Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:13815


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Full Text



















































MNaisterlo da Agriculttra para 1984
-I885 o seuador Luiz sellppe de
Soun& Leao profetrlo unm Importante
distCrso acerea dos engenhos cen-
traes e ferro-viaS, e apresentou
0ifta emeunda assignada por todos
os senadores de Pernambuaco auto-
risando o resgate da ferro-via do Re-
cife so S. Franeisco, na parte perten-
cette a coinpanhia Ingleza,
0 convslheiro Joao Alfredo Ignal-
mente proferlo um importance dis-
curso em qne se occupou de todas as
questoes que intereassam provin-
cia die Pernambuco, e offerecenu usa
emenda relative ao traeado da fer-
ro-via de Timbafba.
Foram nomeados juices muniict-
paes e de orphbos :
Do termo de Chaves, no Pari o ha-
ckarel Napoleao Silverio da Silva i
Do termino da Independencia, na
Paralayba, o bacharel Joao Plres
Ferreira.







(Especial para o Diario)

PARIS, 25 de julho.

0 couttrs-ammiraute f-rue mandate da Adisvio naval franee-
xa esti occupando Fou-TcehoU.
0 pVMawo concedido para receber a
rexposta do ULTIMATUM deve expirar no
dia 31 do corrente.


Agencia Havas, filial
26 de julho de 1884.


em Pernambuco,


INTRUCI0 POPULAR

MAGNETISMO
(Extrahida)


aAPIrTTtILC 1,7
PROCESSOS DE MAGNETLSACAO.
FEIXES MAGNETICOS
(Continuaedo)
Para aprveitar toda a forea dos imaxs, e nao
deiKar um pilo livre emquanto o outro sd actua,
curva-se o feixe magnetic ou magnet (quando se
dispoe apenas de um unico) em forma de ferradura,
e pIe-se em contact corn os p6los una armadura
de ferro macie, obtendo-se assim um inan de forna
maior do que o duplo da fora de um s6 dos p6los.
Os imans .naturaea teem geralmente mui pouca
foroa.; mais pode-so augmentar esta, guarnecen-
do-se os magnees comn armaduras de ferroe:macio,
fornando par assim dizer uma espeeie de caixa
em que esta encerrado o magnete natural
El-iei D. Joie V reeebeu como presented do im-
perador da China um iman muito forte, que pe-
sande un9 18 kilogrammas podia comtudo suspen-
derperto de 100.
Ja atraz dissemos que os imans nao deviam es-
tar ser as armaduras porque se desmagnetisavam:
mas agora diremos mais que a forga augment se
o iman estiver armado e corn um peso em suapen-
sAo.
Tern-se visto pela experiencia, que, deixando
un iman armadq e carregado corn o peso mazimo
durante umn dis, pode-se no dia immediate ang-
mentar-lhe o peso sem que a armadura o abando
ne; e, repetiado o facto no outro dia, ve-se que
ainda a carga pods oer augmentada, mas so6 aM
urm certo limited, vencido o qual se conhece que o
iman perden unsa certa quantidade de magneienm
porque ja nAo pode supporter o peso qae anterior-
mente sustentava...
Pe todos on imaw, 4mais poderosos so os apre-
Eutados per Jamia Aetea iultimos annos, imans
mompostos de Isaminas agetieas muito delgadas,
fmand fedafe-em f rnma de ferradura; chegou a
Apreeatar-se un que japportaya uma carga de
SOGjcilograuupas.
416m do todos ek9. processes de magnetiscago,
U aida outros (cejo cstudo faremos mais adiante,
u swi oreltado da Mqgetsaj4o do ferro
madeo o do ag tempendo) p"es eorrentes lee-
Estudf-as-hejB no capiWo espeial do dec-
Stro vm agu mo eapitt do R e oq o aroas* as
aco5esee~ome~ct.
t t"Pa J'4 IO' ltilimt^
restre, qu. Iuum s b mde-a vm& tom aw drie do
A deeqmr 4r%* r ;:0
-;..-^1 do cpitat tt~S'^^e~rF'V*** 1-


r-rancisco Fwern tesk Moreina. |
Juin s mnunicipaes edevorplto:
Do' termo de Santa tnin, a -provinia do
Goya% o bacharel Luiz Gouaga Jayme; fieando
sem effeito a anteriorneao par iguale cargo
no term de Bomfim, usa esina incia.
Do de Alemquer, n do Park, o bacharel Arlin-
do Francisco Nogneira. -
Dos de Abrantes e Matta de S. Jobo, na da Ba-
hia, o bacharel Leovigildo Gonoalves de Carva-
lhQ.
Fez-se mercer da serventia vitalieia :
Dos otlieios de -tabelli'o do public, judicial e
notas e escrivio de orphaos e ausentes do term
de Picos, da provincial do Maranho, a Mareellino
Machado, nomeadopelo respective president pars
servir provisotiamente, usna forms da lei.
Dos de tabelliao do public judicial e notas, es-
crivao de orphlos e ausenteq e da provedoria de
capellas e residues do termo de Soure, na provin-
cia do CearA; a Joao. Facundo da Cunha Linha-
res, nomeado pelo respective president para ser-
vir provisoriam nte, na torma da lei.
Foi expedido o seguinte aviso:
Circular.-2' seccgo.-Ministerio dos Negocios
da Justiga.-Rio de Janeiro, 16'de julho de 1884.
- HIm. e Exm. Sr.-Para evitar a demora que, na
confirmageo do provimeuto vitalicio dos offieios de
justiMa, oceasionam as irrejularidades commetti-
das no ptocesso de habilitagao dos pretondentes a
takes serventias, eonvIm que V. Exe. recommended
nosjuizes dessa provincia, a rigorosa observancia
dos decretos ne. 817 de 80 de agosto de 1851,
4,668 de 5 de janeiro do 1871, 8,276 de 15 de eu-
tubro de'1881 e 8,526 de 13 de maio4e 1882.
Dens guard a V. Ere.-Franciao Maria So-
drg Pereira. -Sr. president da provincial de.....

Mlinisterlo da Cuerra
Por decretts de 15 do corrente :
Foi transferido pars a 2a clause do exereito, fi-
cando aggregado ao corpo a que pertence, o eci-
rurgi o-m6r de brigada graduado do corpo de
saude do mesmo exercito, Dr. Fehciano Antonio
da REocha, na conformidade do decreto n. 260 de I1
de dezembro de 1841.. ',
Ficou sem effeito o deereto de 22 de marco ulti-
mo, que nomeou o Dr. Manoel Francisco da Costa,
20 cirurgiao do corpo de saude do exercito, visto
aao ter prestado juramento dentro do prazo legal.
Foi nomeado 2a cirurgiao -do referido corpo de
saude o Dr. Jos6 Licerio Pereira de Seixas.
Por deereto de 19 do corrente eoneedeu-se
reform, nos tormos c's la part do art. 90 da lei
n. 648, de 18 de agosto de 1852, ao majer do 19o
batalhao de infantaria Inuocencio Eustachio Fer-
reira de Araujo.

ilnlsterlo da Agrlpltura
Foi expedido o seguinte aviso-circular asn enge-
nheiros dirpctores daa ferro-vias em trafego por
conta do Estado:
Chamando sna attencAo paras o pouco rendi-
mento produzido pelo'trafego, relativamente as
despezas do custeio da ebtrada de ferro que e
acha sob suna direco, reeommeade a Vme. que es-
tude corn o maxino Quidado, ,ao s6 as eannas de
semnohautorensnltLdp, ma tambei a a providence
qu a esse renpeito possam corn rantagm sen to-
madas, oewindo que, coma. urgenci, as despaxas
sejam lUmitadas ao que for estrictamente indispen-
savel e que Vine. prOponha a este ministerio quaes-
quer modificag$es das tarifas em vigor que tendam
a augmentar o trafego, deseavolveado a produeago
e o consume dos generous que mais possam eo-
correr para esse fim par maeo de razoaveis reduc-
95es dos respectivos pros de transport. Deuns
guard a Vmnc.Antonio Carneiro da Rocha.

Governor da Provlnela
EXPEDIENTE DO DA 18 DE JULHO DE 1884
Actos:
0 president da provincia, resolve, de uo n-
formidade corn o disposto no art. 59 do regula-
mento annexed ao decreto n. 5,594 de 18 de abril
de 1884, nomnear proviseriamente o capitao Ma-
noel do Nascimento Cesar Burlamaqui, 'para exer-
cer o cargo de membro do conselho fiscal da Caixa
Economic e Monte de Soccorro em substituiao a
Jobe Licio Marques, a quem foi concedida exonera-
cao de igual cargo par decreto de 14 de abril do
anna passado.-Fizeram-se as devidas cemmnnum-
cagoes.
Offieios:
Ao commandante das armas. Para que
possa ser satisfeito o incluso pedido que -asompa-
nhou o officio de V. Exe. de 9 do corrente, sob
n. 347, cumpri que seja elle organisado de accord.
crrn a deterrminacao do aviso do Ministerio da
Gueora, de 14 de maio findo, e de que trata a or-
dem do dia da repartigoa do ajudante general de
28 do moei.o rnez sob n. 1,844. 0 que declare a
V. Exc. para seu conhecieonto e aans convenien-
tes.
-Ao meomo.-Devolvo a V. Exc. o incluso
pedido de diversos artigos necessaries a escola
elementar de cavallaria, a qite se refers o snou
officio de 9 do corrente, sob n. 348, afire de que
seja elle organisado de iecordo corn a determina-
cao do aviso do Ministerio da Guerra de 14 de


maio ultimo, e de que trata a ordemn do dia da re-
partiClo do ajudante.general de 28 do mesmo mez,
sob n. 1,844.
Ao inspector da Thesouraria de Fazeda.- -
Communico a V. S. que 9 promQtor publio da co-
mares do Brojo, bacharel Luiz Jo*6 Pereira Si-
mues, entrou no dia 13 do correate, no moso da
licenga de 3 mezes, corn ordenado, concedida potr
esta presidencia em 10 d'aquelie maz. -
Ao mesmo.-CQoummueo a V. S.-que, om 12
do corrente, aesumtaio 'eerCMi* do ea..ude pro-
motor pubtico da oiom~es dde TaiqiareuIga b-.
charel Antonio Jos6da4Coata RibeiroJunw,..
Ao director 40 nstituto V IY eieo.-Bes-
pondo ao offiieio de 30 d junhfindo deOansdo a,
Vine, que por inmsue"ecia do creditpoeoam!ignado
pelo oramento vigento a pU6de ser aeita a soa
proposta do. oft or o Fwaraino deSoun,
para o a 1uar oideer vertese- I' to.
Ao juiz de direit de lito jurdin.De-.
volvo a,-Vine. p"r "erea corrigios,8 mQpp.
referenteeS estatiaii criminal quoe acoanpah-
ram 0sea offiziaHde40 do,Qroren Reilles a4elkra-.
dos 0 uumwro id cxdwi m Oos crimes comrnettidop
p"os 16 reos. visto quao nbs referidon mappas s'
achm euglobiAos.- d
Portaria:,'
'0 Sr agent :da Cmpsnhia 4e Braeiloi4a,
L"a traisportsr a cOrte, poo wtta do intisterip
d1 *a oovao 4 _: ,4 ou4or de
ia qua to
*W'enfz da provincia do _Rio, Griande do rte
olicio do 15 do cor~rente, WQ praiW -do exeretoI
quo, 4'adivserm leoa.& A'm~
aubmamt"iMOM er .4


ao Sr. inspector do Thwe rot Proviqcial
para tomar na dtda coid
Capitao Affonso 11oriquo Roriaes da
Silva. --Informe o Sr. commnu-anit supe-
rior da Guards Nacional da' 0omarca dq
Recife.
Constai&9a Amelia de AlcantarasOouto. -
Remettido ao Rvd. Sr. director da Colonia
Orhanologica Isabel para admittir o me-
nor, de preferencia a qualquer ontro, de-
vendo a peticionaria apresentar previamen-
to a certidlo de idade do men'er... -
Fielden Brothers.--Deferido *im 'officio
d'esta data ao Thesouro Provincia4. 1
Francisco Victor Coelho.-Deferid por
officio do inspector geral da Instnruogto Pu-
blica.
Honrique Jose Alves Ferreira.-Enca-
miuhe-se.
Jolo Florentine Cavaicte -de Albni-
qucrque. -informe o Sr. inspetor dor Thke
souro Provincial,
Jusu6 da Silva Barros.-Ao Sr Dr. che-
fe de policia pars os fins convenientes.
Capital Joaquim Soares da Rocha. -Ao
Sr. commiandante supArior da Guards Na-
cional da comarca de Caruart pars man-
dar passar a guia de que trata o artigo 45
do decreto n. 1130 de 12 de marco de
1853.
Manoei Fernandes da Costa & C.-In-
forme o Sr. inspector do Thesouro Provin-
cial.
Tenente Sebastilo Gongalves da Costa.
-Roemiettido ao Sr. Inspector da Thesou-
raria de Fazenda pars os 0ns convonien-
tes.
toe. .- ..
Bacharel Telesphoro de Araujo Sales. -:
Deferido corn officio d'esta data a Thegou-;
raria de Fazenda.
Secretaria da Presidencia do Pergiam!
baco, 26 de julho de 1884.
O po.teiro,
J.LVi~g#U.


tes a remogo das nefetriarias de boxi ueid ntoe
hospital Pedro H, vista, V e po ur ieaDva*e tenha
reclamado- per oss reua oo por sr elia de odo
necessaria parn a boa hygiene do mesmo hospital,
3Cumpre-me levariae. conhecimento de V. Exe.
que A trees paraquatro annos a jbiataadministrati-
va da Santa Catsa de Misericordia tern intent&do
remover os variolosos do hospital Pedro II para
outra part par ter final s-e convencido quanta
6 prejudicial aquelte estabelecimento a conserva-
VAo em seu interior de tal foco de infecao, n" ad
pela profunda corrunpo do ar que elle entretom
corn os misasmas e cheiro desagradavel que exha-
lain os doentes, come tambem porque pareoe que
o contagion da varioas -ontamina a maior part doe
doentes queentram para o hospital .por causa de
outras molestias, oan pr desastres que io&frenil,
vindo a maior parte d'eltles a ser atacados da va-
riola e succumbirem aos seus effeitos perniciosos.
Este facto ternm par innumeras vezes coineidido cornm
os doentes que teem soffrido graves epeaaoes ci-
rur.ieas, que, como per uan fataHdade, teem side
vietimas mmediatamente da variola. ..,
Em consequenciadlessa urgentiasima necessida-
de a junta da Santa Casa prOpos-se a procurae
usa casa corn os commodos necessaoris pkra faz'r
o estabelecimento das enfermarias, porem corm tan*'
ta infelicidade que ou nbo se.encontrava casa, oi-
nao bavia dinhetro.
Em procura de easa temos andado por veyeses eu
e alguns mordomos da Misericordia, P entree as que
nos pareceu que promptamente podeia prestar-se
para a transtereneisa doe bexiguentos, foi a cha-
cara do finado brigadeiro Joaquim Bernardo de
Figueiredo, situada entire a estrada de JoAo db
Barros e o largo de Santo Amaro, isto ;. em um
-vast* terreno, solado a grande distancia das mais
proximas habita.es, Jeom unm grande e espaeeoo
aobrado, corn mmaitas dependencies, pogos de agua
potavel em tal qantidade que sei talvez- impos-
sivel esgotal-os.
Este grand e sobrado compequenos reparo p6de
muito beMrn aommodar Wmsessenta a oitenta leito",
tUnto no andar terreo, como no sobrado, tendon
alrm disso cosinha immense, armasens e outros
aecessorios qaeu nao -posso descrever corn mimaneia-
sa exactidlo.
Nos exams que fizemnosa fui deo opinia qo ne:o
se aceitasse o sitio da Torre offecevido poes Sfi.
Amorius a vends; eatbo neahdm outre achaspo.
mais vantajose do qo o do. brigadetro Joaqau
Bereardoide Ai eisda, pss ji 0o
a. masor pnomptadbo se p6defateor eaiuixH
dai nfertssri de bexigaenton. .:
Para so comurar umlterreno at"'unado p Watal
estabeleeinmento e fbererm-se as obr s ind'isptn-
saveis para receber 50 ou 60 dottes', Ba 6 em
seis mezes o 6ito quo s podeIm eoncluir same-
lhantesabras. N0 a& e trit de m-hopital bar-
ruca--lue vai serprovisormnaente eoaustritidb por
[fo& do urns 4ideeii, on de 'uma gaerna. Nao
Exn. senior, trata-se de um- hospital especial, 6
verdade, ponm que vai fiar permaneate. aste
hospital nab lai de constar soiaite .de dons gal-
~poe,"um p .ar sae^: of-e beds ker forca?


Jft stidfm, senhot, n que I a variola no hoo-
Al..el~a vence tudo, ollant bjuga tudo, dian.-
tea 'o furor impetturbaveo, esaoreoe a maui
,di da oorage a mnais decidida vtonia-. -l
Ia Toatade, W ks haded co, nao ha piidonbr
q o s abuta diant de ums various prpue
on ca. Descre-se da sciencia, dosre-s
da JeCnfiangaLem 1 proprio..
Nao terminaria nunos oe podesse dispor de um
estyio proprio pars dencrever corn as precisas
cot. negras os horrores da variola, os horrors
da rfeco. do hospital produzidos principalmqn-
te pm ella; dos damnos immensos que produzem
amoutraa causes de infeceo existentes no hos-
pital e que nao podem ser destruida on removi-
dasnubimtindo aquellia io forte e tAo aetiva. E'
pniso" qianto antes tirar d'alli a variol, seja
pas ends fr, e nao se p6de agora tratar de cons-
truir easas e aposentos, quando talvez tenhamos
de& eos ver a braos corn trabalhos 'de outra ordem
vqe aexigemtodo0oselementos de nossa activi-
ji;, Exm. senior, sou de opiniia que se com-
prao predio do finado brigadeiro Joaquim Ber-
nado de igueie-do, poii e omento noo se p6de
achar outroo "Itobl geondio5es, nem tao promp-
to0am r noaer intnnediatazente 60 a 80 doentes.
Owr em obraovas, nas 6poca actual, nao
i e~t&eerazaavel.
.. deedir&A o que melhor entender em seu
a V. Exc.-Illm. e Exm. Sr. deo-
ba-,dor Jos Manoel de Freitas, dignissimo
pre nte da provincia.--O inspector, Dr. Pedro
do ~tyde Lobo Moseoso.

R epartlao da PeUela
Zeeco 2.& N. 799. Secretaria de Po-
hUc de Pernambuco, 25 de julho de 1884.
om.e Exm. Sr. -Particip. a V. Exc.
q foam hontem recoehidos d Casa de
Dtencgo os seguintes individuos:
S4ornem do subdulegado do Santo Antonio, An-
n'ia da Conceigbo e Autonio Jos6. de San-
aa, por disturbios.
ordem do do 2' district da Graga, Manoel
CinO de Araujo por disturbios.
4 muscou-me o detogado do term qne no
4 1 t ca i ptorarna o oriminoso de morte
Fid oPees do Vancoscollos, prostunciado no
te J de Lagoa'd Baixo. J '* 1
a V. Exe. ai, x .
ma dor Jos' VMiteel de Fre-
aB~aB^.fc po'W( rovrnai -


&ew e DPo -no DIA. 2& DE IJULHO
rigant A Joa eVaaeo Cabral de Alganez, Loa-
re Juffianod A Rocha Ferreira e thesoureiro
&a aloterIftSw-Infq e.oaSr.necontader.
]n6el ugnaeio da Cnnha.- Inufome o Sr. collec-
toEde 8.eto. .
S[aximiano Henrique da Silva Santiago e Ma-
no04 Pewfre Brandi Junior.--Reotre-se e fa-
e I-s os deridos asarntanuntos.
ndadedo Senhon Bom Jesus dos Martyrios.
-, Sr. theouiro par" os derides fins.
Jse Martins de Andriado, Hennique da Silva
oes MAaria C l ra Carneiro Machado Bios, Dio-
ku0gusto dos Reis e Antonio Ferreira de Bar-
ro Infoe oSr. coutador.
uiz_ Antonio de Siqueira e Francisco Jos6 da
SiH Braga.-Infobme a seegao do Contencioso.
to Jose Duarte Coimbra.--Informe o Sr.
co dor.
io nraciano deoArnajo Gunnita. -Declare
S o tencioo se ja foi prestada a fiance.
artho eu & --C. e Innoeenieo Ricate da
-Sia-Informe o Sr. eontdor,
|Jphino Lopes da Crumz e filhos de Manoel Jos6
L .BGroes.-A0 Sr. porteiro para entregar ao
ttt ressado.

Clonsulado ProvinlcIal
SDESPACHOS DODIA 25 DE JULHO
SAntonio Manoel de Siqaeira.-Aguarde a pu-
4ago da collect que esta bendo feita pela res-
poiva classe,e o apraso que opportunamente seri
jaado a todos os contribuintes para interposi-
=sous reeuros a forms das instruceges de
2 Ie julho de 1883.
frdo Ferreira Balta, Joao Ezequiel Borges,
L 4indo Paulinoe Brasil, Ahnnio Gomes de Lima,
I Raty Rodrignes t C., Irmandade de Nossa
oor do Alsaio deo Santo Antonio e Joaquim
T eira Bastos.--Infoie a I seegAo.
abo Satino Vieira de Souza, Izidoro Ma-
rin oCesare Antonio Goualves de Azevedo.-
ni lae-a.. -
i coio Maestralle.-A' Ia sec*o para os de-
Sfins. .
"o"tJpaquim Fereira Este$ves.-Certifque-
e m q a ostr dos 4in" i itenotes nesta r epar-

C.eo'Teirtaliano de Albuqnerque. --Certi -
-l~oe Gtouneiven Forreina e Sita.-Informo a


,t4wAcb OS DO DiA 26 rx jUo
e .. J ea-Z Jos: "Oorio, vereador com--
V4iHro Ci e, flcacs:
S.ntnio arques Reis, pedindo licenga
abrir duas p.Portas n oito de seu
n. -49 a 'ritua de Dnagos Theoto-
110 anzed:e-se ':na rst d:o' parocer'
^^ ifi i^ 1 .. ;;*;- -.;* .: --1 -! i^ i'


suwAniAo :-A questdo de confianga pdo pedido de
demSo do Sr. Moreira de Barros.--Me-
surdtado nao esperado.-Como se manterd a
pequena maioria do governo.-Aprecia*lo
do a Brasil -.-0 que d de supper a res-
peito de alguns depitados.-0 project do
S-..Ylicio dos mantos e os conceitos do
mesmo sobre a colonisagdo africana, Uma
phrase do finade aenador Vasconcellos.-A
redeigo dos ministros dard quatro votes ao
gyoverno.-As declarrages do Sr. president
do consdolw.-0 Sr. Chrisatiano ttonio e o
seu consdAlho ao Sr. Dantas.-A vctagdo da
receita.-Imposto territorial.-0 ivoto do Sr.
Macidel e o relatoria Sr. Lafayette.-A
campanha do Rio Grande e sua8 eatradas
derro.--O imposto 'iobre aguardnte e
cerveja nacionaes.
0 Derwent, da linha de New-York, corn escala
por Pernambuco, que daqui partio a 16, deve ter
levado os jornaes do dia que deo o conta do que
occorreu na Camara dos Deputados, corn a esperv.-
da apresenta&o do project sobre o estado servil.
Assim, jA os leitores do Diario devea saber que
tehdo-se levantado uma questAo de confianga A
proposito da dispensa do cargo de president da
Camara pedida pelo Sr. Moreira de Barros, teve o
governor 55 votos contra 52, entrando no numero
daquelles dons deputados conservadores, os rs.
Severino Ribeiro e Antonio : into. e.no destes nove
de liberaesO, os Srs. Souza Carvalho, Lourengo de
Albuquerque, Bar"o da Estancia, Paula Souza,
Soaza Queiroz, Carlos Affouso, Joao Penido, Vici-
ra de Andrade o Contagem.
E' precise confessar que esse triumph do go-
verno, embora na o tranquillise sobre a sort fa-
tura do projeto, nao era esperado pelos adversa.
rios deste, que suppunham que na primeira op-
prtunidade em que se tivesae de tirar a prova
da adheoao que a maioria presta a id6a capital do
mesmo project, serial o gabinete derrotado. 0
facto mostra que calceularam mal.
Mas poder-se-ha esporar que aquelles eincoenta
e cinco votes manter-se-hdo firmer e inalteraveis
qnando tiverem de pronunciar-se, nbo em uma
questbo ineidente considerada como preliminar,
mas sobre op pontos principals do project, espe-
cialmente no artigo Io? E' mais que duvidoso.
0 que se deve perpoar, Ajulga pelas declara-
5eosteitas epor fActos conhecidas e qae os cin-
AS os tos da pp4vosi,o se juntarlo on-
t, *eok wr -pit. obborra 9 Bra.t com na-
SDeixon, de votar o Sr. Moreira de Barros, por
envolver a votaca4 q4nestao pessoal. Apos o Sr.
Ratisbona, que tambemn se havia abitido, declarou
qZe votava contra s ideas capitaes, do project e
na podia conciliar este voto corn e ,de confianga;
pelo que pedio demissee das commissWes de eon-
fiancga em que servia.
a Accrescidos oestes dous votes, o governor ficou
apenas corn a maioria de um voto. Deixaram de
votar os deputados conservadores, a Sr. Taunay e
Pereira Cabral, o primeiro por enfermo e o segun-
do por momentaneamente ausente. Estao ainda
ausentes os Srs. BarAo de Aragagy, Elmsia de Mo-
rass e Affnso FPenna, os quaes sao c6ntrarios ao
project ministerial, bem como o deputado conser-
vader eleito per Pernambuco, o Sr. Bento Ceci-
liano. a
Como se v0 ahi estio sets votes. Sera certo,
por6n, que comparecgam todos na occasiAo oppor-
tuna ?
Considerando tambem o negocio polo lade do go-
verno, 6 de support que elle perea alguns votos
dos que agora toeve.
0 Sr. A. de Siqueira, por exemplo, que foi quern
den motive a suscitar-se a questao de confianqa,
fez restriegces, como se vio, declarando que reser-
avas-e o direito de emendar o project, princi-
palmente no artigo Io. 0 Sr. Felicio dos Santos
que votoun corn o. governor, deelaron que o fazia
pars que o project nato deixase de ser discutido,
e em seguida, mandou a mesa, e foi remettido as
mesmas commissoes reunidas, um outro project
em sentido opposto Aquelle, acompanhado de umn
londo prefaeio, ou memoroiajustificativa, em que diz
que a a libertaebo dos escravos velhos no temrn
importancia, e p6de parocer unma crucIdade ape-
nas, ou um esbulho insidioso. a E em verdade o
ase piano nbo deixa de ser engenhoao, comquanto
de diffieil execuCAo na primeira part, que 6 rela-
tiva a matricula ou inscripo, feita juntamente
corn o arbitramento do valor do escravo.
0 Sr. Martin Francisco no sen votes come cm-
selheiro de estado disse que aehava que a liberta-
cao dos esoravosde 60 annos era media humani-
turis; man que pars destruir a argnigbo quo se
Ihe fazia de atacar o principle da propriedade,
melhor serial que se mareasse usa quantia pars
indemnisagbe, embers minima. a
Ora, e natural qu eases tres deputados, com
opiuio. ja conhecidas nao votem polo artigo 10 do
project. Mas nba so p6de asseguran que amsim
acontega. memo a vista de nma reclamagbo que
'fez bntem o Sr. A. Siqmeira, quandoorava o Sr.
Mareirs de Banros, umostraudo que o govemno, nao
otictante a vortagA obtida na qostbo de conflan-
ca, nao podia ter maioria para fazer vingar o
project, e disse que o contando corn o sea e o
voto do nobre deputado por Pernambuce. que pro-
mettau apresentar emendas ao artigo que liberta
as sexagear.os, ahi estao ja 54 votos de oppoi-


S0 Sr. A. de Siqueira :- Nalo apoiado. Peco
a palavra para responder.
Esperemor qneo he toque a patlavra e entao na-
beremos qual e o se- voto definitive. Come o
bonrado depatado poelo 13, district de Pernam-
hu., (qao aittas nia e districto agnicol, eno 'nat
AL es va 6 diminUt, cmo em too
ei desu p neia tae r. deliie des
*Aw* tambein teaha *deo dao expliace.. e acbe
aAmentosm paa nko fanoraeatao pelaadopgio
'do ew projecto o aeeeitar o0o gfsoano.
! Anten de iridiauto, petmittVU-me A qeo faUei


"tao4 proab a v deiier no -ord a a iboo
6 knerag% ads;Vtqfo aow clima. .Ella transmitted
immditeeut a&n prole 02 pels _mwaicgen4
a desiae tew de onta rags t, a couinao,
Nao fosse a Aneriea do, Sl B vd.eo AbOratri)-
de masfiseye, ome din Quatrofsges-ns popu.
l*o beria rmuito inferior a act.al.
'A plastieidade do portuguei, que em todo o
mundo ten oeado .me 0, anxWiou -Ia faWo dag
d.as r""as aeelimadas entire 6nS, a indigens e a-
africans. BSeM ssa eireunmatauncia, isto fosse o-
Brasil s6 colonisado por europeus e por umn raga
como a Anglo-Saxoaia, quae se tern em conta d-
muito superior as outrais, e em geral considera-at
indignas de faslo corn ella, e nosso paiz soeria
ainda umas feitoria ums colonia de explorataIe
mercantil apenas. Houvesse cessado por algumi
tempo a immigrant do branco Aryano para cA e"
o Brasil teria voltado ao dominion das ragas do
pelle vermelha, resultado aindas conjecturado pelo.
anthropologists que nao attended A grande fora
dos cruzamentos.
Citando estes conceitos do Sr. Felicio doe San-
tos, recordarei que quando ha quarenta annos on
Senador Vasconcellos, que, como 6 sabido, sempre
se manifesto tolerant para corn o trafico afmi-
cano, disse que (C a Africa eivilisou o Brasil, a oa:
seus adversaries em ambas as Camaras levanta-
ram grande celeuma e nao houve ap6do offensive
e imperioso de que a imprensa liberal se nao ser-
visse eommentando Aquella phrase?
Hoje 6 um liberal, de reconhecida illustracao,
aspirant a umsa cadeira no Senado, que vein affir-
mar a mesma cousa, ainda que em outros terms,
acereseentando ainda que a cAonisagio africans
foi a melhor que podiamos ter ate polo lado scien-
tifico.
Voltando, por6m, ao ponto de que me affastei,
direi que, por sua part o governor nao deve star
inactive e ha de ter calculado as suas forgas.
Pars supprir a falta de alguns de seus amigos, se
6 que nao tenha empregados os meios precisos e
adequados e que sao muito variados, para os con-
ter finMes, conta elle corn os votos, que agora fal-
tam, dos quatro Ministros que teem de ser reelei-
tos. E a ser certo o que affirmou o Sr. Moreira
de Barros e todos acreditam, a pouca pressa do
governor, por emquanto, nao prove6m seuao da es-
pera de que se effectue essa reeleicio.
Imports, entretanto, declarar que o Sr. Dantas.
respondendo Aquelle deputado, Justificou a demora
corn razwes que lhe pareceram convenientes a dei-
zando a justiga de todaa Camara que responds
se o Ministerio, havia poueo organisado, podia.
trazer logo na algibeira um project de tanta
magnitude, e se dove-so exigir que a commission
nao leve algum tempo estudando a material, quan-
do segundo estA informado, o parecer sobre a lei
de 28 de Setembro so demorAra por mais de 40
dias; e entretanto espera que actualmente o pa-
recer nuo so demorara nem por metade d'esse
tempo.
Continuando, assegurou que devendo a sessaor
ordinaria terminar A 3 de Setembro, se acontecer
que nao baste o tempo para a discussion e votagio
do project, sera ampliado; que o governor estA
decidido a esgotar todos os meibs constitncionaes
para a soluglo d'essa questao; e que a vista d'es-
ta declarisaAo athegorica entende que nlo e licito
dizer-se que 6 governor nto deseja essa solugeo.
Antes 'esta declaraoo, tinha o Sr. Dantas
feito unsa outra que me parece de mais importan-
sia, e tf, deve-se support, Ihe foi sugerids pelo
Sr. OhmTitiftno Ottowi, poucas horsa antes no So-.
ado. .Foi as sso do dia 17. Discutiid$-se o
Orgamento do Mioisterio da Agricultura, o dito
Sr. Ottoni, que .em seu prurido abolicionista, nao
regatea louvores ao Sr. Dantas, ainda que pre-
tenda mandar emendas ao project, quando tiver
de discutil-o, elogiou-o por ser o primeiro que de-
pois da lei de 28 de Setembro considerou soeria-
monte a questao, manifestando, entretanto, receios
de que o project nao passe na actual Camara,
por nao ser sufficient a maioria que se manifesto
em favor do governor, e na qual ha deputados quo
desejam emendas que o governor nao p6de accei-
tir.
a Portanto, para mim, continuou elle, 4 ularo
que a rise esta levantada. Mas, pergunto, pode
a Camara solver esta crises antes de votar os orga-
mentos ? Ceitamente que nao. Seria querer a
Camara privar o gabinete dos reursos constitu-
cionaes. Nao me parece tambem que possa a Ca-
mara, nas circumstancias actunes, levantar ques,.
tao de confianca que nao seja no terrene do projec-
to ministerial. Seria um acto de falta de cora-
gem, serial querer ladear da questao.
Houve quem dissesse que alguns membros da
maioria da Camara (eu nao discuto actos da maio-
ria, refiro um boato e 6 moralism ; estou no meu
direito), houve quema dissosse que alguns membros
da maioria da Camara desejavam procrastinar a
discussfo deste project ate que a sesaeo so encer-
rasse, para se retirarem, o continuar a situacao
ate as elei95es sem nepronunciarem, Eu nao creia
que membro algum da Camara temporaria for-
masse um semelhante proposito, porque nao seria
decoroso ; mas a impacieucia de levantar rise,
nao entando votados on orcamentas, pode autori-
sar aquelle boat, pode fazer crer qie se deseja a
todo o custo arredar o actual ministerio, sem pro-
nunciar-se a Camara sobre o project apresentado.


SA crises ha de installar-se, mas dove ser ins-
tallada corn a frauqueza digna dos representantes
da naoAo, deve sel-o sobre a questao do dia, e nao
sobre quaesquer questoes secundarias, nao sobre
uma demora de parecer, nerm sobre questoes de
meios on outras quaesquer. A cruise s deve ins-
tallar-se em presen"a do project ministerial.
a 0 Sr. Dantas presidente do connelho) -
Apoiado.
0 Sr. Christiano Ottoni 0 criteria elitoral
ha de ser sate no nooutra. Parece-me absohuta-
mente indispensavel quoe nao se encerre o paria-
meuto este anno sem ter yotado uma media radi-
cal.0
lFeitas estas consideraoes, passion o orador a
tratar da materia prcpriamente do debate, e o Sr.
Dantas dirigio-se para a Camara, onde, na 2
parts da ordem do dia, deviam ser discutidos o0
additives a reeeita,
Foi ahi, em resposta ao Sr. Moreira 'de Barros,.
corno observei, e porelle provocado, quo o Sr.
Dantas, ropellindo a-aLguiji de que, por tactical,
prct idesae 'retardlar a soluo do.projecto e myz-
tificar a opiniao, quando bs que queriam precii--
tar os aeontecimentos, o fariamn por manejo e trinca
convertendo qnestiunoulas ern queatesn de con-
iana, o que embargava que a opposgiao se colt-
css na saltumr de ses deveres ; aecresoentou que
Soministerjo dlatasva, alto e born SOU, corn a
conslene4itrpqnilkI, quoconscient daresponsa-
bilidaf hotubros, elle, qnue de 6
janho iteh-oj a no vollO u ooatQ -R noe-
iihuma dastetsts travftdas ia Cama~ra,'nao podia
fo&a fibltareao sei detir, aeuitsr d'ora granto quen-
dtie o &d9se ub fitse 4tpbpeoica dWt
0|8 a n'este


--
- 4


1: -ip ;i
"X


































teao ~~aoqop~~au

air"im o dl tal.rwdem) mAer a .o
Qo no~ sl sbrq -maxteria qao# p.pdiuamwr,
4onsiderada politic; aci; .e an,, eaieta
e001in0 relator da commission comda-l, e deo
der dc doelar4r qureo-m ma eoufereacia qu o res-
etod"quell isposio teiaPeouuisodo orn. ea
presideate. d conaepho, de awoe.do com S.
Jixe., ~ ~ ~ 0' doo onbnd qrai aodema eoen-
d* modificando aqtella dispostiao, emada esta
que serial. apresentada na 3a diwseass :
qo obstante esta declarago, feita cen o Aim
pgctente, de iaduzir, a maiori- a voWt pelo
.ipbsieoe aguardar, a emeAa asnweiada 0oo
1de-bdo!g" erno, para a 3a d iactaAis fo o impos-
to regeitado per 56 votas contra40, coataudo-se en-
tre aquelles, alum dos de varis liberies, os 6 dos
depatados do Rio Grande do SUl, sew excep.Bo sa
quer do Sr. Maciel, cellega do Sr. Laffaytte no
mun isterioi e quo nao podia, deixar de ser solidario
eoj .e elle em questbes importantea, come materia
4de impostos, que nmo so tratadas nos relatorios,
perante as Camaras, senio depois de diseutidas e
assentadas em consellho do ministros!
'Z' verdade que a quest4o muito s6ria para a
deputaq~o daqaella proviacia, cuja campanha, em
s ua maior parte entregue A industrial pastoril. vai
dentro em breve ficar cortadapor tres linhas de
estradas de forre, alum dos rios navegaveis, corn
suas linhas de vapores. que cunstituem urna gran-
do riqueza da provincia. 0 impoasto territorial
levantaria alli grande grita, nao s6mentea que levan-
ta toda nova imposieao directaj-A de si odiosa, como
porqu% essa taxa que existed no Estado Oriental, (1a
e.ontribuicion direta) e 'muito couhecida dos estan-
cieiros da provincia que possuem camnpos no paiz
:' vizinho, onds la cobrada de mode summaries e
violent. Por is o j coahecido esse inposto na
provineia e ha alli grande prevengfo contra elle.
'Alas o Sr. Maciel que o sabe muite melhor do que
C eu, porque concordou corn o Sr. Lafayette no que
elle disse no seu relatorio, ou porque se conservou
.e miniastro se o ministerio da fazenda, seu college,
sem o ouvir, sugurino a corpo legislative aquella
taxa, a que a sua provincia uao poderia deixar de
Mnostrar-se avessa?
E se o gabinete do 24 de maeo nio tivesse cahi-
hido, se os Srs. Laffayette e Madel ainda fossein
ziniastros, come votaria agora este, send apresen-
tada, come foif a creacio do imposto pela commis-
sao? E come otariam os outros deputados do
Rio Grande?.,
Devo dizer, que o Sr. Prisco Paraizo e tambem
'o Sr. Rodrigues Junior, votaram pelo imposto. Se
j aoeservia para o Sr. Maeiel, servio, peloe ienos,
par eases dous ex-ministros o acervo de zitaqtes
feitas polo Sr. Laffayette, das opinio'es de antori-
dades sobre a watensa, como Leroy Beaulieu, Ca-
sabianea, Leon Say, Mathieu Bodet, etc. etc., os
quaes tedos sustentando a conveniencia do impos-
to territorial, indicam. o melhor inodo de estabele-
eel-o.
0 outro impoato que tambem cahio, e de que o
Sr. Lafayette tanbem tratou no sea relatorio foi o
de 50 skis sobre litro de aguardentt cerveja, vi-
uihq, etc., de fahrico nationaL 0 Sr. A. de Si uei-
raexplicou que era 5 e nio 50 x4is, erno fo liU -
preaso par erro typographico. M"! a CAmar
quiz attendio.


311310BE FlIh1U10
RECIFE, 27 DE JULHO DE 1884
INotidas do ul do lmperlo
0 paquete national Bahia, :entrado hontem do
eul, trouxe as seguintes notiea.e, e'Mais as que
con&tam das rub-icas Parte OM&l e Inkerior:
e io ande do 'S l
Datas at' 11 de *unho:
A imprensa de UIuguayana diz que o engenhei-
ro hollandt~z Oscar Guilherme Kastrup n Io foi
-i::. -i assassinado pelo juinz de oireito Dr. Jo~ o Francis-
-co do Arruda Falceo, como a principio constava
por telegrammas, mas quo se ferira casualmente,
com dous tiros, comb por elle memo foi deelara-
.do- no delegado de policia. Deu-se o facto na ma-
dru~ada de 2'oco taiecimeonto da vietlina na noite
*i/ desse din.
:i: ., No dina 12 do passado, choeou a Dores de
:' : amo Frmso bipoda diocese do Goyaz, que
:.n'(2ida em vi~ita aast~ral per diversas freguezias.
NLo gostand- d~a reeep.o quo Ihe fizeram,
i'm' andou quciniar as imagons de Santo Antonio e
S~ba~tslo, dizondo quo ersrn indecentes. Em
segudaartio seme administrar o Sacramento da
Chrisma aos devotes que o pediam. ,,
... Houveram as segnintes manmissocs:
o: tub Emanci~pador do Alegrete, em sess~o de
: c mcedeu 25 cartas de liberilade.
O Glub Abolicionista do Ca~spavs, den liberda-
: Ieno dia 3 a 26 eseravos.
No mesnmo din o abastado estincieiro, o Sr. J&,
ii netho 4Antonio Lopes, hbertou todos os seus cs-
.craves, send 39 cami loea9go de services per 5
.. .annes e 25 scre eondiv~o


EmItagay, a commissgo popular liberton, no
7inesmo dia 42 escravos.
Em Pelotas o Sr. Leonidio Antero da Silveira'
16bertou os seus escraves de nomes: Belmira, Eva,
Wenceslao, Jos0, Manoel, Thomaz Florencio e
ao -Jo o; o Sr. Antonio Ferreira Ramos tambein al-
.forrion o sea escravo Francisco ; o St. Jos96 Ze-
-ferino Tortes concedeu-gratuitamente liberdade a
seu escravo Victor de 42 annos de idade; a Sra.
Dorothea Barbosa a seu escravo Manoel, median.-
to a quantia de 200A ; a Sra. D. Bernarda Dias
do Castro iA parda Eva, do 25 annos de idade,. me-
diante a quantia do 3005; OSr. Luiz A.-de 'rei-
-tas a aiea sua escrava.
Em Alegrete deramn-se as segnintes maQu-
D. Alexandrina Franeiaea Px manm~itio
seus eseravos :Luiza,semcn ;JacintIQ,
eorn a eandid0o de quaatroannos i ...evi.os i .
Uippe, Paulo e.Victor, com a Coudigo deoinco'
0 I. J ko DorneflWe
mainos de services; 0 s.J46 e Mar*iem Cane "'
a lforrion o meu. scravos Jo~o e klaria, sere con-


rio, e, em um terno quo assignon, .decla-
rou, quo ha mezes, tinha promettido a
ossa sua escrava dar-Ihe liherdade sem
onus algwn, e assim, queria cumprir a
sua promessa, paasando-hle immodiatamen-
to cart. de liberdade sere condiglo algu-
ma, deixando por isse do receber qualquer
remruuerao'e.
Realisou-se em Camapinas, comr g;&n-
do solemnidade, a inaugurac-lo da Biblio-
theca Magonica, no tempt; da loja Ind'e-
pendencia. Dou-se nessa oecasigo o bap-
tisino magonico do Aseanio, filho do Sr.
Antonio Benedieto deo (erqueira Leito;
Clovis, filho do Sr. Francisco Glicerio, e
Thereza, filha do Sr. Jos6 Francisco Al-
yes, administaado pelo veneravel.
Tambem foi entregue- ,plo venaravel ao
esr'avo Jos6, de 15 annos de"idade, em
oomoe 4a esposa do Sr. JoIoBaptista Vol-.
loso, a sua carta do liberdaoe.
0 capitao Maneel Theodoro de Cs-'
margo e Souza, rosidente em Itapetininga,
fez donativo da quatia do 1:0000 pare. a"
obras da igmeja matriz da oidad ded Ta-
tahy.
Per acto do 13 do corrento, appro-
voa a presidencia da provinwia & B8. Pau-
lo, as plants, o perfil .ngitdigal e a.or-
9amento das bmras da s da ,se8qO d
prolongamento da ferro-vIa db Pire.aba'
A villa do S. Pedro, rw 4oO aa
conapanbia ItUsUM,L 60Mn so efaiices of-
f~reeidae plo mgeaieiro fiscal. j#1


aba a jreoaioisa da ma&a.4
uma commisslo composts do eoronel Jobe,
Verreira doe (laftho, Dr. "Jos6 Andrado
Pinto e AlexaudreX4egno Terra.t

Date Mt 204e julho:
As principaes noticias coietam= da ea crts
eo nossoorpoadeeato rt, nearida
na rublrica .Lte'ur.
Prosegrniam os trabalhhol ri en-
tares
No Senade, &a 161, mroa 2 di,
cussIGo do rwamonato a s-dlepaeaa, d mi-
nis serio da agriculture, commercie aA
publicas para o exereici doe 18g4 '1885,
oraram ac Srs. g4aci0 1Xarluiu -04a iro
da Roeha (ministro da oulta) e. J.
guaribe.
Foi apoiado o segainte addidivo: g Q
governor proverA do mode quo, destre do
exercicio desta li prosiga.m w trahalhosg
do prolongamento da estradka d &ferro do,
Pedro III na linhba do centre, at0 o ponto
dc Para ia seau altera&o da & etual bitola
,a mesm'a estrada.--Lina Duwet. Ig- a-

cio Martin8. Affonso Ceiso Cruz Ma-
chado. R;beiro da Luz.--Lutz Carlos.-
C. B. Ott oi. a
Na camara dos doputados, no mesmo
dia, depois do expediente, flzeram alga-
-aw observa~es 08 Sr1. BUMkerra do o-
dezes e Soaros, que 'fndamoeton dous re-


0O moviimento do dia isr Ot~
s, aO' a!4. e:

0Amviento'- do dca foi c ncl& 41ov. 5


hoas dai tarde eray de' Q, *s i

J)", st6 24dojtij,*;*
SP~oeeguia eramtasAabaoe as ,mbI
proviaeia, l, ouj a sgo iora o~~"~~pro,
31 do correntoe..
1Por actode o1840o corrtoat& 0_
movido o promoter publico: Ieani 4 d6
Bittencoori Berenga*6 Cezar da -eormcaA dt
Santo Amuaro para do Uribir. -
-- er ado 4* j a~0m dataa foi Jze
promoter publico, da comowca do 8a& t
Amaro o bacharel Joanuim' Alves da rtg
Rios.
-'No dia 20'proco4i",s 4u.~i3~i
unm deputado geral plo 6 diAstrieto, ,aemoI
eleito o Sr. conselhoiro Caratiro daIL0e4l,
que nao teve competitor.
A 21.-tiver-axulugar, na igreta ma
triz do S. Pedro, as solemnes e q
msaladas celebrar!"eIa alma do Mo,!i
re Ped'ro Lais-P,. do Souza, pold "'
liberal. 0 acto estyvo mpto0 0pw ia
por pessoas gradas e pove.
-Leanos*a. Vi4o & MAtWO JA- 42
N&a noite dt ntem foia cathldm4 ,i;
sitada polos Iariv i am-ae; ;

tr~a apparellhos diumagme isequ miOno
prata e ouro,
-'Ao eabrir-eeoit, ipO a prb4
'facotdo estar accsa urea vola n .

Suspeita-se qu* m.1rampia rmo
rumU aie m's JIM as
on oculos largos, quo Om04 Al




,inho, conego oares, BUrO&At ii I
galhiles, Mfhnoel Boise -vipio Paranh

aolugar." jcwI,,#rj*4ag.w,, 0
polo je.quadra commanadA#p Xi*

trade marmors, pwr*, cml rI-w -, p

'rio 'Oel4 ,qu ZIw* ou "a0
sdlado fervor com .quo,, eshblti"alog
;,V~eMd0 tea- ~
daira qu4 0otom at o tronwo .t
rido.
K Desta sortflea imaa te assentado q ie
MAo foi en Porto-Segarcm e i.oVr
nhagen, qo rctifiotu tdepns o'a s
si em Santa-Cruz, lugar onde.planit
so a cir-u da' er mIo, pralite a q ftal fo
reseda a pri~ixeira z noe '"

Dias at4 25 do jnlho':: .
No die. 20 do corrente retmirarn-se, in
cidado do Pilar, snuitos caixeiros daq(Iei~g'
pra~a, ma nrax,,wm a d be-
neofleencia rno Iouvavel 'intuito do pres~t r
auxilio e promnover ..a mnstucgfo aos seus


a mpal de Pamarcirm-
4 mrqudo ue asemarque a q4ots.de1:050S Pa
~~le~r~a, breu qiM 442 rmese's
do prodie-se.re: W i d, 4*i I eI
r d fid a ret tuins .6da iguos erreir-a "
~kaze~Wacn~bio di Pfu~nssod equemende
4ir diversas og, we" *4. s poprso ta ie-
Aido patii.Asqiqd gsaeel f enese
,do Dr rd&Inld.-,A qq~mmssao dpeti~ees.
0 utm d d T 11 Ar K'a Mae l'Mnteiro,
prserO" -de.Tk ba" oqemndo que se
vida per tO eceionado mnaauta noctutna d'aquells.
villa, dode 6 do julbq a 31 do outubro do 1882.-
A tommisito do' meontb provincial.
Oatra do Jos6 Antonio da Silva Galv o, donor
.j v 4 -.iae a
q pros c an~p Ca rsim c
j O~freciidh t hpropiiedadq j per 500.A
ceommissilo de petig&es. I
Fqia'w-Aim*i" es os egaktee, projectos 195
precedido deo paocr da eowmisslo de instraucoo
N'. 195. Art. 1., .Fion o presidente da provincial
atuissao* a eoevar i ,3.a entrneia a cdoira de
iInWxue~lo po'nniasAo eseo feminimne da estial&
.,oir -do :BberibloD%.i i prjuiro doatual profos-
Att.9o1 -Ficam revogadas as' dispostges em
contrario.
Paodi'Asea&Maho 10 'do M'si of1384-.- Er-
4.iojoA*4delo*IimaPeie.nio r.
N. 196. Artigo unico., ica o 6presideitoede
prWincia autnorim. p abrir nm ewditoe xtraor-
diane aun~tis i F14 pisjiidaaiqet.ilo
Ae c irti. deprefao As, eA"apprevidtarso.
3) do d iart. l.o da lei do oreanto vigente.
Revog4l"d as di.i Oes eem. c0un4i~o.



i' p_ dr uma malt d o s-
eleinvadido e sea eage-
4iisfim dmena-o oe r4he a familia
Y -'At*e Im-AMai ckva .anmu _*ss asta" Ass0n-


4e q~nro qo e A
i~n 4~onJe ~o Nq~oi~pitO,~ Sa
V~i~~ pro acnrp


56, -t ~ qu-tzg ,reioz
Azt~mt dl
Awr as.qpis. 11 4conae
.~oiroeus~uauto d eVpui ]tomaa


ra, M, a' 'a' 8480Be ti-

no, et p oc u4s
do ide'o-4pap
aiaoAdam do art99waim,

e ~oFs. Tinlab I-goI no Dianea 4deamgod
reno~umte 4e. VAga doAn d/eim e o oo8*i&n us

Oe4j:' s.io daaojINva &penas

-q" quoo ~io-,,o


IPW ~ a .MwE1791mpmz mwqIu~r l Q lie n e uaaw-
! MasSr.nesideute, muitQ me a*Aaira que a o l-
kwre aioriaim .ems deptm el"
joe Vi7"hi &a p suioWV ,esre -aeror

ease b aoeHmimm de$. "e;
E .4 proposkaie~oo~mweue hfew u m Om
Snobro s. muisail 4- @o ~ a ea

_nos igmaseu quando rlrme s- a .K
do or~amweto actual, pr~hibiodoe opreoeh W~tu:
,de vagas nas repa~rigies r-oinoiae, supp.imi0
palavras incluive oa eatabdecimexbuit e eminno
IcrgePto en r A, iiLuatrada colmiiuoi qual a
razio j utifloativa doase precedimute?-,
NO mepaee que sej a outra seamo o--seobertar
o abuse, e ao memnoe tempo faefiitar no Sr. Freoitas
_A nomueao deosan protogido. (A.mtos},. "
Ea aotendin quo a commisuie, pira evitar duvi-
da,) colevis acuir o estabelaecsetos do enema;
aseim eomo ineluio a Assetblt& Provineialiatben-
deado no que se passout.altimamente com o preen.
ohi.wato dilegal do am n vaga em sun sretri,.
Ora,a c iOiNO f autl ,aa poDo deo
lembrar-se que 44 .e amiyot podiam sopisinar
novurnoate awle4 fadandose no precedente deste
anne, porque razlo nab determine tambem posi-
tivamente que o ao4 A oabecimA de sde-,i' flea-
yam com.,rehendidlo naquelia disposi~ilo prohLbi-
tiva?
Eu suspeit) ainda, Sr. president, que o esque.
!ciiento da nobre cominmsslo fi parx favorleer no
Sr. Freitas pela segin ra4o: andn he peo o
nobre deput&o40L1pe 80 distrieto, %L&ando sabre a
cmaterhi, declarou que o Sr. pre"dento 4 prrin-
cia nao ia nomear professor pars. ola normal
so dAo da lei do o amervignte,.
(0' Sr. PitaugaddupVapW-e).
0 nobre deputado #Anda &ie aabe qualn 6 a mi-
nks conenusio, e jA dlz juoeS, Bic, esti j "usfiea-
do!.. Repito, Sr.. presidrete, o nobr depi4tado
pelo 80-districto disse quo'e Sr. preside .d
proviuca rile nomeva professr algam e "a o
vwoipae a eual lei & orromcto, da&de saivim a
euteondotqe,termiuado o praeo daoPesma, tecie
S. E x. a faeuldade de ftoiera aque0les poteosa-,
(Troeam-e, spatess.
Eatao-41.aw o.iso4wts.d nemsk
esa= t u..Ag L "S Om iAaX VU0j 6
(Ha ,urnaOpxrte &oSr. Visoonde o4.Tbtga
em l 6 os ..t m'uun 4 uic~e e
.=5n I~~ a~m~;- W


V:vea am

A..

am regmft ,diIle')u6 m-
Piea a Euass adiada pelthors e con a pals-
,r&oSr.q0**"* A' '.'-'.
OJWZK DO DUa
e1p dia osdo .r1,ojetaA. 429dWna bnne
.~k ureafreguezia ns comarea de CabroWd s IpI
0a ,o nom deoad horad o.Patrocinaioait

a a r.gimren de ,oe yras e ponloorde. )*m-"'
ae'ica!a discusstir urads pets. hos.e coinia pals.-
,ldr a o 8r.C4ido e, orA.lhn iri
,&"410 dis-e4do e,**a.9ueemto a
Soiz urns. feguesus. *Orca do 4 Cbhob c0

u.wsia &Jl'ordo s e u Sphera do P ,arae d.
p V440,1, 0ipotNa, o"40rtMb'Von
thno flqei do jasuiiatqeta A0 ouvIIII d,)o


RMMeV. or. gisorado -e do ts.adm a
Osr. Pereira dealaLyra (pels ordem)iz eo-:




ian.,ico uoent, Plo d domu Hitanoao~lo~i Epxr.sa
tosee"bA'a A.assistir urs.muissa quo manadairia qo-r,
46brir Ao cfl,,^;do oorente, ansigejado 4ci-l

oia li.midemte a- 0OeUpars. asiatise mis-
a5 Saos Brk, -P razodes F iituaa4Pwetroirade iyts. i
Alfredo Cormojaa p-e. az Soittirem a Ifeels am
Sts.. Barle do Nazarethr, Joad Maria e -Amaro

Uarnfieeg 4,ooaa.diverse.fnuesoonwismn.p~~


A**g pirwleoros podaws" ObIiWftoa
Ass~aliits&a prosota*m onICWdas 1)ro,6
Wio: lidee, &04W&as 4 *~~tmehe
,disquoul ekin4 9 ~ ~ '
l&- "M&Obenaaft obpftj 6w tu.
'Art. 10 Plea 0 proeideote da pfpvtneia *W4~-
iA&O~osMdo Srp~ofeot Maa amwn s
r~io~~eAteo o


poa do e IQmAnperiaojp50oE*9Pi$W4* 10pAreos4,
por maiseonutfedos ostensvAdea
twa dose. P41g16Ga ~w : dv-i* -sft~
interpreted ijque estao assim tio apprehuSITO.,
da sort que aguardam, dhrigem'.e a, v6s, Aigb_
Is o nissimoss Srs. Representantes da NaX o,
ps~a ~l4!0~ i~~*sl. tea CAg4jurar
etA ssutel fadra uaiq: ....

depressa quanto f6r p,.sivel, ma?' P o eq .
4iroi Positivo da pgoprkied'Aietbiaata Dier-
tim~#94,er,da;Fbsp;i son do*-
tr~osaparalysi da industria aleicl e p
idhir o *&ds o ak~dzoPu-

nar as mal rmes mee0!mnasdal frtuq&a publiesae

ta*to. ei.np ., c aale fCPO tado, serm so
afrouxarem os lagos da unilo ra. naI, esse loga-,
do inestimavel, ne reeebeios d. gerao ainda
nio do todo pssdal ..
Coam effei1,A 4 Mstos o DgnuiasiW Srs. BSe,.
presentantes da h'_.ie k notorilo, haverem side
alforriados nume issiaos eSera'r6 contra a "vbn-
taWe a deesppt duo bow AA e seas possuidbfes,
-ureas verss meianato inIki irrkswa,
outras vezes soemindemmlfAt'ijaguma, a titulo
do. terome si.6 importa.o Adepoie da11ti,- doI& de
November do 1-831, em n period. assimx quo
chega a muis de meld seculo, e noqual necessa-
riameate ha 'de ter havid)uinaumeras truismii%5s,
quo prndegemeate n"o poeded eixag d- sde ao-"
sideradas de boa f*6.
,E".1notori ter-se 'praticaeo o alhidiamento de
outaos, 'tambeo ao i pequeaca-e.seala, parte dos
quaes, gragas A tibia vigiaWpia-dapoi*a%, team
sido maniados, per terra e per mar, para onde o
ardor abolicioaita lsobe ao piteo de quaui todos
os seus habitantes reputaret-sae sobrauoiras A
Soberania Nacioual: quasi todos, porventura,
seUma.tew$ paoee. %t6 a magistraturms; pols ft
fro coateacioso, tem aid, dizewn uicompetoaW-
mhonte decrefadas manumissos por pregos equi-
valoates a meaes d dous moees de sevio..
E' 1o orio? qixe o direito, de poprie4as eorviL,
ainda rcnnhecido na nossa legislaoe, esti sendo,
aegado e vilipendiado diariamente, jA n& imiprei-
sa, ji em conferencias publieas, onde tem-se at4
proclamado come um direito a insurrei9I6, sendo
tado isso, de aigna sbrte consentido on pelo me-
nos tolerado por agents dos Poderes Publieos.
E' noll h averenin.,s W una 4as U~a~
g iulativaq,, rojevlmmae ~'tade l se, fue ai-
tam a propriedade servile a onus taes, que iguaes
on superiores ao -rpndimento provavel. d'ella, a
toinam _ozp0 aW iiteosria inUingindo-
,asim abertaiente o paragrapho 22 do ajtigo
it9 da 0,onstitnigio.
W notorie, at4 derrisma" dlho .4
Ouei soSreslta c ame t massa6o sew

teiroadrna arts asa&Igs
aels a ca4 eqAir a



triap ,&B a tet:5'ao unto a .mom d bA*
imoporllmlade a indisedpl'tabal&a.&ci9na1 -
ertvando-se esta de dia prsa diaat a quo dser
burn iar a afazenda, eme

quilli #Ocb~ s
6 tra a ..
mecia dbO 'cd so -mours.
gatres do Imperio a. reprodaco de cei.tos aetos
&iaes, que s6 eqe. C MMAs' ionistax
'iitransigentes p;dehi seti lrdlfotddedxar do
Aer julgados-mais conformes com, a indole dos go
*trnos auteeraticos, do que corn a do inieiadoe ein-
trdo pelo Fundador doImperio e tambom per to-
ds r6is.I-
De tudois~o, AugusatoaeDi es
*Representantes. d ao.Ie, ori iaa-se v
'me e bru~eca dlo valor dii prorodado servil" quo per
ri .6 constitute o capital do grande numero de agri-
cultores, e, come cortejo inevitave a depreciaila
des propriodad~e8 ruraes e per fiemuo uidmme atso
do crodito ag ieoda a poutoc do, per ia-o re:e ta
rero-se agricultoro., alum de perse~ui- 0-ha
,trepos ji, [er adveraidaudos, tanta voae4mtua-
idads, iaipesibilitados aoacipaimo4
satisfsr seas,.compromissose, .nnitsso!e!tm
o-maaeoe da. fasendas e, ,por attu, boe
mas OsrnO do cozseuirecatdo oedp,aaj-
voc's,. obre tide, no regimeno do ,tnabalho Iivre e
rogessivo, p~ao qual iota duvida devernos todes
.ornr sin; mae oem I!gaideado, eerdura e vi-

t~e-da N*ail, taos, os motives poadeaeuisie di
grave .pphenasou, rwiua hoje es ab~iix -
assignado pemuate v6s, seoiottado em noumdo
egd.e-ugesso do Reiei modidas quo eeiija-
uflrmento dos acima retlatdos, e Lorein suggenidas
et Mad,;sl@ie-,d'esa .August C~ar,s .aftm do


qudidade das aetunes indus4axa;giol -o.
mitetX4-l.OUSa tramquifdadje* -adefilojnoa ,p~e'
itldpoip petige a'Oate irnpeios-palwasete o eAh q -
ma,",e













NjL
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,"


WY re e roea do Cav A, que dta
cidade 8's Ml / r dnCoUtb urnm indi i-
duo de edr Erttgi de'atrca deO4 sabls de idao,
.SW!YflasacoT HeiPhirhamerih e 1Jan'An .
iEPW$flA cjj idSi^ dt'yn
noi poB er emonhacda, foi devida A passa em de
urna das rda' Tocomotiva sobre a barda, que
_ou., lacerada co..oo s haouvera sido crtada a
ft~ca. '/ -, .* :^.
0 cadaver foi conduzido para a &atr da bd a-
Vista, sendo vistoriaedo pelo Srs. Drs. 1. J. de
Soaza e Cao*tw Xavier 1'ereira de Brito.
0 Sr. Dr. delegade do 2 distrieto precede a in-
.uerie eont-a o mnachinista que dirigia a locomo-
tiva que oeeauksierkup *4I" a to :
Desashe-o..4toklI r4 d .$ept., em terras
do engeoho BaTtholoej, de Mur Ibeca, achando-
so junto de uwi brazciro o crioulo de nome Manoel
Jos6 f i accommettido de tim atpque de gotta ca-
hind. sobre o brazeiro e ficando iorrivelmente
queimado.
Reoolhido ao hospital Pedro II, falleocu ante-
honten. 4
Barreun 0 pardo Manoel Barbosa Rodri-
gues, natural da Parahyba, que entrara no dia 12
o corrente, o0 hospital Ped' II, afire de so tra-
far de ferimentos graves, queh'he foram feitos no
abdomen, falleceu ante-honteii.s 6 horas da tar-
de, em cemsequencia dos referid6a'teriiqentos.
Inquerito-Pela subdelegmoiaAo lo distrie-
to da freguezia de S. Jos6, foi remettido an Dr.
juia de direito do 3o district o cri mial, o i"qqe-
rto policial a que proceden contra o egtafeta An-
tonio ,ezerra dos Santos pelo crime de ameaqis
pra$tieadas na pessoa de Luiza Maria Ribeiro,t fa-
tp;qua teve lugar na noite do dia 21 do corrente,
conforme jA foi noticiado.
Festividade reftgla-A irmandade de
Sant'Anna da Madre de Deus, celebra hoje a besta
de sua padroeira corn missa solemn pelas 10
.horas do dia, ladainha a noite corn bennao do San-
fissimo Sacramento.
E'orador o pregador da capella imperial Fr.
Augusto e a orchestra serA regida polo professor
Francelino.
E.,i todos os actos tocarA a banda do 2, bath-
llo do linha.
Uolide-0 nome do Sr. acadeiico que nos
envious a noticia qne, sob o titulo aima, hontemn
publieamos, 6 Octaviano Suzarte.
Diucuraos-Recebemon da corte um folheto
contenoado os discursos proferidos na (Camara dos
Deputado-, na actual sesdo, Vpelo Sr. Dr. A. de
Siquoira, na dizcusdo dp rqamtenzto da despiza
do uratmitQ da faleuda. AgradneoW.- J
Bevwtla do Exereito Braslleror-
Tambem reeebentus da carte q nnmero de jntio
find deaSta vista, vorn esto esmmario:
I Piano de reorganisagto do exorcito.
'1 ApreciaqAo da nova proposta de reorgatnaa-
9ao pelo capitao de infantaria de Bellarmino de
Moodonga.
Gaxeta eedlca da Bahlar-Ainda rece- t
hemos hoatem o n. 12, de junho findo, desta revis-
ta, quae traz o seguinte summinario:
L As reformas do ensina medico no Brazil.-
Pelo Dr. A. Pacifico Pereira.
II. Medicina.-Nova conLribuigao pira a ana-
tomia pathologica e histologia do bedberi.-FPelo
Dr. 1B. Sheube.
W.. Bibliographia.-A morpt6&a o Brasil, es-
pecialmente is provinema de S. Paoe-*feo Dr.
Jos6 Lourenoo de MagalUAes.
IV. Epidemogza.--As quaretenais. RetutO-
rio sprsenstado ao *ogreeo Iutemaeiaal dm
Mediee dama coloiss en Atmsterdam--Pelot D.
J. F. Van Leent. 1
V. ReviaSea dtwp n medica.-1. Esterilida-
de produzida por ad*Ata da seccreer o vaginal.
2. Aqido picrico como reasetiv k quiina contida
nan urinas. 3. Extirpaco, do tAno e cyototomia i
consecutive. 4. Caso de utero e vagina duplos.
5. Os novos agents therapeutics, por Filehae.
6. Tratamento das nevralgias periphencas pelo
acido hyperosmico. 7. A albuminuria no curso da
febre typhoide. te
VI.Noticiario.--l. Marte de Wartz. 2. Gae- c
ta dos Hospitaes. 3. 0 terceiro eentenario da
Universidade de Edimbargo. 4. Necrologio me-
dico do anno de 1883.
Coansual bralleiro em Cayeama--No
dia 14 do me proximo fiado aportoa cidade de
Cayenne o consul brasileiro Dr. Ignasio Joe6 Al-
ve de Souza Junior, haveude embareado em amu
navio que ietars ma PeA.
Depois dion qum rotute pMtae em Vayemma
uas ntwies de quaitqe pr Ada M
variola, o Dr. Ignacio tomou pos, ed earg., Sea-!
dotmitotebeou voeebido nor pe-s uMt es,
quer pelos habitantes de Cyemna. ;
A suna posse effectuoutre no die 19 do meg pas
sado.
iatituto Loitterao tflaeume -
Realisou-se seate-bntem as V beasM datoite como
fLera anfeiiads a poses da deems
istitaut. Depow dalt stests rnlatal. p -e-
Dte 'Dr. iHemotrito, M< dalas. p~iem.MtuM or
da case oti. Anmje flh. i ampoaea -haawa
dfiotoriea, Mud a puiews ads, ds tuBMs
Dr. Demoerito. Na. hewed. qmea qumeMe mar
meia d:i pmlam, foieeaorrdeda sielb- e-o'din-
curso do novo president Jose6 Candido dI uilfa
Piaoa


Clam saurh.Aate rm i6 1/2 ho-b-
ra4a tideido douge io Mi aeio e de
nome Jos6 Serapilo Procopi is d uam&su, do
que Ihe 4soua friaroe0m eso-ar na Casa de
'.*eawe qme reado uras bMMitam imns -
cesuis do um pobre matuato, Manoel do Cmo,
eotm tea Vw dea la as q qui qmiamii u, -
sem page.
Manoel do Ca.aJ qm u apdia por to barato
prego dispor de a& mredcnia tractom lgSo 48
or9tLt t:ra o1 oMi*I oa-. e cora *f.3b6
Serapiao Procopio.
Vendo JA6e Francisco de Salles, vendedor de
gallinhimas, ii mostaw s,i nasm on ea coim-
padre ds pidhtas, pr o ta de toome pro-
prioes valias por ts, cap va s braais um
rip6. altad, p tri luta. .
5MS0 ONs
vcblfr or6m pODo fermmaxMtIfm
Ih ~~ a aib !foao Cha% Mt<
com os beigos e roatacma Os eom a quMa.
Jwe *krpilo POIO ado) vio flWte wi
e 46.go jwut da,,w niona' ,at<
u tseso que o. *"go.
elma& d


pW;4oa SJJ ...1

rats. Msflh{.,^
Sr aoat..?.2 I it'i


Caetano, d4 Silva Ak vedo,. .*;''i^ *
*Moia-J ^taCA~c o*; L.
Cai. CAPIMtfio C L riro. ,
r~ .P.;k I





41 r W e'' .ptM ICa '



Eruesto Arcelano doe .1co.
FctlMIdaDfll~wSl ^"1
Pancieco AnO -A 0Sa'
Jaet kelippe No4ry da.
*On6 B eno Gdti ee. o- *.. '..
Jos Luiz aJMacedoMthiate.
46i0414m Pedro dbtoego Csnfdeate.
Joaqttirn Fraameboo do &Mrahd&
Joaquim Francisco Collatreas.
Jo6 Paulo Mapiel de iarvalho.
Manocl Torqw lroita Cbb&.
]%noel Jos&.ft' SAblv Le.
Maximiano ieho de raijo.
eveNeo G oV "'""ta
'Graga
Joaqutn ida Silva tibeiro.
Jos Caimuro Ferrra BM rceftos.
1&Joa i racsovClaroa.



Jofo do~.r'lgues deMoura.
.. Jfogados
tiardinto deoLdoaS..
btr. C&4os EugeniO DuarcheCMaVignier.
eaI&Wqie tesario de AMbuquerifue.
fanuiao Augusto Peixoto.
S. Lonrenfo
Gervaslo Elyslo Bezerra Cavaloante.
Joa'Pr.ftdisco de farros Rego. -


dade paritractare no e p antes.
s*premo J^umfla-EEm
sessao de 16 destA imn lf julgados oe se-
Revista coqmrcialI.-BcAifi fi .Allan Pater-
son &C., R.8se6Jn ,Jil s Rego.,4Vn-
cedidq a revista pa a atqe o de S. Salvior.
Rei, eitM. -W "N ,I 1, R e. R. DN. a-
biodl dai 8wslh o;Jrd' &t MIlo da proyedorta
&t .eapladtePe%4 bito:dR.:'Dr. Adelino A. de
MLuu.i -Ire, jui- f de ditef da mesa eomnarca.
N4 se teoto i &nhteitento dapretendrida rvisfa.
Obr-nao set cott W ,aea.
N9"* saso e I9 ainda fofjIlg'di est'o6tra:
Reviaf wmrnem ciaHN. 10173. Recife. R. Ma-
noeo Faetrira Btthkdo, R..o'commendador Jolo
Pinto deLerf6is. Coeiedida a retista e desig-
;nads a Relaito de S.. Salvador para a revisio e
novro jgamento, Coiura os viotos dos Srs. Sitva
.Gt .e.s Ofveira' Almeida, Menezs Arao
;6s e Domingttes Slilva. N o votou por tet ju-
:rad suspeigio o Sr- Graga.
; luimtla- E' otitltdo que'deu o Sr. academic
Cyridilo Durval A urma linda poeia, que scabta
.de pubficar em folhetos. Agradecemos 6 mimo
qu nois fez de um exemplar.
iulcetr6---O paquete Bahia trouxe para .
Manoel Martias PtJra 4)OOO00
Amorimn ImAot d C. 4:356*000
Machado L. & C. 3:561S700
Maehado & Pereira 2:977g00Qf
$nares do Amaral & IrmAo 2:350t400
V. F. Saboia & C. 2:000S000
Henry Porster & C.' 1:000,000
0 vapor national Jacuype levou pars :
Macei6 .502$750
Llmpefza pnbica-Entre outras rtas, por
*onde raramente pasa o serving da limpeza muni-
cipal, distingue-se a do Viscondo de Ooyanna,
onde ha montes xdo ciscos e imraundidias. Por
que nao ha mais cattella e mnais cuidado cornm o ser-
vio da limpeza, ptincipahnente agora?
6a hordeiro de Pio IX. 0 Tribunal
Supreme de'Roma occupar-se-ha muito breve de
um pleito de sensagio, cujo resultado agitara vi-
vamente a attendoe public, por se icharem nelle
compromettidos graves interesses materlaes, peli-
ticos e religiosos.
Trata-se do pleito intentado contra o governor
italiano pelos herdiUros de PioJX, oz quakes recla-
man ,os miles que o Jstado devia ter satisfeito
no defunto papa, come dota*o" de lista civil, e
que Pie IX sea negou a aceitar para nio reconhe-
cer ipeo-ffeeo a lei das garantias. 0 *
0 gwverno italiano dqptinou annualmente ao
pontifice a quantia de 3,225,W0 pesetas. Suppos-
to Isto, cada nco,. annos ha proscripo, e come
Pie IX morreu em 1879, seus erdeiroa reclamam
o pagamento das tre. annualhdades de 1876, 1877
e 1878, que oao tinham prearipto ainda, quando
morreu o autecessor de LeAo XIII.
0 govetno italiano nega-se, fundando-se em
oae a dotao esta minar cada ao papa em a saa qua-
f1da de pontifice, e nao eomoe uam moeo parti-
eular ; e que per conseguinte, a ta quan4at n aio
$de. w reclamada pio JAeuC ym^0 polo
buccessc or (T 51o .IX. I i o' "i
SNestaquesstio'asim eomno ten pensado o tri-
bana at hOe, e a opiaiio public da pema
inaetea opiA6& governor, e tudo faz prefer qaub o'
trinaln Superior de ioma dedfirk -no mtesido
sentido. :, ,*-
Os herdeiros de Pie IX sdo um sobrinho e on-
trs segundot. OppNt tibha tree irmAos : Oabriel,
Miguel e Caetano. S6mente o major, que era Ga-
briel se casou; seu filhm Hercules vive em 8ti-
gagliha inuito tranqaillo, deixand aos seus ftlhos
que intentem contra o geverno um pleito do q*t
alo se preocupou eneI por sa part.
Rarafgra eata do-obrinho d'um papa SIus
ineonsequencias politiea so celebres em today a'
Italia.
Quando tebentou a rovolnuo de 1848,eo sobri-
she do papa tinhal o post', de teuente no exercito
ponrtficeio.
PRuco depos mudou doe opinion e degembainhou
asaa espada ao mrvigo de Matuini, o qual s-
titfeito ptr semlhante aequisnio, o nbmeow tlogo
caoroel.
Aunda n'aquml dies tarbulentos e ferteia an
sorpl!aa de otoia tasse, eanso grnde sensaao
a noticia de qua 0 sobrinho de Pio IX figurav
no etercito rtlttioh rio.a e
Pornm nao deviae set mui profumdas as con-
vicoes qzue tinham dictsdo tie extranha conduc-,
ta a Hercules Maetai Ferrdti, porque, tao depres-
sa cahio a republica, oacronel do exercito revola-
cionario solieitou e obteve a perminslo de conti-
nuar isis servigns debaixo das bandeiras do
papa.
Tao semente oeshe negou a confirmaego daia
patente, e o coronal Mazziai voltou a flear redu-
zido a situeglo de teaeute.
Porem o sobrinho do papa nal tinha posis fIB
as sas pelinodims politico-militates; no eoeoreer
o aecoutecimentos de 1860, abandonem pot sigma-
da vez as fileiras do exerooto pontificio e-entrou a
formar parte do exercito italiano. Nato obstante a
sue tratcao neo tel recempensoda earn largaeza.
Herdes Mtasti Perret, titha concebido a sa-
perang, de que Ihe devolverlam soe emprego- de


*























































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6777
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60 1029 2395 M 5217 6858
139 1050, 254tf8 5294' 6905
202 105W 2407 3726 1 17 6915,
207 .1069 ,440 88.- 53%6 6946
224 1076 '24& 887 54157036
324 .109$. l 4M074, 7136
372 11625 27N 403a 5601 7285
W88 1188 2843 42f2 'W66 7417
416 lT 248 41 M'
482 1416 2WI 5.7 "
507 14608 143 4274 590 M 7W ..
557 -^^i% Im*< -tB^
b68 35$53 3W4% 2 -4M 5 Lttm
587 1709:3430 456 4 6 6 -
609 1712 3463 4627 6457 *TK
6371U61 3489 4629 6466 7627
673 1872 3498 4774 6493 7790,
685 1970 3569 4786 680 7".
711 2008 3587 4820 6647
803 12065 3595 4844 6670 7M
8531 2115136101 49831 6 '
98312253 3627 1500716762
Loterla-A de n. 154 B, do Rio de
de 25:000000 seriA extrahida no di a29 de ju
tho.
nilhetes A venda na i a sa da otn, a i
de Margo ti. 23.
Loteria de l*%1OflW-0f -Aloteria51
s6rie B, eorn no dia 29 de julho. /
Bilhetes A venda na Can Feliz A pra a da In
dep dencia n.. 87 e 3. .. I
Leoer* W .||6-r.4raia reeebi
do gela Casa Fel s. sabe-aeqe a loteria orahi-
da hontem 26 form oft eegui





eleT n rS=on Nwoo I. doe Santo, C,
tino, Mod5st: Lazu. a Tiburtino. CyrilloA
Praseira D. Olynmpia G. A, Castro, Dr. Joq*
Ferreire Cbaves e lfilho, Francisco de P..
vier, JI.4L Cavalcanea, Autoas do Carnuz
meida,, Eduarde Coxa, Cyo Pedrosa, J. M.
phy Frncico Askkopa Jana Bboa 9
tnuna 'rI=ein B4da"aim Pa D"
Ferreira, Antonio J. B. Carneiro, Thiago dP
Antonio P. C. da Silva, Antonio B. 0. Carnei
Leao, D:AuaJ.CO.L doMeoM Joet Lordel
Mansel CaminD Lem o &as B. do
SaatorefaGBk ndeira, Jo96 Lrs"IUocaeim.Jo-
Ducadt SMani Rolin rasconeeki a Ktg Re.
3iaa-M.i ds Adrade Jos Affionso Ailves, DIP4
k.&I P. deo Mendonga 1 filb-a 1 sobrinha,.4
2 criadow D. lFvira H, Bego Lima Mendonys q
k.-idWMSo de OliveiraLma i emoarqm .
asrleM uMlince.- Fonanp id
iMage'dee-fPblieo 105 teze pare ooaamma
,11a11w "000ln ee., W
fiOtiiz debate etabMemento no t 5
jaRwIM o seguinte: '
cutrarmam aa er vendidos : 36 boi,lari
do 4,728 o
No esomo d a nbm Pam om
Czbdle~aeanto: *
Pelze 219 kilos
Farinha, milho e feijao 80 ff". '
Auct~dlvtsaa4' dita*
SaiMm t :

Preo doe dia: -
Carae void ~~am48M9o10rdhiolef


Mil.ho mr,- d &i a,

__ .. bi 1(.fl" "7 ..
Faj .deI a ,.e.w. id .. "!,

GtalM e 'eT9L'.- ,-.'.
TOW :.,M


nm, -wt- M V4M 3kbau-el'tmtafte <
8ilveimTsn; a 7O /'nakifot*0at

Tes7..,iraM ...- ,Pum-hs, p
matria d Bo-'ita,,m ..
__..I ni l r _. a.j.i B w e -- tsjw...


-- .p ..tt4BiJ .S ,, **._>* lu* : 'n *
-l ,d -tm~ll.; "' .. *,u-
-- h*t ,..MI j


Loterlaila a .: = Eis a lis*
dos manLat& n dS0fldcav 2a
loteria (NHio)b aa
Irman i4ut j jhida em
1 6 ,.d ; --..:,-,-.i.,,..,',. .i... : -7 ` i
i^o^ r. ..","/" .:.':..: ^ ^ 3
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3762 '1- j. :

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296211M8 p 0 0. 1:OODOoo
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7 .. :.W



-59"4-0; AOWrob ;9934 3?6U 00^00
7592. .' .000X6
muns cnr.... Co V n -i:ga

S 462,'tD 6Zo |7fakiyp
1769 ...... 7, 9 3763-" '



104 1635- .3 5-. 506 .-A.677
408 1838 3847 0 277 6869
601 2229 4920 6436 7201
848 2916 I 5315 6162i 7530
5841 Approximac3o .. 1503-O


S B S k- M
74k. 74k" f 74k"


B
70/ILak


-Aimidmidt sao vats, out pussees Ka dome-e
m aesbir O estupendo, extravagante de forma-
lar um quadro c mprehendendo todo os engenhos,
todoes os correspondentes, today a safra da provin-
eia, em unm exurico itro r Be os dados qua of-
ferecomm aepresialo do publiee do iasfficienr
tea, qae dacsm teve o Sr. Dr. Amynthas para caW-
clear a quenrsdo asscar em teda a s&d da
provincial ? Em qu e se fanda agora meowsa
aiinar que, caklcando a quebra m 2 k (AI de
2k. de tara e born peso a sua argueata. mee
orna inrespomKif
N esta questto de quebra, enle parte de um fal-
te supposto, entende que todos os senhores de sae-
s-o Inettmoea O uaa IMto 4 a dtu.,
quando Sinda hoje umn iuatrado agricultor fnu
poderia dar so Sr. Dr. Amynthas valiodleko
eselarecimeatos) arffirmeu-nqoa que, qundo mwai
-0'aso da argM deits IVh L em cade mot e
Um doa aL disiaesin s bastads. spntl-
se, aa popriedaft Sgpra wo qwMd0% "960t~t
remetter 76 k. emc da sts; s e kmoasr wa -
doaoponta do c aos ao-nd fl||B
inerommedaado ao correspondento que, aras ,
Iitaeotra. u cR mte -m, elm-b
paiprnceto do frete, it6 qa* twel e sv.
Uma P iMna Yei500-Se qa qu si todn as
*pdae (de 2 ocos) eram de 145 k.,smlside 0
polo, bramds am a sgrnnp sq uisS
Vas pa mew, qosee wpodiam attribute a -
verdadeirs quebra. Os sacoem pareciammtau
(wo ontrars do qoe qustuosde m uamasaB n ae, o
iwndwce oppmha Anobse os do nrm. .--,o
Aente e-, A vehement prtostem do su nae -
*oai.DM saceow4ftxwOICBatt r= ftw fimiiu-,

Ma b. wags w %, emJ .ssstndolS
*r n tpm a mte, e Se d am&


5-i ~ 'fae~a^ae Ife^^


!


r i


brr asfilhas, max ata prop uioSr.coama- c
4ador quern fMoa-e uoem corn a jekw
eadeza de o mandar entrar, quando &e9
qua quemri eve 6 faUnr oC= aqusha n-

C ts.ramgo-m ter do o diw, am6
. q u e e n .t p 'uusg siderse. don M& "
tad tdi afte 6Be va at&% qwe pants
eberm*diuodMu amapotpar u se at .-
dbM eoaiamb udsiepor adou oe Ta e
or aH~*a69fisip ir ewaniiok
poder ver as filhas qua a procuramrn...
leftdiloCMWIWA &M A -- ffa7Ati o
* in'laa wBne, t SC 1 a suner,
quereo entar oar a ma eha vd. ;
Fique he essa gloria e satisah9.
so dmpgtoalaios, exorato seat pas.
Pur aitMk ao..ft Mu.e aass.- 1
M nam; t Ade haver'o-esM 'em a-d
so, MwMa poicia, e corn ajafig, E pode
deso ar, quae aa impronm o mAoe oe- -
parei mai de sua poesea.
SOpm~ise ,__-e' ds-- .pum gus
me conhecm ficam onam o quo dtio ex-
pasto, habiitado a julgar-me o a vr qM '
toern razeo.
Beis6lBieo Wd .


std dleem anae
Mae hi.. m '. 'x
mwwwo w CaoM do que-ainax


mao c TgaW'Q'
**tsRWli fui.qg^.tg4inpm~ip]
A~f rrt^ai ire cr~e
C~~A'l~llysm."tu~ur 'cdsll trmpt


eedtar q- 0f"eibato; odw6

a. vide, 6certb, t-as o y0igem6a eagv*.
d444 M*rfPPIJ J44910U* tagp" .0sAq
aW6 pmi, aa opperteuidulo. es
oie t Psls'91eFroeF I '. ',
A cet a kta ; ipoopn mi o prt? V..o 't
opa. vordada cow~a am ..io Apuavayol, J~f B
tsavem6 a ade'p.i epoti isq;"
mo as provideucias necessarias pars M t.
bel-aaperesenta-e ,'enbs hori vet, -
enoioeqqndo m pnwwifea ^-Qai~i j
o po dos lilhos. Nlo vale a pena spa -
sentsnos aqul o qaudro Possivel ou
vayd yd frturo dauea 'lx e filht.i o
quell quei morreremn sem ostar assegurx-"
dos dmaut ete anno doe.1883. Be t.A
os homes que lesser isto, dbssem urna S
ra do refleAo a estp pensiuezto : CC .'u
fioaria minha .mulhcr e iihos se, eu e
gane a mbersrw Aeste am*o 2 Para ij
aos quo asoim .pensassem a obter xlmi'l_
lugeo dorrecti do problema, suggere? ..r:
as seguiites questCes subaidiuias.- A -- A
I Quantas pessoas depeodoe do vba 5 f '
em geral ou em pessoa ? ..
II Quanto' dinheiro precisariam esb .'- ,
pessoas durante o primeiro mez depois dia -, .-
vosa more, e e onde e mnra ee a K- di
nheiro ?
III Que. propriedaldes teudes qe po-p. "'-
dessem produzir umaarenda para o sus- .
tento da fmnilia in -easa de mote. e "a' '
.quanto ale.'ara o rendimento ? .
VQS A uao ^ehrap1 ti dejpe; .a x
algusaimlaa inao! p saip., ^u~imnrt
aluguea, oiipost0s, repare -e', '0 pad;s, -.
moves, roupa, vlagens, escofa,' eic., etc. .
V Qhegaria o renda annual dia -vossa
propriedade a coheir todas as despex a..
quae acabamos de iidicar: e se aosim iwu.
fosse de onde proeadoria a differenga ?
VI Esti a vossa propriedade hypotec ..
da, e neste caseo de onde esperaes dinheirb '.
pars pagar os jurors e mesmino o capital a
isto for necessario ? -
Esperamoa que o loiter nos nto cons ido-
re impertinentes por. ter.lhe feito public. .
meante pergantas que em privado unu -
nos haveriamos atrovido a fazer-lba. '
Simplesrnente desejamos quo estude ests "
pergurtas e ahe as suas respostns paraw
seu governor no cumpriumtoto do, quo por- -
for9a deverA reconhecer comno urn dever
par aquolles qao aSo-lhe muito mais qtu- N
ridos do quo a n6s. ,
$uestt ferense

(l a n ..._


!


<


AbtoUenleAlta lWauanlonse Ze
.. B ni,,ia ,t, 11 .a-,, -nnti .. .. r__a,


4; -


f'-S



.


., Y. ,. ..-
'. Imp-" -" \ ,'



Ali- q *q CI
,* ,
p. I. .;" M. ,7,,7 .' p. ,.

Si.qiarm.italg larn., iaunSnd. d ebepsoamc
"o.I o.; s d-o qmr",o,



.. o: e.[ %8..$ 5udorna ..... 6o&,d u
to .Sit ... Amy'-ias.;q, ;o'.a reebde 1
a3 ..d. b...n ...cow B rn enon
78* 76 76 77 l dp
SEstdas media. floicnibarn A agmon lg do
.. ,i ,' eonib. 04 f';.epm'oe #io0(r



SlMinr o ldf .algaria in lquinda nodentripeion
dio qusdooqne wo.e g
co4no eso eu q 6 o &eo, d qd,
ID O r. Sr. Aiwyf t or.m. wh reeebrdes 149
lls o 2ls der 4mrntar am cup 13 de cmenoe

do vend, iac 5 d a mdiar b dte Nas Gom e
.. a a 65us quanti-7
re ,fegrnt 0 oo p eiudntes agghes t

78, 76 76. 17 l/?
Estas media nob convieham argument' qo do
meo illustre 6 e6ansndqonlet qee elle Z f'rio
de6xAr de lado as colemnea daf median, so!mkr 03
pewos iui&4dqns Mrewpctivuf colbuNWft apre.
Potade do errS de impienasa qieJa explicas
-s--e pars pque o n' enlho a no quadrso
com o peso aedio do 100IM e r k.g!
ig n em.. tambom terIl em seu powder contase
de vend&, .que S eami a media ade 73S1f2L
reereato qo prime, .dos tres agegho. sEutas
palavras devem ser ben eomprehmedidas,tpara 'que
Ilo redundem em umal affeimaoAO i'exa &prilV-
Wa se pretend dizer que, em lg mi ds eoontas
D peso 6 menor, sendo maio, em outras. f31' 6tvio-
Bh ee1 systeman de Aderonaqismeuast! 7 776
IPoadexa o Sr. Dr. Awyuthas quieos Alganasmos
do qiiadro--attostande am projmiza.de 3 1/2 k.po
acoo, para o primer qugen o, P. de 4 k.. paru o
egado-se nio eMuinmai, tambem nio doe a-
aem a media de 4-k r, obo e elle'arpgametu -
vorque tralta-e de o a s6 6 o9:a9695o 6 863.
las relative a um Ol 6 mez; e aind prque eaHe
em em gw poder 'qaellm p ontasddquo acima

Se' em t oWs os 72 engeaho aOS uaei hov
oend 75, r, 77v 78) aom media apdoVstada

no qvemW ea 'j Sr- xWD. AMPOnIA31 MIS'a
rooed, D-st que a remsm, em toadm ienge-
Lhos fafe -e, k. A d!t eatre ti :.f
de 5, xaui eUe argumutoq_ em-o prejuo de: 4i
mBti 9,P met.o 2 de tar:e bom pesof na im-;
ortmacia total de 692:969A863.
0 qaaro 6 reativo am an e6=ueute, egma.
do allege o Sr. Dr. Amynthas, pobs bem, do& con.-}
a" qaw eud Ue),xw pda~r pert ueatetea s9 eng&-
bw^- qao no quadrn fira eom: a -Meia de 7381/2'
k., 'cnsts que as media a totalidade da nfia de
t889 1884 foHM teta8:


olShntftbioajo t&mj ipaaigb. d aab
A 'Mi# 4, i.ot bgro .vpio. ez:iieh,-
,l'd4- W a.. ffw, .4

6* ". ."
-. h m IM .. .., ',



conap. absolute ..s votad do -
nba 'sags e edrnorbu-aroouradn, sQh^-
Sve de.nod ..quo, nem ve; doe m iidrv.o
" d*-aardo',.jante om,-inteyesaad(ss maiores
co. mO ta do .iaefr-se, wvcoau questaes
L nesse inventario e f6ra delle, no s 6coan-
t'ra aiim, ls.t-, tra s Qtroe co-hierdeiaro
Staibem me ooacunhiado;0 o Sr.' Virg-lio
,'^daMotte. .
Tendo vivid por maRito e te 3O .waten-
Stado pot men sogro e em eca 'dete, g*-
ando atsim de -antagen.s quo a nas ota-
tros ao cabiam, -em pox isso sou'e sor
razoavel eorn os co-hordeoros quae no go-
Szaram (e qte aeo procuraram) iguaos farvo-
res. Por suas exigencias ineahidas e de
posse dos doeamentos deixados per meu
sogro, paton ta promover cobrnga contra
n6s, quo nio dispunhamos tambem come
eoquo e ou r dono dos papeis) de
dooumentos, par charmal-o a oontas, por
mode quo s6mente On6s famous asusim tons-
titaidos per sile devedores do casal.
Forga nos foi defendermos eresistir.
Eate procedimento o. tern desnorteadoa
ponto de at6 nas audierncias proceder lee
de mdod inconvenient, sendo chamado A
ordempal pl juiz, provocando diacussoes
desagradaveis, etc."
Today esta exaltaeao, por6mn, teria sidt
digna de compaixto, si se tivesse linintadof
aisso e onto cegasseo ao ponto a que o le-
von a imprudencia. 'do. raferido ba&olarel
que, pela sua posiglo, titulo e profisslo,]
devia -dar o exemplo de home ordeiro.
Jen dezemibro deo 1818 me fora elle
urnaa vez provocar em meu estabelecimen-
to A rua do Imperador. Pade evitar a
scena que elle preparava. Em foveroiro
do corrente anne, entrou no men estabe-
lecimento a insultar me, seguido de guar- P
da-costas. No dia 14 do corrente a poli-
cia prendeu urn sujeito, armado de facaf
do ponta, quo Veio por diversaw vezes pro- ,
curar per mim; e dizia aos caxeiros que
o negocio era comtnigo.
Depois de preso deolarou que otinham
maudado porafazer mode e sahira da loja,
Vizinha, ond ese acha muitas vezes o refe-
ride bacharel, qnue ao dizer do preso, ets-
-ra present quauido o commissionaram pa-
ra a e. sattenutado, quehoje querem 0c-
vardrmente zer passer per umae simpoea
Sbrii'cadei o (de a de poata?)
Depiis Ax eoniinuado a apparocor iridi-
viduos sspeitos, que me rondai a porta,d
6'. urn que aoompanhara o quo a poicia ti
prendeu, penetrou mais tatde no estabele-
eimento em minha proeura.
Nao tenho ontro irnm*go al6m do men-
eioaado bacharel e cabo-lho a responsabi
lidade quo me acontecer. ,
Preveni disso a. polioia.
Elfee oeas cumplices, se nu so conti-i
verem 6 omi ella que se toro de have. I
Entendeu, porem, miuha muiher dover P
prooerar um amigoque f{re de meu egro eo
aida o 6 de Snu- femia, um ancelo por
muitos titules respeitavol pars obter que]
intorvias. elleno setet de, poeriens au
torisados conseohos, oernar um estado de
eousa tio pouco fsongeiro para o dite ba-
chrel, a cpm quo muito se teon impr-esio-
sado miaha malher, cmo m6 natural.
i Quiz emma posesa aquo me refir, quo,
minha rualber e sue irma D. Idalina, caa-
dafme e&. Fif. ,. 4. lMSt, isami
em sua corosp ,is A a-dis ,bas sogra,
&t Bra. D). V'cencia icPpa.uA Freis. doe
Araujo mas tal 4 a situagao a que a temn
roduzido o supradito bacterd, qae a Sra.,
D. Vicenci.iaao admenste rnc u roe.-


coronal, e so conepmio que o aggregasem no
commando da pra de Peosaro.
BHmts Zaatmi Frtoll torn Mmas fibhu e doans
fihoo. As duas wprimoeram rivetm em Romeisaom
mam i~ei ma2 fa. darne fttgansw am.
WWo a m cmveudto da Tm de era
bum cotro fas bta&Sum opso naatdmiao out
um 5va ram
AWV ima 'S pflpovits Usa flrlous esicoMte
quo pinta perfeitaunente o aempects familiar xdoeal
rater de Po rX na vids, ti.
0 pap d v u a deva q aobrmAa d e aeqaba-
Mo03 de ifta.e (se ase d'um maode t&is nutjo-
so debairo do pouts de va da .rw tam.
0 sobrinho de certo cardeal emameme rb
[Ihe nvivuba muito mais de aqua o cadtidato de
'que t Propdearn ao voreddo .jm m tm en-
trefoa mi 1 ua hwflra do Pip Bto se

4'~if-leM e mttw itesuigesisaeato

I nhasiem afrevib M i p c et te ees
I aeljl lrtlfl

COW -krML *
IqnDeo xrecio aauta AM ridiirwo'B
te*^^o3u ,8oo J^ diee ta0Qe:cr
D z-eM.. .i .lr

.i m -.. .. 4b'


i-


.*'% m ". .. V :. .,, '



toW -iy^^ ntiP
ltpjgQi. .*K' r,-' ., -. :;r .^ "' -: .*; .* ; ..
,^ *r- t'.f.1 \rT,?;' '. ,,;. '.. ; "- ,* : :*;

";.:;a .
9= 7Lm'.


Pedro e sua segunda mulher venderam a P-ull .-
uaa heranga que Aquelle veio per morte do wv
ilho do primetio leio.
Oas bens da.horaag, qu. sle ao naus maior parteo ip-
r-T.- j.- "r ".--- -iai-a ni da4amts0 l -.
adquio .e"udoac per sea trabiho ine.-
rtaspot&provytasei adeso aituados tqdoes.
A *ieu 4L roalipada em Portugal,, e slli rae-
lea-os verd4dorea,que oso portaguezea. Const-
;uio o prego della anetade do valor liquid da be--
raga vendida e mais um reand rda o pen l o vita-.
li&a A quo Iedro fi co m direito. .
Pepise effeetuado 6 contrscto do eompra
vrenda, P-adro foi coasiderado demeate, e contra.
lle preeiid se otea do i"odic& em Porto-
rl,.soado a respective tatela de eida aun sea
ilho do pIimeiro matrimonio.
Ot, utiorpbtoveAo jai que decretou a interdicali
icesw ara proper no Brano l ac* o de nullida4
Eae enda .it .lpor aeu paie oU madraesta, e pro-
pol- m9ntireatue.
Aslulbor e; Pedro nao deu outorga para
logo, 'of i pvra ia Wo itad, neron o .sen oonn-
meto de qalquer modo sapprido aqaui, on eo
Portugal.
Paulo e sua mulher, r6os na agclo, allegara
ease defelto antes do julgado finat de 1 i ta eMa .
Squall todavia guardeon complete oilenio -ao tI-
caste a tat allegaglo.
nUGUITA-SE :
.... Lo
A praco da mulher l de Pedro ou o supp.-
moato do sa.outorga eram O caso necssariio.
e a saa flta constitue naWudat4 ?
2A'
Se a nullidadei t ai aetm das aentenga ti-
al, e ojuis a Sur db atar a mesma sea-
$aps 4.e plea. -ifitoazfle corn lode o proum-
uado? :

Os r6ons na cgao, allegando a nulldade indi-
eads, attribuom-se direito de treeiro, ou, pelo
eontrario, eipercemn um dirt proprio, devendo-
par? nis a ^ltejptco yspinater' V
EUMPOSTA
A. %Re-sffiati mete; q nowei, .
i procuraeio da mulher de Pedro on o supP A10-
bsde sosa ea, ea impreaciadivtl pa |1ns ,.f
pofliturs*do af p I aite a natuosa' doe boW(.
aobre Go quas versa o.litigio.
Ao 2.o-AfflrmativamentCe. Deade qua h null-
Ede A xadie, e ai- fi sapprida -" meoles I-
gaes, nul 6 a sentengca, como e6 nuto todo o po-
&.3.4.,Q. reos, Uogou4a tal unlIdade, Al
arguem direito de treir e i an 9axe r l pIr,
vieto -o tat nullidads vicoa- feit1a gm d&.- .
rema ser eondemnados; aceseendo que ao te, noo
disar d *seiapq es, 6 iUaito Uegafr, em sua doe .-
fess, o direito de terceiro, .
wme pe waoe se uoderialBelro como e fts-
dem an B algnquoasentenga fo voravedi .
Iher, poa tel cir<: tsi ma occorreau. at-
tonto as oto da edan scgv rdo a eonsmlts.
Convpi t no n. Id algss! eonsidera sup-
privel a nIulidade, qtmd a .stenga for favora-
rel A mulher; 6 iuto apena na opinilo de Bor-
ges Carneirp, aeits por alguns escriptores, ente
os quoe-Pinmenta Bono, apot. sobr. as formw-
a.
A allegao dos tee s aereca da alla lida nuli-
deb i r. Ro a de -ra'ed r : "
iejamu co domnades eIaseac anileo.
Sub venef.
suifqt7ldosjunmo doa1884. _

-Subaerevo o0juleopmree rdofiumtraftdeod


4
-'It
4

4$Vt


,.?. ,


I.,


; l-,mplw,.,






























































Subscrevo o parecer do Dr. Clodoaldo de Sou.-
zo.-Jodo Ted pUoro da Silva Fraymoso.

Representa@ao da lavoura e do
eonu-erelo da provinela da
Bahia aassembli6a geral legls-
latdva
Augustos e dignissimos senhores representan-
teo da nagco.-O Imperial Ibstituto Bahiano de
Agricultural, usando da faculdade que Ike e con-
ferida no decreto de sua tundaao e a associate
commercial da Bahia, firmada igualmente em euss
catatutos, associados aos numerosos agricultores e
eommerciantes quae esta subserevem, vein solicitar
do parlamento bradteiro medidias effiapes e ener
gicas de modo a evitar o anniquUilamento da laooutt-
ra e do commercio desta important provincial,
pelo facto da emancipaglo immediate doelemento
servil, sem organisaeeo do trabalho livre. -
Pela exposigio sincera, franca e verdadeira de
sau actual situaeao, e dos obstaculos corn que In-
tam, convencem-se os agricultores e commercian-
esda Bahia de que esta repreaentaqlo, sendo o
exercicio do direito de petiao, deve eneontrar no
seio do parlamento national a solicitude que aeon-
selham as circumstaneiass auormIneea er que se
acha este paiz, cujos interesses de ordem moral e
material nao podem ficar entregues A volubilidade
cga do acas nnem A espectstiva de resultados
iunprevistos.
ao e a falta de patriotism e de abnega*o, n'o
..so os interesses que o trabalho eseravo deixa, o
que leva os agricultores e eommerciantes da pro-
vincia da Bahia a dirigireni-seaoparlamento do
seu paiz.
M No.
Mas que um bem patrimonial, mas quoe um ele-
S mentor da fortauna privada, o eeravo 6 urea insti-
.<,". tuib socid, rna lcnrentu -e t1-Uabi, -t -w.m-s
forward produeao, 6 a riqueza aecional emfim.
Acima, pois, dos interesses immediatos que para
o proprietario agricola e para o commerciante
S possa resaltar do trabalho eseravo estio es inte-
resses permanentes e inadiaveis da sociedade, es-
ti oo destine, a sorte de milhares de series da ge-
.. ra0ao pre mnte e da future, estio as exigencias da
ordem e da paz publicas, os interesss ecoaomi-
S cOs e o desenvolvimento da riqueza national.
S Qucr isto dim, aguastos e -dignissirosenho-
res representantes di. nacao, que a lavoura e o
commercio d'esta provincia nao sao eseravagistsas,-
some ninguem ot no seeulo em que vivemos. las
a escravidao, tendo entrado em nossos costumes,
em nossos habits, em today nossa vida social e po-
S litica, acha-se por tal forma aella niuaeulsa que
extinguil-a de moment sera comprometter a vida
Snacional, perturbar a sua economic internal .e lan-
S, ar este paizs na' indigncia,' ha' senia do ierm o e'
no precipicio de umea ruina Inevitavel.
Em takes condioesa extidgir a escravidib sem
.rear o colonato, desorgan'isar o trabaiho servil
S sem organisax o trabalho livre, prescrevendo me-
Si didas salutares pare o sen desenvolvimento, de
mode a evitar o prolectarlo; seeear a unica seiva
S de producgo agrieolaexistente sem substituil-a
-pe outra qaoe tenha o powder de reitaural-a da
Sperda de foras ecustantes, ser mais que tudoe
S maear o paiz nos bragosdapobreza e da anarchia.


A A W~in~flW A


Praca do Recife, 26dejulho
de 1834
As trees horas datarde
j ; CotaQoea iOffioiIZC8
Tapioca de Camossim, 5,500 por 15 kilos, hontem.
Cajnbio sobre Pari, 15 d/v. com 112 0/0 de des-
0onto.
- &- Dito sobre dito, 30 d/v. corn 314 0/0 de des-
conto.
Qmbio sobre Londres, 90 djv. 19 8'4 e 19 7/8 d.
S peor 1, do banco, hontem e hoje.
Dito sobre dito, Avista, 19 51S d. pr 15000, do
banco.
Cambio sobre Paris, 90 d/v. 480 rs. o france, do
banco.r -
Dito sobre dito, Avista, 486 rs. o traneo, do banco#
Cambio sobre Hamburgo, 90 d/v. -59 ris. por Ui
... -. M ., dohbanco. -i .. ..
Dito sobre dcto, vista, 600 rs. por' R. M., -.do
-1 -i b anc o 1 .- ...
Cambi sobre Lisboa, vista, 167 e 168 0/0 doe
premio, do banco.
4inbio sobre o Porto vista, 167 0/0 d premio,
do baned.
S Desonto doletfras, eo
A*. I do Amonim J'nWin,
P rJ.Ptatoidfnte


! c<


bliea. .;* :, i *
A 1ei do 28 do sotombro 6e so, semipro a nun-

Na eminendnc o u bane-rotago al e pro-
vincial, na difeuldade seuao aS m ol ibil'dade
ete cste mo onto don0ne poderaa e cowstantu
correonte emiga-toia que poss tranquilosaros
espiritos a respeito a rstitio impretxivel do
braco escravo pol braao live; na uiata absolu
de leis apropriedes e roprouuivaa a. vagabunda-
gem, de mode a seraproveituda nso tnabalie agri-
cola ou industrial toda a nossti populaao livre e
liberty; pretender-se abandonar esta formula e pro-
curar qualquen outa, e um te tao arismado que
S- poiro onuduionar o pa inteiro, trazendo-
thes enormes e irreparaveis prejuizos.
Augustpos e dignissimos senAores reprsentante-
da naeo.--Relova aide poaderar-vos que a Ia-
voura e o commereio nao podem mais set sobre-
earregados de novos impoatos.
So bemn evideutes as condie s financeoiras, eco-
nomicas. industries, commerciacs e agricolase do
paiz. o ._
Defieom-se distinotam'nte ellas pela inapelo
geral de todas as foras productoasea da nacao, de
cuja temerosarealidade revelam-s jai symptoms
irrecusaveis na situaeo cntic e assustadora em
qlue se acham as finanas do Estado, abrangen do
a proviacia o mumicimunipio e atA o individuo!
Nestes termoes, tributary mais e estanoer iateira
mente as fontes da produce to, malog.indo-se o
desejado fim.
As leis da scienceia economic sao inexoraveis;
o imposto tern um limited, o qaaul alo licito ultra-
pasanr.
Tem-se ae ltimnameate cogitado em dous novos
impostos: o de capitaceao e territorial. 0 pr-
mero st4 em diametral opposicao aos principirv
da economic political moderaa, o segundo -o ia-
posto territoriaml,-alm de seo iunexequivel, 6 ata_
monte injusto.
Sua inexequibilidade 6 intuitive; traria incalcu-
laveis despezas pare ser arrecadado, a exempio do
qoue tomern acontecido em pizes eivilisade como a
Frana, que tanto se tern esfore-ado para eostabeli--
cel-o; almia de outros motives onrundos das cir-
eumstancias exeepeiouaes do paiz, quoe xelueni
eompletemente a possibilHdade, por orA, de sua'
adope ao entire nos.
SE' altamente jniquo e injusto, dede quo a la
voura neional ji paga os vexatoridas e pesadiassi-
mos direitos de exportaa o, alia.s,, abdldos emu to
da a Europa, e quoe infelizmente ainda figuram
nos nossos orameuntos, tendo talvez por unica jus -
tificativa estar sabstituindo o imposto territorial.'
De outra sorte,, a aecumulacao trracioaal e im-
p)ssivel de doat inipostos, inoidmud8o sre a ri-
queza agnicola 'do paiz, s6 tetia pot lbs auiqui-
.^ ^ ^ : .-. -..... .. T .. ......... ;, -. "*- -., .'': -.i '
Augustos e dignilsiamos seihores representantoasi
da naao. -rA lavoura e o commereio dusta pro-
vimcia naeo -podem deixar de manifest r os seas
justos temores diante da propaganda abolicionista
Ique contra elas se levanta, sem resultado effictaz
para a causa a que se dirige. i
A estatistica oomprova do modo inconcasso quo
es sentimentos do povo brasileiro, dom nstrados
na libeuralilade dos senhores de eseravos, tom fcito
minuto mais do que a grita infrene de agitadores,
qu pedemn a abolicao immediate da mecivatura e
procuram incitar a revolta. 1 -
Contra essa gritas. proteata juizo severe e. a ox-
perlencla dqiorosa, que se coi ece, dia historia de
toAes as ntia que ptsoaurad :- a insitufib soer-
ViL Sem medidas transitoblas, pis, al.aboliwa o
immediate da escrayido prea dduira mnaioes mt-
les do que o qu. se tern m mmaira evitar.
. Em face do exposto, os abaixo atsignados so i-
citam dosaltos poderes do Estdo asiote:gn
1.* Provideacias garapti otas da vida, da h en-
ra e da, propriedade profudamute amearadas;
2.- Maatenco e fiel exeeuc(o ia lei de 28 de
setembrb 'de 1871, dando ae Ihe todo o desenvolvi-
meint emancipador de quo a ella tieptovel;a .
3. Nenhima eeaeao delnovos imUpostos, prin-
cipalenote:-o ternrue teorl odecap evitac. -
'Bahia, 30 de maio de 1884wg..- ..
Bar. da 'S. lt anos cp, pr.didentb do Imierial

Ag uoardee= Ultimas vLndas de 685000 urea
pipa.
Algodao. Entraade m 227 sacco, venda do
do sertbo de 856a0 po e 15 kilos..
Ditd6 dRio .Gr1nde do -orte,- ultimas vendas
do 8600nsS60a0GOpon r~kldos. -
Assuioar= Entnaram 0,489 uaeca, veondas aos
precos seguiitos : ..
0 braee, superior, de 3&A sorte, a35700 35800
os 15 iulos; 0 dito de 3;* sorte, boa, do 3500 a
35600 os 15 kilos. 0 dito de 3.* sort, regular, de
3S200 a 3,300 os 15 kilos. 0 dito de 4'orte5 de
38000 a 38100 os 15 kiles. 0 dite somenos, do
2.700. a 35000 os15 kilos. 0 maseavado, pair-
gedo, born, do 25200 a 25400. 0 dite re-lr
do 15?950 a 2i100.'0 amnoica.no-4o||9i"'a~
1t700 os 15 kilos. ) brute1 re0gular, .de- 1350
a 15400 os 1,5 kilos. Canal, doe.,. 1200r 15


kUo0. -- ,-


^,Jolao CAi d a _" l Oth* B dso SantooaCarlsM Vfii
Las, Jq6 Gil MoreAoutAi a.
de, rAiCo Pawas Listo 7 -
IrNJo, a.otonixoir daie lva M s t6li
Sonia, rimpaao Jo., doMaur,,Ad ii
SConde hFiio & Cm
,Lau rand~o, Brandip Ksirtitt- -- & anit
Pai,-boe & Brga, g JoU Aato Geta da w-
an Pdro Valente ia Compiua, Cardo & Ir-
a. es, Vseoac, Cexo b l ing Bar-,
bows de oOivelr-U *-JsDafi
tuis, B.irlo d o aroim, Dr. Jo6 Js )ri64 de 15-
gueiredo, Antonio de Co arvalto Pint. Lima, An-
tonio Joaqimi Marhtins5 Pbrnando &4usto ii;4
brega, Coata & Filkos, Silva MoreIzS 4
SiJjaqnim de Lacerda, Olivei, Cardos
paniia, Leopoldo Jos6 da eSa Mlhoel*.^'.
Costa & Cornpauihi, A a&ugt ires
Agostinho Rihoiro & Couapantei! a o -d4
Silva Fortuna, Jolo de Araujo L Anago Bu
Franeci.o Vicenate Vinna, Joa06 Joaui d Tti-
ve e Argollo, Joai6 Antoio da oita, Custodio
oinigues Vade A onceod Jo6 Marima L do ia,
Portugd, Franeisco Vicent e Vin na, S
Muir de Arageo, por si e acomopraoer
Visconde de ParAguass,,Aerieo riad`
za Fr6os, Luiz Antonio Jouresz, AijaiS UM
Gacnalves Porteola, Dr. Socrate# de Ar Ujoi.t
teneourt, Pauline do Arnajo G6es, Aaia. io
Uzeda u Araujo G6es, Jos6e da Camra tte
court ay, Joto Antonio da Roa, Antonio Jo-
a im de Andrade,, Frauciseo SoabinCo0rehviea,
Firmino Correi A Do ao S-U L
Antonio F.era=ea rrea Lim, oeano oa-
quom de Andrade, Jos6 *Arei da Silva, Jose4 B-
no Ferresira, Dr Maoe l Frneiiaco da Coe,i
Garcez dos Santos, Jos6 Aliara3;Pistoie,
da, Joiao Francisco de C atr6 Pjat e Akf ir-
quim da C dsta Pio Frneia 'ii
Jeronymo Mani Barreto, Joo Rtodigus VS-
ra, Dr. Manoel JosE da Costa, Pedro aevod& -
pirito Santo, Dr. Antonio Rodigues ,Teixewri,- |
Pedro Tenorio C. do Albuquerqe, Dr. Manoel S%-
turnino R. Arajo G6es, Riaym undo Januario 'Na
Aso, Jo da Silva ribeiro Tbomiaa Fioorean
Cost4a, Antonio.Alves 4d Svoi, erauoisco- B.ipiat
Correia Lima, Antonio de Araujo W es, Manoel
J-oaqnios de, Araujo GeO, lvebio Mmniz Bdrreto,
Tom6 Ferreira de Ariauji,. Joa4,err do So%-
za, Luiz Ventura Estevea,Dr. Joae Pp co Pe-
reira, Jo Ventura svs Joao D ireira





quei-a llho Bait0 d I ~ 0a D. o k!o
do Sousa, yayindoTeixeira dos Santo 6. i-
nho, Francisco Toeixrat. Cormel, cornel Tli
toclea dtiaRoha Pkss*, Liurinjo 4. o t
ti. ,Aarg>1iobe driudead" .:
fanizdaVia, Dooniugos Anfiai
Jri' BFr'no, B O dve M. ,
Antonio de o BA Dreto, CUneza
Jos6 Tonquato de Barnos. Tlmophil. Noasua dl
Araujo Goes, Joio Siam dos Aui Q baii dk
Araijo GWes, Jos Moreira d a Silva, Jos Joaqw m
dCoSenna, Antonio Aminthotde Aaujo Bitt.Vne-
dro Alexandnino. do Ananja Brkt t",ua 9
'dos Santos, Ldiz Maria do Oliveira ende, a-
to3 & Ihoaao, Pereinra & Irmo, Francisco fnto
Pahelco, Joao Fraacisco da.Uoita Pint, Qsi.uo
PeJreirea deo Comqeiramn, Qrtino .ed Ae dea rAr-
qucine Flho, Bardo de Iguape, Dr. Gonoafl Mari-
nh> de Ara*glo Bualcao Ude Araiod AeaA
Buleao, Barao deJBeleoi, Fnaacwis~ aria 41-
Imda, Pacifico del Sou"za "rga, Barao de 41
meida Galeao, .defouso Morefra Sergi.,. Titoo-
ruira Sergio, Marcos Leo "Ve.i... ', .. Mat.os
eMniz da Villa do Conde, Dr .Jolo Alves Carri-
tho, Lriz B. Maniz F.. za, Ahtenio aonorat dna
Dreitaes Barros, Barb de eremnoa6,.lA.evic, eo
Souza Gomnes, Joao Calmon di Pin eo,, i,
Pedro Maniz Bareto de Ara' r
Cne1bh, Dr. Arthur CerR,1s9 O, An'tON OW io
M artins de Argollo.

r ^ Dn. Joio J06 Pinto, pi ep fifh* transferi,
ram sue rsideficia paras. 0o- rido r*o 5:5 da ru
da PontVe hel, outrnora rua: Vela, na.pseqpIiu"Y
da Boa-Yita.. ..

uma ca a. .. 11 .
Dites em.gigas==1Ni9 ha. ,.,
Carvao do pedra= Nominal de o4. a 18409f,
tunaetouelada. l k RX a' Jill. L* ."
Cemento= Retaiho do 85 a 103 i~nm barrnca.
CaneUa==lletalho a~ 1540 ucn. kilQ.
Cerveja Bass= Rotaiho do 9|i030 at 1t)300 uma
Dita preta= Retallho do 93000 a 93?500 nine
duels. ;. '- .. ; .* 1:
Dita do diversas marcas= RetsiBt do 65000 a
85(000 nina duzia.
-Cebolla== Ultimna veada. a 10jK000 nina ca4a.,
Clha= Retniho de 35 a 55000 urn kijo. -^ -
Cominhos= 'Reteiho do 125(0)c^" laies*
Hetva. doceo= Retulhoe de 15%000) i* 1& kjlos.,.
iBateUo de Lisboa=,= Reta~ho a 45 e jl9p00.^w
unm secco.1' 11 "' 1'1' ";
1DIWdo Rio dai Pnata~ Retefiho de W3T0
urn saeco. *l *lll* 1 .: .* l-.:.^ *;
Pariahs de 4rig03 Depo~ito 13%,000 barrieaa^
A americana, 215I e 22^000 urns beimnca. A d
Tarlestre o Haajgria,de ^ 0 ae a
une bwnrice. '1.1''i K%,^*^-1--
./:,Foijb. mual tiiz1o= Rt:Io & 1$AWQ ^^
sa c co J; .1 1. 1 1 1'1 -11 1; :


oenU' aomemWifjo g, gg-&do P60 )aedpiala
6i-lh. a-caaa ft" e -. tom eq a,



e oaunuao on.s eu roav ne eesr pfarht ft l-n
trap qm euntav aea p.rlwop e
io hatofaenoue a. pqwat -i-lb. f cmtrtsemi-

mpo inVeutt eria- e-A losiw! ex iste
iV! ...... Mm a .tr .nm-
N d" onstraive d sou
eo, cOmo era .de ne dover e omo fia al-
nherm que prp o eu credito e desease
i-aNhowarasA salvod40 iqt w-invectiva.
Snlue dequ omo'. dsamo, documerw-
3U, mass oils aaiqj. 4 d quo I-e era i nviodo
par loj estava osciptado em noswes livrosi.e
n set powder exisieam a.- wspectivs efcturas co
Sqidades, e preos do ad objeto, sendo ass
ino inveitaiiar-se a aercadorias existent
..ftar-so todas as eonta*'m'a meihordem o ban'
Mes. o Or. Cabal, nbo-henem o arorae subori
~i~ r-sd a:isiB s wi(^aiEac luus *'li 1 1 **' i-*"::
iEtondn squ.nao devia'oeotinoair a gerr e n~s..-
t ..fechoua portUam-uandon enoegr-nos a
SNo passei, documesltos, nilo furteu, cumpri o
n dvero .dlauo t M orm a.nt-
Sdarw.satiia~oQ tphoral.n-E ^em rdeior
q C111s diss. q4 Ca41 aLquando ishumoco
.uo e denh, comn sft presena, um balkn.
)^a ue absaniefaeu I -..1-.
^Vista de to fotiefaenvidamnoaalguB.
desta p e coousaa aeistenpr
mro ana
80 8dmo "jaroaae dea ,,fgeppe merculo-
at otestentes na t r K a:
a Fechadoo balaeus xi. toim d a eeseiptRA-
rfeon eifloeta-se q~ tagvtdfref ptaapro
ibr. ral a QtAram A7 q i--
t ros, quo deviniaini9-01& de des contofit&A
eis, "c ran re d u a z odws ii, w o l :: *
Depolis deosta simplesoue a.s exlija, eo ficam
o pub. aabenda qeI o uwtirt que obrio o

eais 4 hmnrad' a1han OIL6
o seunretito amin i4nm6 ar=or e te>-
-e, viii etobelear-e comumea Iwja
De:. Do das, uia : ou o Sr. CaWal
duimante sua& geebciai em nosse OasC41pe
no dio ce*i kwo 46 -potrisue vat EIt-
n ci gocieo m Du nig ,bao ma no e
e Ie vai perder o s n tempo em uak rem. do oQA-
eque nenhumiia vantagMn Ihe pode Uijir.
SVetereurem 20 mesas. 4 -IM5870 pare gooilar
A. A unm ftoita sigfiecatvo qusosu-
| aonx~aover o,&-. bahnlter za corgt,.de
|rir uma loje parax&zor agnaal nogoete.
'*-iazemows ets e~iC{)Jo, '. smeinto p0rif pro-
00 aopic darcate don 4 do
da loja da.,znachimas.
meondusao, si noa resta desejar ao SzPCon,-
SdO abrald quI e oawseus auxilieres Wocedima pane
S. tiojuaft.. feL alnte comd S. E6Rxoce-
pa comnoso .; poaque assim fienaur a vin-
19 d4J


0' DrI^. -Ari

CoutinaAa.adixremasultas das IX9s-2 bora dai
edeeias~^f- -consultenlo, 4 rua Lauga d6
I..Andar. Chaada..por isMcA
tIoerhora, na phanmacia Bartholoien


*Velas stl(miuaa?~= 1etalhtu do 40^80 ni~a .jzm.

uagip~Re=! Utalho de- 20t e 1505 uma pipe.
A6h L tlbtb d Lisa= ILet A ohqa 205; er215O l
a pip '1 ito4da FEigjg6ire==RetaIbo a e
2 ltS 2p5Opa kipa. Ocita *Wto, hoa cias
Kt(6,-ae-'8irMOw'20 uv$Pi^.al = de '1
gi~ coifdrme a qsfidode.
46o gio d Prata=' Ieposita 100%,000Mu-
a tetalho .d. 4800 a.90Q por )kiloi.


Mez do jto ddo 18
ii.l a~otA~~aia .11" 111: 614.:28854f,1
Adlm do, 26. 34;,9650.


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de2'O''1 tT \ i ^ 1 1'' i:^ ^;l"l $ y 6


pon ums. -
Qopsulado Jrovincial de P _0a aw.. 19-d'


0 dAeosbagsade.Hearique Peir*- de ,Lsen,
eommdador d imperial ordem, daxbe, a-
vliro da v do Nwo Senhor Jesm Ch risMt .1
cialda Legig -de Heonra, juia-4- dina do
"marca de Jaboafto, etc.
Paw saber eo -quo opresento dieloe 2d9%s
_dep~ga e prcas-viemquo ppr,; eat&,. tmk%,
quo sejaue os-ditos vg'oete.vpra"aS, Iten
Sser arreatado quem mais dnmioainiro moG
hfe na 1 aIdleacia deste jwi-, qj a
kipgar no dia 21 doomei de Agoat p b *Km-
adouro, as U1 horan da manhA, n das"amdim-
ciask nsta villa deJabo4tW, em ip s uihis,
di bens que forampenhoradi a AxtmuoGano
IRodrigues Campehlo, em virtude d&.execm -w. qme
tlhe move D. Rosa Aurea Carneiro, (,nplbs..
quae bens sno ea constantes da &repetvo &am-
AlyiAo existente no eartorio do eawc&r queo stw
.Atbscrove, e vAo.diante-declaradoe-.
1) engenho Bbacahu, avaliado emsim.OBEo ; a
&e do-referidi'fflgenho, avaiadaemn 400 :ui
Ilavallo avaliadowewi 1290 ; na limen ava)Sdih
in5'T;-ttes beiy avaliados po- 1505&; p r
Sropsta em carta. fechada, os escrmws Maos i
tvaliado em 1:4O0S; J: auimi, avaeado emaW;
Mareehino, avaliadloen 8s ,; Mahqis, auaiia-
|do em2505; Jbquina, avaliado omn.60 Ma-
iria, avaliada em 70U ; Antonia,. avaluadk m
A I ; Irena, a, alida em 7005 A uida, ava-
ads em 600W.- Autoria, avaliadi&em.'6WA5,
Catharina, avalidda em 2501.
E assim erbouoadito bens arremataudos,
Smais der e maioa IlAo offerecer, CIugar O Oi e
: b ra: selm a ifeduieskl '
SEpara que chegpe i noticia de tWi", .msmdoia.
poteiro do j .*. quA ilfe 'o present edtal m.-
Ixa ocoC,.iuo^eqepasse a nsopiotlva. Beci-~
SDado e pasab'e villa de 1boto>
ihias do meo b-Kuuc do anne d saiik47 a
!L) ebherjbeiwst ':diodelBM4- "*' :1'
aleo pr&ti i- e'epog o sa, bosubev_. ....o
i. liotatique Pereira de,.Lueae.
Joaqjtuun> a st& -ibei ."juiT, d* dui ,
' do civeL deta& lade do Reei.dAo Permaboue.
e seu temo,. pw S. M. Impe6 &l, aqpmnDena
guarde-,. et..
Fago saber ae que o present ,edia! virema e
dlee noticia.tiveoem, que fiadosoadias .d p-prela
e praqa .do. ecjioo, tern de aarreoatado em
hstap bUca. det juizo, dei. da. e iactm
audieeaa W dkn 3 de agosto,.bem segainte:
Sobr m43, sito A.rua do Anorimu. da fr-
FguezidS.Fei Pedro Gonuasles do.Eeime, d
aree dws,S medindo 5 metaaae mtinet
de la.p a e 14 metros e 80 ctimeto6d fua,
em m estate, avaliado por 5'0QQ0*O( va vii a
prasa.ppr exeeso quo pr enete joize. movemi.er-
nandea da Osta & C. contra. e padre MLnoelMo-
reua daC.Qama, a queot perteuco dite,4s ado, e
o! pl, '* e
u~a.biivseud langadores q ape cib as~Oipreo .4a,
aLaV a o, nr A foita a Xdj&iaiaao ua. fla dii
E que chegue 5ao, cheiumia .-do s,
S passr o present, ye sa pihiade pe-
mproiEua e afOixaAo non lugcree dolcogtume.
a 0ad aw Ipassdo nesta idade do .e.i do Per-
i a 4 do jnl4 1884' At :
1 EZ rvi e aPoigne, eta as.rwl, to Borges
'd e lt "'' '1I 1 '-- 1 "* 1' 1


'pe~ lOO1iirtW(F6ai'msr.' pi-jexaixSSLula A.
94 P- xe 2 caiitk9a t raiders Brothersf
4Rdelogios 2 volumes a, A. J. 49 C. Araujo. 1le-
Atwtsal eaixa a A- Da. -..."
I Toucinho 80 barri4a Cio& OC;, 80C & ordeal,
|5, aos conaigaatarI lO.&. Q Goinares Rochs & C.
-Iidra 5 volumtea a S. Martina C. 3 a- I&I
Stolaombach &4.

Vapor national Pernams5ioo, entrado dos photos
do sut em 26 do corroate e consignado a Berna-di-
no Pontaal, mawfestou:
A C g' do Rio de Janeiro
oCaf 330 saccos a AntoiAtioLoureiro & C. 8 a
DpAugos A, Matheus, 175 a Mano eldo Santos
Anai 150 1 4erreveLw fba a C., 120 a Miuiel
P. cCosta Utbeiro, I .a Diss Pniro & C.',
a Paiva, Valente & Q, 50 a Joaquim fuaxte 5-
mooe & C, 60 ai S &aros do A &,rai & rmu Q
a JoaquimA Ferreira de Carvalio & C. Clgarro o
aanicas a a.A4berto Vaz &C. Cerv(eA ANbarn"
i B- at_ a'a RSILr Alrta" & 'Pmnmw


I1 i Sr. De .odei do fll &. Dr. a ommi-
awrio tft oicia, ch,attenca4-d6u likald3o
peciffsehre ft petiOi*dodJoaulwCatfttaate do
,Hollaudk, de deIarui e iet m cvz' o esta-
belecia~eame tea d iss mUaIf a. 5
para q(,dren se s .. estabebeoimento jA est
fucelejMuio^ ficando.Mc. sciente db "e naa
inforwui$esuobre liee.^ cue se i direm decla-
rar sempe se ellas aseac eam ji f-amweMiaado,
proceddunm eontra os ii.tor 9 te&m1oLda eL-
Deus gir.de a V. Mc--- Seretai,. :'i dtejula
de 186L-Ao Sr. fiscaPo Recife.-
S0 ,secrstmo^i.
Pedro ,GLde Ratie. itf.-
HlUm. f #-,e ordendo',llin. S.-vermd* corn-
nmiaria& mereado, quira V., iifeB&Mr Corn
urgencia* qual o motive de L er dwxdo'mH mail
de vinte dias de fazer ag-vivitas dkahliet o mer-
eado ds Bktk Vist, coauirme foi detuinado pela
IlmA. Cimara Munjcipal,-em:4l de-jlho-de 84.-
111m. Stf.Dr.- Jo6 Felix. d iOMuha. MntaesB, me.-
-dico da Cimara Municipal do Reci&-
O- seretlev LI
., de R*i e-.Siva.
Sim. W,- De ordem ddI lm-,,Sfrt ..OmuisaS-
rio de poicia,,ehamo a attenio dti-seohores fis*
*cae soble as iuformaegie que tenham.,-d darre-
iativamentwa lien-een- sttbelee*anwt', deeda-
xando sempre se elles se achamr ja f m mionando,
proceed eontra os iftetores 4 wtstmoe das
postures. -. Seeretaria da Cgmara, 21,dolulho de
11884.--AOe. senhorce fiseaa dos mauicipios.
O-0eeretoAio4
IP!AOG de Rtis"e-Silva.

Arsenal dtMariiha
Tendoao dia 29 do corrente, bl hoc- a tarde,
eoaa ameotencia do Exmu.Sr. president di pro-
vincia, di ser eolkeada.&cavernma mestra do pa-
tacho qme s est eontidoestconttist Arsenal, 6mCM
detino.a eompanhia de apreadizeswniarinheiros da.
provine do Maranhi,b. previne-saao respeitavel .
publieo-qae,das 12hiomxs da. tadre em dieate do -
dia acism designado, estate franca a entrada no,
Arsena*pae as pesseas que qpiiwrem as'istir a
esse aete.
I Inspidorm 06 Arsmal de Maaiha de Peraja-.,
buco, 2&dejulho de IW4 ?Afe da divisG%.
inspectem,
Jose Manoel Pieaaco da Cta.e
ADMINISTRQAQNAtOSAGQaEIOS DM PE-
K&WBUCO;, 27 DE JULHO DR 1884.
Makw (tezpedi"-a hoge
PeWo uaqUate na~ioui & para. ;8pqrtox o
norte.; ]ecebem-as impressoa e objetos para.ra, .
gi'stuarit. bo1 r da tardef eartas w ,a.at,
2 hons ou.,2 l/2 aoaports-cuplo.
Or atusmkr
Aluowido ReW Barreo4..
Qbza.. P".te
1Ob"rA: do 1Poo *-
It. ordem do., lm. $. engenleiro dircb r. da.
Reiartio dms. Obras db ConsettuVlo dos;Pqtos.
deoernimiAuco,,, d. EckAbrnidado corn au4
d, 9. Exc. o ,deaeargador preuidea da pro.
i eogenfemey, e8aa f6rm, 0&rt. t

Ob, doce.
D- No vapor naonal BaAk, earreg .: :
Para MlaAos,. Amorim Irmos & C. '50 baipj
~coi 4,80i tayioa do^guardeats. '>*
Pars t a Amorim Irmaos & t-. 20. ripA1
9o 9600 Utkrs do aguardeboa; BaW JrmzA
C. 55. baruco esm 2,8o kiios de asaaar bA
,e 5 pipas eom %400 iitrO de aguardoAtI.
= m hito nacionai Ucique, 'go u
SPar&(a( aara, F./ o -a & C- 2:bsmris Q'2z
litros daguardente
Par"Maoao, J-. J.J, da SvaMCaPO Ilpo1, om
'480 liteoa de aguaMrdeate.

MOVWN'T9 .D(0O1T(Q

Rio dejameiro e escalas--&1/2 diast. ,upr na-
eionalBoA, de 1,999 to104!as, o: u n,,dante
Aurrlisao Xamnc eqnaseno. 60, ug varies
geaeros ; 9a~0.rcxfeiROi 8UU IleS Nauiatuel.
'Inttorra)w-J8 dies, Qsq~iaa lugluwf Bello RBoef,
-de15?tonladaeapitlo. 010i4Os^ Bowden,


Dito ea ==^ lnaIde85t.50^ u


..m


-JOUWMl.-.v qyjf .





















do o 1 syatemg do" I~a: .++^ ^ g
Arto Os f eo 8%
foreimAento A tempo eos
sot' d iderfrt<
Ad-to, r8
se effectivamente a a"-
regar os objeota Wos Caai A "m t
armaaem deo Ot que c
passado pelo o d mpteate, n prop
via do pedido, qual cop ha ea contat, q
devorA sm tirade m ate e entregue a&
partico atW o dia 15 do mo z seguinte ao furme
mentor. -
Art. 6. 0 earviio pars as drag e vaporss a
rA fornecido a bordo, a quantidade de 10 ou 2
towedas em embarea6os d'essa arqueacao con
pletaimate verificedas.
seainvAo odie s ljeetoes
Acido muriatico, litro.
Ago baiido, kilo.
Dito dito em verguinha, idem.
Dito f.ndido, iden.
Dito dito em vergainha, ides.
Dito ehato e oitavado, idem.
Agua ram, litro.
Alcatrao, idem.
Almotolias de folha de 1/2 a 5 litres, umna.
Aramer de cobre, kilq.
DitAo de lado, id&m.
Azul iltramar, idem.
Arrebem alcatroano, idem.
Azeite doee, litro.
Dito de peixe, idem.
Dito de carrapato, idem.
Baldes- ferrados, am.
Barris de gal6, idem.
Bandeira national de 3 pannos, uma.
Dita dita de 2 panuos, idem.
Borracha vulcanisada em lenc.1, kilo.
Bigorna, idem.
Breu, ideoi.
Brim, metro.
Brocha a. 8, uma. -
Dita pequena, idem.
Cabo de liuho, kilo..
Dito de Manilha, idem.
Caderuaes broaznados, pares.
Ditos ferrados, idem.
Cadeado de ferro, Murn.
Dito do metal, idem.
Cavinete, idem.
Celia dajBlahia, kilo.
Cadinhos, us.
Chaleira do terror estanhada, kilo.
Canetas, duzia.
Campa pequena, uma.
Caiquec em panno, peqa.
Dito em papel, idem.
Colheres do trade de mela pollegada de grossaro
a 10/8, duzia.
Dit- de rosca de meia pollegada de grossura, a
8/8, idem.
Chumbo em barra, kilo.
Dito em len9ol, idem.
Caldeiras sortidas do derreter breu, idem.
Carvio Cardiff, kilo.
Dito para ferreiro, idem.
Dito New-Castle, idem.
Coke, idem.
Cimento Portland inglez de marca Pyramide (peas
liquido, idem.
Dito romano (peso liquido, idem.
Cobre em barra, idenm.
Dito cm lcncol, idem.
Dito para forro de canoai, idem.
Cobre velho, idem.
Dito em varao, idem. -
Correa de sola ingleza singela, metro.
Dita de sola ingleza dobrada, idem.
Corrente de ferro, kilo.
-Couro cri, um.
Cre, kilo. -.
Cravo ou rebite, idem.
Cantoneira de feiro sortida, idem.
Cal preta, alqueire.
Dita branca, idem.
Curvas de sicupira de different tamanhos, con-
forme a f6rma apresentada, uma.
Cavernas de sicupira verdadeira, corn 12 pls de
hastea e 5 1/2 pollegada de grossura, ides.
Dobradi~as de ferro, par.
Ditas de metal, idem.
Escova ingleza, uma.
Dita para tube, idem.
Estanho em verguinha, kilo.
Escopeiro, urn.
Estopa do algodao, kilo.
Dita de linho, idem.
Dita de emberiba, idem.
Enchames de sicupira verdadeira corn 22 pes de
conhipnmento e 51/2 pollegadas de grossura,um.
Estopaies, cento,
Enveloppes pequenos, idem.
Dito para officio, idem.
Fechadura, uma.
Feltro, kilo.
Ferro inglez sortido, idem.
Dito em lencol, idem.
Dito inglez marca Lomoor, idem.
Dito sueco em barra. Idem.


Dito bruto para fundir. idem.
Fo queta deoferrouma.r .
Fio de algodao, kilo.
Dito do l, idem,
Dito de vela, idem.
Graxa do Rio Grande, idem.
Jarra de madeira ferrada, uma.
Lampeio, um.
Latdo em lentol, kilo.
Lima ingleza de 6 a 18 poliegadas, uina.
Dita murqa de 6 a 18 pollegadas, idem.
Limatao inglez de 6 a 18 pollegodas, idem.
Linha de barca e sondagem, kilo.
Dita alcatroada, idem,
Liame de sicupira do differences tamanhos, con-
forme a forma apresentada, aum.
Lix% de esmeril em panno, folha.
Dita de vidro do papel, idem.
Lona ingleza, metro.
Lapis de 2 cores, duzia.
Dito Faber, idem.
Dito Giber, idem.
Dito de borracha, Idem.
Livro em branco de papel almao, pautado de 50 a
200 folhas, 1."
Dito em branch papel carr 6de 50 a 200iolhas, 1.
Merlim, kilo.
Metal composicao em folha, idem.
Mialhar branco, idem.
Moitoes bronezados. pollegadas
Dito ferrado, kilo. .
Oleo de liLhaga, litro.,: -
Palhas de coqueiros, cento.
Papellio, folha, -
Parafusos 4e ferro, duzia.
Dito de metal, idem.
P& de ferro patented de ervado, uma,
Dita de ago, idem.
P6 preto,kilo.
Prauch5es de amarello, um.
Dito de pao carga, idem
Dito de aouro, idem. -
Dito de pinbP da $Oe* '"'40o. 1
Dito dito remain, ml.
Pregos do cobre batel grades e peqienos, kilo .c
Do des zinco, idem. .: s ;e .. ,
itt do fero de 4 a 8 polegadas, idem.
DiB s ceaibises,' idem. -
DItoSrivae.. idom.


GCorpo Sato
Aiienagao do patrimonio
Por deliberaio plea da lIlma. mesa regedora,
tomada em sessio desta data, sao polo present
coavid ados todos es nossos irmos parus se reuni-
r m .1o consistorio desta matriz de S. "r. Pedro
Goncalves, domingo 27 do corrente, pelas 11 ho-
ras da mana, aifim de resolver-se sobre a alie-
nagao (e o melhor meio de realisal-o) dos predio
que constituem o patrimnonio immovel da irman-
dade, convertendo-se o product em apolices da
divida public Sendo ate assumpto da mais
alta importancia, a mesa regedora roga o compa-
recimento de todos oa irmaos no indicado dia e
hora.
Consistorio em sessdo de mesa, 22 de julho de
1884. -0 escr!vWo,
Manoel F. Velo .


Faculdade de direito
De ordem do Fam. Sr. Dr. director interino,
faco pnblico que a bibliotheca desta Faculdade se
acha mudada para um salo do convento do Car-
mo, onde este outr'ora a bbliotheea proviaciaI,e
que nos termnnos do art. 206 do regulamento o -
plementar dos estatutos -estarA aberta desd4as 9
horas da mana at s 2 da tarde, JB dea4f aa4
As 6 da tarde de todos osdias do anno, el aptua-
doe os domingoa e dias santos de guard, os de
festa e luta national, quinta-feira de endoenucaa,
sexta-feira da paixao, e os que deeorrem de 20 de
dezembro at o dia de rein.
Secretaria da Faculdade de Direito do Recife,
19 dejulho de 1884.-0 secretario,
Jos-Honorie B. de Menezes.


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Santa Casa, de iserinordia d4

Por esta secretariat slo chaamdas as amas a
quem est*, confiados expostos, par, acompanha-
dos dos mepuos, virem re eber as mensulidades re'-
lativas ao ,imnestre do abril a iunho findeno dia
31 do cerreate, pelas 10 boras da maul, -osal&o
da.Casa dop|Expqstos, onde, pura, .8a my.Ac a o
im. Sr. thepioiirero ndador oaqim e-
da Costa.
Seeretaria da Santa U|sade Miserico!dla do Re-
cife, 26 de jglko de 188K+ *


-Amanhfa

Segumlafeira 28 dejuoiho
16: lS.eCT Sfiulh0A


Subira a scenes pela 2a ve nest odade, a g-
nifiea e grandiosa opera-baila e t 4 actos

Grande sucessit-I!
obra rima que tern defintivamente immnortalhm.sa-
de o nome deVer3,0ajo titulp :




AII Ari-: t
p.-.,.


Ki -rpi ......... -. ,':-....,,f,.+
Aeis, suasai.1.,.
Aldai, escrava h befio...
oer.-'te ......... .. -..

Am niasr. r il da 'Hptin.


A a ar.r4 di bmin
pi*faepaq^- Ait........ ^L^3asso.'^*
twii '*ail etr^ o'..........? Gammon!.'1*
Core deesoewdotes, minaitros, sold"dos, 4.
ciea do rei, esdravo e priaioneiros hotiopes, povo
ogypeio, etc.
Orpo I beile de sacerdotisas, no 1.o ac-
to; damaausasdo rei, no 2. acto; coripheoos es-
cravog moarosJ
Banda de mu ieca-Tr..oilbeteIro8
V ypqio*l-84 coumpenass-Awla portw
estandartes, g a*s do ree, gaerreiro4, solded..,
etc., etc. : ,
A aco temrn lugar em Memphis e em Thebas
no epochal do poderio dos Pitmraoes.

Can.ma-se a atteno para as deeozalCes sceni-
cas que vao ser exhids n'esm nrL. .
As vistaa sao 8, *edaeziovae, littl per
pintores, levando o cunho particular da arcb*ec-
tura egypeis.
Aasazxa coMe Os v0tui *iov ) |tenailitk qua-jao
todoadofLmesmoo mudeko, cre feitiAoso qi|o-
ral exibidos 'eAsa ultuma tampQ"aj we. ciwav-
val '6 theaitro..calad.e c d
los me||ios*iede '
mais "vda49 hi Udrica tad. bu
realceod'este0gratdoo 6apesiifo,
lhatismo do ,aal Atm-,A*Wa .,mo


r. E; Galassi.
SA. Knubel.
a4,iAvaHLi.-
S. J di.
v-ALA Casta~irfc.


ac aaandes ote-
quena, sn ubido ascena., esta mage sa


Prepos 6 horas d oco ti zie :
~ ~RZI~b .:


SAGENCIA
/ ?;-.-^fta do Vifgcw-7
+ lies I es~
aSliflaY~tin ++ Hopan!

~R~rsOF' MAGE~LLANLIN
0 paquete \

-Valparaizo __


Muropa depois da de-
'rado costume.

?arga, pa~~agens, eonounenadas e dinheiro
a fret6; tracta-se comos ; .
Consiguntaris ;.
wwyoB Ions dk c., jLinited
N 14-. DO COMMERCIO N. 14.
_.; + vapor

M ig llan
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''-* x '* 1-" '. 1 ''s-'.r s d a. -


aet: tracts-rn cif OQnSdner
-; it)stume.:

I Consignatarios
Jsm SO~DA i C ., Liuited








rope 0 portosodp
+norto-noudie 30

Pernambueo -


~wguindo depols
demorauecessaria pars
apasaagen free, etc., tract&-se corn

rsrtemann & A.

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MYALIA 1 amlar


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Ao eorrer do 0 l


A's 11 horas
POR NT]tVGSNlO DO AGENTE


Agente Burlaniaqui

Leilao


Trp-urN, do cBmite
S's 11 horas em ponto
NO ARMMAZEMA RUA DO IMPERA-
DOR N. 22
0 agent acima aUtorisado e corn asistencia do
fIci. Emn. Sr, Dr. juiade drelto do residues e
cap;laa a rpque ent deMisael d Silva Gui-
r5s, invmn tarinte ido esbolio de sua ogra D.
Rorn~n ta~ndoa Ahrintpa L~inrw& o aI3 o im.
rtantecasa terrea a rua do coronel JAmmenha sob
. aas fregezia da Boa-Vita. Os .rs. pre-
tondntes desde jA poderAo exarminar a dita casa
terrea.


Leilao


Aente Britto
K* Torj~qaftlia9 do eorr,3t0
Sj 11e4si, In1 A, qua-

drose esteiras
0 tegnte acis a venderL .1 mobilia dejacarand,
1 mesa elatica, apparadores, cadeiras de junco,
ditas de amarello, mesas redondas, 4 cadeiias de
brao de amarello, camas, cabides, quartinheiras,
jrfos, quadros, louga para jantar e almo, espe-
ihos, esteiras, etc. -
A's I1 holes
Rua f Rsfll. ^l1 a.dar


S


Da easaterrea a. 4 da lTavqssa
dos guararapes, espollo de
CaBd414 oi, .An mlo JLopes
Owla-feira 30 do crrente

A's lIhoras
NO ARMAZEM A RUA DO IMPERA-
DORN. 16
o ageate Martins fara leillo, por mandado do
Ihm. Sr. Dr. juis~ de orphes e em sua presenaa,
da casa terrea acima, a requerimento da inventa-
riante do iefeido espoldo.


I r o moco, a&jude previo.

Atten o
Desappareceram daeasa n. 36 mrua do Hospi-
cio, dous papagaios taladores, send urn decor
natural e notavel polo seu tamanho. e o outro
contrafeito e muito bonito ; este ultimo tern dous
dedos de um do p cotAdo 1 pelo que pode aer
ticilmente reeonhecldo; a fqu os levar A
dita casa ou delleo der neticia, sera generosamen-
te recompensada.


Soeio
Offerece-se um secio corn algum capital, para
casa de molhados, e corn bastaute pratica dos
mesmes ; a tratar na rua de Hortas n. 1.


Cabriolet
Vende-se uam cabriolet coi% quatro rodas, corn
arreios de metal branch, em perfeito estado ; a
tratar corn Carlos Leimis, offclma de carros noa
Coelhos.


Triesimo dia
Maria Jose Ln Soriano, Vicente Silva, Ma-
ria Carolina Lids da ,ilva, Francleo -de Paula
Goncalves da Silva, Candida Amalia Lins Gon.

mro, Julia Amelia Lins Soriano, Thomaz Line So-
riano, Umbelina Amalia Lins Soriano e Joao Car-
neiro Lins Soriano, convidam os seus parents pa-
ra assistirem as missas que mandam resar na ma-
triz da Boa-Vista. As 8 horas da manhI do dia 29
do correntc, polo eterno repouso de sea fallecido
filho, psi, bogro e irao Joao Cameiro Lins So-
fril[O,


Mama Amelia do Amara Lis agradee do
intimn alma a pessoas qu se dignaram acornm-
Paw A 64% ultima mw restos mortaesde
seu sempre chorado esposo Bemrnardino Cavalcante
da Silveira Lins; e de novo as convida pars as-
sistirem a misa do aetimo dia, que tr lugar
na matriz 4a Varzea, no dia 28, s 8 horas da
manhLf


nmanhL


Ao commermo
Os abaixo assignados communicam aso commer-
pio quo nesta data fizeram uma sociedade collec-
tiva sob a firm de Eugenio & Vieira, que conti-
nuara corn o armazem de mitdezas e ferragens A
rua do Marquez de Olinda n. 34, da extincta fir-
ma de Eugenio, Coelho & Vieira. Recife, 30 de
junho de 1884.
Eugenio Regadas.


, : .. : .. ; o ; o, + J ..


Taverna
Vende-se una bern acreditada tavernas na rua
Augusta n. 258: a tratar na mesma. 0 motivo 4da
venda se dirk ao comprador.


Caroies C. Tresse


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X -r


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FeinhaPm, Mdi~ft.>U eitrece Igaci a e
de Ohvei t lide a ber-
dade, que the 6 poer die Sewd, do ao*w corn
o Sr. do mesmo ae.
SBeci, 26dej= e 1884.
Ledl & Irom&,
Grande p 1
Vbte-se e wkP4_" --t'lM de fogo,
deposit paragm.qa.ie4ftc 6. dones repartimen-
ZH18uBixi630 a i Pu feqcaoi "rice&d p RoP
Janeiro ppr ra KI pM commodo : na
,,_ rua Duqtf, x ifj 5%i ':To ferragens..

Preclsa-se de uma am 'Nr cosinhar o engom-
mar, para duas pessoas : na rua do Livramento


-MCin este t66 iO6 comegara a f ihccfirat do t* doe
agosto em dknte unmhotelpa vilk deqIguarassi.
0 profdset 9t stolecimaoegarainte A
todas as peftoC441f1 alflI em %Meer-se opti-
mo tratamento por co nmodo preo. .
Ama
NSa rua do Hospicio n. $4, seprec'sa. ae linma
ima pare engom ua, l-vzr e coamnar.


MAW&ia Aiindift'a mes
Natitvidade
Alfredo, ALugsto-d.e Va'ooacello, EManeniam de
Almeida VasconcelUos e Margarida Candida da
Cunha Almeida, stlfliosek e cunhada da finada
Maria de Almeida ;o tesu Natividade, convidam
aos seus-parnte_ e amAigos para aBistirem a uma
missa por alintA ds me a flaudB 6 '1* dia de seu in-
fhausto passamento, a qual se ha de celebrar na
igja do Paraiso, as 61/2 horas da manh! do
Va 28 dao corrente, e dede jA. antecipam o seu
eterno reconhecimento.


Maria AIMeida GomeM Nativi-
dade
Jos6 dos Santos Natividade, Amelia Almeida
Gomes, Antonio Almeida Gonmee, Adelaide Al-
meida Gomes, Joaquim A.xneida Gomes, Emilia
Almeida Nativid&de, AIfredo Almeida Natividade,
Rita Maria Almeida Nogueira (auoeute), Joaquim
Santos Nativida.de, agradecem do intimo d'alma
as pessoas que se. dignaram, acompanhar e assistir
os ulimos snffragios no cemiterio public dos
restes mortaes. e suiprqada esposa, mii, irmn e
cunhado de Mria. Al e4da (Gomes Natividade ;
e de novo rogam sos seus parents e amigo. o ca-
ridoso obsequio de ouviremi algumas missas que
serao celebradas no convent da ordem terceira
de S. Francisco, segunda-feira 26 do corrente, As
7 1/2 horas da manha, setimo dia de seu passa-
mentM, peto qm demde s& ags eceen todw que
compareerim, e pwtestamet*1 gratitaio e ami-
zade. r

Jose Custbdio GobYaves Gtiaiaea, tendo re-
cabido a infauata notieia detr falleeido no reinoi
U13 vuL3TV.UZ 0 5 eu preIatou aauiuau e t-zo1o JRftr
quiet, Julio da Rocha, eenvida As u-imaugo e
amigos e parentes do finado apara mstiuem a,
misaa que manda rear no bhoapieio de N. S. da
Penha, terWa-ira 29 do coruente, peas 7 boras
da manbh ; pelo que aera etermentegrato.
3. cMUflda Noeufa Perela
Jose Moreira Pontes (ausente), Franciao.Ak-
ftewi dw eitwy P. t0wMtftt a* Mb* br-
dofr6, Geemana, Cordefro 'otPeL ft. Isabel
]phigemia Moveira Pontes elD. Mdt4a IUmtbelHa
'do Bbn'os *ehra agna&eeM6 t todom aa pl.ows
aei ara P o cuaridoso obsequieo do ac0mair0 os
xeatoa mubrow de sd.m presada, f 4 auiidida
ounica Pereira; de norvo eouvmm a. tkad ae'
peuae a pra aistmire m 4usas 4o tBw di
de seu passamento, na igreja de Santa RiM4 A 7
dw omM db IL Wdb- o~
Mangaloe&ft Abheral Li# agradece do
intimo 4 d a; ai pD-U'41ese d arafm acorn
panbar A sua ultima morada os restos mortaes de
MM kfM* dbor",& dl~o 'o Beirnidin Na&Aeanj-
te dwSJm!raU t 0e- d itr o as it "K p9`ra
Aftirem a itsaa do efiib di_4 qe te3A r_ r
nznMtri l da VatzM, nbd asf t o I&aM da


Fabrit de massan ita-

,.La do, I patrit 1a
0 propretarie desta grande fkbnca aealf de
fazer passal-a por grandes mielhoranentos, pfi
de.que desde&poder offercer ao re-apeitavel pu-
blico os products da mesma tao aprf.eiooadon
que em uAt W a deseAr x d4Wki s6U importa-
dos do etringefrd : rfi da Imp*rti n.165.

AfItkIJ iitrato
Os aimazen #. 15 8o 1auD Co4f Sg W- o0
equal tern communic :6 co& o do n. 4 no caes da
Companhia P&wriibaetIfl; eoin gkbidaste.
0 1., Anar do' sobrddd A rfA do ,*bn M ei nu.
uimeo 47.-
As csf terea& M. 1 0 e a Bid a M euY e
(Caltns. .
0 itfo &a eftbafdo SBJo Ade Barros n; 19, conA
ftotetiras e brs do, cd4pt.
A tratgr no largo do ,prp Sarit&. 19 10hneilo

Piecisade do uttf- oE to oN& ptpife'am
16~1doe : ni ia da UtiLo *. 54.
B <^ai n6 iKinaqieW.*.94Zn .,. .
~-- Na--do lioi~ &' 2' o u
Precisa-se do uan critda : na raa da ihpe-
ratri. n. 49, p'wefrto a 16d#. .-I
fmei novas,, na
t ska dw do 9 o)- a tra'
tarna-ruado Cotatello a. 2.
--7Vrecitet de ama : M ua. do Marqu do
Peisa-se dl u rn a- elie~nflo
nxl... ,7 i.)tt-a '":


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JL0!&M4a pwaboa a-
Und. undo*o tnto em chapellinas e cba iffoiW' '*. "'
ukrs em u uos Ra cards, u., ieo.. a < :.- ,
sau tern geinpre na fcateto' .miBuuoaafgs-d.
chapeotaria, tautb pars bqxnet'sy wa. irkanum Er -Xpmvqm
inoesaline Ias puincipse. 'teft dt o N iieha do nim*
alta novidade em ehap a s e Iaplm 's. '
Oaraatese sincridade eo pre B. ... :.... ..,pm.


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*;, V*-. :- ^ **. '4^ 1'

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i] "-^ ^ ^ y. 1. I '

.. AVISO 0 i
PAra que o publico reconliega que os queijos cai0ibado Min im-
porta seria e bemi fundadil garaatia do recebedor, transcreve aaa a do', as
instruc p itq ,quaos 4o fabrivados os mesmos queijos no SERIDO', cuja inspec-
ao 6 alli feita por seus agents, a queia compete earintbar s6mente os e- e ''. ebem
deoiteantes copm as stas devidm4'umeragoes em baixo relevo, como se verificara
imustos W aeijoa, na p#te iNftr a marca rta. .
LWRU -


S *" psrte. O(* fbricantes maieafo os queijos no acto de pol-os nas formas corn
aa nameraes quo Iehes fortem fmtecidhs pelos mesmos agaee* deiando porem de os
marcar quandco o qumijo nlo sahir nas condigaes exigidas, eo quala rcebera o fabii-
etne a memo preo camo sse vestivesae marcado. qu -e .__
S Do que fiea at*&a dito conprehetdt o bemrn os apreciadores do leite do SERIDO'
que s6 dfsta maresa Se podera fficr nru pmepsote d. leite purK a* --, 1
pars caixas de 4 6e 12 qui.joa devoribw" feitm -tr ant do
rseabol' f ran da Madre de Dew .: 5,a vonte. do* a-ia
Ceass de inoftos a retdesta fidet ... ..
Recebe dos portos do norte .pbr to& am"aqueteMMae-


Productos especiaes
nPo Ce '


.- A .,+ W. .. .., ,, ,. ";
DRB ARL S8BETTEC!TUR
sfala e Caroba 0 moWtk t41E4 j ^* fonmulado
(sem usae*cf* poi'.so. wosWffrador do oela combinaso destes heroicos medica-
sin.gue, em todo e qualquer grio, do sy- mentor. Empregado tai fr*taeato das
tphtf~iar. aida mais robelde j j iad tiL m mofeeas do peito, Ao btNIi
eawieVb. menw ia gown
A~ppfth.se tameiiti cont' vaiagenr p~bL ipafidft e tsds*60' forti'.
dAgioha fias nioestitas b6i'Th&eica ficar o organismo. .
Um Lvidr 3it0 ( Conv6m ser t, pelas senhoras que
D^ 30^00 ^rintt afrt torttMr oy fiert 1^0 B^iftiv6
i H A |l|NiiMk e r ustecer as criangas,
ega pemto, lerro e quma, rocommendado $ste *&e&E 0 t wl 1 tom,
como o mais efficaz medicamento nas se- cos estrangeim -re 1w afnauneim por aui,
guintes molestias: figqo, basso, flores Umarns garraf 300
brancas, catarrV A Wxai e outras miuta Dazia 30#"O


molestias.
CMfsw *N4 ~u~

,d#Mi jata so' as 64&^ tlBofl
7eenVMn9Roie, catharro, tfonchitbs e
as affecjes r
Duzia 20#000
vieh do % 6


i dad
todas


contra sez5es 0 a6ft, tqluer febro, be-
nigna oude nau carafer ainda as mais re-I
beldes. -- +


1 caixa-
Duzia


2M0
20)00


I il"las ap4fIs Mt M
cera Me mobeuia do'oM,,.
: I cza 98


casoas de Isranja anis qma" A Duzia


.n~ti-hIUorrto.pl, ttra ctetta 6m ~46 6
diwj6=4M& &*a d
thr*.
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VIAo


ftfl- |J~l *A4 DA LMtU-1
ftJ T &.( r 5 & m a e h __ _*"*___ f -__--_ ____"S3^ ^*M


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-eu A Nup~a e PF Ier


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CON VULSOL


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do do WexM .;Igoepttt *, .,;.
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EIU&4sIERlilaF83igaCiPmL&
1 .,2.,: ...++,,^FeMtes1t
,,,, d^, ir,,, .i,,,ib-.. ., ,.,e, B, ia i

ram a moy9. Ce ndoC 4MWMj

Avendasam emaideSubers& Kwedsa
ma as Cadesa n. 36..


v v v v v ~-, w- NO, v -m- -





AIN& A aempif 4
t mimem. ii.
Lnmd, mmiizm


SMOLESTIAS ILroym

2NERVOSAS 4--*-
in-A-16.,m


ro-WT^0*ELL
*u~c~m~S-.me~-in pw'W njn ^M s~a n p" 0 or

POMA. X itoT. PIV.E,

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A~rm

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'4,


* DEPos O &L
la-mw. ?faImdt.Ate Eue- 18
Jo Janeiro
Uco sgeute om Pw n-uimbwc6
3Rado (;pia6mercio-N.--3
A wn~ds 1 bS(B6 -ohi M ift&e e drogairiaa.


' J I jB h too *



raw^^^ *^



^*0


a-


Mello & Bisset,
tendo recebido do fa-
bricante Lion, do Bou-
levard St. Martin, Pa-
ris, a receita de seus a-
famados Brioches, re-
solveram fabrical-os, e
,desde ja avisam a seus
innumeraveis fregue-
zes e ao respeitavel
public que nas quar
tas e sabados estao ex-
postos a venda em sua
padara, rua larga do
Rosario n. 40.

Ama de leite
Precisa-se de ama ama de leite, nio sendo es-
crva ; na raa do Marquez do Herval p. .10.

Boqnet& deapnrado
e rNoV S0g.tos
0 bern conhecido fabricante debeouquets, Joa6
Samuel Botelho, se faz lembrado nested trbalbhe ;
alemni da reputaqo grangeads nelle, pelo gosto,
premptidlo, asseio, et*, tem hoje para offereoer ao
public uovos porta-boupuets de bem estudada e
reflectida combinaoo de gvsto: a tratar a. rua
do Cabuga n. 1, loja de relqieiro, e na rua.da
Cadeia no Recife n. 43, loaj de s Deiro.


Leiam isto
A' rua do Alecrim n. 14, ftguWia do ft LsW
prepara-sc bouquets para easmotes p-r' setes-
ma o mais modern, e arma-se bmd)j4w em
perfeigao, imitando castellos, montaDnl* pa -
tes, fortalezas e quaesquw outros edilloa ini p.
tantes, conforme o gosto do interein ado. As
encommendas devewto er feitau dian ante-

Farinha a I500
Saccos grandes : na rua da Madre do Dens it.
mero 1.wa ul



Vende.ae aovei baa'tos, ceam mobiiaa m d
jacaranda, ditas d junoo, camas fiamezas. do
amarello, ditas de pio-carga iuveruisadaa As
preto, giuA'da-louaw g da-vestiido. meaal as
ticas c outraa diversm pe.a do. obrasm ; alga'se
obras para mobilha e amsampor pr"a barati4 a
tambem cadeiras de ojuo, do. braosfjp brats
pregos.
Verdadeiro cimsent# in As
Marll c&a pyrail4e.
Roeentemente chegado doe Losdres : vendee
Fonmea Imto & C.

Precise. ee de am ea m: MI rusa u low & -
memo 77. .
N ANA
K Precisa-se de urns amid pera lvar ea gimpo ,
paru casa de pequena faulia : a tratar ft ift
o Livramento n. 24, segundo asdia.

Ama o~


Pama cosinhar precisow am db alML ; 10040MO
do Baubo da Victoria n. 5% matiga Kem6
Boa M.
V stancig) t a tratar no eucriptO do 1.i
v sB da ASea & Piitlg
us a san. 6, sobre o tc~phb. &sp*


IL

I. altema*eUput le
is. E'utl para cas.


7. .
'* +" -' .'- -', +' r' ".." (' "'* 1 +.a e
+W *:, = ; +.,., .'.- -, "- ,.. :4 + .'*.*% -' .~y '
"-++++'.q ., "+ '.., ." 7. -
L {:- ...:,.+-, ''..-- : ."/


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Amam wofft-iwlma


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PRAJRMACIA LEVY
ANTIGA PHAllMACIIA DE P;. MAURIIt
Redcleamenteos para molestis do peito.

XAROPE DE JARAIAIRIU'E lJUCA
PREPARADO POR
mIOll BRANI8prcO BHTICO'lInIRTB
Deposito em casa dos proprietarios

J. C. LE6CVY & C.0

N. 25-Rna do Barao da Vietotla--N. 25


-T


GRANDE OFFICINA DE ALFA IAITE

AIUDA LUSTOSA t


41--1.ua do Barm da i"etorI&41,t


.


,. a ^ aat iditt^^a& ^Wt^Ba ote"l'se^^"
pleto de, pannos finos, casemira de tode a as cores, propriaspara costumes e ec6ascom-
cebemos diroctamente ao c.iaa faaendas por to4s On vipores dia FNrojp". Brim
brapco e de c6res, e todas as fazendas tendentes A I.na l im a 11s 0BUoie negpio.
Aprompta-se costumes para luto em 12 horas. -
Dispe de um pessoal habilito e corn obs melhores elementos para searvir
Ssewi amigos,- e a qualq encommendas. .
41--ua do Baro da Victoriam41


aureass
A MASCOTT.E
Baa d. Iawao dR i3(| *6
"MLY B ..l,. : "


0 2 an4ar n. 15l,.''ta4taf MAugro A NM
booe eof uiidxs para r mil sa is rafUar mo
da Lingueta n. 6. A. chaves eatds. la .,a
*mour .., ..;., + ;, + ^ i


" Antoijo Pedro de o'ouza Si a
tnm reduzido os pre*i "das ,
de (Costura e.. aao de gra
tagse quie obtiveraxaflos fabrica
foinecedotes.
Aguardnmos a presensa dos nc
gu.zes para mostras grasdi listia


dad& e p Adui 1 n6s !nit4a
dain 6 preiO' enlIoi ad:b.- Mocfilis de4 -
to de Caieiadeis T,"q 7
de mover a mao deo dorf p+ +
145A do diverswm aodeo
Machine -espec@ f 0(ba4 vsts
eo l--^ ^^.Oi ap, ^ ^l~t ^'5;:++++:++ .... *. : ?
30-. --1. DOB B O DVi t V.-^OR .:


JAr0h.4n IM1 $M an
.+ !*ta do Moidlogo n.m, ',
!ro~ie4.po-e o p i muta 0raadea e oo-
adY do frilcto, a e a 38, segundo o ta-
uiho, e descendo a .doaoe aaia de de faz-"e abtimento. %
utraa8 *iu plaatw. bem aa proB com
modos. + 1;

t"es & l4-nes


r 0 ~ i i '. ? + x t._; ; -t ; ; -
Yi S. N.Ii. -. .

SI Dlao abaix" fimado, que 6 o unico enear-
rj4ri dx liquida:o da firm Mendon Filho &
0Jp, pouso 44 meema firma.


FIazeda brancas
Na loja dos2 bara0 ciros
4 B4#- Vist4


_', .t o .- .. .
4mo, .-RI dat+ m~u p0 w 4s~o -~


A;r800o aim*s de *ado fr:a


Dt] tnmqdo-eom a mes mab_]uriL_
preprio para len4des a do
ii eftim ta co 2.. a... a 8a000
roe* @etoed, corn 2 vgarw em .OJ -I.t o

Dito fancez, sendo dern li maoietia
propnie para Iensdes e t4oalia de
aesaretrea "1f000e
Diuaate deod4ou1aknoud|
iarguntjpropio para $ ]ram
um sdpano, m'etroa .
Prto francez, sendo do de lino, etro a






tsm ono-iiin eomq leto srtimto dq:
delBb+mto++ a +|;o0 2J80Q



peeas de-. eag mediozinho amoricano, e
meq m, ad8lsedieobv]" der l a aB 0
mgms? gm. Sp mfroI
Iat6 .. As low :, W O
rfsucam memlt otinod


Aduamaon Howie & C. tern para vender:
Vinao de orto fino, em caixas e barris.
Wufllcey Dwri verftdcro
Tintaedo iA*pwe*e4%oboaqualidade.
Brina de Mauhall' verda4iros, de tod ea
ros.
Remedi& d, Ay f.
SnWA *DO COBVIMEC,10-3


C -tapi peau4 cres.
Ubitas ias e 4e coree.
10*8UB de soda e de ia,
Oapaedo malha de l.
Yara coithiuaj
PO CliuSB A- pttimo, pira senkoras e homens,
divers .eitio. ...
'Caniha Ber ollanIjhos e sem punhos, coin pLn-
[afl~ e e oIolariAhos e punhos, para homem
deade nWi6L 6.
Cmisa pfatra eninoa, desd.e -. 28 a 38.
Di= semr icollaruhos oe n. 82 a 4 .
CaiMs, saIas, penteadores, calas, gollas e pu-
nhosptma aenhor'.
Qravataa grande variedade.
Me9is crnas, brneam, de cores e pretas.
SCapachos, tapetes, maloa, esteiras, holsas, yel-
ludillas, brins'branco c de cores, luvas, penfima-
risa. etc., etc., etc.
E 1 ape Idlai &C.
m i ene aa maft Cr de i -- I *o
Em frente a matriz de Sanxito Antonio


'A-;













'I


IIn I I I II I -






















tComtinur9,o)
JetA u .-4-, i t :- f0 0
coa ,.. d;tro m d .cio
A At .sTiTUluo DA ATA INoAfre on a ernaatpre jfIO 1
no: 6 a 44iespa: Ald*s

eerad -'esUx "I -- 1 i
paiformlotA, celebro us Et o7opa, u quaes '1a siovt co'w: ^
ee a rtes dop mentir,p diaedo iies ti, qpean vendg po& ffue
euemt, porqu e da mentira, sempresuultara. modg d 4d..S UTAnsdo
xAgwa cousal e I vr e do; mo cdmpre Al- cmai eomel era t
SiN'so e ip6de offerecer meluor prov a d e apcreaor o e i oi
verodode dste principioe do quo a q e e cuiango voe.undida p rciadsai e odu
to em in oDaio formadna ina zan,--icenes n pi l ss familiar m oas C6%ms e a
daq orteAs cents chlneziemhicutos pal mit neproaun, or.seo -h i
cruelmente os lanam As inMau-ndieias, dei- maioidade. Eatio, salo eUas dopta.
xado-os etoregues a vora dcidade de a mu- casadas, e toroam-se livresao i aso nurue-
maes dome4lcos, que doe ordiario vivem res, quo e foram in Ras vrdidls, poatos
no meio .4 ama. receber todos em4idaos Aquoi a maera-
Em si mewaa a instituigio da Santa In- de confene, sem que sua onigem Ihes sirya
fahcia,tem .um character tiotoeante,qua ndeo manesakdhmffllante.
do, em nometAa infancia miseravel, reun es o usoo queo A preciso acitar sern con
os vinienzinos. .da infancia feliz,-pvinten demnaloma, porqu e auxiliam as faminias
que :represetasn as gulodices inuteis que muito numerosas, fovorecendo-uhes aimul-
se trantormam in. thesouro,--que mnguem ta- amount o augmento.
pode deixar de o aimirar e de crer na fabula. Muitas famlias, eatretanto, conservam
Os poblmes chneziihos lancados aos..n que: comsigo sous a lnhos e Ihes prodigalisam os
imagnao perr 4a, poude umvontao some- mais teoros cuidados- A mAi, quoe traba-
ihante caimnmia I ? se d a q e s nos campos, leva para asli dos d'elles,
Em mis i pitos, sem duvida, essa que conserve press ao corpo em qusanto
opinib nlojboi.ronservada, porque muitos curva-se corn esforgo pars a terra. As
iA aneviajaes q visitaram as regies do ex- rianas slo ligadas umas espaduas da
tremo Onrien, desmeatiram a ultrajosa ca- mi, otra A sais d'ela, o ambas soruiin
lumnia; ms a, .atit4lo continmua sempre aos passarninhos qu e volteisam em torno,em
a prosperar as China, ce alguem pode pen- quanto a pobre mi prosegue no trabalho.
eosar quo umoeo actce acs que s eo o Nas cidades fluctuantes, en vi mesmoe
pdi tel-a rigeinado. criancas, que press em cestos, esperavarn
A' mini indtiiduajue-te, aconteceu-me, .a .lta do sunas mis. Que fazer! a po-
em Paris, ouvir dizer, par traz de milh, a breaa ternom seus perigos; as porque no
uaa velha sesnhora, ,qcue aliAs me designa- terAi ella seus devotamentos como a nriquza,
vba. Eis nir m u chiaez! Quein sabe A que Audo 6 facil?
sW.nro foram os meus Yiqmtens que o corn- Osgwissionarios fandaram hospitfes e es-
praram ? Felizsiente para mim, ella colas cow as quantias provenientes 4a col-
uao pwsuia titlos do ptopriedade, sem o lects dos vintens. Estes estabelecimentos
qge eu eena talvez expQsto A pagar-lhe o prestam grandes servigos A classes pobre, e
juro de seus vintens, poiseque toda acgao nIo seroi eu queIm critique umainastituicAo
boa deve render. Maa, eu guaydei de me- I quo pratica o bem.


moia o caso, tanto mats que nuem sempre
se tem taes fortunes.
ER um facto notorio quo o amqr dos pais
aos filhos 6 identico em todo .o universe.
Esse amor 6 innate, e os chinezes nao fa-
zem e.cepVcato 4 regra. Isto nao exelueo,
eutretagto, a existencia de creatures des-
naturadae que abandonam, n'um momenaeto
de gsque4rnento do si proprias ou no in-
tuito de destruir a prova de um erro, o
pobre peqipnino quo acaba doe nascer; o
que 6 um crime que todos os codigos pu.
nerm, e que 6 t-o frequent na Europa co-
me na China. A miscria, o vicio e o cri-
me levam As .memas consequencias.
Pretende-se explicar o abandon das
criangas na China pelo facto do serem
ellas num.rosas e en6rme a miseria. Este
argument 6 essencialmente falso, nao s6
por qu3 a miseria n lo A ;tab grande como
se diz, como tambera peiquo ha muitos
meios de preservar a mfancia da miseria.
Antes de tudo, as lois punem os infan-
tecidios como assassinates perpetrados con-
tra parents proximos; depow, o estado
subvenciona estabelecimentoss de soecorro
para os meninos abandoaados. Al6m disso,
ha instituigoes de boneficencia fundadas
por particulares, nas quaes a infancia aban-
donada eneontra asylo e proteegco.
Nao so estes estabelecimentos receberam
urma atribui9go especial definida emi seuns
regulamentos, mas tambom estes ultimos
prescrevem recompensas As assistentes que
recolherem A elles as criangas abandonadas
ou declararem os crimes de infantecidio.
Os textos das nossas leis slo extremamen-
te ser6ros, e, quando se commette um cri-
me dessa ordem, nao s6 sao punidos os
seus auctores, como tambem o sio o che-
ke da familiar e os visinhos, aquelleo comno
responsavel e estes como cumplices.
Como jA disse nos anteriores capitulos,
o augmento da familiar nio 6 considerado


FOLHETII



0 GRILHETA

POR


G.. I1RADEL


oninuDI p aTI'


(Coutiuuacao do n. 169)


XIV
A$ LASSES LABORIOSAS
Nas obras mais recentemente escriptas
e publicadas sobro a China, procureoi co-
nhecer a opinilo que, no espirito dos via-
jantes europeos, implantou a organisagio
das classes labodsas.
Nao ouso tractar pessoalmente deste as-
sumupto, receioso do ser tido por um opti-
mists que v0 tudo do fundo do seu gabiheo-
to de estudos e que avalia da felieidado da
humanidade pela sus a propria; o quo aliAs
acoatece no geral A todosoa os quo escrevem
sobre as classes pobr6sopois que verifiqa-
so semnpre unm dos dons seguintes factors :
ou queo os pobres o s;o per culpa sua, e
neste caso nio slo dignos de compaixio,
ou que slo os sores 'mais felizoes da crea-
91o. E', pois, possivol que eu'nao esca-
passe A esta oensura. :
Por isso mesmo, prefiroabrir os lin/* 'e*-
criptos polos que viram corn sens propnros
olhos, pelos europeas-inglezos e francezes,
-e limnitar me A podir sos loitores quo so
contontem corn as informages quo constam
desses aontos do viagem.
Na obra publicada em Paris, no anno de
1877, polo Sr. J. Thompson, 16-so a se-
gqinte informaobo sobre a situanglo dos
operarios de Cautalo:
SA' despeito de suas terriveis exigen-
cias, o trabalho, 'at4 mesmo para o mais
pobro dos operartos, toern moiementos de in-
terrupago. N'esses mementos, sentadon'umn
banco ou mesmo no chlo, o operario fuma
e conversa tranquillamento corn o visiuho,
serm se encommodar corn a presenga do
soeu excellent patrAo, que paroce encon-
trar nos sorrisos e no born character dos
seus operarios elements do riqueza e de
prosperidade.
SPercorrendo os quartoiroes do traba-
Iho, pode-se explicar o come essa cidade 6
mais povoada-do. que A principioe se pode-
ne recolhou-se em meditagoe profunda. i-
desgosto de sua alma perturbava-a.
Roberto digio-se a ella, e pegando-
Ihe nas mlos levou-as aos labios.
Ah.! a vida exclamou a moga corn
um aecento de profunda tristea.- Pobre
Bertha! Vi-a'tAlo feliz, tio orgulhosa, direi
mesmo, quasi teo lonca corn esta casamen-
to... Meneou a cabega ha pouco, Rober-
to, conhece o marquez de Rieux ?
O Sr. de Laitres explicou entio a Ali-
ne, qua-. mantivera rielagoos corn o brilhan-
to official na Africa, e que tivera mesmo
9ccasilo de ihe aprciar as qualidades e os
defeitos. I Foi
-Pdbre Be&th, repetio Aline! Foi
muito culpada, iuito leviana! !Mas tnemal-
guem o Q i i dto ie lsatirar a pedra, por-
quo a cabega ma dia gyrou ? Vi-As to des-
esperada corn o "Ibandono de soea nanido I
A violencia d#'jr[ estoua p1roma, dOr.
E dizer qu ess Sr ,de Rieux tem que
convencionaluap s'e chama o mais irre-
-AhI! P Ito. Roberto 6eat o cou-
sa tIo frai l' o affect de duas crea s
turas utpi_*Oll,& 00:
enU' IPSr. do La ; o

to; Nern todoa ~ i~denam a. is e
me o Sr.deie ovem a se
vida a umia.a... qbnc'ao, a urm corac&n
+au~afp.* sss, let. tudo 0 1 :6t


ambiciosos projects. Os mais pd iWqn-
tre oiles podem .-aspirara maiw i tas fauA
9oes do govnrrno imperial
SN'um livro, publicado, em 1876, polo
Sr. Heze-t A. ("illes, adido -ao.rpo con-
sular do governo hritannico, livro. que tern
por titialo Ciese Sketde, Iha gumas
passagens que tomo a liberdade de citar.
No prefacie dessa obra, ha,o seguinto
juizo: .
S Cre-so geralmeate quo a.nalo 'chine-
za constitute ruma raa degradada e im-
moral; que sous habitates silo absoluta-
mente deshonestos, crapis e dopravados;
que o opio,flagllo peiwrdo que o gin (agua.
dented de graos) oxerce aUlles espanpsos-
damnos, cujos excesses somento e christia-
nismno poderA deter. No entanto, a miaha
residencia de 8 anuos na China me ensi-
nou a conhecer quo os chinezes slo um
povo infatigavel no trbaliho, sobio o fe-
liz. .
Na mesma obra, 18-se, mais adiaate
a 0 numero de series humiano 8,qimo sof-
frem frio e fome6 rIatii. 'aute o- miuito
menor do que na I.gl.. eaob est
ponto de vista, quo te"i* ^iprtan-
wia, cumpre tambem rpenh r qu- cou-
dicego das mutdheres das cf bas 6
muito melhor do que a de suas firAes eu
rop6as. A musher nuuca soifre p'PUoao
de seaou marido,: nem cstA sujeita a ne'hum
outro mAo tracto, e ate ao Beusa fallar-
Iho na liaguagem grosseira qae nM 6 rare
ouvir-se nas rogioes occidental,.
Eu podia maultiplicarstaa cit-a9ea-qua-
si digo ewtes certicad&s-, e extjrir de
grande numero do livros alguns detalhes
sonfo curiosos, polo mnens ju*stif Ail- da
condilo da & lasses la io d na.
D'ellos so 1 e r: 'plOp O j|5ibarat
6 a vida al-pi, P; e cpom quawro i -ns

n ~ 4arqus'4 8*1 J -
Sfranco (40G raise (aralmente-'an-"z
milias operarias, a mulher ezoem .i .
profisl. o..ein k .Id tfa Um p eclio-
gaci& on va^aiorvir diariarnente nia csa~s
da visinhanqa; de sort que, poi! uam-ro-
sas queo sejani, as families poden proper a
sua subsistencia.
.Nas provineias a hicta pela vidav tern
'namerosos auxiliares. As terras s"lo catl-
tivadas em today a'8 te+Ono do nosso vato
imperio, e os traalhos' campostres ooc_
pam grande part d 1popula'lo. Os cuIt-
dores geralmente slao arranjados, quer p ,-
suam a terra, quer sejam d'ella arrenda.f-
rios. 0 imposto territorial 6 excessiva-
mante pequeno, pois qu eom inedida nao
represents mais de 1 france po Iabitante;
e esta estabelecido que, nos maos annos, o
arrendatario nao dove pagaro arrenda-
mento.
Demais, eis o que se 1 no relatorio do
Sr. de La Vorn6de, rdlatoiitoquA ja iteoi,
la desgragada Beriha reeordar as triaisI
do Sr. de Rieux, aquellas 'traicg5es que a
levaram A posiego em que oella hojo so a-4a,
observei que aquella frieza da marqueza, P
seu abandon. vieram bemorn depressa. .;
for ven'ura algauma vet, depois quo ^oa
tivermos unidos,-doxar deo me amar, Ro- 6
berto! Oh! nhI, nnuna r' .ij^4yernio Z^
Sonsa a ruins do tado, uao procurania ~vin'
gar-me. 0 tempo nBol poderia trazer no-
nhuma consolaglo a minha dor. Nao 6
urna phrase banal.., en morreria. +" .
vI

0 pal e a flha a y.^

Promettendo vir em anxilio da m arqte-
za de Rieux, Aline nil6 desenheci
havia duplicade os sens trabalhoa,
posados. E.tia !u : ~~
do, era proebb & `!.S:
F' oPr routo lado as idournajSes +fiwa^
das por Martim Jairas "eclamavam igaals
monte urea accao ihlifdiata. Qa dou"jaO


e"ooep)S, onde a herdade sampre appare-

a Percen1do as rmargene do Yang-Ts6-
Ki cti& vi*ps $Vas e a aseiadga
adeias sBe suecedem se minterruplo,
e iua populito active e laboriosa, qle,
tanto fio rosta, coro no modo do proceder,
evolava f atr conteate corn a sua sorte.
Ao contrario, descend o Nilo em alguns
kijometros, dirigindo-nos pars ajma aTdeia
important, vimos centenarbes do monticu
los do lama cinzeuta que estio long de ter
o aspecto do habitaqes humans. Que
different das lindas aldeias que atraves-
samos no Hup6, nas margens do lago do
Poyaug!
K Economic e sobrio, paciente e aetivo,
hopesto e laborioso, o povo chinez possue
Uma potencia de trabalho que ultrapassa
a de mnuitas naVes do Occidute. E' este
aum factor imporiante qne nuo se dove des-
presar nas questoes de alta political.
Wada tenho quo aerescentar A 'stes
toetemitnhos ; e, pois, 86 me resta felicitar
e agradecer a sens auctores por term dito
o01 siuceridade o. quo viram; fact -que
por sua- raridade merece aer assignalado.
(Continga)


SCMNCIS

Vaseo da Gama
STA PRLMEIRA VIAGE AS ISNDIAS ORISSTAES
(Commercio de Portugat)
II
H
A armada quo D. Jolo I preparada pa-
raa conqaista de Cieuta, compunlia-se de
duzentas o doze velas, entire naos, gales e
justas; indo o poptlo jooirano comman-
dando a expedigio,. -e aeompanhado de
seus herQicoa.1fil46s f. Ddarte, ID. Pedro
e D. HeIrique. c"td d
0 ospirito cavalleroso e cltivod dos
principle, devii eessaria to etatar-se

d patrio.4 vr j Os
4hge dQ eatr4o, e r doe ea~alleirqs
0Artg dos##, judo estos pole priineira yui
4 sai.a patia, e gloria: pova jo .ee

SEr-a tambem a primeira vez,. quo. Por-
ngal proparava tSo pujante- rmada, em
relao arquones iempos; e 6 facil de pre-
vW-, orno e9 eoraf5es palpitariam de.or-
gulho, vendo A brisa e .funar-lhe, as 2velas,
e fazoado flut6iar abaudeirlaieional, on-
us a sua alvura sedeseahava a craz ver-
iolha da oirdem do Chbristo."
Febril enthutsiasmno se apoderara do to-
das as almas peranteo aqulle mnaritimo es-
pectaculo, illuarninado por umn esplendido
sol dejulho. .
Corria o anno do 1415, e o infante D.
Henrique tinha enteo 21 anuos. Moeo,
valente e patriots, Wstio mais do que nin-
guem todos os -enthusiasmos de urn cora-
g.l portagueozs 461 talvez onesse moment,
que uma gran3osa id0a .he ,travessara, o


S,. .... .. ... ,li 'I:;''1 : '.
foliz; seguiram-se outras, e sempre corn o
mesmo resultado ; a ausemcw, pois, do Sr.
de Rieux era urma proteeglo do c6o, porque
o punha f6ra do alcance de uma denuncia
de Balbina Oudard.
SSegundo os eonaelhow de sous amigos, a
miarquesz na nkt lik saihdo de casa, eon-
servando a sua ^d fichilda eo disendo
que estava doenato .
OCeisolt sabendo quo a moga nale tinha
respondido ao ultimatum de Balbina, de-
claror sisfito. U'sornMiso ma o subl
con-l1e-'-f acd, oe disse a `a 0socia, que o
contmaplava admira&a:
-Deixe sofft miha'fila, a tal fi-
dalga. No primoiro momoeto podenia ser
4rrebatada pela sua falta, e estavamos per-
d4ios. Agora, rocupera a onsiana, o co-
aO aeaima-se, peum aalyes que a sun
ii foi aponas cauda poela colera.
Qar o pensar que eat& alva, provar-mh-.
h'lm~b'iyle o ct& au ....so vV9,
sahir, Ra6^'* iirn imeio A;jo A.i
n *1 nara. aliio 'sours.,.1"l j* '*.; ;): ^


goios exigisam, ppei, sere M tratadois"-
;< n p m o t e m p o & g + = + ".p
' Felizmento,- i-de aie
rnp,w ,. -""te o de rdpp- o R.otiBt

No di. Xo- siaditpiAq


SCoease osi frmnls D. Duarte o D. Pe-
ddr D. Hesique foi de uma corageminex-
cedivel, ganhando oome elles as suas es.
poas de oiro, Oe comb el s armado caval-
leiro, polo 6pico vulto doe D. Jolo I, seu
P"8.
Do volta da expediglo ao reino, e fire
na id6a que-o havia.de immortalisar, o du-
que de Vizeu deixa pouco depois a carte,
e os regalos quo ella Ihe podia proporcio-
nar na su a alta qualidade do principe, indo
exilar-se pars o promontorio do Sagros,
que viria a ser para elle o seu vasto capi-
tolio.
Comega entlo uma vida de estudos e de
trabalhos para o sabole principo; e depois
de muito consultar e de avultadas despo-
zas, prepare a sua primeira armada, que
iris em demanda de um novo vellocino de
oiro.
Desde 1415 at6 1460, anneo do falleci-
monte de D. Henrique, quo foi por elle
umn labutar incessamto pars a grandeza da
sua patria; e 6 n'esse periodo de quarenta
e cineo. annos, que alem da descoberta das
ilhas e de se dobrar o cabo Bojador, quo
so calcas at6 oito graos septentrionaes,
proximo da Serra Leoa.
Ao reclinar a sua csbeoa na fria lousa
do tumulo, D. Henrique tinha langado e
adiantado muito as bases do poder mariti-
me e colonial da ama patria; doixando
corn honra o gloria aos seus compatriotas,
o camninhojaberto paras mais afastadas e he-
roicas empress.
Quern tomaria sobre seus hombros, o es-
I pinhoso legado do duque de Vizeu?
Quem honraria a memorial do sabio in-
fante, tomando do suas maos desfallecidas
a supreme direccao dos desoenvolvimentos
m aritimos?
Forte e ousado devera ser o quo tal en-
cargo toase, oj pu 0t.o Portugal veria es-
capar-lhe das males o sceptro dos mares,
quo ha quarenta edCmi'sp aaos, os eus fi-
bhos ]ie andavanm onquistao, per entire
o futzilar das tempestades e os escarceos
da&-qdas webravecid.. .
i 28& de-agoi.: di 1841, faUeiar nos
re4aesa dao +e ciatra el-rdi D. Affonso V,
denonminado o Africano, em raslo diewuas
emprezas em Africa, e das quaes rft*
ram as conquistas. das pra'as de Alaor-
Ceguer, Tanger e Arzuilla.
Per morrte d'este soberano, subiuAo throw
no sea filho D. Jolo, principle escbarecido
e ousado, ousado As yezes at6 A temernida-
de, come o provara na luta que tve ede
sustentar, logo no comego do seu reinado,
contra a primeira nobreza do reino, que
pvetendia imnpor-se-lhe. -
E' certo que D. Joeo II foi demasiada-
mente aevero come proves o cadafalso de
Evora, e a morte violent do duque do Vi-
zeu, D. Diego; mas tambem 6 certo, que
se nio fora a tenacidado corn quo o mo-
narcha, alliado corn o povo, perseguia a
nobresa, orgulhosa pela condescendencia
facil'de D. Affoaso V, esta nIao o tivera
poupado n'essa tremenda juta., em quo se
jogavya intereosee pessmes, e a posse da
coroa, so a victoria 1he coubesse.
D. Jobo H, pola nsua vontade do ferro o
pelo seu esclarecido espirito, iora o desti-


cio. Ouve'm-4e -nto rumors vagos, rugi-
dos si listros, e grits e cantigas, quo ter-
minim geralmente per um barulho do co-
pos e de garrafas quebradas. Ao romper
do dia, o silencio reassume os sens direi-
tos ... ,
Defronte da entrailsa da citg do Meio Dis
existia um bano. Cornm aquella tempera-
tura de gelo, niguem tinha naturalmente
a coragem de l Ase sentar ; estivera vasio
durante today a noite que so seguira sos
acontecimentos narrados no capitulo prece-
cedente.
SQuando,-coa de ueia-noite, um vento
penetrante.- fa* do bohlvrd um desorto,
aquelle baneo pareceu ser o object da ca-
beaii de urn bebedo quo bordejava pela
calgada. Quando chegou iunto do banco
deixou-se oahir sao' corprido e estendeu-se
soltando um -hanL .. 'c.beio d satisfai o


Aos que cornm elole cooperavam na gran-
deza da patria, nunca soube ser mesqui-
nho; e premiando o merito, quo elle tinha
a rara habilidade de descobrir, soube reu-
nir em volta de si, come em outro tempo
em Sagros o immortal D. Henrique, os ho-
mens mais illustres do sea tempo e do s3u
paiz, os quaes vieram depois a dar lustre
e nome, ao reinado do venturoso duque de
Beja.t
Alem de todas ostas brilhantes qualida-
des que adornavam o character de D.o Joo
H, devemos tambem notar, quo nao era el-
lo home para so deixar dobrar As exigen-
cias de quern quer quo fosse; e fazendo-se
respeitar perante as outras nages da Eu-
ropa, foi um dos monarchas portuguezes
mais illustres, e talvez o primeiro da sua
6poca, pela sua vasta intelligencia e gran-
de tino politico.
Tendo o pontifice Alexandre VI expedi-
do a Bulls em 1493, na qual dividia, pars
as conquistas, o mundo em duas parties,
marcando a part oriental pars os portu-
guezes e a occidental aos eastelhanos, quo
seguiam na esteiri de nossos galeoes, D.
Joeo II, apesar de muito respeitador do
papa, nbo esteve pela conta, e protostou
immediatamente; vindo a concluir em 7
de julho de 1494, corn os reis 4eCastella,
o tratado do Tordesillas, no-qual limita-
vam centre sias suas conquistas.
Outro acontecimento, que vamos narrar,
vem ainda provar a energia do nosso es-
eslarecido D. Joao I. Aprisionando al-
gunss nirvios, cosarios frandezes, em nos,
sos mares umr earavela portliguezsa, que
viaha da coats da Mina corn important
canregamento de oure e fazenda, D. Joao,
logo que ao seu conhecimento chegou tal
noticia, mandou embargar todos os navios
francezes, quo se achassem surtos em to-
doesos portos do reino.
Carlos VII de Fran9a, escreveu sem de-
morna o rei do Portugal, daudo-1he todas
asiatiisfasos quo o caso requeria, orde-
nando a prompts entrega do navio aprisio-
nmdo, corn todo e seu carregamonto e man-
dando castigar severamente os que se atre-
veram aquelle ultrage.
Vemos por estes dais actos do soberano
portuguez, o quant oelle tinha a peito fa-
zer respeitar o seo paiz peranto as demais
nages; e 6 bern sabida por todos, a ad-
miraglo qfie per elle seo profesava na Eu-
ropa.
No seguinto capitulo diremos, ainda one
rapidamente, at6 onde chegaram as nossas
doscobertas maritimas durante o seu rei-
nado. SOARES ROMEO JUNIOR
(Continua).
diversas vezes o sen passeio, afastou-se e
perdeu-se na escuridlo. Aquella mulher e
os soes modos causaram um corto espanto
.no bravo Martim.
Mas o colosso, come jA dissemos, nao
brilhava pela intelligencia, e n16 ligon
grande importancia Aquelle incident, que
ponuco depois se Iho varr& do espirito.
Se tfvesse visto o rosto da mulher que
acabava do andar em torno d'elle, terina
visto que o examinava corn cuidado, e to-
ria ouvido essas duas palavras, quo certa-
mente lhe teriam dado que reflectir :-E'
o mesmo home.

A ospera de Jalras nao produzio resul-
ado; nurante tods a noite a entrada da
cit, per elle vigiada, consorvou-se desert,
ou den passagem uniciamente a individuos
|, meB d.o porte ixur : de longer, coin
a peaoa quie tera Objecto das suas pesqui-

W4Iquella acada huanap, Martim esta-
o.e lAii. d lt dqeli' n ud sa*stro, nRo

6 poasivol 1e59Ocr4vr-e Roberto toysqu


a Oqi~a ttfr-lh& i 6=0a8 te" coago
,/^.O.g^Qaolvem^s d^iifser?.ei*,
lou a* ;a, qeo no seun 1 .
ageoadivos a deixar-secowld.




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