Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:13766


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Full Text




































DE romwucjmv TOs endow d
".#r,..vwaPRA'lCh ,O. a.S-eitr e in "," -
I. .O.-" Rr.lc
?askbi. e golodices. So Dr.S'm e f VWie.
--r. w. u .. prohesor Solo bO.fSRwii-. "-. '
rim t itgJt ga4 Portaris:
d0 '--W 25 grammas 0 Str. agent dea empanbia bdthtt-
Pr0s 01r 0om1ORs 925 n avegaY o a vapor m sandedqrp oasq" kpf.
ordur e dtoi "165 a e6rto,* r coata do mlmnidato da gttwS"A
IWino de doboi 55 D asoPer t, 9alfebft. A ng&a 4
MKoo de pao 165 e rejaC ep, e F l e *" s adteW na2i mo
Farinba de trigo Affonso de Albuqulerque Belle, 8ibes do 'ip
Asscdear qaetmade 65 v batalxo de mifaataria, os quas vlO atli ire-
Cognac on aguardente 100 D quentar a escola do tiro,, no ooftente anno.
Gemmwfn deovm 4 -Comtnunicou-se ao commandant das ar-
Claras ovos batidas w mas.
AmetWoas Apces 30 grammas 0 Sr. agent da companhia brasileira de
e mais um pouco de dace de laranja ou.cidra, .navegagao a vapor de suas ordens para qua
urn potnco de doce de limo, e um pouco de sejaam traosportadot, por conta do ministerno
angelica, tudo bern picado, e um pouco deo da guerra. no vapor Pard, pars a Babia, o 28
saR. I cadetoe 10 sargento Francisco Jeronymo Lopes
Pica-se a gordurae o miolo de pao, descas- Pereira e sua mulher, D. IdaHna Montenegro
ca-se as passas, e n~itura-se tudo bern mis- Lopes Peieira e o cabo'de esquadra Barnabl
turadb. p uvoes.- Pulvilha-se drpois um, pedago de panno batalhao de intantaria, e pars a o0rte o 1" ca-
bemrn limpo e pOe-se no nieio della o pouding, deote 'omp6o Ayres de Albaquerque Cevaloan-
depois do qua stem-se as pontas do panno, to e o soldado aggregado Manoel dos Santos
tendo o caida Jo de nio comprimir a mass e Lins, todos da companhia de cavallaria desta
detixando a em liberdade para inchar. guarniCio, ficando serm effeito as duaas porta-
Feito isLo, poe-se o b61o assim feito n'uma rias de 7 do corrente, autorisando ditas passa-
fOrma farada como urma escumadeira, e im- gens, qne deixaram de ser effectuadas no va-
merge-se essa fbrma em agua fervendo, ao por Bahia.-Coornmunicou-se ao comrnmndante
fogo, de-modo que o pounding fique coborto das armas.
pela agus. A oocgo'"deve durar 6 horas. 0 Sr. garente da companhia pernamhbu-
0 plum-pouding dove- ser iservido quente, e cana made dar passage A d6, alW a Aracaty,
na oocasiao deavir para a mesa deita-se sobre om lu-ar 4 qua o governor tern direito. ad GUpi-
ell umrncopo do born cognacle toca-so fugo tulino Clemeontino de Mello Cavalcante.
neste. -. EXPEDIEIRTE DO SECRETARIO
Podo-se, entretanto, substituir o cognac Officios:
queiwdo por umr molho composto de uma ou -- A juiz de direito do Ouricury.-O Extm.
duas, gemmas d'ovos, de um pouco de mantei- Sr. presiden.te da provincia mainda communi-
ga e de vinho madeira quonte, tudobem mis- car a V. S. qua, logo quao aqui hegaroen as
turado. tubos con lyinpha vaccinica, requisitados do
Pudim de chocolate.- Poe-se n'umrna terrina ministerio do imperio, sera satisfeilo o pedido
180 grammas de bOa manteiga. e mechre-so constante do seu officio de Z do dezembro
con urma clher de pAo ate qua fique como que assi c flea respondido.
crwme, e depois vai-se addicionandc successi- Ao d- Nazareth.-0 Exm. Sr. president
vamento, e sempre mechendo, 12 gemmas de. da pro-'incia unanda accusar o recebimmJto do
ovos. 125 grammas de assucar, 400 giamimas officio do V.S.. de 8 do eorrent coinmuii-
de choc late em p6, 50 grammas de fecula de oando haver procedido A revisao da list dos
batatas ou de araruta ou matarana. 125 gram- cidadaos qualificados juizes de facto
mas de bolacha esfarinhada, unm p nilha, e por fim as claras bemrn batidas dos Sr. president da prowlilnia manda acusar o
12 ovos. rocebimento do officio de V. S, de 4 do correr.-
Poe-se a mass n'urna fOrma cornmum, bew to, communicando haver, emin 2 deste mez, ea-


uatada de manteiga e polvilhada corn o p6 de
bolhacha, e cozinha-se no banho-mnaria,duran-
teo 1 1/2 l]oras.
Serve-se quente, coberto corn urn pouco de
chocolate feito polo processo ordinario."
Pudim de arroz.-Altm dos processor que
dao os livros de cozinha, ha mais o seguinte
para preparar u pudim de arroz:
Tonia-se 250 gammnnas de arruz pilado, e de-
pois de escaldal-o tres vezes, poe-se n'uma
cassatiola corn agua bastante que o cubra, e
deixa-se cizinhar aLe ficar inchado. Antes,
por6r), do. bern cozinhado, junta-se-lh) 125
granmas do assucar. dissolvido em agua fer-
vendo, e amrn pouco i de casoas de limlro, e .cn.-
tinua-se a cocevo ; e ao termihir esta junta-
se mais um calix de ihumin; depois do que
pbc-se a massa n'uma f6rma de barro ou d,
porcelana, e deixa-so resfriar atW o dia se-
guinle.
Nesse dia eoiboica se a f6rma n'urn prato
para delta tihar o pudim, e orna-se este corn
gel6a de q'alqaer fructo, qorn dces- seccos
ou confeitadus, corn castanhas, etc., etc.
Pudim de castanhas.- Con as.castanhas que
nos venm-dq Europa prepare se um excelleate
pudim pela seguinte fOrina:
Cozinha-se em agua e sal umrn kilo de cas-
tanhas ; e, dep is de descascadas e limpas,
poe-se-as novamente A cozinhar em umrn pouco
de leite e de baunilha. machucando se as cas-
tanhas com urna colder de prate, aL6 que'ellas
fiquemn reduzidas A papa. Neste estado; -tira-
se do fogo. passa-se n'uma peneira, e addicio-
na-se a4 papa urna chicara de leite e 25 gram-
mas de b6a manteiga.
Towa-se depois 150 grammas de b6a many
teiga. qua se bate. cornm urma colher de pao, at6
que fique com a apparencia do crome; addi
ciana-s3-lhe 225grammas de assucar, 2 ovos
inteiros, S gemmas de ov.os, 10 arnmendoas pi-
ladas, c depois a papa de castanhas, misturan-
to-so tudo born jisLurado, e juntando por firn
;s clhiras baUtidas de 8 ovos.
(om, a rnnssa assimn feiLa enche-se urna fOr-
mta, e faz--se coziihar no banho-rnaria daran,
lo 1 1/2 horas. Serve-so quente.
Podv-se substituir as castanhas por batatas,
e entWii o pudimn serid3 batatas, por feijlo
branco e assim se chamaiA o pudisn, Semnpre
lproczdendo polo mesmo modo.
'ode-se cobrir esses pudias con oseguinte
molho: bate-fe urn poue.o de mranLteiga corn
urnsa colder de pdo, junta-so urnma colher de
I.'eula ile baLtata, 4 gem-nas de ovos, urn pouco
tSIfsum'Pno de hmfto raspado, meio litto d- vli
iha ,iadeira e assurcar A vonlade; e pO.-se
ludo n a fogo, biterido sempre corn dous gar-
I'.s, .at que se pruduzu tuna escurna grossa.
(Continua.j


PARTE OFFICIAL


Ao nmesmo.-De ordem do Exm. Sr. pre-
sidente da provincial, transmitto-a V. S., afir
de ser presented A essa assembly, a portaria
de 7 de dezembro, pela qual foram abertos di-
versos credits supplementares A- lei do orga-
mento vigente, de accord con o disposto ni
art. 4 da lei n. 1,261 ae o pedido do thesouro
provincial.
A, inesmo.-De ordem de S. Exe. o Sr.
president da provincial, transmitto a V. S.
afir do serem presents A assemblea, as por-
tarias de 19 de julho, 11 e 27 do setembro de
1877. pelas q aes foram abertos diversos cre-
ditos supplernentares A lei do orqamento do
exercicio de 1876 a 1877. nos terms da ilei n
575 de 5 de abril de 1874 e dos pididos tam-
bern in-lusos por c6pia.
Ao mes-no.--De ordainem do Exm. Sr. pre-
si ento da provincial, transmitto ; V. 8.,.afi"'
de scoremr presents a adsemblffa, as portlai ias
de ?3 de ontubro de 1877, lo de abril, 15 de
rnaio, 19 de junho, 26 do julho e25 de setem-
bro do 1878 pelas quaes foram abertos, em
vista do disposto no art. 4e da klei n.1,261, e
dlas detnonstraCles e pareoeres inclusos, di-
versos credits supplempntares A lei do orga-
inen:o do exerCicio de 1877a 1878.
Ao mesmo.-De ordemi do Exmn. Sr. pre-
sidente da provincia, rdinetto a V. 8, afim de
serein distribticfil pelns senhoies niembros
d.i assemrnbl6a, 4 eximplares nimpressus' do re
Ilttrio do mnesmo Exm Sr., !ajresentado polo
eagenheiro ajudante da repartig&o das obras
publicas em 15 de noVernbro. --
EXPEDIENTE DO DIA 14 Dr JANKIBO DE 1879
Actos
0 presidnte da provincia resolve cbnome-
ler umn mez de licenga, corn -veneimentos na
torina da let, para tratar de su a satde oude
lhe coivier, ao adjunto do arsenpal-de guearra,
Domingos do Rego Barros Spuza Leao.
0 presidents da orovipcit, tend-eam' vis-
La a quaOexp4z a commission central de sQc-
corros er ,,fficio de9.d ..orrenteti resolve
abiur,sohbsua rdipoeflsbOiXbd% 9-% t tmils
do decreto n. 2,884 do49 doi teftreiwro4e4A12,
um creditO de .5S:( poW Oo"a f4.4des iatw'U-
La o decreto q-. 7,045 do iSde aqat'.abr "178
para oebrrer As despe7 eaorn kocc*rfl 0os
indigents victimas.du secca. -RemruettU-se
copia Athesourana de fazenda.
Officles: : -
Ao chfe de policla ianWr p.-Tendo re
sulvido mandeis retir ir a fogL db:eCrpo de pa-
liea estacionaati- nwwelia- o'oidiLes 0on&
09o ha cadeiai, diseosi ps w esMM *.d'e
rem appwovaod os co0 d8 6
Calasac pan, qeirtels t mc. 44
Tegipbo, g <-;$ o :,. : $^ak:eS -i
solicitou oahflWM de,_., a*ins
Gios. no. .0'Th4f:
bra ; deaysuale,'-.
voncidqA -iSli- a |r-
'.rta.Qt i ,a.Ie ni


Ao eugenbeiro ajuidante das obrs publi-
cas.-Declraro a Vne. que, nests data. deferi-
o requerimento em que Joao Baptista Cabral,
arrenataante des obras da ponte sobre o rio
Cariiao, pedia que a prorogaQuo de 4 mezes,
cmncedida em 16tO do lezembro, seja consieraa-
da adilicional parm con,:ilusao das obras suo-
plemonentares autorisadas, levando-se-lhe em
c,,ta o tempo quo as ditas obras nio tiveram
audamento'em virtude dShordemin, desta presi-
dencia.-lgual ao thesouro provincial.
A9juiz de direito do Limoeiro.-Gumpre
que Vino. presto, corft urg.encia. as inform
oaggOes qua exigi par despacoho de 13 de se-
tembro de 1878 a respeito de urnsa representa-
go de rancisco Augustb de Miranda contra
a dmara municipal do Limoeiro.
Ao pro-notor public de Guy.-nna.-Em
resposta so officio do Vino., de 9 do corrente,
concetnenrte A visits mensal qua davia ser fMi-
ta A cadeia dasia aidalie, cabe-me doeIrar-4he
quo a existencia ilii dos vario0osos-:no tons-
tiLue impedimrdente para sar cumprida a pbri
,gacAoniaposta por- leio aoWoWMlot-e p blI-
cos, a cuja oblievncita'foi-lhe l.oQ ins tifa-
metie ,'ecO rocdad .ds pte ciuettuar- dest&*I'e-
sidrtencid, de 30 de etubro; terian4o-se digno
de astranheza quo seja. invcado t6m eal moti-
vo para a omissao daqUle 'doeter, cujI exacto
cunprimento de-Tovo the ec6uameoado, oerto
de que, nesta data, me dirijo ao Dr. 'chafe doe
policia interino, reeorimeneajndo-lbe 'a expe
dira-3 ,Je novas prdens, 6 ciImnpotento atorid-
de policial, n. -aaitidlo do ser regalarmeante fei-
ta a vsitLa mesaltde quo se trata sm embar-
,-) da existentmia do variolosos.-Offiiou-se ao
Dr. ohefe de polidla iuterino.
AO pr6-presideaieda caumra 4e .'omr-ar
iun.- C.o'.ea'rdq de'pariuip4QAgo do Dr.* chdhas
de puticia que x 4-acha etiae.et a epidemiar de.
t ariola, deteMniWea Vmc. qie rescind o con-'
. trato feito corn Joequim de Fwitu lao ft A-
.i-a- a te tra-

.qWoVue. %n 7ftearebao& -
a doa lus linr4*me g 0 me" f, (Ilnia
Sou tratou, afin re que so possa resolve : so-
bie a gratficagio a arbitrar-llp pjr e5es.r-
Viff'. .,* .
SPortaria: '
Daclaro Aernarpf ausi iipaI d RBife
p ;que. .taop. flcsuqe jir lc4Uu.. tozOapa,




- *:-.- '-' wueBsvspe^-o .trS-{
".e. m -. '* i..tw ..
l:,:jO~llli',": .. -A-.


di ak requne'o1ie .cp4$hu ^ tti^r
49.31i, tie, 26, 4we Iat~jpn. i 0 f!.
6 to o' tJEaira
so pdosse dispOr. "
Aoprovedor da Santa Casa de Hisericor-
dia.-lResando da .autorisaglo concelide pelo
ininistorio do iperioerom aviso n. 4,344, de
134do dezernbro.tenho resolvido destinar ao
serving dF hospital Pedro 11, 281 leng6es de
alg-)ia).100'fronhas, 46 toalbas, 100 caniso-
las a o9Cobertares que foram fortecidos polo
esino mininisterio, em 1863 para pholericos, e
se ach im recolhidos ao almoxarifbdo do arse
nal de minarinha. 0 qua coumfunion a V. S.
afirn de qua mande receber aqnelles objectos
do iaspecwor arsenal. -Off-Aiu-seao inspec-
tm do arsenal. ..
.A.)' inspector da thasouraiia dd fazenda.
-Nbs termos. da su.i inform gio, de 26 de'de
steinbru, n. 97C, inaride., S. pagar a teaoenter
da coinpanhisad4 ujvailaria. Antoni.,. dua Sitvt
C'stro. 205800, relatives A gratifloaTo que Ibe
tonplete papra forIraoamdo uma best,'de baga-
gen, par haver percorrid.W 10 leguas eas ntIr-
clhus quo fez ulima!vueaaea;adiligaiCia do Re-
cife A Buf.e e .vierversa,
Ao mesmo --Mande V. S. pagar, nos te.-
ts)s da suait.ifrma ,o. dp 18 do daLzembro, n.
958, a grlitibor'6a aqu lteaaidreito O alolres
do 140 batatb ,o d.4Afanmfari), Inno3eaio Iae
.Saieit'Ai nun viygipraJor-agomide d ma be--
ta dU iag eim &tbaver parcsrri4o 104 leguas
sa viagwatq .t'ioamtuat fez doe. algueiro,
'o* AagrA aar a et capital.
Ao., ,4-elra a U P S.. &pat os doe--
vidos, qlils.. qu; a vistaii, suaL'fr*c~o -de
330 de. f ,o,28 M38, ietevo ,'PJrUmbeUra
!iMu6a donot, ai arlg~iral tlMoadjDulla ded
90 W-it),quaThoeflbeftip6ta poto .olettLod o
Rti) Farinos., por hayer daixado de-iar A m,-
t(iOulat, no prazo legal, os igenUOS J is6a e
Vanstino.
Ao.-a9fio.--DaSfOfdo 9 prqueri-flMtnt
sabre qruo versa a sa. i.formaglo do. 30 die
dezez(orj, sob n. 982, auturiso I S. aman tar
p rgar o ordenado ,do jui de direita avulso.
toaoharel Asltntiu Vradcisap r i- deArauj 3,
relative ao tempo da li b IheoTot con-
'!Waxis, de '4 d.




.-Aojui w do2e di, crie .
[eiA depoixeiO pp2a d astritdo 4d

"aL a-T budo o" lueiio
Ca 10pri -BBOWi~~ff amflB^^ B
g I be -d). >mn" I^f ,< ln.o
aglo setovtotor-ell gz lBretitdas
pDant o dopreaza p sen-ra
to4ad8adacr .bo nod-
posiglo do art. 7a r deNrto.:8.85 o1


das armas:
0 Sr. agent da cbmpanhia brasileira de
irvegaglo a .vapor made transporter A cor-
to, per conta do minilsterio da guerra, no va-
oor Pard. aa soldailo do 15o batalhlio de in-
fanraria, Antonio Lrmrengo de Oliveira, que-
no seu trajecto do CearA ptira a corte, desernm-
barcou aqui por doente.-Communicou-se ao
commandant das armas.

EXPEDIRNtK DO SCLCRETABIO
Offi:ios : .
Ao juiz de direito interino de T.-caratt.
-G Exm. Sr. president da provincia manda
aOcusaF o recebimento do officio (i. V. S de
21 dudezemnbro,commanioanio havefna mes-
ma data encerrado a 2' sessia d, jury Je Flo-
resta.
Ao agent da compenhia bahiana.-De
ordeain deo S. Exc. o Sr. president da provin-
ia.. arcouso o racebimenlto do officii cum que
V. S. communica qoe d0-Vapor Dantas, che-
gado hdjdt d-Bahia o'escals, regressard a 17
Jo correlate, Ais 4 horas datarde.



DESPACHOS 04 PEP[IDKICIA, DO DII 20 Db,
JANIIRO DE 1879
Bbcharel AndrA Cavalcanta de Alququerque,
-Passe portarim. na formal requerida.
Bellarmino dot Santos Bolcba.-Remoelttido
ao Sr. inspector do thesooro provincial, para
attender ao supplicante.
Companhia Great Western of Brasil Rail-
Way iitnited.-'Inforime o Sr. inspector da the-
souraria de fazenda.
Dfimfl inse (Cvalcante Pessoa. -Informe o
Sr. coroner commandaate das aroas.
Francisco da Silva Migueis.-C-tno pede.
Major Jos6 Paulo ds Rego Barreto.-Informe
o Sr. juiz de diroito da coarca do Cabo.
Minel 1avalcante Lins Valcacer -laforme
o 3r. insprtor do tbhesotlrq wrpvinoial.
Maria Carlota deo Carvt1hi:-.-iaforme o Sr.
provedfr da Santa Ga rt icaldia do
R891 "8IWJif'Ii 4 l li
Walvador Barbaboo Bob Va-i nte.-I -
ae Sc. regedor iterrIanu dd gyainaio per-

.. s os &Mra.-Iaforme o Dr.

'~ fi d p''t4-" ".i'te "":': .
f-.':l..dO. Pemnambuco,


C k.


bdidos: o interesse pun
dos officios, porque ha impo6 h
si:a e moral d'um s6 funccuhaiid
pehbar todas as atLribui,(es doe,
.possam appargcer em urna corft
0 SP. ,:atiqias-Desejo'qua'O ,n
lado prove ensa- ipossibilidade, -
0 Sr. Estii de Olit-i-Vda p 4a7
SE' physicdmonte inpossivel, porch
perienaoid nostra que muitas vez',
ciUonarios rso silo skfflcieiiLtes, nAo o
sadpram exrrcer todo os oficios de o-
w4m;qfe'comn isso. o irtterasie plibfiel
rdwa dos pirates, venha a flear prejudid
'O SO",reidfaiquiasit-.N&o aDiado. !"
O-Sr.vitevdo de Oliwira-Sr. preid
voa'.apresentar urria hypothese. 07 K '
de qIlfatia este projeuto, alftm do o, iw'''p
,q .)f4bLtiaig e. 6 investidordo..oaedin.
o-dorphaos. E' sabido queo a. i
|vL qo interior os escrivaes de orphla%
acompanhandlo os respectivos juizes pard f-r
zer'invenlarios, fazem viagem de 3, 4, 5, 8 &
mais leguas, e deonrram-se fora do termo 3,4,. "
8 e mais dies. 4-
0 Sr. Malaqe"p-Conforme a extensao ha
comarca. *
0 Sr. Estevoia de Oliveira-Sim ; conform a&
extenlo da comnarca.
Sr. president, nessa hypotheses, as parts
que tiverem interesser orphanologicos e fica-
rem na s6de da comarca sem que sejam des-,
pachados os seas negOcios, pouco soffrerlo .
tern a favor urma razio igual ao de forp
maior: o juiz e o escrivAo sahiram para O'
exeocicio de seus cargos. Os que forem in-,
Leressados civil ou criminalmente ficam eo-
tretanto prejudicados; porque, na ausencia do'-
escrivao, nAo ha a quem se recorrer part
effectuar, por exemplo, um con.trtto de com-
pra e venda, que dependendo de escriptua.r
dove ser feito immediatamente, que naio seo
pode demrar depois do ajuste. Sabe o nobre
deoutado que, quando se tratando de am con-
trato de compra e venda, nbo pode esate ter
execuglo semr ser complotamenta legalisado.
Ora, estando ausente o juize o esnvrivio. as
parties, de duas urna, ou tern de transprtar-se-
para a comarca visinaba, cujys terawe mais
proximos distamn muitas vezes 14 16 e 18 le-
guas, ou entAo tinhamrn de aguardar a volta do,
escrivao, que se achava em diligencia.. EA
ambos os casos teriam de soffditer grandepr%
JUl30. -
0o Sr. Malaquias 0 argument pro;4P
reais. .-"
0 Sr. Estevio de Oliveira-0 nobre dpeita-
do permitta quo lhe digs: nio seja tacieoalo-
rado na defeza do seu project. N& todos,
como V. Exc., temos desejo do adoptar aqui o
que fo6r melhor, de approvar o project quo
melhor acautele o s intrresses gera.s.
0 nobre Sr. 2 secretarfo ad hoc suggerio
urma iWla, quaea eu acho que tern Ltodo o fun-
dameonto. Supponha-se o caso de ser pre,6to
conferir e concertar un document, qIu
a lei o exija; nslo ha no term senAoi -,
funccionarro encarrega'to de todas
buigoes de justiqg; orn, pars a
sao precisos dous. A part ffca se ,.-
judicada, porque tern ella oe transport ,cOm-
sigo u escrivao da comarca para o termo C-
sinho, afiem de conjunctanmento dous fuuccio-
narios fazerem a conferencia, ou entlo ter&
de ir no termo visinhu bucar o escriv.o; Te-
remios em ambos us casos granite -dispendik
da part.
Ora, estas dilflfculdades demomanitram a im-
possibilidade physical de ser taemMtir' 0a,-
gar por uM s6 funceiunario. W





























I-MS proidente. cads i
geoo da utilidade do pro- de
-i o nobre deputado, cuja I
)un- scotuORn2 a ta
eme a 9


ip-;e dadleouseguio pro
fiflurr'n) tfieu espito.
kM Ltadb .to wgumenta-
nl~rt e -lqwe owproj- CLc
.., p a&'se oppl" a Alei
| 6. .contra os tILeresses das
.. mentei prejudiced is.
.'i oppdj A lei geral, jA -u
..n-ao note seputaio ; ii as
'-flE~apoel rtwmioua;. a mru-
oarioo do justice& para todos. os
qres >u.paraaquaIllta, par; os ja
!t,. novarmenlte creado,. A lei
a|e cam ee qm e a asowabl6a
Cony A&,4tab r
end. 4l 6u aiiJua o derwa,,qua o no-
4eu. E'sssiau qw 1W .daeve in-
' e como a in erpreta pessoa
da. cujo. nomnae j& cieli eUma vex.
'a a.aieth-A autowj4ada qpe
Htl 'oiiil capeteal,.
a-0 segundo arguimata quo
Spou deso A o.sogu at&:
| ua, desJi, qua eosLo sle-


fH ,,i (erts o. dLormimadaal
as. r la. nol bre de-
deaumainvyotario,; esse fmuc-
S.38so qua 6 escriva, de or-
io jouiz para fazer o, ioven-
ozcasiao apparece6 un in divs-
tl romnper uina prescnrpiu
i a u funcciot rio de quem
PergunCu eu ao nobre do-
duus escivAes, na pjode-
atr f6ra do termio e a parts ser
Ida miesmna fdrma? Soria entlo
Shouvemse um esc'ivao especial
*. de Oiiveira -EsLe argument
ov,1 ?
sas. Prova que o argument do
Snao Lewa valor, pjrque p ova
.d OlioUeira dA urnm apart.
jiai 0 nubre depuLtado sabe
S; & part reqier o juiz, o qual
9 prescreveu a letra, p-r isso
lernvAo para interp6r p.roLesLo.
de OlOiveira-Nuo ha tal.
i Pois nao a pate tomna
o facto, prova perante o juiz
estava ausentLe. e isto feilt, il-
prescripc.o de sua leLra.
.. dc Olivei-ra S-i V. Exc. co-
aeito, permnitta oue he diga, nitao
'o argumento pot este modu, por-
do que a prescrip$.i s6 se intLer-
Kmodos especialinente estabeleci-


wr
r-


ta "gqui4qu -Mas parece quea p6do se
",da, provando-se qua nao sc inter
Oi^ Hesto por motive de forga mrnaior. -
btuco de Oiiveira-A lei n.o admil
Jaquias-lufelizmente nos estamo
e-m terreno muilo diverse: o no
^S do joga corn o direito. sciencia a
q lo tenho conhaciment-, senbo auit
.-;-'entretanto parece me qua nit
4UB t'^^ e d lei na1o Lenha salvo as casul d
m ater.
Estevio de Oliveira -Nao o fez.
S. Sr. Malaqutas-Nao 6-possivel que o dei
O d fazer, quando e regra geral. A 6a
o argument do nobie deputado na(
,4 &alece, porq'e, como dissedai pouco se
rleiso que para cada feitffLouvesse un
U-:: B-. Esa 6 que 6 a verdde.
S 'r. Estevlo de Oliveira -- A lei deve aeau
rlw o ,waiar nurnerp de vantagens que fN
ptiiavel.
4r. Malaquias-Em theoria n6s podemos
ir tudo, mas na pratica 6 muito diffde-
S ; pur isso qua apparenLtemente dous
ionarios poderiarm seivir melhor, quandc
ntlrario ;- um born funccionario servird
W.,- t r as parties do que dous funccionarios
tar. Deaodoro Cat-inho-E quindo ease uni-
go fanecionario 6 mAo ?
t% 0 Sr. Malaquiam E' juslamente isso que
wprocara prevenir o proje'to. E' mutto rmais
fail encontrar-se um s6 born empregado re-
munerado duplamnente. do que encontrar dous
bons'smpregados dividindo-se a remunera
40o ; 6 muito mats facil encontrar-se um do
qua dow.
QaaoitoAs outras qunstLbes. nao vi qua o no-
br, 'eputaao trouxesse A discussao um s6
argumpnto novo ; todis qie apresen'ou ja ti-
n"am side aqui produzidos em apartes pelos
nobrem deputados.
ndla das partes nas contaerencias quo
tin do taxer,A-6 u grande arguaenta do usj-

4' U0 de Oliveira No 6 o grande
aSum dpas argumrnentos.
muas-- a qua ja respond.
flW me enthusiasmado. como disse o no-
bre eputado, porque nao posso deixar de fa-
et-o qcando trato do interesse public, e
perqjue apreientei o project, e.qumado fago 6
porque estou convencido da sta utilldade, e
A no& darer sustenLal-o. Nao ha outro mot!-
vo., e mo justamente disse o nobre deputa-
do' sse "e pai pars fMlho. Q iando es-
toaiitdo da vegdade e utilidade de mi
r!,0, eu fagq eiforgos para que ella


i'51W^J'


pofa "ltp lsm wemp ri'Ue1 ii
bpol. S p M arfl 1

diado eam dous distr-tfsUdqpmeatmsgmuzi*i
E' cNetakadQ.
N-. ~ da .. .
I.1411fl1s51o ,4 projactt9 <24-.87 1M
jeiLtaa 4 oonto.-piwro'chim1 sM
o2l u ernpregarrs., puibiecs epawd
a*jabilados. .. ,
Sft EwrbiW Au&Iap4S1. presidi
te, abl veOM. cemeatee o pru0 j w5 L tote
fazel-o depois de ouvi-as eoplicages dosu
L-'es depuivd6s qa. e. asignararn. Osbtm
dieoiWtat autop A W'lo a00, Sr. fPO


0 Sri kd=
0 Sr. Ermirine 7'em. j baas me P"
ceq0a, tfl ofam,'=t-idlalmdutda tatl co
se aeba redftido. -rosenteseti* ieipdM (
quo w 'bmas. qae iazoix velk Ea'Hatn
eOwoqe -meaf9orw d dWbtusLoo nubra
depubaus mmW esdwaJ ftL
Tula -e,. he.p.msMdB d, enis maedidaq
Sva Aaur directaoent direttus adquiurud
im'ti do 4sS6i4 que *o,&a.tmbrig
d'aquelmes qe pre um was waiosA pMwvi
cia. I .
O SO'. Mtdaqiaius...Nio cinhega a egs mis
Lo- adquiridos do que .(alla o nobre dep
Lad" .. .. -. -;
o Sr. E Cauhtgwo-0 project*; repil
vai atacar ifrmtameate s wmeios ,l sabmiot
cia de am classes, da unBa prWte da socfbedad
que-ea, reputu titkeap ioMfeliz.
0 Sr. Malaquias -XI., apoiade,
0 Sr. Rrmirio Coutiaho-Reputo, Sr. press
dente, a partne mns dejventa-rda .Ja secieda,
brasileiFa. (Apoiados e "o apoiqdos).
0 Sr. Maiaqsi--Niguern a obua dp a s
empregado pubiceo. Esta A qut= t qut
La). I
Uin Sr. Deputado-Ndio estou do accbdr
coin o nobte deputado nests partw-
0 Sr. Eemiri, Coatiho Sr. pre.atlo ml
6 preciso empregar grande esfote para e
nmectrmr-be quake a 'Iasse do eapregados. iD
blhos consituma part dos maw fesir, od
sociedads btasileira
0 Sr..ialaqiasw.-Entretanto todoo rund
quer ser empregado public; 6 uma perfei
mania.
0 Cr. Ermirio Coulinho--A necessidade o
ubriga d isLto. Nao sei, Sr president, a raza
porquo os nobres deputados incommodam-s
quando se trata apenas de nm samples pediC
de explicagbes, Esrou dibcutindo de animi
calm, desejo esciareo :r-me, precise justify,;
meu pedido de explicago, e nao vejo motive
para qne se levante aqui essa tempestade.
0 Sr. Praxedes Pilanga-N&o 6 tempestade
sao pequenas vintanias.


0 Sr. Ermnirio Coitinho-Ldmento, Sr. pre
Lt- sidente, quo as empregados publicos. que nil
sAli pensiunislas do Estado, mas que slo ve
s dadeiros credores, fiquem privadlos fie um
- part de sets ordenados, sabre tudo enr uMn
e Apocha qtp eu chamarei calamitosa.
0 E' para mim desagradavel dizel-o; mas
6 verdade antes detudo: o project rererindo-s
aos proessoetes jubilados e aoss eapregado
aposentadas. 6 por demais rigoroso, principal
mente para aquelles, porque ainguemrn pod
n negar, que neo ha empregados to nmal retri
buud.s n'este paiz como as pobres profbssore
Spublicos.
S0 Sr. Malaquias -Desde jA me felicitlo po
vir ini:iar a disi:uss.o o meu nobre amigo
Sr. Dr. Coutinho, a quemn acato e respeito.
0 4r. Ermiria 'ootiaho-Srs., eu entro nes
La discussion cam today i boa fMeade animo deo
Spreveido ; nao tenho interesse ou antes, nWi
defend interesses de qu.em quer que seja
. Felizmnente no sou empregado public. tA
Spor'que me deshonreem pertencera essa clas
se, mnas p ,rque, nA') o sendo, conidero-me um
s pouco s abrigo das necessidades quo oz op
primenm muItas vezes.
0 Sr. lalaquias dA um sparta.
0 S%. Ermirio CoutinhAo-Peop a V. Exc. qu(
tenha pacienzia; nao me desvie da discussion
Svisto com nio nao tenbo a facilidade da palavra
I (Nao apoiados]. ,r nao dispondo de talentos
- oratorios, como o nobre deputado, vejo-me se-
Sriamente embaragado na tribiaia.
SSr. president, 4 facto commum, 6 cousa quo
nhoA precisa set repeLida pars que se conhega.
Todos n6s sabemos que quandua vida en ire-
ce, quando es generous da primeira necessida-
de duplicam as seus pregus. nto augmeutam
por esse fact os respectivus vencimentos dos
emnprLgados A que me refiro.
(Trocimrn-se apartes).
0 Sr. 'ereira de hritto -Ougamos o orador
ainda nao pOde faiar. .
0 ,Sr. Erotrio Coutinho-Srs., eu conhebo a
importancia do prujeco ; assim comcwoonneau
a necessidade de leis 4ue venham melhorar ,
estado de nossas flnangas. conlieQa que deve-
mos fazer economics que jA ha muito tempo de
v-am ter sidolfeitas, mas inftlizrrente 6 semen-
Leag.jra que a trata de ura questao tiao im-
portante, qu, foreg A dizel-o, tern side deo Ion-
ga gdataadbspuesa&a.
(Tro(am-se muitos apaurtes, e o Sr. presi-
dente reclama s attensrn).
0 Sr. E',mirno Ceutinho-Eu nao queria ago-
ra entrar em longos desenvolvimenaRtos a res-
peito do assumpto queo ora nos preode a at-
teng;lo, mas Vv. Excs. l&i-se inoommoaado
taut' corn as ligeiras observagoe que o Io pa*
ra justificar o meu vote. quo me obtigam a
eutrarfraocamenn e na questso.
Pego a V. Exo., Sr. presidete. o obsequio de
mandar-me o proJecq, quea niotenho aqui.
4&! satisfeit,.) Vou.QS-a para m6strar aos
nobies deputadoa 4,nto 6: impefbita a sue
redacVAo "
0 Sr. MaHaq um aparte.
0 Sr. Er.mlbnho i'erdao ; 6 ques-
tao de redact, A i-.4rte import muito -para
o case. na Ae SMmples questo ete name, 6
questao de subs'ancla. LA.]
Sr.,presidente, eu vou gora pedir aos no-
bres deputados exaa s as5 esplicgoe.?
do quie fallen. PrgM l mobres deputy
dos:: ooP0 6 quo |lpd er dea-
cono dd qae trata u.-wa' & ecobm4o
ma oePasieo 11 que IJtIsd resWke6 fa-
voa-48 nomueaqb a mlu -&L"0- 1 oa sed
aaaua1,,,ente? Se A feito uts -leaifro caho;
pensoqueoa pro.6w a. ta dge a.
vtow Cmo as-8ws*png n cbastW-.
Gui. qA ago.-


Of ma do ar uininti a p J 0.1 B


Swdifrldaft?, M 0 c' "rD -4 'V -M(daq UI dt u rqnad
I Or To..=1 1.1Wo FIRp.


as rtpmtWe 'mn^as ~T^gO UJ 's^.,bUtfSW b^ tsg1e 4#M*Ialt^o.
rfqitfh B oi ,u'o-V~. Exfallbu a
eifM mias f.gamol-as soriprivarmos 0 oomme-qfte aesM eu ,M "
1O.i ttab4ful ta, roetr wvgt cemoftt- A qn ternoiL -S ft's rfacd Sawa-aE quoduvida p6 I
bayer BWstiWO ? o ,? tentura o empre
., S$lhofeir B 4b udale,,fo t. kA# go' bafiatE, fior'iufbtete IJ ssM Concidadio
s lttWdftdew..IuWat qmd ptejeotOW em q(vreoi vimr Ceusta dos cofNs publ
?0suu SW ,*e wm a wcs*dfN,, i'f tto satido e de observag(l
oeekl-o t- O abid: 6' am.,boijetI' 1- 1tsfltrte? ,
"S?*1 1i- Ju 'eu Cbi4'd pro]frtb's'e achp ei primeira dis
0,. wvsfl^wiJ9 1cs.te.r coitto, trnret aurt3taentae de sua uLitida le
no 9 &. winm GeS deude pate os e Adebaixu deste d&to de vista qua vou apre
6 espretOfis-ipofles af sabuli- qtffo,'f- Cialt'.
Sto: cmpepa.g fsprit4letne % 'f t a ca ch cP ltenfdo-que 6 um .lver imperioso do legi'
rs- l sw-piures. ptobhwc. .. Ilawtossm vista das citcumstancias afflictiva
0 'r. Bariao deNazareth=Et &*tals, s ym- er, qu seoacham as fln-inCas do nussa pro
1 pItk pae mira .. vincia, fazer tom qua t rdo o cid.idf'contnibi
Is' 0 ,rJ. BmrioCO*tM d-4QaMWste gahk.- um para as despozAS putas.
ALL P~b~qo1 Q*- e' q est..u tomeu 0n Sr. Deodor Gatraflo Todos ja contri
or-- ---,Udo' tUh!i WkidUs .s- buem.
pero que os-nebreA delbRIlMt-'soe. fts iU [Hi' outroS'apartes.)
i moM'0lo-comn itih. P iatendia, como lMft, o Sr. Marlauihs Pagam os impostos de
u- no prirtrpw db-eIed 'dlserano pedir 0"P9u proffslo a qua Lodus sao otrlgados.
expfK So a,J (M fr'e.o frt. Nowl te. 0 Sr. Deodtoro Cataunho (at nrador)-V. Exc
DN poi 6-n obrigarath:me aon'it'are' r eAn*-dis- sabeqaeo empregado provincial aposentado
a, cussao nass longs, ea no enhrootrw re- ou jubi'lad, jid-pagaimpost.o.
1leo medr se mio dar dmple deaenvolvwieaco As 0 Sr. Ferreira da Sil/oa-Esperarei atl que
mib8 aas1W6as: oas menr cellegas permirtam que prosiga.
0 3$. Ifa quiag 6O.a- eores do project ft-prto, Sr president, quae o dever do Ie
si- ,lesejam queoa discuss, sejas long. e.ext^ma. iatidor 6 fazer corn que todos os cidadbo.
ie 0 Sr. Emiriea Coveti.#a-Estimo maulte qi oofrribuamn para as despezas publicas, oucona
pensem, assimn. Ap-zar da mnta eonsuilm- correntco directamentei con o pagamento do
& go que merecem para mina os .illustresu.g, am tribato para o augmento da receita ou in
SnataMrios db prejecto, que'sko urnsma garntedt direotamente, fazend) cessao de pArte do qua
sua utilidade; tolavia em materis deaeor- Ltenha a perceber dos mosmos cofres e assir
dA dem, qu-indto- .* trtr.t Je legisfar, e-, bea ao dtrtnuiindo os encargos pubrcos.
contrario de uminiastre e proveet parlamek- 0 project em dis ussAo conagra eSta ul-
-eL tar, cujai Intelligecia ean- respefto. euju oara tinmaidda, obrigand, os empregados provin-
lter eu venero, que ha poucos dias disse 1* no ciaes jub;lados ou aposentados a fazer oesiac
i- oarlamento qua votava coI b puinistlerlot por de parte dos vencimentos quo actualmente
da conta de sea Msoes; ea, beth apo. eontrarlo, di- peroebein.
go: sd voLt per minha propria peta. Creiu que no o se pode.4 p6r ecm duvida que
do Pando de parts estLe !teiro f neidente, pas. nos temos o direito de fazer c)mn que aos em
La sevei a ucciipar-me da questao em que me em- ftrgadus provinciaes jubilados ou aposentados
penhei. Retire-me aos professorwes publieos. partilbem da sorlt co-nmunm. por quInto serial
is Garrha utimn professor, ,n mais bern aquinhoadJ, urm privilegio odioso isental-os dos sacriffiios
In. o ft3' entraneia, 1:300#M000s seom naoaenga- en,-rmes que faz a partce active da populagao.
ge no. Supponhmmos quo essebhaMm s .seojuba Saeriaa um prrvilegio odioso e imnuor;al, que
to corn Ltodos oq0 uts veneimernto', i sw 6, depois j iitanmente aquelles qua se sustentam A cus
o10 de 25 armios de oMuradb twialho, depois de ta do trabalho e ladigas dos seus concidaiflos
ir ttralterado .sua saClte e ioflumido sua pa- Rcassem isentos.de quaesquer onus e prira.
)s ciencta. w ,C8s.
Un- Sr. Deputado 0 g oqh no estA eila Attendendo a esses motives imperiosos o
e. relaCfto ao trabalho. projects estabeleca a ded'ucgAo de 5 a 2PJ par
Trocam-se Gutros apartes). ento sobre as aposrantdurias. Os seus sig-
. 0 Sr. Pereira de Britto-Ooaamos o eardor. n otarius ent.enJeram quo A proporglo que se
,o '0,*. Ermirio Couinho-... depois de ter elievavam asses vencimentos, maiores eram as
r- -e*gtadt sues foicas em am dos mais altoe exigencias qase se podiam fazer aos pensionis-
a WiOM qtmu 6 dado deseampenbar na sodie- tas da provincia.
da da ps do s'oter encarregado da ed- Parece-me qua s6d por mero gracejo se p6de
caW r da meeldade, esm home-p pedr sun dizer queao projecto -incoastitucioaal, pais
aposentndofisa, e no flm disto b ha de se tirar do tLnw efiito retroacLtiv.
seut mingialo orsnadeo /,? eo poder VozeA --8m du-ids.
os sG l river naess term onde a .vidas2 tlga 0 Sr Ferreira da Silva-Por esse mod... Sr.
s Nesta oioade rartioularmente. cle Dua habi- president, e prevalecendo o argument, tod.
l tacgo muitas vezes seam as 3ondtOe- hygtieni- a lei do nova creaNa. teorn efloito reLtroactivo,
- cas nec-ssarias vida, custa 30J? Tira, con- porque ellase estaboelecem dispouses inei-
s seguinmente. cp6bre profess r mensalmen- rarment novas ou se allteram as que anterior
te 305 dos seus vencimentos. FiRarn 705,1,o- maptlepxitiam.
r poueo mais. Destes 705 deve ella corner, yves.- 0 r Paee Pitga-E' vordad, was s
ir r-se e sustentar decentente note sua failia, 0 fw P-d e Pitanga-E verdde mas sn
0 muitas vezes numerosa. tem aeito-da sud promulgacao em diante.
iTroaam-se qomitos apartes). 0 .Fereir.* do Silva 0 argument d,.
S U Sr. D tdo-Tira pars o JO.. nobre d'putsado que me acaba de dar u apart,
S 0- Sr. Ferprir oa Silva-,.F par o ig o. enam ada prejudice as idaw qu e sustentu. E'
0 Sr. Ermiriio Couatino-Tira para igao. josLa. -oLte depots di stvc uoivertido am lei o
responde-mero d*aqui! Nao sTeiase practme, pruje. de que me occupo, que as vencimen-
J e,,quandoseja paraualguns,. nlo sera pareto to oqueforem percebendo os empregadoapo
Sdoer a. depois. do mesmomod.i que on s u e setatons eajubilados fcarko sujeitosa deduc-
n" d -e. dp~is do esasmodequa n gft de 5 a A 0por seato.
1 deputado p6lefumar o seu cbarutode Havana. d r e _o P ten-.
So mfelizproaessor pe'famar sea elgarro. Sab ,gm S.Dpd-T-mbem fcam sujeitos
hrmens, e como takes nba slo iseartos dede- posTo on vencimootos dos empregados
feit.,s. '" Q j0q estso aposeatadus:?
o Sr. Perefra de Bri0o--iod d orador ; n r a r. r d S duvda n-
*vai mutto bern. ta-Ouamon o r nttun
0 Sr. Brmirio CosNntho-S-; presideot$, vat 0 Sr. pLedea Pittga--0 project portan-
s por 10 asnos quo nests rae'e. eMuitw o, Ia n oa principto do dareoto roemano.
0Sr. Lferreire do SiLu--Sr. providanLe, no
* e verdade mauit dwersa, eu disse: inlelia do project quo offoro-o A coosidera-ola da as-
brasileiro pobre no sou paiz, potque para elle wblwa, nue rog pots prrocipo do
* s6se abrem duas p.rtas:'& ports quo c uzz de bito rrnano me angul ie prin60 pios do
a noexercito e a porta que o9'Mz-tepiarti- ideas nelle coosagradas ostbo o nao de ac-
* coes publicas.^ d<* llecoaraa sa unod &
-~spules.* *- *. cordo corn ssoes prnnoipies; p30*O )0 ta~per-
* 0 Sr. Malaquias-S6 entram Borfia,4rem,1
p eltas nio estbo abertas e esto m as; ta quo astjam, ou tauba
0 OSr. eniro Coutin^o-.OwwS qb z (Trvca!?-se apar^tes).* /
mouitas vesls mariyres.- as rep.rtie.-publi- 0 Sr. Ferreica do Siva-Quando as nobres
car que dao coma premio do arabothoquasi deuado0 ooaciuireB, contnuaiei..
seinre msons (Aeladn ~ (4principios do diroita ramano nolo podarn
sempro miseria I (Apoiados na.~iow s) rcpseiriooino.pd
Passraram-se as tempos ea experiaoia tern atuar n espirito d'quoeles que se rogulam
vinda conK rmar cada vex maleo juiio quo u eo direito moersno, e maito menas anda no.
tindtU' do meu oa a, drAqueltes que se inspirams os principias dS
CGm Um povo oastas coudivOes naso se Jave demnocracia. A aspiraclo da sociedade mo-
sea tIto severe. derna .no 6 a mesa de urea eoisconcia e


NI;,'meus benbores, somos julgados moito 'ado ao ser noial emampOrei0o dosacCordo QO)
iljtamentoe por n6s mesemos. Em gerlet o vapartos qeo actual.- r jui so affrrmou
btIeiro attribue-ae defeits que nbo tern. No partojaeto qu. sopassaiSeaunda discus-
fa-tas que niq possue, eordnfessandoaque 6 iA- q projto.no passa sgnda dcus-
dolente e poudb apA ra o commercio e apars Urw oz-A' taroira.
a indu mtria. 'p1. 'fSl. de od Sr. w#evi z aS A -... ou A terceira.
Un Sr. Deput i osttsde ehagici. Into mostra quo raz.# sapobra Unba para Ai-
0 -r. Eriirio -- Se e crtto, Srt.
0-pro.ine, quae emo-,pal comma S. zzeA qu esperava, aiet m0esm9, do project
pr-eiidente, que OeI M paiz o somm oe, sis6 O ar am sW~ ssUo, qua no- erguiriam valo.
quasi qua exolnsivan este do esttBaI tqiua H- o giinam valo-
qasi q O ias--Po11 r11S .. 11W caimpeOas neate reeino pars defeza dos
08* htu sPoo r eaPflpregalaos publicas, os queridos do povp
0 Sr. Ernirio Coutinho-.. .se a industrial; bpmuileir. e flhos do sestro nacional.
por assirn dizer, cinae Gas a mpscer; Voltadg-ao assqopto. Sr. president, nao
n'essJaq ndi egis,ecbadas as ei.oole -, descobre a jnaisuitWioaaUdade
portas 40o .Cr apen51)S-a do prcjO iao sel como atl elle.o direits
pQrtnsJ'- g^d; I *;.tzer-aquel.- adquindns. Sera por veutura- A irpiui&o so-
serie s g^ B nees- bua os veqciamintos qua ptroebeom) QS oape-
WtBm a- re-g 4dos aposijfnos ou jsbxtadosa violagbo do*
urseas siftut- 3s.f elLtos, adquiridose /
atd a rsehabigab|i 0 Sr. Deodkro Catanho d um aparteo
Maus 4-8. @ Fm'ra "ailva--Naio. quero entrar
--a-s .on3's a ;a^ *oieaeO stt .llfl eoaidades dos meleeia d
aslme s ma nts c* tisr fets 6 j tam eate par evifi ps
r t^r^i (g ft fua doinmtcutiva ea
*wlb W e, -da -procisatmo rod 5all
0 eL p i 4 -. -C 4uBo ppram sobru0a s Oofres peoria-
l q~pnimoso-
.. ,w dsewitd dotow-_ am
q"-o -pi e, tporno eoS4 e on
0-ic.,i 06 CIO O i4 do qd nronaaqI 0oroaot mj rn

o ia .. .- ass"" -. 'op
'4OP
:Mfth!M^ ;!p- l^^ ^ ^ ^ ^
''ttif r^fiilii it'~A ihh~~l 'i~iit .^5iRtA^ i~tB&l -i I'r "-j1"-*^^


AWo do thedouro roovincial.
1 1e4 rMhdea.i PAOvavw* p6&
q fw,44 im pto,= tRI=
~~~~VY vy~ u b 4.w.w
5' f1t ? tm fhyicas W pousiW
3- tt ." siasp.,aaap-o,, auao0944 a
te^a Aobhgaggiade stSQSw
8I guns fizes uem da fame : des
i-. vitalicias equivdlentes a urn cat
e* 8 Opdos doe r6isa coa 4i
Z g.MuneVv. Kxc. ppdemr fa
tar.
o U peramoenoo do% signrauauioi
e- foi, e6a pimeaaH-o isgar. dimiuui
Ds dos cufres publicos ; reprt, r s
Spar Lod"s os eidadjo6t'n&a, (as
o s4meio.ta osm nas causes algtvsI
fIInasate. ~cer embaragos
i,- nento eopantoso e progressive
ismo
I Dentro dos liMites dessas i
aceito se por aciso o project
ganla discussl5o, as ernenda
s Jiiuos collegas so dignein offer,
o 0 SP. Deodoro Catanho
a o sen discurson.
t 0 Sr. Maaquias Sr. pre
,do assigned o project, sable qu
levauLar a8guua opposing, MIas
muilo longer do tneu espirito (
e unsiderado inoonstituciaoual, ba
guano.
Umr Sr,. Deputado Inconst
0 barbaro e dnshumano, nao.
0 Sr. Praxeds Pitanga [so o
e V. Ex". ate eu tenhi' um comp
'0 &,'. Mal.qwias Todos n6s
Sgrrande i eal que peza sobre est
. 6s eostainos em nssa cJnscier
- Is de que ha um cancro qu e 1
Strantias, e qrue d e forma alguma
" perar. apezar do ser um paiz h(
e iiquezas. Esse cancro, Sr. presi
' los nos senLimos, 6o funcctonal
0 Sr. Magarinos E' urnsa ve
0 Sr. Malaquias-Todos n6s s
provincia destr. urnsa grande p
0 rendas...
S 0 Sr. Ferreira da Silva 1
0 Sr. Malafuias para
e empregados publiois, principisti
" cioaarios eacarrtgados da arreoa
s postIs.
S 0 Sr. Pereira de Britte V. E)
S para um aS|aL ?
S 0 Sr. Malaquias-Pi's nao.
e Q S, Pereire de Brito a
* nRo sera umn cancro mais ternrive
0 Se. Malaquias- -'/ejo-me ot
* powder ao apwrte do nobre depu
muito respeito e que muite me nn


rniorapioo u utom r-oe:SO naa1,11 m..ulalmrn nan[I.. laml| nnnnll lin.~ n~la~iuant pnn%./l
sia nao foase, eu nbo me afastaria da mateoi tr a sua demissao.
em questAo respondendo-lhe. E', como disse, umrn mat para st, porque per-
Eu n a cumpfehendo absolatamente quo de a sua indepenlencia. e sO ven a reconhe-
constLantemente n6s estejamos a gnritar contra cer o mral que a si flzeram quando jt estIae ve
a centralisagAo. Em um pai novoa e grand e hos. em uma idade jA avanada, sem poderemn
camo a 06oss 6 mais ou merlos necessario que tentar outros meios Je vida.
a direcgaoseja unil6rmna paa. quo seja regu- .aSim, pois, par esse lado tenho demot-n'a'-
Sar. 0 qua nds ternos noa dutL nao6 ca-a- (o as vantagens do project.
lisagb ; 6 antes coscantragia do poderos. 0 Sr. Praxedw Pitanga-Ainda nao me corn-
ate Sr. Predes Pita. V. Exc. madou venceu quo o project o. np era inconstieu-
apenas da phrase. clonal.
0 Sr.-.Maleaquaias io tal ;'.6 muito dif- 0 Sr. 3Mlaquias -Os nobres deputados tam-
foronIa; o aoquo aa digo iao 6 propa-iments bem atacaram o project sabre 'pretexto do
VMo. 6 deoRtadistas muito, impPortantes. qua era incunstitucional. Disseram : exisLern
Mas ia me doayande da questao. direitos adquiridos; o enr-pregado adquire di-
E isto qua nos sentimos : umn funccionalis- reito s ordenado.
mo iminonso. 9 a nobre depuLado quo cor- Quanto aos empregados em geral este argu-
batou o project tot o primeiro a confessor menlo naprocodo e absolutamentt, porque n6s
que n6s temos um exeicito de empregados aqui podemos todos os dias augmentar ou di-
publicos. que as reparticbes, as sinecuras pa- minuir as seus ordenados.
ra proteger afllhados eram creadas diarna- Quant saos empregdos aposentados ou ju-
0nant a billdos eu perguntrei, por ventura o eaipre-
0 S. Proaxedes. Pitanga Mas V. Exc. tern gad. jubilado ou aposntado, tern tide maior
0ai s do .F r re prgo a r ods dreLoto a se u ordenado- Jo qua um artist ao
o Freira da. iloa- sse proojato 6um prolucto dos seus attefactos?
dos m s. U -.justamen eoqu co Deputado-V. Exc. fag favor de re-
0 Sr lialsqaias-- E' justamente a quo cam ptruagmns
petir u argrumento.
o project nos quizemos fazer. 0 Se. Malaqnias--Por ventura, perguntLo eut
Esse (unccioastisao, pasmido cads dia mass
sabre us coafis pubicos, pado cada dia mas pec apuco o empregado aposentado ou jubilado team tido
sobnre os cores pubcost foi pouco a pouco mait, diteito ao ordenad do sua aposontado.
cancrend pars Q estate lastuesaemquo ri do que umn artist, quasluerquo seja, ao
hoe se.r. aob a provincia..,- um pr,1ueto dos seus artefacto2?
0 St. Daro dea Naareh-E va augmenrnan r. Deputado-Sea duvids.
do eada vet mais. (Trocamrn-se outros apartes).
0 Sr Malaquias ... de soiL te qua as nos- 0 Sr. Malaquias Se as nobres deputadi,
sas rendas jua nAo cbegarn senalo para pagdr discutem desta form, jarnais p.loeremus che-
mpregados, publicos. Para amomtisar as nos- gdr a um axcordo.
sas divides auo temos nem um vintem, nem r Eu entendo quo muito maior valor deve ter
taepuos para fazer benefioio ao povo em favor aquelle qe 6 filho do esfor-o, do engenho ou
Ie que a o no bre de.itado pedia pio. (Apoia- do trabalho do que aquelle qua nao 6.
dos j. (Trocam-se muitos apartes e o ar. presiden-
A renda da provincia, repito, 6 esgotLada ex- te reclama attengio).
clusivamente cornm o pagamento dos emprega- 0 Sr. Maluquias-Por venlura o nobre depu-
dos publicos corm o dos jusos da nossa di- Lad. que 6 medico, tear menos direito ao ho-
vida. norario do seu trabalho do qua o empregado
0 Sr. Cysoeiro Diminuamnos o pessoal. public aposentado ao seu ordenado?
0 Sr. Batdo de Nasaveth-E aqui diz-se que Um %r. Deputado Estilo em igualdade de
a clasae menos favoceeida 6 a dps empregados condigOes.
publicos !... A ,lasse mnaos favorecida 6 a 0 Sr. Malaquias-Pois bern ; se exisLe igual-
los artistLas, qua, quando nba trabalbam, nAu dade Je aiieitto, ainda pur eate lado o project
teeom o quo comer. t4qm Loda a razao de se. e DS podepmnu esata-
0 S -alaquias EDizem os nobres deputs- ietoer. aquillo que aos nobres deputados cha-
dos u diuminua-se o peasal. nmffn imposiCao sem o menur receio; porquan-
0 Sr Ferreira da Siloa Os nobres dopuja- "o nds uutros tambem pagamol-a.
dos obeclaram quo-tamben teem direitos ad- 0 Sr. Pr.axedes Pitanga-V. Exc. esti for-
querdis... ando a concluso.
0 '. MahlJaqai Al 0 g S,. Malaquias-Ou en nbo sei o quo seja
O.&. Deodorv Camanho Por ora aind nbo a lougrica. ou de hbntem oara cd transtornaram.


-Mr"-r 40- o a g o fldo diitrUf -. .l
fPlbW o ae- 0 8r. BarBo de Nmsartwh .O A&-,
* etisu o. tando a V. Exc. "

ifdcaJ s dos be. tde ndrpe flu
^ffla~pg; seja =mg* "Al TO IiMM,~i~ira~L
aL~n rlsoItala :ar ,
is, Lawn, ade- que.exhi9e no paiz 6 0 aeguh"qO ...
-- *WOW'" quer o sea qi tenha *eios d fOtI
A ^a nao, o qoub"^tSu "'w
&aq spi.A 6 utm emprego pablico.o rc, V "
r 2al2,, o. tuna qua e tern ;'se tetnt poufl"' IW"
vexam8eKs "o prego pequoMbt; ; eta torin t II
a lu,) dq* &ir emprego muw r qmqde. t A
SS N dl dade. NAo se pocdra eduaar
PamE 40- NW0 para as ar-es, p'ae ct teamqc'ia
a lamepdos dui ew pral, e "sirlutfIftsu4'
ilments. vai- pregos publicos.
E brmn Wlage de ver no..;rune-.
s do- prIeeto, cos. uama clase desfavorecida di f r as5 SOn gos disseram oas. meus nobres colleges 65 Ai
Oel ,t pear, Er'nirio Doantinho e Co6lho Cabmlw.!v iiH -
ol QpeSar d inell a mais favorecida, a mater ae B .
dEL- iediade,. poderes publicos, quo parama.e* .G
ao J4ew o lvi- aspiraQOes, e certamp-nie quenfte Lb i
da luncciona- ser emnp.egado publ':o, n~o 6 p_q(luflt c
ias uaptahs, sa muio mA. ha
eas w usl 0 Sr. Deordo Cataanho I' o oa no ha
passar A se omitro meio e rida.
que os meis 0 Sr. Valaquias E' uma infelicidade, si,
ecer. debaixo tle urn certo pono de vista, ser-seeaw
(Nio devoiveii pregado pubhca, nislo esLoa de accord eaum
d nte qa & nobres dioputados ; mA nem por isso elove-
siderte,' quar- os deicar que o funccionmatrio esteja isentodle
e ell havlia de today e qualqueritaiwpsai"o;: E' urna infelicida-
estava, ionge, d; rp'tp,t, pa si e :).ira o estodo, para s13
qje ells fosse torque o catacter mais nobre e altivo vyase
rbaro a deshu- habiltuando ao seivilismo, porque. desdep.a
itaio al i;, torna melo d e vida. para ooati yar aiS S*
ituciona sims, prego vai-se o funecionriao gradeflmlua evil-
Lando.
adorj- h It v 0 Sr. Prxedes Pitang--V Ik. jirroga uma
anbeiro. injuria a umna classe muito distaota, eu repil-
s sentimols um lo en noae dplla. I
e paiz ; Itdos 0 Sr. Mala as-Eu nao Injerio a ninguem.
ncia convenci- O Sr. Praetes Pitanga- E' umna isinuioe
he.r6oe as en- injuriosa.
o deixa pros- OSr. Mainquias-Eu nlo Jisse qua o emprw,
ovo e.cheio de g,,do era servil; Jisse qua oterror da demil-
idente, qua to- s'o creava o servilismu. [sta A qua 4 a ver-
lism). dade, e eu estou aqui disposto a fallar a ver-
irdade. dade.
abemos que a 6r. Praxedes Pitan.,a -V. Exc. pdJe fallar
)arte de sus a vordade semrn offender.
K6:00o. 0 Sr. Malaquias-Nao offendo a ningueam.
005. d 0 Sr. Praxedes Pitanqga Offendeu, dizende
pagamento de que os empregados publicos eram servis.
enter dos une-. 0 Sr. Mataquias NAo utisseisto ; V. Exo.
daglo dos im- stA in empiedtando pensamentos que nao
Live: dissu que o terror da demissao c deava 0
xc. da licenva setvilismo. E quem p6de negareste facto par
imi apresentado? Podem negar os nobres
deputados comsultando as suas consiocincias ?
centralis2Cao 0 Sr. Pruxedes Pilanga,- Confieso muitissi-
9 ? ios frunccionarios honrados, probos e activos.
nrigado ares- 0 Sr. MAlaquias -E' una excepgao no nosso
Ltado, a quemn paiz a coi osnossos costumes, eui quo o e0D-
f Oerece : se ;;,- nDiPOz k tiuhli,,n n3/n tm o c.ran~ialiutna onn-


ha lei qua ostabe1094 isso.


se-ime completamnente as ideas.,
Urn Sr. FDeputado 'a o ealor da diMusi-


-*2 -I
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r m-f'*.bMA am


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'is-

P.


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s..auOres dep0iad6 p6de
lr IF _m .defoitdo d quo
f t1f tol-ajecto


* Si


'teotrea capital.
N4a hi dtuvtda que nas podemos ialpr -O
tieo o capital, mnas por isso devemb $lrb ,A
uar-eon, p6r do ilado a ereago de outra qual-
quer imnposieAo, que i o seja -sobre a reada?
urn Sr'. De)iutaLlo-V. Ex e, ria qualedade ,lo
.membro da crnmissfo de oviamente, estA
antecipando consideragbes relativamette .ao
estado financeiro da provineia.
0 '..'. :hlaluias--Assim, poiras, nas cadiga6s
em que nos acham)s, ua rituito de remejia'
os males que nos affligein, A quo nos lembri-
nos d aapreoentar a idMa contida no -project'
preWbtemaente em discussao.
pwief Sr, president, quo tambem
*; eteargados publicos, aquelles que na opi-
ntod s nobres deputadjs ganham o seu ,ii-
heiotro cli suor do seu rosto, concorrain
doe dlguma' orte para minorar o estado pe-
mtoo qe ps acabrunha, apezar, Sr. presi-
e: ...o ~~1^ em. wnvencido do que estles
t- blna ha opiniao ds nobres,
-i tauraros, apeir d Oe eu t ester cos-
";etonlrarlo0, is.d 4, -qee a m6r parLe
d. 6tinailisrr.o Vive do suer emanado das
a ti '"classes da sociedade. Esta 6 qu e 6 a
;, vl =e. n= us senhore ,a# repar:6l g,;pu-
: fiea eWAq amontjadas;. .Eopetadas xfi o"p-
p regados desnecessario, 'que n6 s6'oteih,
V Wow, f^3M #wipos jf^S' -.rjB^iadowe~
<. Gist-. l; red lal .1t" dosr
-6j,. "10 $,- re3, a tea contra
'o di0J ec.i 1on. nV. ....r..'" --- '


1 aawebid ~a! armni~^ ^^ ^~


-.l-eMas, alew d ue nutras sam-'
: "n 's_ pul qd e prqjeeto raeona-a
- 1e beia falta de porporcior.alidade.
$r a weaidonte quoa nao ha nada
p"k 'orciaonral do que 5 pa ra 10, 10 para 15
-':i lB.yNo cahego proporc inoahlu-
"*;";. avkv maais tqUoi do qne estA.
o.. $i 0 quo desejamns S que o empre-
J^i i f-1- S,,O0 prop'rcional J &eu or-
stabelec:emos por exemplo. que
.L<, -- ..tivese1:t1.0 5000 de ordenado pa.
.f .. -4 e 4w esib -eT; que Tvesse de
,:"' .' a 0pagria 0 por ce0Lo e aBion pot
ULt. nra,e send assim, v0 que nlo have-
i-WMiala'tis proportional. To havi, Sr pro
llai.atsomrpre de alguma rfdrrnm. ei 0ou
vIm..rps confessar, falta de properCi.) no
projicto.retivannante p.io pt.)W finaxItM) dJ
-i&e or e ialnimr da series superior rn
eoala=ot no estabelocida.
*as Wso L uma cous.1 tlo diminuta, a:n
tlit lo to pejueno o rpmi-iavel qee nfo
pode constituir motive saerio para soercensu-
radtio o project.
[Ha gmm apart -
-0 Sr. .laL-iquims-Da 1 ir,) brttii, Sr. presi-
dtente'que seanelhante defeito nAlo passontdes
S appercebido aos autores do project: elles ob -
ser: aram begin isso, twes viiatn-se aem difficul-
dadesparaTeanedial-o, a menos quo nbo sp.
creasse para caJa a:nJe.ado t ui inposigilo
particular.
Urn Sr. Deplacdo-Tema limits?
0 Sr. Maltiqi'ts-Y. Exc. olo s5 afflija qu"
a chaegamni 14.
Mas diesaa on)bre l.'pua-iIo que mn* prece
deu latrtb ;:i, fque v.,taria polo project'sti
atmlai'-s'. ssris pi'eltiLmo'iiitst- uma 6poca
de prspertliila. No 'as) dJo prosperidaoe S.
Exc.. tdjr im-s h-ia o s'?.; v a. Ei pnsainio i1:'
modo diverse do nob 3 deputado, detlero e
tieclaro ml(nilo pisitivamneske 14uese properO1S,
foisem oslenempos, neo apresentaria ,eine-
lhante priojecto.
0 -'r. Bario de Nazareth-V. Exc. ostt h10
portfeitissimo accordo co,,nmigo.
0 r, .fliitftqaiAi-D f'it,. so atravessasse-
t ;liS l tiaThp-ij.t is Aupt-.,3perida ?, se s ?S3.s a s'
4 in .):i-aziwoiro nio f.sso deploravel, so ui)
Lav'-sse nCs uTInaa graniJe dividJa a pagar, nao
tieomosrincessida-,J le langar ino Je mneios
qua reclama a sitau(,piai, pi:)',ti, hiveria abun-
dancia Jo reoursos. Mas, Sr. pTesijlento, n, i
casj p-eosente, qnuldo o nosso echt-o finan-
cniro 6 pesiin ', quantl arcarnos c.om umn
g ade.defictit quandlo temos nec-ssiJtad, ab-
soluta e urg.-ne de p.g',r o que devemo,, ,i' -
6 para estrarlh-i.r q e fr'.ia5 psf.>r' ,)s pria
pass'agei '1) p ojueto es-n discussao. po
r6mn prosperps fossein os Lei:pos, seoou.Lr.'r->. -
zse a 6,Jpoa, nos, loago de cra-tism um ifnip.'-
to, Iiuviamos de prop ir a extincgao do tzuitops
quo a provincia nauo poleo supportar e quo !h
c:itiaill urf danino limenso. SO prspi.os-
fos's',n os tempos, Sr. presidenLte, n6s viria-
mog aqui tirar ia $'-ricaltura a imp sicAo du-
exportagb,) qua o iia-.runaa os seus prlduc'.os.,
p'rq>i-into, inu1" sea.tr'es, isLa ifRp4l-t4( 6 urn
aos ue airas ti e-rih eoincor'ritlo e omir nhn.rA a
coneirrer para o nosso atrazo, porque'os nis3-
sos ge'teros nao podem competir' corn os sl-
mitares expostis A.venda no grande'mercado
estrangeiro.
fTrocatn-se apartc..,
0 Sr )ftaltqaias-Nao ine anirno a vir pro-':
potr a extitieo do itnposto 4e quo trato, por-
'qoe vejo que a.rewia da provincial uno ctegIa\
para pagar-se.a divide que a sobreer'regs. E
6 justalninte por isso que devemos prbneurir
outl'a fonte de renda que nio a iinpisigiSY
commnuns e ordinaries par ; obterem-s@ meios
do cutar- das nos3as necessidades;publicas.
Gei'tarnente, Sr. -presi fanto, no. osso pSiz
Ao ha olitra %o ptq nova de renda quake nat
s-jt o capital, rf lua o:tae) de outra impo-
sieaio que n'lo seja imposig-ao sobre o capital.
0 A' #'ra-edes 'Pitanga-Porquoelqojha lem-
t'ri9 it los efv trfitp-al. -, ,,-' .
o ]. ;AA ,.0. t}\i,. 4, pi4 fala
ni.'s nt Pina",Tu .ui.' ^gTllryri~nte. "'+ '".
'Pin Sr. Depidtato -Neth isso esta ,erm dis-
** u.,.'F t "+ *1; -
S'i". Mal',qsplas--O imposto a quo sn refe.te
0 a....re 'ispntad,' neo p6,le servi# pare o cas,'
urn VuesiLo. Pare que elle' -eiLa.lteInar,'eor
nT :Sario qut tenha lugar .tii!,es de judo a
c*feaco do cadastro, irabalho deoaasiadatnente
long, senao inpossivel ao nosso. paie. Or;,
nests condigoes, quando a pro'iincia-nbo ter
din heiro, ser-,iosatiis-ijci, tva.ppellar para lip
imposto a cjue s rd re&.i nbre deputde,
,^ra M *ippto territoal? ,. ,raQj.ja
grade l"npi que &rnna o64r' .1fteow paita
o~gMSlf~fi^t^Ma~l~ao-.tc<(segu4* sena~a
i epaiis de giandes dospesas, de long tempq.
E* o qu deoines nn s n fazor, Sr. president,
'u,= quo nbo- toeos oufla fore de roeetta ta
^i>set aiuell i 4-ada pete c api't&L -K' heapi,
meos 9enh)re., inuitofa';il meesmo ,iier-se :
irnponha-Oe sobro o captti. a diffloaldaie,
tpSF&m, estk'no .iodo porque soe .dt9 lmpor


Bacellat; Pttaog gl, Eieto Freire, 'Galva&, -Gi
tirana, D eodore, udexie dh Burito Cuoaba
iretKito .
E' conseguintemeite reilaii e projectto.
0 Sr. Utalquia q -ta pelaordea] pede- dis-
pensa da comtitssao de organedto.' -VisWt)
achar-.ae ce pedeno debaiord a-a suaeu4dqai
corn as d malria daafwtl;lA .
0 &.. Presidents i q pwA'din 811'poi6e re-
solver o req'ierkmsto'l'rbe1 apeostaia,
was que n*e-'-eoi' duvkida emn oo.MulaTa'
casa. ,
Gunsultadf a -easa, rejeita- por unanimidade
o reqwe rnmto'de Sr: Dr. Mlaqaiai. :-
Fattl'de o e ona bMtseadtant iantad, o Sr.
pesiste ievanta a sesao, designando-pra,
a ordem do dia: cotainuago da anteoedene. e
primeira diecussi rdoi prsjaotos' ns. 43 de
1873,69 de 1876, 51 de tiW7t ) de t48 ; 8se-
gunda dos do nas. 4 de-1l87&e 58 deot1876 : ter-
eira duos de ns. 5 6 doe 1878.

n' 1
--r_.- IV,tu ..! i|llI I. lU L _
Asseiuaba provYJUSii. ^- tqiutc~iuii.-u
hMagmet e u4 7 S-t%.. depaimo* Wb. a presm-
denci do -KIm. Sr. Dr. tLuguato Loae. :
Approvada a acta da sesseo aatecedeate, o
$!. o secretario lout segqinie epedoealte:
Um Wi i doijnsLituto Archwolgiieo ae Gee-
graphicu Pernamnbucano,.ooavidnldo a asseom
PAOa aa3siotir A3com4eiauMsU odod,. 17 ami-'
vtersauw da-#ndcAo do .efoWd.o Institt.o..-
Iiteintdag -
Ursa petigbo de Andr6 AveliAe da Cost ai .
dindo pnvilfio jipa I"e 4 ,servigo .ia co0
.uqnbfastpso dpwqatwmlto edet. o,!poS._ liRra


4rW

promoter paim afl aData ac
.res i ,A .. .*S ..'t


pua L k pu iepr v oooreia =q qaW
tinge, 'chama-as GsaHo
res e ale batpuim csia ta.

dae'do UU J((fq a u N
bida do abastecl.eito ta n..ftatult ciJ
So Mcie, ura propesta -doe dam eak h"tenvei
-tnzulesa e um braslein,, rdlpl-tva 4 umc .t'
q.ue, por em quanta 6l spr 8 eo, per aic
qual pd4e aqu1la et.rex. .aer a o dito ab.-;
lecirnato es- -ondCei 1 ito vantajoea,
mura ursepeza',elat.~uaue iaigmoflcanto,
pots que tiala-se apenas de obrasW! valor 6
150:00.$. "


.


La provir4itj ooknegsmdo'p* u-na .pesoeiata,
que ter*tugsx. -Tno 4 4o, peiss 4 horn.- da
tarde. .
SpfiiepiatGarooa 48aao patlm da '.6.'.iz
ItlaU Andf acXio- ihi..rla i s NI),
pages ru.s : senilu qe proferirA umr disop
or parole da sodOlfhlW Dr. Aprigio Jua-:
Itiar no d4:, Silva- i bLna .. _R._
iXalato .latWl1ltS841t
^14' T 9 iM"I T! -9 ftlTV -v T


...... .

21

4161^ l..l d rdia-n'a rua ,!a
Tjwi-%fl~rio-ri.-4r3^'iBp sitio na eltra-

408s il Peota. 1.0,.e piaa moo-
Io, oQas quaadros, etc.
fmt'Aliivio, its tIi horas, Dad pra-a
-do tfl'J n. 8, da armaAo, generous e
uitnSiios de;mirtna_ .
ane&'& '6 IOU
AttC '.. spi -pepar-qa ,Sefu'ileiro
Polo aogeaw1 w4W^ .6s0f51'rIla M rua 'to
Darto. '4A Viq t M UI. qete e icovois touin;s,
0s, .piat 'b bi tnm balcAo con .4Rostrad.lur
,loom estrado.
Pelo aergen rim.iuo As'11 horae, na.rii doi
Visco eee hntiafiia n. 3, da armagao, geno-
ros.e uIJsilI de Laverna.
P#lto prepeae do qglhtte Pilnto, ,4 horaa da
tarde. na ru.a do BPM Jesus n.'l de Lod's os
uLensiltos de uini rabrica 4e azer dc'la.
Petomesno.; s .te hora e Velit, oat rua do
[mpetador n.'57, de-fazendas e dhapels
Sextaleira deve reahsar-se o seguiate ;
Peo pyanteSepple, ao moeiu dia,.r.) irapiche
Couifpa-obia. lqr;o do Corpo-Santo, te dtO giin-
tos die vlbho. .'
:x'~ssas luat!'res- Secie' ce'ebri ip''
-- Hoje; as ,8 horas, na mrtriz doi Sanlt,
Aoioniop ea as 7 aordan ep, na wpeUa Jou p.)v-._uai
de Apipucos .e na ,natiz do Gamelleira, diff-'&
rentes missni pila almra de D.. EMilia l'u,:ik
Pinto, esposa do Sr. Ffarisco Iguaco Pitt., -
as horns, na matriz a Boa-Vista, pedanlmi4
de D. Maria llita Wandetley.
Amanli: 4s 6 h.ir.s e itneia, aa igre
ja ido Livranieteuii,, pela ahna de D. Preseilla de
Bornenm Cario Ribeiro.
Vaporea. S&o esperados at 30 die ja-


ri PrI 'itb
dM 600*fti d ewdx^91--*4

4015 pi, .U v w vijust&m' r po -C at
Proiq>iadq, Srcepgin% lrwis M

aas, w&h dnmmeB gumnrtmontadc* tabwtsosa. ^tetqnh a
Urn St. ^etado -Maie Io dA-se por cause
rda jastenrnente po as
dw pmmeautaems. .QomLaoaou-eae.u4r or-
dennaedor nuilw uispl ,uas~turiMaam-a Jaibsi-
sos cornm as, pMorentageas.
Dizem .os hobreos leptadob qde o fanctiuna-
lisnmeiinm.far4d Sifitddeer carregado; que
o funccioaiaaimao 6 a part iafeliz da soetedade ;
no *MtrAeL401, S-#ersidoa$e, .CQcoW, -di4sei,
trarflaLM|inicr gados, empregados verdadeiramrnente .i'uteiL
empregados que r!'ntii rtain seivicos reael
ao pmiz. (Apoiados e nao apoiaoos; recla-
macqSes.)
0 Sr. T;rwo de Nazareth Esta 6 q e a
vewdade.
0 gr. MSalquius-.-Attedamn os nobres depu-
Woadt Iraa este tclo. 0 empreglto pubtiea '
ubrigado a trabalbar sinente das 9 da mantai
As 3 datarrh, ao, psso que outro quilquer ci-
d.idAc qiu nao, te .ha a felijeidde 'ie perit_:er
ao funccionalismo, trabalha das 6 da manhb
As 6 da tarde. entando muitas vPzes pela noi-
tL, Trabalha dlas 6 Ais 6, ao passo que o em.
pregadu public Irabaiha das 9 As 3 ctiunforti-
deternina o regulamento, porque muitag v&-
zes elles vAo para a repartiglo 6s 11 horas .jis
manh't o sahem a s i. Esta e que e a vci-
*ta~le.
Assim, pois, o que ha a lastimar-nesta clas
se ? Nto vejo naila digno ile lastima.
Sf umn outro qualqier ci 'adAo pertncerte
a urn outro tamo da vida social adoece. nadp
tn a esperar, se the fdllecem os meios, Ao
pass que o empregado public em identical '
cirunistancias, isto 6, se attoece, tern logo
licenga e por isso nilo flea plivado dos seus
Orde-idos para o acomnpanlhar.durante e per
riodo da rolestia,
(ia um aparte.)
0 Sr. Malaquias -Eu estuu mostrando A car-
sa que os argutmentos produzidos pelo nobre
deputado que procurou trazer para aqui lo pae
thetiop, no tean razao de ser.
0 Sr. Praxedes Pitanqga t sAm aparte. I
0 8'. Mal iqiuias-Se V. Exc. tiver ai' intfeli
tfdi~ le t4e fho.tr inutil-:)irt', te iv'ei. 6 excitl.-I
vamente do -eu trabaiho, senao tiver OtrLios
r',eorrso,. na de flcar neotuzido A iserpi'a. o hli
ever sual'amilia sernm-po. 0 mesmOb acotir
teoe ao artista, ao co nercianme, ao indus-
triol. Es o future que se degsco:;Lina a tod.
aqupl1e, epito, que nio perterreei an Tunacio-
nalismou. 0 medico se tern a inrelicidJ ,i dp
quebrar san pernra nto'-exeeicio de stia ptro-
flsslo, sendo pobte. vai pira case a flea seip
mnes-t dte vira, o estaduo naq toma conta d lie.
E autmtecurda oinesmo por ventura aos empre-
gatios publics? CUrlainunte que n.o.
Ora, Sr. president, coma dizem os nobres
Jeputados, noW se p6i.1 exigir do empr'pgadu
public uiia pepueaa co, tribtiiao -ern favor
do estado, cerlo querein que o eslaJe o amn-
pale durante ltola a saa vida, jA quanddtra-
balha, j a ro caE.o corirrio ?
Eu, Sr. prepldeilte, rda quertis'i' inais Ion-
-ge ; qutro mesmo'acei tar enm part e' a doutTi-
na exposta 'pete nobre +deputtado; ahtes, po+
trm, ,de terianiar, quero ainda dreer'duas pal-ai-
was. / "
Sr. presldente, ninguem ha que no conhe-
0 vs eseanihrs qine tern havido sobre as
aposentaJorias. Muitas-vez6s 6 ella pro6ecto-
ri do llhotiHmfo. Mu*tasi vezes O-eipregad
apisootaJlo procura ir.exei'eer umn-otttro eoair
iprego, pruva evidenl.e de que -qutiado -se opo-
sentou afo estava inutilisado. O'empwegadi
Orooura alposaenta-pe, e no entretartito''Wvi
buscar urn outro moic de vidae sobrecarra-gdkai-
do per este roodo os cotni ,do paiz.
Sr. .prosdettte,'ser empregailu public nhste
ppiC'eaunj ,mlMia .onto dtsie em ,pritciplo ; o
deteito, poi6m. est& nos nossoe nbstnmes e e
preciso siaealoo. I .. ;, ,. ., ; ;
Fditas esias considerages, entsitiol quo alo
ha nada. maiS j.u~o. ,i'mda,.mais equilatlvo, ina.
,lta'niflisttmrmn,), ruia.'ei s'jausiceiro, do que
,&.iippod~igo sobse os-etnpregudusaelivos, os
apoSeuttado; ejubilados. ,- 1 .- .*;, ;
.i tl~batloonullUtito.;*..+; ': i *! '.*i+"
* hlNoioaan9d -irnbi9qudfn-pedilae e 'paiwvra,
oe do pOr-se o project eda"votavo, ouSr.
0Oodemaieq'uer qf jal4.je _"iuiRU .r "
Casoltada caeh, prodnucia'-el a Avdfrkal
voiangl nominal.. 0 ,' .--: .. .. .,- t.i -
Faz-an a ohamada e votam : a Canrt dspftb-
jeoto, os Srs. Malaquias, Magarinos, .Beltr&o,
Antonio Gavios, CGysneire, Antodia Justiilo,
Pontual e Olodoakdo; e co ;a, os -Sts. L.irC
Ctsario. Pwaloft.Oltveira, .Pereirt de Bruiti,.


do sul


hoje


de New-York hoje
da Europa .... 6 T"
da EWuropa atA 25
da Europa at6 26
do sll ate 627
dc, orte at6 28
do sul alA 29


- Ja_ praposLa qsaqiinana. os proponents
obaigam-se a jwvar.qe pode a -aproveitler urn
mmancial abundaltiaimnio de eucelleotol ago,
situado na cidade do iecife, o quie, indepen-
tdentinente de moJos mechanicos, pode dis-
-tribuir agua na altura dlSia't5 meiro ; obri-
gauido-se tatobem a deibnftrar que te al a
abundancia .d J manaaniat, que p6le elle forne-
cer a agua precise n'os6 para todes os gastos
ordunarios da p'pulaCsAo, mias tambem pare os
misteres da coninpaittia Reeife Dr'aiuuj.,.
Aites de pravaremn paaticabilidade da idaW
e oased valor conuo'nico, os.proponentes nids
queie ain da Couxpanhia do Bbheribe ; nas, aima
vez conveiaiJa esla dtis vantageas da 1dW,
exigem elles eertos beneficios, que, como 6
natural, lhes aoe podem ser negadol.
Comae da aceitag& da proposal, nos termos
em quo nol-a referem,' nenhuwu prejuizi ru-
suIta noi pare a Gompanhia, ireo-para o pu-
blico, 6 de-esperar que sea lla eeiLta,'tabUto
mais quanto, em ourto pmzo, deve ser p sia
eip prova a i,:6a, qJueE:epetimos, por ora A se-
grulo 'los pr.opmentes. '
Passamnento-No engen'o Gaipi4, fregue-
zia d lpojuca. vietmna de padecimernLos ati-
gos, flteou, a0 din .18 do cariente, na iave
ga la idade de 71) o tontos ansos, a Lxim. S
I). aria Roza da Cainaraa, spsa d corol
hjos6 Felix da ,Cnaara l'iae al:. aba,%8tau agrl-
cultord'aqueoe nmuniciti6
A finada re,'ornruenitdva-beopelas suas optii-
inas qu iliJades, pois, geralmenite eslitn ida
era o iJulo da familiil, A guem -eixou os rajais
cdifln' aites exemplos das virtui.s chria.s.
Celtbrar a no siptin[;a do So.afUl.imen.
tojIna a epltAlo miyteid.ng, ilal $fir mIts-
sa pelo seueterno repuuso.. L I. ; I
Nossas hncdolenciias a sua imcargolavel fa-
mille. -
Propagadora 4i lastruct o pubtica
-AmanA? d hora e nd lugar do costume,
deve raunir so o o.),-.eibu superior doatr, so-
'- -'aide, ,u4ii de '1iat1ar dJ passtapt.p4 isupor-
L-jiioes. -
Poego da Pauajlla-A'hiaeTs aberLa a ma-
iricula das iseis ec.cqlas aaraidoaa pela socioda-
de Propagadora do:\J?.,ga,.da,Paatlla.
Espiril.fa*atQo-.IsLe Ivapor, da oorrpa.
nhtm Blrasileira, eixon de. sahir do pQrio de
Macei6 para o.ouso, pa :.I reIo : de 420 do cor-
%roite, per 00o ter podido dosorinbxa,lCr IA1 a,
cargp que truxe;para raes.porte.- .
Tendosabilo,hoioa 4 tLard,! dove hoje aquj
amnrnheoer. : .. -
Caisnttrp-ualchpsl do Reale-Fm ses-
-io.4oeihbotplQ,ee sob, prpostiasL doe v.-'ris de
s, fwgbros, a .v.aaa..a aAnioipal -d. Recif,
resolved, suolicitae .ia assembl6a lwislaUva pro
vincial a rvugaclio d4alei ni% 3. do$e 8 de maio
dle -18i3. que estbele',-eu a ubrigagjo te se
consorvarem fechados aos daminlogoj .. dias:
santifl'!ados os esiabelecignetaop.dec4qmqrcio
e industrial. ,.
Servo do 4apeAroposta.o aper.' aqieUp el* i
contrali A.libprdlde de&eNnfpascioueWiustustria.
girantidas pelao coilqtagg3p4jolitict, aSe.r ca-
liidp..m w.sitog..- sosiclo prpbitiliva da
mt esma lei. i"n a ; -. ; :; -
Gabinte :Prttuguez de Leitura -0
monmentb desta- tifltistena\Ina demana find.
.= --.,int ;--Shra-,m pra leitura dos So-
e(A,'i il liilldi^l,, libil obra
*e.'Ueog~LiaM-bdetiitotsJida blupuphia, it
pile ,v"gtens, "cdloi e ciSaiastat 'inesi, de phi-i
io0ptma, -3 .taulIaraturA,-t doauisas, 9 de
popieas,- 2 de :ttaiaoal.0!',omaa0alikM- .. *.
- ..nllaran n -meiBmo penodo. i4W bbrns-enm
,l15iYq4meslBeq i los eo 2 obiai deiglbituui, aide
.blographiat, .dt,"igo pbhi, 8,de olsoegen !I
:deo pbilaph4.<. deJikmrftwerdaol;pan
2 de tearp.e .-9 A romanes.,... ,
Foram aoertadas as seguintsb :
.. J 'IPo:r. S. IL P. Moae sstinheiro: -: le-
mentos de ggtiraia mui veal,* Lgerd do Bra-
sil e especi14tlleiiftninabuco. I volume.
Pelo-* fiD E)DotA licolAo Tolentino de C e-

a a bi pro1vin-
cial do UsUA~Ltf Uabf I delurne.
-......a...-.. arbt& Vlinna : a Le maanchon
a LeaT oietmo sp=vanle! pernolier, 1 vo-
!ume. :"n p"
.Prequenointrai atbohbeda 135 .oclos.
Passelattn'^o. illtta'das ocitias da ectr,-
te, das quaes'Consta qub o.aEtP. Sr.ODr. JosA
Maneano Careoi6 .la ounha aprsenari a a s-
.s4mbi oaanofa am quo a
socledo*e 8 Pin fflwtwto Exercito
reclarttd bdldkpritohleki iljftlkssas fei-
las aos volpntairips da .patn;f ao decreto n.
t',37!, pi'o1nrido' aquelle Udppulado pot essay
oc tasola- umnu'Iaerso de'o apeio as .te'e.-taap
;1!6etluag ,e i reunbio-sea *8setablha. genal
a; dilwseiedwido qo 4tq 70 Oflj.arreate e de-
l borplN..1 Iad0lti p8traeg8ls. liliess de apre-
'Co aot"servkyo 'prsstades p tltOil) deirtadu.
A at sse itos voluqtwrios r~fmpt imlwlente ia as'-


Dr., Lobi Moscoxo rua do Visconile
IE Albdigtieiuei. 39. Chamados por
carte et qjUe fI.lare'A rua, o-nume
p da .cas, e;jgnsautura. Coasultas
tios dias uteis l. D.as 1i2 da imanah
Especiauade. sOperatioes, partos, moo-
lestias de tenhbras e de meninos. Os
chaqa4p9 ue04egrej d ppoisde meio
DA :$WSW Ou a Menan cih-

nict ~dosen4beraFs
4 parto. --ra do Rosa-
io esq X.24-to an-
ar. a.41.
Dr.ea tie Ger-


.b e.....a.....b-.
(Aftn do adaft: .afr ^^ t
-Re f L hr &f 4etu a"d ei-ne
trica e tmeo eIpo to dtflrridhta latea-
4a&de Nete, param Pm aft de eto,
r.. t foe w lvpudo as.4 de ',oita
4 E&aropa di cemeshas
sa plannacia 4e .Ar. SabMo. i *u deo
Baito Ha Viotoi.a ,-sr 4A t1t 0 uiams
as I d la, wMnha e dw' as 7 d4;,de.
*ipeoia|itadu-.mvcuiestin 'daas aeuhorap i
Scriwe.as. 4iauwadar aiqualquer rIm;
ratis auosiptbros, reside.i u.a u8 IH smn
iua, u. 18.
Pli' mune.it t Mioneepathioa
,.P&rmai LlHomempathica do D,.
Sabino, n. 43, rua do Barilo ,la Victu (altiga Nu\'aj. .Howeupallie purn
Medica,,e:is inag lezes, .frauceazes. a,, e-
ricases, ;hA, chocolate, carteiras, li-
vos, ete TudTs os yidros, tubos, ci.r-
teirds de mnedicatneutus, ec., que naio
4evarem o refato dio tiallecido do Dr. Sa-
6i;s1, tIiu :i:'Ij 'alidos d" iiu.sla phluI=rma-
csi. Ilnutliseju coiiipleLi:neiite oi retra-
Ato quaa tivorein dte mde umrteiiclier uot
vi4.ros. ,
Eucadlernaagio
Grande e bernm monlada officina(de
tejcaderial9.o, pa':tai;Ao.e fabric de li
vros para o commercio, repartigoPk. pU-
,blicas. Miranda Junior, rua Duque
dle Caxias n. 37.
Gunhliorrea e 11Ores hrancas
Fora a copah/a I Fora as injecrts!
Curam laci.e .promta das gonboreas
e flOres hraucas.p.ela intura de Costus.
ps. Unico debosito--Pharmacia H meo
pithicai do Dr. S;ahino-, ra: do Rarmo
Ida Viottria n. 43.
Rhenmau-snio
Cf iElixir e Linimento lo Dr. Goustantin.
Uaiico tleposi-to na Botica Franceza ije
. a. r.as,. 22. rua 4a Crauz.
PrsPervativo da-erysipela
Tintura de Qailaud, sp. Poderoso ine
.licamenlo.para comkin r'ri ta, erysipel;t e
evitar o seu, reappal'eciaento. preco :
2-00Q .cxda vidro. Unico deposito-
Pnriarmacia Hliemeopathica do Dr. Sabi-
no, 3J-'Ra do -Barao .da Vietoria-43.
Sunstrupo public
,Lqz ,4e, Paulo, riua dq Ba rac
I, O.. 8orja, 's. 26 e28, direcl.or' ba-
'.haret iBenviI, &1 o6urgel do'Amna'al.
Liutaria Francaza, rua Primneiro de
Mareo, 9p.0pleto sorirneonto de liuros
,dJedci1900, medicau4 tiiteratura, scien
ias-artes,pcesia ea. Lndos Q s idiuitas.
I'fiamentos iopertaiqntis para as cona-
4ra: am por0Eo, Livros e, lraujco, pa-
peis d4 todg. as, qu,'idades. Agercia
tioe a&-lffl4luras, ;4 jornaes. PREQOS
MODE RADStfMOS.
..Fazendas, e. modas
Francisto Gurgel do Amnaral, em seu
ostabelecimento de fazenidas' e' modas,
,tenorninado Armazem do Louvre, re-
cebe mensaldnente das grades fabri-
chs 1W K-i 7;?i (6 4ft + artigr;, A'i u 1 -
tin inoda e *pdr isso" est'a, ert "con-
uli0e de d bfrecer riios. ',r es
.,,vtioreq Yvaotagels .do quoe .outto .quat,
jltier. RuW .Priren-ro de +Marti i1. 2.i A,
de Francisco Gurgeldo AyataT.''
Antonio Correia de Vasconcello'., rua
.irdfi .M" +i M rlh p. +,





.AltoifioN 131"1 I ir 1? ; lt

ArraQL F ~tY'fl' i Pereira 6


G, iMmw.WBmrj wtlittofth(n. 13,
resolveram fazer gmnde redhcogo Moo
pregos, em lougas, vidrel, poeltunilas,
wyet$We: &el0tr6.-plate paraueo/ do-
Urds ~ eji ';*** "I '!'* *
,-i: i i .Mu mide 4iins .,.
&tilkttnss-JMfMp&is C., cwi-
vitrm~atp eiiadtweide pedrs.preclo-
sas a viitarem seu estabelecimeto a
rua do CabugAi n,4, onde encontrario
uma'grand#p .1A4iima collecCAo de
brilhantes. so81Is'1atodosos tamanihus,
aopar da :modifciadenos prer u"e sin '
seridade dwidc *m.-I t
a.tnsmlia
Archiarmazem do Campos 28 rua
4o 'FrotW -flde'It*-oondehsaao ;sub*-
rior, pr0snhlbs at6 ra 1ambres, linguas
a'iiinbradas (em lataqs), fiambties qm la-
tas, chA fil&o, doces, licores. acipipes e,
grande variedade de vivhos finos e de
pastes. '
t Plrmvkia e drogaria
Fetre'it'M-a fr C., rua Duiva di
nitas n. 57. .
'Oleo park lamparinas
A luz mais hJgieniwa e economic: ven-
de-se -deste ol--b ,rm garrafas vOs prin-
cipaeR armazeg; -de molhados e -em
irdso; na fabriqW.* rua da Aurora 2.
161: a tratarA',iDuqie-Caxias.
.18 .. ,'F. ,,'" :* > "

FBkrica ^^U01PM49< Cakttii~n. 14;
dF Miliao Cabgn. 1;
-"/,;,P.,.i4 -- para..atior commu-
nidade do ilreguoews quo .tr-usi
4 s M1 I"r ea 4o&SFra.cifoo, abrio
ima "cali ott.Lpe ia Rbfia, -i riA, e.
41 MKP$PPI Thas1M. 1<4. Q n.onGOtmdaa
,vr4-,,AI' .,wmnahL o.rtimunu do;
QUO ha amallatb wif cigarmos, *afp 198,


, 1'i '
,, ."..*I; I '- : .. ;'s ,( -


.A tul-tre. dp u


((ne fdas tiol'FtU.t
0 po~vu sohierbo, TO,".trl^
,0 n1, l'to, o hor6q, o dOliLel, L
KMotraalSes er Blierr ,'qtr ltim
do qiiml, IeprestfLd.i u liurs a
-.-ra..Aem. oivismo, em q ila
nere'ee Jc livres s er benrr

Av.inte! ProseuC'ue i
qfe nega, cncul-a,', ai
si tu 6s do pcvm. o paow
,ime sabe se firtme corner.
E' nobre. t' grandJe, elle s.
bI)emn sabe is CiteiIuts fiazer
re-oze corn lrva,. i6'ro, ;:i
cin quem seus iireilnsa,
Eta! Prosegue i Daespr
que algum-a-Usp aic- te-to
Adlveros tin umobres sio gew|
(jut! niao qurem iireito :-i.
Illuslie caininhi. Lu 1A
aliir, 1i ,IvlIKII'es lens nIla
iumi aina o-ser livre-r
6u puvo ein di.hrio de
0 p-vo queen fnz As uiis'
qLU ast.aiflta-ste em ithro
Loucura dos hoinems 1 .
Qiern livre nasceu, na', bu
E Iu, luclaJor, que 6s flill
trabdilba corn elle. ani.
Uin dia viriA quo um grn
tiansforme este NorLe emt
Allia-Le aos hmnens corn oa
coin ouLri-Lui.--;poielo 4o0
Eximnio. distLincto Desp'e:.
a') ouro rio dobrase, e
Cesario Luiz Sio .Q)
de urm hornen, somnente
Terror dos perjures e dos
d,, tredos, covardes qu*..qt
Avani" Coraaem! qctj
a inassLi liberrmin que nao
R-beiio Iiau Santut, t pta
s6 qiier -liberihide-n'i t
S. Ciielan i li .iposa, I


itfo |
40,


A' sentida morte
D. Emilia Fio ,
.d'ns tLesein ,e Dieu,ts
Affranchii poiur jama's 'IJ
Vas l-tu jouir enihn do tes drIn

Fazem hoje ,oee ding I
V lica ,a Evna. Sri. 1)
into. -digna cmsortle do I
Ignacio Pinto, subio A ino
tos, wide dove Vr receboW Ae
Deus a recuinpensa pronre.r & '.ljds
escolhido-.
A illustre finada era dotadffIdfWAs
;is virtudes. que fi)zem eal i o
da rriher, que sabe corn- E a
sfla'eijirne missao. 1-*1Ii
Filhba piedosa e. obedient, "
-rifn osa e desvelada e e4pasa r
'srernreoida, proaurou seite'.1 r
Iddos os 4deveees q'na- the r a BMte-
~ietstes. ,- .. '; t 'i
rudaitural d-.ssta prorvmitmta^giS!gl-
te de unia famiiahd-1r'dac.d-i tMr
chefe o fallocido eecriAvb 40o l u
de hypothecas desta cidad0,c. o
'Fiock ,Rormnao, kmsceu'-nu 'a'l de
1845, e-nrio Ade '186- q)uahd4r'g
cohtav'a 18anno,. espopuu o.di v --
tvilheiro e;honrad-;)'ktoeirwv'Br,'W -
Cisco IgnacI6 Pinto: .- "'' :"'
Dudrantl jufftae annbskd itbi '
^ese ~e cp6o~srgio, e 8faat^~s'~
4teiges &e 9e s$Ip WIIO
e qutro fitdas. ab "to1- 'AiIthBs
mepores, que ficem vifl e aop "anes
,. ".ila tanto dolatrava!' i "
'Comb eoposa, com0 o A i sa entre-
ma affiotig fol de ihtlhid'd -.de'"8e
dicag9o ainda a'nuPe._'
timentos e quaiiadtih ti fin-
gpiam- Pnra oem- .tQg i4:, era
de'urta bondadeqte qupotAh'i spei-
to aestima. '


wias da 'Bahia at6 31
Loteria do Rio-Per telegrarnmi recebi-
do hontein sabe-se que a 1-iteria n: 20. eam be-
neflcio do Hospicio d 'PedrtVI,.corre hoje, 22
do co'rre-A-e
prolintca -A'Arahh.. '23 ,ie
corrette, se extrahird a loteria n. 288,., em
benefhio das ob as da nova igreqa de Nossa
Senhroa a-Penha.
Os #.ttese, meios e. (uartos, aehanm-se
'veu&(-nib thesr Ueria lgas loterias'eina 16ja de
calvadus do Sr. otto, A ptaga da Independen--
cia hs: 37 .e ".9, 9 qs preyos de'31C00, 14500 e
750 rdld.' .. ..1 -
- lospftaes de reltrantes -Noi.hospi..
tel df Santa ,*Tttrqea, ale o dra 21 do -oor-
'ante, .cofinuavam em tratamenfio 8') ifen-
tes, sBn'.'i St joRnomens'e 29 imulheres; +tahs
rain 3 hominets'f4htlleee' 1" "homnnm: ex'i.eni
eth tratmenrto 56 downter, setido:' 5E'bnnens
e 23 malheres. ''
EZm .Virtu de ordeftTla r'aommssiovfcel'rtr,4'
de socu:orros .n.o reooebo-e ,nats dJoehrles nes
teh', .ptar. -' .
-- n' sylo "tn"endicida4e, 4o"Lia
dA corrente coftinuavam rn tratamrnfto 25
doent3, aendo: U owmns ej4-m"_heres:
CeausI~riapu% co.-Oiltarito b.ibitdim 20
dej~rie'ro'oe.1279- '
Raymodb qordeW'df Silva, prdo. 'tar'.
19 armoS, *,!dteifro u6tAijl'Pedr'll', 'hexi-
as.13 ,- ,
.*Isto.ii.Tps& ie Sout.; phrdo, Pernamhi'tci.
"16,aqrnqs, #olt*ito, i*lbc'iv fdes.r n ;w '
'"ratilidfoa,' pnrlot 'Irhknbi'.o, 6 "M .zA,
Graga; Idenr 'i
KOM"a eohl'iaih'ftJeSfitW rda'.'Piernainbu&,o.,
1'annos, S. Jos"; idemr .
Fr~iubisqi,' 'Urdatlfi,? yerelib, ifraoca:. lPer-
nambuto, '.'aihttos'dsda,'sda 'ato nti;
id e m .
Emi^-a', a^ieatea 'Bezsrra, p .lwtdt'1 .G.Fjnde
Ao Xoftt0 S'vfhtiog. thoad, Ij^ Vjjj 46,
pnyxia: .it. .'.. t "..r "
Luiza VkmaIa to rflaanir
bdco,. B'.W 9 os;s s6fWllir' B, ltqelima-
d'rg 9'' ^ B *
Luiz de Franca Monteiro. braledi'Prnam-
buco, 18 annos, sitMetro, Sanb Antonio ; pt-
;tldairtlel'/..(l'/.".;il 1: !../;-! _P W a i-
innosM.v. ,p -.,p.
.. r -oiaW, branch, Idilaitrrg, V A, no,
t hospital Pedro II; febre amarella.
J Bpt pelo subdelegado de Santo Antoi-
jaio- -
cost i .?^^*,^ *,Pf oo, 7 ai-
BOS.;.BrareUma.
P!0o-sabdelegado do'a' dvsibtepdew1QJob96i:
'ianoel Marques, pard%, Pen.1nb6t6b 9 art-
QStdigas. ;


iteiro ;
Espirito $aato
City of Rio de
Janeiro
Valparaizo --
Neva
Ville de.Bahia
Buhiu
Peraau,tco
Guadiaia ,
Marques de Ca-


1


^





































'ise' a fez honten, po
St arDiu da petitvao que a assembly
. pro t.cral dirigi o Sr. Dr. Joadf Tel
-11rador dos feitos d:h famendu
p0A o tot acomp+inhada de to
d0ntos a que aliis se refer
a mes" -i o, e sendo convenipnt
quasi-ao contefido do oflici
queo 0 ago da Provincia, dew
miada to ta Fiscal ,irigio A pres-iidem
cia 4a.. cia, o Sr. inspector do the
souQJrovi 'cial, em 27 de agost) d
$74,'9sLifigndo o procedimrento d
memo thesoutro e refutando as infor
maodes que winistraram- ao supradit
jortal; abaxo" transcrevemos o llieo
do nmetno officio jA publicado naquell
epoca, como se v0 do Diario de Per
ianmbuce de 2 de sptembro de 1871.-
Recife, 21 de janeiro de 1879.
h **
N. 35.--Thesouro provincial'de Per
nambuco, em 27 de agosto de 1874.-
film. e Exm. Sr.-Ern officio datado d(
hontem, determinou-me V Exc. quo
dvsse informagao circumstanciada acer
ca da materiA contida em umn trechlo d(
noticiario dtjornil Provincia, (laqunell(
dia, soD dteominayao de-Patota Fis-
cal-e poia s so a cump-ir essaorden
nos termop.recisos, cm que e formu
lada.
Antes de'tdo, devo ponderar, que
fact, a que oe refere aquella public
Vio, acha-t, exposto de modo, cuja in
tenio resp.rada resumbra da propri;
narraao ; pbrque, cm face desta, nd
ha a coacluir sendo on uma aspira
efio a deprimir menos just, ou un
deconhecimento formal do object dil
censura em si, em suas relacoes corn i
f.'islaqo, que a elle se prenle, o qu<
determiom a decisdo da junta deit
thesouro, em deferimento de petigao d(
solicitador da fazenda provincial, rzque
rendo pagamento dacompetente p:)rcen
4agem, relative a arrecadacao da divide
active. provenuiente da cpbranca judicLa]
das contal do debito pelo servico da Re.
cife Drainage Company. Por disposi-
ao express da lei, percebem os em-
pregados dojuizo a porcentagoem, de-
duzida de today a arrecada-ao da divide
acliva sem distincqao de proveniencia,
e Mano havendo lei, que prohiba. ou ires-
trinja essa percepgao, comno se insinuou
Ou se procurou fazer crer noqallndiaio
priucipio geral da lei, quraos mes-
inaos empregados consagrou porcenta-
eas por aquella arrecadagoAa, o simple
dtizer deste ou daquelle, que se erija
em pugnidor do qu e liquid e confor-
me as disposigdes legaes, figurando
ama existencia arbitraria para assento
-de censura, balda de motive e nulla de
-fundamento.
Ora, a respeito A referida companbia,
ha apenas a .lei n. 769 de 11 de julho
de 1876, e esta somente estatuio a obri-
gaQo deste theourp pagar A minesma
companhia a collocaao dos apparelhos
e as annridades, devendo para satisfa-
urbana. Gomo, pois, autorisar essa lei
o pretendidp pelo noticiario da Pro-
vincia ?
Come dispor positivamente, que os
empregados da fazenda, nao perceberao
porcentagem alguma pela arrecadacao
que fizeram, conforme se alli disse corn
referencia aquella lei ?
Ve V. Exc., portanto, quo a censure
carece de base, se a quo the foi assig-
nada mantem-se no lei mencionada; e
para a espeoie nao p6de ser apropiiado
o disposto no art. 32 da lei n. 994 de
13 de junho dd 1871, unica que cogirou
da privagao de' porcentagens de quan-
tias arrocadadas relatives a Recife Drai-


nage Company, porque foi ella especial
e desfgnadamenterestricta aos emrpre-
gados do ceosalado provincial. E em
cfno algum, pois, aquelle di!posto p6de
sahir da orbita, que Ihe foi trargada e
muito menos estender a sua excepgio
a aquelles outros einpregados, qu-
esta'of6ra doi restricgao pessoal do ines-
mO artigo, nAo cabendo recurso ao es-
pirito do 1-didor em material strict
j; eom.. a- possivel contestar-se
st..d.e divida acliva a cobranca
judici lro.movida. dos debitos
da menc j ompauhia, quando nao
uatisfeitos [razo aberto para o pa-
gamento rio?
A ceta .cqpmo 6 formulada nao se
recuaameio, pordm oemnpre-
o JdarA melhores funda-
1 ,f8 tornarA subsistente, como
-*- o0nstrarei a V. Exc. nas considera-
t.dadeoutm orden, que passe a sub-
g|..aeshrecida.- precia&o de V.


a9 ?^ I^ A l4ist1wa .AA4q^
i amires ft\A ent&4,t
rinan a rr' e a fOU.le Iri, 08
e conke.o a" proprios i eMti ..es, s
444.pgam re
fhes h1li& ,Ara a .porowtagem re
e mninjerado egsstabalbo,~i;ja con
s sequ'ncia aeria negligenciar-se essay co-
branga setm urn correftlvo efficazmenle
possivel em seu todo-; por.quanto- s
a ha axeruibilidade deste corn rela5o nc
prpowaador fiscal e ao solicitador, 1
sua aegao ja d ditrsa quanto ao juiz
aos escrivaes e aos officiaes, p:aira o.:
quaes cessaria o estimulo de actiar a
r arcecadaVio, principalmen'e por dever
a conr tar esta de centenas de aiu ta,ies
F execugoes por material, quo tein con
a quistado a antipathia da populagio,
ha de tocar a pessots altmente collu
e c.idas, para quern nao sdo r-aras as at-
e tengoes mesmo em utras condigdes.
0 Paiece-me que hei satisfeito ao qn(
me ordenou V. Exc. e corn o qu(.-e >h(
exposto flea V. Exc. habilitado t apre
e cia;o cominpleta da decisao deile'the.
souro emrn sessao da respedtiva junLa
o d. dia 13 do corrente e sohr'e a qua
versam o tr@* da publicago da Pro
Suincia. DeiAuarde aV. Exc.. -llinm
r Exrn. Sr. corimendailor Henrique Pe-
reira de Lucena, digno preiderite de.-
la provincia --0 inspector, Anionio
SWitruvio Pinto Bandeira e Accioli dt
Vasconcellos.

SE' born que se saiba para evitar
duvidas
e Declarando o Rvrn. padre Luiz Igna.
e eio de Moura, nao estar em Papacaia ac
- tempo em que se procedeu (,.inquerit(
0 por causa do defloramento da menor
e Candida de tal, no qual 5 testeinunha:
- contests declaram sob juramento, qu(
So deflorador da dita menor ftora (
Rvdmrn. vilario, cumpreque o Rvmn. pi.
dre Marcolino Pacheco do Amaral [hoj(
- vigario de Afogados] declare sobre queir
cahe tio inflame quio medonha impu
tacao.
a 0 espiao do. cruzeiro.
0
- [*] Reipondo an interpAlante do Dia
Srio de hoje [20 do corrente]. que o de-
Sfloramento da infeliz Candida, deu-se
Squando eu ja me tinha retirado de Pd-
e pacaca Tive sciencia desse facto pom
" carts de pes'6as de la e por me "ei
sido ellereferido circumnstanciadarnente
Spolo Dr. Jose Climaco do Espirito-San
Sto, ex-juizde direito interino daquella
comarca. Rogo ao Espido do Crazeiro,
1 o favor de me nao chamnar a discussa-o
Ssobre tal material. Recife,21 dejaneiro
- de 1879.- -Padre Laiz Ignacio de Moura.

" [* Por toer sahido corn urn erro sen-
sivel, repetimos- o present artigo.
A Redactdo.

SMusica vocal e instrumental
SlHermegenesNorberto de Gusmao participa
ao respeitavel public desta capital que abrio
urn curso de musica vocal, e instrumental, a
pro.o modico, A rua da Rod n. 19, das 5 ho-
ran da-tsrde As 8 da note. Tambem lecciona
fora de sua casa.



COLLEGIO ZINMA

PARk 0 SEXO FEMININO
RDA DA 81NTA CRUZ IV.i@
(Boa-Vista)-
Direotoras e profesoras
Arnalia Roxo Lima.
Zima Boxo Lima.


A matricula do 6' anno lectivo abre-
se em 7 de janeiro de 1879. Admit-
teon-se alumnas intwernas, semi-internas
e external, assim come meninos de (i a
7 annos do-idade come alumtqos exter-

flla.
n.C l-egio
de instruc0ao prnaria e secundaria. na cida-
de de S. Agostinho, obtroras
Villa do Cabo
Seu director,, Joaquim Porflrio de Araujo.
N. 447. Uma palavra Aquelles que. pa-
S decem de phtysica
A expectora-o de mnucosidades, Itos-
se fatigadora continuada, pulso preci-
pitado e pulmdos inflammadot, sAo
;ymptoinas desfavoraveis; pordm iem
per issa deve*Assperwr ise acaode-
positardas tod a s e confiana no
p"rlmomco o mais poderoso e; admira-
vel entire todos os mais conbecidos, isto
6, o-Peitoral de Anacahuita.-Ein mi-
Ihares de casos sermDelhntes, Os enfer-
poos se restabplecerA- e adquirir.o a
sua saade. Usai.w^-pois, o main breve
que vos seja pos. e ainda mesn.q
embora que a ehfermidade ja tenha
feito teruiveis progress, corn tudo isso
nao teahais medo quo .j seja demasip-
do tarde para usarde3 to grande e
impagavel remedio rador da
vida e da saude.-
Corho garantia contrvais farsficacaes,
obser*-se berm que os ntn es do Lan.
mah &Kemp veiham esamnpadB em
lettras trat.pareates no papet do livri-
bnho aei mrve. de e.. o a cAda
garrm -. 7 .
"- :.'" '-' + .. .' : *. -' .-*'* |'
-. Z.. ; _..- =" .-. < ;^ i .* ,J.


DMSPAC(IOS DR XPORTA AO NO DIA W
OW JI BfRUO DE-879
Portos do exterior
No vapor franoez Orenoqr, carregou:
I'ara Liverpool, C. C. Coutinho 4 volumes
corn 200 il.is de came secca e 3 ditos corn 300
litros de farinha do mandioca.
Na barca ingleza Sir H. Oary, carre-
garain :
Para o Canal, J. S Loyo & Filho 792 saccos
con 59,400 kilos de assucar mascavado.
No bringue inglez Glaucus. carreoaram:
Para o Canal, S. Brothers & C. 1,000 saccos
corn 75,000 kil i s de assucar maseavado.
Na barca norueguense Enirgi, carrega-
ram :
PIra o Canal, F. Cascfo & Filho 850 sacc)s
corn 63,750 kilos de assucar mqscavado.
NL barca ingleza Skidduw. carrega-
ram :
I'ara o Cinal, S)uza Moutinho & C. 535 sa"-
cos corn 41,125 kilos de assucar mascavado.
No paLacho portuguez Pedro 1, carre-
gou
Para Lisbo3, J. B. Mireira Junior 2 barricas
corn 20)0 litros defarinha de mhndioca'e 2 latas
corn 120ki os de doce.
Na b:area portugueza Marioaniaha, carre-
garam
Para o Porto everino & Irmlo 50 saccas
corn 4.426 kilos de-algodIo ; B. Oliveira & G.
5 barricas coin 616 kilos de assucar branch u
5 ditas corn 633 ditos de dito mascavado.
No patacho portuguez Lasitaaia, carre-
g arain
Para o Porto, F. Pereira Lima i caixi corn
-15 kilos de doce.
Para Lisb a, H. de Mello Carneiro 2 barricas
corn 156 1/2 kilos de assucar branco e235 cou-
ros espichados corn 1,645 kilos.
IPortos do interior -
Na barca national Marinho, carrega-
rar n:
Para Uruguayana, L.. S. Loyo & Filho 248
-4V-ricas corn 28,875 kilos de.assucar bronco.
-No lgar portugulz Laia, carregou:
Parao Rio Grando do Sul, J. Bi. Moreira Ju-
nior 3,000 cocos (fructa).
No patacho national Subti', carregou:
Para o Rio Grande dj Stil, E, B. de Farias-
59!) saccos corn 37,500 kilos de assucai branch
o 309 ditos corn 2:,500 ditos de dito iasca-
vado. a
No brigue national Isabel, carregou:
Para o Rio de Janeiro. J. B. Moreira J;unior
360 cocos para tirar agua.
N) vapor inglez Glensannox, carrega-
ram :
Para o Rio de Janeiro, S. T. C3rdeir6 200
saccos corn 15,000 kilos de assuca: branch.
Para a Bahia, J. Pater & C. 410 saccas corn
31,887 kilos de algodao.
No vapor nacmonal tspirito Santo, carre-
garamrn -
Pira o Ceard, .D. A. Matheus 400 saccos corn
mnillo; Florentine da.8ilva 25 saccos corn
1,87 kilos de assucar branco e 25 ditos corn
1,874ditos de dito mascavado.
ParpA Maranhlo, A. B. Nogueira 10 saccos
co m 750 kilos de assucar branch elO ditos corn
750 ditos de dito masoavado; Rubim & Barata
5U barricas com 3,000 ditos de dito reflnado e
10 saccos comn 750 ditos de dito branco
Par a o ParA, 1. B. de Farias 100 bariqui-
nhas corn 3,651 kilos de assucar branch ; L. J.
Marques de Araujo 100 ditas coin 11,143 ditos
de dito.
No hiatv, national Dens te Guie, carrega-
ram:
Para o Aracaty, A&rtbur Vieira 9u0 saccos
corn farinba de mandioca ; iMachado & Pereira
4W0 ditos idem.
Na barcaca R-zchuello, rarregaram:
Para o CearI j1 him "& Barata ,59 saccos
corn 3,750 kilos de a.sucar wuacavado ;J. A.
C. Vianna 114 ditos corm milho.
-- Nabarcaa S. Joao, jarregram
SPara o Natal, F. Rocha'& C. 175 saccos corn
(arinha de mandioca, 16 ditos comn milbo e 21
ditos eom feijAo. i

IECEBEDORIA DE RENDAS INTEII
NAS GERAES DEPERNAMBUCO
Rendimento do dia 2 a 20 23:0415396
Idem do dia 21 1:9185667



CONSLIADO PROVINCIAL
Rendimento do dia 2 a 20 176:780,538
[dem do dia 21 7:0S5|331

% 1:4,


IOYIIENT. DO 1'OTO

Navios entrados no dia 21
Liverpool-46 dias, patio inglez Eduward
Wendus, de 156 toneid, capilftAo Owe'h,
equipagem 6. carga geheros; a Ro-
biliard Blackburn & C. W
Lagus-37 dias. patachq i-glez Ameke, de. 236
loneladas. capilao Brown, equipagem'8, em
lastrie a ordem.
Navios sahids i omeasmo dia
Lisbfo--Lugar portugum Jul* capitlo Joao
de Barros.
Macei6 -Lugar inglez Octeia, capitao Samth,
elt tastro.
GearA-l. Fg WWAt .apito Purktam,
carga vand] "-' .;.*: .
Rio do aonor Ma"01 V *a; Wlemmwoau ca-
Mpitao Duraofldiam eiatma carga.

a -


0 tepMnW A Inm Augusto Xavier-AI
Maia, joiz Paz da freguesda de
N0sa Senhora da. Comcei&o doe
Moetes, en virtu ie da Ieietc.
las saber qtteu.4e ev.frmidade -com
o disposto***r os tV e 5.6 das ins-
oco qes '0ao do eto

-~tco d^^tn
^it^*l^!9^^e


reira Baltos, FJou6
da. i _'- ^ .... B9.-pi.


Uj16 4101Mr^


e-^" JWfl e 44
Frao^. :-pu :-MioeIJerofyJ-'
mo. d I G.IvIT -,o Ab-Amo .tim do
NaseiaiiB arros,, cqpitfo Manoel de
Soas B3iraga, Tbhriponieo Ferrera da
Silva; Antonio Cardoso do Aguiar, Hv-
gino Pa6beeo'de Queiro6a.' "
Para sciencia. de tftdQ' mandou o
juiz 4epiz passar o presence. que serA
publi*ado pela' imprensa e affixado nu
porta-da igreja matriz, e nos lugares
mais publicos dafreguezin.
E-eu, Gercino Parente de Oliveira
Firmo, escriv&o, o fiz e subserevi.-
Gercino Parente de Oliveira Firm..
Freguezia de Nossa Senhora da Con-
ceigato dos Montes, em 12 de janeiro
( e 879.
Joaquimn Auguslo Xavi-r da Maia.
Por e lta secret ia se mdiiua publt-
car,'de o-dern do Illm. Sr. Dr. chefe
'e p.oicia, par% os fins convenientes, o.
artigos seguintes da lei provincial n.
1.129 de 26 tide junhio de 1873:
Art. 70. Fica prohibido neste muni-
cipio o brinquedo de entruwio corn
tgua ou outia qualquer suhstancia, de
qualquer maneira que se einpregue: os
inrractores pagarau a mnulta de quinze
mnil reis esoffreraio oito dia.s de prisAo
Art. 71. Fia prohibida a venda de
lirnas de cheiro : os infractores, aldmrn
de as perderein, pagarao. quato rmil
reis de multa.
.Art. 72. Fica prohibido andar qual-
quer pessoa mascarada nas ruas deste
municipio,.ainda que seja vestido A ca
racier: os infractores pagairao trinta
mil rdis e soffrerio oito dias de prisao
SEsta probbi'rVio nao comprehend os
es dias d(Io carnaval, nab excedendo de
bito hor.s da noite.
S.cretaria da policia de Pdrnambuco
14 dejaneiro de 1879.
Pelo secretorio,
Francisco Geralio da Siloa Barroso.

Eaculdade de Direito
De ordem do Exm. Sr. conselheiro direclo-
interino fago public que no dia 27 do corren-
te, comegat 9 .matriela para as aulas prepa-
ratorias, e podera efiectuar-se at6 c dia 8 de
feveceiro, independence de despacho do mes-
mn Exm. Sr. conselbeiro director interino.
Desta ultima data em diante, atW o 10 de
abril, o alumno que quizer matriculr-se de-
vera justificar perante a directoria os moti-
vos queo retardaram naquelle acto.
Nenhum alumno poderd matricular-se nas
;ulas de rhetoric e philosoprla, sere que
exhiba document que prove ter aprendido la
tim e francez; nem -na de historia 'e geogra-
phia sem que minostre saber o franciz.
Nas afflas de linguas a matricula ser4 per-
inittida ate 6 fim do mez de julho, e todas as
autas do curso preparatorio serio abertas no
dia 3 de fewereira proximo vindouro, de con-
formilade corn o art. 16 do regulamento das
aulas preparatorias; sendoo respective hora-
ri o seguinte : ;
Lingua nacional de 8 as 9 horas.
Litim de 9 as II.
Franoez de 8 is 9.
InB!1ez do 11 as 42.
Rhetorica de 9 as 10.
Oeographia e histuria de 9 as 10.
Georetria e arithmutica de tt as 12.-
i'lhilosophia de 10 as 11.
Secretaria da Faculdade d- Direito do Reci-
fe, 18 de janeiro de 1879.
0 secretarlo.
Jqse Honoree Bezerv'u de Menneg.
THESOURARIA DE FAZENDA
le ordam do him. Sr. inspector se faz pu-
bUoo que esta aberta ate o dia 8 de fovereiro
proxinaofuturo, nova praga para o fdrnecimen-
to de drogas, medimamentos e mais objects


oxtraordinarios de que precisar a pharmaria
da enfermaria military ; e por isso, quern qui-
zer contratar dito fornecimento, dirija A ihe-
souraria sua proposta convenientemente sella-
,la, e em carta fecbada, ate aqiuelle dia a 1
horaw da tarde. :
Specretaria da ibesouraria de fazenda de Per.
nambnco, 21 dejaneiro deo 1879.
0 seeretio0,
J. Menf lNreira.

DIUARA ES


Santa GatSa da iobiricordia do
Reoite
0 sitio da estrada dos Aflictos, na Tamaii-
neira. cuji ileilbo e annuneiado pelo Sr. agent
Pestana, 6 foreiro* & Santa <1asa, e nao p6Je
ser vendido n'um s6 tote ou retalhado, see
pwdvia licenga da junta badministrativa.

Banco do Brasil
Paga-se o 50.' dividerido das ac.oes
do banco do Brasil, inscriptas na extind-
tacaxafilial deta- prvnnoia,:- relatiWo
ao semestre-findo; em 31 de dezembro
proximo passado, a razdo de 95000 por
acAao
Recife, 15 de janeiro de 4879.
__ Antonio JosJ teal Reis.

Estrada de ferro do Li-

S moo
The. Great Western of Brazil
VIiWay Gompanmy Umtedl
A direotoria deata companhia, tendon
reservado duas mil 3 ceC8 par serem
vendidas' no Brasil, aam Aerita ..no es-
npterio dos abaixo assignados -a ins-
criE0o necessa.a:araas pessos que
(uizere tomtar, alg- 4ellaAujo6
vaIr 6 de o B cadama.
& -n.Tip$o- ca pror. da pr mais
'"a :r "'M'li N .e' -
-... .l


0. lot.
'". 0 a"|""s"S" '9, IecrItario do ly-
ceu s scientific. a toduf
os socio.-s 4ts"-b1tas ei 41a1l, que
do. iai G eid rntt em ante, -s
ab a ierta a matrcula' das auias dc
relerido jyceu nao sa para aquelles
como para os'filhos e'aggregados dos
inesmos, devendo aquelles que se qui-
zerem matricular, dirigir-se ao palacete
da sociedade a ruade Santa Isabel, nos
dias uteis, das 6 1/2 as 8 da noitA.
Recife, 16 de janeiro de 1879.
P. Paulo dos Santos.

Gymnasio Pernambu-

cano
Em 15 de janeiro de 1879
Pela secretaria do Gymnasio Pernambucanc
se declara aos Srs. pais de familiar, e a quem
mais interessar possa, que a abertura solem-
ne do curso scientific e litterario erftlugai
no dia 3 do feyereiro proximo vindouro, e des-
de jai se aclia aberta a inscripgao da matricula
paia aquelles que pretenderem estudlar as se-
gnintes disciplines
Lingua national.
Dita latina.
Dita francezu.
Dita ingleza.
Dita gregl.
Dita allemn.
Geographia antiga e inm-derna.
Hlistoria sagrpda antiga, m6dia e modern
Historia e corugiaphia do Brasil.
Geometria.
Arithmetica.
I'liilosophia.
th.etoriea e poetica.
Scienjias naturaes,
Desenho.
Gymnasfica. '
Musica
Sera tambem dada aos alumnos a educaoac
moral, religiosa e de civitidade, pelo ensino d(
Cath-cismo, loitura e-explicaQo.) dos Evange-
Ihos, pratica do actos religiosos e de piedade
conferencia e outros exercicios adeq-ados.
0 corpo docqote do instituto 6.composto d(
14 prolessores, occupando-se cada urn delles
s6mente corn a material ensinada em sua res-
pectiva cadeira.
O0 institute aceita alumnos em tires cathego
rias, conform se acham-divididos: pensionis-
tas ou interns, meio-pensionistas e oxternos.
Os pensionistas residirao no institute, tend
direito de estudar as rasterias de que se corn-
p~e o curso, ensinadas. segundo o program-
ma estabelcido ; a ser alimentados sadia e
abundantemente; tratados' em suas enfermi-
dades polo medico do institute, fornecendo-
lhe Lambein este medicamentos; a-ter roupa
lavada e engommada regularmento duas ve-
zes pot seiana, banho, papel, penna, tinta,
etc., etc.' tudo isto pela modica quantia de
4005.:00 por anm.o, paga por trimestre, na irm-
prtancia de o100060, que vein a ser por mez
33.6m333.
Os meio-pensionistas se apresentarla no es-
tabelecimento nos dias lectivos, A horse em que
as aulas se abrirem, e desde entlo atW seremn
encerradas A, tarde, sdo equiparados aos inter-
Bos, tendo como estes os me'mob direitos
quanto ao estudo alirnentacgo recreio; isto
pela modica quantia de 2 0UOtlO paga por tri-
mesire na importancia de 2 0, qu e vem e
ser por mez 0S000. /
SOs externos s6 trn di'eito As icb|es eex-
pliaaQoes das materials ensinadas no curso,
quaesquer que ellas sejam, pela modi-a quan-
tin de 7180;0 por anno, paga por trimestre na
importancia de 18#000, que vemo a ser por mnez
6#000.-
Os a'umnos interns deverlo apresentar o
enxoval prescripto no regimento intern, e ter
E;orrespondente oa capital, para corn prompti-
dao satisfazer as pensoes e outra qualquer
despeza de que tiver elle necessidade.'
As persoes serbo pagas na secretaria do
instituto, por trimestres adiantados,.
Ainda se declare por esta mesma secre-
taria que, terminados os exames das quatro
linguns, quer os de sufficiencia procedidos no
institute, quer os finaeq na Faeculdede de Di-
reito, fui no anno flndo do 1878, o sou rosul-
tado o seguinto
Lingua Nacional [exames de su/ffiiencia]
Affonso Pinto de Carvalbo, plenamente.
F'rancisco Rezende de Mello, idem.
Djmosthenes Urbano Figueiredo de Mello'
idem.
Genuino Aguedo de Andrade, idem.
Josd Valentim Fialho do Monte,.idern.
Adolpho Lios Wandermtfy, approvado.
Lingua Naoionul [e.amea finasc nM Academia]
Antonio 1'edro das Neves, plenamoenlte.


luventino de jMiranda C. de Vasconcellos, idem.
Leonardo Joao Grego, idem.
Antonio Augusto dos Santos Porto Filho, ap-
provado. -
Antonio Borges da Fonseca Neto, idem.
Antonio Mathous Dias Fernandes, idem.
Clementino Luiz da Conceicao Monte, idem.
9'igenio Biltencourt, idem.
Fernando Pereira da Silva, idem.
Luiz Gonies Xavier de Andrade, idem,
Sezinando S-.rgio dos Santos, idem.
Sebastiao Antonio de Mello Rego, idem.
SLoutim io a;nwo [exames de suffwiencia]
Jose de Freitas Moraes Pinheiro, plenamente.
Affnso Pinto de Carvalho. idem. -
Joao Climaco Pint,, Moreira, idem.
Vicente Ferrteira de Carvalho Neiva, idem.
Manoel Moreira Rodrigues. idem. -
Adolpho Barbalho U. Cavalcante. idem.
Antonio C.risogno de Mello, idem.
osAw Ruftno deo Souzi Rangol. idem.
Vicente de Moraes Mello Junior, idem.
Demosthenes Urbano deMeHo, approvado. -
Ins*-f'no-ftmiumnarles, ideni.'
iattaram A exame 2 e sahio reprovado i.
f.atim 2.o anno (exame de sufficipncid)
lsmael Emiliano da Cruz Gouvea, distincVAo.
lo.;,6 Valentim Fialho do Monte, ideom.
Julio Theophilo Pedro do Rosario, plenamente.
Luiz Gomes Xavier de Andrade, idem.
Eugenio Bittencourl, idem.
Abilho Aprigio de Souza Barboza, approvado.
AU.redu Americo'de-Souza Rangel, idea. '
Symplironio F. Souto de Menezes, idem.
1 reprovado.
Latim (exames finaes na academia).
Kpitacio Lndolph-o da Silva Pessoa, plenamente.
Braz Serafiln dos Santos Bittencourt, idem.
Aifredo Gomes Leal, approvado.
tementino Luiz da ConceicIo Monte, idem.
Leunardo Jobo Grego, idem.
ous Claudino Lelte, idtem.
2 reprovados.
Fncez I. -anno (exames de uffciencia)
fano .1 Joaquim da Costa, istincobo,
UIotpo Bahrbalbo U. Cavaleaate, idem.
Fortunate Rapohel Alves de Carvalho, plena-
-ioute. -'
tagoeilMbreiirtRe/8. idema.'
asA de Fmeslt, in Bira8am.
Wd deideo.
W-t6 40 4flo idem.
ait Wow.


S". 0 seretaro.
S Ceio Tertsliano Fcernand.Od_ HeUa.
R epartiUao. das obras pu-
s blicas
De ordem do Illm "Fr. angenheiro dfrdtor,
faco public que, em virlude da or4em do
SExm. Sr. president da provincial, vai a praoa
I gerante esta repartigCo), no dia 8 de feveefroe
proxim) vindnuro. ao meio dia, a obra de re-
paros da cadeia da cidade de Olinda, Orgada
em 9$12793.
.0 orcamento e condiies di contrato aeham-
s9 nesta secretaria, para serem examinados
pelos pretendenles.
SecreLaria da iep:rtigao tas obras pablicas,
21 de janeiro de 1879. 0 official.
Joalo Joaquim de Siqueira Varejfo.
De Obra publicas.
De ordein do ]Im. Sr. lngenlieiro director
fago puiblico, que, eni virLude da ordem do
r Exm Sr. president da provincia, oanA praca
peiante esta repartigEo, no dia 8 de fevereiro
Sproximo vindouro. au meio dia, asobra de re-
pros e pinluras das pontes deAgua-F;ia, Be-
beribe. Purto da Madeira, Bico Pirba, 'lapinas-
sfi, NazaieLh, Magdalena, Caxangji. Brunzinho,
Timrnbye S. Joao, orgadas em 3:44t$300.
0 ,'rgamcnLo e condigbes do contrto aciam-
se nesta reparLigao pira sein examinados e-
lus pretendentes.
Secretaria da reparti,3o das obras publicas,
eni 20 de janeiro de 18719.
0 official,
Joato Joaquirn de Siqueira Vareijao.
Arstutr! dc gufrra dc Per-
namibuco
NAo tendo se contratado o fornecimento de
madeiras para supprimento das offlcinas, de
ordem do 1lmn. Sr. coronel Dr. director, con-
vido aos interessados para o seguinte forne-
cimento :
PrancbAes, costados, costadinhos, taboas de
- amarello para assuailI) e forro, dczia.
Costados e costadinhos de pAo-carga, duzia.
Taboas de louro para assoalho e forro, idem.
Pranch5es desicupira, idem.
s Enhameis de qualidade, idem.
Os pretendentes apresentarao suas propos-
tas nesta secretarid., As 11 hoa.; da manbA do
Sdia 23 do corrente, sequin io a mesa ordem
Sdos conselhos aniLeriorus, Lanto naformuta das
* propostas, como na declaraQlo das multas.
Secretaria do arsenal de guerra de Pernainm-
Sbuco, 20 de janei-ro do 1879.
0 secretaries,
Pelicissimo de Azevedo e Mello:
Institute (dos professors
Nao ltendo se reunido numero legal de asso-
ciados, deixon de effectuar-se a posse ino novo
conseiho no dia 16 do corrente, como fbra an-
Snunciado ; em virtude do que, e de ordem do
SSr. president, de novu coiuviJo a todos os se-
nhores socios a se reunirem em assembl6a
geral qqinta-feira, 23 do cormente, ao meio dia,
tievendo ter lugar a sessAo -comn o numero de
=socios que comparecerom, conforne dispoe o
art. 16 dos respectivos estatutos.
Felix de Valois Correia.
0 OIllm. Sr. inspector manda fazer publi-
co que, ea, virtude da orden, do Exm. Sr.
president da provincia de 18 do corrente
mez, slo postos de uovo zi vepda em hasta
Spublica, na porta do almoxarifado desta repar-
lift.o nos dias 24, 25 e 27, tambem do corren-
' to mez, o casco da canhoneira Araguaya,
propriedade nacionil, coin tudas suas perten-
fas, assim como a machina a vapor desse
mesmo navio, tambem corn' suas pertenoas,
sendo as avaliaCbes do casco 5:500S e da ma-
china 32:000g.
Tern o casco as seguintes dimensbes : qui-
Iha 150 pts, bocca 23 112 e pontal 10 p6s e 9
pollegadas. medida ingleza. -
Inspocgo da arsenal de maritiha de Per-
nambuco, 20 de janeiro de 187'. -
0 secretario,
Alexandre Rodrigues dos Anjos.
Conselho deliberative do Gabi
nete Purtuguez de Leitur:;
De ordem do Jilm. Sr. president de truvo
convido os member )s do conselho deliberative
para a sessao ordinaria que terd lua~r quin--
ta-feira, 23 do coriejte. as 6 1$2 [oras da tar-
de. S.da das sessues do conselho deliberati-
vo do Gabinete Portuguez de Leitur, em Per-
nambuco, 21 de janeiro de 1879.
0 1.. secretario,
Augusto Frederico dos Santos Porto.

Irmandade
das almas da matriz de S. Fr.
Pedro GoDgalves dp Recife
Achando-se a cargo do esirivao actual as
chaves dos predios desoccupados.pertencentoe
art patrimonio da irmandade das sireas, pre-


vino aos concurrentes, que poderao entender-
se para aluga-los, d casa da sua residencia, a
rua Duque de Caxias n. 81, segundo andar,-
e para informagSes, A rua do Marquez de Olin-
da n. 27, loja do Lima. Os predios existentes
parA alugar, e os aluguois mensaes, so :
Ria do Coronel Suassuna, casa terrea n. 127,
Rua de Lomas Valentinas, casa terrea n. 76,
205000.
Rua do Barlo de S. Borja, casa terrea n. 61,
22j250.
. Rua de Domingos Jose Martins, casa terrea
n. 20, 20S4100.
Idem idem idem, sobrado de dous andares
n. 38, por 25$000.
Consistorio da irmnndade, 10 de janeiro de
1879.-0 escrivAo,
"11 M. da Silva.


STmADAi DE FERRO
DO

RECIPE 10 So. FIA CJSd
FESTA DO CABO




RLZ-


^ -' .1
i- +. ,;- l^


se proipptos os *e oo 4ne0 W.o-
late4p e nmae v'-b t #. aaecas
apresentado i aw eb'8embi l '. m
I de outubro jilthmo, reaUavo. 4p ano
fi.ap9eiro da. ms ca .c mopaihl,
d6 lo de maoe d" 18 307 1e a.,rd
Sdo anne' findo, podem fazer asac qli-
sigao delle, quando Ities aprouver,
DQ escriptonrio da tnesema companhia a
rua do Imperadpr ai. 71, pavimento
terreo, das 9 boras da manha as 4 l12 da


tarde.
SRecife,


18 dp janeiro de 1879.
0 secretario,
JoM Rodrigues de Souza.


CHARGERS REUNIS
COMPANHIA FRANCEZA DE NAVEGAQAO A
VAPOR


tinha mensal entire o
Havre, Ltsboa, Pernambaco, Batia,
Janeiro e Santos
0 STEAMER

Ville de lihia


Rio de


Commandante Bugault


44 a


E' esperado da Eu-
ropa at6 o dia 6 do
corrente, seguindo
depois da indispen-
savel demora, para
os portos do sul,


acima referidos de sua escala.
Roga-se aqs Srs. importadores do carga, pe-
los vapors desta linha, quiiram apresentar
dentro de 6 dias, a contar do da descarga das
alvarengas, qualquer reclamag'o coocernente
a volumes que prvenitura tenham seguido
paraos portos do sul, afim de se poder dar a
tempo as providencias necessarias.
Expirad-i o relerido prazo, a companies nbo
sa responsabilisa por extravios.
Recebe carga, encomminendas e passageiros,
para os quacs tern excellentes accommoda.
Cqes, a tratar com os
CONSIGNATARIOS
A .gusto F.- de Oliveira & C.
42-Rua do C cm ,;ercio-42
Entrada pela rua do Tortres
Companhia Brasileira de Na-
vegago a vapor
PORTOS DO NOTE
0 VAPOR
Ceara


E' esperado dos por-
tosdo sul alt o dias 27
do corrente, e depois da
demora do costume, so-
guira para os portos do
nortfe.


PORTOS DO SUL
0 VAPOR
Pernambuco
E' e.perado dos pci-
Stos 1o norte at6 o dia
R t 29 do corrente, e depois
j i da demora do costu-
me.seguird :.arc os por-
s do sul.
Para earga, passagens, encommendas e di-
nhoiro a free trata-so na agencia
12-Rua .do Born Jesus-12
COMPANHIA PERNAMBUGANA
DKE
Navegalio costeira por vapor
PORTOS DO SUL
Macei6, Penedo e Aracaj 4
ASegue no dia 24 do
corrente, o vapor Man.
dahu,commandante San-
tos, As 5 boras da tarre.
Recebe carga ate o dia 23, encommendas,
passagens e dinheiro a frete at6 as'3 horas da
tarde do dia da sahida.
ESCRIPTORIO
Rua da Companhia Pernambu-
f cana n. 12

Pacific Steam Naviga-
tion Company
ROYAL MAIL STEAMEIt
Valparaizo
Espera-se da Europa
>.a9 at o dia 25 do corren-
te, e seguirA para Ba-
hia, Frio dotJaaeiro,
SMontevid6o, Buenos-
yres, Valparaizo Ari-
* ca, Islay. e Callao para onde receberti passa-
S geiros, encommendas e dinheiro a frete.
Agentes
Wilson Sons & 1.: Limited.
14-RUA DO COMMERCIO-14
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
Navegagca cn eka par vapor:
PORTOS DO SORT'E-
SParahyba, Natal, Mate, Mossor6,
Aracaty e CearAi
) Segue no dia 98 do corrente
S o vapor Giquiid, commandant
Julio, As 5 bdras datarde.
R[ecebe crg< at6 o dia 27, en-
eommendas, passagens e dinheiro a fret atW
A s 3 horas da tarde do dia da sahida. Escrip-
torio na
Rua da Comuanbla Pernambucana
____n. 12.
Companhia de NavegagloaVa-
por Bahiana, limnitada
Maceid., PenedoAracaiti Esatwiaa e
p Bakia
9 ~0 vasyo?
"e~

/ CoitThandanl Pe'reira' *
E' esperade doO tor-
Stos iaralAteo a* S0


-ii:-
1~-


0 MAGNIFICO V4POR
AMCRICANO
City of Riode Ja-

neiro
-, : -sBgtra-se de New-
Yo par S. Thu-
,wa^^ "%< ^ Jn e fnit <6
"-.. -di22 do..cora ewea.
.seguindo dtpois do
Ar.-deomora neoessaria


pare Bahia e Rio deo Janeito, para.onde reoebe
pflsageiros,., encoammendas e dinbeiro a ifete.
Tambem recebe passa~eiros para-Liverpool,
via New-York, :
S AGENTS
Wilson Sons C. Limited
I I-RtJAWbO COMiROl-T'4.'

Ceara
.. Pretend'&seguir cmn a pos,
Q^ sivel brevidade o patacho
portuguez Florinda, por
Hlrporgr o' de carga eng,-
jada,e- pa ob rest que Ihe falta,
tralta-se cornm os onsignatarioS Beltrao
t1 C., a rua do Commercio n. 10.

lQyal Mail Steam racket

Company
Grade red t ..p.cos daspfs-
0 paqW i.e a vapor
.;Neva
SCommandae Br-eBuqe
.dllmb Espjera-aB da Earopa
nO, d 5 do c*- orreontvg o
qaal 4epois' da. deipq?
do costume, seguia'pai
0ra S.loS, tooandp 1 i1
portos da ''
Baliia e Rio td Janciru

0 PAQUETEA VAPOR
Guadiana


1 -


Commandant Brander
TOCAND) EM VIGO
*E' esperado dos po -
_7 tos do sul no dip 29
do corrente, seguin-
do depois da nWssa-
Sria demora, -patra An-
tuerpia, tocando nos-
Sportus de Lisboa, Vi-


go e Southampton.
Preeo das passagens
CLASSES
4." a."


0a'-a Lisb6a e Xigo. .
- Southampton, Ha-


S25-20 15


vre e Antuerpia. 35-30 90 13
Bal,a. ... 505 S51 156
- Rio de Janeiro. 1008$ 50 304
- Santos .. IQ 424
Os vapores que partem d'aqui nos 4as9 14 de
cada mez tocarbo em S. Vicente, Lisbea, Sou-
thampton e Havre, e os do dia 29 em Lisb6a,
Vigo, Southampton e Antuerpia. -
Os bilhetes de ida e volta teem dn abati-
mouto de 25 por cento, com o prazo de 12 mne-
zes para os portos a Europa e de 6 mezes
para os do sul.
Nas passagens de ida /Ointe para a Eu-
ropa faz.se o abatimeato de u=a sexwiape Lea
familias-dle quatro pessop.s adults quo tmaii
a taxa nais alia da 1I slasse. -
AVISO ESPECIAL
Corn o fi n de facilitar o regreeso do#visi-
tantes da exposilo de Paris para 6 Brasll, os
directors da companhia deeliram 'mandar fa-
ser escala pelo portWo d4e Ghrbourg, os vapo
res que devem sabir de Southampton no d'a 9
de ada mez., a principiar corn o do dia 9 d'
agosto find. 1 I, I ", '
ATTENA1O,-
Em consequencia, daw quarentionas impostes
nos portos de Moptevidto e Buenos-Ayres ais
vapores procedeAntos do Brasil. os directors
fiesta oompanhia resolveram inau'nrar um ser-
rivo direct, corn o Rio da Prata, tendo pare
tal fimr feito sphirde Southamptbon no dia 27
de outubro, primeiro, vapor, as qual se-
guirto em continuaCeo outros a partir no
niesmo dia de cada moz., tocanod nos portog
de Cherbourg, Carril, Vigo e Lisboa. -
Os vapors, portm,que parlerm de Southam
pton nos dias 9 e 24 de cads mez. cofha de
ostuwne, continuam a fazer escala ate o Rio
die Janeiro, dondeseguirbo para Salo&. termi-
nando ahi sua viager., tocando p" sut volta
no Rio de Janeiro, donde partinto nod dias 9 e
24 de cada mez, corn mescala pela Bahia, Kio de
Janeiro, Lisboa, etc., ficando asirm sern- altera-
gi.o o prdmitIvo delalbe..
Os vapors q-sawm a -
dia24 de caIants tma js -epftgs lnti- id4
,3ara o sul. Os vapioremi .pr'feios-para ESm-
ropa. sahitls do Rio de Isaneiro em data de 24,
tambem tocarbo no porto de Macei6 no-disa 28
de cads mez.
Estas altercgSes vigorarbo ate ulterior deli-
beraCau, que no caso de ter, serA devidamente
publicada.
Para passagens, betos, etc.. trata-so com os
CONSIGNATAIOS0
Adamsolw C.
Bua do am flat n.,37
Eeirada parat eucripitoi .l# rua
do BispoSvdia aaW
F a'.a o10?e porliso
i tRab"jiW eatra oli'

es torla*!L Batlt ei-
Ra .Mtnkr


IK I
g.)fltt^i- s
t4 r' ii1J


~.A4Nneio Ala ** ,
NO arnmtwwt da. agflaia 4 t.i5Sn i ri 1
Se -4 The .... -..;.. -..
A I I -.

aer ia. : 'Cio eP, a- o -,4"

0 ageste Pe oa, :tompeteiatqeaq e a.aorf-
sasd, fart l.elao do piiea.m e -.a t iv ,
-asra giasde famrflig, na destradito'eOs 'Al- d,
no luyar Tariaripeira. corn .eru a d'id .QL'a
mos de frente 800- ditos dl fonjo, se bld-


l)osc6-Pw de fuAdVAY-t '4pv^ga F4
tambeorse-retalhari corn as mawOS' tMdos,
ou servender ttodoc flcando urmea Ire em-.
ce.rda 0alporq9 t ti eandoq,
con'torme h planeta qud so-%t--j Ci sftlo do
.rcterido egenle, pars AoI!Wi4PtIs exari-
aml-a, em seu arrnazei, A rue do-Vigario
Thenoi is n. 1.2. ;


AGENTEJUL'AMAQUIl
LEIUAO0

Hole
Quarta-feira 22 do corrente
-. S ISI HOBAS .I,;I*
Na rua do AragA- n. 10, eI andar
0 agent acimna, .devidairentLe. autiorsadQ
pelo Sr. Manoel Pereira Teixeira, qIue se reti-
ra para a Europa, levara a 4 eitbo o'seguinle t
20 cadeirqs americanas, 1 piano do autor Ralph
Allsson, I excellente fOteiro de a-narello. I
mesa para jantar, vidr,,s, lontas, quadros.
jarros c muitqs oitros dbjectos quo qe acha-
rAo patented yiLstLa. dos Srs. concurrenter.
'AgerntiRemigio
.'-'1! ," "' '- .

Da armagso. genew.e e.aatutpsifios da ta-
vernsita.- prWi 4., Ss&s d'Eu n. 8

SQuarta-feira do correte
as 11 horns empouto.".
0 agent Remigio, compotentemente auto-
risado. fara leilto da armaiBa generos b mais
utensiilies da taverna acima deolarada, gpian,
uindo-se aschave aos Srfi, .comnpradotes.
OL roforido estafTelementto, ha.se bern saer-
tidoe muito afregezado.,,proprio para urn
principiante. '; -


lj dLEIIAO
Da luja de funileiro,d rua da Santa Cruz d. 17.
Hoje
AMANHA, QUARTA.TEIRA 2 DO CR-
A's 11 horas
SJos6 Joaquim Fernandes da Silva, faz leilAo
por intervenqao do agente Silveira, de urn
complete sortimeopto de bahus, bacias e mui-
tos objectos pertbneentes a esta.arte. ,
Armaqo, ferramnentas, bigornas,, etc. etc.,
por liquidagio da referida loja, em lots a von-
tade dos comjradores.

e LE LAO
De moves, louga'vidros, pianos,uia bom
balcfo para mostrador corn estrado
UiOje "- .
OUARTA-FEIBRA .2 DO CORRtNTE
A's I horas .
a agent Gusinlo, far. lefip dos objectos
acima existentes em seau escriptorio rusa do
BarAo daTictoria a 65. "

LEIA-O
O defazendas, chapps, tapetes o ais. fa-
zeodas do armazem da rua 4o Impelador o.
57, comecado no dia 14 du corrente a quq por
motive imprevisto deixou de continuar nQ, dia
17, dove Ier Jugar na q0int -feir6, i3 d cor.
rente, nW teferido atmwazm e do tlanrmi la-
de corn o annunclo em outaro lugar.

*LteiltW
" DOS utensilios do una fabrtea d.t zer cols.
montada em usr arraba)dpdlts ddadd, oArd
gando-se o vendedor a esiar ox prg epit D a
comprador.
QUINTA-FEIKA123 UE JANEIRO
A A hdra da G trde
SVo arnazem da rua do I.mperadr
S... A. 57 "
POR JNTERVENCA0 DO PRIPOSTO
DO AGENT PINTO
Podendo desde jA os preton'dentes obter in-
forbmaoes no escriptorio do referido prepelo.
A rua do Born Jesus n. 43.

LEFILAO



No arazem da rua do Impera
Snor n. 7
0 preposto do agents Pinto, nto tend po-
dido dispor no dia 1.do eorrente, d4e todas as
fazendaQ existeotesno arighem da- rus do
Imperadorm n. 57, conLiaia as 10 1/2. boras do
dia 25 do eoirrente, o roeferido heiM), censtan-
do d alodoes, chitas, Is, painnos fLnaos, -ca-
p6os delsb'nauitpM ontrfs tadus. 'de lei,
bem c.mo chfpdos ,4 ,if.0s o dfferntes
quaiid.efl .. .. /':!': .*
Ve.derse-aba una .i ..I. ""W iftIda, 1
dita ingleza, eartutras, m *Pas,totte4,, outfw



rnovl..-Apbor


1 .-..
.^d- :; '', : :' ,7 ^ y'w "=;, ;,,,... .' '",. '
,-;' 1 .. ._--,.,Q ui t -.. ..-. .
N ". .' :t. :'.*--.{ ** *. ; .i."
--UaI m 1ts! de owmnoaitorilbaste grqjt.
eber'tura. (l/r&'bot 1 qudat pa
967-Tin otnel. do ; tSr~lf 1 brilhante.
98i-IymApis99~adAfooiiQelou.-
i. --U.un pilseiar,9 oQro cam0 4.brilhaevtes.
1 alftneoi" !-i dto.
9.7-Ura truneelim e 1 cordfo, ouro de lei, 4.
-. eaeVas, Ij aglh.eito 12 clbahmes .paia
'soia. I ditas pare cht, 4 dila para
t' tiaar sope. peixe, assucar o artoz. 1
S palitei7o, prata de lei. "
989-U wc6rceotp.e sinew ade cornelina, ouro
d* lei e rel0Riog de ouro.
Alt0fr61apuJseira de ouro corn brilhartes.
r l6-_11a cruz de aurp corn I1 brilbentes.
._U ou0 4.brilhantes.



q n-Uaim puiseira, 1 volta do cordeo, 3an-
p.. s, 1 figa, I emblema de S. Braz, 1
,. II Espirito Santo, 1 medinha, I cas-
ShI oeta pequena, 1 par de rozetas e 3
ivLas pequenastoauro de lei.
IO040- ftrancuw, I cagoleta, 1 coral engas-
3o em pure.-
.97' vn esc ma de prata.
3 voltas di Lranceliin, 3 cegoletas, I
.pz, I altlneLe, 2 pares de brincos
h.-^7 pcorrente e cagoleta pare relogio,
uro de lei, i relogio de ouro.
8-Uata volea de trancelirm,3 pares d brtin
*asos, 2 pares de rozelas, 4 anneiS 1
Jpflnete pequeno, I caroleta, ouro de
ysfi.
1060-Isa corrente pars relogio, ouro de lei
S- e reogiIode oauro de 18 quilalets.
061--Uma pulseira.l afinnete 01 per de brin-
cos,.ouro de lei, corn brilhantes.
1214-Uw Irance2im'de Oro .de 18 quilates, 1
rdo e figa de ouro de 18 quilates.
Mnte ele soccerro doe Pernambuco, 21 de
S0 gerente,
_Francisco Joaquim Pereir'a Pinto.


IinsstNIEBSOS
Urm senhora spIteira, deimaemr idade, de
buq edurcago e fanimilia, econ todas as habili-
taces para o ehsino, se propbe a receber em
sua casa mineniiias paa educar. Ella mesa
ensina as mateoias seguintes .
Ler, escrever e contV cathecismo, historia
sagrada. giuqr)m, ic, arithmnetica. system
metnrico, histiriji e geographia. geometria e de-
selo, mupica e piano-.
IW. sApra chl, labyrinthos, grades. rendas.
O ,t bbrdalgos, inclusive ode ouro; e mui
o4,!utros delicados trabalhos, proprios de
uq.Aienbjora. Quanto a paga e-enxoval seilo
oworm o a just.
:,Pars iaformiar, nesta typpgraphia e na Pas-
sqgenatcavessa do Paysandu n. I. -
Roga-ee an Revfn. Sr padre Vicen-
te de Faria Gurjdo, a b.ndade de vir &
rua do.pol mercio n. 13."--
lma parda livre.de bans costumes, e op-
tima cozinheira, se offerece para cozinha" e
roger casa de home solteiro: quem preci-
sar. dirija.se A rua large do Rosario n, 22, pri-
meiio andar. -
Precisa-se alugar urea caa aou sitio corn
baixa de eapim ou sereo ella, e tenha gua en-
SCnada, na Boa Visqa, p it onde passe a linha
de bonds e de cami .ho do ferro : a tratar na
rua do, Imperador n. 15. "
--A pessoa que annuncia comprar urmea @s-
crava cornm algum flMbo liberto, dirija-se tA rua
de Pedro Affonso n. 9
Precisa-se de um socio coam capital l de
3:G"0S a 6:000S, para urn born egocio: quotaem
estiver no case, deixe carta na rua Duquede
Caxias n. 50, segundo andar.
-'Pfancisco Depda Lias recebe alumnos
inot-oterno so e ero m son eutabelecimento de
ihstruceao primaria e secuniaria, na villa de
G.melleira, rua do Sol n. 15.
Aluga-se .a wmeiamgua n. 9Ge a casa n. 53
6a traveiusa do Raposo, esta por 168 e aquella
por 10g, eAo nOvas e temn co.nmodos para Ta-
milisa a tratap rdo run do NogU)iu a. 29.
g- A xmay.r. D. Anna Cavolcnnto
Bezerm Sival osta, tern umr carla para
I b 6serv entregue no escriptorio deste
Dario. A -
Urna senhora que sabe prfeltamente o
p0brtOez, e' p6de dar algufias liOes tambem
pe,ptinoipios de muslea, propoe-se a easinar
em alguma asa pa&Ucular neot cidade, seus
arreabaldes, ou mesmo em algum engenho : pa-
ra infernmagOes, A rua do Marquez de Olioda,
escrlplorio '. 8. .. .. .i _
--aPtecsa-s alugar urn moleque de 10 a IS
anos,- part.servfoo domesLico de ocasa de ho-
moe spileiro : a fallar no pateo do Paraizo
n. 16.M
Uma. senhora de born prqedimento se
off'reee parad'tolnar conja de ade bhoomem
solteira, viuvobai pouca familiipqual oozinha
corn perfeiglao eengomnia, e ddlador,se exigi-
rem. a Lratar na rua do Padre 'Fioiano n. 47.
Aktga-se a casa terrea da rua de SmnLt
Tlhreza u. i4, corn commodo. para familiar : a
O.lM op fgWo d.aPagaimo p. lit-
Alw-sor mhl1UtW 4PBWQUASU,. labs U
h ea~amdi petp c ff partas a'!
denteO dsisa de faminlft menos cozinhar:
a traLa roarea da CoaceiClo n. 14.
Aluga-'se a easa terrea da rua Augusta
n. 198, com commodos pare familiar. quintlt,
caciwtsa,.]ado da sombra e ladriibhada. deci-
inenLopdr barato preo : na -rua Direita nu-
mere 8.
*-- Ahiga-se- o segundo anda da rua do Im-
perado corn acBnmMq-0oepuTan gran-
dtfsaufisiaouooiegio- agua. gaz; atratlarsna
m- lPrmet wdeo M .arg--tn. 14, ou naourana
Concodtia B- 4. *. '' __ *'
0Atuam ean. 53, na Poaiw Go Uoc6a.
teai ajta S gmz: a traar urn rue do lnperador

-"A c-.pflmre H." t: .
&oRa fg* stwfqsn35.d6Oa .
;ti a^ ANilbi 4aaet. nI


t1$


. #Ofl~sda- ilcifeio


Sgarpnta. do, pe e d' s (I
odas ars phaYrmacias -e dlr.iti-
-oass pharmacies e drogf~tiwi


V *~
-4:-
.4


A".4Wflp q v i. -a .A %

' W i...e^W ,W,mlasiqw^ tet'tml W-.A~TIl ..
"= eri as" # .to c .ae + i
CondiJa, Q-
ment.-s pq arrtbaldies 4ota eidede, nzc e,' L- AL r zALTE 7z "
taces ktiaares d,.s Prazeres, Cabo, Egcada, .
1' a--vt..deralmoares; roga-sepois as au Carlos Betten oiirt
torldadep,, ber delfS a-iAdaiWT'ni 6r e1evar At rua do PHARMACEUTICO E CHIMIOW s
BarO do Triuinpho ns.1O0 a 104. oud Olinda, da faculdtde-de med
rua deaathfma'weniota aL 8 J'o" aiT a grati-: DA -
1C4'lf
Prddiem-11.^ 0 ,^ mm oe'*LW lfeX
I, ----
Presc ia- dp--ontD Suo b-e- d Esta tinta 6 urma das nmelhores pCEIJ
Francisco Lix do paragOes e a unica que se conserve
Farmancis R ib 1 r o %re perfeitamenle fluida, sent deixnr de-'
rmo Ribeiro agrade- posiLo. E' de urea bella c6r purpo-I
o do intirno d'almo a cea-prete que se cansrva eternam F
todas as pessoas que te vt.sivel, o que a recomut.euja pa&t*'

H50 dignerern aosmpra- esc% sriptas do iivios comm relaeos, re-
partigOes publics, etc. 0 s, u preqo
do. sua ui '.,res~ dda i modico. e a sua qualidadto superior
espos:i PresClla do a lodas, in-lusive as estrangeiras.
-Bormfim Carro RuYs No oxida a pen na; s m etalicas
Sbeiro, e de',ov~o, as Pro eunadi.0
11 ^ cunvida, amia de assis- Pre de urna du7ia-GOOO "
lirem A Wuisa, que por sua ahnlma nanda rezar .. -
na igreja de Nessa Senhora do Livramento, I Deposito geral
pelas 6e meia horas da rnanh& do dia. quinta- ,. PHARMACIA GALFNO(
feira, 23 do corrente. .c g C RL N CO TB
..,e-,~v:,'~e.v:,i CARLOS BETTEN 0 tT ,
Juslino Pereira Ramos |Rua do BarAo .da Victoria; 1
A directoria do Monte I'iol'ottuguez manda a PERNAMBUCO -I
celebrar. miss. na igroja do Esjpntita Santo, j~tw~~.-
terga-feirea21 do curiente. pelas 7 horas da
manba, pelo eterno repouso d'alma de seu fal- E' de interesse aos que soffreon
lecido consocio Justino Pereira Ramos. Paraj N ta typographia e rua de Christovao Qo-
assistir a este ato de caridade ereo!igi.io, con- ou,Lo 1. 1 vende-se UnLuras omeopatis
vida a todos os associados, e especialmente paiamcuradas segolules moledUas:--AshaMa-
as aprilos parents do findo. I tico, ainda mesino bronquitico Camerasbe
H 11sa angue-Enxaquecas- Erysipella- Tosse e n
MariaRitha Waoderey. ___ vu!sa--Intermitter,tes-E falta de menstrupao.


AnpuIuI aiauuer--
ley Lins convida os
seus parents eami-
gos a assistirem -As
mi ssa s qu e manda
resar poer ala de sua
sempre chhrada con-


Ama de cozinha.
Pr2cisa se de uma pare casa de pequena fa-
mnlia : a traLar na Capuiiga, A rua ca Amiza-
de n. 1, out A rua largd do Rosario ni. 34, lP-
tica.


.""-- "--- -- oite D. Maria Rita
Waonderley, no dia 22 do corrente mez segun- U "Ik- -- r
do anriversari.) de seu passamento, as quaes Antonio Dominugos Pinto
teroa lugar na ,inatriz 'fe Santo Antonio, e na ., Maria Amalia da
da Boa-Viste., As 8 horas da mianmi. por cujo .4 Silva I'into, seus fi-
servigo) Ihes ficarAelern.umenLe grat0o a '- Ihos e genros, do In-
S ". o alma. agrade-
'D Emilia Fiock Pinto f cem a todas as pes-
soas-q ue acompenba-
Francisco J. Pinto, agradece cordialmente As sasue aompanha-euultim
pesoas que se. dignaram acomponharsres- ram ao seu o
tos mortaes de suae presada. espoat Emilia e jzig o eadaverde
Flock Pinto. e -convida o% seus amigo a a-eu sempr-choarada mrido, pai e sogrO, An-
sistir algiinmas missaqs im p st ,m it an- Lonio Domingos Pinto, e ceon idam-as para
Sistir elgurna ~ ~ ~ asiir'6.s missa~ u jw81 ln D~es~ie s u misss evdam cobebrar na
da celebrar na-quarta-feira 22 do corrente, s asiirem misses que manda celebrar na
8 hoas, na mriz de Sano Antonio e a c- ira da neravel ordemrn terceira de S. Fran-
pella d Ap intopucnios. e na cisco. no di 27 do corrento, As 8 horas da ma-
Pella doI H ~nha', setimo de seu fallecin.ento. -


I


SIZ.PCfl ZT TODOS AA, PlrA.oMAAnS Do tUNno 1fL IR
nlAViWmf nfmimn I! ii~ili ,, ,,, ,


WSrMuiO r fIff.


Estes CONPEITOS seo heroics em todos
Doenoas noretas as mais rebeldes e as
mais inveteradas, taps que :
V CUMS re ota o onoralooes,
Do-9- dan TUUI nri~A"l
ens loas wlau, a
brcs Cta ,te tlyd tia
IrrltaO daps
e em todos as doenas que podem er en-
gdnradas polo contact eemumar possoa
nfectada; comrn as mulhereo,
Infeopto spmUtlea, D s nuteriumas,
SPel sua o baksamica, tonica, depu-
rativ, ao indispensaveis a one RAumais-
msot, Herpes, Got., I/npe da p.wl, Mihi-
dde da beiga, IwmtaineciA do ourina,
Vieio do w w, Imere.- -
A curao pod e seguir-se em aecM-oe em
viagem sem privagio et nenhum regimen.


(




(
A'


itnnmnau ruTn
lYifle? e PMreservatvma.

Esta INJuECC.AO, cuja composlcto 6 pu-
ramente vegetal, nao coatem nenhum priM-
cipio nocivo neni caustico, 6 qulgai s4 no
mundo curando em algumos dias :
.O fluzs rmoatow ou ohrofleos,
.%l bra Icoo,
kesudugAc do canal Ga uretra;
Prevem as doenuas, quando se tern cuidado
e pegar urma ou dous ineco es desois do
todo contacts duvidoso, maravilhoa eft
to4os os casos rebeldeo a today outra curmo.
. Tern side ensaiada nos hospitals de Pa-
rls, e miutos informes favoraveis teem pro-
vudo su real efficacidade.

Exigir sobre cada frasco a Marca de fa-
brica enrigistrada segunda a lei e a firmna
do preparador.


A Pawmsuco : Famsam MAIa 4), 57, nuD no DooQU DE G&CLIS.

Fabric.PETERRE-CARAN, Todou; em Pas, ig, rue VileaATep.


-----" -- -AbUA UJLN I Ii I UU I UNALUffA J
emLONDR3 a em BRUXELLAS Qulidads twouparmel ]
Dsrros xS AS PR INOaPAPP-BTMAlIAS,PHAaMACiA3 s CARLMLEIROS DA Aseeia.


.. N 4.-* .... n .
-.Z" JLam
,"..'.'..1 **i ^.rj i.^^ ^6 -^ 2 ,aBgiS ..- -^ ..-i i *. a .

o'1 ~ ~ e Ul ILE~i in;1!?! L6 TA BUORYE
' XAPaJP Y^ HGmTAL 2 LABELON T

O'n n a,.e, ,'.n,.-ti cor41o- : .ydropistas, Bronchite. nervosam, Coquluohels
AoLit.im.d, etc.. emflm, cm todas as perturbejes da ciroulaqbo.


GKAGEAS SIM u,,
ACO r-AO'rATO nai Srmno
Approv.aar: p!,s A",ft' a w.. do hadicfs i Pailt.qua duas vezes, e a 20 annaes dintlel-
,alito. coasfttotiilhsa superioridada-sblA todas, ob.outros ferruginosos, e A
eflcacc' contra mnoaenUas occasionaa s pelo empobbrecimefto do sangue.


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0 Im"Ifflim-i'LL .


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Mloulxaff o-zarpo 4- 4e jf~irfr *'ji~ifHM^'f^ugG~iiW 8
';l-em ,kwoeas rebeldes. a q'ul si.lo aU hw-4+ qalio. V
"4k'
---G~aft fdiclmemes reguoo de& ao qual- athmew, defuxo, tome simp o o .ra1 40 tb'pdmufca saw.;odieatwme
neskios da ga- su ewtzU. aba utsnta, a 1esedosspulmoes, e empVm- las antiMbbris e unicamente propS"
ado con g e success na- phtysica n meu IsM*Orjio. -pdrproopsaw 4,
A.yega d pulmonar I do a ust*oa et6r4b61t0.
Preeprwa a capital: um fraos Prego de umsa cixa. .. ooo
f'", e uma duzia 922000. --


INJECIAO BETTENCOURT
ANTI-BLENNORRiHAGICA
Cura radical em eis dias
Empregada corn optimp resullado nas
gonorrheas ou esauentamenlos agudos
ou chronicos, flores brancas e em lodos
os incomimodes da urectra e vagina. E' o
ptimeiro mnedicamentb no Sen genero-.
PREQO
Um frasco. 1500
Sezx8es ou febres intermit-
tentes.
TRATAMENTO E CURAT1V. CO6M AS PILULAS
U DE UGALYPTINA
DE CAPLOS BETTENCOURT
As sezOes ou febre intermittonte 6 urma
molestia que comeca corn grande frio, so-
guido de unm calor excessivo, suor e urn
perfeito estado de abatimento.
0 doente liborta-se de todos estes
symptoms de febre e adquire um inter-
vallo quasi do .sen estado normal, at6
que n'um certo espaCo de tempo voltam
os mesmos symnptoma a' importune-10.
Segundo o esaQqo deste intervallo, que
6 -utn allivio para o doeunte, as febres
initermittentes ,chamam-se quotiditfnas,
quando ella dura vinte e quatro horas,
teroam, quando dernora quarenta e oito
e fluartam quando demora setenta e duas.
: ota doenga 6 devida As exalagOes dos
lugaren pantenosos. onde ella predomina
e torna-se endemica, send bastante a
exLinogfto destes e a planLtwoo do euca-
lyptus globulus, donde extrahimos a eu-
caiyptina, para extingui-las e dar saude
e vigor aquelles que Soffrem os seus ef-
teitos.
Muitas vezes ot serva-se nestas febres
e particularmente na febre quartam um
engorgitamento consideravel do baQo e
1lgado, ou urna hydropesia.
Outras vezes deixarn influxna es do
estomago e Jos intesLinos. que 6 mister
Strata-las em separado, tomando-se omibu
ELIXIR DE JURUBEBA E PEGA-PINTO
Spreparado para esse [liu. 44 d6i de
meio calix duas vezes per di. .
Como jA disse, a substancia de quoe e
ScompOe as miohas pilulas 6 extrahida do
eucalyptus globulus planr.'a oriundada
SAustralia e doe I ,ransplaatada para as
| outras parties do gtobo, inclusive o Bra-
9 ail. Todos conhecem essa bells e frondo-
j, sa arvore. Aqui meswo em Pernambuco
Sexist umrn grande numero dellas.


*1 ~







"4


lssapatrrelhaa e carob .
PE
Carlos PoUeneourt
Grande depuiavo do sangae
I SEK MERCURIO I ,
ComposiVBo veetgal fita oim o extract
de diversas plants americaas sem con-
sequencias nocivas aco e as dam. pC-
parados que se anmanciam pomdife-
mente.
Unico eppecifico nm d&nM
9as segu ta :
Rbeumatismo, syphilis, ioelas, emn-
gens, cancros do penis goblea s B-
nica, boubas, bubOes, Ol, papTita,
escrofulas, molestias dft pe todam s
doenQas que teem a sua origem na im-
pureza do sanguo.I I
Preo para a capital: um frawco
4000, e uma duzia 22#000
Reduzindo as preQos, o author tern por
tim p6r ao aloanoedetodOs este Preciosc
medicamento e acabar corn as especula-
.Qes, exigindo-se 4900 po- urn prepara-
do naciofal! !

IU 7LA SLIIK1KL
DE -
Jurubeha, quiaa oegs-piat.
FORMUITA PffPMPAADO OFFICIAL
DE
CARLOS BETTENCOURT
Todico-febrifugo, desobstruente de
todas as visceras abdomiiaes. Emprega-
do na debilidade geral, affeqfes do ea&9-
mago, convaleWdefngas, febres iter'mittem-
tcs, antigas e rebeldes, moleslias de figado
e bago, falta de appetite, anemia, chiorose,
96res pfallas e falta de sangue. um
reconstituinte de energia. Unico prepa-
rado neste genero que goza das proprie-
dades do jutubeba quina, pega-pinto e
ferro. i atitor, depois de ter feito innu-
meras appiicaQes do seu oovu prepara-
do, reoentoieceu nelle uma efficaciarsem
exempt nos preparados de jurubeba,
quer pela tiova mnipolaeeo, quer pela
tnilo feliz dos ou ros medicamentos. Em
virtude de urn procejso mo lerno, quo
lhe pertence, evikou aincompatibilidade
da quina cornm 6 ferr,'! .
Procos para a capital:
I fiasco 2o000
-' 1 dlzia 2" 000 -


1,TTE-STA-DOS ..
Jouo PedVo MadmOu da FfitnBc, WiMUUC CaiKr RttRDIM 9=ta ana
! deowtrem medicin-ma -,ea Tmiersidade, 1 -sphili ;'t -pMi ,,i. a fom I
ideil.muxelas, cirusg' delbrigadmj I tam q
hotnario do cor id'erci- ji M UtTM1 I~pn I
toL; dretctT do Ubt. l oio dd 4 raBi.ir fo r aniCiitialidad
Mhospital- Pedro ,, + S corn gastr i ?'|g-W-. o present
e.Qd~alha Ae campanha Aa. Paxaguayg I 9, ri 4 -anaiz -- a S78 -
sob n. 4. | Dr. Sf,wrO Lagrec.
Attesto que muirtask ezestenho empre- '
gad o Xarope tie Jai'mearca b ThhloVneWb&lr*iW-n' f ,o,
CoM pOsto, preparaq0pelo pharmaceu| tor em metlhina petb hInpe l Tacld -
tico Carlos Bettencoui, nos casos d4< d n'' *. o. 'ti Jineiro.
broU1 cp1 wike .yi9a< I.& ,.q .na mi-
Ipnllionar, IP.i*OP| tosses re nhWa cKiMaas e apobd,
beldes, eoquelv he e pade4men preparaelf ^. l, ico Carlob
itos A. secre0o urinaria, sempr Bitter ,a l o tido os inafs
9oQI-Wim e efltaz reairdoadb; .pfo. 6-'" ""t rf'Atedos-.t ,rl '.tyio
pap0i e preseote em &de avhwiu) l'qeruoftA-"'W I l eo
4!87,--Dr.i]o P..a d-Monatodgonis /qualquer.- 0'AC, .er odos, 't n
; .. .. -. i doengas-'l ue o julgo
WUv r f-"ajr~, 41PU4 4we Me~ici podefttb!9 v"6LVwuttvfk tfisf mert
7e8rii 4 oa mnuic .olenamhb. Recded s -2 40, noeqmbro
Napoles,eappra mtIM.41Dp. T82,wwi Dwde-Cb~tali
medicine da Baha, etc. .i ... "' : "
Attesto que tenLui applicado varias ve- 'nAttht@ q(j')fn.'. p rgado' m
a '4 Xartpe 4deo J-Apmttaho / nha clinic, .int.ula t Mope 6 J
pt.t,- prepared -.o-pele .pbrtnmeeutlo rimm- 6A tS. 0tdorfQopeo
Carlos Betteneoart, eas vfanas, e ',phnlqf 't.li Ca Betteaeftt.t,
0i1os, bomrorn"n a hryltA ada ti b has molest
w'jas ide. "o &-0eu-effit taem 546,^- l
SsetWpr 'bom e o-reftbit- o verdadcifa- l-quteagmud -AwS.flt..arftoD.syT
S e. ecre, 4 de novembro de a tosse, a dyspnIa e a expeetoM 0,9
| 2 ,,!,- _-. p .Sio m.g_.a--'- 'a_-n a _.diol mda affec-
.~ ^ -- ^ _4pl]1mlIR~ -pegTs eielros
.. bor.m periodos. Rie, 4 de nove o de
[.succ.s. .a "'do phar- i f-W 7 WDalHo de Catalice.
1DtA>ORTTO GER4'7 -
?41armacaPE
C*rlos -. -*-
J, ;,Iju ji L r ;)


4, V&ESEI{ VATO estop


Efficaz para curar Erysipela e o ""6--p--. m -.et
+~ ~ ~ ~ ~~~3 ,. ,.l_,,oi _. pplmeimentok
De lgual efnaia pro curar exigas e'bhejmais dopelto.

SPOSI. Ld... oR *M s.
- + .Depositosi "P-Ii8vr.ac. t' do C(ies-
i b1^ e el di4o- a i
covAe d& 3lam-'vstata(ant34a Fomos) n VP


GCOMMLSSIONISTA DE GENEROUS
.EACIOAS E I STANGEIROS
Par, rua dos Mercb dures 40 A A

Sant'Anna de Denro
Aluga-so urma casa ree lificada, coan 2 ijs.
3 quartos, consinha f6ra. e idnd a uartj f6-'
ra, corn quintal murado e portAo que sahe
para o sitio em aberto, eom p6se de coqieirov
e outrom -drvOredos'; o lugp." o cais 'ameno dc
teaos of arfkaiWe, pOferid d P p ar. pe8-
soa4 aacdis"de rmulestlaw grave i a tratar
na ria d AWi 379


"Ca~s vias, briatas
Alugam-se as segulntes.casas: a tratar na
iua larza do Rosario n. 34, pharmacia : 1o, 30
e 4o andares do sobrado n. 84 A nia do Brumn,
pintado o caiado de fresdo, corn grandes com-
modos para familia, em qualquer um dos an-
dares ; as casas Lerreas A rua do Batholdmeao
ns. 39 e 49 ;', meia-apua sits A rua do Mar-
quez do Herval n, 38, e'a caa terra 6 rua de
Lomas Valentinas n. 30.
Millio novOpa ra plants i6
SRa, 4o Amorin n. 37
AX.A""" E
JWW It0.r-^is 0


( freiti Igw dd iti *t WfsD ; 0 dWtb
'W MM +Ifip M, k o de'tmf" ifttitv-o e ferradd
gratifia-se corn a uontia AcLma a quema tJe*
los naquelle ena* % i o4 Sapuoagy, ..pafre.
guezia da Escada. ...

Alam+e as,., segumtes

0 sobrado da rua do BNrfo de S. Bdrja 2,
corn commodes para fablia ; a casItere Ira 0
mesma rua n. 18 ; a cesa terreo em Afogados
rua do Motocolombo n 18; a aifa teroea na
travfetsda do Pouzinho n. 2*; e o andare so[al
da run de S. Joio n. 8 : a tratar ua rua Duqueo
de Caxias n. 80.

rAma ecriado
Preisa-se de urma ama que salba lt zlnh'r 6
engommar, e de umrnm riado brasileiro para
agsiar urn jardirnm e vender as ftirs, ainda
mesmo que sejar escravo : tata-se ha rua Im-
perial n V05. tom Valdivino, da polvora.

Enm molbtdos


Quem piecisat le admittir um.Socio corn
capital, e com gra-mse prices, deixe tt-i fe-
chada na dstrada de lolo de Bartoa n-. 28, -enb
as iniciaes-S. J.


E, sino d inl stico
A educaCAo da e famiia pela famo'ia. .
Sconstitue o ensino domestic, :estabe- e-
lecido na rua Imperial n.43, sobrado.
Addicionam-se meninas do outras
familials, As quaes se dad a edumcaco
Sdos boas eollegjpos.

Vende-se I
ruma mulatinha : na rua do Viscond de Albu-
querque n. 3.
-Alugam-se a6 segui" s
casas
i-mia -na I-taveasa do Gymnasio (lha .dos Ra-
tos), corn bastan'es commodos para fan ilia ;
outra na rua do Luiz do Rego n. 9, cornm jar lim
na frente, para pequena familla ; e o primeiro
andar A rua de Pedro Affonso: a tratar na rua
Duque de Caxias n. 59, loja.'

Attencio+
Offerece-se um bhometh de ,ade, oa',db,
comrn murta pretia do e:ervi9o de engenho.
tanto do fabric do sncar como de disltila-
Q.o, trabRIho de turbine, e todo mais trabatho
de campo, "doque da informnaao aecontento':
quemn precisar de seus servifos, andnnilp a
sua mot-ada por este Diario papa ser rwofiurado,
ou dirija:se -tsa n. t91 (viveiro tio Moatiz). A
rua Im perial. :, ; ..... : .....
Da -se 100 d gratifH-
j ... ca a ^ ,.+
,a quern apprehender tres eavallos que no-dia
13- de janeiro de 1879 furtaram do engenbo Sa-
pucagy, freguezia da Escada, os-quaee tern os
sig"aes. seguites : o pri6neir0o rudpda ou
Sruw oujo, bem,grand, puucis denies, jave-
Ihove gordo, cup.ma'pa Oq fejjda nos.ppitoe
e tern cicatriz0s e ferida na anca, tem.pirada
Sbaixa obrigada, assopra: ql4s, vents qpiando
Sgalopa ; o 20 e ruco bern alvo, novo, de frnuto
-aberta, se-cu e andador de'baixo a miei9d4
t6mnariho regular e 9rdig'-o 'b'3' 'ruco icom
pintas de'pedrez. velho;, ear lettes b nuil1
seeeos, anddacr daebaio ua meio, oin-, s--as,
cos'feitos e-bAwvente, ..n .


Canna.
0 tinico 'depoSit Q* tqf ad 'taf a
ea ..,:

aguaidente do canha centinaa e6'hcasa
e Brdga Gomvhes & YV., dUoMtfr~ a
-do Olinda t50, onde se vYd ec ga^4
rafas iaceradas, CoIn retulosw sgistvados
ao trilbuam d4 oMmMopciQa.;nn k <-gar-'
rafa .com a werdadeira cao- ieva .par
4mi do lacredA rofla- um roul corn ti--
armas do fabricante, Paulino PirWa JJ
z&4 ,AmQ qu 4ev4 c kderaA fia!-
eifloada. Os fa.hteadoreg eraopmaoe ,
sad0st nAt formia da-.lei, -NevIhm out
'fitulo ups -A brifate 'MO,."aI a~di.
Qd n. .,+ .:. +,; :/'ir.' '.*. .';,i ;;" ++,:.i.;"7'+.i++++,5 1':;i,
Esta excellent, bebida 4 'lfabricada
e0Gm -ltodo o aprihb, -e- 9 esi idatre de
camaa emaoifida. Seus effeitos-jsoab.bO
oi~nisme sMo variados.: aqueeequl ndo
se tern trio e refrigera q uaodo se sbnte
calpr, porq.ae ors excit 'a circiuaO,
ora augmeata .a transpiraao cup.luea.
Quando sB trax o eirpo Gem traomtpra-
to pela agilavao, umn trago da bootMas-
sangana evita a suppreaseo da ttanspi-
raao cutanea, exci'tando a circul;,co e
rpartindo ig-ulaifte o ualor ar-.tnal.
Para evitar o resfriamento causa do
pelos banhos frios e esta bebidia de
umna recomhecida utilidade, porqueexci-
ta a cireulajao cutamer, ,activando a
transmissao do samgue dos etgOS Cell-
trees.pars a peripherla :-e tem demais
alvantagem de liripar be-un a pelle das
impurezas, que nella adherem dospro-
ducato da ttanispiralao, e en ter'deste
modo, neste org&o de seoreQao tao ,an-
rtante, mator perfeidao em sea tra-
balho.' .


Desta forma, e send de uria ompo
siipo simple e conhecida, e naoCO, ,-
tendo ingredientes nocivos, comP acon-
tiece ciEna g~ile4 Aupter ilir'efwira-
do. t etrlgeRos,. a M"fa ,Pw. P
Jovro uda-lar s use des bsno* daos

wt aes. ,-bo a b, alws
*wm ." :t ,; -" ", ..i '.'
... jBWT. n.. ,.SPa ,?tt., Ttranlfll .a


'11


0S Pe-
&^,e?^ wh vrtu&e via"
,= i~rEtrpa, (mtottitli n"

dica. ;.
. ;S64ffi Wra &1-
dadas das 9 d 'l1 horas da
maih, te6dos os dia, wneAes
sos *)mitg ; aosddw tes de
-MM dde & fegfnWaio^ eoef
simpWs4- erAO tIraft mes-
m-nBo m esgeripor a r
do Imperador d'. 14, primei-
to andar.


Fobrf a vapor
* > 1 ; B .

DE
Oleofs vegetaes
RuM Imperial n. 1t04
0 proprietorio desta fabtica tern resolvido
vender oleo de ricino de supedror qualidade,
pr nmens qne em outra qnalquer pane, em
littesqlutat: 8s3m;nonmo wvia aaaus fre-
g'uezes quo para miOl cornmodidado estabe-
leceu deposit fejseat(igo na pharmaRcia doa
Srs. Ferreira Mait & (', 6
qorr cbh para linmas
Aos 3,00 kilogram is
Rua do Utwft1l- B-Slas suna n. 2,
esquina ko pate do Carmo
Manoel Soates de Oliveira & C. avisam ao
tespeittael publiuo que recebernm pelo vapor
brasileiro do nrie. de sud conta, a quantidade
atima da especialissima borracha, crja to; es-
cothfida a capTinhb por uti proprio que expe-
diram, natole pioupando esforios nerm to pouco
lespetas. para benth satisfazet, a espectativa
dos numerosos freguez6s ; po'tanto resta di-
zer qpu oS pjunacji es m gtos ram o respeclivo
impostb b1.A0 "601#s 5(01- Icatiai a munici-
pal, (e quen duvidar venba ver) pelo que se
acham habilitad al dier, que na escala em
que pretend merica"ditoartigo nao terAo por
certo coipetidr. .
Assim, paois, Mvarab Os freguP7es garan-
tia ou vantage kdp9AfaD polo preco mais
rezumido possivel, f fdculdade de escolher A
saJvo.BTta': iAu.-rua d& iCorotel Saastisla n.
.2, esquinado pti b ddoCarmio .

** -* IILIIA
ID U,~R5


Recreio Cen.tral
Rua do Q*0i 4i 19 0 andor
. Primeiro estabelecimento neste ge-
there pelo g6sto ,e seio cmrn que se
acha moatado, Abllit6 recentermente.
Os Sr.. -nadawres encotntrarao mui
bons e novs billhires, jogos de domi
n6, damna, tarle .e ebodt-ros; boas be-
bidas, com sejam : champagne, cerve-
a :d diver.as tnarcas. 'icores dos me-
Jhores e vinhos; l.noses. ;de :di*vemsas
qualidWdes, ;Wlots eafe, ohn-rates, e ci-
garros: -Os proprietarios destei estbe-
lecimento para offerecer-todi'o4os meios
de distracg6i Aenl='s isposivaes dos
frequentador A .drMflIT iano, onde os
Ne e Votktraer pssat'algnumds' boras
em oiolnlto edlid :M I '
TABELLA') 4W PREgOS DO
;fri'/,: t; i;, :./t<^ i~iBjliH lBS^-.; "'-/
Dia .." n + Neite
0 o,,t r ora& .: h. o ora
R-ua do 4uieimadQ ,,5blo anixr

EnoK Eleira
I.A Preeoisae.-de ,*nma engbmvnwdeita :
ft.a'. I Ddqu (tltt. 42;'3. an-
1 '; "" x"' ... *. '"
-i : ..i .S ,' i' i : *. J. : -i *. : -


S TAra Alesa rea ma
Sexta-fewra ukima, 1to rorrente, desappao
recqu do oiatio da. Ptj 4o Costa at6 o cases
do Capiharibe, iAmltla castanha escura,
a J1da ,ow id pVejj de ,aucoras.
pOe yi 'jr 2 ip t!pdiao dra-cs p rue da
Ae.__'.,_'_,"..' ahdr 4rua Formosa
r.t. 9, qu entrat feratl ..'., + ,
,r ",' /"ilirT .^T r t -'TT -_'-'' ,V -**" '''
rAL giafl< cad tl

SIAK., ca:frrt ".'W rup do .Gene-
ral SeAra (antiga- -do Jasmlm) n. 8, na tre-
gucoia ,a gu-V'*ta t p0m 3 .ae osgrondas,
quarto d4ti&a aGelho *.a Beidfe Drainage-
pplo alug di6.,47 5-500-nisees : a tatareomrn
o8a .(wopiji, A1.t,)iov Ignacio in Towies
Bandeira. que puoderiA ser proourado naria
do Imnperador -n28, sabe;ecmnenta de Cam-
pos &C. .;; '
~^A fft1?0Woftrpial a
6i J9W i tl ssigiod6i esposo.ldi lalleekMa D.
Anton a das Mrv.ys ..i Jesus Prafita, entlA,
moradurae 'e0ptabbi.edr corn ca a.de negocit
de faztndas e -mntrhado. ano En-genh Verde,
da frteguPzig ao do-4ait.,,peie aos-edMres- da
mesin que dirij#-sa Ame caa. no povoado
.de S jas6 4a Boa E-p.wpa, 4o terme da Es-
4ada, #oprazp-doe Oias, afim de Lrata dos
meiois envenientcs ao r'ecebiwento de seas
debitos.
.. JQos6 da. Boa Esperanca, 20 de janeiro de
IW9.
.Silersttre itimp de Amevedo.

Nio adtite duvi'as
Todos rppe.knam a bicidie do estabele-
cimnent6n om o a ..
Cotilttaria do Campos
porqueai-sae encantsa m ermpre a a qualquer
horao seguini. j.. .
Presentoe preplrtos "*
'P9i5s ,msnado.
S. 'P pOelos .d ameados' .
Roastbief's ,
.: I'.' OUMl 1;.es
tk~a4i9galbdba-
-.-,- .,. ^ we we^ ..+.. '_




-i~Mix. M
i~a oeqe~eaicode
... Ol .l.'t. *tr: > "fi -^ecta*


Fabrica Apollo
Esta fabric prerisa de peritos *tfliaes de
cigarreiros. ___ ______

Attenca o
Offerece-se duas senhoras de boa conduc-
ta. perfeitas cozinheiras para casa de familiar
quem de seus services precisar, dirtija-se d rua
de Hortas n. 08.
Assuear torbinado
Para o grande estabelecimento de
ruolbados Flor, do Progresso, ai rua do
Barao da Victoria n05Q(antiga rua Nova]
de Manoel Cruz &. chegou o apre-
ciavel e saborosQ a stcar de turbines,
cuja excellencia acha-se provada, sendo
que na presetitasofra tern excedido ao
quede;bhbor ha a desejar, devido aos
inoeoantes cnidados 4 0Tielhoramentos
eminpregadosa o seu fabric, e acha-se
A vendi, em gross.o e a retatho, dando.
se abate vantajoso em grandes porgoes.
Os prop, ietarios desie important ar-
vazem de m'olhau's e @a-a decommis-
sues, tudo tem envidAdo emn ordem a
satisfazireth -.as exigencias do public
em geral q.4d li.freituezes em par-
ticular ; oertos deqque a par da modici.
dade de preIos, encontrarAo urn profu-
qo f vv'riado sortih.ento de generous ali.
menticios, do que ha de melhor no mer-
Ciado, "
.Enmarregam-se de desempenbar corn
piomptidlo 'qualquer pedido que Ihes
sejaduigido, e bem aamo recebem con-
signagoes, mediaiite commissAo razoa-
vel.



U Ctpra-se uria prenea de- copiar curta.
jij usaM : na ruawdo Cdbuga n. 14.
7 Siiias^ de o~itiei
OoiPprm oo.genmte,da comppnhia dos trilios
urba los do Repife .Ohnda e Beberibe. coj9
pahgos dte comgprlnento, .9 pouiegadas delar-
gr.e 4rae^ d~grpgu~ra^ ::,__ ...
Cflmpa-fpase rA isorava prela out rabha,
ainda tendo algum filho liberto : na ra DIrei-
*ta, :em Afowndoe.;'r. 10; trerna. ,


IYENDIS
I' __T .0pU --M0
gCN1LOPE MO-
....+++/;+:DERNA

Vende-s' urma }Encyo-
ped Mofera, e* 30 vo
lUim" em p rfeito estado
(k couscrvcao. Qu
1 pretend-r,- dryja-se ao
(fmlnislrador Atd st typo-
.raphi%, qu a dira as con-
dicoes.'

CalIado fino, francez
para menln.ls emeninos (especialidades), sor-
timento novo : na loja denowninea9s--Vapor
Francez, a tua a n. 16.
--Veade.se, umaescrava panda. de 20 an-
nos, de important figure e de conduct ga-
vantida, que aengoiana e chose corn perfeiolo,
recolhida, propria paror casa de familiar: a tra.
tar na rua velha de Santa Rita a. i .
-IEBfMEMNTOS -DE GEOGRAPHIA ESCO-
LAR, nova edigao, vende-se na livraria indus.
trial. e A rua do C-'rppo n 17. primeiro andar,
a 15 o exemplar, e de c IlCo para cima com o
abate de 20 0/0.

Batistes lisas
4L 300 rs. o covado
Lindais k6re's de batistes lisas, finas,
por 300 rs. :o covado.
Naa Ioj de Almeida 6 Campos
Ditas de c6res miudinhas a 200 rs. o
covado. .' ..
Lazminhas aoezas, verdadeiras, par'
33. 's.o covado. -_ *-
Zefferes de quadros, a200rs. a covado
Completoso$.itieito 4"arjigos moder-
nos pfl0 s6hibiai& e vendamos muito
barat.*-
Na ri",A'Cre'pr n. D..
...4.

s ,~ .W|tSH 'l ..k^ M^^H- uf '


1oeSKR-ElS ftnc6.^PF ,.ft~iUt 0
meiias, obta de tataia, botanMrar

vs ccr tsfero c,(hrte~diit) cf
AltihaU HW&idt 4
is con .sb i t)-. ;..,
tant%, ndudal covt'to7oA*/tadfT
lode, grgorgOo. setdfi', arjt, eicdti ,
bfitu de setha brncW e 'Ptttd, e ulm
complete sortimento de bordpluos, a
que hia de mais fins. tbnto lapados cftao
transpa'entes,_de-de o mais largo ao
mais estreho, meias para erianas, ?o.
mens e senboras, cord6es par& suspen-
der vesttIes, cintos de couno para me-
ninos, bolsas pretas muiito finas, as ver-
dadeiras agulhas Pedro II, fitas de bo-r-
racha, larga, de dousdedos, cutileria
final, navalhas, tesouras, canivetes, *
que ha e mais find, tfniura para tin-
gior o % -alos e as ".ta*, t y to
come castauRhos, vos ,wa chapdos on
rosto, punbos e collarbibis para senho-
ras, grande sortirmento de biaquedos
para creaemas, oculos de cores, pard
vista consada e myope, assim comrio lu-
netas, papel de todas as qualidades e
envelopes, li de todas as c6res, agu-
lhas para crochet, e urnia infinidade de
artigos que seria enfdonho mencionar;
na rua do Qtaimado n. '5, hoje Du-
que de 4uxias.


,I ACI INAS
Bua do BarAo de Vittoria i. 30
I SHARES LEITE IRMIOQS
Importadores de machines de costuras
de todas as qualitades
heceberam uttinmamnente machinaE
corn grandes melhoramentos ; as favo-
ritas das familiar. as favorite:; das da
mas, os wangeres, as duas rotagoins
estas machinasVkri7 n em feitios d
mesas e bases e tamanhos, e -iAo fabric,
das com toda a perfei(9t- da arte, sac
garantUdas por cinfco annos, osi'n prego
0 razoavetmente barako, tendo de '0 a
120$
Vende-se tamomr machines de todo
os feitios e antores.
Singers de todos os tamarh, s.
Wister, feftio de ipgcr, ie diversoS
models, de50# a AM00.
Grower & Beker, com.mc-a de 1 a
2 pontos, de 40a a 100L .-
Silenciosas verdaneiras;de 4053 a 100#.
Remington, de pedal e mesa,de455 a
705.
Uma infinidade d'a.rnbdellos quae so
can a vista do coitnra or.
Vv pen. sos de crr-f tel, d- t 1* a0to.
Tern, uma quantidade de mrachinasde
consignasio, de pedal de diversos au-
tores, por n'idi,6 aixo preo,, d6sde 30$
a 40# ; mrnulte heratW.
SVendemr tambem r artig-saame-
.!'caiws. -r q ^(
' 0 brilho ihcn)mparj. t ;.44 alcado,
Ssem duvila o mcdI.r'ogb, 'o que
mais conserva o couro.e que cnaao4Ira-
balhodaa obter-se o lustre sem ser
precise escovas,
.P-rfumariasde prJmira or4ero, ti-
nhas eapecia9as pra ip.aChihas, retroz e
0 .4fea 4e miudedas.

macdhina tendo todo.r material precise
para iss6; + .i:? '
,Fk4 jdo, Rarii9 da 'Vietaf R,3.
SOARCESliJI*.p1A OS


SCal depj U*
A mais nova que a.I a ter-
cado, da acreditada j rcs'4 P
F, pesando 62 kilos, vende-se a
8600 (reduzindo-se 6 preo 6em
pergo excedente a 10 barricas)
na mrA do Apollo n. 17,4 e no tra-
piche da aliamdegoa vlba. -


0 Bozar Victoria acaba de receber da Euro-
pa um splendid, e variadissimo sortiment.
,de mascaras, meias mascaras e *rweb de
massa,.cera araine e setim, bran l: uNOtas,
de hoaens, mulheres, mtininos .' s,
feiCOes mosas, vel!j:s, cdtictai e cu"-ta,
com e se m molas.
Calias- e caosmisas de moeia, iranco, de aea
s6 r6r e listradas e carapugns de media bramca.
Frapjas, tranQos, a^Mes lamtejoulas doe-
radas e prateadlas.
%ejas de algod5.'., l e de sedp*brancas de
rma s.6 c6r e listrada, e ouitros rfiublo artigos
proprios pare fazer-he um lindo vemtuario r- ra
o cafnaval.
Bimnagas dos models de mais novidade e
elegancia.
Vende-se A rua do Barlao da Victoria n, 2.


ia~
4
IA
Al'


-t


j|||H| I- escrava (uItumA
|----C in ^4fofmtftrl
PP 1 gar-se lara a me_



Successo4ntuiliveIl 1


QUE TOD0 pw.YEM POSSUIR!
Cura rapihdsia ri erddura de cobra
e do cao damnado, per imeo da Pedra
Mexicana, preparmad psia Dr. 0. Virson.
UNILO DEPOSITO
Pharmadcla Ameri6ana
N. 57 -RUA QUE DE CAXIAS- -m. 57

SAe commnercio
Os abaixo assignados declaram ao public
e corn especielidade ao corpo do comaiercio,
quo nesta data dissolveram amigavelmente a
eociedade enm commamndita. que Linham no es-
tabelecimeato du meoibados, At rua do Rangel
n. 75, sob a ral~o social de Mendes de Ase-
vudo &C., retirando-se o soie Manoel Ferreira
Mendes de Azevedo pago de seu capital e hI-
eros, flcando o acLivo e passive a cargo do
sucio aomrnandtario -Bernardino Josed4a Silva,
Recife, 12 de janeiro de 18W9.
Manoel Ferreira Mendes de Azevedo.
Bernardino Jose6da Silva.









































043
Rua do Queimado n. 43
DEFRONTE DA PRA(A DA INDE-
PENDENCIA
Realidade
Lazinhas a Zelire, padres novos, a
120 rdis o covodo.
Btiktes, padres lindos, c6resfixas,
a 200 rs. idem.
Casineta mesclada, propria para ves-
tidos, ultima novidade, a 320 rs. idem.
Fustaes de c6res, padres lindos, a
440 e 500 rs. idem.
Cambr.ia Victoria, transparent, a 3
e 3500 a pega.
Cassa preta propria pars luto, a-240
rs. o covado
Maripozas verdadeiras, a320 rs. idem.
Oxford para vestidos, a 160 e200 rs.
idem.
Chales de casimira, gosto 4 franceza,
a2 urn.
Cbita escura, fina, a 240 rs. o co-
vado.
Cretones escuros e claros, a 360 e 400
rs. idem.
Mariposa branca, arrendada, a 360
Is. idem.
framantes de 4 larguras, para len-
6es, e 1,200 e 10500a vara.
Brim preto para calIas, a 500 rs. o
covado.
Madapolto francez, enfestado, a 5 a
peca vale 80.
Brim pardo liso, para costumes de
hbonmens e mervinos,- a 440 e 500 rs o
covado.
Colchas adamascadas, a 35
Chita encarnada para vestidos, a 280
s. o covado.
Popelines de listras, bonitos pa-
droes, a 320 rs.idem.
E muitas outras fazendas, pot menos
do que em qualquer outra parte.
043
RUA DO QUEIMADO

Attenuaol
Lindo sortimento de miudezas,
perfwumarias e artigos de moda
NO
BAZAR DA MODA
Rua do Bargo da Victoria n. 50
Recebeu:
Lindos pentinhos pars marrafa.
Especial sortimento de pulseiras da
ultima moda.
Cintos corn fivela.
Nanuaes para missa.
Flores artificiaes, de c6res e preta-.
Grande sortimrento de babadinhos e
entremeios bordados.
Sip6s de flores de laranja.
Grinalilis corn vio pars noivas.
Betoes de setimn, gorgurio, carooo e
loquo. 5
Leques chinees a 500 rs,
Fitas do gorgorao, c6res da moda.
Enxovaes para baptisados.
Ispartilhos db c6res e brancos, pre-
0os sem competencia.
Ligas de seda pars seahoras.
Orizalina vegetal pars tingir Q ca-
bhllo.
Banha orizalina, i4em idem.
Lindissimos, chap~os de fustaO bor-
da&Qs pars criafca .
Vidros para espelhos, qualquer ta-
manho. -
NBas bonecas d409ra, vestida4.
ls as de chagrin.-
Agulhas e linbas para machines.
r Oleo verdadeiro pars macbinas.


OwwabOf wo W
Gravatas -de seda i k5*t.e 14W ;i
Bu "i-u 03, a ^.109 i: r e ....
Ppeoa?, ,4edas im r a 40e Wy
covado. .
Cre.tat &mpeftore, Imin padr&os,
,a 400 t& .a WMA 0.
Seias bardadas a 26, 421s81f
SCh6-p. do palhinhal ptiumroBrZente
-enfeitads a 8.., 401 eo 15000. ._
LAntd pret i 700 e80o rs. ooovado
Bofbaxiras poetas muito finas,a i#
e 1 0 o1Ovado.
La prets a 40o eS00 rs. o covado.
Merin6 de deas largaras a It e 1820(
o covado. -
Cretones corn barra a 320 tr. o co'
vado.
Pewteadore% bordados a 58000.
Leques a 25, 3, 40 e5O000
Dordados e entremeios de diversos
precos.
Fibchus de l a 25500 e 3600.
Cambraias brancas, diversas qualida-
des.
Chales de casemira a 2#, 35 e 53000,
Bramante corn quatro larguras a
1$300e iN4)0o metro.
Lengos abainhados a 1. 500 e 15800 a
duizia.
Vestuarios para baptisados a 68, 81
e I 0)00.
Cortinados bordados a 74 e 88000 o
par.
Dio-se amostras e manhd-se levar
em casa dos pretendentes.


'wIw1V

O COVADO
Zefire de 1M e s6da
Na rua do Queinmado n. 43.
Chegou --pelo ultimo, vapor grande
quantidade de zefire de a e soda, mi-
mo de Linhbo, padres dealta novidade,
proprias pars vestidos de phantasia, polo
medico preo de 500o0 covado: v ndem
por este prego d para acabar em pou-
cos dias; s6 tern o 43 da rua do Do-
qub de Caxjas DiQ-so-am~Eras 8 man-
dA-se A caaa dcs pretendentes. -

A M10 D ALPI
32-Rua do BarAo da Victoria-32
Recebeu novo sortimento dos se-
guistes artigos, que vende baratiasimo:
Ricas cairinhas corn perfumarias para
presented de festas.
Modernos pentzinhos par* marrafa.
Elegantes espartilhos a Jeanne d Arc.
Espartilhos courasa e outras < uali-
dades.
SFitas de gorgorlo de todas as largu-
ras e o 6res especiaes.
Ditas'de sarja, setim, velludo e esco-
cezas.
Luvas de pellica, pretas, brancas e
de ,c6res, o qub ha de mais fresco.
Grinaldas o veo pars nevas.
Leques brancos, de c6res e pretos,
grande variedaie.
Caixinhas com prepares para cus-


g^ mt pree~s w0, Wjtifo &
vado "
Meias para sedotAeo, nipleto46r-
ti iento, : u' .:
Ditaw para hometsis 6e 3$ a 10 '-
a dttzia.
Camnisas de cretone, brancas e de o11
nho de toat as .quatidadeS e pare t 1-
dos os preo. N ao teem combpetido,
res.
Brim branco, exposiao, s 26000 a
vhl~a.
Casinmtas ptopriss piar roupa he me-
nines, a 500 rs. o eovao. .
Cortes de casemira, de c6res, a 41500
e7#500.i
Lendos, born bartra de c6r, a 420)0
e 18500 a duzia.
Ditos bancos, ablrnbados, -a 1$800,
4$, 5N, 6, 77# e 9P000 a dzia.
Cambraia Victoria, eor 8i2 varas, a
3W0 a peosa.
Ceroulas de 18$, 320 e 36000 a du--
zia.
Toilhas felpudas a -W, 9$ e124000 a
duia. -
Lengos de s6da, corn letra, a 20000
a duzia. E' barato 1
Redes de fio a 18#W0.
Colchas pars earna de 2 e 6s000.
Alam destes, temos outros muitos ar-
tigos que vendemos barato; chaman os
para isso a attenca',.
0 Barateiro
Rua Primei de Marg n. 1
AGOSlT94O SAONTOSQC.

,21-Rua Prtiwalro do noaro I
E" o naoiVisivet i edue~ene
cerra o tituto corn que esta denominado
este estabeJecimento?
Ninguem o duvida. Pols nao duvi-
dem.tambem que os sOus proprietaries
resolveram- igualmento mudar os pre-
vos de todas as fazeOdas.
Provar-seha 4 queon tiver a bonds-
de 4e ir fzer experieocia.
Entre outros artigos teur os seguin-
tes, chegadoe ultimaoiente:
Chales de gorgorao de seda, a 15$000
e 208000. "
Lindissimas popefines de seda, lisas
e de quadros a Ite 20. e Q.
Cortes de casemira, gostos inteira-
monte novos, oe |00 aata 1000,.
Caserniras de carese pret^||^ )as
para costut es ecmpleag do s
8500 -
Pannos pretos finos, de 35000 a 8(00
Damnasco para colchas, a 800 e
520 ovado.
Colchas de ioe seoa, mcito boni.
tas, ara o0-000 e 00 00 tnMa.
Cambralia branca ordad*, a 80OWa

Algodlo tmran-ab, 10 palmos de far-
gumra, a IMOO a vara.
Bramante trana do, pars toalhas, a
.If~aifl* -


ao inK*, pav.a vestidti, a 20
Paj1sl aniad O 400is. a caixibha.
Envelopes a 500 ^s. a catxinba.
lBMOt de te6ivas w Ca~a a k80 is.
Sabt iuglez a300.e rs. a barra.
CNrtam a Nova Espaftnoa, e .vnAiam
ver para ie deeafgatkwa
E" cOm as MS de h-
milla.
I'Mr1's"a
Infants and inv1id's food price 120
a per bottle, at ua -Duque de Caxias
63, loja Nova Esperanca. '
-0 abil Sr. G. Mellin [de Londres]
acaba de faaer no-va remniessa de seu
conceituado alimento para criancas de
peito e invalidos [ji bemn conhecido ena
tre n6s], unico que pode corn vantsgem
substituir o leite materno, e o unico'rp.-
commendado pelas mais distinctas au-
toridades medical daquelfe paiz; desta
t6rma poder-se.ha [usando-se delle]'dis-
pensar as amas deolite, ordinariamente
nocivas por seus achaques: assim,
pois, venham a Nova EsperanQa, a .rua
buqu- de Caxias n. 63, que e o unico
deposit daquella util alixnnutago.

Vendem-se
ESTOPA de diversas qualidades.
SACCOS de estopa.
FI par saccm
PANNO de Algodao da Bahia, quali-
dade superior, tudo por preos commo-
dos eom csade d' .
ABiLLIAt-RD LA 1BURN
Rua do Bemrn Jesus n. 54


SE MPE F01 0
loft
.59


0 unico qu e vesdp por preOos bara-
tissimo, e sem conipetencia1...
ADMIIK E VENHAM VER
Boutos -vestuarios rioamente borda-
dos, pars menipos e meninas, a 75000;
acompanha figuriuno.
Linlas bolsinhas de setim e de. vpllu-
do Siat a.. a sOlo, sAod 9000!
a elias.
Pipelines, temos utm variado sortk
mentB;, do 200. 32q@e 400 ts. o covado,
c6n uListras doe s6da
Sedas d. qapdros, muits lnhOs pa-
drdes, a b00 W 8.
Gorgordeade sda, 700 rs. oevadI
:o apIssde d'iedti-M pura,a0'Q ras,,
42epda muito largo 1 e baratieimo.
Alpaca italttKina, litdos desenhbos, de
fatras doe sea, a 560 rs. o covado!
(iNnadines branches com plmnma de
sedan. a0 Ps. o .avadt t
Ditas paretas, speribres, a 700 rs. oi
As 'importantes e ehemiras para ves-
tidos e eoMiss, a 320 rs. ocovado, est$o
ST qYOs q-ueteem
Mariposas bresilienesa, 320 e 300
rs. o covado I .
Batisto, finissigas, a 200 ro. o co-


TWOO C"Ao da Luropa ha poucos gnalab
engehiro a d Fanisco ,0C. de M. Carme*1
e etdo contatdo corn diversos fabricante 49
glatarra, FAz e *Belgca sobre a rem essa.
noos apparelhos para o fabric do assueara '
Cuo Triplo Weito Caldeira Wetzel ou Aspinal
seus accessrios para limpea do caldo, evaporar
c!?o On "feo' tudo .a vapor, ou mixto, eWs
bem habilitado a mandar vir qualquer dessesap
rels, quer seja para engenho central, quer parm
qulquer outro grande ou pequeno; mandarsen-
talos, ensinar seu trabalh, oresponsabilisandouso
pelo born resultado dos mesmos; se'-A born lem-
brar que o mesmo F. C. de M. Cardozo estev
pelas Antilhas em 1875, e conhece os melhors
apparflhos que se usamn alli, e poderio sert
para esta provincia: poder desde ji dar plants
e or~mentos para os diversos apparelhos aode-
sejo dos Srs. aoclItores.

Rua doAi Brm sl00 a 104.
S411ktB


-4,--.-


-IBAIl


FEIM A DE IBiONZE E 1NINO


OZO & BRUNO

Rua do Barao do Trhmnpho, agtiga (do Bruin n.
Osl prprietios dste eitabeleeimento *
zen scinteo aes wseio0s de engenhos, agrici-
tores e4Ao tev pub0co em geral, que 4
gA i est montada*'
condioes de se e6carrear e dar prompto e sa-
1ti0stori cu ..iI..l.toa a quaesquer encom-
me s ten a sUas Oneas de caldi.
rara, lati.* '' t auiCaiu o de bronze e sinos*


















qi*1e: ". f,
9. 3ai~rio, drid,
.b re"tdi1
alelieb eso a
.' ...ter exectwcio salisfactoria e se e
96e patn ique p6d
nmeioLqie.-enhanr em Va No tisw
pie Al ep:..G .i^to .real e de ctpd'ito
4k g ie- go, 'Tmido q ue estds 'p*'fstei
0rvicps efficAzes a lavoura.
OFantou s.e em seguiida o Sr. mi:.
nilr.o da fazenda, e depois de expdr
t as .erd.Ideiras, 6 cetto, 'mas que
nR&tim applicaco ao caso exceptional
dWiaeoura, responded quf neste paiz,
o4 ecada cidaddo julga-se corn djreito
de4allar em nornme da liberdade, quan-
do se trata de interesse, privados,julga
,ue por si nada p6 he fazer, e espera
q(u o governor Ihe made a chuva, o
sole o manA.
Esta id6a teria alguma procede cia,
sndo emittida por outro qualquer;" mas
no por urn ministry da-cor6a, porque
o gb'verno em quest6es desta magnitu-
de nlao pde dair resposta de tal ordenm.
Ainda inais se o Sr ministry da fa-
zenda jA declarou que entendia que,
para salvagao do Estado, o governor
p6de violar a lei, comro no p6de violar
aquelles principios para salvar a lavou-
ra, principal industrial do paiz? Corno
quier S. Exc. por esta f6rma seques-
trar todo o auxilio lavoura? [Apoia-
do e nao apoiadosj.
0 Sr. Jos6 Mariano :- Elle seques-
tra ate a nossa iniciativa
0 Sr. Alfonso Celso :-Como se fos-
e possivei sequestral-a
0. Sr. Monte diz qie foramin estas ex-
pressoes que o ol)rigare'hm a apresentar
a sua iLiterpella(,i)I, para ver qual a
opinia 1-) do Sr. president do conselho
neste assurnpto, teido o Sr. ministry da
fazeinda declarado que os auxil-os ;i ban-
cos s6 serviriam para aplanar difticuil-
dades de fazendei ros quabrados, julgan-
do acsimn tlodos os f.izendeire- de mA (e.
O Sr. Prdo Pinientel :- nsniltand,
umra classes inteita.
0 Sr. M ) ofnte lenice jlne ;s mni'
condiQoes da lavoura pr-ivem do exce-
sivo juror ]uie pi;-ea pelts capi'aesh.-(i'u
pedt. isto e, de '20 a* '24 e o auxlio
pfue Ihes deve ser concedido 6 parade qie
paguern 5, 6 ou 7 O/o, poden lo amor-
tisar a sia divida fara corn que possa tornar capitals e
corn ellI.-s n1cr(himisits :s e instiurnmentos,
,tue to;'tiien o seu trai)ndlho pproductivo
o qne p. 1ss 1 1 lotii)p"tir Coii Oiltlro s iii-
lares.
Uni outro arzumin-nto nprez.entado
pelo Sr ministro da fizendla e 6inida
in1)n p i r e-nIt ; diz S. Ex'.' quo o p aiz
Smy;'ccicira enormernente a sua divide,
sobrecarregando o or(amnento corn in-
posto-, se izcr foriecer dinheiro ai
lavoure .
0 Sir. Minis.ro .,a Fazenda : -Esta
me attrii.do o (que en iao disse
0 Sr. Mont Ic os trochis correspon-
'ienles do discurso da S'. .i..tr d"
fazendia, para, pf-cyPa'-ua asser.ao.
Resynft{Jtt.u a part em que o Si'.
mim$ro da faznlia disse que corn esse
.'yIxilio lavoura o governo o prestava
corn a esquerda para arrancal-o corn a
direit.. a mesma lavoura, o orador cliz
que c i-so'que se da corn to(las as in-
duK-:'i.: emn qe se exerce a iniciativa
hui,.aa ; o que quer dizer despe~as re-
productivas, tao apregoadas senao que
se da corn uma mio para tiral-o corn a
outra' Estradas de ferro, emprezas
,ae nivegacao, etc., nao importam a
mesma cousa ?
E n.o e mais exact a applicacao,
corn relacao a lavoura, porque 6 ella
que, pode-se dizer, tudo paga?


(X orador, obrigado pelo curnpriiien-
Lo do dever, ousou apresentar esta in-
terpellagao 'Uin:.it catmara onde sentnrm-
sO ucinri1)ros tao proem-iiient es, e pur
isso julga-se isoiado (nao apoiados)
,'nbora, pordmin, 9P esteja, entendeque
:, discipline rnai p6 e-ir ao p;ulto de se
.*ak.r o sentimnento do ever, mesmo
porque 6 da opiniio daquelles que en-
'endem qne o governor nada tern a ga-
near corn a dedicaao sern limnites dos
qtne Ihe entr,,guem a propria iniciativa
o a propria capacidade. A gloria do
governo reslta da discussao e tia li-
berdale le aprpciaQto. (Apojados).


- -~ FOLIIETIM


- :iAJidS Ii


Af iA iRiO


POR
ElIIQUE PEREZ ESCBIGH

W@OIRUJIE II

IUVRI VIII
rGontinua'ao do n. 15]
NOVOS PIANOS


XVIII

A. FIBRA SENSIVEL

0 marquez del Radio, obedecendo a
um dresses movimentos nervosqo.s que
muitas vexes nao podemos evitar, le--
vaintou-se rapiddmento da cadeira e
poz-se a dar passeios pela sala. 'As ter-
ri'veis e justap cenauras que Ihe djrigi-
ra o doutor tipham-Ihe produzidoumra
land" eaxcitaao. Eram merecidas as
i B;alavras do medico, a sue con
a -iuio ousava repetlil-as, rHasll,
eA" c.C 4aHboca d'um ho-
itsva-o, f ...ndo-e ...


creda .reaL ,ra& ,dtem -avtira 4it
alibi V-1r*v.6.aw a"0ra.o.' P OD
Entao o orador ent4eu que due iat
aplpellai Aa pMlavr$a d' SF: .nI6istrrJk
fazenda para A, do Sr. ministro da ajgr-
cultitra, mesa-o porque S. Exc.ja'i)6s
havia dito que president e do oonselho
era' ,i unico depositario da confianca e
do pens,.mento da cor6a, e portanta o
uifico responsavel do governor ; e a opi-
nifa do nobre ministry da agriultura,
manifestada todas as vezes qua se tern
pronunciado em relagio i lavoura, tern
side a de fazer-lhe as-mais explicitas
promeisas, prbmessas'que a animaram
a esperar de S. Exc. o mais efticaz au-
xilio.
Fji este o motive que levou o orador
a formula o 1.o quesito de sua inter-
pellagdo, para que se possa saber qual
o pensamento do governor, e se e soli-
dario corn a opinido manifestada pelo
Sr. ministry da fazenda, negando auxi-
lie a bancos de credit real, onde a la-
voura possa obter dinheiro-a juro baixo
e a long prazo.
Assim, ou o nobre president do con-
;elho sustnta as suas promessas feitas
no Congress Agricola e em- outs, oc-
casio6es em que tern sido provocado, ou
mudon (to ,i)piniao, e sustenta a do Sr.
ministro da fazenda ; em todo o caso, a
lavoura ficard sabendo o que deve Ps-
perar.
Contiando que o Sr president do
conselho sustente as suias promessas,
de um mode positive, formulou o 2.0
quesito para saber quaes os intuitos do
governor no que respeita d prestago dos
aixilios que urgenternmente reclama a
lavy ura.
0 3 0 quesito foi' formulado simples-
mente porque nos provincial do norte
ha algnma duvida sobre a opiniao do
govern a respeito dellas.
Naio se trata io Congtesso Agricola,
porqut- o Sr. pre-idenfte do consdlh,
nalo p. dia convidar os lavradores do
note do imperio, aLoento o breve espa-
,o que mediou entire o convite e a re-
irnia ) do Congresso.
Mas o orador teve em vista provoca,
urma dpclaraqdo do Sr. pres.deate do
conselho, para trauquillisar o paiz, e
sobret fdo aquella paite do imperio.
ist. ,1se o governor consider igjnal-
mente' is necessidades da lavoura do
iiorie e do sul do imperio.
0 paiz nao p6de ficar satisfeito coin
uma"->iclara;i'o dubia (d jlue o gover-
no ternm 61Wlhor desejo tde auxiliar a
lav,)iira. nobre presidonte d) conse-
IIh C t0,an e talent q1e possue,
corn o profundo e'stu.-q-u -tle-- -oa'-
teria, des lejd deve ter assentado o que
Ihe cumpre fazer; por isso o orador es-
pera que S. Exc. de uma resposta clara
e precisa, da qual nt o se possam tirar
dous corollarios differences.
A iuestao da lavoura 6 muiio ante-
rior d reform eleitoral, e eta 6 corn-
plicadissima: entretanto 6 governor jul-
gou-se habilitado a m indar que a ca-
mara decretasse a elioiao direicta pela
reform constitutional, quando a cama-
ra e quern deveaveriguar se essa refor-
ma deve ou nao ter lugar.
Qra, se n'auma questao de tant'- mon-
ta o governor jd mandou que a camara
fize-se o que aquelle julga convenien.
te a respeito, comeo no se achar habi-
litado para responitoer quaes os meios
corn que p6 he aux^liar a lavoura ?
O Sr. Affonso Celso diz que desde
184. as Fran-ezes tern estudado o
meio de auxiliar a lavoura e ainda nada
resolveram. -
O Sr. Monte.julga que a questao da
lao-ura no Brasil esta resolvida en
qunalquer fazenda.


(Concluindo, o orador nota que o-Sr'
ministry da fazenda, terminando urn
dos seus discursos, proferido na sessdo
de 3 do corrente; dissera que o sei voti
havia sido contrario A I i de 6 de no-
vembro de 1875, que nao sortira elTeito,


mente o military, especie de rnachiia
humana movida pelo mnysteriosu espirito
do remorso.
Apezar da mascara, Samu al lia no
rostodaquello hoiern o estado da sua
consciencia, e leunbrava-se d~is horns d,
amaargura,-das njitQS de insomnia que
neste mundo atormehtain os que so
inmiram ao engrandecimento e d ambi
gao.
0 general Lostan. corn os seus itti-
losas suas condecorag6es, a sua eleva-
da posiao e a sua grande riqueza, era
apenas para o doutor Samuel um des-
grr:;cido, mais digno de lastima aue o
pobre jornaleiro que se v6 obrig-do a
ganharlopao corn o suor do seu rosto.
Decorridos alguns minutes, o gene-
ral parou de subito diante de.Samuel e
disse-lhe:

Acabemos comr isto, senhor,'por-
que esta situ:.o nhao p6te prolongar se
0 doutor encolheu oshombros.--
0 senhor posiue unm document
-accrescentou Lostan-que. me 6-ne-
cessario p6de hixar-lhe o *frego.
0 preeo d o general Lostan reco-
ahecer pubticafnente Diniel como sea
filbo legitimo.
Oh isso l iipoihivel I
'--Ne oe a ta ab.a6-impossivel
entrepi'.'be 1W snra


eztio ae n. isncItow fep*o -, quea-S
dirigem aemieito 4*,tgriltura pe-
din4Quscla'ear4nenq soye o peios
quie jilga coaveniente empregar afir
de melIorar a sna sorte.
:Felicita, pois, lavoura e a tao dis-
tinctos deputados, mas nalverdade nlo
p6de comrprehjender sae a iaterpdelago
a que foi convidado i para umna ace
reaVAo entire st e eeu college o Sr.
minister da -'enda-, se para dar a
sua opinion tAerca da minateria.
Julga que o illustre deputadP por
Sergipe, que se diz representauite Ad
,ayoura ou seu 4efensor, melhlr so to-
ria rconduzido se, em vez de pedir es-
olarecimentos, esperasse pela publica-
cao do relatorio do ministry, da agri-
cultura, onde estA exarada a sua opi-
niao em relacaoa este #onto, por'que
uMo s6 tieiria sabendo qual ella 6, c. mo
tambem que nao ha contradicgo entire
os ministros da agriculture e da fa-
zenda.
0 Sr. President do Conselho leu um
trecho do seu relatoHio, ainda nao pu-
bticado, no qualtdiz que uhma das ur-
gentes necessidades da grande lavoura
6 capital a molicojuro e long prazo de
amortisag.,,, porquanto o auxilio pres-
tado neste sentido pelo Banco do Bra-sil,
limrnitido ao cireviao restricto das -suas
op'rag6es hypothecarias, foi insufti-
ci,?nte, ainda rnme_'rnmopara a zona a que
aproveitou; que, nao h;ivendo capitals
dentro do paiz, ha que pedil-os aos grai-
des mnercados monetarios, e para o con-
seguir, estende que, mtis au menos mo-
diticado,'e no piano da lei de 6 de no-
vembro de 1875, da quaI foi convencido
collaborator, que se p6de encontrar b
meio pratfco defundar na devida escala
o credit agricola territorial.
Disse mais, continuando a ler a mes-
ma pega (qaU, apezar do seu firme pro-
posito de auxiliar a lavoura, esta certo
(e que esta nao exigird dos poderes pu
blicos senao.aquillo que elles podein
fazer, porque em tat assumpto niao bas-
ta querer ; e que just anciedade da
lavoura deve ser razao para que o
corpo legislative tenha a material na
mais particular consideraiao, sendo que
no prograinma a iministrativo do gabi-
nete nada se antepord A consolidagdo
da liberdade political e d solua.o do
problemrna. que atormnenta a lavoura.
Cr ) orador no se p6de set mais
explicito do que- foi, quando so tern
de enunciarumna ,opiniao 6.-erca dos
mteios com-jue-se pretend faiorecer
a classes agricola.
'Quer vetr agora se corn tal opinion
.stb, e-^f^^:4ie#::-eom:-o-S^-r.-nl ih--
tro da fazenda, com o pretende o ilru'-tre
interpellante.
0 Sr. Monte declare que oas relate-
rios etao auniformes, mas que no o ha
uniformidade entire os relatorios e o
discurso do nobr- ministry da fazenda.
0 Sr. President do Conselho, pro-
cedendo a leitura do respective topico
du relatotio do Sr. mimntro da fazenrida
pergunta: Onde esta a contradiccao da
sua pare corn o Sr. ministro da fazen-
da?" Nenhuma encontra.
E' certo que o Si'. ministry da fazen
da manifestou-se no seu discurso con-
trario 5. lei de 1875 co'no a ella tarn-
bem se oppoz o odador, quando se a-
chava em Iiscussao, mas que hoje nos
cumpre executar, pois .6 lei-do paiz ;
eni'etanto S Exc. disse corn todd a
franqueza no final do seu discurso que
,itteitas as circumstancias afflictivas
porque temos passado, a ir:egularida-
de 'las estacoes e o flagello de que ten
silo victinas as -provinotas .do norte,
teria siao de grande vantagem que a let
tiveose comecado urn pouco antes. Lo


go, tiuha motives o nobre ministry para
desejar que a lei nMo fosse executada?
Nao v6, pois, onde esta a allegada
contradiccao.
DLclara que, quando se tratou detla
mnateria ao senado, foi ella muito di,


inirn para naio se levar a cabo sewelnraii-
te infamia.! -1
E se o senhor deixasse de exis-
Ir ?-redarguio corn accento cavernosa.
o general.
Daniel saberia tudo no dia se-
guiute, e reaonhego-lhe bastante ener-
gia para pedir contas a sea pai.
0 general soltou urn rugido : o doii-
tor era de lodo ponto intransigente; ndo
obstante, dorninou-:-e e continuous :
Vejo que Lomrnou todas as precau-
tSes.
-Apezar disso, cahi nas garras do
tigre, o que, no firn de tu;, nao rnP
da grande cuidado, porqie espero cor-
far-lhe as unhas para -nio .me fazer
grand le mal-
Acabpemrnoi.
No desejo outra cousa.. '
S, me entrega esAse docurnento, se'
me jpira guardar segredo, dou-lhe vint.
e cinco wi duros e concelo-Ihe a li-
rITerddcde.. -
-- Mais nada?-perguntou Samiu.l
coin irouJia
Darei tarnbemni a Daniel uma boa
collocaiao no ultramar.


pitaes. a8 tam acc^uim E pv guM

0', s nosas em.rezat; pIQ.Q
^1 paz a. import a' de
Wi000.< ,^imrportaria ru aitar.'as
m~iq tcia. oaciooaes.:, \ -. :.
Para trazel-o.pprdm, o que era pre-
ciso? Estabelec, urea ponte para qua
eales viessernm corn seguianga, porquauto
o capital Pio 6 cousa de que se possa
di.por a vontade; ecomo. o'operario,
q e remuneaq.o. Quando o capital emi-
grae na ealapnga de b6a remuaeraaio
e de seMl1ha; nMi se arrisca ao
azar. ,
As condicdes que devemos estabele-
cer para o attrahir ao nosso paiz nao
podem ser outras senao as da lei de
1875, que tern a garantia do Estado,
por quanto o capitalist inglez,-neo co-
iihecendo as nossas circumstancias
ni-sae avenrturaria a urna empreza tio
grardiosa como a-de umrn banco agri-
cola serm que tivesse, a par deste com-
inettimento, a certeza de que o seu ca-
pital seria bern applicado.
Diz que a nossa propriedade esta
pastando por um period de transit 1
e perigo; o trabalho escravo ha de a
cabar,. sendo substituido pelo trabaiho
livre.
0 Sr. Jeronyrno Sodr6 observa que
a substitui0o qnanto mais depressa
vier rnelhor sera.
Q Sr. President do Conselho 6 de
opiniao contraria, e assim se manifes-
tou no congress. E' preciso ue a,
cirn.umstancias do paiz sigam o seu cur'-
so natural.
Esta questao da lavouri 6 ormplexa,
diga-se ao paiz a verdaje con toda a
franqueza. Os nossos antepassados, Os
nossos pais, e alguns de n6s que esta-
mno, habituados a viver corn os escra-
vos, podernos muito bern dispor dcl-
les ; mas 6 precise uma educaao espe-
cia1 da parte daquelles que se acharn A
testa das fazend-as para se habituaremn
corn o trabalho livre.
E-perava que o nobre deputado poi,
Sergipe, que se apresenta como paladi-
no da lavoura, viesse auxiliar os minis-
tros e a cainara corn is suas luzes, por
qie o trabalho, no entender de S. Exc.,
n5-7 6 diflicil-entra-se n'uma fazenda,
conhece-se o rnal, e entdo e facial appli-
car o remedio.
E' contrario a idda, que aventou o
nriobre interpellante, da creado de um;>
universidtade, e desejaria antes que os
uossos filhos, em lugar de. irem para
as universida.es, obtivesseni antes al
guns conhecimentos praticos para npo-
deremr-dirigir as suas faizendas.
- Passan 1^^ataiLcia~ 1-ai-daA nsu
te, faz o orador uma de:alhada exposi-
Vao, especialmente sobre a cultural do
algodIo e do assucar. Referindo-se a
urna proposi'go do nobre deputado por
Sergipe, que di.se-que a lavoura do
norte quanto mais produzia mais per-
dia-declara que nao p6de comrnprehen-
el-a. salvo se S. Exd. alludia m
fabricaao do pro lucto ; pois p6de em-
pregar-se muito trabalho, que flea per
dido, porque' e mal aproveitado.
Entende quo a falta que senate a la-
voura nao e de bracos e capitaes, mas
de instruments aperfeicoados e ins-
truccaio professional, pela qual deve-
mos clamar, e para a qual deveanos


: So u nobre miaistroda fazenda pen-
sa que os bancos s6 podem apresentar
o resultado quab descreveu, com o 6 qoe
9. Exc. estA de a ecordo aom a opiniao
do governor, a nmenos que queira mos-
trar-se coherent em suas doutrinas
,quando trata de aconseltiar os conser-
vadores, no intuit de arredal-os do pe-
Irigo, procedendo para corn os liberals
de modo divers ?
S. Exc. prega em seu relatorio umna
doutrina e a camera prega doutrina di-
versa
As theories por S. Exe. apreset.tadas
em -relagdo aos bancos tiram, na opi-
nido do orador, a forca moral ao pro-
prio goveano, e cream embaraoos aos
sens amigos.
Julga que S. Exc:'com a exposicao
que fez, quer exceptuar s6mente a sua
pessoa ; apresenta uma idda qualquer
que tire a forca moral do governor e
aias depois vem exp6r doutrina nova ;
o que vai demonstrar corn um trecho
que pass a ler.
Portanto neo the parecem satisfacto-
rias as explicao6es dadas pelo nobre
president' do couselho neste sentido.
Disse S. Exc. que contava que o ora-
dor esperasse a distnib-uigdo dos relato-
rios para ssim p6der melhor ajuizar
ia opiniio d govei no a este respeito.
Cmncorda que fosse o melhor meio,
porem a culpa disso nMo se Ihe deve
attrihuir, e sirm ao nobre ministry da
fazenda, ern vista das doutrinas que ex-
pendeu na camera, e que produzirarn
antinoinia entire o pensamento do go-
verno, em seu relatoro, e o pensa-
nento do governor manifestado nos dis-
curso,; do nob)re ministry.
Declara que rido tern competencia
pira tratar desenvolvidarmente dlos 'ne-
thiodos diversos de cultural ; alein de
q'e, nao sendo a occasion npportina,
nao queria cansar a attenCao da ca-
m tra.
S&tisfizeram-no as respostas do no-
b)re president do consdlho noi sentido
*ibs medidas que o governor pretend
realisar corn rehtngo a auxiliar-a n lavon-
ra; mais no o poderam satisfazer as
explicagSes que deu S. Exc. no sentido
de demonstrar o accord em que esta
o governor corn as ideas do nobre min's-
ti',j da fazenda.
Para que este facto Mno se repro-
dti7t, pensa que convdmin fazer cessar a
anarchia e a confusao que existtn no
riinisterio. Nao se saye a queni se
1Ov I-Pe' Oir7q=!.ie. 1 alava. deli umt
ministry e urna e a do governor e odit5i.
0 Sr. Silveira Martins (minis-
tro da fazenda) cre que o discurso que
acaba de ouvir nao teve outro fim se-
nao mranifestar ao ministry da fazenda
a opinido daquelle que o proferio.
Sente, pordmn, ignorar o motivo pelo
qual incorreu no desagrado do nobro
deputado.s d
0 Sr. Monte:-- Pelas doutrinas do
nobre miistro s6mente.
O Sr. Ministro da Fazenda... pois ha
pouco tempo ainda quo era honrado
corn a sua amisade.
O nobre deputaco disse que o minis-
tro da fazenda tern trahido as doutrinas


,'hamar a attenido dos nossos lavrado ,io-seu partido...
res, atim de que a lavoura marche des- Os Srs. Monte e Josd Mariano :- A-
assombradamente no caminho da pros- poido, tern trahido..
peridade. O Sr. .inistro da Fazenda.. mas
0 Sr. Monte declara que deve li- podem esmerithar os factos, e delles
songear-se potr hayer provocado a do- ver.o que o orador nMo transige corn o
claragdo do nobre president do couse- vote para conservar o lugar que occu-
Iho, a jual, se bemrn )uvio, e no senrti- pa, que s6 p6de servir corn dignidade,
lo de auxiliar por todos us meios a la- ticando.assimn u paiz inteiro convencido
voura, corn a creagdo de bancos de lo e que sustenta a verdadeira doutrina
credit real, que Ihe deem dinheiro a liberal, quando nmais no seja para de-
juco baix, e ih)ngo prazo, masque para fender o thesouro dos assaltos que se
isso deseja o apoio do parlamento. Ihe quizerem armar.
A lavouaa, A vista desta explicagao, Perguntou o nobre deputado no pri-
deve ricar nfWs satisfeita, espcrando .o meiro artigo do seu questihnario se o
resultado dessa media. Was pareceu governor nao quer subvenc'onwruos ban-
ao orador qne o nobre presiJente d) cos. 0 orador declare solenrn',mnente,


Ben ; p6de reoiniwend;
dlma a Deus,
Os homes, justos p6dear
a qualquer hora; para elles es
pre aberto o paraizo.
Pela ultima-vez, doutor,
meus" offereciinentos '?
Nao poss:.
Nesse caso. tudo acabou e
Participarei a sua ultima res
pessoa que me. enviou.
--Repugnamnte hypocrisia!
baixeza !-iouarmurou o medic(
ao menus tern valor para arrar
niascara e olhar-rne frente a
Oh mas no dia em que a s
soubera hist'ria de Angela e d(
P dro de Lostan...
A sociedade eao sabera nu
historic !-interro -peu o gene
Porqne?... '
Po'q-ue eu arrancarei a li
in.olente que ousar contal-a.
o doctor soltou'. ,urna gargi
redarguio: -
fecommendo-lha que leia
t'ho eao liv o de-Job, para a'pre
inn sfie derrubarn as griandezas
P6de nmndar assassinar-rne;
toamei as inkhas m.rndidas, e a
marte naio impedird que eheg
da reparaoqo. e da jus iga.
um pot WW" mein~ a"<
oaqt,:fst pn amito
"- .. ,.,e .me i,-pi ...; ._a .--,


ar a sua

i morrer
iti sernm-

aceita os


-Mas qual 6 esse obbtaculo, se-
nhor ?-perguntou.
Daniel- responded secca'r.ente o
military.
Samuel estrernmeceu pela primeira
vez. Nao comnprehendia que podesse
haver infanticidas.


-Oh e impossivel 6 impossivel!...
ntre n6s -exclamnou.--Diz isso unicameite para
soludo ai metter-me medo. 0 marquez (del Ra-
dio nao p6de ser o assassino de seu ti-
vilissirna iio I
o -Nern --0 marquez del Radio, senhor-
ipar ess' volveu D. Pedro, esperAocado ni- do-
- frente mnar aquelle-. vdlho incorruptivel-en-
ociedade contra-se n'uma dessas situacses espe-
oten'ente ciaes em que se jogam as ultimeias; e
para nao ter de desherdar sua filha,
incaessa para nao ser- accusado por seu ffljhb
'al perante os tribunaes, estd resolvitdoji
tudo! -
ngua ao Oh! -ndo o posso acredjtar !-
contraveio Samuel, passando a mao pela
alhada e front. '
-Se Daniel se erguer a p.dir justi-
i Pltar- 9a, a murte ameagal-o-hade perto-ac-
ndeecb- cescenteu o general corn voz aspera.-,
datpr.ra. Estafo signalbdas duas victims : o se-
mas e'.i nhor e Daniel. Reflicta no que I lie di-
* minha go, porque lhe restam poucas horas
ue o dia para se decidklir. .
Nio, nio I Daniel esta.em segu-
rtou o ranga emcasadocondedoF6, seu b mn-
iS"u-1he feitor, seu a &doptivo.
0pw bm que ftinha tocado
"- n3 veu ap do coraco do
o 4os-i pfv lo apr&v~aIr-sge,
o^M~a- ^ i-^'raw"wg.aH,^


.Ug- i7e, ;..-
orde id8wtvo, nda
d uvtda 6-ompe ii aques-
K.O o modo e p6, ui 3 exercel-a,
porque, e o df de qe.se
comrpoe camatra se o et! asem todos
a infeiar-medidas; o parlamento de nada
valeri ': resultaria d ahi uma confusio,
que produziria decretos eastupendos.
0 govrno nada mais e do que um
corpo, e. pedindo i mecanica uma de
suas formulas, 6 a resultant das for.
cas vivas do parlamento, aquella que
se eucorpora, tornando-se mais forte ;
e sao os chefes que encorporam estas
forgas. E o qne fara um grande grupo
como o parlamento- se nio tiver um
chefe que encorpore essas forcas para
fazer vinegar as stuas ideas? 0 contrnrio
sera proceder sem disciphlna ; 6 como
o exercitosemin discipline, arrisca-se a
perder todas as batalhas.
0 orador pode ter muitos defeitos
pessoaes; mas desatia a que tragam a
public um unico acto seu que nao seja
inspirado pelo bern geral.
E' certo que ha idas, interests e
principios divorgentes, para cujo trium;
pho 6 precise o vote, o numero, que 6
o que regular no parlamento. E rcomose
ha de conquistar esse numnero senao
por meio da ordemrn e da direcgao de
um chefe, que 'alcanga o posto pelo
seu alto merecimento on por seus ta-
lentos ?
0 Sr. Monte: Conquista-se o nu-
rnero no parlamento pelh grahideza das
ide is.
0 Sr. Ministro da Fazenda entende
que aquelle que chega a governor tern
por si a maioria do vote e o prestigio do
governor, senao nao governa.
Em resposta a urn aparte do Sr-Jose
Mariano, estranha que S. Exc. assim se
pronuncie; S. Fxc. nao pode chamar d
situagao actual dituaeao de S. Christc-
vao, porque tanto importa intitular-se a
si pr(,prio deputado de( S. Christovdo. -
0 Sr. Josd Marino : A situagdo
actual 6 de S. Ctristovao ; eu sou eleito
por minha provincia.
0 Sr Min stro da Fazon 'a observe
que o nobre depiutado n.o fall m assim
quando inudou-s8 a situaao, porquan-
to apresentou-se rnomo canilida o que
a apoiava. Eutio S. Exc n,-) fez oppo-
sicao, era-dedicado minister ialikta, en-
trou na chapa liberal, que Ihe deu in-
gresso na camara. Agora. se mudou de
bandeira, esta em contradiceo.
0 Sr. Josd Mariano reclama, dizeno
que nio mu 'ou de bandeira.
0 Sr Ministro dai Fazenda, respon-
dendo a umrI arguigao que he 6feita,
diz que o mrninisterio nao tinha chapa,
mas ,(ue fizerain o, rninislerialistas corn
a declarad;ao expli,'ita de que erairn sus-
tentadores da situa5Io actual. E por-
ventura desappareceramp os represent .
,t,2,e .-) te estava em unani-
idade, morreram ?
0 Sr. Jose Mariano Morreram,
cahirain na lama.
O Sr. Ministro da Fazenda diz que o
nobre deputido hh dias increpou o in-
justamente sore a representacao da
Assossiacao Cornmercial de Pernambu-
co, sern quo tivesse o direito de fazel-o,
pois na-o se dignou entender-se corn o
orador.
O Sr. Josd Mariano : Nao quiz que
o nobre miinistro pensasso que ia ao
seu gabinete pedir-lhe algum favor.
O Sr. Ministro da Fazenha cr5 que o
nobre deputado nao ficava desairado,
entendendo-se coin elle a respeito de
um assumpto de interesse para a sua
provincia. Devia saber que a mesa re-
clarnac.o foi feita ao seu antecessor na


pasta da fazenda, o iue a resposta foi a
minesma dada pelo orador, ist) 6, que o
governor nao tinha algada para substi-
tuir a moeda de cobre por rnoeda de
papel.
0 Sr'. Josd Mariano : Mas a repre-
sentagdo merecia resposta.
O Sr. Ministro da Fazenda di., que o
governor nao pode responder a to !as-as
cartas que he dirigemn. Pede, portanto
ao n,bre deputado que seja just e,
senao, appella do seu juizo para o juizo
,ia cirnara, paraver a justice corn quo
S. Exc. procele a sou repeito.
(Continuta)
Oh que infamia c inacreditavel
qne possa entrar na mente d'um pai tao
mnonstruoso pensamento !'
Ha situaci,)-em qne 6 forgoso tu-
lo affrontar. Fallou-me ha pouca emn
Plutarcho, e de facto, a historic nao 4
inais que urn imnenso exemplo do pas-
sado, quoe serve de regra para j presen-
te. Medda, assassinando seus filhos
por zelos e reconciliando-se depth is corn
a farnitia, 6 o rmodelo que d vee te e.m
vista o general Lostan para se vingar
dos seous inimigos.
Medda 6 a ficgAo d'umn poeta. Ai
laquelles que.sejan, bastautes infames
para imitar a esposa de Jasao, a cele-
)re desterrada de Corintho redar-
cuio o doutor c,)m gravidade.-Poderao
ivrar-.e da ju-tica dos homens ; mas
la consciencia ? Essa nao se afAsta do
riminoso e a sua missed consiste em
atormentol-o durante toda a vida.
- A consciencias6 impera nos co-
rx6es cobardes : 6 o medo hypocrita-
nente disfargido corn outro no no. 0
general nao p6de retroceder- as cir-
u'nstancias imrpellemn-n por ura pen-
1entW; Creia-,ne, doutor, Diniel es-
A amgacado de more; ,ras senior
i6de sdlval-o
0 anciAo pareceu vacillar um mo-
nento. Mantivera-se fire, sereno, in-
orruptivel, em quanto os peco0s o
meacavam s6 a el0; mias ago.a & ue
o diigiam o fitho da martyr que ume
fiafat o casl l. .0 0


011
o6 4~




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