Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:13762


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Full Text

























































Elementos de Chimica
DEFINI4gOES
A chimica 6 a siencia das combinacoes mo-
leoulares d3s corpos, sciencia que abrange o
estudo das acgces e reacOes que elles exer-
cem uns sobre os outros semnpre que de takes
accoes result umn corpo composto novo.
Este ultimo character 6 que separa completa-
mente os estudos chimicos e physics.
Effectivamente; quando se consider o phe-.
nomeno que so produz pela acoo da luz sobre
um espelho, na explicacAo do facto reconhe-
ce-se um effeito physico, porque do contact
da luz corn a substancia do espelho, vidro ou
metal, s6 resultam relacOes fortuitas e uma
acwqo que desapparece coin o contact. -Quan-
do, pelo contrario, se trata do contact dosse
mesmo agent (a luz) corn urna chapa de da-
guerreotypo ou com um palpe.l photographic,
por exemplo, ve-se que o phenomenon muda do
natureza e'torna-se chimico, porque do con-
tacto result sempre umna impressao duravel,
cujos effeitos objectives todos conhecem.
Abi, pois, ve-se claramente definido o limited
enitre a physical e a chiminica, restando-nos
dizer qual 6 o ftim desta ultima.
Fim da chimlca 0 primeiro problema
que semr duvida se antepoz aos chimicos foi co-
nhecer, tanto quanto possivel, a oomposiCao
intima de todos os corpoi natur.as, Ests |
blema foi resolvido corn o aiuxdlo da analyse.
Ura vez suflicientemente adiantados na via
do conthecinento das combinaqoes natures
dos corpos, os chimicos.necessariamente fo-
ramn levados a reproduzil-os artificialmente ; e,
animados pelos resultados obtidos, foramn in-
duzldos a effectuar corn felicidad3 combina-
coes de que ainda nao foramin descobertas si-
miiare&gnatureza. Este segundo ramo da
ckimic cnamou-se synthese.
Esse ramo nio s6 abrange a reconstituicAbo
artificial dq corpos compostos da natureza e
a formacao de comnbinag5;es inteirantente no-
vas, mas tambemn o conjuncto das leis segun-
do as quaes estas combinacoes so effectuam.
Nao considerando senao a distancia, relati-
vamente curta, que separa o tempo das pri-
meiras descobertas da chimica modern, da
6 poca actual, em que esta.sciencia attingio umn
ponto muito elevalo razeo haveria para for-
inar -una grande idea do genio petcliar dos
chimincs, se semelante resullado Ihes po-
du-se ser unicamijte attribuido; assim, po-
r16m, niAo acontece, porque urna grande parte
dt gloria deve ser levada em conta do method
seguido nos estudosthknicos.
Esse mietlido, que 6 o das uiicas sciencias
dfi~gis Iess no.-,-, is quaes se limitanm aos
r.ct )s ; 'o-itivankente dlemonstradis, esse me-
tLhi )do dizeosLOS fz cin quo ellas avaicem
seim)re e nao possaii jainais recuar.
S,?ie.;ia a principio puranmente especutati-
va., a chimica nao pode deixar de tornar-se
riapi la:ntnte fecunda eun applicagoes, em vis-
l-i dats inirneras occasiois quo so offlTereceramin
s0s seus adeptos de observarom que os resal-
ltaidos d;i analyse e da synLhese tinliam uma
,tiliJade direct.
E sob) este p)nto do vista que se pode dizer,
se:n receio de exa % rar, quo actualmente ne-
iiluiuma arLe ou inlustriaoxiste que nto seja
mais onu menus tributaria das pesquizas chi-
mnicas. Porahi se v%6 qmii possivel 6 formnar
tina idea da importancia social d. urna scien-
LI rlue, per si miesma, 6 de natureza A des-
pertar, i agucar a curiosidale at6 o mais alto
plonto.
0 estudo das combinaqoes dos corpos for-
c.u os chimicos a admitLirem provisoriamente
iiue eramn elles compostos do particular infl-
iii-, al6min las quaes sea ,livisao nao mais era
-,.):nprehensivel. sta hypotriese ainda hoje
iene.ese'iria para eixplica;t)'o dos phenomrne-
nos chimicos e uindtas vezes intervem emn takes
phluomenos. E' pot- isso que nos vetios obri-
gados a tratar della.
Moleculas, alomos Ties sao os nomes
que indifferentemente foram dados its extre-
mas particular, que so stippioa serem o ulti-
inl termo da dwisibilidade dosaorpos.
Qmrer os corpos sejani simple, quer sejarn
co~apostos, admitte-so que os caractores das
.'*" m.)lmlecas ou atomnos s'ao identicos aos da
^ m-ssa deque provem uns ou outros.
S,*. ; Gohvem, entretanto, observer que, par m.ais
:'- trabalho que tenhit havido pI. dividir a ma-
;('/ teria, nao se conseguio destrf* mua eppo.
asifo; pelo que ficou e esti estatuido quto
;.. .ore molecule, | ou atomos que so effoctuari
ti4reozbinaqIOes ebtnfl as.


,.: -
t:.-,--h -
,': .. _


povlo
199ft 0O DIA 16 DE JULNO DI 1877
into da provide aeoddo ao
aWDoRRO's ai-
Led. u, i,aw s, m~


S 9.,- JM-


oostantes do offloio ju1to.
Ao inspector da Uikeouraria de fazenda.
--Remetto a V. S., panm seu conhbocimento e
devidos fins, c )pia do aviso de 7 do corrente,
i. 7, em que o ministerio da agriqultura de-
clara haver solicitado do da fazend, as ordens
necessarias sobre o pagamenLo no corrente
exercicio, da conignaco do 80#=O0 mensaes,
feita pelo amanuenme Antonio Monoel Xavier
Bittencjurt, A suam mnai e irmoos roidentes
n'esta cidade.
Ao mesmo.- So estivorem regalares as
inclusas Contas, made V. S. pagar a Fielden
; : r, 8001006, provenientes do gaz consu-
mi8 O a illuminacao do arsenal de mari-
nha e ,daasa da inspeoClo. durante o trim.:s-
tre de.abril ajunho.-Communicou-se ao ins-
pector do arsenal. -
Ao mesmo.-Constando achar-se extic-.
ta a epidemia de febre de' mAo character, M&p
grassava na cidade de Caruari, resolvil
p#nsar o academic de-medicina Antonio
de'Arruda FalcAo. da commissAo de que esta-
va encarregado, para tratar os indigentes aWll
acc6Onmettidos da refeida epidemia ; devendo
o paganonto da gratificaolo que compete ao
dito academic, e bern assim ao enfermeiro
Miguel Zeferino Ferreira Velloso, ser effectua-
daatW 30 de junho.
Ao mesiuo.- ara os devidos fins, remet-
to a V. S. copia do aviso de 5 do corrente, a.
6, em que o ministerio da- agricultural decmra
que a pedido do engengeiro Francisco Severia-
no Braga Torres, solicitara do da fazenda a
expedioAo de ordem para cessar do le do cor-
rente em diante, a consignaCAo de 1001M0, dei-
xada na c6rte pelo referido engenheiro, que
served na conimissaio incumbida deflscalisar as
obras do prolongamento da estrada de ferro
desta provincia.
Ao mesmrno.-Transmitt6 a V. S. para os
fins conveniences, seis ordens, sendo trees do
thesouro national, de ns.'426 a 128 e 3 do mi-.
nisterio da guerra, de 4 e 7 do corronte.
Ao do thesouro provincial.-- Mande Vme.
pagar ao commerciante Jos6 Joaqunim Alves de
Albuquerque, a inclusa conta do e3562), pro-
veniente de objects fornocidos para o expe-
diente e asieioda secretaria desta prosidencia,
durante os mezes de Lnaio e junho.
Ao Sr. Antonio Dias de Aruda Falao,
entarregado do tratamento de indigentes em
Caruarfi.--onstando do officio que Vmc. di-
rigio-me em 1 do correote, estar oxtincta a.
epidemia de febrs, do ao caractutr que gras
saya nessa cidft fe~ fg hi se
sado da commtissao queo o nearregauel em 23
de agosto de 1876, para trattW-Om indigentes
accommnettidos da referida epidemia. Nesta
data ofqeio A thesouraria de fazenda, para pa-
gar a Vmc. e a Miguel Zeferi..o Ferreira Vello-
so, as gratificago5es que Ihes foreign devidas at6
30 de junho.
Portarias :
0 Sr. ageante da cjmpanhia brasilo ra de
navegaQao a vapor made transportar para a
c6rte, por conta do ministerio da guerra, no
vapor P-i'ri, o anspegaJa Thomnr Lucas Go
mes e o soldade Jose Rodrigues de Sant'Anna,
ambos do 1o batalhao de artilharia a p6, os
I uaes d'alli vierain conduzindo Uim sentencia-
do military, e bem assiHn para a mesmna c6rte,
i dous sentenciados do 1o bataligp de infanti-
ria, que para alli seguem escoltados pelas men-
ciouadas pragas.- Comtmunicou-se ao com-
mandante das armas.
0 Sr. agent da companhia brasileira de
navegaCao a vapor rnaie dar passage para
a corte, por conta do mftisterio da guerra, no
vapor Parti, ao 20 cadete 2. sargento do 10o
batalhio de infantaria, Severiano Leopoldo de
Siqueira Cavalcante. -Conmmnunicau-se ao conm-
inandante das a-mas.
Para quo esta presidencio pjssa resolver
sobre a approvaau pedida pela cauara muni-
cipal de S. Bento, emu orficio de Ido corrente,
cumpre que a minesmina camera remetta copia
do Lerm)de arrdanataglio d.s inpsLosl mnai-
cipaes, e informed a que exercicio financeir'o sc
referem ditos impostor.
KXPEDIENTE DO SECKErARIO
Officios -
Au Sr. Jose Florencio de Lima, 1 juiz de
paz da freguezia deS. JosJ de Bez'erros.- De
o, dem do S. Exc. o Sr. presidente, transmitto
a V. S., em soluc'o ao officio de 15 de junho.
copias dos pareeeres emittidos pela camara
municipal de Bezerros e chefe da 4a secgao
desta secreLaria, acerca da~ansulta contida
em seu officio de 9 d41narcO.
Ao ageoto da edlfpanhia brasileira de na-
vegaSao a vapor.- 0 Exm. Sr. president
mamd accusar o recebimento do )fflcio de
V. S., de honteui, em que participa a chegada
do vapor Parda dos portos do nortc e a sua
sahida para os do sul, h >je as 4 horas da tarde.
Ao mesmo- De ordem do S. EM. o Sr.
president, accuso recebido o officio de V. S.,
de hoje, em que communica a chegada do va-
por Pe.nainbwco, dos portos do sul e sua sahi-
da para os do note, hojfr& tarde.


DKSPACtIOS DA P.tSIDEN.CIA DO DiA 30 DE
AGOSTO DE 1877
D. Anna Carolina do Rego Dintas e outras.
- Inforup o Sr. inspector da thesouraria de
fasaenda..
AAdre Avelino Pereiracda Alva.-Passe por-
tari, conoedendo a exoneragdo requerida.
Antonio Aibeird da Costa e Silva.-Deferido
corn pfd"*10osLa data ao Sr. inspector do the-
souro povicial.
Canato Jos de Gdes TeUes. 0 fllbo do
supplanted dove. ser i speccionadbo no tempo
proprio. .
Francis 8e@Maphio de Assis Carvalho.-
Junto atest&oi d medflo.
Francisco Juagtimno de Castro Rabelle. -
Jwmqim- taip Ferrelra.--Iforme o Sr.
inspator da 1hbo~1sia de fazenda,
Tenente Jo04 6AiinHio .de Albuquerque.
drosa. -- teWAo a8r. juiz de direito da 60o
marca de Ia.ld l.
Joao Luiz Goicalves Ferreira. Fica rels-
vado.
L). Maria Jorge Pereira do Rego. Dh@idc
pO offlcio. d ata ao Sr. regedor intesio
m ,iaA0 ambuabuco.
.. jp de lIo anda C;aYsmdane.
^aM^^pwia ~ ~ 0eawJ~A pemcui


Pedro de Almeida, por crime de tatAtiv do
motte.
No dia 29 deste mez, o trom dos trbhos er'-
banos do Refife A Olinda, que patio dees
para aquella cidade, as 6 112 boras da taie,
ao passar no lugar Salgadinho, esmagou o
preto Jogo Baptista, escravo de Cavlos JoO.
Goeq a Olitveira, senhbr do engenho Ma-
lemba, do tprmo da Pdo 4TAlho.
Fez-so a vistoria e procede-se contra o de-
liaquonto, que logrou evadirrse. ,
No dia 2R forain recolhidas A cadeia do te
wo da Escada, A disposiQao do reppectivo ,
juiz municipal, Jos6 Francisco de Albuquerq'
e Silva, Porfirio Francisco da Silva a Joao
zerra de Albuquoque, pronunciados n&que
ter'nocomno iqcurso nas penas dos artigoes
193e w0 do,codigo criminal,.
Sm dias tambem deste mez,'.na villa de BDi-
que, foi preso em flagrante, por crime de ou-
bo., Laurentino Alves da Silva, contra quern se
pmbcedia nos termos dg lei.
No dia 18, no mesmo termino, Antonio Cbo-
Clo, tentou assassinar a Antonio Martins de
Oliveira, desfechando urn tiro.
0 delinquent logrou evadir-se e contra elle.
fez-se o inquerito policial, que 01foi remettido
au juiz i rocessante.
Deus guard a V. Exc.--Ilm. e Eifm.
Sr. Dr. Manoel plementino Caraeiro
da Cunha, inuito digro president da
provinbia. -0 chefe de policia, interi-
no, Hermogenes Socrates Taveres de
VasconeeUos.

EXTERIOR
Importanoia oommeroial da
guerra do Oriente..
No mundo politico p6de-se comiside
rar comno axioina que Lodos qa eefo ft-
do govarno russo visam mais ao au


j&t 6p 4* 6e.ga.qu ftte5 sao de na-
tuo ream.#M sl, ostis e subreludo
lOtaiktbuma couacienia pouco es-
crup*.
Paassao a fallar Acerca dos projec-
tosda pOtica russa, todoevem nbemrn
consider* que o imperioAb Czar no
seu estadb wrmal, no pincipio deste
tafulo, ahr cerca deolmetade da
Uropa, e p tera parte da AM&i
h0gnu a- torque meio cainin
am volta do globe, e a cobrir quasi .
septem "parte da superficie terrestre.
Aw mwm o tempo que reflectirnaos
nisto,' taibem devemos observer quao
gigantesca tern sido as acquisiqbes de
terreno dede entio par cAI, e que coin
toda a cmetza teem sido de uma mag-
nitude tat quae p6de muito bern justifi-
car a anecipalio que -serve de assump-
to a etoae .t go. -.
A por#ib de terreno que se estende
desdeSenipalitinsk, atQOurga, mais de
I2,000 miihs, foi annexada dpQjs desse
tempo. Todo o mar Caspio,; bern comO
o mar dq Aimral, sao agora da Russia.
Khivamhokand e Ta'skke e Taakkend
anyoram as aguis rassas desde Bokha-
ra e Sanrwiadate Hiadoo Kush efron-
teiras da Afgbeislan, o Czar 6 o sobera-
no de.folp,
fi$ |ooccidente v Oup, quae asIMas-
sage -lll Kiqg" Tqsaacaucazia e
um aLda Al tnUma foram ab.
^[i iii si~e sten dedemel gia4l ea-
,HBU|ia a India, atm an r- do


mentor do territoriodo imperio do qui 'onea simonarch&*indqendenJ
a outro qualquer fim.ip 6p cthefes de trib sfavo-
Coino 6e completamente'despotico, o xrcem kprojectos dp'CtAe e o .Owi
governor ten a f6rma bprocratios; nao amigos jMr medo ou alliadetpwr s. oo
estAo representadaa-neltl ad. ifrenes o. -.. 9
cla. (10,Iom =l);e pr on .,Dgqua Ue!~tlt+~
dat oid-M *diM
ihorameato.oi mtwt mes ".
noaprfeioaento da legisla- litica0 7
0 resultado ie um tal sytema politico perigosa para a paz do mundo e, como
emftida se p6di coinparar coin os tea- mostraremos, adiaite, extraordinaria-
balhos do governor representative; e a- mente bern calculada para 4estruir os
energia superflua da inais elevada clas- interesses dos grades paizes ;-commner-
se official tomn por iit a realisagao dos ciaes. Em p;.incipio, estas tentativas de
sonhos enganrdores d:i ambicao e avsa- annexagdo universal foram simplesmen-
tisfaao de predilec6es e inimisades te o resultado dos instinctos selvagens
parCtulares. dos autocratas-da idade media. Ainda
Estas caracteriticas da f6rma de oo- hoje se podem principalmente attribuir
verno despotiwo nao sio novas. Pode- a esse estirnulo egoista; pordmn, depois
rmos dizel-as ja antigas, inesmio nas- que o commercio os elevou A sua actual
passages da historic biblica'; seminpre soberba e inportante posigao, os esta-
acharemos que aos tempos antigos os distas-russow teem-se dedicado a em-
monarchas lancava-n-seern gueras am- pregar o commercio, como umrn instru-.
biciosas e os ininistros-favoritos exer- mento para effeotuar acquisig3es e re-
diami as suas affeigdes e inimisades, conciliar o veiicido. Pordem, n'um paiz
exactissimrnamente como agora o Czar da onde nao existe nenhum governor re-
Russia prusegue nos seu,.designios de presentativo, onde as commiss6es reaes
engrandecimento na Europa e na Asia,. estao ainda lobrigando apenas n'um fu-
e os seas favoritos exatam os amigos turo longiquo, e onde os dile'tanti
particulars as mnais levadas posicoes, universalistas se empregam ein legislar
e mandarin os iniinigos papa Siberia, para todas as classes, sein c)nhlieciremin
sern inais appellaao nemnggravo. nada da sua posi'Ao e necessidades, de-
Podemos com certeza aftirmar que a vem corn metter-segrandes eohos.
guerra actual nio 6 nenlhima excep- Um dresses grandes erros 6 -o actual
0Ao a regra dos esforcos da Russia. systemrna politico commercial que o (bar
E' verdada quo o principle Gorts- estA desenvolvendo na Asia e que deve
chfakotff disse que ,espondia pelo res- causar urn mal infinito ao resto da Eu-
peito da independencia de eonstanti-ropa e da Asia, se ni.o f6r reprimido
nopla e oinqnanto, a duplicidade de ca- antes de se lancar na sua insensata car-
racter do russo, reira de ignorancia e violencia.


Traitre d lui-indme, et d (sonprochain
so tornou proverbial, esta promessa 6 o
mais soleuine possivel e envolve con-
sequencias da iiiaior importancia, para
se pnmittir que seja t(uebrada facil-
moite; p.rdm, devemos observer que
6 muito limitada appicada unica e par-
ticularnmente a nuina c e que a
quantidade de meeting) otas, confe-
rencias e protocollos que precederam
as presented hestiliddes, njcla tive-
ram por lin ccumscrevO atmento
territorial da Russia no.ta ou naquella
parte do inundo.
Foi esta uma grande falla que os di-
pinmatas europeu. tedi de. lastimar.
amargamente, porque 4 um erro ci.as
inis consequences hio de. w sentids
em toda a Europa e que atd mesmo
p6de .1p6r em grande'perigo o commer-
cio eiropeu-asiatico.
Eite erro, 06e(nos assegural-o, coo-
sistio 4wl A o so obter d& Jnj*s.tro 49
Czar wiLt promessa solelwe,.j,
nem um s6 palmo de trtene T
quia asiatica seia annhetado ao ipope'it
moscovita .
SPoderi ser novida4e I JiM u
nosso leitores' ser i "o lum---
cia la iaiorlimpbrtan
glezes em qpiaqer p
trem Mo psI

-'od 'M"'O
0econh
l~ie1>^. d. B^


A primeira prova41e que a uttssia a-
bandonou a ideiaimmediata deaugmen-
to na Europ. yio-se nos resultados da
guerra rusucMurca em 1828. Foi entao
que umagrande part da Armentia turca
hcou inouiiida no imnpetio russo e umna
outra parte,.lmuito mnos imporlante,
fQi dait em ipeseate a cor6a da Persia,
comani a rme*Mpemha ao shah pelos
servos pasjfs e um-incentivo para
contiuiar-prMstal-4 ,juturo.
Em 1856 osprava. tvavelmente
consekoir granides augLe .s, mas como
o resuitado da campaiW* ao foi Tavo-
ravel aos- d4jese da Russmia, tudo Loteve
de ticar noW 0v ..
Agora, ,rete i do estA a
I favor dos'
, Urmagrdo oc-
,'idente, li do immercial
da Asia -.i boa pav oesfecho da
Sguerra co a vsiv..apthia, n'ou-
tis acts i al#iae contra o (in-
. preheh fwoo que nai se im-
Spnrtamco "a oq possaeotecer, Com-
Stmanto qae 6 ts e 'o musmihano. corrm
. em nos-@x = 'd o .isto, feuixnen-
Ie, C a O wn. atorwa.ti firmee
m.gte 9 qu o exercitc
d envkdo .dwad
.^l~i
^Rntrad m cnas ul-

as'
BVG~ll l^Wri iBpa -*1


me cnana 'haes, e h iem estla
continue a choifei
8di fes infeaigione-

? f lord Derby ji
o deaa n eS l e auma guerra de
hypcrisia qia o p6 da philan-
tropia aosg. aolhos da Europa
gladstonis tai objectivo da guer-
ra 6 obter p Rtussia a posse das
costas de Trebi da e Batoum e tanto
territorib para o sul qrando for possi-
vel e permittido reclamar. A razdo d'is-
to e a seguinte:
0 commereio que a Russia mnantinha
corn a Persia e outras parties da, Asia
central teve .sempre umrn caractw de
prosperidade. Os negociantes inglezes
complete fortemente corn os russos
nas regides do note de Hindoo Kuah,
porem a Russia eitava decidida- a todo
0 trarme a ser a senhora d'estes, reiuos
e ,p6r em pralica o seu codigo comnmer-
cial, como jA estava.bazendo, e entiAo o
born resuado do. teu inglezes
no Turkestan "eio uma cou-

q0 e ella I logo foi de co-
servar o a Persia
seu pr i- Bl lMtado. fe
isto de.l m -p atiuar. b
-0 gnver u cohstruir boas


sia central, onde ordinariamente a af-
fluencia era pouca,tornou-se opouto for-
cado commercial entre dous importaa-
tes e prosperos continents.
Os persas, esses raras vezeo.yinhamrn
a Nomgrod ou Moscow, mas eram os
armetos de Tiflis que corhptavarnm la
as fazendas e as levavam para Julfa,
Tabreez e Ispahan.
Corn tudo, no principio deste seculo,
alguns negocianLes inglezes, conlihce-
dores da importancia do commercio da
persia, esLabeleceram-se em Bushire,
no golpho pcrsico e c3nduziado por
mar as fazendas da Europa, mandaram
fazer umrna estrada para caravanas atd
Shiraz, onde cada vez mais competiami
corn o comrnmercio que os negociantes.
de Tiflis fazlam na Russia do norte.
As fazendas eram melhores e inais
baratas, o que 4 muito natural, atteii-
(lendo a que a viagemn por mar e mais
curta e menos incommoda do que a
jornada das caravanas.
Aldin dist'o fazenlas cliegavain
uima vez por r Bushire, emnquanto
que a caravanW Tiflis s6 uma vez
por anno alli passava.
Bern depressa o cominercio de Tiflis
perleu a animal e os inglezes tor-
naram-siconsidorados e ricos no fio-
rescente porto de mar de Bushire.
Este estado de cousas depressa che-
gou ao conhecimento do ministro rus-
so e para destruir a nociva influencia
de Bushire foi aberto em 18"2'1, ao
commercio geral, o porto de Redut
Kaleli, tenlo-se de antemaio combinado
que os navios podiam subir ate Kertch,
d'onde, os negociantes podiam dirigir-
se para Niji-Novgorod, corn a satis-
fagAo de. teremfeito uwa viagem inmais
facil. 0 resultado nao foi o que dese-
javam.
Os negociantes de Tiflis, em vez de
irem as grande feiras da Russia, acha-
ram que era melhor ir a Leipzig e vi-
sitar tambem os grandes centros das
industries europeias.
Por consequencia, corn grande sur-
Spreza-do ministro russo, o commercio
i de Nijni-Novgorod continuou a decli-
nar, apezar da crescentA prosperidade
de Redut Ka Isto depmsa se
Storno no tO ..m N 183 Reodut' Ka.-
leh foi cox fechado para o
L comrmerc0- .i taqaoe o governo
- s6 trlto4 ft aeks esaas e a
* navega Casio e de Volga,
Safit dat J m B fhre. Estes
Sesforgos f'r fellz ijultado,
k maids- i'" ". g ne-
I gSnebu : tob"ledo -am
* Tebizona0, do. sl do
t.o It P^O it p4u-
iAawde aqu4-
lie poto al -irrt e Ua. d *laiat*
(1'--.--u P fi, -, *\ "*


ru awe ser ewmw iw.
res que. o govero russo,
acquisigiao de o o a Ar
aim d6 o simple defjo do
de territorio, to tmtambm'
nar-se capaz de 4*iir
entire a Eurefl "6 a' AAsi "K
que se dve ei.-r o '
porque as historic l
sinar-nos que a Russia nab
politca commercial corn p M
resto do mhndo. "
Temos ati aqui mostrado comae db
se empenhou por guiar todo o o-"
mercio para as estradas que condgftta "
a Nijni-Novgorod. Se daqui em diw k
te ihe for possivel obter Trebizomt,
estamos pers(iadidos que todos o'iA,- '
tos, a maneira dos portos trauca*
sianos, hdo de ser fechados ao co&s
mercio de importa Mas isto seria uma media violentai
completamente opposta ao progro ee
A civilisaao ; por-isso seguiri ,outIra
political, isto d, a que jA tern 0 p-t
do nas possesses ultimamente '-
ridas na Asia central.
Todas as suas manufactures ordina-
riao sao protegidas, impondo direltos
exorbit;es As facendas estrangeirsa
que poisam competir corn ella. 6 Dea 0
forma imnportava a da India algO +
em rama e manuffcturando,-o eltes
propros obrigavam os naturaes a cmn-
praremw.lh'o, pois sobfecarregap aa as
faemdas inglezas corn mlireitos 4j.+aw
de650 por cento. Istn a iM
V;4 evidentis.urn
'!I de cousas 4o to I
oem toda a Ask. A lie
tambenm mais outla lousa :ana
guerra actual. Devmok lemnbra-nos
que em 188 a Persia f alliada da
tussia contra a Tu inateri. *

-Tltft-"e 0uvido rimon it
mento na Persia e todos sabem qu o
shah estA deitando uns olhos Anuitoeu-
bigosos- para a rica provincia de Bag-
dad. Pordm, dado mesmo o c0so de0
que a Persia so nao mova, nio podera
o Czar ajudal-a a respeito de Bagdad,*
corn o fim de se fecharem os portos d
golfo persico ao commercio de impor-,
tacao? E' muito possivel.
u uzar te )ate agora exercido gran-
de influencia sobre os principles iiude-
pendentes, para conseguir os seus intl-
resses. Portanto nao e sem fundamen-
to que agora se p6de suspeitar.lm fat
caso. 0 gcrovernador de Cacheir*a 6s-
tumava ?ancar um direito nos ohail'
que iam para a India, pordm na':b?
langava nos que Jiam para a Russia.
Comtudo o direito sobre as las nao era
muito pesado. Corn o auxilio do go-
verno vice-real faziam-se ;hailes 'em
Amsritur mais baratos do que se po-
diam comprar em Cachemira e send
levados para Turkestan, como chailes
de Cachemira, tiravam completamente
o commerc.io das minos dos russos. At-
zar de tudo ito. o governador de Ca-
chemira era um "russo-phobo ; masa
pedidos do governor do Czar, sobrecar-
regou de direitos exorbitautes a I de
Ladak e, se Cachemira nao tivesse den-
tro em pouco sido annexada a cor6a
britannica, a industrial de Amsritur WB-
ria sido arruinada. Por isto podemW
ver que as accoes do governor russo sao
contrarias aos nossos interesses com-
merciaes, nao s6 no seu proprio .terri-
torio, mas tambem em toda e qualquer
carte onde possam ezercer alguma in-
uuencia.
Corn uma tal political e evident qa
nenhum ministro europeu de juiuBdO-


via enthusiasmar-seao ultimo ponto;ewa.
favor dos designios russos. it',;
0 verdadeiro, ainda que nao coufw '
sado, motive da guerra actual, 6 6ta
conquistas.,na Asia menor.
Mostramos pelos factos historic. 4. ,.
6 esta a verdadeira causa e otale .
mostramos os abuses que acomp t..
ties conquistds. _
Esperamos que esta questag
a attmo do gover a as.

e. in t 4ade, e0ntao a Ing i
imm-ob ,aado hzer rd
o impeno turco. An .
da& do occ a ks mw|
gadas e acabar corn os bu
ne0lipeacia do oiente.e r


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mentam or de 85.3. mh
s emiLtir, a
""11"tendoeem vi *
Ft. 1. MELLO
lp p to ; trata
not a des,-ango taro detido d4
W d0 casa; iell votar& coin a criteia do cas- is east matoriq.ost6 aisa fazonda


fo parq~lri d
,apresentoU c
-" l"p gamnt (os ventcamen a o projoeto especial quo a coma

...in.anutdo care a cnL~ pro- Etst c:ircwnsta ;.ormn, ,liei
a 4q uoJAtn-J*)#2qdva"YAI
a s' a6 a projoc a e d a
Qrld. 6 qqe devara exa pnar-aq so" 6 rp- "
Ine laW-iW


s"iis a espect' pLaoco.ur eruprigdq IrerekloCi h-_ ta i
o., o -+ rnl'*ASASe .t ,p,;FC+SI1.t t A flOtef., 4S
,,-.C.1r m hJohri



'tW- Lada a despezado ?" "-'" -, .... ...... .
-, ro- p ca ma o.inpre r. ,,,i6,"ndw, ju an~-o~inn -s uo- re'sar+
ons+ om"' 'r qoa uo s ja m'e rqe i ( "rhrrv ertro "~ln. "mbrgs kavto
:odc rai eaeaawq!dp 9 .v UP t.~ubo sIa~fu~lB1 .0- Sn. D. riIELLO REGO : --EaL: qUCI prntVih~iti'tttd 'ttrigl.a "pa
"~~~~~ "0 lut oe4~a "-

a.e ... f-' dadom r vwar-u' 1n, i-rd a p '.g qls$$tjqii r; -tt 4thtier ll, era iba "pers- Cresei~fl,'*t.urtno biarnea-a lihi Maf
flffi$.1mkrerica~a ee~ro mnLs.tb-ca eS co L4sF. O ra, desde q ise a dospoza gerai eresd ~'If4, ouleMJ aq~seE&aos.1 Mere .m:,s urna l~eda ffu!,
g.Btamq .sutea a Oymeami4 ,do ommonsada a cojnmassaa, o os qualifdarb- 18 swlctms,aadtnan IS impdss 0 nlabbdepubado peW jo rti.trictp,oo,- estah deplorervd, 6 'Pti dive i-onf
pfl~m .,'- -. 'sos eautos,ladob,Sais cea, owe, tout side f~ar~numaais Wljzeal'ria a,..e ,oastfluintesi raae~l.amhern acamrviwno in'or suoflustnaar.- attenen e mhaP ,ntinr nnm'n..trr,,


P 'dig t|I nffi precis".
sufla~arXs!,^ireqoeria lt fti',aul o "ila
ca%"pBwifto14-ua r mt$hoKam.tf0ldr dade
jA da ordn do da,,.'arquaQLo o
toaib 4trstli quasi tenrminado.
BOR Dl.r. @DI DO DIA '"
Contina a discussao ic project ML44dedUiJ
anaitfBeoM0A a Wee"a fgApdtd.t deapef;a
parat xeoci ,ia.e 1827,a 1I -1 ,elnon-,
das i pnovaaas na 2' di-.sa e "Vl o6re-r
+ t ... .. O CA'*' *a l ."tl C < : '. :
e5Ilor val, AlihoX iiWpalJl2B. pprow-
deol so tmfreha qtw Jio.Aondo,$ tr!na-
W"S'Rn '4=21' A qo auA no pofrna
toTit ;2i;241ultimo dir'prore-
l lbn6Ifli4a. etai verifitsLao que tine
oecasilo delfazer, recounhhLqve apartir desse
diaon a4pl4r4 nIais 9.y;c casa, Eorqque mum-
dtos S d 7S d puados pr_ ciraCuItantia's par-
utie ,bSl' wdefam nortoituara permanioel
net~iia tia'H1. ,-- .. "
Prjm z4ike vonhoepropor a apseablea
um.1. 4e leL e require que saja dis-
st~f(a hflreo9sA2 ordi-ria, sen do pdibi-
cado sopente no journal -dft cas, ,afini-de ser
dad* km ion.w dwdb' Ea (de asashI.
Se*fl4gqoja asef4*Aqt coo4lMr.;p.u teaupo 4,
votqg^,aafiq4 qeui 0c' 1_1 ta meun
pifdi o; nit n ded concluir, =Itires
dimPSoder* tiI& 4 a as-
seo dlwiaheit atcliontarsftmiC-iot o p-ojofmlo
quea pfeseotiL quqr)4e elety., qpe qhli da
oramateno, qua .9st "q^.," na,-, ntin a.
exechftse no eorci9i4 i vdd .'ro.
Esta cw6dtda M(&nrA#, por4ue bss re-
parfi|Mfl ok neadel6mdtjn ipoderta -cdh*,
ite- IYdelulhbq; 0 .-
estan t-~d~~ei ppaAneam nl porana
nnWe li de s ':eiterem'bos p t d
n 'occwfret'hs dospezi.-
mpmrMesto, atiesa o'0meu projedtt.
0ot84 44 C .aa t. i.,-SerA ,qqm$U4 e
na ocoaa iod se disgugI aeste.rpsectq, se.
diga quac i o4 respdi a'is pnlg :
r, Ade', *14da,61do' ft 'objedtj4de Mtibe.
rag&l, -*tA dispsl" I ipiwimp O a.orflina--
-;,&un. Atkift& -'~ dig:4
;cA asmbllegislativa pcovinoiarresolve:
SArt. 1 .0oritifmfta eam vigor durante o
anne Iftmanceiro de 1877 a i878 o orgamento de
1876 a-1877
a Art. 2o Revogadas todas as dispasigoes
em oontrario.-G. Caminpello.
Estando terminada -a hor4, o Sr. Joaquim de
Mellof lego rnuer qut se prorogue a sessfo
par upais uima horn, af.m de proseguir a dis-
cusslto do project de orQamento. ,
Consiltda a aassemibla, decide, pela affir-
marini. 1'0
Continue, portanto, a discussoodo project
n. 44 e dap respectivas emendas.
So matais lidas, apoiadas o postas conjunc-
tameMe, ema discussao as seguintes eamen-
das :
K N. 86. Emenda substitutiva a de n. 26-
ao unico do art. 11. accresciente-se-I:880S
para a aposentadoria de'Maaoel; Antonio Vie-
gas, autoriaedo pelo project tn. 54 deste an-
no.- U. stvlante.
SN. 87. Disposigao pormanente.-Add-tivo.
-Os relatorios das repartigfes pablicas pro-
vineiaes, serio impresses e rfemettidos a pre-
sidencia .d& provincia no prazo de oito dias, a
conaTr da-data da abertur4 da asembni a pro-
vincial ; podendo para esse firn cada tkefe de
repattigbo contratar a impressao -do respecti-
vo relnatorio cam quem iais vastagem, e, ga-
rantia offerecer. sob pena de muhal tte quaB-
tia de* 200$ imposta polo presideate. da provin-
cia.-G. Cainpello. v
4c N. 88. Sabemenda ao 2o do art. 13 da
comrhiss&o-supprimar-se a parte retativa ao
admniistrador do thesouro.--. Campell; v.
aI N..89. 20 do art. 90do projecto-spppri-
Sma se a palavra gratificaalo o segxqiae.- G.
Campello. ', I ,.,
SN-. 90. Naemeoda n. 76 supprima-sea
palmfSat : a emenda n,. 16 substitua s e pea
seogivte-e diga-se : adlilo A4 ewaenda n..
76,.jpprovpad em 2 discussi?.--ar.,df.
8itv, o ,) -: '...
91. Se passar a emerda n. atcres-
cadtee : e a regular sumbeor as amignatu-
ran do t' dasse, cau a ciaaisla qi'a *Ai.( laO
tod.qps de mode $54e, puma vez paga peoI,
as a tmportabcia correspondeonte ao
respib y. mez, flque-the, duramte togto elle,
livre; oblrtem nos tLens da 'einmpsfmila'. etti
pulanto-se que taes assignaturas sejan cbriii
gatorias pare a campanhia, observaado-se,
quaq.tb ao mais, as clausul.s (ifim vigor.-.as-:
que.s da Silva. -a '


ADt' re'lg ffl-rfi-ico&,..* ,renl
to)a;lom(ndbdlln qua SH oaSlle estd es-
,criititk lt...,,iO;l "i,;.',, ,.- Ol, *
*as~ ua a ,5Cgp t 'asa si lt a
apreciarei a material por parties, reduzindacf
us psa3siwlits aAiDoin3000a-Ba pafi
p IBin)iWQ -Igtr.o1. flim4^.(ti nl-ro*-
Ea ve St, preIUf.otes doe
putados.'es ao!eido-wf 'teH6a do -nr! e
na-rject o ..ia..i.. V d
que, pode, ar 8upqii elacssa-
ras, QU adiaves ;, ,qa n% fle nu,
teem opiniftao -asSentada; j jzo exacto de
quaes sejam &s despeas qim 'podei serstip
primidlas o0t susbeptiveIs.ddttmdmdtt-. '
1Entretanto insisted em- assegurttr que a
commissao propoz augrerq da despeza exis-
tente, quendo fez a redhtcg queq era possivel
lfaser-se. -> f- -
NtpoamBea que indicasseti; quaes as dillbs*
zas quoedevemo sex sppprkldas,& q aae E No-
pedwu ser reduzidas;; W,,ss aobrfesdfanL-.
do4 nesteaponto ada adianjfta, e contliaG&I a
a~emee'-a q ge- awemusmnssiuero a*jihlto
di- despe a I ', !'.' e .. .
,4JLM^upatao alto, por nj? er4 a sae.,
da coittrlssaobirt! cdtfufm augtflihtp nia.d 'ar
pe.Mlfne- ,4js44t As neicltavis74e.;
,lo eea-uirasi tias n*La o Pento,
BaO~riia.WW4W tI4iMRffflrW at s. V
qlreciai5es individual.
,qpr:e i W ..= -
r OSB. MOSEIM& 4V' r es-
pzsgerae ~~ ,i r pra 'I J
6&mertas da ci;ts :U8)0'W' 0 *a
ij 'Q^. auiste~itw~iase bafiwfl~ti 0#rb
eotskqure cv sjmemr d&
tnp flnPitt %
pPrQvinoia,:,^4 p^wd, ,.j?^ ^

dos, do".'e t^ ^ ^ W 1 *0
em .qsftUillBelnad fr-ttO ta
;quevetmt jmiearsplMNeS..... .* -.".,.n,,,.,,

& .Sa. J. '6 i Wt aL L o0 ..-iuait ni
2' discussion do project qua tao' .,
entire despeaa geral e despezade naturza ge-
ral nato consider -despeza geratl- aquella
que par Tei geral, nbo esteja coma ltal clas-
sificade. Recenhebo que a despeza corn a
.saguranga publica&6 de nature seraL, queo
este serv'sico atgsLitue nmiessia do estate;
mas. desde que bao ha lei que retire.44
pmvincias a despea corn a ftra public h no
concord&ede ffweiito a classificagao dIWeifl
queo he quorendaros nObreo deputadota'
Assim, entendo que nao devemowqsi Uliminar
do project a verba cdestinada a essas deospeza
chamadas geraes-, as quakes estbo a cargo
da provincial desde a primeir 'reuniAo desta
assembly, que as incinio na primeira lei de
orgamento.
E' certo qiae de ha muito obJiecOes .dis-
ewssoeo teo levartado este assumpta ; mas
decorrem jA 47 annos da priiheira reunio des-
ta asseamnf a, e at1 hoje- ainda -ella no con-
veio em near credit para a Idespeza-da for-
;ca poljcial o outras, qe1 eroteodwn os nobres
deputados. erenm geraa4 E' bavemos n6s,
nesta sessAO, stjprimrir uma despeza accoita e
sanccionada por aetos tAd'bontinuados ?
E'4de prudente alvitre deixat as cousas ecom
estao, atk quer uma resolaah dos poderes ge-
raes apparoga no seatiidejaim as nu-
bres deputados, e eu sasc.s (Apoia-
dos.) : p
Mas o nabre d districtoa en-
tende que as despeo-.erees-
estAo illegalmentLe consi wrecLo de
,orgamento, por que o acto no as'
permittLe. .-.
Foi tao posiliva a assever& ao'dO iobre de-
utado, que e. eheguei t 0lh do conheei-
ente qua tiaba do actsaidditbpaOl- tiatei de
! ler de noV, ;,verifiqueia ewo o que o enga-
-o_ f d nobre delut'ado, salva se-ellIe tern do
i~g5 +adoditiopad urma ediao different daquel-
ll!qAeeu a^Wliao..'...
OSa. Matiritanrkuvm :*4,ol, seonhla' 6 a
'meoma edike&o quo a Qa4 tem.
G OSa. J. DEMELLo REGO: Se losses edicgSo
aBo\,a era dIesejaria quo n'a conflasse para'-ler,
iioerto4lquoe soe Vies eseripa a sua. opiniafo,
Seu jBe eogfofmarua corn e aniain-qO.qsa eM,
em Zet,'a rqdonda ha de camprir ;-rnan as,
hoega random o nobre'dcputado que ha uniformi-
dade em totas as impressbes do ado addicio-
nal, devo -dizer-the que a Wua opimieo Iftboua
emn grande equivocs. Eis o que dispoe essa
tlea constitucioral. (LA :)
a Art. 11 2.o--Fxsa, sabre inrformagao'dd
presldente da proVen~ia, a foraa poHcial reo-
pe tia.' -- 'a
iN z (e estseatiigo quabko q.reo por qpe dq-
fl pqoK ,ajdowoea. cama Iowca -^A -
polo geral, se pelo provincial : a leb for spen,
ojesa a este respeito. P e'st


mP6MLOeS5o mposie do 4irqik poM 9 sold r
aRtFPf~ ee cnaoepodb 4wrtqpA? tiWP>a? W-f


aos provuinaopeoterso ,ff l O. ia'-r pcnra a re-
caitA'dq'estad4jl'arta q uota," seiduvlda.
lriikvllittehtleaiffelp'tia< 'ribs Isrviii ^wwi
idosl.oruNeaems pvirttiBs ".,jii.':!C
. EfasAmn o qjWtqi a) b4,' O .cqtri-
4Pit4es, ) pqvp a,qPglFsn qeW1FAiRj
p,eto', corn a'alttraq6 feitiJfa 1ei ate'oa'a-
thoto' d 'provrindhi9 (. ruimxMhrtrlatrto' a-es-
peza dotaor plWlhlvattro-os&zpre, *flar
(5 ti9W5hteitltniai4hLcq !i-9dt. a,, a C. c/
$6t 0ta aassumptb (}e' disr.9 0 0Io e
Aasuso aepttwe teauitte lnbreita ieb s

protou.jg tp -maa. c Lri;t ew,#ch{nuw
sobD re btUnbcAoalistno. ;
8' leswtrhut'dcast~ar epsr4--p49-mitta-'
se-me que o diga,-que.meste o0,erho do


SeiseratM ,''h,.de ftliy e ;srt 4WA
4isqmshe*-qs yp &#A,,40,44,, ,;

nakamo eo.'i=aajq Toe, as eobtifnhaS(4O
@yovo, ,a8lr/i^^~qs~ga pl~ftgae^. ),:.;,,
.kain, ay, inqIq;sp qA "I ,I



Coxat tqjfpq $m*40iWr
Mqutro ncfenrcraTIa Ia e cad a. ,,
Mas i acredito, Sr. reside$teS q breftofl
-este6L^iIteitdK;n" 4 NO '-#56
espthtoalftrooeaiacfe Bjotheoqae flft


"Gs_-. GWh4n-iM^suw'- t----e-i-
() #din*. fi m .. ;
/ Dk SaR. 3. D ELLO ax EGe que 6 no-
"o f'f" l o ws W eW r "vel..t


Ff naoqoer que se exuga p ra-
pregos e at6 repartigoes,
0 augmnent0 da despeza temn uma base na
Sturatl 6 inherente a cada ramo. de serving o
Scresd eto 6 de s auas :oesai4ades nas oesa
proporao doseat de6avovimeoto. Podomos,
6 Celo aeWpp. guma soonRi'a no pessoal das
repartiges, mas sta ecdnomia, d. qve sq de
abobrdo'com as exigenctas dos dctrsos Sirvi-
os A oargo da lprovI1-la. -.;< -
A. pronaideriinadicadano p ntbo,vpaf nrAo
sereim preeonchis oas inIl6 a fAue vagre
dentro do exerciaio future, ne de moda
leato e prudentte,,b ftim queo i"os todos ter
em vista -Pedtizie a deeegt4l I (Apjdase, e
apartes.) .-" i
NMa peaso m at "s urgenciamsaw trotinoia
impqnmha&nqos,- .a' dura, resoigaeloeI su twr
eoapxegos prib4&eia'dos.
Supprim'ir l'ugarei e repaltitges, e agartar
de empregaidos publcos, gastos e talver jA
Cansados so-servigoidaeprovincia, tlrar-lbhes o
pa eon -que alisezam$n s*a &mOia, seni que
kaja incari4o eimn, fa4as, e tizer-lhes --ide pe-
dir.esmnilas,dide inmprar a cwridade pubfica-
neao me parece providendia que deve sdr adop-
tada.. ..
Nio ha d4 ser ccp o meta ita que isto so,
faCa.; desjo ahjir, desta cala sea levar o : re-
morso d6 ter c dncorrido para redazir a mise-
ria pais de ftmijlilt. 'De tnaenha f iquidade,
eu oa efi,. uoa sert esLa aksemblfa oapaz.
AIe%, diasg, 6 n6oqt rio atlender que a
suppressao de. empr~gpo o; repartigdes faitas
serm exame u e pstud, aoba#bneul b6r uniaitda
de econonia tmnadMAhbefractoytrdetrazet
ombiragas e dfficuwldadenuat .&tfluan o de
impea-tantqa am~igos jeeadpe,; -
A adnAtnistrawo plubliqa Jnq#*,Lin ser eq1ui4
parade a uWpga pga, iuteig. queoppde sofrer
apiras o mutilages senr 'urtU iqoonvenieute
que. nao Beja< ,lmmitlle 'a ppittrf6es; n5o,
a adminimsio publicaa &.lum.oajamncto de
Servi~s coemtina-sb LIDO*woS4al forMa-,
quq p6d ,ser csp- l Lia hiwismo
compost do4e'i9 .*m=a coarn
o sen naovirnte-i i jr a, de tat
sorte quo .l. s'u .!i i iu ida,
o moviameuQ .gotsc' -Ofl So 8-
jeito a perturlum~wi a ;z raodssin-
cavoiala r.w -M-,zi
conveioienLe$. ._ '
Em vistaM' AIRO z *erd a
cani que oais- fta tosfun-
deanenoto m peWij&Ib pW
40oaq ,


pmnilb dedespeza. 'iulgmu lerorrstArar o 'sen
pensar refcindo-sedZ'lgrnas is.posiis $do
project. tUim deltas 4 a que marcea 750 tde
i.ai icacao aj eiwregdo encarregalo 'to ar-
cr eo 'dt seeMlar;a dtn Santa CaSair de Nisgeri-
eonttfu. ..
'l miod hose9te empregtdo as frt;gts do
swinpvegoa-ds de arcli, ta i teat semn dutidua
dielattrtia renmrwraoio,-eifM.qiq-a com-
ntop'ao vfpdz ntoptqjeet^Ib, dq ee nato consti-
Wae augimeanto da dsea'tfaa prowncia,-poatwLe.
-essdt"attioaQoco sa'tji&ga plIa retia da Saji)
ta CM "' ..-,i -.. .
EBtrltaot, -'a-.mrnfis86inato resolve n sobe
esta especie sem ouvir aloiopirf o mrwuito dig-
ao -p" rd'dbrayaqt Casa. '% W Lte reipei-
ta,-el tgistfrado qear-atbittou a "PrrailftkicaL-
de 750000, quando'eu, eo inett'&. no c tr
Lq S r ty(ava tanve o pronras0oA pare consul-
tal-o :a00oes n gocios d mesnma SarMta Casa.
S0 hourado provyedor da Sar-ta "fasa6Vecntei.
Aa o saco,8uda igratilicagb, aatflieu-d da
-po4e*w suppriratuo ho gait- iwesiriptura'-
,io, %ue 9a. epa eopreypJao qpa ,esta. aseom-
blea perpittio fosse aaoseatadoa, e readisar-se
uma'bcrnomia'de i:8)5000 que tanto e cat o.r-
denxeo-quepcetob. -
S0 SR. GIWVASIO CAMPELLO da urtapate.
0 SR. J. mDE MELLO REGO : Gomn esta gra-
que me relr cotiuaes aos do
chefo da se ttaoIt,64 r camopoen-
sa o nore deputado ; mas deve attender que
sloled n( cM (lQflt{gak .s. ^- ,'
i Esta circuraw p!.'olo-verirsflpir ,ta qtles-
lepa!; na soGrataria,.% a ,Santa Casa. ha
u traplqpregado que ternm vencimento igual ao
No, pot qr altnr dia funcQies do seu
elMVceI. ec rlTp asor da casa doaex-
Quado mesmo isso p4oeAsesor tgtLiia em,
'tiecao, raAd'uinpde A gue oa.Santia Casa aug-
ewe1, l -te nbfnientbs dit ecritiao, eom mais
-200-0t3005"i -,-'. -
&O S&G. G UgzVAsy CAMifAi d urM apart.
M [,ammkhlro ,LmOOLGO: ,- A santa C4sa,
o qul ds(Jidqfazer 6.ev u ordeados, ..as
aufgmI estAo flx.los, dada ipedoe
'uo o fctfy''-'! -
0 Sn. UGKaVmo CA.piiiEJO -,Mas a Santa
Casa nlo i selottu offidaltwente a oveaAdo teos',
se ordena4o.
0 SB. J. DE ME4LO PEGO :-Nbo, foi um ac-
to de Justia que a commissAo enitendean pra-
ticar, 'o orn o qual eo ordoa o hbnmado. pro-
vedor.
Tanlbem cha-mou. a attended do nobreo depu-
tado a quota que marcou a commission para o
pagamento do ordenado do administrator dp
theatre, relative aos mezes ddabri" a junho o"
-anoo passado. Recodou S. Esc. o quo se
passou a este respeito at seasbo de 1876, emi
que a comaissio decarou que esseeimprega-
do sd pergeberla oordenado quaddo entrasse
em exetcicio do sit emprego.
E' de confbrmidade iom ests dechiarao que
a commissAo prucedeu. 0 administrador do,
theato, Santa ae!l requpreu Q sea ordenado
daquelles muezes, provaido ,que -entara em
exercicio de suas fanccbes no dia -I0 de abril
do referiWao atnno.
Desde qut'elle provou toee exenocidoo seuemn-
.prego# rito tinhaa PoamissAo o qu inldagar
se foi bern ou mna! imnpossado no' m&smb em-
pregb, era do seau ever proper a quota pata o
pogamelBto.
S0 SP. EciIEvapsa: Os u0timos o i3ar4s do,
Ltheatre rama feitaos sob sua adpjniniptralo ...
0 Sa, J. QE BLL? RE-o : --. 0 que asta
provad6 4 que ejsoceu o higar damrante o
tempo qne se a .ua nor prujecto.
Q.Sa. OURVAStQGAMPLaLo :--Frn -que 6po-
ca eutuoa era ezeacicoi ?
0 SR. J. sE MIko io :lDo o Dos dctocumen-
tos que vieratm O a m cdmmisasq, costa qua ern-
Lrou em-exevolic m 0nlO:derabril. 6, p mobae depulddW qua a isuia ooa r nra .terl
procedencia.
Ainda censurou o noalre depotado a commis-
sno p6r ter restabeleeido a lei que concede ao
prooaridotnida ewro& agratiftbitao de 600%(K.b
por anno, pelo service que presta a provincia
paranto arelaqbido distrito.;
: Aeste respeitoem outra 'acasiao oei a ca-
si; as explica6oas necpssarias. '
Tr-tatado dp tUc' i nhtlisrh6',o nobre doeaptW
,t\ pettaftbzdr'ale'alsua agtnmentatgloso@ot-
atPPaS o- mahgBBeui-de aM$Q4o 'Jar .ropa$,l
#iesq nesoe anno a ,lespeza. respbttiva era 'apea s
de400 6 iantos duot6s, Bhttetehto que'et
1876 eAn ean outsrnmma alwa a mais do 800
8umAo*. Bot tone- s-4apesa earn apes-
a, atA l .r.obro. .: .. ^
rea ..tqfqatoL,. mis o nobre" daputatao
oeva at lw'qtoe esse agm'. e't.O'd a> ua ;sma sO vez. Be iivesse veriflA*lp' .a- qqpuaV
subia este autsohento at6 1868, nao teria o s5e
qs. jws-atdaco WjfsBdtPif.' V


oane s3 aggrava, e octatoifl imm 14s qua 'rnais
tanrde rlo-serdo fNeies lte ierheiiar. E', pre-
cis. e indispensavel qtue so manLtenha firn e o
lcqeditLo de que goza a provincia actualmaante.
Para dernorrtrar a sua opiniAi de qtt de-
pkaravel 6 o estado das 'ross-rs tnatcts, o hfo-'
bre deputado pelo '5.0 distritc6 affl'rrn tji -casa'
que o ttiesofro-est* eot ta! penuria ate dmh-re-
ro, qtoe ra dous-rnei.es fnab paga @ satario dos
canservadores de estradas.
J '- ;.rave equcco 'contel .dsta assevera-
&A 6,E' eerto' que o as conserjdores de estra-
alqjaamn de rece6ber o seu salario por friais
deW rnmez j.)nas nao ide causa a isLd ftlta
didli.eiro ano eufre: -
u nobre deptit4fdodeve saber quV dtrante
as trabailthor dsta -aset*ittta a adminlstraolo
ao p(6'e attir ,r,*itos suppteientares fs ver-
bas da lei de ok-amrento 'qtro se e.sgotam.
'o Esgotoi.se a verba (de.tinaa a aonservacfto
4e obras no.mez ,de marqCo, quando jAi estava-
snos ftin1ionattinjo ;'dVeio Ptor ista a esta casa o
Oi&Mo &o bretftro neca~suruio. A rmspictiva
resbl*o-ofti Votta:a ffran da inio e rernatti-
la ao"'Sr. prmiflnt.f 4&aprivincia, que a '(anc-
'cionoa nosprimeirys tfias' d-ste mez. A esta
horar j4 4ey'(e et4ir paos dos seus saarios
atueffis atoservadflrs.
Exposto assi1ofa, tc;, v% a case que o no:
%re'dtteputlado Id victiaide urm eqUtiVibc, on
de hrfbrmases'i.oTnpletas.
Mas o que e cprto.-6 qua as difflettuldades fl-'
naticeirrs dehoje ainda s9o restos do pessimb
estadoa a c hiechgaram ellas em 1868.
Quando ein ff0'se reanio petla pinrira vex
nesta sitraiao. a assembl6a, esm que p achou
as coeisas ?
A divida l!,arldtda no anno anterior, prove-
aiente de -kes ta$oes de contratos de obras,
subvewgoes -a cbmpantifas e oatros seriqos
realisado-*t48S. attihgia a defram de.....
995:409. Na o tmravia entao recurso para sa-
tislaer aqelmt divrft, nem para os adian-
tlailemtos a qd provfrci eficara obrigada -a
.f4zer 4 edmryhht' ectfe Drainage. Estes
adiantaimenetos .qu dier vanr ser, coma tnoenr
sido; sutpetiBres a AO& f,"M requnidos- a dtivi-
proviacia a ,493iS0..
. Em frente de t6 o deploravel situaaio finan-
ceir, aehei-me, coma hoje, na posigio de
paembro da commissao de fazenda ern 1870.
Estudei o estado das cousis, e pensei muito
no meio de libertar a provincia do grave erm-
.barago emn que estava mergulhada, e ontra
idea nao me occorreu, nem me pareceu di me-
Ihores resultados do que o recurso a empres-
timnos.
Le veias minhas ideas As contfrencias da
eommissao 'de qae fazia part.
0 Sft. (mavAsroa GAPELo : -- V. Exc. 6
membro permianeorte da comnmissao de orVa-
wento.
On. E ME1 Lo .EtEGO :- Naio, om *1872
eseusei-me- a fuz6 patr e dessa- commission
por nmotives d6 saa*.
0 SR. GOES CAVALCANTE : -E qtuando fosse,
i6 a confiaiga da assembl6a que o eaege.
0 SR. J. DEm MELLO RGO : Come ia dizen-
do, levei as .ninfias iW6a As conferencias da
commission de fazenda, rve o desgostude as
vOr rejeitadas.
0 SR. MANOEDO E o: -lm 1872 ? Mas
foram aceitas pela assembled.
0 Sa. J. EE MELLOREGO Nao me confor-
imei eorn a opinigo da malaria da coanrissao,
e sujeitci A assomblia artgos addlittvos ao
prbjecto de or~arnento, que assigned cam res-
triceoes. A assemblda pondo ao hldo certas
repugnancias e o emperro das idWas, apprevor
-aquelles artiigbs additives, e a adminmistralo da
provincia as executou.
0. bomn resultado dsesa p oeoideoia- Te des-
v.anecer o receio pelos emprestimos, e Ues
feav ewonvenientemente alargvios..
R.orrer, portnm, t operagoes de credit so-
aianfe palM pagarF flidas, deixando paralyW-
dosos itelorlmmntois ff matorias emnormss da'
provmi*a, fazeta& etacar ,na earmuiea d
progr ,'eeff l ovh aert nte -erro, e 0r'O
Foi, portanto, a min %lwn ilo e a asseso-
biaM i' Aieftoj d4 queos pr9stirOs bossmsr
contfbldos pare, satisfaier os mproissoas
existsntes da ptvihwtcn etmabeom paetapit,
heod mene's otbras e oB rmelbovauoetbs qu.
a p~iVrkd.esttata a reoteamar. .
- Ei tstair.Jipw-a esm bein ,t." .. ,
Par etfotiado tdSmno eonseguido q(Uo aa,- re-
eilha ordinaria baste s etA sobs' para a dos-
poza tambem ordinurnia, traazendo a'provimoia
em dia as sa-s transmaaoees, e o sol oredito
(ompleLamenLe msstabeleeido..
Nestas condrhies sarmA -hieilo dizer-se que 6
deploravel o etadoadas fengas ? ,
- 0 SB. GERvAsIO (L.FCLLO :-'Os Litulos de


.' -o -
Ao.bapc f'illN
it54 D.o spoeW% praro-s W-
sporum kh&cidade









parte do jiivida hqaaida^1 2a16(0 S
nabre do- para vein-so quo estas candicoes naa auto- 1
d 05.










m a men- ri- a injilettiat do eapirito quo wastl.'
russia re- a nul\re leputado a qnue mereflra, basta~u ^
w~ watvuumin-C wpwurw tl Uw^*^
iiWV al t8dprvm.t cr+" *.
Ceoo


tos Lia ,Anaib. os-

o parte o Divida iqu ida 2,.ft:ernOw




r'pattM1 e juasietorn
nobre d o- Para ver-s d e queo estas condiees no acudes to-
imo P-men- risa a inieuletago de espirito que mostrou




nissto re ra- no 0e 0eputad:0c mra erstts mltaJ a q
x it i ,por l u te Io e m q o lu"os da"j
yin .t",. s-] 17d a!h'(t dcnliriiaftl, o.




OA6t 4,'it CbidepusffasAt4ltt

Ar cotre3 iiio a -pTr od et-





stein-soe e Wro~iiJr- pema* oc&taQ&a. qaq LaiQS~SOUS Li-
.masnalit)os deedioida. As.apotradas Wpes eaCu des





Wi deas L iln v4 %al- @1 -l e s d1 I a'9.
"' U~b- qo sertllo. i.-,I. tI"' '?.T/( ;











-do-- t [ tst'a dobras rrhze usaiamn asn rmsulta
CLtf noepe- r u 2,O circu.nstamcia, quo emtiataem I -'i q
vlebl*""VXWaprCfi;r o apple do





P ,xpri- crodilo dr a iniu.; esua de uer m ir-
pt{ eeiaC .o em qq f e ~ tt t i da




. "T ,u ula -j ivida provincials de-dous p 1 j .
rerl ta it- nos sa .fuii a~s d eru imanrijr s r adle' n a t
6.; r.Q,,, t e n p ~r e u M e c n 'c l a m c u m a l d a e n
l .. r9=/ A coalianca 1.iiie ava p-;,ex:,frf C



;.inas nto 'ews kU afv n ptr l iw a C(ft-rflM4 i! }(n U os d b~yei s i-
;.,s ,,. t ta l e'divid. ks.apo = -cet.) d
t.__ jr,)s I i ..t k. M- le, es do 7.,9 ."
.n~n m~~a Psta de.Nel,n;,r ei&, e ua[i e.A.OA rs i.:.,sultja
tn o 0 Pe- 11 unaciretinsltancia, uaeii" lait,1-,,1o
ti:e .r d q c re d iLo d a li lvinc i.: re s aul a d e h a ve r C'ni cir-
t e r tn o s q t e uu l a -a -, a p u h ce s d e d o ,u s- p oe r' al .1- 3 j I ,I ) .,
ler a o Ra.< I al qw as tt'i~p ,r ~jli ,-jos 6 -wlein aci-
3 de. evilar .. .. .. .. ... .. ...


a lo plir, fvTfUlJito i q tie R le- .ieaor i ." '-
111n d baixo.
Nao L.inho divida ei j(1,i apenans slj.in reis-
ga0ilads as apdiices de 8 p.r teiito, as de 7 *.h-
tenharn I,-q\o circnViao aiiirinr do 4 par.
Os ciaiitoa.s d;j.apiuveis rep, iu liije A' AP)O-
Iices proviiiciaes un bo itn'eampiego.
Nem se pense que a conlinuictio tda cuissaio
das apolics de 7, po cento possa influir na
circul#ato desses Litulos : todos aquelle,; que
nelles empregamrn os seus capitals sabein Iffe
a provioia trata de fundar umna divide de....
4,259. Se se tralasse de um nova credit, de-
cretadewvtes de estatr egftad o existence,
convtjih Bti qwa ,ito l xliasse exercer unia
certa JluencOMa lb aierctdo, e fazer estrane-
cer a coufiawa.
A ndo ser ist,, i ternos A, que recei.ir, -as
apolices da p'rovrncfa continuaram a Ltr procu-
r, porque ha confiaona de que os juros e a
amno'wtisaQ5@sdo pages com pontualidadc.
0 Sa.GRftVRaSo IAMPfELLO d.i um apirte.
0 St. J. DE MEL.LO R(EGO :-Ja expliquoi
isle, a'ra.aoe porque a provincia tern itulos
de dous padres dejuros. As apolices io go-
verno geral, apezar de serium de juros de 6
par canto, correm acitna do par; mas a razio
6 obvia, 6 portiue s oeuitte apolices tie umn
padrfi de juros. :
Goavenca-s, pois, os nnbres-depatados quo
0Ao ha fandamento para suspeitar-se que as
nossas flnangas corram pessimamente. Os
factos ahi estie para auttrisar o pensar em
contrario.
E me pareoe at6 pouco aertadoa ou couve-
aiente que nesta oasa se pretend excitar des-
confianga sobre o estado da provincia. Exa-
mine-se attentameaoe o estado das cousas, fa-
ga-se sobte elle juizo eKato; isto 6 que rm
parece de born aviso, deixemo-nos daocarregar
as c6res dequadro.
Passaei agora a tratar da part referentea
i m poskies. -
Se em relagiau i despeza, os nobes deputa-
das impugnadores do project foam injustos
psra corm a commissia; a injustiga subio do
past quanto a. aartigode receita.
AamuBissao arguida deo ter angmentado
demasiadamente as imposigces e tambem de
ter creado impostos novas !
Acredito que esta censnra provem do poun-
co estudo que so tern feito da wateria, e MAo
do proposito de arguir a commisslo de actors
que mae praticou.
Sr. president, eo project s6 existe um
impasto nova, que 6 o de embarque de gene-
ros da provincia por baldeagao; o iipposto
sobre expedient das mereaeorias de generous
isentos de direitos, a commission o retirou.
Augmento de taxa s6 conLtm o impostor de
exportaqio, o sobre a polvora, e o sabre es-
grlptorios ; maseoB oompensanho eetas duas
alleoraqbes, a commissAo reduzio as taxas doe
hnpostoa sabre carros, e sobre bebidas espiid-
tuosas. De 40 rs. quetera o impostor sobre. li-
tro de vinhos cOmmuna, a commissho reduzio
a taxa a 30: fez assiiumma grande reduccAo.
Suptinio os impsost sabre vemasa que ven-.
dessm obftr de atfaiates, fabricadas f6ra da
provincia e tantbem sebre criag&o de gado
vacuum e cavallar, em attenDo a mcalamidade
4a secca que afflige a populagao dos nossos
sert?,es.
A coammissdo, portantoaa muito em vista
amenisar a sort dos contlbuintes. aliviando
do impostos as que podiamn set ipr elles danm-
nifieados; e as nobres depulados para serem
justos deveram ter prestado attenQgs a este
proceder.
Todas as demais impesicOes contidas no pro-
je tto sao as meames das leis anteriores, a oom-
missao as conservoa coma existiam.
0 nobre deputado pelo 50 district attribiue
a corpmissio, elevaoto da taxzas de 8 rs. per
litro de aguadente exportada, de 1$ por cou-
ro,, e 900 rs. por kilogramma de tabaco; 6 umn
:engano seu, qssas taxas veem de leis anterio,-
res, a commissto bonservou-as tal aqual como
era.
Quanto a opisilo quo emittio sobre a pro-
porcioualidadedessas taxas ; nao sou a ella
oontrario, pensose prefiro o imposto ad ,alo-
rem ataxa fixa. 0 impostor proporcional 6
rais guaI, porque acompanha. as alternatives
-dos pregos das mercadorias.
- Mas *xumininado osta queasto, via a coam-
missao queo impostor proportional adptado
at6 1846 fora aluioudeado, a acoea a taxa lixa,
dizmadose quoe timh esta altermilo ; or cause
a difflotidade que t tare proport.oaal occa-
sioanva ma arreoadagto da renda.
A' vista disto eomprehrendeu a commisslo
que a alteracao da iinposigao Hnao devia ser
eafectuada sem estudar-se os macios de remo-
ver ifoowenieates que s aMntritiq Lia pus-
poraional, *e uoiando que urea altoiragao sew
ser ppuesldida doses estudos pudesso dar em
resultado d'_i'h;--. C-B- bi.fatts :'de t-
dqwipsevv f or.ste TM* ,nle.uiz fae-
otbaracoB daW~~t mc&H~ietdQ^ esqisa.


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I- I


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i" Parece-me., yrtiHle :ate'^rloedey miA&io., pi_ r -, **- Ao depw-
two deWvwibali| e qui a ours

.. oit.pS .baftXWrrs por kilgramuaa
adoamlmofdv mobrqdepaaade
4 @oLAe. W"t SMM: ON"'
a neO pGtUgUZ a39al9
bf/iA oussmidad do&-


















4
~


gada de impostos, e quo ni3o obstante estlo as morcadorias -ibatadas pela consume des- Quo, nao se content0u corn a autorisoao q pro- por meio deqmaiopessaorifioos da prdovinca e asubul rfda -g i.apo ogaV iama
send augmrenla *tnualmiente. de 1886, aceite a easa esta renda Como pro- postapela commissAopara urnm caso Ae neces- des. cntribatites ['apiadosj. bdeea a ogiaa Bsoa-Vda aoaio
Esa arguiglo ao dove passar sem a noes- veniente da ampllagao -do imposto de consu- sidade, cobrar-se o impogto sobre os empre- .nest e Wirquo quw 4ve sor.eapreoiado e aFramnibo s anesodo Anotuio
saria contestago.' mo e addicione-lte a Impertancia de 413:000# gados public, qubt quo ellew~nreno~artigo tesAutkdo4 projeoto 4 lieiuarnoo deb rob piias em a cas do
A taboa das imposiQ6es da provincial te a em que se podel e catsdar a renda do de ex- da receita e constituaej psto certo! O aot0,addicitmal, easa li-,bi a'qpuee a residea e, jr oog n Sd^dmr Mroc na
soffrido important reducco. A lei deo ora- portaQio, e se eonuvencerA que a posicao dos. Tanto iuteressa pelbi povo,'ias s6ment- pe- O ntiade--p.oicia--uaa .rta a.t*oiiiae m iPassaM
meuntu de1868 continha no artigo de receita contribuintes no exereicio de 1874 a 1875 era lo Povo a6bsttS&,.. vida propria, ,ql 9tI2pitRSwo u d 'oSw S"4 d _r dLo onsistio A di-
67 de imposicSes, o project em disoussa urn pouco peior.Io que a quae lhes cabera no. (Ha diversos aparte-.) tralsaco teabtlIa par de.umir.ui Qfhe ntbel.re ad c iasam
s6 coat6tnm 4 De 1868 ated hoje tern sid o exercioa futump de 1877 a J8& 0 que 6 (4rWt4euv#a 6que os agriculto- tarbema deveresa encargos pesados., assin e dv 9.e(os, hotels i-
suppi.-nimidas 25 iinpostoas. ssas nuas quantias reunidas sobem ;a so- res a despeito de todos nconvenientes e Para satisfazear,,tae.eneargo, pra, q e as formadode- quoo praticnra es-
Emn 1878 o imposto de exporlacao era o so- ma de 91l3000$000. A suppressalo de impos- difficuldades quo tern so do a lavoura, fa- provincias seengrandeamoprosperem, como aa ,do eta i a ja-uiie-
guimLe: t4s m ein 74, conm jA mostrei, correspond zero, em geral fortunae,- a todos n6s vemds bo- ta ac qq )po *S 's csi"e r p1 Qun 0o j LraL, tapau-,as preau
5)por cento sobre o algodlo. A quantia de 1.021:0 O00J. Em troct- dessa nitas fortuA dgy*t.,0 A4AiVco Ltempo ha ,De9ia a .onaLrwrrn,,u I e1e ,O.ecesOine5 ua dag u
9,) rs. (4 15 pr canto) sobre arroba de as-, supprvssao, as cQntdibWrjts enter r amn an- esta part, poIW/WatlMhO 3fcAlre. pars est- fti ee cneceasle r e ioeMddil f iagsdo ali
suc ir. no seguinte para iq re6elita da pro.0nbi0 omn* UM SR. DEPUTADO: 0 maior 'nureoi dos ta renda senao por" d .; 6 tlo mo, h. o- as eainmado da euos
6 e par ceanto sobre os qutros ganeros. a quantia do 913 contLos, e agando men6s do .griteitres -eaal& obres. "tributando a populaQ e9? da nitalase ma t5r
Eniato havia ju impoato oe consume sobra qua eutnlo. 0OJ.LD6MBELLO tA660;-'q4 Leoin6M ? 0 ever qute4eM todoio etdadho, de reser- da rua a ConqaistaL vanios pat c e lt si
bebadas espirituosas, f.umo charutos, viaagre, VW a casa quo nao ha aggravaio dos con- Ha rauitta u0 teemln ito fowtvaa do Oi va d ort- ved e sou b ea r pelvad urn4t part p 4X eDiig e.n" i rof-ria BSr &sbda o (
sabao, cigarros, etc. tribuintes na alteraQo d axa WE4 a imposto de tado da lavoura, o que prova quae nao esta eUa o bern etar graL4, t o4,ouoath wow so Oi dta, eahiverc corn eff o a-
Vi a casa que a populaao era n'aqiuella exportaclo. Nisto o que poe havor de mAo taO decadent e oberada de emitraves que nao torsde grn4 *do o Oo, G ci, witSwt.ia *, eucoatnando trint anos paaoes
6poca ,iais onerada de impostos do quo o e incopvenlente a atureza do Imposto. Se prTduz uhicros. esta sem dtvidaattendi#a no project, os \m- ua libra esterlma, qae foram trocaos po
esta actualnente. de ottro, quo prWuzisse a somma que a proe- Mo son contrartio aoimposto do exportacca o postos quW fihasidfo d'a'exii supra mencionado CGagas, o qualttambem to--
Stnpostos lue afflmigia;n mais directamnene- ciso, podsse lanar-se mo, se fosse possj- porqUo ele-nda quo ele a-niquitlaaagriagit da ou oQl94IavaYaaOil. o.egra duA e libe eraB ostea Lavsma da rua do
tLe a-i classes pobris furainr supprimidos: os vel explorer outra fonte de renda que corres- ra, nao, fundeo-we *poncigios eeaomios Nlo i ,lgt.e. oa l doputado pe o tklao de S. Bora
imp.)slos qaaudrupkicados que recahiam sobre pondesse a do imposto de exporLaCo, nao valiosos, fixro-mRepa npe*idade do. ag- disiio, xslaS q Verificada assim a autociado crime, foi Cea-
os es&tahlecimenwos commercials pela venda conviria eu em qua estL viesso propoito no gravar co impostos as industrias daprovin- ram i recolido riso e o Sr. subdetAigado
de .eLas e determninadas mercadorias, e eram project; mas under acharemos essa outra fon- cia-: tantdMAlWor for o pre.o quc os seus pro- I 0 p0o9o a1ra do seu re- prosecuo nas digoncip s ,ncetodas. no iatuilo
motivos de vexames;, faram suppriimidos. te de renda? d(ta'-alcaneam auo.stm'angoiro, quaatonats prettyt* iL w de descobrir o rsto do roibo
Eis aqui os impostos quae bcontinham leis Reconhego h)Ie umn grave erro, que eu e os atlr sdm a i prLao as ndos 4 A bi A Accdente Hontem, pela prmrhl, oosr
anteriors. qu d 1873 para c Lm sido meus cteas de com8oissor commettemos < rmsodt.o Qualroqd setante np s "W owSn -bAiome Wb de u
supprimidos: em 1874: deviamos Let propasto a reducAo V-zcasa, pois, reconhecerA quo a commisa. disUiacgco .enlr e aalssa0o to m deaeu
1 u 7 por cealo aobre ml idefuro. da taxa sobre a ewP*to', .nao a sua sup- fez tLdos os esforos oslveis pam evitar de- niio; ago PTCfam& Bi dde
2.o 6 por canto sobro diversma generous ex- pIemilo, c ^ouiIido.sa esta per meie do r- ou i. d Mo, a tae-B poi ,Ag, i5 6.ld e Re-tltd a bauxotaa .Sd oe es
poIdoo anndu uao annual. Por este rnodo no Qroorrpra ggars a te flww amd t s et ,- e dUjcah iio.nac 0-abe ra tar partis,d
pao" 5, -- 6(Qw3a iacfwQ doiteo ea- trospVrt401
3.o 80J rs. por arroba de sabao idem. o abalo quo seo noLa no equilibrio da reeeita gados pablicos, ridida que, a met v., sd m iddas escapgaada milagrsameMte de urma mrro
4., J1IA) par oitwava de oroF, 100 Fs. por dia despeza. (Apolados.) ve ser empregada em caso extrawo, quo tatM aque ex-
do prala, IS rs. p- dita la cobr, M rOrs. per Persuadino-nos que a AmpliaClo do imposlo nao consider o em que nos achadfos. -*1 l gBttaa, o i- S. S. mHnrso. as no of-
dita de hranz., o 8) rs. por dita d ohumbo de consumo fosse bstante para substitair o U SRa. DmPtUADO :--aOf excluiodo UapO- t e s e frec peri4a.f r go de vida.
oxprurtaalo. desportcpo. Nio awoneceu assim, porque to 0o .lffilicAe dp %Qrpe de pulicia. GQltOA m F Q145 s-e Teeapm r '--hr'eiotdp di-
5.o 50$ por c6rrector d% esciavos. a importagAo vai.diirinauirdo em cada anna, 0 SR. J. DE MELLO R0oo: A o a m iderpu aar u lado a actor nSerd do talegphla. edu sem du-
(.o 0(S por ageate de iEifAl. em conseqaencia da grande a prolongada ora- college de comnisso, deputado Ielo g-i O P P vida aanada do So iei, aca-se
$.o 2011 pr ija de vead r f lo.10 M .. W a
rja do voadetroape Mfs t 6- R oIOewd&.&9L oeto, aeMLi .-cneenmr e nbl6a, at oAs.oT0t.,a e
brimAdij e01 paia esirnaeiro. para Ouf o qiw cowmwou esta adse*Uptis a *owewe>instes pa esrnp -eite
9.b 100# per cada vqndedor dewsesso do a ano paalo-vo.ando ao-impogito1 94 9os mailp n e B dpbl
10. 100b per casa de vealer obras nari- de exportagco, emb9ra em taxa minima. 4 aois. a commissio qa setMia -o ( .Co.tw.af. a ttfi-ie-
meiria de palt. etrangeiro. A-. Ieo pareoe en'on qacrma vez que o il t I u'l-os em 5 o/o dos pus vebtit 'i; -. ""
.11. .100 Par itma.d. i e peuva por tun&t erl'coneml6s, qt o&tWX Ma*iWN aobMVWi j Ier. "re i*
12. Lp w t. tava Lodas as proflssOs, desis mebor aStar -nmOesMiw.oon0edW0". re'- .', t .. ," .BM" N i:.in
14.s 4 19 poe va eQ"n r aq're d sovlo$ e s, s o
.4a"pP.v Pia aN e r da ,at.., as.l&m-q-r',qt. 9i O di ..
&pm40 4J2 4e hao lso yolliuae ao Imjp-wstde, acepg5.osellse. -biaon
.m~tm : .... blicado- no': ",
te a uWP torquee toa s oiasoas tt S sittr,"
= 0 1a como estavam ningtem cidaida at^e^t0 4
Ia wv r ,e .- po. 0"!ats. ..oMw" t ti s'e
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aaviado g**^ giS~ry -4^^ itttaoeme IMBt e tsI ft cua I*ada ajt ,.iAii jIn
aria as ON 9i e ide 9Ocontos, na-man ...
prodilegUde ooU'as V l qWi mllie y.
!Amimetoa 04 rai. r--i A-S."qcr tepa4 rpe6a nr4^ c Ge
aS&ta nd e e ria to oe gravosq 4j.r ,-2 v mSe 6i reasoeo *ao, o -.o s
NbS ^8 soeuea ulmo dapit<*t qaa- Aw~tada e fttrmaua acss typiiri tive de uni *Wef0 qu acarrewoe Cerppor^r*aun ,fle 6 rel cooc~o.qf oen m
gk&0^ 1 1 .- ^ .'^ Al rto B^e afstcl;e^ote os par ota r -s m
*A sto 111,; 1'W Nr7 Z
r84- Anes &orea da f2?1j,1 p re impeet o de seto importa tie dSR. J. & fe m Lc o R.os edjapejeiou sinw *dts. I^t.,..2, wuoS.e J. 6e Pr e.s a PC.
0tai, e doe servilt d i i A 0 me woviiowa-maaa p iatA s44&0sa. Qa I t9a d"o a pon
firo, 0 tecido de algodito dt at* anier abaIonada see (aem ottra do ci8 U D08U O :---a pr 'mio ...a tra-ira. d o iam r epembeass
ftiki 4risix ouewso do uo wmamokei, do iuvW t' wa i" 0 Sa. X. DE MELILO RIGs".. ndoo~4~~asq~ o~fnLa~8(uj~a
Informe-se o nobr6 deputado do pro gi k Am f t;pan".&t4Arw, -o&- IAa 1A awOs os wbculosd; etou pecs;7d Pn8iM -,to1&M s M e0s0 mf ao61ant;lar oaJitae aeeo momea ais
quo era-a priqcipio veadida a azend.ds ae o-PaieoquejP0 6pvtaa 0Aft adcie superior a U50 down.t-euaopPs, os a e.u.oo dO guB, pee



emm $/ suerorai5 ?^/? @,orb oTSbirs6^^?^t ttt pro..^proteida./lor, UmuarBtes tos eepu'ra d
@ide, oulas prOvl4aa,-o veritlcad.que cor- d. e i subsltUigtao do d epost e Psro- aeto, ndo tebasouro oalcura 9 1, do BofW, od go fegsh dft ,....aco aerad
AAWoa ipta" Ue4r mm
Na de wnomdalw proo de 420 ri. per 2r0. Cure ouvir a opbiio de pessoas importanqt6s t urdo ern'70 contos,a e so dex^rinoe asousas rosa qwd a Ad boci ^ daqe n l awerqt, e p aado pej as, vataon
bpreknte.apem th dimposto & da s mipe. do commercio, e coin elles troquei ide s otre m'estf serA fd6rai de ddvidia qde ase .- dobihoco e quo 9 0" actat, 4 uo a as iia Xp
Mtoia quaetn podi4o sustentlar a nos" t- ..Assmampto.auaa g ma" sdia.m-,a vert S aste.Terepadenso rtaeTeeWo o aoo o'0ue. a uo3tr oest dho 4 .Ompen >tq aLa
brica, desceu a 320 e 360. nmb, ot&e W v.,trme i r aerkrio do W ad18 8umd7t d si $e,.d.a18,, .ide* qo Lov e a..e etPiv0 e -o iii6aa a Waida- 4(p
Oueorn aprofeitou com este resultado nuo qu uA quei no waeato do ab.aWiu or,- 600 qoaWos, qua hade erjr pandadsmibiwQN 0t t1a d",oGambia nd hyotd0 a eaqu dev seaa aosia- i
foi 9 consuinidor? LO sto de expodttaeoo pelo alargamenfo do de a provincia, o obrigaresta asseubl6a a user d,. 0 S ANOEL oO REGO :-E' hoja twas p0 p' c llspra via-,rea condoatiai embaldo
Snore depuado sp emal 4 pria* *oseous o ne md osf de xo Medtda i brto matis graves do que agoraot e ai m.. a e ro seboed'o dq ue L e d iri o oe
1gaxtn o de : aao exe: e ur ei, do e a l 4 u arespeitauos veol coefnmddaeo t5 g Ehole s ucenarigo. o 0O. o n e travel, n a proina.a veri de auo par a an-
Boas polMptentas do cemwercao, informaea Ae 0 it, b6 fet9Ama sosacs, pe- qs, o smbre.daulio quL 6idispa a i *sefoloser par hoeno 10, er p rot s iusihrrantdo, qua per
e obtive as quo acabo de rerego r a casa riencia que eu dpo a via r aebsa assepribeati pse.,popo aaesaer dsae.j9 e a uiiAhli:ria_ .do repa tis .ah&: qio det e- oens os Lmtulos l. dovea ereoer preferonoiao
Mas o nobe depoataddo argument tamtmbe bilidade da amplrap. doLinposto d ee nsU- wentoi 6 necswnom ia g re e malem C. r p U rmgnanoSbs dae me a ain a si os
polo lado da inconveniencia de tributasmmos mo,iftlan-e 18,a Meg" vos d esttva, meoe, tapo-dos.) W.... e, iapouur muaa aa eea oar os
generous de outras provincias, quando elias Reutida a wssembto 9, fazondo parte da oP eadaseoeta*midadequoe brma dioIf aioi am5i0 d -o 8.reu a seaolu c epo
fOelots epoanO na oeverah e qluoa g a urasoiJde Tagas e gtas s o vse ae vs eroa ga 3que as cPe uaeWf a lmMias a^ua 4 barndso o&.buiourqu. rado ef ailoto uan ,stacdisias e
do beogaas@eueonentikias acttV V et obRa
poineas H tou n gneros dest. Dos-as porel les as ni nhas a ies. sa o ainesmas dano. pasado: e o bVIa a que a olestia da betterra otielteso produvas d via e 6 inqueioaval
at mraos annos quo as provinciaIs lacatm im. Assim a conaos4edA orgainento propoz o perspectlva de 'nt sado neas coritds dcui*uri- anno, due a guerra do Orie decjdioouoi -
poses ureas sobre os goaios de outras: rimosto sobre gpneros de estiva, e assemnbloa oi) qe corriti. Ioje!ha ade um efe't 0e p6- conside6aim t sc mouultUra, retirando p a-vele] rou reag itad oaira ur






e~haidnooo 'rpot vehneae counro. por fnefetrd el.a dosacaojsa JcornS8 um^^ a ^tavK ?l^~ r^ c^"
recorra ol nobre deputado a legislag~o des votou. cjuene. ,e. ,bragos,-upad, nalavoura. aeioi
diversas provincial, que verificarA isso. Ne odeve ter cahido era esquecimetoaa cla- B I reato a oommisslre apezq da 4oo 4) 86lDItD9UAOb. 50 0n-rataesasais m a n a e
Ean leis da proviecia da l Bhia ha do achar ort qcua deste fact sosorigi.0u; muas -einal que fez na despoza, e da alevag&o do imrpost-o conite|t.e6 ala ro a vantiasa do: raessidl ,







iprostae qaasil prtithitivia para oeea deu c -onsuc acninaus -oam se facalndo' *^ *~ eluea ayre ineu esdeo~u exaoad IN;: Noaas-d g o~ r RSGOrd ~ usB
imposte, quasir eprotribitio spbra enepros d e os anii fora se acgano, e a daep consegut 0d d a 0 So' Q ~~a.D Ri^e tO st 0 culture a arade o do b ranhos 0valiosowr s
outras provincias, cono seja 40$ por pipa -de aboliao d!uYimpost6' de exportagiio ganhou brio da reeita cor-. a despeza, aset project 0 ,..eplqutr ea n tnrbeWitlasaa ,e---ssat-
aguardente: hm de ach-ar eom.-ais de Alag6as, for~ae acitag4o.- cxutem.nM deficit de ,53 contas E' cErtqaue 0 S&t.4. 0 io Rao :--anem e aeito Viadal upres e aeas anu
onde ha una abrica de oflao beta montada, At6 enta neanhwa U epmsentaelo sobre espera quo elle ns o so ernise, ou que desia a 0 irpsto i e e xiortao siao Lesporsaria "emi aeaspesas o a pderani s e
e pruIlZind- grande p)rto da tecidos,o ija- este assumpto tielaa viedo a esta~assembl~a, propor3es ginsignificantes, seo a administrao neute... .oa e abacespmitoes. o
posto de 30 ra. per metro de fazenda de atgo- nen cdia lavou'a nounra do conmercio. realisar as ecnonis que pode fazer e se de- Oa, doe acor4o corn m odode pensar da Denats, estaba eroids. o
dMo e ontras provinacias, aln de diy e oess Na sesso de f875, recoranhecido quomagee- ygeve as9erar que fave. NU projecito se above eas- Asiociudo Aiaoi, z n ar garica, vit.ra r ep a, e, sndoe ri o e engeus, ea pt o-."
impostos pas-tdos f orbre ouLros generous riaisao, do iilluoso de ooasumo podia. sr pago a largas economies. do qu o ipostbio2 i/2.tI de ,-or taro lado servda villa do Lhnoeiro a Ciia-
Como pnoceds a Bahia e Alag~aq, procdAem adoptada sae inoonvenientes, e qua era so- OS. -GAsPA-R DE ieXOMOND -Apoiado. hs&o causaratno a la-oura, qua se nto an- de d q
0 Ceard e outras. ceptivel ide produZir r,da equivalatM a do 0 SR, J ,a-,NELLO REGO: -- Em vista do 11 t uiaro mais que compeaaada-pela elevag.o da-estraa, eontepostos out ,eiuLs de con-
Oera, se as ouatr prowiucias tribuam goe- imaposto de exportasao ; chegou a oommissio qu abpe referir deviaa comiso fazl do r o q suu ar ve
neros de nossa produao n o, se Alag6as, onde de-oarnento a o accord lde rimire queo pesa herndeaia, a tsapor fazeor p o- p re taado seu r e.ovbrgnscl so dto d o









aos-pui iOpe d 2a~b do2 soba pro Quoitaaanego aonisso atodo qe os tesolga ci-ombslvur-muasiacoc a S^ bons aqees lnhas ; 4obvio quea i ham projeenota
ha urna fabrica de fiag-ko, tributaa aazena do de Etabeloacio o aocorddo dos tierb d q u poer inranzig enci e doe opiui.o compro- fu r i b m ;fi prd
p1k -10 ri, pohonran encia,-de s6pind oramnor uuaunopaa.1i~~ ~)Cm a t(I eao ef ~ nio a6~apo
algodao qut import, porque ha de querer o Cooioaissii eo nteadei ella qua deTerAs a o.do..a(uur etva 0oadio aps aa sum cons-









esle~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~~~~~mti iutorussto/ E'pairai cobte- Nqae ell .szbedo dee leap!dndoa er iao oi- mlse do imp e aha orausild boapr-oal-,&fr/iL(UllL|.. nhcids.a.....aau:ntede.esclh, ua o op
nobre deputo.o quae estate provi-nola, em pro- de eipoco ler see peaapresentar ooprojeeto da li do afqssaonserao h taxa'aquoe n o ser ....e. in recia fun d
juizo seu, faa areua exeopoo a rega genial, ouvir -o espeitz da mo ida aa opiaiio i iso.a opinion pe cupri- msio rented a,,qnnu e ,oo c










^ ^ d~~~eu na, ..... "~e i^ e 'd? Pc ^ oa sgu. -. .. re,~ sm", case o, zaho paa
eadoptada am odas as pro-vimia a is? md nes praticos t d omperontes, e-pbr [s e }n 'riQ seuiv a pr Juito bein.) Est e, ao o o aoe o sep
Sea Bahia ai e da niso votrou iv6pos o sob curei, pr int Reciei aprovincia, o eceio do Ace ito, Sr. presideae, quea facos cto-t mel-
fazena deo algodia o de outras provincias, 6 associaocom r,;econseui quarest eim corpomtter poa gOim a ctl evdo que as o esmasulras a corn- Nas ersmas o hia s, eatretanto, nio sq










prcoaft~ u fee~nl~ sil assoia. coibuerieialr teeno negiq a rel-l otoodsful~s .ecrmriseprs i motd expbtalooaao a.^ A~ ^ zaaa qae so o staade 6raus
porque havendo aii uait de uma fabric que pectiva directorial tivesso duus- ;onfereaarit gd 1orta t i afluo das s u asexercera heis por si mmma.; p to-d eeo, A uasBlasru. stdeleB HnusA, c
jnrgraia tinfluencia subra o mu. euspirito,qne lcantaern por sira'as-. qgtdac' Um4Aus-els
prodazem fazea a lasat-te para o f sea oonsu coa cn aomrnisso de fazenda. ei, e na nsio s-puz b e pare a questto de nmiha cohe- levantad MLusad p0 ra datrda. Se d Paiares aa Garanhuns industria si
mo e pra.o exporter ; pra ldr oexportiamu Nesta cnterencia ficaraii todos de acordi rrcia, adiando para inelhor occasion a insis- Quando e 2 disteue o do poeo to eu dis- ach deseavolvda ao poto d offrecr pro-
aes outras provincsias os ss tecidos; se o i- aimquOe fosalase supprinido do.impostode xpo teia ls mihhas idus, cono amber seue agricalturaeraa classod o ontfibui- ducts qu alimenem u trafego regular para












An ps uea inlu coiencia fos rzd odcnuoesaed onaio.. q er apes ifhads Was uc iaoso especial l a- duct, da ^^
a~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~~~~~~~~ed gracssdo ,eu)mai delae qu e rcdeirafopo~a eaopoia opoec 'rzae que see n e o di-asld de -.uo tualemenlmo, psi8 a e codiw os a er ro-si e~n^ m,, constru ?o, o *s?. nee
zesseiu, o iunposto ano se faria denorar. -Lao as generalisado u do consunaa odas as zeindo granue.violencia e miunmeseto, aeuleas to qudctualronle sa acha -emcnniioes a fer o--ia e co
0 Sa GoEs CAVAL.CANa :-E ainda malior nercadorias de procedencia estri angeira ou exigoncis de mitos os obms deputados, mais prosparas, e quo mats suavemnLP aonece d'ahi par i nn 0
Squo o'nosso ruc de outras provincias que esta fosse:u consu ano dvipei assigna a emos nda qua atorisa diasupprtar oimposto deo 21/2 0/0, porque Aguas-Bellas ; e, p is, nha iconveninte












inli J. opiu.0 n obre dpuo LIp:-E~ etanto a mdas- ei ru. arnad 84;00 0 sob pe i a l si gnua x emo nda qe~ atr od / or os po im r elh o s daano. as a a hUmfianm a&I V8
tr S. J. g, prO ei~~o "t -- Eretto ids.presidenta da provincia,, em caso de inteirIa s ultios p roos do assucar a tinhiam aala- ha e que o pr.ogamnto s detha em
Bahia ainda ndo dcretou imupoato sobre a e6,- Foi ainila por accord0 .comnbinago co ne ocessidade, determiner descont at 5 per do;t Ossbrs d, dpuadosestranharame, pe. U aqs
trada di faztmda do algoddo; mas concede as aquella directorial que a commrisso estabele- oenLo sobre os vencimoentos dos 0expregados t O idisss serppuzeratlrteclam ssaa bndaa.
suas fabrincs mcaiiaes de imtportante protec- cea as axas da lei n. 1,79 sobre os geJros publicos re-0SR. S. Mo IRA Aoi A sa -- eum contidfio a Co -nfreota -ies dasa b na.
Qdo 0 imposto do eaxporta,;Ao de assucar de fora do province nefla initrodluzidos. Se todas as classes da soiedade soffrei os rec dlamar. iztoor .as dmas zqtas
de 3 por. caunto, ficando reduzido a se Asseontads assini a ilde6as, e resolvido a effeitos da criso porque papsaoo paiz, so 0re- I- l.-. M9LLo 0Ilo -- Pois bornM; a nhst gas-es "a'ed ea r tre a-
ahirem saccos do fazenda do algodlo fabri- -commissao a uprosenta-las tA assemble, offe- curses de vida-torna-se eada vez mais diffi- Associado iiadora Aricultara, u oroi- o













0 nobre eputado elo 5" islrictodisse qe em 500OOU$00As-o,.ia osAanfciador onbAe depuato pa, 2.otori, emooiro, saltsolveosooqlhosraa s Bri,,ridade ^ ^ ^s-
oado na provincial. reoeu-se a directorial da associaglo commer- s; 6 fra d duvidae qu o soffriot dadsen duvidad na mattria; veio ntrmar ta ulti.a, e uonsequoaeot 6 intuitive
Este grtrida favor afugentL cortamante os cial a dirigir aura representagao no sentido affec a a em a s eregadospicps t o oeu juizGo A'vio enatorinos mait pSOGiSas ac
1ecidos de algodio lde outras provinoias., de pedir a abolig'io do imposto de axportacao Portaito, se ondo seoahnitte o imposto de dizer o que eu tetia dit6; oa eLeedos pref6s duo usta ter a 1:
FeiIas estas consideraciSes, passario atomar e a inpllagrao do do consuiro, para que fos- exportacdo porque rai ella augmnentar os on- do assuear compienilram demais impasto lan- Se u se po- iia.ei..u. .
am-aLtL,,no as objecuGes qua tern sido fettas so eMhdeido o apoio qde presgtava as idfas da carCgos d lavou-a- am urea sit!ao co aoa a&o sobre a exportaoo, hasa litsso labiado poefrenia 1
aOnierostiso -Ia -2.11-2 sobre a ex:)or-taqo do go- commissdbo vtdEU e ossmeUrusollgasa ceita- a quo atravessamnos, a layoura que na quadm r O SB Mot0S;A Avs : ".-. as 86 nasafrapas- esta solimio; mns, etandoaisto difioil,Pso n~o '
naros. --nios do boa vontado osse offerecjiten to. actueal 6avelssaosadaoueantiui ntesquo etaaft Ifoll~uost don es r .-0nbed- liposvl ,Iainibaculdjazet-
actul 6a caos doconeibsntedqunemease preo.;., 0 nobre de- aW iel astwa culd~ie
Que grande caleume so tain levantado sobre Foi esta a prirneira r0presentw;&o qua rece- 'aCa6_ual a "aso dh p putadajsabe se este anno-datt? ',-do for alaPonte le ecoiher an on ontra,
esta iinamstof.i E para combatel-o que se diz bait a assenblda peedindo a aboligibo do ira- mais animqiuto se ach aper causeudob r p6-'J. P,-MELLO5oq?.-conhecidas aS nan p6le ser duvidosa hrossa preferancia; e
quo a eommissaw-creou impostosexagerados, posto de exportagibo. ainda para os seus productos,perrmneaisIqus*rodalmeset isso 6 qua atppJoudiunos o ponsai to do C
que s.)brecarregou o povo do tributes insu- 0 project-Q da commisssio passon nesta casa ds canasas qua o'us sioertara ,essa oie'aora .a phisado, e subidoa q elas oatinuum, e, cia- govrno. "
portaveis ,! sein allerat5o des" sues idfisj- e apamis eon- v14d1kIatosgkWwnsn eutd
pls aoep s0001 prewos; como se hadea co jui.4-a a iquidado ue ,Qo aCto seguiste omeeno resultano Quo oste peirameut se tradhza 41anto
St. i)residenta, eu no. precis: unais dizer vertio em ilei, a directoria da as6ociaeo corn- ibutar em seus vencinentos bmpregados : L a-tes et factor; .qu a oon do liaqsfe ao Li
que sea de3 opiniauo contr4ria ao imposto de 'nercial dri-igia urea folicita~ulo A assembl6a e publicos dimiruind6-thes assiCK s recursos fl*, MonpuRA ALVES dA umn"parte. roeiro soja o reis breve iossivel stravossa-
experta'vi), s' quo athleo pnr v6l-o disappa- etf artigo publioedo" no Jornal do Recile, di-dAt'0., Sit. J. DE MsMw REGO i Essa quadva da p
racer do taboa das nossas" inposig3es. NAlo, -ma qa -ra ,Vez neso apai o0 deon- s4.a "ubsi '"es ',a? '0 Sr-. J. Ykm todEas'oRs 1e, u -v
precise tamnben que me estiniuleo as idWas,. trieuin 'Iti'fit l -eriVsnso na'erodtaasoitr5. aas oi,- riicpirai....
Lachandi-se-me d- incoherente. Fui o primei- dos impos p .i 5iguc- A, pgaoaopse men e-
ro a fazer a cas deoclaraqiao franca de que Fiquei corn isto satisfeito, e n.o procurei sua sabsistencia, cono- tambeon sobras quo (Y'Sfl. 1. DE'MELGLO REGO : Mas a agricu,- to ingi.pease pra o se m les o nt
procalo osL3 antio oernliesacorlie corn m n- enfoitar-4no coin or, luros ca-idos pela as- podem l ser applicadas a augmento da produc- tura foi demaia mpensa1da....
mo-l do Ae- sarn a isto mear-I aIrAasta.motiv.m3 sebl-a.fi-Veo a o, ou a accumular pecalio, dave sop hlivia- A verdiadea6 quo Llas as classes Ltt sof- Parose A pr osso d
podem-eso, qual o lie remover embara(os se- Hoje a face das ::ousas offerace perspeetiva do do inipost-oc; o A4quelles ( os empregados fnido os effeitos-da arise; e so por iste a agri- pal do tartan da "Escada. frarna "recoihidos A4
rios ,lie se orgnc:n comeo prannncio lie grau- urn poa-oc diversea; aqutotll est-ado do satiusfa- pubticos) quo s6 ret-irarn 1o son trabalho o in- eult4t.ra de, e flearur-ista 4eirposto, todes as respective cadein, no dia 28 da agosto ult,ino,
Yes ,n~deS a piovinlcia. Qibo gemral vai so Iransformando .... ii~lpS dispensitve pare alimnentaguo, quer-se qute fi- out-ms claspos devemagozar de mesara-isan- Jos6Frarncisco lie Albtu~rqae~e Silva,.Porfi-
Antes qua a niinha colierencia fosse tnazidia to lieconsumo ostA4 sendo counbatido .. quom apetisionados do urn imposto especial ? gao,
a discussibo, eu declarci quo o men proceder Vejamnos, por(!ra, se a opposiq.2o ao projec- E mrazoaval quo so dispense o abastado lie -0 iobue deptutobo, pole, dove convener~se ri-o Francisco da Silva a Joito Bezerra. do Al-
nesus r-ea@ao ci- epposte an quo tire na sos- to assents ae mnotives razoaveis. un pequnoro an-guento de imposto, pura'so de qne Ii o l:sigb quo faz am, imotd ex hax b pqerus odos prsnunciae"05ios codaigncursos
S~o do amnao passado, e prut-onlia icr a case Eta 1876 quando fyi supprimido o imposto do opprimir o pobre coin urn itaposto posado ? port-aiao, ves~anta eni muotv rosoavel: a pial.sdsat.~3a 5d oioc1
o moeal LternimitmLe porque emntao manifestci a. exportaeulo, havia ella produzldo no annoy an- Quando so iwpu~gna o jinposto do 2 1/2.%' oont-est-a-,rn,'prrotros motives e assiet itaa.e
minhma opinic. 0 ,ieura doput do polo '20 dis- terior aarea nda do 849:O00t(K0. sabre a lavaura, quinn-se o do 5 0/ sobre os por melhor cauninho., Larn plo-N vezlado, Buiqureso em dias tam-, e
tricto, )Ot-rn, prvoenio esto men desejo, lefldo Suppflmio-'s portarkto .naquolle anne ira- empregalios puiblicos? Sr. presideu4% a hora ,estA adiant-ada, a casa cirime d roubo,. tautrontio Alvos da Silva,
part ,do meuo disemurso : escuso portanto reno- posts nas ia ..daucia d002sQt semido Ent-ret-ait-o, lizem os nobre$ dop~ltados, a la- dove es~tadeaaarent-e fat-igada do ouvir-ontaqemaaordd o roduss
eam- consmdera(-5os feitas ha urn annoy e recor- 849 rencts do daoxportg.. 175 renda qua voura estA sobrecarregada de impostor, page me Lnato apOiad~s]~ eoG~ssarioqae concina cotrarqtens da l uori.aelclpoe o
dadas hontem., produzia os Sila q~loJA retei, e indiqudi-os o do consumeo.det @/.-sabre a export-agfo; e as xkabas obseamguos. .Te~ntativade ::ssassIate--No dia 181 do
Mm per-mittirm, entr-o~anto a casa, quo ants A, casa. os emprog'ados pabilioos, porgunto ou, nu~o pa- Port-anto gca~ ent-ardi an quo fioa dire mesmo meoz, a no t'ofarido tarmon de Buiqua,
de t'azcr considieraQSes sobr-e o imposto do quo Em substitaig~o dessos iimpostos supp~imi- gain tam bern o do consumno, os diraitos do no- m aset-as pIras : A-tI Ca T, a,,"a A~8U1Oi
sa trad, alluda aaumassamnpto qua dove sot los amnplou-so o de cesiuia, qse parna ofu- meaAo, a decirnaqfutepeza sdbreos locat-arios 0nest~ado da provincia urge por providep- Muniruxdt .Qlib~la, iogf49chrviiod.he usa Sil".
prov-eitoso a discussion, Luro exer-cie.,o o thesouro calcula a sna -ran Ia las casas? ]lcas pni~iecmis., qua eyiter nurn fualum ooopli- O cdllutqanto lkru, evamJ1-s4; o(3atilra
Oil,,bro liepuitado palo 5o district disse quo em 500:O0U$000. ~ nl ia Niio obstanto iste a- Sbre dopuM~ado p*M 2.o cade, a difficil-do reaist)ovor~ 4-quo L'aga-a me- otep-ed..,.,;-, ne tmo la Jei.
a prvinia st. deasizlamntesobeoare- Naoobsanteta neta o m nclida district, quo combaje o inapusto lie exporta- cessidadodoser remedladd DOtrmoloS ne90s0s. ....... "'-'" ........,r_


f g
18 19
i. s


5m. 28 ,1
16. 8:r
210 9..
12 9-.2 t:
lIP^12^ .8
171.
210
5 M
3-1-126-i- 70 -i-
Um assignrante .do
guinte resposta A en


Dra


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24
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20".
18"0
9.M
22, t150
1>' 13S

5
-16wo

18 r
23-1- 422..-8- -
Gaulois dirt'o-ie a.se-
genhosa coibinagao su-


AoB 363 1* .
Alea jaeta est !
lURIOSIDADE HISTORIC: UMA PALAVRA SB1B1
A SITU'AgXO POLITICAL
Aviso aos eleltores
NAPOLEON VA TRIOMPIHR !
Tomeimbs tambam para base do calculo a se-
lienpia natural das letras do alphabet desig-
aldas por seu numero de-ordom, e somemos:
I z o -* t o a *am: >-:AAL J-AQ._ d--"
a b c d e f g h i j k I m
14 15 16 17 18 19 20 212 2 23 24 25
,, o p q s t 4 v x y I
20- 418:008


14Z2

i5,
15o
1240
150
14 9


18's
9-.
150
13g
5
48
10


40
5m


16V
21:

9-
174
121 a
50e


92:[-' L23 -1- 9 -1- 13 -1-120 -= 3
Urn assignanto do Univers dirigio


posta A Lanterne e


ao Gamtois;
363


t63!
esta


1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 t12
a b c d e f y h i j k f
14 15 16 17 18 19 20 .21 22 2 24
n o,p q r s t u v x a
Henri 451 16 224,
cinq 43 6m 21 a 9 N
viendra738 1toi8P17,0 5 3
qui 47 1 1;07 -140 9
puraera86m 40 .r .01 l
France 47l ^ ip lp


Sres-

13


.S'
8 8
91


.Jiquollia da typoffgraphia fadias
heaouve umna grande fiesta em Londres.
Fazia- quatrocentos annos flue ftwle
Caxton tinba introduzido a imprensa na Iin-
,
,fimad Anm. J-iaaquete, de 000 talhere.
.aesde aac.rjeram multas notabilidades, lord
Gladstone fez n'um eloquente discurso o pa-
negytico do typographo Caxton. ;
No adm, mostrando ao auditorio Trmaa bblia,
adornada corn as armas fla universidad6 de
Oxfrd, disse:
( Ha dezeseis huras quo ainda ao estwto
reunidos os materials deste Iivro _nW1 -
va impresso, nem dobrado, nein .
a Principiou a comp6r-se hontenal. daO
o relogio da universidade do Oxford bteu
media noite.
( Ahi teem, senhores, o que e, e o tied p6-
de fazer na Inglaterra, a grande'arte typre-
phica. D
Morte de uum rielpe-RWb9u-aO -no-
ticia em Lood"es de ter fallecido bmf Wde*lbi
o principe Wliiam Pit Leletihoker, o sucefor
presumptivb ofathrono ae taWfu.
Morreu no palacio de Izlani aos 21 ansos tie
idade.
No dia immediate a more, foi proclamuada
a princeza Lydia Kaiackacha Litmokalaif ir-"
m'i mais velha do iei, como succeuenm ao
thropo.
Omro da AustalUa--A produobo de ou-
ro na Australia &ontin'ba a set Emw a dts iftdx-
trias que vel declinando.
Sproduccto no primelro ttrimese do cor-
rLae auo t i d, 18,T90o W "vK,WtIN
odeG' aerisno, do qui no ,i trf i,'FL .-
dlFr mia n 'im sL e m 5.
,000 dos m aos sao euapega 4. .-f

ti ir
m~ ~ te ftV. ElKl t ~ n t l t a 'I ^


D: :
. It.. l b. s


D B JoP i. d .... ro ...
ern)lares do p eiier 'o do-leit-ma, p -
ediLadalo, e do quad 6 a aIm o professor M '
cular Laridelina Roeha ; '.,
m Do Dr. mFrailclsco Augasto do
duas obras em quaLra volumes;
SDo profesdor Vicae du e NI.)ra4 .,
cinco obras ema ait6 voluunes, e os ns. 3123il :
3 dai Escol,.;
F'i lid-) um officio do professor parti-sA
L mndelino Rl4a, pedindo o parecar. do-1
mio sobre dimersos ponLps da segunda ^
co de seu primeiro livro de leitura.
designado o professor Francisco Carlos ditivas
Fragem, para dar o referido parecer. -- -
a E decku-ando o thesoureiro haver rcOlhi-
do A caina economica as quaatias que Ihe fp-
raai entraguos con deslino ao monte-plo,'fti
encerrada a sessao
UselatecimLeAo-0 edital do juizo espe-
fial do omimerc., desta cidade, que horntem
roipubficado na s-ccmo conpetente, refe.e
wrW--nrm cominareial mencioniada, per equi-
vooo do -espectivo original.
Repetimos hoje a publicavo desse edita.,
Ievidamente correct. -"
Missa ifunebre-0O conselho director dl
4ociedado Propagadora da Instrucao Ptlibca,
na freguezia do PpoI da Paaella, mahda ce.l*
>rar, na terca-feira (4 do corrente), As-:8 ,o-
as da rnmaha, uma missa pelo descago e'er-
a da almna do seu thesoureiro o Dr. Liiltno
Pinto Brandlo, na matriz da freguezia da *
Graga.
Calculos cabalisticos.-Sabe-se que os
63 deputados dos differontes gtupos repu-
licanos representados na ca:nara dizsolvida
'elo president da Republica Franceza, reuni-
am-se para pleitear em commumrn sta reelei-
Lao, coin a qual, nao s6 contain, como espe-
am obter o triumph de iruitos outros can-
idatos, chegando urn dos seas chefes a ex-
lamar (( Eramos 363, mas voltiremos 400. *
Corn r1eerencia A este facto a Lanterns, le "
Paris, publicou urn calculo curiosissimo. Nu-
ierando as letras do alphabeto na sua ordem,
passando para algarismos esta phrase:
LA REPUBLIQUE THIER*S VA TRIO1MPI
hega-s3, sommrnando, ao algarismo
363
E' facil de verificar
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 41 12 13


b c d e
1516 17
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Ieu:


!- U0 da iatw)4

. ,do Note atW I3
'. do Nonl ate t4
do Sul ate 14
de New-York. 16
S~uto do Sui at 67
do Sill at)
S Hoje dove matlsar-se


se-


nte Martins, A 'rue do Imperador n.
1apolbes, chiias, algodaozlnhos, cam-
apa feita e 432 chapos 4do Chile.
inda-feira deve realisar-se o se-
aqente Martins, A rua Duque deo Ca-
arno andar, do sobrado da esquina
M-"*Vr -Ad-eiO-iaS.


Q ste Stepple, n rua Duque de Caxias
1d6s diVidas da massa fallida do Tiburcio
'r '" Im.Portugal, na importaacia de.o....
I servmodo de base a.offerta de 715.
S dm& Silveira, no largo do Corpo San-
b ma$. a d armacao, generous e utensilios do
estabaebmeto de molhalos.
CeMiteipo pdfblico-Obituario do dia 30
Sdo aosto deo 1877:
SebasUana Maria, parda, Pernambuco, 17
AlvoS, solteira, S. Jos6; aneumia.
J6vina, escrava, preta, Pernambuco, 22 an-
-Po, solteira, Boa-Vista ; victo.


CHRONIC JUDICIARIA
Tribunal da lelaae
SESSAO ORDINARIA, EM 31 DE AGOSTO
DE 1877
PRESIDENCIA DO EXM. SR.. CONSELHEIRC
ANSELMO FRANCISCO PERETTI
Secretario Dr. Virgilio Coelho
W's 10 horas e 15 minutes da manhl, pre-
9 sttes os Srs. desembargadores em numerc
Legal, foi aberta a sess5to, depois de lida e ap-
provada a acta da aritecedente.
Distribuidos e passados os feitos, deram-se
as seguintes
JULGAMNTOS:
Aggravo de peticao
Do Pecife-Aggravante Hermenegildo Seve-
1a1po GonQalves, aggravado o juizo da 14 va-
ra: Relator o Sr. desembargador Motta. Ad.
juntos os Srs. desembargadores Souza Leoic
o Reis e Silva.-Deu-se provimento ao aggra-
vo contra o vote do Sr. desombargador Souza
Leo.
AppellaQoes crimes
D'Areia-Appellante o juizo, appellado Por.
firio Jos6 Cavalcante. Relator o Sr. desem-
bargador Lourenco Santiago. Revisores os
8rs. dsembar.adores Reis e Silva o Almeida
Albuq'uerque.--Mandou-se unanimemente o
r6o-a novo jury.
De Goyanna-Appellante o promoter, appel-
lado JIo Josd Francisco de Lima. Relator o
Sr desembargador Souza Leao. Revisores os
Srs. desemargadores Lourengo Santiago e
Reis -e .Silva.-Conflrmou-se unanimemente
a sentencea.
De Ouricury-Appellante o juizo, appellados
Antonio Ribeiro da Silva Lourno e outros. Re-
later o Sr. desembargador Souza Leao. Revi-
sores os Srs. desembargadores Lourenco San-
tiago e Reis e Silva. -Mandou-se os reos a
hnvn inr nnanimmtntp. _
Appellaoes civeis
Do Recife- Appellante Manoel Jos6 de Sou-
zU, appellado o curador geral dos orphlfos.
"iator o Sr. desembargador Lourenco Shn-
tiago. Revisores os Srs. desembargadores
Reis e Silva e Almeida Albuquerque.-Confir-
mou-se unanimemente a sentenca.
Deo imbres-Appellante o juizo, appellada
Catharina. escrava. Relator o Sr. desembar-
gador Lourenco Santiago. *Revis3res os Srs.
desem~bargadores Reis e Silva e Almeida Al-
bdquerque.-Julgou-se nullo o proceswo una-
nimeneuwe.
Do Reeife-Appellantes English Bank of Rio
de Janeiro Limited e outro, appellado Jos6
AlMvs Barbosa. Relator o Sr. desembargador
Lourenco Santiago. Revisores os Srs. des-
embargadores Reis e Silva e Almeida Albu-
qturquow.-Foram desprezados os embargos
unanimemente.
Do Pilar = Appellante o juizo, appellados
Francisca e Maria, per seu curator. Relator
o Sr. desembargadbr Reis e Silva. Revisores
os Srs. desembargadores Almeida Albuquer-
que e Accioli.-Annaullou-se o process unani-
monte.
'DeNuinbiem-Appellantes D. FranAcisca da
Puarif o Mello Wanderley, apellado 6 jui-
20. Relator o Sr. desembargador Reis e Silva.
'R"aisores os Srs. desembargadoIes Almeida
Albuquerque e Souza Leoto.- R-for. -sQf- a
sentenca em part e em part conflrbi6o4-se
uaaimeente.
Do Recife -Appellante Virginio Horacio de
Freitas, appellada a fazenda naclonal. Relator
o 8r. desembargador Souza Leo. Revisores
be Srs. desemibargadores Lourenco Santiago e
Rek e Silva.-Reformou-se a ssntenga una-
nimemente.
Do Pedras de Fogo-Appellante Bartholomeu
Pterira de Vasconcellos, appellado Jobo Alva-
- r doeCarvalho Gesar.- Relator o Sr. desem-
iMjaor Almeida Albuquerque. Revisores
QBUN. desembargadoresMotta e Accioli.-
m _. tomon conhecimento da appellacao
re. _r
rcs.-k-Appeillante o juizo, appellado
Joo. escravo. Relator o Sr. desembargador
Akteifa Albuquerque. Revisores os Srs. des-
qmbmmioriis Accioli e Doria. Conflrmou-se
a Ue an unanimemente.
Di Recafe-Appellautes Bartholomeu & C.,
ada Maria Luiza do Rego Barros Gomes.
r o Sr. desembargador Motta. Reviso-
res os Srs. desembargadores Aocioli e Doria,
-Foram unanimemente desprea~dos os em-
hagos.
oGnflicto ae jurisdicgio
"||B (m juizes municipals das eomarcas de.
oe da Escada. Relator o Sr. desem-
Souza Lean. Revisores os Srs. des-
g Lourenco Santiago e Reia e
.-Julgon-s unanimemente pela compe-
dojuiz municipal de Agua Preta.
-Appellaeo commercial
Do Recife-Appellantos. Cardozo &- C., ap-
pImdo Luni de Paula Lopes. Relator o Sr.
e6ibargador Lourenco Santiago, Reviso-
,1'S Srs. desombargadores Reis e Silva e


OMWmoAlMbuquerque.- Conflrmou-se a sen-
m easmente.
Appe-lante iaria Constauga do
'I lM eiar, apdeIatlmos fmte
Relator o Sr. de&*mbaugadorLou.O-
Revbia ), sWs


F"*


Medicos
Dr. Lobo Moscozo, rua do Visconde
ed Albuquerque n.
Advfjados
SDr. Gueznes, rua do Imperadoi, n.
48. t -
Dr. Antonio Drummond, rua do Im-
perador n. 20. .
Fazeadas e "...iB-
Antonio Correia&. j, rua
Primeiro de Margo n. E.
Chapelarlaa'e fm6dp
Costa Maia & C.; ruia PoIreiro *de
Mar-o n. 6. .
Fabrica de cigarmevapi r
SBourgard & C., Reci1 rua do
Marquez deOlinda, Santo Antonio 3,
rua Primeiro de Marpo," B6a-Vista 54,
rua da imperatriz. "
Pharmacia e drogaria
Ferreira Maia & C., rua Duque de
Caxias n. 57.
Encadernayao, pautagao e papelaria
Miranda Junior, rua Duque de Ca-
xias n. 37.


iheln a "..

0 .i.o, appe~ado
D r', a.m s V ft .i. go Sr. desembar-
gador lte~uehtm9 e .v "

Do Papso de be-A eaotS Mon-
teirm A orei S- -
do* D. Maria g Uratl iveira er-
geiros, de GuiUepmqie Jorgq da Mpqtw e o OUra-
dor geral.
Do Cabo--AppellanU-Maria, por se. cura-
dor, appepado Manoel Ffrancisco das Chnagas.
Appellao Crime -
Doe Bezerros-AP toIe Ludger Alves dA
Silva, appellado Manoel da Assump ao Aze-
vedo. "
Do Sr. desembargador Souza. Lelo ao Sr.
desembargado: Lourengo Santiago:
Appellatao crime
Appellante Manoel Francisco do Nascimen-
to, apphUada a justice. -
Appellante Jos6 Joaquim de Faria Machado,
app illados Moreira Rels & C. ; appellente Joao
Francisco de Athayde, appellado Manoel Lou-
renco Alves da Silva.
Ao Sr, desembargador Oliveira Maciel :
Appellaeao civel
Do Recife-Appellantes e appellados a fa-
zenda e 'os6 Peres Campello.
Diligencias
Corn vista as parties :
Appellaoe commercial
Do Recifo-Appellante Jos6 Joaquim dc Li-
ma Bairao, appellados os herdeiros de Jos6
Francisco Pires e D. Maria Theodora da Costa
Pires e outros.
Appellaeao civel
Do Recife-Embargante David Ferreira Bal-
thar, embargado Luiz de Franca Albuquer-
que, por seu curador.
dbm vista ao Dr. curador g'rl e ao Sr. des-
embargador promoJtr intatno daijustica :
Appellaeao .wine
De Caruart--Appellants usitoa, appella-
,do Jose RoJrigues Porto; -i ellante Joao Fe-
lix de Albuquerque, appellada a justiCa.
0 Sr. desembargado Mottg, como procura-
dor interino da cor6A&,I promoter da justIQa,
*deu parecer nos seguintes feitos;
AppellagOes civeis
Appellante o juizo, appellada Eduvigens,
escrava; appellante o juizo, appelladas Joan-
na e Francisca.
S DISTRIBUIgOUS
Recurso crime
Ao Sr. desembargador Lourengo Santiago. :
Do Recife-Recorrente Joao Rodrigues Cor-
leiro, recorrido'Antonio Pereira da Cunha.
Aggravo: de ptigno
Ao Sr. desembargadoz Accioli:
De Olinda-Aggravante Jos6 Bento Gil Pires,
aggravado o juizo. .
Aggravo de instrument
Ao Sr. conselhi*,D06ria :
De Pedras de FoVo-Aggravante D. Idalina
Velloso Freire, aggravado o juizo.
Appella o crime
Ao Sr. desembargador Regueira Costa.
Das Alagoas-Appellante a justiqa, appella-
do Jose do Carno do Nascihnento.
I Appellaoes civeis
Ao Sr. desembargador Motta:
Do Recife-- Appellante Guilherme Joaquim
da Silva Braga e outros, appellados os moem-
bros da confraria do Senhor Born Jesus da Via-
Sacra da Santa Cruz.
Ao Sr. desemfbargador Accioli:
Do RpcifA- Anre-lan _ftA- --pL dnhacionaL
appelaPo Jos6 -eAinorim Salgado.
Ao Sr. deseminbargador Regueira Oosta :
Da Atalaia-Appellante o padre Manoel Cor-
reia Maciel, appellado o commendad6r Rodrigo
Antonio Brasileiro Maceio.
Appellavoes oommerciaes
Ao Sr. consellheiro Doria :
Do Recife--Appallante Bernardino Gomes de
Carvalho, appellado o curador da massa falli-
da de Joaquim Pereira Arantes.
Ao Sr. desembargador Souza Leio :
Do Recife Appellante Thomaz de Aquino
Fonsbca & C., appellado Candido Jos6 da Silva
Guimaraos.
AoSr. desembargador Lourenco Santiago :
Eo Recife-Appellante Frederico Gautior, ap
pellado Miguel Nictaire Berisson.
Encerrou-se a sesslo & '1 hora da tarde.

INDICA( OES UTEIS


passel o present, em que me assig no.
Quartel do corpo de policia de Pernamju-
nco. 1 'e a'osf' c!o 1877.--o tncnnte secrete-
rio, Francisco Pereira do Iwjo.


cargo de~ts s^ol achmn-wr ffsta im
,ida m&48 Da
car Ot.
exemilfada lme"approvadas toda,-as eo a por
elie nrwtadas'nqaeile camacter, ate mg do
julbo WKWlmo. ,; ,
E'o que consLa dos livro e do toe
existenkes -nesolp"Warti : *9 ine M
flro.por. sepw vta. Pa d o a
25060, como- do coaeecimento n. 57. Eu, ba-
charel Antonio Joel do Almeida Pern mbuoo,
lo escripturario d-l. secaiodaconta ado

0 chefeda-I'se co.-w-Sy,(yoo ydio de
Oliteira Magalldes.
Vislo.-2Nevu.
Documentta. .. 0. >
UIm. Sr. oommandanteioo Corm" d6policia.
-Francisco Carneiro Maphado..ma grecisa
que V. S. so digne mandar cortifcar se exzis-
to ou. nao na caixa do corpo d poicia aaim-
portancia de 2:35920(0,unica ue estava sob
a responsabilidade do supplicate na qualida-
de de commaadante do mesmo/corpo.
SNestes terms pede a V. S& deferimento-
E R. M. .Recife, 28 de agostoole 4877.-Fran-
cisco Carneiro Mlchado Rios. .
Certiflque-se. Quartel do commando do cor-
po de policia, 30 de agosto do t877.-Siqueira
Cavalcanti, major commandapte interino.
Em virtude do despacho do IhIm. Sr. major
commandant interino do, 4orpo -de policia,.
Francisco de Siqueira Cavalante, exarado na
petiggo supra do ex-tenent~eronel comman-
dante, Francisco Carneiro Macbad Rios; coer-
tiflco que aefia-se em p)der 'do tenente quar-
tel-mestro deste corpo, Atonio Jose de Sou-
za o Silva, a quantia de 2:95|2O, qke acha-
va-se sob a responsabildade do miesmo te-
nente-coronel quando c0m Randante- deste
corpo. E por setr verdade paessei o present,
em que me assign. Quartel do corpo de po-
licia de Pernambuco, 31 4e agosto de 1877.-
0 tenente-secretario, Fad*sCw Pweira do
Lago.
-Ooc=*iento n. 3
Illm. Sr. commandant do corpo depolicia.-
Francisco -Carnerro Machado Rios, .precisa que
V. S. so digne mandar certi#ear so a escriptu-
raCao da caixa da musical que se acha a cargo
do tLnenete quartel-mestre, estA ou nato em dia,
assim co so e ha algum sald4o at o uttimo de
julho em favor da mesms caixa.
Nestes termos pede a V. S. deferimento--:E
R. M.. Recife, 28 de aosto do 1877. Fran-
"cico Carneiro Machado R'ia.
- Certifique-se. Qu.artel do commando do cor-
po de policia, 30 de agosto de t877.-Siqueira
Catcantt, major-commanlante interior.
Em virtude do despacho do Him, Sr. major
commandants interino do corpo de policia,
exarado na pot osupra, do ex-temaenbtcoro-
nel commandante, Francisco Carneiro MaOhado
Rios, certiflco quo a escripturlaco da caixa ad
musica. que. apha-se a cargo do tenente qugr-
tel-mestre deste corpo, Antonio Jose de Souza
e Silva, acha-se am dia, -e regularmente escrip-
turada corn acei, demoanstrano ter passado
para este miez o saldo. do 9590 af(a vq
,zavwmow o~i. pn ser verdad ~44V
present, em0que meiO U aiatuv- Qfar. W?
po de policia de Pernambuco, 31 de agto ; e
1877.-0 tenente-secratario, Francisco Pereira
do Lago..
Docxumeto n. 4
Ilm. Sr. commandant do corpo de policia.
-Francisco GCarneir Machado Rios prrcisa
_q.ue V. S. se digne mandhr cortiflcar qiialo
estado em que achou a escr[ptw'agodo.o cor-
po de policia, hoej sob o commando de V. S.,
nao s6 das companhias come da oscriptura-
cao que se acha a cargo do teneate quartel-
mestre.
Nestes terms pede a V. 8. deferimento.-
E. R. M. Recife, 28 de agoste de 1877.--Fran-
cico Carneiro Macdo .w,
Gertifique-se. Quartel do commando do
corpo de poitici, 30 de agosto de 1877.-Si-
qu.eira Cavaleante, major commandant inte-
rino.
Em virtude do despacho acima exarado, na
peticao supra, certifico, achar-se em dia toda
a escripturanco dedte corpo. Sehdo da-se-
cretaria, cas da ordem, do [quanteo1-mestre
e das companhias, na qual ainda -haUoUcos
dias- foi visutada polo novo command~nte, o
que consta em ordem} do'dia 22 do odrrente,
sob n. 1,32, encontradas regularmente es-
cripturadas corn aceio. E, per set verdade,


Antonio Josd de Souza e Silva,
Tenente quartel-mestre.
Miguel Nunes de Fretas,
Tenente.
Jose Pereira da Silva G.imares,
.Alferes.
Hermino de Sea Barros,
Alferms.
Joaquim Mguel do Amaral,
Alferes.
Felix Aonio de Alcantara,
Aiferes.


^j~l^|f~irp9|osi wJnda Iowiwcwr


Essa gloria compete exclusivmete
a ministros liberaes, 6 toda delles, tintei-
ramente sea,
Qualquer que fosse o syitema de
substituigo adoptado pelas admiuistra-
cOes conswrvadoras, elfas souberam ha-
ver-83 de mode que, quanto a caixa
emittLo em novo papet, tanto recebeu
em pape4 inutilisado.
No m de ses inuitos erros, illega-
lidado e attentados, corn today a sua fal-
ta de patriotim-o, pendur para os esban-
j0mentos e nenhum esciupulo no mane-
jo dos dinheiros publicos. estes inimi-
fog da patria que se chamam conserva-
aores nAo deixauam um s6 real de
deosfalque a caixa de amortisagao quando
foram apeados do poder em 1863, como
npo o 'leixariam hoje, se hoje mesmn
houvessem de entregar os sellos do
thesouro As unicas maos capazes de
fazer rebentar a prosperidade a cads
ufi-uwl, % 2Pto, ,vu %7& 0%,. Ju n .... l- -,An J o
dotar o paiz corn todos os imaginaveis
melhoramentos, de restaurar em sum-
ma aquella venturosa quadra de 1863 a
1868, tao cam a consciencia national.
'" Defenda-e, pois, a Reforma como
quizer e como puder, mas nAo creia
que possa repartir comnosco a respon-
sabilidade de semelhante attentadoA
constituigAo e As leis.
E se a Reforma nao leva a mal que
]he demos um conselho, aqui vai elle:
-Deixe ao Sr. Zacarias que desfie essa
meada; quem a teceu, que a destega.
Hampden.
(Do Joruwl do Commei*fa

Os abaixo assignados, o-ciaes' do
corpo de policia, nao podendo"3 Sr ow
impulsos de seu corag o cm da
do mui digno tenente coronel FranceI-
co Carneiro Machado Rios, do som-
mando do mesmo corpo, vamos dat6-
Ihe aquLum pequeno, 'porsrn sincere
voto de reconhecimento e gratidao.
Todos reconhecem por.certo, no te-
nente-coronel Carneiro o cidadao pres-
tante, 0 amigo dedicado e o home de
sentiments elevados e grandiposos, n6s
pordmn; qaue durante muitos annos vi-
vemos para corn elle- emin relagdes de
subordinado a superior, folgtmos em
dizer hoje, quando estas relagces jA
estao acabadas, que o Sr. tenente-coro-
nel Carneiro deixou eni cada umrn de
n6s um amigo, pela mnaneira porque
soube sempre alliar o reqpeito precise
do superior para o inferior corn a affa-
bilidade do tralo e delicadeza de ex-
pressdes.
E' pequeno, por certo, o nosso voto
de .gratidao relativamente ao rnereci-
4nento daquelle a que 6 dirigido. Como,
porem, part docoracao e tudo que
dahi vein, torna-se rande ; aceite-o o
Sr, ten roael C~arnero cor ma'io.
Bt.a expxtesgau do IMsSeIs sentmneiltos.
Quartel do corpo do policia, 31 de
agosto de 1877.
Franisco de Siqueira Cavalcante,
Major.
*amillo Atugusto Ferreira da Silva,
('Capitao.
.Samuel de Sd Montenegro,
Capitao.
Manoel Aprigo de Moraes,
Capitao.
Joao Pives Ferreira,
Tonente.
Francisco Ferreira do IAgo,
Tenente secretario.


PRAgA DO RECIFE, 31 DE AGOSTO DE 1877
As tres horas da tarde
eCotae6s ofw es
Cambio sobre o Rio de Jarearo. 8 a/v. ao par.
Bernardino de Vasoneellos,
Prefsidente
J. Leal Reis,
Secretario.


ALFANDEGA
Rendimno do dis Ia 30
Idem d( dia 31


739:99086563
48:087J5M
739:9966163


,;,k' ,
q & Auto Dito,
idros e c tae Br
master. Pianos 2 cauuse a H, egdloy.
Relhas 2 caixas e sacco a mnoelda
Silva Faria4 C.
Sardinhas50 caixas aos conushata-
rios. Saccos vasios 20 caixas aos mes-
mos.
TInta 1 barril a De Lailhacar & C.
Terebentina 2 caixas a Jodo da Silva
Ramos. TIcidos 8 caixas a Augusto
Bernet, 11 aos consiguatarios, 1 a Mo-
nhar4 Mettler & C,
UtensiLios de cozinha 1 caixa 6 Hay-


to eoe~ireaB-ttbffAno -dig t
disetembro do eovtte anno, 187.

S ao Sp. oaoiUUta, Fausto
_ftwtu~lano I Ai~f~r 1h, or
Havendo-fme compromettido com o
publico desta eidade 4e scientif'al-o
qua a epecie do negooio, que fizra
comn o Sr. Faust6, caso este _moIo nio
me procurasse no prazo de 2 dias, a
contar do em que fiz tal declarar&o, ve-
nho, desempenbando-me do compro-
misso, que contrahi, declarar que, em
attwego a outros senhores academics,
a qua prizo e acato, que commigo se
entenderam, interessados pela reputa-
cio d'asquelle seu college, deixo de o
fazer.
Nada mais tenho a tratar corn o dito
Sr. Fausto, faoo-lbe minhas despedidas,
aconselhando-o a esquecer-se do ma-
chiavyelico: para conseguir os fins, poun-
co importa os meios.
Quartel da companhia de cavallaria,
i.ode setenibro de 1877.
0 alferes, Vicente Severino Alves.

F1ta dc No-a Senhora

da Penha
Eni additamento ao annuncio que
demos desia. festiyidade, que se esta
celebrando na igreja de seu orago, to-
mos a accresceritar que domningo 2 de
setembro ais 7 horas da manhA havera
na mesma igreja communhAo geral, e
ais 10 celebrar-se-ha a missa sole-mne A
grande instrumental corn exposigao do'
SS. Sacramento, pregraudo ao Evange-
Iho o Rvd. padre vice-prefeito Frei Fi-
delis Maria de Fognano.
A orchei|M sera habilmente dirigida
r,. 1efstre Jose Miguel, o qual
p tear mais uma vez o seu apurado
na execugao da missa, cornposta
pehl famigorado maestro Bellini.
I#A's 0 horas da tarde finalisar-se-hao
os devotos festejos da grande Mai de
ffeus corn a .celebraao de urn Te-
Deum, tambem A orchestra, havendo
serwmao nesta occasiao,
Recife, 1 de setemrnbro de 1877-

Aviso
0 abaixo assignado, inventariante dos
bens do casal de rua primeira mnulher
Januaria Maria dos Santos, previne
para que ninguem contrate o aluguel
da casa n. 9; sita na aua do- Rosario
da Boa-Vista, senAo corn o abaixo as-
signado, visto.quea dita casa pertence
ao monte que se esta inventariando, e
s6 ao mesmo abaixo assignado, cotno
inventariante, compete aluga-la.
Recife, 29 de agosto de 1877.
Pedro Paulo dos .Santos.
N. 320.-A juve-'tude perpetua, 6
impossivel, por6m o cabello p6de-se con-
servar em sua formosura original e sem mu-
dar de c6r, desde a infancia at$ a velhice, me-
diante o uso constaante do Tooico Orlmtatl ease
admlravl e famous igqradOr vigetii. ."
" Ainda mais! Quando, por motives de des-
cuido, enfermidade, ou f'alta de vigor natural
no craneo, as fibras saO debeis e ralas, e corre
perigo imminent de se flcar calvo d'um todo;
pdde se estimular e obter uma esplendida
cabelladura mediante e uso persistent deste
regenerador liquid.
Nos climas calidos, onde a transpiraco pro-
fusasd faz debillitar asforgs do craneo, sup-
primindo as suas propriedAdes vitaes, o Toni-
co Oriental, e urm indispensavel e absolute
requisite do toucador,.que, tanto na America
do Sul, como nas Antilhas, Ihe tern grangeado
tlo grande (ama, tio vasta popularidade !

CO' HERGI


Junta dos co0retores


para o Aracalty, A. Shares do Azevedo 4 sac-
cos corn 300 kilos de milho; A. P. Marques 140
ditos corn 5,600 ditos de farinha; Alfredo Lima
50 saccos corn 3,000 kilos de milho, 20 barrins
corn 2,700 ditos de mel e 1,280 saccos corn
96,800 ditos de farinha.
No hiato national ,Joao Voe, cartegaram:
para Macdo, J. V. da Cruz 1 pipa corn 480 li-
tres de aguardente; J. G. da Costa 100 saccos
corn 4,000 kilos de farinha. Pars Mossor6, P.
ROcha & C. 800 saccos corn 36,000 kilos de
farinha e 32 ditos corn 1,920 ditos de feijA.o;
Silva & Irmao 2 barricas corn 120 ditos de as-
sncar refinado.
Na barcaea Nova Esperaafa, carregou: papa
Mossord, M. S. dos .Santos 5 barris corn 625
kilos, de mel. .
CAPATAZIA DA ALFANDEGA
Rendimento do din I a 30 14:996566
Idem do dia 31 702055
15:6985621
VOLUMES ENTRADOS
No dia a 29 25,679
o dia 80
Vapor inglez Chryolite 1,594


27,273
VOLUMES SAHIDOS
No dia 1 a 30 28,083
iLo din 31
Primeira porter 107
,Segunda porta- 145.
Terceira port 401
Trapiche GonceicAo
Trapiche d',Alfandega
28,736
SERVIgO MARITIME
Alfaregas descarregadas no trapiches
da slfond/ga
No ia 1 a30 30
Nc dia 31 i


NAVIES ATRACADOS
No dia a 30
No dia 31


31

6


I'


I


V


nes.
Vidros 2 caixas a Vaz Junior & C., 3
a Vaz &Leal, 3 a Bernardino Duarte
Campos & C., 2 a Antonio Duarte Car-
neiro Vianna. Vinho 2 barris aos con-
signatarios.

Bnigue inglez Brothers, entrado de
Gasp na mesa data e consignado a
Saunders Brothers & C., manifestou :
BacalhAo 2,442- barricas aos consig-
natarios.

Pataho inglez Bflanchr, entrado de
Terra Nova na mesa data e consigns-
do a Johnston Pater & C., manifestou:
Bacalhao 2,240 e 7012 aos consigna-
tarios.
OESPACHOS DE EXPORTAgAO NO DIA 30 DE
JULHO DE 1877
Portos do exterior
Na barca national Saaudade, carregou: para
Liverpool, Baltar Sobrinho 358 saccos corn
26,850 kilos de assucar mascavedo.
No patacho hespanhol Principe, carregaram:
para Barcollona, Amorim Irmlos & C. 200 sac-
cas corn m'16,344 kilos de algodio.
Na sumaca hespanhola Thereza, carregaram :
para Barcellona, J. S. Loyo & Filho 159 raccas
corn 11,143 kilos de algodao.
No navio francez Santo Andre, carregou:
para.o Havre, C. C.'Mdnteiro Santos 814 cou-
ros salgados corn 9,756kilos.
Portou do interior
No vapor national Pard, carregou: para
Santos, L. J. Marques do Araujo 443 saccos
corn 24,780 kilos de assucar mascavado. -
No vapor national Pirapama, carregaram:
para o Ceara, Costa & C. 100 saccos corn 4,800
kilos ae farinha ; P. C. Maia & C. 39 ditos comn
2.250 ditos de assucar branco. Para Aracat^
P. Vianna & C. 10 barricas corn 854 kilos A
assucar branco. Para Mossor6, E. da Cunha
Beltno 300 saccos corn 12,000 kilos de farina.
Para o Natal, Julio & IrmRo 120 saccos corn
4,800 kilos de farinha. 'ara Guarapes, Julio
& Irmto 300 saccos corn 12,700 kilos de fa-
rinha.
No hiate national Deas ie Guie. carregaram:


'i' .


I
























" '~ : i a~l ~ n l~ .
.. .. u


se sat .xft~ ptcu
ode- ix. U_
1lHM~h .&o qual no poeaser
SA dor do falilo, ao
< 'y8im urnm s6 indlikto -re-
.it por dous diversos redores, e
ra h'avido 6 credor que nao core-
Scor mo adherente is resoluVOes
^Wf tiar a maioria de votos dos cre-
S.que comparecerem, comtan-
," qu. )-iara ser valida a concordata 6
:ob.Il'. que seja concedida por nu-
mero- t- de crederes quo represent
polo moenos a maioria e-tsC em nu-
:memo de dous terc.o",no l lor .d todos
os creditos sjjjitos aos effeitos da
... -"coimeorat~a. -' '
E para que chegue ao conhecimento
do todos, mandei fazer o present que
ero afTixadb nos lugares do costume e
publicado pelos jornaes.
Sfdo e passado nesta cidade do Re-
cife de Permambuco, aos 29 de agosto
de 1877.
Subscrevo.-Ernesto Silva.
h Jacintho Borges Diniz.
C-) l rCpeUdo potr Ler havido engano no obi-
ginal forneido polo cortorio, no noMe da fir-
ma fallida.
A Redacko.
Edital n. 354.-De ordem do ins-
peqtor geral da instrucio public e
nos terms do art. 191 3o, do regula-
S. mento 27 de de novembro de 1874, intimo
ao professor da 2a" cadeira do lo anno da
escola normal, b icharel Jorge Dornel-
las Ribeiro Pessoa a decisao do conse-
Iho liUerario, determinando qne contra
o mesmo professor se-proceda por a-
char-se incurso na. comminaao do art.
11 2o da lei n. 1,143, de 8 de junhdo
de 1874, ficando-lhe marcado pam a
sua resposta o prazo de 15 dias, conta-
dos do decimo da publicacao do pre-
sente edital, devendo comparecer a es-
Sta secretary parareceber copia do pro-
Scesso, sob pena de revelia. Secretaria
da instrucao public de Pernambuco,
16 de agosto de 1877. 0 secretario'
Joaquimn Pereira da Silva Guimardes
xProongamento da estrada de
ferro de Permambuco.
EDITAL COM PRAZO DE 15 DIAS
De ordem do Sr. engetiheiro em che-
fe'da direccao e liscalisaeao do prolon-
gamento da estrada de ferro de Per-
nambuco, fago public que no escrip-
torio central em Palmares, recebem-se
propostas em carta fechada, atd as tres
horas da tarde do dia 11 de setembro,
para o ,(ransporte do material zodante
e dos apparelhos, utensilios e machines
para officinas e estacoes, sob as condi
Ves seguintes:
0 material serA entregue sobre agua,
no porto do Recife, tra.sportado ate a
estacio de Una, da estrada de ferro do
Recife a S. Francis< posito que for construido proximo aos
trilhos da mesma estrada.
II
Por accord entire o governo imperial
e a directoria da companhia da estrada
de ferro do Recife aS. Francisco, todas
.. as cargas- expedidas paraas obras do
prolongamento, de peso superior a 500
kilogram mas, ser.o transportadas nos
trens da referida estrada corn o abati-
mento de 50 lo nas tarifas.
III
O empreiteiro das obras do prolonga-
mento sera preferido em igualdade de
condi3es corn os demais concurrentes,
conforme estabelece o contrato celebra-


do pelo governor.
IV
A abertura das propostas tera lugar
no dia 12 de setembro, As 2 horas da
tarde, na presenca dos interessados ou
de seus procuradores, devidamnentetu-
torisados.
V
No escriptorio central em Palmares,
miistrar-se-hdo o.s Pelarps.imentos
precisos.
Palmares, 27 de agosLo de 1877.
0 secretario,
J. Bezerra de Mello.
EDITAL N. 98
0 Him. Sr. Dr. inspector do thesou-
ro provincial, em cumprimento da or-
t dem da presidencia da pro"iUa, de
f 14 de agoto de 1876, a6u
blico qua e oontar do' .- 4" e
mez, acha b.rto o praz.o 3 Was
i para 0o recebimento voluntarno do im-
'posto addicionaL a decimaurbana, pro-
*veniente de apparelhos, different dos
mesmos, encananmentos, apsuidades e
"concertos devidos pelos prn.etarios
"' dos predios sitos.nas runs aaxo de-
claradas, corn relacio ao semestre de
janeiro a junho do correpte aoA, Ou-
tro sirm, se pvinie qae.d.c rB-
A con o S 2.0 ,doartika 4 .
V 4,30 paf.MeBwNu
i d o, i
I,:. .*' ,. in^ g


Re ja%- I. PI
ramp, Impe*_l e -Lui doe MI toea,
travssa dwor Mayrios, P cfHt, Cat6
deireiro, fA, ForA,' Praita, S"tiado,
Copiares, run mova de Santa Rita, S.
Josd, Praia do Porte, Poitoto e Ama-,
boccos da rua 4a Palia, Caldeireire,
rua da Assumpgao, Matrz de S. Jose
e segubdo da ruma nova de Santa Rita,
largos do- Forte e do Mercado.
Freueia do Recife
Ruas do Marquez de. Olinda, Bom
Jesus, Alves Cabral, Commercio, Binh
po Sardimaa, To;rrs, TheimIde Sou-
.zaD Maria de outa, -Vigarqio Thle-
norio, Barroteo d Me-M eses, Miz- e
Barros, Burgos, Amorim, Modda,
Tuyuty, Companhia Pernambucana,
Madre de Deus, Domingos Jos6 Mar-
tins, Mascates, Restaia ;o, D. Ma-
ria Cesar, Visconde &e1taparich, Pho-
rot, Areial, S, Jorge, Vita de Olivet-
ra, Guararapes e Barbo do Triumpho,
largos da Alfandega, Corpo Santo e
Assemblea, pragas do Chaco e Pedro I,
Travessa do0Vigario, Madre de Deus,
Campello, Domingos Jos6 Martins,
Para o Corpo Santo, antigo Porto,_
Born Jesus, -Apollo, Areial, Occiden-
to, Guararapes e da praa de Pedro I,
.beccos do Abred, 1a INbpba,
Tapado, Paschoal e Fundi'o, da
Companhia, Brum e Apollo. "
Freguetia da Boa-Vista -,
Ruas da Imperatriz, Conceido, WVis-
conde de Pelotas, Tambia, Visconde
de Albuquerque, Aurora, Capibaibe,
Ponte Velha, Conde da Boa-Vistai,
-Riachuelo, UniAo, 'Saudade, Sete .de
Seterabro, Hospicio, Camario, Rosa-
rio, ererevsio Pires, Atalho, Socego,
Principe, Santa Cruz, S. GonQalo, Co&-
Ihos, General SeAra, Coronel Lame-s
nha, Alegria, Ledo Coroado, BarAo de
S. Borja, Soledade, Visconde de Goyan-
na e AttracQao, travessas do Ger.
vasio Pires, Codlhos, Barreiras, Veras,
Quiabo, JoAo Francisco, Mangueira,
Campina e Palacio do Bispo, praoas
do Conde d'Eu e da Santa Cruz, e lar-
go da Campina. -
Secretaria do thesouro provincial de
Pernambuco, 4 de agosto de 1877.
0 secretario,
SMiguel Affonso Ferreira.
0 desembargador Francisco dt Assis
Oliveira Maciel, official da -imperial
ordem da Rosa e juiz de orphaos da
ciade do. Recife e seu termo, per
S. M. o irmprdor, a quern Deus
guarde, etc. .
Fao saber aos que o present edi-
tal virem, que nos terms do art. to
do detreto n. 1,695 de 15 de setembro
de 4869, dentro do prazo de 30 dias,
contadoi da publicaco deste, recebe-
ra este juizo propostas por cartas fe-
chadas, per arrematagAo, per venda,
do escravo Floriano, preto, corn 35. an-
nas dde.idade, avaliabo por 7008000,
que servira de base para qualquer of-
ferta. E vai ser arrematado a reque-
rimento do major Joaquim Pessoa Ce-
sar da Cunha, como administrador de
sua mulher, -herdeira no iuventaro de
stla finada mri D. Francisca da Cbnha
Bandeira de Mello, e se acha em a
casa n. 60 da rua do Rangel, onde po-
dera set examinado pelos pretenden-
los.
E para constar, mande~passar o pre-
sente, que sera affixado no lugar do
costume e publicado pela imprensd.
Dado e passado nesta cidade do Re.


cife, aos 27 de agosto de 1877.
Eu, Manoel do Nasoimento, Pontes,
escrivio, o suiMcrevi.
Francisw de Assis Oliweira Modiel.
*_______ .l!


E4$ -tn, %2 *,-*
Pela inspector ,lt- p seofz pubicO
que achando-se M stdplias ooeidas nos
volumes abaixo dec!avws, o p case de serem
arrematada pa-R comzb, tests do ca-
pitulo 6o tilSo 3 do regulamentede o19 de ase-
tombro de io, as sens- dons op consignata
rios deverao .dp -las dentro do praze de
30 dias, sob pena flado este, serem veadi-
das por sua o6nta, er que Ihes fique coapwe-
Undo allegar oontra s effeitos desta venda.
Armalem n. I
tarca F & F n. 6,824-I caixa vinda do Ha-
vre no vapor francez Villa de Bahia, descarre-
gada em 25 de janeiro deo 1877 e consignada a
rminuo & Ferrn.a.
rma.m n. 3
MarcadiamaMg;,& wftw e S9 aos la-
do. n..40- t- ia^Y-v re"' Lveipol ao
p I ,glez e dHeaesrgado On 48
idem, a Brapa So t&C. :
S DArmazem 6 .
MaNa W DA contra-marca "Pard' sem nume-
ro I caixa vinda de-Southampton no vapor
inglez GUEdiana, descarreogada em 15 Ides, a
N" Ferreira,&C.
. 1 Id kuiateat, a go eOA Baaoi.lioe
I. 57- ao 4 log* M idBaIts* voltB 4 .
;A&- At
y"4stUI '^^^^^^ ^' '''r?*'


sq pu~i1d6


pttOpr 6WArio
1.. ~ ~~soasna
t#, fu-r.% de. ve-i


''d '/ : z' ',' .


Irm vIrde do que wo R >. N
S&do regulaineto de 74 .oR.
873, vao a pra0a, p.t esta l
ti"4o, no dim 5 do mez proximo
ro, ao meio dia, 6 peqenas ca
um pacte o 1o, .,aa appre-
endidas ao.,macaMte Chakes.Qpros,
que xeAcia tal profissAo sam bliv pa-
g9 o roapectivo wmposto. -
o e ni S s ub irtas '... e

Cnsulado provincial, 8 de agootoo
de 1877. .


0 dministradr,
E-duard. d A. I vr


Dr. Lvino Plnto 'i'


Tendo o conselho director da so-
ciedade Propagadora da Instrucoo Pu-
blica, da parochia de Nossa Senhora
da- Graa, de" mandar celebrar uma
mista pelo eterno repouso de seu il-
Justre e dedicado ex-cosocio e- the-
soureiro Dr.: Livino .Pinto Brandlo,
pelas 8 horns da manha do dia -4 de
setembro, na igreja de S. Jose do
'Mang'uinho, convida a todos os paren-
tf e amigos do mesmo finado, e aos
denais consocios. residents naparo-
pchia ara' a ella assistirem.-,- Secreta-
ria do conselho director da Sociedade
Propagadora da Instr-icoo Publica da
parochia de Nossa Senhora da Graca,
Sde agosto de 1877.-O 1.o secretario,
F. Fragso.. -

Moiite Pio Santa Cruz
De ordem do irmlo president e.por dehbe-
racao do conselho director, convido a todos'
os nossos irmlos, ainda mesmo os que nio se
acham quite corn op cofres soelaes, para
comparecerem no domingo, 2 de setembro,
pelas 10 hours da manhla, na s6de desta so-
ciedade, a rua estreita do Rosario n. 43, tir-
ceiro andar, afim de em assembl6a geral tra-
tar-se a bem-dos interesses soglaes e de cada
um de'seus soclos.
Secretaria da sociedade beneflcente Monte
Pio Santa Cruz, em 28 de agosto de 1877.
0 secretario,
Affonso F. das Chagas.
.UOMPANHIA
Gymnastica e acrobtioa
y 0~
DIRECCaO DE-

rCAPU GA] .-
Domingo 2-de seterpbro de 1877.
A's 4 hords da tarde
Novos e arrinseados trabalhos execu-
tados pelos curiosos pernambucanos.
Pela segund.a'vez ira o muito mars-
vilhoso e arriscado
Salto das bayonetas
PorMethodio Silva
o palhago levara o Vaso Magico.
Pela primeira vez ira o entremez
intitulado:
0 barbeiro de Pariz
Precos -
Attendondo-se As passagens
Camarote 5800 *
Caleiras 11v00
Geral (0



COMPAIMAJ'Rt.4I UCANA
Navegagao. otira por vapor
Port"do sl
Maceq",:P edoeAFaaju


*I^^^^^H JD n aaio dia5 deJeubsm
^<1-^" bro, as^boas 4-tar-

pampeuas.e diialo a "rhe, .$4aea fma da
tae "do.dia.d..
auadm Ccow^oft Pon"#-
caa~ 2 rd,

['" O3EPA~ifflA peNMUAA


SParahj^B^iataMaae


Wt 0
et, P. .
mnw M.d por-
.j.. ,d-t.

.epdfr par o


= dvaviores
9trio


S p a "s e
doecom-


?4bBout ~5U-~ 4~


Ze --e 'aurc-
pa atf o dia 4 do cor-
rente, seguindo depois
da domora-do costumbe
pamrueonosyres;to-
cando nos portos da
.-En,odeJaneiro e

Montevideo.


*o Viagem extr*qorflnaria
Qpiquete
S .0renoque
'Commaodma"te Del Smomr
-Espera-se daEuro-
^ jpa atodia720docor-
oente, seguindodepois
4'.4da demora do costume
para Buenos-Ayres to-
cando na
Bahia, Bio de. Janeiro e
Montevideo.
Linha metsal
0 paquete -
Niger
Co dante Jacques
Eospera-se dos por-
tos do sul no dia20
O:l 'do corrente, seguindo
depois da demora do
EADX t o-costumn para. BOR-
m Viem
Dakar, Lisboa e Vigo.
Par passageiros, oncommendas, etc., a tra-
tar nam o
\ ACENTE"
Auguste. Labilfe
9- Rum do Cognmercio- 9



"FHIAO
".^' '." "" SE- *
r, ehitas, algodiozinho, ditode Is
"i cmbraias, cbitas para coberte e rou-
pa;rfeita
AO CORRER DO MARTELLO
fIoje
A's 11 oras
No oriammm da rua do Impera-
S dor n. 16
Pelo agent Martins
LEIAO
ljHoje
Sde 432ohaos do -Chile
N6 armazem da rua do Imperador
n. 16.
Na ocoasiao do leiio do Iazenodas
Polo agent .Martins.

Cm r de ped es
ULT 0 L TIA0
i-LTMMfLOlAO
da tnxe~

Julio dme oar lelo d6 rest dos penhores
existmtes em sI o ros, So dioa 3 de setembro
proximo, po intervenao debtaote Martius,
b0*6 lk a area-dao.fr0 i dte rrA. pro-
va db togo>mutcklmbesadeirs 1, a1
hbrt. da un 6etySa indicado.


D S$ETMimRO
^aftemp -to
ogeneros e. mais
-inoto de mo-
Ut&. #Corpo San-

ualitadGp pot a*l4ado


\ Af *''^Bp'mt -.**'*
axNOWda11- a ava-
*.~~~ ~ *O* j ^tSE
QUNT&A-FEBa&sIo CORRENTE
VoA'lOi boas
POR INTF V TIO DO AGENT
Pfnto
E- m Sm eseviptoAo
Narua dqo ja n. 3

LEJIAu ~
SDA
ca esitio n. K4-'em tetras proprias,
me lugar d Cruz de Alma, em Par-
nawwim, fwwsa d. Po da Pa-
telln


SENDO:
Uma casa de vrIvenda de tijolo e cal, con
diversos arvoredos de fructQ e outrAs bemfei-
torias, o. qqal sitio esta sNfWao na esquina da
travessa do Arraial, etean deo frente para.o,
nascente sobre a dita eotra da CrUz d'Al-
ma 202 metros e 40 centlmgros (898 almost),
dividindo aod none eom a sitio do Sr. Fran-
cisco Guedes- de %raujo, .por cujo ladO tem
4i5 metro (732 palmos), do nascente. ao poen-
te, extremqpado o sol e ao poentoe corn a tra-
vessa do Arrailal, o qual deosrve uma linha
obliqua do sui ao poente, c00 233 metros e 86
centimetros (346 palmos) de extensao, e ter-
mina em angulo corn a linha divisoria do dito
sitio do Sr. F. .Gueds de Araujo.'
Tern a cas '. portp s o 3 janelias de fren'e,
-2 salas, 2 sab' 5 quartos, cozinha Ora, 10
metros eL..tos (47 palmne) do frente,
e 16 metro A-M ijetros de fundo (72 pal-
mos), chaos pro s.
QUINTA-FeRA 6 DE SETEMBRO
is HI horas em ponbt
Na rua do W= Jesus n. 43
0 agent Pinto, adtorisado por fnandad&do
Exm" Sr. desembar ,odor jaiz de orphlos, em
virtude de requerimento do inventariante dos
bens deixados pela finada D. Francisca da Cu
nha Bandeira de Mello, faz leilAo do sitio e
casa acima mencionados, isto As 1Aberas do
dia acima dito, em sou escriptorio, "V rua do
Bom Jesus n. 43.- .


A D DIivOm


ATTEfiN(~AO
lxiste na Pahya um ar-
masee paa alugar, & rua
Conde d='Eu n. 4, ha pou-
co acabado ,. considerado o
melhor dal;, preswta-se -para
qualquer estabelecimento, borm
prefereoa fazendas, e fica en-
tre e staimeleimentos dos
Brn. Eello &-C. -Soua Cas-
troquee e nter tern da-
do mahidas importantos : a tra-
tajo *r- n. n oorno Marques
da- Filcea.


Precisa-se alugar uma casa- terrea,
no bmirro da Boa-Vista, que. tenha agua
encanada, embor a tenha poucos corn-
modes: nesta typographia se dira
quern precise.
0 abaixo assignado pede a todos
os credores que tivermn conta conm a
taverna sita ao largo do Paraizo n. 30,
pertencente aos Srs. Francisco Accioli
SC., de apresental-as no prazo de oito
dias, a contar da prespte data..
Recife, 30 de agosto de 1877.
Victorino de Almeida Rabello.
Precisa-se de uma mudher tforra
ou escava, quo seia de ne i4. e.e
eateiida -de qikus4T -a rfmFa;
da Concordia nl 99. :.' .
"-- Preiasa- e um caixeiro que
tenha fi taverna, de 12 at
14 annoe dIAde ." a tratar a rua do
CamarAe n. ,17.


vidam -a e c R_ a
tembro. A ldalma re. d. por uma
miss 9 2"rde eS. Gon-
o, dpt a..qual swerbat iiada. axeira
do msmo Seabir, -#m!oemisp As-tObis-
da manbi teor lu'- at&is a w solemUe e*
tines pafns #: aawio. A' tAr'e.B..e"iWO s
ao ar alguas biai.a, A noitd c"miada uaf la-
daloha, e depos dlla sera queimado um- Undo
fogo artificial. .
. oia yi, lv-we Otnloua-SO S- paMoI
iazoavel e oom perfeicao na rea da w',,
casap .. ..


ab h e li (uIAJ^o eh to


Il e AtiM b

Ricos len os de soda c 0
nhos.- "
Finos. pentes de tartaruga. ,.
Lindos desenhos pa tra tbalbo.a .
Ricas colIeccOes de visporaa '
Bonitos bordados para sai.
Lindas .caixas con tentos iajog.
E muitos outros arligos de iblMaR.-
zia: -s6 na 4oja da Malva-roma, '&f
ga da Independencia ns. ;,


o abaixe.assiguadoo p ._p r-."
vel puhlco o corn phciaUdqde ,w o-
motoW desta d i*s, q estae
soMdodar a t iM t
ManoelNuines daSilva, a qui
diante gyrart sob a flrma social. |
Seiias & Silva. Recife; 24 deo ap
Augusta Seit|. '/."
Aluga-se o segunde andar Mdo aiin.
27do pat.o do Terco, a casa telk D a
rua de S. Jobo, e outra corn pequ -
Espinheiro, onde morou o Mang rto, to sp-
brado de um andar corn sotao n. 27; itua de
Lomas Valentinas; todas limpas e pintdas de
novo, por precoiqmodo: a tratar no se-
gundo andar da casa n. 41 a rua do Rag.
Aluga-se por 2M0S rtiensaos o a.haar do
sobrado A rua de Lomas Valentinas n. 55 ;
para ver, a chave existe na loja por baixo, e
para tratar, na thesouraria das loterias.
Aluga-se por 25$ mensaes a casa terrb A
rua do Fogo n. 50, corn 3 quartos, 2 salas, co-
zinha, quintal, e em born estado : na thesou-
raria das loterias.
Aluga-se a casa terrea n. 4 da rua do
Forte a tratar na ruaDias Gardoson. 94.


ALUGA-SE a loja da rwa o Yis-
conde de Albuquerque, out'ora atrazda:
Matriz da B6a-Vista n. 44, por prepo.
razoavel, corn commodos, muito fres-
ca : a tratar no Corredor do Bispo n. 73.
Namesma.casa se dird quemivende,
ara saldo de contas, urea casa na rua
o Carmo, muito perto dos banhos do
mar, lugar muito ameno, feita de novo,
ha tres annos.
Aluga-se uma escrava que cozinbe, en-
gomme, e mais serviQos de casa : na rua de
S..Jorge n. 74 .
Avisa-se a quern interesmsar possa. que
2onstando a abaixo assignada que se mando
Domingos Candido Xavier Ferreira,.do qual
estA separada ha 21 annos, esta O s-'egocio
corn o sobrado da antiga rua de Ron". a -66
corn o Sr. Antonio Gongalves de Moraes, .isto
na parte que pertence ao casal, que pt!Esta
nullidade a semplhante venda, porque -BoUet
procuraco a seou marido e nem a on-irbml.--
quer pessoa para este inm. Recipe, W..-e
agosto de 1877. .."
-Joaquina Maria do Sacramnt.
Aluga-se no povoado da Torre x-s Wdo
Dr. Witruvio : a trater corn o mesmo. '
*Area No sobrado junto a saafrekld4
Reeile. precisa-se e uman i maa-
e n g o mm a r e l a v a r -- _a -
AMA Precisa-se de urma para- o-
AMAzinhar: na rua do Itdpl#Mo
n. 28. .-
MrA Precisa-se de 'uma a 6%* J-on
iM'A escrava, pan coziaa:.ili_
mar para duas pessoas, was que 9oW s.. '
fora de casa : na rua da Coftceida_....
m A Precisa-se de ua la
Jy / forra ou escrava par o
serviCo intern e d ma
casa de pouca familiar: a tratar neet.typoMrs-
phia, no primeiro andar.
"Cozinheiro .
Aluga-se um preto cozinheiro no
largo do Corpo Santo n. 2, coa-
forado.
Pfcormaeia- ?
Precisa-se de um empregado corn ba te
ratica: na botica francez da da da C ,a.




o pubcoi; 0 d noo os onvidar


sstirem as miana qe po sua asil
1/2horasdarma dodia3de c
douro, segnda-oira; antecipae e -


corpo -eua.= I
do, 1015 IrIWba


iA dawParahyba. 0 outro de altura og
atai~opm roguiar, multa barba I
dadeo amans ; foi comprado nama
em quo o oumro, ao r. Mineel Trava
-riaho, inmoratdor em Boa Jardi Il-
G"ta escravo.6 vuv


.a- -
":'" ," .... j4. '
", *". *Y.|.


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'IP"*; ^^BBs
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raw'. .-.'


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l -fd 3 poniebs, abfo ^tet 0 apshoi
= 10014prdo, PIbh p**tu. ow oflbfr aUwb
teo, nariz aIado, boc gr". 'odos od
'"40glt barbapouca, e corpo gibs. em umd-
dtb *&osl por tra z do tein t caroM o
ieepeceio de urn omblnboy pwonmwada o. l # &-
aWd14 conservando-s4, qftt o fKil, et *Mtdu
.11 _1uilde e vista baixa, te dqM&it 6
n MO, poemM a& ow ftibto a Jtb o6 "60
e Autonia. .dsWos 4 umiIroet 4AOff, de
t Fainda Graaf tm 0s o1o Flome,
0 o refefdo ecravo drkatu*afj a *e"
ericia o offtloio da feremh'o. Sahio desta cidade
vesdo (oemm caks e oemlan bfitma p~tot do
1I9ca p pta, chap6o do (fifey I tigi bka-
buuin o de courm com bgetante #~pff brt'ah,
esim como cinta qfte 6 & to do e
aqui, urn preto foi Ai bord e entNW u-lht' a
4iuata tie WOUOOO a mandhdo dd tiwoa a A9M
do nome Romana. i provave qut tenha mu-
daie de nome e de vestutaio, e que. aide
oaleado,- para a~sim intitular-se livre e illudir
Savigilancia das autoridades. Ha de bom eer-
teaa seguir caminho da JBahija pra eata cida-
Sdo, em algum dos vapores da compantfia babi-
anna, desembarcando em Macei6, ou pelo in-
terior das duas provincias ; roga-se, portanto,
&9 autoridades policies e aos Sts, capitaes de
dMipo, Ou A qualquer cutra pess6a que delle
tiver conhecimento, o apprehenideren, p&frti-
OiP&dod ou entregatdo-o ao seu respectivo
sen l'r n1 6e6ife, n:a doe Goimntrcio n. ,
f serao recnapensado m .-4 r'.tificago


Sumo hoAlandez
6 cachimbos de barro
tt
[ H. Ledebour, rua do Oommer-
y^ cdo n. 17, to andar

intura Japoneza
A unica approvada e premiada peas
academias de Paris e Lond. es, por nio
sr prejudicial a saude, encontra-se nas
principles casas de cabelleireiros e emn
Soda. as botioas principles d-Pernam-
buco, Caors. Bartholomeu & C. Mau-
ert&C. e iita da (Cadeia on 5, 1, .o an


SCognac C
Bisquil Dubouc,.d &C. e **
S H. Ledebonr, rua do Commer. I
cie 17, 10 andar

:: Aluga-se o 20 andar do sobra-
f don. 43, a rua da Aurora: a tra-
tar em casa de Costa Maia & C.,
a rua Prineiro de Margo n. 6,
Chapelaria Imperial.
Rodolpho e Zutira
Romance historioo
Sahio A luz a primeira caderneta des-
te romance: assigna-se no Recife, bo-
tica franceza do Sr. Flavio Ferreira Ca-
tao, d rua. do Born Jesus ; em Santo
Antonio, na pharmacia do Sr. Joao Fa-
eutido da Costa Menezes, a rua estrei-
ta do Rosario n. 3 ; na typographia Jo
Livre Pensador, A rua Duque-de Caxias
n. 2 ; e na livraria Indtitial, a rua do
Barao da Victoria n. 12; em S. Jose,.
na pharmacia da rua do R-angel. esqw-
na do Mercado ; na BOa-Vista, praia do
dleti dVEu, ph.rmacia n. 6,
Por" cadla caderneta de 8 pag'ias
$00 reis.
PuLlicar-se-ha todas a SeThanas aid
(, iiuai da oira.
Born. negoclo
Quem liver moleques e pitfod deesot.pa-
dwpS, p6do obLer todos os dias uir born altiguel,
querendo emp'ega-ls em vender bolos pelas
,uas, porque a confeitaria do Campos, a rua
'do Imperadpr n 24, fornece bolos de venda-
fen. a Lratar na mesma confeitaria.

SOlinda


Altga-se unia exeeltente oasa no pateo de
S. Pedro, em Olindd, muito perto dos baihos
Sealgados, corn .randes coinmodos para fami-
Baz e agud eihr;:ii:.rl,-, quintal murado, e
iaoa-.;, .n perfet, t t-;d.j ti e Irezaa; : aL Ira-
Iarr c i '.I ... .,:sSos, z ". e dc
ithogr.. 7.pha
"Lithoflr phia '


Ve..de-.
S Uma prensa lithographica, cornm suas
^K^ .jertenpas.
Rd..os para tinta preta e de cdr.
:,, ~I a]r~l[/ a dourar.
*^ i'. ..../Tmta encarnada. .
mE r lras diversas de primeira quaiidade.
^. Verniz grosso.
:k-^. Dito fino.
B Tinli preta.
Todos estes objects so Moos e
.-f;- mt dados buscar por encommenda,
2 que nao fol salid'cita. Vendendo.se
S" ttdo, faz.se abatimento,
Tmata-se corn J. Gupertno, i ra Pri,-
11p o de Marav n. 6 Ri__ti_
per 1."'


:.. Artettaa-A*
:. u bonta baha b t .oa.ai
-o ieq.pii c .
th4 adi o 4 o
^ ^ ~~'*0 kooSoB~o


t


t


tiepositd aeama do Sr. A. Caors, rua. do- oto Jes's
aljMl>^g.<*.<-TJ -. % .*, ,aaBA^^ ,^^--


.pMrn 4- S'. 1.....A
IIEVPftiLA
.... .i' -:,,. i\ U...- i=S Pels tCI WIftS BHC
7 : 1 i .... ... ....r i -- j i Lt) a.c;iw a o sympitoma nervoso, facflita t
"- .; :. ':;;. ..-., ., ,: c..'. ,,. r ,: os orgaa s respiratorios..
)- l-:e iil :.;,itl ct-*t*c ae 4 E ,'4IC, I2,,rn-Iasti'bi eitParis
'.t. owm 9"'ti xrk'. ELIAS MKMJtA e C., .


Snm couiorimidade i lei, .l-
S AS Verdadeikr

L AS
: PIL!LAS :


L .A N --C
A" Oi ilaadf 1,111~iteKllr Is be do t w
8O At UNICAS
APROYAHAI-PELA AMADEIIA BE
DR PARN#
F Por taPuft M X 'nilV *
A m iuB~ttBe~fhIeas, fttatfdi'A-l,
". a anemia piudlosa, .
X tou..
Af6)UWa* to n" .f., d*o 00




ttbry C*oleS SfOft antl
- __ --------------^ -- i^ irf 'li~ rm mr


OS XAROWW '*e* -"
PE HYPOPHOSPHITO
de t6, 4 d e l.e e e orio
v.mPBo'g. hot c 1em lit ei4to 17a c:r1r a
pitb een e as Ao!hjlf iuberou ,., vei.
deci-se uncainentD emfh [idscs 9q'i'd{fof.
.d ti r e d h ir., tra2' lfis e'ft 7i> fln
VidrO none do 'CEStdtIIQ, i
rnrhs-sne A ^ite dA mwM4a r ri
frniF tza& e o r eho" sobe a rllmo. a
i~merb Fdd a F sboa WbM~n.t WINM$i,
lue ,atlif,lion., n o2, tm lv hriu.
Os hypophoshito da1 PhdrN& tca 0WA0I1
S.. ... "' *t"..l!, rautOr da deyrkofJ l,
,t. ^*itu.), t ,: ;4t *^ (* tmt'tt (if.
Preco i fr. por'frasi:o erm Franc..
Vendenm-se nar princiliez Pi:a,,inirias.


4 ~StflOTA


i.in a


GRAGAS OPtMAT4WVM
a em bft 4 Et f M Md ',
511e ea mqs b do ial"
-ACCAO PODgR6A *RiIJ&LSW
.MO6U$'TAAD[b'EIE..k -F'TIGA$
Vicio do sanguo, ii Masa deotdos
os accideutq "adl hdm* das doengas con.
tagiosas (yphi"ticas) loves ou invteorads.
A uear se air o o
P a.i
g W.AG a tu.. .


.....
o 6 "D r fi ,aCup g s .
Ch.PA, t 9-1 Ati -.9t1
*- ~ ~ R ft'^^^yB^ -! P^^"yf Mt^f^'B*UUW
AHE..-'tU^ 31 SIR8Iwt CP
) .*?lettA^fit.W|&4Pl


A Botina Maramv
thosa
recebe, un eampleke'sfortimen[o de chiquitos
para oitamm, inieaes, e sapatos galoxas de
r mweae"eah ftom iwas:

~s, 'die franku.
xa HiO fertioularek e etirso peld methddb
fais f"cil e ,amis aporfeiQoado para e pren-
der sla li.ugua em poucos mezes : na rua da
Atiroa' n. 44, 2 aidao. ___-

0. abaixo assignradi4 constaftd6-lhe
que n6 termo de Ipbojuca se eta fireo-
vend0 execugab contra Loutengo 1e-
zerrai de Siqueira Cavalcante, en vir-
tide da qIal fez-se pehhora no enge-
nho Diamanto, e vai ser ievado i pra-
a; vemi pelo present declafdar q '6 o
referido engenio fhe estai hypotheia-
do, e por for"a desse titulo, e A o
abaixo assignado niovendo execugiao,
cujos autos acham-se hoje nesta cida-
do, afim de serdm decididos uihs em-
embargos qpe form 0.ppostos naquelle
teritAb E d^i4 jhpttAsta ftilti to-
do e qualqner acto de alienaiAo quan-
to ao reiddo eihgenho.
Recite, L.o de agosto de 1877.
Gabriel Antonio de Castio Quintaes

Alez'ta
Fugio em outubro de 1874, o escravo
Jftd preto) crioulo, de idade 12 annos,
altura regular, conforme sua idade,
secco, pernas regulates, cabega cornm-
prida, pescoco comprido, pes chliatos ;
este escriv iA fAeon doladoc no Pago
de Camaraglbe ao Sr. Joao Vieira de
lItMa, e 9 etteve erfi pdet do abvix
assignado It dias findos os quaes des-
appareceu 6 Const estate em terras d&o
engenhos Niftizo, RdachA6, Santo An-
tonio GOrhid, Sacramento, Ccronha ou
Quebra, conTbrnme 6artas que o abaixo
assignado tern :' quernmo apresentat na
rua de Hoktas n. 86, sobrado, tera a
g'ralifica 5'ab4ima.
ClWimino da Silva Guifmao.
Fugio eo' j6tti do antio pasado,
o escravo Jacob, preto a/fricanq, idade
mai ft 80 afkai, afts, iiealq,! i e6as
compridas, cabeoa corn uma cor6a no
meio, pesccoo comprid,, pes seccos, d
bastante vagaroso e falla malI; este es-
cravo logo que fugio foi ter em Una,
na propriq4ade do Sr..Jo uim PFicio
doe C irato, e1 *, A e IS fdt1 s&ci-
tar para alugar e. t&o me convindo,
mandou-o embora, e &tW hpje nao
applreceu mals; eate.eovo foi de
sou irmao o St. Antonio Victor de Sa
Barreto : abaixo assigaado gratifica
com.a quantia de 505 a quern m trou-
2uatiaJ.'
Ag M GteItimauo,

ThFr.

AufewntboQi ttI@esl de 10* s~nbS'
ra, na CGapunga, a ecava acima, m6-
9a, boeita flgura, cor ftiae, bastante
sei(d1 estalura regul|- ,abellos em
ud~anoSib.. taajaado 'VsB-1m dh chita
esura, j& eiixo, e chile d_ rs
1WPttes e ekfcamados, Ja Mcne,
pi'eztimA.se que Lenha alugado como
&B m l pna rasa, e par isto se
oteb.tbaa formala ,di tii, contra, qin,
per Aitett eicfntu H^; t'iW

hensao de dita dava, podendo-se le-
val-a a Capunga, rua das Pernambu-
canas Ba 'j ou a alfandega desta ci-
dade a Joao Evangelista Gomes.


aiueum aania r4 -de S.


Ben-
rafo.


.R^ Ao *:Moikic. ^. wia
DMO ssmhWms
e~~n *new|ivc e~ia^tftit


I
-ho Sr. 4inelrnii Jo~bhiart. Cedrirn,


. + ^. ;




WI.,
9 Q-, ,


SDA-se a juros em hypotheca em predio': na
tUh do Cor6Onel Suassuba nunmero 17, se dirA
qrAm dM.
Popelines lisas, a N(OI
imitaao de g'forg o
Novo sortimento de todas cores na
lo1a da America i rtia do Cabuga n.





,Vidros para oculos

BEJOUTERIA
32- -ua do Imperador -32
Acaba de chegar nova remessa de
relogios d'ourp do que ha de mais aper-
feivoado nesteenero, tanto para ho-
nmens como pama senhoras, garantindo-
se o bom regulamentoe incompetencia
de prefos.
' Vidros para oculos e pencinez 'para
myope e vista cangada), de todos os
grause cores apropriadas -conserva-
CAo da vista; collocam-se corn rapidez e
perfeikao.
Penciniz, modlernos, de videos puli-
dos, de crystal. -,EJOUTERIA--he-
gou nova porgAo do objects de gosto,
e prepos diminutos.
Gompra-se ouro, prata e pedras fi-
nas.
Recebe-se encommendas rel#ivas a
este genero de negocio.

-CASK DOOUIO
Aos 4:0006M
Bilhetes garautidos
kua do Bario da Vitetoria n. 40
e casas do costume
0 abaixo assignado acaba de vender
nas seus mtnuito felizes bilhetes a sor-
to de 400#000 em urni quarto de n.
1332, alem de ontras muitas sortes de
40 X00 e de 20:000 da loteria que se
acabou de extrahir
0 mesarno abaixo assignado convida
as possuidores a virem receber rma
otfOtf'midade do costume ser .desconto
Ag4um.
Acham-se a venda os muitOs felizes
bilhetes garantidos 4a. t1 pate das le,
terias, a ibeiefltio da nova igreja da
Piecide (240), qme se extrahii' quin-
ta+feira, 6 do corrette do mez.
Pre ,os
Inteiros 4m000
Meios 28O00
Quartos 11000
De 1009000 paam cma
InWiroa 5s00
MHOS 18750
duartos 875
I&b" ea"umda- Costa Leit.


We a twkw a".& 0..=a*
tomadas com" b IaiiMfs e bebidas
b~dbi.9t idn uspuranai


*ttftos
=Oi tu-n8 ara escmva que saiba bem
coztuhar: a trAt A r nra ilarg do Roario mn-
mero 32. -
.1P M--^
'.-,*p, :-IS .6e .SeSm
dop e recebe-se tanb'fi "putm '
eMl telIop' iedaUMlt cOMmjm4o 5A=otM-
vel: noarmnem d4 moves a rna es-
trilta do ; oa oI',. __.___.._
te- vSkiewe 0a:.ia Yoto er pm
ga-seo W euxlW-; ,.*v-ftW*e
JALp0 Br~ re^


1 I". *


DE
Piesse ft Lubin
E. Rimmel
J. w0 E. Atkinson
Receberat Amral, Nabuco .' C.,
extractos, banha, p6g para denotes, agta
de cologne, pastidhas para queimar e
oleo de malvas e macassar : vendem
no Bazar Victoria, a rua do Baraio dt
Victoria n. 2.



Vinho de Bordeaux
a 4000 por duzia de meias
garrafas corn capas de palha.
Caixas sortidas de vinhos fi-
nes 4a 200l. ,
'H. Ledebour, rua do Corn-.
mercio n. 17, 1.o andar.


Chap6os para senhoras
Elegantes e primorosamente enfeilados cha-
pdos, acaban- de chegar pelo ultimo vapor, os
quaes estlo se vendtendo por preco muit.
commodo : na Fragata Amazonas, rua Duque
-de CaxiasH 47.
-- Almeida & Cailf os, 6 rua do Crespo a.
20, recew'ram os mats modernos inerin6s do
c6res para vestido, e6res o que ha de mais
t oderno, para 1$ o covado, pura 15 finginde
quadrfs, c6res modernas e escuras, para 80 S
rS. o covado : na loja das treq portas, de Al-
meida Campos.
Vende-se na olara de Jos6 Carneiro da
Gunha, .a rua dos Prazeres n. 50, grande por-
cao de tt Ihas e tijolos de todas as ualidades a
assim como potes e jarrs por rffuito barlte
preco, dirnielto f vista.
Potassa da Russia em
barris ipequenos
A mais nova que ha no mercado : vendem
H. Nuesch & C., A rua do Bopt Jesus n. 61.
EngomnWdeira
Vende-se uma escrava parda escura, perita
engommadeira e acostumada a todo o servif
de uma casa : a tratar na rua da Madre do
Dens n. 11.
Vende-se uma preta perita cozinheira,
engomma e lava, 6 robusta, bern como duas
mais sem ter habilidades, boas para o camp :
na ua do Pedro ffanso a, 59, 3o andar.




.043
RUA DO QUEIMADO
DFIPRONTE DA PRACINHA
Chita escalate propria para vestidos
e plonezas, a 320 reis o covado.
Dita final corn deseahos chinezes a
320 reis-o covado.
Baptista fina, a 240 e 320 reis o ce-
vado.
M*ripozas de listas, a 4,t0 reis o co-
vad,
C' at e e eazemira proprios paras
estaco, a 45 urn.
Granadinede seda, padres muitochi-
Organdiz bordado, padrones inteira-
mefotenoves, a 500 reis o covado.
Chita de fista, fazendas prodria parn
rouipa de escravos, a 200 reis o covado:
6 p echincha.
Bwt'e ha de linho corn 25 varas, a
I0 a peca valem 205.
Camisas inglezas bordadas, a 341 a
duzia.
Ditas de creton finas, a 28S a duzia.
Cambrala victoria fina,a b$500 a peoa
ToaMi acochoadas a 45 a duzia.


CGolehas adamascadas, a 85 urn.
Mafapo(ao enfestado francez, a 5f a
peca.
Ditomuito fine, a 58 e 5500 ape.
Chapdos de manilha branca fines, a
31 ipm, e muitos outros artigos por me-
.do e emn quakuer prte.
00%jtA gPO ;Q EIMfAPO-48-
nse- oa esorava qu e saber-.
lamr 4n e cOzinhar o diario : alt'
t.u n^iMdo Bario da Victoria n. "
lnmt |ar, ~entrada pela rua 4u
Ho-reB..:
..-- '-- ----i -l -e- -- "
Pri' iwo .m de Leitura, pa*
&-. AbilioC. Borges, 400 r is.
nadino dite, rioamete enci4r.
nadoN iA
Papi j.pogado pma bastardo e b
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Ne~i a-4). &.!
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Mi emmew towt dcdw.m
^M e 6 eaeriptooo na praadoCpo
S-ade imma, Imea, 4eivade idewiB-
ttsNd V d8 .~paiets.
Oleo de linhaea em latas de8 4 2leus.
,* i-b o do Porto, su#rior.
Dfto ShBrry.
AINg- e.'. ofinota a'de '1 ia. ,
Cerveja branca e preta,,auinmto oonkeceij
-: A'S MEMINU.r
A ipj da Makw taa, &ipra a da i
idependenia as. :2 e 4, 1-a .anicm que
ternm am ,aompleto sorftite de.:bone-
es e brinqiiedos parawenWisas, tend
atre eHeR liados toileiee, conmmodas,
alpaadores, guarda4louqas, etc., etc.
JARMOS
SA loja da Malva-rosa, pmora da In-
d ependencia ns. 2e 4, rTeebea am
lindo sortimento de jmros para floraes,
-*wtA vpndendo Jbaran .
AOSFUMANTES
A loja da Malva-rosa, A praga da in-,
dependencia ns. 2 e 4, previne w aos
S' ifumaates que alan das melthes
S *e mis conhecidas maimas de cigarrof
f' abricados nesta cidate, acala derTe-
o" *. er do Rio do Janeiro, ,um conplet.
S.owti'.mento de cigarros tanto de papel
Vamo de. palha Aas meihores e mais
eeditadas ,,mauas; aseim. o0mo os
aiellentes charutos do io e Ba.' a,ha

Vandease 'twa bia aegra, aoca, que.oW,
zirba, -lava e engomma com.perfeio.0b e bora:
Qem precisar, dirija-se a Ta datConceiggo n.
-0 ivae acharAcowr quem tvatur.
Cebolas em nilro
4iulto supexiores e par pre- o tiito .barhto
v4ese na rua do Amorim n. 2&.


Vende-e
o engemho :Coaceiko, e:am Seritamem, nesta
pr"cia,-MBito bomn d'agua, podeadoe .isA
jar RIlalJite% 2,500 ples : quemn oprete-
Adr, dirja-se a praCa do Corpo Santo n 15,
ptimeiro~andar, ondeachar cornm quem tratw-
a resreito.
Cal nova de Lisboa


Cliegada pelo vapor Delambre, tern
para vender em sea armazem ai rua do
.oommercio n. 10, Beltrio OHveira A
C., em liquidagio.


'1


DOS PREMIOS DA 1.


NS. PREMS.jNS. PREM


1
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12
14
16
20
40

45
46



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20
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37


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61
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93
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21
34
39
44
46
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93
600
,4

63
S16
Al-1


4j
Z


Caxias n. a.' ..
Artigos ^ljgfei m~
Eatam~ *~Vwsa-
Ulas egago'M&B proar m a-j
la ^aiite~b itc ius-GGoSU j^lUi-
mas e seW Il. 4 alta b Ae 1 Us
Ilivros del)eRM anfac 4W f ma ,
proprios para Ieh., ,e tos,,
mios de finasflores am,. abh .4tv9
icoques dp..QA^ if Iasin?- ,ftf7k^tow ,
1aW.1fas 'para cr&c04, snd e
dreperola.; ludo jsLp enconra-se Aa
Nova Eseras a, a rAa Duque de Ca-
xias n. 6.
Pam os que o4o devatos
Um pequeno sorlimento de iaas,-s.
tampas de saridos : rerebeu a Nvv ,Es-.
peranca, i rua Duque de Caxias Ia. wo.,
Para a4 fl sias
Papel para petalag, dito .paa jolhas
de rosas, ca4h ,e.peUlthos e aas wp,-
paros para. tal fim ";tern a Nova .Espe-
iraca, a rua Duque de Camis n .63.,
Aos pas 4eiamg a i,
Quereis disfrair vosso filhiinhq, -'ou
preseuteal-a? 4irigi-vos a 4N. Ova n
ranva, rua Duqu .Ae Caxias n. 03
comprai um lindo briAqueido, poise que
ella recebedu :unrwmxpleto sotueato,
te estA vendenlo por.pTreo inuito razoa-
vel.
Um born sortimpnto de bonecas ian-
,sap e chorpnas, pretas bran'as ;. re-
ioebeu a'Nova .Esperan, ,a r ma Duqe
de Caxias i,,. 3.'
CabeUos *Acos .46 teom

A Nova speanc, a rua "Psqie
Caxias a. 8 te a verddldira titu-
na para tingir can elaa i aata-
nhos, instant anea e4ao6 daniifica 09
cabellos, a ven4e.,a razoavolmete.


Leques
Toftos de madrfqpola, buco,, .ds o,0 s,
e de tartaruga Uisos e lavrados,; veudoem Ama-
ral, Nabuco & C., A rlua doBarlo da Victoria
numero 2.

Vende-se -um optimo piano de jacaranda,
gosto modern e novo, pelo .seu estado de
conservaao, beado do afamad& fabrante
Evard, e por prowo ommodo: :as xua do Ba-
ro da Victoria n, 21, primeiro andar.


a fvepi
", ,
ar .s ,
Spare "enh0r:
Sitocha!


4pechincha : r'ba d<>kiqie d e Pa-
&ias n. -5. loja de Petelra da Sihva
deC. *i



(Nulrio em
*Arandeg varbtedad
le teI'iWlnrildi. e
es5fantE~al .I f
Facidade oara! ,
Vantagem proveitosa!

-0 Nunes tern tolow W 4ft' U ftftH* ]
tisim9i ; garanmtir im. twperioridd! *i S euM,
mercadorias; sustentar uiaa.rodigiea varp-
dade de jeneros rarts e saboros e fli-.
mente mostrar ac wldde uqttqu01t peps
pissarbem cm pouco0 CustaipotmB *
Venham tirar a promi-e dopd digA Be ba
queinm tenha sor i on iumaigv .do e supe-
rior; que venda mais 'bar,6o dt melores
provas de sinceridade e frat0i0a do10 11 1 b



~V~rnz jy~a Tnib*

(Querem enueriiar, sms ~ SmAWUjujfa
per I 000? E' ol uste uo I ,T*iwi
de verniz, que da para.eumnimpufI
mobilia. Conreia 9; brlilho, por s-
pao de 6 a goe Oiranm 'eqtem nos ri-
tolsi a Hmneira cumo ,devem soe f ta a
suna appiicagao e .pr .isso. p6d: so'r *tap-
plicado par qua. u. pesa.
VENDE-Sf N iAIA NOVANA8&

VenJse


uma boa tranga do cabellos, por n$mlet+itdo
igual a c6r-do caibeUo da senhowa qit ebn-
commendou: a tratar na rua Primeiro de
AMro b. 20, loja das' res portas. .


LISTj


At


epasatoto'
Im
ru.t 8to de
,r, teaio',


.ifumo lWee
em' e>4ea arha wnfle-sa na iuaida


% "Mle USb a
| | VVendee oa!deLislwoa ebegda no.
ultimo vapor, em muito hoos barri-'
ca : nii'lar do Coro ato n.'1a .

Vdemsas in gas

a" f, 38 e I"ttt did, na fralAt* anaidnas
nr a Duque de Caxias n, 67.'

Vos ecapellas parai ovas
* hegartin OtldvaecaptUas e v edVte blobd
d&, eda patBa roes(t 6, ge 1t05, baratisei-
mp-: aragpta arouazon. J11aDwque d. Ca-
..ias n. ... .

icg^,.nge .aoinmeuto a Qja 4 da rua
d f imperatri- i. 8, a equal portenceu,
ao fallicdo
WFolar de res
-a 06re.b boado
Rnado Oueoad n. 43
Raval i 'hbdat.eiros
Folat lelaa e sed&. eom listras e la-
vores, padres novos, us "actuialmente
em Paris, pelo miorico preyo de 500
rs. o coyAdp ; venham vr.tm mantidem
buscar ds anmostrs, nedfle 'quailqoir
peabor: s6 ha nao 43 d a :t o'Quei-
m k '


rBha deoliuho.
^eV4 irii e~te(Stes.

-ae ts .ffuin.t"e*zea8'

Vd i -ef ,'
dA 3*a.-8*

HUtMt ift' reaonda, a t
Red .is mnethtes, tlanto bram*

7Tbaihii i~u ii -e W lel-e 1135-a'
d mu t c8, t .
Nfatftft!tdeu.


Yaomtts ptdmas ri o pa 4ere
Rdt0o 'a 'tati a.
ojtito s6ftimento do1eftIos byeav)-
cos e de cores.
Mietas brands e de eores,, bAh to
erbuar, com paral romem.
tat bma ia kwaretite 'a 300.
,Wa Victoria flna: a
"AghrmO sortimenrtto em o amisas
bnbt a, le a l oinho, ctetone e
niela. "
SOutros imjitos artlgos 'que dispowom
pom bar~tplre~o.
0 -BraWliftt
Sftua Prilmeiro de Mago ni. I
Alftinfo, Salrtds 'f C.
... h ozi hos
Na vaa do Quetmado n. 43
Unice barateio
ttindae porVfo de d4hpdoziiBhm ,de
palha para tmeMnii' de 'a t2 annos de
idade, sendo gpoos iulto beinilnhvs,
a 2$ e 2$500 ca laum : s6ha no 43a
da rua do Queiw. ______
Vende-se


Oa&I deLtboa, toda, chegeda no Abftla.
Potam da Ruuist, .em baigaas de r0 kilos.
'Cimeto Portland.
Ceraem velas, enm caixinha de 1 atroba.
Certa em gfhtnre, etn 'btattcds.
SdlyPtfrtO, em lanWOevtas, b rds 04a Was-
Algod~es .fioodabahi a.
imn "oa aTem :na irm do Vigario n. 19,
inteirt andai'.



Vemde4se pottas almoffdadas auto bern
feitast no armaZem da bola amarella, tra-
vessa da rua dop Untpradc".
Luvas de pelica
Racebeu o Bar V "mtoria urm com-
ptleto'sortimento de avas dete Ica,
patahomnem e serrhotra : retdem na
mia do Barao da Victoria n. 2.


bubarry
Estaantiga e bpen afreguezada loja, coo
da em urn dos principles lugares para neg6ci.
e hOchando-se ahida corn algum sortlmeito,'ti
s6 de ftmgens finas, ootno tambem de.iaIUt
outros attigos, sendo dos mesmos fabricar.W
de qaem o ex proprietario em direitura .
cebia; artigos estes de prompta vendaa r
deixatn grande lucro ; por isso o proprfTT
tetido de patrtir hrnitq breve pare Euro1,,4f
intetmraente resolvido a vende-la corn m
grraRde -abaimeato.
N. Ru- da.lmperattiz N. 8.
La edo de Lisboa
Veite se eam grmnie e pequena quantidade
na saboarla do Recife..
NA RUA DA MOEDA n. 5,hti
para vender uima porgo de tonet*s,
os quaes sao propnios para deposites
de aguardente e outros misteres.


2590


?o r
PARTE DAS LOTERIAS CONCEDIDAS POR LEI PROVINCIAL N. 1274, A BERNfFIG-O DA KWRWIA I p SENHOR DOS AFFLICTOS, EXTRAHIDA EM 31 DE AGOSTO DE 1877


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7 22 34 ..
9 -24 37
40 32 41

24 .95 6 2 -
26 37 -, 69 -
29 39 80 -
31 4 -, 81 'E
36 49 86 -
41 50:' 91 -
42 55 92
45 57 94 -
48 5 -.'395 -
53 59 -' 10 -
56 -1 _. 4 -- ,
59 20 -
61 46 73 27 -
63 40# 76 30 -
64 4S. 77.. -34 -,
70- 380 -- 36 -
72 '- 81 -'3"a8 -
74- 81 -'
75 91 40I
3700 45
7 44 2 47,
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to, a 4% 500 e 0e rs. Ja t
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Uambraias ammdvendas, a Ull;
f4znlmandeLtA, 'estA vs6 acw
INowe pam drdes em las de
qaallade., para 00, 400' e 640 uu
Ahpynm de sda., c
famvafts 6rnams para 4snhera aS 1M
,e 14W .
Madapoies francezes tinissuis
-e 5500 a peQa ; 24 jardas, e ped
'cia. 2
AlgodOes emerpados, a 3 e l
Brimiranco nm n. 6 fino, a ii a
vara !
Angosm nevos a 440 rs. o covado. i
SQue ilindas coachas de ganga de ub
o qoe ika de melhor, a 3 e 3500,.
Lenos 8 inos abainmhados, a I $M800 a
duzia.
Pechincha sem igual em esguiOeb 4b
algodao, as a pe(a 30 metroes Ild ba-
rato.
Caemmiras ,erm pega e em cortes pa
oustumes desde 25 a 5. ..
Alpacas, princetas, merinos; 'I pt.*
tae artigos diversos para luto.
Babadinhios bordados n.o; hi hapr".
Bramante de algodao, 4 largurms, a
I$40rs. a vara.
Dito francez superior, a 2500 a vara.
Aloalhado 4ranpado, largo, a 15500 a
vara.-
Cortinados bordados o que ha de mc-
lhor, a 5500 o par ; aproveitem.
Roupas feitas de todas as qualida.es
e differentes precos, e outros artigs
"e vendemos por preqos sem compe-
Lencia.
No 59 da rita Duque de Caxias, loia
de Carneiro da Cunha & C.


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omsa so tern eilisado. Para
: a limpeza das praias e
^ obalstecimento d'agua e o
Y-Bu'uiees.
Sjusti4a, diz que a no-
^, form'a. j odiciania precisa de
+ e e melhoramentos, mas de na-
que nao important profundas
..Nesse sentido jA o Sr.
!!1 justiga em seu relatorio
So seu pensaminento em f6r-
q pfto.jecto. A sessao ainda nao
e rminada ; e portanto nao se p6de
,e nada se tern foeo.
S-se pelo ultimo moment da
s,.e pro ira-se entao a sentenga;
mas a6 A nao p6de dizer-se que o go-
veriso nem sequer tratou dresses peque-
nos retoques. Em"todo a caso, a ques-
tinAo momentosa e nAo podia pre-
,,: financeira, que ternm sido o prin
spU cuidado da m'nai.ris.
SEmquanto A instrucCAo public, diz
que se nao tratou da suppressAo da es-
cola normal, o quo se supprimio foi
uma despeza que nao podia ser votada
nos exercicios a que se referee a lei do
orgamento. A camera s6 votou nesse
sentido em attengao ao estado financei-
ro e no interesse da red ucgao das des-
pezas.
Referindo-se depois A eleigao direc-
ta, diz que ainda nao houve na camera
uma votagao que indicasse ser esse o
pensamento da maioria. Nerm estepon-
to foi. abject) de discussaio. nem os re-
presentanrites da nagao sobre elle se ma-
nifestaram. E' questAo que nao p6de
ser julgada precipitadamente, nerm
p6de dizer desde logo que a camara
aceita ou rejeita a idea. Ella se mani-
festari na occasido competent.
A. votagao proferida em relasao a
emenda apresentada pela opposigao
quando se diacutia a resposta a fall
do throno, nao p6de ter a interpretagbo
que lhe quiz dar o Sr. deputado por
Minas. Tratava-se de umsa votacao po-
litica&, e a emenda foi apresentada evi-
dofitemente como um piano, tambem
itico. A maioria nao podia, pois,
ptar a sua adhesdo a umsa emenda
quo se apresentava em takes condigo6es.
Passacdo A questao do oramernnto,
combat as proposigaes sustentadas po-
lo Sr. Alfonso Celso em relagao ao
equilibrio do ornamento, As despezas
extraordinarias e aos credits espe-
ciaes.-
Emquanto a reduceao das despezas,
lembra que ainda na torceira discussao
se apresentararn emendas reduzindo
inais de 3,000:000. Reduccao, maior
pod iater funestas consequencias, trazen-
Sa desorganisa&'o dos servigos e im-
possibilitando a reorganisaci;o dos que se
deve considerar indispensaveis. A maio-
ria votando por takes reducoes, nao cedeu
a suggests de ninguem. Ella tern o
Sr. depuitado pelo Rio de Janeiro c->mo
urn dos seus mais distinetos membros,
mas o seu voto nao sianifica adhesao
pessoal a esse deputado. 0 governo
aceitou as emendas animado do pensa-
mento de realisar economias; e elle
presta franco e valioso apoio ao minis-
terti do seu partido.
Fazondo ainda algumas consideracoes
sobre este ponto, passaa responder A
censura feita por nao ter a maioria
prestado toda a attencao a varies pro-
jectos offerecidos a camara e que se
acham affectos As commissoes.


Se nao p6de opinar por ura grande
dlemora em assumpto tAo important,
tambem rn no p6de enunciar-se pela
precipitagdo nos pareceres. EstA con-
vencido que as commissdes nao se des.
cuidarao em apresentar os seas tra-


FOLHETIM

OS FILHOSBDO MONFI
POR
FERNANDEZ Y Q0NZALEZ
VOLUME I
PRIMEIRA PARTE
OS AMORES DE YAYE
CAPITULO"IV
o QUE ErAM OS MONFIES.-YUZUF CONTA A SUJA
HISTORIC A YAYE
(Continuaao do n. 200)
E' verdade que os Valor commbt-
tevam um grande peccado, renegando
da sua fd e servindo os reis de CastettU.
E' verdade que um rmouiuf.a* deviua
ter outra alfianca mais que o l, prro,
outro trato mais que o do combate.....
mas por acaso havemos de castigar nos
filhos os erros dos pamis ? Pois nao ha
-ma lei superior a todas as teis; uma
lei irresistivel, porque esta escripta pela
mao de Deus no coracao humane, e a
qual 6 forgoso obedecer ? Felixz de ti.
-meu fiho, se ainda, nao ouviste o terri-
--l preceito dessa lei, dessa lei que se
cbama... r .
Amor! exclamou Yaye em torn
profundo. '
Amor! exclamqu com profound
lefi0o Yuzuf... mas nao, na tua idade
.re-se comrn o amor; pordm na idade
-m eq u oconbheci tna mai, no estio
4T .lda, .quatdo jai se comega a descar
PelM d des annos, quando teinos.o
C eio vio. por effeitoda experien-
9poro effeto da deracia an-
A +:. .. oh t O rai aR


sc


cusaveis.
0 que. demonstrk queGo minli
tern urisdic ao limitada? 0 -.l r
vd o igteso doe.de junhde=W tw.
a plenitude de suas attribuigs. Noil
sabe, gorem, so a opposico teve a for-
tuna de vero firman- em um cd'reto
em que se declare que o minister fi-
3ou corn jurisdicc limitiada ou corn
pram certo. Os factos no demons-
tram a existencia dessa limitaato.
Refeindo-se ao topico orn que o Sr..
Affonso Celsoprbcurou emendar A res-
posta A falla do throno, diz que nessa
emendafaltoualgumacousa, porquenao
esta complete. Ella devia dizer: ( A
camera pede a Divina Providencia que
Suas Magestades regressed quanto an-
tes ao imperio pars se.chamado ao po-
der o partido liberal. v ,
Responde-ainda a part do discurso
do Sr. Affonso Celso em quo se referio
ao ministerio de 3 de ago ;to explicando
os factosllrrad4os em outra sessao polo
Sr. Andrade Figueira, fazendo princi-
palmente ver que aquelle deputado
nao quizera de modo algum desairar a
opposicao liberal, e que o facto honra
aquelle ministerio e o St. duque de Ca-
xias. 0 ministerio de 3 de agobto nao
se desairou, cumprio corn o seu dever.
Julga ter respondido aos t9picos- prin-
cipaes do discurso do Sr. deputado por
Mmas-Geraes, afastando do ministerio a
pecha de descuidado no cumprimento
de seus deveres.
Poderia ter-se feito mais, vesde pordft
levar-se em linha de conta o tempo
perdido corn prolongadas discusses
political.
Lembra que na Inglaterra o ornamen-
to 6 votado cm poacos dias, e que na
Belgica nao vai aldm .de tres mezes.
Entre n6s discute-se political enm Ltudo,
tend havido ainda numnerosos reque-
rirnentos, pedidos de urgencia e inter-
pellag5es que tomaram muitos dias.
Entretanto os orgamentos poucas vezes
tem sieIo discutidos como agora.
Esta convencido que aquelle depu-
tado, reconsiderando a material ha de
absolver a maioria da culpa de esteri-
lidade que.lhe langou, e satisfeito corn
o equilhbrio do ornamento, se Ihe diri-
gi'ra em terms de complete adhesio,
nao as iddas political, rnas declarando
immerecidas as censuras que profligou
corn tanta severidade.
Senta-se fazendo votos para que as
discusses continue a corner placidas,
conservando-se nos terms da maior
cor(lialidade os quese acham separados
pelo antagonism das idWas political,
mas ligados pelo desejo de servir o.paiz,
discutindo-se as questdes corn a calma
e a convicaio proprias de quern tern a
consciencia do seu ihandato e nao re-
cuss- ao adversario a justiga a que elle
tern direito"
0 Sr. Lefo Velloso vein A tribu-
na em hora tao adiantada para apro-
veitar a occasiao de se pronunciar em
relaca0 aos negocios publics, visto
nao ter podido obter a palavra em ou-
tras occcasies, pelos encerramenlos que
tem. tido lugar, nao obstante, allegar o
orad' que o preceded que ura das
causes da esterilidade da sessao era a
larga discussion political e o abuso da
palavra por part, da opposicao libe-
ral.
Por essa esterilidade assignalada pelo
Sr. deputado por Minas procura dedu-
zir a illegitimidade da situacao cuja
existencia nao tern razao de ser, desde
oue nao tern ideas a realisar no interes-


se do paiz e de acc6rdo corn as suas
aspiragoes.
Sustenta este principio apoiando-se

limpe da nossa front o suor do corn-
bate; bocea que nos sorria como s6
gabe sorrir a esposa que ama, e que
afugente corn o sorriso, ao menos por
unm rmomento, os crueis cuidados, a luta
fatal do present e os receios do porvir.
E depois... naio podeste de certo encon-
trar na,4 terras onde viveste, nem em
Madrid, nerm em Salamanca, nerm em
Granrada, *pem nas Alpujarras, uma
mitu*r c6tno tua mli... Vemi com-
inigo .
Yuzuf levtantou-se, e dirigio-se ao
arco do fund. Tinha o rosto mais pal-
lido que era costume, a barba branca
tremia-lhe,. nos olhos manifestava pro-
funda tristeza.
-.- Olha,. disse a Yaye.
E correu a cortina.
Isabel exclamou o mancebo corn
um grito- ciea.lhe sahio do fundo da
alma.
Corida aeortina apparecera aos olhbos
de Yaye us nmulhber oven e furmosa.
Mostrava t1r a mama idade que hIsabil
ide Cordova e de Valor, e era tao..pareci-
da corn elHla que nemn q:oe ise ella
inesma.
Mas aquella mulher estava pintada
n'um quadro.de madeira.
Segundo todos os indicios a pintura
era producrao do pintor dos reis catho-
licos, Antonio del Rincon.
- Seja entretanto dito entire parenlhesis
que o nome de Antonio del Rincg es-
tava sepullado- ass trevas do esqueci-
m"tog, se no tivesse retralado umas
trees 4uzias do vezos os erenissimos
reis catlholi.cos.
sua w oviveoncia co os christios
ao "izerau hhi fn bcona ou
P#mPjyiFXI 4 0 .que K


-m fj .f -.-* :; : '" '> '*^" s

documeitoR, senlo as proprias f
do thqpO.

do i0urso da coFas.
primetro lugur 4sp
hias contestando a- proposi es s'e -
tadas nesse sentido pelo $r. Cos
reinra.
Refere-se depois i 9i'ndesfidad9
rover A segurana 'i""ividual,4
do-se as le no seido de .arati -
flcazmente esse direito do cidadlo. a
corn effeito a este respeito' a s
idWas no reratorio do ex-minm r a
justia, mas o paiz quer mais do
ideas, quer mididas sWrias. 0 quo Se
vA em relaV;o A justiga 0 s6 o espirito
p a r ti d a r io ; ,
. ftte sbntido prosegoe o 'orador#l
considerag0es, corn especialidade 'eW
relag.o magistratura, que continUia a
ser excrsivamente conservadora.
Depots de uma laa a at eciagao po-
litica sobre a material, pass a occupar-
se da instrucgao publica-.' ,
Julga que ufia *das primeiras neces-
sidades em material de instrucio seril
a organisagao de escolas normaes, por
nue 6 antes de tudo precise crear prow-
fessores.
Trata depots da eleigAo directs, res-
pondendo largamente ais proposigoes
sustentadas pelo r. Costa Pereira.
Os conservador. hio de fazer a elei-
VAo direct se o dono da casa o quizer,
e hao de repellil-a se elle assim o de-
terminar, porque quem govern o paiz
6 S. M. o Imperador.
Elle govern tanto de perto como de
long. Isto esta na consciencia de to-
do o mundo.
Continua-em largas eonsideran6es po-
liticas e occupa-se em seguida da lei
de recursos a tavoura de 6 de novem-
bro doe 1875, apreciando a eto soba
o ponto de vista economic.
Diz que sobre esta material o governor
nada tern feito, que ha a mais compmp-
ta esterilidade.


Refere-se depois aos projects nesse
sentido apreseiftados nas duas oasas do
parlamentu. Pergunta o que pretend
fazer o govern se acaso os nao aceita.
Depois de uma larga argumentaao
e de varias contestacoes da maioria, diz
que as idWas da opposigAo a esse respeito
sao os bancos hypothecarios e os ban-
cos territoraes.
E usteniando ainda nesse terreno o
debate, ehegafas conclusoes de qule,
nerm a lavoura dauxiliada, nern as pro-
vincias tem es&Wdas de.ferro. .* .t~o.
ca dos bans bhpethecarios, E56i taes protietidos e as estradas, a qle a
lavoura tern sao novos impostos.
Diz finalmente quea*paiz pede a eleir
cao direct, a soluVio da quest.o religio-
sa, separando-se o spiritual do teak-,
poral, bracos que lhe venham supsrn
os que lhe faltam, e que nao p
vir senao alcangando garantia paira
direitos indijiid&aja principal menteii
liberdade de consciencia.
0 paiz quer tambem o casamen-
to civil, e eentraLisaCao administrative,
a vida para as provincial, a vida para
os municipios, n'uma palavra o desen-
Volvimento da iniciativa individual e
nada disto lhe p6de dar o partido con-
sirvador. Logo a aspiraVio do paiz re-
sume-se no parltido liberal que tern
estas idWas no seu programma.
Qualquer, pois, que seja a sua sor-
te, qualquer que seja o seu future, o
partido liberal nunca faltara a conscien-
cia da grande responsabilidade da sea
mnissao neste paiz.
&sta discussAo ficou adiada pela hora.

Nao podia, poi,.ser Isabel, podia, po-
rem, ser sua mal.
Sua mai !
Foi o primeiro pensamento de Yaye
depuis do despertar da sua razAo, pen-
samento que o fez estremecer.-
Talvez no nascimento de Isabel hou-
vesse um mysterio. Talvez eole amasse
incestuosamente sua irmA.
Quando enchem 4 cabeca e abalam 0
coracao pensamentos e sensaoes tao
profundas, emmudecem os ltabios, esk
pantamn-se. os olhot, treme o organism,
chamado corpo human. -
Yaye olhava fascinado para o retrato
e estava pallido como um cadaver.
Eis tua rnmai, disse Yu.uft. omi
tristeza.
Minha ia-! riarguio Oimancebo
machineAlmete,miAo iha -m.i.! '
Mas depois de reffectir guardou uma
prudent reserve.
-.Cauga-te de certo. espanto, disse
Yuzuf, interpretando rnma a confusao de
Yays vet r A&mawi cosigejo castilhano;
coin aquelle toucad% pesta hu. couf
aqutella cruz ao peSoco. Ah w meo
lilbo! ja e dsse quo ntua mai era cbris-
ta. E6, moore de a,4 mortal imdmigo
do. noqe chqistio, .PAo deviu ter-me dei-
xldo veneer peldmamores d'uma iefil.
Ha porrem, algirn homem que omjos a
4bttrar superior a esse precetto do
Dq que diz busearas a lta beiopa-
lip e a a .ix4 I
ttabeleet6-sa si~encio por umrmo-
me*.
Yuzuf volto4 para o divan e fr n.l
tou-se. -r
Yaye sentou-4The "o lad. Ambo
tinbam o6.oltes# no D to .' ;


$"Po


btn t n6lue" pin e

{u Se digit dar o mais de;reua pom.
sivelp a wdem do diao pro to n.
89 do 1856 we resolve a questao.
O- St. Pi(iente declare que a
9r, ntnR.. to vai set remettida & cbm-
nissio respective. e que o pedido do
nobr. deputado sera tormado na devida
consideraEoA
0 8r. Bittencour Cotrim pede
a palavra paib enviar o mesa eutras
representao~es sobre o assumpto de
que acaba de tratr o seia college de
deputapo. E rtendo aquelle deputado
antici ado observe des que pretendia
fazedimita-se a enviar os documen-
ltos mesa, acompanhando os votos
que fez o sou colleja, e pedindo taon-
bern ao Sr. president quepor sua
part procure fazer corn que possa con-
tinar cornsi a maxima brevidade a dis-
cnssao do proaectb que foitAo inconve-
pientemente abafada o na sesso passade,
dao havendo interesse legitimo que jus-
tifique semoelhante protest o.o.
O 8r. Prqsidente diz que as re-
presentaoes vao ser remettidas to mes-
ma commissao, e que o pedido do no-
bre deputado serA igualmente tornado
na consideraao devida.
Depois prosoguit a 3a discuss.o do
project mandando prorogar o contrato
para a navegaao do rio Amazonas e
seus affluentes, corn as emrendas apoia-
das.
o Sr. Cantlo, como signatario do
project que se discuteb corre-lhe o do-
ver de subir ai tribune nuo so.para
apresentar as razoes que o determina-
ram a prestar-lhe a assignatura, como
tambemn para tomar em consideraao
alguns arguments offerecidos pelos Srs.
deputados que o impugnaram.
Quando encetou o debate o Sr. de-
putado pela Bahia, sedtio urn certo re-
ceio pensando que talvez estivesse em
erro, contribuildo para a apresentario
do project; maa depot desvaneceu-se-
Ihe ess a liuvida, e corroboriouse-lhe
mais a convicao de. qe concorria para
beneficio das proff da Para e do
dmatas, ao ver que nenhum argu-
moento forte, idem razao valiosa hnostra-
va o seu ertgano..
Reconheceu que aquelle depoutado
nao tizera o costumado estudo da mate-
ria, porque ter-se-ia nesse caso mani-
festado de outro modo, nao baseando
quasi que exclusivatnente o seu discur-
so sobrie c oniiderales econowicas e
administrativas, verdadeiras em these,
mas carecendo de se .modificarem na
applicaeao,
Cre que S. Exc. nao conhece as con-
didoes emoque se acha a companhia do
Amazonas, nein as 'ert umstancias que
se dao no servi o da navego ao desse
rio e de seus afiluentes, alias veria que
os principios geraes, que em these so
verdadeiros, teriam de modificar-se, e
seria o primeiro a dar o sou voto para a
companhia continuar a perceber a sub-
veonco necessaria ao servi~o.
Nao contest a conveniencia da livre
concurrencia. E' uma lei economica,
cujos resultados ninguem ignora; mas,
para que os produza, 6 necessario que
se deem certas circumstancias, e se
observed certas regras.
No caso present, a concurrencia que
se 4a nao pode dispensar a protecQao
de que carece a navegacao do Ama-
zonas. -


Tambem a subvenQAo dada i com-
panhia nao importa .urn privilegio, urnm
monopolio.
E' .o que em seguida procura demons-
trar, por various arguments que des-
envolve, apoiando-se principalmente no
retatorio apresentado pela irectoria em
Londres relative ao-anno de 1875; do
equal deduz quo a companhia nao pode-

da, animagao. Nao obstante, ja era en-
tao home de idade madura ; abeirava-
me dos.quarenta armos. Havia ja dez
annos que por more de meu pai lhe
herdira a espada e a* cor6a. Obede-
condo a um dos conselihos que meu pal
me ddra a hora da morte, vivia metade
do tempo nas Alpujarras, como emir dos
monfies, e outra metade em Granada,
na c6rte, como mourisco Lonvertido.
Quande vivia entre os christios chama-
vam-ine o [idalgo Diogo Vargas, e nin-
guem suspeitou nunca que eu fosse rei
daquelies terriveis monies, cujo nome
bastava para aterrar os castelhanos.
SSabiam-n'o comtudo alguns mouris-
eos principals. Um delles era D. Joao
de Cordova e de Valor, que apezar de
cbristAq na apiarencia, era mouro de
cora5ao, e- eaporava, se um 4ia Irium-
phasse ums reftlta doe mouriscos, ser
ihei to ei de Grmada.
Entro mim a D. JoAo de Valor havia
Rma estreita amizade ; nao obstante, D.
p. o conheoia os meus incontestaveis
t'itos ao throno de Granada, diteitos
h0& s6- herdados, mas adquiridos em
continue oombate corn os christaos, em
quanto elles, os mouriscos, viviam
n'u-ma ociosidade e submissio vergo-
ihbosas..
D. Jao fllou-meo muitas Vezes em
tUausm'flar n'um os0os s pectwos
dtreitb' por meio d. jm casamnuto.
-hr- o .lilhOse rwm pondia,
seMpre qu D. Joro" mrallava aqAielle
Maa eu tonho uida irma, dissemne
m dia; -urnma 'ormoa 4dnzelsa de
.tto aeos.
^ Haique eu ja onto q*si cG41-
F ^.-t u ata V 'j"


-de 335:14.P '0 A i
eiwieque a coa`~p ;W-pdri
s1191 tir sem a sb
N5 the parece pi cos-
Ibiyide se tome smelirtte lu i,
sobtudo quando o t0 o oinercal
do Para e do Amazooaua-c ide anno
para anno em gwrau .rpog ,, fen-
dendo igualmente acrscero commercio
corn Bolivia, Venezuela e Peri.
S6 a expotaco para este ultidnfb paiz
foi no aano de- 1870 de setecentos e
vinte e tantds conelos.
Lembra depois o augment que teem
tido as rendas publicas depois da orga-
nisagio da companhia, nAo obstanto
terem diminuido algdns impostos,
como o do cacaio quoe, tendo pago atd
certo tempo 5 O[o, hoje s6 paga 3.
Proseguindo em considerag6es sdbre
a grande utilidade da empreza, diz que
ella tern prestado ao paiz services po-
liticos, mnd-ustriaes e comme.iciaes.
Quando diz politicos, refere-se ao auxi-
lio que tern prestado A ordem public
pondo a disposigoo do governor os seus
vapores quando delles ternm ca,'wecido
Mara occorrer a quaesquer pontos das
provtncias- em qe" ot'derm tern sido
por vezes alterada.
A proposition referee o conflict em
1863 corn" os yapores peruanos Mo-
rana e Pastaza, concorrendo os navios
da companhia para que se respitas-
sem as leis do paiz, isto sem remune-
ragao algurna.
Diz que a companhia tern ainda pres-
tado autro servigo. Refere-se a uma
grande fundigdo que tern estabelecida
na capital do Para, e onde tern admit-
do muitos jovens nacionaes para apren-
derem various officios. Destas officinas
teem jasanido dusentos operarios, al-
guns dos quaes se acham modestamen-
te estabelecidos, tendo sido oitros es-
colhidos para machinistas da armada.
Ternom tambem acompanhia urn dique
na capital d'ParA, que tern servido a
reparar os vapores de guerra e estran-
geiros que alli aportam. 0 proprio
arsenal de marinha tern recorrido a
industrial particular- da companhia do
Amazonas pars fazer muitas obras que
or.tariam no dobro ou no tripro se
Aftem feitas.f6ra da provincia.-
Responde depoisga algumas conside-
rac6es apresentades pelo Sr. Affonso
Celso, refermindo-se especialmente a es-
tatistics que S. Exc. apresentara, con-
testando os arguments a esse respeito
adduzidos.
Diz ainda qte a subven-aio diminue
realmente pelo abatimento que o go-
verno tern por uma das clausulas do
contrato na passage de seus agents
e no frete das suas mercadorias, o que
em 1876 deou o resultado de .......
89:2808080, vindo assirn a fiear a sub-
vencao reduzida a 640:0008000.
Emuquanto A emenda do Sr. deputa-
do pel*.Bahia, nao seolhe oppora abso-
lutarnete, mas dira quo a julga des-
necessaria.
Diz finalmente que o governo esta de
posse de todos os documento e infor.-
mac6es que the deve ter ministrado a
companhia, mas se nao o julgar suf-
ficiente, compete-Ihe procurar novas in-
formaVSes pars garantir o born servico
da empreza e os interesses que dacon-
cessao deve auferir o Estado.
Tern cumprido o sen dever prestan-
do a considerasao que devia ao Sr. de-
putado pela Bahia'que primniro impug-


nou o prnjecto.
0 Sr. Coelho Rodrigues record
que quando se discutia o credit de
2,000:000S pars occorrer As necessida-
des da secca do norte,-apresentou urnsa
emenda para que o governor auxiliasse
corn 200:0008 annualmente durante um
triennio as provincias assoladas pelo
flagello. Esta media era a reproduc-
Vao do que se havia feito pela lei de fl
de setembro de 1846. 0 governor corn-
bateu porem a idda, allegando coma ra-
zao o deficit.


mas christa de coracao, por crenca e
por costume. Nao posso uriir-me a
uma infield.
D. Joao nada disse a esta ultima de-
cisdo minha. Deve-se notar que quaa-
do Ihedei esta resposta, nao conhecia
sua irm' D. Anna. S6 tinha noticia
della e das suas exageradas crengas
christas por alguns mouriscos princi-
paes que a conheciam. Sabia sim que
era formosa; mas eu chegara aos qua-
renta annos sem piestar homenagem a
formosura, porque tinha o coracao
cheio de ambioAo e de sede de vingan-
pa, em consequencia das- desventuras
.da minh apatria.
Niao me conkmovera o saber que D.
Anna de Cordova era umna formosissima
donzella.
Um dia em que de volta d'um passeio
elo campo passavamos por uma es-
treita travessa do Albaicin, convidou-
me D. Joao a subir ai casa de um pin-
tor, seu conhecido.
Aquelle pintor era Antonio del Rin-
con. -

Subimos a umra eq uena torre, on4e
Rincoal pintava os',-seu qqadros, e.o
primeiro em que epai, entire uma
mullidio de santos, Cnnstos e virge
roi nesse que temsem em nossa frente
que estava proximo de usa janeila e
recebia luz em chWeo.
DrAaMe todo 9 l OMP Que estivemoes
aU1L mX0 tire 4^ti os9 obf....t
irmre 'per me impel
parm f t '
E,.ii) Joa eIFra nos, e nio dia
seg404b 6i 4 pint"t. Nu
luift ft 840-1 %woB^ wdf


-llwm


, f' "'7 *"--.
'*-*'->. *
M;. '+: ..-


ena. doie'

.mbvencto, m~m


eorrer as cousas U.' .
Aando lidgar a o ia

complete.
Lembra ainda que o relato
cer 6 o ex-presidente da pr, -
Amazonas, sob cuja a(tminirtu Wt
deu a absorpgdo de umsa &as
emprezas pela actual, o qu,&,
contra elle pelo intermsae q'.
no negocio recrirninagce excei -
crd que algumas atd injustas. Mai i
todo o case umrn home que tinha id&as
conhecidas a este respeito, devia consi-
derar-se suspeito no negocio, naio send
assim o mnais proprio pars figurarn como
relator do parecer.-
SEntfetanto na analyse desse ocu-
rmrnto, combate-o corn various argurmen-
tos que desenvolve.
Acredita que o parecer f6sse elabora-
do de accord corn o Sr. miniuiro da
agricultural, mas julgaria mel-hoer ue o
tivesse sido somente de accord corn o
voto da conrtscienoia dos membros da
respective commissao. As unicas corn-
missdes que tern de procederde accor-
do corn o governor sao as de resposta a.
fall do thrdno; as de orcamento e fixa-
eao de forgas. As outras devem jul-
gar como juizes e pedipem s6 os escla-
recimentos do facto.
Estrania tambem que se dissesse-
que se tratava de uma media de con-
hanga.
Contestai a proposigao.
Admitte que a media seja de in*-
resse public reduzida a certos limit.
tomadas certas piecauV6es pars garan"_-f
tia do Estado e dos dinheiros do Ie*--
souro. Mas no limited em queose
se o project, se o governo usarfda
torisago servirA apenas um imin
particular em negocio que ja tern si4O.
demasiadamente pesado ao thesouwa.
Em todo o caso ere que se naodeve
deixar o menor arbitrio ao governor.
Admitte a razio que se produzio der, '
que o parlamento nao p6de fazer ofl '
tratos, mas tambem entende que nAi
p6de escolher contratantes, e assim de- .
vo deixar livre e franca a faculdade de
contratar corn a companhia que melho-
res condigo6es offerecer.
Aprecia depois o quadro do augnen-
to das rendas publicas comn que se ar.
gumentou, mostrando que ellas cresce-
rao proporcionalmente em todo o Bra-
si, nao se devendo por consequencta
alli esse progresso a cornmpanhia do A-
mazonas.
Consider ainda outros argurnentos
que so apresentaram, procurando des-
truil-os corn oppostas considera6oes que
desenvolve largamente.
Nao nega a subvengbo a cornpanhyia.
A sua quest.o 6 de limited, de tempo e
de importancia da subvenuao.- .
Tambem analysa o relatorie. do pre-
sidente do Para, que foi lido pelo Sr.
deputado da Bahia, na part em que se
nao mostra desfavoravel a que continue
a subvencao, e entende que oargu-
mento que se sustentou corn o exemnplo
da companhia Messares, ribo vetn ao
casa.
Diz que o thesouro carece de repou-
sar a sombra da severidade do governor
e da economia da administracbo, queo
nuo comportam subvengao tao larga
coma a que tern tido a companhia
Julga inutil oestudo das suas contag
e dividends, por nae possivel reco-
nhecer a exactidbo. Os fiscaes mesmeo


a nao poderao garantir. -"
Acha de grande peso a representat5o
da associacdo commercial do Amazojs.
0 facto de haver incluido entire os "g,
natarios um home ceimin6so nao.-l4
minue a forna das razdes porque os i0-
mes proprios nao dispensam os moti,
vos onde elles nao existem, nerm os an-
nullam onde apparecem.


guns minutes a fallar corn elle de
cousas indifferentes.
Esta dama, cavalheiro, disse, 6 D.
Anna de Cordova e de Valor, e admira-
me nAo a conhecerdes, porqu me pa-
rewe quo v6s e seu irmao D. Joao sois
intimos amigos.
Effectivamente assim 6, mas nun-
ca vi D. Anna.
D. Anna vive em grande recato.
E dizei-me, accrescentei rompen-
do corn todas as consideracdes, terieis
difficuldade em vender-me ess, retrato ?
Nao vol-o venderei, mas dar-vol-o-
hei em troca.
Em troca de que?
Do vosso retrato.
Admirou-me o preco que Antonio del
Rincon punha ao sea retrato.*
Nao vos espanteish otveu elle, sois
um home Axtr iaam te formoso (ntb..
fago mais do qu rep as palaveas do
pintor, obsermoU Yauf, cuja mode
nao era fingida), teoMes um tost o^ *.
mamente nobre, cabello e barbi a, ,.
olhos brilhentes, cutis lisa, elij cafiit .
apenas trinta ainos. .,;.
S- Pois estais enganad mwa
disuelhb; ja me ap[oi"Aoq. |^
renta. .
M-Pode uitobeiwls
,!lip qua Yo e m, d ]["
t d m r vid o aretrst& 4i
midto be aspecelo a

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