Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:13965


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Full Text










































rei ao patz. erno d p ca ~ou-se ao.thesouro .iiinc aa.B W arinCoMsat os pastes a va' i
Chegou a Santos o vapor italiano Eu- EXPEDIENTE DO DIA 12 DE JUNHO DE 1877 l dIl P1,nNCIA DO DiA 21 D o pado Adada ITEeIORe.
roActoDSPAC uOS DA ED 1877112"aadanae n pr o riia e
o co 511 immiant or conta tOD 877 a fo eza, Vinr, que tornou-seq ------ "
0rora corn 511 im mirantp0 president da provincia, de confonrni- Jos6 Pinto da Cunh,- Passe portaria, con- annos ui eidaded 2 f000almas e umimp,- Cencia do Diario d
do contrato dos Srs. Cagano Pinto dade com a proposta do Dr. chefe de policia cedendo a.licenga pedida.. /, tante cea o commercial. Reconheoeu-se logo
SCinterino, .em officio n. 448, de do corrente, Maria Rita Castello Branco.-Informie d o- que era impossivel dixar as ppssagens das S11 01
S.-resolve noloear subdelegado do distric.o de vo o Sr. preceder da Santa Gasa de Mis ricor- montanhb em powder dos Khokandianos, e que DE JNEIRO
RIO EJANEI ,28 Coruripe, L termo de Agua Preta, vago par dia. para assurar a'pacifica posse da nova pro- jrta 3D de asho de .1877
D Nd. ter falfecM quemn o exercia, ao 2.0 supplente Romualdo Pereira Gomes.-Indeferido. vil ,a, c dpensavel avangar A fronte'ra ProVaveln1e os tolegrammas expdido
Na camera dos Srs. deputados fo1 Bento Severiano da Fonceca Pita Junior, 2.0 Sociedade Monte Pio dos Offlciaes Honorarios .ru.,a at4ot.otees A atau,-ate a margin desta p Jt he-h ntiod oco
So o supplente Pedro Theophilo Marques da Silva, dExercito. Informe o Sr. brigadeiro coam- ireia do ra, Para consoguir-se s ride na sesso d Pte-hontem na Camara do
hoje votado bcamento, send adop- e finalmente 1.o supplente do subdelegado d6 mandante das armas. por6m, e' necessaria uma luta com as Kho Deputados, onde a falange liberal, no intuit
tada a emenda que reduzio 20 por cen- district do Riacho do Matto, do mesmo ter- Thomaz Antonio de Gouvoa.-Informe o ST. kandianoa. Devomos 4ar aqui alguns detalhes de forcQr 0 Dinitoio e a situaco, que ell
Ka ma, a Jos6 Mathias de Mello.-Remetteram-se commandant do presidio de Fernando de No- geographios. reputava vaclante e ral seguros, apresen
to no subsidio dos deputados. os titulos ao Dr. chefe de policia interino. ronha. Nesse termpo*existiamvuatro estados situa tou uma md(o d desconflanca contra o Si
Foi negada revista na causa civet 0 president da provincia, attendendo .ao0 Secretaria da presidencia de PernambUco, dos em sei-circulo et rno do mar d'Aral, Baro de Cotegipe, que se acredita ser,
SFoi negaa revisana causa ciequa requereu o bacharel Jose de Castro SA 28 de julho de 1877. que limiado ao norte\e a oeste por um vas realnente a alma gabinete.
que move o Sr. Visconde de Maua a Barreto, juiz municipal de Nazareth, resolve 0 porteiro to desert de area. 0 primeirocomecando
comnanhia da estrada de ferro de San- conceder-l mzes de licenCa, com ordena- Jaonalves dos Santos Junior. por tested, era o khanto de KAokand, que tee ntr a suo d todo occormid
compania d esraade err do, para trt de sua sade nde lhe convier. compreheida todo.o valle do Syr-Daria, e cu- reri iraete s facos, remntade
tos a Jundiahy. Officios Coi ando d jas cidadw s importance, depoisda
Aa resident o CeaA.-Acuso rec- Comxand A~ a'~~~jas cidad-:m1 importantos, depois do ca-weam t aoge doqopreLmo
OO 2Ao president do Cearn.q-Accuso o race- i Quartel-general do comn ando d mas de pital, eraa1Khodjent, collocada no cotovel- elles provindo.
SRIO DE J EIRO,28bimento do officio n.903, qua V. Ex. dirigio- Pernambuco, 28 do julho de 1877.-- Ordem do que fra o rio quando, depois de tar Em ua ds mins anteriores cartas he
o da j tS. senale emdo guorrao aOforecesseO aolicitandooParaam ento a n. 1,032.--O brigadeiro a commandant das corridode least para o oeste, Volta para a nor- disse quea om s de r ento, median
convenientes accessories para 2W0 prans ,d0 arms determine quo no dia 10 de agosto vin- to para irla~ar-se naextrenidade septeitrio, Leas costeitos em divetsos mamas do dos
Foinomeadojuiza unicipaledeor- 15.0 batalh d infantia ahi estacionad.dou o se vista e mostra em as seus ad do mar d'Aral, e ao norte de Khod t peza, fgrando alguas hypoess qu ac
S phios do termon de Caja:eiras, na Pa- Em resposta declaro a V. Exc. que semelhanterspci uaitso sos baala orT- u Ptenciuo indepevdente. Ao sul do a reai a cmadop sit
pedio n~ p~d sersatife~o pern~o averinfantaria e Ats co mpanhias isoladas, polo or- am pr~ncilptdo indopeadente. Ao sul do kha- e quilibr-ar a receito ornt a despe3a sew recor
hyba, o bacharel Gaudino Eudoxio piono p6de som satisfeit, par naover d
rahyba, o bacharel Gadino Eudoxio arinamento disponivel no arsenal, segundo dm seguinte : As 6 horas A companhia de nato de Khokand, al~mdos montes Zarifshan] t-se A novas impastos. 4ae
de Brito. informou o director no officio que submetto A operarios do arsenal de guerra, As 1/2 a que separa o oi l do yr o ria do do o- tendndo, po minister
apreciagoo de V. Exc. batalhbo, As 7 A companhia de cavallaria, e 6As Dria, aOx dsnd achate -se ao n a-iquo Lai s pothas ambem corn 4110wetu
/-aeForam reconduzidos nosIeugares -- Ap commandant dapLarmas.or- Tendo 7 h/2 an 9o batalho.t
Foran reconiduzidos Od pgr AO s c dommandonte r d as armas. O mesmo brig deiro decara para as devidos peols omirs'de oukharo queo tainha anne- do, receiando um grande decrescinaeto d
dejuiz municipal e de oi phos sidaoponfirmada a approvaCiAo guecraffeitos:xadoassstados. Voltadoparaoesti ronoas provincial agelladas pl secc
Do temo da Gran-a, da provincia do cedeu esta piesidencia A deliberao tomarda 1.o Qua hontem apresentou-se vindo da pro- va-se Boukrra, de queo aoeir Nsrllah, uo
Clear, o bacharel Manoe Thomnaz de pr V. Exc. de chamar o .o cipurgio reforma'- viscia d cidrurg do carp do o esa apso da Asia ntrl, pre osnuaeios, quo hf iltem o a thsour
do o eerctoDr.M~nelEneino(toBe~ sadedo exorcito Dr. kjenandro dos Reis Mei- submettend#.a sea dominia as as principa- peio anqehbltmotoor
aro bahrelo V ndo dopexercito, Dr.Minoel Enedino doe gao relies, que foi designado. para servir nesta dos estabelIdos sabre o rso superiodo fazr face as encargas quo sabre elle tern d
BaOS Campello Valenca, para servir na guarniao desta cpi- i axes, ou 6 rgm de seus affluentes. E- Pesa no vidouro exercico. Tratado o negc
SDo termo de Itamb, da provincial tal,. at que venham cirurgies effectios do 2. Quao ou o engajame ae alsoadopr c m onm s sl
Dic, Louienci oeciaeanwr si 2.t ana o- Quo approvaouo ngajawneiq0 qua a 26 SiT!, al(~m d4e~b~s, aw umnoasis pg~otoido prcae osiod iitoairs~o-
a exercito em numero sumflente Para as neun do corrente, conthirampara sevir por mais todos as la pas areas, o orgtlhoso khan qu fosm onocads as amigos dgoven
de Pernambuco, o bacharel Loureligo cessidades do servigo ; assimlh o communico de Khiba tava a e deS ara. a
~LAAII~A~para seli conhociwente. Mutatis mutandis A 6 ansa sodqdos do 20 bataihbo do iulan- do Khiva di Lava ao ewmi detoukbara a pas- do awbas as caamars, para amea reunibe en
Bezerra Vieira de Mello.Prou i do zenda. taria Ezequiel Barboza dos Santok, Itvncio se das b i46 Oxus e pretendia estender o qu a quest fosse exposta, e sabreellapo
Sthesouraria de fazenda. ri ilv Nil jeA doiii ar Caloa i Pqrsia. To- sse cda un expmirs co franqoz
-Fez-se inerte da serv-entia vita- Aopresidente dolnstitutoArcheologico,e Rodrigues daSilva eNicols dom' 1 e r t oe mteate se ada m emr. araue
Geographic. Accedendo a o pedido do Sr. p 'cebndo pr sabre as dve l adncimenf 'c doo ease s .. tM s esiv ent suggorindo as idae quo melor paoMecesseam
licia Joseph I. Morgan, remetto aV-. Exc. uma col- alo os phe d loleoprlwaisdo de te p or0 tra pr mosIfussa A cirdo ahejar-soqan dcipiaaazer-se emton
Do offitio de partilor e contador do lec.o de sedulas e moedas de prata, nickel!n hiimas e doseru o o Aaon de er a d uodea om -so
a ecobrao e~a polo esm arparo amussueamoaiiobirigados a servirme, form ino _ado p 0hau racWba do fred e peetd oocmisa
term do Brejo Grande, da provinia dsenti ads d de o considerados pto ra- z do Syr-Daria no Essa rui ove lugar a scrtaria do
aa -Ao director do Imperial ocidade o --rvigo do exercito. [Assignadp$ Manoel mar d'A] to AO-Orsaultimo annel do nistorio d uerra,e foi numerosissima. Qua
Wandi or.,d LiImp rial-ocionfo dose ldo An Io1 ]1.- d e f d edocl ia de s td sasm b o a m l ra da a a a
daBahia, aJovino esarLo da Silva Artists Mochanices e Liberes. Remtto a- eadeiad d oade.colos a ra Caar
ia# Bonfajedos Sn ,sweril ao, uda le c[ c,e tinha per -doenoaiseahrm
Do officio do,escrivao de orphaos e v. s. una da plant pela qual se aSnto ergho, ja osacoSo in i s
ausetes do JPd%4j rv o, da prI- od .. .I .. ... '' un. enrin s. ,d do, e
li '' ..... ,mgdffsv 'eltassom ediii fruultlcv
S viucia do Piauhy,--a Filedb Tavares da Ao inspector Ja thesouraria de azendaz desu -6n as faian tmazidos em 1818 para passo ministry da fazenda a leruma extet
SSilva .-Communico a V. S., para seu conhecimento forte Rair, e- serviram para a exploraco do sa. e minuciosa exposibo sabre o estado d
/ J |a "* efins convenienteo e em additamento a meu ....--- "ii -r------ moar d'Arqi, nemieioAo qual os russos desco- thesouro, seus enearos, as recursos segur
Mirdsterio d(,,, fa:enda officio de 28 de moa, que as faitas de exerci-
Fora m nom d (U -ecio que per motivo.de wolestia deu o bacharel A Asia Central e a question do Orlente btiram ilhas exten.sa nao s6mente deshabi- corn quo s podia (ontar e as probabilidade
Foram nomeados Jos Airves Limao, uiz municipal de GaranhAns, (Revistda dos Dos Mndos tadas. acomo taobem cUonhecidas das pop4u pro e contra de3resciuento da receitl
i la zes ribeirinhas. 0 sstabelecimento dosrus- ooncluindo pelajodicaqo, em escala modem
Chefe de seco da alfandega de Per- devem ser ontadas de 7 a 24 daquelle meze As possessoses russas na Asia Central, nao ses na foz do Syr-Daria foi ua nova causa de d rstad alguns impstos suppr
n b, o conference Jos Gonflves nno de 17 a 24, como por engano se mencio- contando a Siberia e q4aucaso, comprehen- -conflicto cornam as Khokandianos. 0 resouttado e convidmdbpor fiw aos membros d
nambuco, confer Jos on ves nou no reterido officio. dem uma superficie d 400,000 milhas quadra- d luta foi cahirm em poder dos russos s comisso A que se manifestassem i res
de Medeiros ; Ao mesmo. Para os fins convenientes, das, isto 6, um tertorio igual ao da Aus- fortes que as Kholpndianos tinham estabeleci- poito.
Confernte do e-1 alfandega,0 0 lacommunico a V. S. que o promoter public de trial e Ilungria, wemanha, lollanda e Bel- do sobre-o curso inferior do rio, terminando 0 Sr. Henriques, como relatlr,foio prime
onerente da mesma aanega, o Flres, bacharel Miguel dos Anjos Barros, en- gica reunidas. AN creaClo desse immtnenso pela queda da. fortaleza khokandiana d'Ak- que tomou a palavra, concordando corn
lI escripturario Jose Baptista de CGas- trou no 4.o do corrente no gazo da liconca de imperioe quasi exclusivamente trabalho des- Masjid, romada de assalto em 1853 pelo corm- dados apresentados pelo Sr. Cotegipe, e decl
\ i30 dias, concedida pelo president da relaao, tes ultimos quize annos. Cam effeito, de- nel Provsky. Os generals russos resolveram rando que per sua parte nenhuma objecco fa
S tro e Sdva; para tratar de sua sautde. pois da more "da Pedro o Grande, a attenZao entAo prolongar a linha de pastos fortifieados, ria As medidas lembradas par S. Exc., tant
Primeiros escriptuirarios da mesa Ao mesmo. Para os fins convenientes, e 0s esforcos da Russia voltaram-se para a que chegava a *aim, at o encontroa da quo to- wais quanta transporocia das palavras do i
alfndega, s segndos esciptraroscommunico a V. S. que Lucia de Siqueira Europa : a transformacao da Russia em po- ra estabelecida ao sul do Irtish para protegor nistro serem ellac de caracte r provisoria, p
alfandega, Os segundos escripturarips Campos entrou, no I.o do corrente, no exerci- tencia europa, a absorpgo da Polonia, o aos Kirghiz siberianos. dendo se o angmento de impostos quo
loaquim Pedro dos Santos Bezerra e cio interino de promoter public de Flares.- desmembramento do imperio turco. takes teem Ter-se-hia assim consttuido auima linha nao pretendia decretar, suppnmido desdeque
das"i Neves Texer Bastos Respondeu-se o officio do juiz do direito da sido as objects principaes-da political russa. interrompida de pastes iittees desde o.Ural reconheoesse que o thesouro o podia di
S Domingos das Neves Tixeira Bastos ; dita comarca. At 6 uma data relativamente recent o gover- ate a Monjohla, e restabelecido, ap6s muitos pensar.
:) Segundos escripturarios da mesma Ao do thesouro provincial. Devolvendo node S. Petersburgo se contentava corn uma seculos de intervallo, uma des estradas crea- O Sr. Amida Peeia, tambem mmbro
S aosterceiros ditos Francisco a Vnmc. as contas e documents juntos, o au- soberania mais ou menos nominal sabre as tri- das por Djighis-Khan para oervir a0 commission, e o que, nas conferencias dest
alfandega, toriso a mandar pagar, nos terms daosua in- bus nomades, que, sob o name geral de Khir- mercio da China cornm a Europa e a PeroiaoA mais tiha sustentado quo oraemento pod
S Lopes Cardim e Vasco da Gama Lobo ; formaiio de 8 do corrente, n. 275, 222$530, de- ghiz, apascentavam seus rebanhos desde as guerra da Crinmea veio demorar dez annos a ser quilibrado s novas mpostos, dis q
pe ai et a n vidos empreza da estrada de ferro do Recife confines da Persia aos da Siberia, edas margens execuiao desse piano. A insalubridade do na verdaoeera essasua opinio, mas devend
Terceiro escripturaio da dita alfan- a S. Francisco, pelos transportes effectuados do Volga ao mar d'Aral. Algumas demonstra- forte Raim, inundado a cada enchente do rio, o ministro da fazendabasear-seem dados ma
deia, o o dito da de Santos, Jodo An- nos respectivos carros por conta da provincia, QOes de vassalagem e a liberdade de pass. constrageu as russos a transferir para Kazala, seuosdo qu ele, tendo S. Ex. fontes
dea0 lo il a P erom a. o durante o mez de abril, providenciando para gem para as caravanas asiaticas qua frequen- nat lnta do delta do Syr-Daria, seu principal esclaemenos que ee no possuia, no p
tonio daSilva Pereira. que seja opportunamente indemnisado esse tavamn a feirB de Nijni-Novgorod, era tudo o estabelec'inento military, ue veio a ser uma Oia nutir a pretencao de que o seu parec
ins:"ei / g'cr trr 1 ;,thesouro, de 43#180, proyeniente da conduc- que a Russia exigia de ibulms mais vizinhas cidade fltwescente. Elles reconstrliram e ar- sabre a matter fosse mais gro e exac!
Ministerio da agrciltara CAo de objects para a colonia Isabel. de seu territorio euroSm. Fji somente de- maram a ourop6a Ak-Masjid, denominada for- do qu o daquelle qu tern a responsabilida
Foi nomeado o engenheiro Arthur Ao mesmo.-Ao arrematante da obra dos pois de 1810 que o joveri russo. para tirar te Perovsky, do name de seu vencedor, e o a dadministra e, quo, zeloso coma ni
do 0 clse do pro- pros dae pontes dos engenhqs Pirapama e partido das riquezas mineraesdo Ural, esta- forte khokandiano de Jalek, que.passou a ser tern outras vistas qlue nao a march reguL
Curling, ajudante de 1 classe do pro- Guerra. Galdino Francisco da Rocha, made beleceu umacolonia de camponeez russos em forte n. 2, foi durante muitos annos seu pasta do servic.o al6mde que, conflando elle n
Iongamaento da estrada de ferro de Vmc. pagar nos terms da sua imformacao de torno das minas de sal de Jle~tQ erigio em waos avancado. Os russos conservaram-se na nobre ministry e p raslndo-lho seu apoio, ni
" lonaoi2 do carrente, 3i. 265. a 1" prestacgo snensal district administrative um &rio pouco defensive,. assaltados constantemente pelos Ihe oppsria par aedo o menor embaraQ,.1
,! Perniambuco. da mesma obra, de 5/40, constante do incluso extenSo, ate entao abandoned nomadesc Khokandianos, que queriam restabelecer suna antes pelo contrario, o auxiliaria fo que de si
r "o d por 30 dia secn von certificado. As primeiras colonies de cossacos estabele- sunremacia sabre as Kirghiz. Essa-luta in- parte dependesse.
/ F~i prorogada per 30 uias, sere yen V- Ao mesmo.--jutoriso Vmc. a mrndar pa- cidas na Siberia Meridional, ao long do Yrtish, cessante det lugar a alguns foitoVwarmas O Sr Figuaira de Mello disse que se, con
cimentos, a licenca cocedida ao en- gar nos terms daosua informamao de8do car- datam de 1824. 0 imperadorNicohao foin pri- heroicos. .No nnez de o tubro.de~t1 ,-coro- havia demonstrado oSr. ministry da fazend
I nhi An to o rented, n. 272, a prestacgo de responsabiidade meiro soberano que se preoccupou seriawen- nel Kolpakofsky, abandonado cam mas unicas as actuhes fontes de receita eram insufficieu
genheiro.Antonio Josde de lo e Sou- a quo torn direito o arrematante da obra dos te*e systemo<|iamente de dosenvot'er a poder fores; para defender o valii ddI4i, e nba ten- tes para a despeza a cargo do estado, desp
I za, conductor de 1a classes do prolon- reparos da cadeia e quarrel de Iguarassfi, Jos, russo na'Asia, Estabeleceu relac~es direclas d4 comsigo mais do qae 800 homens e 6 ca- zas quo ja se achava.n reduzidas ao limited ri
i gamento do estrada do ferro da Bahia. 'Mathias da Fonceca, naimportanciade 2485248, coin o impsrio chine:, e, ureas vezes par nego- nh~es, sorprendeu no desfiladeiro de U,.sun- zoavel, no comnprehendia- coma, pelo rece
constant do certificado junto, ciaoes. outras pela forva das armas, tentou Agatcl. urn exercito khokandiano de cerca de de incorrerem em impopularidade, recusal
M Misterio da marinha Ao meOno.-A Urbana Vicente Ferreira, assegurar a Russia o commercio da China 15,000 homens a o derrotou comnpletamente. sem os representantes da nacib ante a na
arrematante da obra dos concertos das pontea, Oriental pelo vaile do Amoor e par Kiakhta, e Em 1861 as autoridades russas resolveram cessidade da creagao de novas impostos, un
Foi nomeado capital do porto da Ba- do Engenho Novo, de Muribeca e Gucrarapea, o commercio da China Occidental e da Mango- p6r em execucqao o piano assenltdo desde yez que estes fossem em escala moderada
i-.-piIA'o de m e gura Ignao mande Vmc. jpagar nos terms da sua infor- ia pnr Semipatatinsk, Burktamg e Petropau- 1853. Os governadores geraes d provincias maure inferiores aos supprimidos.
hiiay-oapitao de miar e guerra Iguacio ,nmago de 8 do corrente, n. 273, 9j7$?00, rela- lash, "que Ihe devem senoo sua fundacao, ano e Oremburgo e da Siberia Occidental, d eao- 0 Sr, Andrzde Figueira ponderou que par
' Jorfuim datFonceca. rivos ao valor da mesa obra. mnanos suna existencia real e seu desenvoivi- cordo, fiteram marchar do Ore burgo o coro- eq-librar-se a d m a reeeita hay
Ao mesmo.-Nos terms da sua tnforma- mentor. Se desse lado as esforcos do impera- nel Vereokin A frene~te uma famB de... 'dous mioos : roula p|mugment
---- ca de 2 do corrente. n. 264. mande Vmc. Da- dor Nicolao nbo foram cor4.dos do Dieno sue- 1,200 homens, e do siberia 'urn|am lto1 eata. Elle entondique se 4evy'recorrer


V "gar o arrematante da obra dos reparos dao cesslu creaAo de -estradi s de rodagem e a noa de 2,5900. -homens is 'S-"yo l a-m.; era sua oe aja s podia
11 V%' ponteoda scada. JoseBentoa Gou ves, a pres- otganissoo de uM serviW' regular do pastas -Tchernalef-,A,.ph-,
tac~aQb de oresponsabilidad* da mesma obra, no em 4oda a extensao da Siberia; nao daixaram do Santa-de Tuirkestan, q contwm o ta ulo cmo isto nbo era bastan te, ntendia qu os
SPOIT ITCOS valor de 3245660, constate do certificado de seor germens fecjndos, que comeiam a A e Achmet Yasavi, o o0.' *aui devia restaurar, s5Ao todos, part dos in
,:,.M A W }junito. fructiflcar. Desejoso de doLtar a Russia cam neDsas regiOes e o patg& pao' pastes imprudente t redzids ou sun
C sTAN'JTTNoTPL A, A7 deiulho. Portaria: numa industrial national, Nicohao devia assegu- gbyz. Esso tumulo 6 1 d 4-pe- primidos nestes annos. 4
14.'YiiI'J, -<.27dejulmh. 0 Sr. agent da companhia brasileira de rar mercados a essa industrial nascente. Se M3rinaQes mais celebresdaAsia, est en- Torando enteo ara o Sr. Cotegip
Mldhat-iOactA lol clitxW ao a Cons- navegago a vapor, providence para quo seja ella era muitoafraca paraafrontar a concUpI cerrado por uina immneasa mesqlita construi- passou, depois de duvtsos esdarecimento
tatinopla. Cosidera-so-o co o ho- tranportado A crte,por-conta do ministerio da cia da Europa Occidental, auo era possf da porTamerllo em.seguida de Uma peregri- mosrado qu sem novos impostos no e
memr d(a sltuaa ,e por isso espera-se guerra, o soldado do 9o batalhAo deinfantaria, trr-lhe sahida para a Asia?. Ora, ao: pass nac[ que fez ao tumulo do alntolo, para poaiyel tazer face as despezas, a entrar e
qflue elle tomarh tai da direegooo X Jos6 FerreiradeSaUles, o qual e acha compre- que os mereadores dosplaizes mais remotos chafr as beanos do cdo sobrid o futuro debaLis, afisude assentar-se sobre os impo
gov no hendido na decisbo do aviso do mesmo minis- da Asia cireulavam livrememte em toda a ex- casamento coam a bula Tukai-Khanym. Ao tos qindeveriam ser propootos em emon(
terio,de 5 de outubro de 1875.-Commnunicou- teas&o do imperio ruaso, e oram bemn recembl- tej o que Tutklestan succumbla, Aulid-Ata da commissbo. Houve nesse poito intei
BELGRADO, 28 de julho. ao conmmandante das armas. dos e protege, os mercadores russos n ta era tonada de aTsalto pelo coronael Thernalof, accordo, em viluds do qual, e, de- a de us
F' PEXPDIENTE DO SCRETARIO podiam aveltcar-se uos su o sem ous- e 41das columnas reunide piiham cerco A conoeaecia d. uinistro corn a mesma coo
Os russos pozeram cerco a cidade Oflcios: fem a se r icos e muitas v zes Ture&U r eAst, quo .oi ig -jA de as- miss no dia inamedinto, aprosenu esta oed
de Silistrla. ,, Ao secretario da awembzMa provincial..- ao captivei. Dous estados muslmaiMss 4 salt -un outubrb de 184. Esa lma on u mra d asses pflteio res o seuinte ant
N. 117.-De orderdo Kxm. Sr. president, re- nham-e, poasco a pouco, arrogado.Aa su- quifta -pu.ha os russos deo p l o go addiUvo:
COMMEPLCIAES metto a V. S., cops das ibformaugos presta- premaacia effective sobre todos os aomades da cirso infeffir do Syr-Daria, e ra a Accs e-s diposicos geae:
das pela thesouraria de fazenda sobre o as- Asia Central. 0 khan deotlhvacCOnsidrtfva.i .0xica0o dos eaUs projects; e^ oel e Art. fmdl lM a autorisaAo dad
LONDRES, 27' de julho. sumpto de seu officio do 9 do abril, n. 23, que o soberano de lodos op Kjf inolef, ultrapassando smOs imWuaogbos, re- a -D. 4 da lei n. 9070 (
ficaassim respondido. 0 amwmo Eim. Sr. ent" o war Caspii a o d -u lP ii io iii a
Fundos brasUeh.wde5o, empres- fanda commune .r a Y. B.. paea' ar cont. rdo dehokando desde quoeeair.anrd 4: eine a n-ef ada da aInmin fler ds
.M mo do 1875, k.0 112. A assewml6a, quo a pwrno im.p rional, tin- ao iminin himPm, tinhot s l Ni1zbdS e pa.mmrs cotr r "- u :...aus
, ', oeft _do we r eAimo, e as pre- dendo ao exposto i *&i qua Mhe 1foa din- Ot t Tasbkend c o 4 ela
5po dnooepsos quo lb. fare d ii-, t mil o-u d ,bahcendeomfAoksndS 1. Dimimuir m viim 1.smIeires .o
9 4ido em 13 de madS, OW aquase Dimpottante dAral hula, e uw4 dos anigos. A>tK fd t, pna9v diveiloj d imer bobme os i4ts iaa
"p:a '0010 s Kbokln4 l~ .4eebru~cm .. m~
LIV Li 27 de julbo. assuUSto, Aresolv.ra r p a s K atI 8 lo klfd U'r
., deBffyL 2 dejin.^ mK>, dMU^f qu i wlo< s sagens das monta^ o te de teneL Suw er- rrfr1nT|tii TliB^T .ta CMtwfoo fi is^
pMQ.b' M*g^. d ^caIoft e os riposte de -Ai' 00d4 faxiqm itwasosa Stbaaa044dfi4bo. doM nltMAO
Pvadm-lo art. 40 doi5d6 r4 4W W dd o'i.HMa, WIIa ndee vc Ci l
R9 eKs^S3Bl v 1?^ ^by edeveMnc^BrbrXr Mrt < W-, m~~mbdii r< tam: "^ 1~~ .. :. IP gaMe oa '.-l ,4*^g^1^J^eij SS *
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( 5.oFxar prazos, dhtro dos quadeve-
rao terminar as concessOes de despachls 11-
vres do direito de consume feltas empre*At
que actualmente g -am desse favor'eu vier*&
a gozar, tendo e 'ttencdo o estado das meS-
mas emprezas; .
( 6.0 R1tabelecer o imposto da d ca, crea-
do pelo art. 24 da lei n. 1507 de 26 do Set
bro de 1867, e regulado pelo decreto n. 3
de 23 de outubro do mesmo anno, e art. 8g d.,
decreto n. 5321 de 30 de junho de 873..
( Art. Pica, outrosim, o governor autori-
sado:
(( 1 .o Para rover as tabellas A, B, C e D
do decreto n. 5690 de 15 de julho de 1874 e a
que acompanhou o decreto n. 6155 de 24 de
marco de 1876; podendo elevar atl 50 Of
mais as taxas actuaes das industries e prof&-
soes que nao explore o commercio de gene-
ros dapimeira necessidade.
o( 2.0 Para sujeitar ao sello flxo de 200 r6i.
tanto as notas, pelas quaes se fizerem despa-
chos de qualquer natureza nas alfandegas e
mezas de rendas, como os recibos de quaotias
nao inferiores a 25S000; sendo obrigatoria a
adhesAo das respectivas estampijh4s. sob as
penas marzadas pela lei, no ado da assigna-
tura dos referidos papeis. )
Nao obstante terem-se passado as cousas
pelo mod: quo fica dito, na manhn seguinte *
da reuniao, noticiou o Diario Popular que o
Sr. Perdigao Malheiros, em seu nome e no de
diversos amigos havia alli declarado que n.o
votaria por novas impostos, nem poderia con-
tinuar a prestar apoio ao gabinete em quanto
delle fizesse parte o Sr. Cotegipe.
Tal noticia inexacta ; mas, como corriam
rumors de que havia grandes descontenta-
mentos na maaioria, foi facilmente acreditado.
Deu-se ainda unia circumstancia, que foi ex-
plicada como conflrmativa dos suppostos des-
gostos da maolaria. Nos dous dias seguintes
ao da noite da reuniao, nao houve sessao, e
isto porque, tendon a commissio de conferen-
ciar novamente cam o ministry da fazenda,
como disse, e, tendo de elaborar o seu relatoz
rio, que foi extenso, convencionou-se que nao
houvesse sessl1o, vista que, estando em dis-
cussAo a receita, convinha esperar a emenda
ou additivo que acima fica.
A reuniao foi a 17. Nos dias 1'8 e 19 nao
se reunion a camera; f -lo, por6m, no dia 20,
que era quando tinha a commission de apre-
seoul o seu trabaiho na oocasiao de entrar
14 dtfussao o artigo da receita, dado para a
segunft-vW ordem do dia.
Logo, porem, que terminou a leltura do ex-
pediente, o Sr. Silveira Martins, pedindo a pa-
lavra pela ordem, motivou e mandou A mesa
a s,,guinte mocAo ( porque entendia que o
actual ministry da fazenda nao podia conti-
nuar no governor sem uma solemne manifesta-
Co da maioria A cujo encontro elle ia, para
obrigal-a a pronunciar-se d respeito de tao
magna questao :
c A camera soube cornm o mais profunda pe-
zar que o ministry da fazenda achava-se asso-
ciado A urn conference da alfandega, como com-
manditarios de uma casa de importaCao de fa-
zendas.-Martirnio Campos.-Dantas.-Afforso
Celso.-Franco de Sd.-Ignacio Martins.-Co-
sario Alinim.-Esperidiio E. de B. P.-Marhm
Francisco.-Limna Dutarte.-T. Ottoni. Li
Velloso.-Fernando Oqorio. --Florencio d'Abrevu.
-Luiz Flores.-S. Martins.-M. Moura. Y
O Sr. ministry do imperio, declarando que
todos os outros ministros eram solidarios coar
o seu college da fazenda, pedio a solucAo im-
mediata da mocao, quo aceitava como quos-
tao de gabinete.
Seguio-se uma discussAo de ordem, muito
agitada, de que Ihe nao darei a summa, por-
que achard, come ja disse, no journal de hon-
tern.
0 Sr. Andrade Figueira. intervindo nc deba-
te por parte da maioria, disse queas mogoes
daquella ordem nao comportam larga discus-
sao, por serem pura e simplesmente de des-
conflana ; e a maioria, accrescenta elle, que
nra pode querer nem desejar prolongar um
estado de cousas, que nao support a ancie-
dade do espirito public, edistrahe a sua at-
tencao de trabMls mais urgentes, pcpulha
A minoria & iotavao immediata da mo^&o,
substituindo-a par um vote de explicit con-
fianca no ministerio, concebido hos seguintes
terms, convidando a camera a vota-la :
a A camera dos depulpdos, depois de ouvir:
as explicaQ~ea do ministry da fazenda, e ju0
gando-as satisfactorias, continia a dpositar .
no mesmo ministry e em todo o gabiaete a
mesma'conflanca quo d'antes, pass A o.-
dem do dia.--A. Figueira. y
Segundo o Jornal do Commercio, eis o re-
sultado da votac.ao:
,o Sujeita a votaco nominal a mocao do St..
Andrade Figueira, foi approvada per 68 votos
contra 16, .
Votaram a fager os Srs. : Barao de S. Do- ^
mingos, Cantlo, Siqueira Mendes, Bara de
Penalva, Dias Garneiro. Silva Maia, Pies Per- _t<:: *


reira, Domingues da Silva, Leandro Bel rra .
Fernandes Vieira, Paulino Nogueira, Araujf-.
Lima, Alencar Araripe, Gomes da Silva, Tar-
quinio de .Souza. Henriques, Elias de Albu-
querque, Bargo de Aragagy, Gusfiblto Lob,
Mello Rego, Souza Le5o, Correa d'Arau,.
Pinto de Campas, Hollanda Cavalcante, W i
dro Affoa.so, Theodore da Silva, Teo'e.
da Rocha, Barao deAnadia, Berna eo d ne Me-
don a, Jose Angelo, Fiel de Carvalo, Coelbo
e Campos, Leandro Macied, Moezes Prado.-
Azevedo Monteimo, Roeha, Pito LiUa, ,Fi-
tas Henri*P, Au tos Cha vs, So*'i FW-
t19, Adradoy Figus~a .S--
ga, Heleodoro Siko, OW.mmir

Pereira, P 1reif d
tas, Per9io .
to. Diogo do
Wigis,, ca U",
Penido, JoT6
Yes dosiosN,
9. Cprt6a,
Tino Biboiro
tmo.bSrS.fnanoo


xicadow
act ~ ra L .


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Cuimrs, Cotir n jo reiiei i 6e deAxe-
an" Aqum, LawMu Matbeus, Joa-
w6 bns, ruxGopavha,1
4IC- ftL B^m4~la).
*b pmsl" eo&s A votagbo 4apins Csu t Coaseft RodrL Jat iDen-
to0Junior, Camillo Figucdredo, Fagbekd .tor-
cliLnwftedra YViaaa, Isidro Be-ges e Tau-
tllo I1a1mm dnlaragi3 de votes favocavel ao
uSnbi, por tmrea chegado depois da voeta-
gIasrs-. Alves Machado, Anaio a Bprgese
V-pe, do quo ahi fitea, que, se o fim dos Jj-
btasmefoi darenoswiio A que se flzeessom cer-
tosot." oeesde divorgenciaa e decacoordo
eaf inmaioria as.gabinete, o reoultado sa-
Whb4l flDteiMWiWtBaet nrario.
S&.sgM Mlsi n _vIIn, ce a reaors astava
fwuxaquelles deiplreeeram e eta oon-
sgdQu-4e.9 EstU, pois,o miaisterio cam muito
iutarIn dP qve se I1hattribla. Aquelles
qml itsIeite so pro |6iaram, em ques-
tbo-de tal ordem, nAb pCdWl, mais reeuar ou
distanciar-se do gabin.le.
Dwe este estar mauito grato aos qsw The pro-
papianaram semethtsm resultado; porque
aladade 6 que elle esea na camera cm apoio
mnttito mais vigorosio do que d'antes Linha, ou,
se e tinha, iae era oonhecido, -e isto deve fa-
cilitar a passage dos apvos impostos, por-
que eram encanados corn grande repugnan-
cia.
Cie.-e ,x ma

RIO DE JANEIRO
21 DE JULHQ
Na camera doe deputados hontem apos a
leitura do expedient i approvada a iBprs5ao
da orders do dia para hoje, a requerimento
do St. -BaR-to do S. Dominngos.
0 Sr. Silveira Martins subindo A tribune
n$o vai representar-se a si mesmo, mas ao
seu illustre amAigo, chefe da opposigao, o Sr.
Martinho Campos, que se nao acha present.
7Singuem ignora que as governs da situa-
cao conservadora tem naufragado todos de
urma maneira trisle e lamentavel. 0 ministry
da fazenuda do gabminete"29 de satembro, pelo
seu procedimento na.emissmo de 25,000 apo-
lices n3o p6de comparecer perante a camera.
send nao obstante o primeiro talent daquel-
te ministerio. Um home naquella -posigbo
e naquella alturna nao podia naquelle caso com-
parecer ante o paiz, de quem $o merecia
conceit neon cousideragAo, embora nbo tives-
se part alguma nas apolices, por assim dizer
subtrahidas a emissAo. Aquelle ministerio,
pois, que nao teve animo para comparecer
ante a camera, dissolveu-a no intervallo da
sessao.
0 segundo cahio, ap6s alguns annos de Vida,
esmagado ao peso de 750,000 libras perdidas
para o thesouro, alem dos saques da alfande-
ga de Santos e dos prejuizos do banco al-
lemnao.
O tercoiro 6 mais lamrntavel que o s outros
dous. 0 ministry da fazenda actual acha-se
nas tristes condicbes que a cauara e o paiz
conhecem. Acha-se compromettido pelo seu
interesse pessoal, que nro pode separar-se da
questbo. Todos estes acontecimentos geoma
urma reputaCao de immoralidade, que nTe-
sariamente ha de fazer sossobrar, o actual
system politico, se nao houver um pronun-
ciamento.
Trocando-se nested moment alguns apartes,
pergunta o Sr. presidenLe se o orador tenciona
fundamental algum requerimento. Este de-
clara que vaienviat' rA mesa urma mogao, e que
rematard em duas palavras.
Entende que o actual Sr. ministry da fazen-
da nMo pode continuar no governor, sem urma
solemn mnanifestaa&o da maioria, tomando
esta a responsabilidade ostensiva do actor que
o paiz conhece. A opposicao vai, pnrtanto,
ao encontro da maioria offerecendo-lhe occa-
silo de manifestar-se a respeito de tao magna
questao.
O orador concluind-o envia A mesa a seguin-
te moao :
a A camera soube corn o mais profundo pe-
zar que o ministro da fazenda achava-se as-
sociado a um conferente da alfandega, coma
commanditarios de uma casa de importagbo
de fazendas. Martinho Campos.--Dantas.-
Affonso Celso.-Franco t'e Se.--Ignacio Mar-
tins.-Cesarco Alvim.-Esperidiio E. de B. P.
-Martim Francisco.-Lima Duarte.-T. Otto-
ni.--Leeo Velloso.-Fernando Osorio.--Floren-
cio de Abreu.-Luiz Flores. S. Martins.-M.
Moura. ))
0 Sr. Ministro do Imperio pareceo-he que
depois da declaragilo do deputado pelo Rio
Grande do Sul e das vehementes palavras que
acompanharam a apresentagao da moQ.o, nMo
pode lla fear suspense.
Os ministros presents, em nome dou gover-
no, declarando-se solidarios corn o Sr. minis-


tro da fazenda, aceitamn a mogdo e pedem a
sua discussao quando nu.o possa ter Jugar uma
votagko immediate. 0 governor aceita portanto
a mocAo como questao de gabinete e no ter,
reno da confianga.
0 Sr. President diz que nao se tratando
deam facto ordinario, mas de que entretanto
ha precedents, mandou, para marchar corn
regularidade, examiner na secretaria como se
tinha procedido em cascs semelhantes.
0 Se. Andrade Figuira requer urgencia
para se discutir e vor'ar a mogco que acabava
de apresentar-se, c que foi approvado, bemrn
como, a requerimento do Sr. Azevedo Montei-
ro, que a votac&o fosse nominal.
0 Sr. Mmartinho Campos, appellando para o
testemunho da cam ira, affirm que a dpposi-
cao liberal na interpellaCgo feita ao Sr. minis-
tro da fazenda foi unanime em acompanhar o
seu honrado college por Minas Geraes, assim
como o foi em tudo que-gustentou o Sr. depu-
tado pelo Rio Grande do Sul.
A defeza que tem tido o Sr. ministry da fa-
zenda A simplesmente a que fez a opposico
libal. E o public que se nao deixa illudir
em sua perspicacia comprehendeu perfeita-
muwep o alcance dessa defeza.
Pela sua part o Sr. ministry nMo se defen-
den. Appellou pars a su a vida, para os seos
precedents, para o conceit que gozava.
Has o que Ihe oumpria era mostrar que
aquelle contrato nIto podia influir contra os
interesses do estado nem contra as seus de-
veres.


ria. Esta era accusada de poucor iosaeas-
deea n oMs n sr I" imOessws*Ae, se oat-
trzite ao ma upmce smor pels-tatteri6.
Fez-go a magma veunic e ets eoufts ainda
padres pois Mo tithM auldaehavido uma
semosa itei m em me o. .
Enae quoe ste IW enfraquece o gover-
no permits a opiniho. A m sfrr temoral vai-
M toda aom ate dirao o do parlrtento. Os
litemos nada teem para perder coar isso: nao
se pcd, powr dizer o mesmo arespeito do
semwigs Wmlin.
Estamns em um governor e 4dictadura, em-
hma rgenoiaLt. bttemos theioo mozes sem
partamoeato, e reunido eaft podqmos dizer que
cetinuamos sem elle. lIo haresoluCoes,
nio ha trabatseOs Atos. A poftica do minis-
terio A s6 por si capaz de enfraquecer e matar
o seu partido. "
Neste panto entra em consideraoes. aiti-,
cas sd1lWrfTa SrOot fliogal4ii, rererino-'se
especialmente At-I domopfat o, e aos'eto
da camera, em Mtn 4o Sa dseebb.1 a receita
do estado em que foi rejeitado o eiamento
proposto poloSr. deputado gtbo., do JRe
neiro.
0 governor deeva eispeh-a por haver
sess.o. Entendeu qua tiUhadado umna de-
monstraglo tIla sua forga c rn. a reunion que
promoveu, e q o public nboira a meomau ilsa-
ao. Este e&tende queo rmiplsterip nao foi feo-
liz, que aosoo6trario foi raW ;eCobido, que se
alo entendeir corn seus amir4o, que a reuniAo,
emfim, had servio para estreitar o nexo que
deve ligar o'ministerio A maizrna.
Interpella a nda os Srs. uiii$ntros que expli-
quem por que no o estA prin*tp o orcamento,
decorridos seis mezes de seisao. Pergunta
d'onde vem esta incapacidade. Na debandfida
geral em que se acha o partilo do govmno no
parlamento, cabe tambemnA opposing part
do disfavor public pela falta de assiduidade
aos trabalhos parlamentares. Mas -a camera
tern cento e vinte jembwj p a opposigco ape-
nas conta doze ou quatorze.. Nbo We cabe por
isso a mneror culpa. Ella nAo tern obrigagao
de facilitar'a mar ha do crro 'ministeriaL 0
seu dever A apenas fiscafIsar os actos do go-
verno. A accusaCao s6 serta just se a oppo-
siclo abandopasse essa fiscalisagao.
Diz finalmente que o mipisterio precisa de-
monstrdr que o apoio dos. eus amigos nao 6
uma toletancia. Precise principalmeate jus-
tifcar'que tem esse apoig que os liberals con-
testam, yendo a falta de enthusiasm e dedi-
caglo da maioria pelo tninisterio. A. mocao
que offerecom -6 portanto. o unico servigo'que
lhe podem prestar. 4
0 Sr. Martim Franeilco vem etplicar o seu
voto em relacgfAo A mo.o apresentada. *
Entende 'que a.importante questao quo se
vai votlar a seguinte : teem as ministros da
fazenda no Brasil o direito de lazer pare de
firmas commenreciaes com o commanditarios e
especialmente associando-se a emprega'los da
alfandega?
(Neste pdnto ha condestagoes da malariaa.
O orador insist e que esta 6 a questao e que
tudo o mais 6 accidental. A opposigio ja o
declarou. Nao era seuintuito principalaggre-
dir o Sr. ministry da fazenda.
A questao A mais importance. Trata-se de
um actor que a opposigio consider altamente
reprehepasivel. lRa, p* us, o do seu di
reito, fundameatou umna mogade censura a
esse actor, no coam o fim exclusive e princi-
pal de censurar o actual Sr. ministry, was es-
pecialmeqte pars dar luga A maioria de pro-
nqpciar-se corn franqueza a respeito do facto,
e a estabelecer o precedent de que, durante o
domino conservador fica assentado que osni-
nistros da fazenda por voto dos representantes
do seu partido podem fazer part do firnmae
commercials como commranditarios, associan-
do-se a subordinados seus, empregados da al-
fandega.
Como membro da opposicao, quer pergun-
tar se p6de ficar estabelecido o precedent. -1
DemonstrAra bemn o Sr. Bar-Ao de Cotegipe
que quando se fundAra a assoiacgo nao era
ministry ; entretanto entende que desde quo o
veto a ser era obrigado a p6r-se IrOa da ques-
tao por um mode tmais franco e mais solemne,
especialmente quando della fazna par-t um
seu subordinaado.
Sustenta que posigao fiscal, comro ministry
da fazenda, e de membro de urea associagao
commercial, coma cowman litario, smo incom-
pativeis.
Dando a sua assignatura A moago foi o seu
intuito collocar a maioria na posigbo de decla-
ran se adopt como acto louvaveo e digno de
applause que o ministro da fazenda seja si-
multaneamente ministro e muembro do urna
assoeiacao commercial a que perton- e um seu
subordinado. 4 -
Quaesquer que sejam as suas deferoncias
para corn o actual Sr. ministro da fazenda,
nbo pode contrariar a sua razao, votando da-
quolle moda. Explicando o seu voto tern sa-
tisfeito o seu intuit.
0 Sr. Andrade Figueira sustenta, e corn
apoiados geraes da maioria, que moges da


ordem da que acaba de apresentar a opposi-
gao liberal nbo comportam larga discusses.
A mosao refere-se a um debate solemn, que
ainda se nMo apagou da memorial da camera.
E a sua significagAo political ja foi indicada
pelo Sr. MarLinho Campos.
A respeito dos factor que fizeram object da
interpellagbo jA o nobre ministry da fazenda
deu explicagOes, que ja deviam ter satisfeito a
malaria e a minoria, seo o espirito partidario
nao ihe tivesse sopitado a boa fA. A mogqo
nao urma these academic, que deve ser dis-
cutida e resolvida por meio de urma discussao
political.
E' pura eosijuplesmente Uma mocao de des-
confiannga ao rftnisterio. BE a maaioria, que nao
p6de querer nero desejar prolongar um estdo
de cousas, que nao support a anxiedade do
espirito public e distrahe sua attengbs de tra-
balhos mais urgfntes, propo5 a minoria a vow-
tagio immeipa dam- M substituindo-.a
por um voto WexplictM-- ga ao minis-
terio. .I
Di; ainda quo o allegado pa moalo da mino-
ria nfro 6 exacto, porque o ministry de fazen-
da nuo se associira cornm conferepte algumr)
send apenas um simples cidadio quando se
celebrou o contrato referido. Demais, a Mo-
Ao nito p6de ser levada por esse terreno, por-
que ella e eminentemente politics.
Conclue convidando a maioria a votar a mo-


SS0e. qua maloria no despen em
que sq tMnu, Ira de votar, que tu*
eo rae Vrtv maflgnwe abeaO que
so eneerra o que oe fol apolado.
Assisa o fto pa q o priest -p
que estabeoeid. "
*Net o eaO 8r. presidenmte o atrope- a to
de formnas que se dao, pede-lhe per b ftimo
que fasa consigoa" o precedent, acte e em
todo tempo da disuusslo se'pOdem upfalentar
mooes e emendas que, mesmou seatl 4o)a-
ments, serio votadas, se para issQ'tiouver
maioria.
0 Sr. president observe que, embon e ti-
vesse requerido o encerramento, nao -xtaria
de sub-metter. primeiramente a apoiamento a
emenda, segundo as regras deternnpws pelo
reginieo. i
0 Sr. Ignaci Martini comes mantettando
as suast queixas contra o Sr. president, que
ras;t.uo @ rqgimento s6 para o preterir no di-
r 6 M6lar. S. Exc. esqueceu-se de que
iepresentante do governor nem delegado
dIo^aitfterio. Na imparcialiade do p 'iden-
8e A que a opposilo pode aar a garartifta do
seu Sireito.
Interrompto polo Sr. prW eente para quo
digas o ohjecto soabre que pedo a palavra, diz
que.o nao interroma porque usa de um direi-
to, fallando pela sordem.
(Hla mnitos apartet e wom contesta5ese de to-
dos as lados da camera).
0 ora !or, proseguindo, dis que as palavras
pronunciadas polo ehefe da opposicao liberal
nMo podem ser contestadas.
Historia os factors i se tent passado na
session, alluree a manfsta go do deputado pelo
Paranda, quando se allegava o facto de fazer o
Sr. ministry ia'fazenda part da firma.de urna
casa commercial apanhada em flagrante delic-
to de contraband, faz consideragOes sobre
este acontecimento, aprecia o reqaerimento de
encerramento proposto polo Sr. Pinto Lima, e
desce da tribunal, lavrando um protest contra
a votagAo a que a camera vai proceder, dizen-
do comn vehernmencia estas ultimas palavras:
SFite lavrado o protest de que n6s nos rn-
voltamos contra o consorcio do governor com o
crime.)
0 Sr. Affonso Celso deosea saber se o Sr. pre-
sidente vai p6r as du* mou6es simultanea-
mente a votos. '
0 Sr. president deciara que ellas enatrarno
conjunctamente em discusslo.
Observa entlo o oridor que o requerimento
do Sr. Pinto Lima recahira simplesmente so-
bre a mocao liberal,/entendendo por isso que
nao p6le ter lugars votVacad6 das dduas mogoes
conjunctamente.
No caso de nbo julgar assim o Sr. presiden-
te, requer entgo qute as mocoes se separem,
afirm de que'a camera possa declarar perante
o paiz se approve ou nao que o Sr. ministry
da fazendaose associe a um seu subordinado,
e depois se prevyalea da suaposigao para corn-
mutar a pens, que justartiente for imposta pelo.
Imperador a um conference da alfandega.
OSr. Andrde Figuetra, em faoedas dispo.
sigoes regimentaes e'dos estylos sao inter-
rompidos da camera, entende qp a mosao
que apresentou em substituicAo Ado Sr. Sil-
veira Martins, dove ser votadtfm., primeiro
lugar.
I' r. prrenidte diz que 6 o Wae vai fazer.
t .Sr. Silveira Marti vem i tribMa susteq-
tar que a mocgo apresentada pelo Srk Andrade
Figueira nbo p6de prejudicar a que offerecera
a opposig&o liberal.
A camera nbo deve Jugir da votagao ; series
uma fraqueza, seria um meio de illudir a ver-
dade, no ponto em que a mocao foi de propo-
sito redigida pela opposiclo.
Entende que o Sr. presidents nao andou re-
gularmente encerrando a discuseao de urma
proposta inteiramente nova, que nada tinha
que ver corn a que antes f6ran'apresentada. A
proposta da opposigao de cenusura, a da maio-
ria urma proposta laudatoria.
A discussao nao podia, pois, encerrar-se
pelo rneqerimento n do Sr. Pinto Lima, nem po-
dia sujon ar-se a vetacao nominal a ernouda
nao apresentada em tempo.
Mas a opposicao quer as duos votagoes no-
minaes para mostrar quo a csmara nao recua.
E' precise quo ella diga, so o ministry pode
ser negociante, e ao mesmo tempo julgar de
interesses em questsa pessoal cam o fisco, e
se o conference pode ser importador e tam-
bern fiscalisador em name da fazenda, isto 6,
conferente e conferido.
Esta a questbo que a opposigbo formula.
Como a colloca o Sr. Andrade Figueira A es-
quivar-se a maion!a A coragem cam quo to-
dos devem aceitar a responsabilidade de uib
actor decisrado necessario, depois do uni im-
pulse magnetic quo levantou a maisria em
protestos, infamando o seu amigo coin o epi-
theto de calumniador.
Julga, portanto, necessario que a maioria
carregue coin a responsabilidade do seu acta,
arrostando corn as consequencias de sua po-
sigas. Se o nao fizer, lembre-so que recua
dianto da digntdade, subordinando-se a inte-


resse partidario.
Em conctsAo requer que a votag5o recaia
sobre as duas moces, a da censura da oppo-
sitgao e a daaeonfiana da maioria.
0 Sr. Martinho. Gampos julga de alta impos-
Lancia as quesomes de ordem na direccao dol
debates e votacgA o da camera. Desejaria que
o Sr. president o informasse em que principio
se funda para dar preferencia Ai mogao do Sr.
Andrade Figueira.
Podia tLer estado nas intencoes de S. Exc. fa-
zer urma emenda substitutiva, mas nao o fez.
Ella esta na mesa. E' umajmogao de confian-
ca em contraposiqgo A de dosconflanva ao
ministerio. "
Pelo regi mreto nbo ha preferencia algurnma
para quAe a igunda mocao seja votada em
prinsirolugar. Seoia preciso que S. Exc. a ti-
vosse digido em C ja de emenda substi-
~.^Mi o como a esse res-
PeiO4q| ||if l va na-lealdade da-
quie.le o;.7odnfia-hea emenda para que
Sleia na tribqe eodmes que nao estn redi-
gida como. emefide.
Havendo mas tontestagoes do Sr. ,.
drade Figueota, prosegie o orador, dizeod
que as deliberaooe da atmara nAo recarem
nem sobre-os dicursos.nem sobre as into
gOes, mps sobre a indicaclo eseripta. Quemn
voea um project de-i ifto voto as razoes qul
o fundamentatamt, niW'as inteog5es de quem
o Austento -.
-- J)iz da daquelle deputado 6 pura
e tidnm urma molo, sem duvida algu-
ma co -l daopposigo liberal. NIo ha
no regimtienttma S6 disposlio em virtude
da qual a 16 do Sr. Andrade Figueira de.W
ser submettida Aflta*to em primeiro lager.
A dlpoaigtoem contrario Aiqe A ,r "-.-
NI'ppetk parm a maierifa nem parM A a-
yma-: appolla-aV o St. president, % 4
obriga a fazser Utt em ffimeiro lugar a-
prietfra t .-, 4d 1t1 1 oamara, vote
a. sbindaa- ftr, .poI, q"e .e de ona'-;
a mentoa 0S1, 1i1f~ d a X eort "
.+ od .
7 | r iaiii iM9. i "a.


possa recahir a menor suspeita sobre o seu

que teem corrido as cousas, entende que 6
$o dos deontentes, como dos enthusiasts do
gbtinete, votnrem formal e d'citdidamente.
0 Sr. ffarni Fransco vatumprr preeisa-
ment eaexignfado Sr. presidents, t]iando
p6la Ordai, e so pt a ordemin. Comega pr pOr
em duraque a contra-md~io, ou como me-
Ihor lln chamuarApossa ser votada,
visto a '1 = 0o do regim6etib quo se deu em
a sua apresentago.
Paafta a hIstoriar o ocorredo para provar
como nao pode ella ser votada, fazendo' sobre-
sahlr o facto de soe tar requerido o encerra-
mento antes de apdmtda a moglo.
Enoontra mersno v no que se tern passado
ura accumulaglo de infrigoes do regiment.
Respeita as inteng5es do 0. president, mas o
dettto foi manifestamente praticado.
Pergunta quat 6 o intulto da maioria, dando
urn voto de coMfflaVa aoministef a desmetd
de todom os obstaculos. Dlz que a questfo
ptLA clarumente formulada e se reduz a esta
fOrmula :
u Pode urnm ministry da falenda ser socio de
uma casa commercial a que pertence urn em-
pregado sou subordinado ?
FazdW ,I ainda outras consideragOes, re-
quer jtwe Sr. president colloque a questto
no tiho eat que deve ser posta, de accord
coin m disposigoes do regiment.
Nao sAbes nplcar o horror que a mogQAo li-
beral t-spia Af maioria, que nem ao menos a
quieira votar.
Se nao Ihe acham fundamento, regeitem-na.
Recuar ante a questao nao 6 procurerr a linha
recta, mas a curva.
t qoltocar o Sr. ministry da fazenda em po-
sioaroesquerda, porque 6 dizer que nao ousam
decidir a questLro, quando em seu intimo en-
tendem a razAo que assistL e A opposiQao li-
beral.
Esse nao 6, esse nMo p6de nem 4Oev ser o
intuito da maioria. 6e ella nuo reeita fran-
carnmente a mogao, mno p6de de mode algum
jastiflcar logicamente o prooedimentd do Sr.
ministry. Requer, portanto, que a questao
seja tomada onde parou, na confornmidade do
regimento.
0 Sr Presidents faz o historie da sessso.
A moolo liberal, no seu enteuder rlo importa
modificaglo de ponto algum da legislaoo.
EAa 6 sdmento mogao do confianoa. Assim a
entende e lhe pareee que este -foi o pensamen-
toldo deputado que iniciou o debate.
A movlo substitutiva qoe tepois se epre-
sentou 6 da mesma natureza. Ambas versam
sobre confianca ou nao conflanga ,no.governo.
Entleadendo-o assimn, vai p6r A votavto uma
sem prejuizo da outra.
Ha ainda contestaSes sobre o modo de vo-
tar, instaudo pela palavra, que pedira, o Sr.
Jos de Alencar, cornm reclamaCoes da opposi-
cao liberal.
0 Sr. Josa de Alencar, obtendo a palavra,
diz que a pedira para declarar que, nao tend
assistldo ao debate, nao p6de pronunciar-se a
seu esapeite, nerm votar symbolicamente. Na
attitude quoeassumio em relaoao ao gabiagte,
nunca poderia votar silenciosamente em ques-
tAo to Importante. Declara, entretanto, que
a sua posio .em relacgAo ao gabinete conti-
anat a ser a inesma comrno a definio no prin-
cipio' da sesslo da maneira mais oxpressa e
positive.
0 Sr. FerreirqjsAgui,2 4.icencg pare
deet 'quae, hSs tr de d o a "diso.stu
da mwgao, talvdz nao Ito sja permittido vo-
tar, porum quo, se pode exercer esse direito,
da ur,. sim, approvador da mesma moeao.
0 Sr.Mtllo Mattos diz que, achando-se ven-
cida a questlo e tend tido a maioria occasion
de mostrar que exerce o direito que Ihe com-
pete de dirigir as deliberaCges da camera, pro-
pbe que, depois de procedor-se A votaCAo no-
minal da emenda substit.tiva.apresentada pelo
Sr. Andrade Figueira, a caara passe a votar
a mogfo da oppositao liberttpara que se mos-
tre qua a maloria tern conscieacia da sua po-
sivto e nMo recua diante da responsabilidade
quo indirectamente Ihe cabo.
,Sujeita A votagao nominal a mocuo do Sr.
Andrade Figueira, foi approvad'por 68 votos
contra 16.
Votaram a fairo o os Srs. : Barbo de S. Do-
mingos, Cantao, Siqueira Mendes, Barao de
Penalva, Dias Carneiro, Silva Maia, Pires Fer-
reira, Domingues da Silva, Leandro Bezorra,
Fernandes Vieira, Pauline Nogueira. Araujo
Lima, Alencar Araripe, Gomes da Silva, Tar-
quinio de Souza, Henriques, Elias de Albu-
querque, Barao de Aracagy, Gusmao Lobo,
Mollo Rego, Souza Leoo, Correia de Araujo,
Pinto de Campos, Hollanda Gavalcanite, Pedro
Affonso, Theodoro da Silva, Teixeira da Rooha,
Barau de Anadia, Bernardo de Mendonga, Jose
Angelo, Fiel de Carvalho, Coelho e Campos,
Leandro Maciel, Menezes Prado, Azevedo Man-
lairo, Rocha, Pinto Lima, Froicas Henriques,


Auguisto Chaves, Souza Franca, Heleodoro Sil-
va, Costa Pereita, Cunha Leitao, Andrado Fi-
gueira, F. Belisario, Almeida Pereira, Pereira
da Silva, Mello 1attos, Bretas, Perdiglo Ma-
lneiro, Versial*Xrlos Peixoto, Diogo de Vas-
conceolos, Fer~U o Magalhaes, Carvalho Re-
zende, Francisco Yeiga, J. Penido,' Jose Cal-
mon, Estevuo de Rezende, Alves dos Santos,
Almeida Nogueira, Antunes, E. Correia, Carlos
da Luz, Bittencoutt, Severino Ribeiro, Barao
da Villa da Batra ; e contra os rsrairanco de
Sd, Esperidiao, Dantas, Marcolino Moura, LeAo
Velloso, Affonso Celso, Ignacio Martins, Cesa-
rio Alvim, Lima Duarte, Martinho Campos,
Theophilo Ottoni, Martim Francisco, Fernando
Osorio, Florencio de Abreu, Silveira Martins,
FI6 res.
A mogAo do Sr. Martinho Campos e outros
foi rejeitada por 64 votes contra 16.
Votaram contra os Srs, : Barao de S. Do-
Domingos, Cantbo. Siqueira Mendos, Dias Car-
neiro, Silva Maia, Pjres Ferreira, Domingues
Silva, Leandro Bezcrra, Fernandes Viras,
, aulino Nogueira, Araujo Lima, Alencar Ara-
ripe, Gomes da Silva, Tarquinio de Souza,
-lenriques, Elias de Albuguerque, Barao de
Aragagy, Gusmao Lobo, Hiello Rego,-S01za
Lelo, Correia- do Araujo .Pinto do Campos,
Hollanda Cavaleante, Theodoro da Silva, Tel-i
xeira da Rocba, Bardo doAnadia, Bernardo de
Mendonga, Jos6 Angelo, Fiel de Carvalho, Co6-
lh o e Campos, Leandro Maciel, Menezes Pra-
do, Baro da Villa da Barra, Azevedo Montei-
ro, aocha, Pinto Lima, Freitas Henriques,
Augusto Chaves, Souza Franca, Heleodoro
Silva, Costa Pereira, Cunha Leita, Andrade
Figueira, F. Beltrio,. Almeida Pelira, Perei-
ra da'4iilva, M I Mattos, BretaMVUersiani,
Carles Peixoto, Diouo de Vasconcdiom, Fer-
nando de M. lalhales, Garvalho Rezende, Frap-
cisco Veigal, J. Penido, Estevao de Rezende.
Alyes dos: .ata ,Almeida Nogueira, Nobre,
AStunes, ". q M_ Bitteucourt, Pedro Affon-
,Barno 0s; a favor, os- S. Fran-
C do K S, Sio Jat, Mafbeiao Mat-
ra, JIMo Vel1osb, Gelo0 1Ignacio Mar
uiuv G-esairio 8A- S Dtt.fefi
:7-. 0''o buff
tanioafleThophilo Martink F eo
Fernat6oOsomdo, F.ors iew 4WAbi, Silvoira
oMi* sm F46 sw.._ e'q- s. r..
m~a -- 4--

A- NvotaIo, se tam quo,


iib Aaatemm-diil,,iw. (t yo,.t,.,A
I~~t^1^ IL l^wma Wn
ara 'q" W.ih.i....iii~r ^ ,;


Achando-se a camera em grande agitacglo
1 P1WOtIQ W.e4'qpeinfelizmnnte se deram,
tpZ.ftireI *tpaJ a discussion correr com
placidez e calms, como convdm a assumpto de
cussbo do orgamento parn a sessao seguinte.
0 e4sse adiamento quo propoe. Publicado o
parecer da commission, a cantara, com perfeito
codhedmento de cause, diacutira e votara
como melhor entender.
Remettido I mesa, lido e apoiado, entra em
discussao e A approvado sem debate o seguinte
requerimeato :
a Apresentando A mesa o parecer a quaae
comprometteu a commission de orgamento,
requeiro o adiamento da discusses da receita,
objecto do rr.esmo parecer, por 24 horas.
a Sala das commissOes, 20 de julho de W77.
-A. J. Henriques. a
A camera approvou depois, sem debate, em
3." ftenlasa, efp p to n. 11t A, det anno,
sobre provimeno de d fifficios d jstif. e no-
meacAo de rpztu a"lantn do cwrlio.
AtProvo taLrmjew, sem debate, em .1 dis-
cussao, o project n. 124, deo 1877, que conce-
de a pensto deo 0" arnmiaeS ao cenego Anto-
nio Eustaquio Alves da Silva.
Por ultimo occupou-3e a camera corn a 3.3
discusao do project n. 105 de 1877, que
transfer para o corpo de estado-maior de t.4
classes o capital Juliano J. de Awnorim Gomes.
Foi apresentada a seguinte emeada ;
Igual favor ao 1.0 ten nte do 2.0 batalhbo
de artilharia a p6, Henrique Augusto Eduardo
Martins, para ser transferido para e corpo de
estado-maior de 1.* classes, vista ter mostrado
nom documents ter o curso complete de en-
genharia military conm approvagaes plenas em
todas as materias.-Dr. Gunha Bittencourt. ,
Foi apresentado o seguinte requerimento :
SRequeiro que voltem os respectivos do-
cumentos A oommissto de marina e guerra,
para que, considerando sabre a emenda apre-
sentada, emitta sua opiniao a respeito.- Car-
los da Luz. v
A discussao flea adiada pela hora.
Foram apresentados e a imprimir os seguin-
tes pareceres e projects:
a A commissao de orgamento, no parecer
que deu sobre a recoita geral do Imperio,
comparando-a corn a despeza, quese achava
em discussbo, considerou duas hypotheses:
urna, em que haveria o saldo de............
1,515:9185562, so a receita fosse fixada sobre
a base do term medio do ultimo triennio li-
quidado ; e outsa, em quo resultaria um de-
ficit de 2,988:6685647,, e se tomasse por base
a receita, que se presumia seria arrecadada
no exercio de 1875 af1876.
a Suppoito previsse.maior probabilidade na
segunda hypothese, julgou todavia do born
conselho nao aventurar proposta alguma sa-
bre as medidas, de que conviria lanciar mao
para amparar o thesouro em quaesquer diffl-
cuidades futuras ; reservando-se para fazel-o
por occasibo da discussao da receita, quando,
votada jai em 2' discussao da despeza consi-
derada indispensavel a cada um dos ministe-
rios, se poderia avaliar cornm seguranga a ex-
tensmo dos recurscs que so tornassemn ne-
cessaries.
SVem, portanto, a commission, em satis-
fag.o a este compromisso, expOr a esta au-
gusta camera o resultado a que chegou, de-
pois de aturado exame, e de conferenclur corn
S. Exc. o Sr. ministry da fazenda.
a A despeza orcada na proposta do governor
taonta a 109,479:0615232. A1S ;,
c.Esta somma, deduaida 11ains& Oes JA
Vbtadas, quo sobem a 3,. S ficaria
send de 105,548:6685647, se nbo tivesse sido
necessaiio votar alguns augmentos na impor-
tatcia de 2.062;000$, a que se deve addicionar
ainda mais 72:0005 para satisfacao do juror das
apolices emnittidas em pagamento do idote' da
prineeza a Sra. D. Januaria, no corrente ex-
ercicio.
c Feitos, pois, os devidos encontros do re-
duzido corn o augientado, a despeza para
4877 a 1878 serA de 407,682:6685649.
SOs recursos corn quo se he ha de fazer
face podem ser calculados por tres differentes
formal, a saber :
a L." Orgando a reoeita em 102,000:0005,
como voiu na proposta do governo, baseada
na renda de 99,600:0005 do exercicio de 1875
a"4876, corn tim augment proveniente do pro-
gresso annual, que entao so esperava, de....
2,406:0005000 ;
a 2.' Orgando-se simplesmente em......;.
99,600:0005, sem u dito augment;
a 3.' Tomando pur base o algarismo da
renda do ultimo exercicio de 4876 a 1$77, que
o recent relatorio da fazenda presume, corn
fundada razso, nao passarn de 97,000:0005000.
a Em qualquer dos tres casos deve-se con-
tar mais corn as seguintes verbas :
a Importancia do impostor do
gads de consume no Rio do
Janeiro, que passa para a
receita genl 200:0005000


a Idem do product liquid
dos deposits que, segundo
o dito relatorp, entende a
commisslo quo p6de che-
gara 3,000:000$000
3,2)0:000#000
SAddicionada esta importancia a da receita,
e comparada a da mmesma reoaita corn a des-
peza votada, serA o deficit:
No lo caso de 2,482:668$649
No 20 caso de 4,882:6685649
No 3o caso de 7,482:668#649
a Cumo se v0, ha por qualquer das formats
umra differenga, a que se tom de attender,
entire o deve e o haver do thesouro, para que
em repartigAo ndo deixe de cumprir corn a
costumada pontualidade os seus compromissos.
a As reducgboes feitas nas divereas verbas
da despeza, tanto pelo governfo como poer esta
augusta camera, excelem jA ao avultado al-
garismo de oO,000;000$, e a commission n.o
v.onde mait possa cortar, sem acarretar
transtornos s ios ao serving public.
SAssini, elsa entende que s6 The resta agora
exp6r seu juito Scerca do deficit que se mostra
imminent, e propOr osumeios que Ihe parecem
apropriados para debellal-o.
a Nesta apreciago muito desejaria a com-
missko acompanhar o governo nas esperangas
de que se achava possuido quando organisou
-a proposta em discusslo. A' vista, porum,
dos documents annexes ao relatorio da fa-
zenda, de jumho do corrente anno, em face dos
quaes se reconhece que a renda de 1875 a
1876, que fora orgada em 106,000;000$, nbo
passa de 99,600:0005, e quo a de 1876 a 1877,
orgada em igual quantia, nao chegara talvez
a 97,000000, verfficando-se assim no pri-
meiro dessga annos uma diminukfAo de.
0,400:0005 e no-segundo de $D0.000, jula
a commisiso quo sero temenridade de sua
pertoe adqptarno orgamento da receitL para
4877a 878 outro .alganisme aque io aspelle
a que, na aypO.b J wxie, favnravel, podern
--1._---_ -.-1 --A- .1"f ,% C nWa n lan- isn A-


sobre os uinhos e bebndas alcooUne, ewuuid as
classes ordinarikas notw vinhos; sabre os cyrtaa,
porcelanas, moveis de madeira .4. e objlewtos
de n#to luxo.
- u C wffdto -Sbo estos irtTBwto uft
daquelles qis mais pedem *ujltp un
accrescimo de 4py, ji par pertelWf las-
se dos que nao se consideram d6 Ptimfiraf ne-
0adSe, tporqe o augmoento prepoft -d
10 pora peuipsowre O tanw kfIo-
vando a 40 por cento'a razto dos ateitM ds
mesmas norcadorias, nio as far papir e is
do que ja pagaramr desde 1867 at 13874; an-
tes 6 moderado em relag&o aos vinhos,: e7S
taxa T6ra naquelle period de 50 por cento.
0 que convea 6 deixar algun arbitrio seao -
tido de comnprenhender-se es nic no augamen-
to os vinhos ordinaries, para o caso de que M
tLorne dirfil, como parseo, a distieso dea-
tes, e possam dahi resultar embaracos ou fre-
quentes contestacoes no process dos despa-
chos.
a Sujeitar ao expediente de 5 par cento do
seu valor official a nmercadorias estrangwras,
quejt t&tham pago direitos de consume e fo-
rem navegadas por cabotagem de uns para ou-
tres portos do Imper,
SNao 6 nova asta imposigao. Ella 6 urma
just compeneglo das despezas, responsabi-
lidade e trabalbo que resultam dos despachos
nos quakes, como neste, s6 ha interesse par
o commercio, e nenhura proveito pars a fa-
zenda. 4
( Ella existio em nossa legislagLo fiscal du-
rante 33 annos; send a principio de 1 1/2
por cento, taxa que em 1867 ifoi elevada as
dobro. =
(( A commissao entende que so devem fa-
zer as seguintes distincqSes :
( A reexportaqCo de mercadbrlas, que ainda
nao tenham pago dlreitos de consume, de uns
para outros portos do Imperio, onde ha allan-
degas, d tamot)erm um commercio de cabota-
gem. A este caso e6 que se deve applicar a
taxa de 5 pot cento.
(( Quando, por6m, se tratar de mercadorias
que jA tenham pago direitos de consume, a
taxa nao deve exceder de 1 1/2 por cento,
send o transport feito em navies. nacionaes,
e de 3 por centoi, send estes estrangeiros.
(( Tornar extenswtva a cobranga do expedients
a todos os generous livres de direitos, nao com-
prehendidos nos i a 17, 19, 20 e 23 a 28 do
art. 4 das preliminares da farifa.
(( Parece A commissAo que por emquanto
convem nao alterar a legislaAo nesta part,
por abranger objects, pela major part ne-
cessarios A lavoura..
(( Su eitar d mesmna contribuigfuo os materiaes
importados lives de direitos de consumno pelas
companhias e 6mprezas4 actualmente isentas
dense onus, e que se acharem em via de prospe-
ridade.
(( A commissao tern conhecimento das quei-
xas quo levantaram esta e outras medidas da
proposta de que se ocCupa; queixas fundadas
mais no natural antagonismo, que sempre des-
perta qualquer id6a de augment nas imposi-
g6oes, do que nos males que das actuaes pode-
rAo provir aos contribuintes.
(( Allega-se: direitos adquiridos, que ficarlo
assim offendidos ; falta de f6 na observancia
dos contratos baseados na effectividade da-
quellUe favor, e ruinas das emprezas qu e fos-
sem Obrigadas a abrir muo delle.
a Tudo isto nao passa de uma exageracAo
infundada.
K No paiz temos exemplos de conoessOes
deste genero, feitas e. gozdi6 per muito tem-
po, e que mais tarde, quando '* governor en-
tendeu que as circuinstancias do thesouro n4o
permittiam a sua continuacao, foram cassadas,
respeitando-se unicamente as que eram ga-
rantidas por ajustes internacionaes.
( Tal 6 o facto acontecido corn o impostor
de ancoragem e corn o expediente do carveo
de pedra, de -uja isencIo ozavam as compa-
nhias ie navegaCao transatlantica, por con-
cess5es qu e Ihe foram feitas quando quizeram
estabelecer-se, e que annos depois passaram a
set cobrados.
a Assim, nso cr6 a commissao que, no uso
desta autorisacao, deixo o governor de proce-
der corn o devido critorio, desrespeitando com-
promissos que pur actor seu nao possam ser
modificados. Urna desigualdade odiosa existed
no facto de have companhias que importam
tudo quanto querem, sonia ts menos o onus do
expediente, ao pass que outras congeneres,
que nao auferem lucros iguaes, nma se acham
no mesmo p6 dre prosperidade, paggam direitts
de consume de todo o seu material.
iPor qualquer modo, pois, curmpre corrigir
esta anomalia.
a Elevar atM 10 so a taxa do expediente quo
pagam os materials importados Nures de direi-
tos de consume peas companhias e emprezas
que distribuirem dividends superioves a 10 ojo.
a Nesto caso ttata-se simplesmente de aug-
mentar a taxa para aquellas companhias e
emprezas que jA pagam na razfo de 5 0Jo, e
que dao a seus accionistas lucros avantajados,


a E', portanto, claro quae o augment de
mais alguns por cents nos despachos, que
possam fazer annualp6nte, nao influir, em
quasi nala sobre esses lucros.
( Restric9do dos praro* durante o s quaes po-
dereo ser despachaios livres de direitos de con-
sume os materials das emprezas que actual-
mente gozam dessesfame, tendo-se em attenodo
o estado das mesmas emprezas.
a E' esta uma providencia quo so deveria
ter ja estipulado em todas as leis que auto-
risam aquelle favor ; porquanto nada menos
justificado do que a permanencia desse fa-
vor depois de rpealisados os servkos que se
leve em vista protege# ,que estes estao pro-
dftfido pars aos conbAinarios at vantagens
por eoles esperadas. E' urn verdadeiro luxo
de protecvao em prejuizb dos cofres publicos
e de outros services que poderian se6r man#-
dos com o product de takes doaces.
( Por outro lado as concessOes t ete O
estLAo tomhndo tanto desenvolvimento, quoe no
6 mais possivel deixar de prescrever-lbes res-
tricQOes. Nas palavras :-tenao-se em atten-
gAo o estado das emprezaS--, eitende a Wem-
missin quo estA clarampnte traada a nor?
do just proceder,4#iW t -.
a Imposido de a Ctaxa sobre os t erC ....
cidade do'io de Jaeeiro e suttbdsAfo, W
to.% d decipa dos eprlioso, tenham h J .
feitorias, 9.modOiWse trne'
'sua consert- o ass proprieta dae deo &n 'i
p ou ,nl. '" :- -"
ILkttendendo ao dinfhntIpt*OlWEWqa
rao os cofres publicos rftr desto- ia,
amquanto nao so puder estendr pw.
^iz sob a f6rma de umrn bem eern fld
to territorial, ennc)de 1 a 0.Qo ,UQsd
ve adiar a adopgAo desta moida ara
tarde.
jR evisado (das-tafcellmag 9wa4ecews n,
SJ90 de 15 deJisto 'efnF ^S e
fe mqpo de 1876, e.m o # to
d oamas industries e or
="o 0. Wpmto ir ,
a"tues, nos cases em .
nem rwa hr ekw
utiliaado ou aut.s ..
efinitivo, mas .
Na i ..ifioi ......


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4.






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1'




ci





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liSA..




























,. ..




k.-
i' ......


Tambe. n ada temrn S ommluM o a objoctar
IOt s iMluposigo, que oiha exemplos em
Buio*aiw der bMS regulado regimen tribu-
tfio. PamEoo-l8,s ou, preferivel conservar
a mamma taxi dewsMW ., 1A. estabelecida para
S os recibos de 505 para cima, ficando delta
matos os de valor mener 4k 25000.
.0 &47"- etes impostor, e ea suafstitfto da-
S-tMaubs ic que acommissio maopoe qagora
idao ,lembraria ella qne se poderia jun-
ta m qluo j4 existio entire nios, que nao cons-
t excitease clamor em tempo algum, e que,
ao amltraio, leon larvljustficmQo.,
g o impketo da doom, credo peoo art 24 da
Im n. 1,507, de 26 de setobro de 4167 e ulti-
mamente suprimido em virtude da autorisa-
gloconferida ao governor no art. 11, n. 5, da
lei n. 2,670, de 20 de se.embrfde 1875.
t Dir-se-ha quo 6 incoherttcia voltar tio
depressa a um imposfo ainda ha pouzo con-
dmnado : mas a commisseo observarAi que
e aleo deu tal oondemnagao. Nunca foi ello
aooimad-ode vexatorio ou ral cabido, pols
aquelles quo o pagavamrn tinham, alem da van-
tagm provenionte da muilto maior faiclidade
nua 'Jescargas dos seus navies, polo facto do
atrairem ao Adoca, e de forrarem-se As grande
despezas a gue sac obrigados quando 6 preci-
to inter essa descarga em saveiros, per nao
haverr lagar na doca.
c 0 que motivou o desapparecimento deste
mnposto foi o ahgmento, na mesma oceasido
votado, de mais 5 por cento na taxa. addicio-
nal da porcentagem sobre os direitos de con-
sumo, e o d~sejo, que entae moistrou o gover-
no, de coin essa o outras suppresses de irn-
postos, que se fizeram, attenuar ogravame qua
do referido augmento pudessyir ao commer-
cio.
a Desde, por6m, que as circumnstancias nao
Spermnittein a continurgAn desse e de outros
favores, 6 precis9 proc rar o sacrificio onde
elle seja mnenos seiinsivel. -
Nato 6 possivel calcular corn exactidAio a
importancia que poderao produzir todas essas
medidas, ca-so sejam adoptadas; pois que,
como so v6, nao se trata apenas de oelevar a
um algarismo determinado as taxas de mate-
rias tributalas, queo estejam produzindo uema
cearta somma anuanliente. Neste case, um
simples calculo de proporcao daria o resultado
do augmento.
a A autorisagio para realisal-as nao p6de ser
tio positive e restrict come f6ra para dese-
jar; visto qoe em sua execu,;ao ha necessita-
dade de esl4dos e apreciaQo5es que s6 o gover-
no tern melos de landar fair. Neste caso,
a commissio naio p6doe fazer mais do que tra-
Car os limites dentro dos qd.es 4devem parar
os novos sacnficios que se perle A populaceo.
a tegundo os calculus feits no W uron por
empregados versados nestayiateria,l relato-
rio da fazenda avallou em ce'ra de 5,000:000# o
augment de renda que poderA provir das no-
vas imposic6es.
a Segundo este calculo, pode-se fazee a ava-


liaQAo seguinte :
a ElevaQAo da taxa dos vinhos
e bebidas alcoolicas, e revi-
sAlo da tarifa
a Exped!ente dos generous es-
trangeiros navegadas por cLa-
botagem
a Ampliacso'do expediente aos
materials dellpisentos, na
f6rma do 4o e V itens
c Revislo das tabellas do im-
posto de industries e profis-
s5oes *
a Sello das notas de despacho
nas alfandegas
a Ampliaglo do sell flxo a re-
clbos menores de 505000
a Imposto da doca, em substi-
tuigdo dos que completavani
este calculo


3,500:000#000

500:000000

200:0005000

400:0005000
50:000$000
1003:000o000

120:0005000
4.870:0005000


a Sendo o deficit, segunfdo a
hypotlhese mais provavel, ora
adoptada pela commission 7,482:6688649
a Faltam ainda para preen-
chel-o V 2,612 668S649
Para fazer face ao excesso, que se possa dar
centre o product da receita, assim augmenta-
S da, e a despoza que se realiaar, pensa a com-
I, missao que basta autorisar o governo para
elevar ao dobro a importancia da emissbo de
bilhetes do thesouro, que costuma a fazer corn
anticipagio da receita; disposigio que se tor-
SJLna tanto mais necessaria quanto 6 certo que o
product dqs novos impostos nio entrari pa-
,,ra os cofres publicos senao do segundo se-
mestre do exercicio em diante.
a Se, ao contrario das previsoes da com-
missio, a renda vier a crescar, ou na passa-
gem do or'samento da segu-nda para a terceira
discussion, votarem-se mais algumas, reoue-
gSes de despeza, e disso resultar a diminui-
Qao do deficit, seguir-sse-ha o natural resgate
dos mesmos bilhetes, ou serd a sua importan-
cia applicada As despezas especiaes que o go-
verno s6 p6de fazer per me o de operagSes de
credits.
( Sendo provavelque a present lei tenha
de vigorar tambam no future exercicio de...
1878 a 1879, attenta a falta de tempo para a
discussion e passage de um nova orarnento,
talvez devesse a comamissao cogitar desdo ja
dos recnrsos quo ficam ao governor para rea-
lisagio daquellao despozas cspeciaes no so-
1 bredito exserciio, e mesmift iar sul impor-
.e tancia; visto que 6 saldoa-clas operagoes de
credit r.ilisads esgotam-se no corrente
exercicio.
SIslto, porIn, depsnde da iiquidaci5oea con-
ta destes credits, a que o governor informa
tor mandado proceder no thosouro, equepro-
vavelmente sutneltterA ao conhecimento da
assembl6a geral no primeiro rneAa vindoura
sessaoI legislaiva; e, portanLo, -bteto a tem-
po ainda doi se adoptar qualqrer providencia
que, na presonga desso trabalto, se torme. ne-
esaria. A
$, .- Assim, 6 a commission de parecr que,
corn a proposal em diseussio, seja approvada
S a seguinte emenda:
_. : (o Accresosnte-se has disposigb5es geraes :
*l Art. Fica pro-rogada a aulorisaCAo iada
'% te governno no art. 11, n. 4, da loi n. 2,670 de
'. 4.' do outubro de 1875, para rever a tarifa dps
S- ^aiendegas, po-lendo no uso quo pf t desta
goui- s*m giaaieao: p
S ?-"' I. -q '1 .' Diminuir nabprovipcias fronteiras- t'
os, fl de i'mportacAo sobre os artigos mais
os; Wa gtrabadlo;
O ir rs valores offcliaes das mer-
-S"olef U tverem apo.imados do
B ._n io merdo importaidor, e elevar
e iad.o dos dirlt sobre vt-
*- .- -a btbida aIOOUCiai -
h b hffiorflM I


a:- dos qusees deve-
4. chnbs9.0




a"I do:
docrt n. 5,690 d 15 do jw lso do 874 e aw
i e 60'a Alm^ da Mto,(r*


qude acompan.ou oS dreto n. ,ho55 do f d.
a Art. ?tca, out ta, 6 goerno antorri-.
eado :
a I o Para revier as Lobelfas A. Bp C e D do
decreto a. 5,090 dd 15 do jalho de 1874 e a
quo acompanhou o decreto n. 6,153 de 26 do
maro de 1870; podendo elevator 50 lo mati
as taias wasufm das tdaditrias e profissOes
que nlo explore o comnmorcio de generous
de primeira nocessiade.
r 2.o Para sujeitar ao sello flxo de 200 rs.
tanto as notas pelas quaes se flzerem despa-
ahos de qualquer natureza nas alfandegas e
mesas de rendas, como as recibos nfo inferio-
res a 25; sendo obrigatoria a adheslo das res-
pectivas estampilhas, sob as penas marcadas
pela lei, no acto da assignatura dos referidos
papeis.
t Art. (StbstRutivo do qnej& fdi apresefta-
do poe eonfsiio.)
0 governo fla amtaiado para emit-
tir bilhrees do thesouro atW a somma de
-16,000;0'", como anteelpaog de receita no,
exercicio destal'lei : continuando a vigorar a
autorisagRlo q kle toi dada no art. 10, para-
grapho unico, du lei n. 2,670 de 20 de outu-
bro de 1875, para converter em divida conso-
lidada, internal ous externa, no tode ou em
parte, a 4ivida fluctuante.
( Sala das corimissoes, 20 de jiilho de 1877.
-A. J. Henriques.-R. F. de Araujo Lima.-
Mello Mattos.-f. A. Chaves.-E. Antwmes.-
CGwneiro da Cunha.-J. de Aineida Pereira
(corn restricgSes).-F. C. da Litt, Icom restric-
O5es.


DIARIO DE PERNAMBUCO

RECIFE, 30 DE JULHO
Noticias do sul do imperio
Pelos vapores inglezes Iberia e Ta-
gus recebernos jornaes corn datas : do
Pacitico atd 3, do Rio da Prata atd 17,
do Rio-Grande do Sul e Santa Catha-
rina atW 17, do Rio de Janeiro ate 24 e
da Bahia at6 27 do corrente.
Sob a rubrica Interior damos hoje
urma interessarte mifuiva de nosso cor-
respondente da c6da, e um extenso re-
sumo da sessao2 da*amara dos deputa-
dos do dia 20 do crrente, reservando-
nos para nos nurnmeros seguintes publi-
carmos os das sessoes do 22 e 23 do
corrente. .
Aldm disso, eis' que encontramnO
mais nos jorna4:
REPUBLICAN DO PACIFIGCO
0 Chile ficava tranquillo e as ca-
maras discutiamrn o orgamento e o tra-
tado de extradi(ao com a Bolivia. 0
governor sustentava uma troca de notas.
corn o Peru, que se queixava delle nao
ter aprisionado, a sea pedido, o vapor
rebelde Huascar, quando entrou nos
portos chilenos. A imprensa dos dous
paizcs discutia a- questao cornm algum
calor, mas nao havia duvida que a
questdo final se resolveria diploifati-
camrnente e serm rompimento.
A respeito deste mcsmo Huascar a
lega(o ingleza em Lima dera ao go,
verno peruano a seguinte explica9&o a
respeito da violencia praticada pela es-
quadra britannica:
( Lima, 9 de junho de 1877. -- Sr.
ministry das relavaes exteriores.--Te-
nho a honra de informer a V. Exc.
quo o contra-almirante commandant
ds forcas navaes de S. M. Britannica
no Pacifico rogou-me quo love ao co-
nijecimento do governo peruano quo,
em consequencia do monitor Hu~tscar
tor commettido actos hostis contra na-
'vios e bens inglezes, julga-se (felt] olle
obrigado a intervir.


c Dando este pass, diz o contra-al-
mirante que procedeu unicamente per
amurn sentiment de dever. para protege
os interesses e navios de subditos in-
glezes pacificosg e obediettes a lei, e
roga-ire faga omprehender bemrn cla-
ramente ao governor 4o Peru que elle
nao procedeu rem a favor do mesmo
governor nem c( ntra elleosendo seu iu-
teiro dever obse var estricta e impartial
neutralidade e nenhuma intervengQo
nos negocios d Perh
SAceite V. xc., Sr. ministry, etc.
-(Assignado) J R. Graham.
O governor peouano apenas responded
que, send o incident de summa gra-
vidade, limitava-se a declarar recebida
a nota. "
A imprensa pare ter side unanime
em nMo aceitar a explicagQo i4gleza,
sustentando que, stsundo a doutrina es-
tabelecida, bastaria 'd era avante a sim-
pies possibilidade ou presumpgdo fun-
dada dos riscos queop6de correr o corn-
mercio inglez nas aguas territdlaes de
qualquer Estado amigo para j uqfigar o
emprego mmediato da forga, n--intui-
to de tornar effeciva a responsabilida-
de do aggressofi Am6esi r mprensa
governista apenas aceitou i nota na
part que Ihe era favorave ; uando ar-
redava toda a idda de con icidade ou
participagao do goverrio pei' .no no acto
dos navios inglezes. I
A indignagao per este motieo continfia
; ser grande per toda a part, e em Cuz-
co teve a autoridade de dissolver pela
forga urn meeting reunido para protes-
4ar contra o attentado bri'annlco. Ou-
trotanto se deu em Mollenjo, corn a
(differenva de serem ialli pros os pro-
motores do meeting antes este reu-
nir-se.
Em geral haia mui pouca seguranga
no departamento de Apur'as, fora
mister sufflQcar mais uma revuagioa pe-
la as. Os caboo Zevall? 6 Ibernso
lo tn salvr-se pela fuga. '
snto wn priioneiros d Heate,

r4Al*M dkat r..n i ts qo'.toI
.0 gaw h -&MAw41boca tM11


Unnifo. -
ila mnlo o n^ rt uretli i rat p %copter os abusos
Ido Oltero. ljpeefa:-
t Art J.* -= & uf- tt a;obnia
nacionul e numten as ue o t&fa-
quillidatep bfica;, endo o dispsidb
no art. 23 da oonsfitr^- as auprem
inaqn~o- aobre o.fcities.em belocidos
soerbk saenida gorun da UnmAo
nos termoa da preseate I1.
4 Art. 2.o Autiumo ce-a a tranquil-
lidade public o. aeistros de Cultos
religious qo. em ortnaes, sermOes,
prattfe as, parae, editor oude outro
qualquer modo, no exercicio de seu
ministerio, procuramen caesar ou cau-
saremn a dobedimeaia de alguma lei
national oun LdorF ltados, e de qual-
qler acto da, autoridade public, ou
que, de algum modo.
SArt. 3.0 Attentartontra a sobera-
aia nacional, os ministers de cult s re-
ltosos que pelos meios indicados no
art. 2% ou quaequuer outros- cumpri-
rem ou fizeremn cumprn pi iqOes
emanadas- de urn powder _gngeiro,
quando coantrarias #cotitu isi
nacionaes ou dos-Estadoe, a: q3 rro-
garem funcgOesd4e caractMrjadill, as-
sumindo jurisdicao em rna wias con-
tenciosas, civis ou criminaes, e sempre
que quizerem fazer prevalecer ,vs cons-
tituio5es ou canones de urna religiae
sobre as constituigoes da nacao ou dos
Estados.
0 art. 4o estabece que para estes de-
lictos o process sera sumrnario e de
policia, dando-se aos indiciados o tempo
precise para produzirem a sua d'efeza
e proferindo-se logo a sentenQa. SAo jui-
zes competentes para isto, segiundoo art.
5o, os presidents, governadoires e chefes
superiors dos differentesestados, tratan-
do-se de parocehos, capellaes e outros
membros do baixo clero ; e o presiden-
te da Uniap, tratando-se de bispos, Si-
garios geraus, provedores e membros
do alto clear. "
0 art. 6 mandaque nestes processes
se observem as disposigbes do i odigo da
policia do Estado emin qUre tiver sI(1do
comrnmettido o delicto. -
Os -arts. 7 e 8 estabelece para os
membros do- alto clero. convencidos
destes delictos, a multa de 30Q.tM000
pesos, e de 50 a 800 para os `-e"ros,
do baixo clero. Os que nao I"ore
pagar a multa, serao destea"P, =
gundo o art 9o, para f6rasd#_jq ain
que os houverem come is lugar
nunca rnenos de 25 myria osds dis-
tancia, c4ntando-se-lhes alli l or
peso de multa. -
Em case -de reincidenieia aptfica-se a
pena de desterro para f6ra do palz per
dous a dez annos, pena quo poder
executive poderaftamhem app ar por
qualquer tempo, sempre quEtf4minist'
tro doculto ambace aordem public. .O
direito de exautorar ,para sempre um
bispo ou prelado, superior, reservou-o
para si o congress.
Nenhum ministry podera exercer as
funcoes ecclesiasticas em o exs inur
-do governor, que lh'o poderA casa$lu
suspender quando o juIgar conveniente.
Urm artigo transitorio declare quo os
ministros religiosos ja em exercicio e
que npo tomaram parte na revolucao,
serao considerados munidos deste exe-
quaiur. Esta tol foi sanccionada a 9 de
mawe polo president da Unieo.
-- Em Buenos--Ayres foi rocobido o
seguinte telegramma acerca da questao
chilena :
c Houve reunian de deoutados nacio-


naes para iniciarem na caniara a que
pertencem alguma cousa pratica e po-
sitiva na questao do Chile. Neste in-
tuito vao impor ao governor a attitude
que deve tomar, ordenando-lhe que
compare immediatanmente mais navies,
pondo a esquadra em pd de querra e a
made as aguas onde tern campado os
'asos chilenos.
S Garantimos a vefade desta noticia,
que, como se comprenende, 6 da maior
gravidade. A decfaranao do Sr. Frias
como president da camera, teve tam-
bernasua intengio. Como repetimos ha
dous mezes, a questao do Chile com-
plica-se.
RIO DA PRATA
Em Buenos-Ayres ferminara a ques-
tao do adiamento das elei96es munici-
paes, de que ja fallamos, degretando
o governdo provincial aquelle ad)a-
monto sobre accord do respective
senado. Entao a mairoTia da camera
dos deputados, recordando precedentes
de outras assembldas, a'cusoun o gover-
no perante o poro comeo- rdo de alta
traigao per ter-se arrogado attribuigdes
legislativas. A minoria per autro lade
declarou tambem perante os sous con-
cidadaos que considerava o acto do go-
verno perfeitamente constitutional, e
convenient para os interesses geraM
da provincial.
0 incident seguramente 'tao pass$
ria dis6o.
Temos, porem, outro adWnento. 0
primeiro ministry do gbpuete provjn-
cial putiblicara um'rn o, demons-
trando a impost" -'de por '*4
pratica a nova 0 0 aPO
a provincia' de B Ares pdHnD
venoaded 18972."M que stb*"
taria ella dmaoer stainte a
public, e que." humero n s
e commisksiry 36 ujb t jt MbM
da instrutcge pWl*ic 'titiR, S.,
excederia emol f4
Scro oa e cdtfe rfbo


g^ u t, s noticiamos.

alg e WQm~n rfr4i nAS pro-
jaeyam organisms p 'M urea graa-
WU.MW"fgtaqjo (d apfp de que ti-
vetm de desist a pedid* do Dr. Ame-
dle t medico assistente do general.
baham recomecado no R GQrandeos
trMflhos da construcCao do edificio da
aiMdega, sencb aberto prar elles,
&*P da quantia ainda esItente, mais
u n credit de 100:000000.
-IM Pelotas os accioniMstas da Compa-
nhia Hydraulica reuniram-se em -.essao.
par accusar o actual gerente, Custodio
Ebaque, d falta dftumprinmento de
deveprs e proper a sua exoneracAo.
0 substitute indigitado eiao capitCo
Atonio Candido doa Sita Job.
FOra assasinadq com doos tiros, na
cidade. a Cschoeira, as 7 horas da noi-
te 'de 9do corrente, o capitalist portu-
guez Josd Perreira Neves, chefe de nu-
osma familia.
Chegara preso, no dia 15, 1 capital,
a bordo do vapor Guarany o Iealiano
Micile Gonzlati, assassin do seu
compatriot _Iva&. Sangenetti. -
Maisde 8(Ssmas de46ipovo presen-
ciaram o sen &esembarque. Urna es-
colta, de 30 praqU aconpanhou o atd a
cadeia. ...
0 criminoso esta ainda no verdor dds
annos. i
Le-se no Diario de Pelotas:
t 0 encarregado do cemiterio, abriri-
do hontem urna catacumba da irmanda-
de de Nossa Senhora da Conceigao, en-
controu o cadaver de D. Dorothda He-
lena Vas, ahi depositado ha tres annos
e cinco mezes, completamente secco,
poremin, perfeito.
(( Nesse estado, sem dar parte a
nenhuma autoridade ou A mesa admi-
tnistrativa daSanta Casa de Misericor-
dia enterrou de nevo em urma c6va o
cadaver, afim de ser desenterrado hoje
para a familiar da finada ver.
(( Hontem, per occasion do enterro
do Sr. Leal Ferreira, foi desenterrado o
cadaver para que o Revin. S. conego vi-
gario e mais pessoas observassem o seu
estado.
Assim anda esse cadaver servindo
de joguete ao encarrr gado do cemite-
rio, que oenterra e desenterra, serm dar
satisfacoes a ninguem, praticando umn
verdadeiro sacrilegio -
De 1 de novembro do anne passado
a 30 de junho iultimo entraram para a
Tablada de Pelotas 310,948 rezes.
Nos mesmos mezeg Ia safra anterior
entraram 397,000 : houve, pois, agora
uma differenga pyra menos de 86,052.
0 Commercial &"I iGrand6, allu-
dindo a este facto, d1:M
c. Nas outras xarqueadas da provin-
eia awtan~a fhi mentor do que a do an-
no anterior, pelo que dove calcular-se
dum rn t na matanga gebal deste ann,,
de 4't,000 rezes, aktda cor a circutns-
tancia de quo, ^ondo o engorde dos ga--
dos noste anne so tardy e mrnto rapldo,
ha uma differensa consideravel para
mones no rendimento. de gorduras e
peso de carne. n
Appareceram em circulaqao na pra-
9a de S. Gahriel moedas mexicanas de
pes e de meio peso, que s'o evidente-
mante falsas, pois sao fuedid as eo som
6 surdo.-
Constava quo eram immensos os pre-
juizos na invernada de Gaycau, morren-
do a maior part dos reinas, devido isto
'A ultima effehente do Vaccacahy, quo


alagara o campo.
S. PAULO
S. M. o Imperador dirigio ao Sr. Con-
de d'Eu, em Campinas, o seguinte te-
legramma: ,.
SLondres, 12 de de julho de 1877.
-Conde d'Eu--Retribuo cordialmente
as congratulag5oes. Parabens aos pau-
listas.-Pedro.
Em Sorocaba f6ra barbaramente as-
sassinada, no dia 1.o por Ignacio An-
tonio Alves, uma pobre mulher seta-
genaria, de nome Anna Joaquina, mora-
dora no bairro de Pirajibit. 0 motive
unico desse attentado fbi desconfiar
Alves que a infeliz velhaa bavia' enfei-
7igado!
0 Hepacard, de Lorena, noticia
que no dia 18 do corrente, As 2 horas
da madrugada, fallecera de febre ama-
rella o Revm. Carlos Maria Bellati, vi-
gario da Lagoinha, que fdra desta cO6r-
te atacado do torrivel inal.
Tinha side vigario de Lorena, onde
residira per algiins annos' e ali gozava
tie getal estima.
Escreveram de Tatuhy: *
c Per aqui o que estj na ordem do
dia 6 a plantaQao do algodao; todj es-
tao tratando de ptntar, er para o anne
haveriA grande safra slate p6de dar al-
guma vida a esta ddada, porque o mu-
icipio d algodoeiro. v
RIO DE JANEIRO
0 senado, no dik'20, approvou o
requerimento de adiamento do Sr. Za-
carias, sobre o prqcto u. 303 de 1875,
dtversos projector Robre pensdes, mrn
Itricula de estudantes, licencs.a 4*
pregados, e autorisando a reSnra W
institutes dos taeninos pa B surdds
mudos. ft
Nos dias 241 e-22 nfo houve sessio.
No di&24, o Sr. Zacaaas justificou .o
leguinte projecto, que f6i mandado iin-
rirmit, ._tpm entrar discusAo:
( A aastnd da n yve:
c Art. 1. t0 A psoi ciaes de a-
nda dntr do e
ta7es


musg.
-Pop port~amaft.40 21:
Foi no_-- honorario do
exe rdito J6bMi^ pars
exeunt 4 i~b da oloa
w~twydat fwrd4o Aissan. do Go-
rup/, a pwtnneW* Marsar.ie
R-Mrcoa.e o pazo de 4 mezes
pwa amm de direato Joao Baptist da
Cw Carva~w entrar-ern exercido na
comarma do Rio Real, em Sargipe.
Foi nomeado o bripdeiro Seve-
dane Martin da Fonnaa para inspec-
ciMOnar e Asylo de Invalidos da patria.
-- PFoi jubilado corn todos os venci-
mentos o Dr. Ernesto Ferreira Franca,
late da J.a cadeira do 1. auno da Fa-
culdade de S. Paulo.
Foi tnransferido para o 2.0 bata-
lhAo- de artilharia a pd, o 2.0 tenente
graduado do I.o. da rnebma arma Seve-
rino Pedro de Alcantara.
Passou-se diploma, habilitando
ao cargo de juiz de direito, aos. fRa-
chareis Rozendo Mauricio Lobe, e Sil-
vio Pelico Pereira Ferraz.
Concedeu-se licenga anr padre Fe-
lix Jose Marques Bacalhao, #igario col-
I da freguezia de- Nossa Senhora da
CG~eivao da Alag6as de Baixo, na dio-
cese de Olinda e provineia de Pernam-
buco, per dous annos, corn a respec-
tiva congrua, para tratar de sua sadte
onde4he convier, deixando substitute
idoneo e competentemente approvado.
7 Diz o Globo que the consta sera
noerneado director da Faculdade de Di-
reito do Recife, o conselheiro Joao Jose
Ferreira de Aquiai.
BAHIA
Acamara municipal da capital resolve no
mear, na c6rte, urna comrnissAo composta pe-
los Srs. senadores Fernandes da Cunha e Jun-
queira, e dos Srs. deputados, Azevedo Mon-
teiro, J. A. Chaves e Francisco Jose da Rocha,
para apresontar ao Exm. Sr. BarAo do Cotegi-
pe a seguinte marfifestagao :
( Paqo darmunicipalidade da Bahia, 24 de
julho de 1877.-Illm. e Exm. Sr. Quando a
maioria dos brasileiros estremece pelo ultimo
triumpho per V. Exc. obtido na camera dos
Srs. deputados, por occasion da interpollacgio
do Sr. deputado Cosario Alvim, a camera mu-
nicipal da Bahia. fiel interpreted dos sentimen-
tos de seus municipes, vem dirigir a V. Exc.
as suas mais caras' e sinceras manifesta-
C5es.
(( Vai neste voto solemne, da maior admira-
gao e respeito. mais do que o nonme festejado
de um-cavalheiro distinct, e o feliz success
de uma idea grande, 6 elle al6m de tudo o
triumph da honra desta provincia, que, nes-
te moment, para todos qu e nos ouvem, 6 a
representagao mais feliz e bern accentuada do
nome brasileiro.
(( E' certo que V. Exe. ja ha muito se fazia
admirar.
(( Intelligencia robusta e cultivada, palavra
facil e elegante,'de urma sensatez admiravel, V.
Exo. reune as grandes qualidades do orador
provecto e consummado, do politico distinct
e admiravel, do diplomat sagaz e fetejads ;
hoje, por6m, quo V. Exc. acaba de lutar e
veneer na camera dss Srs. deputados, o meri-
to de V. Exe. subio a emparelhar-se corn as
almas privilegiadas que, em mementos supre-
mes, e de improvise, sabem evitar as invecti-
vas apaixonadas, para salvar, corn o amor
proprio offendido, a honra do partido ultraja-
da e a dignidade da patria esquecida.
i Oraculo de um partido grande e forte, fir-
mad% na confianca national, V. Exc. mostrou
quepoQssuia os p edicados necessaries a alta
diritcv&6 da politidh a que pertenCe. "Os resut-
tados de tamartha lucta nunca nos surpren-
deram !
a Sendo V. Ext. bahiano por todos os titu-
los, acostumado a prezar antes de tudo a honra
do seu partido e da patria, sempre entendemos
que a derrot4 so havia tornado impossivel para
V. Exc. porque alem do merito pessoal de V.
Exe. guardava-o a lei, o direito c honrosos
precedents, que o hayiam de conduzir sere-
no, inaiteravel ao pedestal da gloria.
t So estas as justas homenagens que a ca-
mara municipal da provineia da Bahia tributa
a V. Exe. tendo no governo de V. Exc. a mais
inteira confianca. Dens guard aV. Exc.--Ilm.
e Exm. Sri conselheiro Barao de Cotegipe, mi
nistro e secretario de estado dos negocios da
fazenda.--Dr. Francisco Jos6 da Costa.-Antonio


Ferreira de Barros.-Joao Baptista Pinto San-
ches.-Silvestre Cardoso de Vasconcellos.-Joa-
quim Pereira de Caroalho. x
-0 directorio do partido conservador, em
Santo Amaro, dirigio tambem a seguinte ma-
nifestatao:
A 0 directorio do partido conservador d'este
important municipio congratula-se respeitoso
.orn o sen err inehnte e prestigioso chefe o
Exm. Sr. Barao de Cotegipe pelo esplendido
triumph obtido per S. Exd. na sesslo de 13
do corrente da camera dos senhores deputados
per occasion de responder a interpellalo Al-
vim. Santo Amaro, 22 de julho de 1877. An-
tonio Qlavo C. de Araujo GUes, Jose Pacheco
Pereira, Jps6 Gabriel Calmon de Almeida, Pe-
dro de Araujo Argollo Ferrio, Joaquim da Cos-
ta Pinto. Dr. Lucio Casimiro Oliveira Bahia;
Padre Pedro Alcantara Gomes GuimarAes,
Joao Calmon du Pin e Almeida, Pauline Gomes
Guimaraes, Francisco da Silva Loiireiro, Fran-
cisco Vieira da Silva. )
0 Jornal da Bahia diz o seguinte:
SConsta por telegramma da c6rte que jd
esta assignado o decreto que concede certas
garantias aos capitalistas inglezes, afim de ser
levantado na praga de Londres, pelo engenhei-
ro civil o Sr. Hugh Wilson, emprezario da es-
trada Central, .o capital de 13,000:0005 para
a construceao da mesma estrada. s
Falleceram- em Japaratuba, Sergipe, o
Dr. Antonio Gatrcia Rosa, medico; em Villa-Vi-
gosa, comarca deo Caravellas. o-uijor JOo PI-
res de Carvtlo.
'- 0 Dr. aliefe de policit voltara da feira
de Sant'Anna onde tinha ido proceder a ave-
riguacqes sobre sedulas falsas.


PERNAIIUCO
ALSSEMBLEA PrnVICALL
SESSAO ORDINARIA EM 4 DE JUNHO
PRESI)ENCIA DO EXM. SR. COMMENDADOR NAS-
CIMENTO PORTELLA
4o melo dia, achando:se presentes os 8rS.
deLtados G6es Cavalcente, Aloofadp Junior,
M -Alves, Siqueira Campos Kasimento
PE alts e Silva, Herculano Bandeira,
Soares, Reis e SNiva; Medeira, Gaspar de
Drutmnoid, Moras 6iva, Manoel do R3go,
Pi'minino lie Nv ,Joquim do Mello Rego,
Ledh l Henuri- e,.i V/obf Chvkltnte,
Atsco OB islatoes, Olymplo Mar-
-ques, Vigilio .CoellM Amaral, Cheoo, PatIo
Pessoa, Meneolie O-e C&MBs Gavalcante, fabi
Cualp oi S&q. Ti odstw harraou cnbada. Figu
redo, Lacerda, Ag Cowik*I* Amm" i ,
A-freroC, O U- APo ai
iano Baptisl, Manoel. Arthur, Pedo A a
- Capele 01.Sr. isMt mire a
ritaR. &pfla a act. 4w seedS. mole-
cfli.aeapo -adaac ift U ante-
sedate. -
....0: 8.." SB lmitijt!f .- :P .:. ".q ,-
< "* k ',- .-g'-^J.j^^i- 4
o*^^.'rM~f^..^


. obripdo avir 'is
ONG"t monaetotf I _7of~ __f cld f|ipf
pandet ao nobre oenrrar-se a disdo; e es ,o
ao toria mais 0pportdtA ai.a
post.
(0 8S. Pinto Possoa "entra no salto).
0 SR. RTIS E SILVA :-Eil-o ahi.
0 Sn. OLYMPIO MARQUtS ; imWo mNo
qua o nobre doputado qhoW agora, no sia-
mento em quo vou respomade a algumas ob-
servafdes quo lez, qumado tratot da materia
em diacussAo.
0 nobre deputado de alMguma fOSrma convi-
don-me para o debate afini de ewrfcet&le q
tiral-o dus trevas em que se achava relaLiva-
mente aos negocios da companhia pernams-
cana, dizaodo qua estava muito habilitado pa-
ra isso pala circumstancia de sr fiscal dessa
companhia.
0 Sn. PINTO PESSOA :-Mas devo dizer que
*mAo chamei a V. Exc. ; V.'Exc. 0, quem volun-
tariamente vem.
0 SRa. OLYMPIC MARQUES :- V. Ec. convi-
dou-me e atW instou comnamigo para que ea o
viesse informar e tirar das trevas em quo se
achava : foram ostas as suas expresses.
0 aSR. PINTO PssoA : *-- E muito agradavel
para mira, vir V. Exc. ao debate, mas eu o alo o
convidei. '
0 Sn. OLYMPIO MARQUES :-Sr. president,
eu nesta assemblia sou flseal nao s6 da com-
panhia pernambucana, como de todas as com-
.panhias da provineia [apoiados], porque sou
fiscal da execuqao, do cumprimento das leis.
Nesta qualidade tenho o direito de fiscalisar
tudo quanto se pass na provincial e cahe de-
baixo da competencia da assemblea -provin-
cial, de que fago part. Nesta qualidade nAo
me escusaria de dar ao nobre deputado quaes-
quer informagSes, pxincipalmente porque elle
declarou que se adblava em trews, isto 6, na
mais perfeita ignorancia da material.
JA v., pois, V. Exc., Sr. president, que in-
dependente de ser deputado e'apenaa conmo
christAo, eu poderia dar quslquer informaglo
ao nobre deputado, e praticaria urn acto de
caridade, tirando-o das trevas. Julgo-me, po-
rem, dispensado disto, nao s6 porqur o nobre
deputado, membro da cuinmissio, ji respon-
deu, como tambemin porque o nobre depntado,
meu college de district, que acabou de-fallar,
disse alguma cous4, que-''e parece servir pa-
ra esclarecer ao nobre deputado. Nao set,
portanto, soe o nobre deputado ainda estd em
trevas, ou se j. se acha bastante informado ou
tanto quant o 6 precise para dar o seu voto.
Accresco ainda, Sr. president, que julgo-
me menos bem .informado do que o nobre de-
pulado, que teve a cautela de estudar, de
examiner a vida da companhia pernamoucana
desde o seu iniciamento, e que, pela leitura
que fez de documents, oecas officiaes e da
legislao, mostrou es-tar perfeitanmente bern
informado da biographia da cofpanhia per-
nambutana.
0 SR. GA SPAR DE DRUMMOND Naoe, elle
contour a historic da compgnhia.
0 SR. OLYMPIC MARQUS :-Srj president,
eu poQuco sei a respeito da vida intima da conm-
panbia pernambucana. Seique esta empreza se
estabeleceu nesta proyineia sob os melhores
auspicios em r6poca em quo o commercio de
Pernambuco muito necessitava de facilitar os
meios de transport entire esta prana e di. pra-
gas das provincias limitrophes, e que & mos-
ma companhia veio satisfazer a essa urgente
necessUtde do commercio de Pernambuoe ;
sei q*31 a companhia pernambucana em soeu
princilo fqj administrada por pessoas muito
competentos e muito hunradas ; sei,-pordm,
tambem que cahio em uma phase de deca-
dencia, devida a um erro de calculo ou mes-
mo falta de previsdo de seus directors.
Entenaderam eliles applicar upa grande part
dos capitaes da companhia em levantar gran-
des edificios nos portos em que enti-avam seus
vapores, abrir cannes pars facilitarein o trans-
porte dos generos agricolas da provincia, para
p6rem em commufticaqfo esses portos de sua
eseala corn alguns portos. interiores da pro-
vineia.
A companhia empregou nislo grande parte
do seu capital, e nio tirand6 d'ahi-O lucro quo
esperava, calio em uma phase decadent, a
ponto de suas acs5es diminuirem muito de
valor...
O Sn. GASPAR DE ]RUMMOND :-De nao te-
rem cotacao.
0 SR. OLYMPI0 MARQUES: --... da naeo te-
rem mesmo cotacao na praga.
Ne.tas condiQSes diversos capit'alistas se
reuniram, compraram as acqIes da compa-
nhia pernambucana e trataram de levantal-a.
AV frente delles collocou-se o Sr. Francisco
Ferreira Borges, come gemente ;. e 6 de justi-
ga dizer quo este homem presto grandes set-
vicos ao commercio de Pernambuco, levantan-


do a companhia pernambucana e collocando-a
em urn grAo de prosperidade muito brilhante
e muito coiveniente ao mesmo commercio.
Nunca me constou, Sr. president, quo du-
rante a gerencia do Sr. Borges houvesse pre-
varicacbes; pelo contrario, sempre ouvi de
todos os maiores elogios A sua direccAo.
Quando fui nomeado fiscal da companbia
pernambucana, ainda era gerenate b Sr. Bor-
ges. Nao tive corn elle relates de qualidade
alguma, senAio de mera cortezia ; nao conhego
a sua vida particular; mas tenho-o ainda na
conta de home honrado, pelo menos, nio
tenho conhecimento de fact algum, que dea-
abone a sua probidade..
- No fim da administracao e geroncia do Sr.
Borges sei que houve desgostos entire elle e
os maiores accionistas da companhia, printo-
palmente aquelles que residbm na Europa ; e
sei tambemn que o motive de taos e.-,:.?:os
foi que o gerente, tendo obtido grande lucros
na administration da companhia, em lugar de
remettel.-os aos accionistas, principalmente
aos da FIurope, que sao os maiores, op appli-
cou na construccAo daquelles importantes
edificios que hoje serve de armazens de de-
posito da companhia, escriptorio, etc. Isto
deu lugar ajque a administracao do Sr. Borges
neste seu ultimo period niao a dasse aos
accionistas estrangeiros, quo p cue
esse dinheiro fosse remettido pa E
ropa. oeo t
Ora, entendo que o motive desses a 4isia-
Ros em nada deslionra ao Sr. Borges, pelouq-
tario, entendo que elle ifez muito bemrn, a.p-
plicando o rendimento da empreza em vltos,
e solidos edificios para o seu service.
S-O SR. RATIS E SILVA :- E edificoioasim o
produztivos. E
0 SR. OLYMPIO MARQUES :-EntretaM W-
ses desgostos trouxeramn per parte do Sr. Bor-r
ges o abandon da gerencia e depois a satide-
missile.
Nao tenho, porem, conhecimeato, oomeoj
disse, de actor algum deaso uahor, quo jpina
macular a sua reputalo, a sua.b "s
Nestas condig5es nuo 01 .ssI pus-
sada deixar do protests
do nobre deputado, que
desse home, tanto maa
tado naio denunciou m ffl
meoos adduzio quaslqr:a4.
qu's servissem de base do'
Eis o que sei, Sr.
vida da compaohisa p --tboa, B
Qo a vida inuimra de neitaUm S4d Va
tes, de nenhum d se'as -
nha interveng-q, ome
que seja executsdo o o=da
nhia te om o goama
disto, flo p@s,.
da intima da eom
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4hM~ 4.^^BfiiB ^d cepebi5
ts d emprestimos
iltrit e circumutanclas
i J .:O prebi4pte, porque procurei in-
.. "..-,.| fe, que a compauhia nao tern conse-
.': .... ,O."mew r-lhhpa possivel conseguir
,i' : trafws de que precisa..no commereio d 's.
i ,,-'ad fdras m della. Ella, per comnsequen-
Ig .-, '' .."I jtewbitro reinedi senlio aquene de
"Iwe lancott mao. Nestas condigCos. so me
S :" pre examinar se a provineia p6de fazer o
[ lc .n ese o sacrificio que a provincla vai
tir no import n umr prejuizo certo ou
wewmo provavel.
Estou convencido, Sr. president, quo a
o companhia pernamnbucana Len a precisa idO-
*:. neidade pata resgatar" o emprestimo de 300
contos de r6is, se esta assembl6a ll'o conce-
ip' der. Assim portanto, garantido o direito do
lcredor ou o credit da provincia, nao tel'i dd-
f vida em dar o meu voto ao emprestimno, tanto
mais quarto elle econs.ituido de ta niodo quo
-; a provincia no toem de desmrnbolqar dinheiro,
mas apenas de adiantar apolices.
Mas, entendo, Sr. president, cono acabei
S. doe.diaer. qua dew haverajouito cuidado por
'- partelda asserabl6a emn tLes concessies, em
i:tqes favors, julgb' tambeal que todas as cau-
7? tWlas sAo poucas; e como esta assembl6a JA
*. deove ter o conhecimentb do triste precedente
de ter sido applicado ao pagamento de dividas,
.... e nao & renovagae do material, umn empresti-
S, mo feito o anno passado pela provincial A corn-
.-"' /panhia de Santa Thereza de Olinda, corn o flm
de set applicado A4 refiom'at)io de suas obras, e
'nio ao pagartento de divtdas, como foi appli-
cado, eu entendo que a assbinbl6a, autorisan-
do a presideoncia a fazer esta concessao A corn-
Spanhia, deve tomar as cauLelas nocessarias
-- para que urnm tal facto nao se possa reprodw-
zir, para que o emprestimro seja exclusiva-
mente applicado A renovaCao do material da
comlpanhia, afim de qua a sua direegico nao
tenha ensanchas para abusar: em lugar de
Sapplicar esse emprcstimo A renovagao do
mesmo material, comno pedio, vA applical-o ao
S*pagmento de dividas le credores exigentes, e
.' depois volte ao mesmo ,sLaalo emrn que se aeha-
; va quando requereu o emprestimo, o auxilio
A provincia.
Para prevenir, portanto, o abuso de que
acabei de fallar, aou apresentar uma emenda.
.Sbo lidos 6 postps- conjunctamente em dis-
"ussbo os seguintes additivos, sendo o ultimo
apoiado:.
( N. 70.- Fica autorisado o president da
provincia a contratar corn Jos6 Lucio Lins ou
rd comrquem melhores vantagens offerecer o
^ abastecimeo d'agua A pvonvagCito de 4fogados
Se suas circutvizinhan;-as, mnodiante as clau-
t sulas e condigoes.da lei n. 7993 de 1868 e ou-
tras quejulgar cjpvenientes.- Uch6a Caval-
cante.- Marques da Silva.- Dr. Manoel do
Rego.- Dr. Moraes e Siiwv..- Reis eSilva.-
[, Ratis e Siloa.- j. Moreira Aloes.- Barros
*Guimamrei.- Francisco Mfedeiros.- Alcoforado
Junmor.,- G6es Cavalcante.-- Firmino de No-
vaes.- Cunha Cuvalcante.-- Menelio Pinto.-
Soares.- Hcnrique Marqtues.- J. de Mello
... Rego.
(( N. 72.- Additamento ao additivo n. 56.-
-0 president acautelard (que o emprestimo
seja principalmente applicalo a renovyagZio do
material da companhia on A wpquisiilbo de
novo.- M. da Silva. )
E' tambem lido o seguinte additivo:
N. 71.--Flea approvado o acto da presidencia
da provincia,expedido ei data de 20 de janeiro
do corrente anno, relative a companhia de
grilhos urbanos do Recife ai CaxangA.- Uchda
Cavalcante.- G6es Cava lcante.-Francisco Jos6
de Medeiros.-Ratis e Silva.-Hllenrique Mar-
-ques.-Barrios Gtimaries. -Amarar.-Reis e
Silva.
O Sr. President observa que, com.quan-
to o regimnento apenas probiba d apresentagao
4de emendas relati;amente a abates, indemni-
-sago e restituigbes, todavia cumipre umrn dover
ponderando que a materia, que acaba de set of-
ferecida como emenda ao projeocto do orgamen-
to pode retardar o andamento da discussao do
mesmo projecto. Sobr& esse objecto foi jA
ouvidaa comnaissbo de obras publicas, a qual
-apresentouum project, que Lem doe ser dade
pars a ordem do dia.
Fez, portanto, estas corisidcrac.,5es aos au-
totes do additive, que esta assignado por 8
iSrs. deputados e portanto apoiado, declarando
que, se elles insistireim nl mesano additive,
v nato terA remedio senbo adaaittil-o a discussito,
* iuma vez quo o regirnonto a isto nio se op-
poe.
Levanta-se uma discussiba de ordem, na qual
Aomam parte part os Srs. Pinto Pessoa, Uch6a
Cavalcante, Marques da Silva e Goes Caval-
cante. -
O Sr. Presidente diz que, desde que os
:nobres deputados insistent no additivo e n'ao


havendo no regimento, comao jA declarou, dis-
posicao que o nbo consinta, a elle so cumpre
obedeeer As prescripgOes do rnesino regimen-
to, submettendo o referido additive A discus-
-so, "a qual conjunctmnetle entra; e que a
'* assembled resolve corn entendler.
0 Sr. Moreira Alves justifica o seguinte
requerimento, que 6 liJo. apoiado e posLo
conjunctamenie em discuss;ato :
SRequeiro que se destaque do or;amenlto
o aJditivo subre a estaja do ferro dc Caxan-
!- .-S. R.-J. Moreira Aloves. a
)0 :Q Sr. Medeiros faz algumas considera-
oeOs contra o requerihaeutoL do Sr. Moreira
S.Alves e em justiflcaeao do respective addi-
SUvo.
,. *oaiuttiARA'.

t: REVISTA DIARIA


Autoridade polical- Por aco de 23 do
corrente mez a presidenciu. da provincia no-
meou ao ypitao Francisco lo'lrigues Porto
para o cargo de delegado do termo de Ca-
ruarO.
SJuly do Recile-Sol hv presidencia do Sr.
Dr. J aqu mn Goncalves Lima., juiz de direito
4. 41 distrcto criminal, dove couoegar hojea
q urta sesso do jary do 1 "1.
-Freguoezi PrIv8W
itdiCesar Leal. ...
cisc scaGomes deoMiranda L-s.
ifiniano Jose da CosLh.
. teA Antonio da Costa Aunrian.
* 3. Fregue;ia do Santo Ai.tonio.
Verediano da Ilocha Viirn.
-ianoel de Souza. G-clvat.).
,Sebantifo SIanoel do Rego Barrs. ,
Alexanidre Jos6- da Costa Loitko.j
*-Dr. Luiz Antonio Aires.
Jose Soares da Fonceca.
Jos6 Pedro da Rocia Poroita.
Turtuwano am antos ViLal.
ttaSsca AugustO Pauss Birreto.
Thiago do Fanr as.
Wvwbtel da Ilocha.
aria de Arruda.
Aw eszaia- de .
y Martins do Miranda.







MA,


"a .
W^.^,* '


3U117"4
Forefrs Warbanf tbutof ioan w~vkoiwn~a"
coutqs a Joip Vrsneusoo da le. dlnoli
saualo o tWeo do Bome o I
m, fofep preso petolo sbat W
dlstricto, se n44hl e apMtondtds doq A-
vallas e unma preta, quO ia em suea cp
de nome Theo4or e pertenoento a AO
Joaquim de Barros, do term doe Taquare-
tinga.
--No dia 17 tadibem do corrente, o subde-
legado do mehcionado district do Taqtare-
tinge prendeu, em flagrante, a Seraflm Bexerra
dos Santos e Martiniano Ferreira Martins, por
crime de furto de cavallos.
Ladr6es-No 4ia 21 do corrente, fai preso
em flagrante, qa villa do IiMoeiro, Maneel Ho:
norio, por crime de furto.
Na noite de 22 para 23, no lgar Gumbe, do
dctrictu da mesa villa, foram press, tam-
bemfem flagrante, pelo mesmo crime Lauren-
tino Gomes de Souza e seu irialo Francisco
de Souza.
A autoridade policial procedeut a respeito de
todos na forma da lei.
Inquerito-Ao" juiz compete nte foi remet-
tido pelo subdelegado da Boa-Vistapo iMiewi-
to policial ja que precede t contra Hypw o
Adolpho da Silva, cocheiro do carro da com-
panhia Ferro-Carril que fracturoi a perna da
proeta Perpetua, de quo nos occupamos ha
dias.
Gentllezas dos laraplos-Os taw senho-
res continuarn a pratioar serearnmente a sua
industrial.
Na noute de 26 para 27 do corrente torar&.aps,
sitios dos Srs. Conmber e commendador Frati-
cisco Ribeiro Pinto Guimar'es, ambos situadbs
no Chacon, e dahi, em falta de cousa melhor,
furtaram os canos de chumbo das respectivas
canalisaCges.
Na noite de 27 para 23, forarn ao sitio do
Sr. Dr. Jos6 Bernardo Galvdo Alcoforado, no
Caldeireiro, e tentararn por duas vezes praticar
a mesmna cousa, nao realisando o seu intent
porque foramn presentidos e perturbados
quando jA tinham comegadv a operaogio da li-
magemodo cano.
E diz-se que as autoridades slo a ctivas e
zelozas!!
Falleclmnento-Hontem, pelas 8 horas da
manhA, falleceu de urea congestdS pulmonar,
o religioso carmelitano Frei Joiquimn de Santa
Maria Cunha, no respective convento desta ci-
dade.
Sen cadaver acha-se depositado na igreja do
mesmo convento, onde hoje pela manhi se fa-
rAo os ultinros suffragios.
Boa viagem-O vapor inglez [beria, che-
gado sabbado A tarde ano nosso porto, trouxe
urna b6a viagem da Bahia, pois que, tendo sa-
d'alli As 2 horas da manhil do dia 27, fundeou
no lamariao As 2 horas da tarde de 28 do cor-
rente.
Missiva da cOrte Recommendamos a
leitura da carta do nosso correspondente na
cOrte, que vai publicada na seceAo compe-
tente.
Para a Europa-0O vapor inglez Tagus le-
you 172 passageiros, 7 dos quaes embarcaidos
em nosso porto.
0 vapor inglez Ibeuia levbu 96 passagei-
ras, 19 dos quaes embarcaram em nosso
porto.
Mais outro-Arnanheceu hontern roubada
a officina de barbeiro do Sr. Joaquim JosA Ri-
beiro Vianna, A run do Imperador n. 67.
Os lad roes servindo-se dos andaimes da ca-
sa em reedificacao, que lbhe fica ao pA, arrom-
baram a parede correspondent ao andar que
sobreflca A ofticina, e,.praticando o mesmo no
assoalho daquolle, foram a esta, e d'ahi rouba-
;ram quatro centos e tantos mil reis do ''R. Ri,
beiro, e cento e tantos dos. seus officials.
Livre peusador-Sahio A luz o n. 8 dessw
journal, orgrao da nova propaganda philoso-
phica.
Diabo a Quatro-Tamnbem publicou-se o
n. 108 desse periodico illustrado.
Supreme tribunal de justlea-Na ses-
sid do 21 do corrente.
Foi distribuida ao Sr. Silva Guirnarbes: a
revista civel n. 9,121, da relagbo de Bolemr [Pa-
rA] entire partes--R. Antonio Borges de 0li
veirae R. Francisco Antonio Vieira da Cu-
nha.
Foram julgadas as revistas civeis:
N. 9,090. S& Luiz. RR. Ricardo Decio Sala-
zar e outros. RR. o tenente-coronel Jos6 Gon-
calves Teixeira e outros. Negou-se a revista
contra o voto dos Srs. Silva Guimnaraes, Al-
meida e Barbosa.
N. 9,102. Fortaleza. RR. Antonio Manoel
lgnacio e outros, por s tu curadcr. fRt. os her-
deiros do ffnado Ignacio. de Albuquerque Ma-
ranhbo. Foi concedida a revista e designada
a relagio de Pernambuco para a revisao e no-
vo julgamento.
0 Sr. conselheiro Coutp expoz os fundamen-


tos da revista commercial n. 9,117 [Pernam-
buco], a que slito: R. loto Teixeira Mchado, e
RR. Robilliard Lidstone & C. Passou ao Sr.
Pereira Monteiro.
Saldanha Marinho-O Sr. Francisco Fo-
ligonio de Souza Magalhbes acaba de expor ao
exame public, na livraria Industrial, A rua do
Barbo da Victoria n. 12, urn reLrato. do Sr.
conselheiro Saidanha Marinho, Irabalho feito a
bico de penna, e que o Sr. Magalhaes pretend
offerecer A commissAo central de soccorros
As victims da secca, afim de ser vendido e .)
seu product applicado a Alliviar algumas do-
res dos flagellados do interior de Pernam-
buco.
0 Sr. Magalhaes 6 simplesmente um curio-
so, um amador de desenho: mas inquestio-.
navelniente tern aptidao, tern grande vocaQgo
para a cousa, e disto 6 uma prova o Itrabalho
a que nos referimos.
Foi reconhecendo essa vocaglo que a as-
semblea provincial consignou no vrgamento
vigente urna quota para que o Jr. Magalhfies
possa ir dedicar-se ao desenho e pibtura na es-
cola de lellis-Artes do Rio d4 Janeiro.
Sillstria-Esta cidade, a qup, segundo umrn
telegramma da agencia Havas, 0a russos aca-
barn de por cercd,6c situada no ibaixo Danuluo
na Turqr.iaeurop4, a Idordeste de Ruutscibuk
(Bi _aria.) '- '. -
capital do4 0; 4'jmoui"w as quatro
tioas da Siuilttf Toultcba" Varna e Baba-
dagh. .
SE' cidade commercial e ao nmesmo tempo
praca fofle.
IEm 1828 foi em v"io sitiada pelos russos.
Em'1829 oi tormada polo general Ditbitsch.
Em 1&:3 resifio A Paski6witch.
Loterl. QAinta-feira, 2de agosto, serA
extrahida g4lotrla 3M;. em bnoeficio das obras
da igrjai matriz de Afogadds.
O esc aha,.e A veida na thsoura-
ria dap htaie t1jkdecalcahs do r. Porto,
a psa da Indepewunoia n.;37 e 39.
As listas -sahiro, so me dia' e os pre-
Wioase pagans j into| "
PrMn .-Leram-se
no dia 9,'aa matS os seguinLtes
prolaiams: -


[4*0 Fuiaaisca BariuQ
% ..L,~a ro k ,
1'w i$ w w ''^ :* -_" '

M;.f ..
,-,-


^"^j liff^^^5>^^* -. PSSM
w .i


ams~oSAuWS Felippe da8ja on corn VIen-
as -Up* do 2-rpimento.
Jofo JQS6 Tactio do Faruas corn Mathilde
Gomes ,S6va4m.
losS Vlente Ferroela caam Crescencha _a
do Patroplnlo.
D- Bauito daB Silva Gama corn Maria d#O-on-
Manoel Bernardinode Senna Guimartes corn
Sebastlana Maria da Sitva Lima Costa.
Josa Laurendio de Azevedo, viuvo, corn
Isabel Emilia Ferreira Vianna.
Francisco Gongalves de Souza, viuvo,,corn
Candida Firmina Brasileira do Mello.
Algebiro da Costa Vieira corn Luinda Maria
Paula.
Vicente Ferreira da Costa Tavares com Anna
Luzia do Monte.
Passageiros-ahidos para o sul no vapor
brastleiro Bahia:
Dr. CaetanoGuerreiro de Castro, 2e cadete
Joaquirnm Barbosa Cordeiro de Farias, dito Jos6
Nogueira Bruno, JosA Augusto de Souza, Jos6
Joaquirn de Oliveira, Luzia-Demourizme Olivieri,
H. M. Harvey, D. Eufrauzina de Miranda Lima,
dous flihos e urea criada, Jos6 Joaquim de
Carvalho Moraes e dous escravos, Dr. Jo6 de
Barros Franca. Dr. FranciscLo Altno Correia
de Araujo, Gabriel Loiscau de La Roucha, Au-,
gusto Accioli de Barros Pimentel, Dr. Jose de
Barros Albuquerque Lins, JIquimn Antonio dc
Carvalbo, AnLonia e Freitas, Jos6
Antonio da R&ftw-nada Mairepda,
Severiano de Sie|te e urn sobri-
nho, D. Carolina Ro 4 artyres M6ndon-
Ea, Josd Dias de Pa;si, Wrecio, Jobo, Jean
Demeester, 2 sold*ad3 pracgas de marinha,
Antonio Jacintho Paes de Mendoqa (africano
livre), Benedicta Cordeiro, Lu# Oivalcante de
Lima, Cizinib Manoel Cardoso, Manoel Paz,
Jean GomesSeverino Pazos, Manoet Blanco,
Antonio Lourengo Gardoso, Manoel Ricoy Ar-
geboy, Deodato Antunes, LuizAugusto d'Hoca,
Bento Vieira de Lemos, Leo.adio Jos6 Lorenco
e 48 escravos.
Sahidos para o norteno vapor brasileiro
Es'pirito Santo :
Antonio Gandido Vianna, Joao Jose Vascon-
cellos, Arcadio L. d'Almeida Fortuna e sa se-
nhora, mn proso, umra praga. Clara Maria los
Santos, Jos6 Blando, Isidro da Costa Gade-
lha e Vicente Jos6 da Silva.
Chegados dos portos do oul no vapor in-
glez Tagus:
Jose da Silva Loyo, Evaristo Tdxeira Pinto
Gomes, Jos6 Thomaz Pires Machado Portella.
Maria Taracedo, Antonio Alves de OQliveira
Braga, Pomnpey Dolley, sua mulher, um filho
e umrn criado.
Seguem para a Europa no. inesmino va-
por:
Augusto de SA e Albuquerque, sua senhora
e tna menina, B. da Costa Maia, Manoel da
Silva Nogueira, sua senhora e urma driada,
Francisco dos Santop Vianna e Manoel da Cos-
ta Coutinho.
Sahidos para a Europa no vapor inglez
Iberia:
D. Pedro Alsino, Felizzola Felice, Guiseppe
Cammartelli, Miguel Massulo, Domenico Mat-
teo, Isabella Francesco Antonio, Pietro Paol*
Alfano Giovanni, La Greca Andrea de Antonio,
Lasalvia Vicenzo, Tounmaso Matteo, Michele
Fiedenco, Antonia Fredenco, Pasquale Masca-
rella, Jos6 de OJiua Costa de Souza, S. Pra-
do, Jose de Azevedo Silva e tenente-coronel
Francisco Antonio de Aranha Chacon.
Loteria do I qlF Janeiro Pot te-
legramma roecilq 4O6rte, 'consta ext'ahir-se
hoje a 671a loteria, a beneficio dos servidores
do estado. ;* -. -
LeilOes-Amanhl devem realisarm'a se-
guiPtes: 4j*
Pelo ageate Pinto, at rua do Born kq~us .n
53: da cas terrea n... 64 rua do lsia.o. e
Santo Amnaro ; e do ao n4 i da esu4dado
Rozarinho, na Encruzilhada de Olinda.
Polo agente Sttl46 rua Duque de Caxias
n. 18: do sobrado-.5 na travessa do Livra-
mento [antigo Padrel; e de uina letra vencida,
de 5 0005, aceita peld Bar.o das Mercys.
Polo agent Remigie, no armazem do Annes,
ao Cases da Alfadega, de 45 caixas corn massp
italianas. "
Protesto de ietras-O escrivbo interino
de protests, Albuquerque, esta de semana:
cartorio na ua Bella, loja'do sobrado n. 37.
Cemiterlo publfco-Obituario do dia 27
de julho de1877:
Henrique do Amaral Ribeiro, branco, Por-
tugal, 14 annos, solteiro, Boa-Vista ; febro
amarella. -
Lydio, branco, Pernawbuco,tO9 dias, Santo
Antonio; convulses.


Maria Thereza de Jesus, preta, Pernamibu-
co, 52 annos, solteira, S. Jos6 ; hemorrhagia
cerebral.
Luiz, pardo;Pernambuco, 8 mozes, S. Jos6 ;
cbnvulsoes.
Alexandrina, escrava, preta, Pernajbuco,
30 annos, solteira, S. JosA; anazarca.
Maria Theodora da Conceigo, pretax, Per'-
nambuco, 60 annzs, solteirC,: Recife; polite
chronic. .
Um parvulo encontrado na porta dia igreja
do Espirilo Santo, mandado pelo subdelegado
de Santo Antonio.
Francisco Radiche, bronco, Portugal, 67
afinos, viuvo, Santo Antonio ; congestao ce-
rebral.
Hermina, para, Pernambuco, 19 annos, sul-
teira, Santo Antonio; phtysica pulmonar.
LucijofMarla da Conceigio, parda, Pernam-
bucqo| annos, casada. Boa-Vista; tubcrcu-
lo.0lilnonares.
.smenia Gargina Xavier Bittencourt, bran-
ba, Pernambuco, 20 a-inos, solteira, Santo An-
tonio; cachexia chlorotica.
Januario, escravo, preto, Pernambuco, 12
annos, Graa; intero colite.

Junta commercial da cidade do
Recife
ACTA DA SESSAXo DE 26'DE JULIkO
DE 1877
PREStDE&CI4 DO ILLM. SR. COMMJNNDADOR
A .A..E MIRANDA LEAL
,AJOp1/4 0'^ RNa tando runideas
os S_9. at Lopes Ma-
chado, Ca o. ,T ate Alves Gu(erra
e secretario Dr. talio 0 arop es, o Sr. com-
mendador prestdete deelarou aberta a sessao
e Mda foi apprpyada a acta da sess'to antecdi-
d ente.
Proeedeu-se a iqtura do sebiulte
zxpediente .
Officio de 21 do corn-ate, da tbesouraria d
fazenda desta provipi.peclarando qua-o
pao veio ordem do th6oro alforisando a s-
pema do alugnel dai cis onde funcciona esta
* t2W.--Co~A~tt ique-se a S. Eve. o Sr. prosi-
ideffe da. jHwnncia.' *
Ofleio.: de 'jo eorro9w, do presidesft-da


Saaod a -e'" "eS0 .- -doe -



a
Intww., etrfc B^,-: '., -- ', ..
WSo A!S^ f


jCdw n^SS -6^ H^^ ^sS


{ *--lb.x a baina

Ie s d rJ L j& Irmao, pedin-
do por certidio o ir da carta de matricula
conferida am spupplicuntes ou a Joaquim da
Cu nha Fruire. -Naorma peijda.
DO I cA n o-Snio dira Poixoto. ro-
o.ro d to. ssoobdd Luiz Lack,
0assitadop o segundo e o terceiro
exozemplares plas testetmqnhas que fihnram
o prlmelro, archive-se, na forina da lei.
De Manmel-Joosquimn Gongalves e Jose Maria
Gongalves Vie-ra Guimartes, registry do con-
trato de sociedade -sob a firana desti & C.-
Seja archivadoem vrtutde da resolucAo impe-
rial de 2o deo ir ultimo.
De Josd Gomes Mouteiro & G., registro do
contrato social.-Assignada a petico pelos so-
cios individualmente, archifte-se o contrato
na forma da lei.
De Alfredo Luiz Pires Vianna, para que se
Ibhe made passar patent de agent de leiloes
desta praga. Junte oertidfo de idade, como
preceita o 1.o do art. 39 e o art. 68 do codi-
go commercial, e prove o supplicante o requi-
site exigiao no 3.o do citado art. 39, r isso
-que os tres attestados apressntados o p6-
dem produzir o efito que pretend.
De Antonio Gonitves de Barros, registro da
noMeaoao do sea caixeiro Jobo,,dfs Passes
Nepomuceno de Barros e baixa na tio seu ex-
caixeiro Joao Gongalves le Barros.--Cbme e-
tjqer. 0
De C1i o e Freitps, registro da nomeac o
de seu o inro Anastacio Ferreira da Costa.-
Sea reff Ja.
4., A. LIlt, para igual fim quanto
aos s eq Manoel Rodrigues das Neves
e Ma ues das Neves Junior.-Como
req ueL~r -
De Epi aior da Rocha Wanderley, registro
da nomeagao de seus caixeiros Alexandre Se-
bastiao dla Silva Braga e Hypolito Soares de
Barros Cavalcante.-Como pede. "
De Reis e Silva & Moreira, igual registry
quanto aos caixeiros Sebastibo Jos6 Gavalcan-
te e Manoel Jose da Motta.-Seja registrada.
De Francisco de Lima Coutinho,- igual regis-
tro quanto aos seus caixeiros Miguel daSilva
Braga e Joao Pinto Ribeiro; Na forma pe-
dida,
De Brown Thomson & C., registro da pro-
curaCio constituindo-o agent, nesta cidade,
da companhia imperial Fire Insurance. A'
vista- do parecer fiscal, registre-se.
De Mayer Lehmann, registry da procuragco
outorgando poderes a Roberts Majoli para ge-
rir a firima commercial desta praga Lehmann
Freres.-Registre-se.
^k Ramos & Irmios, registro da nomeagbo
o sens caixeiros Guilherme Ferreira Ramos
e Genciano dos Santos Silva, baixa no re-
gistro da do ex-caixeiro Franisco Canuto da
Boaviagem.-Na forma requerida.
De Antonio Pacheco da Silva, AndrO Joaquim
de Azevedo, Francelino Quintino dos Santos e
um commanditario, registro,do distrato da so-
ciedade Pacheco & Azevedo.-Apresente Jos6
Joaquim Moreira procuracao que lhe outorgu4
poderes para firmar *p distrato, Qujo registry
se soUcita.
Doismos tires primeiros aesociados, para
queiidrglstre o contrato de sociedade sob a
ffma 'pWeco & Azevedo. Archive-se, na
orinif da lei.
De 14& Azevedo de Andrade, registry da
n me -que apresenta dos seus caixeiros.
ae Abq tstosa & C., registro da nomea-
aj .eu caixeiro Felix do Arrpda Lima.-
De ias Gomes Fernandes & C., registro
da no'iacao de moo oaixeiro Delfino Miguel
da Costa.-J-egistre-se.
De D. Maria Luiza Ffrlira Maia e Braz Mar-
celino do SacrameotoL rlgistro de contrato de
sociedade. Dattlai eclaracno assignada
pelo corftretanto, archive-se, na formal da lei.
ltpresentacgo da seereharia, declarando que
foram.hontem entregues dous livros do agen-
te de leiloes Joaquim Maximiano Pestana, em
cumprimentp do despacho de 19 do corrente,
e quo umwdelles esti par tal form molhado,
que tended a desapparecer .-ua escripturacio.
--Subsista o despacho proferido na preoedente

mariaa es-officio tentado contra JosA Mt^
ria Gesar do Amaral, administrator dos arma-
zens alfandegados sits ao Forte do Mattos
ns. 19 a 28, por infracno, do disposto no art.
89 do Codigo Commerciat Lieos os trtigos
de accusacno offerecidos. pelo fiscal, proferia-
so a seguinte despacho :
A junta commercial recebe os arts. de fo-
lhas 3 e 4 e manda que o summariado res-


ponda no term de cinco dias ; e para este fim
remetta-se o present summario ao Dr. juiz
de direito substitute reciproco do commercial,
como faculta o art. 17 do decreto ft. 6,385 de
30 de novembro ultimo.
Dito contra Raymundo da Natividade Salda-
nta, lido o respective articulado, profeiio-se
identico despapho, officiando em ambos os
processes como secretario o Sr. deputado
Cascao.
PetiQbo de Francisco de Miranda Leal, cor-
rett r geral desta praga, nomeando seu pre-
posto, na forma da lel, MigueW Norberto Rodri-
gues Freire. 0 Sr. comgneqdador president
jurou suspeig't : e assuwmindo presidencia
o Sr. commendador Lopes Lachiado, a junta
commercial approvou dita nomeaaos e.orde-
nou que fosse regialtda em terms.
Encerrou-se a seAo A meia hora da tarde.


PUBLICAOES A PElDU

Tributo de amizade
AO MEU LNCONSOLAVEL AMIGO 0 ILLM. SR.
JORGE TASO, SUA EXMA. CONSORTE, E Fl-
LHOS, PEP SENTIDIBSIMA MORE DE SUA
PBEZLVA FtLHA D. GEORGIANA TASSO.
Que fatalidade, meu pail
Alvarcs de Azevedo.

bra' tra lior gentulzinha!
Yai-Stm'tems floi-nba,' ..
.Vivendo. -ainda enm Jbotlo
Tendo o orvalho das caricias;
E por p.rfumes,ldelicias;
E por seiva o coragao.

Aos raios do iol ardent,
,aheni-lhe as petalas! De repent
r bre flor emmurcheceu!
do d d c urn a ijo lindo,
Veut apanhal-as sorrindo,
- iorrimdt.va ao edo .

U1a de noy* rnid4o!
"-se de4. ibrindo,
A! Baa r.


r *



HWM- it'

-. a ."


.adjol0 de 1077,lenod d e
S eaiW=o. .d -0
T.B.

Breve
Con surprsa i em dis dta' semana nas
coltimta do Jqrnal do -Pat sob o titulo
a As fir&i de oaridade e pas Prs aaritae P
urn artlgo, transcript do Globe, quo people des-
poLo e rancor que oespira, obrip-ip a deixar
o ;ilencio a que me votara, e apezai de minha
fragilidade, vir do alto da imprensa, senlo
profligar o acervo do invectivas irrogadas
&quellas verdadeiras filhas da religilo de Chis-
to, io menos protestar contra a audaciosa pre-
tengo de expoL-as tMo deslealmnente ao des-
credito e a odiosidade.
Sinto faltarem-me os conhecimentos neces-
sarios; mas a causa 6 just, e a justice sert..
-o meu escudo.
. Pouco import que se diga que uoo aconm-
panha as idWas do tempo quemn pretende teste
secilo de progress em todos os ramos de co-
nhe.cimentos-a restaurac5o de sociedades ana-
chronicas e inuteis no bernm da humanidade :
o future provar& a falsidade deste paradoxo;
por agora a isto ha s6 urma resposta-o mais
solemne desprezo.
Mas que progress 6 o que autorisa LAo es-
forgados declamadores e virulentos reacciona-
rios a banirem a verdade, e negarem a paci-
ficos e caridosos estrangeiros o direito de hos-
pitalidade, garantido por nossas lois?
Somente o progress do rmal.
Os viperinos zoilos, quaes Inertes zangSOes,
s6 se decupain ou da more daquellas institui-
qbes, cujos favores elles lobrigati, oulda de-
turpaVAo de suas obras.
Monorianiacos de reform;, nada Ihes agra-
da ; e dis porque vemol-os, ostentando de de-
cididos sectaries dus novas iddas, desejando a
mais ampla liberdade ao espirito human, con-
cluirem depoisdessas proposigSes corn a mais
flagrante contradicAo pedindo que como me-
dida de seguranca public se vede a entrada
em nossa Lerra aos lazaristas !
Que demencia os domina! ?!...
Ignoram olles que fallam de progress e se
dizem li'vres, que no paiz da liberdade por ex-
cellencia nos Estados Unidos, mensageiros de
paz e zelosos serves de Christo-os lazaristas
teem entrada franca, possuem magnificos es-
tabelecimentos dedicados ao ensino da moci-
dade?!
A paixio que os cega os obriga a townar a
nevem potr Juno, negando o direito ae residir
em nossa patria a aquellas pessoas a quem
mais que ninguem muito deve todo o brasi-
leiro cordato e hone3to agradecido dos rele-
vantes servings prestados A htumanidade e ao
paiz.
Ao env6z da gratidao, os d6mocratas exal-
tados, que n1io desejam .6r intransigentes e
irrceconciliaveis, quepAo querein nas questOes
da igreja e do estad? *4 a victoria, de min corn
a oppression de outro aconselhamn entretanto o
banimento aos pacificos e virtuosos estrangei-
ros cjue vivem nos prbdigalisando immensos
beneficios t custa de enormes sacrificios que
fazem, soffrendo insultos noap sJ dos espiritos
abatidos pelas enfermidades, mas o que o
peior mil vezes, talmbem dos espiritos fortes
.que ennegrecendo-lhes ahonra e p conceito,
julgam so podel-os vencer'galtando corn a vet-
dade e negando-lbeso direito.
Ah F ingratido a quanto nao t'arrojas! ? ?
Vencidos sem duvida pela luminosa e irre-
cusavel evidencia, reconhecem e aceitam como
idea sa e de grande alcance a creagno das ir-
mbs de caridade, desenham corn finas tintas
os prodigiosos servigos destas santas senhoras,
mas nio terminain sem contradizerem, con-
siderando o papel que ellas teem 'assumido,
comno allamente pertioso para o future do
paiz !
E' o arrebatamento pela idea que os domina
eos 0az esqueocer o papel -que representam,
expondo & deris'o e escarneo aquellas a
quote, como amantes do bern e da liberdade,
s6 deviame gratidaome consideracOb.
Quem visitor os diver~os estabelecimentos
do educaiao e de benefloncia a cargo das
irmas dq caridade, serves perfeitas da reli-
gifo do Martyr do Golgota, ver4 a maior or-
dew e asseio que reina em tudo, presenciarA
o desvelo, a solicitude e o interesse que teem
para cown aquelles que Ihes sbo confiados :
verdaeoiros milagres para quem 6 temente a
Deus. Tudo alli 6 born e digno de contem-
placaio: e sdbe de ponto a admiracqo se se
conhecer das necessidades daquellas angeli
cas creatures, das penurias porque passam,
dos ultragas que soffrem, sempre resignadas,
sempre infatigaveis.


Causa de certo indignaciao vOr (que emquan-
to eUas se tornam dignas dos encomios do
uma nacao generosa e civilisada, surgem zoi-
los ingratos que obseureQa tudo, e as quei-
ram tornar victims da mais absurda pre-
potoncia-toloher-lhes a 'entrada e a residencia
em nosso paiz.
Tal 6 a mesquinhe, destes reformistas que
consideram comn attentorios ao nosso pacto
fundamental'. As leis alguns favors concedi-
dos a estas bondosas irmas; esquecidos de
que dAo uma leve comp a -r---vida de
privangas e de labor continfo, que ellas levam
nos hospitals e estabeleci;nentos de benefl-
cencia, vida a que talvez nnhuma das nossas
patricias, ainda coiio melhor'salario possivel,
se nao sujeitaria.
Veem os exaltados demnocratas uri privile-
gio odioso, a destruiodo da4 families na just
concess.o que ihes fez de ensinar a mocidade
brasileira, e para expol-as ao ridicule, negam-
Ihe habilitacao para este soto e difficil mi-
nisterio, embora se contradigam, feridos da
evidencia, cDnfessando'que entire n6s o anal-
phabetismo d de80 por aento. Acaso desconhe-
cerAo que poucas das nossas compatriotas estlo
ei estado deassumirenr a Tregencia de osta-
belecioentos de educacgo, importantes, como
os das escolas publicas, em cujos concur-
sos aio 6 raro ver-se do 10 a 12 inhabili-
Ladas ?
Dentocratas, perdoatme a afouteza, vosso
receio 6 iniaginaro.
So a irmfa de carlade e os lazaristas teem
na primeirr' cidade da America Meridional,
(co-mno ig Europa e n America Septemtrional)
giganl4os collegios 6 isto devido aos seus
esforCos, ao borm e I 1 cumprimento de seus
devere6 e ao born coceito que mnierecem que,
flo dosrasileiros cordatos,- nWn licara marea-
do corn as vnsew declamagOes.
Se nenhu-r ,i*4 pw'r- -&xisLtenles intervem
nos college do carodadt, o porque, covio sa-
-beis. tal 6 xactidlo a observancia que fiel-
menLo dao leis nos seos estatutos colle-
giacs, tli 6 cspeito que votamaos bons cos-
Lumes que ) precissim serem incommodes
as nutorida ; para exercerem a fiscalisagAo,
necessadia miente onde reina a discordia, o
desleixo e a immoralidade.
Quereis, amante do progress, mais de fa-
lilias educaias nos principios de aaor A pa-
tria, ao prbxmo e ao trabalhbwr-clhormente
do que no$ collegies de caridt4
Ignortis do certo quo i- 4S eine naib ss-
mente as verdades do cbrsUaostno- o cultS
interimo- as as pas de maifest o- de
respeito ac nesm Cr e ats o nkIuobs-
ou 6 cuke teo ? i
QuarmiBa t0l.n^ .to^ e ttotii,
Se c.,,VPoras de-


,_,_. iiti *' mbk~rhto~~'. w jteft" dfio -'
fimmOrHD' -l --; L -W:
Irm


Junta


PRAQA D6 ..- $ 22..

As tries horse. a

Cambio sobr /Londresgo0 -dv'S.. .
bartario2t.3/8.p A. p
Cpa 4am
Cambio sobre Paris, 90 d/v. 391 y.:e o.0 9,
bancario, hontem. "
Dito sobre dito, Avista, 395 rs. o franco,.. laj'
cario, hontem. '
Dito sobre dito, Avista, 396 rs. o francou,, -
carlo.
3ambio sobre ifamburgo, 90 d/v. 486 re.xpor
R. M., bancario.
Bernardino de VascGrc.alI0,
President, -
Joao Leal Reis,
Secretario.


ALFANDEGA
Rendimento do dia I a 27
Idem do dia 28


587:619#768
-32:92*783


620:54061

Descarregam hoje 30 de julho de 1877
Vapor national Dantas, (esperado) generous na-
cionaes e encommendas para o trapi-
che Companhia.
Escuna ingleza Elisabeth Tayier, ti'ilhos de
ferro para o trapiche da alfandega,
para despachar.
Patacho allembo Clara, trilliho de ferro para o
trapiche da alfandega, para despachar.
Baqf. sueca Condor, trilhos paja o trapiche da
alfandega, para despachar.
Barea allemA Sophie, varies generous pars al-
fandega, ferro, phosphoros eespoletas
despachados em transit polo trapiche
SConceivAo, e phosphoros para deposi-
to no trapiche Barbq do Ivramento.
Brigue portuguez Bella Figueirease, various ge-
neros para altandega.
Patacho inglez Volante, farinha despachada
Sparea o l ponto. "
Patacho ameriiano Frances Jane, farinhi des-
pachada para o io pontq.
Patacho americano S. T. Baker, farinha des-
pachada para o 1o ponto, e ambstras
pare alfandega.
Patacho ingleoDavid F. Keeling, milho despa-
chadoa)ara o ao ponto.

Importaqo
Patacho americano Frances James, entrado
de Baltimore em 27 do corrente e consignado
a Matheus Austin & C., manifestou:
Farinha de trigo 2,550;barricas aos consig-
natarios.
Mercadorias divprsas 106 volumes ao ca-
pito. Mo
DESPACHOS DE EXPORTACAO NO DIA 27 DE
JULHO DE 1877
Portos do exterior
No lugar inglez'Aspasia, carregou: para Li-
verpool, R. Pessoa 100 saceas corn 8,839 kilos
de algodao.
No patacho 4espanholt-Miguel, ,arregaram:
para Barcellona Amorim Irmaos & C. 100 sac-
cas corn 7,291- kilos de algodiao e 40 couros
salgados corn 28o kilos.
No patachIo iuglez Glance, carregarama para
o Rio da frata, morim Irmos & C. 675 bar-
ricas corn 75,204kilos de assucar branco.
Na barca portugueza Alegria, carregaram :
para Lisboa, F. R. Pinto Cuimares 691 oouros
salgados corn 8,292 kilos ; J. E. Ribeiro 10 pi-
pas corn 4,800 litros de aguardente.
Portos do interior
No patacho national Frawncoin, carregaram :
para o Rio Grande do Sul, Amorim Irmt os &
C. 292 saccos corn 21,900 kilos de assucar
branco e 108 ditos corn 8,100 ditos de dito rmas-
cavado.
No patacho hespanhol EsperanVa, carrega-
ram: parm Uruuavana, J. S. Loyo & Filbo 50
bairicas corn 3,389 kilos df assucar branco.
No iate national F. Jardim, carregaram:
para o Aracaty, I. A. G. Pines Junior 8 barris
corn 1,000 kilos de melt; Alfredo Lima 5 ditos
corn 675 ditos de dito, 5 saccos corn 300 ditos
de milho, 45 ditos corn 2,700 ditos de farinha
e 3 barricas corn 302 ditos de assucar branco.
Na barcaga Espadarte, carregou : para Ma-
cao, Pedro .rAo de Lyra 1 barrica corn 90kilos
de assucar branco e 1 dita conm 80 ditos de
dito mascavado.
Na barcaga SolfLo. carregou: par Mossord,
S. P. de Lemos 12 barris corn 1,500 kilos
de mel.
CAPATAZIA. DA-ALFANDEGA
Rendimento do dia I a 27 12:i846
Idem do din 286 71


VOLUMES ENTRADOS
Nodia a 26 18,56
Po dia 27
Vapor francaz Ville de Santos 1,519
Vapor inglez Neva 2


VOLUMES SAHIDOS
,o dia 1 a 27
No din 28
Primeira portif
Segunda porter
Terceira portal
Trapiche ConceicAo
Trapiche d'Alfandega


i ..

,17,455
155
1,051
519


* 19,180


SERVIQO MAIITIMO
Atfoengas dcarrmlad inM trapiches
a da alpfmds
Nc dia a 27 29
No 4ia 28 ;3


0
NAVIOS
No dia I a 27
No dia 28


t 32


AT4tCADOS


RECEBFW6RIA DE RENDAJ
NAS GEBAES DE PERBAJ
Readimenuto do dia 1 a.26
Ido do dia 27


S -


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'I -k :
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flhn'tm. -f'-~


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CONSULADO PRQY
RenW do dia I a 2
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1i s 6s6, 7,-0, taa lp11rpw
= -f. nuimionaes.
-..@.Pequeaas entradas, quo
~M~~mia.~ vedat Indoura.
X- mfte*i Itreuxo. Deposit pa-
-9 0 oewc.raft nanuma, aos preoos
S boade 4J1700a 41300) os 15 kilos.
r. inlar, deo 4 00: i 4W. por 15 kilos.
' "ft. Hascavado, bom, de 3 500 a 35600 os 15
I mto nascavado, (de 3$700 a 35800 os 15
SDit0 ameriecno, pwga.do, a 35000 os 15
. kilos.
Dito dito, born, a 21700 os 15 kilos.
" Dito dito, baixo, a 2400 os 15 kilos.
>Aguardente.- Cotaunos; de 725000 a 735000
4tf do Rio de Janeiro.-- Cotamos de 85200
S: 95O0.os 15 kilos.
Couros seccos, sal;adc.s.- Ultimas vendes,
do 385, 395 e 400 rdis o kilo.
Ditos verdes, salgado:;.- Nominal, a 155
c6ls o kilo.
Ditas seccos espclanades.- Ultima venda a
460 e 480 reis o kilo.
Farinha de mandioca.- Gotamos de 5$200
a 86500 o Sacco.
Farello do Rio da Prata..-Cotamos de 3S650 o
4 sacco.
Fumo em latas.- Cotamos de 23$ a 24(500
os 15 kilos.
Dito em rulos.-Cotamos de 23# a 254os 15
kilos.
Dito do Rio Novo.- Co'.amos de 36S a 40#
os 15 kilos.
Gomma de oraidiaca. Ultima venda a
2400 os 15 kilos.
Gorduras do Rio Grande do Sul.- Cotamos
de8 a 95 os 15 kilos.
Mel. Cotamos de 354 a 40$ o barril.
Milho.- Cotamos de 100 a 1lOireis o kilo.
Sola.-. Cotamos de 2;300 a 3S600 o meio.
Sal do AssO.- Cotamos de 600 a 800 reis
os 100 litros.
Velas do Rio de Janeiro.-- Cotamos a 640
e 470 reis o mago de libra. I
Xarque do Rib Grand- do Sul.-Deposito de
27,000 arrobas, e retaftia-se de 6S a magra,
6800 e 7#400 a regular, e de 75800 a 85000 os
15 kilos, da especial
SGeneros estrangeiros.
AlcatrAo.- Cotamos a 265 o barril.
Alpiste.- Cotamos de 6#200 a 6S500 os 15
kilos.
/ Alfazema.- Cotamos a 5$000 os 15 kilos.
Arroz da India.- Ultima venda de 35100 a
3#200 os 15 kilos.
r Azeitonas.-CGotamos de 630 reis a 11400 a
lata.
Azeite doce em barris. Cotanos a 3(000
ee.3200 o galao.
Dito em caixas.- Cotanios a 10,000 a caixa.
BacalhAo.- Deposito 8,000 barricas, reta-
lha-se de 195 a 21(000 a barrica.
Banha de porco.-- Cotamos a 872 reis o
kilo. '
Batatas em caixas..--Cotamos de 55500 a
oaixa.
Breu do resina. -- Cotamos de 8$ a 95 a
barrica, conforme a procedencia.
Carvao de pedra.--btamos de 14$ a 185000,
a tonelada, conforme a procedencia.
Cebolas.- Cotamos a 155000 a caixa.
CerVeja Bass Ihlers Bell.-Cotamos de 85000
a 9$500 a duzia de bctijas.
Dita de outros fabricmantes.- Cotamos de
5(000 a 65000 a duzia.
Cha verde.- Cotamos de 1$800 a 25400 a
libra.
i Dito preLote.- CotaWos de 1(400 a 2$000 a
libra.
Cimento.- Cotamos de 9# a 105 a barrica.
Cominhos.- Cotamios' de 7o a 85000 os 15
kilos conforrhe a qualidade.
Herva doce.- Cotamos de 95 a 10$ os 15
kilos.
Farinha de milho, americana.- Cotamos a
5,500 a caixa..
Dita de dite da ingleza.- Cotamos a 55000
a caixa.
Farinha de trigo.-- Das marcas Trieste e
Hungara, deposit do 7,200 barricas e reta-
the-se de 235 a 245500 a barrica.
Dita Americana.- Deposito 7,300 barricas,
e retalha-se de 25( a 31(030 a barrica.
Dita em saccos. Deposito 3,400 saccos, e
retalha-se de 235 a 2,35500 o par de saccos,
quasi sem sahida.
PFarello e Lisboa.-- Cotamos de 45200 o
sacco.
Fsjto de Lisboa.- Cotamos a 205000 o sac-
o, do mulatinho.
Phosphoros.- Da marca Jonkopings, cota-
mos de 53300 a ?'250U a groza;
Ditos. Da marca Niithedals, cotamos de
25200 a 25400 a groza.


. Genebra de laranjinha Ultima venda, a.
65500 a duzia.
i Dita commum. Ultima venca, a 45000 a
duzia.
Dita vida eterna.-Gota rnos a 5$500 a duzia.
Dita em meias botijas.-- Nao ha.
Dita em botijas inteiras. Gotamos do 135
a duzia.
Gorduras do Rio da Prata. Vendas de
75800 a 8 os 15 kilos.
Kerosene.- Cotamos de 4S500 a 4-600 a
lata.
Loura ingleza.- Cotamnos a 360 per cento
de premio sobre a factura.
Manteiga franceza em barris.-Ultima venda
de600 a 620 reis a libra.
Dita ingleza em barris.-- Nao ha.
Dita em latas.- Coanamos de 15 a 15100 a
libra.
Massas italianas.- N -.).ha.
Oleo de linhaca.-Cotnamos de .-1800 a 25000
o galio.
Papel de embrulho.- Cotamos de 700 ri.:-
a 15703 a resma, conforme 9 tamanho.
Passas. Cotamos de 55500 a caixa de
15 kilos.
Paino.- Cotaios a 11000 os 15 kilos.
Pimenta da.:a.-- Uiamos a 872 reis o
kilo.
Queijos flamengos. Gotamos de 2900 a
-.35000 cada queijo.
Dito prato:- Cotarnos de 750 a 800 reis a
libra.
Sardinhas de Nantes em latas.- Cotamos a
300 e 320 reis a lata de quarto.
Toucinho dle Lisb6n.- Cotamos de 115000
a 125000 os 15 kilos: -
Velas stearinas.- Cota mos de 500 a, 520 reis
o maco de 6 velas.
S, Vinagre.--'Cotamoo; de 120$ a 1305 a pipa.
*Vinho tinto de LisbOa.-- Cotamos de 2205f a
SO 20 a pip."
B Dito branco.-- Gotamos de 230$ a 2455000 a
"J .0 'a" da Figueira.--CoLunds de 230S a 2505
m, B &Vauet Cotainos a 210SOWe3ipa.
k do Pprto.-Coiamm.s a 9000 caixa.
IB .. do Rio cla Prata. Deposito de
.1 bas, e r3talha-SO a 6$ a mnagra,-
g^ ,MMMe7,ia a regular e 75000 os 15 kilos,
:._-. i." 'zb.2 _.. '


a(Me,<


R. MO.


Chft.0', Sap1-
,late astiloe
,-flel lastap do


ULivfw ae ew Vapor ingli Ibwica,
commaodate Saamou, carga a mesa que
trouxdos ports doa sul.
OAgavacdo
Suspended do lamarao par& Buenos-Ayres o
brigUe bollanda Lemdbozu, capitol Sannes,
opm a meoma carga quo teuze de Liverprool.
Navios entradO. "2 dia 29
Rio de Janeiro e Bahia-5' d ias, send do ul -
timo porto 1 e meio dia, vapor ioglez Tagis,
de 1892 toneladas, Commandante J. M. Jelli-
coe, equipagem 103, carga varies generous;
a Adamsan Howie & C.
Londres-64 dias, barca ingleza Coronedla de
;78 toneladas, capit-io Philip Hozleton, equi-
pagem 11, carga differences geheros; a
Thomaz de Aquino Fonceca & Successores.
S Navios sahidos no mesmo dia
Liverpool-Lugre inglez Aspasia, capitao John
Prout, carga assucar.
Southampton e escalas Vapor inglez Tagus,
commandant Jellicoe, carga a mesma que
trouxe dos portos do sul.

EBITAE5S
JUIZO DOS FEITOS DA FAZENDA
PROVINCIAL
0 esciivdo Rego Barros
Tern de ser vendidos em praga pu-
blica deste juizo, no dia 3 de agosto
vindouro, pelas 11 horas da manhd,
depois da audiencia, os bens seguin-
tes :
A casa terrea de tijolo e cal, sita na
povoagdo do Caxanga, corn os funds.
ara o rio e boas commodidades, em
om' estado, pertencente a Francisco
Xavier Carneiro da Cunha Miranda, ava-
liada por 3:0005000.
SOutra dita, tambem de tijlo e cal, n.
97, sita ai rua do Amparo, na cidade de
Olinda, corn commodidades e em mui-
to born estado, pertenconte a Isabel P6-
Qas, avaliada por 1:800#000. .
0 sobrado sito no lugar do Zungue,
freguesa do Poco da Panella, cornm suas
commdidades e em born estado, per-
tencente a ymphronio Olympio de
Queiroz, avaliado pbc 2:000D000; cujos
predios form penhorados para paga-
mento da fazenda national.
Recife, 23 de jualho de 1877.
0 solicitador dos feitos,
Francelino Augusto defHollanda Chacon.

DECLARA OES

Companhia Phenix Per-
nambucana
Nho-se tendo, reunido numero legal do so-
cios para a reuniAo convocada de asseminbla
geral, a direccao, nos termos do art. 35 dos
estatutos, novamente convida aos senhores
accionistas para a reuniao de assemblea geral,
que dever- ter lugar na proxima terea-feira,
31 do corrente, ao meio dia, no escriptorio da
mesma companhia, i rua do Commrner.io n. 34.
A reunion tern por fim .a apreciaco. do.relato-
rio do anno, como determina o art. 37 'dos
mesmos estatutos. Recife, 27 de julho de 41877.
Luiz Duprat.
Jolo os`6 Rodrigues Mendes.
Antonio Gomes Miranda Leal.

Companhia dos trilhos

urbanos do Recife, a

Olinda e Beberibe.
0 thesoureiro desta companbia acha-
se autorisado a pagar o 5o dividend na
razaio de 6$ por accao, correspoidente
ao semestre findo em 30 dejunho pro-
ximo passado, e bem assim o premio
das accoes preferenciaes referente ao
mesmo semestre. 0 pagatiento tera
lugar no escriptorio da companhia, a
comecar do dia 16 do corrente, das 9
horas da manha, ao meio dia, e do 1
de agosto em diante, das 9 As 10 horas
da manha de todos os dias uteis.
Escriptorio da companhia, 10 de ju-
Iho de 1877.


Jodo Joaquim Alves,
Secretario da directoria.



camp
DO

BEBERIBE
A directoria desta companhia com-
pra accoes dai mesma 'ara fundo de
amortisacao, como preceitia o art. 19
dos seus estatutos ; quem pois, as qui-
zer vender, dirija-sc ao escriptorio da
referida companhia A rua do C(bl)ugA
n. M6, ou a rua do Marquezd^e Olinda
n. 39. :
Escriptorio da companhia d6 Beberi-
be,20 dejulho de1877. *i .
0 secreiario,
Josd Rodrigues de Sou:a.


DI) ,.r ,i.i .
SDO .. .

AKdretW Sa mlk nha, dilr
bzkion os senboresO'a nitstas, os fo-
IqW contando a memnoria e. projbto
de rpamento das novas obras para ow-
nalislto e distribuiglo d'agua ai cida
de do Recife : p6dem dirigir-se ao res-
pectivoaescriptoio a ru o Cabua-,n.
16, das 9 homes ais 4 da tarde.
Escriptoio da companhia do Beberi-
be, 28 de julho de1877.
0 secretario,
JosS Rodrigues de Souza.
Santa casa da miericordia ,do
A flma, juntaadmitUisLrativa, tendo neoes-
uidade de fa-er coanstruir um predio comAc-
oommodaces para s d4.retaria- e sal. do
-:aassessOes, visto estaPreclsando de otw-
des e urgentes concertos a casa em que lioje
funocionam, contrata conm quem por mener
1reco se encarregar da construcclo dessa
obra, .onforme a plant e orvamento organi-
sados, os quaes puderao ser conslados nesta
secretaria; send urna das condCoes, que o
pagamento sera realisado quabdo as forces do
cofre permittirem. ,.
Secretaria da santa casa da miserirdia do
Recife,; 18 de julho de 1877.--O es-?r1o,
Pedro Rodrigues d*ouza

IiRITIEOS


Para a Costa d'Africa
Espera-se da Bahia a todo o momento o
brigue Novo Carteado, de primeira march, o
qual, depois da demora de poucos dias, se-
guird para Lagos, na Costa d'Africa., Recebe
alguns passageiros e alguma carga: a tratar
na rua do Vigario n. 7, c.m Domingos Alves
Matheus.
Companhia de navegagdo a va-
por Bahiana, limitada-
Mabei6, Penedo, Aracajui, Estancia e
Bahia
0 vapor
SPenedo
Commandante Peres
AEspera-se dos por-
tos acima, ate o dia
31 do corrente, para
onde regressarA de-
pois da demora do
costume. *
Para passagens, carga, encommendas e di;,
uheiro a frete : trata-se na
Agencia
7-Rua do Vigario-7 .
Domingos Alves Matheas
Aracaty
Sahe para o porto acima o bemrn coahecido
biate Elor do Jardim atW o dia 2 de agosto,
por ter ji parte do seu carregamento ; evara
o resto, trata-se corn Joa"o Jos6 daiunhoLa-
ges, d rtt do Vig i n.: 33, ou a bordo cin o
mestre, no cases: Loyo. _
Companhia Brasilelra
DE


Navegag&o a vapor
PORTOS DO SUL
0 paquete a vapor
Pernambuco
Commandante capitAo-tenente P. IP
Duarte
1rs E esperado dos por-
f tos do nmrtoe at o dia
Io de agosto e depois da
demora do costume se-
S guir para os do sul, in-
e elusive o de Santos.
Parm carga, encemmendas, valores e passa-
gons, trata-se na agencia, escriptorio de com-
missies de
Bernardino Pontual
12t -Rua do Born Jesus- 12
.COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
Nvegag&o costeira por vapor
Portos do sul
Macei6, Penedo e Aracaju
0 vapor Conde d'Eu,
S commandaniePint-o, se-
guir par a'os ports aci-
Sma no dia 6 de agos-


de. to, as o norasa a tatr-
de. L 1ULDU
Recebe carga atW o dia 4 ; encoffmendas,
passagens e dinheiro a -frete, atW as 3 horas da
tarde do dia da sahida : escriptorio na
Rua da Ccvnpahia Pernambu-
canan.n 1.


COMPANHIA PERNAMBUCANA


DE
Navegagao costeira por vapor
Fernando de Noronha .--
., 1 ~ 0 vapor Giquida
'Qf r commandant Costa,
S j seguira para '6 porto
lacima, no dia 9 do
-.' ag s'o, ao meio dia.
Recebe carga ate 8 ; encommendas, pas-
sagens e dinheiro a frete at6 as 10 horas da
nianhi do die da sAhida : escriptorio.
Forte do Matt"s n. 12. .
MacAo e Aracaty
Segue atA o dia 4 de agosto sem falta ailgu-
ma o patacho Born Jesus, recebe carga : a lra-
tar a rua da Madre de Deus n. 8, corn Bartliolo-
meu Loureneo, uu co_(Lo capitao, no cases do
Uarlo. -.


':'** *" -* '.
w barrce wco' e, .32 caixas
'40M chb2-P s 2caixa6
carn 0o psUun10. 174atas de mar-
rmelada, 13,1ota. om eonservas, di-
versas Larricas 0om fatha de tapio-
ca e pmuitoq outros generoi de estiv4
que se torna enfadonho menciona-los
TER(A.FEIRA 31 DO CORRENTE
as ,1 horas em onto
No armazem de agendcia de leiloes d rua
do Viario Thenorio n. 12
0 agent Pestana far& leillo, por conta e
rsco de quem perLencer, dos objects acima
menecionados.
Em urn oumais lotes, a vontade dos Srs.
compradores.
Agente Burlamaqui

LEILAO
Bo emprego de capital
TERIA-FEIRA 31 DE JULHO
A'S 10 HORAS.
De urn option sitio em solo proprio, no Ro-
sarinho n.-tl, pbrto da estacao da Encruzilha-
da, corn boa casa, cacimba d'agua potavel, ex-
cellentes fructeiras, medindo 1600 palmos de
findo e 600 de frente.
De urma casa de constiuccao nova d rua do
Lima n. 64, quintal murado, portlo ao lado e
cacimba.
No escriptorio do referido agent, rua
do BomJesua n. 53, joandar
0 agnte Burla maqu

LEILAO
QUARTA-FEIRA It DE AGOSTO
A's 11 horas
0 agent acima fara letfao de-uma rica Qol-
lecoao de musicas classical, dos melhores au-
tores, para piano e carnto, ricamenteencader-
nadas, de umrn born piano de cauda, uma cama
de jacarandA, uma toilette, umra machine para
costura e rauitos outros artigos, ao correr do
martello. t
A' RUA ,DO BARlO DA VICTORIA
N. 26

AVISOS IDIVMSOS
Para senhora
-Sapatos de borracha a 1500 o par: na rua
do Livramento n..37.
SAlevirI
] Revm. Sr. Francisco Vi-
rissimo Bandeira, que mora em
Olinda, 6 rogado a vir A esta ty-
pographia, tratar de negocio
que tifio ignora,
Aluga-se a casa n. 54 da rua do Fogo : a
tratar na rua de Pedro Affonso n. 47, segundo
andar.
0 unico deposit dos
remedies do Dr. Ayer e
em casa de Adamson
Howie & C., a rua do
Marquez de Olinda n.
L ,entr'- da para o es-
? torio rua do Bispo
Sardinba 37, outr'o-
ra rua do EIcantamen-
to.


PRECISA-SE de uma arma idosa: na rua es-
treita do Rosario n. 30, primeiro andar.
PRECISA-SE alugar uma ama pa-
ra cozinhar para casa de familiar, prefe-
re-se esctava : a tratar na rua Primeiro
de Marco n.6, loja.
Precisa-se de urn menino de 12 annos,
para'criado : na rua do Bario da Victoria n.
3?., primeiro andar.
Precise de urma ama de leite- na rua
estreita do Rosario n. 36, loja.


VENDE-SE uma ex-
cellenle casa terrea em
Olinda, muito pere t dos
banhos salgados, tern
Jpuitos cominodos, sendo
3salas, 7 quarlos, corre-
dor ao lado. cozinha f6ra,
um born quintal e todo
inuradol cacimbi com
muila agua, ec -
mentio de agua e gaz: ics-
[a typographia se dira
corn queni se trata.
Vende-se uma excellent machina
ypographica, de retiracao, que pode
imprimir urn journal do famato de duas
paginas do Diario de Pernamnbuco, do
acreditado fadrioante Mrioni, le Paris,
tcom todos os sobresalentes mdispensa-
veis. Tendo side nfdada vir por pe-
dido de um jornalista do norte do im-
perio, ao chegar aqci deixou de Ihe ser
entregue por circumstancias supreve-
nientes, e, portanto, ella e inteiramente
nova, e 'p6de ser transferida para qual-
quer provincia do norte, sem nenhum
risco, e comn pequeia despeza. Parm
inf6rmaiO s nesta typographia. -


S'^IU alho di IA.

Lindas caixw emx tentOs para jogo.
E mtitos outros artigos do phanta-
a : s6 na loja da Malva-rosa, i pra-
9a da Independenci nse. 2 e 4- I
0 abalxo assignado scientiflca ao Sr. Jo-
s6 Cardoso da Silva, paroi sua intelligencia,
quo tendo avisado em tempo competent por
este Diario de Pcrnambuco; para que no com-
prasse o ocfre de ferro, que existia na Laver-
na da Passagemrn, rua de Bemfica n. 4, e'que o
resto Seria pelos canaes compeentes, estbi
hoje autorisado potr esses mesmos canes a
tomar conta do referido cofre; portanto, dese-
ja que Ihe seja reniettido sem que precise sc-
ja mais formalidades a tal respeito.
Ignacio de Sd Lopes Fernandes.
Aluga-se tires moradas de casas na rua
do Coronet Suassuna ns. 103, 198 e -193, todas
em born estado, caiadas e pintadas de novo,
per barato preQo : na rua Direita n. 8.
Aluga see armazem da rua do Marquez
de Olinda n. 66 : a tratar na rua do Livramen-
to n. 4.
Aluga-se umra escrava perita para todo o
serviQo.: na rua da Praia n. 33, lo andar.
Aluga-se a casa n. 34 da travessa da Con-
cordia: a tratar na rua Duque de Caxias n. 83,
primeiro andar.


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U Major Jos6 Fraii~co


4M- 0 M or Josd Frap soo
Aluga-se a casa u. 64 da rua do Hospicio. M A Coelho da Silva Vieira e
corn muito bons commodos e fresca : a tratar Coelho daSilva Vieira
na rua do Barao da Victoiia n. 3. j Fcii 'us filhoc muito agra-
deoem .ds pessoas qua
Aluga.se o primeiro andar da casa da deanm as pessoas quetos
rua do Torres : a tratar na rua da Aurora n.acompanhaa os redtos
17, egudo nda. Imortnes de sua miii pre-
17, segundo andar._______ zada esposa e mi, D.
Aluga-se por prepo commodo o Anna Hortencia de Vas-
sobrado de douis andares da rua do concellos Coellho, a sua ultima morada; ede
n mito fa novo as convidamrn para assistir As misses quo
Hospicio n. 59, muito pooprio para fa- por alma da mesm:, mandam resar no dia I-
milia nunerosa -ou collegio, e tern el- de agosto proximo. Para comnmodidade dos
canamento dagua potavel, aldm de ou- convidados mandam resar ditas missas nos
tras bemfeitorias para melhor commrno- seguintes lugares : matriz de Palmares, dita
do do inquilino: a tratar'na rua dode'Agua Preta, capella do Preguia, matrizes
o do n, inoa:ga ae nar'atar 4 n ru n id o Bonito e de Bezerros ; e nesta praca, has
PaysandI, na Magdalena n. 44, ou na matrizes de S. Jose, Santo Antonio e capella da
rua do Imperador, escriptorio. Soledade, todas as 7 horas da nianhA : e desde
Aluga-se tambm ma ca ji agradecem a todososseus anigos que com-
Aluga-se tamnem uma casa ter- parecerem a estes actos de religiio e cari-
rea corn bastantes commodos, no apra- dade.
sivel arrabalde da Boa-Viagem, pro--
pria para passar a festa e muito perto L
do banho salgado : a tratar nos luga-
res acima indicados.
Aluga-se por 25$ ,nensaes. urea
casa terrea a travessa do Principe : a I
tratar na casa do conselheiro Aguiar, Fe S Mr
a rua daAtracaon.n12. a Frei Joaqnim de Santa Maria
A rua da'Att_ c __o n. 12. Cunha
Aluga-se barato umas meias-aguas, no- 0 conego Candido .Ferreira da Cunha, com.
vas, corn repartimeutos, na travessa das Bar- mendador Jos6 Maria Freire Gameiro, Joio
reiras, (becco do Aquino) : a tratar na rua do Climaco Freire, Ainta Candida da Cunha Frei-
Cotovello n. 25. i re e Catharina Candida da Cunha Menezes,
-Aluga-se o segundo anar da casa n 3 con-vidam aos amigos do seu irmao para as-
Aluga-s da Pna o segundo andar da casa n. sistirem hoje o offficjo le corpo present que
Sa da Pn ha: rua otratar no segundo andar da se tern do celebrar no convent desta cidade,
csaa.- 41, doRne.pelas 8 hoias; c desde jA se canfcssani agra-
Aluga-se o terceiro andar e sotlo decides por este acto de caridade.
da casa da rua do Conmmercio n. 10, )*Wf' -MW
iuito frc^s~ e 0,. corTmodos para fa-- Aluga-se dous escravos, sendo um mole-
ulo rc e corLmodos pars la- que de 16 annos, para trabalho e o outro tern
milia: at ralar nc rmazem da mesnd. pratica de pedreio, serve para pad aria on
Aluga-se o primeiro e segundo andarea rOfinao a tratar1 na rua do Hospicio n. 61.
do sobrado da rua Imperial n. 128, cornm muito ALUGA-SE o armazern no largo do orpo
bons commodos e recentemente pintado: a Santo n. 17 ; achamrn-se as chaves no mesmo
tratar na rua de Pedro Affonso n. 47, segundo a redio, no segundo andar ; a tratar na cidade
andar. "" de Olisida, oitlo S. Pedro-novo n. 21..
A MA Precisa-se de uma ama que corn- .: M A .Precisa-ede u ama para co-
o pre bem e cozinhe corn limpeza :i -A zinhar e lavar: na rua do Visconde
no largo da alfandega n 7. de G:.yanna n. 129.


r rm 1
16,600
. fr. i


RcOMPEzNSA NATIONAL DR 16,600 FR.
Gu deWdaia d'OURO T. h&TL ehe
MBDALHR NA ESP1CIgAo DE PARIS 1875
WI lui floso Acaodea ile .if; |


I a


W ELIXIR J
B xx7 1c1 o complete das 8 quinas
Reconstituinte, tonico e febrifugo.
A Qulna-Laroche 6 umr elixir agradavcl con- 0
tendo a lotaliade dos numnerosos prinv.pio das ,M FERRUGINOSO
trezaa especdes de quina (amarella, ver-nerha c MESMO F ER U I NO
pardr). 0. frro soluvel e a quina reunidos constitue o
Supkrioridade bem qnstatada nos hy7,i'ae;, tratamento reparador mais poderoso da medi-
duramite trinta annos de succe.sos, eontra a :ta dei. cina.
fw-Vas out rene-gia, as affTccoes do esl, ,:,a8o,. A quina estimnula e da vida aos rgao enfra-
convalesccngas rmuito demoradas, e- as queeidos, o ferro di ao sangue a fora e a o6r que
febres antits e rebtldes. constitue a saude.
'Reomnmendado contra a debi'lidade causada
y (L pela edaMde ou pelas fadiga., contra a pobreza do
Exiir sem- z angue, cMorose, rfravweza depois do par?.). ;
pro a assigna- b? PARIS, no 2C, rua Drouo4 e e am to3 an
=r aI' phargmuoias. .
Ploiem em Peruawmbeo, a aus do FERR Ii MAIAA e C: A.CAORS.. 32. r., do Pm. les41s.
Deposito cesama do Sr. A. Caors, rua do Born Jesus n.


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RUiAI lm 2
PASMfio iRjt
Ne~ta I riirAo^ 'najs *
^se tod-a o mahinismo preciso para a soa
Sagnin tura e param o fabric 4d asswear PRepW
ao do al o ,. Tern depsito de two, em O-
oI oae1sos, coavenieits aos oem mn.
Tammeni v semp-re fOrmas de. ferro e
i wrs utcs| pma dengenhos, e mnosores p"
des.aoar afoodio.


Vende a prazo, ou a dinheiro corn desconto.
Incumbe-mse de todo o concerto, quer dpe
as trazidas ; 'ella, quer de machines em seuslu-
pares. Faz contrato annual para todos os concer-
tos de engenho.
Cautella
Nao enWrega inculcadores pelo campo.
Roga a lodos, que mandam eneommendas a
ella, exijam a vista da conta impressa respective.
Tendo sido enganadas diversas pessoas em
proeura desta fundicao, observa-se que a

FUNDIVAO DO BOWMAN
est& entire o chafariz e a fortaleza, que os edificios
estio de-ambos os lados da rua, perto da cochei-
ra dos bonds e pintados de verde nos andares
inferiores.




LOu DOS iRCOS
DE
S Franciseo. Gurgel do Amaral
IQ A i'ralo de Marpon. 20A, esquina.
S Este antigo e acreditado estabelecimento acha-se constantemente provide de um
important sortimento de fazendas de gosto, as quaes recebe directamrnen e das me-
lhores casas de Paris e por esta razlo poderAo ser vendidas por pregos muito modicos.
^S9 Tern aotualmente um esplendido sortimento de vestidos feitos e em cortes iguaes @j
tios quo se usamrn presentemente em Paris.'
Tern igualmente um variadissimo sortimnento de chap.os para senhoras o que se
p6de desejar de melhor em tel artigo, send preparados por ura das principles mo-
distas de Paris. *
Alem destes artigos tern constantemente grande sortinento de sedas, popelinas,
granadines, superiors atoalhadds brancos e de cOres, guardanapos, toalhas para me-
sa e rosto, urnm esplendido sortimento de meias braneas e de cores para homes, se-
nhoras, meninos e meninas, enxovaes para casamentos e baptisados, grande varieda-
de de baptistas, cretones, gostos inteiramente novos, lindissimas gravatas para senho-
ras, complete sortimento de luvas de pellica, esteira da India pare forro de salas, ca-
pachos de c6co, tapetes, alcatifas, malas para viagens e muitos outros-artigos que
fazem parte do nossor sortimento.
Ha empregados especiaes para levarem as fazendas A casa das Exmas. families, a
quern pedimos que de preferencia mandem buscar qualquer artigo qie precisarem
para as sues toilletes ao nosso estabelecimento, pois sempre encontrarlo fazendas
Sde gosto e novidedes. '
S A todos aquelles que nos honrarem corn as suas compras, encontrarao sinceridade
nos nossos tratos e modicidade nos precos. .
'' o Ruaode Margon. 20 A, esquina.


ei.


este
r


costume, ti
rechamoo I


8W TO. -


A Coroa


Briha


LOJAWIorA
Esquina dl V. gA n
0 spread te, d/tatfrdatabH~iitanri Mn-
veu, dlm dapw daobim. w,*der MAi
barato 41, ad qi am. onuAt qudaiq: s
garantindo todas as sueijiss, aq as i m a
me vyoml dmeg 4do pana nam nnuiaas
seahowms a Ma t rsa., 4ma par eabelo
a 25, rosetinhas para meninas a 9, eta., e0
nstan nmtido modas a jiu. iu se eUn-
carre do coPrtos, 4an p o asseio,
promptidlo e commodidadoe em prego: na ruw
do G(Ib a. 11.


Esmq (jido
No dia 30 de 0 o d.ge ,noIfAj 4a rua
do Barao do Triupmio n. W o escravo Felix,
pardo, filho da p a da Pamrhyba do Nor-
te, Qdadbl 2 annos, pouco mais ou menos,
pertencente ao )r. Pedro de Araujo Beltrlo, e
qual tern os seguin$es signaes mais notaveis :
baixo, cabellos crespos, boeca regular, beicos
grossos, pequeno bigode marcas pretas de
bexigas no rosto e em todo o corpo, anda cal-
gado e bern trajad'o, intitula-se forro, diz cha-
mar-se Cardoso e sabe let e 6serever. Consta
jue se acha omCulto em casa de alguem, que
se utilize de seus services, nao o deixando
sahir a rua e; protesta-se por prejuizos e dam-
nos, na fdrma da lei, contra quem quer que
seja: pede-se as autoridades poliiaes e capi-
tAes de campo quo o apprehandam e o dndu-
zam a rua do Barlo db Triumpho n. 92, antiga
do Brum, que serlo generosamente gratifi-
cados.
Massa do finado Tran.
quiio Candido da
Silva
De novo slo convidados os senhores credo-
res da massa do finado Tranquilino. Gandido
da Silva, a apresentarem seus titulos a rua do
Born Jesus n. 56, no prazo de 15 dias.

o primeiro andar do sobrado n. 132 a rua de
Domingoas Martiu, Senzaa-vlba a tratar na
thesouraia das loterias.


Attend iio
Escrav* fugido
No diai 4 do -aW filcko {aVI, w po'rt&4a
Bahia, de bordo do vapor national Byg, o
escravo Romnaldo, quq seguia viagem deste
porto para o Rio de Janeiro, de propriedade
de Luiz Jose da Silva *0inmesi, negociante
no Recife, que o iouvw ppoftbmpra em 25 de
Maio de 1869, a JefOaymp Theotonio da Silva
L.nureiro, moradori:ta %ixa Verde, cujo es-
cravo tern os seguintes signaes caracteristi-
cos: cOr. acabraltada, estatura 5 ps, 1 .polle-
gada e 3 pontos, cabello preto e carapinho,
rosto comprido, olhos pretos, corn olhar amor-
tecido) nariz afilado, bocca grande, todos os
denies, barbapouca, e corpo gross,, em uma
des m~os, por trat do pulso, tern um carodo
S especie de um lombinho, pronuncia compas-
sada, conservando-se; quando falla, em attitu-
de humilde e vista baixa, tern de idade 30 6
32 annos,.pouco.mais ou menos, 6 fllbo deJoso
e Antonia, escravos de Manoel SalVador, de-
lugar Fazenda Grande ou Pajefi de Flores,
d'onde o referido escravo &natural, e onde ex
ercicia o officib do ferreiro. Sahio desta cidade
vestido corn cala e camisa, branca, paletot de
alpaca preta, chap6o do Chile, levou um ba-
huzinhofde 4ouro, corn bastante roupa branca;
assim como consta que no acto do embarqua
aqui, umrn preto foi a bordo e entegou4he a
quantia de 6O00UOOO a mandado de uma amasia
'de nome RTomana. prwovavel qu teaha *mu-
dado de notae e doe vestuailo, e que ande!
!dleado, para assim iututular-swlive e olt"dir
a vigilancia das autoridades. Ha de oodin er-
tea Aseguir ammtMio da hia bara ta cida-
de, em alum dos vapores dae compankhia bahi-
ana, deemIUftcAdo em Maceid, ou poo in-
terio, des duas provincial ; roga-se, portanto,
As autoridades-polieiaese aos Ss. capitles do
campo, ou A qualquer cutra pess$ que delle
tiver conhecimento, o apprehidemr parti-
cipando oq entregando-o j6 seu respective
senrwor. n,' ecife, nva/6o C xmtrcmo n. N
que serp recompenstdos .om a ritificaoo
acima. n.' -
.a 'aratn


* t -K *^ -. ^--."-..- ---, -e,
yi^A osXSf, B!-
XJN DE CAXIAS N, 2









tWso03s va-

lam em ofre ; nio
se 1de
,,,ju ,Ma. mau


Reeife, 16 de in-
nho de 1877.


Mlerta ,
Fugio em outubws de 1874, o escravo
Josd, preto, crioulo, de idade 12 amnos,
altura regular, conform sua idade,
secco, pernas regulares, cabeca com-
prida, pescoo aorapride, p6s chatos ;
este escravinho foi comprado no Pago
de Camaragibe ao Sr. Jodo Vieira de
Uma, e s6 esteve em poder do abaixo
assignado 15 dias, findo 3 q.es as des-
appareceu e consta estar m, Ora s dc
engenhos Paraizo, Riache, anV An-
tonio Grande, Sacramerin4o, Ccronha ou
Quebra, conforme carts que o abaixo
assignado tern : quem. o aprmsentar na
rua de Hortas n. 86, sobrado, tera a
gratificaoo acima.
MN imino .da Silva Gusmdo.
Fugio va julho, do anno passado,
o escrayo Jacob, preto africano, idade
major de 50 annos, alto, secco, pernas
compridas, cabega cornm uma por6a no
meio, peacogo comprid, pds seccos, 6
bastante vagaroso e fael mal; este es-
cravo logo que ftgio fbi ter em Una,
na propriedade do Sr. Joaquim Felicio
de Sd Barreto, e este mandando solici-
tar" para alugar e nao me convindo,
mandou-o, embora, e ate hoje nao
appareceu mais; .este escravo foi- de
seu irmdo o Sr. Antonio Victor de Sa
Barreto :" o abaixo assignado gratifica
corn a quantia de 50$ a quern o trou-
xer a rua de Hortas n. 86.
Maximino da Silva Gusmao.
Mofina
E' pedra que nao joga.
Agua mole em pedra dura,
Tanto da ate que fura..
(Mas estate 6 d4e bronze, w se nao
tern furado por sep estan oa)
Roga-se ao Ijlm... Sr. Ignaeio Vieira
de Mello, eacriva da cidade de Naza-
reth, desta proviacia, o faver de vir a
rua DTque de Caxima n. 36, a concluir
aquellte negecio qae S. S. se eompro-
m9tteu a. realisar, pela .eira chama-
^a4oste jor~,, em fhs mdefbro
de 1871i, e deois para pas-
sou a fevereiro e eril rle nadla
eumprio; e por este mo&ivo, pois, 6do
nevo.. chamado para o dito ftim, pois de-
re S. S. lembrar-s. qie este negocio 6
de mais &e ote a@taoa, e qtundo o se
neor Su filho se aehaia ewst' ciade


~*besI


W402
Quartos
lift e ya m C
0. IPU" paw.4
e-




Mdic4io e eirnrgi~o
0 Dr. iyiljno Casuro mudou o
oeeu cons pltmi a .i t aa Tue do Com-
mercio n. 48, primeiro andar, on-
de pode. ser prourmdo pafm o exer,-
eicio de sua profisAo, da 9 horas
da manhiA As 3 da tarde. Af6ra eas-
Las horas na. Passagem da Magda-
lena, sitio n. 30.


y/Vst /Mk\f% wswsywR NAWNsas ONMBM W WKOW MM MA K=
Casa da Fortuna
.08 4:000i0"0
BULHETE. GARANTJDOS
A' rua Prilneo de Maro (outr'ora rua
do Crespo) n, 23 e casas do costume.
0 abaixo assignado, tendo.vendido nos seus
felizes bilhetes urn quarto n. 660. corn 9005000,
quatro quartos n. 70 corn 30000M, dous meios
n. 837 corn 1005000, urn quarto n. 1629 corn
400)000, urnm ouarto n. 1615 corn 1009 e outras
sortes de 405 e 205, da loteria que se acabou
de extrahir [234.'], convida" aos possuidores
a virem receber na conformidade do costume,
sem deseonto algum.
Acham-se Ai venda os felizes bilhetes garan-
tidos da 5.*a parte dasjoterias a 'beneficio da
matrix de Afogados [235.'], que se exsabira na
quinta-feira, 2 do mez vindoura,
PRKE(os
Bilhete inteiro 4w0
Meio bilhete 20
Quarto 1$W00
EMPORQAO DE '009000 PA1A CIMA.
Bilhete inteiro 35500
Meio bilhete l750
Quarto 875
Manoel Martins Fiuwa.

Aluga-se
urma pequena casa, caiada e pintada de novo,
edificada em um sjtiU corn bastantes pOs de
'fructeiras, aguae dbbeber eaocrente no lugar
do Areial, rue daT Harmonia n. 3 A a tratar
na taverna da estaWft da casa amarella, ou na
rua de Mariz e Barros n. 4, Recife.
Manteiga ingleza
em potes de tires 1ilras, qualidade superior:
na rue do Amorim n. 37.

A Botina Maravi-
lhosa -
recebeu urn complete sortimento de chiquitos
para criangas, inglezes, e sapatos galoxas de
borracha, para omens, senhoras e meninas:
na rua do Crespo u. 19.

Aluga-se
por preco commodo um sitio na Capunga, rua
datsrioulas n. 59, 6 todo murado, tern mui-
tos arvoredos, urma grande ltada de uvas,
apura-se em fructtse eflores 400$ nnuaes: a
tratar na rua do Vigario n. 33, 1to andar.
gAll 7inhar: na rua da Cocordi-a n. 43.

(Lir, ufr lrae co *cer>, mm m&u ruin-
OMrle uadehl wftt wos 0 24"WI d I
in 4ochow U 0u1seau"AI IS
MWrt *0 Wr cMLV 60 VJAS



ALUTATM UE GUY0 OT
ali (For d&'Altira4 coacmdrab e 0 iSiiCa4s)
-


I ,-.


..A.'aft4d.I ,:,.IAWN
na rua Co. Iojk**,t

Nanaft godo. n. 3, 0-mod,
crava para so aau casa de fmaipl

Precisa-se de-ume ro de ft 4 a14
4e idade, cue tenha pratica de tavern,a
14 lladbr de sua conduct a tratar 1o
da Santa Cruz n. 16.
Attendao
Precisa-se de urn trabalhador corn prl a
de swvico doe botica : na rua larga do-tta-
rio, loja n. 34.
Ama de le~e
Oftferece-se uma ama (escrava), corn b e
abundante leite: a. tratar na rua do Comnel
Lamenha, antiga Prazeres, n. 42.
Collegio para o sexo femi-
nino
Rua do Cabugi n. 3, 2o andar
Aceitam-se alumnus internas, semi-internas
e externas Al.m do ensino prinario, leccio-
na-se francez, geographia, music e piano,
para o que tern bonds professores. Preos ra-
zoaveis.
1" andar
Aluga-se o 4o andar da rua Direita n. 4Q: a
tratar na rua do Q.aimaio n. 73, tenairo
iandar.


Compra-se urma negrinha de 8 a 12 annos
do idade, e urn negro do nma idade : em Be-
beribe, estrada do MatumbFx s. 12 e Pre-
vine-se que ainda nao agradando, indemnisa-
se a oonducQAo.
Born negoio
Compra-se urn sobrado"tr, de urnm andar comn
sotea, que esteja em muito born estado, na
rua da Palma n. 71, armazem de molhados.
Trastes
Cumpra-se e vende-se, novos e asa-
dos e recebe-se tambpm para vender
em leilo, mediante commission razoa-
vel: no armazem -e moves a rua es-
treita do Rosario n. 11.
COMPRA-SE umaescrava que saiba bern
cozinhar : a tratar A rua large do Rosario nu-
mero 32.
Compra-se uma casa nos arrabalda dB-
tscidade, no valor de 6:000#, pouco mais ou
menos, prefere-se na Solel'dade e seus artS-
dcres : na rua do Crespo n. IS se dira quern
compra.


CURKE E LiT
Compra-se, cobre, latAo e chumbo velho : no
armazem da bola amarella, travp.ssa da rwado
Imperador.

VillAS e
VENDE-SE farina de mandioca de yua
lidade superior, e bern acondicionada : nolar-
go do Pelourinho n. 7, escriptorio de Jullo &
Iprmfio.
Vende-se farina de milho a 80 e 100 rs.,.
e fina especial a 120 rs., moida A vapor: e am
rua do Cetovello n. 25, casa de azulej ama-
jello.-
Chap6os para senho&"
Elegantes e primovosamente enfetfadbw : -
plos, acabam de chegar peIb ultimo vaplter
qumes es5o se vendendo por pie uitw
commodo : na Fragata Amazonw, ra tue qli
de' Cxiawi 47..E7, _


Fi


f .













*~ :~
K'


vsAtidos, etc.


"7 p! ., ,
3Woouck de cres e cortes Foil de
Selesias.
Espstilhos.
Gravatas para senboros.
P wAkos ca Ollannri)os para ditas.
Popelinas de gosto. ,
Mariposas de cores.
Flor dos Alpes, (qu lindos gosto
Outros muitos arUigos que vende 1
rato
0 BARATEIRO
]ua Primeiro de .Maro n. I
Agostinho, Santos &A


s).
a-

L


A'S MENINAS
A loja da Malva-rposa, a pr4a da In-
dependencia ns. 2 e 4, d-a wica que
teol urn m complete Sortimento de bone-
cm e brinquedos para mneninas, tendo
Seatre elles lindos toilets, commodes,
apiradores, guarda-lou~s, etc., etc.
JARROS6
A loja da Malva-rosa, a praca da In-
dependencia ns. 2 e 4, recebeu urn
lindo sortimo.entfide jarros para flores,
e esta wndendQ Iarato.
AOSFUMANTE6
A loja da Malva-rosa, a praa da In-
dependencia as. 2 e 4, previne aos
Sr. fumantes qt# aldm das melhores
e mais conhecidas marcas de cigarroq
fabricados nesta eidide, acaba de re-
ceber do Rio do Janeiro, umrn complete
tCrtimento de cigarros tanto de papel
aomo de palha, das melhores e mais
eeceditadas marcas; assim com o os
esoellentes charutos do Rio e Bahia,
ote.
Potassa da Russia
Doermingos Alves Mathous tern para vender
emx seu escriptorio, A rua do Vigario n. 7,
muito superior POTASSA :DA RUSSIA, em
barris pequenos, chegada a 24 do corrente no
vapor francez Ville de Santos.
4 Potassa da Russia, cal
nova de Lisboa e vi-
nhos do Porto
Vendem Cunha Irmaos & C., rua da Madre
de Deus n. 34, prego commode.
Nesta typografihia ven-
dem-se os seguintes
livros, todos eneader-
nados:
0 Carapuceiro, em 4 tomos por
Collecg6es de leis do Brasil dos annos
', do 70, 73,e 75 por 20S000.
Collecgdo de l.is brovinciaes de
835 a 4876 por 308000.
S Obras religiosas e profanas, pelo vi-
gao Barreto por 4(000.
a. Echos de Roma por 3SOO.
Contos de Pedro Ivo por 25000.
Diversos escriptos, pelo Dr. Aprigio
. 45000.
Espreitador do:.mundo novo por Josd
Daniel Rodrigues da Co';ta por 35000.
p Engeitados da Fortuna,pelo mesmo,
por 38000.
Tribunal da Razdo, pelo mesmo por
L 35000.
SA Dumas, vinte arntios depois, ou os
S" trees mosqueteiros por 15090.
Jos6 d'Alencar, o Guaranypor 65000.
Castello de Grasville por 18500
Magdalena de Maupin por 25000.
0 process Lerouge por 28000.
Thomaz Ribeiro, Sons que passam
por 45000.
' Vieiz~e Castro, Dil;cursos por 38000.
y' Espumas. FlucU.ates per 28000.
. Neb losa pori.2IO00.
Dialogo do pastor e a. ovelha pelo bis-
f^ po D. Joao por 105000. *.-
' Adverte-sa que s6 s, vende tdaas
B^e .istas obras juntas, -ize~riao-e a quem
ii"^qeria ,crnip~t win grmVide rediic-
:.*, .'... a & .* -^ *- _.,- ,. .*
:. ,. w 1 ." ".


U


lidas.
TACIIAS BATIDAS e fmundidas.
ARADOS de todas as qualidades.
MOINHOS para mandioca.
FOR-NOSpratorarfarinha, e
TODAS AS FIRRAGENS precisas a


, %'posas bracas eoe c ,S 'e Q ." 'i bomrn sorti*ento para todos
Sbprcas a, 204Q. ,o pebi'mnha, a r vitem:
&.' .now%"4isab a ebarat.
yuihb. es, h hins ptra seori enfeitadps de renda, 6 novidade.
os de oI~ar~i chamdo% corn sa$COs itpmdos e prateados.
SerapvataS ri hras ep a .,.-espsendido sortimento.
Meias de c6res e brancas pam senholas, homes e meninoe.
,nis "'e lidho Ai caix. ,-hs & phaotazia. duzia 410.


stos a 125.


mmnas ae mnem aimerentes quabfaues e pk'cos.
Cambraia adamascqf pam rortmados, e cortinados bordados.
Tates de todos os tatpanhos.
Secil's,-bttanias, esbpiao de linho e bramante de 4 larguras.
C4sew D.prptas e de cQres eup peas e cortes.
Pa.m:o p.t Q q al eapeclalida4e para. 75 e 8000.
Colcha, brancas e de cores e cobettores de. 1.
C,. ales iranka Vitoria
-Rici. 1"0" superioridade em tecido e c6res, nunca vis
E5 aos a [Princeza Regente, sao lindos.
Grtfenaapreta de soda.de listras e quadriphos.
Chajte de sotl, seda trangada e castes de phantazia.
Coll6arihbos para hoinens, superior qualidade a 75500.
Leques pretos bordados, lisos e de cores sortimento complete.
Chalbs pretos, hordados, lisos e de c6res, sortimento complete.
Camisas brancas e de c6res o mielhor sortimento possivel.
Cobertores eseuros de l' a 1#800, 6 pechincha.
Ditos brancos a 1000 um.
Lencos de esguiAO, fino;.% a 25000 a duzia ejpechincha sem igual.
Alta iiovidade


Fichfis de la e seda, recebidos bontem, e o que de mais gosto se node de-


RUADO CABUGA' N. 10.
I ? )


28 cores -differentes
em baptistas
a W20 o covado
6 rua do'CabugA,
... loja da Conquista.
Sem competidor
Q Barateiro
.RUA PRIMEIRO DE MARQO N. 1
Que lindo sortimento de baptistas, a
200 e 280.
Granadine preta, lindos desenhos, -a
600 e 640 rs.
Mariposas de cores, a 360 e 400 rs.;
estamros acabando.
Entremeios, niao ha prego.
Cretones Inglezes, a 280 rs.
Mariposas abertas, a 460 rs
Chitas de 240 a 360 rs.
Popelinas de gosto, a 400, 500 e 600
rs.o covado.
Bramante de algodao, a 15500, dito
de linho, a 2$500, dito francez corn 10
palmos, a30 a varn.
Bretanha de linho.
Chales-de camemxnix .-av- ureb.
Merin6s pretos.
Bombazina e cantAo.
Alpacas e outras muitas fazendas
proprias para luto.
Cortinados bordados.
Cambraia para cortinados.
Colcbas para cama, dA. 35 a 88.
Pannos para mesa redonda, a 4$.
Redes as melbores, tanto brancas
domo de cores.
Toalhas felpu tas de 65, 88 e 425 a
duzia.
Ditas de ditas para banho.
Guardanapos para todos os pregos.
Atoalhados adamascado para mesa a
18500 a vara.
Complete sortimento de lengos bran-
cos e de cores.
Meias brancas e de cores, tanto para
senhora, come para bornmem.
Cambraia transparent a 38500.
Dita Victoria, final, a 38500.
Varadissimo sortimento em camisas
brancas, de algodao, linho, cretone e
meia.
Q Outros muitos artigos que dispomos
ror ba-rato preCo.
0 Barateiro
Rua Primeiro de Marco n. 4
Agostinho, Santos 6 C.


PECEIN, BA\
Lindissimas 'baptitas parm vestidos,
k 240 rs. o covado.
Variadissimo sortimento de maripo-
zas, a 400 rs. o dito.
G rand#sortimento de popelinas para
vestidos, a 400, 500 e 600 rs. o co-
vado.
Mairtezas brancas, o que tern vindo
de mais gosto. .
I Riquismo ortipento de cretones
com de hos inteiramente novos.
Popelraa de seda pur, a M t000 e
HtOO o covado.
Popelinas de seda branca parn casa-
mento, a 1 000 e lj200 e dio.
Madapolao francez de duas larguras,
a 5000 e 51500.
CamIraia tianspaiente para vestido,
a3500e4.000apeca. .


sejar, e venden


desta pwinida. ".
ENCOMMENDAS--Mandainm vir da Europa qual- 0no. Conce
quer machinismo, responsabilisando-se j*phsua 'riuannuaent
i-~~~dr It ir a>to e &. P
boa quahdade.. a, ,.r,-oi,
CONCERTOS-Concertanmquinuer machinismo Popelinas
e fazem contrato annual para lods os os concertos Z io
do engenhos; para esse ftim eem a fabnca bem A1
Fazenda siqperi
montada, corn grande e bom pessoal, e dirigida recebeu hotema,
S .v Ctugi n. 10, e
por dous engenheiros do-se a.mostras
FRANCISCO CORREIA DE MESQUITA CARDOZO, Gaoh
(ha hILrn~f Trial~au''o\Elegantes gai
(ha pouco chegado da In terra.) saro,ato que ha
ngigl, ) 9, genera : venden
GEORGE BRAII(omaispratico e antigo que aqui ha) ruagdo Barod
Rua do Brun ns. 100 -a 104. dBos'mpe
Deposito rua do Apollo ns. 2 e 2 B. Ca&n. 10" e


nos por commodo pre-o
ALOJA D'AMERICA A
ende-se


icno, em Serinhaem, nesta
bom d'agua, podendo safre-
1,500 ples : queun o preten-
praca do Corpo Santo n 16,
ade achari comn quem tratwr

de uma s6 cor
Lo do goruorAo
res diffTerentes
ttenlpo
ior e de c6res lindisslmas,
a Ioja da America, a rua d&
vende-se a l600 o covado

as de metal
aolas de metal para pas-
de mais modern neste
n Amaral, Nabuco C.,
ka Victoria n. 2'
fichus de ile seda~
ecial e de novb gosto
a a loja da America, 6 rua do
vende por precos wuito re-


-~ __ __ -~'. -


entr vendern barato!I
S4) al d raria ( central s arao
.^ wja-dirara C(l 0 Cincoenta e nove
SE 4 rua? D 0q Cearas
88 ro Rico sortimento de popelinas de liU,
A 'f e, Ul y \J O 1nho, a 400 e 500 rs. o covado.
SDE Ditas de seda, padres sem iguaes, a
700 e 800-.rs. o dito.
Eduard ardo TMerin6s de c6res, que excellent fa.
ado Ca oso & 7 zend, a 900 rs. covado; 6bartis-
EdJLJVLuardo vJL\7 V/ C Ve simro!
Ru do Br doT u Q-Bamnezas de linho, s6 fornmos quem
Rua do Bardo do Triumpho, outr'ora d as recebeu, a 800 rs. o dito ; aprovei-
Brum n.66,0
Bumn. 66. n!Lindas mariposas, sem competencia,
Os proprietarieos deste estabelecimento pre- aps es fixas, a 20 rs .
p i t in..-d B3aptistau, c~res fixe, a 260 rs. o
vinem aos senhores de engenho, agricultores dito.
S' v Cretones suissos, os mais novos pa-
e ao public em geral que continual a fabri- drd que tern vindo, a 320 e 360 rs. o
00diro .
car os objects abaixo mencionados, come se- Chitasclaras, born sortimento, a 220
aln : -. e 240 rs. o, dito.
jam : pi Ditas claras escocezas, a 260 e 280
prjt.,m..o fdit6..-
Machinas de Derosne para iazer espirtos,rsi de l, utima novidadc, a
fl usde I, ma noidu.
ditas de Collars, os melhores systemss. alam- 28500,d e 6 ; a elles. Ha tambe m
.. % 'do sedse Rao.
biques de leitios diversos, simple e corn es- Magnificos chales A princeza regente,
quenta garapas, incluindo os de NOVO SYS- '0guid; epino, a 152oO e00800a
TEMA, ultimamente adoptado n4a provincia, ea- ramante largo de algodao, a1W.
rapu ~~Atoalhado pare mena, a I M0 a dire.
tideiras, escumadeiras, tobre pieado para moer Para aptisdo, ndissimas toalhas
I 0 de labyrintho, trabal o de .muito gosto e
mandioca e todas as obras necessarias para o perfeigaa, a 4S,1( J Aveindemos a 8081
fabric do assucar. BoDas aspirantes e de Para ronhas, lindas eatampas de di-
repuxo, de ferro, do cobro e do bronze. Si-; t' a 25 roar. ,.
repuxo, de ferro, cobre e de bron iTemos umn complete sortimento de
nos de Wl libras, al -110 ak'robas, fabricados crasde c6rs, a 3, 45e 5 o
pelo system trancez, torneiras de bronze e Mrins, pritasannos, 6lpacdes
~ 1 'je alpacas, paretodus I bwU P9e0.
os amuhs.Toa~lbos. felpuidas, gtdes, a 65
paramusos de dito, de todos os tamanhos. Toahs feipdas, des, a (
Emfim fabrica-se, toda e qualtmer obrade lanQos bainhados, a.1800 a dita.
S-. .v Dites -fm ,de linho, em lindas cai-
eobre ou de brq'ze, cnntoda pe CeiQa P.. %a3 a.3hau,4- .
jto, a aoq e teem itlt ^ ci (doinho,trModernoswa ?.
vaj ow. "e toov:' SUPM IWT"9. Qg^K^^ v i/i ea-sp Wr, cauWa ft mar.
rs pood~ndo a oUrtia wvaeu.
i',^ 1^1 ^ y 1 ^*- -' -' *w -^ Brine. riBros, de ihahpuroal1M=
betI.a seum ir ,e to ant&os Ahesa-
h -2...1 t.,R--. ,i,..= ._' ..- .~napaddeq 4m angoias, ,;4k 0 W
.. .Wdhr.T.F"
S,- ... .... .. .





1 7 v- k 11 41.,..
ho'n: ^'ial ^" i : .^ 'mwfas


Aproveitem
Quando quizerem comprar qualque'
artigo de miudeza, nao s mente de luX
e phantasia, comeo tambem de inteira
necessidade, lembrem-se de dar um
passeio a Nova Esperanca, A rua Du-
que de Caxias n. 63, e ahi encontrarao
aldm de um esplendido. sortimehtQ de
artigos de sua reparticao, mais os se-
guintes :
Artigos necessarios
Papel e envelopes para escripori
pennas caligraphicas de boa qualidade
bons lapis e canetas, optima tinta pare
escrever-se, dita -para marcar r9upa,
agua para pratear os metaes, aspas pa-
ra espartilhos, forradas de camurT
talagarca para bordar-se a la, e sedo
frouxa para bordar-se: ,a Nova Espe-
ranca e quem tem.
Artigos baratos
Agua florida a 11. fita.de 1iib l 60
A- a peva, papel amisade a 4UAt rs. a
caixa, cordao para vestido a '20 ra. a
pega, envelopes a 500 rs. a caixa
na Nova Esperanca, A rua Duque de
Caxias n. 63.
Artigos do luxo e phantasia
Estampas allegoricas para ornar sa-
las e gabinetes, bonitos leques corn plw-
mas e sem ellas, alta novidade, lindos
livros delembranga corn capa de mafim,
proprios para senhoras, delicados 'ra-
mo3 de finas flores para cabega, novos
coques de moldes simples e elegantes,
agulhas par Crochet, sendo de ma-
drpperola ; tudo isto encontra-se na
Nova Esperanca, A rua Duque de Ca-
xias n. 63.
Para os que slo devotos
Um pequeno sortimento de finas es-
tampas de santos : recebeu a NovaiEs-
peranga, a rtua Duque de Caxias n. te.
Para as floristas'
Papel para petalas, dito para folhas
de rosas, calix e peitilhos e mais pVe-
paros para tal fim ; tern ma Nova Ekpe-
ranca, A rua Duque de Caxias n 03.
Aos pais de familla
Quereis distrair vosso filhinbo 'ou
presenteal-o? dirigi-vos A Nova" Es
ranga, A rua Duque de Caxias n.3,
comprai um lindo brinquedo, pois ue
ella recebeu um complete sortimefto,
e estai vendenlo por prego mtito razoa-
vel.
Bonecas
Um born sortimento de boaecas man-
sas e choronas, pretas e brancas :' re-
cebeu a Nova Esperanca, a rua Duque
de Caxias n. 63.'
Cabellos brancos s6 tern quem
quer
A Nova Esperanca,- A rua Duque de
Caxias n. 63, tern a verdadeira tintu-
ra para tingir cabellos pretos, casta-
nhos, 6 iustantanea e h ft damnnifica os
cabellos, .e vende-a raoawtelmente.
Fumo de Garanhuns
Rua do Rangel n. 41
Vende-se turno de todas as qualidades, a
fpo e a retalho, picado e desfiado, em,'iataas
eqmm elias.
Fa- nh-tddui ib^ .
Vende-sEi Ihritah do mlt bt(4< te qmR-
-lidados a42 v s. emf tdt^^roh


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4,

1


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6"


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I I I IuU11UU .


aeiMs~1.por fa R'tWWS -
"'a m d: aort^-H77 "

Lr s 4e uadros bons, gostos, &.4iW
'rs. 0 cv0o
Ditas ecems, panos eot.
muito Undos pades, a 200 .Me o
dito.
AIpaa de oores, lavrandas de sejdi
par 3wO re. o dire.
Ditas muite fsiis, .de listras e cor-
dlo, park ploneaas a 700 o dito.
Popelinas de linho,, todas de listras,
para 240 rs, o dito.
Dita de linho e seda, para 360, 40%,
500, 640 e 700 rm. o dito.
As mais lindas broxff de la puit, Os
mais lindos gostos, a 15 o dito.
Linhos pardos para vestidos, lisos e
de hlistras, para 280 e 300 rs. o dito.
Dito liso e de quadros para vestidw,
de duas cores, a 360 rs. o.dito.
Merin6 de cores para" vestidos, espe-
cie de gorgodo, a 900 rs. o dito.
Ganga amarella, para vestido e en..
feites, a 320 rs. e dito.
Maripnzas, lindos padres, para 4ft
e 440 rs. o dito.
At3alhado de listras todo bordado,
para toalhas, a 15800 o metro.
Tarlatanas de todas as cores e qaa-
lidades.
La preta rmniito fina, para 300 rs. e
covado. .
Cantao preto, para vestidos, para lu-
te, a 800 rs o dito.
Setim macao, todas as cores, para
1 $600 o dito.
LIQUIDAM NA RUA DO CRESPO
N. 20
LOJA DE ALMEIDA & CAMPOS


.*./i,.VO *



















,- .L. m mde s'k
Pa II~ISdl-
Daide C61e-
emv ri*meiro igair AntoUnio Ja-
4'a a Silva, codqjente da alfandf.
W.z, segundo.kmugs, e em terceiro
(. Masset. Capital. 130:0001, son.
W iI:000 do nobrei Eario de Cotegi-
e, (sussurro), 40:0006 do conference
da ifandega (conti.nia o sussurro),
50O.J0 do terceiro. E basta!
V V~zs:-'Le.ia, leia Ludo.
S0 SR. CESAURIO ALVI. ":-Nao quero
Sler mais, dispensemr-me dessa tarefa.
O SR. MINISTRYO DA FAzENDA:-Ha
de faz3r o obsequio de esperar a res-
posta pam julgar.depois..
0 0 SR. CESARIO ALVIMI :-Veja a ca-
mara, em 'vista do que tenho exposto,
de twnta violencia foi de mister usar
S o nobr ministr'o contra o seu propri6
coraQO, para fulminar o conference da
alfandega-seu socio, corn unia demis-
Ssao infamante, pelo .rime de complici-
S dade, diz o minundo official, nos contra-
bandos!
Ndo enii propo-ito, presentemen-
^ /te, apreeiar os fmuidainentos de seu
S- acdo ; releva notar portin, que no-tris-
.f tissimo negocio dos saccos e trapos,
que tanto commoveu a opiniao publi-
ca, encontrou o ex-conferente, nelle
envolvido, guarida segura A somnbra do
nobre ministry.
:?eQorda-se a carnara de que o inque-
'2policial procedido a respeito, apa-
nih6u emi sua rede aquelle funcciona-
rio, de quem sus.peito, immediatamen-
* te o inspector da alan'lega que o sus-
pendeu por quinze dias.
SPois bern! 0 nobre ministry conce-
deu, acto continue, ao ex-conferente,
seu socio, tres mnezes -le licenga corn
ordenado, licenga dJepcis prorogada por
outrotanto tempo (Oh!)
Licenga corn ordenado, senhores!
justa recompensa do servidor honrado
e zeloso, que niao p6de, em suas enfer-
miidades, dispensar a rnmao caridosa do
estad.o, a cujo servi energias. de seu corpo e de seu espirito!
o acto do nobre ministro consagrou
a honradez desse empregado.
Passam-se os tern pos, o ex-conferente
entra no gozo da licena que Ihe sua-
visou a suspensao, da-se na alfandega,
em sua ausencia, par falta de um despa-
cheo antigo, procede-se a indaagaoes
que ddo emrn resultado a culpabilidade
do socio do nobre ministro, e o quo
fez o inspector?
Prop6z, em officio, a demissilo desse
conference, corn a alternative: ou eu
ou elte...
0 SR. MINISTRY DA FAZENDA :-Nao
e axaeo.
0 SR. CESARIO A:'.viMi : -Fui inforrma-
do dessa alternative, a inais natural e
.... 1,n, poo;-.-oti -t,," t~icnha tam sran-
de eonta os estimulos do Sr. conse hei-
ro Taques.
0 Sn. MINISTRO DA FAZENDA :-E OS
tern.
O SKi. CESARIO ALVIMr :-Entaio, nada
mais logico do que a alternative, por-
qaanto, na qucstao mais grave, a dos
saccos e trapos, havia o nobre ministry
recomp.ensado ao ex-conferente, puni-
do pelo inspector.
Cemo quer que seja, proposta a de-
rn'issao pelo inspector, teve o nobre mi-
nistro de dobrar-se a exigencia, pelo
factor de ter dentro em si, na conscien-
cia, tin grande D. Bazilio a znurmu-
rar!


Foi uin acto de tactica audaz que lihe
forneceria miateria para a defeza em
ataques como o que Ihe levo neste mo-
mento.
Attend, pordm. a camera, veja o
paiz, que a questao dos saccos e tra-
pos era de muito maior gravidade que
a do desapparecimento do despacho,.
motive da demissao do ex-coferente.
Posso asseverar d camera que, cor-
respondente ao tempo de 1875 a 1876,
faltamn na alfandega da c6rtc inais de
3,000 despachos. (Seiisaio.)
0, SR. MINISTRY DA FAZENDA :-Oh!
0 Sn. CESARIM ALviMi:-f,'u requeiro,
eu eiaijo em nome da moralidade e
dos gritides interesses de meu paiz,
umrn rigoroso inquerito naquelle esta-
belecimento, que so tern transforriado
em nma cova de CGaco. (Oh!)
Essa commissao deve esteuder tam-
bern os seus estudos e exames sobre
o thesouro que vai pelo mesmo cami-
nho. (Sensacaio.)
Seniores! vejami a triste, a desgra-
9ada posicaio em que se acha o nobre
ministro, que se vio na dolorosa contin-
genci:t de demitir o seu socio.
E' poAsivelAue qin uim mesmo dia,
despindo S. EXcC. a farda cornm que pela
manhi servio nos conseihos de S. M.
o Inmperador envergue pela tarde o pa
Wlet6 burguez para ir ajustar suas con-
tas de co-mmanditario na casa commner-
cial suspeita de contraband! (go*,-
saeo.)
O ,rS. MIXISTRO uo IMPERIO (corn
forpa,:-lsso e urna injuria !
0 SR. GUSARuo ALVM M (corn tora):-
Injuria! Onde ella I N:;o 6 o nobre
barro de Cotegipe mi'liiStro ? N1o socio
comnianditaho da casp. Maeset?
Se hla'injuria no que disse, declare-
me V. Eic. Sr. presilente, porque a
I1''; refirp.
Neotenho o proposition de minolestar
-7 soalwe6te ao nobr, uiinistro ; cunm-
- p. M-.amu r penoso, emnbora sagrado de-
ft.. o.iW, repito, a do iMbre


nea !
Piauhy, Parahyba, o norte emrn geral,
depauperado, desmoralisado e abatido!
Ao sul, rouba-se, saqueia-se a alfan-
dega de Santos e uma das do Rio-Gran-
de, em sommas avultadas !
Em minha-provincia as cousas acham
se alinadas no mesmo torn.
Quando em novembro do anno pas-
sado estive na capital, andava por mais
de 300:0008 os aleances das collecto-
rias verificados na thesouraria.
0 SR. ALVES DOS SANTOS :-0 the-'
soureiro da alfandega de Santos d li-
beral.
0 SR. CESARIo ALVIM :-Que me im-
porta isso? E' eulpado? Seja puni-
do e punido duplamente se tanto f6r
mister.
0 nobre visconde do Rio-Branco, po-
r6m, nao assistio, como ministry, iAs ca-
tastrophes, dchos da sua.
Que repercussao tera o desastre ac-
tual do nobre ministry da fazenda?
Nao haverd conference de alfandega,
empregados de thesouraria ou outros
quaesquer officiaes de fazenda que se
julguem agora inhibidos de se associa-
rcM v0 oommnUIthL por todo o im-
p'erio para defraudarem o estado, de,
maos dadas cornm casas importadoras:
Quo triste sorte, Sr. president, e..-
tava reservada ao nobre, ao velho du-
quede Caxias, no ultimo quartel de
sua gloriosa existencia consagrada ao
servi(;o public!
S. Exc., acredito. prefereria que um
obuz the levasse b coracao nos campos
em que commando e pelejou em prol
da honra nocional, a presidir um mi-
nisterio como este em que formigam
escandalos desta ordem!
0 SR. DIOGO DE VASCONCELLOS da
um aparte.
0 SR. LItMA DUARTE :-0. que e ver-
dade 6 que a situaao e-6 tristissima,
guardem silencio.
0 SR. CESARIO ALVIM :-E a V. Exc,
Sr. president, que pouco invejavel po-
sicao reservou o destine !
Ap6s q-atro annos de lutas gloriosas
nos bancos da dissidencia, ao seucom-
mando supremo, ahiesta hoje-V. Exe.
nessa cadeira, mudo comno uma sphin-
go, occupando lugar distinct na con-
fianca ministerial!
Dirse-hia que aquelles annos.deluta,
os mais soberbos de sua vida parlamen-
tar, foram para alguem, tempo de des-
varios e de utopias audazes, e que s6
agc.ra faz V. Exc. resignado, o seu ti-
rocinio de estadista, nos campos do si-
lencio e da mudez !
E de n6s tiberaes, que vivemos a
combater, vendo a fouce da more, nao
raro, ceifando as nossas fileiras, o que
di.-er-se ? Acossa"s em toda a parte,
abatidos pelo guante official (apoiados
da opposicao liberal), que-lugar nos
cabe neste scenario lugubre ?
Acompanhamos commovidos,, de to-
clia em punho esta" procissao funerea
queovai caminho do nosso cemiterio so-
cial e politico, jA bastante povOado, e
onde s6 falla, manda e agita-se semi-
vivo um unico potier: fraco, porque
nao mair se esteia na confianta e esti-
ma public (Muito .bern. ) -
Esse poder!.... *
Oh! elle se parece corn aquelles fruc-
tos doumados que pendem ais ragens
do mar-morto !
Lindos, ricos na f6rma ; mas den-
tro... apen s podridao e cinzas !
Vo0.es: -Muito bom Muito bem !
O 0 oradir e felicitlo polos seus corn-
panheiros da oppouicao liberal. "


0 Sr. Barko de Cotegpe (Mi-
ninfiistro da fazenda.) (Aeuto- :-Sr.
president, o 4iacirso quo acaba de
profrrir o Sr. deputalado pea provincia
de Minas-Geraes- deixou evideite que o
object da inteldp6l1aClo quo se aclia
sujeita ao debate foi tado s6maente a ver-
rina que the ouvimos. (Apoiados da
maioria.),
Ea fitinha pois, raft Sr. p.rwidente,
pia cbsoaa a Se-D. E Bazi-
tleafniR du(ia taA

4~1
iiffcrtri~afr~irT~' nrn ashex.N
^^^^W~l-- y~y^^W*^ "0^'9 -^>vy.' -^


c As duas notas, de que remetto c6-
pia a V. Exc. domonstram o quo aca-
bo de dizer.
S 0 gorgorao e a popoline (que 6 te-
cido ou-. batiste de algodalo o seda)sao
fazendas de qualidade superior aos ris-
cados de algodao. Excedendo de 506
a differeana dos direitos, e -sendo de-
mais de 50 o a difference das taxas,
foram os-donos dos despachos obriga-
dos aldm dos competentes direitos ao
pagamento do umR multa igual a im-
poi tancia dos7 direitos da different,
em virtude 4D art. 18 do regulamento
quo baixou corn o decreto n. 4,510 de
20 de abril deo 1870.
c A taxa do riscado de algodao 6,
conformine o numero de fios, a do art.
587 do regulamento em vigor.
c Os riscados de algodao corn mescia
de sed4 pagam mais 30 Olo na confor-
midade da regra 5a do art. 15 das pre-
liminares da tarifa.
c A taxa do gorgorao 6 a do art. 738
da tarifa; a popetine de soda e atlgodao
estA sujeita a mesma taxa d6 referido
artigo corn o abatimento de 50 o, ,.e-
gundo a rogra 4- docitado art. 15 d"
preliminares.
SA part pagou, sem contestaaod,
os direitos (lobrados da differenga veri-
ficada no despacho n. 7,548, como se
v6 da nota de differenga junta por c6-
pia.
c Quanto A difference verificada no
despacho n. 7,547, pretended eximir-
se da nota, allegando que, send a medi-
da dos fios do riscado, corn que vinhanj
os gorgoroes, de 16 112 fios, nio se en-
contr'avam corn o tecido de soda os ris-
cados de numero de fios que declarava
a nota, e portanto so eram obrigados os
donos dos despachos ao pagamento dos
direitos simples e a multa doe 1 112 olo a
5 Oo, em vista da ultima disposic do
citado art. 18 do regulamento de 20 de
abril de 1870.
SNao attendendo aestas razdes, im-
puz-lhe a mnalta que foi paga por nota
n. 1,336 do mez corrente, como veria V.
Exc. da participagao do conference da
sahida, resposta da part, decisa(o da
inspectoria e notas juntas por 6pia.
( A multa ,mposta peladifferen a do
despacho n. 7,548 foi de 7535040 ;t do
despacho n. 7,57 foide 1:1971700: -
t Tendo relatado os facto resta-me
explicar porque nao proceed a appre-
hensao das mercadorias. instituindo o
process de contrabando.
Conmo se ve dos documents refe-.
ridos, appliqueilio caso as penas corm-
minadas no regulamento quevigora.
c Nerm toda lesao dos direitos da al-
fandegai constitute contrabando nos 4er-
rmos dos regulamentos fisaess.
c Para que tivesse lugar a apprehen-
s0o das mercadorias e o respectiv pro-
cesso, eta de mister que as mercado-
rias se achass'em acondieioniadas entr
outras, como escondidas, nos termosd
art. 556 do regulamento das-aaRnde-
gas, de 19 de sgtembro deo t80,a d.
period 3.o do ctado art. 18 do. reti-
lamentode 18|." "
( A tote, ppuha-se a in.lj~igencia
dada o rgulO1ot* polo tribunal do
thesouro, come pode- V. F~xc. ver de
decisao constant do aviso r copia n.
156, de "f1 4e noveorbr0 de o874,o
qual rovogou a minha decisao proferida
em um process instituido A cauade
Joaqui*"Alvaro de Armada & C. Rest.
caso me parociam as circumstance
mais caracteristicas do. fraude 4do" q.e
nos despachos de G. Maset & C. ,-
Estes despachos. tiveram tas ^
ferneocuas, e vindo os divstsos eto


coe9. np x na pmeira c-.




a. ..t


o obre deptitaado quo metUeu-sd awr-
gem dapaito meio, e a j uigar pela con-
tinuagio do sea dircurso; dovo crdr que
sou eu a tal virgem da paz. [Risadas.]
SSR. CESARIO ALVIM: Nao so-
nhor.
0 SR. MINISTRY DA FAZENDA :- Se-
nhores, eu declaro positivamiente que
de tal facto nao soube senao pouco an-
tes da interpellaoao, quando ouvi dizer
que u.n journal corn elle se tinha occu-
pado.
Mas, para demonstrar que nao hou-
ve nenhumrh acc6rdo, nem acto algum
de henevolencia da parte do inspec-
tor da -alfandega alias incapaz de pra-
tical-o [muitos apoiados], e de receber
iinsinuaes minhas.para tal fim [mui-
tos apoiados], quando fosse eun capaz de
fazel-as [apoiados]...
UMA Voz: Insinuacoes odiosas.
0 SR. MINISTRY DA FAZENDA : -- ...
declarwo que esse empregado ouvindo
que o nobre deputado ou outros attri-
buiam a nio apprehensao da mercado--
ria a inritervenqao do inspector da alfan-
dega, acaba de transmittir-me um do-
cumento firmado pelQ conference da
sahida, o Sr. Honorio Alonso Baptista
Franco, de cuja probidade nao preciso
fazer o elogio [apoiados], bemn como de
outros empregados daquella repartigao.
Diz esta informacao:.
SDespacho n. 7,548, sobre o qiual
versa a interpellaCdo.-Informando.--A
casa importadoral.despachou riscados de
algodao. Verifiquei: riscados e pope-
lines de seda e algoda6.
, t As peas de popeline de seda e at-
godao, e nao de soda como diz o re-
querimnento de interpellagao, nao' vi-
nham envolvidas fraudulentainente em
pannos de algodao.
(, Caa peca, quer us de riscados,
qquer at de opeline, fazia na caixa vo-
lume separado coberto do envoi torio
competente-papel escuro de einbru-
Iho.
a NMo fiz-apprehensao ; e se julgass.
caso para isso. por certo o teria feito;
sujeitando depois o meu acto A approva-
gao de V. Exc.ique o teria ou nao ap-
provado; 6 esta, polo menos, a praxe,
senao o que se deprehende da lei.
c No houve tambem como diz o
Diario Popular hoje, que eu havia dado
uma parte. Tat part s6 existe na ca-
beta dos interessados em levantar essa
poeira. Como V. Exe. sabe, a partici-
pagao 6 s6 para os casos em que o irm-
portador ou sou preposto ndo' concorda
corn a c.lassificagao do conference.
( Despacho n. 7,547.-A part des-
pachou riscados. Veritiquei essa fazen-
da e tambem gorgorao de seda.
( Essa differenca foi questionada, e
envio os papeis relatives a questao.
c Sobre este object nao falla a in-
terpellago. Nennum outro papel ou
documento'existe sobre o assumpto, a
nao serem os quo envio aIV. ixtc.
(0 equivoco em que V. Exc. teve
parte 6 sere duvida algumna do erro em
que labor o autor da iaterpellacao, o
qual menciona o unmero do despacho
erradamente. -
* s 0 facto da interpellacao 6 do des-
pacho n. 7,548, e entretanto eo n. 7,547
qUe veio nos jornaes.-0 conference,
Honorio Alonso Baptista Franco.
O SR. CESARIO ALVIM :- Esta vendo
que este documento mesmo prova que
nao houve lisura.
0 SR. MINISTER DA FAZENDA : -- No
prova o que V. Exc. quiz piovar, ist 6,
que houve contrabando e que as auto-
rndades foram complices. [A~poiados.]
0 SR. CESARso ALVIM: Prova que


hbeuve fraude, [Apartes.]
0 SR. MINISTRO DA FAZENDA :-E'S-g'o
aqui os documentos, eeu os deixo. ficar
na oasa paa ,serem examinados.
* Q Sa.IN& ao 8: -- arig0
556 do- regulameno dia alfandega,
muito. expresso.
OSR. 0M IRODA FAZENDA :-P.S
4 justamentb ese artUgo que tern Sy
interpretado constantemente- pelo oe-
souro no sentido quoe lhe da a-alan-
dect .
Ea preciso Ier a deciGa do thsouro
sobre o caso ; que so refore o inspec-
lor daiatlndega, ida&tivamente a& -
tAode.Alvaro deo A
demonstrar corn essa dll eo e cOam ou-
trsiaFmito a.otwiar. qwe a alfaindega.
-ct .- d-:dia promeder no caso
"166B~i e naoRet eri .etrio. O scl Ic
a|p do ilwtre qou 4e I
IJB^N)V q~~i^qe 040%.ba crrega I
* ia^ EbftLU -rifidivi dera


^<12. 437 4 t e4 a4 ^
J 'AM CP

p mil '


ellesI occultos niao deve ser sufflliciente,
serm outra prova mais, paraimposigao
de pena tAo forte como a do art. 18,
parte 3a do regulamento n. .4,516 de 20
de abril de 1870, na qual foram os re-
correntes condemnados, prohibindo-se-
Ihes tambem a entrada na alfandega e
suas dependencias;
S Considerando, por ultimo, que a
fraude nao se presume, maxime em
casos como o de que se trata, no qual
por ser como e, tao diminuta a impor-
tancia dos direitos que a mercadoria
deixaria de pagar, repugna ao born sen-
so que os recorrentes, para se recusa-
rem a satisfazel-a, commettessem uma
fraude:
( Resolve o tribunal, dando provi-
mento ao recurso, reformar a decisao
dessa inspectoria, para o fim de, nos
termos do citado art. 18, parte la, so-
rem os recorrentes admittidos a pagar
os direitos das 96 carapucas ou galets
que vieram acondicionados nas peas
te merin6, aldm das mercadorias cons-
tantes da nota do despacho, e mais uma
importancia igual para o conference;
ficando, outro sim, levantada a prohi-
bicao de entrarem na alfandega e suas
dependencias.
( 0 que communico a V. S. para sou
conhecimento e devidos effeitos. )
0 SR. MARTINHO CAMPOS :-0 casO 6
different; mas o tribunal do thesouro
deliberou corn muitajustiga.
0 SR. MINIsTRo DA FAZENDA: De-
cisdes analogas constant de diversas or.-
dens e entire ellas citarei uma, que e
muito frisante, e 6 a de 30 de dezem-
bro de 1869, expedida A thesouraria da
provincia do Espirito-Santo, e outra de
27 de novembro de 1873, que passo a
ler:
S 0 viscopde de Itaborahy, presiden-
te do tribunal do thesouro national,
communica ao Sr. inspector da thesou-
ria do Espirito-Santo que o tribunal do
thesouro, tendo present o reourso do
negociante Aniceto Joaquim Barbosa,
interposto da decisao da dita thesoura-
ria, confirmatoria da da respective al-
fandega, quo julgou procedente a ap-
prohensao de tres caixotes enviados
desta c6rte ao refeiido negociante, por
ter-se nos rmesmos eticontrado, em vez
de oleo de kerosene, que mencionava a
nota do despacho, latas de polvora, vi-
dros de arnica e outros objects, tudo
no valor de 1135960; e considerando :
Que, segundo o regulamento das
alfandegas, o fundamento da apprehen-
sao d sempre a subtracQao pretendida
ou realisada dos direitos nacionaes, es-
tando os casos em que ella cabe corn
especialidade enumerados no art. 742,
SQue as minercadorias apprehendidas
foram submettidas A despacho, como
costa do prucesso, o que exclue toda
a intengdo de fraud da parte dos re-
correntes;
cQue a divergetcia entire o verifica-
do pelo exame e co-ferencia da merca-
doria, ou jonteado da nota de despacho
e a declare^So desta, nunca foram mo-
tivo tie apprehensioo;
Que o citado regulamento, no art.
555 e seguintes, estabelece as regras
que se devem guardar em tal caso, e s6
prescreve a apprehensao quando, alem
deserem de especie different, acha-
rem-se as mercadorias acondicionadas
entire outras, como escondidas, para
subtrahirem-se aos direitos;
(Que esta ultima e essencial cir-
cumstancia nao se verificou, -e por-
tanto:
( Resolve dar provimento ao recur-


so; julgando nulla e insubsi'tente a ap-
prehenao, para o tim .4 so restituir ao
torrente o oprducto da aorromtao
das memadoras apprehenAidas.- e da i
mUtta que Ihefoi imposta.
c Decisao de 27 denouenibro de 1873. 9
-0 viscondeido Rio-Branmo,' president
do tribunal do thesouro nacionat deo.
clara ao Sr. inspector da thesouraria de '
fazenda da provincia de Santa ,atbari-"


rol |Ww IIUFL -a
JA observe que qi rmil .
fazenda nio era c dI deeoer
aigo, de modo dgsse a ai
d pcenseatreg e a'ii=-
dos eraes], eases gados nriam
tambemn a precise ptb dade para diar
corn desprezo: ide-vos e ide-vbs! [MNui-
tos apoiados geraes e muito bem].
0 SR. CESARIO ALVIM :-Ndo precisa-
yam dizer isso em presence do que
veem. Ha muitos empregados honra-
dos, mas ha muitos servis tambem..
O SR. BITTENCOURT :-Sendo a alfan-
dega uma cova de Caco, nao p6de ter
empregados honrados !
0 SR. CESARIO ALVIM :-V. Exc. sabe-
o sentido emrn que fallei.
0 SR. AUGUSTO CAVES :-Todos M6s-
o ouvimos.
0 SR. MINIsTRO DA FAZENDA: -Per
mais de uma vez.
0 SR CESARIO ALVIM : Eu tomo a
responsabilidado do gue disse.
O SR. MINISTRY DA FAZENDA :-Sr.
president, houvesse ou nao houvese,-
contrabando na -especie vertente, sinto
que esse negociante possa tambem in--
directamente vir a soffrer no seu credi-
to, s6 porque a political o exige. [A-
poiados e diversos apartes].
0. SR. CESARIO ALVIM :-Nao, senhor;
exige-o a moralidade public.
0 SR. M sNISTRO DA FAZENDA :-Es-
tive silencioso emquanto o nobre depu-
tado fallava; ouga-me tambem, porque
a defeza 6 mais sagrada do que a accu-
saao. [Apoiados].
0 SR. CESARIO ALVIM: Estou ou-
vindo-o.
0 SR. MINISTRY DA FAZENDA:-Pois
ouga e nao me interrompa.
0 SR. CESARIO ALVIM : -- Sao os seus
amigos qua o interrompem. Eu estou
respondendo a apartes que se diio.
O SR. MINISTRY DA FAZENDA : Sr.
president, 6 uma desgraga que neste
paiz se nio hesite em arrastar por estes
tapetes o credit dos particulares, s6
para prejudicar-se ao home politico.
[Numerosos apoiados; muito bern;
mnuito bem]. Eu sinto que por ter
querido ser benevolente para corn esse
negociante, por ventura abrisse ensejo
a ser o seu credit atassalhado aqui,
onde alias s6 devia apparecer o-que fos-
se concernedrte a political e a n6s outros
nella envolvidos. [Apoiados].
Mas, quem !pdia.prever que tal 'uc-
cederia?
V. Exc. 6 testemunha, Sr. presiden-
te, que desde os primeiros dias da ad&
ministragao do ministerio de 25 do jv-
nho, sobre mln recahirami as iras de
alguns adversaries, nao digo de todos,
porque de muitos atd tento recebido
provas de consideraoao e estiina. Des-
de os primeiros dias que tenho sido o
alvo de todas as settas, .entre ellas nao
me era estranho que andava esta mar-
muraao. em qr- se me consideava
como commanditario e interessado eram
casas commerciaes, para d'ahi tirar-se
a consequencia de quo o ministry da
fazenda era urn negociante e incapaz de
zelar os interesses do Estado.
Mas eu sempre desprezei, e jaimais
quiz levantar, de trio baixo semelhan-
tes insinuag3es, e ate agradeco ao no-
bre deputado o tel-as trazido a esta au-
gusta carnara; e meu agradecimentO.
para corn S. Exc. seria complete se
nan tosse para qualilicar-mnee. atar-
me do modo porque o fez, po"quaa;to
eu explicarei os factos em ordem a con-
veneer o paiz de quo em vez de i-r
serem elles indecorosos, o sao peloon-
trario nao so licitos, como honrosos.


[Apoiados; muito bern.]
todas as amniplifica'oes, todas essas
phrases campanudas,-todasessas in-
dignagdes fingidas... [Apoiados.]J
0 SR. CEsARIO ALVIM [corn -Qra]: -
Nao apoiado. [(ontestaoses.]
0 SR. IGNACIO MARTINS : Deixe-o
fallar,. rofere-se a 'si mesme. -.
-0 S&. MWNSTRO DA FAZnDA: Se
ilgema ocxprao, mo Aid q"6U wi v
hemente, podee escaar-ne, d4v*-me .
er -relevada, porq.e ,allo em cire. ';,
tancias excepcionas .e de iVn'pMWv,.
o nobre deputado con o sage f'
muitos dias talvear de muitas wii
ou muitos meaies... .
0 Sa. Cqsp ALvIM :-FaW.l'qi"
de im# ow f ^ (* I1t oh l ..

alculo, q t
pressoeslaekl' ^' ,


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