Diario de Pernambuco

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Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:13948


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Full Text










































assfi, no Maranhio, o bacharel Er-
'nesto de "Carvalho Pires Lima.
Substitute da la vara da comarca
de Beldm, no Papr, o bacharef Salva-
dor Elias da Rosa e Silva.
0 ministry do imperio apresen-
tou tias Camaras uma proposta, pedin-
do autorlsago para despender mais
dez mil contos de rdis corn soccorros
publicos tis victims da secca.
S- Afflirmam que o conselheiro Gas-
par da Silveira Martins pedio exone-
ratio de ministry da fazenda.


INSTRUCCAO POPULAR

Thesouro da Familia
OU ENCYCLOPEDIA DE CONHECIMENTOS
UTEIS NA VIDA PRATICA
Preceitos.
Coiner vagarosamente 6 o melhor meio de
evitarque o estomago fique sobrecarregado.
Mfuitas pessoas se queixam de incommodos
deestomago, mas nao reflectem enm que-de-
vein esse estado ao habito de engolirem os
alimentos, como so ignorassem para qut ser-
vew os denotes.
A alimentagao em que dominam os fari-
naceos (legumes seccos, tuberculos, etc.), e as
feculds. especlalmente de envolta coin assu-
car, e o uso da cerveja, a prolongaglo do som-
no e a falta de exercicio, s'o as causes ordi-
narias da obesidade.
Muita gene consider a obesidade como
uma doenQa, e na realidado a obesidade Lemn
urna ihfluencia perniciosa, porque prejudica a
forga e a agilidade,da mesina f6rma que A bel-
leza. Ella, alem disso, predisp6e os corpo?
para ceitas enfermidades, takes como a apo-
plexia e a hydropesia,-e torn todas as affec-
gOes de mais difficil cura.
Todo o tratamento de obesidade deve comne-
ar por estes tres preceitos de Lheoria abso-
luta: discripeio no comer, moderacAo no som-
no, exercicio a pd e A cavallo. Coamo regimen
adimeatar, deve o obeso se abster, tauto qpan-
to for possivel, de farinaceos, de pastel..., ias,
tle ovos e de leite, e corner pouco pao ou sd
comer pao de centeio. 0 obeso deve comer
de preferencia cares assadas, antes carnes
brancas do que negras, e beber vinbos loves
ecoin agua de Seltz, e sobretudo no to,'ar em
uerveja.
0 deteitoontrario da obesidade -a ma-
,'te--n o 6 desvantajosa aos homes, que,
quando possuidores de bons estomagos, nao
deixain por isso de ser vigorosos e ate6 mais
dispostos; mas, nas mulheres, que preferem
a belleza A tudo, 6 uma verdadeira desgraga.
Da inesma f6rma que para certas obesi-
dadeg naturaes nao ha remedio, certas ma-
grens ':oistitutivas sio rebeldes a todos os
tratamnentos.
Quando o temperamento nao se oppOe a isto,
tudo o segredo para engordar reside n'um re-
gimeu convenient e apropriado; consiste em
seber escolher os alimentus e em saber co-
mel.Os.
Tudo o .que 6 prohibido aos ob6sos 6 con-
vouiente As pessoas magras. Assim, devem
esis se alimentar de pao fresco e bronco; de
'Opas deo pao, arroz e massas; de fariiaceos-
feculentos ; de ovos frescos, leite, patela-
rias e comidas doces; e de boa cerveja c. vi-
nhos iihos e fortes. Devem takes pessoas evi-
tar, pordirt, os aci.os, nao fazer exercicios fa-
ti ..iLes, e deitar-se c0do.
"(Contin=a.l



_PARVE OFFCIAL

Governo da provincia
XPi-DIENTE DO BIA 29 DE JANEIRO DE 1879
Ac los:
.- o president da provincia, attendendo ao
tue reqaereu Miguel de Castro Oliveira. reade
cia vista os documents per este apresentados,
:,*s iT!)Wmaco)es sob as. 427 e 439 prestadas pela
camera municipal do Recife e thesouro provin-
-ial em 30 de novembro e 7 do corrente. e o
I)wreier da junta medics, composta dos-Drs.
hlo'o Pedro Maduro da Fonceca, AugustoTra-
jano de Hollanda Chacone Constancio Pontual;
resolve, em vista do disposto nalei n. 1.59 de
26 de maio de 1877, e, usando da attribuicao


conferida pela de n. 498 de 29 #e mai o de-1861,
aposentaro peticionario, nh lugar de guard
fiscal, ea mencionada camera, percebendo o
o'-leiado annual de 720I00., fixado pelo art. 24
i. 3 112 dalei n. 1,291, ainda em vigor no ac-
in.l exercicio flnanceiro municipal, em vi'rtude
,i, po'-taria de 23 de agostode1878.-Commu
u,'ou-se acamnara municipal .
0 president di provincia, attendendo ao
lu1e requereu Antonio Gomes Ferreira Leitao,
professor public na povoacao de Bna-Viagem,
tertidu em vista a informacao n. 27 de 20 docor-
flntot, do inspector geral da instrucCo public
e o p;,recer do Dr. Pedro de Athayde Lobo Mos-
c*so, resolve conceder-lhe 3 mezes de licenca,
Qomn lodos os vencimontos, para tratar de -eua
swade onde lIhe convier, devendo dita licenca
tlecorrer de 7 daquelle mez.
0 president da provincial, attendendo ao
q ae requereu Alexandrina Umbelina de Freitas
Uch6a, professor public em S; Jos6 de Ipo-
jpca. tendo em vista a informaeqo n. 10 de 8 do
,urrente, do inspector gerat da instrueco pu-
blica e o parecer do Dr. Joao Pedro Maduro da
Fonceca, resolve conceder-lbe um mez de li-
cenga. corn todos os vencimiotos, para tratar
, de sua safide onde Ibe oonvier.
S Offieios:
Ao commandan te das ai mas. ExpeCa V.
S. suas orders no s-tido de se apreenter so
b. juiz de direito dold0 riictbfcrtiil, um
pr. a d -anivallatlS, ka e .s
itj 0oavocaqo1oda V '904M Ju rdo o


Ao inspector da thdsoursla-do f aIs.
-Declaro a V. S.. em additamentoao (ofju ol-fi
cio de 15 do corrente, que, segundo conas da
petigiu do juiz de-direito avulaso bachardl An-
tonio Francisco Gorreia de AMaujo, entrbu ele
a 29"de agosto no gezo da licorna que lhe fol
concedida par esta presidencia a 24 desse
mez.
Ao inspector do arsenal do. marioha.-
Inteirado, polo seu officio n 178, de hnoatepa.
de nao terem apparecido licitantes A compra.
em hasta public, do casco e machine da ca-
nboneiraAragoaaya, coin suas perteQas, ape-
zar de arnundciada da conacurreo ia pela seunda
vez, recimtnendo a V. S. que informed se con-
viA desmanchar a referida canboneira. para
venler-se separadamente suas peas, ou ar-
girA urn meioo mais e aieq pa se effec-
tuaressa-venda. -
-.A' commiesso co W6 sdorros -Ten-
do eim vista os documents constantes da in-
clusa petiAoe, e os 'Ie que trataw os officios
dessa commissao de 2! de novembro e 9 do
corrente. autoriso Vv. Ss. a pagar, a Manoel
Francisco Botelho, a gratiflcaglo que entende-
rein razoavel pelos medicamentos e trabalhos
que per elle tern side empregados no curative
de indigentes em Tacarato.
A' mesina. --Recommendo a Vv. Ss., em
resposta ao seu officio d" 23 do corrente, que
autorisem Ai coammissdo especial de Ouricury a
comprar, corn urgencia, no Carlry, 40 saccos
ou 3,200 littos de semente de feijfto e milho.
afim de seremn destribuidas pelos agcicultores
pobres da comarca, seguhdo propoz o respec-
tive juiz de diieilto; devendo aquella commis-
sio transmittir a Vv. Ss. uma relagao dos agui-
cultores contemplados na distribuigio e a con-
ta da despeza, instruida dos competentes do-
cumentos, para ser paga nesta capital ou en-
viada a respective importancia para alli, con--
forme Vv. Ss. julgarem mais convenient. -
Communicou-se ao juiz de direito.
Ao inspector da safide public. Mande
V. S. preparar, e remetter ao Dr. chefe de po-
licia interino, uma pequena anbulancia, con-
Londo medicamentos homeopathicos e instruc-
QA0 para o tratamento da variola, afim de ser
enviada para o district de Bella Aurora, no
termo do Bonito.-CiommunicOu-se ao Dr. che-
,e de policia interino.
A' companhia pernambucana. Tenho
present o officio, desta data, em que V. S.
communica star ancorado no porto de Mos-
-sor6, o vapor Pirapama, que d'aqui sahira A
18 para o presidio de Ferrnando, e para alli ar-
ribou em consequancia de desarranjo na ma-
china ; assim como, queo fara segnir para o re-
ferido porto de Mossor6 amanb pela manhi o
vapor Condo d'Eu, afim de receber a carga e
passageiros daquelte, cor destiny ao referido
presidio. Em resposta declaro-lhe que o va-
por Coude d'Eis dove seguir directamente, ama-
nhA cede, pars o presidio de Fernando, c6adu
zind* os generous que mando agora emnbarcar
corn today a cele: idade; twmando outro vapor
em Mossor6 a carga e passageiros de que talla
V. S., para os conduzir ao seu destiny. Outro
sim, cumpre que V. S. explique opportuna-
mente porque, tendo o vapor Pirapama arris
bado a Mossor6 no dia 18, somente ioje rece-
b-un-so do Natal a noticia da arribada, da qual
deveria o respective commandante ter dade
immediate commungcaaeo.
Ao inspector geral da instrucCo publics.
-Cumpre que Vinemc. agradega o offerecimento
feito pelo bacharel Mfanoel Per-oeira de Mofss
Pinheiro, de cem pxemrplares da nova edith
do nompendio que compoz intitulado Ele-
mentos de geographia pscola,'-cow destine As
aulas publicas. Assim respondlo ao seu offi-
cio a, 30 de 28 do corrente.
Ao inpector do thebouro provincial.
Declare a Vmcne., para os fins convenienlte,
que, A vista do disposto no art. 11 do regula-
mento de 23 de junho de 1874, e da informal
dessa inspectoria n. 448 de boje, concedo so
collector nomeado para Buique, Manoel Brasil
da Cruz. o prazo de 60 dias para prestar a res-
poctiva flanqa semr prejuizo do exercicio de
seu cargo.
-- Ao regedor interior do gymnasio. Do-
claro a Vmc., em resposta ao seu officio de 24
do corrente, que o autonrso a eliminar dat ma-
tricula o pensionista da provlncia, Jobo Mon-
teiro Bragi, conforme solicitou Jus6 Velloso
Shares ; e, quanto ao preenchimento da vaga,
opportunamente providenciaroi.
--'Ao engenheiro das obras geraes. Ap-
prove o contract feito per Vmc. corn Vicente
Ferreira de Albuquerque Nascffuento, para
executar, per empreitada, os reparos precisos
no edificio da relaceo, pnr 2005000. Fica des-
te mode respondido o officio de Vmc., de hon-
tem, sob n. 113--Comnmunicou-se A thesoura-
ria de fazenda.
Ao commandante do corpo de policia.'-
An Dr. chefe de policia interi'uo made Vmc.
apresentar, corn urgencia, ura forea de 20
pragas, commandadas por urn official de con-
flanga, a qual tern de seguir pard o Brejo, afire
(de auxiliar as autoridades na capfula ou dis-


persAo de yarios groups de criminosos alli
bomisiados. Essa forga devera regressar,
apenas cesse o motivo de sua presenQa na-
quelle term. Cuoimunicou-se ao Dr. chefe
de policia interim.
Ao 10 supplente do juiz municipal do Bre-
jo. Cumpre que Vmc. declare o motive per-
que mandou p6r em liberdadt os individuos
de nome Amaro Pessoa de Maria, -Manoel Se-
verino de Faria e Marcollpo de Oliveira, os
quaes estavam sendo processados conforme
declaro"-me o juiz de-direito interino da co-
marca.
Ao promoter public de Tacaritu. Em
resposta ao officio Jie Vmc., de 17 docorrente,
declaro-lhe que, qegubdo as intormacoes da
vista A cadeia dessa vifta, marcada para 20 do
corrente, o que deveri repeUtir-se todos os
mezes, como ja foi ordenado.,
Ao de Nazareth. -Cumpre que Vmc. in-
f)rme quaes as otovideocias requeridas no
sentido de ser concluido o suinmario instau-
rado contra os individuos Jos6 Maria e Anto-
nio Francisco do Nascimento, pelo crime de
homicidio perpetrado em Josino Gregorio, em
9 de feveroiro de 1878. 0 referjio summario,
send iniciado em 15 de julbo, ainda nao es-
lava encerrado em 23 de setembro, tendo so-
mente jurado trees testemunhas. Cumpre, ou-
trosim, que Vnmc. informe se, A respeito dos
indiciadus, ha qualquer dos-requisitos legaes
para ter lugar a priso ,preventitva e no case
affirmative, porque razbo deixou deo requerel-a.
Portarias :
.-' Sciente do que a camera municipal de
Jaboatho informou, em 23 de dezembro, decla-
reo a mrew* camera, em resposta a se offi-.
cio de 13 de novembroq. que a autoriso a on-
trear a factura da case do mercado dessa
viii% cow 1oaquire Preilra Botges, per seW
este o que, em hastA public, melhoros van-
t agdoaon Bee vendo, por6o, o afri-
do ootrato submeto40 a approvaoso dests
* g wm aiitan jxa *-.'* ** .1'1.:1; .


Dr. Pedro d-a Cun1 Bt trao em; p
adiado rew ton itto dos eleitores Joo d4,
Arruda Gamara, -mraciaco Seraphico de Froi-
tas, Manoel de Oliveira Torres, Dhieto trej-
ra da Costa eo Gelomenotino Toixeiri' d Maga-
lhles. Mutatis mnutndis ao juiz ote paz mais
votado da parochial de Santo Antio da Vic-
to ria. -' I I
. Tendo A vista o parecer~annexoao aviso
do ministerio do imperio n. 187, de 15 do cur-
reoute, declare A camera municipal da Escada,
pare os fins convenientes, queo. pela camera
dos doputados, foi approvada a eleicgo pnima-
rna feita uitaamaine na freguxate d Concicgo da Escada, b a p Franco Cavalcante -Ie Albuqueu1ie. Jluatis
mutandis ao juiz de paz maiN votado da fre-
guezia de N. S. da Conceicgo da Escada.
-Declare od camera municipal de Garanhuns,
em resposta ao seu officio de 10 do -corrente,
que, na expresso care ecca, de que trata o
art. 47 3'J da lei n. 1;291, ainda em vigor no
actual exercicio financeiro municipal, est1
evidentemente compreheadida a cane chama-
da de, sol.
0 Sr. agent da oompanhia brasileira de
navegaCho a vapor faga transporter para a
c6de, per copta do ministerio da guerra, no
vapor Pernambuco, os aprendizes artifices do
arsenal de guerra, Jose Augusto, Affonso Do-
mingos, Elias de Aguiar, Eloy Francisco de
Souza e Miguel Cjelho Leao, os quaes 'sao pa-
ra alliremettidos pelo director do m(nesmo ar-
senal, coin destine ao deposit dos aprendizes
artilheiros. Communicou-se ao director do
arsenal.de guerra.
EXPEDIENTE DO SECRBTARIO
Officios: .
N. 63.-- Ao secretario da assembl6a pro-
vincial.--0 Exm. Sr. president da provincial
manda communicar a V. S. que, amanhil, A I
horn da tarde, receberA a commissio dessa
assembl6a, que tern de apresentar alguns ac-
tos legislativos ,A sanc.Ao do mesmo Exm.
Sr.-Assim respond ao senu officio n. 41, de
hoje.
N. 64.--Ao mesmo.- De ordem do Exm.
Sr. president da provincia, transgmitto a V. 8.
duas propostas feitas a esqa assemble6a pela
camera municipal do Recife, referentes a ani-
maes que vagam soltcs nesta cidede, e a pe-
cessidade de revogar-se a disposic.o que pro-
hibe a abertura dos estabelecimeatos corn-
merciaes nos -domingo3 e dias santifleados.
N. 65.-Ao mnesmo.- De brdem do Exm.
Sr. presidentle da provincia, transmitto a V.
S. a representaCAo eneaminhada e informada
pela camera municipal de Alag6a de Baixo,
em que varies cidados solicitam dessa as-
semblea a coasignaao de novo auxilio parn
-a factura de um cemiterio e um agude naquel-
le muuicipio.
N. 66.- Ao mesmo.-De ordem do Esm.
Sr. president da provincia, transmitto a V. 8.
a inclusa representaole, que A ensa assemblea
dirigie a cameara municipal de Salgueiro. pe-
dindo -meios con que possa remover o cemi-
terio public.
N. 67.-Ao mesmo. De ordem do Exc
Sr. presi-ente da provincia, transmwto a V. S.
copia do off0io em que a camera municipal
do Kx cooramuiea aos motives porque ainda
neo organisou o balango disue sruareitas e des-
peza.
N. 68;- Ao mesmo.--De ordem do Exm.
Sr,-presidente da provincia, devolvo a V. S.
a peticao de Manoel Teixeira de Carvalho Ra-
taldo. com as informaoes sjuntas, sub ns. 405
e 4841, prestadas A respeito pelo Dr. chefe de
9olicia interino e thesouro provincial em 05 e
7 do correte. Aldu respond ao seu off-
cio n. .9 de 8 do dito mez.
N. 69.- AO mesmo. -Do ordem do Exm.
Sr. president da provincia, transmitto a V.
S. o balanco e mais documents relatives A je.
celts e despeza da camera municipal da Glo-
ria, do Goiti, duranteo exercicio'de 1577-1878
e bern assim os orgamentos para 1 879-1880.
Ao engenheiro audante da repartio das
ebras publicas. 0 Exm. Sr. presidente dam
provincia flcou inteirado, pelo seu offioio de
hoje, n. 22, de se have passado certificado de
pagamento da 2.o prestacg0 ao arremataute
dos yeparos da cadeia do Rio-Fnrmoso, per ter
4 elle direbto. -r Communicou-se ao thesouro.
Ao juiz de paz mais votado da freguezia
do Altinho.- De ordem lo Exm. Sr. p:esidmn-
te da provincial, transmitto a V. S., em res-
posta an eu officio de 15 do correnae, ura
exemplar impresso do decreto.n. 2.675, de 20
de outubro de 1875, e das instrucgbes reiula-
mentares annexes ao de n. 6,097 de 12 de ja-
neiro de 41876.
B Ao president da camera municipal do
E u. O Exm. Sr. president da provincia
manda communacar a' V. S., em resposta ao
seu (ffbcio de 3 do corrente que, a 16 de outu-
bro de t878, conforme costa dal copia junta.
indicou a camera municipal do Exfa a- provy:
dencias que deveria tomar accrca da aferiglo
de pesos e medidas. -


N. 499.-Thesouro provincial de-Pernambu-
co.-Erm 3 de fevereiro de 1879.-Iln. e Exm.
Sr.-Em cumprimento ao deterqinado pot V.
Exc. em officio datado deo 16 de Janeiro ultimo,
Acerca da publicaglo insert noJotaI do Recife
de 15 do mesmod mez, sob a epIgrap.e-Per-
guate a rofinada-conm relag i ao collector pro
vincial do Rio Formoso, apresnnto a V. .xc.
o offlcio do respective fiscal, a quem umandei
ouvir em 18 do mesmo mez. Does guarded a
V. Exc. Illm. e ExM. Sr. Dr. Adolpho de Bar-
rosa Cavalcante de Laoerda, digno presidente
da prqvltdia.-O inspector, Antonio lVWitrmoiio
Pinto Baudeirae Aelid ap Vasonom, o.
Collectoria provincial do Rio Fortnoso em
29 de janeiro deo 1879.-Him. Sr.-No esposp-
ta ao office dt V. S. de 18 do corrente, em que
me paede ioformacfo sobre a publicaco inser-
ta no JomaL do Recife de 15 do orrenote, sob
Sa epigraphe Perguntaamofinadoat, tenfbo a di-
zer-lhe que o coilecor tWern casa sesta -idade
onde funcc ena a collectoria e -onde ell', se
acha todos os dis. Aproveito esta opportu-
nidade para reiterar a V. S. maeus protests
Sdeo -estima' e consideragco Deos guard a V-
SS.-lllnm.Sr. Dr. Antonio Witruvio Pinto Ban-
deira e Accioli de Vasconcellos, muito dign.
Inspector do thesouro provincial. -- 0 fiscal,
0 Antonio Amazonas de Almeida.

OiSPAcCHOS 4 PRaSIDZNCIA, DO DIA 4 JE
"1 FEV91IRO- DE 1879.
Bacharel Antonio da Gutha- Xavier
i de- Andrad a.-'nformeo Si.x inspector
r da.-hesouraria d' fazenda.
SDr. 'Augusto Carneiro Mholateico da
iSilva Saint iio i ao Sr-, i. ...tor.do, the-
o 99nto provinti'al' parsa= rajuuti


RepaiQfo da policta
N. 161. -2,- qr( -Secretarla da policia de
Pernambuco, 'Mbvreifr de 1879.- 1im.
e Exm. Sr. -- aicipo aV.ie. quof6t
bontem recolhidos a Casa de Detengao 6s se-
guintes individuos :
A.' ordem do subdelegado do Recife,
o subdito inglez Ricardo Dauler, a re-
quisigeo do respective consul.
A' ordemn (o do.20 district de S. Jo
sd: Leopoldino Triumphante Varelista
e Joaquina Maria do Espirito Santo,
por disturbios.
A' ordem do de Beldm, Elias dos San-
tog Albuquerque, por crime de furto.
Pelas 3 horas da tarde do dia 19 de
Janeiro ulti no, na casa de Jesuina Ma-
ria d: Conceto, na occasiao em que
Florenco Alvs Parente, armava urma
einta de coueo corn urna garrucha car-
regada, afim de seguir para sua fazen-
da, a cinta quebroq-se e cahinlo a gar-
rucha no chio, disparou-se casualmen-
te, empregando-se a carga emn Vicencia
Maria (e Carvalho, que estava junto de
Florencio Alves, corn urn copo d'agua,
que elle lhe havia pedido.
Florencio foi jecolhido A prison e
contra elle procedeu-se nos termos do
inquerito policial.
No dia 20 foi recolhido i cadeia de
Flores, Josd Carneiro de Andrade, cri-
minoso de more e roubo.
No dia 3 do corrente, por volta de
meia noite, Domingos Romai.o, ferio
corn uma cacetada a urn- fulano Pimen-
tel. 0 subdelegado respective tomou
conhecimentQ do fact, e esta procen
dendo nos termoS da lei.
Deus guarde aV. Exc.-lllm, e Exm. Sr.
Dr. Adolpho de Barros Cavalcante de Lacer-
.d4i, muito digno president da proviancia.-
0o cefe do policia interino, Joaqlim da Costa
Ribeiro.


DIIIO D0-1011119co
D 5 t iLIANiR


Retropeoto politico do anno de
t 1878
IV
[ConclusAo]
SBPASIL
Ao pass que o desambar do anno de 1877
testemuahou a queda da situaso que se ioau-
gurara em 16 de julho de. 1868, o alvorecer do
anno de 1878 vio ascender ao powder p political
liberal, que ootr'ora qualifloara de estelionato
politico a asoaQ&o conservaiora, roalisada
sob o impulso da opiniac um pouco f6ra das
raias constitucionaes.
Se entraraem minu<;iosas indagagOes awerca
da resoluQlo que exbautorou o gabinete Ca-
xias coin ello a situag&o que representave.
ap"nas formularemos o concerto de que dnM
18i8 repeUtio-se a mema sorpreza deo 1868,
como se o eleitor dos ministros l ,ves em=
menlot uma cpensacao, como se quizesse
dar arrhasmdo seu amor ao contrabalangamento
dos partidos, potr alternatives no powder.
Essas evolucoes,, quando operadas pelas.
vias ordinariat 4o system representativo,
nada tern d hoitaveis, a polo coatrario .attes-
tarn a vitalidade do paiz pela forga viva dos
partidos, tirada da opiniAo triumphant has
urnas eleitoraes. Quando, pora6m, se realisam
fora das leos comurns que constituem o jogo
do systems, force, 6 convir em que revellam
uran doenga moralde character depriunente pars
o paiz.
infelizmente, estando- ehtre n6s bastante
falseadjo, mingua de instrueclo e de educaglo
politics- o regimes parlamentar. que arsenta
na leigo .; e, por outro lado, wendo n voto
popular evienteomente violado, uB auda expri-
mindo uare elei0o ienaio a prepotencia e a
compress ; 6 olaro que nao podem fiancei'-
oar regularmeate as ,'los do regimen poli-
tico porqao nos dihigim .s, e d'ahi a necessida-
de de, em crl mado, aceitar sere commenia
rios os corolariosque tira o eleilor dos minte-
tros da attribuigao queo he catere a consti-
tuigfo de nomea;,8s livremente.
Sendo inquastionavel que o Imperador tanto
pode madar as situagoes Mes periodos paria-


meatares aOQ-o na ausencia das camnaras,
amoldan foo s4d acto as oausas que o0 pr ce-
derarn on o aqompanhem, soria em verilde
aigum taso abiurdo quo esperasue elle pelasf
mamfesto~taead patamamet para dissolver
aS eit"95 eq utft nuum paaiz eo6 9
nosse-ers que- o costumes politicos tandem
a desapprecer, em urn paiz em que areloiilo
6 toda& d feiglo dos geveroos, que conse-
guem sempro canras unanlmes.
Sob 6sse ponto de vista e pois manifesto
que nao se pode deixar de aceitar o facto con-
sumado no principio do anno que historiamos,
embora o motive ostensivo, apresentaelo para
justifilal-o, nao parent sufficient pars expli-
cat-o, pelo menos em Uce do que toe sido
extermado.
SGorn efferito, o que ccrnsta de documents
publicados- 6 que. achando-se graveniette do-
ente 1 niAo podeniJo continuar sobrocarregado
corn os penosos eocargos d presidmte te do
conselbio de miairos, o Sr. IDu4ue de- Gaxias
pedto A S. M. o tiperadors sua dejssao desse
alto postoi, Senio nems pedido acompanhado
Spells seas colleges de lides, e que, S.I M. o
Ihmperedor, fazendo eabedal da refrma-eleito'
ral, porqae aniava pz depois dos deplo-
raveis result. a ac d.Iaa. r tioa refos. a on
ceder aquolla demissdo, depois dooavir os


'~4~4P4~saw quo ewose ur
,lipro doI deqsoflana pare. corn ministerio
(51xias, .gaedose c4uIi4a dcorrespoaden-
cia MIooa4A eatr# o nobre duqae e S. X. o Iuz
3,ja-nos licito perguntat agora : este fac-
tbs, esse motivo ostanlivo explica suficoiente-
mente. juitifica basetame a madanoa de situa-
ao.? e estU mudanga, em taos condigOos,
apola-se na onstituiCao ? Ninguom o dda do
b~at 1, eibOaa todos reconhegam que entire
nds 0 system. parlamenUtar est ja viciado.
-Danle deste vidlo, que deploramos-profun-
damento, 6 qua aceltamos Q fact consumado
como ua -necessidade da ordem p olitica,
como um acto provldncal, qua pde edove
trazer resultados beneocos para a socidade
brasileira; pelo menos ensinandornos o cami
nho que devemos trilnar para a consecucao
da verdade que alIejav E para n6s'parti-
cularmentoe factor fbi 4s providen-
iaj quaourW. cnestao4Oq 4 partdo conser-
vakor qOPsa a su-iorla a oeao direct,
eatendemos que os Srs. Paaliao do Souza e
Jaguary foram alum das vistas do sea p.tidp,
asseverando A-cor6a que realisariam a. rE form
no sentido indicado.
Nossas ideas si ao bern conhecidas a respeito
de eleigOes, pois que nose tmos manifestado
mais de uma vez pela marrutenco do system
ma indicado'na Constituigo, melhorado emr-
borna per esta ou aquella forma e sobretudo
polo vole unipessoal. NIao quor isle dizer
que julguemos a eleigAo direct incqpaz de sa-
tisfazer as exigencias do governo monarcbico
Sepresentativo; o que nos'parece 6 qon a
eleig&o dicecta, principalmente corn o censo
alto, limitando a massa dos ciJadlos votan- r
tes, 6 infensa A theoria liberal e nio se coa-
duna com a indole e verdade do -6ystetra da c
preprentagq. I
AeleiQlo direct corn o censo alto 6 essen- i
cialmenter aristocratic e conservadora ; send I
elle o-da comstituiglo, e o stiffragio universal, c
que nao p6de se aliar corn a ignorancia das i
inrassas, infelizmente bemrn real entire n6s.
Eis o porque dat nossas conhecidas prefe j
rencias; mas, repetimos, nio fazemos ques- i
tlo do system eleitoral. Do que fazemos a
cabedal 6 do mode de praticar o system adop- .a
tado. 6 da qxecuoao da lei. Seja esta qual f6r, i
sempre que a b6a fa e a sinoceridade presidi- d
rem aostrabalhos eleitoraes, deixando o go- a
verno per sua vez de pesar no pleito corn a
sua clava de ferro, representada pelas sugges- a
toes e ameagas, sempre que a verdadeira li- a
berdade in-pirar aos comicios populares; o
resultado serad corn certeza a genuina expres- a
sao da soberania national, as camaras serAo I
as legitimas represenlantes dos suffragios da A
nacgao, teremos am governor representative I
em sua pureza. Emquanto, porem, o machia-
velismo flzer o seu ingresso no sanluario do
vote para inquinal-o corn os seus vicios redbi. C
,kitorios; emqiuanto o governor n ao se resolver
a deixar a coats A livre acgo dos partidos, c
afastando sua aceao deletiria e berniciosa; t
emquanto as autoridades odnstituidas para ga- i
rantS do diteitados cidadosjm transformarem c
em lgozes deses diraitos. stifilcado-os na 0
sua peri.ciosa e mais important manifesta (
; rodes as cautelas sero ex usadas, o Sys.-
temaem mdaifluir6.
. 0que coov6a4,.pois, 6 acAutelpso uaiapo'.
sivel a appaco desses w.bas. de softe que i
o system do govcm'no se aproxime o Vais pos- v
uwul 4a powza dae^w'IdeaL: 3erL aMudano% i
do system eleitoral o meio principal de che-
gar A esso resultado ? sera a eleicio direct o i
meio de tornar urma verdade o system repre- |
sentativo? E' o quoe contostamnos. Se ambos
elite se prestam a ser talseados. comprehen- l
de-se que o vicio nao etld no system e que I
CoOnvm combater esse vicio em sua causa em
sua otigem. *
Dir-nos-hblo talvez quo a eleigio indirect 6 ]
sujeita mais facllsente A ser ludibriada, de-
vendo por consequencia ser preferivel o sys-
tema directo. E' um engano manifesto; 6
question de mais oa de menos Logo que os
partidos conhecerem o grain dessa difficuldade,
refinanio o grdo dos seun esfor.os, procura-
rnio o equilabrio das forces; e enhtoe abuse
sobrevirA sempte, o maehiavelismo procurarn d
novos meios nos seus armazens de reserva.
tsremos sempre o falseamento do systems.
Essa 6 que 6 a verdade inteira, quo nilo deve
ser eccultada.
0 remedio esta, portant6,.na depuracab dos a
costumes, na b6a pratica da moral social. Tor- I
ne-se dos seas daveors uma realidaje pela
instrucio politics dae messas, e, chegados A
esse resultado, noal se deve receiar. Antes
dessa regenerate tudo 6 impotence, tndo' 6
noada.
Entretanto, apezar dense nosso mode de vero
ae Cousas, desejamnos que essa reform' passe a
ao campo da realidade, mfnsmo porque sera
ella mais um argumento em favor da opinibo i
aue sustentamos. Ja tern sid6 o systema in-


director experimentado entire n6s por differen-
tes modes; eleiclopor provincias, eleiglo perI
circulos, lei do tergo,tudo tem daJo o mesmo.
fructo-camaras-unanflmes ao arbitrio do go-
verno, o queo ua abuasoimperdbavel, per que
suppoe ou deixa presumir-so o aniquilamento
das i ;6as do partido adveor so. Que venha ago-
ra o system director entrar pars o cadinho da
experiencia, e fazemos sinceros votes para
que se convert elle no santelmo desejado
pans descoimar o system representative de
tantos vicious que o mutlam entire n6s. No dia
em que isso se reaUlisar nose daremo per ven-
cides e bateremos palmas corn os seas parti-
darios.
A questlo dai f6rma nao entra no progranm-
ma 'deste nossoescriptoeluctdar; .que venha
a reform por uma ronstituinte, que venha
pola legislature ordinaria o resultado seira o
mesmo. Todavia entendefmos que a conslituin-
ftsera necessaria por que, s6 ella podendo
Smar oa cense, per isso que import um- di-
perfeitamente politico, 6 a competent
p radecidir se esse censo deve -ou n Ao soer al-
terado.
SAs cendigOes' do imperio nao eram b6as
quando se deu a mudangi da situageao. 0 paiz
eslava n'um estado auormal: commercio,
agricultura, Afnangas. tudo se convulsionava
nas agoeias de uama crise que aiada mais era
agravada pela secca medenha -que talava as
Orovincias do note. A crises political, trazen-
do para ,a arena seo contingente de males,
agravou esse estado deploravel, que lavrou em
tofoo curso de 1878. tem que podesse ser
minorado pels medidas, algumas salutares,
do gabinete de 5 do janeiro.-
E dizemos que a crise-politica agravou esse
estado, principalhnente porque determinou a
dissoluglo da camera temporaria e i convoca-
, gle dU outra, isto 6, den lugar a uma eleigico
geral, que, diga-se a verdado, 6 sempre um
mat- para o paiz, porque:exacerba os espiritos
e cues embaragos aq jogo regular de loda as
actvidades. .
No casd em questo. al6na done m e ordiaario,
den-se o da demora da dlissolao. Ek-', em
!:i. 4&: iJUnlnaval 11onxacedad lifmm faceja tf n-.


em rsposta 4A ultima camera quawi naunime
da situallo decahida.
Depois, como antes da eleiico, as condies
do paiz continuaaam A set anormoes;. as cri-
ses subsistiram, sem que fosse a eleiago direc-
ta ou a reforn0a eleitoral o unico problema quo
solicitasse a attenwAo dos estadistas o do go-
verno. Assumptos mais imperiosos, moles-
tias mais graves, demandavam remedies effi-
Coaes e promptos, solicitavam cuidados 0 des-
volos que tivessem pot effeito minorar as do-
res sociaes.
Ao gabmete de 5 de Janeiro nio faltou a
lente da razlo, e o seu illustrado preiidente,
compenetrando-se d'aquella verdade, lanouw
desde logo suas vistas paras a afflicta agricul-
tu ra. convocado pars o Rio de Janeito o cou-
gresso de 8 dojulho. em que tomaram patte
,arias provincial do sul.
Lamentavel, bemn lamenlavel foi que par&-
esse comicio da lavoura nio fossem convoca-
dan ao menos duas ou trees provincial do nor-
Le. "Nio quoremos mrer qu e houvesse ppopo-
sitona exolusIo, e ate aceitamos, embora corn
reStAI-, as justificativas desse facto ; mas,
em lodeo case, sobram-nos razes pars deplo-
ral-o, tanto mais quanto prestou-se -elle A co-
mentarios pouco conducentes A harmonia e 0in-
tegridade do imperio, que para n6s 6 condigio
maxima, da prosperidade moral e material da
sociedade brasileira.
Fosse, porem, come fosse, o certo 6 que o
cbngresso-do sul oteve sua repercurio no nor-
eto. e que aqui a iniciativa privada manifestou-
seoingente, em contraposiCAo A iniciativa go-
vernamental rounifino o cnngresso de 8 do ou-
tubro sob a diregCAo d Sociedade Auxwciliado-
ra da Agricultura em Per'smbuco. ,
Ao sul, come ao norte, em ambos os comi-
:ios agricolas, todos foram accorded em rece-
nhecer qae os males da nossa principal fonte de-
riquezat sao graves, que a agriculture senate
falta de capitaes, falta, de bragos e falta de vias
de transport, e, come consequencia de tude
isso, falta de credifo.
Conhecidas assim as nicessidades mais ur-
genres da lavoura, necessidades jA antes for-
ronuladas na imprensa e em inqueritos manda-
dos fazer polo governor, 6 de crer que este nlo
iarrepie ia carreira encetada, desde annQs, corn
inteira satisfacoi- do public, pela conslruccgo
de varias linhas ferreas, e continuada no anno
que findou.
Com effeito, nesse anne, se o governo nao
empregou de frente remedies mais director,
nais energioos, para combater o mal da la-
youra, tambem nio descuidou-se desse empe-
nho, e mandou construir no Ceard duas vias--
erreas, uma no Rio Grande do Norte, uma em,
Ulagoas, e, dando impulses a do Limoeiro, em
Pernambuco, rosolveu mandar construir aqui
a da Victoria.
Proseguindo n'essa aeada, 6 de presumir que
Sillustrado cavalheiro, que so acha a frente
1o gabinele-e rege a pasta da agricultura nio
leixarA de apresentar ao parlamento medidas
aandentes a debellar o flagello agricola, pro-
vaudo assim praticamente a veracidade doA
oinpromissos que tomou por oncasibo dos re-
eridos comicios, e d'est'arte demonstrando
lue 'nA-) seo perderam as ideas alli avenladas,-e-
ta beoevolamente accolbidas.
oo credit agricola nos parece que
3in* Saior empenho do governor, por
ieo que, ten4endo a desapparecer de entree
n6s o trabaiho escravo, o credit ,6 indispen-
savei para a suatentacAo do trabalbho livre.
Alem disso, sempre queos agricultoies se sen-
tirem firmadps no seu credit, esforgar-se-hlo
per melhbrar os seas apparelhos, e entio in-
sensivelmente serd abandonada a retina. que
anto tern contribuido para o atrophiamento da
lavoura do nerte.
A organisaCAo do trabalho tambem tern suas
vistas voltadas para as medidas, que reclama.
N'um paiz vasto e novo, onde ainda ne o estSo
bem assentados os modes da applicaclo da
actividade industrial, onde ainda nlo se v6
regularisados os habits das populagOes in-
dustriaes, 6 de necessidade instance tratar de
organisarno trabalho, tanto mais quanto vamos
iatravessando um period difficil e deligado da
transicgao do trabalho escravo para o trabaliho
livre.
A lei chamada do elemento servil fez alguma
cousa, fez muito, mas nio fez aude; sew os
seus necessaries coeiplementos ella torna-se
am mal em vez de um bern, baralha e confun-
de todas as relagies do trabalho, collocando o
paiz n'um verdadeiro cataclysma. E' precise-
cuidar dos filbos do ve, tre livre, e consideral-os
como os verdadeiros colonos do paiz. peis nada
Ita mais injustificavel do que gastar-se sow-
mas enormes corn a colonisacgo estrangeira,
deixando ao mesmo tempo os nacionaes, aquel-
les que se acham em condicoes de se empre-
garem no trabalho,' entregues a forga da iner-
cia pela incuria dos governor que ainda nle
se lembraram de crear as leis protectoras do
trabalho, garantindo as relacoes entire o colono


e o proprietam i0.
Nao quer isso dizer que sejamos de todo in-
fenses A colonisagip estrangeira; nao. Se o6
possivel ao mesmno tempo eurar dos meios de
aproveitar-seo os bragos nacionaes e augiente
a emigrag;o, cuide-se disso, p r que a vasti--
daodo imperio e o terreno ainda inculto nol
deixarAo nem uns nem outros sem trabAlho.
Mas 6 precise protege os colonps per meio de
certas leis que garantam no estado o seu e o
future de muas families ; 6 precise oofferecer-
ihes vaatagens, que compensem os trabalhos e-
as fadigas que houyerem dearrostar em procu-
ra demelhorar de sort, para que nL6adsuoeda o
governor ver-se obrigado a acjarretar corn as
despezas do seu retorno, como pensamos d
trrn succedido entire n6s.
SSe, porem, n1lo 6 possivel por qualque; ,aeo,
financeira ou political, tratar promiscuamente
dessas duas grandes medidas, enteo;, per um
sentimento de amor proprio, pelos estimulos
do patriotlismo, preferimos o aproveitlmento
dos bracos nacionaes, sem que vA nisso. da
nossa part sentiment alum egoistico.
Uma das muitas medidas que consideramos
indispensaveis'6 tambem a proteciAo da pe-
quena lavoura, applicada A pequena proprieda-
de. -Todo o trabalho util merece urma garan-
tia do estado, e, sempre que a pequena lavou-
ra pela pequena .propriedade f6r abandonada,
veiemos a sua absorpg.) pela grande proprie--
sade, quo now sempre constitie a grande fa-
voura. E' praciso que as classes m6dias in-
dustriaes conhegam quo o seu trabalbo tam-
bem 6 contemplado, que nao passa desconhe-
cido ao governor.
Outro tanto, porem, nio diremos da pequena
lavoura na grande propriedade. A grande pro-
priedade ja em si 6 um mal pars a associagio
politics, por que traz como consequencia a falls
de Oultivo da m6r parole das terras do imperioo,
pela razao deque os seus proprietarios newo
podem aprovoital-as, cultivando-as, hem que-
-rem ontregal-as, sob clausulas, aquelles que
em poquenos lotes as poderiamn aproVeitar.
F isto urm mat economico, porque fa; deore-
cer as rendas do estado : a prodaCd pe1
cultivo dosses tar nos augmentaria a riqueza-
particular, ao mesino tehpo que dupliia a -
rendas do Otado. E' ur m al nplitico. poncue





woSi oeds, am, M deli e, 0 etgroel r, ,9
d o ; p o i ta r -, .-r z 6 c tG w a r o & s eo de l W Sd m ad s mle p ois d o de p lora vel eenoo ic L s p rio r egislmd rru e !16 Q a m ea cac lo i s me o r 0 d e ta e l. s -





prodzira llapeos r~dtos d aformento u to osse esespeada. dbf~ ? ions no eMihadtl~wp onlSlelliai ?^ da. Mreeessldal 2etsptaeSi{^ %T ^ do q^^
-.J'e e am r quem a do as m aen a a uma v a d.-o&.

Mt arib o l 4 ? a r c A..




De sdeqUe i u(a i gran Bedt la~toimer i^ A dto- a esui cotra. reades ,on me-_vasda ',? ..Ex. p~j derI de ^J qae% ^ pS lato loklSto^ de~voLcb. ??e d?- ,
dtpa mb h apo eitri ald a pe o ao$ttrfai _.!!te- q .latraveartl, n tftu oge z f spnore s l de hctado)apotitu-iunal otm.ifoduo Pie-Assiat, pr~is,, prey?
..a, ooo oo o,. uo .o,. Vo ,.=I


dess osariam emp e t iaez n sfavort ,alPo d a ifpt a-.m ^,ptadqjs, t it.. erat dire ra. f lho. meiaposent. L ra o de um s5 lg ;pesso
atd iea sere oar co o que Ibeg nero a0 menu lons eia ;es 'uer o n obr e % .tado q d'0m e$ am PIc ab 01rb R .&e baaa




produir, la peo se r(tosffg do aframeftao- -u Ato, -fosedeepertv 6adoa. A^ do~la (e iadtverionmnto'sld s dkmraos tsIid ea tataeT^ ^t ru-TOdu.Jcar.,, .>9e sea, aprova rtendafy. .otpeed-e~todeo, rH oyHt p~re c isntur- e d 'o m C e. a a ru, emssim luga r a quenK ma i p rea g aad m ioi' a- deermiado d osn, offrei..j gde dra o qa co
-rjdiad [o prombnris det aterd deompo .pls t^ Tm iiftS or t u< E hm nreeWhm ceralo copa! qua.~d s?? q'oaal u pos re"ular0 *Si)ne~n "i^s,
cetf et entrar cerebella: gqr^ semrI Cries; e^Jtle ta bbmd senJ0e.o pbatratso b pmnd- ap;5. 'nesm lpe ve q ~u^ n a pri~ o-e i P.,| eeir s ^nentaoriesequ -lhe^sa~aq 8 di^^'^idc ecavfou.
d gverlnoe; pi araco lw- es ag ulto- de~al dbimlar u e!alelse s'ha,t td a I~ 7e preso o.ttetu da' I cf. que aceallo -a 0 da' dfapoias a de. = atpejaste.lsia tligen -a- tq perute .vot ra emendsa
4i mqw zallodiws ,ee ftzotican no tiefiT~h ane ltrt da A t D: Leld qe q a agr i. edil rae Ninter e do de- todas es sa s cont raried ades onstiti.n S d a l. q e. e 6a r v e roomento esu rofepa tianto, ^ ^ 88 diPsnla, i so o~er rendoarGe n^




d fiham hie-t.d aas' dalidd rt^ ^ ef r q(n 'e a lemn atta~d s a~ixi q ~urezartit sericnp s la taps~eO'inclam foaj ubcinat, te, nmd e mpt don pg.ireobso, sando sti elllT~ornar~s~e u1hd ^ta ^a~sdzfrars oa
r^d a msprsa 1 5omrl 0ot q;e~e Aord par -tt~ s-sdrS Ewed~d ,l exrH~depe o'eaeihr-deip^ ORL'u IW 1we OS).e doSucf




juveasserapr, sie amb oti~ v eznd u t das f rQs qu, nra 'loudtia d ei^an es flcfr-.e, a-ben ss ffl te;aod tmtIoS deresladis. ~ 'j,~ f e -ito, memvjidh. u de fe oureiro dei89'>u"rg ,a a
e~lue.qe r1e a1Uwpo eid. III ~septaa'dN-MI! 6 100i'f 06hfamente ,l0nis'd r q. m-tescndu = eqa ranzdo h e1-Rfeid~etmamordr5




Dd~ d soeiiUac rorpe 0r o dize-os ,; ado rest- e co nqf la d er. si e o e e ad o- nlto e a a r Mpta do de podur ar e e rvp s, t a jb i aran,^ s eeat, i
t ecessae i arn o se a oA vidgr emb h io o v a 1 99Wt0ad 2 70e np-rt av a d o s efvo ,V. qfr~odvoae 11- Uie .nao a d acnt ra d os deems p ua i ade etn e eti.alidod d o fadtd
do lip iopriet Co, m r eh n ds. s o q te he, nts. ao b lt' pno isfoe d "ia %e:e q u n U t .a- ani.e que nt i o n trabauh, ( a Jatros ap estA R u r-rit u e l iso onoce da p"
preudiandro avosmea mros deo p 6oerbso s o togfo p enees peto i-i unrjadto edb& do. shol ie haron c atl eloSms=% ez o uW Ao pde 0 s e. C aixoIo, at a, garnies de o udiea prte a, vo~a





fioi ao~tds. H eqera pbiae-d bmes b ( puaog~t a dac so ba pov rn esti e io dascertt, d a ig a paao dsolen 76dfo t no .re 5darti 4. rvi nafc a^ 79~~e^ ua^ me sm la 41icto? 0t'- asprlvad o,0 pr jecu a
-..taio ,pod se rfeli qun ci soaq era .i nffu prioa ndoe? leh otev ra a ti~aiad pauhie lec L o r ocs aac mu ~ od m ive as, ri finalc e rdes me no~s e mpado.tT r a'd cis do rie o
dO, v rOS plavia eo njra<. p~ess ael desfut ta. aat ra^ n u deles ni a p egmar.m n ral s ,eeen oq e ap nh ,a rsdet d m --d 87'o pov nd S~ ~~s~aS a
qeas' todos qs andotao sua -a d, sto defi~a1eto da e nqual goim.-.o devparterha hido bo e in preg mo ~etxtn~ l0do let f~ enaad epta ap qu at. idaea c aonKIa uo apartieei e ad tiif^i r fcar r e vt.
e o necoelnuc. .N se o oe urscssd n~rg o eaiir effe toh iva pete prc e g ou f l provincial u 0 ^plen a' l d de So a m u -nPer qu razSo, O S r. E'n D eesovoa.1o fe
muvedaeseO purana, a s ivando todasl as q er e us ee, naepa3a u s i o? co rnre% iab bf .dus s e dv ios pr es ua dos md de torv as .
agri b uf t ura no io ped e "'pat'a g osue me .Jid act o i- T rjA co 1pe r dpn-k q ua le .o q u-er d6f- S anta C r u m.ad oir d Mas l aq as prbvnncl de rem ta r e rv1, m on ta o p r oa dis c s t
ee ie~ dad sw adi o- n eo vie g n or e- tove nt soh1 at en1 a otureas do g b et, o prve o- V e, oi tero n tbr a d.i ao dIa0 f de uen qua nt o estcia ivdclid o. Eo aeerldo o dAtaten od St'. poaqel




C~qaodssedei,",a.N -plcaa casoa deno a-mbe r da faqueza, es par cont 0e da n qu a ,,o se muia~eto ija esabe uos merado (evolootr~osaprtes. Goma e rids no dee l iavo ras os ucda us- que pros b o de(nee r apl~siplsr a da jinstro f e A eho -ilhtei vielle:s u d o s me ier qu e, reos lo ao r 0 St. Bwoda do de $Voz a -e'/ JD ,isse tn u eo bati. 0S a ul t O.i -
petw ess*^ obeo uas dmp e sc ansa code a o esdi- neah. ao p ur t hja sajo foe ta h- nte ,es tseer, pap-efi.n, siuio s so m "od realo Enc; ertr a oapsado o eae e osar e~ no s a pe>l- desto feito, appr .do p o projaeto rn
feioideapriqtez ar olt a id wbem a ester MU b ei o a a Ve r n otens itO s ib, Amenos aplegi n 26 dt e i8 nos aro Tt. 4e p roji- s&,itadores. bem com a s. mete a q e no qs- ia o eor a-s.
t o sSde ser feli u povorua .0 doea eprrc ,w o rile a al s mo alid'd ue- a Simi2- tenes sobre c.r s; e -r daar os u em ola jo s d e n- t i r qn a' cmns diaeai sp jde lere aatadnTerr rs di. uswsR) odc r.onect n.
pragan k- r munearado.ne d ei e ndo que. d-s a oe- 3.ppo d h o do. prees ente, tar demo s 178 rean- 1877, c app9'aS x pos,6as daf c a
pTo dutoos .esvi.dange ir p der ella defrcdots" trati eado o a ur ~ na em os] dpeve ser o-fanti o .Na ve Sr. preg'do'apo~eW51dbi f~rn aefptadao qap d6 an dua6 ontida o a:M itivp e l a a'daAaianV da osa eda
doTeae gsos uandos u i ndd ustiadefMoral re cMq k-, a learelrno rqus tnlId~oti Mbi ttioibnalae o eirno djo m i c ridmra tl i s ive o foard.




lno ac: o meonraciuo enlangu c on Nese, oeu em cosdr o ut; crnn and ses de dlipego a, :a Iris S.. euta o e uer e, r ott' .lg-e pe.ded :)rsa^ ,nos. p rlo m~o" nbe cilg St E' appmrta'%.d~r me
Ansd ri portmpeano, a indus trie s do mad& que t c ede s eneuMC ', a lgftmr-srazesoeado iegld on e. ,Li orres-r, 0vasio S~a mpell prseah corsignad a e rn St .ir
.......0 -adiseu.aist dotoproje-vtod.n.







iHOrperios daos goerne a. o s s me nida sdi- c e o b dtpirds inniaa me ao que heisd parnti s tado K.. da s ,l i pr ic es a m i n dmadn elzriab h
dae tas s o capim aws eor s pc re a es a or icu- u ra vet h o cres o a e t aV. Q, pir e unobre deputado a o00 daamen- te ie oa dribi el arand o*no r a edep-a .or, or abi s einin to daua pta
Lef de se dejsiondoera i d oll* e al o 0esa" pmAns ri to da fran qea ,la o d' 5ep d ear b orn S o W deq-os eu en .n t o tdos' a. cnsagado v ot-nta a oi v i at qddo p t o, i a Vee tori ma.
.adidas f n "lnS dave mart esqueida ureal qn e [ posit) d t e israe s cr a a f inin stta' r, Otre. nler vigntesdo ade o u e, posse un o med 0Se.Ba d .s~ao rnen qeso desi;e bc:. O re.anl o de(S Ou e i V coria uma d,





e^c ra? s impresi ell 0 a'' '3 ale".a-n di- daixtao partidariani g ^ d8 iP^ at.: esl -elar e pae ,,m .:onsitucioape4H sit Joqu etodoa op9o Enet ereadoaoidebat o arigoad npomsmo apry'-" dete po tend e t c doalesd p roineito ee
acaroi o lha dei mcert asoe aCp o os dir ieam.aee noeg eoss a *rrelea e m eus s o ffen.iga ia, odrei ou adpsita dos, j eto, e rn oes e e nir a, pr o que qu o pe tratard e aso m pn t ve,
ti r eos I no w o nseid e ne p a qi vense -0. 010 1e31pre de a urtnw s mpa id'aS ho tve sire, :n e spgte d, a eser6rmo s unsc armo 0 p ro publico, to o p ':e c a os i oe la npe i c, 4a16n pa rbe ffereoerp





essa"1 a s -eel he ania de a v^orc eca e ida^. d i ei po/' aateltdler q1 ais^erio ^ q to cuofr s prvnfffil se opoinizrto que. naod je ep.odssslo dopoeixoa de v ir 1878tt-, remo- queri vato 5 ase, das, f ,onas da bro
cO petI&enoia o n a.cioal. qtetse e l o rng t m a pi cM stal i pas e asepictou es queoisauam A.l po, io eia, oe n aa rdea, d a do u m ais a I nao n de T adrei s s p o n diproes. b o se ex pa
pi l rtos e st:'ane ur nee sa s eN rcd o s suadpg. te-n pnresi oa p nas do fact, Nev em pregi, qut.ar ido eit n e v a p e t ape. ga 0 a qS ual s .o dnnee s to dos uo ar t uo rio s teis m entos d oo m pex i o currents, de<
une-toae su orent es a re te ao der a ni oe lazX ar apre' d os ; ded6hpa r efna ca a vita sent e vo 8 ou Sejbiva um e p reouist o d oincial ou 0 Sil. l ,aiold e S dz regi stdre maeis ou ven oa i8p end os es
IA-owd vfL ogolen a a gviedo -sau ra]itnites.oadarre patrla n o eref W fdbpttieo o tf0.n na davids e sraqe... h vncmethyppeioethave as &i oe 2 a. ,jdi sc sodaeent d a oi- ,uipr drom vtpe








fit rand a c ontra ma, ore di to, em eeuae Loes- h i de a t sio prond* o .e V e Me-c., o n- ,'. D c en Q ap os e utan ou r, redia n^o : v eda n a e spu a o je,,oto, eWin dr d a imptrts a do oreent o, r eqm c
gedios parse par do a g mern t o realoue t ,'-ce. onea enl d0o q altieg lloe-evetidas o tal'q.ld o~dei Satia-. ...n. r, O s deta u a S, p e ta' a. or <. obras qa se prete defa e P




dosu. ud eoo io deplrc.Daodsu,'i~r umntosse u biogod (l~ i na-rw demnida de, O t r fliadnaca a cin quo pd a pag dOua th 'dtedbazn.a,,I pri o esto s.em t nascusonsciepnc e de ia todoseto dv'nteia, qt. e nhsoba nlcessidaefa
da-pero a cn napcito a, ao q ual va esp na nos- vra a odeiomngterse, uh o on vinatud. que umSr Fcrntra toiva Q a f te vhire de alrmbu a prnvfestar-m ,'e ntl.d a eonep.- ber a ose pr~m eto s a ob uedsanci dar
muzeae se droppa tle c d destq eade s e 9w5 oto- O are ,patt ad o no qi e 5 aide see 0 .Ando niO tencitid' to-.a daa? o reo i ia, a d te las a. sue de .i tar o manaciaV
dcedea s dil ero o;sado, o iais d fldten te, h oatvid b o tert6em u fib odh ri ean t nemo, tr sin o0S. Clodoaldo demi .'ouwa-- o ui r edo s dia qhe de st,'S cion- Euireosnho oa, olha.,l cer teoso d Seru a s parat odos s deo pesue l d ne c on p osts a c, ara of ti dempo sen" j idifas p ro ncia ou ad istra .' d, j e entas ,esn :e s ricagper isse a s, tiar ta den-0Sr Iftfo a ss umpto1ver
otrios, o ue rn nao pode ipnao m nt dv e t c ruaria dev hei a r. t da s 5artire za do a ,ti ran prov ii- 8a-e a es a- p reg o p btrcoI-Iqo i ars e aruomecfios dejuo3si gnaporqe aao q Eoimeato ubia, tareoh




csbac o^ pgabe te 5u s e v Janeiroa deefd s t "10. unnosatlranou -afifa na atrdoppsac ol s tadoovertt ira-dol-.hiuesqum oiernacfte na pete o poera e imends. o 4e' d yer isso, S.. resid nts 6. neuiro^pde laza ese. pe za S a extra
trnnosrn'dams aorn arelantles dat pr otn'a e "^"os da saib e ar-s n- attitgqu- d6e compete to, euj eff i uosse proeV. se par a venie o aoo le a rde viro cu b ae -a, Ir es -n r cia que p e a l am desfo raasbliprose
Pea -ra sutarna orptal, qua e s d e nta o g.a odo o a re re aa0- 'Ma-jumas aspt e sque inesa iptoinia c ) entid urid -adeZ ak r? n a raJesI delo qaiu tol aade. esas o nires bm sei que pa V
gaialoda, tido, vai seretrahind ede r e nsda l ogo tPi elt a t tern po r di ovno te sdo paSle, eemprg Clodo, ualdo dr ae vaal er.star-lha1L 81esnei dat.es aa4.0 e no a ro rsernhaatro, %oRo nosesv at 13 plane oanheciro
de eooo iua que ser 6 lz a nto povo m que rd -detut prriciransft'petr plar a roralftyft e o atfn ifiil- d e otsbe ao d^~ ^^ l~Jal accurougf-Iofajj^ Tjia de Cr-Lv r as uorn(U sd s6 r aoffci e jutia net .d(isr^



uos gac itlue vd e pe nts a rd elml efl lore n itoA shi. o ae e contratal mpe re na cidev s aerna r it.se nerWo ((pS e rr s wrowqo dara e um p o r qupe, t o, Sr. presidemteterlo cNte
ad ter n ese por me riaoes Atado ao-ecicia Bs carte ium erodiai t no.n rednl alfcrbg stode o denc'p. nobre tdoput dos ee-se, obpsiema o aoj to, q ue maoes cesa o^r o ;aseiai te polo ed
do uir p orati situtis r rttl6' de r ds ene ca s, Fiad cnry ^ t rwdeef No3 xal mu nstz oteas( corn in-temc dxuea erqu h rnsot^ roanho remnt esa ba s o








sN'o~nturso deregular' o smeurpiao, reetfoi Oen senado, qtte at5 llod^ ae-te quo-al0 ernSg! t& a lo ua d arige-se'al Esma < geatviwa)o, belin, aze detdo. im rcdne, e, Ja ,p-,Rqe iro 186 se tr ~ato ao president
dito .o euncourc.do Iepeono odeeanc ueou-seeloo *eti reovas-de-sems iooorn o d o imfeiemdire.. t ritodesto A s a. es t a consc ies a dave todos v inrs a r GUve oa pade. tam obra ubi sfa n
caps erci es podiaos eiran, s a fi vAs oder adl upveraei'o intPs ep ubHcOa a no sn acdo, qque F eea-, ddei l --aAteaoaaPoe nb prov uiae, tern tdao acomp s- e t, uo asi re io odr e s9livo obr easp en
ma relao vastirsobre ,0 ios e d Er sta d acoe, qua n oa v ced e brpat tact, a o qd i nita e sesen- invatoido. ono a pr ua cr esraoVveicsda a dcu tesien po q'eg ae d V tr iau
Su o- vida ^ tivere m pa fi' a' d o a mo r 'petrie, no O S. soobaldo de.uS a a signal fir ad o o- tanoia nel h e d p ee acto adicior na li ap oinadoe peo n er disuss
(itoadsse m abdal ada exicas delssas d e u po r and e zpds dhomb pi s eatde n' o seu tinvfioado *> ciao uiocontr a qu e porvetaD
Aode o hir roroso dte u e a dat l ma a eo -i r. .it.era.s.r er. ta assendo-msl ese. r liprastsbloa uo jpcto o i nSe orm o ntp r ioj rmt.eeo auinten
onom dao aOssim, aesno n pv e, :co a vec uzars d ei- ra eix -ctar tidario re iam o o de, -e ointipoM pu. sjdeit Oparte dda. nova., ve- aoM quaiilica vi sto ,.rn gr. oinc rearoft p erod erbta6 p,r i ment o c
dureia, deir -abiornet e 5dadi aeir o ato nos-- lic, n e -mostndooi.e n a jaRUa do ae s ontefenrqevtp ra, d ol g di.eituo r naos o tin ao nv.opoe reta d lob iem os;adesumoents iaeen.ss o rrn t eu o sa ,po a n d esp e
seinesa iudaco s rehieo de u agto .iSe' .verriQ&com fdo dal"r dt o, e addi o; d9 h o f. Osid Ber dio9 e6 reth^' "- f letmra, in parae iss qeunt, a vseznvioui oIdo esti nade E epv i a pei se od raoexsliras
9 er sa n a Mebal c re m a ei ra. devfavonl tes a r'"^ dalip oreitn de o'in~n me letrt d eumai no. es- rte do de Sod a l eq .i d sho, ue ude- 3.&oa, eorsaueno da s ,orra.-
cotnQotenro a (logpror uatospnde onsal ev ve l o sa icmsa~n ca s exncepirit o nd ae'ps atrsavaae nl t%) 1010uitsO ra qp a brites )dorgnlta a berlio, ale noqurreoou pe Tei bstom~o dau i cdd









Pars susta ea toreneos que, nosgi do s suxa dopg ^. ""in ^r ?; a or aica -i 0 S r. Vtesi deno So .suraEv as-prend o a iltimo qu r I,) ana ex qu pos o;
A' de coft n cias u da s e l iv n itouaalgu ar d e- o sta'ramePto a j paizr d f 1ii onar, of tdom e s [ia ae- es dei yj .. o t a rh-dii nlu- be ode cr ar. se 2o.aiio de ua.nes 2m d.sui iao a.
Loba;,n a c Cu dei aquo par nemberni densen, pesa m nto nrac ionals ena decr de t raz e f, c cr'rq ue o(Jr e intl liea- hou aa tre una nao, exisn nova senv arg lme p e O S r B eltr ao-sr ades te. prof
di~ado i rtereseper ehra r o agi e stado ao mal qusto bern pe- nsadb As, nmtbg c ~n~td s o 0 lS, li--V,)(Iol(o ses8rw a..... U m e l o1- S .isae. rquiatotds uSr. abe moi a qa nssrs 1,,o'aiio adsu
dos dp loaiz.De do s-ntrm ntos e itd, ina e mna~,aidae, Otptr .faldn it aseude n qer. ade a n ~iga d ;qu t- -e d erd a. i do r o. dit' ,e ",m deisc sdoe, n a d p ms 5 a.poatoo~m nodsaor ,
la prrtrquecaial6,pellame_ a;Ia co modorna'd.s sbs u o s tea dr irig q e- ., m wm Etrato, de i 4tyrr, bl ionma o..J~uem t'6 e tatoudo bastoimnnt
L onU0M eplas o nde rea lsar wqo see pan ,6 cfoi yn- 0 pederq eftor nsas lado no dia p5 de dtes;r N 0S. nons hlm :u io' eitb o Audro b: rrn. di a eAssiim, p oisa, qa n dis so ni dve vlu ~ ~'ldoddd i~oifznos
adil O, enils caco nflg, ado ondepeneldncia,.ua ou ....rlaae q ee ce e o, an S* ld ad'd 'otv 'vj ~ rcor s!gid ic sl ,en n1aq eco
PeQ-atod: ereleo-pinialaenedavs can~ os*taes da publ iea adeinistrmas e, aqq le gr 1,npe~inerprqoetabee e .lst- pie tobrnenta cmetnida ou nsoiyaan,)ompetnioasnreoepcivoJae
Icosverva s podih a p)M retas r-nloras ;f p era o so d ea P A ulnii'ssa omor n s ta /oju a catpy de- seripo-s oa r idfatas r ovin/s c ine a !o u ampsro-o i _os ? p er e n~isoura uesntec essrida iu opeaploqt e aorqeor
outrea re ni aliconsa eiemdv ersa r epr d;esta raldetoq tets, desi rn s6para lm ro rt~ iddq o, ddan 0 Sr otvino de Oatvesso a f'-" "-z sgnad ulafiroy -ma- s o dpq ver ar A -ma nte s bre a crvne et peetd aen-r eua
rigahs, fram ustdds uita obas,1uja otlti ca r-sob e o n- a ttdep dest u-. Ineda om petes t orat f~s opodn m u-eti,. 'c a o oo uidcn enimixarqde vpoervnatu e sl Dr. au0d Oiern, tn it
tra ar ntda; oronasy tefst-,igirer aSs, rea do dv galaO pr en h m e totdalss d m te ia suc'a aee i eo es d s r, vitaco e s Is e u
coulsp lez cas onanpo italq 6-eset o logortadas pale i ram iag r a tcunde all a s naspiraosqe ar i nqesde fp ou sat is a 0dio d esta co d.0v j0 usenia Sr taas nt[ ..ro co je foar an ri me e et
Obrwanido, vasimse erazes orn execesso logoztioda e lmate utempo i a vi otogde ~lo pa .' espdent.,a bre qt ma ndo'sval reltarps e jri ia s to posto. Sr. nrasidonte~ova p ova r igf r5mncopneasmcm
dnur, Ileza dtrs con e radi. ei roff s ei a s etropa.l l itos d e, s crim n tandose arpatri a t uribt v ita' en sesir e ri Q08,o p(rRe mdv e pa'ra wesoutro.e wn, parvotie wvar ... ore s a ZrOm ntS jd O~ E~xejo ., m e radsa apis
o suaicrio,, a q-eo. ,ommere. estadAlt"aado as-, 08ce ,. ii rneo deazns ndanth2 e o e n p imeir nt- per resso epu rea vzcl q o-s,veop ioern a uiia de Etsppiceo xsi
eri:bwoanaurasO. uliregularviOduio s o vme rn o, d esonente-sCemo; admi ,str e W prpriameten, dadt bnt r g nipo trtmeit uil a~eke tia eofma, qa' d rzea id(e doint roen~ den ,est e pe''a t'o. .. ... '
mas, -or m n reconheor qua, d coagido-se~log tas id as prqua t e -sam a Ieu bti fsredagaocrn-'o 0 8-,.'(,Vire od oaldod so a-, E apen i~i to, dlti o s a.re~u sos, afl co scqenpcsa e pr- ns ine nteahopojt
meier efal etania sobrd(aritu(f o fnn iado Es ad iz, qenwedlero u ~ rieaspurtotvioiasqmatando-les e a; ts etara prddod, sabe pr nui- he aer a s ra~srivao. Efpo r isd@j so ute 2 igus:,d ntral dsapr
obede u re a a lei d o. pe avesidvese as!......... s ivra9os a is ge ro lamore trazen nao,a O'Sr Vo. Qe-o. _dorer. u za per c rte zde ite osge- ancib. unathen daeapenje o acosargm n deif ~ or euaoim rf


* ......? xaccalllor tfiau~tll tfoibif~eon ien-
,1a aug- te adoptarmo o prejento 0 rdlmfao. Pa-
05 ra a douP o dor p o i consi-
os o. elarde lerx e q ftocurei dws "nll"d itiltar Os
LS anobrptafmaos a pojetnaiowISPuizo [ON16].p
09t pp-"; Agol "ViotoHft--J egoioLmWe acude
I mvial w oi ciItUia e o da J de a86.,
ero Is Jose C vad-lMaz d'Aze.
r vedo o so_, a de mm:4Q^ Al do refem
nr-rdoe a .los ompuah-ase d- tP6]rrage9
,ado que dae c %VWt l ITa, odfle 1 86,il as agtas
lguma & 'do ribwh ubta. fonnan gOfl^Ji:,cia para
ae flea, abt 0 e6 t d'alds uelta
jo razo obrevind, em L1 de junho de 1,87o, urea
emenda graad ehichente no riacho Natuba. por causa
do arrombo dos dous contra-acudes do enge-
ana d & fti ha bsrrgetoa dltq-dertruida
e incon- cornm grade lombo.
ral e in- a Desa occatrrencia de'use parte a presiden-
oia e aprosentubi-se um ot'amentb dais obras
supplementares. no valor de 9:473#504. o que
candy c foi pttla ,nesma presidencia inaadatio executar
,k aiM pulon mstoio contratante, sob as mesmas con-
iso do 8 dniSes do contriro prinmtivo.
Leria. a Depois do c.ntratante obter muitas proro-
i da, ,e- gacoes de'prazo,'para a conclusao das obras,
o qouan- soiltlllu eew janeiro de 1873 resci_-Au do seu
dq exis- Oontratu avaliando-se a obra feita, exoneran-
ioda ie. d,-)o d toda a responsabilidado.
into pela (( Em 24 de. outubryo de 4874, siinetteu dre-
meata;ul' Partdeedas obras publicas umea avvliadaodas
ob'as oxecuLadas do urgiamouto priwiUvSQ.,-,
arm j us- giundo a avaiaQau festa ~pelo contratante, sen-
do : obras executadas do orgamento pLitnlti-
oonside- vo, segundo avaliaQAo feita pelo engenheiro
ddaa np Lieuti, r
'tip. p -"156$g26,I
'.p:lrzoi aIlein do orCameito das obras
uncia-.e suppleeaentar.s 1:325i&25
as. pela Soumma *ll:4825185
iao por (( [aleiaes pulos quaes se obri-
gua o cornltaaute a enLregar ao
rejeitada 1)6 da Obru noigovvrno 2:867$040
. 11), de Totat 14:349S225
-a muni- 0 atremaLante recebeu de janeiro de 1868
a juuho de 017"' 2:308#850.
av Em 8 de mwi. de t!75, a presideacia con-
14 deste cedeu a rescisia do 'tre- *uctivo contrato, cown
precisos dreito indeitnisaao a0guma, rolevando as
A cidale tiultas em qua Livwr ineorrido o contralanLe.
no cis.) de nada reclawar pels prcjuizos que
presi- possa Lei soffrid).
n la" dis- 0 Sr'. Fourni!. ein seuyreldturio d&e 1876,
u1.llij- diz : qua a despeza dt ,12;808$85) fui teita
u n re- em pura', perda pura essa obra fc decJara que
ras que nauoera inuul lembrar semellhauLu zesultado,
sej-n. quando se trata do construir eiu- outros iuga-
ein ser res do interior da provincia, mais distantLc e
mais deflcieates de recirsos pare a cowseiva-
-iso co- j tdas obras, cudes de alvenaria, cujo or&a-
inesin,) inento impoiLa ein ceres ae 22 000 O:,,i. a
UCO Co- s nUssos antecesso'es cuim()iriiaun comn o
s de sa- seu (laver', man.ardo dar guea .i u-jia lot alida-
Victoria dJ,. quI (tila necess-,lava ; a execuc'o da lei,
putim, nau teve lugar p m muLives alhuios A
aq m',is sua vontade.
.onheo A' vista do exposto, porque razao havemos
dadeira ns ago0ra de crear embaragos ao project, im-
ego que pedindo a que elle continue na sua march re-
tordina- ",'ular ? Acho que o iequeriwea-Lo do S. Exc.
incia. pode inesmo ser approvado sein prejuizo de
ira dar- sor appiuvado o project em 2A" discussAu,
anto da pois que temos ainda uma outra discussao, e
sentido est'a offearecer-se-hi occasiao opporLuna para
nentto : dr-se todo o qualquer esclarecimento que seja
da pr)- por ventura necessirio.
,gai. os E se a l,-calidade que s- trata, est' no caso
o abas- Lie merecor a nossa consideragao, pensu que
D. nao devemos retarder a construccao deuma
Lo cor, y ,sbra de clue ella pammo necessita.
reque- Dasde que, Sr. president, se trata de abas-
tecer'd'agua potavel a uma localidade que del-
inte di ,, necessita, nao vejo razako para que se pro-
facam cur embara-ar a march de um project_ que
paa" tand-e a. reaiisar tlau nubre fnm.
i~oria. Um ,Sr Deputudo--Mas e que se p~de dar
1879.-- aagua.
0 St. Baruo de .Vuz~weth .--Nests caso, ape-
t d~s<8 zar de nao Ser eu o autor do projeclo. devo di-
>ssao do zar q~ue elle n^o t*er5 duvida nenhurna em acei-
ifoito, talr urea emandla no0 sentido die se prevenirpos-
d'agua s^Qes desacertos.
!nassa Feitas estas ligeir~s considerac5es, santo-me,
to das esperando que esta case procetla come costu-
equeri m de accordo soum a justi(a.
o o Sr. 0,8^. Jacobina--Sr. presidents, das ex-
iraze,) plia(Ses dadas por" um e cutro lade, cheguei
raa. "o ai S,uintlo conclu5o : precise de esc!lhrecimen-
udad~as pa, adar Oleu vote em favor do propjcto, ape-
ja fo- zar' de adupiaremn'o grande numero de colle-
ga, redes m~uito respeitaveis.
rjm ^ Em t866-doze annos ao decorridos--esta-
q abale~su-se em lei o seguinttf...
10 em 0 St. Beltrao-E' a tnesina cousa que estia
a a 3', no project.
ssional Oatro St. Depatado--E' vet'lade, euja li essa


h~avia i~osto e que em rando parts h fo aaasao paste. euma desbragaaaentralisa. Ca (na apolados). Sos, mas os mesmos j, apesentalo nas zetosi e intelligete que e, fazer o
udfiiia'peTrooreuamcnto votadonasituacao dtf- (a^ que atrophia todos os seus mais nll's, A cndiQ.o suspensiva, pais. como dizia, e sessbesi passadas. tanto mais quanto os n- ,losses papers existentes"aquificand
cahra peor uma carare qua reconhecsra essa 0sentintQs. _a. prestagAo de servioos duranteum corto tom- bres.deputados quease o6pozeram an project, habilidado nao s5 a votar pel) project,
13eoio "re" dPyt ,s t 0qp a slr~retset sa
mesa necessidade. O gabinete quaisabeando inspirar-se nessas po, e a impossibihdade de contfnuar a pres- a9qa presedaram den.,v qu de no* b .... d a a
0 "esulthdo desas consalutares id~a, consaguir realisar aquellas, tal-o. dpois quo o. ompregado, prova que so desse ser conestado, casedseja iStO necessario.
0resultSdo dessas ecanomias n .o se l hat asp images, n mereai ,oitaalo de baeemeriltooda ache nVahdo, e que essay prove foraceita pe~a Entendoqde da creacar de um s5 tabellio 0 Sr. P,'axedes Ptanga -Ja ha parer
afigurando bastinte para trazer a cura dese- patria, p:)r^ P ueesta entrard ento n'ama nova- outra part contratante, nasee para o empre- nato no termo di Taquaretinga nada podera 0Sr. Beltrao Ha al6 uma lei que
jad.,viu-se eUo na contingencia de ou emttio senda de prosptidades, base a,la nq;iaiciahva gad.qtVdiio e.obteve aposenLtaoria, o di- esultdr quep'ossa pieidicar ao interessepu- em pratica, nao foi papelnoeda ou te*natar u emprestimo exter- privada, nessa ini:iativa que, aninada ,,pela reitos percepQao daquella part do ordenado blico. por culposacohdegcendencia para corn
nu. ou iterno, per isso qua. exhi st, o tlje- co operag-ao do ,)vei-ng, pode erguer o paiz ao lua iheicabe em. vittude do contrato e para a Assin) toda a questao resume-s no seguin- contractante.- '
soure, e as., impossibilida4e-de SaLisfazer o s, eepnLee qua soube ella levar a, patria de provincial o dever carrela~vo. ae :--ha u nao conveniencia na creac:o pro- 0 Sr. Paulo de Oliveira-- piojecto
emprestimos coatrahidos, a te renan acudir 4 Wabsington,,a Prande republic m a P.ortanto, esse iomem, n o um pen ionista lectada? npvo. "
despezas sobre,nupo acc rescidas pela infix*- Sobre tudo as franquezas provnsiwa.... e do es-tado, bao 6 fnn esmotado -- um trer, Qua existe-conveniencia em these, ba'ta at- Obr. Beitrao--Nao 6 nero tal. Come
cia da. sacra qua, comegada em 1876, akkda pore.U5 qIde.qu^ r anoas) No dia eu quo vein exigir aquillo qua'"Ihe pertence, qua tepder-se parq a exi.tencia do factor de have ha ura lei de 1866, cncebida quasi no!
nior:hiad hegonseutartan n'in p~daque cada provincial powder, conhecendo ,sua ia.- aJ po6de deixar de perteneer-lhe, quo em outros l'etos um so tabelignato, accu- mps terms.
preslndir de mains Para uai desonlace (4kVP-!,j*brtancia, dispor delta em seu provoqito pro n.o p6de eqtar dependent ou adstricto a con- mulando todos os officios, atl mesno o de as- Entendo, portanto que a assemblea
ravel.prio. sem-com tudo esquecer o:la(o que as deve licSes supervenientes. crivAo do jury.- voter o project ern 9. disoossa,, e f'n
Julgado impraticavel o emprestimo exter- render ao centre, a cOrte; ,') dia que a des- 0 Contrario disto seria, conseguintemente, Assim, pois, em these, provada esta a ,ao t!-iareimuitoqua oSt.Dr. Paulo de 0
no, e, quando possivel, de subido prejuizo 6ontralisacao conseguir assentar seu imperio romper a f6 dos contratos, seria. commetter a procedencia da argutnentagAo aqui produzi- nO instrua quand) for ella submettido
par* o thesouro ; e repellido o Emprestimu queradministrativa, quer judicial, quer indus- provin,;ia...-nao sei se devo servir-me da da, pel-) que julgo-me perfeitamente dispen- porque se o padidoque eu falj for tao
intern por meio de apolices ou qualquer ou- trialmente, nessedia o Brasil entrard na via dos expressao que se da commummente a tal pro- sado de enlrar em nova ordai de considers- ordinario, for-t o dispendioso que nao
tro mod<, sob o fundamento do onus pelo pa.- destinos que Ihe f6ram'designalos pela provi- ,adirnento...- goes. Resti-m. o portanto passer a demons- caber has forces da province, eu serei
gatuento 4 viFsta dos'juros respectivos ; recor- dencia. "(Sr. Afalaquias di um afarte. trar a utilid'de'do projecto corn referenciaao meiro a resignar-me, aguardando-me pa
ren o governor au papel moeda, e baixou um Deus nos-livre da separaonao, que sera o en: 0 Sr. Ctodooldo de Soua--Aceito a expres- tartao de Taquaretinga, que -de que rile se Ihgres tempos.
dee-eto autorisando a emissAo d6 6) rail con- franquecimente do grand colosso'a quem esta to como de V. Exc. para completara minha occupa. Sao estas as consideraces que tenh
tose dessa moeda, dos quaes faram emittidos destinada a vanguard da Ambrica do Sul; mas phrase. Eu disse em primeira discusson e torno a' ferecer a esta illustraia assembiea.
pouco mais de 30 mil. Laamberaibnge de n6s essa centralisaca5,o que, 0 Sr. Malaquias-Posto qua eu nao esteja de ropetir que o termo de- a-quaretinga e um O Sr. Barao de Nazareth--S
Essa medida, inuito controvertida, muito sopitando os imputsos, vai atrophiando as for- accordo co11 V.-Exc. tertno pobre, de uma po6ulagao escassa, factor donte, per oocasiao deentrar em t' disc
debatida na imprensa) nao dk'ixou de influir ys ate levar o irnperio ad uma qeda moral 0 St. Clodoahlo de Souza-E' verdade. que nao poderd ser dontestado por todos o project, qua se dispute hoje, eu pr
.-Irgunm tanto nas oscillacbes das nossas reia- infallivel. 0OS,. Jacobina-Entdo nao 6 bom que o ora. aquelles que conhecerem de perto a localida- ntormar a esta assemble do grande b
C1os ra mblers; r as fora e oonvi em que dor aceite a expresso. tieoe em questao. -io que prestaria abastecendo d'agua p
outras causal contribuiram valiosamentepara ...... n- -ni .i,_ [Trocam-se aparLes.] ~Esta assemblea, por umra lei, cujo nunero a cidade da Victoria, ,uja importancia e
essa variaeso,npriimahdo sore todas a sahida PI RN k l0 $r; Clodoaldo de Souza [ao Sr. Ferreaha da nao me record, elev-,, -, a comarca, a qual aic'snc:,de todos n6s.. Disse tambem na
dos capitals para fora do paiz, ja p,,r for a s Silva] :-Quinto ao aparte de V.-Exc., parece- nao se acha ainda instadlsa.a, nio obstanie cOsi.o qie csta eidade era digna de
do desequiPibrio da nossa balana retur o er- __ me cegada a occasido azada derespondel-o... ter o governor gera jad Lei- nomeado posterior, nossa considera,.o pete alto grao de des
cial, ja por causa dIa desconflanga dos mesmos Se V. Exc quizesse ter a bondade de repe- mente jdiz municipal e juiz de diroito e ja ter vimento em que se achaea.
capitaes, em face de bgatos que, mais ou me- Z A M Bf ?207IlC til-o... marcado o ordenado para o promoto(r publi- Em taes condicoes, St. president, V.
nos.automisados pelo rinisterio da fazenda, Un Sr. Deputado-Quando, invalido, disse co, porque ainda naio exist'e f6rooivil, sere o corprehende que o requerimento di) nol
correram pressuisos pelo paiz. SESSAO EM 13 DE JNEIRO e e. N quat a creacao do tarto n~o 6 popsivel, e sere putado o Sr. Dr. Paulo de Oliveira na,
0 Sr. Clodoaldo de Souza-paando invaiido; a existencia deste tambem impossivel se tor muita razao de set, torque ahem de
Ah6qu dessa media, a nova situag;to, se bern PRESIDENC[A DO EXM. SR. DR. AtiGUSTO DE e verdade. na ainstallaao da mesma comarca. motiwes, a lei de 1866 reconheceu que a
u noaugSrase umi gou erno>s ditatoia, souzA LEO Qual o juiz da invalidade do empregado ? J veem, portanto, os nobres deputaEos que a fazer-se para al~astecer-se d'agua pota
plicadas on mais ou menos criteria, no ia- [Conclusdo] Naturalmente aquelle qua a lei designer para unn termo que nao dispae de f6r.o civel, que ciddde da Victoria nao era de grande imp
"licod m ar o nos erio n o Wa tal funcedo. Se foram os esandalos e abuses ,inda nao Ihe foi possivel reunir num~ro suf- cia. quero dizer dispendiosa, t'anto acssi
tuis de melhorar o, hsseoestado financeiro OSr. Clodoaldo do Souza.--Sr. presi- ddas aposentadorias qee determinaram o meu fici-nle de jurados, neoessario para funccio- coneedeu apenas10:000 para a sua con!
mIs, apezar de turo pouco consegruio -de dents, era meu proposito no deixar passe, lilustrado college, a conf3ecionar o project, oar p jury, 6 um lermo cuja populao0qf
sortsqueni o ncs pods mos ainda dizr aem'ca- ser as honras de ura apreoiago o project eito d'veria S. Exc. ter procurado o mal na to ,e.ssaa incapaz de manter conveniente- cuc.o da mesna obra foi commettida a u
cou deprosperitade 20 asi matheat-o o se disuss. .eioso de deixar muito lrigem e no pretender eytirpal-o em seus meusea dous funccionaris de jusa, dividuo que nan cumprio corn o seu m
co um deficit de 20 railroutens no futuroeor- dquei da altura em qua devia set elevado o effeitos... Depois, Sr. president, para comprovar sin- Dave, porem, existir ahi na secretaia toe
gamento, sendo per consequencia bern possi- assumpto, esperei qua fallassemos dous milus- 0 ir. Ferreua da Silva--De maneira que da mais este facto, basta ,iizer-se que us dous papesconcernentesaos estudos feitos
eel, soe use arte, que novs impostor serdo Lre; deputados qua me precederam, em'cada dove continuar2... -. pvoados do termo deque nos occupamot per dese dar comeco a obra. Mas o que e
precisos pare qua o paiz posse conti-nua no um dos quaes reconhego sobeja aptiddo e ta'- 0 Sr. Clodoaldo de Souza--... esejaria -ter demais conhecidos desta casa, s.o pauperri- iade e que a obra nao foi exeeutada per
caminho encetado. leno, e elles o fizeram oomr reconhecida van- investigado a causa do mal. r uos e de muito pequena populagAo. tas o determinadas cireumstancias, conti
nA rlisar-oseens fato, Mifos a nnu o tgem obre eo qua poo.Aizer. Os escandalos e abuses, naio estAo no apo- Assim, pois, penso que o term de Taqua- do a cidade da Victoria a suffer a mesm
na faila do throne, n^o 6 isto raz5o bastante. Penso cor o meu illustre e nobre arnigo o sentalo : estao no apose.ntador ou na Ie*'das ratinga esti perfeitamente no caso de s6 ter ta ('agua.
para censuras ao governor, qua inquestiona- Sr. Dr. Paulo d'Oliveira, assim c.omo corn o iposeptadorias... um Labellionato, porque se crearmos mais Nestas circumstances, visto, tratar-,
velmente ter carencia de enviiar esfornos in- mu.u distinct college o Sr. Dr. Antonio Justi- Um Sr. Deputado 0 mal nunca osd nas de um, passaremos polo dissabor de ver mais u~na material de summa importancia, de
genes, no intaito de arcar cor a cries qudno), quio project no art. I ^resente-se do leis : ests sempre nos governor tarde dous funccionarios sam os recursos pre- nhecida utilidade publics, mepar ee que
todos atermorisa. Cegada a epees dos-sa- defeito de inconstitucionalidade, como tambem 0 Sr. Clodoaldo de Souza-A lei p6de ser mA, eisos para a satisfagao das primeira es- querimento do nore deputado no tern
riftinis, nenhrm cidadro se p6de eximir 'de do mosmo defeWto resentem-se todos os de- p6de dar lugar at) abusb, e na lei que se deve sidades-da vida, @ que 6 bastante perigoso, cabimento, porque ainda mesmo quando
c a rr e g a r s u n p e d ra P a ra o g r e e d se e rna g e s to ,- m na is a rtig o s e t b l c r t r e t v s o f r a u p U r e u a o O d u s
sodfcodetd m.pn^ esta belecer correctives, de f6rma qua o apo- T.Ln St. Deputado -- ends e que estai o pe- algumoa rouse diependiosa a obra proje.
s6 edificio do estado. O quo convl m 6 que E" par& mir, Sr. president, questao liquida sentador vejase forxado, ou a s6 conceder as rigo ? ntendo qu deviam fazer ate mesmo U
um verdadeiro espirito de igualdade,-tempera, quo o a-t. I,o do projectU fe-e do frentwe des- aposentadorias, quando estivereaq, preeachi- 0" Sr. Maaquias 0 perigo, a inconvenien- crificio, torque quando se trata d'agua p
do pelos indispensaveis assentos de equida de, cobertamente o 3.0 do art. 179 do nosso pacto lda. todas as. condicbag legaes, ou a nio %,-an- fia result principalmente dessa falta de meios pore, eu lethe os olhos a Soda e qualquer
.noDfare Para tornar menos pesado e mais fundamental... eedel-as. para a manutenCAo da vida.- E nesse case o _hria. Emassumpto desta aatureza
supportavel esse sacrifici0. 0 S r Eudoxio de Britto--E exacto. Um. Sr. Deputado-O melhor 6 acabar corn eaipregado naimpossibilidade de soccorrer-se sempreprompto a dar o meu vote, porqu
Nlo foi, porkin, s6mente dresses assmptos0 Sr. Clodoaldo-de Sogza- ....efere-o :de ellas. asos Maios legitimos q4u& ihe offorace o seu como jadisse aqui ura vez, penso que
-que cogiou o gabinete at4 hoje. A instrue frente, Sr. president,. porque, dispoe a carta O,r. Clodoalro de Soua-- Hypotheco.desde emprego, langa m'0 dos illegitiios, sacrifi- se deve negar agua a locaidade aiguin^
molqu. primaria, qu,ir secundaria, tam oem- oonstitucional' (( qnonenhumaloteitLrd effeito ja o meu voto -4.. Exc., em favor desta medi eando muitasrvezes os~interesses das parses, opao, mas- agua principalmento, que
mereceram a attengr o do governor, qt~ prdeu- retroactivo. 0effetto retroaaivo da lei so da, porque no empregado public .vejo um-nl'in Eis onds esta oeai. De df. uma: ou o er das primeiras necessidades da vida. tant
rot tornar triumphqntes f ous'grandes prirmi di quando ellA<.feaa come na eecie er- ade de service, como nude queue., que ventuario abiodonari o kagar, oun~o terim qua muitas ezes prde o indvduo
pes ,aa -diberda a 49..e.nino 0 e AiObrdade rel! te, direitos adquiridosp ou quando vai die sd Lem direild a perweber ordenado em quan- escrupulos eamcomimeler iodignidades, opener o pao e nae a agua; e-appello pa
gEor6 --, ortn a reormasdo cllegio Padro 11. por kw@jaeQa oonsUammadoseque as (is- to trabalba. Mas deo M fazel-o dequi por Um Sr, Deputado-0 argument preys di nobre 4eputadp o Sr.-Dr. Frmirio, que e
E' maae que essay WorR1k foi privative a Fm do pasado sm ,r, na'phrase doDalloz, liante, torque dtremos nlaesqua quie re" als,
cob DS masdoprebiso c.itr we( "Go g o p nte a o fw tpe r oamsees serenpgados pugltoiot. :it VA 6%vle prs "< 0-Sr. Malaqaio--NWo ha tal. AttLnda 0 Sr.Ermivio Gouidto faK < gesto
podil'N~it n-udo ao mesmo te upo_! l l t r li!" ''_. gl~ff itas" agoe x s ajok Aa l e a lativa. star s ,fi oo; ra" sllt deii 1bem i qte"s6 to- fto.,parea k6gica -dos'lactes. ', m tv 5 + :
Bl0BIePa copwariqdpiwo.6 &perturb&W eanaucuia= reis ordewt, enam qwW.& .balhbei. as. MaMe ia. r p9w0'a me pareO Ifld 08S. Ban de Jfwefh-Sr, pr
bflt. a la0- 4601 1, *a -i-deainolu samml&e alegilalo.- 5uefe'bjefiler 46-de9'eoatos tt- va je" o enda offe') da ao eu respeitu muitoas opin-d o doB nolrwT

&j8^ B*S% &% ^^ fqn& "P~y -^ft-.Bi^^o'. Yrtlet. ufa Aoffn~fi*^ fe t~m tWc, -~Meta o s6 oder t-6er ic& '*rtfeaca paa o de avea/ (nt Aaleade ado pw6a
-S0 1_^ .B__ .m.. I1--r_ m p~ara/ opini"- foi ltambem adoptada e desenvolvida constirucionaL' e uma vez ella offendida, ai 1 teresse geral e a dhvidual, caso seja ella ap- na material. S, Exc e um engenh01ro
v fw .wsm wswwi^ secaidatio e .u- pelo nao maenos notavel Jarisconsulto brasilei- "da iberda-es publiea1! provada, apezar dim minhai oonsideraoea, tincto...

" -* .: '_ / : ", .-' : '' *-. ->. _


estudo le.
assim Outro, Sr. Deputada-Eu ainda nao li ; vou
" ,omo saber agora o qua ahi se dispoe.
nbia. ^(Fa outros apartes).
bl, 0 Sr. Javubina-PeQo aos nobres deputados
(ger ? que me presLein uui pouquinho mais deatten-
, prstz c o ; nao I a iuterrcmpam per esta forma.
icutada Se 6 a mesmr cousa, gpenas cin differenCa.
o fwiz7 tartamos, temos luxo de legislaQao.
0 Sr. Beltrdo-E"a mesma'cousa.
Sa rece 01 1-. Jacobita --. Se 6 a u,eisa cousa, voto
contra o projocto, por isso quo e inutl.
o disse 0 Sr. Beltrjo-Eu estou de occoido corn V.
s Mes- Exc.
0 Sr. Jacobina Diz 0 art. 10 da lei n. 672
i dove [16] :
I(:o es- -[Trocam-sa muitos apartes].
liveira 0 Sr. Jacobina JA vm os nobres deputa-
i A 3'. ados que pao ( a mesma cousa; na lei n. 670
extra- de 1866 falla-se em canalisagao d'agua para a
possa cidade da Victoria, em obras a fazer etc. ; no
o pri- project qua ora se discute'nao se diz absolu-
ara me- 'ne" e quaes as obras a fazer, a sua imp!)r-
tan,-a, o seu volor.
0 a of- 0 Sr. Beltruc As que forem necessarias
para que a cidade da Victoria tenha agua.
presi- 0 Sr. Jacobina -Eu chegarei ld.
;usszio 0 Sr. Beltrdo-O nobre deputado naio esta
ocurei aqui fazerndo excavagAo nenhuma, nao est.
enefi- dando nrenhuma liClo.
)mtdvel 0 Sr. Jacobinu Parece-me que tenho o di-
isti ao nritos de manifeILar o meu pensamento...
quella 0 Se. Beltrio--Eu reronhe4;o isso.
. toda 0 Sr. Jacobina-... e creio que nao apro-
envol- veita a expressed do que se servio o nobre de-
putado, corn ares de lieao, porque no mostrei
Exc. a menor prelencao a esse respeito...
Hre de- 0 S> E Emirio Coutinho--Nio houve tal pre-
) tern teng0o d lieao
)utros 0 Se'. Jacobiua ... por isso que aqui nao
i obra sod mais do que simples alumno.
ivel a Mas disse eu : 6 precise saber-se quaes sao
ortan- as obras necessarias a fazer para o abasteci-
n que mento d'agua potavel da cidade da Victoria.
struc- Quaes sao eilas? Porque :.modo hao de ser
exe- feitas ? Que despezas sao precisas para a sua
m in- execucao ?
lever. [Ha um aparte].
los os 0 r. Jacobina-Onde a desvantagem de co-
antes nhecermos tudo isso ?
ver- Mas, diz-so: a agua e 6um genero le pri-
r cer- ineira necessidade ; 6 precise dal-a ao povo. ,
nuan- E quern contest isso ? Porem o que 6 pre-
ia fal- ciso sabp.r, 6 que obra se Oede, e que despe-
za essa obra reclama. Eu creio que se a ne-
se de cessidade fosse tao palpitante como dizem os
reco- nobres deputados, se esse genero de primeira
! o re- necoissidade fosse condicAo da existencia da
muito populaQao da cidade da. Victoria...
fosse Um Sr. Deputado--Justaniente; e.
cLada, 0 Sr Jacobina-., certamente ja ella teria
m sa- sido reclamada, ja teria desapparecido esse
.)ara o ral.
r eco- 0 Sr. Ermirio Coutinho A popula.ao da
estou cidade da Victoria 6 leatamente envetenada
lanto, pela agua -qua bebe.
3 nao 0 Sr. Jacobina-Creio piamente que os noA.
new bres deputados teem razao em procurar remo-
5 uma ver esswmal ; e, se nrjo fosse o deselo de mo-
o as- lestar o nobre, deputado, eu dirlhbe-ia que-
dis- tambem nao fez excavacao neahuma neste
ra o. ponto, Vorqqoe e geralameut4 recoa.hcida a ne-
me- cessidade qp' babitaatps da .idade da Vioto-
ria,.queO beba. zaima8Ote .agga de pqssima
affir- qualidade, e qne,4i Puiq, p.q stbemos disqp.
&IK ,B, o # ,M.*W ..=ujt;W nP edsl
Aotes Ivamnta. ,W. | abas-
ioom aniP M 'o 'ba Mi~ o d'aiPflr a
iODUMO ano palinemo q"-ez bf~tbuFl4p il
coOM alffvm 0 AbawMiiNfIOt dagu PMr Ia


:--_1
. .-


D' i F" .I=B
.-- ..* ^ -^ *C ,** ii^ "' -s ''* *" ; -' -.' *" .. ,, '* .
.. ..~~ ~ ~~~~ ..;














































Assembla provincial- HiJem Ewe
-eion cop 0 Srs. deptdes, 4"b Ai,4presi-
Aoncta do xrn. Sr. Dr. AMusto $46o.
Approvada a acta da ses&o anteeedevte, p
Sr. 1.0 secretario I6 o seguinte expediente:
vincia, tranolki op 40tcip l51 44Wse.-
dor da Santa (1aaa d4 iff~ rdia do Recite,
area do enftroto do sri o -ftnerario.--'
commiso de orcawenwto proviaal. .
Urwa petiaeo de'oomrnereiantes, agriculto-
res e artists moradores nu.povoado de,]lr,-
Vt tWas,d'Agua Preta e sous mfturbios, pedir.
doz creaalio de urn listricto dO paz.-A' coin-
-WOsrod*4ivs6 civil.
OuVra de Jos Manoel Ferreira Pontes, po-
dinsBapara que fique peotondo tB.onarcp
de Bezerros todo o territorio do'seu.engenhp
Alexandria....A' co.' nissao 't ditisf.Civii.
Ottfa de Antonio Jordlaoda Si-va Vieira, pe-
dindp pfra quo seja desmembrado do rmp
do Bonito e perteacendo as deo Bezeros tetl-
reno do seu engenho Goelho.-&A' oomissko
Ade division civil.
,Foram lidos e approvados 2 reqounimentois
doSr. Pitaog4, .olicitando .copildQ n4rato
celebrado entire a camera municipltW o Recife
e Jos6 !leuterio.de Azevedo, e ben*aso9bin eo-
pia da tabella porque pereebe a atecadaaTho
dos imposto.s no nmerc1o pphlbio. .
Sin seguida forarm appregados tires.pirece-
res : aum da comnussilo deinstrocao publiai
deol1asnie que pada he aAieferir obr0ape-
tigAo de rjoradores do Campo Frande, viso
tearsidioapprovado em 3" disgussao oipnaej'to
n. 44 deste anno, que autorisa o proyimento
defadeuras lo ensino prim#ari; ,outgo da 4am-
missAo e pstigbes. declinando para a delns-
trtulAo pub!iea a do professor de tathygja-
ptiia JOso Antonio Monteiro, e outi-o da cona-
tniss.o de obras publi peCarn iAf rnaqCes -a ,rspapitigio fkaS obras
publicas sobre i p.tiqlo dos pror'rietoriosie
Inoradoret nlt conrarea loBonito,q nl jiteinoi
de Gamell,'ira.
Ppqsapdo ad ordem do ?Jia, f.rran, wP:1ya-
4as feran" disou.ssuo as emendat aofereeidas
ao piojecto n. 3 d este annp, qge pDtorisa :a
innovag&o dr contrnto Perro.(ar'il, e otan.-
do,..seo prpojeto in -;1 dsussuAo, e bern as
sim os des. 24 p.utorisnd i o pagarnent. a
qu e Liver direito o professor MartMinho da Sil-
va 'Cota: ,2. aultprisaido a cortstrnueqo de
urina casa de mercado em diversaopiD4es-o
villas, e 43 mandandlo pertewnen "ArIOaMtpio
do Bonito a propriedade Cara Ipqod
SLodos rprnettidosa conimissao-i
Posto cm,2' discussafo o project o. 5 ,le
187i, apprnvando o regul-impo 'das obras
publicas, foi .pprovado una sibstttutivo do S',.
Maloquias quo vaiser imiraesso, o qnli :aut-
risa o president da .pLpvyicia ,;eorutr
ig.u.LUajpati~~A", 4iminuindo.o pessoal.
Ap4! kijapprifvad ji 0. disease* o pro-
jpto i,. 49 duste apno, .,aptorisando o presi-
denLe da provincia .a conceder ao professor
Antonio Bazilio Ferreira BarSOg, licenga para
cursar a'-afiuldade da DMreito e a todosi.que
em identicas i rcnmstaoapias roquerere..,;-sen-
do dispens:Vodlo,iotorstipio a requerimento
do Sr. Eudoxioqde Brito. -
Finalmnente, stracdO e iati' discussao o
project n. 29 dOste anno, que autorisa o pre-
sidente da provincia a r.fo4rar o thbsouro a
o consulado provincial, WiiVp. re-
querimrento do S(. C r e se-
jam ouvidas as co0 l pro-1
vincial e leMit\31A s i p i e
do de n..32, do Sr. dio. -elatu,
vamente so mesno lim. depoisade orari o
/ Srs. Deodoro, MAlaquias, Gervazro, Estevs p
de Oliveira e SiqtiJiMra Cavalcante.
A ordem do dia para hoje 6 : a continuaORO
9a antecelente "e 2' disdussao dos 60
as. 49 e 55 do present eiahnno.
Clasa tSe Deten'o.-Por portaria da pi.
gideneia da prbvin proposta do Dr. chefa de p6licia; foa exonBii,
do o major Antonio Pereira da Caarna "una;
do admnnistrador da Casa de Deten&o.
Termo do Recife. Por por0 ia da pre-
sidencia da provnca, de 5 40o dorrente;', t
exoneralo, sob proposal do Dr. cAiefe de poli-
ia, o back Iharia~cisoQodila~a 1WiiAiiAB,
de detegado do teramo do.J.ec "
Louv!r.-PQr aelo d6 4 'p .orr~nte man-
dou a presidencia da" provincia iouvar ao ba.
charge Ignacio Dias de ITaerda, 44e,o do
policia do termo de l'etiolina, pelo caai des-
empeonho que deu A cormaissaa, quJtie foi
confiada. de padificar o 1ito termo, ::
Vapor Parta.-Este vapor. pr AJo
Rio de Janeiro pelo Espirilo-S tf i- au
honte,n 4 tarde ao porto d, Bahj, ae onde.4e-
v-e 3altir hiojo pa4t laeei6Pe16 ~ oaeBa~~tilQ.s
Deputado pelo omazoias. -ohfei
as 9 horas da nuta noS foi comunnicalo, pelo Sr. Dr. Aprigio Guima-


raea. o seguinte telegramma:
Rio de Janeiro. 5 defevereiro, As 2 horas
o 15 minutes di taide. Ao Sr. Dr. Aprigio
Guwiiiaries.-Triumphou-a hIonra. Sou depi-
talo pelo Amazonas, sein me esquecer que
sLu Pernar mbuica no.- Saldataha Marinho. )
Colfectoria provinoci.l-'or portaria da
presidencia 4ia provincia de 4 do eorrente, solub
proposal do Dr. inspector do thisouro, foi no-
meado AntoniO Bezerra Pefreira da Silva para
exercer o cargo ble collector proviaeil de Bo:n
Conselho.
Rio Graade do Norle-Coamunica es
offlciaes 1lo Exin. Sr. Dr. Mathies Antonio bl:
Fonc.-ca Morato, prmneiro vice-presidente t a
exer'cicio aessa provincia, dizent que,.em Mos-
sor6,n'um distturbio gue alts so d,ifpsis-
sinui t'!o l degae!o (e pfilioia o( intidante
do destacimtnto, tendo havido diversos feri-
mentosT
A' requiisioii dessa autoridade, o Exm. Sir.
presilentee da provincia fez seguir, hontem '
tarde, para o porto do.atia'l, no vapor Impe
rador, de propri.eddedo ?:Exm. Sr. Visconde
do Livrameinto, 5(p piais *do 14o batailo de
infaptaria do linha, e a i2i0pdiEriaes mairi.
nbeirot .


Y je.oJe aEtw4ah r9-m w..
lhas t a 3 do romance Amor :Vogo. aJlmo ,-a,
desttaa ede Jo'Ame-*'"511*30^
desta Iocai4ade pede l-nos para que ba-e-w
moss .tlej4.9 do 8r. ,r4e mmandaon
dCoL.o .ttQ de infatotaria, para os abuses
q'ta cowaBt .eppfis h4bt alhlo, in-
vadindo os qdinOtes e sitUs daqaollas bni-
'de e levlaK^qtuantH frtentaeftif'aa.
Ao

tadjo'.d s'por' tae narnero de writf
Tes, -el arfnates 4e e eaete. inilltam ie
am4 .iejap aqqeini ptoumra mdefnder sua pro-
priedade.
(4omoleetamosrper'oajdidios que o Sr. core,
nel )tnnmaidanto ignorea'ws lfatos. aquli os
Atamos parmque '8. S. tsrne as prwidencias
1qe teso reqaer.
Miaceflama, noiUclo3 estrauira. -
0 Ka'l'leralatsch public uwa cbistas o aritca.
,Atufa, sayriswo o furioso. project t4iinu:
que o Ppringip e e Bsmarck deilou A .ti-
iW^ pa pancei nelta j graude QAJnceIler
actdij 0 decarabineiro. 'r#sJtau ip
,a0 Mg*Mg-1 de w viajaote proce e de
Fwaua.; W4obaixo 4a grawiva l6-se 0eStL 4-1.
logo :
hr. dc P fwfrL.-ObeiWI~aelis. 'JTrz a!.
gum. cousa que deva pagar direitos ?
P vijanie.--Trf#o aurnws ,roupa 4M.da, o
uwa espahtosa constipaCAo..
M.. I. de ,!i ,,Mrk--Ah A W alUa nOOstipa-
U, friawo .! .fave pagar oiLenLt i wravedis
pdr direito de entrada. O.goyerno devepro-
4eger. a fabricao oaxcioual.
,, 0 vapor jpgle- MJlywd, .que roaegava
.c',n caiga de trgo 4e.i doo parlps do Dalti-
co pimra Newcastle, naufragou ha dias. Vinte
e.oes trjpoItatLe pgrocarar.aA salva.-so em
urn bole, mas u a rodminjiitx. quo se faroa-,
ra taicasiio de. soss.brar:.-o vpQr. 4rat'atot
1) b>te, perecendo aquelles viiut..ae,'Jes iJtli-
zes. ,OAtro boLa.,e'u:qAesa 1hav so i1 rfeuiai-
do o carpinteiro e o fogueiro, foi j oago-os*
.mente p!ppcdo, 4hoqgano, :. 4 0W4040 4ouP
naufragos, soccorridos pela f A8 E -
cioa, que vaua dos,, o rad
oito dias et+s-veta o do8s 4flaliaRdo-sp
corn tlgas appaiece'rn abunda rflcie ,i'agu4,
no glfo 4* Dmas. *e- ,a galeola &E-
carnuciors rec4,lhsu a fo, quasi mnu-
ribundo ,jo tinhan s& j s ,.i3mp
into de pWro e aianha de uw p* .
U*A Oih Ihenjpnea&.s4ll tru-Iri '
ao..ba-de4e air em Pa 1 .1ra sSaiia eze
que-tic 1)ai.Iinda ova, w s'tri o6-s os
(te M. J, i ,na ra.) t w\ T sAp-
f 141 rrilimente. A inftiz .estavaqModWj,
e aleda a hora se esperava um part prema-
tOro. 0 estado tornara-se inttloravet-:,pra sp
;hew'ropolibnar afguins iaje a olo&erp
pI.eeis, jprrer aos nat iB maifti,4-
C..: Finqjtnente, na terqa feira pass p" r
lomeaiartldeuA luz tt iaica Z a
i^ s .,s rM sit| MN4
'ro 0 phmcpmopa, eW9 6mmmab^s do ji 4t
solicitou 'ftorisaMTqare oekiamina,
S,. Escrevem de i.j ilq liJmmat dr,
/fo nwi: r "
7 i:in dp.proso accideom r. lugar no sib-
b4do.pass2io, nas pedrtiars,24R I3mare. Uip.
o~erario t;,alhava,. no %AdAeBauma pediei
cmi de argie.ida profundidade de quipze -me.
tArs pQueol na9 ou g enos, ptndo proxi 0
.dej 4)}ia<^ ~ 0^pL~dt
rddeia va; rmnou pIela aulha "ue lccara al en
trada do p ,Q uI 1g*up.!asse imnes
diutamens ,I tJeiliiar do subir.
liiniLou-se4 i, ^Mj a ferramenta.
Passa-jq$ ,s143' idOaga,, do^
la 6mreia er,,ea^^ 0
,Eut a phe ;eeidraq r, ;U, iraiadi, jol,pf@-
ci'!' NinlP0 P^ Woa-f0^^
c1~O)jp1Jnt ilip U^No. s"f .wt

durapte ol ^as ft na es
.prranca ae .s ';r.o$q~rf|p. A' note, &r
la^B quo parti4a 1e W
,p^Qaccidente. v.eio Cbtoar a 'lrfi~t4 dIst!a
.,os. 4 lioh
.S~u,4ortu poa fThilo do es~api49, eqqWn
aasfoi~a de jabl ,wp corn elle, reoo#
j'cra m que ,iiav H n41t _av ti
ct' d horas. qy<~n.e~)aviuva e dou o(
Leiles. -.koie dwe&m; realisar-se os se0.
gIulntos:'
Pelo age1tie ipji~po,,s.11 btras, ua ru'a d(>
.cor1el Suassuna n. 24i,. deu im ,vi ros
^. ^; pombos, e arinafI e OiCec. ,
1-elo agent G{^SIWaaoo, 4S,.llivras, na rua d
Bargo da Victoria n. 65, do pipno,4.ppvse
etc.


qSj agent Martins, .s 11 .^Q1oqp-,qp. irg. d0
S. Jorge n. 18.A%" p, ..r utensilios par.
,araona, moves, roupa, etc.
AmanhA .6*NW qaLWer-se os seguinm
Pelo agent Pea_4pa, 4.it horas, na rua'de
i, Qoilgos Jos6 Martins n. 192, g4
lei "ilios e moves de taverna.
Pelo af.w qM. I .qOaipercio n. 48, de cautelase d 4 V bolm do
Monte de Soccqrro.
PeLo prep.~$o 4p) WWgq~tB Pjftt, *WiQdo.^
nha rua do q 49 4 Trigiptbo,. itfto da esta-
A ro dos bonds, de vaccas, !grcA, i.,oit ,
Scabras, gaap, ch9oro, 94pe~cabriole, etc,.
Polo agente Stepple, at) moeo djaj, ab largo
S4oC, orpo Sairto, trapiche da cornpa0illia, I saccos coona fgCaa oe pan4,ia.
Sabba1o deve realisar-ae o .eg" nte :
Petlo prepqsto 4o agent.. p1tp, As 11 horas,
no caes da CGmnpa,)bia Pcr rnabura n. SA'
de 96 sac- s co assucar..
Misses funebres Serao clebradas:
Amanhia: as 8 horas, na atriz do 4 n po)
t Santo, pe4a,plia de D.'Jo.epoha Francisca .I
i jadrade.
Vapores. S~ o espera4dos atl 26 de fe.
verpiro ;
Iberia do Paci(Wo amanhb
Belgrano da oropa aaiania
Pani osul .at- 9
"farileyo da Europa ato 10
City f Rio do
Jansiro do sul W ate 10
Spi4ito Santo do norLe at 12
Oror da Europa a t32.
i Le do sul at614
do norte at6 15
SS A d' le1 1 *tfA 22Ar
d o9sul a1i2 a
Sitmaria opt rq2


. -q,*frente, soe eii a.-AQiao;,20.6,


VI de fevereiro-
MaNria, branca PernaMtbuo, anuos,,ospU
tal Pedro '; *beldigas.
4a4uel L. Pinheiro, pardo, .GaiA. 22 an-
,mow.olteir-<,. l i fOB idmn
'aris Isabel, parida-, Ge rd,,' 5(t an noa.. viutva.
idejm H iem.
(Meaia Pastora, parda, Cara, s5-anios, viu-
va, idem I ida). -
* Joizarda Maria da GonceicAo, pna,T Per.
namnbuco, 1100 annos, solteira, idcm ; sdlhiue,
M noet Teixmera'Lima, ptrdo, Peraambnwo,
37simaos, solteiro, idem ; diateze.
Fel i x Lopes dito S ta.. perdoj fPraaMobwaeo.
60l.onos, viuvo, idem ; anemia.
. Josepha Maria da C.oncwimBp, brancs, Per-
naiubuco, 45 annos. sdeira, idemn; bydro.
pesia.
Jes6, patio, eeramEmunwo. 7:diai, 41elfe.
UI,.f6to. branco, Peanaauimc, S.Jos6; nas-
ceu morto.
ReMettldos pelo' subdelepado de Sallto An- ,
tstido:
Anna Miria dvEspirifo aSwto,,,tCr4,,b-an-
G:,W,0annos, ,'asada ; diarrhea.
J0q'iiin ViairA do Silva, branch Cgara, .28 A
annos; casido rierlberi.
Jos6 ; ligasiJ
Josepha, _rda, *oaptMico &ana,- hle-
,pU~l.tejrolI ; bexngas.
-tro de-kesus,.parda, Parfhyba, 2 annos,;
solleiro. idem;ilitm. -
Jolh) Molewoa da $ilva,'bro nc Af t-olip,'
Atigia, idem ; idem.
I l&'nvinda Maria da Goncei,&o, parda,. Para-(
hybtI. 15 aines, .soteira, idem ; idem ,
Jomatlo.Mra utaiebnclei(,o, parfdlPftinam-
btp,* a a ,,sulltelra.,ilWn ; idem.
SBernardina Maria da Conceic~a, parda, 32
Theodorjcwo,-;XavrRioer i ,e ,pr~to, Pernam,
buco, 19 i) leiro, del~oiL9 tuberculus
pulmonaie. .
Mariiia 4WdA 4e, Jsus. -peta, Pernambuco.
22 annos; -soUter, iospitf Pedro II; tuber-
ckni< puim*oErters.
l elh, o l1.wa t0 varoafto, bnco Algoas ;
LJoS &r dc Cruz 4jp 'Naselnimento, 'Pernambhloo.
10 unnos, iapspltd PedroIi ;Ilhypertrophia do
corpgiW.
,iatia ruiga da GjOqc;p, preta, Petiwm.-
buco,' 2annos, sotpica, hospitaI PedrO IIn ;
hemiQpti,;. ..
SAntioru FosreiraDaarte. pardon, PTnanmbu-
.co, 38 anros, casado, Bo.a-ista ; caabrrvo tl-
itonar .. :
Armando, branqo, Po'enainbuccm, ,15 mezes.i
Santo. Artohli ; dyarrh6a.
Maltbar'ad, :Prrtamabco, 45 annos, sol-,
teira, Say%07&,4Op)o,i ;naxranp.
TherezmdW Vt .,; wanam, sPehlam6ueo. 11

Joanna,: rlla; Perriimbico, 12 annos, Redi!
ee,do 'i D.PJoana MaJa d* Naailtnco, benpa,
"Merendia kto iSt'Aoima, preta, Africa,,80 an,-
,eAsylo ;,'.hernaltee. .
i R nmettidOipelo snbdaeigado do; 50 4istzritot
r", n'901tlirh i "Aq

0 S.to .
'PeEOeeraibu~,:6wezsbexipa.
^Pelo ta adaeia6
Franbo*o ..
i o ~ t tr* iW, ,o ,ifvnos,
tMan&ita 'de ;a i i. .annos, idem ;


Silveria Maria a, pa parda, Pernam-
buco, : i5 annos, j9ij44l' i irdem.
Jos, Pns1sel Loer rao, ,?rtuga,q

bwpft 70 ftpna, l^i^i^,4^p
S, es ray pA tfbr a dJr a. 4annJ^p
M" Mia adb1 ea'rn^aiairitesPeixote, brIaoac
Pernambuso, 7A arnns, viaova,-Sano Atonio;
64?tro jmlt^iial!. ,
MarcoB 1inmes da Silva, procp, Pothatbuco,
41 annos, solteirb, hospital Pedr) in; tdber-
culos pulmonareS.
fbftaltidbs pele ssbdes do*B Santo An
tonio : : ,r.";
Matia, G^ te~u~oIer~ le~i
iaonodp oab. .
Rosa dotClo)eT.Iao, brance, GearAi, 20;aeuos,
solteaia, oenlOesao ,pulramoar. /
Pelo dca Mgplena: _
Josepha Franejsca da Cpnc0lg3oi .
-4- =.
Jouo, branch, Permannbuco, 5 annos, S. Jose';
bexi.as. .
Julia, .parda, PetnaiMbuco, 90 dis, Boa-Vis-


tal; idujfii,,, -,. ^[l
Ania. .scraa, pirda, Pernambuco, 26 an-
nos, solteia, ,oa.Vista; t iimiB. -
Miguel Ramos $aso|a9.nto, praeto, Pernamn
buao, 20 annos, solteir6, Pougo da Paijlla;
afoga4o.
Ahtonia, parda, Pernarnbuco, 20 mezeis, $ai.
to Aqtonieh; co4ls5e. ..
Miria Jos69 Prozeres, parda, Peruaabuco, 235
anos, -solteira. Reieife; gastror iterite.
Antorai.o Jos6 Ferreira, pardt G.jr i-
0os, enfermaria military ; tuberculos pulmo-
nare.s. .
Luiz Jos6 Souza, pardo, Prahyba,. 1 an-
Anos, cas4 o, hospital Pedro 1; :;'iJ p pu-
rulenta. 1- -u-
j: 4MEmAba4oO* annos,


or ffr. 114MD9 /fItfo,*4 -Aft O-ONto
JEAiilbuqtues ip-. 439. MiMai por
cirta eiaimt aidmwoiut a mmurtomoe
44a easa e a asfignatDa. fjDiultw
wl4ias utdls d"i Ui4s -42-a.A iaii
EspeCtahded eeoQsgWpft~a, -
tts de senhoaswAe aiwa). Os.:
chamades1qiihaw 4ejik-4 `
I", o6 Mlorra no
ittS 6 p6dent ser a;" ii lM,'iflale.,
Dr. R FAdU daha.Me1"s: Util
"iIdte crian~as, uroleetiia.& mohior,-
* part. fltsri orio 0 :4squina da do Cahugkin..24 ;.e an-
at. residan la, iaul'AurQMra- 01.
, A Prax.des Uomei de Souaa P#
tanga, oua.4 i iputizu. 64.
1Dr. Castro Jesus, rua do Duq"e die
Caxias .& f 56, 1 o 11j. cooulias die
mitedia as '2 da MW resideicia
rua Larga dB-Rosarioh. 18, 2.'ands,.
.Dr.. Estevdo Cavalcanti, rua do-Som
Jesus n. 20, i;andar. de m rniodia S'
f1s)ipras.
BDr, Fertira. Vetwo uidou-Ki o sep
consultoriO pfra primeiro andiar n.
ltio meesM-o largo do Corpo Santto,
onde coaWiia Aai' rcmuiltasidasI I AFs
,ilh*ras da tarde e recebe crtaraados
S qealquiw hoa. AOiidiocia on run
do Baridtie $. iyia fn.,51.
D-A Addrio, rua do Queimiiado 48
L.o andar Constfits de meio dia a
2 4antarde.
S0 Dr. AJto d Sd dGavakanti.,&AiW-
qwrque, de ovoiaderMa agem a Euto-
pa abrioeeti 4onsidl(rip.I rtaad'dhrfto.i
ra4ar n. 79, primneiro andar.maetpM6de
ser prooti dropam psorsters de ,sto
dAlfbsio das 7 r.w4 ah I. as 7
da tarde,' "ofista A'. safA^&-i (
dA itarde. .
,* ,,.' ^dv w;._. .:' /:i
r,. J0Oo Vieira, advogadp,.,rua l,0
4dp 'M a re& 4 rir, 4w Wo #{Gifptti
Tr I T e1fi'no de CarvalhQo, .r!Pri-
meiro dQ Waroo a. Pr, & J.
Ourga0 d & C.' i
S~tNS ,d^l IOU de lia~
a. 15.; Santo Arhtomo,'^u Pdipirio'de
R.A~q'Pralfiro d eo
Margon. 3 ; Bda-,Vista, ruala.*AIpe-
catjiz ,4-4-Grande fabric 'le icgar-
ps ja vipor. IJspeoalidades.' Cigiarros,
chardtoul 4 I- amai d na, nan 9a-
chimbos, tabaco e qO t0s pana -111-
mantes. L'jjvros, de "mJdhia "minni-
tria.e Utinlo depo|to ti' fa'riihfi.Ab te M
'da Nestle, saras ino pL o
0,. Jos6 Leopoldo Rao6sw te.',oj1
de sua viogem A Eti#b d, r d(? ;oksuIt s
BaO h armacia 4o Dr. bin 9" adfo
Bavap d~''1tt" k'ta' ii' muislfrivy
i4N da manh e das 6i s d, 440
t8|]4ialidhh*'b da
e crianqn. 4aftIM Idbi& 4 e
gtOi&i aos j dbOer#W cla ayotuma
rua n. f.
Pha, macia Homna Opmet a "a
Phartigubr 'iff at 'x do Dr.
40*io, n. 43,,Tva -A& &W
r 'iga B)t." p,9fjia. (
^e<^ftnfentoui~lie8tfraneO ,tiname-
ricanos, y-i i<3^,3siO~l|etl, icarteiras, li].
vros, etqs. M9>)St*Al~a416I;{QU, 9i)64*
$ji' de medicamentos, etc., ^UJ nq


a ,inutilisem co^teQtf tr-
:l Kjliando tivefmn Wl^Wee4;
rid'-"ros.' ."- ,. '[ :.b:- .; ;: i
Euoafie nacao :
d~rinae eWi tW -bcio
iqeaaerna9&p, pgu!auto e fafcitco;&e lh
viospoara frd ~ e6 Tt|irt~ye pn
de Caxia. Miranda J.por', yoa JI7nq.t
de Caxia -Dr. W l'' .. .'";' '


Goahorrea e ilOrefbraniioa :
Foraa wpip af f fJ a .a4i ecQ501s
Gua fail e prompta das gho. rea
e fl6res braneas Ok ioita de Costus
p4. UnieeoiBol^
pwildo.f.Sbino-, rua dotriA.
- Vk t .|^la^ -,
Qwa certa e rapida polo emprego do
ig e Lnrrnelntttt dq; Ir,,i:.Coustfin,.
Uqacp dep9Sito : itotipp Frnnclzan ;i

Pfpei~vmyq ,y~fj
Thztura de Qw&4 uIq, deroso ne
dicam-ento p&Afa5Ci- r a erysipela 0
evitar o seu reappaTecimento. Prego:
CoW ada vidro,. *Ufirpo depbsito--
Pharmacia Homgop athicoa do'Dr. Sab -
no, 43-.Rua dbar darVi&ator.ar-43.
'IastMTOa 0 'aica
(oQegio do S. Pa14 rua do Yarkc
dG S. Boaja, ns. 26 e + director o b-
etha BemviW.C rvrgei do AmmA.
Livrana Praom,s rua FliPAeiro de
var, complete' sortimenb Ide vros
de educavdi-, *wdiinaUtteritura, swon
Naba oe ijtt:o tei* i
jaw- lva. pario, / l 8it ;


Cigarros e eharutos
b.Pa A pMo,srssa 4s4ue(n. 144;
da 'fial, rua de Marcidlwoj sn. 93..
-A. P.*da (Cunha,'pr a rbaair" conm o.-
nidade dos -eus freguezes que transi
tarn ina via ferrea do S. Francisco, abrio
uma casa filial d sua fabric, 4 rua de
MaNciko Dias .n. 93, onde encontrardo
semnpre m tnompleto ,smimrento do
que hli de meilhor emnaigarros, charu tlos,
fumes, rupd, ponteiras, cacbimbos, etc.,
e todxis os mais artigos- de uso dos fuh-
mantas, aos mesrnw pins 4a ftrira.
"foreacha paam ltmas
Vendem :Rodrigwes de Faria & C.,.
rua do ,lariz e Barros u. 11, [Forte de?
Mattos] de sperir qualidade, tendon o
comprnudor a vantagem de escolher, e
pregos'sempre, rednAzidos.
A Moreninha
Nest. bern conbecida fabric a de ci-
garros e* c hritos, sitaao Beeoo Largo
n. 2, JWcife, 'eucontrarao os aptcia-
dores 'da b6a fumaga, diversas marca-,
de <;irpOs, que se trninam jtecem men-
daveis, pela boa qualidade do tabaco
corn .qu, sao r. aufacb*l*A os; como
sejam: Os cigarros.a D. Pedro II, ab
Principe Alberto, Cigarrinhos de BaileM ,
d Yilla Bella [em papel de, tabacol, Pe-
rola de Goyaz, Rio N ovo, Daniel, etc., 6
JJUmOs pia4o ,e desfiado, de 60 a 500

ras de espuma, awhimbos de dita e dp
madeira, bolsas-para $ume p cigarros e
outrm, r 4Iisi#g*6 indisi4v4eis aos
n. .---Recife.
Maeia e linguas
GS*G itJ ^^l liSes d# $ tanto 4I'guas, _[a-
Iemiio i 4^ tsA vatI5'do da Vi-
toria [l A il, -#iaaindar. Bi-,
lhets sa graciosameute reiebidoa mo
g* r ctioa.





0 pror e6rf a na teceibe mats vnamn.
6ternos, e-sftmudaed d A tt 466itfdwfitI.
mea ^ue inuoei(m admWnttir. 1 ": ..
P^qporIla*, ~l~4uOp &tqui*s &rs. pals.
defaAiCiqa uotlearam--lI hqra *pobur. aeus
doihos Eodo externos, de3e n podel-bs cmals
adi rr. : "
Ha poreo ainda uma vyaa do 5 alumnospi-

.,.Va

Para' w vriir a,, lier caQAo d s
e~us 44p~rolee>tB~ho uidptafe-qus os pacs
*e qppei^ niettflad~o. op. pnleoo~auulgo
_Mei t Wem,:*irgimSV owr, t Trai -
tria~I ~qIwaQ 41q g4, lot-,
.Uces4, A y esv ".es4 idontratLi
com aa a B o forneco
esca vegeta em naoa1 MUd P 'fn
,!] assim,, p aeo a t '4es os "toe~s 'fregeu
Primaveras, Marpvilhas, aa fpra
Una smeoou cii
uap, p ae, ida

contiaos fl08 meu8 involucros twia~o 1*gMh> ditp*


rails.
Dr.. Fernanda Pazifbos..
PAS e S.- ncalo
Os nllms,Srs.:
Dr.:Maaoel.4tPito Damaso.
Praxedes Gomnies de Souza 'Pitanga.
J mSasiUo da.Silva iSrtos.

Joo Trancisco Regi 4 l6is.
Theodoitro Christ'!)io "do Nasci-eato
VUo1is.1.
Joaquiim' Xavier'Carneiro de Lacerdla.
Pedro Xavier Carneiro.mda Culha.
Parisio Ribepiro de'Souza.
Candido Affonso' Mboreira.
Luiz Barbosa da Silva.
Ln da VeigaT-Pess6a.
'As Exmas. Sras.:
D Maria das Ddres de -AraujB Livra-
mento.
D. Francisca Emilia Pereira de 1Afllo.
D. Alexandrina Ertinu Pereira de
M~ello. '' : *
'D. A0elia Carolina BadWdeira da Cintia.
D. Isabel flonorina .Baadeira da Cu-
nha.
D. Josepbina'Helena Gomes Torres.
D. Alexandrina Rosa Gomres Torres.
D. A'bertina. Candida-do Rego Barros.
D. Maria Emilia do Rego .Barros..
D. Atna Ernestina de Pirhbo'Borgp.
D. Thereza Eugenia de Pitho Burjs.
D. Bmilia daTrindade M Io.
l)e Nossa Senhora do Rosario
As Exmnas. Sras.
Viscondessa do Livramento.
Baroneza de Mo-rnos.
D. Zilia Xavier Campe1to de Lucena.
D 'Carolina Soares Amnorimn Moieira.
D. Arcelina Xavier Rodrigues'Cam pellio.
A --,Guiaeruuu 'a CeioaSji
D. Maria Aima Gavalcaket de Souza
Leao.
D. Rita de Souza Leao Coimbra.
D Carolna Emilia de Amorim Mareira.
1):aRIMEii lfia [C~riera. '
D. Maria Emilia deAmorim.
D. Anna Marques deAAmorim.
D. Aimelia GUibson Garn'eiro da Cu-
nha.
D. PhiHomena Riedel.
De; Anaia Xavier Garneiso de d tAlbqer-
que.
D.kgel fia dfPrazeek VWe0".
D. Mariana Araujo6 Gumairi'les.

Ao Sr. Dr. ehefe de.po
licia
Pede-sesaV.S que !aioe suas vistas para
urma casa de jvo'que ixIste na rua da Impe-
ratriz, de utim b'oi pastor, aonde se reune
diversos espertbtlhs,; 'qte de combinacao,es-
tao, A espera dosincautos que tern a infelicida-
de do IA ir, bern coa 9 -sejam divers-s rapazes
caixeiros no Red ta i VIAS. urma obra do
otidadtli a elles metos poS :isft.A4Wbi iAl-
!bif4lde, aonde fazem todas as- iaitelitgundes
Urn pai defamilia.
Ao b ico "
Em obedientid Mpeitavel pai, An-
ioiio!ia6.Iareasntnhaesa por esteaitats rde-
, e,q e nSo j dsppde artigo ,lgmoi9a, f,.to
om i.pdro yGncles; Torres, Qi okItra
qiaiuaor peaspo, o tipxde doaiinnar a-r~ioti-
der st^suas'pr oca
Recife, 6 de fevereiro de 1879.
*/ Gustaao C.. SaresaG~aimnarWe

k Co1oiogPedrolI
:. 7 --- 3ffai dRiesahulo- n. 7
As aua-r deoto est d oento se
abrem no dia 13 do corrente mez de ja-

.,eiebe-ae iluWnnos extoaiios, Weib-
'peisiotita& e'interOs.
J. doire;to.
Adireietor.


marca..
Aeci anaroedp 1879, -
4. P. da Cunha., N iOUTv, .eelco
: .- c a _etrgals q e a'lbidaniUade
ofle iO soffreddra carecia ode um espjciiio qe-
deInsatupeApaipi a a0.udari na cida; -em consequencias nocivas a%
de deS. Agosti.nho, otr'p podesse curar radicalmente todas as
.YJadoCbo d6enas derivadasdeiummaniguetinvpWo
:'Su airlector, Joaqiim Porflrio de AraujO. e de iras bumores. Diversos reare-
--- Qis se. apresntaram em caampo, po-
7iIT rI1n-em nethum produzia verdaderanWiute
S-a e ura radical da molestia, ehxando
l a mnaior parte das vezes resultadostU-
PPA.RA 0 SEXOI FEMlINL J feesLo apoms urn long tratamento. --A
PAM 0 SVLO TI syphilis ou msilestib venerea era sub)-
i j mettida a urnm tatamento 'barbaro-ao
,J ,,curativo mercurial-, e de urn nodo
i te i'' il'.
ll~lI icuuperfeito, (que o doente a mior Rte
SDirptioras 9 prXwwesoras das vezes era reduzido a um estaaO dig-
Amalia Jiaxo Lkha a.7 no de lastima. Varias salsaparrlihas
Zima xo zLima. forarmpreconisadas para-o tratamento de
,A matricGEla do 6anr lectiVo abfe- todos estes incomnmpdos, inas nenhu
se em ? de janeiro de 1879. Admit- mapreencheu o seu fim. 0 rbeuma-
tem-se aigoua in'trnas, semi-inoternaos tismo era qn4Ai sempte tratado per um
f o6tea% ass o em rae"meiios d4G a meio palrtivo sere m trataremn de fazer
7 anndos idade come alm os oexter- umra applicaaoe racional e' espocifica.
'0oa. As i olesatis herpe oia u da pelle
--- qao tiravam resultado dessa redaoagfo
No dia 9 do corrente, plas41/2 horas Jinperfeita: Finalmeite era misterds-
if:. j 16, gl'biiF riz obrir-am novo especifica; era mier
4t.a f ga a a "na--tifmgmts lfazer um escolba racional dos pi-
" S ,~JrSEt, aw zaftivos '%get aesgdemumna, flora Q ptIeta,
mimi S. S et nmlon sfi iiui veietaes fosser tamhen i





































[Extahido]
N. 405-.Oleo puro Medicinal de
Figado de Bacalhdo, de Lan-
man & Kemp.
Ainda mesmo quando a febre hetica
tenha marcado tuas faces, Pao digas
Se ja muito tarde demais, porque
sempre bavera tempo de se atalhar o
mal. Emquanto louver no system
vital urna s6 sombra de vigor recupe-
rativo, animai-a corn o-Ol|o puro me-
dicinal de figado de bacalhaio, de Lan-
man & Kemp-porque este p6de revi-
ver a energia vital do systema. Se exis-
tern ulcers, nada 6 tao balsamrnicoco-
mo elle; se ha irritacio, nada tio sua-
visante, se ha debilidade, nada tao vi-
gorisador; se ha extenuago, nada tao
restaurador. Pordm 6 mister obter-se
o artigo verdadeiro.
Os oleos Ordinaries de figado de ba
calbao s&o sempre impuros e as ve,
zes nelle nao se encontra uma so
gota do artigo legitimo. Nao os empre-
gueis jaimais. Reparai bern se o nowe
desta firm respeitavel, a qual por si
s6 i uma garantia da pureza e legitimi-
dade do genero, acha-se no letreiro e
sebre a capa do oleo de figado de baca-
lhao, que por ventura tenhais de corn-
prar. Em tal caso podeis ficar des-
cansado, de que a gpreparaQao 6 a me-
Thor que o talent e a sciencia-poodem
produzir.


COMMERCIO

Junta dos corretores
PRACA DO RECIPE, 5 DE FEYEREI-
RO DE 1879
AS tres horas da tarde
colacoes offliclaes
Algodlo do Mamanguape, sem inspecQ&o, 75000
por 15 kilos.
Algodao do sertAo V sorte, 7460Q per 15 kilos.
Dito de dito median, 66600 por 15 kilos.
Dito de dito, 2' sorte, 55600 por 15 kilos.
Gambio sobre Londres, 90 d/v.' 21 1/2 d., e
do banco'21 1/4d. poar 1S000.
Cawbio sobre Paris, A vista, 452 rs. o franco,
do banco, bontem.
Dit. sobre dito, A vista, '454 rs. o franco, do
banco.
Cambio sobre Lisboa, 90 d/v. 145, e do banco
148 0/0 de premrio, hontem.
Il. J. Pinto.
President.
M. J. da Motta,
Secretario.
ALFANDEGA
aedilmento do ia 1 a 4 98:741M930
Idw do dhl 5 20:28313
119-025J343

ImpoN# ao ,
Patacho indlez Boaver, entrado de-
Baltimore em 5 do correute e consigna
do a MatheusAustin C., manifesto :
Farinha de trigo 1,453 barricas aos
oonslgnatarioos.
VidCos-840 volumes a P. (:, Wightr
SC. "
. ,.. .. ~\ ii *
DESPACHOS O KXPORTA(&O NO DIA 4
P DK FEVEREIRO DK1879
Portos do exterior


Maritimos e contra logo
Companhia Phenix Per-
namibucaina
Rua do Conmmercio n. 34

Seguro contra logo
The Liverpool & London &
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CONTRA. 0 FOGO
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Segura contra o risco,do fogo, caa e
outros edificios, fazendas, generos e
mnercadorias de toda a especie.
Capital i6,0000:00000
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31 Bao do Marques de OUdra 31





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Vonte MigiielJos6 iv -s
Tomai seguiros maritimos sobre iner
cadorias _n vapores e navpos de vala
E seguros contra risco de fog-ou jsuas
consequencias obre prddio, mercado-
rias e mobilias de' o, dispnsando o
pagamenqo do .premio no 7. ainno do
seguraddl, que mantiverem e pagarem
seguros durante seis annos seguidos.


farinha; a Matboiu SAtitn & G C
S Nauiossahidw w-mho dia -
Aracaty-Patacho aueco Torpao, car-
pga vari genero...
Lisboa-Barca portuguez, Marianinha,
carpgaasucar. : -
Ce&"i Ba-'ca n|GBgueftae Prapes Schi-
,erdes various geners.
e st inglez Wally Pettis,


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de Moraes e Silva 245000
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de Oliveira 20 (800
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Souza 285800
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Carreiro [andar terreol 245000
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de Alneida .49000
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N. 48-Dr. Innocencio Serafi-
co de AssisCarvalho 1 154000
N. 48-Dr. Joaquim Guennes
da Sivgi Mello 155000
N. 54-Dr. Antonio Jose da
Costa Ribeiro 145400
N. 54-Dr. Antonio Ferreira-
Martins Ribeiro 145400
N. 54-Dr. Candido Josd Lis-
boa 145400
N. 54-Dr. Jose Domingues da
Costa 145400
N. 54-Dr. Antonio de Souza
Pinto 14400
N. 33- Dr. Jodo Thomd' da
Silva 18$000
N. 37--aFulgencio Infante de
Albuquerque Mello 285800
N. 41-Joaquim Nunes Pessoa .12000
N 41-Jovino Epiphanio da
Cunha 125000
N. 41-Dr. Joao Silveira de-
Souza 241000
N. 45-Dr. S. Lagreca-- 241000
N. 51-Dr. Joao Jose Ferreira
de Aguiar 24(000
N. '57 Dr. Clodoaldo de
Souza 144(40
N. 57-Dr. Ferreira Jacobina f14400
N 57-Dr. Maciel Pinheiro 145400
N. 63-Dr.W. H. M. Gratel
(to andar) 48000
N. 63-Dr. Malaquias Antonio
Gondalves(o andar)- 24000
N. 65-Faustino Jose da Fon.
beca s18000
N. 67-Dr. Antonio Coelho Ro- -
drigues 125000
N. 67--Dr. Joaquimn Correa de
Araujo 121000
N,' 73-Dr. Joio da Silva Aa-
-U -*18#000
N : --Jis6 Francisco de;lent
car Lins 245000
N. 75-Manoel do Nascimento
Pontes 245000
N. 77-Baraio de Nazareth 365000
N. 57-Antonio Juvencio Ro-
drigues da Silva 365000
N.79-- Dr. Francisco Pinto 0
Posessa3(0
N 79-Dr. Olympio Marques
da Silva 185000
N. 79--Dr. Jose Osorio de Cer-
qieira 185000
N. 81-Dr,. Manoel Joaquim
Silveira -- 185000
N. 81--Dr. Denelrio Simoes 185000
N.83-Dr. Manoel do Nui. -"
mento Machado Portell;, 24000
IN 83-Dr. Antonio Bru| 4a
Silva Mait i- (000
Ca&s22 de NoveCbbro


N. 28--Claudl6 Dubeux 36500
N. .CGmpahia dos t4ri0o4s
fbeaaomdo Recife a Caxhaga 1445000
Prars de Pedro I
N. A-Antonio Annes Jacome
Piies 36(00
N Z-4 oriolahg do Abrea I11520
N. 6 Dr. Jo Joaquim de
OlivairaFoueca 240
N 6-FmB4ew0 Chaves 245000
Primeiro de Mar9o
N. "2-Dr. AnW$nio ,Esteves de
Oliveira 155000
N. 6-AndtdnkiJosd Rodrigues
do Souza 965000
N. Vs-Dr. Jo Maxiiiniari A.
-Cavalaite.;. 41#400,
N. 1.-r1. Agelo ue nq,
daSi1te % 145400


[ *i^ ^ uis" '-e ., ,- -i. izik |u
N. 46-Dr. Antero Manoel de
X Ofos Furtado 18W
XN.. ,(W :.11 r1 Rio 241"0
N.- 5O= Br.'aymundo M.
Vianna 185000
N. 50-Dr. Manoel Jose Do- -
mingu s Codeceira 125000
N 50-Dr. Antonio Eparninon-
das de Mello 181000
N 52-;-rnesto & Leopoldo 285000
N. 58-Dr. Pedro Affonso de
Mello 1 185000
,. 58-Dr. Antonio Justino de
Souza 185000
N. 60-Frederico Maia 36SO00
N. 60--Dr. Gomes Parente 1-25000
N. 68-Dr. Jos6 Felix da Cu-
nha Menezes 185000
N. 9-Dr. Auguito F. de H.
Chacen 185000
N. 9-Dr. Deodoro Vulpiano -
Coelho Catanho 24$000
N. 9-Dr. Ayres de Albuquer-
que Gama 24(000
N. 35-Luiz da Veiga Pessda 185000
N. 61 Manosi N. Regueira
Pinto de Souza 24(000
N. 71-Dr. Franciscd de Paula
Penna 185000
N. 73 Dr. Lopes Castello-
Branco 1854000
N. 73-Luiz Augusto Goelho
Cintra 245000
N. 73-Dr. Miguel Jose de Al-
meida Pernambuco 18(000
N. 73-Dr. Deminosthene da C.
Albuquerque 188000
N. 75-Dr. Aprigio Justiniano
da Silva Guinraraes 185000
N. 77-Dr. Ernesto de Aquino
Fonseca 245000
N. 77-Jdo Caetano de Abreu 185000
N. 79 Jovino Bandeira de
Mello 435200
N. 83-Dr. buiz Emygdio Ro-
drigues Vianna 185000
Marilio Diam
N. 45 A-Josd Theodore Go-
8es 1 125000
I .'secO ,o o cQnsul-ado provincial,
12 de dezembro de 1878 -0 langador,
Joco Pedro de Jesus da Mattv.

bEC LiACAOES___
^_ ~An ULL ^LO
JUIZO'DE'AUSENTES
rendo fallecido nesta cidade, intesta-
do ssm- hardeiros presents, Berillo
1.eo Salaiva, cujo eupolio arrecada
por este juizo, sao, pelo present e por
dlespacho do Exm. Sr. Dr. juiz de di-
reito de auseites, -chamados seus her-
'deiros, ou quem direito tiver a dito es-
polio, para habelitarem.se na forma do
art. 32 do regulaiento n. 2,433 de 15
de junho de 1859.
Recife, 6 d&janeiro de 1879.
0 escrivio,
Luizda Veiga Pess6a.
OBRAS MIIJTARES
Na repartiiou das obras publicas, on-
de funcciona a dat obras militares, sera
posta em concurrhncia a exeiugao das
obras necessarias nas penitenciaiias do
quarrel das Cinco-Pontes, importando
em 1295210 o orgamento. Quem pre-
tender cqntratal^as, apresente as 11 ho-
ras damanha do dia 10 do corrente,
suas propostas em carte sellada 6 fe-
chada con de:iara9&o do- fiador, que
devei'a se; pess6a idoaea, 0 orcamen-
to acha-se na mnesina reparticao. .
Recite, 3 defevereiro de 1879.
Chryssolito Ft. (de castro Chaves,
Major de engenheiros.

Estada de-ferro do i-


--ObraIs pubticas
SDe ordem ndo 11m. ,-engenheiro director
fago publico, que, em virtude da ordem do
Exm Sr.presidente da provincia, AE d pra3v
perant6eeta repartiCao, no dia Bde tevereiro
proximo vindouro, ao meio die, asobr;a' de re-
paros e pinturas das pontes de Agua-F ia, Be-
beribe. Porto da Madeira, Bico Poba, I apinas-
st. Nazaeth;-Magdalena, Cakanga, Bru.nzinho,
Tim byeS. oao, oregadas em 3:444300. -
d orgamento econdigbes"do contrato acLam-
so nesta repartilo para serem examinados pe-
los preteodentes.
. 8cretaria da reparticao das obras publicas.
em 20 de janeito de 1879.
0 official,
Jolio Joaqnim de Siqueira Varejio.
Consula 0 proviii3c.l
0 administrator do consulado provincial
scientific a todos aquelles a qiem interersar
possa, qloe na forma do art. 41 do regulaumeni
to de 30 de outubro de 1875, fica aberto o pira
zo improrogavel de 30 dias uteis, a contar do
din 1o do corrente, para a cobranga'A bocca do
cofre dosdiversos impostos abaixodecjara-
dos. incorrando na multa de 60/0 todo o dehito
je tal procedencia, que nao for satisfeito den-
tro do iudicado prazo.
1:0005 por casa-que vender bilhetes de lote-
rias -de outras provincias, e-por garantias de
bilhetes.
2:5005 por tonelada de alvarenga ou can6a
de carg,- no porto.
50( por casa bancaria ou negociagoes de
cambios e de desconto e casss de penbores.
1:000( por emprezas anonymas ou agendas
destas, e casas de vender joias em grosso.
1:5005 por bancos, agencies filiaes dos mes-
mos. casa de seguros de qualquer especie e
fabrics de sabao.
250 por fabric de rape e depesito de car-
vAe de pedra.
505 por taverna que vender miudezas nesta
cidade. I
20 0/0 sobre a rend4 das casas em que exis-
tiremr estabelecimentos commerciaes de qual-
juet especie ou de.industria.
12 0/0 qobre escriptorios commerciaes, de
advogados, solicitadores, consultorios, agen-
eras ou casas de consignaaRo de navios e va-
pores.
10 0/0 sobre fabrics, drogarias, boticas,
olarias, acougufies e offlcinas.
8 0/0 sobre estabelecimentos de commercio
f6ra da cidade.
5 0/0 sobre a venda de capim de plant nes-
ta cidade.
Consulado provincial de Pernambuco, 1 de
fevereiro deo 1879.
Francisco Amynthas de Carvalho Mouran.

-
^^V^S^^^-o


ct J3



^3
a3-5

f nIi ^)

0 0

d -


Santa C da Misen oor-

dia dofRtfe.
Pve~os vedA~dos
dod

Almma.Juta ministrar da Santa CGaas
da Misericordla do Recife manda fazer public
quo na slat das suas sesses ano]dia 6 de
everelto pelas. 3 boras da tarde, teem de se
arrem.tadas, a queip mais vantagens offerecer,
peOlo tempo doe um a tries annos, as rendas dos
Spredios em seguida declarados:
STABE'WCENTOS DE CARIDADE /
Rta do-Enantamento
Loja do sobrado n. 3 63900
2.o andar do sobr. do n. 3 120000
3 o dito idem 120000
Rtua da Santa Cruz
Caso terreo n 1 2:21 fOOO
Becco do Abreu
Loja do sobrado n. 2 (fechada) 1005000
Rua do Pharol
Casa terrea n. 80 (fechada) 144000
Rua da, VWato
Casa terrea r7 720
Ruat hrga do Rosario
Loja do sobrado n. 24 1:036600
3.0 (ito do mestto predio 26700
Rual dos Pescadores
Casa terrea n. 11 264000
Ru. a de Santa Rita
Casa terrea n. 32 227000
R ua das Calfed,
[deor n. 32 1365000


Idem ii. 60 (fehada)
Idem o.23 -
Idem n.24
14idnn., 26 230
Aswa do Vigario. 2
Loja do lobrado n. 21 27G000
Idom .27 273 00
I.o andar do sobrado a. 22 [fechadlo] W
2.o dito do mesmo predio [fechado) 243
t.1 idm n. 27 [feghado] 2O
9.0 andar do mesmo predio 250
Largo do Paraizo
Loja da frente do sobrado n. 29 240s"O
1.o andar do mesmo predio 24100
Rua do Eucantamento
Sobrado de 2 andares e loja n. 41- 924000
Sobrado de dous andares e loja n. 9 2275000
Rua da S nzalla Velha
Sobrado de 2 andares e loja n. 136 6005000
Casa terrea n. 18 (fechada) 2105000
Rua dos Burgos
lem n. 19 1419000
Idem n. 21 114$000
Rut a de S. Gotfalo
[dem n. 24 3005000
Rua do Burdo de S. Boria
Idem a. 13 279S000
Os pretendentes poderlo apresentar no acto
ia arremataCAo as suas fiangas, ou comparece-
eem acoiuPnhados d'z -respectivos fiadores,
ievendo pagar al6m di renda o premio do
quantia em que f6r seguro o predio que con-
liver estabelecimento commercial, assim com.n
oserviQo da limpeza e prego dos apparelhos e
annuidades.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do
Recite 19 denovembro de 1878. -- 0 escrivao,
Pedrc Rodrsgues-de Souza.


IARITIIOS
--Fedderson Willink
& C. de St. Thomas,
agents da companhia
amxricana U. S. & Bra-
sil Mail Steamship Line,
West India & Pecific S.


S. Coy de Liverpool, e
a Quebec & Gulf Ports
S. S. Coy, de Nova.
York, a todos os portos
de West Indies Ameri-
ca Central e do Sul, es-
tio habilitados para re
ceberem consign oes
para serem enviadas
pelos vapores destas li
nhas aos oortos acima


mencionados.

io (de Janeiro
Pretende seguir em
f poucos dias para o referi-
do porto o patacho portu-
guez Florinda, por ter
porgbo de carga -engajada, e para o
resto que Ihe falta, trata-se corn os
consignatarios Beltriot- C., A rua do
Commercio n. 10.


CHARGMURS REUNIS
COMPANHIA FRANCEZA DE NAVEGAVAO A
VAPOR -
Linha mensal entire o
Ifavre, Luboa, Pernambuco, Bahia, Rio de
Janeiro e Santos
0 STEAMER
Belgrano
',' eisperado-da Eu-
sropa atls i0u dia 7 de
tevereiro, seguindo
lodepois da indispen-
Sdtsave demora, para

aciarenas qule recala.aa ocret

a volumes que porventura teabam seguido
par os portos do s, ai d s poder dar aU
ailaifdsA kioala.


Sotemp-so as prvs. importadors eces de csarias.pe-
-log vapores. d~sta iinha, qupinrai apresentar
dentre de 6 dins, a contar do da descarga das
alvarinps, qualquer reclamaedo concerniente
a voldames qua, porventura. tenham seguido
para os-portoli do sul, afire de se poder dar a
tempo as providengias -neceessarias.
UExpiradi o referido prazo, a companhi. nao
se.responsabilisa por extravios. _
Recebe carga, encommendas -e passageiros,
para osqums tenm excellentes accommoda-
goes, a tratar corn os
- CONSIGNATARIOS
Augusto F. de, Oliveira & C.
42-Rua do Corn ercio-42
Entrada pela rua do Torres


------- 9






f :t '.. .
,-* ,..
'~~ ~ *' '.,/


taim a aem Lisb6a
M iYpltN o.w.4M .-44i!U
ioii e iKpeOatt,. coq p Wp@q do 12 m-
zes p s, a -6opa e mezPi
Nai passagens he id, ,aiente para.a Eu.
ropa faz-.se o abatimento de o3ma sexit pai' t
families de quatro pessop.s adults wue tomat
a taxa mais alta da 1' lasse. -
AVISO ESPEGIAL
Corn o tim de facilitari o- regresso dos visi-
tantes da exposic&o de Paris pars o Brasil, os
directors da companhia decidiram mandar fa-
ser escala pelo porto de Cherbourg. os vapo
res que devem sahir de Southampton n3 d'a U
de o ada mez. a principiar corn o do dia9 df,.
agosto findo.
ATTENAO
Em consequencia das quarentenas irmpostLas
nos portos de Montevideo e Buenos-Ayres aos
vapores procedentes do Brasil, oS directors
desta companhia resolveram inau2urar um ser-
virico director corn o Rio da Prata, tendo para
tal ffMin feito sahirde Southarnpthon no dia 27
de outubro, primeiro vapor, ao qual se-
guirA- emrn continuagao outros a partir no
mesmo dia dA cada mez, tocanilo nos portos
de Cherbourg, Carril, Vigo e Lisboa.
Os vapores, porem, quo partem di Southam-
pton nos dias 9 e -4 de cada mez, comio de
costume, continuam a fazer eseala at6 oRio
de Janeiro, dm1ie seguirAo para Santos, termi-
nando ahi sua viagern tocando em sua volta
no Rio de Janeiro, donde partirao nos dias 9 e
24 de cada mez, comrnescala peli Bahia, tiio de
Janeiro, Lisboa, etc., ficando assim sem altera-
Qao o primitive detanhe.
Os vapores que sahemrn de Southampton no
dia 24 de cada mez, tocarao em Macei6 na ida
para o sul. Os vap3res em regresso para Eu-
ropa. sahidos do Rio de Janeiro ern data de 24,
tambem tocarao no porto de Macei6 no dia 28
de cada mez.
Estas alteraees vigorarao ate ulterior deli-
beraao, quo no caso de ter, sera devidamente
publicada.
Para p:ss gens, fl',es, etc.. trata-se corn os
CONSiuL NATrARIOS
Adaminson lHowie ft C.
Rua do Marquez de Olinda n. 37
Entrada para o escriptorio pela rua
do Bispo Sardinha n. 37.
Para vender
Os dous vapores rebocadores Brasil e Juno
de ferro, actualmente no Para. Phetogra-
phias podem ser vistas, e mais informagces,
no es.:rigtorio dos Srs Wilson. Sons, & C. Li-
mietd, rua do Commercio n. 14.


A


Lisboa.
Segue cornm toda brovidade
o brigue portuguez Aprigio,
potr ter parte da carga


prompta ; para o resto que Ihe falta :
trata-se corn Silva GuimarAes & C., d
rua do Commercio n. 5, 1. andar.
Companhia des Messa-
geries Maritimes
LINHA MENSAL
0 PAQUETE


Equateur
Commandante Lecointre
Espera-se dos
do sul no dia 20
rente, seguindo
da demora do c
para BORDEAUX
do em


portos
do cor-
depois
costume
tocani-


Dakar, Lisb6a e Vigo
Faz-se abatimnento de 15 por cento em fa-
vor das tfiilias compostas de quatro pessoas
ao menos e que pagarem quatro passagens in-
teiras. .
Per excepao os criados daq families que
tomarem hilhetec de proa gozam tambem des-
te abatimeaito.
Para passaxeiros. encominendas, etc., a
tratar coni v -
AGENTE
Auguste Labille
9-Rua do Covirmfrcio-9

Companhia Allianca Ma-
ritima Portuense
Barca portugueza
clauidina
a A sahir corn brevidade para
Lisboa e Porto. Recebe carga
a frete nmedico : a tratar corn

Jose da Silva Loyo ft Filho
Companhia Brasileira de Na-
vegagao a vapor
PORTS DO SUL
Os vapores
Espirito-Santo e Bahia
4Sdo esperados dos poi-
t os ,1o norte atL o dia
12 do corrente, edepoi.
S da demora do costu-'
me. seouirAo .ara os
portos do sul.
PORTOS DO NORTE
0 VAPOR
Para
E' esperado dos por-
| tosdo sul at o dia9
do corrente, e depois da
Sdernorado-cosiume, se-
l guira para os portos do
notte.
Para carga, passagens, encommendas e di-
nheiro a fr.te trata-se na agencia
12-Rua do Born Jesus-12
Pacific Steam Naviga-
tion Company
ROYAL MAIL STEAMER
Iberia,
Espera-se dos portos
do sul atd Q dia7 de fe-
vcreiro, seguindo de-
S pois dademora dos cos-
tume para Liverpool, to-
Scando em Lisboa e Bir-
deaux 'para nlte receberA passageiros, en-
commendas e dinheiro-a free.
AGENTES
Wilson Sons & C. Limited
14-RUA DO COMMERCIO-14.
U.S. It Brazil Mail Steam-
ship Line
0 MAGNIFICO VAPOR
AMERICANO
City of Rio de Ja-


FEperm-e dos por-
Ltos do sulat6 o dia
.-10 do levereiro, me-
gaido depols da
Sdemoora neos*caia
Iprara lbrA, 8. Tho-
lir9 ..aA~ha nwfmL


Si ~k*o


; '.. .A -. -


' -.


baros r L j epada
S a-se wcorn 0 consig-
nMtrk=ft i bo iteiro, into Guiipriles. &
r .r f. .p Bru. m]
if!6 II R
RA' ,.$ -


De 1
tig(


LEILAU
excellent piapo dI Blon iel, moves, lou-
machina de costura e lquutos outros ar-


I oj( --
eira 6 do corrente
A' t4 HORAS
Iism56, farak leilo dos objects
es e(, sou escriptorio arua do
ria n. 65. -


IS.


Quinta-f
t
0 agent Gu
acima exist,-nt
Barao da Victo


Leilao
Do 2 bois (para carro), 2 crros, 2 lastros para
ditos, 1 roda para carroca corn eixo de for-
ro, 3 eixos, 1 taixo, 1 soleira de pedra, 6
cepos, 2 manjadouras, 4 canga para 1. bois,
diversos moves e roupa. Espolid de Ber-
nardino de Souza Pinto.
Hoje
Quinta-feira 6 do corrente
as 11 horas emponto
Na rua do Pilar n. 18
0 agent Martins levar a leilo por auto-
risaado 11do 1im. Sr. Dr. Claudino de A. Gui-
marAes, consul do Portugal, os bois, carros e
nais objects acima periencentes ao espolio
do subdito portuguez Bernardino de S&uza
Pinto.
0 leilao principiara
A's 10 112 horas
LEILAO
H1oje
QUINTA-FEIRA 6 DO CORRENTE
Rua Augusta n. 246
A's 11 horas
0 agent Stepple. competentemente eutori-
sado pelo Ilhim. Sr. major Jose Libanio Lins de
Souza, que se retira para fora da provincia
corn sua Exma. lamnilia. levara a leilao os mo-
veis e mais objects existentes na casa acinia,
uma mobilia dd amarello, jarros. tapetes, ca
mas, mesas, aparadores, mesa para jantar.
louca para jantar e almono, copes, calices, ga-r-
rafas, 38 pombos de rata, 1 sellim, 1 espingar-
da americana de agulha corn seus cartuchos e
muitos outros objects que estarao patente
no acto do leilio.
Em seguida vendeid um cavallo pedrez, an-
dador de haixo a meio, sellado e enfreado.

LEILAO


De 1 cabrioletj, americano, cobertu, coin assento
para 2 pessoas e 1 cavallo proprio para o
mesmo, 1 coup em born estado e muito ele-
gaite.
Sexta-feira 7-do corrente
A's 11 horas
POR INTERVENE .AO DO PREPOSTO
DO AGENT PINTO
Na rua do Brum
Per occasion do leilao de vaccas, cavallos,
cabras e outros animaes, no portao junto da
tamarineira na rua do Bram.
Monte de Soceorro de
Pernambuco
LEILAO DE JOIAS
Este estabelee.imento fara leilao no dia 7 de
fevereiro proximo vin louro, por intervdngAo
do agent Martins, a rua do Cornmerciq n. 48,
as 11 horaE da?.anh, dos objects que n.o
forem resgatados ate a vespera, constantes
das seguintes cautelas: a dinheiro de con-
tLado.
Cautelas
Ns. -
938-UUm annel de ouro comI brifhante grande.
945-Urea corrente e cafoleta para relogio I
par de bottles para punho, 1 dito para
abertura. ouro de 18 quilates.
967-Um annel de auro corn 1 brilhante.
981-Uma pulseira de ouro de lei.
989-Umacorrente e sinete de cornelina, euro
de lei e 2 relogios de ouro.
1006-UnUma pulseira de ouro cow brilhantes.
1031-Uma pulseira, 1 volta de cordlo..3 an-
neis, 1 figs, 1 emblema de S. Braz, 1
do Espirito Santo, I moedmnha, 1 cas-
soleta pequena, 1 par de rozetas e 3
S peas pequonas, ouro de lei.
1040-Um trancilim. 1 cacoleta, 1 coral engas-
tado em ouro.
'107-zUma escrivaninha de prata. -
1048-Duas voltas di trancelim, 3 caeoletas,
cruz, 1 alfinete, 2 pares de brinao
de lei.
1058-Urma volta de trancelim, 3 pares de biric.
cos, 2 pares de rozetas, 4 anneis, 1
alflnete pequeno, I cacoleta. ouro de
lei.
IUO-60-Uma corrente pars relogio, eouro de lei
e 1 relogio de ouro de 18 quilates.
1061 -Urma pulseira. 1 alfinete e I par- de brin-
cos, ouro de'lei, cornum brilhantes.
M112-Urn transelim, ouro de lei; um cordloe
urna figa.
12)14-Ur trancelim de ouro de 18 quilates, 1
corda.o e 1 figa de ouro deo 18 quilates.
Monte de soccurro, de Pernambuco, 6 de
fevereiro de 1879.
0 gerente,
Francisco Joaquim Pereira Pinto.
Do LEILAO "-'
De 3 vaccas inglezas com crias.-
2 garrotes tourinos.
I cavallo rudado e ifovo.
3 cabras de boa raqa.
2 ganos novos.
1 cachorro grande.
Sexta-feira 7 do corrente
As 12 horas
POR INTERVENgAO DO PREPOSTO
DO AGENT PINTO-
Na rua do Brum, portlo do fundo da casa e
sitio da rua dos Guararapes n. 76, junto aTa-
marineira.

Agente Pestana
Leilao


Do ptontea'UiTb. co- wsd oaaa de ovi
veoda, na ostadt dos qt lugar Ta-
rparineira, qu. fea em f QWe do. .dfltcio em
oabstvrA o p'ra h bospitsl dipBa enados.
Sabbado 8 d0oVjkfte
A'S t 1HORAS EM PONTO
No arnmzaem da agencia de lei6esld rua do
Vigario Thenorio it. 12..
0 agente Pestana, compelentemente autori-
sado, far& leilo corn licengada santa Casa de
Miseridordia, para retalhar o grande sitio da
estrada dos Afflictos, na Tamariniira,-com cer-
ca de 900 palimas de freuIe e 600 ditos de fun-
dos, o qual sera vendido em lotes de 100 A 200
palmos, *ou a -vonbade.dos 9oimprodbres.


LEILAO


De 96 saccos corn assucar branco, mascavado
e somenos
Sabbado, 8 do corrente
A'h 11t horas em ponto
No caes da Companhia Pernambuca, ar
mazem n. 2 A
0 preposto do agent Pinto. farA leilao a re-
querimcnto de Jovino Bandeiro e por miandado
do him. Sr. Dr. juiz de direito especial do
commercio, de 96 saccos corn assucar de diffe-
rentes qualidadesi, vindos do engenho Assump-
cao, do terino de Una, arrestados a Joao Clau-
dino de Inojoza Varejao e existentes, no artna-
zem dos Srs. Maris Fiuza & C., caes da Cornm-
panhia Pernaambucana n. 2 A, under se effectua-
rA o lellao, ds 41 horas do dia acima dito, em
lotes A vontade doS compradores.

AVISOS DIYERSOS '
Urma serihorasolteira, de maior idade, de
boa educaQAo.e familiar, e coin todas as habili-
taQocs para o ensino, se propOe a receber emr
sua c.isa meninas Para educar. Ella mesma
ensina as materias seguintes :I
Ler, escrever'e contir cathecismo, historia
sagrada, grammatica, arithtnetica, system
minetrico, historic e geographia, geometria e de-
senho, music e piano.
Costura cha., labyrinthos, grades, rendas,
crochet, bordados, inclusive ode ouro; e mui-
Los outros delicados trabalhos, proprios de
uma senhora. Quanto a paga e enxoval ser.o
conforme o ajuste.
Para informar, nesta typographia e na Pas-
sagem, tra-vessa do Paysandfi n. 1.
A pessoa que annuncia comprar umrna es-
crava corn algum fllho liberto, dirija-se a rua
de Pedro Affonso n. 9.
A Exma. Sr. D. Anna Cavalcnte
Bezerra Silva Costa, tern uma carta para
Ihe ser entregue no escriptorio deste
Diario.
Desappa'eceu da casa do abaixo assig-
nado uin mmenino por nome Valurio, pardon os-
curo, cabello carapinho, idade 9 annos, 6 reti.
rante; quem o tiver em seu poder, p6de an-
nunciar, que o abaixo assignado noio o quer,
s6 para levar A presenga da autoridade, que
esta o exige:-quern o apprehender, leve-o A
rua da Restauracao n. 10, ou Senzaln-Velha n.
68, segundo andar. -
-- Quem precisar de umrn socio ou caixeiro,
para urma casa de negocio, dirija-se a' rua Im-
perial n. 168.
Aluga-se o segundo andar da rua do Im-
perador n. 29, corn accommodaCOes para gran-
de familiar ou collegio. agua e gaz ; a tratar na
ruia Primeiro de Margo a. 14, ou na rua da
Concordia ni. 112.
Aluga-se o primeiro andar da casa n. 41
A rua do Rangel, o primeiro de n. 25 i rua de
Santa Rita, o pavimnento terrec da casa n. 64 A
rua Direita, o terceiro corn sotlo rama da Pe-
nha n. 3, o sobrado de u n andar e sotlao rua
do AragAo n. 24; o pavimento terreo desta
casa, a casa terreacomn agua a rua de Paysan-
dA n. 42. e o sobrado de um andar A rua da
Guia n. 52 : a tratac no segundo andar da casa
n. 41 AL/rua do Reagel. ,
Aluga-sea casa n. 53, na Ponte de Uch6a.
tern agua e gaz: a tratar na rua do Imperador
numero 28.
Alugam-seas casas terreas ns. 47, 49 e
51, A rua de S. Joao, freguezia de S. Jose : a
tratar na rua de S. Jorge, em F6ra de Portas,
casa n. 153, segundo andar. Para serem vistas
estAo as caves nequella rna, cAsa n. 45.


Aluga-se a casa Lterrea corn alguns corn
modes, na fregue2ig de Santo Antonio, rua do
Coronel Suasauna n. 60 ; a tratar na run Du-
que de Caxias n. 37.
--Aluga-se um sobrado de um andar corn
sotao e a loja do mesmo, na rus dos Guarara-
pes n. 48, muito fresco e em born estado, per
preo, commode : -a fallar no patep do Paraizo
numero 16.
*^^^**^~~ ~ -0g, *S ^^^ -^
MEDICO "
wDr. Matheus Vaz de Oliveirat
, __ ,
Rua do Hospicio n. 32
Precisa-se de urnm criado que entenda de
cozinha : a tratar na rus do Apollo n. 34. se-
gundo andar, de 1 As 3 boras da tarde.
- aluga-se um pequeno segundo andar d
u a Duque de Caxias n, 32: a tratar no bilhar
commercial n. 34. -
.precisa-se de umaescrava que saiba ven-
der : a tratar na runa Imperial n. 1.0.
Na rua do Cotovello n.421. tern mpessoas
que sabem bern coser roupas de senhoras e
de home.
Aluga-se o artnazem 6 run nova de Santa
Rita, defrontie do novo mercado da freguezia
de S. Jos6 n. 19, tern cerca de 300 palmos den-
tr9, e mais do 150 de ponte atL o guindaste,
aonde embarca qualquer volume atl duas to-
neladas, estA habilitado para qualquer estabe-
lecimento: no paLeo do Livraiuento, loja a. 20,:
so adchArA cou quem tratap. -
Procu.a-se dexurn'menino de 12 "a-4an--
nospara-ciado : a tratar na rua do Cabug4 n.
3, loja. -
Offerece-se urnma pessoa para ana deho-
mern solteiro ou t-'atar de meninos : na r"
das Calc.das n. 52. -
DA-se cobre por sedulas coat abate de 2
0/0: na rua do Bario da Victoria n: 16. .-
Passa-se o arrendamento do grande ar-
mazein n 57 A rua do Imperador. e vende-se-a
armaco : a fallar no mesmo.
Umar senhora -habilitada e provisionada
peta instrucCAo publioa, se offerece para lec-
I einar Am 'urn cnllearin noualnpr : a tratar na


Da armaCAo, generous e mais utensilios exis- ru deS. Francisco n. 23.
- tentos- na taverna sita A -rua de Domingos -------
JosdMartins, antiga rua da Senzalla Velha Al'TEN(giO !- Uma. Sra. que en-
n. 102. gomma comn toda a perfeigao roupa
Sexti-feira 7 do corrente para home, offerece seu pres-timo,
aS i- HORAS tendente a esta arte. Quem precisar
Oagente Pestana, competeotemente auto ri, a d S Joi n 8
sado, levara a loilao a armar&o, generous e diija-se a rua de S. Joao n. 58, que
mais utensilios exi-',antes na taverna sita achara corn quem se entepder.
rua da Senz Ila Veiha n. 102, e garantindo-se A. A Precisa-se de ura para cozintar
as caves da casa, livre e desembaraada; em A.A engommar para cas ar de homemr
um ou mais lores, A voanLde dos compradores. solteiro, a tratar na rua do Rangel n. 756
Em contnuaao Fabrica Morenmha
0 mesmo agente, vender`4 diwersos moveis, Jos AntonioI Domingues do Figirpdo, pro-
louas vidros. irens de cozinha e mais uten I prieario da bon conhecida fabric a de cigar-
silios de urma casa de familiar, os quaes exitS-. OS do beccoargo 2. vein pr meao deste
temrn no anaar do .msmo sobrado. A ua prevenir aos conmumidones 'e seus cigarros,
do Senzalla Velha n. 102 e seiao ven lidos ser ue constalo-Ue ja soe aebar imitada rumarca
veserva de pre.o. PH" Principe Alberto, pede.e obsequio para qvie
I l I I nao sam uilludidoR, :' repararem nos mrccos
rI ,i I I I paina Juma etiqueta em iet preseao enoainaoa,
I u iljl -iV, |n-qual Se scba est ap001 o registro de sua
De t78 seccom s com farinha do nandioca fabrics a-Morealrh ,
SEXTATFEIRA 7 -DO CORRENTE A~ lA -Pro )irnacozinlra, pa-
.Ao meio. dia g'a-se bevc; a gau d. no sobiadu
U tm ch d omnanmhi lar-de: 4. a _o ecf '.


,i--,-t, --...; ^ ,el m, t [ l & Pde o ,uBa .coz infeira, no-
'?". .... ; ." I- lip 40t.i-,---- penui.&w.tiafrWitf*^ f dj-estao do-
Mparj Uverpol, soon Lte "tol- A bil
ibaA-i-,io. t atqap m-ba _- W-. _pa

7,_|K : ",' -- .,-- ..: .- ,- : .
" i. :, ":' :'- ,:* A'k. -f t .* 7 '-"
'7:'::.~ ~ ~ ~ ~ ~~~~~~~~~afi ,(am;. ,. ,,= ._ ..,. .,..
,,~~~~~~~~~~~~g ... -B-...... ',- ,-. .
; In- : :..,,. p, :_ :..- .:- ; : :.-


"" A


CARiOW &


IREA0


ua Brn ns. 100 a 10


Deposit ruado Apollo n. 2 e 2 B
Esta fundicao tem em depox:- continue ;
receber da Europa sodas as ferrmgens precisas ;
agriculture desta provincia, tudo aa melhor qu,

lidade, entire ellas, send moendas 'obra con,
rnnca aqui veio, vapores, rodas para aqua, t1

chas dos melhores fabricantes.
Pedem aos Srs. agricutores, venham ou man

dem pessoa de sua confianca examiner que1
melhor os podera servir. para nao serem engj
-ados.-

Tendo chegado da Europa ha poucos fias

engenheiro da casa, Francisco C. de M. Caratzt,

e tendo contratado corn diversos fabricantes d

Inglaterra, Franca e Belgica sobre a remessa dt

noeos apparelhos para o fabric do assucar a va
cuo Triplo Effeito Caldeira Wetzel ou Aspinal
seus accessrios para limpeza do caldo, evaporar

caoI ou cozimento tudo a vapor, ou mixto, esi
bem habilitado a mandar vir qualquer dessesap
relhos, quer seja para engenho central, quer pan

qualquer outro grande oupequeno; mandar sen

tales, ensinar seu trabalh, oresponsabilisando-st

pelo bom resultado dos mesmos; se'a born le-
brar que o mesmo F. C. de M. Cardozo ester,

pelas Antilhas em 1875. e conhece os melhore

apparElhos que se usam alli, e poderao servi

para esta provincia: podera desde ja dar plant
e oroamentos para os diversos apparelhos ao de


sejo dos Srs. agricultores.

Rua do Brum ns. 100 :,


CABDOZO


104


& IRMAO


PRESERVATIVE DA ERYSIPELA
DO
BACHAREL M. DE SIQUEIRA C.
Efficaz para curar Erysipela e obstar o seu reappairecimento.
De igua! eflicacia para curar Bexigas e Rheurnatino do peito
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Depositos unicos-Livraria Economica. rnA do Cres-
po n. 2, e, das 4 horas da tarde em diante, raa do Vis
conde da Boa-vista (antiga Formosa) n. 33.


Vrndem-se mc u



ft. MtU i C -ENT-T do tt o goteo apadavel, ado con %made exito ba mai- d
Bi ainlji pih pl melhoreds Medicos de Pans, .ra D.io Gripe, Tf'sse. Dares de gr-
.: ', 't", ". rAe dpunonar, r-ritet-or dwito, las Ws ur a da Beigu. Piu.
iL YI3, 7. 1 ue du rfarcbh-Saint-UoLarh. -
I ^'45isiu w3 Pj-r~~gW VUDUCA 5*1U *-W-ni!o* Cu i


eCr.


A TAm-BLERORHAGICO I
I L. FOUCHER dcOrdam formula do Doutor HUTTIN
* Ctm'a em poucos dias o Oo'r4kmwB do mais's w-beldes, Catarrho da 4.
* bexiga, Licontdnevola oi, do fam dH ura
0 6 A -, Ps IN T
"' r'ucss a.. CPWM A U PUAC.um. -41
Parisr L. FOUCI R de s i ", P.t raa de RambitSeau, -s. ,,
1, il.r* *.f.- -in de;;SIo :J'RARE ,. thu SILVA r C'.
-~~-- --.: --"' a- -iai r<>tii7t-ii^


* Lnman i K

\ Lanmm xft~B


I


NADA


DE AMAS!


LACTEINE CABANES
Alimnento complete animalizado
Do Doctor CABANES
-... PARTZ C*
A a Lacteine Cabanes ) da qual a bare
he o born leite de vaca das montanhas& dos
Pyreneas, represent felmente o leite ma-
ternal, ella constitute huma alimentacao
saam supportado polo 6stomag6 mais fraco,
e mais" deicado e assegura o dezemvolvi-
mento normal das creancas pondo-as a o
abrigo das indigest6es e diharreas. Sob a
influencia da a Lacteine Gabanes a a creanca
torna se forte, gorda e rozada, as carnes
duras, e o case ossario se dezenvolve.
A Pernambuco : FERREIRA MAIA E COmP.,
57, rua do Duque de Caxias.
FAIUCA E EVAPURACAO DO T EITE:
Vall6e de Campan, Htes-Pyr6n.-. (France).
AGENT GENERAL EN FRANCE:
L. PIMPETERRE-GABIRAN, pharma-
cien-chimiste, A Toulouse et a Paris,
i ue Vieille-du-Temple, 19.



FoFERROQUEVENNE
Aprmoa ela Academia de Medicina dg Paris,
4 6, de todas as preparagces ferruginosas,
a que intioduz mais ferro no succo
Sgastrico.v
Boietdm de A.ademia de Medicina, t. XIX 1854.

Patsz vitar as u .-;,osas fa'siflcaf6es to-
das ellas imnpuras e ineftca:rsz, e as ve:ex
perigosa, dev.-seexigir awmarceseguixttes:


ot i vittieoa
'^^ *'^'^ BflS ft ^iten 2jf
)Dqpsitarto geratl : it".* t
0ole GENEVOIX, AIS
14, RU' DES 1BHAUX-ARTS, I ARIS.


fPUULAS-do Do'rC NIER'
DB
IODURO=FERRO

QUININA
0 IOXDtJB DE FERRO E 0 DE QUININE
pior moU propnedadea tonfaia e deptwaitms, e o
remedlo rnals active no *.atamento da daze-
ro, das flores branoas. da Baps d
re a. d as Mustuagse difftoi.das Doi=
destomago e das Aneoqogt sacofalooas.
Etas IULAS preparadas corn emro, e
qua c sore am = tinda.idamente, restituem
a sangue sua ferae fortilcam peace a pouco
as O~uutlttaOoe lynphatloas.clebeis t gastas.
Dqpwito b lg, u td Creielle-St-Gemnai, 9, em PAWIS.
E Pfm manw em casa 0 ELIAS do
UOU e C 0. naa prinapass iosharn.aUeA


TINTAS DIMPRENSA
D)E
CH. LORILLEUX
Paris, 16, rue Suger
TYPOGRAPHIA E LYTHOGRAPHIA


A
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BM5.E6S"


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1


.- .'.'- .. '- ^,. -. .' : ,, ',' ...' _
-. '.,- "' '" .. .


F


ENova-


Yok
Extrahido directamente dos figados
frescos do bacalhAo por meio da cornm.
pressao e sem aceAo calorica alguma,
depois de ter sido pescado nos bancos
da Terra-Nova. E de gosto agradavel
e contem iodo em grande proporgdo.
E'de effeitos admiraveis no curative da
phtysica. Fortal-ece a delicada natu-
r(za das creangas : faz engordar, e
communica as cores da sau'de aquel-
les que fazem uso delle.
Vendem
todasas pharmacies e drogarias da ro-
\incia.
Aluga-se
o sobrado de umrn andar e sotao na rua da Guia
n. 7, corn grades co rnodos para familiar: a
tratar na-rua das Tiinchei"as n. 34.
-"':r '..... :'-"']:'/'. ** -'. C :: '. '-^'!'.X- r'v,' f .'*^
Manoel Francisco
-' Pontes roga a todos
;2Z os seus amigos e aos
-/" do Sr. Domingos Ro-
., drigues de Andrade,
c caridosob6equio
Sde assi'tirem missa
.-- que monda celebrar
nw mat.riz do Corpo Santo, ds 8 horas da ma-
iihi do dia 7 do corrente, por alma da Exma.
Sra. D. Josepha Francisca de Andra ie-, esposa
da(quelle seu particular arnmigo, fallecida em
Li t)a a 7 dejaneiro proxirno passado, fazendo
extensive este seu pedido a todos os parents
da mesma- senhora aqui rcsidentes, pelo que
protesta dosde ji a todos o seu etern, reconbe-
cimniento.

Aluga-se
o p: imefro c segundo andares da rua do Padre
Floriano, com commodos para fan ilia, e a
ca-a da rua do Padre Nobrega n. 78, tambem
corn cormmodos para familiar : a tratar no caes
6o Apollo n. 75.
Bonito cdoI
Desappareceu da casa n.71 a. uad defRia-
chulello, um cr o bonito, por ser malhado de
bhianco e aiarello, grande, e orelhas cabins :
quern o encontrar ou tenha-o encontrvdo. pe-
ga,,do-o, leve-o t casa mencionada, ou a rua
da Moeda n. 7, que sera bern recompensado.

II Avizo as Maes! II





I. 21 ~
~ ~ ~j
I..


-, o, L :

. ..' ,. : .. ,.'. .. I,-. -. '
".dI> ,.., ,**-_ .
"'L -. ,.),. ; .-A M
mv O,_.F= """ ," '. .i ..

4A.:" ..4-


poi modico JQO a ilenles casa &-r A
o Potidinbo no. 51,, S t e 63, e os armae
sitos A prao6lta da4owrdia ns. 5e9, pnprIo
tp~cali ffl ,a m o Q W : a r r


(- 7*W '. w *-'- ,^' .., ... CTP1!^ -
Fugio po .4 l., de. '
pr?'Omno passado, o mulalo Mann
corn os signee ut 0
forcado, ;arn Phaco
wntalho no mep~~| Ja cic-
tri na canella osque a, ol aftea-
dos, orelhas pequena, dentes rgo
eferfo.ra._-~^fcws


V w uv~p uuaos: jgWie qua wwu
a a direciO do sertao para o lugar Bai-
Na d Baff o ddeS. Borja n. #7, xa-Verde : quem o apprehender ou der
.inoticAP*9.mr ~tfeo Sg~
.sca-se alaj' iwa ejroprfeaita Per Grane,
.tngoqir e de beias C.OstI I. Feotan, -eirms ,1Au' f[tia.
!3m ed'b*Psc^ -COM98"O' Lip.
.... t % 0 0 degraf is -f .. !
A quemn pegtw o escravo Benedicto, "Acaba de clegar urn gindoe fatcUira a pro-
de 30 annos, pardon, alto,- secco .e Iuit0o o rquito redu-.o, em o dpztaea ea o.talho ;W a
barbado, -usa bigode e plra, poidin, loja donomiitit 'Vapor Francez Arua hI4vi
aparada ; intitula-se forro, e ha pouco numero 16.,
tempo. foi preso na estrada de f,,rro de Outra em tea a
^'1^ ^^^0 tdra* em fc~a mta "T_
S. Francisco, Onde andava ha dez annosva
como furro e corn Q none de Manoel Aluga..se a e s ua do Fo-o ap& 46. te lS
sal.h 2'Vjtartos e quintih, estA c6flocdda e4th
AaLonio e tanbemtn o -conhecia por born local, pre-o c.rnmnado, para nAo-p t4e -
Manoel Grande ; m6iehinistu, e e p l'ro- 2hada, a have par-i ver, estA na tavernia .',
avuvel que ande neste trafico emin Per- e trata-se no lecifi., rua do Marquez de Oinda
namnbuco, ou ein Outra qualquer pro- 1 num.ro-" -.. --o :
vincia. para one se. transportara corn P tii, Jlg f idQ
facilidade, visto sei muito hLdino e japree raira, 28 do corronte,
ler aadado na Bahia, na Parahyba a u p contrafeip.dacoan.4d
rua flonde d'Eu n.13m u om 1,to pmpgpi,,w6nitrafeoo,,da ctemp r.n,4 dj
rua ondeod'Eu o. ______n &. camb6a do GCarmo, tendo :ira: pequeno pidaCo
la dea b s i- o- le current, atado aos ps: pede-se A pessoa
Aula de ambos OS s $ que o r tiver apprehandido. que o leveA dita
.- easanude .qerd gratiObada.
Uma senhora casada, tendoabertpoaula par- I _____ -----
ticular na rua dos Pires n. 107, comuunh'a; a b
todos aquelles pais de fa^'lia que queiraw ;
honia ha corn a c '-car encia de o eusfilbos. I r -
Materiab jeccionad. : in'igua national, ar" 0 primeiro andar da casa a rua da Conordia
thmetica, methrodologia. historia sagrada, n. 113. eu burn lqcal, tetp quint4l pertentente
duutrina. historic do Brasil, geographia, geo-* o aundat, ncinameltd's ifg ;iiivei,
metria. c-)lligraphia e de.sehiho lenear, costu- a chasve estanaa nija, e trata-se no Recife, rua
ras, labyrinth, brdad o crochet, matiz. tape do Marquez de Olind; n. 3.
C'ria, talagar',n. relevo e ouro, e unltos ou-, gr1 ez. lU i. 1; )'.
tios trabalhos do IA P ofres.Ij_____ __ 1U I< nf) C
I .-'


Alut'-se


0 3." ai,'lar iim :: ,i Torres n 20.
() 1.0 rniidir ii; '-, tie ,Jorge n. 63. i
A cns"i ter-rea (. n9 .a itesma rua
A\ casa terrea ni. 22 da riuta dos G uara-
Ia pes.
A casa terrea n. 63 da mesa rua,
Todas limpas e c,,1 apparelhos de
cambrone : a tr:mt':" ?ia run do Apollo
n. 20


1)p ile'ras ctt.trj
L.e.cioba-Je as sobteditas mterias em cass
particulares : a tratar na rua do Ca-bugd. loja
de joiash.nt.


'SO
\ vs
Da caloada do Sr. V4a1nte, junto aolggar da
partida dos trenq da via-ferrea an CaxangA, do
arco de Sant) Antonio desipparecv urn cai-
x,,te- de inadeira de pinhoi. 'no abbah4o 1o- do
cnrrpntiR mz. contendo duas arrafas nara


A S A i 0 il I 5 nho,um embrulho corn focas aPjo..colhie-
A ftu r Aes par opa e chA : quema der toticia delHe,
S *itdirija-se 6 tesouraria das loterias, que sera
AO S 4:0"33-.M0. gratifcado. "' _
Bilhetes garantidos ALUGA-SE
Ru a do Barao da Victoria n. 40 os ,lis sobrados sits d rua do Hospicio ns.
e casas do cost.U.e 65 e 67, com grande commodos, sotao e agua
abaixo assignado acabde e do Beberibe : a tatar na rua do Vigario nu-
emrP- 31-. _
(ldei os seus rnuito felizes bilhetes e r,
urm neio de i. 3858 corn a sorte 4e| Villa dePalmarj s
1004000, alhm de outras sortes '1e-; Luuvina Augusta Xivier Maia, professor
nores de 408, 208000 e 8S000 da o .-ii particular, piovisionada pela instrucao pu-
que 4A acabou te extrahir. blica da provincia nas mnateri.a do io grAo do
Smesmo abaixo assigmndo eonvii sexo fe"ini.no avis a aespeitavel public, e
p.de roo aa ov cor ves ;e.imlidatslae inos paja de taihlia. we,
ns possuidores 0. virem receber ^PPdese o 'lii 8 do correntes" adha.aberta a sua
ponformidade do eot4urne sem despcn, aula na villa da I'.,lmares, onde alem das ma-
to a!lgIum teri.as stUatuidas por lei, se ptopoe a ensiar
Ac ia .-se vend t os eli2es bitiete ,: co pi-'feia;o cstu; a cliha, inarcar, labyrin-
cntd os da2a arte das lotel tU1 border, tr,. blhes de la, crochet, missan-
gatantidos da pre das ote floi cs de papel,panno, canotilho 'emassa.
(290a), a beneticio do hospital Iedro Recehe meninas pensionistas a 305, e meias
que se extraihirA :ewa-filra iJ Id colr- pensionistas lo$. A mesa profess.ora pro-
et. anmeLte miuiLo esinerar-sepelo born desempeqho
'ir (e il S LI. i. .fitEi.)..
Bilhete inteiro 40 Cozinheiro


Qutarto l0
E.n porgao de 100 0 ysra
cima
.Bilhete inteiro 36"
Nieio Mao
Qtiarto $87
To'io .oaquim da Costa Leite.

CASA DA FORTUNA
.los 4:I90ZO00
BILHETES GARA$TIDOS
A' rua Primeiro de Margo (ou-
tr'ora rua do Crespo) n. 23 e
casas do costume.
0 abaixo assignado, tendct ien'ido nos seus
felizes bilhotesdous quartos4n. 934,4 mr a si r-
te de 4:O000 e outras sorts'de. 4W e 20, .ia
i.leria gue se acabou de:etraihix (289.'), con-
vidaaos possuidlores a virema.reoer, 1iii on-
formidade do costume, eem descbnto al a.
Acham-se A venda osfelifes-'bilhetes' al)-
tidos da 2.* part daslotexias, a beneficJ do,
lupital Pedro II -4O.a), que'se exLrahW na
tertqa.feira 11 dp.corr-ntp mez.
PRE^OS '
Bilhete inteiro .00
Meio bilhete O ,
Quarto -"-0
mn porpao tie 1O000060' elra dmao
Biihete in!oiro -39500
.,Ieio bilhete -.i'75f)
Quarto 875
Min(eZ Ma1.'otins F.azo


Na rua da Madrede Deus n. 36 praneiro an-
dar, piecisa-se de umn born cozinheiro corn
pratic ile hotel.
Port n guez, francez eari-

thirietioa
0 bacharel Jos& Maximian u Alves Cavalcan-
,te lecciona.em sua casa a rua Duque de Caxias
n. 4,, ptimeiro andar, portuguez, francez e
arithmeticaii, da- 4 Ias 6(3 horas da tarde.
A pratica de eosin ) das mencionadas disci-
plinas, e o born resultado que tern obtido os
seus discipulos, podcm servi:- de garantia aos
que quizefem se utilisar' o sVu prestimo.
Aviso ao co MQreio
Joaquirn Gomes Ferreira faz sciente ao cor-
po commercial desta praga, qae tern just e
contrntado compi-rpr ao Sr. Guilherme Josede
Suza q. estilbdeciueD~to ile pqjhados jauefist
. al4,'uenni se julgar ,orn 'li-o il) n
*nda, corn ellaie e eMMVA_'* e


XIa.ligia-.t a terceiro anda
*1 a lS~ fW^ 'i
t =''~jffp'N 9'f sq,,.i
|diido Jc.t. .~
.*,. < y "c -t .-- .


A.: :---DE- .-,I,, c o S ..,.- ( .
a" <. -* -: -; 'T a "1' F'rilITiP A IEtih IIn[S 'ira-\'C~AS. \ > ^ '
.-...- "i ',' ,. < c ...iaso real- "/V O 3, .
i; ':-.. : .- .* .;. ,, :'t?' *" w o a-o r,:''; .. .;: ;,', / t i ,l rti : .. "^ --.
:" -," PZ--a e-v'tar =, r c fl 'as e'a Imitacoes, e,
':" ... '-. "*- ,-a-.:'.-- f,".;.ri, *.;* t-** ...- .*. ," *; ; -,: ,, 5;'/c(^ ,;u argeme overiat
'-."* ,". : ;;:. "- .*": *- r~* r\-. -: ...-.-^. o. ". : ..... '--.'*"., rn a S,"?o -,'-^ A y. ...
EXPOS!'[S UNIVEIBS 'IS de LYaO de 1872, de VINNA de 1751; 7l6E'J'i A, eltf
:- ppareIiows &Gazogeneos Cohtinuo:I
S"0" '::I :" pO,. o FA 3 CO Io 'SSTRIAL '
1 DAS- AdUAS G3L8ZODSASI
". ... ":."; ?-" 3ys aa "rondollot, privilegiado ei -
"- ." Fr.::(' i-.a i lze: ec..iranaciro., o uw ico do Ij ,
-.' '.. pcopdia ...uia 4 conal.amua do gas, o \
Suhico n' n 'aj,)n- Pharineria Central
"" do i'oe "' P3 de Paris, tabord,, dosp. p:
-'" a: ete d.i Ccm..Mlhii Verol tra-satuar."
Le" e .ta
do g" fa-sa moelhor. e p o.pre-
a omot-v.m dos &os *beio
Yes.pW i esrvar.
~Fetptooa of
e- 4~l .-
nni '
!i! ata


Si .-. II


U.,
-v


amze que para ao omddaesif
ti artigo na p __ _.


0 doutor Cosine de Pe-
j34ora, 4 a dtie sag via-

(ijca.
-Sues .onsulais sero dau:
."dp -9 As 11 WM .44
rrfmthb od os dsm, 4wbiv
aos 0q.iigop; pp oentW e
-olbl* : Ie garganta, nos tn-'
(,yiples, gprao rc4gdos ,
mO no seu escrptrio i vac
to Iale*d r A 14, p- pr.-
to anamr.


Tdoo reconhecepn u tiidade dq e9t#te-
cimento como a
qonfeitaria do Camip
porque alli se encontra sompre e a qualqer
bora oseguinte:
SPresuhtoi preparados
Peixes assados
Peris chpios e assados
Roastblefs -
Empadas _de galinta.
Padinq inglezes
otop'$.ditoi
Paoes-de-16
E. jn9os para chA
Cliqoola-e
iioopei^copi
Dboces de calda
Frdctas de todas as-qualidadpds, e tuO q pue
pdde enriqueaer jna boa meoa .pra moivd-
dos ou out'ia qualquer funccao ; assim como
aprompt-se bouquets para noivas. etc.. etc,
Tudo Isso-- rua do Imperador ns. 22 e "4
Consoitaria 4o Caupo$
Unica no seu genero.


Recreio Central
Rua do QQuaimado n. 59 10 a44pr
Primbiro estahelecimento neste ge-
nero pelo gosto e asseio corn qtqe 6
acha moatado, aberto recentemerientte.
Os Srs. amadores, encontrarno mui
bons e nov.>s bilhares, jogos de do"i-"
no, dama, xadrez e outLros; boas .bQ-
bidas, como sejam: champagne, cerve-
ja de d(iverpeas marcas. 'icores dos me-
IhUres e vinhos; laiiches de di~ers
guralidades, bolos, cafd, charutos e cl-
rros. Os proprietarios deste 'etabe.
lecinento para offerecr todos os nreios
de aisir"cis, teem as disposig.est4so
frequentadores um born Iiano, ones
mesmos po'lerao passar algumis hor-s
em complete enlevo.
TABELLA DOS PRECOS DO
BIIAII A
Die, Noite
600 rs. r:'.-hora 800 rs. por hora
Rua do Queimado n. 591o andar
Borr.cha pak liinas
Aos 3,000 kilogrammas
Rua do Coronel Suas suna n. 2,
esqui.na do patgo do Garmo
Mahoel S.arep de Olieira & U. avisarn ao
iespeitavel ptiblico que receberam pelo vapor
brasileiro do nrte, de-sua cota, a quantidade
acima da especialissima borracLha, cuja foi es-
Colhida a caprinho por um proprio que expe-
diram, nio poupando esforcos nem tao pouco
iespezas. para bawmatisfazer a espectaliva
dos numer6sos freguezes ; portlanto resta di-
ar (ie OS a iin3ianles pgataii ,o respective
iaqposlo ou liceuea de 500$ .fi ciw giB' munici-
p,, 4e que duvidar ventb v^ 2pIv 1 que se
af6thn habllltados a dlzer, qdie nh escala em
que preten(Le mercar dito artigo nao terao por
certo competidor.
Assim, pois, levargo os freguezes a garan-
t u oua S peWl o preco mais
p ._a.," c 3wOWAIf escollier :
rtafe : na rua doToronel wuassuna n.
.do Carmo. .


r ^ y1Ha seis afinne rogAo Sr. Ig
r do grande'Vftefao nacio Vieira de MeHol, escriB na cida
t~~rn pprjci quo so
,,4'ar na a a pedl AA i-teInumaD. qun ye
nGo.nes de .s nha a r igyjd@ 1Caxiasn. 36


Poieviavr, ou. mandar.
E se mapdasse aquillo que 'otiva a
darji-1 ,a ,qL NMja qmpondp
urnPlht4,lpa ser cantAda, 3. viola
qual logo aerA puIiuzaaa.

')tl i Alma ,
a escrava IDtna, -egra, Odade 42
*a- n~n .o.Qa, 9j ,Bw Wr i0, estaturr
e corpo egia1as, aWlos i*petos, na.
riz chato e a-s ets ad e dilata
,', .. 9 ,pa'q e a dila
!. fita (&e .f1irite ia %_ba quand(
anda cambalea, olha ei..mtvr para
Schiao e corn especialidade quapdo fall
eo pronuncia as palavras ema bzlbaixa af-
)'I fectando hpmildade foi eseravn do Sr
k H. Leger em S. Lourenco dA Matta
quernm a apprehender queir leval-s
.\ a rua do Marquez de Olindq, n. 59,
[20 ancor, que" sera recormensado.
,il-.e/-3.? qt ]P-- k )ita escravacustuma
d,,, ,>oinculcr-se deforra e aiu-
.... gar-se'p~ra a.ra.
IV A I ", 0,
'^iA~MjWI IA~fjAB *: 1
!<. ,* l-T ,* J m i t ft tjii i ..

Suceesso infallivel! I

h EDI) 1 K
QUE TODOS DEVEM POSSuti! !
Cura rapida da mordedura 'e cobra
e do cao damnado, pdr meio da Pedra
S Mexicana, preparada pelo Dr. 0. Vir,,on.
UNICO DEOOSITO
Pharriacia Americana
S N., 57 -R-tA DUQUE DE mAXAS- ,m. 57
-- gti nQ adei._

J Precisa--e de -uma engongadeira:
Sna. rua iDuquc de (...J I i-./ 4 3 o .an-J
,,I- 4 I


'q-""" ';. -""-.. .

4? ,.- ..- 4


lMuffVB. Niaoavei
A' rua de_. Mfiuel ;w.% (Afogados)
comhdsw6 p461tehaH, n qwl o wutado^
corn algumas fri NW-aiS e dd muito born ca-
pit, idnito pWto 4i4 &iaW ,e.tlwo e dQ
bonds, pasap Fa 4wMt.dAiiiqsi para Ja+
ioatla a :para bsbmws .: a.tratar am ui da
Santa Thereza na. 38, u.tAus da Concordia nu
mero *7..
^[aerose R-dig"osde
Nivei'ra L"ma
< {D#uxitea) .
Precisa-se faIa a -ase setfiora on.
gtcj; de seiu patcJf:ir Jitere :
rua Nova n. 50 ,o .i. d.r.


0 usho depe'o dtesta aeoeditado
aguaidente de canma continia ema casa
de6Braya .Gores & C., rua do Marquezt
d Ohfinda n 50, onde se vende em garb
rafas lacradas, qpQi .rQtulos registrads
noitribuialA do 'eommerckiO. Today gar:
rdfa .com a verdadeipa canna leva por
cima dolacre da rotha um rotuio corn a
arras 4o faoricante, Pauliw. Pires Fal
c4o, sem o que-utWemr consideral-a fal.
sifivada. Os falctleadores serto proves,
sados na forma da lel Nenhum outrQ
titulo usa fp ricanLe eGif s., aguoar
dentse.
Esta excellente bebida e abricada
.sorn todoo ,.apricho e especialidade de
carin.a esc0lhida., Seus effeitos sobre Q
organism sao variados : aquece quando
so tern trio e refrigera quando se senate
calor, porque ora excita a circula ao,
ora augmenta a transpirapio cutanea.
Quando so tra; o corpo em transpira-
cao pela agitaao, am tragoda boa Mas,
sangana evita a suppressaio da transpi.
ragao cutanea, excitafldo a circulagAo e
repartindo.igualmente o calor animal,
Para evitar o resfriamento causado
pelos banhos frios e esta bebida de
Uima reconhecida utilidade, porque exci-
ta a circulacao cuitane, activando a
transmissdo do sanigue dos ogaos cep-
traes para'a peripheria:-e tern demais.
a vantage de limrpar bern p pelle das
impurezas, que nella adherem dos pro.
ductos da transpira avo,. e.entifleter des te
modo, neste orgao de secreao tao imrn
portante, maior perfeihp ew ,e tra-
al ho.
Desta forma, e send de uma.compos
sipo simplese conhecide, e nac con-'
tendo ingredientes nocivos, combo acon-
tpce com-graude nurmero de preparar
dos Vstrangeiras, a .Masaungana dert,
ser pfeferida para o u dos banhos das
toil.tes. U "
Seu Uso e de grande auxilio para as
funcgoes do estomrnago, augmentando a
secrecao dos succqs indispensaveis para
uma boa cbimuicaao dos alimentos.
Emfim: use-se eom regularidadeda
verdadeira Massangana, corn exclusa.o
abs'.luia das bebidas e prepara.oes es-
trangeiras, qpe todos hdo de'sentir seus
beneficos resultados ern "vista da saui4e
e vig rde q ho d experimental
Ao eommerdio
Offerece-se uri rapas para caixeiro, coia
bastante pratica de molhado, e dS fiador 'la
sua conduct: na rna Imperial n. 58.

El!gii t, ixz l t~ieo <
A educaQao da familia pela familiar, I
l "constitue o ensine dornestico, estabe-
lecidona rua Imperial n. 43, sobrado.
; Addici~uiami-ne emas die outras "3,

coret ^mia siil~l, l^is rill qwe set (U a ^dua i:p r
?^dos ^98eollegis g|

Cadelia fug~da
Ina p'uaad^ golodade,, 7^i gigio ao4ia -12 do
corronto uj~ 6adeia4. de Caf;a 0ip ^ egqiqr
tes signaes, branca, colm as orelhas pretas e
'tirma naiha*preta no lombo, a qunal code oelo
hbTne de Lecanda : quitn a pegar e leva-Ia a;
casa acima serot recompeosada.


Uma 'senbora cormpeteBtemente povisiona-
da pela inrtrucCAo publioa, offerece-se para
teecionar 4unimiras eltrat em asa6 parwUo-
ltaes a menrinos deombbs-s sexess, Alem de
primeiras lettras enima trabalhog de agtflha,
desd3 cotura chA at bjordado a o.uro; Presta-
se tajbenm a Jeccionar em alguns arraba des
perto da cidade; quem pretender, dirija-se ao
Caminho Novo n. 117, ou na rua da Impera-
triz, loja do Cysne, que ahi se dario as infor-
nmiOes necessariaq.


^r-VRNDAS-'.
Vende-se um sitio na estrada deBeberi-
be, Agoa-Fria, corn 150,palmos de frentee 706
ditos de fundo. tendon uma soffrivel casa de vi-
vendaa e algumas fruceiiras, pelo modico pre-
go de 1 :0005 : a tr atar na rua estreita do RoSa
rio n.28.
Attenicao
Vende-so ou troca-se urma casa meia-agua,
na fieguezia de S. Jose, rendendo 15#000 men-
saes, por outra maior, porn. quo seja na
mesma freguezia, voltando-se, confotbrme o ne
gocio : a tratar na rua do Domingos Theoto-
nlo p. -', out'ora CalcQada.
Taverna


Vende-se a da travessa do Poucinho n. 24,
com-pouoos fad/da,, e t'iu loal ncaiiaspara fa-
milia a tratar rm mesma.
AOS.SrS. cigarreifos
Fumos Goyaz, Daniel, toiu-Novo e Virgem,
mais barato que em outra qualquer part
vendem emn grosso e a retalho Bourgard & G ,
A i ua do Marquez de Olinda n. 15.
SVende-se
ataverna da xia ViJ l de Nearriros n. 141,
bem afregtrezada e- com poaoos fundos, pro-.
F.ria para qualqaer ptr4napr'Ate.

vev8des1reseG0a'S taneas jbitas. seudo
u& aiodaemB-caixAo. s'Ua uestipovoado, unm
&W Inhis, conth elnc S1ts*frbp aDyeg6
Ostada aie.ftertf- doReetfe.ia B.'Ftenoseco : a
troatar noarua do Marquez Je Otinda'n 60.;


- "- ~ .-- -


w s 9"
i '' ,'w .,i' ..-


Desdeha cuitocomfecio Comooc

sou negociot I IIe apezar. des
tae TOA.ojeaaf..oodtc-Via a" asao
conhecidos. Agar. m*is~do que nunca
esLo resolvi e 4-tf4erein a pregop
Sas me i ue ponSiVi8, eftirn AB
em ttvdo sittamr, noe s6 a espts-
tiva de seus free mas ainda aivon-
tade mais ec que porventurp

*Seiorw4rWaine, if Jolzea, Sostop
es maiw odernas no memeo, a 36,-
laa.q fifiadat^
Lindissimas #t4sniudinhas, cores
fixas. a 200 e 9 -. o covado.
Comp4etosortinheto "4e chikt innas,
.-escjir,03 eja, ai 'g0 '80 e .W-.
nd"., i ews aP e .4d ,a 1ig, pparg 4cao
bar, a 140 Fi. o omiado.
Os mhelhores trxfor4, para vestidos
e roupa de escir%, N y00, 240 e340 rs,
o cCpyao.
Ricos 'qrtqs e .gi;traia transpa,
rente, azuIad, S tWdql'"ra, enfeitados a
renda, a WOa00O corn figudimo.
Ditos ricamtente enfeitasos de retw.
ne a 12.000 urn.,
flitos de qUmtrna ia, pQp j6peq0"o (4.0
feito, o 58000 umn.
PopejUn.s de 40bo e liAho e seda a
280, 400 e 50as. yfQado.
Ditas imitatq'9 de.case!nira, gostos in-
teiramente nbvo, W00 rs. o covado.
Ditas de sOda, puris gostos e cores
mimosas, a -1,0'0 o covado.
Setim bronco e de ,q6ges, macdo.
Popelines *le nOJ4 branch. diverso$
lpre0os.
WVos e capellas para noivas, finnas,
pregos -commodos
L4 preta, muito fina, a 400 rs. o co-.
vado.
Alpaca preta e canto para luto.
Cimales do quadro a t1lj&) urn.
Ditos de caserira, rnuio t inos, de 3$,
4#, 55, 68 e 78000 urn.
Sortimento complete de fazendas finas
paia vestidos e que verdem m uito rnais'
barato do outro qualquer. '
Na rua Glo ,reppo n. 20
LOJA DAS TIRES PORTAS
DE ALMEIDA 6 CAMPOS.


0 ',tf
21-Ri~ Prinxe~o 4e I~r9o-21
on nao visivpl a vera44e que en?
cerra o tituto copn que esta denominado
este estabelqcimroento?
Ni;guem p duAyida Pois tno duvi
demn tarnambem queo s sews proprietarios
rekolveram iguaamente .-nvdr os pre-
es -de tdes a.6 S zenda,.
Provar-*,e-Ax 4 lQgqu 4vq'r a bonda,
de de ir fazer experiencia.
Estpe 4os .igpi tenr os ssguin-
tes, chegado? urtimainente:
.Chales de gorgorao de seda, a 158000
^0S00.
Liadissinimas popelines do seda, lisaq
e de quadros a 1t500 e 2000.
Cortes de casemira, gostos inteira4
mente novos, die.00 ,atd 106000.
Casemiras de c6res e pretas, proprias
para costumes completos, do 3., t
88000.
Pannos pretos fins, de 3oQ000 a 80JCQ
o covado.
Da,massco para colebas, a" 800
14200 o -covado.
Colchas de la e se a., muito blni-
tas, para 2Q0 )Q.t 30 .0 ura,
Gambraia branch bordade, a 800 a
vara.
Algodno tranga~o, 40 palrp,,$ de lar-
gurt, a 1$ 4i50 a vara.
Bramante trangado, para toalhas, a
18500 a vara.
vito iso, a 5Q0 rs. a.yara.
Dito de linho, 12 palmos de largura,
a 350XO a yara. -
C-iapesde sol de seda, corn cabos
de lindos4'ostos, de 8(000'a 18000:
Toalhas $p.d, pgrv b ahos, a
30000 a dzia.
Ditas dA linbo, a-1514000 4duia.
Rodes fmtncezas',dpe cqO A ^OO e
30586W'uma.
Tapetes aivelladados, divemos tama-
i$hos, de 56000 a iOM urnm
Alcatffa irom 5 pamo -de .rlargu'ra, p
18200 a cpaade.
Esteia "ra olno de satla, a 15200.
-Gorgorao 1 v 4*rts, ab00 rs. o
cavado.
Cretones merndoto., d 320-a .500 irs
o covado.
Alpacas de c6res, lisas cpOm istras,
a 560 rs. ; e barato.
Fazendas pretas para luto, a 400) e
18000. -
Meias para senhoras, 1.08000 e 15$000
a duzia.
Cortinados bordados, a 10000


21-Rua Primeirode Margo-21


WIIOI~IAI
DE
FAZE "BAS

Liquidam-se as fazen-
das existentes na loja n.
4 da rua do Livramento,
send chitas plaras, es-
curas e de c6res, batis-
tes de diversas qualida-
des, lazinhas, cassas,


lenos, chales, diapeos,
rotUpa feita e muitos -u-
tros artigqs: vende-se

bahirt k4be r, na

ra- .e i iv n V1e r vg;4 T
(15kIfso : na run Vifl Ne,. 'rW [.L4.'



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quez deO 'rtda n. 21, primei ro andar, verfoA-se
e *gase ourps de cahbos pfW g as
feitas na moda, assim coinmo so rtforta qual-
quer obra a goAto do da6o. s'i. bem so fazem
penteados para casamenltooU bale. Tudo isto
mais barato do que em outa casa.
Tfiituira cht ih
Para tornar os cabelloq rapidastnente
pretps, sem offend a .amiti
'REPABADA P .#
A, R. Ramatho
Rua do Marquez de Olinda n. 21, pri-
meiro andar
Esta prepara#UC seMid bei empregada nos
cabellos, deixa de 15 a,0 dias serm mudar de
c6r. Ella torna-se melhor para este paiz por
ser feita deaccordo corn o mesmo climea: ven-
de-se na rua do Marquez .Qinda n. 1, loja
de miudezas ; rua do Bar 'Jc,ia n. 30,
sts^oaEa6Ioaite tTnaos A' a4 e nthinas;
e em casa de seu author aciq.


Bazar Vifito .-.


Este estabelecimento acaba de reee-
ber um iindo sortimento de leques de
seda e de seda corn plurnp para soe-
nhoras, pretos e de cores ; uvaas de ca-
semira. 1lgqAites guarnigoee e" jarros
para toilette, chicotps de h)leia o de
junco, correntes, brincQs e-voltas,, para
luto e para os
REVERENDISiIMOS SACERDOTES
Meias'de algodao de 1l, 4e laia e de
seda pretv, brancas, roxas o eactpadas
e faixas de lI : vende,,.Qi ua 4d ,Ba-
r&o da Victoria n. 2.
Vende-se Diarios e Jorna es
a 54000 a arroba (15 kilos): na '
rua de Vidal de Negreiros n. 44
"Vende-se
res casas na Caputinga, as quaes render men-
ialmente 20 000, e um terreno em Fernandes
Tiefra, d4e :0 palmnos de fiento e 300 e tanto de
undo, mfiitos arvoredos, corn cacimba, e ali-
erce para edificar u!ea casa, tu'Jo por piodico
preco : a tratar na rit do Livramrnto n. 34.
0om emprego de capital.
Vende-se umr sobradinho A rua do Calabonco
15, I'reguezia lie Sanlt, Antoio;s a iratar na
ua do Apollo r. 51, dos ') As 3 bhoras da tarde.
Vende-se ou t'az-se Lodo e qualquer ne-
ocio cuWin. Uta pequiena taverfa- e corn pQu-
os fund", na rua dontocolomb6'. 67, e
,rante-se o alup-uel *4O : tratar na rua
ijeita em Afogados, &Weufma in. 18.
Lmo0' corn amor se jpaga
Acabam de saiiii do piel.) as Lres.prj"",ei-
idernetas d sLe intLressante romance dbsi.
ulio C-esrr L'il. AS cadernetasgue restana
rti dia a.iEt' ra-.a.,vene,-e iprn10mer ae na
?r. i\A EeOtOhl3tof,'a 100 rs, cMiagtwtia -


* .. '" t *- ,, ,,


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'- .^^ -:- f K '1.'-'.*-


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mf aleim 40

Smote@iecaemtewr AW, cC m mn
.alto, a I1VW!0.
Ia.dociiWos4 (Ugiann do.=ados
.e pniSaOS .
,qc:Wpefaoiob e, a 8a 0.
Dfos pretog e de cares, corn .e srnm
pinr$as.
Pentes diademas para seotMora ; s-
pecial sortimento d puilseiras da plti-
rrxa Mp4dk
PNuIias 4deA cabello,; foma2, 4de
rqliaquwr- fltio, awimn comran aas
parairologio, affinetes de peito, .)in-
cos, etc., etc.
Mwaes pa.ra M.isa.
Opeos artiticiaes, de cores e pretas.
Sip6s do flares de larangeira.
Babadbuhos e entremeios bord4,pds,
l.Udo soiuirpnto.
Grinialdas e vios para noivas.
Botoes de satim, corago, gorgor 0
Fitas de gorgordo, sarja, velludo |e
seda.
Ditas escocezas.
Enixanes para baptisados.
Espartithos de cores e brancos, por
prepos sem cornpetencia.
Orizalina vegetal, para lingir os ca-
bellos e as barbas.
Banha orizalina idem idem.
L;ndissimos chapeozinhos de fustao
bowda4om para criangas.
Vidros para espelhos.
Perfpimarias finas.
Oleo para-machinas.
Tonieo occidental, preparade ospe-
,ialmerrte para o Bazar da Moda. gran-
de regenerador dos ecabtlos.
Sabonetes de glaceria,
Pannos do crochet para cadeiras e
sophas.
Agalbhas e linhas para machines.
Concerta-se inachinas para costura
corn promptidao e concertos garanti4ds.
50-RUA DO BARAO D. VICTOnRIA-50
BAZAR DA MODA

Fa riaht (1( in and im -u-
perior
de Santa Catharina e da Bahia, recentemente
clhegadas, tern para vender a prego mais wro-
modo qqe em outra qualquer part, leltrp &
C., a rua do Commercio n. 10.
.- vape-se o iobrado di rua idald4e
greiros n. 44, do um andar e sot&o, corn 8
quartos, tma .bo a loj.ia proppia para negocio,
agua encanada da companliia d e Beberibe, de-
posito e ba'iheiro do ciiuento cor apparelho
lodo de ferro que suslenta um deposit de 12
baldes d'agua, que .se enche por meio de urma
bomba para ihbpho di ci.sap,- boa cacimba,
quintal corn portlo largo pr a. ruado Dique e
dous apparelhos da Recife pinage, indepen-
deutes, sem r comnmunicagleowiV os predios
visinhos ; vende-se bareto, par s pn dono que
no mesmo reside, precisarpfaaorm.nnviagpm :
a tratar corn o annuiciante no mesmo predio.
ENCYCLOPED-I MO-

DERNA
Veude'se urea EPwclo-
pedia Moderna, cm 30 vo
lumes, cm p :rfeito esrado
de conscrvwtao. Quem
pre' ler, dirija-y e ao
arnbiisIlrador -esj4 iypo-
qnoeS. qQ d j


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^ (p~ t~ s~nl9 p r? .g ^ ^ipi .^ ,| _p yS O 0COI^ _4 8jP R ^^^ e aa W A e ai ap a 24000 o covadh
t ~eWsep ~ ma^ ^aokq. U pretaa40 e 509 r^. o coaQ. -OM^ ?W protfG^
Todos sae.. 9 pepq^r c1wP Coqus Wo Sn.ti... MePiI4 de dujs lqrgqras a 45 es IS Lindasboolnhas de setim e de vell- i o0, duqe larguras.
nolimpar immeiatai sq,.q .Per& I1W .di ts fsbcimw- poya4o. ,..f 1
eque o mesmo acontee qtandod;a hw tw.. t wlPpp OCR ta A $3e0Q ,oco. #4~a m agedn, p .ra c r *
4Suaiar .w quwd?.9 4ocp< pnr ajgu- CColarwihou p d Jos ,eAords v._ Popelines, emos urn varia, .pri- ,e. ,,or.d o
,ut 44Q,40 co~o qao(,36 ae Ioanos, arae
mae. oF;neide ar. & ...dos para. mmera,, BpptIitp .1 RAi,,a o z 9r. n covapo, 'isns pars e
Twis calcula~o qis xgas. 4 se It- paos p denia L s p l as qs.s! para ;0
r* corn os chaxpi^i6 4q$) Gpi Q GfmraS0map'ti mwhora o quoe ha de ilwnos e ^wJreiQi .ie .IP?. SeT$M bdbln.us, .duto aindB p.a- "^ ao a dLz.
kewsene jgaz]. -* .. .droa..uito d.B00 a ,uzi,
_, r~a s ao ceepbre i ve Yen S N ma le J a. Fie us dc Ja,a,4 0 e j 0 dfi, 'uua.Po"r0nw ,si 'tr '
twTlr BS.& desapparep- rpm ,q.4 ,bi^ h ,^ .O rjW (JpflC lias kW,. rsas, l Fnln^.".,n .nlens p hoirhens, I.,, i
qse incoa Wn 9nte. $. tDitop mneaira e etie, a 25(0P es. P .4..j $ ,c c lazeza I | 6BS... 8d 0sada.par hoiens, do...
As clramins garantidas, ainda Plpr Port-audss A Jfe,,e '. Chales de casemira a 24,a-^ .^3W, I sa9., i *(#80 ai ft-,)s0 hoDas a d 4 800 e 6,00
nn c1hindn d. gima 4 Wa0P,o .1 $ C$iM,,o.que ha 4e maw aodpnw : oBW~te co$; *rR a i ,lrt de e ~a 0 t Qft.ado 0 o a d dQ
li osten a..,cbtQquc e*o se qpp- pian-abonm eW* j.IS( UeO.4fW.Q0.,P, Qr'a_ utlzw At'wa w palma de P dz.
0,mat #a ua








hniw com o alor .epp orn o.or, po- jjaleiei pmra i.ti4o e pgt^ m.ijtel oLWOJ gai^ ^ .lJg.elij. 3jQ C if acekgs, par huies,
4ja durar sujlfc anjas. artgos qauew .nndepr s piq os iduhi.. ., .i Ditas pretas, soupe ores,a 700 rs. ; e, QCI.
,tuapM0t" s 0idcfo rtArw%'LO 4 tsJ-lmd V skw .par Ciue4e'eng, .,, 4 de 15200!l K Kuutos o..ros artigos que ss dei
g., 4n)w .s et Mxo p as ia enp" BM 6A ,^QS nhos, tudo corn as cbiariu~s gatpj.) Rtemdo ipife AkifWM n. 3 5 (Coflka4os M^w~os ^ 76: $W)|f tidp e 9MMP~f~a $2 rs*o 06o.10, 4etao ON 0Bi
4as. .so ~|abordo. .
ItanA-.a o.W gisso e a yfjl~b.Q, JAP No-soH ,qau~et*a qs f6 low? ls os acocezas, as wellqes qa teemi -wm _____ -_____
190 4p4Souza Oflr.CSRR 4emP0!@terji4enl4$f.1A9-^ vjs4p, 4$(i0cwl. 9 COPK---P.
RUA DO BARAQ M VKT(O'U Mariposas bresilienes, a 320 e 360 Clii P11
ArIGA IUA SpA OpropM oebciato ja. pC eo
B ,e.-). n^ ,, MI atistos fnisiW ,' 2 pa. 0 p- SRi
71DI10 t d"aeo .u, Bi:S,n .s 'P ^ .. Crupu ,
M6i i"","" -4=







D. Robin. &C. ZSo deic r.it.b1lio, 4.0i les -4| M X PI4 1"eJ
Vend_4so.gipt ua49 41- 4aoel: .
fl9^~otttar sewitOif<-ie d'e "orp ot. Aj.'a n e .o..s.tak .. rul'9'fO/ "' "t ma^ g".'-

........8"a>i?.h<* f -Sde^ ,;^^t .li~ ",'c.,~ im ., - To ^I U A -4s 1 i a. IS e 40 dante, vonde soe e detflda
no-limermZefz do l, Mitima aovidade, a aM a 1 brica do gengilt dFI t- o ,W.
e cod. ;.c. as 6 btv et A PERTIKOIA, quo apresenta,
ipr AP q,.-o Alpacas do,..i.raSo..qaadros a" ayxs e. .-.,,n..oa. a.n, .5lne s, L em -eia o *
4era ver^e enho. e ,fl N NA *. citvo annos deidZade, feuiZ
PopolisoseqtbinM&A pn'39











front* pt aAnd. 400, .SDe.hSJ Tgp,-s caldewa...-p De^WS ^i^tl^( PM tihoi^^kwr L '41^^7T^ # .dt PA **4"4h











Z*.I.4 d cAa(r" a'4c3i# ffImporatidorpas4&m q' ocin4f ofe endoweeuixalrado em amteati 4lt
dres iotiearwen4 ncvosw~tn op *''B& t a ale.p asi~tpuusper w .ppt


U FaeMd, .prst)i'u u nu merit, o--.0" orgoisr ed .e),
do grande~widade. c^re ARWs af 40 Vs. 0 e@va46, i- :* : Racdbralwr 11a~WSSmi.Ifft ~ tii dd'pe1 t~o~oif~b.is "i-Q O f,44;. $ .n4 Qusi pei4 i. 43 a _o-ae aa'h, TI ,9enhonsM v'Wi ulc;ovado. '' 4 jea osfrladesu soraf 4pi f
amiwe [ialww. cata,1r4q 4JestoSi [maceasaOAWO. jm 6s rt Mb &Ce
aver.z,@fii ba i'Mla&. d- Se .on. '" .o..ka,4113..-do q-.W0'ae><7
dop P.,ee .T,, -.pg -.1 tnto tern para oi? 4e ren e a- ,'., ._ *t iB a P fzes '- anco annos do adeqp. eue U
7. ") T. 'fltefdo; dasGum to a a r 0 ito A ns i 4aedaramto e m hear
Ft de h imando, bra eoua' aa grantidas -pr cinaomt ,nf ci e '" o t ....0em resltedop,



:"P:- ... ...... ,o,^g ',, l-, ^caer.'iae' '' **l |; ,aovlet aaeaw^! ibm e~ e ~ 'n ~ -W teuai ^ ^
M dCfl aaa FateudaSproir lute, rneflwi, razoavolmonto bara sodinmon TO L u^pa% tlO x914 d.~i nrgooisee u
A Nqva Esperanva ai-&tisnq e 40 aal; OBB"W C -te,^tt- ? VOndo-setambem rnachina'do tdop jndados mnedicap d uiloj -- n.ita. ;."o.. pphcado oie s


c yai.r,,. ,a ...oS a se~I rffmL 46,=, -13SIO 1 .1W. s:si,"e)4pres pi"'64 rdlo ihnethm. inria
"'SS~oin de., a' ro0e,.. ,409. .i wosas pro 1s. bM,t n",. ,.-i- as bJw, wa.ple. io d ~ e










aM yOder m to barata4 I. pka pdo3PT flo$.. 't e rsl a 9a 4o s6
Ierpa 'e IMSfd wai.. a ttW ..'! ABoritbadcos dasteNiao a part a l t fl.e g.eairli" me-tf i't Orfl p'.^e-: ceMttsbtr;ic4lmo a P.o2mn.e.
W.0caindA pra.44 ~eA9P O-Ciats. tn,aque ho 4e.mob o dore 00 orQWW UP ai "des......49 o'd









L!nto&VtStLd dhI4 t. 8Pa0e W 4O, 0 -e'. 0 04fn' W--- q a s. etm eEW
ocM. prote' ';' : Guardanapofla3t(iO ISS^i-4St'1" ^ 'q Iror 7 ra
Ditadodio, pan machCoines M ) rtetaes de easeni -^eIs, o. i ^n6 2 riabW'btl teq '*nmod B c tte
Fit do {nhopaa eroulaA, a 6 i rs ;gmiqw sgO;S)WUSmm ^a*so t

a' p. ... noie "n' t -Eta.' d6S5" .. r!... !i P l i." -_l,' Stsi oO^svop.b ntnt c 'nn
9 srojdmene
-nRto^w Wa-"'*' a ra t !
a &o highske30 og par pos 0s prOS. NI tee' ', St pl *d' 1*0W.Ier
sfrrn cm as'o: ,histflhi*At4, aWpolioodn. CinrwsoiteWdre~It#seir















vorraf pa be VI sdqoaP rywc- .vipfw res brno -" iqln*A tut aao* / r:i'i. r ''''**" B ipt e r~ipicos niw,
Wpr ^d~ogp .S, Bim'ot cM~eP a a1)6 a '1n i^ nift'r4o^Iawe- 7fwrt8 Nl&bddksAa#'l ft' ^)BE eufih em 'S~e
__ --_-_-7-_-__-__________-________._._.__ UTa~W-e.~l~i -' ,fo inn ecp~iw arai^ ea
Wi~iK"'Caslaetauynpth pan ttflfl dem~e- Pilhoa~s^otfoakf6 aei )$fitM wa d'tt-l^pYM~filk4 $^ idr
ninues, a S~itn.it-t ado. ^l 1ne l addes a bc
WIHH1CI' aortes de casorire44imr-cres, Iq5S) euavro e qn m---- .- xtA.0o t 4e ds' im dar esta na ma a .*s rfle 1o
RUAtht DOh nb ilntrut, *m A* YOEM Mariosast enes, 'a 32 0 e ioal so tt
BUS 'DO @r,40 Ib!SPG 12.-t Sin ana Pbuotom0 pdrno s nta M45


',RUA 'DO O, ",l corn barra de c.,a4M0f P 6*7.7',-,?l.' .. '" r t '4et.,.. '"'" arque-xar oflri tme a
-~ ~ i -s ..' ^'' ^ ^~tslip*, '(atla 'n, tall ^af ^ B^ S^ e iat~ai^ ete^^,^
J vwW i-i ,e- ~ -,.1,
~nrs,~8 41 p %TII#* t-8'o
FtWAlg. o n4. *m m .,o. = ; ,. ., ,..=.-F l ,
"e-tas'eotta^ sa^ iif ......** '^ ^^ ^ ^ ^ ^ ^ ^ ^ H ^ ^ B "' *:-' *^,'i", "*Bi. "i
r o .e~ ~ .. ; ^ ( E ^^ ie .. .... '- ** .". .....'*
doc e ... .latwu -
Popelies de lia, com bonita's tme kt s,
aseW.inada,!a .20 rs:, Icovado RToatas.felpudas a pt OOa Sudo BarEg e di 1 *.., .. .
Dalascow ST..es iuda. ...s.A ...
ins, a .00re. oacovada Leagos dq W*MItV
Fust=- layradose. brw-o d adm zia. E. I ., .' -' ..
w, ae :400 :6 M0i;o oo--w. X IT. ,, .
a,,4stSI h-rofoov77. .
cbia..b-do
I A'
',' :* ;~'"


1^~~- -^^







A'A
.OP,. js,

yop, w. 0.,,,.


vluwA o(gw^i aoq j 9^ a
Gr ._avstnS .eI)J`` i -u .


o Haburgos da 400 a..10 a a
o, stores escu.rs a Ia
i obrorsescurosa f^ '
SEnxovae. para baptisado,,di f .
o0 305000.
SMariposas todas branch, muiip hrp
a. nitas, a 4,80 rs. o covado. '
a Fust6es broncos a 800 rs covAPo.
Esparfirnos pa'a senbhora, do ';x
i- -00O .
Vestidos depercales parq #enbor.,,
a- feilo's,de 4500 a '50O.
0. Cambraia branch a e 61000 a pe.,
o. o que ha do melhor.
C cintos pl'ira argacar vestidop, 9qjec-
a to de muitu gosto a 3000.
Captfas corm Ne 6os, para noivas a lOI
.. e 1"21000.
Luvas de pellica. brancas, tanto'am,
)0 homtns como para senhora's, a 24
Rde., paI'a dormir, o que ha de 'ue-
a !hor, a 165000. '
Bramante, 4 larguras, a l61"i a ya.
is\ de mencionar, prra nao se tornar eqla
LZiR DA MOPA







i- leAquin( rFoieec, t"ri
< kn C E R "
a tfppoiwvwl.so ny4? 41
os, 49ptfles, .( ^o iwW ^a
)mnrettidos; e por ist nOvas p,
n qpe.a applica A. qflpo rrpep q .uel}.4'..
os periodicos Innag zes #4. iesina a m"il-
'Mou.geois de Faverdn. phrmmi
ej-aroebndome fuaddo o que ..e e io"
se convulsa, em tnsequenDcia des aubetaet.
o, pei ao ;*. Bat thiou.o E'eiacaq te
mapdwse preparaJl-aeg,tw4o 'fowmi
desse ipplicair;.treeAldqte4t sskfdlw i
inhba.em asp deo' am o; 0,u0m. ,4bib
restabelecidos, oesdej.tloao a i, Mp
,,.sendo inolael o ique utithfa"e -l'sp
idaql .. ..r,
av.rdr., njo, e pOv.e8osoo smwnte nu- toflse
atisfactorio resultado nas-tosses ittrnaA :e
no. iiive ,cea.,iio ,d arreporp wiideM $Sd -
o tao lisongeiros que, dcpois AetSia 0
n4Il-o aos ieus colleges eowu u. ilwtq
rita qpe OtsaSbpepar4Xq .tuq"t IM0
rg ppjpitein rQWR4Wi b 0GW ,W~ss& 0W a
01s paip SPe npressnm de compral-o. ..
*i' prqpsreJ o pa pynacia o _r .r1M-
Aiioo a&.- 4bs&iw a ,saL ,-raod
Ydoze aDDno, 'iRm^T, '"o ebta diie
. a iJi. naqi l,, k 'g '," E A
Ie. E~se xarope 6....- gwdav#, p-l.
, "e'em alguns determir ;mieP ub.ior
i queo eaporiwwltan ;ii -tUv 011 gtaiinto
oe devido n ac(qao de-u,,,, das substancias
;, ,*-, ..' :.-(! -'.,".,
Itten.hr preparaoes phurceflti'
ru~wtidade do siuqtappjaHtw1cin&OB, a.)
0lai9, exPedrineuYp :teiimafl^B .
-qTe presto u mkve 'i" ts>
ollecas, escidr 0 "e ,J iif_^ rl1!*? ^


rpaaom de Mr. Beurgois do
"lt alli se aeham estabelecidms e i
In'. "" y ^ ^
s4[uim de Aquino Fonseba. ;
n .l .. '. ,


.4
W,.. ^ -
.'. : ; .. :. .. .. o:

:.... -:g :























D 1)as i rpiragsi 0 poeta nia se
insiraViat. era ispira/o. ].Esta different.
0* 81wqlge. 0in; i airudodotLao d.
S atureza, e o que nao 6 fareja, proui'a
a inspiraab. Dante, 6 urn dos inspi-
rados; escreveur o q ue no vio, mas
porita-TOe a expressao, o que ,en-
to. A sua Divina Comedia pass potr
ficticia: ondeo poets foi busca, quel-
les horrores do inferno, a par das subli-
midades do paraizo ? Em st, Dante,
Milton, Camos, Ho[mero entrain para
mimr, a classe dos inspirados: sAo ge-
nios; para melhor prova temos Miltoi
que, depois de cego, escreveu o s6u
I ParaizQ Perdido. Agora, quanto aos
I outros, nao sao mais que honecns de
- talent. que buscto em que se ins-
S pirarem.
S-- Mas entao os inspirados paia que
S litha procuram a solid5o.
' -ltra que fiquem completamente
a atractos ?9
S ,N'esse caso a alma deve tom:i'A
S umra grande pate, disse Julinha.
^ -. Certamnente; a alma e i poesa 6
uma e s6 cousa. A poesia e o orgao
da alma, por ella a alma fall. Mas
sou tambem forpado a dizer que tudo
isto se contradiz, se a construccao do
S individuo 6 imperfeita, como diz Aris-
toteles.
Sr- Mas se tulo que vem da natureza
6 perfeito!...
Eis uma das contrariedades a' que
a sciencia estA sujeita. Esta material,
S discutida ha centenas de annos port mi-
Ihares de philosophos, continia ainda
a ser. Uns aos outros perguntamrn :-o
S que d a ahlma? em que consist ? Sen
resolverem este ponto princip ti, tao
podem entrar n'aquelle outro tambe,'
subjective, embbra secundario. A seien-
cia, dizetm elles, nao nos p6de dar uma
exacta definicao d'almna, se a mesnma
sciencia depended della, assim cornmo a
creature do Deus ; portanto querer-se sa-
ber em que consist a alma ,d reVol-
tar-se contra sua mAi propria.
S- CorrAtudo-isso, deviam melhor al-
legar essa impossibilidade, Alberto.-
Quai? a da inspiragao ou a d(i
alma?
A da alma, se a inspiragao e ui
ponto secundario...
S-Allegatn-n'a, Augusto,airegam -n'a.
Pordm como ?
-- Figuradamente: pondo a sciencia
n'umna aureola lucifera, que d'um ex-
treme [queo 6 o raciocinio) A outro
I|ue 6 a razao], acha-se como o zo-
diawco interyallado do cassiop6as infal-
liveis. Formada -a bypothese, v6-se
que nao se pd6le conceber a alma, em
razaio della ser a origem das rrrmasmas
cassiopdas, assim como muitas vezes
S ignorarnos de que qualidade on con-
sistencia e a material que alimenta a
chamma. Ora, visto que as ditas cons-
tella96es nunca se extinguem da orbita
do engenho human, claro estA ser
ella, a dita consistencia, a alma; e esta
urea estirpe sempiterna ; .pois que, fun-
dada no seu compute, reprOva, appro-
va e continua a dar o just quilate o
que de si foi e ha de ser prom ulgado
aos signios de baixa esphera, isto sere
admittir a methempsycose, ja so sabe...
-- E, de feits atalhou Carlos. cono
tributamos admiracao a tantos genies,
e isto desde 6pocas tao remotas. como
sejam A Homero, Demonsthenes, Aris-
toteles e out-os ?
--- Pelo estudo, pela.laustra9ao. E
J_ demais nao posso admittir as impossi-
| bilidades ; responded Augusto urn tan-
ta descrente na doutrina exposta por
aim.
Pois bern, meu amigo, "tenbo-o


FOLHETIM


0 MANIUSCRIPfO EATERNO
POR
'ENRIQUE PEREZ ESCRIWF
VOLUIAR UI


LIVR,) IX
[Cont-inuaco do n. 28]
GUERRA ABERTA
VIII
A FEBRE DA FOME
Infame! digno servo do general
Lostan I
MiWo system de insults 6 esse
que emprega commigo.
De que outro mnodo p6de ser tra-
tado um miseravel como tu ? Deixa-me
morrer e nao me atormentei mais.
-Tudo p6i3 combinar-se, se quizer
-.respondeu socegadamente -Santiago.
-Primeiro entregue-me o document
que popssue, depois passe umar declara-
Gcao, dirigida ao general Lostan. da qual
cons te que Daniel 6 i ho natural de um
miliar que morreu a Havana.
-- N-nnca, ,nunca !-exclamoui o ve-
.hIbo corn energia impropria da debilid,/
'de ei que estava.
A deelaragio estA j4 escripa e
guardada na-mesa da calbeceira. Para
r 0da 'ii rabatho A saa imaginagqAo, 6
4r' 1i0A6a e signo!,-i entregando-a de-
fta, c m oodocurenoto quo pos-
.0, poder& sentar se soce.


so, conodisse Ai4lbni
val-a escrweveua em thegsse-s-waiitthetsdI
f6z eem- quoe IA p so a ds ao
itbySmo plos degroa s 44a pneuwmklo
,gia, porw6m sempre- atrevas,- e q
depose de minuo mrnrtiicar-se esbai'ra
coam aguelle celebre monossytlabo -tan--
to irrisono qunito predllctod 4e' quemn
qiuer -ser protogonista -d'umii taf[trage-
dia psychica. -corn .o ac ado, como
eu ia dizendo, eil-o que-pressuroso che-
ga iA luz da publicidade e vozeia por fim
.o bomrn recalcitrado-eu 0 philoso--
pho nem seqjerteve a lembrnqa de'
Diogenes-emr levar urna lanterqa accesa
para nao Aar tantas esbarradellas em
vi.o.
Sejamos francos.
A vaidade humana levou-os a fazer
corn que elles, cadavers vivos a esse
respeito, negassem os mysterious para
glorificar a cane! No quero ser deis-
tL para me dizerem que: admittido
Deus, devemos negar a possibilidade de
estudar scientificamnento a sua nature-
za, o que oadoptando-se, seguimos a len.
da de Vendante A s6 Brahma existed e
tudo mais 6 illusao? Tal'd a philoso-
phia oriental. Aqui s6 o positivismo
Gom effeito ; comquanto na metaphysi-
ca seja admissivel vinto e cinco printci-
pios das cousas, comino ensinaSankhya ;
corn quanto na psychologia soja admis-
sivel as doutrinas de PlatAo : em sern a
s6de da alma a cabega, o coragao e...
intoo dizel-o) os intestines, nao dedu-
zimos, repito, seni.o contrariedades.
Os facts demonstram; o nosso seine-
lhante attest; o individual affirm ; c
a natureza continua a zombar daquelles
que tentamrn investigal-a. Assim como,
se a alma 6 um ser soberano ao homom,
se o home deve corregir os seus de-
feitos ; se o aindividuo deve educar-s
na boa moral, pergunto :-o home
deve ser escravo da alma ou a alma es-
crava d) Iromem ? Ei. aqui urma per.
gunta banal para muitos e bastantle
scientific para poucos. Estabeleco o
ponto, mas nao o resolve.
Moleque! traz lurnte...
Pois senhores, estou comn fome;
annotou Augusto.
-E o que faz que nao come-? ..
E' o que vou fazer Julinha, passa-
me esse queijo... e, nao perdendo de
vista o aparte da excentricidade...
Everlade, exclamou Julinha;
quao lange est mos da narraiao pri-


mnitiva...
Devido As deducqdes, 4.; deduc-
c res.,. has retrocedamos.
Pois 6 isso qua vou fazer, conti-
nuou Augusto; nao perdendo de vista
o aparte da excentricidade do semrpre
chorado amigo e peb., vbu lembrar-
vos o que se deu entire irim e elle.
Gustavo o poeta de, as vezes, ir*-para
debaixo daquelles cajueiros, pas.ar a
sdsta. Logo que alli chegava, armava
a redo, depois deitava-se e lia. N'uma,
destas vezes. poise ; quiz eu pregar uma
peoa a meu amigo e fui p6-ante-p6 pa-
ra ajPoximar-me da r6de, e d'abi fazer
o brinquedo.'
Ghegado que fui, pensei quedormia,
por vOr o homoem immovel, o que, na
verdade, se ;,s~m fosse, nAo podia p6r
o brinquedo vin pratica. Estiro o pes-
co.o pars ver se de facto dormia, e,
vejo o poeta corn os olhos tao regalados
serm pestaiejarem, e tao fixoe na copa-
d-t do cajueiro que tomnei-o par morto
Isto fez-me mais approximar: mas que!
de repent vejo o poetas -atirar-me corn
o livro A cara : -
Saltar da rede e por-se em guards,
foi n'uma rapidez espantosa (,.onheci
que aquillo provinha d'um engano e
sire; eu morrerei, mas no mundo fica,
feliFzmente, quem me vingue.
E o velho cahio no sopha, comao se
tivesse esgotado de tolo, as forcas. fe-
chou os olbos e foou irnmovel
- Durante alguns segundos, Santiago
contemplon em silencio o pobre velho
Repugnava-lhe o papel de verdugo que
estava executandominas a gratidao que
devia ao general, obrigava-o a obedecer
cegamente.
Receio be que islo acabe mal-
disse elle por fim.- -
Hypocrila! replicou Samuel-
bern sabes que s6 depois da In*bi nRor-
te teu amno p6de viver tranquillo. Pars
que me propoes-uma allianqaque nao
p6des cumprir?' Seria mais generosida-
de cravar-me- um punhal no peito ou
descarregares-me urn revolver na ca-
beCa, como fizeste em Horche. 'Desie
modo, teu amo respiraril livremente.e
eu acabaria de soffrer. ,/
N--NAo se deseja a sua morte, mas o
seu silencio.
Mentes '.
Assigned a declaraAo, entregue-me
o document e aeabdrA tado.
VaT-te, daixa-me; nuxiea annuirei
po que me propoes.
SE Samuel, voitanda as costas a San-
tiago, cobrio o rosto dia srnbOs.
flepois de a mo a do Asilendio,
Santiaga uardoixt nrCoto as iguarias
quo trouxeta e disse:
Venode otreeam tres hoa.s, pro-1
por4he a paz, respondeirnoete ar
'eom a guerra; io 4 poj*a,.iiq^a nil


-- Dui:d iaeto, .q do, .oi9 um
al tnoo-:flran.o a '. "
- Vafnbs para a Aala.
-Julinba, aoprimo? .
Conclui 4ue a maior part daquellis
espiritos estavam preoccupados pelo di-
vertimento. "
Todos levantarrm.se da mesa e fo-
ramrn-se chbgando p 'ra a sala, a -qual
:nodesta, bem acceia la e bern dispos-
ta, tornava se bastante agradavel. Na
frente da-casa corria um muro, de mne-
tro e meio de altgra, formiando unna es-
pecie de Area conu pilares fnos 'quaes
assontavam-'se vusos do variadas fl6res.
Pelas janella, enramavam-se as trepa-
deiras, vindo depols formal um doeel
pela engenhosa- latada feita por Au-
gusto.


A mesma aura fazia-se alli sentir ; no
piano tocaramr; cadeiras d balango vie-
ramn.para o terraco, as quaes s6rnente
foram o-cupadas por v6v6, Augustoue
D. Mathilde; e n6s outros fomos dan--
car.
O'cambio estava baixissimo, segundo
Carlos, por haver dous cavalheiros e oi-
to damas.,
A's duas horas, Augusto me veio con-
vidar par ir ver a caehoeira. A's tres,
eut Augusto e Carlos entravamos no
band, e at parece-me que, assentado
n'umna d'aquellas pedras, fez um pane-
gyrico ao nosso chorado Varella por ter
sido aquelle o seu lugar predilecto, e
mesmo para mostrar-lMes que 'n'outro
tempo tambem foi amigo do poeta.
A s trees ach-vamo-n'qs em casa e As
quntro estavamos promptos todos para
montar
Agora vereis: -
Moleque cadeiras...
Juilinha aqui estA o meu joelhp .
As minhas luivas...
Ai! o meu chicote...
Bonifacia! traz agua; eston corn


sMde.
--Voces querern ver que nao parti-
mos senao de noit-...
O1hai, v6v6 como meinta...
Ora estas! que lembranfa!...
-- VocA assim nao vai bern; esse ca-
vallo e arisco.
(Ji! entAo nao o quero...
Tinha mesmo muita graga uma
queda de cavallo; e entao .para mim
que ainda a nao vi: mas dada por mu-
Iher, bern entendido..
Isto foi dito por Cbrlos.
E, primeiro que encurtassem os es-
tribos, outra se counfirmasse corn o si-
lhao e toda aquella comritiva, composts
de quinse pess6as, d 4sse a voz ae -
prompto -, e)ouM ut bora.
A marcha foi regular por casa -de
v6v6. Carlos ia na frente corn Julinha,
ora a galope, ora a passo. Eu la urn
tanto envolvido rias minhas reflexes.
0 Acaso, -esse grande phenomono, ti-
nha-me levado aonde um dos primeiros
poetas do Brasil, fez n'algum tempo as
suas meditaC6es. Quantos suspiros,
quantas lagrimas aquellas pedras, a-
quellas arvores, aquella cachoeira, nAo
viram e ouviratr do pobre amigol. .
- O' Acaso! quantoa es grande, subli-
me e amigo -de soccorreres os que mais
necessitamtn !...'


E'eu que o diga! Sefosse a to
mar nota das vezes que .) Acaso -me
tern auxiliado, passava de bilides. Rara
6 o dia que deixo de necessitar de no-
vas lig6et, de tirar duvida., de compil-
lai methods, deconsultar diversos phi-
lalogos Ora eu, que muitas vezes ne-
cessite desta our-daquella obra, vou as
livrarias e na&. as encontro, porqueI es-
nasse a-4lelaraga. cai-aria a deseepe-
raQao de Daniel. Ah I ngt, nao serei
tao cobar'e. Cumpro o meu devermor-
rendo.
', Samuel dirigio-se.com lasso vacillan-
te.para a alcova, apoiando se aos mo-
veis para nao cahir. Tiroan -'m papel
da gaveta da mesa de caheceira e che'
gou-9 A luz do candieitro para powder
oer. ,
0 papel continha o seguinte:
( Sr general Lostan :
( Em nome da pobre Angela, da des-
consolada mai, da iffeliz martyr, que
ja nao existed, agradego-lhe infinmta=en-
te'ter occultado a Daniel o nome de
seu pui.
c Guarde, general, o segredo do nas.,
cimento desse rapa;, quo elle nuca]
saiba o nome daquelle a quem deve o
seie e cuaa conduct a vergonhosa no
exercitofoi punida corn uama sentenca
do_ more affrontosa.
Eale naro existe ja. De quoconvi-
ia,-pois, martyrisar o eoragPb opur do
seu filho? Deixmol-o viver na 'ino-
rancia, estadafcenhvees nmas fo'iz, para
elle, que tern ua alna pura.--
E grande o sacificio do generals
guaidrndo silnoio, b ei,, e princi-
palmeufe desd que Daniel se atrevea
a fr osblisna nobre e virgm flha
V. cgxc., a _;a u ( ,pde
i& Co t Te I 10 Lgheral poderia,'


(


-1


0 O Acaso- pOr urn jorna
Squal 6,nbruihava.me `meia
qhgid6 I veiqo' dieri-me *que,
stav,, ise"to -da critical, co
mta asserC pelo Mr. Bitaul
revia-: ;- tIIQmero; na sua
eva Ulysses aOsie de sua fo
i aspekto de meendigo para
conhecer a fidelidade de sua
como era de uso n'aquelle
dona ounmesmo alguma crial
iun days hospedagem a qua
r6a, lavar-lhe os p&s, a criad
siAoque lavava aos de Ulysses
ceu o por causa de uma feri
n'outro tempo havia recebido
bate. Ora,.segundo Bitaubd
era na caixa, logo acima
como podia ser'vista se Ulyss
vava a tunica um pouco acir
nozelos ?
I)ecididamrnente o Acaso 6 1
heree! Por'ellte, Guttembe
e muitos outros fizeram desc(
portantissimas.


A's sei; horas ehegon-se,
to da bella rapaziada dosap'1
de Carlos, em Machanmboml
ji tinha chegado as iguanias
vam noforno, jantou-se, dep
se, cantaram-se quartetos ;
por instancias de vO6v fez-s
o amigo Carlos, corn a su
qual tocava soffrivel monte
urma symphonia de Mozar
nhada a piano.
D'ahi fomos a novena. 0
tre, assentado n'uma poltrot
ao lado do altar, marcava,
brapo, ora corn a cabega os
dos versiculos, fazendo ao
po, uns tregeitos com a p
que bern me fez lembrar
quando eu em-pequeno faz
gro, A algum college da esC
Em volta delle, em p6, e
dez ou doze homemzarre.,
bados, cantando. Havia mi
las; mas emfim era noite et
acabou ao disparar-se uma
de fogaetes e ao repicar do
Fomos para casa. A' mei
qual recolheu-se a seu a
quando eu estava deitado e
gando no somno, Carlos d
trepitosa gargalkada.
De que to ris? pergi
Do Gustave le mauva
Paulo de Kock, que eston 1
Ah I...
Peguei no somno.
Iv',.

Tinham decorrido cinco h
do fui acordado por alguma
Aperto mais? ....-
-- LA rebentastes o pass
Pws tu queres um imr
ComP impossivel ?
1pertar o esparfilho
permitted o teu corpu .. ne
se pode andar, respirar ass
E a 'veio um grande bum
uma tamrnpad'umrn monstro-
lha ao fechar-se.
-- Ai I Dindinha !...
0 que foi?...
0 alfinete que me ch
ne...
Oue diabo de bacutho


; to pareceti-rue qtie .n nclila
-- eeume que, d, inc.,"'i

m ki 1ai: Emfim n -ao rar'ebei ..,-ail
4brto-rHum?
Vamos-a midea. *
1 feanez, No ,tinaa que recusar. Levantei-
Sdaixalde mei, ben cotra minha vontade, ao soe-
rnangue.. g..0 o toque, entrava eu nagreja a equal,
infirmando ainda em obra, mo.trava .omtudo qae
bd. quees- viria a serbem construiidae b6nitinha...
SOdyssea, Mas permittAm-me : -ji assistiram a at-
imilia sob gumna missa no mattb? Pois 6 succo-
mnethaor re- lento I V6 -se cousas bern extraordina-
esposa. E .rias, A par de tantm devogao. Cada mo-
tempo a- a, logo que seja filha do qualque, fa
da da casa zendeiro, 6 acompanhada por umna aia e
Iquer pea- esra portadora d'uma grande esteira da
La na occa- terra para a sinhd s6nente assentar-
s recouhe- se... Devem notar quo eu-ndo fall IA
daI que elle daquelles altos sortoes ; fall d'uma vil-
n'urn com- la proxima da c6rte. Ora, spgundo a
a ferida theologia, isto deve ser prohibido por
do joelho : diversas raz6es: a Ia porque. s6 aluel-
;ses concer- la esteira toma um grande espano, pro-
na doi tor- hibindo mais alguem ie nella assentir-
se; a 2a porque, nos temples, onde se
am grande celebram os acLos da missa, nao ha corn
rg, Newton certeza essas cousas quo obriguem os
obertas irn- devotes a tapar os narizes, salvo se...
rais isso 6 urn extraordinarissimo ; a
S.3a porqrie dao apparencias de mais se
iinportaremcom as suas toilettes do
corn espan- ',ue cornm o que se pass no altar; a4
apos, a casa porque, quando os prlmeiros descobri-
ba ; e coma dlores e propagadores da f6, quo foram
s que esta- uns grandes senhores, homenc exem-
)ois danuou- plates e que hoje sao santos, manda-
a Traviata yam celebrar estes actos em phizes-in-
e ouvida, e digenas e ao relento do tempo, nao ti
a flita, a nham sob os seus joelhos mais do :jue
, executor a propria terra, etc. ; a 5, finalmente,
t, acompa- porque querem dizer cornm isto que di-
minua-se as velas ao santo para assim
padre-mes- haver dinheiro, atim de comprar-ie
na de couro, uma alcatifa, porque nao querem assen-
ora corn o tar.se no ladrilbo. Pois e pena que
compasses tambemn nao queiramrn seguir o islanis
mesmo tern- m o acerca de suns eremitas... Mas
hysionomia, deixemos estas edusas; e como nao pos
as caretas so ouvir missa senao ca do meio di
,ia, por lo- rua, A especie de soldado, ficarei para
cola. ouvil-a quando tiver menos povo.
stavam uns Vejamos agora este chiar quo- m
bemrn bar- chega aos ouvidos.
uitas mogoi- Carlos e da minha opiniao e segue.
tudo aquillo me, deixando s6 D6df corn as senho
a yrantidola ras, quo emfim Ia se accommodaram
s sinmos. Principiava entao o crepusculo do dio
[a noite, e:dia festejado, minas um crepusclio que s6 no:
tposent, e, camrnpos 6 dado ver-se Os gallos can-
Squasi pe- tarn, as estrellas menos reflectem, (
eu urma es- edo vai-se azulando, e por entire aquel
les arvoredos sente-se aquella pur
untei. aragem que s6 se exparge nas m.adru.
uis sujet de gadas louqas para vironos excitar o rC
endo. rise.
Mas..., dizia eu, d'onde vem esht
chiar?
Devem ser families quo cheganr
das fazendas. Vdmos ver.
oras, quan- De feito; atraz-da igroja onde tam
5s vozes : beoh aeba-se situado o ceriterie aca
bavam de chegar diversos carros cober
idor! tos corn culchas encarnadas, corn es
possivel !... teiras o paxadus a bois : n'uma tern
onde qua-i tudo 6 de esteira vale A penw
nacs do que ser-so estereiro. AcOmpanbavam este,
n sei- coano carros alguns cavalheiros- e urna escra
uim... vatur5 immensa, mas a pe, vesLida con
!-feito p)r sons trajos domingueiros. Apeiam-s(
bahu de fo- os homes, saltarn as senhoras e entr(
estas v6-5e algumas barn banitinhas
Maior part erami acompanhadas s6
mente pelos feitores, os quaes.de ve;
egou A car- bmquando' brandiam os seus cacete,
pars scientificaremn os rapazes da c6rt(
*. ecsteh? ... qu, da mesma.fonma Ihes brandiriami


gritou de meu lad o armigo Carlos.-
Eu mesmo da cama, cheguei a apal-
par a parede para ver se era algua ta
bique quedividia o quarto; pordm ella
era de tijolo... Por onde diabo se dei-
xava ouvir toda aquella conversagdo ?
Ah sim, 6 isso mesmo! Gasa terra
S I '.........
tir uma e outra vez perguntando por
seu pai, o infame inventara uma histo-
r;a terrivel, que levara o desespero e a
more ao coravao de Daniel!
" Isto disse Samuel quando concluio a
leitura.
Nao, 'nunca commetterei some-
lhante infamna -exdaamou elle ra,;-
ganAo o papel e arrojando os Redajos.
Prefiro a morte! -murmurou per
ultinmo, deixando-se cahir sobre o.so-
pha.
Deixemos, pordm, o doctor Samuel
entregue as shas tristes reflex3'es e si-
gaMrnos Santiago.
Na ante-sala da casa que servia de
carcere ao doutor, estava urn hornem
dormitando, sentado n'uma cadeira :
era Bonifacio. Santiago abanou-o rude-
mente, e disse-lhe:
-- Acorda,
O querha?-perguntou Bonifacio
esfregando o olh'os.
-0'veiho d teimoso como urn ara-
gonez "
NAoi de'e. '-
A nada. e esta a morrer de fome.
Qie pena que em Hohbie...
-Aguas passadas no -m6em... Bein
16 o.:foiara i6 f os.. -r
R-Eo.qus pttionas fazer?
Ka usoi I Yaia.Madrid.
^*::^1^1^^^


ovelhilI


no lombo se tivessem o arrojb de que-
nreremfallar, pilheriar ou mesmo namo-
r.car as meninas
Ora, como ellas nao puderaun entrar
na igreja para ouviromrn missa, trataram
logo deentrar naqueiles botequins quo
aili haviamn sido feitos de improviso:-


drid ; tu, entretanto, fica do sentinella
a essa porta; e nao durnas.
Descanga.
-- Sabes qual 6 a ordem se alguem
quizer entrar? !
FaQo fogo.
Justo, Volto -breve.
Vai socegado.
Santiago desceu precipitadamente a
escada, entrou na cavallariga e silhou
elle mesmo o cavallo.
Neste moment Chamorro regressava
da taberna.
Quando Santiago tirou o cavallo da
cavallariea e se enciminhou para a por-
ta, Cbamorro impedio-lhe a passagelm,
perguntando:
Quem vem la?
Sou eu que you a Madrid, e volto
breve : la im cima fica o nmeu coinpa-
uheiro viglando oveiho, Feche a por-
ta e nbio 4l'ra-senaio a quern der o san-
to e a senha.
Esta bern.
SPouco depois, Santiago galopava para
Madrid.
Somos tres contra um pensou
Chamorro-a victoria-6 certa ; quanto
A idda de deitar fogo a casa, agrada-me,
ainda que nao seja sonao para obseijuiIar
os meus antigos eamaradas.
Charnorro pegou n uma luz e enca-
rttinhou-s para a coziha; tirou d'um
armario umacave escomInunal e de-
pois do abrvar e ntl-acorn azeite,
vPha-or, vaos ganhr tre-
*7n^Mt0A 4usot eitr csvalhdrismo.


-- oo- t a:-dots.M DSS Carlos.
- A-- 4 br'a i em QIehm chi-
colate a doaus iAcai oetLie de guitar
lA para deh0ro 0soM ,o e bo0tequimn fos-
se utit.pantkeomi:
A isto pois um velrote qiue estava na
mesa- proxima e quqe papaya umas pa-
pinhas,- volveu-se para ver os homnens
que jam tomar chocolate e :
Oh! vossa senhoria por aqui I..-
E' verdade, Sr. professor; disie
Carlos. E' servido de chocolate?...
Nada muito carregado para
mim.
Disse; e pegando no pratinho das
papas veio collacal-o na -nossi mesa;
ahi assentar.do-se : -- "i
Pasto nao possa participar do ue
me offerece, ao nr.enos fago-lbe eompa-
nhia, logo dou- prova do qu tom o os
senhores em grande consideraao...
Obrigado!
Logo... nao tern de que me agra-
decer... fago juistiga ; ora, como eu ia
dizendo, espero |que nao ha de arre- -
pender-se 'm ter vindo com P Exma.
familiar a festa, porque se ella esta de
arromba... log, devem -se divertir bas-
Stante.. Ao que parece-me esse se-
nhor 6 da c6rte ?
E'.
S- Pois isso 6 born para assim ser
Suma das testemunhas da festanca por-
Sque.., ora se d'zem que- aqui nada se
* faz corn estrondo e corn gosto, logo 6
porque nao teem assistido as nossas
festas.. (' mogo traga mais papas...
para mirnm s6, sirn... Ora, se mando
Srepetir as papas, logo 6 porque gostei
dellas !
Este patusco do professor em takes
" conceitos d priori dA'com os syllogys-
mos bem em cima das papas. Estia no
seu majus extremnum, nAo tern qte ver.
A sua logica corn os takes logos, por
* tonlusao, 6 de fartar. Pobres disci-
pulos.
S- 0 Sr. ja leu Littr6 tondillac. ou
mesmo Buchner ?9 perguntou-the Car-
e los, dirigindo-me aos memo tempo un
olhar de intelligoncia.
Nao; porque ?
Porque conheo-lhe uma metha-
Sphysica !... e d'ahi ja se sabe, um pro-
i fund o mathematics.
s Carlos flautiava-o em regra.
- 0 professor talvez iria responder
D quando o rapaz trouxe-nos o chocolate
- e as papas. Posto tudo isto em cima
Sda mesa e mesmo, que nern de prepo-
- sito, em frente delle, ficou tao indeciso
Sem aceitar ou nao o chocolate em pro-
ferencia as papas, que recordou-me per-
o feitamente o asno de Buvidan entire as
duas iguaes porgdes de cevada. Por
i fin sempre aceitou as papas e n6s o
chocolate. Acaloado que foji tratamos
Sde sahir, e comnnosco o born do pro-
Sfessor. Caminhando entao, vimos que
- a missa ainda nao tinha-se acabado e
- tomamos a direccao do cemiterno.
i Accenderam-se os charutos.
a Via-se ja muitas families a passear e
I muitos janotas a quererem namorar...
- Coma ja disse, a igreja escava em
- -concerto, e portanto nao faltando pe-
dras para substituirem os bincos. As-
' sentamo-noa n6s tres; tiramos os cha-
* pdos e puzemos assim as cabecas aso
fresco. 0 professor 6 que custom um
z pouco a imitar-nos por causa do ser
s um tanto careca.
A's nossas costas e bern proximo fi-
Scav-a e cemiterio.
Ora agora, emquanto nao so aca-
ha a missa, philosophemos um pouco,
disse Carlos que tinha as vezes estas
r ombnancas.


[WontinfaJ
o general sahira As onze da noite a vi-
sitaro embaixador da Prussia.
Nao Ihe restava remedio sendo espe-
rar. Entrou novamente no quarto do
general, chegou urma poltrona parao
fogao e-sentou-se.
eia hora depois, ouvio-se o rodar
d'uma carruagein no pateo.
Eil-o--disse Santiago levantando-
se. -
- E offectivamente, o general ndo tar-
dou.
Tu aqui ?-disse o general.-Ha
alguma novidade ?
Ha, general-respondeu Santiago
-o velho ndoaceita proposta alguma e
ha tes dias quo nao toma alimento.
0 n.arquez cometou de passear pele
quarto, levando, de qtundo em quando,
as mios a front.
Nerm os horrores da fome obri-
gam erse home a transigir commigo I
-murmuron o general.
Recusa formalmeitt-.
Deseja entio a morte ? E'-lhe in-
differente a vida ?...
S- Nao, general: o que esse home
quer 6 cumprir o juramento que fez a
Angela, Oar um nome ao orphio, vin-
gar um home ultrajado, fazer brilhar
sobre o innocents a luz da justiga e da
reparaao. -
Mas tu bern sabes que isso 6 imi
possivh, Saniago I E' -preciso matar,
nao hai outro msio .de salvav,). Assim
.o c u e r o d e s l i n l a u t a p r a ve .
Stevantandis .o s Imao o 6o, comeo
se quizess ftgir-lhe-uearecrimina-
Nktm rodi a que te co*


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