Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:13959


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Full Text













































MM. o rei e a rain4ha d Portugal, as
corridas extraordlnagrias, celebradas
polo Jockey Club Lisbonense em hon-
ra daquelles augustos personagens.
COMMERCIAER
LONDRES, lo de setembro. -
Fundos brasileiros de 5- empres-
limo de 1875, a 92.
S Mercado de assucar caliO, e os pre-
Cos sustentados ; o de Pernambuco
GOOD BROWN a 23 schs. e 6 d. pD quin-
tal.
LIVERPOOL, lo de setembro.
Venderam-se hole cerca de 6,000
balas corn algodao de diversas proce-
dencias; sendo o de Peraambuco a
6 1/8 d. por libra.
NOVA YORK, lo de setembro.
Camblo sobre Londres 4-831/2.
1Prego do ouro 104.
LISBOA, Io de setembro.
t. Cambio sobre Londres, prazo de 90
dias de vista DINHEIRO) a 523/4 pences
por 1$000, moeda forte.
Chegou hoje dos portos do Brasil,
o paquete francez EQUATEUR, da conm-
panhia MESSAGERIES MARITIMES.
Agencia de Pernambuco, 3 de se-
tembro de 1877. :'-
PELO DIRECTOR, J. BROC'RIER.


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1-

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INSTRUCCAO POPULAR

Elementos de -Chimica
DEFINI(COES


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11,250 bragas correntesdoe terras pubricessno
extincto ald6amento do Brejo dos Padres.
Ao mesmo. Para osfins conveniences,
commuoico.a V. S. que o pi motor public
de Goyanna, bacharel Sebastiao Cordeiro Coe-
lho Cintra, entrou em 15 do corrente no gozo
de tree mezes de libnQa, concedida por. esta
presidencia, serm vencimento algum.
Ao do thesouro provincial. -Para -a gua-
da local de Cabrob6, made Vmc. entregar a
Claudianp da Silva Rego, o fardamento, excep-
to calgado e gravata, aetue Liver direito a mes-
ma guafda pare dous- semestres.-Communi-
cou-se ao commissario.
Ao da instrucgio puiblica.-Accdusd o re.
cebimento do officio n. 116 de 4 de junho, corn
o qual Vmc. submetteu A minha coosideragio
as. provas escqpta, e maiis.documentos relati-
v6s ao tQncu mb a que ultimamente se apre-
sentaram tres candidates ao magisterlo pu-
blico. Em resposta declare a Vm%, que as ca-
deiras do ensino primario indicadas no predi-
to officio para nellas.serem provides as re-
feridars candidates nato podem, ser preenchida's
por forQa da djsposiCAo do art. 34 da lei n.
1,261 de 28 de junho ultimo, e quando nao vi-
gorasse essa disposiCqo, converia que se pro-
cedesse a novo concurso por no Serem suf-
ficientes as proves de habilitagco dadas poles
concor rents. -Devolve as provas acima allu-
didas.
Ao engenheiro ajudante fda repartigAio
das obraspublicas.-rendo nesta data appro-
vado o organefito dos reparos da pontezinha
do-Chora Menino,-na importancia de.. .
1:2835860, autoriso Vmc. a mandar executLar
administrativamente os mesmos rtpards por
essa repartiQao, devendo a despeza de 3985360
ser feita por pta da provincia, concorrendo
a companhia-Ferro Carril,- corn ade 885)500,
de conformidide ctIn a sua informaQao n. 196
de 13 do corrented-Deu-se sciencia ao enge-
nheiro fiscal fa companhia Ferro Carril; e
respondeo-sdb officio da camera municipal do
Recife.,
Ao director interino do arsenal de guer-
ra.-Para a guard local de Cabrob6, made
Vmc. entrogar a,. Claudiano da Silva Rego, 56
pares de sapatos, fabnicados no paiz, correa-
pondentes a um anno, seo aos mesmos tiver di.
reito a referida guard, de aceordo com a res-
pectiva tabella.--Gommunicou-se ao commis-
sario.
Ao mesmo. -Para a guard local de S.
Bento, made Vmc. fornecer a'o vommiamario
alferes Franklin Vellozo .deoGusmAo Ucboa,
ou a quem por'elle se mostrar autorisado, 22
pares de sapatos, fabricados no paiz e 1i grava-
tas de sola de lustre, se a esses objects tiver
direito, de accord corn a respectiva tabella.
-Communicou-se aor) commissario.
Ao superintendent da estrada de ferro
do Recife a S. Francisco. ProVljencie Vmc.
para que seja transportada da estaQco de Una
at6 a capital, por conta da provincia, a baga-
gem do alferes do corpo de policia, Jos6 Pe-
reira da Silva. Guimhaimes, e das pragas que o
agompanham escoltando cinco criminosos.
Ao commandant do corpo de policia.-
P6de Vnmc., conforme solicit em seu officio n.
678, de 18 do corrente, engajar o paisau@ Pe-
dro da Cunha Barros.
Ao commissarlo de policia de S. Bento.-
-Pde Vmc.. conforme solicita em seu officio
de 21 de junho ultimo, eliminar o cabo Anto-
nio Tranquelino da Silva, impossibilitado de
continuar a servir por motilb de molestim&
Ao de Itambh.-P6de Vmc., conforme so-
licita em son officio de 13 do corrente, elimi-
nar a praga Antonio Rolim dos Santos, per
ser incorrigivel.
Portaria :
0 Sr. agent da companhia jbraslieira de
navegacao a vapor made dao passage para
ac6rte per conta do ministerio dai guerra, no
vapor Bahia, esperado do norte, o 20 cadete
Joaquim Barboza Cordeiro. de Farias, que vai
reunir-se ao- 2o regimento de artilharia a ca'-
vallo, a que pertence. Communicou-se ao
comnmandarte da& arms.
EXPEDIENTE DO SECRETARIO
Officio :
Ao gerente da companhia pernambuca-
na.-O Exm. Sr o t'residnnte manda accusar o
recebimento do officio de V. S., de 17 4o cor-
rerte, em que participa a sahida do vapor Cu-.
riripe, pare os portos do sul at6 Aracajf, no
die 20 do corrente, Us 2 horas da tarde.

EXPEDIENT DO DIA 20 DE JULHO DE 187.
Officios:
Ao president do Rio Grande do Sni.
-Accuse o recebimento do officio n. 464, de
20 de junho, core 6 -qual V. Exc. enviou-
mc dous exemplares impresses .da colleccio
dos actos, regulamentos e rnstrucg~e. expe-
didas por essay presidencia em 1870.
Ao commandant das armas. Sirva-se
V. Exc., em solugio ao seu officio h. 909 do
6 de novembro de 1876, rde fazer chegamBis
maeos do soldad,) do 2' batalhao de infantaria,


SimAo Rego' da Silva, o .incluso document
que me foi remeLttido p3ala presidencia da Ba-
hia, conform solicitou o refordo soleado no
requerimento, que devolve para ter o mnesmo
destiny.
-Ao mesmo.-Doterminando o ministerio
da guerra em aviso de 10 do corrente, que se-
jam inspeccionados ae saude, pela junta mili-
tar, os soldados'AmLonio Jose Teixeira e Daniel
Teixeira Mendes, este do'9o batalhAo de infan-
taria e aquelle do 2", deveqdo os competentes
terms corn as certidoes de assefitamento das
eeferidas prapas serem remettidos A secreta-
ria desta presidencia, para term o conve-
niente destine ; assim o communico a'V.iExc.,
para seu conheeimento e devift exqwulo. '
Aos membros da commission encarregada
de agenciar soccrros para os indigentes do
Interior provincia.-Inteirado pela exposi-
Qao coqtlida em officio do 46 do corrente, das
providencias tomadas por Vs. Ss. A bern dos
viclimrts da secca no interior da provincia, de-
claro qpe as approve e bern assima que 'auto-
riso debde ji Vs. Ss., conforme prelendemn, a
mandar proceder aos repams do A.ode da villa
ida Salgu eioj da rnatri-da de Floiesta, depeis
de condluidaas obras dai de Ouricury. Qtwrito.
ao final do ,1 4@1.o t op wMounic. a. Vs.
Ss. quo remetao 1aoxm, 9, r stR do imwpe-
ie a a"ohlr "9't 4ofa de4 mi40W
para so pvsoedeitf butfnci; so9os
U~i~bi~ as ( Ihmsva mi
frq *',


despeza (W a alimentaeao das pr6s-
tacamento de linha; existence em I'2?= ;
a! sim o declaro a V. S., para sea conhbelmen-
to a devida execuClo. Communicou-se ao
commandant das armas.
Ao mesmo.-Traosmitto a V. S., para os
fins convenientes, o decreto de nomeaQ1o de
Jose Gomes Soares de Almeida, para exercer
durante a vida do 'espeo vo serventurio, oof-
flcio de justiga dd escrivo d6 orphaos, au-
sentes, capellas e residdos dl termo dosrejo.
Ao mesmo.-Transmittg a V. S., para os
fins convenientes, as inclusas notas do gaz
consumido no mez de junho, ormn a illtina-
cAo dos quarteis o hospital military desta guar-
nicio, na quantidadede 38,800 pds cubicos.
-Communicou-se ao commandant das ar-
mas.
Ao mesmo.-Liemetto a V. S., para os
fins c9nvenientes, uma 6rdem do the6suro na-
cional, sob n. 129, outrado ministerio da guer-
ra, de 9. do corrente, e quatro drdens do dia,,
em duplicate, da repartigAo do ajudante gene-
ral, de n. 1,300 a 1303.
Ao director interino do arsenal de guer-
ra.-Em cumprimento ao aviso do ministerio
da guerra, deolO0do corrente, made Vmc.forne-
cer d companhia ie infantaria do Piauhy. para
ajuste de contas do anne findo, os sepatos
constants da inclusa nota n. 2, organisada na
repartigao do quartel-mestre general, em 7 da-
quelle mez.
Ao juiz de direito da Victoria. Faca
Vmc. constar aos refirantes dos lugares assp-
lados pela secca que chegaren a essa comarca
procurando soccorros, que o arrematante da
estrada de Santo Antio a Gravata, era em exe-
cuqao, proporciona a.diaria de I$000 Aquelles
que quizeremrn.empregar-se na factura da dita
estrada.-Igaal ao delegado do termo do, mes-
me nome.
Portaria
0 Sr. gerente da companhia pernambu-
cana made dar passsagem i r6, at6 a Parahy-
ba, em lugar gratuity a que o governor "tern
direito, na primneira opportunidade, a Benign
Campello de Albuquerque.
EXPEDIENTE DO SECRETttA1O
OffiQios :
Ao commandaate das armnas. -- Par a s
fins convenientes, commurnico a V. Exc., de
ordetn do Exm. Sr. president, que o gover-
no imperial, potpprtlaria deA do corrente,
Conccdeu licenea ab Dr.l'Josd'f Miranda (6-
rio, 2o cirurgiAo -do corpo dse safide do exerci-
to, para aceitar*.nozhea0a de commendador
da real oirc"i H AMA-eza do Nossa.
Senhora da ('ceisoa ia ViQ da respective insignia.
Aoinspector geral da instrucC'o publi-
ca.-Do ordem ds Exm. Sr. president, decla-
ro a V. S. para os fins convenientes, que na
petiQao sobre que informou essa inspectoria
em officio de 5 dae Junho, n. 118, e em que a
professor da cadeira de Preguiga, Maria Preo-
ciliana Vilella dos Santos, solicitou o augmen-
to. d^a subvengao mensal para aluguel da casa
onde funcciona a cadeira, foi. de accordo corn
a ;nformwaco porcopia. proferido em 25d'aquel-
le mez o seguinte despacho.-( Opportuna-
monte sero.attendida. *-No inesmo sentido
ao thesouro provincial.
Ao administrador dos correios.-De ordem
de S. Exc. o Sr. prosidente, remeLLtto a V. S.,
para os fins convenientes, o titulo de Ignacio
Ribeiro Leite, nomeado agent do correio da
villa be Flores.
Ao president do conselho fiscal da 3aixa
economic e monte de soccorro.-S. Ex.. o Sr.
president, tedo ndsta data submettido f
apreciaCdo do ministorio da fazenda o pedido
coustante do officio de V. S.. de 26 de junho,
relative autorisacAo para-umra cep.ta corren-
te corn o mnalte de soccorro e a thesouraria
de fazenda, assinm lh'o ihanda declarar para os
fins convenientes.
DESPACHOS'DA PRESIDENCIA DO DIA 1 DE
". SETEMBRO DE 1877
Abaixo assignados, membros do Monte Pio
Born Successo.-Guardada a proporcao do .
8 do art. 29 do decreto 2,711 de 19 ;de de-
zembro de 1860, determinadas as penas de
sus'penseo e multa -dos 4 e.7 do art. 24, 9
do art. 30 e do art. 64, e modificados o, art.
64 ou 19 6 do art. 24, 10 do art. 26, 5 do art.
40, e os arts.'55 e 63 dos estatutos, serao at-
tendidos os supplicantes.
Anna Senhorinha da Annunciacao.-Deferi-
do- per officio desta data ao Sr. Rvdm. director
da colonia Isabel
Tenjinte Antouio Machado Revoredo.-For-
neca-se.
Tenente Antonio Machado Revoredo.-For-
neca-se.
Dr. Augusto Carneiro Monteiro da Silva
SantoW--Deferido corn officio desta-data ao
thesObio provincial. da
Ffrncisco Cardoso de gimas.-Passe porta-
ria na forma do estylo. *,


Felix da Cunha Macedo Franca.-Passe por-
taria, concedendo tries mezes de licenCa.
Coronel Joaquim Cavalcante de Albuquer-,
que Bello.-Forneea-se.
Major Justino Iodrigues da Silveira.-For-
nega-se.
0 mesmo.-Fornepa-se:
D. Juan Busson.-Deferido com'officid ao en-
genhciro fiscal e ao thesouro provincial.
Manoel do Nascimento Vieira da Gunha So-
t:inho,-Deferido corn officio ao thesouro e
reparticao das obras publicas.
Manoel FigueirOa de Faria & Filhos--Defe-
ride corn o officio desta data ao tnesouru pro-
vincial.
Secretaria da Piresidencia 'de Per-
nambaco, 3 de setembro de-1877.
0 porteiro,
Jodo Gongalyes dos Santos Junior.

INDUST ."II


0 PETI(OLEO
0 QUE #, E DONDI- VI
Na ficqio nada so encontra que sea
mas maraviboso e AMaiT rOe 1 "
0 sio eerta&
w .do
...... l ltlttt^^ t


mais do -Aig ar ielp --
me, e d pri exemplo,, quo foi em-
pregado No6 na construccao da
area.
As opid6as sobre a origem do petro-
leo s6 tAo' variadas cormo as regi6es
onde elle se encontra. A opinion. de
maior peso parece ser que o petroleo e
o product normal os primario da de-
composido de animaeinarinhos e de
organismos vegetaes, e que quasi todas
as outras variedades de bitume sao, os
products de unia subsequent decom-
posicgo de petroleo.
Em pequenas quantidades acha-se
petroleo em' quasi todas as parties do
mundo, mas os lugares ftm que se aejia
em- quantias consideraveis sao compa-
rativamente poucos. Entre elles se po-
demn mencionar o norte da Italia; Ba-
ku, nas margens do mar de Caspia;
os lados das montanhas do Caucasus ;
Rangoon, na Burmah; a ilha da Trin-
dade; parties da provincia de Ontario,
no Canada : e osestados de Pennsylva-
nia, Nova-Yorki Ohio, Virginia do Oes-
te, e California*. ,.
JAi desde t629 sabia-se que, ern cer-
tas, parties do'estado de Pennsylvania
sahe espontaneamente Aa t6rra urn li-
quido em quantidaIes consideraveis nas
margens de u-n riosipho "o condado de
Venango, circamstancia a que esse rio
dove o seu nome de Oil Creek (Ribeiro
de oleo). Qs indigenas, recolhiam o
petroleo *i1aiargens do Lago de Sene-
a,e vei-aY no para fins medicInaes
sob o noaxT(e oleo de Seneca' ou de
Genesee. E ja em 1819, o Dr. S. P.
Hildeth, fa6 American Journa! of Scien-
ce aull di ao descobrirmento de petroleb
no cstA de Ohio, e disse que em em-
prt'e I-N*,t j ues pnra Illuminar
of cih e fabrics.
SSdrpande uae, A vista destes factos,
passassem mais de 35 anno.3 semr que
fosse percebida a impertanoia de pro-
curar o0'ter-se este pr6ductct natma
om grandes quantias e tirar proveitk de
seu em pego. Em 1851, porem,orga-
nisou-se a Pennsylvania Rock Oil Com-
pany, (Companhia de oleo de rocha de
Pennsylvania), que explorava a indus-
tria de recolher por meio de pannos,
que foramn depois torcidas, o petroleo
que fluctuava em cima das aguas de
Oil Creek e das dos pantanos, de po-
Qos e de outras que so achavam na
visinhanca desse ribeiro. Sendo, po-
rdm, nmuito mjoroso e dispendioso este
process, o coronel E. L. Drake. geren-
te da companhia, em 1858 concebeu a
idea de furar a terra e fazer um pogo
artesiano pertode Oil Creek.
E!n 1859 realisaram-se suas esperan-
gas, e obteve do pogo 400 galoes de
oleo por dia. Este success produzioa
maior excitacao. Lavradores cujos si-
tios havia pouco quasi nada valiam, deo
noite para dia se lizeram millionarios.
A regi-o de terrr'na visinhanca de
Oil Creek encheu-se de esrfeculadores,
exploradores e aventureiros ; os lavi-
dores pobres, a quemn pertenciarn as
terras, fizeram-se quasi rodes .grandes
capitalists, e centenares de andaimes
para se furarem pocos artesianos, le-
vantaram-se dianiamente. Abrio-se po-
co ap6s poco, e a quantia de oleo que
so tirava de alguns delles era prodi-
giosa.
Pordm corn esta nova produc4ao de
oleo o preQo.delle baixava tanto que em
breve nao deixava fimais lucro. Em
1859 se vendeu a 15100 o galio, e em
1861 o preco havia baixado a 500 rdis o
barril de 32 galpes, e Hi r~ulfaido foi
aue muitas comnpaahias 'fallWfam.


A fapidez coin que augmentou a pro-
ducgdo de petroleo em Pennsylvania
eoip.cia-se do facto que a quantidade
p'oi.iida em 1860,foi de 500,000 bar-
ris ; 18.fnoi de 2,500,000 de bar-
ris; em 180subio a quasi.40,000,000
de barris. .
A regido de Pennsylvania clue pro-
duz petroleo abrange 400 miilhas qua-
dradas mais ou menlos, e nella se
acham mais de 3 250 pogos. Quando
o oleo se vende a born prego, 'comb
agora, estao se fazendo sempre hovos
pocos.
Companhias ou Adividuos, quo pre-
tende.m tentar sua fortune neste ramo
ide negocio, priiaeiro es-l1hem um ter-
reno, entio oh compram-no oa o arren-
dam, u preco estipulado #&ste ultimo
caso sondo ge.almenutea metade do pe-
troleo quo porventura fOr tirade De-
pois de se mandar vir uma machiai a
vapr e as outris manaheaa necenarias
pa.n, irturar umpoat a&Q tuibe
(tewfurt,5 U4M"U611


de furar a rocha. Depois d passar o noeiros fazer banis taio depressa como.
fuador por uma camada derocha de esses poos os enchiap whaVi*
ardosia, chega na distancia de 160 p6s, meios para regular ou fazer parer v
A timetra canad4 de rocharenosa. correntes do oleo que sahiais4o po-
E t a 'grossua de cerca de 30 PQorceramn-se imnRiw s qatAs
6e8_ Passa entio por uma camada de petroleo. 0 ulimo poco m 0mbD
rocha saponaria corn 120 ps de gros- correu por si pormais doeum aiao,"e
ura, choega t segunda camada de re- depois, por mneio de bombas, so tiravarn
cha -arenosa, que torn de 10 para 25 p por dia 100 barris de petroleo.
de grossura. Passando0 depois por outra De um poro, depois de chegar o fura-
camada de rocha' de ardosia e tambem dor ao fundo de 615 ps, tiraram oteo
por ouitra rocha saponaria, clega i por dous dias por meio de bombs.
terceira carnada de rocha arenosa, na Principiou entio a correr por 4q A
distancia de 430 p6s de superficie. E' razio de 7,000 barris pordiaI
nesta camada de rocha que se acha o Nem de todososs poCos espMes
petroleo nas maiores quantidades*, em- corre o petroleo seminterrup&. Ha
bora seja verdade que jai tern sidor mqitos que apresentaranpecutpi da4es
a Deoig.de notaveis. Em um achonu se oleo na
I. Oe 6601.-d P lds. Por t5_dias ti-


t LiUI, uc 4IU5 ti u lS aw LUW, e dwe66 pPo15ds MtIi-
gao por secgao, urn tubo de ferro, corn 10 para 39 bars d e treleot-W 11
duas pollegadas de diametro, e entao, Principiou ent= a corner por si, no
se o petroleo nao sobe espontaneamen- principio a ,rizao de 35 e 4epois a de 50
te4 superficie. 6 introduzida urma borM- barris por 'dia. Mas o oleo corrie
ba, e experimenta-se se o pdio contdm espasmodicamente ; depois de correr
petroieo ou ndo. por 5 para 7 minutes, parava 20, para
0 mechanism empregado emrn furor entao princfpiar de novo. Ha outros
os primeiros pogos era o mais samples pogos corn a mesma, peculiaridade de
e primitive possivel; mas o negocio do correrem alguns minutes para- entao
furar p6gosp e agord umrn ramo regu- pararem, sendo o tempo em que pararn
lar da industria dos Estados-Unidos ; e sempre mais obi menos o dobr6daquelle ,-
existern atd companhias regularmente em que correm. Urn, por-Om;segundo
Qrganisadas que tornam contrato de fu- dizem, corre s6 urma vez em cada se-
rat pocO a tanto par pe. mana, e. et-lo s6 por peuo tempo.
Os nAthodos ernpregados agora dif- isde urma vez tern succedido que,
ferem urn pouco entire si; mas seja apezar de todas as.precaugoes empre-
qual f6r o method seguido, os objec- gadas, o petroleo sahindo de umrn pogo
tos mais conspicuos'sao :. urna rnmachina espontane3 pegasse- fogo as vezes so
a vaporda forca de 6 para 20 cavallos ; pelo descuido de um recemrncheadoap-
urin andaime ou torre de 10 para .12 proximando-se do poco corn urn charu-
pds em quadrado na base, e de cera to acceso. S6be entao is vezes a cham-
de 30 p6s de altra, construide de ma- ma ai altura de cemrn p6s, e corn um es-
deira, sobre a Boca do p6co, e conver- trondo de quie p6de fazer idea s6 quem
gindo'de mode que em cima seja urnm ouivio o de umrn volcao. Odamno Vausa-
quadrado corn 2 1[2 pes de diametro. do assim 6 &s vezes enorme, e em urn
Emn cirna delle fez-se urn vigarnmento s6 caso destes perderam a vida instan-
forte para sumter a polda em que tra- tanearnente 15 pessoas, send mais 13
balha o cabo a qtfe estA arnarrado o feridas gravemente., Em urn caso, que
furador. Al6rn disto ha ao pd de cada succedeu n, outornno de 1862, foi quIlei-
p6go tanques ou tines enormes pare re- mado tudo o que se achava em umn ter-
ceberern o petroleo ao pass que snie. reno de 18 para 20 geiras de 840 bra-
do p65go. as quadradas cada uma, sendo 150,
O mechanism para furar pocos e tanques enormnes cheios de petroleo,
agora urn tanto complicado; e einpre- aldrn do e30,000 barris cheios tambem,
gaih-se muitas ferrarnentas e instun men- nriachinas a vapor, officinas, casas, etc.,
tos de diversas formnas e ciijos fins sao cornmrnunicando-3e o fogo a nada menos
tAo diversos come o sao as inmaitas ope- de 10 pocos. A agua ndo serve 'ara apa-
raQoes que esta industrial traz cornsigo. gar o fogo de urn poco iuncendiada, e
Muitos desses instruments sao raui antes augmenta sua imteasidada e os
engenhosos e alcanrarn-se agora resul- unicos rnoeios que se teem descoberto
tados em quo ha 15 anno.s iem. se so- para o apagar sao o vapor de urma cal-
nhavai. A's vezes; por exernmplo, que- deira de machine a vapor, conduzido
bra-se o furador e e preciso tirar o para o poqo em tubos, ou encher o po-
Odaoaquebrado de umn buraco de s6 go incendiado de terra: e fazer isto e
;para 3po[legadas em diametro e'de difffcil e perigoso, porque 6 muito in-
500 para 600 e mnais pds de fundo. Ou tens o calor do petroleo iticendiado.
o furador ewtra n'uma veia de lodo ou Acapacidadeltos tanques de um po-
de areia movediga, que entra no p6oo go varia segundo 6 pequena on grande
e o enche completamnente, cubritido o a quantidade do petroleo obtido. Ha po-
furador urna mass tao posada cos que teem tanques em que eabern so
que o cabo se part aa tentative de alguns centenares de barris de petroleo,
tirar. Todos estes obstaculos sabe vea- e ha outros erm cujos tanq.ues cabern
cer porem6, a Kgenuidade dos homes, muitos milheiros de barris.. Dos tanques
co:n instrurnentos apropriados. Quan- o oleo 6 passado para harris, e estes, :
do a quantia de petroleo que se p6de quando cheios, ou sIo transportados
tirar de urn p6oo dimmnue muito, como nos caminhos de ferros que agora exis-
[as vezes succede, s, forca productive tern. para os diverse centros de dis-
Smuitas vezes augientada pelo empre- tribuigao, ou sio levados pa'ra Pittsbur-
go do torpedo de Roberts. Este 6 urn go e outros pontos, nos rios de Allegha.
cylindro feito de papel ou de folha de ny e Ohio, em barcos coin fundo cha-
Flandres, de 4 para 6 pds de comnpri- to, que descem os rios s6 levados pela
do, e de 2 a3 pallegadas emrn diarnetro, correnteza, voltando depois vasios, ou
carregado de po1vora, de algodaio-pol- carregados corn barris vasios, oa pu-
vora, ou de nitro-glycerina. Introduz- xados por cavallos; ou rebocados por
se no fun(jo do p6co, ete 6 depois en- pequenos vapores. Muitos dos' carros
thido de agua, e taz-se a carga reben- nas estradas de ferro sao feitos de prio-
tar por rneio de electricidade ou de posito para o transport do petroleo, e
urnia espoleta de percussAo. Deste mo- cotiteern simplesmente urn grande tan-
do se tern conseguido que po~os que que de ferro, que enchern directamente
produziamrn s6 5 barris de petroleo por dos tanques no pogo, por meio de tu-
dia, produzissern 75 para 100. bos. -Ha tambomn barcos corn fundo
0 petroleo quando sahe da terra, 6 chato, construidos de proposito para o
cornmumente de c6r' trigueira, pu- mesmno tim, e que sao pouco mais do
xando para verde ou amarello. Mas que urn grande caixio, donde, quando
os petroleos de diversos lugares variarn chegados a sou destino, tirarn o oleo
muito em c6r como tamben erm gra-. corn bombas. Ultirnarnente, pordmn, se
vidade especifica, da. qual depende o fez urn encanamento de tubos de ferro,
sou valor. Os da Italia sao leves, cla- corn quasi cem mnilhas de comprido,
ros e de c6r avermelhada. 0 deo aku, desde o centre da region produetora de
no mar Caspio, d puro e'claro como se petroleo, atd a cidade de Pittsbuirgo,
fosse distilladp, e na c6r se assemnelha para conduzir do modo mais segure.
ao vinho Sauterne. Os de California econonuico o petr0leo' cru, ou em euon
sao verdes quando tirades, mas expos- estado natural, para essay cidade, afire de
tos aor ar, mudam loo" para trigueiro ser ahli retinado, e entao enviado para
ou preto. Os do Canada s'ao pret ; today a part ds mundo. E de maisa
mas os de Pennsylvania, Virginia, Ohior mais ja se tern fallado seriamente em
e Rangoon, da India, sao da c6r ordi- fazer-se umrencarnento igual, e para o
naria. moesmno tim ate Philadelphia e Baltitno-


Por today a region em que so adha o r, distances mais de trezentas milhas
petroleo, os p6oos-tee n profundidade da regiio onde e ache o petroleo.
mui divers. Teem havido cases em 1o principio desta indastnia as dif-
que se obteve muito oleo depois de futi- ficuldades de transportar o petroleo
rar s6 60 para 70 pds ; em outros foi para o mercado eram quasi insupera-
preciso (ldescer atd mil p6s. A rmaior veis. Havia poucas estradas e estaw.
quantia de petroleo, porem, se tern ob- eram pessimas, e s6 em carros de qumS ..
lido de pogos que tinham mais de 180 tro rodas 6 que se podiam tirnsport "
pds de fundo. Poaos donde o petroleo os bars com petroleo pare o ri.o : ,
sahe espontaneamente [flowing wells i vegavel para barcos corn fqndo cbalo.
ndo se encoatham nais tAo frequente- Cavallos e carros se afnnudavam as i -,s
tfente coam no principio desta indus- zes na lama quasi atd dappareceremf,&',
trial ; ha., porem, aiguns aiuda, e 6 e conta-se um caso em que um viajan- :-
provavel que se encontrem outros, se te,- encontrando no camMiho urn car
forem descobertas outras regies pro- roceiro cujos 'cavallos o cC"'"rs se ac
ductoras di petroleo. vam assim afundados, j
0 prnnMiro pogo" donde sahio o pe- 3e lhe perteniam. C&m,P
troleo espoWtaneaenente foi'fudo e b.he -o carroro, sio
1861, e.delle correu o oleo perI& 15mn e viagem dirett pM
zes razoe250 iaos po d Ao oppoto

-.J. d A.-


* '~~o
'I.
a ~- ~ -


A -


.F ~ --V
4 a
I:


: Equivalentes, theoria atomica As
combinacf3es dos corpos ndo se effectuam de
una maneira arbitraria, isto 6e, emr todas as
proporc(es. Estudando-se attentamonte, os
c ,himicos reconheceram logo que existe sem-
pre ulima rea5ao simples entire as diversas
proporgces, segundo as quakes terem lugar
essas combinagbes.
Assim, se a mesmna quantidade de umn cor-
I po 6 susceptivel de former, corn muitas quan-
tidades dil'erentes de um outro corpo, com-
postos delinidos, estas ultimas quantidades
.eslo sempre entire si como 1, 11/2, 2, 21/2,
-'3; etc. Deu-se a esta regra, que nAo soffre
S excepCiao, o norne do lei das pr'opoSe4 m1a-
Itiphlas. Ella caracterisa essencialmernte as conm-
hinaC.es chimicas; mas no quadro deste nossa
rabalho noab pode ter para n6s outro interests
al6mrn da curiosidade.
0 mesmo uno acontece corn a lei dos num;nc-
'os proporcionaes ou equivalcites chimicos, que,
comquanto nao'possa nos interessar por seu
lado pratico, tao important, na industrial.
nos ajudarA, tbdavia, a seguir as mutag5es
successivas da malteria, d!. que devemos oc-
cupar-nos.
E' sabido queos chifirios admittenm que 6
entire os ultimornus elementos dos corpos, os
atonios, qoie so elfecLuaimni as coin]inaioes.
Qilando t.ata-s3 do fornmular urma dessas corn-
hinaioes, para simnplificar su-i expressao, as
S* propor-,: los 0o:npol)nolntes sao calculadas
epelo nuntro los atoolos de oeada urn del-es,
que so supple entrarem na consLituiQAo de
composto. E comprehender-se-ha logo a im-
portaIMIeia desta snpposiC5o, se dissermos que
-. result dos investigagSes de mnuitos chimicos,
s3l)retudo das de Berzolius, que Ltodos os COL'-
pos podern se subsLituir uns aos bulros nas
:ombinaQSes. Al6m disso, as combinagoes
teem lugar segundo as proporguos que tive-
rein sido determinadas pare coda um delles,
e s-Ro rapresentadas por urei serij de name-
ris, correspondendo cada uin ;'i quantidade de
atomnos, que se combinami exactamente coin
S101) de urn dresses corpos, tornado para unida-
ie. E' d reuniao desses factos qua so deu o
niome de theoria atomica; e chama-se equiva-
lente co algarismo que represent a quantida-
S tie deo atomos de ,ada corpo que se combinam
corn 100 da unidade.
Islo post, 6 extremarnmente efaci compre-
headbr os uses da tIheoria. Supponhamos
S que em urna combinagao, de quo faz panrte o
.co)rpo, cujo equivalent 6. 103, so quer substi-
-. tuir esse corpo; elle nrio abanldoff tcomple-
.",. temente aquelle corn que esta combinado, se-
* quando se tiver post em presenga deste
vimo a quantidade de umn outro absoluta-
monte equivalent: 200 grammas, por exem-
plo, se '200 for o algarismo equivalent do
corpo, serdo necessarias para se substituirem
a -100 do prinmeiro, e reiprocamente.
... O equivalentes, ou numerous proporcionaes,
S teem, pois, a vantage do permittir calcular
exactainente as quantidades relaivas do cada
utin dos corpos, que fazemn part de um corn-
posto conhecido, corn a unica coadicgio de que
o peso deste seja deerminado, 9or ieso que
,- a masse de cada ui h 6 propom4 nal a sen
equivalent ; o que 6 pieciso para as ana-
l ys es.
..ses. (Contiviaj.


SPARTE OFFICIAL
**, --.' s -- -A~~ -

V. Governo da provincia
fSXPEDIENTE DO DIA 19 DE JCLtHO DE 1877
Acto'
-- 40 president da provincia, tendo em vis.
ta o que expoz o inspector do thesouro pro-
vincial, em officio de 6 do corrento n. 8, resol-
BK'"* re, de conformidade corn o disposto no art. 3o
4. .i n. 575 de 5 de.abril de 186i, abril' diver-
yq rq. etSRos supplementares iei d orcanamen-
'^ pd.. 176 a 1877 em liquidaoab na importan-
7 j I pPO9:00|7, distribuido pela s egaintes


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Mtz ze-s de f'ae
a [ Na s ol 0 -%U s
tiobi do qqa aido
e aengano, 8e, torque r. ..... "
oTodad teis pars pensadadaese0ga (nzedpvc;,das terrse
J~l ilti~llll-JA onmitial-d
:dU~l1-l s um ra trurs e- t~a,:esppmet tlltasioi~l--"~4. oc isp o,. cla dsses terrenos, emiLUo o-seu veooutoertamente do que nao 6
4' tvreule.Os maim, importantes __-*A ea~reeutds80
-se.. W q
'$ f! Jl~ 2ii Q1o aaareslaaao .~tv- 19t9 PU,: oIt avor ustural opto, a4ido q~ d Asseverou o nobre deputado q
'O eme d aprasntada ao t"onihi t IIto az roprjag.s wont.aramfilguantia p
;qe kerosae 'bdwfitrnwl.,,ma.wz....U' ; ,,.o.fBitad ?'o f e

:""|nm .rIioJ. ..", ,," ,,t';-q.t~t~tf F_ ''tIO~hLI ..flum do twe q.u3 b jirsi t an~qj"t'c~id'.:~aes ~ ~.
", ... ,, -,p. -. ,WSVUer Og ra essa de
Aar ... e oal uns ocumtiinentos) a pr.ov
a-:Ie p7 e& Illaemh~tRt *di,! ide l~r-S ii o:o-Mlse .f v-:7 npgnIerp, ,poWJ EQ., e
'i,~.. ;telo I .... ;o401 ep, a katad prt om t
du q pb tanha direito ,t q8d
rrtos Pippyr-j. oivr ddt ksisdidaI e fjutorisou -se pa'am
O, armSLhtrd6 (Yea, ALOFORiDO RP Piot .:--E
Cr 6 e _. H 1,1 ,.,d Ippio do qua arguarg dofalsas esta
dsntwe eo o waomt.Lwl~uu.' jlm n 'ase dou..not.]
solwvqr,.p-s' tdeir41nirt SM, sh4tes'. o:. sd jtt ssvoifs: o eetcisaLnptb. 'dr'la, 3,, t~do acia que foi heuxdcidi4o? mnO .SR.,Ucu&A CAvALtaCANTE :--Ei

m~ete |i ital pia t,-dis. i ataq#sto. .a quo ao..iobp.ro de .q#pLc4. -p..s. trar que 'o nobre deputado p1 fol vencido na, ttra qua aabo do razor de:
ato x ,tivd1 o naq tiega fogo 0 SB. T0o pp.so.s :-EntLo 0 nebto4, 0eP- sdo oD artigo di q o .t, ..." ,quts(to de dir6iW'pe!a decide do powder cp- ti- prova evideneemento quo
,, o c r tado nao led a intlovar 4 do -ontratb. 0 srt Genoa' VtkE -.peteftequanfo aoxitouos undAento dessao
et n' 0 CAVALCAoTI e ,o, aetpreai, I. parecer 16 nobrd deputado; e Isto paret~e-we
et"A .1'ea .t9 tSqbpre co.mda seearoproa ao -qaerrwAoi
ra o 4IFhrhnoheo.., seriiado por onos qqe cooMinseo a pesa sbro a.. coric-' Msrvko, a'quo .esuat cFtad ,el a conseuittb: d&5._, em qua aiz o nubre dus
soberlyl pard lxratmpeoes nos caross d nlaa ooLando-seaapenas jQoe foi a satisfag.o verifi'vatn a.coadp,s, *.- Ettedb que ninguom p6dc ser jUin cma- ivwprtd 0 total.de nodas,,ascomp
es aeosa e. a- do alguns dells atiada; para ma tardQ, respeito foraa .Lipu, adas ao c ds pla emproza.
ei~ae oM.O aoo.uae-qa~ srecojrk~eswse quoe era necassaria A Live oC6&11: u$ so 8.KAQS A.Sv
to &t' pa r tulbricar 6 excelleu6e quando *ered'bss, u era se necssa a ttooc. s0
par.u~has inaquinas, e uant0 E os nohres deputados v Adpr i0f So .todat,. 0a. C"vALC"1E:-. .p6r des CALVaLCNT:.
to .ar lubia C em.oiIoaat a quO al[-s vo'eutm-B8. priemoto. 'g.' ren.;~mO das "Offcnoa C.?AANK:- .
qt o Wa 'd paralip para I -rcar dir t.an '. -.. os adjaoeote,ao Irq b ba o- b iu-' em duvlda ajstiga.do urea' dozsawo profe-0es o torrono em quo est-do situa
e d~ ~ ~ l ad W hi a p a opj e o ~ e e
Q:.dpara maeo~hinsrno pegsado-i da c ensa" Oiixtin@QUG sfTlllooou"~ daa6hj nio reatisotl a provingi~i. rida pefo podd" coinpebanta emquanto n', n nda oepreza, n-em estou h'at
parAa fazam ve~ a os s A acros m'to Ora, desde que 0 govdho dA prodi-cia nito for ellalegahnenterevogada, rospondctao nobrD d~putado nesti
r4 .mfOioras, A obriga;oqme binha' a empreza de coQws-' julgou necessario aquelle melhoramdntio, nto 0 Sn. OLYMPIa MAR~u~s: L
to as. ara vidr:s cotndo 4ctdo1; 4ruir uma novapenta solre o rio Capijcaribe1 faztndo a a6qui*'ao dos terranos neeessariof& auest~o vencida. n ..Adiin,-s, ra., aqu,,l q


serve thr-nbAi pira pr' at pape5l pho-
togralhico, para coniservar arne, para
cobrir ')ilulas, para relinar espiritos,
para -dnseryar fiuctas, para obstar A
oxydakao de lnetaes, pare fazer pannpos
imperrpeaveis a agua, pura deinfectan
te, para invernizar couros, e mprega-
se no fablrka dn assucar.
Do uhia ftinencia no penfro da re-
giq prod'ujora de petroleo se p6de ver
diante do si"'Sjudado um pouco pela
imagihaago,. o. je ella nAo seria capaz
de ver em oura part alguma. Os an-
dairnes innumeraveis sap outros tantos
signaes deo riquezas 'imnmdnsas, cuja
fonte e f(0 sangue da terra perseguida.)
Transportado dahi, iftaminando a terra,
teon ido ao redor do mundo,. qual outra
lua, e da luz aos antipodis.. Qs raios
do petroleo illaminador 4chenm sobre
banquetes e festins emin terras dTongi-
quas; nas rnasda Italia a sua luz i-
Jumina os mascarados que passain a
noite rindo-se e cantando; in6s palacios
da Russia realga o esplendor dos trajos
de variagadas cores e das pedras pro-
eiosas corn que se traja e se adprna a
sua nobreza; o aldeao suisso, Ai luz de
seu lampeao de kerosene, regosija-se de
ter uma luz melhor do que a de urna
vyela ou lamparina, nas.longas noitls de
inverno; o estudante allemao estuda
melhor a sua luz clara e constant, ou,
por ventura, bhbe inais cerveja e canta
rmais alto debaixo da sua iafluencia ge-
nial; o epicureo inglez goza de seus
raios doces cahindo 4o candelabra sus-
penso por eima da ua mesa nos lu-
xuosos boudoirs da Hespanha-.sua luz
scintilla; atd nas sagradas avenidas de
Jerusalem elle illumina as trevas da
noite; e no prazenteiro Paris, cidade
que ha poucos annos soffreu delle tan-
to, a luz do kerosene iflumina os cafds
e os casinos, as rLas e os boulevards,
derramando sua luz brilhante sobre o
principle e o nobre como tambem sobre
o gamin e a grisette. A1em e aquem
do mar sua luz brilha de innumeros
phar6es, dirigindo o marinheiro nas tor-
mentas da noite: e em cidades, villas,
aldeias, nos palacios dos' ricos e nas
choupanis dos pobres, nos trens de es-
tradas de ferro e em vapores nos. rios e
mar, o petroleo derrama a sua luz,
al tecido do ouro cobrindo a terra..
[Da Revista industrial .



ASPEIRIABPREOI L
ASSEUM8LEI PIR9Vfl~lL-


SESSAO EM 21 DE JUNHO
PYMSIDENCIA DO EXM. SR. tOMMENDADOR
NASCAMENTO PORTELLA
(Conclusao)
0 Sr. Olympio Marques :-[Nao devol-
veu seu discurso.)
0 Sr. UehOa Cavalcaute :--Erm rospos-
ta ao nobre deputado que acaba de sentar-se,
proferirei muito poucas palawras, porque S.
Exec., na discussao limitou-se a reproduzir a
mesma argumentaqbo de que servio-se em
Soutra occasibo, quando trqton desse assump-
to, o qual, segundo pensa, fora cabalseoze
refutada.
Parece-me, Sr. president, que tem-se Uga-
do a esta questAo urna importancia demasia-
do, e qua a sua discussio tern suecedido mul-
to ao desenvolvimento de que 6 capaz a ma-
teria q oe oela involve.
-iam nos ouvir podera supp6r que se at-
l contra a seguranga *ublica, e procura-
s4tlprometter oas interesses da provincial
SW beaeficiar-se uma empreza particular.
Cmprehoendo quafito 6 mais coamoda e van-
tajosa a posiAo daqutelles que cbmbatem o
additivo qui tive a hoora de offerecer A con-
sideragao da assembl6a, ostentaiuo- e defeon
sore, come so ostentam, dos intersses pa-
blicos, e iinsauando que pugno sovWte. pela
causa de urma empreza, em detridaeto :da-
quelles que trasitam. na via- AMra'do Caxan-
ga. Mas a isto lbes poderei wDpndert'qae f
lizmente ja se foram. esses tempos m- qae I
ses que nos ouviam, se deixara9 embair por
falsas bsteataq5es.
Hoje o mais patriotab n5o slo aquelles. que
se apregoam aa praga publica, p6rm,
i nu ca coacorreu para o sacrificio e
,odopovo...
SPINTO PESSOA '-Isto dilugar a m ui-
UGNOA CAVALCATo :-... e, portan-
a*^ W nobres dpufaos podem atbribuir-me
debate a aosWl que bern Ihe aprouver.
'ft. PINTO bW :-Eu nao disse que
.. Oal v Gatdo a COif ta.
*" '*lVOW, vMA2CAN '-,Or ;bree de-
pl a do jj va crWas-.


na ra d'Aurora, ainda hoje subsiste, e ese para qu tivesse
serving serat feito logo que f6r reclamado p la de comn4e pass
seguthnca do transit public le f6r jtlgado nabo tel-o realisac
neaessario por pessoas profissionaos e corn-J1delle dsspeostada.
petentes. Conseguintemente, a compapitia Oque,. comavet
nao esta dispensada dste onus a. que ostava parace;me, 6 que
obrig-ida. fat g' est. adiado p
0 SR OhTAPIO MxAQUES :-De fact esta. di-to'de quo o4tA
*,SR. UCHOA ,CAVALGANTE,;-Diz o. nobre 'Un outoenUs
deputado que a cornaptnhie polo accord tdultiir- beorelovadaa e
mamente feito, pode eximir-se deste serving, baixamento do p
sob o pretexto de que a ponte actual offerece- gio do Apipucos
ra sempre today a garantia e seguranga ao infundadas as de:
transito.publico. MHas nesse caso a cenisura teem entendido:
deverA recahir sobrevo fiscal do goveroo qulO 0 smpriqaent(
nao souber cumprir o.seu ever, ou coantei- mente dependent
porisar corn os interesses. inconfessaveis da rior dos inconveo
emprezo. vaobaidaquelle p(
Os SRS. OLYMPI MARQUES PiXNro.PEssOA companhia rebai
dao apartes. -I dessea administu
0 SR. PhSIDENNE :--AttenAo juizo de pessoas
0 SR. UCHOA CGAVALCANTS : E nerhuma que umn tal melh(
duvida certamente poder.'haver sobre isto s6o para a paropri
Er'quanto a pinte offdreceP r todas as gararr- guranCa do'tran4i
tins de segu 4mnga.pra o service dacoamprlahia Nba se tend a
e transit public, ndo haAr inconvenien- niencia alguna,
cia alguma na sua conservagao, nemo motive possa ser ella fa
just para impAr-se ermpreza urna despeza estrada, nao se t(
desnecessaria, e adiavel. empreza ease se
Quanto A oonstrtcglo, de novas estagoes, dizer quo fat eott
responderti ao nobre deputado, qu e teenm ain- 0 SR. PdXNr.op
da 'applicagio as pmesmas consideragoes que 0 SR. UciiWA
acabo dbadduzir. O Sa. PINTO P
Essas obras foam s6mente aladas para fiscal do goverto
quando se tivesse de substituir as pstaoes cumprido enmbhul
que actualmente existemr, todas em bom esta- e isto posso proe
do ainda, bem conservadas e cam commodos 0 SR. UcHoA C
sufficientes para o servico regular da eai- so affirfar ao nc
p reza. ve reolamagl.o ea
Cam relago sd6mente estarlo que devia no ponto a que i
ser feia no Caes-22 de Novembro, sabre co- 0o S. PINTO Pgc
lurmnas de ferro, dentro'do rio que par alli Exc. ; o engenhe
passa, 6 quo a empreza- obteve alguma modi- panhia n.o tinha
ficacgAo em urn de -seus contratos, ficando dis- sutas do' contral(
pensada desse service. 0 SE. UCHOA 4
Diz o nobre deputado que essa estaclo no a este pquto ad
seria ediflicada dentro do rib, por6m A mar- n&o faligr t iw
gem do referido cAes.. semble6a.
Nao quero discutir este onto cam o aobre Occupando-me
deputado p'itra nao fatigar muito a atten'gRo da terem sido pro
assemblea, a quem pegolleenga para 16r s6men- que ha aqui alga
te a clausula do contrato referente a construe- Os nobres dep
Cao dessa obra, e ella, depois da leitura, que voWes aquellas cc
decide qual o local em qua teria deo ser situa- a empreza per fi
da essa estagao (1e). brados coam a adi
Ghamo a attena;o dos nobre deoptitados asslm qpserep
para as seguintes expresses do contrato :- se dastrada pul
A margem do rio e &'beira do referido cdes, seus triihos. .
SOBRE COLUMNS DE FE RO. Masojinguem
Respondam agora todos, so.se a estfbo dpvia gundo penso, q
ser ou0 nao coastruida dentro do rio;,e digam- urma graCa.
me aquelles que me contestant para que ser- Desde que o
viriam essas columns, se tivepe de ser feita empreza o asseni
essa obra em terreno firm do A povoaao dc
NaW insistrei -mais neste poalo ; e demons- impedir que aoi
trarei agora em que consistio a modificjcao da estrada para
felta nesta clausula do# um dos contratos da da, poals qua su
empreza. inexequivel o coa
Entendendo um dos administradores desta Comprehenden
provincia (na o recordo-me neste memento putados que a en
qual o seu name) qua era inconveniente a con- ao CGaxangA poda
struceao dessa obra n-' lugar indicado no Caon- semr servir-se d;
trate. e isto por motives que nio-podem 'essa- assentamento de
par A perspicacia des-ta assemtbl6a, resolve Parece-mo qu
que, em vez desse servigo, fosse a companhia acto seria impc
obrigada a alugar no referido cAes un dos edi- qtmeira adnittir q
fieios alli existentes, quo servisse para a pro- ser feito por.me*
jectada estacao. 0 SR. OLYMPIC
Comnprehende-se oem grande esfOreo de in- 6 podiana ser
telligencia que a construction de uma seme- 4erno?
lhante obra dtveria impedir o facil escoamento 0 SR. UCB6A (
das aguas ...... companhiade asE
0 SR. OLYMPIO MARQUES :-Oh Ignora. o nob,
0 SR. UCHOA CGAVALCANTE :-e atteatatoria tenrao do tetren
contra o embellezamnento desta cidade. toda edificada,
Quaesquer, por6m, qua tenhamn sido as moti- mei'e na estrad
vos qua determninaram easa resolugiao, o que 6 locados as triibo:
certo 6 que esse administrator nao conveio na 0 SRa. OLYMPIC
execuiao daquella obra, e que foi a empreza 0 SR. UCHOA C
obrigada a substiuil-a pela locagSo de umn deputado conte1I
predio que .tivesse todas as ancommodapSes potanto, dao
necessaries para receber cargas e passageiros. dir uas concess~e
'Els o que passou-se corn relacao a esse trato, qua sio c
onus, a que estava obrigada a empreza ; taos, cuaoe, corn os
ainguem de boa ft poderat dizer que isso foi bres deputados,
yin favor feito A companhia em detrimrnto do nhum direito pt
'poblico,'a quear 6 pertamente indtfferante quo Suppaontam os
as estagbes de uma estrada sejajrpa'oprins ou train-so rma poi
ahugadas, urna vez que offarogq as n0eessa- coansiderar como
tias accrmmodac5es. do rio em qua I
Us SR. DEPUTADO :-Mas quando o done do do ao er? qua '
predio despejar a coniRanhia? t 0a ? LYMPIa
0 $i. UcHOA CAVALcANTE :--Pelo qua ougO do nobre dop4uE
do nae deputadp, vejo que esth sempre mal que se diseute.
qaeriF noo 6 ploprietario, sujeit6,-"com6 se O 81 UoA
.acea, continuadamnoite a esa e .'ae&liadmT, tern Lode at pplit
Mas a empreza poderat prevenil-a, 'azendo o Terisiutodo aq
arrendamento mediante certas cordiges e ga- aprovoit .a-oema
nrantias qae evitem esse-procedimento capri- lavra, pats Gpm
01o0o do prapi'l4trko corm quern tiver de cou- tinha'e" ta__
tratac. a iesfoes pIlI


UM Sa. DEPUTADO : V. Exc. niao compre- apropriaos .fbi
hendeu o meu apart. zia-lbe eu em ap
0 SR. UStOA OAVALCANTE: Disse o nobre suas apreciagOhs
deputado que o proprietarib poderia exigir da semelbante vepm
cempanhia o sen predio, e qua nese os iofornUIAo.
psageiros ficarlo xpostos aos rigoroa e0 0 SR. ALCorva
tompo. Mas quantas nalo sip as eraprezas ae to tenho taambqv
fuaccionam nest cad era snediftclos que aes attr A aprsS
nao Mo proprios ? 3 O n6t ewsU ttetanto, p SaR, tfM (
que a nonhlma dellas osse intmOl e maadet- raclo quo of
do algum de dspejo.. coatestao. qqe
Nao me demorarel inais mobre. i4o, e. tr.ta- -ri Anale oser
rei agora de utna outra quetbto ea quf o ada assevabl. -
All-
bje inunstio o b nog&e 4IaepotnuS, 'rn-quaern e- Co.l ui, pet
A obiga o cona:gt O;.

twiaui 0:. W. ..", i.


oellerlugac, nba se cpifltoprhoQ
s4 accusar a compauhia per
o ; e diga-se que ella fotra
Made mS p6de dizer, segundq
i $iuaprimdnLo desta obriga-
?ar quando realisar-se a con-
Itependente.. .'.
de'que,dqiz-se,-ter sido tam-
ompanbia, 6 o strviqodo re-
endor da estrada, oapovoa-
; pias, ainda neste onto sao
dsuras daquelles que assim o
) dtss ohrigagic ea, cou.igual-
Le do reeolhcinmemto postoe-
lnientes e desvantagens da Wle-
on0to da'estrada.; dbvendo a
xal-o, se, portentura enten-
raiao da' provincial, e isto a
oompetentes e profissionaes,
oramento ema necess5io,. nao
la empreza, comao paina se-
sito ptAblioo. '
rt hojezcoabhecido incom-'w
naqpeuljgl4pv.ao, nem qua
tal aos que traasitam nessa
endo, fingmeqte, exigjol da
rvigo, nao sO p6de cam iazlo
Siseita deose dt4as.. I
ESSIA :- iqearmnu-se; simi.
.QAVALCANTE :-Nbq ha tal.
ksSOA :-Disse o eogenheiro
, qua a companhia ntAb tinha
rita das claustlas too 1atb,
ar corn mq relatorio de 1835.
GAVALVA4NTE :--C'eio qua pos-
bl'e deputado quenuaca hou-
ontra a elevago da estrada
me tenho referido. .-
ssbA :--RepitoO quedisse V.
iro ftcal reclamot que. a com-
satisfeito nenhu4ia das clau-
{>.
CAVALCA14TE :- COlD MUeCAo
La mais aceresoe"at para
s ia d a qu a mts a a a
agora dos favors qaudiz-se
ligalisados A empreza, direi
ima confusao.
unados considerando como fa-
IncessOes a que tinha direito
iroa de seus contratos cele-
ninistraCAo da provincial ; e 6
ete, que a compaubia sorvio-
blica, para o assentamento de
em b6a f6 poderA dizer, se-
lue isto constitue um favor,
governor contratou com essa
tatneonto de trilhos desta cida-
e Apipucos, nalo podia jimais
utra part contratante usasse
a oxecuOao da obra autorisa-
a recusa, neste caso, tornaria
antrato.
ni, por ventura, os nobres de-
apreza da via-terrea do Recife
esse executar o seu oontrato,
a estrada do governor, para o
a seus trilhos ?
e, semr esta condigo, um tal
)ssivel, a menos que nao se
Lue o service oontratado podia
o debates aerostatos.
D MARQUES :-EaSio os trilhas
asentados na estrada do go-
:AVALCANTE :-E onde havia a
sental-os .? .
're deputado que-parte da ex.
p pereorrido pela linha, estA
e, consegaintemente, que s6-
a do goverio vpodiam ser col-
a da companbia ?
SMARQUES :--Nao ha tal..r
:AVALqANTE : POde~o nobre
nar este tg? : "
leve-se, orom pddee-s cefum- -
is tfeitos por forga de um con-
lt sua essencia pan sua .exe-
favores a quealludem as no-
verdcdeiras gragas, o que ne-
tia tar a empreza..
t.aobre depatadps que con-
nte ; pergunto- as, se poder'a
um factor a eonrega doeltoit
em deaser-ftita obra icontrt-
9-
MgQUES :'-A argumaentavo
lo B.o tea .appli.e.go ao caso
^ li eata p.te de ane dtian
silo em estoa cofu a
,nstrar' aynobre de~patl&a
i ma~o quan~t

a, tSaUwd^j .t. :adfo-
ltasfor aquella.emp zj4.di-
arlqe erqt arm t falea fd"t a
i sobre 0sa matsria, e quo a
eio estava V. ixc. mAi relI
wt JiUjIo :;-Aa Soiare p
alguos 0c0o a too toa
S9 do nobre t~~o
te~artAs f-^^ 9h

0 fazia o .no iu a

",k.
do.,^S

S~nSE

0 SR. UCHOACUAVALCANTE --Emquanto uma
nova decisib nSo Tar proferida, considera-se
vencida esta questio' principatIAnte, nao ig-
noran'dq onobre depuLadp que esse aCeto do
Ex&i. If, desombargador Assis, de saudosa
memorial, foi confirtado pelo Exm. Sr. con-
solheirojunqueira, quando tfbi presideate nes-
ta rovfcia,
oesponda agora a" asserabl6a, se 6, ou nao,
vencida a questao de qbe estou me oecu-
pando.
0 SR. OLYMPIO MARQUES :aVamos a ques-
Mao de facto.
0 SR. OtrHOA CAVALCX*NTE :-Perd6e-me o
nobre deputado ; e consinta que continue ain-
da n6sta apr'eciagio, justificando a decisbo
quo foi entao proferida.
Com o disse, a questAo de direito devia-se
resolver, intorpretando-se a clausula do con-
trato reterene a essas. desapropriagces ; e 6
iseto p que pass a fazer.
Pelo contrato primitive obrigou-se a provin-
cia a razer cortas e determinidas desapropria-
gbes, recebendo da companhia um auxilio de
4:000$000 ; posteriormaente, por6m, em virtue
de innovaQio do mesmo contrato, pa5sou este
onus para a empreza, pereebendo ella da pro-
vincia a qudantia de 18:0005000.
O.SRa': OLYMPIO MARQUES :-NoToi isto ;L te-
nho-aqui o contrato, e seria mellior lel-o.
0 Sn. UtcCUOA.CAVALCANTE :--E' o que dispbe
o contrato; onlretanto. para satisfazer ao no-
bre deputado, farei a leitura desta part do
contrato (16):
'V6, portanto, o nobre deputado que expuz o
facto, copia estipulou-se.
0 S8. OLYMPIO MARQUES:-Naio foi isto o
que disse a nobre deputado.
0 S$. UcaOA CAVALGANTE:-Oh l senhores!
Apello para a assemIliea, e ella que decide
se fui infield na exposicno.
0 SR. ALCOFORADO JUEIOR:-V. Exe. can-
ga-se inutilmenonte.
OSa. UCHOA CAVALCANTE.--Seo no repeti
as palavras do contract; repeti seam duvida o
sentido que naellao se contin..
Ciamo dizia, a smproza flcu corn o Onus das
desapprooriaCges, recebeado da provincia,
como indemnisacao e sam juros, at6 a quantia
do 18:0005000, qaalqwer que fosse q valor a que
attingisscm.
Conffrontando os terms e disposigoes do
contract primitiv o corn as da innovagao que so
Whe seguio, comprehende-s e facilmente que
essa obrigacAo em que estava constituida a
provincia, passou para a empreza, e que aquel-
la, em vez de receber dest't 4:000#000, deu-lihe
mais 18:000j5000 para a acquisigiao dresses ter-
renos.
0 SR. OLYMPIO MARQUES:-Perd6e-me ; nao
deu mais 18 000000, deu al 18:0004000, con--
fordt fosse o valor das desapropriagOes.
0 SR. UChOA CAVALCANTE :-Demonstratei ao
nobre deputado que a empreza tinha direito a
today essa quantia, e isto o farei,'argunmentando
cam as terms do contrato e innovanbo, onde
se leem as seguintes palavras:-qnalquer que
fosse o valor das mesmnas desapropriavoes.
Se' utra 6 a intelligencia do oonfItrato, nbo
se p6de deixar de conVir em que houvo um
verdadeiro contrato leonino e lesivo entre a
provincia o a empreza, ficando esta fatalmonte
conde.mfada a prejuizos e reposioes mais ou
"*mtou onerosas, sam & possibilidade ao menos
de urea coppensaae qualquer.
Entendo, portanto, qua so a empreza era
responsavel .pelo qu ede mais despendesse
nessas desap(opriaoes,'devia tambem rover-
4r em seu favor toda a economic que cam el-
las fizesse,.pois que era esse beneficio o uni-
,co incontivb que podia interessat-a na compra-
desses terrenos.
Na ausoncia desse int'efesse, presuin&o, ne-
nhum eutro move podia determinar a eompa-
at a promaver, por pregos modicos essas-
daesaipropriaees, neam exigir modifticages,
,notaveis nos valores dessps tdrrenos, compra-
dos'talvez corn grades vantagens pelos em-
prezarios, a qaem SUppunhan as respectivos,
proprieatrios aproveitar semente o beneflcio
prodigalisaao, S .
Nao ignoraeso que o pleftigie e consider-'
giu dos seals de urna empresa, podeta influir
sobreo aeso future, temovendo tnuitas difficul-
tdades, qua mais tarde se poj'am antepor A
s u n e x e c g .... .
Em abono do que acabo .de dizer, narrarei
o que occorreu ciom rolhgo As desaproptiacoes
da estrada de ferro do -Recife ao rio de S.
Francisco. "
Iniciados 'os trabalhos dpsa eompreza, epre-
vendo ella que seria _orgada a suspendel-oQ
pelos eaibaragos e oimctldades que natural-
mente deveria eaconatra& na acuisiqio dos
terrenos aeessardos para cueinu O-0s, tooting
a umar totuisao de pe irnpqfrtantes 6
conhecidas na provtncia .t^n p onnvo 4to
,rqsaprop0iiO-r_, dando park'p., ioa ,a,...
. 000 bilbetts.


ssa eominrssao, como sabese nao despep-
deu na aicqui#Cp, doeq turenoas today aqmuel-
I& quantum entrotantoe t.coutnpanhia entendeu
que devia angmenta o, se-up iso. r uemu-
nerando-a ainda conm acams 5000 bh(tes, at4
tendendo a economua qoe. lak 4i despezas
que tWria de ocuscrer, se'oipe fitas.juda-
dalin~Aus,9 Q.* Ans ao8 preui-
-o2 que suppettaria -adi obrigada a in-
Orrtos.. ton rvmos.
IN0 -1k-luo 610 leii Ap-
plicacao aliftnu ao qui ,Aqr o nobre di .ta-
do provar. -
f t Se. UooA 4,AViAMAN .:-T-Dm to4a a
wlplioagbo e demonstra .damauente quq a ac-
qW 'N-EW-.a
9A
7r AM tlo' MAa


4'^Mf to&f uOF
[i 8 1* ; -''"


-.Ru,.,l#7 i-,-.,,,. vil~l tavu.at-
tencentes ao desembajrgadc
,lo,-6utra de 1:500$, prove
faita a Candido Moreirna en
que importaram as desaw^
noas compradoa a Mapoel I
loao Rodolpho Barata de A
o algariarnm a que se elevar
estas addigOes. 6
Nao fibou, por6m, reduzi
o valor das compras realism
A companhia, post nao
respqbtiva escriptura, aind
2:5009 coin a dcfsapropriag
psr.tencente a Cyrne Lima,
formado.
A estas differences parce
dicionar-se a de 5:000$, cc
existentes no thesouro pro
importaram outras desapr(
Se As quanliaj referidas'
que despondeu a empreza
de sizas, de eseripturas e
remos em iresultadd'19:00l;
te ; nao incluindo-se hesta
dos terrenos occzpad6s p
pertencente ao subdito inq
recebeu por eossa venda qi
nao posse neste moment
poderei fazel-o om'outra o
cripturas der coropra, que
prompto entire as docu nen
apreciagao da assembl6a.
0 S R MARQUES DA SILv4
6 esse terreno ?
O SRa UCHO A CAVALCANT
bre deputado que nao podi
ponto.
0 SRa. MARQUES DA SILN
depudtado diz que estA benr
(Ha outros apartes e o S
ma attenlio.)
0 SRa UGHOA CAVALCANT
mento em que 11i as esorip
priacSes havidas, parece-
putado nao podia ma's con
Nao sei o4nde flica situad
as referee a aobre deputy
mencionados jias escriptu
se p6da inferir contra as
tas pela empreza.
0 SR. MARQUES DA SILVJ
0. SR. UCHOA GAVALCAN
o caso vO o nobre deputad
a razilo quando assevera,
das desapropriagcOes era
que fixou S. Exc.
Do exposto e pela leitu
se evidencia claramenle q
pendeu mais do que rec
e conseguint'mente que o
borava em erro quando
pouco mais do 5-000000 s(
compras realisadas.
Se a preteanCo, pals, da
nada pelo nobre deputado,
de que nao havia despendi
pondente a que exigia, hoj
monstra o'contrario, nao p
de, cofessando o agano
recourecer o direito da co
mento eutao que solicitave
Tratarei agora, finalmeni
offereceu o nobre deputad
ao'additivo que submetti i
sembl6a e jA votado.
Este additiv o consagra a
ccrdo havido ultimamente
provincial e a ermpreza da e
Recipe A povoagao do Caxai
r6m). pars a aceitaoa do a
Qao, exige que selhe addi
que ella nbo cont6m, obrij
estarbeleder tamboem assign
sageiros qua viajarn hos ca
Na ausenia de urn estud
que me fizesse conhecer as
vemienei desse .acto de
amcorria com o mau voto
gao, tao elevadd 6 o .once
o' funccionario qua oa reali
- 0 SR. OLYMPIa MARQI
tamhfn a maior conflanga
0 SR. PINTO PssoA :-A
algum.
0 SB. UCHoA CAVALCANI
Pode o nobre deputado pot
ve condo entire o govermic
empreza do Caxanga, e qu(
pendente da appragflo d(
0 Sn. PINTo PESSOA-:-
ses pars au1 novo contrato
O~kR. UCHOA CAVALCAN
vacao~de bases ou. a ee~co"
oo,'rra cuc o a men vyto.
O Sn. PINTO PNESSOs. :-
ono hoaed ; new orpresidi
=u sobr isto.
. 0 Sn. UCIaOA CAVALCANI
hei ppr outro modo. *
o Sa. PINtO PaSOGA:-
bem.
0 SR. UcnOA CAvALCA;


nobre teputado, e permitta
tfme, nao interrompenao-n
ment corn a s sosus apares
Congoe isami 't a probe
quem mansu esswto, t
realismn jm neiobo ileivc
intredse pablI ;se fa1o
terio q MtOstraglbS.o -oa
046 id* pwor q'qaNWM
LA on vo ftar Skla%
o Ba. QLYMPIG a lfma
Lal cou ? Outa d
p. &6 .'.-,'.e IRn "B
-C,.'

now-_-


"i


0


ipropriados, dresses, c que procedendo-se dese mmadO 9. s o.
nobre de- illudiria a boa 1'6 que deve haver na exa .; .
s, Se conI- dos contratos, principalmente quando e..-- .
verdadeiro o mar eipenhado nestos acmos o poder aie p;
,. y- r- so6 ubaf"4fl-6 iega i. o' .
ie as dl dds pas.agqnsle4# ckasp Ressa eats t'' .:' /
ouICo stpe- bastantqnldit*, e qPe e;nprsza, nl .
^ &lra- sem prejuiio, dimnindil-b ainda maisw, 0 .
z.a. 4t:000j; suecederia, se fosse constrangida a estabee f
catos (moes- cer pra ell. qigraurgs con os abates qyi.
a( cq.tra- concede As a 'Itlese i.' '1 A
ite contestci Pela tabella da ompreza sepoderai veriflqar -,,. .
quanto pagarn arelliS quo' transitam nam e 4'.-
"oLU con req- class,, e, examinando o prevo das passaeir t,:. | "
s egriptu-. creie que ninguera contestari qnuo as a.gA .. .
turas que propOe a emenda, sao deniasiadw
S o que ro- .Iente onerusas e prejudiciaes, e que, diSt-
nuiindo considevaBlmemnte es endimeWat., da
;sas eserip- compaluiai, Mwaodem aerlataes. ti
V 'ao 'so- Se extaminarmnos quontopagam aquealesque f.
2ynos, feita a viajain nas linhas da sompanhiia ferro carri ea
i a quantia na esLrada de fercro desta cidade ao Caxangd, ,
epuitailo ter nos haveinos de convencer de que o cusLo do
ras realisa- transporte n'aquell ceompanhia 8 superior ae
tr. t- prego das passagens nessa ertrad'a.
se 6 o ter- fecuitto-mae, agore que nas linhas da coam-
p. e phtih' reirdearril, V .&4se para o povoado
ao sei se 'A da Tor&t-1.-s.atan1 o esta equivatente ao
aas asqfliei- preco de"Irroa passaem'et6 o Caldeireiro, na
ilitad, para estr'ada do Cdxangi.'
e ponto. 0 Sa. OLYtiv0o MARQUgS da umrn apart.
uantia a de 0 SR. UJGOA CAVALCANTE :- Comno poderi
Lrtrinra ner- -I _^ I ___ .-I ------f


............... "" -emronstrar o0noure-Ueputaco que o transpor-
or Figuira de Mel- Ite n'aquella linha 6 mais barato do que na es-
eniento da qompra trada do CaxangA? Ignoa, por- ventura, S.
nais a de 3:00P., Pm Exc que a distancia que se mede entire a es-
opriagoos deterro- taueo do CaldeiC;eiro esta cidade 6 o duplo da
Felix d3 Oliwira o que separa esta d'aquelle povoado ?
.jmeida, e calcule-se o o S. LYMPIO MA4RQUES :- E' precise no-
ra o total de todas tar-se a seguinte difference : o bond equipa-
ra-se a 18 classes. Compare agora o nobre de-
ida a esta somma putado o 1'eCo das passages ahi feitas corn
adas pela emipreza. as de igual classes na estrada, e verdA quo o
tenhaoeu aqui a transport uesta nao 6 njais barato.
]a despendeu mais 0 SR. UCHOA CAVALCAN'S : Parece-me
,ao de tjm Lerreno que o nobre deputado n e tern razao parala-
segundo estou fi- zer uma semelhante distincgAo, porque, como.
sabers, o custom das passagens nas linhas da
fllas deve ainda ad- companhia ferro carril, 6 sempre o masmo,
nstant8 de otitulos qualq'ier que seja o cawo em que se viajar ; o
wvincial, e em que n io ignora V. Exe. que ha tambem nessa com-
opriacbes. panhia cartros de e 2& classes.
]untarros ainda o Concluindo, poruantb, direi qua a emernda do
corn o pagamento nobre deputado pelo 2a district, neo deve
custas judiciaes, te- ser approvada, nEio s6 porque deroga contratos
j approaimadamen- jA celebrados entire a empreza e o governor, o
somma as valores qamjurioicamenLte nao pode-se fazer seam mu-
elo muro do sitio tuo acordo das~partes, como torque impbe
glez Jodo Gatis, que ainda a omrnpanhij uma nova eoadigao, alw
ae fez, quantia que de 9nerosa, prejudicial pela diminuiiAo quo
precisar, nmas que necessariamaente, se fosso approvada, deveria
)ccasido coin as es- operar em seus rendimaentos, o que poderfa
a nio encontro de sem duvida comprometter gravemente o futu-
itos qg offerego. ro da empreza.
Sao estas as consideraSes que, em justifi-
, -Eff' -q ielugar caeao do additivo que apresentei, ainda uma
-vez, submetto A apreciaeao da assembled,
E:-- &disse o no,. -cuja decisao aguardo.
ia satisel-o neste Nato appello, eomo o fez o nabre deputado,
concluindo o sen discurso, para a vergonha
rA: Mas o nobre dj asseaf4 a, para sett pandonor e honesti- -
Sinformado... dade, insinuando pot tal modo que na ausen-
Sr. president recla- cia de to generoses sentiments niAo podia
ser rejeitada a emenda offerecida ao additivo
IE D6sde o mo- a que tepho-me referido ; e nio o faqo, por
)turas das desapro- qua estou convencido de que 6 sempre nobre
-me que o nobre de- e genaroso o move de nossos actos neste
itestdr-nme. recinto.
o o terr-no a qua 0 mesmg sentiment de justiCa que inspire
ado, e os. de mais o nObre deputado, votando pela emanda, ani--
ras; mas d'ahi nada. ma-me quando vote pelasua rejeigdo.
desapropriagoes fei- Seo nobre deputado parece que, proceden-
do assim, cumpre bern o seu devor, entendo
A. da um apart. por minha vez que cumpro igualmente o meu,
TE:-Mas em todo procedendo por modo contrario; convencidos,
lo que tinha euatoda como estamos, dajustiea de nossos votos.
va que o qaantum Tenho cpncluido.
muito superior ao 0 Sa. OLYMPIO MARQUES : Contra isto
protest: nao esta conveacido como eu es-
ra das escripturas tp.
uc a empreza des- 0 Sr. Gervazlo Campello (Nao devol-
aebeu da provincia, yeu o seu discurso.)
nobre depufado la-, o Sr. Leonel de Atencar : Sr. presi
assegurava que a dente, o qu6 me faz vir A tribune 6 a neees-
e-elevou o valor das sidade emr que estou de justificar a emeadTWa-.
39, que estA por mima assignada e cuja s.u ;,
empreaa era impug- pressAo foi proposta pelo meu distinct .cow.O
sob ofundamento ga, o Sr. Barros Guimarbes. Direi puucas pa -
ida quantia :corres- lavras, porque sou o primeiro a rechonhws
je que se iho de- que nao tenho a capacidade precisa paran faer
)ode deixar S. Exe. urn discurso.
em quo se achava, *MUTOs Sas. DEPUTADOS '-Nao apoiado.
mpanhia ao paga- S. JL. DE ALENCAR :-E' bondade do- Vv.
a. Exes.
te, da emenda que 0 SR. GASPAR. DE DRUMMOND :--E'justica.
ao pelo 2o. district, 0 SR. L. DE ALENCAR : A emenda. qae.R
I approvaAo da as- apresentei e que foi aporovada em 2' discus-,-
sAo, tern por tim fazer cona que do orgament*:.4i
i approvagao do ac- desapparega a verba de 6 0006, votada o a nn
qntre o governor da passado por esta assembl6a como auxilio ji-'
astrada de fert7o do Francisco Duprat, afim. de publicar um jaornal .
nrigAi ;a ep eld9aO- destinado apes interesses da agriculture e tfti-
ao da adrainistra- tulado. Brasil Agricola.
01one unia conditao Eu nao tenho, senhores, outro interests
Kando a eampreaa a que nao seja o de fazer o bem'publico ; o
natural paraos pa- sertanejo, e o meu desejo 6 beneficiar o iaws
irros de 2 classe, possivel A agriculturea; mas entendo qua um
lo s6rio, e aturado negocie desta ordain p6de flcar adiado para
s valitagens e oa-" melhoWs tempos.
administragQp, 1 IRearlmeate, Sr. presideate, quando se qiier
piatra qusua erova- fazer ewonomia; quando as meus patricios
it. u e ao morrendo Ai fame, vicUimas da terrivel
inS : Merece-me leCa, que assolla o sertae ; quando todos
nos soffreqpos e temos necessidade de faze'
"Nao houve acc~rdo urn saenficio -em bern da causa comnumi n.-
-. quando o astado das finances da provincia niBg
t :-Oh! seabures! 6 de maodo alg^ lisongeiro ; nao 6 a oc ,ailt'A -
ntestar-.te que hou.-. mai apropriada para dat-se a Duprat a y
6 daunovincia e a tiande 6do.00t4, afire do escrevbr urea folhia; .....
eoeste gcto esta de- 6 de adnirar que se o qtoeima fazer (Vio" ,
esta assembl6a ? beo.) .
aHouve apenas ba- Sao efsf8sa poueas palavras que eu queri-
).. dizer, Tea ho concluido. [M uito born]. f
TE :--Para a appro- Sbo mais lidas, apoiadas e pastas conjumc;k-
quo houvese, con: Lan'ente-em discussao as seguintes omeodas: :
q N, 93. Additive A eeopda n. 71 di 2e -:
Acco~tlo neeamoute cuBsso.-As passagens Bos emrrom deatIdms ., -
inte amittiojtizo ,l-ia estrada de ferret d" CaaxangStcm ryuutt-
"das A O5 0/0 do prego actuel.-Piu'twuPmsew aL
rn :--Exptesstr-rme- Attic, bite.-, .. ,a .
N. 94. Additito.-Ao add~ivo n.71 <.(
P& .ahi na o vai dlscus~slaocresoente-se: finnodco 0 rtlfs ^--
n deoendente dwapprovaloda 4 srit. ss*6 .,,-.


ST EP. : -P e m P a n a t t-o- "'
XTE:-Peridftaw o Art. 95.a^ toL^. c adVe so
L-me "t' eo ceti- Art. 95. aesento cofo aciwtit
ne tao csnlinnada- jecto do orcgainto provincilo projectW ,.(g
9. do corrente anno cam as respecUivae dmeudak4.. -
3ia da.Taa da -Pito Pas". ': '"I
soulo tui d "* m -r--- o-t "
e prudiciermobconedido pa.lw ,t,_% _ie
Made do.pt _. do-
Sa d0 :mtjiie h )
Ijuwtaa i'46, 7partm'
siton .. ,as'*h #idh,%-rf.lL
r4-S q C di a 0prelaot.mb-dan
Sfoi qum i~ te8 {.'. .. J ^ t
kV quo* i .M. 80 a 8t .D -,. do A
we qno i s S. ..
OW qflco.-lsu do Iwlk
sz'4k Vv*-" ^ Mu^K ^ r ^P9~^I^|9^^^^^^^^^^^^^^^^
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iilvia ontrabida. ppra con a pro-
.1* li^Bos*%**do-lhe perDttida fi 9



2 R provincia antosn faer
o em '30 de janeiro de
S... C., para a construcio ded
-no municipio de Palma-
i laesq. aijulgar ancessarias para
S1r-yl Q^^intratp ol or o que foi
O p a-o inemo tm corn oguoverno
i qA fe marC% de 1876.
i Projecto n. 46 1877. Artigo untco.-Fi,
,.comiapanhia do hos urbanos da Recife
a 1d e Beberibe'xonerada da obr'ga ,

.'.haolo rde au ado-
se, porem, a ter em suas of[1finf uma lore-
motiva sempre ,cceet e proinpla para aioadir a
quaiquer iinoideiie e pereerrr a inlfaa seampre
..qw_ kouey 4m mori na clegra dos trens,
W de ciac din d Wtts. ,. -*
Pi' a .a a junado4inistr4$iva dI #an4a Casa
de Mmerhcordia atoriseau rescindir o con-
'trate do serviqo mnortuarir e .de earros fune-
S bres, a onreber aos reis0vos 'e.mpreza-
rios prazos razoaveis para pagar9intf d is p as-
ta es vencidas mediante gareae i&s idp)eas;
assim como a contratar, omoli do servib corn
quem melhores van.ta '..-offetdea r nos ter-
rmos da lei n.' -l,t2t'dBte3. Marques da
Sitva. *
t Apresento omoc epnenda ao project n. 26-
ro project n. uaninpo paisado.--Pinto Pes-
ioa. .* .
q Art. V.o A obmpahia. do Beberilbe ser.
obigada dentrj, do prazo de dons annos, a
contar da data desta lei, a ter tantcs manan-
ciaes ou deposits d'agua potavel quantos fo-
renm bastantes, a juizo da presidencia da pro-
vincia, para o cmisumo desta capital, fe con-
formidade corn a clausula 2.a do coitrato eie-
brado corn a inesma conpanhiak 'em l de de-
zembro de 1838 e art. 3o da convengko de 31
de.iar(o de 1841.
a Art. 2.Q Na falta de observancia do arligo
antecedente, fica autorisado o president da
provincia o proceder n5s ttmnos da citada
clausula 2, c a empregar qualqtaer .outro meeio
quo eentenler mais colvenrente, afim do que
se fa.a corn regularidade e abundancia o for-
necimento d'agua; podendo atW prornover a
rescisio do referido contrato e encarregar
desse servico a quemn melhoties vahtagens of-
ferecor-,,sob. as bases estabelacidas nas leis
provinciaes n. 46 de 14 dejunlio de 1837 e A.
1,117 de 17 de junho de 1873.
(( Art. 3.o 0 director das obras publicas de
oraeem diante sera o fiscal por parte do go-
verno das obras e serviCo da companhia do
Beberibe, uu de outra qualquer qua o orga-
nise corn o mesmo fim.
a Act. 4.0oNo caso de accord entire a corn-
panhia do Beberibe e o president da provin-
cia, na conbfornmlidade da lei provincial n. 1t417,
se estabqlecera tamubem a obii&loo .da com-
panhia de conceder pennas d'agua As asas
particulares, pelo prego nunca excedente 1o
que 6 actualmente exigido, e a prover de agia
S a freguezia dos Afogados .
c Art. 5 0 0 president da provincia poderi
prorogar 446 um anno oprazo determiinado no
art, 4o..
SEmenda ao project n. 26 "deste' anno :-
Acorescente-se : ficando a innovac.o depen-
dente da approvaQao da asaembl6L.- Pinto
PIessou. o
" Emendaao additive relative ao contraLo
S do servico mortMedio : No final accrescenLte-
se : ficando aireseislo e o contrato depen.den-
tes da approvaoo da assemnbla.-,-Pinto Pes-
s80oa. ))
0 a Offerego como einenda o project n. 56 do
anno passado.--loreira Aloe. s,
r Ahpreseato come ernenda o project n. 70.
-Joaqairn de fello Rego.- Dr. Manwel do
Rego. )>
/, N. 70. Art. 1.o Ficao president da pro-
vincia autorisado a conceded a Erneeto Veii'a
de Araujo, privilegio para montar una, fabric
.destinada a converter em substancia propria
para tecidos o sarcocarpo fibroso dofructo do
coqueiro.
Art. 2.u Deste direito podera usar o con-
ceaionario por espa~e de 10. afnos, send
brado a moitar a dita fabrica dletro de
5 anoos, contados da date da pu.blicagao des-
la lei, sob pena de perderno cAso"contrario 0
privilegio, que ficara de nenhum effeito.
Fica o president da proviania autorisado
a conceder privilegio por 20 anoas, a Manpel
Thomaz P. do Rego, ou a quem melbores vas-
tagens ofTerecer, para a fundaQao de .umra fa-
bnca de sabao de sua invehgtlo, so ,povoado
do Canhotinho, do lermo de S. Benlo. -Gapar
de Drtsmnond. D


e Fica a junta adiinistrativa da Santa Casa
de Misericordia autorisada a roseifdir' o .con,
trato do servivo mortuario e de eawos fane-
bres, e a conceder ao-. respectivos,"'mpveza-
rios prazos Iwaveis para paeg to das
presta5oas vlas niediante garantias jdo-
neas, assim M a contratar omesmro service
corn quemrn vantagens offerecer, nos
bermos da WWI do i8d3.-oM d&im ips
A tApres6natlet .emenda aa project n.
26o project aw-.n .annat pasado.-Piate
Pessoa. *' .
Emend a aorojecton. 62 deste anno. Ac-
Lrese ssO puzto & iawvaft dependent
teMappr vDlo da assemblft-:l iaoial.
P Pessoa. a
Emenda ao additive retativd htrato do
serviqo mortuario. No final acroescenth-se:
ficando a rescisao e o contrato depeodeqtes
4a approvacao.da assemblea.--iatol PeVoa. ,
( Offesqo como emaehia o pfojecto n. 56 de
1876.-J. Morei'a Alves. P
'I Apresento comno emenda o project' n. 70.
-J. de Mello Rego.-'Dr. Manoel do Rego. D
o Fica o president da provincia autorisado
a conceder prsivi'9tjepiL 20 annos a Ma noe
Thomaz Peraiia .Io fte ou a quern melho-
res vantaeas 4fferecer, para a fundaAo de
uma fabric le abI o .d sua invenorlo na po-
voaeo, dod. oIgottinho,' do terno de S. heato.
-C. de Dro .1" .
a Substitua-se ao project n. 56-e8menda aor
de n. 26, Fica o president da provincia au-
Storisado a innovar o contract da companhia de
Beberibe, sem augmienito dos pregos jA es-
tabelecidos, para fornecer agua wm abundan-
cla na cidadedo Recife e no- de.o do. p6-
4er ohegar a urn accordo. a lira ar a zbna ex-
'.,orada pela nesma coipanhia'. contratar
.O0 quem mais vantagem offurier 6 fo6neciop
:Dfnto d'agaVA outra part di eate,. fiOtAdo
O dU)fLdlopm t da appnmtcao *ste mainm-
W'A4.-G.-ferva'iI) G imiu. ,
MAti*s de ser.apoiada a, ? 4 75; o Sr.
t^S^S^ ~~ prohf pu L flaa r
... .. *a l A-. -- r 'o l '" d
'. ,9 f" ...s
i?,A, 2^^H~flL~f
];t~~~~ 4^'^3fil ^f-'


s Poitacnto me pa..ece Cwq.irente 9",e
continue a soccorre' ,os dosvaliiios. Nos
I f m a Vr. Exc.-t41m; e Exm. Sr. Dr.aS-
aoal Gfeawanino CgAfhro d 'da lCu;ti, An
wBesid4*te d oTyvicja.- Manoel Culdas Barreto. a
a Salgueiro. 15 de. agosto de 1877--I11m. e
Exi. S'--A iuso ge epap do ofpai9 -de V;
W drT e- 'que o tena,
maquedasa.*re abr awJ&t4i~it~ itsWOfr
^w sobre o. o.ii poto. ,. .'.i ,
1;0 Se coplina a- fa1gbUar a popula^4o
desta cominarna a secca, que re"na no-intenor
deeta' prol cm virncin. .
K 2.P Sa;continuara a apparecer nesta co-
marea ratifates de outras- coiareas desta
proviciae d4. provincial visinhasi ogdeam-rn-
em reina a secca declarando que direcao
toinaram pose se eonservam' por aqui.
* 0 3.B Se a populacao iandigante teoi sido soc-
corrita com. 04 rrursqs para espe fim desti,
nados pplg governor,.
SSfgnifica-me mais V. Exc. que, em vrsAa
das circuamstanoias da comarca, devo nfor-
mar se coavm coihtinuar a soccorrer a -popu-
lAjo desvalida, e queprovidencias se davani
aiada tdMir para esse fin.
SEm rasposta, e coino informalo da Ia
tuinzena 'deste mez, cumpre-me informer
quanto ao 10 onto, que a secea continfia e
dib urn modo horrivel: osque pouco atteq,-
depi ao co, da consciencia, estlo matando
a todo o transe gados alhei6s de. todo 6 ge-
nero-e-sorte, e furtando caiallos ; -os'que; po-
r6ot, attended ainda a eose dco, teem esgo-
tado os recursos do mato, taes como chiqe-
chi que, corda de frade, macombwtra, manioba,
etc., e s6 falta-Ihes morrer r fome.
( Ao 20 inform, que nao s6' continuam,
coipo em maior escala, vio de umas pata as
outras comilrcas desta provincia, e sire vindos
dos serWes da Parahyba, e ate do Cariry, no
Coara; -alguns continuam a permanecer na co-
marca, avalia-se que emquanto Comam mais
alento; outros, pordm, deworarn.-se apenas
alguns dins nas. villas e povoados, e no depois
continuam sua rota, uns para Matta de Aguar
branca,outros corn direcc6 ao Joazeiro e Ja-
cobina.
(( Ao 3o inlformo-qAoha dous mozeS-que- .
soccorrida nestafreguezia, na de Cai'ob6 e
de Leopoldina a populacao indigente, qua aco.-,
de 4 distribeiif-, Mas et soccomre estd Ion-
go de attingir a todi pgpulaVao indigente, a
qual hoje ciponstitb a qpisi totalidade da po-
pulacao. Outrosim, desde que foi esgota a A
la remessa de dinheiro que fez.a cornmmisslo
centl'ra, tern sdo irreglar a, ,ilut .jtuica.
visto como nto sao compradoss mais' ra co-
marca e genaos que se disbtrubuem, siim
veemin dor Ta.aratfi, d'onde ohegam muiro vaga-
rosamente, e a notr(valkis !a .pouco longos,
o qua tern occaeionado passar-se duao seuia-
nas e mais sm 'aver diatribuiao, corn o. que
desadoramn os esmoleres.
SAs commissOes desta comarca, previmr
a. apparecimento destos circurnuistancias, e pf
ponderarom d commissao central, signiflcan,
do-lhe que, emquanto acudissam nos mer-.
cados os generous, era: rpas conveniente que
-viesse dinheiro do'sue generous, porque esteo
nao s6 custariam a chegar, causando naope-
queno transtorno cornm sua demora, .como vi-
riam a chegar por urn prego fabuloso, conmo
ha succedido corn os que viera-m para Pira-
nhas, que cada carga vem ao lugar do seu
destine pelo quadruplo ou quintruplo do va-
lor que o mesmo genero custa actualmente.
nos merqados da comarca.
K FifiarmentQ informo que, em vista do que
flea desoripto, 6 indispensavel continuar-se v
soccurre' a populaiio sob pena de vel-a mor-
rer today fome; porquanto ou se nio dbvia
tiaver comegado a supprir com esses soccer-
ros, ou no caso de se haver comegado, 6 forCa
ir-se corn elles por dia ite atl que Deus se
amercie do seu povo, dando-ihe chuva e ahup-
dancia; pois no primeiro caso, cada urn, nao
esperandbrecurso em sua teri'a, em vez de se
deixar morrer, emigraria para onde os-en-
contrasse; no segurnibo caso porlue so nao
devia illudjr e attlahir~os pobres ao seu torr~q
por meio- do soccorro do governor e quando e05
tes se achassem inteiramente impossibilitados
de o poderem procurer a outra part, acabat
corn elles, e abandonal-os A morte.
' As proyidenoias a tbmar-Se devem sr ks
seguintes :'remetter-se 6s comrmissoes dinhel1
ro urofllcieuiCt, para que ellas fae.m empregaw
em tres'princtlpes generos dj anqlentagao no
pesentweautti, que sao, farmnha, rapaduras e
came,poAis tudo Isso ainda aflfue actualmente
ao .mercado, comquanto caro. todavia corn
abundancia; o que talvez se. nap conte mais
de setembro, por diante. E' sobre modo pre-
ferivel a vinuhr dh dinheir%, a de gemews,- pr-
quo por este ulfifo mtodo eftta estee gene-
roa.por 1t6 silo praeo e' Ii depreeisedo e di-
minuidos, [poas corn a maior facilidaiose abrem
saccos, e torna-se a Jechaa], qae corn 9 seu
irnportecomprau-se-hia aquiteinco tantos. Deus
guard a V. Exc.--411m.. e Exm, Sr. Dr. Ma-


noel Glemeseno Carneiro da Gunha, dignissi-
mo president desta piovincia. 0 juiz dp di-
teito, Miguel Gonfalms LiI.). ))
STentatlva de assaskinhto -No.dia-! deo
agosto, na villa de Florosta,.a praga do corpo
de policia Jose Rodrigues, alli destacada, ten-
tou assassinarao sea companheiro Manoel Be-
nicio; hno'reaLisan&o o rime por A isso sd
teremspposto os demais companheiros. 0
delinquemteJbo pros. .
Coileo orphaas-Por ordem da
presidencra da provincial vAo. ser-admilUias,-
nesse ostabelecimento as menore : Gliceria
e Joanna, fillias de Guilhermins Maria da Con-
ceigAo Pereira; America, Arma Maria, Amelia
e Julia, filhas do flnade Joaquim Francisco Ca-
valcante Serpa, ora existentes na cast dos ex-
psstos; Anna, fliha de Olympia Otilia Ratis o
Silv&; e Francisca e Aagela,. filbas de Maria
Rosa do Uvnwento.. ',
Festa da Penha. -Enviani-nos o so-
guinte :. *
.* Ante-bontea{2 do crroente]celebtaram oes
misiolarios capdcbhinhos a foslivida d e sue
imcla padroolra-A Excelsa Virgemu Seahora
da Penha, -
(Aindq w^si 8 o f e6 w a agn fV -


Durawe todoeo ."a .

pin. em cn.sti.o.ft'.

Zvid4er eco c
^ pt. paed 5553B H

OF





dluai irposnesaetes ta "i
tfo6- .Saeo mpr ios.
liant^e ^as m Masl
conflanga, quo Ihes f fra isenaaas ,
appar2o. ',
AToltongorp ha.. ^^l ^ Ii
delibera gioda e sitpr esa len cipt l riiifi
flnlas iaorete dean,,looK| ^|l.<,at,


admitidosneas hessabeledlap'i'mticsev4,
nos gratuitos, os faores.-: fly "i-
celino Pereira de o 4Wrr, .brtp t Ses-.
tre Aives de Aleaucar; `Jos6 4IV da4 SilvbIUIO
de Candida Maria da Silva ;' tahoe, pufllo de
Antonto Jo*0 de Castro.; Jos6 Aratonio do as-
ci mento, pupillp dOXiaeda.. .aria PFfire;
Manoal Amrcosig da S lvy! pupillo oleente-
coronel JoaqAnim Lucio Mopteiro 4a tra.xca ;
Jose Francisco dos Santas, illhO Ado fl nado
Francisco Biarbosa t Plaeidk, filbo d livlia D.
Thereza Maria d4e Jsuijj i Caudiae, #flhode
Maria Antonia da Cone Oo ; Mauoel do Sa-
t'Anna, ilho de Jos6 Theotonio de Saqt'A aa;-
Antonio e Francisco, filthos d w did Maria
da Conceivfo e Oliveira.; MaM!1.i e Jolab, 'fllhos
de Francelina AleKandrjina, 4i Memdonoa'; MaSi.
noel, filho de oAaria Jose 4a Qo"eqi5o Jo0o,
afilhado.de Antonio. Ferreira :t'USilvet Ju40o5 ;
Panlino~ ora na casa dos expostos Antonib'o,
-pupillo do Dr. 4aspar do Druminimd-; e Anto-
n:o, pupillo dw S ~vrinJo.Ja dCosta. .
Telegrapho tergestr. -. IqaIgurou-se
lionten a linha telegraphica terresfre atO Ma-
Sma.riguape, send trocados varies telegramnias
de congratulgalo por tao util nImelh6ramento.
-Pela pare 4u e npos. toa, recebemos do Sr.
engenheiro Felinto Gomos de Araujo oegain-
te telegramma: ,
-a Hoje, 2 de setqmbro,. itaigaroa;se o ser-
vWoo telegraphico fl es.- dkldd6;, ep0r t(al moti-
vo eu felicito a imprensa pernambucana. a P
A. ess tolelgranma resoan Pm0t o so-
guirite ,
416 w hiaro a'g fiadd 'afeciba!ao0 cosf&
tularwse pelo flirhorauimont, foeaad- itOs paft&
que o telegrapho estreje as la 's entre'
qr.nambuco e Mamangnape, i'
BWbliotheca prog tela-Frgqueataram
esta reparitgo, .WItr&i'a skii s ir flda, 317
possoas, qua consultartm 402 obras, sendo de
diq 177 pesnoj e 0 '227 obras, e &kwite 140 pes-
soas O.7"Ql.as,;s.r-
Revistas e-jornaes 24, litteratura 75, direito
49, historic 20,'religl 7,.politica 7,ehcyclo-
pedi 5, uiaLaheft'qs; 5'phi lophia. 3, lin-
_guistica 2, bistoria natural.., ecunowia poNi-i
ca 1, geographia ,I meicna 1t chimica I;
nas lingruas po" 9' Q 1 fftQfiza'63 hqs
akoto 1. ialiatedt," Iafiri t *i ..... '
Reosbe -a04,g 0O*taa -
Pelos $rs. Drs. Jos Bernardo GalvIo Alco-
forado e CGypriaino Fenielon Guedes Alcoforado:
a continuacio da obra de DIlloz [Recueij pe-
riodique), do anno de 1845 ate 1864,,e mais um
volume da mesma obra-TabWe de 1841 4 1856
ao todo, 21 volumes, encadernados e novos.
Pelapresidentlia da provincia: Falla corn
que o Exm. Sr. Dr. Manoel Clementinao Carnei-
ro da Cunha, abrio a sesslo da assembl&a pro-
vinoial em 9 2 iawarg) Id 1077, 2 volumes,
brochura.
Pelo Sr, Anton' Henoch .de Carva1ho Reis:
Manual dbemnp gdo de fazenda, dos annos
do d8 ?5n 876W, qieo Si. Augusto Frederico
Colina 2. volmis, beoura... g, A
Pelo Sr. Dr. F. B. de Paula Pessoa : Discur-
so recitaqdo no dia l de .agosto pot Francisco
de Assis Rosa e Silva [orador do 50 anno), 1
folhetfo, brochure,
nlnisteliQ do Jimpeo: .Relatarlo do
ministerio da guea~ra de 1W8, i volume, eaca-
dernado.
Pelo Sr. Dr. Buarque derMacedo : Estudq.
definitivos da linha de Cangusef, eto;, meio-
hia jusfioala apuwietade m Sduardo Jos6
.deMedoiros, cbdf di womiss.o, i illoh e,
brochure; meoniqra .justlficliva dos -Ians
apreseitados a6 gover0b_ imperial p'i4f d Mte
Iongsueatt te *estrada -*dI ieu'o de WAP*WPfct,
po.Iw) raiseo^dtoio PmiimasftL~f Buoo 1
lurne, broc.hwa,; zviat d, uls -Po lte-
chiico Brasileiro, tomeo 8, 1' trim'sre, v.I
Blame, brodhura ;e. mus' 12 fblhetos sobre di,
yereos assqoiptos. '
Pela typo.'apbia waci :' Pivwsos olhe.
4os om n. de 6..


Recebeu os jormaes : Do Amazoias, P.aa,
Ceard, Piauhy, RiW GramWde do Noite, Patahy.
ba, aia Ria d6 amuiro; e, a- .reviwta:
.JebDeam Mouides, des woun ecientu~uea' d
courwa poUtiiuw et littrWres.,
PawWWria de zeaft Nesta est"io
pagam-se hoje as segufftks 4has : '
Junta commercial, consignaoes dos offidis
do exercito, justice de 1' inatancia, alfandega
A correio gerat.
A Sobebwaa-Foi-. bltado o n. 12deste
periptiqo poltico-lilberaL -
Loteria QuiuaftIa 6 do corrente, so
cxtratura a loteria 240W, m beneficio das
obras da nova lgreja de Mona Senhora da Pie-
dade, de Santo Amb S dem S ftias. .
Os bilhetes acha-MAe i L ada, na.tesooa-
ria das loterids e loja dacakados do Sr. Porto,
aI praga da Indepehdencia ns. 37 e 39.
As listas sahirao no mesmo dia da extrao;
Qao_; quanta, porem, so pagament0 dos pro-
mios, sdari lugar do segainte dik ema diate
SVapores--Sao esperados os seguiantes:
Gironde da Eucop, hue. -
Pernambaco do Snl al 1 9
JohnEldei dafiuroa ate9
Minim d.EaopaattO '
Bahia do NOtt a if
Mo .eo do SW atV. IA
Caiut defff-Tork 16 .
Espirito Sant& ",si. .M
rOranoque Ani| a
Nigr Ir, -, .
itfi 1 n il 1 jtl.Uil h d


'I









,
71








1




-7


PREStMIDENCIA DO ILLM. COMMENDADOR


A..G. DES M IRNDl TEALT
As 10t ras do mnmh e a s
as Srs. depatddo rmea r !p s Ma-
ehado e Piato,, u.t A ve, Gtrra'Wpe i-"
eretareo Dr. Julio 6 .i,0,' Sr. cornmeaM
dador presidBoe M oe tr I a esoi
Lida, foi approvaduaA atn daesmaofat.eM -
dte. ..
Procedeu-se leilur, do seguinte :
Expedien.te
Officio de 25 do corrente, da junta dos cor-
reto s dosta praga, remlodendo o boletli das
cotacOes officials da semq"a ftada. :- Arebi-

arieios officials de na. )$l94.-SeiSm ar-
Chlvos. 40 .
Distribuirmsij.se-Mr fto : *
Piario do- Ber&ei de(MW.eiro. Cor-.
e,,de Mao a ador de iz
Itcm aOS. .. .'* j ": :. .. 1.. '


Azendo 9
.0 ,
iita m"


SDe Fraucisco Ribeiro Pinto Guijnar~es, idem
'qjanto A nomeamo dos seus caix.iros Manoel
Teiexira BaNto Fillio p Alberto da Silva Colas.
lgistre-se. ., I; .. U
,J. e Jos6 4a SovaPereii..-'.uanLo d no-
meaCAo qne'apresenta. S.i'iT0tp o apwer
fiscal, registre-e.
De Manoel da Costa G., paa Op identicp
quantLo. a nomesao que-apresentamn.-Defe-
rid.i.
Be Manoel Joss Perjira de Castro, para igual
registro da nomeacu6 de seu caixeiro Sebas-
tia. de Souza Ribeiro-Registre-se. ,
S-. De: Joao Gregorio fi onalvoe e Joao Gregorio
Gonoalve Junior, para que so registre.spu
contrato de sociedade sob a firm iGonalves A
fitho.-Archive-se, de conformidade coin a re-
uolugAo imperial de 24 de abril ulti.no.
D- D ominios Jos6 Ferreira Soares e Manoeol
.dP4 Santos Saraiva, para que se made regis-
trar sou contrafo social sob a firma de Scares
ft aritaos. Seja- archivado, de conformidade
bodt l6 dispost -no deereto ni. 4,394.
SDa Satyro Sermfln da. Silva, para que se.lhe
;d,por tertid49 as.nonieagOes dle eus calxei-
r.s Alamoel de Arruda Lima e.JoIo. r. da Cunha
thheibir.-Ceritifque-se. -
S'De :Manoel-Gomes. de Sa LeitSo, para tim
identico quanto ao sou caixeiro Adelino Jos6 de
Fig ueiredo.-Snim. .
e Jos Manoel Frreira GuimnarAes, pira
que se declare a cOr de seu caixeiro lFrancisco
Fablcia-no Ferveira Guimadrles no respective
ilegitro do sua norneacao.-Dl)oclare o suppli-
nai, a' 6r de seu caixe.ro, para quae possa
seo $4atiseto'o seu pedido.
-J. E. Pucell', ara que se Ihe iO pr cer-.
-d1o0' ,'4egiktro-, dt nomeagvo de se u caixeimr
-Antori& -AWs arbosa Paiva.-Certifique-se.
SD Moreira ,-4J)uarte,'. paraq~eese declare
no respective registro quo'- bra6co 'b seu cai--
'xeir Eustookio Austricliano de Brit-oD Macedo.-
--Com o pedem.
i. D usV)St. ,pelinrdo, que se les certifique
s,9 qs ,pipiros de' seu "slabeia9cimgnto de
joia flda s- .o b s 'mos, e -sl ds competen-
4i0I neh s conbeoint -s 4regrs "pretscriphas
B rIrfdLrdreoBlaBt a ilo i nian.ial de 7 de
^ko^ sr 4 ise IQ, rqquerida.
hOS. hrfleari/e D W.) wmann,
para f Idetilo iquant6s silsc eiros
Franoaeoi6- Antonio dbeAimeila e Ji3,him Anas-
tacio da.snha .Paisse-se.
SDa Fr n-1is J # da; Silva Braga, para que
,ge p'anaMr baima int registro da noiea o
de& .soi. .o Ctilestino AlvesMuniz.-D-se
i-,bai >l .. -. .
,;'fitiihe, jiil pra ftm-idenlticoquauio
ao seu caixeiro E .Io Sette.-Faga-se a notjip
pedida. R
IDe Jos6.a S8W Pereira, para igual fim
quanto ao seu ex,-aixeire Joaquim Soares de
Pinho.-Como requer.
De Joaquim Dias dos Saatos, soliciltando ser
exonerado do cargp..d agente de leilSes desta
pra0a, por hayer reslgtdo f[jarsua residencia
na capital do imperio, onde se aclha corn licen-
ga desta junta.-SatisfaVw jpareoer.
,, De Jos Marcqjina| .&Rosa & Fihos, para
que se les d4 po peritidto o theory das no-
n'meaoes de seuscalxeiros Joaquin Marcelino
Goncalves 'Roi 4O'Cakitdo Alve, da F inceca,
bern como- se postoomente a.o registry de
taes nomeagOes Ufase alguma nota no senti-
do de invalidal-as.--Crbifique-se.
Dos memos, solicitafdo o registro da no-
meaQao de seu caixeiro Candido Alves da Fon-
ceca; baixa no regir'o da do s-u eL-caixeiro
Francisco do Assis GonCalves Rosa, e declara-
O& de ficarern sem vigor o s regbtros ns. 1,421
e-3,062.-Na form pedida.
Ao meio dia, nada mais h Iendo a despa-
cha, o lU#: .Sr. caommeadador.presidente en-
oerrooj a sessao. ,

B.alancete d9 "' co Commer-'
cial de Pernai uco, ,epl F
quidacas, em 3 daagosto do
isfl.


42 escravosejrfreaar. -
*- C'heudo do Rio Grahde do Sul no igre
t'bMrsileiro Trgim :.
Anltonio J.lo de Souz a Braga, Heocique Jo-
s6 Dias CArmero. .
Chegadddo Rio Grande 4.Sul no patza-
6ho naeionia1A?_.t'.-:
,- BermO-rdoeTanelas. .
-' ele.-Iloje reallsan-se os .seguirites :
Ptoi agedit Stepple A rua Duque de Caxias
i.r 8, "' das diidas ia mawia fAlida de Tibureiii
dos Santos Portugaf, na ltaportaicia.'de... ...
5:351620, servindo 4d base as oeai a deo 74$1.-.
SPelo ago#e Silveira,, o largo %,Q dora Sanj-,
to n. 6, da armaAo, ,gqjros q u!Jeasilioi16t
estabeleoidif de molhasos. ..
-- Amdinhi' deve i dfilealaY'rsbe is Seglftnf
Ates : L I : L i, ,'" ; ,
Peli ageite Pinto, Aarua do Bom Jesus i'..
43: defa-ae aas i"leas, limpas. e avari.das.
Pelo ageiue Step e, a rua Duque de -axiasi
n. 48, do sotirao d-l dous andareos 0 so&, d
rua do Viscdie do Inhafima 1. 36. '
SPelo ag4atejq igWio, A rua doQ, Mirq'! je d.
QOlindap. 5, ,1 moveis, piano, tp qq-
dros, vidro',.Il6ua, etc. '-
Quiiit ra deve realisar-6 6 segint ,:
Pclo a On"fi', A rua d00Bom'"JI tiil. 4I
do sitio:.n, 10 daCruz do pp, fregt'ejadb
Pofco dal,'aqe1l; ].o sito juntoantaftdb
FuhndaoS emi'9Cribe." ': ." .?"
Hospital PW ez detBneft*0 ncia'
.-.D movhtti oas- eaearimais.dosteOestabet-
loeimento,1 4-ta,aa a 26 desagotltpitI 1P
de setenbmbfotL.Aeguiate:
SExistlam 25, '0p trPam 9, sahiraI'4, f aloce*
i, fleaim em' trstttnYto 29..
Entra emr exercicio o Sr. mordomo -.Manop1k
'Joaqulir Pcizea. ": l.
Cemiteli~o publeo--O i!iri do .4.a, lp
de setemborn '1877: :'
Luiz d si ov Banleir^L pln, Perr |
buco, 6 tO94*q66, e -8 Atorio *; by-
dropericardio. d '
Fzapaisc, a(fria da Co ao,1/raa, Per-
nambitfci 'annos, casad/. Joe "-.yrhose
do 4
-_ra Boi~alVa ; cyp o.^ 4 -_ .....
Gaetana de Azbvedo Aulcida, parda, e-
nambuco, 18 annos, solleira, S. Jos ; tuber-
culos palmonares. -
WMathilde do Naioimebto, parda, Pernarm-
buco, 45 annoa -%,.wvi Relfef'; bronchite ca-
pillar. ..-|& -.
Zulmira, M Pernambuco, 45 mezes, S.
Jos&; convulses.
Manoet Joaqijpu de AlMejda, branch, Per-
nambuco, 31 a.in0s, -so0teiro, Boa-Vista, hos-
pital Pedro II tubercAnos pulmonates. ".
Januario Frapiciseo das-fChagas, pago, .-
nambuco, 58 satns, vitvo.. ; tubemtiiOpNimo-
nares,; pobre, vaqdado peto subdelegadf da
Graga. -, -
)osepha, 2 annos, mandada pe o subdelega-
do do;-. Jos. --
ludoo, braneo, PernaambWo, 3 meaes, San-
to Antonio; convulsoes.
Jose dos Saatos, pardo, Pernambuco, 33 an-
nos, solkeiro. San,.AijtoQIlo; brenchite,
-An, si a Ia Fqrtqw, pado, .etnaw-
buco, 4I antOE. I o, Bqa-Vista, hospital
Pedro jpiW; pht .pdn. ar.
Jo6 *C de Ska, pardo, Crruarf, 80
aros, ca.dp o i, ksp kal Pedro II ;
hfeatite ctotiofk r "_*
SMaria Ignacia da Comcnioo, preea, PernanM-
buco,25 annos, soltefra, Bda-Vista, hospital
Pedbro H ; phtysica pufmnioar.
Germaano .AugstoFemdi.- BManco, Pertp-
gal, 19 aanO4, 5 tti, B.oa.Vmta ; fbre amn-
reIla.
Maria; parda, Pernambucdo, 2 horts, S'. Jo-
s ; espasmo.

Suintt commerdlo da cdade do
Reowe
ACTA DA SESSAO L 30 DEAGOSTO
DE877


IAsarVO


Accioistas ,
Cautelas de capital a west
tuir.. .
DiviOandos pot pagar. .
,Antonio Baptist& Nogletra


ii-


80:=8






80:397)50


,.. eO. "
SRecife, 3 de setembro de 1877..
S Fiscal do banco em i4quidacao,
Antonio Baptista Nogueira.


f d o ,, t w o
W% .


,-.-E" .,. "


f. ravm. f o s f s m r,
mirn OQSnatltido* para M M il 1
dlreitot a oco ei- ihie fMI l
mira. mteutada pata- inoa .a.IgMoid l
e.seus filhos : q6 m us t
vogosto *pMs de p.euu *
ga a iystancia superiW a
Sdo tevee sertema do bon dicd. 'g
bertan 0, nio sa avie*Illf.
abandomar a demand, i
deckusoa sW autos,. Ua- Nit
mais a n ,er-ws,. ':.';: "
Portanto, ehiellu e'Wimi..i
e.se della me encawmpgano
abandonei-a logo quo five oerteza desar-.
munda--emi-liberta : a affirumativa '. -
trario d uma calumnia provada. .:... .: .
Deixo a margei o maior ou moa.u=*o
de advogados, que rive em semeo ldklW A
tao, vipto como o meQu ami p.O 0.- i .
demonstrar que o GDr:Gfpspar de I rI- 'd,
quando fez as razrw de appelflt o s p," r-
gou o acoorda mepectUvo, iat.an wknim e
consciencia- de serta. preta-semi-itUert,'--; e
que abonou a causa em ni 6pbca Mituimn-
posterior-por minha propria vIoetld. ,.:
Dos documnentos ns. Io u 3 por uB'.nUMWO
publicados no Di'rioide 28, v*4pii'*A4
canstituido advogado a 10. de julho "1 6d
que apresentou as mazoes de appeilag -f'9"
de setembro de 1870; que cmnlar .Nl .-nil -
ti-vo accord.o eni 24 de ouLubro d 4'7,:.qte
recebendo em'cofiranca dd escrivbo rin ai p
a carta de co)nifitsato \'miida 0a ouvika 0o
Recife para a-arroiiiatago-dos bMm ,io
dre Antonio.GonCalvos Beltifao, a rece o
cartovio no W*de-dezeinbro de 1869.., ,.t -j
Esta carta, parlte inteirante do iw Io
do referido padrP, em o quni al$ ch". se
Lestamnento, ItLando da avaliaglo e artzmp-
taC5o dos bens do espolio, corn tido cauta
do doc. n. 2, tratava, e nein podia deixkr. de
tratar dat preta Caetana-semi-liberta -- e mai
de Raymunda.-
Ora, 'se o Dr. Gaispar no I-o de dezembro da
1869, reoloheu no cartorio semnelbafte earta,
ida qual consLt-.va o legitimo diieito de Ray-
munda, e cm 9 de stemnbr .aAmdciais em
24 dc ouLtiblo de 1871, nUofLgou o accordMW
do. tribunal, 6 (f6rn de duviJa d u"e tinha si
.b conscrencia da lcjlidad '.ustiga d gre:-
teneAo desta libertanda. .Y
Esquecia-me de urna cireumstaenciar,.m
important, que estaI precisameute delerpmza-.
.do n6 doe. n. 3, e 6 "ue a carta da queo;e stra-
tafoi dada em confanca corn o trashad ,i'la
appellaglo, como se ov das palavras '* ".
-. Traslado doS autos da, aogilo. d,
iberd4ido da preLta Raymunda int's
flMhos contra o tendnte-oori'00ue l ,
te Mendes. ) -' "
A quota escripta nos autos 6 datada ifU t
de noveplbro de 1871 : ,,
Se fica demonstrado, coniao os po-
cumentos apresentados em dofeza, ,1 _'
Gaspafde Drummond sahendo q iytt'e' .
era semi-liberita desde t869,' atO
1870 el87l razSes em couLestacoA .ujhi-q .
dade : 6,manifestamente.fdalo .ue aoo-
ta posterior fosse moLiada pe scd "
factor j. par elle conhecidb dasde o tep W
que t .ou cnta da denmandfT ..- .,-,:
SGomo pois, teve esse doutor. a-romide
me chamrr-calumniador, e ainda. .W -
dir por certidao (dec. 1) o trecho desoa' a-
z5es de appellaeao que se segue? '
Tudo isto sera sutficiente par qft m
quer que julgar desprefeojdatjf '
present causa: IQ entqetart 1'
pellado tern aindA fazer a te
'declaragAo -- Possutie a es.cd -'
Smunda, porque a houve por
.t. -.glimohereditario. ,. ;
eau finado sogro a possu
,.por titulo legitimo, qual o deo a
Apresente-se, p r Pm, apr -. e
Raymunda 6fllha de C
"F9aetaoa foi semi-libertada pedU
ex-senbor padre BelLr5.uo Sa-
munda.nqspeu depois de ser conii-
do a Caetana semelhante favor. Bf-
peliode, obriga-s.e, digo prgM~soife
conhecor a liberdade dleainqMa,
abrir in&os da quapsqper plndpi nias
jndiciaos a scknelbante- re10 je.f
quanto pordmw asu.m..
e appellado so +oppert
forgas porque diefodeiad -UiMM^
de e nap esta disppstoq rf "
tulados naigos da l -
fazer corteziasa sua .. ^.
S6 tern uma explicacao, .e 0 que, q|6M .
acostumado a nihir c" stamtmDeitt B
incommod0 w effeir s deqao 'Mffi.'1^
por mais demstrosa que seja. .-, "
Apezar de pro-aro l~lo que nc <.!tlt. |t
quota.em.queastf alao foi. adi
cia. sspoavoaieato do facto n~rrad^*Hl, -'
bico de mais a mais o troeclo da Ctwifsy.
Gaspat de Drummond, a mim dirinoi i


vembr, que se inscvve: ';"" "
O"efiro-me ao manode 1871, .ma' s gjif .
af5i esMaoovmn6r a du dzembr.jidiatN
dew o6 8eus direitos w-ao craua-gq i -
tatia twa eiaeldaedvReeit,-: e terra
que sd deixou do sermem advogd% |
iespeasei os. seas. bomn oflcos. -
e esf4 nlo 6 a.verdade, respoU
doatbr, se osera pbssirel admit
lwdo-abiandoaado eepontomea
a itkna camua em-7 do nevamBr.
vesse pediuk oil08hOW0iO.
rodo esse anno? ,
'IYqai sfrveriftca alk Qtie eselt
anldatada, ou o Dr. Gaspur de oI
ludindo-me, exigia honoratio,,quilW
devidos.
Termino aqui o presented artig. |
a pitbllcaca' dos docamentos don-
,la correspondent, foi auma
da, guo mais so reverberk ge


ACTTVO
Caixa.--Dlrtheiro extstent '
Moves .. .
Bunco -coimmecial dt Rio, de
Janeim .
Despesaas geraes.
' Letras protestadaq .
SLucroses pepdes .


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sonbeeal o Al'ciro ;so Sutnpb
ho; o Div e o Iman.lhes'sho dos-
sabido que quasi. toda Africa cen-
.,lima, A excepQo das -.possessOes
i.simh come o Turkestan, a China,
e'1odos os povus asiqtlcoa qme abraQam.
M"ao. so polygamos. Os israelitas,
HuK0pmos descender Mahomet, e de cu-
p0- eols tambem a "Mccqo. eram
ao; a historiados prophetas e patriar-
"b:"' -' b eus, .Jticam eat asoervAo
S*.-,.be-se que a mobnegaIia s6 veio ter des-
t." "' vimento no chtisRtianmo e nalo no mo-
4 '"u'.*'. IiO arabe e hebreo, bern no polytheis-
dj a I trboo w asiatico..
S ,:'*ida maisujquaesquer que sejam osdiversos
""rm-o de urma religilo, se jrende a urna ca-
principal que constiLue a unidade essen--
-SI 4a crenga que a caracterisa; ora, o isla-
ig me em geral se divide em dous rainos; a
d 48 unnis ou Omar e a dos Schyytas on doe Ali,
,..bWola* se observamrn os preceitos da religion,
o-.14iiomROS principles dogmas quo, os uni-
'"' .: 'b9M como a prohlbigAoAle bebidas al-
~edta, 0 jejum no mezde Ramadan, o bani-
SemmaWo do culto de imagens, etc., etc. pra, se
S fpzeisi libaOes corn bebidas alcoolicas, se ten-
d Wes owr imagens a quern prestais culto e
*-t.vftHi, como quereis ser mahometanos,
quoasata ,religiao reprova vossas.qrengas e
Sesremnlas ? Se qwerieis p6r obstaculos a
qualqtr actor que vos podesse incommodar,
podenieis pedir liceoca para o exercicio do cul-
to de vossa seita. segcndo-a lei do paiz ; mas
uo corn f6ros de mahometanos.
A razdo, porfm, que vos levou a escolher
part vossa seguranca o mahometismo foi por
ser esta teligiao,.segundo zonfessais ema vos-
S-sakexpUca*.o, a mais predominant na Africa:
j0 que podeis dizer a isto, 6 que, o que pa-
tenteamos 6 unma especulagao fundada na nos-
-sa igncrancia. E agora 9 querpodemos diz er
tambem de vos a esse respeito ? Por ventura
S borreceis v6s de ser Keferifes? S6mente vos
/Avimamlos que actual mente o nossa Califa
,aq`6a f6 pura e inabalavel que cada um de-
ve ter nos dogmas de sua religiao, seja ella
: ,qal. or.
'VolAremo'a, se far precise.
> Recife, 30 de agosto de 1877.--Sabino Anto-
io da Gosta.-Sovimno Lopes Ferreira.-Guit
4h rme Manoel Pedro do Bam-fimn.'-Pedro Joa-
im Teixet'a. Antonio Vieira. -Sabino Pa-
tcio.-Jose Victor de Oliveira. -Daniel Rodri-
gues.-Josi d'Oliveira.-Jodo Estanislao.-Bcn-
to Moncor.--Luiz Husque.
Provincia da Parahyba
t CaMMkRCIO DE ALGODIAO
Segundo noticias recebidas da pro-
f vincia vizinha, trata-se na assembida
I provincial de restabelecer a immoralis-
Iima repartigio do peso p',blico ou ins-
ipecAo de algoddio do governor, como
meio para rehabilitar o com.mercio des-
e o genero de exportagao, que, na pra.a
Ad Parahyba, tern ch egado ao minaior
Sgrio de abjeceao, dando em resultado.
uma baixa consideravel na cotacao desse
Sartigo nos mercados consumidores.
Os queaconselhamrn a administracao
-semelhante media, inteiramente nega-
i Ava dols fins a que se proper, se sao ne-
f gociantes teem em vista voltar aos sanu-
jlosos tempos das famosas crioulas, que
SIhMes augmentavam annual mente a conta
de ganhos e perdas, 4, custa da barba
seVoga;s sao funccionarios publicos,
Sdesiejam por esse modo accrescentar o
5 numero dos empregados, para accom-
--: .odar protegidos, abrindo uma valvula
j a despezas eventuaes, quehuo de gra-
Sar ao mesmd tempo em nao pequena
I. Ofoa os pauperrimos cofres provin-
S.- Coma interessados na regualridade
** 4as transacoes daquelle mercado, per
Jt i.lo que a mrr part dos algodoes sao
'-, iidos nesta praca por conhecimen-
i 'toe, corre-nos o deveo de dar um grito
de alarma contra semelhante institui-
L cao, que s6 tern por fim attender a van-
.. -tagens inconfessaveis, da origeo mais
-repugnante.
"A lnspeccio ou pesapullico do go-
verno, que nesta praca jamais se ad-
z :,ait, deu ensanchaas is maiores im-


.n uralidades, e nenhuma confianca me-
L- -Tece aos negociantes exportadores pela
^ responsabflidade 'nulla dos agents ofli-
-- ciaes.
S'Quemn responded pela prevaricaao,'
:- degidia ou, condescendencia de takes
functionaries ? Ninguem!
0 restabelecimento dessa aalihronica
-, "Tiuiia, portantp, de tradikes tris-
-'' lisimas, nao inspira a esses :negociai-
.'teIt que em resultado sao6 o arbitro do
S:-jgenero,- a menor confianca ; e, pois, em
"inada melhorartA adeploiavel actual si-
S" il-uaco, sendo aqdi considerada uma
.:p:.erfeita inittilidade.
S Seria para desejar quo a administra-
*l yao public nao interviesse, de mineira
^ ,aIuma, nas transacgoes commerciaes,
..mo acontece em todas as praas re-
-. g Ulares ; reconhecemos, entretanto, que
S -a praca da Parahyba 6 um mercado
*' ,s.ormal; e, pois, admiltimos, que o
.... -ao exea certa e: linitada, fisca-
;... l nao s6 tendente a mnelhcrar a
-| Sdae do product, comno relative I
N da percepgd dos direitos.
-Para conseguir-se esse desideratumn
.nenbuma necessidade ac6nselba o res-
tabelecimento daquella fossilissima rb-
pArtiao, de lastimiosa lembranha; has-
fta obrgar oscompradores'a inspecgoes
II:.' J e s, exercidas por pessoas
SMBemnte habihtidas,a. respon-
W- Unrmediatamente para corn o e-
'" l1 o portador, pela classicaeAo
H .do gonero, comao .rMtit

4 q nto aqui soe paga M'"eh


H,';- | b pew S. 00iteot ^
Be. fW S xi Bit*o~muo
s~fa~J


das woaes 4t er o
.qor repunancia. : .. ,.'
A inspecrgo 0 eo poe
verno p6de attingir est sonnft s
Nmnguem o dlri.l
Pelo peso das saccas, nao embarc*-
das- directamente nas armazens ido&4s*
pectores, come podAr stftAx6'S .
algups casZ sero reaponsafvft. d-
gador iencionado nos co ta
como 6-.de justisa.
Soire este ponto ndda matis' Cnviri
fazer indubitavelmente. "'.f
Resta preyinir -a faude, .que" com-
pradores menus escrupulosos potsam
exerter contra as almocreves ou -vende-
dores desse artigo, pela subtracwao do
peso nos armazens, com e ltim do fa,
brico clandestine das taes der6m'inadas
crioulas.. "
Nesta praca esta compra e feita cornm
toda a liberdade, Iporque as algbdoes
entrados, ou sao remettidos a commin.s-
sarios q-,e ztlam 6s-interitses de seus
c6mrnitterites oUl voem .ncarregados a
almiocreves, que nao se deixam illudir
por especuladores' desabusado~s. -
Quem m;is interessado de velar pela
guard e exactiduo desses pesos, do
que os proprios vendedores ?
Na Parahyba pordrn,- segundo nos
informal, os negocios correm de mo-
do' different ; o mercado esta viciado
na fraude, pelo crescido numnero de
agents; denominados espoletas, que se
empregam- neste trafico, auferindo lu-
cros illicitos, de que as vezes os.nego-
ciantes sao inscientes; e torna-se, por-
tanto, mister uria providencia.
'Assirm, para corrigir este. defeito ou
vicio immoral;, e previnir o fabric das
crioulas, basta que a adiministra 4ao pu-
blica regularise a compra do algodio,
por meio de livros de talud, devida-
miente rubricades pelo consulado, dos
quaes extrahiam os compradores, os
bilhetes dos generos, em as quaes se
mencionem os ferros, numerous de vo-
lumes e o peso de cada sacca, deixan-
do ficar no mesmo tahio, notas iguaes
dos bilhetes expedidos, estabelecendo
ao mesmo tempo a numeragdo seguida
e singular per armnazens, come aqui se
pratica.
Os armazenarios ou depositaries dos.
generous serao obrigados igualmente a
recolher ao consulado, atd- as 10,.oras
do dia immadiato ao da compra, rela-
g6esdos algod6es armazenados na ves-
pera, com as especifica'oes exaradas
nos mencionados taldes,'incorrendo em
sancgao legal, pelas'infrac9-es. -
Outro sirm, nenhima s*cca compra-
da nos armazens podera he-.eformada
ou transformada, sem preio conheci-
mento da repartia4o fiscal, ,s4b pena
de multa.
Deste modo o fabrfto das crioulas,
se nao 'ficar totalmente vedado, sera ao
menos de difficillima execueo.
Essas relacoes servitio tambem no
consulado para conferencia do peso dos
dospachos, sendo os armaz, eis seonpre
franqueados, bern como os, tatoes de
compra, ao consulado provincial; quan-
do assirn seja mister para quaesquer
syndicancias ou averiguacoes.
Os volumes que fe encontrareoni f6ra
destas condicoes serao apprehendi-
dos, par constituirem fraud reeonhe.
c ii d a :. : ,' '' '
Tomadas estas providencias, ficaruo
acautelados do modo mais racional as
interesses dos aguicultores e 0s direitos
da fazenda oublica : o mercado se mo-


ralisarA, as cota6"es augmentarlo, a
praca se rehabilitari -e o algod.o aa
Parahyba tornarAt a occupar ios mer-
cados consumidores a posigo quethe
compete.'
E' sabido que, estabelecido o con-
mercio deste genera, pela forma que
viemos de mencionar, as compradores
primitives, contando cam a inspeccao
superior de embarque, se constituirao
por se t lado em zelosos averiguadores
0o goneio qui pagam; suieitando-os a
um exame preview, quer em relaao ia
qualidade para nao soffrerem prejuizos
nas compras, quer quanta ais materias-
heterogeneas que possam existir "nos
volumes, pesquisando cuidadosamaente
seu contefido. "
Destas- medidas- nenhuma despeza
havera tambem.para as cofres publi-
COS. '
Os tales devem ser fornecidos pe-
los compradores, afim do serem irubri-
cados pela repaftig0o,. e serao recohi-
dos a ellar i proporcgo, que se fdrei'
preenchendo 'o concluindo, para as
averiguak3es ou conferencias que to-
rem neoessarias. .
0 ineshanismo deste.- syteyma nao
complicido e torna-se facil de execu-
Para q1e pois creaw.repart4i6es isus.
peitas de fraud, .e, fccianos "'u0
nao podam offerwc r aenhuma garan
tia de respomsabilidade effctiva -
o actual- president & provincia,
e, te .' d0 iom 'a tegert
rimp, Incpz do~GR Sam .a r~wo
de e f'iIlk 00*W.
esperaaoe,~ A4 -alti *#ttuaeo


1RO ,deo pub-
&, 4lydidos

Mo&e ra PAI 'Alko4 am
j1l1t#rA qus to.. pt) hie"
CJdO8


anmpraicaram.. .'.. -
A b*~tori 'as(0ss oxbq, jnceodmos e
W atdirte,6&, e Loa iuaata e ph-i-tas-
meLa-: ';
.Newo a opulagO mev jam als ter-
rada coia o app imento'doa etanOsa
Nenhuma autofiI e i judicia, ou
policial de Pao 4AUlub |evTreelama'aoo
ou participaco~e. ag a "a Exm. Sr.,
president au D '.hefet*Ipoticiaoon^-
Ira takes ciganos e rbo pM mos sa'ir
dos motives que... fizerarp .om quese
e.viasse d'esta cikade umi forga de
linhapara combatel-dt ou l rseg..-os,
quando as adtoridades,0 o rgasV pocaes
m o -se tinrhain declarjdo. asew mcios
para. isto, nem pedirarM pro'idencia,
que alias ne podiamn pedir, para facts
que se nao derainm.
E' de notary quaesssa tbra .que se-
guio.d'essa cidade, n&o .oi posta sob as
ordens ou direcgd de nerhuama auto-
ridade de Pto d'Alho:. ,
.0 Ieu comnmapdante/,sem levxrw man-
dado alguni de autoridade competent,
cercou*e deu buscas illegalmente nlos
engeinhos Cnrsahy e Aldeia, omde sup-
poz estareth, homnisiados os ciganos,
no obstante serem os proprietarios
d esses angehhos pessoas qualificadas
e conhecidas, incapazes certamente de
hornisiar ura horda do ladroes, in-
cendiarios e assassinos.
0 facto pois, da. expedigdo de forga
de linha do Recife para semelliante
tim i 4e todo inexplicavel e- -o.procedi-
.mento d'essa forga todo legal e vio-
lento.
Em -. sua correria, de pasmgem pelo
engenho Itaborahy,-propriedade dQ Sr.
capitao Manoel Thomaz de Albuquer-
que Maranhio, espancou a forga bar-
baramente e ferio um pobre home'
muito pacifico de nomre E4uardo, "e o
levararm preso para Piao d'Alho.
SIsto e 6horrivel!I
A' ordem de quem foram cercados e
varejados esses engenhos ?
Em cumprimento de que mandado
judicial procuravam prender as ciga-
nos? .Estavarn estes em flagrante de-
licto'Ou eram perseguidos par clam6r
pubtico?9 -
SPorque m motive, ainda quagdo fossem
exactos as pretendidos factos criminosos
dos cigaaos, nlao deviam is autoridades
superiors confiar nas autoridades lo-
caes ?
Cqgsta-nos que esses cigaaos vinham
pacificamente -do interior impellidos
pela sqeca e procuravam e dktabeoeer-se
em PNa d'Aiho,com o.- plemo de desd
persarem-se e deixarem a vida nomrade
que levaram. Govihecendo seu capitao
Pedro Antonio da Costa ad coro'el
Luiz Maranh.o procuraram, o enge-
nho- d'este para que tihes proporcio-
niasse residencia.
Consta-nos tambem que em Timbafi.-
ba f6ra forgicado um process contra
algun& desses ciganos, per um preten-
didreAmae de resistencia. :
Esse process foi dos mais injustos e
tumultusrio.s, e incluiran-se.nelle pes-
soas que nao existem, e outras que
nem passaranm por:Tinibauba e tem o
cuinhd de una- 'bem pronunciada perse-
guigao.
Foi instaurado por u-n inimigo dos
mesmos ciganos, que ta as -perseguira
violentamenite: quando autoridade em
Born-Jardicm, op que p6de-se proyar.
Para que o public fique fazendo
uma idea de perseguigao dos ciganos e
da historia dos roubos, assassinates e
incendios, publicamos em seguida al-
guns significativos documents de pes-
soas fidedigoas emnabono de seu chefe
Pedro Antonio da Costa ou Pedro Ve-
tho.


Depots da leitura desses documents,
para os quaes chamamos a attengio dos
eitore', v.era o eshs se 'Pedro Antonio
da Costa e capaz denser chefe de- numa
horda de. assassins, ladrdes e incen-
diarios. -: -
t Ofaoto da `xpdio da forga para
persegqir os ciganos em Pao d'Alho, e
de tal ordem rwcado de takes cir-
ctimstancs, .q& prebe o-. desenvolvi-
-mente de piano de algum inkmigo :ran-
coi'oso do otbnel Luz Maranhao, que
d'isto procurapreteit6 para desmora-
lisal-o na -localidade em que occupa
a posicao salient de chefe do parti-
do conservador e tern exercido oQs pri-
meir.s-cargos d4 eleigio popular,- poli-
cia e guard aac.onal.
A tat expedifi6 mrilitar de Pto d'A-
thIbo foi jm verdadeiro desatino. Ellee
ta- o as ciaaos que foi causar.alarina
na louelidade. .
Como se espalha uma noticia .doq0i-
late dess, da-i &..do ciganoqs inc q-
diaries, Iudrxo e As sinos aterrado a
comarca de Po d'A10io? .
E' um fact notav6f..
3' de setembro de 1877.
0 PactAlco e.
Jodo CavalmutUMappicip 'Waarl
4~ica 1. k. I or",~ 4. -


I"va-


7= -13 717"


nue o recommendasse a' sua protecko
-urante o tempo ique pretende se de-
morar nesse lugair, promettendo-me
que se portaria de modo a merecer as
attenoes de uma autoridade zelosa do
cumprimento de seus deveres.
Confiado uessa promessa; o apresen-
to ao colHega.
. Faco sinceros votes pela sua pros-
peridade, e pego-lhe que m&e d a-oc-
casino, e:m qe possa .1ostrar que sou
do colega.- Collega, amigo e obhriga-
dissimno criado.-'Em 14 tde maro de
1868.-Ienrique Pereira de Lucena.
Despedida que fizerao no dia 2 do cor-
rente os inferiores do corpo de poli-
Scia, por occasiao da-retirada do seu
ex-illustre cQmmandante Francisco
SCarneiro Machado Rios.
SPossuidos do desejo de manifestar os
nossos sentiments pela retirada de V.
S. do corpo de policia, unidos nos apre-
sentamos hoje, pedindo a V. S. icenma
para o fazer. ..
A sahida de V. S. d'aquelle corpo de-
pois de o ter.commandado por 9 annos,
deixuu em cada um de nos urn vacuo
emprehenchivel. Em lagar do' comman-
dante altivo- e rispido para seus subor-
dinadon, encontramos em V. S. um che-
fe desvelado pelos seus. subordinados,
a quern debalde nunca estes recorre-
ram.
0-que acabamoj de confessar est na
altura de nossos sentiments de' grati-
dao: aceitai-o.
Segismundo Csarlos d'Ayres,
Sargento ajudante.
JoaquimaJuveacio de Almeida,
l .osargento.
Joaquii de Barros e Silva,
1.0 sargento.
Manuel Romualdo Baptista,
.40 sargento.
Antonio AugustddeFigueiredo Sea-
bra,
1.0 S rJgeoo.
Galdino Peri Tavares'

'2.'.,'rgeo .. .': .
-,Zeferi a W .

\,\ Aintoaiw d AibetquerqueM

--.4
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";:" ". *" :'t | Y '",*, -: <* ...' ,. :, ._....


d, udoi0os d "do
cud.Io Pereira Gon-
Qalves da -i faCIaUS sciente acqpeif
ppw.a inler r qeuo idegnem #de
.qonattar pcAio a mum rnm fazer pe-
nhora no terreso de mil palmos que
noe restam ia ra imperial, que por sen-
tenga que ondemna a fazenda, de fe-
vereiro-do anno passado, fora reivindi-
eador como ae v dno cartorio de Barros
Rego escriv-o daW fazenda: ou alias
quando seja prectso contratar-se corn
algdm herdeiro, devemos. todos ser ou-
vidos para que-possa devidamente seo
effectuado negocio,
E o. peden ja, por h.jmanidado os
mesmnos herdelros aldm do aviso, ,pou-
p'ando-se a trabalhos que acarretam um
negocio nullo.-Caetano Pereira Gon-
Qalves da Costa e seu pro.urador.-- Je
sjino- Carneiro da Costa. Casimi-
ra Lucia- Carneiro. da C.-Leopoldina
ulualia de Carvalho Pereira da Cu-
nha.


:403J 6 aOocer t
IgHHHI oA^t 4a aeo algux 4.4
.......e. boe sm .eU 'procedi4
(Il. .l ^ tea, nfot s6 por esta
comarca, comn6 pelas que levo- acima
mnbacdIondas; que.possa desacredital.o;
.obre .qualqker responsabilidade de
traMficaiw; pelo contftario sempre so
tem.pprtado enem, e tem-se distiugui-
Ud(desdaque-os acompanhacom dis-
*tc,fto eque 6 puramente verdade;
tatpuanto levo dito e affirmo, provari-
do si precise f6r: por isto que pass
0 presente. que vai por mim escripto e
assih o.do,
Deeacia d policia'no engenho' Co-
Va, .2 le setembro de 1870.
04 delado de policia de Nazareth,
'JoI -avaktaU Mawricio Wanderley.
1 opeIrede policia interino da provin-
f .a h. endo ato que requereuo cigano
PedroQAt6nio da Gostalhe concedelicen-
*. porl8'muzopara andar armado d'um
elaviirte e "t.. faca de ponta no inte-
tipr desta pi'diincia, onde vai comprar
..awmsaues al areas, deveudo apresentar
sta ujttoridades policiaes per onde
tlver-dd tranritar.>-Secretaria da policia
da Parahyba, 16 de dezembro de 1873.
-Francisco J. Cavalcanti d'Albuquer-
Virago 30 de janeiro de 1870.-At-
testo 'te o meu compare Pedro An-
.tonio da Costa, chefe de um raneho de
ciganos, a -lQuem .coniheo de long tem-
po, tendo porem diversas vezes perma-
necido na.cidade de Mamanguape,e seus
suburbios, nada me consta que o desa-
bone em seu character: de ch,efe pelo
contrario sow- informado que entretem
relagses corn todas as pessoas mais gra-
das.destas paragens, de quem tern cons-
tantemrnente franca- hospitalidade. *Pas-
sei opresente, por me ser pedido.-Ba-
rdo de Mamanguape..
llim. e Exim. Sr. Barro de Taquary.
-0 cigano Pedro Antonio da Costa ten-
do de ir i provincia do Ceart, deseja,
dque eu lhe ad uma'cai'ta para V. Ex.,
dizendo o que delle sei. Este homrem .
aqui tido e havido" per home honrado,
o verdadeiro, vivendo em relagoes corn
pessoas distinctas da provincia, as quaes
todas o abonam : -possue alguma for-
tuna, e pass por cumpridor de seus
tratos.
Per saber da verdade do que acabo
de expor, n.o tenho duvida em decla-
ral-o.
Preso-me de ser corn a mais perfeita
-estinma e consideragio.-De V.Exc. mui-
to attento venerador.e criado.-Viscon-
de de Camaragibe.
lilm. e Exm. Sr. J. Wilk3ns de Mat-
tos.-O cigano Pedro Antonio da-Costa
6 muito meu conbecido, e de muitos
proprietarnos desta provincia, onde vive
de negocip, tern bon- comportamento,
e cumpre-seus tratos.
Tendo de ir it provincia do Geara,
quer uma carta 'mtnha, que d* conhe-
imento dc seu comportamento.
Como tenho d'elle idea favoravel, pe-
lo trato, q~e d'elle tenho aido, e per in-
Tormacoec de amigos meu.s, nao ponho
a menor duvida em recommendal-o
come home honest, e digho de ser
bern acolhido.
Preso-me de ser comperfeita estima
e consideraio,-De V. Exc., muito at-
tento, veaerador e criado.-S. C., 47
de oqtubro de 1872.-Visconde de Ca-
mmragibe.
Illustre college e a0fieo.-0 cigano
Pedro Veiho, portadord esta, me pedio


Importao
Lfigar national TTIqr'eentrado do Rio Gran-
de do Sul, erm 2 do corrente, e. consignado, a
Baltar, Oliveira`& G.,. manifesto :
Bagres seccos 1,000.
Couros de refugo 80.
Graixa. cm bexigas 3,750 kilos.
Linguas -seecas 150.
Xarque 26tO00 kilos. ltudo .& ordem.
DESPACHOS DE EXEPRTACAO NO DIA 1 DE
AGOTO iDE1877
Portos do exterior
No navi6 francez Sanuo Ar dr', carregou:
para o Havre, C. G. Monleiro antos 964 cou-
ros salgados cornm 11,568 kilos.
No patacbo hespanhol Pincipe, carregaram:
paLa Barimeoa, Amorim IrmAos & G. 98 sac-
cas coa 7,490 1/2 kielcs ae algodao.
Portbs do iUterior
No patacho national Umsiibo, 'caregaram ; pa-
ra o Rio Grade-do Sul, .A46oii Irmi0os 4 C.
500 barricas cos 51,131 kilos de assucr


omrasco. *.
.No bigueu nolnal Adelpbt, cerregara:
pana Pelotas, P. (d. "Mala A C.l 540 brris
corn 52833 kilbs'de assucar N9&'co.
No. vapfr national Prami64wTsgaram;
,WaraoIbs,&&a~i~ ^ ~ .1
l*fle^o^ u -4"^^s~??y ^''^y^^^^;"^
colf~iffrn O~B*S^Htt^ ^ |B~K -k


a ; ,t" -.', a4

SERVIlY M&lRlt .'
Alfw ing dayrv7a 'm *dp60Mlu
_ ... da'affon~ a .. ': .


No '.ia r
N!L -diq 3


Ni~ dk~ S 2
2


NAVIOS ATRACADOS
No dia 1
No dia I


RtECEBEDORIA DE.RENDASJNTR.
NAS GERAES DEPERNAM ,CO
Rendimento do dia 18003
Idem do dia 3 700J
1:5042M

CONSULADO PROVINCIAL'
Renc'm-Jnmo do dia I 3::22824
'dem do dia3 3:54338t
6:8685

MOYIIEI1 0-DO PORTO
Navio entrado no dia 2
Rio Grande do Sul-20 dias, lugre-bra-
sileiro Tigre, de 273 toneladas, capi-
tao Francisco Dias da Costa, equipa.
gem 10, carga xarque; a Baltar "1i-
veira & C.
Navies sadhidos no mesmo dia
Montevideo Patacho allemrno Claram,
capitao Bodege, carga aguardente.
Uruguayana-*Patacho allemao Cato,
capitao Joachin Kroger, carga a"su-
car.
Navio entrado no dia 3.
Rio Grande do Sul-25- dias, patacho
brasileiro Allianca,de 221 toneladas,
Scapitao. Joaquim Gomes tardoso,
equipagem 10, carga xarque; a Pe-
reira Carneiro Maia & C.
Navios sahidos no mesmo dia.
Barcelona-Brigue hespanhol Almoga-
var, capitio Mateo Mellet, carga al-
goddo.
Barcelona-Pataeho hespanhol Prence-
pe, capitao Jaimes Pages, carga algo-
ddo.
EDITAES

Prolongameiito da estrada de
ferro de Pernambueo,
EDITAL COM PRAZO DE 15 DIAS
De ordem do Sr. engenheiro em che-
fb da direcgao e iiscalisagao do prolon-
garnento da estrada de ferro de Per-
nambuco, fago public que no escrip-
torio central em Palmares, recebem-se
ropostasem carta fechada, atd as tres
horas da iarde do dia I1 de setembro,
para o transport do material rodante
e dos apparelhos, utensilios e machines
para officinas e estag6es, sob as condi-
goes seguintes:
I
0O material serA entreg.ue sobre agua,
no porto do Recife, transportado atd a
estacao de Una, da estrada de ferro do
Recife a S. Francisco, e d'ahi atd o de-
positoq .ue for construido proximo aos
trilhos da mesma estrada.
II
Por accord centre o governor imperial
e a directoria da companhia da estrada
de ferpo do Recife a S. Francisco, todas
as cargas expedidas para as obras do
prolonganento,,de peso superior a 500
kilogrammas, serao transportadas nos
trens da referida, estrada corn o abati-
mento'de 50 olo nas tarifas.
Ill
O empreiteiro das obras do prolonga-
mento sera preferido.em igualdade de
condicoes corn as demais concurrentes,
conforre estabelece o contrato celebra-
do pelo governor:
IV
A abertura das propostas tern lugar
no dia 12 de setembro, as 2. horas da
tarde, na presenca dos interessados on
do seus procuradores, devidamente au-
torisados.
V
No escriptorjo central em Palmares,
ministrar-se-hao os esclarescimentos


N.e 20O.-Agua Florida de Mur-
ray e Lanman.-Os perfumes corn-
poem.a parte poetica, a verdadeira poe-
sia do4r.toilette, e as senhoras de elegan-
cia e refinados gostos sao de.ordinario
mais-ou menos fastidiosas e difficulto-
sas de contentar, relativamenta a esco-
lha d'estes artigos. As bells habitan-
tes da America do Sul, as quakes sao
perfeitas corihecedoras de takes objects,
teem dado para mais-de vinte 'annos a
esta parte, uma decisive preferencia d
esta refrigerate e odorilica agua para
o toucador. Ella tern sido fabricada qua-
si que exclusivaniente para o consume
da America Central e do Sul; porem
bern pouco tempo ha que neste paiz se
fez a descoberta d9 sua avahtajada su-
perioridade sobre os perfumes d'uina
qualidade imperfeita e demnasiadamente
oppresivos, i rrportados da Europa; em
consequencia pois .d'este novo augmen-
to em seu consume, os proprietarios
estio empregando todos os seas esfor-
gos .ifirn de satisfactoriamente suppri
remn tro vast pedido. Al6m de suas
muitas virtudes, em qualidade de um
delicioso e vivificante perfume, ella tor-
na-se, quando mristurada n'urma pouca
d'agua, urna excellent preparagdo para
a pelle ; assim como 'pode servir como
uma admiravel lavagem para os dentes
e gengivas, deixando um agradavel e
aromatico cheiro na boca.



COIIERCIO

Junta dos corretores
PRAQA DO ,ECIFE, 3 DE SETEMBRO DE 1877
As tres horas da-.tarde
i eotaq6es officiaes
Gambio sobre oeRio de Janeiro, fivista, corn 1/2
0/' do desconto, bancario.
Dito sobrecdito, 8 d/v. ao par.
Dito sore dito, 60 d/v. corn 1 1/4 0/0 de des-
conto.
Bernardino de Vasconeellos,
resident
I-. LeReis,
OSecretarto.
ALFANDEGA
Rendimento do dia 1 33:5821211
Idem do dia 3 18:386959
51:9696170
Descarrer.an hoje 4 de setembro de 1877
Barca ingleza Carvnelia, cimento despachado
para o 3o.ponto, e varlos generous para
alfandega.
Barca ing.eza Mercator, various generous para
alfandega.
Brigue inglez Brothers, (atracado) bacalhio
despachado entransito pelo trapiche
ConceiClo.
Patacho americano F. J. Henderson, kerosene
parq dep)sito no trapiche. Barlo do
Livramento. -. -
Vapor francez Gironde, (eperadoy various ge-
neros e bagagens para alfandega.
Lugar francez Rio Grande, feno pata o trapiche
da a fandega, par despaphar.
Barca sueca Cyginew, madeira para o trapiche
da alfandega, para despachar.
lBarca ingl za County-of Richmond, kerosene
paradeposito no trapidhe Vieira.
Patacho inglez Fleglering, anrvIo despachado
para o 1 onto, e ferro'para O tra-'
piche da alfandega, para despachar.
Patacho inglez Blauche, (atracado) bacalhAo.
despachado entraasito pelo trapiche
Conceicdo.. ;
Alteraco na pauta dos prevos doa go-
neros sujeltos a direitos de exporta-
c.o, na semana de 3 a 8 de setembro
de 1877.
Courts de boi seccos salgados, 380 rs. "
Alfandiega de Pernambuco; 3 de setembro
de 8177. Os conferences.
J'. Aurelio Wanderley.
J. Ribeito da' Cunha.
Approve. Alfandega de Pernambuco,
de setembao de 1877 ... ."
Ui mspectqr, "
. -. A. de F. Carvalho Reis.


Propagad6ra da nst cQo Pu-
bica, na R t,-ista.
A eorrnisqo abaixo assignad;tr, tendo
si4o encaregada -pelAo conselho supe--
rior d Soiedade Propagdod'a da Is- |
trucglo P"Olica, oa s do dia %94
jpez xt" fndo, uoa ter'nos do ad ,
B do

4'iad


-4b
*.: ,**-I)
"


~7-'


1"



-I


ltll'''I


precisos.
- Palmares, 27 de ago. dde 1877.
Sretario,
J. Bera de Mello,


/ DECIVAMMES
k .CoHuiado pro~pcal.
? Ew tdedo q el o go
&P0 do- gulamepto de 7 de outubro (de
1873, vio a praca, perpnte esta repar-
ticao, no dia 5 do mez proximo vindou-
ro, ao meid, dia, 6 pequenas caixas e
um pacote contend miudels appre-
hendidas ao mascate Charles Ouvres,
que exercia tal profisso sem bayer pa-
go o respectivo amposto.
Serviri deo ba8 reimmataqAo a im-
portancia total da avaiaio especificadB,
e.que foram sug.%as, *V que e a de.
iIU820;
Cons'ulado provincial, de agosto .-
de 1877.
.. 0 administrator,
EduA'rdo A. de Oliveira.


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V.


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*-*. %-.


[,+" *. .MadMll^f-]N55l?. ^^.!l-M,

OW.~ Ja~oss mm m,
,s ,ues Liua, Jos6 LopesFet rad d o M o
-. '.CscbAl, JoA Lutz da Costa Roiha, Jog Car-
I ioa W a Teixeira, Jos6 Augusto do Rego,
-Josqult dibefro Birbosa, Joaquim de Lipma
Cet .1os6 Ifenades Vieira, Josepha 'Maria. dos
'ftamres de Melo, Luiz Feraandw Torres Ma-
S.rinho, Maia Joaephina Victoria do Naseimen-
to, Manoel 'Elisiario Vianna, Mhnool Soares da
SiIva, Manoel Antonio de Albuquerque Mach..-
-do, Mano*l Marques de Azevedo GalvAo, Miner-
vina Feitdsa Brandlo, Maria Eufrosina do Sa-
cramento, Miguel dos Anjos Mascarenhas,.
Petroana stanislaria Duarte Paraguaya, RaffAe-
.b dIIa_,gheBistoies doe Ormage dos Reis
Lma, T-fiWbo Valeriano de CarH@Jho, Utbano
da Cruz MeMo, Virtuosa Maria da Cqncoicao,
Guiseppe Ipolid.
Casimiro Lucio dos Santes,
Encarregado do registro.


Perante a camera municipal desta cidade
-estara em hasta public nog dias 6, 13 e 20 do
mez de setembro proximo vindouro, para'se-
rem arrematados por tempo de urn anno, per
quern mais offerecer, os impostos seguintes
aluguel das casinhas da ribeira por 2505 80
-rs. por p6 de coqueiro de producopo, excep-
tuando dez p6s para uso do proprietario, .por
1:091 ; 593 :s. por cabegadde gajo vaccum por
.6136; capim de plant por 4005; mascates e
.boceteiras por 177 ; 120 rs. por carga de
qfialquer product uu genera exposto d venda
no mercado public por 1005; 100 -s. sobre
cabeea de gado" recollaido ao curral por 63 ;
repeso do agougue public por 255 ; e 200 rs.
por cabega de gado suinf,, ovelhum e cabrum
,por 139, .
Os interessidos deverno cdmprrecer nos re-
feridc dias. haffilitados na forma da lei.
Paqo da camera municipal de Olda, 30 de
agosto de 1877.
Rlario da Tacaruna,
President.
Marcolino Dias de Araujo,
S + S ecretario.


Dr. Livino Pint& Brandao


4 Tendo o conselhlio director da so-
Sciedade Propagadora da InstrucQAo Pu-
.blica, da parochia de Nossa Senhora
da Graca, de mandar celebrar uma
missa polo eterno repouso de sou il-
lustre e dedicado ex-consocio e the-
soureiro Dr. Livino Pinto Branddo,
pelas 8 horas da manhi do dia 4 dle
S setembro, na igreja .de S. Jose .do
Manguinho, convida a todos os paren-
tes e amigos do mesmo finado, e aos
-demais consocios residents na paro-
chia para a ella assistirem.-Secreta-
Sria do conselho director da Sociedade
SPropagadoira da Instrucgco Publica da
parochia de Nossa Senhora da Grama,
S 1'" 30 de agosto de 1877.-0 L.o secretario,
F. Fragoso.
3 -oGnsulado provnial.-- ad-T
iBminislrador d'esta repartigao faz publi-
co, para conhecimento de todos os con-
tribuintes, que ainda nAo satisfizeram
S seus debitos, provenientes dos impos-
,. tos de langamento no exercicio de 1876
--1877, que no dia 30 do corrente ter-
mina nesta repartigdo a respective co-
branga; depois do que sera ella effec-
tuada judicialmente, corn o accrescimo
da multa de 9 o[o.-Consulado provin-
cial, .o (de setembro de1877.-O ad-
ministradbr, Eduardo Augusto de Oli-
*veira.


-.7
{OMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
Navegag&o costeira por vapor
-. Porlos 4o tnorte
,' Parahyba, Natal, G(arapes, Macio,
Mossor6, Aracaty e CearI
;-1,, _, o10 vapor PBrapama,
L,t^ K commandanteSilva, se-
'.. ,S v guiri para os portos
. acinma no dia 5 de so-
*"" "tembro, as 5 horas da
S. Rebearga tarde.
^: t Recebe carga at6 o diary 4 ; eneommendas,
S passagense dinheiroa free, atW as 3 horas
da tarde do dia da sahida.
-" A companhia resolve ,ar transporte em
,. sous vapores a Lodos ds generes alimenticios
corn modiflcagIo no prevo dos fretes. Eserip-
-torio no
: ~ Forte do Mattos n. 12.
"Companhia Brasileira.
p, DE
-. *Navegagd.o a v a p r
..PORTOS DO NORTE
"0 PAQUETF. A VAPOft-
SPernambuco
.'. Commandant capitAo-tenente P. H.
.-.. Duarte
..... > Espera-se dos por-
-. tos do sul at6 dia
X '.8 do corrente e do-
,-:.. poise da demora do cos-
r.. tunm, seguira para os
'wx portos do norte.
"' Pari carga, encommendas, valores e pass.
g ens, trata-se na agency eciptoriq de corn-
misses de
Bernardiano PAimal
"12 --Rua do Porn Jesu. iA
H||^ 'COMPANHIA PERPkAM tU' "-
H^-.'. ifavegagao costgra por w i
Mac--"i .Peo i ~-ryl
HE^' '- Maeei, Penedb e .Aro ,; ^
^m u sss ^ '" ^.. ; *
..t""*d"^C ll~ ik~atw-^-


Commandant Mabarre .
pa aWo dia 4do cor-
rente, eguindo depois
daIdemoa do-tuwKme
parm Bueuos-Ayre, to-
Ba.- cando nos- portos df
Bahia deJaneiro e
M vde.


Viagem extraordlnarla
0 paquete
Orenoque .
Commandante De $omer
.^a EspeFW-se da Euro-
Spa ate o dia 20 do cor-
Srente, seguindo depois
da demora do costume
para Buenos-Ayrcs to-


cando na
Bahia, Rio de Janeiro
Monlevideo.


Linha mensal
0 paquete
Niger
Commandante Jacques
f-. ~Espera-se dos por-
jy p ~tos do sul no dia 20
fdo corrente, seguindo
A I depois da demora do
- costume para BOR-


VIBAUX. tocando em


Dakar, Lisboa e Vigo.
Pars pasos iWios, encommendas, etc., a tra-
tar corn o


AGENT
Auguste Labille
9-*Rua dod Commercio- 9

LEILOES

LEILAO
Polo agente Silveira
Hoje
As 10 1/2 horas em ponto
Da armag.o, balcao,. generous e mais
objects do estabelecimento de ino-
lhados sito, no largo do Corpo San-
to n. 6
0 agent Silveira, autorisado por mandado
do I1m. Sr. Dr. juiz substitute do commercio
e a requerimento de Ramos & Carvalho, leva-
rA a leilio, no dia acima indicado, a armaalo
e generous (1a massa fallida de Correia-Ohv'ei-
ra & C., cujo alvarAn se acha em mwos do mes-
mo agent. "
Ultimo leil o
DAS
dividas da massa fallida de Tiburcio
dos Santos Portugal, na importancia
de 5:351620
Servindo de base a offerta da quantia
de 710000
Hoje
A's -11 keras da maihE
No armazem .da rua Duque do
Caxias n. 18. antiga rua da
Cruises
0 agent Stepple, levari a leilao, no dia e
hora acima indicados, por mandado do 4im.
Sr. Dr. juiz substitute do-commercio, e a re-
querimento de Moreira Huiday & C., as divi-
das da masia fallida de Tiburcio dos Santos
Portugal, e servindo de base a offerta de ....
Os livros pertencentes A referida massa
acham-se no armazem acimal onde podem ser
examinados pelos Srs. pretendentes.

Leilao

FA2iMAS.
Franceaas 0 ingls=
Quarta-feira 5 do oorriente
POR INTERVENCAO'DO AGENT
PINTO
,ts 11 horas
No armazem da rua do Born vesus
n. 36
Agente Remigio

WLE1L4O
., DE
9 estante de raiz d 4 amarello para tlivrog, I
piano de armario dejacarandd, de 3 cordas,
I guards loufa, 12 cadearas de faia, i berpo,
I cama para menina, i quartinheira, Spares
de ffarrafa s de 'crystal. pars mho, I relaogio
de parede,2 quadroas, I par de escarradeiras,
I maqwo, I marques, i mzaistivs de
6 ta,.aa. I aiM rs corn. repudw, tapda.,
cIceWs, 8 pa7 dejarra, i .a de e muito.
wtwM arttgefpe avtwr~ o *atmten a. OWATA-FEM A icOB)A9
^ ,,,3tg g ^ ^ .. +.< ** "-<*




9.i.- :y?^ SB~^ +:;^^


.DO'
grande sitio tod.6 murado na frente,
cam grand casa de vivenda, em Be
beribe de Baixo, junto da estapio do
Fundao, corn 400 palmos .de frentd
e cercafe 6,000 ditos de fundo, corn
plantdoes de cafeo canna e parreira
QUINTA-FEIRA 6 DO CORRENTtE
A'S 14 HIORAS
POR INTERVENRAO DO
AGENTE PINTO .
Na rua do Born Jesus na. 4
Agencte Stepple
TERCEIRO E '
LEILA.
DE
fazendas inglezas, limpas e ava-
riadas "
QUARTA-FEIRA 5 DQ CORRENTE
as UI hIra em ponto
POR INTERVEN(AO DO ACENTE
PINTO
Em sou esoriptorlo, A rua do
Bom Jesus n. 43
LEILAU.
D.
casa e sitio n. 10,.em terras proprias,
no lughr da Cruz de Almas, em Par-
namerim, freguezia do. Paco da Pa-
nella
SENDO.:
Urma casa de vivenda de tijolo e cal, corn
d4iv os a a#p da fructoe~Outra$ Ibeaig-
toas, o qmo id& 66 situa =en tqai osaqme
travessa .doArmia e tem deTrene pars o
nasfent '. e a dit[ estrada da Cruz dAl-
mlaB 202 mtos e 40 centimetros (898 palmos),
dividindo so note cem o ito' do St..- Fm-
cisco Guedes..de %raujb, por. Ajo Wo tern
165 metro (3. jajos)0, do ifi cete ao poen-
tO, extremalda(q,'l p'ao 0nt0 corn a tra-
vessa doArrijial, oqdl deasove uma linba
ohibliqua do auo p6b et, com 20 metros e 86
centimetros (34 almqs) de exteonsao, 'e ter-
wwna amangulo (AH i. lldha 1 lahisoria do dito
sitio do Sr.,&. Gsode Arcaujo.
Ternom a-aa ota 4janeaB. de frente,
2 salas, :salet.a 5 quartos, cozinha f6ra, 10
metros e 06 contimetros (47 palmos) de. frente,.
e 16 metros e40 Gentimetros do fundo (72 pal-
mos), eh.os proprios:
QUINTA-FEIRA 6 DE SETEMBRO,
AsW horns toto
Na ru do Eom JAus n. 43
0 agwi< Pinto, futuaade pr mandaodo do
Exm. Sr..desembar alor juiz. i rphlos, em
virtuide de requorimento do imontariante; dos
bens deixados piela finada D. Francisca da Cu
nha Bandeira de Mello, faz leilao i b sitio e
casa acima mencianados, isto A-s 11 haoras do
dia acima dito, em sou esoriptorio A rua do
Born Jsus. n. 4 '" -" .


*jY
~~'1~~


.w li~ d im o ( % io "' -.;BA irf -.' '..".' oiR
p ,., fe ...TO


*pro s-n 4ro. da o d 1 .f S lro e t 8
Gnadin (o A |et Qwe prcr 4 ua s do boas co-
.uufpo sam cuidar de ocriang, sendo em casa
.-.pus 5 :'s tlO dos ido fatai far4 o favor de procurar no Forte
UeLt, ifit$5I do Mauos,. 17, 39andar..
i^l '.^0 611 ela id 'C- -oe. -av-s e engomma-s popr prego
aroe a quet o aado. razoavel 0 cont perdbleo : na rua das Cruzes,
t .. o pofet fanr na m-. caa n. 5.
TI*IUBJ Ca n. 181, -que al6m de so Precisa-se de uma a aia.para casa dela-
e grIec. milia, serviQo intern : na rua do Cabuga n. 9,
PaciA-.e fallar corn o Sr. Antonio Car-. pmelro audar, entrada pela rua das Trinchei-
naetk MNhado. Rio, na rpa do Marquez do res, segunda escada.
O0nda U. 53, a egocto de sou intereuso. Precisa-se de urnm caixeiro corn pratica de
--. r urema mulhr para ama ds ho- taverna : na rua de Lomas Valentinas n. 15.
ineu solteimro ot casa de pouca familiar quem Aluga-se no povoado da Torre o sitio do
predsar, d"e-se & pta a-A rmpgo n. 6. Dr. Witruvio -a Itrater corn e mesmo.
....q -i + n ". -" -- Aluga-se or 25 meedaes a.casa terrea A
u dic4iC dI IO UU ( ruadoFogon. 50, com3quartos, 2salas,co-
ro s d(o .t Ay r rZinhaquintal, a em born estado : na thesou-
re d6 A-n rariaodaseloterias. ________le a
.if --eA- de Ada mso -ALUGA-SE a loja dla-rua do Vis-
condedeo Albuquerque, out'oraatraz da
Howie & 'C AY rua do Matriz da B6a-Viata n. 44, por prego
1 C ., razoavre6 corn commodos, muito fres-
MarqeZ do Olinda n. ca : a tratar no Corredor do Bispo n. 73.
M ". a .de *. Na mesma casa- se dira quem vende,
37,, entrada para 0 Os- pars saido de contas, uma casa n rua
oriptoii u do I do Carmo, mrito perto dos banhos do
crip Ai rua do -_SrP. mar, lugar muito amenb, feita de novo
Sardinha n. 37, outr'o- tre a nno


;. -' a". de p, p-r


~~L P ,



a mssa falida da. 0rva leto .p

Agente 4eir
-LEILAO'
QULNTA-WEIIA 6 DO CORRENTE
A -so t10 AS :,'
De terrenos cdm-as s'guinte di-
Umrt& a de S. Miguel, em, h a-
dos, n. 72 corn, 18 palmos de frIVW*e
106 de fundo, murado e tendo adenas'
a frente de .umra casa corn porta'e "ja-
nella; J dito.A rua Imperial, antigo'
viveiro do Muniz, corn 80 palmos ,de
frente e 300 de fundo, fore'o a4 camai-
ra municipal ; I dito na msarsma rua,
corn 160 palmos de frente e 300 de
fund, foreiro -i camera municipal ; 1
dito na mesma rua, corn as mesmas di-
mensdes 6 foreiro ai mesma camera ; I
dito ainda na mesma rua e corn as
mesmas dimensoes, foreiro a mesma
camera ; 1 dito na mesma rua, corn 20
palmos de frente e 300 de fund, fo-
reiro a camera municipal ; 1 dito na
mesma rua, em seguimento ao viveiro
do Muniz, corn a frente para a rua
Imperial e fundo atd a rua da Concor-
dia, corn 20 palmos de frente e 300 de
fundo ; I dito na rua Imperial, corn
30 palmos de frente" e 300 de fundo,
ambos foreiros a camera municipal. .
0 agent Silveira, autorisado por
mandado do Illm. Sr. Dr. juiz priva-
tivo de orphaos e ausentes e a requerj-
mento de D. Isabel. Augusta de Olivei-
ra Motta, inventariante -dos bens do
fallecido Estevba Josd da Motta, leyara
a leilao os terrenos acimrna nienciona-
dbs, .emr seu escriptorio
Largo do Corpo Santo n. 9

LEILAO


Aluga-se uma escrava que cozinha, en-
gomma, e mais services de casa : na rua dc
S. Jorge n. 74


_o- -Aluga-se as casas terreas do largo do Pa-
ARTIGOS DE PHANTASIA raizo n, 4, as de ns. 228 e 230 da rua Imperial,
Bonitas caixas para costura, corn send esta ultima propria para taverna, por
iia e m eli. ~se achar em caixao: a tratar na rua de S.
music e sem ella. Frmncisco n. 6, andar, ou largo do Paraizo n.
Lindos livros [Horas Marianas] corn 14, taverna.
capa de tarta uga, ;iiadpeperola, etc.
Canivetes e tesouras finals. Aluga se uma escrava para service do-
Rio eos de soda corn nd de mestico : a, tratar no largo do Corpo Santo n.
Ricos lengos de seda corn lindos dese- 15, Io andir.
nhos. Aluga-se uma boa casa e sitio no princi-
Finos pentes de tartaruga. pio da estrada ia Torre: a tratar no hotel do
Lindos desenhos para trabalho de la. Sr. Bento. .
Ricas Colleccoes de visporas. Aluga-se olo andar; n. 13 da rua nova de
Bonitos bordados para saias. Santh Rita : atratar na run. larga do Rosario
Lindas caixas corn, tentos .para jogo.uumero 32 .-
E muitos outros artigos e pant Ania Nom sobrado junto a saboaria do
motts otr~ arigosde han ,=..,a Recife, prqcisa-se de uma amna par-
zia : s6 na loja da Malva-rosa, a pra- engommar e lavar. aap
ga da Independencia ns. 2 e 4. abaixo'assignado participaao reseia-
- Aluga-se o segundo, andar do sobrado n. vel public e copin especialidade ao corpo com-
27 do pateo do Tergo, a casa terrea n. 79 aa mercial. desta cidade, que nesta data tern re-
rua de S. Jolo, e outra corn pequeno sitio no solvido dar sociedade em sua casa de negocio
Espinheiro, onde morou o Mangericlo, o so- denominada-Refinaria Pernamcucana-ao Sr.
brado deum andar corn sotoe n. 27, A rua do Manoel Nunes da Silva, a qual desta data em
Lomas Valentinas; todas limpas e pintadas de diante gyrarA sob a firm social de Augusto
novo, por pre0o commodo : a tratar no so- Seixas & Silva. Recife, .21 de agosto de 1877.
gundo andr da casa n, 41 A rua do Rantel. Auggusto Seias.


I


-FERRO DIALISADO BRAVAIS
lalep dsoptsi@ un Aod.. o. sqi~Mpa. -^ I. Uin *xZupulgS 4. Waria
iMait- pi .-. Mftip v mrlmeM I& lrsKelautap=Rig"lw:
A IA, 'C4LOOSON *FALIAMENTOr D IUD ,IFIRA UI.USA K .M CRIANM .
11 Oe, noxos MIaW M, cOulIMiuo 4" U" SIIA MiLFn011l, i.
I l l.tmp IS.
I.r_ .fm fon a paesT' s 0 ltow .m. -t w
.-seem* *a aptfemae MpM e pre.a ffte Mw
.e rj --,

Ie bB s,I, pm Apaw t4 --
fet e *MeaouinM"Ura e5 uaew Ili.
msun.& iwlaeM huuts, idasudadlihdsIf
sabre a capsule e ms al., o _w M. c eri do
oafrnuc.. ps f anirar M form.


tweUT NaM a uaiD


Un- ZaubgeU. (3-<
WSAWBCA mash "*u
JkM-lcod, 60",


Na iaOu-


* "5i Fs--ma" Eq-M
waisa W:U. s@
riweta a l- tmr-


- I


in. am. w do Za -,.


---.-L1.411-- "-
k RNEKCDOlk D VARIA8-M0TR 96TRANGKINAf
-PARIS, 207, rua SakM-IeMrt4 20, PARIS


0do ama eq).ma jima e .6,d cern teda a. auu.
0 maelhor a s suave d o ltode is sab do oader D 0W. 0 W 0. liqswrbq imm ta
&comInr 6 Mi a em u a *Flniww e.fii.
CRtIB-OHlZA I @3 fIIA-IAGTzO
pare brawaeor, amradar e eftram a cuff. I e.sw s Mfe u rap.
AQUA TONICA QUt.'INA LEGRAND 0 PQMADA q _AL5AUMO Jd QQdRTIM"
M a 1pgto "i u0 u qu ipeavm4aPU. N iqa,
ngiea r eaheflw e d.eta queda, s (mae qu tm a qe.. ,s to MW-tst.
(Msruws e PMuitu dt f d Bi.


, T ,,. .. .... -


Pharmaeioa


Precisa-se de urn empregado corn bastanta
ratica : na botica franceza da rua da Cru n.
22, de A. Caors.


100:000
0 Sr, Lindolpho Ro(rigues Campello, empre-
gado no thesouro provincial, queira vir ou
mandar ao pateo do Terco n. 30, a negocio de
seu particular interesse.
Caixeiro
Precisa-se de um caixeiro corn bastante pra-
Lica de molhados : na rua do Rangel n-. 3.

Ama de leite
Precisa-so de urma ama de leite, sem filho :
a tratar na rua do Crespo n. 17, loja, das 11
horas da manh As 3 da tarde. :.

I GRMA M DTECOIBRiAH!


ASTHMA EI TOSSE CONVULSAII I


U ILIl PEITORAL ANI-ASTRIATICO
Do.
BIARTIOLOMEU & C.*
-Ibii- M --m m idou- iiadorpadeidmean.
v a4M 0 mhmi vem fknuou
a Ai Mlwf- efi o s obb mim V
"IAANN& fl.
*% *<*<<*<<* *^^ **OIL*


IkIAYILN~4I URiS
i~.m -~

1Peveaams u Jeuuw


AIiPO lU A C.
ftJImiUFib aMAN-


Sit- 1'LOR1DA
0- U-
oW7o

Jr^iefyot


' i&WMA..X" W^-^"
Bsf9 OczO 6 0 MAIre APPB8CIADO PILOS
m.l|oms Franoe. o


Iih


- mm~ ~*q
~ obin
a -


i .^ ,


1


*r'i


-ell,


10.


4-4t..


me .sr.,ival no Mrn
do doente-puifica o ar
Sra eficacia emr todos os
Sfallecimentos, fadiga, ex'
vertigens,, etc. Experime "-"
licioso de todos d6s perfut .
Vendem .-
SBartholgmeu e Camp. A. aoi
Elias de Moura e Comp, P. Pa

0 Dr. Jooe Thomd da
Silva, sua mulher DW -
ripi Silvw, Antonio Tho-
m6 da Silva, sua mulher
D. Eugenia Brinhosa. da
Sihva, tendo reeebid:j~a
inrausta noticia do liEe-
cimento de sua prezada inai e sogra, D Maria
da Penha e Silva, pedein ais pessoas de sia
amizade e parents o caridoso obsequ'o de
assistirem as misses que.por sua alma tern de
ser celebradas quinta-feira 6 do corrente, as 8
hora& da manh, na matriz da Boa-Vista.

AMA Precisa-se de urima para'co-
n.. 28 zinhar: na rua do Imperadof
n. 28.______
Aluga-se o segundo andiar do sobrado i
rua de Hortas n. 9: a falinr na botica n. 44 a
rua do Imperador. do Sr. Ilibeiro.
AUA Precic.-se de umnia ama
J lfrrra ., ,,'Fclava para o
I IN A serviao tinterno de urna
casa de pouca fa-milia : a trIatar ncsLa tyvpogra-
Sphia, no primeiro anpar.
A M A Precisa-sc de ura a
A para o servi(o de casa de
A M AL pequenam familiar, agradan-
do, paga-se bern: a trata ina :.ia Augusta nr-
mero 246.

Aluga-se urn excellent sitLio em Be-
beribe, no Porto da Madeira, junto aoa
g rio,contendo mui boa casa de-vivenda.,
corn todos us commorJos precises, t.
v jardim corn gradeamento de ferro. ca- "
cimba e algumas arvores do fructo,
bem como urn gradde terreno corn
baixas de capiw a tratar no largo do
SCorpo Santo n. 15, 4o andar.

Aluga-se
o 1', e 3 andares do sobrado, n. o da tua. .
do Vigario, corn bons commodos, limpos, e.
corn agua petavel: a traiar no arrnazem de
farinha do caes do Apollo ns, 73 e 75.

Aluga-se
a casa terrea da rua Coronel Suassuna, outr'o-
ra Augusta n. 248, corn bons commodos pars
familiar, caiada e pintada de novo a tratar na ,
rua do Apollo n. 5!, armazernm.


ra rua do Encantamen-
to


^


<*.


i


I


















w--,i
S' m me
do Ap ; -iI'


m r ocosn.e ncinez (paer
mope : vista do toAos- os
gpsae e6r* #rdi oonmrva-n
Sa vista; colloaacom rapidese
*Aieicaio.
. .Peniln moderios, de vidros pult-
: s de, .yal- -,lEJOU.TERIA-che-
gou nova opo de objeotos de gosto,
Compru-se oro, prata e pedras fi-
nas.
&etebo-se encommendas relatives a
este genero de negocio.


UOJO N ELI ,ITAIqI
IIEL*JI E MVTUI
DE
VICTOR GRANDIN
A' RUA DO MARQUEZ DE OLINDA N. 26


Victor Grandin scientific ao public que fez acquisiao de um bom sor
umento de relogios de altibeira, de ouro, prata, folheados de ouro; paten-
tes inglez, suisso e americano, dos melhores fabricantes da Europa e dos Es-
tados-Unidos, para homes e senhoras; assim c mo graride sortimento de
correntes para os mesmnos.
Grande sortimento de relogios de parede e de cima de. mesa, de todas
as qualidades e differences models e dos melhores fabricates.
Quanto a lunetas e oculos acha-se nesse gen'ero sortido do.que ha de
melhor em vidr.:s de 'crystal, que sdo os-mais apropriados para a conservagao
da vista.
Tern excellentes ofliciaes paraIxecutar o concerto de Itodas as qualid
des de relogios.
Na mesma casa se compra prata e ouro velhos, pedras precicsas e
moedas de ouro ou ,,rata de qualquer qualidade.


Museu de- Joias
N. 4-Rua do CabugA-N. 4
Este important estabelecimento de ha muito conhecido do r6speita-
vel public, tern na Europa um de. ous socios bastante habilitado para a
escolha das joias, que constitute o seu .esplendido sortimento, tendo por esta
f6rma novidades constantemente no artigo joias. Asseveram seas proprietarios
que, a modificagdo nos pregos e agrado e-a sinceridade de que usam, faracof
que qualquer pessoa compare uma joia qnalquer eainda mesmo sem precisio.
Pedem, pois, As'Exmas. famillas' para visitarem o seu estabelecimento;
jue- se acha aberto das 6 boras'& da manh as 8. da ioite.
Joias de brilhanties. De brilhantes teemricos.aderegos ma
-...Ilgante& caixas apparelhadas de prata, e'para todos os prions, tedo entire elles
Adereoos de subidfo valor, por serdm dos melhores fabrieatcs que tern vino ,i
esta cidade ; assim como, anneis, brincos, cruzes, cacoletaa, brockes, rosetas
e uma infinidade de brilhantes soltos, para cravat voztad do. mc pjadr.
Joias de phantasia. "u f UrV
JOIBS(16 ~iana~ia De omuroykn pedraslins, tern: um ca-
diadissimo sortimento de brincos, cagoletas, voltas, braoeletes, cadeias para ho-
mens e senhoras, atd. lapis, canetas, apitos; ete., etc.
Joi -d-e prta,. De prata tern colheres, casttaeaw OSlOrS, sal
vas, bandeijas, faueiros e paliteiros, etc., etc.
RelO os. Teem um-. dompleto sortimento derelo s d o prata e
otwo, para homens, senhoras e-Mneninos, -todos dos melhores Taiblantes.
Joias para ,00 du. E' para egte. aft queehamitmos
a attengao das Exmas. madrinhas padrikhos, pomMe temos urnmcomplete sor-1
immimo 4e ps jM '- iaaixasproprias pra dadiva no acto do bOay
ishio.
AIeA@Mme4e pme. que mencioba s, .Umbiflrks que 1o
jidendo mencionarpor ser ena o, sorprenderao atodos que visitarem-nos-
I estabelecimento. ^
JoseR.I -rause &;- C; -
ssencia concentradat de saIparRi
,4' PREPARADA P11R '
AARTOIHLDOMEU& t.
PEARMACEUTICOS RA CASA REAL DE S.M.F. EL-REI DE PORTUGAL
PREMIADOS El DIVEBSAS EXPOSI/OES.
Para cura de todasts mol.stias que tern sua origem na impureza do
ae, Como sejam a "molestis syphiliticas, boubaticas e escrofulas, rheuma-
t, f, empmgens, dartrosbVm9 r ulceras, erupoes, eta., et.
-IDEPOSITO M EMSUA, PHA.MTAA E DROQAIA
34-Ba 9Lega do Rosario-34
PERNAMBUCO.


SFRANCISCO H. !aDAlL4 CI


Klo fa 4 ^ lbte r -i~tlB -apoto da

ft-4 5 a ."_S.1I v
ravh tni, os series s afes actf,
icos: or caradlda, esature 5 p, 1eolo-
tneido, nariz afb l ado, bo.a gO -tmdos os


dentes, .bar-ba pouca, o corpo grsa, em urna
des m~ios, poe- traz do puls, 4Oi iu! carogO
maio espeie de u18M o JeMbinho, pronunci a compas-
Lousadar, conservand-or se, qando fiaVd, iujo es-tt
dorav humilde O viosea bain, tern dtas rate r
32 annos, pour acabndbaftis oemra 5is, 6 fliho dp Josle-


o Antonia, "engravos t Mai~oel Salvador, do
lugar Fazenda Grande ou Pajefi de' Floaspio



d'onde o referidoesoravo Anaturil ~e -onde ex
orcicia o officio do ferreiro. Sahio desta cidad
rovestido omprit olhos pretaa ba, polOtOat damor
tecido, nariz ifilado, booca graaop, tedas os



adenpaca preta, chapo, e corpo groe, mu uma
uzdas mnho, por traz do pulso, tanker oupa branoca;
assimad, comnservandstae quae no fao em barqUua
de humilde e vilata baixa, Lem d6 Mdade We6


32 aquinn, un pretouco mafoi B menosdo e etre filho de aoso
e quantonia d 60000 a mandado lfa ura adnasia
dlugar Fazenda Grande ou Pajel qud tenha mu-
d'onde o refridome 0 desire ves 6 natural, e -on ade


cal~ado, pat-a assirn inititular-se livre e iiludir-
a vigilanciat das tutoridades. Ha de vom cot--
ercica seguir caminho d Bferreahia paa esta cida-dd
vestido cs adqa e cmus.brma skietod


alpaca prem algum dos vchapors da comhilanhia uumbahi-
huianna, desea cour cando em Macite, oupa brlo inca;
assterior dcos duncs provinta qu noa; tos embar, ato,
aqui, um preto foi A bordo e en~tregou-lhe a





As autoridades policies e aos Sirs. ca te do
qucampo, ou O qualquer uAndta pesso 6Ua qu aselle
de nome Roman&. fIk provavel. que tenha mu-


dado dtiver conheoimento, o appr vhendero, e qu andtti-
cipanlcado ou e, para assim indo-o titular-o seu livre e utivo
a vigliancii das jAmmoidadeg. Ha do voom cBr-


senor 9 i lncife, tAa ado ra ommesta rcida-o. ,
de, em argum dos vapores da companhia bart-
anna, desembarcando em Maceir, ou polo in-
terior das duas provinciap ; togarse, portan
As autoridades policies e aos Srs. capiltes de
campo, ou A qualquer cutra pess6a que delle
tiver conhecimento, 0 apprehendereni, parti-
cipando, ou enjiregando-o ao seu respective
senvxor w') Recife,, iva do Commercio, n. ';,
que serAo rpeenapepsodo; -,nm i 7smfificaAOa
acima.


Fumo hollandez
e cachimbos de barro vende
H. Ledebour, rua do Commer-
eio n.47, io andar

Tintura Japoneza
A unica approvada e premiada pelas
academias de Paris e Lond- es, 'por nio
ser prejudicial A safide, .encontra-se nas
princip-es casas de cabelleireiros e em
toda3 as boticas principaes d Pernam-
buco, Caors, Bartholomneu & C. Mau-
rer & C. e rua da Cadeia na51, 4,.o an
dar.

Cognac '
Bjsquit Dubouchd &C.*,** e
M H. Ledebour., ruado Commer-
V cie-17, io andart
Aluga-s0o 20 anridar do sob ra-
do n. 43, a rua da Aurora: a tra-
Star em casa de Costa Maia 4 C.
A. rua Primeiro de-Marco n. 6,
Chapelaria ImTperial. .
Rodolpho e Zu- uira
Romance historic
Sahio A luz a jtimeira caderneta des-
te romance: assigna-se no Recife, bo-
tica franceza do Sr. Flavio Ferreira Ca-
tao, A.rua 4daJom Jesus; em Santo
Antonio, na plfaI'macia do Sr. Jodo Fa-
cundo da Costa Mene.es, ia ru estrei-
ta do.lt9srio n. 3; na #tJaphia do
Livre Pensador, A rua Duquede Caxias
n. ; e na livraria Industrial, a rua do
BarAo da Victoria n. 19; em S Josd,'
na pharmacia q!a ruaio.ilangelsqui-
na do Mercado ;' na Pat-ista, praga do
Conde d'Eu, pharmacia n. 6.
Por cada caderneta de 8 paginas
100 reis.
SPublicar-se-ha todas as semanas atd
o final da obra.

Bomn negodio
SQuem tuiver molequer e piretas desoccupa-
dos, pOde obtertodos os dias um born aldguel.,
qwerendo emprega-los em vender bolos pelas
ruas, porque a confeitaria do Campos, A rua
do Imperader'n 24, fornece bolos de venda-
gem : a tratar na mesmd conftitaria.


uma bonita bai & .a iacpstrada ce
Luiz do ftgo; puiUMdiate do.o&uital in-
glea eni \ato Li)ii6 dab 6alnms 'a tratar
corn Antenio. do .MidDitiu) ka da Im-
peratriz n. 23, eae jpienlo mi*hados.
PAIR1 (C.OZN4W4R
Precisa-se., de-uima ama fori-a ou es-
crava, pref"eroi se desta ulftma con-
digao, para comprar e cozinhar : na
rua Duque de Caxis n. 4-2,'tertiro an-
dar (nesta typographa). Adverte-se que
em pouoos dias a fau.flia teira de sahir
para fora da cidade.
25,4)0 rs7,
Fugio a f7 de agoeto deSW77 o cahra Manoel
Candid, de 40 annos, alt IOafcn. 'fibo vasa-
do, e grande cieatrla, ._ie qm ttr,
vestido camzuiia e X ot
de alpaca preto: roga-seo tocr.
ditles de campo a una sendo cond
zdo osdA rta d.I0 aiggr w e&grao f Rageo
Pldrcod' ree_


Roga-tse o St. W
a .ooAy
swum"r^
ihL|teN^
AJpni^


dig


..,.,., .'..,. .'.... .. ; ....".
-^- ,'*:^^~ A tn
H :l,; :",".';+ '. ." .1[.;' '' ., "; .."


Oebebeu um complete sortimento de chiquitos
para criangas, inglezes, e sapatos galoxas dle
borracha, para bormeos, sehho"as s eninias:
narua do Cre-,po u. 19.
Licoes de francez
Ensino theorico e pratico da lingua france
za. lieSes particulares e curso pelo method
mai- facil e mais aperfeigoado para F e apren-
der e sla lingua em poucos mezes : na ria da
Aurora n. 41, 2o andar.
20000
Alerta
Frgio em outubro de 1874, o eseravo
Jose, preto, crioulo, deidade 12 annos,
"altura regular, conforme sua idade,
secco, pernas regulars, cabega com-
prida, pescogo comrprido, pds chatos ;
este escravinho foi comprado no Pago
de Camaragibe ao Sr. Jodo Vieira de
Lima, e s6 esteve em poder do abaixo
assignado 15 dias, finds 0os quaes des-
appareceu e ,cbnsta estar em teri'a& ds
engenhos Paraizo, Riachio, Santo An-
tonio Grande, Sacramento,(;cronha ou
Quebra, conforme cartas que o-abaixo
assignado tern : quem o apresentar na
rua de Hortas n. 86, slbrado, .tern a
gratificagdo acima,
Maximino da Silva Gusm-io.
Fugio em juiho do anno passado,
o escravo Jacob, preto africano, idade
maior de 50 arinos, alto, secco, pernas
compridas, cabeca corn uma cor6a no
meio, pescogo comprid(., pes seccos, e
bastante vagaroso e falla mal; este es-
cravo logo que fugio foij ter. em Una,
na propriedade do Sr. JoaqiAn Felicio
de Sat Barreto, e este mandando solici-
tar para alugar e nao me convindo,
mandou-o embora, e atd hoje -nao
apparecen. mais; ,este escravo foi de
seu irmao o Sr. Antronia Victor de Sa
Barreto : o abaixo assignado gratitfica
corn a quantia de 50$ a quern o trou-
xer a rua de Hortas n. 86."
Maximino da Silva Gusmio.


Duas amas
Na rua do HoSpicio n. 47, precisa-
ee de d dras amas sendo uma para co-
zinhar e a outra para service domes-
tico.


Medico e .eirrgiao
0 Dr.* Cyrilino. Castro t itdou o
seu consu)torio paraa rua do Corn-
merciQ n.A 48, ppiieiro andar, on-
de pdde ser procurado para o exer-
cicio de sua proflsslo, dap q horas-7
da manhM as 3 da tarde. Afdra es-
tas horas na Passagem da Magda
lena, sitiQa n. 30. .-


Bolos ,de enconlmenda
Faz-se bolos de encommenda para
casamento e pa.Kidas, na npunga, na
rua das Penawm'bucana. n. 12.
-A


muT.


Ainda mais uma vez so avisa aos de-
vedores da firma Lyra & Vianna, que,
se'atd o dia 1.5 do corrente nap vimre,
iatisfazer seus debitos, nao se attende-
ra a mais demora, e serao suas contas
declaradas nq Jornal e cobradas judi-
cialmente.
Recife, 1.o de setembiff" de 1877. .
Alugao-se as lojas do
sobrado da travessa da matriz de Santo
An tnio n. 2, por preVo razoavil, proi.
prias para dormida de rapaz solteiro, oau
caixeiro. '.. ; -

Alug .por 2 m S oeisaqsa eg.undo andar
'do sobrado i. 72NA rua deS. Jorge, estA limpo
e 6 muito fresco : a trtar na rua da Impera-
triz n. 48, loija.. '.
(aga i,.".,ana .
AI-
'da~


pW 'i-i


'irtH~taqouast o selt.,,, holng .todt
da Victoria ou Mo i p' -.

Pr.ci-e ie upia ama para vender
o Werme jr aja oscrava a a
trbtr ca Cd2un2a, 7 a'r'attas Pertmw-
bucanaw a. "; '


Escravos "figidos
No dia 20 de agosto de 1877, fugiram do
engenho Cawragifte, 4d tefrno de Serinhaem,
dous escravos de nome JQs6, .endc urn. alto,
corpo regular. poucu berba, cabello earapinha-
do, tern urn brago quebra-lo. e poc isso .um
pouco torto, tern algumas cisatrized d(" relho
nas costas ; este escravo foi eomprado emn 16
de maio desie anno nesta& (ild6 so Sr. Pa-
tricio Jos6 Tavares, que 'a lamljo u.pa.cidade
da Parahyba. 0 outro de altuira' regular, cop-
po tambem regular, muita barba, faHlla, fina,
idade 31 anftios ; foi comprado na niesma data
em que o outro, ao Sr. Manoel Travassos Sa-
rinho, morador em Born Jardim, Parahyba;
este escravo 6 viuvo e deixQu., filhos na Para-
hyba : roga-se is autoridades policies e aos
capitaes de campo a apprehensao destes es-
cravos, gratificando-se a quem os entregar
nesta cidade aos mrs. Manoel -Alves Ferreira &
C., i ruu do Apollo n. 4. primeiro andar, ou ao
respecivo seixbor, no eng.ho Camaragibe,
em Serinhbem.


CASA DO OURO
Aos 4:000#000


Bilhetes garantidos
t-.ua do BarAo da Victoria n. 40
e casas do costume
0 abaixo assignado acaba de vender
nos seus muito felizes bilhetes a sor-
te de 100O000 em um quarto de n.
1332, aldm de outras muitas sortes de
40000o e de 207000 da loteria que se
acaboui de extrahir
0 mesmo abaixo assignado convida
aos possuideres a viremn receber na
conformidade do costume sem descqnto
algum.
Achamrn-se A venda os muitos felizes
bilhetes garantidos da l0a parte das lo-
terias. a beneficio da nova igrrea da


Piedade
ta-feira,


(240), que se extrahirA quin-
6 do corrente do mez.
Precos


Inteiros
Meios
Quartos
De 100000
Inteiros
Meios
Quartos


4$000
48000
1$000
para cima"
5S500
1$750
$875


Jodo Joaquim da Costa Leite.


S0 Dr. Joaquim
de Aquino Fonceca,
medico da Faculda-
de de Paris, tendo
|regressado da'Eu--
ropa, continue no
exercicio de sua a
Sprofissao, e da con-
sultas em suacasa,
A rua do Hospicio .
n. 33, todo& os dias,
except domiugos e e
Sdias santilkade ,
das 7 as 10 horas
damana.




0- CMPIA-SE "inmaesava que saiba bem
cozinhar : a tratar ana larga do Rosario nu-
mero 32. '
JImrtes;
Cumpra-se e ,venlM s; novos e usa-
dos e rmebe-se tamaLm --'"ra vender
emi leilao,, medne vomnumiso razoa-
vIl: otarmazem de moves sA ru es-
treita do Rosario ln. 1l.
___ VTC ,--
Brou ABf-oad
claro, .aibo de44owd librias : o iarmazem da
Jorge Tasso, A rua do Amonq'k.3:7.
Arados'para ladeita e area.
Machines 4 vapor de 2 1/? a 4 cavallos,
Machines de descarogar lgodlo.
Correias para machinismo : vende-se em casa
de C. S. Hawkes & C., A rua do Maiquez de
Olinda n. 14.
Linoas do Rio ,mande
*-uito boase unw,
Vende-se .er grosuo a imallio : na rua da
Peaia n. 56, awmazum da port large..
Por 600$
Vend-se um shmio'en tpberibe, na tftwi,
Stepple, co. i*lm1n detrite e 400 de
fundo, co! m jaent sa dettiupa, e corn.
1io para banflho: no Forte do MttaUos, trapt-
che SA Leio. ,.:

-'Amari, Nao-^ ra a New-Y= tee lapeseu'as <|'ce~ om pnaMs d.oiiro,
pp bato, .no BazarT V"


b .,


~1


L- R..',
4 ^-f, .i-- *
..' '. '. 9 -


RUN DO QUEIMADO
DEFRONTE DA PRACINHA
Chita escarlate propria para vestidos
e plonezas, a 320 reis o covado.
Dita final corn desenhos chinezes a
320 reis-o covado.
Baptista fmina, a 240 e 320 reis o co-
vado.
Maripozas de listas, a 400 reis-o co-
vado.
Chales de cazemira proprios para a
estaQo, a 4$ urn.
Granadine de seda, padres muito chi-
ques, a 600 rdis o covado.
Organdiz bordado, padres inteira-
mente novos, a 500 reis o covado.
Chita de lista, fazenda prodria pars
roupa de escraros, a 200 rdis o covado;
6 pechincha.
Bretanha de linho corn 25 varas, a
10$ a peca valem 20$. 4
Camisas inglezas bordadas, a 365"a
duzia.
Ditas de creton finas, a 28$ a duzia.
Cambraia victoria fina,a a$500 a peca.
Toalhas acochoadas a 4$ a duzia.
Colchas adamascadas, a 3$ urn.
Madapoldo aafestado francez, a. 58 a
pea, .
Dito muito fino, a 5$ e 58500 a pega.
Chapdos de manilha branca finos, a
3 urn, e muitos outros artigos .pox nw-
nos, do que em qiaIquer parte.
43-RUA DO QUEIMADO-a.!
Vende-se uma escrava que sabe bem
avatr roupa e cozinhar o diario : tram
tar na rua do Bargo da Victofia a, ,
primeiro andar, entrad "tela. nut 'das ,
Flores ..
Primeiro Livro de Leitura, e,- o
Pr. Abilito C. Borges, 400 re.
Segundo dito, ricamento encadel-
nado, 1$700.
Papel pautado para bastardo e Ime-
tardinho.
NorMias'para esoriptas.
Objectos para'escriptorio.
Tudo por preMos razoaveis: s6 aD
erkt rMaQio e pauttaoo de Mirbada
Junior, A rua Duque de Caxias n. .37.
Vende-se tambem" livros usados.
24-RUA PO COMMERCO-24
Neste estabelecimento vende-s8e.
verdadeiro e superior vinho de Boe1-
deaux, tanto em barris cemo em epgar-
rafado, e mais barato do q.I em qua-
quer parte, por seo recebido de cots-
propra. No mesmo.-etats+
compra-se garrafas vasias quo teubi
serido para vinho de BorMwL o
cognac.. O i
Fumo ec.eo.
em rolos de mei arroba ; vondep.s n :
Madre de Dje, n. i. .

Chegram afinalL-.. ..

21 .~eeru polo. ul "



)[ ; I t'l -
J.' ..1


,SWJa" M '
E'. pedia que nio joga.
Agua mole em pedra dura,
T .to da at que" fma.
(Mas -t de broi e uese nio
tet fUndoo p ser es r.itaa)
SRoga-se ao llm. Sr. Ignncio Vieira
SMelIlo, esorivAo da cidade de Naza-
pireth,- desita provincia, o favor de vir. A
ef bqedCaxias n 36) a conclir
aqpelle negocio que S. S. se compro.
metteu a realiear, peja terceira chama-
da diei jorbal, em fins de dezemnbro
de 1871, e d pois parajaneiro, que pas-
sou'a fevereiro e abril de 1872, e nada
ummprio;.e por este motivo, poise, de
novo chamado para o dito tim, pois de-,
ve S. S. lembrar-se que este negocio d
de mais de oito annos, q quanlo o se
nhor seu filho se achava nfsta cidade
A Botina Maravi-
Ihosa


41


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, QUArI)RG~de tMad p <
,i ... ;- ,I ,....

AZA DE MOSCA do iftt ,.
ALMOFADAS pa st fmf'' W4
PREN1IEDORFSdeguardai t
MALAS E BOLSAS para i- '
ALBUNS para retratos. .
LIWROS para missa.
ESPELHOS e cabides de madriaw,.
TAPETES avelludados e de ot6ce.
CADEIRAS para viagem e f '-i
crianCa.. -"
ATOALHADOS de linho, a goit e
linho.
ESTAMPAS, tesouras, canivetes, e
outros muitos artigos, vende o BAZAR
VICTORIA,. rua do Bardo da Victoria
n. 2.
~' ./ / \

Vinho de Bordeaux-
4$000 por duzia de meias
garrafas corn capas de palha.
S Caixas sortidas de vinhos fi-
nos a 208.
.' Ledebour, rua do Corn-
mercio n. 17, 1.o andar.


Chapeos para senhoras
Elegantes e primorosamente enfeitados cha-
p6os, acaba" de chegar pelo ultimo vapor, os
quaes estLo se vendendo por preTo muite
commodo : na Fragata Amazonas, rua Duque
de Caxias n 47.,v
Almeida & Camiros, d raa do Crespo i.
20, receberam os mais modernos merinds do
c6res para vestido, c6res o que ha de mais
nioderno, para 1 o covado, pura lM finginde
quadros, c6res modernas # escuras, para 80f
rs. o covado : na loja das tws portas, de Al-
meida I mnpos.
Camisas inglezas
8, e 230. e 36S a duzia, na fragata amazonas
Dr auque de Caxias n. 47.
--VeYnde-se .uma preta perita cozinheira,
engomma e lavai 6 robusta, bem como duas
mais sem ter habilidades, boaspara o camp:
na rua de Pedro Affanio n, 59, 3o andar.


I





























W 1kW0 S .4.,.C. W


".-i ,,Ef.rt-o, supmior. ,

"o4 gcafta s do ums ozu.
bmwza a preta, 44 swiito eonbepi
e, caixas. .
~ MENINAS
^ --ro4 -1 prac


A-. lja d va -ros, praa da In-
i k)nf m 2 e 4, d6a unica qae
w.-im compl.eto sortiment e l d*bz e-_
I;e brinquedos para mninas, tendono
el0 elles..-ios toilets, cowmodas,
qmmdores, gwua 4od as, etc., etc.
"X MERINO S '


A loja da Malva-rosa, i. praga da In-
.pbudeania. ns. 2 e 4, recebeu um
iWUo sortimanto d jarros para flores,
SeStA vendendo buato.
AOS FUMANTES
A loja da Malva-rosa, A praeg da In-
dependencia ns. 2 e 4, preve aos
Sr. rum-antes que ale'm da's melhores
a wi conheida mareas de cigarr"
kricados nesta cidade, acaba a re-
oeba~o Rio do Janeiro, um odmpieto
lotinento de eigaros tanto doe papel
a4 ao de palha,, das melhores e -aim
Seoweditadas rnarcas; assim co'mo os
,0. ecellentes charutos do Rio e Bahia,

SCebolas em milhjeiro
siifsuperiores e por preQo Inuito barato
vea&o-se n.a rua do Awmorim n. 26.
Vende-se
egenho Concei4o, a Sorinhlem, nested
.povinc*, mf'ito bomn d'agua, podendo safw.-
jar annualmente 2,500 pa.es : quem 6 preten-
der, dirija-se a praca do Corpo Santo n i5,
primeiro andar, onde acharfi com quem trtar
a respeito.

Aproveitem
Quando quizeremn omprar qualquer
artigo-de miudeza, ndo s6mente de luxo
e phantasia, como tambem de inteirx
necessidade,. lembrem-se de dar um
passeio a Nova EsperanCa, A rua Du.
.ique de Caxias n. 63, e ahi encontrario
almn de umrn esplendido sortimento de
artigos de sua reparti~do, mais os se-
cnintnf


r Artigos necessarios
Papel e envelopes para escriptorio,
pennas caligrephicas de boa qualidade,
n bons lapis, e canetas, optima tinta pare
i eserever-se, dita para marcar roupa,
S- agua para pratear os metaes, aspas pa-
ra espartilhos, forradas de camurga,
talagarea para bordar-se a la, e seda
froaxa para bordar-se: a Nova Espe-
F ranca 6 quern em.
g u Artigos baratos
[ Agua florida a 1$, fitsa de linho a 60
rs. a peca, papel amisade a 400 rs. a
'- caixa, cordao para vestido a 20 rs. a
'z ~ pegs, envelopes a 500 rs. a caixa :
., ~ na Nova Esperanca, A rua Duqie de
t Caxias n. 63.
t \ Artigos de luxo e .phantasia
Estampas allegoricas para ornar sa-
S las c gabtnetes, bonitos leques corn plu-
mas e sem ellas alta. novidade, lindos
livros 4elembranca cotin capa do mafi n,
proprios para senhoras, delicadds ra-
mos de finas flores para cabega, novos
ceques deo moldes samples e elegantes,
4, agulhas para crochet, sendo dema-
'drepez9a ; tiido isto encontra-sd na
Nova 'peranca, A rua Duque-de Ca-
Tx ins n. n .
"TPara os que sAo devotod
SUmrn pequeno sortimenfo de finas es-
tarntas de santos': recebeu a Nov9 Es-
peranga, a rua Duque de Caxias n. W.
Para as floristas
F' 'Papel para petalas, dito para folhas
de rosas, calix e peitilhos e mais pre-
i paros para tal tim ;. tern a Nova Espe-
p.; rana, Ai rua Duque de Caxias n. 63.
Aos pais de familla
Quereis distrair vosso filhiibo, ou
lpres.enteal-o ? lirigi-vos a Nova. Espe-
ranca, a rua Duque de Capias n. 03,
jl'-" comprai um lindo brinquedo, pois que
S'A a recebeuajuD.4ompIeto sortimento,
S e estai vendenao por prego muito razoa-
.. "Bonecas
Um, born sortimento de bonecas man-
sas e choronas, pretas e'brancas : re-
chbeu a Nova Esperanix, 4t rua Duque
de Caxias n. 63.
ab.Uos brancos 0f tm quesm
quor
". :. peranca, a rua Duque de
a .a.n. tm ten a ,vePn4ftir tfu_-
Mra Car 1los, p ji5
..^^~jf.. f~pi ,9 a: e nxa".


I%"


Fi>: :


Cretones para vestidos a 320 e
360 rs.
Chegou parA-a lojo do Pavao umr
magnifico sortimento dos m'at encor-'
pados e bo-itos cretoues .de todas as.
coes, -tanto de listras como dequadros,
que se vendem a 320 e 360 o covado :
6 pechincha : A rua do Duque de Ca-
xtas. n. 55. lofa de Pereira da Silva
& C.
Tomemota:
0AM


0 Runes
ida. ~u


. -


Aatu&' nnr


%A -..: .. A..

~pd ds4omnfautor
\ Xau'ope Ialsmtdoa> p~itoriwK 4 flowqs .' bagos do aroefrase
mucilagem de mutambfh, ,mo atratarant radical das molestias das vias
respiratorias, taoG~rno: eatwbo pulhonar agudio oe.Ai6ronieo, Iaryniites, bron-
c~htes, hemoptizes .ou eecarros 'de sangue, eoqhsliche, affecroes asthliaticas co-
rmegantes, e sa cohvaleocena doas pneum6nias.
tinimento anti-rheumatico, para 'tratamento do rheumatismo arti-1
cular ou muscular, chronic' ou caudo, gettoso on syphilitico, d~r syatica, e
como resolvente das bobas, exosto0es e tumores.
Pomada anti-herpetica ou anti-dawthrosa, para tratamento'
prompto de darth~ros, empingens, noduosidades, escoriacoes syphiliticas, cas-
pas e de today. as mole-tias da pelle, devidas ao contact ou a impureza do
sangue. i
Piu1ls an1.peodicas, para cura prompt das febes intermitten-
tes, ou sezoes, constipaees, Tebres remittentes, paludosas e perniciosas; sco
laxativas..


duas qpawid~des,. Iiso 1 Mn4 aio', A
9$ am. ,. ,. .
PAos i 4u brwca 0 'e'o
todes eni ioss, para .4, 5, 7l o
.U ,, ;:.,.. -_,_
Cntofia f 'esefw, para .Ropa de
eacravos, a 200 rs. o covado ; -pe-
chiacha.
...Azinha.s escocezas,. paxra 160 e 200
rs. o covado.
Chales de quadros, ,modernos, a 2$
urn ; 6 barato. .
Ditos de casemira de quadros mo.djer-
nos, a 55 uM.
Saias bordadas, para senhoras, lindos
gostos, a 3S urea.
Bramantes de algodAo. 4 larguras, a
1$400 a vara.
Dito de liho puro, do Porto, a 2$ a
vara.
Dito muito klargp, superior a 21500 a
vara.
Leo6es de bramante, gandes, a '2$
urn.
I.Cobertas de.ganga, forradas, a 35000,
35500 e 4$."
Colchas de fugAo, mnito grades, a
3$ uma.
Cantao preto, para luto, a 800 rs. o
covado. ,
IA preta, muito.fia a I400 rs. o co-
vado.
Punhos e coUarinhos p ara senboras,
a 2 umr par.
Mantas e gavats para liomens e se-
nhoras, grovnde sorimento..
Casemira de cores, duas Jarguras,
bonilos padres, a 25600 o covado.
Madapolfio francez e inglez, para 4$,
45500, 5$ e Ota peQa.
Algodrao branch, para 2$800, 38000,
35500 e4 ape4a.
Toalhas, lencos, mrelas para ho 3 ens,
senhoras meninos e memnas, camnisas
francezas, diversos pregos, ceroulas ca-
mnisas de meias, chambres, roupas fei-
tas, grande sortimiento2 de casemiras,
chales, grande sortimento, todasas qua-
lidades ,* cambraias brancas e de co-
res, cassa lisa e de quadros, ganga ama-
rella, panno da Costa, flanella, etc. ; e
immensidade de artigos, e que todos
vendemos barato, nao olhando a prego;
mandamos levar em casa das Exmas.
families, a quem pedimos a presenva,
pois garantimos venderr muito mrais ba-
rato do que em outra qualquer parte.
RUA DO CGRESPO N. 20
Loja de Almeida & ampos0

Vestuarios para bapti-
sados
Chegou para-a nova loja do Pavao urn
bonito sortimento de vestuarios e toi-
letes proprios para baptisados, vindo ca-
da um em sen cartao, que se vendem
de 8$ ate 248 ; isto & rua Duque de Ca-
pias n. 55, loja de Pereira da .Silta
d&C.C.
1'opeli] es r 36W eAM rs.
Chegou pataa loja do Pavaoeumele-
gante sortimento de bonitas popelinas
de quadrinhos, proprias para vestidos,
tendo de todas as cores, que se vendem
a 360 e 400 rs. o covade-; asaui ,omo
um bonito sortimento de mariposas,
rias mais flnqs e lindas que tern vindo
ao mercado, a 400 rs. o covado ; isto a
rua Duque (e Caxias n. 55, loja de Pe-
reira da, SUva & C.
BabiiAinhos
Na loja dQPavao vende-se um bo-
nito sortimeirto de babadinhos e tiros
bordadas, de todas as largvras, .t~endo'
tapadas e transparentes, qre se ven-
demp a rua Duque de.Caxias o. 55, lo-
ia e Pereira da Silva &C.'


=j -21 Iif -p ^^ ~^t<&
, tc. .*n; n 6
Alp c~~M4o,, magifico sorimae n ',
d Bap4tas riudnas,]nna, ImidospaAr8&s e e6res fxm a a 4 rt.
Mariposas brancat e de cores, cretones e chitas, bbm sortinenio para t1
OS p i '..... ,
^Sftla~acaflM O s proveitem.
Penteaordes4'-. .Malis. dados a 4500, e barato.
P.de c'ae i iths ii ara eimws, enfeitados de re4 6 novidade.
V se fWl6 para ct.pos co ol salpicos dourados e prmaeis. ,
Gravatas para senhoras e para homes, esplendido sortimento.
Meias de -6 ws 9as par seahoins, homes e meninos.
Lengos d. a 0ho em caixinahs de phantazia, dutizia 4$000.
Cawmsa de vni .differerrltes qualidades e pregos.
Cambriaaa bascada pa.~~rcortiaados, e cortinados bordados
Tapdtes de todos os tamanhos. "
Secilias, bretanhas, esguiMo de linho e bramante de 4 larguras.
SCasemiras pretas e de c6res em peas e cortes.
Panno preto e azul espetLaidade para 75 e 85000.
Colchab brancas e de c6rres e cobertores de lA.
-Chsles a raha a itoria


Ricos chales, mantas superioridade em tecido e cOres, nunca vistos a 12S.
Espartilhos iA Princeza Regente, sAo lindos.
Granadina preta de seda de listras e quadrinhos.
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Fichfis de 16 e s6da, recebidos hontem, 6 o o',e de mais gosto se pode de-


sejar, e vendemos por commoco prego
INA LOJA)'AMERICA A' RUA DO .


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li, a 25580, 4 e 65 ; a elles, ha tam-.! estamos acabando. '
bern de malha. Entremeis, ha preo.
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280Ors. I rtnsigozs 8 s
rad som do m Mariposas abertas, a-460 rs.
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40e 440.rs. Popelinas de gosto,.-a 400, 500 W e4
Cretones inglezes, a 280 rs., aprovei- rs. o covado. s a
temr Bramante de algodao, a 1500Q, dito
Ditos suissos e alemas, a 320e 360 rs. de linho, a 25500, dito francez corn 10
Chitas finas, a 240 e 260rs. Pamos, a 3 a vara.
Born sortimento de popelines de go- Bretanha de linho,
to, a 400, 500 e 800 rs.! JA vendemos, Chales de casemira de cores.
a 18 e $S200. Merin6s pretos.
Cambraias arrendadas a 45,500 apefa; Bombazina e cantAo.
6 fazenda de 9$, etA se acabando.- Alpacas e outras muitas fazendas
Novos padrOes em las de tooias as proprias para luto.
qualidades, para 200, 400 e 64) rs. Cortinados bordados.
Alpacas de seda. Cambraia para cortinados.
Gravatas finns paf senhbora, a 1S200 Colchas para clIna, de 3$ a 85.
e 15 500. Pannos para mesa redonda, a 45.
SMadapoloes francezes finissimos, a 5S Redes as melhores, tanto brancas
e 50500 a peVa; 24jardas, 6 pehin- como de cores.
tha.' coode.re
Aodoes emcor os, a 3 e 3200. Toalhas felpw as de 65, 85 e 12 a
A..odoes emoorfdos, a. 35 o duzia.
Brim branch m n. ,6 fine, a 15500 a Ditas de ditas para banho.
vare! Guardanapos para todos os preos.o,
Angolas novos a 440 rs. o covado. Atoathados adamascado para mesa-a;
Que lindas colchas de ganga de cores 1500 a vara.
o que ha de inethoir, a 35e 35500. Completfo sortimentp de lengoti
Lencos finos abainhados, a 1$800 a cos e de cores. ..
duzia. M eias brancas ede cores; tanto pa
Pechincha sem igual em esguioes de enhora, comopara homem.
algodao, a 8$ a pega 30 metros 6 ba- Casnboraia transoarente a 3500.
rato. abaataSaee a 35500.
ira e e e. os p Dita Victoria, final, a 38500.
Cazetbiras0 empa e em, cortes para Vanriadissimo sortiment6 em camisas
costumes dead brandss, de algodAo, linho, cretone e
Alpacas, princetas, merinos; ia pre- rnia..
ta e artigos diversos para luto. dispomos
Babadinhos bordados nao ; ha preo. Outros muitos artigos que dispomos
Bramante de algodp, 4 larguras, a p B baratp arateiro
15400 rs. a vara.. -Rua fIrimeiro de Maro n. 1
Dito francez superior a 2$5500 a vara. Agostinho, Santos &C.
Atoalhado trancado, largo, a 15500 a _.____________
vara. :
Cortinados bordados o que ha de fLt f|
Ihor, a 58500 "o par ;-aprovmitem.
Roupas feaitas de todas s' qualidades j
e differences preos, .'e outros artigos .
que vwademos por pregos serm compe- Lindissimas" baptistas para vestiw.
tencia. k 240 rs. o covado. ,
-No 59 da rua Duque de Caxias, loja Variadissimo "sortimento de maria*
de Carneiro da Cunha &a C. zas, a 400 rs. o dito.
,_---_-------_-----_------ --_ Grande sortimento de popelinas pame.
Folar de cores vestidos, a 400, 500 e 600 rs. o covad'-
a 500 rs. o covado Maripozas brancas, o que tern vinde
Rtaa O miado n. 43 de mais gosto.
vhl -dos b s Riquissim sorwtimento de creton-
Folar de Iae sedan, dm istras va-cormdesenhos inteiran te nvos.
^,_ nAaf. ww ina m anrs k...,. ta Popelinas de seda pura, a #OOt g .


,0dont"nza, .epeoifico vegetal para a -cura instantanea das d6res de den-
tes, por mais. reheldes que sejam, quer provonham de cariaoo do dente, quer
sejam piopriameae -nervosas..
DWoAe prospects.

*~~ ~~ .'. ^-*** '* -''



.Rl Drum ns. ita14.

DEPOSIT RUA DO APOLLO N& 2 E 2 B

ciozW. & iiO
)ADZ &IR.A

Pedem aos Srs. agricultores desta provincia
umra visitaa seu estabelecidmento para verem o
grande sortimento de machinas fenragens que
teem em deposit, fudo da mnbr qualidade, o
que tudo vendem a M- .iadAiBeiro m des-
conto, e a preo 1rmto resumnudos.
MACHINAS a vapor, de forbade 4, 6, 8 e 10
cavallos, as melhores que aqui teem vindo.
MOENDAS e- meias noendas, obra superior, im-
possivel de desacunhar, pot virem corn argoletes.
FORMASpara assucar, pintladas e galTanisadas.
RODAS D'AGUA fortes e bem acabadas.
RODAS DENTADAS de todos os tamanlhos e qua-
lUdades.' .
TAECIAS BATIDAS e fun4idas. -
ABADOS'deltods as qualidades.
M0NNHOS paraza ioca.
FORNOS pa orrarrfarinha, e
TODA8 AS FER- AENS. precisas a agriculture
desta.provMia, .
ENC NAS- Mandamin vir da Europa qual-
quer machifi smo; rmsponsabilisando-se pela sua
boa quafididel
SCONCERTS-Conertam qIaI r mad'is o
e fazem-conrato anni~al para tod=s os ..
do; pf e mteemNa fa B
montda.com ^Ande e bomi pessoat, e dirijgida
Not dou _i
FR4 1( :haI ^ B.lT AROO


1 .200 o covado. F4. 1
Popelinas 'de 'sda branca para t4in-
mento,a 1 '000, e 1200 o dito. '.
Madapolao francez de duas I
a 5#000 e 500. "
Cambraia transparent para vestiB
a 3500 e 4 000 a.pera.
FustAo branch para vestidos e
tuarios para m'eninos.
Bramate corn 4laguras, al
vkra; e-muito baiato1 "-
Camieas bordadas pam s
- 'Ao w .bi ic Ia 4 .4 .


.41' ,^ '-
':* .* "


K
I- ~


$NI'Mi.. 5


4 1 -


4.


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',- .
14;
W '


c.' .


emn Parik, pelo modico prlo .da.5:.
m. o .vado; ,venhaa, iier i timasoa
buMcer as amORam iliaihte ualquer
penhor: s6 ha no 48 -da rua do Quei-
.msdo. .

VENDE- SE
corn, grande abatimeuto a loja da rua
a Imperatriz n, a qual -pertencpu
|.,ao alf04o 0 ..
.:.i^^

I -


-s' ;


t*, "


4































p raiaa, a r.bra aurora.
S *bgare'e manhaS. 'Onao 'agora
o-iato, pallidamente .


/ oite alem ergue-se um tumulo,
idos cyprastes, lacrymosos,
u ., agrada entoon. pallidos,
Vuiando as carnes funerals, saudosos,
,.E aeu concerto luibrico!
E o bronze tange a elegia etArnd,
Que vai prender-se alem no infinito,
Qual o ultimo adeus do mnoribundo,
Ou talvez como os ais de algum precito,
Banhando-se em lagrymas!
No fundo dos sepulchres as frias mumias
Passeiam, quaes gal6a acorrentados:
Nesse carpere eterno da material I
S9o felizes tambem os desgraados,
Tornando'se minais validos !


Li no abysmo da funida eternidade
Nesse vacuo profundo do mysterio
Nasce uma vida que refulge lucida.
No vast reino do poder ethereo
A' luz d'aurora c6lica !


Mas essa vida 6 o triumph ethereo
Ia lucta herculea nessa ardente arena,
- O iris d'alma, que se exalta enS Deus,
LA nessa plaga divinal, serena,
Alvinitente e fulgida!
Ill
0 gargalhar da more, que estrepita,
Pallida chamma em nosso ser crepita,
A vida enlanguecendo !
Mas nesse glo, que se infiltra n'alma,
Se encerva a gloria, o triumph e a palma,
Quo o 's,,'rito vai colhiendo !
Onde o spirito repousa eternamente,
Nessa grata mansao omnipotente,-
Imperio da virtude,
Volita em turibilhdo urna aurea id(a,
- Prefacio d'um concerto para a estr6a
Do genio do athafide !
IV
A noite vai silent! 0 bronze afflicto !
Na immensidade eleva-se o impossivel
- Imagein do outra vida, nio fallivel,
Retrata-se na tella do infinite,
Perdendo-se no vacuo !
Nas noites do sepuilchro ergue-se urn temple,
E urn b)er'o tambem i eternidade ;
Mas li n'alta minsmo *da Divindade,
Vi)brando a psalinodia, o sacro exemplo,
Deus se sorri de jubilo !
V
1'receda a rubra aurora, a alvorada
Co'o seu niveo pallor:
3 ssim precede A more, a vida-o nada,
A' quern temos amror !
Como a vida, o sepulchre tern aurora,
FE como a aurora, a vid4 tern occaso,
Tombando no zenith :
Nubla-se a vida n'um fatal acaso,
Eo tunmulo de goivo entao se enflora,
Marcando o seu limited !
VI
N. termo do martyrio-a sepultura,
Leito commum i toda humanidade,
Craveira funeraria da igualdade,
o:.de o ouro se nao mede, nato fulgura,
Nem a vaidado cynica !
VII
E noite de elegia e de.epi.edio ;-
Desfez-se o madrigal, desfez-'se o idyllio,
Alou-se ao infinite, ao sacro exilio,
lina alwa angelical, deixando o tedio
A' margem do sepulchro !

No marco miliario da existencia,
A luz que bruxoleia 6 qual vampivo,
Na regiao aerea,
,E cada soluQar vale urn suspiro,
Lugubre como a fria impertinencia
Da pendula funerea !


FOLHIETIM

OS FILHOS'DO MONFI
POR
FERt(ANDEZ Y GONZALEZ
VOLUME I
PIbIMEIRA PARTE
OS AMORES DE YAYE
CAPITULO IV
0 QUL 2RAM OSMONFIES.-YYUZUF CONTAA SUA
HISTORIC. A YAYE
(Continua(ibo do n. 202)
Pois minha mrii morreu. assas-
shaada pela Inquisiao !
Era demasiado formosa., Os chris
tflos sain abut,-es vorazes, disse Yuzuf
corn tristeza.
Houve um memento de terrivel si-
leneio.
Os .chistaqs, continuous Yczuf pas-
sado u a moment, nao consideram .vir-
tuosos senna os que professam a sua
mesma religi[o, e .Meo de ser christaos
velhqs. Ai dos vencidos Urn chris-
tao novo, urn mourisco 6 para elles


pouco menos que umn. judeu, e urn
animal desprezivel, um enle odioso,
contra o qual se julgam autorisados a
tudo. Urn mourisco nao lhes serve
Vaa nada mais do que para escravo:
Uria rmourisam...Ob 1 quando as mou-
as io form~as !.. ter por amanle
rni sa f ormosa E'cousa, rpuito
"dl A Ainfeliz .me resisted noe


LA onudo e -w o nerobRole do ionB
E W*6g09iozl sent~a-niit, cftfd v6A 6 ewpirio$ 1
EV'quoeo atia, e aap o ex4iato,
Que se eleva no spo qp B omo-um tho,
E'o reino da prece I
LA surge loiro oi archajo'ibnicio.
Des island a cetel retoria,
A"terr a seinsll W ,;tho
Mas eina suia harpa universe oatholica,
Eterno idyble-paucto sect cio,
Ao sotus vai dedicando
x
La f6ra vai tormenta,
,Ca dentro ruge o tufao,
A tempestade aviventa
As magoas do coracao I!
A dor se torna mais lenta
De nossa alma n'amplidflo;
E pouco, a pouco so augmenta
As lavas desse vulcao 1.
Nas azas da teirpestade
LA vba a purpurea flor,
Levando saudade rnmbr
Da primavera gen;!
Alegre,formosa, outr'ora
Agora, lesfeita e pallida,
Batida; pranteia ; flaciaa,
A doce estaglo de abril
Grestamni-se as flores na manhA da vida,
Cresta-se a vida na manha das flores ;
Nubla-se a aurora mais gentil, florida,
Na d6ce primavera dos amores!
E a fragrancia que aos cdos se vai e libra
Nas azas mythicas do vapor* ethereo
Inconsa a vida, e em nossa alma vibra
Amnor envolto em eternal mysterio.
Mas ah! a vida 6 isto :-alegria,-d6r,
- Noite, crepusculo, alvorada, aurora,
- Hybrido Edem de infortunio e amor...
Onde a existencia se sorri e chora !
Ridmos Ridmog, que sorrir 6 a vida...
Oh nao, nao, porque a morte'inda 6 mais
dose:
- Lampejo eterno, que nos rouba A lida,
0 espirito de Deus, nella encarnou-se !
Mas nao !. .Apenas mudou-se
Mudou-se para o empyreo,
N'um doce e santo delyrio
Mas delyrio em que enlevou-se ;
E 1I a flor, transplantada,
S6 por Deus 6 ultivada!
Nesse jardim sacro-santo,
- Alfombra de anjos e Deus,
Desprende os perfumes seus
Enchendo o todo de encanto :
E' que essa flor perfumosa,
Tem a innocencia da rosa !
XI
A' terr volta, o que da terra sahe,
E aos ceos se cleva, o que dos c6os desceu;
S Decreto omnipotente-!
Materia,-o corpo, A sepultura cahe,
Espirito,-a alma, ao sideral se ergueu,
Purissima el innocent!
Nos pAiramos sacro-santos do mysterio,
La onde a alma se e eva e se ennamora,
Sentada n'aureo.altar ;
A' sacra chaimna do luciFdo cauterio,
Ella se banha nas ondas dessa aurora,
Coino Ondinas ao mar!
Al6m nesse ambiente, embalsamado,
Dessa frangrancia, que respira Deus,
Nas noites de elegia :
Alli.--aureo desert de estrellas povoado
- Eternas sentinellas, lucidas, dos ceos,
A alma se enebria !
XII
Esse astro, que tombou do firmamento,
Em ondas de perfume e de innocencia,
Por descuido talvez da Providencia,
Em um dresses delyjios de memento ;
Encarnava de Deus o pensamento,
Destillando da pureza a sacra essencia,
Bern como da Natura, a sapiencia,
E do Eterno, a luz do entendimento.
Mas pallido clarao vasou .no espaco ;
E apenas como a forma de um boc6]o,
Foi rapido o seu brilho e o seu lanipejo


bia apparentar a virtude mais rigida,
era inquisidor A formosura xla tua
mai excitou os impuros desejds do
frade, o qual, abusando do sou minis-
terio intentou corrompe-la.* -Tua mri
repellio-o corn indignagao. Nao se fez
esperar a vinganca do frade. UUm dia
a Inquiigao bateu as portas da nossa
cas*. Eu estava ausente nas Alpujar-
ras. Revistaram tuido escrupulosamen-
te e enconkaram urn dos livros de
LuUiero que umn criado infame, vendi-
do ao miseravel frade, mettera entire
os livros de devogdo de tua mdi, que
foi arraetada para as masmorras da
InquisigAo. Quando soubeisto voei a
Granada. Dedididos a tudo, -os meus
montlfes arrombaram as portas do car--
cere, chegaram atd onde esteve fua
mai, tiraram-n'a d'alli e "livarat-n'a
para as Alpujarras... mas em. que es-
tado? Tinham-n'A post ao tormento,
tinham-n'a arruinado, e 6 terror., esse
glacial terror que a Inquis1lao infunde,
as agudasdores do tornmento, a sua
lembranca, tinham-n'a enlouqaecido.
Viveu dous mezes assustando-se de
tudo... estremecendo por tado... rove-
lando no sen delirio o nome do frade
impuro... finalnente jrorreu. Morreu
assassinada pela Inquisiro.
0,Prostrado pela sia d6r- Yuzuf ca-
oua-se. Yaye escutava-o com.- rOsto
sombrio. ... .
E que fizestes-?df '
-'Morrru despedwp-A ir' Matro


Alludindo oeda i
a respondendeo apartesride
Figueira, sustenta qxe a 4l. d p
pel fiao 6 ummpetsin-
uasta.rosti im-!
posto.
I Est tranquillo com a-
cia por ter, o' o se
mentor de impostos.
Entende que o que convib. naa cir-J
cumstadncias difficeis em qie -o paiz -so
atha era cortar services e suspendMer
despezas corn os apregoadus melhotra
menits, adiando-os para qutando o pa
puder sustentar esta prosperidade.
Especialisando mais a sua id6a, julga
que se no deverm iniciar, nem .mesmo
prolongar, estradas de ferrom que no
tenhafn trafego garantido.
Passa-em seguida a occupar-se de
duas quest6oes que consider de ordem
public, dignas de occuparem a atten-
QSo da camera:
Refere-se em primeiro lugar ao facto
de estar.funccionando em um ponto da
suP provincia, no tnunicipio do Pao de
Assucar, a administragAo elective com-
posta de juizes de paz e vereadores nas-
cidos de uma qualificacao annullada.
Historic o acontecimnento e chama a
attengdo do governor para o facto, que
rendo qu e elle cogite em, algum neio6
de obviar o grande escandalo de haver
juizes de paz que nao sao legitimamen-
te eleitos.
A oufra qdiestao Rue julga importan-
te d a da eleicao de vereadores e juizes
de paz de Penedo.
Expoe minuciosamniente o facto, cha-
mando tambem para-elle a attenoao do
Sr. ministry; 6 uma camera nulla, in-
competente, -exereendo funct6es publi-
cas e induzindo a liullidade todos os
actos que praticar.
Dira tambem algumas palavras ao
Sr. ministry do imperio sobre a sus-
pensao de examrnes geraes aias provin-
cias. Consta-lhe que S. Exc. jA man-
doit reqtabelecer esses exams. Deseja
ser informado da verdade. 0 certo 6
que a sua provinciaficou excluida dessa
providendia.
Faz alguimas consideram5es sobre a
material, tratando corn especialidade do
lyceu da sua provipifaqeeifJe do qu#
na capital ha don1s 6lleNs mutibbeA
montados, julgando imuito onveninte
que alli se fagam os exames, favor loe
merece a provincia das Alagoas. -
L. ainda um requerimento para
mostrar ao Sr. ministry dajusti'a como
vao os feitos na sua provincia, e con-
clue pedindo desculpa aos Srs. deputa-
dos e aos Srs. ministros pelo lempo que
occupou sua attencia.,
Adiscussdo ficou odiada pela hora.


SESSAO EM 22 DE AGOSTO
Na camera dos deputados hontem
logo que foi aberta a -sessdo
O Sr. LeAo Velloso reclama por
terem-se contemplado na lista dos pre-
seIntes, alguns Srs. deputados, que sa-
hlem depots de darem os seus nomes.
0 Sr. Cesario Alvim faz algumas
observagoes no memo sentido.
O0 Sr. president ddclara, que,
segundo a relagio dada pelos empre-.
aados da.casa, achavamn-se presents 68
rs. deputados quando seabrio a ses-

meu Deus maeu Deus aecrescentod
Yuzuf erguendo as maos ao ce6o, tu
ndo queres que Anna fique sem vin:
ganga, nao queres porque me rejuve-
nescestes em nmea filho, e meu filho
.vingarA sua rniIi. Oh viniga-la-ha !
--, Ese nAio poddr vinga-la, senior,
transmtttirei*a meus filhos as-minhas
idWas de yingan(a!
Sirm, a nossa vinganga passara di
geraao em geragdo. Deus ha deue-
rerque ella se.cumpra. Deus ha de
uerer que o sangue de tua mii nao
fique sem vinganga. Pois qu EIe
ha de permittir quo liquem impunes
os infames que me'roubaram uM at-
chanjo do setimo cdo Abd-eJ -Gewar.,
entenwe que eu nao devia unir-fne
tua maiq ue era christ. ObiJ era-ita
possivel v-la e nao a ;rnar. Talvz
eu, effectivaaente, mieae|o de raQ,
nortt iaimigo d6 n0oine christdo, rno
devesse sueGunibir aos amres d'uma
infiel. 'Masbasta olhar para esse ia-
dro, para eu. fiear desculpadti.
tamanha a suna p cmo a sua
nrQsura, c tam *Zas vir
com&*a sunefor0
,vd-la e da. arfl-
no -cobiga-la. p? coioa-la.
peder manVqtade R visles al -
vez, me~u.fibo, tulhei' mosll)U1
t.ua in r.:?ik^ n.'.'1111
-Site, di'ss'Y .^^. Yay.e B'C oZ

WSW-& T1' ffxi/


A1 Itque sd referio o
01 rem' a a cG(issgo de d4
ildar pareeer.
elsla:4QOorio, tend
requetndo -e obbtudi'rgncia por dez
winuts para fundamentar um requeri-
nfto, almb)ra que, por occasion" deose
discutir watorib do Sr. ministry da
guerra sem citara a ida de se man-
ar augment tar a etapa as pragas em
g!arnigio estacionadas nas provincial
assoladas' p6 secca, tanto no ner.f,
-Cmo no sul do imperio, e rec6rda tam-
bern haver declarado Sr. mini'stro ter
dado as providenciais Ip saar estis
males. Eutretanto,-acaba de ver no
Aqh ? 'de Peolots de 5 de agosto do
te anno. uma. correspondencia de
.Sant'Aima do Livramento" qube &, e-em
que se assegura que- 'as pracas do 3,o
regimento de cavallaFa andam esfaima-
das, nuas e tiritantes tie frio.
Assegura que o facto e verdadeiro, e
assim'deseja qua o Sr. ministry de novo
inforihe d camera das providencias que
ten dad0, e providencias que julga in-
dispenshveis, nao s6 pela .attena.o que
merece a classes military, como tambem
para que se naoestampem outra vez na
irnprensabrados de indignagio como
os que se leem nriaquelle artigo.
Foi apresentado o seguinte requeri-
mento que, apolado.e posto em discus-
sao, ficou adiado por ter sobre elle pe-
dida a palavra o Sr. Mello Reo:
e Requeiro ao governor por interme-
dio do'Exm. Sr. ministry da guerra, in-
forma3ges sobre as providencias que
den para soccorrer o 5.o regimento de
cavaliaria estacionado na cidade de
Sant'Aanna do Livrainento, o qual ain-
da no recebeu fardamento complete,
equipamento, vencimentos atrazados,
pagamnento e augmento da etapa, pro-
mettidos pelo mesmoSr. ministry da
guerra.
C Cdrte, em 22 de agosto 4e 1877.-
Fernandv Osorio. i
Passando ia ordem do dia, a camera
approvou, na foarna' do regimeuto, os
pareceres da cornmissio de constituigao
e poderes 4A: 46 B e ,18 A, deste anno,
julgando validas as eleigaes prniarias
d4s parochias f&o Senhor Bom Jegus do
Soccorro da Pescaria Brava,'da provin-
cia de Santa Catharina, de Indaiatuba
da de S. Pttio e de Icati da do Mara-
nhao. -
SDepoisO ogcipo-se corn a' continua-
C&o d% .a discgssao do project n. 16
A, deste anno, autorisando o governor a
prorogar o prazo do pontrato de nave-
gag.o do rio Arnazonas e seus aftluen-
tes, corn as emendas apoiadas, e mair
a seguinte, qae foi apresantada no cos-
rer do debate:
,c Em vez de-atd vinte annos-, di-
ga-se- atd dqz-annos.
c Em 22 de agosto de 1877.-Rodri-
go Silva. i>
0 Sr. Siqueira Mendes, signa-
natario do project, tilho do Para, e
um dos representautes da proviacia,
vein a tribune, por se ter comlomet-
tido a tomar parte na discussao, e tam-
hem porque julga que da execuco do
project depend a continuac.o do
progress do Amazonas, iniciado em
4852, 4poca em quo comecou a navega-
co daquelle-io.
Fallara como homrm pratico, conhe-
cedordos rios da-'provincia), per onde
tern viajado, e tambem dosvapores da


de. minha mai riepresenta, chama-se...
D. Isa.el de CordoiVa e de Valor,
disse'-interrompendo' a 'Yaye o velho
Yuguf, o qual escufaracom assombro
e satiafagao visiveis a ardent descrip-
cAo que sen filho fizera de D. Isabel
cotnparandu-a cornm sua mai.
Como conhecei-la, senhQr ?
D. Isabel de Valor hlha do ir-
mio de tua maii, e tua prima: co-irmrn.
Misericordia de Deus exclarmou
Yaye ..
-. Tu.tens4he amor,'meu filho, ac-
crescentou Yuzuf; tens-lhe amor, poN
que a0oproferires o seli nmone, ao fal-
lares d'ella,, tinhas a voz tremula, es-
tavas iornimovido.' Anmando-a, preen-
chetoe os naeus mais ardentes desejos :
en... fW4 q6ieo te poz no caminho d'essa

-Simcore ipr parai a-casa r'o.
ximai de Dl.FernanfOidoe Valor, coM
quemI Isabet viv, .
.-. mea pail. afatalidade per-
segnue-nos -
C- omo,-; in asn sabel e e(fa nio


o-:st'. e.ta a, a.os,-e1- laleeor.

-semuq irmaos uio to heicem us0


causes a q1e loiegou e que procure
demonstira .'- .,
Siustenta quo o preiedte do &ri
.ao1 con'trario, proreao do cm-!
trato e cotinuo d subveno.
Nio diz o Rekdorio quoe e aswae t
roU na 'discuasko. L6 o trecho que
so citara pa o prowar,, fazendo de-
pois conderaes para mostrar que
o presidente-s6 se referio t. subvencio
provincial em retaco :A comrpanhia in-
titulada Fluvial Paraftse, fuaidida de-
pois na companhia do Amazonas.
Entra n'um largo de eivolvimento
sobre o historic dos fat6s qtte deter-
minaram a fuoo das duas eompanhias,
aaalYsando ao mesmo tempo acomn mi-
nucioso exame as palavras do relatoro
para mostrar que o president s6 trata
alli de uma experiencia, aconselhando
a nAo Isubvengo por algum tempo,
mas s6 em relacio ao subsidio provin-
cial.
L' depois a part que se refere i
subvengao que tern a comrnpanhia do
Amazonas pelos cofres publicos, para
provar que elIe diz o contrario justa-
mente do que afflrmaram os deputados
que trataram da material.
Olha para o project em relagdo ao
bemrn public e principalmente ao pro-
gresso das -provincias do Parie Ama-
zonas. Naa tern corn a empreza. Nao
", nao p6dc, nerm deve ser sen advoga-
do. Advoga unicamente os interesses
geraes de seu paiz. E' esse o unico
sentimrento que o traz a tribune.
Assignou o project para que se au-
torisasse a prorogaco do contrato, e
nao para que se fizesse contrato, por
nao poderdeixar de-proceder desse mo-'
do Nao se trata de enpreza nova, mas
de empreza m.ue existe ha multos annos.
Nio devia portanto aeonselhar a que
se destruisse o que, estd creado corn
m'ibs sufficientes para satisfazer as ne-
cessidades, publicas, s6 pelo .desejo de
edificar doe. novo. -
Aldmi disso estA convencido, curm o
esta o Sr. ministry da a'ricultura, de
que neohuma oantra empreza esta mais
no caso de satisfazer seus compromis-
sos, tendo a pratica mostrado que esta
cprnpre exactamente os seus deveres.
Ojuizo quo acabade expender e o
qne esta expresso no Relatorio do pre-
sidente da proyincia do Parat e o que
encontra nos relatorios de todos as rna-
gistrados que teem adti.inisl;rado a pro-
vincia desde 1852.
Para povar esta opinido, .l o relato-
rio do Sr. vice-almiranrteJoaquim Ray-
mundo de Lamare, acompauhando a
saa leitura de largos detalhes para mos-
trar o desenvolvimento do Amazonas.
Apoia-se tambem na opinion do Sr.
Tavires Bastos, que le A camera, acom-
panhando a leitura de varias considera-
s aes.
Passa a sustentar que o commercib
do Amazonas iao representou contra a
conapanhia. 0 documen'o quo se aprte-
senta como send da Associacao Com-
merpial, nao p6de serivir para a argu-
mentacao, desde quo os signatarios dei-
xam vero claramente quo tratam de sen
interesse individual e nMo d.o interesse
real da provmcia e geral do conmrer-
cio. ..
E demais consta-lhe quo o Sr. minis-
tro da agriculture ja tern em seu poder
protests M0ignados por todos os nego-
ciantes dos dous grandes rios navega-
veis do Amazonas contra essa represen-
tabeo.
Tambem, elle oriador tern em sen po-


que a namoraste, se ildo julgavas pos-
sivel o teu casamento corn ella ?
Isabel amava-me... precisava do
men amor para viver.
SYuzuf exclamou em tonr profundo:
E julgaste, (ndo ouvidos a tua
sobprba, que fazias uma obra merito-
ria dizendo amrnores a umia pobre me-
nina, -abcindo-4he o corago A feliciia-
do para declarares depois : no. pgsso
ser ten esposo; porgue s6 christil.
-Senhor r .
Tens um ever sagrado a cum-
prir. E' mister que restituas a felici-
dade a Isabel. Ella parece-se corn
tua mai tanto nias'feicoes como na al-
ma. Conliheo-a bern, e sabes o que
6 ua mulher de coraeo.o que arna,
quando o honmem do seu amoor a aban-
donsa? E' uma .alma conodemnada';
ura martyr. ,. aoltens- Adireito pa
martj4isar ninguern, e muit r mnos
um.anio, E' precso, visto aqua a amas
queoj sfelizco ella, ellka o seja-
comti o. ,
S< VIznao- possa ser.

-.AxiEio-te eI para .secrs seu es-
poso quO ren, egass.atua I ?- 'l?
dsp l:1 Continuai v69
corn a vassa Jeij- qa6 ncontiniuari'
cenama Pinha, siiia Ii -ois tpu.
Snor christio. coilt nir arfii


onv vfi ve n-
osv-des.-T-


AiJ Aro dco m']
Smas em nioutrma
mase em nenhuma


tetorro6npido pWr varies api*hK4:-
Sr. poelho RodriAgW, o ora .....
viando-se do piano quae traai r
esta discussaiovai immediatAmeie -.re-,
ferir-se aos polntos a que se dirigew
aquelles apurtes. -
Procura demonotrar, em primeiro-
lugar, quaeo no 6enorme, como SO dize,
a iubvenqao dada a companhia pela.-
grande percurso que ella terni, a faer
em suas numerosas viageni. .
SFaz neste ponto largos commenterioe,
referindo-se novamente aos subidios
dados pela provincia para animarem a
navegacio particular, muitos dos quaesy
j4 tern cessado.
0 proprio gerente da coapanhia, doe
accord com o president provincial,
ja tern desistido de subvWI6es, na irm.
portancia decerca deo 00 contos, aca'--
bando as contratos que restam, uns no-
L.o'de novembro do corrvee anno, e
outros no 1.o de noveomIf do anno
que vem, vindo a con.panhia a ter por
coota da provincia s6 o subsidio de
44:0008, votado para a companhia Flu-
vial do alto 4mazonis. unica dotacao
corn que licarA de 4878 em diante. "
Mostra, corn leituras quae faz de va-
ries documentos, que a importancia das
subvenodeg s6 se eleva a 1,184 contos,
tocando a cada uma das milhas nave-
gada. uma subvengaio apenas de 4194.
Compare esta subvengdo corn a que.
se d. ; companhia brasileira de tave-
gagao q.uer do sul, quer do. norte, mes-
trando que esse subsidio dividido por
milha e ainda superior .ao da' compa-
nhia do Amazonas.
Diz q ie a companhia precise ter em
materials no Pra umrn capital superior
a 8,000:000$030.
Para demohstrar essa proposigdo des-
creve minuciosamente o que a com-
panhia alli possue.
Em seguida procura demonstrar que.
a navegacao nao 61mais barata nem nos
Estados-.Unidos nemr na Inglaterra Em
um como Om outro paiz as subvenq'es
regular, termo m6dio, 8 schlings, ou
4$ por milha.
Passa depois a coaisi(lerar as conve-
niencias de ordem political que acon-
selhamn todo o sacrificio corn a nave-
gacao das costas do Imperio e corn a
communicagao entire as provincias e a
capital. Esta raza-ono nop6de deixar de
proceder em relacao a provincia do Ama-
zonas, que so acha em contact corn
cinco republican, cada urna das quaes
nao deixa de inquietar-nos, apezar de
seus protests de amizade apparent.
Voltandoa occupar-se da exportacAo,
trata especialmente da borracha, mos-
trando nos dons periods antes e depois
da navegaciao uma differenga gradual
entire 6, 10 e 20 milhoes de kilogram-
mas,
Argumenta depois con o tempo que
dantes se gastava n'tma viagenf. redon-
da de Belmrn a ManAoP, e que nho era
de menos de seis mezes, senc agora'
de onze dias, gastos cinco nos.ortos ;
facto de que deduz que o de'senvolvi-
mentodas duas provincias proceed da
navegacao. : ;,.
Allega tambem os services de ordem r
public prestados pela companhia, e
noue ja.foram apresentados na discus-
sao. R~fere-se coin especialidaed an
conflict quo se deu coin osyapores
peruanos, e de quo traton o Sr, Can,
tao oe 'exp6e corn rninuciosidajte os fac.
tos.
(Continua)


gas, kabaranim por.- se confundirom. E
quem bbrou este. milagre ?. O iio i
Os nossos antepassados tiveram "Chris-
tUs por esposas, e os vincuof. d'e.fa-
mitia fizeram um s6 povo de vencedo-
res e vencidos. Quando os reis ca-
tholicos entrararp em Granada, eneon-
traram uma igreja christA ; ouviram a
voz d'um sino chamando as seus cor-
religionarios a oraclo. Aqutei sinoq
soara por espa-o de sete seculos ao.s
ouvidos dos musuimanos, sem que
estes se irritassem. Durante miis de
sete secutos os bispos de Hiberis pO- ."
deramentrar e sahir-livremente de--
quella igreja, ser qu ninguem-."W
insultasse, sem'que um s6 mnusulnhIt4
profanasse o temple, nem ntemrto ,
posse o rito. Seo noswtos av6s foran
tolerantes, se trataram s venciidua-
muo irmros, se seligaram coiM mrnl
res christis, filbas dos solareng614y,
quoe nao os hbvemos n6s de imnit 1
ponque ha deoser i ssivTeli&
uniAo com Isabel de C ordot e t e
Valor ? ,.
S--Prque nao ouvi mal ce"4De
vossa vo; meu pal, exclaimouu, Y
co desesparo'i,; p orque nitIovos-J7!
nlru-ash amaistenmpq
SIhste por acaso a Isaki at!. I.
dxpas graves inju~as
Its h Ek1 pod e erdoar


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