Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:13866


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Full Text





































-"t^ -W pV aI 1-cLt c Ao Exm. commandant das armas.-Em
,Aei3ba do erar-se crise ministe- cumprimento do avis o do ministerio da guer-
m ra de 2. do corrente, sirva-se V. Exc. de manT
rial. dar inspeccionar de saide pela junta raiitia
o soldado do 20 batalhlio da infantaria Cadido
MACI4IO, 27 d dezemnbro, ias 5 t1. Jose Dies eo music d b.a classes do mesnmo
11 5 t'd .f. corpo Joaquirn Jose Caetano ia Silva, nvia',-
r m:otd do- me para serem transmittidas Aquella se-
)0 vapor Espi'ituo Santo trouxe a .C-, cretaria de estado, os respectivos terms
do C o s j acompanhados alas certidtes de assentamen-
zeaIo B do d0.SAm|bWsilor Cdetano Es-.tos dasreforidas pragas.
tellita ( lfe' PIssoa, para presi- -- Ao commandantt do presidio de Fernan-
ierite da Reqi u do dp do Noronha.-lPara se fazer constar nos
~ente da la lo teara.- autos de execuCao a data em que comeqou a
-- CtruMorir a pona de 6 annos e 8 mezes de ga-

a F r cumpre que V. S. declare o dia em que elle
I T EArICOS VAS chegou a esse presidio
~ -Ao mesmo.-Para os fins convenientes,
"~L^ ITUAM communico a V. S. que o r6o Manoel Joaquim
Ccrrcia, existente nesse presidio como sen-
,')NSTANT-INOPK '6 de dezerm- tenciado a gales perpetuas, foi condetnnado a
14 annos de prisao simples, conforme declare
Iw1'o. o Dr. juiz te direito" do lo district criminal
0 exercito servio acaba de so|iper desta cidade, no officio e mais papeis juntos
im s6rlo rev6z, em Yavor. por copia, devendo concluir a referida pena
em 4 de marco proximo vindouro.
IILLGRADO, 26 de dezembro. Ao mesmo.-Para satisfazer o que solici-
tao Dr juiz de direito ao o district criminal
Os servlos apoderaramn-se da cidade desta cidade, cumpre que V. S. declare a data
le AkhalaUtda, apezar da energica re-' em que nesse presidio so evadio o sentencia-
sistencila (do init1o; pondo, em se-i do Gohnalu Alves Porto, e me transmitta quaes-
qulda, eerco A chladle de Nisch oi auer outros esclarecimentos a esse respeito.
issa. (1 reterido sentenciado foi removido para esse
C Er CAES .presidio em agosto do anno proximo passado,
COMMbERCIAES' sendo a carta de guia datada de 14 de julho
RAHIA, 27 e Ie dezembro. do mesmo anno.
Ao mesmo.-Expeca V. S. suas ordens
Sel.ae hojepaira a "Europa, comi e- s o sentido de regressarem para esta capital,
eala poor Pernambuco, o paquete in- conform solicit o juiz substituto.do 1o dis-
lez LE, a conpanha IoYA M [tricto criminal desta cidade, os senteuciados
l BE, da Compannia HYAL Pedro Antonio Vital, Jos6 Joaquimrn deSant'An-
Agencia de Pernamiuco, 27 de de- na Primeiro, conhecido pur Jos6 menino, An-
n-I. tomoio Galdino da Fonceca, Polycarpo da Silva
zembro de o877. Araujo, Joaquim Amancio Bispo, Venerando
ELO DrFT.'CTOR, E. WEGELIN. 1Antonio de Oliveira, Thomaz Antonio do Gou-
S veia e Belisario, escravo do commendador
,____________ ,___ _- ,Eloy, os quaes tern de jurar como testemu-
__-_____ --nas ao process instaurado contra o l1o por
I TTlO POP IIUAR crime de homicidio.
_____ _A__ POPULAR_ Ao engenheiro das obras militares.-De-
----' ^clveado as propostas que vieram annexes ao
EIementos de Chimica seul officiu n. 139. de !8 do corrente, autoriso
Vinc. a contratar corn Vicente Ferreira do Al-
\iAAKS I huquerque Nascimento, a construccao de urn
Ch tmnbo alpto no quartel do Ilospicio, .pla q1antin
o 5:500", paga em trees pr(staOes igeuaes,
Sciiu:nbo 6 extrahiddo d ddous mineriae sendo it" depois que.der comego AI obra, a'
-VinciLpaes, que so a gateiw e o chumbo br,',,- no meio e a 3' na.codlusao da mesnia, vis-
,'o. ) primneiro e um sulfureto e o segudo to ser essay proponents o que melhor amta-
ini carbonate, o q:ue deve fazer justamente I gem offerece ;i fazenda.
supper que os prc~ssos de extracc.o sao al-- Ao Exm. president interior da relaCito
-olutarnete semelhantes aqnelles, segundo cd do Recife.-Solicito de V. Exc. que me trans-
tuaes se obtainm o zinco da falsa-galena e d: i initta corn a copia do depofmento das teste-
Slmichaum i mminhas queojuraram no process crime i.s-
03s alehirnistas Lin.armi dado aoa chumbo ta.mrado ex-oflicio contra J Y
iiumei de S.thtrno, porque, segundo diziatn,, reira, a qtmmoio' S ;iledor-
-1k iecvorava os Ueae-i conl quao S( h vt'e-,i-ante, copia qpie doixon, de aconapanhar t do
i, verdade quoe s .ias ligas nao conservam V. Exc., n. 690, de 13 deste mez, nos terms
nemrn n nndas propriedades dos outros corn-( do decretu n. !.566. de 28 de marco de 1860.
'wineitos. Sna cor 6 d3 u n bronco azulado Ao commissario de policia do Rio Formo-
inuit.o brilhante, 1b1 qute 6 cortado, mas ,l;;, so.-P6de Vmc. conformte solicita em seu of-
iterde rapidamente o brilliho pela acauo do ar ficio, de 24 do correnite, eliminar do quadro
niem 'im cheiro particular qute se desenvorve dessa guard a pta-a Clementino Jos6 de Sen-
jeln atrito. 0 chiumbo 6 pouco tenaz ; o na, impossibilitado de continuar a servir por
inais rulle de todos os metals usuaes ; -6x-mn rotivo de molestia.
.ia-e tIcihlente pe'.i ac,5o do calor. Ao inspector da thesouraria de fazenda.
l-mii contacto da agua pluvial, o chumbo "- -Transmitto a V. S., paraos fins convenientes,
ira-st3 promnptamente, atacado, com o 6, pe 0 dezeseis ordens do thesouro national, sendo
,,ido carbouico. qTe essa aguaia conten. ... duas reservadas e quatorze de ns. 1t3 a 236, e


IAia ,ie tontte n:V) prouz o inesmo pheuo- being assimn tres ordens do dia, em duplicate,
ineno. da repartitaio do aj'idanto general, de ns. 1357
Obt,-m-se ordinariamente os oxydos do 5 1359.
-umopola cahcinaC.tov do anotal ou do LIM
i:ie suses redlttiveiaso em contacto do a. Ao mesmo.-Transmittindo a V. S. o avi-
es sx s tedeinvea gi ndem ioapotodoa. so juuto porcopia, do ministerio da marinha,
P> Soxyi os ten caoma g lads com "ott datado de 17 do corrente, do qual consta ter-se
talto por si niesnilaS eoio pe]OS COmpostO-r
o rm ni~a,- entire ; ^cS- providenciado naqutella data no sentido de setr
t.,no-i mau codnaivaao u oq nlie i i.- -essa thesouraria habilitada corn a quantia de
L-rn, todavia, o s.h)ydo quo nmltmnh "-'7j068, credit aberto sob responsabilidade
<,rotoxyde de cuetibo, PbO, tal como e- desta presidencia, verba- corpo de impe-
iotomdediaLanenLc da calcinacPto do clrio- riaes maninheiros-exer.icio de -1876 a 1877,
Itr il nido azota.lc di chliumbo, ten no ome de aftin de attender ao pagamento do sold do
,,(S;,s-9te ; quand este 6 fundido, crystal.i:a m perial marinheiro Manoel Antonio de Jesus,
.... rd--sC e tornse it/cw .. Ke o -ecommentio a V. S. que em satisfacfito ao ci-
;.,,,{:;ud9-te trti;a-;e lithargy,'io. Fste xy,- tado arise informed o que occorreu- dec'ea de
1- Lin aspects muiLo variados (qUo0 pt'o0v1m avs fome qu ccoreu ccad
Su)d Aorque ii preparado; conhece-se. \Antonio Pacheco de Oliveira, pra;a do dito
,. effo, o iharyr deouro e o litha1 *1v-s corpo destacada na comnpanhia de aprendizes
',ieff-ito, o hitharg-yria deouout-a o a 1thare-y
rio e prata, que s6 dilreren pela r. No e marinheiros desta provineia, a quern por falta
idot doehydratoio proltoxydo tie chumho -e domcredito na respective rubrica deixou-se de
--adon ceamydrate, s prooxyd ae achdos ; Ae ,satisfazeraos vencimentos que lhe comapetiam.
,ulnbina mais failmente comn os acidos; a^tlfi e~s^^ ^ "^ T 1^^
m.;eune-se a, ak fracos qiando* ah- Ao mesmro.-Envio a V. S. a inclusa por-
.- oto, un -se ars mai fraacaos cquandoih en tariia do ministerio da guerra, concedendo ao
6 t- N udido, ap )sando-se da silica h u- e alteres reformado do exercito Nlanoel Goncal-

fIi fundido, appaid-5a0 a diisilcre i quo ^ ^^
-- rcnteeltno U miosmo acontecam ecr oaci es Queiroz de oAlbuquerque, licenCa para
.orico, cam f A didae esse ialmont e paI setransferir sua residencia desta provincia para
.it tranlsparcnL2 e fa~i:ente fusivc!, rie a dlio Gran le do Sul, airm de que seja dita-
S.-o de, crunb e c)a ua appica dm )e p t1 portaria entreguea, ao interessado, emia vez sa-
Setie uaO dente araa applica o d o das c6rez tisfeitos os devidos direitos.
tilaecendo o eiLidargar'o em .e acto d o ir Ao mesmo.-Transmitto a V. S. a inclu-
-m:e- ffundil-o, elle absorveooxygneo e pasa .-a portaria concedando licenaa ao tenente re-
,. .'tado de bio.,ydo de chw abo, Pb 0- tacilo formado do oxercitao Joio Teixeira doe Sampaio
* ,,>bi-oo) A' o nedida quc esse bioxydo vo so para residir nestaprovincia, afirei de ser dita
S .ctia, ceobinia-s cor uina poiro d otepro- portaria entregueo ao interessado depois de sa-
c.io para consitiair o product ti o empera- tisfeitos os devidos direitos.
ti des arts sob o namfe doe zardoo, e que i: o, Ao mesmo.-Tendo nesta data autorisa-
I taeos chamado rm o xydo salin. Parao do oa engenheiro oenarregado dae obras milita-




,i.^\fto de um gran te consummo para a fabri- obra, a a a no meioe a ultima na concluslo da
,:,,: io din rysta,, dJo strass, do flint-'dass ; rnesma : assim o a comnunico a V. S para seu
p1ara colorir papel, obreias, metaes; paraa a a'-j conhecimento e fins convenientes.
,,ncad(aio dos esmalhes, eoa. I Ao mesmo.-Transmitto a V. S. para seu
o -tmrcato, qaie inc u vermelho brilhauite, conhecimento e devida execuato,copia do avi-
Imen-tamente alataajado, tornai-se p aouco pou-: so de 17 do aorrente com o qual o Exmi. Sr.
-o preto, queaudo esposto a luz directa. t.'l- miinistro da marinh remrettau a inclusa dis-
sinfi:am-n'o eof co0eotarou tijollo pillado ; ra tribui ai o do credit concedido para as-despe-
-" iesa fraude 6 facil iu e reconheee; basta aqe- za a cargo daquclle ministerio no orcamento
,.,:ao vemnelho: nestoe so o zarcd o 'eidnta- do actual exercicio de 1877 a 1878.
iep'fo fica amarello, was sea c6tr persist, se Ao mesmno.-lransmnittoa V. S., para os
0ie con-ilem material estmranhas. fins convenientes. o decreto de nomeadoa do
0 chumbo frrffia corn o enxofre soauene conference dan Bahia, Galdino Cicero de Miran-
mn comuposto, o qual existed na natureza scb o da panrao lugar de conferente da de Pernam-
aime de ga0na, e que serve para a extraccio 1bauco.
la mmr parte do chumbo quo se consomme. Ao mesmo. Conforme recommnenda c
; stur'eto de chumbo PbS, 6, aleni disso, FExm. Sr. roinistro da fazonda, no aviso juntc
om*pregado no estado natural paire vidaloua por copia, autoriso V. S. a mandar abonar ai
e batroa, a qual se applica, antes de cozida. coneferente da alfaniega desta prov. cia Jose
Sgalena supaltsa n'agua ; sob a influencia do Amansio do Outeiro, quo se acha nomealoc
,alor o sulfrt o piass ano estado de oxydo, parta igual emprego na alfandega da Bahia, a
tue se unea lwesilica argila, produzindo ur ajuda de custo que Ihe competir para prepares
vidro. 'S jle viagem nos termos da legislacabo em vigor.
0 achtorn'*eto hbo. Pb Ci, quo resuita Ao mesmo.-Transmitto per copia a V.
ia accao do aeidote orhydrico sobre o litlhar- S.. para os fins convenientes, o aviso de 17 dc
gyo, teurt po uaihmortancia pr si mesmoi; corrente, em gue o Exm. Sr. ministry da fan-
depois da funsle, sena-se ura massa transo zenda declara ficar appovado o actoa desta
lucida, qua O anicagos chimicos chamiavamr piresidenta autorianido essa thesouraria a
A/ aboa ;i-ae; nasg o quae nos intereesa so- mandai despachar yirosqoes direitos800sac
breudo e6 sua l aur tdade de se calbata corn !cos corn aroz impor.g de Liverpool na bar-
eo oxydo a. ekltbo. para f1oam oxyehloru- ca inglea Wdthcof, er pui or copa anta di
.. i ros.Esses des qn vpian ohas comunissb incuiNld agenciar m oiorro

.d uchtormabeto ok cirt ,tOnh -q- Ao mesmo. -TransmittV por copia a V.
depols Wda' f t ans- a t.a -a ba ; rovado o aviso de 21


, de desta presideocia, 'aWf MMrY
pezas corn soccorios svi
Ao mesmo.-.COGatUaj | g |
gundo declarou o minislerio
commercio e obras publiesS, eim vviso d
do corrente, a despeza corn os cOnceertos
draga n. 3, deve correr por coota da verba-
signada para o service da A pnon'ev 0
porto, e bern assim ser paga em 4-
ce5es, umra no exer0icjo vigpnte, :-q
de 1878 a 1879, procedendo-se quantLof
conforme o aviso de O10 de marco ulti.
Ao mesmo.-CGomuuniio a V,8. para it
conhecir:enWo'e fins convinientes, quo pot
so do ministerio da agricultura,,Ommerci. e
obras publicas, de 21 do corrent6.foi esta re-
sidencia autorisada a mrandar abonar ao I'M
genheiro Antonio Pereira SimOes, ajudante iS-
terino do engenheiro fiscal da estradade ferro
do Recife ao. 8. Francisco, a gratiflcato de
300,S000 mensaes, contada do dia e" qi^ en-
:rou em exeecicio. sendo essay de leya-
da Ais verbas-Ohras publicas e e "-G
na pruporcuo legal do exerecio a*qutiper-
tencer.
Ao inspector do thesouro provincial -Ao
Dr. chefe de policia interino, made Vinec. for-
necer, corn destiny as pragas da guarda civi-
ca, o calCado constant dos quatro pedidos
juntos por copia e correspondents ao 3.0 tri-
mestre deste anno.
Ao Exm. president da provincia do Cea-
ri, conselheiro J, ao Jos6 Ferreira de Aguiar.
-Tenhlio a honra de accusar. recebido o officio
n. 24, de Y3 do corrente, ema que V. Exc. par-
ticipa-me ter nessa data preAtih jurainmento e
tornado posse do cargo do 'preosidente dessa
provincial, para o qual f6ra nomnead.i por carton,
imperial de 13 de outubro ultimo. Aproveito
a oppurtunidade para apresentar a V. Exc,
meus protests de verdadeira estima e con-
sideraCiAo.
S Ao raesmo.- Paraser devidamente ins-
truida, passo fis rnos de "V. Exc. as intiusas
petigSes de gra~a que a S. M. o Imperador,
teem de dirigir Francisca Maria a Conceicio,
condemnada a pena de prisiao perpQ*Vpor de-
6isdo do jury do termo de Saboeiro, proferida
em t9 de junbo de 1875 e Joanna, escmrava de
Joiiao Rabello de Lima, condenada A rmesma
pena pelo jury do ternao do Sobral, praterida
em 16 de abril deo 857. A n mesImas p
estao informadas peoe commandant #0pre-
sidio de Fernando de Noronha, ondoe s acham
ditas sentenciadas.
Ao Exmn. president de Migs-G eraes.-
Passo Ais m'los de V. Exc, tiara& 4evi4amen-
te instruida, a petiqo d4b grace A $ M. o
Imperador ternm de dirigir Jolho sBarbosa,
implorando o perfodaa p -ide o.esrpe-
tuas, imposta por.ei jury teao da
villa de Fonte Nova d d' rovinciaR es ;
petii'to estAin a 0wid
pre si4jod 0.. ha, o-acha-h
seo d sftos hn e- 6 i871
Ao enWe 0 vltBFi1fen da re."!
parik1to encarre el -s| conoservyi
dos portos.-- 6unii V10, qie, -96
do declarou rio'a"-4ultura,meltd i
mmrcio e obT'r icas.. so de 17 do
corrente, a despeza oni: o %,, s da 4rai.
n. 3, deve corerp
da prare A,
Flo 0. i'TM-r adW lI
1870, proooondo-&,-a i q at o niais con1ormi
o aviso de 10 de maro ultimo.,
Ao engenheiro fiscal da esLrada de ferro
do Recife a S. Francisco.-Gommanico Ai Vrlc.
para os fin. convcnienes, que&opor aviso o10
ministerio da agriculture, cominmeio e obt
publicas, de 21 do corrente, foi emTW'presideB,
cia autorisada id riandar abonar ao egelinhe
Antonio Peroira Simnes, ajudahteiuiteriio
reparticao fiscal dessa estrada, a gratiflca*`
mensal de 300$, contada do dia em que ent iU
elle em exercicio; send ussa despeza lev. i
d verba-Obras Publicas e IEvetuaws, na p.
porouo legal do exercicio a que pertence.
Portaria:
0 Sr. agent da companhia brasileira do
navegacuo a vapor, faga transportar ai co*te,
por conta do ministerio da marinha, n vWpor
Esphiito-Sunto, n imperial marinheiro Honflrio
Jose de Araujo, que para alli sogue a disposi-
Ctuto do quarrel general de marina.
EXPEDIENTI/ DO SECRETARIO -
Officios : r
Ao commandante da canhoneira; Ar't-
guaya.-S. Extc. o Sr. president da provizninv
manda declarm:r atV. S., em respostaao seu
officio n. 39. de '8 d*'corrente, que ficai"q4.
pedidas as necessarias -ordens no sent|ei
ser transportado u corte, nro vapor & -i .
Santo, o imperial marinheirojllonorio. s de
A raujo. 7 :<' 1
Ao Dr. chefe de policia interino.- OEm.
Sr. presidenteda provincia manda communi;
car a V. S., em resposta a seu officio n. 913,l
de 27 do cotrentc, <(ie nesta data ordenou aot


inspector da the.'ouraria provincial forneces|
se o calCadu necessario Ai guard civica para
3, trimestrc do corrente anno. -
Ao juiz de direito do 2o district crifi
nal desta cidade.-De ordemn do Exm. Sr. o:t
sidente da provincial, transmitto a V. S. f4
clusa guia do sentenciado Joaquimn Silvet5
escravo de Joaquim Mariano da Silveirna, .c
forme solicitor V. S. em seu officio de 25 e
outubro ultimo. ,
Ao mesmo.-- ehijm do Exm.S. Srprr
sidente da provinCai-ommunuico a V. S. fno
nesta data solicetaram-se do commajidantp'do
presidio de Fernando de Noronha asinf'!
g3es relatives aos sentenp fes xonctao AlI
Porto e Antonio Baptista is L'taa, aos qu.
alludem os dos offiiosdos oo deS., de 260'
corrente mez.. -,
Ao mesmo.-De o-- Q 'S.j j S,
sidente da provincial, fe .conan
do presidio de Fernando e dNoronh a
municanao a que allude seu offil'iq -2 0
corrente, acerca do sentenciado MiAi
quim Correa. ;
Ao mesmno.-De ordemrn do ixmrn. 9
Ssidente da provincia, transmitto a V. 6.
* cluia copia do deoreto que commuto'd Pi
annos de gal6s a penade gal6s p
posta ao r6o Joao Mulato', :confotfi
V. S. em seu officio de 5 do t
Ao juiz substitute doL-''o i
nal desta cidade.-De orde
sidente da province ''
resposta a seu offltv
Snesta data requisitldaq
Spresidio de Fernando de-vind'a,
nLenciados a que allu ei em: i
lieio.
Ao inspector do thesourqo^rvin*c
I ordem de S. Exe .r .*-pes|i d .' t
Scia, commntnco a V.4 qu pengon
fe interino dA repair ic.- ds ofas -
mandou passer o competoqte cer
pagamento na importanci'de 8;AX
empreiteir% do. c*awoento desta vi
exocutou e 2n4e0tlgalBetoda I
SVi-conde de Goyanna e mais duas
oesgoto, conform participo o r
Snheiro em officio de 2 do orr
. ... A. 3 i.r,;. da *'n ^ S
Ao vice-proveder d Santa PaW d I
ricordia.-De ordpaidoge.8 0 r.^ OtIt
da poia,6ac mmwaV


no-I7

Antonio Al-es LebrpS. -BH`


Raylway -Lfit3d. ...
bav'endo inlonvenienty'? "
Pirofes.qr Francisca* -,iagas Ri-.
beiro d'Ofveira. -Infori i iSr. ins-
pector geral interino da inistrut oo pu-
blica.
Francisco de Borja do Naicimnnto
Feitoza. NAio tern Iupar, visto naw
haverem- .ido cfflrnadas asd nomea
goes feltos para o- lugaros, 4e 2.a en-
trancia.9
0 gerente da companhia Recife Drai-
nage Coppany Limited. -Sirm.
(erente da empreza doa Lrilhos ur-
banos do Ilecife a CaxangA. Indefe-
rido.
Major Jose Paulo- do Rego Barre-
to. Dou provimento ao present
curse pa:a- effeito de ser o recorrea'
tejnclu'd nalista geral dos juramdo
do ternmi4 do Gabo, visto que estA pro.
vado ser' mesmo recorrente domii-
liario na-espectiva comarca onde e
juiz dai4o eleitor e vereador.
Joaq q rge de Melto Filho.-Pas-
se p( oncedend a ieena pedi-
seda, po ietos, da dei
aidaSi ta ia


S g.err.a rusIo-turea em 1828
e 18s
Desde o prineipio do seculo passado a Rus-
sia e a .TurqtoiWtem estado nove vezes em
guerra ia contra a outra. Os sanguinolentos
-choqu ess;9es dous imperios se parecem corn
os accessos quasi regilares d e uma molestia
tiodica, ca s accesses os mais habeis medi-
tcos n pode utaconjuraa.
UmI escriptor inglez observava attosnectnorte
qpie, em todas estas guerras, a Russia tern si-
o aggrpsior; quo por muitas vezes a Euro-
pa vio a Turquiao em perigo de perecer. e que
ha urn como que de maravilhoso nas circums-
tancias que Ihe teem permettido escapar da des-
turujoo. de queparacia amoaGada.
1 iE6 1711 o e *1739 ella salvou-se pela forea
de suas propias armas: em 1774 e em 1829, a
peste veio em son auxilio; em 1807, deve u sua
salvaao felizes n Mccidenteos; em 1791, em
A1812 e em 1853, foi lirada das difculd -ides pj-
d seusrv inigo diplomatic ou military de outras
potenciM.,
As mesmas causas produziram os pesmos
effei os. for todo o tempo ent que a Turquitd
pevnaneceh o que 6, a saber: urn imperio em
decadencia. recisando empregar os ocios da
pay em reforinar-se, dando motive as queixas
do seus inirmigos pelos abuses deploraveis do
sea governor, e animando suas conspira-Oes
por su 0raqueza, mais apparent que real, as
cobigas ,sempre despertadas de se ponderoso
tvisinho 4o norte, nao Ihe daro nenhlum re poi-
so;e ca 6r para nnle uma tentao perpetua ;
masudresa infinitamsente desejada; e elle fa-
e*t4a se persuade do que basta-ihe esten
doteo lmro para tomal-a.
ros6. iaistretdizia: ( 0 desejo russo nao
trni liioi. )) Mas os desejos infinitos estalo
sujeiehos' 'i uses. Debalde o brago da Russia
se tern esten ido, nio tern podido jAtmais dcie-
ar atW Constantinopla. E' y, e qque a pes-
te, as desconIancas qe moscovita
causaft i Europa, e 0os occorrido
a Trquhi eniq 4 Ila. vive
ai;da, vdeve-o at td iom, e das
subitas energaoa,4 que ii Si'oradoes
ottomneaios_ a a imaao upremos pe-
rigos. 0s eslai stas deg'lieersburgo nao
veem senAo o gQ turco, e julgarn cmr ra-
zao que seus dowelft-w morrer
n*o veem, por'i e ea
naglo qqe adyogai perant6 o tribunal do desti-
no,"' a nskiasrde sOtu governo, e obt6m sempre


n64a V
ia tit
e ph


wi que a Russia tern de-
| uirn)peto ottoman,
idnlhaa'ans corn a que
"uple, como a de 1828 a
- ecedida de intermina-
Sproducto de uma long
tomatica, perturbada por
toripecias. Mais de urna
rigs, quenilo estavamn no
inha-a anraunciado que a
rmo. Entao, como hoje,
rido na desgraga dos li-
s, os quaeos preparavarm
zada contract o crescente;
.inham adquirido em to-
rmpathias, e qs gqyernos
.phitelxoaiitnlo t ac-
aidi AYflri i-'ufrnpnl--


ver-


mas, qnando urn miperio colossal como a Rus.
sia, ag-".O sem saber o que quer, o diploma-
t aPs bil deve aghar-se multas vezes ema-
b ,A L Ur mez dpois, Metternich escre-
via ag' Wde Lbzetern: ( Em todo este ne-
goeio, desde o di Seguiate do declaraCaio de
Laybea4 agor, a Japarted gabmtete rus-
so no- # eavo. contradioeos tlao mani-
fegtas, iiun pa tiP*larIque, r O 9 Iguaes aus-
picios',-h* sese' "Suigos ea ui nego-
0o, aparia A cethura de m4 f ; mas
w c ..onheco hastante. o _pbinete da
ssa St a actual composiglo, pfafle, im-
utar o 0 io merece. Io ha mA f, mas
nib' n sag-be mesmo o que quer, nem o quoe
tura em unma complioa&o, que elle umas
Sdeclara soet russa, outras vezes europ6a,
oe ,x utfeho resultadaej-, mon uma
sm s im Jnm~uestibo do ptt-
hgabie-
am press r-ihes
itmvamente auxilio, ando-se coaba-
laofrculkanente e susuitar incidentes. Geitz
dlecarava quo ( a Austria tinha feaito bern em
aqliar o gabinete russo em uma empreza,
querepugnava aosseus principios, e ella julga-
va ii't a, falsa e sobretudo inutil. Era para
a d4 no desenvolvimanto de urn system
pern ,l sem contrariar directamente .as
idWas. e as velleidides perigosas que se
tinkhain '.iflhdo no espirito do czar. a
Esta poltca pde parecer estranha, mas tern
numerosos sectarios, que formam escola. Pou-
cos mezes ha que, em uma questio, que agitoh
a Belgi.a, o president do tribunal do jury
de Brabapte exprobava a umrn dos administra-
dotes de uma important companhia hancaria,
ter feito sompre causa commum corn seus col-
legas, quetibalhavam secretamente para ar-
rurnal-a. Elle responded: (( NAo devia p6r-me
do lado do mal para o impedir? I
SEntretanto a Russia nio se deixa deter. 0
'rincipe de Metternich se havia lisoagoado de
que, nAo podendo ella fazer a gjira em com-
Ianhia, nao se resolveria a fazel i s 0. 0 ga-
birnete de S. Petersburgo tomou o partido de
se desembaragar do ( amnalgama europeu ), e
a7 deaio i de 1818 o exercito russo atraves-
soa d Pruth, a 8 de junhoL transpunha o Da-
'aubio A.vista do imperador NicoliAo, que ar-
rastaya em sua conitiva urea nurmerosa e ern-
baa ate escolta. Sua presence, seu cortejo,
Mfna os trouxeram alguma perturbacato
Apibeao das operaVoes.
-OW'8, assim como eam 1877, s russos
_it m reflectidu que urn. generl deve ter
O sp" is mAos lives, e .que as %ponsa-
b ad- divididas sio umn perigo. n sunm-
a, 8 coma e;n 4877, os russos despre-
saym -am iup mara convernidos, e
tonla a FA-tava 6m telles, queo ana
96 ca~ r -1i dirigida, acabaria
~bre
fplo-
--Pk ru-


edencia aeo espwtlO,-r'ue -mpngna o trabalho
das longas comnbina.OQes, elles nato raciocinam
e al-) preveem, senao depois de term tentado
fazer violencia a fortune, e a fortune nem sem-
pre esti ae humor de se deixar levar pela for-
ga, ella repelle muitas vezes os grosseiros que
se dispensam de Ihe fazer a c6rte. ( NNao esti
em nosso character, dizia um russo, gostar de
reflectir; por isto, temos o costume de nio
reflectir seniaio depois. )
Deve-se reconhecer que a situagao, i que a
Sublime Porta se achava reduzida, parecia jus-
tificar todas as esperangas de seu inimigo.
Corn acarnifioina'dos janizaros, ella havia des-
truido sou exercito e nao linha tido tempo de
organisar outro; sua esquadra havia side ani-
quilada em Novarino, e suas finances estavam
embarac.adas. Geralmonte todos a julgavam
f6ra do estado de resistir.
( Esta guerra, escrevia Gentz ao conde
Stanhope, sert a ultima ou a penultima das
quo a Russia tern pare fazer contra a Porta, a
penultima no case ern que o sultio ceda no
primeiro ou no segundo anctlo'da tragedia, e a
ultima, seesperar atW o ultimo acto. a
Entretanto vio-se que a Porta resistio, gra-
cas aos recursos quasi miraculosos, que a des-
graia lhe procura. Vio-se tambemn que o field
marechal conde Wittgenstein, general em che-
fe do exorcito russo, se lisongeava de ter sob
seu commando -120,000 homes, e que, por
causa de negligencias, abuses, demoras de
toda a especie, nao p6de ap.'esentar em linha
de batalha senao.60,000.
Para o reforcar teve-se de chamar uma par-
te da guard imperial que s6 chegou no mez de
agosto ao theaUiro da guerra, e umn outro corpo
de exercito, quo nao chegou ao Danubio, sonio
no fnii da campanha. Em todas as operagSes.
quo os russos tentaram, seu.effectivo se achou
insufficient.
Na primavera passada o Sr de Molike dizia
A uma pessoa, que o interrogava sobre os suc-
cessos provaveis da guerra do Oriente: ( os
russos tern umi problema bean difficil de re-
solver; se nao foreinm numerosos, nao farao
nada, se forem'em grande numero, morrerao
de fomei.
So em 1828 o exercito russo tivesse sido
inais consideravel, teria soffrido tome, porque
o field marechal Wittgonstein alimentava mal
os seus sioldados, post que tivesse para abas
tecer-se facilidades, que nao tern o grano duque
Nicol4o. 0 mar Negro, onde os russos pos-
suiam, desdero principio da campanha, 16 nAos
de linha. 6-fragatas e 7 curvetas, estava -As
suas ordens, e a Turquia naio podia pensar
em disputar-lhes sua posse; os restos do sua
esquadra estavamn presos no Bosphoro
A fortune At principio pareceu sorrir a teme-
ridade russa. A passage do Danubio, perto
de Satounavo, effectuou-se sem difficuldade. 0
corpo que avanqou sobre a Dobrutscha, nao
encontrou resistencia sdria ; em seis semanas
apoderou-se de. seis pracas fortes, e de 800 pe-
aas de artilharia, e alcancou Kustendji, onde
adxiliou a esquadra de transportes vinda de
Odessa. Pertencendo-lhes o mar, o objective
dos russos era Varna, cuja posse er- para el-
les da primeira importancia.
Apenas tinha comeoado o assedio, commet-
teram oerrode quererem tamnbem sitiarGChoum-
la, naio tendo elles forea para levar de frente
esta dupla empteza. 0 soldado turco defen-
deu estas duas pracas corn a pertinaz valentia,
que nunca Ihe-falta, quando seus chefes nilo
perdemn a cabeQa; ello provou ainda uma vez
mais qu e elle 6 o primeiro soldado do mnndo
para s bater por detraz de entrincheiramenon-
tos, e possue a terrivel coragemn do javali en-
curralado, atassalhando 'o cagador bastante
ousado, que o val procurar nio covil.
Cuontudo cs aespojos dos turcos em 18M8
nalo lhes mereeram a mesma gloria como a
admiravel defeza de Plewna.
Eloes n&o -tlnhbm Osman-Pacbi, eram cofs-
In~AMAne"fr uv~t w%- 1.1.


corn tanta lentidio? Porque entAo vinharmos;
responded, o turco, e hoje vamo-nos.)
E todavia, por mal dirigidos que fossem os-
turcos, a campaitha de 188 teria acabadto mat
para os russos, se nao se tivesse dado fanm in-
cilente, sem exemplo na historic daquelle an-
no; a traifo trabalhqu per elles, eloi a eha-
ve de oura que, tm :tw de outubro ,het a*rlo
as portas de Varna. que elles eomeeavam
perder a esperanca de podor tomamrn -.
Elles podium ter mais orgulbo &W succs-
sos, que haviam obtido hia Armenia, e que
eram devidos .i bravura. 4 dioiplina dos sol-
dados e ao genio de seu geral.
Commandado per um home superior, que
a presenqa do soberano nvio embark va on
seus movimentos, o exercito russo ';ttsia ti-
nha co(*ituitado os mais gloiosos troplhAos.
0 cOtia Paskevitch tinha tornado 5fortiesas,
313 cagbwes, 195 bandeiras e feiteo OOpriio0-
neiro. 3 flejprho sqihavafrn era-
da deears,,d didamg. uma g i~irnf|k de
cerca deo 17,00 homena,e que em assmifo
dacioso obrigoi a capitular.
Nio obstant d tomada de Kars e ar
io de Varna, os russos naio estavami sat.$ -
tos corn a sua companhia, cheia do viaissiot-
des diversas e que ficon indecisa. "
Estavam lounge do seu fim, o success nao
tiaha correspondido A sua espectativa, e no
mez de outubro de 1828, como no uzez de otir-
tubro de 1877, elles sentiam- se atacados em
seu prestigio, que elles teria-i querido salvar
a custo dos rnaiores sacriflcios. 0 prestigi9
6 um deuns sem entranhas, cnjos altar -
banhados de sangue human. -
Quem poderia contar todas as victims quo
ihe tern immolado os grandes imperios?
No interesse de suin gloria as generaes ras-
sos propunhamn-se nao repassar o Danubio, e
proseguir durante o inverno no assediode Silis-
tria ; mas os rigores da estacio e o estadosa-
nitario do exercito os obrigaram a- abandonar
seminelhante resoluQAo. 0 terrivel clima d*
Bulgaria tinha experimentado cruelmente o
invasor, cujas perdas eram enormes. Serm
alimentos frescos e agua potavel, o soldado
russo era victim de molestias gastricas, de
febres putridas, de escorbuto, de typho "eAa
peste que acabava de manifestar-se em 'S11-
sova.
As ambulancias estavam cheias, e no mez
de outubro 20,000 doentes novos haviam en-
trado nos hospitals. Contaram-se 210,000 no
epaQo de dez mezes, de modo que cada ho-
mem, pertencente ao exercito e ao trem, este-
ve dtas vws, term medio, nas mrosdo O-
dico.
No principio de novembro os 100,000 rusbs
que tinham passado o Pruth, estavam redazi-
dos a 60,000. Resolveu-se a retirada, retroce-
deu-se de Choumla, levantou-se o cerco de Si-
listria, e a Bulgaria foi evacuada, corn excep-
eiao de Varna, onde ficou o general Roth.
a Quando so consideranm os terriveis sAWi'
ficios que custom aos russos a goerra deo I,
observou o Sr. de MOive emn sua historia des--
sa canapanha, 6 impossivel decidi; se os tur-
cos perderai ou ganharam a partida. 6 -
SOs inimigas da Russia felicitavamrn-se pet4il--
kQlo, que tinham tornado os acontecim-
|J 4 rnumm tido inquietagOes, estavai -hi-
u.,,iuando a aguia de duas cabecas ha-
Mado de repente soeu v6o, jultplai lo a
abater-se sobre Constantinopla; ella acabava
de passar o Danubio e jib tinha as azas feri-
das; a malignidade delles tiinmphava. De-
preciavam injustamente o exercito russo, at-
tribuindo aos vicios de sua organisacAo derro-
tas devidas A insufficiencia dos preparativos
e dos generaes.
0 gabinete de S. Petersburgo dissimulava,
quanto podia, a mortificafio, que acaba de
experimental ; apparentava confianqa e dissi-
mula;io. Estava decidido, dizia elle. ir at6 o
fiin, e nio admittia quo se lhe fallasse em ne-
gociar ; o czar ia fazer appello a todos os sous
recursos, a todasas forcas do imperio, cuja
honra estava em jogo, e a segunda campanba,
que se preparava, desmenteria os vaticinios
ominosos dos iunimigos da Russia; tinha-se a
certeza de termninar a guerra par meio de suc-
cessos, que causariam assombro ao. mundo.
Comtudo o governo russo, nao obstante a
altivez de sua linguagem, admirado das ciffi-
culdades, (pue tinha encontrado. dosejava de-
cretamente que um incident feliz o dispen-
sasse de continuar a guerra ; devia a si (,,s-
me nao tomar a iniciativa de uma negociaco.
mas desejava ardentemente que medianeircos
officiosos determinassem a Porta a fazer4he
propostas. llouve em comeco de conferan-
cias; o Di van prestou-se a islt de mai vonts-
de e a Russia abrevion o negocio.
A razao principal, que levava o gabinete de
S. Petersburgo a desejar urn ajuste, era a in-
quietacao, que Ihe causava a politica da po-
tencia mais intetessada em lodo o arranjo uat
qilestio do Oriente, a mais contraria as am-
biyoes russas e a meihor collocada pern em-
barayar suas emprezas.


A Austria, que a principio nio tinhaapoiado a
Russia senIo detel-a, para nZio occultava mais
seu descontenta'nento. Occupava-se em com-
pletar os quadros do sen exercito; tinha umr
corpo de observacQio na Transylvania, e o Sn>-
de Metternick negociava activamente co 0
grandes potencias, no designio de forman uma
quadrupla allianga, que teria impostor sua von-
tade ao imperador NicolAio.
A Russia tinha series motives deuteeo, e
desde 26 de outubro de 18-8 o, -It.'de
Nesselrode dizia em um despacho -
cial, dirigido ao embaixador da Rtigi euiA
Berlin: a No mez de feve.eiro deste ann`s
pude garwntir ao imperado.? que netacamcir-
panha elle nao teria de comibater sena a Par-
ta s6, entretanto que, para a campainlO
18 9, nWio poderia dar-lhe a este respeilsol
nio simples esperanvas. At ente o a atteenco
da Russia se tinha dirigido sobretudo para a
Austria e seus armamentos ; mas depoister'6
do dividil-a entire esses armamen. -,-as ey-
plosses do odio national dos ic -
0 chancellor accrescentava qe Wlia es-
perar festabelecer, por meio de co as
boas relaV5es com a Inglaterra ; que a- Aus-
tria, pelo contrario, fazia tudo para envenenar
a discussao, que a eenducta desta p-
revehva seas pename-tos, e quoseoW L
armamnttos tomasse*aui character hostile, po-
deria obrigar a Russian a prevenjl-s..-
Embora niao o diga a histot.-;a tua'ca
dos russos em novembro del a cn-a t-
tos respeitos, a mesma em ,esteWbvam
no -tim de 18-8. Quando ha po Soiezeu
passaram o Pruth, talvez se tivegll in
geado de tomar quarters de i.vern'o Coi0l
tantinopla; mas teem eneontrado resiste-'4-.",
que nao esperavamrn, e teem pudido v ,sicar
que Deus 6 grande, que os tures lteewi ioas-
espingardas e que ha distancia tlbocca para-.
o copo. -, 0 prestigio de seus ex6 citos teem-
diminuido ; a honra por6im est salva; nahw
tomaram Varna nein Kars, mas oiveram. na
Armenia uma brilhante victoria, u p6e ter
consequencias imnportantes, e e P n'ain
lno estA em seu poder.- SW in im4i. 'telf
mostrado impotente pa ra o d r 4B a


1'

~ I


















sa ,
temrn que re- de
e. a rorna- a!ai


A amnizad s os i
penhor -precioso ; q
se tramartA nada co a a
p6le proseguir na PO
que quizer, se qa pote fie
ponha o veto.
0 priueipe de Me e cl" d e tO.pWel-1
lington nao existema aiF ia1 ipa
tem mudado, 'i0e saSe
meridiano p14 1p o eo
governor russonoL teom quesemquietar
eim coin os manejos do gabinete de Vienna,
neon corn as explosOes do odio national em
Londres.
*~~~~ ia^afa^ernOrJU44,buff~r,
4,pac aP r. -,r; 1h-1 =oI,
0e"'romperamento annicos; os mais orgo-
lhaosus torias -sabea de c6r o cathecismo de
Ricnrdo Cutd42o, ,eeW v br4i.ados ain*Wrar,
snutlle ,e .qwlqua occasiao. O' cresoente
tooa oaservado suympaypaluias, uas elessoe
atim soiatnor platonioo.; o unico signal de,
beevWoleuawi,, qlue pdem dar a Porta, prc-
djflalisar4lo bans -avitoes e bons -oisellios,
A.seguw#-*e,que Abdul-Hamid seria feliz, so
$o6$ un paQco. mtaeosaconselhiado e uarn pon-
co *is'socorrido.
uA ,li*tIarra hpAhi-daza grosseirameiietei um
iogiez, tem wwagne4 falde fazer guerna por
a a idoia, qeaa.tes de aslar-seespera quoe
se lhe do um soeq, porqao docidi4amneate urn
aCOo ao 6 uuna iWeia.
Quauiia austrig, ,so t desg8raqas e bs intor-
Liwies 4'uraani,, a collocaraAn na aecessida-
do de prcurar amisade da Mlwmmanha. e ai
Allemaoha nao sd, terno aiuado-os projeetos
roasesyoao t.nambenim tLem vigiasuo parM que
ausikp or ,o isco*wOe; 6 una a peo a que
o coi4 s ajtO.$_~gcO
dait trgi. qtutes do 0nien~te.
Na verdade muito jni4ios paream t PTOvar
qim.e nao se tern prostado 'a tudo qmaantv o
goO .49 erfmin desejaria delle. .0 gabi-
SA49 V rkiin.ao, deosLaria ver a Austria
aoctnpfhilar a Russia, de boa voniltadte teria
servido a estes doust iperios de mediaueiro,
de confident, 4e arbitro : ta'ia visto semj
desprazer que todos e mettesseom jiessegranI
de negoeio, (tie se cliainsa a qmstfiuo do
Oriented, quao tod)s achliassern on julgassem
adca'r aec sen interesse, o que lWe teriaper-
nutaido procure o seu, onde tivesse queriso.
Certus publicists do norte tern a esteres-.
peito dirigido ao conde Andrissy urgotes:e
pathieas eaxhortages ; tern-no convidado
6 paia Lomar sea quinaho nos despojosde umn
iwaperio carcomnido, cujos dias estao contados ;
tew-Iue eroprep'eutado que elle -se achava col-
locado, coio. ler'culos, no meio da enapiii-
lhada, owde se eneontram .s caminhos do dos-
tiao ; que s, depeildia oelle escolher o seu, e
que -segutilo a escolha que lizesse. a poate-
ridade o ltritaria com o dilletante honest, min-
bora inconsiderado, on u collocaria!'r o.a.ri
ds grndes'lhoomens, e no dizer dosipablcis,
tao&do aore, econhece-seutm grande hornmeom,
priuw.io pela.4ei, que se irnmp6e de tooar tu-
do que ]he parecer que p6le ser tornado, se.
gtando porq'e,, prof'esandx) polos parlamentos
um- sverbo (esprezo. elle os dirigecoin sua
varinba, .prolbibdo-llies imaiiscuirse .emn
qialquemr qaestao de politioae strangeira.
4.imtde -rio Aridrassy, nao obstante o quot
IAestiam podido dizer,,mio se doeaca traba-
lbhO de passar para a ordein dos grandes ho-
m.t,. Prtcurout salvaguardar, o inmethor que
p6de,, os itteresses do scou paiz, sen se mnal-
quistar com possoi algurna, e sem arriscar
nada. Tinaa promnettido q(Ine s i russos nilo to-
riam de se queixar dielle, e tern tumprido sua
palhvwra; tinas tern recusado associar-se d suna
eipi'eza. Sti political toni consistido am na-
da- fazer ; ele ten feits otque se chamrna na In-
glatrra a masteley iiactli$y, n in.iacgio ma-
gistral. At hoie esta inacio terin side favore-
cida pelos acontecimentos; a Austria ainda
mats una-.vez tein, merecidoser baptisada corn
o ase de Austria f/'eliz.
Os'Lauxcos tern valentemaente trabawiadoparaw
ella; estA nos destiaos dos t.trcos dttaari
sousangue para major vantagern dos dOius im-'
perias, que nada tern a dar-lhes sero bons
conselios. A noticia dos sens svooeasos nao
ten sido 'recebida em Berdim coma mesa ale-
grin como em Vienna e l'esUt. r
Oa [aitts felizes .jogadores teLn aiguimon ve-
zes decepoes; os mais habeisseeariBa em
seus calculus, e as condescendenciasida ,&rtu-
na para suns pprotegidos Mao sao inesgotaveis.
Atguem dizia ha pouco aurn grande estadis-
ta: A political 6 vossa amante. Elle rsopon-
deot: bKlla Caissa-ine bastantes desglstos, por-
que a consider comourema muiher iesitima.
0-Sr. de Bismmrk p640 receiar que as deoro-
tas dos tUssos descom a Austria n tibl'dade
de.sens asoviuneutos. a que livre dos cuidados,
qoe Jiase eausavamn o pealer presumtide do seo
visinho do Oriente, nao so arrogasse o direito
do escolber dalli em dia'te a sua vontade seas
amigios, e se desernbaracasse da allianca dos
tres'imperadores, na qual, come disse umrpu-
blwisLa espirituoso e perspicaz, ella nma- r1-
preselta o paprel do urnis feliz dos trec.


-Wifmidas pernas da tenaz, qu e nos segura-
va, 'acaba de quebrar-se, exclamou certo pa-
triota austriaco, ao saber a sanguinolenta der-
rota dlos russos diente de Plewna. Quando o
Sr.'de Bismaik procurou recentemente uma
entrevista corn uo conde Andrassy, queria sa-
ber 'sem duvida, se elle tinhia razeo de in-
quietar-se, se Autustria entendia explorer
francamente o benefieio de sna nova situa-
qlo. Assegura-se que elle voltou de Salz-
botrg content e satisfeito, e trouxe a con-
vieiAo de que n to se tramava nuda em Vienna,
que o imperio austro-hungaro nto cuidava em
emancipar-se, nemr unir-se com a Inglaterra.
Possa a political do inacao ser sempre bemrn
suscmdida ao conde Andrassy! Possa elle es-
capar dlos embaragos, em que o langaria a in-
constante fortune, se ella intligisse algumde-
sastre aos heroicos defensores deiPtewna! Se
ate o uim dle fugir impunemente da necessi-
dade de tomar um partido e de fazer alguama
cousa, a posteridadena o o tratara corno gran-
do home, mas cam certeza o chaomuara ho-
mern feliz. Os inimigos de Syila pensavamrn
mortifical-o, atLtribuindo seus successes A'for-
tuna, e o feliz'Sylla os deixou dizer.
Em 1828 as intrigas do principle de Metter-
nik, nao tiveram consequencias. Elle foi con-
tido pela ma vontade da Prussia, que acolheu
friamente sua propostas, e sobretudo pelas
illusies do governo francez, enfatuado cornm a
alljanca russa e coin os liucros imaginarios,
quo della esperava. ( rei Carlos X responded
s6armente aqruielles que Ihe lallavam de uma
interveniao para restabelecer a paz, que elle
permnabeceria alliado da Russia, o que em ca-
so de ne0easiadec a defenderia contra as amea-
,;as da dXstria." Sr. de Metternick teve de
retirar-se ; -a qnaadrupla allianw;a no foi.con-
cluida, e a ftusqia p6de occupar-se corn vagar
dos prepares de sua segunda campanha.
Sabe-se qual foi o sou resultado. 0 fold ma-
rechal Wittgenstein foi suibstituido no com-
mando polo chefs do sou estado maior o ge-
neral Diebitch. himei, baixo. gordo e verme-
Iho, de cabega grande e cabellos pretos e com-
pridos, a qluem as tropas Ltinham dado o ap-
pellido .dSamovar, ,ou de bule de cha.
Gracas Uaos seas Lalentos, ao seu vigor, 6 fe-
liz applicaCaro que fez dos principies estrataUgi-.
cacde Paskevituh, c graias sobretudo as fal-
las enormes de Reschid-PachA, Diebiteh coo
quistou outro n ome uais glorioso, o de Zabal-
kanski ou de atravessador dos BAlkans, e a 19
de agosto de 1'29 acampava diante de Adri-
nopla; mas a que estava reduzido seu exerci-
to? Os combats e a peste o tinhamrn dizinma-
do. x Os esforwos de dcuas .campanbas, .diz o
Sr. de Mc01tke, a despeza de. 0 mi4es de ora-
WaIos e o sacriftfifo ie "sA de S0,O0O boveus,
tinham levado 20,000 ruAss as .portas de An-
Teve entAo ,upa Uip d4s acontecimentos
maiasingularos d, Istooia; iam anwo se
apO4WU dos9 reos. e o paaic teram .
tia-oAicial. ottmwna e. vado Par AX. ff va
ravnhmaimeanb diaCau asA AMa maiCi Con-


, que poz ucnuion aa mas peno-,
. Coin effeito, como observa o S.
se ella so tivesse prolongado por
Ssomente, elle se teriavisto proci-


Awa dnp


to do-
lt u0 d
atft d1<


AS monowtyledoane-Inael, son- representante nesta longa galeria de benermne-
queno numero f r A do coeni- ritos da sciencia. v
S" Loteiia do Rio de Janelro-Consta por
do de petrifleacao "sqBlhegou ca- telegraminma, correr hoje, a loteria em benefl-
s troncos, apresea. notavel dilffe- cio das matrizes ealfaias.
Lcom respeito ao grAodo dureoa, se- Vapores-Sao esperados as seguintes:
S melhor ou peior conservacgo da Espirnto Santo do Sul hoje
IgIetal. Encontr deslte modo Btia do horle a-aioi-N.


leem so
Pgressiv
nro, friaN


:Un14 ie uia aw i~lterit0briw' I

se. Umna conspiraegAo recentemente descober-
ta. sua seguran.a pessoal fer-
turbagses rfomentadas em .,.tlpe
los partidarios dos janizaros, o dtetifhnaramr
a fasm .elle ean4goa a e aA
phantasma.
Se-elle nIo tiveste traquoado, a'Rqssaia e-
veria ter feio ltalvez lereira enaipaflia em
183 ; mais em 1830 a 'Frana fez uea reiolu-
O&o, a Polonia esLaay emiara9s, e o que seria
dosjraide imperio do norte"? Felizenate a
paz de Andrinopa tinha side assignada em 14
de, setemnbrode '18 *, e estba az tlava ao ,zar,
oon Achaizik,u os doawportosde Anapa ePoti.
lEsta ecripto' no oeo que o resullado mais e-r-
todes igueras eiwpehendidas peos russos
parm a ilbeadade dos thristaios no Oriente, .
sempre agmentar soen territorio na Asia e ob-
ter alguas pbrtos masis mo mar Nlegro.
lHoje os russos nAo estio mais em luta corn
os horrors da peste, e Ihes 6 permittido es-
poear que graas a.seus inimensos recursos &
ds suas reservasaeabariio pot encadearavicto-
ria As suas badeiias. Admittamos quo tudo se
passa 4 sua vontade,-..que o podere6l u pre-
'vidente, qua dirigos1 9,
diesr~elNV
de Ankiliapla. `1 ser qu ina fr
za, da Porta e..iat*a do harem venha emmsen
aikuxio; emsumra guerra usso-turea dove'de
sempre cantar cam ieidentes, corn os altos e
baixis da i faginaao, oriental e ctm o que se
pass nos seus areas ; mnas o verto 6. queem
1877, cowo amea i8A8, a ,Russia se engaou ;
jalgoai iqu algunas vantagerns, facilmnente ob-
tidos, Ihe series bastantes para ter o intperio
ottonano A sua erc6, e contra sua especta-
tiva, mrnudou-sea aventura, em que ella se ti-
nha laugado, seguaido a expressAo do impera-
dor Aloxandre. em unmai guerra s6ria e diffi-
OUil. i
N.ob Mnienos, certo que, por propicia que
ihe seja a sorte das armnas, a Russia nao che-
gar ao fao i da sua negunda eampanba, sem
sentir-se profondamente accomrnmettida em
sauis recusos finanesiros e militares.
A imnaginagao oriental faz dos suas -em *S.
Petersburgo, asaim como em Constantinopla.
Os russos parindo para a guerra contra a
Turquia, ,-e, urecem corn unm caeador, que
sahe de easa *ra eorrer atraz de ruma lebre e
so v, em prefins de urm javali; 6 uma oaVa
de.outro genero'differente. Desde ja a Russia
'deve.perg-intar, .seos resuitados, que p6de
esperarde urea guerra a todo o t'ranse, cor-
responderao aos. saoriricios, enorries, que ella
se impfe. Sefia tivesse appar3cido spor-
tas de Andrinopla oomi un exercito e umn the-
souro intactos, terina pedido serm duvida *que
quizesse, e a Europa-se teria visto forgada a
condescendieri; inmas quando, depois de dias
oampanhas, nao se tern maisao quo um exert
cito enl'fraque.edo e finaneasesgotadas, d6soe
p6de deixar de limitar-seas deesejos-e ,cden
tar-se corn pouco.
Passemos em silencio as consideraCOes de
humanidade. Naoesta noaiteresse politico
da Russia aproveitar o ensejo de negoeiar logo
que o poder fazer seo faltar no que elfardeve
a si e 4 inissuio que se Mtnibue ao Oriente? A
guerra a tod&aotrazwe ngoseria mais provei-
tos-a aos seous .imnigos ou a seus t fah ami-
gos do que; a ella memo? A ultima palavra
da political 6 d.Axar que os outros fa(am ne-
gocies desagradaveis,arranjando-se deo modo
a tirar provoito di.so Par ventura nMo ha
naji aropa quem veja com prazer a Russia
que Fpromette wvantagern? NAo ha quem
sejainteressadoem deixar por muito tempo
sew terminar a quest&o do Oriente, e tern os
russosa cerLeza de que trabahamn para bemrn
delies mais do que para felicidade de outrem ?
Os imperadores, os chefes de estado deveriam
mneditar sobre oesto dito tao just de Voltaire :
:< Para fazer a guerra 6 preeiso quo se tenha
de ganihar podigiosamente corn ella, sm o
quo e fazel-a como loe, o que tern aconteci'eo
algumas vezes a mais de uma potencia deste
fn undo. a
(Revue des Deunv Mondes).


PflJAIIfCO

REVISTA DIARIA
Commissao central de soceorros. -
Foi-nos resmettido o segujnte para publicar:
Illms. eExms. Srs.-Tendo vindoio Triim-
plo (Rio Grande do Norte) a esto lugar, a aie-
goeios de meu particular interesse, no desig-
nio de voltar o mais breve quo me fosse pos-
sivel, fui nomeado por Vv. Excs., (era seu
respaitavel officio de -2 de agosto pcoximo
passado) membro da commissaio de soccor-
ros deste emem, e, supposto oxitasse aceitar |


essa i.rcumbencia. nAo s6 polo meu mao es--
Lado de saude, como parque devia voltar
breve, todavia, a mnstancias de alguns amigos,
aanui d deliberagAo de Vv. Exc.s, como Ihes
communiqueieemj 9 de setembro ultimo. De
entao para ca, tenho feito parte desta coin-
missao, cujo trabldhto massante, eincaleula-
ve1, (pela maneira conscienciosa e iupar"ial
corn quo temos proedido na distlribuiAo dos
generous, dinheiro e fazendas reniettidas) s6
nos tern legado atW o presented, a maledicencia
de uns tres especuladores avdros, quelprelen-
diamn locupletaxem-se na cruise actual coirn os
dinheiros quotados em favor dis verdadeiros
indigentes, por assim se veernm contrariados
em seas sonhos dounado)s.
Agora que me acho .e arranjos de viagem,
nao podendo inais daiaar-me; ja dei, pe-
rante meus companhoiros, minha demissao, e
pelo present supap'o a Vv. Exes. que me
haampor exonera&le .
Tenbo cansciencia de qto swvicom rec-
tidlio, iatLireza e imparciali&d4e, o lugar de.
couafanga.4 e mefoi o#.nfrido, .por ven-
tur na o preenehi as vistas 'Vv, ExOs.,
hajam d& relev#r-ea4 falta, o faolt, em que
houver inco ii1 offereeendo a Dens, o saer!i-
ficio qu e fiz da miinha pessoa, eommrodos,
polo seu divine amor
Deus gyardea Vv. Exes. mais annos. Villa
do Qranito, 3 de dezembro de 1877.--Ilmas. e
Exms. Srs. uxewibros da commission central
dtesta provincial de Pernawbuco.-Padre Jose
Modesto Per'e'ira de Brito.
Villa do Granito, 3 de iezembro de -1877. -
Ill-ps. e Exins. Srs. Cumprindo urn ever,
sentimos levar ao conbecimepto' de Vv. Exes.
quae na noite de 24 para 25 do mez proximoi
passado, aproveitaado-se i'n ladrao do can-
sago da commissao, quo no dia 2 prolongou
seus trabaihos atW 6 hMras da tarde, na dis-
tribuicao de generous e fazendas, subtrahio
uma=As chaves das portas de detraz la casa
do d4epesAito, e pde 4 noite roubar sete saocos
de legumes destinados ao alimento dos po-
bres; isto 6, da fariiaa comprada ao Lsenteo
Moreno, 2 saccos coin 9 a 10 cuias cada um,
de feijAo 3 saccos, dos reservados para plant,
o 2saccos de arroz.
Das buscas e dilifencias a que se proeede-
ram, resultouvir ao poder da commissao 4
volumes dos 7 roubados 1 .sacco de farinha
comn 28 litros, 2 saccos de feijao, umn roubado,
e am sacco de arruz intatoL.
0 ladra foi deseoalerto a evadio- se, send
um rapaz de nome Carlos Augusta Saldanha.
A pliciAa prosegue na4rfiMdaleai.
Do quantosafina fr ,mn.lWar, a ooaubeoi-
ameto de YW,4Eus., WA p- #'L.4 ias&: op-
pQZ4IWIaWlOKl. ,:,-,**,'- -.11_1


'air. ir. Joaquimrn tongives :44,

Iuta onweia Filht, Ron.'e-Plo
Uonta corrente 'iiovb e. nei
bides' Il -do
'bda-pi ,O

eib destino qve vra

Saldo doas$ amtwioor ;'
(Gercts4sebidos 46ti 3 3dI ,met
a saber :---+ r^ ++:' ..
Ammux, saceos' -
Milho, idemRi ': L .
Feijao, idem+. u+' .
Sal, ....
Sardinhas, barmi .,
Fazendas, fardos I ,
Generos que exmt mou WVo tto d
mz alterioa i:" *
f'arinha,, sac
Fteija,+ldetn
Miiio, idem -
I Lto 4m~l

insmolas em Utnbe'ro
Pagamento de 4 s(onducces 4e Ca-
brob6 para- sta villa, 5:0 cadia


56
2005480


unia 50(000
Saido existente em dinheiro .76#900
Genoros distribuidos no dia 3;de novembro :
6 saccos de farinha, 8 de arroz, 8 de milbo e
6 de feijAo. Fora&6 distribuidos por 426 che-
fes de families da localid9%, cj'inrefiadendo
-5,122 pessoas, e por 21 ciefes da famxlia.- de
ret-rantes, comprehendendo 133 pes,?6as. Foil
distribuido no dia 10 os dous fardos de fazqn-
das pur 195 pais de families.
Foramn tamnbew distribuidos de diA 4 a 30.
power 585 passOsif retirantes, 35 faMiavia a
localidade que iraraim raVo para retire -;
se e inais pessdas da localidade que procura-
vain ragau, 4 srccos corn farina, 16 coa
milho, 2 coam feiuos 2 barris com sardinhas.
Atertero exisLente:-Sal4 barris.
SComirissuo especial de sotcorros da villa
do'Salgueiro, 30 de novembro de 1877.
Da provi iciado Cear4A passaram neste mrnez
61 faroilias,.e do Parahyba 73. Ao today 718
pessoas.
Miguel Gortulves Liwa.-- Antonio de Soaza
(oisveia FUho.--Roiado Pereira Filgai',ts Sam-,
paio.
.Vapor EpIrIto -Santo-Tenddsahido do
Macei6 hoiintem 4 arde para o noo porto,
deoe hoje aqui amnlnhecer.
,'allecinulto-A conmpanhia d*. zarzuelas
EBianholas ecaba de perder u.n,-iqto atis-
tp,"o Sr. yravicisco Oliva, segundd bwryton*
vicLiina daoe'br eamarelba.
Aldeiamento do Rlacho doMatto -
De ordernda presidencia 4a provetna, de 27
do torrente, foi adiada, at6 seguna ordem, a
arrewnaLacao dos lotes de terras do extineto
aldeiakmento do Riaho do Matto, annuneiada
para o dia 23 dejjauiro.
Passamento-No dia 24 do correnre, den
a alma ao Greador, pa idade de 98 annos, no
seu-eugetilio SantaF6, o Revin. Juo. David
'Madeira, abagtadolaqrieultor, pr$Lanto cida-
dpo, e homnemn tecoimnendawle par suas dis-
tinctas quali'dades. Era membro do partido
liberal.
Socledade Propagadora .doo Voo da
Panet-G 'o sose' v do ait4do* tnbIoad
em outra securo deste Diaro, i-i e-A, no
domingo vindoaro 130 do corrente], s5 horas
da Larde, a assewblea gtralt dessa Wsociaao,
corn o numero de socios que comparecer e
excetdar o dos qiuawuitaeau o coanseliho di-
rector da parochia, na formsa jos estatutos,
para os fins eApeckuftdos no irferido an-
nuncio.
Esiaola-Foi-nos hontem remettida, para
as asas decari ae'o Revm. padre Ibiapina,
a quantia de500rs.
CoinommernmoraAio mnuebre-Amanht, As
8 horas do dia, na imatriz deft-'rto Antonio,
pela alma de D). Maria da Penhalwaa.
Leilles Hoje deve roalisar-sw se-
guinte
Peh. affente Stepple, Arua Du"a1e.de Caxias
n. 18, da casa n. 17 da rua doltwfnin-em
Olinda.
Amapha deve tamraein realisar-se e se-
guinte
Pelo agent fiemijio; no eaes do Apbllo, atr-
mnazem do Sr.Jos6DuarLe das Neves, de qua-
troa alvarengaL
Segunda-feir dove realisar-se o 30 .
gairte :
PetLo agente Remigio,:;drua da Nssunmplo
u. 44. da armago,rgensrms e atensilios de ta-
berna.
NovA'livroihistow',ieo. -Leos no Coin-
mercio do Porto : : .:
( Urn novodociimenLo prehistoric f 4iaadO
na India, .peto udtolr em radicina (ais d 'Mar-
chesetti, tirduaidodo .italiaso e ann4)ado por
Joalo de Mello de Samparo, capital d'toextiac-
to corpode engenheiros tleO ia. Alida nao
ha malto tempo qte os joraues fallarawda no-
,tavel deseoberta de-uma flotesta pewriobada no
territory,) de ,Ga.
a Agora afcabamos de reeeber de Paigim urn
folheto 'cono-titnlo desta noticia, Ohde en-
contramos a curiosa.hiStor'ia daste gxonteci-
menlo e abundantes pormenores que~nos p5e
an facto da importannia da desooberta. ,
An Dr. Joao de Mello de Sampaio, Jenterdai
extincta escola matheimaticae militalS tL7oa
e hoje lente da cadeira de agriculti ins-
tituto professional,. devomos a tradutiq4l~ra
portuguez do documents, que 6 profiarnente
annotado polo esolarecido professor.
O;Dr. Mfarote~sotli ritz o segw~inte :
e QuandoD "r uflpert, do Bombaim me
falou oeraee~aleftadi fo .segtia riteaaw

territory : .pS'-%til^a eor que. ^.N,
tratas^p^B d'saw seiyo 'do tian~e e~
deposit dt o le enho silihifcafto, O mui-
'to menos sptpo a que nella 'siasde iesco-
brir urn.novo doumento para provar a anti-
guidade? do genOero humane, o.
s A provincia.de Saiary. ffsetenta kylome-
tros de Goa, e formada de uiaa kuocessao de


collins e pequenos montes, que enas soa-
inam trezentos metros de aiLtura. Sulcaaia por
uma grande quantidade .4'tormetes erega-
tos, o solo 6 eoberto de a .tg(l0osa.vegeta-
Qo, pela maxima part i` re .qolemqtw
que somento pequenos,. Ot-redzidOs
a cultural pela escassa 0 oif,1, n5.o
long da aldeia de Ct'L "'ma vizi ana;
da planta nho a satisfago de agradeer aquw 0s
hospitalidade), acbs-sg urma floM fl ca-
da, que oecupa miuitos hectares- e up cie.
Os troncos jazem Ltodos derribO s. sem ra-
inos nemo raizes, e medindo algae as vezes at8
urn metro de diametro, e dous ai -es de comn
primento. Estes enfiontran-se 1 part no
cume de uma collina [de enm in. mros de altu-
ra], em part ainontoados em Uitos lugares
do valle dianente nas pro nidade do
regato, a abase di m ma coffia.
A f | dtogica do te eno sO re o'
equal ell fnifii a2 pot6.i soterrada
pela mailw i sbreposi9o de a
mais ou J i .oideraveis do basal
laterite, o t dtiaAes 6rila oll-
que seoenc 6s tronqot- 'pet
Sdbroo O oi#0'Itoa


ua.a
4s< M s ii de ext"'r d"it
briniento de umn bosque petrificado, porquan-
&O leb s $

conelhantes, orno Sinde, enm Pe-
pai tao rice roaius silicosas, comb a In-
odi 6paril irar que n'umna poca, em
qu^ a tas stetas s'e achavam em condi-
.Q5 umuetepoderen ficar dissol-
v a, se nhatt formado:tAio extensos depo-
a dolenhoaslliciflcado. Portim, o quetor-
teressante a floresta de Sattary, 6 que
a o'nos, de que ella A formada, a apresen-
a saoas to duvidosos dos instruments
en qtares elles foramn cortados. Alguns
c .l ma'tin umia-dis ocxtremnidades uma su-
ie lisa, 3mquanto que a outra se mostra
Sosa e 4Ontada, como deve starr a sii-
pais e de-urn corpe, ue'tenbaj o quebrada
na urecego kranisvoeT, em relnaco a disposi-
Oo da Wbr4a&.MAgutiis -yezes a impressato
do laehado appareca em uam ponto interme-
dioe o tronco debaixo da .frma .de uma inter-
ruptao mais ou monos profunda da fibra.
Altm dos troncos, eneontraim-se aili pedagos
nieqores, espalhados pelto solo, apresenitando
cm snta oi em ambas as extremidades uma
suparfie doe tailhe. -)
((Wenos por istb que o documento de que
tratamos 6 extremiamente curioso, e de gran-
de importancia para os que- se interessam pela
scieneia, oe.rincipalmen tepelo conhoci men to
concereeelte a assumptos do seu paiz.
( Entre n6s poucos se dedicarn, riesino na
metropole, a-trabalhos de archeologia, e ra-
ro 6 o que se entrega, nas nossas possesses
do ultrasar, a ter arduas investigates.
S Prin ipdIlmente aquelle do que trata o fo-
theta que tmios jresente de maxima impor-
tancia por complicar corn os mais arrojados
probleinmas da sciencia mnoderna.
v Temos por isso de loavar o Sr.. Joiuo do
'Mello da Samnpaio pelo intoresse corn que fez
*'dticionar ao docutmento importuntes esclare-
cimentos archeologicos.
(Nao resistiremrnos ao desejo de transladar
para aqui o seguinte- trecho Acerca dos habi-
Lantes prmnitivo3 da India.
t Habitantes primitives da India.-Referem
as tradig5es que, em tempos muito antigos, o
paiz comprehendido dosde as boccas de Goda-
vary atl o cabo de Cainorim era umna vasta flu-
resta, e dizesa que alli residiQ grande here
at-yano, Rama durante o seu 6xilio, corn sua
'mulher StAt, e conecou as suas ;guerras conti'a
.as rakehdssas, ou 'demonios, quae partllihavam
corn os heremitas e sabios a posse do desert.
A verdade pora 6, provavelmente, que aquel-
los ((denibmesv eram os habitantes primnitives
da India meridional, que foram chamados Dra-
vida Desa, e que Rama foi o primeiro invasor
hindu. Dravija significa o paiz dos "Idravi-
das, que sao descniptos nos livros sanscrt-
tos corno honens de uma tribu desterrada,
.descendentes dos-degradedos chatriAs.
SA historic daa '1ovoagio da India, pelas
suas variaL ra.as, esta envulvida e ni'uita
obseurida e a pouca 1Uz projectada sobre
ella 6 derlrvada principalmente da comparaC-bo
das linguas. Na opiniao de M. C. R.'Markhanm.
a India era habitada primitivamente porurnm
povo cujos restos se encontram nos ecIis,
sootales e outras tribus montanhezes, taes
comao os go~falys das-montaqatas de Satary e
as rnossos curtumbya ; que avsr'idianos, taUJ
povo scythico, vieram do norte, estabeleceranm-
se no Hindostao, e impelliram as aborigines
Para as brenbas e antros ; queo seu Lturno,
Ifomfa estes repelidespara as mnootes Vindhia
'P6! um~xpevo do urnmea WtM1'il5& seytbiai^ quo
veio- a er o antecegos r rpop aoa
ta m India ;-rque, funarmiet,-T'a Sa4yana,
corn a sua civilisagio vedica, reduio a sujei-
c,'o esta raga scythica pre-aryana e fez della a
casta servil dos sudras.
-, peste rnodo o povo dravidiano do sulda
India era de ot|g(n scthica; e fallava a inrguan
a("aTual slo 4^W(idaas as quatro linguas J'a-;
deruas da presidcocia de Madrasta, 'Tamill,'t-:
lugo, Canary e Malayalainm que estilo classif-
cad6 coma linguas d~avidianas e sun origem
ngo- hoje materia duvidosa. Antigamente
'ermgmi reputadas coma aryanas, polo grande
nunlero de radieaes apparentemente indo-ger-
nianicas, mas esta agora conhecido, pela es-
7tructura da sun gramnmatica, quo ellas porten-
.cOm ao grande grupo das linguas turanianas
ocvsoythicas. Mr. Carjiwell eonsidera quo a
lamilha scythiea, a quad elbas estao mais inti-
imamente alliadas, e a ungriana ; e neste pan-
to A da sua opinjito o professor Max Muller.
A antiga religiao ciravidiana, antes que o pova
*fosse convertido a fA ensinada nos puramas,
tambean favorece a opiniao de Mm. Caldwell.
4jmjlgarrnos pela cienga que ate hoje 6 segui-
da em-Tinnevallye outros districts, ella con-
sijstia.na adoravlao dos espiritos do mal par
fnei sacrificios cruenlos e danras fanati-


ms,i ej uanto que o Ser Supremno era conhe-
'do, rnnailo venerad)o. e nao havia vestigio
algum doa -adorapo dos elements. A este
respeito tom ella uina visivel similhanQa corn
o chamaniswOwAdas rapas scythicas da alta
A s ia -.
a E' quasi ceMib,'coulinua M. Markham, que
as raeas dravidra ss chegaram a um certo
.gio de civilisago, 'antes quo os aryanos ap-
paoeeessem'. no seu'ogiz e,- corn o system das
castas, introduziseem a adoragao a-Vichnu e
Sia. Urma prova evident* da antiga civilisa-
,i5 dos dravidianos 6 oa tes possuirem um
s.44dia de-numeracAo acima de 1,000, essen-
UYifttte -o amesmo em todas- as quatro lin
*k,^ comquanto elles f4igam.so. da numerm-
[esanscria, quando contain alem de 1,000.
Ba existLencia desta na 'e indigena eatre
as nagas dravidian -.;eriwford tira a
conclusAo de utw'a;qmelgs' pov'os deviam ter
:attingido um olevedo grdo de eivilisaCio, antes
te terem adoptado o hinduismo do note, e
pw istso se conservamqpisom depemienia al-
_g d l vde m,'m Ea5etrngeiras.
-Desde o terlkftpde Rama, que parece ter
,4 ajudado no, si" ioivasao do Lanka (Geylio)
'46 hele dra&iano ,agora deificado como
5.. 4 m5 -mnaos,- ehamado tHanuman, a
infl ocia do miANuismoto msteu rapidamente
e o 0 ej-tiios df casts so estendeu sobre
tod Inldia. Mas as anuaes sao muito obs-
cam ui profundamente envoltos em fabu-
l9S agantes, para que possam dar uma
Sita do tempo maneira -como ae
omlet iioeulaCo, nas ,racas dra-
eadtassbrah"mn*ieas, das obser-
a (hta6 e't46as"Feligiosas hindus.
SLad, que as dravidianos devemn
s Wtros.jlolisadores brahamines o cor
'rih ntoeipaes artes sociaes, e as
prin'seiros tpuls t- tura litteraria, e
,d amines vierai A
Indi -Momer.eo conquistadores,
mas para e so remn nesta parte da In-
dia como instr a sua influencia foi
alcangada por neo sua civilisadio supe-
rior-e sabedoria. Elles deram o name de su-
drait iLte a classe superior como A media dos
draliAnos indigenas, emnqUaito(t* e chama-
ralf pfi s si asses siw'is. .
e qi o aqu foae a de se pensari-a necessi-
dohe d eonhecimaentos indianos, se ehegou
a itituTr em Portugal a r.adeira do sanskrite,
coto para dar ensejo ,e nutimfimt- a futuras
sa S portuguezas sabre as qutesles
4s l tad da lingulsttica, dat pbilosoptia,
fp Itoeuktra, da TeligIeo, das 9 isria, oemflm do todos as ramnos dos conhe-
bumma,'e todos, os eforgos ten-
ueirO justa id6 parapr-
MiAr RwpdecWf < *iftvm t cao ,os qute


rci s io'. 1 %
ling Pa' tpa' Wpa+r'++g
gle Va pat aL6_ 5 60w "w:


tdiana M ta pa A6 9 M
itannia 'do. a 1t 1 D
tod( t Ai -W 14
- ssageiros..SaW& pa;a o.sul so v&-
Tagusg
J. J. da Silva Oliveira, Manoel de Paiva, An-
itoo CaTIM ) ini*onga, I. E. llargreuves,
l l*Gi 1idi, 4uiseppe Dinadino, C. Lui-
gi Unselino, Anni Dezaz Sabet, E. Lopes de

oCemitecio puho.-Q-UaU'io do dia 26
Francia* 3llHva, bra'neo, tHOteanha, 32 an-
nos, solteiro, Santo Antonio; febre ama-
relila.
tartholorenl Francisco dos Santos, preto,
Permnambuco, 75 annos, casado, Boa-Vista;
hematuria.
Josf', hranco, C:ea-ar, i aInnos, Boa-Vista; en-
terite.
Rodriro, escravo, preto, Pernambuco, 40
annos, solteiro, Gramca ; colica intestinal.
Uma parvula qua nasceu mnorta, brauca,
Boa-Vista.
Christovao de Araujo, preto, Pernambuco,
65 annus, viavo, Boa-Vista ; dyarrhca.
Relatorio apresentado pela directorla
1da Associaiito Portugueza dtie Bene-
ficencla dlos empregados no coin-
mercio e industria emn Pernamnbuco
a assemnbla geral de 28 de outubro
de 1877.
SRS. socios. -Paia dar cumprimento ao que
ddtermnia o .' do art. 36 dlos nossos estatu-
tos, vem hoje a directoria dar-vosconta do es-
tado social, beu como do occorrido durante o
period Je sua administra(Ao de outubro de
1876 a setermbro de 1877.
Nao obstante esta directoria s5 ter sido einm-
possada em 20 die novemibro do anno passado,
apresenta neste relatorio o occorridotnos ma-
zes de outubro e novernbro do dito anno, as-
sim cauno a nossa successor relatard o ccor-
rido do 1to dio correiteii. al6 a data da posse, co-
mo 6 de lei. iXo vos sera estranho o motive
da falta de convucagio da assembl6a para a
'1, doainga de outubro, segundo a letra de
nossos estatutos, por' sert' impossivel concluir
a escripta ein 30 de setembro.
Dii'ectoria
Dos socios eleitos em assembles geral do 1I
de novembro de 876, para cargo da directo-
rio, deixou de aceitar o Sr'. Manoel Dias da
Silva GuimarAes o ligar de vogal, pedindlo
tamnbein dispensa emn 4 de maio o Sr. Manoel
da Rocha Pinto, por ter de retirar-se para a
tEuropa. Nao tend sidlo preenchidas essas
dta-, yagas, trahalhou, a directoria sempre re-
gullrmente corn o rest do pessoal.
Scssti
De 20 de noemnbr'o de '876, lia em que to-
mou Dosse at0 30 de setembro rindo, fez esta
directoria '188 sesses ordinarias e 3 extraordi-
narias, incluindo 5 sessoes da nossa antecesso-
ra, feitas depois do sea relatorio e a sessiio de
posse, vindo assim a perfazer diirante o anno
social 36 sessoes de directoria.
Socios fatlccdos
Corn profunda dor wos communicamos o fal-
leeueinto dos seguintes socios: Jos6 Moreira
ida B ia:inlwh, Jose Rodriguer da Silva Rocha
.e M'aft gainss de Azevedo.
orotma de estatutas
AchaoIb-.' concluida a discussio do projec-
to da r~ortpa dos estatatos. foi entregue a
uima comtissAo aflm dcfi'Aro suen parecer.
Ben a~ecidis
A benefltencia concedida a socios e suas
familiess duranite o nosso anno administrative
foi de 1:4535590, comno se verificado respective
livro.
Socios admittidos
Foram.approvados para socios coutribuintes
.01 cavalheirms dos quaes ja realisaram suas
4Qi I2 -
Os propommemites orami:
Antonio Goncalves de Barros, 14.
Manoel Gonealves de Barros, 10.
Victoriano Jost Pereira de Abreu, 9.
*1oarizio.da Silv~a Guimar'es, 7.
4pse6 Iaquirn Rodrigues Braz, 6?
s Guedes Valente, 0.
.[anael da Rocha Pinto, 10.
Manoel PereiraoBarbosa, 5.
Jos6 Maria FragosQ, 4.
Manoel Joaquim Alves Ribeiro, 4.
Antonio da .SHva Santos de Moraes, 3.
JosA Maria"RoUrigues, 3.
M-aaoel 0Oarftozo Junior, 3.
Antonio Be~nto de Campos, 1.
JoseA Pereirade Carvalho, -.
Joaquim Gomes Jardim, '.
Constantino Pinto Ferreira da Silva, 9.
Joao dos Anjos Fialho, -.
Antonio Maria da Silva, 2.
Manoel Jose Carneiro Pinto, 1.


Gabriel Antonio da Smiva, I.
Manoel Augusto Ferreira, 1.
Joaquimrn Jose de C(arvaliho, 1.
Joaquim GonCalvos Salgado, 1.
Antonio Eusilio Pereira, 1.
Receita do(amto
Foi.de 4:4151060), que .reunidlo ao saldo que
ficon do anno passado, perfaz a quantia de
4:718$650, recebido duranto o nosso anno so-
cial.
Nao das mais satisfatorias, devido ao es-
Lado da crise que atravessaumos, e os muitos
socios que teem sido remissoa no pagamento
do .suas mensalidad-es.
Capital
Pelo balauno adiaate descripto podeis v6r
que fi elevado o capital desta associagao a
6:533500 em consequencia do ter passado a
quantia do 810#500 da conta de rendimento
para esta.
Dividcta passive
E' livre de q.ualquer onus que empossa esta
direOtori a sun sueeessora.
Cobadoae' coantinuo
Ainda continha no exereicio destes dous
cargos o nosso socio benemerito Antonio da
Silva Santos de Moraes, que eaia vez 6 mais
incansavel nas suns obrigaoes.
Feftat do onaivewr*fo
Foi celehrada # sess.o mgnsa 0o 4* anniver-
sario em 8 te dlezermbra, tendo .sido eia foe-
ta simple, pormo bastante concorrida, fazen-
do -se rpresentar algumas sociedades a quern
convidainos; presidio a sessao o socio bemfei-
tor Barbosa Vianaa.
Offeitas *
Pelo vogal o Sr. Maqoel'da Rocha Pinto, Joi
offertada uma bandeina portugueza, uma dita
brasileira, uzD. rhappa geogrOphico de Portugal,
um dito d arrabaldes do Reclfe e uma vista
da cidado do Rio de Janeiro. Foi-lhe dad o um
votode louvor.
Intndudws de Portugal


Foi-nos offerecida pela sociedade dramatic
Oitode Maio, urnbaneficio no theatre Santo
Antonio em favor las victimats dos inundad.os
de Portugal, cujo foi realisado, sendo seu pro-
ductou 1 20 0 liquid, que junto corn a subs-
cripeao promovida parlalguns de nossos conso-
cios, elevou-se d aquaatia de 1:6555000, sendo
esta entiegue a nommissao central nesta ci-
dade.
Notando-ose, pubr6m,.aque nesta quanfia estA-
incluido a verba de 60$ destinados pelos alaumn-
nos da aula de franeez.ppapa o.retrato do sea
professor que a o powa4oimvar a effeitao, re-
vaurteram em favor daquels iafelizes. Tarnm-
beon ,os foi renmttido pela somdadade4 Braailia
Luzitania, 50 bilhetes do bazar de prnd4s)
:parao mesmotifhn, edos quss Iheoreoett"o
a importoneia. .'

pelios socios Joao JafSaares do Aiaral e
Drentregus a Cusdir Roca.iaeIam
ientregues a es nhdire= .~<^avAO* ,doA
lcad&~n8to)aivi-t~ta ia m, coj


Fe'trroira Guinaraes, se fez
ade dos Merclftr..
port sta oiedaie para fazer
algus a.nossa s6de socii ,o que
esta director attended.
Aulas ,
Corn bastante' pezar vos parlicipadios quoe
foram supprimidas as aulas desta associaneo,
por nao ter alumnos que dellas se quizessem
I ovePt~ it E' i& ndivolla de men-
deI (ara a I nO ,a lo profes-
so 0 angel ld ePa Ei e n sejo qua
isemP do s :, i ss s o eagora
aes Nvalioi0 a read M s acaba de
sado impe-


.a m .a a r a de a ire e aran-
d aeo M vra a o eva s. / como as
OAci U o o #Le4proclsas,
P de u 0eiad vender-se urm candiet-
ro e ua mesa queo tinhia servida na antiga
sdde social, e s demias moves que existiam
ainda se conserv".ie eCn born estado.
Paria a nossa nibliotheca apenas recebemos
as obras abail 8 o tadas. ofdertadas pelos so-
CiGS



eiccsi:
Victorino JosC Pereira d'Abreu, um exem-
plar da obra estin:As de Paris. Manoel Ta-
vares llo4rea, sinco exoemplares de urna via-
gem d Grecia. UCa folheto o Bispo. Balthazar
Pinto de Gouveia, um exemplar do seu pro-
cosso. Dr. Jode ['rancisco Teixeira, um dito
do process de Amorim.
contas
Receita e despeza no exercicio do Co de-od-
tubro de -1876 a a0 de setembro de 1877
/tecezul-
Saldo que existia em caia n5o 10 de
outubro de 1876'-1 30350()
Vela venda do uir: candieiro e uima
mesa d i
Donativo feito V ar lSo Joe5 So areas
do Amaral1 00#000
Dnativo feito rc Dominguos da Cu-
nha Gutimartues Rocha -10000(y1
Imported de umn dilona a passado em
s ubstituiCo I S0o
Recebido deo ALcnio Benas de Cam-
pos V36000
hrtpotaaeia quo excedeu da quota
arrecadada p': a fiesta do anni-
versario 26$560i
,nros das aposi. t 35350
Importancia zecebf de varies so-
cios para auxilio las despezas
feitas comr o a' ujo da easa em.
qut funcciana a Associaito 136$wO0)
Mensalidades recebidas 2:741500)
Joias de entradu- 92000


Despe.:a
Pela compra de tunm lustre e aran-
dellas
Despezas cmorn o csteio da Assoeia-
gao
Gastos coin actos de benelticecia
Dinrheiro etnpregado na compra de
apolices

Dinheiro existent en caixa


4:7 ,85#0.A)

100$000o
i:578jl0
1.453#500
:395500
4 527$410
1915240


4:71856"0
BALANI O DA A ASOC:lAIA'lx) I'ORTUGUEZA BENE-
FICENTE DOS EMPn.i lN: 1NDISTI.Vl 3 :0 DlE: -I'JT'EMBRO DE 1877.
1lctivo


Bens inoveis, valor.dos exisLtantes
Apolices da div'ida pnblica provin-
cial
Caixa, dintheiro existente
-.2
Pass',)
Rendimentos, sal.':- desta i:outa
CapitOIl .,.


(,alasci.u


5:895$000
1915240
6:724571)
191$210
6:533.$500
6:724$7 ito


Esta directoria relatanbio as occurrencias di
anno'ftlndo, pede-vos desculpa do trabalho trio
incorrecto, e faz votos pela prosperidade da-
quella que acaba de dirigir : desejando que a
sua successor pro.grida allamente no bem-
estar desta associr.,a5o.
Sala das sessOes ida Assuc.iaao Portugueza
de Beneficencia dos Emprnegados no Commer-
e Industria em Pernambuco, 17 de outubro de
1877.
Manoel Gon'alvcs de Ii'r'os, director,
Manoel Francisco Ferre;'a, vice-director.
Jo6 Joaquim Rod'igaes Braz, titesoureiro.
Jos Maria RodrigYeucs, 1P secretario.
.Ioaquim Dias de Andr'idc, 2e secretario.
Jacintho Gorado P. dc Azevedo, vogal.
Cravo de Almeid,. vogal.
Jos6 Gomes dos Sa4tes, vogal.
Jose Guedes Valc ale. vogal.
Parecer da coinmissto (I de eames de conkiAs
A commissao eleita p)ara proceder de con-
formidade com o disposto no art. 55 dos esta-
tutos que regemn actualmente esta associacao,
vem cumprir o seu dever.
Examinando minuciosatuente os livros e
mais papeis constantes do archive social, tern
a stisfacao de dizer-vos quo itudo esta em or-
dem e de harmonia eomn a lei. E' muito sen-
sivel a falta de um livro matricula geral de
socio oe a conmissao )peisa quo 6 indis-
pensavel e que dove havol o, pois 6 por elle
que se pode conhecer o nimero exact de so-
cios.
Muito lisonjeir.) 6 actnualnantie o andameinto
desta sociedade, tern caminhado na senda do
progress, e muito maior p)oderia ser o sea
desenvolvimnento, senseo hoIvesse tanto indif-
ferentismo da part de muitos assuciados,
paois nota-se que numero muito superior a cem
estao devendo mais do ut ianno de mensali-
dades ; para estes lembra a commissao que a
future directorial Ihes faculto pagarem suas
mensalidades atrazadas dentro de noventa
dias, conm o abatimeuto de 50 por cento e
aquelles que nao o fizeren' no prazo marcado
incorrem nas penas de elinminaaao.
Parece a commissa" que desta formna lucra
,a associuaoo e os senhores ass )ciadcios, que na
actualidade [soja-nos liciLo dizel-o] talvez fa-
gam grande sacrlficio pagando suas mensali-
dades por inteiro. Lucra a associaoo, por-
que este dinheiro vai sem iduvida augmientar a
conta de rendimentos, hlucran os Exms. asso-
ciados, que por insigmlfieante quantia ficanm
em dia e uo gazo de seus iii'eitos, jamais ago-
ra que a assembl6a geral v'roil para queo as
socios sejam soccorridos corn um medico da
associacao, e bern assim suas families.
Apezar do que deixamos dito, o capital so-
cial que era em 30 de setemln'bro de 1876 de....
4:600000, foi elevada a 6:;"i33i500, contribuin-
do para isto o angmento Ins rendimentos sa-
bre a despeza de 811.$700 e 920'$000 de noven-
ta e duos joias de novas soeios admlttidos no
decurso de dous mezes.
As mensalidades recebidas foram 2 74t.-%00,
que represent o nurner.) .n 1239 socios Cm0i
dia, pouco minais ou menos.
As benefleenciasf toramn durante o anno de
4:453500, e a commissao Ieonsa que foram
bemrn distribuidas de accOrdo corn a lei.
VW-se por'tanto qut o auqngento do capital
foi de '1:933#500.
0 distinct eonsoclo Jos;6 ida Silva Rodni-
gues 6 digno de um votpde louvor pelos seus
importantes servigCos feitos a assooiago, en-
carregando-se de fazer ;'ratuitamente a es-
cripturagAo da, mesa, que c omio j a dito fica,
esta em muito b6a ordem.
A directorial 6 digna de um' voto de louvor
pelos seus importantes serviCos, pelo zele
e aetividade no desemponho de suas funcoes
e pelo amer quo Lcdos seus nmembros dedicam
a a asseeiaoBo.
Terminamos dizendo-.N,(queia ommi'ssio
de parecer que sejanm pl$namente approva-
das as contae e pedndo-vs, descuipa de nao
vos apresentar tum trabialo porfeito, ias
a falta die habilitacors nosa riva de oyes dar
este prazer.
Pernamabuco, 27 de outubro desiea77.
.Vieteiaso.Jwsh, .Pr'cu +.d'Abuus,
Aus~.wio do t'afMa. P .s.
J- Je^Jaaq Atfesa tdai~maam.


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41" 1


per
L


rua do Itpemdor n.


Dr. AntWio Drnmmoid, rua do ia-
perador a. 2 .,
Dr. X. r*de 4ieaujo,. rua d
lnperada a. 67.
Antonio Coria JVascone.Uo, rita
Primeiro de Mar0o n. i.1
Chapeltaria e modas
Costa Maia 8 C. rua Primeiro de
Marco n. 8. '-
Fabrieat de cigarros a vapor
Bourgard & C., Recife 15, rua do
Marquez de Olinda, Santo Antonio 3,
rua Primeiro de Marco, B6a-Vista 54,
ria da impratriz.
PhaMnacia e drogaria
Ferreira Maia *- C., rua Duque-de
Caxias n. 57.
Egneadernagao, pautaeao e papelarla
Miranda Junior, rma Duque de Ca-
:, xias n. 37. "
Gastrononla
Archiarmazemn do ,ampos 28-rua do
Imperador-98
Loite condensado superior, a1un-
tos para fiambres, linguas afi 'Mdas
j)em latas), fiambres em latas'41 lidino,
| loces, licores. acipipes e grande varie-
Sdade de vinhos finos e de pastos.
| Rheumatismo
j Cura certa e rapida polo mprego
t 'o Elixir e Linimento do Dr. Cons-
tantin. Vende-se na botica franceza de
.\ Caors, rwa da Cruz n. 22.
Comn o disconto dte 13 o0, -
\V. Inglis & C. Deposito de fazen-
,las inglezas, francezas, allemdesCame-
ticanas, a rua do Imperador n. %.
S Casa da Fortuna ;
A' rua Primreiro de Mar hn..23 a|
I: tam-sea vernda os bilhetes da 5e Iu
Sima grande loteria da Bahia que co,-!
re impreterivelmneate no dia 5deijk-
,aeiro.
,Asphyxiador das formigas der,a
Este infallivel ,1estruidorldas formi-
i .* ,As, vende-se unicamente na botica de
Manoel Alves Barltoa, i rua do Mar-
fuez de Olinda j -61.
Reis e Sklva & Moreira
lara senhoras e homens fazendas
artigos de phantasia, rua Duque de
I:axias n. 60 A.
LiquidaqSes
De relogios de parede e algibeira
tIP todas as qualidades.
E. A. Delouclie tern de fazer uma-via
:,. m para tratar de sua safide, vende
todos os objeetos de sua loja.
Relojoaria e lunetaria muito barao


traspassa a casa, propria para
/,m.


PUBLIC OES A PEDIDO

Honra ao merito
[VICE-NIA]
A gratiddo, esta sentiment nobre do-
coracoes bem forminados, arremessa-nios
i arena da inprinsa para articularrnos
duas palavras ao mierito do hotnein que
aqui, na qualidade de subdelegado, se
collocou acima de todos os elogios pos-
siveis, tanto como autoridade, coino
Ihomem, e sobre mod.acomo amigo.
Corn a chegnada do iritelligentc c jus-
ticeiro alferes Leoncio Luiz Pinto Ri-
beiro aqui neste povoado, a ordem, a
tt'anquillidade e o so'zego appparecerani
corn todos os visos vitaes, dando-ni1-
I'agueiras esperau;.;is, e umn fU1iito ii1c-
It~or.
Viviatnos, hontem sob a pressao de
urn monstro, hoje, tranquillos sob os
.taspicios da justi!,a, dispensada a todos
corn honra e criterto, e armanhd triste
'lituro nos aguardasento' for logo no-
,ieado um outro Leoncio !
Ao alferes Leoncio, os nossos enco-
c-mios e gratos sentrientos. 0 vosso
homne fica em nossa pMemoria, e vossa
lernbranga em nossos coragoes. "
Salve Leoncio, aguia da redermp'Ao.
Rlogarnos ao Exm. Sr. president,
,,Le tenha em consideragao o estado
anarchico deste povoado, e que a or-
dem aqu edimpossivel, coin a chusma
dle poteritados, qte de toda parte ap
parecem i'lpi'u-'isa.do,
Os nossos olhas, fieam tcravados, em
V. Exe. a espera de urna autoridade
,[ue nos garanta e nos tranquillise, ja
que nos tirou a que tio dignamente sa-
hia desempenliar sepus ewpenihosos de-
veres.
Vicencia, -21 de dezembro de 1877.
Os amigos do ordem.

Necrologio do Desembargador
Jos6 Nicolau Requeira Costa
UMA LAGRIMA, AO MENO SOBRE A CAM-
PA DO J(rKJ
iL.ousa da more, as la#smimtsjd iado po-
dem amoldar-te o Coracaoo
S-rn peijo, ah! seen descano, emrna o peito,
;hiore em pranto o amigo, em d6r desfeito-
I
Um grande vulto desappareceu da
;dos vivos; sul iti-se no escuro
\"l!e da morte, transpoz os porticos da
tiai-nortalidade!
No dia 28 de outubro do correate in-
to, rendeu alma a Deus o dt-semnbar-
gador Jos6 Nicolau Regueira Costa.
t;'rraram-se para sernprv seus olhos;
.-cu corag.o deixou de palpitar.
Mas osepulchronem sempresymboli-
sa o esquecimento da vida. 0 do here,
e daj sto d um verdadeiro temple erigi-
dto a vfrtude. Razaio no tinha V. IHugo,
jacando dizia- tHest mort! Rien de
pidtts. E' mister pois rnelhor cornpre-
hendl-o.
A_ rrte cifra-se apenas na simples
i 'ansiQao de una 'existencia precaria,
';heia de illisoes a oepatra ;:erdadai-
va, mais glorios^ ~si .: porque
eatao ella eom 0|ii I partial jiutt-
(a, ainda neste mian o; proelama-se a
iadependeneia do esjfirito, forima-so a
a maucipa~ao d'alm~r.
Quern gozou de taojustos titutosquern
possaia tao sublimes predieados, quern
tinha tao raras qualidades, alias sern as
'naninahas, que por vezes as 9fluseaam,
s6 perde % nmateria, de que. envolto,
por^ie i~Ba a '.vkver e river.serm-


n'elle, que eski o graa4. respea-


Verifica-se assim, corn exacobo a res-
peito do doserifaador Jose Nicolau
I ltguira (sta. A u historia, ainda
que rapidamente narrada, assaz o de-
monstra-A vevrade e 6devida, ainda
junto ao sepulbhro; recornmendava So-
crates, sei maior adorador.
SNaaOeu testa idade, o desembarga-
dorJa dNieolau. ReueiraC6sta, aos 17
de teverelr de .181; pelo que contava
62 annos, 7 mezes, e11 dias de idade,
quando baixou a sepultura.
Era filho legitino do negociante, bra-
sileiro adeptivo, Antonio Jos6 de Oli-
veira Costa, P de D. Maria Francisea
das Neves Rigueira Costa, natural des-
ta provincial; ambos de distinctas fami-
Hias.
Desde tenros annos, demonstron p!e-
na vocagao paraa nobre carreira das
lettras. Sua intelligencia superior, e
prompta, seu desenvoivimento inteller
tual mukJ pronunciado, e prernaturo
anirnava-o seguil-a, e assegurava-lne
uiaporvir muifuspicioso.
P Tendo-se mfitculado, na Academia
de Olinda, en6 1835, nella recebl)eu o
grau de Bacharel Formadoem Sciencias
Sociaes e Juridicas, aos 30 de outubro
de '838; muito sobresahindo oentre os
seus mais distinctos colleges, j5 polo
nio vulgar talent, de quo era dotado,
ja pelo verdadeiro afrerro ao estudo, a
que se dedicava, j-n emlimi pelo irrepre-
.hensivel procedumento, que sernpre de-
lonstrou.
0- seu real mnerecimeuto havia con-
ugistado tanto renonme, e tio subida
60hsideragao, que por vezes foi convi-
lado, e atW mnesmo instado, por algunsi
dos mais notaveis Lentes d'quelle Curso
Junrdico para Doutorar-se, e em segui
da, concorrer A qualquer das respect
vas substituicoes, que porventura va-
gasse; ao que elle sempre reacusou-se,
pretextando, que reo-eecia-se coin de-
ficiencia de fot>as-t a as para tao ar-
duo empenho, e olib i vada positao.
Tal era a sua extrema nodestia !
Nunca a vaidade o deslumbrou !
III
Por outro lado, os seus colleges, mui
justarnente considerados, (como Fran-
cisco Jose Furtado, que, ao depois foi
juiz do commercio, na corte, e jinis-
tro (W dJstifae :foorreU seia4o do
impenrio)i, Castej4e Branco, (que tam-
[,b in m'iaeioto e foi presidanteI
.e...vineia etc.,) e outros maitos
prestavam-Vie o major aprawo posswvel;
send, que, em just retribuiao elle
cQadj uvava-os corn os fructose do seu
particular e proficuo estudo, pftnipal-
mente emn materlas postiiva daaquelle
Curso Juridico, como defi tkQlyil,
Criminal, Commercial e Pratico tdo O-
cesso, etc.
Chegou ao ponto do ser por elles
apontado, como especialista nesses ra-
rmos da Jurisprudencia. Corn razio, por-
que a esse estudo inteira, e exclusiva-
monte se dedicava, e incessantemente
dizia-que o seo umtico alvo, a su-a
major aspirasdo era sequu' a mui pre-
clare ." indepcndentc p,'oflosoao de ad.,o-
)adf,, t.esta Cidade.
E.-:a brilhante tigura, que fazia, ern
sutA carreira academnica, era ainda con-
firmnada pela approvacao plena, que
merecidamente obtl)inha, quer, nos exa-
tues preparatorios, quer em todos o.s
acts dos respectivos.cincoannos, a par
dos maiores elogios, e hotirosas altos-
tacoes de seus Lentes, e Examinadares;
senlo q(ie, se tamnemi0nap Ihe foram
concedidos premios, depend, u de nio
os haver. (embora authorisados pelos
estatutos dos cursos juridicos)como era
bern sahido.


Era tao abalisado no conhecimnento
da lingua latiaa, que nr'ella onnmpunha
excelleates versos; fez, e publicou a
optima traduccao em lingia nacionil do
livro 4o das Instituicoes deireito Civil
Portuguez (sobre as access) polo eximrnio
eIcto Paschoal Josd de Mello Freire;
cornpendio eutao adoptadp para 0ensi-
no de Pratica do Processo civil, no 5o
anno d'aquelles Cursos J uridicos; send
que essa versdo tao preciosa, pela pu-
reza da linguagem, foi tao bern acolhi-
da, e geralmente elogiada em todo o
Imperio, e procurada, que, dentro em
pouco tempo, exhauriu-se a sua pri-
.neira edicap,. ,
Em seguidh, ct1u a estampa um im-
portante trabalho sobre as Fianras Cri-
minaes.
Ao pass, que assimrn dedicava-se ab
profundo estudo das materials positivas,
da sua profissdo, tambem cultivava corn
toda a proticiencia, apuralo gosto, e su-
bidos applausos a litteratura e sobre
tud a poeia da lingua yrnicult do
quo teko tAuitas '-l44Ibgs4 pri-
morosaa, e esparsas, quer .pblicadas
em alguis jornaes, quer ineditas, come
as traduc6es doa sublimes versos de
Marcial, Ovidio, etc. ; e tinha iniciado
outros trabalhos de maisn subido valor
sobre o nosso Codigo Criminal, e a lei
do 3 de dezembro de 1841, em forma
de Epitome, muito beo'r"ordlea-do, erm
suas disposiVoes.
IV
Emr verdade foi aindi dos mais fortes
baluartes do partido saquarema.
Nunca pordm, estabeleceu rinuro de
bronze entire a sua pessoa e as dos
seus adversaries.
Collaborou activamente, em quanto
nao assumiu a posiAo de magistrado
perpetuo, para diversos periodiocos, co-
mo o Lidao6r, 44 (aray-nc. cujos arti-
gos succultA, e1iistbis= erarn lidos
corn anciedade, sern aliaz jimais ter in-
jiiuriaio a pessoa alguma--Em tudo
isto nao tinha a minima aspiragao poli-
tica, e antes todo o desiatereise.
Por este procedimento, uma folha li-
beral Diwrio Nova o qualificoui como
magistrado -- a perola eitre o esterco -
Tat era a suta tWiio para corn esses
seus adversaaios-1 I *- ..
Logo deoi0s virou-se dessas lutas,
e tornou-se 1,4
Elle bemn 4 que a allianga
da political twoutJa,-ueSttiga e
a. I.raita wt^M ~ i ^i.a-!:aa t 1 'raaiiBl1-


peana d#Nfat p4Ilc'i l#tJ legailo
se *atp,- faiwn. cofrtrria r ,s *p4t -ost
continues sofLr te" fl ycos e mo-
moraes. "N In
V
Logo que Bacha#eloil fe,-ireito,
passour A exrere a advogat& it Ci-
' dad^: con _geral OGI-L~- pt
blioAt, e graidea elogios petla sua pro.-
fiCieneiae. probidade, atd q(uL por Con'
vite especial, o reiteradas inAstancias do
president desta province o Dr- Fran-
cisco do Rego Barros, [Conspi.uo Per-
nambucano, de raa naanimo .ot,'ftiAo,
louvaveis intenb-gei, e de' immortal re-
putaaa., pelos rJevaantissimos servigos
prestados a ,situa patria etan, mai' difficeis
6pochias, o qual sabia hitr p:ocurar e
galardoar o vwrdadeiro merito, onde
quer que estivesse,) acueitou a nomea-
Oo de orocurado*twluucum.des fditos da
fazenda provincial, aos 4 de junho de
-1839, por oeeasiao da organisaqido, que
foi dada a respective thesourarix i
Ainda vivem alguns dow antigolbn-
pregados de sa repartigao, qo eafami
ineessantemente ozelo, e, sum ena dedi-
eacao, a par de toda a moderagco corn
que elle semrpre defended os direitos e
interesses da fateuda provincial.
Esse exemplar president, passou a
depositar neille tio elevada confianga,
que, por occasiio dla pritneir., refornma
judiciaria, corn today a espontaneidade,
nomeou-o provisoriamente, juiz munici-
pal da 2. vara, da corn arca doRecife, por
portaria de 23 de marco de 1842;- no-
meagro, que foiconfirmada por decreto
imperial de 10 de agosto do mesmo
anno.
VI
Poucos mezes antes dbssa confirma-
gao, casou-se coin sua priana D. Josefa
de Menezes Vasconcello4idd Druaimond,
tuilha legitima do coronel Gaspar de Me-
nezes VaseoneolHos de tDummuond ode D.
Anna Maria (do Sacramento tegueira
Pinto de Drummond.
Apenas tormiinou o quatriemnaio una-
quelle emprego, foi logo nomeado juiz
de orphaos destia capital, por decreto
de 26 de agosto de 1846.
Osjuizes superiores e os empregados,
os advogados 4o f6ro e todas as pessoas,
que co(n 4t,0 serviravl, ou liveram pen-
dencias, hio, em preito a' verdade, o
mais solemneo teitet4tiAhoada inpareci-
lidade, rectitio, inlepondleacia, Ai par'
de todo o zelo, illustraugo, energia e
prudencia, cornm quae sabia pautar seus
actos e desemnpenhar as arduas func-
coes d6 ambos essesiarges.
Vi"
Quando no hliaviq solicitado, e muito
rMies podia -%perar, foi aiuda surpre-
tdidia-rm a nom6wAo (de juiz de di-
reito da cotrarca de Garanliuns, por
deereto imperial de 31 de outubro de
'1849, para onde logo seguio A entrar no
exerciciodese cargo o que, elato attri-
buio-se essa nomneagido, a pura espain-
taneidade dio Mrquez de Paranini, pre-
sidente desta provincia, que-iizia-con-
sideral-o corn todos as predieados d(
um verdadeiro magistrado.
Apenas corn ecara ,ali fuaecionar fori
ainda inesperadamente nomneado por
portam',a do mesQO0prneidente (Marq uez
de Parana,) de 2 ile dezembro do aito
anno, chefe de policia interior ; empre-
go, que exerceu corn a mais plena con-
lianca, e muito elogios delle e do seu
successor, Exm. Sr. Visconde de.Ja-
guary.
No biennial de 1851 a 1852, occupou
uma das cadteiras da assemblda provin-
cial de Pernambuco. P1r portaria do
president desta provirucia (loutor Fran-
cisco Antonio ltibeiro,) de 13 de abril
tie 1852, foi de novo nomeado chefe de


policia iaterino, emprego que bern -pre-
hencheu, duraate ossa ad ministragdo,
reorganisando E respectiva repartigdo,
dando melhor ordem ao servigo poli-
cial &.
Foi removido par deqreto de 20 de
janeiro de 1853, de juiz tie direito
daquella comarca de Garanhiuns, p ira
ade Lirnoeiro, onde servio atW que de
novo foi remnovido, por decreto de 16 de
janeiro de 1854, para a de Goyanna;
todas nesta provincia.
Poueo tambem ahi permane,.eu, per-
que, por decreto de 15 de setembro de
1855, foi nomeado chefe de policia (et-
t'eetivo) da provincia do Rio Grande do
Norte; de cujo cargo foi dispensado pelo
ode 1t9 de outubro de 1857; tendo-lihe
sido iimicada a comareca das L-trangei-
ras, na de Selgipe.
Delia foi ainda removido para a de
Aracaju, na mesma provincia, e logo de-
pois; por decreto de 15 de novembro
de 1858, paraa ada capital de Santa Ca-
thara pr\ atits, de
L), Ditjpt t grandes softrimentps de sna propria
dsai i e J sua ,nqsfe, perrirne-
ceu nesse bemrn deaominado-Dest2qro
--ate qie urna atma bedfazeja, ouvia-
,q osseu tops e contioaos clamor"e,
par decr6to d'7 de dezernbro de 1 ,
nomeou-o ch*feAe policia da provi1eia
da Parahybah;. nde tambem rapid
4jeca n6 g dra4-lpt, por ter sido logo,
emr 1862, dispensado dessa commissto,
e matdAo ,erwr na comarca deo Am-
caju, provincia de Sergipe; da.qual,
ptco arrtesj haviWsido reirado.
VIII

Depois de today ossa incessante e af-
flietiva contradanga de lugares, que o
forgou A viajar de note io sul e de sal
ao norte, corn innmnenso sacrificio de
avultadas despezas e corn muitos ii-
commodos para fiazer transportar sua
mui numerosafamilia,oi rifovido em
1863 para a comarca de Otinda, e della
para a vara defjiiz.dos feitos dhfazen-
da national, nesta capital, per decreto
de 30 de abril de 1864.
Aqui pareceum-Ihe, ,A primeira vista,
que 0' deixarium tranquillo por algum
tempo, aligeirar da tantos trails,
quoNi~ii1havia8,*


4m^^dwi*4 daZ do Onhkt *8!1
Akfittal'd o 4sembargadof J0e4 eomati'
'lI"SIIt^ft i4OSta tP=ofi'il, corntoleiteefi:
yu vita;. sta ultima Retela o.. '

Quanfdo elle rendia infiaiwgramas a
DeusR;, por haver feito. a astr essa sua
continue. e fatigadOra locoinQ-io, de
norte ao sul e d sul ao np-te, de repen-
te baixou a leti n. 1,3 |U 6 de agosto
de 1873, que creoL as novas Relagaes,
e, em virtude della, passou pela mui do-
loroaa decepogo, que profidaiwimente o
imnpressiouu, de ser mandadb servir
na da Cidade da Fortaleza,.Pro-. incia do
Ceara,c.atno procuradjr, da Cora, Fa-
zenda e Sjberaiu., Nacional, p ar 4i-cre-
to de 7 de novembr,-o desse mesano anno,
obrigando-o ainda a fazer assimn quart
viagcim ao norte do I.nperio; pelo que
lastimnava se sermpre,--qwe a sua carrei-
ia, na wagistratuma, tdNo bern iaiada, e
sean causa ulterior d caatrariar aq uelles
sens honrtrsosprecedeates, ndo Ihe on-ce.
dia mas renouso algum, exhauria-lhe
suas froras as pequenas posses, que ha-
via herdado # corr'oido a euristencia, em
continuadas resistencias d oppressdo e d
injustiva, por amoar de deer, e arroja-
va-o de an Destlerr'o paa urna Forlaleza.
Soeu penar foi long, e coun uma ave-
javel resignigaao at6 aconasumnmaao do
seu fadario.
Era a por6mn justissismos esses res-
sentivanatos de tantos-transes pn'r que,
em veudade,elle aIo ni'ePcia solTre-Ls.
A dor, iue emninudece, 6 sempro a
mais eloquente...
X.
Nesta dolorosaconjit.inctura, sobreveio
ainda o inesperado fatlecimento de stut
prezadissima e tmui idolatreala con-
sorte !!!
Esse fatal golpe, profundamente aca-
brunhoti o desembargador Jos6 Nicolio
llegueira Costa; Iaui sentidas e iices-
sauintes lagrimnas f'e-lo verler;. falminou-o
completamente; tanto assim, que elle
julgoulogo ser o n-i'or revdz de sua
sorte, e a ultima phase de sua ja mui
canad oe penosa vida.
Elle, que era, dotado de alegria po-
renne, que s6 tern sude nas almnas bem
formadas, e tiunha um arsemprejovial
e r.rato arneno e insinuante, que o tor-
nava muito interessante, onde querqiae
apparecia, dosde entao passou a pos-
suir-se de aprelensoesatetrTadoras, por
toie crueis disabores; procurava con-
uentrar-se em sun casa, retirar-se da
frequeacia dos curc(ilo, Isolar-so d.i so-
cieidade dos lanmens, pra somente
viver vida toda partieuI"r-T lado de
sua atame rosis~rna fami ia, (pty' quern
tanto Olsvelai^s'n-a sociedcl-e da;
ideas, e tedo abt ei**rdjcalf ao ar-
duo desempeAhea dvoti deyeres p,,
blicos e domesticos, serviwo da pa-
tria; en uama palavcai* Asid reclauso,
desilluso e afilictissimo, tio excessive
desanimn', por tado isto, oassaltou, que
quiz aianalonar a carreira, aposeatan-
do-so; do qtie someate desistio, por
muitas-ie-ceiteradas inmstncias de seus
parents, colleCas e amiigos, que o ani-
riaaTa& par-r'para o dGar5; em cuja
Relagio tomou posse daqueile cargo,
edoJ~*- tete eservie ate aue or
8Q. alezero 1S75, ci-
Ihe peri'i t rcgeossar irara a de Per-
nam buco">
^ XI
Eutretglo, tro clamorosa injustia:a e
revottaiite^-4ngratid-ao para corn elle
ainda se praticoa, que ate naio Ihe con-
cederam 0 titulo honom4ico de-Conse-
lheiro- que alias peloilte rto n. 87 de
18 de julho de 1841--dinlwhenteao car-


go de Presidentes das FRUO es do ape-
rio, logo qae se Ihe fizer a mere, c emn
virtude da mesa nomeacdo-sob o mi-
seravel ptetexto, de que o nao reque-
rera.
Sill, o deseiabargador Josd Nicol'o
Regueira Costa [como todos os homens
de bemrf iMmtor real]j*i 'tao anodes-
to, que iunea pediu parasi couza algu-
ma; e ainda riais prequravh fazer passar
desapercebido o merecimento e os
verdadeiros titulos,-que nas accoes suas
incontestavelmente tinha ; titulos estes,
quo na actual d e a de verdadeiro tar-
tufismo, ejexce6ve patronato fazernm es-
queceraquellN tar, par seas ftiigos e valiosos servi-
eos, e exemplar proceimuierto, mui
just con ideraq&o publ* ,-.
-0 verdadairo mepeci 6et o, e
mnodesto, ao mRes[se
humilha, niao se envilece, nem e im-
portuno; sabe. menos prezar as futeis
frivolidade4 da vaidade humana, os'ou-
ropeis muadanos....
Os rouxinoes emmudecem, quando
os jumentos ornejdo. De ordinario, quern
para a CG0tp ou na C6rte naio lisongeia,
nao gorge.
XII
F poir de.' todo esse fieo historic,
evidencia-s, que o Bacbharel Josd Nico-
1ao Regueia Costa occupou as seguitr.
tes posicoes ofticiaes ; de procurador fis-
cal da thesouraria provincial de Per-
nambuco ; jaulz municipal da 2.a vara,
e de orphdos nest, Capital; o de juiz de
direito, em 8 tmarcas, a saber: 5 nes-
ta provincia,!..na de Sergipe, 1 na de
Santa Catha*.; chefe-de policia porj
4 vezes. sea- 2 em Pernambuco, 1
no Rio Gra&i" d. ',orte, e 1 na Para-
Il4Iaj e deserabargador em 3 Relag9es
nasPNovincias do Maranhao, Pernarnm-
buco e (Cai -; vindoafinal, quando per-
mittirart-Ifite ja muito aiquebrado pelos
annas e pji4s 4eq
int~irament can" aao 0tr toh acqjelle
incessanWre'ap-o, 4W q6i o fizeram
gyrar, aeahfunha'i do profandos dis-
sabores; exhiuso6 A d 44 ;.Mpo-
kkci~oy', aosaf,.. potieq jni^4^ iann e
meio, s6*iPenisoa 4 k.is, terra
natal, no seio de sua faitlia I

Assim cessou de, 'uiYm veneran-
do sacerdote, urnm -agistra-
do geralmenti1 co, e typo;
consimunaado Iota Brasileiro ;4kistlnc-
to l:Aitteitol' .ravioso a,,iptigne


jikiu.(a U14a reverele., dedacaao e.q4
| tram a amisat. -
CGoWM tposse, ninguem poderia con-
siderar e idolatra r mais'sua mui que-
riila e virtuosa. consorte, sua mui terna
e digna eonsocia.
Comno pai', era por demais desvelado
e extremoso para cornm seus fillios; sa-
bendo perfeitautelte. co-umiliara gravi-
dade desse respeitavel titulo cornm a ili.-
mitada e.4tina, e bondude, que pmra
corn elles tinha.
Como parent, symbolisava o Iris de
atlianya, o genio sorvical, o eopirito
protector, a poderosa Egide, nua fanilia.
Coano amigo, jimais sera possivel
eteontrar outro mais prestadio, mais
sincoro, mais franco e mais identitica-
do,--usqite ad rans.
Comno cidaddo, era incancavel en)
seus ,nisteres, liel rospeitador das leis;
patriota excnplar, umn verdadeiro ea-
valheiro.
Comno furccionario public, ninguemn
ainda o excedeu no restricto cunpri-
memto dos seus deveres, em mais puro
e desinteressado ciVIsmo ; siibia per-
feitarnente harmonisa, os rigores da
justice, qie administrava, coin a dlo-
gura da equidadle, quite sobremaneira
prezava ; emfini era optiixo companhei-
ro ; gozava da mafoi' estim," e geral
consideragao.
XIV
Erade regidez de pritcipios que, fazia
recordar o Roinano-dos bouns tempos
da Republican ; era de costumes aus
teros; inexcedivel tirmeza de cren:as ;
juiso sensato, espirito pacifico, e rec-
tissimo ; coragiAo nobre e bemfazejo;
yentiinentos generosos ; pundonoroso e
illustre em Lodos os seus actos; vouita-
,le energica, e ao nmesmo tempo rasoa-
vol; em summa, era distinct em to-
dos os sentidos, o epilogo de todas as
virtudes, excellentes e raras qualidades
moraes, o civicas, isle 6, quer na reli-
gia) da vida particular, que ri no culto
da vida public ; um verdadeiro plilo-
sopho Christdo-Com elle poucos riva-
lisavam, e talvez nenham o excedesse.
Dest'arte viveu, e permaneceu o d-s-
embargador Jos6 Nicola'o Regueira Cos-
ta, sempre corn -a mais pura e msci-
encia, escrupulosa, e inquebrantavel
honradez, e immraculada reputacio.
Assim, elle acabou sens dias ; pobre
na vertlade, pelos repetidlos reveses da
sort, sem o galardo. e as distiucg6ces
htionorificas, a quc tinba indisputavel
direito, por seu interregimno character,
por seus relevantes servihos, mas, ao
menos, morreu tranquillo, comno umrn
just, deixando a mais honrosa e im-
rnmorredoura memorial Meliis est no.
men bonum, quam divitie multhe ; su-
per argent urn et aururn igratia bona.
XV
A Religido, prdeu umrdns seus maio-
res sustentaculos: a Patria, um dos
seus mellores servidores, um cida-
dlo beanemerito, que para ella .equi-
vale a urn elemento de prosperida-
de ; a Humauiidade. um incessat'e pro-
tector ; as Sciencias, um dos nanp.i-
cip aes luzeiros, urea de suas ias,
e peregrinas n~tas ; a,-'Mt' katira
Brazileira-urn dos seus mais Conspi-
cuos Orna ;nen toe; ,'1"Tiffliz familiar,
que pri,,cipiava a educar, o sea unico
arrimo ; a quern o governo devera ser
prompto em vir em soccorro para man-
te-la dignamente, em just preito a
honrosa memoria de seu illustre chefe.
0 vacuo, quo o desembargador Jos6
Nicolko Regueira Costa -deixou, no
Brazil, e immense, porqne 6 assaz dif-
lieil encontrar successores.


XVI
Todos aquellIes, que bern o conhece-
ram, inmuito o apreciavamn, e sabemrn lou-
ear o verdadeiro merito, hoje deploram
-corn punogmte d6r, e viva saudade
tio irreparavel perda.
Querm p6,e dizer a d6r, que nio d6a,
ea saudade, queinao punja? Quem p6de
ordenar, que naio chore, quando o pran-
to e a chuva da tempestade do coragao,
e. ao mesmo tempo o seu unico refri-
gerio, e lenitive ? Qutai, send fragil,
p6de nao fazer o que o proprio Chris-
to fez ante a sepultura do amigo ?
E pois, s6 nos cumpre chorar, por
Pile, e dizer-Ihe
Adeos, amigo, nao posso
Mais que adeos proferir ;
Acceita o adeos saudoso,
Que te don ao despedir!
Os homes illustrados tracem a sua
brilhante biographia; fagam pennas
douradas o just panegyrico de suas
virtudes, talent, e dlustragao, ao pas-
so que anossa fraca intelligencia apenas
po6de tragar esta singella necrologia, e
ao conclui la, repetir.
Nos Coos gozt o qne s6 o justo alcanea,
Leve a terra te sema, em puz descanpa.
A.D.
Recife 28 de Dezemlbro de 1877.

Q ex-delegado de policia de Pe-
trolina
E' sempre um servigo prestado ao public o
fazer-se conhecidos certos caracteres, que na-
da senjo, neahumna importancia tendo, jul-
gain-se entidades necessarias.
Talvez ha umrn mez foi demrnittido do cargo
de delegado de policia da villa do Petrolina,
Manoel Francisco de Souza, que por urnA des-
tes infelizes caprichos naoiivados pela political,
foi revestido de tao importante cargo.
Era tao precisa tal demissao que jA nos aeha-
vamnos'em nmeio da grande distancia qu- sepa-
ra aquella villa desq cal ital, onde vinhamos
fazer ver os t N gmad6d pfatateatIos, i relaxi-
dao a que tinha chegado tal autorldade, e pe-
dirmos justiQa, quando soubemos que a mes-
ma Linha side demittida.
E de certo, o homemrn que se presta aprati-
car qualquer indignidade, a servit de joguete
de um juiz de direito que pouco pensa; #uto-
ridade que mercadeja corn as attribui0es do
seu cargo, soltando criminosos a 200,000 e
obrigando "a .he pagarem 10#, e is vezes 40
pela assignatura de uin passaporte, s6 tendo
jus a 400 reis, ono podia e nerm devia a bern
da moralidade pubtica, a bern do socego dos
Nia. N u so jjeque espreveos estasli-
nhas levad Ra fi d te gratuita;
o public 04 tosotos abaixo
transcripts e vera que e a lingtiagem da ver-
daule que havemios escripto.


PM A^'g^ y B~^ .-'^
moAs eunofaii4_"

Higel d Nowm Mello.
Rocouih~~tt cfllruis Recipe, tV7 aleezembro da 1877.
Efttestuamulih de verdade. 0' ubliao g g
Iico, Antonia Borgjs da Siloeira L 16.
'lterr-ogattworrI itb .a jttiz' municipal re P
trolimat ao n gocman.(e AJIntonio Jutqtimn 4
Silva.
Jul, i#uws a, pap"i "Asr
tcinens em meu ciartrio, eeutre elles encontlei
uai wute do pergtmltas. tf,. aAntenio Joar-
quirn da Silva, o'" (ual: do tlieor sguinrite :
Auto de pergunmttrs'LTtaK a Antonio Joaquim
da Silver.
Anno db nascimerrto do Nosso Senhor Jlsus
Christo de 1877, aos 17 alias do me' de setem-
bro do diftc anne, n'esta villa de PetroHna,.ter-
,o e conf.lrca de Boa-Vista, provincial de Per-
mainmbuco, em casa de residencia do Dr. juiz
municipal' .Joao Bajltista Gitirana C6sta, atfi'
present o negociaitt Antonio Joaquim &.
Sitvj, comunigo eserivao de seu cargo abahio
nomeado, polo juiz foramN fitas as soguintes.
pergu'nias :
Perguitadlo qual o seu nome, ilade, esthdb;
filiacou, naturalidade e profissio ?
Respondeu chamar-s, Autonio Joaquimn db
Silva, cuam 51 annos de idado, casado,fflho dt,
Manoal Joaquimn da Silva Jorge, natural dc Vil-
la-Nova de Gaia, em Portugal, negociantW.
?erguntaJu se era verdade que o dte0gad*
de policia d'esto termo, Mfanoel Francisco de,
Souz:a, Linhlia exigido d'elle respondente a
quantia de 40000 para assignmr o passaporte
de um sen escravo?
Respondeui que tendo id,, em casa do dele-
galo do polieia, Manuel Franicisco tie Souza.
em companh'a do escrivao Felippe Benicio
Salyra, afir do mneu deleogado assignar o mes
mo passaporte du set escravo, e entTegando
a quantia do 409 r6is, por qirnto o rererido
delegatlo custumiava aqsignat cada passaporte,
o tnosmno delegado nao qutiz receber esta
qia:tia, e declarou a elle respondente, em
presence do referido escrivbo Salyra, que s6
assignava o citado passaporto se ello respon-
deute the desse a quanritia de 4$ por dita as-
sig,,atura, e vendo el le respondente que de
oulru 'tlotdo nlio pJdiaobter a assignatura do
referido passaporte para exporter. sujettou-se
a pagarui os 40S ao delegado. e corno naio le-
vasse i: algibeira e o referido delegado nao
se conlias.se delle respondente, vio-se per isso
na necessidade de dar o referido escrivao
Salyra de fiador, ale que chegasse em casa, e
corn effeito logo que chegou cm casa, mandou
seu filho, Joaquimn Antonio da Silva. levar
os 40$ ao referido escrivao Silvyra, afirn lde
que este as fosse entregar iquelle delega-
do, e como elle respondents perguntasse ao
mesmo cscrivuo se havia entregado dita quan- f,
tia ao delegado '
Respotmeu-lle o dIto escrivio quu o liavia
entregad0o.
Pcergmuitado sc d'essO tempo para cu o refe-
rido delegado do policia tern cuntinuado a re-
cober 405 pela respectiva assignatura de cada
passaporte?
lR.'porideu qJe depois que se den o facto
quu jh r.-erio, o mnesmo delegido ussignou os
passaaporltes de tres escravos delle restonden-
te aZ-$O 10 eadia tun. F con0o nailait Mis foi
perguntado, nem respondilUi, assi!gna p,'e-
sento autto, depois de the ser lido e o achar
conlorme, o equal vai tarnbem ruiibricado pelo
juiz e assigiLna.lo pelo mesmo, dlo (lue tudo
dou t6.
Eu, Dacio Augusto de Oliveira Baptista, es-
crivaTo du crime, que o escrevi.==oo Batiptis-
ta Giti,'un, Cost..l=Aatonio Joaiqtuii dat Svu.
E naada mais so cutinha e nurn declarava
mais owura alguma cousa em dito auto que a
manor duvida faaa, pois no proprio original
se report e dIou f.
Petrolina. 17 de setembro de 1877.
0 escrivao do crime,
Ducio Aaigasto de Olioeir, Bcfplistd.
"Inte,','ogatorio [eito a Atmar Rosa do Jesus:
Certiico que revendo os autos de meu car-
-torio enc,)ntrei um auto de perguntas feitas
a Anna Rosa de Jesus, o atu'd c do theor e
maneira seguiute
Auto de perguitas a Aanai Rosa de Jesus.
Aos dez dias do mez de setemhro do anno do
nascirnento die N.sso Senhor Jesus Christo de
rail oiltocentos e tenta e seLe, nosta villa de Pe-
trolina, comarca de Bta-Viuta, provinciade Per-
nambuco, em casa de residecia ,to Dr. Joaio
Icaptista Gitirani Costa, juiz municipal, ale
present Antna Rosa, commigo escrivao interi
no de seu crgo, polo juiz foerm feila? ;,
seguin~es perguntas :-qual o seat ammo, idi-
de, estado, fUliacio, naturalidade e profi->ssrLv
Responded chamar-se Anna [es:i de Jesus,
coan 06 anuos de idade, viuva, filha de Euze-
bio Ferrcira; de Lima, natural da Bahia, pro-
prietaria. Perguntado o que sabia corn rela-
Iao an facto de ter o delegado de policia deste
termo Manoel Francisco, post em libedade


a Satlyro de tal, que furtara uns burros im pro-
vincia do Piautiy, que polo mesmn delegando
f6ra preso nesta villa ? ikesponaeu que o q.ue
sabe : 6 que o delegado de pjolicia Manoel Fran-
cisco do Souza, prendendo nesta villa em um
dia de sabbado a Satyro de tal, por causa de
um furtb de uns burros, que teve lugar na
cidade de Oeiras, no domingo de manha, poz
o mesmo Satyro emrn liberdade, ton lo para isto
recebido duzentos mil r6is da m,)a de Fabri-
cio de tal, tio do mesmo Satyro, que lhe deu
dila quantia, afim de que elloe delegado nio
deixasse o negocio ser publicado ; e que iseto
sabe per the have dito o mesnmo Fabricio,
que at6 the mostrou os duzentos mil r6is em
diversas sedulas quando veio entregar esta
quantia ao mesmo delegado, e depois, pas-
sando cm casa delta respondente, o mesmo
Fabricio em companhia de Satyro queja es-
va solo, disse o mesmno Satyro a ella respon-
dente, que ia buscar uma espada bern appare-
lhada quo tinha para levar de pr'esentc ao mes-
me delegado como mais uma gratificacao pelo
servigo que havia prestado a elle Satyro, e corn
effeito poucos dias depois passou em casa
delta respondente um primo do mesmo Satyro
de nome Jos6 Fabricio conduzindo urma espa-
da bemrn apparelhada corn os cops de metal
amnarello, como ella respondente per'guntasse
para quo era aquella espada, respondleu-lhe o
mesmo Jos6 Fabrieio, que 6 filho de Fabricio
de tal, a que jd se referio, que aquella espada
seu primo Satyro mandtva demimo ao delega-
do Manoel Francisco de Souza per o ter post
em liberdade.
Disse mais que almrn do referito Satyro tam-
bern foi preso per causado referido furto, Can-
dido de tal, que esteve 3 dias na cadeia, e foi
solto em companhia do mesmno Satyro, e que
depois o mesmo Satyro foi proseso no Caldeir&o,
termno do Remanso, per causa dos menciona-
dos burros que furtou na cidade de Oeiras, e
que finalmnente, sabe que o referido delegado
recebeu a espada deque trata, porque umn sol-
dado assim the disse, n'o sabund,, por6im, o
nome do soldado. E como nada mais respon-
deu e nem the foi perguntado, assignou o cre-
seanto auto, depois de Ihe soer lido e o achac
conforme, o qual vi tamibemn assignado polo
juiz e rubricado polo mesmo, do que tudo dou
fe. Eft, Felippe Benicio Salyra, o escrevi no
impedimeuto do escrivab do crime que coin-
municou achar-se doente.--Jodo Biptista Gi-
tirana Costa. Anna Rosa do Jesus. E nada
mais se continha nem declarava mais outra al-
guma cousa que a mentor duvida faca, pois ao
proprio auto me report e Iou f6. Petrolina,
13 de setembro de 1877. 0 escrivao do cri-
me, Dacio Atgusto de Oliveira Baptista.

S 0abakiO o assignado,
lendo nos jonaows a
Doticia 4 opassamen-
to dU W 0Vel b0 aago
.aoseboradar daJos6

tosea-alagitrag bp~j~k* #a4 9pode1a4o
suffraga~r a sa ;alma d'otakM- QP CMeanda,
Var itwM~ia d -." am er-
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o;e da Euro-
Lia )o dA-


Sinetabrs do 0q wepo 4e qruaqpiphL e
vameonente~alH doQ medico o Maw popu-
/ lar eta Minesoati, tsrve ix UM awaigo eim
N*va rk, qulaos pilulas assucaradas de Bris-
tol. te ,o proziado maravilhas naquefla ro-
gifo en easos de ebies e sezdes, e febres bi-
Iosas e inteiMiUens. 0 extracto seguinte de
Suas bservaoes foi publicado corn a devida
per issauo do tal ainigo, a quem f6ra dirigida.
Gt Com Vinc. sabe, eu sou tnui pouco amigo
de remedies annunciados, e principalnente
pilulas ; a maior-parte delltas para nada pres-
tam, e muitas slo perigosas. Por6m as pilu-
las assucaradas do Bristol, ormiam urna hon-
rosa exeeprao. N'o se podia desejar melho-
res pilulas para o uso do farnilias. Nao ha,
fiegundo nao inn engano, en toia a pharmaco-
p6a cousa que corn ellas se possa comparar ;
ermn isto ainda tudo ; as qualidades antibi-
Hiosas des pilulasas tornain urn remedio p,)-
itivameute inestimrnavel para a eaa das febres
biliosas e intermittentes e sezbes, tli ,"ornaiuns
.'esta latitude. Eu as achei de urna efficacia
!,xcellente no curative de febres, calefrios e
sezOes. Ellas stlo Lanto tonic.is como ape-
"ientes, e podem ser adtiuinistrad.'s cuam gran
de vantage, naquelles cisos em que os pur
4ativos drasticos poderia sar altaineoLte p!ri-
.osos. Ellas se acliam mettidas dentro de
vidrinhos, e por isso causervram-se perfeitas em
todos os climas, Em Liodos us ,asos aggrava-
dos ou provenientes de u.n estado impure du
saugue, a salsaparrilha de Bristol, deve de sert
tomada conjunOtamente comrn as pilulas.


COIIERCIO

Junta dos corretores
PKAA DO RECIFE, 27 DE DEZEMBRO D-187-
AS tres hoeis da tarde
eota6;es oflelacs
,ambio sobre o Rio de Janeiro, 5 dJv. ao par,.
honteun.
ito s.,hbre dito,. 8 dt v. com I z 0,0 dt des-
conto, hontem.
:a'nliio sobre Loudres, 90 d/v. 2i 5 8 d., e
hancr'io 24 3,8 d. poer $.
Dito sobre dito, 3 dv. 2'I 1,8 d. por It 1000,.
bancario.
_abijio sobre iiaiburgo, 23 d:v. 499 rs. pot' R.
M., bancario.
Coam io sobre Lis[)oa e PoiLo, 90 dv. 112 010
deo premio. --
tieinariliCo tie Vasconcellos,
Prpesidente.


litros de agnardentl
saccos corn farinba


P. 1Lima 5 pipas 'om 22~400-
1; P. uanre Ribeiro 400
de mandioca.


RECGEIB IA D RE NDAS INTER
NAS GEAES W PERNAMBUCO
Rendimento do dia 4 a N6 4031985
I[dem do dia 27 3561772
44:38S757

C(ONSULAI)O PROVINCIAL
Rendimento do dia 1 a 6 1909$212
Idemin do i.i 27 I1256<-471
204 8065,;683

mOVIMENTO DO POlTO
Yaulios eutrados no dia 27
New-Port 41 dias, I arca sueta ,Tuitor, le
347 Loncladas, capitbo Joran Mbberg, equi-
pagein 1 carg, carveo ; a Wilson Brothers
& C.
Terra-Nova :5 dias, barca inigleza Camilla,
de 184 toneladas, capiLao Rich ird harvey,
equipagem 11, carga baallia i a ll fnry
Forsitel & C.
Cardifr-33 dias, palacho iorueguenseEimun i,
de 03 tunetadas, eapitLo M. Magniessen,
equipngem 10. e'aga carvio : a Lidstone
lRobilliard &.C
Montevid6o 35 dias, barc-i ingleza M.aggic
3lkrowh, ile. 57 to teladas, capitlo D. JJnties,
etjlipagem '13, ew lastro a Lidstone Ro-
billiard & C.
I Blahia- 11 dias, palbabote portngucz (Aampoeu'z,
de 1(0 toneladas, capitlao Autonio los Reis,
equipageni 8, carga farinha dic tn;t!iliocia
a ilnoriln Irmaios & C.
1 aVios sahidos no mnesm.no dia
SGanai Barca ingleza Courie), capitito ,WIl-
lian) Ozanne, carga assucar.
Canal Lugre noruogaenso Krone, capiLto
P. Endresscn, carga assucar.

EDITAES
Edital n. 497
SIllhm. Sr. Dr. inspector do thesoura p',o-
vincial mania fazer public quo erti :uIpri-
mento lta orIlemn da presidenciaV,, de 17 do cor-
rente, vai novarnente A praa ho dia 3 de ja-
neiro pioximo future, a obra da constrm:auo da
poane ubre o rio Massangana, comrn o atugmlen-
to de 15 00 no valor do respuctivo orcainento,
o qntal sendo de 5:40 $, fleon elevado a 6 %)10#


!qUtisi sendo -de ae mateai
(Celhoa ; :o0srete
quer dos abfaik as
foerida commission
de 1877. T


regat(' das tbras qmues o
tedru lI, contrata a a,
, tijolos, riaves e caibros,
es posts no lugar dos
nltes dirijam-se a qual-
gIados, membros da re-
Recife, 14 de dezembro


SDe. Pedro Athayde Lobo MosCoso.
Laurentino Jose de Miranda.
Antonio Ignacio dr Rego Medeitros.

A cotmissao encan'|egda tdas ohiara tincasa
dos exposLtps precida uontt'otuir & so- a iio deo
tijolos, eal erareias:, os : pe tendome,pOen
entender-so 'comn os mematros4as l ridawM^-'
inissiio,, at6'w di- d j3lnoipro' ptxim .l leci.
fe, 26 dot elwro ,de 877. ":
Mahoel Jo06 dus Santos.
Jos6 da Silva Loyo junior
JuiLino Jose de Souza Campos.
A\iiNs'1TRAK AO IO D CO$tRRETOs-bE PEt;-
NAMBUCO, 28 DE DEZEMBR.O DE 1877
Males a expedir-se hje .,,
Pelo vapor intwional Giqti(,. esta admiinis
traCiAo expede malas para Jarragid, Maceio,
Penedo e Sergioe.
lReceben-se jornaes, iminpresso-s de qualu ier
natureza e cartas a registrar, at6 2 hioras da
tarde, carts ordinaries ate 3 hornas,a-at6 3 -1 '2
cuom porte duplo. 0 adiniiistrador,
A.ffonso do Rego JBr,.os.
Commando das armas
De ordemn de S. Exc. o Sr. brigadeiro com-
rnanidante das airmas, 6 chaiado a cuminpare-
cer no qutar;el general o Sr. cx-iadete dn cor-
po nt. 11 de volhntarios d;i patlia, Jotio tie
Barros Attunes WNVandcrley, amfir de ihe seem |
entlreues Os docunientos cona que- instruio a
suam petitAo dirigida ao -u'vorio imperial, soli-
citando a niaieeAo, dote guardda d: riindega
desta provincia, petiG.o qua foi indefcriidla por
pertencer a nonieaiao dessu lugiu' no Sr, ins-.
pector.da mesa alani legsa.
:,Secretatim do commando das anrons tlc Pr-
inaiil)tuco, 27 de dezembr0o tie 1877.
FIikwisco wC'nctto Pessoo de LAcerda.
Colonel gm-udu o s,:rel;r'iO
The New London Brasilian
Bank limited
Rua do Cotninmercio n. 32
Saca per todos 'as vapors sobrc as
Cx, (]dio nlcsilo banco cm Portugal,
sendo
EmLisboa, ruadosAapcltisLji n.
No Porto. ria;dos IngIlexes. 73


.. ....... ,ecreta'ia do tinesouro provicial de ,e'- PEr-T n
J. rtariio. niatm....... 2tn22 de dezeinbro, de 877. 1MT RE
erta0. -"-;0 sccretario, THE T C MPE
ALFANDEGA I 3ti.lt A/f,,,so F,'i',,',. (EM BEBERIIW)
Rendimento-do dia I a 6 698 :3i6$51 Consulado de Portugal em -S:lbtd) e scgunda-feir;m 3 do cor-
fdemn do dia. 27 36:7083521 Pernambuco 4'ente, as 9-horaq (It nlot
Pfor este consiulado se faz -publico Sibira a seinaiq o dramia cm 3auitos a 1
735:0572_ onhecimeoto de Lodos os subdi- rlogo: a e virtue
lesc?'arregam hojoe '8 de dezembro de 1877 tos portuguezes, ol mmaLuralisados pars ou t;
Vapjr national Bahia (esperado) varin-s ge- tuguezes, residents nresta cidude, que, S,.ONIA A CMPONEZA ''
neros p-n ra o trapiche Companhia. em virtue do decret de 6 deju0lio O)m.do de canto e daia, umusiczdo mt.'s-
Vuap)r !lional Espirito t'uioh(esperado 'Ia-va-proxitn, passado tenl tie )proceder-se Ltr' Miarcelino Cleto.
nhia. ao recenseanento gperl da populaco tiavera tre'n dopis do cspeclac ..
Vapor inglez Glenlogou, banha despachada la- existentc no Reino, no dia 31 doe de- lomiijaO 30 do correct e temia-tolra
ra o 1o ponto, e vairios gelU'ros paina zemll)fo1 do coITrlite 1.110a, c coinOMOco C i." le Janeiro (10de "1
deposit no t'apihe Viesirachad PlemtO desle reccutseamenito, houve A's 7 hor'as da aoite repetir-se-ina o dra-
3.ir.'a ingleza 31iacttto, timento despacliado PL-'11- ""taac oT1E,\TkO A
para 0 5- ponto a, h. ermaciniis p o S ar a opoi-bern orrenar, ma-pedida intL1 ETllstre lasseNaiiall 1a,
cosuao-IeJd l~tecas epoilcial. 11a-
iLrapil,o4 -I alfaindega, para ilespachar. emn portam expedida a este consulI-o verd rildep A6 do esp
;i!ro_: in-lteza Covenutte', varies ',generos parn pelta repa'LI" od e.,etilistica do "itIIs- "" u t' 1llplo i. d P
o i.rapl)ichc da lfaindega, para despa.- tetio Je obras publicas, comncecitc --.
char.d.C
n;.:.. poittgucz;i .(',abe!lh, Laboado para o indust'ia, que se proceed taibelf no ,o
trapiche In tlfatl da, pira despa- recenseamento da pop)ulaa:-.) porl.utre- -- .. ,- -
P.1 : OAPAN1I1A EItNAMIJ!lp A
Chi za residence no dist'ricto deste cottsjla- OMA MA fRN
.r;;-i, Dportiue," D. P'do V, ?'vrios -ener'os ,do- ; e vintude desta ondem. c-t nvi-I Nawg -a costeira .-
puma peposito no Lirapihe lmiaMi do Navegagao costeira *..v apor
invramento. do aWtodos os potumgutezes,. oil m:tra- Polios 8do sl, -
Patachio portuguez Gampenc: eneros nacio- lisaidfts porttLgiuezes, resideintes io dis- lVe,;'" Poledo c .nl,.!
maecs pa'a o trapiche Companlnia e 5" tricto deste co1nstllado, to !ia 31 de de- ,, 'aor Giqi,
pont 0 vapor Giqahit,
P 0 .-doo -- re nib -o do coi-ren te a mino, a I I 1 .c on-ni a it C as ta.
Palacitho allem.5o Vela, aarinhde i- despa- zero sL cO t ad o, ] it seguira para 0 Os)rto.,
chada jara o 1,P punto. e a CSL cit ocina rio die .8 do con-
fornnafoes qtie coltenlatnam o n*'m e,- *:... rent', J.s--.. hot-as d;
ImportaAo j]dades, estados, Iprofissocs suas C do Laide. -
Palhbabote )portuguez Campo.ie:, en- cada pessoa portugueza de suas fanmis llecebe car'-a atu odia 2in7 ; canomaiendas.
tr.,do da Bahia em 27 do corrente e lias, corn a declaraatio dos qne, emn ca- agents e dinheiro a frct, a 3 ors
...li.tl tardo( do din da sahida : cscefftorio nat
o:,signalo ai Anmorimn Irtn.os & C [alugar teem .csdenciadin bittal oa Ruada Co panhia Penamb
:iaiiilfestoiu i.nelle eslao tinomnentaneamenie de pas caaa n 12.
I Sa'anfasonltl12.~
Chart tos I caixa saein ; oa tidirigirenin-se *essoaincntec
,,,Mno 0 p oq. ijao ) s;,cco,. F; ,a ese consulado para danern esl ,s in- .,0,a UMfil St m a
.inlia tide nandio a 3,73) siacos, foi'maiOes vocaltmente.
Milho I. 1' s1tccos. lecite, 27 de setemibro de 1877.
I I Compan
Pipas vasias .,"), tudo A or'em 4) consul, i" i 0p-
-- C. dt A. Gim, s rd^ e re-thlce'to no pico this pas-
C. A-A. Guh 'ics s gens
llarca imigeza A3-ouliil',', entra' al I -_______
larca ingle Mo etraa e amara municipal dacidade deOlhrid. 0 PAQUETE A VAI)OR
New-Port na m esrna date consigtna- faz siente a queon interessar p)ss,, have E-
;la a Wilson Brothers' d& ., manifes- prorogado por inmais 30 dias, cmtalos da pie- E b
tol sent data, o prazo mareado para c m eder os Comnmaidainte- Heibert
Canrvo de pelra 481 LoncladaosaOS alvar!s do iicen. des eases de negoio, u d oc udo cm aw'c
) li t'l Ioutro quaLquer nlister seja qual for suu deno- Espe 'a- dnos Io'-
>'^in".ttrl,,4. ,inab.o,lu tdo dito prazo, os done, adminis- tos do sul no dis 9t it.du,
tradores ou caixeiros des refiridas casast, .t orre t.os d su ro detil ido
Barc:a ingleza CaimeiatU entriada doe nro tiverein o conmpetente alvarai, sero ntIlitii. B Er- deuko q0tua dtu
dos nem metade (it) valor de dito alvard. E para sogdad meo) cstu me,
'terra Nova na mesma data "e oajigns q) ne e --a. -..iptoni, touad-nd u pr-
Ia a 11v .,,t.. I~oste r' < 1-1 qne cliegue a wiuonhecinento do Lodos, maunl soguirA pumaSt'ithar-
da a 11. orster A (., iaiifdtou : doe fazor o presence e affixa-lo nos lugares d) toste S."Vi',a 6 ilavor_ p-
Bacalthjo 2,1996 bar-icas e 50 ,12 ditas costume e Dihb!icar pela imprensa. os deS. Viit 4s sAcd lv L
"-" i\., u ega. /|ahdes sad as Sus_.itos .
-os conmsignatarios. IPau o ia canjarw municipal de (linua, 2'.lo a( 1r a -
Sdeziembrode 177.--Bhao da Tacaruna, presi- i l (pa %
SP"HOS DE EXPORT O D ''dent.-Marcolint Dias de Araujo, secrelaniio. !. $- oat-an t.ton jod .ins 9 as 2 do ,k. me/.
t)ESP .\(AIOS DE EX1', )ILTX.A() NO I)IA 26 Ii; ......_ ieO Lisboano mas dies !3e 0tdo cada I oa.
DZMR DE1877 I ---..,_^- uy *.;8 8^ ^^
DEZEMBIO DE 87 Edital n 27. OePcrNmainbuco nos dias 10 ".23 -, caaa mie.
Portos do exterior:- PeS it spoct.ori da alfandeg, se fax .i-o'- .. D o Sul ".
Na barea intleza- O:;wda, carregaram : p':ra eune acimnndo-se as tniercaiomias abaixin de l- De Baenos-Ayres nos dias 1 e ,MSdiiada niez.
Liveip.f-tl, S Brothers & C. 5 'Ji saccas cojin ra las nocjso de seremm aremoatadas para Ci.T- De 'Ionteviduo nos dias 2 e16 d1 .da mez.
:,934 kilos do algoulao, ",0WJO atcdos corn- S1111O n-is termos do c.mpituhlj G6 ttlulo 3-' do Do Rio do J.aneiro nos dins 9 c #Ido cada mez.
150,000 ditos le assucar iniasc;ava;l). rei.-tlar)eiit, do 9) do setemnbro 4C' e 1o86a o i a Da B uia nos dias t-12 e 27 tde ,.nd
Na l;'ltrt'lcmalm l Mr:o':u'j,.!/, carrI':arlNi* : soussdon's ou eoitsig;itl.arios devor'q.-.despin- De P'ernambtbeo nos dias U14 e 9 U iueZ
parta Liverp,ol. F. Gasc- & Filiv. 105 sae:as :i l" n. p''.u i*e 3"' inso pes-ia <.,linjo PREO DA. PASS. GE i8$ ."
'or"n 8.67J kilos de algod-, ; J. Paulo ,bs Reis este, sere:i ven tlrdas p3r suna coniLa, sCul.ini -, CLASSIcS
110 dit;s con !),658 tditlos de dito. j Ihes iquu eonieliindo aibega:- cotitra Os effel I." 3.
Na barea portugueza Pe'ei'a Bgs, Lc.':e tos desta venda. i-tarj bOa.-. 25"0 5 )
-arani : para Lisboa, Amorim Irmaios & C. 10 M1arc A--100 caixs camo kerosene; vindas SouInhamuipLo t o "l l .0 0 13
harricas con 4 4- kilos de asic.uar brainco. 'd. New-Yor.k nor navio. Aithol Cram,. desarre- ,- axe, i ;.. V 3 :.t 20 13
Na area poriugAezaAd.htuWi.. ca'n-egaram': gudta pa'a o trLpiclhe alfanitesado Vit'a.i'ent Bialiid. .: :-, :1' *5$ 15i
para o Porto, S. Gunimarles & C. t. saccas htdor aezdoljuat-ho lo.o'dite B atne, 'ni o- Rio 9o Jmn'iro. I 3 S0 30$
,om I i,69 kilos de algudao. f'rre asa Be-nttiruo )v ,es Harmtosa & C. Motevido. 7 6.8
No pataclio portuguez I-,m Jesus, cnr'ega- Alfandega de Pei'nambuco, 26 de d- BuotiosAyrcs 12 i
rvn : para o r-oO dun Prata, P. G. Maia & G. .zefwl)ro de1877.-.- 0 inspector, Bilhetes de ida ovolta A i abatinmunt
0)0 pipas coin 48.000 litros le aguardaente. Fbi A. de Cai'elh6 i de 5 por cento. o
No patacho pertugug Do I)s I,'mtdos, cdrrtg- i V s vIlio gratis pssa*osde-i
-tllt : paira o Rio dai Prata. Aniorin f irm)s & Theoourariado fsax dc das as classes. '
C;. 30 larI'rica' coin 36,775 kilos de assucar De ordenm do llimn. Sr. uinispect~reda ttes,)u- 'az-se granadcs ab~iintos -'awfc04-- -
itranco u 200 ditas co'n 14.8H tan di dito maria do fex-eida seotz putflico, qtiede con--r- riliahS. -
Noascaauho. |ncidade cnib o determinnuaioapelo Exim. Sr. plo- Parn paseage^i froets-eltc.; titni't co-.:
No patacino neciorniml Il. Guiihc'nun, carte-1 sidento dj provincial em ifofiuio de hoje data- iOtS1NA'a R1 O;
: & C. 450 barrnias corn 48,857 kilos doe assuca in4;Io d.s Iotes de terra? do extincto aldea- Adamnson n v j
Portos do interior dta do. mezi de janhiu v do de nn.... .. ^ t. '
~nreu co. i e~ L o o fti toh d o Ma t ter eq n ni i nd o p t e 0 Ru i ~ ~a
No patacho diinmaia quez o/maua, tarrcga. '?tariat da thesquraria de faehda de Pet'- L'td^ pam qi
ram : panr Urugumyanna, B. Oliveira & C. 51 n ltiu'a) S7 de teanbro de 1lf7w; -' p' Uip; o 1;. ::.11
ripas corn 24,000 lilros de aguardei4e. :_ s esereta-dio.
No lpatacho national theiraw ....gon' : Jado Msnd' "ewi,. 'u'ei
para o Rio Gran~ds i Sul, L~. J. .Giaas1wi w~wM~~wiHWuiww <^ F ;.*'';'
:+% saeeom oem 2 '500 kia + ..... '
Nopatata ho l lt-emnn i: 1 .. :' 1"1 ,
,iSen Latos, A. F. Beltar ;,;,
-n, ios donsswer brico,.._) .....on 54
'11itrsi~'it ed a O' r Od ditoa i ltj. $E'adn e I1i+ )dl~l'p4*5: +001111'.,+++ J' 0 0i .+ O G,. dmt.si r adort.as ge ~ ~aa lr.7 ia.do ) p '+ "+I' .. ,Z+:. ..L:+ ":+t +.....I'", ""+


1zi M~Ro da PIta.
VltaIslayi 41 6,.arsonde re-
e'4 ,as~s s~.c Ifrneodas dipneiro
i rfe. tatl reoebe para New-York e S.
F'ancisco, por via Pana'wm.
AGENTES
Wilson Bothes 0 C.
14V-JUA- DO COME RIIO--4
tiompanhia Brastlltera
S' DBE
NavegaqS0 a vapor
+ P. 'o ,do..oprte
4) vOaor Camoes
Coutiwatidatote Liiz .ntoWio Rodtigues
.~ +E', esperado do Cea-
-neiro proximo futkiro


'1. ..... o rf 0 aid te -l o disde a-
0 e depois da denora
do costutmq seguim,
Siamra' o sul.
PORTOS DO SUL
Bahia
Couatnauilante o primneiro-tenente G.
WVaddington
E' esperado dos pun'-
tos do norte atL o dia
29 do cori'ente, e depois
"da detlora do costume,
segdirA para as do sul,
inclusive o ,da Victoria.


PORTOS DO NORTE
0 paquete a vapor
:spirito Santo


; .... ,f 328 do corrente, e de-
"-~~=ii ^pois da demora do cos-
:'-[ tume. seguira para os
d o n0rt e .
Para carga, encommendas, valores e passa-
%ons, trata-se na agencia, escriptorio de con-
missoes de -pi I
Bernardino Pontual
i2 ita do Born Jesus--U


__ 'LEILOES

LEILAO
DE
ui.na casa sita em Olinda, ti rua doi
Bolimh n. 47
ao mIelo ilia


A ureliano Isaac
E'esperado dos por-
tos do stul at hoje,


aue Lavrn:ajtat irwRe ueee.v z .. r,, d s as lpernbJ m q rawlal ilefi.hosa,

-W a ,t do bradu0a poueo s,9. omquimde 3ouro5

-- rTias. o 1 *^L --" ~ -- dito engenho~oiif ,^^,^A ^ Jiltoria
Pernabuanas, na 4apn, cnfo- oiprado nesta 0 idade erof evedro'doucor-
Ssilio do Sr. Dr,.aoiar dutendo rente anc, sendo natural da pneiie da Ps
n. 50, 4a'ruhvuq 41 0*-a,40ujRweldidass, eUPo. f of.irp-e..

stratrio, muitasaccoiods peras mems arq e appueae- s lasmafanhosa,
Iho de illuminaa o a gaz. Eslfrao sad pss cha-1 d no odooro,
yes loterna cas. contigua para seo dcapvis:aeers apprehendrlevaro
-ALUJA-.SE a c~amf.. 4,$ A rua da~s 59,toonerda qanti g m a.4'0 oaqu,~im foi

Perna mbucallar: a antiga na Cuado Appollo, ca-irado nesta idde erfevreirodoor-
d o.ntoablu,-seem o Unatural doprovifcia da hi-
Woo s~Lo a4o: r 'D'r.Jmoda um6esenapat'-' eba aRuh'.&', do Assu", e desconfinl-se 'i



Precisa-se de um homrnem forro ou esera- i -se e Una; hoje villa d Palm s.
",.ta Nova, a m Lorn d esas d untLenslo .ta

vo, para servio de horta e de rua e tludo quei a- ova, co odosos silos : a Iro .ir
se made fazer : na rua do Cotovello n. c5. "atod o o 82
Aluga-se ou vende-se urna casatna ruan Te ax j .d
.1 mand iz- : n a--- rua do Cooe> .. 2. I ae do Te R~ tfo^ n.82


uu iluu, no toy1. a -d anella, iregirt zia iio mes-
mo noae, estA caiada e-pintada de niovo : a
tratar na rua Direita n. 40, 10 aodar.
- Aluga-se a casa i. 6', sita i rua de Jato
Fernaades Vieira, con) bons eqjmuolios : a
tratar na rua do Baiao ,a Victoria n. 3.
ALUGA-SE duas opiras esravas ra
todo servioo, no Pateo do-iv-ratneilo in. i.
oja. +
Aluga-se a casa u. 54 da rua dlo Fogo,
caiada e pintada : a tratar ni rui da Praia n.
47. segundo andur.


Rua do Maftuez de Olinda n. 60
E. A. Delouclietdo. fazer uima viageit,
pl-rji tratar de suaIsaftde, vende todos os ir.;-
t e'ia.arato :" ruloios de [,rat a t 10,. 12.
.ic.; TretLtoier descuber'tc, inuito born a .
mul'itos' relogios de ouro corC granle albati-
mento, loieto de bufalo n. 1$. e de talartarma :a
1 ) 0, peindulo ruguilador di casa, mnuirto co
nhecido, proprio para rt'f:;tIlao ou ne.rm,.
rpara particular.


Aluga-se a casa n. 10 A da ilha de Benil- t (ra d idad e
ca, comn coiunodos para grand tamilia, com G a 1 IIOVia
banho do Capibaribe, defronte, e pertlo dos Mello & Castro, eti ecidos c t
,onds : na ruzi istreita do Rosario n. 17, pri- l Ctro, e.a
meiro andar. ;lo)ja de mitflelas a rua do Marquez/di-
-AI.UGA-SE urmn escravo det iiuito )iltida 4), Paiiciptrn que 'ecel,.
flaum:i. Iiersoss artincos d aiai.tuO
l)6a coniducta e muito fiel, que se por Jieos arigos f antazia. tan,.
tie cottliar uria casa de pessoa que sej $..r seti'iora comio para iomn-em, o0 u.
tratea elle, lois estiia isso aco ttmimdo~.| IjJ lt rmais modern e dp nmelhor e 'l i
sabe Irabaili.r een carrogas e no se- sl e qualidade, et10 comno leq Ii.
vi(;o to da cidade oU nai cidade, e A pessoa !itus ica fecln1s e onuilos outrcs que .
que Iratel herm Jo escravo : a t'atir 'n i tomtaria. eni'adonho mencionar.
Corredor do Bispo n11. 73. i Propagadora da instruc--o pu.
... Precisa so de urna para co-inlhar blica do PoCo da Panella
,1l1(1 c engommar, para duas pessoas : N'o se Ledlo reunido rno dia i; t-
no ;ateo do Terco n. 27, segundo aidla:r. cofurete Iumemo suticieitte (de souc'
Pre'' g.de rmea para cozinhar sOci" para que podesse funccioi!;r ;i
do r: (-a rua de II f1r : nsen-lea geral, e procpder-se d .le-
1i. 1. segundo an' : -'5. ,los mernmbros, que tievem dir-ni
AMA IPrecisa-se de uma t Parit la co-i e,-e sociedade no futuro aumo, de m(,i.
zuzinhar e mais algum setvigo : a ',3 ,dlvidados as rnesmos Srs. e S a%.-
ratar na ru o Maquez d Olida n. 5 am-
itiaztem. [ i ('tI Iompar1cereni ut dis 30, dot3iiii-
'edSaz-se de u-la aiea para en- dts horas da larde. Oa s)dle ,;,
M I ommar, na ,ruaDuque de Caxius .esma, onde funicimam a escola ,,
".* 48_. ibliotheca do Monteiro, r)ara, na t,1 :-
Queijos londria .,st dO .1.o 0 i't. 1( (los respectivos -
aU ^ 111 no 's t"); constitui'-se coin o numero qu-
Presiuntos para iambre, armazeni ,h,): paecer, amli1u ie ser ouvida a i doTasso, ta u dor Amoifn t.i ra Io relatoio dos tr;t]nihtos do .i
-.***- *iir &-r-m ii~iii~il ri .. ...... n .... -- U -


\J i D. Constant Pea peta do Rego t.Iao
SEXTA-1I"I[ A '28 DO CORRENTIE I Cussv Juvenal do e Sol
No sobrado da rua Duque de a- hego, Miguel Fran-
xiasn.18,antigaraada Cr -lcisco de Suza Rego, e ge
x8 g rr IAnia Mariojnilla d tre
zes SouzaRego, Thtoliin- [OLO
0 ageincte Stepple, comrnpententem te autori- do Augusto do lRego, -j
sado pori na.,dadj do lllm. Sr. Dr. juiz subs- I Adelaide Eu docia a
tituto do comhiIIIcrcio, lev;i; a Ieiluo a casa si- .- Lins do Regc., Cons-
ta em Olinda, ina rua do Bomflini it. 47, per- tanCa Perpetna do Rego. Modesto Coelho do IO-.O,
Lweiente anmassa fallida de Thoiomaz Fernan- Rego, Miguel Josc da Motta e Florinda Perpe-
des da Giulia. tua do.Regj Motta, agradecemn i s pessoas (ine
Os p'eteotentes podetn desde j;i cxamini'r se dignaram assistir aos ultimos su Lgios de
ha d casa. suti prezada mi, sogra e +av61 c'ConsUItva
_,Dtu .* '. Perpetua do Rlego; ede novo as convidain .
Ri.u l. Ui ,lilfl>O p sinar tsmissas, quo pelo descnnso oterno de:
'~+.i -r nO- surifftrf mandarin celelniar As 7 hoias daI ma-
j nlil do dia 17 do corrente, scetinno de seun pas-
+E IL. IAO samento, na matriz do PoQo, crdem teiceiram
SBaoCarmo e capelia de S.dFranciso Je I'daulo,
4qIcm, U I ua' elgas lovas e lem cois- e, Caxangi,'. Pindat, jor este acto de 'rcligio -|
-truidas. a saber : Pea LaLffaoe ( .'. r-'mid'desa. se cnlfsS cti sumiamente ie o- ]
b Cw'ta, .otss( t S,Ih Oara das NAeves, Ar hcia ds.
,i e ]tbnu a. l rancisco Tavares Lima e seun ilhio Fr."n- ld tA
.XIIA()2D.) DO, COI \'IN cisc, OGiliin Tavaires Lima convidan m aus pa-! 1
A .'\lAD 29DO (,ORRENT 1 ,' entes e amigos de sua inada mi e av6, 'D. t
AV u 1 o lras can poiltO Maria da Penha Lima. para assistirem a-uria pil
No caes do Apollo, defronte do arma- missa ue mi,,midani resar por alma da niesma |s
r finada, na matriz.de Santo Antonio, ds 8 horas
iern do Sr. Josd Duarte das Neves (I manh' do dia 29 do corrente.
sado por mandado do 11im. Sr. Dr. juiz de di- W E
eito daprovedoria de capellas e residues e o barat
reciproco do commernccio, levari a leil.io tis 4
Aliit-a-se o arm azetl do [,argo (la Pracela il.
alvaren.'n,;is acima declatradas, arestadas ptr Alr-oprIo panm;7eno do lratrgo a, Pece a n i
.!oub M'ortins de Antidrade, procurador hastin- proprio pfer negacio de mnteriaes, c a Iasa
te d Antonitio Joss Ferreira Relnador contra n. 59 dia rua do Ilartholonneu ; a traar, no bo-
SManoel Espindola de Mendonca. ti,.-I da rua Larga do Ro-taiio n. 31.
AgenteRemig-.o .' uita attend a0o
EriLAl \ _e jiu-, por preco barato e corn ,indeidts
| LERj conlmodos 0-4, 34 e 4P andarcs do soljadq
n. 84, rut' do litimn. e as casas da rua do ;
DBiA nBartholomeu ins. 35, 37. 39 c 47 ; a trat:r na 4
(6i(t"O..A .,'T O'uS e itis ul,,SilWiOS da butica da rua Larga do Rosario n. 34.
hvc,'la c i4a d riua da Assiumnaneo v am-- os. S\+
1.4 Aco.es entire amigos
1SEGUN DA RA -E- A31 DO CORIENTF A tie urna morada de casa na cidade do Naza- s
as II hiras em ponto reth, que devia correr corn a 1lteiia que seha
0 agC-ntie emigio, compeentlineimenlte auto- deoextrahir no ultimno do anne. declara-se que o
risado, 'evatia a leilAo a armaco, generous e Por 'io se ter' vendido os bilbetes.nao temrn lugar '! U
mnais uteulsilios da taverna acitna declarada. a rifa ; e pportunamnenti.e se annunciarai qual a I
l unttn out iatis lores, a vet, Lade dos Srs. loteria e-m que deve ter lugar a rife, se assi i ff
collp; 1 o) -rs. coimv'er. -

Fu g..i l l -,.o j. --
P 008V -DIVuERS S ileGiiiipupc(,,cm 10 dedezembrio do coirenLte fi|l
-'~ --- ; "--)--- --- 1111nno. o escraUvo denonc Francisco, c6i- par-i
.- -i.uoa-se4o Sr. Gambaro Filho que veuha da. alurd i regular, os pls rachados i fade 25 -
au dohasie'in..4l segundo kndar, a nI eannos, pouco mais ou menos, lovou vestidoi
*._0"-- ..... .... "_____ camisa de algodilo braewuo, ilca a ul e chapmo
+ C i-- O t" 10 de. baula pai'da : rog,-so as autmiddes poli-
S-tllio uepos~itol dO, cites e capitaes de campo a apprehens)o do
::= -1 t rererido escravo, e leva-lo ao caes do Ramos
relmedO ds do Dr.Ayer .e n, aondeoe.gramienr,.o_,,
em ea'a de Adam +-- .1( alRomance historic \ ni
lo ieA & C. a rua do Acha-se publicado a oiava c.tderneta Jesse
a*_ mr.^r romance.
1 r Z de linda Ainda receLc-se. assiganatnras nos lugares .
7 *-'' O t L .1. seguintes : em S'ato Antonio, na livnria+ in- N
37 e trada ea o es- ustrial, 6 rua dBar&iao da Vietoia livrarian
379 erl t ra o ., v Parisiense, rin o lmBrtadors; pharmacia do
lltlrio a sr.Joo Facudo, rua esoeddo Rosario ;. no
ctlilp|t[o IUI io raft- dea'J Ftriom l~~t^ l ai rto l -An '..t ill: oi.n IT%4",,,I


Sardinha 37, outr'o-
Lra-rutt40O E44otamenm

Joe
| .- A s etriretaledaw esohto da casa
rua : 1Co-dn:t eroio a. J; earn cominoded
para famtilia, e l omna-se reooanendavel por
ser i ui'o ''-esco :, 'a tratita no aminaizemn da
ills m a c'tasa. '111lt'1 :'*- i*i it


p,
po do


uin btim coruinBeru : tio
ini 4*7). :%
dt it#,-oi uhioe .rasc0 en-
na'de 8W^frrmiofo ti. IS., 1


casm
Ua-
(a n.


u1iimO, e ellectluar-se a elel ao : i
n'essa mnesina occasiao I'esolvct:--
3re qua-tMquerassumpto irt portatw!-
rnte, que se prenda aos ins e ii,
es da socicdade, erm vista do 1"-
mo 2.o do art. citado.
retbria la sociedade lnropagati,:o :
tructio public da ft'repuezia k,,
emn27 de dezeiibr(o de 1877.
:?t,. 0 t."o sicrctario,
^^^iM'^/t^ r;1? Sou:'i.





la sorlimento na fii-
o doBllowinai quler
adas quer galvakis:t-


Iiwi'
mi m ix f
mo. w 7


e bre.i s especiaes.
listilla o otlllinlI.

ma ainda ni'o visVo


"El


ta provincia -Coi-
-se aos senhores di,

nhae seus corres-
lenles para verem it
1iao do Bowman.1.





ANDE NOVIDADE

nca vista nesta
efidade
irco (ic Salno Aixit-
re d f% Salrins _


.......,.. ........... ,..... ., -. I 1;J .u u i,, tirr
Bon Jesus ; em S. :Jus, na pharmacia o $Sr.r om eerteza a primeira t cor-
Jose imz, rua do Rangel, esqulna do largo do l, urots, em LuJo ii atodta do E-
mercado. 1 ouros em L:J1-d -E
Alguns dos senhores assignanles que tern ',ta.
V% adu Je ntebscqn tuea cI
deixido de ir buscur guinas cdernetas, ha- ,:oniic eco'.npoa dede (i,-
jam de gtrzer. Ou.r'o siI, quando estabele- sit -r ;, e o abthoa d *rig,-
eemus a paga de 100 lts. pote caderneA it, fistas
pata lue clmegasse ao atemiee de todos, cfa- pelo director Antonio Carmnoua, ti;-
cilitasse a paga, mas nuo para estarm do laneamento. bent como, nio oxpomus A Os torros tforan escolhidtilS tiaf;,zoI-
venda, e sim recebenmios assignauras. d -1) i' c' n sri nlt in .*o '
Garante-se a conclulo < dorounoee att o fini ,: xm COmedaor ,ed
de fevereire do anno viunduroM. s$ segundo as inlar'ma('es ,ni i o-
1: ~lr yi +i/~11^1 '] de sel tl'-+r~~:^l ... rrmlho e 1 1
es+ rtsoul* .. ; Ii .
DwlrniparaI 4ts 4 mOr
h.dio Fuarstenbeg,i havendo confflad adAn( d-t : ..
tAqic tixeir Mac:cado ditversas jo ,ts '..P a etes
V l'd e-l & ,in c-d i ;4u te tmts o rc oeut atre -r Z' 1 1 o I rI J e -Ji J 1
gar o diietro r-irmado, eten ditoMaitoA- d up.7 aora'MzenII
do deixado db- itrear as Msnenioiaus joios i gaZ dsrot m e d hoitai da }tdc.,
o Eaeu vatorasser h ndiyt-ir et m nnin dooiS.a 1raadS cisco'"11SC :
di*verseas qe a insuon ai.10 ICaiuriotes deo 5 a4eras de t*ldeMi-r


I ~' -d~K ~
'-


ma .o-
( om]]iiiaiidalite


f'l | I I : I.,I


I


E


















dtdeposito:de tudo, em at-
iop -dive cmnvenientes aos ompradores.
Tahrbem vende sempre foraas de ferro e
diversos utensiios [, 'a engenhos, e motors pmara
descaroar dao.
Ve'nde a prazo, ou a dinheiro corn desconto.
on &-.de p
ktiumbe-se de todo o eoncerto, qurde pe-
vas trazidas 0ella, qier de machiiias em seus I u-
gares. Faz contratoamnual para todos os concer-
tos de engenhio.
Cautella
Nao emprega inculcadores pelo campo.
Roga a a os, que mandam encommendas a
ella, exijiWi a da conta impressa respective.
Teido sido enganadas diversas pessoas em
procura desta fundiCfto, observa-se que a
FUNDICAO DO BOWMAN
esti entre 0 chafariz e a fortaleza, que os edificios
estao de-aminbos os lados da rua, perto da cochei-
ra dos bonds e pintados de o erde nos andares
inferiores.


HLBEII'FO


liE~CIEL&C.


RUTA DO BARAO DA VICTORIA N. 52
Aclianto-se concluidas as obras da nossa
nova casa e effectuada a mudanca do nosso es-
tab)elecirmenItohplhotographico-do *Largo da Ma-
triz de Santo Antlonio, para a rua do Barao
da< Victoria n. 52, temos a honra de preve-
nir aos nossos ftreguezes e ao illustrado publi-
co desta cidade, que no domingo 16 do conrei-
te coimeamuos de novo os nossos trabalhos.
Elperamos a coutiuacao da concurreitia
que seimpre- dsiepnsou o public em geral
,icerea derl)2f'tiOS, visto como nao temos
poupado de nssa parte todos Os esforeos para
preparar coimnl e commodos. precisos a
rossoi novo elbelIecimento.
i' entrada do predio onde se achati nos-
sas officinas, encontrarao todos os que nos qui-
zerel lhonrar, um specimen dos nossos Ira-
balho4. __


l&mmummin


ci


~tj


lso

ja il;:,::^^ : ^;


0
'a


iwreoido
E' 0 K


4 um' o'i-so


cum
hcia.
, elie
oflcaz
*s haro


)AImnr t
'aliviente
.A Ca.


up"


0 apparecimento d'este o e 6 devido o estudo e As
ammero experiencilu eitas polo 3W 3COlUl, durute
longos osa s a" de reunir n'um s6 produeto, Oleko
atflqak do s atmlka, o Ferro, a Quina e Caca do Ieranwi
amarqg.c
0 a- -tit. psos i* do osbmo d'est premme deo dts
A" grande vaos
0 O DU0 UCOIX e urn poderoso medikpento contra
a AWRiA, 5M*u. DOWAi B DO psITO, 3O cuIbS, LUooIS,
TAUaeI. WICA, MATiC IST49uOSAa e sCOmLuA.
Es radsodoo empreo fail 0 economic por ndo taew sa be m cAOir
dmeagwr~t4ds, f Mdicos recowmemddo eepwalmese sate Oleo.
Deposito geral em Paris, 209, rue Saint-Denis.
Vende-se im Per'.ambuco, em casa -de
FEPBRIRA MAIA C-',
FRANCISCO MANOEL 4d, *ILVA e r


BAIIOPE LENITfflVO PEITORAL H. tON
liecor.mendaao na mais do meio seculo pelos mais clebre Doutores de todos
o0 Iudzes, como s ando m n spec( iftconotail contra as apOTIPAgOES, Tosses
we cosas, Tosses 1t1nlsas (a/hos aq1 o. i r 1o~dco. e.
0 gosso agradavel do XAROPE DE FLON a suaacfio adocissante em todes
,!v" irilaVs (o cito lh vaWicraI asu t reputac.ao univer.ial ehe asseguram para
sompre o sea alto valor thcraputihco.
Depositaios cm Paris. IEYNAL, Mxedlco-?'h,i,,o a C.e, swcc 'orc. 8, ia Tithont.
SiUJ#rUsMAU:d" ELIAS de MOURA e a;-F. IMANOEL daSILVA--FERREIRA MAIA eCa.

oo .{ ?.../ !
W, "N 'M p
o0FERRKOQU n'EY ENNE^
lpp ro va d t p el a Iu u.,, ac 7 de (i ..oa n e (be P < | 1 \ .1 "
6, de thd~i as prepara^e.S ferruiiinoMm | '; I H C iru 1.,iCo 1
.La t uo iuf uz 1uAis le :: g uas ri .c.V 0 Di. AdrifIo havendo regres.sado -j,
de ? riiieem a Europa, tern ein-
SLBolutim da .k dei te M.icina, Lt. XIN S4. fbehecido a sua residence e emeo1sul- "
",.0 !" Lori ci rua do Imperador 11..',,, nI. .6 ;1 '
u (' e' litfffri".i. ; ;j..'ra '.i i I ijm. atrdi cusajtuito a Rela5o, itlh.
Cl': ela: ;a.1 i., p.e;, t d7 serpocuraio a q(iial'lii r hi .,
g u,d,/ lrcr-:-...y cxt:/-r,., /<;i:a ,.,,..,: ":'. : ; S i 5ra dltlid Oti l ,i b l il 'il P r os J is-
Stercs de sia prifissuo. Coisultas
I das, 10 "oi n0' rod
a as aoieiodia.

Depositurio gertl: a aiur
Emfie GEN VX, "
S1V0ES ARjjipI0
t. UT-.k t'I's I Ii ,I.L
veesemfoV-1INHO

an ciea muccas e ne.ragi!dis a acIhi s eht C L' A S S I'
emt alguns minute coin as ;4Peroltau C. V
d'emeineSa e tereleatimia do K rEPs',A E COM li,01jw," Z
Dr CLEIIITAk .: I ...l ilt's


3 ou 4'd'estao Perolais produsem am a!i,-
vio quasi instantimneo; de tal formua (quo
a priimeira dose nao prohu- eleito 6e rmiri
cn tihuar.
(:ada frasco contem 30 perlas, o que da
lIo.r a "r leita a cura d'uma mnxaque.'a ou
d'umna novralgia Ior prak'o insignificarwe.
A\ essncia de erehemifi,,a d'ceuiih, s.t'r
, a'iutik'ada coin cuili:duos r.f-eciaeS. CIaIM ('
eoli dort .;r las imiliatCtee e igir. aa,:,,
._'i;:.i;I l'oalo t| e lia c I aj i'S i lI t. > : ,1 ;.-
tli t;uria Ci.EiK'I.N.
Em ?aris, casa L. Frere, X9, rua Jacob.
Vendlem os Srs. Barboza, Bar
tholomieuni Fi 'reira Maia eC.


'' D" PASTA
^(FMI ,. ).


"sr i* :,-* .; E >* .. ivi '
c'ii tr *
DI.E. TOE.- Dir I.' ; i'
O, IMCO.PltLTAS
MALES DO E;r0OM'AGO
DYSfE Ifl. $,, CAST,;ALflAS
FE.DA 1F A PETIVE, E ')A fO;'.AS,
MIACRW.ZA, CONSI'PI)AO
CCOVALLSC.N NAS LENTAS
VOMITOS. ETc.
Paris, 6, Avenue Virtria. 0. Paris
AhI-A em d"' as1 p.;LC:'I.-1 r ui-.a ':as.


9un P~nr 3)

,lerua:
Vleeile-du- /4i
Templcj7


pPernamburO,
6 lASdMODURA




unia
h6Je a'f1)y
MediewL ,-


rI DiI.itda, ita o ann o (de 1873, eu-
adernad-o pot 6 .'
SESPREIADOR :DO MUNDO NO-
':0, *obra *ci,^ moral ti .divertida
.)or Jos6 Danel da Costa, encader.
iado por 26W .
OS ENGEITADOS DA FORTUNE, pe-
o mesmoauctor, eneadernado por 1 $500.
TRIBUNAL DA RAZAO, onde e ar-
(uido o dinheiro pelos queixosos da sua
Salla, pelo mesmo autor, encadernado
jor 1 500.
VENDE-SE itambeni uma banda del
*ecda, quasi nova, para official, por 10S.
Aluga-se
Pori itiodico prc;o a cas.aI in. 108 !
rimt Imtnperial, que temn us seguitles.
iflodos 5 5. quartos. duas salus, co-
s1iitia i ka, qui.tiil Imuvadto corn porito
e cacir ba independente a tratar na
bI)atica 11. 34, da rua larga do Ro.:a'io.,
Comiaieira
Precisa-se alugar duas escravas para casaI
de lamilia, send uma cozinheira e outra para
o service inLerno a tratar na ruado Marquez
do Olinida it. 35.

JALTA
BA!


^^^~'YOlt/ :
SExtrahido diilc, aiUfente d(los i"a,.(-
rrcscos dod aci:ao, por ieio i;: lo -
OressAoe sem A,.cju anorosa I. ;::
iepois de ter sio pescao no Ja'
la Terra-Nova. Je, gosto aei.2v1b
cpntdm tod: (: "auande propoTy.
IE' de effeitos a,t;J aveis no curativo da
Ihltvsica. I 'm:- a dlelicada n ...
a das cti'eau.:- iuz e lgord'.... .,;
S'oininunitar a? ,.,: 'f da -aftde ,.-
u's (lle f ci ui i ,e .'.
V eI it d(fat
V/enem
]lartholormeu e Cortp. A. Caoi-.,:.
: iias de Ifoura ,- T 'ii, p, P. U .-'
' (:om

Boa aciuisicao
iinga-so a caj <;". .rrn, ao U, ..
,cilten.as da anuz a '-u"t, afr',-La: ,.-
.a taverna, na n oa 3ac:o 0 lo" ... ..
.'eguezia do Po:o ., d:. irella, fj, J)K o
A:nmmodo: a tra.' ,-o d iL'
o~a n.f.
no O


Quem nlio powder continuar a moor seu hoe.- ( ,.,
esta causa, dirija-ss -



Q:e( cm menos dede eez oia lhe tssentar urm ,m
I'gand1 C o, ra nloe,, cxisOente.
A fuuih i ;,,- i, m reeI h'a ", ,..2rfinar -
sentamento, que nrl, prejudica a roda d'aga.
Os vapure8i ,!e.sa fiadi4ao sKo os umics que na -
cisarn de oh.a de '!ve!arii, cuer por s, quer por ,
c~lde, r a,,

P/A DOBRYTMN52
PASSANDO (HAFRRIZ


LOJA hE JOIAS
DE
Julio Fuerstemberg
Acaba de clhe.,a, ...o -, ilirno vnpo:,.
nova iremessa de ': b, los dt'ouio paira
hoilns, scnhor!a- Lnetniasde, le os-
tos inteiramiente 0oos e de muita ele-
!jai.tcia, desde o i m:'e,?o, inais ,litmin-uto
ao de sl)idoe va1) or. .(IaI'or ialme, ee pa: a
casameatos, b ipcis:,.: ,. A..s)1;, la;1 e,,.,,'-
ite vt(r'i,.daet d "'-"s C01 110 1d ;o e
encon-tia meihor, preceos nitc
resuiidos. Relogios d'ouro e piat,.
parn hoiaens e ssonlihOs, desde o pre-
,:) d 17*000 a ,0,I-). Brilhantes
ie pritneira qualiedade em anneis, des-
do 10(000)a 1:0041:' f.
Compra-se o velho e brilhaL,-
tes, e onutIas pedia-s ;acoas,' pagail-
lo-se uiaisque ez ,-!jquer outra par-
le.
lincumbe-se tie ,:d:,erlos e aencorn-
inenidas para execuI' ,w auii on na Eu-
ropa. Oculos e pci,.:- ,ez de todas 't
qialidtad, s e grdos, (a 'visht can'ada
e mifolpe. asszin CO,-2) Ie cores apro-
priadas a conserva,.'.o 1a vista.


i|3151
.1,,; !i fJ ,:llt.T^^
1 no C
#i ; lst.1 ti!JiiicOs ^
*Tl Itll


'i rfcv.uajn

as, Kirp do
1'.
,,o: -I rruts*T


I


IM. DA SILVA & C!
+


m at" 7lV

off!T -

e Vwan


.arquez de Olinda, 2$



CIGARROS


FBUI(:A 4
FABRKlA

1aL L?4:abuq1*'1.yl


iinda'n. 0 GO : a
1. 71, no anda:'
[iscoa do Paula.


K


I. -


K


, i "


i !


Alk k.


jw mm mm m















*, 4as 6 'le a :ii :-s,,ost
4;bd oSrs. efiote Sou


.ue- nets.e rom teo maIidam'id31 aTi co amesma a
a tat retn ~vs qu e o on", ao T 1ravas x 8
eportante.: a tranor m nOst0 (,OM r morador em Bom OW*, Pon
. w s Foceca. -to egscimw d l a MO ld 4a ft1l B &a-Part-
+wiB iae *. a; !t &PegaI
0 Mumma nesta cidade a os. r. EsR (Iecu C. ^Id rua do Apollo n. 4, pramelro andar, ou ao
Pr&isa-, 4e uma e oz.ih-ma e eu.mmma- respective senior, no engenh'ol fmaragibe,I
_, .. .. .. n: a. i- a ..... .. .. M .n em Serinhlemu. I


I Ouqkpem cit em v~aua uiis^'s : n ua nuva~m
umnero 13.
Triamn-se
6udiaCI do banco do Brasi e3 caixas de outras
provitias, con pequenco des:onto na rua do
warquez de Olinda i. 5:.-
fasa no Moiteiro


'intura Japoneza ]
A unica apreovad e premiada pelas
academias de Paris e Lond es, por nAo
ser prejudicial a satde, encontra-se nas
prmcip.es casas de cabelleireiros e em
todao as boticas principles de Pernam-
buco, Caors, Bartholomeu & C. Ma"-


Aluga-se barato a casa nova de 5 janellas rev &q C. e ra da '(Cadnia n. M 4.1 .o
4etfrente. portao de ferro .o) lado,. pomar de dar
Mrtangeiras, na rua do LaraarAo, perto do ba- __-----
who ;o reQo 6 tao res. m]id3 que ainda cornm a
issipantura do caminho de ferro, mesmo as-
sirn lea mais em conta do que o aluguel so- Gratifica- so cor osta quantia a quem
mente de outra igurl tna -dade : a trataratiica- se ca, esta quana a que
rua do Barao da Victorio :. 16 ou 43. aprehender.o escravo de nome Canuto,
I -- -- baixo, cheio do corpo, bem faltante,
Festas, Anuos e Reis sul."sas fechadas, pes um pouco apalhe-
S OA DA tas, gostade aBdar de alpargatas,
A LOUJA Do Q AG MtIA.e a levou estibl tati e camisa de algo-
A :ua do Queima~oiee. j t~feira ^ ^ ^^ ^
entruando euima~o dem re-r do azal de litfra e cbapao de feltre
lola, entrando pe. .ua do Ctespo re- Anc; qmo agrrar, leve-o A rua do
cebeu polo ultimo vapor um complete Cotovello n. 89, que receberk a grati-
sortira.ento de artigo's proprios para fcao. Costa qu ell costuma acoi-
dar a4 festas, dos qiiae.; menciona el-fiao.Cnt uelsotuac-
lam a festas, dos ia menciona a tar-se em uma casa no corredor do Bis-
guns ,por que todos soeia unea grande
massada para o teitor), comoseam po, onde era freguez '.de conduzir a-
.... se am.. ua.
lindos frascos coni e.:r.actos, banha eo ...
p6 d'arroz, caixilnhas rom extractos, cou- Magnila aequisicao
sa muito linda, ba -oiras para criancas,
desde amais barat-aa'6 o que ha de Esta para aluar a casa n. 58A da
pais finoe, e urmn npeto sortiento e rua Imperial, corna armagao de ainarel-
di brinq uedos de tods os preoas, lenor s e o mais utensilios, propria para um
iinos de labyrintho, iies finos, flares, principiante, por jA se achar bern afro-
bicor pa leni rdadeir ca guezada e em nagnifica posiado ; para
bico vatncinne erdaeir, ncs mais averiguagoes podem dirigir-se-i rua
liga.: para meias, coques modernos.ia v ua ado re
n-ial de todas as coi-es para criangas. doImperador n. 40.
graa,'s para senhoras e meninas, fitas Uin present de lestas
Pa, Iarixas, chamolop, escoceza e sarja, Amais bella machina de costura que

p atrr~d ago somoov arjatn;3Wsa^e.____
fit o-e velludo todas as larguras 1tern vindo a esteLo mercado, cta 355,
rspe.lcos desdet o -is pequeno atdo tendo mesa muito elegantes que cus-
.n::dor. para s.ale, -cados ee charlo- tam i$4; urn presented moraisador,
te. f.ran'a, casemira nom sAo 0e sea e ortanto veo i rua da Cadeia do Reci-
i-ie, espartilhos, lii.,a, para machine e n. 8, armazern dp Rocha e Silva, an-


trtioos que seriauin. Iasd mni- tes qued poe aa ser stnad
ata-s.ada agoa Cosmaeocorve para tin- tesqueso aeo hm.
m.ir oa cabellos [guerra aos cabellosM
lrancos), marazAs d i e palha, para criano- Molna
poentes do tart'ari ga para penteart E' pedra que na o joga.
pare limpae r a cabe-., assim coma de Agua mole em ,pedra dura,
chifre irlandez, suspeisorios e soda e a Tanto d at queo fura.
.igodfo para calelas. e outros muitos (Mas esta 6 de bronze, que. se na o
rtigos que soria u.a nassada mnencio.- tern furado par ser estanhada).
mA-os. Urn pas--eio Magnolia ruin Roga-se ao Illm. Sr. Ignacio, Vieira
4o Queimado n. 15, ,ue ndo perdem o d Mello, escrivdo da cidade de Naza-
iempc-, pols ao nov1D e 3o deste estabe-reth, desta provincial, o favor deo vir A
!ecmento deseja reial-o, e para is- rua Duque do Caxias n. 36, a concluir
ao 6 ecessariao ,a.E sortimento, eaquelle negocio qu S. S. se compro-
,!n(ier barato; t'juista!rnente o que elle metteu a realisar, pela terceira chama-
d"da deste jomal, em fins de dezembro
de 1871, e depois para janeiro, quo pas-
sou a fevereimo e abril de -1872, e nada
AG k SIM 'cumprioa; e por este motive, pois, 6dde
Rnova charmado para o dito fim, pois de
AtO CDERA HAVE5 >,S_ CABELLOS BRA_- -e S. S- lembrar-se que este negocio e
cos, COM A L-'tRA CHINEZA de mais de aoito annos, e quando o se
Preparada par A. R. Ramalho. ihor seu filho se achava nesta cidade
ItITTA TDO ATAOT'T7 T. FiTIN. I


*Ji--- ,.Z. ".JL M J\ .JL. -Lx l^ .. .I^ J tJ.JU J-JJ V/J..,-i.,i. '
DA-21
E:j tintura fi.. :ornar as cabello;
,-apidamente prezc,- en" offender a cu.
E, muito facial de se applicar. Cads
fasrt.2 acompanha,,.C as instruccoes ne-


:cssariies.
,0 ).utor da tinti. a chineza nao preci-
;< ide encher as .oi:mnas d'este jornal
*onic muitos out;os autores fazem, en-
randiecendo seu rreparados a ponto de
: rn.l-os urna maravilha, semse leinbra-
'cm ue, a maancira que seu autorr oas
.ieva, o public cs r6de rebaixar, pol
mue as mais das vezes 6 enganado.
'ortanto, o author da tintara chineza.
rt(+o do bom result tado, j6 pelas mui-
-s. Txperiencias- ue se tern feito, j6
,e1-<- boas provas ,ue sempre Aem tido.
'..,ommenda esta tintura.
flede tao somente que experimenterr!
ila, para depois fazerB emeuj jo.
Unico deposit, em reisa de 4u au- I
*' t- im _-: \

300U000
Atten~foI
Esravo fu do
%I, ;,aA ri% wvn- f~ilnfvtiin r% tmr r% A r


Escravo Fugido
10i0000 de gratificaao
Fugio no dia 25 do mez de novem-
bro do corrente anno de 1877, do en-
genho B6a-Vista, freguezia de Tim-
baiba, comarca do Itamb6, provincia
de Pernambuco, o escravo Dionisio,
mulato, altura e corpo regulars, pouca
barba, cabellos carapinhos, idade 25
annos, denotes limados, e esteve muito
cambado. E' natural do termo d'As-
sembl)ea da comarca da Imperatriz, da
provincia de Alagoas. Foi comprado
ao Sr. Ignacio Pereira de Farias, que
foi morador no mesmo lugar. Quern o
apprehender entreguando no referido
esgenho ou no Recife ao Dr. Laurino
de Moraes Pinheiro, rua 1.o de Marco
n. 17, seri generosamente recompen-
sado corn a quantia aciria declarada.
0 mesmo escravo 6 muito sambista, e
tocador de viola.

Grande vantage
.Artfmeimto paa crianeas de peito, unico que
jp6de corn vantagemn sabstituir o leite materno
e dispeanr imas de 4eite, que de ordinario
trazem sempre incalialveis males is crian-
qas: peparado por G. Mellin. Unico deposit"
a. ruabique de Caxias n. 63.


em


,i aea-uma Idfnidade
8t e pe*oas, meios
Sgosto, alfinetes para
is para homens e so-
ouro e prata, anneis
voluseo la, tQ e sem
doPorto detoda qua-
he vienofsar; 9s6 corn
ar"ante-se a qoalidade
o, prata e pedas pro-


-~V~U~


j .5. l~;


Victor Graain scientiiica ao public que fez aOquisiqao de um born sor
amento de relies 4le algibeira, de ouro, prata, folheados de ouro ; paten-
tes inglez, suisso e americana, dos melhores abrieantes da Europa e dos Es-
tados-Unidos, para homens e senhoras; assim crmo grande sortimento de
:orrentes par as- mesmos. -
Grande sortimento de relogios de parade e de cima de mesa, de todas
is qualidades e differences models e dos llwi'es faJrisaites.
Quanto a limetas e oculos acha-se nesse genero sartido do que ha d'p
melhor em vidros de crystal, que sdo os mais apropriados para a eoftservagao
4a vista.
Tern excellentes officials para executar o concerto de todas as qualid
Ues de relogios.
Na mesma casa se compra ;prata e ouro velhos, pedras precicsas e
moedas de ouro u prata de qualquer qualidade.


SPHIARMACIA IIOMEOPATHICA




Lr QAORS

HPOSITARIO PRODPCTOS IIOIOATI4CAS

JDA CASA
Globulos puros Variado sortimento
1 deCatelan 1AI[ LAN IAMAIO de cartemis
SGlobulos dynamisados DE para globulos e para ,
e Tinturas PAZT tinturas,
Tubos e frascosvazios 22-RIA DO BOMJESUS-22 ch e chocolate
Sde todos os tamanhos. Pu tNAMBUC homeopathico
^-^^^g^^PER^ii INBU i


karia Central


fuindiao de sinpsebronze
DE


Eduado Cardoso & C.

Rtua do Ewrlo do Triumpho, outr'ora do
Bruin n. 6?re
O0 proprietarios deste estabelecimento pre-
vinm aos iseu e de engenho, .ag eultores
e ao puiblico em al que cmiuam a. fabri-
ja71: 7 mo se'


tr'ora
o abaixc


Julio Isaac, tendo conluido a liquidaf5o de
sua casa de penhores, roga a todos os senho-
res mutuarios posstldores das cautelas em
seguida declaradas, vir receber o excess de
seus penhores, produzido em leilao public,
6 iua do Crespo n. 16, '10 andar, onde actual-
ment. reside, das 9 is 3 da tarde dos dias
uteii, atW o dia 29 do corrente, e desta data
em diante poderAo, corn as respectivas caute-
las, levanla-lo do deposito public, para onde
serao recolhidos todos os remanecentes, a
saber : i.487, 1,566, 1,89Y7' 1,918, 2,044, ,084;
2,21, 2,232, 2,449, 2,495, 2,567, 2,333, 2,858,
2,954, 3,112, 3,023, 3149. 3.248, 3,326, 3,573,
3.457, 3.768, 3.636, 3,637, 3,235, 3,318, 3,760,
4,077, 4,088, 4,373, 4,200, 4,374, 3,937, 4,394.
4,430, 4,729, 4,756, 4,770, 4.242, 4,582, 4,722,
4,950, 5,149, 5,396, 5 404, 5,533, 5.543, 5,670,
5, i97, 5,388. 5,650, 5,606. 5,666, 5.570,.
Recife, 23 de dezembro de 1877.
CASA DO OURO
Aos 4:0006000
Bilhetes garantidos
,-ua do Ba da Victoria n. 40
e casm do costume
0 abaixo assignado acaba de vendei
Aos seus rmuito felizes bilhetes um oi-
tavo corn a sorte de 400$)00 de n.
3,944, um quiato de n. 1,344 co
2008000, um meio billete ide n.2,5W
corn 1008000, e um oitavo de n. 2,08o
comn 1008000, alem de ouiras sorts
le 32S000, 165000 e85000 da loteria
que ie acabou de extrahir.
0 mesmo abaixo assignado convida
los possuidores a virem receber na
,onformidade do costume sern descon-
:0 Lgum.
Achamrn-se a venda os felizes bilhetes
garantidos da 3a parte das loterias a
boeficio da matriz d'Agua Preta (25la),
que se exteahird na segunda-feira 31
do corrente mez.
PRECO
Bilhete inteiro 56000
Meio 28500
Quinto I00w)
Decimo -500
Em poramo de 140OOO para
cina
Bithate inleiro 46500
Meio 28250
Quinto $900
Decimo ;450
Jodo Joaquim da Cnsta Leite.
A u-egocio de seu inte-

resse
precisa-se con urgencia fallar corn o Sr. Joa-
quim Felix Machado, d rua da Santa CArz an-
mero 24.

Criado
6nPrecisa-se de um criado: a tratar na rua do
Comercio n. 13 sobrado.


eg n am*uUite e ^m; a pe
9'-ou mais, e quizer ven-
frhua do a ., *por
oa anda-oser
respect, en-
;* pezritas.,aimanda-los
attde

riot o ia ltoiwos pam a divertr
deSM i atis I*Uns, d& precisamn de mais
para 0 coutinuaogo do sesme divwtiinuto,
visto que os qae trabaliam urna vez nfiaerve
para outra, e os emprezarios s6 teem em vista
satisfazer o publido., resentando-lhe toura-
das em nada inferiores as que se veemn na Eu-
ropa, para o que no se pouparem nom se tern
poupado a despeas.
m m I I l


1;0 corn 200$W. udn meio n. 7 m I M i
I oitaWo n. 2 oor n 0 4M0 A 9ut8as -
tes de '4000 e 16 000 a itermi quease aa-
bou de extrahir,[2N1], covida aes possui-
dorms a ivbm eicber a ornformidatis
costume, seal deseonto algum.
kcham- se A ei da s felitps bilhotes gar0-
1dos da 3.a part dias loteri a benefio iDS
natrizde Agua-Preta, [2540,iuc se extrahirk
na ;egunda-4elra 31 do corrente mez.
PyECOS
Bilhete inteiro 56000
Meio tilhete 2500
Quinto '10000
Deciimo 500
Em porqlio de 100#000 para cima.
Bilhete inteiro 4$500
Meio bilhete 2S350
Quinto 900
Decimo 4150
Manoel Marti-ns Fiuza.
Deposlto de %inhos portgiOezes
Complete sortimnento de vinhos desde
Figueira, mnuito superior atu ao iino e
velho vinho do Porto, em quintos, an-
coretas, e caixas de duzia ; prepos corn-
modos e qualidades afrian~adas-arma-
zern de Cunha, Irmaos & C., rua da
Madre de Deus n. 31, e bem assim su-
perior cafed do CearA.
N. 34-Madre de Deus- N. 35.
7 de janeiro
Laurinda T. E. S., profossoia particular de
instrucC5o primaria, tern aberto uaa escola
para ambos os sexos, i rua do Goronel Suas-
suna n. 62, antiga de Hortas. Ensina tambem
As alumnas do sexo ferninino, costura e as
demais prendas domesticas. S6 recebe meni-
nos atW 8 annos de idade. Promette aos se-
nhores pais de familiar, que a quizerem boarar
corn sua confianQa, todo o desvelo e attengko
na educaao de seus filhos.
Attenaio


Vende-se a tflna estabelecida no quar-
to n. I da ribeira I-"oa-Vista,Aqual 6 boe
acquislco, por do.poder de pepfteno capital,
ser muito afreguezada em lugar de muita
concurrencia : a tratar no largo da alfandegm
n umero2.


GIENTO
0 verdadeiro cimento inglez de Portland,
corn Ireze arrobas a barriers : vende-se nc
armazem da bola amarelle, na travessa da run
do Imperador.
Miudezas para liquidar
Peca de fita dec6scom 10 metros a 28(
Pentes para alizar a 20(
GuarnigSes para camiza a 2t (
CaixaS con obreias a 4(
Espelhos de zinco a 60
Escovas para epatos a 1441
Frasco corn Vinagre de toilette a 50(
Duzia de cospties nmuitobons a 15000 .
Abotuaduras pra colete a 10(
Duzia de linha de carretel Ale-
xandre -n. 60 a 90(
Duzia de carretel de litnha para
machina a 90(.
E muitas outras pechinchas
SOARES LEITE IRMAO
30--Ruua do Bario da Victoria-30
Aos agricultores
Vende-se ou arrenda-so urna proprie-
dade na freguezia de Santo AutfAo, pro-
pria para engInho ou fazenda de c f4 e
fumo, que atd dt' do excellent quali-
dadr-, bern cono toda a sorte de lavou-
ra. f'emrn boa casa de vivenda, motor
de ferro para qualquer industrial, muitas
frficteiras, casas de foreiros, etc.: a
tratar no QGes do Ramos n: 12.
Botinas para samoras
A 34500 e 400O
Na loja do Pavao, A rua Duque de
Caxias n. 55, vende-se botinas para se-
nhoras que semnire se venderam a
'540 e 68000, liquida-se a 358500 e
4|000, para acabar, isto s6 na loja dc
Pavao, rua do Queimado n. 55. de Pe-
reira da Silva & C.
VESTUARIOS PARA CRIAN(AS
A3SOOe4$0O
Na loja do Pavaio, t rua Duque de
Caxias n. 55, vende-se elegantes ves-
tuarios para criancas, sendo ricamente
eafeitados erde gostos inteiramente mo-
demos, pelo barato prego de 35500 e
4000, nada mais bonito nem mais ba-
itto para quern quizer dar bonitas fes-
tas cemrn pouco dinheiro, isto s6 na lo-
a do Pavio, d rua do Queimado n. 55,
oja de Pereira da Silv. C.
Grande novidade
POPPLINES LISAS
Popelintes lisas, lindissimos padres a
5OO reis o covado; aproveitem, 6 fazen-
da de 800 r6is; dfA-se amrnostras corn pi-
1nhor.
S6 o 59
da rua do Queimado
Loja Carneiro da Cunha & C.



ao ~^mlpaletots
52 Rua da Imperatriz 52
Loja da porta larga, Coin bandeira ver-
de e amarella.
Eate etabeleciselto 6 bem aetigo e conhe-
cido eor toupas feitas, e os preeos sao os mais
commnlmodls seQ ade imaginor. Venham
ver, a ftsta naipeta.
(is dous mil
Os ou mrail
+ Paletots.
Paletots.
falet;,ts.
Paletots.
Rto da Imperatriz, loja da porta largo de
Paeedes Porto.



















::...;1- ( i^rIir -j ^' /
55 -RUA DUQE
Vende.-se um grande
fhazeensdm.iL r"Wrmas
que sea liquidamhpi peos auito b ralo, s6
par ar dinheiro. ~
P"AA sbeirtr
Merin6s para vesLidos, send de urma
s6 c6r, e teudo- 4 eh as c4ems,
sendo fazenda. muito leve para es-
tidos, o que o ha de mais mo'erno
e quo se prestalm para fazer vesti-
dos do duas eores omnade a 360
Popeo es de soda. 6 Wad& do muita
phantasia, covado a. 15000
Ditas tambem. de mufto gosto, cova-
do a 720
Ditas de linho, serdo de listras e qua-
drinhos, covado a 32&M 360e 5400
Anadinas escocezas, o que ha de mais
gosto no muercado, para vestidos,
cowado a 5500
Mirepasas abertae, de uria s c6er,
fazenda de muito gosto, covado a 640
Ditas bancas, abertas, [azenda muito
bonita, covadt a $600
Ditas matisados, fazenda de muito
gosto, covade a 5440
Fustlo branco, muito boa fazenda pa-
ra vestidos e rompas de meninas,
covado, a $640
Grande sortimento docambraias bran-
cas, tanto tapadas cbOrn traapa.-
rentes, que se vendem de 31 a 70
pea alt 66$e 7" O00
Grande porAo de chitas claras e es-
curas, de 240 rs. o covado ate 532
Assim como urn bonito. sortAmento
das mais lindas percales e creto-
nes, tanto claras como escuras, co-
vadoa $360
Espartilhos dos mais modernos, a
400 e 500
Punhos e collarinhos bordados, a
15500, f7600e 2?000
Grande sortiniento de. gravatinhas de
todas as cores de 15 at 2000
Grande sortimento do babadinhos e
tiras bordadas, por pregos muito
em conta
Chap6os de palha parsa senhoras, sen-
do modernos e muito bern enfattaw-
dosa6eS e:80
Grande sortinento dos mwis moder-
nos chales de casemira, sendo mui-
to finos e gostos inteiramente no-
vos, a .6 e 70X)
Ditos de merin6 estampados, de 3$500
ate; 55000
Ditos de gorgorio, corn quadros e
listras. de O0.at.
Tudo isto na rua dlo Quaimado n. 55, lca
de Pereira da Silva & C.
rPopelines de seda lisas
A IOO 0 COVADOC,
Lindissirnams popemes, soda. I, liUn-
das cores, padres moderne, pwr iMO
o covado; d pechincha, quem ved& Ai
Almeida & Campos-na rua do Crespo
n. 20.
Ditas, todas corn listras de seda, ul-
timo gosto, para 04W r.
Jaines lisos, escumo, a 644 rs..o co-
vado.
Imperatriz, a mais linda fazaenda pa-
ra vestidos, que sortimento e qumeies,
a 500 rs. o&covad .
Paragassuam s de fi; cores esmera-
das e gostos "finpdosa param 800, rs..f c.
vado.
E muitas faaendas de gostlo que ven-
demos mrto z aranoIm pata aaafbr-
Camponezas buancaa, recebe mos urn
lindo sortimenii, todas, arrendadas, pa'
ra 400 rs. o cowado.; 8 plckiiha.
NA RUA D} CRES)P N.. 20
Loja das kres pirta, pas^ta loja d&
De Almeida & Campos

Grande sortimqnto de granadinas de
seda, pretas corn ramagerm e listras de
c6res, padrioes-navoa e lindos; ven-
dem-se por peto baratissiro e das-se
as amostras na Fragata Amazonas, rua
- Duque de Caxias n. 47.


Alpacas lisas a 400 e 5WQ r6is
lpacas lisas de todas as cOre para,
vestidos a 400 e 500 reis, n* Fhr .
Amazonas, rua Duque de Caxias s U 7.
Lindos chapeos para s*nhora
Chegaram no ultimo vapor, lindos e
ricamente enfeitados chapeos de palha
de Italia, e de seda, para senhora, os
quaes se vendem por mnito menos do
que em outro' q't t" -r' M ecimenm
to, na Fragata Amazoais, rua DuIque
de Caxias n. 47.
Popeline 0 de ilm a Oreis
Vendem-se Iindas popeliees de linho
a 32' reis, valernm ,6 r&s o rcovado;
aproveitem, na Fcagata&Amaenas, rua
do Queimado u. 47.
Canisas inglims
Grande pechincha em cawisas in-
glezas a 308 a duzia, na Fragata Amr
zonas, rua Duque de Caxida 4L7.

Ifts


L.a


zenda que se intitula'teeidde hi pura, d "^a s m n dne U us uas ia costr aun u.a cu r, -- ,
para 50rdis o eovado, aproveitem. i000 6& 4, 700Q0 e8 0. i tr sodalPro p mi.
PPOPELaES, paaleta ,s os. ana 3W- R Loja1o Aros rI de ar, A.
E' complete aosortimento de popeli- Ditos, dawerinMpretas, a5 $00, (, am-,, iiva, a
nesd!5 aIlgodilo., lttho, l habo da, eEot0 uto t,qafs uaCRMTON~Sn mPAILd !ls .e il
seda pura- rdis 2- 4 3 400, 500, liquid definitivat w eWat 0f o tim do vai 6 a "
Idetieoitivara 3? o4 vrto-a1060d
64) 80, 150 e 06O e covado, to- corrente me1n., na Ijo. doGIAE Na nova lop d Po, 4, rua -u D.a"u
d&s mutito bens padres e baratissmo. Rua da Imperatz n. 54 de Caxias a. 5 ved"sMe o ietvw a-
COM*ES DELINHO R Le fe, praprio pat'a ,Cam 0. Palmws
Cortes de linho arrendados e l |][ de largurm,. ,iue cantd --, i $Wrae L
modernos, pa a05 urn. oIU ruma saia corn d22 palmos de roa; r1111
FECHUS flH D l commenda-se esta fazenda peolo w i" I meai ru d.n. '
11,m-m e u o, e~- seel0 barato3 etomraga .1
Complete sortinmeto, diversos pre- c e d o : eENDES o p., Ll ]DAM AS SE A[NS AS POR PREC
Vs. predo 1iSOWenavan wuado QueiE- NDS f C. BALK, kATMSIM
Na rua io Crespo n. 20 Loja das l mado n. 55.__ aQA* TbSSIMOS
tres portas de Almeidaft Campos. T eA t i
--"-.-.----N- 18 -)I ---.-- U ^I popelinas& W s, ,Ate.daA 1O0para aca .
*It Li" MA..^.4*i f T^ da sT~enior ado Fibe4:siinpt ff^ r^ icQa 4ea iiSO9 vost00
Tod asW (Sarr nttiAde Sma as c res.
DA IIrlSgaa~sa~tao VWos e deo Wl6 preto de seda, preens rezux :c_.
DA de vinhos, aantido PH- r5 i -seoa aWftQpretodb
^TT ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ d i mpTiifAr^n^UAO airvyA UADO QUEIMA1DA0 IlOS. odidado espantosal Boibaas mis, alas,, acs, caato, ta e a a estis,
DOj REXIMXANV los. ,Wawidade gastrica I
Poelines de linho, lindos padres, a TnA Yantaem praveitwa v "
200 ieis o covado. rfO lWO. rVAia Baptistas mddirnhas, fiatl, taoaroese ea s x .a.
Dita de sdda, a 500.600, 8002, 1000 4" VbasaBs
e10. Un SS ,l > S" s. O.Nunes; tern resolvido .vend'0 *bsat, p barea. Mmiposas. brancas N do cnres, cretones e chitas, bomr aortimento para todo.
enw).feu~ peqelas, wapeviorid-.1416 4 suss os precos.
Lazinhasdeoquadros, a f00 rdis o par jts;a gin.taa upeabe S ia.20dSp'S.i.
covado. ".. para jant.s pe-ede;s rame. e ss vea- Saias brancas a 25000, e pehin a, aprovoitem.
Lidas sedas da India, a 500 rdis o r0 o, a? isPenteadodreaa-o wrsa5
covado. pas~r bep pouco dinheiro. Punhos e collarinhMs pam senhoras, enfeittios d renda, onovidade.
Cortes de c ambraia arrendada,d a 45,)w sb W Ydos deo fd pa ebapds coi salpicos dourados e prteados.
50^ de uria a tores (a 'UW-s cravatas pawsota e oara homens, esplendido scrtimento.
Cortinados borddos, a 84. aior; qubvendaa b Meiaea8es .ienrensenuoieshomense niaos.
Liaria Vendas as brancasvesoIcwres, vellua eR -povas do a o que Lengos de linho em caixinhas de.phant, duzia 4500.
a 400 e 440 r&ii o covado. d Canisas do u~a dii eo.*aeS e
oBo,&es bes, a 280,"rdisao covado. de conto. a rtinads, e inaos bordados.
..... _. *h obo' iaeI Te 4aptes de todos o a uta.
Casemirs pretas e de c es
Vftde-eocal, do LIooa, chegada no, 0, G C piolhsbO 0 a a do pom e dode pra b 8n
u ndol vapor, em at boa o rri- A L VD ceibea uri 1 Colchas brancas a 41At e, c eortores de ll.
Iu poi SoGo a R~i A l If NA l.'Dl A A1UO ,O_ "w "; iO. ,, ___
cas, no laro -do k oSA o a. n1 5' ,# m ba c -=.-:.. .. .. ...
r oana anisas brancas finas, cotu eitos e .----k~-- -
Larje ag otlfl e~ %W 04"CqjA2
am in n h d fm
Vende!sefe.,ijo rutatiobo novo, .do so.v. W S
W .... m .w u.. ^^^ 1. 2. ....... #_ A ,"
tet, a.2=Ialn a :'l, s n:n a Din ZIA "I
rel~~n. ~4hS~IRtO A __S6 o ?av& tb


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4E mop" E ste imjbortante estabehecirnewt dea nii||too h
MOMN tn n ud s ios baskuta
a.blico, e na E' de
Lnoe brao cvd 5(Xr h. 8 ATap IT^ a das joias qxe c as tide a0seu o t
A ao iads, S 0om .... o e "idades coumtantesete no artigo ass e, r
s pacDes, a tor os a que a modi amP npm 0 ela
fis u.."zqualauer U -, quMquer e ainda m rrsez0Mci
da VW 5 1= 7 t.... Wear a Ped em ? so*, As cs, c.as, I



vara Wsuperior. a __4ifte 064h esea seaaqu3^ o ^^^^^ e se hacaefps aeaaioecec
ll4i4ac .c o a u oie- que. seacha aberto das 6 horae &.mdnh da
Notes 25de borda4o 12 Novidad Ip am& .. de fea a Ynw pret j J o dweh e p t ee reicesaderosm,
A __...[ ~Boits olas4&c .prin e. relhitS',p -ax ,pros en n. ql
Linho bordado, Covado 5t*rA.ta e'A sed hora,, commodes cais-A dsias cornepegantes Gaue ap, f aUw depat etc. *p d
i iso corn4aos, vado 360 rsn. e sardar costura, o-pars outs q et-erefos de sutad vtlor, pot seem rn dos lore icantes que m vdrr
Alpacas corn listras de seda, Caro Lindas sedas e datM la tadno prees lm es ta, cidade ; assim oom annoeis, brinceo, cruzes, caeo!tas, broche, rl
0raos feitos-no paiz, delegates uma infidae de brhat soltos, pamacravar t vontad, do cnp~ador-
Chitas chinezas para olchas, covado esto-se acabando. so Oantino e d eoar,. paa elRos os Iece Mw nhanaia E
randesia dfrto ao cres 0 Ii- 1%1 mOOS do ynqldedS a ''tnca das jnis. Do ouro, orn zdros dfinasxq tern
es Oe Ii- ue4sDde ui
ALgodo corm 5 patmos de l pargura, is o c rs a h dssimo sortinent dPe ricos, caioletas, voltas, bra P!etes, cadeias pem It.
Algodo cor 5 plmo e laruranho a 2W, rei's o. cowad. ",.
vmamra 40 ers. !Id0 ern ide die Iiteo, 6sesoda a W pat~ trav emens e senhvras ato hlpis, canetaslia etc., etc.
Toalhas fetpudas, monstruosds, p P r 2dis o covado. 0 ,,.,I.I banho, a 21W.Bonitas popelines do6soda furta co- Vein Ira tatintlsia preta,?4ta optima de'oJobs A ,Prala.D ata
Lindas mariposas, braneas e de Co- res, lindosdesenhos, frzen o o gad6; fl a I Cnetas, papelwlo-vas ,bandijas, faieros e paliteiros, etc., etc
res, a 3 e 400 rs. o covado, aproveitem. Peofal 4rUi tct. n; ",ev i Te U t t
Fil6 preto corn saipicos, vra 500 rs. Popelines de linho e seda ffhissimasu ecompo i
Briftantina preta e de eres, co-va a 600 rgis o cvado. maso oeea o, para h us, senhoras e meninos, todos dos m es fariants .
do 500 rl^nms. forn r HniLindas alpaas de seda lisas, adrdes q elles pOntra convulses aS crianoas, ecoestes o s tis e anneis a 40f rirs.
Esguio am 0arello, corn duas larguras, dnovidade a 700 r o co Vito. rdadeiro antidote para os nervosos, rece- a' p -a ad o c o ca
hrtpt 'pm p a dev coe a ,da tpera A ra BDuig iaal n a attpen aas-E sd II de ....
vars BaW~driIipa e`rinhos,-lporaqutengmostum Emmp mad _ss
tara 15k'. Batistes ulias do todas as cres., a. 320 nU iqueento de pequeas ejoias, edr a em caixas p ori mpo urvn ac dpft o
Linffissimas mantas de setim para rdis o corvado.a- ernetsados .et -eeli oia mixa ppas ade o eo se
homem, a 15000 e 15200. Lindos cortes de vestido, cambra a Aguas parprtteara os metaes, lixa de borra- iasm.
Casemiras de cores, finissimas para branca,, a 64; d p tOInca, cha (tiha a f6ugem pulindo o ferro ao mesao Al6m destes poucos artigo. cjue mencionamo-. aemos outros quo nai
.60ostur.Xs, covado 3860. Lanzinhas d' todoas as qualidades, tempo) e balias par& polonezrs e rvtidosp, podendo m, encionar por, ser efaih sor r
Damasco deo 1I e soda, polo diminue- 00 a 240 rdis o covado. meew.bua No .Esperanuao r iuqe d Du- d d estabelecimnt.prende ':os u a o
to prego de 3Ofla00 cova/do. Grosdenaples pretos, fazenda final, a Luvasfrca oshpu
~~~~~~ua frhaes e esemdastrerio a Joseph00 coaan
o-ts c masemira, superior 28at 5a ep- 2S500 o covado. A Nova Es0P ana, rua Duque de Caxias Kn.ra
[00. 860 59 63, acaba de- -eeber frescas luvas de pellica,
Camises para meninos, brancas e deo Rua do Queirado [daoa-se amostras Ia.eCas, pretas edeeorespaa owes,se- Fazen s d gosto por preg I os baratissi
e~res, fuzia a28S~t e 305(100. ca pantwr: shoras an-.e mniunSeam--s, ltambem'recehtet de eamur.
carresco a 280 -0 e30 cor penhora bancas e a.ella. Lindas taistes e cretones, lisos, com grand v:edade d cores a
Aloolhadd die agod,-io, idem de linho 'LOJA DE CA.RNEIRO DA. CNHA &C' .Anneis as c- f ..
a 28000 e 38000 a vdra. rTa.-. ,, --0,' Sko de oura os que recebeu a Nova Esperan-peioaara
Cortes de cretone, corn figuring, bor- aqimi p a Supir alpacas de cores, co Ira
sc esmn sro, riua Duque t d dCaxias n. 3,e so pardiasdw ui fs, co grau rofuso df pad des, a 500 ris.
dados e -estampa osultimogostoa'-o t 54 ia Mate p Ditas dit ms, o uita varieaa ae d cores, Ei o covado.






rhaiWK~~~ aWS dnbfa1 13upaawaaseiraa64rs. A, -, rdimiaS ditas Te m, resom v itc varier u a de ew no rosde U
1586W) e 208000. MRNA LI bo'a aa up
COrtes deo casemira de cores, lindo AP AO & ap4 )rlPeaJJ g lomada do Dr. Alai,,vemdi. infallivelcon- Sp series popeiHnes doaseda, li-as, e diferente- coes bonito .eczd
desenhos, a 5500 e 1000(0 d o loja deaonninoda-O (GIGANTE,, tv4 i rtraas cwaspap .ewe a Nsova Esperaat rua a 80)0 rs. lacoyad.
aisa do r a resoh'ido mudsr-se parm ae ruta ,.a1 auquee 4Ca n. t .Modernos 'tes de linho e soeda. nfeitados coa v e uito gost, a e10 ,
qoisa doser ieor, a t2 ome, o, fimndo. coroente. zveudem de4 tva- Poam bptia'dos c6rte :assimn come outrae uitas fazen(das do gos preos se omp-
quehadesueror a4O 0S0W mente d,-,as, ,, fawad-, w,,tente, e. i ei A Nova~spei n~a, A irua "Duque de Caxiaste m.

eDitas de sbonitasrt ores, 5 E3050008 e .. e r- uaro e'"nit3 Lo d e i, tn
D db s r,05000 aedSz 0 Cy tt0lCliamamn per tin to a.aLten o do spu- Linas para serzir meias recebeu a Nova
Cara paota diea vara0r bico em geral e de seus freguzes. a? pora.rubdC ateaS 6 o
Camnbraia preta fiaa vara 640 rs. amwos em partidea nut ,ara qotei. a aplamisa s.ri n (a O. 'rs ac' eoa tambem s n "ea
Moantilhas brasileira, a 55o0. reite a occasion de compr ara bqo. ap. peloamisaae-a 5 00 rs.* acaix-a ,
Batisteos, pa 6es eleg tes.t velop esl ea n Prs. aaa pol E ba- ce5 se
posoto 28es c Vendem. desde. 'A a arnruao, cal) Fi' deiah aLaos, a 00a. a.N 11u
ato pe< o de 2m v-2resti o oos- 0Tarantia da casa, "aquem convier. Linha de arrAtl a 1$ a duzia. E UreI I
vado. Per liquidaoo, v ad preos Oleo Orisa ua 800 n vrs. adfrastcotre. 1 d ,9 .
ROUPA FEITA Paior FrnisodLOpopmaxaralafteco
V' tao bontAoo' sortifiente dueste ar- abaixQ.e cades,.& rtigos q e Pa qes, pad- eb f a aa$;xrrefar '. Fr decues
Iorn a press ena, do eregante caiSl- dei5 n de iwa*ar.. B6as caixas corn fixas de ossoe marlim, pa- rrdo Ama l .
eo. poreseo ar a topeginte csam descever outr1 muaos qa deVotare
#,spoderai^ nostrar a realiade.- Lindos fechis pas, c ninas, preto2 ra voltarete, recebeu a Noa Esperaugva rua dtae i 0
so, s pode otrar areia32a 500 rs. e brancosi: a 50 Duque O de Caxias n, 63. .
C hapo" Pn a enoa Ditos prrO da"4eeihada o ( Ojardimv t vt]epieana & wDuque d Tern resolvido fazer mma gosade mednd.c non srewos e d
Amara, Nabucoa & C. acabam de receber do a Ca% 6 96repoetpas zea p pr a qualzeda, quBO a
laopa, pelo tultimo vapor, elegantes chap~os dataa. .i ds vest'd dilao'mwa onfo'tar tireloS,
do palba enf~mtaaes a ul~ina Puahho* d4. linla a 6*0O a aia Wois ,paoa'eI,. I s ea, ecasa. ) primeiro venha ao sen estabeleciuento eertar-e dos preens li(
aCoras, aends ,p ,tois. pa ,oIWO,, vAt,.eseGigae 6 q ve o era- etcl.. oo;omseitados pelos q uaes estate resolvido a vendor e ai:,ecr o se born.
V6E im".azoar. Victorian. 2. lfhanto prego-, oartige ioeaa, ase,,_ & sortim ento.
Cara imsa ocretone, hlais, a100 WeAs Eximas.Sras.eneontrar~o umagrande vaiae. de do artigos da
2#00(0r. 5 Ct ul tima moda para os seus toilettes o (e6 facil de verilicar, d ando
Lindas popetines dolitbo o mais Ditas brancas, fwaSP corn w o~lari, PARAS NH4)AS un passeio, ao. seu estabelecianeito, o qual estar. aberto atd 5s 9
miodornos pad r ves- que posiw'"irm. nha imod- n ad250& 3608.e Na nova &I-ub. 1 w--e.se un, O .a lo emhoras aenoile.
ginar, de cdreo e pretns, a 2@0 rdiso do ta-t O000--dtha do /nie,..n rcua-a a.
ovd; NAZ4QIrEsehiha A 280- 605000. l~rg ainbe,s pm s esh,, _a para supri~en as sufas' f prei shacas.Tro *cnt!ed crepetnest r com
Gostos mnederes~ern nazuques, mui- Cortes do casemira a 35500, 40O00 e sim come unm grande sotn~ geto sItret osoa rts rancas e de c~ires, popnlsgo i:enoo ei os .1lnes
.murithos cor go~n e vdsarana no desc reanas, dettindo g .e xs~et ioS, catripesuba,
to Io ftzenda jpnra vestida, todos" a- 5t "or ase emiziLtas, COmi gpuiloe, eir,.b
darnsamdos, a 2 rdis vao Paflno proto fimo, covado a 5 -)0 e ig e sot't~eimto do- bsqiee. que se ~satsazqelr~ aa ars~e'nsi~m a'aism~a.o~.ml o eecrsCe
FLOR DA INDIA A 0 Meias cruas, duzia at 3#ft000 4:000.e tivnd ttm~ pert prOS: b.atoS sueroes, nanzuqu s p art stos, ffnsrtnado pasanas ILC~Sa, dolches,d.
Flor da ind~e, hlsas, mnodem'nas: cores co5do}i24,020 .isto ai maa do Queimeo ni. 55ueire aoda a itcriadspr cra .ihs
pars vestido, come sejam cot' doe card. Chitas finas, eoaoaC0,20etORTINADOS PARA CAMAS E JA- lfi s. das' do s~da, linudos cortes de vestides do ci'e~one, batiste,..
azeitona, azutI, amarelLe e escuras, di- a 300 rs.. NELSlmoe1 ouiogso Spenrsciia rahmn-om-
versos gostot e ct~rao, pare 320 rnsia. Chalos do phantasia a 25500 e 3$000. a 504 N8g0AS, elo 000opn i inhoe l, dor pletio soi'ieto d lf~0Supe fLfaore kes caeizo baahocas, e-
covado; aproveitem pars a festa M~flfnQ preto do dams, larguTms, co.va-t Na nova Iej d# Nvamo .rua Duque r\ para. hor seuhra e merninos,, tap6tes grandest e pequonos, e,
TAYNES" a. 640 do 15600. ide Caxias, vende-sa urn grande sortb. muitos outi. artiges, de gxoto, e-.elm ualdadou Pais .ore
Cores compte~amente novas para ves- Toalhas acolchoadas, mti~to encorpa- Aiet ehn~ o~ao oddos mettfe c~nlstattOlenit, p -~ noso qumalidaadoqeios s( o Prse-
tido, a 040 rdis .cado. A das, dusia a.5OO9 hro no~s"prc = 9or'elos; 1smnrd" so Londi-s e per essa razes podamas vender por pre~os resumidos. ,.
TECIDO DE LA A500 Bitas a~olclhoad~as, muito oncorpadas, ripiSpmCi5~ oA. verdadfeiF estria da. India pars forre de- as. soin~re soi,
E' orplta'netepecina stafa g~nes d_, .. .. _. .. d cortinados doueiito gate, assuim ) encontrarit em se~n estabelecimnent9 denowinado















th
,o
ro. n .t'a va
r*0 narai


'nat que V. Exc. es
a.- ,
-se. Eu" nem sa 4de


.d mais, muito ,l a in. h
N io ha pmvileMI asi dos -g in era 6-meo irnpossiel

forma parta rantirhaeprita | hB qtuelks tern ;tndado tria^te, a!af
iv a simlpes assignatura Irecida, porque V. Exc. nao tern appa-
po fmal destrincha as ditlcudades. recido.
.astrafe os obraulor. Pois, est born. Eu I 'ou d'aqui
Eiles dizem: a &ocdado. w
-- F)a, qe e :,cai io. --4Pal"i ahnha! .
Ii -,ifu lt ,w1



AsNi-gnamr, ea cusa 4 feita. m -Palavra de honra.
Nfa. tem a trab:1lho te puxar pelaj Despedem-se; o cavalheiro fica para-
iitelinibea, puxam a-enas e exclusi ido a portade urma Ioi qualquer, e a
vamreie peai man. drae, segueitrd' ,dia dte, rebolindo-se
S a0 siO advog.''so. .o assiqnalnrat., toda, e farejando nova caua. ,
Np o sf o homes sao sarinmbos. i Quando passa pela rua do 0uvidor,
Ou melhor: sao ..ies. I isPo entao b. um nuneu I" .acabar de
1(,b cow esta. ahl lea o barrete cumprimentospara a dieita e para a
la quem quizer enal o. jesquerda :,o iditinho espirituoso para
Q, nem se accuse? .aqui, liutiMr -l i; umrlhar mi ga-
Nessno .. no para dte ; urn adeosinho, acompa-
A inda bem! bnado de gesto corn as points dos de-
A. C.iDSO 3E MENEZES. dos.: para aquelle; um malicioso soar-
r!so, seguido de ,novimento de cabeca
-, ... I para aquell'outro, e todos lie cortes-
SITT T A ponder corn certo ar de intelligencia e
amabilidade que bern prova a singular
Typos cae importaXiit da graciusa daina.
Typosmsociaes Todas as raas da cidade, bem como
Ou I. n *I D' C H'IA todos os cprroMores, alcovas e salas
de tod~vS as Ca.us, constituem o campo
Ila c, deordinario, magra, alta, es-t e que a Srta. D. Constantina da as
smma, lepida. bem iallante, intrometti-; sas lmatallias contra o coraao e a bol-
'Ia,. indiscreta por, indoie, e discrete port sa a bolsa ipri-icipalmente] dos sons
+ seascus"aqi utpaa&





,-nci", reacionadla corn gente d'altos voluntarios imimigos; mas onde, espe-
c,)tLArnosc pri)ofesora em Physiolodti cialmrente, ella tern al;ada a sua bar-
dis PThi.xs. i raca de acampamento, o seu quarter
Auxiliar de todas as lamas da aht general, i no theatro, e particularmen-
ro4e corte-d, procure entretanto encos- te nos bastidores do mesmo.
tm,.-? a vma exctI.\va:ente corn a rnulher tern fascina ao que Ihe n l
,tul andr. sempe, :*iarrada coma s- i propria, por motive do sexo a que per-
ati a cosLk^o de emiarcacao.i tence, ma's quando a essa fascinaao se
I .Uo ha hiomem ie )osiaot a q tuem reune o prestigi da belleza, e a am-
i," comihie,:a, e ao qual nao falte, corn bas e8sas.ldidades se junta o predi-
Certa conIanRa e imAtinilade.. cado de )i.cer ano theater o qum
Traz comsigo, invariavelmente, petn, dae pasaporte paroa todaas as via-
,iente do abra(o, u:afa ),lis 4de couit' a-njs inuiat nt do idnale o o da sieali-
(ia Rusia, esptcie V tmala coI'reio :e, H ijq entoaQ ioatit^ unea
d Cupidoe, onde i ea gurtas crn- trindadIa amtxina im'ortan itd paoatu
pir ttedoraIs cor:espndenas d c- p fraca huaidad, c'rn a-
ro'n aos,' aores: e um guei a-solmeio. cal a ataca, l gaideasubjuga ar-
1 ,. -ma iiamade pela... pa"fe fraca !
4a palavra s., uma brasa cada id pQilo dea terrivel arma trifor-
roiar, ima setra a; ca aperetod ncmos ea Sra. D. .Ctonstanihna encosta-se a
1ut eda'o de carvvo que ella mette dama, que a pDseue, e atira sobre o
t ioga,'ei,'o do corarag, onde arde a, tapete do se, boudoia d'ella opulentos
cma mma do foqo sawrJo. :o resultados de suas quotidianas ca adas,
Nas crises pecuniarias d'aquella sW e ecebe as' corretasrens do rendoso


,iia quero sahe '. r, e pondo em exer-,
ciio phiornomenal a:-ividade, arranja
dinheiro, iropondo e aceitando pac-


officio. .
A dama de companhia,' intitula-se
oracreada grave, ora costureira, ora


tos, co, rlenos oteres pare t-ansi- prima, ora a, ora nai, ora alnnga, ra
....' smrnples conhecida, ora madrinha, ara
w' um vemetdadei: -),,etor na pra'a 1aggregada, ora protegida di madame
46 dtells oso. i com quem anda ; mas, sendo tudo isso
.czes sai de ti-m', oi mesmno tempo, nada e, senao exclu-
zos sidado ,.: eh a ; a cousa en-- sivamente corretora de arnores.
04'os ...uidado cao. _e.a ; a cousa en. eiio aad
1- 6 grmae; vai no ehii'lo, para che- Sendo do sexo feminine, a (dame de
.oar mais depressa ao seu destino, apro- .comanhia 6 entret^nto um verdadeiro
veibrndo as horas propicias ao. born h e; prque ada enos qu uI
It:fo do seus assn.t"s t tranquil ade io aooso
do tar conjugal. Exercenco o eanprego de cohrretor
iacontra-se ia r', om um dos seu? ia praga do commercio onde se nego-
min.uti, er' conheios;" para, aperta- ceiarw ai"ac aes da companhia de que
i1! a uao, e trava-se, mais on menos, 6 digna dama, ella soffre As vezes ines-
',te dialogo: perados revezes de fortuna, sujeitando-
O'' Fulano Que fii levou. se A alta e baixa do cambio.
quetao tern appare:ido por aquella Ella-s6 anda satisfeita e risonha qual-
Moupan? o -do as accoes da companhia tmrn premio,
Tenho andado atarefado. oua pelo menos quando estao ao par.
Ora, pois n5o V. Exe. o que 6. eeu Almiii de jue, ella conhece as firmas
lem -i. ique tdm desconto, e as que o nao tem.
-Enitao quesoai e"? Possuindo ein alto grao o tino admi-
--UtA ingratat^. c-D:o nao ha .- nistra" taoranslgeserao corn quern
;.4 n pode e ieve transigir ; e por isso, sa-
Quil ingrat-aot : Nao diga issobendo qae, A semelliania do vinho do
;reia t i.e tenlio eitado occupadis:i.-' Ot'to, o rmais velho 6 o melhor, prefe-
,."'. r e os velhboSaos mocos.
'it sc-sei.... n.Io ffaz ais ea E tern razao... porque si, ao inverse
dta geie. Andtia todo erm ila do viri T(que 6 tant? mais trte, quant
vtazvinas,aastan1o a za' alas to rnis veltio), o hmonen 6, quanto
franceTa::, e en'ao esqieeeue da dIf u ais Ylho, mas tolo; stguee-se que:
"elite. i q aacn,*is.toto... mais peice!...
Qaal! NMo dig isso. Olhe q- 6 4 '(MO ella posse sempre o searedo
estA e,.arnada. Ei nerm tenho tido tern7. iO negoeio, nao 6 capaz de fizer senao
t n esar 6'taccousas. ". .eocio de segredo.
[I0 ~~~~ ~peh pa"rp.a af l awn,?U~S
l'oisSirmn! P.ar ,$ rem dc cao'';- Querem u einmpenho para algum
o',) ; (*n-it peoua a- eu nao sei de i ministrot? Vao ter corn adama de comn-
tu(o ij pan.hi, que ella arranjarA indubitavel-

.--* r -W- wnnrwm" tirlc. c i4a> -ii t -t- miaq icn e imnnacivpl


FOLHEI'IM


IS IILIlOS DO MONFI

FEFRNADEZII ONZALE,
VOfrM.j7E III

Sl^GUNA t.'.ARTE'
I MA4RQUEZINtHO E A DUQUEZINHA
(Continua,4o do n. 297)
CAPIT ULO( XVII1


COMtL1'3A'*jL~5


CO NI 1 LI GA, E S
Ah! Basta-rnie a vossa palavra,
.cnhora. disse o raar'uez rejeitando I
1,orn .lelicadeza urna carta que Angioli- c
H'ab-v,a tirado de cina de uma mesa.
AleuIt disso, niao co'iheao nerrma lettra, I
ne.nu a pessoa de vosso esposo.
-Poucas ou inebhnumas pessoas o
cnhecam, senhor nnrrquez; meu es-
posO e umn homnem extraordinario. Eu
n:al o conhe-o; ha seis apnnos que nos
eaiamos, e depois di ceremonia s6 oes-
teve urn dia junto de minin em segnida
Badou-wie ptra Hespanha; term vindo
rekiltrimente visitar-me duas vezes porI
anno, e essa visit dura apenas urn diea;
eniprega o tempo em vriajarn e emscre-
ve-3" amiudadarnente cartas:-
ros todo sabemin isto eraMadrid ; 1


. Luiz, inteiramente impossivel; possa
i provar que ,neu esposo estA a estas ho-
tras em Veneza, a nAo setr que tenha
Saconpanhado esta carta. Corn certeza
houve engano, ou alguem se servio do
t nome de meu esposo para commetter
!esse assassinate.
I 0 principle 6 home dos seus
Scincoenta annos ?
- Sirn.
Um tanto curvado?
Exactamente.
S- Tern os cabellos grisalhos, com-
Spridos e encaracolados ?
E' certo, disse Angiolina admi-


rada.

curta

nado


Usa oculos verdes ?
E' verade, porgte. temn


o
?


-ista


nariz gross'o e um tanto encar-


Nioo a duvida, sao esses os sig-
iaes do meau esposo.
Estes signaes form dados por um
dos criados do duqte aonalcaiddeli
casa e corte alueme acompanhavat'e
trago-as evritos commigo. Vdde,
princeza, vie.
0. juq ieztiroudaalgibeiram uni pa-
pel dttdo, pe dosdtbrou e entregou
,a 4r ina.
,I di. -mdissestacada vez mais
sao os'seus signaes; po-
j4ro-vos, D. i:iz, pela rinl a
l.tio vi o principle, que fna
o05 vae pj Boqabt o le eat e ti jm
- ._ AgwaAU4fi.nI! c:nhftra uitn


4;v6e da companhia ?
apergunten A damn respeeva,
S nada Ihes dirai... se iae fl
g il 1' 11 1 7 .' ;' 11;
Querem pess6a discrete para o ta-
remn algum segredo ? ,..
Procurem a damna de comnpanh" -y
que ella nho o revelari... senao a-iso'
um que ih'o perguntar... 6 veidae
que pedindo complete reserva... '
Urma virtude se Ihe nao p6de 4 r,
e veti a ser: que se ella nAw guard se-
grelo, quando sahe da companhia de
quern acompanha, ta'mtbem nao ocon-
serva, emquanto persist junto ,dessa
pessoa.
Emquanto a pess6a a quem ella pres-
ta os seus services, esta occupada corn
os affazeres de casa, anda dam. (de
companhia a arranjar, por f6ra, os ne-
gocios que a mesina interessamn.
De forma que, corn semethante da-
ma, falha o annexim ;- antes so que
mat acompanhado.
Ella e muito boa, minuito boa... mas
se Ihe pisam ia cauda... arredern que
6 bote certo !
E' tal a intimidade em que vive corn
a sua acompanhidal, e de tal maneira
toma a peito os interesses d'ella, que
querendo .fferir-se A mnesma ou a cou-
sa que lhe diga rpeitp, nAo usa senao
do possessivo commnum:
--Nosa casa, nossos chap6os, wossa
creada, nosso al(Q9o, .nospo. amigo,
nossas relacoes, n6s gato, w" o .pa-
pagaio, e nosso velho...
Os verbos, sempre na prirneira pes-
sIa do plural:
-Soinos muito estimados: vamos
hoje ao fardinm B3otanico; hontem fo-
mos ao theatre; ncaontremnos iad'ago-
rinha o nossa.ocTeiro, etc.
Ein occasioes de apuro, a dama de
co panhia serve de parteira.
E' talvez por isso que o nome pre-
idilecto de que usa para as pessoas it-!
timas e_ sampre: II-'L
-- M :e.n pad re...
--.MfllM eomadre...
Vieira"-*oraes, eaCons pncio enriqLue.
ceramn a (iaua corma iccionairios, mas
a daimn.a de companhf diariamente en-
riquiece os diccioairios corn a lingta.
Nem o missal de Estevaio GonraIves;
com todas as suas illumainuras, j6de
entestar corn o lumiaoso vocabulario da
dama de companhia. ,.
Quem, unlea e exclusivtaente, p6de
rivalisar corn ella, n'este rarissimo do-
Ste, 6... a negra mina quilandeira.
SPara terminar esta incomrnpleta des-
cripcao do typo, deve se as.ignalaf urma
ultima verdade:
--Nao ha n,) mundo, quem., possfa
melhores relacoes, e nern nmais nurne-
rosas ; mas tambem 6 certo que a da-
ma de companhia, apezar d'isto, nio
conta entire tanta genre umna s6 pes-
soa amiga.
E' o seu castigo, porque umn verda-
deiro architect de ruinas...
A. CARDOSO DE MENEZFS.

0 padre nosso da tia Do-
rothea
Ha na nossa sociedade urea clause de
velhas beatas, que, usando de anachro-
nicas mantilhas ja esverdinhadas pela
acao do tempo, frequentam exclusiva-
mente as igrejas, naio perdendo misses,
festas e novenas, e armadas invariavel-
mente do enorme rosario de madeira
on coads~e vidro de c6res, coalham as
escadariasdos ternip1s, muito antes de
se ihes abrirem as portas, e levantam-
se moito antes da aurora, pare o pie-
doso officio.


Emnquanto esperam que se abram as
portas das igrejas, dio A lingua sobre
assumnpto predilecto-a vida alheia--,
e discutem calorosamente quanto de
esmolas fizerami na vespera, quanto po-
deriam haver feOlt, e quanto faiao, no


Oh! quem't #sa nisso? disse o
marquez: qaem pWura accusatr-vos de
urn crime que nao haveiscommettido?
o que queria dizer tallando em obriga-
cAo, era que nao podia deixar de revis-
tar a vossa casa, afim de me certiflcar
e poder affianqar ao rei, corn o teste-
munho do escrn$ao, que nio encontrei
aqui o principle.
Ab isso e differente: podeis re-
vistar tudo, D1). Luiz, mas aalto doe o-
r car tenho que vs fazer um"obser-


vihao.
P ees fallar.
mente existe


casa um home
--Urn ho
-.Exacteim
dr6 Cisnerpi,
donao, ntl- --.-L
de -uma a'Ili
deste aconteciti
ro, o feridodisa
se0'0etii0ujA pfi
estM4A da mita

recei', senoIr
bella aceao dad


em~ -rinha

p A
>d t An-


-nao o


sw 40 SarIho. *wu d O Vi, c 1jsi, turas conten-
ts tea, dt 'santifkhi
O W d n6s o VOSSO
.a. no .haja outra lade, asim
ordinario, o qda tlas w-to faer 4 outra reg'a.4k caediio haj ura:
Eea rmw delateiadca a odefnaed oraqueld lugar, poise 1a JoQA
pap iIosso,
Alo oaqueaslli vio mzffrapr as eAlas sabepm semuppe. c6r, oe oua'a P S
| parents qi ft*iatido. |tecedencirpp| nmim do 4||| 0 -Igzl (o
Rntalesis^a velhaAbeatasdIet~ '-nune ou ie rode tnsaisricas on pol es, Ode
lha, c s de marroqu'un pretl, gentle goeiero e:gploravel, oau imnpe-'
'egloimad&eo a virtupsa expansibi.--tinente e unhas .fome[como ei di- EftSe
i s dner
lidwl OM -gonees.20
qqi p feploes. [eo ell i sl etl ;d
Quantomator 0o pranto, a t.riteza;, Ora a essas velhas beatas, chama o Q "FA
da rnmi, da viuva, do orphdo, do irma,) vulgo baratas--ai) s6 pela seinelhan- s
ou do anigo, que para ovacro lugir se a que carn takes bichos Ihes faz terem S
encamninkiavrar po uirnau io lilhlo, a mantillri de que usarn ; ruas tamn- vo
do esposo, do pat, doii'mao oh do ami-. bem porque de ordinario sahlem A rua Cht.., i!
go, tafit i encartiiiado 6 o assalto em horas de crepusculo ou para as mis- ime De U
de todW6 aquleenkame de volha ypo- sas inatinaes ou para as noveinas. miss dfo
critas e finorias, que em tumulto se di- Pois a. tiia Dorothea, de quern quere- ca&o !.
rige ao contristado parent, e corn la. ios dar noticia nes a arenga, per.encia Maria! n
mu aosos accentos, acotovelando-se a respeitavel confraria das barata, e Nisto a
uDiAS as outras, enche-lhei os ouvidos e dava terra a queiu pretendesse ser tuo jado cad...
sitiamn-lhe o confrangido comraco corn boa cornmo ella na pratica das santas J.hl ne
os seguintes p itorios virtu Ahi meu rico seanhor. minha de- A Lia )orotlhea er-a nma especie de au a ,'su
vota, por alma do sen defunto, ura madre abbadessa da famosa irmanda- E asaha.
esmolinhIa para a pobievelha aleijada! de. D)ava orders, distribtia pellotles rezando o ii
Por- alma do seu defunto, meu e tlidicava-lhes local adequado para as d(
devote, uma esmola para que Deus o batalhlias do peditorio; recebia a receita vel marillh
tenha na sua santa gloria! e repartia, corn a consciencia do leao da Olia
Por Nossa Senhora dat Dores, fabula, as esmnolas pelas colleges do of- ola
meu senhor. qe iega a seu santissimno ficio, etc. eu voltar,
(illio pela alma d(o seq funto, urma es- Era uma hieroina a tia Doroth6a, ,gor- `Padre
molinha, e que Deus' lhe accrescente da, pesadona, e corn enorme bugo e santiicadi
men devote! I, cavaignac jA grisalho, que lihe davam is oss
F, por ahi al6m... a phisionoinia certo ar de gravidade e vontdp


V V
0 pobre parent, vendo-se sitiado todo o caracteristico de mirma superior.
por aquella nuve n de bruxas, pertur- A confraria respeitava.a, e ohedecia-
bado pela dor que o compunge, e pela Ilte as ordens, serm pestanejar, sob pena
ladainha dissonante que lhe cantarn aos de expilsAo initmediata e irremissivel-
ouvidos, e, quasi sempre contricto e o que era eterno de~credito para a pa-
abatido perante a magestade do altar, ciente.
humnilado pteranto a irnflexibilidade da
more, 'niette no botso a mao e, tirando Pois a tia Dorothdb, a quein Deus ha-
quanto enacontra, distribue indistincta. ja, talvez por vicio, talvez potr calculo,
mrente, pelas rnmaios qne se lihe multipli- senAo por necessidade do dar A tara-
cam erguidas diante dos olhos, o di- mella, emquanto n.ao tinha pasto para
oaheiro todo que tern. I" a sua perniciosa actividade, traziasernm-
'E quanto desejain as fairnigeradas preentre os dedos o seu inseparavel .
beaas, que entao comeoam novo capi- rosario, e dias' havia em que, desde a
tulo de hypocritas exptano'es ; m isi ou manhia at6 a noite, e desde a noite atW
menos neste theor : pela manhu do dia seguinte, levava a I
Que Deus Ihe a :crescente, men rezar, destiando as suas contas.
devote !... Mas corno rezava a tia Dorothea eo a
Como se charna o morto ?-per- que rezava ella?
gunta urna, E' o que passamos a explicar.
--Joaqluir, nao ?--redargue a on- A tia Dorotheda rezava invarialmonte
tra. um padre nosso.
Trlvez Francisco ? Padre nosso immense, eterno, incoin
I- Ou Maria? accrescentarn duas paravel, original, sti generis e (cousab
I outras celebre) que tinha muitos principios,'.
E o pobre parent, lavadoem pranto, tend rarissirnamnente urnm im.
diz-lhe o nome do iinado. Era assign que a tia Dorothda rezava
Chamrnava-se Jose... o seu famoso padre nosso: 1
Sirm, senhor !'ataca log., a primeira Ao acoedar-e aa caraa, pelas tmati-
velha. Jose... Vou rezar-lhe jA um nas, quando o campanario dava o sig-
rosario para que Deus se cornpadeca de nal para as primeiras orag6es do dia,
sua alma, e lhe perddenos peccados. levantava-se ella, ja de. rozario era
-E eu outro, meu rico senhor! punho, e, em fraldas de camisa, e a
Vamos! vamos rezar, exclama bocejar ruidosamente, dizia assirn': .
umna dellas corn voz fanhosa e tremula, Halh !... [e fazi- cinco ou seis cru-
fingindo-se lacrimosa, como se parti- zes na boca.) Valha-me Deus! Nerm
lhasse da d6r do parent esmoler. pude dormir esta noite corn estas mal-
E:nquanto isto se pass, a rnaior par- ditas pulgas do diabo!
te das velhas beatas, a quem nao pdde Padre nosso, que estais no cdo... 6
chegaa a munificente caridade do devoto, Maria! traze o eafe.
atropela-o, cercando-o, a pedinchar : .- Padre nosso, que estais no ceo,
--Eu nao tive esmola, mrneu devote! santificado seja o vosso nome...
Nao chegou para mimn a esmola, Olha o diabo desta pulga a passeiar-
mei senhor, por Nosso Senhor dos me pelas costas.,. e punha-se a catar a
Passes, meu senhor pulga..
-Nao me deram esmnola, meun de Depois de a pilhar e esmagal-a entire
voto! as unhas dos dous pollegares :
i E se o devote As vezes cahe em de Padre nosso, quo estais no cdo
zer-lhes : santificado seja o vosso nome, assim na
Tenhamn paciencia. Nao tenho terra...
mais; repartamrn entire si o que ja dei. Ora hoje ternos ia missa por alma
Fica para outra occasiao... daquella nocinha que rnorreu na sexta
Isso entao 6 que vale a pena ver. feira passada, e daquella familiar que
Brigam as comadres; descobrem- mora alli adiante.
se as verdades. Comrnegam as velhis A farmilia 6 rica... dizem que 6 gene-
n'um borborinho, e aapodarem-se mu- rosa... bemrn born!
tuamrnente corn os mais graciosos e Santificado seja o vosso nome,
amaveis epithetos, dignos realmente de assim na terra como no co. Venha A4
piedosas creatures que se consagrarn a4 n6s o vosso reino...
oraao pro defunctis. Maria! traze o caf-i diabo!
Voc6 6 urna ldra Santificado seja o vosso norne.
E voce ? quer talvez tudo para si, Que inferno a gente nerm pode rezar
nao 6 ? socegado! Nern sei mais onde estava!
E eucom qe fico? Santilicado seja o vosso nome,
.-Simi!! a i Quitria, e nha Can- aasim na terra como no cedo...
doca, osas tiVmarn-leu qsi:ao !... Neste nmonento ouvia na rua urn MrA-
SQue Q 4o itbo ,gpa n"sse dinheiro mor de vozes.
amaldioado*! HaverA briga? dizia a tia Dorothia;
Eu vo di7(r io equo voc, 6 e pondo nos hombres uma colcha, ia
uma egoista. espreitar pelos buraco5 da rotula.
E outras qu* tao." um nunca mais Ah nao 6 uada!... SAo os homnens
|abar de apostrphes edificantissimas do lixo, que conversanm.


r^ ;:'-"
ferei4Oqt i,.* iolina tinha prevnido
tudo, tinha. ado part ajustisLa, e Cis-
nerfS jiavjz .fitq- urika decla 9 qua
afastava toda a responsabilidade da jo-
ven, e repetio esta declaragAo ao alcai-
dA de casa e cdrte que acompanhava o
marquez de los Velez e seood ,iitarro-
gado. arespeito do nome da pepa
que e h a vi a l. e, | r W u que
nao a coni,.cia, o que era 'verdade,
porque nao ti4 a tide tempo, nemr cla-
ridade sufticiento a noite anterior, para
riconhor.q,q a do4e la Guardia
como oeu adveu
D. Luiz Faja-d(saiom.c a justiga.
Apenas Angiolina Sehod s6, tocou o
apit;i;apewiw-s* ntao comno se
fosse urma appafiCo- o bandido TLau-
renti, sob a figure de Andr&Bempo, e
corn o mesino vestuario da noite anterior
Pref a-atit* .dadnqueta na
porta d'a ie r a atitdiencia, per-
u Simtn ndWie, aucnti; mesmo
nm~pirta "ptinci^|l~ 1 $ '4 *ii 1' *11
E pozesteg o rao que te dei em
sito u emiltso i'in Aos do reiI


ru~ada, ~jSSO
ittas bi-aneas


hou-


tudo,


Mas isso 6 coteto ?
Qern sabe 0 principle Loren-
zini urn homnem cxtravagante. Sem-
pre desc'ntiei delle. E mesmo queon
e esse liomem ?
Tern um illustre nome italiano.
Mas sabeis quern 6 esse home ?
Lemibra-te Bempo, que fostes tu
que me acmselhastes...
Sire, aconselhei-te a que te casas-
ses corn o principle, aconselhei-te por-
que devia aconselhar-te ; quando te li-
vrei do meu capitdo o infame Laurenti,
o hornemrn que te escravisava no meio
de um mysterio tenebroso, que te fazia
soffrer a sua odiosa brutalidade, pode-
mos sustentar-nos durante algaum ternm-
po corn o dinheiro que conseguira rou-
bar das pedreiras que nos serviam de
asylo. Mais tarde foi descoberta a ca-
verna: vi-me privado dos recursosque
me proporcionavam alguns companhei.
ros que couspirvam iomrtigo contra o
capitio, e veio a miseria, uma miseria
horrivel: eu nao sabia neahum officio,
s6 sabia roubar, e isto mesmo, estando
s6, era, difficil. Fomnos obrigaos a
procurer umn modo de vida; foe ietio
q Ue tu, comn ese cora~do fort que
De es te -deu, me disseste: sou for-
mosa, sei tocar a|adie e cantar; viye-
renios como vivia'f Os trovadores d'Ou-
tro tempo: eu ganharei o no~so ppo,
panharis e me defenders.
P as assiiim a Italia. Urn a dia,
2e. Na udles. um irator de conieo,0


sma ov l6venhaii'
reino, ,nmja 'ei*. a S5R*von-
Sna te-a cooe n6 c6-o; o
de cada dia nos dai hoje;
as nossas didas...
negra de uma figa EntAo'

rastA moe tentanqdo, mas eu
iou-Ile uma sova de chicote
Lam ,eija; o vosso ,nome,
vosso reino; swja feita a
estA&brando o sino; valha-
[ue jia nao apaiho mais a
r. frei Domingos da Purifi-
egra do inferno!...
laria entra e dia-tIhe o dese-
cra do diabo! DA cA essa
e, ,enonio! Tesconjuro
V! TentaVSo, figas...
-se a tornmar o caf6... sempre
riterminavel padre nosso.
e vestir-se, tomava a infalli-
ma e dava as ultimas ordens:
o qlmnoCo, Maria. Quando
quero achar tudo prompto,
nosso, que estais no cdo,
seja o vosso nome, venha A
) reino ; seja feita a vossa


- Onde poria en o me nt chapdo de
aol ?...
- Assim na terra, como no ceo...
Nio esta aqui!
- 0 pio nosso de cada dia nos dai
loje...
Maria, voce vio o meu chap6o de
e01 ?
- Perdoai as nossas dividas...
Ora eu tiuiha posto elle aqui neste
:antinlio da alcdva...
- Perdoai a-w nossas divides, assim
omon nos perdoamos...
S Querern ver que eu de-eivi elle na
greja de S. Francisco, quaido fui
hontem a novena?
- Como n6s perdoamos aos nossos
devedores...
Ora esta, agora !... Maria! o cha-
pdo de sol nato estA aqui... isto nfto e o
liabo mnesmno ?...
Ndo nos deixeis cahir em ten--
a,4o9 l...
-Esta s6 a mirn acontece !.. Urn
hap6o de sol quasi novo, que me deu
i dona Graciada pele natil do anno
passado W,
.--NtI nos dpixejs cahir em ten-
Ah! .ta.etMlel- Ora, Ora, ora...
quem iavia de dizer, pois deblaixo do
olchieio qae eu fui guardar o chapdc
de sol

N4o nosg- deixeis cahir em tenta-
pdo.. .nws livtrain, s de todo o mal ..
Maria! fecha aqui a port. Olha o
almnoo. Eu quero tudo prompto.
quando en voltar.--Estais ouvindo, nre-
gra do. diabo?
Amen !...
Quando a tia Doroth6a chegava a fe-
char o seu padre nosso corn o sacra-
menital amen, era urn mnilagre, pois o
mais conmmummente ella rezava por
horas infinitas a sua famosa oragao re-
cornegaido-a e interropado-a cons-
tantemente, para fehz observagaes
sobre tudo e a proposition de tudo.
Ora. tal sendo o padre nosso da bea-
ta tia Dorothda, a irm4. superior da
ordem das baratas de mantilla, o que
nao seria o das suias inferiores?
E que proveito "vai ou poderiam
tirar os pobres do l ur ama ora-
00a Lld
0 ao to I? "
Pobre tia Dorothda4- Qu6 o pa rce
sepualtis seja-lhe indulto, e deixemo-la
em paz no seio do nada, onde a esta
hora talvez estejaa vagabundear o sen
erradio espirito, resrnungando, quem
sabe?, algurn esfrangalhado padre
nos.o, e rezemos-lhe n6s, por almna.
um padre nosso inteiro e a valer!
'e.Canca emrn paz, 6 veneranda tin Do-
rott4!
Amebn .

: A. CARDOSO DE MENEZEIs.


Aquelle homeia fn@ to procurou como
se procura una muIther perdida : a-
quelle hormiasm-t e redondamente
se queries ser sU esposa. Eu amrnava-
te bastante para ntlp6r a tua felicidade
d minbalamavaAte, ainda que nio tinha
esperan~as de ser eorrespondido, ainda
que tu nin*tavis como urn escravo,
porque ceonhecias o. meu amor e abusa-
vas delle.
Ah nio, nao, Bempo : 6 verdade
que Dens nin quiz q.ue en te amasse,
que eabittusei de tV... mas...
aivois so, "disse Laurenti
deixemo*,il .porque me mortifica e
no q w aw em tal. 0 principle
antii,# 4" i6m quiz que es-
ti~Vesses l ~po n uam convento de
r as apparencias.
Passabs Ais reWi eras-sua esposa,
e mandava-te pam I-Ispanha, afirn de
evitar que te ie o csse alguem em
Italia, por onde antaras vagueando em
qual.ddede comediante e de cantor.
,Segui-t os a sombra segue o corpo,
e durmantei seis annos que jA tens de
casada, pQucas vezes tenbo visto o prii-
oipe.
Oh I nunca padoxomprehender
aquelle hormi.! exciu AntMfina.
E tes af 4.l e que esse ho-
metn d a.o a o bani-
do Larneakt?


e

Vt i^


1 I


t


"'5,"
)


I




Full Text
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