Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:14010


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Full Text












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Sr. inspector do Arsonal de M rinha. pardo, casado e morador em Tigipi6, sauicidou-sea
Bacharel Gongalo Paes de Azevedo Faro. b-bendo uma porg1o de cionureto de potassio.
foli *0 infeliz poz termm a n s existencia no andar
-Justifico as fatas depois de notado na terreo do piodio no 52. da rua do Bar o da Victo-
seego do archive da Socretaria do Go- ria, onde existed uma photographic perteufente a
verno dests provincia, remetta-se este re- Emilio Lamberg, de quem era Angelo eriado.
querimento a Thesouraria do Fazenda para N. sie conhecidoe os motives que o levaram a
praticar semelhante asto de desespero.
os fins convetentes. Entretanto una hbora antes havia ells declarado
Tenente Guilhermo Duque Bezerra. ao empregado da cas:, de nome Jos6 Lucio de
Informe o Sr. juiz municipal e de orphlos Oliveira Lopes, que tinha se envenenado, e sendo
do terme de Taquaretinga. isso levado so conheeimento de Laimberg, quo en-
do Piso do B -s s achava no 3eoandar do predio, fot applica-
Joko Pinto da Silva. -Concedo 30 dias do no infeliz u nm contraveueno, quae nenhum resl-
de licenga, finds os quaes deverA o sup- tado produzio, viatoneomo ponces minutes era elle
plicante seguir para Goyanna. cadaver.
Jos Floresmuado Urbano de Souza.- A chamad i de Emili Lmberg compsaroeeram
Ja F o Dr. deiegado do lo dintrieto da capital e o mb-
Opportunameate serA attendido. delegado da freguezia de Santo Antonio, que in-
Bacharel Joo Teno'rio de Albuquerque. terrogaram as penaen da cota.
-Encaminhe-se, devendo serpago o port Tendoos Drs. Iaello Gomes, Augusto Serafim e
na reparti*go dot Correios. Matheus Vaz declared, que s peor meio de an-
Jos6A da Costa B arros e outro.--R nt- topsia poderiam elles determinar a caua imme-
de s s D r. is d d to o dimai da m ort, fui.lUies iawo coneedido pelo Dr.
tido ao Sr, Dr. juiz de direito da comara delegado, e second feita a utopia no. andar ter-
do Taquaretinga, para preaUtar ao pedido a reo pro edio, tam tirada vueamnm do esto-
consideralo.que mereeer. ango 0 do orao e ad d m fra po
Man0Alv mes Dias.- Iferidf am 0o 0O- pr.F"oea .m opren o I* _t.e sexanpin.la
.' o e- *~p adeIegaad '& o famtrieWo da capilg- o-
cio de hoje datado o commandant do cot- ram remettldc ao Dr. jui de direito do.91 4b
Ip. |trieto erimlnal.n ouqiuiltmn pm u flzB1.g
I-otaagrle so n f su o seno4 el:
Maria Julia Monteiro Lopes.--Nao temr1 a .tyrulM s s*a-men s *te l
i "5 .... era'realk aa ty 0" e emtoI I da r.@&_*&ip
lagar. do Tmopo ne etabsloeimato de P rr-eir C-
Earia Victoria do J uesa.-A' vista a & C., sato A ua ts MaWrelio DPl n. 91.
v, M i qpctor g- da ImVUgO Deus garde a V._ Eo.-- m. e Ex.
f oa do rat endiA. Jo.. oBoir J R e
wmtmulen de Pesidncia do Pernam- mai dien pra m at drads
b=%, s ft 16 do taie 461886 .eh is yg j AM j^
t '\ O0
'1, ,\ 0 p ^^ .. '


TELE BRAE AS vicia de 15, qua. per de-rato da 6, tido
TEEO___ I1S I i fdo corrente, heave por bem 8. M. o I!8"-
rador nomnear para o cargo de minisra a
secretario de estado dos negocios dat gtw
IO A S hI 4 SA7AS r, o Exn.. Sr. couselhe.ro Antonio Fla-
terio de Camargo; asam o fsp> public
(Especial para .o 04-0) Parn conhacimento da ".nito.
(AMuieado). -Joad C. i,
Sior, briga4si- command dat de ruae
BERLIN, 15 d mai%, 4. tau. (Cofome). -0-O tamte Jqmi6 Jorge
"f f MdLo F/Mo, ajadante de ordeal sw -,
*fem em-se "J0e a sees"d eo =a- gado do detalheo.I
cshtag, men emagu huapnMI* reO Ia

Agenia Hae 6Hn, wI N uh o, S. t2. -N. 476.-Soretsria d,' :T
g 1vdo Pernambuoo, 16 de maio 0
16 de maio de 1885. -to.IS e Exz. dr.--Partiipc ,. i
-------______.- .-quoe oram hontem reolMdidd &s,
IDT fltS^^5^^ftM^ P ao o eetuintesnindivM*:
Off M, nw yi"O'4p'
If" t Jdur aer elomnubda dne aliemou-
*---------------^ ^ acrca ffortiifade se r tn FTWidfq a

A ARTE NAVAL r Se d ;
"' t aats, Jo3Tavyot S
(Etrahida) de Matw,, 4
-ft *W 1kafts't, per dbtarblepL C
V-Esbmlarcacses eostelrs so- W A, do do tO dfsrieti de Bo-RP*ilaJlre'
vlte.-N ulav eapeefiasa Xavhier, par %Ad6arbo
.'s1 1 Is = ddo districts da Do'-VltA, A-.
'd1 MX da ^ 8dvap par flenars & 5oil Ira
Por oecasilo de nama grande tempestLe, em Z.
1789, que eaasou eanoramesa desgraga= ome" de.- A' orse& do Pere, YIlente Jo=6 da Anun.-
laglaterra, reconheceu-se a neeessidade de haver etrao, coma crimino pronmanciado no termo da
barcos especialmente adequalos ao servio contra (ltoria do Gjiti, it minhaim dipmsigo.
o mar embravesido, par_ prestarem soeorro ; a Palo subdelegado do distant do Poeo da Pa-
e it e governo ingles, offireceu important pre- nella foi remettido hoje para o hospital Pedro II,
mio par quen apreento se o mother s man pra- afim do ese tratado eonvenientemuts, o iadividuo 4
taco modieL de eabarcaogo. Daepois, a aglater- de some Franeisco Joe S abra. eopeiro de urna
ra, na Franga, na America, to= side ineesante o padaria que alli existe, o qual fora fedo casual-
a MX pola ereagao do melbor typo ; e varios oa s eo aan0 11 horas da note de hontem, no ante-
systemas de bareos salva-vidua, adoptado. per di- brv-i;" quordo, pale cylindro da machines. d
versas asSociagues e nas diverom estagrea du en. Hontem, As 6 hras da mashl, fallecea no ho- (
tas hospitaleiras. tel c da Europa, mde estava asistindo, am passa-
Con j remate a eate capitulo meneioaaremos geiro do vapor national Maai&os, entrado ante-
ainadab o pirado e a dka/fjlactate. hontem no port desta capital procedente do norts.
E' o potado o aproveitamaento de aigumr grande Logo que o subdelegado da freguezia de S. Frei (
navio antigo, condemaado par noe powder jia nave- Pedro Gonugalvres tevw esciencia do acentecimento, C
gar, mas empregado ainda utilmnaente em quarrel, compareceu n'aquelle bhotel, tendo antes mandado
e'n eacola, eam prialo, ou fioalmenteem deponito do convilar o c iaunal de Portugal, a cuja nigo 'di-
material. Muitoas navies de vola acabam p)r ser ziam pertencer o finado.
tranaformadosa em barcA is oun ponties, aproveita- Na presenga dente consul e de eutras poseass I
dos em depositors de cariaeoou do polvora, e alguns procedes a autoridode polieial a ibertura de umrn
atM em hospitals fiuetuantes por serecommeud.rem main ae d uma caixa, oude foram encontrados i
as suas coudig5us hygienicas. 86)0506)0 em sedula, 8 patacoan, 120 em cobre e
Os pjaleis-prisad train matito empregaios ps- algrnmas pegns dis roupi. p
los inglezes durante as gaerras do imperno frau- Veritieand,)-se, por6m, do passaptrte, setr o fal- a
cez ; o sen aspect indicava logo exteriormoente a hleido natural de H.-spanhae achamar-se Francis-
vida m&rtyrisada dos prisioaeiros. uina nan an- ca Villar, mnUdou o aublelagado c3nvidar o res-C
tiga seam v61as, sem artilhbria, mas corn as porti- pscttvo consul a compareaer no hotel, o qaal ahi
nholas iag-adadas coal griosas barras, par eatre present foi-lhe entregue o espaliodepois de preen-
as quaes 'nal s o viarn as pallidas ciras dn paide- chidas as formalidadeos da lei.
cones, tal era o carcere miri.timo Chatam, Ply- Dj examine cadaverico feito p.lo Dr. Jos6 Joa-
mouth, Portsmouth, eram os ports oade havia os quim de Soaiza e Antonio Joaquim dd Barros So-
pontoes-carceres. bnahob vernfieou se que a more de Francisco Vil-
A doka fluctuante nu) dove ser incorporaia no lar f6ra occasioaadi por inflammaao no figado.
grap) dos navius ; mas 6, sasm c)ntestdaO, com Jo Ainda hontem, na occasalo em que na 4* osta-
proprio navio, outra maravilhba da arte nival. A gio da guard civic eram ouvidas pelo subdeleo
doka 6 usa epecie de caixa rectangular de an- gado do 1' district da Boa-Vista, algumas teste-
deira, bastante vasta, para canter deaut o de sium nmunhas refereates ao farto qeuo no dis 11 do cor-
navio, que precise o fund) limpo ou concertado. route praticara na rua de Riachuelo o individuo
Ai muralhas on eo flancos da doks, comi today ella, de nome G.ildino Jos,6 ds Soilva, que tambem diz
seo de madeira. formados per grossas vigas forra- cinelaar-se Antonio Jos6 dt Silva, conseguio este
dasn cam tabuado,-e o fund perfeitamente piano illudir a vigilancia da pracs quo o escoltava e
deve pissuir grand solidnz. Os extremes ou sao eoadio se, toudo sido baldados o0 esforeos empre-
abertos ou teem parkas de charneira, que abrind- gatdos pars captural o.
s t permitted a entrada di agua pars dentro da Nests data me dirijo Aquelle subdel-gado a
doka, fazendo descer esta lentamente polo succes- quem receommendo a eaptura do criminoso e veri-
sivo augmento de peso, att poler dar entrada ao taque sc houve responsabilidade de alguem nameva-
navio; depois d'isson a prt'is fduCh.:ia-se e as so do preso.
bombas de esgo"o funccionam, -elevando se suc- Communicou-me o Dr. juiz municipal do termo
cessivamente doka e navio, at6 este fear todo em de S. BTnto qua no dia 5 do correante chegaramn
secco. 0 aavio 6 eocorado quando se precede ao ali as ex-praeas do Corpo de. Policia do nomes
eagoto e quando encosta a quilha sos picadeiros Liturundo Jos.6 do Franuga e Jos6 de Franca LeaSl,
do fundo. Para dar sabida ao navio deixa-se on- is quaes foram remettidas peor men antecessor
trar a agua ; a doka desce at6 o ter a nado. afima de serem processadas per crime do m-rte
(Coatinia.) praticado naquelle teimne
__Accrescenta o mesmo Dr. jaiz municipal que
neuwma occurreoo'ia digna de meng.o se drta du-
PARTE OFFICIAL rate a viagem daquelles criminous e quc form
i roelbe rchidos na csdeia respectiva.
____________ ____ 0Commanicou-me tambem o delegado do termo
de Buique, qua no dis 27 do mez find fora preso
Governor da Provinclit alli e recolhido na respective cadeia. o iadividuo
DESPACHOS DA PRESIDENCIA DO DIA 15 DE de nose Manoel Correia Cavalcante, que eatA sen-
ds alti processado par crime de furto de eaval-
MAIO DE 1880. los.
Beloniro Jos6 do Vercoza. -o suppli',an- Hoje, as 11 horts do dia, e narua do Barge da
te toi attendido par portaria de 9 d cor- Triumpho, falleceu repentinameute um home
rents A Coopanhia Paerambacana. malor is 60 anoos, que pouco anton havia chega-
do de Limoeiro corn destine a east de qma filha
Companhia Pernambucana.-Dirjoa-se a neta capital. -
Thesouraria de Fazenda, que estA habilita- A couvite do subdelegado da freguezis de 8-
do para realisar o pagamonto pedido. Pae- Pedro Qonvalvee eompareearam os Drs. Jose
Francisco Cesar de Lima. -Informe Joaquim de Sonas e Auguasto d Costa Gomes,
quo vistoriaram o cadaver e declararam ter side a
Sr. inspector geral da Instrucgo Pablioa marte proveniente de ura hepatite chronica.
Francisco de Souza Ferraz. -Informe o Hontem, As 3 horas da tarde, Angelo de tal,


V. Exc. vera, pelo programma que tomamos a
liberdade de enviar. a ciasifieaao e disposiglo
daa difforentes esapeialidades e quaes a condi-
ries pir que te reged esto certamen.
Soendo em Portugal altarnente apreciavel a arte
de Niepse e Daguerre e main us caltivada do que a
primeira vista parece, urgente se tornava um
grande certamen em que se reunissem as mDravi-
lhas que os paizes maw favorecidoe produzem e
ae memo tempo mostrassemos n6s, ,a todos, quo
nao 6 de todi esteril o amor qu. dedicamoa It
photographia : pois qae, por vezo, os noaseos pro-
dactos trm conquistado o applause em certamens
estrauhos.
E assim 6 que esta tentative sara duplaimoute
Droveitosa, quer como ampla diffalo de coanheci-
mentos, quer c no ineitamento a troea de prom-
ductoa, ao estudo a no progresso gerae.
Qumira V. ELe. diaer-oan conform as disposi-
(5es do prorramina, so deseja toamr part. mnet
exposiao, e be asimn indiaonr-nos qut esptgo
lhe 4 woeaurxio, e-ino iW asboh o gswo de pbo.
wographias. ou e pruetoa qtw tanioia eaxpor.
Soa.bs corn I maior eoausidaq&m
A comuia6s3 eseoutiva, binwqt do Paio
Crystal ; Portua Leopotd Cr -, ; DWfAw
Omrn Cow&l SAca' Kdwurdi Almw A&Wsst
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o 1, p eota dof. t tpedidore,
|ftbM a Co&W tiva da Exapo
L As WW o ir "7 ape 1
ppIu ldhseit doenesdo l lleotobl
I* feotidi hoe ostsl ou vortical, quo


tenets do wtxa^ApCfeagq & -J
to peason poaeQQise MIU m SSW
tar manifeataglo lima f., V,
fmao.
II IBO. "* 'll *:1 ..
Na casa do di 1m *""
oztemaa
Iguetes. PA

's ,wa a b s* pVo & apo Gas&.

mumo grupo, hoae repi a
jo q, a M.a nm w b
aado saw .. n pahdo aon a
,Para garautir *prdMu e 9Op pakia.
DI)gi-a* immingi tanwmbn yoawbtel&b
cavullaria a li requisitoi flg.ta 9ft
emqtanto fas* o traejocto do "a -. f44
forLai qaebrAdi an, du grades extwaw
a typqgraphia do 2b,.2., rdaidbws a
p4netie ,qu foeam laadoe cntra on
S eetsavam nasrevntdlsa 4 ca"e do Di-
restorib referido, bom' como taboas d.
pios e jaw" ig aseemt w eWmcw paitsa-
n eam dita re, e aus alguma pedras
ie certo eatalo deposit em locar pro-

Nenhuma das peossoa quo occparam. a
vanmada a eass db directorie offreu a
matis love offense, alAn das doestruigaes
dias grades forum quebrados vidros da il-
uminaglo externa e um dos do lustre da
usla da frente, e nemra mesmo ao deixarem
I predio quantos alli estavam houve qual-
qner manifestacgo dosfavoravel aos moes-
MOS.
1105.
Aeabo de odrdenar ao respective dolega-
do que abra inquerito aeerca do facto,
.om urgencia.
JA expuz vorbtalmente a V. Exe. todo o
>ccorrido, born oomo a promaptidlo corn
que me toil prestada a forga do quarter de
cavallaria e quo as ordens da V. Exu. ha-
viam sido cumpridas.
Cumpre-nme accreseentar a V. Exc. quo
aouve mats uam peqaeno distarbio na taver-
na da run Marcilio Dias, da qual 6 proprie-
tario Fulano Cruz. ex-guarda civico, se-
gando se verifiea do offi.io por copia, que
eno dirigio o Dr. Dalogado do 16 distrieto
Sinto que no quinto dia do men exer-
cicio tenba necossaidado de levar offi-
almeate ao coaheeimento de V. Exe. oe-
currencia tio desagradavel, resultado do
esxallameuto de paixoes partidarias; mas
po308so asseverar a V. Exc. que esta occur-
renlia em nada altera o born conceito quo
love merecer a populgago desta cidade,
nde me coube ver a luz. .
Dens guard a V. Exe.-IIm. itxn.
Sr. conselheiro Joao Rodrigues Cha-
ves, raui digno presidents desta provlncia.
-0 chefe de policia, Luiz de Albuqu rque
Martins Pereira.



EXTERIOR
Eiposljio Interaaelonal de
photographia
PALACIO DE CRYSTAL DO PORTO SOB A PRE-
SIDENCIA. DE S.M. EL-REEl 0 SR. D. FER-
NANDO.
E.I 1 DE SETEMBRO DE 1885.
Circular dirigida aos photographos, ama
dares, fabricantes de appird/hos photo.
graphicos e editors naciwaes e estran-
geiros.
PoaTo, 20 de marvo de 1885.
Exm. Sr.-Teimos a honra de partieipar a V.
Etc. que a drreeo do a Palacio de Crystal Por-
tueonas, a a Photographia Moderna e alguns dos
amadores qua constituem a collaboraao do journal
portuenqe a Arte P/aotograpldea, organisarn para
Oa rnezes de setem'oro e outubro, do correcte aneo,
usa eoposivio iatnrnaciomal de photographia,
mob a preuldenela de f. U. el-ret o
Sr. P. Permamdi, para a qual convidam to-
dos os photographos, os amadores, os fabricanten
de apparelhos e products, e os editors de quaes-
quer obras photographicas de todoe on poizes.
Esta ezposiqao tera lugar na cidade do Porto,
no grand sala do Palacio de Crystal. e jbraqa-
ra todes os ramos da photographic e toda as suas
applica93es mais recentes as scieucias, ziroes e
industries. -


sei se por nao querer ouvir-me, on se pelo receio
de ver os seus arguments vantajoaamenato coinba
tidos.
0 SO NaLo -Nem umsa msa nerom outra.
0 deatledo a quem V. Exc. ns referee, teve um
"lgeiro amsmmaa per iamo u-siron-se.
0 8B. Bipaso NAp umwaTar--Attecipando-me a
rpeonder "o sobre deputado, a esaquseo aquella
p ale is grada seiptura, ends eati aanauncia.
dp qua oa ultihuoe r ona primeiros; e assim di-
rei-que, oocupando a tribuua, em primeoiro lugar,
n qestao quae se agita neatse mentonlo pra-
tendo do modo algu manifeutar aisa eonpstso-
eia pwa dicutir a material do quo quaiW. ur am
do mens dona diarstinet comgaheir de cor-
j n ialo.
Ao eontraosi eh .4idqv*r am aatore man-
veaeiS 1deqWidajeis m aaPaf OBf doe


w.mlD
eoa-
ja0o


da eozmwvrada, pr saa vez delegaram todos os
Poderes as nobre d4pautado pelo 5o district, por-
uonato 8. Exc. jA 'ianuancioua sos q tre vontos
que bavia de eombatv o project dia a dia, mos-
trando oe erros da eoaidlo, que, na phrase de
8i. Ex u lea ilc
Co efdito, r. o nobre deputado em
uma dan ultiw meu&r pwoximas, occupsado a
stt9Ao da ease, dasnwtue que havia feito e-
tWes profiMte, emedriamNdo, por asnim dizer,
todo o traboda icomaao, quando apen&a tra-
ltva-ne do at, P.
0 8S. NDmocazTo-O art 2 estA de tal forms li-
gado ao art. l, que eu nml podia deixar de oceu-
par-me deile.
0 S. BDaZeo Di NatxTr--O nobre deputado,
Sr. president, na faue de decobrir deteitos, e no
intutb nimente de lefer osoums a todo transe...
0 S. DOzxMOo --V. Exc. alora 6 quem me ea-
ti fazendo imuwdyad.
0 SO. BIBAo U NAZAETH-..... tratando do
todo porpm a conmmioilo. entendeu decretar a
deJpeO da provincial, cmegeou criticando e estra-
alhando mesmo que se honvesse decretado primei-
ramente a despez, pars entao eotabeleeer-se a ci-
fra provwavel da receita.
Isao, porm, 6& ura nmnteria, Sr. presidents, em
que as opinlie diversificam, pois ainda mesmo aus
Vama.-a doe Deputados, aggerenm-se duvidas
IAtcereca do mode preferivel us exeeuglo desse tra-
balho.
Explicarei ems poean palavrae a ravio do proce-
imeonto adoptado peta eommaso&o.
Antes do tude peniM que elt tiobha o direito de
eonfeccionar oen trabalho de accord c rn os estu-
doe fleitoa do mode que jalgasse mais. conve-
niente.
0 SB. DImocmrro-Eu nao eontestei ease direito.
Nm o ha r zo em abaoeato para conaiderr s6-
montetaum dd dome illegal.
0 SB. OLymo M.aRQ wdi um apart.
0 SR. BAAIO Dz NAiaim -Tratando dos encar-
goas da provineia, nas, epocha que attravessamos, a
commissgao, Sr. president, nae poderia ter proce-
dido de outro modeo; nem eu poderia nunca supper
que isso dese motive pars urns& ceaura tio vie-
lenta, Como aquella que proferio o nobre deputado,
a quem respoodo.
A commissoo, portanto, Sr. president, apresen-
tando o seu trabalho do mod. porque todos conhe-
cemn, nao fez mais do que ver se podia combinar,
e melhor satisfzser oe interested dests provineia.
S. Exc. prosegniado na sua tarefa de oppoeicio-
nista ........................................
O Sa. DaMocarro-Quando discuto finance nZo
tano politics.
0 Sn. BARIO DE NAZARna. .. nao deixoude di-
zer ainda que a commissao deste ann o havia de-
cretado para a satisfagao das despezas da provin-
cia quanta superior Aquella que havia sido fixa
da anno pasnado.
Mas, Sr. president nem esta proposilo mesa
6 exacta : 6 inteiramente destituida de tundaman-
to, como p.lderei demonstrar corn o auxilio de unoia
cota, que aqui tenho,
0 Si. DEMocaITO-E ampla demonstrate.
0 Sm. Basle DB Nzamw-n-E' o que vou fazor
a commissao do anone passado decretou 3,3635:0,t)3
pars a despeza ordinaria da provincial, orgando a
receita em 3,000:2616793.
A commissilo deste anno, no seu project, apre-
senta urma despeza de 8,324:5565651.
Entretanto o nobre deputado ent.ndeu que a
communisao rinka agmeotad a despeza !
Veja S. Exc. pois, que n.o tinha razAo absolu-
tamente, quando criticava a cornmissio por esae
motivo.
Depoisa, 8r, presidents o nobre deputado lnan-an
do-se ainds sobre a corn missao censurou-a por
hayer apresentado um orgamento desequilibrado,
cgm urn deficit de tresentbs e tantos coutos.
) arguinento do nobre deputado. poret, nio 6
procediuate, nem tein o monet ovalor.
Em apreciaoes dessa uordein deve-se proscrever
tedo o arbitrio, e nada aventuratr-se que na possa
ser imiediatamente provado.
E' precise esta.r sempre firmando em b:'seo so.i-
das para chegas-se a umn resultado satisfatorio.
0 nobre deputddo, que jA fi r aqui!partc d mines-
ina commission or9ameutaria, quo j!i fLi mestao pro-
eurador fiscal dc nonso Thesouro, cmhece o modo
pelo qual se faz a arrecadaylo dos impostos, assimn
come o process pelo equal ae calcula o deficit
0 Sa. DzxocarTo-Eu analyses verbo par ver-
bo.
0 Sm. BAIZo DE NAZARETH Fez seotir o nobre
deputado, Sr. president, qae o oryamento que se
dascure n.o 6 a expresa.o da verdade, por'jue del
Ie ne dcprehende qua ha um deficit dn 311 contos
quando 6 de 800 e tangos.
Nessa oeccasilo, em apart fiz ver a S. Exc. qua
isso era usma conts de chegar que fazia ; mas o
nobre doputado no intuito de robustecer a sua
o ,ii io na.o duvidou mesmo dizer que a commissu.o
lhavia procurado illudar a boa la da Assembles
apresentando um deficit iuncacto, cuja cifra era
anuiti) superior a que era nelle calculada.
Sr. president nesse mister a commisaao seguio
o system que a Assembl6a tern sempre adoptado
nos projects do orgamento para conseguir um ri-
sultado: estabeleceu a recoils ae adespas calcu-
lando depnos o deficit provavel.
E' precise porem, quo o nobre deputado cm-


SK pfi'eTr protege. A# BmW
i ftopaw'-PartoatL Pw-r Mf.
ltf.^'. +hlddl ao expository a
m pile miutimo preo ida-e
^^l^^^to po earpur, eof~o~ Z ao f tc vi-
il'- erm 'aviWo do expoftor
.eend. s auto aprovs viraoo -
.p0 .y3ma eodinarno p devado an-
.I xpowtor stldfaer a nots apre-

Art. .On expo.itore devor. ecuover o seu
noi:oii* wr island on caixilm quae reanam
AMtI &M brlgatorhw: A menglo do -.
Mampt teddo poroa eaprO S a M ndeacao
do 9^ V dwegativow 6ipiegado eomo eotldii hu
quido asfe emulilo a eollkdio, geti s, pro-
wesuaws, etc. Tods e qualquer iadicsalo
ofe (woefMoa ioserA reeebida eom empeaho.
ArLt WO.Us pOsitores qaeiram vender as
omn prev,*- esaillhenu on prod-etos dr qualquer
natrem% *erio pmrtiepal-o a mennm eo, indi-
canJo *eqo qo fig mri jto ao produeto a
ceder, ddite todo o certamen.
Art. 9. Ninguma prwoe oe object poderd oer
retiram n dso e rrM eto da eapoesio, saem
sonseomt da Oommiido xiecutiva.
Art. lW& Cn4atsldo Ez ootiva reaerva para
aeo seobe VSje. de figumr no eertamen.
Art. l1I pCoaEru4O Executiva pori A dispo-
ffio do d eysepeeial, qua alr Apotr ella ulteror-
piente midido, medalhas de ouro(vermei), prata,
cobre e _* _e bouroes. para cooferir ao expo-
sltoresdaowdlhores.obras, que entrem nas cathe.
gorias sMgfntes :
A Impr.e-se a tintas gordas sebre camada de
gbe asL em metal on vidro.
* Gravra heliographica (photogravura em co-
bik
C Wooftbyptipia, photogtluptia, stannotypia e
proeioso samilareo.
D Photolytho e photonincographia, gillotag- c
proeesoso analogoe.
B Photogaphia a carvao, ehromotypia, plato-
ohromia em p:ipel, vidro, maadeira e por-
celbia.
F Photopaphia em papal albuminado, collodio
chlhreto, gelatin bromure, gelatin chloreto,
platnotype, etc.
Q Cyanctypia e prooesoe analogot.
Esmaises, photographic vitrificadas, photo-
graphia colorida, appliance A iceramica.
I Ampliaoes de cliches, retratos e paizagenas.
Positives enpeciaes paro projecqioe como
elucidaso de oenterencias, eunsino, pre-
lecg5es scieatificas. Ampliaoeso em gela-
tine bramere, chromotypia, ferro pruassiato,
eolltio.ou-e*O to, etc.
4 Apparelhogs estrumentos photographicos, es-
uqsMldtiui 1de trabalhoe eo xpediq5es
K Phottmioogij4a f-apphiea so divereas de
photographic aos estudos e iAvestiga"es
cographicas.
L Litteratuia photographic, obras e jor-
uses.
M Publica6es illustradas pela photographiae
processes photomec.inicos.
NV Chapas ao gelatin, papeis preparados pars
os diffqrentes processes, carties e cartons
geos diversas, prodactos chimicos, albuns,
passe-partout, qattesquier oruaamentaueas
coin applicaca'o aB provas, etc.
Art. 12. 0 jury esp-!cial de reoompensas, com-
por-se-ha do nuinero de meinbros indicados pela
grande cominissio, nomeando esta opportuna-
mente quakes as pessoan que devem fLazer part
delle.
Ar. 13. A grande commisiao, enearrega.se
das despezas gersas da organisaqao, installasAo e
administraao.
Art. 14. Sera recebida uma porcent-gem de
10 0/h, sobre a importancia dos objects veadidos
na exposivao.
Art. 15. Os objects pertencentes nos diversos
expositares, ser-lhes-hbo remettilos directamnmte
por sua conta ae risco, no prazo de 30 dias depois
de encerrada a exposi*ao.
Art. 16. Todos es easeso nao previstos polo
present regulamento, seroe resolyidos pela gran-
di eommisa&o. Desta resolngao nao haverA ap-
pello.
A Comminslo Executiva.-Direcpio do Palacio
de Crystal Portuense.-Leopotdo Cirne.-Ilde-
fowtso Correza.--Caries deoas.-8-Edaardo Al#cs
-Augusta Game.



PERNAMBUCO

Assewhbla Provincial
29.a SESSAO EL 16 DE ABRIL DE 1885
PRZBIDENCIA DO DXM. SB. BAIbO DE ITAPJ5SUM&
(Condiaso)
0 Sr. Dmrao de Nauarett--Sr. pres,-
dente, aceitando a palavra neste monento, comea-
ye deplorando que o nobre deputado a quem ve-
nho responder, tenha deixado a sua bancada; ndio


qiw; 9#P-:* 1. '1AiM


f1SPA**4

gU' W^^W~f


pqt iat


I) SB. Bilo OB NazsJU-u A verdade ati
commigo ; V. Exc. 6 que procurou uma conmoate
e nato encontrou ; e, apeasr do ter ido atW oide
quiz e haver ido muito longe, o raultta4 fol 6 -
gativom
0 nobre deputado ainda aheoun que ema us
griands m ativo de cenaum o facto de tera cea-
trado uma diaposiglo orgamentaria quo madeo eo-
brar os 5 per cento addicionaes para a Bmat.
Casa de Miserieordia, sem que fixe todavia a im-
portaucia cue a provincial tern de eatregar a eaw
estabelecjmento. F
0 Sa. Dt aoctrro -Mostrei o desaccordo em que
estA a conmnissilo.
0 SR. BADuo DR NAZARETH Sr. president, o
nobre deputado 6 infeliz ainda nesse ponto de oae
argumeutaglo,. cuja Eein razao paso a demon.
tr&r.
Sr. presiclente, a commisslo- procedeu discxe-
tamente iaeluLndo os oineo per cento addicio.
naes no 51 do art. 2.0 do projeeto, come proea-
Srarei provar para tornar mais patented a iajiuties
do nobre deputado.
Um-u disposieAo do orgamento vigente mandou
arrecadar (sse imposto, applicando As despezas
i da Santa Casa a quantia de lO:0OOO0 sdmente ;
tendo por6wm a anecadagio respectWa attingido a
118:0001, rosultou d'aquella disposioo queeo meo-
mo estabelecinmento percebesse memos do que de-
via pereebe,-, o que nao deixou de prejudical-o ;
porquanto a importancta arrecadada fbi superior
A calculada, que aervio de base pan deeretar-se
a quantia dih verbal, visto ter sido esta fixada em
105:0005, sondo arrecadado, entretanto, o impostor
na importau.ia de ILRtOOO.
Toda vez que o product daquella pooentagema
foi superior A verbs do orcamento decretada em t
favor da Santa Casa,. e deixou ella do receber o
excedente, 6 evidence que foi prejudicada.
Agora, o que faz a commissa ? inda pagar
a Santa Cana a porcentagem de 5 per eento addi-
cionaes, mea sem fixar o quantum para nao aeon-
tecer o que auccedeu o anno passado.
A commiE slo mandanio, portanto, cobrar e sa
imposiVio, e entregar o respective produeto t San-
ta C'sa, niao considerou essa arrecadagio eomo
receita da p -oviunia ; polo qua nio a cifrou uo
seu project de orcamento.
Qual 6, p)rtanto, o motive que deteninou o
nobre deput.ido a chamar a nttenuyo da commis-
sao para essa disposieao, e di- tal ordem que collo-
cava a comnaissao em ponsiqo de nao justificar-se ?
0 S&. DarocLro -A commissiao nao enteudeu
benm.
0 SR. BPAbo De NDa aF.ra-Portanto a eommis-
so bem procedeu na matera,.mandanudo arreca-
dar pelo modo porque o fez, os 5 O/0, deixando em
branco a respectiva veroa, applicada &iuella ins-
titui.y.o.
Sr. preaidriute, a commisalo quiz dizer a verda-
de ; nao veic trazerr o seu trabalho a esta Assem-
blWa revesti(k a de iatengSes reservadas ; nao, Sr.
president, a comnuissao veio aqui corn o senti-
mente de bean ter acertcdo, de dizer a provineia o
estado em que se achou pars a elaborago do mes-
mo project.
0 Sa. DEMOCmITO EntaIo a lingua nao a ajudou.
0 Sbt. BKs wOu DNN.AZA.ETa-Eu into muit o que
nail tivesse la coainiissa.o um college cuja lingua
fos4e corn) a de V. Exe., que se revela agora tao
iutcressad" ,a discussi) deste project, quando o
anno atrazat'o guardou o mioir silencio nests ma-
teria.
0 Si. DamocarrTo-Eu ecra saecretario...
0 Sat. BA'&.o a: NAa.ianraa-O nobre deputado
procure desviar-me, c-cu eotou convencido de que
lograrA o sen finm.
Eu bhoje niao easton disposto para a tribunal, visto
star incommiodado ; nto obstaute, porem, explica-
rei ao nobre deputado o prucedimento da com-
In'ssao.
0 nobre aoputaio eensurou a eommissio por ter
auainentado algumas verlbas da despeza ordinaria.
Ei]fectivamente isto snuccedeu; ma. o nobre de-
putado devise. ter estudaido a questao e se prepa-
ra lo para a discussAo paras nao dar em branch,
como suecediu.
Seo anobrc deputado tivesse lido o orqamento
organikado pplo Thesouro, e observado que- nas
suas disposkiCws, ondt fli a commiassao conhecer
doi encargoa da provincia, estava a juatiftcago
desse augmnento, nao a ccnsuraria.
Maas S. Ecx., polo que parcce, nao estudou o or-
yamento do Thesouro; e, seo estudou n.o quiz
aprecial-o dcvidamente ; e, entio poido de part
esta raz.o qre dt a co.amiss.o, nao duvidou uris-
car igual ceaesura.
Sr. president, o nobre deputadoa no correr do
sen discurso, nio duvidou acunar tambem a com-
missao par ter augmentado o subsadio dos depu-
tados.
(H1a um asarte).
IA chegatei ; per era estou impugnando a ar-
guancuctao d, nobre duputado produzida contra
o trabalho da commissao.
Comeoau ,. Exe. dizendo quo at6 naquella verbal
a com'nissto tinha elevado o algarismo, seam ihe
oacorrtr, talcz, que 6 ella actualmente d ......
37:8405000, quando a do oryamento vigeante 6 de
38:408+5000, e couseguintomente meuor, sendo essa
reduneto deto3rminada pelatdifferensia da denpaza
ealculada pars o pagamento da ajuda de custo,
que percebean us membros dests Assemblea.
Mas o Loro deputado leu tio prevenidaments o
project de orgamento, e o cxaminou cam tato mwos
olbos, que at6 mesmo nests parts, entendeu devia


censural-o.
A despeza corn o asseio e expediente dests As-
semble6a foi :ambem reduzida.
Se o nobr. deputado tivesse present a lei do
anno passado, e o project que diseutimos, havia
de ver que uinda nesse ponto fez a commisslo al-
guina economaia, comno se p6ode verificar coniron-
tando as verbas respectivas.
Coaieguintemente v, o nobre deputado qne a
commisso ean vez de auganiutar a despeza, pelo
cjntrario a dinninuio.
E' verdade que cm outras v rbas foram clevadas
as eifras, como succedeu naquella reference aos
empregados da 6ecretaria do governor; e a razso
dinseo n1ao deria ter escapade ao es pirito perspicz
de S. Exe.
0 SR. Dugocito-Eu nao sei porque nae costa
de acto official.
0 Sn. BARIO DE NAZARETH-No conata de actor
official! (Apontando). Eil-o: a quantia orgada
6 de 74:4,27 .730, e a differenga quo ae notes, pars
mais esta esplicara pelo Thesouro, come oe v0 da
obsacrva&ao que passe at ler : A different pars
manis,' a des )eito da reduccao da gratificaqco do
official de gbiNuete, a forms do art. 4 do Reg.
de 9 de osetembro de 1884, precede da oreaglo dos
luJagrea de So official du arehivo e o de ajudante
do porteiro, pele mesnmo Beg. e de ter sido ealcu-
lads a despeza com a percentagem do porteiro em
malor quantia do quoe f peidid. a
Doeve, portanto, sitar o nobqr deputado conven-
cido de que ,I eommissa procedeu prudentemente.
Ha ainda, Ar.-prmidente uma outra despea do
quae fallu o nobre deputak4 d SR importania de
7000000, panm pagasmeto doe profenre e
1regds do Gymvasio, eeoAo a do orgwafmto
vN ots ccmatida am 12:000M000.
., a |riew etA i-pM"Mte uto ai d P


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-I:


prebenda o seguinte.
O quantum da donpeza 6 calculado cornm certeza
mathematics, por isso que as verbas respectivas
salo deternninadas, tendo-se em vista os services
creados, cujas importancias e valores sa conhe-
cidoas.
0 resultado da receita, por6m, 6 apenas prova-
vel e preaumido, devendo todavia ser fixado apro-
ximadarmnente ; porlue, comno sabe-se, depeande do
born ou mao exito da arrecadaaao e de outras cir-
cuinstancias, comw V. Exc. nao ignore.
Aquillo, poise, que o uobre deputado consider
dedicits, niu podia se.- considerado como tail pela
comminssao, deade que se tractsa de um divida de
que n;o cogitou a lei orgamenttsria.
Alem disso, o argument do nobre deputado
denapparece ainda, porque fnuma-se no falso sup
posto do que so dove eonsiderar como deficit do
oru-amento que se vai votar, o reuatonte do pasn -
sado e do vigente, para desapparecimeanto do qua!
se autorisa m nos novoa oramentos as operagiea
de credit neceaarias, come sejam, por exem-
plo, as emuiuek de policies.
E toi tendo islo em viata que a actual commis-
sie, que nao pode ser responsavel por takes defi-
cits, provideneiou abre os meaos de pagawento.
A divide qu o ,nobre deputado consider flue-
tuante, fa; parts d'aquella de quo se cogitou no
art. 37 da.lei do orgamento do correntqajxrcieio,
pois.6 ell&areratp ao eoersi'o de 188i a 1884,
para oujat sidqwA*o feno efpra4o artigo auto-
Sr -ida, as emmaao e apo e e dose o a. eento.
I otendo eompan Ulainage qorido t rece-
bt ea on0" pagaonto an uemam, apolicea, por
Sisso qae onare uo correipopdaan a os o in-
* tw"aos, e ioe podendo o Thesoro deposital-as,
wealtou d4'4hi que, em ve de so emittirem todos
,1 600000+ gap dou, spn L emittiram....
i*i' 1 yifla^ d ( .w qBWm e ?.
A &4:00011. -


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3 modo o proeediiemto
as prte retivs 'd des-
apmsyvel,m. piarep qu4e
ri ew psaoMoae.i i


5. -r : 1--;
an a S. Exc. imp divrgeIso


pon-


too seu diehOTS.
0 mobre deputado, Sr. pr idente, oecupando-.se
-dos itpo.to,, referio.se pIari paslemte so impos-
to eiahbdo sbre o Al'godfo, rnif atnde so Mes-
-mo tempo o seu pezar por terg a omimuio aug-
S meatado a taxa respeetiva, indo assima de eneon-
traosm iateresses do productor, segundo oprimi. o
9 & e. Exe.
0 SB. DEMOCRITo-Sem duvida alguma.
0 SR. BARBO DB NAZARRTH-A comiussao orga
nisando o seu trabslho, e tendo ahi orgado a ftra
'a que necessariamente dev ttirngir a s peza fr-
dinarla, procnrdn os meioi do efts"awel- pouA,
mAo grade seu, neo os descobrio em vista da rise
porque estA passando a provincial e dos eneargos
-que a oneramn.
tant o isso 6 verdade, que nio pode equilibrar
-o orgamento, o que nao oceultou na exposigio de
onotivos que precede so sea trabalho.
SEm abono do que acabo de dizer, recorlarei o
S procedimento da eommissio, com relaagio ao im-
S post sobre o assucar.
O(0 Thesouro orgoun o impostor do assucar em 669
ontos, (me parece que o6 eata a sommas), entretau-
to a commission, tomando por base a m6dia do que
foi arw-ecadado na present safra, reeonheceu que
o caleulo era muito exagerado, e, conseguintemen
Is, que nio devia cm semelhante base apresentar
um oramento equilibrado, ist o 6, sem deficit al-
gumn.
Pelo que foi ella obrlgada a calcular a renda
deste impostor em 400 contos do reis, em lugar de
669:000/000, em quanto foi orgnda pelo Thesou-
io.
Eu sou obrigado a entrar nessas minudeneias
porque eastou respondendo ao nobre deputado, e
como membro da eommissao tenho neeessidade de
oecupar-me de todos os topics do sen diseurso,
tlargando um poueo as minhas consideraeges, co-
mo fez S. Exe. quando interpellou a mesma corn-
missio
Relativamente ao impostor proveniente do sello
de herangas, que se caleulou em 229 contos, se-
gundo penso; a commission orgou essa fonte de
receita em 80 contos de reis, porque prefer sem-
pre que a renda cresga, que vA alem dos seus cal-
culos, a que diminua, o que aggravaria ainda mais
o deficit ja conhecido.
Eis o motivo, Sr. president, porque a commis-
sio nio apresentou um project equilibrado, co-
mo tanto desejava o nobre deputado. que aliAs nao
teve igual procedimento, quando, nesta casa, oc-
cupou o lugar que ora indignamente occupy. (Nio
apoiados).
0 SBa DmURMoRD FILHO -V. Exc. me di licena
para um n apart ?
o SR. BARBO DE NAZARETH-Pois nio.
o Sa. DRUMMOND FLmHo-E se o imposto de con-
fnmo nio for arrocadade ?
0 SR. BAnRo DE NazMARTH-Tomando em today
considerageo o apart corn que me honra o nobre
aeputado, pego licenga para responder-lhn mais
tarde, em outra part do men discurso.
0 SR- DRUMMOsD FiLHO-V. Exc. podia responder
deede logo.
0 SB. BAsIo DE NAZARETH-Eu nio quero inter-
romper o fio de que ia dizendo.
0O SR. DaumMofD FILHo-Neste case espe-
rarei,
0 SB. BABAO DB NAZARETH-Sr. president, a
respeito da impositao sobre algodao foi a commnis-
s.b obrigada a adoptar aquelle alvitre, por ter
reconhecido que nio podia equilibrar o orgamento
come jA disse, e nao desconbecer ao mesmo tempo
o estado precario da producoo do assucar, quo
nio pode supporter outros onus, e serie ate ali-
viada daquelles que a sobrecarregam, se isso fosse
possivel nas actuaes emergencies.
Per mais estoros que finesse a eommissaio, per
mais pesquizas e estudos que emprehendesee, nio
lbe foi possivel modificar este impostor a menos que
quizesse comprometter ainda mais a receita da
provincial.
Neste ponto estava disposto (nio hesito em de
clarar) a assignar o project corn restrieciAo; e
appello para os nobres deputados mncus corn
panheiros de trabalho os Srs. Eatevio e Paulo,
(apoiados); mais tarde, poram, e em vista clas
difficuldades que iam apparecendo, neo tive re-
medio senaoe accordar corn os meus colleges, assu-
mindo a responsabilidade collective do nosso tra
balho.
Eis a razi o porque, corn relalo aso algodao
tive a idea de elevar o impost A 4/ %.
Se 6 verdade que esse impostor 6 arrecadado em
Alagoas na razao de 6 %, nio 6 muito que seja
elevado nests provincia, sere todavia ser aquelle
eqniparada, cumprindo-me observar que ultima-
monte fsi alii augmentada a mesma imposicao, de
mode que 6 esea contribuicao de 8 0/o e nib de
6 1/o somente, como anteriormente.
0 SE. DuxocaKTO--O que 6 que tern isso ? Per
que na Parahyba se mata. per exempto, n6s somos
obrigados a matar tambem ?
'O SB. BA~BO DR NAZABETH-Tenho ate pezar de
ver V. Exe. dar semelhante apart.
o Sa. DEMODRITO-Nio sea porque.
0 SB. BAsbo DR NAZARETH-Sr. president, se e
verdade que n6s tomes o dever de satistazer to-
dos os encargos da provincia, est, provado que te-
ross tambem o dover de estudar as foutes de rends,
que torem aecessariai para esse fim.
o nobre deputado polo 50 district., ]evantou
umna grande celeuma, porque a commission havia
augmentado excessivamente o impost. sobre o al-


.godAo.
Acabei, por6m, de demoastrar cue S. Exc, la-
bors em perfeito equivoco.
0 S.. DExocIrTo Per emquanto ainda nao vi
essa demonstraglo.
0o S. RARIO DE NAZARTTH-Se 6 verdade que,
em Alagoas o imposto sobre o algodlo, 6 de 8 /o
e na Parabyba de 5 o/o ; deede que o noaso 6 de
3, clare ica que a commission nalo procurou sobre-
sarregar demasiadamente ease product, come
quiz fazer sentir o nobre deputado.
' Para mostrar que noile houve exhorbitancia al-
guma de noses part, lembrarei que o algodlo ex-
portado por essas provincias visinhas, nellas paga,
i al6m da taxa o especificada, nais 2 %.0/.
UK Sa. DuPvTADo-Mais um motive pars V.
Exe. nai onerat o nosso algodio.
D0 Si.- BAsBO D NAzABmT-E' o queo pureeaa
S V. Exe. 'tat'asupposig*so se devanee desde que
S se consider qe oo algodlo envido 'pamra qualqner
S das mencionadas provincial eontinuari a suppor-
tar o peso dos impostos que lA se exigem, sem set
de mode algum affectado pelo augment de nosa
taxa; so pass que, o qu e vem par se d'aqui ex-
S portado, alo se sujeita aos rigores daquellas im-
X omOs, e pode rasosvelmente fazer o sacrificio
*vIfivamentoie ignidcante quoa pdirnod(spartos).
A V4 aor nehrudenutado' uenw, W. sdaMe;n. o


a _^njmblr, op= qo oprego4do&IV-
dio nos tempos nortaoes Iorisnou ,pempre a os-
cUlar eatre6, 7- e 9 mil r6i%, omo asnte do men.
cionada gutera.
NIo tern eats4Do or; oa*ntemente abalsa
de pregos to prfgda e desiaaimaora somo a
que opprimne o assocar.
0 SBa. Damocavo--Eu quero vet o quo 6 quo V.
Exc. conolub d'ahi. -, -
o SA. BA I SONAZAETH I- Conc'luo que a l
vours da suam tern omrido nmito t mai do que a
doalgodao, eulgemui a nos-es iniulutencia poeqne
estA quasi a extinguir-se.
0 Si. DzMocaBTo-PW ea copncluslo 6 quo en
nao esperava.
0 SI. BAR DZ NAZARETH Sr. president, pa-
rece-me que neste ponto tenho juatifieado o traba-
Iho da commisslo, ainda que o ntiotenbafeito
coan tinta profieieneia, eomo poderia fazer qual-
quer um de meu eoapheros, na eonfeeto do
orcamento; poise que, omo disL, iou daI es9
ultimo quanto a competenuo a i4l s psx
tratar d" important materit em dise 416 .
0 Sx. Mrxu-Neste eIsk segundo a escriptura
ainds pouco iandea pulo aoha.e deputado V. Exc.
ha de ser semapre o pr imero.
0 Si. DRUxxDON FmLo-Os ultimos serlo os
primeiro, dis o evagelho.
0 Sn. BABO DR NXAAXTa--Soa o ultimo da com-
missao e o primeiro qua falls.
Se os nobre deputados me teem feito a -honra de
prestar a attenlo, iis poderio rasoavelmeate dar
outro sentido is minhas palavras.
0 8.. MmI--V. Exo. quiz dixer outra eousa.
0 SB. BAoBe u NASANST -Sr. president dei-
xarei de lado estes apart etraanhos aso assumpto ;
tomal os era comsiderso sor, deizaxr-me desviar
paru um verdadeiro dialogo inextricavel.
0 Si. AxARAL. a MBLLo-V. Exe. prosiga que
vai bem, apezar de nio star de accord corn al-
gumas de uas idWas.
0 Si. BAsIAO D NAZARTH -Sr. president, dizia
eu que, comparando-se a cultural do algodlo corn a
da' canna, facilmente chegar-se-ha A couviegiLo de
que ests por todos os motives se acham em peiores
condigOes do que aquella.
A culture da canna, almn de ser muito mais tra-
balhosa e dispendiosa, acha-se reduzida a um es-
tado tal de inaniglo que, se por ventura nio tiver
em seu auxilio uma,. medida energies de salvage,
ha de succumbir irresistivelmente espalhando por
toda a parts a ruina e a desolaglo.
Recouhecendo. sauas circumhstancias affllctivas,
nao pude, entretanto, corn bastante pezar, dimi-
nuir o impostor que tanto vexa oas cultivadores da
canna; tal 6 a crise que nos assoberba.
Posto, pornm, na dura alternative de sobrecar-
reg&r ainda mais o assucar, ou de tributar o algo-
dio, confesso que nio hesitei em decidir-me polo
segundo alvitre.
0 estudo des condicoes de urmea e outra culture,
a isso me levou for9osamente.
Sr. president, o agricultor que se emp.ega no
plantio do algodio, certameate na arrasta tao nu-
merosas difficuldades, nem t ilo ingentes sacrificios
come e senhor de engenho.
Este pass& todos os annos de suna vida n'um re-
gimen constant de trabalhe, luctando corn Odver-
sidade de todes os elements conspirados, arris-
cando muitas vezes um capital, qu* lhe poderia
garantir urma vida isenta de inquietaqes e de con-
trariedades.
Aquelle, porwm,.feitas as primeiras despezas corn
a plantaso, que alias ale sob avultadat, apenas
se tern de occupar nos annos posteriores corn a co-
Iheita, confiando s6mente so tempo o encargo de
formal-a.
0 SB. ANTuxES FPINHEIno-- a lagarta ?
O Si. BABIO DE NAZARETH -As cannas soffrem
do mesmo.
Mac, Sr. president, o que quero concluir disto, 6
que nio havendo igualdade nas vantagens inhe-
rentes a cads uma das cultures, n o 6 just que a
mais desfavorecida seja ao mesmo tempo % mais
opprimida.
0 Sa. RosA SmvA-O impost o 6 oneroso.
0 SR. BAAo DR NAzABETa-Sr. president, pars
responder so aparte do maeu nobre e pArticular
amigoo Sr. Dr. Rosa e Silva, direi que, se oneroso
6 o imposto, tern o facto a sua justificagio na defi-
ciencia da reeeita para satisfaglo das despezas
publicas. Al6m de que jA demonstrei que, em on-
tras provincias, esse genero estA maii tributado.
E' precise recorder que a commassio nib teria
adoptado semelhante alvitre, se nao fosse a isso
arrastada por circumstancias, que neo sib estra-
nhas a eats assembles.
Dizia eu que, comparativamente, o trabalho da
lavoura da canna 6 mais despendioso do que a do
algodao e que per osse motive o impostor sobre 5ese
ultimo product. nio 6 oneroso, come parece a meu
distinct college o Sn. Dr. Adelino.
O SB. LUNA FREIRE JuioI-De certo ; nunca o
vi tao elevado.
O Sa. BARAO DR NAZARTET Respouderei ao
nobre deputado e espero deomnstrar a S. Exo. que
ha exageragib de sua pate quando assim se ex-
prime.
A lavoura do algodio desenvolveo-e em grand
escala na provincia, e tern de dia a dis a maior
prospendade. de modo que nalo se deve reeeiar o
sen deonnhamento.
UM SB. DEPUTADO -Corn a aggravateo do impostor
6 um also levantado aos principios economicos.
0 SB. BARAO DE NAZARETH -Pode set mun valiosa


a opiniao de V. Exe. mas .. ........
(Apartes).
Em vista dessas continuadasn mterrupg5es nulo
tenho remedio senio pedir a V. Exe., St. presi-
dente, urmsa prorogagio ; fui infelis hoje, pois os
illustres deputados gastsram todo o tempo na
primeira part ds ordem do di; e en, Sr. presi-
dents, preeisava discutir largamente a materias.
0 aparte do men nobre amigo o Sr. Dr. Ade-
lino veio dar foray a m iba argumentaglo.
0 preco do algodio sublo por occailo da guer-
ra americana, o que determinouo augment de sua
produaglo.
Terminada, por6m, a guerra, reorganisando-
se naquelles estados o trabalho agricols e conse-
guintemente o plantio do algoda, o prego desta
mercadoria voltou ao sea antigo estado.
A cessalo dos ernomew itioso a muitB deseo-
rogoou; e houv entao um tempo em quae nle a-
tisfeitas completamente a s aspire ex-
tidesama epochs normalt qte tinha atrarefado,
es sertanejos, em grande a u" ero, abdonaernam o
bert ao e om seus rbalhaderes vieramn pr3 srar
no sal da provinces engenbos sa arfaudar, e ahi
se estabeleceram, dedicando- e quasi exelusiva-
mente A culture' da canna.
Hoie, porim, estamos preeaeaado o cftario.


64"MW '+" ; b

rap, ..
v eatlumbnd e propu s s, m er
Consais deter 0 ea deve r, a coammis-
a4 mmtte 1 eta Assmblea o tra-
Whloo que or u, ano ltuWde, peto tiosmais
Uoanve pante, Wea -car 4qa i q e a receiut da
proviwel, I
Apresentado-o dnentrm de ponco t qn0mpo, julga
toa prostaid m servi.ovalimo, posi.-ear mister
tratarros quanto astes do.noss 94 arra5wdas fi-
0nanas, de modo quo quDlquer d-epatdo tivesse o
tempo necossario para proper is emendasA que jul-
gasl.e a entreofts.
Ur. Sm. DztsrAo, Dons queirsa que nlo v-
moe legislur inaultlmeato.
0 S BelDo. B DBNAZaE- sCreio que n1 ofai
enteodido por V. 40c.
o0 eSMO Sam. DkmaUTAo -Entan4o petfeitamento.
en allude a outro facta.
0 SA. BAsBo DR NAZARTH- E' pcaro, portanto,
Sr. president, que a commiassaeaWo iao9n quem
tern a pretenaso d fazeosr valer o sea projetto como
uma obra prima, asouta de unperfeigcss b defeitom.
Na ; ella reca uaneee s fallibilidade ev a pri-
meeira a adpadop
A Assembly p de alter o project, etos
bem entender em osu, alts sabedoeria, eta de que
a commisao tern ma eonsciencis do ter ,stempe-
anhado sua nrisao do modo qau the pareeu maus
dutgno, estudando as necessidades d ds provincia e
procttrando satisfazel-as us medida do seuis es-
forgos.
mTrosa-se maitos aspartose.)
o S.. mAaO Dm NAZAETH-A eommanissIao estu-
dande e stdo finsaceiro a d provicia, e tended
muito ema vista os dons ultimos exerciios, em que
foi regalada a receita po r um novo syastema tAribu-
tarioe, tomando a devids conts a satisf*oro o
enoargos da provincial, baseoads nas experiuncia, co-
Ibida am long& pratica reflectida, entideeu coor-
denar o seu trabalho do modo porque e s acha.
E assim so justifies um apart. quo dei so nobre
deputado, quandoe oceupava-se da taxa de reparti-
910-
Jai tive occasuilo de demonstrar os preojuizos, a
falta mesmo d e uniformidade qa eo avia sarre-
cadaglo deste imposto.
Mostrei m esmo que muitas vezes lalhado elle,
no memento em quo tinha de ser aniiecadado, dce-
apparecia o tributado por qualquer motive facil de
allegar, oe a provincial eru a que perdi final do
contas. 4.
Eis aqu porqueo eu nao aeitei o impost.o de txa
de repartigio, comnbati-o corn todasias for i s e
mais ainda votei contra o orgamonto, fazendo ate
umas declaraAoe doe veto, coemo os meus nobres col
legas se hio do lqmorar.
0 nobre deputado, poeirm, Sr. president, pre-
tendon fazer entire a esta Asermbl6e que eu era
incoherent, porque tendo votado a sanpensio do
imposto de consumo, entretanto hoje queria res-
tabeleced-o.
S. Exm. porem, labor em perfeito equivoco,
Jorque jmnais dei -um sado apart em apoiq a seme-
lhanteo id6a.
Soe S. Exe. s e quiszer dar so trabalho de consul
tar ios ansnaes desta easa, ha dae ver que votanudo
eu contra todo o orngmento, como dasse, nio podia
ter approvado a suspenslo do alludidom impostor.
Parece-me quo nuca fi dv i i-
posto de consume, e fap o esta declqieo, neoste
memento, porque S. Exe. interpellou-nam directs-
mente.
JA que o nobre deputaido sasaime o quer, assin o
ten: Vou fallar- olhe revestido de today franqueza,
tomando qnue6r a responsabilidade collective da corn-
misslo, qua6er a responsabilidade individual que
me cabe.
Direi entio, Sr. president, qua o impostor de
consmpn, quauto a mirm 6 peritamente justifi-
cavel, ainda que parega inconstitucional, em face
do art. 10, 5. do Acto Addicional.
Ta inconstitucionslidadeo ten, por6m,e contra si
opinions muito respeitavis 6e criteriosas, contan-
do-se entire estas : a do Sr. Tavares. Bastos, a do
Sr. Visconde de oUruguay, a do Srt. Visconde de
Souza Franco, e as de outros vultos neo menos
proeminentes, na jurisprudencia patria.
Estes pensam quoe o art. 10, que traita dessa in-
constitueionalidade, s6 tern applicas4o pars o caso
vertent e quando a arrecadaeA o impostor de con-


eo nome deo ur cidadea rspoitavseo, eque prestou
molevantes ser-vi.s ao partido consorvador.
Este cidadeo cenqeist e peto sen talent. e
amor & eaua public urn lugar e hours sa ga-
leria dos deputidos illustres.
Eu refine-me, aenheres, ao finado Joaquim de
Mello Rego. a
Fol otto queom, em censequoncia do estudos pro-
fundos sobro a matoras, croon o imnposto do con-
sumoe; e en ainda me rocordo quoe odia em quo
easa Assemblea adoptou-o pot lei, foi urn vorda-
deiro dia do jubilo pars todos.
Recorde-me do enthusiasaro quo cite dospertou
a tal ponto quo grade nunrere do cidadios, no-
unides em front. do casa do digno president. di
Assemblea, o Sr. cqsmselheiro Against, o 'victoria-
vs per ontre salvas do feguotes e ostropitosos vi-
vis, irreprimivel manifestaglo do rrigosijo quo
Ihes iia nalms porque a Assemblea liavia situa-


feito uma aspira*oi palpitante do eommercio.
Mais tarde, por6mn, Sr. president, se argumen-
tou dizendo que essa lei punha em, perigo as
trassaccoes eommerciaes eom as provkncias visi-
nhas, e a mesma Associalo Commoeril fez urma
representacso a corpo legislative da4pr6vincia,
mostrando a necesidade deo uma media que es-
tabeleesse iuma certa uniformtdade entire os go-
neros exportados pars as proviucias visnhas, no
que fol satisMita.
Foi corn gmautde pezar e sorprest que aehando-
me a ports di Associaqo Commercial, vi passar
uma commissio de negoeiantes, que e dirigia so
president da provinciae, pat exigir que nio fos-
sem executados ot artigos da lei queutoriuavam
a a-recadalo do imposto de qu se trata.
Depleori esme faeto e esperei que president
de entIAo, de asoedn ibsepsrnabu o, tives-
se, por s buauiuoro, m prueo mnas de amtor so
nosso infelis torro; hhegaei memo a supper que
9116 fosse um defmasor das proeogativas da pro-
vineia, ounjs fldeut s Ihe -aaviam aido confiados,
Acreditava que squtiaotrponageo compost do
negociantes diatietoe ustava coupletamente illu-
dida; po6eorm rtposava ta confian de queo Sr.
presideute sabia eumprir o s deer.
UMx S&. DBPuAMo-Quezn era eopresidente?
0 SB. BAaO DB NASAMTH-.O Sr. Joeo Libera-
to Bsrros; nao fag* disto m.ystrio.
"udo a effid oesli*Bm &daturovinafa. "o1


"gurenesr-se cow V.
6 BABAO DR ; AZARBr
aofia r..W e te SW%
1.auiio wo4o aouad dc


e Job prewma ter-se por aqa a n aaopinio. |
cxo.. NA tend um titulo obtido em qualquer facul-
V-A t TIekt e'queo dqd eque faga presumir em mira altas habihta.
we in is.c. Rplte | 9 er* oen que per venturai pouasa eommetter, 6
attiuismo do lingua. muito mais desculgavel do que o dos nobres de-
s discurso do nebre untados q _aiorqitQo
;w* 0 %m*s- V. Z= asira isto, -


athmalI. doap~ n ea colg^ qond.eq usupa
o0 AL. Mmi -Q"mn lIon primeiramente em
pIeacm de Job fo i V. -c.Z
0 Sla. BaRU DP NAxAauzT-Porque o apart de
V. Exe. na tern Auo de aer.
0 n. Mai" -Tern today.
0SB. B blo Ds NA*a-z=-O meu proeedimen-
to tem. S mpre viade o be&a desta provinci.
Votei pelo projeoto de emprestima, par* satis-
faser os omprommissos (une tlhiam sua &berdade
de aeoao; mis isto' nDo me inhibe de ter querido
a passagem do imposto medianto uma lei appro-
vada por dons tergos.
0 SB. PyasmimDB V. Exc. permitted que o in*
terrompa para mandar ler urn re4uerimento de
ptorogao da hora, que se acba sobre a mesa?
0 Sa. BARAO Ba NAZAMET--Pbis nao.
E' lido e approvado o seguinte iequerimento de
proroiasao da hora :
Requeiro 30 minutes de prorogasco da hora
pars coutinuar a discusselo.-S. R.--Santos Pi.
naeiro. a
0 SR. BABo DB NAZARETH (eontinuando)-Sin-
t', Sr. president, ter-me desviado do object prin-
cipal do debate; mis V. Exe. bern v que sou a
iSso arrastado per continues o prolongados spar-
tee.
Querem a todo o transe apontar-me como inoo-
herente; 6 urna grave injustice que me tazem,
qu6r neste recinto, qu6r na imprensa; mas eu sin-
to-me perfeitamente tranquillo, contantando-me
corn o veredicWtum da opmii o public e o de minha
consciencia.
Sei que jamais poderei satisfazer a todos e prin-
cipalmente a aquelles que se mostram caprichosos,
intolerantes e systbhematico, em todas as discus-
soes, oomquanto revelem, per vezes, alta illustra-
91oe a crysolado patriot smo.
Pars satisfazer o mandate quae me foi confindo
nao tenbo poupado esforgos e se me faltam estu-
dos aprotundados e vastos conhecimentos, sobra-
me o desejo de cooperar pars o engrandecimento
e prosperidade da patria.
UM Si. DEPUTADO -A questio nao 6 de sciencia
6 dc facto.
0 SR. BARAO DR NAZARETH-S. Exc. me deixe
cmitinuar; V. Exc. tazendo discurao, rouba-me
todo o tempo.
0 Si. D EsocaiTo-Lembro a V. Exe. quoe na
sessio extraordiaaria, depois da suspensio do im-
posto de consumo, nao propoz queose reagisse con-
tra o governor da provincia para se voter a lei,
mas sim que se deeretasse o imposto para occor-
rer so desfalque.
0 SR. BARAO DE NAZARETH -V. Exe. di licnca
quae eu discuta este ponto para me justficar ?
0 S. DEMOCRITO Ni O sei se justiflcarl.
0 SR. BARAO DE NAZARETh--O maior c6go 6
aquelle que nao quer ver.
Sr. president, eu disse que depois da suspen-
Sao do imposto de consume, n6s fomos convocados
extraordinariamente para estudar o estado finan-
ceiro. da provineia e que nossa occasilo declararai
Assembl6a que o actor do ministry, merecia a eon-
demnaaio dos pernambucanos ; mas nio podendo
semelhante actor dispeasar-nos de salvar a provin
cia do abysmo que a amineagava, pedt a Assembl6a
que em abono de seu patriotism viesse libertal.a
o estado agonisxanti em que se achavi.
0 nobre deputado estA compulsanudo ci annaes
d'aquelle tempo pars encontrar o meu discurso,
cam e qual pretend mostrtr aoe a evidencia a mi-
nha contradicao; mas V. Exc. ha de eucon'rar
aqnillo que eatou repetindo aqui.
Preferia quose restabeleeesase o imposto de con-
sumo, mis assim nio aconteceudo opinei entio que
se creassem novas foutes de renda.
A minha preoccupaiao nsesa occasiao era que
se nao transcurassem os interesses da provincial
compromettidos par aquelle desastrado acto do go
verno geral.
Em vista do que acabo de expender deprehen-
de-se ter sido sempre a minha opinion que se a
Assembl6a reunida sujeitasse a sancao do presi-
dente uma nova lei igual Aquella que o minibtro
suspended, terie praticado umn actor acertado.
Mas disse o nobre deputado que eu aprescntei o
remedio, que era votar pelo emprestimo de mil
contos.
0 que se passou foi o seguinte: na ausencia da
adopcao do expediente po- mim lembrado, deelarei
que nao conhecia outra media capaz de debellar
a crise alhmn do emprestimo, attenta a enorme di-
vida a que a provincia ficou obrigada a satisfazer.
Sr. president, a provincia devia quatro mri
contos, quando o impostor foi suspense, e Deus
queira que a nova imposic~o lancada possa ainda
salvaguardar o soeus interesses.
Sr. president, agita-se urna grande questao so-
bre o imposto ; dizem que corn o sen restabeleci-
meont, o eommereio corn as provincial visinhas
tenderA a desapparecer.
Mas iste nalo 6 exacts, porque o impostor s6 at-
fecta a mercadoria que for consumida na provin-
cia, ficando lhvre desse onus aquella que vier em
transit. ou d'aqni for exportada pars as outras
paovancias.
Se poise a grita do eommercio 6 firmada no re-
ceio de ser a mercadoria em questao sobrecarre-
gads pelo imposto de consume, flcando d'est'arte
mats cara pars competir corn aquellas que direc-
tamente entrarem nos mercados risinhos, ve S.


Exc. que semethante accusaao nao tern nenhuma
justificagio por isso que"estilo esses generous isen-
tos d'aquella contribuigo.
E demais nao ha razIo al6m disto para que o
eommercio levanto tods essa vozeria, visto come,
pagando o iwrposto o addicionara aol prego da mer-
cadorla, langando.o dest'arte A conta dos consu-
midores que sao, em ultima analyse, os que vem a
satisfazer o tribute, sem o menor constrangimento.
Indireeto, como 6 ease impostor, o C-nsumidor
o satistaz insensivelmente quando compra o gone-
ro de qu aecessita.
UM 8a. DRPUTADOf=V. Exc. disse que nio tinha
assignado o project do emprestimo.
S0 S. BasAo D NAZA -TH -JA expliquei isto em
outra parts do men discurso e por isso julgo-me
dispensdo de responder ao nobre deputado.
Proseguindo nesm ordem de eonsidera96eo. ad-
duzida sobre o oassumpto de que me occupy, ob-
servarex ainda que a diaposio do art. 10 50 do
saoto addicioastl nio deve ter a amplitude que mui-
top Ihe querem dar.
A distineglo que cumpre firmar 6 a que ja ti-
vemis opportuniadad de fazel-o, 6 que: s6mente
quando o iamposto affectar a receita goral, tern ide
do encontro ao preceito legal.
SDsdequen ha o choque dos interesses do
poder provincial corn o geral, dead. quo ambos se
exeritm lives a deimpedidament am suas res-
peetivas espheras, nbo ha porque acoimar de ille-
gaes as medidasade quae cada um langa ao para
attender I* oua" nocesudadea.
Uis Ma TwireAw-Pela disposigio da lei &6
00 8a. BAX 6B NAJA,.NTH-Para. mostrar ^ aue


Q own av.ao zt'iuatAu,-.-A Y.'Re. jat pedi
e amxilio doe ues lazes, mi no tive a fortuna de
r cebel o.
0 Sa. METIRA NIo sou muito eomqpetente para
Em todo caso se me tivesse procurado, nio te-
na duvida em servil-o.
OS. BARIO DBOi NaAZAT-Continuaudo, Sr. pre-
sidente, na sustentalea da constitucionalidade do
imposto de consume, adduzirei a seguinte obser-
valo.: se 6 ineonstitueional o impostor de impor.
taao, ou por outra forms, o que reeahe sobre o
consume, igualmente o sera o imp:. to que se co-
bra das fazendas importadaa di estrangeiro e que
se vendem nasty lojas.
0 Sa. BARIO DE NazABETH-Assim, p is, deter-
minando o actor additional no 5 que a taxi seja
laneuada de modo que nio prejudique a recita ga-
ral do imperil, nenhuma outra bitola arbitraria.-
monte engendrada dove ser aeeita para regular a
question, e simr prevalecer a theoria do Sr. Viscon-
de de Urtgu ty.
0 impostor de consume, 'na verdadeira aceepa.o
do termo, 6 urma taxa que tem sido 9 sinpre lauIa-
da pela provincia desde 1836, para a satrsfaaio de
de suas necessidedes, que assim iam sendo satis-
feitaus comn mais ou menos regularidade.
Urn rasgo de patriotism, rMoal entendido, pormn,
e por eerto mode indeseulpavel, arruinou o estado
financeiro da provineia.
Creio. pois, Sr. president, que em vista das ra-
zoes que tenho allegado em favor do imposto de
consu0 o devem-se deivanecer todos os reeeios de
adoptal-o, e que todaa as accusagues que Ihe s8o
feitas, ficam carecendo de fundamento, attenta a
aua razoabilidade e vantagena provadas.
Sr. president, cansado, como eston, e jil tend
per vezes perdido o fio do men discurso, n rei sem duvida continuar, se os nobres deputados
esquivarem-se de conceder me mais alguns mo-
mentos de benevola attend.
0 S&. OLYMPIO MARQUES-V. Exe. tern today, eu
atW estou gostando de ouvil -o, p )rque o nobre de
putado tem-se revelado maia adiantado do que


era. -
0 SR. BARBO DE NAZARETH-Aprendendo todos
os dias corn V. Exc, que. 6 mestre habilitado, era
necessario que eu fosse um discipulo de urna ru-
deza demasiada para nlo ter aproeitado blguma
cousa.
0 SR. OLYMPIO MARQUES-Creio que V. Exe.
aproveitou de mais.
0 SR. MELuA-Mesmo porque sustenta hoje opi-
niao inteirainente contraria A que sustentava o
anno passado.
0 SR. LUNA FREIHE JUNIoR-Sapientis est muta-
re consilium.
0 SR. BaIo D E NAZARETH -Tendoja explicado A
saciedade o mei procedimento, nao querem Vs.
Exes., minto de industrial, aceitar a minha justifi-
cacao para a qual contento-me em chamrnar de no-
vo a attengio de meuas julgadores imparciaes.
Sr. president, a commissao de orcamento fallout
hoje, pela primeira vez, ainda que mal e incompe-
tentemente representada. (N.o apoiados).
Estou certo, por6m, que os meus dignos compa-
nheiros virao provar de mode mais convenient ao
nobre deputado, que a commission fez um trabalho
complete, e se methor nio estA, 6 porque mais nio
th'o permittio o abre% iado tempo que corn elle des
pendeu, nerm as forcas limitadas de que disp6e.
0 SR. ROSA E SILVA-Mas a commissao ceouta
corn a sanecao presidential?
E' a questao.
0 SR. BARAO DB NAZARETH-Eu responderei a V.
Exc.
0 Sn. ROSA E SILvA-V. Exe. podia responder
desde 1o-o, porque para mirm .6 este o ponto ca-
pital.
0 SR. BARO DE NAZARETH -0 nobre deputado,
Sr. Dernocrito Cavalcante, corn a agudez de espi-
to e habilidade que todos Ihe reconhecem, occu.
pando-se do trabalho da commission, tocou em um
point o que eu nio posse deixar serm reparo.
0 nobre deputado censurou a cocimissilo dizen-
do que ella havia creado impostor novo, sobrecar-
ragando assi m os c ontribuintes.
0 illustre deputado corn isto, Sr. president, re-
vela nio conhecer bean o project.
A commissgo, Sr. president, estudando do me-
thor mode possivel as difficuldades d e nosse esta-
do finaneeiro, nIo p6de descobrir meios de evitar
o alargamento do systems tributario.
Corn referencia a o impostor lanado sobroe o va-
lor locativo das loias e armazens de fazendas; no-
tarqi que em algumas ruas o aluguel 6 muito ele-
vado e os commercianutes nellas estabelecidos tem
de pagar per isso mesmo um impost o muito pesa-
do, ao passe que os outros, que nao estAo nas mes-
mas condigOes nao soffrem igual imposigiao.
Um eacriptorio de consignaVoes, por exemplo,
come o nobre deputado muito bemrn sabe, p6de fa-
zer muitas vezes todo o jogo de trsnsacoes em
uma so s6 ala. Assim nDs vemos que se uma loja
paga (supponhamos) 3 contos de r6is de aluguel,
o impostor aera de 600 mil reis, ao pass que um
escriptorio pagando de aluguel 300 mil reis tera
de contribuir s6mente corn a quantia de 60A000.
A adoptar-se, peis, o quo quer o nobre deputa-
do, haveria uma desproporgio espantosa.
0 SB, DEMocarO Eu demonstrarei o contranrio.
0 SR. Bao DR NAZARATaH-Creio que nao sera
muito faeiL
O Si. RosA E SILvA-Mas V. Exc. nio respon-
deu A minha pergunta.
0 Sa. BAsBo DE NAZARETH-Qual ?
O SR. ROSA E SILVA -Perguntei se a commission
contava comrn asanceo presidential. E' este para
mim um ponto muito important.
0 Si. BARAO DR NAZARETH-A commission conta
comsigo e corn o patriotisamo da Assembl6a ; nRo
tern o poder de arrancar do president da provin-
cia a sancgIo de urma lei.
0 Sa. ROSA E SvA-Mas a commissao e gover-
nista e vive na intimidade de S. Exe.
0 SBa. BARo D E NAZAÐ-A commiasIo apre-
.entando o sen project tern cumprido sua missao ;
e, c,nfianlo no patriotism desta Assembl6a, es-
per quoe o born sense da administrator faca o
rest, tinto mais quanto trata-se de uma lei ne-
cessaria ao beon estar economic d a proviacia.
Se o president, pormr, entender qne oao deve
sanecionar a lei, entiao o unico alvitre coapativel
corn a nossa dignidade 6, segundo pease, a app o-
vaglo da mesma lei por dous tergos.
E' essa resposta que tenho a dar ao nobre
deputado.,
d Sa. Rosa Ei SILTA -Devernos entio esperar
plas cehbas de Egypt, ?
0 SB. BanBO Ds NAZAIHTH A commissuo, Sr.
prouidente, fot atacada eom um artige publicado
a urn important jornal desta cidade, em que se
pretondia mostrar quo foi um erro nosso termos
estabelecido no project o impostor de consume.
'( "p'artise a x)
Au jidsse a V. Exc. que se o president nao

s ncioaar, ns a votaremos por dons tergos .
U-i 8U.. DuoT VatM lezialar imutilmente;


- oV .ooata tom o as-
SD NAARTH-EU- jA6 conto corn o
I meus colle auo
DmDo-r-t isto o-que eu que-


* M^Ia't.&U o4 a4l t-BrdO do punalosic.&'
A m i3U Ao,' qu uoaeao n meeretaio i d*a rW.,
4os prficamp "ar os n ep utegP ds neosiroO -
N4'410lviz eni gammu a -wr1 a arituauIo deus*.
iU |PfOLNin14 sap&Ih, pQ toS a r pAteA *w0e-"'
Sr. presidenite, voftared A tribana erm outrm00-
men discnrso, quo pelos uaumerosos deivtot prof-
0 tido par s.partots dos nwbres depatad m, nmo foriam
completamaeute sgotados.
Ao retirtr-me da tribuaas levo a inteira con-
fi-oa de que os members desta asembm"a hlo de
faser a jUstii, dei6ia 4 coinmisaso, reeonemndb
o sea esforero dedie ilo em prol da cawrs da pro-
vincia.
Per seu lado a co' missa., repousl nos seatL-
mentos patrioticos qae d.jminam o espirito da as-
sembl6a e emn a certeza de qua s6meate os sabios
ensiaamentos da expcriencia e da refl xIo poderao
dietar as emendas e correeo^s ao trabalho apre-
sentado.
Langando o olhar em torn, ainda mais se me
robustece e sta esperanua, psrs contemplar uma
fulgijla pleiade de taleantos a rivalisarem em bri-
Ihos.
Destacarei dentre elles o nobre deputado pelo
50 didtricto, a qupein acabo dd rcsponJdr e cujos
dotea orat rios a servi) de uum inexcedivel patrio-
tisaino trazcm-m a. inemnoria o btato sympathica
de Emilio C2astellar.
L'mbrarci tambem o meu nobre college o Dr.
Olympio Marques, a qa in Sr. P ulo da Oliveira
estA incamhida de trazr para os n 3ssos arraiaes
e que pela su i tenaciddJe d- espirito, alliada ao-
manis e.itranhado amor da patnria, recorda-me a fi-
gura imjoaente de Cavour.
Fiaalmente apontarei o Dr. Miira do Vascon-
cellos, eujo apoto o Sr. Estevab de Oliveira ha de
conquistar, e que pela sua influente e vigorosa
palavra, lerabra o aureolado vulto de Thiers a cla-
mar pela salva ao da patria.
Tenho coaeluido.
(,uito hem; muit-i bern.)
(0 oradcr 6 fdlic:tadj por maitos Srs. deputa-
dos.)
Tendo d;ado a hora o Sr. president levanta a
sesswo desaignando a aegainte ordem d) dia:
2a discuislo do project n. 7 daste anno e con-
tinuaao d a antecedente.

Companhia Santa Theresa


ACTA DA ASSEMBLIEA GERAL ORDINARIA DOS
SRS. ACCIONISTAS, A 30 DE ABRIL DE 85
Achando-se presents as 11 1/2 bhoras da manhb,
os Srs. accionistas Joao Joaquim Alves, Manoel
Joa&6 da Cunha Porto, Sebastiao de Oliveirs Re-
zende, Sebastiuo Lopes Guimarnes, Antonio Pe-
reira Simoes e Antonio Jose Coimbra Guimaraes,
representando 1076 acoes, foi na forma da lei
aberta a session tend side acclamado par% presi-
dil-a, em rausencia do Sr. commendador Antonio
Gomes de Miranda Leal, o Sr. J. J. Alves que
convidou para seu secretario o Sr. A. J. Coimbra.
Guimaraie.
Assumindo a cadeira presidential deelarou o Sr.
J. J. Alves que a present aeqsio tinha pot fim t
apreciacgio do relatorio da directoria e das contas
da companhia referentes ao anno que terminou enm
31 de dezembro de 1884, sobre os quaes havia a
commission fiscal expendido o parecer que se acha
sobre a mesa annexo n. 1). Passando se em se-
guida a leitura ua acta da ultima session, em 6 de
mareo de 1884, e sendo sobre ella aberta discus-
sao, foi approvada sem contestagio.
Em actor continue fora da la a palavra ao Sr.
gerenate para proceder a leitura do Relatorio que
apresentara A directoria e que fora por esta apre-
sentado aos Srs. accionistas, (annexo n. 2) e con-
junetarmente aos Srs. membros da commission fis-
cal para leren o respective parecer.
Sendo lidas ambas essas peas e dada a p.lavra
aos Srs. accionistas qne sobre ellas quizessem fa-
zer qualquer observa9ao, firam approvadas sem
discussion.
Lembrando o Sr. prnsidente que, pelos estatu-
tos, dcvia ser suostituido um d ss Sra. directores,
sahindo aquelle que a sort desigaasse, e que
igualmente deveria ser nomeada nova commission,
fiscal de accord corn a recent lei das assoeia-
cues anonymas, passou-se a proeeder os respecti-
vos escrutiuios. Tendo a 9orte desiznado o Sr.
director Jose de Azevedo Maia e Silva, e send
votados para a vaga os Srs. commendador Jose
Ferreira Baltar, corn 27 votos, e Francisco Fer-
reira Borges, corn 13 votos, ficou eleito o primeiro.
E para commissito fiscal obtiveram o Sr. commen-
dador Francisco Ribeiro Pinto Guimaries, 40
votos, Jos6 Guilherme Guimaries, 39 votos, Se-
bastigo de Oliveira Rezende, 34 votos, comm-nda-
dor Francisco Goncalves Netto, 6 votos e Manoel
da Cunha Porto, 1 voto; ficando eleitos os trei
mais votados.
E por nada mais hayer a tratar foi levantada a
sessao, sendo que em tempo ica declarado have-
rem comparecido depois da leitura da acta os Srs.
aceionistas Jos6 Guilherme Guimaries e Jose No-
gueira de Souza.
Sala das sessSes, 30 de abril de 1885.
(Assignado) -Antonio Jose Coimbra Guimaraes.
ANNEXO N. 1
Parecer da commiss8io fiscal
A commission fiscal abaixo assignada, em cum-
primento ao que preceitua o art. 32 dos estatutos
que regem esta coinp&anhia, examinando cuidado-
samente os papeis, escripturaeao e balango da
mesma companhia, referentes ao anne economic
que terminou em 31 de dezembro proximo passa-
do, tern a satisfagao de communicar-vos que tudo
encontrou regular, send que, achando-se lanqada
methodicamente e corn limpeza nos livros moatres
a respective escripturagio, 6 a commissio de pa-
recer que sejam approvadas as contas daidirecio.
Escriptorio da companbia, 24 de abril de 1S
(Assignados)
Jodo joaquiyn Alves.
Theod. Christiansen.
Manoel Josi da Cunha Porto,
RESUAIO
DO RELATORIO APRESENTADO PELA DIRECTORIA DA COM-
PANHIA SANTA THEREZA
Administragdo.-Tendo o Il1m. Sr. major Lau -
rentino Jos6 de Miranda communicado a directo-
ria que por motive de molestia neo podia eouti-
nuar na gerencia da coapanhia, foi no dia 12 de.
junho contractado para exercer esse cargo o Sr.
engenheiro A. Pereiro Simoes. Constituindo-se
assim o pessoal administrative:
Directoria.-Srs. Sebastigo Lopes Guimaries,
Jos6 Nogueira de Souza e Jos6 de Azevedo Maia
e Silva.
Commissdo flhce.-Srs. Manoel Jose6 da Canha
Porto, Theodoro Christiansen "Joio Joaquim At-
ves8
Gerencia.--Sr. A. Pereira Simoes.
.linancas.-Nio correram mal. Apezar da cri-
se gerai heave ainda este anne augment. no ren-
dimuento. Pois se em 1889 retdeu" o gaz....
32:1i5.35956-e a agua 15:7785840, em 1884 foi de
33:0105380 a receita da primeira verbs de....
16:708460 a da seguuda, sem que houvesse sido
ampliado o numero de comnbnstores do governor.
Distribuio-se o 11 dividend e eest o 120 em
caixa para ser distribuido ambos a razao de 6 /
amnuaes.
Acfes e accionistas. -Realisaram-se transfe-
renacia de 385 acgeoi, sends as ultamas cota9coe
deo 4 sendo o conmpador direito ao dividend.
Aetualmente possno a Cotep*anh54atchinia.
ta, diminuindo 5 em relalso a n paasa o.
_.hamotivo para que a cotaleo nib deixe de-
subir at6 attingir 50 valor a das'acas,
&siecou tliM111u ewrpigics.-^ dotea- em sons..1


armazeana Matwits oomprados no valor de..
2%O095AWO P"-. Pams toraar indeperdente
csnaaasaea Ascidade alta e dodtsidade


: I






'?: ^


2
V.




























sepestari. b6govemo trasmito
ima portaria'. do En S. r. eons.-.
da provmnei prorogiado it,
eo a utual Resio dftati'asem- I


Outa & da CamArs unioipal de QipapA pe-
d1t. que osja emeadado am artigo de sawo poa-
tauii.A' coamiaa deo negocios municipaes.
Q .ro da do Tritpho commuuicando ficar
ito do haver Emi. Sr. onelheiro eoao
Rett' td e Cdo janame4to assumido
i wago r te d&ta provincia.-Intei -

Eim segida dissolveu-se a reanibo.
N2iaS6tert de B!traageiron -Di, se-
eretaria do govenorno ns fi remittdo par& publi-
r o aseguinte aviso:
a Seco 2,-.a-N. 4.-Rio de Jaeiro.-Ministe-
rio dos Negomioa estrangeiros, 5 di mio de 1885.
-Illm. e xFr. Sr.-Re-ponds ao omeiso de V.
ExZ. datd deo 15 de abril ultimo.
a Laende eor attencLo o requerimento dmngido
a assa Presidencia polo subdito portuguez Ewilio
Shares, perado-on-a do que noea o governor impe-
ria, net a uteUdade alguma do nodso paiz tern de
intervir na. q 'eolformulada polo requerente con-
tro cooaod 'e fut nacao.
.,* Dix ,mili Soiarea, em terms mui vagoa, que
eli &legiwslao vigente entire ambos as palisee, o
busui 6 obHiado a psssar-lhe a certidio pedida
polo primoiro e raousada pelo aegundo.
a 0 que h 6, como V. Exe. sabe, ama declarsa-
9ao entire o Brasil e a Franeu datada de 25 do ou -
tubro de 1878, em virtude da qual applica-se aos
eonsulea a convencao celebrada eutre este imperio
e a Italia.
i Nesseo ajuste international nao se encoutra
disposiiao alguma adaptavel ao preseuto ease.
Apeinas no art. 10 estatuio-se que os eonusles tern
o direito de lavrar em suas chancellarias, al6m
dos atoes eonvencionaes indicados, quaesquer ou-
troee de identica natureza quo interessoem unica-
m nte a subditos do paiz de residencia do consul,
eomtan^o que se refiramn a bens situados, ou a no-
gocios qu e tenham de ser tratados no territorio da
nagco a que pertencer o agent coasular.
a Mas, nao vejo como semelhante disposigio
possa favorecer a E. Shares, sondo o documento
pedido apenas urna cert ilao de nacionalidade ex-
trahida doa registros consulares, para fins judi-
ciae. S6mente 6 certo que, uma vez coence-
dida, faria ella f6 perante qualquer tribune 1, juiz,
ou outra autoridade brasileira.
a Entretanto, nio ae infira desta ultima proposi-
91o que o agent consular pod i ser obrigado per
non a passar urn documeuto quo elle nao quiz, ou
cutendeu nilo ever ministrar, senie debaixo de
certas formas judiciaes. So contraveio As obriga-
96es que lhe incambemn come funecionario public,
a6 o aeu governs, ou a lega*o de Franas poderi
Jlhe tomar contas.
a Portanto, o juiz do Recife procedeu acertada-
mwnte declarando-se incompetent, porquanto nio
teria meio de fazer cumnprir polo consul um man-
dado no sentido de exigir a certidilo. Segundo
pasrece, Emilio Soares 6 part lithgante em algum
processo-e 4quem precis a exhibir emjuizo o ducu-
menlo soicitado; a elle, pois, e s6 a elle incumbe
p:ocurar obtcl-o come puder.
a Ainda menos cabe ao president dessa pro-
vincia, autoridade adminintrativa, fazer aquella
exigencia em negociojudicial. 0 governor impe-
rial nbo pode per ni nen peor sus delegados, sun-
tenter as pretengoea do subdito de um paiz estran-
geiro contra funccionarios publicos de urma tercei-
ra nacao, embora residents no Brasil.
I Corn esta resposta aproveito a occasiia para
reiterar a V. Exo. os protests da minha perfeita
eastnma e diatinsta, eousideraao.-M. P. de Sousa
Dantas.-Sr. president da provincia do Pernam-
buco.-Conteri.-Jos Saldanha.o
Concertos Classleos Populares-E'
hoje, A 1 hora da tarde, que se realize, no theatre
Santa Isabel, o 1' dos Concertos Glassicos Popu-
zares, annunciados sob a d:ireego do Sr. Amaro
Barr'!to. Ccnstari : de um trio em d6-inenor de
Beethoven para violino, violoncello e piano ; de
um alegro cm si-bernol de Mozart para violino,
violoncello e piano ; da Postorale de Beethoven,
para doas violinos, viola e violoncello; e do
quinteto das trutas de Schubert, para violino,
viola, violoncello e piano.
Os precos de entrada sao minimos, e ao alcance
de todas as bolsas, pois restringemi-se a.) seguin-
t : cadeiras e galerias I1, platiS 500 r6is; ca-
marotes de 1 e 2a ordem 6$000; da 3a ordem 4A ;
entradas par a 4a .orden 200 r-is.
Notas de IO1OOO da O.a estampa-
Foi prorogado ate 31 do dezembro do corrente
anne, o praso do recolhimento, scm desconto daa
sedul-3 do Thesouro de 105000 da 6* estampi.
E.pectaeulos de bonecoos-No largo
da Matriz de Sante Antonio n. 4, ha hoje dous
espoetacuios de bonecos (Marionettes), um as 5
horas da tarde, outro As 8 horas da noite.
Paquete Ctcara Dove chegar hoje do sul
o paquete nacioaal Ceard, quo seguira amanhil
para o norte.
S. Felix de Cantalice== Arranhi os re-
ligiosos da Penha celebramn corn a decencia e
decoro que lhes 6 possvel a festividade annual
do seu inclyto irmmo de habito, o glorious S.
Felix de Cantalice, constando2 di miss cantada -A
orchestra, n.3 8 horas Oa dia, sermio c ladainha
corn music a. tarde. Depois da bencao do San-
tissiano Sicramcnto tori lageIr a benealo dos en-
fermos, cotno de costume, CorM a reliquna do Santo.


Inquerito-O Sr. Dr. Fraucisno Augusto da
Foasica e Silva, delcgado do 1 district do Roci-
te, remetteu ao Dr. juiz de direito do 2 district
criminal, 'o inquerito a que procedeu corn rela-
cgo aos damnos c-iusados na typographia e escrip-
tmrio da redaceAo do Tempo e uo estabulecimento
n. 91 da rua do Marcilio Dias, dos Srs. Ferreira.
Cruz & C., factor qua se deram na noite de,12 do
corrente.
Conelho ilitterario Funcionou hon-
tern 15 do correute sub a presidencia do inspector
.er-al.
Foram lidos eo seguintes pareceres
Da la seeClo, relac.r o Dr. France de $8 sobre
um aovo system do eascripturagio escolar, con-
cluind, pela sus adopgio, corn uma emenda do
professor Miranda para que se miuotenha o antigo
regimen, eorn algumas modificac5 *.
'I Da 3Sa deeo relastor o Dr. Jos4 Diniz sobre a
petigio dos prolesaores Manoel Figueira di Mene-
z.s e Mari* Clara de Mello Figueira, requerendo
a gratificeaiio de merito, concluindo pela conees-
silo.-Approvado.
D. ini msina seeio, relator o Dr. Regucira Costa
-sobre a paticgo de Alexatidrina Moreira Reis, ra-
quaerendo gratificagao de merito, coneluindo pala
-cteesao' da de que trata o art. 115 de 6 de feve-
-eiro do ewrente anho.-Approvado.
SDa mesma secqgo, relator o Dr. ItR gucia Costa
sobre ajubilaib, requerida polo pui-ofesor J,,o
Joa6 Ridrigues, eonewtindo p .14 c naeesnoV da ju-
Sbilao, mtwos quanto a vautagin du o art. 159,
nato nada tor Iprvado eom rehaiio ao art. 167
de aceordo corna oregtulamenltVigdato. -Approva-
do cornm uma emeruda do Dr. Praneo de Sa, que
exige a prova dasses requoisios.
Outro da la sec[o., rotator o Dr. Ayres Game
sabre um abaix0 assignado dos moradores da L iz,
eomarca de P4o d'Aio, em quae requerem a res-
aauraeio da cadeira do sexo masculine d'aquelle
povoido, cacmeluindo pelo defsrimento. Votaram a
Stavor doparecer quatro dos membros do coaelho
a quatro contra. -
Oafra da meinma seegaoe do memo relator, acer-
vcx dasa teragela qu e cunv6a fazer-se ao regi-
meato in itk i da ss Iacoa, aceluindo pr offer.-
cer as u m ase altnerag quoejlga g onveaien-
s s qua2er a 2 idici-
qtwftf ftot& aqd Oa G, quaefoi ap
'"Ap* Meift-Ham- -


A*por^ l n~ohrtpia reela On.t P
cinema do rim direito.E'1 a priaeirs ve. qv 5s
pratita es ta importantiesima operaSIo eirrg
nesta provinoia, e talves em todo o imperio.' Fo
ramin tomados dos os euidados auticepticos, e fO-
ram foitus diversas ligadu'as corn eaga0, sendo
ignalmente ligado o pediculo corn urn catgut forte
e Bolto deutwa da eavidade abdominal.
A doonute tei profundamente anesatiaiada eom
chloroformio, aendo encarregdoes debate trabalho os
Drs., Maduro e Carneiro Lao.
Da hemotaia so enca rpgram os Dnrs. Cyanei-
ro e Bee uxilibram e saistir*nm tambon a
opersago 09 D MosDr oo, Gana Lbo, Simoes
e o estadaate Firmn Xavier.. ,
Amputaao do seio eaquerdo roclamada por 'car-
ciaom" dewavolvilo em oonaeuquencia de un trau-
matiamo' ,
LuMta e eort ean Hontem, eerca de 9
1/2 horas da mahau, no lugar denominado Caban-
ga, do 2.o distrieto policial de S. Jome, Angelo
Meoades Lelo, pardo, corn 19 annas de idade, aem
officio e oecuapao onhecida, travou lta corn o
crioulo uiltherme de Paula Araujo, sapatoiro, re-
saltmado ficarem amboa feridos ; sondo que, em
relaeo ao primeiro forama leves as ferimentos, pois
quo coniastem em umn a iada aobre o lado as-
qurdo do peito.
Em ro!aVA ao egundo, pqrem, coansiatiado o
iFerimeato em uma facada sobre a parte anterior
do peito, apresanta um character grave. Foi ro-
mettido logo em padiola par& o hospital Pedro
]I .
Angelo Mendes foi levado A presents do Dr.
Souza para ser examioado.
Forum amboo praosa em flagrante delicto.
Desastre-Hontem, is 11 boras da manhib e
n'uma padaria do Pogo da Panella, foi caaulmnen-
te ferido no ante-brago esquerdo polo cylindro de
uraims dasa machias, o operario de onome Jose6 Sea-
bra. Pot recolhido ao hospital Pedro II.
Desabamento-Parte da cornija da can.
terrea A rua do Alecnrim n. 71 desabou hontem pela
manhil.


Felismente nao offended a pessoe alguma.
Reuni6e sociaes-Ha hoje as seguin-
tea :
Da confraria de Santissima Trindade, as 9 ho-
ras, em mesa gerali, para eleicao.
Da Irmandade de S. Josed da Agonia, no conven-
to do Carmo, ao meio dia, para eleicio.
Da Luao Brasileira, a 11 horaus do dis, na res-
pectiva s6de.
Amanhb ha as seguint's :
Do Club Dramatico Familiar, as 6 horas da tar-
de, na respective asde.
Do Club Commercial Euterpe, as 7 horas da noi-
to, na respective sede.
Tentatlivalde uieldio-Ante-hontom As
11 borse da note na casm n. 40 da travessa dos
Expostos tentour prer mo 4 sua existencia, o cri-
oulo Joio Baptista da Trindaae artists, solteiro
de 18 annos de idade, bebendo agua envenenada
corn sal de azedas.
Sabendo do facto o Sr. subdelegado da fregue.
zia do Santo Antonio comparecenu alii poucos tio-
rnenetos depois, e sendo prestados ao infeliz promp-
tos soccorros, conseguio vomitar o liquid que in
gerira.
Declarou elle que resolvera acabar corn a vida
per Ihe haver os medicos prohibido o trabalho a
vista de soffrer continues ataques de erysipela.
Foi recoihido ao Hospital Pedro 20.
A Moda lUutstrada Paras a respective
ageneia, A rua do Bar!ada Vietoria a. 9 echebRo
o n. 152 de 15 de maio desta revista de moas,
trazendo folha de moldesa hgurino colloride.
Os laraptos Estes industriosos penderam,
de algurn tempo ia costa parte, para o convento e
ordem terceira de S. Francisco, de onde tern sido
sumpiados varies objects.
Ainda hontem, pela manhl, furtaram do con-
vento urna inmagem poueiia de Nossa Senhora da
Coneei-lo !
Safa!
Prala de Santa Rita Informam-nos
que, todos os dias, se reune aa praia de Santa
li ta, em frente ai rua dos Pescadores, inma malta
de vadios e capoeiras, quem armados de faca, quem
de navalha, a apedrejarem os tranaeuntos e a in-
sultarem as families proximas, travando muitas
vezes conflicts entire si.
E' case de a folicia intervir e fazer cessar o
abuse.
SCadaver-Hontem as 11 boras da manha o
Sr. subdelegado do Recife mandou dopositar na
igreja da Madre de Deus o cadaver de Marciano,
pardo do mais de 60 Uannos, solteiro, e de profissio
inarcineiro, afim de, pelos Srs. Drs. Souza e Costa
Gomes, ser verificada a cause da morte. Reco-
iiheceramnaquelles facultativos ser ella padecimen-
-Ios chronicos do figado e intestines. Nesse acto
achou-so present o mnesmoJsubdlelegado. Marciano
tinhla vindo do lugar Angelica no termo do Limo-
eiro pela manhi para tratar-se em casa d'uma
irina A freguezia de S. Jos6, mas o seu estado era
tio grave que m)rreu antes da estac'o do Bruin,
qiuaudo buscava umn bond pars ne conduzir A casa
da irma.
0 enterro foi feito pela carilade.
Voluatarlo tda Paerta-Um n sos amigo
qffereeeu-nos o seguinte transumpto d- Voluntario
da Patria drama military e de grande apparato,
que o Sr. Dr. Joao B. P. Corte Real escrave:a para
o Monte Pie dos Hmorarioi solemaisar o 190 an-
niversar:o da batalha de Tayuty feridi a 21 d
male de 1866.
Prirmeiro quadro : aprasentali.o de Antonio o
voluntario da Patria em Citubres, representando
o scenario, a ferrarna e forjas de Pedruso, pai d'a-
quelle.
Segundo quadro : embarque do 1 corpo de vo-
luntaries pernambucanos, e bemrn assim de Antonio
apresentaudo o scenario part do nosso Arsonal de
M1arinha, ondo o president da provincial Dr. Cas-
tello Branco entrega a bandeira do batalhbo, send
recebido pelo coronel Leal, que em none de sens
soldados promette restituir aquella sagrada reli-
quia rasgadu, espedatada embora pela metralha
inimiga ; purem, sempre veneedora.
Dous dn nossas poetaa distinctos e popalares,
recitam p)esias enthusiasticas.
0 Dr. Pauline Camara achtia-se A frente, e eom-
mandando a la eompanhia do 10 corpo dt volunta-
rios de Pernambuco.
Antonio o voluntrio recebe a benaio paterna.
Matacae A vista : cies do mesmo arsenal, onde
o vapor 8. Francisco recebe oas voluntarios, quo
embarcam ao tom di music, e dan ovai3s e bea-
'os tdo pave.
O vapor coenoea a sua carreira.
7erceiro quadro-: baailha campal de 24 de maio
de 1866 em Tayuty Tornam-ne saliente nessa
immense t61a, quo tern per oruameatacao a bom-
barda, metnulha, o fuzil, e 0 canhio, oa salto. do
immortal e legendario Oorio, do casidoso Frei
Fiddles, .dma huawauitonia Viptoria, a chisa~ e do
hi-ave AutihoVlqk~S u oi
toma nina bmandar. pmnugaya, dsf
aortt a banda de soda,
Qtarto quadro: sceea triste, de fome e mtisena,
nesat cidade. oide a familiar de Antonioayoltl
trio, quo abandonada per todos tocm ao ultino ex
tremo d.& indigeocia aeadL em tempo aoeomnida
pr urn ceompanheiro de Antonio, invalid deTou-
p jer tress rcuxsos pow sae romettl4 a fa-
m ~fi -^ -*.i. ^ *, i..' ...^ .. ;:1


to das


*'': J^^6OjwM^o^Mki~ri Qte entreiae1 a
as inh i~o d mho do dramaa.
anB^tor 1 m *ono cnsa tam caBn fingit no
diUtiout a tiei, Own mastro Caidido Fillo
m4,gPiLee 050:0u910 do.
que esta iu-abido do ctpo*siga *e ezecu*as doa


d46sparaarao, paatioti vor pveruambucano. -

sobre a comarea deBarreoroa
('amaisra MunicipL
Presidento-BacsrtelJosA94-colio Poreim do"
Santos. '
Vmice-president--Olympio Thoodoi d da. gil%.
Vereadores-Manoe'ff-riclaoeo ?Forr de Al.
buquerque Filho, Jaqisam do. Santos Dini*, An-
toni do de Siiquira Li n, Jose Franciaco d Reg.
Barrosa e capitao Manoel Honorato de Burros.
Seeretario-Josd ViYtorino doe Santos.
Porteiro -Justiniano Alves Moreira.
Fiscal da villa-Sesianando Marcolino deMeira.
Fiscal do Abruu c S. Jos6-4oJo Claudio Vieira
de More.
Proeurador-Aristarcho de 8ouza Rogo.
Aferidor-Manoel Moreira Borges Uchoa.
Juizes de paz do 1 district
1.-0 -Antonij dos Santes Pinheiro.
2. -Manoel do Barros Wanderley.
3.0 -Capitao Antonio da Rocha Hollanda Ca
Cavalcante.
4,--Manoel Francisco Ferrdo de Albuquerque.


Juises de paz do 2odistricto
1.0-Major Jose6 Francisco Bello.
2.--Fran:',cu Paea Barretto.
3.o-Manoel Pernandes da Silva.
4.0 -Mariano Luiz de Moura.
Colleetoria- geran
Collector-Manoel Leitbo Figueira.
Escnrvio-Joilo Antonio da Silva e Oliveira.
Collectoria provineisl
Collector -Joe6 Thomax dos Santos.
Escnrivilo -Aristarchuo deo Souza Rge.
Carcereire
Franciseo Antonio de Miranda.
Agente do Correio
Guilherme Cavalcaute de Albuquerque.
Gabinete de Leitura Iguarassuen-
se-Commuuicam-1no4 :
a Funecionou ente gabinete em sessilo ordina-
ria, no dia 3 do correace minez, sob a presidencia
do Rvm. vigario Floriauo de Queiroz Coutinho,
presented 12 socios.
Lida e approvada a acta da sessalo anterior o
Dr. 1- secretario deu conta do seguinte expe-
diente:
Officio do llm. Sr. Dr. Antonio Josa, de Amo-
rim, corn a declaragle de aceitar, reconhecido, o
titulo de socio effective.
Apresentou o Dr.I 1 oseetario a seguintia lita
de livros e jornaes, recubidos duranto u mez pro-
ximo pansado:
Polo socio benmfoitor, o Sr. Bare de Macahu-
bes: 15 Luziadaa de CamSes, 10 Terceiros Livros
de Leitarm, 33 Noes doe Arithmetica, 24 Novos
Methftios da Lingua Frauceza, 8 Segundoj Livros
de Leitara, 29 Resumes de Graminmatica Portu-
gueza, 19 Primeiros Livros de Leitura, 25 Poque.
nos Tratados de Ernesto Legouve e 35 Desenhos
Lineares ou Elemeatos de Goeometria Pratica cbr .a
d offertante.
Pelo sjcio benmfoitor Dr. Leopoldo MaIinho de
Paula Lius : Primeiro, Segundo, Terceirt Quax
to Livras de Leitura (Lioows no Lar) t" Hilario
Ribeiro, 4 vols. enes.; Curso Elemeontar de An-
thmetica peor Dlaietrio Nunes, 1 vol. one., Gram-
matica Elementar, por Hilarie Ribeiro, 1 vol. enc.;
Historia do Brasil per JoLo Von Franckenborg, 1
vol. enec. ; Compendio de Arithmetic.* por Souza
Lobe, 1 vol. ene. e Nocoea deo^0ometria Pratica
per Vaseo &de Arn-jO e oa itf*a1i0 -
Pelas respectivas redacees : De Pernainbuco--
Jornal do Recife, Aurora, Rio-Branco, Tribuna,
Tempo, Rebate, Revista de Pharmacia, Seis de
Outubro e Lidador.
Do Rio de Janeiro--Paiz, Violeta, Diario do
Brazil, Diario Official, Semana, Patria e Apoe-
tolo.
De Sergipe-Gazeta de Araeajii, Jornal de Ser-
gipe, Guarany e Voz do Povo.
De S. Paulo-Imprensa Evagelica.
Do Coar -Cearenase e Constituiao.
Do Rio-Grande do Sul -Lente e Foduraeo.
De Minas-Geraes-Gaz:ta Mineira.
De Santa-Catharina-Babetonga.
Do Espirito-Santo-Cachoeirano.
Polo Rvn. president foi designado paras servi-
interinamente o cargo de 2' secretario, no impe-
dimento do effective, o thesoureiro capitio Jos6
Benigno do Amaral.
Em seguida foi proposto e approvado socio bemn-
feitor, o Dr. Valentim Magalhiles.
Nada mais haveudo a tratar--se, levantou-se a
sesnio As 3 horas da tarde ,.
Os eainezes-Os chiaezes S lo de todos os
povores do mundo os maits aferrados a seas habits
e o0 mais dades a roiuna.
A supreme felicidade para umn chincz esta em
fazer hoje o mesmo que fez hontem, ou am.inhA
aquillo que tez hoje, e sompre o que fizeram seas
antepassados. Por isso nio ha raea algurna tio
refractaria ao progress como esta, que apresenta
tolos os caracteristicos da velhice.
Os chins sio ao mesmo tempo o povo mais or-
gulhoso da terra. Pars elles 61o barbaros e des-
presiveis todos os demais povos. Parece-lhes a
vida destes umnia vida de confusieo e desordem,
proria doas oespiritos ineultous e incompletos.
Tado o quo precede de outros paizes 6 a seuas
olhos umia obra de selvagens. As sociedades eu-
rop.as corn sua rica variedade, afiguram se-lhes
contus-vi multid5es de genes que buscam Aaa escu-
ras o camrninho.' Quanto nao estA elassificado dc
antemilo, encantoado, regularmentado a 6 em seus
meaores dotalhen, parn a chins illogico o ab-
surdo.
A symetria 6 a supreima lei de sum arte e a ro-
tina a suprema lei da vida delles.
Cent estas duin condicoee de apego irrational ao
co atumee e de horror e despreso ao estrangeiro estA
pr vado quo a China ha de ser a naiao maoes
pr ,gresaiva do muude.
Todavia, em 25 aunos oa chinezon tern se adian-
tad, d'um mode nobilissimo na arte military, corn
"o prova is actual guerra corn A Franca, e aceitado
ia ariaa aperfcicoadas dos aborrceiveis e dcspre-
salosn uropoas. Quial a origem deste inilagre?
Corn o tereo side os mventorea da polvora, on
chins a 6 1863, tiuha feito muito penco em arti-
lharia. S6 non .oass extremes, e quando a neces-
sidade os forcava, animavam-se a taser o quo ti-
nhanm vinto fazer on european.
.Com excepgio de alguman arman de fogb de an-
tiquissirno syntema, on chinezes continuavern ar-
madoe coma da iavasbo doe tartaros mautchues.
Todavia naa frouteiras do norte e oeate do Celeote
Imperio o arcoe a laua eram a principal ole-
meouto de defezi.


A guerra de 1861 eom s Inglaterra e Fraiva e
ua qual urn corpo dexoercito de \12,000 homens
ehegou at6 Pekin, ala obstaute ter opposto o filho
do Sl centenares de milharud. Wu soldados para
imipeiil-o' fez comprehender aos- inas, que a au-
parieridad military dos eoropeua era imensaa.
A 1otte fai1 detnasiada gand# imtaatate 1dam*
para'fnear epquecida, Os ecmnezta proouraram
desde enteo imitar o mais que tome poasivel on
exerciton europeun, nas fabrieas deo Armstro e
Knip a fuadiram muitos anho e i
ra destinasi aso exercito do Celesto Impearioe .
Um nautmero rospeitavel de cnhou beims com-
truidas aegndo modelo d i ultimo aduta-


A saber:
Naeionaes 278, mulheres 10, es.trangeitos 11,
eseravos dae correceio 7, ditos aentenciados e pro-
cessados 8. -Total 214.
Arragoadoa 294, sendo : bonn 263, doentes 31
-Total 294
Movimnento da enfermaria :
Tivaram baixa :
Franklin Jos6 de Souza Cavalcante.
Antonio Alves da Cunha.
Tiveram alta :
Jos6 Fernandes de Andrade.
Ludgere FraHcisco Cavalante Serpa.
Jolo Evanmlista do Nascimeuto.
Joao Jos6 d& Silva.
Jolo Martins de Lima.


CHR HICA JUDICIARIA

Junta commercal ada cidade do
Recife
ACTA DA SESSAO DE 15 DE MAIO
DE 1885
PRE3IDENCIA DO ILLM. SR. COMMENDADOR ANTONIO.
GOOf39 DE MIRANDA EAL
Secretary, Dr. Julio Guimardes
A's 10 horas da manA, declarou-se aberta a
sesso, estando precentes 6s Srs. deputados corn -
mendador Lopes Machado, Oliuto Bastes, Rolim
faltaudo sem participaoao o Sr. Beltrio Junior.
Lida, foi approvada a acta da precedent sesslo.
Fez-se a leitura do seguinte
EXPEDIENTE
Oficio :
De 9 do correute, da Junta des Corratores
d'eata praea, remettendo o boletim das eota*4e
offlciaes de 4 a 9 dj preaente mez. Para o ao-
ckivo.
Diaries officiaes de us. 116 a 124.-Para o ar-
chive.
Distribuioeo-a' rabrica o seguainte livro : co-
pindor do MoeisfaBrag&.
DSPLCHOS
Peties :
Do Manoel Antonio da Silva Moreira, para que
s-registrae -nomeagCo de sou cuixeiro JoAo Coe-
1h0 Moreir e aS d baiza na deo su ex-caixeiro
Arthbr Goailvm de Azevedo.-Coino requer.
vDa inv.aAraujo Brags-&0., pkm qua.-
baixa no reiptro da om oamilo de 4 .wal i


W1-


mciio eo a.4 o Aso A rua d4 Mar-
q= do Oliqd* o. 24 o d elo. ptovo.-
A hive.m.. ..
NAda i havendoas B despcbhar, o Illm. Sr.
woaum nda~dspweidn *o qpimu s..a4 La 11
(ila tuwhl -


^
*i
f
&



l
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L
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Eu te digo, omeu fim ; minha esperanca...
E' te ver bern feliz, uuida a mim:
Vivermos ck na terra em paraiso
Come os anjos neo coos... te ver assiin.
Per agora n-o tenho p'ra offertar-te
Brilhantes, e cubigada positao !...
Mas o que hei-de fazer soe per ti morro,
Se per ti s6 me pulse o coragio !...
Perdoa!... e attended as minhas supplicas
Suprema formaiAo do Creador!
Se nao 6 profanar, dizer que amo-te,
Ai! per Deus eorrespondas meu amor.
B. W.


Declarablo
Joao de Albuquerque Burros Pimentel come
thesoureiro da irmandade do Espirito-Santo desta
cidade, e para evitar qualquer duvida future, de-
clara que ema vista das coadioes precarias em que
a mesma irmandade se achea, nenhuma responsa-
bilidade toma na fiesta qua se pretend realizar
exonerando-se peor este meio de todo e qualquer
compromiaao cornm aa pessoas a quem isto possa in-
teresar.,
PAo d'Alho 16 de msio de 1885,
Joado de Albuquerque Barros Pimenteld.

Q111t0 OHIO

Tendo conatado quo o partido eonservador Ji
havia organiado sua chapi para um deputado .e-
ral pelo 5. district, em substituicio ao falleoido
DM. Epaminondas de Mello, declaramwa que 4 fal-
as ease boatoe -
At6 o dia do hoje nao ha candidate apresentado
pelo partido. Quemn o diser falta a verdade.
Os candidates conservadores conhecidos estiao
pleiteando per nua conta e risco, e portauto. orn
igualdade de direitos.
Recif e, 14 de maio de 1885.
r Algu delitores e dNaareth.

Sqegraa& a" ktis e Jugares
Jsdubwres
N. aW.a


a1 Ousodafala


1, tern effectus-
pas, febmrs bi-
e outiras moles-
tes do termno


U no umasm
oet 'iisI t Ibor s na rus do B-k
rih> (Ia Vsoria 033 dri 'middezfsxs e do, balelo
do b~s attreMeam: An rte. *^. .* :
COa, eo Ia ( i 06 10 12 horas, no ci6
22 do ovbo, da armao e faenlasda meoaa
easa.
Quarta-feira:
PalJo qeate Pinto,. As 11 horas, a ma do alo
Jesus A. 43, deofsenda.
Pdlo aqgie ariue A. 11 h-was, na mea eotreita
do Rosarao r .1 de msveia, 1-muas e vidros.
Pelo e Alfreto--(imardes, As 11 boris, A
1ra do B" r Jesus n. 45, de fazendas.
1Ma ftWeboreo-Serailo celebrados :
A's 6 12 horna, na igreja de S. Pedro Martyr
de Olinda e as 7hr hia, na igrejat de 8. Pedro do
Recite e an matrizdePalmares per alma do padre
AmarQ Jo*6 do OlialuS Bareetkw; 4 9 hwss, na
i aj do Pilari, por alma do tnaeute Patulino Gon-
alvcs Leesa ; As 7 horas na ordein tereeirna de S.
Franeisco6, ppr alma de JoaqumoiPerreira Ramos ;
As 7 1/2 here,, Ba igr ja.da Penha e S. Jm6 da
Boa E IM a, por al de D. Ambrozina Se Sai-
nando 0P=4heeo; a. 6 hoelt aa smatriz de 8. Pedro
Martyr do Olinda, por alma do padre Amaro de
Otinda Barecellos.
TerV*-feira:
A's 8 horas, na capella do Hospital Portnugiez.
per alma do Dr. Antonio Epatminonda de Mello;
4s 71/2 horas, na Ordemi Tereoirsa o Carmo, por
alma do major Firmiano Jose Rodrigues Fer-
reira.
Quarta-feira :
A's 8 hor.as, na igreja do Te"o, por alma de D.
Anna de Brito Themudo ; As 7 1/2,. na igreja do
Rosario do Santo Antonio, por alma do conego
FranciseoRtchael Peretra de Brito Medeirod; As
8 horas, nu igreja da Penha e S. Jose da Boa Es-
peransa, per alma de D. Maria Florentina Vieira
Pacheco.
Loteria da prowinela.-Quin-feira 21 do
corrente, se extrahirA a loteria n. 125a, em be-
neficio da igreja de Nossa Seahora do Rosario da
Boa-Vista desta ecidade. No consistorio da igre
ja de Nossa Senhora da Conceico dos Militares,
se ahario expostas as urnas e as espheria arru-
madas em ordema numerical a preciaoo do pa-
blico.
Laterla do Gralo Par&a-A 4a part da
33 loteria sera extrahida a 21 do corrento ; os
bilhetes aehamse A vends na Casa Feliz, Praga
da Independeneia sn. 37 e 39.
Tainbtiseo acham a vend& na Casa di Fortu-
na, & ua Primeiro de Marco n. 23.
Loterla da Bahtla==Esta loteria, cujo pre-
maio grade 100:000.4000,serA extraida no dia
28 de maio proximo vindouro.
Os bilhWtAO acham-se A venda A Caaa da For-
tuna, A rua do Crespo n. 23 e praga da Iidepen-
cia na. 37 e 39.
Grande loterla da corte-Eata grande
loteria, cujo preraio grand o 6 de 500:00OU000,
sera extrahida brevemente.
Os bilheta acham-sq A venda na Casa Feliz, A
praca da Independencia os. 37 e 39.
Loteria do Ceart de 4:000OOO-
A 2a loteria do Ceark em beneficio da Santa Ca-
sa de Miaericordia e igreja de Noasa Senhora do
Patrocinio, sera extrahi IsJa no dial 6 dojunho pro-
xinmo vindouro.
Os bilhetes aeham-se A venda na Casa da For-
tun a rai Primairo de Marco n. 23.
Tuambem acharn-se A venda na praga da aInde-
pendencia ns. 37 e 39.
Lotera de Maee16 Esta loteria cujo
,pemio 6 de 50:0300000 aeha-se a venda na Ca-
h'eliz, praa da Indepenleneia ns. 37 e 39, a
q slVorre no dia 19 do corrente mez.
Loteria de 3OotoOSOOO. A loteria
180koetie B, corre nimpreterivelmente sabbado
23 dow cdrrente.
Bilhetes a venda na Casa Feliz da praca da In-
depeueias.-37 r 39 e Priaeiro de I*,cW a. 23.
Loterta Extraordlnaria do Ypl-
rangsa 0 seundo sorteio desta loteria, cujo
ai( r premio 6 de 100:000,000, sara extrahida
no dia 9 de junho.
Bilhetes A venda na Caaa da Fortuna L rua 16
ie Marco n. 23.
Tainbem acham-se A venda na praca da Inde-
pendencia ns. 37 e 39.
Loteria de 30OOSO lOO--Sabe-se per
telegramma recebido pela Casa Feliz, que a lo-
teria 1St) A, extrahida hontem sabbado 16 de
male na corto, form premiados on seguintes nu-
meros:
486 30:0005000
5.248 10:000A000
6.548 4:0005000
Nercado de S. JoNu--O movimento do dia
15, foi o seguinte :
Form retalhados 28 bois corn 3,199 kilos, que
foram vendidos de 560, 480 e 320 reis, do suino a
60) reis, do carneiro do 15 a 800 rein, farinha de
800 a 480 reis, milho de 480 a 400 r6is, feijio de
AOOv a 640 reis.
Foi arrecadada dos divernos compartimentos a
somma total de 200J720.
Cawa de Deteuac.o-Movimento dos pre-
son no dia 15 de mad :
Exiatiam preose 314, entraram 10, sahiram 10,
oxintem 314.


Cosle iworo dtrurqtooe do Dr.
P. e de Aithta yd0e4obe lOSeSox a
rul ita 61lo'ita .So. ...
0 douw: asoozo di consults todos o0
dias uteis, d(t 7 As 10 horas da manha
Este consuitorie offered a commodida-
de de poder cads doente ser ouvido e exa-
minado, sem set presenciado por outro
Do meio dia a 3horas da tarde sera o
Dr. Moscozo encontrado no torrelo A pra-
9a do Cominorcio, onde funcciona a me-
peceo de said do porto. Para qualquer
d.estes dous pontos podefrao ser dirigidos
os chamados por cart anuaa mindicadas horas.
Dr. Barretto Sampaio, do volta de sua
.aagem ao Ceari, dA consultas de 1 As 4
horas da tarde na rum do Bargo da Victo-
ria n. 45, 2.0 andar; residencia, rua de
Riachuelo n. 17, oanto da ruma dos Pires.
Dr. Leonardo de Albuquerque Caal-
cante, medico da Faculdade de Paris, p6de
ser procurado em sou cunsultorio, rua do
Marquox de Olinda (antiga da Cadeia) n.
52, 1.0 andar, das 11 As 3 da tarde em e
sua residencia-rua da Imperatriz n. 7, 2.0
andar. Chamados por escripto a qualquer
hora.
Molestias chronicas do estomago cura-
das radicalrnente mIn poucos dias corn as
lavagens aimplesa ou modicamentosas pelo
Dr. Leonordo de Albuquerque Cavalcante.
Rua do Marqunz de Olinda n. 52 e rua da
Imperatriz n. 7.
Advoxade
Dr, Milet. 10 promoter public da ca-
pital tern seu esiriptorio de ad-vocaci;, A rua
do Imperado n. 22, onde pode ser procu-
rado para as misteres de sua profissao.
Miguel Rodrigues solicitador de causes
dos auditorios de 1.a e 2.a instancia; resi-
dencia a rua do Felippe Camarlo n. 49
Botlea Franrewa e Drogarla de Rou-
quayrol Frerew. auccessorem
de A. Caoru
N'este estabelecimento fundado decade
1821 encontra-se os products chimicos,
drogas, tinatas, oleos, piuceis, vernizes das
melhbres marcas; todas as especialidades
pharrmaceuticas dos legitimos autores, umn
variado sortimento de fundas e aguas mi-
neraes, os granules dosimetricos de Burg"
grave e products especiaes da Flora Bra
sileira. 22---rua da Cruz, Recife.
Droegarla
Faria, Sobrinho & C., drogustas por
attacado. Rua Marquez de Olinda n. 41.
Francisco Manoel da Siiva & C., depo
sitarios do todas as especialidades pharma-
coutie-s, tintas, drogas, prod4ctos chimico
a medicamentos homcsopaticos, ruma do Mar.
quez de Olinda n 23.
Nova Hlamburgo
(Cervejaria allemn) de Augusto Krase
Successores, rua da Florentina n. 20 a
noes de- Santa Isabel n. 1, onde so acha
franqueada ao respaitavel public a nova e
sumptuosa sessito do recreios; compost
de galerias, pavilhoes e terragos, em que
as Exmas. families poderlo gozar das dis'
traces de patinagao de Rink, music,
etc., etc- Jogos de bilhar e bolas. Servigo
prompto de refrescos gelados e cerveja al-
loemi, ingleza e da. marca Nova Hamburgo.
Parteira examidade
D. Maria Lima de Cartro e Siloa offe-
roce as Exmas. familhas seas services na
arte de sua profissao a qualquer hora e
preata-se tambenm para fora da cidade. Re-
sidencia rua Velha n. 83 -Boa-Vista.



PUBLICACOES A PEDID

Revelaiao e sumppliea
E' possivel Marilia que nao saiba",
Que nao vejas pulsar o peito meu ?
Pois nalo ouves meus ais os meus gemidos
Quaes da rola p'lo ninho que perdeu ?
Nao conheces ? iguoras que te adoro ?
E que te amo em extreme coin ardor ?
Nao iabes visual qu'rida de meus sonhos,
Que 6s tu meu perfume, minha ftor ?


Circular ao S distri 0e eleitoral
Commislo permanente do directrio demo-
cratico, 8 de maio d9 1885
IlLm. Sr. Os abaixo assignados, mebros da
oommiasio permanent director do s sw t-
do, tendo recebido do respeeovo di a.in-
cumbeancia de, ouvidas as i'ALe .J0
5o distriebi eleitsra, ap
democrat& A future, eleiglo
de proeedera a 7-dojut*
ta per aqalloe dise
do parfido
Antonio tEi


no.


V;? *11


: j' '


./ ]. ,
"-kA ....


Rua da Viraao n. 25

0 confeiteiro Zacarias Francisco dos
Santos, jA bern conhecido em sua arte,
continuta n'aquelle posto de honra, onde
reside, coin o louvavel iatuito de bern ser-
vir ao public em geral, coin a prompti-
dAo e aceio quo Ihe slo peculiares e para
isto so encarregara de um tudo que Ihe
sejaenconmmendado, corn especialidade, ban-
deijas preparadas corn luxo e gosto para
casamento c bailes, contend ella- bolos
niAdos de variadas species, e tambem
maiores para outros misteres, plo-del6s,
does e gel6as, pasteis, bons-bocados e o
mais que seria enfadonho ennumerar, e
cuja modicidade de prego nao excederA a
do costume.


Circular aos eleitores do S.

district
llm. Sr. -0 infauto fallecimentodo Dr.
Antonio Epaminondas do Mello, que o 5.o
district elegeu seu representanto na As-
semblea Geral, torna necessaria nova elei-
9io, per moio da qual fiquc preenchida a
suta vaga.
Os abaixo assignados, no intuito do
aconselharem ao digno eleitorado dessa dis-
tricto a aceitaA'o do uma candidatura, quo
ben: attend aos interesses do partido libe-
ral e possa vantajosamente entrar em com-
petencia corn o candidado do partido ad-
verse, que se tern ostentado na luta elei-
toral cheio de pujanqa, foram unanimnente
accords na escolha do Dr. Ermirio Cezar
Coutinho, quo actuaimente represent na
Assemblea Provincial o mesmo district d'on-
de C natural e jA aspirou a hour do repre-
sental-o na geral.
Liberal de talent e services provados
ao seu partido, corn famrilia e influencia
extensa no district, e possuindo qualida-
des pessoacs da melhor tempera, o Sr. Dr.
Ermirio Coutinho pareceu aos abaixo as-
sigaaios muito merecedor dos suffragios do
digno eleitorado do 5.o district, a quernm os
abaixo assignados o recormmoandam corn o
rnaier empenho.
Vai na sua eleigo tanto interesse parsao
partido liberal de Pernambuco, quo os abai-
xo assignados julgamn de seu rigoroso de-
ver fazer umn appello ao patriotism dos
seus amigos do 5.o district e pedir-lhes
quo se reunam todos, sem discrepancia do
urn s6, em torno dessa candidatura, certos.
como devem estar, de que s6 de sua unile
poderA resultar triumph da causa liberal,
quo nao deve ser sacrificada pela indeffe-
rega oua outro quaesquer motivos que a
possam prejudicar.
Os abaixo assignados, confiam que os
seus amigos aceitarao o seu conselho, que
devem acreditar inspirado pelo conheci-
mento dos interesses do partido liberal.
Somos corn a maier consideran-o do
V. S. amigos e correligionarios.
Luiz Felippe de Souza Lelo.
Francisco de Carvalho Soares Brandao.
Joaquim Tavares de Mello Barreto.
Jose6 Marianne Carneiro da Cunha.
Joaquim Aurelio Nabco de Araujo.
Antonio Manoel do Siqueira Cavalcanti.
Arminio C. Tavares don Santos.
Sigismundo Antonio Gonoalves.
Ulysses Machado Pereira Vianna.
Dr. Pedro da Cunha Boltrlo.


os eneritos n. malaria, -eposies e todas as, ami
influencias ernielBaa do um clima unlbre e
doentio,
Par ,a enar du moleM oeemk-eAae erupti-
vei 6 o umico e der adeio remed o infaliivel.,
Aeha-se A vend- em tod as a prineipse boticaa
e drogariasi.
Agentes em Pernambuco, Henry Forster & C,
rua do Commereio n. 8.

Cajurubeba
Cura de syphilis constltuelonal
Recife, 30 de margo de 1885.-Illw. r. Antonio
Pereira da Cunha.-Certode que a V. S., como "
propagador que 6 do -CejMuea, muito interest
o conhecimento das importantes curaa que vaj fa-
zendo tao prodigioso medicamento, de mis aima
destas curas, pois venho dar-lhe o men testemu-
nho.
A algune annos soffria a Sra. Maria A'exandri-
na do Patrocinio, reaidente, nessa cidade, i rua
da Alegria n. 7, de uns earocos nos ouvidos'e na
garganta, que, sempre inflamados, muito a. incorn-
modaram, produzindo-lbe, estes, umna continue
rouquidlo na voz. .
Sendo que, per ultimo, de um grande actimen-
to e prostaVoo estava ella soffrendo ; abatimento
e prostagio que mais so aggravaram pelo muito
fastio que tiulia e per urma tebre que, a horas cer-
tas, todas as tardes a acconmnettia.
Diversos medicamentos e sem proveito jb, havia
ella tornado, quando sconselhei-lbhe que fizessae uso
do Cajurubeba, ao menos per uma experiencia, e
comn tanta felicidade o fez que, corn o primeiro
frasco, comegou logo a sgntir sensiveia melhoras,
dos quaes a primeira foi o desapparecimento da
febre que a perseguia.
No uso de outros trascos continuous ainda ella e
hoje, corn satisfaclo julga-se de todo restabeleci-
da ; de mwclo que, nwo so por mim, como por ou,
trash pessoas que cooheciam o seu estado, foi de-
milagrosa considerada sua cura ; ficando-nos as-
sim a conviccao de que corn razao so os enco-
mios que tantos teemi a tao poderoso remedio.
Dcsta minha carta p&.', V. S. fazer o use que
ihe convier.-De V. S. attento venerador e criado.
-Bacharel Fabio A. dos Reis e Siva, advogado
no f6ro do Recife.
(Estava i econhccida).

Joao do Oliveira Leite e Souza sendo
forgado por encommodo de pessoa de sua
fanmilia a retirar-se para Europa no paquete
Rent nio teve tcrapo do despedir-se pes-
soalmnente de todas as pessoas que sempre
o distinguiram corn suas amisades, o quae
polo present faz, pedindo desculpa d'qat&
falta involuntaria, e offerece os seus servi-
9os em qualquer part onde se ache.
Recife, 15 de maioe de 1885.


148-1 *,






















A a dius lagares d do palidot mna a qm fumu-
2 do M qne hover distribuilo, oe v ..to do.e.utawl,
fe .. "ia" de salv o e'rdiko Mdqtitldo gels. easa ?roFita-


L-s viao0o0 .


I (eythis idatimoco urn)
Sote zarop uom egs-
ala. -, */ **-
&ihrpwutieco 11 poderO&1i 1-
moao,4sA do peitoe8,84


ma.,
Snuerosos afectados que d'elle ta6mn
feito wO .onseguiram um resultado muito
atisfac&4toio, acabando por se reconhecer
que 6, ad hoje a melhor preparamglo para
a cura da casthmia, bronchito asthmaticA e
antigav, a oppresses; dispensando o em-
prego do aroenaios folhas de estramonio0
Seplantas narmoticas, que acabam quas
sempre pelo abus que delies sefas e res
oo pelo uaos prolongado par proiuatr effei-
tos desastrosos sobre a saude e em geral
eatorpecimento do cerebral.
VENDE-SE NA
.otlca raneesa de BDoquayroi FrM-
res samcessores de A. Caoers
22- RVA DA CRUZ -22


OCULISTA
0 Dr. Barrette Sanmpalo, medico
oculista ex-chefe de clinics do Dr. de We-
cker, de volta de sua viagem ao CearA,
continue a dar consultas A rua do Barao da
Victoria a. 45, segando andar, de 1 As 4
horas da- tarde, except o nos domingos e
diAs santificados. Chamados em seu con
saltorio ou em-e ass de suna residencia
runa de Riachaelo n. 17, canto da rua dos
Pireas.


Remedies que curam
Sem dicta e ioem medileaoes
de costumes
LABORATORIO CENTRAL
RUA DO VISCONDE DO RIO BRANCO N. 14


Es.uina da rua do Regente
Rio de Janeiro
Especificos preparades pelo pharmaceutico
Eugenio arques de Mlollanda
Approvados pelas ijuntas de Hygiene da Carte,
Republican do Prata e qeademia de industrial de
Paris.
Salsa, caroba e manaci eura todas as molestias
de pelile, rheumatismos agudos ou echronicos e te-
das as affecces de origem siphilitica.
Pilulas de velamina-comnbate as prisoes do
venture, alo depurativas e reguladoras.
Pomada ante-herpetica-combate a cosseira dos
dartos e empigens em 8 dias.
Linimento ante rheumatico-cura as dares rheu-
mnaticas, erysipelas e tumores.
Sabonetes de mutamba e andyroba phenicada
e alcatrlo sulphuroso--eucellentes nas enferdmida-
des herpeticas, manchase uleeas da pelle.
Molho maritimo,-prepkrado cornm os succos da
pimenta malagueta, 6 um bloom excitante do ape-
ttie.
Injecclo vegetal de sambaiba e copahiba-cura
radicamente as blenorrhagias chronicas ou agu-
das.
Deposito geral nesta provincia em casa de
Francisco M. da Silva & C.
Recife

Dr. Cerqueira Leite

ledico e operator
De volta de sat vigem A Europa onde trequen-

COIERCIO
Praca do Recife, iS de maio
de 1996
do iSOS
As trees horas da tarde
C4t400e. offiiaes
Cuablo sabre Londres, 90 d/v. 18 1/2 d. por 1;,
,..,a do banco.
A. Leonardo Rodrigues,
President.
M. J. da Mott,
eerctario.


RENDIMENTOS PUB


ALAUemdA-1
de lnde 1


Mea de maio de 188
De 1 a 15
L9


5cs eBB-A-DO 1
Idem de 16


COsNL an novisxCur. -De 1
Idem de 16


menm oaxmaiAe--De I a 15
Idem de 16


LICOS
L5
326:8975547
30:752$833
357:6505380
19:1841606
848A800
20:033406


a 15 41:6(4A840
9:738A594
51:3835434

6:462A1M0
968:338
7:331,215


DESPACHOS DE IMPORTAVAO
Vapor inglez Warier, entrado de Liverpool e
jsboa em 15 do corrente, e conagnado a Saunders
Brothers & C., manifesteu:
ff Carga de Liverpool
- Alpiste 10 amees a Fernades & mao. Ao
8 euhlte a Parente Vianna & C. Amastr8sse
woahmem a divermo. Anroz 400,saccooz Pernan-
.4aa 4. Ooeta & C., 250 6 ordemn, tO a tbtmingos
- C.,200a aiva 1atete & C., 50 a4 a-
mig. Foermiraa Silva & C., 560 a Rosa & Qaei-
Brrilhba 50 tambsre a Domingos Terrea.s&
-Cmeiro, 30 a Feram des, da Coats & C Barsas
Afemr 225 e 1ST feis. a W. Holiday & C.
ieos 5 scaixs a Carralbo & C ordem.
B fmf- t. -x mim... a. .. madmiawo- l L T__- (___1_


pars fahrlcas 4 *ecrde a arebillaes e refluao3es,
eom todos 8 aperfeoate errats.
INSTALiolbA DE:*


E eie oo a Havana bou a mesa
Bnma de C. Heolmsmv. I I
Cage de Saulgnaci p. ZI.
Unimos representoes

Haupt Gio ider
EM RObDJLNEIRO
Para iniormaeos dirijam-se a
Pohinian & C.

RM di lDf-


O Dr. Adri&ao
MEDICO
Continia a dar consults das 11 as 2 horas da
tarde, em seuantipo cosulterioA, rita Lorgs do
RosaAiO A. 36, 1.' aadar. Chmados par e.ozlpt
* uqalquer horse, na pharmada cBartalozeu C.




Cirurgiio ientisfa
Consultas e operates das 9 heras da manhl As
4 da tarde.
CGrati aos pobres
57-RUA DUQUE DE CAXIAS-57


Iedieo e partiro

Br. Is 101 Lrin
DA consultas das 12 As 3 na rua do Ca-
buga n. 14 1.- andar. Residencia tempo-
raria no Monteiro.


Formnicida capanemia
0 mais conbhecdo e sreditado
Exterminador dam oriftgam sawvas
Em latas de 1 e 4 litros
Vende-ee no deposit
6- Largo do orpo Stao- 6
GulmarAes A Valente



O4adista

Dr. Ferreira da Silva, con-
Ssultas das 9 ao meio dia. Re-
sidencia e consultorio, n. 20
rua Larga do Rosario.
Recife,5 deomaro de 1885.



6"S-A'tonio oiuriro & C.-8 a Jolo Moreira &
C, 2a Guimasaes Roela & ., Cevada 20 barri-
cas a ordem. Cobre 8 volumes a Cardoso & Ir-
mao.
Drogas 8 volumes a J. C. Levy & C. Ditas e
tiitas 46 volumes a Francisco Manoel da Silva
& C.
Estanho 11 volumes a Cardoso & Irmio, 20 a
Parent Vianna & C. Elaatico 1 caixa a Mendes
Junior & C. Enxadas 12 barricas a Antonio D.
C. Vianna. Euxofre 10 barriesas a Samuel P. Johns-
ton & C.
Fogaroiros 130 aos mesmos, 120 A ordem Fa-
rinha de trigo 24 barrieas A ordem. Folhas de
flandres 60 caixas a Gomes de Mat*os In-los, 50
a Almeida Machado & C. Farinha de milho 84
caixas aws consignataios. Folhas de chumbo 30
volumes a Games de Matlos Irmos. Ditas de
zinco 1 barrios a Miranda & Souza. Ferragrns
12 volumes a Ferreira Guimarles & C, 11 A ordem,
5 a Reis & Santo., 16 a Gomes doe Mattos Irma,
6 a companhia ferro eamr, S a Miranda & Sousa,
45 a W. Halliday & C.,12 a Parte Viaw&a &
C., 2 a Manoel Rodnigues da Silva & C, 11 a Sa-
muel P. Johnston & C., 2 a Antonio D. C. Vianna.
Genebra 20 caixas a Carvalho & C.


Latas vaias 10 caixuas ordem. Leite conden-
sado 1 caixa a sJ. J. Andrade. Livros 1 caixa A
ordem. Linha 13 caixa a Oliveira Bastos & C., 3
a H. Nneuh & C., 2 a Goames de Mattes Irmsm.
Lona 2 fardos a Parente Viaa & C., 1 a Euge-
nio & Vieira. LoUga 92 gigos e 1 barriaos a Jose6
de Macedo, 8 barrieass ordem.
ManaL 2 caixas a FParia Sobrinho & C. Macbi-
nas de costura 19 eaixas a Parente Vianna & C.
Machinismos 2 vobmm a de Fiago ea
Tecidos. Matens. aw *=rd frro 1016
volumes Oe c a s Iaria. sav or
Maay138aThea Weatses Of arsil Rawa,
Company,.8 to aagu
volumes a pea a do fBeibe, ditoes
par gas 33 volume a Empreza do g". -Mere-
donias diversen 22 volumes L onisG, 6 a T. H.
Cabs, 4 a J. de MdeiroI, 1 a Antouiold C. Vin-
a, 1 a Gomes de Mattie Imaos, 1 a 8Salvor A
Koechlin, 8 a Guimares InAos & C., 2a Parento
Viana & 1 a Francieo Lauria & C.
Olbee. de oeweipttrio 6 camw a J. W. de Me-
papal s 17 fat"w 2' i esxa i rd, 25 aixas
*a Parent Vias4mLC, f ,t A Joaquim &
do Sei, 5 a Aoio D. U. Yianna, 2,Bose
Qaefris, is I ramiaco C. Carli, dode impreoo
4 ardoo as aNels) VigBsira de Faris &Filho.
Pf t29 0 sceeaordem, lOaPairsa Valente
&C.
Prkws 10 bam-cas a Antomo D -C. Viamna


~bas4~d


ILgar potugueos UCaoeatradado Rio de Ja-
neiro nas mesa data e nsiguado a Pereira Car-
neiro & C.
Barrios 100 volumes a Anieeto A. da 'lva, 50
| ordem. Barrilba 15 baerme a Mala & & sezen.
de, Barri 2W a A Aice AA4a Siva- 150 a Aa-
tonio Pinto LapsA ra o. "
Caf 200eoos s aiK & Rzend, 200 a Bal.
tar, Oliveira & C., 100 a Francisco Ribeiro Pinto
Guimaraes. Cabosde linho26 tardo aordea.
Fascellos 1,003 saems a Costa Madetimn, 700
& ordem. PalwinhaAq miadios 2,511 secos a
ai& Resends, 660 aordes.I
Vapor americana Jmh o oentradp de New-
York e escala ea usmpm data e eonsignado a H.
Forster & C., manifestou :
Arcoo par barrier 200 fei e Viuva deMN,-
iade arancimeo Mfr Me W Sb. **
anha 100 barrio a Or & C.. 50 a
Joaquim F. de Carvalhol e ., 50 a Jo d-
Almeida, 75 os omsiataioa, 20a Joaqi Fe-
ippe & Aguiar.
Caudieios 17 caixas a rdesm.
SDrags 6 volumes a Fraascs a oeaWl da Silva


ds tWit 801 b


talds
I! El1


I



S c ap~


J
1



*I


VAPORES ESPERADOS


Ceard
Guadiria
M~ariaho Yioconde
Sle dCeard
VW de4 io de Ja"
nedrir


do sul
daEuropa
daBahia
dasaB=
dosaul


sata-
Ps It-


bojo
semaM
a 19
a20
a20
a22
a23
a&23

.27
a 3
a',

as'1-


55


iortigons 3ma e4peie des tentura na ca-
begs quaasa ", vswte otftatuonte. Ha
prito de v a pete tortn se secca
quentea alternativamente o saugue acha-se
Oapeiod Rpt a e 8r do brajaoo.osaothos
bamaremew"; a wim s d 6 qui tenh*a-na
o mwito .oradao8 dfado um drn posi'o no
vaso. 0 afiido 6 mutitas vezea obrigado
a vomitar os alimentos qua to00a, e sates
vomito6s doixm-lhe ma bocca um gosto
uinas ves ea amargo e outras v-rezes stdoci-
c.ido.
Esto estado de coisas 6 frequentemnente
seguide de palpitaoes do coraso. Enfra-
quece a vista do ,-oefte, e el.le prece ver
nodo's diato d 0os aos, sentindo uam gran-
de ea"o0 e debMad. Estes symptomas
appare6oem cada urm pro sons vez. Dizem
que o tergo dai- nossa popItgilao sofre d'a-
quella enfermid4q ,94b agamna das suas
formoas. Iwhubitaveluente, 0s medicos seta-
pro s'enganaram sobre a natureza da citada
molestia. Alguns trataram-n-a como affic-
9go do figadoQ; e oetros como doenca dos
ris ; mas nenhuma tratamento conseguio
cura-la, porque o remedio devia ser sus-
ceptiveldo obrar hatmoniouamente sore
cads um d'aquelUes orglos, e tambem sa-
bre o estomago. Nos casos de byspepsia
(sendo este o verdadeiro name dt&aenfermi-
dade) todos as citados orgios desordenam-
se ao mesmo tempo, e precisam do urma
Medicine que possa obrar sabre todos elles
simultaneamente. 0 aXarope Crativo do
Seigels produz am effeito magic em esta
classes de padecimegtos dando u1M allivio
quasi immediate. 0 Moedicamento vende-se
por todos as Pharmaceuticos e Boticarios
do mundo inteiro, e pelos Proprietarios,
A. J< White(Limited), 17, FarringdonRead
Londres, E. C., Inglaterra.
Depositarios na Provincia do Rio de Ja-
neiro : no Rio de Janeiro, Domingues Viei-
r ae C., Joao Luiz Alvez, Geo Sanville
e C., G. Francisco Leandro e Fonseca o
Alves, e era Slo Simlo do Manhuassu
Horacio de Rentus.
Depositarios na Provincia de Pernam-
buco, Bettencourt e C., Bartholomeu e
C., J. C. Levy e C., Francisco M. da
Silva e C., G. Braz dos Santos e C.,
e Rouquaorol Irmaos; em Bello Jardim,
Manoel de Siqueira Cavalcante Arco Ver-
de, e Manoel Cordeiro dos SaxtosFilho ;
em Independencia, Antonio Gomes Bar-
boza Jr ; em Palmares, Antonio Cardoso
d'Aguiar ; e em Tacaratli, Jos6 Lourengo
da Silva.

0 xarope de Bob Boyveau Laffecteur
depurativo e reconstituinte desabor agra-
davel e do composiglao exclusivamente ve-
getal, foi approvado em 1778 pela antiga
Sociedado Real de Medicina e por um de:
creto do anno XIII. Cura todas as mo-
lestias resultantes do vicio do sangue-
escrofulas, eczema, Psoriase, Harposy li-
ehon, impetingo, gotaa e rheumauismo. Por
Carga do Lisboa
Alhos 200 canastras a Silva Guimaraes & C,
200 A ordem, 97 a Franciseo Ribeiro Pinto Gui-
marses, 39 a Francisco G. de Araujo. Alpiste
10 saccos a Joaquim F. de Carvalho & C. Azei-
te 1 caixa a Francisco Manooel da Silva.
Batatas 100/2 a Silva Gimarafes & C. 100t a
Cunha Irmaos & C., 50 A ordem, 50 a Maooel T.
da Costa Riboiro, 0 aJos B.de Carvalho, 50 a
Rosa & Queiroa, 20 a Fernandes & Irmao.
Came de porco e sementes 2 caixas Miranda
& Sousa. Cebolas 50 eaixas aos consignatarioa,
25 a Manoel Tavares.da Costa Ribeiro, 25 a Rosa
& Queiroz, 25 a Fernandes & Irmnao. Cominho 5
saccos a Joaquim F. de Carvalho & C. Carvra
animal 10 barrneas a J. Antonio F. Alves. Can-
tarina 4 caixas a Leaos Irmios.
Farello 300 saccos a Silva Guimaraes & C.
Ferragens 7 volumes A ordem, 5 a W. Haliday
& C.
Genebra 30 caixas a J. F. de Carvalho & C.
Linhs 2 eaixas a Netto Campos & C., 1 a Gui-
mares Fonsea ft C,,1 a W. Hsliday & C.
Pasas 10 landoa a Carvalho & C.
Vinho 15 pipas a Paiva Valente & C., 17 e 100
barris a Domingos Aires Mathms, 4 e 10 a Jose
Fernands Lima & C., 20 barris a Gomes & Pe-
reins, 5a F. AmioM da Silva Barboea, 3S f. U.
F. da Silva. 2 a Francsco Maoel da Silta & C.,
3 a Borns 3os6 Coerein, 5 e caixsu aordeul.


Repartio de pharoes
Aviso aos navegantes
ATALAIA-PHAROL EM BELMONTE
Fos do Ito equiltinhonba

Provicig ia BIlal

Brasil


,No dia 20 de maio proximuo Vindouro ser inan-
gorads a atalaia Pharol de Belmonte, do alto da
qua sera exhibida desta data em diante uma luz
branch e fixa, illuminando todo o horisonte do
mar. 0 apparelho de luz, que 6 dioptr co da 6a
ordem, estA installado no alto da atalaia, e o ros-
peetivo plano focal eleva-se 18m, 00(59 pe) ao
nivol medio das mars, ea slu sera viuivet da
distancia de 10 milhas coin tempo claro.
A atalaia, eom a f6rma quadrangular, ten a
altura de 13m, 25 sobre o solo, eontem a casa dos
phauoleiros, que 6 pintada de branco, e a provide
de mautro e verga parma sigaes.
Pofi48o qeoyrapktca
Lat.-15---51'--00" 8.
Log,.-4-ir-WE0" Rio de Janeiro.
--.-48---o0" 0. (w.
1. slor0. Pams.
rtigdeo phw6es, Rio d Janeiro, em 2
do *,*ae C 1885w-(Aalgnado)
Pedfro &sjeusss d Cerquesru Lima,
Capitio deo. *; director geral,
btAU conforme.-C taniaddo-porto Pernam-
buco, 15 de maio do 15.-A. sewario-
Antowie do 4Wiva AMedi.


DrP, do
mreapwo
wadas


aum


Sd nta can


^~~ ^ A:,~l~cf


LFOMa.

ci-


7 83120* auel da xxdo 127 porxea dotie-
* goca o quo veader pqr % do ou a retufue, to-
" g0 artificises naienaes ou eOstrangeirosa n I
Stregueuiafs la cidade do Recite. C
Boa-Viota, 7 di maio de 85.-O fiscal,
Brandio Cswalcant.
or* r. repai$. to clar% d4 o.rde do'
1L'ul. Sr. Dr. eWe de pOtea que ieso hasm Jco-I
Ihida na Cmaft do #Oe a w owm eiasr.Os jbaimo
declarados, cirnrlao 'ieNO S.enaiokes doa mes-
BIos esamoa svoiimA dintro-do prano do -0 Jias
(4ue thes fica arcado) solicitar sua entrega, ha-
bilitadoe con o reapeotivos titulos e mas doeu-
mentos legaes, eettos do quo findo o referido pra-
So e naio, reclamados, svrao assados A disposigAo
dojuizooimpeteate.
lelaCa a que soe refre o present edital i
Domingos, de Manooel Pires Campello Jacome i
Romana, de Joo jFrancisco ; Claudino, de Jos*6
Bras Meirelles; Anieeto. de Maria de Scixas Per-
rAo ; Justiniano, de Miguel Joaquim Cesar Lei-
to ; Perpetua, de Carolina de Souza.
Secretaria de Policia de Pernambuco, em 13 de
maio de 1885.
Pelo secretario,
Franw4co G. da Silva Barresoo
0 Dr. Joaquimr< 4a Costa Ribeiro, juiz de
direlto do civdel e crime desta cidade doi
ReciJe do Pernambuco e seu tervno, por!
S. M. imperial, e cutitucional o Sr. D.
Pedro II a quemn Dews guard etc.
Faco saber aos que o present edital viremn ou
delle noticia tiveremn, quo por parte do escravo
Manoel me foi dirigida a peticgo do theor se-
guinte :
Ilm. Sr. Dr. juiz de direito do civel.-Maunael,
por seu curador, que tendo sea senior Antonio
Francisco de Azededo o abandonado desde o anno
de 1883, semn que atW esta data o tenha redlamado,
neo concorrido para sua alimentaeio, que tern si
do fornecida polo trabalho exclusive do supplican
te, achando-se portanto abandonado e conseguin-
temente livre de conformidade corn o art. 6 1 4 da
lei n. 2,040 de 28 de setembro de 1871 e arts 75
If 4* 16do regulameeto, par isso requer a V." S.
que seja citado corn a devida venia, por edictos, o
referido Antonio Francisco de Azevedo, presente-
mente rcsidindo em lugar incerto e nbo sabido,
para na primeira audieutia deste juizo, depois de
citado, exhibit a matricula do supplicante e fallar
a competent aceeo sunmmaria nos terms do art.
63 do deereto n. 4,824 de 22 de novembro de 1872,
na qual o supplicante justificar, comn testemunhas
o seu abaudoao e direito 6. liberdade, pena de con-
fosso e revelia.
Nestes terms pede a V. S. deferimento. E. R.
M. Recife, 21 de abril de 1885.-0 curador, Joao
Medeiros.-Escrivio, Burgos.
Nada mais se continha em dita peticao aqui co-
piada, na qual proferi o despacho do theory se-
guinte:
Justifique. Recife, 21 de abril de 1885.-Ri-
beiro.
E havendo o supplicante justificado a ausencia
do supplicado corn depoimentos de testemunhas,
vindo or outros A minha conclusAo, nelles profer;
a sentenoa do theor seguinte:
Procede a justificagio: expeoa-se edital de ci-
tango cam o prazo de 30 dias. Recite, 11 de
maio de 1885.-JToaauim da Costa Ribeiro.
E mais se nio continha em dita sentenca aqui
fielmente copiada, em virtude da qual se passou o
present edital, por eujo theor chamo, cito e hei
por intimado o supplicado Antonio Francisco de
Azevedo, para no prazo de 30 dias comparecer
ante este juizo, afim de echibir a matricula do
supplicante Manool, fallar dos terms da accao e
allegar o que fOr a bemn de sea direito, de confor-
tuidade com a petiio aqui transcript.
E para qua ehegue "ao conhecimento de todos
mandei passar o present, que sera publieado
pela imprensa affixado nos lugares do costume.
Dado e passado nests cidade do Recife de Per-
nambuco, aos 13 de maio de 1885.
Eu, Antonio de Burgos Ponce de Leon, eseri-
vro, o subscrevi.
Joaquim da Costa Ribeiro.
2.a secbo. Secretaria da Presidencia de Per-
nambuco, 15 de maio de 1885.-Por esta secreta-
ria se faz public, de conformidade corn o dispos-
to no art. 11 do decreto n. 817 de 30 de agosto de
1851, o edital abaixo tranacripto, pondo em con-
curse cam o praso de 60 dies as officios de justiVa
de partidor e contador e partidor e distribuidor
do termo de Cabrobd.
Pra ILiverpooi, Bor-e-lman iS-C--1-fado cam
62 kilos de amnstra de alhodbo.
-- No vapor frances Ville de Jeard, camre-
Para o Havre, A. Labille 219 couros seccos sal-
gados corn 2,628 kilos.
Na barca portugueza fToya Vencedora, car-
regon :
Pars o Porte, M. Lima & C. 6 pipa. corn 2,880
litroS de eachaa; S. G. de Brito 17 Maccal eom
1,289 kilos de algodl ; Lopes & C. 600 saecos
eom 45,000 dates de sssnesr mascavado ; Marce-
lino Cunha 1 barriquinha corn 39 kilos de assucar
branco e 1 aucoreta coat 60 litros de slcool.


Os pretendentes os ditas lepiwr2p'?e-.
w60te a cute Iuizoj wf pjtd pwag mwpwti-I
o5ea daadaw e-a 6 n'.e instruida 0os twmos
do art. 14 1.0 do decreto n. 817 de 30 de agosto
de 1851, oombi/tdo corn o art. 3 do deereto n.'
4,668 de 5 de jaeiro de'1871, art. 12 do deareto
D. &,276 de lbdeo6tubrm de 1881 e 8,256 de 13
Ufti do & 18"2. t
'*fc! uparft e ohegue so o6nhecimentot de todo.,
MUnde i pasar o preseste quoae aera affitado no la-
gar do costume e pubticado pela inmpreasa.
Villa de Cabrob6, 16 de abnril de 1885.
Eu, Antonio Jos6 de Audrade, escriv o oes-
crevL
Manoe l Paes Barreto Pereira dos Santoo.

Correlo geral
Conduaccao ale nalas terrestren
Esta reparlclao de'eoafornidade corn a circu-
lar da directoria geral de 13 de abril findo, aceita
propostas at6 o dia 15 de junbo vindouro par&
cottrato eom' partieulares, que durante o eafeeicio
de 1865-86 se queiram encarregar por arremata-
ero, do servigo da conduceao do malas postaes,
desta cidade pars o interior da provineia, peas
seguintes linhas de correios :
AlagOa de Baixo, una distancia de 410 kilometros,
corn expedicoes nos dins 4, 8, 12, 16, 20,
24 e 28, viagem maxima de 13 dins de
ida e volta, passando por Bonito, Bebe-
douro, Altinho, Pesqueira e Cimores.
Brejo, 210 kilometros, expedites nos dies 2, 6,
10, 14, 18, 22, 26 e 30, viageyp maxima
de' 7 dias de ida e volta, pasiando por
Bom-Jardim, Verteates, Taquaretinga e
Santa Cruz.
Itamnb6, 120 kilometros, expedigceo nos dias 1, 4,
7,10, 13, 16, 19 22, 25 e 28, viagem
maxima de4 dias, de ida e volta, pas-
sando por IguurassAi e Goyainna.
Leopoldina, 800 kilometros, expediCes nos dias
1, 6, 11, 16,24 e 26, viagem maxima de
28 dias, do ida e volta, passando por S
Jos6 do Egypto, Ingazeira, Afogados de
Ingazeira, Flores, Triampho, Villa-Bella
e S. Jos6 de Belmonte.
Nossa Senhora do 0', 126 kilometros, expedicos
nos dias 1, 4, 7, 10. 13, 16, 19, 22, 25 e
28, viagem maxima de 4 dias, de ida e
volta, passando par IguarassA e Gay-
anna.
Ourieury, 960 kilometros, expedig'es nos dias 3,
8,13, 18, 23 e 28, viagem maxima de 32
dias, de ida e volta, passando por Sal-
gueiro, Granito e Exi.
Petrolina, 960 kilometros, expedigies nos dias 2,
7,12, 17, 22 e 27, viagem maxima de 32
dias, de ida e volta, passando por Olho
d'Agua dos Bredos, Floresta, Cabrobd e
Boa-Vista.
S. Jos6 de Coroa Grande, expedite s nos dias 1,
5, 9, 13, 17, 21, 25 e 29, na distancia de
154 kilometr)s, viagem redonda no ma-
ximc de 5 dins, passando por Ipojuca,
Serinhiem, Rio-Formosa e Barreiros.
S. Vicente, expediCes nos dias 2, 6, 10, 14, 18,
22, 26 e 30, na distancia de 213 kilome
tros, viagem redonda, no maximo de 5
dias, passando por Alag&a-Secca, Al-
lianca, Timbafiba, Vicencia e Cruangy.
Tacarath, expedites nos dias 4, 8, 12, 16, 20, 24
e 28, na distancia de 540 kilometros,
viagem redonda de 18 dias no maxim),
passando por S. Bento, Alagominhas, Pe-
dra e Buique.
As propostas dovem ser apresentadas at6 3 ho-
ras do dia 15, em cartas feehadas, por duplicata,
corn descrimainaao ou pregos do serving do cada
linha de correios, bastando que arma s6 via seja
sellada, porcm ambas assignadas pelos proponen-
tea e seus fiadores.
Correio de Pernambuco, 14 de maio de 85.
0 administrator,
Affonso do Rego Barros.


DECLARIAOES

Club Lilterario Victoriense
Tendo de solemnisar-se o 20 anniversario do
Club Litterario Victorienae, corn uma sessao lit.
teraria, eonvido a todos as senhores socios a corn-
parecerem na sede do mesmo, no dia 24 do cor-
rente, as 11 hornas da manha. Victoria, 11 de
maio de 85.-0 1" secretario,
Piragibe Hagisse.

B. coMiloo deltalia
Sao convidados os credores do falleeido subdito
itahiano Domingo. Cantelmo a apresentarem neste
consulado os seus titulos no prazo de 30 dias, a
contar de hoje, sob pena de findo este prazo nao
serem mais aceitos. Outrosun, rogam-se aquelles
quo ficaram deven lo ao mesmo Cantelmo de vi-
ren solver os seus compromissos corn a maior bre-
vidado. Recife, 13 de maio de 1883.


Ministerio damarinha


fA~00 da mot, x de Lastto Antonio
M*nmerm 4
Alert I rpazdiyea eiral, ver e vir ; trabs.
lha todaa wmpnlua de bonecos japonezee.
Sabbado 16 ae maio, ais 8 horas da noite.
Domingo 17, as 6 horas da tarde, e outro As 8
horas.
Entrada general 500 rs.
Corn direito a am rico premio I
0 director,
Joseph Marie.
gab do RwP0 ailnic nH

Tern lugar a assemble geral. convocada peoO
censelho administrative, hoje domingo.
Souza e Mello,
1- secretario.

Companhia Ferro Car-

ril de Pernambuco
SERVIJO ESPECIAL 100 r6is por pas-
sagem
Ao comeqar do dia 15 do corrente, atM segundo
aviso, e durante a reconstruccao da ponte da es-
trada de terror do CaxangA (A rua da Aurora),
alem daa viagens da tabella ji publicada, esta
cowpanbia fara outras extraordinarias entire o
Recife e o ponto de partida dos trens, de confor-
midadd corn o horario seguinte :.
Partidan do Recife
Manh--7 20, 8 20 e 9 38.
Tarde-3 15. 4 15 e 5 15.
Partidan da rua da rua da Aurora
Manha-7 40, 8 40 e 9 58.
Tarde-3 35, 4 35 e 5 35.
Recife, 14 de maio de 1885.
A. G. Scenidt,
Gerente.
CELESTIAL CONFRARIA DA SANTIS-
SIMA TRINDADE
De ordem da mesa regedora pelo present con-
vido aos nossos carissimos irmaos a comparecerem
em nosso consistorio domingo 17 do corrente, pe-
las 9 horas da manhl, afiim de reunidos em mesa
geral, proceder se A cleic.o da nova mesa regedo-
ra, que ten de administrar a nossa confraria no
anno compromissal de 1885 a 1886, na conformi-
dade do respective eompromnisso.
Consistorio da Celestial confraria da Santissi-
ma Trindade, 15 de maio do 1885.
0 secretario interino,
Benjamin Salkes.

CoD. .

Club Dramatico Familiar
Sao convidados os senhores socios a. se reunirem
em sesaso de assembl6a geral ordinaria segunda-
feira 18 do corrente, As 6 horas da tarde, na sede
do club, para se tomar couhecimento de assump-
tos de maior interesse.
Secretaria do Club Dramatico Familiar, em 12
de maio de 85.- 0 1 secretario,
Ulysses Ponce de Leon.

IRMANDADE
DE
S. Jos6 d'Agonia, erecta no eonven-
do do Carmo
Nio se tendo procedido em 10 do corrente a
eleiqao por falta de nuinero, de novo sao convida-
dos todos os irmiaos A acomparecerem no consis-
torio desta irmaudade domingo 17 do corrente, ao
meio dia, aiim de preceder-se a referida eleicgo.
M. M. Capitlo,
Seeretario.

COmPANMIA
DO

Convida-se aos senior's accionistas desta corn-
panhia a virem a este escriptorio A rua do Impe-
rador n. 71, receber o dividend n. 74, na razlo
de 4#200 par acco, do semestre findo em 30 de
abril ultimo, cujo pagameuto serA effectuado dan
11 horns da manha as 2 da tarde dos dias 15 A
31 deste mez, e ao depois aos sabbados.
Escriptori. da companhia do Beberibe, em 14
de maio de 85.-0 secretario interino,
Antonio Joao de Amorim.


SOCIEDADE
Musical 28 de Setembro
SarAo a 23 do corrente
Convites em podcr do secretario, ingresses aos
senhores socios em mao do thesoureiro.
Secretaria da sociedade musical 28 de Setem-
bro, 9 de maio de 85.-0 2- secretario,
Rnams Ferreira.
V C-. E.


Pam o Interior
-- No hiate national Deu te Gaie, carregou :
Pars Aracaty, A. P. Lopes & Irmaios 5 barris
corn 400 litros deaguardente; J. A. G. Pires Ju-
nior 200 saccos cam farinba de mandioca.
No hiate nacional Born Jesus, carregou :
Pars Aracaty, J. A. G. Pires Junior 100 saccos
corn fariaha de mandioca.
N hiate national N. S. da Graya, carre-
gou :
Para Parahyba, H. Oliveira 100 saccos con
farinha de mandioca.


MOVIMENTO DO PORTO
Navio entrados no dia 16
Rio Grande do Sul-47 dias, eseuna allema Leo.
nore, de 126 toneladas, capitao P. Kolthoff,
equipagem 5, em lastro ; a H. Laudgren & C.
Terra NoAa-72 dies, Ifigar inglez Leander,
de 224 toneladas, capitao Jaymes M. Congaon,
equipagem 10, carga bacalhao; a Johnston Pa-
ter & C.
Sakido no mamo dia
Rio de Janeiro por eeseas Vapor amerieano -
Aance, commadante A. Mandedl; carga va-
rios genes.


I
L


. A^


a 15


Assembl6a geral extraordinaria
Slo eonvidados todos os senhores socios A com-
parecerem em assembl6a geral extraordinaria na
noite de 18 do corrente, pars tratar-se de inte-
resses sociaes.
Secretaria do Club Commercial Euterpe, em 13
de maio de 85.-0 1o secretario,
Costa Rego.

CARNES VERDES
WFerreira & C., avisam ao respeitavel publice-
que nos talhos abaixo mencionados nao se poderA
vender came verde por pre o superior de 480 r6is
o kilo, e caso alum talhador abuse, autorisamos
a qualquer particular ou empregado municipal
exigir a competent guia para, verificada ser a
rez da matanga da dita firma, proceder-se contra
o vendedor.
Apipucos.
Monteiro.
CasalForte.
Casa.Amarella.
Tamarineira.
Ponte d'Uch8a.
Capanga.
Affliotos.
Afogados.
Mercade daBoa.Vista:
Espinheiro.
Soledade.
Rua do Camarlo.
Rua do Aragio.
Praea do Condo d'Eu.
Largo de Santa Cruz.
Caminho Novo.
Rua do Lima, Santo Amaro das St.
linas.
Mercado de S. Joo6:
Runa Imperial.
Ria da Concordia.
Ria do Ragel.
R; o: Laugo do Mercado.
Red& ~ oda
Rua4da We&
se D. Maria Cesar.
Rua d6g& Jorge.
Ruat de Doi mw gos Jood Martins.
Rua d 04& 'w .1 1'


pts& km,




























has ; frfados JfI Norfti &&,G.' ma


bil iO^ ROYAlBEIL STIAI fc
Honr-ado bw-a preseasf de S. EXC. -

Ulhi.' -^'ffyS, ~r~.t op ras -
'' ^ ^S ^ ^ !^ ^ ^ *'' ^ i *o~ ^^ T H^4l


da &SSOC* AO I ejft'A,,e ow parte
0 tslentoso o8iUuntvdo Dr.Tbi ato de
MbqN bem eo ser a# gopot aeB e Bf oas
pa=M llconvildaaT i re se h&vereae siBe ipto,
it46 9.d ZS.do current% na sade social.
.laaslaAk. esslo comr'mgrande e magestoso
bymno martial
n,

da ASSOCIAUAO MIXTA e;cltdopl ditin
ctU bads mamal do, batlhdlo do, ihaataria,
expresamento compoeto e esemipto pela talmtoesa
e mui di4oa ensocia a Exsma. SSra. D. Thereza
da F. B. Diniz.
Depois de pequenos intervallos a emineante ar-
tist, ,BExmaa. Sra. D. Ansa ( bavs, recitarA, em
scena aberta a )olv4. -9 isi Exma. Sra. D.
Ignez Sabino Pilho Mi Ws ipta Aproposito


citarsa soberba 4l tSi


Finalisria festa etom mag if e paular
operatS am 3 mOte do V da m ipas
dos Sri. Ribeiro Guimaraes e Edardo e preto
representads


0 Periquito
Comegard d, 7 horas da noite em onto
A W A 04"t
A director roga a todos e seua es convidados,
que a queiram henrar corn as suas allocuVies, na
sessao litteraria, o especialissimo favor de serem
o maia breve possiveltna tribune, afim de poder ser
encerrada a sess s is 8 1/2 hora, quando devera
ser ella concluida.
Cada entrada estA estipulada em IA $O@, po
dendo desde ji as pessas que desejam alii com-
pareeer procurarem seus bilhetes na s.de social, A
rin da UniAo n. 21, A noite, e no dia da festa no
escriptorio do Theatre, em mae do bilheteiro.
Nao ha distin6ao de lugatee, ficando entre-
tanto reservados A eamarotes de la e 24 ordem ex
clusivamente pv as ma Sm r. e a la l das
cadeiras parn as corporages e plssoas eonvidadars
pare a sessio litteraria, que desejarem assistir A
segunda pate da mesma festa.
HaverA. trem para Apipucoa.


THEATRE


SANTO ANTONIO


Dois maguiteos
para irr!!! (de
noite)


espeetaeulos,
tarde e chorar de


A's 41/2, o sempre e nunca aborrecido


0 Periquito
ORNADO DE MUSIC
A' NDITE
A's 8 horas em ponto
0 magestoso drama em 1 prologo e 5 actos

A BOCCA
DO



Ao Santo Antonio!!!

Grande e variado

espectaCulJobonecos
Largo da Matriz de Santo
Antolo a.-
Alerta rapazeada caixeiral ver e rir, tra-
balha today a cormpanhia de bonecos
japonezes
Nabbado i6 de mo a fs 6 hora. da
nmite
Domingfo 1I A n5 h6ras da tarde e
outro is horaes
ENTRADA GERAL 500
corn direito a urn rico prenmio I
S0 director,
Jep&h Mearix.


S 8eg
bjrcs
tsmzom


pOi da demors moemmais

A'e, RIo te te Eatro
0 flatf


-- -^ V lS M '-'



e Ierado
doo ode 0do

Passg aranecusaris para
P~amegsw pqars -F1"'*w tows-
dm nal&: -2py~il pffft 4 m

I- cl 90a w 3.-00 dits 27#000
0 PAQUETE A VAPOR
Tagus


E' esperado da Euro.
&pa at o dia 23do cor-
.rente.


Ete vapor traz simplemente passageiros e ma
las e immediatamente depois do desembarque dos
mesmos seguira em directura parm o Rio de Ja-
neiro.
Pars passage, fretes, etc., tracts-se com oe
CONSIGNATARIOS
Adamson lowie &C.
--Rua do Commarel-So
Cempanhia Erasileira de iNav-
gate a vapor
Foie"0 vO.aSor
0 vapor
Balia


Commandant 1- tenente


Auwretiano Izaac
E' esperado dos
portos do norte


at6 o dia 22 do



Recebe tam-
bern carga pars Santos, Pelotas e Rio Grande dc
Sul, trete medico.
Pars carga, passagens, encommendas e valores
cracta-se na anencia
46 RUA DO COMMERCIO 46

CRAMIEUlS UENIS
Compa.h.a Franeexa de iVavega-
a set a Vapor
Lnha quinzenal entire o Havre, LiU-
ooa, Pernambintco, Bahia, Rio de Janeiro e
Santos
Steamer
Vile do Ceari


Espera-se deapoeto
do su at o dis 20 de
masio, segaindo de-
pois da indispeas-
vel demorapara o Ha-
Ivr|


08 vaporesdeta companhia entram no port-
ancorando em frente ao cAes da pra" do Commner-
cio send muito incommode embarque dos ps-
sageiros no fundeadouro das paquetes transtlan-
ticos, no Lmarao e demais devendo todom peOrtau
soae Havre, que o polito mais visinho de Paris, 6
frsa de duvida que ha grande vantagem psrar q
-quizer ir ia Europa em aproveitar-se dos ditos va-
pores tanto mais qusnto, alem de serem .s preeo
das pa*a ma dicos, as4eapezaadoe~umm-
que aqui e as do transport e do Havre a Paris, i
rnuito menorm do quea odmandaa viaga
ns paqnetee,
uamedieo a bordo, so de marc1awspida
ofoecema ezcenlltes eommode. eoptimopsasa-
dio-
As psusagensopoderlo ser tomadas de apomu$nAo,
om quaes tern excellentes accommodscoes.
BRceboe carga, eacommendas e pasaageiros.
Steamer
Vile de RiodeJaneiro


Ef esprado da
zpps ate04di&


to8i!ypr quartos na, messmm& m. 9 el
ca l oire Florianmo n. 27.
B 4ra&4 r i do C swararcio am Olnda,
TFRA-.RFEMAI 263 PEMAIO
A's 11 mralse
Na rua d 1-om'BoJeas '9.4
pgeouAw levara a leilMo, r.qusrimeut


.qul*;felr& As fehdaou" a e par tr aE4dao evm
m--- "re do IBi*.-, Dr. ji 'de direltoa especial
|fin Mvanuatreo-dorardiosie temrtaoa acjma "a-
4 nA"q fa parte ds referida mas, Le
8 ima 4ra do di acima ddiU no ,criptirio do re.
o rto ferido agents a*m do LM 1i Jesus 43.

; ::1 '1 0~S S :D E

<, BrIns, mjMipofilo,. eoab(es, ehIales, guarda,
scarga a. apo4 a ol o lo pd-pte, -chap6os de solF
Wi0m Joe 6 asuet o artigos.
S|TAAlrA 20 DO CORRENTE
Tsil 11ho A 11 ors em ponto
SPOR DNTFRVFAO DO AGENT
.. ... "redo (iQ arat es
14 ow agenia.,kZe"iadruaw, do Bor-
'Jeeus' 45


deaulotA p


nb?$n~J


25 do
to para
is ,ia


Pr ali t 110 tnlh 4oil W ais
IM S A-- XaDC3OMM ,4IO: "N. 14


Recebe earga o 16gr bacional lite; a tritar
Iom Nitar Oiie dra& C.


u"s.foie, M$ 4gdwa laio da loja
e miudeia, da in&do BrAo da Victoria a.


leffil9
De 5 harris de quinto corn vinlo branch
de Lisboa, 5 barris de quinto corn vina-
gre branco, 5 barris de quinto corn vina-
gre tinto, 3 ancoretas corn vinho ver-
de.
Stegnnda-felra- IS 4do correite
A's 11 horas
liredlo diMiafres
No armazem co Sr. Annes confronte a
AffandSga

2.leilao
da armaglo efazendas da loja sita no cases
Vinte e dous. de Novembro
Te#ra.feira, 19 de male
A'T*10 l/2horas
0 nt, Brit veiderA ao "wrrerdo ,nar^lto
a armao e asasenda seguintes: chitas, algo-
does, casemiras, setinetas, fustles, brings, obras
feitas, meias e outras fazendas.
Leiliao
De mobilia de jacaranda, piano, guard loun,
mesa elastic, mesa para escriptorio, dita para ad-
vogado, carteiras, secretarlas, 1 grande espelbo
oval moldura dourada, ditos menores, serpeptinas,
jarros, quadros e grande quantidade de moves
avulaos, bacias de louga, ditas grondes de estanho,
e muitos outros objects que serao vendidos
Ao correr do martello
Terga-feira 19 do corrente
A's 11 horas
No armazem da rua do Born Jesus n. 49
POR INTERVENQAO DO AGENT
Gusmao


SLeilao

da arma Wo, balio, eandieiros a
gaz, carteiras, cofres, moveis
e mercadorias da loja de miu.
lezas denominada lascote
A' rua do Barlo da4Victoria n. 16
Tera-feira 19 de mnaio
AS 11 HORAS
0 agent Pinto levara a leilao per autorisa ,o
em presenca do Illm. Sr. Dr. juiz de direito espe-
cial do commercio, em virtude do requerimpnto do
curador fiscal da mass fallida de Damiao Aderi-
to Fierreira Lima, a armacao, moveis, mercadorias
e mais pertengas da loja de miudezas da rua do
Barao da Victoria n. 26, pertencente ,A referida
maMiS,IAm 11 horas do dis acima dito, na referida
Gaante-se a above da cass ao arrematante da

ecrdo i ca a mass f elda d a ioA der
Agente Pestana

JLeilao
de 3 earro corn 3 excellentes bois
Tera-feiwa 19 d& correte
A's 11 hIorase peonto
A'PORTA DO A NAZI DO SR.
ANNE8
0 agent M Pta iA )ik.b por canta de um,
pe6oa qre tifa-m a tra de sma mo l, de 3
carin 8 xezeflent u bo, promptoM para todo
trabalho de seU mister.


rma


n. 2i1
),I '


AVISOS DIEVRSOS
IA t5 00

A 144099

APOLICES A COMPA

NIIA DO .BEBERIBE

Comiprnm.se vintie e cinco
potkes desla Companhia pelo
pteco acima: n'esa lypographia
S.ura quenl compra das 9 ho.
ns 4a,'anha as 2 da tarde.


Dr. Silva Ferreira, medico, consultas todos
ox dias em sua rcsideneia, cidade do Cabo ; cha-
mnados por eacripto a qualquer hora.
Quem precissr de uma professor habdilitada
4 ensinar primeiras' lettras, doutrina e trabalhos
He agulha, flores de course e madoira, dirija-se ao
Camibnho Novo n. 128.
Urma senhora habilitada a leccionar portu-
guez e francez, assim come bordados, flotes de
todos os gostos e qualidade, se offerece para casas
particulars aqui na cidade ou em aigum arrabal.
de perto, send par contribuicao mui razoavel:
quem de seu prestimo se quizer utilisar dirija-se
Srua do Marquez do Herval (antiga Concordia)
n. 60. Na meema eaaa se dirM quem vende urma
boa mobilia de jacaranda em perfeito estado.
Aluga-se a casa terrea A rua de S Jose n.
29 ; a tratar com o Pinheiro, i rua Duque de Ca
sias n. 66, loja de miudezas.
Aluga-se por 20A mensaes parte do arma-
m A rua do In perador n. 79, oropri.L para qual-
iuermestabelocimento, pelo loca4 em quae se .cha
a tratar na rua do Barao da Victoria n. f14.
Alap-se urn quarto muito bom A pess a
idosa e de conduct& afiancada. mesmo algum por-
tuguez que truha vaeca de leite dentro de sitio :
no I aminho Novo n. 128. Na mesma casa re dira
quem vende o xarowe especial, vindo do sertao,
para as molestias do peito.
Arrenda-se o engenho Cavalleiro, perto da
esta o de Tigipi6 da estrada de ferro deo Carua-
rd ; a tratar corn seu proprietario no mesmo en-
genho.
Precisa-se de uma cosinheira e fazer mais
algum servigo em casa de pequena tamili% ; na
rua da Aurora n. 81, 10 andar.
Precisa.se alugar uma escrava de boa con-.
ducta para cosinhar e comprar, paga-se bem ; na
rua Primeiro de Margo n. 25, loja.
= ALUGA-SE a casa n. 1, na estrada veilia
da Passagem, com grande sitio, muitas fructeiras
de boa qualidade, baixa de capim, dous grande
viveiros e muito terreno para eriacAo de animals;
a tratar na rua do Visconde de Goyanna n. 157.
on rua da Madre de Deus n. 7.
Vende. se a loja de barbeiro A rua dos Quar-
teis n. 2, per prego commodo, 6 uma pechincha, e
96 se vende segundo o estado de safde de seu
done e querer retirar-se afim de se tratar ; quem
pretender dirija-se A mesma que ahelarA corn
quem tratar.
Compru sA urma ou duas malas grande para
viagem, usadas, em perfeito estado ; na rua Pri-
meiro do Marco n. 8, loja de chap6os de sol.
Precisa-se de urma cosinheira : na rua da
Imperasriz n. 15, 2- andar.
Quem preciasar de urn cobrador de barreira,
dando fiador A saua conduct, ou d0 sociedade na
mesa, p6de annunciar por estate folha, ou dirija-
se A rua Imperial n. 269. pars tratar.
Precisa-se de ummrneiao parsa caixeiro de
taverns, om teato quoe *tenhba pratica e d6 fiador
idoneo amsa ponducta : na ra do Caldeireiro n.
39, taverns.


Qnem deaejar contratar um pnrofesor de prepa-
ratorins pa f6ra da capital, dirijase A photogra-
phia Heinina Costa & C., a rua do Barao da
Victoria n. 14,2m andar.


Aluga.-aw es teires A rua do Oervaui6 Pi-
r I 9 "n. froca e" is, organ encana-
4av, om m mdo =mammua fazulla, omaulperto
das liab de m Meinr, Olinda e Caian-
gi : a tsrataurna n do-Hoepido n. 89.

-x-eISlpo usros
h sapoteiros uito gsmade. dado efrato e d.
todos ta ho, maito b a outras plan
ts noModtgo (Viso de de on ) 80,
- : o r-fe. oo__ieton.__9.


m veulondod, emsda e-a
sam voadedoirom do von-
*|m J_ Feruina, OCam-


r .


4, llevnm. Amnro J. 0. BareosJ, filbo de sen dig
nW e illusBte prufeoM, o toente Trajano F. N.
Bareellos, amada, elebrua am missa memento
selemEJpelo seeu etemno deseaneso na igrejama-
triz de Paltheas, eguanda-fefra,48 do orrente,
pelas 7 bOs 4& .aol setimo dia dv eu passa-
m&o i coewTidando para esto tcto os seus com-
panhwirom, amigas e conhWed, anteeipando-lhes
dtaree ja seu etern agradecimento.
Aug'ugto Catu ia6( Goujaves Lesa, Aunoto
Jos .oncialves LAsa e Mathilde Gongalves Les-
sa. filho e irmios do fallecido tenente Caiulino
Gongalves Lessa, tend de mandarem celebrar
uma missa na igreja de N. S. do Pilar, no dia 18
do aarrente, pelas 9 horaus da manha, trigesimo
dia de sen fallecimento, convidam aor parents e
amigos do fiaado, protestando desde ja seun eterno
reconheciumento.


Antanlo t Ipaniinondan.de Nello
Caetano Tavares da Costa e sua familia man
dam resar uma miss per alma do seu sempre
lembrado amigo, no hospital portuguez a 1i9 do
eorrente, As 8 horas da manb, sexagesimo dia do
seu faJllecimeato; convida o.- parents e amigos A
assistirem, ficando decade jA agradecidos.


Padre Amaro JeOS de Olinda
larcelloN
0 professor Trajano de Barcellos agradece do
intimo de sua alma a todas as pessoas que se dig-
naram levar A sua ultima morada os restos mor-
taes de seu muito amado filho o reverend padre
Amaro de Barcellos, e aos que Ihe manifestaram
por cartues seus sentimnentos ; roga de mais aos
que quizerem prestar esta caridade, ouvirem urma
miss, qua pelo eterno repouso de sua alma, man-
da celebrar segunda- feira 18 do corrente, na ma-
triz de S. Pedro Martyr de OL.nda, As 6 1/2 horas
da manM.


Ambroslna Realmnartide Pacheco
Jose Vjeira Pacheco (ausente). Maria M. Abran-
tes Pacheco, Esther S. Pacheco de Oliveira, Evai-
do Vieira Pacheco (ausente), Jos6 da Silva Oli-
veira, Joaquim Abrantes finheiro e seus filhos,
ferido3 da mais profunda dor pela premature mor-
te de sum estremecida b mag, cunhada e tia, Am-
brosina S. Paeheco, agradecem a todas as pessoas
que se dignaram acompanhar os seus restos mor-
taes ao Cemiterio Publico, a de novo rcgam a to-
dosos parontes e amigos o caridoso obsequio de
assistir as missas que por sua alma mandam cele-
brar no dia 18 do corrente mez As 7 1/2 horas da
manhil, 'na igreja da Penhs e na igreja de S. Jose,
no p.voado de S. Jose da Boa-Esperan~a.
Joaqulm Ferreira Ramos
Josepha Joaquina Pereira Ramos, Maria de
Jesus Lemos Ramos, Joaquim Ferreira Ramos
Sobrinho, Antonio Ferreira Ramos, Manoel Fer.
reira Ramos, Daniel Ferreira Ramos, Guilhermi-
na Ferreira Ramos, Joaquimn Ramos Ferreira,
Caetano Ferreira Ramos, Maria da Assump 'o
Ramos, Cnstodia Clementina Ramos, Constanta
Ferreira Ramos, Julia Ferreira Ramos, Anna de
Jesus Ramos, Aguida de Jesus Ramos, Manoel
Jose Maia e Maria de Jesus Ramos, agradecem
.ordialmente a todas as pessoas jue se-diguaram
acompanhar ao cemitero public os restos mor-
taes de seu presadissimo cunhado e tio, Joaquim
Ferreira Ramos, e de novo as convidam, bern co-
mo- a todos os parents e amigos do mesmo finado
para assistirem as missas que manidam celebrar
na ordem terceira de S. Francisco, segunda-feira
18 do corrente, setimo dia de seu pasmamente, As q
horas da manhi.


Anna de Brito Themudo
Anna Candida de Albuquerque Martins de Bri
to e seus filhos mandam resar na igreji do Terq*
freguezia de S. Josa, urma missa ao dia 20 do cor-
rente, As 8 horas da manhi, por alma de sua
pranteada filha e irml, Anna de Brito Themrudo,
2- anniversario de sen passamento, e para este
acto de rehgiao convidam a assistir todos os seus
parents e aos da finada, e antecipam desde jA
seuns sincoros agradecimentos.
Jose lMoreira Ribeiro
Manoel Moreira Ribeiro (ause-te), Joaquim
Moreira Ribeiro filhos de Jos6 Moreira Ribeiro,
fallecido no dia 17 de abril proximo passado, em
S. Salvador de Lordello, reino de Portugal, con-
vidaw a seus parents e amigos para asaistirem a
urma missa, que por alma do fallecido, mandam
resar na igreja da Santa Cruz, no dia 18 do cor-
rente, pelas 5 horas da manha ; confessando-se
eternamente agradecidos per ease acto de religion
e caridade.


0 conego Francisco Roebael
Manoel Genuino manda resar no dia 20 do coer-
remte,pelaa 7/2 horas da manhi, na igreja de N.
S. do osario de Simanto Antonio, algumas missas
pela alma de sen prestimoso amigo, o conego
cisco Rochael, 1" anniversario de seun passa-
mento ; para assistir a este acto de caridade con-
vida a todo os parents e amigos do finado.
* A Nt4pe-wI .Ikra Pacheeo
JoA Vieira Pachco (ausente) Maria M" Pa
cheeo Oliveira e Abrantes, Esther S. Pacheco
de Oliveira. Evaldo Vieirsa Pacheeo (ausente),
Josa6 da Silva Oliveira, Joaquim Abrantes Pi-
nheiro e sens filhos, teridos de acerba dor pelo
infausto pasamento de sun muito querida e semn-
pro lembrada mni, sogra e av6 Maria F. Vieira
Pacheco, rogam a todos os seus parents e ami-
gos o caridoso obsequio de assistir as missas que
per sua alma mandas m celebrar no dia 20 do cor-
rente me;, 79 dis do seu possamento, As )7 horns
da man usa igreja da Penha nesta cidade e na
igreja do povmado de S. Joem da Boa Esporapa.
UMfm .irWmmpw 6 I od-Owe -
l*.;1 1'' Psrrciira *'"*
D Antauia Maria J. JFerreira e seus filhos, Fir-
miano Ferreira suna mulher e filhos, Francelino
Fereirs. (ausente), suns mulher e filhos, Dr. Fe-
lippe Hg da C enlan e sens fils (ausen-
tea) agradecem a todas ms pse eas que acomp.-
shoraum ao *tri nbio~ 00 reost mortact do.
-^f~' a ^^if,1 il s^'fSJS .^B Act^1:'jif1"- -'-^^' M''a~t~ti


0 abaiz aesignado tendG z ndido no$
seus afortunado. bzlbotes gamsntidos 4
quartos n. 560 corn ma sort do 1:000#)00,.
alaM de (outra sortes de 32&, 16#'e 8, da
loteria (124.), qu soe acabou de extrahir,
vonvida aos possuidores a virem receber
aa conformidade do oostume sem deaconto
algura.
O abaixo assignado tern exposto A ven-
da os sens afortunados bilhetes garantidos
da 10.a parte das loterias em beneficio da
igreja do Nossa sonhora do Rosario da
B6a-Vista; desta cidade, (125.) que se ex-
trahiri na quinta-feirh, 21 do cerrente.
1(PRE(OS .


Inteiro
Meio
Quarto
Em quantldade
Inteiro
Maio
Quarto
Manoel


b~,ADOT O-UI0O
Aos 4:000400

BIJJIHTll' ABANIIJ98
iua do Barlo da Victoria u. 40
e casas do costume
Acham-se A venda os felizes bilhetes
garantidow da 1O.a part das loterias a be-
aeficio da igreja de Nossa Senhora do Ro-
sario da Boa-Vista desta cidade (125.2),
quo so e:xtrayrA no quinta-feira, 21 .do


46000
26000
1#000
maior de 100oo
36500
16750
#875
Martins Fiwtn-.


corrente.


Inteiro
Mcio
QuLarto
=a porio


PRECOS


4,5000
2,5000
1,5000
de 1004000 para
elma


In-eiro 3,6500
Me4io 16750
Quarter 6875
Joclo Joaquim da Costa Leite.


A VESTUIROSA

s0 4:000$000

BILIIBETES GARANTmIOS
16-Rua do Cabug -16
O abaixo assignado vendeu nos seus
7enturoso., bilhetes garantidos os premise se-
guintes : 1 inteiro corn a sort de 200.5
no n. 1031 al6m de outras mais do 320,
166, e 8b, da loteria 124.
Convida-se aos possuidores a virem rece-
ber semr desconto algum.
Acham-se A venda os venturosos bilhe-
tes garantidos daloteria n. 125 em beneficio
da igreja do Nossa Senhora do Rosario da
Boa-Vista dasta cidade que se extrahirA na
quinta-feira 21 do corrente.
PRE0Ss


Inteiro
Meio


Quarto 1,000
Sjendo quantidade superior
a 100:000
Inteiro 3#500
Meio 1#750
Qaarto 875
Joaquim Pires da Slva.

GA AX FE.LIZ


AOS 4.000 000
E
i:000$OO00
DILIIETES GARANDOS
PraIa da Independen-


cia ns. 37 e 39
O abaaxo assignado vendeu entire os seus
telizes b:lhetes garantidos da 124a loteria,
a sort de 1004 em 4 quartos n. 2922,
sl6m de outras muitas de 32#,516# e 8#.
Convida os possuidores a virem receber
oem desconto algum.
O abaixo assignado tern exposto A
nenda err seus felizes bilhetes garantidos da
125a part. em beneficio da igreja de Nos-
s4 do Rosario da Boa-Vista, que e-s extra-
hid no dia 21 do corrente.
Preoes


46000
2,000


Billiete inateiro
Meio
Qurato
Bim pereio do


4#000
2#000


1oojooo para


elma
Billiete inteiro 3500
Meio 1#750
S Quato 0 875
Amesia Auguwto do Satas Porto.
Profesmar deom ica doaqt= Jero-
nyio da ConceltLo
0 tenent Joaquim Innecencio do Espmito Santo
e seus inrbe, nora, genrm e netots, mandam re-
Oar amah ums missa -pea alma do oseu muito
ehorads& ai. mgro e av6, 30 dia do -seun taieci-
nentoN a igr eja ade 8. S Ati m Oliidas i 7
ho;sBpuma este acto 'nviam aos seus amigos,
narM"n a i3 oellmA do a d t sa asasatirn '


Apolke
,=& Duqte d<

reim


ma-so na


I


An mi


AllS


,< '-s. ', if


I


. T -


I























S*CoBtida R. da .1oehn muton -auf resi'dentis d.>
rus do Padre Floritu parn a roua Velhn de Lants
Rita rt. 22. urnde ontinA aI leeeiouar pritneiras
lettmras e t )do ostrabalhos de agula e fl'ret.


Compram-se pata-
coes brasileiros e hes-

panhoes, na rua Du-
que de Caxias n. 94,
loja das 6 portas,

Oun


tiver e quizer


arren-
*


dar uma propriedade
corn proporoes para
plantaino e creaaio
de poucos animaes
vaccuns, distant des-
ta cidade ate umna le-
g'ua, deixe informa-,
6es em carta dirigida

a E. S. na rua 1. de
Mario n, 18, loja.

Fabric Tigre
Ao public
'Una do nBaro da Victoria In. 4. an-
t1ia rua Nova
Viuva Gongalves & Lorega, pVoprictarios da
fabric Tigre, chamasim a attenCAo de sens fre-
guezes, tanto da capital cumo ,s do interior da
provincia, pars os sens optimnos e afamados ci
.garros denominados Boheminios. Esses cigarros
tomnam-se recomrneudaveis, nerm s6 p11o delicado
aroma e saber, corno taibein petla inalterabilida-
de dos tabaeos corn que sao mannipulados, aecres-
sendo que attenta a circuinstan-.ia deo serem ma-
nufacturados coin fumus e pritneira esculha.
,procedentes de Goyaz e Minas, products estes
que conseivam sempre precos altos no nosso mer-
cade, slo os cigarros Bohemios vendidos por pre-
go relativamenite modiro.
.E para que os iinitadores fradulentos dos ci-
girr, s da bem conhecida fabrics Tigre nil can-
tinuem a ehquear a boa I1 dos incautos. jA apro-
veitando-se dos rotulos servidos, ji mandando
fazer imitauces grosseiras da rnmirca da fabric
Tigre, os abaixo ascignados previnem cs seus
freguezes que reputem corno falsos todos os cig:..r-
ros, cujas mortalhai e rotulos Lao levarem o em
blema registrado 'la fabric, cxceptuando-se os
princezas imperiaes, ctjas mortalhas nao sao
Sinarcadas.
Alem da marca Bolihemios a fabric Tigre tern
as seguintes marcas de cigarros de primeira qua-
lidade :
Princeza Imperial.
Pedro Affonso.
Flor de Hespanha.
Danied.

0 abaixo a, ignado morador e lavrador que foi
do engcnho Capricho, no termno d'Agua-Preta,
onde tinha estabelecimeuto commercial, madou
sua residencia para a propriedade denominada
Cheeheo, da qual 6 consenhor, no mesmo term A
margem da estrada de -odagem de, Palmares a
extincta CAlonia de Soccorros, e alli onde de novo
abrio tua casa commercial contiuna como d'antes
A disposigao de seus .aminigos e frcgut zes. Outro-
sim : as pessoas corn quein ten transac'5ea po
dem procural-o pessoal ou por escripto na meuma
propriedade. Aproveita a opportunidade pamt
despedir-se de todos quo naquelle engenho o lion
-raram corn sua amizade, a disposiio dos quaeb
pSe seu pouco prestimo Em 10 de maio de 85.
Joao Ferreira de Barros Lint.

Casa de banhos
Rua do tabugii numero. 11
STern seu actual prodrietario r-f,,rnado a tabella
de assignaturas, a qu;al passa a apresentar.
30 cartues transmnissiveis 9tO()
15 ditos ideem 5^0()
10 ditos idlern 3,$..Ofl
5 ditos iiteri 9 fl00
Outras rcformas que julzou nee-ssarias paia o
asse:o e limpesa do estabelecimeuuto, as quacs es-
tao em andamento.
Born negocio
Aluga-se a loja do sobrado n. 83 a rna de Bsr-
tholomLnu, corn o oitao pars a rua da Concordia,
tend uma armacAo pro,. ;, para qualquer esta-
-belecmento, e especialmrnte pars o de m'Ahados:
Sa oratsr ua rua larga do Rosari, n. 34, pharma-
cia, ou na rua do Lunperador n. 75, corn Jose
Francisco Carneiro.
i^i: 0 him. Sr. Antonio Ft liho de Souza Car-
neiro tern urna carta vinda do Rio de Janeiro na
rua do Marqucz de Olinda n. 7.


TOCOO,
s-e~ *.tl^ k I^A.


b' IS Ru* do PitIu, t
*; j im TmA01" -:0wu:
rigos de ^uQ e -dA O dWit.L
Botica francew D. r841d6 & MJesus, wgij
da Ctj ijOcife)_______

150,B111do PsitoB, 15

1 1 FIDAO fdACALIAl"
Natural
Foerrpitosoe Creo1otadt

JNYUUMsPon wftaiwr IJI[

te vmlfuro re da&
8ei iilm rta n~rle anmEirvh ltaio fl'
xigr a a& ignatura:


1 AS
I
,N ermialdes Scretas
I LIK4ORRHAGUA8
O ONORRHEAS
C OOIIENT+OI
rsonter e mnUgo slao curados em
pooop diaa em iworeto, e"m rggl-
'min nem tisanas, sew cansar Impl
laolwear us orgauc. digestivoo, peas

a J2nj-eco de


10 DOUTOR FOO3ER
PAWJS, JOS. Pic.a.o a -& Mod*01im


t.


Catu"'o
IrrltaS^
.llentl
Are
*W4N
?APL*it |


LJtM-JCJkiJL
fwumws, md 3r do oeAa dia daRomB d opt,
Iromedlo mais crnoa#iaiu facilJwtoor
VIRNIM SOI oITARIA
.A ir, P" uuANIo Iaa 1mtast-1iJrtP
PAW. Pud TAXR6ET6. 4GA I3AtE-OO4*rAar
-i i^K n as food 4,8 A wU* 6r< "


IfW dokk., as-Q a a KOU-m P" I
^acix <^M* AWXAAW pa -is.Ta. &


OPPIESSIO .. .' NEV.-- LI
TOUD-Dfl, I*lUj i mCUK Rt
cimub-Dumr UT^- hGfUMit We J
A'plra-s' a Lusaga que penetra u poltU atualma o symptoma nrivTOo. fnt*la
a &.p.c-toraa6 e tivriu as flt moa e doe orgaSa esplfxrio f
^.__ .. ^ .^fstaw m JI _a.ib .' ^ /Jyc* .jl. yjaw, t, *. _. y
--p g~ ^J--, ^ ^ ^* "^ '*.- ... l- -" "* ^ ^ L I f-,,d
--h Q Ao& todos os Pei-u-istae Catoellaltermwa tt ~ k
t d Pireuan a do Bzktr~ag-fc ...da~rtfc ..^^
won" oft aww Pris e

( 6. Peagacdo 3xtrm~gefro


SVINHO GILBERT EIN
IFIWiS F07iFIC#TE appwovado pos Academi 4 AldSfS -" Pa p
i S~ezst~a amo ie as.~penesco~a
Sdo b wiAn o 49 dmoatrado a ectSelac Sneon.estavel deste vWZXA. q", cot. M SI
Ipriod&o pan cortar as Wbes.-.e.uiLar oaeun reappareclmento, quer como lrtijeamtwsan
O--.sv.jvesat, 3ebilUiasd do Smagu6, XWatt& oe Menstru'aio, Xnsppfnc.l,
fcs ,faIcets, a-lt.m'!ai neirvotsa, lebfildade causada Ala eda on IK-r e Eat eoh qv i qcenl c< res prir.ipio: attloos do Yj or nreparamoo sImilarrs, rpsm" $ pm" re
GpoM iMt le *.*edo.- Ao j bie tbjtldsr con!ra o prej fam .' SPhiannaB (C3-. "Y^R'd3VtY L r, 378, %& Sat=Ct.Honhor6, fPrAII


Rheumatismos:&Go'ta

SCUTICA AN B SS DOS Os M PAT SIC V IC miATUI
NOVO TRATAMIENTO (Numeroso attestacfo) POR ME!O 0 DO
-BANHO+ANTIRHEUMATICOD, LAMAU


if W.9 b..A. HLUO its A474f
-DE
SBlEATICO DE DFI

T*Ab1 8; Pil si"ADGO iCUrUs NPa s UoTSDAn s 4PVLI
TvBb TC^ ^ll ra~iSt SDLTiAS DN PIITO BlEil LEI 0
Et te oieo ttA o a.poes. ,, 'm ereino lbmeco qua se puoda diu
I chocolate ou caan. Pom o e tour asd".rdalas e proprdndades doitopdpd
S tarL&!rn tomatRe aeo reuwfnaaea' saleua you.e doerates iais deltemdiuu


De hIjee


IH / .Quundo o pagamaiento por este system se
4'r' d entrode quatro aaesa, Mbatituento
'-- Abstimento de o0I000 a dinheiro i vista.
Roga-se aos pretendentes de virem ao es-
criptorio da companhia paras informaV#3ps cir-
cumstanciadas.
Imimensa e real vantagem 6 obter-se o
melhor artigo nas mellores condies.
iate ilngutem comprarA senao a verdadelra
maehila de SINGER

PORQUE7T
T~~nT-NTTw


1.o Por ser inuontestaveluente a melhor, males forte, mals bemn aea.
bada, males simples,- mals daradoura, a unica que tern obtido mais de 300
pmedalhas, e a unica qne te. mais de 1,0 imitadores.
2. Por existir um deposito succursal da propria companhia. onde so gvran-
-to estans uMaelna per iM tempo Iilumitado e onde seimpre se cuuoutra
tudo que diz respeito as mesmas.
3.0 Finalinente, porquo squelas pessoas que at6 o present, por falta de meios,
nlo podiam satisfazer o seu desejo comprando urna d'estas excellentes machines,
podem agora corn todW a facilidade compral-as mediante a it odica prestagilo do

1$000 POR SEMANA!
Recommendamos corm insistencia-Nio se Illudam com as maehioas
que trazem o nosso oame e que nio passam de RUINM IN1-
'TAWCOOV.
Vendemnos tambem linha superior, retroz em carretels, agulhas, leo, linha
ae crochet, peas avulhas pars as machines, tudo de superior qualidade e por preloa
ser contpetcncia.
0 ennleo deposit das vcrdadeiras maehlnas de Singer nesta cidade
Rua do Cabuga n. I A, Perniambuco
Direcfio geral para America do sul....101 rua do Ouvidor 101
Rio de Janeiro. Casa matriz-.54 Union Square. New-York
Consertos em machines de todos os autores por preos baratissimos.


CHAPEIOS


E mCHiPEIAS


CHAPELARIA VICTORIA

36---PRAA DA INBEPENBENIA A'--40
Este bern conhecido estabelecimento, recebe mensal-
Inente 's principaes modistas do Paris e Londres, urn grande
e vwr3a',ssiiU 0s6rtirneritb dstes artigos, assim como das princi-
paes fabricas de Hamburgo umn complete e variadissimno sorti-
uento de chapeos de pello, de lebre, 1l e castor para lhcmeinus e
meninas.
iJarilinladi i i Ciirva C u Io & C1


Wn










cz

Me.^


FLORES PLIIAS E AIGRETTES


JOIAS
IIGUEL WOLFF & C.
Participam ao res-
peitavel public, que
eontinuam ter urn sor-
timento de joias das


miais modernas


edon


mais apurados gostos.
Compromettem-se
a vender mais barato
do que em outra qual-
quer parte.

in 10,o1(COW I. 4
Fonrmicioa Montnha
0 melhor matador deformiguas eonhcido
UN0C0). DKITOQ iM CASA


Pteciia-e Uler de forma
on ecrava, pars todo servigo de sca" de f&ims :
na raa do Bemfica (Passag.mn di Magdalenas) .-
tio que fAea em frente Aaetrad da estrad a dos
Rewedioa.


0 soUli


j I


Co


mm



I
Q


RELOGIOS
0 IIISE DE JOIAS


MIGUEL WOLFF & C.
Offerecem ao respei-
tavel public um gran-
de e variado sortimen-
to de relogiosdos mais
acreditados fabrican-
tes, ese acham habili-
Lados a vender mais
barato do que butro
qualquer, visto rece-
berm directamente.
Todos os relogios
Vendidos n'esta casa
sao garantidos.

In do N 1.4


Arrenda-se
o predio a. 71 i rua Duque de Caxias, em excel-
lente local pars estabelecimento commercial, corn
1- andar e grande soato. Acaba de soffrer gran-
dee repamros e aeha-se todo pintade e caiado de
noyo; a tratar co o advogado Jose Viemte
MWirn de Vaaeonceliq, no pateo do Collegio (hoje
PrasdoPedrH) n. 6, Adar;


-"**. 4'. i^..RvP. 3.~i: 20ros
ar at"l ortimenuto de vidros pars
sawlB B r omm ao pubnico.


Alugaese barato
0 1.0 andar n. 10 na travessa do Carmo.
As casa terrea n. 1 B, na Baiza Verde
0 armazem c 10 andar n. 46 A rna de Pedro
Affonso.
0 1. andar do predio n. 1, A travessa do Cam-
pello.
A tratar no lago do Corpo Satn. 19, primeuo
4ndar
Trastes
A' rua do Imperadorn. 16 compra-se, vende-e
aluica-e e -trie-se novni e uaidoI.

ROM M mIIU Zt 9 0a Hrval a8
Minn~~ilpwzItilailff
Na enlrida de ferro do Recife ao S.
IFranelsoco
No din 20 de abril abrio-se este estabelecimento
coin todas as commodidades precisas para receber
ao respeitavcl public.
0 proprtetario deste novo estabelecimento, ten-
po em vista a necessidade que ,xibte de um este-
ellecimento desta ordem naquella localidade, a
reccmmencla sos senhores viajantes do sul desta
provincia, garantindo-Ibpes que sabera sempre
corresponder corn agrado e sinceridade a par de
raz aveis pregos.
0 edifieio deste estabelecimento construido es-
peciamizente pars servir de restaurant, offerece
todas as commodity. ades pars families, etc., etc.
0 proprietario,
Francisco Antonio do Amaral.
Caixeiro
Precisa-se de um caixeiro que tenha pratica
e d ceanhecimento A sua conduct : na padaria do
Geriquity (Boa-Vista.
Apolices
Compra-se uma police de 5005000 ou trees de
200A, geral ou provincial ; a tratar na rua do
Pires n. 54.

Aluga.se
a salla de detraz.do 1 -tndar da rua Primeiro de
Marco n. 18, muito propria para escriptorio de
qualquer naturcza : a tratar na loja do mesmo
predio.
Cajurubebat
Compra-se vidros vasios de cajurubcba a 120
rs. cada u;n : na fabric Apollo e seus deposits.

Aluga-s.e uma ama cosinheira, c engomma sof-
frivel : no largo do Mereado n. 25.

AMA
A' rua da Imperatriz n. 14, 2.0 andar,
precisa-so de tuna para cosinhar e mais
servigo de unia casa dc faimilia.
Ama
Precisa. ae de unia ama que cosinhe bern para
casa de pequena familiar ; na ua do Conde d'Eu
n. 7, segundo andar.
Novidade
Paulo Jo96s Alves & C. aea am de receber o
verdadeiro chA preto ponta branch, o que ha de
mais especial neste genero : na rui do Barau da
Victoria n. 60.
Casa no Monteiro
Aluga-se a casa corn sitio murado, confronted ao
chafariz ; a tratar na rua do Marques de Olinda
n. 17.


Pede-se
a quern souber dar notieias de Joaquim Correia
Masearenhas Corte Real, natural oe Albufeira,
Portugal, vindo para Pernambuco em 1870, o
favor de dirigir-se A rna do Amorim n. 43, ar-
mazem.

Allenaio
Uma ppsso habiiitada e que tern lagedo de
Liebos, offerece-se para construir as calcadas dos
predios que precisarem ; a tratar na rua do Mar-
quez de Olinda n. 56, 1 andar.
Criado
Precisa-se de urn menino para copeiro e man-
dados : a tratar na rua Duque de Caxias n. 59,
los.j
*


Cmniflal ido rMEtiMso
Ir deo eabeea de negro
Preparado, jor Hermes de Souza Pereira&C.
SuaoeeIsores -.
kaste o'Iomo adicamento jA bem conbeeido
d Ibo dpubi at c idade -e do iterioer 4 piovin-
cia, 6supeiotr a todoa 09 depurativte s ozsecidee,
nao s6 pela iua efficases, pomo pea' modicidacte
do jireco.
0 pharmaceutioo j BPp in&s Pereira n1,


1 -







'II


Li i wa& > rnr
t ." 11 :,:>*:i ^ l*^^ :" '


,!




























ede-has an
soa cawsub
BAZtAI, J EWNURlJU
20-lRua I ariuz V OUm&i=IV3-28










Sengenb JundiA. Merimn, site na 2oanarca da
scad prto 4 et do Rtonbeir o





agsa e nea prelarado ars ber4 olher a afra :
"OIM UK *sle-- I fg

buzr h LBres

28-10 dio Maniib Ob01iil392



qVo pretendesr, dirij-se o Recie A u un-r
damse
o engenbe Jundit- Meirim, site na comarea da
Esca*a perto da estagio do Kibeirao% m6e comn
agua e eatA preparado para. bowa colher a safra, :
quern e pretender, dirija-sa ao Recife A rus Im-
perial n. 177, na cidade do Cabs, no engenhe No-
vo .; e no amesmo engenho iaM Meirim encoa-
trar i con quern tratar, faz-se qalquer negocio.

NBOTICA E KDIOGAiIA

EM PESqUEIRA
DE

weuILifitl MM
.raca do Cm reio n. 35
Neste bern montado estabdloidmento encontrar-
se-ha sempre am variado sortimnento de .
Drogas, products chimicos, preparados
nacionaes e estrangeiros.
Tintaa, oleos e nais artigos para pintara.
E' AWM
o depesito do conoekaado e verdadeiro elixir
CaJarubnu a
, W Va do Cmminerelo n. 36
3 S PESQUEKA.


Metthodo olaro e se t psr batar bcmeopatio
a inoetiat que afflige ma pecie huan, ri
eiplete au qu reimm noBsail : vendo' m
1uhf WA do Dr. vob4. ru do Barbo ", Vie


Prepaeado emn haronia coi aforula .do pro-
fessor E. N. Hot$pher do Caunfdge.
PARA INDIGESTIO, PROSTRAQV0 MEN'-
TAL E PHYSIA, SUORE8
NOCTURNMS, INSONIAS ETC. ETC.
E' eta uma prepararae de phosphatode Cal,
mwaguesia, potama.: e ferro. eom acido phophorico
Tpor tal forms coMinados, quo. mui facilmente we
asemelha ao eyetema.
Niao diverged as opiniqopra elevada a&ouids-
de medical relatiwnente ao merit dos pbospba-
Os medieoe ass celebr.t doa Estades Unidos,
tern ultimameae empregado o Acddo Pospdte
oom o melhor cito, nio do ass doena C acimai.
dicadas, mass pa combatar os maio eetos.pro-
duzidos pelo am do fumo, como no m tcawco e re-
frescante ns 4era s d awe de febue.
E' agradavelao paladar a ms acVAo oe amMo-
nimL pritameate comn eastimnulantes quoe sa
necessario tomar-se, ou sim ddelicios Eoomi s.im-
plemente emws ucar e agua.
Para maieidtormaues trata-se con
Adamson towie &
43--WA COMMERCIO- 43


Cosinsheira
Precisa-e de uma coriaheira que eosiuhe nmm
perfeia, para ease de rapazes soltewos; awtea-
ar na rrua Duque de Caxias n. 59, loja.
*v f^_


Despefida LUA UOATS
Eraeeto Arcelino ide Barros Franco, retirando- a Lurowa a para maokina, e a a Mamc .de 6
se teinprariamete para iBareopa no paquoete oA tefo J pamaclia como para mwaer ilodo
Treat, enao podendo, como desejara, despedir-se -NA seunsa mais linha em novello-
pessoalmente das peaess que~o onram corn aeua Pee MUnZ em wrretel corn o e
amizade, o faz pelo presente e offerece o seu pres- J. &P. -COATS -
timo naluelle reine: Outrosim, scientific a
quem interessar possa, que deiza encarregadog eA
seus negocios asO srs. AmftonioLAz Rodrigue de sA0 1. 11 Sanlos
Almeida .e Dr. Olympio Marques da Silva, eoa m queira ttr a woadade de vir A rua do SaAe da
Squaese poderlo esmderosateressadoes. Victoria n. 10, lcga, a negcio que nia ignore, gs
Racife, 1.5 de maio de 1-85. .e o nio fizer eori declarado qual o megocio.


doma., as re-



eagenho motto
&a estm&d do
leituu, a*lo tie-


St ua ia d erra e
,Oha& u,4. -


Vendemu (Ost:s Travasuns & 0. : no sei m*
enptorio o -large.do Cuorp, ,at. n. 15.
Pbnr-maia hfc4*4oa.eolSliia C
A. CGuors ,uiuqwiyirol e'res ( uooswo-
reu), depositarios doue reamdiou houimMpa-
thieos da cascade Catelan e Paris 22 ru
da Cruz, (Recife.)

Ca "Sitio
Vende-w unma essa ea e sitio com fructeiras so In-
gar Giqui:,. as freguesia de Afogado, terreno
proprio e lugar muito sdio ; a tratr no becco do
Quiabo n. 19.

FarinkaLactea
No. primeiros momes a alimentobio omm
natural e apropriada pwa alimentw a cria.
ga depo 6 0 o proprio leite iatemo o qum
em case de necessidade deve ser ubstitw&
dopela
FAINHA LACTEA DO DR.
FREMCHS 1
A scencia e a prcica adoptaram a ian
nha Laotea como poderoso omeiato 3we
trictivo ara a infacia e districts md -
coo do Brasil e da Europa reoonheeern
ser i de Dr. FREMCHS a metior n'e!H


genero.
Deve-se pois evitar uanfiar o filhh
niuma peasoa estranha e de mcoportnaolm
nso comhecido muite vezes o germen
numerea molestiaa.
Vende-ae a verdadeira fauha Lact
do Dr. Frerichs:
55-RUA DO MPERABOR 55
Estabdecimnento die msiA, e piano de Vir.
torPr&aUe


'Goruniias ", t "vs ti( oao
Rios joulardsi600*1&.
iM& r1 e Alpacas deeda furta core, a 4W0 r61,.
Fustues do cores, nova remte-sa a 240 r6i.
Xi4t sta C o5 pars sleuhona.1~ 1Merin6s de cores corn da largurs a 1200.
'ex J irtt W orio Arua dJ ta 4iss od po Dito preto do duas larguras a 112d00, l5OI
4IVia j FIdw de se" dI 16 800. :
--- l ( -de malba de UL Casemira diagonal corn duas larguras, a 21200
SParaw e tinuari Lindas popelinas de seda, a 320 r6is.
epesu o o 1 Setius macau de todes as cores, a 15400.
V soMese4I* ru ca sit Vlo re Esplendido sortimento do damasa de aseda,
1n0ta pro da parties do -;:81 no engenho iCa a cm olln.inr em punbo o pt 15000 .
Gamelhiri.i s i Victoria, em San to An-1a ns e l2.- e punos pa hame Brim pard lona com'n quasi urn metro de largu-
40G : a traieir arusc .,Dirita4.i 1c9t-21, a.t. --A46.' ra, a 440 ris.
-:-atm na --1.--'Ca aa para es"nino.! deede; n.28 3; 2m8 eoio Bramantu tran9a paru lengies, e metro a 509
ThblA^fl de. 1o lorialwo,de U. IM8 ak 36 ,e
Yea_ mCo rue lu d n. am6.ahs iaas, penteadores, algals, aept Atoalhado de linho bordado de uma largura, a
Jeade-,jo a to1qiue* de Olindsan. 6. 1 era 200.,
nhspars senhora.,120
{., N ; : .-- Gravatas, grande variedade. Dito de linho fino com duas larguras, a 25202.
S...Meias cre, brancas, de cores e p .as. Cretones con barra o eovado, a 280 rAis.
'~~~Dmaci para mesas, a, 600 adeeresria.s
;::r FlJ fl CV I 5S<.J Capachos, tapetes, walas, esteiras, bolsas, velld, Damasco, pars mesa, a 600 ria.
... .h. Wh-WosU~a brine branches e de cores, luvas, per Cones de tusto pars colletes, a 25500.
Q W. especifico para aucura cetta e infilivel riasete.. etc. Golinhas pars senhoras, (novidade) a 2000.
damsa terivel molest o Paol Fichds de seda, (novo gosto) a 55000.
X" VE DE BOURGIOIS fO ia Mantilhas pretas, a 45500.
ate xarpe pado egundo a formula quoe Lindos la'js de cores para senhoras a 11500
!ow fi con=ad PTX finado brA. Aquino, 6 appli.- 1 R'ua do Cabug-a-i 25000.
mdo om o is pentito resultado, io .6 sa Eu frente a matris d Santo Antonio Saias corn finos bordados, a 2J500.
.ole 5convul oUo na tosses intensas e asina- Cortinadcs bordados, par a 65000.
stcas, poe eft de iua acao calmante. -- GuarniqSs de panno de crochet, a 65500.
V nde-sc Cura infallvl das sezc1ocas de crochet para noiva, a 105000.
Cyqa M AN I das sUzoes Dito de f ist~o branco, a 34000.
pharme e doga de Barthol men & PN lulast do Dr. Santa Nona LenSes ile branante grades, a 25000.
aPharm e drog a de Brthol me &C Na pbarmaeia do Hermes de Souza Pereira & Cobertas de gang forradas, a 2;500.
: 1 Sessores C. Successores, A rua do Marquez de Olinda n. Canisas brancas finas a duzia, a 301000.
1 i ftlllilllt a l 27 (antiga da Cadria) vende se estas efficases pi Ceroulas de bramante bordadas, a duzia a 165.
Fs etIaltidA d lWas )A a ticonhecidas da populacao delta cidadt Madapolao Boa-Vista, corn 24 jardas peqa a
e do inter 1 & proVineia, e cujo effeito A mars- '65000.
.vi.hoso na cura. dna ere itermitentee .Eszsu Cambraia victoria final, a 35500.
1 Garante-se sua efficacia. Lencos de linha em caixinha, a duzia a 31000.
~ em sempr-la ialE muitos outros artigos que torna-se enfadonho
labe dela l, preparado pl N i s m e mencionar, e quo veidemos per preqos resumides,
18 de U 9 el fr rado pe N ~ Se~pre disto convidamnos pois as Exmas. familas a honrar corn.
RARTLOrM .JtC. SUTPaCESORES suas prescnas este estabelccimento, assegurando-
EATnovomedic Urec ssO o Chitas finisslmas, eovado, r. 240 lbes que encontrarao sempre a par da sinceridade-
Este ndov o medai esento precommenda c er o dm Osfords de cores, covado 160 e agrado, modicidade em preoso.
de tedos o mais effienes parsal tcurs certa das
tse auigau m uuie, aharro a m h Anquinhas pars senhora 3000 As vendas em grosso dams desconto.
S(oeee oouuli .taw-o bron6cioee w eger Camisas friancezas 2500
o0tra todos asof&iutdodauvia.neepi "ia s de&n 15 3 9 rua do Duque de Caxias 5
Di l TOBrim pardo liso, covado, r. 280 ) Antilga do Quelmado)
lara do Rosario- Setinetas odemas, covado 400
-f-ing ----onra-pr-me- C< Papel pintado
U inga RA m. Duque de Cuias n. 62
7Vende-ee S to. uma parts l demaredd para forrar salas de visit e jantar, quartos, .ah
m Man"spr baato ros pMassite Tq din, cuja fl3 covas. eorredcres, etc. Grande e variado sorti-.
I -Man ,BoaVro, Massiaee ib, cuja IlUd mento pc- preos extremamentc modicos
ande pte ,contim mattes, madeiras gross e SEM COMPETIDOR
d qualidade; trata-se A rua do Imperador n. 77. Vende-se o de n. 57 A rtado Born Jes'mis, o qual acaba de cbhegar pars a
foi ha ponco tempo 'reconstruido e acha-se em Livtraria Industrial
"nae s me ito'bon estado de conuaervaeio. rua do BarAo da Victoria a. 7.
----da e 4s pretendetes poderio se dirigir ao 10 andar ___rdB _oaVi_7
barato a taverna sits a runa Direita 74, ber do largo do Corpo Santo %. 19. VY dy
localisada e afregnezada, e o motive ,de vender-se elld -se
6 do e terduas. lirande desc terla rua larga do Resario n. 11, passaros de diver-
Ten de- sas qualidades, como s8.jam : sabiaes, chech'os,
V d -ohse HedrpediPa vegePal bicudos, cuimi6s, caraunas, patativas do parsizo,
o estabdieeimento de molhados da rua de Pedro O o canarios do imperio e pombos, por precos baratos
Affonse a. I : a tratar na mesma iua n. 9. "t 0 ll 4 n in+ para acabar.d Na mesa casa vende-setambem

a -ri o l e l e- V i c t o r i a e m p en v i nUTIq r U S d igli lS C T GI 1lUR O S d u a s g r a d e s d e fe r r o .
V uese uncabriolet victoria 'ste especifico eeimportante remedio puramen- T l r n n
Vene-se um cabriolet e urea victoria em per- tevegetal, curs radicalmente e em p wcos dias Tintu I ndiana
feito estado : a tratar na rua Duque de Caxias as sardas e pannos do rosto, por maias a tigas e
numer 4-f. rdbcldes que sejam, restituindo A cutis s9 primi- Para tingir, a barba e Os cabelloa
ivo- brilho e belle Ests tintura tinge a barba e os cabellos inbstan-
WIf lQ UNR[CO DEPOSITO taneamente, dando-lhes uma bonita cor preta
-fl t lor fs fflU as W armacin Barthbolomeu <& C. i inofensivel, e seu usoe simple e muito rapid;
Vende-se na botica franeza c drogaria de Ron- ceessores vende-se na botica franceza e drogaria de Ron-
uayrol fr6res, successors de A. 4Caors, rua dc 34=Rws larga do Rosario=84 qu&yrol frmres, successores de A. Caors, rua do
om Jeus (antiga da Cruz) n. 22. PERNAMBIUCO Bom Jesus (antiga da Cruz) n. 22.


L I S T A 1GE K A L N B.- peio

m- DW A, I W um Hano depois da e'SracOo.

DOS PREMIOS DA 9 PARTE DAM LOTERIAS OOSCEDIDAS POE LEI PROVINCIAL N. 92, EM BENFBC[O DA IGRESA DE N. S. DO EOSARIO 3A BOA VISTA DESTA CIDADE, EXTRAHI


I24t

IDA EM 16 DE MAIO DE 1885


Ns. PREMS.s.


498
99
509
10
11
26
27
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33
37
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74
,'77
-78
89
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95
702
12
14
21
25
27,


44



-





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46



46
1:0006
40


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41


86
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PREMS.


746
50
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900
9
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53.
54
57
58
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38,5
- 4,5


NS.


975
77
79
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7
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17
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48
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73
75
'81


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PREMS. INS.


46






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2006$
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46


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57
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78
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86',


E'EEMS.


46

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S77
87
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46


86

46


166
46




sai
46


1NS. PREMS. INS. PREMS.


1636
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47
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,23
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46
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84
4


1901
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2000-
1
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13
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S59
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46
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10


NS. PREMS.


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86



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4,5


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2704
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PREMS- NS.


46 2791
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16
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23


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13
19
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35
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37
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44 57
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81
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s.o a
50tae-t1


*7A dimefflifto,
1' -,.. I j if


0 beniltoot a torga, ae rgs, ofeti-
chegrandiswo p&la'atri6e l fhmUla;
o amor so asrwtido do beies; do resbo tw.
dog 6senet du*W e grades,
postos 6 Aarom, wamesquiihnai sm o eemo-
do uame ra inteira de pondo-a fibra
a fibra. Na wntiguidd* dzna- e absO me-
$a: -k ati' dii osl Ii w je a Sparta
oije s onane.bo vcto e 0 a:a produzem.r
0 eOsameto ditiaiae, na. com-
pensalo o obituario resoe, a estatiasca cri-
miral avoluma-se.
A patria brasileira, porasim dizer ainda
eo embrito, depois dos movimentos revo-
Itrcionarios de 1817 R 18-4, eaeciuonou para
levantar-se oom a guerra do'Paraguay.
De entio para cA o caraeter national
temo-se maifstado tibalo e obseuro. Neem
am problema politico a resolver-se, n oem
nima preoceupao scientific a itnp8sr-e.
S6 agora corm o libertamneuto do africano
exigido pela lei evolativa do progress, 6
quo o Brazil vai tomando urma attitude pro-
pria que lA devera ter tioe ha 50 annos
passados.
*
Por todas essas circamstancias geraes,
atrophiadoras da mentalidade; per essa
series nao interrompida de phenoinenos fa-
taes devidos A filiacno historic, a esthe-
tica apanhando as syntheses para as mani-
festag5es do Bello, superior sempre ao meio,
vai abrindo claret per entro a turba multa
dos indifforentes concorrendo, come ala-
vanca de IA grandeza, pare a obra civilisa-
dora do future.
Se 6 certo que os periods historicos in-
fluenciamrn a arte, tambem nio 6 menos ver-
dade que ella gyra sempre em certa altu-
ra, preferindo einocinar um numero limi-
tado, A causar as delicias do todos os es-
piritos, conquistando assim urma populari-
dade que a pode comprometter mais tarde.
Desde as primeiras manifestag3es da arte,
desde o Dante atW o Renasicimento. e d'ahi
atd a phase brilhante do romantismo, corn
Victor Hugo per chefe, o product esthe-
tico tern pairado sempre na esphera sub-
jectiva do absolute. Na construgc.o do
Dante diz o prefaciador das Opalas, a fi-
gura de Beatriz vive desprendida das nR-
cessidades da existencia biological. Isso
nao irrita o sense popular. Mas as lois
moraes foram respeitadasie dirigida a sua
idealisaglo ao fim de commover-nos aper-
feigoando-nos. Isso constitute a impereci
ve.l belleza da creaqAo do poota.
A harmonia moral de que fall Augusto
Comte, patentea-se visivelmente grande no

FOLHETIM


M ROUBOENGENHOSO


POR


Georges Price


f.Continuagio do


n. 110)


O infeliz Andre sentio apertar-se em tor-
no de si o circulo que devia esmuagal-o.
Comprehendeu que tudo se tornava iuma
arma entire as mios do juiz de ins-
trucgto, e que a ordem, que na vida ordi-
naria e uma qualidade, quando alguem 6
accusado, se transform em um crime, em
urma tolice.
Isto, respendeu ell e, comprimindo
corn o brago as pulsogqes do oorag3o,.sao
recibos de cartas registradas.
Sim, cornm valores declarados. 0 mais
antigo data de dous annos; o ultimo 6 de
um mez. 0 total das soemmas que elles
mencionam se eleva a oitenta e dons mil e
seiscentos francs. Ora, tendo o senhor no
Credit Geral nove mil frances de ordena
do, come explica a enorme desproporgo
que so dA entire sua receita e as quanfias
remettidas a seas correspondentes, una vez
que o senhor n o tema um vintem de tor-
tuna
Jeansac torn:u-se rabro como uma crean-
ga apanhada em falta, e conservou-se ca-
lado .
Ha poaco- o senhor disse que nao ti-
na deapezas occultas r hem divides impe-
rios.. Isto prova o conatrario, visto como
o seanhor naoe qaererA sutentar que os des-
tinatarios d'essas cartas amea estrangeiros
que the coufavam soue negocios, caso em
que sem duvida o senhor teria feito serse
remessas pefo b nco. So, portoato, cre-
dores peaaoaem. Do ondo hbuve o soenhr
"soe ?"dim T -Oh-I i- o 6 rios, e e]


v-Grw U 4 J m*%4, 4 AW4*x ntrar i4-J

aa para Iul harma.-
IoOe, quo produsio o 0*pol d o&Bdve&fv
e a forrao praxitslianz.- *"1 *11 1}.'
ow sgPud"M 40 p"twa M crn ama
iutuigzo toda. Uagativa, toa~~xwm-Mpeale
facto phyaiologico, eerewaM j" k' .
ni objeof oe
muufrasoeidade., ae-
.mnno, per u Iurn process *e e 17tt
to em pratica nos graadea i.spi te"6
Assca -D. Juan-nada luora oem a
dissecaglo feita polo Sr. Guerra Juneiro
-oJacqes 9lla perwanoeee oLrard arte.
.;opiar bratalmente a naturesa no que
ela tert de' repgaante e hediondo, nao
podesera verdadeira misdo do tta.
A arte naIle analysa, syathetisa antes, e
para provar isso o proprid F'laubert, e-
ponde eloquentento ntq As iantrpollacoo da
critica coin a tentagao do Santo AMtaio
o a Salamb6, livro de umn orientalismo pro-
fundo. Assim, nao comprehendo o que so-
ja arte realista. Disoubro muito de extra-
vagante em Rolinat e Baudelaire) e nada
vejo em Emiiqo Z1aa noes.rpaysaeAnh
bern coloridas, copiadas d'apr7nature. -



0 movimento litterario no BrasiljAmais
excedeo os limits de passatempo. Partin-
do sempre das academic, ,comwea A pro-
nunciar-se mais acceatuadmente, comno Al-
vares de Azevedo, cerobro chein de ano-
jos a Child Harold, tempera, mentor nervoso e
febrilmente inspirado, passando per tadas
as litteraturas, da latin A slava, da gra-
go rowana A indica, montado na garupa do
soen mazeppa desenfreado, e sem tomar fo-
lego.
Azevedo nio lea s6; devorou, assimilan-
do tudo promiscuainente. Este poeta muito
superior ao meio emra que viveu, firmando
uma personalidade respeitavel, deixou as-
aguilores demolidores de seu genie. Estes,
tforam desapparecendo desconhecidos, et6
o apparecimento de Castro Alves, enthu-
siasta do verso hugoano, o que mais de per
to ponde fixar as hyperboles quasimodia-
nas. Nerm sempre correct, escrevondo
mral o alexandrino, todavia levanta-se de
quando em vez, palpitante de forga, c3mo
o gladiador, que, no memento supreme,
faz um esforgo terrivol o derruba o adver-
sario. Tom eatrophes pjadas de indigna-
g9o patriotic, come estas:
SAndrada, arranca esse pendao dos areas
SColombo, fecha a port de teus mares.D
dido, eu pude saldar a quasi totalidado dos
creditos.
Sci disto e ossa boa acito serA to-
inada em consideraa'o.


Restava, porem, pagar a algumas
pessoas. Desgostoso da vida, muito appre-
hensivo, procurei no jogo uina distracqao,
qua effeetivamente n'ell encontrei, e ao
ucesmo tempo achei, na fortune que me fa-
vorecia, o meio de acabar aquella preocbu.
parIo constant da minha vida. Nao dis-
cute a absolute regularidade do meio ; mas,
em summa, o jogr, quando honestamente
praticado, 6 urma especulageo come qual-
qutr outra, livremente permnittida, e. .
Tern o grave inconvenient de ser at-
trahcfnte, e nove vezes e n dez o jogador
alo para neos limites da honra sense pelo
receio do castigo ou pela imposaibilidade
de ir adiante. Sabemos a que cironi oa
senior pertencia. Mas, quando se joga,
ao 6 s6 n'um lugar; joga-se em today
part. Quemo nos diz que, n'outra part a
fortune o favoreeeu sempre come no seu
circulo ? Quern nos diz que o senhor nato
toer tido grandes perdas, n aioe tern accuma-
lado divides prestos a so revelarem e 3a-
pazes de fazerem-n'o perder o sea lugar, e
que n'esta hypothese, tudo arriscando, o
senhor tentou o roubo audacioso de 27 de
janeiro ?
Ah! senhor, exclamou Jeansac ro-
voltado, tudo isso slo conjecturas! Joguei:
convenhabo em que 6 essay urma nota desfavo-
ravel; convenho mesmo. em que a6 um pro.
cedente qu me prejudiciar. Mas, on-I.e
s proves, essas provs decisivas, de que
o senhor faloun
E-ias.
E o senhor Bruneten ergueu-e1 tend na
mno um mamo de bilhetes do hbaieo.
Jeansac, corn os olhos 'arregldos, fit&-
vao mapo de bilhetes de mil frances, queo
o juiz lbhe ostrava, e paroeia estupefacto.
No comprehondo, d"e ele.
Ja vi consprehender. Ptimeiramen-
to tome Conheciment distoe e den-lhe uma
cdrta.
Andr6 tomou-a mchinaliante, e leu-s.
Era concebida n'tes terms : "
PIERE GOUGED .,
anqueir. Nates..... de. Jaueiro doe
*0 04" 6 '7/ : -


tor~oeq hi4^M^ rnreccan-
comr o irperador rmano, hego, vio e
P~b .... e."

conio o idmperaorroan,'hegou, vio~e
venceu. Actualments eahor de unm -uoe
acataurd(, qa no M1 e q0e viwe, 6 lA
no yoltro Piftbgal, 'e.utt"'gee- do corpo e
alma a fnihia corn -nUa h ica pro a-
tio, teo nobre quanto itiuma: o 0ituro dos
iehos. Por ieoe, lted do a no ewonel-
lento ftr"sOta, duecnbro'm&e diate do ci-
dadito.
0 poeta abre o sea livro ultimamrenta.
publioado assim: -
a Attende A deseri#iao que voltfaxer Clotilde:
Urma casinha ranea e dJ eppareecia humilde,
Emt que a lu z tropical pseetra ivtemente
E os perfumes rbtus do jadfsito em frente,
Onde a rosa Borri por entre a madresilva
E cresee o resed e brilhaU a ae"ipre-viva.
Um regato e uma ponte. a eujo duroencosto
N6s vamnos aapirar aa brisas do Sol posto,
Vendo os fiMhos correr alegres, buligosob
Como bando gentile de passaros mimoso.
Boa agua, urm e66 forneaso, a mesa corn fartura,
A sombra do arvoredo emperennal vordura,
Eis todo o nosso bern. E .sbes so 6 riqueza
O trabalho o amor e os dons de natureza.o


Ahi tern o leitor o id6al modesto, masi
profandamente confortavel, pure e Pnean--
tador, corn paysagem suave, ao eahir da
tardle, nos bonds dias de verio, na intimri-
dade dos entes quo mains nos eomprehendem
pelo coraceo, quando o espirito repousa
tranqnillo do trabalho, a fitar o e6o colo-
ride d'esse alaranjado quente, s6 proprio
dos climas tropicaes.
Estas simples estrophes passadas para a
tila apresentariam um agraupamento har-
monioso o belle, d'essa belloza placid quoa
commnve o faz a alma quedar-se na 3on-
teinplaeo da vida. Rsume a filicilade
na familia, paz complete, sem fremitos ner-
vosos, sera %prarido corrosive dos senti-
dos.
Mais adiante outro quadro de genero :

a A casinha no alto da collins
Esconde-se entire os galhos da mangueira,
cinco mil e setecentos francos, que repre-
sentam o saMle da nossa conta do mez de
dezixrbro.
S Suacedeu que, da somm'a recebida per
a6s n'esso dia, e da qual fora tirada a iin-
portan..ia da nossa remnessa, faziarm parte
sete mil francs, quo nos entregou um dos
nossos clients costurmeiros, home naito
meticuloso, que tern o habito de tomar np-
ta dos numerous dos bilhetes do banco que
Ihe passam pelas mbos.
a 0 men caixa lembrou se que tinha tir,-
de d'aquelle mago'de sete mi frances os
cinco bilhetes que vyes foram remettidos, e
que foi a unica remessa que n'esse dia fi-
zeros. Por conseguinte elle pedio ao nos-
so client a list dos respectivos numerous,
procedeu a verificago immediate, e s6
achou dons d'elles. Os outros cinco slo
os seguintes :
( B -133 -184.
eC-112 -132.
M 117 -170.
K-83-178.
i R-139 -157.
g P6de acontecer que um dresses bilhe-
tes se ache centre os qu* foram subtrahidos,
e pertanto permitta assim onoontrar o cul-.
pad.. E' um fragil indicio, mat em taes
cases nada so dove despresar.'
1 As cxcellentes rclag^es de nigocio que
temos corn a vossa casa me levarfam a fa-
zer esta indagacglo. Serei feliz ie o sen
resultado poder servir-vos.
i Aeeiti, et. etc,l
SAsoigneado -P. hGOIGEARD, banqnei-
ro. x
-6E 2stai, senior, dise Audit quasi
risonhoest ; a eetrta6-am traiaplo no nas
j.go, porque, s ella diz, a vdads, e gooa
miihe boa estrella fizer conm qe ajm M e
contrados os bibetes, as Oatras presunip-
O8s we desva*nwerlo diante d fato den o
seromn elleswe*utrmds 6 e ew, r.' J
SA-.,ea tinris 6:j"ife B-&^
*NIaodia cre~pEr j

so tam does ,mac 4e o 0 "tt: 4 HI-
if este inago p Mfl sit W


*4 Ka


A# sorpe. y fataeo etc.

A mota4f4tgo 6: exacta e 0 pnanAmeft-

lA~wophi u sost iin iet oidt~al artiatico -
a' ao a, a4ie d 'Bcidade o an-
tor dot Aspyetosm- eoreve asim :

o- CO-MO a Viem reerge auante a fetioeira,
E' ol qu s asoj W rida pedira
erta m cope informeatatua oaossalI
Arrnbatando aocoaeternachaumua vivid,
Quo fez da Hiem*o wa Doi, do Phidias
(ti poiato,
Levanta o Parthenon A d6 penmsamento
E fa" da lWtm GrO6isa patria do Ideial Ip


Eatas estrophee sae inapiradas e austeras,
eheias de enthusiasmo, juvenis, correetas e
grande ,; assemelham-se A estatuado Jetta-
tore ou de .partxcu, brotaado do ciazel
praxilw" fno.
Do rmt 6 um artist conscimmencioso e
probo, aeo. ourepal omprtado, tendo da
arte uara alta contepgca. Nao pro ura imi-
tar, da o que pode da. Em iAm Souza
Pinto 6 elle, e quando .ua poeta do tales-
to reaonbheeieo, chega a firmar-ae n'essa
base solid, tel sdireito a que acritica corn-
peteute descubra-se na snapassagem.
Eutre "s, porem, digo-o corn profundo
pezar, o resultado de qualqaer elaboragto
intellectnal, aida a de mais vigoroso apre-
9go, nio encontra a minima recompensa.
Nao conhego um s6 litterato braaileiro
series quo jA conseguisse manter-se A custa
do officio. De mode algum. 0 public que
daevia lr no Ie por flta de habit, per
preguiga, porque prefer a semsaboria
anachlroniea Jdos clnbs de dansa A frequen-
cia das bibliothecas. 0 public que quer
ler aoe pode comprar o livro n'um paiz
onde a imprenaa "6 carissima.
E d'esse mode arrasta a vida a mocida-
de, tristemento embevecida nos passes da
valsa allemil.
Entretanto o Sr. Dr. Oliveira Fonseca
teve a coragem e a abnegagto de fazer
uina edigto luxuosa dos Asptos. .
Digno de todo o elogio per esse facto,
tenho entretanto certo presentimento de
que os sacrificios que fez nao serao reeom-
pensados.

Agora as Opalas.
Na pbase transitoria que atravessamos,
Fontouza Xavier 6 o mais brilhante pa-
VA, disse o juiz, e medite.
Andr6 sahio caminhando come um auto-
mato ou como um loaco.
S. .... ... .... *. 0 ... >. *. ... ..
Depois que ficou s6, o juiz entrou a pas-
seiar polo gabinete.
Sem duvida, elle ja tinha pordido mui-
tas illusies sobre a caudura humana; mas,
como jA o. dissemos, custava-lhe sempre
ver desfazer-se as que Ihe restavam.
Raramente elle vira um homemn na es-
trda do crime similar per essa f6rma a in-
nocencia, e jAmais, em sua presenva, a co-
media da virtude perseguida fora levada
ao grAo de realismo que attingira o accusa-
do.
Per isso mesa elle besitava.
Acontece, As vezes, que um juiz, sem
provas vigorosnas est- moralmente conven-
cido do que o home que tern diante de
si 6 criminoso. 0 Sr. Bruneton, polo con-
trario, tinha provas materials, e estas pro-
vas nao Ihe davam a convicgo moral.
Feolizmente, neo so passou um dia in-
teiro entire o rotibo e a busca em casa de
Jeansac, disse ojuiz, case em que send
admiasivel a hytothese de uoma transmis-
s de bilhetes, en taria duvidas. ias que
mnigularidado esta. de, no correr da noite,
urm dos numeroa roubados ter ido parar
em casa do heomem que jA era designhado
is nossas suspeitas, A despoito d'essa cir
euemtancia! Evidentemente estw home 6
u I oomediante. Mas que frga! Que
tranquiUidade quaado dei-ihe a carts a ler!
Que admiragie, levada at6 o idiotismo,
quindo en Ihe dise qae entree estes bilhe-
to. achava-se am dos roubados, 0" que elh.
fo. apprebenudik~uo sn e agaveta!el 11"
.... 0S Brunete. ma -. n'-te pottto de
M iierI.lOe, yando .eutrec o portairo
..-8.juiz, otcriado das recoitas, omi


dizm; 0
diz rei


made-o entrar.
i-ou, e o aiagitrado

saucO, umosto doamjos'

iotier; e 6 6qus vou
to la9lzd-iefte. Eu
kmo'th i cl.- que
A'--o oMen


S, q... dU. Wsa vida

erentW, uado realismo, a sobsrana xi-
P000*' a4rUMI f tiiuzir as
asa os, s anea., a. blasphew"ias e a
vap esperangs do noderno iver soial.

:1 w e so-, FAr Xaer* A- so am o
-s o sea smaB to do tibertoa e
o n iadig'afao mpresenF s ds meewries
awsiaes ue ua forte aspiracAo doe un futu-
ro melhor, em que aju e a loie
ta, dsespparecidodo "a tselha mi-

.. io tipada a
no -org.*
forte a

-Ti-Dsuts -. 6 ata njalda revolu-
ioastias am brado supremo de angastia,
d"a fM.j% acem. 6e: hauera wo homes de
89, o ideal recto da justiga eontrando o QV-
i-rd!


r Qaamdo, a revolu*to o espeetro de Gorgonha
Alou-se desse abyno e- apparece n A tona
Caleou-lhe deagrtehada o magic tok ...
0 mar como Saul irava-se nas harps
As oudas em roldlo varrerio the as escarpas
E a deusa resurgio do pinearo de po...
Mas o author das opala tambem possue
o eepticismo de Gerard de Nerm e a
sau muza, several e forte como o oceano,
impoluta, talvez por urn exagero de bon-
dads entra na arena do. cireos para fazer
a apologia do palhago.


Saltemrn oa clowns empoados
Batendw os guios da rima,
Gwinotaines, sarapintados..
Saltem os clowns empoados
Metros desarticulados
Polo ercricio da esgrima,
Salternm os clowns empoados
Batendo os guizo s da rima.


Arthur de Oliveira, espirito prenhe de
erup5es, idolatra da arte pela f6rma e
pela forga dizia sempre ao ver passar Fon-
toura Xavier: -A'quelle que ali vailvale
.pdo resto...
Mas o estimavel poeta se quizer resistir
As necessidades da miseria e A indifforenga
do nosso meio.mereantil, sagre-se burocrata
e habilite-se na quadrilha frauceza.
E' est. o recurso supremo.
Alfredo Falcao.


VARIEDADES

Amor e segredo


A'......


Qae novas emoZes doces, saves,
Me invade o coragito quando a presinto!
Que goso inbriante, ardente, mago,
Si o contact do sua mlo na miinha sinto!
Pois sirm, men amigo, o senh-or per-
feitamente livre e pdde fazel-o. Se o se-
nhor ternm urma via determinada a seguir,
so tern urma pista qualquer, na media das
minhas for9as estou prompt A auxilial o.
Conimfesso-me agradecido, Sr. juiz, po-
rnAm nada tenho ainda de muito precise.
0 Sr. Bruneton ergueu as maos corn um
movirnento quoe queria dizer: o que psso
oau fazer?
Eu queria apenas prevenil-o, Sr. juiz,
do que os peqtenos indicios que tenho, -
indioios s6nente moraes necessitam, pa-
ra seremi esclarecidos, certas mudanqas nos
meus habits; e era minha intenglo pedir-
ihe quo por causa d'essas mudangas, eu
nfo fosse inquictado.
Do que mudangas so trata ?
Pego-lhe deseulpa per nlo poder ex-
plicar me mais claramente. So o que posso
dizer-lhe 6 que nem me fare assassin,
nerm ladrao, nern cousa quo so parega corn
isso.
Disto estou eu convencido. Pois
bem, seja assim; dou4-he carta branca,
embora nao tenha confianga no resultado
de sas tentativas. S84 por6n, o saenhor
chegar a colher algam indicio que fall em
favor de Jeansac, recebel-o-hei a qualquer
hera. You dar ordens para que o deixem
absolutamente livre e tranquillo.
Antonio Bouillaud ergueu-ne e diase:
Agradeg-lh'o, Sr. ji,z e aua ve-
lha cable ga marcial encheu-se de dignida-
de -, e agradego 4 Deus tambem o ter
post. a causa do meu official nas mios de
um home just.
Me cumprimentou corn simplicidado o
demabaraep, e rotirou-me.
0 Sr. Bruneton exclamou entao, aban-
douado a calm :


Seoa possivel que um
appar.cer taes dedcags? I
v


tratante faga


Bm td as ccicumtsaias graves da
vidA ha eom certesa gr"a especiemp quo
Ino pruittem saupportar ost mais violentos
go1ea. ]De par conr os transes cruea o ce6o
nes d1 tort a a in iosavel par resistir-
"hes e e'a forga, ebtubra inconsoiente .
today machol, perniatto luta onde, no as-
tado orma'ed6 so pdonria Rrevera derrota.
Lwa a ilaMarins. *O a nartidAe Ai:-.


oM .a roet g it, a~i
Od Iwdoe ieis, as mEk
0 seu 6tc,, 'o ahidar


5.


Reqk"i para mim do fragrancies
Maitb a arda {demrquo as floroas


*'^ 9 *1 *11 .1* *
Deixai plemAr, queuim di"miaha fronts
R.pouse isoteir soei delie.4l; ..'.
Quo c6 <. ajos lioteu um ba" ardent.,


TUnido& mu, ao autro am ten abrago,
Inmmer 4 dote, .itdte, erp nte,
Tu A *W4ia, forar Slxas,
Em, transportes de amor fobricitante !

Recife, 3) de dfezembro de 1885.


JORGE RAM.


Amor e segredo


I


guntoR Htenrioue.
O ex-ordenanga do Andr6, A in
reu iro oseguo far admit* p
-Crectito Oed, e. B e qu,6Il6-A |i.m-d


i 1










I-


A'... .
r"
Si ela vai so pianno e noa telados
Os Ifndos ddos eorrem brandamente,
Quo harmonies de sons tao delicados
I smen peito se iustatlam docement0.

Ao som do sua voz melodiaa
Minh'alhn a6 preza de emouioo estranka;
Si contemplo su& image radioosa,
Os othos baixa, e timida se aeanha !

Doce fada gentil e vaporosa
Talvez nem senate que minh'alma attrae I
Porque, vendo-a triste e langorosa
Arainha vida entristeoendo vai r

Nato sei dizer I Mas urna forga immense
Dormina o m.u viver, men eoragio!
Men peito 6 todo amor, e todo esseucia,
SE' charmma, ardent de eternal paixao! P

Sim! Eu adro essa visIo celeste,
Essa morena gentil corn seus fulgorns I
Seria minha vida quil cypreste
Si A minh'almna faltassem seus amores!

Teem seus olhos doce luz brilhante.
E os seus labios um sorriso ameno;
Ha no sea porte os tra9os elegant
Em harmonic seu gentil moreno!

Anjo, fada, mulher encantadora,
Se piedosa ao meu martyrio e dor!
Si a cruel fatalidade esmagadora
Nao nos perraitte unieo, permitted am6r I

Recife, 19 de nwvembro de 1884.


JORGE RAMEL.
emquanto a criada batia violentamente nas
pernas injuriando per entire os dentes 0
commissario do policia.
Depois, repentinaruente, produzio se a
explosao. Lucilia atirou-se aos joelhos do
Marina, apoiou a cabega no hombre largo
da rapariga, a poz se a chorar, murmuran-
do per entire os solues :
Men pdaizinho I meu pobre papaizi-
nho!
E Marina, embora continuando a inju-
riar todo mundo, tambem chorava.
A crise pouco durou. Lucilia, que n'o
perdera a cabeca, ao cabo de meoia hera,
ergueu-se, e disse:
-- Marina, basta de chorar. DA-me pa-
pel e penna; quero eserever a Henrique.
Eis aqui; menina. Mas estarlo doa-
dos aquolles homes? 0 que podem lan-
gar em rosto ao Sr. Andre? Sem duvida
foi algum canalha que disse mal delle.
Ah! so e u podesse haver As mlos esse mal-
dizente !
Lucilia escreveu :
Meu caro Henrique.
a Uma grande desgraga acaba de ferir-
nos. Venha (kepressa. Sua
Lucilia. ,
Manda levar isto ja.
0 mowo de recados encontrou felizmento
Henrique Msaiaois em casa. Meia bora de-
pois, o noivo de Lucilia chegava A resi-
dencia de Aodr6.
Em poucas palavras informaram-n'o do
pouco que sabiam, pois que ignoravam a
casa da prisio; e o mogo esforgon-se
para tranquillisar as duas mulheres, dizen
do-lheI que nao podia deixar de laver
equivoco, on erro, e que elle ia imimedia,
tomente ao ministerio da .justiga.
No inetante em que Henrique ia sahido,
soou a&campainha da porte, violentamoito
abalada. Lucilia estremeceg e Marina so-
bresaltou-se, disendo eanquanto se dirigia
a port:
Sera auida~algnqia dosgraca!
Mas logoi vltou gritando da porta: .
E .oiuillaud, menina! tfalquillisOse.
Boillaud ? quemn 6 Boilaud ? ^uer


1







I-.
1;;-



K
t




K /
9/
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j


bie




Full Text
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