Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:13957


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Full Text













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1%e J~utia ~


0 o eeu esta-
-de uina tctsa


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general 06r4ow.PaMv1Ra dec alm
e. sobre, a *wA r'_-.sr~alea ai~pA~o *.Ari~~e
d'erva no S .O140

BERLIM, 22 ae abril.

SCigten al earpieitros mXe diversam
vidaieu da Aw emana mi"*m de
declaratse efm Oaivx.

Agenda Havas, filial em Pernambuco,
2 y3 de 4bril de 18K4,




!ZCi 1AA L B:
(EcutraAida)


PATITE II
ANATOMIA E PHYSIOLOGiA


gjft as; oiuegaio completa Mtai .hAt L c
'*jrcoin cavictates; sangue vermelho io; en-
eephalo poico, dseauvolvido; corpo alongwdo, tser-
i. mninando em umas barbatana caudal; nao teem dis-
') tineogo entree a cabeca e o tronco; Ao reroveatidos
'' de escanma, dependencia d4a epiderme; haoovipa.t
Z ., isto nsem por eio doogvs; ea1e aoffremj
S depois de nascidos, metamorphoses, eomo vimos
I msuceeder uo3 straehioe
!i1 Dons typos princiaa se epeontram nos peixes:
0o Tpo oam e o typo earttifiniow.e
r .* 0esOqaeleto dos poixes 6 emwunssee, eartua i-
?- -. 8uloatros. 0 esqueleto osseo 6smhiet dividido;
S o caertdaginoso tern as suas parts renidas.
| '' ,-: N'algnms poexes o eeqndoto 6 em part osseo,
.....* os peixes destinados a na agua.
teem uma organisaugo pars isso apropriada e com-
pletamente diversa da dos ahimnae terrbstres.
A different mais importante na organisan o
dos peixes, comparada eom a dos outros inimaes
-vertabrados, consiste na contormagao dos appare-
Ihos da respiraggo e da eirculaeao '
S. Em epocha nenhuma da vida, os peixes teem
pulmoes.
i 0 sea apparelho respiratorio, tern e nome ,de
guderas.
S0 corago dos peixes tern s6 duas cavida les,
r urasa auricula e um ventricaulo; o recebe sd o san-
'' gue venoso, correspendendo bortanto & metade di-
1- reit do coragao doo animals superiors vertebra-
%j dos.
|' "O sangue que vai, em parte, ao apparelho res-
Spiratorio (gaelras) para n'este org-o recebar a ae,
|Pi; .oo vivificante do oxygenio do ar, passa directemen-
1|! ~ te depois para os vasos arteriaes queo transportam
sa toWas as parties do corpo. 0 sangue depois de
S terservido pars a nutrigao intima dos diveraos or-
i'.IIS: ,quandose torns venowo, 6 levado pelas veiasa
1 *^ *ra o, & auricula, que o langa para o ventri-
r d'onde sahe para novameate ir vivificar-se
ii; r n '" Oappai-elho respiratorio.
0 saugae nos peixes, depois de ter passado poIas
.. guelras vai a um vaso dorsal, arteria dorsal, onde
i'. forpa nenhuina motriz nova o impelUe e por isso
e ntestes animaes a cirealagio 6 mui pouco aetiva.
0 sangue dos p3ixes, eomo o dos reptis, 6,frio
(isto e, tern umr temperature em geral inferior a
do ambiente).
i "A forma exterior dos peixes varia bastante. Em
i geral pouca on nenhuma distnmebo s nota entire
: a cabeca e o rsto do corpo. N' o ha, como nas
aves e nos mammiferos, pesceo; e a cauda conti-
j!a: nua-se corn o resto do corpo sem estreitamento
apreciavel. -. (
|1|(C~onlin").
li (*) Istc,6: privados de membfana allantoidia.
A membrana allantoidca 6 um orglo que 96 existe
S tios primeiros tempos da vida fetI. e que prov6m
do extremo inferior do embiylo. ais tarde o um-
bigo divide a allantoida e 2 pores, urmas inter-
Sna que ha de format a bexiga umrinaia, outra ex-
Sterna que constitute o uraco, etc.


I' PARTE orIc1AL
i "L


veru, 1 Prvi J.i
NIZDM DO DIA24 D8 XMAW DZ 1884
Io41 Actos : .
: 0 presidenter da propins tend& em vista a
v roposta do admininitrdor des eo ics, em 4ieio
'!~'llli~^^ :22do lonvn(*en mo n-b 2ZO, resolve o eouflor-
midadeeom alei n.2,794,d 20dde otn do
1879, exonera, 0 ape a Sgeeft str odo
oerna estrau de, ferra do Bece*ao PSU.Pra

.:: ; .ne &0adminttea ra 4a";d^ *


It %Z* R' W a UVi FM t .4 -'"71"
iopnediato*54a-otgs da adto focdipm
vqota j oqpada em.a.eia-*b no dato vente
deo aompaues a eta Vo vaitel ImAen S
se oraous pro m-aao ir p
-Ao inspector da Thora de Puae'dn,--
Sirva-de__ S.d 4o e id ua in0t esaqoo
o valre doa ao vus ibo pi w r.ita daei 4'
qaota dofpdo doe emancipaa no terve do B -
J.irdrmn, em audlencis& dis 22 *.-' fevereiro ultimo,
couforme a rclaoSijuoit. rCo61n01 icstelaAojui,
de orphIos deo Bo-ar tdiem.
Ao inspector do Thesouro Provincialm, -A
vista do exposatonoo oicio da conimissiao, a qu as
ifere da atinforaao dsa inspeteia deto 11 do
eorente, 4, encarregasa do iventariar as
erOecugaes 4a fau enda, cea4m que oper emiquato
fiquem interrompidos os respectivas trabalhos,
rticolhedo-se a sue .e1a,-tideo os dous emprega-
dos desse thesouro qa fazeme parte da mema orcom-
nisAo, afim- do empregmarem-se exclhusivamente no
-rvico A relative os abonos e eseroniptuaraioe atrasa-
da dsudivid activa sobd a immediata d onecgloal
Dr. procurador fiscal, nos termo da citada infdr-
Outromim, cnucprequ seja levado a efsitos
processatadlinistrativo de elimninaao dos deove-
dores iuovbrawis de-nBcordo ecom inadiaposto no
artigo i2 da leWi 1141, do 8 do junha de o181, a
que allude final da mesma informadao. I
0 que declaro a Vnmie. para senu conhecimentoe o
Ao mcsmor.--Devolvendo a conta de'que tra-
ta a sua inforncaoi de 31 de agosto do anneo pro-
ximo passado, sob ,113, reeommendo a Vmc. quo
made eserptiar nto quadre iao diidae passivo.a
importacia ,463Ao00 provenienoote dos moves
forecidos a eseola ixta pde iustruee primaria
do pooao do Pao Braco, em Serinha.m, visto
te sideo torisado antes da expediio de ia taberlla
de 9 de novtebro de 1881 e da ordem desta presi-
dencia,.de 21 d e noveibro ultimo, concernentes A
moveis para as escolas publicas, o foruecimento
des descriptos na mesma conta conforme ponder o
Dr. inspctor general da instrucio public, em offi-
cio de 20 do crrente, n. 102.
.Pelo fornecedor de takes movreis devera ser apre-
sentado o competente recibo a esse Thesouro.
Ao m estno.-Segundo einfoer o Dr. procn-
rador dos feitps da efierda provincial, emofficio
de 21 do cbrcje,%runSn por awrdfo da Relaglo
de 29 de fi~relrfbo uftumao, despresados os embar-.
gos oppofe, por Atntonio Fereoira d e Oliveoira eo
outros, o l d, pneido, pole qual foijul-
gado GImpoed eate o embargor ea obr de desebs-
truo e e canvaierao dacda uarts d Tdeasruna,
arramuatada pr J. Gomes d Yonseca, que em re-
querimento de 22, tambem do corrente, deolarnou
queo vai prosner a oema obra.-Fizeraim'en as
devidas comnmunicaoes.


no mestre Francisco Guedes deBarros, pa ol tenr
t, agora side a refernid a adeira protendida par
algumiprfessor.
Asseun ia sem effeito a ordem cfntida no officio
rue expdi a essa inspeotoria em 29 de' setembro
do anno p sosado.
S rAo entenheiro chefe da reparti- o das Obras
Dvalcos.-hpperov uo novo project e oroamento
da a obrans da ponte sobre o riacho Muribequinha,
reeAons erado na importancia de 5:610e000, e an-
nexo ao offeicio do Vce., de 18 do eorrente, sob n.
60, visto ter-s e reconhecido a impossibilidade da
execuao ndatdita obra corn a funilaso exigida no
oraamento primitiro, no valor de 5:000000, e an-
toriseo nos termos do artigo 54 do regulanento
dessa reparticao, a mandar fazel-eo pelo respecOtivo
arrematante, sob as mesmas eondisoes, por ter dado
comero aos trabalhos anteriormente arremiata-
dos.
Devolvo-he o a alludido projectoa.-Commnicou-
se ao inspector do Thesonro Provincial.
Ao mesmo.-A' vista do queo expoz o con-
ductor do 3 district no officio, pore copia, ao deo
Vine., do 18 do corrente, sob n. 61, auteoriso a exe-
coalo dos reparos unrgentes da estrada cda Lu,
entree a ponte de Duas Uiaso e a bifurcaso da es-
trada da Victoria; correndo despeza por coata
da verba competenote.-Commumeou-se ao inspec-
tor do Thesouro e Provincial.
p- A' junta ciassificadora de escravde do Olia-
da.-N to harendo noesse aioniipid, come Vines
inforoad eosoravs ns s coudite es dos us. 1 a 5 "a
4i regna do aviso do dinistegro daT Agnicutona,
Ciaomerio e Obras Publicas, de 19 do janeiro do
anne passado, mae elm urns escrars moeto, ifiha
do Magdaieua, jA libertada polo fundo do omanci-
payso, e mais solteinit coin filhos esenavas, appro-
vn a ciassuaflosgie, quo pot colpia, acompanhen e
effii.io dessa jutata, do 14 do contents, e recammena-
de quo esgotado penamtoeojuiao doeerohis,o0pra-
zo do artjgo 34 do regulsinento dle 19donovem-
lure do 187t2, d@yeoo coilectov- geral, mombro doess
junta, procedom iou derides arbitmameutes,' toude
muitoe oeonsideragie o dieposto nas circular do
Thesonro Nacional, do 16 dojulho daquelle anne,
pubhicads no Diau-io do Periaambvco do 21 de ages.
to seguinte.-Commnunicou-fle so juix do dineito do
Olinda e juiz substitute ale Iguarassal.
Ae juix do direito do $algneiro.-Tenho A
vista oofficio do 25 do fevereiro flado, no qual


Vme. me participa que reeebeu outro em quo
Dr. juiz de direito d e Cabrolb lie I nomunicara,
asl us veapera do dia mareado pars a aput*a*i
da eleig. p rovinsalque deixava de ir presir so
aeto, jurao sspeio, por sner um dos eaidi.-
toe sos irm a, e sigifiea o mes&no*o
lhe paecer reguls o pto.ee.aet dt i
suspeito paras umn acto em que a lei n 6 adinitte
suspeio, i vista do dupstb-no artigo 81 do re-
ulamento expedido con o decreto n.8,21 de 18
*A, dee^mi a Vmc. que approvo o seu
acto -4-4 ia 1t* dp M-io da lk-.--Com-


D&SPACE0 DA PB M 00. DO A 22 DE

Anna Senhorinh, Montiro Poasoa. .-Re-
mettido junta mediacs provincial, a quem
a peticionaria se apresentarA para ser ins-
peccionada.
Aunasto Clementino Bezerra. Indefe-

Bacharel Augtsto Fvc4orico de Siqueira
Cavalcante. Sun, por tre4 mezes.
Antonio Simes da Silva. -;Sims, satisfei-
tos os foros devidos e os direitos fiscaes.
Esnaty Rodrignes & C.-Initorme o Sr.
Dr. juiz substituto do 5'" district da co-
marca do Recife.
CaptWo Francisco Jos6 da Costa. -Ao
Sr. commandant superior da guaraa na-
cional da comarca de Gbysana, pars ma.a-
dar submetter o peticionario A inspeeglo de
salde.. .
Capitlao. Francisco "de Lemos Dcarte.-
Informe o Sr. comw ndaate superior da
guards nacionada omarca do Recife.
Tenante Faustino Fernandes de Souza.
-Prorogo por quaren ta e cainco. dips, o
praso mreado ao supplicante pars tirar a
patented.
Franklin Alves de Souza Paiva. En-
caminhe-se. .
Jol de Azevedo Rimos. -Deferido corn
officio de hoje ao Sr. brigadeiro comman-
dante das annrmas.
Joao Benicio Rodrigues Coelho. Pro-
rogo por quatenita e cinco .dias, o praso,
marcado ao supplicante para solicitar a pa.
tente.
Joaquim Jose de Azevedo. Nao ha
que deferir, em vista dai tnormaglo do
commandant do presidio de Fernando de
Noronua.
Padre Joto Rodrigues da Costa.-Infer-
me a Camara Municipal do Recife.
Jos6 Odorico, Braz Veiho e oatros. -
Submetta-se A consideragio da Assembl6a
,Legislativa Provincial, remetta-se A Cambv
ra Ku4IcxIW 'deo P'atnares, ue pad. r.-
u*soI -4: delb r 5ro
sembl6a.
Manoel Joaquim da Costa Carvalho. -
Informe'o Sr. inspector da Thesoaurria de
Fazenda.
Manoel Antonio Pereira. -Informe o Sr,
Dr. chefe de policia. '
Pedro Manoel de Carvalho.-Como re-
quer.
Raymundo de Almeida Sampaio.-In-
forme o Sr. inspector da Thesouraria de
Fazenda.
Raymundo Jose de Souza.--Prorogo por
quarenta e cinco dias o praso marcado ao
supplicante para tirar a patente.
Thereza Joaquina de JeW.-Ao Sr. Dr.
chefe de policia para ordenar o' inquerito e
demais diligbnbias legaes em ordem a se
descobrir a raptada e serem punidos os au-
tgres do fact.
Secretariat da Presidencia, em 23 de abril de
1834.
0 p6rteiro, -
.Toayim LeodO Viega.

Repaid. -o da PeUela
Sectlo 2.'- N. 443. -Secretaria da
policia de Pemnambuco, 18 de abril de
1884.--im. e Exm. Sr.--Participo a V.
Exc. que foram hontem recolbidos a Casa
de Detencao apenas o !-dividuo de nome
Francisco Joaquim Pacheco, preso a or-
dent do subdelegado do 2., district de S.
Jose, por disturbios.
No dia 11 do corrente e no term do
Brejo, foi preso em flagrante, per ter fur-
tado um cavallo de propriedade de Ma-
noel Ferreira do Naaeimento, um indivi-
duo alli conhecido polo aose de Antonio
Jose ae Souza.
Por occasion de se razer o inquerito po-
lcisi, declarou o delinquente chamar-se
Vicente e ser oscravo de Jose Wec.eslao


Rguira Pinto de Sonzi tendo s-e evadido
dq engenho Bom-Destine, da dcmarca de

Densguayde'a V.Ec.!-mIm. e Ex.
Sr. dsembargad6r Jos Manoel de Frei-
tas, mautoigno president. da provi.cis:
-O 4eaf de popelinia, ',Rymundo odpra-
co d eo Ca troesilva .*


se -co
Sava,

.teren


'SK,

de3

se cc
Fort<
Sid.
Se:


'4


a de n. 4


P i Yr a uise .<*;
i ^e ypedindo.li-



,auFcise5 dos Prazere,, para es-
_00 corn quitanda & o lugar de-
LA4, fregaezia do Atogados. -

a U eira & C., para esalbeleeeretn-
1htel na cass n. 5 A ruAa do Bispo

t|yaro, pedindo que sejam foi-
devidos langamentos no sentido de
mPrado o estabeledimqnto de fa-
sito 4 ra do Barao da Victoria n.
o pedem.
za & C., para estabelecerem-se com
ito'de espirito na casa n. 12, A rua
gingos oss6 Martins. Idem.
hatis Alves Paz, para estabelecer-
m quitanda em una casa sita a Casa
i freguazia do no9 da Panella.-

iretaria da Camara Municipal do Re-
23 de abril de 1884.
0 porteiro,1
IeVpoldino C. Ferreira da Silva.


TK PR1NIBUCO


Asse bl a Provincial
23 SESSAO EM 2JDE ABRIL DE 1884
PeS XCUlA DO BMr. SB. BAnZO DP ITAPISSUMA
(COacwlAo)
E' lido e'apoiado e seguinte requerimento:
bequei.aque seja prorogada a hora atW se
ulti a disjumso e votat& da proposta.--J.
Augt to.
S R& osk A wO-V-Pe"o a palavra pela or-
0 PznskN-z-Tem a palavra o nobre de-i
0 r. lRea e Slva-(Nio devolven o son
dise rso).
0 Sa. PA6nmIr---JA declared que o requeri-
Seta redgido de eouformidade emc o regi-
a portanto os senhores que o approvamequei-
ram e.
Ji uwa P-Tem a palavra o Sr. Nile
r. N Ole Miraida levanta-se para
o ,ibpe da comminsao de.policia que
to pa fim anto da' vaga de 2o of1i-
elq it a secatsris da Assemblea. Antes

tod os mods 1=no embsracos A liVre ma-
.talo ida t*lmra ida qual f"x parte, cujo ri-
go 0 dever 4 &fiscalisar seus actor A proposito
di o orador que I maioris pertenie a responsabi-
lide do fact deat-& aquella data nio ter a As-
Sbl6a se occupado assumptos de reconhecida
ui dade public; p6lo contrario fazendo o his-
tor dos trabalihosWda casa, mostra que a maioria
ou long tempo eom o reconhecimento dos po-
de s; que tem-n.se occupado em diseutir o project
qu pede a provincia o sacrificio pecuniario de en-
vi numa pessoaes a Hollanda pars colligir docu.
m. tos historicos, p-ojecto que o orador iwpugna
p o no ver n'elle nenhuma vantage; quoe ape-
nai tem feito passar um projeqto em 3* discussio,
q I a que maudou suspender uma disposigiao da
ei do oreamento e nada mais; e no entanto, diz o
e dor $ la vai um mez que a Assemblea func-
ci :'' -a
tindo estate ordem de cousas, incompativel
Sestado desgragado da provincial ficon surpre-
h dido quando ouvio ler-se a proposta pars ser-
vi de object de deliberaglo ia Assemblea, per
q l era tempo d'ella oecupar-se das leis an-
Sas, onu de assumptos de mais interesse para a
prinoia.
rum apart que lembra o proeedimento da
iorias eonservadora do biennio passado responded
o ador que se esta maioria tem errors, tambem
p emurou corm tode o patriotism converter em leis
an idas salvaderas pars a provincia, nao dei-
nds deseurado o sen progress moral e material,
a ezar de ter aiante de ai as difficuldades oppos-
s pela minors liberal entio nm erosa e prei-
Stes adversos.
Cont"ia po rador a manuifstar-se sorprezo es-
cialmente vendo que assignava a proposta o no-
e deputado Sr. Bare de Itapissuma que fOna no
b ennio findo um dos que mais exigiam ewtnomias,
Smo re cumrso nunico capaz de salvar nosas finansas,
e par proeysva disso 16 differeutes treohos de um dis-
c Lo de S. Exe.
Dizendo o 8r. Visonde de Tabatinga em apar-
qua nile o via vanagm algumse n'estas excava-
es, respondeu-l o aorador que ellas eram neces-
srias paras que o public conheoesse a attitude
libres n'aqule tempo em face do Ostad
dam nossas inanyas, e sana attitude hoje
ad el se achA visivelmneut peiorado; oe
rveiteado a opportunidade tente que o nobre
sconde uao esteja a sne lado parspupn pelar
ms daprovwcia em peimas condioe corn O
0 smto e pntriotimo com quo a ano MpasWado
So paagm do emprestim e seja elle um
q sue querem -a adopao da proposta-
(epe aterim p e em larehacs da bancada
seradora contra, a estada I presidencia da
eisodanobre-le searetarii.)
R at6' o orador pOrNnte a ao wk 0 *01 secreario
t. Xze.de ppU wlf #a&Ma seaslii*o maro parte
< i les e a wka ade e o 0 Ia m a e r aex te\'" .; n s


" C


0 Sa. Jo.e Atouaro (1o secret io)-Pego a pa-
l4vra pela ordema. ,
/ OJBBPBPSIDBNTBZ-Team a palavra o n'bre de-
putade. .-
.0 S*. Joise AnXIMto (10 secretsrio) 'pela
ordlem)-Sr. presideutt, V. E.x. acaloi de ser
testeinutaia dAs maeira pornqui a iuito nobre
banwad conservadora comegui4 tuinultuosamen-
to fazer suspeader a ssm&o, pert irbaado por essa
forms os nosos trabaihos. r
SFirmado na proprial disposiq t. do. art. 26 do.
nosso regimento, quo aliA9s S. Exes. invocavam
em seji apoio, entcndo poder a;sumir a presiden-
eia a convite do hoarado 20 vice-preaidente que
se retirara. (Nao apoiados da Iaacada conserva-
dora).
S Os uobres deputados, por me os que me abate-
nho de qualificar; tornaram im ossivel a march
regular dos nossos trabalhoe, debalde procurei
convencel-os do ineontestsvel direitb que eatio
me assistia, t.l-o, Sr. president, corn o aentimento
da mais profunda conviegio.
/A minha argumentalo, por6ok, embora firmada
em principals da mais comesinh& trivialidade, em
principoles elaros e inconcusses n mcontrara dian-
te de Ss. Exes. um proposit0 delberado, que des-
de logo enxerguei.
Conheeendo o piano, conhecexdo os intuitos da
nobre, bancada conservadora, iao porque tnha
querido capitular corn Ss. Excs., mas posque nao
deaejQ que os seus pianos de perrbaao vinguem
A minba sombra, retirei-me & sta- cadeira, afim
de que V. Exe. melhor do que o4. possa desempe-
nhar attribpicoes tio graves, t que ha situa.aio
em que fall demandam caima, sangue frio e re-
flexbo, que V. Exc. mais adiahtado cm annos' tern
sem duvida emt muito major sonmma.
Meu intent, Sr. presideute, pedindo a palavra
foi somente fazer solemne que mantenho indivi-
dualmente a opinion de que a mirm cabia o direito
de, presidir a sessao come lo 1 secretario que sou,
mas que motives de prudencias de amor a ordem
eom que em certas occasiSes devemos transigir me
obrigaram a dtixar esta cadeira para occupar o
lugar em que ora me acho.
0 r. iOlympie Marques (pela ordem)
diz que eam vista do que acaba de ouvir ao nobre
1I secretario, entende que cde dpvia voltar a ca-
deira d. presidencia.
Se S. Exc. entende que codeu a cadeira da pre-
sidencia, porque quiz, entro nlo cumprio o regi-
mento. I
0 SB. GoEs- Elle jA se explcou.
o .B. OLYMPro MARQUES pedic- a palavra para
1evantar unia questao de order; e espera que
S. Exc., illustrado come o6, nao deixara de dar-lhe
raiao. i
Nos nUo podemos mais funccipnar hoje ; o que
estamos fazendo 6 illegal. Pe4le icenga ao Sr.
president para fazer um curto retrospect do
oeorrido *a sessao de hoje.
0 qu foi quo se prorogou ? Foi a hora do ex-
pediente, que foi seudo prorogada successivamente
at6 faltar media hora s ra completar o period de
4 horas, dos nossos rabalhos.
E ums vez que no se marco4 a hora em que
devia findar a ultina prorogra o nao podia exce -
der o praso de 4 horas de dura o dos nossos tra-
balhos diaries. i
Isto.0 claro o est expresso nos arts. 55, 56 e
61 do regiment. |
0 periodo de 4 horas de trab lho diario ja esta
findo ha muito ; parece, pois; qie estamos fwne-
Abnda tem uma'out_ duvida : reaberta a ses- 1
sdo, depois de suspensa, Ihe parece que se deve
mandar proceder a chamada, para verificar se ha
numero legal. P6de estar enganado ; mas cr0
que ha alguma disposigio no regimento acerea o
deste caso.
0 Sr. Presidente--- Ed respond ao nobre
deputado que o requerimento apresentado pedin-
do a ultima prorograao nao seolimita A hora do -
expediente. (Le)
Ors desde que o pedido nao lo de prorogracao
do expediente e foi de prorogr*io da sessao, a
mesa aceitou. o requerimento : 'esse sentido con-
sultou a casa e a casa no Ilhe ibz objeccao, tanto 1
que se tractou de saber ate quq horas podia ser
levada a sesAo ; logo sabia pe feitamente o no- a
bre deputado que a prorogago nao era de expe-
diente, tanto que nenhum dos rs. deputados re-
clamou contra esta decisdo. Portanto eu a man-
tenho integral como a recebi. [
Esta 6 a l' part. o
O SB. OLYMPIo MsAQuEs-Ainda nao acabei
falta-me uma tereeira questAo de ordem. t
0 Sr. PmESIDExTE- Dove resolver a segunda. t
A Lei nao determine que suspensa a sessao, quain-
do ella se reabre, se faca a chamada ; o orador
que esta corn a paravrs continua corn ella e s6 en-
cerrada a discussod, verificaado-se que nao ha
numero suspende-se a sessao p~r falta de numero
e flea a materia encerrada ou adiada na forms da r
lei. Suspensa a sessao e reab os deputados que existiam na u asa e a sessae con-
tinua na forms porque ella se a chava. A sessao
suspeude.-se aa 4 horas e 40 linuts e foi tea-
berta As 4 horas e 45 minutes. Continuando corn
a palavra o Sr. Nilo de Miranda e se dei a pals-
era ae nobre Sr. 10 secretario e a V. Exc., foi per
que a pediram pela ordem.


0 Mr. Olynapto Marques diz que 6 mui- t
to obedient As decisoes de a ualquer president t
legitimo, antes, porem de passer A 3" questao de u
ordem, deve fazer umas humilde e respeitosa re- t
plica. m
0 SR. Jost MAIN As oues tes de ordem nao s


admittem essa replica.
(Ha outro sapartes.)
6 S. OLYMPI MAXQUs peod permissao para di-
ser que o Sr. prsidento se eq g uvoca, quando sup-
pe que se protroeg a hora da sesso, quando
estavamos discutindo o paaeer, ainda eats-
vamos na hora do expediedte ;j e tanto que nio
se passou A ordem do dia; o| que houve foram
suecessivas pierogaoes, estava subentendido, da
hora do expediente.
Passa agora a estabelecer a 3a question de
ordem, I
Comae o Sr. pre.idente ide, em contrario so
orador que a v a vai alem das 4
boras hda ued a 0 El. ne se digne de-
cladatatmalU tram ahr heje.
Lembraque &Exe. estavs oespando a eadei-
rada presadela do tad., tsdes bincada, re-
quer prmos po hors, pais se votar um
are da com s de me e o Sr. prai-
d a prW"eo mp qui van louimitelarudade


t
t
d
I

e
t
o

U
C


d


e


ITB-sIoutbad o a Minh& dedsio'; la
me* to tpo em'que pam0 o d

g ter.


quom quizeese dseutir ; por isso 6que dmeav
umar s ao isocde V.:Exc. par hosso governed.
0 Or. Nito de hMraada dix que.por trm
faces for encarada e discatida a proposes por
aquelles que a sustentam, pelo lado da igadade,
fe lade da couveniencia e opportunidade epel.
lado economico.
Por sua vez tambem vai combatel-a debmixo
d'esse ponto de vista.
Z' illegal a propoata, diz o orador, porque vai
de encontro A prohibiqbo da lei do orgamento me-
tual que impede qu, sjadmn preenehidas em cad
repartio provincial duas vas qu aese dere a da-
rante este exercicio ; que esta prohibicao satin-
ge tambem A secretrria da Assembl*, que eata
deve ser a primneira a respeitar eassa lei que em
em nada prejudica suas attribuioes ; porquaet
se a.Assemblha tem competencia pars nomear Os
emprcgados da Secretania, essa competenecia dove
subordinar se em .en exercicio aquella expream
determinsgao orementaria, principalmenate me
se attender que so 6 jotivos de ordem superior e
economies deram-lMAqxistencia. E o6 d'este ua-
io 6 que se podtemn genderr essas duas lein e
em lugar de se repellirem, se comipletam, me bar-
mnonisam, e todos sabem que as lets nia podew
nerm devem ser antinomicas ; nem ha direito am-
tra direito. E' illegal aiada a proposta, poeqe
a quota marcada po orCamento paras o pagameao
dos vencimentos do empregado cuja vaga se pre-
tende preencher, esta por f)rV. d'aquella meamma.
prohibigo extiucta, de modo qu e 6 precise uma
nova dcterminac1o panra seun restabeleeimento ; e
a Assembles s6 poderA isto fazer pars o exercicio
future.
Fazendo ainda outras ccnoiderag5es sore eae
ponto da quest4o, passa a tractar da conveniencia
e opportunidade dai medida.
Nega que seja coneniunte t opportuna a no-
meaoao de um novero empregado parsa a secreta-ia.
0 servipo public isto nao exige, tanto que haimven-
do diversos empregados licenciados, o expedieate
da secretaria faz-se corn regularidade, o que de-
nota que noil ha falta de pessoa. Aljm d'isto
acoutece que os empregados w trabalham por
poucos mezes, durante azueelis em que funcciona
a Assembles, de sort que so ficar trabalho accu-
mulado, dada a hypothese da neessidade d'ene
2.0 official, aquelle facilmente poderi ser feito da-
rante o rest do anno, e atW mais commodamente,
porque poderA ser feito na propria casa de certos
empregados, como costa ao orador que iAs vew
acontece.
Ainda mais 6 inopportuna essa noaoea dead
que se attender qua a Assembles ji reeonbeceu
que nao 6 necessario o preenchimento de lugare
vagos nas repartioes publieas, quando rejeiton a
cmenda ao projccto n. 3, quo davays A Presidencia
autorisaqAo para preenchor cases lugares. Eams
manifestaale da Asfembla 4 significativa, dix o
orador, porque devcndo, come dove estar a maio-
ria de accord con a presidencia, ale tomaria eis
deliberailo, se nao fosse tambem de aeceordo cmn
ella; tanto mais quanto essa emenda importara
ama proves de confianca i adniniotraxo.
Ors so a casa assim procedeu 6 clam que julga
inconvenient agora nomeaces de empregado.,
seja Ii pars que reparticao for; portanto nao pode
iser ineoherente adoptandg a proposta que alo tern
per si nenhum motive de ordem superior. A' am
aparte do Sr. Adelino Junior responded que alo
disse quo a nmaioria recebia insinuates d ia pei-
dencia, mas que este factao, "ma ve qo e doI
ad"ti"a dedsairoso, p'rqe i 6c tw
cmusue ouum entenderem-se os .- _r
0s amigos da Assemblea pars que sejam eeitms
aiuellas medidas que mais conviem a adminisutra-
9Ao; c se corn este apart o nobre college quiz
salvar a sua individualidade o orador nada tern a
oppor antes honrs a sua independencia.
Julga ter combatido por ease lade a propoata e
Pass a dar a casa os motives de ordem ecoioouica.
lue actuam em seu espirito pars nio aceital-a.
Esta provincia, diz elle, estA atravessando uma
'rise financeira que perdurarA per muite tempo
se nilo forem adoptadas medidas capazes de reali-
sarem a mais several economic, a maior diminuiao
possivel das despezas, e que possam trazer aug-
mnto de renda. Sem que esta seja a principal e
i mais forte preoccupacao de todes os deputados
uada se conseguirA.
Vendo na spensio indebita c illegal do impos-
to de confao a causa primordial do estado eri-
rico das'fuancas, e fazendo responsavel per este
ittentadc o miuistro Paranagua, esteude-me em
argas consideracoes sobre os effeitos d'um attcn-
ado, que so aproveitou a meom duzia de negoeian-
es corn visivel e deshumano prejuizo para a pro-
rincia, e o quo mais 0, coin o maximo desrespeito a
Lutonomia das provincias, que todos os dima veem
lesapparecer urna A uina as suas prerogativas cocr
violacAo da lei, corn violacao dos principios libe-
rses, sob cujo manto se dix estar a situateo go-
eernante, affirmando-se assim a centralisaio que
udo vai absorvendo.
A proposition faz o orador o eiogio d'aquelle ima-
uosto supprimido e mostra qubo proveitoso *foi elle
[ue sem ser pesado ao coatribumte mantrm me-
ire a provincial no estado de poder semr vexame m-
isfazer sens compromissos e as neoessidades do
servio public e o que mais 0 daado c-Mo dea
nargem pars dentro d'ella series realisados mui-
os melhoramentos, de que hoje ella gosa. 0 res-
abelecimento d'csae impostor, portanto: dove set


ima id&a que a actual commissio de orarmenuo
em obrigacio de estudar em todo weu demovolvi-
aento e natures consequencias pars ver se peo-
ivel aproveital-a viato que as medids ate Wosi
omadas para augmentar a receita as patia
em produzido os effeitos desejado. N es ordo
Le consider oes o oridor levant gravs cemurams
o governor general par nio water rvido em auxilio da.
rovincia a que ti o grades males causo e admi-
a-se que os hlberaes filhs de Pernamibeo tebam
neampado o attentado do governor e eoatiar a
ecer elogios a situacio qutie o infausta tern sid.
Em continuuio dix que cada vex se aggravsa
D males, que cada ve z mais am fiuaeas m e ani-
nam. As operagee de credit, as medidas Ams-
eiras de que se ter n lanado mie para podiaiII
rs igores da rise voaugrnenas samIr-
mente os compromise do I hMaro e s aea-se
xhausto ; e d'ahi aL flta de & p-inet. de esm
leveres; d'ahi a miaeris do fuAe-MM, spa-
, emim, dom erop& Uiob E two &Zj dxo
radn, tra eom eoieqsea in ta ret-
lamento do progress emeCa *eA is tIsmbe
:ts provimeia.
E x3ri, pemgmnta, sts.m oeomi ma d
strtiotimo levar s ds"a oeagma ai #a*-
iowanlo, quanado ne pa-eva m *if .
impemsaver ? QuosasWo l do* t A
lisSa lea prulhibeas usnmqe 3adoo qeymy
d aulado xio as krqP*t
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firmados
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quando a
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) meu vtow
A; vimt A
a certaor-
preliondido


pera estoa na p.is ausea casa ao nobre
10P secretaeio, o qual en face do regimento que no-
gata os nossmos trabalhoS n o podia abaoluta-
mtinte fazer. (Apoiados da miaoria)
0 SB. Jolo AUGOU-S i Estat a question.
0 S. Axao- Neha m- me= s auseocia dos
vice-preaidmtes ?
0 SO. JolO AueusTo- E' gratuita a proposiao,
naio a provari nunca.
0 B. NIno- Espero Sr. prsidente, ern ouvido
pelo iaustre ST. l seeretari e pel cams porque
nU tenho o animo de levantar aquti tenpestades :
nuna sasii,niomsa quero, nAi isto de minha
4ndole. (Apoiados da minmoria.) Agitaudo essa
questao s6 procure conveneer-me doQ, que 6 just e
legal e assim firmar mais unma ve, o que sempre
teaho praticado a esse respeito, a ordem e o meu
respeito 4 lei.
Sr. president, o nobre 1o secretario assumio a
piresidoncia da casa e nao podia fael-o ema face
do regimento. (Apoiado do Sr. Rosa e Silv.) 0
nebre lo secretario havia tornado parte na dis-
eusie da proposta por ais de ma veo ; o no-
brle lo secretario foi-at6 quem nequereu essa pro-
rogacvo indefinida para que continuasso a discus-
sid da dita prepsta : jA se v 4 que, nos termois
do regiment, S. Exe. nao podia ptsidir a sesado,
urma vez que n'ella aindao e trava da discus-
sao da mesma material. (Apoiad da mainoria)
0 SR. Jobo AwOusro -Mas o regiment nao diz
isso.
0 Sa. NILO DE MAn.A-Isto 6 que 6 verda-
deiro, iato 6 o que estai no regimneato, que em seus
tarmos 6 clarissimo.
0 Sa. Jolo Auousro-BSm; hei de provar 6
coatrario, 4
0 SR. Nmno DE MiAm-DA-Dando-se isto, parti-
ram justas reclamaebes dos meos correligionarios
e e u nesmo tbnbem reclamei contra essa illegali-
dade; mas, Sr. president, 6 nobre 1.o seeretario
insistio em permance r na i cadeira da Presideneia,
e, ni3o sei emque autorisAdo, decidio que o seu
acto era legal e que ahi devia permanecer.
Entretanto, Srlpresidente, eu nao podia aeeitar
a dcuislo da causa dada por uma das parties. S.
Exc. nao podia se juiz nessa question, porque es-
tava averbado de suspect, iuma vez que era
qucn estava praticando a illegalidade.
Nestas condiues, estando a sesso presidida ir-
regalarmnntc, eu que tinha na ocasimao netessi-
dale dc fallar sentado, porque estava encommo-
dado C havia uma hora' e um quarter estava de p6
n'umrn discussion mais ou menos agitada...
0 Sa. Rosi E SILVA E ameagado de discutir
atA 'is 2 horns da madrugada,
0 SR NILO Di3 MIRANDA... n"io podendo recor-
rer ao president que nlio existia, e mdasmo nos
termnus do regimento s6 podendo dirigir-me a
casfs. Para conceder-me licenca para fallar senta-
do, dirigi-me acs nmeus colleges e pedi-lhes per-
misio para fallar sentado. Ds meus colleges
n'a .concederam e appello para o sen testemunho.
(Ap.)iados da minoria).
U Sa. GOES -Eu disse ate que nalo era precise
likcen.a.
0 S4. JoSE MARIA-Isso nio era razio, era
anarchia.
O SB. NILo DE MIxANDA-Na'o "sei-se era anar-
chia.
0 SR. JosE MARIA E OUTROS ssE.Nonus da'o apar-
tes.
0 SR. NILO ME MIRANDA-Era poer amor a essa
ordem, ppr amer a essa regularidade, que eu que-
ria ver a Assemblea funccionando regularmente.
kFeito isto, Sr. president o nobre 1.0 secretario,
nIo quero crer que seja um Jnoo eaprichoso, um
mogo pyrrhlmieo, nas suas opinioes, reconhecendoi
eiftctivamente, em face dalei,queIao podialalliper-
ainnecer, entretanto procurou nia tangente, pro-
eurou uma derivative, procurou umasahida airosa,
pela qual se escapasse; e sob o pretexto do factor
de star eu fallando sentado corn permission da
Asscmblea, suspended a sesseo.
0 SR. Joo AuoGursTo-Nao quiz ser cumplice de
um piano.
0 SR, NILO DE MIRAnDA-Chegarei a esse pen-
samento de V. Exe.
O Sa. Josh MARIA-V. Exe. nero consultou a
casa.
O SNo. NM xiBfMRANDA--CO1snUltei-a, e,o8oes I
callegas acabaam de dar tostem.aa o do qo m,
concederam lieteaa para tiHariente (Axrteo1.
Mait bardstSr. preside t sae
e-oqus 6 v0Idmdeequeounobre l.o;epet nSe veoio masa prosidii-o, eo 9BOdruf
1:..coiloga, o Br. 33! ,xtaan|,;^1,'
p0iAdir mmipquue s.e -el ema o pecitotedari a

Pusu .hPii 0110 O+, souetJiid&

er"a:"^ a*pmposa' a fsal.^
0.3 Nfv;'*aarrrt Mzu^g a'K J'^^ l ;* -.(5iu r


'a demiao AL 6- ooA us sou hogea e up or cou- e
Pa lo dowrg. depttook qqauO*enI st. u ojoito A todos o erro d ua -
adie~~ dvertid--ocon- dd: '/ :,* "
lr.m4*serertario supeadea a Ma, dizia en, pareceueroe quo sivaia urn plat
mte por 5minnto etc.-0 concertadodoinutlia 'a seosl&o.
ade 'mg.a a ?7' 08. R&L ek a A.aIa st4 covoencido d
U& o UoheVe, seessiplo lei asf66 horas .
gowt^-r. praridea*e mUo 'qge p:mqB:,m^a;f^ A'ai^.~~.df
go vpportunon domeleibramr taard..
a4qme eode sw*anhoim es-- 0 Sn. Job o Aicosro-Entlo parecea-me, e vS i
duso illuae d qaereado ser cumplice de semelhantb pia-o e quet
, -1te ttMixssaad 'ditod. rauda~dar aos nobres-de(taos umngraude cxe


ra dmesa,M por;oo-inqne-
edeo fandasentarod i-
uttan, 4uando seado convi'-
tidoate deatu AuaaMbeA,
r-sa, tive do eamumir a. pte


I


Ul B^^I tAgemn mU 6 Oe"
0-0 nobo deput*46 ou
'ofereweBia a emeada, ,que aeabo de wo lida em
sepelhanteinha d f"l-oper +ms acopiq
tio ligeimente que me p es o todispqanado
de tra as oi s qu, hontema tived4e
apesomentar par affirmer o direiato quosme s utia.
S S. Ee. atitrouaqui no tapetr e da eaei asnpt-
lavra par meonfiromr a sa opiniea, e &isto aeml-
duto n Senuwaos palavra do od bre deputado S
dignan do toda as attengies, teseie a manor
sonsidertt ie rhespeito. 1e d t.
0 SR. No-AgradeVo a p d. Ek.
0 SB. Jolo A uftas S-Btr.retetetaosinw
com o de que seo tracts, n'esa quasesto em queo
so agitbm dlversamsintarpretapoes de leis, as pa-
nIvras poer mais hoarndas que sejam, nada vaa,
s~o argumentos de nenhuma procedeseia.
Eu pudera, Sr. president, contcaper a palavra
do nobre deputado pelo 4erdistricto a disposi-io
terminate do mesao regimento e expicanido a
sua lettmra infligir-he o miai solemne desmntid-.
0 SB. p to-a Lo apoiadQi. .
0 Si. Jolo Atyoru o-Mas, Sr. president, ace
e opportana a oceasiao pa tractar deste ponto;
uloqenro entrar na apreaeliay juridica da quon-
deo. A' d ffiran e d verbal do nocre dep ottadop-
ponho eu a n affmeao vetbal diutead ao
mnverso de S. Exe. qu e nteMdi do perfeitb aeoor-
do corn a lei ever assumir houtem a cadeoirade-
to presidenucia quando flipaa isso convidado pe-
lo. nobre 2 vice-president e da casa.
Affirtmaqo pe, aSt rmaeAo, Sr. pretidente, acho
que a minha nax questAo deve ter tanta for a co-
mo a do nobre deputado. Em deasido oppor0una0
que porventura ss a m offere.a, disuireinMais
largamente essa questAo. Cada vez que peuso
nella me convengo do que os nobres deputados
smeente por urn abuso de interpretaclo (tos apoit-
dos) por uma violencia na signufiejalS dos termos
qu eu nano sei comprehender e menos explicar,
quizeram negar-me a compoteneia para presidir
aqui a sessio desta Assembl6a.
Irto post, Sr. president, vou tear nos points
a que se referio o6nobre deputado nax emenda que
aeaba de ser lida.


0 nobre deputado pelo 4' district, Sr. presiden-
te, fez mais ou menos o historic dos factor que
hontem se deramn. Este historico foi mais ou me-
nos field, devo confessal-o. E me sorprendi depois
disso corn a emenda quo S. Exe. apresentou. No-
to effectivamente grande divergencia entire o que
o nobre deputado nos disse e aquillo que S. Exc.
allude na sua emenda.
O nobre deputado nao p6de contestar que ten-
do pedido licenca on permissio a casa para fallar
sentado, nao a obtevc.
VozEs-Obteve.
O Sn. Joo AuGOusTO 0 nobre deputado nao
obteve essa permissIo, porque nito podia obtel-a.
Qual foi o mode porque se fez sentir essa permis-
smo ? Qual foi o mode porque se manifestou essa
licenca ? 0 orgilo da casa n'aquella oecasigo era
o humilde orador que presentemente occupa a
vossa attencao. 0 orglo da casa niao se manifes-
tou, mas come se manifetonu a casa ?
Ha trees aneios de votaglo desta Assemblj6a polo'
nosso regimento : votaao symbinolica, nominal e
por escratmio. A equal dessem tires meios recor-
reu o nobre deputado?
Eu, que representava entIe o orgalo desta casa,
nao vi que o nobre deputado solicitasse permissio
e menom que fosse attendido para fallar sentado, e
se a minha affirmasio peor si s6 nao basta, invoco
o testemannho de aiguns dos meus colleges que se
aehavam preseites.
0 SB. GoE--O nobre deputado pedio perinmisso
e a esa cencedeu.
0 SB. Jobo AOuGus-o Fica portanto assentado
que o nobre deputadq incorreu na mesma falta
que injnustamente mearguia, visto como S. E ic.
nao era competent para s arvorar em orgao da'
Assembl6a n'aquella occasion. (Apartes).
Deixemo-nos de pequenas argcias ; tallemos
seriaumente. Conseguintemente S. Exe. afastQu-
se da ordem e da legaiidade e apezar ds amdver-
tenoias successivas.que lhe foram feitas continoun
a fllar sentado. (Apartes da baneada conserva-
dora). .
S. Exc. nao p6de contestar que quando sentou-
se e continuous a fallar, o orgo da caisa Ihe advir-
uo gaobpodsi4 coapinar assiw, sem que Iheo


p~iftftaaJenga959. ,*. .,.
0 Sm. L AxwiomCow i*-N5 podia fazer is o
0 SB. JoZo AUGUSTO-. .. ualo dttvidei, Sr pre
seitte, quand de asrio-o a seaeo, aban
donar a cadeira qu ajusta e legtimmamente Ien
paraxal 4appiAscida da siaia), cedeodo-a ao ma
,&ebre college e amigo, o nobre deputado polo 12
distrieto, dignQ.2' seeretarie. -
0 SB. (oS-.V. Ese. des u' grande n ioo d(
amor & legalidade. "
Slo estes, Srt. po iraete os factoix que se de-
ram na seslo de hontera. Pretender, ebmo'o io-
bre deputado disso, que eeu coneorri pars "pertur-
b~kI.ssolA inyw~r ogp?~ ,is, inventor em
fctos e apes tal-os debaixo de m ponto de
vista, nao86 d :Q ov m ein mesperado
em todo o case Pastel .t metapreedimen-
to pelasnormas da mais -trict leaalidade u(no
apoiados da minoril) ; fiz mais, level a minha pr-
denciaat Oe sacrifij-:'deaBtoi-me pot mi-
nhas propriast mas de filucpes qu entto me ea-
biam. (Apartes). Poiwbew, quando se leva a ab-
nogaglo a este ponto, dizer-se que se pretendeu
porturbar e tornar tutmultuxria =ma sessio, T&e
por ventura commettr a ais pungente e cla-
mwrosa jusfOx ? .
0 SB. .OLYMI MAO oSs as na e isto o queo
V. Exe. dizwa uossorespeito ?
0 SB. GoBS-E' igual ao piano que V. Ex.
disse quo ndtinhamos coneertado.
O Sa. OLYXmPI MAnQSem-Plano que nao podia
existir sem a intervene* o de V. Exc.
0 8i. JoloAuGU8To-Eis, Sr. president, em
poucapalavrat narrac fi l dos factor que
hontem se deram. Em occasion opportuna os no-
bres deputados terlo o sejo do diocutir esta
quesatao (apqiado do ,8r.Olympio Marques); en-
to sustetarei a minha opinion e espero que, se
bs nobres deputados no eertarem as portas da
raiao, fario coro commigo e se confeasarao mais
unma vezvicWiuas de preeonceitos e de illusoes
s6mente partidarias. (Nso apoiados da minoria;
signal deo approvas!o iu gala-ia).
0 SB. PBSamww ('o fra)- e -
N" havendomaisquempea apalavra, 6 en-
cerrada a discussao. Procedendo-se a vota,9i1 6
approvads a act& e regqitada.,=mejNd|,
Vem mesa a seguinte declari voto :
4 Declaramos ter votado em favor da emenda
apresentada a acta pelo Sr. Nilo -Dr.
F. A. Roaw eS Gm- es Cato -Antonwi
Correia.-Demwclto Cavacmte.- Alfredo Cof-
reia.-Aatunwes Pinheiro.- Olympio Marques. -
Joao Alves.
I 0 SR. lo SucwBAso prfiedi' a leitura do se-
guinte
E NTEXP E ; ,,


Um officio do seeretarie do govemno, communi-
cando quo tiveram o competente destine a relagao
dos Srs. deputados e ponto doa, empregados desta
.seeretaria relative ao mez deo maroo.-Inteirada..
Outro do mommo transmittindo oficios da Ca-
mara Municipal de Gysanauaipropondo o augmen-
to dos ordenados de sens empregdos e pedindo a
constmucc5 do um cemiterio no 'poVado de Nosaa
Senhora do 0', e remetteando o ornaraento paro o
exerciciodoe 1884 a 1885 da Camara Municipal de
Correntes.-A' commissao de oroamento munici-
pal. -
Outro do mesmo devoltendo infonrmada a peti-
cio de Francisco Tavaes da Silva Cavalcante. -
A' quemt fez a requisi*ao.
Urea petic(o de. Francisco Idalino Ramos, re-
querendo a admissao de sen filho Manoel, no Gym-
nasio Peornambucano, come peneionista- da pro-
vineia.-A' eommisSo .depeti9es.
Outra do bacharel Joao Luiz Cavalcante deo Al-
buquerque, requerende privilegio pasa estabele-
cer um system de serving de transportes para,
passageiros, em carros apropriados, nias diversas
freguezids d'Qsta capital at, Olinda, corn isenao
de impostos provneiaes fe municipals. -A' com-
missio de petigies. -
0Atra de Gabino J6 Baptista eserivio do de-
legado do 1l district.desta capital oe da subde-
legacia do 10 district da Boa-Vista, requerendo
graatifiaiAodeo 1:000A annuaes come indemni-
S47eo de seus servigos.-A' commisslo de oira-
mnA' provinciaLI
I Outra de Ildefonso Marinho de Arauijorouvintel
do 10 sanmo da Eseola Noamal, requerendo ser
dispenado do lapso.ed tempo que Ihe fa*ta para
matricular-se em lita eseola..'-A' commilso do
iainceao publica... .
OunTa de Franouisco Pinheiro Salgado I|ins, am-
remataate de lid"as e bebid.da Casma^ Mu
nisipl. da Eacsda, requerndo, o abate da 5a pox..
te da arremata .-A'. -do" do oruamento
04itr Hwalaw~ymw Nang ]Bandoira,
a......... O* : S, su v 'i


^ 4'~o ai dumerdrcm & -m


1b r o,*g, & A oens
onomq.o Centro.p -aei1 Ad3pti
,a;,ue 4e ftet piovioeial a- do pati,
^I^WB ido~i~te~proe doss l' de sorapoiados, per estarem assignados,
6il eraloito inatiporonzoSrm deps04ado, e
sfflio poidoao ine rituntes,, nio Bend ae,.
ukwulgad6 objectodeeliberao peor
estirew preoint apemw 18 Sts. dcptados. ,
,Ai ordex do dii. 6 contiuua9l dai antece-
lardanaeilonal-Pela presidencia da
priYpcix fora ,expediias 'ssaguintes portarias:
8 eedo.--Palacio da Pesideacia de Per-
,m 22 deab< 1884,-*0 president 'da
protiaeia, tend. em o cw, a forxmauago-do conm.
mandante superior, da& Garda Nacxqual da co-
ara de Goyanis e proposal do commandante
ida 9. seegAo de reserve, resolve nomear os se-
uintes offlioiaes :
J.a com nhia
Alferes, Jose Barbosa Cordeiro de Mendonga.
2.a conapmnia
Alferes, Bcllarmino de Aguiar Farias.
8.4 c poanhia "
Tencnte, Trajano de Medeiros Albuquerque.
Alferes, Francisco Jos6 de Assump* o Amo-
rim.
a 2' -ecfido.-Pdzacio da Presideneda de Per-
nambuco, em 223 'de abeil de 1884.-O' president
da provincia, de conformidadc corn o disposto na.
leiu n-2,03 de 20 de setemibrode 187, ari$.49
7.I, resolve nomear o cidadao Alfredo de Barros
para exercer o cargo de adjunto do promoter da
comarca de Floresta.
.(Assignado.)-Joi Manoel de Freitas. ,
SAutoridade policial-Pela Presidencia
da Provincia, per portaria de 22 do corrente e sob
proppsta do Dr. chofe do policia, foi nomeado
Vicente Fekeaira Barbosa Lea, subdelegado do
L.O district do temnno de Born Jrdimn.
TWiunal do Jary do Recitfe-Hontem,
resented numero legal dejuizes de facto, foi aber-
ta a sessfi as 10 horas ca manhl, send apresen-
ado ao tribunal para ser j ulgado o r66 preso- .Pe-
p MUiliano da Silveira Lessa, aecusatb de ter as-
assinado, na rna do Marquez do Herval, n. 159, e
o dia 27 de abril de 1883, snas cunhadas D. Ma-
ia Amelia Lessa e D. Amalia Juviniam Lessa.
Feito o sorteio, fioou.o tribunal comatituido corn
seguintes juizes de factor: Dr. Henrique de
thayde Lobo Moscoso, Bernardino de 0. Cora-
ier, Miguel dos Santos Costa Junior, Delphim
ins Cavalcante ?essoa, Fernanido Barbosa de
Cvalho, Antonio Joaquim Lopes de C. Ju-
n or, Antonio Scares da Rocha e Silva, Miguel
J s da Motta, Joao Americo da Silva Pereira, He-
Sloro de Aquino Fonseca e Francisco Canute
nerenciano.
Presidia a sesslo o Sr. Dr. Thomaz Garcez Pa-
t hos Montenegro,juiz de direito do 30 district
Siminalu occupava a cadeira da promotoria pu-
b iea, o Sr. Dr. Temoleao Peres de Albuquerque
aranho, lo promoter; e eram as cadeiras da de-
fa oceupadas pelos Srs. Drs. Manoel do Nasci-
m to Machado Portella e Jose Joaquim de Oli-
v ira Fonseca.
stavat preseites diversas das testemanhas
e foram iuquetidas na formado, do proceseo, e
S dos medicos que vistoriaram o r o, que se
a ter commettido e delicto, pelo qual compare-
ci ao tribunal, n'nuxm access, de loucura traMsito-
r A
tribanat'oesva apinbado de espectadrres de
toas as classes sopiaes, e na run do Imperador,
en frente .aoeal tribuatil,con .orvou-se. durante
to o o dia oatW a noite um' coinpacto grupos de
on osos; sendo que, per cautella, foram dobradas
as rdas do tribunal.
epois do juramento do consclho e mais formali-
idaes legaes, deu-se comegoaos trabalhos dojulga-
mento pela leiturado proeesso, que, sendo iniciada
As 1 horns dda manhM, terminou As 7 hbras da


endo comegado a accurato terminou as 7 e 20,
Sindo-se a defesa pelo Sr. Dr. Oliveira Fonse-
ca ne at a heora em que escrevemos (9) ainda
se hava orando,
eiumentoA:nte.hontem, havendo o sub-
del gade do 10 district de S. Jos6, tide sciencia
de ravatas feitas na festa dos Prazeres per va-
len es que d'aqui foramm para ani, providenciou
de ode a serem no regresso' do rem para esta
cap t*l tomadas diversas anras defezas, come fos-
sem bicudas, cacetes, uavalhas, pistolas, c at6
ies no uma espingarda que estava pejada de car-
ga 0 a bocca!
0 brabos vinham em complete e maugmnentada
mn tendo o conductor da espingarda sido preso,
Sc elle alguns que nio puderamn fugit. Entre
elle veio o individuo de c6r preto, brato por de-
Vof de nome Ignacio Basilio da Silva que tra-
zia no bra(o direito tires ferimentos, proximos
ao p Iso, sendo um d'ellea grave por ter tocado
nas rterias.
do pelo energico subdelegado interrogado
eonf ssou ter sido o crioulo talhador de nome
SAffoso Rufiuo de tal sen offensor.
F remettidoe para o Hospital Pedro II, pela
mes a autoridade, que tracta do averiguagoes
coii o offensor.
m xancamento-Ante-hontem as 9 horas


da u
Mari-
10
a am
que 14
qne ii
poz,-s
Fri
ieeoli
recrrec
quem
a -sua
esbmv
\00


ite e no corridor do sobrado da Caimb6a do
D n. 7, encontrou-se :Francisco de tal corn
dos Anjos Carnelso, ama da moradora do
ar,com quem esta&ya elle brigado. Corn,
St omasse a defeza de sua patr6a, Francisco,
vava um eacete. deu-lhe uma bordoada tal
e patio a eabea e comrn receio da poHlicia
aofiresco.
iseo, segundo nos informaram, proeurou
tr-so na esa da moradorano pavimnento
Malaria Cavalcante 'd Albquerque com
eitretinha relag8es de arnistd, pois ella era
ngommadeira; esta por6m, pareee quo nao
pelos autos e deu-the faoil-*meio do evisio.
rimento do 'aria dos AnjM s .fi onsideradlo


es d'ese
iteis das


de ante-hontem,delin imoaar eeierar o di
10:aleitio de cadaimasu, 8 horas da manhi, unu
missa sleeine nra igra o Pai4izo, por a&I d(
finado, commendador Eli a !atista da Silv*, en
mnefte.
eonimendtoac~ 0amfrador Elen. "
0 oemendador Elias. aptista, da Silva foi un
do inaiores beinfeitores tem tid* aquellb pis
iutitniao. 1
A mesma junta resolve mandar tirar o retrat&
a pleo do flnadb, afim dd er collocado na sala d(
suas sessoes.
Falleelioenuto-Fa lecen no dia 19 do cor-
Tente, a s 8 horas da noit sua propriedadc
CeGwa, do. ternio de I uoa, o tenente-eorone]
Antonio Juvencio Pires I lceo.
Era president da Ca ra Municipal do termc
desde m uitos anno, on tiend o para sua eleig&
ambos os partidos, pois e um home estimadc
por todos, muito prestimo e quo tomava vivo in-
teresse pelos negocios mmn icipaes.
Emprehendelonve indus rioso, monton em suma
propriedade uma fabric ce vinho de cajn, muitc
procurado no mercado.
Foi tenente-coronel .da antiga guarda nacio-
nal. Politico. moderado, niliton sempre nas fi-
leiras do partido conservaoor, send, por6m, ge-
ralmente considerado por |uas maneiras affaveis'e
tracto delicado.
Sem educago litteraria ,r entretanto dado A
leituras assiduas do livros jornaes, insigne de-
cifrador de charadas, em q e revelava um atila-
mento singular e muito ap eciador do cultivo de
llores e plants exquisitas.
Morreu solteiro, deixand unia filha natural per
unica herdeira de sua modesta fortune. Nomeou
sen primeiro testamenteiro e tutor de su fillha o
Sr. Joaquim Manoel da Cos
Bonito Escrevem-nos cm 14 do eorrentp :
S Hontem teve lugar igreja matriz uma
missa solemne 4 Resurrei o, officiada pelo Rvm.
Sr. vigari9. A orchestra f i dirigada pelo profes-
sional Manpel Eduardo da osta Monteiro.
a Durante as duas ultimns semanas da quares-
ma concorreram ao tribune da penitencia para
mais de 500 pessoas, afim d D receberem da mao do
ministry do altar o sagrado corpo do Divino Sal-
vador.
a Exultamos de prazer e- ver ainda predomni
nar nos corag5es d'este povo o santo amor ao cum-
primnnto dos preceitos restrictamente impostos
pta religiio do crucificado.
SOs agricultores acham-ie satlsfeitos corn as
chuvas, que ultimamente teoi cahido aqui, em con-
sequencia do que em ponucos mezes verto o fructo
dos seus trabalhos, extinguii-se a fome de suas fa-
milias. O&-rogados este an o sao em grande nu-
mero, attento a que os agri ultores tiveram tempo
para preparar o t rreno po" causa do veralo ter
sido umn potco prorongado.;
a As lavourasja soaehiru crescendo n'uns lu-
gares e em outros agora 6 q ue principiam a ger-
minar.
SOs negocios policies e judiciarios acham-se
sem alteranao alguma. i
Lamentamos que ainda .: conserve acepha-
los os distri.-tos do subdelegicias do Verde e Bem-
tevi ; o que por diversas vezes temos levado ao
conhecimento dos poderes icompetentes para o
preenchimento dos referidos ligares, mesmo para a
boa admiuistrateo e segura, a ndividual.
SEstA, funccionando co oseo de revislo da
qualifica09b dos guards na ionaes, e consta-nos
que j A tern side alistado grande numoro de cida-
dios. o
Lembramos aos mui d*gs representantes
d'este district eleitoral, qu 9btenham diversas
parties de loteria cm favor da obras da igreja ma-
triz d'csta freguezia` e coon nais algum tempo
iremos apontando as necessid;des mais palpitantes
que urge remediar.
A nossa edilidadb tern ahido do lethargo;
ultimamente mandou numera: as cas e fazer os0
disticos das runs de todo o n unicipio; por6m nao
deixaremos de fazer algum co nrmentario 4 respeito
de umra das ruas d'esta villa corn a denominacao
do-Nunes Machado,- na casa, e esta mesmo emin estado do 'ruinas, quando
deviam os illustres vereador s escolher uma das
principles, attento o grande nerecimento do dis-
tincto e immortal patriota (de studosa memoria).,
GeneroM alimentitilos Pelo vapor
Ville do Pernambuco e navib Comraercio vieram
os seguintes generous : azeite jde o1iveira 20 quin-
tos e 107 caixas, batatas 500 jgigas e 506 caixas,
cebolas 25 caixas, conservasi 12 ditas, manteiga
130 barris, 205 meios e 5 caixas, queijos 14 cai-
xas e 4 tinas, sardinhas 20{ caixas, toucinho 27
barris, vinho 17 pipas, 100 quintos e 100 decimos
xarque 229,700 kilogrammos.
Operacea cIruargicaKs-Foram "pratica-
das no hospital Pedro II no dia 22 do corrcnte as
seguintes:
Pelo Dr. Berardo : -
Iridectomia. inferior, .reclamada por synechias
posteriores e mancha superiorjda cornea.
Ablacao de staphiloma ger-a1 palo process de
Cricchet. i
Pelo Dr. Pontual: "I
Posthotomia a bisturi, per "himoses inflamma-
toria. p n
Pelo Dr. Moscoso :
Posthotomia a bisturi, por lphimoses e cancros
venereos. !


Pelo Dr. Malaquias :
Ligadura da arteria radial direita in loco, por
ferimento da mesma.
Lefilem-Effectuar-se-hai :
Hoje:
Peo agente Pinto, As 10 1/2 horas, na Passa-
gem da Magdalena, dos moveih da casa do Sr.
Richard FeltoA.
Peloe aefte Britto, as 11 homas, na rua Duque
de Caxias n. 9, de meveis, etc.; etc.
Pel agent Pestana, As 1 IIorpss, no armazem
do Aunes, de generous de estivi.
Amanha :
Po agente Caroa e Sil 4 As 10 1/2 horas,
n tratmvessa do Corpo Santo n. 7, de diversos e
raiados objects deouro. I
Pete aqete P P a,- 1 It hras, no armazem
I.Vyiseoude44-MAVai'ra tq. do 4rrseco.


a% ar -nova d
m as etc*of.tc
L/2horas, na riu
gp% etcw .*''.

112 horts, uasru
ls, joias, vidooi
An*aanw~46Be.


'PD


le
a


Milho do 49D a 400 6Ai a cuie.
Feijiode 1O00 a 1200idMa.
Forasarrecadados:
61 tales de carme verde.
14 ditos de smio.
38 idem do fadubh e aouiada.
65 cmprtimeat4 do heguiw.
Deve tir aido a a asa fete di a -uper.
taucia de, 18392
Cas. d<. m no dia 22 do o ramt:
Exiat"a a press 812, entraram 2, hiir 8,
existed 315, a saber: namopaes 272, muiburee
16, estrangeiros 9, emscravWo 18-Total .
Arroados 287, sendo : bons 279, doente 8.
--Total 287.
Movimnento da eufermar'a :
Tiveram baixa:
Jo Franmcies deArruda.
Jos6 Paulino da mlva. *
Cemiterio Pille--Obituario do dia 21
de abril :
SJos6, Pcrnambuco, 10 annos, Boa-Vista ; pha-
ryngite membranosat .
Manoel, Pernambuco, 20 mezes, Boa-Vista;
variolas.
Hilarmina, Pernambuco, 2 1/2 moews, Santo
Antonio; convulaSes.
Jose Pereira de Araujo, Pernambuco, 22 annos,
solteiro, Boa-Vista; tuberculos pulmonares.
SSerafim de Souza Ferraz, Pernambuco, 40 an-
nos, casado, Boa-Vista; variolas.
Cosine Pereira de Carvalho, Pernambuco, 90
annos, casado, Boa-Vista; infeoeo purulenta.
Jose GonCalvcs Braga, Pernambnvo, 35 annos,
casado, Boa-Vista; febre pernicimaacoavuisiva.
Maria, Pernamhuco, 14 annos casada, Boa-
Vista ; enterite.
3 d'estes pela earidade.'


22-
Anna Francisca de Almeida Castro, Pen -abs-
co, 84 annos, solteira, Pogo; hemorrhagia cerebiW.
Maria Xavier Carneire de Laerda, Permaabs-
co, 24 annos, solteira, S. Jose ; variolt.
Manoel, Pernambuco, 1 hora, Boa-Vista; debi-
lidade.
Ignacia, Pernambuco, 10 annos, Reeife ; pena-
minia.
Joio Franciseo Paes Barreto, Permuambo, 35
annos, solteiro, Boa-Vista; anemia.
Maria Ferreira da Paixao, Pernambeo, 20 an-
nos, solteira, Boa-Vista; tuberculm pub.mares.
Claudino Jos96 da Costa, Pemambueo 62 amI.,*
cazado, Boa-Vista; eongestio cerebraL
Jose Felippe Pereira, Pernambueo, 31 ama,
viuvo, Boa-Vista; tisica.
Joao de Siqueira Ferrilo, Portial, 60aamot
casado, Santo Antonio; syphilis.
Anastacio, Pernambneuco, 2 eaex, BDeB-Viut
hepatite.
Dempina, Pernambaeuco, 28 annos, olteira, B-
Vista; enterite
Lucia Maria da Paz, Pernambueo, 45 anaet,
solteira, S. Jose; apoglexia fulminante.
Damiao da Costa, Africa, 6I anaos, solteina,
Boa-Vista; anemia.
Rufina Prancisca da Costa, Pernambuco, 43 sa-
nos, solteira, S. Jose; febre puerperal.
Claudino Scares das Chagas, Peruambuco, 21
annos, casado, S. Jose; tabercnulos palmonares.
Jos6, Perdainbuco, 10 minzes, Belm; cmnval-
soes.
4 d'estos pela caridade.



INDICACOES UTEIS

-k Advogaado
H. Miet, 1.0 promoter public da capi-
tal tern seu escriptorio de advogaci a ruaa
do Crespo n, 18, onabd p6lo ser procurada
para os misteres de sua profissao.
MedleoM
Coniultorio medicocirargriceo do Or
Pedro de Attahyde Lobo Eoseoao
raa da Gloria an. 39.
Q doutor Moscozo1 dA consult, todos os
dias uteis, das 7 As 10 horas da manhM.
Este consultorio offerece a commodida-
do de poder cada dgento ser ouvido e exa-
minado, sem scr preseuciado por outro.
De meio dia As 3 horas da artde seti o
Dr. Moscozo encontrado no torrelo A p'a-
ca do Commercio, onde funeciona a ins-
pecgito de said do porto. Para qualqucr
d'estes dous pontos poder'o ser dirigidos
os chamados por carta nas indicadas horax.
Dr. Baptista de Morries, rua Jo Barlo
da Victoria n. 37 1.-, andar; consultas das
10 horas ao meio dia; chaminados por es-
cripto a qunaiquer liora.
Dr. Leo.nardo de Albuquerque Cavalcanti,
medico d,, Faculdade do Paris, pode ser
procurado cm seu consultorio a rua do La-
perador n. 44, 1. andar, das 11 As 3 ho-
jas da tarde. Residencia a rua do Hospi-
cio 3U, onde dA consultas das 8 As 10 da
manh Ia e r3cebe chamnados por escripto a
qualquer uora do dia ou da noitc.
Dr. Lyra, medico, da consults das 8 s.
11 hioras da manha A rua do Baro da
Victoria, 1. 48, 1.0 andar, para onde The
p6de ser dirigido qualquer chamadlo.
Eiiaica ietllco-cirurgiea do Dr. Am-
drade Lima
Da consult" em seu eonsulttorio a rua
Larga do Ros*rio n. 50, 1" andar, dC meio
dia as 2 horau da tarde. Chamados por
escripto dirigidos a sea consultorio,, ou na
pharinaca Pamnambucana, & r-a do Cabu-
gi n. 11. R,3sidencia- Capunga--ra das
Pernambucanas.
Clinica fedie. e etmru -a
Dr. srael Cymseiro, consultsa de mei
dia As tres horas da tarde, a rua do Mar.
quez de OlIda (antiga ra da Caddf) a
l l ffdir.


0 Dr. ik. dMiB, d c rmauta
6dosog dih -de lo(asudo w As4et
tar:de, rua'd BaIo da Vifc^towf.,-
2o.4 Aw .Chaumasp a qulqw ham
1 .Bawep2y .ammhai_

AL, f iao Amp I 41M.do A. .


,+.


1.1


0 nobe de-






















t.1 0 n iazW in-
que nti em


S Pa qife sio -senasto suspend a
*eU juazo a respio 4" torpes invectival
4o. iente Nioola1 Anetnio e Diaavt, nc
*aruzelpor i6Iesbac44o Wepabluemdo om
ismsaa 4derammrs ao Vxm. *oideinto do
Tribunal d&t'Rak(o-or orustas indevidas
xecebidas o iP o grHmo juiz do direito
d'e&sta oaarca, Dr. sJo6 f(ome Coimbra,
'no D rIo w de Pean&mbaco n. 76 'do 10 de
abril corrente, venho pdla imprensa protes-
tar contra essa cruel difauwao s6 pripria
do earater e,. geaio arbilirio d'axquoeH
tenente Nicolao, que so -ataimenta em d',-
primir as reputaOies idhoias, enrodando
tudo et, e represetnitdo aempre o seu
habitual papel de bisbilhoteiro para intrigar,
e, A sombra d'isso ir cavando seu genimo
viperio e ,envnenmado a traqai uidade
de todos qae ternm a :ifelicidade de, perto
d'elle viverem, maxime do seus parents,
pois nunea estA sem contends corn estes
come oncarnigado inimigo, rao tendo esca-
pado a. sua gana nem a propria sua sogra
e madrinha, octogenaria, contra a qual
tern, ha annos, litigade em juizo 7.por cau-
sas tio insignificantes quo bemrn oxprimem
o character e a indole perverse d'esse ho-
memr descommunal, que persuadindo-se de
ser urn mand o de aldeia, quer, corn seu
f6fo orgalho esmagar a todos, consideran-
do-se corn poder que nunca conseguirA,
e, sem rebugo por da cA aquella palha,
Ameagando estrepitosamente reduzir a p6
homes que Ihe slo superiores em qualida-
des civicas, e corn as quakes nunca poderA
hombrear-se.
Ha muitos annos que support corn mui-
tos outros means parents as porseguigoes
e embustes d'esse nosso parent Sr. Nico-
lAo, que desgragadamento 6 nosso vizinho,
para nos trazer sempre onredados, intriga-
dos e incommodmdos.
Tenho evitado esso home por maiores
que sejami as provocagoes: soinos heroes
-conflnantes, e elle diversas vezes tern in-
vestido sobre as minhas posses e terras,
ainda ultimamente entrou em mininhas mat-
tas, cortou madeiras e as conduzio para
utilisar-se d'ellas: tudo isso porque s6
se consider satisfeito quando estA brigan-
do e demnandando corn algueni, pois nunca
estA sem denmanidas em juizo, e ainda ac-
tualmente tern novel causes em andameuto


Requerjio qtiko + a 'bar do raO di-
, + proeio h la-
-ver w &s ull to m ue me oeausouwo
oaem te ifte ^ Ij^ b ,or rceio do o
'desagrare ueti do excoor-me noas meios,
, ,li queno~aobaaas marena legal.
01 tenentaNioalau deomindilta por natu-
S tra. Aifanita do pt6I ORo se obstina em
Aio redo4oieshma6biga9o o a todo tran-
Sso quer sustentar o sea cvprioEio de nio
pagar~me,datr Io q natrninha plan-'
ta die cannas fez oQ ea boi. Teni)K us-,
tentado, como me cumuro, a queseto para
fasr ,valor o meiidiritoi aoMinpaahaado o
o:w tov'eto deo emtodae as msas es-
tiidadas -hicanae; e, eomo esse potontado s0
vae desenganando do que no podremais ter
.os ciarichos tteo am oitros tempos tinha,
hUEO jabo ainda da misera chicana de re-
correr papa o F rc. president da RelagSo
a pretext do eustas-indevida, e, aprovei-
ta ease soa recurao, -adrde escollido, para
discutir a sew guito-A!questao que so acba
em jt2zo entire mira -e elle, increpaido os
iuizes coin o.duplo tim de dar past ao
seu geuio viperine atacando aprobidade do
integro magistrado que administra justi~a
nesta comarea, e do todos quantos nao pac-
tuam corn os desastrados pianos desse mal-
sirn, que entende escapar da acao da jus-
tioa corn bisbilUotices.
o recurso 6 de eustas indevidas e por-
tanto s6 a contagem das custas se devia
restingir, poreia ease celebre recorrente
aproveita o ensejo para discutir a causa e
defamar sous adversarios.
Chama-me inirnigo de alma pequena,
ostenta querer arredar de si qualquer odio-
sidade e diz quo da cidade de Born Jardim
do me engenho e apenas meia legua,
quando mi-is dc legoa; e assim formulou
seu aranzel de torpes invoctivas e misera-
veis mentiras.
Pode ter alma pequenina um vilaio como
esse que me atassalha e que toni por cos-
tume arrastar para as demandas pessoas que
ihe deviam ser caras, sendo objects dos
litigios mesquinharios, como esses porqao
tern questionado corn seus cunhados e sua
propria sogra e madrinha, e porque fazia
questoes corn parents, corn o velho Joa-
quim Sarinho que urea vez ate viu-se obri-
gado a dar-lhe urna carreirade Tres Lagoas
onde o foi provocar.


por couzinhas insignificantes entire cunha-1 Pode ter alma poquenina esse vilitao que
dos, sogra c outros parents proximos. garantindo letras por seu cunhado Xavier,
Nao seise do proposito, levado por al- e Joao Folippe de Mello e Manoel Francis-
guem para aperriar-me, e casualmente um co de Oliveira ao capitio Regoberto Bar-
boi d'esse Sr. tenente Nicolao, foi ter den- bosa da Silva, se empenhou corn esto para
tro de minha plant de cannas, na qual fez no dia do veneimento nao protestal-as in-
uma destraieao, como era natural, vocando ate o none de sua mulher, e al-
Chegando ao men conhecimento esse gum tempo depois recusou-se a pagal-as,
facto, iandei por uma pessoa communicar valendo-se da circumstancia de nao estarem
a esse home, tenente Nicolao, que sea as mesmas lettras protestadas como tndo
boi havia entrado na minha plant de can- testemunhou Manoel Joaquim Percira 'Li-
nas, e a destruido, para quo ella providen- ma e e sabido por todo publieo desta ci-
ciasse afine de nio reproduzir-so some- dade.
lhantes factos, pois, corn trabalho e sacri- Pode ter alma pequena esse vilaIo que
ficio pude edifiear o meu engenhozinho de- procedendq do mesmo modo corn o credor
nonminado Diamante, e que me emprego som- Jol.o Barbosa da Silva -em um lettra aceita
pre corn todas as forces para auferir as por Paesinho, s6 cornm muitos empenhos a
vantagens de um traballio licito, indepen- pagou, forgando o mesmo credor ao abati-
dente e aecurado. ment de 2004000, que ganhou como fruc-
Chegando este meu recado aos ouvidos to sua honrada palavra.
do tenonte Nicoldo, este, diante de muitas Diga o proprio tenente Nicolau quaes
pessoas que estavam presents, aresposta sio as questoes que tern em juizo corn seos
que deu foi gritar: quo nao havia t:al des- proprios cunhados e sogra, sio por paos
truicAto ; quo, se eu quizese dinheiro para de mandiocas, por peas de terrenos quo
fazor feira, fosse ver oa mandasse pedir- nao chegam para plantar-se nem urn litro
Iho, quo havia dilihore-o em sua casa. i do milho e por lenha de rogados queimados
Dlga qualquer pessoa que se visse no que nao Ihe pertenciam, pois de tudo o
meu caso o quo faria!..._ tonente Nicolau quer fazer questo para
__OMM R-_I0 V_-- inho 60 pipas e 100 barris a Cunha Irma6os-
GU IM CIO C., 35 e 25 a Antonio Loureiro & C., 5 e 66 a F.
Guedes de Araujo, 3 e 10 a Pereira Pinto & C.,
iPiata do IRecife, 22 de abril 10 e 50 a Fraga Rocha & C., 50 barris a Ferreira
de 18814 Guimaraes & C., 1 a G. B. dos Santos, 3 a Manoel
Dias da Silva Guimaraes, 139 a Jobo F. do Alnei-
A; tires horns da tarde da, 43 a J. da Silva Salgueiral, 1 a Francisco
CotaQes officials Luiz do Oliveira Azevedo, 27 a Almeida Machado
Cambio sore o &io de daaeiro. 15 div. corn 112 & C., 5 a R. de Drusina & C., 15 a Antonio F.
0/0 de desconto. S. da Silva, 1 a Antonio Jos6 Maia, 1 a JoIo F.
Cambio sobre S. Paulo, 60 d/v. corn 11/2 0/0 de Baltar, 184 caixas a Fraga Rocha & C., 80 a Fer-
desconto. reira Rocha & C., 50 a Joaquim Duarte Sim5es &
Canbio sobro a Bahia, vista, cornm 112 010 de C., 16 a Jose Ferreira Baltar, 100 a Joato F. de
premnio, do banco. A Almeida, 600 a Francisco R. Pinto Guimnaraies, 70


Cambio sobre Londres, 'JO9 div. 21 d. por 1000,
houtem.
- Dito sobre dito, Avista, 20 518 d. pyr 1:.000, do
baneo.
F. J. de Oliveira Rodrigues,
President.
A. M. Amorira Junior.
Secretario.


RENDIMENTOS
Mez de abril
.LFANDEGA==De I a 22
Idem de 23.


RECEBEDOrA==De 1 a 22
Idem de 23


PUBLICOS
de 1884
875:2623513
26-5484685
901:8114198
42:048,1123
2:4524i03
44:500WA216


DESPACHOS DE IMPORTAQO
Patacho portuguez Lusitano, entrado do Porto,
no dia 21 do corrente e consignado a Amorim Ir-
maos & C., manifesto :
Azeitonas 28 caixas a Domingos Alves Matheus.
Alhos 110 canustras a Oregtes .-Travassos & C.,
100 a F. R.Pinto Guimniates, 197 A ordem, 34 a
Fraga Rocha & C., 20 a Francisco Guedes de
Araujo, 80 A. Maciado & C. Azulejdas 33 caixas
Sa Parent Vianna & C. ,
Capaehos 2 fardos a A G. Pereira & C., 1 a Do-
mingoe Jo' Ferreira. Came de porco 1 eaixa a
*Manoel da Silva Guimaraies, a Antonio Gongal-
ves de Azevedo, 2 a Manoel A. Cardinal, 1 a Albi-
-no G. de Asevedo, 1 a M. G. de Atevedo, 1 a A.
C. de Vasconcelloa, i a Joe6 Loped Azevedo.
Ferragens 14 volumes A ordem, 1 a Miranda
Souza, &aAjMath-do & C 11 a Vianna Cas.r
tro & C. Feijio 50 sa eeos aBalta Oliveira & C.
Livros 1 caixa orde.
S -Pedras 9 grades J.A. do Valle, ditaside lon-
- a 2 ceuxasia A. D. Carntiro Vianna. PeneirSa
'olumes ao wiesmo. P -10os 10barris a DOWN
Goes de Castro, ^407 r aday1C,& ,16 a
zArgftwft de F iesk sC* -20 a 1.-ix A. de Moraesi
'W"& a i Bftif .7'a AlmeidaMAchsdd


a lcreira Pinto & C., 1 a Jose P. da Costa, 300
a Cunha Irmaos & C., 51 a Luiz G. de Amorim,
40 a ordem, 220 a Souza Bastos Amorim & C.,
265 a Domingos Alves Matheus, 1 a A. C. de Vas.
concellos.
Vapor franeez Ville de Pernambuco, entrado do
Havre e Lisboa, em 22 do sorrente e consignado
aAugusto Frederico de Oliveira & C., mani-
f stou :
Carga do Havre
Agua mineral 7 caixas a Sulzer &Koeklin
Amnostras 11 volumes a diversos. Alvaiade 10 bar-
ricas a;Faria Sobrinho & C. Armas 10 caixas a
Ferreira Guimariles & C.
Batatas 200 gigas A ordem, 300 e 50 caixas a
a H. Nueseh & C., 100 e 200 a Sulzer & Koeldin.
Calgados 1 caiva a& F. de Carvalho & C., 1 a
Antonio de. Paiva Ferreira, 1 a Vianna Junior
& C., 1 a Albino Cruz & Ihmalo, 1 a J. A. Pilria
& Irmlo, ditos e couros 2 caixas a Ferreira Bar-
bosa Junior, 1 a S. S. da Silva. Chap6os 1 caixa
a Andrade Lopes & C., 2 a Adolpho & 'FerrIo, 1
a A. D. doRego, 1 a Antonio J. Maia& Irmlo, 1
a H. Burle & C.1 a J. Christiapi & C.,1Ia Affon-
so Oliveira & C. 2 a Gomes de Mattos Irmaos, 2
a Francisco R. da Silva. Coeros 1 caixa a Nuttes
Fonseca & C. 1 a Manoel J. Ribeiro & C., 1 a
Domingos J. Ferreira, 1 a C. Lopes & C., 1 a Al-
DrogS 33 volumes a Francisco Manoel da Silt.
va & C.0 8 a Bartthoiomeu & C., 5 ao hospital de
Pedro IL
2 A1721 1 05115 -a Antonio 3. Maiw & Irrn I
2 &aJ. Bez rai& 8^Oimre Cardezo A

Linha 2calm s c a _A. n.
oaixa a A. D. doe &s tocJaistas 0 caixaa S
Krause & C.
L rle 0204AL LabiUe, 5 caixal6
A ordem. MachbIw i e-eoa* 8 sixas a A
Carvallot& (C. iveas* 15 vOIU-
Fs te,%vq A.-P.'6 &4f IKr& JW


3!W5WJ(BW 19V."46

IS)*t! I vala I


A- -- -. -1'


Costs.


* | : ori~mii._^ !,^ *:;
0 cajurubebaeoc itsgwre phia

SArespodta -qu o congress pharmaceun
co dignoue-se dar ao men artigo nao fi
:hontra sao prwsarmido credit apregoad
talnto dos dignos membros dessa corpt


r-

ti-
az
o0-
O-


z'ajo.
Agarraram-so com unlhas e denotes a teas
de:ataunhaj, eorreram, ae sedigo lugar com-
t m de es havoer eu 'dffendido o... tnada
mais.
Srs. pharmaeeuticos, eu nalo entendo do
pharmacia, noin posso perder tempo) que
me 6 precioso, em diseutir civilidade dom
quern no teve eserupulo do assaear-me as
injuries contidas no final da celAberrima
,rmtyweparecer t sobre o C-Cwrubeba.
Tambem nito tenho nfecessidade, nqm 6
a mim que cumpre dar publicidade aos
pareceres\ mediuos invocados ; o congress
que de taos pareceres estA tto a par, quo
os publique, se nisto tern interesse.
AquestAo dove versar unicamente sobre
o ponto do saber-se so slo ou nao exactos
os triumphos e curas importantes operadas
pelo Cajurabeba.
Contest o congress a verdade dos at-
testados quo foram e vao ser publicados,
contest o testemunho dos distinctos caval-
leiros que firmam takes attestados, e dei-
xem-se de derivatives, de descahidas, como
as takes analyses e pareceres, que s6 ser-
vem para desacreditar o congress e fa-
zer cror quo os phannaceuticos s6 tern por
fim guitar pro domo sua.
Nao attinge aos cavalleiros que firmam
esses attestados o epitheto de coroners, corn
que o congress quiz facetamente injurial-os;
elles- sao bemrn conhecidos, e se ae1aim em
posilo' tal qua o congress s6 podera con-
templal-os, so quizer e poder olhar debaixo
para cima.
Desde quo o congress nao contest, nem
podera contostar as utilissimas qualidades
do Cajurubeba, C melhor e vae nisto urn
bomn conselho, rosigaar-se a ser testemu-
nha da sua propria impotencia ante os fac-
tos quo todos os dias glorificam e exaltam
o Cajurubeba.
Permitta, soffra e resigne-se corn a pu-
blicagA'o de mais umn document em com-
plemento do que foi publicado hontem.
Esses docaumentos devemn valer muito
mais do quo as theories e o palavriado do
congress.
0 public que nos julgue.
A. P. da Cunha.
Cajurubeba


CURAS OBTIDAS COM ESTE MEDICAMENTO
Publicaforma
Illm. Sr. Antonio Pereira da Canha.-
Amigo e Sr. Em meupoder opresado favor
de V. S. firmado a 23 do proximo passado
de fevereiro, no qual me pede para respan
der-lhe sobre a noticia que Ihe deu o Sr.
Liberal Moreira Vidal, corn relapoe ao use
que fez minha mae D. Josepha Martins,
do preparado vinoso do Cajurubeba, com-
posta pelo Sr. Firmino C andido de Figaei-
redo, e isto sobre cinco quisitos. Em ret-
posta digo a V. S. que tenho grande satis-
fagao em responder-lhe o quo do mim exi-
ge, porqae digo-lhe a verdade, e de minha
fraca exposigio pode V. S. fazer o uso que
Ihe aproaver. Coin relagao ao primeiro
quisito, em qual pe-gunta V. S. o espago
de tempo em que esteve minha mae cm
tractamento medico, e qual o medico?
Respondo que minha maie foi soffredora
a 20 annos de rheumatismo articular, con-
trahimento nos dedos dts maios ; foi medi-


Potassa 40 barris a Sulzer & Keochlin. Papel
52 fardos a Rodrigues, de Faria & C., 30 a Mo-
nhard, Mcettler & C., 20 a ordem, 1 caixa a J. Be-
zerra & C., 1 a Francisco Manoel da Silva & C.
Perfumarias 4 caixas a Joao A. dos Santos & C.,
2 a A. D. dc Lima & C. Piano 1 caixa a Nunes
Fonseca & C., 2 A ordem, 1 a Jose de Macedo.
Queijos 14 eaixas A" ordem, 2 tinas a Abrantes
& C., 1 a Sulzer & Keochlin, 1 a Jose Joaquin Al-
ves U C.
Sardinhas 20 caixas a Francisco Guedes de
Araujo. Sellins 1 caixa a Domingos Jos6 Fer-
re ira
Tecidos diversos 1 volume a Cramer Frey &
C., 1 a Souza Moutinho & C., 9 a Bernet & C., 1
a A. C. de Vasconcellos, 4 A, ordem, 3 a Agosti-
nho Santos & C.. 3 a Olinto, Jardim & C., 4 a
Monhard, Mettler & C., 1 a A. Vieira & C., 2 a
Manoel da C. Lobe, 8 a D. P. Wild, 11 a Luiz
Antonio Siqueira, 2 a Severino & Irmao, 7 a Ma-
chado & Pereira, 1 a Papoula & C., 2 a Rodri-
gues, Lima & C., 2 a Francisco G. do Amaral, 2
a Andrade Lopes & C. Tintas 60 barricas a F.
Manoel da Silva & C.
Velas 100 caixas a Rodrigues, de Faria & C.,
50 a RAmos & C., 20 a Francisco Guedes de Arau-
jo, 2 fardos a Guimaraes Rocha & C. Vidros 1
caixa A ordem, ditos para vidrama 30 caixas A or-
dem. -


Carga de Lisboa
Azeite 40 caixas a Domingos Alves Matheus,
15 a Orestes Travassos & C., 52 e 20/5 a Domin-
gos Cruz 5 C. Agaa de Vidago 5 caixas a Gui-
maries & Vlente.
Bagas 4 barricas A ordem. tatatas 20 1/2 cai-
xas aDias Pinheiro & C, 20 a Candido JosAd da
Silva Guimaraes, 20 a M. J. Carlos Cardoso, 15 a
Guimaraes & Valente, 25 a Araujo Castro & C.,
20 A ordem, 15 a Ferraz Pereira & C., 15 a Sulzer
& Koechlin, 40 a Manoel F. da Costa Ribeiro, 10
a Carvalho & C., 11 a Pogas Mendes & C., 10 a
Jos Joaquim Alves 4 C., 25 a Paiva, Valente&
C., 10 a Rosa & Queiroz. ,% -
Conservas 12 caixas A ordem. Cebolas 25 cai-
xas a Manoel T. da 'Costa Ribeiro. CarvAo ani-
mal 10 barricaj a J. A. Francisco Alves.
Pregos 5 caixas a Manoel dos Santos Araujo.
Toneinho 12 barris a Jo6 Joaquim Alvea &
S15 a Manoel T. da Ci sta Ribeiro.
Viblw 115 M 0/5 e 60/10 a I Soaxa Basto"
Amariw* e Y5aF. IL P ito Gmns
76/ a50A-Dosiugoe crux&


, potrem
[bo'dedos.


Tercefrofle43B iuanaeQto~ecei-
Sdo, A .aihve ao idu do potato,
que quantidade e espago? Hespojido ..ie hvia, q ia06 3Mi 1os
ernedios qtuo tomava o jiodurito, e isso
eonteeia quasi todo :o a.nno,
Pasaando ao quarto quisito, no qual per-
Trta a-origom ou causa de rhetmatismo,
Sdesde quando soffria?
Respondo, quo, presumimos a origem dos
eus soffrinkentos serem a mudataa sabita
.e teAnperMitra, estando por exempio' en-
omando e metei (sv maos n'agua fria, p'ra
orrifar a roupa; enjos -soffrimentos andam
or 20aimmos.
Ao quinto afirtal, no quAl pergunta
tuants frasco de Cajurubeba ternm tornado,
So effeito produzido 2
Respondo,- qte estA no uso do segando
rasco do prepartdo vioso do 'Cajwrubeba,
jA a consideaimos boa! visto a desten-
Ao dos dedos e nimoverem-se estes a vonta-
e, e nao soffrer doreos em articulaglo al-
uama.
0 que acabo de dizer a V. S. 6 a verda-
e, e oxalA que outros como minha mite
;enham a mnesma felicidade que esta conta.
Desejo saude e muitas ventures a V. S.
ara dispor do mesquinho prestimo do de
S. criado e obrigado. Manoel Moreira
la Costa 25 de margo de 1884. eellada
evidamente na forma da lei.
Reconhego verdadeira a Wsignatura su-
ra. Recife, 3 de abril de 1884. Em tea-
eniunho de verdade (signal publico. 0
abelliito public Jose Bonifacio dos Santos
ergulhAo.
Conform corn o original, que me foi
ipresentado, para d'elle extrahir a presen-
;e public forma, e ao qual me report.
Cidade do Recife de Pernambuco, aos
res dias do mez de abril de 1884.
Subscrevi e assigno. Em testemunho de
erdade.
Josg Bonifacio dos Santos Merguld hao.
Recife, 3 de abril de 1884.


DR. AEFREDO ASPAR
MEDICO OPERAiRO
ESPEC1ALISTA EM PARTS E MOLESTIAS DAS
MULtERES
Tern o seu consultorio em csa de sua
residencia a' rua da Imperatriz n. 30, 1.0
mrndar.
CONSULTAS de 8 as 10 da manh so
de 12 As 2 da tarde. Chamados por es-
cripto a qualquer hora.


0 Dr. Costa Gomes, medico, abrio seu consulfo-
rio A rua do Born Jesus n. 33, 10 andar onde pode
ser procurado a qualquer hora do dia ou da noite.
Aos pobres das 2 As8 heras da tarde, gratis.
0 Dr. Vieira da Cuaha, medico interino da Ca-
mara Municipal, avisa que, por disposicao da Ca-
mara dA consultas aos pobres do municipio, das
10 As 11 bhoras da manhil, em seu consultorio, a
ruaa da Imperatriz n. 20, lo andar.


S Especialidade


Para os que soffrem dores de cabega,
roncos de ouvidos, atordoaqes, escureci-
mento da vista, fastio sem saber a causa,
dores de estomago e dos intestines: do
quadril e do mal de esclndescenci0 on
hemorrhoidas, que c a cauma do todos citc
e outros soffrimentos, que affligem e mar-
tyrrsam a hurnanidade, basta uzar dos p6s
auti-hemorrhoidarios do Dr. C. Fleische-
mann, especialidade qae desde 1870, que
6 feita e usada.
So depois de centenares de boas curas
e que foi sujeito ao exame da Exma. jan-


uI i


Para Lisboa, Baltar Irmaos & C. 600 saccos
comn 45,000 kilos de assucar mascavado ; L. G.
da Silva & Pinto 17 saccas corn 1,339 kilos de
algodao e 84 couros salgados corn 1,008 kilos.
Para o interior
No vapor inglez Jesso, carregou :
Para Santos, H. Burle & C. 500 saceos corn
30,000 kilos de assuear mascavado.
Parao Rio de Janeiro, H. Burle & C. 300 saccas
coin 22,887 kilos de algodo ; Baltar Irmaos & C.
200 pipas corn 96,000 litros de aguardente.
No liugar allemio Emnilie, carregou :
Para o Rio de Janeiro, H. Lundgrin & C. 5,000
cocos fructa.
== No vapor national Bahia, earregou :
Para o Rio de Janeiro, C. Marques 50 pipas
corn 24,000 litros de alcohol ; Baltar Irmaos & C.
80 pipas corn 38,400 litros de aguardente; M.
Cunha 150 saccos corn 10.500 kilos de assucar
branco e 50 ditos corn 3,000 ditos de dito masca-
vado ; M. F. Marques & Filho 500 saccos corn
30,000 kilos de assucar mascavado ; A. Soares
50 latas corn oleo de ricino; A. 0. de Souza"O00
saccos corn 48,000 kilos de assucar branco e 200
ditos corn 12,000 ditos de dito mascavado-
Para o Rio Grande do Sul, V. da Silveira 150
barricas comn 9,598 kilos do assucar branch e 150
ditas corn 15,752 ditos de dito mascavado.
Para a Bahia, P. 0. de Cerqueira 100 barricas
corn 6,000 kilos de assucar refinado.
No vapar national P. do Grdo Pard, car-
regou :
Para a Bahia, J. X Dias 12 cascos corn 2,160
litros de mel.


MOVIMENTO DO PORT
Navio entrado no dia 2
Bumnos-Ayres pela Bahia-35 dias, patacho por-
tuguez Commercio, de 161 toneladas, capitao
Antonio Jos6 Vianna, equipagem 10, carga xar-
que; a Pereira Camrneiro at C.
S&Saidos no mesemo dia
Montevid6o-Bares norueguense Anwm capitao
Th. Chritiansen, carga assucear,
Aracaji Patacho americano Mary Ethayer, ca-
pitlo S. B, Underbell, em itro.
Rio deJapeiroporescalaa-Vapor national Bahia,
commandante Silverir Antonio da Silva, carga
vaioA.neiBm.

I ,VAPOREESPBIAD08


-4
-ti


vidin tern osu direectorilo'aaegi&sl
do p. P'Plroe Uij Do mianiptlador Iais
Ctrjoe do Arruda Mendes, que obteve i
a tfim o po imperial emi -avor de seu prepa
rade. .

Deipoaitarti em Paulo, Lebre oIIr
mflos & $ampaBe.
Thidoa Janeird, K a 1 GomesAs C.
Cidade do Recif& ,Pharmacia do Ora-
ciliano Martins &C.
PREO DE CADA PrAsco 3#000

Clinic medip-cfnrgica
Do
Dr. MelIo -i-es

Medico, pharmaceutleo e opera-
dor

RRl oIf0f no: 65,5 26 Lga
Junto I elacuo
SEspecialista de feres, molestias venereas e syphi-
titicas (em ambos osesxos) e do pulmdo.
Pode ser procurado' a qxalquer hora da noite.
Conswulta : das 10 ao meio dia
Chaimados por escripto.
Cura e opera emtreitamentons da
urethra sem electrolyse.
Acode corn presteza a qualquer chamado para
forna da capital.


I
i


I


Edital 1. I46
De ordeirf do HIm. Sr. inspector s! faz public
que as 11 horas do din 25 do corrente mcz, serao
vendidas em loilao,no trapiche Concei.ao, as mer-
cadoria3 abaixo declaradas, a saber :
Armazem n. 2
Marca AMP, 1 caixa n. 5,398, vinda de Liver-
pool no vapor inglez Lalande, entrado em 18 de
julho do 1883, contendo vidros de cores para vi-
draa, em pedagos.
Marca SPJ, 8 chapaq do fc-go, quebradas,
idem idem no vapor inglez VMarrior, entrado em
10 de fevcreiro de 1881.
Letreiro Francisco de Paula Penna, 3 garra-
f5oes quebrados, vindos de Liverp-.ol ii- vapor in-
glez Orator, entrado cm 3 doiuneiro de 83.
Marca AMP, 1 volume c-i lo-nc do p5 ,e
pclra n. 1. quebrado, parte dat c.axt marea MStV
n. -327. vindo do Liverpool no vapor inglez La-
landc, entrado em 13 do julho de $3.
Sem marc, 47 bules machlucados, vindos de
Liverpool no vapor ingloez Cordo'q, entradeo cm 24
de dezembro d c 1878.


Armezem n. 6
Marea B3M, 1 caixa n. 2, vinda de Bordeaux no
vapor franez yiipc,. entralo em 5 do junho de
83, contendo o seguinte : 2 pares de sipatos (1,
tecido de seda de mais de 22 cent. ; 1 vestido de
tecido de seda enfeitado ;* 1 vestido de tecido de
1i, enfeitado : 1 chapco do palha do Manilha en-
feitado ; G600 gramn*as doe pli s de cambraia do
algodiao.
Marca WD, 1 caixa u. 300, vindai de Southam-
pton no vapor inglez Deritwent. entrado emr 19 d(
outubro de 1882, contend 159 kilo-ramnma, peso
liquid. de panno de hi nlo, especificado.
Armazem n. 7
Marca AG&C, 30 caixas ns. 13[1S, vindas de
Bordeaux no vapor francez Girondo, entrado em
4 de agosto de 83, contcndo 30 kduzias deo garra-
fais de cognac, medindo da alcohol p'uro 120 litros.
Marca diamnante c VBTC no centre, 1 lata vin-
da no vapor inglez Tamar, entrado eon 14.do ju-
nho de K3. contend 12 kilogrammnas, peso liqIdo
legal; de tinta preparada a oleo para pintura de
casas.
Marca C&C, 2 latas vasias n. 19 e 20, vindas
(de Liverpool no vapor inglez Author, entrado em
14 de agosto de 83.
Mare a JG&C, 4 barricas contend garrafas
vasias, vindas de Liverpool idem idem idem.
Terceira seccAo da Alfandega de lernarmbuor,
21 de abril 1848 0 chefr,
Cicero B. de Mello

Edital n. 47
De ordem do Illm. Sr. inspector, se faz public
que as 11 horas do din 25 do corrente mez, sera
vendida em leilao, no trapiche Conecieo, a mer-
cadoria abaixo declarada, a saber :
Armazem n. 4
Marca AC&C, 1 caixa n. 343, vinda do Havre
no vapor francez Villa de Victoria, entrado em
22 de dezembro de 1883, contend 222 pares de
cotarnos de couro, de mais de 22 centimetros,
sendo dous quebrados, abandonada por Albino
Cruz & C.
3a seceIo da Alfandega de Pernambuco, 23 de
abril de 1884,
0 chefe,
Cicero B. deMdIlo.
NSo tendo havido sessao hoje por falta de quo-
rum, foi designado o dia de amanl1 24, pelo Illm.
Sr. president da Camara.
Secretaria da Camara Municipal do Recife, [23
de abr 1 de 1884. 0 seeretario,
Pedro Gaudiano de de Ratis e Silva.


DECLARACOES


atim ^Bisuririif1fia bicil
-s oixr A1m A tres manos es armuseu
a&1.e18Arua davenzafla-velha, & ra ao do
juWWaOna ** umn ; -a tratar na seeretaris da


Jolo,, ,,, Jocquirn deloalt* Tna
Fe orem d" Inlka. Canft Mumfi.d
coividados o donoa dos esta
- fregueias de Stnto Antonio e Bo ita, -
virem A sec$ competente rever os pes8 6
dis e b I uasW doe .MtoSOn, no proximo mani d
abrtiil, sob pen da leL .
P0 da Camara Municipal do Recife, 51
mtaro de 1884.
Jose Candido de Morae, ^
Presidente.
D Pedro Gaudiaw de Rati e 8Iu.,
Secretario.
ADMINISTRAQAO DOS CORREIOS DR pEB-
NAMBUCO, 24 DE ABRLX DE 1884.
Ma4a6 a evpedir-.e ho'e
0 vapuffaneez Vile de Per'ubum, dIa m-
pmnbia Charguero Reunis, segue hoje para a Ba-
hia e Kio de Janeiro, feehando o reogrw ta Ll0
moeio dia, e as cartas ordinaries a I homrs da tarde.
0 adminiottador,
Affoso d) Rf BarrV* .
Veneravel confraria deS. Jog da

Ag_0ia
ELE1 EA AO
De ordem da mesa regedora, convida a tod os
nossos carissimos irmilos a se reanirem et aom
consistorio domingo 27 do corrente, pelas 10 horaa
da manhS, afim de proeeler-se a eleigo da mesa
regedora que tern de administrar eata coufraria
no anno compromissal de 81 A 85, conform de-
termina o art. 48 do nosso compromisso.
Consistorio da confraria de S. Josr da Agonia
ereeta no convento de N. S. do Carmo, 27 de abril
de 1884.-0 socretario,
Antonio Alves Vilella.
IREANADE-
Dr
N. S. da Sauide do Polo

da Panella
De ordem de nosso irmio juiz, sio oonvidado.
todos os irmios desta irmandade a comDuirecertm
domingo 27 do corrente, As 11 horas da manhli,
no consistorib de sua igreja, para se tratar do
ncgecios tendentes A minesma irmandade e sr
igreja.
Consistorio da irmandade de N. S. da Sadide do
Poco da Panella, 21 de abril d& 1884.
S0 secretario,
Jose Bonifacio dos Santos Mergulhio.

Commit 0 eitrA E mci o
Silo eonvidados todos os senhores 0cioe a t
reuniremn amanha sexta-feira, (25), As 7 horasd
noite, na rua do Imperador n. 31, afim de se tratar
de negocio muito urgente e important ai causa da
emancipa*o.

F\Cm l dfe ro do lecie
De ordem do Exm. Sr director interino fa"o
public o programma dc ensino do Imperial Col-
logio de 'Pedro It, approvado pelo aviso do Minis-
terio do Imperio do 13 toe inar;o do l 3, e, man-
dado observer 'durante o corroentc anno lectivo,
pra o estudo dos prcparatriyos < rado pcla inspectoria gerl d(t instrucc:lo prima-
ria c secundaria do municipio da certc. em offienu
de 2J do mar;o "ultimo c ruccbido a 1t do cor-
rante.
Secretariat ,a F;iculdaidc de Diriti d .) Rtecif#
21 de abril de 1Sl.4 Assinaiaili- )C,-retario
Josd Ionorio BIzerra di M eaezes.
Programma do easino de por-
tuguez
LEITURA E RECITA(A'A
Consistin'to priucipalhuneatc os cxrcicios :
1., Na lcitura, cm voz altL C diAtiicta, do tro-
chos apoatados p.lo professor ;
2.0 Na explicaAoo do scatido dos terinos, phra-
ses e periodos que nuo teniamn side comprehendi-
dos poIs alIunriOs devendo n'essa cxplicacao in-
dicar-se os principals syuwniunjs las pdlavras e a
accepcao especial de cada umu d'elles *
3.o Na recitaoio do mesmo ,lreho, corn a devi-
da ocntoacio e lcit'cvos dc mode a reproluzir a
idud e o feutimeuto do author.
EXEUCICIOS OUTilOGRAPlUCO i
ConstarirIo essoncialineiite de
1. Copia pel-> .*i~l'nrmsn:? no bre hiotai(doi p]roressor, d(! p~davras. phrases e
i)Cneoii0 pcriodos ;
2. |milL ic o dos hornrnyAno.s, paronymis c 0m-
lavr+'-: culiata4 Las es,.ri ,t:>5 ni .],'i-idro :
3., l .:,.!ri c ,'; .* v,'riri";';', u-v ,:' ',itos ortho -
-r:iphijc, ,:.c rivi r,' ,i t obs,.r v;iI,9 nl exc r-
cicio.
<;A.31.MAI'(.A


1. igL':ago i. i.)I -I a 'ia ramm ti':l e' divi-
s lo (11) .s.'uI C tL ui). (t tinph)loinLa : vozs eon-o-
nantcias : /ylaLi):-i. 1 ).i;>S > biv-S. graves e alsgu-
das: diphton 'o : l:vtivr;, : fr:Ti;:(-o da- psla-
eras ; mnoui-svllai, ., (1is.vllilu. ., p,,lyvIliho. :
) lit -\ra s a 2 'it -.. ;. :' **'.-. -'+!r~ ,,il;, : fi _'iris dir
diccao.
Orthographia. I)ivi"'ros s-,-t n phico. Orth.jl r ir;t],n ; i-:'s l..ivr',:-- di5 -iv'a as.
Emlpr,, o fIt 1 ::;t, io!)itl'Ihi.. E:nfw.'- & Li hlettra
maiut culac.
3. [kontuae.'o.
4. Lexicoloia. Divis.io das p !avni-a conforme
as ideas (Ie cx, i-'ito-au. ")o". ,.-'a v. i clIfatmrcs so-
brc os clem enuta c.i.tit xriv,, s pa l.avra- : raiz,
prefixes, sulfixos. LLinoamnyns, synoaymos e pt-
ronymos.
5. Sa')stantivo e '.u:; species. Pronomes.
G. Adjectiveo saas div-rsa' especies.
7. Varia,'is di ) ibtsttivi> e ,o adject( : r,-
graj para t r'na'io do lf -anino e dto plural ;
grAos.
8. Estudo geral dos principacs suffixos qunc en-
tram n:t forin;a, -I d -V) .., i tat v,)s e dos aij.mc-
tivos.
9. Verbo e suas cepecies. Varia3ces 4lo verb,,.
10. stn.l.s das fl J- ;ito v-rb.) : p)ara i'-'t it
das trees coujuac5es reogulares: t'orin:v-il, ,I
tempos. Participios.
11. Irregalaridades orthographicacs e 1hInet -
cas. Estudo do.s vcrbos irregulares.
12. FIrmnas veri)cs petrip!irtstic--. Fl"n'c;.o
dos verbos auxiliares. Fori':no i ', voz mn'.Li:ti on
reflexa e da voz passive.
13. Adverbio.
11. l'rop i('o. Noulo Ilas prineipaesi rotlacoe
expresses pelas preposiq es regeates. Estado dos
principles prlcixos.
15. C nGjuvelo. Interjeilo.
1'. Syntaxe. Periodo. Oracao terms da ora-
(;i> eola^ s iicato das orncoSes. Ellipse, pleonausm:.
17. Coneordancia do adjective corn o sanbstan-
tiwo. e Jo a ct:-'but e do verbo corn o sujeito. Syl-
lepse. Zaug-iia. Emprego do irupessoal htoer e d1I
particular se.
18. Concordancia das oraqucs. Correlaao dos
tempos dos verbose. Emprego do infinite pIessal.
19. Complemintos. PreposiZes que os regem.
20. Ordem direct einversa. Cdll cae.iAo do su-
jeito, do attribute e dos complementos. lyporliu-
ton, anastrophe, tmese.
21. Vicios de linguatem.
Livro :
Grammatical portugueza peor Manoel Olymi i
Rodrigues da Costa (2a odigio).
COMPOSIOXo
Os exercicios de conposi4So versarno especial-
mente sobre :
1.o Simples reproduccio de breves narrative
feitas pelo professor, podendo o alumni eomer-
var, pouco mais ou menos, a mesma f6mnu .- -
dem dos pensamentos ;
2.* 1mitaso de pequenes trechoe dir'- .,*s
eonvnienteente explicados e deaenvolv, i

Littorsturas hnilei per MWul1 Mr '*i'
Leitura e oe i Ido tz itawehe- dA& pIm
ret1 brasileiros e portagwB *Sw'1
c~ada pftrapaphpo. *JBM w- d**'r |^*^
dicftda d^eftM irw a 0er 0 A&PIM


\~\


I --


I


n" I


r


I


-


Escola noeturna particular de ins
trueio primaria para adults
0 abaixo assignado, participa ao illustrado pu-
blica desta capital, que abrio uma escola nocturne
particular de instrucoio primaria para adults,
em casa de suaresidencia a rua do Leao Coroado
(antiga rua da Mangueira); n. 14, freguezia da Boa
Vista, onde pretend corn toda dedicaqao esmzrar-
se ao ensino de seus alumnos.
0 grAo da escola consta : ler, escrever e contar
correetamente, desenho o no6es de francez.
As possoas interessadas poderao visitar a escola
das 6 horas da tarde as 9 da noite, onde estarao
expostos models de desenhos, e o system de en-
aSino.
Espera, portanto, mercOer a confianca do bene-
merito povo brasileiro, e em particular tern f6 ro-
busta cm todos os seus compatriotas pernambu-
canos.
Aceitam-se igualmmnte meninos em classes se-
parada.
Mensalidase 24000
Horario das 6 horas da tarde As 9 da noite.
Julio Soares de Azevedo.

MANCHESTER
(INGLATERRA)
PEREIRA & C.

Negocianles
Fazondas e gencros de exporta-aio, ma
chinarias, atensiliocs diversos para fabrics,
engenhos, etc., etc.
3Mawson Buildings, 28 deansgate---MIan
chester


EDITAES


I


I


I


" BONO&
a*irM^lbtI ola






















o4 se&a ded-

-aL C(Bip e^ardo


oI01r..-


e*sOsoe Voe&sieos de *&ftrqU:oular e do or!-
rsa erudita :-themas an;alyse sybtaxien e ety-
^H^'" Augrogwic. Composico: exorckdoe de1 peaverAao
Sd veno em lproa.e de dmad ao- do strnuthr de
-!'- oIiqisiies e penriioso; breves nirraqes, des-
^p-. 9eo ecartas conufotm osabsidio que minis-
fr|aan prozessno.

NovissiTMu gramatica portugueza por Jos6
veleCtalassia Sde prosadores poituguezes por
S Antonio Peixot "do 0maraL
I.t Selects national, 3aparte, por F. J. Caldas Au-
S lete (poesia).
SLeitura e recitaco.de trechos de prosadores e
peas brasileiros e portuguezes do seculo XVII:
V exposigio do conteido do cada treeho, por outras
l palavras. Exercicios orthographicos sob diotado,
Hpars applicso das regras de pontua91o.
Grammatica: revisao das doutrinas estudadas
no anno anterior, corn desenvolvimento da syota-
|\ xe; exericiios de agrupamento de pavras por fa
i:, nilias e de composigeo e derivaCo das mesmas i
themas; analyse syntaxica e etymologies.
S.i :Composigto: periods a former pelos alumnus,
-' mnpregando expresses no sentido natural e figa-
; .... trade; breves narracoes, descripges e cartas, bem
00 como escriptos de uso commum, a redigir confer-
-- me os subsidies que ministrar o professor.
i, ;Livros :
HNovissima grammatica portugueza por Jos6
B'l' Goncalves Lage.
: :" Selects classic de prosadores portuguezes por
|" Antonio Peixoto do Amaral.
S4Selects Nacional, 3a part, por F. J. Caldas
: Aulete (poesia).
tLeitura e recitaoao de trechosg de prosadores e
:w .joetas portuguezes do seculo XVI: exposiao do
l conteido de cada trecho por outras palavras.
r Exercicios orthographicos sob dictado para appli-
ca*o das regras de pontnaqAo. Exercicios caco-
.g .raphicos para correccao de vicios de linguagem
,; *.em geral e especialmente para a substituicao de
gallicismos por palavras e phrases de legitimo cu-
nhio portuguez.
Grammatica: revisao das doutrinas anterior-
.*awate estudadas; desenvolvimento das regras de
6, 4onstrmnco; idiotismos; vicios de linguagem;
Sppmovincialismos, hybridibmos, archaismos, neolo-
: ismos, dialectos ; exercicios de agrupamento de'
:, palavras por families e por associagao de ideas;
_;:: themes.
11' Composicaio: periods a former pelos alumnos
*corn pureza, propriedade e precisao de dicao ;
Saredsceao de escriptos de uso mais frequent, scm
t's ubsidio ministrado polo professor, mas sobre o
assnmpto que este indicar; imitaiAo de narra-
^y "es, descripcoes e cartas, modelos em sea geuero
;A escolha do professor.
Livros :
1 Novissima grammatical portugueza por Jose
,Goncalves Lage.
Seleeta classics de prosadores portuguezes por
Antonio Peixoto do Amaral.
Selects Nacional, 3' parte, por F. J. Caldas
Aulete (poesia).


S1 Programma do ensihio de franeez
Grammatica: Themas, leitura, recitaaio. Ana-
*lyse e versa'o dc trochos selects de prosadores e
poetas modernos, francezes e portuguezes, gra-
dualmente mais difficeis.
Si Livros:
Halbout: grammatica franceza (3a edieaio).
Ch. Andre: Petit course de litthrature fran-
L aise.
^ Diccionarios franccz-portuguez e portuguez-
francez.
*Gramnmatica: Exercicios de composiciao e deri-
,, 'vae"o de palavras; themas, leitura, recitaeao, ana-
) lyse e versao de prosadores -e poetas classics
S.? francezes e portuguezes; conversas1o. Noticia
succinta da origem, desenvolvimento e indole da
lingua franeeza.
-iX^ Livros:
pHalbout: grammatical franceza, 3a edicao.
i^^ CiL. Andr6: Petit course do litterature fran-
jaise.
^ Caldas Aulete : Selecta Nacional (poesia).
Joao Diniz: Novo livro de leitura.
Diccionarios francez-portuguez e portuguez-
.- francez.
'1 --Programmna do ensino de inglez
Noc5es elementares da grammatica da lingua
ingleza ; regras principles e xercicios methodi-
Acos de pronuncia ; themas muito variados; leitu-
S. ra, versao e analyse de trechos escolhidos de pro-
*' adores inglezcs faceis; exercicios de conversa-
!: Ao.
Livros :
i *Felippe da Motta de Azevedo Correia : Gram-
:: ;-. natica praticada lingua ingleza.
Parker & Watson: The National Second Rea-
S ..~d. tier.
-.1 4:Percy Sadler : Manuel des Phrases.
^" rlDiccionarios: inglez-portuguez; Jacob Bensa-
bat; inglez- francez e francez-inglez, Percy Sa-
Sdier.
Estudo desenvolvido da gramumatica da lingua
|^. ~ ingleza; sua syntaxe comparada corn a portugue-
za; themas muito variados ; exercicios de conver-
^" sagio; leitura, versao e analyse de prosadores e
f -" poets classics inglezes e portuguezes gradual-
I jaente mais difficeis. Noticia succinta da origem e
| ^ ~ desenvolvimonto da lingua ingleza.
Livros.
l Felippe da Motta de Azevedo Correia: Gram-
in" matida pratica da lingua ingleza.
Parker & Watson: The National Fifth-Rea-
der.
1 1Percy Sadler: Manuel Classique de Conver-
sation.
Diccionarios: inglez-portuguez, Jacob Bensa-
bat.-Inglez-francez e francez-inglez, Spiers.
SProgramma do-ensino de latim
Flexao nominal e verbal. Syntaxe. Exercicios
e themes. Versao de proposicoes portuguezas gra-
Sdualmente mais difficeis e apropriadas As regras
de syntaxe qua vierem em liao.
Livro:
Grammatica de Clintock.
Repet*i.o diaria das regras de flexao. Versio
4 de orar es em que entrem as diversas regras de
-Construceo.
Livros:
Grammatica de Clintock.
: Coesar : De Bello Gallico.
; Fabulas escolhidas de Phedro.
ai.,. Diccionario de Saraiva.
| Declinaiio de nomes gregos. Desenvolvimento
d( alas regras de flexiao. Regras geraes de prosodia.
l "Verso hexametro. Versio de pequenos periods da
lingua portugueza.
* -~ Livros:
Sallustio.
S Ovidio: Metamorphoses.
Virgilio: Georgicas.
S Diccionario de Saraiva.
Prosodia: Metrificagio. Desehvolvimento da
syataxe.
Livro :
Taecito.
Hoamacio.
.' Cicero.
.'Tito Livi.
S DTc cionario de"Saraiva.
Praeys ciripta:
rVeralo do livmo deoGaret: Da .ducat'o,.
girauflllas do ensins t.unthon




s-I' tl eli -.-e-'


Nowos de arithmetica tor Masoel Olympi Ro-
drigues da Costa (b., edioao).
: Quti~dade e na o. xnumera-
o. Estudo da s operaoes fundasentaes. Po-
tencias e raizes do 2.9 e 8& gios. Operawes "-
bre a".fra9c s. Piacipae popidads doe nu-
meros. Nooes sobro firaiee decunaesmperiodlcas
e continual. Metrologia. Problemas execiios
de calculo pratico.
Livro:
Tratado de arithmetic por J. A. Coqueiro.
'Arithmetica: Reviso das doutrinasestusdas
no ano anterior, de mn mddo mais oompteto.
Algebra: Emprego dos signaes algebricos e
suas consequences rinci p es. Estudo compara-
tivo das operaesfundamentaes e bern assimi das
potencias e raises quo se referee ao 2.o graio.
Propriedades geraes dos numerous. Equacues do
1.o e 2.0 grAos a uma incognita. Da eliminago
nas equaces do 1.0 grab a muitas incognitas.
Analyse indeterminada do 1.o grao centre duas va-
riaveis. Discusao dos problems e equac5es do
1. e 2.0 grAos a uma incognita. Problems. Ex-
ercicios sobre ealcul alo lebrico.
Arithmetica: Proporcues. Progresses. Loga-
rithmos. Regra de trees, de juro, de desconto, de
compauhia e de annuidade. Problems e calculos
praticos.
Livros:
Arithmetic: Tratado por J. A. Coqueiro.
Algebre.: Postillas do L. P. Drago.
Geometria plan : Idea do corpo, da superficie,
da linha e do ponto geometrico. Posicao das rec-
tas entire si e em relagao A circumferencia. Dos
polygonos pianos e do circulo.
Da media commum das rectas e dos arcos e da
media dos angulos. Das rect..s propcrcionaes
entire si e consideradas tambem no circulo. Me-
didas dos lados dos polygonos, de sua&,Amreas, da
circumferencia e da Area do circulo.
Geometria no espafo: Posicio da recta em re-
lacao ao piano, e dos pianos entire si. Principles
propriedades dos angulos polyedros e igualdade
dos triedros. Geraoo, divislo, propriedades, iguul-
dade e semelhanca dos polyedros e medlida de seus
volumes. Geraoao, principles propriedades e de-
terminacaIo dos volumes dos tres corps redondos :
cylindro, cone e e sphera. Problems e exercicios
meramente Praticos.
Trigonometria, rectilinea: Estudo das linhas
trigonometricas; deducAo de suas formulas; suas
variaces e limits de seus valores. Construeoao
e emprego das taboas trigonometricas. Resolui.o
dos triangulos rectangulos e dos triangulos obli-
quangulos. Problems e exercicios praticos.
Livros :
Geometria: de C. B. Ottoni.
Trigonometrica: de C. B. Ottoni.
Programma do ensino de geogra-
phia
1. Nog5es geraes sobre a forma, dimensbes e
movimentos da terra.
2. Divisao das terras c das aguas ; oceanos.
3. Paizes da America e suas eapitaes.
4. Paizes da Europa c suas capitaes.
5. Paizes da Asia e suas capitals.
6. Paizes da Africa e suas capitals.
7. Divisao da Oceania e stiuas cidades mais no-
tavcis.
8. Breve descrip9io physical do Brasil. Des-
cripeiao do litoral: cabos, bahias, portos, lagunas,
ilhas. Montanhas, lagos e rios.
9. Divisao do Brasil em provincias. Nocoes
succintas sobre a administragao, agrmcultura, com-
mercio e industrial do Brasil.
10. Estudo especial do Municipio Neutro.
Livro :
Geographic de Pedro de Abreu (provisoria-
mente).
Nof6es geraes : Terra, sua superfieie, seus mo-
vimentos, principles circulos que n'ella se tragam
para localisar, as terras e determinar as zouas
thermaes. Divisao das terras e do Oceano.' Cli-
ma e sua inflnencia sobre a distribumiao dos ve-
getaes e animals pelausuperficie da Terra.
Divisao, mares, golfos, estreitos e ilhas das
cinco grandes divisues das teoas ; seus acciden-
tes physics, lagos, rios, lagunas, limits, dimen-
soes e posieoes.
Dar-se-ha mais desenvolvimento Q que disser
respeito a America e principalmente a Meridio-
nal.


Livros :
Geographic de P. de Abreu.
Atlas de Delamarche.
Nogoes geraes: Populagio absolute e relative.
Governo e suas principles forms. Confederaito.
Estados soberanos e meio soberanos. Religiao e
suas divisoes. Divisao dos povos segundo seu de-
senvolvimento moral e suas ragas.
Posicao, limits, superficie, populaqao, governor,
religion, divisio, aspect e clima, produces, com-
mercio e industrial, importancia politics e cidades
principles dos paizes do globo.
Cosmographia: Universo, Astros, sua divisa'o e
agglcmera9ao em grandes grupos ou nebulosaas.
Estrellas, planets, comctas, estrellas cadentes,
bolidos e aerolithos.
System de Ptolomeu e Copernico Leis de
Kwepler. Attracoio e repulsao.
Figure, rotag9ao e revolucao da terra.
Circulos da esphera. Esta,5es. Posicao da
Esphea e Dias. Lua e Eclipses.
Livros:
Geographic e cosmographia de Pedro de Abreu
Atlas de Delamarche.
Cholrographia do Brasil-1. Limits do Brasil
e sua posiito astronomical.
2. Ethnographia e clima do Brasil.
3. Ilhas, estreitos e cabos.principa-s do Brasil.
4. Bahias e portos do Brasil,
5. Systems orographico brasileiro.
6. System hydrographico brasileiro.
7: Produceoes naturaes do Brasil.
8. Industria, agriculture, commercio e progress
material do paiz.
9. System de governor e administragao do Es-
tado (militarjudiciario e ecclesiastico).
10. Institguicbes e estatistica.
11. Synopse da Constituiao political do Imperio
3 do Codigo Criminal.
12. Colonisagao e catech'liese.
13. i rovincia do Amazonas.
14. Provincia do Grio-ParA.
15. Proyincia do Maranhao.
: 16. Provincia do Piauhy.
17. Provincia do Ceara.
18. Provincia do Rio Grande do Norte.
19. Provincia da Parahyba.
20. Provincia do Pernambuco.
21. Provincia das Alagsas.
22. Provincia de Sergipe.
23. Provincia da Bahia.
24. Provincia do Espirito Santo.
25. Provincia do Rio de Janeiro.
26. Municipio Neutro.
27. Provincia de: S.: Paulo.
28. Provineia do Parana.
29. Provinia de SantiL Catharina.
30. Provincia de S. Pedro do Rio Grande do
Sul.
31. Provineia d Mines Geraes.
32. Provincia de Gloyai.
3SIProvlneia de Mate Gro. o
Livros : :-
Li 'es de Chrorographis do il -pelo Dr.
Joaquim Manoel de Macedo. .
Atlas do Ixperio do Raaaf t azf-Iko Meades
proflraox d04 en~~odehttoia


Che^ 4- lsw 'W #Teu '.

Primeiro e ndo Ptriuamviratos.
Agasto e 0 imperaores de sua familiar. Ori-
gVER do CllriltiAnifflo.
Sucessores de Nro. Os Flavios e os Antoni-
noso ,- '
Impe.adores syries. Anarchla miltar. Impera-
dores illyrios. Dioclciapo e a tetrarchia Pro-
gressos do Christlannio. Psegsuicoes.
SCostaatno e seas ,oesoe. Partilba defi-
nitiva do Imperio. -
Hiuioria d ..4 da: 0 Imperio romano e o
mundo barbaro no-i do 40 seculo.
Primeiro pernodo das inasoes. Alarico, Rada-
gazio, Gensetieo e Attila.
Segundo period daB invasoes. Anglo-saxonios,
Francos, Oatrogodoi e Lombardos.
Queda do impenro do Occidente. Imperio do
Oriente e san civilisanao.
Principles institui*es dos Estados barbaros.
Apogo e dcadenidesOi dos Merovingios. Os Wisi-
godos as Gaflia e HRespanhba.
Mahomet e seus sueoessores. Desmembramento
do khalifado. Civilisacao arabe.
Dynastia dos Carlovmgios. Carlos Magno e o
imperio franco-romano.
Desmembramento do imperio franco romano.
Invasoos do IX e X seculos. Ultimos Carlovin-
gios e primeiros Capetos.
Feudalismo.
SHistoria da Igreja atW o seculo XI Cavallaria.
Lettras, arts e sciencias nos secuksa IX, X e XI.
Imperio romano-allemao e sua luta corn o sacer-
docio.
Cruzadas.
Progressos da. civilisacao nos seculos XII e
XIII. Sciencias, lettras e artes. Ordens mendi-
cantes.
Franca. Os Capetos de 1108 atW 1328.
Inglaterra. Invasio dinamarqueza. Os Nor-
mandos e os Plantagenets atk 1327.
Franca e Inglaterra. Guerra dos cem ainos
Khalitado de Cordova e Estados chrirties da
Hespanha.
Portugal. Dynastias de Borgonha e de Aviz.
Republican italianas'e reino das duas-Sicilias.
Allemanha desdeo grande interregno ate 1453.
Scandinavos, Slaves, Mong6es e Turcos Ottoma-
nos. Tomada de Constantinopla por Mahomet 11.
Grande schism do Occidente, concilios deo Pisa,
Constanca e Basilea. Progresses da civilisanao
no ultimo period da idade media.
Livros :
Raffy, Historia Universal (provisoriamente).
Historia modern: DivisIo da historic modern
em 6pocas. Estado politico da Europa no meado
do seculo XV.
Franga. Firm do reinado de Carlos VII, Luiz XI
e Carlos VIII at6 1491.
Inglaterra. Guerra das duas rosas. Henri-
que VII.
Hespanha e Portugal. Fernando o Catholico e
D. JoAo II.
Allemanha de 1453 atW 1519. Italia de 1453
atW 1494.
Turcos Ottomanos ate 1520. Estados scandi-
navos. Christiniano II e Gustavo Vasa.
Primeiro period das Guerras da Italia.
Segundo period das guerras da Italia. Riva-
lidade das casas d'Austria .e de Franca.
Descobrimentos dos Europeus. Reinado de D.
Maneel o Venturoso.
Lettras, artes e sciencias no seculo XVI.
Reforma protestante. Papas do seculo XVI.
Conqilio de Trento. Ordens religiosas.
Hespanha. Philippe II. Portugal de. 1521 atW
1581.
Inglaterra e Escossia. Izabel e Maria Stuart.
Franga. Guerras de religiio. Henrique IV.
Inglaterra. James I e Carlos I. Serolucao.
Cromwell. Franca e Allemanha. Luiz XIA e Ri-
chelieu. Guerra dos trinta annos, paz de, West-
phalia. .
Hespanha, Portugal e Italia no secul XIII.
Fran"a e Inglaterra. Mazarino e Luiz XV% Res-
tauracao dos Stuarr4 Guilherme II[. /
Lettras, arts e sciencias no seculo XVII.
Suecia e Russia. Carlos XII e Pedro o Grandc.
Creacao do reino da Prussia. Frederico II e
Maria Thereza. Guerras da successuo d'Austri e
dos sete annos.
Frana._. Regeixcia do Duque de Orleans. Luiz
XV.
Russia. Catharina II. Polonia ate o sen des-
membramento. Guerras corn a Turquia.
Inglaterra de 1702 ate 1783. Conquistas nas
Indiea..
Independencia dos Estados-Unidos.
Hespauha e Portugal no seeulo XVIII.
Lettras, arts e sciencias- no seculo XVIII.
Novas ideas political e sociaes e sua applica-
vao.
Franca. Luiz XVI, assemblea constituinte, as-
semblea legislative e convencao national. Direc-
toria, consulado e imperio ate 1815.


Historic contemporanea: Congresso de Vien-
na. Reacco absolutista. Movimento revoluciona-
rio no sul da Europa. Emancipaga'o das colouias
hespanholas. Congress de Troppau e de Verona.
Fundaeao do reino da Grecia.
Progresso das ideas liberaes na Inglatcrra. Re-
voluao de Julho em Franga. Movimentos politi-
cos e revolucionarios na Ecropa.
Reformas do sultAo Mahmud na Turquia. Guer-
ra centre a Turquia e o Egypto. Questio do
Oriente. e
Reinado de Luiz Philippe e revoluao de feve-
reiro em Franqa.
Repereussao da revoluc;o de fevereiro em d -
versos paizes da Europa.
Restabelecimento em Franca do regimen mo-
narchico. Guerra da Crimea. Fuudaao do reino
de Italia.
Guenrra do Mexico. Guerra civil nos Estados-
Lnidos.
Livros :
Manual do Bacharelado em lettras: Historia
modern.
Resumo de historic contemporanesa por um pro-
'essor.
Historic do Brasil.-1. Viagens e descobri-
nmentos maritimos dos portuguezes Descobri-
mento da America per Christovao Colombo. Vasco
[a Gama.
2. Descobrimento do Brasil-S-us primeiros ex-
ploradores.
3. Povos que habitavam o Brasil. na epoca do
seu descobrimento. Ethnographia,. lingua e pe-
*iodo de civilisacao dos. indies; tabas ou aldas ;
isos, armas e costumes dos indios ; religiao, fdr-
ma de governor, guerras e matancas de prisionei-
*os.
4. Systems do colonisacao do Brasdl empregado
or D. Joio II Capitanias hereditarias.
5. Estabeleeimeinto de umn governo ger4L Tho-
am6 de Souza e.Duarte da Costs. -
6. Memr de 8i, terceiro governadt geraL
7. Divisao do Brazil em dons gvernos e sub-
equente reanilo em' urn s6. Dominio da Hos-
anha. Estado em- que se s aohava o Brasil em
.581. -
8. Governo intexino da primerajaunta governs-1
iva, 1581 a 1583. Manoel Telles Barreto, 1583 a
587. Governo'iotenn do uma.segtida junta,a
587 a 1591.
9. D. Franciseo de Soua, 1591 a 1602.. Diogo
Botelho, 1602 a 1607.
10' D. Diogo dtot Meneaes. Nova divide 'ao
Ira&il em dons over e subsequentoe riiO
Urt m s6; franceee n ar&- t
ibmo. -V e P
11. Pnrmeira inzaid -dhiandezes. ? Pe4ik
nestauaro da oduisd*A0 4W* .
'1. boit4 iil0 U audofte; pend's 4do
v 0 A:- .tpo-.4.^ca-& -ULr Mam. 'm a M >A: sk1:


" .Ei sadmiaiintrstivot no Btai l. Lutwo tn.
e, ox js tas e 'o clonos. ki Beeran, 1652 a

19. Destruiglo dos Palmaro.' Guernas civis
)s Maeates e dosEUIboaba. -mb
29. Zfeito no Brasil da erra da suceesao
Ries$ Luta ou os pftnh6es so Sul.
de sdDucle. Du Trouin no Rio
Janeirol Trsetadoe do Utrecht e de Madrid,
78 a 1760.
21. Demeivolvimento e progress d6 Brasil no
dna doe D. Jobo V.
22. Reinado de D. Jos I. Questoes e lutas no
i do Brasil. Jesuitas e sua expulsnb.. 0 Mar-
iez de Pombal.
23. Primeira ideas da independencia do Bra-
1. Conwpir~ao mallograda em Minas. 0 Tira-
entes.
24. Transmigragio da familiar real de Braganga
ra o Brasil. 8ode da monarchia portufueza no
io de Janeiro, 1807 a 1815.
25. Guerra corn os hespanh6es ao sul e corn os
meezes ao norte do Brasil. Revoluao republica-
de Pernambuco em 1817.
26. Revolu9ao de Portugal em 1820 : seus effei-
no BrasiL Regresso da Corte Portugueza para
sboa.
27. Primeiros mezes da regencia de D. Pedro
Brasil.
28. Desde o dia do Fico atW o do Ypiranga : 9
janeiro a 7 de setembro de 1822.
9. Acclamaglo e coroaaio do primeiro Impe-
or. Guerra da Independencia.
0. Assembl6a. Constituinte. Juramento da
natituigao do Imperio. Revoluco de Pernam-
o em 1824. Lord Cochrane no Maranhio. Mo-
s na Bahia. Reconhecimento da Independencia
Brasil por Portugal. Guerra no Rio da Prata.
1. Tractados de commercio. Medidas legislati-
Revolt de tropas estrangeiras. Almirante
ussin. Tumultos em Pernambuco e na Bahia.
Maria II. A Imperatriz D. Amelia. Abdica-
W, 7 de abril de 1831.
2. Governos regenciaes. Primeira parte. Re-
lcias provisoria e permanent trina.
33. Governos regenciaes. Segunda parte. Re-
lcia do senador padre Diogo Antonio Feijo6 e do
iador Pedro de Araujo Lima. Declaraoe da
ionrdade de Sua Magestade o Sr. D. Pedro II.
4. Primeiro ministerio depois da maioridade.
vimentos em Minas Geraes e em 8. Paulo, 1842.
eficaao da provincia do Rio Grande do Sul,
5. Revolugao praieira em Pernambuco, 1848.
erra no Rio da Prata contra Oribe e Rozas.
ectado de 1856 (6 de abril) corn o Paraguay.
estAo Anglo-Brasileira (Christie). Desenvol-
oento industrial, commercial e litterario do
r sil.
15. Guerra contra a Banda Oriental na Repu-
ia Oriente do Uruguay, 1864 e 1865. Inteiven-
Siridebita do dictador Francisco Solano Lopes.
erra contra o Paruguay, 1864 a 1870.
ivros :
4i5es de Historia do Brasil pelo Dr. Luiz de
eiroz Mattoso Maia.
jigoes de Chorographia do Brasil pelo Dr. Joa-
m Manoel de Macedo.


raq
e
sua
re
8'j
par
8.
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Dir
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9
SOS
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lys(
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Cna.
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ciaei
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tica
Id v
no. I
mati
versi
pet
20.
rios
Poes
IOeu
'bee
Voes
21


,ogrannma do eunino de rhetoric,
poetic e litteratura national"
Whetorica: Generalidades. Regras esserciaes
Sdiversos generous de oratoria e dos differences
icros de prosa. Estylo, seus generous e exem-
s. Principios de esthetica litteraria ; exercicios
composiilo propria ; declamagao e recta pro-
icia ; discursos do diversos generous proferidos
os alumnos corn estudo ou de improvise.
. Eloquencia emin geral; sous caracteres pro-
os. Relaqpes da eloquencia corn a poesia. Qua-
Ldes do orador. Divisao da eloquencia. Rheto-
x; seu object. Differenqa entire a rhetoric
lerna e a antiga. Importancia do estudo da
torica ; divisao da rhetoric : invencao; dis-
ieao; elocu'o. Composicao em prosa.
- Invencao; sea object. Argumentos; pai-
s; costumes. Regras da invencao.
I Disposigao. Partes do discurso: exordio;
raqia ; confirmaao ; peroraao ; suas subdi-
>es. Regras de cada parte do discurso.
, Elocugco ; estylo. Qualidades geraes do es-
. Harmonia do estylo; regras.
. Figures. Origem e natureza do estylo figu-
. Divisao das figuras; figures de pensamento
ras de palavra. Figures do pensamento;
species; regras.
3 Figures de palavra : tropos. Suas species;
5s.
. Differentes species de estylo. Qualidades
ticulares (1o estylo ; regras ; enodelos.
Composicao em prosa. Prosa ; seus caracte-
geraes. Eaumeragao dos generous de prosa.
isao do geuero oratorio : eloquencia political,
nuse, sagrada e academic, ineluindo a do ma-
erio.
Eloquencia political ; seu character; discur-
que comprehend ; regras ; no9Ses do desen-
iinento historic da eloquencia political ; ana-
critica de models.
). Eloquencia judiciaria : seus caracteres
ursos pertencentes A eloquencia forense; re-
I; no5es do desenvolvimento historic da elo-
cia forense ; analyse critical de models.
. Eloquencia sagrada ; sou character. Espe-
do discursos sagrados; regras. Nocoes do
involvimento historic da cloquencia sagrada.
lyse critical de models.
i. Eloquencia academic : seu character; dis-
os de que tract a eloquencia academic ;
ursos academics propriamente ditos ; discur-
roprios do ensino; regras. Analyse critical
aodelos.
. Genero historic ou narrative ; seu carac-
obras comprehendidas no genero historic :
as. Nogoes do deseuvolvimento das composi-
relativas ao genero historic. Analyse criti-
e models. Exereicios de comnposi'au, de nar-
es, retratos e parallelos historicos.
Romance ; onto ; novella ; seus caracte-
regras. Nocoes do desenvolvimento historic
mance. Analyse critical de models. Exerci-
de composico de narra5es, descripgues e re-
s, adequados ao romance, ao conto e A no-
,. Genero epistolar : seu character; regras.
Mes do desenvolvimento historic do genero
olar. Analyse critics do models. Exeroicios
3mposlgao.
Genero didactivo : seu character; escriptos
ectivos; regras geraes do genero didactivo.
yse critical de models. Regras especiaes de
Sosiao de escriptos philosophicos; regras es-
ies de critical litteraria. Exercicios de com-
S.o de assumptos philosophicos e litterarios.
SDeclamacao oratoria; voz; pronunciagio;
); regras. Differena uentre a declamacao mo-
i e antiga.
Resume da historic da eloquencia profana
rada. Resumo da historic daerhetorica.
etica: Generalidades. Regras essenciaes de
icaeAo e dos differences generous de poesia
icao de c6r de poesias patrioticas e religio-


S
I


ace q
2?.i I
ter di
22.
eig I
oin.A


Da poesia .em geral: seus caracteres essen-
Differenga centre a linguagemu e o estylo do
Se da prosa. Origem da poesia. Da poe-
sua utilidade.
Verifieaoo em geral: origem e mecanismo
rso; systems de verificavAo, antigo e moder-
ifferen~a entire a contagem das syl labas gram-
aes e poeticas. Especies de verso usado na
icaslo portugueza e suas regras. LicenWas
mas. -
Generos de poesia: principles e aceesso-
seus caracteres. Generos principles da
: lyrieo, epieo e dramatic. Genero lytico;
iracter; elaases a que se podem redmiir as
is deste genero; species deste genero; no-
ie sua origem.
Genero epico; seu character. Epop6a: suas
lades eardeteristieas; regras. Analyse eri-
o models. Poemo heroi-comico: seu cara-
tinctivo.
Genero dramatieo: seu caraeter; suas es-
i, ttagdi g s;amedla; drama; nooS de sua
r. Anidyse critic* de moodelos.
Gener~o' "r06o. doe; isiadldac4


Slpa:ijg o do ofee~ot.
26. Nocue defi i*ea da m titeratura em geraL
Estado en que se achava a litterstara portuguoms
usna oocsio d descobrimonto do Brazil e nos 4ous
culog seguintes: e influence ire' t -pro-
duccoes litterariae do Brazil, Caracter u jciopal
da litteratura brazileira; divlsao do sua historic
em periods. Primeiro eiodo : dodescobrimen-
to do Brazil at o f [o seaeulo XVII. Segundo
period : primeira metade dq seculo XVII 1. Ter-
eeiro periodo: segunda metade do seeulo XVIII.
Quarto period: do principio do seculo XIX ate
1840 atW a poca actual.
27. Primeiro period (do descobrimento do Bra.
zil at o firm do seculo XVII): Influencia dos je-
suitas na cultural litteraria. Primeiros ensaios em
latim e em portuguez. Escriptores brazileiros deste
period.
28. Segundo period (primeira metade do se-
culo XVIII): Desenvolvimento da cultural das
lettras principalmnente. na Bahia. Fornmao de so-
ciedades litterarias. Poesias lyrics; character de
suaa poesias. Escriptor historic e dramatic
deste period. ,
29. Tereeiro period (segunda metade do seculo
XVIII) : Novo desenvolvimento da litteratura no
Brazil. 0 Rio de Janeiro torna-se a residencia
do vice-rei; crea-se urn novo centro litterario.
Fundagio de academia. Poetas de Minas: sua
accusagio em crime de inconfidencia: influencia
deste success na litteratura brazileira. Poetas
epicos. Poetos lyrics de Minas e outros deste
period.
30. Quarto period (do principio do seculo XIX
ate 1840) : Predominio do element christao na
litteratura brazileira. Poetas lyrics. Eloquencia
sagrada. Laxicographo.
31. Quinto period (de 1840 atW a 6poca actual):
Emancipagio dalitteratura brazileira; mudan"a
de sen character. Poetas lyrics. Poetas drama-
ticos. Poetas epicos. Romancistas e outros pro-
sadores.
Livros:
Para rhetoric: Lices de Rhetorica pelo pro-
fessor Dr. Jos6 Maria Velho da Silva.
Para poetic: Postilha do professor Dr. Josa
Maria Vellio da Silva.
Para litteratura national: Histoire de la litt6-
rature bresilienne par F. Wolf.
Programma do ensino de philo'
sophia
1. Introducgtio : Definig5es, object, divisao,
importancia da philosophia; suas relapses corn as
outras sciencias.
2. Ontologia eleinentar : Do ser. Da essencia.
3. Do infinito e do finito, do absolute e do re-
lative, da substancia, do attribute e do modo.
4. Da causa em geral: causa efficient, occa-
sional, material, instrumental e final.
5. Do verdadeiro, do bern e do bell. Nocues de
esthetica.
6. Do espaWo, do tempo.
7. Psychologia : 0 composto human, passage
da physiologia A psycho gia. Dos factos psycho-
logic. Faculdades da loalna.
8. Da sensibilidade em geral. Da sensibilidade
physical. Das sensaues.
9. Da sensibilidade intellectual e moral. Senti-
mentos e affeicues.
10. Da intelligeneia cm geral. Da consciencia
ou percepoao intinia.
11. Da percepcao externa. Elementos da per-
cepo.Ao. Os sentidos e seus erros.
12. Das ideas em geral: definicues, differences
caracteristicas, origemrn e formaqio.
13. Da attenciio. Da reflexao. Da comparacao.
14. Da razao pura. Noqhes e verdades prima-


rias.
15. Do juizo. Do raciocinio.
16. Da memorial. Da associacao das ideas.
17. Da abstracqo. Da generalisagao. Da ima-
ginabao.
18. Da linguagernm : definiito. Differencas, clas-
sificagao, origem e utilidade.
19. Da vontadc : do instinct e do habit. Da
actividade livrc.
20. Da hliberdade e suas provas. Difficuldades
a theories.
21. Da unidade, identidade e espiritualidade da
alma. Arguments e objecq5es. Uniao da alma
eom o corpo.
22. Logica : Objectb da logical. Methodo em ge-
ral. Analyse e synthese.
23. Methodos particulares. Classificacao das
sciencias.
24. Do method inductivo ; obscrvaeao, cxperi-
:nentacAo e classificacao.
25. Da analogia, induccao e hypothese.
26. Do method demonstrative ; axiomas; defi-
niees; demonstracao.
27. Do syllogisino ; material e f6rma, terms e
proposicoes, figures e regras.
28. GrAos de assentimento. Probabilidade, evi-
dencia e certeza.
29. Autoridade do testemunho hurmaano. Regras
de critical historic.
30. Dos erros: causes e remedies.
Livros :
Paulo Janet e Jaffre.
Theodicea.-1. No5es preliminaries. Da idea de
uam Ente Supremo. Argumentos physicos da exis-
tencia de Deus.
2. Arguments moraes e metaphysicos da exis-
tencia de Deus. Critical de todos os arguments.
3. Principals attributes de Denus.
4. Da Providencia e seus acto3. Argumentos a
priori, a posteriori e inderectamente.
5. Erros acerca de Deus : atleismo, dualismo,
polytheismo, pantheismo.
Moral.-6. Principios das acZes hurnanas. 0
pvzer e o bern. 0 util e o honesto. System de
Stuart Mill.
7. Da consciencia moral. Distincao do bern e
do mal.
8. Da lei moral c suas parties components.
9. Destino do home e immortalidadea da alma.
Argumentos principals e complementares.
10. Moral pratica: deveres do home para corn-
sige mesmo.
11. A moral perante a humanidade, a familiar e
o estado.
12. Moral religiosa ou devcres do homem para
coin Deus.
13. Historia daphilosophia: Objeeto, utilidade,
methods, systems e divisao da historic da phi-
losophia.
14. Philosophia antiga. Origens orientacs. Phi-
losophia grega antes de Socrates.
15. Philosophia Socratica. Platao e a Academia.
16. Philosophia depois de Socrates. Aristoteles,
Pyrrho, Epicuro e Zeno.
17. Philosophia roman. Escola de Alexandria.
Os padres da Igreja.
18. Philosophia mediavel. Phases da escolas-
tica.
19. Philosophia modern. Bacon e Descartes.
20. Philosophia do seculo XVII. Sectaries deI
Bacon e de Descartes.
21. Philosophia do seculo XVIII em Franca.
22. Philosophia ingleza do seculo XVIII.
23. Philosophia do secul6 XVIII na Allemanha.
24. Philosophia do seculo XLX na Inglaterra,
em Franca, na Italia, na Allemanha e na Belgica.
25. Resume de todos os systems de philoso-
plia contemporanca esua inlaeneia no Brasil.
Livros:
Paul Janet e L. P. Jafire.

Sociedade Recreativa I" de faio
10o annlversairio
Pede-se aos senhores soeios que quizerem tirar
convites para families, o favor de darem suas no-
tas ao Sr. thesoureiro, ouna is6dids da sociedade,
das 9 is 11 horas da noite. Recife, 23 de abril
de 1884.-.0 secretario, I "
A. Moreira.


Aqsembl6a geml etit minaria
Por nio te rto' ida al U pa a
assembly gero 1 e O65ada, novo
convid so g lw #feetivo
ia con ipa T' n d Oelub qnuta-f i
jj 7 b artaoi ana-
Ato *.*titpo 21 do


*an a nerIeo 4* ofei doe X & do LTi Mr
ao, %De dio d. 1"L
Manoel Frnamdso de B Beas
*Preadeaft. da r ioe
A amara MPanudiaclo de 4ecifsas eila,
aque interesutu &o 40ar taoo
eorrente irao a hast bUfica, e satnua qurm
par em Bo firer, oas onevto a f odoroi-s mas
eas ns. 10o, 12 e 32 da parem o mdim 4pdeoec*,
oreados tod a em 5 m55A31. 0 e O f iraetod me
aebam na senretaria onde podeia q ern d vist.
Pao da Camaa Municipal, dol e8ife, 17 d
abril de 884. o e
Joa6 Caudido de Morsea,
Presideute.
Pedro Gaudianro do Rati e Silva,
Secretario.

to Sri.molOflMin Hflmrares

gto FExoo
De ordem da directo)ia, convido a todom os me-
nhores socios a comparecererm no dia 24 do cor-
rente, is 5 horat da-tarde, em oa ade, afiim de
eleger-se a nova directorial qae tern de adminis-
trar o anno social de 84 8 P.
Secretaria do Monte Pio doe Honorarios, 21 de
abril da 84.=0 1 soeetanrtioe,
A.feres Apolina"io 1 doe Carvaiho.

PROGRAMMA
DO CONCERTO

Do Sr. EiLnilio Lamberg
NA NOITE Ds 24 DE ABRIL DE 1,84

No salio do theatro Santa IsabeL
1a parte
I para piano: Chopin, fantasia em
menor.
II para sorgilo : L Lenaigre, Pastoral.
III para piano: Liszt, Rondo dos (no-
mos (estudo concertante).
Chopin, estudo 8obrc as tcclas pretas.
IV para orgao: .J. S. Bach, fuga cm
sol menor.
2P parte
I para piano: Beethoven, Sonate, Clair
de Lune, adagio, Scherzo, finale.
II para orguao: Raff, caatina arranjada
por Emilio Lamberg.
III para piano: Lamberg, composiVmcs.
Delibes & Lambcrg, air de Ballet.
IV para orgao: hymno (God save the
Queen), variaes do Charles Rinck.
PrincipiarA As 8 horas.


1iARITINOS


Para Uso da e P nos
Vai seguir brevemente a barca portugueza Mi-
Pramar, queja tem part da carga engajada, rcce-
bendo o resto 6 frete barato. A tractar corn o
consignatario Francisco Iibeiro Pinto Guimaries,
a rua do Brum n. 96.

united States &Brasil Mail S.S.C.
0 VAPOR

Advance

14 E' esperado dos prtos do
sul no dia 8 de maio, C
depois da dcmora uecessaria

laraahao. IPars. Sf. Thomaz e
New-York
jRLceberd ,xcsta via/e ai carga para <>J/'-

Para cargx*, passa gens, e encommendas, tactar-
se corn os
AGENTS


Henry Forster & C.
N. 8 -- RUA DOCO(13MMERCIO -
1." aildidr

0 vapor

Finance


N. -


L'-.4 Espera-se de New-Port News
a- odia/12o d, inaio. a -
do depois da dernora wce& -
saris para

Bahia e Rio de Janeiro
Para carga, passagens, encomrnmcndas e valores,
tracta-se corn os


N. 8


AGENTS

Henry Forsler & C.
- RUA DO COMMERCIO -
1-.'andar


Pelos vapors desta co:npanhia Ilo-se pas-aa-
gens para Liverpool ao pr,)o de 200 dollars ; 'o:
passageiro desembarcan lo em New-York tern pa- .
rmtia a passagmns para Liverpool lquand) lhe ap-
prouver por vapors de la ordeinm.

Pacific Steam Navialtion Company
STRAITS OF MAGELLAN LINE
0 vapor

Patagonia
Espera-se da Eu-
rope ate 0odin 11
de maio e segni-
raiparaoa snl de-
pois& dademora do
costume.
Para carga, passagens, encommendas e d:nheirr
a frete: tracta-se comos
Consignatarios
Wilson Sons & C., Limited
N. 14-RUA DO COMMERCIO N.--14


0 vaipor

Cotopaxi
&Espera-se dos portos
dosulatt' odia 8 dt-
insio, seguindo para
m a Europa depois da de-
mnra do cost(nne.


Para carga, passagens, encommendas e dinheiro
a frete; tracta-se comos
!onsignatarios
Wilso eonms & C., Limlited
N 14- DO COMMERCIO N. 14
Companlila Brasilefra de Nave-
gafio a Vapor
PORTOS DO NORTE
0 vapor

CearA


Commandant o 1. tente Ghilhernme Pa-
checo
E' 'Ep ePd. da porto ii atho di"26dboeonremt


IW Oseundm 4s4,


i .: .




























ReIpenado daEuropa no dia
25 do 1 or6eite, weuindo de-
poio 4a demo" Wwcess&Tia


ahia, Di.o de iaeiro e cantos
0 PAQU9T1E A VAPOR-,,

Ninho
commaante chapman
"] eaperado
doseparodo sul
no dia 29 docor-
onte,* ginde
'depois dadeuno-
ra necessaria par Lisboa, Southampton, etc.
0 VAPOR
Avon
Commandante Hanslip
0 vapor Avon, sahiri do Rio de Janeiro no dia
25 oa 26 do corrente mez e tocara aqui corn esca-
la para Li Uso6a e Southampton no dia 30 do cor-
rente ou 1 do proximo mez, no case de inscrever-
se numero sufficient de passageiros.
Pede-se aos Srs. passageiros que tractem as
suas passagens corn antecedents ate o dia 23 do
eorrente.
Tem optimal accommodates.
Passagens para a Europa podem ser toma-
das na ida dos vapores para o sul
Reduc"o nDos precos para o Rio
de Janeiro
1. classes 90#000 e 3. classes 27#000


lahida
SCbegada





a
," d K(





or
a
S
a
a
a

Sahidal


Chegada
ft
ft
'I
a


itinerario
Southampton 24
Bordeaux
Vigo 2
Lisboa 29
S. Vicente *
Pernambuco 10
Maceid 11
Bahia 12
Rio de Janeiro 15
Santos
Montevideo 21
Buenos-Ayres 23
Buenos -Ayres 5
Monteviddo 6
Santos
Rio de Janeiro
Bahia
Maceio
Pernambuco
S. Vicente
Lisboa
Vigo
Southampton


SS6.tocara para tomar carvao.
Para passagens, fretes, etc., tracta-se corn os
CONSIGNATARIOS
Adamson Howie & C.
3-tRuia do Commerelo--3

afflM B- fflfiaidulscli
Dampfsehiiffahrls-Gesellschatf
0 PAQTIETE A VAPOR
Corrientes


demora necessaria para
Bahia


Espera-se da Eu-
ropa" e portos do
note no dia 28
Ido corrente, se-
guindo depois da


Para passages, free, etc., tracta-so corn os
agents.
Borstelmann & C.
RUA DO VIGARIO N. 3
1 andar

Para Lisboa
A barca brasileira D. Clara recebe alguma car-
ga : A tratar corn Baltar Irmaos & C., rua da
Craz n. 14.
LEILOES


Agent Pinto
Quinta-feira 24 o do moveis, louea, crystaes,
quadros, espelhos, objects de eldetro-plate e um
bote para passeio.
A's 10 horas e 6 minutes partira o bond corn o-
concurrentes no leil]o passagem gratis).

Agente Pestana

Leilao0
De generous de estlva
A saber:
'51 saccos corn arroz avariados A bordo do va-
per Orator.
257 latas corn azeitonas superiors.
255 ditas corn lombo de porco.
83 ditas corn superiors linguicas finas.
31 ditas corn peixe, vinda de Lisboa no vapor
,S'culdptor.
15 barris corn superior vinho branco e 1 cai-
xa corn 40 tympanos.
Quinla-feira, 24 do corrente
A's 11 heras
Na porta do armazem do Sr. Annes no
Ilargo da Alfandega
0 agent Pestansa ompetentemente autorisado
farA leilao por ta'e rise. d quem pertencer
dos generous ammi enfo .'


D1 biatoveis,
1&st**e -c^es


qua-
'acte .


:2 pebhos ovaes, 6adOerue elI
Sala 4doEett
.Unma mf grande eCotngimvta
iba de d ro n diffe te# liv
novas, 1 ear pra escrever, 1
ofe vitae.


tram a, colt'sft
mL gnaw6 ou-
ite cortinados,
do.
stanteo 1 cor
2 veneziamet
L e 6 cadeirs


Umw cama do ferro, I estrado de arame paten-
to, coXes, travesoiros, Ieuqoes, cobertrWe, )
cortinado, 1 gnarda-rau, 1 lavatorio, 1 guarni-
0o, tapetes, eadeiras, 1 espelheo grande dourado,
e pOars de cortinado filos, 1 cabide e 6 cadeiras
do palha.
3' quarto
Uma cama de bronze corn estrado de mola, 1
espelho grande, 1 mosquiteiro, colxues, travessei-
ros, 2 commodau, 1 lavatorio, 1 guarnmieo e 1 toi-
lette.
Um bote e sens pertences.
Qninta.feira, 24 do correnle
IS 10 1/2 HORAS
Na rua do PaysandA, casa n. 44, cornm portao a di-
reita, antes da ponte grande da las-
sagemn da Magdalena
Richard Feltpn retirando-se para a Europa corn
sua familiar, faz leilIo por intervene do agent
Pinto, dos moveis e mais objects da casa em que
residio na Passagem da Magdalena.
A's 10 horas e 6 minutes partirA o bond da li-
nha da Magdalena que dari passagem gratis aos
concorrentes ao leilao.
0 leilao principlari as 10 1/2 horas em ponto
per serem muitos e differences os lotes.
Entrega em 24 horas.

Agent Britto

Importance leilao
De 1 piano, 1 mobilia de jacaranda composta de
1 sofA-, 4 cadeiras de bracos, 12 de guarninao, e 2
consoles corn pedra, 12 cadeiras de junco, 6 ui(tas
de faia, 1 sofi de vime, 1 cadeira de viine, 2 ricos
espelhos, 1 mesa elastica de 5 taboas, 1 guard
vestido, 1 aparador,. 1 lavatorio de jacaranda, corn
pedra, relogios de parede, 1 mesa redonda de ja-
caranda, 1 camna de dito, 1 dita de amarello, 1 di-
ta de ferro coin lastro de arame, 1 quartinheira, 2
cadeiras de balango de junco, 2 espregui~adeiras,
1 mesa de piuho, 1 lavatorio de ferro, 1 par de
serpentinas, escarradeiras de louqa, louca para
jantar, 1 bomb, 1 thear, cops, tapetes, capachos,
figures de pedra, 1 gaiola de ferro para garrafa,
1 espingarda, etc., etc.
Qninta.feira 24 do corrente
A's 11 horas .
Na rua Duque de Caxias n. 59, 1 P anar
0 agent acima autorisado por uma familiar que
se retiroii para Europa, vender& em leilao os mo-
veis acima declarados.
Ao correr do martello


Leilao


De 340 barras de ferro sueco corn 13,281 kilns*
sortidas, descarregadas de bordo do navio allc-*
mlo Delphim, de Hamburgo para este porto.
Sexla.feira, 25 do corrente
A's 11 horas em ponto
0 agent Pinto levari A lcilao em um so lote e
por conta e risco de qunm pertencer 340 barras
de forro sueco de differences grossuras c existen-
tes no armazem do Barao do Livramento, junto a
guarda-moria da Alfandega.

Leilao

De moveis, loufas e vidros
Constando de sofas, cadeiras de balance, ditas
de guardigao lanternas, jarros, 1 relogio de pare-
de, 1 dito de mesa, 1 excellent machine de cos-
tura, camas, cabides, mesas de jantar, e muitos,
outros objects pertencentes A casa de familiar.
Sexta-feira, 22 do corrente
A's t11 horas
0 agent Gusmao, competeniitenmenite autorisado
per uma pessoa que mudou-so para f6ra, farA lei-
lao de todos os objects existeutes na casa n. 52
du rua Nova de Santa Rita

Agente Silveira


Leilao
DE
moveis, lou as e vidros

Sexta-feira, 2S do corrente
A's 101o horas
No primeiro andar do sobrado site a rda
do Rangel n. 18
0 agente acima autorisado per uma Exma. fa-
milia que retira-se para o Rio de Janeiro, levarA
a leilao uma mobilia de jaearandA, consoles corn
pedra, I dita de amarello, 1 guarda-roupa, 1 es-
pelho oval, 1 toilette, 1 lavatorio, 1 cabidc deo co-
lu a, cama franceza, 1 cama para crianca, mesa
elAstica de 3 taboas, 2 aparadores de amarello, 6
cadeiras de junco, 2 marquezses, 1 quartinheira, 4
camas de vento, lougas, jarros, facas e ecolhercs e
trem de cosinha.

Leilao da semana

CARMO E SILVA
VENDERA
AS 10 1 [2 HORAS
Roupas feita, eamisas, moveis novos e aSAdos,
quadros, relogiox,-out oe vidro, objects de ala-
bastro, gravuras,. e itiS *. spelbos, macha-
dos, ch'spas pars; fogavo retre. pAospBoros, e MU:-
tos outros artigos.


21'


Daescu argentina
11 1 A *i1'1'^ ^ ; i
UNRM Ilde,

i Casco) mastrs reaes, vergas, ancoras,
correntes, vels, botes e mais pertenas tal
quaa so acht aporada n'eate port, onde
arribom, per forga maior, no dia 7 do eor-
reate mez, na sua ultima viagem de Bur-
bados.
A dita escuna foi conatruida na America do
Norte em agosto de 1881, de earvalho banco, e
outras madeiruas rijas, convenientemente cavilha-
das, curvas de ferr, e bern pregado; e foi espe-
cialmente coustmrida pam" navegalo do Rio da
Prata e Rio Grande do Bul, pegando WO- tonela-
das de peso, calado 81/2 A 9 p$s; convez corrido,
espacoso e desembaraeado: toda a mastrecagAo,
velas e maise pertenas -estao em perfeito estado,
podendo ser vendida em um ou mais lotes A von-
tade dos compradores.
Sabbado, 26 do eorrente
A's l horas em ponto
N alA da Associgno gOi-morcial
0 agent Pinto legalmente autorisado levarA a
leilao corn icenca do Sr. inspector da Alfandega,
em presenca dp emprcgado da mesmna repartieao,
para o fim nomeado, corn assistencia do Sr. consul
argentine e plr centa e risco de quem pertencer a
escuca argentina Argentina, do 185 toneladas, re-
gistro inglez.
Em continuaialo
VcnderA o mesmo agent, o carregainmento da
mesma escuna.
CONSTANDO


DE
12,150 taboas de 1 pollegada de spence.
1,054 pranchSes de 3 pollegadas de spence.
1,050 amarrados de madeira para caixas de di-
versas dimensoes.
141 pranchoes de carvalho de diversas dimen-
soes.
9,500 peas de madeir'a para cabos de vassou-
ras.
38 peas de spence para mastar6os e vergas.
250 taboas de pinho de 1 palmo.
Os pretendentes poderdo desdae jA obtcr qual-
quer informa'ao no escriptorio do referido agents
a rua do Born Jesus n. 42.


Leilao
Transferido para o dla 26
De mobilia de jacaiandA, dita de junco, guar-
da-vestido, aparador, mesas, quadros, espelhos,
jalTes, apparelhos de porcelana para jantar e al-
mogo, camas francezas, lavatories corn pedra, co-
pos. calices e muitos outros objects que estarao
patented
NO ARMAZEM DA RUA DO BOM-JE-
SUS N. 51
Sabbado, 26 do corrente
AS 11 HORAS EM PONTO
Ao correr do martello
POR INTERVENAO DO AGENT
Gusmao


AVISOS DIVERSOS
-- Aluga-se : os andares terreos dos sobrado-
na. 36 a ruta Duque de Caxias e 24 a rua do Ara.
gao, a casa terra n. 77 a rua de S. Joao, a casa
corn sotda e grades commodos na 2- travessa da
rua do Principe n. 1 C, e o sitio n. 1 a rua daHora,
no Espinheiro : i trnctar na rua do Hospicio, n.
32.
Aluga-se os andares superiores do predio n.
5M sito a rua do Imperador ; a tratar no pavi-
mento terrco do predio n. 10, a. praqa do Com-
mcrcio.
Aluga-se a loja da rua de Lomas Va-
lentinas n. 55, de aluguel de 15000 por
rnez, a tratar na rua do Barao da Victoria
n. 14, loja.
Precisa-se de urn caixeiro para taverna, corn
pratica da mesma ; a tratar na rua do Marquez
do Herval- n. 165.
Preeisa-se de duas pessoas para vender cm
taboleiro; a tratar na rua Vidal dc Negreiros nu-
mero 111.
Precisa-se de uma quo cosinhe e compare
para duas pessoas ; na rua Duque de Caxias n.
'8, segundo andar.
Preeisa-se de uma area que cosinhe e corn-
pro e faca todo service de uma casa, para uma
pessoa, dormindo na mesma casa ; a tratar na
rua Diroita n. 114.
Precisa-se de uma ama parao servico in-
terno dea uma casa de pouca familiar ; a tratar na
rua do Marquez de Herval n. 25.
Preeisa-se de trees anas de leite, cosinha e
engommado, e um criado : natravessa de S. Pedro
n. 88.
Um home casado sem familiar, habilitado e
acostumado a ensinar pelos engenhos e que sua.
mulher tambem ensina a ler e os trabalhos de
agulha, se offerceem at quem se quizer utilisar de
seuns services ; a tratar na travessa de S. Pedro
numamro 8.
Precisa-se do uma criada para engommar e
cosinhar ; na rua do Imperador n. 18, loja.

Casa eg rande sitio
Na Tamuartneira junto a estacao
Aluga-se comn 2 Wlas, 4 quartos, sendo 2 gran-
des, 2 raletas e i dita para engommar, cosinha
f6ra, gaz em todos os compartimentos, sitio gran-
de corn arvores fructiferas, 2 cacimbas, 1 de eix-
cellente agua de bbeber: a tratar la rua do Co-
ronel Suassuna n. 220, e no Recife, A rua do Amo-
rim n. 66.

Estaheleiifieno l-unebre


'(r l 1 00fl MAGALHAES1 .
,ajijwtiis-a ilutaopbi'o~u"tmaberto1 &
.rua. do Imporador n.. uri amtabelemento fune-
bre, onde poem enonotar -tudo qwnt.o diz respei-
rat'ntA iiauaeii^l. a' l
m rto lgtR iioiS' '*'*^*b'u .wrumlo pft r*1 "*.-;e..:??or;1 r., -1 *-i


Co"nia Joaquia de Limas XNues e suns $lhas
Aanoil Jos6 de Otive~a I ima e seug fillies, Ma-
qa Rain aB-Iirns.Lima margo, JosA BIa!!>i4o de I!-
niLI bas, b s;,_,A,AiAwtaao Dominigo' l'iut) o 0ua
pulher (autentes), irnrIog e sobrinheo du din1al.,
major JsM Rodrigues de Oliveira Lima, eonvi-
lam nes setu amigus e parenteo para assistirom a
inissa ds setlimo dim, quo ponr sua alma mandam
resar sexta-foira 25 de abril, As 7 horas da ma
ahna matriz da Boa-Vista, e des lo jA se con-
Fessam agradecidos por, este aco de reoligi'o e
aridade.


Teneuiate-eoronel Antonio Juven-
cie Pipem FaIcleO
Anna Isabel Pires Falcao e Isabel Liopoldina
ires Falcao agradecem profundamente a todos
@s se dignaram levar a ultima inorada os restos
[e sen sempre presado e ehorado pai, e de novo
)nvidam aos seus parents e amigos para assis-
irem as missas que teem de ser celebradas no
nvento de N. S. da Gloria c de de Santo Christ o
eIpojuca, e em N. S. do 0' de Iqojuca, (is 6
oras da manhbA de sabbado 26, setimo dia de soeu
assamento, pelo qe ue sconfessam agradecidas.
54oS4 Antonio Vilella
Maria Albertina da Annuncia~lo Vilella agra-
dece a todas as pessoas que sc dignaram acompa-
ihar os03 rests mortaes do seu presadissimo marido
ost Antonio Vilella, principalmente Aquellas que
Selaram sobre sea leito durante a eafermidade
ue o levou aoS taumulo, e desde ja eonvida a to-

Sos os parents eamigo para assistirem as mis-
as de setimo diat, que por sua alma manda resar
Ss 7 112 horas da manh! de quinta-feira 24 de
.bri, na igreja da Santa Cruz, na Boa-Vista.
4os6 Antonio Vilella
JosA Joaquim Alves Pacheco e Jose Luiz Alves
S'ilella, parents e amigos do fallecido Jose An-
onio Vilella, mandam celebrar missas por alma
(o mesmo, ua quinta-feira 24 do corrente, na
i -reja da Santa Cruz, e convidam a todos os pa-
ientes e amigos seus a assistircm as referidas
iissas, resadas is 7 112 horas da manh', c dcsde
j se confessam grates por essas provas de ca-
dade.

Caixeiro
Prccisa-se de urn caixeiro ; na rua da Palma
n 71, eom'pratica do molhados.

Ama
Precisa-se de uma ama para servir a ama s 6
ptssoa ; na rua das Trincheiras n. 40, sobrado.


Criado
Precisa-se de um criado ; no largo
, hotel.


da Penha n.


Tricofero
de Barry,
garamfft-%e tseo
1..z crester
CADELLO
a inda vicsi.nl o n;,i (*''." ncnr
m als calvas, bet! ('tleo utot
earn rumdiea!;aeu
A a TltHAco a CASA.
Positivamente impeide a
ueda c o e:nrancaecmrento
J^^^^.<^^ o CO ABELLO -o erj eco s ca;-
sos o t0orna ianv.ravrl.cnto
^^fc-^^^ aeio, Erillhanto, F criim e4
Abuniante
Emuseol hamnf dc olrentaanno$
e tern m atllr vw.! que iucihurl
O2t.r '-" mt-par'duo parat cibuilo eai
to(,- 3j ndo.

Agua Florida
depBardy.
DUPLA.
Preoprada segundo a formula
original uLda polo invcntcr no
anneo de 129.
Tom duas vezes mplo Fragrancla
que qualquer cutra.
Dura daas vczes mali tempo.
E'muito myais rica do focrfume e
mais suave.
E'muito mals Fina o Delicada.
Tem dobrada forca RefrDscativa o
Tfonica no BLanho.
Fonralece ao Debilo ao Cancado.
Cura as Dores do cabeca c os dos-
maloes.
E'muitissimo superiorr a todas as
outras Aguas Floridas Actual-
mento a vencia.
Descoberta Importantissima.

urOle o do Figado de Bao aihao
COM
ODURETO DE FERRO,.
DE
arclay & Companhilas.







CnrTn radicarmente e comseguranca os peores casos
<1" Phthisica, Escroe-las, Rbenmat:smo, as docnq.s
e Espinha Dorsal, doe Qnadris e dos Oesos, as in-:
J, immnzuOes do Figado. doBa.o e do Utero, ctc., etc.,
e estitne ao corpo enfraqnecido e fatigado o ecu pri-
1:1 ti vo vigor c arredonditto dos contornos. E' certra-t
S.ente uma grande descoberta o Puro Oleo deo
I IfIado de Bacalhao corn lodureto de,
Ir ".--do Barclay & Ca., New York.
Xarope de Vida
de Reuter No. 1.

r- -


OEPURAI
novo,


Lim
hu
;do
'we


1 .


-BUREZA DO SANGUE
I PELQ
Arrobe dep ratio do de salsaparrilha, caroba e yeou
W reparado per
i~fc'4'LAt ^U^AJ & Cl,
PHARMACRITICOS DA CAS, REAL DE SUA MAGESTADE FIDELISSIMA EL-REI DE PORTUQAL
Premiadous em di-er'asU exposlicoes com o i." premier de Uma clause

C(onsideragoes geraes
A saAde 6 um betn inapreciavel, cuja.importancia e valor so estt rescrvado ao
enfermio avalial-o. E' iicontcstavel quo o home a'este nundu C constantomente, c ,(or
odes os ladies atacado p r urna infinidade de agents morbidos que todos tendem,, *,-
das certas e determinadas circumstancias, a alterar o regular exercicio das funcces
organicas, resultando desse desequilibrio o que se dcnomnina---rnolestia.
A molostia nao 6 'inais do quo a desvirtuago das for'as vitaes, occasionala,
segundo as investigators |o exporiencias dos mais abalisados mustres da sciencia, 1P,,a
depravaaio dos humores geraos, consequencia da accao inaligna dresses nmesmos a;;eu: -s
morbidos, introduzidos no. organismo p1o3 actor da rcspiraato, pela via digestiva, p- I"
contact immediate, etc.
A syphilis infclizinento tern sido a partilha da humanidade, e como 6 f6ra de
duvida quo esse terrivel Prueo da mcdi'ina c urna molostia hercditaria, ella tern sido
obscrvada em todas as idhdes, e debaixo~de todas as suas formats tao variadas, cnf'a-
quecendo constituipcs robustas, produzindo mutilapoes e cortando ainda eut firAd%
idade vidas preciosas.
Elininar da econoinia. esses principios deleterios, e purificar a massa geral Jos
humores, tern side desde tempo immemorial, o tim constant da medicine, e us dtpa.-
rativos figuram em primeiro lugar para preencher esse desideratum.
E' de preferencia no reino vegetal que a scioncia aconselha que devemos proou-
rar as substancias proprias a depurar o organism, eliminando os principios nocivos 3
said polo augment das secreq8es naturaes; c que possaium ao mnesmo tempo ncutra:i-
sar o virus symphilitico, ainda quando este virus jA tern feito erupAio no exterior de-
baixo de suas multiplicas formas. Os grades e incomparaveis dopurativos vegetacs
conseguemn muitas vezes prevenir os'estragas da syphilis, quando per ventura sc ache
ella ainda no estado de incubaci 'o; isto 6, sem so tur manifestado sob forms externrs
boneficio incomparavel, tmanto inais porquo n'csso estado o.-; iadividuos iguoram conil Ic-
jaments se estao contaminados per esse terrivel inimigo.
Felizinente para n6s o rccurso prompt c se: igual para combater virus -i;^U
deleterio encontramos em abundancia em nosso ubcrriio solo, nessa riqueza inv;Ia-
vel de especics de vegetaes, mnuitos dos quacs ainda tao poucoe conhecidos e cstuda(h,.-
- corn pesar o dizemos.
Nos mereceu a preferencia na grande variedade do plarttas depur.Ativas (,ic
possuimos, as trees plants beirn conhecidas no nosso paiz ; a Caroba Jacaraudd p-iw-
cera de Sprengel, da famnilia das Bigoniaccas; o Velam, croutn catmpesf.-', (LC '.%t
Hil; da famunilia das Euphorbiaceas ;---e a Salsaparrilha---,nilax syMphilitica, ldc ,,,,
da familiar das Asparagineas.
Extrahindo somente X'estes trees importantes vegetaes cs principios medicamen-
tosos pelos processes maisaperfeigoados da sciencia modern, consiltinios reunil-os min
um compost agradavel c de facial applicac.io, cujas proprieddcs p.ir.i a curas da gran-
do s6ric de molestias syphiliticas e todas as que provccm da inipurcza do sanguc.
nossos estudos e repetidas experiencias nos convonceram serein iucomparavcis, as que
se tern obtido corn emprego, nas differences formulas couhecidas, dos prineipios do cila
um d'aquelles vegetaes deeper si. Naio precisamos desercvyer tao iiportantes larint-As,
fazer conhecidas suas virtudes ; ellas e seus boss 'ceitos micdieamentacs jA -*o bc-rn
conhliecidos, quer em nosso paiz, quer na Europa, onde abalisados botanicos e distinctos
medicos se teem d'ellas occupado, e celes mesmos experimeutado corn optimos re. ultad,,s
no tratainento de muitos padecimentos.
0 nosso Arrobe depuratico de Salsaparrllhsa, ( Ctu/a e VJd1 me tern um snl-ir
agradavel, a sua ac'ao e' suave e benigna e de nenhliuma forma produz rnolesia.s urdli-
carnmentosas, como acontece geralmento a todos os cominpostos eln que entrain substan-
cias mineraes, come mercurio, o iodurcto, etc., cujo uso prulougado 6 sempre para re-
ceiar, principalmente porque trazem grande alteran.o do sanguc, resultando de-te
estado muitas vezes hydropisias quasi sempre funcstas.
Sendo as molestias, comn acIma dissemraos, devidas as alterac.-;es dois humor, ,
Arrobe depurativo da iSalsaparrih ia, Canoba e da Cw 0pode scr emipregado vantijtnj,):,a-
mente na syphilis, erisypelas, rheumatissimnos, bubas, gta, dores sciaticas, ulccras
chronicas, gonorrheas clhr'onicas, molestias da pclie, etc., c cm geral cm todas as moles-
tias em que se tenha em vista a purificaAo do systemnia sanguineo; pois que nossas
constantes experiencias tern fcito vcr, que elle 6 indispcnsavcl no.s cases gravissimub4s
para minorar os soffrimentos c prolongar a existcncia, c nos menos graves a cura 'I. a
consequencia do seu use convenientemente prolongado.
Assim, pois, nutrimos a convicrLto do que o uso do nosso novo preparado justi-
fique cabalmente as nossas assevera()>., porque scndo nun me i -amento puramouto dc
principios vegetaes, nossas expcr'ieni;, -n :* hloje tern confirnado sun atilidade.
MU01)O I'. AD. 1INISTIRAR
0 Arrobe depurativo pode e(v i -.;2io cm quaiqu-r hlo-a do dia ol da n,,tc.
corn tanto (jue a diigetfio .)a so it-n'ba -, ..lo.; mas do prcfcrcscia devo ser torado dc
manha emjejumn, c duas horas antes .. tt:1 tir c da ceia.
A d6se pars as pessoas adultUs, j (Lc tres colheres das de sopa, bcluelo t n.:1
cima umn pouco d'agua coem o scm assucar.
Os menores de cite anmos d(evero toinar soinente tres colheres de ch-i. ou un,
das colhores das do sopa ^or dia, augmentaudo a d6so gradaalmncutc at6 duao colhero,


das do sopa.


DEPOSIT GERAL


3At-ilia Lars (do Blosario"3)i
)VAL M V -


Fu i)Ic 0 ~iRAI



ALLAN PATERSON &*
N. 4--Rua do Brum--N. 44

JUNTO 41 ESTAVAO DOS BONDS


Tern para vender, por precos modicos, as seguintes ferrZmgens:
Tachas fundidas e batidas.
Crivacoes de diverssos tamanhos.
Rodas de espora, idem, idem.
Ditas angulares, idem, idem.
Varandas de ferro batido.
Ditas de dito fundido, de lindos models.
Portas de fornalha.
Bancos de ferro corn scma circular.
Gradeamento para jardim.
Vapores de forga de 3, 4, 5, 6 e 8 cavallos.
Medas de 10 a 40 pollegadas de panadura.
Rodas d'agua, system Leandro.
Encarregam-se de qualqcr coaertos, ascntamin munchiiai53s execat: U
quer trabalho comn perfeiAo ou presteza.


OLE OE FICAOO
DS faoilbau1
.0odMo,4i a n Qulna
r mMW i ^f^


C,
c.


1t l-


0 OLEO OUCOU
ao omis
oommatt A--fld&* -


^^^< t^^NM *

A


7$


I


F


!1




































-iiiho mem -e oern asaim, grvacte asepwsio das e m uisare pa =rat.
Ns veudasusaperiore a 1004000 dA-se dosconto, aendo tado ean peoa.
SUALA DE CONAN4A ,





20-Runa 1.9 de Maro--)
W -DO AMARA11
__C1000i__________ -, L a:______,


GRANDE OFFICINA DE ALFAIATE
'IDA LI s E
ARUDA LUSTO1SA &


C.


41.Bua do Barao da Victoria..41
N'este acreditado estabelecimento se encontrarA sempre um sortimento ; re-
yd- Spannos finos, casemira de todas as cores, proprias para costumes e calgascom-
*esa directamente as nossas fazendas por todos os vapores da Europa; Brim
Inag, e de acres, e todas as fazendas tendentes A uma casa nesse genero de negocio.
Aprompta-se costumes para lato em 12 horas.
/ TDispoe de um pessoal habilitado e corn os melhores elements par& servir
a weamigos, e a qualquer pessoa que quizer honrar seu estabelecimento corn suas
O am endas. 1'. .

41-tua do Bardo da Victoria-41





DE
#~
JtA. JLL'VBERTYV ____ __




W 11A--li 1)1 BI tA'-o1 A --,4



RTELOCGIOS EI-PR TA

I U6 2 lOE1 Ri s1 HIM q6 1p111 1 r i0 R if8tli. leraiIfi iar
I um .oora MI 10r00?
A. LABEIITY tendo recebido em deposit uma grande quantidade de
..ELOIOS DE PRATA RE[ONTOI, tern resolvido expol-os a vendapelo dimi-
mto prego de 15.000. Todos estes relogios so montados sobre PEDRASFINAS,
lon reguladores e de qualidades garantidas.


PHR1MALV LEVY
ANTIGA PMIMACIA DEr P. MAIIR
Medleamentox para nmolestlas do pejto

I XARBE DE JAIAliACAIU E JUCA'


Deposit -m casa doie fr pne

J ,Q"Ol. eiiVY &C.Co


N. 25-


wis.~dei


A-ma para4
Aama -


ogs-ce so Sr: Addr6 d- Albsqtterque Mo
souhor do emg^(UYVfs<^0iesde, o f*vo ide i
ou mandark rA do Rangera. 51 aa o rtdobswe n
mewre im. poi jae( Rz maladeuns aumo.

fPros.s.' de usua'am' par comnprar aeoi
qar ; a trmtar nasrus da Saudade o. 16.


ad<'rurwdo
Furtaram do engenho CauaudubA, proximo
villa de Jaboatao, na noite de sexta-feura sa
urn novilho de co r ciunwuta, e ums novila pr
corn mualhas braucas quenem doe memos der n -
ticia nomesmo eieuho, oq a nna do Impera
n. 77. mercearia, sra devidamente reeomi
sado.
Ao Sr.professorAd0phob Silvin
BaudelI
Precisa-se fallar mcorn V. S. a negocio de int
resse ; narua do Visconde de Albuquerque n. 1,
Boa-Vista.
Alpgase barato
A easa terrea da 'Baixa Verde n. 1 C.
SA loja do predio sito A rua do Calabouro n. 4.
0 1 andar do predio sito ii rua de Pedro A
fonso n. 46.
A' tratar no largo do Corpo Santu n. 19.
Aluga-se
o segundo andar da casa rua do Brin n. 8
comboas accomnnodases pars familiar, muito fTrei -
co e claio, pintado de novo, tendo agua, gaz, lu -
tres e arandellas para o mesmo, apparelho de
cambrone, etc.: a tratar na rua do Vigario n.
primeiro andar.


5
S' '-er
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a


Feitor
Offerece-se para sitio um portuguez casado
corn dous filhos e mulher, bem cumportado, dand
fiador de sua conduct, havendo ne memo, lugas
pars a familiar ; atratar narua do Rangel n.1,
taverna.

Mudanca de esmciplorio
- 0 agent de leiloes, Alfredo Guimares, mu-
dou o seu escriptorio da; rua do Born Jesus n. 51,
para a mosma rua, armazem n. 45.


Predisa-se de umn mado ; o restaurant
tihno, A rns eatriot a doa-411. *


Mar-


Preciss-se de urn menino de 12 A 14 aunos de
idade, corn pratica dc tavern na rua ,ado.No-
gueira n. 1.


Precisa-se
"s. 4pouca


Preciod


f 'r -


a"g OM WIKE OMa o etail"&~
own ta kim #6 *Ul
^ 8M MMM! PAAM-RS MM


I OS XAROPE5 I
DIE -YPOPHOSPHITO
do, Soda, de Calo e de Fermo
t( r Bpregadcw corn taaio esito para~k
ri%- a phre iao e les a'4
|t3bnTSUUMU. vendomiem unicameautr
am mfrasoe qwadds omo G o%01 do |
tor CURacHmr sobreo vdro.
Soba Influenoa do.HyjophlosphItos
I tos rUminm', o appetite augmeoita,
W forgas tornao a wr, oa so res oc-
.trosN oaosao, e0 do M gte gos 6e to1&
Iom eatsa? deausado. "I"
Os hyptophosphftvquo ra) t ti.'a.vth|
dgtafbnca da Pftrnmdia SWAMit, ..,
ruw CastgtKone, Paris, rio os unico.
IwonheooWo e tcowmmenaados peoe
&I CHURCHIUL. autof da 'de.scoberta tde
lows propriedtales d14attvao.
Ma p LPeqo:: 4 I.. por f' ttaam a. Pra.
Voadouieae -M prmina4da Pbarmocla,


Graade Exito ha mais


hit aliiiRT


MUMI


aml mais viporosas, aug'umlua
pm oa doq iwe entgo, mum 1oosttrie
Sdotadas d'emn robasto a ins
^WOn$ pmadewabu~dned oow f*
ttc fe Provocava A .=Co taafmo.a'
tia aieflrMl-Jotro
o Hoje, pori4 dque oetosmagos dt a-1
ta4.os oarocetm o-'mmerg, e wdie onm-i
rsofA tal dee du o asa amtoteam-poa .&;
ilitam a digostlo, omo, potam peim j4
= a de QproPeotms Iusde o-
jua Panffrfe=ta.
e4 Opheceiiade ge ne nafor e pomirnte
poredm im d seprezad. 6 est :e
mzst: pra tpwrar mail.. E1 oat. o as.
gredo saudme, durante nuito tempo
mouos etu.W tiveraen ato adssa ptn=
ee dto do Bei
oidpl6b!P;almdig, a Wd.,
cocia d'a"ta cidade em oquo asrofoa so.
oe Iymrpbtiosabune4ar fora de doida a
pemnittemn fazr auita fefisppes & ri
d9 sems excP'ntesproduct a
Achams o vtposito do tao val&io 'aedI
camento -anusPharnacias a Drogaaus d'.ssam
cida&*. Ef' poo eBOfillar, am ireaeoiel^)^
0e iuuteeflar ail ew mk~wtdon



0 Rnr nLe nBLOCHt
Genbra (Suissa), tern a honra de
informaraos Shrs Medkcos que
acaba aeaperfeiar,pelajunco
J0 MICROSCOPIO
0 9Bru
TheroomnetrodCliica
de MAXIMA
PrlcgiademnFraaae no Estrangueiro
Vs end e roo, im GENEBIA, na Om do kmtor.
do ta20mPanhsmbwc.TfsE fihag.

de20aniios |


N.-- liu do.


capMMiao *NM 0 _^

Opa fr&e ra em oetmto do tes J


proprio punho e mAo rabicadofl eom ira toeafr-
nada pelo ciugiodenttet Nania P ~p(2io.
Unico deposit e wm P im r do Bma
da Victoria n. 54, -ad.-

Pre~o de cads frso m o p tao Jaaen z 6J000
utero e CancroB syphilitioos f~nnula s
pecial 5KJ00
Perdeu-se .
na occasi,-o da eondu"e~i de algnos liwToM, dbk fwi
Sda Aurorft pars a da 'Saudade, un pa~ TO-
lume do Diario da Parahba, : qfam o eft "w
ar faravor entregando-o esta o po UNiAM.
Ba- Pretisa-se enCcontrar uCo seaamas i dm o
propeatar punho ervio'S uirari oao orM dt t -
pesoa, mediate um Jdentiste Mumvel: na r o i-
Uniodal de Negreiros .ite _.mbuor do





Ares
Na rua do Con da Boa-VtVictoria 4 B, -ada
Prseo de tres aras ; sedo as ea lgns marlaM
Par outlcra es a granules do collodo ea.
utero, e caneroo mypiliitic* o,.r~mlakso-
pecial SimX










Am&
Perdenft





na oPrecisa-seio de onduc ama; na rua do Vumeoue deaus
Goyanna nrs 87, adntiga Monddeugo pe








los 4:000000
Rume do BDiario d a Par Vleyr: qu a *
far favor entregan do-o neststypograpbir.
Preciss-se encontrar urn. sembova pans







pr0star agunbaixo assrvigsinterdo acaba doe vend








em seus felizes bilhetes dous ^aartos de n.
pesso1,386 corn a sorte de raovel:K, e di-a-








premios de 32^.000, 16-000 e 8,00.
O mesmo abaixo assignado .-onvida sos
possuidores a virem receber LA conformi-
dade do Negreirostume, sen..36 des.onm.
N& rua do Conde da Rx-ris* n.24 1%~hs
so do -tres saunas; sendo luaa e~goumnar, = 0~r







ouAchtam- se r venda feles biet








garantidos da 2." parte das loteria s abe:
Am&







Prnefici da igreja de us. Francaisco de Paula
da oyanna n. 87, antiga Monde extrahio. na

Squinta-feira 24 do current.
Aos 4:O00OO0O

Itua do Dario da V1e4.u'a a. 40
e eamw do eestusw
o abaizo assignado acabs do vender
em 80118 felizesa bilhetes dous *Llartos den.
1,386 corn a sorte do 1004500r.. e divers..
premios de 326000O, 16-MOOae8W)O.
o mesmo abaixo assignado, -onvida sos
passuidores A virem receber tIA conformi-
dade do costume, sem descontoa-sium.
Acham-se A venda os fel~zes bilimetes
garantidos da 2.,' parte das loterias a be-
neficio, da igreja do S. Francisco do Pau[&
da Caxangit (31.*), quo se extralirAi sa
quinta-feira, 24 do* corrente.


Em


Inteiro .4-W00
Meio i 2600
Quarto 1 SOO
porVlo de to100000 parm
cima
Inteiro 5
Meio 1750o
Quarto 6875
Joao JoaiWi-Ada Costa Leite.


Modista
Rua da Praia n. S, 2' aindar
Eduviges Maria Coelho participa is as nn-
mcrosas freguezas, que dispondo de habeis cos-
tureiras, e tendo per norma os figurines mais re-
centes, acha-se habilitada a satisfazer qualquer
toilet, como sejam : pars casamentos, bales,
theatres, passeios, etc. ; cnuxovacs para casamnen-
tos, pre~os medicos.
Silio grande
Aluga-se o sitio n. 12 a estrada do Arraisal,
corn grande casa inteiramente nova, feita a mo-
derna, cornm muito boas aceomnmodaqoes, tanto in-
terior como exterior, corn grande btnhem.ro.d'agua
corrente, muitos arvoredos de fructo e terreno
para criacJo e plantages, proximn As dusaa emod
9es da Mangab ira ; a tratar na rua do Creta-
n. 10, loja.
Aviso
0 engenho Mascatirtiho, cuja venda so acha an-
nunciada, esta ainda sujeito A divides do casal
e herdeiros do finado Gabriel Antonio. Faz-se
este aviso para resolvar direito cnmtra qualquwr
comprador.


ATTECAO
Mathue. Austin & C., a ma do CoouMtcio
n. 18, teem par vender naudeira de pinho de
rezins:
3X9
8 X 12
4X9
11OX 9
Mo Was i Ae 5vtade do Mompoadr pois9.s
o dieos.


doas-


Este MjEjICAMERNTO, de sabor agradav-4,
* .adoptado pelo melhore Medicoa doePanei

DEFLUXOSTsIqPPETOSSE, DORES DE GARGANTA-
CATAIIO PULMONAR
IilTAIES do PUTO, das VIAS URINABRiAS
o daBEXIGA
PA=SB- ?uacia BLAYN, 1, dm do, irch-Saint-Hloore PARIS
*PoWl pem Penuamuo : FRAN- M. da SILVA, ft O?.J
^asSS iiT rnnynn**2a maf ir-rj


A LA REINE DES FLE tRS

lRaimahetes loves,

L. T. PIVER em PARIS

I lascotte
PERFUME PORTE-BONHeUIR
ftracto do Corylopsis do Japa

PERFUMES EXQUISITOS:
Bouquet Zamora Anona du Bengale
Gydona d e Chiae :
r *1 Stephania d'Anstralie.
Heliotrope liao- Gardeilasa
-White Rose of Eenalik -. 1.Powyor S femtal
a*- bmtiquet d4BB 46e des Prft, atc*


I it omp po I I i


di oko'ia N


LLP


-n


I*-


I

ti





















de.er aiia do'
to de, rellmiolsdos m- ig
acreditados ,faiica-
tes*, e se achac hauni-
tados a vender mais
barato do que outro
qualquer, visto rece-
berm directaniente.


Todos
vendidos


os relogios


n'esta


Casa


sao garantidos.

11 Io CAROl I 4




kos 4:000)$00

BILI TES GAANTIDOS
16-Rua do Cabuga-16
Acham-se a venda os venturosos bilhlie-
tes garantidos da loteria n. 31 em beneficio
da igreja de S. Francisco de Paula do Ca-
xangA, que se extrahirA quinta-feira, 24
do corrente.
PREVOS
Intelro 4:000
Melo 9:000
Quarto 1:000
Send quantidade superior
a 100:000
Inteiro 3:500
Melo 1:950
Quarto 815
Joaquimi Pires da Silva.


ASA VELIZ
AOS 4:0004000
BULIIETE GARANTIDON
Prana da Independen-
cia ns. 37 e 39
0 abaixo assignado vendeu entire os seus
felizes bilhetes garantidos a sorte de 1006
em 1 inteiro n. 3725, e outras sortes de
32.5, 166 e 85-, da loteria 29a que se ex-
trahio.
Conviaa aos possuidores A -virem rece-
ber sem desconto algum.
0 mesmo abaixo assigniado tern exposto A
venda os seus felizes bilhetes garantidos da
31a loteria a beneficio da igreja da S.
Francisco de Paula do Caxanga, qu( se
extrahirA quinta-fcira, 24 do corrcnte.


Preeos
Bilhete inteiro
Meio
Quarto
Em poe-io de Ai


45000
25000
1,000
pt'Oo para


clma
Bilhete intciro 3-5500
Meio 15750
Quarto 6875
Autor. io Autnsto dos S tntos Porto.




Xos b


Rua Prime iro de~u lliaro n, 20)
0 abaixo assiginado tendo vendido nos
seus afortunados bilietes o intciro n.
1468 corn a sortoe de 4:000:_5000, dous moeios
n. 824 corn a sorte de 800;000, o inteiro
n. 2729 corn a sorte 200000, dou-as quar-
tos n. 1368 corn a sorte de 100000 c
outras sortes de 325, 165000 e 85000, da
loteria (30.'), que se acabou de eptrahir,
convida aos possuidores a virem ,'_ceber
na conformidade do costume sem .sconto
algumn.
Acham-se venda os seus afo tinados
bilhetes garantidos da 2., parte das loterias
a beneficio da igreja de S. Fran Isco de
Paula do CaxangA (31.), que se extrahirA
na quinta-feira, 24 do corrente.
PRE(OS


Inteiro 4#"
Meio 2,5000
Quarto 1i5000
Em qqantldade malor de 140
Inteiro 3#W
Meio 1#750
Quarto,, 75
MEllM Nd M JIrt M&Ws

0 Boa Sote, a qbmea da Vi klgoa,

O^Boyabeia. meis.legoa alem dii villas de-ai
,~to l ^ : q ,m^


Amu" tqkN is direetas, e pelo bom

Saque ter montado nos
P.s S&' Sa v S, fffaeiape e
Mssu', onde, corn um dispeadio tanto me'nor

qe ner se eompara co dos squ por
listen mfeito, tense obtido resultados iguacs

seno superiors, em vulto de produco, qua-
lidade, e preo de venda.
Chamia a attenvnao aos melhoramentos para
eeonomfa de eombustivel que tern introduzido
nos engenhos Pereirinha, Arara e Ora desta
provincia, e Boa Vista de Maranguape, aonde
corn o fogo do assentamento se produz o va-
por necessario para a moagem.
Em moendas, rodas dagua, vapores e todo o
machinismo e ferragens precisos para enge-
hos tern a venda grande sortimento d mae-
hor qualidade.
TRILHOS PARA CANNAS. Tern de system por-
tatil simple, sem os ineonvenientes que al-
guns apresentam; corn carros proprios, loco-
mnotivas etc. a precos razoaveis, podendo fa-
zer contrato para o assentamento.
Nesta fundiao, a mais antiga desta pro-
vincia, vende-se a prazo, ou a dinheiro corn
desconto.
FOUiN0DI|A D9 BBOWMIAN


EUNDI[A


BE FERNO


CARDOSO & IRMAO

RUADO BRE N M .100A104
DDE4iO fIT0RA\ 1) i., APLLO iS&" 2 E 2 0B
Os proprietaries deste bern conhecido es-
tabelecimento pelas suas relaqoes directs


corn os melhores fabricantes,


tincto


engenheiro


grandes vantagens para


de Inglaterra,


e comium dis-


offerecem


ce
Co


riijel~ ao res.
itavelt plico, que
tlatia am ter um sor-


Itirento


de joias das


m4is modernas e dog


a.1
do
qju


ds apurados gostos.
Compromettem-se
render mais barato
que em outra qual-
er parte.

Ria i Cibflda Nu 4


Bouquets de apurados e


0
Samu
alem
prom
pu lic
reflect
Nova,


Grad
feitadi


Plmr
res.
Flor
Biec
Meio
Pen
Vesi


novos gostos
em conhecido fabricante de bouquets, Jos6
I Botelho, se faz lembrado neste trabalho ;
ia reputagico grangeada nelle, pelo gosto,
tidao asseio, etc., tern hoje para offerecer ao
o novos porta-bouquets de bemrn estudada e
da eombinagio de gosto ; a tratar na rVa
loja de selleiro n. 29.


ABRIO-dE
Urn salao de modas


f3 Rua da Aurora, 1.0 andar
odes e variad's sortimentos de chapeos en-
s, para senhoras e meninas.
Vestidos a Accordeona
Corpos a Jersey
Casacos a Fcedora
Dito a Gilet
Colier a Foedora
Dito a Jobot
Dito a Sarah
Col a Officicr
Espartilhos a Sultana
Dito para Meninas
Fitas Ottomen e setimn
Dita Setim e veludo.
oas e egrettas de diversas qualidades e co-
es para chapeos e vestidos.
de todas as qualidades.
s de cores para senhoras e meninas.
es e grampos para cabello.
idos e gola para mowinas.


Ama
Na iua do CabugA n. 9, so dirm onde se precisa,
par casa de familiar, de uma ama que sviba Ao-
sinhar e d6 abono de sna conduct.


I


to
ra,
tiiu
par


raI


za4
I


encommendas, como Sat


provamn com os apparelhos con
t~s nos engenhos Massauassiu'


ipletos


assern--


e Bosque,


mero apparelho no engenho Conceil
MACHINAS a vapor trabalhando


ofoa
das


do assentainento, podem


as que foram assentes


nos


lem, em Timboassu', Cucau, er


ao.
so corn


ser examma-


A


r COM
engenhos Be-o A
biaceas
nihecidS
ni Gamelleira, ruiros


Diamante em (Goyanna, Pao Amarello, U
mara e Lages em Itambe, Vidra'ao em P
d'Alho, e outros no Rio Grande do Norte
Parahyba.
Chamam a attencao dos Srs. ayrieultor


es


para os novos vapores que tem recebido do
acreditado fabricante Robey, que se recomn-
mendam pela facilidade de conduco, assen-
tamento e eeonomia de coiiibustivel, deixando


de mencionar os engenhos emque os tem col- il
locado, porja teremivenddo 857para diversos
gares, epor 'is68jt devem ser ben conlie-
4cidos. -
-1 .. ........ . .. .,, -
Sao l~~u~vk"porta'


Sfaciijda4& A" -''
'-- I- .: i [. '
-i a w was d
:' : '* ; j:- *,: 1 LAM
eeis|l.li| do F -wlet' Que1 ..oe1 *'*' om menck:fl.i L*: ;.;. .11.1^ tTC^,.1.^!''.11
^ I T ^ r ^ ^ *1 ': '1' / 1- 1 1111 .1 1- .' : .*<;*l:*oll lllrl ,* W 3 *-*l' *:
^f't~ ^ ^j~f ^^.s- *!,-, -.^-1 -A1^'1i .,, *1- 1 s ^1 ll *,. ^ '.:,.: *aijt; 1,;1-:- "t te (.:A^=P UPON*L y *


renova
u lma c I
applicn
como I
SIo
quaes
diverse
capital
sultadc
ulcerak
Rec(
da Mat
tendidf
demos
ta a qu
nao sof
pars. fi
born re


h BllI6UES & C,
Corn otlicina de aliaiate
o Barao flda Victorila n, 48 A
rem bom sortimen-
e pannos, casemi-
cheviot, elastieo-
t, brim e merinos
a facts.
reparam ternospa,-
iuto em 12 horas.


]Iodieidade, preste-


& perfeipo.
squina da rua de
ito Amaro.

EITE -NATURAL
(sEriv) ,


SERVADO LIQUID SEMI ALTERAl,-SE
LVELOZ, pla inta :i f'nilia das ephlor-
, que habitaos os ss n s acrtses, 6 hoje reco-
come um verdadeiro espicifico para des-
epithcliomas ou cancroides, facilitando a
,ao dos tecidos atacao(lo, e trizendo afnal
ra complete, serm outro tractaniento que a
.o topica de sua sciva (vulgarmente lite)
lustieo.
numerosos os cases de. cura, alguns dos
A leva.unos ao eon!iecimento do public, cm
s publicacues, pelo illntrado clinic desta
o Sr. Dr. Alcibiados Velloso, e optimos re-
s tainmoem foram obtidos nas feridas e nas
cluronicas de character syphiliticas.
bcmos do interior da provincia, (do Brejo.
re de Deus) de pessoa de confian~a e cn-
, a seiva ou leite de alveloz; portanto, po-
arantir que 6 eclhida da verdadeira plan-
o expomos A venda, conservada de mode a
rer altera io, e corn a necessaria fluidez
cilitar a sua applicanio corn seguranca de
ultado.
DEPOSIT GERAL


Phai~ma


cia e drogaria de Bar.
Iholomeu & C.
larga do Rosario-Pernambuco

Ama


e de ma ama pra comprar
rua da Uuiao n. 13.


e coasi-


A


!! t


Chegou para o Palacio de Industria, a rua do
Barao da Victoria n. 4b, um lindo e variado sor-
timento de casemiras de cores, proprias para a
estacao invernos' ; n'- rua do Barte da "Vict,' ria
numnero 45.


Nova machina de cos-


lii4lfiwi-^ *^^ .,


tura t eliue-se
Denominaida Aurora ,*:n"- paor o dde tellihas dc 1vi(ro ani;' 11,
EstA em exposiu'.o A rua do Bargo da Victoria o s P.. ias de 1 lwa 't n ir, r:ii P.i ,
n. 30, loja de Antonio Pedro dc Souza Soares & 18, loja de officina de alfaiate.
C.,a nova machine ; c'ose co- dous carrcteisdc F z br n
linha, pod-ndo ser de 500 jardas cada urn, e aZ n a ran
f6rma os dous pospontos como se fesse de lan.a-
deira, dde grande vantagern. INo msmo estabc- a l f Id b ti
lecimento tern constantcmente um grande sorti aIl oja. et S baraft
mentor das melhores machines de costura dc todos 1 A To
os pr.incipaes fabricantes, e vendem em porAo e a -Visut
retalho sempre per precos muito razoaveis na
rua do Barao da Victoria n. 30. 40--Rua dla Imperatrlz
.... P7 n i f -W t VENDE-SE
^' k-:V'?ep o, pe as de madapolao fr;,ner,
u!i. JAa L 'i.-. .L!L cnf:'stalo ctnm 12 jard:.s a
) -Q l. 9 Dit',1 :1teLo lar coin 20 "'as'a1 .,'
A~dsalr ? I r ,, k n
;ld5]!2'C~tI V L,.c ,_.r t,.,O c,,II J5) "\ ":, U. :,L;'
o i. ,,',:


Superior brim pardo lona ci w1' c(intimit*_.,
de largura a 500 rs. o covado! e o uiis largo 41.t,
tern vindo.
Brim traiacdo alvo r(prio P)'tri lcneK,,s e ca-
misas de dentro a 500 rs. o intro iproveitein.
Alpaca preta, lisa a :3"20 r. o cov.do !
t ortes de caselnira inglczzi, toc l'Bt a c qail.dri-
nhos a 2.,- 00 c ,e S O (' .tl 1;ii,.ll .
Superior casemira pr'eta. 2 lrg rn', r.;ria para
roupas do inverno a 1-lAJo covdo!
Idem diagonal a 2y400 u dito b.Io d( "30Y 0.
Fustdes braneos bordadcs a 4-10 rs. o dito
Bonita escollia em nuva Is 1:' qua rhhos a
400 reis gorrgur(es de dita, 410t) rs. o dito I
Braimante franeez iara lenes a ,)o rs. o ine-
tro !


', 31 Mi ".I
Dito fran anz, mn i,.!: ni n i. n n'.*,". n'" >
fi c nchfrpada dc 7 j :A;
Alg-od2.o eufe1t:'do ciii i p.;i'. d,' 6.:.
gou';r .ar.z fi zLr .i^- dc ui s- 1a-
no., niiitoo ;i
Dito trwn;-(do ecm a co c.-n, :irgu,
proprio ijaa ici'.. c tuaLus ,-
MeOW, ilctro a
ilra'naiiteO dt al'i,'o c.>n 10 i, .o- ,
l',rirrfll t pi .-i,-ri',, ji;ir ; .U Zcr L,'ll oc' '.,:
1i1l SO D ,letro a
Dit!, ,:,,,scudL, :it, e,:crr~ado,
Ssma L. g : r ., ; -: b U ii
"*'<'"Icl* S ~'' .~r ) "~~ ptz :


r: .f *".'


?as
eiro

- -6

,,:.,


Leiin cs do mesmo, r!, a ',t(' ur. c:'ctc '.n' c.i:.. f ,' ':- ...
:: 3 0 D itai c~vm c,-.i- -" \^r:'...~ ..... .
Mcias inglezas lpra 'a a ii :,), C 1._
duzia. Dt Ci -A (d
Lencos de linho cm caIximh is a 25500 a dit'a. vara. a v
Meru6 preto, fino a 1.1 ) o co..a .o du s lar- -" .1 (11. 1 t" i*. f *. .
guras. min.sa, te ndo ', .. d .
Cortinados para caiia e jatilh a 6'.500. tro a .- --'
Colxas ricas de crochet para noif., I.. a lojad:i_ ..ir .i
Setinetas fraucczau, l.?-. a .60 ... o cf6 ad. 1
Camisas, scroulas, gr'iAtt.,, toalas, eulharri1.?- t r l Zi r 20
punhos, e iifiuidade d arti-os .,r pre'.; bara- .
tissimos. Nos prinmciros ni'zes a a umctiie 1 ,11"
Vendas emi gros- o ta:sino d es-I ntural e nrol 1 -U ,nr a .'"-
conto a de peitc. u c-ro,'i i m- cV-"1-a
.UI'A. l,... n ...c. C em case de eccessidade dcvc se:"-A .


till'll~lr Ilil UlIIil ft \i.

Fazendas avariadas bara-

lissinias!
Chitas francezas corn avaria a 200 r6is o eova-
do!
Popelinas dc quadrinhos idem, a 120 reis o di-
to!
Peas de algodao corn pequeno defeito a 34500
20 jardas !
Panno fino idem idem, a 2A900 o corte de cal-
Granadines pretas parsa acabaii a 160 r~is o co-
vado !
A vista fa f
A "1'UA 1)UIT~Uf-&T iiU4 Mn-'TA O XT K n.


RUA UW D Eti O UAL &,N.
Uncime It uumda & .


-liseados escicezes
. a2k rse
Prteer m ieve q~ue de


1 :. *HMOW j
Vende-se m isonaios riseados eocesme M
ehtido, semndo fmeida de ta phan tstl'%
oieflgegaa a 280 e. .od e-a- teti
um l ,ve toque de mofo GoatWia i urnIXdb
e8(p~shhcha veade-se Bi oa ios barat-Hro. dal
*j9%a-Vista._&ra da Imperatriz*n4,eqiad
beeeo dmos'ereifo.""' 1* *..


peOw Maosdo,


do pela
FARINA LACTEA DO DR
FRERICHIS!
A scicncia e a pratica, adoptram r n -
nha Iactea come poderoso elcmcnt. au-
trictivo para a infancia e di-tinctos r -vS.
cos do Brasil e da Europa r conhtc .:ew
ser a do Dr. FRERICHS a neclhor r'.-
genero.
Deve-se pois entar confiar o filhinr',
uma pessoa estranha e de comnportamrirui
nAo conhecido muitas vezcs o germtn. v
numerosa molestias.
Vende-se a verdadeira farinha L4zx
do Dr. Frerichs:
55- RUA DO IMPERADOR 55
Estabdecimento de musical e piano ds "e -
tor Priall e

CRAVOS E FLOM*S

Na rm a i Uniiao

5, ha sempre pa S

craves e lores


0 Pdro Antuoei & C/ecebeam Qm2~0 -
CSo tempo 6 propio; nruaDu deo go
N 93, Nova E e l ...
X t diinwb


XbA


*1.
I.


t I


Adamson HIowie & CL ".tn pas vder:
Vinho doPorto fivo em cai e IbariL
Wbiey, Dav*l verdxdeiro.
Tiut dde im-pzesso boa quelidade.
Orino de Mirshal verdadiros, de tQdea es nume-
..rox.
emedios de Ayer.
8-RUA DO COMMVRC1O-O

Fazendas
Para vestidos
Setinetas lisas e lavradas, sendo eom as
cores e lavrores o mais honito quo tern
vindo ,so mercado a 1500 rs. e 640
Ditas muito bonitas, corn barras largas e
estreitas, covado 640
Gorgoroos bonitoss de li, lavrados, para
vestidos, tendo do todai as ccre3, co-
vado 640
Merin6s de urma s6 c6r, tendo de todas as
cores, fazenda de gosto, covado 500
Alpacas lisas, tendo de todas as cores 360
Fustoes brancos, proprios para vestidos e
roupas de criancas, de 440 rs., 500 e 646
Cretones corn barra, seudo claras e escurai
covado a 400 e 500
Ditos serm barra e muito encorpados, pro
prios para vestidos, camisas e roupas de
crianqas, covado a 360, 400 e 1 500
Chitas, grande sort:mento de chitas claras
e escuras, de cores fixas, de 200, 240 at6 400,
Mariposas, as mais lindas manriposas quo
tern vindo ao mercado, corn desenhos miu-
dinhos, co rado 600
Baptistes corn delicados desenhos mniudi-
nhos e graudos, assim como lisas 200
Cambraias brancas tapadas e transparentes
corn 8 jardas a peca 3.000
Ditas mmito finals, tanto tapadas como
transparentes, tendo 10 jardas 'cada peca
a 41, 4A500, 5, e a.t6 74000
Espartilhos muito modeinos para senhoras 5;000
Ditos muito bern feitos para mneuinas 4A000
Chales, grande sortimento de'chales, t nto
de la como de gorgorao e casemira, de
11, 2S, 3%, at W 8000
De tedas estas fazendas se diao amostras corn
penhor, na loja dos barateiros .da Boa-Vista, es
quina do becco dos Ferreiros.
Casemiras de cores
De 2:000 ate 0:000 rs,
E roulaDir fmt ie a
Alhciro & Silva A rua da Imperatriz n. 40, tern
um immense sortimento do asemira de cores,
tanto claras como escuras, que vendem a 2,000,
2U500, at6 6A o eovado, e das mesmas mandam
fazcr qualqut-r peqa d'obra ou costumes, per pre-
cos muito ra: oaveis, assim como tern tambem um
explendido sortimento de casemiras e pannos pro-
tos ate ao mais fino scda que veim ao mercado, e
dos mesmos tambem se enucarregam de mandnr
fazer qualquer peca de roupa i vontaie do fre-
guez c corn toda a perfeiao e ppesteza : isto va
loja dos barateiros da Boa-Vist:i, na esquina de
becco dos Ferreiros.
Em boa oceasito


Roupas para ho
FOR
Pre -o b hwmL---
. 40-RUA DA IMERATZ-L
ILJA do.3rw i i
DA
BOA-ISTk
VENDIEX
Calas de molesquim, padrio clar e as-
curos muito bern feitas e fazeuda que
nao desbota a 295M0 e
Ditas de cazemiras de listrinhas equa-
drinhos, fazenda muito boa e que ae
lava, a sew
Ditas de eazemira preta, fazenda muito
boa, de 6;500 at t .
Paletots de cazemira muito boa, liza e de
listrinhas, a 4
Ditos da mesa fazenda forrados, a soS
Ditos de cazemiras escuras, bastante en-
corpadas, a Jm
Ditos da mesma fazenda forrados e mui-
tos bern feitos a Itea
Ditos do cazemira assetinada a 4M
Ditos de flanella azul, sendo fazenda que
nao desbota a to
Ditos de cazemira preta de cordao e
diagonal, sndo muito bern feitos a
10000 e IM
Seromuas de greguela, sendo muito bcm
feitas a 1200 e 16
Collctinhos para dentro, da mesma fazen-
da, a 800 e l
Assim come um grand sortimento de eamw
brancas para homiens, tanto de linho comao det-
gum que se vendem per preoo muito razoavaL
Tudo isto e corn grande reducfuo cm pP', ar.
ieja da esquina do becco dos Ferreiros.

Flanella azil
a L0OO
A' rua da Imperatriz n. 40, loja d"os Ka'-
teiros da Boa-Vista".;,
Vende-se superior flanella azul d'uma so ia-v,
ra, scndo americana c toda de 10, fazenda ry:,f
leve, propria para calcas, palitts e collete-, T.-A.
barato preco de 1400 o eovado, ou mazlB-.
fazer costumes da mcsma, sendo palit6t sz'*v" 4<
355000 e de frak 40W000, e grande pech!i= -
loja da esquina do becco dos Ferreirca.
Espartillos
a 4* e 56006
Na loja da rua da Imperatriz n. 40, veah'z-r
mnitos bons espartilhos paia 5enhoras. a 5.6Sfl-
c ditos para inmcninas a 4'.0O, assiin come um l
nito sortimento de fichus a 34000, isto na "'4 ia
esquina do becco dos Ferreiros.
Merinos pretos
al200o.1l$o00 e500o e 2c520
Os Barateiros da Boa-Vis.ta. A rua da Impr-a-a
n. 40 tern imi grande sortiuacito dc mfrir-,s .e.*"
para vest'do (i d iie vend m d,' 1 .52m' ; ,' ,*,
send muito loa fazenda, asui1! c(ICo dito ,';..'r
padospara roupas de liomens e mcniiaios r1. ;--
dem muito barato na loja da esquin, do lt:..- L
Ferreiros.
ilhos8 al16OrAis
Os Barateiros da B3a6Vista vcncfml 1 r.r-.'Z. -
nii. lilrh,'s de in a -;1 ^r e r e Ci'i'. s --
' ,-L i. C AL.. I; -j, ra triz A -1!, c > .. d <*
doo Ferreiros.
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-l i, F A I I1 4-


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ao


I
























li'*t It oe teg-AtAitas 'de!iUa
teornat-atia caliid, 6 difficil valtuta, o

0 /"* terrowi g sproprie ooligeiro,m'mas
q.1 u nao seja lodoso.
Na China oreace seoi cultdra em alguns
Sclimas e tambeoy em planicios seccas, n3.o
s rmuito ricas em terra vegetal.
Geralmente ha dttuas colheitas de folhms
*por anno, urea na primavbra e outrja no
outttono.
$ As plants semeam-se na part e alta do's
S sulcos, A& distancia de quatro p6s urmas das
S outras, poermittindo-se-lhes crescer at6 i
S altura de trees p6s.
Uma plantaglo dura do 10 a 12 annos
em bom estado, chegando a seu perfeito
deseavolvimento a dous ou tries annos,
tempo em quo jA p6de produzir urna co-
Iheita regular.
Depois de estabelecida assim ums plan-
ta, pouco trabalho requer-so pars eonser-
val-a em condigoes florescentes.
0 chA foi .introduzido na ilha de Java
pelos hollandezes, e alli 6 cultivado atM ho.
je corm bonds resultados. Tambem produz.-
se no Brasil.
Enormes quantidades de chA se conso-
mem no mundo.
S0 maior consume 6 feito na GrA Breta-
.nha, attengido a 60 milhoes de libras an.
nualmente.
No anno de 1661 foi elle introduzido na
Inglaterra e vendido ao pre9o de 30 a 50
r6is a libra.
Em 1862 importaram-se 109 milhoes de
libras. Os hollandezes e os russos tam-
bemrn consomem muito chA.
As importagces nos Estados-Unidos, nos
10 ultimos annos atW junho de 1868, foram
as seguintes:


Annos
1859.....
1860.....
1861.....
1862.....
1863.....
1864.....
1865.....
1866.....
1867 .....
1868.....


Libras
29,268.757
31,696.657
26,419.956
24,795.983
29,671.037
27,229.176
18,595314
42,978.576
39,892.656
37,843.612


Valor'es
S7,388.757
8,915.327
7,056.199
6,560.307
8,013.773
10,549.880
4,702.856
11,116.623
12,415.037
11,111.560


A different centre o chA verde e o preto
depend, principalmente, da maneira de
beneficial-o e da idade das folhas.
Para fazer o chA verde deixam-se sec-
car as folhas, sem expol-as A humidade,
depois do colhidas, e para o chA preto dei-
xam-se a descoberto A noute pars recebeo-
rem o serene.
Tambem costuma-se colorir o chA corn
al umas substancias pars dar-lhe um verde
mais fino.
0 Sr. Dr. Junins Smith, de Greenville,
na Carolina do Sul tern logrado cultivar o
chA em parties montanhosas d'aquelle Esta-
do, exposto As geadas do inverno e never
de oito a nove polegadas de espessura, sem
que as plants soffressem prejuizo algum.
iNao ha, portanto, inconvenient pars ad cul-
tura do chA nos Estados Uaidos, si se pro-
curar, para a sua acclinac-ao, adaptal-o ao
solo e a temperatura das localidades mais
proprias.
De umar Memoria, publicada em 1868,
sobre os ramos de commercio e navega9ao,
verifica-se que o prego medio da libra de
chA foi de 30 centesimos, sos quaes acres-
ceram 25 de direitos, gastos de transpor-
tes e lucros do importador, nao conseguin-
do o product nos Estados Unidos maisque
60 a 75 centesimosi e corn o alto valor do
salario parece impossivel competir corn a
China, unde o trabalho manual 6 reguqlrr-
mente de o3 ^a 65 ao mez.
Os chins estlo emigrando actualmente
em grande numero pars o Mexico, corn
dire:co A costa doPacifico, devendo apro-
veitar-se a opportunidade ptra proseguir
neste negocio e estabelecel-o, si clle remu-
nerar o trabalho.
A cultural do chAdeve )r encetada pelos
chins, que estAo familiarisados e possuem
os conhecimetos especiaes acerca da plan-
ta e manipulaglo da folha; elles vencer.to
facilmente todos obstaculos, que o nosso po-
v6 s6 em annos poderia veneer.

FOLHETIM



PECC4IOS VENUES


POR

* IoIItIoICQt


TEIRCERII PAiTE


(Contiauatco do n. 89)

XI

0 eidofA- Ciao daale
0 cd*. JM.@ -
Pouco imports: julgas que port s4es
iveol aome nro erA muenos grata a
P&o cotriaio ; ns escute, e
cai otCi*-escte
m cousamA fooejo totlo nem e
In;, In' e rebixa 414ir^Ue e]


uAto eieontoe Tfla e 'onuae'- aj 1iJa*
geadas no inverno. As : adbi frds
de nosaa montanhas snlo exfatamente pro-
prias. 0 nuameto de Wantas qu .jatOwi
sido &cultivadas evi tncia satisfectoria-
mente que medraram, daudo tbo born re-
sultado aqui como nas quebradas dos mon-
tes do Himalaya, no ntet- da India, Onde
as plantagoes t6rnm impedido as importaces
da China.
Herr Sohuell, administrator do nma fa-
zenda experimental no El Dorado, onde
os colonos japonezos so occupam da cultural
do cha e de outras plants de seu paiz,
informs que todas as novas plants de c4A
cultivadas em seus terrenos t6m gorjninado
de sementes semeadas em linhas ou sulc.os,
como so fossem feij5oes.
0 tempo mais proprio para fazer uma
plantagio no Estado 6 dos mozes de'o-
vembro e dezembro. Os brotos comegam
a apparecer aos 30 dias, e no moz de maio
seguinte as plantas chegam A altura de 14
pollegadas.
Entao cortain-se as folhas tenras e co-
mega-se a manipulasto, primeiramente a-
quecendo-as em urma cassarola ds cobre,
passando-as em seguida pars um cesto
grande, onde se agitam corn violencia, ao
ar livre, at6 evaporar-se a humidado' ou va-
por produzido pae.lo calor; depois se as aque-
ce nIvamente e se enrolam nas palmas das
miod, tendo cuidado em nao desfolhal-as;
passam-se depois para o cesto grande, afim
de agital-as at6 que fiquemseccas, e, final-
mente, empacotam-se em rolos ou caixas
para envial-as ao mercado.
Quando os arbustos chegam a urma gran-
de altura, recortam-se, para que fiquem
na de tres p6s, repetindo-se annualmente
esta operagao, para que possam render boas
colheitas atW 30 annos.
E' convenient que as plants gozem do
sol da manha, e para conseguir isso se fa-
ra o plantio ao sul de uma colonia; do con-
trario as follias so tornarao amarellas, e o
cha seria de qualidade inferior.
Mr. Schuell possue um torreno de 120
acres, prompto para a plantago e mais
400 acres, que so propoe preparar pars o
mesmo fim.
Julga elle que a California p6de produ-
zir o chA tao bern como a China e o Ja-
pao, e que a unica duvida quo so apreson-
ta sobre esta cultural no estado 6 si se po-
dora conseguir o trabalho por urn prego que
torne lucrative este negocio.
Um correspondent de Mississipi escreve
que recebeu da repart9to da agriculture
um numrnero de plants de chA da India, na
primavera de 1859, as quakes tem crescido
A alturas do 4 a 6 pcs, e a folhagem de 3 a
4 de diametro. I
Essas plants comegaram a florescer em
setembro, e continuaram at6 A invasao das
fortes geadas de dezombro.
Seccou as folhas A sombra, ao sol e ao
calor artificial, mas de mode nenhumn con-
seguio dar-lhes o gosto delicado e a fra-
grancia do cha importarlo, apesar de so-
remn os seus effeitos identicos.
Um escriptor da Carolina do Norte asse-
gura que n'aquelle Estado se tem cultivado
o chl ha cerca de 30 annos, e a unica cou-
sa de que se necessita para o born exito 6
o conhecimento dos chins para a cultural
da plant e beneficio das folhas.
As plantas tornam-se assiix fortes e pro-
lificas, e depois de plantadas se propaga-
rao espontaneamncnte. Florescem A luz do
sol c A sombra, em terrenos de sorrapilhei-
ra e tambem nos pedregosos, sem cultural
especial.
Ha annunalmente cineo colheitas do fo-
lhas, send a primeira para o cha verde e
as outras para o preto.

CULTuRA E BENEFICIO DO CHA

0 Sr. II. A. Shippe, plantador de cha
em Cachar, na India, den urna breve no-


ticia sobre o modo porque os indies calti-
vam o preparam o chA.
Nossa noticia refere-so elle i an chiA verde
e ao preto, so que obtem da mesma plants,
differindo as classes unicament e na idade
das folhas na suna manipulag'ao.
Clissifica entire os primeiros o Jwankay,
Hyson, Odonq, Con.qo Bohea. 4anifesta
Conciergerie. No encontrei, para salvar
aquella muiher, melhor meio do que abra-
.ar as opinions republicans.
a A minha influencia protegia os des-
gragados recluses, ainda que nao tanto co-
mo desejava, visto quoe a cabe9a do nobre
cavalheiro e da virtuosa esposa cahiram
debaixo do cutello da republican. Aquella
execucago teve lugar emquanto eu estava no
exereito do Mozelle, exercito no qual tire
occasilo de desmasearar um habil, que,
atraigoando a sua patria, levava a cabo
uma inflinidade de roubos.
a Nao 6 culpa minha, senhor Cantelou,
so aquelle infame cra jou psi; eu nao ti-
nha entlo a honra de ibnhecer o senhor,
ainda que tivesse a 4esgraca de couhecer a
fundo o autre do emns dias.
a Os -4oios da republican chamaram-
me aP e cuwpri Awor o meu dover
dimune -aimK imediatamenu, cia
Cantelou, famecedor do artilreria e utor
das mais eandalos fraudes. So a ai-
mba doatncia, depois do convicto e oon-
te, o levotu A guilha a culpa no
foi minha; se a tiv e commettido o
mslj esetwia os zeus pornciowso effeitos.



(Aenam t4ues K cbe a Si.haz ums, po-r


Wia, tod top da linha chamada: Sun-'
ier"- n, e comt tios pars a irrigalo, si
pqrventuraualo houver chuvas,

ArPUAXO, TBaUMO E TEMPERATURA

0 Sr. fShipp reommienda como melhor
situacao pisra orlanio do',hi unm lugar
immediate a, u-ima via do tianspWteO, quer
sejai phino ou ligeirtie ate o dnu o o um
pouco elevad9, patqadarn sahidt 6| aguas.
Dove so evitar as localidades-dtasiado
escarpalias, porque estio sujeitas 4 evaslo
da terra vegetal em as -%&rntes d'aguas,
o diffi-ultam a cultural.
E' do summa vantag&rm a prIximidade
d'agua pars raga os'viveiros e as plants
recemnascidas durante os primeiros annos
de sen crescimento.
0 terreno lque se dove preferir 6 o ligbi-
ro, esmiuvado, dc argila4erruginosa, livre
de pedras ou roehas, q4et impedirlo as rai-
zes de aprofundar-se e para quie as plants
adquiram o seu complete. vigor e deson-
volviinento.
0 clima onde mnira melhor a plantaglo
do chi 6 aquelle em quo as chuvas saio
periodicas o em quo o calor nao seja tAo
intonso que entorpega o complete desenvol-
vimento das plantas ou una temperature
no maximo da 1001 e no minimo de 30o
Fahrenheit; tambem crescent em muitas
latitudes mais frias, nto Ihes seondo preju-
dicial urna ligeira geada. 0 cha vegeta
bhem na China, mas na altura de 9.000
p6s sobre o nivel do mar.
PLANTAXO

A preparagao do terreno para o plantio
serA conforme a semente e a maneira de
semear-se, o que se p6do fazer em alma-
cegas, pars trausplantar.
Procedendo-se da primeira maneira, se
limpara e prepararA o terreno, deixando
unicamente as arvores que se poderem
aproveitar por sua madeira, pars construc-
9es e outros fins, mas que n1o sejam tao
grandes as que se conservarem, que pos-
semr dar excessive sombra.
Em todo o caso, conv6m reservar ou
plantar, quando faltarem absolutamente as
arvores necessarias, ao oeste da plantag;to,
para proteger corn sua sombra as plants
j uvenis dos raios do sol do meio-dia.
A semente indigena serna seminpre semea-
da em almacegas, por seem essas plants
tenras e susceptiveis do padocer nas mu-
dangas de temperature, nio devendo ser
removidas para a transplantagAo antes do
segundo anno.

0 system de tr.nsplantar das almacc-
gas tem sido approvado para todas as va-
riedades de semientes, afirm de evitar-se o
gasto da cultura, em um. anno, das quo
permanecem nos viveiros.
Devo-se cuidar attentamente nisso, para
se poder obter plants vigorosas.


OPERA(OES DO PLANTIO


Dopois de bomrn arado e boneficiado o
torreno para a plautaiqo, seguemn:se as
operag5es de alienal-o e assignalar os fojos,
deixando-se 12 a 15 pes para Qs caminhos
principles, e de 6 a 9 para as vias secun-
darias; depois assignalar-se-hao as linhas
onde se hlo de collocar as plants, cru
zando-as em angulos rectos, para conseguir
economic no plantio e urma boa' apparen-
cia.
0 cruzamento destas linhas se executara
de 6 a 6 p6s de distancia, onde se fixarA
urma estacada, para marear o lugar que ha
de occupar cada plants.
Plantar-se-h'o arvores fructiferas e orna-
mentaes nos caminhos principles, de modo
que a sua sombra nao impeca o crescimen-
to das plants, nem a ventilaao, que e o
que mais se dove encarecer.

CONSTRUCqXO DO ESTABELECIMENTO

A residencia do administrator e os edi-
ficios principles da herdade, como arma-
zens, fabric do cha, compartimentos para
seccar e empacotar, etc, occuparlo urma
rico, nern os saus poucos annbs, nerm o sou
dinheiro, podiam substituir as faltas phy-
sicas, a ainda moraes, que sempre foram o
seu patrimonio; mas passemos por alto oste
pormenor, que s6 lembrei pars explicar a
averslo, ou, pars melhor dizer, a rupug-
nancia quo a senhora de BelestA, entlo
prototype de belleza, sentia por si.
S Vend que a inuocente orphi'se acha-
va na diffitil situago de ter que escolher,
ou a ilhotiia o u um home que odiava,
decidi p6r em pratica quantos meioa -esti-
vessem ao meu alcance, para procurar a
sua evasbo ; e afortuna foi-me propicia,
gramas A posiglo important que entbodes-
empenhava no governo da republic.
c Horrorisado por causa da infinidade de
crimes que entoe se commettiam em Fran-
,s. ao, quiz voltar a ella e deixei a, so-
Aora do Belesta em I.poder dos pl9entes,
que, teudo-se refugiado em Inglatorr. an-
too que o governo da republics 41 i nCAW
cerasse, tinha cousogido salvar;e !'a-
queUe uaufagio- ie. -
c Inutil me eifeiir-lW:- asgra-
cas ^o'i^^erB^
9"e .

)tia o eRA, de StOO p o lao Wura co*a
046 comPriAoai~to; 44D atmlocal pars see
car p empacotar, de 60 por30; por~ss edin
100 por 50; estabulo, haibita9esB pan
plles .otras eonstrues oternas.
Tado p6de ser do madeia, except os
*. I s" *" ; .^ .i *. :*" .. d e ^ a /, '
pores e a fabriea do iAi, quo serao cons-
triidos de padra outijolo.

PREPARA9XO DO TENRENO E DA SEMENTE

Immediatamente depois de arado o tsr-
reno, passar-se-ha o reitello, tantas quan-
tas vezcs for necessario, at6 o terreno fi-
car beia pulverisado, para fazer a trans-


05*100 )piuosehico fesia 1 vox, que moes-
siatmintc o vem d pertar, a acuntua

- Eesatvo-z que oo, q a la min'alma,
6 tuR, minuh ms oueiu amit tittelar;
tW quo soffres so eu sofro, i ris quando en sorrio
e vena coin tea amnor meuas ias suavisar.

Proseguindo na analyse do livro do RI-
beiro, encontramos outras prodtcges, A.o
menos maviosas, em que o talentoso poe-
ta, estuda a naturnza americana, descre-
vendo-lhe a vida campestre, corn todos os
soeus encantos; e, nesta olabora~go chimi-
c3-esthetica, deixa ver um estylo corrocto,
expansao de sentimento -e espontaneidade
de inspira9?o.


plantabo comr mais facilidade e seguran~a. /Vejamos as suas poesias intituladas :
SExocutados estes trabalhos, se farto bu- Harminias da Tarde, No campo, A' tarde,
races do umn p6 do funio o nove pollegadas" Manh-a n campo, Ao lago, Crepusculo iw
do largAra nos lugares assigualados corn a3 campo e a Paisagem.
ostacas, onde hio do ficar as plants. Ahi vemol-o debuchando, corn matizes
Assim que se receber a semente no es- os mais vivos, os suspiros musicaes, a pro-
tabelecimento, se collocarA entire camadas fundla orchestra, o coro suibliine desse pu-
do terra humida, de 6 a 10 pollegadas do nhado de series, que qir'otidianainente se
cspessura, cuidadosamente preparada, de- erguocn saudando os arreb6es.
positando urma quantidade do sementes, Pinta, entio, o gorgeio das aves, o ci-
tio juntas umas das outras quanto poder ciar da brisa, o cair da tarde, o romper
ser, serm que se toquem, espalhando em ci- da alvorada, o murmurio da cachoeira, o
ma -umina camada de terra da espessura de canto do -pegureiro, o balido das ovelhas,
urma pollegada; depositar-se-ha depois ou- o gemer da corrente e outros tantos phe-
tra quantidado de seinentes, tambem regu- nomenos da Crea9to.
ladas, quo so cobrirA corn outra camada de Assim, vemol-o descrevendo o sol,
terra, e assim alternativamente at6 ao fim, quando vai se escond.!ido IA nas curvas
cobrindo-se tudo corn palha ou esteira, dohorisonte, acalentado pelasarrebatadoras
para nao ficareom as sementes expostas aos estrophes de urma opera sublime:
raios do sol, que as offenderiamn. Conti-
nuar-se-ha a regal-as, para conservar a hu- a Tern does queix.Is o vento
midade. que geme nos taquaraes,


(Continua.)


LITTERATURA
Duas palavras sobre as Rarmo-
nalas da Tarde de Ribeiro da
Sliva.
Corn o titulo acima puablicou Ribeiro da
Silva urma collec9gao do poezias, verdadei-
ras harmonies, que deixarn ver mais bemrn
de perto o explozir vibrate do seu grande
talent artistic.
Foi-nos offcreoido um volume, e por
essa occaiiao umn seu amigo pedio-nos o
parecer.
Nada mais natural -nao furtamo-nos a
isso. Pozemos rmaos A obra. E ahi vito
duas palavras.

As H.trmoni.ts da Tirde s'o um nitido
volume de 120 paginas, contend grande
numero de composigao poeticas do subido
valor ; mui conchegadas ao lyrismo ; algu-
mas saturadas de uas ligeiros visos da es-
cola modern, deixando assim tr.mnspare-
cer uns lounges symptomaticos de transi-
9ao.
Em quanto o poeta soguio A lyrical, de-
mocratisando a estetica brasileira, foi
boem, mas quando quiz aristocratisal-a, tra-
*ando-a, A escola modern, como figuring
de moda, foi mal, claudicou, porpue o ly-
rismo e, e jAunais deixara de seor, a ge-
nuina formula poetica-brasileira, pois ahi
vemos continuamente insuflando-a estes
a sua temperature moral dous factors :
oz sentiments do povo, e a disposigo
physical do solo; urn, de-trminmando-lhe
o product artistic, outro, favoneaado-lho
o desenvolvimento.
Ap6s as observages quo acima appli-
camos A pootica national, observagqes do
que fallam emi these Haumbold, Paine,
Thomaz Buckle e outros, vamos fazer r3-
soar aos ouvidlos dos leitores algamas har-
monias das Hfarmonias d&t Tarde, onde en-
contramos de coaiinuo, ora7 os arroubos
da imaginagao de A. Musset, ora, o sub.
jectivismo phantasista do chorado cantor
dos Nocturnos.
Abramos o sou modesto livro, A pag.
13. Ahi deparamos corn urea linda cona-
posiAto quae o poeta respeitosaurente dedi-
ca a sua extremosa mai, poesia, onde Ri-
beiro da Silva, a sondando as grutas pro-
fuandas do coraqto hunano ), esboga corn
fino colorido os mais puros e crystallinos
entimcnntos maternaes, e corn bastante
senso artistic acaba, desenrolando aos
nossos olhos um lindissimo quadro numa
desvelada mli, esfor9ando-se por guiar o
Ilho nas anfractuosas veredas desta vida.
E cnteo $ bell ouvil-o n'essas n'otas do-
entes e sentidas:
SAs vezes nos festins, das noitea nos folgares,
ebrio de deleites en julgo-me ditbso,
;offria mspirando-me misericoriccsimeo.ne,
ordenenei-me sacerdote.
S A senhora marqueza de Verneuil foi
minha amiga, como mulher christi e vir-
uosa. Sua filha, de quemn acabava de me
oeparar corn una crueldade sem nome, foi
educada por mirn, porque ficou orphan mui-
1o nova, e fui e primeiro a dirigir af sua
ima candida e bella. Eis aqui toda a his-
oria, demasiado simples, ainda que o se-
,hor queira desfigurar os factor; agora
loU o instrui perfeitamente, faga o que
quiaser, mas quer me acredite quer nlo,
ouer seja human, quer seja feroz, nem
edirei perdlo, nem .e darei conso. o.
[ -- Veremos so 6p tlimphafte at6 ao
am eontrotauto, deixo-te entregue sum ten
'Oavs pemasaenttoa, querido Cluidio.
Lqui tens umas lampads choia do azeite
a let o teu brevitrio, imitasdo
asor dohdeserto ; eopara que nada
feteda oentsmplayo, deixo-te rodoado dor
sBos humauos e~ istrumeutos do tortura.


sooro Ter RO manteno a tua reaignao
fo a tome e a sede to atormentarm,;
eOR como asgtronmo) '1515 delicado qtie
l p Ietade d'steo pRo sera qu I cion-
esorhia p na-

a 0'end j, cortau em duos parts o
plo e atirou o booAo-mslor aos ps
A e dott mm do =eta& da


C 01 0, boiai,


nos verdes cannaviaes
solta a rolinha um lamento.

SDai vira9Zosos bafejos
peor entire o verde folhedo;
( a jurity em segredo
medulla ternos harpejos !

S0 arroio languidamente
serpeia per entire a gruta :
IA se encaminha a matuta,
levando a bilha A corrente !

x Polo tapiz da campina
a tribu das borboletas
vai beijando as violetas,
que se occultam na collina

c Vemi cintando do hervagal
descuidado o pegureiro,
Seguido do perdigueiro,
conduz o gado ao curral.


a Pareco que o firmamento
no melancolico rosto,
retrahe cm si mais demgosto
que os queixumes do vento I

Ap6s estas quadrinhas principles da
sun poesia Ha,'momas da Tirde ha outras,
em que Ribeiro da Silva canta as bellezas
da naturcza, como essa Ao lago, em que
so exprime corn naturalidade a seguinte:
SVamos meu anjo, vamos A noite nos convida
A's scismas do luar !
Vamos, assim A s6s levados A falda,
pelas aguas azues do lago a lia
Tambem sabc vogar !

o A brisa emballarA tuas madeixas
corn seus beijos de enleio !
Reclina-te em meu peito eufebricido,
e deixa-me oscutar enternecido *
A doce melodia do. tru seio!

Mais adiante deparamos, A pag. 26,
corn a composiiAo Tcijoairn a toi, em que
o poeta pinta o quadro da regeneragao
que se operou cm si, ao enfrentar umn des-
ses anios travessos, seductores, que, no
dizer de Junqueiro ( so aina uina su vez
na vida ; uma visalo petrarchista, um
verdadeiro sonho dantesco. E entio se
exprime assim:

, Regenerei-me emfim da vida dissoluta 0
e comtigo voei aow c6os da inspirolAo !
Depois da ccmbater coin a sort emn iwana luta
achei no teu olhar a luz da Redemp'.Io.
E fiz de ti meu idolo, a gloria que alhnej-a.va
de um porvir eriado do glorias a csperLr !
Era eu quasi uar cadaver que entao ressuscitava
em meio a escuridao, a luz do teu olhar.
Eu vi em ti entao as formal palpitantes
altivas, fascinautes, das filhao de Sorrento!
Havia em ten olhar as chamnias penetrantes,
lantejtulas luminosas das aaas de Tarento
Mas, antes do avaro desapparecer, ac-
crescentou:
Uma palavra: quer quo eu morra de
fome?
Si, me u querido, e de sede.
Pois nao seraI fail i que se realise o
sou desejo.
Porque?
Porque esta noite morrerei de frio e
serlo mais curtos os meuw soffrimentos.
Tens mil razees. iZibold, da-me o
teu capote.
0 allemlo obedeceu ei silencio, e Can-
telou approximou o cap*e e tiron o so-
bretudo, deixando ao conWgo as duas cou-
am, nao sem dizer, sempre sarcastica-
monte: i
; 5 T Irm-6 a _+4i j II il i "In A.* L A 'IV f% f I


-o-.uusypfu-usw pur* .u na tuaw quunAtr-
ris da minhia conpaixoi noem da minha
0 conego, envolvendo-6o n'aquellas rou-
pas, que lhe reanimarami os inteirigados
membros, disse :
Obrigad : agora morrerei de imaanic-
7ao-e. W4 frio.
Ss aoio subterrane0, 'nteoio e Zi
bold, 'pdo cuihdosamente a port oim

p0o a I torwt, disse so


-1-


Ma-ite do ten ~isp.Otigo oo v~
do emjoedrarbome at st pc
que aims: seO4 obra de uma ou

ti~r* B litoiibs eutssai-


d ntado p. j&arsno m oU m 0
ao Dante, on .ai rs is e w

ra a imagiaaco do vat italian'. asvrea
dos prados de Avinldo: jA tea diout de
sL afiu c!a reproba&Dkf& da heaoica da
lenda hebraim
SEntao arrebatando-se no extaisa que
produz uran imaginaUto exaltada polo aol
dos tropics, prorompe no auge da des-
crena A mutlher que amava:

a Depois!... Eu vi em ti a Marion Delorme
altiva, desdenhosa,-mnlher swm crana e fi ;
Batia-te no peito um coraceo informe '
tive medo de ti, do ten halito ate !

Ao continuar a folhear o livro de Ribe-
ro da Silva, nao podemos deixar de apogm-
tar mu tos outros devaneios poeticos-
q Mdodia, Maria *, sobre quern diz:

x Suo de um brilhar t.o fulgente
Essas travessas pupillas,
Que poem sem tino a gente
Qundo despedem scintillas.

No a Pefl o apresenta-se como um ha-
bil estatuario descrevendo as forminas phy;-
sicas de urna crianla, fazendo-lhe a es-
culptura, onde se v6 bern palpitante refleo-
tir a su a physionomia moral:

( E' um anjo essa crianca,
Stio Inmeiga, tao hentil
tao feiticeira e mimosa,
qual fresca, fragante-rosa,
das louras maniIs dc abril.


( Como fascina o volver,
tIo morbido, tao lasso,
do seu Languido olhar...
parece um raio ba9o
da luz crepuscular!

g A sua voz 6 tao terna,
sua bocea pequenina,
como a rornX coradinha:
a cintura 6 delgadinha,
tao delicada c tranzina.

a Os seus pezinhos ligeiros
ninguem se cana em miral-os,
parece um par de pombinhos,
ingenues, engraadinhos...
namo se me dava beijal-os I .


Entre estas poesias quo citei, outras de
nao menos valor brilhlbo, come Os dots
pezinhos ), a Os olhos d'ella ,, K Zdeos ,
a Recuerdo. Depois vemi outras de so-
nienos valor, por apresentaren symptoms
de transicio e incorrecgao de estylo, come
a Ave ,,( A mocidade e o /Secido 0
Evoluces etc., qu' s6 produzem alguma
cousa recitando em public.


Agoras, duas palavras sobra o p)eta. E"
um espirito forte, corajoso, siemnp>re promnp-
to para a luta. Laborioso e por isso dis-
poe de poucos mementos de descano: esta
a escrever sempro poesias, comedian e dra-
mas, em um afan constante.
A vida pars cli e 6 um verdadeiro cam-
po de batalha.
JAmai& impallideceu no 0 cio da luta
pela vida. Tern o coragio sempre aberto As
grandes emprezas. Tern tido os scus dias
de gloria. Nio sc colhlie louros sem muito
trabalhar. Foi em uriiia noite. 0 theatre
de Santa Isabel achava se repleto. Os sor-
rises brancavamin em todos os labios, porque
alli es.tavam assistiBdo umn actor humanita-
rio-urn beneficio em pr6l da causa aboli-
cionista.
Ergueu-se o poeta das Htnmn-mias da
Tarde e recitou a sua composi9gAo, inti
tulada Palnus ) quo foi acompanhada
de uma salva de palmas, no dehrio febri-
citante do enthusiasm. Foi urn dos seus
maiores Itrophi6os.
Vamos terminar. Se Ribeiro da Silva
nao ntm artist perfeito, o menos nao so
limit a dar-nos ladainhas nemr outran tan-
tas insulsas frioleiras, arrancadas talvez
aos mythos alcehimicos medievaes.
Ribeiro da Silva pertence a aristocracia
pensante da poetic national. Aqui fare-
mos ponto. Eis o que virmos nas # Har-
nwnias da Tarde. R0


GEORGIAN- GONCALVES.


Maranhlo-1884.
signal para imiitr o Salvador, que sup-i-j
cou da cruz pelos seus proprios verdugcs.
Na sua oramo nao se esqueceu de pedir
pelas.pessoas a quemn tanto amsva, e, ter-
minada ella, come um pouco de plo e'
bbebeu alguma agua, porque estava sujeito
a nma fo rigosa economia, se tivesse de pro-
longar alguma cousa a su a vida.
-Besmdito seja Deus !-disme ao ter-
minar a parca e grosseira refeiglo.-Que
diriam Benta e Ursula, cosinheiras po r ex-
cellencia, se vissem a ceia que tern hoje o
seu antigo patrlo? Mas, bemdito seja
Deus I torao a dizer, o meu estomnago, de-
lihcado ante os 'saculentos manjares, eatM
hoje forte comao urna rocha, o plo pareme-
me excellent, ainda que umn tanto duo
pard a minha mi dentadura tJA PpoM W
sistir at6 amanhl e se me viitar ofat t
de Nonaville, ulno me encontIrar morto #
necessidade.
Repetio a sua.orglo depoia de tomada
a mia ,vel akio, abrgo- do awo,
e 0p0 d e nifprofuniamente.
x~l
'0 agUre

No dia. segumte muito de mah dmee
There msaoandar ifeariora e OliN soat
Canteaou, que ps'iava meithaIo i de
vex em quanmdo tia corn a mia a ta,.
tj, comnso e andas" e em baUc dd agm

Ao ver entrar Theoema, d.*sw-m, di

*E I MIloa' booa diost qwuer alma Ictr


*1


I




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