Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:13752


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Full Text




























A


TELEGI&IIAS


(Especial para o Diario)


PARIS,,8 de agosto.

*UiFgawiejIaw teve luger uraa ma-
fiies:&ta cihiolica-liberal, e ha re-
ceioe ie qaej tjam perturbae6eK no
proximo doixigo.

Agencia Havas, filial em Pernambuco,
9 de agosto de 1884.


INSTRUC I POPULAR


M AGNETISMO
(Extrahida)


SAPIT"mL
BUSSOLAS
(Continuagao)


VI


Esta mara-vilhosa descoberta foi augmentada
corn a da mnagnetisagio de urma barra de ferro,
cujas propriedades er-m iguaes As da pedra iman
ou magnet (como tambem ji lembramos, quando
descrevemos a magnetisagdo).
Isto foi aproveitado em beneficio da navegaao:
e os barcos comeqaram a trazer, para se orienta-
rem, uma vasitha corn agaa onde boiava uma barra
maygnetisada assente em um pedago de cortiga.
0 progress e o estudo entraramjuntamente corn
os melhoramentos introduzidos na arte de nave
gar;e dentro em pouco tempo foi abandonado
aluelle primitive c, p-xlc dizur-se, impossivel m3--
thodo de orieantu -;, para so co:nmcar a us3tr una
barra magadtica muito love, e apoiada sobre umn
fulcro pelo seun centre de gravidade.
Corn esta barra, cujim pantas marcavamn a linha
norte-sul, se conseguio avangar bastanto nas via-
gens maritimia, porque j ta.ito dd dia como de
noite so p)dia seguir um determinado rumo, sem
que a prtseuna do sol ou a coneurreneia das nu-
vens deixas e oe m-trinheiros indecisos per nao
poderem observar as estrellas qu Ihes deveriam
indicar o caminhi a segair.
Esta descoberta, que foi a muis notavel io se-
culo XII, jd desd. maito era conheeida eutre os
chinezes, segundo.) asseveramn various escriptores
que sobre este assumpto teem feito versar os seas
trabfalnia.
De mAhortainento em in.'lhorauaaito, se passou
d'esta ultima maneira de orientag~o para as que se
usam actualmente, e que mais adiant- descreve-
r- emos.
- Altm d'eat- bwssola qaue srva para duixgfp
marcha do s ndi.A` 1 corn quese anedet I-
gorosameante a ini Idnad e a declinayao, e outr&s
que se empregam nos- fabalhos topographicos.
Desereveremos as pincipaes d'entre as que dei-
xamos mencionadas;, satistazendo ao titulo que in-
cima este capitulo, seme comtudo ultrapassar os li-
mites do nosso programma.
Come~aremos pela bussola de inclinaao.
(Continua).


PATE OFFICIAL

Governo da Provlncia
DESPACHOS DA PRESIDENCIA DO DIA 9
!BJE AGOSTO
Candida Maria da Conceiailo. Informe o Sr.
director do Arsena) de Guerra.
CGmpanhia Pernambucana.-Inforinc o Sr. ins-
pector da Thesouraria de Fazenda.
Fielden Brothers.-Informe o Sr. inspector do
Thesouro Provincial.
Jo0o Francisco Rosario.-Informe o Sr. inspec-
tor da Thesouraria de Fuzenda.
Justo Teixeira & C.-Sim.
Joao Francisco Cordeiro.--Indeferido.
Joaquim Laurindo Bezerra.-Informe o Sr. Dr.
chefe de policia1
Jose Joaquim Alves & C.-Sim, corn as restri-
e5es feitas n relaco annexa m i portaria desta
data.
Lauriana Maria Ramos.-Indeferido, a vista da


informagao.
- Capitao Manoel Joaquim de Alim.-Remnettido
ao Sr. commandant superior da Guarda Nacional
das commarcas de Olinda e Iguarassd para maa-
dar dar a guia de passagemn de quo tract o arti-
go 45 do decreto n. 1130 de 1853.-
Manoel Tertuliano Soares de Avellar.-Certifi-
que-se o que constar.
Seecretaria da Presidencia de Pernambuco, 9
de agosto de 1884.-
0 porteiro,
J. L, Viegas. -.


nedeade a tarde ptow.r1ava1 i^|14
,ndo ur a 8na casa ^, VhRf4Ri 9S.'
te 4eoueio eji S. Beoth ^ k atrB
s'o a 6 ete 0*'
1'* e' aplu a Ma Piala,
4%Ap poder entrar emj yo teVo
a Severino Monteire para assmmr. Cenr
Pdar oje algumas daa do 14 a ee
nente Leoneio. Palmares tIihe a
prageas &e i cadelt4 pfeos.-A. *C. W,
Secretaeiad d t e PWerna.-ab ,
to de 1884"-'- ,-)eIo i66retare


aos Santos rtie6. -
Copia.-Telegraima procedente de Catende do
tenente Manoel Mauriieio Lopes Lima ao Dr. chefe
de policia.-Chegnei as 2 1/2 da tarde nio encon-
trando novidade neate lugar e sendo real as noti-
cias corn relagdo ao tenente Leoncio segui ao en-
centre delle, afirm de proteger sua peoas deixaudo
u-nua part e da fora de proteeqo a sua familia.-
Francisco Magalhdes.
Secretaria da policia de Pernambuco, 6 de agos-
to de 188l.-Conforme.- Pelo secretario, Manoel
dos Santos Pimentel.
Cupia.-Telegramma do subdelegado de Caten-
de ao Dr. chefe de policia.-Chego neste momen-
to 11 horses do dia A Catende, creio jA haver re-
cebido minha commumncagio official dando-lhe con
ta da diligencia de S. Bento Pelo correio infor-
marei a V. S. o que occorreu aqui depots de it-
nhb auasencia.-A. C. W.
Secretaria de policia do Pernambuco, 6 de agos-
to do 1884.-Conforme.- Pelo secretario, Munoel
dos Santos Pimentel.


Copia.--N. 1. --Quartel do commando d) d3sta-
camento do 2o batalhao de infantaria em Catende,
24 de juiho de 1884.-Illm. Sr.-Seguindo na noite
do 22 do corrente, afirm de proteger a chegada dc
tenente Leoncio, em vista dos ditos de pessoas
deste lugar, de ter seguido um grupo de 10 pes-
soas armadas para emboscal-bt; cumpre-me de-
clarar a V S. que andanda t)da a noite nada
pude conaOguir ; ao ronper do dia seg:ainte che-
gando no engenho Concdilo e encontrando urn pa'-
sano e o interrogando, este declarou-me que eon-
duzindo uma carta para o senhor do mesmo enge-
nlho, fora aggredido em caminho das 10 para as
11 da noite por umrn grupo de 8 a 10 pessoas arma
das, iadagando de si qual o soneu destine e isto co n
a neacas ; cm vista desta noticia segui no roteiro
do dito grupo, corn espaco de urna legua avistei
dous individuos, send um a cavallo e outro a p6,
03 quaes logo que avistaram a forga dispararam a
correr ; ordenei logo a forca de meu commando
que os perseguisse ; resultando ao ehegar ao en-
genho Born Retire conseguir-se a prisito do que
ia a cavallo, nao tendo lugar a do outro, por ter
entranhado-se na matta proxima ao engenho ; ao
ehegar ao dito engenho avistei um grupo de de 8 a
10 pessoas em frente a casa do senior do engenho
que avistando a forca dispersou-se, entranhan-
do-se nos mattes.
Procurando saber do senhor do engenho que
pessoas eram aquellas que se achavam agglomera.-
das em frente a sun casa, estc resyondeu-me que
eram Othon, Juvencio, um senou irmao e sous sequa-
ses, ignoranio scus destinos, n'esta ocmaso de-
clarou-me o individuo que conduzia preso chamar-
se Zeferino Caudido Galvao, ser eapito da
guard nacioen* gente, dos Correios de Pequoi T
'P9 ondeb 6-njoi4 4w* ger pase da Jvenoto oe Z
Othon, chefs estes dos grupos dispersados, e que
ia afin de- os oecultar para depois justificarem-se,
verificando-md dossenhor do engenho Bomrn Retiroe
se era tudoxActo, que declarAtra o refenrido preso
capital Zeferih,- respondeu-me ser tudo exacto,
polo que responsabilhsei o dito. capitio Zeferino,
pelo procedimento de seus 'filho e sobrinho, cornm
relaeio a qualquer circums tancia dada cora a pes-
s6a do tenente Leoncio em son regresso a este ln-
gar 0que concordou garantindo-me que nada acon-
teceria, visto nao haver proposito nemo intent pars
tal fim segundo a voz public.
Em vista do exposto regressei ao quarter aguar-
dando a chegada do tenoente Leoncio e as ordens
de V. S-, a quemn Deus guarde.-Il1m. Sr. Dr. chefe
de policia de Pernambuco.-0 tenente Manoel
Maurieio Lopes Lima, commandante.
Secretaria de Policia de Pernambuco, em 7 de
agosto do'.1884.-Conforme.-Pelo secretario, Fran-
cisco G. da Silva Barroso.

Quartel do commando do destacamento do 2.0
batalbhao de infantaria em Catende, 27 deojdlho de
1884.-Il1m. Sr.-Havendo eu no dia 2tdo eorren-
te marchado da cidade do Recife sob o commando
de 15 pragas para cste povoado, no intuit de pro.
teger a sua famitia e o sean rogresso do termo de
8. Bento, onda V. S. tinha ido effectuar deligencia
por ordem do governo,-ao chegar.aqui informaram-
me as primeiras pessoas qi-e effectivamente um
grande grupo de criiniosos uapitaneados por
Othon de Andrade e Juvencio de Andrade, na aui
sencia de V. S. langarAm-se sobre is raaq ideste
povoado corn aquelles criminosos todos armados,
commetteram as maiores tropeliaspe desatiaos, che-
gando ate o arrojo de declararem que haviam de
tirar-lhe a existencia onde quer que o eneontras-
sem, sabendo mais que elles jA se achavam em-
boscados. .
Em vista da exposto d ixei -4gumas praas n'es-
te povoado para garantia,'dos cidadilos e do sua
familiar e sem o numero de praeas sufficientes mar-
chei no encalgo d'elles, que afinal os encontrei am-
boscados no engenho Retirs que flea situado a
margem da estada.-
Infelizinmente nao os pude prender e desarmar per
terem ldies logo que prescintiram a fb*a, em de-
bandada se refugiaram ra as mattas, send en-
tretanto preso um tal Zeferino, pax de Juvencio do
Andrade a quem pondo em liberdadeo responsabi-
lisei per tuo quanto podese apparecer contra a
pessoa de V. S.. -
Deyo finalmente forar V. S. quo ted o
criaineaos em qLueaiW ie "ham aeaoalfl*e ho-
misiadosm alguns na cass e vivsda do engenho
- Beoial- Aurora, e eutros hso mata ado dito enke-
nfhoabendo at6 que corn cer1eza dons sao crimi-
noses de more em .So +Bento, e ehamam-se Joa-
guim Simao e Miguel Cats Lo quiz logo proe-
dea varejo no dito engeaho, pot Itral
aqni uma autoridadde quea issiu o'inj Jvae,
ta era t- terrorl anico de1 que me aebawam poiti-
deos ; e vet urge que V. S. providen-
* i t :e exige..- / -* :,
^T ^u& V^ &S-Ilt-na. &. toeuet. eonietBs
Lai~ino~erodie~sndairaodeo-ii0


.- GeP i to 9o $0 b r fe awh|
noa casea de oleiwda 46 engea Ct Belo Ajram


esedor p igenciAndo nopid
e venasd pSe bastante fatigado de tnt
Mi^nir Uaa matt"a diUiefle engenboft quy

alvaoaa e, u eaolvi dnigir-omea k U ise dodii
COuai a forga do men commando 4ampaaha-44
espetivo, eAcnrao para pseceder com a formdli-
dades legoaes, o vaorejo no referido ea-eno.
No acto do cterco poderto intizaeate os onimi
neosi de morte Miguel Cuta e JoaquM LSimao p
escapar precipiadafmenteo pela -reft, dda cas
do. vivenda, seadosapenas preso e doaaw &adid<
Galvilo, que nao se podendo escapar reunir-se con
Otteon de Andrade e Zederino d alo, armados fi-
zeram logo fogo sobre a forea publiba, nao tend<
tblizmente sido victim algumas das pragas por
ter a arma mentido fogo e ainda pela medida ener-
gica que tomei mandando carregar sobre 03 resis-
tentes para de improvise desarmal-os.
Dessa luta resultog sahirem feridos lovemente
eu, o 2 cadete Antonio Moreira, anspeqada H.-
norio da Silva Dias e soldado Serafim Marques de
Andradb, os dous primeiros do 14- o o ultimo do 2 -
de infantaria, bemrn come os resistentes Otton de
Andrade e Candido Galvao, quo final foram presos
e desarmados. Contra os quaes fico procedendo
na form da lei.
Devo fihalmente informar a V. S. queeJs-neos
seus interrogatories confessam que effectiv-mente
commetteram na minha ausencia tropellias nas
raans deste pmvoado e que com effeito se embosc.ti-
ram todos armados de bacamartW, pistols e facas
de ponta A margem da estrada do engenho Retiro
e se debandaram depois que pregentiram a forea
que V. S. expedio para eats localihdade ; nao con-
fessaram por6m para que fim se achavam embos-
cados.
C.mo este procedimento inqualificavel verA V.
S. atW que p.nto chega o arrojo da familiar Andra-
de, que tanta grita tern levantado contra minha
a utoridade.
JA nao 6 a primeira vwz que estes turbulent3s
assim procedem, pois V. S. deve lembrar-se que
quando logo aqui eheguei o celebre Jagencio de
Andrade reunido corn quatro individuo, bemrn ar-
mados aggrediram a forga public eAminha au-
toridade, no intuito de oppor-se ao nondado de
paislo expedido contra o criminoso de morrte Otton
Cicero de Andrade, o qual por samelhante crime
se acha actualmente appellado.
Se estes individuos nao contassem corn uma pro.
bteeao escandalosa e deste modo corn a impunida-
de dos crimes, estou certo que respaitariam os
principioe da lei e da autoridade,.
Deus guarded a V. S.-Illm. e Exmin. Sr. Dr. -
Raymundo Theodorico de Castro e Silw--:-Digno
chefe de policia desta provincia.r4#-Vwnte Lean-
cio Luis Pinto Ribeiro. ,
Secretgria de policia de Pernabco 5 de agosto
de 1884.
Conforme.-Pelo secretario Manoel does Santos
Pimentel.


N." 861.--S;ecao 2.--Secretaria da policia de
Pernambuco, 6 de agosto de 1884.-fllm. e Eim.
Sr.-Tendo mandado ouvir do delegndo de Santo
Ant acercas da nwticia que o Dianaiode Petim.
Sdo 18 tdc-juth. fi^tBcg~ a ettf
0 Sitldor que ali se public, sobre urma facada
que soffrera omorador do engenho Barra, Joao
Pereira da Cruz, tansmitt9 por copia a V. Exc. a
informaoo que em data de1 do corrente me pres-
ton aquella autoridade para que V. Exc. tenha co-
nhecimento. ,
Doeus Guardo a V. Exc.--Illm. e Exm. Sr. des-
cnbargador.--Jose Manoel de Freitas. --M. D. preo-
sidente da provincia. -0 chefe de policia.-Ray.
mundo Theodorico de Castro e Silva.
Delegacia de policia de Santo AntIo 1 de agps'
to de 1884.-IUm. Sr.-Em resposta ao offleiq d"
V. S. datado de 14 de jualho proximo findo tenho a
informar a V. S. que tendo solici'ado informagoes
minueiosas do subdelegado do 2.* distridto, acerca
do, facto dado corn Joao Pereira da Ctruz morador
no engenho Barra, fui informado por essa autori,-
dade de nio constar-lhe couza alguma relativa-
mente ano mencionado facto.
SDens guarded a-V. S.-IIrm. Sr. Dr.--Raymndo
Theodorico f*Cnstro e Silva.-M. D. chefte de po-
licia de periktbuco. -Manoel Joaquim da Silva
Cavalcante.-Delegado de policia.
Secretaria de policia de Pernambuco, 6 de agos.
to de 1883.
Contorme.-Pelo secretario.-Prancisco Geraldo
da Sil-a Barrosw,.

'tor c o neceasaria
Nos officios do Dr. inspector da sauide do port
publicados hontem por esta folha dertanam-so eos -
guintes engauos : .e
Na 3a column onde se 19-No Para tern havido
muitos c/okericoe=leia-se -muitas colerin.
SNa 6a column onde se 1e-- S# 6 impossivel
descrever o fedito que exhalam aquelle' esgotos
que incommoda at e oa repauos etc. etc.--leia-se-
Se 6 impossivel descrever o f6dito que exhalafl
aquelles esgotos que incommoda at es estabeleci-
mentos visinhos, ntb d menos indispensoaved man-
dar quantO antes fazer o p'-eparos necessaries para
que ao menos se duninia aquella sentina.

Rep&rOplo da Polela
SSeceao 2a I. 861.--Seeretaria de .Pc-
licia do Pernambuco, 9 de agosto de
1884.-hImn. e Exm. Sr. -Particlpo a V.
Exc. que form recolhidos A Casa de De-
tenaoq os seguintes individuos:
A'ordem do subdelegado de Santo Antonio, Jos6
Antonio de Assis, pr diaturbiofs.
A' rdnem do do 1.- distrieto da Ba-Vista, Isi.-
dio Elesbao da Silva, por embriaguez e disttr-
bios.
Communicou-me o delegado do termo de Naza-
reth, que no dia,6 do corente fora ali capturado
odeseto r do u ex&eito Bspeari uto Manoel dia Siva
quo sie supple ser crimiposo pronunciado na co-
mares de Goyanna.
Trmbem communicoqime o delegado do termo
de M- Bentoque no din I do corrente
de S.Bento que no dia 1 do corrente-fora f ap
radio o individgo de nome Manoel Pereira da 4.
eonheeido pdtMauoel Gubiraba, prounciad alii
nos crimes de futo e f.erimentos, e em Ajag ie
Ba-xo no doamorte. i
Deuns, ae -Im. oe zpl


.isc

ape(
8a Ar


Joa

nistra
ped


F D i? .B Americo de id&.--Ctpra se
^^ fagam-se os 4ev i- lsentoe tos.
.ira do Bar4s.-'-Deferido, por acha-
se aes d tel n. l4,5 sa Casa L. 33 a rua d
S -sb aixa na collect.
e itas Qimaraes.--Indefrido, quan
Is C' 41a0 do Recife Drainage; e corn re
a lma, requerera ao contador- para re
L) 'Anic 'AguSto.'di Silva e outra.-Indeferidc
Or to lectoila procedido regularmpnte na
cob qu reclmamm os supplicantes, num
Sez q sobre que recahe o imposto, foi pra
3 tiea.do eputancia de present exereicmo, sen
do qno cie nao tem applicao0o o principi<
legal aes para effeito da cobranca d
1taxa M^^eman~as.
JoL o da Fonseca Braga e outros.-De
Fido, -se per term a fianga offerecida.
iJ'. Pinto.-Deferido quanto a 2a par.
te da 1, de conformidade corn o paracer" fis-
cal, -e por term a fianca offerecida.
Jo oto Perreiram -a Silva.-Defeido
sendob 4~~pendido o supplicant no langamento
do imp i4e 20 O/o, cuja cobranca se promoverA
ie se the .asitua nos terms regulars a que pa
gars sn1p snascate.
AIaM s&a da Cunha.-'Deferido, ficando ir-
resp, p Jos debitos antenores o mesmo in-
qullioe opcpar o armazem n. 5 a travessa
dw- Mad e Deus. -
David lilva Maia.-2-Nega-se provimento a
vista d=Mormacoes. -
Mcadh$a'Silva Santa Clara. -Approri*as.
,0nronwnue 1Fraucisco PFertira. e Joao Ipes de
1alon A0Certifique-se. J
Antoao da Costa Ferreira.-Entregue-se pela
port a 0psti.o
Adolpho Jos6 de Araujo.-Pague-se.
Jo0 Berd"no Ferreira e MAnoel Carlos da
Silva Crado.-Iafomme o Sr. contador.
Franeiseo (omes Gayo de Miranda -Haja vis-
ta o Sr. DAmprocuradsr fiscal.
Aureli 4 co Santos Coimbra. Haja vista o Sr,
Dr. procurador fiscal
Jo6 rreir Camnpos.--Satisfas a Lxigencia
Mareoi4BUtonio do Sacramento e Joaquim Ter-
tuliano 4edeiros.-Haja vista o Sr. Dr. pro-
curador l8c.




Theseuro PrehTrlaal
DESPACHO$ DO DIA 9 AtOSTO Dz 1884
Theresa Joaquina Jesuina.-Deferido,
do accordocom as informag$os, send que
o incdulto da lei u'n. 1,544 s6 pode aprovei-
tar a suppoicante ao exercicio de 1882 a
1883-em diante.
Irmaidade do Nossa Seuhora do Rosa-
rio de Santo Antonio.-Deferido, de
accordo corn as informa$es, tmenos quanto
a casa n. 18 da rua L-nmas yalentina,
aue ainda continia a pertencer a suppli-
oante.
Dr. Francisco Pinto Pessoa, Dr. Ferrei-
ra Velloso e Jos6 Antonio Jacome. -Infor-
me a l* seccao.


SCamara Eautlelpal
DESPA aL DE 8 DE AGO3TO DB 1884
P8o commendador. Moraes, presi.
dentesno imredimento do commissario de,
"policia: "
SAntonio.;Pinto da Silva & C. pediado l-
cenga, para a brir umn letreiro po estaele-
cimento do ferragenas sito a rua 4e Daque
de Caxias. Sim, pagas os impostos mmuni-
cipaes.
Jiuiz Joe6 da Silva Guimares, para
concertar oeano de osgoto do sua casaon.
114 a ru4da Ponte Velha, procedendo a
necessana escavaao. Sim, pagando o de-
vida iinposto. -
Ponciano Pereira Loile, parA a compa-
nhia de Gaz,..^roeeder escavagao na rua,
afim de cojlocar encana~nento na casa n.
58 a rua d eMaquez do-I-erval. -- Sire, na
forms do- 66 art. 48 do or9amonto vi-
gents. .
Ratposo & Roma, para afbrir urna lithe-
grap .iana pm imento terree do predio n.
&t i-au de Vidal de Negreiro.. --Nb0 ha-
vealdo inoveniente, concede-se page os
deotsides imfpostos.
SPolo S-, ,. Jose Osorto comniusarvi

-' Jom Amtodio de Araujo Livrameuto, peo


&do 4aego Mello.-_ntret
etor geral tadltrnc bAA
aujo CaW I-norne


s $ilv4ttra Pnitot Jo06 RibeirodaPo
e ofttro.-Juntorm-se cdpias das

Avima de oe -ea -e-Ao.Sr. coAtai
M39to e a ooConteneiosopa
ura, da Ivadocat.
iwatador. <,^
0,^ 1 m -7, bo A' 'A -Cap
Correla de Araujo.-Cumpa-se
Kgit netas da portaria de liceneu
ini*tf Conceiqlo.-.Ao Sr. Dr, adm
onttielado paital e hnder.-
0E64Wtede Albuquor Uchoa.-C!-r


idindo liega para mandar t1ansformar
+ em por el
duras j Ia em ports, fazer corn.ija e4
&Oirer o' @o, d6 armzemm in. 44) ao
oaesa~o T tibe. -Simr na forn-a do


a sna colloeagbeo os lugares em Ae .ma-' elias empos nodiernos um% veruaaelra aspiragao na..
ser mais proficuas A serventia _ba; e, eu lonal, e todos confessam que, do sun realisawibo,
m poovrpttdinal- depended essencialmente a feicidade e o desenvol-
mente, promover per redes os meios, -*a" nosso al-
canoe, a isen~go do todos os direitos e tributes da vimento das nagues, parece-me subversive deste
importamgo sobre as machines, aparelhos e todos principio toda a resolhgio que addar- p)ssa a so-
os instruments destinados ao aperfeifamento do lao de tio imp3rtante queati o social.
fabTico do assucar, ao prepare maim facil e a cal- E ninguem, coi o espirito came e demapaixo-
tam mais vantajosa dos terrenos, em que traba- nado, poderi sustentar queo. nio 6 attentatorio
Iham em lavradores. demin dogma politico o acto que #espoja as cama-
(ha diversos apadores. rat municipaes dos meios de augmentar a suan re-
SSn. B nZo DRAZxETH-Se nada d'isto pa- cilts, pars oceorrer as despezas que lhes incumbe
demos fazer em. 'in dia layouta, neo fallece tam- satisfazer, ptla natureza do sua ppropria institni-
bem o direito de aggravar ainda mais a crises po o.
quo e el p d, s d a ctr Pretendendo ocoupar-me de outros assumptos,



*u Particp ell opasano augenandos au contrne i nAa^
buioe squ eja paga.n de ar -julgando sufficientes as observagi s que aeabo de
S ondi, poi,tes os meus votes, submetterei a aventurar, para justificar a recusa do men vote
onside o da Assembl6a urs emondrduzin-ao art. do precto, a que me tenho referido, nioi



msideisodaAssemblita umeene edzn- nieieimi n unarci-o
do i dM A ilo sobre o assucar; s espero (jue serot-ein- s eir t o-maim na su n apre toao o.
colhid mmaior benevolenia.DespBot-er tudaa ateno o impostor de
f a agora do imposto s eb et a e 2OO"rnis pot- tonelada, ue o project, no 19 do-
eam eatre herdeiros necessaris, que tambe*i fioimesmo artigo, sujoia aors nafi
rint 1 o e stra geiros, quer naoioiaes, que e arrogarem no-
'Participo daq opiilo d'aqublles.quo entendew Pto desta itpago por cad viagem1, uas oc-
ique uccess"a necessa adsia W odove set trib- u a n it i u n n
lads.-~ ~; W b orn pesivol qu o at critics quo neate mm emo-
tads. s e eto ,art ,se detomiaa por uma_ apreeiagwU
S end nontesatvel que os.- desceadeutes re- dewaoam oqedisuto% paraeujo es--
Pr wd*a -os stdes, e que lo asucee+(nAo aplia-
iNM oliutumete, p a erod t -hass mesmas ob-
leiPOXV14deto servaqoe gqrdsndo ocm ealaroc aet"s do uo'
ofazeuda a6rga qo'-
by ,e cm wt uem,
"0 Va. Tweeaim urn easque pars dat-art-has do
'a U h taVMS e do seas cwheeimentoa profes-
PAT I qbre t&lm taentatoimateria.
-ci do ae *wuralipo_ *m~-~-~~ oz estul~s praeise.pat-a hem ,equilatan em
do 4m u o d uPorta& eexportados
-a~ ~- # w> a- pA- 1Bpndetoi emm-ro, p
Cap"*"- A va aIfs, ue a eo g unda fe-
Qfopn0_qu &%aCI mttcr
ewciu 40 Odttit-
09 OU~lO d9


'1r


g0,Tea-a


$


-a .. ..aquillo que, por direito natural, jA eonstituia o A",
patrimonio. cnttt
K.- Mas, se todas estas consideraVces nao asa uf-
leaI di A ffinf cientes par% justificar o asserto da opinion qg
A &- ^ : mantenho sobre este assumpto, ereio que ningi
n- DISCURB DO S..BDA1 DE NAZARtH, WA recalcitrara em confessar a iniquidade do preeei
n- SXO D B E J o .. *88. qu? att n contra o deposito legdo ao filhop3o
SB. Psusreuxta- Tern a palavra o $r. BarC pa, a. _" s.b..stena. e quiA ad"quirn.
or de Nazareth. an.mano labor, ingentes fadigas e a ousta d
r 0 sar. de aaret Prevale- i penosa economic e dos mawores sacrificios.
Se N ar h P e opois, que a success necessaria de
cendo-me, Sr president, do ensojo emquo o regi- estaroenta de toda e qucessaquo necessaria deo.
a- mento me factlta aventurar algumas apreciace3 tretanto, sendo este post a das verbaso.
sobre as differences umarias constitutivas do pro- r ea u o, hes este zmpos, ura as verbas or
jecto do orgamtato di eitae-despezapnrovincia ...ta ,ha matoa figure em nossos or.
`e vstod achar-se ellsemc discuss ona al er- 9amentos, nao proponho sua eliminacgo, attentas
e t aehar-se elle em. t. -.discussio,-na qual 6 p4-as diffieuldades con que, de presents, luta o the-
mittido o exame e estudo simultaneos de todas as souro; masvenho lembrar a sua redue.o, ma -
Ssuas disposig5es, venho hoje submetter A inttic e ntdos m. einaa ... e esav a ora-
dos preelaros menmbros desta augusta corporIUP tendo-se meama taxa que esava orig
i- gunas consideraices, que nto me parecemu pa oa que no se exija do herdeiro mais de 1 1/2
todo excusadas, suggeridas pela analyse que d por ento sobre o valor da fortune que por ease
.. meio Ihe f6r Iransmittida
, pevenidamente emprehendi desso trabalh), em Neste sentido, apresentarei tambem .a emen-
S todas as suas parties. da, para a qual import a attend da Assembl6.
Devo, antes de tudo, ponderar- que todas as mi- No me parecea a equal mpenta justifeavelo da Assemblm-a
Ic Uhas reflexoss attingirao someate as dispmsigoes J^o1m pae^ iguaimente justificavel o im-
hconcasrnefes ateceita da provincia, ou antes post de 1 o/o sobre o product liquid dos leiles
coneernojikes a receita da provincial, ou antes A judiciaes, o quoeconstitue o object do 14 do
- part referente ao estabelecimento dos impostos. art. 10, do presented project.
- Entre sates, despertou.me a attengAo, em pri- Aceito essa imposigo sobre os leil~es particu-
Smeirolag, o que recahesobre a exportaglo do lareso ea considero mesmo equitativa; porque
assucarI, qii~foi elevado pala commission de 2 1/2 e' ,^ ndroms qutiv pqe
asscar, q o elevado pla 3o00sso d 2 1/2 imprtando as alheacoes feitas por meio de seme-
S ao deon o o etado da fi lh arremataoses, d ua verdadeira venda, ne-
tt N~o desconhc~oomoetaodiansd d ildd .
a provincia, e taco votos pelo desappare~ento da ahaR .razAode utilidade public dispensa aquele
'a -r~vindal e _u vos t, d, qupe, psr igual modo, distbe de sna propriodade, do
Scrise que.travessamos ; mas, distanio a d'aquel- paoan.nto dos respective direitos..
Sales qae preteadem assoberbal-a, exhaSino ted La .endoW .. ..
o seivada lavoura quo, corn profue'ha ompre faculty, al6m dqatbe o le)lao parties lar urn acto
qconcorrido para a elevao da recita fbliea. E tivo e a que sonete so procede quando a
1A oenuoredo parP aoe~leag;od% oreeeit'bl sEeparte, ou antes o interessado, nelle conv6m, 6 in.
o me eacrupulo em acar hoje o ugmento desse tuitivo que nenhuma violence soffre aquelle que
- tributo, etanto mais justificavel quanto e notorio paga o tribute a quo estio sajeitas tao s arre ma
o desalanto na cuitura da canna de assacar, pela taees .
Sdepreciago actual do sen prodacto, e pela conse- Esta consid.rao, por6m, dsaparc d todo,
qaente redaccao dos pregos que, para ease genero, quando. acto 6 judicial; vito no pp er feitoaoa
obtem o fabricante nos centros consumidores. a razi0 do o no v e i.o a
S E' precise reagir-se corn a maior tenacidaie apazlematodo vendedaor do mnovel ou itm movelo
'; "'cuja alhea ao 33 opera iodependeutoemente do cn
contra o preconceito, tao em voga, d'aquelles que cuo d d a .vontade. e o
suppem que a industrial asSucarera e u6 mann. Na primeira hypothese, a-quelle ue promote o
cial inexgotavel de dinheiro, e pode sapportar as leio, dispe iyrement sua pro qpriedadove opar
taxas mais onerosas e todos esses enormes sacri- utilisal-a melhor e por conveniencia propria; na
-ficios, corn qqe progress;vamente vai sendo gra- scgunda, por6m, a venda 6 decretada por mandado
Svada. judicial, e transmittebo domino do movel e immo-
os Avalieva-se, corm justeza, os salarisos quopagam vIl ao credor quoeo requer, expondo o seu legitimo
om cultivadoros da canna, a gastos do fabrico do donor aos azaros e prejuizos, a que se rriscamas
Sassucar, o custom das machines empregadas nesse tmataes feitas em praa.a
mister, o valor do capital representado pela pro- E onerarnesseseas, o devedor corn o paga-
priedade territorial, onde o memo trabalho agri- meno da taxa imposta a u actor, para o qual nao
Scola so desenvolve, o que tudo deve-se attender no oncorr ensou6 um n o sacrificio u
calculo que se fizer para aferirmos corn exaetidao c. .e ponso quo. um novo sacifieco que so
ihe ilmpoo u mrauraegncpns,
Sos lucroS dos pro-uctores ; e todos reconhecerao u vir a mavarhe ainda mais enca condiog
que nia mslo as vantagens to excessivasque dei- aflitiva em uep r ane mas a cond o
afitv mqu perlnanec3.
xemr ensanchas para graadea libhoralidades. iNao acompan. o aquelles cujo intent 6 aug-
Al6m- disto, senhores, nto, devemos finger quoizmentar, a todo7o transe, a receita public, sem at-
ignoramos as contribui. .se. getaes a quo estAe s- tender a sua procedencia, nemo a natureza dos
r a a epits, dessoa eer'prs onerl- m -;os empregadospara provel-a, con-iderando-os
*ainda maim, eiigind. o agrienutor ida 1/2 0/0, sempre ju. fcados, ta a vez que, por eles au-
alem do quo a provincijiA elle recebe. '
e d quo a e nuadapcoisoadel. re a.eb ...iliados, couseguiroembastante numerario pars os
...no, ,poi, que, e3te me so a mialhoiros do Estado.
industria, em vez -de oppriil-a ainda mais, deve- Na deeretao da renda publics, no se deve
S adempenhar par fazel-a resuscitar do ma- esquecer os principios que a sciencia economic
rasmo agonisante em que s store. aconsela prscreve, pa- quo ipostonilo s


reir aa^ rAacha&rt-&ne todousto s ca- gundo le r, a econdio do contribuinte, para queo
teia, aratoriosassim comeos cmos instrumen- em caso aigeum eol, voja no conc urso quo a socie-
tosaratoriosassimcomoosam po de s se- dade Ih .demand, a v ordadira torso.
menteiras, B,, sobrearregada, como se achea, deo Pensando pot ease modo, no intuit d c9rrigir
tamanhasmlmposigoesnaio vier a reeeber dos Dpo o defeat%, quo noto na vetba, a quo ha pouco me
deres do Estado auxilio e a protecao de quW refer, otfereoeroelur abeiendl a aoprojecto, pedin-
tanto carece, para n ao sossobrar no meio das rui- do a suppressi, da epalavra-judicial-do mencio-
nas que a circundam. ndo do alludi ado eart.-
tizera portanto, qa e todos nos, em vez de pe- n- .- d, d .. .
Quiora potano, ue odo n~, e ye dop i Pego tambein a Assembl6a quo reconsidore a
dirmos a lavouraparte do sua produciof para a sposiio do 18 d'aquell mem art., que pare-
satisfaglo de despezas que certamenteo n a soe-mo eattentatorie da prerogativas das munici pa-e
ficiarao, colligassemos todos ms nomieos etrSO ree oere u da ro et, lidad ens.
para proporcionar-Ihe o ensejo de resurgirdo es- So, nest. momeuto, nio me falha a memorial, a
tado de prostagio e abatimento que a acabrunham = 9-1oquo aise so f a da
o fazom-na dosfallecer. imposzeSoqeais decreta, torn sido nina des
e oa, pensamente a nossa pr.cupa- font dareceita municipal, qu virai a deerencer,
Seja, poim, s'pesmnoansa r.cu so a .municip~fidade for coagida a supprimir do
no de todos os dias, uma mania mesmo, se o qui-en ono a taxa imposta sobre essa classes de
zerem, e dorminados ineessantemente por essa ida vededortes amb Plaute a queo damoso epithet de
dio esqueiamos um s6 memento os loegitios inte- e
resses da classes que mais e ontribueo para a rendao na st n n m a e,
do Estado, promovendoo desenvolviiento e p Relevai-in, al6m, disto, ponderer quo, attingindo
eridR..ad odease impose t soqeaui te quelles quoe xercem uenad
p Senid do s tinesaeatna do asnousar -ees rer-aaf ne a dentro do munie ipio, 6 rxcontndca das
Peuso quotendo 8.B i P t.. dos rg.. e. e ases as scrsbloas provni cisesd a faculdade d legislar sod
benofic os, to so "e u o d oaooos elba nads d'eaaa a Sa 0 s1 e c asse ae
maim, me doJonrn a eodaeteiernt per esae bo d b-rdecer- ass....o a.mem qu.epreteda. u
quoa l ns- prodig.. renatngi em dombuansia oue natiomebs os qpues a
vantaesqeaos agzurs m emeo ostg~o ~ pessam imo r s dliad



rmese Saclae uecm a cntriUdeeparaiaspenea. A? 6 coplotme n...
Ija, ns-, poima.,,a, eud fa~a en.. p.;. oI. d..... loctealm, eeatctom atso poferenescrcqum ie~e, emngua




perha eo mandactequ recanabosd nass coar.ns- quo.esapodidsasprovica ,6naurdealquo, ona
bien. os.usnponuLs daesounoe rad es perncis icpas i ospa l lre-
msatra smoa s eo on uie iodesa v o pue nspat-a d as b Ae r eepoaso orem do projvctoncoal. oa s en-
mt inucpe nad atonaia o' n"" do biren
faciageesndue~ a agodtr o ~ prompto- es m,trumotdoeA odss fent do end s, artn o sobuinrem a It-i-
produeo. ,cacad o om ep e pv~ossuar smpor vnas eaiuautaa oqugrvad
meatrom indamai cste o gnero o qo aess p xriiofdss s, provoca ssA o me desalentoenou
coUoaaemosnosdpis em tde avautaosa uspo '~ oaersreosifeetscrusrpee

cuiao c mrn e -nsdsnovrnapoieaytm moasis cnmiae os gaval u~apraus toal A dispoicao, erm, detpriment., quorledn.sn ro-
filconstuir obre os prosquimptodo transiotoe coia, paas ieridarecota pltrovnctial. udeari


*.o
'^^^



-. ^'^




































Spoasiei, repito, que me inspire om urn falso
4i .zo; mas, emquanto nio for conveneido do erro
par veatuna, permaneoE; manteaho a mi
o:nviiea,. que consigTo na emeuda queW mas
,l seri apresentada, supf.rimindo do para-
A'.4p4 ~que acabo de criticar a palavra-earre-
~i i ,prevaleeendo o impostor nelle deretado s6-
gpplepara. as embarcac9es e navios que aqni
l| &f1 leacarrogroem.
/31*, Cingtdo-me aos apontamentos que tomnei para
f ajllar no present debate, cabe-me trataw agora
A4aimposicio de 30 010 sobre o valor locativo dos
S1 i predios, sits f6ra do perimetro dos impostos de
m .eparticao, eni que haja qualquer estabelecimento
i comprehendida na 1', 2a e 3a part da tabella an-,
nexa a., projeeto.
S. Observarei, em primeiro lugar, que este impostor!
'- desproportional; visto comograva igualmente,
a estabelecimentos de orders differences, attenta
a diversidade dos fins a que se destinam.
Ser-me-hia penoso, e fatigante para a Assem-
S bl6a, se me propozessc a particularizar o object
de commercio que se exercita em cada umrn desses
estabelecimentos e demonstrar, jA pela natureza
S da mcrcadoria nelle vendida, jA pala differenga
das industries ahi praticadas, que a unif.irmidade
da taxa decretada contraria o principio que se
dove observer na fixaeao dos impostor.
Se 6 verdade que a material tributavel dove
contribuir para a rends do Estado, na razlo dos
lucros que proporciona ao productor, fabricate e
industrial, 6 de todo injustificavel o preceito legal
que a tribute indistiuctamente, e corn a mesinma
S igualdade.
E' tambem fundamental na sciencia economic
que as imnposioes onerem menos os generous de
S primeira necessidade, reservando-se as mais gra-
vosas para aquelles que nao tem o mesmo.caracter
Se sao, per esta razao mais dispensaveis.
Sabem todos que o tribute que attinge aquellas
mircadorias, 6 page promiscuamente por todas as
classes ricas ou pobres; e que os ultimos ferem
samente os favorecidos da fortuna, que podem
supportar maiores encargos.
Eritretanto, no project qu, anilyso, olvidaram-
se todos esses salutares conselhos ; e imprevidente-
mente equipararam-se todos os impostos sobre os
diversos estabelecimentos comprehandidos na la
2a e 3a parte da mencionada tabella.
Para libertar-me de afanoso trabalho, ado com-
pararei todos esses estabelecimentos, attendendo
j4 as profisaSes que em alguns so exercitam, jA a
S qualidade do commercio que em outros 6 pratica-
do; e limitar-mine hei n'esta exposicao, para ser
melhor compr6hendido, a comparar alguns d'a-
quelles e outros d'estes,, para fazor sobresahir a
disproporgalo do imrposto sobre elles deeretado.
E' assim, per exemplo, quo estiao sujeitos, entire
0s primeiros, a mesma imposicao de 30 */..as o31-
cias de calesdos e as de cortar ia preparer o fu-
mo, que pelos fins a-quo se destinam, nao deviam
ser igualmente tributadas ; e, centre os segundos,
as. lojas de vender fazendas,. generos.alimenticios
e as casas de vender joias, relogios e piannos, que
por sua vez nao deviam ser. tambemrn confun-
didos.
Alrm d'iato, peso mais quoe este impostor 6de-
masiadamente excessive, principaImente attiaginur
do somente as induAtrias, As profissues e ao corn-
mercio exercidos em lugares e centros menos ha,
bitados e populosos, ondeoeonsuma dove soreme-
nor e muito. mais-cirnumscripto, o quo diminue os
lunos d'aqueLlUes que se dedicam. a 8ases diversos
goneros de trabalho.
E precise, finalmente, annca esqueeer quo para
a-elevagAo da renda public, menos concorre o va-
lor da cantribuicao do quo a sua extensao,aeon-
tecendo muitas vezes, e quasi que, come regra,
quj a arrecadaqAo dos pequenos impostos avulte
mais do que a das taxas de maior importaueia ;
d'onde tacilmento se deprehende quoenasuade-
ereta Ao se devem abolir todos aquelles que fo-
rem vexatorios e tiverem o character prohlbitivo;
visto serem prejudiciaes e de todo nocivos A ren
da do Estado.
Em vista d'essas abreviadas reflexes, o pars
attenuar o defeito da disposiabo orgamentaria de
qu oeccupo-me neste moment, maudareiai-mesa
ura emenda, reduzindo a 20 -/. aquella impo-
siio.
Proseguindo no exame e estudo das diversas
verbas de receita, depara-se-me a opportunidade
de tallar acerca do impostor sobre os vencim-ntos
dos empregados publicos.
-- Prinoipia declarando que exprobo e condemn
S. a-eemprcgo-msnia, e lamento que esta id6a se to-
Snhan mcutido par tal modo no espiritodapopala-
ibo que todos queiram hoje viver a custado Es-
t lado, podendo aliAs aventuiair-se em mysteries
.n mais lucrativos, que ihes garantem nais commo-
da subsistencia, e um future menos precario para
.suas families.
Exprimindo-me, por6m, nestes termos, nao pen-
se alguem quo menos consider a classes dos func-
.a-cionarios, d'esses servidores do ]stado, que o au-
ii: xiliam na gestAo da causa public, e encanecem
no labor constant a que se entregam, desfalle-
1;, *-sndo, muitas vezes, sob o ingente peso da com-
S'. t3ao que lhes foi confiada.
SScm o funccionalismo, o Estado nao poderia
s| subsistir ; porque nao se comprehend Estadosem
: governoro e admninistracaio, que serial ideas vans,
se nao houvesse quem, investindo os cargos pu-
., blicos, realisasse as resnectivas funccoes.


~ Mas, nao send os encargos publicos um goso,
| *sj pois demand no seau desempenho esforgo e traba-
lho, 6 natural que aquelles que sao pars ello no-
S meados, percebam urma just e proportional retri-
: buicgo, attendendo-se a que fazem do emprego a
!i< sua constant occupaglo e privam-se d'est'arte de
S obter per outro qualquer meio, o que necessitam
para sua subsisteneia.
tPortanto, o que o funecionario recebe Ihe 6 de-
- vido, e nao se pode considerar como uma simples
libers lidade, d'onde se conclue que ninguem tern o
direito de extorquir-lhe parte do que ganha, para
reverter em favor do mesmo Estado, a quem pres-
ta elle os sous services.
i- Se o ordenado quo soe Ihe fixa, 6 excessivo, seja
Si nesse case reduzido; mas, se represents a just
I 1 retribuigao devida ao servidor do Estado, nao se
tente diminuil-o, exigindose d'elle, a titutelo de
ppl imposto, uma contribuiiAo forpada.
,- Entendo, pois que o onus langado sobre essa
Jf .. clause 6 urma verdadeira mystificaglo, que dove
:1 ser banida de nossos orgamentos.
SE esta extor 'o 6 ainda tanto mais celebre, por
qut, em tars casos, 6o credor que paga-se pelas
ui mas proprias mios, nao permittindo ao devedor a
espontaneidade da remissao do debito
Discutida sob um novo pento de vista a mesa
I --. questAo, v.O-se atuda elaramente queo ordenado do
Jtu*eionario na o 6 materia tributavel; soe consi.
Sdeari-se que, ao contrario do que succede comnas
outran imposiwies, que augmentam a renda publi-
SLa na razao directsado tiior numero de contri-
bnintes, quanto ,mals si as:dt:Bdoi." des& e im-
ploto, taato mais despenderA oa stado, de modo
quo so, par hypothes, fome eatsa uiesi fmnt4de.
recital, estas desapparecia totmeate, vie-ea
dependeint du paganaae Oantiar qe "a. i-
-Xa fze~me aou seaeontribU es.-,
Desejo quo esse impowto, eWOW pad"* a
abpio, nao podsado, porm., rtiftl a
aspinwIe, eoBoidest-sih.4emw parts m M*a
*amzindo Sa rtftc 0"B t U


.. = .%. .-.--- = ." _j9._us s
a verbs contida no project para au .ti-a na sa-
tisfa* o d a su.as po-t aer reduzida
aguardad se oa sa se m a $ p quadras mais
caiautw9wO- qusandar houvess ezcasse de meios
para attingbo imaque dstinada. Entretantol
nenhuora emenda apresentarei neste seitido, con-
fiand&que a Asembl&s delibeak neste asaump-
to, inspiraudo-se nos conselhos da prudoncia e da
sabedoria que illuminam-todas as suas decisoes.
Ihiciando agora o exame da material contida em
o n. 61 da tabella annex ao project, ponderarei
que, nio impugnando a taxa ahi estabelecida, nio,
aecito, todavia, a f6rma de s( a deeretaao.
Fago a devida justiga a Assembles nao aeredi-
tando que ella julgue que, cedo neste memento a
um sentiments menos generoso, suppondo que de-
fendo interesse proprio (muitos nao apoiados), por
ter aquelle imposto de attingir-me tambem.
Niguem iguora que seja crescido o n:imero da-
qoelles que empregam seua capitals em deseonto
e letras, sem que tenham todavia escriptorios aon-
de realism semelhantes transac95es, o que diffi-
cultar& a distribuigAo do imposto, que afinal viri
a recahir somente sobre os quo teem estabdeeci-
mentos, onde sio procurados para igual mister.
Sendo, por6m, o pensamento do project que se-
melhante contribuiao seja paga portodos que
descontam eases titulos de credit, e podendo
aconteeer pelos terms em que est4 redigido, que
ella recahia sobre alguns somente, o que sera ex .
cessivamente veratorio, juluaei prudent prevenir
tio grave inconvenient, offerecendo urma emenda
que acautela melhor a eueeutoa da lei.
Para que a lei nab saja p-r tal moio aplicada,
entendo que fixado, como se acha, o quantum
d'essa imposiao, devemos limitar o maximo da
quantia exigivel de cada um dos contribuintes,
nio podendo ser esta em caso algum superior a
2004000, afim de evitar-se que a totalidade da taxa
votada (4:000,000) nao venha a ser exclusiva-
monte paga na sua distribaigio, per aquelies que
tern escriptorio para o desconto de letras. E, pro-
cedentes, como sao, segundo pareee-me, estas
;observagoes addusidas no intuito de remover as
;difficuldades que possam surgir na execucio da
lei, e de tornar menos vexatoria e mais equitativa
a arrecadagio dessa verba de receita, espere que
a Assembl6a nao me recusara o seu coneurso par-a
a approvaqAo da emenda que neste sentido redi-
Igirei, para submetter ao seu esclarecido conceit.
Rest,-me, finalmante tratar da quota exigida
dos commissaries ou agents commercial, o que
constitue a material do n. 76 da mencionada tabella.
Este imposto, pelo qua pirece-me, 6 iniquo,e di-
rei mesinao que de character prohibitive, principal-
mente se o compararmos corn, a taxa quoe pagam
os correctores da pra fissio mais lucrative e gozam de previlegios que
nao tern os commissaries ou agents commerciaesi
Sendo esses agents auxdiares do commercio, e
cooperando-em todas as suas trausaoies, nas quaes
inttrvenm, segundo o grAo de confianua que'oispi-
ram ao negociante, por conta de'qqem' sao feitas,
io posso atinar corn arazlo justificativa desaupe-
sada contribuigao, que tanto onra a stta profissIo.
i A contiana no commereio nao 6 um sa-timento
nue sw possa impor; a;, portata ri nw- eU'f te
eve ter, plensfibardbsde soada seugen-
$es ou intermediaries, effrmca soer coagide a:pre-
erir aqueles que no gstan, ottu deasmerecem o
eu coneeito.
Ehtreotanto ;6 iatal, segundo pareee, o qnuo mira a
d isposicAb que combat, tentando fazer desappare-
ter esses agents auxiliares, parz.p6r ao serviVo
do commerciante unicamente es correctores da
praca sobre quern pezam loves contribui9ges.
i (Ha um aparte)
I O Sa. BAXo DE NAzBB --Seo nao podemexer-
er semelhante profisslo e Sibo criminosos, vonha
Ao sou encontro a justiga public e infrinja-lhes as
penas da. lei a que estlo s-ijeitos.
0 apart que acabo de ouvir fortaleee ainda.
mais minha argum-ataco, por que se prohibidos
sao os acts por elles pratibados, e,- il-cita a sua
profissio, nao pode ser esta tribuatada,; vigto n~o se
poder, converter o crime em fonte de receita pu-
blics, o que seria attentatorio dos principioas uni-
versaes da moral social.
Examinando ainda este imposto nas, suas conse-
quencias comprehende-se, sem grande esfor9o, que'
a suadesproporVio corn aquelle que pagam oscor-
rectores, conspira contra o salutary principio. da li
vro concurrencia, que condemn toda a restriceao.
no exercicio de qualquer profissao em beneficio de
uma classe privilegiada.
Eutendo, pois, que essa disparidade qua se nota
entire as taxas estabelecidas em oa numrerosos 71
o 76 da referida tabelia, dove desapparecer, send
equipirados, polo que apresentarei ainda urna
emanda consagrando essa idea.
Sao estas-as consideraSes que me aprouve sub-
metter ao illustrado criteria da Assemblea, a
quem agradeco a benevola attencao que liberali-
sou-me durante o tempo quo fatiguet-lhe a pacien-
cia, aventurando essays desalinhadas aprecia9oes.
Tenho concluido.
VozEs-Muito bern muito bem.


REVISTA Dliil


Tribnadl d Jury do Recite-S6 ha-
vendo 30 juizes de facto, deixeu de fuuccionar
hontem este tribunal.
Foram sorteados mais os segulntes jurados :
Recife
Munoel Rosendo Torquat o de Almeida.
Jos6 Fran iseo Cardoso Ayres.
Santo Antonio
Luiz Clementino Carneiro de Lyra.
Jo o de Araujo.
Antonio Joaquim Ferreira de Oliveira.
S. Josd
Antonio dos Santos Falcao.
Capital Raymundo de Almeida Sampaio.
Boa- Vista
Jos6 Maria de Hollanda Cavalcantc.
Francisce Cicilio Fernandes da Silwva, GuimarIes.
Modesto do Rego Baptista.
Galdino Pio dos Santos.
Dr. Joio d'Oliveira.
Dr. Eduardo de Barros F. deo Lacerda.
Ismael Victor Peroira.
Francisco Jos6 da Costa e Silva.
Afogados
Candido Alberto Sodr6 da Motta.
Pedro Gongalves Torres.
Pogo


,Jorge H. Cooper.
S Foram multados emr 20 :
Dr. Augusto Serafim da Silva.
Dr. Carlos Eugenic D. Mavignier.
Bpiphanio da Recha Wanderley.
Francisco Tavares Lima.
Francisco Jose de Souza.
onnrique C eswo de ?eIlo.
Jer6 LM, Medo rCav.It"ate.
Jwaquim Faancisco Coliures.
Joal BRdoioaes-de Mani&a.
OJba6- A sto, Gong9]ves -enua..
Ur. AnatGio* Germano BRlgoufra I
Qomingos Jos6 Ferreirs.
tte s Daat itoni. de Olivefra.


ciadi a sesdgo extrardinari do( es
rior. dessa assoeeiado co a
Pinto Juniomr td-dor "a ..o
Marques, oemren dadoe JoauiM Felipp tt
eopofessores Wanderley e MAA. .-
Foi lido a expediepte, eonstante do algunoifi-
cios contend offertas do Mo, folhletos, atoi
da inspectoria 4a Is 4snstruca a d P do mapeeor
do Thesouro Provincial, da'Com, la.nh% Be-
ribe, daAssoeisco Coamaercial AgriqohL = ts
do differntes associaC¶ assistir4m'ao a sous
anniverssarios,-e mandou-se agradeer a.Artt4o,
assim cnmo a-continuaco da remessa gaxita
pelas respedtivas iredacoes do Diari de /,erfaM-
bueo, Joran6do Recife, -Tribwua, 1 ?ero rsuaio
dos ProfosA@rcs primariaos, grande parts' d.o4an-
no do periodic Aur&ra, Folha do Nore e &U,,e,
Outub*.-
0 president e declarou que convo=4aj Aquaea
sessao extraordinaria parn diffmentes o o quolA
Ihe pareceram digAos de considerac6s o, ando
em L.o luga quoe se revelasse'so deowie aolem-
nisar, nos ternos dos estatuf5s, no dialte agos-
to, o anniversario da installaU o da saiedo& de. -
Submettido o assumpto a discusaao, depotis de re
flexes feitas por alguns membros do eonselho, ja
quanto a o. estad' das financas, ja quanto a oa poa-
cos conmodoas que para taps solemuidadea offere.
ce a caza que lhe serve de sede, resolveouque nio
se solemnisasse o referido unniversario por moti-
ves superiores a boa yontado e depois do-couselho;
o que de modo algum vedava ouwiahibia o Presi-
dente do conselho superior, de accord da- -a- do
conselho parochial da Boa-Vista,. de maidar illu-
minar as varandas da caza em.que funccionaib, de
,ter salas e todo edificio aberto aos socios e alum-
nos de suas escolas, ante os quaes quniquer dos
professors ou directors dos iansmos eonsolhos
presentes- poderA orar, mostrando as vantagens do
fim da sociedade. de suas cscolas, Bibliotheca e da
Caixa Economica, escolar que nosse dia conta o sea
1.0 anniversario.
0 Sr. professor Fragoso communieouaque, nus
qualidade de commissario designado: pelo presi-
dente do conselho superior pars servir .if corn-
missuo julgadiora. dos exames. procedidos em fins
de junho e nos primeiros dias do julho ultime an
Escola Normal, A cargo do coaelho director da
Boa-Vista, assistio aos referidas exames, que cor-
reoram corn a maior regularidadde aw-apresentaram
ilgum resultado vantajos, coma j, foj publicado
has folhas diaries e de maior circula$U- .
No moasmo jtaO foi aeompanhada e94ocoindado
pelo Sr. Dr. Pinto Junior, que presidio, aAim, co-
no o Dr. inspector geral da instrue .,, publics,
Suma das banoas dos mosmo' eztas,. seoade, as
Lemais bancas presididas polo Dr. .Aleeandra Pe-
'eira do Carmoj digno president, doeconsela di-h-
ector da Boa-Vista.
Propuzeram que so dirigisse um. vote de iounvor
, esse president e aos demais cempanheiroa do
oasiho qua o- aem6a. aXiisdo, ooma serotaxo
)r. Porgentino Galvioao e odos oas 5pfesorer
>e&o relovintes aorvi9pft prBatta4os.
Foram. prepoatof -0 unanuiemente -pp ovadbs
)ara socios bemfeitores usna f6rma dos Eituto ma
irs. professors Drs. Affonso Olindiena Ribeiro
a e Souza e Luiz Ferreira da Costa Poa.. ; .
Em vista de nao ter havido auxilio ob es
Ie part alguma de loteria para o presented exer-
iicio financeiro em favor das escolas Aergo do
onselho pamoohial dadBow-Vistava4eibeoB-se pe-
ualquer qatvtia qua podesaw dispia.Mt '"s par-
3s da loteriua que Iheforam eoncedidas no exemrci-
.io passado, nad so por ter despezas muito infe-
iores. as qua tam o ceuseli paroerehial'tdas Boa-
lista, como tambem ptd auxilio,qnd twiOas On-
$elhos dhemiprestarSns-mutuamBto, 1 al-an-
, se tanto for mister, como umas ao
idiantamento ou emprestimo qu o ames eonse-
Iho superior lllI fe quando quiz- coopr- parsa
iua escola deagrioultuzma o- necesaries instra.
iuentos agricolas. I
S0 Sr. preidente communicos ao cno quo
jelo Sr. DIr. Cicero OSbn Peregrino doa a foi
+ffertadb umrglobo de- geograpiRa -em- bo!r etao;
iesolveu-se que se agradecesse a offerta e que sea
temeitesse o mesmo.globo asoeensellioa- da
Boa-Vista para funceionar na aula do gra*
i a Escola Normal db Sbnhoras, A cargo domesmo
onselho.
- Resolveu-sc ainda quo a president do conutiho
superior, de accordo cam o conselho director da-
isarochia daiaBoa.Vistayrs atasse, .qjanto~antes, de
4bter outro predio corn propore5es de melhor sa-
tisfaser as exigencia do-ensino pubjieo-na. referi-
4ia.Escoli Nmrmaldda Boa-Vista e do pldur-se abrir
:ibiblibtheca-da sociedade a todos aa socios em
4quatquer hara do dua;
Finalmente o president propoe e o conselho
superior approvou que se curnprimentaw9- ao dous
benemnitos conselhos directors da- Be[,Vista e
do Pocoda Panella pelos servings preados, so-
licitando ao mesmo tempo dos mesmosne remessa
regular de todos-os dados e infe"mace4 sabre o
4novunento das escolas, bibliothecas e c~xas eco-
nomicas A sou cargo. -
- LiberdAde-O Sr. capitao Deodito- Pinito
dos Santos e sua mulher doram cartas 4 lflerda-
do As suas duas -unicas escravas-Joaediua de 46
annos de idade e Thereza, filha daqueTll, "do 14
anno3, sem onus e gratuitamente, comm~moraudo
assim o sou anniversario natalicio, honttm. -.
Regietramos o acto coni prazer ,


Grade eaprema n- w i da Prata
-Vai paza mezes, conform opportunioeate aa,
nunciamos, o Sr. Francisco Arthur B re, socidaO
da firma Reed Bowen & C., contractor born a go-
verno de Buenos-Ayres a coustrueo dO ura filr-
ito-via corn o capital garantido de mas ie 20,MO
oontos de r6is, ficando ease contracto dependente
da approvaio do congressoargentino. -, .
Telegramma recebido hontem de.Bunos-;.*yre
diz queo congress approvou por grande ioria
o referido contract, qo 'est'art6 esli;
aeabado. q
E' uma importantissima empreza. '
Theatro Santa Isabel -- A pM S
lyrical italiana canta ltoje neste thetx
cat de assigtra,9; a, iada opera
WhTeat,. Sent. MAt~mi.-A Asca
JDrauatloa dahbje neste tbeatro ajbt' eomedit
em 4 atos, deo Fraua Junior,Dh trf inra.
tortas.
AknnweruariMis-Fazem a 67 aws
que foram creados os curos j i e-
rio. f 1 q u.a
Tera-feira azem 50annosI q accio-.
nado e publicado o Acto Addiioj alI
g1o Politics do Imperio. e 17 -n4Oef f ts W.


; -- .Nn *
Pan a indliRada lmra*iu a rsa 4o Dar da dUr-
toria n. 9, tambem ehegaraam v 3, -37
e 38 deste dito rouuaeo, ilt|stafr igus nte
ecau ehrohm.lithetpgahiaa.
fimhgar para a indiodmda livrari fiei--
culos, 5, 6 e 7 deste important. poeaw 6pie, tra-
due*oem- verosoportuguez do 1.- Antonio Jos&
de Lima Leitlo, illustraido corn. fina3 gruras.
neooemi fin s-Ha- hoje as seguin-
tea :
Dos Cavalleros da-ruw,is 1Ohoras da manhi,I
na. respective s6de, para elei*o da nova direc-
toria.
Do- In utitt Lterwia OUindmse, As 10 horas
do dia, em assembl6a geral.
Da irmandade de Bom Jeits da Via-Sacra, da
Sam- Cruz, As 6 horas da tarde, pars conclusion
daee ioda-nova diecao.
D,)a Assoia*o dos .Negociants de Estiva, As 10
horas do dia, no 20 aandar do predio n. 18 da tra-
vessa 4&aMAdre de Deug, para discussao dos esta-
tutos.
Do Club Ceard Livre. As 4 1/2 horas da tarde,
no 20- audAr do predio n. 32 da pras do, Conde
dEu.
SDo Ctub Abolicionista Martins Junior, as 11 ho-
ras do dia; na rua do Imperador n. 12.
Amanhib ha as seguintes:
Da. Sociedade Alianga S., As 7 horas da noite,
em susisde.
Da Redemptra dos Captivos e Proteetora dos
Ingemios, as 7 horas da noite, nu rua da Saudade
n. 14.
fceieAada ienelecente e ue o-Brasi-
leira- NAo: havern sessAo amanh, desta socie-
dade em signal de sentiment polo fallecimento do
Visconde do Livramento.
Axeeftac. Beneflfeete Pa-afly-
ba --Hje barverA sessao desta sociedade ao
meio dia, para a posse da nova directoria, em sua
s6de A travessa dos Expostos n. 18, 2o andar.
B~l~lotheea do Povo.-Desta utilissima
publicago. de que 6 editor em Lisboa o Sr. Da-
vid Coraszi acabam de chegar para a, Livraria.
Fluminense, A rua, do BarA da Victoria n. 9, os
volumes,81 e 82, aquelle traotando-da Pedragogia e
o ultimo daArte Nav4L
Agradecemos a remessae que nos fizeiam de um
exemplar de eada urndos volumes.
Women eelefteedos-tewpo an i-
goo ei u- Mermn.-A refnida livraria tam-
ren reeebewos ns.-6 e.7 das Biographiwa deho-
ens: celebres dos tempos antigose modernos, pu-
iicadas em Lisbo- polo ditoediector.
-.Agradeemeatambhmsasdua queo, now envia
ram.
l^ ,..Effefrtftr .8hao :
Amanha:
Pd& agete GWmdo, Ax .11' horasr no 1- uandar
Ho sobrado da rua do Imperador n. 16, de moreif.s
-- Tegrffdira:
Pdo agent Pinto, As 10 1/2 horas, no eaesdo.
apibaribe n. 24, de mvoeis, vidros, louuas, etc.,
PFe.aaenie Ca~moe Silva, is 11 hoa m-aa
ao Piicipe n.10O;dieu uteilloso e -tnaTirt
Pdo. aga- J^ daai in-a.,. im.& traveusa d4,
Au nefih" kaoTeffraab sits..
PeZxigfnti Bwunlaqttih Ua1 hart., no' trsp^&
,B, Vn"ceio deo pIha dii resins.
Mia.m ro1xebem~~,-^o cedebradas :
--Awal:: is 7" 1/2- hbras, na0rdem, Tir-
eia de S. ixRaaeiso, por alma de Bemardino
le Ameida Lobo ; as Thoras, no convent de S
raacioo, por alma. de Mawoel- Jos enanudes
iarvosa; A 7ihoras1-natigz<^4e' Shita. Onasper.
6ma.de Custodi, fF. Frei re de. Oiveira; As 7"
os na igreja dos Mairtyrios,, por alma- do Via-
wnse do Livramento ; is 7"horas, na capelia do
terio Publico, par alma de, D. M reUnw- da
t Bilho ; As,7 horasana matriz de Santo An-
onio,por alma, detAnoeLJos4 Ferreia.; As 8 ho-
mas. matrizes deJa)boato e Palmares e no c ti-
ento do CAm. do Roeife, par attima do Visoonda
6 Livramento as T 1/2 ,na matriz de Santo 'A-
woia par alma de L Anna vea.de,(eastro;, no
nveuto S. FanciscQ, p alma de Antonio%
ernardino Ferreira Rodnigp
Terp-fisia: s 7 ehraa, n Ordem.3a de s'.
racisco, por .alma de QjMnao deMaalhges.
--Q.-. rt-efirat 4 8 Ioras na-matnz- do Car-
po Santo, per alma de :Gnioiieso Purcell
Mi'Rin lie 0- Sabe-se par
t r recebido pela Uasa Feliz, queo a lo-
terial Bextrahida hontermna c6rte, foram pre-
iados seguintes numeros:5 0
2.284 25:O0~0000
-6.374 10:000d000
S 3.22 "5:OO;0000
. I tetac da protrncla Amanha, 11
"do orrentd ser4 eortrahida as lotenia 61.', em be-
aeoflo i i < dis Militaros, onde ae acharao expostas as
e e espheres sxrigdas em ordam numerical
areci 'do pulco.
- 'pA~rte leteria Jo 500 @M000-
e a jextraordisaria lotet ia serA extrahida no dia
tude outubrpr me vindeuro.
Os bdhetes acham-se venda ns Case da


Wortuns, A rua 1o deo Maro "n. 23.
iLoteria-A de n. 156 A, .do Rio de Janeiro
de 25:0001000 sero extrahidano dia 13 de agos-
to. -
Bilhetes &, venda na Cas da Fortu=a, rua 1s
de Marco n. 23. -
.Ieterlai doe .68-3 O 00 -A lotenia 156a
s6rie A, core no dia 13 de agosto.
Bilhetes A venda na Casa Feliz A praca da In-
dependencia n 37 e 3 .3
| M~ctatowa pUletic. Farast abaildis,
no Matadouro Publico 6# reoes pam consume. do
4ki7 do corrente ; paw o do dia 8,91 diaep.-e
reo-ddia 10, 102 ditas.
mercado Munieipal d .tI Jes4 6 0
morimn deste estate no din 8 de
agesto foi o seguinte:
'Entoranam peUisCermviffldaos: 36b.jB,pesaa.
4t 1 4,251 kios.
S- N memo dia entraram pari o Maemo eb-
tabemeimento .
Poke, 884 kilo&
abnha, miake o feijs 107 cargas
prttctaidifiaw 44 diWts
eaSiros -
Piwqs dos dias:
Cne verde de 480, 400 ate 320 r&i o kilo.
Sinoe a 640 r6is o kilo.
Owieiro'al1,ide4L
p who de M5%0, 400 ate 280 T&vd av


into *deIo^hj^


Peticoes:
Da Francisco Aureliano Barauna, informada
polo inspector commercial, solicitando s"a exone-
rao do offieio de agent de leilues da praa de
Maei6. Come requer, substituindo a fianqa pres-
tada por 6 mezee nos terms do art 11 do decreto
U. 868 de 10 de novembro de 1851.
DI Fernandes da Costas & C. para que se ar-
chive o contract de sociedade em nome colleetivo
que sob dita firm celebraram, Manoel Fernandes
da Costa, Heurique Fernandes da Costa e Antonio
Quintino Franco da Cunha, corn o capital de
100:000j para a continuaciao do commercio de ge-
neros de estiva nests praa i. ru;a do Amorim n.
37.-Archive-se.
De Manoel Carpinteiro Peres para quoe se regis-
tri a escriptura ante-nupeial que celebrara corn
D. Isabel Leopoldina Mendes da Silva. Regis-
tre-se e publique-se.
Proferio-se o despacho-Registre-se depois de
satisfeito, o parecer fiscal nas seguintes petic6es
solicitando registro de nomeagoes de caixeiros de
Carlos Sinden.
Jos6 Gomes Gauchos.
Julio Fuerstemberg.
Gomes Maia & C.
Lebre.
Frize & C.
Lebre & C. -
Joaquim Gonualves Casceo & C.
Mendesw & C.
Barboza & Santos.'
Do-Certifique-se-nas peticoes seguintes soli-
citandoo.theor do- registry de nomeagoes de cai-
xeiros de
Estevao Manoel da Silva.
Jos6 Araujo de Carneiro.
Hyppalito Martins Gemes de Pinho.
Manoel Ferreira da Cruz & C.
Tibturcio de Oliveira & C.
Foi proferido o, despacho-Co.mo pede-em cada
umaadas seguintes peticoes, solicitando registry
de uomea&Oes da- eaixeiros de
Arruda Lustosa & C.
Jos6 Joaqnim Goncdales de Barros & C.
Pod" a Mott& & Filho.
t&ndr Bussesn.
Gozende &;Tavares.
avutsmntiio-P. F. da Bilva & C.
Atonio: MNkih Marques FAereir.
Rtodiguee.& C.
Bedel & David.
Blrino.Louren da Silva.






tui-Mariran da Silaa-



FtawnAcPtrocelli & IrnalSG
lilitas Amenier do Madeline..
MAl ...n.iBoii. -
ilfaoeL FandesC C.
faroet de Ialrio, .-


ibeiro & A lmeixeira.

ti Moreimda Sil& -
f eo fetAraujo Beell Irmo
ieas Amer'T de Medeiros.



Sto Jardi .Beiri.
ilvaio Feranadets & C m.
ai -& SRezd &-C.
itorra Lopes- Irano.



libeirnto & Almeida.



aaquim.gRodrigues das Catias.
Ntne Cmbrn; &C."



Praioiso Antnraujo dBr Albuquerque Mello. &C.
hreJarei & .Duart.
Antonio FranciBaptisco da.



13ourgard & CL. Anrus da Imporatriz.
MNauejtCortuxdin Silva Curaa.&
4tno Theodoro de AlbuquerqueA& C.
Suzapaia-Coeha & C.
Moraea & Pfnheir.




Bentonio Machatodo Lemo&& C.C.
soquire Rodrigues adas Curiae.



C. A.Fr vanoisco Antonio de. Albqerque Meo.
Moreira & Duarte&
Antonio Luiz.Bapfista.
Baurgard & C. a rua d& Imleatriz.
ManeCortaz da Silva Canada.d
AtnoTheodero deAlbuquerque & C.
SmaoCoelho &. C.
Antouio. Augusto de L.emos & C.
C. A. van der Linder.
Bartholomeu <& C.
Carvalho & C.
Camps & Gareia.
Augusto Marta Vas Cerquinho.
Heomnsn -Walter.
Antonio de Souza Duarte Ferreira.
SHenique Vogeley." o -
Mitguet Archsnjo do' ~nnaSats
Jos, Ferreira & '-
Antonio Dominguie' ie tina & C.
Viviu Thomax Antonio Coiubra.
Antonio Francisco Pra~a da Silva. r
edr. Antune8-& C.
Jos6 Dias Alvares Quintal.-
Costa & Irmao.
Francisco de Paula Albuquerque.
Ferreira Inmo &. C.
Eustaquio & C.
Paiva Valente & U.
Pedro Maia & C.
Adolpho & Fornao.


Slav Ayres & C
SA e Reo edo,Freire.

FoscSiva &aC.
J D no,4W Q '&C. par &quo soe d baixa
no s" ek-okiwsto W Vibe de Souza Filgein-
IO-se a bain iedida.
B~fgard4& C, A rum do M'mquez de Oln-
da, pain q- sot reogistro a nomeag 4de seo cai-
xeim, Saisfmo .ppa ecer ficaL
De 69 die Azevedo Bnga & C. pOra qua se
Ihe qetifique quaes os nomes que compoUm a fir.
9-iAaAeodo Braga & C.--Como podem
De Otto Boh-os, Tcessor, par quo, se de lbai-
xa no regiatro dsdafo te eio Vi-
riato Seroniano de Catro. D&-se a bin pe-
dida. "
Nio havendo mais nada a despachar, o Illm. Sr.
coummendado president enCrronU a seasO ao
meioo din-


mom

IT0


cimento: corrige as irreguariades denta-
rias; colloca dentes pelos prdcessos mais
aperfeigoados.
Advogado
Dr, Milet. 1" promoter public da ca-
pital tem s.eu escriptorio de advocacia, 4rua
do Crespo n. 18, onde pode ser procurado
para os misteres do sua profissio.
Dr. Seabra---Mudou seu escriptorio 93
advocacia para a rua do Imperador n. p'0
Das 10 As 3 horas da tarde.
occUiista
Dr. Barreto Sampaio, consultas do 1 Ao
4 horas da tarde, na mua do Barlo da
Uictoria n. 45, 2.- andar, residencia, rua
do Riachuelo n. 17, canto da rua dos Piros.
Bourgard & C.
Recife : rua do Marquez de Olinda n.
16 Santo Antonio, rua Primeiro de Mar-
o n. 3; B<)a-Vista, rua da Imperatriz n.
54. Grande fabrica de cigarros a vapor.
Especialidades: Cigarros, charutos de Ha-
vana e nncionaes, cachimbos, tabacos e ob-
jectos para fumantes. Livros de medici-
na delosimetrica e unico deposit da fari-
nha laciea do Nestle, para os meninos de
peito e lite condensado.
Brogarita
Francisco Manoel da Silva & C., depo-
eitarios de todas as especialidades phlrma-
scuticas, tintas, drogas, products chimico
e mediceamentos homeopaticos, rua do Mar-
quez de Olinda n 23.
Brioches
Mdelo & Biset, corn padaria a rua Larga
do. Rosario n. 40, previnem ao public em
gral que em vista dagrande aceitago quo
tiveram as Brioches, resolveram fazor duas
yezes por semana, send as quarta-feira o
8abbados. Esperam continuar a mere-
cerem 'a proteoo publics, para tSo singu-
tar especialidade.





Jwra lenge o lab*o de eseravo-
eratst
A esnravidlo, essay peste negra que nos foi le*
gada pelas geraSes idas, tinha duas fontes pe-
rennes deerigem, tinha duas causes- mantenedo-
-as d e sutt renovagao incessante, finha dous 6los
qua pm wbm&enm -tekpuadiar sa solo dapa,
tria, sern p8Ulfdtdct d. seren imtpelidos para
fonge os pemteiosea effetbs doerrentes da praga. -
Eram essas fontes, eram essas causes origina-
-ias, eram eswes peados 61os-awimportago de ne-
gpos africanos e o nascimento dos filhos da mu-
lher escrava-dous rios de caudsloso e ininterrup-
to curto, cujas aguas confluentes fodravamn o ma-
t-magnum do pantano escravagista, que infeccio-
na ainda hoje o solo sagrade da patria.
Quem fezs seccar essays duas fontes ?quem de$
truio essas duas causes ? quem padtio- corn inexce-
divel coragem esses dous 61os, que jAnao trazem
ehumbada a escravidlo ao seolo da communhao na-
eional ?-0 Partido Conservador!
Sim, a historic contemporanea register, etoda#.
as cern tubas da vox populi proclamam que ao par- .
tido conservador coube, em duas temporadas dia,
tinctas, em duas epochas notaveis, a insigne how-
ra,. a magestosa gloria de,-talvez saltando poW
cnna de todas as tradicmes do conciliabulo dos
elementos conservadores do Umverso--, sacadir
para longe das plagas brasileiras os tristes effei-
tos da renovaao permanent do escravagismo.
Foi Euzebio de Queiroz, o denodado eampea.
das lides conservadores de 1831, quem deu o gol-.
pe de graca no trafico africano, seccando essa fon-
te, destruindo essa causa, quebrando esse 611 do
triste legado, e aureolando a front do Partido
Conservador corn os louros virentes dessa incruea-
ta victoria da civilisacao contra a barba.a !
Quarenta annos depois, quando ainda estrugia
no ambiente da p atria os derradeiros echos dos
grandes feitos da guerra do Paraguay, foi o i-
]ornc do Rio Branco, 6 immortal JoseM-ria da


*wParanaoB, quoen, secundaado brilhantemen-
yiquellfg'eneroso impulse de Euzebio, conse-
gwio a lei de28 de setembro de ftl, que decre-
tou ficar livre o venture da mulher Vctava, assim
fazendo seccar a outra founte alimentadora, des-
truindo a outra causa geradora, partinDo o outre
61o que prendia ao s6lo da patria a famoica escra-
vidio!
Como, pois, corn que dfreito, corn que fundamea-
to se diz a* parlamnento, e se repete na imprensa e
na praga.publica que o PUtido Conservador 6 es-
eravocrata ? Como, e corn mue base se avanga que


esse nobre partido, A quem deve o Brasil todas as
Baas ielhores e mans queridoaa libedades, desoja
-quwA penmaaecds,-ewrividlo?
It ilBp eermwe
Ausegutal-o e wrimp tosm iten dirnte;
A mas do quo isa--6 U4 u fr* 4 Iesd& 1OgHIa,4
um attentado, de kwpptriotimo, pois q" no
|^amaddo oP -vadw, tado se ntra-
IL eas estuita. a tudo. cm'spis ptas


rx ootratSO
uznebio e d
5-re qae


ila&go-i
lwmnbare
d"a ow


-- I


'N




















$4 A istO em pl0rO;am
iaeao, ue o oio iti
EdeM~auto o'ldu 1da
raho mpos &, utros lib4
haniam aeprs ^,asq
m ramoavel deriea da",
e rawoavel derivard-aWdf


'd,-f. -ittarti-
fvfiiLiberpa-l

Atfdo Liberal a


p6rha de escrevoerata ? n o dirA de boa
f ; ninguem o affirmaral coavenidamento, porque
niuguem tom o direito, sttoAdo por eima da logi-
eas, 4e partir do UaMAfiwoS u ,ra arbran-
ger unma sociedade mzaeroga de homes, qualifi-
cando-a pelo pe. m retrograde dwas frazco
diminuta.
E como se quer- applicar ideutico proeesso ao
Partido Conearvdor? E'tomo se pretend malsi-
nar A esterande, nebre e genermo partido pelo
simple facto de,.-.tal quad come aeomteceaio Par-
tide Liberal-conter em se u seio alguns emperra-
dos qae pensam no assumpto com0 oa r. Martino
Campos ?
N1o, repetimos, nao quadra ao Partido Conser-
vador o qualificativo de escravocrata ; e tanto me-
nos lh'o quadra, quanto eUe tern no seu passado de
50 annos, as mais aerias garantias das suis ge-
nerosas aspira es, as mais solidas credeneias que
na quesUo sertil pode alguem apresentar--as leis
de 4831e de 1871.
Qke tanttnao pode allegar o partido liberal'
qqu tRmnais contribuio por actos para a solulo do
problema ; e no entanto nuo seremos n6s, nem o
demais espiritos refiictidos, que iremos assacar-
Ihe a inj'ria de escravocrata, pelo simples facto
do na sua~agromiacgo existirem algumas inmdivi-
dualidades que destoam do concerto geral.
E, porque razao nao havemos todos de ser jus-
tos, repetindo de puhlico o que estA- na geral con-
sciencia e dizemol-o entire amigos, isto 6, que no
Brasil, rigorosamente fallando, nao ha escravagis-
tas, nao ha quemn doseje matter indefinidamenre a
eseravidio, atW quc a morte a extingua ?
No entretanto, 6 essa a verdade, 6 esse positi-
vamcnte o geral conceito no Brasil, terra ameri-
cana, onde as auras soprfm liberdade, e todos os
pulme3 respiram-n'a e se iuebriam corn ella, que
do facto 6 o nosso alimento vital, political e social-
mente fallando.
Os proprios espiritos da estatura do Sr. Marti-
nho Campos nao cremos que sejam eseravocratas
na restrict accepao da palavra. Suo elles, sem
duvila, os que querem dar ao tempo, e quica; h
morte, maiuor quinh.o na solugio do problema ;
mas eases mesmos nao sao juatica 6 dizel-o -
mantenedores quand meme da eseravidao pois que
tambem elles fazem concessoes, indirectas e len-
tas sin, por6m concessoes, que os collocam na re-
taguarda da phalarge brasileira, mas f6ra drs
quadros escravocratas.
Na actual situagao da questao servil, jA mortar
cm suas nascengas, em seus renovos, e grande-
mente solapada no troneo pelas medidas comple-i
mentares da aurea lei de 28 de setembro de 1871,
-nao ha negal-o-, tude estA na quantidade da"
accelerando que cada qual pretend imprimir na
libertacao para, em prazo mais ou menos curto,
chegar a extinegao complete da peste negra.:
Uns, assemelhando a escra-vidio A um'membro
gangrenado, querem,: sem esgotar os recursos da
terapeutica, cortar rente eelere -easaemembro,
tal qual como pratica urn operator, que nao con-
fia na acao medicamentosa das drogas que po
dem ser propiaadas ao doente. Esses ado os da'
extrema vanguard.
Outros, considerando a eseravidao um rmal, saim,
por6m umr mal chronic e de acao 'demorada, con-
fiam demasiadamente na propria reacgo da natu-
reza, & que addicionam todavia alguns ingredien-
teos uja actuafteo 6 lcnta. Estes constituem a
extrema retagitarda.
Entre essas extremadas opiniSes ha series con-


-f do anoss 0raon:6 ed o 0 BS I o -
Ooaoervador q e I ; e w *-
Unto, de bow-s *",-Aal a a okica, dc
secordocem 0 iioso pueafrp fdimani9 no*p6-'







4o ops ,* eds ob6 e M i
tinguimos o tr ioo rto, A u 6s qul rtiwU-
moo o yaae dua-fcM W@l imi- 4af4 w creao-
imos .o p seu lo dentr omr quao e r enhos o fundo
de~eminimpqio ^ae ~ *OM od8 4iMnuris

1871, e que emfiM tivsMN aS Sbiia de 4 Atiftr
muito os opatrotai mam rno a eseraesv i', reao-
naecendo a personalidade.do emvo e 8 U42-
to a*aer dadsa&doivre.
Para trazpois, o i mpong dead6.







-Onzezde ag
-oA etaaom d a peai a -
volvmft'< i ijam ulo aire poor pnrn
somos urn gremio de bomens livros, de erpiritos
cultos, que sabemos poar va balana da civilisa-
Wo oS progress reabes do p6dvo, e srue ja aiso
abraaremos outro norte quaoliost e m4ieo
Liberdade-plos entire os quaes gira a epheor
o globo patriotico das nossas aspiraees politico-
socisos.
MAmIO.


PUBLICA^Ok8 A P111110

Onze deoagos
LlbertaIao da paraa Pedro eH
vivre pour aiutrui
Maxima positivista
Purificar a patria libertando o escravo, ei o
grande mote do dia: os abolicionistas academicos
dao-lhe u na gloza, varrendo da esp'aada dia Fa-
culdade de direito a indignidade intitulada escra-
vidao, espedaeando os laos que Ligam ao captivei-
ro unis brasieiros desgralados.
Os sentimetos altruLticos, a humanidade oe so-
bretudo o brio de patriots, nio poden, senuo cri-
miuosamente, ser olvidados pelos academnicos abo-
licionistas quando a patria, menosprezada pelos
povos cultos, verga-se baixo, muito baixo, sob a
pressao esmagadora e aviltante d'uma institui-
gao anachronica e immoral-a eseravidio.
0 din 11 de agosto 6 jA uma data gloriosa para
a Academia: commemoral-a reatituindo aoescra-
vo a sua liberdade usurpada 6 dar-lhe mais roal-
ce e brilho, tornal-a radiante!
Quem desdenhando mesmo os principios invatos
do direito e da moral, os comprehend simple e
positivamente como resultanutes da evolucao da
humanidade da cultura social e psychologica n"o
pode admittir no graio a que attingio 9 progress
de nosso paiz-a existencia da escravidao.
A voz que clam& que os interesses do paiz sio
postos emholocausto libertando-se o escravo, pro-
testam a sooiologiua, a econoria social alhiados A
moral positive: o Irabalho livre, oexpoutaneo, 6
mais productive que o forado e inconsciente.
0 regime escilavagista n'um paiz qne quer C6-
ros de eivilisado, consider urn phenomeno terato-
logico social, uma monstraosidade!
JA muita vez na imiprensa europea tem-se-nos
vilipendiuado.
Desagradavel ao espirito do viajante intelligen-
te e educado que Visita nosso paiz, A o espectacu-
lo degradante offerecido pelo regimen esclavagis-
ta, sob o qual vivo e umaporo dc brasileiros.
Individualisemos.
Darwin, o illuatre propagator da theoria do
transformismo, inda que esteanho ao s aoa vIver
social, comprehendeu o rebaixamento *ucal quu a
escravidao produzia, e sahindo da pai proteA-!
tou nunca maeis visitar urn paiz dmascravos.
MHouraaoadeio ao aadernia boieioniatas qo, que-
brando o preconceito, a rotinma,t- eebramio ani-
versario da fndaeio da faculdade, n!urw rapto. do
enthusiasmofebril, levando ao tempo da liberdade
um punhado de parish, de brasileiros escravisa-
dos!
Gaze do agosto narea .o dia em quo 03 soade-
micos abolicionistas att~stam aua adhesao A, oau-
ma dos escravos; anathematisam a escraviuao, en-
ta vergouha national!
Abel Garcia.


A public


secutivas deeutras, que variam por gradaoami Em bemn da justiga e da moralidade pu-
continuas, urmas tendendo para a vanguard, on- Iblica, pedimos ao- Exm. Sr. Dr. juiz; de


trmas para a rectaguards.
Entre estas opinioes esti a nossa, que embora
muito distanciada da extrema reetaguasda, corn-
tudo n'aose acha na extreme vanguard, pois que
quer a aboli~io em curto prazo, mas a quer corn ,
respeito devido ao 22 do art. 179 da Constiti-
ao e precedida das medidas de cautela queoha-
bil cirurgilo sempre -etnprega quaido cotta de
mortar um membro gangrenado.
Urn habil cirurgiao jamais tatha no corpo do
doente sem -primeiro comprimir, acima do corte,
as arteries, para que a perda sanguine nao pre-
judique a vida do operado; al6m disso, procure elle
2alevantar os animos do doente corn os ingredion-
tee proprios no caso, e, per assim dizer, crea ufha


athmosphera artificial em que se passam as pha- takes abuses.


saoperatoriam sem risco, ou corn o menor risco
possivel.
Assim entendemos n6s a soluto do probuemW
servil: n'um prazo de 3 annos preparamos as
condioes favoraveis para a opera&o, proourando
evitar a perda sanguienca e dispondo o organismo
para receber o talho; e entao eutoeramos o bistu-
i I MGM .


deo1804
As tres horas da-tarde
Cotaee officiaes
Cambio sobre PaLSo 80 4*i co 4 ^2 0/0 de dea-
< conto.
Dito se re dito, W0 d/v. corn 1 0/0 de des-
conto.
Carbbio sobre Londres. 9J d[v. 195/8 arit ,
1,000, do banco. ,
A. de oAftnean J
w Pres~Idt nterAko.
SP. J. Piate,
SS Pelo seeretario.

REVI^TA einiKBCJAL

Da seuaa'idc 4 a stderap.lto
+ +I* ''

Cambio sobre o Rio .doBJn.aro, 30 d/^1I2 por
cento de desconto.
Cambio sobre S. P~tzlo,W da/V I 11/4 per cento
Sde 4desonto.
Q*Mioe4bre #IV V& 15 d/v 1/4 -e d/v lIor
asxteAeods~e
desconto.
SC~abo sobre
e do banew.9 A ...fl.


direito do civel, que se digne abrir a cor-
reiglo. 0 escandalo e patronato reina no
foroe dessa capital!! !..
Centenas de infelizes jazem na casa de
Detento a long tempo, esperando o dia
de eseus julgamentos; entretanto que outros
que apenas contio urn peqneno periedo
de priseo, os vlo preterindo, pelo escat-
daloso patronato que toern!! e assim .por
diante.
E' preciso haver urn paradeiro a tanto
escandalo.
De V. Exc. come um Digno Magiatra
do, muito coanfiamos que se dignarA man-
dar abrir a correigo para peor terms a


Agora mesmo se procura a todo o tran-
ze fazer entrar em julgamento um indi-
viduo que apenas wunta uns vinte dias de
prislo de nome Francisco Cavalcante de
Albuquerque, qtual violeatou tuna infeliz
menor.
Pars esse julgameato chamamos a attem-
0 bn o, superior, de 3*a sorte a
os 15kilos. Odito de 8.' sort, b(., doe S W a
30600 os 154ios. 0 dito de ,. serto, tegfair, de
3,300 a 35400 os 15 kilos. 0 dito de 4," sort, de
300 a 00 0 a 3 15 kilo. 0Qdito amen.os, de
25700 a 3U000 o 15 kilos. 0. mascavado, pur-
gado, born, de 2200 a 2400. 0 dito regular,
de 2100 os 15 ikilos. AasdeJAs q
nlokha. ... +- ,
Caf6= Retalho de 5,a.0 a 74M6 os 15 ku, o -q
Couros salgade. verdes== Ut ma venda de .85
rfis urn kilo. Ditms, ditow-e, 8 Ve.da' d IA,
r6is urn kilo. Ditos espicdtdos = Nominal; 'de.
P0 r6is um kilo.! .


Fumo do kio P vo= Nominal de 22A
O 15Mkloe. Dits o iehoyaz= NomalP (I
2026$W0 os l i 'Dito em rilos1= I
I#$ e 1:69 OB 1 os. lWto eomldtam=i '
de 138& a 20A o 9 kile.




74800 os 15 4,
;M el-Nio h~a. 111- 1 *11.-.:1 .
hMilho== Uitswe%& alOi0 5 w6iw
kilo. :' : : :
T PeUellos de Oirn-ieft doe 94 -A


Ia 201000
teta24XW


13 200e

Atamwde,


do dei-I50PWIX
do A=Utimandaelo dA --ow I TIL. .2 -a .M. ^ I filWwb%


betaa
um -
outr


o c~. iravares cR5 05 Ri~c1 e
ments.
E' asmim que sempre faz o
covarde.
M"s eu sd devo respondeu-ke


dl


vand* 0
inda uo'


vaao aiazao nwwirmiuoswmenwe empron 6 vs
fevereiro dadAwnbo, vimaoS.& 2idr o invexi
nio pogterioU-(ta meaa fils dAe mapg abri

0Deiieo yme, po s9." q roa pta caq
heife, 8 ddragosto do SMC.
Pedro Jwrge do Sousa.


Vitre fl graud~jwr.
Para as cartas qae u egnem tiror'asa '*m o
do pnblico em geral, e em partietfarIdoeS :s Dr.
Jefferson Mirabean de Azevedo Soares, lPoris-
mundo Marques Lins e Marcionilo da Silvoerka
Lins.


Recife, 6 de agosto de 1884.
Campello.-Preciso que me TespoDudas clara e
francamente aos diversos topicos da pveih eanr-
ta, e para isso nao invoco os tens gentimentos de
amizade para comigo ; invoco apenas ojeu amor
A justiga e A verdade. Tambem preeisoe 6 quasi
inutil dizel-o-que me autorises A pblicar taa rea-
posts. Eis os topicos a que mbrefiro, eaosquaes
quero que respondas : -
1.o Foi, ou nao, portua livreeMtad&e, quo deli-,
beraste fundar eomigo a Polka do a'rte, e isso de,
accord corn tua respeitavel -mi, a Exma. Sra:
D. Arcelina Campello ?
2.o E', ou nie, exact que logo que sahio a Fo-
lha, incumbimos o nosso amigo Feheliano de Aze-
vedo de dirigir um contract de sociedade, a que
apenas falta o registro par a ser urn documento
pnblico, e no qual figuras tu oDmo aooiocfapitalis-
ta da empreza da Polha, ficando a mim a quali-
dade de socio do industria ?
3. E', ou nao, verdade, quie desde janeiro do
corrente anno, a empreza da Pooha do Norta est&
sob minha exclusive responsabihlidade, e que nao
tens despendido corn ellu i quantia alguma ?
4.o E' exacto, ou nho, que duranto o anne pas-
sado, de agosto em diante, te declare en muitas
vezes que estava disposto a abandonar ojornal,
caso elle estivesse dando-te prejaizos ?
5.o h', ou nao, verdade, que de abril atk dezem-
bra dao.anno:-pastado esde o-diada appareci-
mento da Fblha atW deixares a gerenoia da res-
pectiva typographia-en trabalheineua&te naquel-
la sEK HoNonAnos, 8EM AUFERIR LUCRO :DRB aSPOIE
ALOUMA ?
6 e ultimo.-E' exaeto, on nao, que fui euquem
instou comtigo, em janeiro deste anne, para deixa-
res de partilhar eomigo, -dos tra U e dw despe-
ras do journal ?
Responde e conta a amizade sincera de teu
J. L Martimu Jmior.
Sicupema, 8 de .agosto 84.
Martis.-Saude 6 o que desejo a tie b tuaw a-
milia, assim nomoque a PFola do f;Vore vak ildb
seftfeMle'ntO emp6pa pelo camihoe queo-tn-,
Ihon at6 hoje. '1
Quanto as pergantas qeuo me u.e a aesf
da empress, a 6 teudro -p. o a i fe.
dade, isto 6, que todas as perguntae1eitaWeim tus
carts uo MAis-DO QuB EXAcaEAs, e a todas reapmBo
AFFIRMATIVAMENTE; acerescenttandoa na quae u
en quern primeiro fallor-te eate anno pars eonti-
numes na 1b4ha sob aninha respomrabiidule, o
queo-ao qaizeste dcia ra alguma. Podesfuzer
o use que quisesm darminhareapmsta.
No mais dispoe comosempre do
tea sicero amigo
.Pmiiaco Campelle.
(Esti reconhecida a firma.)
0 meu amigo Franeisco Carneiro Rodr
Campello acaba, con a respoeta que oeipr4Otnrei,
de offereerr aSoS.Srs. Marionillo, Flornsmundo e
Mirabeau, uamiaLbota prova de que eu son, corn
effeitol um especulador que e2plwa a foAtuna e a
boa f de um se u coega !_
Na Folha do NoLte de segunda-feira, Mlypre-
tendo daruaoublico as raz5es da miiha premente
publicacAo.
Reeifej 9 de agosto de 1854.
Izidora McWinf Juhr. .


usapoliceu Pr
A deeiso to Eam. Sr. posidoete w v"dica
deelarando que as ovas apolicos emitttdU -egu,
do o disposto noartigo27 do orcamftO*ege
podiam aer feitas em titulos a optdon aeeiw
veis nas repouices provinciae eiomo ir oa cO-
rente, vem alliviar de urn modo muito seMvel O'
apuros financeiros da provincia, etabelecde unmi
novo w.eio circdulante que em nada offend as -pre-
rogativas (alis acabrmnhadoras) d powder central,
mas que vem de algumn modo adiar senlotemwr
a crise que amega o desmoronamento de eraraw
provincial.
Naoseusystema eapre crescente de invaso
centralisadora o governo gerki, depeia de baver
esgotado, em proveitoismeafteA da rte, todi* as
fontes de receita public a Ponto de s6 gastar corn
as despezas geraes 4p 9:SW 70 dos.........


Breu- = Retatho. de 412. a 145 per ur bar-
ricea. 1 1 '*
Batatas e aixas.== Retalho de 4500 cado
uma caixa. -
Ditas em giga= N=b iha.
Ow"aofepidra- Nominal do 140 a 188W0
CM B :dRtaiBo d 5 a 104 ur a IairMca.
r talho a 1400 unm kilo.
S UervejA BRs=iBetalhove 990000 a 9150D) WO
duzia. .
- Dita preta= Retalho do 95000 a 9W500 UMA
dtizia.
'pita do tiiversas iaaroess= Retalho dEa6AOO50
0,u00 uma dunna.
Retalho a 1050( uina caima. t
Cha= RetAlhodoS a aSOW0am kftop
Cm-in == Ultima venda de 124000- Par".
IHerva doee= eotalho do 150)00 o lwAfld&,
Fare~o f ^ Btlra QOr :<
Dito -doUi do. aPrats Reta&ho doeU"80
i BuAe tnisno== DAns ItoOf ) hIiarne"


!




i


"Pipel d- embruh e 'de0 a 0
ma resma.
Piment da India= Retalho de 15200 per u3
Phbosp = Da mares Jonnko -, rItslha
de WSO0 e '25100 n*as grosa. -Itol d mareo
Nitedals, retalho do e1600 a fOM vms &amm
Ditp, da mareasWenesbr, getstailho a ltwO
Qaetalho de 3 a, 3i2m oada. am.
..Retalho de 290a320 ri"s um
S--*t, ao r aZ qy de.
Setilho 2Ae 14



p^~e==/RedArho, de Mg0 e 5I ma ppa
^^%^~po= Keol MIA20 e


a queo o ten

Amd, porqa
&ammueAtin
o teem tido.


traba-!
os8 ho-;
re na-
osiar o


ats
Lta-
id0
h1.


i







i


00 1 MMO4V^W~w" wdR&Prvb^s a pol"l
td S rotestaren eooana manaehante **voraet-
rte !!! MEamae Ue v& u A gaisa do
3 a -fabaaf b q e sw^ las-_'Athos 0
que a polite, do patronato e o tibtismo
reii: e es u maioa oa menos desarrasoa-
datmafiosdra"~ids p epaet ar.a
tstbpo aah mei -ctor -que ottos'ac-
embe4uraa fraquismam ou quasi ne -
i nfluaencis .do governed central, iao tive-
raawmrgepam votar na r ecata goal a resti-
tui O- :..eo dep"tado J"o Marao prepoz do
ei d imposto addiciofnal' para as despezas
kO triste emergencia lombrou-se -w assem-
bavincial de autorisar a emiaasso de apolicus
Provides do valominirno de 10 0, parasa-
eJK eradores~provinciaes, ait que se res
tabet qaib rio entre a reeeita e despeza-da
eimissl jA foi em 1878 lembrada polo ne-
E pratico p conmnendador Joio Fernandes
Zopes|% roarie do prineir coatgresso agricola,
que d iastrou &b have invaeo algam.a de at-
tribuivBes do governor oetral em emittir Q Thesou-
PO dt go bancos rursenea~tra a lei n. 1,033 d e 22
deagaIto do 1860) i-janeeessidade era come ain-
da ho 6 palpitante, a as quo o governor geral niao
oavetio que se ereasse senior u na-crte (onde nao
_4ittPndcultura) m"a de onde deve p trtir toda
kRdw e para onde deoem cOnvirgir despotiea e
tyranhamente todos os recursos das provincias
mais icafs afire de poder minter aqellae que nao
teem suffilcientes meios de manAer s suas despe-
zas ..
E' contristador semelhante political, cujo alvo
nao pode ser senae a quebra da integridade da
aaaO, a maior das desgragas que p6de advir ao
paiz, jpois que da sua gI-andeza anicamente 6
que- a4da results ser considerado.
NM4 possivel que as provincias quoe teem ele-
mentek de vida e prospridade maits qae sobejas
para pasi neeessidades, s vejam assim definhadas
a rAtticas afim de se matter o desperdicio e
itxo de outras localidades que nio produzem
bastarte para sum existencia pAlitiea.
Emoutro artigo esttdarernos sob o ponto de
vista puraruenk e finaneeiro o economicmsa ques-
tio d4 rmisseo desses titaop de apolices- ao porta-
dor e ib qOes os mais afrrados ao syAtemado
numetirio etallico veem um erro comtra os prin-
cipios geraes da economic politie.
Um agri.atcr
Wrttc
0 vdho Josd Cabaga.
Em t xeu aallo aaao.


i Ri-mne achei muita p-aa.
Por vP, em Taquaretags,
Un, turynfeio e cheninga,
0im Avc e d^ Ca~lA{
....i 0 vefk,*J cak7
iESaot parnee ser de ras,

Assemelha-se. so macacao,
Eete type velho e bem feio;
Dpado sempro um born paseio,
INs eu ca4afo alaeSo.

0Opo duro.
Sr*. redacores do Diario de Pernambuco.-
Lendoh e o Rebate, depareicomn umas penguntas
fs itso a e p amigo, o tenente Giapar Antonio dos
Reis, po*, 'aor pIblico de Ai a, perguntas to-
das teo baes, que em asda podoe a"etar a re-
putaao d'aquelle amigo, para as soas .que v
eonhecemo-x0que s ale m ieram. feitas em estylo
miuito rastkro, tern contra si a inexactidbo.
-Nopono attipgir d'ondo ellaspartxn, ia
podem partir de spiritoamuito aomho.
Aindua&ro vi nera pesos alguma deste povoado
o posor Gaspar, em horas de seu ,expedinte
or da eadir, .quanto mais, corn mesa dejgo na
sala dao, a.
Moitas yees temAos jegado mness, ala,,naa sem-
pre a noite. Pergunta-se, um professor na pode
em sa easa, com 4iuns amigos jowgar, ema heoras
que naoprjndiquem o soa trabaho? Craeo qu.
pine, pois soe a professor jogs 6; saomnto O&e0 di-
raheiro, oesist ao pode, pawjndiesr ao onaano. 0
professor mlasesn, em .Allsngs, 6 pode sor digno
de elogiar-ae polo que pass. aaprecanr.
-Quemn foi quo creoo urns eseola nocturna em Al-
uaBcayquMoeionws deed. 1881? Quemrfni, quoe
o'2 de abrt de 1883 creeu uma sociedade musi-
cal, qbe aiad hoje vive, preatando at6 bone sor-
Vapo. a estaspovosb ? Quem foi que enc.rrogow-
se da bnillante fonts do Noses Senhora doiRosario
em 1" doe ovembro do aino pasiado? Foi 0
osug. apoigo prfesaor; e quo digmn os amigos do
Rooife qee vieram.
Dbpol5 Sr. redactor, quera conecer o professor
Grapar, ha de confeess maetr ee urn nmope mnuto
atYel, de-baneiwaa delieadaa hbomm psi d lamilia
e optimal amBgo, T parpa-va0a histado-asaB--
asevooss3aaaigoa, grandes epoqueBos quo o jdiaua.
E.lse mop. 6 inuutomoheeidQeo Recite, amnBoca


la-rapnio el sbo~ndoal a raaloiss, ^^NJBp
ao -patvb Boma&6,O~te-iumpliO d4Nf~g H

reducto da escravidIo.
Umiagftou~,pabra Ih. *A, 4ga~ro.^
tereis firmado ao -povo Brasileiro o
marcescivel triumph X .6 da lib
omno do diihta ke da mvis,
SuSI intrepidas Brazileiras I .
Hi Il Pwvinabucaoas I ^
-Vide, oh I nymp1aa da fermo.
ioza Americana! .
SFloe dte vasto jadim eXjpi
boreal, asturae ean as grates a
que trescalam de vossas almas today s
athmosphera que envolve o theatre a,
nossas lutas !!
S6 assim satisfaremos as exigencias raTo-,
raes da epocha luminosa que atraveasamos. L^
Ajiudae-nos!
N6s vol-o rogamos em name da. patria,
do progress, da civilisaglo e da humani-
dade! ;
Deixemos abrevar-se de mais brilhoe 8 1


intensidade esta luz do grande seculost
XIX!
Escrevamos mais una pagina de ouro
no livro de nossa historia!
L3vantemos final este grandioso edifi-
cie quo de certo se ostentarA come a nossa
Vandome de todes os seculos!...
Nada faremos sem v6s, Exmas. senho-


Ahlia, 7 de ago ste4 de 1884.
Ma" Alvea Silva Pinto.



86 uma meatoea diboslasrm caminhando pars
MB complete .... pLdepe asLar; ad penw,
que um s aact., quer pjblieo, quer parircuelar do
actual engenhiro d camera a poaes desdourar!
Ser pobre ? *Aati au Im, qua bom preya se
aehando ile a q osi a s ndas Rue i, ma dinhoi-
ros a preMnio a 3 0/0 so mez!
jseas emgocihs beo xpieitem eao,
eom toda franqueza feitos, expostos firmado na lici.
tade, ameo mysteries, +al daria lgan commeata
vios, se aio per aquelles que nao pzdp contradi-
Szel-os, que vivi nas trevas, uo podem erguerne a
front.
Trata-se agora d'umas terras que comprom a
rua Imperial, 'nde pretend e deu prineipio a edi-
fica9bo do nma casa paramorar; e o que vem a
isso ? esutar, par ventura toihido de fazger eno-
mias? ado podera possuir alguama cousa de valor?
para esalareeimento destasi vagas, saccodidas a
eamo muito-propositalmeate, respond:
A origem parguntem sao Sr. Ignacio Pedro das
Neves, administrator do matadouro, empregado da
Itima. Camara, a queorn autoriso a dar todoe os ea-
elareeimsntos a tal respeitoe os meios pelos quaes
eaton pagando.
Querem me ferir? 6 imaossivel! ainda mesmo
palo que se vd na lei gramentavia public ida -hon-
tem neste Diaribo mas v-se o proposito e 6 horri-
vel os meios que degrada !
A nada temo, veaham e sem father cabedal do
tigulo, lugar, nem r mysteries de en'ridas e sahi-
dau de coatinuaao ou nri, do emprego ou de ter
minguada paga do men trabalho, confio smm pedir
ao criterioso corpo da titna. eamara que refic-
tam nao suppondo quo usa leiprovincial possa re-
vogar nrna geral, para que chane a devida atten-
91o pars o decreto de 16 de desemabro de 1863 e
minda quando por elle ago estivesse eseudado e
pola frequeaeia da eseella de artilheria na corte,
e ainda por urma matrieula de nautica, estaria es
cudado per um titalo que me tfoi conferido em 1875
na eore, depois do preoeder exame na secretariat
dosaegocios da agriculture em nome de Sua Ma-
gestade Imperial que me eonstituio agnimenor ds
la elasse, e come tal empregado nas colonial do
sul do iqperio, e a nao ter havido alguma refer-
ma, julgo ainda se ler no quadro dos engenheiros
d'aquella muito alta reparticAo organisado em 1876
o men humilde nome al contemplado.
Tenho dito o quanto basta para convencer aos
meus covardes inimiigos, ga da lsz e ainda
faso sentir que-embora effective engenheiro da
eamara, urge-me o direito e niao faco qnestio con-
tra elle, se se apreseAntar umrn obscaro engenheiro
que me-seja -main graduado pelos seuns trtulos e a
Illnma. camara o abracar nerom ao menos corn queixa
fieo, entrego a palma que s6 acarreta acerbos des-
gostos .e reeriminaowe iujustae que fari A urna
alma nobre sempre andara de Into.
Camara Municipal do Rocife, 9 de agosto de
1884.-0 agrikiwmror, Thomas de Fiffneiredo, en
genheiro da Camara Municipal do Recife.

Excellenlissimas senhoras

N6s---o Club jAbertador* Ferreira Fran-.
a,---vos fallamos em nome dos captives.
Pretendemos effectuar um bazar de pren-
das cujo produeto sert applicado a. a
cipaglo desses infelizes.
De vossos coragles que seo o manan-
cial perenne do balsamo salutar da pieda-
de, esperamos a prodigalidade de todos os
cohfortos.
Compadecei-vos dos captives!
Qualqaer obulo que venha de v6s sera
sempre valioso e maito contribuirA .para a
realizagao do nosso fim.
Basta que part de vossas mios angeli-
cas.
A causa 6:de4oildos u6s porque 6 a causa
da humanidade.
Na phrase de Smiles o homom 6 o ce-
rebro e a mulher o cora~to da humani-
dade.
--Eile-4 o-juso ; eolaao sentiineuto.
EIlo 6 &Thor^a ella a graea, o orna-
meato e a consolagao.
Asaire bern V&ies nossa phalange, podeis bataihar comnoeco.
E' a batalha incruenta.
Nao quoremos os demagogos.
Temos horror aos-sanguinarios.
Portanto, marchae come Joanna d'Arc,
em front. s a .sas =ilolas, hasteando +orm
alto o aben.oado labaro da paz.
o Braail verA em oada urna ikv6s a
Prophetiza Debora, a vanguarda +as co+
horses salvadoras, entoando sonorarnento


lila particular para e se


A abaixo aasignla'ditm a homnraAecom,
cip- ta--ineio Dias ,da Costa; ; vga aasu-
car.
Macau-Patacho national Taborda, capitio Jose
Dia'Netto ;'el tastro.
Park e eauias-Vaparingle Peueme, eomman-
dante JWd;ihUwer oa; a vaios generous.
Bahia por scalas- Vapor national Jarguaribe,
comnimandante Francisco A. da Costa; carga va-
rios generous.
Genova em eecalas--Uaheuhoaa de guerra ita-
hana Scilla, commandant caitao.de fragata
Setembrine.

Obseivances

Procedte de'Trieute-wreeoala, fumdeoano La-
wi v rac por ausrdiaOtftiOpw q P6 si4o
comwuheoL L v9 a- terr a o
Suqeq Ie de Lamarlo para Gonova o patacho
alleo Dllce; eatoi utio.


do cores


do Triesal a ,je


do0 sdl *14
a- U-~l- 4


'I -


4

.9




A


ra$.
A nossa missio 6 regeneradora.
Tende ao future.
V6s sois a esperanga.
Quer a liberdade.
V6s sois a inspirasgo.
Acredita na victoria.
Vds sois a f6
Prega a fratemidade.
V6s sois o amor.
Implora compaixio para os miseros cap-
tVos.
V6s sois a caridade.
Empregae, portanto, todo o influxo pro-
digioso de vossa graga e bondade a bern
da extinceo do eaptiveiro.
Deste modo estareis corn os apostolos do
santo pugilato da--REDEMPXo.
Pelo Club Ferreira Fraisa, CYaIDmo DORVAL


M I ga costa firraira
Avisa aos Srs. consumidores dos seas charutos,
que os unicos reeebedores dos mesmos, em Pernam-
buco, sao os Srs. Bourgard & C. e que todas as
caixas qne nao tiverem ao lado o nome da'quelles
Srs. sao considerados falsificados.
S. Foeiix 1.o de agosto de 1884.
Manoel da Costa Ferreira.

Aviso
As Exmas. senhoras, que se dignarem
acceder ao pedido contido na carta que di-
rigimoslhes, firmada pelo nosso estimadis-
simo consocio, Cyridilo Durval, podem re-
metter os seus donativos A casa do presi-
dente do Club, Benvenuto Priamo do Lima,
na rua Daquo de Caxias, n. 7.
0 Club Libertador Ferreira Franga.

Programma. da festa de'Nessa Se.

uhora das eCes, no convmeno
de St o Francis0o em Olinda
TRIDUO
Nos dias 7, 8 e 9 resar-se-ha urn triduo, que co-
meaciA As 7 horas da noite.
F8TA
No dia 10asm 5 hor. da manhi unma salita real
de 21 tiros annunciarA aos fieis devotos que
ehegado o dia em que se ha de festejar a excelsa
Sra. das eves.
As 11 horas pri*Wp$ra a festa, sendo cantada
a missa denominada.. Santos Pinto por, uma or.
ohestra de amadores- que a. isso graciosamente se
presta, regida pelo insigne maestro Marcellino
Cleto. Prega no Evangelho o conego cathedra-
tratieoJosaquirn dos Santos.
TEDEUM
As 7 da noite principiara o tedeum, terminando
eom a benglo do Santissimo Sacramento.
Em todos os aetos toeari a banda dasocieda-
de musical 28 de Setembro, que tambem se presta
graciosamente.
A' tarde a mesma bands toeara no adrio da
-reja, soltando-se per essa occasibo diversos ba-
lees.
Frei Lourenfo da Immaculada Conceiyio.
Guardiao.


os acc6rdes dos hyaneos triuaphantes.
Vera Esther, corn sua forroosm'a des-
halnirabrante e corn a divina electricidade de


seuns onlevos, arrebentamdo o glad quo
ienide sobra a cabega de' sen povo.
ALTERA9AO DAPAUTA
Para amwemma ie 1L16de agosto defi884.
Nenhum.
Alfandega de Prnambueo, 9 de. julho do 1884.
Os c0nfem tes,
^ J. -da'Oosta'Oirao
Vioc da arna Lobo.

DESPAOHOS DE EXPORTAQAO
\
Em 8 Ie agoto de 1854


No patacho portuguez Fratermidade, carre-
Para Lisboa, J.) sttt t Tpipas corn 3,296
Pftma ion a .
S- So briO*V-wtBWiai&kkws, eortewtB:
SPar&aftPorto, A. J. de&Auitos Lndrde 1 bar-
Sril com waj~p S&m 8 w, a4.a dito
ahom ''


VAPRBSB~OWNDQ








































SXarope de Easton
I( DE I D
*:j BURGtfOYNE
I: Nerve tonic
{ De venda em todas asdrogarias doB
I ~BRASIL (

i. Bii Blruyli BnrBo I, & 0. {}
SFabricantes pharmaceuticos )
Londres
-'" -."----l--'-----'-- i-


I


A grande razie


V.


SHa muitas razes porque os homes de-
S veriam segurar as suas vidas. Avida hu-
S mana e a capacidade para produzir a ri-
S queza, no verdadeiro sensor da palavra, sao
realmente um capital; capital tao impor-
tante e ao inesiuno tempo tao facil de se
S perder, que deveria estar sempre segurado.
S Ainda mais, quando mesmo am home se-
j ]a rico e proprietario, no moment da sua
S morte a familiar tern precisao de dinheiro
- em species para evitar grande transtor-
nos e perdas. Al6m disto, todo home
deveria deixar certa porgo exclusivamente
S a sua mulher, uma somma que estivesse f6-
S ra do alcance de tutores e advogados.
.... Poderiamos ainda continuar fallando no
risco da perda da propriedade, o que acon-
tece cada memento; e nas extensas e di-
* versas vantagens do seguro de vida, etc. ;
mas ha urma grande razao que impoe-
so As pessoas nao seguradas corn maior
forga do que todas as outras; e esta : que
mesmo no caso de que a morte nao occorres-
se antes de dez ou quinze annos, as probabi-
lidades sao de que o capital accumulado
nao chegaria para o sustento da familiar. E'
esta uma razao que todo h'mem que tiver
quern d'elle depend deve considerar cui-
dadosamente e decidir corn promptidlo.
Isto de deixar sempre para amanhi, espe-
rando viver, o future da familiar, 6 um pro-
ceder que difficilmnente poderA chamar-se
S honroso. Os nossos pals nao asseguraram
S a vida, 6 certo, mas o system estava ain-
-- da na infancia n'aquelle tempo e tambem
nao possuia as opportunidades e as luzes
S que seas filhos possum hoje.
A consideraao da propria morte nao 6
em verdade cousa muito agradavel, mas
tambem 6 verdade que depois de tomar-
mos as providencias necessarias para rece-
bel-a, apresenta-se menos horrivel, espe-
cialmente quando as precaugoes envolvem
o pao dos filhos. Nao vale a pena apre-
sentarmos aqui o quadro possivel ou pro-
vavel do future das families e filhos da-
quelles que morrerem sem star assegura-
dos duraute este anne de 1883. Se t-dos
os homes que lessem isto, dessem uma ho-
S ra de reflexAo a esto pensamento : Como
ficaria minha mulher e filhos se eu che-
S gasse a morrer neste anneo? Para ajudar
S aos que assim pensassem a obter nma so-
S luglo correct do problema, suggero-nos
<^ as seguintes questoes subsidiaries.
I Quantas pessoas dependem de v6s,
em geral ou em pessoa ?
II Quanto dinheiro precisariam estas
pessoas durante o primeiro mez depois da
i.M vossa more, e de onde emanaria esto di-
nheiro?
SIII Que propriedades tendes quo po-
dessem produzir uma renda para o sus-
( tento da familiar em casa do morte. e a
-( quanto alcangaria o rendimento?
1|| IV A quanto chegaram as despezas da
|| vossa familiar no aqno passado, incluindo
^ alugueis, impostos, repara9es, criados,
f moveis, roupa, viagens, escola, etc., etc.?
V Chegaria a renda annual da vossa
S propriedade a cobrir todas as despezas
H que acabamos de indicar : e se assim nao
K fosse de onde procederia a differenga?
SrVI Esta a vossa propriedade hypoteca
||! da, e nests case de ende esperaes dinheir-
^- pars pagar os jdros e mesmo o capital s
".,isto for necessario ?
Esperamos que o leitor nos nao conside-
^^^ ^ r impertinentes par ter-ihe feito publica-
gmente perguntas que em privado nunsca
nos haveriamos atrevido a faue-Ihe.
Simplesmente desejawsB que eatude eatas
^ ,.. perguntas e ache as sasreepostespprao
Sseu govoruo11 ioCrnpsiuieuto i' qt. o'
g^^'^.forea dever. ,reconh~ew cor- urnd-ye
l^^ !,^, pars aquelles quoe- M mut-omais qu-
l:'ui-tdoe do que o a.-... a" u.i


D. Clement na Theodora da
Silva, viuvado ,om0.en bador 1.
noel GonitHives da Silva, tendo se
tornado cessioparia de todos os
creditos de so a ihado ilkho, o
commendador Luiz Gonnalves da
Silva, quer individuals, quer os
da extinct firm de tuiz Gon-
Valves da Silva & C., em virtue
de convenVao feila com sna nora,
D. Ismenia Ayres da Silva, por
si e como tutora de sna filha,
precedendo aunorisa'io do Dr.
juiz de orphaoS, previne a lodos
0os respeetivos devedores que se
devem entender corn sen genro
e procurador, o commendador Jo.
s0 Antonio Pinto, que se acha le.
galmente autorisado a liquidal-os
amigavel oujudicialmente.

0 Dr. Adriaio
MEDICO
Continia a dar consultas das 11 As 2 bhoras da
tarde, em seu antigo consultorio, A rua Larga do
Rosario n. 36, 1. andar. Chamados por escripto
a uqalquer hora, na pharmacia Bartholomeu & C.

Dr. Cerq eira Leite
Medico e operator
De volta de sua vagem A Europa ende
frequentou os hrpitaes de Pariz, tend
feito um curse especial de parts e moles-
tias de senhoras, di consultas no seu an-
tigo consultorio a rqa Duque de Caxias
u. 48 (antiga do Q4eimado) do meio dia
as 2 horas.. -
Especialidadq molestias de crian9as e de
senhoras.
Recebe chamados por escripto ou no
seu consultorio, ou em sua residencia rua
Imperial n. 2.


) ~ MEDICO E PARTEIRO
SDr. Joaquim Lonreiro
l Consultorio e resideneia rua Duque
SaeCaxias n 39, defronte do DIARI 'V
SDE PERNAMBtCO, onde da oonsul-
S tas das 10 As 2 horas da tarde.


WoR.CVIIN$RO L E A""

Consultorieo eroside~ne. a rue.Duque do Caxias
antiga do Queimado, n. 88, I andar.
Consultas de 11 As 2 horas da tarde.
Chamados par eseripto a qualquer hera.


Dr. Bettencourt
0peracoes, fistulas, vias uninarias, me-j
lestlas de aenhorase erianoas. Estreita-
mentos da urethra tratados pela electro-i1
lyse sere dor. Affecoes de pelle e sy-
phills. Molestiasdo peito e da gargate.
Embalsamamentos. Marquez doOlindad
n.34, das 12 as 3.


BR. AMRRBOG tA
MEDICO OPURA3OB
ESPECIALISTA EM PAkTOS E MOLSTIA8 DAB
MULYIERES
Tern o seu consul !orio em casa de, sua
residencia A rua da lmperatriz n. 30, 1."


2a 8eeco.--Seetaria da Presideuiaa AkPer-
nambuco, 8 de agosto de 1884.-Por est serta-
ria se faz publieo, de confermidade corn o art. 11
do decreto n. 817 de 3 de agosto de 1851, o edital
abaixo transcripto, pojdo em coneurso com o pra-
zo de60 dias, os effloe de 20 tabellio e esci-
vao do civele crime oe 6xeeses civeis do tern| de
Itamb6.' ..
0 secretario,
Joao Auguo t de Albuquerque Maranhlo.
0 Dr. Adolpho Siqueira Cavalcante, juiU munici-
pal do term de Itamb6, da provineia d. Per-
namnbuco, por Sua Magestade o Imperador,. que
Deus guard etc.
Fao saber a todos a quem possa interesar que
em data de 9 dejulhoultime o Exm. Sr. preiden-
te da provincia, de accord corn o art. 4- do de-
crete n. 6,668 de 5 dejaneiro de 1871, aceitou a
desistencia que fez. o cidadlo Franciseo de Araujo
Lima da serventia vitalia dos officios dc 2 tabel-
liao de notas, escrivao do civel e crime'e execuq5es
civeis d'estp termo, qreados esa.virtuda do d.creto
de 30 de janeiro de 1834; e provides pe'o decreto
de 22 de novembro de 1860.
Portanto nos terms do art. 11 do decreto 817
de 30 de agosto de 1851, convido os pretendentes
a apresentarem seus requerimentos no prazo de 60
diasa contar desta data.
As peticoes, nos termos do art- 14 do citadel de-
ereto n. 817 devem set datadas e assignadw-pelo
pretenA-ente ou seu procurador acompanhadas de
folhas corrida, certiddo de idade. exame deosuffi-
ciencia e nmais doeumentos que entenderem conve-
mentes, todos devidamente sellados: cumprindo
advertir que o exame de suffieiencia sera regulado
pelos decretos ns. 8,276 de 15 de outubro de 1881
e 8,526 de 13 de maio. de 1882,.
E para que chegue ao conheeiinento de todoa os
interessados mandei fazer o present e mais outro
de igual theor, para. serem affixados na port da
casa da Camara Municipal desta cidade e onde
mais cumirir, enviando-se uma copia ao goveruo
para ser reproduzido. na capital.
Cidade de Itamb6, 4 de agosto de 1884. Eu,
Baldoino Amando Freire, escriva> interino d e-
ral o eberevi.
Esta conforme.--O escrivao interino do geral,
Baldoino Amando Freire.

Juizo dos Ieito8 da Fa-
I zen41a

Escrivao Torres lreira
No &A 1i9'd ?eorr#te, doepos dae.u4dinecia,
iro 4 praca por vendom a quem mais der, os pre
dies abaixos declarad iae"radoe pcela Fazaoda
Provincial. '
*. .^ : Jos.^ J te
Casa terrea a rut. io Padred.Jobrega n. 85, corn
poeta e janella de i ntrae, Zealas, 2 quarto, co
zinha e quintal, co.: 4 tne(tos 40 centimetros de
largura, e 7 metros c 50 centimetres de fund,
potr 4805000 ja feith o abate da lei,.pertencete a
Themoteo Pinto Leal.
Afogados
Casa terrea A estrada do Giqnia e Jaboatto n.
21, corn porta e jane ila de frente, 4t metros e 85
centimetros, 11 metros e 50 centimetros de corn -
primento, 2 salas, 2 quartos, cozinha fora, quin-
tal em aberto, por 400000 jA feito o abate da
lei, pertencente a Archanja Salustiana Caval-
cante.
Dita a estrada do GiquiA e- Jaboatdo, corn 4
mqtros e 70 centimetros.-de largura, 10t meti"' e
95 centimetros de 'fundo, 2 "Crtas de frente e 2
no oitio, de pedra e cal, oecupada corn taverna
sotSo, 2 janellas em. cad& oitio, por 600000, ja
feito o abate da lei, pertencente a Luiz Ferreira
de Almeida, outra Ignacio Estevao Moreira da
Costa.
Dita a Estrada Nova n. 4 de frente, 5 metros e 1.5M centimetros de frente, 8
metros e 15 centimetros de fund, 2 salas 2
quartos, cozinha f6ra, avaliada ent 200000 per-.
teincente a Alexanduina de Souza Rangel.
Dita A rua do Castello n. 7, .Baro, corn 4 me-
tros e 15 centimetros de larghra, 10 metros e 40
centimetros de fundo, I porta c 2 janellas de fren
2 salas, 2 quarto., cozinha extensa e quintal ea
aberto, pot 805000, ja feito o abate da lei, per-
tencente a Clemente Josde.a 51lve. -
Dita a Estrada Nova n. 102, corn port e ja-
nella, 8 metros e 80( centimetros de largura, 2
salas, 1 quarts,. cozinhaf f6ra, qUintsal ,im aetbeto
em s6lo foreiro, -por 1605000 ja feitoo abate daw
lei, pertencente a Maria Ustiarina de Oliveira
V~rnsea.
Casa a Estrada Nova n. Ill, cOru 4:metrote55
centimeter de lagura, 8 metros e 25 ceetimetrb3
de fund, 2 janellas no oitao e porter e janella de
frente, 2 ejas, 1 quart,, cozinla ror.. quinuta
'em aberte, poar200S000, perteneente Felippe N4-
Casa A rua do Rosaio n5, de taipa, em o
foreiro, corn 7 metros e 40 centimetros deo lar-
gura, 10 metros e 30 centietroas de fund;
ports, 2 janellas de frente, 3 saMa, 2 quartos,
6osinha fdra, e quintal em aberto, avahada em
2005000, perteneente a Antonio Lucas Ribeiro. '
I ~~Alwmqeii ..^


Casa assobradada no Chco 7, fregei
Pogo d&a Panella, co`D ^i opmrt Prtajo deo *:t 2
portase 3janellaso .oSl
Ora fr, 2 quartMos eotasos;
r iorcom 1 janella de frente, 4 d A no oitl
aeS1 qiartos, slti ur dfer

eseAnto1


ACamara Municipal a cidade do Recife,
recommend suo senhores fsaes das freuesia ,
Sfax public ,para conheeimento dos donos das
pequenas embarca5es, qua potr bern da hygiene
publics, se faZ necessario que sejam rigorosamene
te obardas as disposes dos artigos 2o, 39 -
4 da lei r. 1178 de 5 de junho de 1875.
Art. 20 lbnhuma alvarenga ou embarca'o de
qualqaer qualidade on denominao que seja, em
pregada nap trafego do porto ou rios, podeoa tran-
sitar, ser carregada ou descarregar, serm estar
baldeadft e no manis perfeito estado de asemio e
limpeza.
,Os infractores serlo multados em 305000, e o
dobro na reinidencia, e obrigados a fazer imme-
diatamente a limpeza necessaria ; e, nio fazendo,
pagaro toda a despeza que for feita, nao s6 corn
o assei, come tambem corn a desenfeco, se for
julgada necessaria.
Art. 30 Ninguem podera deitar nas ruas ciscos
e objector serm erventia, nem cousa al,uma que
prejudique o asseio e limpeza das mesmas.
Art. 4o Os proprietarios on moradores, que nas
portas ou frentes de cujas casas for encontrado
qualquer object dessa qualidade, sergo multados
em 105000, e no dobro na reincidcncia.
Pao da Camara Municipal do Recife, 31 de
julho de 1884.
Jose Candido de Moraes,
President.
ledro Gaudiano de Ratis e Silva,
Secretario.
Associailo dos negociantes de
estiva em Pernamnbuco
Tendo a commissao encarregada de confecelo-
nat o projectado estatuto, apresentado o seu tra-
balho, sao pur isso convidados todos os senhores
Iocios installadores a se reunirem em assemblha
geral, domingo 10 do corrente, pelas 10 horas da
manhi, travessa da Madre de Deus n. 18, afim de
saerem discutidos e approvados. Recife, 7 de
agosto de 1884.-0 secretario,
A. Valente,
Instituto vaccinico
No primeiro andar do predio n. 26 A rua larga
do Rosario vaccina-se todos os dias uteis, das 10
horas da manhd ao meio dia.-'- director,
Dr. Arruda Beltrao.
Institute Litterarlo Otndense
De ordem do Sr. president, sao convidados to-
dos os socios, a comparecerem na sede social, as
10 horas da manhu do dia 10 corrknte, em as-
semnbl6a gerel, vista do que disp3e o 4 do arti-
go 23 dos estatutos. Olinda, 7 de agosto de 1884.
seoretdrio interino, Samuel Botelho,

alab a lflUlciontQt flarrn~t Bnstfls
Foi tranafori4*fa a de dessa soctedade pars a
rua do Marquez de Olinda, antiga da Cadeia, n.
53, 3.0 andar, onde havera sessio domingo 10 do
orronte, as 11 horas do dia.
Sere-tariaa Irmandade de S. J-6
da ALgsnia, no eouvento do Car-
mot 9 de ago0to de A186,..
De ordem do nosso irmlo provedor d'esta irman-
dade, corvido a todos os nossos irm"os a irem as-
sistir as missas que a Exma. familiar do eosse fal-
lecido irmnAo o Exmo. Sr. Visconde do Livramento
mindam rezar no convento do Carmo, segunda-
feira 11 do corrente As 8 horas da manhb, (setimo
dia do seu passamento.
/ Manoel Martins Capit&o.


Societal ieu Beneenia

Per ordem do Sr. president 1o convidados
todobs, os socios desta sociedade a ireunrrn-se no
ai* 10 do corrente em sua sede, aa s do cos-
O ere Domegos-Laua, .
": Domingos Lauria. "


Case terrea a. 1
Travessa de S. Pedro
Sobrado de dous andares n. 2
Ru do Born Jesus
Segndo andar do sobrado a. 13
Becco das Boias
Loja do iobrado n. 16
Sensala-Velha
Casa terre n. 18
Rua da Moeda
Casa terrea n. 49
Senzala-Velha
Cama terrea n. 16
Rnua TImnaia.1


425250
405000
30o000
305000
125500
205000
305000
205000


Cas% terrea n. 127 125000
Rua do Visconde de Albuquerque
Casa terrea n. 61 17;750
Rua da Lingoeta
Segundo andar n. 14 155160
Raa da Restauraaio
Casa terrea n. 25 15S000
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Recife, 1 de maio de 1884.
.0 escrivio,
Pedro Rodrigues de Souza.

THEATRE


SIANTO ANTONIO
A88OOIAO B-RAIATLOA


Muita ftenio! Alta novidade!
ORDEM DO DIA! GRANDE FES-
TA DO ESPIRITO-SANTO!
DO-MGO, 10 DE AGOSTO

'Gratd ospelUctclo l rI
Depois qoe a orchestra regida pelo professor
Marcelino Cleto houver executado uma ouvertura
das mais estrondosas, subira o pane par& dar lu-
gar a representaso pela primeira vez nesta cida-
de da impo antissima comedia original brasiieiro
do Ijim. S. Dr. FRANQA JUNbO, primeira
penna nesfts genero, cujas producocs tern feito as
delieias d6 pove fluminense today vez que appare-
Oei na sCe, c4hegando algwumas dellas a provocar
tat hilaridade da galhofa, que o espeetador muitas
das veses tern said do theatre oom ,as mcala
pregadas corn alfinetes per term IA ficado os bo-
t(es. "
Comedia em 4 actors intitulada

Direito por linhas tortas
MIE EN SCENE DO ACTOR VIEIRA
VILLAS
Personagens
Fortunato Arrada homrnem pacato e pachorrento
e que nada o encommods-Manhonc.
Leonarda Arruda sua mulher, de'faca e calhau
levadinha do diabo-D. Rosa Manhonaa.
Ignacinha Arruda sua filha, pomba sem fel, mas
que depois se torna urma vibora--D. Apolonia.
Luiz de Paiva seu marido, home pastrana que
se deiza dominar-Santos.
Commendadoer Miguel Peixoto e depoisBarao da
Cova da Ona, moralista da ocecasio-Wr Villas.
Felisberta, mulata. ingenua que seduz Santa
Rita parw fugir-D. Carolina V.
Santa Rita Gostoso dos Anjos Bahiano da Gema
Capadocio Refinado, que&ficou ca para atacar fo-
guetes-A. Peres.
Heurique
Jo0A Pessoas do povo.
Felippe '
1.0 Mascara A. Peres.
2. Dito Qliveira.
3.- Dito' Coitinho.
A aceao passa-se no Rio de'Janeiro. Epoca,
actualidade.
PrinoipiariA As 8 horas da noite.
A Associaao na tern poupado esforges opera o
bomrn desempenho d'3 ess representaq5es, anim de
queo o public fique satisfeitQ come et6 hoje, e por
i so-speramos a coadjuvaia$ lo mesmo.
Bilhetes a venda desde j'no theatreo-

THEMATRO


Santa IsabeI

COMPANHIA DE OPERA ITALIANA E DE
BAILADO8

krprczai P. M. Musella


CONTRA F0GO
The Liverpool &L luiG& lob

INSURANCE COMPANY
AGENTS

8andors BrMtW & 0,
1i--CORPO SANTO.--11









WOOI AN EIADE 8 iUROS
CONTRA



FOG I !
Tendo reduzido as sunas taxas da
premio offerece grades vantagens
aos Srs. negociantes e proprieta-
Mris.
Plremloo modieom,
Seguranea indubitavel,
E promptO pagamnento de
prejuizos, o

Capital tO6.00000
Recife, 1 de agosto de 1881.
AGENTS
Browns & C.
RUA DO COMMERCIO N. 5



BABITINOS
United.tles & BrasiHlMailS.S.C.
0 VAPOR
Finance
E.' esperado des poetos do
-] /f^.,sul. no dia 14 de agosto, e
I J depois da demora necessaria
seguirA pare. o
Elarankli,, 1ar&- .S Thomax e
Xew-Ywhk
Parcargu, passagens, e ea.omenda, tracta-
se corn os
AGENTS
Henry Forster & C.
N. 8 RUA DO COMMERCIO N. 6
1.- andar
Compauhla aa de Navega-.
pio a Vapor
Macei6, Penedo, Aracaju, Estancia e
Bahia
0 vapor.
Marquez de Caxias
Coynwaudaate Nova
t, ||kr.o / "E esperado des ports aci.
./A-l^ / _m at o die .5 dp'gosto, e
is yegressarA pare $ mesmos,
Lo depois da demora do costu-
Parae carga, passagens, eneommendas e dinheiro
,a fretestracta-seoaa
AOENdCA
? -).~we do Yigfwio 7
Domingos Alves Ialeus

ieie Steam Navigation Company
STRAITS OF MAGELLAN LINE


0 vapor
Cord~leIca
r.v spera.-s.
rope.at6 oilii3J

r:pare. o sul do-
cgdadeworado
cstume.
























) 46
CAISA


N'frj Vapor
.Noronha


S. .. Segue no dia 12 do
correite ao.nieio dia
4 )vapor Gquid, corn-
". ... ...... man~nte Mara
.Recebe caiga at6 o.
Encommendas, passagens e dinheiros a frete at6
As 10 horas da manhi do dia da sahida.
ESCRIPTOBIO
Caes da Companhia Pernawmbwana
n. 12.
ROYAL MAIL STEAM PACKET


COMPANY
Grande redueoro Bos preeos
passages
0 PAQUETE A VAPOR
Tamar
Commandante A. E. Bell


das


/. ._ ~E' esperado daEuropa nodia 9
X -. i on 10 do corrn'ente, seguindo de-
". 'pois da dcmora necessaria para
Baia, Rio de Janeiro, Monte-
video e Buenos-yAres


0 PAQUETE A VAPOR
Trent


Comnandante Dickinson
_ do su
<"-i do cor


guinc


esperado
l no dia 14
rrente, se-
Ld depois


da demora necessaria pars S. Vicente,Lisboa, Sou-
thampton, etc.
Tern optimas accommodacSes.
Passacgens para a Europa podem ser toma-
das na ida dos vapores para o sl
Redueoao nos preeos para o Rio
de Janeiro
1. classes 90#000 e 3. classes 27#000


bahida
Chegada
a
ir



R
a
1(
a
*
*
*t


Iltineraric
IDA
Southampton
Bordeaux
Vigo
Lisbh5a
S. Vicente
Pernambuco
Macei6
Baeia 2
Rio de Janeiro
Santos 2
Montevideo
Buenos-Ayres
S .I- VOLTA


ihidas BuenosAyres
S Montevideo
S Santos
S Rio de Janeiro S 9
Cegada Bahia P
a Macei6 -
, Pernambuco o
a S. Vicente .-
, Lisboa .
S Vigo
S Southampton O
S6 tocarA se precisar carvao.


0



20
21
22
26
28
7.


1 9
4
S 13
0 24
2 26
S 29
5
7
17
18
24
27
29
ii
i5


Para passagens, fretes, etc., tracta-se com ons
CONSIGNATARIOS
Adamson Howie & C.
3-Rua do Commerel-3
COMPANHIEDES NESSA(E-
RIEW IAREITIxES
LINHA MENSAL
0 paquete
Equateur
Commandante Lecointre
E' esperado dos
ports do sul no
~ dia 20 do corrente
segundo depeisda
demons do costu-
me pars BOR-
DEAUX, toeando em
Dakar e Lisboa
Lembra-se aos Srs. passageiros de todas as
classes que ha lugares reservad6s pars esta agen-
cia, que podem tomar em qualquer tempo.
Faz-se abatimento de 15 per cento em favor da-
familias compostas de quatro pessoas ao menos e
que pagarem quatro passagens inteiras.
Per excepebo os criados das families que toma-
x rem bilhetes de proa gozam tambcm deste abati-
.mento.
Os vales postaes s6 se dio ate o dis 18, pages
ap contado.
Para carga, passagens, encommendas e dinheiro
.a frete: tracta-se cornm o
AGENT
Auguste labille
9 RUA DO COMMERCIO -9
LILS


Leilao
s lieoUdo 0 Wels, beams cpe-

parelk.. de p.fcelsUas, eiry-
taes, tapetes e eu B t
objects. -' .
',;, 1A SABERi:: --
|C^.11 1 Sdad emtrada ..
Ura mobiliadejaea"randicom s1W, 1
n: eia, 2 cadeiras orn braose 10 de ii
MW1.1 ^ i forte I Ca^leInpMr 0 Meao a
^;;-'' ^^> leqpeho oval o4 g^ ^
bro dertul, 2 e e:


ora, -e urnm
ar abotoes


0co ilrentilo pi
.0 leilao prin


de, frtee medico. -
Para carga, pa4aiai
tracts-seo na agenda
46 RUA DOO
cOerANRIA NI
Navega4"u .vot
Fernando


A's II horas
No lo andar a raa das Trincheiras


n. 16


Uonst ndo de:
Uma mobilia a Lu z XV, consolos e jardineiras
corn pedra, 1 dita us da corn pedra, 1 piano forte,
1 cadeira para a mn sma, 1 toilette de jacarandA
corn pedra, 1 dito de Ferro corn pedra, 2 commodas,
1 guarda-louga, 1 gyarda-vestidos, 1 eamarde ja-
carandai, 1 espelho, 1 estate e mesa cornm forro de
panno, diversas obra em 70 livros, mesa elastic
de 6 taboas, 1 apador conr pedra, 1 dito corn
tampo de madeira, 1) cadeiras de faia, 1 marque-
za, 2 marquezoee, tay etes, jarros, lanias, vidros e
mais moveis deo casa le familiar.
0 agent acima devidamente autorisado per
uma familia que retiha-se faz leilao dos moves
acimna.
Aluga-se a casa: a tratar na livraria Franceza
ol 0m 0. ma"aeome tgrt. .....

Leilao

Agente Britto

Do ogs I trrenlosm B-le b
0 agent acima a mandade do Exm. Sr. Dr. jiz
de direito e de ausentes, e a requerimento do I1.
Sr. Dr. curador, vend rA em leilao, urn terreno corn
220 palmos de frente para o caminho Dous Uni-
dos, e urn outro terre o mais pequeno, espolio de
Elias Marinho Falcao de Albuquerque.
Terp-feira 12 do corrente
Ruado Inmperador n. 4

Leilao

Teraefeira, 12 do corrente
A's 11 horas em ponto
CARMOE SILVA
fara leilao per conta de quern perteneer de todos
os pertences e object da reflna o de caf, cons-
tando de 3 moinhos, 1 or, ch i e ualans,
pesos, medidas, deo ts de foihasrm, ,me-
sas e outros perten r de mlho chi
fino existentes na cas da travessa du Pricpe.
10 (na Boa-Vista).

Monte de Soceorme de

Peram0buco

Leilao de |oias


Este estabeleciment transfer pars o dAi L do
corrente o leiioAde 4 a 4& ad pa _6 d-# amo
me, em a : do gra~~do d 4ta
tellas por se liquidar e n o q"eren"0 o oaho
fiscal sacrificer os mt d esse do re vos m-
tuarios, umsa ez que c a transfereci a p0iaffee-
ta os do estabelecimen o, .taa p.e.li que no refi-
ride dia 20 do andantc soeffectuara impreterivel-
mente o leilla por into engco do agent Marins,
A ra do Commercio n 48; as 11 64ra &a ma1hi
das joias quo pl r
sI
das joias que ao for resgatadas at6 avespera.
Os bjeetos Utaro' postos iOM dias ate-
riores, a apreciago pretendeatcs.
Recife 5 de agootod 1884.
Os objects estar to tos nos treA dias antc-
riores A apreeiacio a .teate.

.4 Uma jlcera 1fine4. e I par de brincoa
o:;'" uo de lei.:, -/ ^-. :"-S _: .-:^ : ^ .
a35 Dez collirea *par 4m9it
I par deoivau Pu ab
UN2 Tree volta. Lb w -e c im__


Scorn


urn dis.


3:ega hero de I.lqaterra, offerecem


8241'
824m
,8350
t254e


mpw e u sangus, p) umpasfs
Si: '-'" i-1.-1' '*


Ieim vt, Iiq i; .. ..#i)
Segnarfia. Iit 4.^
No lo andar ; i dr doiplo : rua d e
I5grandor.n. 1-6
De 1 mobaie'^iW Ai&Ct a" etae md a mtrO
de pedra, 1 piano forte de jaaranda, 1 cadetra
para piano, 4 quadros, jarros, lnterns, 1 cIaIma
franceza dejacara d.A, 1 guarda-vestido de ama-
rello, 1 toilet de jaaranda, 1 cabide de columnas,
marquezoes, lavatories, abide de parade, banas,
consolos, 1 mesa elastiea, guarda-loua, apar-
dores, cadeiras de guarnigo de junco, sofa' quar-
tinheira, machine de costura, bancas para jogo,
lougas, vidros e muitos oubjectos do uso domes-
tico existente no sobrado agima mencionado.
POR INTERVEN(AO DO AGENT
Gusmao

Agenle Burlaiaqui

Leilao
De plinho de rezilma de primeira
qualidade
No trapiche Conceiclo'na Alfandega
Terta-feira, 12 do eorrente
A'S t11 HORAS
0 agent acimna, de conformidade corn o edital
n. 7, publicado de ordem do Illm. Sr. inspector da
Alfandega, vender{ em leilao em diversos lotes :
pranchoes, taboas, ban'otes e tiras de pinho de re-
zina, livros de direito, por conta e risco de quern
pertencer.

Leilao

Do mNiO, o101, I rosU etc.
Quarta-feira' 13 do corrente


4es atagens para


rem a q i"*. ,aasdeAaSid
Anto pe : 7. 1/2 ras4i ido di 11
crr po alma d seupte em ada espoa
And dCautro Bar trgsu1mo dia de
seu pa at o.m.t.




0 Aeademfte At Bernardluno
a Ferreira Bodwrgae
Edtdo Fefeira Rodrigues, Mamede Ferreira
RodrigaIw (ausente) e Francisco Xavier Vieira Li-
ma agTwem a todas as pessoas, que se digna-
ram aeompanhar os restos mortaes de sen presado
jrmao e-prime Antonio Bernadino Ferreira R6o-
drigues, e de novo Ihes rogam o obsequio de as-
sistirem A missa, que poralma do mesmormandan
celebrar na igreja de 8. Francisco, As 8 horas do
dia 11, segunda-feira, setimo dia do seun falled-
prento. Desde ja se confessam summamente gra-
tos pomeste aoto deoreigio. ,

0 tenente-coronel Franca convida o'a seus
amigos e aos do finado Vtsconde do Livramento,
para assistirem a miss que se ha de celebrar na
matriz desta cidade, no dia 11, As 8 horas, pelo
repouso eterno d'alma daquelle seu compare e
particular amigo. mares, 8 de agoto de 84.


8274 Treu umtpar de brine.., m it
de rosetas, tres anneis e oito botes,- ouro de
.4ei. '
8279 Um botAo de ouro com um brilhante.
828 Urn annel de o uro com brihantes.
886 Uma volta de cordon, ma moedinhba de ou-
ro, um emblems de I& Bras uro d lei. ,I
8302 Duas pulceiras, unsa volta de .ro, um nme'
dalho, ouro d e lei; um relogo ddvro.
8321 Umsa pulceira de 'earo em" uran
annel comrn um dito, eafct, treO i f oem
ditos, umsa vorrnte e medaI h o do oafo e pts-
tina pars relogio, ursa rgantilihi, uma
pulceira, dous alfinetes e dous pares do brin-
cos, ouro de lei; um relogio de o uro.-
8329 Unm alfinete para retrato e um par de brin-.
cos, ouro de lei.
8333 Um par de rosetas de ouro corn brilhantes,
ura puleeira e urnm par de botoes, ouro de
lei.
8334 Um relogio de ouro para senhora.
8339 Um par de brincos de ouro corn brilhantes e
dous anneis corn ditos.
8348 Trez anneis de ouro corn brilhantes.
Urma puleeira, um trancelim, trez voltas de
ouro, um par de brincos, quatro anneis, um
par de botoes e um emblem da conceive,
ouro de lei.
8351 Seis colheres para sops, seis ditas pars chi
e duas conchas prata de lei.
8353 Um trancelim, uma medalha, ura correate e
cinete para relogio, ouro de lei, um relogio
de ouro.
8354 Um par de rozetas de ouro corn brilhantes.
8355 Um alfinete, um par de brincos, um annes
urma p ilceira ouro de lei, urma puleeira, um
alfinete, um par de rozetas, baixo.
8358 Um alfinete de ouro, um relogio de ouro.
8368 Urma corrente e medalha para relogio ouro
de lei.
8421 Um par de brincos e um alfinete ouro de lei
uea pulceira e dous pares de rozetas, ouro
baixo.
8426 Um relogio ouro de lei.
8429 Urma corrente e cinete paru relogio ouro de
lei.
8430 Um trancelim e un par de brinco, ouro de
lei.
8468 Um par de rozetas corn brilhantes e diaman-
tea.
8439 Dons anneis de ouro corn brilhantes.
8450 Um trancelim, uma medalha, usa cruz, um
par de brincos, e dons anneis ouro de lei,
um% pulceira, um alfinete, um par de brincos
e um collar ouro baixo. I*
8460 Um alfinete de ouro, cravejado de pequenos
brilhantes.
8461 Duas pulceiras, corn diamantes um tran-e
celim ouro de lei.
8462 Um relogio, ouro de lei.
8465 Urma volta de traneelim, trez pares de brin-
cos, urma cruz e quatro anneis ouro de leL,
8486 Uma puleeira. ouro de lei.
8520 Dods trancelins, ura volta de dito e umna co-
-Tres ouro doe lei
-oora urmyrnw M o^1msfl&Iuu1lfou o
de brincos, um botAo e um anel, ouro do lei.
'8554 Um reloglo de lei.
Recife, 9 dejulho do 1884.
0 gerntt.
Francisco loaquim Ferreir Pinto.


AVISOS DIVERSOS
Aluga-se oa andares superiors do predio n.
51, site a rua do Imperador : a tratar no pavimen-
eiotrreo do predio n. 10, A p cado Commercio
-MAug-s a cas terres da rua do Forte n.
26 : a tratar na rua do Barlo da Victoria n. 14,
loja.
Aluga-se as casas terre.s de n. 36 a rua da
Ventu-a, na Capunga, a de n. 1 usna travessa da
Hera, no Espinheiro : a tratr na rua do Hospa-
cio numero 32.
Ainga-se uma grande easa cm Santo Ama-
ro, rua Lmbranug do Gomes n. 4, muito fresof
corn grande sotao, corn dous grandes quintaei
muados e corn boa penna d'agua : a tratar un-
run da Imperatriz n. 82, segundo ann.


.. Ma:noe1-. 6 F. P relrr
-.Jo Pereir de Siqueir a Braga, ferido dobe on-
timento pela infausta noticia que acaba de reee-
bc.r, do pasamento de seu presado psi, Matoel
Jos Ferreira, em Portugal, rogsa aseus amigo.
o caidoso obsequio de assistirem as mustas que
par alma do mesmo manda celebrar na igreja ma-
triz de Santo Mtonio, segunda-.feira 11 do cor-
rets mez, polas- 7 horas da manha ; po que
desde jA antecipa seus agradcimentos a aqueUes
diUs aaigaoqueo acompanharem em suna dor.
m- Bre&isseduma de idade para casa
d. niha ; no largo da Santa tCruz 14.

Mello & Bisset,
tendo recebido do fa-
bricante Lion, do Bou-


Precisa-se de uma criada : na ra da I lmpen r S M a ti a-
ratriz n. 49, primeiro andar. 9r "l ti


-Preeisa-se de uma ama de.leite -em .flheI
preterindo-se ecrava na rpa Primeiro de Marz
n. 17, segundo andar. I
Precia-se deo uma ciada que teua boa
conducts e seja limps, para Iar comrn duas
criancinhas de 4 A 5 annos de idie: a tratar na
rua da Aurora n. 27.
Aluga-se a casa n. 8 ao largo da Soledade,
corn commodos pars numerosa families, corn e eel.
lente banheiro, gallinheiro e agua canalisad,
acha-se completamente reparad e e o eildaAB-se
per commodo prego ; a tratar na run larga dR o-
sari- n. 34, botica. -
Precia-se de iuma criada para engommar a
para o servigo domestic. de casa de famiha : e
tratar na rua do Baro da Victoria n. 39, loja.
1 fc^ 1' 1 :


A viuva, Ia* i
mano Pinto Magalhye ag
ma tod"ss aeasoas qu<
har st6 a ultim morada,
ampre pran.teado esposo,
d4 novo rogam as meB
* amieos4 o MaridW*e


ris, a receita de seus a-
famados Brioches, re-
solveram fabrical-os, e
desdeja avisam a seus
innumeraveis fregue-
zes e ao respeitavel
piublico que nas qar
e sabados estio ex-


Spostos .tvenda em sua
a larga do

'a- -r
psg- o.R. 40,1
Lorson -"'-" **' '" *!"l 11^ '"Sr^" --" 1


encommendas, como


0sapparehos completes assen-
tes. nos engtmhos Massauassu' e Bosque, e
meio appareffi no engenhlio Conceicao.

MACI"S i vapor trabalhando so corn
o fogo do assentamento, podem ser examina-
das as que foram assentes nos engenhos Be-
lem em- Timboassu', Cucaui, dm Gamelleira,

Diamante em Goyanna, Plo Amarello, Ca-
mara e Lages em itambe, Vidracao em Pao
d'Alho, e outros no Rio Grande do Norte e
Parahyba.


Chamam a atteneo dos


Srs. agricultores


para Os novos vapores que t6mrn recebidodo
dcreditado fabricante Robey, que se recom-
mendam pelafacilidade de conducao, assen-
tamento e economina de combustivel, deixando
de mencionar os engenhos em que os tern col-


locado, porja terem vendido 85 para


lugares,
cidos.


e por iSSO


diversos


ja devem ser bem conhe-


Sao os nnicos recebedores de trilhos porta-
teis de Fowler que se tornam recommenda-
veis pela facilidade da colloca~ao e por sua
dura ao."
Quanto a moendas, rodas d'agua, taxas ba-
tidas e fundidas, e todas as mais ferragens pre-
-Iam & agriculura, ei m sempre graiie titepu-

sito, sendo tudo da melhor qualidade.
Vendem a prazo ou a dinheiro corn pes-
1conto.


FUi2CAO DO BOWMAN

RUA DG 3RuTm N. 52

PASSANDOo 0 FARIZ
Offereee vantagens para as ei,!mmendas
de apparelhos aperfeitados de fazer ab'.
car, pelas suas relavoes directs, e pelo borm
exito, dos apparelhos que tern montado nos
eugenhos Unussu', Sao Salvador, Maeiape e
SMussu', onde, corn -dm dispendio tanto menor
qo nemr se compare com.rn aluns dos que por
ase tern feito, tem-so obtid, senoA superiores, em vult, de produnao, qua-
lidade, e preo dc venda.
SChama a attentCAo aos melborameutos para
ecoomia de combustivel -qe .temrn introdiido
s engenhos Pereirnha, Arara e 0rM desta
A e Boa Vista de Maranguapeaoade
Sfo do assentomento produz o va-

por Aeeessario para a rMoawem.
Iwu rodaqudap~, vaporesotedo-o
el fem Was "isos parenon-
',wwdc sno-


Viseende do Livramento
A Viscondessa do Livramento (ausente), seus
filhos, genro e noras convidam seuns parents e
anfigos para assistirem as missas que, per alma
de sea idblatrado esposo, pai e sogro, mandam
celebrar na igreja do Carmo, segunda-feira 11 do
corronta, as 8 horse da manw ..
cStomdo SU.:orb d Be Oiwetr
Manoel Joaquim Freire, tend recebido a in-
tausta noticia do fallecimento de sen extremoso
irmAO a 19 de jullo proximo passado, convida a
t"do oso paentbes amigos para assistirem ai mis-
sase que mands resar na igreja da Santa Cruz se-
gnnda feira 11 4oeerrwnte, As 7 horas, setimo
di da fatal noticia, pelo que desdej A se confessa
g9 .oa today as pessoas que assistirem, a este
a|e caridadp., .


.Sa

h(


I


I


e8-























ObhMvifto W 8qi&oe* ati- U"f~
abaxo asmMo tmern exposto
loteria 61a a benefiAcio da Santa Casa de
Mimericordia do Roeifo, quo Bo.qe w t4md
seguinda-foira, 11 do correoute.

-Bilhete inteiro 4OW

Quarto 0wo
elma


Bihetoe iitehro
Meio
Quarto
Antoio Augusto dos


1#760
W50
8ant os Po..


AIa do -lette
'Para uma'crianca recenimmscida, peistadi cde
uma ama de leite, sadia, e que no a acompanhe
oflho, agradando Iga-te bem :: a tratar 'no
largo do Corpo Santo n. 6, primeiro andar. _

5ima
Precisa-se de uma ama de conduct affiansada,
para todo serving domestic em casa de familiar :
I tratar na praga do -Corpo Sante n. 6, primeiro
andar.
Aluga-se baralo
Os armazens n. 13 do largo do Corpo Santo, o
equal tern communic io corn o do n. 4 no caes da
Companhia Pernambueana, corn guindaste.
O 1.- andar do t6brado A rua d6 Bomn JSus nu-
mero 47.
As cesas terias ns. 1 C e 3 na Baixa' Verda
(Capunga).
A tratar no largo do Cerpo Santn. 19, primeiro
annar-______ __


'Cornmoio
C m0,do

Aluga-se urn, independent, e magnifico, par
rapaz soltedro, na rua'do Calaboago nwlO, etflriu
pela rua do Seuhor Born Jesus das Creoulas: A
tractar com Francisco, Gomes A rua'do Inpeador
f. 28.
-Cantela 1rei id
Tendo-se desencaminhado a cautella n. 8,438 do
Monte de Soccorro de Pernambuco, no valor de
8408 capital e jurors, -vencida a 5 de dezembro
pretiimin iasMado : pede-se a quern a achou fa
vor de leval-a a rua do Imperacior n. 37, que se
ke agradeeer&.


ue rt .riuw.ro de Min0 n 25 A, loja
M atif rsilii,,rO do
quM .". + .. __

EitWHth6 O0 ve? edro-
A senhora do engenho acima queira madidar
yer urma carta A rua larga do Rosario~ a. 27, on
algtter qtue'se i"terse.

&P14 f o .Istir.r


Qo^^e-^ o "favor' (e vir Ipailg 14. rita da
Imperatriz n. 48, a uegoeio wqU nio ignore, e Ae
seu tb e por eteso nmt itario
Uma pgnhora viuva, pobre o)Me'
alugar uma casa pequena,'ouI em
aa- sot6a qu seja a entrada indepeainte da
mma. opoque Bej" do
m~tm~ll er_ dg,,,-de


m 6do ~ ~ sieto 4,*0 eAt ~m



llbdeftiinhoras e ronangas, as beb
.e, Paris 04qR 4.oi w

lsosinerida4e el ptreos imodlco..


. Em ..prese


~swttTeecirnwnTOsaeiaR1KR 10 /I, 1

aLos-eius-s ntmebo sj i6g "fiuezes A Avisitar o seu estaftbeirn*tonc"o de qu4
alum da costuma'a Ihineza, encontrario grande variedade do464 ',i.suja bateza d
pregosrlran aa'ae*peren',iao, c6& sejcam: .
Algodao *so, bastante largo, corn igeiro toque de-wvawi), a A0W a peqa;
Cortes de collete de fustlo, padroes'mimosos, a 2500; 6 grande. 'pn" ha e,
nalo 'ha sebpre, iprov6item! I
Crepe para coberta, grande variedade de dezenho, a 1)09, o sitk; tenise
umra coberta-de oim&a Ifra n'eza por-4#000; 4 um convito!
Meias cruis para home, a 46500, duzia.
Ditas alva6 para setihotas, a W000, a dusia '
Brim preto superior, r '500 rs., covado!
Ditolbranio stiperiora '1600; a vara!
Fustao branco, a 500 rs., o covado!
Cretone ftrancz, I de assento branco, grande variedade depasdres, 360,rs., o
covado ;que pechincha I
Cftas a-ariadas, a '200 ra., o ecvado!
Costumes de banhos de mar, para homes, senhoras e criangas!
Lenoos' abikhados,, a 2 000, ai duzia!
Merin6 preto, superior, a 1#000 e a 1#200, covado!
'Cet#aIasfranceoas, a1166000 a~duzia!
Zephyro para vestido, a 280 rs., o covado; que pechincha!
Saias ricanumteo ent a 26600, 3,000 o 4#000, uma 1 e outros muitos ar-
tigos aproveitaveis,

A' rua ." de Mar o n.20


FRINCISCO GURGL DO EBAL I C.


Produdtos spfte


DO

1CU 1A U 1l, U T.PFjt w'
DR. LARIAJS oBETTENQMUR


8y-


0 melhor remedio que senSrfzlttl
pela combinaeo de*s heroive7
maentos. Empregam&'*rt*trat...


menstruaglo
pallidas e todao Mlse quer fori-
ficar o organismQ. -
Convem ser usow1mas senhoras *e
criam an detp23nr alteriEaiarBtitvo
e. robustecer ,as pl.rina.
E.ste remodio superiorr a todos os tox. -
cos estrangeiros'quo se axonueia pori
Umra garrafa 0O
E't3aifs


Iluulas de oUnelyJaa .
contra sezes eoutrae .qia[q.ersfebr, ,
nigna ou de mau character ainda asmais A
h=*eso.


1 caixa
Duzia


26000
IQo00o


IJum yidro 2,000
Dnzia 20#000 j ilom ppertlrass
f to ip I contra ai molostias do estomago
'It D I tod do'cal, ferro, coca, 1aia 4
is'a8^.lwpJa9s gi*(tie.4I *: Puzia '1O%0


'...I&

I "ll.ll^ lf


Os facultatfvos oe ieeim M n Uito'As
mullheres pejadas, e is que mainel-
tarn, porque e aamaoqs S Gaawos e util
mai e q opiaodaacrinau.
*AKS, I2.^Ra I o", t,'UfA a
: .. A t I31AO1AB


t'{ I


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'ueqoinsxm. .srve.npmJrvmr
Be~a cr vantalOVm B~pOgS a.Bjewa
ps..,Noled DEPOSUMYO dft.

~ p 4 2 L q ~ c ~ .I j W .18 Ca


973)'!%DS V53DADE1NED~


"t.t.p* 6'a Aefeazm i det edoa fe Paris
Tr.WsIchsfd doHoopiflalrI#lOm'
>JU*A OoU zERTnZA z aAOgKaLw iiT
AKHEJNtATISI'fOS,
4M*4 TIAS da PELLE AS MAIS INVETERADAS
IM PIGENS, SCROFULAS
ULCERAS,VIOfOS D JSAONUE,
-, todos os aectdente pwotndo* das Doew
#as oontakiosas typiiliticas) VMee6les1 O I antIO
gas. rebeldes A qualquer outro tratamento.
As Grayua depurtiva t do 1Dr GIL7-R'*
wtcerram exaeaasowtetodos -a 'iciipiosalaote ddXatimvl
Em ranio de sa-poquno volume' ao extrimapbestw fae*
0 aeradaveis de tomar e convdm especiahnlments As 8enhoftU
is pew4as qua viajam ou cujar oecupagbesobigwam" a
Ibra de casaa as que procuram tum trafmtento discreUS.
his, Ph`' BOUTIGRY, DESLAUISSc Sne 3 r4 CMhU
A5BMUMM Nh6' 19 OVA5C P3AMIA 3' MM&


,RAJGAUIIEtTE CURADA$-SOM 0



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--.=;r-^'.A_: j.A. 'U"":'1l>K 7EQfef'ft DO sBAZIL.
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uma :... -a s).lutta.. -on
pInir-ei p..a que se obte

Disaolvido no Xarope


si Ti," uctos jcellAeticdi l de todae as -facvl--
1au), c i j.-.dac-ls z a i Z -ter cftl' terteza:
die(:Xo 1144q,, as &.flecQ3es U6etvOii^s 'ii-w~o
i lha clel'ios da vias dia, iatvf -ewtie,
bobre sys- asnevralgias, la eepsta, o 10"ste-.
rico, a aanpv "4 S.Guy, a imsonmnio.
Laroze d j d.ascrian9ga duait Wadel:*itea/e
is; ^.s":, n-ro-" .oma. palavr*,Odas -as -9 echs
*'ttivr. os'do \ ervoa-is.


*i mesfflo aeposIto asha-se a venua os sme~fHnute tamo& J. do ELPOW
IRaOPE LAHiZE ia.Insa T(,4?g, MI^f'NeaOA I
G(2lrxa *-0start ast g' t Dy Ip s'a. i... bra& do .e-totdgo. J
) ~ ~ ~ d 's,4a iararijas "-'
'AWaEDERATI0V' ." aa I i em B ETO 4E PO11
Cc.lra aa -f"iees 83 sr sy)wc3 osa tamois 0tran ;u as
-*3e seayy:ilhtcct3 spsuntiarios texUmiaries. A


at
S.


U)iM&PE Eomfte a,:: o gPRQTO 0
i *uO ~ nia'rinia, Chirro 'Afeznia. C~resis'ipz>mds, IEwoajTTa.aittiaiP
It ^i4~i9-e 491asoasuw ^,owgas do auziL


'I;[


'P3u~s, J .-'P ,' Th ifZtEe C"1 bPharmaoetutcbs,
W'108 ;8' 4 c0S"Wl -PAUL, 2.


i* lk


OOL


Ia I
51 JRUAJA R!R*AO '*1~rCtr~tIA -*


Luvas


do Barlo da Victoria n. 26,
Waor s, iboans ecento deo
etas. brancas 4de coes.
lro .a Vioti-26 &|


'9-tai


IPrecism


'4:


Aluga-se
B. Jorge, a


mad.~du


it.6rcio-S.-8
botca / roa....


Alga Iriml 4e lap 9n, 23
0 abaixo assignado tendon vendido nos
seus afortunados bilbetes dous quartos n.
1,345 corn a sort de 2006000, dous quar-
tos n. 347 corn a sorte -de 100#, alum de
outras -sortes de 82#000, 166 o 8#, da
lotemia (60.'), que so acabou de eKtrahir,
convida aos possuidores A virem racober
na conformidade do costume serm desconto
sigum.
Acham-se a venda os seus afer'inados
bilhetes garantidos da 200.0 part das
loterias a beneficio da Santa Casa de
Misericordia do Recife, (61.'), que se
extrahira na segunda-teira, 11 do corrente.
PBEC8os


Inteiro
Meio
Quarto
IE quanl
Inteirto
Mleis
Q Quartc


46000
2#000
16000
Idale -malor de 100&
36500
1#750
o #875
Manoel Martins Fiusa.


A DMO 0
Aos 4:0%000


Rua do Baro da Victoria n. 40
e easas do costurine
0 abaixo assignado acaba de vender-
em seus felizes bilhletes dous meios do n.
3,252 corn a sort do 4:000, dous quar-
tos de n. 1,345 corn a sort de 200#000,
dous meios de n. 1,037 'corn a sort de
1006000 e um quarto de n. 347 corn a sor-
to de 1lOQO e diversos premios de 32#,
'0 mesmo abaixo assig*' o onvida aos.
posuidores A virem reeeber ra conformi-
dade do costume, sem desconto algum.
'Acham-se 4 venda o felzes bilhetes
garantidos da '200. parte das loterias a be-
neficilo da Santa' Casa de'BVrericordia do-
Recife (61.'), que se extrahirk ma segunda-
feira, 11 do correste.
P BE C OS


Inteiro
Meio
Quarto
Sm -.


42000
16000
de 'Io0"*0 paro.
enma


Inteiro 3#500
Meio 1,70
Qu~arto 85
Jmao Joefsm n 44,a QOtcti-te.



l SAr





0 abaixo assignado e'ideu nos seuons
venturosos bhihets-f'ani -ons premios
iguintes: 1 meio cornm: a Zorte d 800
n-o in. 14Q,- 2. atocitte 4 00
(no n. 12 .at6i < outra mai .deo 32$,
I16 e 8#, d loteria n. 60.
Convida aospossUdores a virem rece-
iber sem deswantos igrm.
Acham-Ae a vosia os vewayrsos bflhe-
tes arartidos' da ltria 8. Btemn beneficio
da Santa Casa de Misericordia do Recife,
que so extrahirA segunda feira, 11 do cor-
vente.

Inteiro 4:OO0
Intele 4:0o0

lni.o i1iW 0

neft A iX4.
ioeua Pi4 ea Siava.
-----.-----.^*---


'-^-- Inia
-umaI
*a :eam, d6
do~r


Lrdiija-e a ruoa
^fIt part a Ma


r I n,.t.


3


** c^_*-^J:.i.,Jt^a-' -. *!*.


I!


Setametou na


I




















qo


lnja

reppodaG*a
e0m

tinta preta

se acha

ao lado.


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cus A-
UA A


"V*v DhTAI ANS PUWtAU1T irtnmUU
VENS =N G1ROS
M. L. FRERE CxT Q. TORCHON A PARIS
0t, mug SACO&# a
5VM Sb E dAoft idSd
AVI" s. m aydow egmuftsam" Goftdolw
et ft41te i sag'lfft- ~ df
pomible., orn doom p uul4M M6 B-m eme
loqmawim mea- s(dtpir om %*-vmoubmt


OBRAS LITTERARIAS
IMPRESSION NITIDA, PAPEL SUPERIOR, PREQO h

JORIAES, PEIODICOS E BREVISTAS
UMA OU DUAS CORES COM ARTE E CORRECA.I
DIPLOMAS E QUADROS DE LUXO
DOURADOS, PRATEADOS, DE C6RES E EM PRETO/


ANNUNCIOS E CARTAZES
PARA CASAS DE COMMERCIO E THEATROS


CARTAS DE CONVITE
SIMPLES E DE PHANTASIA
FACTURAS
DE QUALQUER FORMAT


MEMORIES
COM TODA PROMPTIDAO


VINHETAS
PARA PHARMACIAI


S:AL




|wto



I egisti'ado

S do

confornidado

Soam a Lei.
A 09-A A AA'


CARTOES


70130*0*DO D. #t0# -
SOTULOS
PARA GARRAFAS


( TALES
SERRILHADOS E EM LIVRO4


' MAPPAS E TABELLAS,
CM PRETO SE i2 CO=E
IMPRESSAO SEM XONPETENCIA


ETC., ETC.


oBmaVA9qo


Para ajuste, os senhores interessados p6derlo
pedir avisos por intermedio dos deposits da
rica Apollo A ruado Cabugi n.0 x4, e rTua d6
[uez d'Olinda n. 52,ou pelo n, telephonico 68
o respective empregado ir- cIm e1Wis twtan


SA. P. DA CUNHA
79 Rua do Visoonde de Oamaragibs 79
PERNAMBUCO


Er.^

,rf70 Igo*


EI D, 0


R!


PA


14A


CAD O 0
R A






.C.A


AVlSO
Para que o public reconhe~a que os queijos carimbados com a marca acima, im-
port& seria e bern fundada garantia do recebedor, transcreve aqui a 3.a partede I.sa
instruc9es sob as quaes sio fabricados os mesmos queijos no SRIDO', cuja iuqp -
glo 6 alli feita por seus agents, a quem compete carimbar s6mente oa -qu reeekm
dos fabricantes corn as suas devidas munmeraOes era baixo relevo, come.so s vdrffib*i
mesmos queijos, na part inferior a marca supra.
INSTRUC9OES
3.' part. Os fabricantes marcarlo os queijos no acto de polos nas, formas eotm
as numerages que Ihes form fornecidas pelos mesmos agents, deixando por6m de os
marcar quando o queijo nao sahir nas condiges exigidas, pelo qual perceberA o fabri-
cante o mesmo prego como se estivesse marcado.
Do que fica acima dito oomprehenderlo bemrn os apreciadores do leite do SERIMO'
que s6 desta marca se poderA fazer um present de leite puro. As enoommendas
pars caixas de 4, 6 e 12 queijos deverloser feitas corn antecedencia no arazem do
rocebedor 'A ran da Madre de Deus n. 5,a vontade dos compradores, nas principles
casa de molhados- a retalho desta cidade.
Recebe dos portos do. nort, por todo sospaquete snacionaes.





MAI!APMLOS AVIOAN-


--1 count nuam ter sor-
mtimento de. Jia& das
arias -ddrcidae e
fagnaa oucadIr- mais iuoderrnte dos


774


lIho Varejao
Professors de desenho, pintura e piano, leeeio-
na em collegios e casas particulares, ou em sus
residencia A run do Viscondo de Goyanna uume-
roe 139.
.En sino particular
Para ensinar primeiras lettras, principjo& de
geographiae de francez, at6 trft4du dest idio-
ma, oermee.se umn moo habilitado, comr algwi
preparstorios, dando attestados deo condceta se
forem exigidos, devendo ser o ensino em lugar
proximo da linha ferrea de S. Francisco ou do
Limoeiro : o pretendente poderA dirigir earta
paua rua doLivmaento n. 34,- sob as imeiaes
J. W .,B,_______,__,___

Igwaassu
Os Srs. Dr. Francisco Xavier Paes Barreto e
Maximiano Francisco Duarte Junior, Aquelle pro-
motor, e este escrivio, sio rogados a vir ruA a do
Marquez de OlifiLda n. 50, damr cumprimente ao
que nMO iguorarn.

Engommdia
Precisa-se d'uma engoibmiadeira perita pars
oasa d'uma familiar, nos A-Mictos; a tract a nma
rua Nova n. 13.


DE
MIGUEL WOLFF &C;
Offereeem ao respei-
tavel public um gran-
de e variado sortimen-
to de relogiosdos mais
aereditados faberican
' ',. : ,, -*. 1^ *

tes", e se acham habili-
tados a vender mais
dobarat d outro
qualquer, visto rece-
ierma d~etamente.
m .- W 11* .-^ al ml* ; :. -


mais apurados-gmsto
Compromettem-se

a veder mais barato
do que em eutra qual-
quer partie,

laR, Gml1-1 i


rlho 6omcabm (.aro Oeub w ---^Mw
CWmoes e BaptistaD i tBA ;difnD -
dl does, Descrena, EPe teo. l fa E Lw-
la o torenal drino a de FoguetP, Franwaoo L-
,asurono Baecohieos, Garafu, Ir bus-
ear l e sahir togqneado, I it& mallogradw ..
Cesar de Menezes, Jubilo ephbnero, IjOfLudo6 Be
Barreto, IAibta"o deprisos. psiiiteoos,
R. de Asevedo, Morra Podroso, Vvia Pedrowe
Nova Athenas do grades de ferro, o Padre Vir-
gmio; o Sete de Abril em Pernimbuc, Psquim,
Posturas municipaes, Padre JoMe RCoder ,
Padre Joio B. da Fonseea, Procisa'o de Cinza,
Praga da Ibdependencia, Primeira tentative, e
Urupemas.

-Lite de aveloz
Para cula de eamicreo de tode a
Perffeitameete oousevaerj(o' IiuidOL rawo e con-
dewadoapprovado pela Exma. junta de hygiene
publics do Rio de Janeiro.
Privilegiado pelo governo imperial, pela effica-
cia da sua applicaao.
Os frascos trazem o retrato do bacharel Joao
Baptista Gitirana Costa corn a sua assignatura do
proprio punho e sao rubricados corn tintaseneaw-
nada pelo cirurgiao dentist Nmna Pompilio..
Unico-depositb em Pernambnco, rua do Barn.
da Victoria n. 54, 1 andar.
Preo de cada fraisco para caucros 61000
Para ulcera5es e grannulages do coHllo do
ero e cancros syphilitieos, formulA es-
cis 5_6000
Um eonvite especial
Zeferino Martins & C. convidam aos senhores
que deixaram de frequentar o sen estabelecimnento
avirem tratar de negocio que nlo ignoram. Para
que nao se enganem, praga do Conde d'Bu nu-
mero 18.

CosnItieffO
Precisa-se de um cosinheiro que saiba hem co.
sinhar : na rua larga do Rosario m. 12, antiga dos
quarteis.
Caixeiro
Precisa-se de ummenino corn pratica de taver-
na, que d6 fiador A sua conduct : a tratar no
Caminho Novo n. 87.
MIuila alteno
Na rua da Unigo n. 47 fas-se plisses e recorta-
se babados seda de todas as larguras, pontu-
dos, redondos e miudos.

Imus aa-was
Precisa-se de uma ama q ue.cosinheper-
feitamente para casa de poquena familiar,
dormindo em casa, e uma oDtra que en-
gomme bem: trata-se: na rua Duque de
Cavia n 39.
Cpeiro e- ama p
coziiha
Precisa-se na runa do Condeda Boa-Vila n.
24-B, A Soledade.
Leopoldina de Carva-


vx kachina de cs-
tura
e m ia Aurora.
EstA em exposicao A rua do Baro da Victoria
n. 0, loja de Antonio Pedro de Souma Soares &
.,a nova macina ; eose cou dous carreteis de
fhba, 1podendo ser de 500 jarias cada urn, e
f&rmao dous pospontos come seofosse de ldana-
deirs, de grande vantage. No mesmo -
leceikanto tern cmnstantemente um grande sorti-
mentdoas meolhores machines de costura de todos
osprirnc~i fabricntes, e vendem es porjAo e a
retalho sempre po preos muito o asveia; na
us do Baro dsvictoift-n. 30.
Vendes-a
o bem conhecido estabelecimento de bilhares da
run Diuque de Caxias n. 84, moatado ha pouco
tempo, corn tires excellentes bilhares francezes,
novos, taeos, taqueiras, etc. Pan, ver o balano e
tratar-do neggeio, os pretehdentes dirijam-se a
irua. do Bars da Victorna a. 88, que acharao corn
m tteaumarq. _____
Mobilia
Veade-se tuna rica mobilia dejacaranda a Luiz
XV : a tratar na rua da Madre de Dens n. 5,pri-
meiro andar, das 9 horas da. manha as 4 da
tarde.
Trastes
A ruan do Imperadorn. 16 ompra-se, vende-se
aluga-se e troca-se novos e usados.

Chambres
A, 2*5*, _0
Ma loja da rua da Imperatrib
n. 40
Vende-se chambres de ch ta e cretones a 25500,
8$0 e 45000, pars acabar, isto A esquina do
beto do Ferreiros.

iisctiAs do Rio eonM

avaria.
Superiors algodes do Rio de Janeiro corn pe-
queno toque a 200 e 320 rs. o covado !! na run
noue de Caxias n. 59.
Vende-se dous sitios, um em Tigipi6 e outro
n. Barro, corn boas casas de moradia, bemrn arbo-
risados e perto da primeira estacao da estrada de
fernro de Caruari a tratar no cases do Ramos n.
28, sobrado
Vende-se licor de ginipapo eEtomacal, pre.
parado do sertlo, 'para anemia, fraquesa de san-
gue e incommodoa de senhora ; tambem se vende
o licor de laraija e outros, e umas gairafas pre-
parndas no sNrtlo para ieumAtismos saunas, tin-
pingene e feridas ja muito antigas mesmo : na
inia do Conde da Bea-Vistis.148.

Giranie IqidTa~&o


wI


t "; Nei
wO6d Mecad# Mbi


Vazendas avaariadasl!!
S &--ua, DWqwpe ft Cxlaxti-.
Mad&Ipole franeezes e americanos corn peque-
notoue" a 5f50 e 610W! 6fazoanda do 10000.
godoSaperioorese e agos a q)o a. petat
Cretonesamiito enorpadow a240 r6ia ? covado!
Bramante tranado para toalhas e lm'goes a 500
o-metro I
Carineirod d "a&Co
59-B-RUA DUQUE DE CAXIAS-59

Grade fhga de ferro
Vende-se um foglo corn nove boccas de fogo,
depesito para agua quente, corn dons repartimen-
tow, chamink e mais apcoessoris, fabricado no Rio
de Jaeiro por Laranja & C., prevo commodo : na
rua Duque de Caxias n. 56, loja de ferragen.

u u-i t h!IMIiids


L .OJA De A A78
Pate.4 de. m eim do qnohe fol -
Sad& qu 1e ava 6
litos de panne poeto firno feaadat.ui 1


-Dto doem 0
bm 74


i^. de 00 0 85 e 10.
Dito de (cam de oquadp*i4o e litHi-

n0 0afor .do e 81
Dito de ca pmra oEra, deitor, fbrn



fioeit4a 1e )-5e" 100
Ditas dbaefoUsgaapdUlordoedas18dofe 0
ol dai quOe pa* detbota 10eode
X tola e muoeasejeas dfeit cors claras800 e -
oacss g1sortiento de I
raneaDitos d t panto ftneezas corod ingl ,
Ditos dacaaeuair popta de oroflda 5o10e 130



tanto de linhoair comrn differentalgods pa-do
dees, de2J500, 63 500, 8e 106
Ditas de caretone de cor de 2 a, 25 e 1035
Dits, grande sortimenta do ode meias6cruas
Ditadhomens, de 320 rs. o par, at 6
Ceroinhde, grande sortimenito be ia-
feita a l,5200e 1,5
Ditas dc Hamburgo do linbo a 1,58000e 2,5


Corletinhos paten dontro, se5a d o d 8re-
guella ezmuito bem feitoa a800 e 1,5


Toalhas, grande sortimento de toalhas
braness, tanto Irancezas como inglezas,


tanto dpa liho como d algodbaho, quendo
do 2,5, 2,5500, 3,5, ate 6,5

Ditas vendemtor preo muito razoavei. 3
MeiTus, grande sortimetode redgo de pregos
paa hoens, do 320 ec o dos Ferreiros. at
Collarinbos, grande sortireato do cols-
rinbos, tendo do 5,5 a dusts ate 8,5(
Toalbas, grande sortirneato do ~toalhas,
tanto pars mosto como pars banho, quo
so vendern por precos motto rasoaveis.
-Tudo isto om rando reducao do precos :
loja da esquina do becco doe Ferreiros.


JIU uI IL~i --"---- *-I------------
A 700 rs. o kilo, e 85 por 15 kilos, em sacco : Farinla LaCtea
vende-se na run de Pedro Affonso n. 68,. arma- Nos primeiros meze a limeto mai
2emi. Nos primeiros mezes a aimnenta~ao ma
SO- natural e apropriada para alimentar a crian-
Onnup a Gow nn a I n ade eito o proprio leite materno o qua?
numam, mAi IM e e caso de necessidade deve ser snbstitui-
Fazendas brancas Ido pelARNA LACTEA DO DR.
Faznda orness FARIMA-LACTEA DO MR


Na loja dos barateiros
da Boa-Vista


40-RIua da Imxaperatriz -40
VENDE-SE
Madapolao, peas de madapolio friAncez
enfestado corn 12 jardas a 350
Dito muito largo corn 20 varas a 4 000 e 550
Dito, fazenda muito encorpada quo pa-
rece cretone, coin 20 varas a 55500,
65000 e 6/5
Dito francez, americano, fazenda muito
final e encorpada de 75 ate 1250
Algodio enfestado corn 9 palmos de lar-
gura para tazer len96es de umn s6 pan-
no, metro a
Dito trancado corn a mesma largura,
proprio paras lenq6es e toalhas de
mesa, metro a 152
Bramante de algodio corn 10 palmos de
largura, proprio para fazer len96es de
urn s6 panno, metro 152
Drto francez, sendo de linho,. metro a
"11800 e 250
Dito inglez de quatro larguras, sendo
. de linho, metro a 2,500 e 258
treguellas proprias para lenses, toa-
lhas, eeroulas, endo fazenda muito
encorpada, cada pega corn 20 varas
Dor 10/580 e em vara a 5
itas corn a-mesma media a 800 rs., ou
vara a 4
Atoalhado adamascado par toalhbas de
mesa, tendo 8 palmos de largura, me- --


OD
06

00
00


00


Jardim das ptat, a
uao d Io JRn.8
Sapotiseiros e saspots muito rramdes e co-
pados, dando fructd, a 4,e a 83, sgu"do o ta-
manho, e descondo at W e6 com ss1 p =nos. Com-
prando-se maiA de, do&ai -sO abatimento. Ha
outras muitas plantas ta4Mbemn pma preeos com-
modos.


Atten[ao
Francisco Antonio de Sa Barreto do 140 bata-
lhio, Dr. Francisco Xavier Paes Baneto, promo-
tor de Iguarassk, Jolo Goncalves dos Santos Ju-
nior, JoLA Baptista Ferreira (engenho Gapi6),
Antonio Bezerrade Meneses Lyra, Thomr Au-
gusto da Silva Villar, appareom na rma dos
Martyios n. 148.
Fabricaa mot
Fatea vapr, flel~ c0a
Antonio Jos6 Maia & C., proprietarios
deste estabelecimento, avisam aos seusliu-
merosos fregnezes e a todos os Srs. com-
merciante em geral, desta e das outras pro-
vincias limitrophes assim como ao respeitav-
el public desta capital, que em vista do
grande deposit e augmento do fabric,
resolve vender os seus ohapeos por pregos
e condicoes sem competencia. Deposito
da fabrieaA rua do Barlo da Victoria ns.
34 e 36:

Cosileirn
Precisa-se de urmsa cosinheira para. casa de pe-
quena iamnilia : a tratar na rua do Barao de S.
Bona, antiga Rua do Sebo n. 20.

RuhMe dtas o tfts os &ias
Na fabric, Foiu, denominda Thivaly, das 6
& 10da noito.; domingos e diat santificades das
2 horas Ad 10 da noite.

VENDAS I ii
Ver~daeirb cimenl iiglez
Mar.,5 pj wi*
...eBaeernte~e echegaiis de- Laadrrns: vtadopi
L'*

troa 1800
Assimn como um eompleto sortimento de
pecas de 6lg doinho .americaeno e
mVkizle w VO .u pO vYA %J o 0 .# 6 OWO4 .
Isto ua loja da esquina do beveo dos Ferrio
Casemiras de cores
Det-t@at(6 t4>- riS,
B] reull ic iedfiid

Alheiro & Silva A rua da Imperatriz a. 40, tern
ua immense sortimento de casemira de cores,
tanto cliaras come eseuras, que veid"M' a .2000,
24500, at& 65 o covado, e das uliem mandam
fazer qualquer poa d'pbra ou costumes, por pro-
gos muito ra oaveis, assim ncomo tein taiNbiu um
expleidido sortimentode casemira e panmmno pro
to ate ameis o- sed queovem sao mercado, e
dos memos tambem se encarregam deFmandAr
fazer qualquer pega de roupa A vontaeo do fre-
gus e Co today a perfeio, e pesteza -. isto na
loja dos barateiros da Boa-Vista, na esquina de
becco dos Ferreiros.

nos alo60urlAs
Os Barateiros da Boa-Vista vendem muite bo-
nitos linhos de urma s6 cor e de liatrinhas piar
vestidos, sendo a 160 reis o covado e de cores fixas,
isto na run da Imperatriz n. 40, esquina do become
dos Ferreiros.
Brim pardo
Covado a 36 4l*
Na loja da rua da Imperatriz n. 40, vende-se
brim pardo liso, proprio pars kparetts, ckl~as e
roupas de eriangas a 360 rs. o covado, isto poi
ter um leve toque de mofo, q e larga logo que at
molhe, 6 grande pechincha : naI loja dos baratei-
ros da Boa-Vista, esquina do becco dos Ferreiros
Fust6esa360 440,500
,e640rs.
Os barateiros da Boa-Vista rus' dA Impera
triz n. 40, vendem um grande sortitae nto de ifus
toes brancos, proprios para vestiow e roupas de
erancas, pelos precs acima indicados : isto na
esquina do becco dos Ferreiros.
Setinetas A 500 e 640
Na loja da rua da Imperatia'L. 40- esuIna
do becco dos Ferreiros, vendef'rtu eg tsgit or--
timento de setinetas, tanto lisas como la*adas,
sendo as cores mais bonit a em vindo a-
mereado a 50(t e 640 s.Como
um bouito sortimento de ob id a,
proprias para vestidos, de ltOOt 0 we., 6 pe-
ehineha : na loja dos barateiros da Boa-Vista.
EspartiYb=
a AQ e 000
SNa loja da ruI- da Imperatriz n. w vene-
muitos bonds eartilhos pat uhbira a O,
sntos pars meninas a 4a600, nrci4,luur be-
dito sortimento de fichos a 8 d i ta a loja da
eibuina do becco dos Ferr&boti
Machina a vapor
Vende :.-
nma machina a vapor, typo n* tal foIa
de 6 cavall6s, propria par sk ehta-
se provide de todos oP- 0 .." -o-
dendo sem adaptada--
moenda. Vende-se po .jter
tido algum uso, o que alisto
vel, pot estarem provadao aas Ma S d
segura e bomfun i m" "
A ca albnmde podsiJA
tmkchfimide aiuto _doua


FRERICHS!
A sciencia e a pratica adoptaram a fan-
nha Lactea como poderoso element n.
trictivo para a infancia e distinctos medi-
cos do Brasil e da Europa reconheeeram
ser 6 do Dr. FRERICHS a melhor n'ests
genero.
Drve-ae pois evitar confiar o flhinho
uma pessoa estranha e de comportamento
nao conhecido muitas vezes o germen
numerosa molestias.
Vende-se a verdadeira farinha Lacte
do Dr. Frerichs:
55 RUADOIMPERADOR 55
Estdecimento de musicas e piano de Vw-
tor Proall e


Cambraias transparent'
tes a 34


E' peehiuncha s
Na loja da rua da Imperatriz n. 40, A esquina
dobemo dos Ferreiros, vende-se peas de cam-
bra~branea transparente, sendo azuladinhas,
49 vestidos a8 3 apega ; slo muito baratas.


SLiquid .ao para
j acabar
Pipelines lisas, de listras e lavvadas.
s de quadros, eseossezas e lavradas..
' nrhadnes de cores e pretas.
Cambraias bordadas e abertas.
Vestuarios pars meninos.
Leques.
Chapdos pars senhora.
Chitas lisas e de cores.
Fichaus de seda e de lo.
Capas de malha de l.
Para continuar


Collannhbs e punhos para senhoras e homenw,
diversos feitios.
Cansansm sem collarinhos e sem punhos, corn pu-
nhos e corn collarinhos epunhos, para homer
desde n. 35 A 45.
Camisas para meninos, desde n. 28 A 38.
Ditas sem coUllarmuhos de n. 32 A 35.
Camisas, saias, penteadores, calqas, gollas e pu-
nhols pars senh6ra.
Gravatas, grande variedade.
Meias cruas, brancas, de cores e pretas.
Capachos, tapetes, mallas, esteiras, bolsasa vel-
ludilhas, brings branco c de cores, luvas, peruima-
rims. etc., etc., etc:
Papoula &C.
18 Ena do CabugA -18
Em frente a matriz de Santo Antouio

Carneiro daCunha &C.
Liquidam os seguintes artigos e outras
muitas fazendas de seu grande deposit,
como sejam:
Cretones clarns e escuros, corn pequeno defeit
a 240 rs. e covado !
Oxfords lisos para vestidos a 120 rs. o covado I
Las de cores, bonitos padres, a 200 rs. o dito I
Alpacas de quadrinhos, nevidade, a 400 e 50S
rs. o dito !
Merin6 preto de duas larguras a J15000 o dito !
Idem de cores a 1 5900, 6barato !
Casemiras de cores a 192 0 e 15500 o dito, duas
larguras !
Idem diagonal, fina, a 25400 o dito !
Brins para r:cupa de meninos'a 240 rs. o dito!
Bramante trangado para lengoes a 500 rs.
metro I
Fust5es em cortes para college a 2&9500 cads
um!
Lendos de linho em caixinhas a 35 a duzia!
Meias inglezas para home a 30500 e 55500 a
dita!
Seroulas bordadas de bramante a 165 a dita!
Camisas brancas e de cores, francezas, a 305000
a dita!
Cobertas de gang forradas a 2,5500 urma!
Cobertores de l1, grandes, a 25, colchas inas a
35000.
Saias bordadas superiores a 35, 4$ e 55.
Espartilhos de courava a 455u0 cada um !
Leques modernos a 45, 6 barato !
Madapoloes, boa-vista verdadeiro, a 65 a pegs
dc 24 jardas !
Algodoes largos a 35200 e 35500 a dita !
Toalhas riquisaimas de labyrintho para presen-
tes e baptisados, a precos resumidos.
Cortinados bordados a 75 o par, proprios pars
cama e janellas.
Redes de cores, superiors, a 515
Fichus, chales, crochets, sortimeuto complete do
roupas de todas is qualidades.
SAs vendas em grosso damos descontos
59-Rua Duque de Caxias- 59
Carneiro da Cunha t C.


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(omwaiercio do Por*ya1)
&U eA ~to ~ Inc ~ 1~rR
Htinham os portuguezes olio em .14o
COMiO e J iss0nos, ,t6 perto dan Berra
Leoa, em itot gratis sBeptontrnaes w
Reinava entiao Affonso V, quo so votara
nl mais As conquistas tia Mauritaia, do quo
ii- a prosegmir nas descobertas d'alIem-mar; e
depoi* a more do infant at6 ao fim do
o'reina;I aquelle soberano, em 1481, aquil-
lo que se adiantou, foi mais de iniciativa
++ particular, ou per interesses commercials,
da que pela protecgao d'el-rei, que pouco
%:[, sd importou corn as aspiraoes de seu il-
lustre tio, o vidente de Sagres.
NANo 6 teng-o nossa, corn pto quo dize-
jnos, deslastrar o character de6 ei cavallei-
S ro Affonso V, neri aqui estamos apre-
4+ ciando o seu governor; mas simi unicamento
+ nos referianos ao que tonha relagqp corn os
g^ descobrimentos, dos quaes estamos -trX-
tantado.
A pesar, por6m, da falta de protec9lo de
S que acima fallamos, os portuguezes passa-
>< ram a linha equinoxial, chegando ao Cabo
de Santa Cathrina, qeo se ac'ia situado a
1 grau e 53 austraes.
Vemos, pois, que desde o fallecimento
do duque de Vizeu atW 1481, que media-
ram vinteo e urn anaos, se adiantaram 9
graus e 52' de latitude norte a sul, ou so-
jam 8 graus septentrionaes, e 1,42 meri-
,, dionaes, ficando descobertos os cabos Me-
;i ;. surado, Santa Catharina e Lopes Gonoal-
| ves, e as ilhas de Thom6, Principe, A, hd
+ B0^,W'hrnando P6 e outras.
S"- Estava dobrado 'o Equador, e s6 faltava
que mio vigorosa impellindo novas arma-
das, as fizessc realisar o sonho querido do
immortal infante D. Henrique; no dia em
que esse sonho se tornasse uma realidade,
parece que at6 na sua gelida camp os
seus ossos fries e resequidos estremece-
+ riam de orgulho national.
.: Descanga, 6 egregio filho de Joao I, que
^s sc os teus galeoes nao attingiram ao fim a
Sque o teu grande espirito visava, porque
i, a morte veio mortar os fios da tun vida, to-
: da consagrada ao engrandecimento da pa-
tria e ao bern estar da humanidade, os tens
Ssuceessores na grande idtia que te anima-
.. va, levaram avante um dia o pond4o das
a quinas que respeitoso beijavas no exi-
j lie de Sagres, Ias douradas regimes do
Oriente.
SNa historic de nossos descobrimentos,
surge-nos agora o vulto severe, mas illus-
trado e patriotic de D. Joao I. E' ahi
que elle se illumina de uma luz brilhante,
quoe hade sempre circumdar o seu nome pa-
ra o collocar a par dos mais illustres e be-


nemeritos da nossa terra.
No meio da indifferen9a em que vive-
Ires, e em que muites parecem empenha-
dos at6 a fazer esquecer, ou a postergar as
glorias da patria, o aquella hombridade
d'outr'ora a troco de umas ideas nuas e
descarnadas, que nos desmoralisam; a nos
apraz-nos sempre fazer reviver na memo-
ria os gloriosos feitos de nossos antepassa
dos, para a par da liberdade que prezamos,
nao nos deixarminos levar aos extremes
d'ella, quo encontrramos, na li9glo da histo-
ria, sempro parigosos.
Posto, isto, proseguiremos. '
bros o pesade omas glorioso encargo do .-in-
fante D. Henrique, era o destinado a im-
pellir, coin perseveranga e firmeza, os na-
vies que haviam de dobrar o grande e te-
morose cabo, quo forma a extrema ponta
meridional d'Africa.
STendo subido ao throne aos 28 de ages-
to de 1481, ja aos 28 de dezembro do
mesmo anno, e per sua ordem, subia a
birra de Lisboa Diego de Azambuja, .com-
mandando dez caravellas, para fundar na
costa da Mina o castello de S. Jorga; afin
n.o s6 do assegurar o resgate do ouro, e
mais mercadorias, come tambem para im-
per o devido respiito pela bandeira portu-
gueza.
Foi esta a primeira fortaleza erguida em
terras d'Africa.
Em 1484 Diego CAo partia de Lisboa
corn duas caravellas, e descobre o rio Zai-
re e o Congo, levautando o primeiro pa-
drao de pedra, e voltando-ao reino, regres-
sa em 1486, levando cm sua companhia os
negros-que trouxera da primeira viagem,
aos quaes D. Joio deu valiosos presents
para o senu rei.
D'esta viagem alcanga Diego Cao at6
cabo da Serra, que demora a 21.58' de
latitude sul, deixando a dcscoberto Angola,
Benguella e Mossamedes. D. Joito ajun-
ta acs seus titulos cm 1485 o de senior
da Guin4. ''

.FOLHETIl



4 (iRILRETA{


POR


G. PRADEL



8IIINUA PARTH


(Continuace!' do n. 182)


Uma demfeorra


Parece, murmurou o Sr. de Lussant'
que n o eheguei ao prego. Fir mal e r
:'I regatear, sou u sm aoti: 1 Oimi iizees nio
Se realmente muitoe., ihe mur-MEW, to-
me ltA mil frances! J 6a urnaa M-
i pa, milufrancuos! Corn ril a*r^ 0&
e, ae, ew iwh

;- l,- diseeop-e
0 ... ; j..| .


regressar, co
mentoso cabo
elements, qn
de tamauha i
Que ess
Eosperanga, as
ao re6Ober -ji
illnstreBarth<
expedigAo., ]
como se tives
ye frotas -poi
riam o yenu q
navegadores,
nas.


bilosammeoto -em audioncia ao
lomeu Dias, de volta da sun
esse nome quo Ihe deu, era
pe a certeza,-de que e*m ho-
tuguezas, a Levante, rasga-
le encobria aos nossos ousados
as decantadas regimes india-


Gil Eanne passando o cabo -Bojador,
abre o caminho para longinquas viagons, o
desfaz o reoeio, que entio existed de que
al6m no cbe o Nioe se passafA -ou nao. Bar-
tholomeu Di4s dobrando o cabo da Boa
Esperan9a, iridica o caminho a seguir para
o Oriente, e desfaz na imagina9loe dos po-
voyes o terror d'esse mar tenebroso, que apa-
vora os maislousados.
SHARES ROMEO JUNIOR
(Continda)


VARIEDADES


Aiumorismo
PRO IESTC E JURAMENTO
Fiz hoje omeu pIrotesto! Jurei aos Evangelhos
Nao mais danVar eomtigo sequer uma quadritha,
Embora td preSumas e seas tao vaidosa
Que julgucs-te na danga alguma maravilha.
Que modoque t tens! Ainda me record
Do baile em qu'stremnos dancando a noite i nteira,
Da s6ca que md deste ouvindo-te as conversas
Despidas d'impWrtaucia,-tolic3 de loureira.
E's muito aborrkida! Oh! pobre do coitado
Que per desgraba sua tiver-te como par!
Que modes qaeufarA p'ra ver se arrauja um meio
De dar-te aw corihecer que doves te sentar.
Na dan~a nao socegas! Dais tantas viravoltas,
Descobres novas marcas difficeis de entender,
Quae todos te lastimam ao ver-te assm aos pules
E dizem: Coitadinha! IA vai endoudecer!
Se estamos no grand chaine, em vez de brandamento
A mio dares a quem t'a pede d'algum lado,
0 fazes de tal modp que o pobre cavalheiro
RBcebe um forte soco que o poe atordoado!
Eu raesmo que respond as dores qu'nda sinto
Dos grandes trambulhoes que deste-me da.iando,
Tao fortes que ate hoje pozeram-me de cama
A ponto de levar uns mezes me curando!
Depois, find & quap*4lhad, em vez de procurares
Na sala uma eideira p ires lt'S eow
Percorres toda a easa cori ar de eirgaita,
SQuerela do4g taoi nd pailha
.3e chagaa j 4 2i A r ieta^ite miR -S .
Vais logo Pati tabocas,
Beetsg t'o f~feem liqe-osmaa_-
We, TaBT't se, 6& BcerveAO re jjTs


Oh!
.Qae
PNio
Por


come isso
estA scanr
comas tan
Deus! eu,


Stio feio! Repara tata gente
ieeendo do tea desembdrao, .
- assim! Ainda nio 6 tempo!
eupplicea! Oh! foge-me do brago!


Me poapa a tal vergonha! Qae vejo? Estas no
(lenco
Guardando tanta cousa! Que trouxa volumosa!
Pois tu nio t'envergonhas das outras so dizerem:
Qaemogabomilona! que moea tao ymlosa! -
Acaso anojantaste? E' esse o teu costume?
Nao basta de comer? tu comes come trinta!
Quo sentes Que motive te obriga, 6 minha bella
A te fazer andar assim sempre faminta ?
Oh vaoes p'ra bem long! Naio quero, naocon-
I(siate
Que fiques por mais tempo tdo s6, abandonada,
Se nio limpas a mesa e tudo que eneontrares
Pois tu s6 me parece que estais esfomeada!
Niao p6odes responder ? Estais corn a boeco cheia!
Mastiga, anda idepressa, qu'eu perco a paciencia !
Vo tomemos paraicasa, conrrides, de mansinho,
Nao queiras qa'eu recorra A foroa, A violencia.
Nio vais? hein ? o que e ?-So6 vais depois da
(eeia?
JA hoje nio comeste per quasi-uma semans-?
Adeus, flea-to ahi nilo servem meus; conselhos ?
Gulosa, comiloana, mulher falsa e tyranna!
Reitero o juramento Promi0to d'ora avante
Nilo mais danar comtigo em today minha vida
Emquanto naoj poderes center tal appetite,
- A causa de tu series assim escarnecida!
S PAULO PEREIRA.
Nempor doe ril, nen or cemmil.
Fique quiet, do contrario anarro-lhe um
len90 na bocwa.
0 Sr. de Lussant denu-se per intimado e
calou-se.
Rompeu a aurora, uma aurora parda-
centa, corn numa nevoa espessa, meio no-
voeiro, meio geada. 0 bell Gastio poiia
agora ver perfeitamente as tgiees do seu
guard.
Um ar migo, se bemrn que carregado
pelas suas offertas de dinheiro, mas apezar
disso, temnivtl'pela sua forga e a sua esta-
tura. I
Ma, oemqUanto o exa ninava attntamea
te, estrernmocu 0 de ui an grito choeio de
terror.
Uma vozil bem timbrada Ava doe s
fazer .ouvira poca distane64 4 rt||o a
nevoa da xtmau. -
,E's tua Alain ? -

c 84t2, jaeu tenente, respondeuL-o co-
cheiro, que ie conservava direito na almo-
fada, e que.o no s.e havia mehido depois
que a carr epm parou. -
" -- E-*- ^^,e^1^^1.^!^ : "1,:..l,
EstA, iea tezueiwil i o hov mm qu
o gi.arda. ,
* Bern +:+" : ::.. + .* ; .; _
0 homnem era 0 nos". antigo cohcido
MartihnJalrs, l eu e nie
MAW"r lestcpulow. qfl|&Oeit^
4*So^a ^ *1-"^ lr -; *-4^r s..&^;


Brada corn foqrf aos tyrannos:
Abaixo, abaixo a lpressEaO-'2.
0 povo 6 re, sobeano,
Nio p6dehn niaoe! :-
Quobra pesados es.tes
Em pulsos doe ho--bi ro
Que sob o nome dik.-esrajv0-
Soffrcm a vii "e0ravid6Q.

0 moco quo pensa -e sent&
Ternom muita forg9A e valor ;
Habitat comor* +"
Nos Aandes da i cia-
Saifida Littrd e
A Hugo rend* ,h"0oagem,
E segue a:sant mageai
Para o templfo de sciencia

A hypoceisi4 old-ade,
Come aves agomeias
Espavoridas, ligeiras,
Fogem da luz ao claroe.
Dissipam-se as densas trevas
Do erro, da ignorancia;
Instruc9glo tern a infancia
E o desvalido tern pAo.

N'esse combat sublima e
Em pr6 do bern; da verdado,
0 hymno da liberdade
",e entoa ap6s a victoria:
De louros coberta a front,
De nobre orgulho animado
Se apresenta o moeo ousado
P'ra ter o premio da gloria.


Recife-1884..


RANGEL SOBRINHO.


A toeadora de flauta


A quatro estadios do Mileto, erguia-se
um bosque de loureiros-roseos, e n'osse bos-
que meditava, ao cahir da tarde, urn moco
semelhante a Dionizio, domador de pan-
theras.
Utra tunica quo fora tinta corn o sangue:
das conchas tyrianas, envolvia-lhe o core ,.
esbelto e robust, o Iaigos cabellos louros
desciam Ihe pelos hombros em caches h-
zides.
Quando ergueu a cabega, as horas noc-
turnas formavam coros nos cimoq das mon-
tanhiis. Pegou nao bait^,deopdoe en..]



Er :o temp^e I*V^~ aK a;.
iruu. ... ........~ ... -- ,-'-
Seus passes lentos, teoindo o pavimetW
marmoreo, desportaram os 4chI adorme-
cidos. '
-Uma chamma nunca extinct araia l.'w
p6 do urna estatua doe alabastro, quo-,'
de never na penumbra. Mas a cabei.
estatui estava coberta corn um v6o |
so; fora sats o desejo at entlo resp
do, do esttuario, que mae alguma &
merm levanitasse jA Mais ess vae. 6
"'.esm duvida, aquelle que o selpirai
deusa na pedra c6r do lyrio, viram con i6e
agrado o conjuncto da sna obra eo n1 qu
-zera moBtiwar sen, i .p arte perfeita. ;
unda era m -are q"' corpo dad
a. a.t'(. .'"'.; .. "1 !t .(+'. ^ +^' _<|
Profund,,a .e r- serona'alegria eucheu a
Ima do yisitante. Vira a Venfs, do eGuid
trabalho de Praxitelles, + +Vnaus viotoriok
do Lacedemonia, a Artoimis da Araadi
rainha das nymphas. Visa .s temples -e
Athenas, que c-austam tan 'euas "Ws
narmore brilhando nos ornai'de canta
ria quanta. s & nulheres supplicattes diant
do altar d4s sacrificios.
Nutnca j j o""O se'a oPhar tivera por
urma est a to'bthusiastas caricias, com(
per essa niaravilhosa apparigo do alAbas
tro *.
E cahlio deojolhos com o ferv6r deslui
brado que a contemplate do Bello ing-
As almas grandos. --| ___ S
rade 4a nova resid-en ,~o Sr. do iJ
prdcurou os meoles dp e fallar. |
Era preciso endontrnr- o corn aquelt
lhaco quo usava. do noi nde do scond
Lussant, e rehaver as malditftaarta p
da que para iaeo fosse precise enpunh '
espada, dopois do soer sbofeiteado
6jsto personagemn. -
Tomar A hera as raras e iniseraveis
poies noctarnas.- ue estacionavami
da port- do club, afim d jogar a
foreada e obrigar 6 Sr. de Lussant a_,
vitase de uma carrdagem cepeial,
Alain per cocheiro ; collbek Martin
ras em umrn ponto dado, cm. a ordb
entrar no coup.6 que h. a paar an'

ra impedir 0 Sr. de Lf .. ...
o gi-ar pnr oppop
nado exp y oro p or. poto.
O r. t.ie L tSiit a -portiol

saud.ou repetah :: ,' :>^
\-1 Pega a hMllar quekdec.^


-bios a em~ocadnna de marghim para soltar
A proper Yoz. -
CarktmSva as aventurais inaoresas dos den-
es, e 'p i innq)tae i ruam-se
a pt amur dol y omens;
^iav>K jewoj.adra>doLOyfp e


za." -


"^*s~e *-.. /', "'^%L "-+



i ra o Sr. de Lusbant
0 que significava aquelle
raso aquelle sujeito jew
aammente nao Ihe 6s-


h6t cangava:se: a
'Ouco tomando urma
rante, e levanton-se
tve o rubor da co-


par.


elle, isso-6 idigvo
e tormos 6 procoo
6e *AcorSo l? TOM
Se as nImuItowe, ire-
idwo bmew twrinO-o dO


qoWB paessmpavap .40.:0
i* tas : por vezes as traneulteyol-
-I fPara olhal-o algumas j#4vam
4ii~r-lhte Cpajra. 3M',. Qo,
i&^ no ;ea sonho, dose8(bltsvr essa

dliua sou? d- a ti,

carioa, respoudeu 9 0ao .'
SIcarion, de Phrygia "( evas sejam
ta Juapiter, porque 'dize qm oe es rico
oo rei do Pouto I
S- E' verdade.
Veon, pois, commigo, Icarion; le-
var-te;hei A companhia dejdvons alegres q
Aiv'ladew-. "' -"
DNo isto, caminhou para -6 centre
da C e. Icarion seguio-a in4ifferente.
-Eaquanto -andayv reparou em um mon-
ticule ponco elevaao, sobro o qual osfuma-
iava um monte de lenha. odorifera meio
.tosumida. *
-- 0 quo 6 aquillo ? peuntou o estran-
geiro --
E' a fogaeira de Xe filha mophon. Hontem o sji corpo., intoira-
mente ni, foi exposto d0rante d& horas,
na-praga public.
Qual era o crime dX'iXeai ?
Matou-se per desesrpero de amor:
-- Nunca ouvi dizer que foss- costume
punir o suicidio. .
Talvez nIo haja esse costume na
Phrygia; mas em Mileto a lei o" ordtnaw
Houve um tempo em que as suicidal por
amor eram tio numerosas, quo foi nces-
sario decretar uma lei amea&nmdo de ex-.
posiglo public, depois do fallecimento, 'Os
corps d'.queltas que so tornassem culpa-
das do morte voluntaria. Esta lei teve ex-
cellentes resultados, porque do ha dez an-
nos a eata part apenas se contam dous ou
tres factos d'esta especie.
Pois e tanto o podor das filhas de
Mileto, observou Icarion, que, nao hosi-
tando diante da more, recuam a id6a da
vergonha!
Chegamos, disse Chrysia.

II

D Doze divans rodeaorm uma mesa sump-
tuosa, doze divanas 0 :6bano encrustrados
de pedrarios. TAW igrmosaa raparigas
louras, meio d' entornavam vinhes
do Ohio em taga" cizeladas4 trees rapazes,
vestidoa de gas tutIcas"1 de linho :rvia i
ast g'e o|o. ^'7
'a s, toeedoroes do' cithara o



i. so-agrao "u que., e nhaf o
v: Ma;, Buitamintd, vsoe omplet silen-
p entrada: hrysis, guida de Icarion.
w v bor do, qen quer que sojas,
XaanippA-a Phrygio.
IDoas esorats ttouaeram un divan cra-
ado do e 'iisirnas pedras. para-quae o
ttn-chegAdo-sti. sentasse et-stre os coabi-L

Ero nui-ahoenirnera precsce ho o an-
i'lao, foor a rtui uta e cants. Quo-
[>.que a minha m asa d eja agradsavol so
euhos ede. a
B'"ireniaapparon, slts, impononto, sum-
srmenteo evostida. era mais habil aursiata
Mileto; inas 0s homes diziamn qute
aara ouvil-a bern era precise hiilo olhial-a.
^f Ai d'elLa ters feia.
;.So a jinmeusidado dos sons cahollos
aiperos e tosoi cortz as -cordas do j avali,
Jplle do sou- resto era ba~a o pardacenta
me a terra nos dias ardentes da canicu-
'e ssua olhos sea brilho neo lhe reflec-
; ar alma, .-
jPeou. na flauta de +pao do lotos, .eto-
Do D espaca espsto retirava dos la-


o0amou pegando-Ilie na male :
Pela fou;e do Ithzpjialos!
se-hias er a propria Eros!


Julgar-


IV -
Alguns minutes depois, learion estava
s6 n'um aposento sombrio e silencioso.
Sentia ura dulcigsitna sonsagio de calos
percorrer-lho os membros; perfumes des-
coahocidos encantavam-lhe o olfato, e urma
music louginqua, carinhosa-como o cha-
made das sereias per entire :-".ndas, re-
soou docemeonte: .-.- .
Icarion, pudes tu',,- da.
Elle obedeceu corn prest4laJ' ,
Urma mulher, coberta corn mr v6o do
alvissimo linhe, ropousava em um tapete
do purpura. Occultava pudicamente o
rosto em almofadas do veludo e cure. Mas
quo necossidade ha do ver o semblante do
urma mulher, para saber-se quo 6 balla?
A belleza, ftor divina, nao tern outro
splendor quoaedo nas vistas, o perfumes
quSa donunciem?
sim pensava Iarion, quando, ajoe-
lhado ante a desconhecida, 1he dizia bai-
iinho+:

diatamente. Aqui estA Alain, a minha or-
oenan9a, o men marinhbeiro, um. rapaz ho-
nw per quernm rospondo, quo Iho serviria
|0.| Q hoemor qu e Ihe servio do
S;,,Guemr tenho pleoua confianca,
t+omtrunha-
7 Sij do -se ao filho da tia Bitord, que
6a0i !bido para a Almofadx: s.
S- Alain, traz as espadas para baixo;
SDe umn salto o marinheiro -pulou para o
chho, e dopoz sobre a ne. urma caixa de
couro, da qual tirou duas espadas de com-
bate.

Metamorphoseado em estatua, corn osjoe-
Ihos dobrados, a cabeea pendida, o Sr. de
Lussant conservava-se na mais humilde at-
titude.
Roberto, .ento, nalo podendo per mais
tempo conter-se, dirigio-so para Q belle
Gastgo, pegado-he corn urma- O nor -
vosa pelagolia de pellets, na qu continua-
vaa eson&kr cara : -
S-'Ah 1 dinse lse corn uimavoz sibilan-
to come umaba o o ai$ er entlo que o
ehefeteie, P6seo? -riey
Sresponn_;'.,p? Q Q .. .
j-ao a lllags ygal8 opa-.


'*^r' 0.


.l~ iai ip ..-^++: *.j.^ ...? + + :+'+ +. 1..+
O slido ",dem. abei'-alh 6 o des-
canso qu compete a tua aivia !
Nilo sent iase ser assira ama-
do? .T.
a-Y joven,-4bellojovon maais foraoeso
quo LVw-o ieao te detenhas s6mento a
procurar llez do rosto!
E' vardade quo, ura froete bola ea-
cauta os olhos +da mocidadoe; mas neo
ias fronts que os amantos colhom os mais
docenb;eijos'!
Sz, Attendo A minha supplica, 6 joven, o
bell jovon, mais formoso qioe Layos s
Tendo assim cantado, continuous a tocar,
o a flauta d6cil ao sean sbpro, exprimnio
today aexaltagao do sen ardent amor.
Os.:convivas levantaram-se para applan-
dir Phenice.
Mas, onto, urma grande tristoza inva-
die o coraglo da cantor, quo partio no
joolho o sua harmoniosaflauta, porque Ica-
rion neo lhe prestara a minenor attenglo, e
seus olhos, illuminados pola embriaguez
dos vinhos deliciosos, acreditavam 'ver a
cada instant, n'uam clarao longinqcuo, res-
plandeoer o corpo .de Venus milesiana.
II

No dia seguinte, Icarion foi encontrado
na rua par uma- velha eacarquilhada e
Ooxa,; apoiava-se a umn pao nodoso, e uma
maoe -secca, de police amarellada, asseme-
lhava-se A guarra do abutro.
-- Icarion, disse ella, ainda hontem che
gaste a Mileto, ej. a tua present f&z
acudir graudo numnro de supplicantes ao
tempo diia rb triumtphante. Esta manha
vi porfas- ornadas em tua honra, de gri-
naldas odoriferas e ontrela9adas do floresa
ostentavam-se a todas as vistas as letras
do teu nome. -
Quo me import ?
-- Icarion, proseguio a velha, a cruel-
dade assent bemn nas mulhores, mas nao
podo convir a homes. Pois queo! quan-
do as bellas milesianas so osqueeam,
para te agradar, doe recato impostora'0eu
sexo, simulvrias u-na severidade -incoiapa-
tivel corn o teu, quando fazeim ium esfrgo
para so to apprcximar; violotfas-to para
fuair-lhea.? Praza os immort.sdsgie asirM
Baiaej porquoe a' vinganga do Deus quo
sc adiraa em The0phiha, pararia sobr e tua
iiabe~a! .. -
Quo quoreo.de mis?.
Eaitro as bollezis que te amam, ha
uma quo e mais bella e qine te ama corn
+mais ardor. "-ontpu\# o sou poar..
Prctoetti Iuidal-.oem ventura. Soa -yer
aeompaar-rhe, i bello estrangeiro, aonu-
dusir-tO-hei A sua present .. -
SI$ aue a mulhor neste nuando,

-- Que sabe,8cairot? Podo ser que
nqella qua to e speras, onontreo a mulher
quo buscas.
Ouvindo estas palavras, o estrangeiro
concebeu singular esperan9a, e disso A ve-
lha, que estava prompt a acompanhal-a.
SElla poz-Jhe urma venda nos olhos, e ex-


Chegada a sua vez, entrou no gabinete
do doutor.
Entao o que toern ? perguntou este.
-- Pade9o continues dores do caboega, o
principalmente dores horriveis -no esto-
mago.
Muito bem ; jA vejo o que tern; di-
gestoes difficeis, e falta de exerciio.
Come assim, Sr. doutor? se su car-
teiro ha dez annos, e vivo a meia ralo !...
impulse o chapeo livia-lhe rolato pole
chlo,) cahio de joelhos solbre a neve.
-- Polo amor de Deus, Sr. de Laitres,
murmurou elle corn a voz estrangulada peo
1 meode o e pela vergonha; pelo amor de
Deus nao me perca. Mas'tenha d6 do
mirm. que serA de mim, se me entre-
a r i -qteiotenho parents eper-
M 6 a umna familiar honrada, d+. quem sou
o desespero. Se e arrastar peranteo os
tribunaes, minha mai morrera do des-
gosto. Nao quer de certo -matar minha
Mrai...
E tudo isto foi dito por entire solucos, pola
abjecta creature quo se estorcia aos p6sdo
sen juiz.
Uma crisp&9ago de despreso contrahio os
labios do Sr. de Laitros. Mas, fazendo
um violent esfor9o sdbriS si mesmo, iPtO-
perou todo o sea sangue frio. Deiknio
cahir sobre o gtuno am olhar e B
perguntou-he cornm aquelle modo eSCobir-
ve, inemivo, corn queo official do mnlzha
interrog va a boeldumrn crimias

eocu o nQme de vifeonk de Lussant?
Sirt, meu taneNte, responded o mise-
ravel, nlo podia confitmunar a rusar o nome
de minlia familiar, qae havia deshonrado.
Ibwro eanolheu os homhos. ,
-VNOt contiau.-: .
A "o pro++ ulp.aec-me c-,
ztalveii I~o quol


moIporta, -,
ooonvolve,
8815 a'-te mais &quolsI
aso.. A b o tea semblaato+ 4d
ser tal omo *iuiagino! Onde ia eu ? ig-
noro-o; Gracas te sojam dadas, 6 mulher
qe tirazes a paz A minha alma! Sol ve-
lado quoe me illumina, sphinge eneantado-
ra, quor dovas -fcar para mim etornmamen-
to desconhecida, quer te dignes um dia
mostrar-to a meus olhos seja-me ou nao
permittido adivinliar o mysterioso enygna,
am0-te! Amarte-hoi a vida inteira I
E tanbenm eu, tambom eu to amo
perfeitamento, 6 meon Iarion!
E Phenice, loucaioffogaute, esquecendo
tudo, precipita-se para o bell joven, mais
formoso que Lxarios, doiyando cahir o v6o.
Phenice I exclamou o Phrygio.
E corn gesto de repugnancia repellio-a.
de si.
Em v'o ella tentou retel-o ; em v'o ati-
rou para long o lengol do hinho que Ihe
cobria o corpo, dizendo-lhe :
Olha! V8! Sou bella I
Em vao ella o seguio gemendo o mar-
murando : .
LimeatltarAs am minha perda quando
eu deixar de eoistir, o belle jovon, mais
formoso quo Lyais!I
Elle havia jA partido, corn os cabellos
em desordem, As ranos crispadas, o peito
intarecido de colera, abalroando corn vio-
lencia os transeuntes: nerm uma muralha
de bronze Ihe teria servido de obstaculo a
carreira, tanta era a press quo tinha de
chegar ao temple do Venus. E quando se
ajoelhou, tresnulo e offegante, aos p6s da
estatua de alabastro, pronunciou corn voz
commovida :
S6 misericordiosa com-nigo, oh den-
sa, pois que imploro o meu perdao! Mas
ai! nao o merero, porque, louco, sacrilego,
acreditei umrn instant que a perfeiglo de
ruma mulher podia igular a tua, oh a mais
bella e mais perfeita das imnmortaes!

v
No dia immrnmediate vagueiva olle pela
cidade; um dens levou-o A praea public.
Em meio de numerosa multidlo, sobre
um estrada coberto por um v6o preto re-
pousava ni e branco o cadaver de Pheonie,
a toeadora de flauta.
Algumas escravas ajoolhadas derrama-
yam lagrimas, proferindo lamentages.
Oitada! Infeliz exclamava Chry-
sis siaceramente commovida.
Assim morreu minha filha sblucava
Demophon, pai de Xenila.
Pobre Phenice! quem serial que ella
amava? pergunta Xantippa.
Amava Icarion, de Phrygia, respon-
deu a velha Titth6. -.
--Terra 4 dousa. I .xclamou fi'ai.
deade qua p wi. wfVtta o bello cadaiver,
coni a face coberta e corpo nii ; 6 a pro-
pria Venus melesiana .
Nao; contestou Titthe, 6 Phenice, a
toeadora do flauta. Entretanto quero di-
zer-te urna cousa que s6 eu sei: quando
o sculptor Xanthias veio a Mileto, Phe-
nice, per tres vezes, dignou-so mostrar-se
a elle inteiramente nuia, e Xanthias fez uma
obra prima.
Icarion nao pronunciou mais urea pala-
vra. Cdrvou a cabe9a, afastou-se; e em-
quanto so afastava, corn o coraceo a trans-
bordar de amnarga tristeza, parecia quo
urea voz Ihe murmurava ao ouvide, e on-
via distinctamente estas palavras :
e LamontarAs a minha perda quando
ou deixar de existir, oh joven, belle joven,
mais formoso que Lyaios !
CATULLE MENDES.

Um potibo de tudo
No consultorio de um medico especialis-
ta de doencas de estomago, apresentft-se
dias atraz um pobre home, esqualid, ide
olhar triste, e vestido corn pobreza.


.+;
I




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