Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:13803


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Full Text











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"+P :. Pr seise mattadiantado .
m, Pot urnovedito idem ..... .
-- Par aum minoe idem. .. .
S Cad numero 'avulso, dias nternio'res.
^ & el A .".. ." .* ... ,,


-Irowfrttabt i( Aanod irly


-RIO DE JANEIRO, 22 de abril, As 4
da tardo. (Recebido as 5 horas e 10 mi-
nutes, pela linhlia terrestre.)


Fol nomeado contador e distribul-
dor geral do eommercio da c6rte,
Aagunsto Lacaze.
Falleceu o chefre do corpo de ofml-
elaes de fazenda da Armada, o capi-
to de mar e guerra graduado Mi-
gsiel Joaqulm libeitro de Carwa-

Foram nomeadon para a guar-
da national do Bio Grande do Norte:
Tenente-coronel commaudante do
4.obatalhao da reserva. da comarca
do i JrdUm, Martins Medeiros:
-Wenente-coronel commandant do
*.0 batalbato da activa da mesma
comarcait, Aquino PereiraIt;
Tenente-coronel commandante do
21.0 batalbae da active. da mesma
eomarca. Cvpriano Galvao;
Tenne ?-eorobeI commandante do
9a0 batalbao da active, da comarca
do Xerid6. Araujo Cavialcant%
Tenente-coronel commandante do
5.*4 batalfifio da reserve, da meoma
cmarca. Franclsco Antonio de Me-
deiroes
Tenente-coronel coftmandante do
oeerpa de cavallaria n. 3. da megJm
eomarcat Clemnentino Faria. .


INST UCCIO PQPuLAHU

5=1S1 NATURAL M35. E2S
(Extrahida)

PARTE I
CONSIDkERACOES GERAES SOBRE OS
PEIXES
(Continuao)
I*importantissimu o commero' pe pPixe salga:-
do; constitute a salga de peLxe uma verdadeira ri-
queza. Este commercio emnprega milhoes de indi-
viduos. Ha certas qualidades de peixe (o baca-
Ahao, por exemplo) que s6 salgado se obtem em al-
gans paizes.
A sardiuha e o arenque salgados, formam para
os hollandezes urma importantissima industrial pela
qual chegaram a vender annualmente talvcz 60
milhues do francs (ou seja 24-1:000 contos de reis!)
A salga do peixe torna-o mais indigestao emenos
.saboroso; mas, nao obstante isto, o arenque 6 pro-
curadissimo, e nos paizes do norte faz-se d'elle
abundantissimo consume.
V6 poas o leitor, por estas brevissimas conside-
raqes, a importancia que o estudo dos peixes me-
rece.
Polo lado scientific nao menor 6 a importancia
que o estudo dos peixes nos deve merecer.
0 mar 6 incomparavelinente mais povoado pelo
reino animal do que a paite solid do nosso globo.
Sio talvez mais abundantes as species de peixes
do que as de todos os outros animals reunidos.
Desde o o peixe corn dimensoes prodigiosas at6 ae
mais insignificant peixinho dos ncssos tanque,
quantas variedades fo tamanho, na cor, e no modo
de vida!
0 prixe 6 talvez o menos favorecido de todos os
animaes coniiderado cm relaclo AIs fune5es cere-
bracs.
Tambemni estes animaes sc distin-uom muito pela
aua voracidadc. Nutrem-se muito e devoramin-se
corn pasmosa facilidaile. A sua vida 6 uma cons-
tante luta em que a victim 6 quasi sempre o mais
fraco. Se nao fern a pasmosa reproducA^o d'estes
animals, sujeitos come estao a tantas causas de
destruicao, algumas species desappareceriam corn
certeza.
Estudemos pois oas peixes,-e comecemos par dar
uma resumida conta da sua anatomia.
(Co,inua) .


PARTE OFFICIAL

Governor da provinela
DESPACHOS DA PRESIDENCIA DO DIA 21 DE
ABRIL
Antonio Alves Bezerra.-Informe o Sr. Dr. juiz
de direito das execuques criminals do Recife.
Andrelino de Souza Martins.-Ao Sr. Dr. juiz
de direito das execucues criminaes para providen-
ciar convenientemente.
Antonio Jos6 do Souza. Requeira ao Governo
Imperial.
Benedicto da Costa.-NXio tern lugar.
Companhia de Beberibe. Encanunhe-se, de-
vendo ser pago o porte na RcparticAo dos Cor-
reios.
Companhia Pernambucana.-Aguarde o credit
pedido a Assemblea Legislativa Provincial.
Francisco de Assis de Albuquerque Maranhao.
-Prorogo por 45 dias o praso marcado ao sup-
plicante par soicitarp patented.
Francisco Aatoao Tavares.-Informe o Sr. ins-
pector da Themouraria de Fazeada.
Francisco Felix de Brito. Informe o Sr. Dr.
juiz de direito das execuces criminaes da comarca
do Recife.
Francisco Tavares da Silva Cavalcante.- Sim,
agsinandoo o devido coutracto no Thesouro Pro-
vincial.
Francisco Tavares da Silva Cavalcante.- 0
saupplicante foi hoje attetdido de conformidade
eam o quae equereu unaIpeticlo de 16 do corrente.
Francioo Lins Cavaleate de Albuquerque.-
Indeterido.
Teuente Guilherme Duque Bezerra.-Informe o
Sr. Dr. juiz municaipal do termo de Taquaretinga
Nobre o objeoto d'ete reueyiaaento; que eoti im.
trido corn m convenientem doementos.
acio Ner Ferrerm. I- nforme o Sr. com-
nandaute#a. p"do Poliala
OA ISkdoFmnV% To ne-Rametdtido a j.n-
tea arj i &a qoem eupplicmante se
*~ ~ dW "" oea Bnu&e.tInfrme a Si.

~do *r.
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~ NI^^1'1^^ ww.


.-.., A ,
. .o, : '


ta be laria & litluoo


I I I .......... .. I I _ _ _ _ __ll ...... III ii ii iii D '11 llI I '"


Jose Eduardo de 8oqza Landin.-Sim.
Joaquim Jose Victorino do Moura.- FBn vista
da informal na%&da ha que deferir.
Luiz C. Kraufs. -Passe portaria e 'a roapeetiva
carta de naturafisa,01o.
Luiz Ferrera Maciel Pinheiro.- Como requer.
Manoel Beoigno da Silva.-Informe o Sr. ias-.
pector geral da istruegao Publiea.
Maroel Sebastio da Costa--Informe o Sr. des-
embargadorjaiz de direito da comarca do Jaboa-
tao.
Manoel Duarte Ferreira. --Iiforme o Sr. inspec-
tor da Thesouraria de Fazenda.
Bacharel Paulo Martins de Almeida.-Sim, corn
os veucimentos a que tiver direito.
Tenente Sebastiao Goncalves da Costa Aguiar.
-Aguarde o augmento decredito pedido ao go-
verno pela Thesouraria do Fazenda.
Tenente Theodoro Pereira de Lima. Informe
o Sr. commandant superior da Guarda Nacional
das comaircas de Barreiros e Palinares.
Secretaria da Presidencia, em 22 de abril de
1881.
0 nnrteiro_


Joaquim Leocadio Viega

Coimanado das armas
QUARTEL GENERAL DO COMMANDO DAS
MAS DE PERNAMBUCO, 22 DE ABRIL


8.


AR-
DE


1884.
Ordemn do dia n. 1,463
Faso public para conhecimento da guarniqao,
que as ordens do dia d'este quartel-general sob
os numerous 1, 2 e 3, tomaram a numeraaio de
1,460, 1,461 e 1,462.
(Assignado) -Floriano Peixoto, briga-
deiro commandant das armas.
(Conforme)--0 alferes Joaquim Jorge
de Mello Filho, ajudante de ordens encar-
regado do detalhe.

Repartiio da polcla
Sec* o 2'.-N. 43t.-Secretaria de Policia de
Pernambuco, 22 de abril de 1884.-Illm. e Exm.
Sr. Participo a V. Exe. que foram hontem reco-
Ihidos A Casa de Detencao, os seguintesindividuos :
A' ordem do subdelegado do Recife,
Manoel D.j Forreirs, Rosa Maria da Con-
ceiglo, Nz Araripe de Alencar, Jorge
Maegron,_tkarlea Wi'liam e Joannessus,
por distu os. .
A' or!ms do deo Santo Aatonio, Aman-
io i-T"avares e Thoas Francisco de
Aqiuino, por disturbioa .
A'iordem do do 14.Ist4pto da"'-Boa
Visa, Felippe Moreira da C0 z e Luiza
Maria do Carmo, por disturbios.
Pelo subdelegado do 2" district do ter-
mo de PNo dAlho, foi preso.em flagrant
no dia 15 do corrente, por crime de furto
do cavaUos, o individuo cle nome Joao
Pinto de oLeb, conhecido por Tontum.
A tal reapeito procedeu-se nos terms
do inquerito poHicial.
*^im*^e )&la3Iin a Eau, Sr Aw.
ftrgafF3Hose MarfeTre Freitas, mu i digno pre-
sidente da provincia.-0 chefe de policia-Ray-
mundo Theodorico de Castro e Silva.

Camara Munielpal
ACTA DA SESSXO ORDINARIA DA CAMARA
MUNICIPAL DA CIDADE DO RECIPE EM
9 DE ABRIL DE 1884.
Presidencia do Sr. commendador Moraes.
Aos 9 dias do mez de abril do anno de 1884,
achando-se presents as 11 horas da manhil no
Paso da Camara Municipal da cidade do Recife,
os Srs. president da mesma ommendador Jose
Candido de Moraes, e vereadoirs, faltando sem
participaqiio os Srs. tenente-coronel Octaviano de
Souza, e Natividade Saldanha, assumio o Sr. pre-
sidente a cadeira competent, e declarou aberta a
sessio.
Lida a acta da antecedente, e post em discus-
siao foi plenamente approvada, e assignada.
Entrando-se na primeira part dos trabalhos da
sessilo, apresentou o secretario os despachos da
anterior, e diversas redaqZes de officios, dirigidos
A Presidencia, o quc tudo foi approvado, e assig-
nado.
Apresentou mais o expediente contido na pasta.
Antes, porem de ser elle lido, o Sr. tenente Vie-
gas, obtendo a palavra pela ordem, disse, commo-
vido, que, send esta a primeira sesslo depois do
passamento di um representante da nago, e es-
tande ainda dentro dos sete dias da pragmatica,
aconselhava o sentiment, que a todos dominava
por tao sentida perda, quo, sendo, como disse, o
finado o Exm. Sr. Dr. Innocencio Seraphico de
Assis Carvalho representante da naqao, e como
tal tambem representante de sua provincia, e do
scu munimncipio, (o do Recife) era por isso just e
mere-ido qus na acta de hoje a Camara Municipal
maniftestc o seu pozar, e condolencia polo passa-
ment) premature de tao distinct patricio, e cida-
duo; assim pois apresentava a segainte proposta:
Proponho que seja langado na acta de hoje um
veto de profundo pezar, e condolencia pelo passa-
mento do deputado gcral pelo 110 district o Exm.
Sr. Dr. Innocencio Scraphico de Assis Carvalho,
c que se nomeie urma cemmissao de tres Srs. verea-
dores para na missa de 70 dia dar pezames em
nome da Camara A Exma. familia, e ao Sr. verea-
dor o tenente-coronel Octaviano de Souza, que se
acha ligado ao finado em grao de parentesco-S. R.
Em 9 de abril de 1884.- Viegas.
Depois de algum silencio foi approvada a pro-
posts sem discussion.
Em seguida o Sr. president nomeou os Srs. te-
nente Viegas, Dr. Barros Rego, e Cussy do Rego
para comporem a commissao, de que tracts a pro-
posta.
0 Sr. commendador Neves, obtendo a palavra
pela ordem, e na qualidade de commissario do Ce-
miterio de Santo Amaro das Salinas apresentou
os seguintes offieioe, que Ihe foram dirigidos polo
capefllo-administrador do Cemiterio.
Um em 5 do eorrents eommunicando algunJau
irregularidados, que enaontro n'aquelle estebole-
cimento, corn a obra dat catacumbes da confraria
de S. Benedicto, quo, ha ram de um anno, foi
comecada na rus larga do Peente do memo eatsa
bolecmento, e Bs Robs paralsada, estando d'eo-


t'arte sujeita is penma do art. 83 do reglamlento
respeptivo; asim com o ae Aha pamraliimda tarn-
bern, a pelo memo two fa obra do tumulo, man-
dado construir pelo coronet Domingo Affonso Nery
Ferreira para recolher es restos mortaes de Ma-
noel Alves Ferreira, c portanto ineuri n pena, relevando declarar que a mesan .
d'aquella cofrai as ignoh term na s tai
d'esta hlma. Camniara em r d e 1874; o1jMVo-
nel Nery Ferreira pagou a -'de
6por dous teeremnos pam ait^Do ~dd
tumulo em 20 d deois 1z :.
Communicava ainda q 4 Winco mees,
maio ou m eo, junto ao'iI If do Ce-
miterio uma sp o de 1ta
ec'atavN, team do s i .owl ea obras
partimulares, quo a&ida
SPOIta em diaoeud a raatsttado -
4e fnarem sbbre o tla i T t, -
eikindo e 8r. "w el s eo -mi< i


.:
'1~~~.


l ,;, I


cretario que assignasse o destine, que ella teve e
onde se acha, para dar noticia disso na sessao se-
guinte.
E quanto a de Mar.,elino Ansberto, se mandou
informar ao fiscal respective.
0 Sr. padre Mello, obtendo a palavra pela or-
dem fallout sobre a arrematacao, collocaclo e re-
mooao dos mictorios ao lado da igreja da Penha,
no quo foi secundado pelo Sr. tenente Viegas e
concluio mandando a mesa as seguintes propos-
tas, que foram appro-mdas plenamente :
1.a Proponho que seja reconsiderado o orca-
mento do mictorio do largo do Carmo, visto que
pela sua nova posiglo demands menor despeza;
ojque feito, seja levado novamente A praqa. S. R.
EM 9 de abril de 1884.-Padre Melo.
2.a proposta. Proponho modificaglo no assenta-
tamento do mictorio do largo da Penha, sem pre-
juizo do arrematante.-Padre Mfe/o.
0 Sr. Dr. Barros, obtendo a palavra pela ordem
fez considerao5es ao ler o officio dirigldo a Presi-
dencia, em que se podia sua apprevaVio a arre-
matagio dos concertos da estrada da Imberibeira.
mostrando que o orgamento. das mesmas f6ra ex-
cessive; e por is so no devia essa arremata*lo
vigorar, e neste sentido discorrendo, mandou a
mesa o segduinte requerimonto, que foi plenamente
approvado :
d Requeiro que fique sem efeto a arremataca
dos concertos da eotrada da Imberibeira e se
made orar amenteo o corte das arvores aobre a
meas estrada.-Barro Rego. a
Apreentando-se ooffial de juatiga para a a r-
renmataso de 700 aauioe inteiros e alguns queo-
bradoe de propniedade municipal, avaliado ewm40
mandou-se apregoar, o que feito, certifi a o pre-
juaio que s6 lecftaro. sbre elles Benedito Almida
lanando 1i saobre a avalia e eomo laioar lance
o foe offereido, mand -se tregar o ramo
o dito Benedito Alhaeida, Aneando asiamrre-
tatSdo 0o azulei pea quantm ade 415..
:Foi lids urm petia b do Dr. Jolo Maria S Oe
medi< ada Cast do Deteaglo, quo pedia san i-
omp"aI. etlmt nor a moaie a p, d ap sm
meic r. I4 iptei9ad. VqliT,0,
Pouts B rij ou-se
Bao awer hs attero -bgod AN Tnrnip>,aM as,-
Mkz~.*~tvsa~at quavais
tit=a a 00910i 0. IWOgMber." a nlli iiiil
's ^ *prfriitf "bt 'nniAi^ "PNT


-5

4

~4 -~. '~i\~


acerea dA nullidade da arreminatacgao dos
tos da estrada da Imberibeira, disse que
Ia favor, porquc o mesmo 8r. Dr. Barros
aa de uma vez tern dito e o03 concertos
-eftraJda se farao comrn 2 a 256mil reis e que
l va Yer isso effectuado. pois a diffirenca 6
eito de. espantar a menos que o engenheiro
iba fazer orcamento. i
4rando. se de tudo a present icta que eu Pe-
jaudiano de. Ratis e Silva, secretario, escrevi.
!. Candido de Moraes, presidente.- lose Pe-
eves.--Manoel Antonio Vregas.-Padre
tio de Mello e Albuquerque.--Josh. Osorio de
y.ira.-Francisco de Paula Correia de Araijo.
.i de Aquino Fonseca.-Gusmy Juvenal do
pa. ManoelFrancisco de Barr.s Rego.


dainada pela populago.
4- Fallecera Joaquim Augusto da Fon-
seca, chefe da casa J. A. da Fonseca &
C., muito estimado e respeitado entire os
sens confrades. 0 commercio em grande
paite fechou as ports, no dia do trespas-
so, em demonstraglo de pezar.
Earanhao
Datas at6 16 de abril:
As noticias d'esta provincial tambem ca-
reB m de interesse.
lo Diarno do Grfo Para, entretanto,
n ntramos o seguinte :
Treze deputados provimiaes do Ma-
ruho resolveram ultimaminte, nomear
ma commisslo afim de enlender-so corn
O8 Srs. Drs. Maia e Gomes de Castro, che-
f do partido conservador, hsarmonisal-os,
de accordo, no modo de confee*ionar acha-
ps que deve. ser apresenta! nas future
el- 0ogeraL
A commieflo e taede o-se corn o
Sr Maia, oete deela ter minantemente
qu lhous oopm'rt .Pg deria ter lI-
sema qae. tf ,por sme a manu-
3. 901 em4 mW .
g/* do O AMN dmi o nolhafos

A yists d' 41 MUquul


essa base inaceitavel por part do Sr. Dr.
Gomes de Castro, deixou de fazer-lhe pr)-
posta alguma e desistio da e.1aproz1. ,
Ceari
Datas atW 19 do abril
Chegara a capit id o senior Paula Pes-
soa, quo vai tomiar parte nos trabalhos par-
lamentares achandlo-se para isso ao bordo
do paquete B thia.
Tamibem embarcaram no mesmo paquc-
to os deputados Dr. Jose Pompeu e Dr.
Meton de Alencar.
Fora capturado um dos tres press,
que, conforme noticiamrnos, se evadiram de
Fernando do Noronha, e depois soubo-se
terem sido levados A Fortaleza por um
vapor que os encontrara no alto mar nas
fragois jangadas de que so serviram.
Nada mais qu merega mensao.
Rio Grande do Norte
Datas atW 20 de abril:
Nada encontramos nas folhas recebidas
que seja digno de reparo.
Parahyba -
Nao 'recebemos folhas d'esta prove cia.



PERNAMBUCO


Assemblea Provincial

23.a SESSAO E, 2 DE ABRIL DE 1881
PRESIDENCIA DO EXM. SR. BARRIO DE ITAPISSUMA
(Continuaao)


pode suspender o provimento de un lihgar da e-
cretaria da Assemblea ? Ea n.l)o Vej).
0 que diz o art. 192, que acibo dc Ir 6 qua
e a mesa qu..m tern competencia para proper a As-
seminhlea a nomn';aqo do p)rteiro, continue e nmtis
vmpregados subalteraos, |qum form ueossarios
pars. a garJd e scrvio d-a e t ; nmi nb s we-
guc d'ahi que a h i !o o-a;trn,'tt. n'o ps.sa sus-
pender o provimennto d& um d'essis Inuares. Is.9
significa apenas que, sempre que se tractar de fa-
ser urna nomeaqao, nii'cste *aso 6 A mesa que com-
p-.te fazer a proposta de empregados, mas isto nio-
iquer dizer que a m-esa nao possa, em virtude de.
una disposicao de lei, ser priv:tda de proper opro-
vimento dresses lugares durante urn temp.) limita-
do, durante o praso de umrn anno, por exempleo.
Tirar d'este art. 192 a concluslo quo tirou o no-
bre deputado, 6 tirar de premissas extranhas uma
conclusao que se acco:nno la, ( exact, a opuniuo
de S. Exe., mas que de ccrto nao tern valor, por
que nio se contem nas premnissas estabelecida.
0 SU. OLYMPIO MAQAcLES- Apoiadu ; ahi 6 que
esta a questao.
0 SR. ROSA E StLVA.- Sr. president, pass ao0
arts. 225 e 226, ultimos arguments do nobre Sr.
1o secretario.
0 art. 225 diz : Havcra um official major, dras
segundos e um terceiro, ct-., pdcn, lo ser aug-
mentado se a Assemblesa o entender convenient.
Como V. Exc. v6, Sr. president, tambemn o art.
225 nao tern rclaiIo corn a hypothesc em question;
estranho at6 quoe o espirito lucid do digno Sr. lo
secretario podesse ter enc-ontraido tal relaio en-
tre o art. do regiment e a propesta q(jus se dis-
cute.
Declaro cornm franqueza ao nobre deputado qe
por mais que procuirasse, par nais que me esror-
asse, nao pude cncontrar essa relaio, essa lipa-
cao que a S. Exc. pareceuC to aceitavel c conclu-
dente
0 art. 226 esti nas mcsmas condi<;res : 6 uma-
sequencia, 6 uma cqntiuua.lo do art. 225 ; tam-
bern no tern applicaiAlo A hypotheses. E tanto,


+ mBTLEGtxlis


-a:


a. ~


0 porteiro, continuosa mais emprePado su- toe do ompreJfa pftiW6
balternos, que forem uemsuariom pars a guards are ores V 6 Dliio 6Jeus 6 /n
I'm patbiotzieo quoegiwo.auia agoteamwfo
semvigo d cua, sedoptopsto .appnvaglo td e duo ( ,, a. _
Awsembls6apela tefNsb i, et., ee. tods petat
Oda nests dim t oam, a argum MA- ig 0 Sn. JALS a. a, q -
to q enoa.rgou6-S n -utado.? Como con- u ft qumieU tI~im a hm
uiur detas d(9o t fteonto quo a lei pro- do e.pedean.
Tvia*Dr.t uiista do or gamnto, nio 0a L 0 *B O" 3SILVfr C -d* If..


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eamra, como a peoss, que so-incumbio da factura
do masazolo, e que, senado t falta oommettida pw
este,, e nao por aquelepateadla que nao podia
ser multado o Sr. earonel Nery Ferreira.
Resolveu-se -ue so oficuasse a irmandade de
S. Bonedieto, intmando:a paa que seae perda de
tempo aeabo. a suB obra oneqsada sob a pena da
lei; que no mesma sentido s eommunieasse ao
Sr.. ecronel Nery Ferreira.
E quanto ao mais de que tractava o officio quo
fosse providenciado pelo Sr. commnisario respec-
tivo.
Outro em 7 do corrento, communicaddo que ate
aquella data niao lIhc fora aindv.eatregue pelo
Boevd. ex-administrador Dr. padre Souza as cha'-
yes da casa destinada para residencia do admi -
nistrador d'aquelle estabelecimento.
Postal em discussion a material, o Sr. Cussy do
Rego fallol extensamente contra o procedimouto
do ex-capellao administrator, Dr. padre Souza,
corn relacao A sua administracqo, e concluio pe-
dindo que a Camara tomasse provideacias em
ordem 1 ser respeitada A ordem da Camara.
Resolveu-se que o Sr. commissario respective
proVidenciasse, come conviesse.
Outro ainda do mesmo, e da mesma data, com-
municando que em 6 do corrente entrou o sachris-
tao d'aquelle estabeleeimento, Francisco Jos6 dos
Santos Honorato, no goeo da licen"a de 60 dias,
que para seu tractamento Ihe f6ra concedida.-
Inteirada.
Contiuuando o Sr. commendador Neves corn a
palavra, oecupou-se ecomr o inquerito sobre os tac-
tos do Mercado de S. Jos6, e disse que, comquanto
o parecer do Sr. Dr. Jose Osorio, umn dos mem-
bros da commissar ) de syndicancia, nada con-
cluisse contra o administrator d'esse estabeleci-
mento, todavia, podendo do resume do alludido
parecer, que foi publicado no Diario de .Pernam-
buco, gerar-se qualquer duvida sobre a probidade
d'aquelle empregade, queri* azer a luz sobre oe
factors da syadicancia, afim le que recaia a culpa
d'elles sore o verdadeiro culpado: e neste sen-
tido fallando o Sr. Cussy do Rego, mandaram am-
bos A mesa o seguinte requerimento:
S Require nos que a ilbistre co nmissao de syn
dicancias sobre os negocios do Mercado de S. Jos6
se digne de inquirir o sobrinho de Jos96 Bailio,
servente do mesmo Mercado pars declarar, so e.
ou nao verdade que substituio ano dio sou tio,
para o fim de prevenir qualquer ma interpretaleo,
a que se possa prestar o inquerito da mesma
illustre commission A quern porventura queira ferir
a dignidade do administrator do mesmo Mercado.
Recife, 9 de abril de 1884.-Joe edro das Ne-
ves.-Cusoy do Rego .
Poasto em discussea o requerImento, o Sr. Dr.
Jose Osrio, explicando osa facto,, disse queo re-
querim'nto importava ura defeza, da qual elle
tambem nilo se e earregava, nemr tambem da ac-
cusaeAo e deelakava solemnemente quo niaO acei-
tava mais o pipel deo membro de commission al-
guma do inquerito ou syndicancja, e concluio di-
zendo que pelas raxoes expostas sentia mnao powder
votar pelo requerimento. I
0 Sr. commendador Neves disse que pedia li-
cenca ao Sr. Dr. Jos6 Osorio parsa dedarar que
nio aceitav4 a sna theoria, porque entendia que,
aceitando elto a commissao e dando sobre a ma-
teria pareeer, nm0 eonittindo sua opiniio sobra
quem fosse, ou. n4.o ocpdado.
0 Sr. 0,6,0 mmp- no" requeri-
imento, ,iendo que -eta deftr Veio tarde, visto
como ja a Camara havia resolvido.
Encerrada a discussion, potato Avotoes o requeri-
mento, foi approvado, votando contra os Srs. Dr.
Jos6 Osorio e tenente Viegas, delarando o Sr.
padre Melio quo niao votava.
Ficou resolvido que o Sr. Dr. Osorio na quali-
dade de commissario de policia fizesse a inquiricio
de que tratava o requerimento.
Continuando o Sr. commendador Neves corn a
palavra, interpellouC o Sr. padre Mello sobre a li-
cenga, que concede a Agostinho Jos6 dos Santos
Leal, pars concertar uma casa na rua Augusta
com offense das posturas.
Neste sentido fallout sondo secundado na cen-
sara que fizera ao Sr. padre Mello polo Sr. Dr.
Barros Rego e Cussy do Rego.
0 Sr. padre Mello responded ao Sr. commenda-
dor Neves, e aos outros Srs. vereadores que o c-n-
suraramr defendendo-se das arguilfes con.a o eacru-
puloso que tern em dar certosldeslaehoa e quandoo
fazia, era mandando sempre respeitar o parecer
do engenleiro e que A propoasito apresentava para
ser resolvida pela Camara a peti9i0 de Marcolino
Asnberto Lopes, pedindo licenca pars concertar sua
casa n. 2, sita A rua de Domingos Theotonio ; visto
coma achava difficuldade na concessio da licencna
que pedia o peticionafio em sua replica.
Depois de calorosa discussio, foi ella encerrada
e plsta a votos a material de uma e outra peticao,
sendo que a de Agostfnho Jose dos Sanros Leal
que houvera sido despachado favoravelotente, nao
apparecia, informando o amanuense, encarregado
da cscripturacao do livro de rcgistro das peticues
e do destiny, que ohe h dada, que eonstava do re-
ferido ter sido ella despachada pelo Sr. commis-
sario, e|mtretanto dopois disto nenhum lanqamenmto
se encontrava no livro da porta.
Quanto A esta peticao so recommendou ao so-


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ARIO DE PERNAIBUCO

RECIFE, 23 DEABRILDE 1884
N ticlas do Norte do Imperlo
Spaquete national Bahia, chegado hon-
te d(to norto, trouxe an seguintes noticias :
Amazonas
Datas atW 10 de abril:
Proseguia em seus traballios a Asse n-
lbia Provincial.
Fora alli apresentado um project dA
lei iutorisando o dispendio de 500:000.000
co a libarta5?o de escravos.
No dia 31 de Margo teve lugar no
Placio da Presidencia a 1.* sess'ao da
A olicionista Amnazonense, sendo por essa
oc asiao concedidas duas cartas de liber-
e.
No dia 7 do corrente houve a segun-
S sessao da commission central abolicio-
niita, tendo lugar uma conferoncia.
No dia 8 do corrente reuniram-se
Os accionistas do Banco Commercial do
Aazonas, cuja directoria ficou assim com-
ta:
ssembl6a geral president -Dr. Ulys-
sei de Azevedo Faro; 1." secretario Ale-
xa dro F. da Veiga Lima; 2." dito Dr.
DPmingos Theophilo de Carvalho Leal.
Directors Guiltherme Jose Moreira, Deo-
dao G. da Fonseca, Antonio Jose Fer-
nides, F. M. do Vasconcellos, B. A. de
1voira Braga.
*- Lomos no Comnercio do Amazonas
de 10:
S Rcebemos a visit. de despedida
deste illustrado engenheiro que retira-se
pa a eortelhoje no vapor Bahia dia Conm-
pahia Brasileira.
Exonerado ale urma commisslo assas
io rlate, a do4 eatadoaT4a estrada de
fer do Madbira e aAAiora, presoi teaes
e important services a causa public n'es-
sa capinhosa e ardua tarofa que Uie foi
co fiada.
Corn os protests de estima e consi-
deoago a S. S. lhe desejamos feliz via-
gem e a sua Exma. familiar.
S Tambem segue o Sr. DP. Jolo Jose
da Cruz Camarao.
L-se no Marapanoense,:
S No dia 14 do passado ajustarani-se 6
pessoas, cinco mulheres e um home, para
irem mariscar nas pedras do Mayandeua.
E, embarcando-se duas mulheres cm uma
moAtaria pequena (casco) e outras tres
co um home n'outra pouOo maior, se-
gui am. E chegando abaixo do furo que
pa sa d'este rio para o de Cintra, alagou-
se montaria menor, ficandolas duas mu-
theres A tona d'agua, e os qu J iam n'outra
cad5a foram dar-lhe socuorro; porn, ao
embarcarem-se, alagou-se a outra monta-
ria resultando morrerem tres mulheres uma
de nome Gervasia, outra Cordolina e outra
Adelaide: salvando-se duas e o homernm.
( Das que morrerem, s6 foi achado o
cor o de Gervasia, jA sem cabe.a e scm
um bravo, e as outras ate hoje nwo foram
enaontradas. B
Para
)atas ate 13 do abril:
As noticias sao de pouca importancia:
Em Muana foi assassinado corn um
tir de espingarda, no dia 22 do mariao ul-
tim, Thomaz Sabino Cerdeira, commer-
cia te alli estabelecido, por Bento Jose do
Vale.
) delegado d'aquello termo procedeu a
con o de delicto, tanto no cadaver de Cer-
dei;a, como em Salustiano de tal, quo foi
fe do na mesma occasiao, e bern assim ao
res ectivo inquerito; achando-se rocolhi-
do a prisao o criminoso, que confessou o
crime.
Constava ao Diario do Grcto Pard
qu vao prolongar ate o littoral os trilhos
da ferro-vio do Bragan~a, ficando por esse
toodo satisfeita uma media j ustamente re-


I


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0 Sr. Rosa e Silva-Da mesma form que Sr. president, o proprio nobre deputido nuo esbt
o nobre deputado pelo 7o district tambem eu, Sr. convencido de que o artigo em questao tenha ap-
presidente, fui sbrprendido com a apresentar.o da plicaaio A hypotheses, tanto o seu espirito vacila,
proposta que se discute; sorprendido porque a a despeito do desejo de tirar azcite das pedrus,
consider illegal, sorprendido porque a ella se op- porque e o caso de dizer-se que o nobre deputado,
pSe o estado fiuanceiro da provincia, sorprendido, procurando tirar argumenuto destes arts., naol faz
finalmente, porque vejo ahi urna flagrante contra- mais do que tentar tirar azeite das pedras ; tanto
diceao de V. Exc. e de seus illustres companheiros 0 nobre deputado mesmino acha que estes artigos
de bancada. nao se prestam a conclusao que tirou...
0 SR. OLYMPIa MARQUES -Apoiado. OSR. Jo.o At-usr1. da urn aparte.
0 SR. ROSA E SILvA Sr. president, a argu- 0 SR. RosA E SILVA- .. .que S. Exc. bontem
menta*o adduzida pelo nobre Sr. 1o secretario, nio queria distinguir eutre supproaio e stupen-
apezar do amplo desenvolvimento que 8, Exe. vol- sio de um lugar.
tou a dar-lhe, nao abalou a opinion firmada em 0 nobre deputado hontem, agarrando es a u
meu espirito de que esta propostas nilo deve ser ap- aparte de meu distinct amigo, o Sr. Meimra do
provada pela Assemblea, diante da prohibicto ex- Vasconcellos, dizia que a suspCnsMo era a stp-
pressamonte exarada na lei do orcamento em vi- pressAo de facto ; mas, Sr. president, pars a
gor, e da crises financeira quo atravessa a provin- effeitos legaes, para o fim qua teve em vista o no
cia. (Apoiados). bre deputedo, procurando tirar argamento date
Sei que a minha palavra fraca (nato apoiados), disposi.ao do art. 226, a distinecao em question 6
nio teri o poder de modificar a conviceio dos essencial : 6 precise distinguir centre suppresto
meus nobres colleges da maioria ; sei que nao po- de um lugar je suspensIo do mesmo iagar. A
derei expor melhor do que jA o fizeram os meus suppressilo ainda so poderia dizer que import.
amigos, deputados pelo 1o e 12, districtoe, as ra- uma alteraqio no regimento, mat a saspensao aEM
zues que militam contra a proposta em discussEo ; imnporta evidentemente easa altera.:io, por isso
mas, senhores, essas raz~es, que foram qualificadas que, cessando o impediment, subsisted a dispoasi-
polo nobre 1o aecretario de iraprestaveis... eao do regimento, independentemente de nova rte-
0 Su. AIRr.BBO CoaawtA dA wm apart. soluio.
0 SR. RoA a.SILVA .. durante duas longas 0 Sa. Jo.o AUGusTO- Ainda n.no me convened.
horns, como bemrn observa o meu nobre cl-ega e 0 Sn. ROSA E SI.VA- Eu consider isto tao
amigo em sparte, tma o maximo valor e proceden- claro, vejo que ta-o terminautc a disposiclo do
4, sao razoes importantissimas, umas de legali- orqamento ....
ade e outras de conveniencia publics. (Apoia- 0 Si. Jao ALuGcsr3- Evidencia e)ntra evi-
a0s)." 'dencia.
'. A preposta em questAo, senhores, nao u legal, e 0 Si. Ross E SILVA-. .. queanimo-me a dizer,
tanutonlo 6 legal que o nobre deputado, digno 10 nao podendo hayer urma cvidencia contra outr&
secretario desta Assembl6a, a despeito dos seus evidencia, V. Exc. acabara por canvencer-se da
recursos oratorios, andou prqcurando interpreter illegalidade da proposta em discussao.
artigos do regimento que nao podem absolutamen- (Apoindos c apartcs.)
te ter a significajilo que S. Exc. quer emprestar- Antes d- passar adiante, devo tornar ainda sa-
lhes... liente que o nobre deputado confessa que a lei do
0 SR. Jolo AUGCSTo da um apart. orramento prolhibio o preencliintm'nto l vagas ate
0 SR. RosA E SILVA- ... e tanto nao procede a o numero de duas, que se deremn em lodasas s re-
argumentaio de S. Exc., que o nobre deputado parties publicas, c ainda mais que a secretariat
vio-se na contingencia, parsa sustentar a proposta desta Assemblea 6 urna reparti;rIo publics.
que se debate, de repetir aquelles mesmos argu- 0 SR. JoAo Au-USTO- Mas especial : por con-
mentos subtis que jA haviam sido aqui combatidos sequencia exceptuada.
corn toda a vantage. 0 SR. RosA E SILVA- Portanto os unicos ar-
Sr. president, a verdade e que o regimento des- gunientos e estes subtis que encontroa o nobre
ta casa constitute lei para a Assemblea, como os deputado para fandammintar a proposta da mesa.
regulamentos e leis que regem as diversas repar- foram as dsposiSce do rcgimento, quo ja estiio
tiqSes constitute tambem leis pelas quakes se re- refutadas.
gem essas mesmas repartigoes. Provada assim a illegalidade da nomear10o que
0 nobre deputado sabe que todas as reparti- se vai fazer cu aecrescento, Sr. presi tente, ainda
i oes provinciaes se regem por leis approvadas por quando fosse legal a proposta da mesa, ainda
nos e regulamentos expedidos pelo president da quando contra ella nao se levantasso a disposiClo
proviucia, jAcm virtude de attribuiqlo propria, ja express doi art. 13 do orearnento vigente, ainda
em virtue de delegacao da Assembl6a ; logo o no- assim esta Assemblea nio devia approval a, por-
brc deputado para ser consequent devia sustentar ,que estA moralmente impossibilitada de fazel-o.
que a lei do orcamento na o tern competencia pars t.\poaaldosi
suspender a cxecu'lo quer de artigos das leis pro- d
vinciacs que regplam as repartiSes proviniaes, Senhors, n6s que sonos legisladores n.o d',
quer dos regulamentos d'essas repartiVSes. En- ma quercr para us outros aquilloque no quere-
tretanto, conhecendo qu.o falsa e perigosa seria mos paia nos mensmos, n6s que somos legisladores
essa theoria, o nobre deputado nao se abalancou a temes Perhonran e dignidade nossa o dover dc .da
tanto e iit confessou que a lei do orqamento prdeo exmpio n'esta casa.
corn effeito suspender a execuc.o das lois provin- 0 naobrcs dcputados, no ha muito. apenas troi
ciaes que regem as diversas repartiq5es, assim dains, votaram comnosco uia aemenla prohabindo
como os respectivos regulamentos. Logo, pars ao president da provincia prcnc-her s vaas
ser logic, dove reconhecer comnosco que a lei do que se derem nas reparti6ces publicas at. o nu-
or-amento p6de igualmente, com o fez, tornar a mnere doe duas ,
prohibiqao extensive a secretariat da Asscmbl6a, O nobre o s cretari n'locontesta que a Assem-
que 6 tambem urma rcparticAo publicsa. bl A sop uma rP"ase 1a p ubli : eoan-, P0a.
0 Si. Jo.o AuGusTo da uni aparte. uer para esta Assemblda aqurilh quc recusa so
0 SR. RosA E SI.LVA Nio vejo razao e muito proprno president da provincia ? Coma o nobrv
menos base juridica para semelhante distinceo. deputado quer que aeja preenchida a vags qua
Nao sei mesmo como V. Exc., aceitando as pro- exists na secretana da Assemblea, qundo n
missas, recusa entretanto a conclusio, alias a de- quer, e S. Exc. votou por essa emends, que o pre-
p a sidente possa preencher as vagas que existe nan"
ducqao logical, neeessar a dos principios estabele- adent rsas repartices ? s ern na
cidos. (Apoiados). diversas rpasticoes ?
Mas, Sr. president, a argumentaq.o do nobre 0Sna. Jolo Auausro So duas coups dis-
Sr. 1 secretario, al6m de improcedente. 6 falsa ; tc AS p i e -
do que falsa porque dos artigos citados por 0 R R .E SIBVA- Sr. president, se estas
S.'Exc. nao se p6de tirar a illaqoSes que tirou o duascousas s'o districts, en no conheco que
illustre deputado. (Apoiadoo). se possa chamar cousas homogeneas. Que vote
Vamos por parties. pela proposal da mesa aquelles deputaos que vo-
Servio de castello a S. Exe. a disposiqao do art. taram contra a emenda L que me refers, eu oem-
148 do regimento, que diz: prehendo ; mas que votem pela proposta da mes
SNenhum srtigb do regimento serA supprimi- aquelles que votaram por essa prohibicio so pre-
do, substituido, additado on alterado, sem proce- sidente da provineia em no ne da teremis da
der indicagAo etc. mesma provincia, em nome da economia ds di-
Ora, pergunto eu, a prohibiciao eontida no art. nheiros pubtios, eu nrio comprehend, Sr. presi-
13 da lei do orcamento vigente, import porven- deute, portque se a assembled quer realmnte a
tura suppressor de algum artigo do regiment, eenomiSa, como dove querer e exige o estado fi-
substitumqio on additamento ? nanceiro da provincia, deve comegar por dar *
E' evidence que nao. ImportarA, porem, aste- cxemplo, dove comegar per nao preencher a cTa
racao ? V. Exc. diz que sima; eu digo que nao. quo existe ua eun secretana. (Apoliados, -i
Sr. president, asterado um artigo do regimento bean.) t v e s e- pmn-
permanece a alteraglo ate que par urna nova re- ein. Or esidIted eatsvas da d s P 0.
soluclo a Assemblea restabelega a part alterada. Chida. 0 OltadO famicotrb TS lu
Neetecaso nlo esti o art. 13 da lei do orgamen- anbleao^sabe, 6dsador, il0 P6S1LS
to vigente, que tern unma duraglo limitada, por isso I nossa secretaias j 6 oaido bn rebe t
que desapparecendo esta com o exercicio financei- N6s terno setaa a down i oe as t
ro, cam olsa desappanecem tambemn todas as res- os seooip~ies mlafeed
tncgoc estabeelocdas. Logo a prohibig~o em pinvinicia quaieprasmitmos e a despets de s
questlto hile impontou nero imparts alterail da s tracts 6 reslmente urns daiaulelllas que poamm
artigo algum do regimento, e par conseguinte nito u enlsupprimidas, sean prejuiso pra o mrvigs 1s-
estava dependent da disposiclo do art. 148, os qido" a p i a --
qusl, 6 fangs confessal-o, cogita do hypothaso mui- gus dnhmreni, q uado a s pro atci "
to different. (Apaiadas). gda rnaspe firde im
0 Sn. Jobo Aneusro di umn saprta. rgespertivo ms_ co parflt a qado M i p0 .
O S8. Rosi n SuvA--Pars responder a r~aspciamcnerohqmaoam W ~
jeoiao de V. Exe. basta a leitura do propnio a souro, inalteavehnente ya im ads fc
,00. U;. .=,^ ...:-_ faer corn pontuslidade msN W 1-






























PIO VABiBm--Vai nro


.- 'I
feita
]a 4S3-
T,-i (o


io--LQuatro co o do hoje.
quBa.... qe tem, a mats pa
aposta quo so aeba sujeita
ndo amn d'setes requ*r ne


i trpretallo do art. orts.edo regirmeto em q
so f a me s pj6a onamer a aum proposta, te
obrg deowuparaouda uima- vqsa aotten
nosao ogtead POO do-lbms de lpa, ma owv
qae Rio tr ,a preote ar de vir eosclarcer o deba
0 es. J91o AuDUjTo-N4b apoisepd en espe
esclinraemitos do nobre deputado.
0 SB. e LYMtIo MAuQa tern tentam.bem a prete
tra de trazr para o debate uma quostao nova
ao cgutada ns a disecusslo.
Antes, por d, de o fazer, deve reforgar os *ug
meatos coin quji comabateu a proposta, pmca ro
ponder mo nobre deputado pelo 7.0 district, Idigi
1 secretarieo, quoe a tern asustentado. Pretende i
zen-o, o mais resumidamnoute quoe ihe for possiv<
reduzindo as suass proposigues a syilogismos.
nebre deputad4o disse que a proposta 6 legal; Po
,qae furdando-se ella no megimento, a disposi
regimental nao podia ser alterada pele disposic
da lei orgamentaria que prohibe o provimento d
vagas que se derenm, at duas, em cada repartici
provincial.
0 SB. Jolo AuGusTo-Nxa pode, nem o foi.
0 SR. OLYMPIO MAquBs-O nobre deputado e
chergou um caso de conflicto...
0 SB. Jolo Auaosro-Eu nao estabeleci ca
de conflict.
0 Sn. OLYMPIO MARQUES pede licenga para e
tabeleer as bases de sun argumentaoo, para d
pais formular o syllogismo.
0 oS. JoXo AUGUSTO-Be'n, mas estoa conte
tando a sua proposieio; nalo admitto a hypothe
de conflcto; o que digo 6 que o art. 13 do ore
mn3ato nao cogitou, nerm podia cogitar da secret
ria da Assemblea; nao ha conflict.
0 Sn. OLYMPIo MARQuEs pede que nao o inte
rompa auto.
O Sa. Jobo Aucrusro-Quero ser conveneido.
O SR. OLYMPIO MABQUsS-Diz o nobni deputaW
que a prohibi 'o do art. 13 da lei de breamen
mno aleanga a secretaria d'esta casa.
0 Sn. Jolo AuGusTO-NIo alcanea.
0 SB. OLYMPIa MABQUEs-Ainda que reconhe<
que o art. 13 da lei do orcamento refere-se As r
particues provinciaes e que a secretariat d'esta A
qermblh6a uma reparticio provincial...
0 SR. Joo AUGUSTO-E' uma reparticao pr
viuncial, mas especial.
O SR. OLYMPO MARQUES-Mas, porque ? E' t
especial como as outras.
0 SU. Jobo AuOusuo-JA proved isso milhoes (
vezes...
0 SB. OLYMPIO MARQUEs-Mas 0omo 0 uma r
pirticao provincial, de natureza especial, entend
S. Exe. que nao pede ser a*.tingida por aquel
o disposicio prohibitiva; e entiAo a argumentaci
do nobre deputado reduz-se ao seguinte syllogi
mno : o art. 148 do regimento determine% que qua
-quer disposicalo regimental s6 pode ser altered
mediante propoata da eommissqo de policia, pat
sando esta proposta pelos tramites de um pr ject
de lei; ora o art. 13 do orcamento vigente n16
uma proposta formulada pela commiissao de police
que passa pelos tramites regimentaes, logo o ar
13 do orgamento nao pode alterar a disposicao t
regiment quo da a mesa ou ao Sr. 1o secretario
attribuiclo de prover os lugares da secretaria d
Assembl6a Provincial.
Q Sa. Jolo AuGusro-Que torna a secretary
cousa de economic privada da Assembla.
0 SR. OLYMPIO MABQUEs pretend mostrar que
racocinio do nobre deputado nao tern apolicagi
A hypothese de que se tracts, que nao 6 regic
pelo art. 148.
0 Sn. Jolo AUGUSTO-Esta me levantando uu
calumnia, corn o devido respeito.
0 SI. OLYMPIO MAQUEES-ComO?
0 So. Joo0 AUGUSTO-As disposic5es que em
tencde:a corn a organisagao da Assembl6a, sao a
quo eu li hontem.
0 Sa. OLYM.iO [MARQUEs-Isso ja '6 outro racial
cinio ; tratair' d'el e depois.
0 Sa. Jolo AuGuSTO-Apenas trouxe o art. 14
pira mnostrar qual 6 o meio de se alterar qualqu
arti'go do regimento.
0 Sa. OLYMPIO MARQUES vai demonstrar que
disposic;ao do art. 148, citado por S. Exc., nao r
g o CoasO em questao.
0o S. Joeo AuUSTO--'O nobrc deputado vai m
se continuar no caminho em que comevou.
0 SRt. OLYMPIO M3ARQUES-Deixe-o ir mal; m
or para o nobre deputado,
^) Sa. JoAo AUGusTo-Desejava ser convenoid
O SB. OLYM-PI MARQUES diz que se propie pr
vtnr que o syllogismo do S. Exc. nao comprehen'
o caso de que estamos tratando, porque o pros
itonte de unea vwga na secretaria desta casa n
6 aquella disposicao de que o regimento cogil
quo so pode sor reformada polos tramites de q'
trata o art. 148, e nao 6 pelas razses que vai da
0 regimento determine qu o numnero dos ei
pregados da secretaria pode ser augmontado ,
diminuido por simples proposta da mesa, e o s
provimento 6 feito tambem par proposta da me
on do 10 seeretario. E assim tern sempre sido e
tendido e executado o regimen.to.
A Assemblia tern, rao diminuido, mas augmme
tado c numero de seos eptpregados par propos
da mesa.
Conseguintemente nalo 6 o art. 148 que rege
csoa; do contrario, sempre que se quizesse ou
xar o numero dos empregados, ou provel-os, d
ver-se-hia seguir a nortma do art. 148.


Ora, se por uma simples deliberanio te da Assem-
blea, sobre proposta da mesa, pode ser alterado o
numero dos empregados, como nao pode fazel-o a
Ass-mnbly6a por meio de na lei que passa por trees
discusses ?
Nem para isso seria precise reformar o regi-
mento.
Quando fallou o nobre deputado o Sr. Rosa e
Silva, fez-lhe o nobre deputado uma pergnnta a
que S. Eex. nao responded corn o laonismo que
o nobre deputado desejava; mas responden-lhe
desenvolvidamente. S. Exc. perguntou se a lei
do onamento poderia alter o preenehimento das
vagas dos empregados Ia secretariat da Assem-
blen.
') SB. Jolo AUGUvsTo-E en fago a mesma per-
gunta ao nobre deputado.
) S. OLYMPI MOA quEs-Antes de responder,
convdm fazer uma distincoio ; porque a lei do or-
Vamento provincial nio 6 permanent; 6 uma lei
annuna. E' indispensavel, portanto, a distinaeo,
par a sereponder so nobre deputado.
Q $L .Jolo Auusro-Mas afinal do cotas V.
tE=. respodo siam on nlao.
0 8s. Opy"MpZ IMASQUES Feita a disineeo,
responded : sim ; porque 6 ella que ftmxa a despeza
daMoEvinc, sem a menorn Urmitfo.
Jolo A so-Me d lltenai ara urM,

41 &ut.ABfrnos-MWa ouob* 4-deput raou1e
"*" e, femr adM *1 cot qu o u distingur.
^ ,QSSWASUq -Agor aV. gx&. qqr
~ Auauwo=-4 ce%pdove v* &~
ta*g a Be iae I ..dodew -1d


0 Sit. Jolo AuOuawo-Sstou atteutlisimo, sou
,r- todoouvidos.
A 0D SL OLMEIlO MAQUEs-... e esta prova tor-
.an nou-so mais fail ao orador, depois que ouvio o no-
em bre ieputado, hontem, fazer uma distineoioe di-
de ser-: se a ler&Lb oryi .elft td t O kdito express&-
ara Miato-i"l1aive w empresgwdo da Asembla--
iue hayuri" olicto.
aO Lo" V. Exe. admitte que baja conllicto eno
40 Ahaslids.
re 0 Su. Jobo AususTo da um aparte.
te. 0 Sn. OLYMPIO MA&BO -*Teauoa se houve esse
nro conflieto, e se ha mei. de rwsolvel-o, sem sahir das
regras e preceitosjuridicos que nos ensinam a des-
u- embaraar-nos de difficuldades, quand6 nos acha-
Se ous ante dnas leis oppostas ou quo, se contradit-
zero.
a Veja o nobre deputado comao se estA chegando
a- para o orador, decade que admitted a hypotheses de
no duas leis contrarias, como na verdad' nao p6de
a- deixar de considerar que sio a lei do. orcamento
l, actual e onoaso regimento. E S. Exc. s6 podia
o ahir da difleuldaeo, confessando quo havia con-
r- flieto entre a lei do orgamento e o regiment, ain-
o a q1a ue entenda que este conflict deve ser resol-
Ao 7Wo em favor do regimento.
as (Cruzam-se apartes)
io a S. Punwarm-Attoenlo!
0 Sn. OLrYMPIO iaquns-Portanto, temos duas
disposives, uma, prohibido o provimento de duas
a- vagas nas repartio6es provineias: -6 a lei do or-
qamento; e outra, mandando que haja um certo
S numero de empregados na Secretaria da Assem-
bl6a: 6e o nosso regimento. Diz o nobre deputado
s- que dove prevalecer o regiment; porque 6 uma
e- lei que ad6 pde ser revogada pelos tramites legaes,
e que foi decretada por esta Assembla no exer-
s- cieio pleno de suas attribuicSes constitucionaes. 0
se orador entende q'e dev pirevalecer a lei do oroa-
a- mentor, tambemidecretada pela Assembl6a no exer-
a- cicio pleno de suan attribuirqes; ponqe nao ha
contradict o ou autonomia entire as duas leis, se-
r- nalo apparentemente; que ambas se conciliam per-
f4itamente, ie iodo a porerem- sen comprehendi-
dis eoexecUta"das sem o menor ehoque.
do No caso que nos achamos, tern a Assembl6ea o
to poder de mandarnpagar aos seus empregados eon-
forme o regiment ? Nio tern, porque os nobres
deputados sabem que o nosso regimento s6 tern vi-
?a ger dentro desta cwsa.
e- 0 SR. Jobo Audusm--O nobre deputado esta
s- cdificando um castello para ter o gosto de derru-
bal-o.
.0- 0 SR. OLYMPIO MARQUEs-Passadas as paredes
desta casa, o regiment interned da Assembl6a nao
5o tern vigor, nto pode ser executado.
0 SR. Jolo Autusro-Nem ai rela 'es externas
de di mesa corn as autoridades?
0 SR. OLYMPIO MARQUES-Isto 6 outra cousa.
0 Si. Jolo AuGUSTO-Logo, atravessa as pare-
le des.
S 0 SR. OLYMPIo M.AuquEs-Sim, mas s6 p6de ser
to executado no recinto desta Asscmiblea.
S- Perguanta: quem 6, no exterior, qual 6 a autori-
1r dade que vai executar o regiment contra uma dis-
lia cussio da lei do orqamento? Nao conhece, no
- enosso mechanism constitucional, autoridade ne-
to nhuma que tenha esta attribui*lo.
S Pergunta agora: quemn vai .executar a lei do
a, or t. titiida expressamente para este fim: t o presiden-
lo te da provineia.
a 0 SR. JoAo AUGusTo dA um apart.
La 0 SR. OLYMPIO MaQUE8s-Di licenqa. Por ora
esti estabelecendo as bases; depois ehegar&x A
ia concilia.lo. Mas supponha-se que o president
da provincia manda prevalecer a disposilo do re-
0 gitnento contra a do oramento: onde vai elle bus-
io car o dinheiro? de que meios lanqar mlo? Nito
la tem nenhum, segundo as nossas leis ; e o nobre de-
putado aio p6de deixar de concordar corn o orador
na ao menos neste ponto.


Pergunta agora: havoanA conflict? N'o ha
conflict algum, nao ha conflict toda vez que
cada autoridade exercita accao na esphera de suns
attribuicues; toda vez que mbo ha innovacao de
attribuiVoes, nao ha conflict; logo: na'o houve,
nao ha confliecto entire a lei do orcamento actual
e o nosso regimento.
Assim como o regimento s6 p6de ser apresenta-
do dentro da Assembl6a, a lei do orgamento ha de
seor executada em toda a provincia, e o president
da provincial que so affastar della, commette um
crime e o seu acto niao p6de ser respeitado.
Portanto as duas lois estio coneiliadas, e tio
conciliadas, que esta propria Assembl,&a, sem a
menor rcclamacao, quando se decretou a lei do or-
camento, determinou expressamente que nao fosse
provide a vaga de um carteiro que entao exis-
tia.
Eis a disposi.Ao do artigo 2o:
Empregados da Secretaria, suspense o provi-
mento de carteiro. ,
A lei do orcamento, portanto, nalo invadio attri-
bui,5es da Assembl6a; porque foi a propria As-
sembl6a quem tdecretou a lei do orqamento, que,
como jA mostrou, p6de ser executada seom o menor
eonflicto com a nossa lei internal.
0 Sa. Jolo AUGUSTo-Se eu disse que nao cogi-
tou da especie....
0 SR. OLYMPIO MARQUEs-Bern; S. Exc. reco.
nhece que nao ha cenflicto.
0 Sn. Jolo AUGUSTO-0O nobre deputado levanta
o conflict e'*diz que 6 melhor interpreted do que
ea.
O Sn. OLYMPIo MARQuEs-Se o nobre deputado
aceita, nonem p6de deixar de aceitar os principios
que o orador estabeldtcee, niao p6deo deixar de aceitar
a eoncluso. _
0 nobre deputado conhece que nao ha, nem
pode haver conflict entire a nossa lei do orcamen-
to e a nossa lei regimental.
O SR. Joo AUoUsTO -Poderia haver.
O SR. OLYMPIO MARQUES--Nao ha de facto.
Desde.que o nobre deputado reconhece que nao
ha conflict entire a lei regimental e a lei de or-
camento....
0 SB. Jolo AUGusro-Se V. Exe. estabelece um
principles que me empresta, nao pode dizer mais
do que disse.
O Sa. Orrnmo MABqus--Entao qaer que res-
trinja. Se S. S.jE. xc. eonheee que o oroamento
actual Lo esta em onflieto eom o noss regimen-
to (noisto( ?) e se declara e cotfesaa que a
lei do orcamento prohibe o preenchimento de deas
vagas em cada partbio provincial; so reconhe-
ice qea secretarmna da Assenmbla e uma repar-
ticao provincial; nao pode deixar da cowordar
que a pr-hibi comprehende a seeretaria da
ssembl6a. Qaem nio arguimenutan assim nunca
lea Gletuze, nermsbe o queo logica.
0 SB. Jolo SAtasto--V. Exc. rOetteu arga-
arentar per silogiAmo, trqUx!'rur along& Sftite.'
O. SB. OLYMPIO MASQU; eistabolecei proposeioes
Jae S. Exc. aepeitott eam podia dewar de acei-
0 SB. Job AiovsTO--A secretrif tendo lei es-
pecial que aege, A iato que no foi comprehen-

i iMam ^jalga ter'deibonatriado
que-o s o do nre deentado 6 etrado..


0.1s... O &.65--.e e:prT
Irif''-^^BH~f'jOC~nll U~^ WG^G'BSG~~lRB'-1l'^3ffBP^^ ad.?fJ


iwiS's.-Ct .
ida..:.


dos membros da comnmiszao de orcamentoe e spera
que S. Exc. Ihe darA razao; porque o orador jA
passou pelos mesmos transes, e sabe com que ditfi-
culdades luta um pobre membro de commission de
ornamento, que tern necessidade de dar dinheiro a
todos, sem saber d'onde ha de tiral-o.
EstA convencido de que, se o nobre deputado,
membro da commissao de orcamento, o tivesse oh'-
vido, votaria com o orador.
0 nobre 1 secretario precisa se r aeariado com
o 2o secretario, acerca da vaga do lugar de cartel-
ro. Porque razao a mesa nao prehencheu esse lu-
gar ? k
0 Sn. Jolo AuGusTo- Porque nao havia vaga.
0 Sa. OLYMPIO MARQUESs--aio foi isto o que dis-
se o seu eollega de mesa.
O Sn. PITANGA-V. Exe. deveria ter comprehen-
dido aquillo que eu disse.4
0 SR. OLYMPIO MARQUEs-Comprehendau muito
bemrn. Des-ja muito que S. Exe. esteja de aecordo
corn o sea eollega, mas nota que ha divergen-
cia.
0 Sa. Jolo Auausro -A mirha opinigo na ma-
teria en j a externei, eoo me era dado fazel-o.
0 Sn. Pwasnw --Previno ao nobre orador que
a hera esta find.
O SB. OLYMPIO MAaQUKS Vai terminal, mas
preceisaria ainda de uns dez minutes parn concluir
o que tinha a diter.
b SB. pBaszuBnmor-V.FEic. reqAwira prorognclo
do horum
0 SR. OLYMPlo AnBqWEs-Wlo sabe se os nobres
deputadois e concedoerlo iso. -
0 SR. PBEsxaDntul-BE tlode acaso V. Exe. jA
esta failmado f6ra da hns >
0 SB. OLYMIO MABQm*-,mpto seon dqver,
mada o requeiit9, m; eM" a to vai elle
fer oecipt, ira.h dizendq o qua p porque ae
acabar antes tde ser olle vot, S. P
dentue Batvfdito. "
Julgava dizer umak verdade 0W Q"tav0 as oonar
benoci de todouiw-, uobmv4 4Wr one tanto a
ai^e coimasa entn^ -ae l ei do org&Wfnt


I


Se, polis, esta Assemblea, attender tao pouco
,Ao$ ineresses daiprvi quq n~oalto stute as
conasideraue* qu -haVemioa feito, quer quanto
legalidade da proposta, qier quanta a sna e"orve-
nieneLa, e resolver nounear esto empregado, quern
.6Vt4e -IHinand pag ir'os 4enawo i Ii
0 SB. Jolo AuaouTo,-A AsemblAa. .
0 SR.. OLYPIO MAUQuS A Assembla n ao
msnda pagar a niguorem; 6 o president daepoa-
vincia quem pode mandar faier a deapsae,; mas
o president: d4 proviancialA o pode faern, sear
ineorrer em respousabilidade criminal, em. vikaxde
do art. 14 do ornamento.
O Sa. Jolo AuGusTo dA. urn aparte.
_Q S8. OLYMPIo MASQuESs Qualquer empregado
do Theseuro, desde6o inspector at6 o thesoureio,
tern obrigagao de desobedecer A ordem illegal do
proidente da provincia, em virtude do art 14 da
lei do orgamento.
(Crusam-se muitos apartes).
vv. Exce. admiram-se de que o orador sustente
uma doutrina que esta consagrada em nosso co-
digo criminal; os nobres deputados devem saber
que no nosso codigo criminal se prescreve, como
um ever do cidado a dosobediencia As ordens
illegaes, ainda mesmo de seua superior ; c Vv.
Exes. hilo de convir que o art. 14 do or9amento s6
pode ser desrespeitado em um paiz desmoralisado
ondo as lois na'o teem autoridade; mas onde a
moral public valor alguma cousa, este artigo ha
de ser observado.
(Crusam-se muitos apartes).
0 SR. PRESIDENTE- Attenalo Atten9io !
0 SP. OLYMPIO MARQUES nao faz ao Sr.!presi-
dente'da provincia a injuria de suppol-o tio ponco
respeitador da lei que se anime a inandar pagar a
este empregado, se a Assembl6a deliberar no-
meal-o; S. Eve. nao o p6de fazer, e deadc ja de-
clara e protest o orador promover a sua respon-
sabilidade perante a autoridade comnpetente.
0 Sn. Jobo AuGUSTo Foi infsliz na raza'o nova.
(Ha outros apartes).
0 SR. OLYMPIO iMAQUES denominou de nova es-
ta questAo, porque ainda nao tinha sido trasida a
discussao; mas nao podia eonsiderar como uma
novi4de em uina corporacao legislative o preceito
da obediencia Al lei.
0 Sa. LUNA FaIaE JUNIoR dA um aparte.
0 SR. OLYMPIO M.uIQuEs- Isso 6 o que ja disse
o nobre 1.- secretario ; mas declarando a lei que,
occorrendo a vaga, nao seria provide o emprego,
dada a vaga, est- supprimida a verbal para a des-
peza. Nao comprehend, pois, como insisted os
nobres deputados em dizor quo o regimento 6 o
que regula...
0 SR. Jo"o AUGUSTo-E'.
0 SR. OLYMPIO MARQUES -... e que contra o re-
gimento nao ha lei orbamentaria que sirva.
Pois bernm; se a Assembl6a hoje augmentasse o
numero dos empregados da secretaria e, portanto,
a despeza, al6m da quota mareada na lei do orca-
mento, o'prcsidente da provincia podia mandar sa-
tisfazer essa despeza ?
0 Sn. Jolo AUGUSTO-0 case o6 divers.
0 SR. OLYMtPIo MARQUes-Nlo e 6; logo S. Exc.
ha de coneordar que qualquer disposigio do regi-
mento. estA sujeita i lei do orgamento, quanto a
despeza.
0 Sa. LUNA FREIRE JUNIOR da um apart.
0 SA. OLYMPI, MaeuoEs responded ao apart do
r.obre deputado, quo perante tantos Fr. Gerundios,
nao hla logica que aproveite.
(Ha um aparte do Sr. Luna Freire Junior).
o0 Si. OLYMLPIO MARQUES, estA tractando de uma
questio que consider important, e tern conscien-
cia de que ainda nao usoua de argumentos menos
snrlos. 0^
O SB. MEIRA-Entio esta proposta nao 6 s6riavt
0 SR. JosA MAR u-O que na'o 6 s6ria 6 esta dis-
cussiao.
( 0 Sn. OLYMPIO MARQUEs fari ainda uma per-
gunta : porque razao a mesa nao preheouchen o lu-
gar de carteiro? Porque a lei-do orgamento assiin
o determiuou, o o nobre depatado, o Sr. 1P secrc-
tario, jat o confessor. Pois bem, a mesma prohibi-
tao exist quanto As outras vagas. 0 nobre depa-
tado nbo p6de recuar ante esta razio. Porque ino-
tivo, replete, a mesa s6 procura prehencher o lugar
de 2 official e nao a do cartoiro tambei ? Porque
a lei do orcamento prohibe, como prohibe o pre-
henchimnnto duas outras vagas.
0 S.. PITANGA --Nio foi par isso, foi porque a
mesa julgou que o lugar de carteirQ nao era tao
necessario como o eutro.
O SB. OLMPIro MAuQuES -sNao sabia disso.
0 SR. PITANGA-Pois fique sabendo.
0 Sa. OLmUinio MARQUis -.Entao a mesa enten-
deu que, apesar de disposicao express do orca-
meuto, podia nomear o carteiro ? Pols fique sa-
bendo que esta cm desaccordo corn o Sr. 1 senre-
tario. 0 aparte do nobre deputado trouxe uma
questao nova, ainda nao cogitada.
0 Sn. PaEsIrEmXE-Previno ao nobre deputado
de que falta muito pouco tempo para terminar a
hora.
0 SRn OLYM0P- O MARQUES, sero docil a observa-
cao de S. Exc., porque, coma jni disse, nao tern por
fim protelar a discusseo.
UO SB. DEPUTADO-Nao parece.
0 SR. OLYRPIO MARQUES -E' porque S. Exc. nao
o ouvio. Estimna que se ache agora presented um


bre o Jispeandio corn alaguel de casa enm qaue fimuc-
ciona a Eseola Normal..-A' queon fcz a rcquisicao.
Ontro do me smo devolvendo infoirmalo o abaixo
assiguados do estudautes dos 20 e 3' annos da Es-
cola Normal.-A' quern fez a requisicao.
Outro do mesmo remettendo as'informaa5es so-
bre a demnolicAo de duas casas em Nossa Senhora
do 0' de Gayanna.-A' quem fez a requisieIo.
Outro do mesmo reminettendo uma iuformarAo do
Thesouro Provincial e m'.is papeis scbro a falta
do credit para o pagamento de 4033290, e credi-
tos coneedidos por conta da provincia a 28 sen-
tenciados para o presidio do Farnando de Noro-
nha.-A' commisslo do orgamento municipal.
Urna peticao de Jose Antonio da Silva Lemos,
tabelliao do public, judicial e notas e escrivio do
crime e civel do termo de S. Bonto, reclamando
contra o acto que manda que o escrivio de orphlos
do mesmojtermo sirva por distribuiaio nas causes
civeis, commerciaes e crimes.-A' commissao de
justica civil e criminal.
Outra de Jos6 Pereira Bastes, ex-procurador da
Camara, Municipal de Palmares, requerendo a con-
cessao de uma moratoria para effectuar o paga-
mento do que deve 4 referida Camara, em presta-
c6es de 5004.-A' commissao de orgamento muni-
cipal.
Outra de Marcelino Jos6 Maria de Almeida,
morador e negocianoe na cidade da Victoria, re-
querendo que se consigne verbi para a Camara
Municipal d'alli pagar-lhe 1846980 de custas ju-
diciaes de processes decahidos.-A' commissao de
orcamento provincial.
Outra crime e interino do jury do termo do Cabo, reque-
rondo que se consign a verbal de 1:0473858 para
pagamnento de custas de exercicios fiados qae Ihe
deve a Camara Municipal d'alli.-A' commissAo de
ornamento provincial.
Oara de Aniua do Rego Medeiros Vasconcellos
0e uerendo ama subvenoo para cocluir seus es-
taO preparatoriose'ImatrieUltr-se e um rn das FPa-
cultdAes de Meeinft do lnperio.- eommissio
de I i _.
d(trfrdCmeiz~a Powell Oal4Wby, profeaso.
m interina da eadeira de ensino pri aArio de Sau-
to Amaro de Serinhaem, reqaerend. para proatar
exame na Eseola Nonl ou na Propagadora da
Intrue*o Ptblica, Iadependete deo pursar as res-
petivsU auls afire de tituolar-se.-A' commissao
ae intraego public.
Foram approvados: umiareeera commi"1
dinatue t.blica ei& iooaS ae a
indoaao o9r, Olymtpio Mirques &k oaeodtee
L ~eoae orcm& to idem, sobre o eTriet
de Pereirss Carneiro'Je0, & ,^.' C...[' _

'o do 1&- 94prededi de pomeefltd wmnabAsde
: ?97.-Auoriambd 'a ebonceder-Pe Ot1eis mome
diUoj*coi ^xO^'Vtde^OS 116mm
ia 4I-I eab nn:0 duo tha..


tqj ouw a Be00 CO m
40 O hrivSurA -I arguawento '6
o mest4 iseo e mt1ii e qr
0, Ih?!g de arteiro, U iea seria airg-
1*0 Pveodo-se qualqer outro lugar, a


T, 6 aitl ere'da.lId1!^^ ?~tie j-'
^*I-^wxOM4ARQvrw-Peeoa 4B 8ui o paier
obtinua, anor quo do ti
portcsancuo pe. I 1 0 ; : .n *\
S EaddMI Aei do'" v p ora skn -e
E vA e a Soeretaoia o b
prop s mad--ii-PeB doae pa, a s ir v id-
mato de r
uin ts do Narsge. A
nal eonoinuar; a dut 5 nutouqo tk
estan~e vando isto.
0 SR. OLYMP1I MARQUES--B ; eospora vel pla
ueqao promettida.
,a oapoiado e approvado o suinterqueri-
queiro a prorogacio da hora do expedknit3
per minutes paur concluir-se discussiLo dai
pro ta da commiesio doe policia, scr votada.t-
. d NB areth.
o0 Sa. OLYMPo MAQUES (cenptlando)-Pensa
ciuo questuo que novauimete surgiolda disocussao 6
mase im ,rtant do que panh e o rledrece que no3
idote horos umn poaco sobre el?, paa que saiba-
mos em que lei viveines, par aq0e aprovincia
si tambemra-qanto... I
0 i. JACOBIA Qaantas vze. to o nobre
depa ado fallado sobreoeste negociol?
0 a. OLYMPIO MA-QUES-S56 qute pode res-
ponder a S. Exe. 6 o Sr. president.
0 i. JAcoItnA-Tern fallado quatro vezes.
0 SfR. OLYMPIO MARQUFs En-No, aenhor, duans;
qu ua vcz i interrompidoI: concdou-so
pror aCo para outro e negoun. sea.ia o orador,
u r poude coneluir o (neo tiha a diznr. Mas
so o obre deputado acha quo o oradkr est, infrin-
gind o regiaento, 6 tcao obedioenteo Ex. que
a -so-ha.
0 '. JACOBINA-a-Ji sei... i
o0 OLYMPIO MARQUES-Quer quo eso sent ?
o R. JAco5IrxA-Eu ? Nio.
0 ft. OLYMUPIO MAQUS Entlao para que inter-
uopi-o ?"
a. JAconts -Paran tornar salihntea quantas
vezs tern fallado.
o0 k. OLYRPIO MAIQUs Pois julgou que esti-
vose auxiliando ao nobre deputalo, nono nomembro
da 00 amissio de orEamento, coucrorntado para quo
e iz oe uea economic na dos?3sa da provin-
0 r. JACOMITA--M.ais tarde.
.o A-uL -)l O q e m bre deputad trn reeo
dos p sentes do V. E xe.
S L. J si MARiA--E' present de grego,.
Ux SR. DLPrUrDO- Timeo Danao$ et dona fe-

0 & OLYMPIO MAKQUES ..N du ida, Was urm
do prsentes q.ue o annoe passado hesifizemcs o que
apas cs. atiraramA-.rua, hojeo foramn rua e o
uS PRESsDzES Pe9 a V. Excl quo discuta
a prop )sta.
o O nt'r MutRUs -Torn obrigri.Ao de ros-
pVndexca nuina censura acre que o nobro pa deputado
te fazor-heo.
0 S1 PREStDETMEA 0 regimeuto n o pqrmitte
roepon lr a apartes.
o S. OLYMPIO MANkQUEs- E'ntao V. Exc. nao
cosht iquo lhe de-in ~aprtes"..
o0 Si.nF sIeNT-DC se que o aartprolona -
ga extaordinariamente a discausss, o orador nio
dc''ia esponder.
0 S, OLYMPIO MARQUES -.. principalmente
qapates como aquelle quohea denu agonr o nobreo
dputa o pelo 20 discricto, cnsurando-o por ser a
quanta ez queo fall nestsa discussao, quando 6 a
SSei JAcoBiNA-Fiz apenas uma pergunta,e
V. E >e. fallout em censura acre, mas s6 par razor
effeito.
0 SR Josi MnT-.Pois eu suppunha queo V.
~xc. jA *stava na 6a vez!

atutreos apartes)
0 S OLYMPIO MARQUES-Vej' V. Ext. come so
pro ong inutilmente a discussion.
0 Sn. PREmDEza're- Queai a prolonga 6 V. Exc.;
nia attunda iao apartes.
0 S OLYMIO MARQUES-V. Exc. conprehuende
quo am censura destas nio affocta s6 ao orador,
iquo ost nfl tribuna; affcota tambes 4 mesa.
Nipoin deixar do contestar tuma irnputa~iio
dtasue importa urma infraoeie do negimonto,
p nqa e~ ha deputado quo talle 4 nero 6 ye-

o SR. ]PRESIDENTS-Po a V. Exc. quo nio vqo
pano i e ado, quoe disouta a proposta.
0 Sn. LYPIO Mc[_RQcno-V. Ev:e. V, quo o ona-
do n o oe fallar; 6 coustant-rnentO interroin-

o i.tistnnxra-V. Ex:e. to~n o dtea-r dhe dis-
cai oposta ; di pars' i:stj (q'le (iitA nh tribune.
0)t.LY-MPLo M3QI.uuS-IE' 0 quo ostL fazenlo.
0 Sn.izi ;toD:rE- m N inos pdcaoce, 1 pa r isso
e po q dover quo me ipe o gimnto.
) n.LY:,u'u MXRI xo:=-V. Ext. veiV qu' is-
si qoo~near, prino Ipi~un as iuterru~p,;S5o
() SI.IES[DENTE V. Eve. paedor'r f~tzor o qlUo
qir, is flea-lieahoo tirb l"" 'ciqu
o regto et me facuhta ineios do ubstan a isso, mis
n c ue mprogal-os.


o se. tdas as reparig s .podem se sugeitart
a ese sacrificio, a6 a Assemb 16a nao0i pOd?
late 6 iiierviel; o quando na otrouhontenm o no-
so cMIega e migo, deputad( pelo' 12 disrieWo,
qae saAido.n6s;ca aumaro, de o temos 19 empf,-
pregados, havendo, portant, diouns empregados
g ara cad doeputad4 ni o-.e a ervigo que assober-
e, a ponto de eigfr je jA provimento 4essa
lugar.
Trata-se sDo meno, de a 'a alum pai de
famrnilia quo estA gemndo& nf niseria .,
Trata-se do am loion q 4tem A. no eidaide,
6 verdade, par& cesij Io ei rego, ten metdi-
mcnt pessuoal, 6 unieiad io distincto, mas jA6
empre gado; 6 director, de r! importauto typo-
graphia l'esta cidade tmrn vencimeatos rcguilares;
'p( sine algnt bhus de>fortanr; per consegaint,
-nio so trata de salvar da indigeucia a urn pai de
familiar.
NIo dirA, como disse hontem, urn meu correli-
giona-io e amigo que sec trata de urn arranjo parti-
dario, nAo; nio fa4zesta injustiga A mesa, nem
aos seUs tadversarios; mas diz que se trata de uma
cousa inteiramente desnccessa*ia, que nU1o ha rasa.
nermn minotivo que justifique a proposta ante a cons-
cicncia public, ante a consciencia d'aqnelles a
quem nos devemos coutas polo cumprimento do
nosso mandate.
Se nao se vai salvar da fome a urn pai de fami-
lia porque, e preciso que Vy. Exes. saibamrn que, se
so tratasse de nomear um liberal, sea adversario
politico, que tivesse sua famriiia nas agonias da
miseria, talvez niolse levantasse de seu lugar e fi-
zesse urn sacrificio a sua conscicncia, como depu-
tado, cujomaior deverhoje 6 zelarosdinheirospubi-
cos, limitarse-hia o orador a votar contra (e talvez
mesmno votasse a favor); ma nao articularia uma
palavra contra a proposta da mesa: mas nao se
trata d'isto, trata-se sireplesmente deo um achcgo,
em favor a umrn correligionario, que, vive folgada-
mcnte.
Elle nao precisa d'esso auxilio do seu partido,
elle nto precise d'este achego para molhorar as
suas condi(5es da fortune.
0 Sn. PITANGN-V. ExC. chegou ao ponto quo
eu mais desejava.
0 SR. OLYMPIO MARQUES-Pois, 6 tao important
que vai deixal-o de parte ; e como nao pods mais
fallar, vai concluir as observac5es que, ein form
de diseurso, julgou de sen dover fazer, para im-
pugnar esta proposta, que consider sob todos os
pontos de vista, inaceitavel ante a conseicncia
recta da maioria da Assembl6a. .
Corno em questces da ordem desta, nao 6e ora-
dor muito politico, e deve ser justo, comprehend
que nao pode deixar de hayer muita repugnancia
da part dos membros da maioria, seus adversaries
politicos, em accitar esta proposta, por maior que
seja a consideragIo que individual ou collectiva-
mente prestem aos nobres irwembros da mesa,
se sao brasileiros, so sao pernambucanos, se
sio representantes da provincia e se comprehen-
dem a importancia do seu dever; na quadra actual
nao Ihes pode fazer a injusti~a de crer que votem
desassombradamente uma proposta, que nio tern
.por fim senao fazer mais unm esbanjamento dos di-
nheiros publicos, quando, Sr. president, a provin-
cia precisa da mrenor migalha nos seus cofres, para
oecorror a necessidades urgentei.
E' tudo quanto tinha a dizer; e pede desculpas
a Ss. Exes.; ao Sr. president, 'se o desagradou,
porque S. Exe 6 membro da nesa e auctor da
proposta; mas S. Exc. sabe qua'to o respeita, e
que sua observac'o nada tern corn as pessoas dos
seons colleges nern corn a pessoa de S. Exe.
Colloca a questio einm ontro terreno, do ordem
muito superior: o interesse pubaico.
(Muito bemrn, muito bern.)
0 Sr. MeIra de Vasconcellos-(Na- o
devolveu o seu discurso)
(Continua).

Errata
0 project abaixo, publicado hontem, e apresen-
tado na sessao de 2 do corrente, foi assignado por
quatro e nao por trees Srs. deputados:
N. 53.-Art. 1.0-Ficea o president da pravin-
cia autorisado a mandar fazer um agude no po-
voado de S. Jopio, do termo de Garanhuns, po-
dendo para esse fin despender ate a quantia (e
2:500.3000.
Art. 2.o Ficamn revogadas as disposics em
contrario.
Sala das sessues, 2 de abril do 188L-Amaro
Joaqdim Fonseca de Albuquerque.--Constantiao de
Albuquerque.-M. Duarte.-sSaantdtS Pinheiro.


RE VlSTA DIARIA
%^senilbt)I Provinciai Funccimo'.i
hontem sob a presideucia do Exm. Sr. Baral de
Ittpissuma, tendo comparecido; 33 Srs. dapu-
tados.
Foi lida e approval scm debate a acts s'io antecedcnte. )
0 Sr. 1 secretario procedeu a loitura do se-
guinto cxpediente:
Um officio do sacretario do governo tranomittin-
do 40 exemplars da folha corn que o Exm. Sr.
desembargador pr~dente da provincia abrio no
dii 10 de marco a sess'lo desta Assembl'a.-A dis-
tribuir.
Oa~ro do mesmo remottendo as iuformaaaes so-


pro-rin* e d't 1gm' .
JFol, Spoade zeeadephA
SrB. JoloAlves, PramdisPi a0
Fitfio, seindo ste pela ordem, um ==onts
Sir. Joao Alves peJind infonaga so do
reilo de Taquaretinga so o fato de haver s
pelo aubdeleado aihieo eaascado uam prto
saptamgeaio,
Pasiu-se ai ordem do dia.
0 Sr. Democrito Cavailcaute pe eordem cnvwi
' mesa a rcquerincanto, que l.a pjdindo que eo
obtervaneia ao art. 143 do reghneito intern, f o-
se distribuido cm avulsos', [d do oramn-uto vi-
gente.
Continuando a 2A discussao do prejecto n. 51 des.
to anno (creditossupplementareoa e xtraordinarim),
oraramin sobre o art. 2' os Srs. Olympio Marque,
Visconde deTabalinga e Ferreira Jacobna, fica-
do adiado pol a horn.
A ordem do di a 6: eontinuaIo da antecedoate.
Tribunal do jury do eeftle-Presn-
te numero legal do juizes de. ficto, foi bost=m
submenttido a julgamento neste tribunal o r6o MNa-
noel Dias do Nascimento, incurso no artigo 257 do
codigo criminal. Sua defcza foi deduzida polo
Sr. Dr. Luiz Emygdio Rodrigues Vmanna, sendo o
reo absolvido.
Em seguida enutrou em julgamento o r6o Ma--
noel Monteiro Martins, incuarso na artigo 193 do
codigo criminal.
Patrocinou a causa o Dr. Graciliano de Paula
Baptista, send o r6o unanimementc absolvido.
Hoje entra em julgamento o r6o Pedro Mi-
liano da Silveira Lessa, pronunciado no artigo
192 do codigo criminal coino author do assassinate
pratieudo na rua da Concordia n. 159, no dia 27
de abril do anno passado, nas pessoas de suas Cen-
nhadas DD. Maria Amelia c Amalia Joviniana
Lessa.
Deputados geraes--Ao bordo dlo vapor
national Bamda se acham de viagcm para a certe
os seguintes deputados ger.aes;
Pelo Anazonas, o Dr. Adriano Pimentel.
Polo Pantri, os Drs. Samuel Mac-Dowel, Ferreira
Cantao e Guilherme Cruz.
Pelo Maranhio, os Drs. Salustiano Rego e Sin-
val Odorico de Mourn.
Pelo Ceara, os Drs. Antonio Pinto de Mendon-
90o, Jos6 Pompeu e Meton Alenear.
Aos Srn. Drs. Samuel Mac-Dowel c Guilber-
me Cruz agradecemos a obsequiosa visita comn que
nos honraram.
A Caixeira-0O Diario de Notlclas da Ba-
hia esta publicando e tirando em avulso o lindo
romance-A Caixeira-de Ernesto Daudet
J4 se acham impresoso dcz fasci'edlos, que sio
encontrados na Livraria Flumineuse, ia rua do Ba-
rJo da Victoria n. 9.
Reuniao publica-A redacalo do Rebate
faz amanh! uma reuniao publicsa, na rua da Trin-
cheiras, em frente da respective typographia, pare
o fim de levar unia rcpresenta*o a Assemblh.
Provincial, sobre o monopolio das carnes ver-
des.
Passamaento Dizem do Floresta que alli
fallecera, i 31 de marno findo, das eoansequencias
do um parto laborioso, D1). Emilia Pessoa de Si-
queira Campos, digna esposa do Sr. tenente J096
da Vera Cruz Campos.
A finada era a alegria c providencia do sen lar,
a que davata realce suas excellentes qualidades.
Nossos ezames A sua farnilia.
Oetro Fallecenu liontem neata cidade, e hon-
tern mesmo foi sepultado, o antigo e honrado ne-
geciante desta praca ,Joao de Siqueira Ferfio,
que desde annos se retirara A vida privada por er
atonnentado por uma cruel enfcrmidade.
0 fallecido gozou scinpre do elevado conceit e
possuia raras virtudes.
Seja-lic a terra love.
Jaqueira-Escrevem-no3 erm 9 do corren-
te;
Hoantem, cerca do 6 12 boras da tarde, quan-
do, em viagem para o interior, passed na rua Bela
Aurora do povoado de Catende, fui testetmuha
do uma scena degradante.
( Josg6 Soares da Silva, home hoaesto. pal de
nunerosa famnilia, c coitportamento sem macula.
foi victim das pra(1,s do destacamento alli exis-
tente, as quacs, p')r ordcirn do tonente Leoncio.
subdelcgado do district. I he deram muito supapo
e pouta-pe, deutro da propria casa delle Soa-
res!
SNcnhaum motive tove a autoridadle para isso:
mas dizem que o fez, porque foi iufonnado de que
Soares tinha em casa uama espada c uma pistols,
que nem ao menos Iha'pertenciam, porem, sim ao
Sr. Constantino Dias quo lh'as dora para guardar ;
I Isto e simplesminte horroroso. Peca provi-
dencias "a qucm do direito. -
Nazarethi-Sao do Th/rmvnir,- dc Na;;arctl
de 1) do corronte. csta loeoos:
Os devotes de S. iay:nub. for;::n .-', i t :;i
para hoje ai casa da Soeiedade Ceniro Lit,,rario
Recreativo Xazareno, e como quo ji sabontio diri-
giram-se ao cofre dat inR tita c l;i t f,)r:\n c sxa
elle e o sou conte6do, muis de 1.I))'3< .
o A policia estava la cm cass
Constando ao Sr. Dr. juiz uiikipnxt ii-:j Sil-
vino Sacerdote Mendes do Azoveolo. propbi ar-i n s-
ta cidade que o seu x nio Lutlovi,' u to.r u- li t, f'r.
o mandante do assassinate do ixfcliz M'>.x' I. i'ir.
acontecido Cm dins do an)n pas.' t,, I ', a 'ii .


*-o


* .


0 SR. C LYr:'io MARIQUE-V. Exc. d ve-ria cm-
pregal-os contra aquillcs. qe os interroiipcn.
0 SR. JOsi MARIA-V. Exe. gosta dlas interruo-
9oes.
SR, OLYMPIO MARQU:s-EtS so qucixaunldo
d'ellas.
0 SR. LUN.A FIREIE JUVIOR-Queim minais inter-
rompe 6 o nobre depatado polo 13' districtt"
0 SR. ALFREDO CoME.A-QueOnI mIniais iiterrompe
6 V. Exc., qu e at6 acompahia n mesa (o tachy-
grapho p.ara dar os scus apartes.
0 SR. OL.MAIO"' IPIQUVES-Vitava procurantlo
conciliar dous dos nobres nmrnlr,)s da nesa.
0 Sr. uNAx FaEELE Juxio--V. Exe. nao pode
continual neste terreno; istu nao 6 disciutir a pro-
posta.
0 SR.A LFREDO CoiRINtk-O Sr. president e o
unico quo pode chamnar A ordeon o orad ir (Outros
apartes).
0 SR. C LYMfPIO MARQUES-Para minostrar a illega-
lidade da i roposta, unou do argnannto seguinte:
que tanto i mesa considera-soe obrigada a respeitar
a lei do oiaamento, que nuo propoz o provimwnto
do lugar c rteiro.
Formula a este argunmeoto na maior boa fe, por
support, d accord corn o nobre 1o secretario, que
a commit 'o de policia deixou de proper o provi-
mento de ta ultima vaga, em vista da disposiiio
prohibitive da lei do orgamento; mas o nobre de-
putado, o 3r. 20 secretario, declara que nlo; que
niao foi por isto; que a mesa nao se julgpu emba-
racada pe a lei do orcamento, nao obst nte essa
disposilo prohibitive; mas porque entebdeu que
os service do carteiro nao eram necessarios.
Consider a isso uma qucstilo nova.
0 Si. J)1o AUGUSTo di um aparte.
0 Su. 0 M.JIlO MAR.QUEOs-Ias ternm recessidade
de mostrai, ainda uma vez, que a raza o que se da
quanto ao ;arteiro, dA-se quanto a qualquer outra
vaga, por ue, se a lei do orcameato nao tern forga
pa c Amp ehender a vuga que se traota de prove
hoje, tamb m nao pode comprehender a vaga do
earteiro, gunde o prineipio seguido polos nobres
I deputds". .
Muinai br deputado, 1' secretario, asusta-ae
edit:* a mea nsa la prcveu o mpregor
di o eaor nto o prohibe.
sotrWve perfeitainete pa.rafo-
t~1eoe. a sa argmsaentaggo do modo ,nnia evi-

0S& 'Aoq o-E, dfeito men; eu nlo
o 5a- ioeXh uSK-SeS. Exc. nxeo o corn-
i epr e.ei a e mewmjamai,
pot todose oa ladosa a iegal-
provu quo ella 6 ne3iUvLeL
h te d& provica e*ssam commetter
f in 1idi L fi ase 4 a d0s04as.


Matta Limpa, desta comarca, fcl-o citar i,,rai :
em juizo dizer o que sabia sobrc c-se cri.i
ainda estzi. impuiinc.
,( Effecetiva'muntc, comparcreu Siivino w), 5
do corrente peraute o juiz e-dct sea d de accordo corn o que afhirinnava d?, pdiblixo,..
Concurmo de fazenda-E" hoj :i- 1'
horas do dia, que, iin'uma l das salas da Alriani. ,.
tera lugar o concurso do 1:1 entrancih para ;, ro-
parth:es ;.I'- fazenda.
lont e i~io dos Ionorario?--Ar;:'iahi^.
rs .3 ho-as da tarle, hIe .-. -s i sLa s5)-i 2:lai1
para cloi;ao da nova dirceto;iu.
CoiioeE'O-0,) programmax o do cocerto (tji ,
Sr. Emilio Ij:t.nberg organison, c dve reallsair--e
amanha, no :-lo do Tht-atro Santa Isab!A. vil i-
serido n'outrr seci;lo dest c Diario.
Sociedade Litteraria Cormmurcarn.m-
nos o seguinto3:
SAlguns r pazes reunidos nio dominigo 2 dia
corrente na casa n. 10 A rua do Nogecira, corga-
nisaram nia sociedad a que denomauram Sr.ic-
dade Litteiari:a 19 de Abril, eujo fim e a insnala-
9o de uma bibliothec.. Em seguida procedeu-sc
a eleicIo da mos:, que ticou assign composta:
Presidente-Jo'.o de Mello CabraL
Vice-presideute-Joao do Deis da Silva.
1 scretario --Amaro Modesto.
2- secrotario -Pedro de Meilo.
Thesoureiro Antonio Brandilo.
Orador FeUciano de Burros.
Conselheiros -Amaro Modesto, J. Moracs e An-
tonio da Silva.
0 Sr. proii.linta marcou o din 27 do corrente
para ser cmpossrda a nova directoria e tractar-se
da commnisso de exame de contas.
Dinixeiro -0 paquete Bakia trouxe do norte
para:
3Julio & Irmlo 6:6950t
Manoel B. : (0
Bourgard &C.5:170W
LM. Francisco & C. 5:0001000
Maia & Rezende 3:784000
Luiz Goncalvos da Silva & Pinto 3:500-0AG
Francisco R. Pinto Guimaries 2:113300
Bernardino G. do Carvalho 2:=O0X
Manoel M. Fiuza 1:
Jos6 da Silva Loyo & Filho 1:0105000
Cota & Carvalho 1:00(0AOO
Generous aliM iSiO& Pelo awviw
Lifmiao, Ckeriikow Seviem: ar1st 800
saceos; alhos, 491 ena~as ; aSuitm l 28eai-
xas; came, 8 dita.; oervej,15D CIO; fei

xadusixarq 147.000 Efloknuamma
f 4o" Ae; 7As u 1md9a7
deatejne, et&ntat dum ar preaotm uami dom
jry, tenlo laar nos dias designadol, 6. 10 4oms
da mamL

de feTve roi 0&,S- WM datta,111tbwfm .w
sidao de.Pa RMOaa SWAfto JOMUD 4-^
tes obrewioUi um &bceWs &OwntB -a*, CI

ffPam dtsahid&,OPiLepaia |itun
benummokd-ft 4bom Op"W~i o Hr. BK.- map
^ *B~mg -V Afwm^w s --aae.mgt.^^ .--
























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FaPortam, 26mnq
mqrs Lima, Peraymbaxeq,


I7 est.. vIotm pols- carkidade.
Maria Vimdina de iVst Ferreira, Pemnam-
bc,-& manes, =84adS, s to Atomio; febre


de Anruda Franciso de Mas, t -o1le :ds C.
Fontanek- A L. de Oliveira, Joo A. de Oli4.i-
*~ ~ ~ ~~ Tapde ltf~r; T u~s9oonettios, fMeotoel
8. Saldanha, Jeaiuim It de Magalhaes
eriadoJoboAt da'Cdstte 2companheiros, Mas
noella IL da Owwdol% JoU B Bemnardo Go-
as~i FuwnnMf 0.7 AUSIBIN-pme -LzMbertM
Salidas p" p6tado anuit no vaporas-
cam Prd Pfe 4b.ip Pdrd
-Ja Franiseo T. Marque e ma nqhan, An-
tonio dai ilva eso, core Anlrtla ides Ca sua,
Sabin Jos6 dos Smates Bibeio, G. IL do e,
Hery-Roberts, Ernest William, Jo O Camllo da
Costa, Aveline Jose da Cota.
adas pfblle. Form ashatidas
w maladouro pubhlco da Cabsanga, pars consnmo
*4 dia 23 do correnate, 75 reses.
LeUes-.-Effetuar-ae-halo:
Pdeo agent Martins, ai 11 horn, a rus do
Imperador n. 30, de ura sarmnaeo des amareUllo pa-
ra easa de jolas.
PFle agente Pinto. As 11 heoras, as rua do Im-
perador n. 6, de barricas corn farinha de trigo
avariada.
Petle agent-Brito, as 11 khoras, a ruea velha de
Santa Rita n. 4, de um espolio de moves, etc.,
etc.
Pelo agent A. Gaimar&es, As 11 horas, no ar-
mazem do Annes, de generous de estiva avaria-
" dos.
Pelo agent Gusmao, As 11 horas, a rua do Bomrn
Jesus-n. 51, de moveis, lousas etc.
Amanhi :
Pet agent Pinto, As 10 1/2 horns, na Passa-
gem da Magsdalena, dos moreis da casa do Sr.
Riehard Felton.
Pelo agnte Britto, As 11 horas, na run Duque
de Caxias n. 9, de meveis, etc., etc.
Palo agente Pestana, As l11 boras, no armazem
do Annes, de generos de e-tiva.
Sexta-feira:
S Pole agent Carmo e Silea, As 10 1/2 horas,
aa travessa do Corpo Santo n. 27, de diverson e
variahdos objects de ouro.
Pdo agente Pinto, As 11 boras, no armazem
do Visconde do Livramento, do ferro sueco.
wAssa ftmnebrer---Serlo celebradas:
Amanhfi : As 7 boras, na Santa Cruz, por
alma de Jos6 AntOnio Vilella.
Sexta-feira : As 7 boras, na matriz da Boa-
Vista, por alma do major Jose6 Rodrigues de Oli-
veira Lima.


Francisco Manoe dI .Silva & C., depo-
sitarios de todas as especialidades pharma-
ecuticas, tintas, drogas, products chimicos
e medicamdntos homceopatieos, rua do Mar-
quez de Olinda n 23.
Pharmacia Pernambucana
Rua do CabugA n. 11 de Antonio Mar-
tiniano Veras, pharmaceutico. Avia-se corn
promptidilo e esmero todas as receitas e
encommendas que lhe foreign monfiadas.


PUBLICAIOES A PED1IDC

Despedlda
Vamos partir para a provincial de S. Paul), -m
procure da nelhoraas A nos sa sade alterada, e ao
deixar esta capital sentimnos nao pader dospedir-
nos pessoalmente de todas as pesseas que nos
honram corn sun estima e que tern direfto sa noe-
as atten95es pelos obsequaios que nos ternam pres-
tsdo.
Becebam pOis os cavalleiros que nos iouaram
mcorn suass smiades o nosse adea- habitantes
emageral de nossa diocese as nouas "Cw SMads,
certos de que voltaremos apenaus m poaeit a
waite.
A impnremn a resta capital de d utoen 6 to da
lOeM -obs a despelda quo Ie b Ikta6
vrto '4 us..a q 'tpM a
^^ph"tl^ah4'?^jt -~ Ja^^^^f^rd4"^^^^ i'?4 uar


iafteg, aopaf BWVMte vtiES
S'j| | | > t i ,,- .' *..r .


A, A .!- P ., ...


X iahDa% J.OMyi Xi4 plrio smitq, Peraam.
bn-4U ampan Tinal aiJfe.f c. -tiaft pubmonar.
uae 0 de 8 at'A PAa 40 o
a"teikvBo, rit P- p ,
Lesor kicarda. 4 2!7tIW6.wabfsow, 40 an-
noafiAoteira; SantoAstonio; tubeeuals pulmo'
Etelvipa Beerra d Mo sea, Pemambuco, 33
auzo,, caaamd,. Je6; tubeoulos pulmonae.
rapuac Perambuoo. S mao, Graq ; va-
riolas.
Lui Moremim-da ReaeA, Portugal, 4 -annos,
solteiro, Bon-Vista : anemia.
Emygdio, Pernambuco, 3 dinas, S. Jos ; con-
vyls8es.
Rose, Perasbaco, 2 mezes, Boa-Vista; es-
pasmo.
Francisco, Africa, 70 annos, solteiro, Gra, ;
dia*rhea.
4 dbstes 'vieram pela caridade.



INlICAf1s UmIS
Advogado
H. Met1, 4. promoter public da capi-
tal tern sen escriptorio de advogacia A rua
do Creapo n. 18, onde p6de ser procurado
para os misteres de sua profisslo.
Medlcor
Consultorleo medlco-efrurgico do Dr
Pedro de AttWlhyde Lobo Moscozo a
.run a da Glorta u. 9.
0 doctor Moscozo da consultas todos os
dias uteis, das 7 As 10 horas da manha.
Este consuitorio offereoe a commodida-
de de poder cadsa doente ser ouvido e exa-
minado, serm ser preseneiado por outro.
De meio dia A s 3 horas da artse serA o
Dr. Moscozo encoutrado no torreao ,A pa-
9a do Commercio, onde funcciona a mins-
pec9lo do saAde do ports. Para qualquer
d'estes dous pontos podernIo ser dirigidos
os chamados por carta nas indieadas horas.
Dr. Baptista de Moraes, rua do Barlo
da Victoria n. 37 1.-, andar; consultas das
10 horas ao meio dia; chamados por es-
cripto a qualquer bora.
Dr. Leonardo de Albuquerque Cavalcanti,
medico da Faculdade de Paris, pode ser
procurado em seu consultorio a runia do Iam-
perador n. 44, 1.* andar, das 11 As 3 ho-
jas da tarde. Residencia a raa do Hospi-
cio 36, onde dA consultas das 8 As 10 da
manhUa e recebe chamados por escripto a
qualquer hora do dia ou da noite.
Dr. Lftn., medico, dcA consultas das 8 As
1i horas da zlnI'& A ruta do Barao da
Victoria, n. 48, 12. andar, para onde Ihe
p6de ser dirigido qualquer chamado.
Clfnica medico-cirvrgica do Dr. An-
drade Lima
IA consults em sen consultorio A rua
Larga do Rosario n. 50, 1' andar, de meio
dina as 2 horas da tarde. Chamados por
escripto dirigidos a seu consultorio, ou na
pharmacia Pzrnamrnbucana, A ruea do Cabu-
gA n. 11. Resideucia Capunga.-rua das
Pernambucanas.
Clinic medical e cirurgica
Dr. Israel Cysneiro, consultas de meio
dia As tres horas da tarde, na rua do Mar-
quez de Olinda (antiga rita da Cadeia) n.
13, 1.0 andar.
Consultorio medico cirurgico
dentarlo
0 Dr. Jeaqutim Camara, di consultas
todos os dias, de 10 horas da manha lAs 4
da tarde, rua do Bar.io da Victoria n.
52, 2.0 undar- Chamados a qualquer hora"
Orcnlista
Dr. flarreto Sam palo, consultas de 1 a,
4 horas da tard, na rua do Barao da
Uictoria n. 45, 2. andar, residencia, run
de Riachuelo n. 17, canto da rua dos Pires.
Bourgard <&C.
Recife: rua do Marquez de Olinda n.
16 Santo Antonio, rua Primeiro de Mar-
xo n. 3; B.'a-Vista, rua da Imperatriz n.
54. Grand fabrics de cigarros a vapor.
Especialidades : Cigarros, charutos do Ha-
vana e nacionaes, cachimbos, tabacos e ob-
jectos pars fumanteos. Livros de medici
na dosimetrica e unico deposit da Lari-
nha lacnea de Nestl6, pars os meninos de
peito e leite condensado.
Drogarin


Ferreira da Silva, lavrou o termo-no dia 5 Ata
sem powder preparar os autos e abrir vista, pn
estava oecupadissimo na conferencia de um r
trumento de aggravo de Loure-no de Barros P
sow, no que foi at4 o par do sol, e sao flcou o
to,-.!ado-se altimar no dia s do eorneate- 0
6 f.9i domuag euto dia 7 a taWdfoimaiN W t
rad4ur ao can, e pw tAsue, -tAmo 0'
eo nIe L L_
& e aao
p'ea "i.Ad 0 n


'v,' .; ,i:; -- .- o L .
V: : ". ',~ -i~ "' -i ..
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'.: ..'.N X -
..W..: -.=,5,',:"7,\ ::'


',


FEERO-VIA DE CARUARU
N6s que per mais do uma vez nos tern
occupado do tragado dessa estrada, prin
palmente na segunda secc9lo da respocti
directriz, nao podemos doixar de traslad
para estas columns os seguintes topi
de um artigo, parte de urma series dad
estainpa na Folha do Narte, em estudo
nossas estradas de forro.
a Nao 6 case somente o ponto vulnei
nel da directriz. Na Serra da Russa a
nha vae levando uma direcvlo peassima.
( Para satisfazerem-se caprchos de ou
e interesses de outros, a estrada seguiog
urma das eneostas da Serra, abandonan
um ontro ftaTcno mais fertil, mais habitat
mais rico, per isso quo estAa esparso e
um grande numero do engenhos.
Isso 6 tanto niais digno do nota qui
to A certo quo pelo lade que cscolhera
encontram-re grades difficiuldades, sen
atg precise abrir uns tres ou q9utro tune
Si isso nao 6 mA vontade, 6 ignore
cia da part dos engenheiros.s
E o que mais admiral em tudo isso
a indifferenga quo parece ligar-se A nhgod
desta ordem, que se deixa a diseriao eA
bitrio da t i vontade ou da iqnorancia,
quo alludem os colleges da Folha do N,
te, corn prejuiz d.)s cofres e damno
agricultural, accentuando-se ainda mais
te sentiment no espirito public per s
conhecida a exactid o das arguiqoes feit
ao tratado, at 6 hoie nio contestadas, o all
verificada e confirinada pelo actual Sr. e
geuheiro chefe, cujo relatorio isto consi
nou, segundo nos consta, condemnando
linha que lova a estrada, e manifestan
aexcellencia do valle do Ipojuca, que
desprezara o cujas condiges per motive
comploxos impuem a sun. preforeneia
qutalquer travado de via(io ferrea que pa
se por essa zona.
A' voz do Aqricola nas columinar
Diario de Peramimbaco, o Sr. ministry
agriculture mandou ouvir sobre repres(
ta9Oes, qua a respeito) subiram rA delibeo
9ao de S. Exc. ; imaus os trabalhos nao
rain suspensos at6 esta ser pronunciac
como deviam, por affectarem as recldz,
cges a direcis o dada A linha, pwr attriab
rem a esta vicios essenciaes, euja pro
dendfa teria por consequencia o abando
da directriz. E eis ahi o accrescimo
despeza, corn que jA se argumentava, m
pesando emn annullao da providencia q
deveria ser tomada: o desvio do ttaacv
de modo a descer de S. Joiao dos Pomrni
ao povoado do ChA-Grande cu immed
viOcs a seguir pela riba esqaerJa do Ipo
ca a villa d Gravata.
A. -: .1' de tudo quanto so tern dito ca
indicacoes precisas, apezar do quo em h
monia pensa o Sr. engenheiro chefe, s(
consummado o sacrificio dos interesses
agricultural corn maior dispendio dos cof
publicos, semrn conveniencia geral e c
saucaito apenas de um erro condemna
perante a scienciae c gravoso raspecti
mentor aos interesses da exploraiAo, s
Sr. ministry da agricuitura nAo provide
ciar de pronto come convem, repararC
o crro alludido.

On eumpregadom da Justira de BE
Jam-dim e o tenente Nicolao An
naio Dunrte. proprietario do en!
EI1Do Born-Firi.
Nato foi stm finndamento, quando disse, quo
nha p,-tir;lo de recurso por oustas indevidas ea
trai o Dr. juiz da direoto Jos Gomes Coimbr
mais empregandos, publicada no Diario n. 76, (1
'Jo crreaute, pro('darIa ma iras a'eaese empregaa
ji vato se manifcstando abertamente : queriami
Jo'uar ao desespero, ao abysmo mesmo, e nuo q
riam aso mones que usasse do diroito de recurs
queixa ass superiors.
Desenganem-so: nao recuarei mais um pa
na defeza de meus direitos.
Em urea ac<,2o de manuteonio, qua mc f i-
posta, tive scntncna contra, e appellando par
Sr. 1)r. j.iiz duc direito, foi recebida a appellai
no etfeHtit- deroludtio simente, e aggravando, p
quo s6 lin6via custas A esecutar, o"Dr. juiz muni
pal, per seu desprache, mandou juntar a nova pi
curas-r o offerecida, e tomar por term o aggia
e effectivamente o Sr. escrindo do feoto, Cai


Loteria Cearense: Os maiores
premios d'esta loteria, extrahida a 12 do
corrente, couberam aos seguintes numerous:

NUMEROS< rREMIOS
3.034 10:000.000
6.711 ..... 5:0005000
4.180 2:0006000
5.631 .. 1:000000
16.788 1:0006000
8J145 5005000
14.201 5006000
14.211 5006000
15.972 500000
NUMEROUS DOS PREMOS DE 2004000

3.172 18.9617 1 3.033
15.845 2.717 3.035

NUMEROUS DOS PREMIOS DE 1004000
2.464 3.779 8.694 10.623
2.596 i 5.077 |h 8.618 16.343
NLUTMEROS DOS PREMIOS DE 50)X00
9.263 i 15.866 2.027 7.600
9.366' 17.502 ; 2.152 8..58
11.722' 17.99t1 ) 2.449 II 8.923
11.75s 18.044 2.465 5 1.563
11.805 18. 94 5.569; 18.890
11.8:4 1.6)00 i 6.556 119.388
13.471 1.7'4 1 6.785
14. $72 (2.00 1 7.350 p
NL'UMFPR'S DOS PREMIOS DE 206000
3.047 3.50 1)9.957 1D.852
3.057 4.002 10.190 16.281
16) 5.229 10.924 16.951
s4 5.257 11.295 17.125
"9) 5.583 11.633 17.135
r)4, 5.815 11.750 17.145
951 6.0685 19.166 17.534
97.> 6.75S 14.512 17.558
10.21,I 898 15.283 17"803
1.4:)9 8.288 1 15.372 18.947
1.546 8.720 15.397
3.3791 9.784 15.758 -
Loteria da provincia Amanha, 21
do corrente, seri extrahida a loteria 31.', em be-
neficio da igreja de S. Francisco de Paula, de Ca-
xauga. no consistorio da igreja de Nossa Senhora
da Couceitao dos Militares, onde se acharAo ex-
postas as urnas e espheras arrumadas cma ordam
nLume-ic-i a anreeiaio do public.
Loterja de2 :o500$00 Per te'e-
graimn.i rerebido pela Casa Feliz, sabe-se que fo.
ram preriiaia-I- os sr.,guintes numerous da loteria
145;1 B c:trahida houtemn 22 do corrente na curte
6.7b7 25:000,9)0
4.4.2 10'):000,000JU
7.804 5:0006000
Loteria de S:O0a3$080-A loteria 1 1a
eerie A., corre impreterivelmente no dia 25 do
corrente
O resto dos bilhetes acha-s- a venda na Casa
Feliz A prava d Tonclepeniencia ns. 37 e 39.
Loteria de.5sOD2G XP-9-A den. 146,
A core impretcrivelmenfe no dia 25 do corientc
0 resto dos bilhe*s acha-se a venda na Casb.
Fortuna, A rua 1 Margo n. 23.
ienado gi ctipal de JoUes6-Para
este estabelew b entra ram no dia 21 do
corrente 4U boeando 5,533 kilos, pertencen-
tes a divermO. ..
Forani veon a preqo de 640 ate 320 r6is o
kilo.
'No .mesmo dia6 entraram para o meaoe es-
tabeleimento:
Peixe 204 kilos
Fruetus 9 cargas
Farinha, sli e feijo 28 ditas
Garameufrs 3
Sw 2 .
Pngsdodla: (*ER
Saimoa 64u xse)dlc.
Caairo a If *oc ..
a*f~ IDO. "~if ,Df e


eae6b6
3---*:
an emS


f .


"i l ~ : '. r : i i -' r ^.i 11 -. .' .." >1 ?
a. .- ^, '...



-Pvtuos, $n"t no. s epas ...s dN ines
mu9 religion 4. ooos dio~eommnos, -wzQe to
qmq Etejsms tfamnes seam p presate a dioes
qto-mosf le cdiadmalt -
SPalaco da Boledade, 22 de ab4l-de 1884.
-f Jos, hioaipo dco.



SNa pepttiva- da providenciae que
Governor Imxperial haja de tomar aserda 1
-tn do d#sam estrada na secoe de o net
tamos oe opado, temo-nos abstido Evir
inPrensa.,
Mas como as illastradas redseo_ (
Folha dofNorte e do Seis do Out-nbo t
hac pterior s ao Nomo silnemo 9s. oC- c
pado detenegocio, dealt alanoe para e
ta prowincia, pego aos Srs. redaetores
Diario d Pb mambuco quo dem cabida e
suas columns ao seguinte artigo do &eis
Owubro, afim de que se conhesa que an
sa voz nlo 6 isolada, nem improcedente
reclamaglo que tomemos levantado na ii
prensa contra o infeliz tragado de que n
havemos oocupado.
Agricida.


-- v ,r a f- ,''_-
'. .** ,- ..\.'. '.'.. ;
. -*! A '.:.o ,* '." "'
,r) -.-:s: a .'


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i4 'A c uro te d ,no

)a e reebido pa.
Sm em dnta do recibo qe-
.. L iwba p ,to- o sateno do

Stt m-e iaBpo w oea o ? ao s aapa.
o: ese frian bea, a pablicaso s6 pde
&aWwprsew; so *o; ddo aaB'eua omnoem-
me, pois rao teem direito d figitr sileucio da vic,-
tima de seas eaprichos.
No dim 7 do corronte, o juiz de paz "suspoito,
Jos6 de aria Maciele deq aindiencia A minha re-
velia, e fasm-mne edtar na decantada'questlo da
dostrualo dons 8 t6ros de canna: A ineorregivel.
r. juiz, e nao quiz ler o Ord.L. 3' tit. 24,lt o
0ooelheiro P. Bueno, Formal, do Prec. Civ. a. 37,
pag. 21, quo diS : a.... o aos processado., e a
0 ate dsdads por jizf suspIto 8fo fiullos, Ord.
8L. 36 tit. 24. ,' SegundoLo ept Ord. o jmis por si
i nedsah obrigado axdeelarai-se suspeito, nao po-
drado ser"julgadodr nas aeguintes csasas:
a 1, ams causeas de seus parents deutro do 4"
SgrAo, eontado segmido .o direito canonieo,......
censanguineois effim -inelaidcs n'esse limited, Silv.
Sad diet. Ord. pr. n. 25, Gerrei0o liv. 4 e 5o Borg.
Carm., v pag- rg o01 .
2.0 Alhm de idertaa Orc temo- as mesm2p
0 disposigef nos xtots a a report. vol. 3o pg. 257:
n 0 juiz plao pIde julgar u nfeito sea, nem de seas
parentes...; ao que acerdscOdnta na nota:-,, 0
preceskado contra esta prohibit 4 muullo, ainda
que a part aio tivesse vindo corn a excepvlo de
Ssuspei*lo.... a -
a 0 fundmento -da ulUdnalde no caso de suspei-
5 peicglo 6 patents, e constituido nao 96 na eonside-
raqao do deeoro dajustiqa, como no da moralida-
de, e ever dos tribunanes, Ponet. pg. 81.... a
'A stspeiglo legal quando patent o dos autos,
6 julgada como tal na instaucia superior mesmo
oflicialmente, poise que 6 nullidadc absolute e de
ordem public. a
S Veja o Dr. jaiz do direito, se a sua ionvcn1o de
nao tomar conhecimento da suspei 'o per so term
a passado 45 dias (que nao se tinham passado) ti-
a nha razio de sr, eos assontou em algnma dispo-
si3ao legftal: veja tambem o juiz de paz s3 a sua
coniliajto, victoria e tiude quanto fez c esth fa-
a endo valor alguma cousa em face de disposiq5es
s tao termlnantes.
Conjuraram perseguir-me per todos os modes ;
tentaram diversas questoes, e no juizo de Born
SJardim nao ganbhei sequer urnm%, e felizmonte ha-
Svendo dans de aloada superior at 5004009 appellci
e ganhei ambas no Egregio Tribunal da Relacio ;
e por isso s6 procuraram depois questoes do ala.-
da interior Aquella, porque ficariam tranc*das aqui
sem appello nem aggravo, como dizem.
0 Era eu consenhor de uno pequena part em arnm
o propriedadoe annexa a do men engenho, mannei
abrir rocado, usando do men direito do posse e do-
minie, em umi capoeira., e o Sr. Manoel Travas-
so Sarmho, que so dizia rendeito do sua mli co-
proprietaria, requacreu vistorma cm juizo notoria-
monte incompotente, e propoz-me aqcio pessoal
SsumTparia, sem citaqgo de minha mulher par. co-
brar o damno, em lugar de proper anc;o prossesso-
ria, s0 o6 que so jalgava con direito a posse, o
SSr. Dr. Coimbra em grao de appellnaqo, alterando
a sente;aq:a do Sr. Dr.jaiz municipal Bento Bor.n-i
da Fonase2i, coademnou-me n'esse process tumul-
tuario e nullo, a pagar tudo qtianto tbi pejliio, c
Sasitn obrigou-me a pagar injustajnente mais de
quinhentos mil r6ic db principal c cust-is.
a Essa senten(;a, alin de injusta, foi absur.lia,
violou especialmente o art. 65 do Reg. do 22 do
novembro de 1871, quo diz :-,, No tractando-se
de bem de raiz, o proceso a seguir nas causas...
S- etc. bemrn esplicado pelo couselb. Ribas, Consl.
r Proc. Civ. art. .697, a outras dispusiqes, uaina vez
Squad a causa era verdadeiramente sobre bemrn de
ra-iz, a acqao era notoriamente ineampetonte, e in-
competente o juiz de paz para victoria em c-ausa
Sdo mais do 1004 c sobre bem do raiz. Ease jul
_- gado por certo niao abona o credit do Sr. Dr.
SCoimbra como ma-gistradrlo jiusticeiro e juriscorr-
sulto. Se me contestar esta verdade, farei estam-
n sua sentenua o algu mae p.5as, e farei snaly-
K sa juridica e rigorosamente. Costume a dos-
s p.ithda tualo fallar a verd.ade, e protest s6 man-
u dar escrev.r a verd.ads. Constan-mt' do fonts pu-
r.i qlte o Sr. Jss6 Cypriauo a ppdido fez umn artigo;
d-, defeza ano Sr. D,-. Coimbra, insultaudo-mr e ap/
mcu advogado e procurador ; vera- s essa peoa, e
A a'nuardarei sua publieacao para responder conve-
n nientemente e corn vantage, porque a :'vorladl e
o dieito cstai do mac tabl.,, a nan o Sr. I)-. C',i:n-
bra, nem seo s afl'ei-.a lu, i i. a n., ieus pcr:.gu iii.-u.c 0 ,i
hfarao rccnr u-n pt.?so0: acima de todos cti DJtI-
I e a i.'
I .a ocerca de 3 annos o rueseno Travasso Sari-
1, ,10) abrio um ronado em terra de ininha asitiga
posse e dominion ; cm losfotr'o, mandel quoimar o
I- ro',ado, rccobret mninha posse, e mendel tir.ir corc.o
Ide 10 carros do maravalhas de lenha, e hI p-.itco:u
0 elle mo propoz acq,.o s'.nus.uri pcss):5 l ,)5lur'.n'lo
a4'.-30) de 20'.) carmea&do lenlun, (lat eu tiuhla ti-
a ,rarlo .


S 0 senu advogado o mesmo Josu Cyppriano diz quac
e jI cont a corn 'se dinheiro no bolso
oI Juntei q titulj de inmctu dominion, prove exuboran-
Stemente a minlia uintiga posse. ,iptiuz por men pro-
cur-ad.r, o atvogiado como defeza a excepao deo
incomjtn tcncia (i., acea,-, p'dindl,) ai nutlid iei d,
proeosisadlo em vita do) tatr ninant ;art. 65 do eita-
do Reg. da Ref. Jal. diL i.-Tl, i ce3I clInl.l i
I couselhceiro P. Baiptista, Proc. Civ. ni s.t, j'-,
hedic.; pois qu Sse jultg ,- c m ,lu dir.-ito a p ,s.' 0
ulominio devti apr)opir ,':*,i or.in:t ; coi it.ns ;.kP
de miniia mi nillih.r, e n-., ..-i r ,I ) uj .i!t 'wo : iii:t,-
O.- p Oao p-i,,ar lt'!i i.- tu e;' 'ul ::t i:a;l tI'rrti, ,'I,
qiie estava de p,).-I u...' tiu: eL u. : :'nti ': l deue .-.
scguir o pri,;tiSl.
I Eise celebrate e t,,ir i't i.iria s ,c Lo ain I a a'io fl
el de -idid i.
A pI;rseguieico nan. ficou s5 na propositura dc
ace5,. injiu.t us. Os; meus inimigos occultamenutc
0 incen tiaram tr,; partido; d canna mneus uos dias
' 26) e 21 do dezombro e 1 dc j'aneiro ultimos, cau-
Ssando-me graves prejuizos.
Requeri victoria ao Sr. delegado Carlos Lcitlo
nos incendios feitos a distanoia doi cerca de um
quarto d' legua da cidaIde, e ella If-vou-me dc cus-
Stas 31000t, quando em face: do art. 43 do regi-
mento de custas, e aviso n. 303 de 16, e 1-S de o0m-
tubro de 1856, e 22 de sotembro dh 1875, s6 podia
ter 3500'). 0 regiment de custas em Born Jar-
dim a meun respeito entendiao pelos empreg.adoi
de numna maneira f6r'a do comiium !
O Ha muito, quan-14 u estavia gravemente doen-
Sto, inorrea uma es--rava minha de anemia, e eon-
sequencia doe part) premature, sendo rcceitada e
e .tractada pelo mo.na medico, que de mini tracta-
va, c ha politics mezes o Sr. Dr. juiz doe direito
SCoimbra mandou pelo delegado sup4lente e o Dr.
Sprourotor public abrir inquerito policial enm men
cngonho, interroagando-se pessoas lives e cscra-
vas, no empenbo de prooessar-me como homicide
Cruel (! !), e como nenhum resultado produzio con-
M tra mim essa trite invengao calumniosa, e porquie
So delegado e o Dr. promoter portaram-se digna-
Smente, houveram series desgostos !-tal era a ga-
Sna, que havia em se me pesegnir.
J v4 o public que desenvolveram contra mim
Suma perseuni9Io descommunal sem tregoas, e quo
) minha paciencia ja se esgotou, era precise reagir
O e defender-me, e porque o fi., levanta-se, grits-se
e a quer-se-me fazer calar corn amea.as de maieres
~ ersfigm-OesL
0-dg'ita e a verdade-me servirlo de gnia, 6
Ss6 o ecaiho que quero tfrihar.
A Pega-moe; mas pe rmigam-me comao bomens :
nlo abases do peder, respeitom o santuario da
I
SrJardis,1 4de a4Rde 1884.
-A .M4u AtWsio Duaftl.


a? 4. -rtv M
ile AK s.,,il, .S ,
' ,'l~ mr ,fin i fi rrAj~ilttat


N'o-

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:Vihii di^ ira ca'*'* ~ po "^ ^fiii iiiei&Ammflvg 'i ,
merl.. "w.s ,aw -, per L;. 13ar. .o.d..mu,../ .,ma"as. ,
po annrsrao o2 ae
ou nhr,--Msadou s Msgetdw Impede) Zm w ma fond gmt
aaeco de justdqdoaconalko dos I l ru p umswps .. a-
edipoap &jutosIdO parc aer so 060? 10 1853so 6 ln




prcesdsnte dr'prohcia do rio p ande do Nort 8dm 18616 qua o revs, eumslaJ eet-
rl dtaiv a edives s a ieam conile plador n i4 P a taes pededo r imadabta pal-
ventaro do fiaad lgaacio do Ailbquerque M s- u" p e do Impude, a d min ,,a-.


nhlao, seuhor do euwenho Beblax, d torino do Pa,- a plMs imian osemu a oospp boa qum
pary, quo, allegant eni sen favor S dispotto pal.t..s ri.Sver.
dor avirts r de ervao de 7 de norembr2 o do 1831 A q flle preteadido direito p o afim a-
do doeroto de d12, do abril d 18, recliam pf tera aco me e -rao o m lo eoudi
ds liba dade'Jnto, da e qu so a oa privados. afriocan appredido come lie, qu i cad
0 ofo do presidentntd do provancid 6 o *s m o oprt anrnNorte 8irem 1861 p quo ao iive!r ds --
relative a diverses afficanes conteMpador Uo Pa* a. toid *.eA() anrmr sor~n doolf an v


vguinte:ario do fiNado .g a laddea e adacio em mother oo nMro quae tlibetdw, m
nhao, saehor do en-e ho Beletu, dq termo do Pa- MaW 14 am= 89M a 000-- 1 T-Tflt fti to T f


fpar, que, llegano qem se favor' diposflo f prbtead eir ua xprmat. bi
doe arts, 10 dat lei do 7 de noveinbro do 1831 e 9* Aqaetle pretandido direite porixa o, affieno in-

dodRieo Gade do Norte, 12ab dl agost d 1832, reclamam 18. desombaror port do Bra c nml eondidoiro

firm. o Etna. Sr.--Tenho a boone do lever so co- q moqr ntivo deveudo set, immoabnit is-
sahlimbrdeto d V. Eat. qul s havndo drivadrsos n r- ic appreheadide como ivre, qa leic
0 officio do pren identes o arvo do fac Ignaa o se- mindoa rxportar oom a iorpon.ivel beid-
g Pnte: de; e ainda em melhor eoaUo qua o liberk g-

d2. Albuquerque Mranh144.-Palaio, senior do prenigeanho tematicamosnteiro, a quem exp reate do p-
doBelRiodon termo do Papary, o 12diaoto de 8. Jos71- dese io nunca em sun exageradas oxigeneia gme
Mipibh.e, dirigido urns potiqeh o a Dr. h ofe d po- por qaiqse diro devendo er iito. -
Uhecia, matoqual, di ega.do qm, haven fvor a divera osi- i m os r tados-Unidos, e imartaao de
ca dos arts. e da e deo de novembro fiaado 183 Ignafricanio .le dponis d Lerar aqOiqeo, doe ioei p y-
S9' do deereto d 12 d abrli do 1832, roelam a- ciona mente em penha do q o nareprealo dotra-
ram por sut libermodade, a qupa sy e ae aeam prde- J oe boli ion m scenes mee da e txigenr eias pag-
vaMipibes, dioff idou aquema peutoriddo a o Dr. chotfe dq po.- vid que aeabo li d m o vilea
lico da comar l, llendo Josm (copi a di. 1) roet- im talve mostado s otrso de q a import iai me
ateno do-s a prts. io da leertide s d novembro dneas, 1831 afi Rio Cando doois da abolio dtdotr as aswiroor-
de habi9inddl-eco a reqtodo2der a bril dos m 1832, reclamaf- onalmentems e faisar depoimneao qn a qma brw
ram por so q na libeo delci e d mo qual se ar avam pri- aboUcionintear des te sa. de ir a
vadoa, officiou aquella autoridade so promoter pa- viu-i que aco at do a modo vi"Ct #Wn,
blicoda comirea doaS.Jo96 (copia n. 1) remet- mas talvez menos denartrow do qe o lidiudllbis
tendo-lhe apetifao e certido51sa ella annexa3, afiin Rio Grande do Norte, danSB as-i as. kgaW Ws
de habilital-o arequerer abem dos mesmos afri. aos odis a falso epoimentos de que eso ukaa
eanos, o quo fo33a dei lei a de molo a ser m-Lntido parte interessada *
o direito d'aquelles infelizos, por mio .da campe- No Brasil a esceravidao hi de fleer complets-
tente ano de liberdade mente extinct, no mnuito tarde, polo meio aid-
S Depjisde haver o dito promoter praeedido ficolda lei de 28 de setembro de 1871, e oMtr.
as necessariaas averi;uuanaos e obtido valiosos do. quo for saggerido pel Bahedoria do pad. Iis-
eumentos, requereo em 6 dejulho ultimo no Dr. lativo, se aquelle, o quo a1) de reoeta, wme maos-
juiz municipal dos tearmoes-reunidos d'aquelia co- trar insufficient.
marea que procedesse a inquerito asos reicridos Persuade-so a secglo do justivs e do ommeiho
africanos e a outros residents no mencionado on- do Estado quea. sobservas5os ezpsltambi
genho e as demais diligetlcias, de que tratamospo
arts 9 a 10 do decreto de 12 de abril de 1832, e para mostrar dueo 1n31peterecedme uta h dem
quelhe dese epoito sepw entraencn-de novembro de 1831 o procedimemto havido aa
quo lhes dense deposit, se pgr ventura oncon- provincia do Rio Grando do Norte i respeito de
trasse indicios vehemoutes de quo os mesen.)s ti- diversos africanos contemplados no inventario do
nham vindo par o Brasil, depois da promulgaIoei
da lei de 77^ dt- 0 n bro de 1831. P OO" ^ finado Ignacio de Albuquerque Maran uaoMn
da lei de 7 di novembro de 1831. do engenho Bel6m, mas agravidade e importa-
Deferindo a petiquio do promoter public, pro- cia do assumpto impe A mesma seeV2o o doe "
codeu aquellejuiz municipal As diligencias rdqui- de pedir a atteno de Vossa Magestade Imperial
sitalas e maisalgumas qua julgou convenient pars as c-utras eonaideraVses que a conveneri
par o descobrimento di verda-.le, verificando os plenamente da irregutaridade daquelle procedi-
factos constantes an officio junto, que me dirugio, monte, cotrario as leis qu e se eguiramne de
e qae pur copia sob n. 2, pass as inios de 1831.
Exe. 0 art. 8o da lei n. 581, de 14 de setembro doe
,, Inteirad, de tude recommenlei cm data del i50, attribuio a auditoria da merinha om,) jo-
22 do mez passeado no mesmo promoter quae pro- risdieqio especial;
moveose quanto antes a competent acvao de li- 0 process e julgamento da liberdad,- dos a-
berdade cm favor d'aquclles infelizes, no e:aso.) do cravos apprchendidos no alto mar, oe na cota an-
terem elldes vind.) para o Brasil depois dh prominul- tes do desembarque, no acto d'elle, ou immedinat-
gaqo da refurida lei de 7 deu novembro do 1831. mrente depois em armazens de depositos sit.si
4 Chegando esse facto no conhcimento do bi- costas e portos.
charel Antonio Felippe do Albuquerque Mara- A lei n. 731 de 5 de junho de 1l1, tousand
nh uro, undos herdciros dofinadolgnacio do Albu- modidas m rigorosas cntr: o triflo, estenda
querque Maranhio, dirigio-me elle a petiyto jun- a )mp tencia do auditor di marinha, copre-
ta sob n. 3, representando contra o proecdiun-nt: hiendendo ella os escravos apprelienlidos poft-
do mencioDafl, juiz municipal, o qual, no entuialer riornente ao desembarque, log-) qm i ntonidade
do dit) baharcl, tern levado a perturba.o a a public ontaso o dosemb.arpi. qualquer o
desordem uis fabrics de seuas engenhos. ftsu a distanceia da costa en u.11 oses escraveo
l)epois dc ouvir a tal respeito o Dr. choice de s acihassem.
do polici:a, do quem exsigi cpia dos autos de p.'r- Assiim :
guutas feitas ans afrieanos naquella rpartic.:n 1- 1.0 Eit-o ahi eoinprchenlid-.ut ine.sa juie.e
deferi a petie.o do:obrodto hachar-l, vi. on- too o es-ravos pr.v.,ninuten d
siderar o proreedimuto daquelle juiz mMunicipal trai5 .,.
do accordo co:u o quo disp~c o art. 10 do d-'creoto N. th it ,,rr juri-.di., |,trn jul:.ar a li-
do 12 d abril 1,.';)2, qu e regulou a execui,.o da bcralade dos eocrraos provcnicnt.s to trafico ae-
cartad ld.o i d 7 det novctunlao de 1.$31. nio a auditoria da m Lrinha.
Ep.p)ndo a V. Exc. tods essats oceurrenci.is, 3.0 E precise constatar o deseniharqu,', veri-
como me caunpre, dcvo doclarar a V. Exc. quo n:o ficer a iill ,,ip,,t e ,o trafieo. pitra" quo ,,.,iucn -
ha reeeio dIe qcn sej:t alterada a oremn publioa na V0 pr,V-',.iciuu,.0 sojiun havidos p)r livrps.
rfrid.i comarca, a qual dis.ta apenas 52 kilomc- E u :,) ;i auditi,,ri L dt mitarinha coma,-t' a vi-
tros dest; ecapitat, polo qic eim qualluer emuergen- fi'.',, f,,fi;, a ella cnpt,- o julim unto da
cia podem sIr t,.in1'dis eomn proiumpti..:o as prVi- hburdade dos escravos importados p, r ese rio,
dencias qune f)rem necskariai. A (onis,-quu,:ia ,t que a;I,) Fir.) nonMnu,i -.' co00-
SEutretanto, p.iara prev-nir algum conflict, on p.': a lib -ria, -lj uc proviun d tr.A"ti.. -ms
perturbauiuo, eonservo alli 25 pra:as sob o coin- dI qtruoi fs.taos licitos ou illicitos. pur cx-cn-plo, a
mand do nn oticlal d, eoufin.a, e tenhio rcoin- ,1 cscrto qji' salai, u1) unpori e volti a.<-ll. a
inenl~ido as auetciadades ri-liciarias e puluei > dI h),n ,n livre radzil, 'i escma-vidi,, a du (gUe
t.idi a pr on':eu ia e m, il,:ra
clevr a.Ee S,'r- toinceri la I'. om urma terra onde ha esoras-
,, 1)h a.1 a E Vm. Ec, n v), ..,-i..l,rar pr.^.'ni,'t,^s .1, traffic p.r cnn-
I Ilini u L xza Sr. Co:.n-,;llMiut') M isoit .\ra "t *. '.ta t'hli\" i -. :u Il -s ,l'- i' iii mJtr.-'m ui aa
Duarte de Aze\ o.,, ministro e soc.-.trio ri) iir' i n- v,.r:l- ..| .], r, 1. ,. ,,.,-tat
o, lC Lapraao U~t,,,l,:ura do M,',lo Fi'h. ,, '- a ii, rti, .1 t ,It iul-. S ,ir.Ilva :a
'[ria-- ci, 4posio cu frianui (110 mrail.,,,lu,' n Ici ,',: 1S54. art. 1.' uuvm, pal.,vra-a--
rata-_ d. dposito ti africanos q; ,m ;.. dp 1 't jl ia d, pr u,t, r.,- ,c ;-o .- --
importalos d ,,iedas da I c it 7 iova .n )rc d, I ,l ,1.,.:,:, -- a ,r|, scri[,.'I,, .. fact,' p -s itlY.
mas que n ao fi ram cn to .it pprcli-,LliM,,s e ,.:.?,, "- i t l ip?-) s, tm,1a ,.n .r i.sii- -." reels
consideradou como esera os ha aiunt 1,t' 3,u nn -, i ^ .", I ,[. '.A'n p. i;,i,".. p ,r,ui.anfi, :n .-aaude
r-lhando-s' pro,eitnb.man.t em po)lu-r i' I,,?r.Ii'.,> urn.-:, 'd e-.:ruv-. i'i,,n. n, ,- imp-
u ucr t;t,>!o V r-iin l tl .it i t ',:;.i. _jl a ,uJ ,U a di,..,.n>:,:i .a mT ,.--. i..por-
Itutu ,'.u., r',:tt'r s '5la t'.uau~ uiluliu- iii t- ul "us,-
O) i '...:- i, nfio Ctio simples O.nniu) ,. o tatmt,,ts i,'., ,,l .;t,' ;h,: :i .i, :mhjuiridua e
presilea.' ''' it 'c ;'ncia do Ri.a Gran ,I, 1, N ,r: : tI iun,,itti 1, / 6'-., r- ,i! ,t,,' .r ,",'f 4
e m u ito ,g r.a te p olo sen tl r'un oe o c ..)n eujri n e: ,t.- : ,.., u. uu ,,u ,. c., ,..nr t .u u- .i r,,v,, ,i,-- .,au ria
mrecc .-r :a)rcia- ,) corn m'-dirczi e rc' .a-- .,l- "', l,. cu -,, .-s '- ,,-1 ,i, U-.-;) ,1 ,- -,14< ,-uuhuirn.
Para c .is : ,'lpjiitr i ooutras dilii-_ ., -iaui ii., >- | r 1 i :., -i .... .-,-:ri,.'. ,i -," m] *
c, eo -' e ; s:rt. lu l i ,h 7 d n:m\, i)ol l-;l i ,: i-i c--u, ,r! i. ".Ia ,I. !-Ic.- I -- s mi
e u." l' d tocrct.: (l- lLd 1 l abnil le "Ic b ,. L ... ... :. i. ,I 1,.-. ...t 1:1


CLmprl xa in:tilin r a pro:et leucia i tl tliiin1 1 ,1 ", .u 1 i. ,2 u- i v'II
meilltu. .iu i .- i --
A lei do 1 : 1 c tuna lei especial c de ordem put- I c a Ia i', i i,, i,' ; .-L.;... i l
11ZO Wr IM .,~t V--1 1,. f1 :,: : ,w -
blica. .Participl) al1nm 1,isto, d.) e:iria-ttr iut.-rna- -i Ia u ci, I.. ,,i ,i : c i ,. i u:
cional ,is Bns o-ig'em, pois tfi pr-inuil ada rnm sa- [ .... .
ti^i(E .o d .o compromissos, constants d, cunmven- ";wi,.ni-. n | h r a.d:!,,,n :- i-,.-u
a .o do 2 3' ,i e n ,otv e mn r ,:i d l 2 ,3 (iuel coW in h : i ;un li,, iit ,. ,. .r ...ii l' v a ,JA
i-. estipul:vSu 's dus tratad., di e 22 J. it ,0r d j, ,) c I !, r I, irid.
I .") 2' "; It. jullho l, 1-S17. concilu;l.-lS ei 1t,'0 S. ', ,:ra ',c ,it ... .u :t i- cl.-in
. BrI;t IIi.t e El cci do Portuit al, a1tll ) 1 ,c h, l,, .r'- ,,,
eniw-vaialo t.o efficazm.n-iinte, coml) so fossem in1- 31 11; ,.1.u il i :i i.tir'.. p r.'"ii 1 .,1 n-:ais
ri.los 'sella ptapavria por pala'r: to0l os artist r i .
daqlu'-ile tratadils. t, t. i., .; ..,.,. ,
IL.1-1, -: -_ .. I.. I-- 1 -
E- a'iiria c in h'iiu s lo-';i Ovcs cii;'-i.w l; i 1. '- *.' '- 1-7I1I -
t 3o sw1 t' tcu.lidtti s' li,'q,) o 5 s,'lu, linan I de con- .,, ,, ii -.] I- ,' .V' ,
tonrii- la- l, cor.n o sv s*in i que i hM i proprio. coin- .i .' ,
:.inanlou-s' tdas as suas disposiqyes dJ iado a ,I a,
r l'5I.acr-so s'-Impr:, n int:u;io dc lep;sl i'u- .1
0 fi:n dt- leii de 1.s31 na foi ontr, s5ifo o di- uuj, i rdo'.- P.a'. -' ,'n r iI r'- .-
iarado no p oeambniullo do tratado do 11 '15 cor as (V3t r-i ,.ura I'' S.. M. Ilu','.it.Ir. -.1i, Ji .-
seo uintes p hla\tr:s : ,L, '<',.,,.,..., ...J.,, e r'i.
,. Sua Alt-za Real o Prinucine Regente d.' Por- DIi .,' l i;''. 1 1 a l .. :.-. 1.! K,
tugal e Suct M 1:estadc' Britaiia;. anubos izumial-
mente aniviious d.) sinicro dL:s jl "-dco acol ,'ir i --
a 1poca. eni que as vantage do unia iit-lstri i
pacifica, 'e do umn eomruer-io iiuiinnociut,, p.SiSar s
vir a promover-se por tola essay gran-le extns.", ti'lel tu ildl3
do contineiite african,), libertado istc do mIII.I dI L DE
trafico de escravos : ajustaramni fazer taum tratadlo
pana ese sfin.. Deus T Sel r
A intenqco destalei nao podia ir almn do pen- iWS-u e IoSiihr
samento dos tratadoes, de que dimm-na. Dcstiuas, 1mu s t
anipedir a iri[porta<,'o de coravos, vindos d *,,J s s l 3risto
ct, tinentc a irlc.tin, suas di.-p gi-es n,'-) tiv'raua te
ea vista niais do quue oarganisar urn svstemait. d-' ,'.',.";;'J t dos a-. 78, 's. *3s / ii ru-'.
reprcess:ao tanto assimn que nada d2terminou ema a vl i X -
favor dos inlividu,' i -nportados depopis de 2-'1 J. u!, ,- ta 'o t :c V, .
woniembro di, 1829, quando J-i estav:-t aboli,.. o i,.tfls lujocLOS.
travico de escravos em virtude da conven7A"o d- i I*i.rilo-e a mirnu, nuo di o ollia. Kxim.
186, qua e lel do paiz. j, *
Do mesm o modo precederam as leis do 1e 1)0 e cornend .dor president diajimta con-
1854, nao obstante ser potorio que a lei dc! 131 mnertia;, Aatoio Gomeis do i Mira l-tn -Ual,
nao tivera a execuqlo devida, e hayer conheci- disse a si'u filho--M% TARA.AM E.SS. IIOKMEM:
mOnto dos calculos do governor inglez, segundo os
.. .. no (1di (.' 1 padi-lh o pela im prensa pint td;-
quaeS a importaqao de africanos se elevara da se- 1 d e i p
guntemaneira: zer n 'ella quem me matou: o corn n-nL)
Em 1812 toram importados 17,437 vicsse, agoira,-VOU FAZER A PRONi>: w SL-.I
v 1843 19.095 AFFIRMATIVA.
S 1844 22,84) 0 Exm. Sr. president da junta coap-
1845 =19,453
1846 50,324 mercial, nao devia pronupciar aquella fra-
1 1847 56,142 ze, POR QUE ESTCU yVO.; o me como de
S1848 1- 60,000 facto referia-se a miunha case, tmbemianda
S1843 5,000 e engaou: fat V. Exc. o obsequio de
1850 Le enganon-
S1851 23'0008 analisar as provas que soe seguem:
*, 1851328
S1858 700
0 Art. 9.o d6 tdeereto de 12 de abril invocado, 0 d .iS
6eeoataprodfteats, poise falls expressamente df -M. Sr. Dr. Ji substitute do i
---to bl0 ;e; e 6 art. 10 nAo obatante aa ge- da Faxenda Ncai l.
naftVide tonuirni rtakavel no penusmonto Antonio Fraoinco Cortga, wooanr-Ai*S
da lei e no (npirite do e a diqmwlao.^tolak iantla.u'al
daltodeospaio6de diviqoqtuo o, &Ituatncuao n'ests ciW e, capiS .6 PtS-
terBa .aa to .del o direit f- tV-0 vmcia doFe eruabu o .
ak m s ,pp Oscar., Reqeraw aV. ,pwi m~
SP50 demur pwr mo
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SM1.064el ime R ,,to goyela -es
do quomefoi apoutado o pedido p alo



', PRIMEm O
SOa autos do que trata o supplicant tem
; nome de ibello Civel do indemnisa.
t @ de Antonio Francisco Corga contra a
Fazenda Nacional.

SEGU!jDO
|| A conta de fls.'9 vdrso as fls. 30, estd
vexplicitamente escripta, import na quan-
t ia de 52:443#S900; tern o titulo o dizeres.
--GOVERNO NACIONAL-
i Pelo Ministerio da Fazenda, as despe-
zo, prejuizos,dannos e lucros cessantes que
orginou, be com o depreciamento do
Sedito nas firmas, individual de Artonio
Francisco Corga e social do Corga, Fi-
Sgueiredo & C. em virtude de serem ap-
prehendidas como contrabando em flagran-
te, pelos empregados fiscaes da Alfandega
, de Pernambuco, as embarcaqies deuomina-
das Visconde do Livramento e Serpa Pinto,
.com as respectivas cargas que as mesmas
owbarcagoes conduziam legalmente dcspa-
huadas.
Procedendo aquella quantia de dinheiro
jdependido, differengas emcambio, avarias
-em mercadorias, diffeirenqas em preqos
-destas, deterioramento nas .embarca9es e
e6tadias das mesmas durante o tempo que
-. tiveram apprehendidas.

TERCEIRO
Os autos de que se trata tern na presen-
' .to data 406 fls, havendo mais em meu po-
a der 9 fls para serem juntas aos mesmos
deeis das ferias.
essas 406 fls. que tern os autos, 389
oram juntas cornm a petigo inicial, COM-
1EtTANDO A CONTA APRESENTADA PELO
SUPPLICANTE e 7 fls. sao derazoes do ade-
vogado do supplicante; unma folha e co-
pia de communicaoio que a Thesouraria
de Fazenda mandou para a Alfandega, do-
-.cmento apresentado pelo Dr. procura-
.dor fiscal da Fazenda, uma folha, e de
uma deciso da presidencia, e 8 fls. slo
de aittoamento, requerimento em audien-
cia, pareceres do Dr. procurador fiscal da
Fazenda Nacional, certidao e terms do
escrivao e despachos e sentenga do Dr.
juiz dos feitos da Fazenda.


QUARTA
A decisao da presidencia A do theor so-
Sguinte:
S Palacio da Presidencia de Pernambuco.
--2.a seciAo. Em 3 de agosto de 1882.
Considerando improcedentes A vista do
parecer do conselheiro procurador da coroa
de 20 de julho ultimo, as rasoes pelas qua-
S es sejulgou V. S. competent para conhe-
-cer da acgao de indemnisaglo a que allude
S em seu officio de 23 de junho deste anne,
proposta contra a Fazenda Nacional per
Antonio Francisco Corga, proprietario do
hMgar Visconde' do Livramento apprehen-
dido em 21 de agosto de 1880, por suspei-
ta de contrabando, deliberei, na confor-
midade do artigo 25 do regulamento n.
124 de 5 de fevereiro de 1842, fazer ces-
sar todo o ulterior procedimento desse
juizo sobre a referida indemnisaco ate que
resolve a respeito de accordo corn o dispos-
to no artigo 26 do citado regulamento. 0
que communico a V. S. para seu conheci-
mento e fins convenientes. Dens guarde
a V. S.--Liberato Barroso.


Sr. Dr. juiz dos feitos da fazenda.


QUINTO
Das 9 folhas quo me foram entregnes
para sereni juntas aos autos foi-me pedido
certificasse o seguinte :
Senhor.

SCOINERCIO
Praga do Recife, 22 de abril
de 1884
As tres lpras da tarde
CotaCfes officials
Nlo houve cotae,!-o
F. J. de Oliveira Rodrigues,
President.
A. M. .Smorim Junior.
Secretario.

RENDDIENTOS PUBLICOS


Mez de abril d
tL.ANDEGA=De 1 a 21
Idem de 22


RWZcEBsroaA==De 1 a 21
Idem de 22


. JoauLADO PaovrNCL L--De 1 a 21
Idem do 22


Aucwz DamANAO-D 1 a21
Idem de 22


DESPACHOS


e 1884 *
818:7205754
56:541,759
875:262A513
39:4705860
2:5775'263


42:0486123
70:0775148
6:2615i92
76:338,840
6:8135408
345646
6:848A054


DE IMPORTAQO
za Christianshaw, entrada
o1a9 te eo n ignada,

w ,, a &


io, -appvAheadido pe-6 Atfsmdegx em 21
do r tues.to do 1880 p i loe Crt
trol" o,'j 11teflle do seu dever 'ropra-
sentar ao presidente da provicia, e- isto,
teando ouvido as partes e o conselheiro pro-
curador da cor6a da relahgo do districto'
resolve provisoriamente, de accordo coin
o art. 26 do regflamento do 24 de feverei-
ro de 1842,declarado objeeto adminitra-
tivo, submettendo todos os papeis corn suaM
decise ao conhecimento do Miniaterio da
Justiga na f6rma do art. 26 do mesmo reo-
gulamento.
E' esta a questlo :
0 procurador da Thesararia funda-,se
ptimeiramonte, para averbar de iuecompe-
tente o juizo dos feitos da fazeada, no art.
7 n. 3 da lei n. 234 de 23 de novembro de
1841 e no art. 32 do regulamento n. 124
de 5 de fevereiro de 1842, -dizendo aquella
lei no artigo citado que compete ao Conse-
Iho de Estado, consultar sobre questoes do
presas e indemnisiag artigo. que as.quostoes relatives a press
sermo decididas pelo Governo em primeira
e ultima instancia.
Sando manifestamente evident que a
apprehenslo pela Alfandega de Pernmm-
buco do 1igar Visconde do Livramento, po-
de denominar-se presa, conforme a intelli
gencia dada a esta palavra emn aviso do
Ministerio da Fazenda n. 211 de 22 de
setembro do 1853, dirigido aopjudante do
procurador fiscal do Thesouro Nacional,
accrescendo que as palavras sobre indem-
nisaqoes-nIo podem comprehender to-
das e quaosquer indemnisag3es-sendo ex-
ceptuadas as que por sua natureza devem
ser julgadas pelo poder judiciario, cornm au-
diencia das parties interessadas, e sendo fi-
nalmente, certo que o object de que se
trata nao se acha expressamente declara-
do em disposicto alguma come adminis-
trativa, a seclAo e de parecer que a deci-
sa provisoria do president da provincia
de Pernambuco, nao estA no case de ser
mantida, devendo julgar-se procedente as
razzes do juiz de direito para julgar opro-
cesso de indemmnsa9gto.
Vossa Magestade Imperial, porem, resol-
verA o que for acertado. Sala das coafe-
rencias da secgio de justiga do Conselho
de Estado, em 23 do abril de 1883. -Vis-
conde "de Abaet6.- Visconde de Jaguary.
-Jose Caetano de Andrade Pinto. -COMO
PARECE.
Pago do S. Christovao em 7 de julho de
1883.
Corn a RUBRICA DE SUA MAGESTADE 0
IMPERADOR.
Francisco Prisco de Souza Paraizo.


SEXTO
A c6pia da Thesouraria de Fazenda a
fls. 393, e do theor seguinte : --
C6pia-Thesouraria de Fazenda de Per-
nambuco, 13 de dezombro de 1880.- N.
226. 0 inspector da Thesouraria de Fa-
zenda declarou ao Sr. inspector da Alfan-
dega, para o seu conhecimeeto, que o re-
curse de Joao Dias da Silva Cura, capitito do
lIgar Visconde de Livramnento, teve em sea-
glo dajunta de 11 do corrente mnez o se-
guinte despacho :
Como provado estA do process, houvo
corn antecedencia urma denancia datada de
New-York, de que o lulgar Viscdnde do Li-
vramnento de propriedade do negociante An-
tonio Francisco Corga, d'alli coaduzia avul-
tadas mercadorias nAio incluidas no mani-
festo legalmente, mas no proposito sem
davida, de subtrahil-as ao pagamento dos
respectivos direitos, come tambemn a ver-
dade da denuncia cstcl confirmada.
Considerando que a diligencia, incum-
bida ao ajudante do guarda-mur foi feita
corn precipita9go e real desempenhada :
Considerando, que embora julgada judi-
cialmente a arribada for9ada o encontro do
lugar Visconde do Livramento, nas praias
da K Bahia Formosa )) mais confirm as
suspeitas, de que essa arribada foi preme-
ditada, para alii a salvo realisar-se a des-
carga do contrabando que depois seria con-
duzida ao seu destine:
Sulphato deo soda- 30 tambo-res a ordeian.
Tijolos prova de fogo 10,00() a Empreza do
Gaz.


Escuna ingleza Kate, entrada de Pelotas no di a
21 do corrente e consignada a Maia Rezende.
Xarque 142,000 kilos a ordem.
Vapor national Bahia entrado dos portos do
norte, no dia 22 do corrente, e consiguado a, Ber-
nardino Pontual manifesto :
Courinhos comn cabello 33 fardos a ordem.
Chapeos 2 caixas a Antonio Jos6 Maia & Irmlo.

DESPACHOS DE EXPORTAQXO
Em 21 de abril de 1854
Para o exterior
No vapor inglez Orator, carregou :
Para Liverpool, J. H. Boxwtll 6,400 sacco;
corn 480,000 kilos de assucar mascavado ; Julio 6&
Irma'o 800 ditos corn 56,000 ditos de dito; M. J
da Rocha 300 ditos corn 22,500 ditos de dito.
Para o interior
-- No vapor francez Ville de Victoria, carre-
gou :
Para Santos, S. Guimar.es A C. 609 saccos corn
36,000 kilos de assucar branco e 750 ditos corn
45,000 ditos de dito mascavado.
= No vapor national Baha, carregou
Para o.Rio Grande do ,Sl, A. Fradique 900
volumes ewm 81,580 kilos do asuear branco e p00
barricas corn 11,380 ditos de dito masc:avado ; J.
da Graea Nogueira 27 volumes com 2o,421 kios
de assucar branco e 60 barricas corn 6,234 ditos
de dite masacavado.
SPara o Rio de Janeiro, Main & Rezende ,30
pipes corn 14,400 litros de aguardente; F.do
Sona Martins 800 saccos oem 48,000 Wjos de
assucar braxco e 500 ditoo eo. 30,0o Q4i4s do
dito mascavado; A. Fradiqup l,3 sacft comp
22,500 kilos do assuear nmiaticSdo
Par0 a Bahia, Bittenoourt & C. olumes som
medjoamoutos. .: j11, '. '. *"11 '

IW.,,NT -DO PORTO.^^e
N e .act v*1to is so nao22
MeaAn s--6esea6a_~ 4. ajimeo*


a ter veuoo -o oAer I'atdiiarto, par& nU1
levoutar ouffitai
Nego provimento ao recurso par man
ter a decio recorkida, de accord con os
paiceres do Dr. procurador fiscal on-
tador, levando o procosso ao Ionh:cimento
do Thes6uro par& deliberar Como for acer-
tiado.
S0 que memo Sr. inspector farA in-
timar ao reoorrente.--(Assuigaado) Ray-
m.ndo Joci do. Rei,.-Conforme JeziAm
R. Cardoso.

SETIMO
Das novel folhas que me foram entregue;
foi-me apontada e podida por certidAo a
copia que sse egue:
Copia-n. 262, Ministerio dos Nego-
cios da Fazenda. Rio de Janeiro 22 do
dezembro de 1883.-
LAfayette Rxdigues Poreira, president
do Tribunal. do Thesouro Nacional, comrn-
munica ao Sr. inspector da Thosouraria de
Fazenda da provincia do Pemrnambueo,
quo o mesmo Tribunal, tendo present o
recurso transmettido corn o sea officio de
20 de janeiro de 1881, interposto pelo ca-
pitlo do lagar Visconde do Livr'aentQ,
Joao Dias da Silva Cura, da deciae da
dita Thesouraria confirmando a da Al-
fandega, quo, julgando improcedente a ap-
prehoanso do mencionado Fugar e do res-
pective carregamento, impoz ao recorron-
to a multa de que trata o art. 422 do re-
gulamento do 19 de sotembro de 1860, na
razao de 54000 per volume encontrado a
bordo, alem dos constants do manifesto,
resolve declarar nullo todo o process re-
lativo ao assumpto em questlo, nio s6 a
vista das irregularidades que se deram
n'elles como tambemn da sentenga do juizo
criminal da capital, que mandou archivar'o
que foi indevidamente instaurada a rique-
zigSo do inspector da Alfandega, per nao
ter havido crime de tentative de contrabain-
do, previsto no art. 177 do codigo crimi-
nal, quer por parte do proprietario d'a-
quelle lugar, Antonio Francisco Corga,
quer per part do recorrente.
Devendo porem ser exigida a revalida-
91o do sell que deixqu de ser satisfeito,
das diversas peas dos autos.- Lifayette
Rodrigues Pereira.

Devia commentary estas peas officials,
mas: EM TEMPO OPPORTUNE 0 FAREI; a
essencia d'essas peas, deram o seguinte
resultado.--Excm. Sr, commendador pre-
sidente da junta commercial.
Continuarei se me deixarem.
Recife, 22 de abril de 1884.
Antonio Francisco Corga.

Terminou hontem o conselho do alistamento da
Guarda Nacional da cidade do Cabo ; durante o
,tempo que funccionou, o Sr. tencnte-coronel Tho-
maz Jose da Silva Gusmao, soube manter a ordem
e regularidade devida nos seuas trabalhos; apre-
sentou sua officialidade devidamente tardada, se-
guindo restrictamente a lei. Comprimentamnos
portanto ao nosso amigo o tenente-coronal Thotyaz
Jos6 da Silva Gusmaio.
Alguns officials:


Beeco das Barreiras
Passando hontem pela run Visconde de Goyan-
na, ao chegar ao becco das Barreiras, fomos agra -
davelmente sorpreheadidos ecom a construceio de
uma bonita casa na esqufina d'este boeco e corn o
seu alargimento, tendo sidojA reminovido o'entulliho
dlas casas que foram desapropriadas pnra cs3e fim.
Nao podemos deixar de pirar para ver e admi-
rar o quanto pode a iniciativa particular ajudada
pelas autoridades, quando estas, arrastando eertes
preconceitos e ferindo de frente pequeninos inte-
resses que procuram obstruir o caminho do bern
public, cumprem o seu dever.'
Tendo acompanhado, ha mezes, a batalhia que se
ferio centre a Camara Municipalo e o morador do
becco das Barreiras, sobre a desapropriacao das
easas que obstavam o alargamento do mesmo bee-
co, batalha, cuja victoria depindeu da perseve-
ranua do dito morador, da intervenrio energica
d'este Diario, e especialmente da generosidade de
um municipe, que veio em soccorro da Camara,;
nao podemos hoje deixar de louvar a todos esses
que concorreram para o brilhante desfecho que teve
esse negocio; que, no meio das desillusoes em que
vivemos, nos veio provar que o espirito public nao
nao estA de ltode extincto; qne, se as autoridadPs,
Chistianshavn, capitAo 1. W. Reis, de
262 toneladas, equipagem 9, carga va-
ries generous, a Fonseca IrmAos & C.
Swansea-47 dias, barca ingleza Janes
Fanlier, de 377 toneladas, capitao Isaac
Homar, equipagem 11, carga carvito; a
Wilson Sons & C.
Havre e escala 20 dias, vapor francez
Ville de Pernambuco, de 1,595 tonela-
das, commandant Thaunay, equipa-
gem 40, carga varies generous; a Augus-
to F. de Oliveira & C.
Sakhidos no mesnw dia
Porto e Lisboa Barca portugueza Mira.-
mar, capitio Manoel de Amorim Cardia,
carga varies generous.
Bahia e escala Vapor national Principe
do Grto Para, commandant Sos6 Fer-
nandes Teixeira, carga varies generous.
Macei6 Barca norueguense Wiig, capi-
tao J. Elling, em lastro.


VAPORES ESPERADO$


Trent
Ueard -
Merchant
Corrieiae
Mimko


da Europe
doasul
da Europa
da. Europa
do al ,


&25
2a6
a27
a28
*%-29


Il ua qo eo Sg li.e8lorame;to
ortw es ~do ma rdo b~eoo, aLatti-
481 eat.D e niaaemente a gene-
0Bam niun e fivra w-ni's recuar ^da.
mBqueastinhauaettid eentrar no caminho
S ireito b do bem public; polo que a louva-
ospendo quoae Mo arref- o seu1a aelo meumo
re1u4 a sraa que s acha projotds pa-tir
refeido beeo dua Bamehira i de S. BorjS.
,Appelle a, Camara paza o Ipatriotismo do pro-
etario on proprietarios dos terrenos q" teem
d sera travessados p-el tal rua, e elles, imesno
r seus interesses, accudirlo sem duvida A esse
* peo, ao s6 cedendo o terreno neeeseario,
e facultando outrbs meios asim de so abrir
m i urma rua larga per onde penetre o ar, cuja
fit Ia tao prejudicial a salubridade publics :
eo 0 as taes proprietarios a Camara ha de encon-
r alguns manicipes tAo generosos como o que
to .a ajudou na desapropria* i das casas ao
da Barreiras.
povo braaileiro 6 o maisa geporoso e docil que
ha no maundo; par& ehegar ao brilhinth future
, lhe est reservado pela Provideneia, s6 Ihe
a urn & eoasa, e 6--lireqc&o a unica coasa
falta ao Brasil.
*qeife, 18 de abril de 188L.
A pello a Assemblea paovlnelal
aza equilibrar a despeza com a receita da pro-
v cia, lembramos a creac"o do impsto de ancora-
ge no valor de 5 per ceitto lanado sobre 'a im-
po tancia dos direitoe de consume das mercado-
doi as de procedencia estrangeira, importsadas na
pr meia, e isentas do pagamento d'este imasto,
a rinha de trigo, o bacalhao, o marque, o k' ro-
se o papel de impresslo e o earvao de pedra.
omo economic :
ue o pagamento aos -.,mpregados do Conaulado,
exceda do maximo que perceberem ao corrente
exorcicio. i
ue so reformem o Gymnasio e la Escola Nor-
ma extinguindo-se as eadeiras de grego, de geo-
me ia plan e de outras tantas ka Escola Nor-
ma inteiramehte desnecessarias ao professorate.
ue so di instrue,aso comm rcio, estabole-
cen o-se a cadeira de economic politics, de es-
cri uraoao e de direito mercantil*
I to pede um j; .
Negociaate mwatriculado.
Masearas abalxo
lto slo da penna do Sr. Teixeira de
S, nem do Sr. Portella, neno do Sr. Joao
Bar aiho, nerom do Sr. Eduard de Olivei-
ra, e sime do Sr. secretario d4 police,, em
cari e e osso, em corpo e alma conforme
ger dmente se diz, e o Tempk o tern p)r
vez s deixado perceber. as inpagaveis e
apiiaentadas cartas enderega as ao Exm.
Sr. senator Correia de Olive ra, pelo in-
vali o Soldado Velho do Jornl do Recife.
IAo reconhecerA ainda S. $. que a de-
con ia e probidade politicala exigem urma
dec arag9o sua, para que nto pe esteja at-
trib indo ad respeitaveis conseifvadores esse
mo strengo, sahido das almofadas do se-
cret rio da Policia ?
e grande interesse visa o Sr. secreta-
rio o desconceito d'aquelles, ique_ no pe-
riod da dominaga'o conservadora dispen-
sara n-lhe tanta benevolencia ?
R spouda-nos S. S. conm al lealdade e
sobr neeria, porque, em vez d.e imitar as
virt des civicas de seas illustres avoengos,
acei u a ingloria e improba empreitada da
diffa naco da caracteres resp~itaveis.
E, tome o nossg conselho, deixe em paz
os c nservadores; que o nao encarregaram
de itervir em seu ajuste de dontas, case
exist realmente alguma deiintelligencia
entr, os seus chefes mais proemn3ntes, o
o qa. contestamos absolutamente.
Oamniante dci irdade.


Electrolyse
A g r ad ec i in e anto
0 baixo assiguado, achando-se soffren-
do h 9 annos de um estreitamento da
ureth a, tendo so complicado uitimamente
do inf ammag.o da bexiga, recorreu ao
Sr. Er. Carlos Dettencourt, para ser ope-
rado ela electrolyse. |
Ha quatro anaos que urinava as gottas
o corn does horriveis, tend att per ve-
zes al uns ataques, fries c febrte. '
Ult mamente os meus incommodos ti-
nhar-se aggravado de form a privar-me
do ce Linuar no meu negecie; nmas agora
ache-ue completamente born, gragas ao
novo rocesso da electrolyse, que me cu-
ron Lta rapidameate.


A o )eraao que praticou-me o Sr. Dr.
Bettenwourt foita'o delicala que eu nao
senti s menor dor e no fim de 6 minute
o estr itamento achava-se dilatado, a poun-
to dc rinar logo, como so nada tivesse
soffrid(.
A diata9iao foi.completa e nao tive o
menor accidente depois da electrolyse, ten-
do ido a pe para minha casa e caminha-
do per o de meia legua, por falta de con-
duncao


Agrte
Carlos ]
te born


Reai*l


Fitrddi


ODr.
mara Mu
mara da
10 as 11
rua da Id
mu l


de~o do fundo d'alma ao Sr. Dr.
tettencourt o achar-me perfeitamnen-
de tao terrivel molestia.
0,24 do abril de 1884.
-Francisco Primi do Couto.


Nova, 126.


Vieira da Cualma, medico interino da Ca-
nicipal, avisa quo, per disposiao da Ca-
-onsultas aos pobres do mnunicipio, das
omas da manhlia, em son consultorio, A
aperatriz a. 20, 10 andar.


Especialidade
Par os que soffrem dores do cabe9a,
broncos de ouvidos, atordoagoes, escureci-
mento di vista, fastio sem saber a causa,
does di estoinago e dos intestines: do
quadril do final do escandescbncia ou
Ihemorrh idas, que e a causa de todos estes
e outros ioffrimentos, quo affligem e mar-
tyrisam humanidade, basta uzai dos p6s
anti-bem rrhoNios do Dr. C. iFleische-
mann, pecialidade qae decade 1870, que
6 feita e nsada.
S6 de ois do centenares de boas curas
6 qae foi eujeito ao exame da Exma. jun-
ta de H ene'o Rio de Janeiro, que ap-
provoa etes pss atti-hemorroidarios, que
A nina cbiniq.de mdimentos linocen-
tea e deo mg sto.
da & 'dro tem o sea directorio assigna-
dae propMo o auteQo manipulador Liiz
OTO,:4( aa | sa, quoe. tevetv a
perialek'a avor de seu: prepay

~P4aulo "re Ir.


EApecialista de febrep, tim vsaereae sa -
lilieas (era aibos osa 8'OS) e do p.d1eo.
Pode ser procurado a q.lqaer khore da nite.
roneSafa : das1Oao mneodia
Chasadoe por eseripto.,
Cara e opera eatreltamento* da
aretbra oem decrolyse1e.
Acode corn prestea a qualquer ehamado para
fora da capital.


Escola notaurna particular de ins
SIrc&io primaria para adnltos
0 abaixo assignado, participate ao illustrado pu-
blica desta capital, que abrio uina escola nocturne
particular de inntruclo primaria para adults,
em casa de suaresidencia a irua do Weao Coroado
(antiga rua da Mangueira) a. 14, freguezia da Boa
Vista, onde pretend corn toda dedicatao esmerar-
se ao ensino de seus alumnus.
0 grAo da escola consta : i ler, escrever e contar
correetamente, desenho e ne9es de francez.
As pessoas interessadas p6derto visitar a escola
das 6 horas da tarde As 9 da noite, onde estara
expostos models de desehhis, e o systems de en-
sine.
I Espera, portanto, mercer a confianca do bene-
merito povo brasileiro, e em particular tern f6 ro-
busts em todos os seus compatriotas pernambu-
canos.
Aceitam-se iguaamente meninaos em classes se-
parada.
Mensalidade 2A000
Horario das 6 horas da tarde as 9 da noite.
Julio Soares de Azevedo.

MANCHESTER
(INGLATEURA)

PEREIRA & C.

Negocianles
Fazendas e generous de exportaglo, ma-
chinarias, atensilios diversts para fabrics,
engenhos, etc., etc.
Mawson Buildings, 28 deansgate---Man-
chester


EDITAES

Edital s.u 46
'De ordem do HIlm. Sr. inspector se faz public
que as 11 horas do dia 25 do corrente mez, serAo
vendidasem leilieo, no trapiche Conceiao, as mer-
cadorias abaixo declaradas, a saber :
Armazem n. 2
Marca AMIP, 1 caixa n. 5,398, vinda de Liver-
pool no vapor inglez Lalande, entrado em 18 de
julho de 1883, contend vidros do cores para vi-
drama, em pedagos.
Marca SPJ, 8 chapas de foglo, quebradas,
idem idem no vapor ingl'z Warrior, entrado em
10 de fevereiro de 1881.
Letreiro Francisco de Paula Penaa, 3 garra--
foes quebrados, vindos de Liverpool nas vapor in-
glez Orator, entrado em 3 de janeiro de 83.
Marca AMP, 1 volume oem louca de p6 de
pedra n. 1, quebrado, parte da caixa marca MSV
n. 327, vindo de Liverpool no vapor inglez La.-
lande, entrado em 13 de julho de 83.
Sem marca, 47 bules machucades, vindos de
Liverpool no vapor inglez Cordot-'t, enftrado em 24
de dezembro de 1878.
Armezem n. 6
Marca BM, 1 caixa n. 2, vinda de Bordeaux no
vapor francez Niger, entrado em 5 de junko de
83, contend o seguinte : 2 pares de sapatos de
tecido de seda de mais de 22 9 ent. ; 1 vestido de
tecido de seda cnfeitado ; 1 vjstido de tecido do
a enfeitado: 1 chapeo de palha de Manilha en-
feitado ; 600 grammas do plis.& de cambraia de
algodio.
Marea WD, 1 caixa n. 300, vinda de Southam-
pton no vapor inglez Derwent, entrade em 19 de
outubro de 1882, contend 159 kilogrammas, peso
liquid, de panno de lI. nao especificado.
Armazem n. 7
Marca AG&C, 30 caixas ns. 13(18, vindas de
Bordeaux no vapor francez GWronde, entrado em
4 de agosto de 83, contend 30 duzias de garra-
fas de cognac, medindo dc alcohol pure 120 litros.
Marca diamante e WBTC no centre, 1 lata vin-
da no vapor inglez Tamar, entrado e:n 14 de ju-
nho de 83, contendo 12 kilogrammas, peso liquid
legal; de tinta preparada a oleo pars pintura de
casas.
Marca CSC, 2 latas vasins n. 19 e 20, vindas
de Liverpool no vapor inglez Author, entrado em


14 deagosto de 83.
Marca JG&C, 4 barricas contend garrafas
vasias, vindas de Liverpool idem idem idem.
Terceira sec(.,o da Alfandega de Pernambunco,
21 de abril 1848 0 chefe,
Cicero B. de Mello


DECLARA(OES


MIRtC a nia isaricorda go Recffo
Arrenda-se per um a trees annos os armazens
ns. 16 c 18 a rua da Senzalla-velha, A razio de
360A annuals cada um ; a tratar na secretaria da
mesma Sana Casa.
De ordem da Ilima. Camara Municipal, sao
convidados os donos dos estabelecimnentos das
freguezias de Santo Antonio e Boa-Vista, para
virem a secat competente ever os pesos, medi-
das e balanaas dos mcsmos, no proximo mez de
abril, sob pena da lei.
Paco da Camara Municipal do Recife, 31 de
marqo de 1884.
Jose Candido de Moraes,
Presidete.
Pedro Gaudiano de Ratis e Silva,
Secrtario.

Afsenal de Gnerra
De ordem do Ihm. Sr. coronel director, pub'..
ca-se para os fins convenientes, a tabclla infra :
Tabella regdaladora dos preges da milo d'obru das
peens de fardrmento para os orpos do exer-
cito.


Classificaaio das peas de fardamnento.
Bluza de baeta
Dita de brim
D~t; de panno
Bornal de brim
Calla de dito
Dita de enfiar
Dita do panno para music
Dita de dito para soldado
Camisa de algodiaozinho
Camrnisola de baeta
Camisa de brita|
Coberta de chit.
Capote de panno
bivisa de anspeadal
Dita de ebo
Dta de furriel
Dita deo 20 sargento
Dita de 1 dito|
Farddta de brim
Pronha de dito
Guardanapo de dito
Jaqueta de dito
L'de .d itd -- .

Samf~ de bNsetiif
8bbresQaA~o e brim, *_,,_*


Precos
15800
15400
25?800
5260
6600
4240
1400
2100
4480
4900
5i900
s200
25800
i100
5200
1260
5300
5380
8008
5120
5060
,9640
9200

A9000
25800
5080
21500


'Obras'tih^

I> ordem do 1Im. 8r. enga .btae- t,
pWboo quo, an virtuwke A&li i aats i14ow, K
r. desranbsgador president *dei. m
on, p no d& 30 do corr --te. X10-=o A4 8*
obraa d fteconArucco d" bam1>a3 G'wMnUi
do Pamo; a primeira or,-d& em 1:172W at
seua4a em 1:557S.
s0a mentoa mais emadi9Fes do ooutrato m.
acham nesta seretaria Va orema exaia&Sg.
pelos pretendentes.
Secretaris da regartitlo dui obras publiess, 3
de abril de 1884. 0 offihis,
Jodo Joaquim de oiquneira sVarJIo.

Sociedade Recreativa I de lar
10o aalivewsrtr
Pede-se aoe senbores socios que qaizerem tirar
convites para familiar, o favor de darema suas no-
tas ao Sr. thesoureiro, on a std, da sociedade,
das 9 s 11 horas da noite. Recife, 23 de abril
de 1884. 0 seeretario,
A. Moreira.

C. C. E.
Assembl6a geral extraordmaria
Per nao se ter reanido numero legal pars a
assembles geral, ultimamcnte =ovocada, de novo
convido aos senhores socios diatinctos e p.ffectivoe
a comparecerem na sde deste Club quints-feira
24, ias 7 horas da noite. Fuaccionar i corn o nun-
mero de soeios que comparecerem.
Secretaria do Club Commercial Euterpe, 21 de
abril de 1884.-0 lo secretario.
F. J. de Amorim.
Thesourarla de-Fazemda de
Pernanibueo
Concurso de primeira entrancia
De ordem do IUm. Sr. inspector da Thesoura-
ria de Fazenda se faz public, para conhecimento
dos interessados, que o concurso de primeira en-
trancia a que se referee os editacs da mesma
Thesouraria, de 10 de janeiro deste anno e 5 de
fevereiro subsequent, se effectuara no dia 23 do
corrente mez em um dos s.t1ilcs da Alfandega, &A
10 horas da manhii.
Thesouraria dc Ftazeada de Pernambuco, 19 di
marco de 1884.
0 secretario da junta,
Francisco Antonio de Oliveira e Silva
A Camara Municipal do Recife faz public
a quem interessar possa, quo na sessiao de 30 do
eorrente ir.o cm hasta public, e entregue a quem
per menos fizer, os concertos a fatzerem-se nas
casas us. 10, 12 e 32 da praca da Independencia,
orcados todos em 5554431. Os orcamentos se
aeham na secretaria onde poderio ser vistos.
Paco da Camara Municipal, do Recife, 17 d*
abril de 1884.
Jose Candido de Moraes,
President.
Pedro Gaudiano dc Ratis e Silva,
Seceretario.

cofmraria do N, s.o um-


A commission adiniistrativa da canfr.aria dle
N. S. do Livramento, convida a todeos os irmiaos
para, em mesa geral, assistirem a posse da mesa
regedora no dia 27 do corrente, As 10 horas da
manlhia.
Consistorio da confraria dc N. S. do Livramen-
to, 20 de abril de 1,"4.
Manoel Francisco de B. Rego,
Presideute da commission.


lonto PN0o1Ofi ia fk HonorMarb

6o6 U io
De ordem da directoria, convido a todos.os se-
nhorcs socios a coinparecerem uo 4ia 24 do cor-
rente, As 5 horas da t.,rde, em sua sede, -fim de
eleger-se a nova directdria'que tqin do adminis-
trar o anne social de y1 u 85.
Secretaria do Monte Pie dos Honoraries, 21 do.
abril d.. 8.==0 1 secretario,
Alferes Apolinario L. de Carvallhn.

PROGRAMMA
DO CONCERTO

Do Sr. Emilio Lamberg
NA NOITE DE 24 DE ABRIL DE 1 84
No salao do lheatro Santa Isabel.
1' part
I para piano: Chopin, fantasia cm f;
menor.


II para orgto: ,Lemtaigre, Pastoral.
II para piano : Liszt, Rondo dos (ao-
mos (estudo concertante).
Chopin, estudo eobre as teclas Iretas.
IV para orgao: J. S. Bach, fuga c,1
sol menor.
2' part
I para piano: Beethoven, Senate, Clair
dc Lune, adagio, Scherzo, final.
II para orgao: Raff, cavatina arranjada
per Emilio Lamberg.
III para piano: Lamberg, composiTcs.
Delibes & L-Imbrerg, air de Ballet.
IV para org.o: hymnno {God save t!-e
Queen), variacues dc Charles Rinck.
PrincipiarA As 8 horas.


MARITIMOS


CHARGlt(S RENIMS
Companhia Franceza de Navcga-
oao a Vapor
Linha quinzenal entire o Havre, Lis-
boa, Pernambuco, Bahia, Rio de Janeiro e
Santos
Steamer
Ville de Pernambuco
Commandante Taunnay
IE' espe.rado da Euro-
-paat6 o din 23 do
correute, segsindo de-
pois da indispensavel
emora pars a 3a -
-hia. qRio de Ja-


neiro e Sautos.
1 Roga-se aos Srs. importadores de carga pelos
ares desta linlma,quciram apreentar demtro de 6
dias, a contar do da descarga alas alvarengas, qual-
quer-reclamaeio concernente a volumes, que por-
ventura tenham seguido pars os portos do sul, afim
de se poderemdar a tempo as providencias necessa-
rias.
Expirado o referido praso a companhis aio sa
responsabilisa por extravios.,
Recebe carga, eneommendas e Mssgeiros, pars
os quaes tem pxcellentes ace iodaoes.
CONSIONATARIOS
Augusto F. de Oliveirg

&C.
42- RUA DO COMMERCIO-42
(Entrads pesruA do Tonres'


PM -i


4


a'





4


I


as; od1- t : :ii'd














. 4... ,


O C0tftEclOVA"44


ham.,!


15000
315000
8l15o00
711500
999000
135,000
205J000


P.o
274009
2T5000
13J100

105800
18A500
165200
236400
40900


Pacific Sleam Navigation Copany
STRAITS OF MAGELLAN LINE
0 vapor
Patagonia
Epera-se da Eu-
ropa at6 odia 11
-de malo e fgui-
_rA parao sul de-
pois da demora do
Costume.
Para carga, passages, encommendas e dinheiry
a frete: tracta-secomos
Consignatarios
Wilson sons C& C., iUm -ted
N. 14-RUA DO COMMERCION.--14


0 vapor
Cotopaxi
Espera-se dos portos
dosulate odia 8 de
maio, seguindo para
a Europa depois da de-
H k mora do costume.


Pars carga, passagens, encommendas e dinheiro
a frete; tracta-se comos .
Consignatarios
Wilson Sons & C., Limited
N 14-RUA DO COMMERCIO N. 14


ROYAL MAIL STEAM PACKET
COMPANY


precos dan


Grande reduccA o nos
passmagns
0 VAPOR


Trent
Commandante Dyke


E'esperadodaEuropa nodia
25 do corrente, seguindo de-
pois da demora necessaria
para


:.U
Ik


Babla, Rio de Janeiro e Santos
0 PAQUETE A VAPOR
Minho
Commandante Chapman
E esperado
dos portosndo suI
no dia 29 docor-
rente, seguinde
depois dadeino-
ra necessaria pars Lisboa, Southampton, etc.
0 VAPOR
Avon
Comnmandante Hanslip
O vapor Aveon, saliirA do Rio de Janeiro no dia
25 ou 2.; do corrente mez e tocarA aqui corn csca-
la para Liso6a e Southampton no dia 30 do cor-
rente ou 1 do proximoinez, no caso dc inscrever-
sc numero sufficient de passageiros.
Pede-se aos Srs. passageiros que tractem as
suns passagens corn antecedeutc ate o diia 23 do
corrente.
Tern optimas accommodaqi'es.
Pa(ssafens para a Europa podem scr tonia-
das na ida dos vapores para o sul
Reduciio nos pre4os para o Rio
de Janeiro
1. lase 90l 000 3. casse9- classo27#000


Ilinerario
Souithampton 24
Bordeaux
Viffn 27
Lisb6a 29
S. Vicente *
Pernambueo 10
Macci6 11
Bahia 12
Rio de Janeiro 15
Santos
Montevideo 21
Buenos-Ayres 23
Buenos-Ayres 5
Montevideo 6
Santos
Rio de Janeiro
Bahia
Macei6
Pernambuco
S. Vicente
Lisboa
Y;Vigo
bouthampton


bahida
Chegada

a
tI




u
41
Sahida

Cti egada
or
of
a

it
ic


* S6.tocarA para tomar carvao.
Para passagens, fretes etc., tracta-se ccm os
CONSIGNATARIOS
Adamson Howie & C.
3-Rua do Comnmerleo-3


DampfschflTfahrts-Gesellschalr
0 PAQUETE A VAPOR
Corrientes
Espeia-se dii Eu-
ropa e portos do
note no dia 28
0 corrente, se-
do depdinrda

Pars passages, f.* VW r&et,-0 corn o0
ageliteL
Borst6n & .
SRUA k N. i

!r --, .
^ _,..%.. l.ttl@,.;is'liJ-l iiii''tfl i' ''" -v tM i**l.'*t'*t'lf >fii
if^-. *.K{*t*^sW W y B It l'f '^


S F. ', '
il^". ..' --


2'-* ~~'*


-&Z-1
aL A


gr~tiu).
~utss IrA


DeT gaimportmnte do an=arllo eml-
dra. alb- forAde eodro, propia pme casm de
joasa 64 deo cha -,.&.

QnaMfiSq23salirl

N. 30-NA RUA D(IMPERADOR--N. 30
Pelo a nite Martins


Vietoria
]: BaNia-
N aceio
Ptthba

/; aOri


Leilao'
Do espolio de Manoella Theresa
de Jesus
Constando de marquezas de arqarollo, bancas,
cadeiras, lavatorio, marquezao, cabido, mesa, qua-
dros, espelho, machina de costura, balis corn
roiupa, relogio, copos, lou'a e trens de cosinha, etc.
Quarta-feira, 23 do corrnte
A's II horas ,
Na rua 'drVeha de Santa Rita n. 4
0 agente acima por autorisaeao e corn assisten-
cia do 1Im. Sr. Dr. curador geral de auseiites, fa-
Ira leiliao do referido espolio.


Leilao
De uma mobilia, guard louqa, guard vestido,
aparadoree, mean eLUiti< ew-P 6 amitmw .eu
uc W4 a.e.eA C" azanfle. carUa Ijara IwllfOinu,
cadeiras de balanq.o, quadros, espelhos, jarros fi-
nos, apparelhos de porcelana para jantar, dito dc
paisagem para eha, copos, calices, garrafas, portaI
queijo, galheteiro, paliteiros, dioersas fazendas,
maehinas de costura, e muitos outros objects qeic
estarao patentes no acto do luilao.

iU1rt-fuira 23 go cerrolulu
AS 11 HORAS EM PONTO
NO ARMAZEM DA RUA DO BOM JE-
SUS N. 51
Por intervenqao do agent
GusmIio


Agente Pestana

Leile o
De generous de estiva
A saber:
51 saccos corn arroz avariados A bordo do va-
per Orator.
257 latas corn azeitonas superiores.
255 ditas corn Iomnbo de porco.
83 ditas corn superiores linguiWas fins.
31 ditas corn peixe, vinda de Lisboa no vapor
Sculptor.
15 barris corn superior vinho branco e 1 cai-
xa corn 40 tympanos.
Quinma feira, 24 do corrente
A's II horas
Na porta do armnizem do Sr. Annes no
largo da Alfandega
0 agent Petana competentemente autorisado
far& leilio per conts e risco de quem pertencer
dos generous acuma mencionados.
ko correr o naRllo


Leilao
De moveis, loua, critaes, 1 faqueiro, qua-
dros, eapelofa, objectoa de keetro-plate e
1 bote corn sem jrte#A s.
A In. V


.A
Asabr:
SAX.k BL YWTA
NOaintfU ^^ ^
Bm SicaSdirf
*, Hri-a ~ fj ^hinvI
& 6 atft^^^tfula


1k I'
304W


Umsa MI ..tM mas7ia -aliro, mesa pin.
ereew, 1 divan 9 6 cW 8 -" 2 me nu
Iu jogo 5IudoIupt o oculo de
aleance cob Cavalote (Tehet6pxe).
It q arto '
Urma earnm do ferro, 1 etrado do aramne, colxaes
e travesaeiros, 1 espelho grande eom moldura dou-
ri da e vidro groso, I mesa redoda, 1 toilette, 2
cadieras de balano, 2 commodes, 1 guardsa rou-
pa, 1 lavatorio, 1 guarniqAo, 1 estant., cortinados,
2 espelhos ovars, 6 cadeicas e 1 cabide.
ala de leitqra
Urma men grande comrn gaveta.1 etante, 1 cor
tins do demasao, di(brentes livros, 2 venezianas
novas, 1 mea pars eacrever, 1 sofA e 6 cadeiras
de vime.
Ve quarto
Urna camade ferro, 1 estradpo de arame paton-
to, ooioes, traveneiros, lencoea, cobertores, 1
cortinado, 1 guarda-roupa, 1 latatorio, 1 guarni-
cao, tapetes, e adeira, 1 espelho grande dorado,
3 pares de cortinados finos, 1 abide e 6 cadeiras
de palha.
S. quarto
Urna cama de bronze corn estrado de mola, 1
espelbo grande, 1 moaquiteiro, colxoes, travessei-
ros, 2 commodes, 1 lavatorio, 1 guarnieo e 1 toi.
let e.
Um bote e sous pertenmes.


Lilao
De 45 saccos cotn farello
(Avaelado)
Quartoa-feira 23 de abril
A's 11 .horas
POR INTERVENIAO DO AGENT
Alfredo uimaries
NO ARMAZEM DO ANNES DEFRON-
TE DA ALFANDEGA

Leil'o
De saccos corn arroz e caixas corn phos-
horos avariados e descarregados de
ordo do vapor inglez Orator.
narta-f1ih 23Io co1rTunt
A's It ]eras
POR INTERVENCtO DO AGENT
Alfredo uimaries
Na port do armuzem do Sr. Anw.s,

Leilao
De eerca de 1,400 barricas corn
farinha de trigo, corn avaria
d'agua do mar.
(Em lotes e a vontade dos compradorcs)
Quarta-feira, 23 de abril
A's 11 horas em ponto
No armazem da rua do Imperador n. 6,
por baixo do Gabinete Portuguez
AgentePinto
Levari a Icil.o por conta e risco de quem per-
tencer e em lotes a vontade dos compradores cerca
de 1,400 barricas corn farinha de trio descarre-
gadas corn avaria d'agua do mar de bordo do pa-
tacho americano Mary E. Thayer, na sua ultima
viagem de New York e Baltimore par a este por-
to, e existente no armazem dos Srs. Henry Fors-
ter & C., rua do Imperador n. 6.

Leilao

De 30 caixas corn cerveja allemi
Ioje 23 do corrente
A'S 11 HORAS
POR LNTERVENAO DO AGENT
Alfredo Guimaries
NVo armazemn do Anncs

Agenle Brilto


Leilao

De moveis, loupas e vidros
Constando de sofAs, cadciras de balanco, ditas
de guardiqato, lanternas, jarroA, 1 rIclogio de parc-
de, 1 dito de mesa, 1 excellent machine de cos-
tura, camas, cabides, mesas de jantar, e muiton
outros objects pertencentes A casa de families.
Sexta.feira, 22 do corrente
A's I1 horas
0 agent Gusmao, competentemente autorisado
por unia pessoa que mudou-se para f6ra, farA lei-
lao de todos os objects cxistentes na casa n..52
da rua Nova dc Santa Rita

Agente Silveira


Leilao
DE
Imoveis, l ouas e viiros

Sexla-feira, 23 do corrente
A's 10 |112 horas
No primeiro andar do sobrado sito A rua
do Rangel n. 18
0 agent sacima autorisado por uma Exma. fa-
milia que retira-se parsa o Rio de Janeiro, levara
a leilao urma mobilia de jacarand;i, consoles corn
pedra, I dita de amarello, 1 guarda-roupa, 1 es-
peiho oval, 1 toilette, 1 la-satorio, 1 cabide de co-
lumna, cama franccza, 1 cams para crianea, mesa
elastic de 3 taboas, 2 aparadores de amarello, 6
cadeiras de junco, 2 marquezoes, 1 quartinheira, 4
camas de vento, louqas, jarros, facas e colheres e
trem de cosinlia.

Leilao da semana

CARMO E SILVA
VENDERA
AS 10 112 HORAS
Roupas feita, camisas, moveis novos e usados,
quadros, relogios, loucqa e videos, objects de ala-
bastro, gravuras, oleographias, espelhoa, macha-
dos, chapas pars fogo, rctroz, phosphoros, e mu:-
tos outros artigoL.

UBttr lo rtllo
Sexlafeira, 25 do corrente
9S TWraNMvea.i Corpo SMto *


A
No'2.* andar
J~


-": ': "" :i ,, : .::- :. ; "! ^ '^
IT.
', .


taailo
1/2 IM


$4w
." I
c~1ama
Ar eaimaI 2 u.nt naarvradas,
' .*kdreix Oos moa novels que en-
pststeo dja o Ir. principiara as 10
PrtaImipo94)tmiao,


reeias-se de tem ftitor e do urn trabalhador
de eapo ; na Ponte de Uuloa sonfronte a esta-
Ao, .itio de Luis de Moraes Gomes Ferreira.


Aluga-se : os andares terreos dos sobrado-
,A rua Duque de Caxias e 24 a rua do Ara.
casa term-a 7. 77 a rus de S. Joao, a cas
ota. e grandes commodos na 2" travessa da
SPrincipe n. 1 C, e o sitio n. 1 a rua daHora.
inheiro : A tr etar na raa do Hospieio, n.


Aluga-se os andar-s superiors do prcdio n.
o A rua do Imperador ; a tratir no pavi-
terreo do predio n. 10, A lrama do Cum-
- .


Na rua do Viseonde de Albuquerque n. 33,
a se de urina ama para lavar eoengomm-ir.


uga-se a loja da rua deo Lomas Va-
as n. 55, de aluguel de 15-5000 por
a tratar na rua do Bar-o da Victoria
t;lj'a.


PreciM-ac de um caizeiro para taverns, corn
ada mesma ; a tratar na rua do Marquez
rval 166.


Precisa-se de duas pessoa psia vender em
taboldiro; a tratar na ria Vidal do Negrciros nu-
mero 11l.


Prccisa-se de urma que oosinhe e compre
luas pesoas ; na rua Duque de Caxias n.
gundo andar.
Precisa-se de trcs amas de leite, cosinha e
mmado, e um criado : na travessa de S. Pedro

Precisa-se encontrar urna senhora para
ar alguns services internpos em casa de uma
d, rodiante um ajuste razoavel ; na rua Vi-
c Negreiros n. 36.
Aluga-se uma grande casa em Santo Ama-
ia Lembranqa do Gomes n. 1, muito fresca,
grande sotao, corn dous grandees quintaes
los e comn boa penna d'agua ; a tratar na
a Imperatriz n. 32. 2o andar.
Um home casado sem famrilia, habilitado e
mado a ensinar pelos, engeahos e que sua
r tambem ensina a ler e os trabalhos de
a, se offerecem a quemn se quizer utilisar de
serviios ; a tratar na travessa de S. Pedro
ro 8.


Jo 6 Antonio Vilella
ria Albertina da Annunciaao Vilella agra-
i todas as pessoas que s e 'lignararn ;icomip.-
)s restos mortaes de seu presadissimo narido
Intonio Vilella, principalmente aquellas quo
in sobre sou leito durante a enfermidade
levoa ao tumulo, e desde jA convida a to-
I parents e amigos para assistiremn as mis-
i setirno dia, que por sua alma manda resar
[2 horas da manha de quinta-feira 24 de
na igreja da Santa Cruz, na Boa-Vista.


Jome Antonio Vilella
SJoaquim Alves Pacheco e Jos6 Luiz Alves
t, parents e amigos do fallecido Jos6 An-
iilella, mandam celebrar missas por alma
esmo, ua quinta-feiras 24 do correute, na
da Santa Cruz, e convidamn a todos os pa-
i e amigos seus a assistirem as referidas
i, rcsadas.us 7 112 horas da manha, e desde
confessam gratos por essays provas de ca-


Quina-freira, 24 do corrente
AS 10 1/2 HORAS
Na rua do PaysandA, casa n. 44, corn portdo a di-
reita, antes da pointe grande da tas-
agem Va Magdalena
Richard Felton retirando.se para a Europa corn
sua familiar, faz leilco por intervencao do agent
Pinto, dos moveis e mais objects da casa em que
residio na Passagem da Magdalena.
A's 10 horas e 6 minutes partira o bond da li-
nha da Magdalena que dara passage gratis aos
concorrentes ao leilao.
0 leilio principlarA As 10 1/2 horas em ponto
por serem muitos e differences os lotes.
Entrega em 24 horas.

Agente Britto

limporlante leilao
De 1 piano, 1 mobilia de jacaranda compost de
I sofa, 4 cadeiras de br.aios, 12 de guarnico, e 2
console corn pedra, 12 eadeiras de junco, 6 ditas
de faia, 1 sofA de 'vime, 1 cadleira de vime, 2 ricos
espelhos, 1 mesa elastic de 5 taboas, 1 guard
vestido, 1 aparador, 1 lavatorio de jacaraudA, corn
pedrn, relogios de parede, 1 mesa redonda de ja-
caranda, 1 camsa de dito, 1 dita de amarello, 1 di-
ta de ferro corn lastro de arame, 1 quartinbeira, 2
eadciras de balauno de junco, 2 espreguieadeiras,
1 mesa de plnho, 1 lavatorio de ferro, 1 par de
serpentinas, escarradeiras de louta, louma parsa
jantar, 1 bombs, 1 thear, cops, tapetes, capachos,
figures de pedra, 1 gaiola de ferro parsa garrata,
1 espingarda, etc., etc.
Quinta-feira 24 do corrente
A's 11 horas
Na rua Duque de Caxias n. 59, 1 anvar
0 agent acima autorisado por urma familiar que
se retiro'. para Europa, venderA cm leilao os mo-
veis aeima declarados.
Ao correr do martello


Leilao
De 340 barras de ferro sueco corn 13,281 kilns]
sortidas, descarregadas de bordo do navio alle-
mao Delphim, de Hamburgo para este porto.
Sexla.feira, 23 do corrente
A's I I horas em ponto
0 agent Pinto levarA a leil.o em umn s6 lote e
por conta e risco de qunm pertencer 840 barras
de ferro sueeo de differentes grossuras e exi-ten-
tes no armaizem do Bargo do Livramento, junto a
guarda-moria da Alfandega.


Pre
para i
Livram


Est

2
partic
rua do
bre, o1
to no f
mente
Out]
quer o
seio, a
tanibe
em cal


Aln
Ama
isa-sc de umna amappara lavare engommar.
asa de pcquena farmiia ; a tratar na. rua do
ento n. 24.


belecimento imnebre

9 Ra .1m ragor 29
ERMANO PINTO DE MAGALHAES,
pa ao illustrado public, (que tern aberto a
Imperador n. 3i), unm cstabelecimento fune-
do podem eucontrar tudo quanto diz respei-
ervico mortuario, por preqo extraordinaria-
razoavel.
osim: encan'rrega-se dos enterros de qual
rdem, dando carrots finebres, idem de pas-
nuides, etc., para adults c parvulos ; e
ia de assentamentos de pedras corn disticos
acumbas e de tiragern de ossos.


Curso livre
DE

Direito Natural eRomano
0 D. Clodoaldo Lopes confinia a leccionar as
material scima referidas e p6de sor procurado na
rua Estreita Rosario n. 22, dan 10 horas da ma-
nha As 2 da tarde- __
Ama
Predisa-se de uma ama pars servir a uma s6
pessoal; na rua dan Trincheiras n. 40, sobrado.
Precisa-se do urma criada pars engommar o
cosinhar ; na rua do Imperador n. 18, loja.


c<
Na
Alun
des,2
f6ra, g
de con
cellent
ronel
rimn u.


41.


hsa e grande sitio
ramarineira Junto a estaaao
ia-se eom-2 qlas, 4 quartos, sendo 2 gran-
aletas e 1 dita pars engommar, cosinha
2z cm todos os compartimentos, sitio gran-
arvores fructiferas, 2 cacimbas, I de ex-
e agua de beber: a tratar na rua Vo Co-
uassuna n. 220, e no Recife, A rua do Amo-
66.


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do spa.


DEPOSIT GERAL


544.llni LairgIa do Ilosaiio--5i


FUNDICA( GERAl]


ALLAN PA PERSON &'
N. 4--Rua do Bnrum--N. 44

JUNTO 4A ESTAVAO DOS BONDS


Ten para vender, por precos modico:, as sc--g'iut's f,.rra---ns:
Tachas fundidas e batidas.
Criva,;-es de diverssos tamanhos.
Rodan de espora, idem, idemm.
Ditas angulares, idem, idcMm.
Varandas de ferro batido.
Ditas de dito fundido, de liudos modclos.
Portas de fornalha.
Bancos de ferro corn serra circular.
Gradeamentd para jardim.
Vapores de forea de 3, 4, 5, 6 e S cavallos.
Medas de 10 a 40 pollegadas de panadura.
Rodas d'agua, systems Leandro.
Encarreg.nn-se de qualqer c,)aertos, as-,f:zn.) m.lclii'na)s cexecata.u ,] ,1
quer trabalho corn perfciao ou prcstcza.






Rheumatismos+Gota
SCIATiA AsEMIA IOLESTIAS dos OSSOS PARALYSTA --VLUICE PREMATUAji
NOVO TRATAMENTO (Numem'os attestados! POR ME10 DO

BANHO ANTIRHEUMATIC0 do D LAMAU
MPR1CEOADO NOS HOSPITAES *E PARIS
f^PA-EBIZS 146. rua du Baom, %146 P EU-ZS
Abaolutamente ezo perigo, se exzigir hanheiro especial, o 1WO l-IMUIS do
DrV LAUAU opera sts mais rapid inespwadas cwraa e o alUlio 6 Immeodiato logo
corn o priueiro banho. (Uia trasco 5 1" ezpedido mediate vale postal para 3 e 6r1.)
M EXTRACTO DO REPERTORIO DOS ATTESTAOS DE EICOS E CAUETES
f Men Caro -tlleg, Ill-, Sir e om ellegr
0 reauliade que obtive corn o e boom ai-im- Folgo em certiear-Ibe o love L. M aM
\ ico excedeu aexpemativa d9 men clia a ea mit. eba-ve umaI oi reaO i do ev roa f.
Qaeira manlar--m mis 3 frwo Ki-rheumauco. D M WUL.F, bu
Do eV..S., etc. D-CHAMBONp e14 rua CCte-. IP'w-i
em AAlcmvznan-su-mDrt LoL9-6&MMO'- ltlc- nSir Dautor,
IR 'fkmr D' lanj, I1 roe Ba. Tenho graate u -fiho ea -Jhu a t i ,&
Madu LonoUo00rre toIo 1 minkC ar& .
banie. Hie acha-se r e= ; Zpw. de S 0 V.. dMe diaer, oio i6 qum wqexRnMq=oinW J
ao sine aAmeaor dar. MU e e M P Do V. B. t. e1t.1 ,,',,dapo-_ -- o. o r am.tr ...
do _W raft.
p AbHI)BCTB^BlS^ B.8^^
K ,^ ^ f~'''^ ^^


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'v-4-4


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-r.~V-~I -'&*


341. 1


ridade_


a 11 Ogi B01 f Mosto
Est dstabelecimento.de educaeao pars o sexo
minlimiio, mudou-se pars o predio u. 95 da rua
do Vi conde de Albuquerque, antipgat da Gloria
I- it.w.4wwu o collegio dos orphaos, e ultimra-
ment o dc S. Joao.

Caixeiro
Pre isa-sr.| de um caixerro ; na rua da Palms
n. 71, omn pratica de mollhados.


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.WIUREZA DO SANGUE
"I PELO

Arrobe depflurlivo de salsaparrilha, caroba e velame
Prepan-dio per
H~i~iH L NE & 7Ji
PHARMACEihICOS DA CASA REAL DE SUA MAGESTADE I"IDELISSIMA. EL-BEI DE PORTL'UGAL
Premnladom em diversa5 exposictes corn o l. premlo de sua elanme

Considerapcs geraes
A saiide 6 um bern iuiaprociavel, cuja imporiancia c v.itlr so cstA roservado v.o
enfermo avalial-o. E' incontestavcl que o home n'estc inuido c constantemente, e por
odos os lados atacado p.'r urna infinidado de agents inorbidos que to,dos tend&;., d(i-
dan certas e determinadas circuinstancias, a altcriar o r'egalar ,xercicio da tfuinc;es
organicas, resultando desse descquilbrio o que se denoinina---mniolestia.
A molestia nio 6 main do que a desvirtu.i.o das fore.is vitaes, oes'i na,
segundo as investigaq53s c cxpCeriencias dos Inais abalisados ini.-tres da scicncia, ti,..
deprava,'o dos hutnores geraes, uonbequcncia da aq.Ao umaligna dcsscs nuiesmo-, ;....
minorbidos, iutroduzidos no organisino polo acto da respiraeao, pcea via digestive, pj)1
contact immediate, etc.
A syphilis infclizinente tern sido a partilha da liuiianidade, c como 't. fira dl,
duvida quo esse terrivcl IPrutco da medicine uiua inuolestia licreditaria, eIlJ, ten t-ido
observada em todas as idades, c dcbaixode todas as suas furnhas tio variadas, ent"r-
quecendo constituiL-s rbustas, produziudo untilad;5Os o cortaado ainda emi fl3r da
idade vidas preciosas.
Elitninar da econoinia csscs principios delcterios, e puriticar a massa gcral dos
humores, tern sidlo 4esde tempo immemorial, o ini constante da mcdicina, e us dcli-
rativos figuram em primeiro lugar para preencher esse desideratuinm. -
SE' de preferencia no ruiuo vegetal que a sciencia aconbclha que deveinos pro.'i-
rar as substancias proprias a depurar o orgaiiisno, cliaiIua ,l, u,-1 ( i-ii:,;iio.- n,,..ivns .
sazde pelo augmento das secrcgoe3 nattiuracs; e quc possait ao inmiimo temlo iicutraii-
sar o virus symphilitico, ainda quando cste virus jA tcim feito crupAo no exterior de-
baixo de suas multiplicas formas. Os grande t incomparave.s depl-ativos vegeLas.-
conseguem muitas vezes prevenir os estragos da syplitli., qmanlo por ventura se ach-.
ella ainda no estado de incub.ii;o; ibto 6, icia so t.-r muauit's-tado ob forinas (x'..-ra.- ;
bencticio incomparavel, tanto inais porque u'cssu cstadio os iudividuos ignoram comiplc-
amnente se estito ccntauainados por esse !errivcl inimigo.
Felizmnente para n>s o rccur-o prom.to c scmi igual para coimbater virim t.Co
dclcterio encontraumos emin abundancia 1m inoso ubcrriiuo 'lo, ne.sa riju z. :iivcja-
vel de species de vegeta.s, iu'tos dos q(iaes ainia tAo pouco couli.mcidus e cstuial.,.'s
- coni pesar o dizemos.
Nos mereceu a preferctiLCia na grande vAri'.i'a,.lc d,. ',la:ztis d possuimos, as tres plants borm couliccidas io nos.-,o [laiz ; a >':r.,ba J.Acu,',,/el ];,I...
cera (dc ,5prenyel, da faminilia dais Bigouniaceas ; o \X -!;i;,j '.,.',,' ,' s;,,.. '
Hil; da fainilia das Eupliorbiaceas ;---e a Salsaparriiha---,Sw'laJ .y,,npqhi/i,'!c,, 'f ./"1!W"'.
da familiar das Asparagincas.
Extrahindo somente de'cstes tres imiportautcs vegcetacs rs l rincipios incl; tosos pelos processes mnais aperfclioados dasL i i,.i1 t1,,'l..r, 1 1, .,,, 11 *,i,,,,s rIiii: l .. ,
umn composto agradavel e de facial taipplicLao), cujas prP. ri,(1' li- j. .,:1 a cmi. ,I; ,'.,-
de sdrie de molestias syphiliticas c todas as qtiu pr.V)c,;ii ila inipureza d.) oL,,u,
nosos estudos e repetidas expcri,_t.ncias u,,s coivcnc.2rain .'r>-i iu..oniI(arav1i., a (lc.
seo'tem obtido corn eminprego, nas dl'rcuntces tbnimm,!as c,:)ilc.:il.;., do" jirici, p.s ,1 '.i.-i':a
um d'aquelles vegotacs dtie per .-'i. Naio pie:.-isaunos dl:sc. ev-r ,.o i:purtaut,:s il;ti.UE-,
fazer conhecidas suas virtude. ; ellas c usc us bonis cli'sci;oi ..licaiicutaus jAi -;': i ,i
conlihceidos, qucr ciu nosso paiz, qiucr na Europa, ouId-c abali.,ados btauicos e di't;i.ct',s
imedicos se teem d'eIlas occupadio, c cllus memiu., cxpcrimicn'tado cLmOliotinio, rcusult:dl's
no trataminento de muitos padecimentos.
0 nosso Arrobe ]cJpurftvo de /b'ije.-rl'll ha, ('troba c ;i:l'i,,; c tern 1ri )""
agradavel, a sua acqao L suave e bonigina c dIo nenhuma t,'lmina pro',ti mI le.-a- il-.ti-
camentosas, coi0 aconteec gcralmt.iinte a todos (t:- LCOil)osts i.-u v i;'1 train .-'il.t,.n-
cias iniueraes, como mercurio, o iodiireto, etc., cl0jo Ll- |,roljigAdo c sciupr',' ILra r1--
ceiar, priucipalmente pur(iae trazem grande altcraico do .-(atgir, rcitaut.i, .l:'-
entado umuitas vezcs hydropisias ,quasi sempre fuuestas.
Seudo as molcstias, comlo acifttl di.-eiiio.s, dcv,-.its aIs :mt.:ra(..s dos huimo IC. .
Arrobe depurativuo da mente na syphilis, crisvpelas, rlieunatisino.s, I !:s, ,.','ta, ,oC'2.:s ciatica:, iul..r.i-
chronicas, gonorrhcas cLm'onieas, .nole.-.tias da pclle, etc., c LIn gIrai cm todas as moles-
tias em quc so tenlia ciu vista a piiriH'ca|flao do .-yvtem:L .-anI;in,'-o ; I)ois tie Io;.-sas
coustantes expcrieucias tern k-eto veCr, qu e ll. 1C i0.,li..pcns;'LVcl nos ca:os *rav'-n'-.
para minorar os sofl'rinieutos e proloni-arA cxi.-tccia, c l SL! i.ci6').- grav\'.- a C:U'iir c' a
cousequcucia do seu uno couveniienteiclnte prolongado.
Assiim, pois, nutrirnos a convic'io do que o ,it) do m.v:so' nvo preparado ji.imi-
fiquc cabalmente as nos.-as .s..,vorac;V, p'clq(e sl.L', do Itn i, i.. iiiio t,) lp.rin.-lI ititc ,
prii.lci|ios vegctacs, nrissas cxp,.ri..-n" ".t I,,,.L t,.un com i' .in ,,a -nra ifilidade.
MO l iK AL)M\'lNL-1'1Ail
0 A rrobe di purativ,, p.,do -, ... r.,, ,-,n qii a! ij i-.. l,,''a ,!,, 'lia or da nm ,lt .
corn tanto (me a dir.-ta') j:a .-.c t_.n!h, .. 1.; nmas dc ijr,'t'',r>i cii'c a deve ser tornado d,.
manhia emjejum, c_ duas hiora ant'>,: '. ,ar c da cL.ia.
A d6se para as pessoas aIlilti .L ti ,...A 1 .,5L',hm'r-. "!as ,!c -',pir, bcl,.,',, ,.''
c'ina urn pouco d'agua orno o,1 .,cini assuear.
Os menores de oito anuns dcvca'o tomar s:dI,,'-UItc t" .- c ilii]',r ,Ic d h.cli, ,i: ii a
das colhores das do scpa '.'or din, augimcitaiilo a du iri>Iuaulmiiic.u:c ate iiu:^ L. I'hr.:i '


llieuao























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^K^1111 ~ U~iih' do 1 Sse~eh~a luguwse .paaw $ od c.o, o. ''NI ^~'l.
'VPxL Ewi i s teo, 4ai3w oil#P, -M, am,00 o

Oztu+mesdbanlw do mar pp~m Iieams, a OO~t ua4L+ "' '
r ailt. e sr : .: -
*E^ ; 1 ^ OiM~isaa4e linijo corn collorinos, a 48$OOO, 'a^-o ^airie ii^^B ^iy*-' 1
iU abainhado para uno, a. 2a000, adu d i
Oko id'algods a 4qr500, a pe9; conv .a?' 1 ..
4asir pel.a l ara camn, do 7 10 a 1 e dOOO, uM !
M, Meias aras, fPiosimasm, para senhora, a 5100o a duzia A R
3 1m cruas pare home, a 6o a duzia; bern baas! 0 A
; Ha constanteoment uita beas casimiras, fineatM s, emiM a a' *0 a I
t "aos. len~os, gravatas, ceroulas, meias, etc., etc., em sumaito ma'e o0E+ l: sotti-
ato de artigoa para home e hem assim, grande deposit de rouaaafetit para tra.- -i
biWadres. SPi-^B<^
11as vend~s suporiores a 100000 da-se desoonto, reodo tutdo em p teros ue e 'lout iPw.ffr do
CASA DE ;CONXIANaA

F" fliil IJlJ -e cm, nd 7 V ai., o o -
.... avDireita 47 ; pare +tr-tar, cm- frot ro ro
v r- pa+ ome ,6# ,.em, -I. aw-e




H NCISCO GLIRGEL DOi AMXRAL a C. Santo, soje do cab, d a, d
2O --0R ua 1.d e NMiar o--2( A.-partedo :17r82A&a q .ttrn tU

__ _____ enganho o herdeiro Jos6 Maria Bar asa
T+ ....--- Guiuiar~es acha-se hypothecada+ na E a-
SUda, ea rtori do escriVflo Hilario, desde 23
v+ s r a 10de 0agoito d 1883, a Manoel Loarene ios
SSantos. Fa-se a presence dedara4Co ra
ievitar d 7 uvds. m





Precisa-se de ura assa. pars coinhar, ra
S' +^ + ~d caa dte tamilia ; a trdtar 1ru0 d% o Marque do
|'^"' ^l^^^^5'^^ 1 '* Herval n. 107, entrada pelo oitao. _

++*"- l r-.--, -v- GrPrecisa-se de un caixeiro para aVna; a-
dacutri, d ecriaixeini)ariot5Vern;e ma-


San FEtar sna rua da Frentina n. 4.

K +GRANDE OFFIGINA DE ALFAJATE CAmIn-ar
AS- ,ISPrecisa-se de uma ama para eosinhar ePavara
Sf. H na ra de _Fernnndes Visira n. 24. taverna. d
llpli SS^ j| ^| @iSA raIA Ifflo di



y+ It *Na rua das Nrympuas n. 26, se precise de 1 a
DE 1 ama para cosinhar e rmas alguns serviaos de
+n t. e +i-Sina ^" M. V tave'rna.
| N'cst6 acr,&J.t+u c"'.taL.t .,". o cnntrara sempre um sortimento ; re- m 2tAS 5 0r i
|s ce pannos finos, casemira do todlas as cores, proprias para costumes e calgascom- I 2 4 010
I--m. d eirectamnicnt as nossas fazcndi pfor todos os vapores da Europa. Brim r. Addr e Albuquerque o
Ri .Poga.e ao Sr. Addr,6 de Albuquerque Afllo,
...... : "..c...- e t'". n? fzendas teadentes A uma casa nesse genero de negocio. senhor do engenho Varze Grande, o favor de yir
SiAproa:;pt+-ic ccct-,.s ,para luto cLa 12 horas. ou mandar A rua do Rangel n. 51 satisfazer o u-
Dispoe do urn pessoal habilitado e cm os melhores elements para servir mere acima, pois 1Afaz mais. de um anno.
|a/i *s"- amigoS, e a qualqter pessoa que quizor hourar seu estabelecimento corn suas A
fc +" ao~sen:!:s. AlEt'. ,+.'
++' -- u o A+ IS T s oV ic -tora-41 A Precisa-se de urna arna para" compr' e c si.
4Namu ictoria--Al
4 R'... a. ..0 (oa VI qnar; a trater na ra da SaudAde n.M

| Gado urtado
7"1: I .. .. i A- : F+ Furtaram do engenho Canuduba, proxim A
S...... 4 J1 d I '^ r ^ .. i USvilla de Jaboatio, na noite de sexta-feira sarta,
(N um novilho de cor cinzenta, e uma novilha preta
L; viH- corn malhas brancas; querm dos mesmos der: 1o-
/,V|w' ..: : r :+' .......r [..fl s.++ lH *. ticia no mesmo engoenho, ou na rua do Impera, lor
Dj ^ B f y^-k n. 77. mercearia, serA devidamente recompin-

f ,; A T A D P E -V. Sr. professor Adolpio Silvi o
4r1^ Precisa-se fallar corn V. S. a negoeio de i e-
|;, **"*- *-1 "^ .Jl i Al i ^ ^ff~y~r resse; na run do Viseoiide do Albuqfuerque n,: 3;
Ii
Kj" M 11 ^tul a n 'r-' ^ IJ?1 P ATA Alnga-se barato
IB *E P -t JiA T A easa terrea daBaixaVerde n.4 C. -
|1 '.. 'r i/ *I m Utoir LL -. A loja do predio sito a rua do Calabouco n. 4
^ p+ 1- ", .t.in .n 0 lo andar do predio sito A rua de Pedro f-
!,~J~~ jU leJI ns n.46.
.. -A' tratar no largo do Corpo Santo n. 19.
iii ....... "+"n ? C ,i do
i -+, .. ,, .A; n++-.0 ^^^:o u7a grande quantidade de Preeisa-se de um criado para easadefamil:
+ ; a -. ..... ....... + +'" .... ,-;o cxpol-os a venda pelo dimi- na rua Formosa n. 37.
+.'5.+-( t ,l-oC -. hdos sob.e PEI)RAS FINAS, -
'^^MB^"''1''' rc-s ouadorcs e do Lu^u^c -tuii^.- l )


j Precisa-se de u.rma ama para casa de family
S- --n a rua Formosa n. 37.
.dir" ) A 1(V Af A ,fn i \ A~i.ii.a Ti i"- -- ---- :
''F^r^^ !6 9^ 6,^V Alugasea^ --
3;,..i Ii1A.i o segundo andar da cas A rua do Brum .
^ -~ ALa l iriL a a -; -^ -' f A r Ij RJ J iI corn boas accommodagoes para familiar, muito fre -
Sd... ... .... co e claio, pintado de novo, tendo agua, gaz, lu
M^ ia^ u- ^ ^;S do peltO tres e arandellas para, o mesnio, apparelho
S.... E' cE A' cambrone, etc. : a tratqr na r" do Vigaro n.,
JjJ'i^ MAJ '+ ;I Jprimeiro andar. i
1 EIngoinmadeira
I;cq K-' Precisa-se de uma cngorniadeira, de boa eon.
#ijL j.i jU .iiill T ductL, pAara casa de famiia ; a tratar na rua d
proritaio Aurora n. 65. 0,
J 16o S LEV &C Ils propnetanos
BMK^ J (^ ^Ty^ o ^N 1 -S^^iNew
i~lBB:'. ^^l^ -4AI A. \^ .W^'^-'jK~iwDE


t Iao da Vietoria-N, 25


'5"Wv


Aiiiga jiimaciaa-de P. Ur


II.PP. BENEDICTION
d&ABBA"MA & SO.LAC (a., oat,,re)
Dom su&OffiBm'zffls, ylo
X o a3l@o .A-
mArse al= ,


rill
* -. ,5 -



S?0a


0Pft PELA ILLITRAA qJiilWfrMi L
-, *: rro s i + o .. ?
Y TODS 55 LIeA DIACORTLE

No.- R'DUOOCA B 11 0

ia-s I+nmuD~A DOSAG1UN W UNIN YRIA DUYL
DOUN. pn R++aEo. .. sd e
SDR l~t DR l11



-big

,;o amUmoeow bz o quA
BM TODAG AB VbLBTiB *A PVBU^B,
XA-w, mmotr oMm "7
VA" 9MC 78tAWDOGAKTJ, 3m XFlTMC v ipni


das de eha p.eu mana" e outra a noitA -i
nmqnt oU diluida em aguse em aelemR-1
dar-se-ha parm colheres da doe s6paaPon os
aklto tteetade pan as c waig.
M -- Oa doentes devem abater-se
apena' dp mahuonto acido e gorduroso; devemo
itr dqs uxoa frlos ou mornos, seguad e
estado da mole~tia.


DEPOSIT CENTRAL
FABRIC APOLLO
ue do Hospicto 79
PERNAMBUCO


AIISO LLMARND
Df 0A.^.ZS'
AllUU (FiBiaUBIWAlikU~A) :
Sreftlr.& mua GUeentelaqua vende-
VALSJIPICAIDO0
ORIZA-OIL & ESS. OffRiZA
P- ara ter os verdadeiros Preparados
cumpre dirigir-se is casas cuia probi-
cbadesaodenotoriedadepublica.APa .
"Mfaf&o principalmenteconhecida
,peltmd qaalidadedosPreprados
0 com radorengqnado na natureza
damercadoriaternmoireitod-procedcr
contra o vendedor como defraudador.
-_ Y -- -_- f -


1 =81I1ncia

Ajkp C.='1 casa de A. Gicquei, Phto de ia Class
&A-',s. ^ r PARS 4 is D~alarocbeq, 4- PARI
-frftao'rD n 1oRa % dma BV, & 4 ?u A aamminlu


SOLEO DE FIGADO
i d Baoalhau
lodo-lrrToo em QuIna
J 4GA KE 2.AEAJA ASAflIA
I apparoeiments d'est
A 6 devldo so estudo e .d
nunmersas expeneincas fci-
tas pdlo DW DUCOU, du-
rabt oIgos ammo afim de
reni n'um i6 protucto, o
010> doe sp&o ^ ^awass
o Arm a QUUe a.,
00mb -M ain ne
-20, use Sait~j~mziu.


msmttio yccgn
emlfim~o I -o pr~deto 4-t '
ea- gramie *")
0 OLEO DUCOUX:
m am poMiofeo BMicosUaato
contra a AaniUs=* O iseo,
Doeaqae 4. pette. horuchi
t", Ddfmons, Gamzahsiv,
Tisim, Matuu'i Msue
e Ebaroeulome.
BOX ras do e0%pn Iv aci6
ecwssicoe 6 id p ft s r 54saw
news cAewo desafra me1, at
kfedicew reermmend& uapiesl.
mwet. ate Oleo. '.
Itam" 34. SfiLwA a .


ADMINISTRAeA:O
SPARIZ, 22, Boulevard MontmniwrtrmIPA=
PASTILMAS D IGESTxVAs ftm a eea
Viohry corn os ,Sacs esmtrakf~o c Fester. Ole
de gosto agra avel e a stu rtetl on-
L 'rN; i esa umzeeas geaspted.,
ES DE VICHY PAR RASNOS. am raD para um banho para as pe mso qut MpedIra1ieby.
p onw ernir aO.f M OAA.E SfIN 4 PfIuAtoesA cimA cio-M em casas de M ARISMdNoDY & LABBIL, a r'4 ro&mrcs;
s* UI-ZER & KOECHLIN., 35,rua da C. A


t3OcI ASk


COUL AiES
CG Jtnss.
,35,uO++ rts


ideos hamais
ze presOer'o
YULSQ~ES
a demgpae.
* a am IAlt
II v~~'t8Ime
aI t111


DEP.08M GERAL
Rio &rrode J
iS-auk+t rtelr-d.=. f t
Juxi Janero
Union .nto aM Pcruh.
ADMOWN WNIOE N* C,
N.--3A Ru do Communao-N.-4
A venda em todos as boticas e dres

kiftede aIW
ftA"cw -Wfde 4B eftseft 6 0to"ka
Perfeitamente, va qwi4v oem-
deoeado, apprpvadi pdem E L uauta\de hypmm.
public dqs, io 49 Je h.
Privilegtlo 0-erno iperia, wa e -
cia da sui apliceao. _
Os fresco trazem o retrate do bachari Joo
Baptiste Gitirana eCoota marn & nM igutem do
proprino punho e s1o rubriceado Moa o tiue ec-
Aada pelo cirurgiao deatista Noun PimUa.
Unico deposit em Pemftmbmeo, roa o Btoa
da Victoria n. 54, 1 andar.
Preeo de cads fiasco parm em eros 60M
Para ulceraoes e granntua es do collo do
utero e cancroe syphiliticoa, ffrma es-
pecial 5000
Perden-se
na occasi~o da conducjo de aiguns livros, da rue
da Aurora .par a da Saudade, um pequeno vo-
lume do Diario da Parahyba : quem o enentmom
Ifar favor entregando-o nesta typographia.
Precisa-se eneontrar uma aenho pre
prestar alguns serviVos interno. an can de oa
pessoa, mediante um ajuate rasoavel: ma rus ti-
dal de Negreiros n. 96.
Amas
Na rua do Conde da Boa-Vista n. 24 B,pree-
se de trees amas ; sendo pare engmarn, ielv 4
outra para servivo de casa.
Aluga-se
o 2.0 andar e sotio da casa n. 13 a rua doe nta
Rita corn muitos commodos, a tratar mna ru P-
meiro de MarWo n. 17, loja.
Ama
Precisa-se de ums ama; na rua do Visemude do
Goyanna n. 87, antiga Mondego.


CA D10 0UIO0
Aos 4:0000W0
BI ( !^~MOS
Rua do Bario da Victoria ma .;
e easas do costurane
0 abaixo assignado acaba de vender
em seus felizes bilhetes dous (uartos den.
1,386 corn a sorte de 10O-OO(, e diversos
premios de 32-5000, 166WOO e 8#"00.
0 mesmo abaixo assignado c'onvida aos
possuidores A virem receber ta conforui-
dade do costume, sem desconto algUm.
Acham-se A venda os felizes bilhete
garantid)s da 2.1 parte das loterias a be-I
neficio da igreja dc S. Francisco de Paula
da Caxangi (31.'), que se extrabiri na
quinta-feira, 24 do corrente.
PECE oS


Inteiro
Meio
Quarto
cm porjao
Inteiro
Meio
Quarto


24OOO
4.5000
I^( )000
de 1OO OOO'para
eIma
3.S50G
1:750
.75


Joao*Joaquim da Cosfa Leife.
Modista
INa da Praia n. 53, 2' andar
Eduviges Maria Coelho particip. i s suas nu-
merosas freguezas, que dispondo de habeis cos-
tureiras, c tendo por norma os fiurinos maia re-
centes, acha-se habilitada a satisfazer qualquer
toilet, como sejam : para casamentos, bhailes.
theatres, passelos, etc. cixovacs para casameu-
tos, precos medicos.

Sitio grande
Aluga-se o sitio n. 12 A estrada do Arraial.
comn grande casa inteiramente nova. feita a moe
derna, con muito boas a&commodaVues, tante in-
terior como exterior, corn grande banheiro d'agna
corrente, muitos arvorodos de fructo e terreno
para criaeAo e plantar;Ses. proximr is duaa esods
c6es da Mlangabeira ; a tratar na rua do Creta-
n. 10, loja.
Aviso
0 engenho Mascatinho, cuja venda se acha; an-
nureiada, esta ainda sujeito A dividas do casa
e herdeiros do finado Gabriel Antonio. Fae-ae
este aviso para resalvar direitos contra qualquer
comprador.


ATTENCAO
Mathues Austin & C., na rua do Commuaercio
n. 18, teem pare veUer. madeira de pinho de
rezina:
3X9
3X12
4X9
i 12 X 9
Em lotes A vontade dos compradmorM, f


CRIAO
Precisa-se de um orn ido qu o d abmoo do OU-
ducta ; una ru Duque do Caids a. 95.

.( iai


SPreci-se de urn
rnaqa ComeardieI.


1 4 A 12 at m";.


,- I


:* 1 +


N. 25-l-silra


i ^..:1 S! O ..Q






















^|^d 'ewvao"do sortii"nen
l ode relogtoss mai
acreditados abrican.

t, e se acham. habili
ttdos a vender maL
*!: barato do que outrt

quahpaer, visto rece.
S berm directamente.
STodos os relogio,
vendidos n'esta cas"
sao g'arantidos.

Ria goMani. 4
a FT U&TMTIM aiT l a (


'A VEi IUIQOA
Aos4:OOO$4*

BIIIITBS GARANTHIlOB
1&Rua do Cabuga-16
Acham-se a venda os venturosos bilhie-
tes garantidos da loteria n. 31 em beneficio
da igreja de S. Francisco de Paula do Ca-
xangA, que se extrahirA quinta-feira, 24
do corrente.
PREOS
Inteiro 4:00
Eelso 2:000
Quarto 1:000
Sendo quantidade superior
a 100:000
nlutelro 3:500
Eelo 1:150
Quarto S95
Joaquim Pires da Silva.


ISA 1 [FLIZ,
VSA- tlUAz
A0S 4:0004000
BILiMETES GARANTIDOS
Praqa da Independen-
cia ns. 37 e 39
O abaixo assignado vendeu entro os seuns
felizes bilhetes garantidos a sort do 100#
em 1 inteiro n. 3725, e outras sortes de
32, 16 e 8., da loteria 29a que se ex-
trahio.
Convida aos possuidores tA virem rece-
ber sem desconto alguin.
0 mesmo abaixo assignado tern exposto A
venda os seus fclizos biblictes garantidos da
31a loteria a beneficio da igreja da S.
Francisco de Paula do CaxangA, qu( 0e
extrahirA quinta-fcira, 24 do corrente.
Preeos
Billicete inteiro 4,000
M3eio 2;000
Quarto 16000
Em poao de 1&O-O050 para
cima
Bilhet- inteiro 3,500
Meio 1;4750
Quarto 5875
Autor io Augnsto dos S',ntos Porto.




SAos 4:;V|OOO.


Inua Primeiro e lhrqo it, 25
0 abaixo assignado tendo vendido nos
seus afortunados bilhetes o inteiro n.
1468 corn a sorte de 4:000W000, dous meios
n. 824 corn a sorte de 8006000, o inteiro
n. 2729 corn a sorte 200000, dous quar-
tos n. 1368 corn a sorte de 100000 e
outras sortes de 326, 164000 e 86000, da
loteria (30.), que se acabou de e'trahir,
convida aos possuidores A virem ."3ceber
na conformidade do costume sem I.3sconto
algumn.
Acham-se A venda os seus afa tanados
bilhetes garantidos da 2.8 parte das loterias
a beneficio da igreja de S. Fran isco de
Paula do CaxangA (31.'), que se extrahirA
na quinta-feira, 24 do corrente.
PRECOS
Inteiro 4#000
Meio 2#000
Quarto 16000
Eum quantldade mater de o100o
Inteiro 36500
": .Meio 16750
|1Qiwrte. $ 875-
Manoel M ivrlwis fita

e0 Ba orte,' a quem dia tViia'Is l.gos,
eom terras e mattas par afreja. pL20
rl, r" aaSncar annnuimate.
0 OGoyabeira, aeia lego m a m da.vill. de Ja-
b^i:; o, parsa1,500ipe8s.
4 4Y Canaduba, urnma legos distaite da ft metI

0"'mkoendo coza aguaend- 6 Primeioslem
440282 40 u eimamcll n wa L vapor & te xlt in
StrIO.49,egundoadar, oauamrug tl0 ,
x ) la 1 2.0ll : _


PASSAND-0.0 O R1-Ai,
ereoe& vaatagens para as, CR4lia as
Welk*os ap *i oados do fazer dssuI
ea, peiias suas r4elat~4is diroctas, c pek 'bonli
exit d apparoe]ihos que ite6 monotad Bos

enge*, 1issu, Sio Salvador, Maciape e
. Mussu' Odne om unm dispendio tanto menor

Squo nem se compara corn alguns dos que por
ai se tern feito, temn-se obtido resultados iguaes
Ssenio superiores, em vulto de produwilo, qua-
lidade, e preto de venda.
Chana a attenVo aos melhoramentos para

Seeonomia de combustivel que tem introduzido
nos eugenhos Pereirinha, Arara e Or,, desta
provincia, e Boa Vista de Maranguape, aonde
comr o fogo do assentamento se produz ova-


por necessario para a moagem.
Em moendas, rodas d'agua, vapores e todo o.
maehinismo e -ferragens precisos para enge-
uhos temn a venda grande sortimento d mae-
Ihor qualidade.
TRILHOS PARA CANNAS. Tern de systemapor-
tatil simples, sem os inconvenientes que al-
guns apresentam; corn carros proprios, loco-
10 Is
motives etc. a preVos razoaveis, podendo fa-
zer eontrato para o assentamento.
Nesta fundigao, a mais antiga desta pro-
vincia, vende-se a prazo, ou a dinheiro COrm
desconto.

FuHDIfiB O Dol BOWMAN


FU IABIt


DE FE
DE


CAIDOSO & IRMA

RUADO BR N. 100 A 104
lBI1~S~. ,Ul I ANJ LPOiSL-M&I 2IE2 B
Os proprietarios deste bern conhecido es-
tabelecimento pelas suas relaqoes directs


corn


tincto


os melhores


fabricantes, e corn


engenheiro de Inglaterra, offerecem


grandes vantagens para encommendas, como
0n 0 i -0-


provam
tes nos


corn os apparelhos con
engenhos M3assauassu'


ipletos assen-
e Bosque, e


meio apparelho no engenho Concei(ao.
MACHINAS a vapor trabalhando s6
o frogo do assentamento, podem ser exai


das as que foram assentes


no


leni, em Timnboassu', Cucau,
Dijamante em Goyanna, Pao


mara e Lages em Itambe,


za
,corn
nina- Sa


V idradao


d'Alho, e outros no Rio Grande do


Parahyba.
Chamam a


attenaio


dos Srs.


para os novos vapores que tern recebido do
acreditado fabricante Robey, que se recom-
mendam pela faeilidade de conduceao, assen-
tamento e economic de combustivel, deixando
de mencionar os engenhos em que os tem col-
locado, porja tLerem vendido 85 para diversos
iugares, e porlssoja devem sfr bern conhe-
cidos-.


So os uni o rebedres de tribo prta-
teis de Fowler jie tormat ecoinmedai
veis pela fai3lawe da eoo e por san
dura~ao. .
Quanto a moed rodas 4aa a l-'
tide fundi e todas as as frags re
els -stgn tmmare ~e re r m d4
Bibi *nio j1. 4a -.

i^ a a ii ^ ,,.7 11 1; 1 1 1:'*. 41- "1/ '1 1111 i *.' i- '* 1: :1 ; 11 -'.j -- ll: *~^ -:^l;: ll i


em rao
Norte e
i


p: tavel rlic, que
o iuam ter un sor-
entdie jos das

Sis modernas e dos
mis apurados gostos.
Compromettem-se
a under mais barato
do qe em outra qual-


qu


Boi

Ob
Samue
alem d
promp
public
reflect
Nova,



Gra
feitad(







Pilu
res.
Floi
Bicc
Mei
Pen
Ves


Alu
Comm
punga
andar


Pre
da In

Na
para
sinhai


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ito
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spa
ito
Ira
ita
Itoa


de
s
-ls
pos






a-
ra'


sa
Pa
de


part.
hna (0i Ma~i is 4

uets de apurados e
novos gostos
Onhecido fabricante de bouquets, Jos6
telho, se faz lembrado neste trabalho ;
putaqao grangeada nelle, pelo gostb,
Sasseo, etc., tern hoje para offerecer ao.
vos ports-bouquets de bern estudada e
ombinaeo de gosto ; a tratar na rna
de selleiro n. 29.


ABRIO-SE


[m saldo de modas,
Rua da Aurora, 1.' andar
e variadcs sortimentos de chapeos en-
ara senhoras e meninas.
idos a Accordeons
os a Jersey
acos a Fcedora
a Gilet
er a Fcedora
a Jobot
Sa Sarah
a Officier
artilhos a Sultana
o para Meninas
s Ottomen e setim
a Setim e veludo.
e egrettas de diversas qualidades e co-
ira chap6os e vestidos.
todas as qualidades.
e cores para senhoras. e meninas.
a grampos para cabello.
e gola para mernas.
Sitio
e um sitio corn casa e corn bastanto
para familiar, a rua das Creoulas, Ca-
tratar na rua do Vigario n. 33, 1.0


-se de uma cozinheira, a tratar na rua
triz n. 17, .20 andor.
Ama
do Cabugi. n. 9, se dirA onde se precisa,
de familiar, de uma ama que saiba eo-
1 abono de sna eonducta.


ID)RIGFEI & C
om officdna de alfaiale

lo Baro da Victorian, 48A
-em born sortimen-
le pannos, casemi-
cheviot, elastico-
. brim e merinos


Sfactos.


'reparam ternos pa-
uto em 12 horas..


I1


odicidade, preste-


1


p pe rfe i VAo.
squina da rua de
to Amaro.


gio Onze de Agosto
-se do sobrado em que funccionava na
sconde de Albaquerque (antiga da Glo-
o predio n. 95 da mesma rua, onde func-
collegio dos orphAos.
EITE NATURAL
(SEIVA)
DE

LVELOZ


IERVADO LIQUID SEM ALTERAR-SE
UVELOZ, plant da familiar das euphor-
que habitat os nossos sertees, 6 hoje reco-
como um verdadeiro especifico para des-
epitheliomas ou eancroides, facilitando a
o dos tecdos atacados, e trazendo afinal
S-completa, semr outro tractamento que a
o topica de sua seiva (vulgarmente Mite)
stico.
umerosos os casbs de cura, alguns dos
levamos ao-conhecmento do public, em
publieagees, pelo illustrado clinico desta
oSr. Dr. Alcibiades Velloso, e optimos re-
tambem foram obtido nas feridas e nas
hronicas de character syphifticas.
emo do interior da provinuci, (do Brejo
SdeLeu) ,de peosse de -ooxianoa e en-
a eva o e. a r*tfo.o-
ar 4 q eeccud1a_ a n Iw 4IMi-
-expcoisoB venda, conservada4 d6 modo a:
italto$?o, e com, a neeesasa aidez
sftt &us a~pple~ea odin .osuioanva do
F ^Ep~~ro Ead*', de .',i
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Adamih Ew =e V m.. f ender:
Thmbh do Nrto tho, em ea e] )azri&
Wbiskey DonviJlcver~d~dio :
TInta ci. impresiso, boa ualidede
Bris de Marshall verdadO, tod e nume-
. 1 1 : 1 1 I
Remedios de Aerm
3-.. UADO COMME60O-8


Fazendas
Para vestidos
Setinetas lisas e lavradas, send eom as
Scores e lavrores o mais honitol que tern
vindo so mercado a 500 rs. e 640
Ditas muito bonitas, corn barras largas e
estreitas, covado 640
Gorgoroos bonitos de 11, lavrados, para
vestidos, tendo de toda8 as cpres, co-
vado 640
Merinos de urni s6 cor, tendo dd todas as
cores, fazenda de gosto, covado 500
Alppcas lisas, tendo de todas as cores 360
Fustes brancos, proprios para estidos e
roupas de crianas, de 440 rs., 500 e 646
Cretones corn barra, seudo clarasie escuras
covado a 400 e 500
Ditos sem barra e muito encorpados, pro-
pries para vestidos, camnisas e roupas de
criancas, covado a 360, 400 e 500
Chitas, grande sortImento de chitas claras
e escuras, de cores fixas, de 200, 240 at6 400
Mariposas, as mais lindas mariposas que
tern vindo so mercado, corn desenhos miu-
dinhos, co ,ado 600
Baptistes corn delicados desenhos miudiu
nhos e graudos, assim como lisas 200
Cambraias brancas tapadas e transparentes
corn 8 jardas a peca 31000
Ditas mmito finas, tanto tapadas como
transparentes, tendo 10jardas cada peca
a4Q, 44500, 5A e t, ,te 71000
Espartilhos muito modernos pf senhoras 55000
Ditos muito bern feitos para meuinas 41000
Chales, grande sortimento de chales, tt nto
de 1i como de gorgorao e casemira, de
1, 2, 31,at6 85000
De todas estas fazendas se daio amostras corn
penhor, na loja dos barateiros da Boa-Vista, es
quina do becco dos Ferreiros.
Casemiras de cores
De 2:000 atW -:000 rs,
E rolDorllrmoida
Alheiro & Silva A rua da Imperatriz n. 40, tern
urn immense sortimento de casemira de cores,
tanto claras como eseuras, que vendem a 24000,
23500, at6 6A o covado, e das eicsmas mandam
fazer qualquer peca d'obra ou costumes, por pre-
cos muito rat oaveis, assim como tern tambem um
explendido sortimento de easemniras e pannos pro-
tos atW ao mats fino sedan quc vei ao mercado, e
dos mesmos tambem se encarregam de mandnr
fazer qualquer peca de roupa A vontale do fre-
guez e corn toda a perfeiclo e presteza : isto ea
loja dos barateiros da Boa-Vista, na esquina de
becco dos Ferreiros.
Engenho
Veude-se ou arrenda-se o engenho Arariba de
Pimentel, de exeellente produca0 e born d'agua.
A venda se fara sem dinheiro a vista e o paga-
mento por modo muito commodo : na rua do Vis-
conde de Goyanna n. 181, ou 'i rua lo d, MrYo
numero 13.___
Em boa occasiao
Chegou para o Palacio de IndUstria, A rua do
Barao da Victoria n. 45, unm lindo e variado sor-
timecnto de casemiras d cores, proprias para
estacao invernosa ; n11 rua do Baito da "Victoria
numero 45.
Nova inmaelina de cos-
tiiura


DE
Roupas para home
POR
Preyosbariatstsinos
N. 40-RUA DA IMPERATRIZ-L W
Loja deo barateiros
DA

VENDEM
Calpas de molesquim, padrio claros e ea-
curos muito bemn .feitas e fazenda que
nao desbota a 2500W e SAM,
Ditas de cazemiras de listrinhas e qua-
drinhos, fazenda muito boa e que e
lava, a ^.
Ditas de cazemira preta, fazenda muito
Sboa, de 605O at6 I.4t
Paletots de cazemira muito boa. liza c d,
listrinhas, a ,IS10%
Ditos da mesma fazenda forrados, a *.i-x
Ditos de cazemiras escuras, bastanut en -
corpadas, a
Ditos da mesma fazenda forrados c mu.-
tos tem feitos a 3,
Ditos do cazemira assetinada a :','
Ditos de flanella azul, scndo fazenda que
nao desbota a
Ditos de cazemira prcta de eord,o e
diagonal, sendo muito bern feitos a
10000 ,e :i
Serouias de greguela, sendo muito bem
feitas 1A200 e '
Colletinhos para dcntro, da mesma fazen-
da,aS800e '-
Assim como urnm grande sor5impr.lo -,.7.rr:'
brancas para homens, tanto de linho c'.r-3 .o -
gum quese vendem por preqo muito ra. ,ci
Tuduo isto c co'n graniuc ieja da esquina to becco dos Ferrciros.
Flanella azul
a 1 40o
A' rua da Impcratr'iz n. 40, loj: .d .-
teiros da Boa-Vista
Vende-se superior flancilla azul d' 1r .
ra, sendo americana e today I! !. ,:i 'ft "
leve, propria para c'il;as, palit',;ts ( '
barato preqo de l400 o covado, eu '
fazer costumes dON. ifcsn, sii do p!i,;i d
3540)O c de frak 40 .00 rI'}, 6 1 "-'- "
loja da csquina' do bccco u',, F .rrcroi.

a ei$ c A0040
Na loja da rua da Ihjipcratriz ni. ..-
muitos bonds espartillws p'!a sculo-'ra, :a .;
c ditos para meninas a 4-0CCO, -. : .. ... -
nito sortimrnento de fichuis a .0,GO it
esquina do beeco dos Ferreiros.
Merin6s prelos

Os Baratciros dUa Boa-Vista. ru;, I: 7 .
n. 40 tern tan grande sortinuto d i ; : ,
para vestldob (uce vi x d1- 1 *-> '
sendo muito b6a fazenda, ni. c: ... -.
pados para roupas dc lvionis e nu.'n'
dem muito barato na loja da esqu)i *
Ferreiros.
Lihos al 6 0 i8is
Os Barateciros da Bo6a-Vita vei''r "
nits Ji-! mr ,i s (,r e de li- .
vesti: O.oW 6 t .... r 'ls o ,i'\ ;,,., .' "
ibto FLU, i'la r id, 1Ce tr i *I' c;-jii.';., -
dou Ferreiros.
1eiide-se
uma por$iao de telhas dc Tvihr ; -
has lojas de lou, ,a ru 1 I',L .r'- .
18, loja de officina de alfaiate.

Faz nlla s brancas


S M.U.W A TA A- -- W_ 1_1 --
Denominada Aurora da BA-Vir.
EstA em exposiao a rua do Barao da Victoria a is
n. 30, loja do Antonio Pedro do Souza Scares & 10-IRua da ? rBS -C1 1 !
C., a nova machine ; chose corn dous rarreteis de VF D 1)FSE
linha, pod-ndo scr do 500 jar&as -da urn. e ....
f6rma os dous pospoutns coxnio ,c fuf-,o dc la-nca- .iai.O,.Io, rce, "';, '
deira, 6 de grande vantngem. No mesmo estabe- enfestado corn 12. jardas a
utii, u clu. *. ^Dito muito larg'o coln ^0O vair;'.,-: ;I'i
lecimento tern constantemente umr grande sorti- Dit muitoaro corn 20 r i
mentor das inelbores machins de coAtura do todos it, fazcu da "u ,:,-..i .... '
os pjincipaes fabricantes, e vendem em portlo e a -:tOO eea \(
retalho sempre por precos muito razoaveis nao Dito f-anccz, ,a*, 1 i,- .. .
ruando Barao da Victoria1 n. 30. fin e ncorpada d 7" -
UQDhiiQfll 'h Algodo eixf tbA uA D 1B&. ^gura parn fz,.ro : .
S no, metro a
o9" .ltua uque,,e Caxiasi.C Dio trnnoaho, om n ..: ..." ... ,
9-Rua IDuqpe e C' a S uii. Dpropriopars.co *.
Adair'eml!!! mesa, metro a
Superior brim par.d lona corn 80 ceutimntro. Bramante d& nV-o''- '"
de larger' a 500 rs. o covado! 6 e mais largo '.uc largurna, prry'-o p'-: .-... I ,' -
tern vindo. urn so6 D- 'jetro a
Brim trancado alvo propri6lpara lencoes e ca- Ditn 11 sr. ... ..- t- Clrp -,
misas de dentro.a 500 rs. o metro aproveitein. ,ia lrg: .. -:
Alpaca preta; lisa a 320 rs. o covado (trgueell.s propria, :;r, : Cortes dc caseminira igleza, do listra c quadri- lhas, -,x'.,',-x '' 1. .
nhos a 25500 c 4 a500 pechiimla. encorp l.d: '*'' : p ..
Superior casemira prcta, 2 larginras propria para por 1 > '
roulpas do inverno a 1 4100 o covado Dita corn c:'.- .: :
Idemn diagonal a 2-40 o dito Sao de 3S5)00). var aaO
Fust5es branwos bordados a 41-:0 rs. o dito Attalhado adair>.''' ', '': -
Bonita escolha em novas lsi de q xadrinhos a mcza, tendo 8 p tlir .
400 reis gorgurscs de dita, -110 rs. o dito tro a
Bramante franccz para lcni,6ea a 900 rs. o me- Isto nai'lo*d c- 7:" e, ,, '' ,',,,'c, '
tro
Lenx6es do mesmo, graiidcs a 2,O00 urn. I ? .... -
Meias ingleczas para homein a 3U500 e 5000 a 5 ^- -- ,- .
duzia. N OS 1" .... "`"
SLeneos de linho em caixinhas xv 2-500 a dita. oatral e a-,r ir.-;'. "'' :
Meri6 preto fino a 15200 o covado! duas lar- rpeito i -
guras. a (etoC i i1 -
Cortinados para camia e janellas a 6500. cm caso de nc-'c B lde .
Colxas ricas de crochet para noivas. do pela
Stinetas francezas, lisas a 30;0 rs. o covado. FAIHA L \CTE A P
Camisas, scroulas, gravatas, toalbas, collarinhos, F E
punhos, e infinidade de artigos por precos bara- RERICHS
tissimos. A sciencia e a prti a''..: '
Vendas em grosso damos des- nha Lactca como podorc- a ,
I.k-k f tftrietivo nara a. infancia e dI';


Carneiro da Cnnha & C.

Fazendas avariadas bara-

lissinimas.!
Chitas francezas corn avaria a, 0 rOis o ecova-
do!
Popelinas dc quadrinhos idem, a 120 rdis o di-
tto
Peas de algodlo corn pequeno defeito a 3;500
20 jarda&i I
Panno fino idem idem, a 2490( o corte de cal-
,a!
Granadines pretas pars acabar a' 160 reis o co-
vado! istafazf
A visTaQMAS
ARUA DUQUE DE CAIS N. 59
G "&


'Iisesittds osc( eezes
a28BQrs4
F'r tetem AkAeRetoqueea
'Vnde-se linxssimol tiseadosj esoceses pa
*stidoms sendo fazenda do mrlta phantSSI
Porosbog as a 280 ir. eo. rawi, SatE
um leve toque d, moe cust.aa um una
c.Ioeehinach vende- e ns loja os barAteros
i ma L Impeki" a B 40, -eoquuaa
becco doe F reiroB _______


ra
31
da
do


por atacado,


cos do Brasil e da Europa rc:, :*: .-'-
ser A do Dr. FRERICHS a meo' "
genero.
Devc-:e pois evitar confiar o ''
iuma pessoa estranha e de com ...i:.-4"
n.o conhecido muitas vcz: .-s c g-rc :
numerosa molestias.
Vende-se a verdadeira farl:ha L'a%"
do Dr. Frerichs:
55- RUTA DO IMPERADOR 5b
Estabelecimento de musicas e .-.
tor PreaV e

CRAVOS E FLORES
Na rua da Uniat aW


33, ha sempre para *

vender cravos e flores


0 Ped:'o Antunes & C. receberam novas e'w
oa e tempo e proprio ; na rua Duque de C4W
: 98, Nova Esperanta.
Trastes ,.
A' rua do Imperadorn. 16 compra-Se, veu&-tir
aluga-se e troca-se novos e usadOs.
Vende-se 2 prptas recolhid 5 unia 'le 20 axii
gommadeira e a 'i 'ie 26 anno4, e cnstoii
cz eba imAehin e em C'aa ii &oupa dc
V t da dPz in. 36.


)


'1


um dis- tin


s engenhos Be-, C
em Gamnelleira, ME
SAmarello, Ca- rUa)I
I" cionc


agricultores 1.


Faria S obrin'Ah i; i
4 ru do Ma"g~ir^


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- em cada,
Bnitrar or

-da viao~o4 ?0a
*."sl do ash#1o ^avaa aprommft
vscae?3 104margo cde f8&2
-iRfim. ... er. &'r,-^Intluso, tem6l a
I'-oia de passar .as mtels do V. Ex,'se
trabalho do ue esta pre-Aidencia foi servi'
.da euearregar-nos, em data de 3 de mar-
so do anno proximo passado.
I Depois do ooncordarmos nas lbases prin-
-cipaes, incuinbimos o nosso college, o en-
genheiro Henrique Augusto Millet, como
mais conhecedor da topographia e peeulia-
res ciroumstancias da provincia, da orga.
nisago do parecer; o tondo reconhecido,
depois de ataura las disvuss5es, a impossi-
bil.dade de conseguir-se accord, ou mnesmo
maioria, acerca de certos pontos, especial-
mente coutrovertidos, assentamos inandar
o parecer a V. Exc., tao somente corn as
modifieag5es nas quaes todos concordaram,
ficando ao cuidado do cada um do nuos,
na occasigo de prestar-lhe sun assignatura,
especificar os pontos em que so afasta da
opinilo do relator.
0 parecer 6 datado do 16 de dezembro
proximo find ; coino, por6m, cada urn dos'
membros da commissAo tivesse, antes de
asssignal-o, de estudal-o, em ordem de fan-
damentar suas reserves, a importancias das
quest5cs n'elle ventiladas e a extensao do
trabalho explicam de sobra a demora da
remessa.
Deus guarile a V. Exc. 11m. Exc. Sr.
Dr. Antonio Epaminondas de Barros Cor-
reia, muito digno vice-presidente da pro-
vincia, (assignados) Henrique Augusto Mi-
let. Relator, Luiz Josg da Silva, Fran-
cisco Apolegorio Leal, Antonio Percira Si-
rnocs.

PARECER
Commissao de estudo da viacdo geral da
provincia em 16 de dezembro de 1881
Illm. e Exm. Sr. -Emr data de 3 de
margo do corrente anno, e no intuit de
satisfazer as exigencias constantes do avi-
so circular expedido, no dia 29 de janeiro
antecedent, polo gabinete do Exm. mi-
nistro da Agricultura, Commercio e Obras
Publicas, foi V. Exe. servido encarregar-
nos:
lo. De pro.eder a urn estudo geral, o mais
complete possivel, das principaes estradas
de ferro que convemn construir ou prolongar
n'esta provincial e qne precisam do auxilo
do Estado :
2. De indicar as estradas de rodagem,
que de preferencia convbjam para as esta-
jaes intermediarias ou fimnaes das vias for-
reas id construidas, em construccdo ou pro-
jectadas;
3.0 Do dar parecer sobre a preference
que deve ter a navegaco flovial, tudo comn
-a-; particularidades mencionadas no supraci-
tado aviso cuja copia remctteu-nos.
Os afazeres de cada umn dos membros
nomeados, a falta de occasioos de encontrar-
rem-se, o natural acanhamento que os im-
peoia de tomar a iniciativa de uma con-
vocaa.o, e mais que tudo, as he3stacOes
provenientes da coahecida deffi-ieneia dos
dados extatisticos exitentes, e comupleta fal-
ta de cartas que dera algunma exactidao a
coafiguratco do solo que terlo de percor-
rer as estradas, e as alturas dos pontos por
onde tsr?io de passar, deram lugar a que
decorressem 6 mezes antes quo se instal-
lasso a commission ; e foi tao s6rnente de-
pots de recebido o officio, que V. Exc. foi
servido. dirigir-nos a 8 de agosto proximo
passado, encarecendo o prej uizo quo de-
* via acarretar para a provincia a falta das
informacoes pedidas, quo verificou-se a
nossa primeira reuniito e encotamos o
trabalho que hoje offT^recomos a V. Exe. e
parm cujas informac5es inevitzveis pedimos
desculpa.
I
0 rio S. Francisco, na parte compre-
hendida entree .as caxoeiras de Sobradinho


e de Paulo Affonso, 6 o unico desta provin-
cia que se presta a navegacao fluvial; os
FOLHETIM




PECCA1OS YENNIES


POR


A. do l Glteollrt


TERCEIBA PAIRTE


(Continuacao do n. 88)


0 cidadIo Claudio


0 conego deitou um compassivo olhar a
-Cantelou, e disse tranquillamente :
Quer dizer que tenciona matar-me A
fome ?
Corn a fortune Que mais p6de de-
sejar? Esse genero de more, recebido
corn paciencia, leval-o-ha de certo ao pa-
raizo. Diz-se que o senior tern todas as
virtudes, menos a temperanga: vendo-se
castigado polo seu peccado favorite, abrem-
Be-he as portas do c4o.
Agradeco, porque final a sua cruel-
dade e caritativa.
Ter-lhe-lia agradado mais o potro
4 m que morreu a psesa que estA repre-
sentada por um esquelaeto, a roda corn era-
evf ou... Vamofdecida; sou muito born
xto fundo, e e6quero agradarlhe.
S:r + m + escolher o1 SU
g; faa o que puisr, reo-mo a

-Ormainda beat I' F tito c e-
cendente, cidadWo e dot. coafes-
war franeamente que a alm Soa tao fore co-
fli jao ua~ *^aiona ^oaane


.isiq46 #39. b t s- el tra-
tand o pr~i do e jjarkjo, iiem go
pouo o ai0wo dv 9 ,rd. Janeiro, do nave-
gaito maritima, fiea limitada a nossa tare-
faas communicaoes -terrestres- e corn es-
pecialidade as vias ferreas, que nos paizs
novos s8o ainda mais indisponsaveis quo
as de rodagem e devem ser executadas de.
preferencia.
Ora, ainda quiando o aviso de 29 de ja-
neiro nio encarecesse a conveniencia de
construb.-se as vias de communica*o do bm-
perio segundo um piano previamente adop-
tado, que abranja a rede geral de estradas
deferro, de rodagem e linhas de navegaco
interior em em cada provincial, 6 de primei-
ra intuig.'io, que a conveniencia ou ncon-
veniencia da construcgo ou prolongwmen-
to de vias-ferreas du de rodagem, em I-
quer parte do Imperio, depend essencial-
monte do sun conformidado ou nao confor-
midade corn semolhante piano.
E' certo que tal piano nao existe no pa-
pel; nem existirA tao cede, pois a sun or-
ganisagAo depend de trabalhos geodesicos
e topographicos quo exigem tempo e des-
pezas diante das quaes tern recuado o Go-
verno Imperial; mas os seus tragos prin-
cipaes resultam da configuraglo do solo e
principals disposio5es orgraphicas e hy-
drographicas das diversas regimes de que
comp5e-se o Imperio, combinadas corn a
natureza do terreno e produeglo industrial
a que se presta, corn a collocagao dos di-
versos portos pelos quakes devem verificar-
se a importagio e -a exportagao, corn a dos
centros productores e consumidores e, an-
tes de tudo, corn as exigenciss das com-
rmunicagoes political e administrativas e da
defeza national.
SerA possivel determinar estes tra9gos
principals, serm o auxilio de cartas exactas
e do dados estatisticos completes ? Parece-
nos que sirm, admittindo que as cartas exis-
tentes deem corn alguma aproximaglo o
curse dos principles rios e affluentes e a
collocaggo dos centros mais importantes de
producgio e de consume; pois a configu-
ragiao da costa e a posi~go dos portos
polos quaes effectuam-so as nossas trocas
corn as mais na90es do mundo, constam,
corn sufficient exactidao dos trabalhos hy-
drographicos dos navegantes estrangeiros
e nacionaes, e as explorag5es geologicas
antigas e modernas jA abrangem grancle
parte do territorio nocional. BastarA, para
so poder utilisar estes dados e d'elles de-
duzir o piano geral de viaqto do Imperio,
juntar-lhes alguns factos e principios ge-
rues, uns evidentes a priori, outros filhos
da experiencia, que nio nos parece possam
ser contestados. Eil-os:
1.0 A conservagalodaintegridade do Im-
perioo, e sun defez:, exigem imperiosamen-
te a m:anuteneiSo do faceis e prominptas corn
mzunicac'oes, entire o centre politico e admni-
nistrative da corte, os principles portos e
as capitals das mais proviucias.
2. Exceptuando-se apenas as provin-
cias de Minas e de Goyaz, takes communi-
cagoes verificam-se hoje per meio de nave-
ga9g o maritima e fluvial, sujeita As contin-
geneias de uma guerra estrangeira e a mercer
de um encouragado poderoso, que inutilise
a nossa esquadra, come aeonteceu a do
Peru depois da perda do Huascar.
3. E' de toma a urgencia estabelecer
esta .mesma communicacao rapid e facil,
sen- dependencia de percurso maritime e
por conseguinte per meio de vias-ferreas.
4.: Abstraindo das exigencias political,
administrativas e estrategicas, as vias de
transport terrestres nno sno destinadas uni-
camente a communica(ao dos centros pro-
ductores e consumidores corn os mercados
de exportagito e importagao, e devem esta-
belecer a communica~2to direct das diver-
sas localidades entre si, pela linha de me-
nor pereurso tanto quanto for possivel.
5. Devendo as_ grandes arterias metal-
lions, political e estrategicas, ligar entire si
infame mu-d-ode-ve-n-o dar-moe sineros


agradecimentos se contribuir para a de-
volver direita -no c6o.
EstA fazendo uso de uma linguagem
que desconhego; porque o sarcasm e a
ironia sao as armas do demonic.
Fallemos seriamente, oe vamos direito
ao assumpto. Conhece-me bern ?
Se nao me engano, 6 filho de um
forneccdor da republican, que per trafican-
cias foi condemnado A more e executado
em Paris em 1795.
Exactamonte. Tern admiravel me-
moria e creio que se lembrara do nome do
denunciante, que fez corn quoe meu pai su-
bisse ao patibulo.
Fui eu. N'aquelle tempo era um
zeloso partidario da republican, e um dor
representantes do exercito do norte. Seu
pai, criminoso de concusses de todo o go-
nero, merecia o castigo .quo Ihe foi infligi-
do, o nao p6de. atrai9oar o men dover em
favor de um home publicamente e per
todos acensado. Fiz o quo era do obriga-
9io, a minha relabo escripta; apresentoi
em consciencia a minha informacao, e o
commit de salde public fez o rest. De-
plorei cordealmente depois aquella impla-
cavel severidade, mas nade p6de fazer pa-
ra salvar o culpado : procedi lealmente.
Pois sim. Hoje tome a minha des-
forra: a cada um, come ve, toca n'este
mundo a sua vez.
Ma" depress. Cantelou mudou a *ran-
quillidade em furor, experinentando a pa-
ciencia do conego, e eelamando: "- "
Quer que Ihe diga porque desempe-
nhou em 1793 o papel de apostolo ? rr
Agradar-me-ha dey6ras ouvil-o.
Pois ougsi Em ,1793 achava-se nas
prsos da Coniergeriet uma familiar nobre,
cujo appellido era Belesta. Compunha-se


torio. xtia9ai s p4 on' #p6agad epelo
;.11r t :s f '^ ." ,/: ^il' ::tf l*^* ^ ..1?^11,-: 1'' .^ 3 .. l
6: rO,.0 ese m VOraveis a.' pro
lzaggI*i~ai l a agr-.0o-
ia, slo os torm|B -aQlia vtio, antigos e
mrternos, :qu. W, on valle, dos
nossos rios e e seuPX tipaes a flaente3;:
o o tragado mais favoravel a exaecuRo dass
vias deo, transporto terrestre, no duplo pon-
to de vista das facilidados quo s j dove pro-
p rcionar aos products, (o cuja principal 6
a proximidade), e quasi sempro no das ,49p
pezas do construaio, conserva.cio e explo-
raqg), 6 o que se coaserva em ditos valibs,
acompanhando o curso das aguas; p ,lo qu%,
por via do regra, aos vallesp dos riot m -io
res corresponderlo outras tantas estradis
de p:nimeira oriem o ae crmmaaicaSa;s do
ties estradas entio si estab laeor-so-h.0
polos valles dos prineipawe afflurntei.
,7.o 0 noss littrmal attlantieo, em raz.ao
Ao duplo facto do so acharem n'ello cmn-
cenir dods mais de dous toer9os da pipula-
9'io do Imnperio, (a quo fornoce os elomen-
tos d:i exportago) e de nao serem alli,
pela m6r parte, as becias dos rios separa-
das, senao per linhas de outeiros do pouca
altura, que raras vezes chegam at6 ao mar,
e n'este case offerecem entire si notaveis
depresses, so acha nas mesmas circums-
taucias dos vales dos gran'des rios quanto
a pr)duc9Io e facilidade de exccugao das
vias do transport terrestres.

Partindo d'estas bases, e procurando, a
vista das cartas existentas, quaes devamn
ser os tra9os principles da via9go ferrea
do Imperio, vemoos indicadas pela natureza,
na part do territorio national quo mais de
perto nos toca, per p3rtoncer ao mesmo
system hydrographico e orographico, (a
que se acha ao E. do Cabo de S. Thome,
comprehendida entire o OceanoeAttlantieo e
a bacia do Amazonas) trees estradas do ferro
de primeira ordem : -a do littoral e as dos
values do S. Francisco e do Parnahyba,
todas tires na direcclo approximada do Sul
a Norte, (menos a ultima part da do S.
Francisco), al6m de outras muitas, dirigi-
das em geral-do Nascente para o Poente,
correspondents aos valles dos principles
rios, cujas aguas correm directamente para
o mar sem unirem corn as dos dons supra-
mencionados rios. Todas ellas, exceptuadas
as do S. Francisco e do Parnahyba, corroe-
poadem a necessidades economics ur-
gentes; e alem d'isto, a d) littoral proen-
cherA um tim politico e estrategico da
mniior importancia, o do estabolecer entire
a capital do Imperio o as das provin-iai do
Norte, facil e rap:da communicaggo, iseata
das lamentaveis contingencies de uma
gu rra corn alguma nagito maritimna.
Os nossos recursos financeiros sao limi-
tales; e por era nao so pode tractar d is
estradas do S. Francisco e do Parnahyba,
em cujos valbs, ainda em grande pirt3
despovoados, nao encontraria tdo cede a
locomotiva products quo transportar. Di-
ve-so, poremin, tel-as em vista na.ergAnisa-
nisaglo do piano goral, jAporqUe o deos-
eavolvimento natural da products tor-
nal-as-ha nocessarias n'um future mais ou
enons proximo, jA porque constituirito
unma grande arteria central, cujas ramifi-
cagles, unindo-se As principals dons estra-
das quo segiem do littor.il para o centre,
estabelecerao entire a eorte e as cipitaes e
portos principles das provincias do norte,
unia linha do communiea9o mais central
que a do littoral, e destinada a'preencher-
lhe as lacunas, case alguns pontes d'esta
venham a ser occupados polo inimigo;
polo que, tendon em vista este future des-
tine, 6 mister determinar desde:jA corn
qnaes das estradas que parterm 4o littoral
terA lugar o entroncamento, iibra cons-
truil-as corn a mesma bitola da graade ar-
teria central.
Como se ligara esta granb e arteria eon-


tral a capital do Imperio, e per quaes val-
les secundarios communicara corn os por-
tos e capitals do Espirito Santo, da Bahia,
de Sergipe, Alagoas,, Perna.mbuco, Para-
0 cavalheiro de Belesta, pai da ma-
nina, sahio esta manhi corn sun mulher da
Conciergerie, e anmb's forum deixar cortar
a cabeoa na barreira do Throne. Li filha
foi reservada para outra vez, deride a umn
amigo que tinha entire os amigos do povore.
Este amigo era um .mego muito rico, o que
fazia furor entio polo seu patriotism e pe-
las prodigalidades : o ditr mogo 6 hoje um
soeu humilde. criado, porque se chamava
Cantelou.
Siet, interrompeu corn visivel tedio o
conego.
No anne de 1793 estava a igualdade,
senito em todos os coragoes, polo menos um
todas as boccas, e eu tinha muito boas ro-
la9(es corn um filho do director da Con-
ciorgerie. Por elle soube da prisso da so-
nhora de BelestA; e coo me mu pai tinha
sido caseiro do pai d'aquella, recoardei-me
da belleza e dos encantos da joven capti-
va. Desde entao procurei aradar-lhe ,
visitei-a na sus cell a miido; emproguei
mil maios para commover, o sen coraqAo
offereci-me paracomprara suna evaslo ape-
so de ouro,jajulgavaganha a minha causa,
quando um rapaz, representante do povo,
chamado Claudio, -chegou a Paris, proce-
dente-do exeroito do Norteo e fez unisa vi-
sita aos press da Conciergerie. Aquelle
reproesentantte era o seonhor audio Brionne,
a quemn o demonio leave I
Obrigado I into-irompeu sorridooco-
nego. : ,:,+ r
No dis seguinte vi a prisioneirae ja
nao era a meain; re.ebeu-ma friaoaete
eo corn desdenhowa altivz, muito prop0ia
daa famffias wrixtocaics ; a ilepois
encontr6i-a metso tratavel ainda; passa-


ne com toda'a pr de e a n e a-

ooknie~, clued0.se

-IDm O Q na 00' ir


primeiros kilometros da estrada geral do
icentro; pois alem de osatisfazerem a im-
portante alvo politico e estrategico, takes
estradas encontrarao desde jA transpor-
ts avultados, devidos, polo que toca a
Frimeira, a populagao e produceAb da zoaa
aravessada e da quo icar ao poente da


I.


spnhora de Belesta. _.-tinha fugido, proto-
ida per Claudio, o representante do povo,
qie partio cora ella para Inglaterra.... Ta-
d isto 6 exact, nao 6 verdade ?
Absolutamente exact ; mas n'o vejo
q ie em nada disso eu commettesse algum
crime.
Faga-se tolo, se Iho parece, per mi-
n a part, dovevo continuar ate o fim.
Ouvirei corn muito gosto.
Commetteu contra mim dous crimes,
c da um dos quaes exige tedo o seu san-
go.!
g te !
Nao silo muito exigentes; o sangue
d um octogenario vale pouco.
Nio brinquemos; tenho o genio pou-
c alegre.
Sinto muito ; mas jA so alegrarA,
vito que ostou aqui sem poder illudir o
c mprimento da sua vontade.
Assim 6 e esperei es3e din dema-
si do tempo. 0 senhor excitou todo omen
o o, fazendo guilhotinar meu pai, e arreo-
brtando-moe ma mulher, a quern eu ama-
v tmais que a minha vida e... mais que
as minhas riquezas.
Eu!
Pronunciando este monossyllabo, elevou
a ista par. o ceo, dizendo:
SMen Des... bern ouvil
Serm duvida Ihe agradou a belleza da
miLhaamada; e apresentou-se-lh e corn a
a' cola de libertador ; favorecido pela sun
no re origeM, o flmho do baro de Brionne-
Vi riersdevia derrotar um plebeu, come
e eniquecido por acaso; aostumnado 0os
so labios as mentiras e ao palavriAdo,
4 nlatdio dUs ruas nas ttveuMt, devia
wmente triumphar doe scrpulos dAe

Desg o Respite memoriados
pm o inferno em. os .se.s mor.
tojcow # ast ossnftsi e cord 9 as Ofttl sc-
.-Itil : Z -0i.i.- ^ ..',: -. 1 .11-; -&- c T1 k 4 _Vl-.w. a


I *iBv'isto a estrada de 'forrot do Pe-
dro t terde cehiegar doaitro em breve a
barra do Rio rias Velhas, a mrgam d6 S.
Fra-aieo, .6 do supper que sirva de trjn-
co a eAtr4a- garal do vale do' S. Fran*is-
0 e quao d'este sai, em tsrras da Bahia, o
ram.qu devera lig.l-a corn a do valle do
Parnaamiba,.
Deosta mesma estrada do valle do S.
Francisco, e, d'edta voz em territorio noj-
so, sahirlo os ramaes destinados a ligil-a
coin as d'aquelles valles do CoarA, Rio-
Grando dao Norte e Parahyba, quo form
escolhidos para esse fim, e o mesmo dar-
se-ha corn o ramal dostinado a esta cidade
do Recifi, pois so para a Bahia a oscolha
do tragado 6 doefinitiva, e a via terra do
Joazairo ja esti b.Lstante adiantada, a do-
lib3ra9o tornmada palo Gjverao Imperial
de parar-se em G0ranhuns corn as obra,
do prolongamento da nossa via ferret do
R3cife a Patlmares, da onsanchas a que so
possa reconsiderar o negoeio, decidido a
principio a favor do vallo do Pirangy, e
fazer oatra escolha m-is d3 accord coin
as circumstancias physical e economics
d'esta proviacia.
S3 dermos o nome de estradas geraes a
,stas de que acabamos do tractar, que
constrauidas corn u-n:ua bitola uniform, e ao
mesmo tempo cornmaerciaes, political e es-
trategicas, estabelecerlo prompt commu-
nicaglo terrestre entire a capital do Impe-
rio e as das provajcias do littoral, vemos
que osta provinieia de Pernambuco na1o
comprehendera mnenos de quatro estradas
geraes: lo a do littoral, que unirA o R3-
cife a Parahyba e mais capitals dau pro-
vincias do norte, a Macei6 e mais capi-
taes das provinces do sul; 2' a part da
do S. Francisco (margem esquerda) com-
prehendida entra a caxoeira do Sobradi-
ho e a de Paulo Affonso; 3 o ramal da
mesa estrada, que continuando a seguir
para o norte, no lugar onde as aguas do
Grande Rio buscam decididamente a di
recgio do nascent, servirA do tronco aos
ramaes destinados a encontrar as estradas,
vindas das capitals ou portos mais im-
portantes da Parahyba, Rio-Grando do
Norte e CearA polos valles dos principles
rios d'aquellas provincias; 4- uma estrada
central, que partindo, do Recife, corn di-
rec.lo ao poonte, terA per objective iix-
mediato olgum ponto da do S. Francisco,
ou antes do ramal da mesma estrada para
Snore; e do eA seguirA em procura da
strada garal do vallo do Paraiahyba nas
rtes do Piauhy.
Eminbora ja existam estudos completes da
?arte da estrada do vallo do S. Francisco
oue tonmara emprestado o nosso territorio
3etre B)a-VistUa e Varsea R dinda, e se
tche autorisada a sun construegco, enten-
eu o Governo Imperial, e corn muita
Sazao, que ainda n~io havia chegado a hera
toe dotar aqulloes enrmns serto-s coin a via-
iao metillica. N43 ha, portanto, interesse
dalgum a procurar qual seja, dos affluentes
lo S. Francisco, o que deverA ser esco-
hide para o rammI destinado As provin-
ias ao N. de Parnambuco, nem qual sera
Sponto de partida do mesmno, o quo alias
#epende dos valles que form escolhidos
Iara as estradas geraes das respectivas
provincias.
Da mesma form, nada importa per era,
rnm 6 possivel decidir, si a nossa estrada
oeral do centre segaira pars o Piauhy polo
valle do Pontal ou polos da Jacar6 ou do
(araibas. Basta-nos saber quo algum dia
acs prolongamentos terao de realisar-se, e
nodemos deixar ao future a determinagao
e tudo que diz rospeito a parte da mes
an, estrada central que atravessa os nossos
ertoes, e de cuja construcvao s6 se poderA
uidar, quando muito cede; neo ultimos an-
.os do seculo andante.
0 negocio muda de feig5es, no que se
iefere a estrada do littoral e aos trezontos


O senhor da Brionae olhou serenamente
para Cantelou; mas este, sem fazer case
do terrivel olhar, continIauou:
Para esmagar-me corn os seuons des-
dens, corn o son desproso, denunciou infa-
memento meu pai ao club dos jacobinos e
ao terrivel tribunal. 4in resume, devo-lhe
as duas mais irresistiveis dores que tern
afligido a minha vida; repito e repitil-o-hei
mil vezes: assassinou meu pai e roubou
me o meu idolo.
S Talvez lhe tivesse perdoado o primei-
ro dos dous crimes, se nio fosse o segun-
do; sim, Claudio, serial humane, generoso
para corn o assassino de meu pai; mas sou
implacavel para corn o meu infame rival.
Nao sabe quanto eu amava aquella mu-
Iher! A sun image nem mesmo duran-
te o somno me abandoniava, e a sun recor-
daago occasionav-ame horriveis dolirios; co-
nheci-a creanga, eramo4 quasi da mesma
idadq; era filha do castelhano, cujos ga-
dos eu guardoi, e alguinas vezes brinca-
mos juntos nos dias d4a nossa infancia :
quando ella tinha dezesbis annos, da sua
carruagem transtormava o juizo do quan-
tos a viam, e os mneus i olhos zelosos se-
guiam-n'a corn desesperoaeo.
g E quando eu ia ter curvar-se dian.
to de mm a sua alti~a cabega, no mo-
mento em que ia sahir dos seas orgulhosos
labios uma supplica, ap)4areceu o senhor
par. que desapparcesse a minha esperan-
9a, P''Wra me roubar o taea thesouro!.
D e aque e dia jurei erdel-o e vingar-
me, e,.. par ahio has minhas maos,
das quaes nenhum pode alcan'ara tial-o.
Toas as sinetas do- infrno e* tocando
ja, ainmnciandoia sua ngustiosa agonia,
em quo vai entrar breoemente, e.... j 6
hora da inha vinganga. Agora 6 meu,
Muito '=en 1.
Talveo seja unm tat to confiado o pro-
8sunaf :: esqy que r e&ton \A sua die-
crino abs estamos submettidos, por
;;Q6 oU por, a, powder de Dus.
Guardea& BwaS totices para quepa
as aoeite,; oIde em o a de si... estes
*wft loR muiIto empaso a. os grifo que


buscar os seus amingos, porque no paiz U-
guem o conhoce : s6 trees pessoas o conhe-
cem; esse home que esta sentado na es-
cada, quo precisa ser-me tao field como um
cao, a mullrer que o trouxe deo Miguelgor-
ri, e eu. Qual de n6s teroi piedade dc si ?
Se existe Deus, encjmmende-lhe a sua
alma !
Desgragado! exelamou o conego.
Mas quando imaginou que poderia
roubar-me tudo que amava no mundo serm
ser castigado ? Quando julgou que poderia
atormentar-me cruelmente serm participar
dos meus tormentos? Deus me condom-
ne Nobre senhor, calculou come um de-
monte, fazendo guilhotinar meu pai, con-
fiscar a maior parte dos seus bones, redu-
zie-me quasi A miseria, converteu-me do
prodigy em avarento, do ebom em malvado,
a mudanga do meu character s6 a si Ihe do-
ve; nao 6 culpa minha ser hojo o contra-
rio do que fui. Sem o senhor, seria um
dos ditosos do meu aeculo, franco, iteal ;
teria aspirado per meio das riqueam As
honras; e... gracas ao aenbor, revalvi-
me no lodo, e, millionario como sof, todO
me detestam, me despresam, e vivo eoarn
os farrapos do mendigo.
Amei corn embriaguez, corn pbrmnu,
corn amor puro e casto, e o seobor cotton
pela raiz a flor que embalsaava a maA
mocidade, e condemnnu-me lib.,ti,
as paixoes vergonhosa, e comtudo jIqi -
va que a Providencia, que tanto
nalo o havia de collocar, mais coede on
tarde, debaixo das minhais ism! o me-
nhor... deve-me muito muitissiso I
Assombra-mo que, jnJmado-.a. am
devedor per tlo enormous IomImas, Mga-
diz, tenha esapera.o t aftora procurar a
satisfa o que o e,
Oh! IProcurei-te por tod apb
gritou deo repente fuio o wsriw-
mas quean to havia de ooukoer, d&Ms
tantos atnoef oom o teu diofit e
dreca ? '
So tives e atrado ga ,v 0 !kS,


B


Ala, Trinumph, etc., que so espera a qu. puo ie$ dd 'im
cheg la. da rvia-ferra para voltar-ao que cavel a maior pate do tdoente.,II
foi dartnte a guorra ia Seosao4 $&o salta, de Akuma soro tea
A diraUe d eattada goral do littoral nlo justifica neroU esta ve i B
estA tidicada pelos 4eusa obectivos iumme- to exame, nem esta relabo ie w Gas
diatoas:--Miceid ao sal e Parabyba ao nor- monte esta decisao jdiria. A et"fs
to. Asoci ,do nor segaindo por Olin- provisoria e a deiuitiva correspodwm i
da, Iguarassu o Go)anna terA approxima- urma distince*o de nome antes qu. de
dam3ato 99 kilometer s de extenslo em ter- facto.
ritorio nosso, e a seqgco do sul, que dove- A ordenaSo de 1839 regular sabiamea-
rA passar nas proximnidades de Ipoj*,a, de to o quo tern relaqao corn a clasifica&i
Soriahenem, de Rio Frmoso e de Btrreiros, dos doentes no asylo, os sexes x e sen-
o tomara emprestadc na extensao tambem dos; para cada sexo ha trees quarto, o0os
aproxinada do 10 k lomentros. convalescentes, o dos pacificos e o dos agi-
(Contimna.) tados. 0 quarto de observagio, quoe e
______.____ '___- reclama para os internados provisorios reu-
V AR DA IPS nirA as affecg0es mcntaes ou neryosas "
mais diversas, e viria a ser urea sorte
0 exam do projeeto de lel SO- de pandemonium Sob pretexto do pou-
bre os allenados par ao internado a vista e o coptacto dos
DISCURSO DO DOUTO MESNET NA ACADE- loucos, so os exporia A inconvenientes
MIA DE MEDIdINA DE PARIS. mais graves, A terrores por vczcs fataes.
0 espirito do project, polo menos em Al6m d'isso, admittindo-so que se abando-
parte,I nio 6 born; uer se rebaixar a in- ne esta id6a do quarto do obscrvacAo iso-
cumb3neia do medico, ao qual 6 necessa- lado, ficarA sempro muito facil para o
rio canservar seau prestig'.o em face da so- magistrado examiner o doente supro ;to tal
ciedladoc e do doente. 0 medico, o medi- e de provocar sua sahida. A domora de
co alienista sobretudo cl dove, para exer- urn mez que nao devera` ser excedida 6
c3r bern e dignamente sua tarefa, ser in- bastante para decidir da soltura ou da es-
vestido da confianga social; quanto ao tada deffinitiva?
doente, elle 6 mats qte o protector : nao 6 S6mente os ebrios delirantes sla BUS-
a presa qu i elle dispute a cada hora, ceptiveis de ser curados no intervallo
corn paixgo e dedieavao, A dor e A mor- do prinmeiro mez de demora no asylo. E
to ? $6, o medico 6 capaz de preencher por esta s6 cathegoria 6 que se editaria
estai missao junto do alienado. 0 conhe- uma media geral o mais das vezes illu-
cimnonto e o tratamento da loucura nao sa-o s'ria? O- alcoolicos, domais sao d'aquel-
cousas de simples born senwo ; estas cousas les que tern consciencia da ac9ao bem fa-
correspondem a urna sciencia verdadeira, seja do medico; e nao Z raro vel-os demo-
A uina competencia particular, A uma fe- rar a sahida que se lhes offerece; clles
lieidale de concepgao, e quasi a uma vo- amam o asylo e o deixam satisfeitos por
cagao especial. Todo o mundo, corn o term ahi achado a saude.
born sen8 o nao 6 apto A diagnosticar, A ob- 0 orador nos descobre emfim os mys-
servar, A cuidar da loucura. E' precise trios pretendidos d'estes asylos que ae
a interven9go de um home de scieneia e 0 orador nos descobre eminfimi os preten-
de coragao : nao estorvemos a tarefa deste didos destes asylos que se tern chamado
home. Q as bastilhas modernas Elle nos in-
M. Mesnet entra depois no detalhe das troduz n'estas casas de portas temiveis
innovagoes que o project do lei pSe em que como do inferno, deviam ter eUta ins-
perspectiva. Elle approval a obrigaglo de cripjao :Lasciate ogni speranza voic&l in-
tornar-se mats active a administracao ju- trate!
diciaria, de mode quo: esta acglo nao es- Eis aqui a estatistica levantada sobre o
torve a do medico; louva a creagao do registrod'um asylo. Em umr anno, 43doen-
asylos de Estado para os alienados crimi- tes foram admittidos. Sobre este numero,
nosos, e as precaugoes de que se cerca 30 sahiram antes do fim dos seis primei-
dedede j A a liberdade desta c"thegoria de ros mezes, cinco ahi ficaram durante mail
alienados, etc. do um anno, por um acaso: sobre 55
Elle chega ao art. 15 que cont6m as doentes admittidos 36 sahiram nos eeis pri-
disposigoes que so conhece e sao relatives meiros mezes. E' urma respostaperempto-
A admissao do alienado, a titulo provisorio, ria a legend das portas fechadas.
n'um asylo, a ontrada dos novos admitti- A lei de 1838 multiplicou co u nina
dos n'umin quaito de observagto separado, grande sabedoria os meios, de provocar a
a visit do magistrado, ao exame do inter- sahida do asylb : proclamou e consagrou
nalo, A decisato feita em camera do con- o direito absolute da familiar, do curador e
selho, que pronunciarA, no espago de um n do amigo; nilo pondo A estas facilidades
mez a jlibcrdade ou a reclusao definitive. senaa urna restric9gio, rcalisada no easo
E' evideate que se ensaia transportar a em que o avi.> do medico f6r que a liber-
administragto judiciaria o cuidado de res- dade cria umrnerigo.
ponder a esta question : 1 0 internado 0 orador examine todas as garantias le-
6 on nao 6 alienado ? E' um error gaes tomadas contra a possibilidade da
Mr. Mesnet, corn sou conhecimento pro- sequestrato arbitraria: registros do asy-
fundo do assumpto, e long pratica de lo, relatorios mensaes do medico ao pro-
mais de 32 annos no tratamento e bser- feito, decisoes sem cessar renovadas do pro
va9bo das doenas montacs, poe e4.scena feito, visits dos inspectors da adminis-
o louco quo acaba de entrar no \asjlo ; trago, visit dos magistrados, etc. Para
mostra-e recuperando pouco a pouco seu effectuar urea tal sequestra9io, seria pro
sangue frio depois do tumult e da pertur- ciso um concurs, realmente impossivel de
bagio de urea crise. Seu primeiro movi- cumplicidade, que englobaria a famii i do
mneato, 6 a desconfianca ; elle se separa, internado, o director, o medico e todo o
observa, poe-se na deffensir ; e depois pessoal do estabelhcimento.
procura ao redor de si um confidence ; este Quanto As sahidas a titulo de ensaio por
nao 6 de ordinario o medico ; a seus olhos um mez, Mr. Mesnet 6 de parecer que
o medico 6 o inimigo. Vede o alienado ellas nao dever'o ser applicadas senao em
entao : sun conduct 6 irreprehcncivel: res- casos pouco nuierosos, e durante o pe-
ponde as questoes corn una reserva, e um riodo terminal da doen~a. Antes d'este
tacto que surprendem. Ellc 6 capaz de tempo, elias seriam inuteis ou perigosas.
enganar o observador o mais exercitado. 0 orador conclude repellindo a creac3o
Nada mais de excentricidades e de appa- dos quartos da observa(no como inutil, pe-
rencias de delirio. E comtudo o delirio rigos, contraria a boa ordlem nos estabe-
subsiste, latente, prompto a rebentar 'na lecimentos ; julga rational e sufficiente a
occasiao opportuna. reparticao dos alicnados tao. come a orde-


I


4


I


Nestas circumstancias o magistrado ser na a lei de 1838; sustenta que a aasen-
fatalmente exposto a cobrir coin o seu no- cia de quarto de observa^,Ao nao cmnbara-*
me e sun autorilade as reclamacoes do -arA em nada a verificacho c a observa4ao
alienado que sontindo desto lado um apoio, na autoridade judiciaria; que a lei dc
nao deixarA de explorer corn astucia. 1838 prescreveu garautias legacs as mais
Os mais habois se enganam. E eu mes- efficazes para iumpedir o sequestro arbitra-
mo, accrescenta Mr. Mesnet, acabo de rio; que emfim as sahidas do ensaio nio
observer durante seis semanas urn desgra- tern utilidade senao no curso da convales-
9ado, que eu suppunha star atacado do cenga.
delirio das persegui~os, e que poz em pe- 0 orador foi muito applaudido e viva-
rigo a vida de umdos nossos novos colleges, monte felicitado pelos collegas.


-*I- :.!


. .tY..




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