Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:13882


This item is only available as the following downloads:


Full Text



















































';1 I


PARTE OFI iiL

ACTO@ DO POWDER EXECU-
TIVO
RETO N. 9167 DM 2 DE MAR9O DE
1884.
Tendo-se concluido e 'assignado nesta
corte aos quatorze dias do imez de maio do
A A'Uko proximo passado entire o Brazil e a
R? epublica Oriental do Uruguay um accor
do, pelo qual so restringfram as disposi-
S3es do paragrapho 9., e se acclararam e
inelhoraram as do paragrr4pho 10.o do ac-
erdo substititivo do art. 1. do tratado
4|extradic9lo do 12 de putubro de 1851
'.e $iativo do mesmo tratado; e tend
"sido aquelle accord mutuamente ratifica-
do, trocando-se as ratificaoes em 18 do
corrtente mez de margo, hei por bemrn que
seja observado e cumprido tae inteiramen-
Ste como n'elle so contem.
Francisco do Carvalho Soares Brandao,
senator do Imperio, do meu conselho, mi-
nistro e secretario de Estado dos Negocios
Estrangeiros, assim o tenha entendido e
fa9a executar. Palacio do Rio de Janeiro
em 22 de marco do 1884, 63o da Indepen-
dencia e do Imperio.
Corn a rubrica do Sua Magestade o Im-
perador.
Francisco de Carvalho Soares Brandco.


N6s D. Pedro II, por Gra9a de Deus e
Unanime Acclama9go dos Povos, Impera-
dor Constitucional e Defensor Perpetuo do
Brazil, etc. Fazemos saber a todos os que
a presonte Carta de Approvacto, Confir-
malo e Ratifica9ao virem, qua aos 14 dias
do mez de maio do anno de 1883, concluiu-
B See assignou-se nesta corte, entire n6s e
S. Exc. o Sr. President da Republica
Oriental do Uruguay, pelos respectivos
plenipotenciarios, que se acharam munidos
dos competentes Plenos Poderes, um ac-
cordo relative aos 9.o e 10.0 do accord
sobre extradiglo de criminosos, concluido
entire o Brazil e aquella Republica, em 25
de novembro de 1878; do theor seguinte:
Accordo 'relative aos 9.o e 10.0 do ac-
cordo sobre extradiao de criminosos con-
cluido entire o Iminperiodo Brazil e a Re-
publica Oriental do Uruguay em 25 de
novemnbro de 1878.
Tendo os Governos do Imperio do Bra,
zile da Republica Oriental do Uruguay
julgado convenient restringir as disposi-
9es do 9.- e aclarar e melharar as do
10.- do accord substitutivo do art. 1."
do tratado de extradicgAode 12 de outubro
de, 1851 e ampliativo do mesmo tratado,
os abaixo assignados, respectivamente mi-
nistro e Secretario de Estado dos Negocios
Estrangeiros, e Enviado Extraordinario e
S Ministro Plenipotenciario em missao espe-
Wcial, munidos dos necessaries plenos pode-
res, que foram achados em boa e devida
forma, convieramn no seguainte:
: Quanto ao 9.- do mencionado accord
fica ajustadoque a extradic9gao s6 serA con-
cedida A vista. de copia autheutica do des-
pacho de pronuncia (auto de elevacion a
plenario) on desenten9a de condemnac9lo,
S nao sendo para isso bastante o mandado
de priao.
SO 10.-- suibstituido por este outro:
Em L c s urgentes, e principalmente
quandtiouver perigo de evasao, os dous
Governors entire si, assim como o Presiden-
te da vinoia do Rio Grande do Sul aoo
Ch: efe olitios dA Departamentos do Sal
i toi, TaquaremiB,6, error Largo e Rocha (
: v .quie tqttelle Presidetefundan-
:s na eistewia de uma sentenga d(
ctudemnaso ou despacho do pronunci
(auto de elevacion a plenario) ou de un
mandado de prislo expedido -or autorida
de competent, poderla, polo meio mail
prompto e memo pel0o1 telephO, pedir e
obter a prislo do criminoso corn a condi
91o do apresentar no prazo 4e 30 dias o
documento cuja existencia hoMver sido in
: dicada. No caso de nio ser : preenchid
84 sista condi*1, ainda o sendo, sia extra-
,+: diglo : o w re6flrainentpedida dentri


mo,j a o preso pqsto em liber-
a poderA ser do novo detido pela

Ite acordo ser- rati&iado e as
serb trocadas nests cidade no
p r os ssivel.d i
to qtie as M'eucionados Plevipo-


Mlaisterlo do Imperlo
Por despacho de 29 de miaro foram
agraciados corn os seguintes gAos da or-
dam da Rosa:
Gra-cruz honorario, o condo Sallier de
La Tour, enviado extraordinario e misnis-
tro plenipotenciario de Sua Magestade o
Rei de Italia nesta corte;
Official, o tenente Bonto Rodrigues de
Souza, em attenglo aos relevantes servi-
9os prestados a religiao, a instruc~go pu-
blica e A infancia desvalida no municipio
do Rio Claro, provincia do Rio de Ja-
neiro.
Foram nomeados cavalleiros da ordem
de S. Bento de Aviz, b capelllo capitao do
corpo ecclesiastico do exercito padre Jose
Feliciano de Castilho e o capitao do 5'
regimento do cavallaria ligeiri Manoel Ro-
drigues Gomes de Carvalho.
Por despacho da mesma data foi exo-
nerado, a sea pedido do cargo de secreta-
rio desta provincia, o bacharel Aleixo Ma-
rinho de Figueiredo, enomeado para subs-
lituil-o o bacharel Antonio Tiburcio Fi-
gueira.

Ilnlsterio da 9ustia
Ao ministerio da fazenda dirigio o
da justiga o seguinte aviso em 26 de
maro 0
Illm. e Exm. Sr. -Daclar oa V. Exc. para
os fins convenientes e em resposta ao aviso
de 11 do corrente, quebem decidio a Thesou-
raria de Fazenda da provincia do Espirito
Santo mandando pagar ao secretario da
policia, bacharel Joao Francisco Poggi de
Figueiredo, qu e exerceu interinamente
lugar de chafe do policia, durate a licen-
9a do effective, bacharel Antonio Ferreira
de Souza Pitanga, o ordenado do secreta-
rio e as gratificaces marcadas aos juizes
de direito que servem o referid0 cargo de
chefe de policia, visto star a mnencionada
decislo do accord corn os avisos ns. 327
de 13 de sotembro de 1873 e 23 de janei-
ro do 1874, que firmaram a intelligencia
dos decretos ns. 1995 de 14 de outubro de
1857, 2531 de 18 de fevereiro de 1860, e
4906 de 20 de margo do 1872 e da lei n.
2033 do 20 de setembro de 1871, art. 0lo
5', corn referencida aos vencimentos dos
chefes de policia interinos.
Dens guard a V. Exc. Francisco
Prisco de Souza Paraizo.

Ilinisterlo da Vazenda
Por titulo de 28 de maro fNi jnomeado
Augusto Joaquim de Carvalho Filho para o
lugar do praticante da Thesouraria d9 S.
Paulo.

Midsterlo da Agrleultura
Por portaria de 29 de mwo foi do-
clarada sam effeito a quae nomeou o enge-
nheiro Francisco Van-Erven, fiscal do 10
district de engenhos centraes, comprehen-
dendo as provincia do Maranhio, CearA,
Rio-Grande do Norte, Parahyba e Per-
nambuco, visto nao haver aceitado o lugar;
send por portaria da mesma data nomea-
do para aquelle cargo o engenheiro Anto-
nio Alves da Silva e SA.


Minlsterlo da Marnha
Foi expedido o seguinte aviso, em 27
de mar90o, A presidencia da provincia de
Santa Catharina:
Illm. eExc. Sr.-O aviso de 10 de ja-
neiro ultimo extinguindo Do serving da pra-
ticagem da barra de Ararangua, n'essa
proviiicia, par conta dos cofres nacionaes e
tornando-a livre n'aqiella localidade se qui
zerenI os praticos exercel-a por associa-
glo l"ticular, nlo os obrigi a exercer
takes func9oes. |
0 qua a V. Exc. communio em res-
posta ao seu officio n. 5 do 10 do corren-
te, relativamente so pratiw- Jose de
Araujo Campos, que decl nlo lhe con-
vir o exercicio da citada pmrticagem por
ease modo. .'
Dens guard a V. Exc. -Antonio de
Almeida Oliveira. -

i Governeo da prov ela
DE8P#HOS DA PESIm OIA O Do A 4 DE
^ ABBIL :


Repartipig da Pollcla
Sec9ao 2.1- N. 3Vi4. Secretaria da
policia de Pernambuco, 5 de abril de
1884.-IllUm. e Exm. Sr. Participo a V.
Exc. que foram hontem recolhidos A Casa
de Detengao os seguintes individuos :
A' ordem do subdelegado de Santo An-
tonio, Leopoldino Felix da.Silva, como in-
curso nas penas do art. 201 do Cod.
Crim. "
A' ordem do subdelegado do 2.0 distric-
to da Baa-Vista, Manoel Firmino da Silva,
por offenses A moral public.
A' ordem do do Peres, Francisco Jos6
da Motta, por crime de resistencia e feri-
mento.
Deus guard a V. Exc. -Igm. e Exm.
Sr. desembargador Jose Manoel de Frei-
tas, muito digno president da provincial.
- Ochefe de policia, Raymundo Theodori-
co de Castro e Silva.



INTERIOR

Correspondencia do Diarlo de
Pernambuco
RIO DE JANEIRO.-CORTE, 29 DE MAR-
90 DE 1884
SuMxAvrO :-Os festejos d chegada do jangadeiro
cearense-0O trajecto por ellefeito pdelas ruas
-Festas no theatro Polytheama-Os bazares
de prendas-Album corn p hotographis dos
jornalistas-O Ceard estrella e o Brasil sol
--jangada historica na regata Urn gran-
de bolicionista-Conceitos e art gos da im-
prensa-Projecto de circular aos magistra-
-dos do imperio traetando da lei de 7 de no-
pembro -A questdo dos bens das ordens reli-
giosas--Melhora dos .fndos brasileiros em
Londres -Errata e corr ',cio.


0 quo mais tern aqui occupalo a attengao pu-
blica, de cinco dias a esta parte, sap os festejos
feitos A chegada do jangadeiro cearense Francisco
do Nacimento, com a sua jongada e dous compa-
nheiros, e os que se tern seguido nos theatres e
bazares organisados para solemnisar-se a complete
abaligAo da escravatura no Ceara.
hecebido A bordo pelas diversas sociedades abo-
licionistas, indo a frente a Cearense, percorreu o
dito Nascimaento diversas ruas, sendo a principal a
do Ouvidor, alastrada de folhagens, onde teve vivas
e ovaq6es enthusiasticas que so costumam ser dis-
pensados aos grades generaes e grandes canto-
res, atW recolher-se a casa do president da refe-
rida Sociedade Abolicionista Cearense, na run de
Silva Manoel. Foi long o trajecto, mas como o
prestito era precedido de bands de musicas, e ha-
via estagbes em diversos pontos para os discursos,
poezias e flores, nao foi muito fatigante.
NAo 6 possivel dar aqui tudo quanto se passou e
referem os jornaes. No dia seguinte, anniversa-
rio do juramento da constitui*o, eomeoaram as
festas por uma grande reunilo promovida pela
Confederago- Abolicionista, no theatre Polythea-
ma, em que proferiram-se numerosos discursos,
e ildorosamente applaudidos.
Na vespera foi destribuido um album corn as
photographias de todos os jornalistas e escripto-
res emancipadores, acompanhados de um authogra-
pho firmado por cada um dos photographados, con-
tendo um pensamento, uma idea, ou um conceits
analog ao caso.
Ficou-me de memorial este, de um pocta mimaoso
e escnriptor muito festejado : 0 CearA 6 uma es-
trella; 6 mister que o Brasil seja um sol:
Por mais que tenha cogitado, nao pude ainda
perceber o que 6 quea o poeta quer dizer. Que o
Ceara seja figurado como estrella, parte compo-
nente de uma grande constellaco de vinte estrel-
las, 6 metaphor qu e comprehende-se. Mas con-
sideral-a separada, da constellacao e pretender
que o resto se transform em sol, ao qual nao se
poderA mais reumnir ella, que 6 tambem astro que
tem lA o seu modo de viver proprio, 6 cousa diffi-
cil de conceber-se.
Nao entendo nada de astronomia ; nao sei como
esses mundos se arranjam l1 par cima. Mas quer
me parecer que talvez fosse mais facial desmanchar
a constellacao e arrumar cada estrella para o seu
lado, do que fazer um sol, em cujo aprisco nAo po-
derao ter entrada estrellas que o preceded.
Entretanto, deixo o caso a soluao dos sabior :
se o escriptor citado aventurou aquella sentence 4
por que ella toern cabimento. Nao penso como am
velho, que Dens haja, do qual fui muito amigo
que me repetio muitas vezes, quando, em minha
mocidade, via-me agarrado a algum livro de poe-
asas; a pota qnuer dizer home que esereve cou-
sas que nem elle, nem os outros entendem.
Deixemos, por6m isto.
Os bazares de prendas, onde elegantes damas (
conhecidos cavalleiros figuram de vendedores to
das as noites ja, tern rendido mais dc dez contoi
eomrn applicaoo a causa da emancipa*o, pelas res.
pectivas sociedades.
Ajangada que passa a ser historic, e que tinhi
fiado a bordo do JEspirito Santo, por nao ser pos
sivel fazel-a nvegar em terra, foi ante-honten
rebocadas por aquclle vapor aompanhado por ou
tros* embandeirados, para a fortaleza de 8. Joao
d'onde sahiri pars tomar part n'ums regataq u
o Club deste nome prepara par feetojar amanh
naBahiade Botafogo oacontecimentoqauesi
oraom do dia. -11'*./1!, 1- 1..;, .
%-Um doe escaleres que ahi ha defiguram terA co
m6 rei4adores e no governo do~lemo seuhoraM Am
b^a sledado, tmjada! a propagito a -


ehapaque ja me vai alterando os nerves e corn a
qual nao estou de aecordo.
,Para mim a escravidlo do Brasil tern o mesmo
valor o a mesa logalidade dis 'sedulas falsas.
Por tanto, se estas sao arrebatadas das maos dos
seus possuidores sem indemnisagdo alguma, aquella
deve ter a mesma sorte. Todo o CearA est. de
accord corn este meu modo de entender o por
isto ficam intactos na Thesouraria os 50 contos
da 5.*a quota do fundo de emancipagao.
(*E' mais urma gloria para a nossa pobre, mas
altiva'provincia. a
Eis a justiga que fazem aos sentiments do Im-
perador __
Entretanto, aquelles que~atendein que a ldi de
28 de setembro ji conccdeu o mais quu se podia
dar, queixam-se de que6 S. Magestade quern nos
conselhos do governor influe para que, pelos mieios
legaes, se d marior deenvolvnmento as disposigSes
dessa lei, que hoje parece-lhe insufficiente.
0 ardor e as demasias dos aboliclonistas tern
provocado represalias por escriptos. E' assim que
um destes diz que a o CearA festeja antes a boa
venda que fez, do que a libertaoo dos escravos
ceareases, porque ha muitos milhares de cearenses
que fazem parte da escravidae c do sul. ,
Um frtigo publicado no Jornal do Comraneroio
de hojei referin lo-se aos festejos dos ceareuses,
cujo en husiasmno, pela aboligio do estado servil
em eua terra natal, acha legitimo, e ponderando
que, neita questa'o, muito importa a dissipar illu-
soes, p"r >nao scr o exemplo do Ceara bastante
para ser levianamente apontado ao paiz obser-
va:
A provincia do CearA pode libertar alguns
poucos ailheiros dd escravos, rests do acervo in-
dustrial de outros tempos corn que solveu durante
annos seguidos a deficiencia de sua produccao.
Sa Pode fazel-o no moment em que a sua desor-
ganisagao economic, evidence e talvez irrepara-
vel por muitos annos, se acha ainda contrabalan-
gada pela caudal de capital brasileiro, suor deste
povo inteiro, vertido a jorros sobre as miseras po-
pula5es famintas e sobre a avidez criminosa de
toda a especie de gentle chamada a intervir no
terrivel conflict da fornme e da miseria. "
a Um elementomnais, um element menos, na
dynamic de uma industrial moribunda, nerm a
salva, nem a precipita mais rapidamente; e o
Ceara, na profunda decadencia a que chegou, nao
accusarl,provavelmente, violent alteragio no re-
gimen de desorghnisagio em que se acha. Dos
seus anbigos elements de trabalho representados
par um ,erritorio fertilisimo e por mais de 100,000
traball4dores escravos, j a elle havia prescindido,
arruiuado-se: os poucos milhares de bragoa-de
que, po bern ou por mal, se privanm nested mo-
mento, slo cousa sem importancia para o facto do
progresio e do engrandecimento da formosa pro-
vincia.
N e pode dizer outro tanto das provincias
do sUl, erentemente organisodas, cuja economic
repousa im largos alicerces e que representam a
melhor a riqueza national.
Mostrmdo quaes as condiccoes das provincias
do sul e como era natural o facto de comprarem
elles estes escravos, e vendel-os o" norte, por umn
effeito economic, quando mesmo os filhos livres
do Ceai tern ido para o Par& e Amazonas, em
procura dos lucros que as industrial d'aquellas
regioes offerecem, acerescenta ainda o escriptor ;
Olhado por este prisma, qu e 6 o real, o Ceari
tern pouco que offerecer-nos como modelo da ;so-
lucro quq deva adoptar-se relativamente oas pro,
vincias lo sul, e a alacridade, alias justificada e
nobifisi c, do public e da impreisa i o p&L
de signi icar um sentiment generoso, infelizmente
sern lcace e semn o menor valor scientific para
as soluges que todos buscanm, que muitos crdem
ter enclntpado, mas que infelizmente depended
de sacr' nios e de esfor0os talvez superiores as
forgas d paiz e a vontade dos seus melhores fi-
lhos. n I
No geral o artigo, a part uma ou outra apre-
ciaiao nienosjusta, estA escripto corn senso pra-
tico.
Por sua part os abolicionistas proseguem na
sua propaganda.
Ainda hoje tambem a Gazeta de Noticias publi-
ea a intlgra de anma carta dirigida por um dos
seus mais assiduos colloboradores, 0 Sr. Tolentino
de Magalhaes, ao president da Sociedade abolicio-
nista Cearense, occupando-se coan a encontrada in-
terpretagao dada a lei de 7 de novembro de 1831,
quo tern sido considerada em vigor par alguns
juizes, cujos nomes cita, e caduca par oatros. Re-
corda que o Sr. Lafayette tendo sido interpellado
a respeito, no senado, rcspondeu quo ao poder exe-
cutive ngo cabia interpretar a lei, nem intervir na
intelligencia a ella dada pelo poderjudiciario; e
que coma se nao houvesse provocado do corpo le-
gislativo nenhuma media quo removesse as du-
vidas suscitadas, elle lembra e pede quo aquella
patriotic sociedade cenvie a todos os juizes de
direito do imperio uma carta circular em que dis-
cutida proficientemente a questao, demonstrada a
verdade! della, nomeados os juizes quo a tern reco-
nhecido e as liberda'les quo tern dado corn a execu-
cao da 4oattestada e esquecida lei, sc lhes inplore
em nome da justice, em nome do direito, em nome
da lei, .n nome do pratriotismo, em nome da hu-
manidaae, ponham em execu~ao a lei de 7 de no-
vembro d1e 1831, fazendo-a cumprir, e as que pos-
teriormente a confirmaram .


0 proidente da soeiedade responded adherindo
e id6a e pedindo ao autor da carta quo se incumba
de redii"r a circular para ser remettida aos juizes
do impei'o.
0 Sr. Magalhaes acceitou a incumbencia, pro-,
mettendo, em pouco apresentar o seu trabalho, nao
ob.tant. faltarem-lhe various dados estatisticos.
A questao das desappropriacbes dos bens das
ordens r'ligiosa3 cada vez se torn mais embrulha-
da. Dia iamente vem o Jorml do Cnonercio pejado
de artigos pr6 e contra o decreto do governor.
S Pelo lado do governor quasi nunca ha mais de
dous, e muitas -vezes ha s6 urn. Do lado dos fra-
* des nux ca ha menos de dons e trez, em series nao
* interroipidas, uma das quaes jA alcancou o n. 24.
Nao enho hoje, tempo para referir alguns dos
incident es occorridos nessa questao qfie, nao tern
interes e se nao para quem a acompanha de per-
to.
e- 4 ultimas noticias de Londres dizeni que
aos fun * to de terem sido sustentados por amigos do
Brazil ue os possuem, segundo affirma o corres-
k ponden e do Jornal d'alli.d
Nao ostumo faser reclamages polos erros de
i comp o que aconteee darem-se nas minhas
. carts, mesmo por que, inhibil como sou em cali-
, grahi,, nao tenho direito de queixar-me dos com-
Spositor e reviaores.
De m--e, por6m, dons dessbs errps, entire ou-
Stros demenor valia, na de 10 do eorrentepbc-
da no io deo 18, que, send de gravidad, for-
jam-m sa abrir errata. 1
S do referi-me aos beatos de coivite feito
sao 8r. ootan par a pasta da puerr*, rcodi
Bq~aqiejm sezsAo psa(ado Sr. SiveiamaHrtinl, pas-
s anjd* m im vista os nossos gmeraeo, these yue ema
Aamma str er44de que o illtstre ven of de
||Aquidi.an estv oo par& 0 Bervicod patrii
b m impreso:-paaasdoem revista 00 Rosso

A.| tra 6axuito:abgraveB :e$6 omproae


RECIFE, 6 DEABRIL PE 1884
Notlelas da Enr0pa
Completamos hoje as noticias trazidas ante-hon-
tern pelo paquete francez Senegal.
Inglaterra
0 gabinete Gladstone 0bteve, sem grande oppo-
sigao, o credit supplemental pedido para expe-
diao do Egypto.
No decurso da discuss'o o marquez de Harting-
tore fez uma declaragao interessante; disse que a
Inglaterra estA pr *stes a entabolar negociaccs
corn as potencias para a revisao da lei de liquida-
eAo egypcia, revisao aconselhada ha jai mmtas se-
manas pelo Sr. Gosehen.
As neg3cia5os centre a Inglaterra e a Turquia,
a respeito do Soldao'e do Egypto, oestao decidida-
mente em meu caminho.
Segundo o qua publicam diversos jornaes ingle-
zes, a Porta collocou-se para entabblar n'um ter-
reno multo desfavoravel s6 para ella, pois que fez
insinutar polo emb aixador em Loncres, que a crise
no S6ldao era a consequencia da occupa*o do
Egypto pelas tropas inglezas, e que O unico, modo
de remediar a situaao seria Substituir a guarni-
gao hritamnnica or urma guarnilo turca. Esta
maneira de ver, na'o agradou, 6 claro, ao gabinete
inglez.
Corria o boato de demissio do Sr. Gladstone.
0 primeiro ministry da rainha Victoria diz-se star
inconimodado de saude. Os medicos aconselham-
Ihe repouso fora de Londres. Parece, por6m, que
a doenca do chefe do partido whg, tern estreitas
afinidades corn as nevralgias que afastam frequen-
temente o principle de Bismarck da capital do im-
perio allemao.
Case se verificasse o boato, fundado no mani-
festo desaccordo que lavra entire os ministros in-
glezeg acerca do Egypto, parece que o estadista
encairegado de former gabinete, oeria o marquez
de Hartington, whig tambem, e home de tantos
recursos, que ate justificou em pleno parlamento
o procedimento do governor britannico, jnandando
por a premio a cabea, de Osminan Digma.
0 gabinete inglez autprisou o coroael c um te-
nentecorouel do exer ito britaninico a irem ao
Zaire jem service do rel dos Belgas.
Irq alli restabelecer tambem a escravatura em
nome da hiumanidade, como o general Gordon fez
no SoldAo ?
E' de support qua na), mas se assim succedesse
nao nos deveriamos admiitar.
0 annuncio relative A qabeca do heroic 0 sman
Digma, brada bern alto.
Repetimos que o hliorisont, soldanez long
d se desannuviar, entoldava-se, o este triste pre-
sagio acaba de ser confirmado. rarece quo o go-
vemo inglez reeebeu a noticia de haver side deca-
pitado o general inglez Gordon, e o ministry da
guerra inglez, confirmou em plenoj parlamento que
estao interrompidas as communicao es corn Khar-
toum, e que nos arredores de Barber ha tribes in-
surreccionadas.
A Inglaterra, se ccrta a decapitagio do gene-
ral Gordon, jA nao pode retirar do Soldao, sem dar
um severo castigo As for as de Mahdi. Podera,
porem, conseguil-o sem gran lIe sacrificio ?
Devidamente, e talvez per conhecer essa impos-
sibilidade 6 que o governor offertceu mil libras
pela cabega de Osman Digma.

Attribue-se o desaccordo do Sr.: Gladstone corn
os seus colleges a motives que muito o honram.
0 illustre estadista sante profuaida repugnancia
pela guerr do Egypto. Os seus precedentes, a
opposiSo que fez ao ministerio $Beaconsfield, as
tendencies do seou character humamtario, inclinam
no para a paz. Nao gosta de derramar sangue;
desapprova as aventuras que podem desorganisar
a fazenda public e 6 especialmente hostile as di-
lata9es do territorio, que fazem lembrar a political
dos seus antecessores.
Interveio no Egypto muito contrariado e p or
isso 6 que os actos do seu ministerio relatives a
esa intervencio teem revelado hesitaqSes e inco
herencias, que, o acaso, contribuifam para tornar
critical a situaaio dos inglezes rias margins do
Nilo. [Actualmente, essa situaa.| tern necessida-
des rigorosas, a quo o Sr. Gladstone nao quer
submetter as suas id6as e os seus sentiments.
Per outra parte, o nobre estadista esti muito
adiantado em anno3 e sente-se cansado e enfermo.
Da-se coma certo que vai por term a sua bri-
lhanto carreira political.
No dia 21, a camara dos communs rejeitou
par 148 votos contra 137 a mocao do Sr. W. Willis
quo propunha que os bispos fossom excluidos da
camara dos pares. A moaeo era combatida pelo
goverqo.
Aliemauha'
0 principe de Bismark inter~eio um d'estes
dias nra discusseo do projeeta de tei sobre os se-
guroas perarios em reichstg. \
E' e terceira vez que o grande chancellor sub-
mette so parliament este projeto, eixo da reor-
gtuiseg'3b social que elle sonha| para a Alle-
manha, e parece decidido, a triunrphar d'esta vez
a todo a transe.
Doente, e desgostoso, deixou a kua casa, fdral de
Berlin, onde repousava das fadig~as do seu pesado
cargo, pars apoiar corn a +ma paJavra, e a sua in-
fluencia no Reichstag o projecto 4 que se allude.
Repdtindo mais u a ve uama las suns theses


favorite, o principle de Bismnarck lembrou aos seas
auditoies que na cYhcepeoe do r mgimen constitu-
cional que prevalece em Brlimn, parlamento nao
tern parte alguma dos pod res p blicos, que o seu
mister 6o ao de governor e que lse tern um papel
a desempenfar coma au:iliar do soberano, nao
deve nunea tornar-se um o >staeulo A sua ac ao.
E' este o constitucionalimo ni Allemanha.
0 principo de Bismarckcontrariamente.ao que
se havia annuneiado continua enz Friedrichsrnhe,
porselie haverem aggrav do a0s1padecimentos.
0 noo partido allemao ao s conserva inac-
tiva, pois que acaba de ndar aa a mesa do
pa nto muitos project de i devidos A sua
uciativa. Beferem-se a differ ntes assumptos,
mas tods dentro do pm ami, adoptado pelos
lib No numero d' s p jectos figuraum
abreai po es dos in aldos d-guerra e 1870,
e out sobre o direitos o do tabac,
sobre revo o do ce art s relatives sos
ixei viajantes, e vnd ambulantes, ao-
6 .re a usem a ao a a deoosrados in-
I m aBm. m a s s d o:| 1. eAp, *i oE i.-
uoi ; eWm A saa v kevas Agna tAf *I' l


iU am


cipaes jornaes d'esta cidade mestram-se partidar-
da revogaoao da legaclo americana de Bjedi.
,oncordam, todavia, em que a sessao de ,czta-
feira no Reichstag, contribuirA para apasigmuk a
opiniao public na America, pois que os d putas-
dos liberals allemaes mostram suffleientemeunte qe
reprovam o procedimento do principle de Bismirc
no incident Lasker.
Austria-lungria
Na C'mara dos Deputados da Hungria, o Sr.
Helfy acaba de annunciar uma iaterpellaIa a
respeito dos boatos relatives a alliance que Se die
ter sido concluida centre a Allemanha e a R4sia.
0 auto da interpella+ao expie que os joirnasm
austriacos pretendem que esta alliance equi ale A
adhesao da Russia, A allianca austro-allea-, ao
pass que os orgaos officiosos dc S. Petersburg
veem n'ella um triumph grande da diploiiams
russa sobre a Austria-Hungria, que teria sidw as-
sim*posta para traz.
0 Sr. Helfy pergunta se o verdade que as enue
estejam 'n'esse estado, se o miniuistro tern d'isso eCo-
nhecimento, e se na'o se dove reciar que os fae-
tos produzidos diminuam a amisade da Austria-
Hungria, para corn a Allemanha; sem melhorarem
as relauces do imperio austro-hungaro corn a Rus-
sia.
Ainda nao foi fixado o dia par& a discassA
d'esta interpellacao, mas o Sr. Tizza fez jA apra-
sentes a sua resposta n'um discurse, que proruu-
ciou n'uma reuniao da esquerda.
0 president do conselho declarou que a iute!li-
gencia entire os dous imperios do Norte foi feita
no interesse da paz, c deixa intacta a alliang.
austro-allema.
Nao C essa porcin a opiniao de Pcslher I)yd,
que passa por ser um orgao officioso das espAie
governamentaes vienncnses. Este journal V nas
approximacAo entire a Allemanha, e a Russia am
perigo evidence para a Austria-Hungria.
gundo uma correspondencia, que a fofha cita&
finge receber de S. Petersburgo, ter-se-hia ji en-
carada n'esta capital a possibilid dc de uma gu er-
ia contra a monarchia austro-hungaro. 0 I.o.y
nao acredita, comitudo, na exactidao d'este detalhe,
mas admitted formnalmentc que t situaailo exterior
da Austria-Hungria 6 profundamente modificada;
a Russia accrescenta o journal referidlo tcrA ideia
pacificas para o moment actual, o quo nau impede
que pense de um modo diametralmente oppors
n'um future proximo.
Noruega
A opiniao liberal na Noruega estA altamea-t
impressionada corn a attitude tomada polo rei Os-
car a respeito da sentenca contra o ministry Sol-
mez, e os jornaes norueguezcs nao occultami ea
desgosto.
Parece que o governor pcrsistindo no seu plia
eaccionario, vai processar a sentenca liberaL A
Pall Mall Gazett, public .am despacho de Chruis-
tiania, diz que muitos jornaes liberals, entire oa
tros Gatebergs Handells Tidmig, a mais insultamte
das folhas de Gothenburg, acaba de ser accusada
do crime de alta traicao por haver apreciado des
favoravelmente a conduct do rei.
Foi uma decisao que se pode qualificar do wrO
politico. Na Noruega ainda mais do que em Hes-
panha o demasiado. rigor s6 pode conduzir a efqi-
tos diaimetralmente oppostos aos desejados pelo 1p-
verno.
Egypto
Corn respeito ao Soldao sabe-se que o gone@l
inglez Graham derrotou as forces de Mahdi cw-
mandadas polo seu togar tenente Osman Digas,
que parece ter cahido em powder dos inglezes.
Esta derrota junta ao desastre que os aralwb
soflreram ha pouco no Tebs deve coneorrer pm
que muitastribus hesitantes se convehlamde q--
Mahdi (palavra que significa o enriado de Detsu
corn effeito um impostor, um false profeta) e q
deve ser queianado vivo segundo manda o Alcoar.
A cabeqa de 0Osman-Digma foi postal a preqo pda
general Graham.
Este procedimento, que nao pode deixar de ae
autorisado, scnao aconselhado pelo gabinete britax-
nico, causou geral indigna1o na Europa, porque
a um inimigo nobre e valoroso qu.e espera o sea
adversario a peito descoberto no campo de batalha,
e que lhe prova quanto poae o sentimcnto de iade-
pendencia, e patriotism qyar se tract de un 6i-
vilisado, ou de um barbaro nao se laniam espies
para o poastrarem trai9oeirainente, porque deren
bastar as canhnes Krupp, e as espingardas de tizm
rapido, tanto mais quc os arabes apenas teem pes-
simas lanvas, e possimas espingardas. As arnu&
inglezas oppuem os arabes a sua bravura, os ari-
bes oppuem aos inglezos a vwl traiao.
E~te facto inaudito encuntrou uma explica
ad hoc no parlamento inglez. Lord tlartiugtom
disse quo a cabeca de Osman-Digma fora poasta a
prermio par este haver assassinado dous parlamre-
tarios enviaaos polo general.
Ainda que assim fosse, a Inglaterra nao pode-
ria encontrar desculpa, pois que tendo um corp
do exercito em frente do logar tenente do Mal'di
deve procurar derrotal-o leal, e valentemente par-
quo um crime do rebelde, do chefe nao civiliud
nao pode nem deve juastificar o crime 4 -n-er-
no, que se preza de marchar na va*.- Ia da ii-
vilisavao.
O horizonte soldanez, longer de deaanuviar-,
entolda-se cada vez mais.
Os telegrammas de Soakin, dizem ser muito cri-
tica a situacao das circumvisinhancas do Khar-
tum, e da estrada de Berber. Esta noticia h1*-


tante desagradavel para os inglezes 6 attenuada
pela supposiAo de quo Abel-el-Kader ira govr-
nar o Soldao. -
Foi um erro gravissimo haverem desviado eB
tempo eate home euergico de alto post que oee*-
pava no Soldao, e nao 6 provavel q ue de sau re-
posico resultem os beneficios desejados.
Convm advertir que Abel-el-Kader, nao 6 o gl*-
rioso-emir que depois de haver sido o mais terri-
vel immigo da Franca, foi depois o seu mais I"
amigo, e o mais dedicado defend, dos christGe
sem renegar a sua religiao.
Esse vulto gigante da Argelia jA morreu, e s
seus services foram tornados em tanta eoaiders-
91o, que o governor da repubhca acaba de' e-
der ao filho do heroe arabe, a pensito vitaliSa e
ao pai fora dada, desde o sea regresso a Afrgc*
depois do captiveiro em Franca.
Orlente
A ilha de Creta temrn causado, n'esta ultima a-
manae algumas preoccupagoes A diplomacia eur.-
pea. J
Sabe-se por esta ilba, a ultima acquisiAo dfs
Turquia na Europa, 6 habitada por urma popuU-
Vo quasi exclusivamente hellenica,estAsubaietn
a um regimen especial, derivado de ursa speb
de contract realisado entire os habitante Ise p -
verne turco, e mantido expresamote pelo tacft&
de S. StefanoC Desde o eonveWo de aleW a qc
o poz em vigor.na us.a forwm actual este 8 gnm
tern sido sempre appado s. ilha de Cat, par
governadores ehristite de origem hereni &.
O tree agentesque, epoissd'eat pocai Pert
maadou; administrar a ilha Adoaide COak
theodory, e Pboeidlds pertenem ua eI. relG
e a esg 9sca. Este ultimo aeah teio da so
commissio n'este auno es am ae0a t
que Portas pensava em ButtiU L
Yernador doLbao, on par KHt-A
gveomador do vilaget d& Siwas,
to ffiafincftwoL, am MUeUs. vpaj wsJ
him~ A "&id x4#At Projct eCuMft'*!y


I1 !










- VS


U


o


1, Wmw" yum a




































*lpmtI.
'-A 'do
iotioias~aaaia Ens


: Era coitheetdo.nma corte so aeguinte resultaudo da
-elei~ o de 1 deputado geralM:
Tenente-coro-el Moraes Jardim 458 votes
3,ConselheirolFlewmy .435 .
-&S Orw=ae o wkal -
-Datas at 22 'de marmq;
Diz o Commercidt-de 20 que no process a ins-
'-taurar-se pordennoeiada ptomotoriapublica contra
: o -tabellilo Fernando Affonso de Freitas Noronha,
por ter lavrado no sen eartorio oite eacripturas de
casamento doe' acatholicos, juraram suspeiao todos
Os escrivIes da cidade do ftio Grande., Ojiz de
direit&da comnarca teve de lancar mio do Si. Ber-
nardino Honorato Braga, ex-escrivao de paz e sub-
delegacia de Mostardas, resident naM villa de S.
IJos6 do Norte, que s6 aceitou a nomeaole a pedido
instant dessermagistrado.
Ao tabelhao Noronha foram assignados oil o dias
para responder, sendo-lhe apresentada a copia dos
docaumentos que instruiram a denuncia.
Noticia a mesma folha que jA se achavan as-
sentados atW o kilometro 166 os trilhos da estrada
de ferro do Rio Graude a Bag6 e eontava- e que
chegariam ate6 o fim da segunda divisio no 1prin-
cipio do mez proximo future.
Narra o Artista o seguinte:
a Maria Francisca, send casada vivia ha al-
gunm tempo separada do marido, couhecido pelo
nome e appellido de JJoo SachristAo, send per
este hontem presenteada corn umrn peixe e ap6s de
tel-o eomido corn ofilbo pronunciararm-se em ambos
os symptomas de envenenamento.
,c Avisada a autoridade policial, foi prompts em
comparecer, scado chamalo o Sr. Dr. Pie Angelo
da Silva, que fez as applicacoes aconselhadas para
combater a acgao da sabstancia toxica absorvida
que nao 6 ainda conhecid:.
,( A crianca foi recolhidla a umr casa proxima,
e acredita-se livre do perigo. Nio acontece e
memo corn a mni, que atW As 9 horas da noite con-
torcia-se e gritava.
I,, A policia mandou c-ccar c vigiar a casa de
Joao Sachristao, quoe nao foi ali encontrado, mas
sim nas proximidades da antiga trincheira, onde
conseguiram prendel-o. m
A sccca continuava a fazer grandes estragos em
todo o municipio de Sant'Anna do Livramento,
principalmente nos campos da Boa-Vista e Pay-
Passe, onde jI apparcciam em grande quantidade
os 0afanhotos.
Diz o Correio do Sul que em alguns pontos da
campanha,'os fazendeiros na impossibilidade de
fazerem immigrar seu gado, tratavam de car-
neal-o.
Falleceram: em Alegrete, o engenheiro Dr.
Francisco Nunes de Miranda e o tenente-coronel
Jos6 Silveira dai LUz, aatigo fazendeiro do 50 dis-
-tricto; no Rio Grande, o septuagenario John C.
Wigg que foi outr'ora important negociante e fi-
cars rcduzido a mnaior penuria.
Diz o Commercial:
a Na madrugada do 14 um grupo numeroso as-
saltou a typographia do periodic Pharol que se
public na cidade da Cachoeira, empastelou os
typos e estragou todo o material. 0 proprietario
uada so'7r-u, s-gundo censta.
a Do Rio Pardo -seguiram par' ali 12 pra',as
'do 13o batalhiao de infantaria, commandadas por
um official, afirm de center o3 animos e eolloaar-se
as orders do delegado de palicia.
'w Os auimos estao muito exaltados, naro so sor
causa do assalto, eonmo da tentative de assassinate
aas pessoas dos intelligentes jovens, o estimado
pfeta Fontoara Xavier e tenente Angelico, leu
irnmao, filhos do major Gaspar Xavier. ,
S Accrescenta a Federaplo, de Porto Alegre do
14 :
A noticia do conflict que se den na Cachoei-
ra veio ao nosso conhecimento vor este telegram-
ma que hontenm A heora adiantada da noite recebe-
mo3s do nosso college do Pharol:
c Grupos armados na cidade. Feridos grave-
mente Arthur Pinto e nima praga polieial, levemEon-
te Angelico Fontoura e Modesto Seares. Peii-
mos providencia. ,,
Hoje, as 9 horas da manha, recebemos do
mesmo college segunud telegramma assim conce-
bido:
( Hontem, A mcia noite, um gr-ande grupo do
homrnens armados, a pe e a eavallo, arrominbou a ty-
pographia e cmpastellou os typos. Autoridade
desmoralisada e scm forca. Providencias. a
c Recommendoim o Sr. president ao Dr. chef,
de policia c energicas providencias pars que msi-
jam deseobertos e submettidos a process os auto-
res dos desacatos e violonejas a re ,rovando o ,, ac-
to de vandalism pratieado contra a typograpLia
do Pharol. ,
0 Jornal do Commereio, da corte publicou
este telegramman:
,. Pelotas, 20 do marc.o.-Estao eoneluidas as
obras da desobstrucico do Jaguarto. faltando a:e-
nas excuvar usa coreo produzida pe'las areas dra-
gadas. \
Form eseavados todos os canaes e construi-
das duas barragens e umn mure nesta cidade eom
220 metros de extensio. 0 meyioramento 6 impor-
tante.
S. Paulo
Datas ate 29 de marco:
A commission emcarregada, da desamortisalo
dos bens das ordens religiosas, compoe-se do Dr.
Ahtonio Francisco do Aguiar Barros, president,
. do inspector da Thesouraria de Fazenda, Joaqui n
Candido de Azevedo Marcues e do director dos


obras publicas proviuciaes Dr. Olavo A. A. Feor-
reira.
Todos os nomeados aeeitaram a incumbeneia, C
a commisslo installa-se dentro em poucos dias.
Proseguiam cam aetividade as obras da viaL-
ferrea Bragantina. Estava fechado o grande ate:-
ro do Cayogara e achavam-se assentados os trilhos
at ao kilometro 18.
L6-se no Diario de Santos:
a, Um .cavalleiro allemato, resident na villa dei
S. Viceate, lembrou-se de umn.passatempo paraas
suns horas de ocio e que noo s6 Ihe serve de agr&-
davel distraco .como de grande utilidade para
os que n'elle tomam part. k
SRune elle a erianwada today da villa e exerei
ta-se em jogos athletics, de grande vantagem pars
0 desenvolvimento physics dos meninos, que press
surosos correma a tomar part n'elle.
Corridas, saltos, tiros no alvo, etc., so (0
exercicios preferidos e em que alguns meninos ja
se mostram adiantadoes.
a 0 mode extremamente delicado do eavalleiro
a que nos referimos para corn a eriangada te-lbhe
adquirido as sympathies de todas as pessoas que
tem presenciado aquelles exelcicios -e asaistido A
distribuicao dos premios aos que mais, se distin-
guem. eja-nose permitted dizer o nomeedo ca-
walloi11 tdodigno dos noasos ouvreros-e Sr.'
; Xasyer. a
Ltm iia-oeno. -a ...raphe IneM. .

w !fontii danimeis oite par-a 1 bora da niadrn-
a '"" pliourG-meenio na caaMi


m -nlaa ewadq


nmoorpo


oentubA d esIoo eoryathio e coatruido todo dei
cautaria. 24 *'' 1 *
-Os te xorasm eedidos gracio.amentetprsi
M. o Imp r. dor.
A aolhV que a io ua solemaidade deste lau-


0 .catal s ,naaaubfike4e
fvqpn Menem= daajabricae Roir


mulher de paste.
SEmquanto a forqa public pratica attentados
contra os direitos do cid'dado, os salteadores:a sen
salvo vao usufruindo na paz e na impunidade -
os resultados de suas filiagens. ,

--Proumnuco


Assemblia Provinial
14.a SF-SSAO EM 21 DE MAR(O DE 1884
PRESmDENCIA DO EX3. S1. BARAO DE ITIrssuMA
Ao meio dia, feita a thaMnada e verificando-se
estarem presents os Sr. Estevaio de Oliveira,
Josi6 Maria, Barato de Itapisuma, Silvino Caval-
cante, Nile de Miranda, Viseonde de Tabatinga,
Pereira de Lyra, Demoerito Cavalcante, Cunha
Beltroit, Arruda Falcio, Joto Augusto, Bargo de
Nazareth, Fiel- Grangeiroj Santos Pinheiro, Cons-
tantino Lins, Amaro FOnseca, Antenio Correia,
Praxedes Pitanga, Augusto Lelo e Alfredo Cor-
reia, o Sr. president abio a sessao. -
Compareeeram depois s6 Srs. Aristarceho Lopes,
Olympio Marques, Paulo de Oliveira, Meira de
Vasconcellos, Goes Cavaleante, Amaral e Mello,
Drummond Fitho, Ferreira Jacobina, Rosa-e Silva
e Lama Freire Janior.
Faltaram os Sr.. Lourenco de Sa, Mello e Syva
e Jurenacio Mariz.
Cantina a diseusso da acts da ssaio de 18
do eorrtrte.
Nbo havendo mais qn-m pea a :alasra-6 en-
cerrada a discato.
Proodendo-te vqtagtao, 6 approada a ,etat,
sendorejeftadas as duasemondas o*mereeMae, ten-
do sido a votagLo eriiiead a reqaerimento do
Or. Jif5edoeCoarreia.
Sbo novainote lis -o-e sem debate
viae ei0x |
~ ~ ~ ~ XZW AW~rt t^T t b7%Fw^plda-


ro de 1870; nas escolas de instrucao pirmnis
zd&;Frguj&Bidaioa."W, 17 dI iereien do

,da Mi"erimidia, 1A5dp-Q*ub dode8Z83; a 'Es-
cola Normal, 2 de desembro de 18i6; *no theatro
de S. Ouiwatovao, Sdedeaembro dew4881.
,Reise o Mouidor anpiata:
( os facoinorosos quilombolas quo -las manis de
dous on teos anaos soienaham howusiados naw mat-.
tas do Travesslo e que teem aterrorisadoa popu-
laclo d'aquella freguezia, acabam de pratiear
aovaamatteatados.
.; ItDigamram A a e sas daf'amilia A o.-Sr. Manoel
Peau, defoSna Lho epediram lieo +a ual6nhe -a
d'este para transporem um brejo pertencente
Aqudlla ceasa, afim de entrarem para a mwatta. Sof-
frendo inm grande susto por ver diaun les bandides, ,a 'ewnhora do Sr. Lobo, nao pode
deixar de consentir no! que elles desejavam e todos
passaram para a matt, tendon, ao atravessarem o
brejo, disparado cincoi tiros de espingarda.
a, No din seguinte, as 8 horas da noite, apparo-
ceram todos no ar-aia! do'Travessao, es ahi corn-
metteram today a sorte de tropelias. Dispararamn
mais de 50 tiros de espingarda, dos quaes 8 n a
porta da casa do Sr. Luiz Lopes de Souza c 6 na
do Sr. Jose Francisco de Almeida, e mataram 8
cabritos e 1 cevado.
a Dias depois, toraaram a voltar ao arraial e
tentaram a ssassinar o Sr. Lourcnco de tale oc
mesmo Sr Manoel Lobo, disparando naquelle dous
tiros, que, felizinmeute, failharam c neste outros dous
que apcnas lhe qffenderam o paletot.
Tambem em Villa-Vi9osa elles teem appare-
cido corn toda a arrogancia. ,
Eis as noticias commerciaesdda ultima data:
Rio, 29 de margo de 1884.-0 mercado de canm-
bio nao teve alterato : os bancos continuam a
sacar a 21 d. sobre Londres e As taxas equivalen-
tes sobre as outras prawas.
As tabellas affixadas pelo Commercial, do Corn-
mercio e Industrial foram as seguintes:
Londres, 21 d., a 90 d/v.
Paris, 453 r6is, por fr., a 90 d/v.
Hamburg, 559 r6is,la 90 d/v.
Portugal, 255 /o, & 3 d/v.
As transacees realisadas foram inm'nos quo re-
gulares sobre Londres, a 21 d., bancario, e 211/8
e 21 5/16 d., papel particular.
Constou que se realisara uma opera'ao a 21
1/16 d., bancario, sobre Londres.
Na Bolsa o movimento foi pequeno.
Venderam-se hoje 2,400 saccos cornm cafe.
Espirito Santo
Ratas ate 31 de marno :
Proseguia em seus trabalhos a Asscmbl6a Pro-
vincial. s
Escreveram da Villa de Itapemirim a Pro-
vincia do Espirito Santo, em 19 de marm) :
Deride As enchentes quo appareceram ulti-
mamente, cahiram as ponftes do rio Itapoama, que
dio passage para a seccdo-N*va Venezuela, a
do Mundo Novo e dons pontilhbes mais per onde
se vai para o Rodeio.
Estava bastante cheio o rio Itapemirim, pre-
judicando as lavouras que estao plantadas nos ter-
renos proximos mis suas margens.
a As enehentes successivas d'esse rio tern sido
para os fazendeiros ribeirinhos nma verdadeira
calamidade.
Bahia
Datas atW 3 de abril ;
Foi exonerado o bacharel Arthur Pedreira de
Cerqueira do cargo de promoter public da comar-
ca de Cachoeira, per ter side nomeado juiz muni-
cipal do term do mesmo nome; seudo nomeado
para aquelle cargo o baeharel Joaquim Antonio
da Silva Carvalhal.
Continuava a assemble provincial em ses-
soes preparatorias, tend celebrado a 10a em 2 do
corrente.
Rendeu a alfandega em maro :
Direitos geraes 1.058:732447
Direitos provinciaes 61:70;264
Alagoas
Datas at( 4 do abril:
No dia 31 de marqo foi esmagado por uma das
machines da estrada de ferro Alagoas, um indivi-
duo, que fallecenu poucos moments depois.
Consta-nos, diz o Liberal, que o esmagado era
mbco, e que ato ouvindo o apito, o machinista
fez sognir a michina sobre o infeliz.
O mashiista fu-io.
Esereveram em 18 do marco do Porto Calve,
ao Diario das Alagoas ;
Os pequenos dcstacamentos policiaeo na po-
voario de Leopoldiua, e no Jundim. aeabam de ser
retirados pele pore, que indignado per tanto sof-
irer dos soldados armeu-se e tangeu o destaca-
mento.
Na Leopoldina esse idestaeamento espaneava
per sun ceonta c risco, e ultinamente espaneou
taute a Thou-az de Aquino quo o povo ;nlignou-
se. Proeedeu-se o corpo de delicto do pacient ;
e qusando os habitantes do lugar viram o estado
do paeiente armaram-se e tomaram tal posi9-io,
qne o des'a a'.ento correu pars esta villa. Ao
passar, poem, per Junlit reunio-se corn o desta-
eamento d'alli, e priticaram violencias takes que
obrigou ao subdelegado desobedecido a pedir que
pelo amor de Deus se retirassern parm esta villa,
send vietimas das correrias violentas uma pobre


( N. 26.-Art. 1.o Fica desde jA restabelecido o
lugar de adurinistrador do cemiterio public c e
Santo Amaro, e em pleno vigor a lei n. 1,233 c
24 de abril de 1876, na part que Ihe diz respeit ,
send reintegrado em dito lugar o ex-administr -
dor Joa'o Baptista do Rego, corn os venciment s
qne pereebia.
Art. 2.0 0 pagamentb sern feito pelas verbas o
art. 2.' 6.on. 9 e 10 ns. 1 e 2 do orgament
municipal vigente.'
SRevogadas as disposio5es em contrario.
,Sala das sessbes, 19 de margo de 1884.-Joe'
Maria., n
E' lido, apoiado, post em discussto e sem do-
bate approvado o seguinte requerimento: -
a Requeremos que se informed do Exm. Sr. prq-
sidente da provincia quantos empregos existed
vagos nas diversas repartigces da provincia, n'5
preenchides, em virtade do art. 13 da lei n. 1,786
e quaes os vencimentos correspondentes aos refe+
rides empregos.-Arruda Falcdeo.-Silvino Cavafl
cante. a
Continia a discussao do requerimento do S'
Luna Freire Junior, pedindo informagio sobre i
cadeia do Limoeiro.1
S0 M. Lunai retire Junior-St. pres-
dente, jA ura ve tive a honra de occupar a at
I tengAo d'esta easa, fallando sobre o requeriament
que apresentei A sua considerate. Nao vi levan
tar-se aqui umr opposicao s6ria a este. requernen
to, nem tambem confidero serias as observaee
feitas-pelo nobre deputado pelo 1' district, o Sr
Olympio Marques.
0 Sa. ALFREDO Conaue--Oh o Sr. Olympi,
Marques defendia o inverno.
O Si. LmCS Famin Jusro--... porque S. Exe
dsecutio de um modo talvez nao confornne comn o
seus precedentes; alo vie per urn prisms serio
r eqaerimento que five a honor d aptemntar:,pOH
S. xc. s6 se occupou lairgamente dos beneficioe
ue nos trouxerSam a sunas o =aMs. De mdod qn
e.fez mn ave injuqta aos Revtda. t
.oinh!e a as,.os qu4ae, se ialgam um e m C
mnicagloui. directs CeoO ceo,4ejportanto,
mais direito de chamara si 0o onrmcios quo des-
mem do alto.
Deixando esta S iaestao qute, como o di8.
coaideorparte aeria do diflcuneo-douobreejta
'do .' 1 *' 1 1:1 !*t:" 1- ,"1: '
:-0 8.*Q& 1i~ OB M~guitiuwBB^nl :-'


m os se"efted itoea
,apoi WlT Wl

1e a


sunye' ma@uyWW.~-
0 sultiol sor do com a vvo=tadeda demais
* ptOiiaS~pr-Oipu oa poderp do goveOstrdsactua
m .diia quo itr c por offeito o complete socego dos
que, oeotaam excitando.


-1


Z7--- .- _- -_- :, l Bl, -71.= _|


rI


::no d
loadeu
Uo~ar


R1


taiucgbo pubas, emdA dis e m2le~bil de 1 e
gnidakall,* "oi.'o t erel dinm c-

#ida & .uuiduaeiasdas~erewiaei;
** B'aid aia f~sinterns 'ooimiufas do -paroe que
,sja indeferida dita peti Uo.
e Sab Wdas commissoes, e '-19 de dO de
1884. .Aristdrcho Lapa, Adeiw A. dejM
Freire Jawnr,,E vi i ovtisao.
a, A commiseio de instruewao pftblica,.a cuem
foi present a peticao da professorapubbiosa dL.a
cadeira de itapissuama, sequerendquoqe costa As-
somblei autorise a Presidencia da Provin ia a
nomeala para umas- das cadeiras d'esta reapi al;
a Considerando quc esta attribuigio exci siva
do presidente-da iov"ecia ;
a Considerando que os accesses soe deterna-
dos por :ma lei que fieaia assim revogada coin
esta airteisaSo ;;
a E' deparecer quo seja indeferida esta pe-
ticao.
a Sala das ommissoes, 19 de margo de 18(.-
Adelino A. de Luna Freire Junior, Ermiri Cou-
tianho. a
E' lido e posto-em discussto o segninte pare-
eer
N..36.-A commission de instructor pubi ca,
a quemr foi present a petitao de Maria Per ira
LeAo de Lacerda, am que requer dispensa do lap-
so do tempo que the falta para completur a i ade
legal, afiren de matricahlmr-se na Escola Normal ;
a Considerando que a peticionaria nao apreoen-
tea documenuto algum quc comprove suas allga-
9oes
SE' de parecer que volte a petieto A interejsa-
da, ficando salvo o senu direito de requereO de
nove. I
a Sala das commissaes da Assembl6a Proyin-
cial, 19 de marco de 1884. Ermirio Coutiho,
Adetinoe A. de Lana Freire, Aristareho Lopes. |
0 Sr. Olympio Marques (Nio devol-
veu seu discurso).
0 Sr. Luua Freire Junior (pela |or.
dem) deelara que a cemommissito mesmo se encar-
rCga de alterar o seui parecer no sentido em tque
fallout o Sr. Olympio Marques.
E' lida, apoiada e entra conjuntamente em is-
cussAo comn o parecer a seguinte emenda : I
a Que em lugar de-volte a peticao-se diga -
junte a peticionaria a certidio de idade, afim- de
poder ser deferida a sun peticao. Adelibwo t r-
nior. I
Ningnem mais pedindo a palavra, 6 encerrida
,.a discussao ; e procedendo-se A votagio, 6 app-o-
vado o parecer, bemn como a emenda.
Sao sucoossivamente lidos e posts em discha-
s4o, e scm debate approvados, os seguintes pare-
ceres :
a N. 37.-A commissao de instrucqao publiea,
a quem foi present a petico de Maria do Carmino
Azevedo, em que requer para ser admittido seu
filho menor de nome Eduardo, no Gymasio Pro-
vincial ;
a Considerando qae semelhante peti'e 6- da
competumeia da commissiao de petiqbes ; deixa Ide
dar parecer e deelina para aquella e nmnissito. i
Sala das commissbes, 19 de mareo de 1884-
'Ermirio Cowtiahto, Adelino A. de Luta Ireire Jo-
iaor, Aristareto Lope". a
S'N. 38.-A oo isso ido eerdenados, A qual 'oi
eaviada a peticao junta de Sophia Gilheminan ie
Mello, i priwesora da esoolapratica, pediudo 6 ne-
zea delieen~a corn todos os seas vencimentos ptria
eoatiar no traetamento de sa samide rofi"a-
mente alterada, vem dedinar paraa commissIo ade
peticSes a qual oumpre tomar conheeimento 4o
thcor da AHludida petieio e resolver comeo julgpr
mais acertado. Sala das commissbes, 18 de mnr-
go de 1884.-Paido de Oliveira Viseamde de Td -
batinga-Santos Piaheiro. ,
Sto lidos, julgados object de deliberaqao e v0o
a imprimir os seguaintes projects:
,,'N. 25.-Art. 1.- Fica o president da provincia
autorisado a reformar deaccordo corn o respectipo
thesoureiro o plano das lotenras concedidas ea
lei n. 1,738 para a crea9ga'o de um fundo de emai-
cipa*,o provincial.
Art. 2.0 Ficam isentos de todos os impostos pr'-
vinciaes os premios das loterias referidas.
Art. 3.o A fianca do thesoureiro powder ser preo-
tada em dinheiro, apolices geraes ou provincials
ou prodios.
Art. 4.o 0 thesoureiro s6 podert ser demettido
per fraude no exercicio'de suas funccoes e prove -
das em juizo.
Art. 5o. Estabelecidos os planes na forma eo
art. 1.0 s6 poder-io elles ser alterados de accor- o
corn o respeetivo thesoureiro.
Art. 6.o Fieam revogadas as disposieoes em con-
trario.
Pa0o da Assemblea Legislativa, 21 de marco d
1884.-Jose Maria. EsteroS de Oliveira.-Barao
de Nazar-eth. Canha Beltrdo. P. de Lyra.-San
tos Pinlheiro.-Amaro de Albuquerque.-Adelin
Junior ,.


^o gccesivmeae ldose Pofltoo em, $iu-
40o, 'A fil e& adiada por terem, pido a ?ala-
,"ta os -iRon *dvae4^la Joe Maria ,e Zs eviol
gda-livtta, f mfcp(re8.:
lo Aommissa de inatruea publica, ei
.uando oBs. pte ofrcidos po0'ne n oi


Ora, pergunto en, Sr. president, si sera S. Exe.
o Sr. president da proviacia responsavel por nao
4iaver dinheiro nos cofres publicos, ou si antes o
6 a commission que fez o orcaminto ? Nao 6 esta
que tern o ever de proeurar os meios para que a
proviheia tenha rendimentos sufficientes para o-
brir as suas despezas ?
Mas os membros da commissa'o de orgamento
fizeram uma obra desequilibrada, nao se impor-
tando corn aquelle seu ever. Autorisaram gran-
des despezas ; mas nao procuraram os meios con-
venientes para que ellas :ossem satisfeitas.
Assim pois, ainda mesmo que eu tivesse o ani-
mo, come o d'aquella bancada, prevenido contra
S. Exc. o Sr. president da provincia, nao teria
procurado este tundamento para um requerimeuto
de apposicao. Acho somente fundados motives
para censurar aquella commission que nao deu os
recursos ao president da provincial, a quem nio
compete cunhar dinheiro. (Apoiados)
Eu que teaho acompanhado corn certo interesse
a administration da provincia, o que e natural em
quem ineeta a sua carreira political ; eu, que penso
que d'ella depend em grande part o que aqui
pmaticamos, pois 6 quem zela pela field bbservan-
cia das nossas leis, posse affir-mar que S. Exe. o
Sr. president da provincia nao perdeu a confian-
0a do partido liberal em urn s6 actor seu. (Apoia-
dos e nao apoiados.) Louvo o protedimento de
S. Exe., e, a nio ser urn capricho, nao conhego a
razao porque os nobres deputados fazem opposiglo
aS.+Exe.
VozzSE- No 6 capricho ; continue a fazer a
defeza de S. Exc. o Sr. president da provincia.
Uv.Sa. DxmTAuo- V. Exe. bern podia estar
n'esta bancada nos auxiliando na opposicao.
0 SR. LUNA FBEI JuNIOB Vv. Exes. nao
precisam do meu auxilio ; minha voz fraca (nio
apoiados) nao aobresahiria ahi.
Si, pois, quizesse me declarar em opposi9'o, fi-
caria mesmo ha minha bancada.
0 Sn. Gozs- V. Exe. 6 muito born recruta.
O SB. LuA FmBEIBE Juror Sei, Sr. presi-
dente, que no tempo do'partido eonservador as re-
crutas iam amarrados mcorn cordas servir oIseupaiz.
Si 6 a istorque allude V. Exc., respenda iune Kmen
genio altivo repelle este recurso do partido de V.
Exc. 0 men partido nao preeisa de recruta.
0 SB. PSasmInT-- Lembro ao nobre deputaido
queestafimd a hora.
0 S.' tuxxA J^BB Juxo-- Pego poucos mi-
nutos para terminar.
Sr. president, si poretura ainda estiresso-
mos naquelle tempo do patriotismno ntigo, a o
tempo em que o medio uoo era desoonh eide, mss
sates 1p0theoeado, o aUIe.de 8. Exc. o S0 .
deatea"ca mai segia esqueido de nds. l
me Sr. pr nao gradee concr-to de 's. ".


-** ',t -
:;.i"
*~~- ;.*)-';
': 1. 1.11>
*; *?*"
1 1 ^^


"**, *i H1
** .'** ^:



".:' .'*1 1 ^:
i.1'' **' ';^


', 1?^


>) *.
-t-'
' %':.
!'*'*
St..
,:i
^'i'


-If




-If'


tb tros apartos).
,. t.L\x FtB Jp,-i -. w Sr.
W ~ ,nao eonDH* p pu qJwfr
49* 5 drtermiee a,
uM derm, por um pes o Mptaero
dam es deputado;.-
.,MnmBA-Cogibi, 8. V scoMmN ODE TABATINGA-S o que nao ad-
.mitto 6 que o inverno seja um inimnigo commnuLn.
(Riso). .
(Ha-outros 'pSrtes).|
0 Sa. LuxA FaEIaE JuXIoB -Deixemn-me acabar
SBensamento.ae eu vouia......,port -
,io, r qulqu.er-roso stereoo que esta -esi .-
Soa. rwn es homens e que regiam -e univir.'
Alrm d'Tsto, ae eu julgasse que uma oraiAo ,
dius aose'doig ios do Regente Supremo, en rltt -
to,'satibubriwa ehinhog'e nilo ao nobre deputado.
O Sn. VMSoIE D I, TABATnMGA-Tambem as dos
devotes ; que os frades tdm tanto direito como os
devotes.
OSn. LUNA F Imic JuTion-Mas os grades sao
ministros do'Senhor; se acham em communica*o
mais immediada eom o Ce6o.....
0 Sa. OLYMPIO MAnQuEs-E-Eles n io dizem tal
cousa; sAo atd muito humildes.
0 Su. LUNA l nEmE JuxIu--... quem, guia ao
caminho do ceo, segundo o poder que Ihes foi ou-
thorgado.
0 Sn. M RiA- Certamente; elles naro tim.forga
propria; mas usam de um poder delegado.
O Sa. LUNA FiRIE JUNIOn-Assim, pois, attri-
buirei, de prefereneia aos mcs nos fra lea, e nbo ao
nobre deputado este beneficio da chuva. I
0 Si. Gons-Ja se v0 que ), nobe deputado na'o
6 catholico.
0 S&. LUNA- FEEIBE JuTIOB-V. Exc. na'o pode
.chegar at ahi.
0 Sn. GOEs-A igreja manda fazer preces.
0 SR. LuxA FaBMIs JuImoB-N'esta occasia'o nao
discuto si s5ou ou nio catholico; pois nae vein a
proposi'o. Si o nobre deputado quizesse ouir a
minha humilde opinion sobre isto, eu, co'n muito
boa vonitade, faria sentir qual ella 6; e iuo teria
,nenhum mcdoe deo quo fosse combatido n'este tcr-
reno. Julgo q(e as minihas id6as religiosas cstio
perfeitamente de accord coin as ideas do seculo.
E eu, que acompanho o progress, que nao vivo
olhando para o passado, mas coin os olhos no fu-
turo, prefiro est-ar do accord coin as ideas pro-
gressistas, 'a estar constantemente parade, deixamn-
do quo a humanidade passe e quo eu vA ficando
no mesino ponto, retrogradando portanto. (Apar-
teCs.
Mas, Sr. president, deixando este incident,
dige que a segunda part do diseurso do nobre
-dputado po.lo 1', district, versan lo sobre una
censura amim, nl) a julgiv-i ta:nbc!n muito se-
ria.
Apezar de ser- noo n'eita clsa ; apizar de ser
mesmo o mais in-o cm idlade....
OSE. OLYZPio MI uqus- NIo apoial).
0 Si. ALF.tIEDO Cont.Ei E' o Sr. Aritarehlio.
0 SR. OLYMPIO MULAQUES-0s O m i. rm ano 6 o
Sr. deputado pelo 80 district, o Sr. Barao do Na-
zareth. (Riso)
0 Sn. LxA Famrau JusRx ... s-3n loo 0 m iIS
moo em idlad, conoaedam-en3, ao mnm)s, isto, sei
todavia o qo 6e um. requerimeuto (1d opO)silo.
Nauca Sr. president, me foi inteiramente alhei:
a material agitada nesta Assemibl6 i; nunca deixei
de ligar um vivo iuteresse a political do paiz.
-Se ptor aesaso tive se eu em vista formular um
roquerimento de oppositao, dirlgindo uina censu-
'ra 'A-S. Exe. o Sr. pies'idnte da provincia, fbrmu-
laria n'estes terms este r e Inerimento :
Reqaeiro que por iaterm dio da Presidencia
,e nos iuforme : 1" qual o esta&o em que se acha
a eadeia da cidlade de Linioeiro ; 2.0 quil a razelo
porq. e nafo i applicada aos concertos e reparos
ditee-difieiost quota mitreada. ,
Asuim'recakiria i na cemasra sobre o proce 1i -
meatolde S. Exe., patients r-se-iaa miunha descon-
fianqa.
Mase Sr. president, cu que li o relatorio de
S. Exc. o Sr. president da provincia ; que aqui
ta-ho o relatorio do engenheiro chlefe da Repardi-
gao das Obras Publicas (mzostra-o), nmo polia, de
form alguma, ainda mesmo que fosse um oppo-
sicionista enrage, fazer cabedal do estado d'aquel-
la cadeia para me apresentar em, opposi93io a S.
Exc. o Sr. president da provimnia.
Diz o engenheiro chefe daa Obras Publieas :
,, 0 edificie queo serve de cadeia na eidade do
Limoairo, precisa de grandes concertos. 0 orta-
inmeto das obras necessarias foi organisado pelo
engenheiro do 3" district, o teu'Io-o V. Exc. ap-
provado, ordenou-me que mandasse exeeutal-as
per administrablo. Nao foi possivel hayer do
Thesouro Provincial a quantia necessaria para
pagamento das despezas a fazer ; por este moti-
vo deixou de ser cumprida a ordem de V. Exc.
A vista do que venho de ler a casa, considera-
mos pnmmeiramente si S. Exc. fez ou n'o t odo o
pessivel para que fossem feitos os reoaros da ea-
deia do Limociro. Ahi esta o relatorio dizendo
quoe por offieio de S. Exc. foi'ordenado que se man-
dassem executar as obras.
Preeuremos agora a razeo, porque nao tvce re-
sultado aquella ordem. Ainda responded o rela-
toeio, dizeudo : isto se den, porque o Thesouro
Provincial nito entregou a quantia neceasaria.


I


' 1































'- : I'
i ,
-:.


i "





:: i"' -







': ^:+'












.;: r 1 1





? *


clarado alli a peste da variola, a consequencia sera
affastarem-se os passageiros que buseam a dita es-
tscIlo, paralysar o cpmmercib e ficar a populaclo
inteirametate balda dos recuasos necessaries.
0 Sa. AuSTAReCuo-Apoiado.
0 SR. SATuos PiXEARmo-E' portanto, o meu fim
Sr. president, requerer que se pega ae Exm. pre-
sidente da provincial que de 4as neeessarias provi-
dencias, mandando para a villa da Gamelleira nao
s6 uusa ambulancia de medicamentos, eomo.os vive-
res precisos Aquella infeliz populacao atacada da
variola.
O Sn. EasmuIo-Pceo a palavra.
0 Sn. JAcoBna-JA forum dadas as providen-
cias.
0 SR. SAxTOS PiNmmiRo-Niao sei, apenas li esta
noticia no Diario, eumpro qom o meot devcr per-
dindo auxilio para asquella pppulaqio desvalida.
E' lido, apoiado e posto em discussaio o seguinte
parecer:
( Requeiro que se-peca ao Exm. Sr. president
da provincia as necessarias providencias em forma
de ser soccorrida a populacao pauperrima da villa
de Gamelleira, atacada de variola.-Sc-ntos Pi-
nheiro. ,,
0 SR. PRESIDE-TE---Temn a palavra o Sr. Ermi-
rio Coutinho.
0 SR. ERxmiRIo COUTISHO iEu pretendia fallar
sobre o requerimento, mas, Wndo eo Sr. Barao de
Nazareth, que 6 representante do 83 district, me
pedido a prioridade, cede a palavra a S. Exe.
0 Sa. PEsmrE-TB-Temn a ipalavra o Sr. Barao
de Nazareth.
0 8r. jBaro ,de Nazaretl Sr. presi-
dente, comeqarei por agradecer so meu illustrado
amigo e college, o Sr. Dr. Ermirio Coutinho, a de-
licadeza que teve cedendo-md a palavra para que
eu fallasse em primeiro lugarI
'NIo venho, Sr. president, censurar a alguem e
muito menos ainda ao autor .o reqaerimento em
dikcussao.
O Sn ArisA-CHO-Nem hovia motive.
0--Sn. OLyMxo MAQvES 0 requerimento na
verdade import snuma cesuara.
0 SB. Azioeio'CowUA-Sem duvida, e censura
muito grave.
0 SB. BARAO DE NNZAnETH -Ainda nao acabei a
minha proposicAo e jA surgem antas reclamagoes!
e todas d'aquella barcada (apontando para a es-
querda): 6 sempre a :nesma plevencAo, e a mesmo
intolerancia que note todas Us vezes que uso da
palavra neste recinto. i
0 SR. OLuMrO MAouxs Estou ate auxiliando
a V. Exe.
0 Sa. BABo u o NSA2AMK -Nio -veWho, Sr.
president, censurar 0 mam college de district.
0 SR. Jolo Auausr Muito digno represen-
tante do 8' distrito. (Apoiados.)
0 ft. BA"Bo DE N aAT-... por fallar a, fa-
vor das beadiiades repre nta; venho apenas
dewlarar o que sei im espeito a materia do-ties-
m6 requerimeftto, e'facer seie te a Aseemblea de
(me as provBdenci T so ieclamam, jk foram

I'No-em escapad 9r.premldente, A solicitade
de S. EUeXo 0Bpre nedawroineia,1as red.a
d'euae uma1, quo 6 *u -^ea1 4IS@*O1Venlo em-rts1
cirewstmiip~io do* *11itu
'*-o-fe.-^ ii-'^ if1^^ .-' -* "1


0 1SR.BM IIMa B
M49008 atnd i^c qw doef"Irtien
We= I*nA t nan. i


pelo Sr. Olympi ,Marques, e nomea para substi-
tuil-o o Sr. Alfredo CoGrreia, o qual, obteumdo a pa-
lavra pela ordemn, declara accitar a courmniss;',,.
0 sr. Democritto Cavalcanue (j-la or-
dem)-0 meu fim, Sr. president, apenas po leria
V. Exc. que, ainda nmais uma vez interpoluha o seu
prestigio para que a illustre commissao de coin'isti-
tuicao e poderes dirija ;i mesa os pareceres s, !re
as eleic5es adiadas.
0 Sa. Josl MAMnuA -Ahi! Gostei nmaito desta aS,
reclamamao. "
0 SR. DEMOCRITo-E' notavel, Sr. preuide
que essa commiissno, que jA passou por uma rw-
ma e reform sensivel. doixc passar tantoa di
sem dar conta de seus tralalhos.
Faco'meu pedido a V, Exe., c esplero quoe lo
attendido.
0 SR. PRESIDENTE-EU, satisfazendo ao pedido
do nobre deputado, recommendarei ':i nobre co-
miss-o que apresente os seus trabalh,,s. K
ORDEM DO DIA
Continue a discussion do parecer n. ItI ",)bre I "
eleic-o do 11* district.
E' lids, apoiada.e post conjuuctamnente cmi did-
cussao a seguinte emeuida : ,-
lo Sejam approvadas todas as celicu.' proccl-
das oe 11o district ;
2 e' Seja reconhecido deputado pelo memo dir
tricto o Dr. Sophronio Eutiquiniaao Paz Portelii
J. V. Meira de Vasconcellos.--Torres Grav.eiro.-4
G. de Drummand Filho. Goeq Cav4caste.
0 Sr. Olympio Marque_-- (Nilo devol-
veu seu discuss.)
A discussiao fica adiada pela hera.
0 Sn. PRESIDEMTE levamita a sessao. designado
v ereguinte oidem do dia : 1l discussion 4dr *proje*.
tos ns. 197 e 279 de 188.2 e continuasao di antu*
cedente.

PARECER ADIADO NA SESSIO DE 4 DO CORSTENTi B *-s
CUTIDO XA DE 5
A commissilo de fazenda e oreaamento teado
examinado o projeeto de lei reduzindo a 50 ra. o
imposto de 120 r. sobre o vinho e vhtagre que o
retalhar na provincial .
Considerando que o lancamento dese inpuOt
foi feito de accord com, os emeiriros, segnao a
resolu*io tomada em data de 28dejulho doam I
passado pela presidencia do provincial, em ordem.
a que este impostor nao se tomas ze mt obatme, '
ao retalhamento dos referidos gneros
Considerando que plo acmo=do naoVirnemtus
generous collectados una ProporOdo -,
mas sia; minimamente de modo que n4o*m1W d
vexatorio aos contribuintes; ,
Considerando que a diffrca pa1 U dta S
rends caleulada n o motive juat pa* a n* s '
Oo iadieada po project, Como U sa ia* 'i "
nuielo da me na renda, motivojusto ram a .
vao da taxa;
O5iderado que o actual Ado
da provincial e soe deaou mfsw
caaeao que gln d -a a
I eassti. C&ad quo I O Wu ,a
as deose a8MpVWesladlus4 d lplir^
soja ajM woko pw COi&.
*^;?^:;ll AAO"^ ^
MUMwwt w.jmw~~i111'li~i1!- ^


pre. E .,oridente d:,a r .... a.t
udo quoar, & d i r tra a ,rdz o
I ponasado es~lagara ca pequena falt equal.
quer p".re h a a
S4i 0o e rl i m ltia
partido gecia ea -Ad d uma raica do a ngo
Exes. nw M m-l7 we akm
forte e p 4o4e t 'o obre clegau" tr
da liberal), a
SPortsnel 4-ig iH **ni-innf
i mo presn i ar tido(l beran iad mesmd o u
S.Ex 0oe Sre trente da provianca se afastasse
Spoulo da- a d normia traqada. a graadeza do
zau paado es agaria esta pequena falta, filha
da frqueza hun ana.
0 Sa G6Es d. um apart.
IQB -K U0 -43. Eacce tom uma
iteligene cia esc areeia urea pratieca dos n ocios
publicos, como e talvz o nobre college nu o tern
temar-seconservato a irente da nossa administra-
o cem muita sisudoz ; tern side considerado um
adoa homes que toman part vantajsosa noa inte-
resses politics do nosaso paiz. (Ha diversos
apartes).
Peo desclpa le nano responder aos nobres de-
putadios, pois quaero terminal o meu discurso ; a
hora astqA dada.
Declare que, inteiramente convencido de que o
meu requerimenito ne o soffreu censura scria da
bancada coaseradora, a qual cstA disaposta a vo-
tar por elle ; de que nao e ele de opposiraod co-
mo jA- demonstrei e pela declara.Ao quo fiz de que
sou governista, mautenho o mesgo requerimento
e continue a apoihr a S. Exc. o Sr. president da
provincial, atz que elle desmerea a da confianra.
que a S. Exc. presta o partido liberal.
Vozv.s Muito 1bem !: muito ber !
A disacussao fie adimda pela hora.
Vem Ao mesa e lido, apoiado e approvado o se-
guinte requerimento : (
Requeiro roorogago da horam por 30 minutes
para fazer unmrequerimanto.--nSMtos Pinheiro d,.
Achando-se n ante sala umea commissao do
Gremio dos ProfesorecsiPrimarios, o Sr. presiden-
te nomeia os Srs. barao dc Nazareth c JosLe Maria
para coin ella entjerem-so.
0 Sr. bararo de Nazareth (pela ordem)
-Sr. president a commnissa o nomeada pr V.
Exc. prnt rcceber a co missa)o do Gremnio dos
P'rofess.arcs das eseolas publie',s primaries, cm
dosempeuiho de sua iucumbencia, vem declarar que
tendo ouvido a misma coinmisslo, cstla The rovc-
lou o desejo de merecer da Assemblea a subida
honra dc vel-a rclresentada na solemninade corn
que pretending aqlielles functionaries cominmino-
rar no din 25 do corrente, o anniversario da incs-
ma socicdade.
0 Sit. PE8smDENTE-A AsscinblMa flea iintcirada
e ein tempo nomeaarlei a coming iisao.
0 hr. iantat Pinmae o n-bro college, o ISr. Di. Nilo, peoio-inome q(iue lihe
cedessie a palavra por 5 minutes para tratar do
negocio important coin reforencia ao seu dis-
tricto.
0 SR. PiESEDNVxr--O roqueriminento de V. Exe.
foi para unm tim deteri'inado. V. Exe. justifique c
remetta Ai mesa o sen relunerimcnto ; se depois liott-
ver tempo, o Sr. Dr. Nilufari't as suas ob-icrvaccs.
0 Sn. SANTOS PiNrEmiu-Sr. president, eu de-
via ter apresentado hliontem o miea requerimento,
mas infelizmnonte nao compareceu nuinero suffi-
ciente deo Srs. deputados para a Asseinbl&a fune-
cionar; vi-me, portanto, privado de fazer o que
prycteuAdia. lIoje requeri para o inesino fin uma
proroganao, q(u a Asisemnbla fez-me o favor do
conceder, o quo miito lhe agradevo e V. Exc. aca-
ba de ter a boudade d, dar-me a palavra.
L'ndo no Diario de lioutemn um't noticia sobre
a villa da Gamolleira, bastante me constrangeu o
estado actual da mesa villa. Eis o quC li (16) :
Gameulleira Escrevemn-nos d'essa villa, cm data
de 18 do eorrente :
S 0 estado sanitario d'esta villa corre corn al-
tera/ilo. Temrn-se desenvolvido ultimamnente aqui
a peste da variola, e imais tern atacado a massa
paupjrriza dusta potjuena pop-lauaio, que tern Si-
do soeeorrida pelo 4umanilario pharmaceutico d'a-
qui, o Sr. Austricliaoo de ;Audrade, que corn to-
do zelo presta-se semipre a auxiliar os desgraea-
dos d'erte lugar quando as rmoIestias fhes batem a
port. Nalo obstante os cuidados do earidoso
pharmnaceutico, a variola tern feite mais vietimas
do ,qne deixado esc.tpar os que tern sido d'ella ac-
emntnettidos ,.
0 SB. ALFISEDO FonuxEa Pars que V. Exc. nito
pede para ser ouvida a commnissao de saude ?
0 SR. SANsOS Pixynuo -Nio tenho que ouvir a
commission de que V. Exc. falla, tended lido no Dia-
rio wnia noticia detas sobre uma localidade do
meu district, o qupe me cumpria era vir a esta
casa pedir as proviaeaeias neeeossarias.
Sr. president, :V.| Ex. sabe e sabemos todos aids
que a villa da Gamelleira e !um lugar pequeno, em
que existed urea estaci.o da via-ferrea do S. Fran-
cisco : a vida d'aquella villa depends sdmente das
pessoas que concorremu a essaestagilo afim de toma-
rem o trem e virem a esta ciade. Ora, tendo-se de-


l^ ea,, *.- *; *- =+1',+i



JIB "ws~~A fl b Ia iu ^^K'
B







verbegc'rL* ocldd
0 SR.BABAO DE NAXAA rXn-PO W%4a hI e -1
guica soffrex a meemn epiupn W oaad i 's .
se demoraram as provide ciu que o eam .; -
visto como, S. Exc. revelon-ss adlicito w i
dos recursos de que podia.di r af i m
favoreeer aqaella localidade.
A respeito de Gamelleira, Sr. premlen&-Z &e
tambem ujo tern doscanmd, prwuad M 6o.
dos os modos mellhuormtr o seu estad& al .
Estando, por tanto, attendidas as recIvAm qiW
cont6n o requerimento, peinso que A m. udie
a sun apresentacao, post quo recouhebs i ea .b .
tencao do seu author.
E' do meu dever dcclarar a Asseml6a que em
tenho sido solicito em pedir a S. Exe. soceorros e
meios para minorar os damnosos resultados d'esa
epidemia quc se desenvolveu em aigums Ioeali-
dades do &" district, e qic tenho sido honwdo
com a coisidcracao de S. Exe. o Sr. president da
proviciLa, acollihedo seuipre coma nimvcleaei as
ninlhas instantes recla:name6cs, feitas no intuito de
bemn servir aos legitimos minteresscs-do distrieto
que aqiui represents.
0 Sr. Fie[l rangeiro Sr. president,
pedi a palavra para dizer aiguminas patavras em
favor do pedido que fez o Sr. Santos Pinhei:o,
deputado pclo 8- district.
0 nobre deputalo o Sr. Santojs Pilieiro andlou
uestas questao comoa dizcmn au'itr todos os deputa-
dos, isto e, pedindo iuforinm4es a S. Exc. o Sr.
president.
UM Sn. DFPu'rTADo-E' quc dUe 11c1 tmt a mmes-
mina fortuna do Sr. barao de Nazareth.
0 Si. (TimANGino-Nem todos podem gozar da
privanca do president e da provincial, nmin todos
teem a meAna' natumzL, o inecsmo genio. Portan-
to, o digno'epresenautnte d< 8., diatricto, apresen-
tando o set rlterimncuto cuinmprio o su dever c e
m'lis umna vez devc merecer a gratidao dos povos
q(ue votarmn i'll c para que dice tivesse amissento
unesta casa.
Em vista, pois, do que acano del dizer o nobre
depatado o Sr. Barito de Nazareth, eu nae tenho
a mcnor duvida de que o nosso college retirari o
sen requerimento. t
0 Sit. SX.tros PlixEmimu-Peco a palavra !
0 Sit. O(.YMPI, MARQUcs--Peco a palavra
0 SR. G(axGnom, E nio posso deixar dc aJpro-
veitamndo a opi)ortuimidadc, agradecer em nome d,.*
p0vos de Gainclleira ao distincto pharmaccatko
d'alli, quo procurou minitigar as dooreados intelizes
aceoinmettidos do torrivil imal-a rariola ; fazer
votos para qiue ces-c qucmanto antes o teirivel fin- "
gello que opprimc aqluella popula<;ao dignp de me-
lhor sorte.
0 Sr. Olympio Marques-(N; devbl-
vcu seu discurso).
0 Sr. Santo% Pinheiro (pela odem)r=
Em consequiencia Ittmina notieia que li nO J);nml
fiz o ineu requcrimemto. Informnado, porcm, ni.
S') pele Sr. barlo de Nazareth come i)r todqp o s
no)brcs dcputados que se scitam nesta baneada de
q(te S. Ex'. o Sr. prc-'.ieentc da provincia ji den
a? precisas providnecias. s-u n.u> pms..i deixar de,
n'estc memento, p3.lir a V. Ex:!' qlu 'iuiiltena ca-
aI so'Onre so ciscutc na rctirada ,io mn.m -u requeri-
meinto.
0 .Sr. Democrito Cavalea i L ipela
ori:Tem)-V. Exe. Sr. prce:identc, ouvio-in p.lciira
palavra aobre o requeriaanto ; estou no diroir< de
diseatil-o e pareoe-mine qu V. Exc..em fitc, do
regimenonto no p,,4(e tollier-me esse drliito.
Fazendo este aviso, espero que V. Exc. mu., stub-
mettcri A decisto da cusa o pedido quie acabi doe
fazer o nobre deputado ; por quanto essa decis o
burlparia o direito que tenho de discutir o rfieIri-
meuto. 0 pedido do nobre deputado s,' piollc et-
attendido per V. Exc. depois que estiver cmnlc-
tamente decidida a questto. Demais a h)ra ja
esta find.
0 SR. PRESIDENxri'-Adisculsio d,) r,-in mrimin-
to esta adiada, e o pedido da uobre deputaj)co .r.
Santos Pinheiros s, sera atteudido qunando 4 en-
cerrar a discussion do requerimeuto.
0 S-. DBnOscURTO -Estou ummuitr satisfeito ci:u a
decisao de V. Exc.
E' lido, apoiado o regeitado o seguinte raniue-
rimento :
,,eO(ueiro prorogaio da hora do expcdInte
por mais 30 minutes para fundamaentar uu re qjse-
riiaento.=Nilo de MIirawm/ ... ul,
O .Sr. Olympio Ilarqmes ohteado a ;pa-
lavra pela ordem, pede dispmnsa da nobre comais-
sio que tern de acompsnhar a pro-issio ,lo Sehlior
Born Jesus dos Martyrios, per isso quo aclim-se cm
uso de remedies, estam residundo forn c tcu.mloente
pessoa do suna familia.
O SR. PRESDEXTm" concede a dispensa pudit a


* #4
























-eu", om ,.w&Tn "








i r-.* Cbanveacido d. intrscfe da
Ier-sO- veam etatr cnvencmidos da.
oomoPA pelts pslavrs-d-es&
s mema, etc., onde se diz -da mesa infrin-
lot-a--dsa nee, 0o3jx depaz, mm
asa dii twtfao., iufriuagu, do.
.* &pifdbp come. pelas palavr-as-Nito e
ri .etc.--onde se diz-quws-eos quo fo-
uiMdff div lor-se--mqae os votos amtefo-

m k no perlodo que-eomega peaa pala-'
- vrns--Ajuuta9Aoie do Sr. nobre deputado, deve
Io-s--i-ustifioas? do Sr. Maximiamo Duarte.


META BMI

-am ltia. Pro, icIa Funeccionou
ho3tamob a pesidencia.do Exm. Sr. Dr. Augusto
de S saFa Leoo, achando-sc proscntes 32 Srs. de-
putadet
Fbi lids e approvada scm debate a.acta da sos-
uaq antecedent.L
0 o St. 1 st rio proccdeu aA leitura do se-
pi _nte expedient
Ursa petio de Jos06 Cavalcante Ribciro da Sil-
va, dofenaor no jary de Garamelleira, do Antonio
S StjYror rquereodmlo coniignaiao da verba par-a
a p.gamen.--A' commission de oramento mu-
Oimatds mean regedora du Contraria da San-
tMieTrinTiaded erecta w) couvento de 'Santo An-
toaidesta oaidade, requrendo a concessiao de uma
leteria do 120:0005 a preferencia usa extraccao de
uma part da msmta loteria.L-A' comminsslo de
petibues.
Otmn d J0 Antonio M ntero. field do pro-
cante rd* Cmara Municrpal do Recife, reque-
rend quo poe verbar do art. 2. .to n. 10 dai
>lei l1,7 ilh sejami pigos 1815101, a que tern
direite.-A' ommisno do ormnento municipal.
OMte de Praeciseo de P.ula e Silva, reque-
rnadio-oasignaao da verba no or.amento future
pam pagmmnto de 60o ')) do aluguel do sua
e M ai l duw o d.t Panel!., quo scrvio de quair-
tel db dateamonto.'-A' comminissio de oramnto
prowiveial.
SOutra de Manoei Gain s Manhonqa, rcqaerendo
unma subvcneo 4de 30:0)04 para ircootratar na
Europe ma mcompalisa lyrical: italiaua.-A' conm-
misie de petites.
Orta dt advogado Dr. Mareolino Ferreira Li-
ma, requerend pagamento du- 1589850 do custai
que lhe dovea Camara Mnnicipl de PMNo d'Alhb.
-A' oonmmissiio do orNam..nto municipal.
Oatra de Silva. kernaudeis & C., negociantes
estabelocidos corn arinmizem de mveis nests cida-


de, requerendo que se declare, se todos os arma-
zeus, lojas c outros estabeleeimentos estao sujeitos
a tax-a de repartica, decretada pela lei do oraa-
mento vigente.-A' commission de legislaqiiao.
,\. 'y Oatra de Americo C-trneiro e Xlbuquerque-
;".:" apontad:w" da 4.a subdivisno ad cestrada do Li-
n moiri, requ-3rendo pagamento dos ordenaldon a
quo tern direito, a eontar do 1.o de dezembro de
;1879 a janhdo de 180 e do 1.o de outubro de 1882,
atW m.nto proxim.)finu Lto. -A' commi.sio de lecgis-
-q .-al*" lacao
Ota do Anna Senhorinha Monteiro Peosoe,
: professors public ein Muruabeba, pedindo si.t
mezes de litenca, com vencinmentos, para tratar
de sua saude.-A' ecommisas de itstrueco pu-
blica.
Um abaixo ssignados de habitantes da povoa-
O de Angelioas de Nazareth, pedindo a conce.ss-
j, de alguumn lotoias parsa a construc9o de sua ca .
j : pella.-A' emuiss.o de petices.
Freu adtw por haverem pedido apalavra os
BSrs. Jose Maria e Nil de Miranda, um parecer da
commissiodte instrucoeo public indeferindo a
peti9o de Candido ('eomes Daarte.
Pooram approvadon: um parecer da commissAo
Sde or-denaot9 declinm.ndo p-ara a do legislaao ia
petic'o de Justino Ansberto de Smnza ; outrode
de obras publicas p-dinlo informmiiSes sobre oa
alugnel do predio emn que funeciona a Escola Nor -
mal; outro da de fazenda e orMauento declinando
pars a de reads municipaes a peti1oe de G-Abino
Jose Baptista; e trees da do instruc9io public,
pedinda informagos sobre a3 reqnerimento
Maria Nioacia do Jesus Coel"a e de Martiho0da
Silva Costa e-de umn abaixo assignado de moradii-
ras de Paratibe.
lPi lid, e rewettido A commissio de petiqoxi
um parecer das commissoes reunidas de obrmas pii-
blioa oleghslwb, soim as petioes relatives a
illueinacao elatsio..
Boam a imprimir nsgakiatoepcojetos do
os de ns. 60 e 61 precedidoado paesoea da coni-
misso de petic1os e 0a de ns. 62'- do pweo*-
ras de instreglo puMieoa.
N. 60. -Prorogando por mais dons annos o pra:o
paira exeeaolo do privilegio de que 6 concession
,. rio Antonio Pinto da Silva, pela lei n. 1,147.
N. 61.-Isentando do pagamento do impasto
de decima urbanua os predios desti capital per-
teacentes an reeolhimento da Gloria.
N. 62. -Autorisando a dar-se accoso a,) pro-
fossor Antonio Cordciro Ferreira, na cadeira que
reage.
N, 63. -Considerando vitalicio o professor Her-
f.culano Hygino Nunes Brndeira.
N. 64.-Mandando perteneer a freguezia de
Ipojnca o engenho Camello.
N..65.-Cr-nmdo na ade da comarca de Jaboa-
S"tao uma cadeira de latim e francez.
N. 66.-Concedendo 2:000. para as obras de
uum cemiterio em Beberibe.
N. O.-Concedendo duas loterias de 120.-000(
ca'la urma para conelus*o das obras da matriz de
JJaboatao.
,, N. 68.-Creando em Goyanua, no lgar- estraila
'" de Cima urnma cadeira primaria para o sexo femi-
.nino.
N. 60.-Auctmorisando a admisslo le ddons me-
4 $ -- n-"- tno. no Gymaasio Peonambucano como pensio-
S nistas'4a proviacia.
S 0 s&4 rpqocrito Cavalcante pela order, enviou
tA mesa um req iroimento de informagoes sobre um
facto dado em Bezerros do recrutamento de tim
home, e requerendo urgencia por 15 minutes
para scr discutido do prefertoncia, foi regeitada a
preferencia.
Adios-se pala hora que a pedido do ST. Jose
,Maria foi prerogada per 15 minutes, urn requeri-
ment* Sir. Olympio Marqtues, apresentado na
oessie o autecedente, pedindo mnformaqes a Ptresi-
S dencia da Ptovincis sobre se Ihe coentaque se
prepare umn attentado contra a ordem public,
amsem do-w demorlir a igreja (lue serve de ma-
triz na frermezia do Pogo d4 Pancllsa e expelir o
Srespeetivo parocho.
SEm apdA, vindo A A mesa, foi approvado um rc-
.-.:o quait. .,.e urgeueia per 10 minotos do 8t.
Sg qus, poed.iaudifsrsno s e bre unm
fato delmeiado pelo Dr. admnlistrador do Con-
:"l : seaTiuvhoinel nas consideraees que procedte-
"m.-so projeoto de oreasmento, por ella organisado,
.. de ,A sd Praidenia-diL Prtmvincia: que a ex-
]-,l~grapnds efr~sreta ostA lu t-andaoeem:
jeijmmijh~ oxrerido pr tfre corrooememoihgoas
| -^KglMltfr-acouspre d'sssmum o no frotameinto


5-


os seguiatea actos
Q"arta-feira : matins, As 5 1/2 horas da tarde,
Qainta-feira : pelamanhlai, As 11 horas, missa,
eommunhio geral e exposieo do Santo Sepulchro;
A tarde, matinas, continuandol a exposi*o do se-
pulchro.
Sexta-feir ra: As 8 horas da manhA, adoraco da
cruz, procissiao no interior da igreja corn a ima-
gem do Senhor morto, e sermatio ; A noite, mati-
nas, sermio de lagrimas e canticos piedosos.
No sabbado : Exultet cantado corn solemnidade,
prophecies lidas, e missa de Alleluia, pelas 8 ho-
ram da manha.
On religiosos eapuchinhos aceitam e agra-
decerio as veHas que lhes remetterem para o
Santo Sepulchro.
Matrix do Corpo Santo- N'esta igreja
havera os seguintes actos.commemorativos da sa-
grads paixao e more do divine Redemptor.
Hoje, das 6 As 10 horas da manhi, missa e offi-
cio de Ramos ; amanh, Ais 6 horasa do dia, pro-
cissAo aos enfermos ; na quarta-feira As 9 da ma-
nuh missa e As 5 da tade, officio de trevas ; na
quinta-feira, As 10 horas da manhA, miss canta-
da para a solemnc exposicao do SS. Sacramen-
to c As 4 da tarde officio de lava-p6s ; na sexta-
feira, as 6 horas da manha 03os actos da Paixio e
As 4 da tarde o descimento da cruz, sermale de
lagrimas e proeissao de enterro do Senhor ; no
sabbado As 7 horas da manhal, o officio dealleluia;
e no domingo, missa solemn is 4 horses da ma-
nha seguindo-se a prociasao da Ressarreiq'.
Em Olinda Na cidade de Olinda, hoje, A
tarde, ha procissilo do Seahor dos Martyrios, pre-
gando ao recolher da mesm-u na igreja dos Mar-
tyrios, o Revn. Dr. Assis Bezerra de Menezes.
Faculdade de Dilreito-Eis o rcsultado
dos a&tos de hontem :
1' anew
Arthur Coerqucira da Rocliha Lima, plenamentc.
Jon6 Meoreira de Pinho, idem.
Joas6 Serafim da Costa Fariab idem.
E pas Cavaleaatc do Nascinnteo e S11, idcm.
J4ao Mayriak dos Santos Cavaloante, idem.
Atlolpho Solano Martins, simplesmente.
Atonio Coreoia Gomei de Ameid a Junior, idem.
J aquim Ferreira da Silva Leitao, idem.
J s6 Pinheiro da Camara, idem.
Sanoel Jose6 Rodrigues Pineiro, idea.
Fsltou a prove oral 1
Esereven pono diserso 1
lennfoea. awese Hoe ha aa se-
lintes :
DDo Club Dr Frtowbacano, As 10 Ihorma
i s anhu, no laljPnlnao eosino;
Do *Cousin iLaw1 i ; -'11 horas dA4:mna
doeRa*T a, ih d
D" 29SWA0 AeIs 11 henada aw
BrLna rua doi C~ihik~S
i LZatn~fy fci~if 1Sr~^ :
i *~~ ~~~ *C^c*(fl~i-A s "^fari 7-nS-^l


I -! '. .= -,.. ;'
in. 4 1 ." ^t II;


atoms aquestlo deo emiquo temmL

pwarotw i BaiNaevilde ta N ea1 ii'
valoante, que muimdou um rn rento de adMiw
meoto eat im a mno ., pu no jenwaha

AtOrd=m do *6 6: ldsa soio is" pwjec
na. 1 e 54, 2'mdo de n. 10,' todos destoanmei
nn o d ainteoedente.
ia sepintes portarias:
or Pta secg. a d ideoa de Per-
,uambow, am,4 Vw *Ct-ftldard
au dna waa, 4 ep ee da le na. o de 1*de
setmbrodeVIM a rolv nwam r.sr ptasI NlOR 1ee-
bdd* reserva da guards nation darniecornMe-
do Olinda e Iguaras m i soiaiutes offeism :
',1.'eapa ia
C O'te Bernaidino de oewan. deo A1lb erque
M eio.
At-es, Faqto omentind o Beeffnrn.
n~e~toate1- ioanpasshi -rf~ wo(pa







Alffres, Jos6 Tavares Fres da Motta.
3 ompwahia
AIJfdres, Francisco Ernesto Munteiro.
(Assignada)-Jo d Manoel de teitas.
t.a segco. Palio dad Pesideacia de Per-
nambtwo, em 4 de abrsit d 1884.:--0 president da
moviuneia resolve nomear Sebastino doe Barros
ar~eto paroa oposk de capit7o da 2.a compauhia
do, def batabllo de infantaria do service aetivo da
guadsda nnacional das comareas de Olinda ea IgIaI-
rassa em substituiglo do capitlo Joao Baptists da
Silvi Gaimarnes, q Ote podio, guia de passage,
af',im;de ser aggepgado a tun duo batafi5es da co-
mar4a do Refe. (Assignado)--'aosd Maneol de
PreOlta.
a 2s e do. Palaciot da Peeidentia de. Per-
nlma e 5 oe abrit de 188.- 0 preosidenate da
provlncia, pars excageo da lei n. 2,395 de 10 de
seteb-ao de o1873, resolve nonear parsa o 67 ba-
tahh4o do servia active da guards national das
coit-eas de Olinda e Igusarass4, os seguinten offi-
cites :
Estade ma or
Tenante-ajudanto, Alberto leis Teixeira de Oli-
roi ra.
vei ara ca dompanla
Tendoite, Jos6 Figuoired d Bezerra Dourado.
Alfees, Francisco do Paula Pinto.
2.a conpan'sia
Alferes, Jos,.- i mos o deSi, luirda.
6t.a c9mpankia
Tenente, MilitAo Ramos deo Siquueira.
7.a c2mpadkia
Alferes, Maurino do Paiva o Silva.
(Asognado)- 'osf. Manoel de oFreita.
fbiernao do Bipado-Diz ta Aurora,
hoatemn distribuida, quoe forami coneedidas:
Prvwisi o de vigario, por tempo de um anano,
p-u-ar a fregnezia da Independencia, nas Partahyba,
Ai ftor (to R.vd. \Valf'edo Seares otn Santos
Leal.I
Ide, aideon, par- a fregnuezia de Noss esnhora
da As-suaunpqo c S. Gosvalo do Cabrob6, nesta
provincia, 6 favor d, Revd. Manool Felix do
vMoura.
Mancopah.







Idem, idem, para a freguezia do Limociro, nests
provincia, :1 favor do Revd. Joaq'im Antonio da
cost; Piuto.I
Ideas do pro-patroaho para a froguezia do Inga,
na Parahyba, durante o impedimeoto do respec-
tive viga'io collade; A favor do Rovd. Jo56 Alves
Cavaleante o deAlbuquerque.
Idem, de coadjuctor ptrar a. frem zia do Santa
Rita, niat Parahybi, pr tempo de im auno, A favor
do RIrvd. Antoni6 Pereira de Coast-o.
Idem, pars a fregruezia de Porto Calvo, M Ala-
goas, per igual tempo, a favor do Reod. Pedro
Gonqalves da Luz, residents un cidawl da Vic-
toria, desta proviuceia.
Idoem, ideian, ide, A favor do Revd. Ire Jon6
PeroeirA da Costa, residents oe S. Jo da Lage,
povincia de Alagqas.
Cathedral -e Inlind --Colebrns-no, us
cathedral de Olinds, todas on actan di Semana
Santa, prineipianda hojo polo officio nalomno do
lamoas, As 9 hot-as diia snashl.
Na quinta-fiepa, As 8 horan: da manhi, S. Erc
Rernv dat-Aprici pio a sagrtia na olIe dos
triwa. darta p"ro p"ncia.



oleos de baptinme, chisnm a o uncfr o, carm quo tern
do sot prove id-as as matrizos desta diocese, e no do-
mingo de PasOhoa, Ats 9 hat-an, celebrar-A soemne
pontifical, coneluindo oase ptlo orn a benlo pa-
pal.
L S qio ptogadorca do Masdat an Lava-pS., a
Revma. conego Dr. Jaqiuim Grracsno do Araue;o
de Pai.d, a conogo Antonio deManoel diAsnump-
10g; o da Besurseigmo, o 9 oro. coneog Fort-owe
dos Sant.os c
tSecretaria do Dlspado--Essa reparti-

9,ao eoeooiastica ostarl em ferias do dia 9 ate 15
do corrente.
Semana Santa-- Na igreja de N. S. da
Peuha, par occasiia da semana santa, terao lugar


Sr. Dr. chefc do policia por unma das ordenancas
d'este.
a 0 Sr. Cezario nem mesmo na Secrptaria apre-
sentou-se.
o Se isso fizesse, cornm certeza seria attendido,
pis'n- b ha quem ignore nests cidade que o Sr.
r. chefe d e policia 6 A qualquer hora nests Se-
cretaria e at6 em sua propria casa, accessivel a
quantos o procuram, ouvindo sempre a todos corn
a maiorrubanidade. .
Ferimento leve-Leopoldino'Felix da Sil-
va, aceo-se na estaco da rja do Sol, fregnuezia
de Santo Antonio a conversar corn Clemente
de tal, filho da velha Anna dos Santon Ban-
dcira, sem que houvesse motive den algumas pan-
eadas comrn uin ehapo de sol na dita Anna fazen-
do-lhe ferimentos na region coronal esquerda de
lous e meio centimetres no sentido oblique, e tunsa
intumescencia na exterionridade superior da, face
posterior do ante-brago esquerdo, sendo leves os
ferimnentos.
SLeopoldino foi preso em flagrante delieto e sen-
do apresentade ao subdelegado o Sr. capital Ba-
rata este maindou lavrar o competente tarmo c
mandado de prisilo.
A policia compareceu iao acto da prison.
Amamon Steam Nawf ltmalon COmaps-
ny-L-se no Jcrnal do Commercio da c6rte, de
28 de marao:
Consta-nos que o Sr ministry da agriculture
reduzio para 40:0005000 a subvengioe annual de
96:0005000 que a esta empreza era conccdida pe-
los seas services de navegasAo nos rios Pards,
Madeira c Negro, scndo fundadas a deciaeo na clau-
sula 26a do contract approvado polo decreto n.i
3,898 de 22 de dezembro de 1867. A ompresa se-
correun para o governor imperial em Conaelho do
Estado, tendon sde remettido o reeurso ao Sr. eou-
selheiro Miartim Francisco Ribeiro de Andrada. -
Muses Naeional-LI-se na mesma folha
de29:
a Ha cerca de um no achanudo-se de passa-
em neta cidade o STr. capitlo Fkazer, quo comr
dsajud-ntes se dirigia em commiauslo do gever-
no inglez para Nova Zelandia, foram-lhes offere-
cidos pelo Sr. director do Afusres Ntoa gdsgs
objoctesIndigonss dosewasil ene ao9.Asa pu%
blicgaOe-seientiaB feiltas po aqole utabelo-
cimento. ateoabjecto i foai doaden polo Sr.
Fraser ao lien ComaLLd e Nova Zelauisf.cto
director, o 8 t. i Heto aeasid.enviar pe .


.,, "ise opto do oe ot,, do,
Pa.: UM .t ':-- :


-. w OWoiiw vqw
: 0ftek-.d__ _&.4 MI l-' .


"*N : *. -. ",.**
.. _. ,., .,-- .-- '-.

.......k_.t..r& *.tt.rt"?:,'


81 diaa de TU^MU^AAAAA dft BaAbados.
A e -f-ga 16 a a dmits dopmaue deeMt-
nI-8e so portoe ....
Haven, %f atw oso eutrma honas depois
pars o fa S" 1 6 ister DBsd an
Reln.i&9 Jiira.--iD in~s de, anm-
chi, 8 do eorrem asm, s nd A- &A. 3- an'eo da
Paculdadededio it D oerbumeao W a m .das s&las
doi edificio da moanma Faeudade Jrp teastases
da mania stalo. ma -a ao Sr. Dr.
Graciliano dol a Bnt,84&
DIlaaelu-s'-(#- pEqefls Misdox treirse do sal
Manoel Martins Fiuza 2900900
A. Augusta dos l&tIEtAwh. 8089000
EinliterS-da Aflrl"Ua a -No B-Zar-o
Official de 27 de marxo find acb&.amypbaed oa
seg!niute aviso:
Ministerios dos Negoci6s di Agricultura, Com-
mercio e ObrawP caMa--Dorectoria do Commer
ci--2 noe -.-N. L--RB do Janeiro, em 15 de
mamo doe 1o84.
11m. o hva. ft--Am6ot a &W iB. um exem-
plar do Diario O0fIa .ao qa fi publicada a
imperial resolugo da consul ada Seocilo d)s Ne-
gocios do Imperio do Conselho do Estado de 19 die
novembro do anno pioximo uaaseady.acerea da re-
presentagao de Meuron & C. contra a ddliberaslo
da Junta Commercial dessa prmvineiam que man-
dost admittir a registro a area apresawtada pela
companhia imperial, cor caracteristicos que faeil-
menet so confaade ca ona os-de mares dme s fa-
ricns, ais de qae, totrada- d'e&f conhecimento,
V Eae. declare A mesa junta- que, a vista do
avise de 28 de Julho de 18$2, quo naudoa garan-
tir plenamente o direito dos reeorretes, dove an-
nular o registio da referida marca, fieando seiente
do quo uao 6 licite. ditti a eassa fonneLiidade
qualquer marsca deo negeiante ou fabricante, que,
relativameAte a ontra jA registrada, possa dar lu-
gar a confusIo e ongano do comprador.
Dcus guard a V. Exe. -Affenso Angusto Mo-
reira Penna.-Sr. president da provincial sda Ba-
hia.
Cosferenela- H4je, aomeio dia, ha con-
terencia sobre o assuupto da emmtncipa9o dos es-
cravoe, no Theatre Santa Isabel, oude toeariA umi
bands de music.
Cealiterlo de Mastsu Amatro A Ca-
mara Municipal do Recife, em ura dtie suas ulti-
mas ssoasses, tomou a delibemaaLo de mandar pu-
blicar na impress t as datas cm que findJamr os pr.t-
sms regulamentares do Cemiterio do S. Amaro para
exhuanagIo dos restos uinrt;es das pessoas alli so-
pultadai, com ldeclarnao dos respcctivos nomes.
N'outra seC9o d'ceste Diarlo vai inocrido o pri-
meiro de takes arises, que abrasge os dias 7 Ai 19
tdo co-rente.
Anilversario-T- Fazem amdaih0 63 annos
que o fianado imperador D. Pedro I abdicou em
seu filho S. Y. o -r. D. Pedro H. Por eseo mo-
tivo haverd salvas A 1 hora da tarde.
0 coniaelbeiro Ferreimr de Agniar
Ao bordo do paqucte M fandos, chegido houtem,
rcgressous da cortc, parsa onde fora afire do ser
operadoede cataratas, o nosaso respeitavel amigo, o
Sr. couselheiro Joilo Jos6 Ferreira de Aguiar.
Sua illustre familia, parents e amigos o foram
receber A bordo.c o acompanharam at a casa do
sua residence.
Comprimentamos ao nosso vcuerando amigo.
Tilulow di eleitores- No praso de 30
dias A contar de armanha, entire 10 horas da manhia
e dai tarde, ser-o entregues os tituloas dtic eleitores
ultimamncnte alilstados na parochia do S. Jos6 no
I" andir do predio n. 24 do rua Dtauquede Caxias.
Procisnl-en- Da igreja do Paraizo sai hoje
A tarde a solemue procissao do Senhor Born Jesus
das Chagas, chamada Procissao de Pamos, a qual
perdftrerA as ruas do costume.
Na tora-fe-ra, 8 do corrente, as 7 horas da
wanhi, sahira a procissao do Senhor aos enfer-
mos d a matrix de Santo Antonio.
Imprensa estrangeira Recebemos
pelopaquete Senegal :
N. 62 de 20 de marco, do Brsil, que se public
em Paris, com o seguinte summario :
Un anniversaire.-Lettre de. oio de Janeiro.
(Projet de colonisation de la province de S. Paulo
-Manifesto de l'Association central dimmigra-
tion.-La colonic de N. S. da Piedade.)- Dernib-
ros neuvelles.-Le cofeer au Mexique.- Le nsm.
veau cuirass6 bresilicn.-Le commerce de expor-
tation do la province de Para.-Le Bresil a Lon-
dres.-Revue financibre.-Chemins de fer.- Le
march du caf6 au Havre. La protection de l'cn-
fance.-LRapport sur lea mines dalapozos.
N. 41, de 15 de maarcoa da Reoe Sad-Asses-
caine, de Paris, corn este summario :
La crise &enomique en France, opinions de M.
F. Passy, par Pedro S. Lamas,-La SocietO Am6
ricaine de France, par A. Castaing.- Le cafO.-
RBpublique do Nicaragua, par G1. Guusmaa.-- So--
ciedad Latino-Americana.-Courrier d'Amerique.
-Revue Economique.--Revue Fbuanei6re.--Bi-
bliographie. -Arts, science et faits dives. -Mou-
vement mantim..-Anaonces.
Secretariat da polieia.-Desta reparti-
nao o n viara a -guinte:
a Nio ae exto que o Sr. Jose Oczario de Al-
meila iobre houvesse side obstacle de fallar ao


NUMEROUS DOS PREH1OS DE 20%000
41-1 1647 |4346 14739|
983 2896 4566 293-Approx.
1031 1 3529 4630 295-

NUMEBOS DOS PBEMIOS DE 1006000
Y167 988 2355 3878 5152
596 1243 2448 4174 5527
,743 1291 2463, 4376 5650
;936 1975 2874 4460 5836
|942 2040 3769 5111
NUME.OS DOS PREMIOS DE 40-$000


52
80
85
247
649
;94
198
1089
1;17
1 .37


1858
1971
2179
2388
2399
2464
2509
2893
2899
3035


3269
3328
3415
3671
3707
3819
3951
3987
3995
4140


4212
4228
4296
4374
4412
4516
4581
4609
4638
4657


5[86
5217
5316
5335
5542
5584
5608
5671
5716
5893


Generous aiimentlelo-Pelo vapor Ma-
nos e navio Antonita vieram parago mereado do
1ecife : caf6, 940 saces; massas, 100 caixas ;
vinho, 3 pipas e 35 quintos: xarque 421 fartdos ;
107,597 kilogrammans.
i Matadouro Pmblico-Foram abatidas no
I|atadocro Publico da Cabanga, para consume do
da 6 do corrente 72 rezes.
Destas foi para a caldeira urma rez do Sr. Joa-
quirm Nicolao.
I LeIlOes-Effectuar-se-hbio :
Terga-feira:
Pelo agent Pinto, As 10 1/2 horas, na rua do
E om Jesus n. 43, ae moves, quadros, loucas, vi-
dr0o, fazendas e quiuquilharias.
Pele agent Silveira, As 10 1/2 horas, A rda
da Larangeiras n. 15, de moves. -i
Pedo agent Britto, As 11 hortas, na rua da Ma-
d re do Deus n. 28, de generous de estiva.
Pdeo aente Gasmd, As 11 horas, A rna do Bomrn
Jnsus n. 51, de objector de'marmore e alebastro.
"-- Quarta-feirat:
IPlo agent Brito, Ai 11 thoras, na rua do Li-
vramento n. 31, de um predio.
Pelo agent Burlamnaqui, As 11I horas, na rua da
L nia u. 17 do enpolio do desembargadlor Buarque
dj Nazareth.
i lUsas fanebres-Serio celebradas:
-- Amank: A s 7 horas, na igreja do Es-
jirito Santo, por alma de Joaquim Theodoro do
Albuquerque Pinto; As 7 horas, na da Penha,
q r alma de Brigida Maria da Conceilio ; As 7
hbras na matriz de S. Jos6 pela alma de Joaquim
Henriques da Silva.
-- Terga-feira : As 8 horas, na matriz do Cor-
po Santo, por alma do Antonio de Albuquerque
Montenegro ; As 7 horas na igreja da Soledade por
alima de Domingas Maria da Conceigao ; As 7 ho-
rjs na matriz de Santo Antonio por alma do Df.
gIrancisco Jos6 Meira ; as 8 horas na Ordem Ter-
c ira de S. Franciscopor alma do Umbclina Rosa
de Amorim.
Q(uarta-Jeira: as 7 1/2 horas na matriz do
(rpo Santo, potr alma de Manoel Francisco Pbn-
t3; as 7 1/2 horas na matrix da(I Boa-Vista, por
da de D. Anna Clotilde de Albuquerque Bonne-
f Md.
oLerL-a& da provliela Tera Mteira, 8
c o corrente, sera extrahida a loteria 27.', em be'
Aeficio da igreja do Canno do Recife, no consito'-
1 da igreja do Noses Senhora da Conceigo dos
litares, oud se acharb Texposts as tr-as e cs-
eras arrumadas ea ordom numerida a apmeocia-
o do public.
Na -saO 0SO flObfl A 140' cow-
e no diw 9 -& corrente.
0 oe At.igb fesg apha-se a venda na Casa
.e.inaVo ds idepedeneias ns. 37 e 39.
Lieaawia -d Ceaa't.- Corre impreterivel-
t 12 do eabrs o rot dos blhoah-ms
4JWAS Ia ru .l do Maao n. 23.
S l-& dend. de 60:0004000, do Rio
eJTliwdatrshs~ls querta-feina, 9 do cor-
di 'ime d o
.T ... .a Cos da Fortumal r .a 18


A.2. i:L .


cI 4ww r- uAjedw




ti. R Mi amb ----- %4wos,,1 ,
6-u Ida SMTmpm;.do W wjC



W l oi atambonm fiem Aoatido m
.A fiaoes miaale daaoehinfM di 6 p0Mavalis
ena.mmabo asd.is 1/, s mi.l- puT-hrj s pdd
1savoebv at4 SB catailos a. f 'oMeMtira.
Est eavio tern oxeIllentes accormmodaeq |

126 passageoiros de la 1 class e pa 400 de
A. A "4*jMatr, de us- aspotS elegant
cdpnd dopPofa&puia, dt bombers a ostiordo,
gnaa'. a-fid. Rdiras rd'AJt s eta-luxuosamoen-
t iordu_ Ai .it loda do* paquotes Bri-
MlaI, bierifa :e-V0 u to ndoquatro conforta-
ismesa paraUelas.
a Os lavatories sioa do W m= A* R. &nith e s4
iem como Ps latrUema, eomaalidea pel eysybems
nais modao na Eu F p op s eamarotets espao-
Se conteado oadau. deas eiteo e um n sjf,
ossuem.todaa a mais commodidades das construc-
oes maritimas mais aperfeiveadas neste gene-
r os camarotes do commandante e officials es-
t nclbsad poDieu manm adeqaadsM e nas
naias adeptades-ultuimente na lagiaturra; o na-
vio tern uma tolda.corridade popa A proacOs o go-
vtrno do loeme 6 feito por min io de vapor, polo au-
tar Bunel.
'r Foi iatroduazido no vapor o mais commodo sys-
tema de laz electrica, de lampadas isoladas, do in-
vrut*" Siran, destitnido de oscillaqOcs bruscas e
dosagtadaveis A vista; na experiencia de hontem,
enborsa tivesaem o coforto da luz do dia, produ-
ziam beissimo eeito, e quado. foram access
obtiveram dos viskantes caleoos applausos.
a 0 Mandos custom A. companhia 53,000 libras,
Creca de 600:0305000 em noosa moods; foi cons-
tuido debaixo das vistas do eopitao Byrne, ge-
rnte da companhia, do Sr. Thomaz Bain, enge
eiro, que, ha oito annoe, t a prostado relevan-
vantes serviqos A navegaVio brasileira ; o Sr.
Guilherme Waddington partio em outubro do anno
passado pare assistir ao acabn.mrnto do navio, em
cpnstruo*o que daurou 11 mozes, e foi designado
patra ser o seu commadante.
SA commisdao de victoria compoz-se dos Srs.
capitio de mar e gucrra Stepple, capitio-tenente
BIlueno, constfcttor Bastes e outros distinetos offi-
claes dai armada brasileira. "
Loterla da provlnela do Rio
4e Jameiro := Eis as uumeros mais
premiado,. na 1.' part da 110.a loteria
(336 A,) em favor das Matrizes e Alfaias,
oextrahida em 27 de Maro :
NUM EROS PRREM1OS
5.914 ..... 20:000000
294 10:0006000
1.900 ....... 4:0006(000
1.138 2:0006000
2.659 1:(000000
5.036 1:0006000
S455 8006000
.852 80)000
2.334 8006000
4.156 8006000

NUM3EOS DOS PIREMIOS DE 500W6000
1101 3430 5215 5913-Approx.
S 1226 3539 5846 5915-


I-



* p












I-
'4

'I





I,
$


sc; e, porque o sal de uiniuno ao produzio o abai-
xa nento do temperatira segu -se quo a appliHca-
a) nao foi rational e1 acertac a ? o caso do
c ebre aphorisnjo latino: -- Oh quanta spe-
MIS...
Stemporat-ura io desceu S. polyclinico : 1l
noq ha molestias'emn que ra t os bra-
loe disuar eowmere torrae qufi pus-; a se

ft.J a~ vlt -.,.a flg a q. coa ~e
"e q p m a a 3 e s

r ec u,~ee fa5^^Mf int qw ama
a ~rqaU. I mw era nature,
Sila uo N 6.B- t6eao
drum i d-lun, trecho


It



4/


: Carnairo "2^


GanWuro a 1, idm I
F*rinatM 400 r&,isa2980-acia.
Milho de 480 a 400 r6is a i.
Peijao def19500 a IA200 idem.
I onu raeeadades:
Stalom deo care verde.
Sdit de suio .
1 ditos de frieouras.
Q compartimentos de legumes.
40 idem de farial ie comnidas.
Dove ter side arrecaa nest di i a importan-
C Amw do eteneat -Movimento dos pro-
sos no dia 4 do corrente :
Existiams preaos 33), entraram 4, sahio 1,
existed 342, a saber: 'naeionaes 298, mulheres
liestrangeiros 13, esoasves 23.-Total 342.
Araeados 308; sendo : bonds 294, doentes 14,
-Total 308.
Movmnenft da enrsnmnaria:
Tiveram baia :
Sebastilo Correia da R cha.
Manoel, eserave de D. Caetana da Costa.
Teve alta:
Hinrique Pereira do Nascimento.
COemIterfe Patbfllo--Obtuario do dia 30
de mao :
Manoel Francisco Foates, Portugal, 69 annos,
solteiro, Santo Antonio; lesAo cardiac.
Mvjrcelino Ferreira do Espirito Santo, 60 annos,
S. Joa; diarrhea.
Maria, Pernambuco, Boa-Vista; gastro-ente-
rite.
Anna Clotilde de Albuquerque Bonnefon, Per-
nambueo, 20 haimos, solteira, Boa-Vista; bron-
chite.
Carolina Rosa da Luz, Pernmambuco, 59 annos,
viuva, S. Josk; apoplexia.
Walfrido, Pernambuco, 6 mezes, Pogo; denti-
qao.
Amasia, Pernambuco,7 mezes, Boa-Vista; ente-
rite.
PFix Vicente Ferreira, Pernambuco, 40 anmos,
casado, S. Jos6; cachexia.
Joilo, Pernambuco, 1 mez, Santo Antonio; cn-
tcrite.
Olympia, Pernambuco, 14 mezes, Boa-Vista; en-
terite.
NIo houve caridade n'esto dia.


KEDICINA

Eleetrolyse
0 artig) do ex-pharmaceutieo, do Ayer pernam-
bucano, deste esqueleto quo por ahi vegeta, e que
6 conhecido polo none doe CUrlos de Bettencourt,
veio mais umLi vea demonstrar que devemos acei-
tar tudo neste munlo eoQAo vindo do ixcio fatal
em que vivemos : e do ecto quem quo sc havia
de lcmbrar que um parvenu, quo tendo esplorado
desde o cafe, na co6rte do imperio, o jamaracard, a
encalyptina, o vinho tonico e provavelmente mut-
to breve a pomadina ; que so fez medico Ui nos
funds da Pharmacia Galeno ; que viajou apenas
comno toriste pelas grandes capitals da Euro-
pa, centros de civilisaqiIo, e quo verifieou o sou ti-
tulo polo novo regimen, Deus c o conselheiro Sa-
boya bemrn o sabem como ; tivesie a audacia dc vir
dizer em public no sen ultimo communicado quo
me fazia estas cousideravcs porque lhc pareceu
que ao Dr. Cysneiro nio passou pela mente a exis-
tencia de urma complica-ao no doente que perdcu
tiedo febre urethral ? !
E mister quando se dA a honrs do descer
at6 nin Bettencourt munir-se cada um de uma d6-
se de pacicncia que ultrapasse a de Job : e de
certo, em covis do tantos disparates nao sabcmos
por onde comcgar.
0 electrolytico principia dizendo que os que
tratam de urethra sabem que qualqucr manobra
nestb canal 6 seguida de accideutes, os quaes enu-
mera, copiando o diccionario de Robin : pois bemn,
6 este mesmo inconsciente quem fazendo a opera-
cao A electrolyse em o infeiiz Salles Dutra, man-
da que elle trabalhe, que se considered eurado e
restabelecido c nern se quer Ihe a onselha o ba-
nho que no dia 17 indicou depois das manobras
quo oez pars peowtrar na urethra!
N)ma Pensylvania, p6de responder-me, o sabio
polyclinico, se precede assim ?
Eu sei perfeitamente, e muito me custo o sa-
bel-o, que nas diversas lesoes que so passam nos
org.os genito-urinarios, dadas certas e determi-
nados condigoes pathogenicas, o apparelho renal
se ressente, e nilo 6 raro que os exames da urina
por processes reactivosreveleis a preqensa de al-
bymina, e muitas vezes de epithelio renal e tubu-
It quando as lesoes salo mais profundas nos rins :
de tudo isso sei, e de mais alguma cousa : mas
Sr. polyclinico, curador da TISICA ? o que que
pensa que resultaria se Aemelhantes epiphenome-
nos se dessem no case do Duta ?
Para n6s todas estas desorddns tenderiam a des-
apparecer logo que houvesn mictao franca da
urinia; porque ahi 6 o case scm duvida do subtata
cauja toUitur ffectus.
0 senior naio pensa assim ? nao ?
Fu suppunha ter demonstrado A saciedade que
a casa primordial, inIincutkvcl da molestia do
Sr. Dutra foi nao somente o nio ter sido aconse-
lhado a este mop polo bx-pharmaeeutico o repoa-
so, come tambem o ni4 ter side applicado aquillo
que o mais ignorant aprendiz de cirurgia conhe-
|ce hoje; urma gramma.de amlfto de quinine de-
poi$ da op3ra6 iI e, St'. electx9oytico, fique certo,
e se convenca uma vez per todas de que se tives-
se procedido assim nlo teria dosmoralisudo ainda
mais o sou process, que per i jA nada vale; e
nc4 teria concorrido 4ctivamente para riscar da
face da terra um entc niecessano.
O topico do polyclini$o que come a o case do
infoliz typographo aeh4va-se nas melhorcs condi-
OCes de ser tractado e que terminal nas palavras
nero ao menos conseguio abaixar a temperature,
vail demorar-nos um pouco.
0 polyclinico revela em todos os sons actos urma
coragem de pasmar pace queo no diecionario
que dlle compulsa paras aprender tanto dislate 6 a
palavra inexactidio syionima {e verdade.
Quali a explica4ie qne lhe podena ter dado a
familiar do seu infeli4 doente. come afirmou em
um dos topicos de seu artigo, traetando da minha
pr-esaWa (?) na casa do seon operado? Sabiam
elles porventura que eo acudiiia ao chamado del-
le ? e ja esqueceu o pblycliaidoo que someone na
esecada do predio 6, quo nos aenontramos, notande
eu por esta occasiao a seu rosto pallido, cavado,
assim corn artcs' de quom soffiia de um remorse
puiagente e de um peoo afflict ivo? Nilo admiral
que polyclinico esquec hoje eotas cousas : 6 sua
faiua andar arrcnio dai vtrd-dd : o que tenho eu
corn isso ?
0 cs-pharinaceutio .aida insisted em quo a tem-
petatura tiuba dcscido neste dia o 39.u, o que quer
que llio faga ?
Palavra par palavra, par Daus quo eu prefiro a
minba a do celebre descobridor da eucalyptina.!
Nio Ilhe parcco que tonho razio Sr. ex-pliarma-
ceutico ?
Qunm foi que disse ao PRotONoGAIrENTO do Fort e
M'llez nesta provincia quencu tinha potato a mar-
gom come impresiavel sua formula de sulfate de
quinine e salycilato de soda ?i. Qucm toi ?
S' verdade Sr. polyclinico que ncssa tarde mo-
difiquei sea tratameont : nuo quiz" dar salycilato
de Isoda, c entendo que fiz muito bemr; e, alem do
ouros melos therapeuoeCos quc nlo vbm. ao caso
leuabrar, dei o bromytrato dd Quinino em d6se
ekcvada, sal que ordmiisamente pretiro empregar,
eoat excluado de todos os outroa saos da mesnma ba-


r -
A A
4
ti' V
~Vv-;.s 4


liiwadw- Ise
u-MA
10 qE4&mtm hEiFW.0

%gosom .si iaem anowl

a-%fiVa Mbu ains a a S-n.o
Ayer Pemumbcano dis a"ds : qoeI do v6.
sea qae viao doeate, e durm-tSisainlM An as
nenhma,.euas vuotda ; e qmu a bso O de
quinino 6 ti rapid que de meia a un4 bor jA
se ascha na uuia
Na primeira das dnas visits, prete imm atmt-
9ilor. polyedimco, o dia uli.m cMIWhi. M
porsi... iRa",td i ..! & auqs diMr.w.
no meu primeiro communicado : n.o, eu nio quiz
arranear-lhe o chind para mostrawr-ihe 4 ealva m
today nudes, porque apezar de todos o4 pearim o
Sr. Dr. Betteneourt commungot comuoo wo lWe-
pital Pedro ,' oalde reeebe a maniore provas de
cavalheirismo nio a6 de nosa patte coso da pla-
ralidade de todos os medico d'aquelle important
eetabelecimento. Mas.... Vamnos adiapte.
Na sua segunda visits, porim, quamndo o infdia
mono pedia por tedo que o libertasaem d'aquetlk
torture (o vomito) dizer o ex-pharmaceutico quo
nao o vio vomita e tudo isto pars fazxer ere
que a temniperatura se achava a 39.-
Mais probidade scientific&, Sr. polyclinaico: oft
que a caminhar assim so podera pir em duvida
que tivesse penetrado no amago do mundo urn-
verso !
Diga-me o polyclinico pelo telephone, por carts,
ou melhor meio que cncontre, onde foi piue leu quae
o Mulfato de quinine t revelado na urina uma heora
depois de absorvido ? '
No meu tempo se dizia qne a eliminagio come-
qava a dar-se algumas borai depois de ingerido.
H lje as cousas cttao mudadas.
Quem sabc si ao polyclinico no cabc mais a
honra deste descobrimento ?
Os periodos subsequentes do dcafructavel ex-
pharmaceutico saio outres tantos dislates nws quasi
toco apenas accidentalmente, porquanto no men
primeiro commusicado jA form discutidos a sa-
cietdatle: devo entretanto demorar-me um pooe
em duas proposicues do polyclinico: a la e qua
tratou de um doente em peiores condik6ee do q
o infeliz Dutra e o csrou ; a 2* que o acos i
digitalis e veratrinsna nso se emprcgamin em dus
de febrcs urinosa.
A petulancia do es-pharmaceutico t admiravdl I
0 polyclinico quereri comparar por ventura o ca-
so do infeliz Dutra ao de num doente que suppor-
tou bern duas sondageas e na terceira tentative
(olhcm que o doente ncm foi operado) foi ataeade
de febre urethral ?
0 Dr. Ayer penisa que escreve na Beocia ? acha-
ra quo soinos tao parvos que tomemos A lettra Os
seus embustes ?
Esqueoa-se disto, e vamos adiante.
Quem foi que disc ao polyclinico que en nWa
insist, e muito no quinino ao qual como ad'-
vante ajuntei preparados anti-thermicos, aeomt.,
digitalis e veratrina coudemnados tIo em limino
pelo sabio operator da electrolyse ?
Quem foi ?
Em que livro de clinic encontrou o ex-phar-
maceutico contra-indicaa.o formal de prepAradm
anti-thermicos cm case de temperature elendat
Foi na cosinha da Pharmacia Galeno ? E' bem
poassivel, porque disparates deste calibre n o a
aprendem A luz do sol.
0 ex-phliarmaccutico, continuando na faisa do
offender-me, deis:L cahir do bico de sua delicada
penna a phrase seguinte que n 4 cabeceira ds
doente nao se deve alimentar paixscs nero tie
-ouco servir-se deste como instrumento aggrss


*' ,
"* t


sor. n
Permitta o polyclinico que cu mude o termo dis
proposiVio : certainente quo na cabeeira deo
enfermo coinom o iufeliz Dutra eu n o alimentaria
paixics ; c nein o aggrediria ; aggredir porq-?
Sou porventura algum espadachim ? pirova de al
alitneutar paixia : tractei o seaou infeliz operadle
sem couferencia corn as nossas summidades eirr-
gicas, as quacs, se eu o quizesse, poderiam aqa-
latar do sou procedimento como medico: e opoly%
elhnico, coitado, tao cego que nito reconhecn nefte
meu procedimento o desejo do nso hIe camer
mentor damno! mas, ainda urma vez foi verdadoir
o rifilo-Os mAos por si se destr6em.;
Uma vez, poram, morto o operado, ao polyclini-
co corria o dever de submetter-se ao silaecio, e a1s
vir dizer-nos em public que Sallee Dustra nIa t-
ria succumbido se continuasse o ex-pha.nacie-
a ser o seu medico assistente.
Nilo: ahi revoltei-me.
Admitto a1 nunca quo o polyclinico esteja as
condiOoes de me dar liceVs ?
Pois entle eu que comprei o meu titulo a cutet
do tantos sacrificios, do dinheiro, de desgooa,
corn 12 annos de clinic, send 8 de hospital no-
ta capital, vou IA receber licoecs de um R6ocambol,
que nem ao menos quiz at6 esta data bohrar e.
nome da Faculdade que lhe deu o diploma ?
Qucm foi que disse ao polycliniconoqe an nA
gostei que elle continuasse o soea camiaho quad
nos encontramos na escada ?
0 polyclinico peasaria se quer um sinauto qo
precisassemos de sua presence pars lembrar qual-
quer prescripoo ao infeliz por si operado ?
Que lembranga!
0 ex-pharmaceutico entende que pelo f:cto de
ter sido eu quem acompanhou o seu ineliz does%
at o seu auiquillamento complete me ddevo qui-
xar da sorte ?
No : illustre Ayer ; nao: a more 6apeaea
um accident e o sen operado, a datar da hwa
em que o vi, tanto havia de mrrer nas minhas
maos, come nas suas, como m a do mai important
c abalisado professor que setivessaeO enarregado
dos6eu tractamento : na especie, poren, o que6
licito saber ta4 as eausas que dam teulgar C66
tastrophe, e estas ji est io tao diascutidols e eluci-
ddaas que seria ocioso relembral-as.
Eu sei perfeitamentc que ao illuwAko ex-pharma-
ccutico pouco importou que o infeliz operado suc-
cumbisse nas minhas maos, e ositmaato s i
quando o preco da opera,-o era apeoe um agra-
decimonto pelo resultado exple didoobtipole
electrolyse.
0 polyclfaico, por6m, nau ocasilo nem se que
lembrou-se que muitas vezes coreve Deus certo
por linhas toArtas .
0 ex-pharmaceutico entcndea nio tcar em oa-
tros topieos do astig de toreafeira, to de ob
assignado, porem, em 30 de marno.
A' uns porque pensa que nuo dove dar repot
por serem estranbas as meterias, ao meu emsn ei-
mento; e a outros poMqe suea eduesao o pliva de
acompanhar-me no insulto e no doesto.
0 ilhustre polyclinico powder ter a boadede o
dizer-me quas sio as mutias quoeo se aoks-
uhas no exercieio da miniha proesalo!
Entende porventura o polyclinico qu pel faft
de no querer en diseutir a eleckolyo mo uhtO
,lne 6 este method operatorio, em que consist, s
Squares os perigos, sceidentes e deagawn a qs
estiao expostos os doentes que sao arrastrades a-
co icientemente a serem operadoe por eot pm-
cesso ?
Engana-se Sr. polyclinico.
Eu sei de tudo isso: nuo o discuto IpoMqoe mi
me conv6m; nilo quero; c nerm teatom telmppaon
isto.
0 illustre ex-pharmaceutico podea dixer-rn
quaes os topicos do men a .. q o
vam de responder-me, e isto porque s be
cutir no terreno do imsuleo e do do@Mqo p -
raqAo aborrecec? Quaes foramam s {li qa
tanto o feriram ?
Seria aquea equelL em queo proclamei un chauat
de compass emedida
Serisa aquella em quediase quetou pr
embelecar o public eam pm mesm
que seriam seguidas de um tds
So foram estas, cam fmqao os a
insalto: o polyclifmo que p no a fs
tie; apoBle tudo qauo iRqw
to orn que o brindom no Ss mwae
tslimo cumrgiao do Hoslpita Puk:
'hqua "Sopo rmam~fy!^^ ^
,atino prar a nwiM ww-m B^^

.afBBras joa. .Merr lglSBI.^


%A.


*4A


I.w
A


i t

iH^ l -

m d


i I


-A!V-


1P qw4




































EMmw-Ob a& pi-avk UO 1610 UU.WIUeXXu, It; p Ja
S1 repercutindo pelas proVincias do imperio ; a
1wigraoa do noeso capital pars a Europa ; e, fi-
ahanute, a restrioeo, ou quasi-falta absoluta do
eito par os agricultoes o iaetos quea ostao
vista de todos, e que nao teem- outra causa se-
i.. a propaganda revolueionaria dos abolicionis-
ta intransigentes. -
No Brasil, no estado actual da nossa lavoura, a
riopriedade territorial, privada de repent dos
braosque a cultivam, ha de, necessariamente,
rousar um grande abalo,em toda a sociedade bra-
weira, baixando consideravelmente d% valor, e
awzastAudo nas suas ruinas todas as demais indus-
fit" do paiz, que a oxploram, e d'ella se nutrem
a A terra, diz um illustre economist, e de to-
a as propriedades aquella cuja sotte estA ligada
a maneira mais intima 4 sorte da sociedade, con-
iderada como um ser collective vivo, susceptivel
d. gozos e de privas5es, de riqueza e de pobreza.
ll M 6 de alguma sort a grande caixa economic
be a qual vai-se accumular a mnaior part dos
eapitaes, que a geracao que passa, legal & geraoo
Wq Ihe succede.
So e isto urma verdade axiomatic nos paizes ci-
vtiliisados da Europa, corn maioria de razio pode-
= asseveral-a n'este nosso Brasil, paiz exclusi-
vamente agricola, apesar de nos dizer o contrario
*sautor de umas celebres carts fluminenses, trans-
S wiptap no Tempo d'esta provincial, come obra pri-
m de erudicao e patriotism.
Baanam-se os nossos colleges, agricultores'
We nao possuem mais escravos, ou que born pou-
empossuem, quando julgam qqe da extineeao ins-
tAutanea e complete do element servil lhes ad-
veem vantagem e melhoria nio custcio dos seus en-
geshos.
0 que se deu nas colonies inglezas, sobretudo
.Jamaica, por occasiao da emancipacio dos es-
mavos, e o que ha de ter lagar centre nus, por(lique
as eircumstancias sao as mesmas, se nao mais des-
hSraveis pare n6s.
Corn effeito, a rica Inglaterra pode em poucos
ionos supprir de bracos as suns colonies, indo
bacal-os nas ilhas portuguezas, na India, na Clii-
o, e atW na Africa. Nos, por6m, nio podemos
sntar corn os mesmos recursos do Reino-Unido,
Sesutamos condemnados a s6 recebermos os immi-
pttntes de cabellos brancos e olhos azues, os3 quacs,
we zem-nos o tavor de virem para o nosso paiz,
6 para nos civilisareem, tornando-se desde logo
,opmietarios dos melhores terrenos, a custa do
&sta'do.
R~i0.
Eatak 4 test d'este movimento civilisador unma
U.1 Sociedade Central de inmigracao estrangeira,
S9s6 ella, tern absorvido a melhor parte das ron-
do nosso paiz.
Aasim, pois, dado o golpe almejado polos nive-
liores sociaes, arvorados em hiomens do progres-
teremos estagnada, sabe Deus por quanto tem-
p, a unica fonte de renda do imp2rio, e a classes
agricola" levada quasi ao desespero, corn as suas
Iopiedades depreciadas, quasi sem valor algum.
A competeucia aos poucos bra9os livres que
lpsuimos hla de se fazer centre os que tinham
iemravos, e os que ja nao os tinham, e que, por
n erro litmentavel, acreditam que melhoramin corn
a"ibertaalo dos alheios. D'cssa competencia re-
aultarA a clevacao dos salaries, e se hoje estamos
Vpndo .800 a 15i por journal, pagaremos depois
24, 4A, e mais talvez, como acontecet na Jaminai-
em, onde "s escravos, depois de cmancipados ab. n-
dbuaram completamente as fiazcndas, cspalando-
Be pelas didades e villas, e entregando-se por toda
apart s rapinagem e ao roubo.
Respondam-nos os nossos colleges, que nao
pwsuem escravos actualmente e que nada perde-
umr de moment corn a emancipaq'co for~ada c
mm. indemnizaiao, respondam-nos, Ihes pergun-
taoes nos, se as suns difficuldades nao cresceran
imediatamente em proporoio das condiVees mais
e menose cmbaragosas, em que eada um d'ellecs sc
athar, a menos que nao queiram abandonar a agri-
emitura, o que sera para muitos difficeil, so nao
poassivel.
stA bem visto que n'o nos referimuns aquclles
qpejA teem a sua fortune foita, acautelada em
boa. especie ou em apolices do governor, ainda que
tenham de sentir o golpe : porque o desastre da
Ikroura affeetara infallivelmentc, de um ou do
motro modo, todas as classes sociaes.
Fallamos dos que precisam trabalhar, dos que
im fanmilia a sustentar e filhos a educar, corn o
-m prestam A sociedade um scrvico relevant.
Pallamos dos que teem a nobre ambicalo de enri-
qceer-se, ennquecende a sua pattia, espalhando
vm rods de ii os beneficios quo urea fortune bem
adquirida Ihes permitted repartir a bern da huma-
S aidade. Sao estes Is verdadcieos apostolos da
Iii ...... C0111ERCI0


Praca do Recife, 5 de abril
de 184
As tres horns da tarde
otaws ,fficiaes
tamabio sobre S. Paulo, 60 d/v. corn 11/2 0/0 do
deseonto.
Decocto de lettras, 9 010 anno.
F. J. de Oliveira Rodrigues,
President.
A. M. Amorim Junior.
Secretario.

REVISTA COIUMERCIAL


a semana de Si31 de marpo
de abril de 1884.


aS


t Vl;:, Cambio sobre o Rio Grande do Sul, 90 d/v, 2
S 8 e. 2 1/4, 60 d/v 1 1/2 por cento de desconto.
ICambio sobre o Par, 90 d/v 2 3/8 per cento
29 1 por cento de desconto.
Y Cambio sobre .Lisbea e Porto, 148 por cento de
;Csabio sobre Lisboa 90 d/v, 146 por cento de
S- Cambio sobte a Bahia, 60 d/v 1 5/8 por cento
*4dsouto.
uCmbio sobre o Rio de Janeiro, 30 d/v 1 por
mi 15,, d/v 1/2 per cento de desconto, e do
3 a d/v ao par. 1
r biio sobre Londres, 90 d/v 21 1/8 15000,

bMo sobre 8. Paulo, 60 /dv 1 1/2 por cento
}*/* -^wlideseto. 1.
'Sgento delettras a 9 per iento ao anno.
i, O t enero nackinaes


ii o0, -urro, erro lamefttavel, tque a de levoa o
nos -bello paizx As consequencis mais desastro-
sas 1; Oita ^ I
io;.ttendem as condioes iateiramente diver-
8a m que se acha o Brasil relitivamente aquel-
les aizes. Se a Inglaterra libertou as su"s co-
loni s, indemnizando largamente os proprietarios
de ccravos, podia fazel-o franaeamonte, perque
nao he faltavanm recursos para supprir a falta de
bra s. Ainda aesim os das Indias occidentaes
soff9 ram immensamente corn a emancipaco. Al-
gin annos depois dizia Molinari :
o ponto de vista da prosperidade actual
dos colonos, e dos interesses da metropole, a
ema eipacao ingleza foi urma operagio desastro-
sa.. Note-se bemrn que a metropole participou
em obro do desastre da emancipacao : na so-
men ella pagon generosamente urma somina de
qaiun entos milthBs pela indemn zagao dos escra-
vos, 'mas anluda supportou, em consequencia do
dofic t da produegao colonial, occasionado pela
ema eipacao, urma taxa additional eonsideravel
sobri o seu conaumo de assucar desde 1834 at,6
1847 a I I
N colonies francezas, podemos affirmar, os
desa res que se seguiram depois da emancipacgao
dos c craves, ain.lA foram maiooes, e perduramn
at Ii je. Mas a Franca vai pas ando maito born
apezr dos desastres das sujs cooanias.
E omtudo os nossos grande philantropos eco-
no.ni tas, acrcmlitamin quo supprinrid)s de reponfe
os br gos escravos que pssuinimoa, resurgirA para
nos ma aurora esplendida de progress c roge-
nera lo social, scm ias calamidados subsequontes A
esse ;remendo golpe dalo a unic* fonte de rendas
d'este paiz.
Ailda mais: qunrem que essa cmancipaBIo se
faca emr i vlemnisaqo algama, nomo so os agri-
cultoms brasileiros estivesem rmiais no ease de
terem este prejuizo do que o s opuleutos colonos
ingletes.
D'Lse mais unaa difference notavel entre o Bra-
si o As outras nas5i3s em qpe have a escravidao.
Esta s ae haciepalhada en talo o territorio brasi-
loire; na Franemi, na Inglaterra, na H llauda c na
Hespainha s6o havianm escrivos mas coloimas, quasi
todas icllas mai distantes das mdtropoles. D'ahi
resultbu quio o golpe una cmaneip'ia'o nlo repereu-
tio n'pssas metropolis d( moJo sansivel c aterra-
dor. i
A 14i 28 doe Setembro, portanto, no cstado ex-
cepcioial cm que se acha o Brasil, 6 a unica ho-
ineinagem que podomos prestar presentwmento Ai
philan 'ropia e a civilisa-ao univeisaes.
A p ssagein de uma gcranlo n'este miaulo n.ao
6 uni l ngo period na historia dq tuna nacilo; ;
apina4a mii p-jnto iimpirceptivel no grande livro da
lhuminidadc.
A p,'ecipitacao do gplp3 quo inepascieltes apos-
tolos 4a liberdade prctendein dar, para aco.npa-
nlmarcii urna eivdlisaio, da qual ellcs propri.bs sc
achamt afastados per mais de um siculo, emn v;-z d,-
levar-nios auo grande conselho ais Ita;5-'s mii:- ci
vilisadits do inmun o, d'elle xios ha deo deix.a ahti-a
mais d st:intes do quc nis achamris poiscntemttcitx.
Sap3nlmamos qhe nio toCnos razio :Ilguma, que
6 um Saibuso que quIeremos manter. Concedmanos
tuido a`s impacientes, s~ffregos de progress c de
liberdale. Oucamos ainda o que n0ios diz Molinuari:
C OCnven quebrar, cm caso de necessi lide, as
resisteacias da classes unida aos abuses cstabel-
cidos ; 1convin fazor rcvolagces para destruir essos
aibusos ou seri antes munlhor esporar quo elles ge
extirpeni por si mesrmos, sob, a pressAo dos pro-
gressose realisados f6ra de suna influencia deleteria?
bsta qjxestao comnprta evidentemente duas solu-
coes, souiundo as circum-stancias de tempo e de Iu-
gar. P'J e-se affirmar, todavia, que na Opoca cm
quo nos aeihamos, a soltwaio paefi.a toraou-se evi-
denteinette a melhor. Que seo consider, coin effei-
to, semi prioveng5es, o resultalo do certas expe-
riencias ainda recentes, as quautidades enormes
dc capifaes quc ellas teem devorado, as forgas vi-
va s-quel teen absorvido, as coonsequenci:as funestas
que teeh engendrado; quo se level em linha lide
couti, a) mesmo tomvo as facilidades que a diffu-
sao do )rogresso temrn. adquirido, desde a invenvao
da impi nsa, e a applicaAo do vapor A loeomoqtu,
e convey cer-so-ihao todos do que as revolucoes for-
necem jm nossos dias o progress por um preco
muito el vado, c que importa, por conscguinte, re-
nuncial- is no interesse mesmo da civilisailo.
Fcliziento nle' 6 o case em quo nos achamos.
Ndo martemos abuse algum, nenhuma excepso
Coumoal salgados. verdeas= Utiihua yeand a 320
rmis man] kilo. Ditos, ditos, seceos-- Ultimas
vendas de 5t0 reis, e vendas a 595 reis um kilo.
Ditos esjichados= Nominal, a 70:9 reis am kilo.
Fumonao Rio Novo= Nominal de 225 a 245Q0
os 15 kilo?. Dito deGoyaz= Nominal de -'4 1030
a 2 10 c 1"; 0o 15 kilos. Dito em latasgRotalho
do 105 a 0.05os 15 kilos.
Fariahn do mandioca = Retalho do 3t439 a
4500 um saeco.
Gomma de m-audioca== Retalho de 2.3 a 25239
0s 15 kilhs.
Graxa 1o Rio Grande do Sal Vendas de
75)800 os 15 kilos.
Mel== 1l tima venda a 455000 urma pipa.
Milho---- Retalhio de 90 a 95 re.is |hm kilo.
Peoes e cabra== Ultima venda a 835000 um
cento. -
Sal do Assi = Ultima venda a 15100 as 100
litros.


Sebo= Vendas a 88000 os 15 kilos.
Sola= nominal de 44500 a 74000 um meioe.
Vellas jtearinas = Retalho de 320 reis o
masse de (velas.
Xarque do Rio Grande do Sul: = Deposito
78,200 an obas, retalho de 5;600 64400 m oa 15
kilos.
Keneros estranugeros


Alpiste=
15 kilos.
Arroz d
kilos,
Azeite d
SBacathac
165000 eo1
Breu= i
rica.
Batatas


SUltima venda do 458(0 a 5.5000 por
a India Retalho d& 25500 os 15
oce= Ultima venda a '4600 um galao.
== Deposito 20,000 barmcas, retalho a
7 000 uma barriea. I
etalho de 14000 por ada urma bar-
mn caixas = Retalho de 5,500 cada


A questio do electrolyse e o
falleeimentS de men mnarldo o
typogtrapho alles Dutra.
Sob a pressed da mats pangente dQr-
em que me ache, pela recent e irropara,
vel porda de mew marido, o typographo
Jose Francisco de Satles Dutra, em con-
sequencia da desastrada operaglo pelo
system -eectrolyse praticada pelo Sr.
Dr. Carlos Bettencourt, sou hoje forgada
a vir a imprensa por dius artigos do
mesmo Dr. insortos nos Jornaes do Recife
de 30( do mez passado e 4 do corrente.
N'estos artigos alsm das graves injusti-
9as qu3 fez o Sr. Dr. Bettencourt ao dis-
tinctissimo Sr. Dr- Cysneiro de Albuquer-
que, para corn quomn se tenho sentiments
de gratidao e reconheeimento, como que
pretense escaraecer da memorial de meu
inditoso marido e do mim, asseverando
cousas que nuanca se passaram.
0 Sr. typographo Antonio Joaquim dos
Santes companheiro de trabalho de meu
infeliz mnarido, que o acompanhou em to-
da a sua molestia, e qae a pedido d'elle c
de today a familiar chamou o Sr. Dr. Cys-
neiro, poderA melhor que eu explicar ao
pubtico como se passou todo aquello transe
doloroso, que reduzio ao print) e quiA A
miseria uma familiar inteira.
Ao Sr. Dr. Bettencourt, pois, pego que
respeit3 ao menos a memorial de men ma-
rido; -basta o que j A Ihe fez e a mini.
Roitfe, 5 de abril do 1834.
Donatilla Pacifica d6 S:les Datrt.


Resposta a perguata qie na-o
offeade.
Estatutos da Associaao dos Funzcio-
narios Provinciaes doe Pernambuco.
Art. 1.o A sociedado denomina-so As-
soci.gio dos Funccionarios Provinciaes e
temn sua sede na cidade do Recife.
Art. 2.0 Ternom por fimt apertar os lagos
de uniao e fraternidade entire a classes dos
fuaccionarios'publieos da provinci,icotiso-
lidar a sutA forga moral e promover os
sots j ustos elegaes interesses.
Art. 35. Havera dunas commissoes elei-
tas animualmente; ta, de syndicancia, 2',
de It Adaego.
Art. 37. Compete a commission de re-
dac~ao:
2 2.- Redigir os trabalhos da imprensa
que atsociedade ostabelecer, quer emjorhal
ou p.miodico que elle crear, qufr em outrTA
qualquer, usando sempro do uma lingua-
gem decent e respeitosa, e guardaudo o
mais possivel as convenieneias sociaes.
3.o Defender na imprensa no case do
Sautecedente a sociedade ou qualquer
de scus membros que for atacado tambemn
na imprensa, dando d'isso conhecimento
ao Conselho Deliberative na sesso immne-
diatamento posterior.
Art. 79. Para que a sociedade consiga
os fins de sua instituiglo expresses no art-
2', d'estes Estatutos, C mister que seus
membros se tornem solidarios de tal sort


AdeO nestre cIungiia, do -250 a-Y5 f283W00
A-a-+ r-g-ie- e---H '_r-a:,di-71 .---2
umna barrinie
Feije o m il atizilr.= Rotalho dc 14403) plr un
Sacco.
Dito de core-= Noumiund d- 8- i a 95AJJ um
Sacco.
K-nrosene= Rotalho dh 33323) a 3.25) u:n:i laitia.
Louina ialhzai= RItalhio a 35) por ceato sobro
a factura.
MassAas itamliauas = Vendla do 7,5533 p)r umn
caixa.
Mauteiga franceza em harris. = Vendas de
1A874 um kilo. Dita em latas, da marea
Inout.= Ultimas vendas a 25681 um kilo. Dita
italiana,em latas retalho a 2,616 e 23725 um kilo.
Dita em latas, da marna George Naux, retalbo
de 2J616 a 25725 um kilo. Dita em latas, da
marea Dinant Alcard, retalho de 2A616 2.5725 por
um kilo.
Passas finas== Rstalho a 65000 e 81000 umna
caixa.
Papel de embrulLho-= Retalho de 680 a 1.500
uma resma.-
Pimenta da India= Retalho a 1150 par urnm
kilo.
Phosphoros == Da marca Jonkopings, retalho
de 2120M0 2,150 cada uma groza. lDito da marca
Nitedals, retalho de 15800 a 1600 umas groza.
Dito da marea Weaesborg, retalho a 15600 ura
groza.
Queijos- Retalho a 35200 cada urn.
Sardinhas= Retalho de 8300, e 320 r6is uma
lata de quarto, eonformeo ualidade.
Toucinho de Lisba= etalho a 135000 os
15 kilos. Dito rerano Retalho a 125000
os 15 kilos. ..
Veains stearinau= Retalho de 400 a 700 ris um
Magres-- Cotamos deo120A e 15AO urna pipa.
Vinho tinto de Lisboa=Cotamos a 220A e225
urma pipe. Dito da Figuira==CtamosW a 215A e
2865 uma pip%. Dito do Cette, braneo,= Retaiho
2150 e 220, 0um pip&. ioe do Porto, em eaixas
.tetalo de 8000 W 20000 nM axna d e 12

1Xaue d& Bio da ata= p 6,500a-
-.8. =Aealh &W *lllll:~l^ :-a. t11M p,1 kl
A kMib&lXT a^ML10^
Max de m a do18 184
Idean de 5. b.5A


I N mesmoe dia
A' 4 horas da tarde
0 ficio de lava-p16s.
-exta-felra IA
S A's 6 horas da manh,
Clebrago dos actos da paixo, seguindo-se as
4 ho ras da tarde o descimentdda cruz, sermlo de la-
grin as e a proeissio de enterro do Senhor.
Sabbado 1
A's 7 horas da manhA
Officeio de alleluia.
Domingo 18
A's 4 horas da manhl
M ssa solemne, seguindo-se a procissio da Res-
murr icao.
A mess regedora espera que todos os soeus ir-
ma;o venham abrilhaatar corn a sua presence os
magsitosos officios da nossa santa religiio, contri-
buinlo assim para quo sejam revestidos da solem-
nida4le e esplendor compativeis corn o culto Di-
vino.
Co sistorio, 5 de abril de 1884.
Jose da Silva Loye,
Escrivao.



Leite de Alvelloz
Copservado polo process do pharmaceutico
Y'Veras
Cohivem muita cautella na compra deste pre-
ciosolremedio.
Pharmaela Pernamnbucana
Rua do Cabugd n. 11



0 Direilo
E~ta revista mensal de iegislaa9o, dcu-
trinai e jurisprudencia e da qual sao redac-
toros os conselheiros D. Francisco Baltha-
zar da Silveira, Tristlo de Alencar Araripe,
Dr. 01egario Hercualano deo A. e Castro,
Antonio Joaquim Ribas, Joaquim Saldanha
Mariiho e Dr. Jolo Jose do Monte, assig-
i:-se na rua larga do Rosario n. 18, 1- an-
dar, por intermiedio de s"u agent Antonio
Borgges Leal.



SMACHINAS
PARA FAZER



Para nxo dc eamas partleulares
engenho.,
conuceitarlaN, casas de pasto,
hotei,-
pharmacias e ieoNpitnex.
cullioa;, navion e laboratorios
chinmicos
Pro4uzeim gelo e resfriam bebidas
Sinrplicidade de construcgao e rapidez
de trabalho
PREMIADAS EM TODAS
AS A


FaJricam-se em tries tamanhos, a pro-
duzir 2, 4 e 6 kilogrammas de gelo de
cada yez.
Para explicagoes, pregos e encommendas
queiram dirigir-se ao
Agente geral- THEO. JUST.
17---IRA9A IDO CORPO SANTO---J 7


SALTERAAO DA PAUTA
IOri aa semana de 7 Ai 12 do mez de ;.bril
i dc 1884
Algo-.lo cm ramnia, 453 rs. o kilo.
Assiuci.r brancoi 18G rs. o kilo.
As-muca mascavado, 196 rs. o kilo.
AIfajilega de Pcriaambuco, 5 de abril do : 8 34.
Os confcrentes,
Salvador A. A. Freitas.
H. S. d3 A. Brederode.


DISPACHOS DE-IMPORTAVAO
Val or national Mtandos, entrado dos por-
tos do sal no dia 5 do corrente e, consig-
nad& 4 Bernardino Pontual, manifestou:
Carga do Rio do Janeiro
Baricas 100 volumes a ordem.
Chapeos 1 caixa a Affonso Oliveira &
C., 1 a Guerra & Fernandes. Caf% 100
seccosi a J. J. da Costa Pinto & C., 50 a
$ouzai Bastos, Amorim & C., 50 a Do-
mingos Cruz & C., 130 a Fernandes & Ir-
mio, 60 a Gomes & Pereira, 100 a Soa-
res dO Carvalho & Irmeo, 150 a Antonio
Lourero t C., 60 a Manoel dos Santos
Arauj 50 a Joaquim Duarte Simoes &
C., 1f0 a Manoel Tavares da Costa Ribei-
ro, 7 aJ.J. Alves & C.
Fai io 88 volumes ao New-London and
Brasil an Bank Limited, 44 a Xavior de
Simas & Irmos, 10 a Baltarlt Irmas & C.,
10 a aia & Rezende, 25 a Almeida Ma-
chado & C., 5 a Esnaty Rodri ues & 0.
Ferrajens 2 volumes a Leal & Irmao, 7
a Jo AIguto dos Santos & C., 11 a
Reois, Sanitos. -


0 Dr. Adelino Antonio de Lun 'Freire, jniz de di-
reito privativo de orphlos el de ausentes da co.
m rca do Recife por S. M. a Imperador a quem
D us guard etc.
Fmeo saber que tendo sido esjabelecido nesta ci-
dade a rua Augusta n. 220, Pabs Barretto & Bra-
ga e jfallecendo o socio Paos Barreto intestado, sem
herdfiros presents nem conhedidos, cujo espolio
esta se arrecadando por, te t juizo, slo por este
edit:d ohamados todos os! seus 1 erdeiros, on aquel-
los qjue direito tiverem a herapca, a virem se ha-
bilitar neste mesmo juizo n-, f6rma do art. 32 do
regulamento n 2,433 de 15 de junho de 1859 e para
que thegue ao conhecimento da todos que interes-
sar possa, mandei passar o present. que seran affi-
xadoj no lugar do costume e publicado pela im-
prensa.
Dido e passado nesta supradita cidado do Reci-
fe de Pernambuco, aos 7;de marcQ de 1884.
Edt Luiz da Veiga Pessoa, escrivao subscrevi.
Adelino A. do Luwsi Freire.
EdItal n. 636
Aha-se mareado o prdzo de3-3 dias, a contar
do 11 e 27 de marco find, par aos alumnos mes-
tres titulados pela EseCda! Normal, Alberto Au-
gustd de Moraes Pradines c Joaquimn da Costa
Guinuaraes assumirem o s rcspectivos exrcicies, o
1' daj eadeira primaria do Forno da Cal, c o 2o da
de Nazareth do Cabo, para as Iqaacs forainm no-
meadbs professors pubicbs ; o que so dcelira de
ordei( do inspector gert.
Seoretaria da InptrucTo Pablic.t do Pernainm-
baco,, 1 dc abril de 183SL.
0 secretalio,
Pergeitino S. de Ara',o Galvno.
SEdlital n. 03?
Acha-se marcado o praizo do 39 dias, contalos
de 31 de marco fiau lo, afiim de protessora publi-
ca Amelia Maria (I:t Couceicao Rtamos tomar pos-
se e assumir o exercieio da c;dcira primaria de
ensino mixto (ldo Proprieolade; para a qaiil foi
naquolla dabt remnovidtla d:a do igual ensino de
Passassunga ; o qu ,c declare, de orlem do ins -
pecto# geraM.I
Se-'retaria di instruc',ao public de Pernambu-
co, 2 de abril de 84.-0 socretario,
Pergentino S. do Araujo Galvo.
0 Dr. Adelin.9) Antonio de Lioti Frcire, officials da
imperial ordem da Rosa, jniz de direito privatico
de orphdas e ansentes da coin rca do Recife e sea
ternO, em Perinamitbuco, pqr S. MI. o Imperiadir
o Sr. D. redro II, etc.
Fao9 saber nos qu(i t present edital viremin ou
d'elle nioticia tiveremin, que no din 8 de abril do cor-
redte 1nuo, depois da audiencia1 do juizo de or-
phaos, ina respective sala, irh a Ipra;a, por venda.
para scr arrematada por quemn iais der:
Uma casa tcrrea n. 59 A rua de S. Jorge da frc-
guezi de S. Frei Pedro Gon9ales, coin 4 metros
de largura e 20 de fundo, porta e janella de fren-
to, 3 qlhartos, 2 salas, coin umra puchada forman-
do outra salad, cozinha fora, pequieno quintal; ser-
vindo de base para a arromatsVto a quantia doe
2:0900,000, por quanto se acha avaliada no in-
ventario, a quo se oatA p'ocedendo por fallecimento
de Praticisco Severino da Costa.
E vat a praga a requerimento do D. Rosa Maria
Gondir* da Costa, inventariante dos bens deixados
por aqutelle sen fdllecido marido, para pagamento
to de dcinmas atrazadas, e custai occorridas e que
accreosoer-m.
E para que chegue ao conlieeimento de todos
mandsi passar o present que sciA aflixado no Iu-
gar (do costume c publicado pela inp-reiua.
Dado e passa-lo nesta cidlade (14 Recite, aos 28
de niaro-dc 1884.
Eu, Manocl (do Nascimncnto doi Pontes, escrivao
o subsce-evm.
Adelino Antonio dctLitta .r-eire.
0 Dr. Adrlno Antoneo de, Luna '- Frebe,
juiz de (dh'ieito de orphltaos e ausentes da
cornairca do Recife, por S. M l. o Impera-
dor, etc.
FaWo saber.aos que o present edital viremin e
d'elle tivcrcm couheliccimento, qttc pela junta de
classificaCao dos escravos d'este municipio que de-
veim ser li)bertados lvel fundo do emnancipagio Ihe
foi remeitida a relaei'o dos que tdemn do ser alfor-
riados pela 5* quota distribuida pela Presidencia
da provincia, em data do 28 de dezembro ultimo,


Fio do algodAeo 20 pacotes a Ferreira &
Irml-), 30) flirl)s :a F. L *ito.
Mercailori;s ,liversas I vOltms. ia Pa -
sidencia int i Prvia.iia, 1 I a '. J. Pomcira,
13 a C.pt)itaia h d', 'I.rt), 10 ;i Battencourt
& C.
Panno do nlg VP 2 ) farios a I. Buirle
& C., 20 :L Bwla-t & (C., 20 a Monhard
Mettler & C., 27) :a S Averi:ln Inrto, 40
a Ferreirta & L.,n'iio, 49 a M'chltdo &' Pc-
reira, 10 a Agostinho Santos & C., 25 a
RAdrigucs Lima & C., 10 a Antonio de
Oliveira Maia.

Patacho hespanhol Antoni/a, cntrado de
Montevideo no dia 4 do corrente, e con-
signado, 1a Pereira Carneirol & C., mani-
festou
Xarque 197,592 kilos a ordem.

DESPACHOS DE EiPC RTAQXO
Em 4 do abril de18 4
Pira o exterior
No vapor iglez Chance .or, carregou :
Para Liverpool, S. Brothers &IC. 528 saccas
corn 39,360 kilos de algdAo d; Borstelman & C.
351 fardos elom 70,015 ditos d6 dito.
Pars o anal, J. S. Loyo Filho 500 saccos
corn 37,500 kilos de assucar miwscaiado.
Na barca ingleza Parag#a, Carregou :
Para New-York, J. Pater & C. 1,000 saccos
eomrn 75,000 kilos de assucar mascaviado.
No vapor allemlo Ceard, canregou:
Para Hamburgo, F. A. de A aujq 2 caixas corn
15 kilos de doce. -
Na bares portugueza Mir mam, carregou:
Pars Lisboa, B. B. Lins Wa iderfey 736 couros
salgados com 8,832 kilos. J
No patache national D. toa, carregou :
Pars Artigas, Maia & RBe de i0 pipas corn
88,400 lttros de aguardente. r
Para o inte, ,o
No pataco allemao *enA, c egou :
Pats Urugusyana, J. S.Lop & Fo 500 bar-
rica o 5029 kilos masuc ano.
No btrigue aloem~ o A6e, arreou
Pars Urugtavana Amorim :K & C. 80


0 Dr. Tomwnaz Garcez Paakw
gro, comy, ndador & Imprial
Rosa e jz dedireito da vwar
do commdrcio, desta cidad& do
pitaloda proviltda de Parnux
Sua Magestade Imperid e Co6
o Senhor D. Pedro H, a y
guard, etc., etc.
Faz saber aos quo o presented edital
d'elle noticia tivercin que so acha aberta
cia dos negociantes Guedes Pereira & k1
sentenoa que 6 do thcor seguinte :
a Vistos. Em face dos documents d
declaragio dc folhas, declare aberta e
dos negociaqtes Gaiedes Pereira & Filho
de 20 de fevereiro. Nomeio curador fi
Meira de Vasconcellos. Fags-se public
cia por editaes e convoquem-se o cred)
se reunirem na sala das audiencias no
corrente, ao meio dia, pars elegerem o
rio. Proceda-so a arrecadawo.da massa
acto designarei quem provisoriamente i
Custas pela massa. Recife, 2 de abril d
Thoinwaz Garcez Paranhos Montenegro. ,
E' o quo sec eont6mn em dita scntenja,
chamo A todos os credores para compare
indicado dia, hora e lugar, afir de cle
positario effective.
E para quo chegue ao conhecimento
mnandei passar o pr&eente edital, que sera
do pela imprensa e affixaAdo nos lugare
tumine.
Recife, 2 de abril de -88 1. Subscreva
no, Ernesto Silva.
Tkhonaz Gareez Paranhow Mote


Edital n. 638.
A profes-ora publicai Maria Isabel
Moura, removida por acto da presideneii
vincia de 1 deste mez para a cadeira
rnixto de Maria F -'arinha. ever as-s8
excriciio no prazo de 30 dias, a contain
da recno :0o, sob as penas da lei, o que
dc ordem do inspector geral da instrucea
Scerctaria da Instriacilo Publiea do P
co, 3 de abril de 184.
0 so(retrio,
rergentinto S. de Arawio G
Secretaria da Presidencia de Perm

desembarg.ador president. da provincia,
xhecimento dos Srs. Antonio M)fini de
Limone Croff, que se acham na mnesma i
para Ilhies sercin entregues, os requerim
dirigiiarnm ao governor imperial, solicitsa
da de terras publieas n.- extinft aldeA
Riacho do M.atto, c os dueumentos que
panharam.
Assignado,
Joao Augainsto de Alblquerque Mat


pela quai
cerem no
erem de-
e todos,
pablita-
s do coo-
e assig-

u'gro.


le Mel!o
i da pro-
oe enstao
tmir ahi o
da data
e declare
Spublica.
ernamba-

l5do.
mrnibeO, 4
eata so-
-xe. o Sr.
ialasar.e
leoretaris
atos quo
Pom Ce-
lo a vea-
mento do
99acoa-


-- sco.-Secretaria da presideneia de Per-
nambuco cm 3 de abril de 181. Edital --De or-
dem do Exm. Sr. desembargador press dente da
provincial faco publicar o edital remettido pela
secretariat deestado dos negocios do iaperio, cha-
mando concurrentes ao lugar de profess ,r substi-
tuto de latim do imperial collegioa Pedro II.
0 sceretario,
J. A. de Albuquerq' Jfara mn.
Copia.-2a director a da sc-retari- 4e etado
dos neg)cios (do imnieri4.-Iuhsp-ctoria geral &dt
instruc;io primaria e s ;-an la;rit d) mIn;cipi.j da
c6rte, cm 5 de iutaro 4 ie d 181t.
Concurs,)
Deordem do Sr. I),'. i..'p.-:tr g.rdl d iio prilnmria c s ietl mria i) ma.uicipio dt (-rte
faqo public quce, <,ihtro 41) prt::o de 3. mi-zes a
contar de ammahd; i'; d orr -nte, n3.ta inl-p ,etoria
geral estar.i a x-rta a in scrip %') p ira o c,,cursd
ao provimento do lugar be prof ss 4r subltituto de
latim do imperial collc:_io die Ic'.iro II.
De conforimidade coin m qu. s. ac-ha disiposto no
art. 20 do rcgimcnto es)w -ial (1d- coneuros, ap-
provado polo deereto n. 8,GJ)2 de 24 de i- nh de
1882, scrAil inscriptos os ciddfaos brasi eiros que
o re'luererem ao Sr. ia ip.-ctor geril, pro anlI por
meio de document i)s : maioridad- legal, moralida-
de c apacidadlc ,pofosstioumal.
'Os documentos sao : 10 certidilo de idad ou
documento equivalcute ; 2 follia corrida nos la-
garcs em quc tciliman rcsidlidl) nos do-s ultimos
annos; 3 eertidao de havcrem sido a provados
cm qualqucr estalelecinmento official de nstruceio
secundaria on superior, naconal ou es angeira,
na material ou materials sobre que tiverefn de ver-
sar o concurso ou equivalcntes docuneat0os d
suas lhabilitaVoes. -0 secretario (assig ado) T.
das NV. Leao.-Conformne Dr. J. P. Yrto Al acha-
do.-Confcre---Jodo Joaqoim da Fonhe-.
0 Dr. Thminaz Garcez Paranhos Mfonte-
J)PO'n- z~z o r~~r.*~fn -en *1illin n.1f


|oercio e do 30 district criminal
cife etc.
Fago saber aos que o preseute edital
delle noticia tiverem que por despacho d
I adiei para o dia 15 de maio proximo, as
da manb na saladas audipenci s, a i4


ditas corn 20,319 ,itos de dito maseavad
Azevedo 16. litrs corn 15,764 ditus 1 di
c 35 (dit is coin 3,841 ditos d dit, ma;
B.iltar Irmmios &C. 9U pipas corn 43'2)J
agiiardeute.
Para o Rio dc Jauneiro, A. 0. de Souznv
cos co0)n 25,125 kilos do tSisueair hranw
ditos coin m 7,500 ditos dc dito imiscavada.
P;ara laliaii, P. 0. dc Cter.lucira 160I
COMi 15,747 kilos dc assm:'ar brauco e ;J
4,50-Ji ditos do dita itas-avado.
No vapor in:cional P(ar, carrmcgou
Para Mau Aos, M. F. Mlarques & FiLhoI
ricas corn 10,453 kilos de assucar branco.
No vapor nacbual Giquid, carrego
Para Aracaty, J. M. Dias 8 caixas con
kilos de rap&.
Na barcan Maria Olimpia, carreg
Parm S. Miguel, J. A. G. Pires Junior
ca corn 100 kilos de assucar refinado.

MOVIMENTO DO PORT(
Navios entrados no dia 5
Rio de Janeiro e escalas-- dia, vapor
Mandes, de 1,999 toncladas, conandi
lherme Waddiugton, equipagem 60,
rios generous; a Bernardino PontuaL
Barbados-?-r. dias, escuna argentina
do 185 toneladas, capitio T. Roussaud,
gem 7, carga madeira do pinho; a ord&
Sahidos no meswmo dia
Rio Grande do Sul-Lugar nomuguense
lene, capitilo S. Andersw n.
Rio de Janeiro e esealas-Vap3r ingles
commandamite C. J. Watson, carga varn
ros.
Mordeland-Bar-ca ingleza Bertie, capiti
Daniel, carga amessucar.
Camossim e escalas-Vapor n lional Giqu
mandante Domingos Hanrique Mafrs, a
rios generous.


(W Coln"
do Re-

wirem ot
"I'ta data
1i2 l ris
|aiao d. s


dII -


; T. de
.o br;iui o
ivavmd) x
litros te

37.5 sae-
oe ol'.5
I.' c I -"-
harrim :s
ilitas c m


15 b~r-
a :
'143 112

DU :
I bjrri-

)

national
t te Gui-
irgi v-



eqttp
Anemia.-

Bml,
s geae-
I David


in)


in.





























ULSI


"i de. faeti-
scriptprio a rua
a mobilia, 2 pia-
ustre A gaz, I ta-
Sobjetoo de
dpWla


lado3-


vindos doe
ado ein 24
avaporm -
a del880,
eaundo 127


dIpfogao quebrada., id m
f ia w 4liqWarrior, 1 Uado em o10 de
*I'" eunciea-Tres gasa-
m eLiverpool no vapor n-


00.: */^* dc^.` ''-1'1 11 8; de I&
D Acejanoirod 83

no vsp'-Pe rabuco, utado & ema23 fe
x~wi;9o liquido 1613 kilogrammas,an
aaeiso g anoel In -
Armazem n.
4Mrea 0( F 0APO Umn pacote, sea numero,
I(I 4e Liverpool no vapor ingzc Lakonde, ea-
ttdoemt 7 de marVo de 1882, contend 280 ram.
ms a de chspa de cobre e sums ligas, assentada em
^^ l;i -.1^^1 '1:'1 ': Armazemi n. 7 i '
Marcs diamante WB em eima e T em baixo
"'-Umna laa idem, no vapor nglez Taumr, idea,
em 14 id-lm idem, contend 12 kilogrammas, peso
liqudo legal, do tint preparada a oleo par pian-
turaedoeasam.
Marea GRC-Uma eaixa vinda no vapor inglez
A- ce, entrado em 28 idem idem, contendo 10 ki-
rammas de cart.es annuncios de duas ers.
rcaAguiar- Uma dita idem idem, contendo
10 kilgrammos de cartazes aunnocios de dua
a erea.
Armazem de bagagem
Marea Wn. Tompeon-Um paeoto seam num.e
ro, vindo de Liverpool uo vapar inglez Gaseaendi,
entradoem 18 de maio de 1883, eontendo, 4 1/2 ki-
Slograumas de ropa feita, eno classificda, de ea-
semira de o11 sngel.
SMare J oaqnim Luiz Teixeirs-Um pacote n.
5214, vindo de Southampton no vapor inglez Der-
wen;, idem, em 2 idem idea, coutendo amostras
de fustAo de algodo, emr retalhos.
Tercira seio da Alfandega de Pemrambuon,
b de abrildel884.-0cheO
| ": de A sMe




Obraspublicas
De ordem do Illm. Sr. engenheiro chefe, fgo
public que, em virtude da antoriWsAo do 4xm.
Sr. desembargador president da provineia, vat
em praga perante eatsa repartio, no dis 15 do
eorreute, ao meio dia, a obra de repo da ponte
do Varadouro, orgados emn I:Od pot.
0 oreamento e eondieas do Potrato acham-se
nests seeretaria para. p raex nad pelos p-
tendeutes.
SSecretaria da regar o aa obras publicas, I
'4esbril de188 -.-0o k :
Joo Joaqui de Siquera VarejUo.
*: / ; A Cmamar Mmnicipal do Recife fiuz sciente
a quem inteessar poua,e as saidao 9 do
corrente ira em praca pntm 700 azqiejos mtei-
SPai dali daeara Mn al lf. do
!w d aaaI-a oie 1d


Despesas feitas com a limpesa das ruas, praas,
oees, points 6 travessis das f*eguezias de S.
Fr. Pedro Gonalvcs do Recife, ganto Ato-
nio, S. Jos6 e Boa Visti, na.semaia del A 5
iado cotreto tone .
Despendido corn a. foulha da limpesa da
freguzia de S. Fr. P( dro Gonalves
d eie 101,9200.
Idem eomta fola da limpesa da fregue-
zia de Santo Antonio- 1015200
Idemzcozn a foiba da limposa da freguezia
deS.Joa6 945800
Idem con afolha da limpesa da freg1e0a
da Boa Vista 1015200
3984400
C0antador da Camara Municipal do. Becife, em
5 de abrilde 1884.
0 contadorr
Jos Maria d Sousa Araljo.


Cemiterio public de

I Sauto Amaro
De ordem da itlma. Camar Municipal, previ-
ne-se as peamoas interessadas quo uos dias ahaixo
declardos finda-soe o prazo marcado pelo regula-
mento par a coservao dos corpos inhumados
em diermas cataumbas do Cemiterio, as quaes
sermi abertas nos referidos dias, ee nenhums re-
clamoao houver Wt a vespera. ,
SDia 7 de abril
Maria da Coneeiao Azevedo.
Maria Ainalia deOliveira e ilva.
Jos Maria Ferrera.


Maria M- gdspena
Martinho Coorreia
Maxito Jos6 das
Filomena R. dos .
Maria, filba de o
Francuisca Maria
Joanna, filha de J
donga.
Maria, filha de At
Ereto, filho deoJ
nba.
Franesa, fllhai
Guedes.

Herculano CavaSc
Alexsndrina Luisa
Rita Maria Pires
Maria, filha de i
Manoel, filho de
Julia, filha de Au1
Maria Fernandes
Etelvina, filim del


Dia 8
Duarte Cavalcante.'
Dia 9
de Sa.
Neves.
Dia 10
L Ferreira Moreira.
aria Leopoldina Neves Manta.
SDisa 11
Ie Souza Magalhies.
Uo Joaquim Fernandes Me


itonio Franeisco Alves.
oI1, Francisco Carnein O da Cu-
de Antonio Joaqnim da Co-t,
Dia 12
tde SA e Albuquerque.
Dial 18
da Silva Figueiredo.
la Cunha.
a eda Cunha Guimaraes.
moel Clementino Ribeiro.
Di14l
usto Castro Monteiro.
Dia 15
a Silvs.
Dia 16
idio Aeeioli de Barros.
Dia 17
Oaedes Ferreira Duarte.
onatil Ferreira Wanderley.
FraucisC Pinheiro Ramos.
SDieal8


-me de Wew -1
ia 18 de sab
is da demoi


N. 8


carga, pasageno, m
seom os 0
AGENTES
leiry Fvrster & C.
- ORUA COMMERCTO
1.'andar

0 VAPOR


;"/:;' + '1 : : ^. 't l^ 1: ,. i ;"
Rqpber 1n-1eWer~~g~pr

Pars cargs., passagense encommendam
se corn o .


nIN.


AGENTESf
Henry Forser &I
8RUA DOCOMM ERCO
1." andar


Peloovs vapore dests companhia do-
gens para Liveoao pede 200 A
pa eir New-York
rantia a sgens par Liverpool quanc
proaver por vapores de ordem.


Piici*amSlcauNAargaUEC
STRAIT Of MAGELLAN I
0 vapo~r
-*~ *

Araucana
SPRpers-so do
do ml ot6 d
sbril, eP
pois dade Pama

Pa rs cargi4 peseucommen d m


Oort New:
4, seguin-
a neces-


a voresoI


N. 8


ortos do
abril, e
ocossaria

mas e


tracts-


0
N. 8

$pamsa-
*liars; 0
tea ga-
ii. ap-


J



portos
lOde
do-
do 6ow-
Fpa.


POR INT


quadros corn fins gravuras,
ajardim, 1 mesa secretaria e
a corn arnario
ASABER
te, 1 msbilia de jacaranda, corn 1
ompedra, 2 cadeiras debraop be
t 2 tas de balano, 2eandiei-os
!) lasu paprscortnados, lin os
s. grmvuras, 1 binoculo, 1 tapete
1 accor4ion, 1 serafina americana
taria.
crystal corn 3 bieos, 2 pendentes a
e encanamento de ehumbo, 2 du-
m eabos de electro-plate, 2 dusias
ia's de colheres, 4 bancas ameri-
ram dejunc preto, 1, cama de ja-
vratorios, 2 eaileinras de rosea, can-
ontros objeetos.
eira 8# corrente
IV NIO DO AGENT


No sobrado darua do Bom Jesus n. 43
Oi-eilao principiara as 10 1/2 hoas.

Leil 0
de cops e calices de diffekentes qualidadcs, can-
dieiroms de mesa e parede, ferros de engoiar,
baeias de papelao, cantas, lapis e outra miun-
deas, e differences quadros novos, bemn como
differences faueadas avariadas e2 espingardas
Terga-feira 8 do eorrente
Agente Pinto
Rus dE3B-m JesM n. 43

Agente Silveira
Leilaoo

DBe models, leiqas, vldros e
.'. uadros '.,
Terga-feira 8 do correrate
-A's 10 112 horas
Na casa terrea sita A rfa das Laran-,
v1, geirasni 16
0 a cimaz devid'mente autorisa& por
uma afamia levarA.a leilao os moveis abai-
zo meneionados, os quaes foram tranoportados de
Olinda par a refrida casa.
'Como sjuin:
U mobiia de iunco 1 piano fort*, 1 gard-
vestidos, meaelastica de 7 taboss, 1 aparador onm
1 pedra, I cam francesa, 2 marque-zes, Oeda
.ommoda, I lavatorio coinm' pea, 1 sofa de faia,
adeiras de guarniao, eabides, louis par ja ntar,
dits pars SnoM09, copos, garramfas, compoteirs,
&fs e arfs, coheres, trem de eosinha e ais
aessorkson de casa de fimila.


'Leilao

Em continammo
dos objects de marmore o alabastro
Constando de:
lindas jardineira, jarros, fructeiras, eaixinhas,
grupos de cavallo, fetas, porta'retraetos, e tm-
tos objects proprios para enfeites de mesa..
Terafeira S deabilI
NO AMAZEM DA RUA DO BOM-JE-
SUS N. 51
POR TERVENXO DO AGENT
S. Giwmao :


do important sob

---4o, to 4 praqs


accommod
Quar,


~es
a-f eir~
A~ I


Na ruA do i
Nests occasion so v
jopas, pianos, mob liaZ,


por mandado d oExmn.
assistencia do aesmo
tariante Manodel Mar
sul do finado Manoel I
Var
Salbbado


rado de 2-andares e so-
do Condo d'Eu n. 7,
o foreiro, corn grande
erende l:400-annual
9 do corrente
I HORAS
elate Brillo


jivramento n.
mnderi fazendas,
louca, etc., etc.


31
miudezas,


Sr. Dr. juiz de orphao s corn
e a requeruimento do inven-
ues Avila, dos bens do ca-
gncio Avila
l lejif0o
12 do corrente


dos seguintes immovis pertencentes ao mesmo
cased': '
Urn sitio nos Romed os, freguezia dos MAfogados"
em solo proprio e on e ha urn grande barreirol
asim como umvivero alguns pes de coqueiros e
outros arvoredos, e qu limit : ao note corn ter-
reno dos herdes da lleeida D. Felizarda ao
sul com terre s de noel Antonio de Jesus; ao
oeste corn a et ada p blica; sitio no qual assen-
tam: urnma cas de vienda, que medindo 11 me-
tros de vlo 9 tros e 50 centimetros de fundo,
tern 2 salas, 1 abine 5 quartos, cosinha exter-
na, teraocorto eq arts contigno a este; sen-
zala dividida e cinco compartimentos, estribaria,
a qual segne I uarto, pre edido de 1 cocheira, 2
olarias que erneeem deelguns concertos, comn 1
forno em bom estado e outro quasi sera coberta.
0 engenho'Cmga, moente e corrente, moido
a agua, corn os limits constantes da emcriptura de
compra feita prl inventariado pouco tempo antes
de sua morte, aasento sn freguezia de S. Lourengo
da Matta, m ucipio e comarea do Reeife, e que
tern de taipa: 2 casinhas para moradores, alg-
mas das quaesa earecem de concertos de tijollo e
cal, a senala, a estribaria e caea : de viven-
da onde ha 2 as na rente e 1 atraz, cosinha ex-
ternas, 5 qua e d spenss, tudo em mAo esta-
do; de cuja eoberta soffre ruinas ; de
bagago tamn em ma) estado ; de purgar entire
cuja forms a ham-se 100 ultimamente compra-
das pela inven anr meeira; de encaixamento,
de destiliao, oin toLos os seus pertenees, d'eu-
tre os quaes lamique que recebeu reparo,
mandado effect r pela mesma inventariante meet-
ra; de farina corn mos respectiuos utensilios ; de
caldeira, comLn ssen ento de taixas, urnm das
ua s fora ar matada ; assim como as pertenas
do costume ; rcado 0 qual cireula umn valado,
que precisa sei aprof dado; mats abundates,
carrots para condu o de cannas, fabricados
durante a admn istrav da alludida ex-invents-
riante meeir'L


TravOssa
17 Trayss888


- AMA que comp
n. 20. 1, .


EIO DIA
le Corp. Santo.-27


e, precisa-se ia rua do Sebo
L-_____


Aluga-se 2.0 audar do sobrado a rua
do Imperadwr n. 7 a tratar na thesoura-
rio das lote'ias rn1 do Barao da Victoria
n. 14 .. .


MaUm0e racisco, Poates
0 Dr. Manocl Clern tino de Barros Carneiro,
Luix Clementno uCameiro de Lyra e sus familiar,
Manoel Francisco Raiw Varuim (ausente), An-
tonlo Francisc Ramos opens (ausente), e Antonio
Francisco Lop (ausente), agradecem a todas as
pessoas, qu eram o earidoso obsquio de con-
duir o cadaverdo seu pranteado padrinho, com-
padre, tio e inao Manoei Francisco Pontes, ao
Cemiteo Pub ieo; e d novo convidam aos ami-
go e parents do fallee-loo a assistirem as missas
o dia, o7 que mandam celebrar na matrix do
CorpoSanto na quinta- eir 9 do orrente, is 7 e
Ahoral s dma h, dis ribuido-se nessa ocasilo
algr aesmolas po res, que a1li comparece-


Pfr ciB-vdetree aso a de8. oimM
te eeng< r, e mm cried Dde 12 a 1 an**m
tr~avessa de 8.Pedro n. 8


hazeda a s avaadas

1issias!I
Chitas francens com avaris &"2M rs o 'oT-a
do!
Popelinas de quadrinhos idem, a A) rei 4i-
to! -
Pecas de algodio comn peueno defeito a 3W00
'20"ada -I
0anno Ln idem idem, a 2900 o orte C de eal-
,a!
Granadines pretax para acshar a 160 rkis o eo-
vado I


A vista
A RUA DUQUE DE


rxf8.
CAIs 2f.5


CMs i _t__ _


Peixe de

Para a Semi
euarto rntm* I
pesos-se durate todoo dia
junto a estaco daa diligencii
CHIASMA A Para en
deniesw~ pdeuGm uIPiri-m Ibqu
FRANCIS"O GURGEL 1
meiro de Marq; FRAN
_ MAFRA, ru. do *llmperdor
S 1C., ruesteita do Ro!sa
As emeemimdas
ts a diAmkeih
Qunci precisar n
primeiras lettras, doutrins
sca, piamo', arithmeties, fim
ra, dirija-se A run do Conde
nho Novo n. 128. Na mem
vende urn remedio pars
toce. Tambem se precisa
fazer companhis em casa
presto algums servios, da
tratamento- bom, dando fis
Tambem s e tomaum uma orp
boa indole, e se promette o
dade.
Furtaram da estribari
caia d a freguesia da Luz, i
do corrente me: abril um
corn malhas, tendo uma uaI
frente aberts, bebe em bra
cana que foi queimada n'um
direito laseado ; quern o
como uma burrs rusam coin
gra, grande, ferida nos .
mesmo engenho, eu no Re
mendador Joees6 Candido de I
de Deus n. 5, que serA geen
sado.


viveirQ



do quifal-feirs par
On

i: itractrwconA-
eandeas plont!-
imo Recife O a's.
AMARA ras Pci-
SOODE 1 PAULA
POgA8 MEN 8
Ivem'seu ffri
*&kvbea.
solnhors pans eokms
christa, btranet, -
e de orN e rmdei-
d'Eu, omtr'os Ci-
s cass se dir qum
rhP.Imabun e,
e -ma MboM para
Spoucs fi a, que
o4e case, eomia e o
r de MaM oadocta.
de 14 a 16 almo, die
tratamemto de cn-
*t


dv tslo prw meow

pea de lado Mqej,
nco teve -I aobre-
das iMkm e o eafto
1 pprebaeder,"$isma
pr a de pedrex, -
!neotros, l remA ao
ife ao lUl. Sr. Cm-
(Oeraeo, rusa d Ma e
rosamneute ucipm-


Precisa-se de um para tmdo Mervio pra cas
de home solteiro a runa do or.Jesus a 4.
Atteniao
Roga-se ao r. A.A. F.C. COessar fvw de
vir aloja darua da ImperAriz a. 40, a a ci
que nao ignore, e se o nWo fier neaes ot die
teri de ver o sunnome por exteao.
Calix
Na ru t do-Hospiceio n. 4,e precims deoi
n
Atten -

Precisa-se alugar uma am par eosiMhar e de
um -menino para "ender mn, ra : ua ra dw
Martyrios n. 148, 2' uandar.

NiB


Fmm


Cariiie Silva


Ir


ITISOS DIVER38S


-


. .3


de anaeiro












rf-


Al u- .vila de Ja


"^ y '? .*j" *]Hj- "--

- ma d-Dqe se aei at -


': 4e f l I .. -
J barartf do quie outro
qer avia o rece
berm Arectamente.
Todos o delogios
S oendidos ni'esta cas

e* sa, g:arantidos.














S" e frn.4artoi, ou Su-O~lrd
i Precisa-ff de mwaf tMa dm &sioem solteiro:
rua do Duque d6 CAxias n. 47, Figata Amazo-
nas.


^ Aluga-se! & iooite aflio detattibMdtt Olho
( d'Agua, .no SalgadMho, junto a estaeab Teixirna
Lee.. I e titaar as rue do Ihapador n. 16.


lft Id 2- la posi d.to
e ttfcafrgusjwts ipom capital ,emeofc
S, modbe pftsi ftoitik --md~~bal~io t
m w Noi- anmfR iA *df46 nta type-
gzombi* &rtoIfaS-f L. P., q SOFA pm



i- ~Prehiei~a-f de a o nisms rat Martinht^ rue
eae^w ti^ ^e, ^ l, __ __ _

Na rua do S Jo&., i.I12, se pepamm vesti-
^ dos de Jdaa an qUdudO psi [gPA raa-
te"8ee p MOapjd eodieid4 non pwa>os

Aluga-se por prefo modico uma exeelffezte casa
corn siti, na estrada nova de &leeribe, perto da
esta da Encruzilhada : a tratar na rua do In-
pefr n:4k1 cartorio, on as rua do Barge de S.
| qa B.47.


N. 2:000,000


Iws.


Pede-se- ao Sr. Joa Baptista Fereira que
vemba restitnir o que Vinmc. d'aqUi levon part o
engenho -ipip, e nao o fazeudo se dirA o que 4.
S "-Precisa- e uma min; na rae dos Quar-
eis n. 10, Io andar.

Leis PrIvieiaes
Conepra-me as ntMMt6em de Lesa
Prwvu~Iaes do* an--m id 184M e
Sots, pv -xe bem* wo e eervpteret
deste DAI1. ,,


P reee-se de urn de 104 14 mamnos de idade,
, quetenh, praf de =OAd"B: A rem do IN ue
deC axiasn 22, (aftisgsdtaresw. ,


LEITE NATURAL
(SEYvA)
DE



AALVELOZI
CONSERVADO L tUDO 4SM ALTERAR-SE
0 ALVELOZ, plants da familia das euphor-
SbiaeUO hhnbita as nossos sert5es 6 hoje recm-
nkto'ooo um verdadeiro espeemeo-aara' dw-
truir os epitheliomas on cancroides, feilitaudo a
renevoE deos tecidos atmeados, e trazendo afinal
'a cum s conmpleta, sem outro tractamento que a
app Iexv topien de sia aiva, (vidglrmente leite)
como caustico.
o numeresos oeasos de cura, aiguns dos
SquEes j& levamos ao eonheeimento do publico, em
Sdirias punlieaoes, pelo imustrado eliieo dentsta
i apitlt, o Sr. Dr. Alcibiades Velloso, e optimos re-
S nrltados tambem form obtidos nas feridas e nas
Snulqkras chronicas de earacter syphiliceias.
J' eebd*l do interior da provineik, (do Brejo
l da ekdr4 de Deus) de pessoa de confianca e en-
2 *. tei~~sa seiva ou leite de alvelo; portanto, po-
/ denkt gkihfatr qo 6 cclhida da verdeiraplan-
4aa que expomos A venda, conservada de modo a
nlosefrer alteraglo, e corn a necessaria Auidez
m eacilithr a sua appicaclo corn segurana de
-eFm resultado.
DEPOSE Gr daAL
ta e dropria de Bare
[ Atofeflmeu & aC


Sda


lmraoriB te1Bmrfo __ s


fa onty os ve sder oaPoiumadh
(u t -A iscasa -
es^denowoitiadepubica.ANUD
Ssemffljei purirtCTM~enteumiwHuci~
S0 couiBpraA~rteagmulbK Biniltmrt2
lAmercadoriatemoJhti& wtprotd&r
:ont o vend r como Frdador.


BRIM P. B&DIC1m7m


Dua ewdlhftihs pM* a

J~lKo genl' SEGtkk,; km,itftvf, tordeaux^
hj cuas d# wdwg- fM hamc~tc~


ADMINJ8TRACIAO:
PARIZ, 22,3Boalovard.m6t m, rP AM
PASTXLEAS pttiaul Mibcaas uxemu
VInhve

am*J
ONtol-
m,'hap-


man dw Pratla n. *35, 0 andar
Elvirges Maria Coelho parttcpa sAs suis nn-
meroias freguezas que dispondo de habeis coitu-
reiras se achaprompta a satisfazer qualquer toi-
let, cmo sejaim, pem eanamentba, pasejios, bai-
les, titeatros e enxovaes part baptisado, pot pre-
Vos cimmodus.

SAto Amaro
Na irua de 6-rniz do lteg t. 9, aluga-se urma
easa terrea muito limpa, eom quintal e jardim na
frent ; a tratar na taverna da csquina, ou patco
da Penha n. 8.


Aluga-se
nms rmde eaa tewres na travessa de Sant'An-
na (Pbnte de UcheAs) ; a tratar corn Silrva Gii-
maraes A rua do Commere'io n. 5.

AMR
Precisa-se de urma ama que cosinhe e lave; a
tratat ua p-taa de Cobd d'Eu n. 19.
Nova miiina &e cos-


Itura
SDenominada. Aurora
SEst4 em exposiqio A rua do Barao da Victoria
n. 30, Iloja de Antonio Pedro de Souza Soares &
C.,a nova machif ; cone eom does carreteis de
linha,i podrndo ser de 500 jardas cada urn, e
f6rma os dous pospontos como se fosse de lan~a-
deira,! 6 de grand e vantagem. No nimesmo eNtabe-
leein'nto tern eonstantemente um granele sorti
mentor das melhores machines de costura do todos
Os ni eipaes fabricantes, e vendem em pone" e a
retalhbo sempre por pregos muito razoaveis ; na
rua dc-Bar& d Victoria i. 80.
D. Aalia ari daSilva
resideite em Lisboa, aclando -se viuva, deseja
ter e~a sua companhbia, pare administrar sens
bons, a seu pai Manoel Jaaquim de Paula e Silva,
-o qual veio para Pernambuco no anno de 1858.
Tendo deiiado-a em tenra idade nunca main oe-
cebeu notieiis suAs, appear de ter semprep roeu-
iado poa'pessoas qnue o conheceranm em Lisboa.
roga pois a bomt ede d quemn seber o lugar
onde elle reside de obsequiosamente, informar aos
Srs. Joseph Krause & C., ncgoeiautes desta
prava.:


/ Ama
Presisa-se de uma ama que se presto a engom-
mar cm .perfeiqao, ae am o outro serving domes-
tie or; utat nas rua doUabmugi. n. 11, primeiro
andar.
A 2- .


I AttClleao
Traspassa-se o aurendikent& do engenho'Col-
legio, distaste d&a a i de Tiuima urma legoa, e
vende-pe tambem a smfra. 0 motivo que move o
rendi*o &-estar, soifeendo mutito na sna side.
Tern p-opor$es paran saefrjo anntmimento para
mais d300 p ; quem o- protderif p; ttan-
tar no mesmo engenho.


ira de kite
Precisa-se de urea made leite bern sadia; na
rua do Visconde de Albuquerque n. 33, sobrado
no oitlo da matriz da Boa-Vista.


0 81. Pedro Cwneiro Leao, residents no enge-
nho Cedro, do Cabo, ternm urena car de sen inte-
roesse, *a rua Direita n. 30.

Aus iclino Gomes de Souza offerece-se para
esse master em qualquer das immediag8es desta
capital e pars isto poderA ser procirado A rua de
Hnrtas n. 5, padaria do negociantc Autonio Duar-
t de ligueiredo.


A4 k


Precisa-soe de urna para cozinha e mais serviqo
de Lca de familiar, na ru.n lm n -.51, sobrado.


Villa -0 46 eetagio s 8.


h ee ou com nM-enMdoI im X
S -My de 49u adre _____&_My_20__a_ t


'tiI r do Hospieio u. 34. se preeie de um


' Pi-ase de uma ama p ara cosinhar; a tra-
at nfi rua estreita 1do Bosaro u. 86, 1 andar.
Amna
P Vrsa-se de utna aima para couinhar pars pe-
'luen familiar, e cue di fiadot de sua conduct ; a
Iafa na rua de Pedro Affouo n. 6, arma&em de
karqqe.
i kAgupie prharali
0 2e-; aS1 o0 mmo E oto tbnO hi dfts
L 4 tes. repar d. a pihda o de svm,
sm T antes commodos pra familia ; a trtar
em hfr M e:-i Ar lampa do Bhaub


Priaa.se de uma aea para case de tamilia:
a tra arns rue da Uniio n. 47.

I iflodisla


Inteir
Meio
Quart
Bin quant
Inteir(
Meio
Quart(


PitE~
46000
24000
0 16000
Idade maior de otime
D 366W
16750
Mo M 875
Manod Martins Fivya.


ICASAI F00URO

Aos 4.000000


Rua do Barlo da Victoria '. 40
e easas doettme
Acham-se a venda os felizes bilhetes
garanhi )s da 3.' pprte1das loteri 6s a be-
neficio da igreja do Carmo do Recife (27.'),
que se extrahirA na terga-feira, 8 do cor- I
rente.
PRCE oS


Inteiro
Meio
Quarto
Em peu's
Inteiro
Meio
Quarto


46000
26000
16000
de R:0 par
elia

#875


Joao Joaquim Sa Costa Leite.


A SA LilZ

BIrLBETES GARANTIIDOS
Praa da Independen-

cia ns. 37 e 39
0 abaixo assignado vendeu entire os seus
felizesbilhetes garantidos a sort do 1006
em 2 quartos n. 359, e outras sortes de
325, 16- e 86, da loteria 22, que so ex-
trahio.
Cmovida aos possuidores A virom ree-
ber.
S0 mesmo abaixo assignado tern exposto A
venda os seus felizes bilketes garantidos da
27a loteria a beneficio da igreja do Nossa
Senhora do Carmo do L*ecife,qne se. extra-
hivrAterga-feira, 8 do corrente.
Precos


Bilhete inteiro
Meio


46000
26000
10W0
16^4M00 pars


DEPOSITO GEBAL
itS-Ru PrImere die ar -
Rio de Janeiro
Unico agent em Pernambuco
AAMe WI cON
N.-3 Rua do Commerio-N.-3
A venda em. todos an boticas e drg


.W A k" 2


0 abbixo assignedi wndeu Dos seue
'Venturzos bilhetes gamudidos os,. premios
neguititfs: 2 mi cum a sort k4e 8W0#
t6 n. 3267, l'intbiro corn a sort de 100#
no n. 1756, al6m deoutras mais de 32#,
160 1 8#, da loteria n. 26.
Convida aos posuidomes a virem rece-
ber sem desconto algum.
Acham-se a venda osi venturosos bilhe-
tes garantidos da loteria in. 27 em beneficio
da igreja de Nossa Senhmra do Oarmo do
Recife, que se extrahir4 na terga feira
8do eorente.

fitelre 4:0o0
nmeftH .o00
qgarta i1:00"
Send quantldale superior
a iIO0:0
fatelli 31b500
mero t:91o
_.% uarto 81 ,
*Joqauirn A cda S4,"


CASiX A FW UI{UA




IRua Primeiro de brto n, 23
0 abaixo assignado tends vendido nos
seus afortunados bilhetes dons meios n.
1292 corn a sorte de 4:000#000, doils meios
n. 544 corn a sorte de 2006000, o inteiro
n. 2409 coit a sorte de 100.3000, e outras
sortes de 32"00), 16.)00 e 8W00, da
loteria (26.a), que se acabou de extrahir,
convida aos poasuidores A virem receber
na conformidade 'do costume sem desednto
algum.
Acham-se A venda os seus afartunados
Sbilhetes garantidos da 3. parte das loterias
a beneficio da igreja do Carmo do Recife,
(27.), que se extrahirA na tera-feira, 8
i do corrente.


Umnbelluna Roa de Aeriml
Manoel Albino de Amorim (aunente), Jos6
celino da Rosa (ausente), scus filhos, gem
noras,, rogami aos seus parents e aliigos so
nem assistir as misses e memento que ms
celebrar na ordem terceira de S. Francisco,
horas da manh! de 8 do corrente, pelo a
deseanso d'an.ma de sua presada esposa,
irml e eunhada, Umbelina Rosa de Amorim,
leeida em Portugal em 8 de marqo. Por este
de caridade se confessam eternameate iratom


A vtuva e filho d-finalo Dr. Franciscc
Meira convidam aos amigos e colleges do n
finado par assistirem a miss que no dia
corrente mandam celebrar na matriz de
Antonio por alma de sea presado marido
comn o que se confessam desde jH agradeeidc


Isabel Ignacia de Gusmao Vilella, profit
mente sentida pelo passamento de urea a
muito querida, Domingas Maria da Coun
manda resar uma missa pelo eterno repou.
sua alma na igreja de N. S. da Soledade, tU


a-o-u1- ,ucw 'twe d Sita
A mesa regedora da irmnnandade de Santa
lia manda celebraimisas pas alma do seu
timoso irmao Joaquim Henriques d Silva, n
;, as 7 horas da maahi, na igreja oalizs
Joee, trigesimo do sen allbcnnento, pars
acto convide a familia e a todos ofr nirlo.


S P




6s'
a


00





CD
l'in
p
pe.! =
0I-
02g
02(3
0 '-
(3o
C~0i


IA---"






tmH


I-



I'.

I'll


M. .fi


00


I,.
di.
die


Iui
aver
ode
'isd

P'.


I-


dig-


faa-
auto


J06
8.
P84


Ida-
rica-,


Dool-
dis
leC.
cujo


p


I


--IMM "N.,,- --,me oa.W. &. H-* ft, r- ,*aTe.;,
*m,. 1IJ -l n V.Xqnw.
& V in t nV*
H AE.F U'omm


(Sal dte AerthlQet)





can &IA do1*CM


VPNA. -& 46AMTAAMS :PN

V-wt FkL W U Bk -OL-Mlu


I l lI


'WOW T T


ilk-- -


r i


Katheumn de Albuquerque
Monteumegro
0 bacharel Manoel Florentino de Albuque
Montenegro convida a seus parents e i
aos de seu finado irmao Antonio de Albuquei
Montxnmegro. a assistirem as missas que ins
oelebrar na matriz do Corpo Santo na tera-1
8 do corrente, As 8 horas da manha, scetimo
de seu falleeimento.


D. Anna Joaquina dos Prazeres Vaneoi
e seus filhos agradecem cordialmente a tod
pessoas que se dignaram acompanhar o cad
de seu presado marido c pai, Joaquim The
de Albuquerque Pinto, ao ultimo jazigo;
novo as convidam para assistirem as nsi
sctimo dia, que polo repouso etcrno d( mea
nado se teem de celebrar no die 7 do o
mez, na matriz do Divino Espirito Santo de
d'Alho e nacapella do engenho Itanhenga.


I


I
























I l ,. -


COMPOSICAO


I



I


Cadio do Fgordo


*adocom am or efficacia no rheumatisnmo de qualquer natureza,
em, as molestias da pefle, nas leuchorrhas
t.brpcas% nos isoffrimentos oocaionados pela impureza do sangu% ,
;e finfente nas differentes f6rmas da syphilis.


PIROPAGADOR

Antono Pereira da Cunha


"mque torneikme propagador?
Prevenco que eat interrog o ha de er formulas, apreomo-me em destruir quaenquer malgn inte e q por venture
prctendam attribuir-lhe os que virem corn ms 4 m figurar o m en no ao s propagt o do rub&a. '
Dons motivos principles determinaram u o m p a : -- ... o -' ti
Sou naturalmente propenso a ounW Ualqaierndustriaova,'u& ve que reulte do seu dzenvol to qusiquer beneficto e
prosperidade pars o mea p "\ p s .'" *,-:',-. :.:-
Na minha qualidade de industrial enter ado qe ha nisto o cumpriineato de um dever, principalmente quano so trata de urma inven-
qio, que aproveits a toda humanidado eff e ora e cujo utor aAo dispe doe zecuson precisos paras fazel-a frueificar e aer util.
Tornmei-me propagador ptraauuiliax iN w t wMainwn&. .'-a. .
Na mfnha qualidade de commercial eria loucurs atirar e.comprometter capitals, qua de future hao &constituir o patrimonio de
meus filhos, para unicamente go sar da satis aLo intima de ser until a todos corn sacrificio de minha familiar. "--
SPor isso julguei tambem do men dovert so mesmo tempo que punha I disposilo dessa nova invenaow o meu nome, o meq credito
a a meus capitaes, contractor corn o inlustr inventor, que correriamos socialmente a mesma sorte.
Iahi o contract de sociedade que n s prende a mim so illunstre inventor.
Conseguintement te i-me ainda proi gaor para e ra/r e rcommrdakmente esa inendo.
Do que se segue ver-se-ha a demonstrmao do que acabo de affirmar.


Halguns anaos, que o illustre Sr. Firz
persistent, applicou-se ao estudo e investing
algumas enfiermidades que trn a sua s6de i
lavel ouviiodaefficacia do seu mdic :
Bateu a muitas portas e nenhuma se lh
Jose Marianneo Carneiro da Cunha, digno de
Sr. F. Figaeirdo, do soeu character, da sua si
Sz mais ainda: quiz eu mesmo fazer as
Appliqstei o medicamento a diversas
0 resultado nao precise dizer que, que o
w p8r-iameditarmente sua dispesiqio os n
Uma difficuldade surgio: o inventor RA
outros tantos despeitades, post que titulado
Ainda bemrn que a historia esta cheia de
,oimhecimentos scientificos relatives a es ius
E entire nos mesmo, quantas muitas vez
0 medicamento do Sr. F. Figue'irdo pr
fla oqfficia Entretanto para evitar conflict
do Cajrubea so illustrado e criterioso exan
pelo que iguslxento foi concetlida a respect
A apprevaio da Junta do Hygiene serA
Sendo o Caj4rubiba am compost deo r
veitados em urma 6poca do anno, deliberei co
contram os maclnuismos e apparelhos para
montados os apparelhos aperfeioados e indi
Em takes condibesbreveaente icarei ha
Para provar a efficacia e optimnos wesultai
lestias que faram coumbatidas e inteiameme
Fkaam es attestados pessoas-conhecidas
Sendo, porem, costume considerar-se gri
duvidar desta affirmammo e conseguir provar ]
obriga& a pagar.
Par que o public tenha conhecimento
passarao em revista os nomes das pessoas e di
irrecusaveis. -
Desejando ser util aos que soffrem e dar
uni certo numero de fnscos do medicamento


dnino Candido de Figueiredo, home do intelligence pounco commum, e de uma actlvdade
es, que deram em resultado o descobrimento deo um poderosissimo diamento onta
i mpureza do sangue. Depois de aturadas expeniencias, que levaram-no a adquririr iuba-
ito, o Sr. F. Figueir8do procurou obter os meios de fazel-o conhecido e util.
Sabriu ; at6 que sendo-me spresentado e especialmente recommendado pelo ExmU. Sr. .Dr.
putado Assembloa Geral, informei-me minuciosamente sobre as distinctas qualidades do
aceridade e baM fe e spedlmente acemca dasua capacidade e do sou medicamento.
experiencias, que ja tinham sido feitas pelo inventor.
seas, e at is de minha family, e ea nmesmo experimentei-o.
xoedeu a mina espectativa; basts, paa proval-o, o facto de associar-me ao Sr. F. Figueiredo
cursos necessarios A propagate da ensa desooberta. :
Stinha um titulo official de sus-capacidade, emfimn nao 6 pharmacemtico, e muitos invejonos e
pederiam pretender embaracal-o, antepondo-lhe as malhas da nossa official regularmenta*o.
ones de inventores, que nunca tiveram titulos officiaes, reconhecendo ou presumindo on
vecees. "
-s a tisana domestiea nao tern sido subcripta e adoptada pela sciencia dos Doutores?
duzirA menos effeitos terapeuticos polo facto de faltar-lhe urma particular de tinwtra sdesti-
s e tirar aon especuladores todo e qualquer pretexto, julguei convenient sujeitar a formula
.e da Junta de Hygiene Publica do Rio de Janeiro, a qual concede a devida approvaiao,
ra autorisaiqo per decreto imperial para a manipulasAo e venda do referido medicamento.
bastante para impmr respeito aos-sectarios do officialismo.
ductos vegetaes, tendo por base o e&0 e a JTurb4ba, products estes que tern de ser apro-
rmire-iontar na chacar do Sr. Major Luiz Cintra em S. Amaro armazens onde se en-
fabrico do vinho e alcohol do oajfi, empregados no CWiruba e bemrn assim serlo tambem
pensaveis manipulawo do medicamento.
Ibtado a satisfaras enoommendas ja feltas e as que de finturoe fizerem.
os do emprogoo e o do CArubba, chamo a atteoaoe dos leitores para os attestados e ma-
ebelladas per eote medicamento.
e de elevada posica social, cujo credit no podera ser post em duvida.
wOs takes attestados, precise deede ja assegurar que nao sao elles ficticios: se, pois, algne=
r maeios legae a falsidade ou graciaidade delles, recebera a quantia de 5:000$000, quo me
os reseltado quo for obtendo o Cujurubdf, publioarei um boletim trimensal em que se
s molestias em que o medicameato f6r empregado, sondo tudo comprovado por testemnnhas
a devida propagaao ao ajrub a, tenho enviado a aalgns iWastados cinicos desta capital
afim de que possam elles recohecr os effeitoo salutares deste.


Creio ter respondido oavenieatemente i interrogacaio formulada e aguardo os factor e a opiniao public sobre o meu procedimento.
Attesto, que em Agosto de 1iS81 rcgressou minha Him. Sr. Firmino Candido de Figueiredo. e-
familia da capital do Para para e ;ta cidade, vindo cife, 13 de Maio de 1881. Julgo cumprir corn um
minha mullier nmuito incommodda de nmo forte deover deciaraiido ter empregado corn o maior suc-
erupqcao pelo rosto e parte do corpo, a ponto (do qua i cesse o sou depurativo Cajrubba, preparado vi-
niAo durmir As noites. No Par.!, bern como aqui, loso comp)osto.
sujeitou-se a tratamento medico por muitol tempo, Achando-se bastante doente, corn um brago,on-
sem jamais o mal desapparacer. i Emn Abril deste trevado qe rheuminatismo, minhlia mulher, e tendo re-
anne, jA descrente de tantos remelios. c cm re.;ul- corrido Seni cxito algumn a varies medicamentos,
tado algmun, resolveu-se a tomar yurub ba, rnie- se--uiaido a sua preparaqdo do depurativo Cajiru-
dio qu e me foi indicado per meu Iano Francisc bcba, (ILaIs colheres (.as de sdpa pela manh" e duas
por ja ter applicado cornm feliz e.-ito em p.es(oa de l tanrde, corn poucas d6ses produzio uma melhora
sua farnilia. Corn dous frascos f~ou r, lelec: l ida Iscnsivel, ficando em oito dias completamente res-
e at6 hoje a melestia nio voltAh. Recife, '; de tab1ccida.
Agosto de 1883. Dr. Gervcsio C(iw.pel 'o Pires Desejt, que o meu testemunho Ihe seja util ; naio
Ferreira (Desembargador da Relaeao dcde Po .1x- pc s) d iexar de aconselhar a todos sua preparagao.
buco). Querendo, p:oe fazer desta o uso que Ihe convier.
-De Y. S. -- Atento vcnerador e criado, Joauim
Aitestoque empregando o preparado ,o v1.- .... r-(,.,,(. e;rct cddas Jior.
Caj.irubiba no trataniento de dou:: cas(s arc e .. e or
.rheumatismal chronco obtive o rai o que vi e observe, que a preta Esco-
'I ,I-va1 .... \r, a (iuasi 8 annos, tendo as pernas
E' a verdade. Recife. 23 de Agostoc i la. c n a asi annos, tendo as penas
.Dr. Ildefonso Theodoro triins ="(Medico -d Ia Porn' nte chagadas, e corn o emprego de
( il-ldade da Bahia). C('rubeba dt,appa-.receram as chagas e comeou a
.oi d?-B a-h" E A C .-4 1', s'sA 'Q 0' -1?.I o(.


t


Ceritinco que a preparacdo do Sr. Yir*Mino Can-
dido de Figueir&do denominada Cajtrubeba, tern
sido per mim empregada qu6r na minha clinic
civil, quer na enfermaria de Marinha, corn magni-
ficos resultados anti-syphiliticos, principalmente
nos rheumatismos; e por me ser este pedido o pass
emn'f de verdade. Recife, 9 de Marro de 1882. -
Dr. Tristdo Henriques da Costa.
,Recife, 17 de Agosto de 1881. Lime. Sr. Firmino
Candido de Figueirndo. Residindci Am minha
coipanlahiatum preto, corn idade de cinci ta annos,
pouco nmaisou menos, o qualsoffria de riheumatismao
e erysipela de modo tal, que o julgava inutilisado;
tive a feliz kebrana de da-ihe oseto
denorninado -,- Cijirtbbao, o'bti'e 0 e- i resul-
't1ao cor a a.ppiicao -do dowfrascs ton, d
Sorte cgue ipoese aaievw.4he qwue dite pmW e~


C,,:lo Prces .Fe'reira (Desembargador).


RetifeP; de Dezenmbro de 1882.- hilm. Sr. Fir-
nino Can ido de Figueiredo. Cabe-me o prazer
de coynnmiunicar a V. S. que, tendo soffrido durante
i 1,-z-s .dc iuntatisnllo. acompanhado de inchacao
Ias pr-e.rn.as. aIn das does que me privavam de
marn-, a cc,.selho de V. S., comecei a usar do Ca-
tn..... u p)reparado, cujo cffeito nao sefez espe-
'tar ; pci-. swnene corn u1n frasco fiquei completa-
$' 1 \ ;- % I 4
h'.",nt-c oln. Xao .'esicarei. portanto. ens aconselhar
0os (ue sofur.- 1 d tal molestia que recorrdo aquelle
eOficaz renmedio.
Queira V. S. aceitar esta minhlia declaracao, e
Ifazer d(clla o uso que ihe aprovie.
SAp.rovcit.-lndo a occa lo, manifesto a V. S. a
Ost4ima e considerac0o corn nue sou-De V. S. atten-
biosco anli.-(,) e .atis.smo criado, -Dio.qg6 Carlos de
MAlmeida e Alodqucnq:.jc.
Elm. Sr. Fir ]mino de Figueiredo. Tendo o Sr.
iEmigdio IIenrique de Pai.a Filhio, que estava sof-
frendo havia zuitos mezes de rheumatismo. feito


#so do medicamento denominado *-- Cajrub6ba,
com um s6 unico frasco, que Ihe trouixe, desappare-
etc. ao onto de julgar-se perfeitam.ente curado,
egundo me declalrou. ,.. ,,-
Pode V. S. fazer desta o uso que Ihe convier.
Queira disp&r do seu --Venerador e obrigado. -
SJoao.., 28 de Julho de 1881. -Adalberto ilpidio do
buqerqume FigueirWdo (Juiz de Direito)..
r. n der~ o. -.AI-
him r. Fr. irmino Candido de igueiredo.Al-
!redo Affonso Ferreira, .BachaireI,formado em
sciencias juridicas e sociaes, pea BacWidade de
irito do Recffe et. -Attesto que rtatutidse
1o Sr. Firmino Candido de Figure i seu
reparado denominado (, iaudo'o
uma minha iobrinha, manor do -Voe Am"If que
t offriodehamito de um ruvorrW,,qiestow.
osegunido a su-a cra radical; pelo que reputo o


if












-a








'*4



















I

1
v.-

,


Pama casa lie pOUQw trwt4W im XMe3y~l



1 duad Atwm, t-,. adar
'Grados e vaiat s wtirentos 4e-
AMOS*` spaaiehoi't"r vaniei".
.YiatfiAM'f -Aceawdewl
Corps a J4
uaacoua Foedon. -
ito a, Gilet
colier a Foedora
Dito a Jobot
Ditore Sarah
Cola Oficier
Espartnhosa SultanA
Flto-para 'Meninas
Fitas Ottq'nen etim
Dita Sotim eveludo.
Plumna, e Wprettas de diveraa qualidades e co-
res.
Flores para chapeos e vestidos.
Bieos de todas as qualidkdes.
Meii e Aeoes para senAoras e menina.
Pentes e grampos para cabello.
Vestidos e gola para meainas.





Precisa-se de uma
ama de leite, que seja

sadia, para amamentar

uma creanca de pouco

tempo, paga-se benm;

no eseriptorio d'este
Diario se dira.

Casa de campo
Aluga-se a casa n. 10 A da estrada da Cruz
d'Almas, em Parnameirim, corn pequeno sitio, tern
2 salas, 4 quartos e cacimba corn boa agua. Tra-
ta-se na rua do Apollo n. 30, 10 andar.


.oipboipn


MLtUUIIU
Precisa-se de offieiaes de barbeiro ; na cabel-
leiraria imperial, A rua da Imperatriz n. 60.
VEIDAS

Vende-se o sobrado da rua do Corouel Suas-
suna n. 72, a casa terrea da mesma rua n. 157 e
uma dita na rua do Dique n. 6, todas corn bons
commodos : A tratar corn Damiao Pereira dos San-
tos na rua do Paysandu n. 23, taverna.
Aviso
Vendem-se as casas n. 143,145,147, etc.
Os terrenos situados na rua do Conde da Boa-
Vista: a tractar na rua do Madre de Deus n. 38.

AielflcO


Vende-ne um piano inglez em perfeito estado
para ver e tsatar n rua de Aguas-Verdes n. 8.


Vende-se ou arrea-

da~se
=un important sitio muito perto da cidade, beira-
mar, eoem luggr para curral de apanhar peixe,
'terca de 1,000 pes -de coquetros do frueto e 500:
novos, eomrn terreno para plantagoes, e tuna grande
e boa casa de vivenda ; a tratar na travessa do
CorpoSantt n. 27.
vende-se urnm cabriolet todo
refelto de novo e mnulto forte.
Na rua do Caplbarlbe n. O10, co-
cheira do Araujo.

Vendese
em PNo d'Alho uma casa de tij6lo, tendo urn ter-
reno pertonenente 4 mesma, corn mais de 100 bra-
gas de largura e meia legoa de fundo. A casa
esta situada dentro da cidade : quem pretender
dirija-se A niesma cidade, na rua da Cadeia nu-
mero 4.

Flores
0 Muzeo Elegante reeebeu o que ha de mats
lindo em fires de cores e preta, e estA vendenda
maito barato ; na rua do Barao da Victoria nu-
mero 12. o o

Em boa ocasiao
Chegou para o Palacio de Industria, a rua do
Barao da Victoria n. 45, urn lindo e variado sor-
timento de easemiras de cores, proprias para a
estacao invernosa ; n% rua do Bardo da Victoria
numero 45.

Tudo lem seu tempo
0 inverno ahi estA, desappareceu a necessida-
de de se usar os paletots deo soda, brim e alpaca,
agora estao os sobretudo em eampo, e os melhores
e mais baratos sAo os do Palacio de Industria., A
rua do Barao da Victoria n. 45.
Expediente do Palacio de Industria, 6 rua do Ba-
rao da Victorta n. 45 ; petiq5es e sens compe-
tentes despachos.
Peti&o de urn freguez, indagando se jA cheha-
ram as novas casemiras ; sim, desde hontem que
estao neste palacio.
Urma dita assignada por dous freguezes que
desejam saber em quanto import cada terno das
novas e bonitas casamiras, chegadas ultimamente
para este palacio ; podem apparecer para darem
as medidas e escolherem os padres, e em quanto
ao prceo corn certeza chegarao a urn aecordo.
IJma dita assignada pbx grande numero de
craas de 3 A 12 annos de idade, pedindo para
que na; haja alteraoo nos models dos vistua-
rios de casemira que sempre reeebe este palacio ;
serlo attendidas, mesmo porque os models a que
se referem sao os que geralmente mais tern agra-
dado.
Urma dita de um outro freguez quo deseja sa-
ber quanto eusta urn paletot, calca e college de
casemira de eor; depend da eseolha, vifto hayer
desde 853 at o terno.
Uma d ita assignada por giands numero de fre-
guezes que desejam saber se reahlente as roupas
compradas note polacio tern o abatimento de
10 pr cento.
Nio ha mais duvida sobre isto, poise desge ja-
neiro doe-irreut.e ano ,que tedos on sogetes
gosam deste direito. Secretaria do Palacio de
Industrial, r do Barao da Victoria n. em 3
de abril de 84.' '


-1 -.^


Rima do Bardo da Victoria n. 48 A
Tern born sortimento de pannos, ca,
cheviot, eloscatina, brins e merin6s par
Preparam ternos yara luto em 12 hor s.
dade, prestesa e perfeivao
Eso, ine da rna de Santo Amaro


A
semiras,
a fatos.
Modici-


Wjl uuterias de pliattasla
Alfinetes de gravatas em 40 models, correntes
de relogio e botoes para homes, pulseiras, alfi-
netes, voltas e porta-leques para senhoras e meni-
nas, models bonitos, a imitaqAo de ouro ; amos-
tras na vitrina da loja A rua Nova u. 16.

Ecenomia
0 Museum Elegante estA liquidando os collari-
nuo Ae-jnno4. oQA u r u. a '4cnaq .i. xu nrn~p


nnos de llnrlo lq O6 a Uuzia tlUasat rnix UA, pu
34 por estarem e m pouco trigueiros ; na riua do
Barao da Victorila n. 12.


Laranjas de uimbigo
No estabelecimento a rua do CabugA n. 5 A, ven-
de-se laranjas de unmbigo de superior qualidade, e
recebe-se encomnnendas para as mesmas, no mes-


mo estabelecimne
Vende-se tam
todas as pualidas
do Rio Grande d


to.
beem cestinhas para costuras de
les e carnet de porco de salmoura
Sul a 640 rs. o kilo.


Vende-se part, da exittente na loja n. 48
rua do Barao da iVictoria, por barato preco.


A da


Attenao
Matheus Aaus in & C., a rna do Commercio n.
18, teem para tender madeira de pinho de re-
zina :


3
3
4
I4 h2
Em lotes a vpntade
medicos. I


Atad


Parz
800 la
rie daI


as, p
I ; ,nK


X9
X 12
X9
X9
dos compradores. Proeos


rasde eouro
e embrulhos, cousa until, a
Mumeu Elegante A rta do Ba,
t- 12. A I


p ar aItaoo


N. 40-RI


lz A


1 -1; "; L


.^'*tw-Simsw~^.


~i'too de








natural, e apropriadapara ailments, a crian-
9adAs to 6, *, lBet we mierno o qual
em w fpnea e v mwsur sbetui-

FARINHA LAi9IA DODR.
FREMIfM1
A sciencia d e a prtia .f i oa r a fari-
ia dLatef t eono pderoso element M.u
trictivo para a infanvia e disfinctos medi-
cos do Brasil e da Euro pareconhearani
ser 6 do Dr. FRERLHS a melhor-n'este
genero.
Deve4Ae pois evitar confiar o fiuhinho k
uma pessoa estranha e de comportamento
nto conahecido muitas eazes o germean de
mmera mole sias.
Vende-e a &verdadeira farinha L mtex
do Dr. Frerichs :
55 -RUA DO IMPERADOR i5
Esialcimeno de museir a e pianotideWe-

torPrialle
AVISO

Adamson Howie & C. tern para vender :
Vinho do Porto fino, em caixas e baris.
Whiskey Donville verdadeiro.
Tinta de impressio,*boa qualidade.
Brins de Marshall verdadeiros, de todes as nume-
ros.
Remedios de Ayer.
3-RUA DO COMMERCIO-3
CRAVOS E FLORES


Na rua da Uniao i.
49, ha sempre para se

tender craves e bores



-i/fain ha s
novas, marea SS, chegadas ultimamente, vendem
Srua da Madre de Deus n. 24

Paiva, Valente & C.

Para mimo
No Museum Elegante os encontrario apreciadores
do born e bell v m agnifico sortimento de bbjec-
tos de electroplate, proprios para mimosear, e
tambemn colherc para chl e sopa, garfos, cops,
taRas, tudo do melhor fabricante americano Red
Baston : na rua do Bar'e da Victoria n. 12.
Liquid o
Enxovaese vestidos para baptisado e passeio,
estA vendendo o Muzeu Elegante por metade do
vlor na ru da oar o da Victoria n. 12.
ParaiiesIma

o Maweo Elegante a.r a do riado
da'Victoria n. 12
edoa bmendendo pr preqo medico diversos artigos
pretos, oemo sejarn: franjas corn e sam vidrilhos,
bicos corn vidrilhos, luvas do seda, retroz e petii-
ca, e urea infimidade de bicos novos para cnfei-
ar vestidos.

A11en o
Conpra-se, vende-se ou \oeca-se passer os a
rualarga do Rosario n. 6.
Rodriges & C.

Comin 0ffiina de airafate


''&
' c
1,^
is^1 y
^f1111
.' li:^ll..L
l;i11^ .,, ..
^
:t& '
ii !





K
:;,;;;
.^11^.
SII-.-s .
's.;'

.31' |

'i^^



!^4-
*^1::;;
1^ .
.pit.. /
ail!1,'1
- ..^' *.'i, '. *'*" '1
,lll f!;''. .^:l. !** t
^li' .
Illj 11 1
*iiy1 1 '


181' 1
^*aa',
-:;,:i1!i.l*l::r -
^r .
'il'^W -1 i
^||| }


IfelN'^A11 \
'yys.f:-- i
*l!il '*'^ "*l .*f1' ^.


tro a 14
Isto na loja da esquina do becco dos Ferreiros.

Appello ao hello sexo
E' bcm provavel que ehegasse a tcemlo). 0-) Pe-
dro Antunes & C. desejando sempre qu as Exma.s.
amantes do chic, nao deixassem de fainzer um vceti- -
do preto bern enfeitado, pela falta de bonitas fi-an-
jas e lindas passementerie, grinalda. enfcito mo-
derno e de apurado gosto, ate hoje pouco conhecido
n'este mercado; teem a satisfacao de prevcnir ao
sexo amavcl! que acabam de receber os enfeites
acima indicados. Outrosim, communicam, que
como sempre vendem por precos resumid6bs. pr sorT
essa sua promessa ao generoso sexo. Ao 63-Rua i
do Daque de Caxias.-Nova EspeTanca.
Como sio bonllas
As:mcias de seda de c6res para as interessantes
crian~as de 6 a 10 annos, e brancas para senhora,
quem vende?
0 Pedro Antunes.-63 rua do Duque de Caxias.
Em continua9co
0 Pedro Antunes & C. tambem acaba de rece-
ber bonitos bicos pretos de seda corn vidrilhos, sor-
timento, largo e estreito. 63-Rua Duque de Ca-
xias.
E' preciso andar a par .
Dos cintos modernos que recebcu o Pedro An-.
tunes & C. 63-Rua do Duquc de Caxias-Nova.
Esperana.
Otef eRDri0to ar
Os tereos e rosarios, quemn vende? 0 Pedro An-
tunes & C., e esta vendendo muito por ser tempo
de quaresma. 63-Rua do Duque de Caxias. K
SI.O nOvoS es:
Variedade em caleado para homens, acaban de
recebor o Pedro Antnes & C. 63-rua dou-
que de Caxas.-Nova FspeianVa.
Luvas frescas de pellica, branch, prets e de'c-
res. 0 Pedro Antnes & C. tern. 68-Rv *
Duque de Caxi. 1


0 flmse Klu.te tt j -^? 'I
*amo I&jjaSift~ ^.*. r
e"SA vnudeno wnaio* bab e S a*00 .^ a
e O9 M'.&a peop amti "Metya pw am Ow
tqplJ^l!^ .^ i.^- ____ll~*-fl***:a^TIiiTi


00


Recife, 10 de Julhigde 1881.
Ilm. Sr. Firmino Oandido deFia'uir'lo. -Joe
Caetano de Medeiros, Tenente-O(-ronuel d a Guarda
Nacional e Cavalheiro da Or. d Christo : --
Declaro que o seu preparado CcJ 1.: 5 um npro-
digio! Meu filliho Cleofas soffri{ :,,: :-T ; a pan o
de se ir tornando umna molestia's,;. : 1..-sois de se
ter tratado homeopathicamente. -.%-,..is outros
remedios sem que melhorasse; us.., a< Cuj',ret-
beba,, e antes de acabar um frasco- *. ; areceram
como por milagre. Um outro. m'; -i fria de
umna ferida na perna, e depois do &.:. Salsa e
Caroba por alguns mezes semr qu' ; i..lotia obe-
decesse, corn o uso do seu "L :..-'..')jurube"ba
ficou perfeitamente curado. ,. Ui,. U* -''- a neta,
soffrendo de flores brancas, r-cprr'-; a -:l prepa-
rado, e em poucos dias ficou boa. A.' v.: disto nao
devo occultar tao prodigioso nic --c.6; : to, nao s6
para animnal-o em seu trabalho, co0>o isrr ensinar
aos soffredores a taboa da salvat.?. iRecife, 22
de Abril de 1883. -- Jose Caetano d- 21edeiros


-1


itsd,mop xwlf ed m
SDitos de uenira de itir y-1
-nla desbta a .
DitA s deaumm 4preta. deiau e -

boa, 4e 1.80 00$o



b0e 4 ou jjj-W47t[,seno itober
Pasleto eeaselaimUAkeb lbdo
,DU -meofas&mkfsqsd.,, a
Dios de ta.es ara detmur, swtante aen-
Scorpadas, 70OS
Ditos d eamou arns fi enda foirnos e mui-
too born fait.4. O0
itoM do eCwrira saut daw ta 5A500
DUos de fManella *zu, aeado fwaseda qua
nao desbota a 6^50M
Ditos de azehmira preta de cordlo e
diagoal, send m uito ben mfeitos a
udOi0 e 12c000
Seroulas d greguela, seodo muito bem
feitas a 200 e 160
Colletinhos para dentro, da mema faoen-
da,ao800e 1000
Assim eno aome urm granddesortimento de canuia
brancas para homes, tanto de linho coeo de &I-
gum que se vendem por prego muito razoavel.
Tudo isto corn grande reducqao em preod, as
loja da esquina do becco doe Ferreiros.

TRUiela cull
a ilt4 o
A' rua da Imperatriz n. 40, loja dps Bar-
teiros da Boa-Vista
Vende-se superior flanelsa azul d'uma s6 largu-
ra, send americana e todsa de a, fazenda muits
leve, propria para calvas, palit6ts e colletes, pci.
barato preqo de lj6400 o eovado, ou mandam'-as
fazer costumes da mesma, sendo palit6t saccoI a
354000 e de frak 40400@,,6 grande pechiacha: 6 t
loja da esquina do becco dos Ferreirus.
Espartilhos
a 44 e 560"
Na loajatr da maaImaperatriz n. 40 vend?-M
muitos baons espartilhos paia senhoras, a 52i,);
e ditos para meninas a 4000, assim como rnm o -
nito sortimento de fichos a 3m000, isto na nojs3uA
esquina do bacco dos Ferreiros.'
Merinos pretose
a 10ol400ooX, $o60o e E341
Os Barateiros da Boa-Vista, runa dia impersriz
n. 40 tern unm grande sortimento de ietrinhs prtoa
para vestidos que vendem de 1o200 ate 2dr 00,
sendo muito boa fazenda, assim como ditos encor-
pados para roupas de homens c m dem muito barato na loja da esquina do b dcco o
Ferreiros.
LmiwsalGONis
Os Barateiros da Wa-Vista vendem nnmit bo-
nitos linhos de uma so' c6r e de listrinhas Lara
vestidos, sendo a 160 rtis o covado c de cO-ret fixas
isto na rua da Irnperatriz u. 40, esjuiua do Jbeco
dos Ferreiros.


I
I


, 1


II


Meias
0 Muzeu Elegante vende mcias cruas e bran-
eas para crianas de um a trees annos, a 2500W a
duria, fazenda de 4500, i baratissimo" na rua
do Barao daVictoria n.12.

I Fazendas brancas

Na loja dos barateiros

da Boa-Vista
40-Rua da Ieaperatrlz 9
VENDE-SE
Madapolo, peas de madapolao franccz
enfestado corn 12 jardas a 3.000
Dito muito largo comn 20 varas a 45O00 e 55000
Dito, fazenda muito encorpada que. pa-
rece cretone, corn 20 varas a 5i500,
65000 e 6)500


Dito francez, americano, fazenda muito
final e encorpada de 75 ate
Algoda'o enfestado com 9 palmos de lar-
gura para fazer lenq6es de um so pan-
no, metro a
Dito trancado corn a mesma largura,
proprio para lenq6es c toalhas de
mesa, metro a
Bramante de algodalo corn 10 palms de
largura, proprio para fazer lenoces de
um so panno, metro a
Dito de linho, send muito encorpado,
da mesma largura, metro a
Creguellas proprias para lenc6es, toa-
lhas, ecroulas, sendo fazenda muito
encorpada, coda peca corn 30 varns
por 146800 e a vara a
Dita corn corn 20 varas a 73500 e a.
vara a
Atoalhado adainascado para toalhas de
mesa, tcndo 8 palmos de largura, me-


125(00



1.1200


15280
25000 n


500
400





























amein ,ean,ondo estava m 6Srs. de Vio-
',Iaine, de )Maur| -. e oa Grasndin.
SVendo os ous primeiros, ambos amis
de sua niumlUer, o Barao nb o -do Ieizar
de estremecer e ficar ligeiramente paido.
S- Adivinho, pensou, estes senhiores re-
ceberam as instegccoes da baroneza e qu-
rem metter-se eom nossos negocios. Ah
ah anda por aqui uma conspiraglo co a
iimr Pois bemo, ^ os de ver isto,.
Os Srs. de Viot -dq e Mauriene e J.c-
ques Grandin haviam !s, levantado.
O Sr. de Maurienue eo Sr. de Viloa ne
comprimentaram o Barao bastante friam -
to; por6m corn cortezia. Nada em sua
de indicava uma declaragbo de guera.
Sentaram-se e a conversagio interro:n-
pida continuous. Fallavam de theatre, ie
peoa nova. 0 Bargo que jiA no estava
mais sob a impresslo de havia poUno,
fallou d'essas cousas e principalmente as
artistsa, como homein que as conhece per-
feitamente.
SSe ficara desagradavelmenute sorprehon-
dido achando em casa de Pedro Castoea,
Imais ainda ficou ouvindo o criado anniun-
ciar o Sr. Raul de Simaise.
Soe fRiho em casa de Pedro Que que-
ria dizer aquillo? Decididamente nato se
rtinha enganado: havia conspira9go. 1
Foi ao encontro de seu filho e disse bruns-
camente:
Raul, porque estas aqui?
Pedro nao deixou que o mo9o tivesse
tempo de responder.
0 Sr. Raul de Simaise esta aqui, disse
elle, porque teve a bondade de aceitar um
convite para jantar. Ah! ah continuum
alegremonte, os senhores estao ambos sr-
prehendidos, nao esperavam encontrar-te
hoje por aqui?
SBarao, reclamando uma explicagb9,
interrogava o brasileiro corn o olhar.
0 senhor esta admirado de que conhega o seu filho, Sr. Barao, proseguio
Pedro; em duas palavras, eis como trav:-
mos conhecimento: hontem, entrando no
Caf6 Inglez, para almo9ar, vi um dos meus
amigos, Julio Harrier, que, em company a
de um mo9o, que me era desconhecida,
sentava-se taminbem a mesa para almoga.
,Fui apertar-lhe A milo; elle apresentou- e
o Sr. Raul de Simnaise, a quemn apressei-n e
emr estende" a m I. Alhno9amos juntos, <,
inos deliando, por qaerer ser-ime _t'-
vel, Sr. Barbo, assim como ao Sr. Ra4,
fiz-lhe o convito a que elle acaba de ret-
ponder.
Comprehendo agora, disse o Bar-o
esbo~ando um soniso.
Achava bastante a explicagIo dada por
Pedro; a cousa parecia tfito natural! T4-
davia havia n'elle urma vaga inquieta9gao.
Puzeram-se a mesa.
A principio umn pouco agitado, ora po4-
co preoccupado, o BarAt conseguio acal-
mar-se no fim do jantar. Sua inquietaaio
tendo-se dissipado, mostrou-se do alegria
encantadora, e reappareceu o brilhant ie
conversador parisiense, de quem tantas ve-
zes haviam applaudido as palavras espir|-
tuosas e os finos repentes.
Levantando-se da mesa Pedro Castora
antiunciou a seus convivas que estava .
espera de dous ou tres amigos. i
-- Nio puderam vir para jantar, accreo-
centnu elle; mas prornetteram ser dos nod-


sos UUJ a UniVte.
Tornararn para o sal'o.
Como nao teremos senhoras,
noite, podemos fumar aqui, disse
offerecendo charutos.
Os dous officials puzeram-se a
sar junto em um canto da sala.
Pedro Castora apoderou-se do


hdje i.
Pedro-

convel-

Sr. d


Violaine. .

FOLHETII



PECCXDOS VENIIES

POR


TE- IE8 PracIrt

TEBCE1IRA PAIITE


(Contiaudito do n. 76)


0 ealabouco


Aqui, como ve,,ha cadeias de toda
as classes e de singulares f6rmas; esta es
pecie de nicho e este cantaro de ferro, qu
seria pago a peso de ouro por um antiqua
rio e figuraria muito dignamente n'tum mu
seun, significam, o primeiro, o ltgar onde s<
collocavam doUs ou quatro pies, com ofin
ide que o preso podesse comer duranto
S /priueiros dias; e o seguando, ou o cajntaro,
a aoro de agua. quenr urmas6 vez s
her min: Ist 4a.. Q oanoo ste, a quew
t .Avea .sore t tora, aeabava.do roeu
-do 08p bes berna. agda, comigava pol
tw 09 scabava por i ode s ap.
Pao 4ence


ir-lhe&frnte ficara immovel, como que

A exwepg.o o.e Jacques Grandin, Cqo4
nuna euvira'p nun r o nowi 4e- Ceh-
marude, os ot'os oestavam dominados
por numa viva sora sa. ,
Raul concheg a-se ao pai, e olhava-o
corn ar intorrogat vo.
. espanto gerl augmentou; Jacques'
foi por sua vez ,omrinado pela sorpresa,
quando apparecei o personagem que aca-
havam de annuncdar.
Era Jolo Fera.
Os olhos do Baro fuzilaram.
O espanto erat d1, quo nem um d'aquelles
senhores foi- ao eaconitro do moeo, e mal
repararam na entr da do outro personagem
que vestia de merinheiro. Este persona-
gem, que o criado nDo annunciara, tinha,
o rosto moldurad) n'uma esp3ssa barba
vermelha; os ca0,Ulo eram da cOr da ar-
ba. Sentou-se tramquillamente n'uma pol-
trona.
Entretanto, tenjo comprimentado silen-
ciosamente, Jolo| adiantou-se para Pedro
Castora, corn a mro estendida. .
Seja ben' vihdo, senhor, balbuciou o
brasileiro.
Jacques Grandin veio entAo dar a mao
ao seu amigo.
Que sorpreza! disse elle.
Os outros presentiam urma scena horri-
vel, e espantosa. Instinctivamente, nao
deram mostras de conhecer Jolo Fera, co-
mo so algurnma cousa Ihes tivesse dito que
deviam abster-se de qualquer demonstra-
91o. Quanto ao Barao, tamanho era o seu
estado de perturbagio, que nao Ihe veio a
id6a que as pessoes presents eram como
bonecos de que urna poderosa e invisivel
mao segurava os tos.
Passando o prinmeiro moment de sor.
presa e terror, tdrnando-se senhor de si-
elle recobrou a s4a seguranga e audacia,
Corn a cabega levagtada, corn o olhar fuzi-
lante, mas corn umn sorriso ironic estereo-
typado noslabios, 9ncaminhou se p ra Joao
Fera.
Perdgo, senhor, disse-lhe, nao ouvi
bem sou nome ha pouco, quer ter a gran-
de bondade de me izer o nome corn quo
o annunciaram?
Admira-me, disse o mogo, corn umna
calm perfeita, que i o senhor nto tenha ou-
Vs nannunciar o marquez de Chama-
rande.
Ouvi, senhor, mas nio a.reditava
no quo ouvira. AIt! o senhor 6 o marquez
de Chamarande!..I. Pode dizer-nos, Sr.
marquez a estes setnhores e a mim a que
familiar de Chamarande poertence ?
Corn todo go'to, senhor.
E corn voz firm boemn timbrada, Joio
Fera disse :
Nao existiu munca na Fran9a sengo
uma s6 e unica fan ilia de Chamarande, a
minha. Men bisavO, field adepto da rea-
leza, foi condemrnao A morte pelo tribunal
revolucionario e Ixecutado na praga da
Revolu9go. MinhA av6, viuva do general
marquez de Chamalrande, esposou em se-
gundas nupcias o barno de Simaise : teve
de seu primeiro marido"um filho, o mar-
quez Paulo de Cha~marande, meu pai; de
seu segundo marido outro filho, o barno de
Simaise, meu io, que 6 o senior.
Mentira, meniira1 disse o bar'ao, nao
podendo mais conter-se. Na vordade 6 au-
dacia de mais! I
E deixando-se leoar pela violencia da
sua natureza:
Senhores, dis~e elle, dirigindo-se par-
ticularmente aos Srs de Violaine e de Mau-
riene, este home um miseravel impos-
tor.
Houve no salao ujm rumor surdo.
gente tinha costumes muito barbaros, ou
pelo menos muito orziginaes.
Vingan~as mirito engenhosas res-


pondeu Thereza corn aprumo.
Dizem que a historia soe escreveu pa-
ra instruir os povos,i-continuou o velho,
baixando a voz sen querer.
Pois n6s aprooeitaremos desse dito.
Francamente: jnlga que este cala-
bou9o...
Julgo que parsce ter sido constraido
expressamente paras n6s.
A pouco e p6uco, minha querida;
quero dizer para os amigosi
So nao o diss, assim o pensei.
Corn qub entl#, pelos modos, o gas-
tronomo Brionnme nla tera razlo de queixa,
so Ihe pozermos-esota famosa gravata de
ferro, e se lhe dermos, al6m disso, uns
quatro pIes *e agoi que cabe n'este can-
taro T ..-: ":i -
Viverai Voi proximadamente.
E quoe eae Fontac? NCo se-
ria mao tirartd'd esqueleto e fazer
corn que stitalse, para que
so n0o Eetao a ticgo. Quoe Ihe pare-
cea idea ?
Depois veremos.. depois veremos.
Um rapido pesa ento passou pela ima-
ginaodo de heresa EraE ag-l, nervosa,
e podia d'umi s6 g pe deriibar o velho,
subir a eseada e fe r o alapto.
0 milhos do ava soaram-lhe no ouvi-
do, e, corn os punh fechados, deu para
Cantelou o prnmeiro )ams.


0 1 4"em a


pneuo u~rSo R6r* a.de.s..No, )e
k -go .shnem; e.lle e or me

,al ? Donde vein,? Dig.
) s0 ihor-bar do Simaise sa
ha., pronmNoioa JoAo Fera.em, voz le it

Q m 'Ora, S oo0 levan
Sdesdosamento es hombros.
E de-se de novo aoaque rc
rama-no:
AhM! e.clamou em vdz esritden,
pretend ser o. marquez de Chamara
SPois bomnpro v"t'-d
-Serm duvsdisso o Sr. do Viol,
6 precise quo. aqui o senior fornega I
vas.
-- No ha provar nada, seni1
nao 6 o marquez -s Chamaraude, I
motejando o marquez. "
N'este moment, o mnarinuheiro, 'a. (
ninguem prestara attenglQ, langou-si
urnm pulo da cadeira.
0 Sr. barbo de Simaiso tern rz
disse corn a sua voz grpssa o home
mar, este mogo nao 6 o marquez de o
marande!
O baro deu um grito do triumpho]
inquiriu quem podia sor aquelle homeom
vinha assim em seu auxilio; nao
no desconhecido senlo um alliado, e
apertar-lhe as maos. Por6m o marina
deu um pass atraz e proseguiu:
Este mogo nao 6 o marquez de (o
marando, 6 o conde de Chamarande.
p6de ser o marquez, porque o marquee
Chamarande, seu pai, ainda estA vivo.
Um oh! de sorpreza escapou de todus
peitos.
-O bario teve um sobrosalto e lan9o0
para traz comno so antolhasse um espe
hediondo. Era torrivel o golpe vibra
Mas o barbo nto era home de deixr
esmagar por tlo pouco. Demais, con
cido do que seu irmmo, desappparecido
via vinte o cinco annos, nao sobrovive
catastrophe do Temerario, nio via ai
quanto tinha a receiar.
Quanto mais amea9adora pareci a a
pestade, tanto mais conflado em sua
dacia estava resolvido a arrostal-a.
SInteiTogou os circumstances es6 oviu
tos anciosos e consternados.
Entio dou uma gargalhada estride:
febril. E adiantando-se para o homer
barba vermelha:
Ah! ah! disse rindo sempre corn o
riso forgado, 6 o senhor, talvez, que
marquez de Chamarande disfar9ado
marinheiro!
Sr. barao, responded o marinhi
se eu fosse o marquez de Chamarat
seu irmao, o senhor ja me teria record
cido.
E' verdade, mas 6 o mesmo
ancioso de ver onde querem chegar o
nhor o seu associado.
a( Os senhores veln, estbu rindo e
mottvo para isso. De facto, comeo nio
de rir ? E' tao comic, tALo burlesco!
estao achando os senhores, como eu,
tudo isto estd muito bern imaginado ?
da falta A comedia!

a Enscenagbo irreprochavel, personal
perfeitos no seu papel! Na. verdade
magnifico A principle offereceram-nos
marquez; mas tinham-se enganado, nai
mais que um conde... Tenham um p
co de paciencia, meus senhores; ees p
poem-se, sere duvida, a apresentar-m
tambem o marquez. E verao que e
terceiro impostor nao tern menos auda
que os outros. Ah! sine, 6 exquisite!.
a Porem eu niao me rio mais, meus
nhores; o que acaba de dar-se aqui, A v
ta de todos, excede tudo quanto se pC
imaginar de mais audacioso! Eu nao c'
sentirei por mais tempo, em respeito di
moria de meu pobre irmao, que dois mit
raveis, quo tern em vista nao sei queo


Ilie-


I-o-
fase

1ao
edo

lea-

e8&
do


'no,
pro-



iem
em

;ao,
do
ha-

Nfo
que
via
Luiz
wiro

ha-
^ao
de

I OS

L-se
etro
do.
r-se
en-
ha-
ad
ida


cadeia fluctuante, a qual, como v6, tern o-
dos os anneis cheios de bicos, e pelos r ns
punha-se-lhe outra semelhante, que jA d s-
appareceu. 0 paciente via-se na preci io
de star de p6 o immovel, porque, se se
deitava para traz os cravos do made o
acariciavam-lho as costas, e para dian e,
os bicos das cadeias do pescogo e da cn-
tura esphacelayam-lhe as canes. Oh (o-
mo os antigos senhores da torre das Proe-
zas sabiam tratar os seus inimigos !...
-- Vamo-nos, disse Thereza este-
mecendo ; -jA nto temos nada que faoer
aqui.
Formou a sua opinion ?
Formei, sirm.
E qual das tres cousas Ihe cha
mais A sua attenaglo : a cruz, o potro, ou 0
eantaro ?
A primeira idea 6 sempre a melhoI
sigamol-a.
Tal 6 o meu parecer ; tel-o-hemos a
plo e agua os primeiros dias... Espere,
passarei adiante para a guiar.....
Ah! jA estamos cA f6ra !...
Thereza renunciou ao project de ac-
bar corn o velho, quasi no -mesmo insta-
to em qae o concebera; pois, se.poraque
meio abreviava o LmoiWento di tornar a
banqueira senhora dos milh5es de Can
lou, demorava uma sombria vingana qe
havia algus dias acariciava na imag
9 0. .
AI"m dimso, quem ihe respondia e
diseriglo do guarda? Nem sempre o
nheiro 6 sufficient paa fechbar ac
Tudo isto caiculao kor Therozas fW
doixar a exoou*~ do crime para ta ;


i 0.q e. qiaem- p d 0eu o outro
ta sdaete, amentuando eada palavra,
Oi "quero, Sr. baodo SimiS perguntar-
ihe o que fez da' fotuna do 'marquez Pau-
lo de OChamaraRad, mais do sei- milbos
que o senhor roubou!
Miseravel! rugiu o barbo, corn as
mios crispadas, prom** para saltar A gar-
ganta, do accusador.
Teve, porom, a forga do conter-se, evol.
tando-se para os espectadores d'esta scena
estranhu;: -:
OA soilhor tom ouvido.! disse elle.
auo posso responder a semelhantes pala-
Vras ? Nemr posso memo deixar proromper
a minha colera.. Tudo isto 6 insensat ;
tenho que laver-me corn dons pobres lou-


005.
* Ningaehi respondeu-ihe, e pela attitude
fria 0 sevora d'aquelles a quemf se dirigiu,
cornprehendeu que debalde procurava um
defensor.
Q*u eomtudo, tomar a mlo do Sr. de.
Maurienno. Este afastou-se bruscamente,
corn urm sentiment de repulsbo.
Sr. barao, disse o Sr. de Violaine,
accusam-n'o, 6 precise defender-se; falla-se
de urma fortune roubada...
'Mentira! mentira! exclamou o ba-
rao; meu irmlo fez fortuna nas ilhas da
Sonda, e, depois de sua morte, eu entrei
na posse de sua heran9a.
O- que seopassa aqui, Sr. barao, res-
pondeu o Sr. de Violaine, parece dizer-nos
que o marquez, seu irmAto, se tinha casado.
E. falso!
E quo a marqueza de Chamarande
teve urn filho!
S- E' falso, digo-lhes, senhores, tudo istoi
6 falso! E' uma infamia! Umn odioso trama
foi urdido contra mim, procuram deshon-
rar-me! Mas eu nada temo, nada temo !
Miseravel! sua attitude desmentia suas
palavras.
Elle estava offegante, tinha desatado a
gravata o arrancado o bot7to do collarinho
da camisa, que o estra agulava.
0 terror desenhava-se no seu rosto, os
olhos sahiam-lhe da cabega, tinha escuma
nos cantos dos labios; o suor que cahia-
Ihe da froute, corria-lhe pelas faces liv*-
das.
Pois que tenho inimigos, proseguiu
ele, langando em torno de si olhares de
insensate, que se mostrem, que tenham a
coragem de atacar-me de frente... Eu
nao fallod'estes dous homes, fez elle corn
um movimente de supremo desdem: ou
slo loucos, ou pagos para agir..... Ah!
querem manchar a minha honra! Pois bern,
eu a defenderei i!...
Parou um instant para tomar folego-
Estava suffocado.
Sr. Pedro.Castora, replicou elle, in-
terpellando bruscamiente o brazileiro, por-
que estou aqui? E esses dois individuos
porque ahi estao ? Sao os amigos que o
senhor esporava ?
Sr. barao, eulhejuro que ignorava...
Ah! al! ah! o senhor ignorava...
Mente, Sr. Pedro Castora, o senhor mente !
Senhor! exclamou Pedro, livido pela
injuria.
(Continmu).

VARIEDADES


0 servibo telegraphico avisador
de incendios.
Segundo -nma estatistica ultimamente
apresentada A Sociedade dos Engenhoiros
de Telegraphos Inglezes, as companhias
de seguros americanas reduzem23 0/0 os
seus premios do seguros nas casas onde
estao installados os signals telegraphicos
avisadores de incendios.
Esse serving funcciona tambem n'unu
grande numero de cidades da Europa, e
ainda nao ha muito lompo quo tivem'ios oc-
casino de nos referir A uma experiencia
muito interessante, feita n'um dos minis-
terios em Frauga.
Result, dos relatorios jA publicados que
dras, esteja certa de que se disparassem
um canhAo no fundo do subterraneo, a le-
bre nao se moveria.
Des3ulpe a pergtmta, filha unicamen-
te do men born dosejo.
Faga qnantas quizer; dizem que a
prudencia 6 mli da seguran9a, e p6do acon-
tecer quo por um insignificant prazer que
nos vamos proporcionar, fossemos presa de
juizes e escrivles.
E esse calabou9o 6 conhecido pelos
habitantes d'estes sitios?
S6 eu o conhego.
E o guard?
Zibold tambem o conhece... mas nao
importa; Zibold nio 6 um homem.
Explique-se.
0 guard d'esta torre 6 o demonio
em fdrma de urso, e vou contar-ihe a sua
historia em duas palavras :
a 0 av6 de Zibold pertenceu a meus pais,
como so fosse uma propriedade ; sen pam
passou a pertencer-me, e hoje Zibold per-
tence-me do mesmo modo que sea pai. Seu
av6 era um dos carreiros que conduziam
os forgoes quo meu pai alugava, pjm-
presario do exercito da republican.
a Um dia assassinou um hoM. .ie
a1o sei-quem era nem porque o
conselho de gucrra condemnou-o a- -
tima.
g 0 author dos meus dias proporcionou-
Ih a fuga, e poucos annos depois imorrea
trnquillamente na sua carma, deixando um
ffhio, qudi me servio con... extraordinaio
zd0o no men commeorei' de compra e ven-
da de homens.. Ma. o men bom ageite
travou-se do :pal"avras cearo dia. con nM
Ado me L OMresaon denteRS.e BP WoU_ oW


u Swu yi06MU pubHco de

A. iUia telephone
0 capitao DE~a Beecher- jA muito co.
A decide pelaf0 suas mven es na telephonia,
inventou ultimnanmente um system de tele-
phone portati muito bem combinado. 0
apparoelho cqnsiste n'uma roda, sobre a
.qual se pode n enrolar on desenrolar os
fios eonductcres, e cujos mechanism fe
cha o circuit) entre os dous postos moves.
0o fio tern al4m d'isso um system de iso-
lamento espoeial, que permitted mergulhal-o
na agua. P(de assim conamunicar-se mui-
to facilmente de um nriavio paro outro, ou
para a praia, e em tempo de guerra o sys-
tema p6de prestar excellent servigo com-
municando facilmente muitos corps de
exercito. |
Para explorar a invengao' do capitao
Beecher acaba de fundar-se uma sociedade
corn o nome de American Portable Tele-
phone & C.o 0 capital 6 de 2 milhdes
de dollars, difidido em 200,000 acoees de
10 dollars. ,
E a propos~to do telephone. N'um ijor-
nal que temos -presente vemt descripta a
impressao qu o telephone produzio nos
chefes dos Apaches, que estAo de passa-
gem em S. Luiz. Estes selvagens, em
quem. nao prIduzemin sensagao alguma os
rugidos das f.ras e os gritos de guerra dos
sous inimigosj ficaram estupefactos ao on-
virem os sons e as vozes, alias- fracas, do
telephone, sein queo podessem encontrar
explicagito d proveniencia. Depois de
terem succesiivamente escutado corn at-
tengao, assent.ram-se e guardaram por al-
gum tempo utm silencio religioso. Depois,
tendo discutido entire si em voz baixa, de-
cidiram que c Grande-Espirito dos homes
brancos acab va de Ihes fallar, porque a
communicag9tc telephonica tinha sido feita
em inglez, e pediram corn a maior instan-
cia que lhes dessem um apparelho, eomr o
qual podessem fazer ouvir a seus filhos o
Crande-Espirito dos indios.

A luimlna*ao eleetrlea em Li-
i verpool.
A municicil alidade de Liverpool tinha
feito ha mezes um contrato corn uma com-
panhia, para a illuminagao electric, du-
rante um ann6, de certas.ruas da cidade.
A inauguragg.0 do novo system de illumi-
nagao teve lugar ha dias ; e,. segundo le-
mos n'umjornal da especialidade, a luz 6
excessivamente brilhante, a ponto de fazer
zer empallideeer inteiramente todos os hi-
cos de gaz viiinhos, mesmo os maiores bi-
cos Argaud. 0 mesmo resultado obtive-
ram numerosos armazens, loja, hotels,
theatres e casas particulares, a quem for-
nece luz a mesa companhia, que e a
Lancashire Mjxim Weston & C.

Uin escandalo.
E' object 6e todas as conversages na
alta sociedade de Berlim o escandalo eha-
mado de Hang Bulow.
Ha poucos lias davy os seus concertos
este celebre pianist allemao, corn a assis-
tencia da flor e nata da sociedade de
Berlim.
O public, enthusiasmad,, pedio a re-
peti9o de uma das peas do programma,
e o artista, em vez de o1 fazer, tocou a
march do Propheta.
Quando concluio voltou-so para o publi-
co e disse-lhe seguinte :
Meus senhores e minhas senhoras:
ha dias ouvi estropiar estai marcha no cir-
co Hols n, de um modo tao barbaro, que
entendi do meu dever proporcionar-vos o
ensejo de a ouvir convenientemente exe-
cutada.
Imagine-se a estupefacU7o d'aquelle pu-
blico, sobretudo tendo-se em consideracibo
que o que Hans Bulow chamava desde-
nhosamente o circo Hulsen, 6, nada menos,


que o theatre da Opera, em Berlim, diri-
gido per Mr.liulsen, intendente dos reaes
theatres, e pessoa que gosa de grande sym-
pathia n'aquella corte.
0 escandalo foi eaormeo e a familiar real
nnao ficou men0s indignada.
0 conselho da familiar real recebeu or-
dem de instaunar process contra o ousado
D Antonio Zibold, ultimo do seu nome,
era entlo sarnento do exercito saxonio, e
desejando sem du.-rida entrar tambem ao
meu servi9o deu numa baionetada n'um che-
fe que Ihe nao era muito affect, e inten-
tou refugiar-se em Franca; mas, preso na.
fronteira, foi p~sto a disposigao da auto-
ridade competehte, que teve por bemn en-
forcal-o; mas eu tinha gratificado o ver-
dugo, que o dependurou a tempo e m'o
mandott um tanto estropeado. Como terA
podido notar, o meu guard tern a cabega
collocada sobre[os hombros de um modo
bastante irreg[ar.
( Zibold est4, portanto, morto o vivo ao
mesmo tempo. A certidto do obito consta
em Strasburgo, sua cidade natal, e eu of-
fertei-o a esta nontanha, onde me presta
muito bons serigos. E' o meu sentinella
avangada contr os meus contrabandistas
do Hespanha n valle de Urdax; .elle es-
pia-os e diA-me'onta exacta de tudo que
se faz aqui.... Que quer, minha amiga !
Vjm-me fazend velho e precise de bonas
servidores; mail voltemos ao ifacto.
S Este meu (igno guard ino 6 amigo
de pessoa alguI a n'estes sitios, paga exac-
timente as conribui9ges quQ Ihe corres-
pondem, pelos ]dagos do teora que culti-
va, vela dura a noite, dorme um pouco
durante 6 meu affoe'to em corpo
e almai E, co sa estranha, esse home
que nao recdia iante de crime algum ;..,es-
se hornmem brin em todos o0 eus actos, e
que, A forga de se achar s6 io monte, vai
itendo osinstinc osea das f6ras, is6 a mim es-
tima no mudo s4 6 a mim rofesea uma
venerago m Qeria. Q quer que se
oweav0s a offe e me na Mis minima
Voua, pagnia r A ida o ultraje, por
BQ .; *....f i .e .. cu to u6-..


radq -Por uM& n i
de deposito de carvao em
0 Great Eastern foi cm
ckwall. Foi acontecimentoa d
sensag9o em Inglaterra, quando
unia tal enormidade ifaritima, qua,
a entava em volume o dobro do tw
navios maiores da marinha ingleza.
0 Great Eastern tinha 211 mr
comprido, 36 metros e 72 cent. de
17 metros e 52 cent. de altura.
A sua tonelagem era de 25:000 tos..i
Caminhava auxiliado por duas rodas e Uni
helyce, e tinha duas machines a vapor:'i
primeira, que movia as rodas, tinha a
ga do 1:000 cavallos; a segunda, a &
lyce, 1:600 cavallos.
0 Great Eastern atravessoun
zes o Oceano Atlantico. Agn a |
mar, mas marchava mais v
do que os outros navios. Oatro
enter d'esse immense barco 4w
nao poder entrar em nenhum
E' esta a razAo porque o = Sw
so pode ser empregado em rama w
sues, como, por exempl6, transpdr &
tropa para o Canada, e a colloca ,do
primeiro cabo transatlantico.
Ha annos que o Great Eastern ho tinhlu
encontrado destine util. N'este moment*
diz os Debates, os inglezos, corn o seu boui
senso praticb, vao empregal-o par depow-
sito de carvio.


IUm pouco de tudo
-- A'recente morte de mr. Rouher idA
actualidade A seguinte interessante anea-
dota :
Conversavam nos corredores da camara
franceza mr. Rouher e Thiers, e disseeate,;
Nao se pode near que o reinado de
NapoleAo III den origem a um grande mi-
nistro.
Mr. Rouher tornado aquelas palavras
omo elogio a si, curvou-se ligeiramente.
Quero dizor, dois grandes ministros,
accrescentou Thiers.
Novo curvamento da parte de Eugegio
Rouher, quando Thiers concluiu dizendo;
Sim, nao me engano: dois grandes
moastros: Cavour e Bismarck.
'* *
Entre sogro e genre:
Mas, qucrido sogTro, parece-mo que
me disse : ( dou 10 cont)s dereis aosmeus
filhos e agora na.o me fall senlo em 2
contos!
E' verdade quedisse 10 contos; ma,
como tenho 5, ficam 2 contos par. cada
urn. Alem de que deve ter em considers-
9Ao que vem viver comigo.
Como 6 bom!
Escusado 6 dizer que as vossas dos-.
pezas saem dos juros d'esses 2 contos, que
ficam em meu poder, para eu os por a
render.
*
*
N'um americano :
A pequena entra corn a suan boneca, qua
e quasi do tamanho d'ella.
De repente, a mie nito \e a boneca, 8
exclama:
Entio, que fizeste do baby ?
E a pequena, corn ar mysterioso, c em
voz baixa:
Escondi-o.
-* Para quo?
Para lhe nui obrigare am pagar o
lugar.
4 *
Urna senhora comprou, por indica~ao do
seu medico, um thermometro, e deu-o A
amado seu filho.
-- Para que serve isto? perguntou in-
genua e lorpamente a ama.
Para conhecer se o banho do menino


esta quente, frio, ou em boa conta.
Ora! para isso nlohaprecislo d'essa
coisa, responded a ama, corn um sorgiao
entire ironico 'bestupido. Basta fazer o que
eu fa~o: metto o menino na agua, e tiro-o
logo; se sac muito encamnado, 6 porque a
agua esta muito quente; e se se poe muito
palido, 6 que a agua *estA muito fria.
valor de unM.leato e a lingua do um mudo,
comprehenderd perfeitamonte porque s6
d'elle confio a chave d'este calabouo.
Thereza escutou corn avidez aqucllahis-
toria e nao perdeu nem urma palavra, nern
um s6 dos gestos do velho. Um frio gla-
cial so apoderou de todo o sou corpo, e o
seu coraclo bateu cornm violencia.
(( Fiz perfeitamente,-pensou para si,
em nZito matar esta vibora; n'estes mo-
mentosjulgo-o nmais digno de mim.
E elevando a voz continuous:
Ha muito tempo que este excellent
servidor estA As suas ordens n'este paim ?
Desde que Perez faz contraband por
minha conta, isto 6, ha cinco annos. Oo-
nhece Perez ?
Nto 6 o novo companheiro de Fou-
tac ?
Justamente ; um home diabolico, a
quem me vejo na necessidade do prender
mais curto, porque nao fazendo mpo *
N'esse caso, poderemoa oiaI
o auxilio de Zibold em cas e do
dade?
Sem duvida alguma; o ; 1
guard tera verdadeiro Va em he
util: basta eu indicar Ih o.
Vejo que as cousas seo apr ta
cada vez melhor. Vamos pars ems; a
noite adianta-se e nhe conv6m deipertag
suspeitas na banqueira.
A senhora 6 muito provident..
A isso nos obriga a neouuie.
Esta noite, quando a Wmosan aw* nii
descerei para a ir buscar i oa M
entramos quando chogamo, e a im
naremos o nosso pilO M, par oa, 16M
aman=U, ou deixar peeo =am -MI OM&
Eho andado.

:laft I,1


/


4'V1-


-I




Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID ETXOAGGSP_2J5IYD INGEST_TIME 2014-05-03T21:11:59Z PACKAGE AA00011611_13882
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES