir, para qualquer
pretexto, para ser excluido de ealpregos.pwi-
blicas.
Todos os cargo deverao ser oocupados por
bulgaros.
Os deputados terSo tires origenr:
1., Os.deputados de direitao como magistra-
dos, presidentes da municipalidadee dos con-
plios dtslrictaeos.
S2.* 0 doputados nomeados divectamenW. per
prinipe.icula number nna podeca ir alfm
da melee dos dephutados elqitos.. A magistra-
tura 6 nomeada pelo principle.
A malor part dos deputados mostram-se
satisfeitos cornm a constituiWfp que acbarn mui-
to liberal, relativamente ao estado do paiz.
Serio provavelmente apresentadas algumas
wodifl caOes acerca da orgaisacao da magis-
tratura, para a qual se reclarn a inamovibili-
dade, e sobre a ompos'v!o da camera dos de-
potados, que mnuitos queren vet alli predomi-
nar o elemeuto elective.
A assemblea popular approvou un-a proposta
do partido moderado para lue seoaenviada uma
4eputagbo as potencies, airne do pedir a reu-
nito da Rdumelia a Bulgaria.
-0 Tamps, commentan o project de cons-
tituico da Bulgaiao, diz-que o facto de ter s1-
doeella apresentada pelo governor do imperador
Alexaodre, 6 um precedente ,lUe os itberes
rumsos nao deixatbO brevemente de fazor lem-
brar.,
impossivet completamente" quo a Russia
continue submettlda a regimen absolute de-
poas dos ultimos actos dq sep governor. Ja a
decisbo corn que acudo a liertar o9,chn-4tltrs,
ida;peninsula greco-sfova tf0 jugo dia Porte, com-
n promettia os ftndamentes .aqielt_ regimen.
.Er consequenciadlstQ ni0 se pdde nogara
libgsrdade dos russos, qaando se conoedeq par
sua tniciativa aos bulgaros, que estbo sem si-
vi4a.algftma esa ttusiu59 mais ravsravel da


aqpp os rums-s pars pratcarem os devyires quoe
exigem de todos os cidadlos av pratica do o-
.verno representative. -
A submissto a autoridade do Ptrta n~o 4. a
eqolhor escola para apreder-'como, so*e cum-
pfem os deveres e comQ se. exereem' os trsi-
tos que constituem um povo livre. Sir.va de
exemplo a Greqa, a quemr a sugaqducspo sob
o despodtfsm ottomao6 coenserve-a ainda tabo
distance das naofea ctitas. O& goVeroo ds czas-
res,. apezar de. despotic, nao "distrufo-nos seus
spbditos, eomo o de badischah, tod0o senti-
mehato de di tlrnde 6 de energia e todo oe6 -
pirto intfv0i at.
ROUMANIA
0 forte Arab-Tabia, cnferme o conselbo das
potenkes. f0f evaeuado ppelastropasr oumanas.
'Us russos nao tornaram a occupar a posigbo.
Promvavelmonlea zopa em Itigie sera nea-
traltsmda at1 so dffitftmianeMte to mdr ima
dcislo pelas potenci&s.
0 gveFo 1 roume qeaando mandd o coar
'Anmb-Tablia nda tt doig 6 tsiVe para coifneit.
ter am aet homlil'a RdiN oapar ferir a sua
jMegtiUlliiad6.


A'oerca qUesto egypia quo ultla


to m toup~dsuk crt inoem o put Gauss
0 acostoia motrou .te o dzniseto grande
"0S Wft e aPlfl cragem.


at lPePtt oells iolb de z, rancez, ita-
im( ktssbs -qt ots potoun m e ,u
A'cemc di qdestao egypoia que altboaMenon,



sw # as as pfelenoses pobtkusa naquello
paiw.
NPr sakem enquea Pna ooanistir o pro-
graMMA e^tgfmancez sbBe ,Bgypto, quo oats
sotsha, o*epor; paremedo qn4os gobioetes
do Londres e a lrelleu s laera do, opniao
que 6 secundiu agom tetosido pMo.oto pana terveeo-.do-
goveros -uaaphar ds negooios p entos do
Egypt..
Per agora, a aktttd enregica adptwad pelo
governo iauez, a nota qua dirigio ao Kediva.
e a pnepmeca de ufl r naiwidw guore britan-
nico nas.aguas deAlexandria, tern produido
o resultado mai; effioaz so animo dos gover-
nantes do Cairo, quoa ever a,-tuaimente star
desenganados da inoonveniencia de promoter
motins para se subtrahirem kioftuenoia es-
trangeira que deviam tter aceitado.
HESPANHA
Acerca deste reino escreve nosso corres-
pondeonte de Lisboa :
Ha mutto que-eiroulavam On paiz vizinho
e sobretudlo na capital, boats insistentes.dle
rise ministerial, especie de. molestia chroni-
ca naquelle pauz, e de to4do nebelae As mars
engenhosas pharmnacupos politics. Deu mais
vulto a esses rumormes, espalbados ha tempos
pela imwrensa da opposicgo. a chegads de Cu-
ba, do general Martinez Citapos. o qual an
que parece, exige do gove ino takes sacrificios
a favor daquella piovincia ultramarina, que
nZio tern sido facil estabelecer-se acnordo entire
o governador e pacif&ador da graodA Antilha
e os aiembros do ministerio, presidio pelo
Sr. Canovas del Castillo.
a Entretanto, a imprensa ministerial, exep-
tuando a Epoca, quo se tern mostrado mais
reservada, affirmnava que no khavia crise,
Por outro lado, o general Martinez Campus
declarava abertameente que viera A mnetrpole
6maente para tratar 4os negocios de Cuba, de-
sejando conservar-se estranho aos assumptos.'
politicos.
e Isso, por6m. nao obstava a que na discus-
sAo desses negocios se levantassemo dissiden-
cias entire o governor eo seu delegado naquel-
la colonial, e qu-3 fosse este o. quo encontrasse
mais serio apoio nas altas- regzoss do estado,
declarando-oa por este modo a crises porque
suspiravo a opposiCIo.
a Esta, mostrava-se tAo contraliada corn a
permanencia do Sr. Canovas, & fCrente dos nego-
cios publicosie oaflava tanto na viiida do ge-
n ral Martinez CiGipos para o.mrninisterio ser
derrubado, que desde 1 de fevereiro, 6poca em
clue se,principiava a fallar no regresso do go-
vernador de Cuba a Hespanbha, at6 ao tim dar
quelle mez, a imprena, citou, [diz umn curioso-
deestatisticas] 24:77 vezes o, no1e, deste func-
cionario, tide e havi-lo at6 a sea ehbegada, por
alguns ,orgos opposicienistW c9mo o anjo
salvador dq siAguao political.
a 0telegrapho doveri tec-lhea aanunciado
ce a Sr.. Canovas pedio a demissao colleoti-
01 do miniserip a que presidia.
f Consintaw-m.e, porabs que Ihes faga ,ua
Veqenha, tanto quanto for possivel, chronolo-
gica dos factos qua s0o do dominion public
g 0 general Martinez ,ampos, alvo de-tan-
tas cojopturap political no vizinho reioe,
chegout de Cula-n. o pertode Cadiz no dia 25
deifevereiro.
-( A recepcAo, foi princepesca. A' tarde foi-
lh offarecido um banquet. A cidade a oonite
apparoceut iUuminada. Um cbef. do astado
nab teria recepeao mais solemn. DaUi par-
tie pare Madrid.
e Era esperado nal etstcjo do ,caiunho de
ferro Ilos ministros e per iauitos an-igos.
cIli foi para a presidencia do.I onsetho onde
toeYecom o Sr. Canvas, pv0iongada. conferen.
ca, insistindo nos projectoS que apresentou
para Cuba, e mostrando'se sdisposto f regres.
sar irmnediatarnente para Havana, ja pars os
por" em execugao, ja para se deapocMr dos
seus .amrigos.
c Pouco depois bouve.oanselho doe m'nis-,
tfos, presidio polo rei D. Affonso, Ito qual sq
tratou apenas de cousas ordinaries.
0 Sr. Canovas cornmunicou achegada do-
genor'l, a flcou .e comferencia peareta corn
al rei-por mais de inohera.
Dos duas.as quarto da tardt jlurou a con-
(suencia do rei coa Martieo Caanpos, que sa-
bie do psop para- onde teve area entrevista cam. o Sr. El-


luayen, voltaudo depots ao pa"go,: para cuja
mesa estava convid4ado.
- No mesmo diateveo reiuma grndeo con-
feecis corn o general Balmasedt intimo
atigq de MofVUaej ampo, e um dos autores
da rektauraAq0. ess2o de. quo saiho ogene-
rae satisfy ttuiJimo. diemO: os. Ipeiodios, o mo-
derado". t 'm-dos o0ftiaes, do pa. aeresen-
Itoa-se em-norne doD. Aris o da princeza
rnt coaa do Sr. Ull6a,, urm dos cb!s,docons-
ttpcloinalilmao para s& intirar do seu estado
&ai saldat, -hada sotlefaitorio.
g Bis as pormoenores dadosr de relogio n&
ieo, come e vs pot um- cotrspondente d
MadrI4 para uma ftha de Liba. Depots ac-
cresceotava : o
c O que quoe se pass ? Ignora-se, mas
Mytra o dfsatkto, o desasocego augoenta. Se-
giundOd o Imparcial, nunoa o baritstnte politico
seapresentou tao earregado eqps intimus ami-
gaso do governo revakmn, sem podeorem evi-
tar, quo .se w.oa sobieflosa impre'sa. Dig-
so que forami chamados os Sts. Ayala eRosa-
da Hefretra.
a Affirma-se que o general Mlartinet Campos
elsiste nos seus projects, porque conLrabhio
em Cuba granrds ompronpisos. (0 italico 6 do
otrrespondentso.)
a 0 haoquete em que o Sr. Cdnovas devia
otsequial-o, nbo se effectuou.
g a ,quea drela qie o general Eitiiez
mao i, "Q e1toft todo a question politift
seo most dispotoW a que lSm eEMMtladro
sobre a sittiOS de 5 Cuta 0 videndie que
Iropo?, tod bbr o. hmoen *taot vi te86tldot 6s
:Pwrd a B oddeO & 1IpMP6ft WIftiseoftbimfom
CdlO +, $, dt cins.lts e 0o-
Ipo ( oi nheove D. Affonso n0o s6 a
~*WW*Gsalbt0~6t nAtqestfts ft CLb.
60 t. i do (iotavvi. nMqcte t t d Cuba,
iab del aelttRi ut.uaM is da Pentnuti, secede
que S silmO se ggrava cada veds mae .
_. 0.d.tor 4d. poca, o Sr. Escobar, ote
prot d eMrisa wa wirtinedt hm s,
.MWBa9 quo
0 dbvds pease
e WN ^jeev~thrat. MW aiato
i i^^afli.t hoer mr- aTf" *"-- *^


mqaoo. a caI .








gado d formaglo do novo gabioete corn as
msms bases do demissiunano, eotrndo OS
actslaes ministros da justiga, interior eofa-
zenda. S
.1~bm sdiaquo- mor a s-m


tara organisado s6qlente pare a fltc dase-
toana. -
. Madrid I.--Ao apresentar a deo isleo do
gabiing, o Sr. CAnovas disse ao rei qse era
para facilitar a decisao a respeito d .isaohUt-
ao dass irts. 0 rei annuouei a stlua ites-
gAo de eonsulTr os antigos lninistros e los ge-
nerae Novalicahes, ValuM eda. QuesadM, Mae-
tines Gampos e outros. n -
. Medrid, .4 LA nooite.- ro oonsaltoul doe*
zeis notabilidaoes politicas. 0 r, S~gasta
disse ao ei que o Sr. Caoovas. ou oile Sagas-
ta, so os. unicos que DOeriau# foroar iu; is-
1epio. em coasequencia das graves questoes
q tt h a p u s r M t ,..er.
'a A Iney~a4. 4q La &*tri<4d. M ro-
itoa assio os ultirnos asqoonteciUpJtos :"
0 governor. t.nha rasolvido desde algum
te5po lever ao conhecimeto de doS M. al-red,
pos qriteiros dias doe mapol que na sa.oa0-
nibo 4evia dissolver-se a parte eloUv.a rip
senado, e o congress ds deputados. cm or
fin1 de do,; eatrada no alo. corpo loIpslador aos
senadores das Antilhas ; corn o de poler eop-
vocar- de urna vez us deputados das provinclas
peoinsulares e ultra &rinos,,dando dsta sort
ao congress ursa constituics o hooxgenoa; O.
corn o de fndar, omnflm a novissima let elei-
toral profundaroente distiacta em todas as
suas padres da quoaservio de base nqs ultiais
eleigoep.
STmeha ao mesme tempo resolvido o governor
esieva a S. M. a denmissdo respitosa dom seos
cargos quando a citia dita. chegassoe corn o
intuito de que a sua liberdnra prerogativa
resolvease integralmente as quest ea que em
todos os tempos promove utpa diss Olruu.
SCbmnipletadro, poas, o prazo fixado, que no' o
era possivel antecipar, se havia de das-se
tempo aisra que estivesseom executados, se-
quer em parne, os trabalhos das novas lmtas,
Lantosem Cuba como na peninsula, (s minis-
tros entrega.am bontem as suas demnissoes ao
president do conseiht para que as elevnass.
as ras a mos ; a note o president apresen-
tou ano rei os motives em que se fund yarn as
demis0es. S. M. dtgnouse de acental-as,
cnaandando q.u o goverao otntinasse; no ex-
pednente atl ulterior resolutea. De neiNhumr
outra questao falloo e-reio corn fa preioente
do-conselho. Esta e a exacta relaeao dos
factos. '
Polo que 'se Ie, accrescenta a Epoca, a
cruise nada leve que vnr corn as. questes d,
(1ulas, come se dizia.
0 Imparcial da os seguintes poraenhores:
SQuando o S. Ch raovas foi apresentar ao
rei adentssdo do gpbiare, lembrou a S )bi.
que 9 governor expooera p'outra occasulo o
seae junizo a respeito da Convesiencia dt dsso01-
veo as actuaes ctteam; que chegava o mo-
ento, no seu entender, de submettei aquel-a
p rovidencia A resoluto da cor6a ; e que corn
tfln de faiEiltar- a esta a aecessaria indepen-
dencis. para decide sobre tbo transceodeft
assumpto, apresentava, a demenisso de todos
oa membros do gabinete?.
Depois da audiencia ooncedda ao Sr. CG-
novas, o rei teve long conferencia corn a
priCebma dos Asturias, e n die seguinte quiz
ouvir varies homes pul'iaos. mandapdo-9Q
camar a horos div.rss, uesaamgoratn succes
sivameote chamados o marques de Barzana-
lana, marquez de Novaliches, D. Adelardo Lo-
ps de Ayala, condo de Chest, D. Francisco
Santa Cruz, Marquez Hacana. D. Rellateo Sa-
gasts, D. Gsudio Moyano, general Zabala, con-
de de Valmraseda, D. Fernanpr Alvarez, general
iovellar. e D. Alexandre LIorente.
p Os amigos do S-. Saglsta dizem quo elle
oe podia aceitar a organisagalo de umr minis-
leaio transitodio- pare ur period eleitoraL.,
ras a formaco deo urn gabisete permanente
e howogeneo.
Os ami o do Sr. Pos4da eorresa taeleogra-
pharam-lbe imrnedietament opara que vieaso
para Madrid,
SNo entretanto, havia conferencias dos ge-
neraes, e veemr, isntre ulas, mencinoaadas a
do Sr. Martinez CampO o Sr. Quesada, ai
do Sr. Prime de oV ar o president do
cousetlo e a do Sr. B o~ttos.
e Iogo que o rei aaeite: a.demisslo doe


ministrps, os q. Canq { aa ordeo. ppa
quese.teleg:aphasse aoh"-^Bsentantes da
Hespanta no estraogerA,, ap4aunaogado-ibe
este facto. '
# Nu.a carta dirigida de Madrid ao Soir e
Paris, eaeotram-se algqmaas. xplioaas cer-I,
ca da vinda do general BNfitner Campos.
*i-se alli quo vat & capital li Hespanha por-
q4 o thbamavam pare conowear corn elleos
meios de a savarega das diflautdades em quo
esave osvolvidcq ;a adwiusiaaglo, do Cuba,;
quo ehegado a Ma*id,* .sou intuito foi con,
servar-se afastado doa eonluios das BIOoSea
pltUioas, mas se algauna necessitasse do seo"
'acoio, nao sesia da seta a do. eastiuicio'
'naes. sermtodaviad&4xar deo respeitar- a reo.
lcga do rei;, qae era. possivel, que, d a woor-
do coma o Sr. Canovas, cujo amigo partiealar
Be soofessava, entrasse para a pasta da gst-
ra, eonvindo de quo nenhum generalousadu
Intentar aventuras politicas em qpnkte oa.
fosse o chefe do estado-maior do rei e tivesse
o ptimeiro gado ns militia bespanbola.
&carta tac oSoir termina assim:
a Em tal caso, o general Metines Campos
vqltar# a Cuba, la fiara na peoiansua,ton-
fohne as exigeowas d pioperidadd naciowal
e da ordem publtiat. l maI iseo 6, que
soe M iawkgos dasioklhlti goes vtgetes toma-
reai.uma aotiuge. aneagadora, etlle floara na
Hlspanba para reprimir, se for preiso, qsav-
qcier tentative de rwolta; eo so vir a oridm
tura eoa hiespanab, voltar& a, Cuba, cami-
nliaado de accord mco o gabilnete Canovas
sabre a gestao dat reforms cubarnts. .
ia soskiCao do crise jA o tolegrapbo terA.
informado os nossos leitores. Depots Je mui-
StO. eonfsreias a eairevistas; no dia 7 pela
naite, o marecbal Martinez Campos apreson-
to a o rei a lista dos novos.-ministro.
,. na nova administranoo entrain muiLos
-mo4oa .d a situago Caurvase, xeepto ste
atjasa.: MaUinez Campos, pesidacia 9
g48erra ;. Marquez de Molioaa (quaest embaixa-
d qr de Hespasbe ern Parisa estrangeiros; D.
F0 .so Sdve4 (irA do Ia Manoel. quoeera
m niLMro 1O. iagete-. Caavab] goveraao,;
ppq,;d&Adapla, traarw; aimiraat PS'IOWy
P( va. maqaaaba(ja.e*^ sog iapot9 Canwra);
nde de Tqreno, foeietot((ijowe Oworo f.-.
z*dOa [iaeq];. depuLido P. Aurioios (asla]Q.
Sou assim contiWtidp o ailpiutario. A sexep-
S do* A% a N, que, alfitwd fa11 d sap

;a oencarreoado iana o .9 d. OiarV l
Fli ic t.o~j8uad W si< ~a


d 0 ,hljak lo duque de Te-
Ulmc tro e a panha em Lisboa.


I t



I
































I


I
























ctlir pe~to/~ e te^'u~~


't n ,U na devia cohonrrar-se no jpoder,
:pCI';;5.9a dhututtos 'stitfthOs A chastaa, .
,.te rtusMea, & liblico b t ojiot1.4:a.
m et d poew dlt- e oe do ao do
rel, rare hiafnb'ara a naGo.
(0 hc'culo drotadtil dirigio urna expoeiEor
to goflrbe, 'wJltsdo energicas provideacias e
26sevisa em visade


ptou oaktiopata os-tavradores qtue adtl-
-twaim" o 4in o 01 c et VuSia ldas
SqueixaS da+ imlreM portair sem' efraoaa:
-bertn come ama l alAo .aCplissima para
apurar a verdade.-
T-Ao cabo de 1 dtias de priaofbi pdo 1 em
"bT d o-de o iectot do perftodico -ti otWedo,
mde Tortoza. O e La Opinion, de Tarragona
em cjo prooesso.iutervierarn. era trees mezes,
seis juizes, cootin6a proso. "
0 m.rquez dleSalisbury rebe bo1bta- di-
'patag lo d socedade para a abolirao "a es.
eravatura. bo qutfs pedta que o governor eoptr
sbe a suea i alunca asim de ser abOlida a
escravatura-e Cuba. "0 qinistro respondcu
que o govemo ingtdez jA enviara ao de Hespa.
Snha um dO paciro particular a esse trespeito,
pedindo,.ffe 'que envidasse os seas esforgos
Sjuara a emancipa-glo dos negros, a quol nio'
violafla a digntdade nowr aaindopendencia hes'
paurhola.
e A Gcflette annuncia quo o embaixador hes.
panhol em Londres notfjatuo anarquoz d14
Salisbury qua o governb'e"'0adri se propbe
abrir em 17 de fBvereiro Ie 1880 a convenflo
estabelecida em 7 de julho de 1857 entree a
Inglaterra e a Hespanha.
Urn journal hespsnhol diz que o agente do
ministerio publ mico a querna coube o process -
daTamigutlada'aldbmera Lawa e do seu secret.
tario, pudo'pra a I.* a peialidade de 9 annos
i de prisd o correccional, a entrega das sumooas
subtrahias e o pagamente das custas do pro-
SPare o segAndo, a encarceraQ'o por tres
v annos eLi urnaa fortaloza
AGtivan-se aos trabalhos a que so deu
prince io para levar a effeito uma exposiglo
internaciotml em Madrid em 1880.
0 alcaide do 5I:'drid occupa se actalmafnte
coar o representante da companhia Five Lille
dos trabalhos Jrepaiatb'rios. hJ ferarn atre-
sentados os pianos e cmprades os terrenes.
A fachada do palacio da elposiglo imi!ard a
do palacio da 'exposi lo de Paris.
a 0 Sr.Gambetta fez passar por ur grande
desgosto oe radoaeshliespanho-dis. Sendo po-
curado por uina corn moso, presidida poleo Sr.
I -Saieron de4$tferatina parte as Srs. ersle-
vanez. Ferrer e ou.Eas enigrados repudlicanos
hespaOrhoes, nao attendegad no seu pedido
qua era pare qu a gtoteessasse elle copa o
.governo francez.; '' |.ue este permlttisse ano
a Sr. Ruiz Zorri,'p por jegressar a Franga.
0 Sr. 'Gambetta eA|tcoa-Ihes qua o assumpto
era malta del16atf1&9or ter character intornacio-
nal, sendo esle o'"motivo porque o nio podia
apadrinhar.
a Os niembrosIda commission no a ccU4tseram
i o desgosto qua lhes causou esta. res~pota,
prineipahlnene o Sr. Estevanez- mostrou-se
fao contrariadoqem mandiestmu a 18S80 Uo de
sabir de Frana e ir vioer para o Mex'ca.
SComoe de presuaniraiimprensa'miniisteriall
hespanbola flqstra-ps quuto satisfefta con a
reosstiado Sd.oGambettasaos feJdoralistsO hae-
pan!f: i s. d .. m
o A dirco da aefahdeoegas probibe sos
navies estcba9eires receberern one portos ,de
S Hespanha mercasioriaspar' as iltas Canarias.-
+ 0 comaderqio de cabotagem lnca roservado pa-
ra as eonlbarcafcaeshespanholas.
I PORTUGAL
Em 12 escram>,noaso corpuespondente :o
Tern circuladoqatos do.4 e 0 scna.de oS
Valbotan, queu A esperd de Madrid breYe ef9o
to, toward parte.p. nau. pot Lua.. wi.4f4a-
se atL. Rue iaou'suslidade, pnulto possivel,
de ser o.'sa tualgaiqAeQ..tevdop begsqlaoa das
circurustnripuas, 4 4oJxar a pods', seoA o co0i-
de de 'Valbon, e carrega'tp pelat cor64 deor-
ganisar o novo miniaters. dte queo far pa.rte.
Porece que.a .muOW4p cause atultvr,,eo).o,.
quanta votsjU .a etvi -para o. a, uento
ado CpOvstdo, spbres qiC oQs, ueoJdaqt'1.isa-
nifca apenas. t'-oiGpa ib.b.qe os '.raen
dirnenLos dashaal g, iado q .de
chore nos .epd"(." m .l4o,,iguina ini'.,cop-
tos, nol so'acta44 cop~s~csndante ^6OrC5
das ouras liad ;40panoeira. .,apresoeaste.
pelo g:'3rn-)"iwaaamanlt a qu, .ifundindp
ii'n su 4o .i,. e., randa- 4.. casas-6
sumptLoarin, uonlitu mugo.proorancia-
do, qdesigu ulle o toernar bern pocQsOsyt-
paHstbiop aosm eroimtais. ,,, ,-.,'
0 omrid.aaot. Ba" rao a


Gonbeooodoi Uses aet'* taWeIbbWW.'SIROV
.quoe prtsaiaeitte exoner6,,w' u-' mB6dt-
j% quaeds.soqwd.o ptm-Voled-':a- si.lt'a
flceessoc aPtateoiuo'lsrlrpnsadtY peb
-cosd eiab -. -* !
,IMOa f at%'pwftm tidvt -'-"-- -
eventaalidadeilo.o-atudoabtnoit-etltar,-o *.,'
do decsd o. parti4"#f~a~rwWd 0wti*qwwj /cha-
mado a govevow ",
a Sja cs._iC.r, 'eatoiud p .6Uq3'4" re.
,gistof*ptbosl9os oam aoWhida ZTeSeOV.'
4. scosadee d mer tumbmwf .'o', naot fata
.WQaSO(t3US@oiprtidc ptsK s.igt,'o v parti-
edr O85 n iSOt%- WS1 O1 lt^ bp~ta
de umadiwtVam'raotao"'eetltAmtp oier.
-a OgL0oa~p; lodavlsMae s'eode do Ca-
sal Ribeilri',olao roew Eleeda'do ac-
.til g.bfmteji'sMef* oj, w b do iormar
rmitsterb. Nbn.to Iaf.'
a'Na.pNae.o do Ijo'dortnte foi flnaloaen-
to votada na camera dosrnhphlt ad proposta
de lei icerca 'do. sgfmsmlo.odid*,ttS do:ta-
6bacot .: : *'.. +' : 1;'- ."+
g +oi ncmesasrl: promla'qht'.a- m -:-
: .A. 3prmiBipou,; :-% a eomwa,- s'inter-
pellagAo sabre as concesse'iowSr. ssawde
4-Anqrdpe a Zina~ber. A C0c040ArJe. sto
rospeito, devia dA' epsodioso 0moe to IP *.-f48 hk-ed4ita
aria..: A 'apasi. l 1adiantpda e -4p-'dove e4pfarWq0 t43W- i&-
cidy.na partqutonter::ao Bnrlopg'wpmirl muitos
dias, visto haver outras resolUqsAitmbepm de
.inportqacia garap aaapiZ5sIrM '1q
p-ode ocartu-m o peouqdo a kwi ',.
Srtro. a opRoWW Sr.NafO: CWJ
Ibo,- qBae prmzs tgfailar. Op *q .qb
.pOnto 6 d vi4O Oa atgaUda4e. ,oqpedorsao
das 00oas, ftaJguas q.s. dgJpsjd lI
a sn4ido dtS qva SPWppi. id4
o pedidodoSt..jI4us4o AaL ttI fe
creto, peorguta qaL.ioaIt
TOPs ea2 X%. yi9
QW -g90|irii ielflS tt


.4!f, IMmttgeaa ^a^xmii, ------ -

a is pobrmo a fscslldadl de pederms' sm
a a rles a urm' ado.ipianmf pmbiuom.


w amlbe, Eas eo. a qo tfllrequ
9o Zambuia, r m 69 gowl-" s*o ft9
rtam oeoopmdo oss ne m OSw4acftras Wqsoasa
diaquaila reiga. Iu lssoo UOI -a gownto
asaptlenm as conmoewvOe qs ccmammesslmnrlo
hbavia pedido.,, Dimr qeo.ego-te -amoisa
4 .odos tt portqmNzews -- 4 ur pesqluas de
linav, e o gvpnov.oonMresd d pffeg-o x-
clusivo de as fazer a uma. opanhia. % Qe e
govoemo a o podia coacedtiit eiploraOln com
miachinas aperfeiodase pa e fnsi rao elat
Iegadapoio aiuistro ds aBedMea, -
a 0 -visconde de Arriaga ministerial, qusse
ihe seguio, discorreu JAMament eam defezt
da lconesap. ,mostrando suam lg'lidsla-fl-
-wu nOd a-palavra para asesiaaleemota .
a NX sesse de 4 eooncuio o. ou disorso e
visconde de Arriaga, a tavor. Era segoida'tal-
lou.o Sr. Pires do. Lima, contra. .
a Na essAo o -dia 5 usou da palavra o Sr.
Silveira dp Matte, mostrando que --cada umaa
das concessbes foi feita-detro dos iiUites das
leis citadas pelo-decreto da concession, e cm-
clnio dizendo que teos bastante espaoo no
ultramar para tentar divertos pianos e pro.
je-tos.
a Seguio-se-ihe o Sr- Samiva de Carvatho,
opposiClo, o qual sustentou que a i-provinnia
4e Moafo tbique fique d'ora avtdnte dHviida em
duas : uma fica sujeita ao direito ,coamum ;
ouatra ao direito privilegiado que o 'deereto
das concessOes creou. Terminou -dizendo qne
nAo prop0e a accusaego do- rministerie, porque
nio ha lei -de responsabilidade mwniSterial
n'esti paiz.
c Preoacheu o rest da sesio o Sr. Ozorio
de Vasconcellos, que prinoipiou por explicar
a sua situagbo especial que o colloea em cons
dicoes de jalgar friamente e sem ardor a
questlo. Dividio o sea discurso -em tries pon-
Ltos a legalidade, a conveniencia e o ysytema
colonial. Este discarso- 6 notavel a muit,.s
iespeiteS e fez sensagio.
e Fallout contra o Sr. Lara*no, quo -as'folbhas
da opposiclo -exaltam Ipela-seaa rgumenta-
Clo, emquanto os ministeriaes taxam s de alta-
mente contraditorio e diffuse.
a Seguiose, a favor,o Sr.. Julio de Vilhe'na,
que se occupou do desfazer o aeffeito quo po-
desse produzir o discurso do Sr. Laranjo.
a Ao Sr. Vilhena'succedeu na tribunal Sr;
PinheiroChagas, -queamenisou qranto p6de
a estafadissima questao da Zambfzia, teaten-
16O de tudo, .menos do assumpto principal.
Uma folha ministerial analysasdio este discur-
so, diz corn mui.a propriedade :
S Qnando asurfimas palavrasdo discurso do
nosso'ilastre amigo acabavadi debeehoar no
silencio do auditoaio, respeitlosamente attebto
e enlevado, sentimos no mais mntmo deo oran-
Qgoviva magea, -vendo couvertido. ao sabor
alas ermnvenienia's piAYceas, & inmposiglodas
urgencias prrtidarias, o mais fletivel, o-mWfd$
distinvotO, o- 'nbis ecto, o mats gacioso, 0
auisflwe,-o mals aritbcratloo -tat6hto deo qe
pode glordar.se a u'pposico, eoniverltido, ',em
interese'd'efa tmeomi otpposido e em det4ii*
meanto -de-san gtoia, n'um Demosthenesi4nol
dado mibre o'Sr.' Sariva de (lrvalho, em fts+0
*dtlrjs6 Deton do d rncde.
-< .asgeseo de sabbado t[O] Orlnipiou-a ua I
later o Srt Pontes, e na: seisso do die 10W.cu
pou tdbo e tempo, revelaelfo -seuftpVe os.jaus
'rarrssirnos'--atds ciratoflbs. thfaorgpu~se pot
demonstrar que-ogotnmb sentio-affastou da
legalidiffOa s cbnceesiesue S-va e Adrada,. Os re-0 r -os do-euinent* orai-
dor parlamentar esto em 'todoa obeu -igdn.
E' por isM90 ret a cainara e as ae5ria o ouve
I Distribuio-se ni damara d opareor acerp
adcascffrrgd iMiiarr4 m~v1 ** -.-s.a^*-n-* 4
O-" "u .o0sw. 4rl, estrangearla
I apese Jujk| ~p~q(F .. proved*

iheuto 'pefo, mmisfir0o Oa -b pe Is04s ganh
prs-opptas que tern, por flm. reaO ias.r g314i1
na Indtrilal e commerciTal em Llsb9;, ho
Porto4.q emo todos os district; doftipaq, I'
a4" imrernw santecpa 'aasHi telacIpe^o
ab "li tio.' .gea. T01 ."0Pd0,?ando. so %atf
., aisriet mina aduasneir, quu4o so temM
.ptat's+zor, op.1 'tiaid os .nmios$,Q~g.red a ja1
'dipttrr, -b pr;meiro~pafsb a 4jw sera b yoor*a
hi~sa~ dot erisino commercial e ki4Mst^L,
"d No dnselh ota"f4ira)it eI 4-s'o,$La

do cicnsolbo -db rnaieitro 0 cpUQ~,8mtlOWQ.44I


tLad .. ., .
-' Siis ,ojumo~do prp~rimina: .
: / s A I mW C Wc~ r wm a "
',K ReOuiJa aSa'riore nAsu.la 4qWrlong, Q$Q
'esoaan. S.9ML. o rqlnis5.q,, el,rei.;^pi!,
..s e..padnbo da.a.. .id a isr.pergiu r-0 ib
s ac to .atonr gao o ista- nao woe
'da dila oide '. era S. e nDol DF0isno
Apes i rvi ..do padtrilio tae,"t., A,
a um~alarox.a, +. ne. S. ,Exc eatar ^
pejca^ i.ciifpr~aqu~lta.l'raridade," ".*.
n u nl cpr 0 a. aqelpoi' 0,
k Lua" "arsposw dosgracl 4 o. epp ,q qidq
is a'qtfl~ s-veoer q r, Footes, q'momotrv
daaJ oo 0 .. ..
H.. pbe, o 'o e ,d de.T-tpap
ministio de HeS(paha .'4es44porte% Laer
rs-b qa.legaco, o 8r. Reuaa, temdo.qb:.ree,rm;
* Alrupt' qo .col6ai da kodsfl, beir6 101Rd
sdtfds, topdt' fsobro buts 'pmwofada.p
jas rospc~yo., do pna ow ,..
Entlo mo 0iistr0 deo Jpa 49'U1,
Sc~r an,ay .g.ra adQ. qufra,m.ro :inya4.h
prjl^^i^^,e...^ ff'M..
v .a.q, pjem..a. po +,e ^Qf
cart auogrA qSuo' qira.; ':3ey
a a
i Anm sojo bel-s-, q
o je :6ot 4pofisl afainff ~p
dq progi4wi. i('iIllAaw mit
*Vpo"Muink p prograpat d 4W'.'
TSr 'ontes 'redeber!4i ;ta.be
dionaa'e s emacpiadea64khcaouui4
: perlnontoIe W s:' viituoe 4sa
Wi)^ 9if' -psa do (hwO
.+.rf'ya 4f C+^ '

c. Mi. eIl.rei .Liz Idesipe


do"ep oi b e foji '4

P lies Bfl1'bjj, gnretde .dW:
4-^^pp^r.^t !ofa^o.

b^&M K1,lIW.!lW


todos C6 weEs 'a"tos. g
Qmtndo or nfldniiroA'de" H.sanb is-
ter.: 08 as-*tdom .h raceSe ei 'sua
Mi.s eomipaal a, o Sr. Foot-ie. fl-
ttedo snte -,o rei ddh: etus rD e dh
Sgraa paras issq; O t. rei D. Luz aeos-
Seotara;: Em nome do, Padrea, d,
Filho e- do Esito.-Santo. Depois .o
novel ser abraj;ado 'per todasm aspes
sOas que tlveremi a order .
SA' noite hove jantar d gala no
pao ta sala de D. .oa Vo tocando
duas bandas -de nmsica as salas-cogi
tiguas. Foi -covida"4 tedo o prsoal
da legaIo hespanhola.. .
Foram jaerttregIres ao-auq doe
Tetuan o diploma e as8 insignWis al
gra-cruz deSanto Thingo, ooo que '
Sr. D. Luiz agaciara o Sr. Canvas del
Castillo.s
"c 0 daque de Avila toi agraciado corn
r grAd de official da indt4Pacio public
de Fraina, pelo que :screveu ao Sr
Grdvy president da 'republica- fran-
ceza, agradecendo"
(( A companhia formaaa pela. Socie
Firancire de. Paris para a constrcnVoA
e explora~do do caminho de tepro da
Beira Alta, ja tern oseu capital subs.
cripto e vai fazer a primeira:-enissao de
obrigacges a que se acha autorisada pe-
los estatutos.
c. A-emissao 6 de :117 obrlgag6oes,,
que s`$ do 500 franos, 4&o 15 fra6cos
por acgao e so 'reembolsaveis no fin
de noventa annoi. E ste numerocorres
ponde a 400 obriggoes por kilametro c,,
para amortisago, e gaantia de ojuro,:
basta-ihe a subveutgio tconcedida pepro
governor.
g. As obrigagoes estdo tomadastirmes
por um syndicate, A frente do-qua! est4
a SocieW- nancir4, e rupp5e-se que .a
subscripgAo public sera aberta ,ain.
este mez, nao haverndo a receiar.4o seu
oexto, a-vista da b&a repttaqo que ten
pem Franca s 0doamrnhos-de ferro pdd1t
guetes, erguidosb t eu longoaatiumen-
to e do destoedite a que em tempo che
garam,,-pelos uitdados inteligtentes 'e
pelta probidade da adiriistrat'portu
gueZa das linh-s do noite e tieste.
Proseguem as expropriag8es param
constrago do- caftniibo do4Wro-di
BeiraAl'ta. "o efe.
C Parece esWar resolvido- qu, a -,s
9ao do ca.inlnho de ferr deo sej4
construids am Ido.Betro Rb9t[,fitaj
'povoago,-nopb-iier qi a ,'t tida *1
Anaduaia ertronca' na niwa4a 4lea -jai .
oeira. .
c ,:O ;tribunal -i' reIto doPbrto' t
5sua ultima sessio,.copfirmpQ a sentopM
9a na causa eim quo era tpetlantM ,
consuLdo. Brasil. ;eappellad 4a Sra. In.
Maria H.enriqteta 4e Let0os, Atlvdlos,
ppnete %o _lLttito, odtm-
itndp.b 4p'ellante nas cqstasaPecres-.
cidas. -
ic 'No-1.do dototvtww'v fotam ttx u|


tLI~ta em biab,-a as abe rs-,Serm#51d0
ragas arbia.as d.ff.gupW ,.e




*.I *v" IB ,. *1^^ *-.' ,+''- ^* ; + ".'f tif~ ^ ~ a ,^ a-d a i r
S~aosis a^ aucodistos Oa .- ~ta,
(pIt -erni'l>sbap-sabsr: 'Tertoirt~ d^
:+pUa~ndtii' Soldadb, xi b.de S. 14


V tjyaetA *bdt Esag^ a(to nw r
^trdkado a &eb&&utmt Jousti 44s'
bwcrgid/nkfl' dflRe~al a reoeapa4
itl;ni o bor cqxn96(iim a doe ^^~je


nsdaomfftlaatdau.-p^r'o o. '


t TWinatidtjatts an t

para o edificio da cordoauaUnmiomaI'"
oueierapa..- passWdt( t^ +Iitbe t ,+
spars a. ,wargej ;qu2erOrsa> '&9
",a /Q + .. .; : :" ;'. ," ;:,
C No creio que seja media senAo
)t'.I ,t `eRe, .dS of an "- n.

mflhlaQA*4cida ~teuia. ds alarA
gadfiV{>9MridauNIe.1 W"-,r d460 aval-
L pove -H*4 sndfr -
?entro 4q:O9megi.e.:,' to
dos conco'rdanamW.
cerdriat9mft.

de' 9..^~ jf~
;boaatorp-.e feaho-oomipo(|||W
rias remogces de armazensm
Ota ruinA f"W^l o "!*;
I 4)gMpjls.
gc;sdes dtaia a;.iSnhteogiido tpnvij
tedas a-nahasapblraproentan
rnaig 46WyzN a .. -, .
(fi agraciado coamn-d cormi94 4, da
.foceiio banqo dtd 14row ATegre,
ismhdit firsilro, ; : '.- "


'fit~ 11 t s' "d tA *.pMB


0MO.0 ms MawGuarWAS,.M'c
IVA Biuuad pubidsa- C Opq We4B

-i. ;dw, o wiws. Ja$44Ceta

-0ii~ que hewn 'utiqk&". )Sempi ^a5


q-oA t 0- la inn iaat oquo
p 8 iuiuotui feepppor-
tam




goUz 'an Ca ,a locahdade mist pro-
mmA. q.oa se 6am cid4 exe-ito ?or,
tuguez, tiaha vinodfszer a LIsA ^eui
ttocinio parm md"W, o0que-ser& optimo
praasaa carr i fa tr.,maspreji-
dicial par a s negocioc 46 cowulado a
seu cargo. Da motde qes vmiftistro de
Porta Maid, h bil diplomata,
oo teve conbeeinaeto dotrisle success
so senip qnuando era Jiaom facto irre-
mio daao. m
A T" a u aprm sa nmals ou menos-ea
tern occufrar o dA qurmsto oj& claws
pelt rebtgauasago' 4. serbioe cCode ar
6eslat s o,-qoe-dd omis absurdosA
pos as coU-aas i podem, inerm deoem
continar como viaoindo. Todo o 6sub
diato portuguez em paiz estrasfgeiro tern
direito, pr .-mais desgraada que sea-a
sUa situagap, a que a sociedad.e portn-
gueza, a patria, o proteja. E precise
que am escandalo seinelhante seo no
repita.
c 0 vice-tconsul em Granada foi ira-
mediatamente demittido.
cNoaD-iario de Noticias vemy umfi
carts, cmn iaformagdes de Madrid, das,
quaes se-deprehende que .po ,esLi bemi
avergaado que ao indi-vidu fuzilado,
emr Hespanha chaiavam-he el portu-
guts, mas nao estava bern -aveaiguado
que fosse realmente, pois nao estava
Matriculado em nenhumn -dos nossos'
constlados.
S DiusWe mesim que tento-se dirigido"
o Sr..Lobo d'Avila (conde de Vtlbon
ao Sr. Silvella, ministrS da jusatig de,
Hespanba, lamentmatdo o facto, ja con-
saminado, o Sr.'Silvela the dissera ique
felizmente o pedib nao foia feito antes
da exeou4ao do-infediz, pois,pegund as
circanstancias aggravarntea,- era bem
possivel passar-le Felo desgostoLdee
fio bbtr o ipdulto, ot commratao. o .d
pena tltima. _i
c Insiste;em todo tes .,preimenores
sobre ao trite acentecimento, prqse
tenor aqulinptessionado maIto o po-t
bto e ea lJo luigar a dnzenas de artigos
na impreasaquottdMina. .
(0 govno portaguet recebeu noai
ias vidas p'r Londres Actrca'daaexi
pedi0o diriiida pelo Sr. Serpa`Piato,
da costa ocAetal .;para ,amief9t da

'$& .Agtd 4P. 1St, ."o,"cia, a.. '"
Sr. Serpa Pinto em boa dispo04.i' 4
eaudwSe j'ItUta* nteira do Tranawaai
,A 'reltao;. %tm- oas cktblobs' trb-
pen!s." -:.. *.
c Uma fo.ha. eM de L a "s "ieo se"
exacto o 4ue oo *Ahbn+imt., Kpelb



I WI cotheer'' tnat- s o' a' 4sbb
subujarlind fte $&do *4tateS n N~tl,
tooan~o etin pzi~ar o %qgaA4i$qw. 0
,gownb angles ;4COB1 nsrivj apiosna a
?l'lbQSe dfell, sbhiv, qwo ua-uetlaes
=, ^ ^ 8 ar,+ m-t: +::^

~- prA)stanei tia ha"bs Buite e &5
,4T+fit4-fpt';a4 ot


S0 ;... 1.. .... t S: .
Portugsljfoi ouNie&W etakip.4
'te/tiisW' q~wb4Sl~gvrdpll tent 4 Ee (ca
^mLp go~ &apjue;, o~u, *0l9rfti
or pon'to a iossa costa na
Orietal, ee;o.eopt 9Wro-
0s^^s^ 46 toe& *f ro,
Ow.wfl Aebwr nOnbi gi t *9



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w.,wsaae an~nc. .,

to, 4.aqol ex4a4i s a a tht olril
ilas ." .. ... .
,, st~ boj~uf ~ '"f ", -
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me, .a .j.e, eJ. .a) i,t uer.g::.s


8 'Pereiaem oias. n eHo ailao deviaf ard



ft'memm 9"" a s mea -bas que,
4 Pr10p0da M4.,ir-q1 .* .linae 419- 4

odas as mis bagus'e em mirtos gemeros do
hItseria i,-qua o Conmmo do posses produce.
oGs -netjm0f e. ids oia A & mutll 4felpior ao
4 onsi. Ppaao do prl diir; .
41 AgotVA as .,qua ax 4.. -affia Pifwaa, pM.
d4Oe LO eatdoUc, a qu" oadiquemo nos qefor
Cos a deMberiar novo campos de commoercle

aa Iaslvao-paquo 6 d"or noeso ast as"
Comanicaies apd e sa frequents e m as
igiess, asumidoras do nossos products, o
sabre. turid cOm-a do oese proprio coduwote.
tesovlve, inf' men ,to tda nosMe ap.
Pr aine ,tioopmmeodao. doiseoqrtar* dq
es ad eaW seue uUo relate 10 sumeoido pe.-
W tleir,:r- agistlrado da naglAo no soeado eOn
19OWN d -ee1p o 878' para quo so estabole-.
~fl Symesc postal ov ofalipo ntre os Esta-
d-Unidos u Brasil e America do 8u, na que
f dectsaV qs o interessowe o devt sea uono
aconselhar qua s e promova..a extoeaso
0e cernsrio-porm quanos meios tejarn condue-
:oOlts-e.timtos :eqeo-iflsMroen ss is so,.
adore om .prwometat es nso eongroso am to-
das as medidas.quoe adoptaram-cam eos tiAm.
t Iesoive-se que o presidents o desta reu
nibo nomreie uma commisslo de novel membro.
vorn o .dverde o reoommendar agun pla'o que
tenda a promover o mosso commorcio exterior,
sobretudo oas nagoes do nosso hemispherio
occiddntal.
P Fica a n3tneada a co.nmissio de quefor-
marn parts merabros doe importantes caas in-
dustriaese momuaitis do alto cmrdito no paiz.
0 presideoa t poz, no primeiro dovcorsren-
te, a. sea veto na lei contra os chins qua pas-
soun em rambas as cameras do congresso.-
: Essao lo .a'u-ma.vioaq do tratado -entre a
China e os E8tades-Unidos, passaondo no oon-
gresso contra a opinilo ado secretari0 de esLa -
do a despeito dao proverbial hospitalidade
desta grande repubica. 0 mais cdrloso doc.-
so, d qo ae seundoe disse, a medioa agradou
malta ao eombaixados da China eoM ,WosOgt io
q ue v0 cella motivojnsto pira quao s chins
ro respeitem t o pouco outras, clausulas do
tratado coamaos stados-Unidos, e quo alum
disto nto deve de start muito satisfeito da si-
tualo dos subditos do celoeste imperio na re-
publia modelo.
o sedreLarlo Sherman enviou ao congress
rma ateta na qual annuircia quo havejd umn
C~finte os7,O),wO) no ore, awnento, 'devido a
let quo dispoz, o 4pbgatosto dss psasOel atra'
zasqsso chgara. a umato m -ate mao lnanoesa-
ro a y 3,p,'),0v0 el W ama baixa de oito milliDes
na receita, se se approvar a re.JucdoO do ir3-
pasto aobrw'o faw, 'o.
S atoa a vinbaiam dconfirana-r vantaosomente
os orgamoentos do secretarjo do thesoueo aeque
tinhao calculadod-um saldo do nmais deo ......
S8,$J@000 da -reeeitasobre d' doespeza: p.o-
Mimasgor.d pefavos dits razbes, 'se converte
a saldo rwdel4eut, indmldb.
Prop5eoa seore4ridc do thesouro queose ru-
br-a esLe deficit .4qr igal qtdmtidade dei bon-
ds de 4o! vendiabs ao' par. Misle pareceo
,.Mble r OA s yito a o uo.a-aoo -do- ImporB amrnova
impasto quq -deo4ad6eosautois nno sosila li'
mddiaanentei prpdetivo. A carta .do socre-
rato aShermnn A conc udente a cheia do s.de-
dos ez.OSOtsa s0e oiuua simrplicidde id4mi-
post .ob..- :- -
As camatas do Estado Jeo wsofk Y V0o-
rp ua le cu0j. o fi o winedirda;..v.Io do
Mtiu*,t, paosdeea quo e ta cidpt ptrseso-
b1u bU it )hioa io ra a-"tonia d te- t*arL
'-.oa a'4d'qkto~atlsquelle qup'i-+tft* Urneb-
*itefc oeoo syrte'+d ^e o d e q~ trno- q001 novo




Qaenirrtdo, -gem 4pt11risaAo pats lIOmein
tongs. de vende-ld, o; d.~'qu sjtv~qvpa .pqz
dos anatoniios, on &do 6 fled defbo bler urns
ra ~ .<* : ;' *" :* -


r As pucnidqaupg do c *es do Estadq,

polo tLeorn jo jfl i .
O-se qu o o, ow~ia ti wist l cdd.volrse--


do-A faoilha Mu I ato .n5m4[ta somma e
persgpr -are d raedrs. or+s lar d. quando
nlo hou'eVflsdo Ax do e..ra-ts pfo o t a no bavint
*ei%1S New.YYtk 4qertjgaai+.e~tetffvtei,
neo abode quadest. sk- quslilicasso, e pot
consoguinteo t FlOnodeo. sO podoriam sot
doju. aIds polo onu 6d1. 6 vbjp.gbgtq qup
o ea ptunid-e ps ......
do raiUqs (Afiu~e uaiteosif a 'Moem.a


oiar :.poucn-its es. -JaySo'tiHdvef'iaeo,;oX)0
da etrdaj drtb njot rs;tf0c f

8mditr 4 t 8IM09Im I+a?
stoto 4p^ertd& rMi-e
pessoqs.lguma oous+d.



iatto
Bbr'm, son43b rdprdson-
(aoto diilta 0 s ioaqa
viuva,que ticB ...ean z
matido.
Em uttito8renia ara o ons do,
tFdaS -ilds 'A'I t rbn s m.ealcult
'd 1.'Aft IWn ,q i..Ijme~lat.
ido papdo do' t le R ea' do asgment4
pA e -Ut'dotg ed 87' e'tBd ei coqt4
0 ma'gr~aponto. 04i08.i a qup
popglvudo E;$tsdbS-Znldoj at (88 so~ap
0Os 4einko4*rat. W~b 4Q5bm,gt~~tp40 a
Og AuflsAeas4&r:

m'd cN r C~adet "6 I ee-.' oni"e p "
mralv3(ei actifiaL no teompo'
-plorm s400 toIiupld0co
-.~e.. .dou Ondpa, qut
quo. Mr. Seward tpfts etert livro.'Ueqon
l* 4f qu. se reopsa. I di .do'qjue n1.
OdS po b todo. a 1'"a no. 1 alqij
104o 1ed99et0 d4*9 refrpcQo, 6xzedOOs, 01
o Do, ".al explt~ores,
.g..nelrBt Blr eque ,si "os lItrbs lerleo.
c14.tSf kt.^~rfc aa au.*otstf~nbkdirtol
48ep!eI-tflekque se' *smn danve'b O .
oaes era .o dos 4 queola
sedevlsa pr. ..e 44 .
.Po*A'.$ ra* do6 eDaerl
:.-.pot a (^iff~f^.ljf.o:"^ Mr.

'tx, epo'~S =^o' re ue.
nmento+ d(6,^ l~ tir ,ro .. ......en




IIs w..an
*t ._W',;. 0 Pla


,&A, ..... .. 8."1"" 4' 1,06".0et"+ f,:.,;to


p p r e ." ^. .. la
pLiod w ra,.ot o
erWM~laIM 4 *W. .*jftsaf Blf \f|
riokt qttuyloietjaan cooli B
Smiltras d -via expi!ida pei4po* i,
GOAECMALA .,r.
Ba.0 C d1 pasusado nmOpW a m
em total a, repubki par. d nt
gas ceahtituiowu9o n hais una it
maa algum de pelturwCao ea srene.m>|
ONBUJRA$
As feformas introurzidas am l4 tlut itt- -
rnsawao do esteque b abefuardtl0mgm-
Lou coWederavelmente as. rendas puDasm,
0 governor acba. de -receber .aeurbtl "de
telegrpbes para. 150 legous 4e1Iep1a .
se collocarto entire Puetarwfo e a pgs-
pa, a capital.
NIOARAOUA .
Por deereto do ,ainistrK). da, fzsndtcl'Mta
sido nomeada umar commilssto'cempeAt o-0s
iddvngado4 D. TomAs Ayyon e D. jep~arin
BHuerra -parta -examtnar -as: vartsts priO s .
apreeetadas, ao wers sNo .e aN o*" 0t6a
obter a concesseo da empreza doteaal-'oter-
oceani':o por aquelle fIsthmo,e decidir qpal
seja, na sua opioido, o con'racto que almen-
te 4tais segurapga na-oexeougo e ssjlkmais
convenient aos ihiteresfes do paiz
Em 11 de janeiro.foi nbtificado act Sr. Zavala
o deoroto qu. o dtclara eleito,president4da
republioa pare o proxuimna. period coMtilftuejo-
nal. 0 Sr. Zav3la decidiose aaaeit4r, dais-
Undo da renuncia quo havia feito quanl& se
propoz sua candidatura, corn o quae!mUalma
prova de patriotismo, pois assim evitato;paiz
os pb rigos de ter qutie deixar a'eleig&o ao con-
gresso. .
No 10 de margo devisa, pois, e Sr. -.Zana
Lomar posse da presidencia.
S. SALVADOR
Em 18 se abriram as cameras IlogsUWts,
em que prodomina o partido liberal, Leu-se
a mensagem do president. a quali dA urna
ralaCto favoravel da eondtigo industrial e
con )ercial do paiz : dizq4ue. sao SIQigoiBis
as relagOes corn as nadas oestrapgeas, l -
pecialmente corn as vizinhas repu:ncas
Guatemala e Vonduras. |
So pease facer importantes reforBt Va1n-
stituiQao, centre ellas, uma que se rre.ren.w-
elelgdo do president ea dura5o d4!perlodo
presidential, outra a auloridade qse-doe
exercer esse funcoionario no exerci oAlC *
fim de fomientar a mineragAo nos deptrtampe-
Los de Occidente o governor supprto''tola a
elasse deo impo.tos "as macbins qeIsbe iatro-
duzam na republic para os trabahns,.das
ininas.
Pu'bltcou.se urn decreto mandando *mstruir
estradas de Cojutepeque e San Vicentea-o for-
moso lailo de Ilopango, c.4D o 1ma do taprow'i-
tar a navegaoo deste na communica 4o entire
aquellas cidades e a capital da rtpuablica.
HAITY
0 general revolucionario Montmorency.. sin-
jamin, reunion seuespartidarios da idadk de S.
SMichel e Marmelade e marebout pats GQpnaits.
0 president Ca-aal.sabio ao encomtro odiS4n-
surgentes e os desbaraLou completamrite.
Benjamin fugeo para os'montesi fican"i ogo-
verno senhcar da situaoe,. ; ,
S. DOMINGOS
Paz geral. Em'27 toward posse de Seu cargo
C prbsidente',Guilherwe Athava-s eer born
estadd a nolheita do fumo. -. ....
VENKZZ^LAT ,, 9;
SNo dia 17 che.)Ia, RI Thomaz o Sr. -
lian Blaneo e ia psrttt'!mtedataenotet ra
Venezueta. As tiUuW4ft0 tasdeat imli- __i
ca sao ,de&8. G0 geq<# de4oo mQmJ..a ..4&
Guayra e+ Caracas, es do a cbegad 'de
Ghiman 'lanco.'Imdica I4 er*ft si5'P-
(nor da sua prison. ", .
Notoles do &Lmaaonas Q. 1?ark
O, vapbr Citjofl -'RVo ci, Jadrg tr&laxoe-nos
caireas eo jornaib 'oti tas, : d Witmdob01i 9,
EoPard 48 do corrente. Eb.io qiidelk.#o-
lbheaos.; A.M.z.O, .
,+',* '. *" M,,zOtrAS ,: ::,-.^
Na.'Comofl'vA do sog~taato doctuaU~nk fl~a-
-so tqrmiaado ocaicto stao, tritdo 'qji o
'lvm. vigarlo geral d$.provinciai Atnazonas
bef pteskfrnb6d'mi-pt Vncia': .' I, .
Pago episcopal, 8 de margo doe 41i--
llord. Sr, VigfrjopiB^t rioPi pqbw. i*flciaos
quo me foramnre ft~ds~pl~'Esm pr -det
'deS&a yrovineiarvtrobtt~ri DhrAo&4*a
o0 6e eda ralagB&4UbS)MnandwbWPRefllka,
flquei plenamente inteirado do lam~qQnJiyp-
ciente, qu- vein taogesper, adamnto9 e MOir


qial do A4azonas a aqwiflrw10di
1K Ainda quo riftd trjmeee, nof
Wtr~db mauiaftt-aa- r a .
prov4pF8 ao0 s84proupraeo o. takq.ujo.c-
iroiWtAit rob6dhbfloi t at) sifto ead i d po
frelglati imprwdb .inieemjsto.. !,,;-a.
vivevmoi de mutua allian, entire a i i 0
teio;iodre+ t dew,.s,,e,
qweo 0.1 ea ,vo'*tWde4 0#ola.**q ro

a el. se4Jrej4



'0beUpilOdh4hagatu8 s4s a ups ,ade

love repelleir a aggressio nio po6desert3-
iuari quo estA nas m1s dos. individ pif. s
d or-
(,, ?-*d. ,.*btiao iJfl.deoo pais,: 0n
Sa noos apoiar,, a, aC9,d&Q.. Wle



*kiop sagradasqt*poyqhe&CW*
Ibtitram co~rafis QUObwsiite4,k
nero p6de doixar do saer, estrlawmc e

(A( OmV. RevmRay;, ,evoom s-v.fl
-polieaide oonformida eo a- es s,,f"
: Osimplshwlctodwm
.umac rue o6m-o SSa' iPitMplS
bneteso do Wrabto olihaoeM'.ir 0OiS-
poilo,, sm patotar a.sjdclhonA'Uu .:.
,Ik iiobou o 'ed urs ,-llw tumar-
Mbat"iflow6 4~~a^ 'Asicrit



IM k. '. -;. I M. ."v.d,.S.

'i 1Aiet l "8 -
iwxdo ha#
uacoridocostry S/ Sa^ct'" J9 -
tawdtma < -', oeit^K M
pel,. euurrsoh i^^~


















i 1' c' sagradas.. N ca estes
ft a~m ratados ou persegtidos de mo-
do 'lSm. Em Gondres eu mnesmp vi
quO, qviando se celebravami os ofikios ca-
.h-ols, muitos prolestanltos se conserva-.
vam em p6 nas portas da igreja, admiran-
do coriosos o espectaeulo de nossas ce-
remonias.
Nunca, por6m la houvo urn pdre. quo
se lembrasse do obrigal-os a ajoolhar.
Este acto 6 proprio do culto.,e nao pode-
mos iaip61-o pela forca. Pedir, exhor-
tar, mostrar, quando se trata tie catholi-
cos, o horror dosto procedimento de recu-
sarem a Nosso. Senhor Jesus-Christo quoe
elles creem prosente na Eucharistia, o
signal de adoraqio que Iho tributam os
aajos n c6o, os homens ua lterra, e a6
os demouios uos infernos, segundo aquit-
lo do Apostulo: Ao nome de Jess, do-
6re-se todo ojoelko nos cedos, ma terra
e nos infernos, eis ao quoue -nos devemos
limitar.
< Podemos e dovemos tambemn estabe-
leeoor rogras, o inculcal-as corn autorida-
de aos lies, no intuito de evitar toda a
profanagio dos tenmplos e das funcoes
sagradas, mas nio sera convenient, em
casos identicos,, emprogar moios violon-
tos de prisao o outras quo nao coudizem
Scom o espirito de nossa vocacAo, corn a
praxo da igreja o corn as lois que da facto
regular entire no6s as relacoes dos dous
poderes.
< 2.' Al6m do irregular foi o prooedli-
mento do V. Reovm. imprudonto. Desdo
que o digno Sr. Dr. chefe do policia nioster-
mo s mais convenientes pondorou-lhe, em
vesposta ao olAiclo do V.-levmn., quo na
legislacao do paiz nao havia mneio coerci-
tivo para o caso, e que send os dous
press seclarios do dilfercntie reena, ten-
do tirado os chapeos em signal do rospoei-
Ao, e nao profoerido palavra ou feito gesto
quo se podesse considerar como um des-
respeito a roligiito do estado, Ihe parecia
nao haver lugar para urea repressao por
parte da policia, incumbia a V. Revm. a
isto conformar-so, eir., nesmo aoDr. che-
fe de policia explicar a boa intenoao corn
quo procodera, e procurar terminar do
moelhor modo lao desagradavol incidonte.
Em vez dista responded V. Revm. ao ties-
mo Dr. chefe de policja, chamando do e ab-
surda a- sua doutrina e tratando a oslte
.magistrado corn desabrimento e arrogan-
cia dignos do mais severe reparo.
< Mas a imprudoncia s6be do pontulo nia
aspera e desrespoitosa resposta dada por
V, Rovm. ao Exm. Sr. president da pro-
vincia, que comno autoridado legitima, re-
fpresentse dos- suprenmos poderes do
estado nessa proviucia, devia mer.ecer-lhe
today consideranco e rospoito. Laido et
in hoc aon laz+do, para failar coino S.
Paulo,
a Que direi do inqualificavol p-otesto
que V. Revm. estampou n'um papel pu-
blico corn sua assignatura? A impru-
dencia toca ahi aos ultimos lilnites, deola-
rando-se at6 V. Revm. cidaddo indepen-
dente, como quern nao osta de modu al-
gum sujoito aos poleres civics do esla-
4ot
< 3.o slo ja nao e s6 imprudeocia, 6i,,-
justica. Ajusti~ca ,auda que demos a Ce-
sar o que 6 de Cesar, e a Deus o queen
de Ious.


Se o powder public uos euor obrigar
a fazer acdos que repugnamn a nossa cons-
iencia, se nos ordena iuma aco que as-
ti iir do sua algada e de que resultaria.
se a Azessemos, prejuizo o escandalo gra-
ve para almas, podemos e devemos repe-
tir-he o no/t possu-us dos Apostolos;
mats istol mesmno em terms sempre com-
medidos e respeitosos. Mas aqui nao se
rate disto. 0 que declara o Exim. pre-
sidente ? Deora quo legalwnte a pri-
sio effectuada fo irregular, e espera que
.jnlo se reproduza inaw essa irregularida-
de. A prisioubo 6 ado do nosso sagra-
doministerio. Decidiudo sobre a legali-
dade de uma prisAo, a autoridado pubtica
civil nao sahio da area do sua competen-
cia, o portaeto devia ser acatada e obode-
cida.
o 0 procedimento cotradfi 6, pois, in-
justo e condemmnado per S. Paulo, quando
diz : < Todo home seja sujeito as po-
testades siperiores; pois nao ha podei
que nio voeha de D)us; e os poderos
ordeoados poriPou. Portanlo. quem re-
saiste ao poder, resiste: orders de Dens;
e os quae reseim, iUcor'em em condom-
..a9o.* -- :
o Magoa-mo bastanie quo noes te m-t
p. m siq 80 M. lao vioimstauaenlo ac-
euwlos de "revollar-nos contira a sobsra-
ma do etao pars s6 admiltir a da Igre
ja. aide as mesas civise -teInpora0, o que
.4 absolulamente.falso, prstas.mi V. Revuim.
.or a" preedilimsto, o tmco a essas iiu-
ir.la e infuaddl.w a-cusam.6.s.
S A verdadeira doutiium, p..', a abi
*a explicada e odbolcida regra q"e
.,deve observer -ax |i r eito im today a
ew.--0^us gil4^ V,!.v&T.,-+l
S t.-Rv4 Sr. p.-e
.t~fll~ AW.I ac jli MraUia, viaprio
,ru14" Ails eaWiPaM
a tiMW de S a A capital o
-M~fcflW^ Z4r Jta Pecdro~a,
,, la t er s do awe
-v f l' .I



;" -*" i ,
+.....BKStt
VB .,+;,.


PAfA'
Em 18 do corrente escreve nosso
correi.pndAinte:
c A' carta dirigida pelo bispo dioce-
sano ao conselheiro Paranagua sobre
os ultimnos accontecimentos politico-re-
ligiosos havidos na provincial, acabam
de publicar os Drs. Jose da Gama Mal-
cher, Jayme Paulo Bricio, Jose Coelho
da Gama e Abreu, Domingos Antonio
Rayol, e Pedro Chermont de Miranda,
urma outra que dirigemn ao mesmo con-
seiheiro erm refutaao Aquella.
a Sao 9 horas, moment em que prin-
cipio a escrever a.preiente, e As 10 o
vapor norte anmericano Cii of Rio de
Janeiro, corn .as suas cost&daa pres-
sas,- deve fechar a malla. c Nao sdo felizmwnte po 11 ja-
das as, novidades ; o quao- .,n,
ahi vai: .
Achava-se atd hontem A tarde na.|
colonial Benevides, actualmorte chrit
mada em Nossa Senhora do Carmo, o
president, .que alli f6ra, em compa-
nhia do comrnaadante das armas, che-
fe de policia e outras autoridades. Se-
gundo. consta a viagem de S. Exc., tem
por objecto examiner o estado desta co-
[onia, a sua administracao, contra a*
qual levantam-se ndo pequenos recla-
rmos, e especialmente no qne se refere
A applicaQAo dos dinbeiros publicos.
( Por aqui tem havido muitos tele-
grammas assustadores, uns dando a
nomeacao do juiz de direito da comar-
ca do Maraj6, que 6 cunhado do dis-
si,.ente liberal desta-provincia, Dr.
Joaquim Josd de Assis, comno nomeado
chefe de' policia; outros, desmentindo
semelhante noticia; outros, efime, ex-
plicando os facbs, de que aquelle j'uiz
ticara avulso, e que em substituicao
ao ex-chefe de policia do ParA, Dr. Ven-
tura, fora designada a comarca de Ma-
rajo6.
S Fallou se ema seguida da substitui-
cAo do Dr. Jos J)aquirn do Carmd,
sendo em seu lugar nomeado o briga-
deiro Hermes, actual commbndante das
armas.
Tudo isto forarn esperancas e bons
desejos, alguns, corn particularidade
de quem estA na opposing!
f Acaba de chegar o Bahia, que re-
gressa amanhi as I horas da tarde,
co.no 6 costume ; soe poder por elle di-
rei ainda algumas cousa, se houver
aconteAnmento imporportante.
a Como disse em outras mis.-ivas, o
putacho Colombo, d'ahi vindo ba poico
e pertencente A casa do Limna' & Hol
landa, foi comnprado pelo governor para
servir no canal di. Braganpa de bar-
ca plIarol.
( Apezar dos reclarnos da opposillo.
o pree foi razoavel 23:O000)0; mas,
nao obstaute, o. reparos i que o pro-
pietaw6o ,obrigado-a faster, pa&Ma saa
efficaz seguranca, o que esle quiz foi
-ver-se IJvredelle. v


PERIAWPICO
Stum~ novw

sEssAo EI 13 DfE FVEmEnoO
Pfai]DENCIA DO .KX. SR. DIR. AUGUSTO 6K
SOOZA LEAO
[ConcluuioJ
0 Sr. CIsudres Sr. presIJente, temos
chegado parte miais importante dos nosses
trabalhos tegislatlvos, aquelia que se refers 1
fixav~o da forga polichal, importance nDo s6
porque 4 elta a occasion ema- que tWdos o0
taesmbroa desta ea^a podem menifemstr-se corn
maim franqueza e expanslo sobre a inarcha dos
negocios piblicos, importante ainda, porque
aqoella part dos nossos. %rabalhos na quat
taiores ecowomias se o04e(0 realisar em favr.


dos cofres provinciaes.
Na sesslo do hontem o meu illustre apigo.
quo se asseuta A wllnha daielta. liberal dos ve.
those emwpos, iimasgnando, em un a das sessOf
pasiadas urm d= dispo*l6s do prjecto db
irgamento, aqoella quo suprime a congrqa dos
coadjamctozwes, entire oa minvds de sa M imptp-
naj&o,. apresentou. o dei jaramento prestadu
nesta casa.
gt, St. presidents, divirjo nesta p3rto do
Oae llustre amigo....
0 Sr. Mleah*uisf-Estamos de accord neste
ponto.
0 Sr. Cinsdrea-Estim muito.
O Sr. Cl4,fdtJo-JA ve que nao est s6.
0Sr' Cisase ... por.que seo o juramento
p-estado nesta cas' e urn lao quo doeve pre-
der a c"nsciencia de qualquer dos nobres fe
pitadoas, nem qestes qute dizem. respeito sos
tOresse publi'.oaQ. me parece queo, set a lo.
gica urea verdade, tauOma deore perder em re.
laCao aos negocios politicos.
E se assim f Sktr. president, se esse dot-
trina poduss passat edmo exacta, se podesse
sert aoeita ocuo wrdadeira, ent A6 incjntes-
tavel que se toruricula.mui reatticta, as aUri-
buigo desdta aslombl6a provincial, visto couMo
a nenbum ,os seao mmt.9ss Sw ros soa s eqtre
pennittdo alongar i67 vibtas paloo- ijngl do
futuroaWulm la poco externar pensamentos e
vot0spvla lprow I,'ilt Om4otalr motal e
material desta pttria Infezi' .
Pen aindua, U.. presideute, qu o jitraimeu-
to, quo poderia prouder o hoimem oem dpocaw
passadts, ea .poea i remotas, e m quo dopni-
no o 0estAdol th0gco, oje iU asoe trn razga-
de er, ji nt ao pode Wr a wesnarf toeradaquel-
las remotas qras porque, entire oaltros moatli-
vos serda um obstaco aos grades commet-
tiamenoso. dmi ver4deiro eaflgrato ao des-
envolvipeu 4nt0o Incaplq do seMulo.
ijemais. Sr. prso. cqt, ojutwaento tel comao
.stA' red.sido no regintfto desta casa s6 peJ
er aeeito debalo d" ponto o vlsta: eai sie
Imp*o ar zWeo potdf f. 0ow quo desei pro-
gw O* _olam dU l 9a M5ss.mbe6a.
0aS. Mtto iasfM1weeu is leis.
" Sr C4epbIKEIreIagI. ,poriu.i'an.
tMn o 4a firma do g6oveto e da igiao, laS
tI Toj aesas adpta'W pe0o putmd-. 4 cwpie-
ta4eUte imitsto'e ,i.Mo So jarailento, tal
riu s ole ao egtnmeito, p a, .si beo s tod,,
tOe'M MW, I.rs tWuade moi o .0Agum att40
bnu.ftMl *ll' I ridot a forisado v t'erV ,
Wig-Jr. &oart. .1a cinSltttl-
g4". 1 qW sib!*s" ti^~ctH* *. IrIS-?R Pr


e-m A ma. m : ,,
proio*to Ba Sr. twi.d-. "-Atda nip GppPrco a
-Ups5r.Z =.. Idaojtima copsura do do- pfleeo. ^.
pulado qu do u -o d ss. 0 Sr. CiaW -... omas ua bfl6bo diro-
0 Sr. Cindos-.... nao scompanharei aos ta corn uM censo eloevado, de m6do quo ella
ilhastres deputados na dlscusslo de questoes deix dbe or a mnnifestagdo da *vontade popu-
passoaes., porque coitinuo a penbar e a afir- lar, pare sar a expression da vontade de uma
mar qunooshomens .me slao indiffe.'enteos, ao olygarchia dinbeirosa. -
passe que os principles sao tudo. rn Sr. Depstado-0 povo nab far& questao
Entre n6s ago ha homes que represestem disto.
princlplos, se nao aquetoqs quo seguem as 0 Sr. C- adro.-Eu, Sr. president, tenho
id6as e doutrinas republicanas (riso) ; -o rmais. mult medoe da eoleiao directs, porque me pa-
isLo ,, aquelles que pertencem aos chsmaO o rece'vr nella urma especiede laoo armado ao
partidos constituciondes, apenas representam paiz, desde' que o Imperador A ella accddeu,
ambicoes immoderadas, interesses pessoaes, desdo quo a convocag5o- da-chamada consti-
aspiragoes e deselaos de ir ao poder, ondo ima tuinte-psartio d'le, foi id6a sua.
vez chegados se entregais As delicias -de Ca- 0 Sr. CunKa e Mel/o-E' id6a do paiz.
pua, usquecendo os grande interesses dopaiz. 0 Sr. CianSros-A 1ida do paz, em outros
Istole nao s6 6 relative ao partido conservador, terms, do partido liberal e do conservador,
como ao proprio partido liberal, era a eleigo direct, n*o feita per uman cons-
Uin Sr. lDeptado-0 mesmo podemos dizer tituinte, e sIm por uma legislature ordinaria,
de V. Exc. UM Sr. Deptado-E' V. Exc. quern comba-
0 Sr. CGiaros-Neste paiz os principios es- te a id6 da convocaglo de uma constituinte ?
tto c,)m o partido republicaqo. 0 Sr. Cisndros-Reconheco etfectivamente a
0 M,.. aif k -Wo0 partidoQ republicano nlaf -id r convocaglo do urns coasts,
queraao, powder. .u.n.t, -io pars qnUwiula simplessaente, co-
0 Sv Cisnro--Neoessariamente. mo overdadira'ebanellaria. seller ou approval
0 Sr. Maaquvias--Eaito tern -ambifes. urn project de eleicgo direct, determinado e
0 Sr. Cisndros--Mas nao quer ir ano poder, detalhado de antemao em duas bases prioci-
sd pelo goeo deste, como suocede corn o par. paes, mad para realisar profundas reforms,
tido liberal e o conservador; n-o quer ir ao mesmoe porque uma u onstituint 6& urma entida-
poder pela mbo do Imperador'-; nbo: quer ir de exltaordinaria, qua sahe fora las normas
ao poder pela mao do povo, pela f;,rca da opi- do direito communm,. Eu quizera, Sr. presi-
nilo public, para reformat instituiges e &66s- 4ente, urma constituinteunao sd6mente para de-
tumes. cfetar a eleiiodirecta, nao corn o censo, quo
Como ia, poi's, dizendo, nao quero encarar a se preteade, ms tambem para a reform do
questao :em relagao ao .projcto de. for a po- art. 5.e da constitfigio, e ainda para a refor-
licial debaixo do mesmo ponto deo vista om ma do poder moderador, para sua complete
que o fizeram os nobres deputadol, que me suppreastio, porqde no poder moderador 6 que
precederam nitribuna, mesmo porqaw me se- esta acastellado o--tal poder pessoal-de que
ria diflcil coilocal-a em tal terano, dosde que amargamente se queixam, o partido liberal e
sao mui differences os nossos intuitos politi- o conservador, quando estao f6ra dopoder,
Cos. isto 6, na oppea o.* -
SEntendo, Sr. president, que todos os male' 0 Sr. Joo do t-E o republican?
Squad alfligem este paiz, e de qu lanto se quoi- 0 Sr. Cisnros--Se o partido liberal, na op-
xam oas partidos constituoionaes quando f6ra do posiglo, queixa-se do-poder pessoal-deve-
poder; que todas as decep95es e desillusoes ria tambem ou deve, para ser logicxe cohoe-
porque vamos passando de anno a anne, de repnte, reformar o powder moderador, se nao
dia a dia, nbo se original to s6mdente no sys- extinguindo-o completamente, ao menos mo-
tema eleitoral que noe rege, nao se original dificando-o ; do oontrario 6 querer os fins,
tWb s6mente em actos mais ou menos violen- sem querer as meios.
tos e abusivos que possam praticar e eflecti- Unm Sr. Deputado-Dizem istd seo provas.
vatonente pratiquem as autoridades constitui- tanto urn comoeoutro.
das, desde oministro at6 o ultimo inspector 0 Sr. Ciondros -Isto nao carece provas .a
de quarteirno; mas tern suas raizes, tern sous observac&o dos fadtos o demonstra. A verda-
fundamentos na institusgbo quo, per un' hliabil de 6 qua exists no paiz um podor acima de to-
manejo da hypocrisia unida A forga, nos foi dos, quo tern absorvido os dernais poderes,
imposta pelo primeiro impea-ador. que a constituicAo diz serem delegacies da
SAssim, Sr. preoidente, 6 meu pensar qua ja- nacio. que contontra .s poderes legislative,
mais chegarermos A posse da verdade. ao gozo judiciario, executive. Isto 6 urma organisaito
da moralidade. ao exercicio da+ verdadeira li- 0litica monstruosa, urma grande usurpae&o,
berdade, debaixo do regimen monarchico qua am absolatismo intoleravel.. Se urma consti-
nos rege; porque. al46m de n io passar ella tuinte f6r convocada s6omente para a approva-
de uma apparatosa flcego, encerra em si um CAo do project da reform eleitoral, nada ab-
dos mais odiosos privilegios, aquelle plo sohlutamente terd feito o partido liberal; terA
qual se colloca a supreme magisLtratura do es- mentido A sua rmissao...
tado, o supremo governor da sociodade nas 0 Sr. Deodoro Catanho Se podermos fazer
mlos de urma unicao familia a eleiefo direct, ja teremos alcangado al-
Esta 6 a grande, .esta 6 a verdadeira olygar- guma cousa. .
chia do paiz, qua e todos devemos combater. O0 Sr. Cisad'o-... nao terd realisado no po-
Della decorrnom naturalmente as olygarchmias der aquillo quo tanto promett6ra na oppo-
das provincias, as olygarchias de families, a siVIo.
que se reterio um nobre deputado que me pro- Passemes, Sr. president, dos facts da po-
cedeu. Eui umr pa:z que 6 monarchieo, que utiea geral para t ooceurrencias da provincial.
tern ura familiar reinante por direito divino, pra os a0ontecieaontos que se desentrolam
que consenate e cupula do edificio social um diante das nossas vistas, e quo mals devemn
bomem absorvendo todos os poderes do ests- prender a atteigAo desta assemblia.
ao, today vida political e social-da coemrn nhao, -Butesdo, Sr. president, quo a march da
em um palz tal hAo de necessariamente',existir administrago provincial alo tem'side como
olygarchias do orders inferior. E so o illustro f6ira pare desrjar; tLena sido. u ; o president
deputado, que se asseota ininha esquerda.. da provincia tern descralo os legitimos inte-
combate as olyparchias atludindo aquella quo e-Osss desa. ,Hl dias.*em asma das sess0eos
se levanta n6Leso do o jnrido tiboral, par soer pasSadas, failot-seo multo: e m moralidade e
consequente, deve combater a -graqde oly- 0.-a virtue, a propositloas deamisodes do ad-
garchia... mihistrador da casa dode tengao e do delegi-
0 Sr. MJilaqk(as-Apoiadissimo. do do policia oile capital, as quaes foram
0 Sr. Ci.sdros-... que docnina esto paiz.i4.. Utad W hkn eageam os principios doejus,
0G4, -. 4ureno de -Pnor oraj limrito-ae As Itii a bonelidade.
olygftbiAi' de ordem oiofoldor. (Ha (1t.troQs Adiira G.& Exo. o Sr. presidWehte da pro-
alr.te ks. q voiccia, par sercoherente nao Lenala tambema
0. Pr' ^^odrof^ (|q~a^iteslavo! e que/oefittid0 algans einpregados do .ousulado
a cusa de lode os noas ra',l ests n ca- lq.ue segiinadof-aexame o 'syndicancia peace-
puli do odlbalo social, Ntndo a ezpresslo ddo tnaquella tEparnigbo e exustento na secre-
do nobro deputado que'm'ea em free. Os- tarla do governor, orain encontrados-em gra-
6 5. gn-mai olalygati.. yes falta?.
Yom--Nfio h olyprehib Urn Sr. Depsatado--V. ExQ. ja leu esses do:
0 Sr, CiMrer-H-la, e olyganchla fuasta e documeatos "
prejudicial ao palz, camo antbus of prtidos O r. Cin imirchio deda ols em.. S imprtenI, coIQUiissa+ de syndicancia pars exauwaar o
quando esto f6a d do peuder, pr today coafulado provincial, quease commissao
panavra d'ordem, to*a isupulol, tiob. movi- doscobrio serias omisses da pirto de aertas
moas+o, toda vida politics, parts da men'archis, ewnpregadb, oe irregularidades na escripturs-
parte do impera4or." ,_ go.
Agora mesao, Sr. p.-esideste, o partido ii- 0 ,smwo Sr. Depatado--Ms come V. Exc.
berat do imperio que em i8653 censurava ao sabe disto ?
ojssrvador a.subisa so powder, atrfibuind.-s Orro Sr. Deputado-iz pc r ouvir dizer.
Squose ebamam-poder psma!-,p meu[ 0 Sr. C.i.ros-Entrstanto S. Exo. nao pres
ver sea amu ta ranzo, come depos oxpilcaro.. otu 4 devida attemaog a. .esi.atdo do eaeme;
4gorae mesmo, digo. 6- preprie partido libe- tern portanto procedido justa e onasta-.
rel quo sobs as governo- d est-l, deveudo 65eota. Era seu ever demitUr essos empre-
suaasceaglo a. poder peoadl doa meso am gados, sobpena de parocon just e several pa-.
do pea sOftsma msneira que as ponservado- r* anS. e pitta. a decidido do outres. "
res. Nao foi portanto a opinion isabliea. nto K tlu.o 6 verMie existiree taes docutnen-


foi a manifeataila de voto popular quo levou mtos quo, seed elles solicitadop pel ik.br de-
o partido liberal As Domlia s do poder.. Iputado qoe sosseatas a tiniinbp dirdita. foi
O Sr. Cum AM kU-F-oeca ds psrimi4-k u reqartiamento Projelotodo afa deconU-
nivaw tuam, nn 5W AmUav ui l-


pies. ,
0 Sr. Cisanrof-.Foli a mbo p.tete di impe-
ttdor. -
0 Sr. Malqias-Foia eleicgb diteta. .
0 Sr.- Cu.er. -PoSla for" o ptlincjpios nao
podia ser, porque essoa a osme & prinacpios
que os liberanes inurvem .ecoO ta_. *h$ a.;
se eea seu progtramam. ho). d "M. ;00*
desapparecido oompletaant4 do ape-'
nas um-a eleigAo dirocta. Cqu U lpal quo
fui dos velhos teposa Sr. president, liberal
de 1849, os ao deix dl_ to40 uinshas
*y pathlas ao bfteaee. .
0 Sr. ,Bard! de Tc'haiag -NeM tOempo o0
obre. deputado era meaiaQ. 1
Ouitro ,r. Deputado-V, txc. no -sipo da
ligt foi Pefet*ario do goeinriQ. -
Q BSr. cisk l-E,'exacto; mas Wo seluia
political. era hpenas fu'cclionarlo ; nao
#dberi A id6a da liga, porque eis. uaqto
iim, nao foil mais du quo na mu m ane-
,hbado imperador,- pare4p,. pati0Q eservado
trar um eorto elemento de forni, trOnduzi-o
no partido liberal nnar st as av death.
Di7t eu, Sr. prosideote, qu.;_. aindi
minhas sympatblas pelo partido pI.,
que laumeito a march quo tern jeguid,)
na dirteo.o dq negocuos publitoW, w. s6 no
tiperi, inas tambo em oad as um& das pro-
vinaclas.
Coi effeito, se loanarmius as tillpar 6
o~eo b~rat, verwmos quo Q Qlu trsex-
naitsi da uzenda, o Sr. Silra rs lMuUnR t1
pai direlas, aid ce'" tRnjoo. e h
vergou a farda e miatis!o qW qp 4 .
brt, tomou-se extresaafte aularip. (al
apoiados) e orgulhosn. 4 1protl_b sq
tlrono a tat puonto o truafmaIod '4OptlO Ip,
Ilvado a eltremidade de 4f.te.o' a pro.
ria repreaentacwo acwleps,e d04minal-a-
tllurl (do governo.
0 Sr. vatlqlwws--ni'n m prdvou some.
I-saots c6um; V-. te. q eo uapro4stado pen-
samnontos q 9 o ministno a tevOV. 6
0 Sr. C isso S9 oonilnuarmos a oxamipaa
a poh.ctiad n.M doRio de Jaqero vsere-
iol aiuJa qi6 a. 4iAq tido pa r'a com as
protiacias fl:gellaowl e-li s ca 0 eMssrni
s, r:itu4e. .
Uttiaiamento no WRe aa do Nrt c-.,
lc 0n 88 4a40,o,. sh 6 a.M t,,. ,
tamnem nso interior, 4 conseq.aas a t. soa-


nuareiw no wyserw t amwt at v wivas-
os. Dematas isto 6 umn facto qua esta no do
minifa public, qneoqusi ods esta cidade co-
ahece. -
PPotanto. Sr. president, poreste ado dig-
no do Lod a demura O adminaistrador
iiwcia ..
q Ai s; 9 -la- o process eiotora t da
quoe occpou,' -o illuslre deputado quoe m
precedau na tribma, S. Kxc. no deixou de ter
suas- cAtpas, Masf alpas .quoe Is p mde amr
perdao poiscmaposituem vicio antigo neste
pal* 'b-s- ue entire n6s nao ba. de Ion-
ga data, stooes no sehtido verdadeiro da pa-
lavra; -ia apees urna* simulaUI, um verda-
derlta simulacre....
SOSr. OBri de oazareth Mas isto nao .s
deu no Cabo?...
O Sr. C"evros .... que as vezes, quaqde
alo, uma comedia, 6 utnea tragehlia tristlissi-
Bespondendo ao apart do nobre deputado,
teaho a dizet-lhe que aqqiIl, que se den no
Cabo, doa-.w -uaI muitas fr'dgle'iaW: edonim-
ramn-se *i.aas ac6. F. O qtf' we deo euB .
-Jck, eqi Afugados q em. outr4s fregauzias.
Uw, Sr. Depatedo No Cabo ise vetou?
0 Sr. Cii4,br.a-No se votou.
0 pmaUoa d. Deao- E comer o nobra
deputado fe una p liss ?
-.. a kos.-a Unf par*4da mesa.
r+ ,--MUs ,ftw -ups lUsta.
moleleto' aceieio factt;
lf yprao quo no CaboA o se fez eleico.
.'' sr&0w e.pa,, 0 cabo protest :
b/uye eleigco.
o ;OSr. C.isroa-Houve eleicao como houve"
e/ algumas freguezius desta cidade e o u-.
tri.9, ode-o parUtido liberal concedeu aoconl
smrva-do o terog, poar eombinmai.i.
0 Sr, go wde Nmaet-,ft- Afogados ho*-
ve treoo mas tamb3m hnowe eleigo.
0 Sr. gimaros-Nao houve tl eeOilo.
(A p ei t, s .r ,
0 Sr. Ctspr.-Nste patzsabomos todos
que nao ha elqiglu. em censqusmoia do quo oas
partidas 4eve redlarmar oon.-tljntemeatepela
reflrms do p& eso eleitoral. .1., quea hwr -
a nubr.4 d -pptadm rwtnw.uiAHi p-os labmos,
1oaieao.nf: so, catsopotisq sOb ii, lea
,liti:Gtm.ia e qpui satown diseado a ver-
dANe. oAo ,iadme,Tviv8 roemmamtos).
OQS..I, eu --i-ift-. xe. e5itUo liUu privl-
giqo4j dies exuasmiUute MM ve dae ?
o s8r. Jo es a-.sa 0eq.. abr d-
mt d i ..; -^ .. I


r '* i +" .' -irt ~ +r rr!^*^ '<^^*-AM^'" 'o
.tor. 7. -
o Br. Cisunro-Tenho dW4lptoM quo me
dote, me4uaoesoa9l"or, seeiteo am ut
oeliao regular, eoh-palo pOvo. '
o0 r. Derm de .h s -.W -Foi o partido-
liberal quem o elagea.
Q Sr.. CisPw -.,.N.Io ftOlO Form. oldadens
que eso coagregaramn e dislr.ibuiram votes oomo
Ihes aprouve. -
0 Sr. Bari d9 I. aereth No ha tal.o
0 sr. C iP o-..Negmse case V. Exc. nao
deveria ter aeeitado o diploma.
* 0 Sr. Ciafros-Se devia ou .nao, 6 outra
questlo; 6 negooio corn a'mintna oonsciencia ;
wras eleitor por uam. process regular deo* elei-
'00o n0oao sou abloIutarnente. E d'ahi vyam
quo tambcm nao sou deputado p0r ruma f6rma
regular....
0 Sr. Epaminond da Cunha--Muito regu-
lar e logitimamente eleito.
0 Sr. Cisnroas-... porque se o corpo eleito-
ral votou em mim, esse corpo eteitoral nen
6 a expresso da vrdade, nem da vontade.
popular, desde quo na sua formagao nao dei-
xou de entrar em cotloio a fraud e a violen-
cia, companheiras inseparaveis em todas as
eleijOes-liberaes e onscrvadoras.
O Sr. Mtodsqiam,-Portanto V. Exc. 6 repo**
senate da fraud da violencia em con-
l-oio? CnJ autr.a
0 Sr. Ci8. s E que'tao que per-
tence 4 mioha consciencia.
0 Sr. M4alaqwas -Isso nao 6 material de con-
sbiencia.
[Ha outros apartes].
S0 Sr. Cisneros-Penso que 6 unma questao de
consciencia. Entendi, Sr. president, que ain-
da que illegitimo representante da provincia,
poderia prestar-lbe alguns servings.
Agora, Sr. president, considerando o pro-
jecto de forea policial, ea nao pesse aceital-o
em todas as suas parties, visto achar excessi-
vo o nuinmero de 850 pragas, de que trata o
.art. 10.
0 Sr. Baro die Nazareth--0 art. to j. foi
approvado ; .6 o 2o quo esti em discussao.
0 Sr. Cisndros- Cumpria A commisslo ser
mais axplicita em reloago a algumas disposi-
Goes de leis, a que se referee 0 projecto.-
0 Se. Bardo de Nazareth--No 6 isso o que
esdta et discussao.
0 Sr. Cisndros-E' justamente a material do
artigo am discussion. Come o6 possivel votar
sobre elle sem detido exame das leis a quo se
referee ?
0 Sr. Vlagarinos-V. Exc. devia conhe-
cel as; estao publicadas officialmente. A cow-
misslo nenhuma culpa tern de quo V. Exc.
nab) procurasse consultal-as.
0 Sr. Cisnmros-Eu desejaria que a commis-
sao me d6sse os motives quo teve para aug-
mentar os vencimentos do tenente cirurgigo
do corpo policial, em urna 6poca em que slo
necessarias as maiores economias.
Um Sr. Depwtado-Sabe-se que o tenente-
cirurgigo naopresta as mesmos servicgos que
urn official deo policia.
0 Sr. Pereira do Brito-Presta muitj maio-
ros,.porque faz todos os corpos de delicto
d'aqui, da capital, e tern de sahir constante-
mente para o campo em diligencias.
(Ha outros apartes).
0 Sr. Cisndros-Tendo, Sr. president, mais
ou menosexposto o meu pensamento, corn
relagao A march dos negocios publicss. quer
do imperio, qier das provincias, nada mais
devo accresoentar sobre o project de forca
policial, aguadando-me para a 30 discussion ou
para o debate que se estabelecer sobre os ou-
tros artigos.
Em consequence, tenho concluido.
Eocerrado o debate, 6 approvado o artigo e
rejeitado urn aditivu apresentado pele Sr. Lnu-
rengo de 8.A'
Sbo igual e successivaiiienteJapprovados os
mnais artigos do project. quo a requerimento
do Sr. deputado Magarinos, 6 dispensado de
intersticio pars entrar em 3' discussion.
E' sea debate approvado eoA 2' diseussao o
projecto a 50 deste anne, autorlsando o presi-
deal. da provincia a conaoedr a D. Rita Fran-
cisca dos Anjos Chacon, professora publics de
Nosa Sen!onra doeO' de Maranguape sets me-
zes do licenga, camnordenaJlo- sen -
KnFta em discusao o projecto n. 65 deste
anna [orgamento provincial].
ileconecendo-se nao hdver numero para
votar. o Sr. president levanta a sesslo, desig-
aando a seguinte ordem do dia :
Contmuagbj da antecedents e mais: 2. di.-
cusslo dos projects de as. 53 e 57, e 3' do
de n. 64, todos deste anno.


REVLMTA DIARIA


Assembly. piovincalal Sabbaduo func-
cioneou corn 27 senhorgs deputados, sob a
presidenoia do Exm. Sr. Dr. Augusta de Sou-
za Leice.
Approvada a acta da sesfao antsooedemne. o
4r. I.o secretarlo leu o. seguinte expedient :
Umn officiodo secretario do governor da pro-
vincia, remettendo a ioformpaso prestadpeW ,
revartitco das obras publics. deaerea das obras
do lyc.o de artes e t'licios. A quemo fez a
renuisi,:o.-
Uutro do mesm.), remettendb o officio em
original da camera municipal daEscaa4, en-
viando um project de pesturas.--A' !omMis-
sao de postures.
Urma petiCao de diversos.cidadaos residen-
tes na comas c de Pio d'Albo, pedindo a crea-
o de uma letl qne disponha, quo;ns comar-
S f6ra da capital os esrivalies de orphAos,
ausentes, etc.. funccionem cumulativamente
coin os esercraes do civel e crime.- A' com-
missAo de legislaego.
Outra de Betlarmaino dos Santos Bulcbo, ex-
terente do corpo de policia, pedinde que se
Ihe concede o sold que Ihe competir A vista
da lei vigente.-A' commissIo de 4egislacJo.
Outra. de Gustavo Leziaseno Furtado de
Mendongj, pedindo para ser relevatlo do page.
meto do imposto de case de .venda de escra-
vos, relativamentc ao exercicio de 1874 a 1875.
-A' commission de petiC&ps.
Outra do Francisco Antonio de Si Barreto,
ex-maj)or do corpo le policia, pedindo que por
letI especial seja melhorada a sua reform, de
conforiaidadae corn a nova tabells.--A' conm-
mibibo deotegiskagbo, -
Odtra'de J J *qtft Francsco de MIfello Santos,
chrtesro da seecgo do contencioso do thesouro
proinciat, pedindo augmento de vencimentos.
-A' commission doeorga..ento provincial.
SFoi jqlgado objecto de deliberaao e inmanda-
do impritair urn parecer da comrnmisslo de as-
tatistica, o qutal conclude por project, elevaudo
A categoria 'de villa a povoaafio da Vicencia, e
asstim def. rindo a peticao dos babitabtes da-
qella loanlidede. -,
.0 8r. Gfraslo Campetl,* olfWtendo a palavra
pela ordem, interpelaou a mesa para que de-
clarasse se i fi aprosentado o project de
otgamento e se jia foi mandado inuIMirr a.l
do oirgi, nto anterior, sobrae o a0 respont"
* Sr. prasd.mte neativamente, oe Sr. Mae-
tplo, ona6 weqibro da 3ammisso, dedarn.u oe
motivos pels quaes ainda neo foi apresentado
6 supraaito project.
Paomande i e-rd&m di dia, pruedeu 4 vota-
gin do project n. 75. cuja diatsaso ficoo on-
otrSab a eoo3 antecedente e. foi appro-
"&..
Ao6s. foray n approvalos: em I' discussion o
peroto n. 107 d A'tei!mm. approvaudo postu-
anda mnawa imenuipa d4k-reGo; emi 2. o de
*. 100, tmletiwmaIo a copna do w am edio na
vultade lFmssao, priA smor sdcae, o&"
4a on a, Mdam e autlrai4-s jury, tendo so-
6r t*ee. Sr Oervao .iampea. aptmsenta-
do elustieado aeimad.qpMfoi reuta,
go I'si do a. 103, % tsMigiw a oomsineCa.
do uua eaa i quo sirva oe caieU na villa. da
B!vistta.
.I Fi.aO'nte ,bm odk. dl,eao.oi.w-
jasts L U1,- riseSsea IU vhmmieosJda
A.lp&eMa deo M a


rt "b .o B. .
Vlnte e tbmo4e -PQ platam
se awanhal 55 aao q &A rk puite0o, o jurF-
Mento A co0600uiiadw do.IresiI.
.Por ease moUvo egargo embandeirado s os
r.avios deo guerra e esaicos publics, e a for-
taleza do Brum dar salvat iW 6 hores a au-
Ohai, 1 6 da4rde.
0 Sr. Cosetlkelro Joo AIredo -No
Jia 26 do corrente, deve ohbegar da Europa. ao
bordo do paquete Nem, Exm. Sr. co itelbi.
re Jolo Alfredo Corr6ea de OUveira, -gno che-
fe do partido conservator esta prOvincia. '
S. Exc. desembarcark na rampa do cies em
frente d Praca do Commercio, na freguezia de
S. Fr. Pedro Gongalves do Recife ; e a4li deve
reunir-se as amigos queo quizerem receber.
Estrada de ferro do Reclle ao LU-
meeltro-E' amanhS, i hora da tarde, quo
deve ter lugar em Santo Amaro, no silio do
Sr. Manoel Alves Barbosa, a solemne inaugu-
racAo dos tsabalbos de construco da esLra-
da de ferro do Recite* ao Limoeiro ; festa para
a qual tern sido eypedidos conviltes assigna-
dos pelo representante da cnmpanhia Gr*at
Wertern of Brasil Railway, Limited, ,mas ia
qual sergo admittidas as pessoas que expea-
taneamente comparecerem. j
Thheatro Santa Isabel-Depois de teroes-
tado fechado mais de urn anno, reabre-se ama-
nhA este theatre para neHe funecionar a com-
panhia dramatica de que e emprezario o Sr.
Duarto Goimbra.
Por ser amanhi, o dia 25 de mareo, anniver-
sario do juramento A constituiclo political do
imperio, sera o espectaculo de gala, tocando
a orchestra o bymno national, depois do quo
ser, represebtado o drama em quatro astos,
imitado do hespanhol. Pedro o Idiota.
Este drama modern ainda nao foi exhibido
nesta provincia, e cremos mesmo que em to-
do o imperio; entretanto,, times as meihores
informaeces Acercadelle, e cremos que agradar4
ao nosso public ; razio porque o convidamos
para o espectaculo referido.
No dia 26 [depois de amanha] repete-se
no Sahta Isabel a drama 0 Martyr da Victoria,
que tao applaudido tern sido no thoatro Santo
Antonio.
CollaeAo de grio-Heo ao media dia. no
sallo de honra do predio em que funcciona a
Faculdade de Direito do Recife, A run do Hos-
picio, sera collado o grio de doutor em scioen-
cias juridicas e sociaes ao Sr. doutorando Fran-
cisco de Assis Rosa e Silya; que ultimamente
mereceu ser approvado plenamente nas theses
quo apresentou .e defendeu perante a oongre.
gac.o daquella Faculdade..
Esmnolas -No sabbado, 4 tarde, foram-nos
ent rogues 6$00., corn destiny : 3Md0 a viuva
e filhos do bacharnl J. G. Ramos e 3j 00 4 fa-
milia da travessa do Bernardo. Fizemos en-
trega immediata.
Pare o sul do Imperio Com 13 recc-
bides em nosso porter, o vapor inglez Sorata,
levou 186 passageiros.
Falleelmento-Na sexta-feira, A tarde,
falleceu ropentinamente Manoel Espetidio da
Costa Pereira, conductor da repartiglo de obras
publicas.
Westernand Brasillan Telegraphl
Company-Acham-se de noveo interroipidas
as communicaces telegraphicas submarines
entire o Maranhaoo e s .
Diplomata 1o passou pare o
Rio de Janeiro, allte inglez Sj-
rata, o Sr. Henriq Mgc Williard, en-
viado extrao'dlnarlo '& plenipouencia-
rio dos Estados-l'hdoir & Aerica do Norte,
junto 4 c6rte do Brasil.
Romance Sahibo A luz a f6rma 18 do ro-
mance Amor corn amor se paga, do Sr. ooui-
mendador Julio Cesar Lear, abrangendo as pa-
ginas 81 a 88.
Dinheiro 0 vapor Conde d'Em levou Je
no0s praca para o presidio de Fernando....
17:0355000.
1 amara municipal de OlUnda Habi-
etantes de Olinda, e peca ente moradores
da rua da Bics deS. I'ecdr%, p .eda-not pare
qoe reclamemoas dacamara dmoioipal daquel-
lax cidade providenelis cohercltlvas do abuso
que alli se commette de abater-se gad. f6or
do respective matedouro, contra expressa de-
lesminearo de uma postera.
Chame a camera municipal de Olinda us seus
tlscaes ao cumpriinento de sets deveres, e as-
sin teos satisteito o just reclamo 4 que nos
ref rimos.
Condeo.cam&o estrangelra. Pelo go-
verne portuguez for agtacmado, coam -a corn-
mends da ordem de'Christo, o baeharol Fran-
cisco de Souza Cirne Lima, juiz de direito da
2a vara cisel. orphaos e provedoria da capital
da provincia do Path.
Paratzo errestre.-Differentes hypothe-
ses se tern emittidtt aeerca-da situaglo gea-
grapbica do jardim dei.croso. oude viveram OS
nossOs primeiros-pis. cedlocsnd3-o ore nas
margens do Indo ou d4 Oxus, oaa na ala Ar-
menia. 0 sabio astrsia Delitscb ecreve
agora a urna folha de !ICdnld. quo deseobrio


n'twso documemtos cuneifeftfue,- gw outro
subio lht legou, queo Edet era ',tuado no
esp.Co aomprehtmendtdo eft v Enfrates, o Ti-
gre. eosdous 'tandes caase, Ptsn e Cibjn
da Bihia..
Pam exemplo-O-tribunal do Wr nvieb
(Innlaterra) condemnotU a quatro mezs do pri-
slo, coin trabalbos- fwadeai, 'sam' doctor em
medicine por nao torocudalo opportmaiuat
a cag de: wu a of.ruq, cup, fkmili rectadmra
.os services da sua sclga"i, frezoito ve61
f6ra chamado, e, quando pot.ar umparoeu,
era ja tarde. 0 doente, quo era nura riang
de pounce idade, tinhaja fallecido.
A pledade suprema. No Jirao agora
certamente os apaixonados inimigos do grande
poeta que Victor Hiugo poz a sua inspiragdo ao
serving d'um partido, e queoas odios politlicos
envenenam as brilbantes paginas que acabam
de brotar da sua peana. 0 novo poems, pi-
blicado ha poucos dia rela casa SCalmann
Levy. 6 a obra-em quo .genio levafit rmals
0 sou v6o e em que o coravco do soeu autr
se sente agitado polas pis profuedas palpi-
taipes generosus; 6 o Ivro da geaeroeidade
supreme, do supremo peAo,. Perdlo part
os tyrannos f Perao pxra os verdugos! Eis
o pensaweato da obra.
Scgundo Victor Hugo, a tyrannia e uma eno
ferimidade que faz padecer tanto 0 tyranny
como os que sa seuas %ictmas; para aquell-
a vida 6 o erro; para estes o vida e6 o desher-
dameato e a mi.eria.
Umra das parties mais notaveis do poeina 6
aquella emqae o se author IraCa, a grande
rasgocs; a vida le Luiz XV, 6 raro o periodic
f&aqcez qoe nao tenha ja repro4uzido nas' suas
cvlunamU esse grandlobs fragmente. que por
si s6 bastaria pasa format uma gloriosa re-
pu01go de poata.
Luiz XV tern cince anones; a Iahria n'o
ascoitou nurnea ura ave inalsftesca, mars pure,
mals inhocente, dir-se h.a quo delte sahe a
benglo; d;''repente -pproxitmale delsUe ui
hooein; omenino ,6-o cltegar seoa horror;
es0ao na vasnda do palacie do dVersalhes;
o'homema diz iA crianga: To4o esse povo
6 tedt; uis sao essays crfun6u9, e6es homes
as ew munlheres 0 inferno sopro ; o arjo
Gftv u'e ead nmunstro,
A ladeira da tyrannia depoi:i pintada
cou auo de omestre; oa poueos versos em
que so encerra' eoste qukdro, cheinsl de urana
verdadi terrivrlla o sobtirn, vine is Igidos. A
tLyraqaa 6 coma' u t t *a wo raUt7, -wtigino-
s94 Ife,, mscrrega4a'; l'C-MaWl | que so
d.sc6M!pea IZ so T i a eont t Nd' vai-se
uaF ga;Saum I'5I_6 sunie;
ai g a Flma W Ilit"
.jetda p 00w qua ose adiP, e7- d
esis sotre eesplrito ; pritW.in, Bse a
tafta, depots adn.Mttd-e o ,, e Ni
ehexh-*-4 un sitio onild si- so 4 ,l* i I<-m
bfAmes do *pi esass itrnosMsir e soral,
terrnr do fwmuda,: a eobtbr4-, a e ft-
liid d ... -t
g-~~~~~~L nc.;mm +p_),,_0e
14,. j," f tc


















a A% ( aw 6o Nvmda a va adi
da "o u homeawa, Victty UsgS, l Ua
chola de. 6,.de ondeisa, de trJtlho e de
lute. -- -
0 geuio deu a.QlIO pimde ptan todo I
Os Ievoleemrn'a sea duvida4 pols slo enes
quo doearam estas innumeras edicQes ; falta
aUQaMQae o lyraros a bium tambem... e
quo uns e outros a aprendam !
Protestos de lettras 0 escrivAo Lydio
do Albuquerque esta de semana : cartorio A
ra do Duque de Caxias n. 77, primneiro andar,
eatrada pela praca de-Pedro IL.
Loteria da provlnoia-Quiaita-feira (27
do corrente) se extrahirA a loteria 294.', em
beneficio do patrimoaio dos orphbos.
Os bilhetes, meaos e quartos, acham-se i
venda na respective theso,,raria, & rua do Ua-
buga n. 16. loja, aos pre~os de 3%, 415?500 e
759 r~is.
Casa de'Deteneio-Movimenio dos pro-
sos BO dia 21 de margo :
Existiam presos 515. entraram 4, sahiram 7,
existem 512, a saber :-nacioaaes 435, muihe-
res 10, estrangeiros 17. escravos 50. -- Total
512
Arracoados 459, sendo : bonds 441, doen-
tes 13.
Movimento da enfermaria deste estabele-
cimoento:
Tiveram baixa:
Manoel da Paz Lamenha.
Joaquim Rodrigues de Souza.
Loteria de Madrid.- Relaqa dos nu-
meros mais premiados na loteria, extrahida
no dia 3 do corrente:
NS. PESETAS NS. PESETA.


1844t3 160,000 11110
14125
2113 80,000 14567
7987 50,000 14868
9743 25,000 15323
15~424
18442 .4,500 16182
18444 4,500 16247
16300
2220 3,000 16748
3251 3,000 16867
5384 3;000 17096
6916 3,000 17269
8134 3,000 2112
9434 3,000 2114
LeilUes. Iloje realisam-se os
Pelo agent Pestana, As 11 horas.
Florentina n. l-4, de urna casa de


3,000
3,000
3,000
3,000
3,000
3,000
3,000
.3,000
3,000
3,000
3,000
3,000
3,000
2,900
O,900
seguintes :
na rua da
ferro, e 0s


accessories de machines, em cooiinuacao de
urea mobitia de variadas peas de uso de fa-
mils, louga, vidros, etc., etc.
Pelo agente Remigio;is 11 horas, no caes da
alfandega, armazem do Annes, de 3 caixas corn
queijos londrinos.
Quarta-feira devam realisar-se os se-
guintes :
Pelo agente Gusmio, as 11 horas, na rua do
Barao da Victoria n. 65, de uma casa na Ca-
punga.
Pelo afqete Berlasaaqai, a rua do Barao da
Victoria n. 47, de iaaejs.
Quindd-feiil toalisar-se o seguinto:
Pelo agjente jM-Nm #7ts 11 boras, na rua do
Bum Jesus 11. 57, de toraa e vidros.
Missas amebres Serbo celebradas:
llje : As 7' bore, na matriz da Boa-
Vista, pela alma de Germano Rodrigues Pe-
. dra; As 8 horas, na matriz de S. Jose, pela
sands Viscondossa de Utinga.
Passageiros-Sihidos no vapor inglez So.
rita para o sul dlo imperio :
Francisco de C. Cavalcante, Maria Amelia
da Silva, Antonio Pinto da Rocha, Antonio
Madei:a, Jao da Costa. Adolpho Krause, Car-
los dos Santos Villaga, Joaquim Ferreira de
Cervalho, I)omingos Cruz, Dr. JuUo Cesar do
Castro Jesus, Mduthias Joaquim da Qoma e Sil-
V, Manjel Cabral de Mello, Francisco Alves d
[ias.
Vapoves. Sbo esperados ate o die 30 de
gfgs da Europa at' 26
.ulande da Europa ate 27
JPtg. dosul at6.27
B.Ai. do norte ate. 27
*rquez de Ca-
SasL da Bahia at6 28
Aixandre ,Sa.
myers da Europa at6 39
Tuu o sul ate 'a?
Valparaizo do Pacifico at 4de abril
8aeg9l Ala Europa ate 4-
Ririto Santo do note ale 4
Pumambttco do sul ate 9
N ar da Europa ate "9
Cob.paoxi da Europa at/ 19
Orenoq. do sul ate 20 "
Doro da Europa atl 25
Wesptal de teotiates-No hospital de
ota boerems, ale o dia 21 do corronte, oou.
tJRavam em tratawento 74 doenteo, send.:
41 bosaens e 33 mulbores; entraram 4 ho.
mess; sahiram 4. sendo: 2 bomens e o mulbe-
m; falleoeu 1 mulher; existem em tratamen-
Wo73,doontet, ieado,: 43 homes e 30 mulbe-
a-os; existemn 17f itos vrsios, eendo: 17 pare
NOeons e 10 para mulberes.



Trribuual da Belac9.
$ESSAO OROINARIA EM -21 DlE MARC~O
DE $879
PiIDRAG[A DO EXM. Sa. CONSELEUIKO
SOVZA L ,iO.
& cvetario Lr. Virgilie Coelho.
A's 10 horas eo0 minutes da inanbit. pre-
agates o Srs. deseumbargadares em numero-
legal., foi aberta a sessao depois de lida e ap-
puovada a acta da aoteeedente.
Distnibuidos e past'dos os feites deram-se
Cs segmtintes
JUfoGAiiWTrOS
iIbeas corpus
Paciente, Manoel do Bomufla.-Negou-se a
abaem de habeas-corpus prqventiva contra o
-voto do Sr. conselheiro president. "
I.eurso crime
De D.unaneiras--ecrreat4 o juizo, recormi-
do Muairiano Ferreora djs S~ntos. Itelator o
Sr. desemibargadorToscaoo Barreto. Adjuntos
e6 S'.. conselheiro. L[ble o desemhlargador
Quintiauo de Miranda.-Jutgou-4e improco4edte
o recar~o. .
Aggravo de petiolo
Do Recife -Aggr.uvante Angeto Sabino Oli-
loAs R.<,iiguos Setlte, aggravado Antonio de
za Rego.. Relator o Sr. deseminbr]ad~r
to Sartaurw. Adjuntos os Srs. conseoleiro
Arssojo Jorge e ieuafsbargador Tdscano Bar-
nks.--eu-se provimento ao aggravo unani-
inprnente.
Appella3es crimes
Do Ozirrxs- -tpellante Antonio Jose de
Lt[ium, iappeU.la ; ju-tUgt. Relater .ir. con-
slbei:-. Ljobft. Revisores ,s Srs. desem-
dsK.udures Tosciiid Baret e Otiveira .M,,iel.
---Xalu-se o ,r6 a nova+ jury unumiine-
D oll ,nsneirqs-Appellante o j,,iz appeS.
do ,uMel MirUn dos Santos. ldlator o Sr.
dispnsi rga'hr 'l',seano Barreto. Revisroes
Sf.. 49iebbulrrgdure. (Riveira MaAeoel
fikh,'Ie MirpJli.-Mand4 e-pira.- 4 ,o do mLivMOta. .
j,>afQ aGnv;i~rpe-.-Appillaete JeH9d
.,',,a + ,r,-tfftror Oo .Hxc*. ft,
q. S9. whbrgdo. uitie
Sa a ,- .t ,er


Cius.+ 4sevedo1 ap!Umoe Joaquim Ni. o
Fer'iva. Relator o Sr. desemnbrgardor Do-
miaguqs Silva. Revisov-s 0a Srjr. cohselhel.
roeFelitas HenriquOs e Arsujo Jorge.-CoaV.
tirmou-se a senteqga contra o voto do relator,
Do Cabo-Appeliante Jusbauo deoMen-
donga Lins, appellado FelOc1i(u dRego Bar-
ros Araujo. Ielator o Sr. cdQselfllo Lobeo.
Revisores os Srs. desembargadoirs Domingues
Silva .e conselheiro Freitas Henriques. -
donfrmou-se a sentenca contra .-voto do Sr.
desemibargador Domirigues Silva.
7"DO PAo d'Alib-Appellante Joaquim Caval-
cante de Albuquerque, appellado o juizo. Re-
lator o Sr. desembargador Oliveira Maciel.
Revisores os Srs. desembargadores Quintlno
de Miranda e conselbeiro Araujo Jorge.--Con"
6 rmou-se a sentenca unanimemente.
De Cimbre--Appellante Christovbo do Hol-
landa Cavalcante, appellados a viuva e herdei-
ros de Pedro Jose Guimarbes. RelatQr o Sr.
desembargador Oliveira Maciel. Revisores os
Srs. desembargadoros Quintino de Miranda e
coselheiro Araujo Jorge -Foram despreza,-
dos i embargos unanimemeute. "
Do Recife-Appellantes Joto Jose de Paiva
Junior e outros, appellado J oel Francisco
Pontes. Relator o Sr. desemitargador Quinti-
no de Miranda. Revisores os Srs. desembar-
gadores Sertorio e conselheiro Araujo Jorge.
-.Confirmou-se a sentence por unanimidade
do votos.
Appellacocs commerclaes
Do Recife-Appellante Jose Gomes Ferreira
Maia, appellad. Francisco do CoutoGuimaraos.
Relatr o Sr. dessmbargadorDomingues Silva
Revisores os Srs. desembargadores conse-
Ibeiros Freitas Henriques e Araujo Jorge.--
Confirmou-se a sentence ananimnemente.
Do Recife-Appellantes curadores fiscaes da
fallencia da viuva Leitbo Guerreiro & C., ap-
pellados J. A. Ferreira & C. Relator o Sr.
desembargador Domingues Silva. Revisores
os Srs conselheiros Freitas Henriques e
Araujo Jorge.-Foram desprezados os embar-
gos contra o vote do Sr. conselheiro Freitas
Henriques.
Da Recife Appellante Herman Ludgren
appellado Victorino de Almeida Rabello. Re-
later o Sr. desembargador Oliveira Maciel.
Revisores as Srs. desombirgalores Quintino
de Miranda e Joao Sertorio.--Os emhargos
foram desprezados unanimemente.
Do Recife-Appellante Joaquim Lopes da
Silva, appellado Jov6 Pereira Vianna. Relator
o Sr. desembargador Quintino de Miranda.
.Revisores os Srs. desembargadores Sertorio e
conselheiro Freitas Henriques. Confirmou-
se a sentenca contra o voto do relator
Do Recife Appellante Ignacio Alvim da
Silva, appellados Pereira Carneiro Maia & C.
Relator o Sr. desembargador Sertorio. Revi-
sores os Srs. desembargadores Domingues
Silva e conseltreiros Freitas Henrijues.-Re-
formou-se a sentence contra o voto do Sr.
desembargador Domingues Silys.
PASSAGENS '
0 Sr. conselheiro Freitas Ilenriques, come
procurador da cor6a e promoter da justiga deu
parecer nos seguintes feitos :
Appellag5o commercial
Do Recife-Appellante Antonio Carneiro Ro-
drigues Gampello, por si e como tutor de
seu filo menor Antonio Ribeiro de Albuquer-
que Maranhbo, appellado Irineo Rodrigues
Campe~o.
Appellacoes civeis-
De Fan d'Alho.-Appellantes Thereza e seu
ibho Miguel, appellado Acuroio Jos6 de oe-
deiros.
Do Olinda--AppeJlante a camara municipal,
appellados Manoel Luiz da Veiga e outros.
Appellaces crimes
Do Olinda Appellaote Manuel Izidro de
Sant'Anna, appellada a justica.
Do M[manguape Appellante o juizo, up.
pellado Joa juim D.minguee'da Silva.
Do Jaboatao-Appellante Galdino Ferreira
dos Santo., appeUada a justica.
... Do Sr. apnseihuiro Lobbe ao Sr. desembar-
gadorToscano Burreto : "
Appellagbo crime
De Penedo- Appellants a promoter public,
appellado Manoel Vicente da Rocha Filho.
Appellacao commercial
Do Recife Appellaatse Domingos Antonio
da Silva Beiriz, appellados J.s6 Lopes Alheiru
e D. Alexandrina do Aruparo Costa.
Do Sr. deseinbarga lor" Oliveira M.,ciel a,
Sr. desembargador Sertorio :
Appellagao crime
Do Recife-Appellante o promoter public,
appellado Candido Affonso Ribeiro.
Ao Sr. desembargadjr Domiegues Silva :
Appellaao crime
DO Campin, Grande-.Appelante o juizo, ap-
pellados Manoel Pereira da Silva e outros.
Do Sr. desenbargasbr Jobo Sentori0 ao Sr.
desembargador Domingues Silva :
Appellagao crime
Appellante o jui,.o, appeliado Vicoete. Fer-
reira.
Diligencias
Mandu-se dar vista As parts narseguin-
tes :


Appollacat civel
Da Imperatriz-Appellante o padre Macario
Jose de Moura, appellado Josd Pinto da Motta
Nunes.
Appellacao commercial
Do Re.uife-Appellantes Fernandes da Silva
&C., appellado Dr. Elias Eliaco Etyzeu' 'da
Costa Remos.
Mandou-se desoer an juiz a quo pare tuna
diligencaa a
Appellagto crim .
Dla Parahyba--Appeilante.Joaquim de Paula
Cardoso, appellada a justice.
DISTRIBUi1COS
Recursos crimes
Ao Sr. desembargador Oliveira Maciel:
De Campina Grande --. Recorrente o juizo,
recorridos Jose Theodore da Rocha e Manuel
Francisco Dias.
Ao .r. desembargador Quintino de Miranda :
Do Bons Conselbo-Recorrente o juizo, re-
corrados Loufetao Alvos Teixeira e Manoel
Vicente Ferreira.
Ao Sr. desembargador Joilo S 3rtorio :
De Panellas-Reoeorrente juizo, reeorrldo
Ve,,anoio Jose dosnttf. a ; -.
Ao Sr. desembargudor Oomiguqs Silva :.
1) "Paneltas-.-eeurreato ojuiz.o, reqorridos
Josu Gomnesde iouto e Justino Ferreira Bar-
bose. ,
Acr Sr. :osselheiro Artuje Jorge :
Ito Ca'npiua Grando,-*Recorrente.o juizo,
recorrldclTranquilino do Oliveira Lima. "
Ao Sr. desemob~argad.ar Goncalves dia Rocha :
SDO CG-rapina Grande-lRecorrente o juiz re-
corrils Felix C:muillo de Agmuar.
Appellag~es crimes -
Ao Sr. coaoelheiri Lobao :
De Caunpini Gra4oe- Appeilante o Dromotor
pubUco, app-liados iPlacido JosC Bmrres da
itocha outro.' .
Ao Sr. uesembargajar Toscan' qBarneto :
De Campina G'anse--Appeliante o promoter
public, appellftlos Manuel Januario do Silva
e Josepha Maria da ConceigiWo.
4oir. rdesembargadot Oliveira Maciele:
bD P.i.IJa 'a-a-ii.^ Appe'lkaltelAnto.
oib JosA do Na;ufcuersito, appuslada a justice.
Carla testemunhavel
A A Sr. c.,ns.illausro Lobao:
DolRe0if -, Aggravutle GCndila Maaia ,ia;
Salv Guimafaeio, aggravidul Dr. J..3. Brlular-
do Gulvao Alootorarfo. .
'K-.barg.,. infrlngdntes .
Ao 8r. G'),oselhmro LIbbo :
"'D o itecfe ,lvrganie Jos' Alueo Barbje.,
.eub.qaelos Inaglis .-ink uf Rio de JanoirjB
LtutLd e ouutro. : .
-' E.'ee .u -sue a -lss.fto a 1112 hora daa.ro.,


a sua vi4.,. ;, ,' .. -. -.,- .. .-
Semi '^tue~e trl q4' aeape Pa. Mo yoos 6ore
acerca das oceurumacias quo s W i&*t ^ rflQ'#t.Os. b
coro a rnterior. tratamento a queb .:j: 'f-ia, I:4nts-dt- ot. 40 baro
submotIdit minha fitha, p~rque .ia ir s de 8uer bra o^ 3 oem
aprofundar.^niea em urn pelago de con- 87 dits de alto refnada .a s oem 60 di-,
aaderagoes ja Bea importancia hoje ; tos d doce; J. A. C. Viani-a- seccos corn
me parece lodavia ter havido desaeer- far-n-l do mandioca
to da part de quem della principal a RELEPORIA DE RENDASA INTER
medical, porque longe de destruir a NA.GERAES DE PERNAMBUCO
molestia que soffria, a feo aggmavar por Rendieonto O dia 1 a 21
tal modo, que nao se podia esperar o Idem do dia 21 .:14" 30
seu reslabelecimento, :.. : -
Nestas cirjumstancias, e quato. -. 51:3885616
qualquer cutro medico nao se pr.iet,- -
ri, a tomar tamanha responsabilida4e CONSULADO PROV[NCIAL
de se encarrdgar do seu tratamento polo Rendiiento'do dia 1 a 21 130:30,076
emiLnente perigo a que se achava amea- Idem do dia 2- 1:2335769
ada, recorri ao Sr. Dr. Pontual, e este ---
acodindb de b6a voittade ao meu pedi- .13:5336845
do. nao duvidon rm affrontar as diffi- "


culdados a que se exputiha; toman~e ,>
si o seu tratarent.; fatendo-o cornl]a
to tino e prtdencia, que vio coroados rs
seas exfor * Devendo portanto a salvacao de mi-
nha lilha a tlo distlncto cavalheiro, ribo
e muito que eu unido a ella the ren-
damos um preito de hornenagem pelos
relevantes services que nos-prestou<.
Aceite, portanto, S. S., otosso reco-
nhecimento disculpando se corn isto of-
fendemos a sua modestia.
Recife, 23 de marco de 1879.
Eduardo Firmino da SiUva.

N. 378.-Salsaparrilha de Bristol
Por.certo espa~o de tempo brilharam
a sombra de desesperados e mendazes
embustes, numerosas salsaparrilhas de
urma fraudulent natureza, porein a sua
existencia findou logo que se apresen-
tou no mundo este grande especifico.
Pelo espa~o de trinta e cinco annos
consecutivos tern marchado sobre os
restos naufragados dos competidores
embusteiros, cuja existuncia tern sido
concorde corn os seus incomparaveis
triumphos. Tern seguido os rastos da
molestia d'onde quer e em qualquer
f6rma que se achasse, o sua, carreira
tern sio marcada corn as curas as-mais
admiraveis, qie tanto lustre e fama tern
dado~i ,rte de curar. As escrofulas, as
a Deoes do figado, as febre0 intermit-
.eutes e remittentes, a dyspepsia, a ne-
vialgia, e todas as enfermidades ulce-
rosas e cancerosas ce4em ante suas
maravilhosas propriedades, corn a mnes-
ma certeza corn que o effeito segue.a
causa.

COMMERCIO

Junta dos correlotres
PRAQA DO RECIFE, 23 DE MAR(QO
DR. 1879
cotacees olllaoes
AS tres horas da tarde .
Gambio sobre a Bahia. a vista, corn 1/1 070 de
promio, dohbanco.
t. I. Pioto,
Presidents.
M. J. da Motta,
Scretarlo. u


4LFANUEftA
(tendimento do dia I a 21
Idem do dii 22


!l~3&7tI5t38
25.?1115911


56074:65149

AIteraegao na panta dos prerOs dos go-
,teros suleitos a direitos d export, -
eo. na semana de 21 a29 de uuwgo
die 1879. .." :
Algodao em rama ou descarn0ado 433 rs. a
kilo.
Assucar braqoo 235 is. o kilo.
Assucar mascavado, 133 rs. o kilo.
Aguardente cachaea. 100 rs. o litro. -
Counros de boi seccos salgados, 400 re. oIkilo.
Couros de bj, seoco espichados, 409 rs, o
kilo. -- ,
Fumo em rolo e em Iats, born, 080 rs. o kilo,
Pranchoes de pAo d'oleo de 80 millimeeos de
grossura, uui 35.
Milho, 90 rs. olitro.
QueQos de qualquer qualidadel<5000 o k!o.
ipas de madeira de qualquer ,ualidaide do-
zis 300 s. .
Chocolate. (5660 o kilo.
Azeite de dendd, 400 is. o litro.
.&uei'e de peixe, 230 rs. o.Utro.
Peixe seco, 100 as. o kilo. ,.,* ,.. -
Velas de carnauba, 4()0 is. -o kilo.
*. steanlnas, 600 a-s. o kilo.
Casc.s de tartaruga. 25 o kilo.
Fibra de coco 00 as. -' "" "
+ Alfanciega de Pernaambuco, 15 de marco de
1879. Os conferenates.
Galdinocbcero de Miranda.
Antonio Pereira Bastos.
Approve. 0 inspector iaterino,.
Antonio Ignacio de Mesquite Neves.
RDSPACilOS DR XPORTA6AO NO DIA 20
UK MAR( 0 DE 1879
Portos do exterior -
No navio hespanhbl hstegndade, caine-
garam:
Para Barce1lona, B. Oliveira & C. 235 saccas
com 15,403 kilos de algodao
-- Na barca portugueza Noao Si/nateo, c awre
param<: .. ..
P-raso Porto, J. S. Loy0 f& Filho ,9000 saccos
cqm21,O 0 hitros de farihaa de amibos.
Na barca portugueza PewirIa Burges, earn
r eg a ra rn : ". -* ;
'Para Lisbo., Franco 4a Canha C. 83 cu-
yes saigarta's cuom W96 eion; S. Giottsf
C. 983 ditos COrn 1i ,'r dito, a.
Portos d0, riq rior, + .-...
No pltacho portu;ueza.iobezt4.r Garte.
garam : .
Para u Rj, Ca-an~ie d,, aul,- Amorim Irraos-
& C,. 500 harricas corn 81,582 kios de assucGr.
branc, e 7 a ditas corn 7,791 hdilos de.edilto aias-
oevado. '~'.
-- No vapor naciooal Muit.(aii, carr.gar.su :
Parn Penealo, I1. da Gost & C. I2 barm ic's
corn 660 kilos dJe assucar relloado. '
"Pare Aracaje Jos. Leao i barrica coin 88
kilos de carvbo animaL
No hiate national F. uerdimJ, carnea"
rats :
Para o Atacaly. J. A. Borges Uchoi & C. 4
pipaoooea 1.0Q" btron Ie ree eB 5 ditas corn
1,4I00 litre sq _qua.rdeite ; .. V,' d4 .Jima 1Q
I anicaO mm 7TJ lkilis da 4 sbucar s"aeeOG e
10 aaocs ot 750 daUos da diu nias.eava. ; J.
B. de Canr' .o ,5 brnicAS coq 58 dI do dit0
b!,nco e 3411f. c.m -.- 4ioas do dito mi.s-
caviad: A. Sav.-im b;irrfij ie.jrn'5,20X Iigaa
i de d, 73 barrier corn 7,91 kilosde aasafa
braeo e<5 g! .tma- c.jm 3,'B3 dilj dediU
.,/.-, :a. e- v .'
/.Be. s ,-,,


S. Thomaz-Palhabote americano Ida
A. Jane,, em lastro.
S. Thomaz-rPalhabote americano Em-
maB itch, em lastro.
Suspden do lamarao para:
"eana-Escuna ingieza Lurline, corn a


messma cargalque trouxe.
Trindade-Barca ingleza Emma
lastro.


Macei6--Barca sueca Albatras, em las-
tro.


EDITAES.


Revisit ommereil 0 Dr. Adelino Ant onW-e Luna Fre-
re, official da imperial ordem da

Da semana de 17 a 22 de ma~ro Rosa, juiz de direito privrativo de or-
de-1879 phiosW~.entesna comarca do Rect.-
UOscambios regularam esta semana: f S,1V. Imperial e Constitudo-
SobreLondres,90 d/v 20 7/8 d. e do banc. M D. Pedro 1, aquem Deus
a 20 3/4 d., por 15000, e A vista, a 20 1/2 d., gu l. elc., etc.
tambem do banco. s Ss queo apresete edital virem.
Djito sobt Paris, 90dv 460 rdis a frane, do auelle honvere noticia, que no dia 24 do
banco. tor na o Dito sobre Liabon, 90 W4v 150 por cento, 0 des "dstiaes do primeira instancia,
vista, 156 par centao 1 57 par cetat do proemio nesta caidadoe, trA ii prea a so surado de urn en-
do banco., denre sotbo, A rua'dla Ponts Velha, esquina da
Dale sobre a Bahia, a vista, 1/" por cento cV rTae ^Rn '1"
Ditosobe aBahi, Avisa, 12 pr cntodo Capibaribe, na freguezia da Boa-Vista, sob
do premia, banco. Pitoa crar a data, 15 d/v a. I. cor 9 metros e 60 centimetres do Iar-
1/2 par ceqto do desconto. gura, 14 metros e 40 ceotimetros de compri-
i/8o sobret Ro do Jero, 1 d d/v menlo, etenndo: no pavimento terreo, que es-
5t/ sp r o ien t rand do Slo n5 d/to ./2 t em caixbo, 3 ports na frente e 3 no .oitbo,
DiosbeaRoGaed u,1 / / dluas alas quaes sbo tapadas ; no primoiro an-
poa cento. Dito sobre a dut, a 60 d/v I 1/2 aa, 1 sale e 4 quartos ; no sotbo, I sala e 3
por cento. Dito sobre o dito, a 90 d/v 2 par quartos, e cozinha; sobrado,que, corn a fren-
conto de descontO, to A modern, ale para-peita e cornija, torn 3
Goneros naeionaes e estrangeiros verandas do rerro ne frente e outras tantam
Algoao.- Entraram par mar e terra 761 no oitbo, assenta em. terreno de marinha, serA
Alodo.E m per mare 0 terra 71 vendido a quem cobrir-lhe a respective ava-
saccas. E 18,49 liag~o, que foi do 9:6305, corn o major lanco. e
Assucar.--Entraram p, mar e terra 18,490 vaiser apregoado a requerimento de Anna
saos tao os d pvincaFrancisca de Bittencourt, meieira inventarian-
4as, aos pregns seguintes : 0 branch, em te dos beos quo ficaraen por fallecimento
saccos de algodibo, deo 2sano, do 45350 a de seu marido Antonio Jose de Bitteneourt,
45400 por 15 kilos 0 dito de 3' sort, supe- a cujo acervo pertenae, para pagamento de
nors, do a e 00 a 4530pr 0pos Do ailes, impostos, passive do seu casal e custas do
3' sdnte, boar, do 4510 a 45150 par 15 kilos. feito.
o ia regularal359504 r5 k Este, qu se passou par for^a de meu inter-
0 dito do 4 santo, do 35500 a 35550 per 15 locutorio de 24 de fevereiro ultimo, e de meu
kilos. 0 somenos, born, do 35100 a 35200 par despachoade hontem, sard publicado pela ira-
15 kilos. ) dito regular, de35000 a 35050 par prensa e afflxado no lugar do costume.
15 kilos. 0 mascavinho, de 25800 a 25850 por Dado e oassado nesta cidade do Recifte. e-
15 kilos. 0 dio bome .d265 a 25701 por pital da provincia de Pernambuco, aos 11 de
15 kilos. 0 dito regular, de 25550 a 25600 p'ir margo de 1879.
15 kilos. 0 dita pungada, bor, em saccos do Eu, Floniano Correa de Britto, escrivbo, o fiz
estopa, a 25500-por 15 kilos. 0 dito regular, escrever e subscrevo.
a 253.0 pern 5 kilos. 0 americanb, bonn, de Adelino A. de Larna F'eire.
25050 por 15 krios. 0 brute, de Penedo, a ____ ________
25300 paost a honda, frete+ d 30 scs. e 5 p r a Faculdade de D ....e.t
cento. 0 do Rio Grande do Norte, a 25180 Direit0
par 15 kilos, post a bordo, fret. de 25 schs. o o -n s
o32/6 sch., 5 pr ceanto. De ordem do Exm. r. onselheiro director
Aguardente. Venda a 58500) a pipe de interino e de conlormidade corn o art. 119 do
480 ?itros. regulamento complementar, se reptel o edital
Arroz da India.- Sea chegada, retalho de infra, relative ano concurso cuja inscripgao de-
25800 a 25900 os 15 kils. verA ser encerrada no dia 26 do corrente, as 2
Azeito doce.-Sern chegade, retalro a 35?800 horas da tarde.
o d Se hegada, D e ordem do Exm. Sr. cinselheiro directo
Alpite.- vend. a 55 os interino, (ago public que fica marcado o vrazo
15 kilos. do 6 mezes, contados .da data deste, pars a
Bacalhao.- Chegaram 1t,339 barricas intei- inscrieao dos que. pretendererm concorrnr ao
ras e 55' aaeias dites. Deposito 120.00 barrio. laner de ente substitute desta F~culdade, va.
caas, retalho de 219000 a 225000 a barrica. go polo accesso do Dr- Antonio Coelho Rod i-
Banha. Chegararn 200 harris, realho a gues A cathedratico em consequencia do fade-
784 r -es o kilo. cimento Jo Dr. Antonio de Vasoonoellos-Mene-
Breu. Sean chegada, retalho de 105000 zes do Drummond.
a 145000 a ba-rica, conforme a qualidade e o Pelo que todos as pretendentes ao dito lu-
peso da barrio.. -ar, poderao apros8Qa-$ Ba-tatas. --Ser ehegada, retalbo d ::000 crOlenaria pars assignac setas nolies no hvro
a csixa de 2 arrobas e 21000 a ziga. competent, o que Ihes 6 permittido fazer par
Xarque.-- Chegaram 2,161,416 kilos. Depo- procuralor, seestiverem a maijs de 90 leguas
"*tt.o ll'.de d .'ie Graibe do 8ua! t05,tl ) arrobe.s desta cidade, ou tiverem jiasto impedimento.
t 'a9 de .600 o 0. 76-00 pot 45.kilos, e o ao. Dover mitre sir, y itar 4aoisoen.s
Rio'Cj Prata, doepito de 50,000 armobas, re- lUe mostrem s.ua quahdade de cidadlo ,ras-n
talho de 75 a 7$J00 pnr 15 kilos leguo, e lue eosto no gozo da ueus direitos ci-
Cottros seccos salgados.- fegaram 1,615, vis e- pliticous isto 6, oernidbo de baptismo,
ultima vends dos bons a 390, 0 e 450 reis 0 fotha corrid do lganr de seus domiciluios, e
kio, .... mais o diploma deodoutor par urea das Facul-
Cafb do Rio de Janeiro. Sea oboga a, dades de Dinotto do itaperio, ou public formal
retalbo de 45800, e 75590 as 15 kilos, qualta wistifisndo a iimpossibilidade da apresentagbo
des regulates, : o original, e aa mosma occasilo poderno er-
Cha. -. Ser chegda, retalho de 35266 a tregar quaesquer docurnentos que julgarem
6gi98:o kilo, oonforme a qualidnude. c-Ronvenientes, ou 0omno titulo de habilitaco,
Cimenito.- Sere chegoda, retlail- de 85000 ou como provas de services prestados an esta-
a 8(500 a barrioa, contormeo a qualidade. do, A humanidade ou A sciencia, dos quaps so
C-eolas. Gheeaeam 14,20a resteas, retalho Ihes pasdara recibo; tudo de conformidade coin
4e 81 a 155100 milheiro. os arts 56 e 37 :do decreto n. 1,286 do 28 de
Cerveja DlWtr ers & Bell.- Sera chegada, abril de 1851 e 111 e seguintes do de n. 1,568
reE~ho 43 00 9j00 a duzia de btijas do 24 do fevereiro de 185%.
Rrteim, "e li duzia de meiaa botijas. E pans que chegue ao conahecimento do to-
CmivSo doiprina.- Chegaram 1.431 tonela- dos, mnandou o memo Exm. Sr. conselheiro
,da. s'H$ a snelada, a trowd.. director -nterniD alflixar o presence, que serA
Fata dotpigo.- Choganum 2,350 barricas Dublicatao nas folba+ desta cidads na da
inteiras. Deoisito 18,000 barricas. retalho da ci0te..
de Trieste o -.4. a 305' a barrica, da do Secrtaria da Fa de Direito do Reel-
Hungri1, de 215.a 305000- a barrica. e da fe,251 setombro do 187&8 .Asamnado.--0
Americana de 195 a 20000 a barriea. seeretario Jos6a enor.o Bezrra de Menees.-
Farinha de mandioS.- Chegaram 8,910 Secretania da Facutlade de Direito de Recife,
sacoos 158,000 Mtrls. Depouito ..... seaceos, 17 de marg3 de 1879. O mrstsrin"
vuamua- u .,g tf~nu ~v k m --., a J-~u cwu i:s^. aa *' ) 6i~-~A


V~illUliS VWtt **HW~ r lJtit UfUV IUBUU tl3 Feila.-- Chegaram 1,012 oaoeos, retalho de
4000 aS000O sacco de 80 littir.-._
Farealo. -- Chegaram 2,816 sacoos, metalho
do de Lisboa e 4o Rio da Prata,'de 3(500 a
4960 o sacco. -
Kerosene.- Sem chegada, retalbo a 45300
a lats de 5 galOes.
Louga ingleza.--Sera chegada, a 420 pur
onto de premio sobre a factura.
Manteiga inglcza ern latas.- Sem chegada.
relalho a 25832 o kilo. Dita ingleza em bar-
r-.,- e ahogfda --o ha. ItNa franceza.-
Sem chegada, metalbo a l4361 o kilo.
Milho.- Cheogartn 3,354 saecos, retaliho do
branco, do Rio da Pr.ata.a- 9BTis o.kilo, e do
national .de 100 a 120 reis o kilo, contorme a
qualidade.*
Papml de ernbnulh.- Sea, chogada, r.oalho
de70reis a 120 a resoa,-
Pimenta daIndia. Sere chegada, retalho
a 781 reiso kilo.
Passas.--. Sea cheg-ada, retalho de 65009 a
6(55oa aixa. s -
P-usphorus. Sea chegada, retalbo da
ha-rca Jonkopi rgs, a 25100 a groasa, es da
,aurta Nithedals e outras, retalho'a 25200 a
gru za. -
Queijos flamengos e pratos.- Sea chegadia,
retalho- dos ilauneagus ae 3(5,0 -asla queijo
e"lerprAtos, retlhI_ a 15-St o kil.
Sardinhas de Nantes.- Sem chegada, ven-
alas a 2A) rdis a lata de quarto.
-Ditas em barriS.- Soem chegadan+do ha.
Sal do Ass6. --.Chelgrama 40) alqueires.
venda a t00g rdis o alquMire. -
Toucinho de Lisboa.- w.w chegada, veada
a 1W(O0a1 pur 15 kilos.
Telas stearinas.- Sesm cbegada. eatUho de
41') a 480) rets o mago de sis veins.
Vinagre.- Sern chegada, venda a "15000
a pipe.
Vinho Uanto da Fiiueira e Lisboa. Sem
chei'ads, vetada do ala Figueira do 2509009
a 9I9EO a pioa, e do de Lasboa, vendas
dode '13)10 a 2105000 a papa. Dite branco de
lAsboa. Sere cthemada, venah a 705000 a
pip,. Dito do P Mto.- Sere chegaJa, retulho
.I- 8.000.a 189.60 "ijln du'ta.
I '


Joser Hosnorw B. de UMwea.ze
0Dr. Jose Jacintho Borges Dma, luiz
substitute do especial do commereCio
desta cidade do Recife de Pernambu-
co, per S. M. Imperial o Sr. D. Pe-
dro II, a quem Dens guarded, etc.
Fiaco saber aos que o prespnte edital
virem, que no dia 9 de abril do cor-
rente anne, so ha de'arrematar por
venda a quem mai der, depois da res-
pectiva audiencia do Dr. jaiz substitute
do commercio, o seguinteo:
Doze cadeiras de guarniwao, de ma-
deira de angi~o com assento de palhi-
nha emr. mao estado, avaliadas em 305,
Urea dita. de balanco, da mesa madei-
ru- corn asseato de palhinha, avaliada
em i0.Vm sofa de amarello corn as-
-ento de palhinha em moa estado, ava-
liado em4. Um tavatorio de amar-elTo,
nm mao estado, avaliado em 2$. Um
par de consoles de ama-'oio, em miao
estado, avaliado em 6$. Uma quarti-
ihieira de pes madeira de amarello,
avaliada emn 4$. Urea caixa de piano
de mesa, em mao -estado, avaliada ewn
i105. Urn relogw de metal, entragado,
avaliado cm 55, c~ijos objeclos. vao a
prava por execuibo qUe move Antonio
Martts (de. Carvalho conira Antonio da
tosta e Sa, que Re a-hava depositados
em poder do execulado. E n.io haven-
do labnaor ,ue cubr. 0 prevo da ava-
Iiio, a .irrernutagno serA felts pel. pro-
go dla 31juilicZig&ao na fqrma da lid.
E para que ctieguie ao conhet iir~eiito
de todos, wan'lei passar us prseente odi-,
lal. iuecjr, 2. adeswurgo de 1X7. Sub.o-
cm-evn. 1rnesto M'chado Fm-cii Peroira
da Siv*.


V, em


_. .. '., An m -'-W .- *

Hen. eo <3 idem Me, f. ono." ',.-,,,
wazem ^ 4. ,*r '/ ,
Lotreiro P .Broltsua som -e .
Leot vi.dO t-.wi.Yotk polo oav1.i. 1
Srence .Mry. deocagegado. ema de armto :
de 1878, consignados a Phipps Brothers.
Letreiro H. Forsier &C. seoa rtumero-I pa-
cote idem idem, a Henry Forster 9 C.
Marca MSF&C e contra mvca. AC s; 1 a.8 6
17 -- 9 barricaa viadas do Havre polo vapor
francez Ville de Rio de Janeiro, idea em 21
Idea idem, a Manoel da Silva Faria.
Armazem n. 6
Letreiro Paul Scbisbern n. 5ti-1 caixa" vin.
da de Southampton pelo vapor lnglez Mondego,
idem em 10 idem idea, a Paul Schisbern.
Marca JT n. 446 2 caixas vinda9 do Bor-
deaux polo vapor francez Equalew', idem em
20 idea idea. agencia.
Letreiro Sigismundo Parengostin n. 506-i
caixa vinda pelo vapor inglez Elbe. idem em 27
idem ide-a, a Sigismundo Parengoatin.
Armazem n. 7
Letoeiro Corga 300 balas depapel vfndes
pelo navio allemto Hermann, idem de23 de
julho a 5 de agosto idem, a Cora, Figueiredo
& Companbia.
Idea idem 296 ditas vinda polo navto.l-
lemao A. Gesine, descarregadas em 13 do agos-
to de 1878, consignadas a Corga, Figueiredo &
Companbia.
Marca AGS 200 caixas vinhias em 13 e 21
idem idea, a Rabelle & Sebrinho.
Letreiro 'orga 4 balas de papel vindas
pelo navio allemao A. Gesine, idea em 23 odem
idem, a Corga. Figueiredo & C.
Alfandega de Pernambuco, 20 do marco de
1879. 0 inspector interino.
A: I. de Mesquita Neveg.


Edital n. 62


Pela inspectoria da alfandega se faz public,
que nao tendo sido despachadas as.mercado-
rias abaixo declaradas, constantes do edital n.
53, sera.o arrematadas A porta desta reparti-
cao, as 11 horas da manhb do dia 26 do cor-
rente mez.
Armazem n. 3
Marca C e SB no centre ns. -/50 -50 .:aixas
vindas de Londres na barca ingkza Thoma:
Daniel, d'tscarregadas em 2 de julho de 1878,
consignadas A ordem, contendo 50 duzias de
garrafas corn vinho secco commum. medindo
liquid legal 429 litros, no valor official da
264(825. ^
Armazem n. 4
Marca quadrado e JGMJ no centre ns. 10 a 13
-4 barricas vindas do Havre no vapor francez
Henry 1 V, descarregadas em 27 idem idem, a
J. G. de Medeiros Ju or, contendo frascos de
yidro branco corn rolls e bocca esmerilhada,
pesando liquido legal 521 kiiogrammas, no va-
lor official de 2605500.
Armazem n. 5
Marca DFS&G 20 caixas vin'das polo vapor
inglez Alice, descarregadas em 31 de julho de
1878, consignadas a D mingos Ferreira da Sil-
va & C., contend alhos, corn o peso liquido
legal de 864 kilogrammas, no valor official de
2165000.
Armazem n. 6
Marca MM&C sem numero 1 pacoto vindo
de Southampton pelo vapor inglez Eibe, des-
carregado em 1 idem idem, consignado a Mo-
nhard Mettler & C., contendo retalhos de tesido
de seda, corn o peso liquid de 925 kilogram-
man, no valr official do 605123.
Marca EC sem number 1 caixa vinda polo
vapor inglez Guadhwna, descarregada em 11
ideo idea, consignada a F. C. M. Cardoso,
contend o seguinte :
29 kilogrammas, peso liquid real de obras
nao classificados, de morim de algodao branro
ate 15 fius (eamisfs para mulher) no valor offi-
cial do 1596500. ,n,
60 ditos de ditas de mais de 15 fibs. ditap
00 ditos de ditas borddasdPasf~tf 5771500.
Letreiro T. Cumiber- 1 barrios sea numero
vinda .uo vapor ingleo Neva, idem em 26 idea
idea, a Thomaz C9simbr, contendo urn barrio
t:om vinho secco coromum, medindo liquid
legal 118 litroq, no valor official do 485675.
Marca F&R sere numero 1 barrica vinda no
vapor inglez Neoa, descarredaea em 28 de ju-
iho de 1878, a Tnomaz Comber, cootendo urn
Narril corn vinho secco coanmum, medindo0 li-
quido legal 216 litros, no valor offlcialde .....
895100.
Armazem de bagagem"
Sea marc. e sea wumuero-1 embrulho vin-
do pelo vapor inglez Tagus, descarregado em
26 de dezembro de 1877, cosignado a Fran-
cisco Xavier Ferreira. contend. cord Iwr-
ls, cubertas de seda para chapeos do sol, orn
o peso de 500 gcammas, no valor de 12|000.
Alfandega do Pernambuco, 22 de ar Ge
4879. 0 inspector iuterino,
A. I. de Meoquita Novos.
Socieclact Mont. Pio Srinli-
leiro .l
De ordem ta directorla desia isoondea
publico, pira conheeimento 4* todos, qm 0
conselho adminiutraUvo -em a Sua aesslo-de 5
Corrente julgou convenieont e reslIveu in-
d ultar a todos aquetlls sqcios at, audos emn suas musalidados pare como
wesma sociedade, da forma seguinte: -,., ?'
1o Os que deverem de quatro a seas mezcs
pagarem 350)00.
2o Os que dovorem mais de seis mezes pa-
garem i%0,XO.
A contar da data da publieaco deta a tres
mekes. Pelo que chamo a tedos aqueles so-
cios qne so achata egatrazo a. virem nests
period de tempo satEnzer seus debitos. Re.
cife, 19 de margo de 1879.-0 1. secieilaio,
I ifanool 40MlsandaCstro.
Gymnasio Pornambucano, 22 de marco de
1879.-Pela seceuaria do Gymnasio Peroasmbu-
cano so declara aos pals. tuteres e creospon-
dent.:s dos~alumnos infernos e ,1.ais pensboniB-
las, flue dosta data principia a correr o poi2e.
de oito dias. dentro do qual torn de ser paga
a pen-ao dos mesmo.; alumn', cresponilen-
te ao trimestrm de abril ajtmhao do cor.ento
anno.-O secretary,
Celso Tertuliano Pensaades Qnintella.
0 Dr. Manowe Ciemetisso Ca -eiao da Cunha,
jaiz de direitc especiul do come,'cio'deti c-"
dade do Recife de Pwrnaawico, per Sua Ma-
gestade o lmperudo., a oq.cw' DeI.s gwarde,
vtc.
Faco saber" sos que o. presents edital vi-
rem, que por parte deo andido de Carvaiho
Neves. me foi dirigida a peti~Io do thee Be.
uinte : ,
uim. t ". Dr. jniz de direito especial do corn-
mer,'io. CIauuedo de CGrvallio Neveu, credo.
doe JoM Math.Pus de Oliveira witmaraes. de uaa
letra junta da quantia, ds4tS:0a ftiUssmo "
prescrever, quer in,,tOepS* a prs da pIrog


cr!pguo por meiotdo prutesto. pelo que requer
aV. Exc. digno-so mandar toavr-pdr terma(
dao protest. afim de ser inlttkdo e supplies-
ido por carla deedictos, visto estar mlB. au-ento
em luger ,ao.sabido. disman'lo se V. Usc. de
!ia.car di, e hora, pare o pp.ante juatiB-
car a ausenci. do msMao., sIup] o -edo
deterimoento.- el. .ti. 15 deo ago
de t179. 0 paNyrador. Jusilo RodnguMs 4$
Silveirn. Estavaob selto d.o4auiba do 200
rs.. na quaL dei b deikpbo flm ts
Dijr~ida.'tomoe-e pot .-ei j ,est e

gonli.TI~rde1IISCte O OiarrQef9( > l-

trbbaid ., ac e.pni4m dejb rl "
A[ tenpwd9uii qw ka ^|^
Ieto ~j.1eai .a:.+..c-


I





I




















TOCAWO L. K! ~
.... ... .^w ^ *- t~ ~^ S S a selfS ^ *, .* .*'* .^ ^ !i^ ^ ~ f ^ S ? ^ ..,f -,.r, ..,..._'.
.paltesn e recober o dividend quoe I to
i.+ ... c.ddo seldo w Idado a favor da oompa 1"i."edo
9 da damrdt a.n .Aa Mado JeBua,todesOas, riadeol ,' pared ir 'i.^"
;a bib. jum ta ahi Mt ativa tendo de job.di as uteis da 4WagOi noal M is4 da tar-ltuerpla2 tocando no$ A
"""MWawewri~ Wft* flW['W'1" W"" "rer~ "~mu 'iti umhH
r .... a .- ..,&s. ,o11 ..-U. .....o gpoilrtosdo sa l j t. ,g .


.ltwm. ,+ -.11 r' 0 .....^z ^ '^ ^ s3,^'^CRw
Sstrada ~.014 derr do U- cave V..^* %~?s r i"t'~t!-^" Me homva 8 h o vas 4a delct .eo I tardedotia ltpnm la '.doeo- k Alp -
p .f anto ImS -OQviewK 99,, fo tfediA M "r Aerffl e kas do su as p liA' os qpie s para keo se a. 4
aqella quo melbores vaotage is offmcor. *rs V6~Uagen e Fst Ot araaaasS i3OG Dara L1sb6a e,.4 15Ao ar t risa. 47 aat
prditorai~a 4. S ta Had iseoa. irdis do 09 ,O 7oi *W o aatarAotmORW as* d*ssi d
~.Ihn idomare do a8agA6 80it6s anhia. Rep.1do A S5'L % 43 L ara v vo f tam rW J vtZs 4
s es crlvi o, a "S Fancisco'oaq" ue e r. Ro a e de Janeiro. U
~6roRoriue d~oMo ~ sel-o96AN'vKa" .6;..MbA t ts, Sam'si.
______.. ...... ... nra ar as p17 poreqo ,partem d'aqui n mo@,i', .- .d- "S E .
As,.udrool ta irle noec.m Nnl-o ra ra ,no .dIa .tt n { avrei, ees ia '2 em 0U M...2o D0 G M N -o i ta2 s?? o
E ,rada -e f ,rro d Liu Vigo, Southampton e Antuorpia 54e.
... .. nOs ,~ so o i.a.. vo.ta t..m .u.r.n ..b. __
-':. A+..;--.- Toovi s ie&6dacldl+nl: nivralo~mtemorar no-dia .03 tilhette do Ida- e velf .tfrM Rai b+ "" .:."- i
L a25 do BcOarent'o o' anniversary do o an. o bout dtO o- il -4 ,OL-A1 OTe Gerdem ,Oo&. tre oountsiobWh z;es Para o pr t I dr ornz par on o art K p*a cor rroi e
Br s t.-p j k qof az l o &, a 8CibaWn oe'rco llegi.. do ma glsmo rio t parseos do osot 'S, 1' r-do s lid os onieiros par& kerosene,- P n P ul S
eRauW d or4msited ''r-quo*eamobflTaract.3 a.,omarew Nos pMsageuns do j&Vni patsa .u- rro.ra 0loI.0 tpap jard c' -im pets ama -d
A directoria detam .,pan ia, tende As #fbrWs .eioA'reteido d ta, na .7 phit i ealdinteno."&masqpt0 1 oOoNna, io o ir, no aa 0 a i,,I
446d u s mUicespm eI, r o. osae, 6 rus do Cau. .. n. ", mia de o uatu b p e stas" i t o llM tv i s, ,o O, aso orasd ni no vpt e o 1
14da a a auast rt m ao aitaI ats A .rcl 4 ltdS' d aro L t, 4400+i^A l, o- a5hro C da i anu, n c
vendidas no Brasil, es4A abrta no es- A note estars a bibliombecaexpota A con-.- AVIo" ESPEtG ga rra pats vA i AhoI. 3opoQrpe a opurentes ndo ftasto a acoipie"oit e
-cr orio dos abaixo assignados a .s crr, -Gremio do Professores Corno-rgam da e o il -o si e Pa ispr -o- BasHst, oa. $ detsa .e mauistt fIOa d to. Recie, 1i9 dl narobo .d iit^87 --.




ninTJ A H~~ifl (*A W A Tf1 n APT a exporsipor 4e Paris Rra o Brasil ^iam 6ftre 0*1 de1.4 mlhf00^ ^jj^
cripqo necessary para as pesoase qque smaires, :0-de maro de o 1879.* directeres d*oopm0nl;a dedeidiam inendar t,: 4u,fWO1)i8 d 0tlisftO'So '0. JosE Waris
quIzerem tonmr alg Mma ellas, d ur. o 0 seetan rioseros escali pelo porto de Cherbourg, es va nio.T 0 o aelatI5a _iI e gw je son-
v ior 6de t 02 cada uma. .". que devema-elvirde-Smtmpton d ia b imnto d oua p eltestese no arma-
As entada seo reisades no Now- D de ada mez, a .priscipiar corn o o dia-9d, deOzem acima rpars Olit bfuras.
London BraziH i Bank L mited..a doA .NllAvL.. ago fnnlo ATodCo;h, f d m a.
Paa oes er infbms m'.No d', 3 de abril protimo psasado vaie Em corseque "ia d -a qua A' I bO aSoo tos o LFrancisco PoI.-e
.. aoepsie id nf Aidealhes e mao' ta, publios, plo julzo do capMas aa cidadoe nos ports e Montevid6o v BreneO -Ayrea oa .. C F s, 6 m a
po.e. .s p+eide es dirgiem-se ac + oOlind, u e oaidamento do, tenr. uos do Ta, vapores procedentes ,doBrasil, a directoreJo n( P s aim
nosso escriporjo, que serao patisfeltoS, guaribe, pertenconte so patnimonio de N.S. l om.hiresq vesa nm d uturarn mB Ni 1 qop-
e onde poder1o verros pcospectos e for- do .R sario, Irrz ,de35W smarnaos, arrends- ioDarirom.&e core o Rio 4isrsa tn d-pauisri.-
miuas dos pedidos do aces. -menlo quiserfeo pcr eespooo de trees an- tal felt c drdeSothampthon no die 21o Rio .da _el__po I MB, dio o la
m senso":*.C., tited, Ond i deo ma ube, .rimet o vapor, so qu.al se ir o sat SatoA i-




0e~ er 5 d adminer~or ^ "r : A^^nas rmjoOgS.^'*paa dT
_____a__do i..moini". spuuiba.d daemcnnuho outeslapaien dsfei paoe an
4 a o o u o-AntosoFrancisco do, earos Leite. mefo*da dopcada rnez, tocando noe portos c isa'se de ttma perf y ^f'' Avi sec g6ar pitt fo adbD iq!e .t -
do.Cherbo.g, *.goee Lisboa. CONisa-sedeT Unir Mperf a qo
i qu rOsvaporses,+r :or in rtede oSouthamft mideira pt e asa de pouca f"l.0 p11 t ,
pton nos dia9e 0 e9U40de Cc& & l)wz. como dq .[ 0ado&




^ ^^^ T' ^l^d^^ 4-ho r.,7.,rmi estume, conpuamr a tamer eacala atb 0 aiUOda Ca condo roster
1%m o TMIDS oA NTIede htmaoefl eta'-so m eem- .**e*o -s
P It 24do cadt v~zv~meicla pernohlaak iomd. ,I. a c ,
CH 4 ,"* D 4At A t aparo .para "0 Goq aapprimk~tetd ser is-b a er d 1. ,o8 -orl -d
C.O Os vapores que sahem de Southaimpten f a sta gla ,croer qae ..etr i p
siE MPREZAOS GARS1 t oeinsrIMItaxA da S N 24D4De cada mezo, rtocarte em-Macei6 ra idvaWeOS p4r 4preceber dps,o A
O ,e r de O pars o sul'. Oas vaporaesm nrgreso parsu sua case wros pa rEllames Sea o ond aesat
PO a s t. -s-de e Riodo Janiro embdata de Io .mLe.ris
tambem tocarno no porto doeMacei6 no di4 systesa sa a, pa ,a
-Tera-feira v 5 d n argo *1* I etona __ s systems
*. /e a rues. a B :e p "
ande gaparUraaento bea ,qu caso d"e ta,' serdioawent^ z, musicso
p | et o t4g.9o ldo .p Im0pesto.to pibilada.:es fr e .. .aero" Ao. da p ia t q i
'Hionrao .co ;a prMsers -do rihm. r. Dr. N5p s nsWo; emruf a
8r quo Pvshlente l- doh ^ ^ ?CONSIGNATAIOS IF '" ,ii o, e prim as, qudr co 00lm +seo
DLpoi$ que la Aob essIra.waoreexeo a ra bs ddoo oa o .uod I
e. I G 0 0 ,oo
infl$1w ow typographia e na ,.fa
.: : :.:hmlbRua do K"1 A.,.., "" I<
" d A scene o important drwa es eALants, miatido d 4 b wi olR p or A, ;r.4-. 40 r4 ,:Entra"iPa : "1 '"-p A04 460"=' aVar n. 28, --n'dli
It' .'J r*lWU do Brasil: r las s uem ventdem immescrava deo22 annos, a Todo*sornpai ba d d" vai4 llie't1
++ + I + Il .; .f .. ;- -- ru Segae Ioppara qcea Oe t idI b '? o06 zer rso. sn euaae c
pores aQcaS Jowen' I ,wwopAs 01OF" ern corno
':"+ "' b Joen ......e# domestioos. -
L traase no tl t-+. 1a0.....
t--aaeno t.a Duque de Caxmias n. s77., i ,o N a unmca-so 6 .
4%81&W ,de. Navega~O+ a W .vistb um a de31-
Spo betr- eecutar6, elmla primeira vez ne ta cidade, noi i +lm aJo dp. !. .paraso+ ,Coea a mi dn vlu r escravo de 31 anuos'
2.0 pcte o in"wrote do l mor e baritone do opera SALV4TOR )SA, do .m rsrbra por hana, t doz ids&ature regular, cr preta, o qual au do alut :, gtro
uilem.ZAPO OISRS9, obrigado a saxophone e trombone, instrumitentagz do Sr..A'tNDIDO Macei6, Penedo, Ardacaf','snu serG vendido por pmqoemodico.. dia 0u do Watts, rar~se'laBstbr abet, A
Sao".w "e b .. bi ta'we feltari do CtII .oande ualqlsp
linhas. P9QI-'do.p0 6 tseuo .har1 t& 0 i 1ns Ol.nla e r bonds pars todas 0 va~ & i4 466MlS a-o ua. possoa poderi t urn' "rfeivo 5uce~leN
to"," l -,.": "e' tr. 1-,-' flA.,if t 'n. .... em.1Ann it k htA!, AV n h ti sb #a"t, .b .r o aria
U, Pei-r I2
'! TP A : .pis .....a4 ~ d i.~bn dOlrr seooqlod i n do fospapo .!+,p :ad do Po l
+bla:" t ~phdid Pe+P+i. dDine I~ dos pgado + + n." + oo:n ai l b"",-oUa ~ha*0."s4.d do Ps' ++ q. b
Pars- .". cago aa~s.di+4-,orn-regsos, -ii ,'d ai pegar cievr~o referim0, do fio Poe
-I~ ~j~ "2f*~o LVSK~I .-irQem dosAiador .1+a a41u Cblua..aecam do t
CO,,RP.+ .. ,+ +:. :+" + ". snento.ieber bsq o l~++ +r+-se~a A~,~~~ w~

ico quo ospus 4.rua BIA 6 felto. per es- ) '''~ A '_-, Ne Os d
e Ou~bN~.,, 'u1~ ,' ,, ma aitd U so d StZ .. ,.- z..,+ ,.e~ ,, .... na e prenoeira monaqusda eos.-q~ r b~it~t oi 0O~d A e tit I C n

--._ ...-.. .. .- -


Dht_do quEiil.+*'- : --psagu ... ...... nrto&6 ---W C~t e r '- ia .rua cleW i'henopio !
Rita usoe'!' surncorn
.. ..Q prf.....,L m 3ESSf l Ip L guI s8 besaadeento 'i.ores 7a tarde do dia d iihd,, :( **
mdam
Ruaa 0ab d I'm
"A eno( 11ndss dK- "ioNtbt "v e d i : m1i gd s| lle d "-,a 40- plomo.,oirtma e....!ea. .
Ose +..SBro"tm"a~~ .aotno :*? ; Rua da .+^ttn~ ... ... nthf ] .,. p" s ".:, "** -.;; "+ ,'-, c -- "e r ezin, .noqffars^^b.nira. uas m orn- ra>
'* ..^ Ajr ia '. .- *" -** ]J .D { c '. ,o ,. .: ..*/.^,* <.*- .T.....;:* .*. :[ *+: ". ;"'i .-^- tx + **+ -"/ '+*"1- *cu*,'*..m 'r.. bn cb mao~'lt+* f ht~ i 'ehfif^..nur~m m :i^mem+ "~m+e di*
.... .-,'.-, v-j^ a ~ iri Tji '-c fc i nt *.-'. ,-; Rt .- l ** :* '-.. ^; ^ *^ '.*,^ ^ nia ^ ^ o '&i ^ ot
....;...^U r^ i- ltl^^ :...... .. :_:- ++, + .... +^^ .... m ere S(Ateirlg O-.Orl +lami b4r.mocncreca :.efil O-
,,a-... I a : 4 .,J' .,". .-.,"V..tr ieesta lypo-l) D :. .u D
.el e;serp o g qar 'd.i.s 1tW 6 as 4d ta ,2 M P" A"- t
A Mverit'ldadobWhl.tess..,notosA :-S-.Ia s ,l,.UWJA W .p. .....A. -.... d .
44,69~4a gPw __IV_ __ _
aa ndi T d ucsosntsd ecawIosn 1
M1';.io ,,.+.s+. ,, .Or,6quan m+ u bnedtX oae lo def De3caixas.co qu. dio jtio de Feli. Jos da Silva. no dia 7doeW.
os, o ..ar. .... ...""as" e, Do 3 aixas-ga orad A ,l,.,nmnde, cssta-
CO.PANi1A f C A d OmN SIGATdAoan, mow ,aigual.d44at emmmada Ao
A )000MRW-!&'d."to" oWG` mgna1 ma c06m Alnoita, ~ oexm r
'+.ema+O.a,.s, wwar ,Wo de ., veaf .,. a;CS.r aUpNn-i p0 O ,' ies4 u4.. ..owboa, 4u 1n o .W.Ir ,
Aracatv e eat -, &i~tra4a o NrO A DO A Z MDO Rhdo.:oq;1.# NA &PRTA DO ARMAZEM DO'. g E ia, r al do& o p r P
A QA'c. ; aa a I&a 3l 4qq fw -spo0piwa aido e-o
S3pW2rocenlen2 6 de dom *ah e r ra!-. A1iel ii da
P*I~flH,aj,+li+i.[ ,' aV+i :.;....+..... nsado, anei ^ i Sioi oqm je. "ir- P. ""0; an. ,in. qu6r da extinct ,... do'- "" Ear.lio8 C..|

:lg "" ;S^>iam 2"., eucgmenda s 8" '"' WAS^"-- :": quao, tl-do ,NE., ,,. -
'aao, @044,.am mq4qij9 lo priero ander. r ar e tintsa u "o. o
P. ..;, ,B~t *- ^^ ^B ^'t. '^fra ft b. ., ,--Z,-- ,. .,.. .. ....'v' ...,itai ^^ .,. ,..:rwt f ^ f~i
drig09' a',CaO,~pmol
__ fes10.,__._ _b____..____.4____,__r_____A__,_.__. .&.ni
I,- q tiL
inIM E u. I 'll. ',,A..... .
", hpauss: ''NW *Uhs
1 "' "o b' "i q "- e. ga: a tentrna raa d- Iml/mladoM tf et ..'g
..,***WB4f-^^-""^ ^^ ^^^rU\Ly *-^ ^-.'. m *'S- y ^TA i ~A~' I" a '1 "";: *" *'"^'"TfffC "-tt^^^^B "l~ .X akor ,,; i-i ^ ^"&
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oilc. pr op.
.):;,.,,' :r :.:+ ,:'L~ .m .. :,. +.. 1_. ..'T 1 1 tr.bi ,-na_ ,a.do l' p.do r ,, .d rt im ,


to6aI eeesro r i{u 1iji MU a
) esorvo de Dome -se ., ooirmflti R
ae-rr 4e, bt4o 6arlene q reo qti i !vi atisleo
eb'WTI ,lift"=Od, mm 00e
ca ea t~oa~da lgodf, Wit a** VoFe
1d4Q da4'ahia. com t m remendo e 00-00a
Rao ;- dokAveeoravo eofateImas iltWM-se
r forro e dizer-98 retirqnte.' .Rio -
n-o rua do Pays-adu n. 3, anteo .em 6 pr
)ont pequena. .
Lphyiiatto dasfor

tnvento para acabar e eCnditia&a vender-so '"p pharmecafte
koel Alves ,Barbosa, am. do Mahierqtmte
iida a. 61i ,' "
JUGA SE,-
irnimeiro e egUnd O adresis e o pavitmbto
fto do predio a praa do Corpo Santo n.
: a tratar na ra do Goomercio n. 40, tr-
Iro andar,.oau noaidade de Olinda, rdaVite
te-de Janeh'.i __
pG 1A
COMMSIAIKE GENEIIS
NACIO0E.S rB ~E1ANCEIHL1S
ar, iruat4As terosdores 401tA
Paraengenh
Offerete-se utma entxura ermm todas as.infi-
agOes necesmarias Cara o ensino plmuie a
abos os sexos : quetn a pretender, dirij4e
rua do CommmWiQ-n. 41t eundQ anda4lpe-
tWrOO com asm-esaa rofessora.
SS+TIO ...
Aluga-se um comn boa casa de moraa, a
ttrtrde Betedr, e ftte Ws duas eealw-
mp6-'Grande 6 'Enwiftnlhada : 'a tratitza
a do Born Jesus n. 21.


fyput~ca
D IN, -MO.-+



On'Whtru.iitengag ^ ^

Arcinformarna lr ora rua' 'e

90 i trata-see pifpsr:in mB Vte,
ioa :Deqe.Di ai,"e Ua rua
kes ", Apollo, artm aim de farinldW.

bd'ecm 0sex0bp
16m de multosy i den lxo eI "v-
vidades existent rn lo .abb W
/NOVA s$"WQA~
rua Dmlque- de C 9s n. 63,.,*h-
+bar 'de che "pan'0 guintes
Luma is. e ellafi, .imlui'tafOe t
iantas ditoB.pitfltofl~para lUtoyf-
,os coWrava e outi';llodelos^-ll

icwos,.boff ^le.m.',; _pra e-ffts ,uf


ihas corn cabo' :' dBierI~i


< .jttra e a GOiuisaf-


A Nvw spEpaaeapi. rua Duque de
sas 4 63, teabd te etoftlt4 u-
s especies :para abfir cpass e yen-
-as por cwoodo pr.oo. >
Parai ba s""adss
Ghap5o~inhos9de setim, pti .'e
to, ,meias 4i se"a 0 fIo"' Vo. ,
&o vende-.e na Nova p
ique de Caiias.a.fi'
Aoaquoe g""taz~pm
R^$,' iga~os :.e cyatriMo ^'l
alidade, vtipde.-se ^,N aE~pcr.
'ua Duque de. ,axia,., 63.
B6a pXaa dR *
4 ..e e p14-et8-.e, pr.it ,

"Ai .in...Noni "'"

a..0 lwgLWi ,.nAaitio.: ^pm=eia
t eAlariuaVprimotmr bpo, ,a*


voga no civel. .-.;
da:n'' ;





































msarea esemln m !+ml.muiAummm-
olna emsiabetecida mestw eidade, ondeo.i.faui-
lidao sa podTqxamioar o product da i ta
emprelda,, o qPe nio acontweeria so eu man-
dasse aser aqueltb trabalho no estrangeiro,
onde poderlamn suibstituir o inoffensivo uruWO,
porAetra coapowigo veneaosa. Reoaife, 6 de
maa, deal87.
Jos6. AntooD Bumingues de Figueiredo.

Coinxua ugda.
a .cmava Defina, negra, idade 45
annosm, pouco mai ou meios, estatura
e ompo regular, cabellos pretos, na-
riz dhato O as ventas grandes e dilata-
das, fhlta de denies na frente, quando
anda cambalea, olha muito para o
chAo. e co, especialidade quando falla
e pronuDcia as palavras em voz baixa af.
fectando humildade; foi escrava do Sr.
H. Leger em S. Loureango da Matta:
uemi a apprehender queira leval-a
arua do Marquez do Olinda, n. 59,
2% andar, que ser. recormpensado.
SDit# escrava custuma
inculcar-se deforra e alu-
gar-se para awa.



Suteesso hinallivel tl

QUIE TODOS EMS POSSUIR I!
Cura rapid da mordura de cobra
e do cao damnado, por meio 4a. Ndra
Mexcana, pr"paracfo.I. Dr. 0. Vh6aon.


Pedes. a re al^o UJm" be mi-
rador na Tore, que v pyro que pro.
metteOu cqo r a8 5 pe J a^ ___
MPreveno -
Pelo present previne-se a, quem interes-
sat possa, que a cosa tmprrea n. 68 darua do
Cpitao -Llua. deigada pelo falled4o Domin-
go* Alve da, Qsta, es. ,sujeila a m rn .deltIo
p ygiad paa o a'ixo assignado, e qie
nio+ car desemba.a V o sean o repectivo
.paaiaifto dBime btobK. .
Repife, de marco edo8790


a oa tre.roa 4 m travoeos. de Freital, as-
tiga dp. Tcii0e,. otAr, on undos, rI a #ua.
Aul, 8s 1os6, por1 1, tendo 2 iUars4 2
ses, cozinha, em borm s oto, int' l n .p-ra-
do e cacimba; a deo ., cor10m meOobom4 om-I
m e lo&, o48004;a a 4 0- 34 noaw pe-
nq m tmay'w4 aa w LAW
agr; uma Rtatr4 a ru, deo lmno,
anfi& doDUn4 r, na Boa-Vista, .o p6 do
hlpiti mi WilEp" 10f -na rua da Sen -


VOIgdB a#Sr 4 0ue o Ge-r dani ba, es..
criqft ml do trw l q4a i|cj9_ ob~aqio de
por retreita d9Resriq a3, atr-
m m do *eira cdava1 a n'ocio,
Superes eharutos
dp Hvana
No armazentl 'k. Burle & C., A rua do
M inds! .o ebelbl- r.T; 1ust a d.. ...I.o-'
ORMA. 7

+4'ttteK wtiift t "dflda 4(0- :opo r ~ofl-
mwrial


Enfetles pretos
&IAGNOLIA recehetu pelo ultimo
vapor grande sortimento d0 traenjas,
t oa bico.comvidrilaos, e vende
m itobarato: A rua do Qaeimado
t. 45, defronte da pracinha da Ipde-
.pendencia.
V~ idf0s grande sito e -
gOho-da 6S em Bebe:
S a e'tender- e- naqueole
n .Inirr.


Assuear erystaIk-
sad pulverisado, em
saceos de 75 kilos: ven-
derse, A rua dAo BomJe-
sus n. 12, escriptorio.
Veade-se a casa sita A rua do Forte n. 12,
em -. Jos6. chlo proprio : a tratar no largo do
Terso n. 34.
Leis erituaes
ultima, edtigAo : a vend&, na deAegWia do Gr..
Or.. U." ;doBrait.
Somnijte nou ta 0
Alsacianas par% vestides, gastos mao
demrnos, a 360 rs. o covado.
Peplines, tocdo froQuxo, imrita de
qaawmir a 50Grs. o 0ovad0,
Jlaiaiea& lisas pa& vokWW )oe0 sM
mWais mwodgH m, a 500 r* o eavado.
Goihas pawa woa.w, ita-o de seda,
P 04 n-.
VWos para chapdos de Sw, coIn
9al 3pre tos pai d,um Prpr-
sdfl +etdurado. ad Q
batistes mi iw aaR, crsm, a200
,s o0 covdo; c ic
Na rua do rapow an. 20
___ALMEIDA L A AMPOS
B th a -aeza
Vianna Cbriutiani- # C., aqbWm da
abrir uma ontre hja p-bar.o do Re--
Oife A rua do MarquaqdO imdODa n. 1
onde seus numerosos fropezes ami.-
gos' e o respeitevel publioe emoatrarfo
qim espleadido sortimento de calfdosj
*Sanpros, rooeqidqs AirqCtaMeqW
os pricipa. iaou es dA _i ,
lnglatetra q AMemaIm, quQ vendeo a
Sisomwto Wkds a ret*o 10,I
;reRoO d( q e oetjak qaiqjIor p te.


r. COzLpO&G.
ovde id rt ta n. 17
4mai o dcttouro.
>"Av8 OfiM~bluo. ,or
Tabo s e'p Ah d" Atorrq .
aboas de ThoN, rig o.

10ase rrote'.
.:.^ l^:A ~ E. *.^~~g^i i,.;1; ^^ .


ourgmui o4 Qm i ucw ip+ u- .a, oM jy
o covedo. .
GC tones.modernos, de 3 a 500 reis
IHem. .
Alpacas dec6Aes,8 lizas e com Ustras,
56Qr~is, "
SFazondas pretas ape, It a 400 e W .
Meias para senhoras,- a. I 0 o 1 a
duzia
Cortina4os bordados, a .100.
21-Rua Prbmna^ew cydp





i No real saI#ot d cabUWeii,#o rua do Mar-
quez de OUnda n a21, prime"o' audar, veride-se
o ajluga-se obras Of cabello& naturaes e topdas
Ieitas-na wode, assim como se reform qual-
qoer obca a gosto do donor. Tamlboa se fazem
I neisaduqMtaf caop1eui mou, bxite. Tudo lsto
is barat do ;que, am oqtr. ,a
Tmtura chineza
Para tornar os caabellos apidamente
S pretos, se9 offender a cutis .
PREPARADA FOB
A, R. Rwalho
tua do Mamquez doe OUad n, 1i, pri-
Esta preparaeio spulo beoM emprqgada nos
qabellos, deixa de. 15 a 2I dias sPerm mudar de
'6r. Eia torna-se mer pars este por
Wr feitWeAop6rd. 1ovopeBlmo cum: von.
4e-se. OW uAs, 4 raM n Oln* 0., iTM lo
de miudezas ; rua, Irio B dftt;ria n.
qasa deo Soare Lei Lp Irms ldea
q on jside 9W

Beme& awDp

0 grande rerl Mo smnaleo
$tulao parea n ees;0wnd- i*+ "ot ^
CtV do Mazoel Ahfo &ib DOW ; A.
paars. B086WMI-.S
Agentes HEniy Fontqr 4 C.
RUA ODCOMMSpCIM) N, 8.
SVeada a arred-a-

'ted9 ou .afref-o. uap ,N(i eQI (
de viveoda, various arvoredos fructiferos e q"
Oxtpnua camping, q.ue serve mui'to beow paa
frisvo e p1*a ta!&ao, no lkgr da estrada nova"
< lo Gaxango, fvepusm6 de A1ogad.: que, o

.iendo infprmar-se, "1 a so aF14snaisco
in) Pon" 'grg^na aladega.
Vesde-se um excefene sitReo'd naBoa-Via-
e: a trataw na vua'do BkW d Vietorin m'-


mower 4 BOteW, coqw mesa A I a
$.poqidos, de 40 aalQO,
S~owoeas v4tirdadrs,de 4Qia 10^
S iWDon do pedal e mesa,do455 a
Uim4i04ldoe de nmodeflos que s4
*ow a vista da. comprador.
Expre~sos de 1 eaizretal, da14#ajaO5.
STern urma quantidade de machioa de
oigmagao, de pedal de diversos au-
tors, por muito i, ,pjecO, des43 S&
a 406 nOA. baraAoe
V. endem taibem muitosartigosawne-
ricanos.
0 boilho irwMparovel para calgado.
sem dauvi6a o melhor artigo, o que
mais conserve o couro e que menos tra-
balbo dAa o4btex-se o lustre .em ser
precise escovas.
Parfuaiarias de primeira ordem, Ii-
,bas especiaes para kachinas, retro e
outros Atigos de miudezas.
RefOrma-se oi concerta-se qualquer
machina, tndo todQ oa material precise
para ismQ.
Rua do, Barko da Victoria n. 30.
3SOARESLEITE IRMAOS
FAZiNDASWO-PERNAS
: NA
Fracgata- Amazonas
aRua do Duque de Ca*ja9 a. 47.
SAlopaca lisas, de cesea moxernas, a
W r5. 0 Q~vafl4^.
+e+ 4 lijos e de yraps IioB a a 604
rs._o ?ova4o.
! Cw goraoe de l4 im~ag cr,. a 00.
Ropl. eB 6 pe$I% 40rs.
Scovado.
A=e

4 o~r6W q. p~toa~,~2



,&..la to aS8W o

;L nr. 14 Cw qyi d
* Dito dito bordado a 1000 o ovAd..
SMaripsas lrancaq e do c6rmei ar-
iaas'ado) rs.o ova56r.o aISM
Gp'Nus e pu a 6 a 2 e


to;0 caras, t*o e 30 rs,
o p, sitpetrleg s, lindos padr6ea
S r 0 covadp ...
'Siii bordad, a 1,49"e 8 o100o,
C ,4os. toiati e in carimoe arrest1
eanta a4 ros o co r. 0ovado.
:x- ME,^ !1, ft... A.ft
114kn prets mlita fias, a
!~LU 0CQ 0.
I~ ~~l BbTa a prta Nk it fn. a,
laf reta pffrna e tf 906 re. 4e oao.


Toucas .s sapatinhos de setim bovda-
los parma baptiado.
Vf nardise para trabalto de crochet.
1 reparos para fl6res.
Espeln-s de todos os tamanhos.
Coques modernos.
Perfumarias dos melbores fabricmn-
tee.
I Collarinhos e punhos. lisos e borda-
dos para senhora.
Ditos para home.
Gravatas para senhora, o que ha de
mais meo&erno.
Ventarolas de palha.
Leques chinezes, a 500 rs.
Ditos de madeira e setim, a 25000.
Port-caudas de vestidos.
Cintps, o que ha de mais modbrno
para senhoras e meninos.
Baleias para vestido e outros muitos
artigos que se vende por preqos muite
resumidos.
ROSA DOS ALPFS
Rua do Bargo da Victoria n. 32
Hichas f-hariburguezas
Venc .e na rua do Marquez de Olinda n.
21, prim,. andar. So muito barais e deo
boa qualid. .
BEA VIETBI

Este estabeecimeento de Ui idezas,
quiquitbari'as e perfumaris, acaba de
receber da Europa, pelo ultimo vapor,
Uma infinidade de. artigos de phant-
psia e eeodd e ditos para presontes. o
que vende pr preq9os bratssl sn, e
por isso convida as Exras. f% e
ao public a viial-.o e qumprarme o se-
(^ui te':- -' i '':.*1
SFitas de gorgorilo, do sarja, e deo
$rell u .o de todas as core* elarguvus.
Franjas e bicoq de s e dtts iretas
come sem vidrilbo
Bicos de algoddo, gosto inteiramente
povidade, sendoP Fertous, Russeo Tir-
phon, Bretonn. e Valencienne. -
Agulba, paea meohinas, de oeiturn,
t6e diversos fabdicantes.
BotOes de madreperela, de seda, de
velhm4o e de phantasia par a enfeite d
vestidos.
Babades 8 entpemeis bordades.
Seda roia, subaxe, e torgal do soda
elfs de muilas c6res pare bodrda.
Fl6res lindissimas pr. enfeitar cb-
pos e vestidos de c6re e pretas e
aem do etpw os muitobjecto rece-,
beu tambem o ver4adeird p6 Vefutiwe
e Candar das coms, Raeke, brane.
rMIN,. Iaio qae) M a p-ope, O.Wo
s;,faces a'lz jBvaz ir
Nq Bazar Victba
28. lJk DQBO It A VIATiA .


1


Ditas para banhb. 23i000 a duzia.
CAMISAS poma homens, 'Competol
,Wortirento, a

MAIN IOVIDAOU
Madapoloes francezms,muito fioo aW
31 a pega corn 12 jardas ; e prefer.*
ao esguiao.
Cambraia trans arente, a b5 apea
corn .10 jardas.
Pannos flnos, pretes, a 2m500 co-
vado !
Casemiras de todas as qualidades,
precos razoaveis.
SDitas de algod*&o, 2 larguras, 1600
o covado Cortes a 35 !
SBrins pardbs superiores, a 400 rs. a
covado.
Dito branco exposi5o, a 1-500 a vaa.
Bramante de algodao, corn 10 pains
de largura, 18500 idem
C lchbas grande de ganga, forradash 1
3S0t0! i
SDitas francezas, corn frqnjas,-a 3 02(1
Damos. amostras de todas ans fbZndat
e mande-se em casa das Exmas. -re,
S6nente o 69,&tua Duque de CNx-
loja de Carneiro da Cunha & C.

Ainda teemo
0. BARAT EIRO, rua 1. 10,
1,-recebeu grand sortUmento de |:,
sendas de lA, linio e algodao, e o \
qeira dispor d411 coa prestza,
rosolvi4o a fazer grave re4 duWi,"A.
seou#, pregps para oS qua 9haq ,
tongco 4os seu* frguezea. ea e j
LPACAS lisas, eores, para vest09
lazenda auperwir, o ,500 r6is,
J)0 A 0e gortgrqs preto" faW a




OP N'JLINES,, qp4to tizmet4r
ptETONES, teAn um a f 'dad,
e46 pets e o ptoq. pare ',

480r qnrs.
xi^dae eA 4ots paa W; Wa
ERQypCOS Dil~ (B I4|N -
?e4a paL V.cstifl, por ^ a^
FUSTOES J0 0tqe4 1
de 500 a 900 rs.
NANSUBC, que liidos gostos, cOres -
asi d 60 a 4 40 "
IARIPOSAS lb cas e de o6res, s-
r o. ^04q-e 40- re.
"MASES de c6Ores, de 200 e 8 R

ENTRE-M0POS e tiras bordadpse -
MERINO', alpaca, l. catu,
pretas, ftzemndas plopriaR p
pre pCHITAS, de 24*.a 9Sre. 'ces fi*W
pflgstos novidaa.t r.
C RETONES pa-acoberta, 4. 7" A
SCOLLARINHOSi6.4uaose 4. liah%,-
para seahoia, dst2OOe5t0SMi.
C&MORAIA Victoria, tGWqHrbftWmb,
fazenda de 70, por 300 e 4E500
pecaI
G-AM~ANAPefdofrfb. 43 81I
e7$5adi-s+:-o : +
* BRETAN fIE h0, corn 24 varas,
a 225 e 246 a peca 1
ESGUIAO de linho de 165, 20 e 241
a OALHADO adamascada, de linho
e algodao, a 15 500 t$2O a vara. '
BRAMANTE h3tlIinho, corn 10 pal-
tnos, a 2a0 a vR
Dito de algodao a 14200 e 1500.
LE.O BkBsad9|kos, de..
400, t0,^3r000,-' 45 e 75000.
" Di1osdra bordada, a
t14#Sa duzia. 'X .i''^ "
SCERQ#^AA# thio et~god&o.
TOALI4P3 op|e ac dasde
I A5O0, 5450t1 eWO a duzia.






































Contest ao nobre deputado pela Ba-
hia que o nobre ex-ministro da wari-
nha di.sese que na -reduc9Ao..Q .s-
soal da arrnadafdsswtiii- 0. ;'.
tidiano aos operarios. Oquo eie e e i-
tende, comen b oralo,', 6 que a diminui
gao aconselhada s6mente desaproveita
ao servigo public, -e no aos indivi-
duos.
Q nobre deputado fez outra censura
aa nobre ex-ministro da marinha, so-
bre a idda proposta de permittir que
os soldados do batalhdo naval se occu-
pemr de misteres alheios A sua profis-
sap; mas S. Exc. nao tern razio, por-
que os proprios Estados-Unidos nos
dio o exenemplo de se empregar esses
soldados como foguistas e caryoeiros a
bordo de seus navies de guerra, sem
que isto importe quebra de discipline.
Combatidas estas censuras do nobre
relator da commissao de marinha e
guerra, occupa-se corn a sustentagdo
dos additives que a cormnissdo de ma-
rinha e guerra oflereceu ao project
em discussao, dando assim resposta ao
nobre deputado pela Bahia, quehon-
tem fallout cominbatendo esses additives.
Entra em urna coniversa a este res-
peito cornm o nobre deputado: S. Exc.
disse, referindo-se ao additive que
reduz o numero dos officials do qua-
dro e o numero das pragas, que
essa reducgo nao traria economic irnm-
mediata, nerm assentava nas praticas
estrangeiras, e querendo sustentar esta
opiniao, disse que tirava as provas do
proprio mappa, offerecido a comrmissdo
de marinha e guerra pelo orador. Mas
o nobre deputado nao reflectio quo esse
mappa nMo se refere a existencia dos
postos, mas ao numero dos officiaes.
Comparando o.seu quadro complete
corn o quadro effectivo,'actual, mostra
uma economic de centenas de contos a
favor dos cofr's publicos;O'e seno traz
diflerenga em relapso ao soldo, a eco
nomia verifica-se em relaao As gratifi-
cadoes. A tabella que offerece para a
reform dos officials d a mesma que
esta vigorando; o que compete ao go-
verno 6 mandar inspeccionar a capaci-
dade physical desses officials. Agora,
so a camera. julga que a media no
complete, dA que nao fez-mais do que
seguir as ids doSr. ministry da fazen-
da, quando em opposioo.
P Sr. Ministro da Fazenda declara
que pensa ainda como pensava entio.-
0 Sr. Costa Azevedo diz que nesse
caso o quadro que offleroc realisa im-
Smoiata economic -para os cofres pu=
blicos.
.3P a a fazer consideracges sobre
eme qudro no que entende corn os in
tereaes da classes da armada, das quaes
oncee quo elle em nada fore. os into-
resses dessa classes, interesses que, esta
certo, o governor ha .de garantir.
Quahto extino(go dos districts sa-
vaes, desejava saber se.,o nobre minis-
tro da marinha nMo pretend former al.
guma divisao naval.
O'Sr. Ministry da Marinha diz- que
pretende desarmar os navios impresta-

o Sr. osts Aheved0 observaque S.

FOLUBTiM



?OR
_. ff


ENRIQUE PEREZ ESCRICF
vuue iii


LIVRO Wi
NOTE A TANTIA
[Continuacao do n. 67]
il i

0 CURAD'JLSKA
DejxQW ,Clotlde abrindo, cgopx-
oM ,l, q mtac,.-o .-4.
0.Ino, eovamos encontrar D*i0o
pa e q deiaoizai idsk
* e^ qnandoBpa.ndo4do "u
tector, se dispunha a a' "

"Sees ---


mRaes unIto co.mpet.nt0 os
qu o6 falocido Vis ""Ma
e o Sr. conMelheiro d e eama
re, qu0we a!jpoI a reduc9ao
do posts, CoB est. io artigo.
Sustenta o .altivo detaado do pro-
jecto, subre beneficio' *%ozaui nas
icenQas Q..liaes do pir'cito ser ex-
tensilo aos marinha. ,
Referinko-Ase ao que disseo Sr. Mello
e AIvim sobre os favors concedidos as
pi aas do exercito pela lei de 1874, isto
6, urn lote de terras e urn premio de.
1:0008, o orador offerece. urn additivdl
no sentido de dar aos marinheirosas
inesmas vantagens, e entende que as-
sirm como aquella disposigo esta em
lei. de fixsago de forga de terra, tarn-
bOOP5 ir igual. na fixaao de forpa
,. .. :"* .... .
Iste additive nao traz grande aug-
mento de despeza, porquanto a cons-
cripgao de 1874 nao tern fornecido pra-
gas ai marinha ; os imperiaes marinhei-
ros'procedem das companhias de apren-
dizes, nao podem perceber, essas vanta-
gens.
Corrobora a opiniao do Sr. ex- minis-
tro da marinha sobre o facto de se con-
siderarem baterias fluctuantes os dous
monitors da armada, e sustenta que
os officials nelles embarcados devem
recebur integralmente os seus venci-
mentos, combatendo a diminuigao das
suas guarnigoes se nao se quizer per-
der milhares .deA contos que custaram
essas eml)arcaoOes.
0 Sr. Andrade Pinto :-0 nobre mi-
nistro ha de reconhecer o mal, qftando
ja nao puder remedial-o.
0 Sr. Costa Azovedo assegura, como
profissional,,qde nerm 200 hoalens sdo
suflicientes para a guarnigco dos moni-
tores, quanto mais 65; nao e corn aquel-
la guarnicao que haverA excess de
despeza: aoncontrario, s6 corn ella o
nobre ministry, sahindo do governor da-
qui ha dous annos, poderai deixar aquel-
las duas machines de guerra ao servigo
da marinha brasileira.
Quanto ao additive offerecido ao or-
gamento sobre os corpos de fazenda e
safide, julga .que era mais proprio que
acomnpanbhassem o additive relative ao
novequadro da armada.
Em resposta ao Sr. Mello e Alvim,
sobre a escola de marina e o collegio
naval, diz que em these foicontrario a
esta ultima instituicao, m4's agora que
ella exists, e se se der a junucgao pergun-
tao que .' fara do essoal que sobrar e
que ja tern direitos adquiridos, e que
economic vira dessa junceao, que
sera perigosi pela different das iddas,
reclamando maior vigilancia e por isso
maiur despeza.
Quanto A autorisacao para se ven-
der navios do madeira, julga-a desne-
cessaria, porque ha lei que s6 prohibe
a venda dos encouracados.
Declara dar o seu voto A emenda que
augmenta mais 500 aprendizes man-
nheirps.
Nao vota pela diminuiao do corp6
de imperiaes marinheiros, pelas razoes
apresentadas hontem pelo Sr. ex-mi'-
nistro da marinha.
0 Sr...Ministro da Marinhi declara
que tanto deseia attender Ias razoes
apresentada. peto nobre deputado, que
desist dessa diminuicao.
0 Sr. Costa Azevedo conclue agrade.
cendo ao nobre ministry, em nome da
corporacao da marinha, o manifestar-se
pela conservacao do.pessoal daquelle
corpo quo Ihe legaram seus adversaries,
dando assim prova de que, tho beni
como elles, conhece ate ondo devem ir


os sacrificios do estado para master a
paz interior e exterior, como convom a
este grande paiz.
Vem i mesa d lido e apoiado para ter

nho que rodeava a ermida e a casa do
presbytero. Prendeu o cavallo ao tron-
cod'uma tilia; e puxou a corda da si-
neta.
Em breve, appareceu no jardim um
rapazito dos seus doze annos. 0 rapa-
zito, que tambem qervia de sacrist&o.
acercou-se da grade, e como nao' Ihe
era desconhecido o sujeito que chamh-
va, abrio confiadamente.
Daniel entendeu que era inutil diri-
gir-lhe a palavra,. porque o rapaz era
erz e de certo nao o comprehen-
deria. : Camihou, pois, pela alamr
de.| 'qqe ia feroinar no pntb
.i. ..ni al na nooesta casa OM -
ol p estiva lendo o son e-


'tes, Sr. visconde-.-dispe
i rdote, quo eram o idiomia
br ppoderia entenderi-sej



rer o.altar
qoi4e.a'Vie e-r i-ude



i irppo o -

It's Id-
rI


numero i, polo que.o Sr, ide
te maauda erachariA4d Vt
verica- tre-se as'etlenathbiid
putados. A vota" 4 projeto i
adiada para a Ja sessao.
Continue a 2 < 'do oran
mento da despeza do mi. b da ma-
rinha corm as nass, -nadis .
0
serva que se as-palai 'das na
sessao anterior polo n0 1depead
pelo Amazonas. mer |i o conceit
de qu d'ign9 S. E 4.oder-se-iade
preerencia dizer que mar i' s e
enlum, todas as cassest 'a' i
deve enlutar, porqu ii
a situacao fin

C sse gemt if que a
situagao financeira do imperio chegasse
ao estado que todos deplhram. Al.m
do encarecimento de tudo, a tendencia
para imitar e aeompanhar aj'naqoes
modernas, quer no exercito e na mari-
nha,.quer nas grandes obras publicas,
contribuiram para isso, tanto quanto o
regimen orcamentario.
Entre as causes locaes qae explicam
a actual situago financeira, assignala
o orador o abandon da camera na fis-
ealisagao dos direitos publicos, o vwoto
e prorogagdo da lei do orgamento em
mais de urn .exericiio, e o abuso inqua-
lificavel dos credits supplementares e
extraordinarios.

.0 partido liberal inscreveu em sua
bandeira.o restabelecimento da finan-
gas do imperio, o equilibrio da receita
corn a despeza, a verdade dos orgamen-
tos. Para isso, pordm, 6 necessario
uma reform quasi radical nos services
orcamentarios; 6 necessario que as
verbas sejam votadas no orcamento sem
o pensamento de as exceder depois. E'
precise que os orgamentos sejam-vota-
dos para teroem applicagdo immediate,
e que nenhuma despeza, salvo o caso
de salvacao public, possa ser decreta-
da pelo poder.executivo, pois raras sao
as despezas que nao possam esperar a
autonrisago. legislative. E' precise sin-
da que seja fiscalis-ada a despeza effec-
tuadi, para que na-se repitao facto
estupendo de term sido despendidos
em oito annos 130.000:0005 perm auto-
risagao do podes legislative, e serm que
este ate' hoje os tivesse approvado.
0 contribminte ignora ainda como foi
despendida*Q elevada quantia.
Tudo iO'm 4o parti ibral de
realisar e 4ti- no pe6ibahlnttr .S.Ro
verno, queO ji se entendeu om a corn-
missao do pame g Ijapre ta
medidas, afi.m -deo ie ua' _ee.
sidades sejam provides e a fisealisaCo
do parlamento torne-se uma realidade.
At6 que isso se realise, tern o parti-
do de supporter as consequencias dos
erros dos qua o precederam no gover-
no, tern de satisfazer grades compro-
misssos. .
0 nobre ex-ministro da fazenda apre-
sentou na sua proposta nm deficit ordi-
nario de 21.000:0005, alem do deficit
extraordinario dos creditos especiaos ua
importancia de 23 000:0009. A camara
tern de se occupar, especialmente, do
deficit ordinaiio, porque delle dependo-
ira o nosso credit e os recursos de que
poderemos carecer mais tarde.
Dove se estudar o estado em quo se
acham as verbal do orcamento -em re-
lacao aos recuwsos, em relac[o as eco-
eomias que se tern feito, ate boje, e as
que a co Mnissao tern de prop6r, para
se saber corn aue elements n6de con-


tar a commissAo para proper A camara
novos impostos. -E
No oramenito do imperio so econoe
misou a quantia de 600:0001; no de
estrangeiros 200:000; no da marinha
soe podei reduzir 1,200:0001; n6 da...

mo jA disse, todos confiamos que o ge-
neral nMo resistira a viver tries dias sem
sua filha. ,.
-Cdin quanto a minha habita*lo
seja demasiado modest paareceber. a
filhad'uqh algo hesp, ol, terei mui-
ta bonra hospedal-.lguns dias;
nesse espaco de tepo4p viver na
ermida, corn ecob, o men sacrist0-1
porque nao tenho senao osie IJa pars
lhes cqder. ,; .
Em ve&dade, nada tinha .j..xuosa
a ajpmd9baiQ;a,-mo-
dobas do[
C u


y y6^f8hilvaI^to-ee, e correondo|

eo-
U,_a' ova.-.t .. .... -

n&; nbo ourL
Ea dos mes srr-
de servir a mema .0,
dias que so d lb' lU
a diligencia par- weo
4ue, nap so jlopgR.O a-M0
modo.'. .
-~Aa).lOO~. -a


OrOnto para serom suppnidas por-tf-
prestimos bu impostos. Mas nao sao
16.000:0005 s6mente, porque os. em-
prestimos ja contrahidos, as 40.000
apolices, os bilhetes do thesouro e os
eminprestimos necessarios para supprir
as despezas ftraordinarias, na impor-
tancia de 23.000.0000, acereseeri.. ... -
4:000:000# polo menos, nos encargos-
certos.
Nao e, portanto, muito reduzir-se
5-000:0001 nF orpamento, quando se
tern de pedir ao contribuinte, por im-
postos ou por emprestimos, ........
20.000:0005 ou 21.000:0000.
0 orador. imformarA a caamara quaes
sao os meios de que atW hoje se tern soc-
corrido a commissao para supprir parte
deoe encargo. A commissao do orpa-
menQ tern trabalhado corn todo o es-
forgo, encontrando no nobre ministry
da fazenda a maior solicitude em auxi-
lial-ana proposta de novos impostos
em somma sufficient para supprir par-
te do deficit. Seria um grande erre
langarem-se actualmente impostos na
importancia total de 20.000:0005, por-
que ou mnatar-se-hiam muitas das fon-
tes de producgao, ou provocar-se-hia
a revolugdo- .or
A commissao'a.o podera propor im-
postos que excedam a 10.000:0005. A
maior part das taxas lembradas estdo
sendo estudadas. Assim, por maiores
que sejam os esforCos da commissao e
do governor, 6 inipossivel equibrar a
receita corn a despeza no proximo exer-
mjai financeiro.
isso um grande mal, por uijado,
porque, se tivessemos de supprir o de-
fcit com erntiros, custaiam elles
Owurcacmij eos, dee quie nao offe-
ieiams o garantia, um orcamento

SSe o decit 6 desastroso para as nos-
AM fiance, tej. -.s resuaridado as
*Wanes fates d roduc0ao, poupan-
do-as ao imposto, deixa-se ao paiz re-
cnrsos bastantes para a sua prosperi-
dade -e para o seu "progresso, afir deo
quei-no segundo ou terceiro exercicio
se possa fielmente obter o equilibrio
da receita corn a despeza, tanto no or-
camento ordinarno como no extraordi-
nario.
Se se tern de apresentar o orgamento
corn um deficit de o10,0000:0000 nao 6
imuito que se procure economisar no
orgamento da marinha 1,200:000,.
0 orador quizera qdu se pudessem
realisar maiores economies; mas as-
s.m nao o entende o actual ministro
da marina que estA bern informado
das neeessaiddes de sua -reparticlo, e
nelle confiando a commission, deu o pa-
recer que esta sobre a mesa.
SAcredita que nao ha possibilidado
de novos cortes sem desorganisagio dos
services, mas, se essa possibilidade for
demonstrada, a'commissao os apresen-
tara na 3. discussion.
Passa a occupar-se corn as autorisa-
.6es para reforinas propostas pelo no-
bre deputado pelo Amazonas nos additi-
ves que apreentou. 0 nobre ministro

padre: guarded esse dinheiro e distri-
bua-o pelos pobres, em nome do condo
daF6. "
Isso 6' different. Pobros nao al-
tarn, seja aonde for, e 6 dever, d'um
cura d'almas velar porch eles.
Agora, so me da licenca, retiro-
me; Clotilde espera-me A meia nroite,
9 resa hera nao deve oatar long. Vi-
remos d'aqui a'pouco receber a santa.
'bencao.
Estarat tudo preparado.
Daniel beijou a mao do sacerdote e
sahib.


o(eam d'altis Uirou do. armarig
m. a diik de ias e chamou Jaiob,..
Pe estas wlas nos castigaes do
altar-4ise-lhe elle---e espera-me na
efteiu; mas v6 !i se adormeaces. Te-
eix jta .noite um noivado. Vai corn
Bw. '


Apenas sabio o rapasito, o padre agi-
t toma campainha e immefatamente
se, apiesen0tu uma mulher que teria
ci.oe ta annos.
Ohbe, Sra. Fracisca-,-disse o re-
.igir o-nlAo deixe apagar o lume, por-
'temos eatsta nole urn hospede, e
*4hu &os6site trmar algum. aimnto.
,as Ol h;es da minha cama ar-
Wdwo &.sh6#:`jW poer; que o
e&.a vontade. poseata supprir
corm que Deus w favors-

-A -six.Waocisca fit um p sto dp
a.s 'hio dagala seow dir

Mom o oo


A disposigAo da lei 6 facultativa, o no-
bre minisiro podia proceder como pro-
cedeu.
Tratando das c*ipitanias dos- portos,
entende o oradbr'que p6dem ser sup-
primidas sem prej-uiso do serving pu.
blico, e justifica a sua opiniao em tre-
chos do relatorio do nobre ex-ministro
.da marinha. As'capitanias de portos
nem sequer prestam os soccorros ma-
ritimos por falta de materials; e a com-
missAo passou esses socoorros para" a
praticagernm das barras. Aconservag.p
dos portos pertence hoje ao ministerio
da agriculture, e outras attribui6es que
restam as capitanias, podem ser exer-
cidas pelas inspectorias dos arsenals.
Quanto a iontadoria a commisslo nao
podia fazer mais do que fez depois de
euvir a opiniAb do nobre ministry. As
reduegces referem-se a empregados
que nao frequentam a repartigdo, a pra-
ticantes. Se takes reduce6es nao podem
ser aceitas, quaes deverdo ser adopta-
das ?
A commission prop6e a extinegco do
lugarde -hefe do corpo de fazenda. As
attribuigoes desse funecionario podem
ser exercidas pela contadoria, que em
ultima instancia 6 quem torna as con-
tas de todos os empregados da marina.
A designagao do embarque dos offi-
ciaes de fazenda deve ser feita pelo aju-
dante general, como a dos outros offi-
ciaes.
0 nobre deputado pelo Amazonas oc-
cupou-se do corpo de saide, e a com-
rnissao attendendo as observa6es de
S. Exc. estudara no intervallo da 2a
para a 3a discussao algumas das medi-
das propostas, inclusivea.do laborato-
rio pyrteehnico.
Tratando da magna questAo da sup-
pressao do conselbho naval, reconhece a
commiDiop as alias habilita&oes dos dig-
uos memiros que o compoe.
As economics que tern enseguido fa-
zer nas despezas em que tern sido con-
sultado, nao servem para justificar a
sua conservagio. E' seu dever, como
de todos os funcionarios publicos. 0
conselho, pordm, d meramente consul-
tivo e o governor p6de deixar, como temrn
feito algumas vezes, de attender as suas
consultasa recorrer ao conselho de es-
tado, ouvindo os chefes das repartigoes
de marinha.
0 orador declare que a reuniao da
intendencia ao arsenal 6 uma media
perfeitamente aceitavel. 0 nobre de-
putado pelo Amazonas observou que a
media era impraticavel pela difficulda-
de que havia em se encontrar urn s6
individuo que reuniske todas as condi
Voes de zelo e aptidio no exercicio dos
dous cargo. 0 orador aecrescenta que
ist'Avela que nano ha impossibilidade
na reuniao dos dous eargos. Se o ac-
tual inspector. nao tern a capacidade
precisa para ser ao mesmo tempo in-
tendente, o ministry devera, exoneral-o,
mas nMo ser isso motive paua deixar -se
de executar uma media de patente
utilidade, que acaba de ser adoptada


meia noite. em -ponto, Clotilde deviaes-
peral-o junto A port do jardim. Antes
de dirigir-se pars alli, o orphAQ julgou
dbnveniente verificar se'a carruagem
estava esperando no sitio designado.

Effectivamente, Diniel encoutrou a
carruagem no lugar aprazado.
.-. Veim s6, Sr. visconde ? pergun-
tou-lhe Lourengo, que estava na almo-
fada.
Venho.
-- E a menina Clotilde ?
Vou agora buscal-a.
Ah I julguei quu tinba havido al-
gum nov e obstaculo. .
Nao ; quiz veir M i m tudo a
postos.
Eu nunca me descoido.
Bern sei, Lourengo; atd logo.


Um memento depois, Daniel parava
a uns vinte pasqos da porta do jutdim.
Tinha deixad0 o cavallo preso a urma
arvore, pouco distant da carruagem.
van ou rolutamente parma a port.,
que etava apemsas oncostada, e entrou
no jardim. -Conmervou-se imnmoel, du-
rante.alguns mrinutos, ao 1D do riuro,
ou aites encostado a umrn frondos plia-
tano, porque era tab clarm e lar, que
recemoti ser isto por algum dos criados
da casa.


Daniel estranhou nob-oE Itrar Cio-
eti earadik po-rta do lardm. -Abrio
o reog, vie qn6oqe erajkeia elhe
au qatit. Kd oouetter ura
--:u e., .. %
{~wo twotll tf Se nt


?'. ^.Jf^''^ -'"' ....


juwua @wu w r46r ueptnaMo,
nem nenhum dos seas colleges da ma-
rinha poderia julgar-se offendido por
semelhante preferencia,. alias justifica-
da pelo merit desses funcionarios.
Mostra a necessidade que ha de urma
carta hydrographica national. A vista
das incorreegdes que apresenta nas car-
tas de Mouchez. Observa. que o pro-
pri) nobre deputadco sentir-se-hia em-
.baragado si quizesse percorrer, como
disse que faria corn o, olhos feahados,
qualquer parte da costa do imperio.
Nota que as cartas estrangeiras'pode-
rao quando muito servir para navega-
gco'dos pontos mais conhecidos do li-
toral.
Concluindo, diz o orador que a ma-
rinha franceza achou-se ha muitos annos
em situagao identical A em que se *acha
actualmeate a marinha brasileira. No
iltimo congress national houve no-
cessidade de reduzir-se a dotagdo con-
cedida i marinha e por essa ocrasiAo o
ministry respective proferio as seguin-
tos palavras:
(( S.nhores, a commissdo do orga-
mento cerceou alguns services da ma-
rinha ; essas perdas serao em breve re-
sarcidas, logo que os recursos finan-
ceiros da republica o permittirenm. As-
seguro-vos, por6m, que corn isso nem
se offuscou o brilhe da mariuha, nem
so cumprometteu o seu future.
[Muito bern, muito bemrn. 0 orador
6 comprimentado polos Srs. deputados-
presentes.]
A discussao flea adiada pela hora.

sESsXO EM 13 DE MAR(O
Presideoica do Sr. Vi.rire d.Pro .,,.
doS.4o4,
A's 11 horas dasdanhi, achando-se
present numero legal de Srs. deputa-
dos, abre-se a sessno.
0o Sr. Jo Mariano pedio a pa-
lavra pela ordem ao pars perturbara
march dos trabalhos parlamentsres,
porque comprehende o empenhe do-go.
verno em fazer passar os ormarmentos,
afirm de peder, cem razio, dizer que os
liberaes nao iraitam os adverarios, que
governam serm orcamento; por isso, por
ponderosos que sejam os motives que
o induzissem a vir A tribuna,-tem guar-
dado proposital silencio, porque sem-
pre serA tempo de propugnar pelas
medidas que, realisem o programma do
partido liberal depois de cumprido o
compromisso que o. gabinkte actual
contrahio perante o paiz.
Assim, pois, limits-se a fazer entire.
a a camera de uma petigo, do corpo
cathedratico do GymntsiQ Pernamibu-
cano, reforgando um projecto qae o
orador (eve a honra ,de snbmotter -A
consideraglo de seus colleges, -ipro-
duzindo corn mais conhecimento de.
causa todas as razes con qtOe jstifi-
cou a necessidede doe esaeder Aquella
corporagio as mesmas preregativas de
que geza a do collegio doe Pedro II.
C i


cbmo um sepulchro. opprimia-lbe o es-
pirito. Nao se atrevia a dar um passo.
Em vAo dirigia parm today part elba-
res anciosos e inquietos... nada. So-
mente a lua, cujos. mios soe quebravam
na ramaria das arvores,.era testemnunha
da suoa angustia.
Por forga succedeu alguma des-
graga a Clotilde... suspirou elle. -
Preciso encontral-a, fallar-lhe, salval-a,
ae for necessario...
E fazendo um gosto resoluto, accres.-
centou:
-Que me, de 5 os perigos que
F atrontfr ao. arrisear a vida
llW.:ie p~erVamos .

sei u Uros iruiBdod* p-
a ca Mque
t^-* ; ,-


A pouca distancia da habie.U.o havia
quatro estatuas, collocadas w pedes-
taes de mrnarmore- Daniel reee-lhe
distinguir urn. vulto encost ldo a am
dos pedestaes. e to ;immove como a
estatda. Deteve-se um inst. a.per-
tou o rewolver e avangou de so. Te-
ria. dado uns quatmo pas quamdo
notou que o tal vu'ibI moa m e ,bree
reconheoeuquen eta m.. i e. I-
wiedistamepi imaindu o .n od-o
cUoiwlo Oanla ueel uw-
tio, < eut~ornoprebeadou -45 d
falta de Clotildi. Par ei 'i

cerfalnente do a
me.la queo defotoi.a,',
-_ ';, ,14 r -'.".
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