Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:13735


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Full Text







































































































vetiela
Pelo vapor Briton
passou ante-hontam
Europa as seguintes
boa, vio at6 2 do cor
As trazidas pelo ingk
SP


Nas cameras proseo
mas political.
Na sessilo de 31
vernmo inquirido acer
mente A querer a Pro
Lisb6a uma succurs;
do conselho nada lhe
Na noite de 10
incendio na serraria r
Qaama ns. 110 A 140.
0 Journal do Coum
fact diz:-
Ainda se nito sab
cendio.
a 0 Sr. Jacintho
casa, despedio hoje de
balhava nas fornalhai
ras, s portas feehara
sem .enhum present
der.
o Mas, pounce depo
Fernandes, Jose Marq
Iho, que costumavam
cio, onde o segundo t
teria, viram-se ti o re
nn, que tiveram de
las para a rua;
mas o Carvalho queb
m6dio, send conduzi
onde ficou na enfern
n. 23.
a 0 ineendio em me
destruio 6 edificio, qu
metros de comprido
mente compost. de loj
a tal carpinteria, que
Previdencia em 1:000
I A serraglo mech
pertenceu ao Sr. Mar
priedade do Banco UI
companhia Fidelidade
a Come acims diss
era o Sr. Jacinto an
infelicidade perake:
enearregado do ap
igreja & Hospital de
v sepultos pela d
agora vi a fabric qi
e victims de um des
Na serracAo stay


0 da Europa
a, da linha'do Pacifico,
para o sul, vieram-nos
ioticias, cujas datas,"de
nte, adiantando quatro
SLa Plata.
irtugal
uia a discussion das re

da camera alta foi o
-a do que corria relal
aganda fide estabelecci
1; e responded o presid
onstar A respeito.
e abril deu-se um viol
nechanica da rua Vase
erdc, fe Lisboa, referin
e qual fosse a origem do
Parreira, gerente d'aqi
manhi um operario quo
a; de tarde, pelas 6 1/2
m-se, e cada qual se ret
aento do que viria a su
is, tres operarios, Franc
les e Jose Antonio Ca
lear na sobreloja do e
m uma officina de ecar
entinamentb atacados
recipitar'se de uma da-
ous foram felizes no s
m a perna direitas pelo t
o ao Hospital de S. J
aria de Santo Amaro, c
a6s de num quarto de d
mode nada menoes de
8a9defando. E un
soerelojas, onde ex
ItA segura na campam
i000.-!
niea era nas lojas; outr
e61, e actuahnente eraI
I arino, e stA segura
rm 12:000000.
as, o gerente da serrs
i-a, a quem pareee qi
ainda ha ?ouco, esta
uto das ruxuas da v
. Jose, teve o desgosto
ada 4 trabalhado:
dirigia reduzida a cin
a um seu subordinado
S collocadas urmas 26
elhar, moldar, etc.,
s de carvto em bri
nada poude ser salvo.
noe ao Sr. Jose6 Ga
aeguro na companhia
QA aa .4..-A


* p


,far & JiU


X DE J
8 e 20 mi
i horas e
re.)


A&EIRO, 14 do abril, s 4
Lptos da tarde. (Recebido
:5 minutes, pela linha ter-


cla m10o ceor efteito o decre-
.ome: o bacloarel frafc.eo


rinho |0o $ rARmenni-
pbeops& t oJ do Ac-
* ALI~aiu, e nomneado
dio eargo 0 baeharel Jo-
m abuoo*
aunsferlidom do termo de


baianad Pilar para o de InLg,
be prvwInca da Paratbyba, o
Snuntici al bacharel AnIslo de
wmePp va e do de Ing& para o
o do Priar, ^pmx mimi-
Sfa am A1 Joo Amrleo de Car-


lado o lupector da
taeao, eo.inelhelro
da Ponte lUbelro, e
ON&titui- oe on-e-
Sdo locario, onta-
oria -da direetoria de
to Thesouro Nacio-


-1ol ex, 0Nrado oteIal Inapec-
or geral daw Wffr~lias baeba-
vex 410" Ewl I& dmCammara, cendo
nolmemoo paij smaltitull-o o enge-
u t doheblo m ellort Roxo.
-- para a Meere-
taria do w l dal *to a ul sa:
SI." m Cffaeosls Delarmino Per-
reiradaSilva e Joe Carlton do Mon-
ma & irdlnl i
*.- ditc d ona .Upienres Benedleto
Antonio mueno e Saturnino do Nan-
eimento s&va.
Pol deelarado livre de eoavwom
o quarteirao da rua de Urugmsyana
Situado entre as nuas do Ouvldor e
Sete de etembro.
MBversoM outrom quarteire. str*"a-
lkamr aetivamrentepara eonseiareuK
o memo realtado.


(Especial para o Diario)

LONDRES, 12 de abril.


Po preso um indisvtdno que me suM-
pelt ser o autor de diversos atteun-
tado contra a n rerro-viac de ]Lon.
drew.


PARIS, 12 de abril.


DHmialnue a GRiVE no departamento
do norte. Urn certo numero de ope-
rarloes voltou ao trabalbhoe


SPARIS, 13 de abril.


Deepacheos de Tonkim disem que
a w tropas elineas abandonmaram
eong-Eoa, iaeendiando-a em part.
A topae'franeeams apoderaraim-
e iil eidade.
Sihlineszes se dirigemn para Phul.


fl BAIA, 13 dc abril, a, 12 horas e 20
mmnutos da tarde.

Nontemn a tarde ao abir debate
porto para Pemnambuce. nafragou
paquete amercano RELIANCE.
Os pmeagelrora foram salvo", e ha
esperaneas de calvar as mallas.
Vonlsdera-se perdldo o paquete.

...Hams, filial em Peruambuco,

I abril de 1884.


turgo de Azevedio, cap
Ribeiro de Aguiar e D
Officiaes, 1 tenente
eoD. RafelRojas
Cavalleiros, eapito
2* tenente Joaquim Ri
noel Ferreira da Silva
tas e Candido Jos6 do


ao depositario e adminiptrador,
erno, que 6 umn contador do Tfe -
i, o Sr. Manoel Paulo Vieira


Mr unciauuos
indo de Sousi
o da Costa, alf
Ltonio de Nova
icastro.


inisterrl da Justia
Por portaria de 5 do corrente:
Forum declarados sem effeito ob decree
De 10 de novembro ultimo, que nonmeoa
chasel Augusto Netto de Mendonga parl
de juiz municipal e de orphAos do termo
rante, na provincia do Piauhy, visto nio
tado a nomneaio.
De 23 de fevereiro ultimo, que nomeo
charel Maximiano Lopes Chaves para o
juiz municipal e de orphios do term d
na provincia da Bahia, poer igual motive.
Foi reconduzido o baehare Francisco
Silva no lugar de primeiro juiz substitus
pital da provineia de Pernambuco.
Foram nomeados:


N3:
z o ba-
,o nlugar
Re Ama-
er acei-
i ba-
uarde
orado,

Lves da
o daca-


Juizes municipals e de orphios:
Do term do Pirahy, na provincia do Rio de Ja-
neiro, o bacharel Manoel Yieira da Cunt a Bran-
dieo.
Do de Angra dos Reis, na mesma pro'rincia, o
bacharel Honorio Augusto de Souza Branlio.
Dos de Jergmenha e Manga, na provincia do
Piauhy, o bacharel Constantine da Silva Pereira.
Do de Amarante, na mesma provincis, o ba-
cnarel Antonio Martins da Silva Porto..
Dos de S. Bernardo e Barreirinhas, n provin-
cia do Maranhilo, o bacharel Torquato Taiso Coe-
lho de Souza.L
Dos de Porto Seguro, Trancoso e Santa provincial da Bahia, o bacharel Maximian Lopes
Chaves.
Do de Bagagem, na provincia de Minas Geraes,
o bacharel Jobo Correa de Moraes.
Dos de S. Jolo Baptista do Cahy e S Sebas-
tiAo, na provincia de S. Pedro do Rio Giande do
Sul, o bacharel Francisco Pedra.
FoJ expedido, a 3 do corrente,o eguinte
aviso ao p dente da provincial do Cear:
llm. eiExm. Sr.-Em resposta ao offio de 5
do mez find, declare a V. Exc. que ao serven-
tuario vitalicio do officio de 2 tabellilo public,
judicial e notas do termo de Cascavel, lbe t,
Candid de Oliveira que, depois de term nada a
licenMa, retiron-se para outra provincial devem
set applicadas as disposi&ems do art. 4o e seguin-
tes do decreto n. 1,294, de 16 de dezembro 4 [e 1883,
come em case analogo, ja se resolve por avise de
9 de novembro de 180, (eonstante da c6ji jun-
ta), afim de ser declarado vago" officio, S o re-
ferido serventuario nilo apresentar justinca*!
procedente.
Deus guard a V. Exc. Irancisco Pii de
Souza Paraizo,
Eis o aviso a que este se refere:-Rio de Ja-
neiro, 9 de novembro de 1880.
IDm. e Exm. Sr.-Em resposta ao offici de 28
de 'setembro ultimo, recommendo a, V. EC. que,
sem embargo do process de responsabilid man-
dado intentar contra o tabellilo Luis ugusta
Branco, applique so mesmo serventuario a dis-
posicoes do art. 40 e seguintes do decreto 1,294
de 16 de dezembro de 1883, alfim de ser dearado
vago o seu officio, se nao apresentar justfice&o
procedente.
,._!J| pur-de aV. e- f aw oZ PuS.ft:,
.-Sr. presieite da provincia do Ri Gran-
de do Sul. I


Ejaisterio da Fazenda
Per decreto de 5 do corrente foram
dos:
Inspector da alfandega de Corumba, ei
Grosso, o 1o eacripturario da da Bahia, Ai
de Souza Menezes.
Contador da Thesouraria do Rio Gn
Norte, o o10 escripturario Eutychiano de
Garcia.
Membro do conselho fiscal da Caixa Ecc
e Monte de Soccorro da previntia do Piauh
Manoel Soaets.


a Mate
gemiro
ade do
Lnmorim
nomica
y, Luiz


Minlsterlo da Agrleultura


Foi deelarada caduca a concessio
Western and Briailian Telegraph Compai
mited pars a construceio de urma linhat
phica submarine da cidade de Bel dm, ca
Para-, at sos limits da Goyana Franceza.

Mlinlsterlo de Estrangeir
Foi nomeado as Sr. Bar do Arinos
extriordinario e ministry plenipotenciario
do governor da Republica Franceza,. cess
commissio em que se achava nos Estados-
da America do Norte, e foi promovido a 6
extraordinario e mmistro plenipotenciario jt
governor de S. M.'o Rei do Belgas o Sr. Cc
Villeneuve.


Govermeo da provlncla
DESPACHOS DA PRESIDENCIA DO DIA.
ABRIL
Abaixo assignado moradores na (
da Escada." Informe 0 Sr. Dr. ins]
geral da Instruegco Publica.
Adolpho Siqueira Cavalcante. -In
o Sr. iamp|fr da Thesouraria do Fa2
Antonio Paulo Botelho, Moreira &
ga e outros. -N~o tern lugar, per q
acha-se actualmonte sem applicaglo a
tal a lei n. 590, conformnA a portaria
presidencia de 14 de novembro ultim
Tenente Ascendino Gon9alves Rocb
Franra.-Informne o Sr. commandant
perior da guards national da comar(
Olinda e Iguarassi.
Anacleto Publio do Moraes Carval
Como requer.
Donatilla Julia da Costa Guimari
Informe o .Sr. inspectorgeral da In


ha Sr
,da -


dos STantos.--
:l n .T-n.o.. m.. .


oeita A
iy Li-
oleram-
,itaI do


nviado
junto
*ado a
Jnidos
iviade
btodo
vd do


.2 DE

idade
sectorr

forme
end&.
Bra-
uanto
capi-
desta
0.
igues
0e su-


.truc-


0 supplicante deve dal-o a classifica-
tantas *zes quanto deixar de ser alforri
do por insufficiencia de quota, do confc
midade comn a aviso do 3 de novembro
1883, visto que podemn apresentar-se e
cravos corn molhor direito, pot tereu p
culio superior ou por outra razslo justa.
Manoel Francisco Bezerra. -Sim, p
gando o supplicapte as comedorias.
Manoel da Costa Pereira Filho: -Pas
portaria na forms requerida.
Zacharias Nunes Coelho Rodrigues.
Informe o Sr. Dr. inspector geral da In
trik9oPublica.
Francisca Maria da Conceicao. Info
me o Sr. coronel commandant das arm.
interino.
Bacharel Jos6 Maria Cardoso. Pasi
portaria.
Maria Salom6 dos Santos Dacia. I
forme o Sr. inspector geral da InstruecI
Public.
Secretaria da Presidencia, em 14 de abril
1884.
0 porteiro,
Joaquim Leocadio Viegas.

Repartd4plo da porela
Secio 2a.-N. 399.-Secretaria de Policia (
Pernambueo, 9 de abril de 1884.-,lm. e Fxi
Sr.-Participo a V. Exc. quo forum recolhid
ai Casa de Deten*o, os seguintes individuos:
No dia 1 I:
A ordem. do subdelegado do 2.0 distrieto de
Jose, Manoel Joaquim Gomes e Maria Joaquin
dos Prazeres, per disturbios.
A ordem do do 1.o district da Boa Vista, Feo
tunato JosA da Silva e Francisco de Miranda, a r,
querimento do consul de Portugal
No dia 13 :
A ordem do subdelegado do Recife. Manqel Si
vine .a Silva, Julio Carneiro Monteiro e Raymm
do, escravo de Amorim Irmilos, por disturbios.
A ordem do de Santo Antonio,Joaquim dos A
jos Barros, por embriagnuez; e Rachel lMaria Frar
ciseA da C&oceirio, por infrawo do art. 72 d
lei n. 1,129.
A ordem do do 1. distrieto de S. Jos6, Antoni
Bezerra da Sil a e Maria Francisca, por disturb
bios.
No dia 9 do corrente, as 7 horas da note e e
terras do engenho Venus, do termo de Palmar.
Procopio de Barros Wanderley, Plaeido Jos6' d
Nascimento, Manoel Sebastilo da Silva e Mano
Francisco de Oliveira, moradores no referido en
genho, armados de ie' e exada, encontrand
se com Francisco Valentino d e se qu
este houvesse dado motivoo ediram e o es
pancaram barbarameate, vindo inflis a morrn
haras depois.
Logo que o-delegado teve conhecimento do fa
s: mandou fiaer a vistoria ordenada pela lei
euaseguiop der os delinquents, contra os qua
eti procedendo nos terms do inqueito phial


dous dosjqusse pertenentu ao refuido Jos69 Fe
ppe e um de Manoel Joaquim dos Santoe.
Skndo o delinquent perseguido polos donos do
cavallos, foi proseso no termo de CaruarI plo de
legado respective, que o remetteu ao de PAlm
res.
A tal respeito procede-so nos teos do inqu
rito policial.
Communicou-me o delegado de term de
Bent6, que no dia 29 db mez findo capturars
criminoso Pantaleoo Jos6 de Siqueira, o nal desd
o anno de 1882 se achava ll pronunciado corn
incurso nas penas do art. 208 e209 do codig
criminal.
Deus guard a V. Exc. Illm. e Exm. Sr. desem
bargador Jos6 Manoel de Freitas, mui digno pro
sidente da provineia.-0 ehefe de policia-Ray
munado UZeodorico de Castro e Silva.



INTERIOR

Correspondeaela do Diarle de
Pernambueo
RIO DE JANEIRO.-COuTEi'8 DE ABMI
DE 1884
SuMAIuo :-A gquestdo da convereo dos bens daA
orders religious e sew variados ineiadentes
-Dons avisos, un do Sr. Masd e out
do Sr. Prisco raiso.-O termos de oade
um.-O, mewos pmsiveis do cefe de
Mais do que nunca vai cads dia suiada a
cassio travada nas columns do Jonal do Corn
mercio por causa da onveralo dos ben das or.
den religiosas, A media que a commias o encar
regada desse trabalho vai dando-lhe andameto
pelo mod que entende, oem importar-se corn a
reclamaqes e protest d&s ordens, nem corn u
decisae do juis6, isto 4, um mandado de manuten-
ddo expedido per oste em favor dam mesmas or-
dens.
0 cauinho que tom tornado eas quest A cu-
doso e merece ser conhecido. 0 ponto que agora
estA sendo debatido corn mais ardor 6 o Be
aquea commissio ten procedido nos predio da
orders e nos seus rendimente.
No seu pareeer sobre a qu.eato e deo que j dei
noticia, o Sr. Sakdanha Maribho, respondendo ao
quisito relative a este ponto dise:
S 0 sequestro administrative, ereado arbitraria
e indevidamente nesse regulamento n. 9,094, .6
pode ser elfectivo pela fobra bruta, de que dio-
ponha o governmo; mesmo pelo irrisorio, que eon-
teo, do recurso de seos proposto. para ellepro-
prio. Aecreacendo one a deenna ao de seauaes-


p0t
Ip &s
las


firam de opiaes de justioa, on cornm o me-
iaja, : part da commission, dons em-
predosda secretariat do imperio, adjuntos a ella
coam auxiliares. Intimados os inquilinos e la-
V o competente termo corn as fornmalidades
ceram necessaries na melhor forms dit
Sdirigiram aquelle funecionarios umar cir
ar as ordens, come.ado pelo convent de
Santa Theresa, cuja priora, per delicadesa da
commi"sao pars com o hello sexo, mereceu essa
preceddneia a que deve ella ter ficado muito re-
conhecida. por ser talvez a unica gentilesa e ga-
lanteria corn que em today a sua vida tenha side
prenteada pelo sexo fcio. Resa assim ease do-
cumento :
a Rio de Janeiro, 18 de marco de 188-4.-Para
os divides effeitos dames sciencia a V. M. Reyma.
que, em cumprimento das orders expedidas pela
commissio nomeada polo governor imperial para a
desamortisa dos bens das Ordens Rdeigiosas,
procedemos a 17 do corrente mez a seqiestro nos
predios das r as Sete de Setembro n. 70, Santo
Antonio u. 10, S Jos6 n. 38 e 40, pertencentes a
essay Ordem, e intimamos os respectivos inquilinos
pars nalo fazerem pagamento alguin senao ao ad-
ministrador nomeado, o Sr. commendador Manoel
Paulo Vieira Pinto. Dens guard a V. M. Revma.
-A' Exma. e Revma. Madra priora do cpevento
de Santa Theresa.-Manoel Jose de Campos Porto.
-Honorio Luiz Vieira Sauto. -
Uin dos escriptores favoraveis as orders, pro-
vavelmente per nao apreciar devidamente os sen-
timentos cavalheirosos da commissio, nio ajuiza
come eu da boaimpressio que.' deve ter experi-
mentado a madre prior, e, notieiando o facto,
observe :
SA Sra. prior de Santa Thereza limitou-se a
receber o offlcio de intimagio, porque niao sabia
do que elle tratava; p is do contrario o teria de-
volvido, come incompetent para tomar conheci-
mento do acto violent que se praticou. A com-
misao de salva*lo public melhor andaria se, em
vez de dirigir-se A madre priora, se dirigisse ao
Exm. diocesan? ou ao digno syndico do convento.
Feito o sequestro, as oidens, ou os advogados re-
quereram ao juiz da la vara commercial aque em
virtude do mandado de manuteneio que tinham
obtido, fossem intimados os inquilinos pars que
neo pagassem os alugueis a commissalo, e sim ao
legitimo possuidor dos predios.c EDsse requerimenj
to foi deferido polo juiz substitute, o Sr. Segura'do,
e tendo subido a concludso do juiz effective o Sr.
Calmon, ha mais de um mez, ainda nao desceu.
Armadas as ordens corn ease despacho favoravel
embora ainda pendente de confirma*o, ou de ne-
gao, e armada a commission corn os poderes que
Ihe da o deereto do Sr. Maciel. ministry da escola
do-poder o poder, toern cada qual pelo sen lade
amoacdo os inquelinos corn despejo se neo lhe pa-
garem os alugueis e roconhecerenm na outra parte
competencia pars os receber. Alguns de takes in-
quihnos, ignorando quern ,6 que temrn razio, tern
mettido no deposito o que devem, deixando que vA
buscar quem melhor direito ou mais forga tiver
par ficar com o dinheiro; e foi esta a resptsta
que deram ao obradores da commissao, que logo
no primeiro dia domaz foram bater-lhes a porta.
Ottros vaeilam- poub tern pag e outros decla-
a que o nao fazem a vista do despaebo dejuis
a i aeaselho d doao, :
Or como o ne goeo de despejo 6 cao previsto


cbrtiqos, por amor da sakubridade pua ca, aka-


dando pelo sen agent te no meio da ru os
caca6os da pobre geno irive n'aquellas ha-
bitaos doentias, por in poderem ter cousa me-
lhor, e em talta do que vao d'alli para aposontos
em iguaes eondiegoes, para dias depois tornarem a
ir para rue, cmo estA aqui acontecendo agora, A
ponto que a inprenua ue d'antes reclamava pro-
videncia contra a insalubridade dos cortices, ja
agora acha que teon havido tyrannia higionica ;
come o despejo, digo, es*A sujeito aum unprocesso
regulado por lei, e a commission, ou antes o go-
verno nio quer que nessa questio da miio morta
nem nos incidentea que d ella resultem interve-
nha o powder jndiciario, expedie o Sr. Maciel no dia
5 do corrente, o seguinte avise ao chefe de policia
da corte, aviso que no dia immediate foi publicsa-
da somente na Iboha Nova, que 6 o journal que comrn
manis fervor abrio crusada contra as ordens reli-
giosas:
SConstando que os inquilinos dos predios pos-
swdos, pelas ordens religiosas de S. Bento, Car-
mo, Santa Thereza e Nossa Senhora da Ajuda, e
jA sequestrados, na trrma do decreto n. 9094 de 22
de dezembro de 1883, sio incommodados pars pa-
gamento de alugueis e c m teatativa de despejo
por agents daquellas ordens, hajaV. S. de tomar
sob suas vistas este facto, prestando necessario
auxilio aos que sio vexados poreumprirem o que
lhes 6 impostor em virtude do Olto decreto, e con-
edendo os meios que forem requisitados pela corn-
missio incumbida da desamortisaclo para tornar-
se effective a entrega dos predios cujos inquilinos
se recusarem as iptimagoes determinadas pels
mesma commisslo. Deus guard a V. S.-
Frawcisco Antunes Macide. a
"*ProvavelTMente este aviso s6 foi pars inqndlino
v&u; mas 6 facial imaginar come se pronunciaram
no dia seguinte, hontem, os escriptores advogados
das orders, contra ease aeto de ,forga brutal, naus
phrase delles.
Um dresses oscriptores entendendo er de born
gosto tmar para assumpto a data do dia, aniver-
sario da abdicaio do primeiro imperador, e, li-
gal-a A question da conversio, dirigio unma carta
ao Sr. D. Padro II, na qual, records os aconteei-
montos do prineipio do annode 1831, e oque oceor-
rea na nouteem qu o actual imperante areieben-
4ana front augusta o beijo de eterna despedida
enso arnor, passou dos bragos do extremoso
para os de um tutor, e sahioe da protecao da
m.lia e do lar para a protegio do povo e da

c Os annos fizeram o seu cureo, accresceata o
e criptor, a geracao de patriotas quo ye vos recebel
eto umr deposit o e vos sagrou como um princi-
pio, JA A foitodo eaminho da eternidade!
S Nao tiveste juventude, porque a vossa mis-
sao de reinar ehamoun-vos bemn edo a cadeira do
euprnmo a|Strado danagio. A felieidade con-
jugal entrou-vos pelo regio portico nas asas de
aurm ajo,4uvo. touxee 'rosdeu, entire osthe-
oures deosua alma, woonsolaes pans todas astris-
tezas, inspiraoies para todas as crises, penhores
para todos, os afietos. *-
SAs ovoloftaerras, as hntas de iaceio,
as paixoes, as rivalida de partido, as emula-
Cue. incandes eetes dictadas pela8 aspira6oes sof-


S


0 Braoi,.or sua
do Sr. Ma' l, acha
ministraq oablica
te subvertidos.
Perguntando qua]
Prisco Paraio, qua
agent suin rno d
te elle respo ie por
esphera administrat
sicionista :
A praxe, nas re
pendencia em que e
tros, 6 usarem os mi
si, segundo a hatur
desempenhado. I
S 0 que nao f6r i
no meio das qukes t
period muito ancho d,
Olympo que se doso
0 cerebrino avw
analysado, porque o
mettidos para o Mu
g A incapacidad
torna-se ainda mais
do se attended a que
e Serro Largo ereot
9,'> nao feita pelo c
cia :--o crime de, ten
S E' quasi o crime
sinistras !
Fosse por isso ou
dos os jornaes de h(
Official, que devera
aviso do Sr. Prisco
corn data de 5, mas
s6 hontem foi redigi
o Por aviso desta
nistro do imperio h
todo o auxilio ao sou
quer obstaculo a exe
22 de dezembro de 1I
tencao de V. S.
Sem grande malice
ce-se que esse aviso
a impiressilo causada
do Sr. ministry do im
pedido sem accord
Os escriptores frac
naram bem saliente
ciel para dirigir-se
licia dando-lhe ordei
E que o Sr. Prisco
satiafeito corn o cas
seccos e resumidos d
os do do college.
Este disse ao chef
tomar sob suas vista,
auxilio etc., etc., e co:
requisitadospela corn
va a entrega dos preo
cusarem as intimanoe
Aquelle diz quoe o a
haver recommendado
etc.... pars o que elle
chefe. At6 onde p
fe e de que mode dei
co, 6 o que o minist
xando ao chefe enten,
garra.
Demais e exclusive
quesato das ordens r,
falta tempo pars oc
assumpto. E entretb
acerea de tal quest
Pars terminal. N
quae o Sr. Jaguaribe,
iquerito sobre-o as
Serafin Muniz arre


part atacou tambem o
do que oo1governo e
entire n6s estio complete
o papel qhe faz nieto
ido o chee' de policia
Sministro dajustiga, e p
todos os actos que prati
va, accrescenta a folha
agoes officials, na mutu
tAo os ministerios uns dc
bistros de requisigSes
za do service que tern di
so sera balburdia e anari
.ipudiar& o ministerio do
set o Jupiter Tonante
ganisa a olhos vistos.
so nem ao menos pod
monstros em regra si
ieu.
Sprofissional do Sr. M
patent e lamentavel, q
b jurisconsulto de D. Pe
i um crime novo, de classic
idigo criminal e pela s
tativa de despejo!
Sde tentative de inte
or aquillo, o caso 6 qu
je, corn except do D
ier o primeiro, dao o segi
paraizo, ao chefe de po
[ue today a gentle acredita
to :
data communicou-me o
cver recommendado a V
alcance, afim de evitarq
I o.w do decreto n. 9,094
B83, e para o que chamo
1a, nem mA vontade, co
s6 foi expedido para ate
polos commentaries feit9
period, que parece ter side
pm o Sr. ministry da jus
escos, como lhes chamam,
i ncompeteneja do Sr.
irectamente ao chefe de
as.
iParaizo nao deve ter fi
), deprehende-se dos ter
Sseu aviso, comparados
Sde policia: haja V. S
A etc.... prestando o neces
icedendo os meios que fi
nisso,para tornar-se efl
ies, cujos inquilinos se
etc
u college lheso common
todo auxilio ao seu ale
Paraizo chamna a attenga
de alcancar o auxilio do
*e dste applicar a sua at
P da justiga nao diz,
ter e obrar come Ihe de
mente tenho hoje tratad
ligiosas, de mode que jA
upar-me de outro qual
nto ainda flea o que d
*
o me record seja lhes
jnz a quem &i remetti
.aina do reactrn do
Vasiuando ox pqpeu
0t.


aviso ciante de Vizeuvinha de Oliveira do Barreiro,
a ad- parm aquella cidade'h diligencia do correio, sen-
imen- tado junto ao coche ro. Levantou-se quando o
S earr trazia bastant velocidade e eo ob-e a
o Sr. etr la, pastando-lhe sobre o venure e etmnago a
Sum rodt grande. Ficou muito mal tractado, e aeha-se
eraa- em grave perigo de vida.
ca na Ha dias andando na herdade do Verdelho,
oppo- suburbios de Guimariea um feitor do Sr. Visconde
Lindoso a carregar pedra, tao dosatradameante
a cde- quebrou o cabeealho do carro que cabilo em cima
s ou- do rapaz que dirigia os bois, the esmigaihou um
entire das pernas, do que Ihe resultou a more.
3 ser EstA grassando corn assustadora intensidade
S em algumas povoacqes do conselho de Santa Conm-
chia, ba Do a terrivel variola. *
o im- Em Manteigas, e Folgasinho, conselhe de Gou-'
desse vein, continue a epideminua dos typhos, ceifando vi-
das.
e sor E' bellissimo o estado dos trigos c ceateies
O t na provincia do Minho, e especialmente nas cer-
[acie canias de Brags.
ae As videiras comevam tambem a deitar reben-
3uad- toes em alguns sitios mais abrigados.
drito Deu-se na semana passada um grandee la-
ifica- mentavel desastre na Arrifana, povoaco a poucos
cien- kilometros de Vizeu. Houve alli um pavoroso in-
cendio, em qne pereceu umn home e duas crian-
woes gas, cujos cadavers foram removidos do montao de
destrocos inteiramente carbonisados.
ie to. Dizem de Alpedrinha que uans sugeitos, cu-
iarw jos nomes se ignoram, n'uma pequena aldeia cha-
unnte mada Mortiannas, regressando da feira de Proen-
cia, 9. assassinaram unm pobre carreiro, viuvo, deixan-
a que do cinco criancinhas na mais complota 6rphan-
dade.
r mi- Urma rapariga solteira por nome Luiza, do
. S. lugar de Famaliclo, freguezia das C6rtes, do con-
qual- selho de Leiria, dando A luIz a semana pasada
4, de umra crianca, commetteu n'ella em seguida o terri -
a at- vel crime de infanticidio.
ahe- AX desnaturada ja se acha entregue a ac'ao da
lnhe- justica.
nuar 0 capitlo Castanet realisou no domingo em
es ao circumstanciaa mais felizes, do que na terca-feira
Oex passada, a sua nova ascengao nos jardius do Pala-
tig. cia de Crystal.
tor 0 balle eleven-so serenamente, pairando par
Ma- alguns moments nos ares, e depois, tomando a di-
e Po- recqio das Devezas, desceu sem incident algum
S emVillar de Paraiso, n'uma quinta conhecida polo
nado nome de Joao de Villar.
rmos Poucos. mementos depois da descida, cahioe um
com rande aguaceiro, que se prolongu at6 depois das
. d bhoras, send esta a unica contrariedade que oa
l' aeronaut& teve de soffrer na sua viage, jA termi-
nada, pois que a chuva sorprehendeu-o qaado ea-
brem tava em terra.
Fecti-
S Castanet levou presa ao bordo do cesto ur ma-
re- china photographic, conseguindo tirar, de um cos
pontos a que se elevou, um clich, cujo resultado
=cou s6 podera ser conhecido depois da placa gr sub-
iowde mettida ao respective banho.
ohde 0 arrojado aereonauta regressou a esta cidade
ten depois das 6 horas da tarde, vindo em um trem
dei- corn os Srs. Guilherme Gromes Fernandes, Silva
de Pereira e Luiz Vianna.
r na Seguiam-os mais duas carruagens corn outras
o psoas que tinham ido tambem atW ao sitio em
o da que o balo deaceu.
I me A concurrencia ao Palacio foi pequena, contri-
quer buindo de certoepara isso o dia nebnloso que se
dizer apresentou. ta'rn ,'-Vian doC F4'
-- Finou-se tamw Via0ado Castjljo
isao Sr. Dr. Jos6 Affa spo S era, vicopiAdente
do 0 da eamara municipal d'aquela eidade e membro da
Sr. direcao da eompanhia hiomntadora Visnnense, e
dixeztor pohltieoo-a 4ws do Lien. *
Era urn character srio e bondoso, digimo de teds
OW a consideramo de quantos o conhecim.
Uespauha
.ol Ainda nio estava esclarecida a questo da eae-
[u piracgio military. o n
0' O process continuava envolto no mrai awlMtat
4 mysterio; mas havia um pormenor important, re-
lacionado cornm o facto principal, que leva a supper
que as autoridades militares estno no caminho de
que aseralguma nova descoberta.
i da Firanca
Lis- A question franco-chineza continue no mesmo
dias estado em que estava depeis da tomada de Bac-
Ninh. As columns francezas fszem diariamente
diversues pelol paiz, nas quaes nao eneoOtram re-
efor- sistencia nem inimigos a combater. Actualmente
parcel que a attencao do general em chefe dae tro-
go- pas expedicionarias da republics tended a apode-
tiva- rar-se de Hong Hoa, fortaleza tonkienac, tambem ~
em collocada comBac-Ninh, na fronteira da China.
ente Um alto funccionario ehinez que em Londres foi
visitaao por un reporter do Central News, dise
ento que os francozes encontrarao maior resistencia em
o da Hong-Hea do que em Bac-Niuh.
*.. e o3 francezes, diz elle, atacarem eats ci-
do o daUe, encontrarlo resistencia vigorosa; a guarni-
? 6 muito forte, ha mites ehinezes e os que to-
)in- na'am.parte na-defeza de Song-Tai refugiaram-
se alli.
iclla Nao sei ao certo 0 effective da guamicio de
trH- Hong-Hoas mas posso aflirmar que a China con-
S ho- tribuiri, paia a sun defeza muito mais ido que tom
tirou feitp at6 agora corn as outras praas.
0cce- Na conferencia fallout o reporter da queatfio da


indemnisaaio de guerra, ao que o chinez respodee
acisco que o seu pedido provoearia en seguida ura guer-
rva- ra declarada, obrigando as duas potencias a que
difi- hoje lutam As occultas v, a entrar n'uma luta de-
pin- clarada.
polo Preoeeupava o governor francez a expuldb
s ja- dos1 principles de Orleies.
t Ao'quepareee, os ministros coneordaram todos
ero na necessidade d'esta medida, havendo poreArm di-
aose, vergeneia nas form por qnueella se deve realisar.
ama Waldeck Rousseau, ao que affirtnam, quer quo-
seja feita por um actor administrative, emquanto
hiara que Julio Frty deseja que-se vote urma lei de ex-
S50 pulao contra todas as families que reinaram em
lea- FraSna.
istia Parece que a expulslo soe realisari no me de
ahia maie proximo, antes dasoitfesipa l aldeputa-
ea provineiaeos.
r'ora -- A questio de Madagi e# Ulmb em
pro- viade loluggo. -
i na Na susua interpocllago Mr. T1, psan ace na
Samara dos deputados ogove!o frane: de ter
&ao' travado a question, serm ter codM*tado previamea-
ue a te as cameras; disse que nao 4qeria urma political
indode oonquistas, nem admitia que a Frana fiessma
elba o i terior de ladagascar urmsa xpediilo parocda
) de coma que ae fez no Tonkin. Que* que se qs -
res; tent "sse ocupar certos pontos da costas6
uas, roeos,d deB ira quo se possa proteger emes-
mente ossai yves, que sio os inimigos dos hoves,
ma- os dminadores actuaes de -Lgar. .
urna Floa depois Mr. Mun, d&yeta, que era do
te, opi quoe governor adoptauw francamente ea
adagasear urn politics d interveilo militar c
'des de etesad colonial, terminando assim a obl ue q
Bo- eb ou a monarchia franceza nos osecuos i e
aP6. XV -
am- ,0 deputado Alype declaroun-ae c a coeni-
t, vrode Madaguear, navradeiraccepioda
3,8-; vrSam, e d -iasnque as so&w^B1 e*R b y -w ::s|
Kupsi neciaidades do comwiereio Awmm oaaflf i- .


expa


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RECIFEO ABRIL DE B I
RECIFE, 15 EE ABRIL DE 188


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toral do miar Vermelho.
0 Times observa, que 0 governor foi ja adverti-
do por divmrsas vczes de que a estacAo em Suakin
se tornaria perigosa. para os europeus, de 15 do
abril cn diante, e l:inenta que, estando jA proxi,
mi t3st.a data, nIo t2ihna anuuncmiado ainda a. ehe-
gada de rcgimentos indies.
0 general Graham e o almirante Newel decla-
rara i termiiiada a campaunha, o que prova que
tanto umn comin) ountroe reconheceram definitiva-
ment. a impossibilidade de restabelecer o caminhc
doo mar Vermnelho at6 Berber, e, portanto, de ir
v or esse caminho em auxilia do general Gordon.
A columna expedicionaria ingleza regressou,
como se sabe, a Suakin, e do Cairo dizemr que as
S fornas que estoii n'aquelle ponto receberamn ordemi
de o evacuar.
Tambem dizem do Cairo que o coron'el Ril-
chon-r, o major Rundle, e dous officials inglezes de
exercito egypeio, sahiram no dia 28 para Berber,
afirm dc cooperar corn o capital Chefosidce, que es-
tava negociando pale seu lade cm Suakin para
restabelecer o caminho de Berber, project que em
visa da -resolucao de dar per terminada a cam-
panlha no littoral do mar Vermelho tern de ficar
abandonado. As communicaqS. t elegraphicas
ent -o Berbor e Suakin estalo n tabelecidas ; man
o p tz para al6in de Slbeadyesta em poder dos in-
sirgcntes.
)De Suakin dizem que na noitc de 27, chegaram
Aqucella cidade varies cheiks das tribes de Sa-
rna ar, d)os Damiles, e dos Hvorah, que atW en-
-.) tilha n side hosts a)s inglezes, para fa-
ze.-e.n a sna submisslo, e que aquelles eheiks pro-
mnetteram fazer todos os esforqos para se apodera-
rem, corn o coneurso dos outros checks, de Osman-
Digma, que parecia t.r perdido todo o seu pres-
tigio.
SEmn Londres, porekm, como no Cairo continuava
a reinar a masor inquaietaao acerea da sort do
general Gordon, e da cidade de Khartum em que
elle se acha, um periodic inglez o Besphoro
Egypcio, referindo-se a neticias reeebjdas do
Egypto, chega a ponto de dar uma relagio deta-
lhada da entrada dos insurgents em Khartuam.
Segundo aquellas noticias, a oecupaio da capital
do Sudgie peor um lugar tenente do -nahdi teria
sido o resailtado de un-a especie de capitulaco qne
S r .0 governador, reconhecedo a impossibilidade da
resintencia fiz ra corn os seus adversaries sob a
garantia da vidL e bens dos habitantes.
S Ace ecejntava-se que as condies tinaham sido
. rigarosamente mantidas pelos arabes, cuja entrada
em Khartum nio fora assignalada per neanhum
excess. .


Notlela do Paehda N R o da
Pr ega c d do ,I
Poes vapo s Thom e Ja uipe vieram-nos M
sul as seguinmtes note'ia ..m d&a qua eonstafit
d rarua Parte OflaWl o Interior;:

S Datas de jomaes aWt 17 doco rnte telgra-
phiasath 28deoaf93: ma'.
... .* Na al hoena eomtivUn as .
em .livia onsAtaa, pmbhh, am s
I ilage a mesodo, pwtiru fd MUMB
d4wigio contra La -Pr w. 4
lip, A .


fto ciWOsimli


k~r/ll, ,Jdevmse am qwmdl
indja iwm pe-
Ihm mais Ber de e precaugoe para as proce-
i dencias do BrasU; mas, se as autor dades orientaes
se fizerem surdas e persistircm ina sua incuria,
cremeos ser chegado novainente o case de se toma-
rem medidas de precauqio e severidade per nos-
sas autoridades. "
fir nernesafrnio .uehe-zi df neov o homo
port as proedencias uruguayas. v
a Para tranqnilli4ade do college, accresceata
El 81iglo, lembramos-lhe que no co rate mez bai-
'xa o thermometro o sufficient pa", afaStar todo
o leceio. a


I'
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-A


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-:~ -

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--I


L


fundo golpe na testa corn o mesmo instrutnento que
o deixou prostrado no lugar.
,, A ppareceram mais outros empregados da com-
paunhia queaiindapresenciaram o rest da trite sce-
na e peor minuito milagre nio foram feridos ou mor-
tos, porque conseguiram escapar a tempo da fera
que, com a mchadinha em punho, proeurava fe-
ril-os.
,, 0 sangaue trio do assassino era tal que logo
depois de pf'aticado o crime deisou fican, no lugar
do delicto o inistrumineqto e sahio pela rua de Santo
Antonio, muito fresco, limpando as mos corn o
lenqo, come se nada tivesse acontecido !
Acompanhado pelo clamor pablico foi prose na
mesma rua e sem resistencia.
,, Per emquanto ainda nao se sabe corn certeza
a causa de tdo lamentavel desgraea.
0 assassin devia segtir hoie (6) em. compa-
nbia de sua familiapara a Inglaterra, no vapor in-
glez Tagua, e j i tinha tornado pasagem.. ,.
0 Sr. Paulo Wilmerdorf era home de mnito
coneeito, compridor de seus deveres e gozava aqui
da estima geraL
u Era casado e tinha seis filhos menoreso, que
ficam desamparados.
Cinco dias antes, contonrm nos cometsta, o Sr.
Paulo tinha feito um seguro de vidan par& sua fa-
milia dde dez contos de reis.
O sahimento tera lugar arngMn (7), s 11 ho-
ran, e a expenses da ecompanhia. m
Em data de houtem recebemos o seotine:
SRealiou-se hoje sUs ho hms da mmia eo Co'
muitisina eoncurrencia 0 oahimento dim Paulo
Wimnerdorf; send sea corpo eomdusido inla
deadoe a estalo at a igreja matriz.
SA Ao amar a asepultura o Dr. CwmO (pdr ia-
pro-auclou umg l am o aem p it cor-
ef pnessaad- vim mevoasn-timt a pegxim
fnsvet que scab de d affrero w afi
paem parft da d*D&*
AA.msma folha, e sob a epigraphe Cowe4 d&oBe-
ltuoatit, mvaz:

Ci ea Ca ,^ pse.; Mm .
o Sr4A. Sannsu redactor do di
o '. pq imn& dspams ox
t % zo


-do, 4 &1ta daa, ta do Qf
p a ummaeontmrmoa no JonI
R^M Ibeal :'
miNtai .h2'boram da noite cahio,
am t*IA de noroeate acompa
"va (irovoada que duru at


.{jyt- tenhar as


d */2,
,Aludo d


;. peri'do do IOIISIe'IinU5io 1~ ** g-mI
:cheneedler, remelldo i^ edb a o -i
s ao e 21 deputkl.
-m Biamarok, porm-ometwadb conag ami i.f-
ficientes para ole f trm ho, record ao arnmis
altos poderes, oms e a in jifm prarM'-
Ihe o sead apoio el MUrM e MIhacM se 0i
nao fiqne muito pam a, a Iterdt de di-
sao da camera.
0 imperador Gmlnmma- recebetw p" primein.
vez, ha dias, o conselho federal e os p,-esidentes
do parlamento allernimao e das duas camaras pus-
sianas.
0 Sr. de Boelticher, ministro do interior, usou
primeiro da'palavra e apresentou ao imperador as
felicitaq5es de todes os perEospnagena presented.
Voltando-se entie o imnperador para o coaaelho
federal, expresaou-se no aegainte termosa :
,, Compraso-me de ver oa membros do consetho
federaI : agxadee-.lhna O zelo de que terna dado
proves, e satisfaz-me summameaw o saber que os
pnincipea asl uea.-aspiram ao memo fim que eu.
De modo quo per ease lade, eatou completa-
menteo tranquillo. u
Em. aeguida o imperador, dirigindo-se ao presi-
5P dente do parmamento allemlo, pronanciou corn voz
energies clara estas paLavras :
f t)' deiates teem estado aceesos n'estes ulti-
mt*. Wmpose e os 0omeeos da.legidlatura do reichs-
tag400o ineforam agradavei.
f A nova oolligno parinamentar inspira-me
poaA. confiana e sarprehende-me que se ponham
difficuldades ao prorogamento da lei contra os. so-
ciaJ~ita.-
SJa. se esqueeeram dosa factor quo motivaram
a promnulgaqao desta lei?
Se uos fossem negados os meios de prevenir
a repetiqAo d'aqueiles abusos, condemnaria o voto
do reichistag come urma manifestaq'o dirigida con-
tira a minha pessoa.
,, Estamos atra-vessando um period critic ;
certas tendencies nao aspirariam a outra cousa,
no seu desonvolvimcnuto extreme, do que a derru-
bar a monarehia. -
Tomem pois cuidado, em que tudo acabe o
mellior possiveL .a
Tinhlam uma alta intent o estas palavras do
ihuperador da llemanha.
A AUJ(ria-iHlanigria
Unua correspondencit de Vienna, tractando da
iquesto dos aaarchistas n'aquella capital, diz ie
c-m respeito a political interna, a guerra subter-
man.ea dos anarchistas contiuua a occupar a atten-
(,.,) public.
lla dlAts a policia precndeu iaus quarenta Iauar-
cliistas dos mnais perigosos e alvoroeadores, tendo-
s se-lhes apprehendido importantes papeis, entire
elles uma long-a correspondence que os anarchis-
tas d'Austria tinham corn o comite central de Zu-
rich, onde se trainavamos planes mais s:nguinarios.
Tfambem foram press pela polieia dous assas-
sinos anarchistas e urn emiaa-io do comitM "en-
tral chamado Kaunerer, que durante os interro-
gatorios nao cessava de dirigir insultoa sos seus
juizes c dB ameacar dizendo: m, Outraos virao atraz
de mim.
No domicilio Kaun-erex foi eoncontrada uma bom-
ba capazs de fazer hr casas pelos are.
Recentemente es auarchistaa enviaram senten-
cas dc morte impreseas em grosaos earacteres ao
profeito de policia, a- dous chefea. d'esta e ao repre-
scntante da casau Rotschild.
NM"&
A& trop.ts do general Graham pretenderam dar
uni novo e ataque As hostes de Osman-Digma, sem
conseguir nada, perem, em vista.destas term fu-
gido em debanadoa.
As tropa. iagleza, segundo a s ultimas noticias,
Sestito muito estropiadas ; as insol"aes teem pro-
duzido baixas aos centeares, fiando f6ra do
comateo, por conseguinute, todos eases hemens, a
quem vale unicamente a. boa organiagaoo do ser-
vio9 medico, qeuo, segundo as correspondeneias iu-
glezas, tern prestado bons servigos.
Tambem a proaucaGo que se teve de levar cornm
a column ura w p'ovisio consideravel de gelo sor-
vio de inuito. Evitou-se uma mortandade o saa-
truisa. 0
\ -. As tropas britauicas, em numero dt ,000n ha-
Bs, virain-se unolestadas pom irosas parti-
das.
Eis to Pouta. a& acm ja que acimuna no s re-
ferimos :
Depois de scanpaer a vista do inimigo, os in-
lcozes avannaram de madrugada, formando a in-
timt.'ia cm dous qaadrados, guarnecidon de arti-
lharia c flanqueados pola cavallaria na ordem de
matalha ja adoptada no ataque anterior.
Segundo a parte do general Graham, os insur-
gcntes nao csperaramn se ataeados e fugi-am em
desorde-m.
A aldeia de Tamanich, occupada sem resisten-
cia pass tropas inglezas, foi entregno as cham-
man corn tudo quanto continha.
Convom notar quc on soldados iugoezes, que
tanto soffreraun na sua mareha para Tram.nich,
pertenccm, na maior parne, a corpos que, durante
v itte aunos, tern estado do guarnn-o nas Indias,
e que, portanto, se podia julgar que estivessem
acclimados aon tropicos. Esta ciroumstancia
augmenta as inquietane9s que os diaries inglezos
manifcstam acerea dan consequencias de unma per-
nmaieucia prolongada das tropas europeas no lit-


GoyaS
0 Jornud do Conmuermio da corte publicou em
8 do corrente o seguinte :
Communieao5es que acabam do ser recebidas da
capital confirmam comn pequenas alteracnes o re-
sultado j publhecado. DIo ellas a seguinte vota-
ao :
Tenente-coronel Moraes Jardim 649
Couselheiro Fleury 518
A apmura'ao deve ter side feita a 22 do passa-
do.
RMo. Grande do istIi
Datas ate6 3 de abril :
Foi apresentado na assemble provtncial o
seguinte project :
-, A assemble logislativa provincial deoreta
i Art. 10 Todos os products (quc cis in-zes
depois da publicaqao da present lei, entrarem do
interior da provincia ou Sihirem della paira outras
ou pars o estrangeiro, deverio vir mareados de
mode distincto, a indicar o nome do productor, e
lugar de procedencia e o do exportador, nos dous
ultimos cases.
,, Art. 2.o Os que d'aquella data cm dianute en-
trarenm ou sahiircinm sein mnarca ficam suijeitos ao
imposto de 100 rs. por cada 50 kilos, alem dos
main a quo cstiverem sujcitos.
-w Art. 3-' Todos aquelles products q(ii, nas
futures cxposi-oes proviuiciaes, obtivcremn o pri-
inmciro) preinio, hicarao isentos dos iinpostos de cx-
p:.rtauito po)r mespao de douis annos.
SArt. 4,1 Fieam revogadas ais dispositoaes em
coutirario.
0 Dr. Augnisto Birbosa le Castro e Silva c an-
trou n.) exercio do cargo dc hcife do policia da
provincial.
Pelo Dr. juiz de direito do 10 disti:-to criminal
da capital, Dr. Thompson Flores, fol pronunciado
no art. 174 combinada corn o art. 34 (tentativa de
introduc9a'o de moeda falsa) Carlos Schmidt, pro-
so na cadeia civil da mesmnia capital
Noticia o Diario de Pelotas que desappareeeu
d'alli o antigo c ommerciante hespanhol Ramon
Rodrigues. "o
Escreveram de Sant'Anna do Livrameoo, em
data de 20 do passado, noticiando que a secca con-
tinua a prejudicar a lavoura e matar o gado.
Em Pelotas, depois da festa da LuZ, dous caval-
leiros, que alli tinham ido corn suas families, al-
tercaram per questSes de gados, e umi d'elles, ar-
mrnando-se comn uma faca tentou assasasinar o ou-
tro, mas mettendo-se do permeio suna sobrinha e
sua esposa recebeu esta no hombro esquerdo um
fcrimento grave.
Foi preso em Cagapava, onde reside, o indivi-
duo Pedro Velloso, denunciado pela promotoria de
S. Gabriel come autor da more per. envenenamen-
to de Franucisco Antonio Cansar,. estabelecido em
S. Vicente.
Em Pelbtas, na tarde do 30 do passudo foi ful-
minado. pr urm raio um preto livre chiamado Fer-
nandoMaciel e empregado do Prado Pelotense.
Noticias do Alegrete eonfirmam o fallecimento
do engenheiro Francisco Nunes de Miranda, ac-
creseentando, que deixou grande foretana sos sous
irmiEos.
Parasia
Datas at6 3 de abril :
Rfere o Dezensve de Dezemnbro, de 1 do eonrrente
que cntrou. no porto de Antonina ruma barea alile-
,ma com sete tripolantes enfermos da febre ama-
rella, os quaes form logo levados para o laza-
reto dia ilha das Cobras ; o navio ficou em qua-
rentena.
Fahcceu em Paranagut o inspector da alfan-
dega, Leocadie Pereira da Costa.

Datas ate 6 ie abrHi :
As noticias sCao da ttrsae local-
M.. Pa.lo
Datas atW 8 de abril :
0 vice-presidente da provincia, tendo em vista
a lei provincial n. 55, de 2 do correntai que auto-
risa o governor a mandar proeeder. a sivos estu-
dos e a contractor corn quemn melhoreso vantagens
offerecer as obras do porto e aos de Santos,e con-
siderando que a citada le madifeou inteiramente
as condicues das obras de que so trata e o mode
de realisal-as, tornado assim de nenhum effeito
o eonecurso anteriormente aberto para as mesmas
obras, que pela citada lei feam dependents de
nevos estudos e ao resultado destes, roesolveu an-
nu-nar o referido concurso e mandan quo se entre-
guom aoa proponents, nos termos legaes, as cau-
soes cm deposito no thesonro provincial, e bem
assim as respectivas propostas.
Sob a epigraphe -Horroroso assassinato- lh-
se na Provmnvsa :
Escrcvem-nos do Santos, cm data de 6 :
Holje ponce depois de sahir o trem i (10 br-as
e 40 minutes) o chlefe da esataae desta cmdaoe, Sr.
Paulo Emilio Wilmerdorf, foi barbaramente as-
sassinado por Charles Jones, tambem empregado
da estrada do ferro o chole do segando piano da
sen'a.
,, 0 assassino commetteu o crime no escripto-
rio da estamcio, dando na victim doz golpes coa
tnna machadinha na cekeoa. A morte foi imme-
diata. ,,
,' Na oecasito que praticava o horrivel crime
veio em soccorro um criado particular dii Sr. Pau-
lo, de nome Francisco Agavea, que tambem per
su- vez foi gravemente ferido, recebendo umn pro-


malida


.lei-


PWIM


1bre a .& b il aom, ha-p hiahu 6I o
Campm _Mr iPo0 D or i a lido
|Rio diites peinw nq is
S- 1 Roa"is -.inMr-- dk bfta:
JRi2d a& a JM.--bkx m
'lioje a taxa de cambib de 20 3/4 d. sobre L( dres,
aflixando o commercial c do commcrcio a Iguin-
tep tabellas:
Londres 20 3/4 d., a 90 d/v.
Paris 458 rs. por fr., a 90 d/v.
Portugal 257 o/o, a 3 d/v.
0 moviimmto da diati peqenU sobre L adreg,
a 20 3/4 d., bancario, 21 e 21 1/16 d., pa el parti-
cular; e aobre Franca a 453 rs. por franc ,, ito.
Repassou-se papel bancario scbro Lou re a 20
7/8 d.
Na Bolsa o movimento foi pequeno. i
Venderam-se hoje 7,600 sacca corn ea c .
Bahia '
Datas atW 12 do abril:
No dia 9 foram abertoe -corn as solemn! ladea do
estylo os trabalhos da Assembl6a Provin ial,
A mesa ficou assim organisada: -Prei idunte o
Sr. Zama; 1o e 20 secretaries os Srs. Ba ia. e vi-
gario Paranhos; 10, 20 c 30 vice-president o) S-.
conego Agripino, Barao do Villa Vi Soares.
Nada mais que mereqa men*o.
Alagoaf.
Datas 6tc 12 de abril:
As noticias desta provincia uno tern interesse.



PERNHABUCO


Assemblea Provineial
ls:., SESSAO EM 27 DE MARCO DE 1884
I'ltESIDENC.'I.A D Si11. 11 UlAO DE Lr.PLssuMa.
(Coui:lieo)
ORDEiM D ) DI
Entra cm 'lisiuss.Lo o areocr n. 43 da cmmis-
sao dc eonstitui(qio e p.dcrcs aobre a cleiao do
3* district.
0 Mr. ,iiwino Caalean.ae -Sr.1 prosi-
deiite, soi que o jirecer (.IImi tliIScSSio vai oser ap-
pro ;ado; isso, pordiu, ti')o ni deminovc dloi propo-
sit' di (oinlbatel-o. Qiuaindi) sc IneP arai, U0 Ces-
)pirito Luna vecrdade quo o dover me mnand e4uuii-
ciar c defender ni0to h L, senhores, consid raoes
abstrusas n-emn motives inconfessaveis de i teresse
particular ou politico que me detenhanm.
A comminisso de constitittiio c poder s nio
achando, come nAo podia achar, na. lei raz Ip c in
que podesse fundamentar o parecer, qua ti tha i om
inmonte lavrar, dernnnou-se em uma aerie de ineon-
gruencias e de argunentos falsos, como B fsse
possivel d'este mnodo illudir o espirito d'esta illus-
trada Assembl6a.
Isso me faz crer, Sr. president, que nito f6i sim-
plesmeute um erro, un desvio do espirito d. e0m-
mnisso, senio proposito de servir a intcrestoa quo
uao so podem confessar.
0 SR. PITA5GA-NAo pode fazor insinuaieo mnal-
leficas aos mneibros da commissao; eu as r'pillo;-
convenea-ae deo uma cousa. que teaho a. owroagem
precisa para repollir em todb o terrenr as iniinua-
9es08 quo me forem dirigidas.
0 SR. SwLVINO-E eu responderei a V. Ec. da
mesma manira, aem qualquer terreno; fiqu taim-
bern convencido disso.
(Cruzam -se apartes).
Sr. president, n'esta questio de que trd a o
parecer da commissno esto aeuvol.vidas tires grman-
des verdlade,, que formam a base de toda aa .oeie-
dade regulanmente constituida.
lefiro-me, sonhbores, a justiQa, a moral de e
ao pundonor, que devem presidir aoa atots i'eata
Assambl&a. Ea irei acompauhandoet demons A
segundo- a. eineiaeio que aeabo de fuazer.
A commisno kophismaudo a lei proeede. sea
justica...
0 SE. P'IraNa-Nao apoiado.
0 Sa. SmviMO-E' o que pretend demnomnst
0 S.. ANTOwmO Coau-A-Ha de ser diffioil
0 Sm. SEvmio-0 at. 10 da lei de 1881
muito tormmnantemente o seguiite:
K E' elegivel para os eargos de seondor, epa-
tado & Assemblka Geral, membro a As.Msrble 14-
gislativa Provincial, vereador e juiz. de paz. td.o
eidadao quofor eldtornos ternios do art. 2'oeta.-
lei, nioe-i awhando tpronuneiado em proesm cr1.
minal, e salvas as disposicoes espeoiaes q -
seguen. ,
Vede berm s6 e elegivel para on cargo r enit-
dos o eidadao que for eleitor.
0 SB. AnroNzo Comxj--Nao apoiado; V. x<.
veja o rogulamento.
0 Sn. SILwsTO-V. Exc. eom o sou nao ap
nega apoio a littoral disposi9ao da lei, demai V.
Exic. sabe que 0 rcgulamento send un acntre ,ma
nado do poder-executive, nao se pede contrapor !
lei.
0 SR. AvroSIO Con-unci-Mas, nogula perfeita-
monte a lei. i
O SR. SzLVIwo-Eu vou 1, mas antes de 1 che&
gar permitta-me o nobre deputado que ihe declare
que es regulameutos, pela origem donde emanami
nao podem ter forna derrogativa da lei, a menoaqu<
nao tenham side elles approvados polo corpo legis-r
lativo. .


S -, uiglao a ser tomada no sentido do no-
Mamplia, o direito de represbnt.aVo, e
i de preferdmcia, import affimar-se que
owimomento pode alterar a leL
S "T ASvoNo COaaaEIA-Eu nbo disse semelhan-
to (sc. 0 regulamento nio pode estar em des-
acordo corn a let.
S0 S. SnvtNo-Nio pode estar em desacoordo
omw wlai?
@'f& ANTONIO CoawMa.-NSa pode.
0 &lk SLvreo-Nao dwa estar, ma & aoeitar-
ia iiA'o de V. Exc., aefltdimu ente o deacor-
Jh manifesto, patem a regpiameato vai
4&i que cogitou o legiabnr
&111. ANTONIO COam --I l o y mWo oti-
nuair m.hterromper a V. EbLaea pwrimo4&que
na.o Bym do a essa sumiltimnlojeca.
O'9t %LviNo-Acei sa d not 0 da
lei, ih S, que, s6 6 elegrvelheidadlo que fi elei-
tor ao tempo da eleioco, e verificando-sec que o cau-
didato de cuja cleiq.Ao se tracta, procurou iinscre-
ver-se elaitor na qualicaVao quo pnrincipiou em
aetembro do anns passado e fin-ndu a 9"dbe fverci-
ro do corrente anno, c clare quIe cm 23) d outubro
d'aqcuelle anno, oeoca da eleieo inaavindinL qua to-
ve lngar entrIe n6t, nlo podia elle legalmentu con-
conrer a eisa eleii6a, e seo o fe e conseguio collier
votes que lhe eonferiram um diploma de deputado,
e manifesto que esse diploma nao lhe podc aprovoi-
tar para ter um asseuto entire n6n.
Um Su. DEPur.uo-V. Exe. leia o art. 2 da
lei.
0 SM. SILVINo-0'-art. 2o nao ampIla, antes res-
tringe o p'iacipio que acabo de enaunciar, e restr;n-
ge em desproveito do candidate que V. Exc. quer
protege; per este art. n-o b.st:t para soer olegivel
que o cidaditoeja cleitar.
UM S%. DEPUTADO-MaIO podia ter todast as qua-
lidades de ele-ibilidade.
0 SR. SILVNou-Parece quie V. Exc. eatendo a
lei de irma mateira quando so tract-a de seo s ami-
'-roa c de outre quando se trata de seui adversa-
rios.
O Su. A&srono Coammmia-Eu ache quo V. Exv.
C quemn procede assim.
SR. SILvIo--V. Exc. nato capaz de provar
isso.
0 Sn. ANTOnaM Coai.t-Ao in nos agora esati
demoustrando imao.
0 SR. SILVINO-Appello dojuizo dc V. Exc. para
o das pessoas imparciaes. Comno ia dizendo, Sr.
presidentc, n-o basta para sor-se clegivel ser-se
eleitor, e, necessario ainda que s tenhia as quali-
dades ou requisites do ait. 2'. Quacs siao esss
reiquisitos.
E' preciso que o indiv'iduo sija iila'ao brasi-
leiro, c que tenha 21)Wt de renda liqltimla ein bn-i.
de raiz, commnercio, industri- ou cunprego.
0 Sit. As ro ,in, C r',tiEI.-Ahii c-;'ta o qiiu 6 elei-
tor.
tim'.
0 Si. S-u.viNo-V. Exe. enmana-se, um1:A cousa '-
set eleitor e oultra 6 p.Ider sl-o.t %r, o cauildidi-
to di- ime? so tract, ii to so uao era oleitor, c-ojuin
ainda jquemindo tljualificar-si nt.') p)rociirou )rio-
var que tillia 2W0A an-uaes do reuda litltidt
em bens de raiz, commercio, induitria oa e:nprc-
go, como exigo o art. 2-'.
0 SR. PITANGA-Nao precisava.
0 Sn. SILVwNO -Portanto, ainda quando csse
candidate ao tempo da eleicio, o que se nega, ou
bastasse ter el le as qualidades de elecitor, o que 6
contra a littoral disposicao da lei, iemi per isso
scriai mncoes illcgitima a sun preten-Vo do ser re-
conheeido deputado, desde .,quo a sui. capacidade
eleitoral depeadesse de outros requisioes quo ramn
dos do art. 2o.
0 Sn. Luxa Faianm JuxNoI-Isto 6 inogavel.
0 Sit. SILVINO-E tanto o- legislator quiz distin-
guir o eleitor do art. 2. do eleitor do art. 5o, isto
6, tanto elle quia fornmar duana classes de
eleitores clegiveis e elaitores niao elegiivcia, que
dispoz no art. 3.0 A prova da renda de quc
tract o art. antecedente far-A&-ha designando
em saguida. as condiV5es da renda per bean de
riaiz, commercio, industrial ou emprego.
No art. 4" dispoz ( sio considerados come tendo
a rendoa. eretida legal, intdependentemente do pro-
va, a e iudica em segaida as diversaa classes de
cidadaoa dispensados doa, prova, ao passe que
quando falla. do art. 50 4diz: 0 cidadio quoe nao
powder provar a renda legal poe algua. dosn mloio
determmados nos artigoe precadentes admitti-
do a fazel-o e indica o valor loeativo do predio
urbane on rusticooemo meio do qualhficagio. Jut
vdem, poise, os nobres deputados que 6 a. lei que
distingue os eleitoresdo art. 20 dos do art..5o, isto
e o s ceitora elegeiam doa nuo elegivais.
0 Sn.. PiTAN.A-A lei nAoe di isno.
0 SR. Sivmno-Mas a lei diz que sa siloelegi-
veis oa ai.art. 2o; a coat-raio seitau, au.o o sio on
do art. o0.
0 Si. Por^ta. da um apaxte.
0 SB. SIwVo--Nat mfe admire da fn-k. de logi-
ca 0 SB. PFiTan-A-V. Exc. niao pode ser meu mes-
tire; e mais iloyo0 do quo eu. e n-ao me pode dar h.
coes; portanto uao anunito an san-s li9Zes.
0S. SB* vwo--Deus me livre do ser mestre de
^.. Exc! Sei que V. Exe.. entil muito adiantado
o vai ate onde n'lo chego, n-em nas aqui estamos
para.apren-den.
0 SB. PrsANoA-Nao tonho recelo de medir-me
corn V. Enxc. em qualquer posigao da aoeiedade.
0 SB. SuLvrz-Quen n-ao quer sen lobe nao Ihe


senhores, segui o veos eat&
itemrdai aamt0o so Wo
kciu, a qe o &Via twr
i aert.&1 quone m 0,veal


oer be o a4o elet cometten o rime
previsto n artigo ? E' epugnante admittir-
se, Sr. presioente, qdbe legslador perniitta'que
am falsario .ossa tomar assento no seio da repre-
seata0e prD( vincial ou gpral.
0 So. Goi s-Nio apoiado; 6 pelo recurso legal
-perante o tri bunal competent.
0 SR. SILINso-E' o art. 81 do regilamente que
d'A no poder vetifleador o direito ou a& fiummida de
verificar por todo o maioe sa eftiifA teao o indi-
viduo eleito deputado tiahr os n aa qpalidades
de eleitor na eccasib da eiqo (ap qtes) e isto
se deduz aitda de = outa prineiio da-direito
que o nobre deputade naio. i e conteawr..-- De
uim crime n al p6dw.znltaw leito s para, o arimi-
nqso. ai
0 SEB OLwmPI uEIU-8e-,l m permitti, dar-
lhe-hei um a11arte..
0 SR. SILAVO-*PtO* qUtizr.
0 Sit. OLYViPI o ARQUEs-.Nao se po6de lcixar de
deduzir todas as consequencias que decorrem do
principle de V. Exe., e centre ellas a do quo a Aa-
aemlaC p6de, por occasion da vcrificai), conhlie-
cer da validado ou nao da qualificapio.
0 SR. S[LvINO-N.16, senhor ; a arguicentavio
do V. ixc. tieram o defeito de eoncluir do particu-
lar para o geiral ; n.o se tract de invalidar on
nao a qualiti4acpo, tracta-se apenas de averiguar
o merceirnmentp legal das provas que serviram de
base ao. titulo de umrn eleitor que pretentle qu1 lite
seja coafirmido o direito de rcpresentaq.lo.
0 S t. OLY'M Do MARQUES -Descjo que V. Exe. to-
me em consideraqlo eite argument.
0 SB. SILV4No-E nao era muito, sonhiores, que
o legislador, -escrupulisaudo qu( podessem t.zer
parte dos corpo) politicos r6os de policia, phos-
phi')ro-, i:mdividuos que indevidlamrnte so tivezsein
qutlifieado, d6ssc ao poder verificador o p,)er do
e.inmerilliar todas as condi'5es do elegibilidadc,
afim de que esses corpos l)piSSassiemn polo dear de
tvr em sen aeio individuos nas condiques deseri-
ptas.
0 Sit. OLYMPIO MARQUES di. run apart.
) SR. SILVINO-E se f3r deputdo l)ads condi'Ses
da lei, se estiver qualificado ? Pergmunta V. ExO.
Mas o candidate doe quie se tract I1Id tw eleito
nas condicoTes da lei, cimo tonho (ideruonstriido, iii'
estava qualificado ; felizinmonte V. Ew,. j i rci -
nheee que a qualificav..lo e coi'li(;j-) i':ilispen'avcl
para o iudividuo poler ,rechber voto, ,ipoder setr
eleito.
Sr. prosidente, a lei '- cl-ira ?exprssa. Votem
einjura os nobr-s de)put ,I,)s I,,i L :,dinis,jo do Sr.
academic) Antinea lPiihciri-, it \'tvorinl coin a
couIincincia de ,u11 pi.:-arn a li.
0 SR. R-,.t rF. Sum.v --N )apoialo.
0) STr. Lus %Fui:it : Jt'.m-ii-Apv.ii ilo.
0) SRi. (.)LVMPI,) M Mt':' A Ii j.Ai ,t.i pi.ada
por esora A.iseinmhlt'a.
(O Snit. Es-rEvo DE OLIVE.IIA\-N.1,) apji:tli.,.
0 Su. Si.viou-Eu d li-. ,u> nTV mat -ri.T, d pa-
recer achavam-se cnvolvidas tries a,dret',-, a de
jurri>a ou legalid.t.I dd Inoralidlade e Io pmimil-.
uor ; quinto 'i ime-tAo dc leg.-ilidadc, j.'i dinins-
trei coin a Ili : ,n'1,)i4 qtW o rSr. estiidant. Pinhi-
ro nfao p,''id' se' reo o ,nlitm illo d .Iput-.t l. Q tatm j ;ii
,lttct-.ta d* m.or~tli'l id._., Lcnt,,irl,, S,'. iprL-idl'nt.-',
quie ella ito pidlo deixar de cutrar ci linhulia de
conta, de ser tomada na maxima considera9ao
possivel.
Corn effteito, senhores, nio prde deixar de oser
mais que inuito condeinmavel o procedimento do
individuo ique, dando o primeiro pass na carrcira
da vida, illtie a lei, e anffronta os principios sa-
grados da moralidade c do decoro, nato obstaite
orgulhar'-se do ser mnoo e de prcsuminir ter diante
de si o future.
U. Sn. Di r.ITDro-E' esse o argumento fortc
contra o deputtado o Sr. Antunes.
0 SR. SILVIXO-NIo pode ser para a nobre de-
putado.
Vuzis-Onde a moralidade ?
0 SR. SILVIsoN0--A moralidade ou antes iminora-
lidade est.a n'ilto: 0 candidate n'to podia sein
star qualifieadb raceber votes, e nio tendo con-
di6es para so qaalificar, proctirou obter de un
amnigo ou de p-swOa que teve complacencia coin
sigo, um reeiboIde alhtguel do casa e de uma casa
aonde elie nunc morou.
E 6 corn esse document also de que crimino-
armuncte se scrvo quo clie protonde lgitimuar a
pretenqi'o de set reconhecido deputado.
Un SR. Dnpur.0) -V.Exe.nito proven ainda isso.
( So. S[wVivN-V. Exc. nao leu o inquerito de
oinco testeiunna..s e a justificacao que exhibi, c
nubmotti a conssdreracao ea commnissa'o.
o Ortsso Sn-. tPruTa-o-V. Exc. leu o dmcumnen,
to. n.. ll.
o Sn. SiLmTq Qual c?
0 MsMo Sna. DmPuTuADo---Jr" O documouto do pro-
prietario declarilndo que elle pagou 30h)X000 polo
aluguel da casa cnn que moron.
0 SK. SLviwxo-V. Exc n-o sabe quo ease do-
omwmnto per oftidioso n-o tom valor, e que quando
o tivesse nao po~eria contrastar o valor dos docu-
mon-tea apresen-tados cm cont-tario, isto 6 o valor
do inquerito, da justificao'itoc do attenstado jarado
do respeita-vel juiz de paz da freguezia da B6;.-
Vista, oorreligionidrio do nobre deputade, nos qnaen
declaraque o ecandidato de que se tracta nunca mo-
nou~na caaa da ria do CoB~eda. B6a.-Vista,.n, 30, e


lidades de eleitores, entree aquelle quc c.,,,4,.1!113
provar perante a lei, que morn n' unia casa do 3) ,.
Scome aquelle que mostra (lie tonm inil propri.-la-
Sdes, comn a decima das quaes podermi provar ; sana
I renda.
Ora, n'estas condi0o0s, perante o tribunal corn-
Spetente, ojuiz do civel do 40 districto d"csta cida-
de, foi qualificado o cidadlo Joio A. Pinheiro.
S V. Exe., como ?nteressado (dirigimdu-se ao l)r.
Silvino), e o Sr. Dr. Guimaraes, nto interposeramn
recurso, deixaram corner a qualificacio a revelia. -
Para quo V. Exe. liha do dizer portanto, hoje, que -
Sesta Assemnibl6a 6 conipetcnte para entrar na apre-'
Sciacao dos titulos do eleitor tornando inelegivel
aquelle que na f6rma do art. 10, combinado corn o
art. 2, e ainda ampliado corn o art. 5 o anuwa.
Stue eleitor legitimo.
0 SR. SfLVINO-Na oapoiado; ja prove e oo--
trario.
0 SR. PITANG.-Deixo, Sr. presideate, a logical
Sda accusacIo feita polo nobre deputado, que me
Santecedeu nia tribune, ai apreciaeao d'esta casn.
Quanto as consideracoes seeundarias feitas por
S. Jkxc:, dizendo que a cominissuo se tinlia dIcixa-
do levar por seantimentos monosjustificavci-, a:rit-
Sbuindo at6 a Assemblha falta de pundoinor. i ;into
a ossas accusaijes pela partequo in t-o, i ,-iho
A dizer ao nobre deputado, quo cllas ni i ?-f
dem alcanmar, porque na qualidade de tnuic, es--
Stou seinpre prompto A dar urma resposta c-tbal. es-
ton seinpre prompt a ncumprir corn o nme i !- --or.
SAssirn, quer nas portas de minha casa, ',-" -no;
e eontro da praoa public ou em outro qualqi '.- 1h-
z gar que se me procure, eu sou sempre o ml,.i iic
ecostuina preceder da mniesmna frirma.
I0 SR. OLYMPIO IMAQmUits-k 6 m uncdicq w .ito
distiucto.
0 SRi. PITN\GiA-Agradeo a V. Exe. m ')re
depntado dove saber que nma luita desigual ,ia am
terreuo do dircito nao p6ode ser acit- -iiure
D nao tern as habilitaqos iiecessarias. M.'- I .Ado
D.Ius, intelligencia clara, facil comprcr ": A I eu
tenio para saber cutmprir coin o inmncu d,-\ -.. 0
Snobre deputado aualysando o parecer elaboradoA
pela ceommissno de que faqo part, di-"' que ahi
haviam idWas incongrn'et, iateresam iujistifica-
vo es, falta de moralidade e atW do pamlnorr.
0 SR. SnLvmIo-Disae e msitento.
0 SI. PITAmXA--Ea tambem irei acomp.anuhndo
r V. Exc. pari-passeua, porque apesar di VlWo tenho
Sainda a coragem precise para aceitar a diacusAio
em todo e qualquer terreno.
0 parecer da comminiso, Sr. presideuite, nao po-
dia center ideas inoongrnentes. Elie tam ideas co-
Sordenadaa e se o nobrc deputado qu'zzem atteuder
par as regras da logical, havia de chegar A t
Saonclusilo. Deixarei, Sr. president, A i riw
. w juizo d'esta ceasa as phrams acrimoanO M i0.1
qute S. Exe. atirou-se conutra a comminaso. S EW ,
L misalo havendo cumprido oom o seu deve', qpdl
do juizo de S. Exe. pars o juizo d'esta s a pan
- o juizo da opinion public. S. Exe-. tambf is
Spdde ser o jus da moralidade, poaqam if
Ssua opiniao en antepoabho a icao q pw u-
Stqra wet- Ase ni.tea .dao l
i muito be em ambas as bancada0. O6ai
. -vehementes do Sr. deputado 8hvimo.-Cval- ).,
Dti de qo est bLAsmUa m reiom mi w
didato Antunes Plaheiro tern deWt6 to'
ra., Sote o eento pale ports ptm4 0 f
fatma ma Ports por= -d fan-2 --
bu M aft~ t s qo uiac u mmmu
Lt.- L **4 iad


I.
~A ii


t- 1 :


I

I I -' *
- -^

A -


F* ~
,i~ -,.
-Si
WI-~
suj~ .


1mW


0 SB. ANTONIO CoumEu-Mas ease regulamintc
fbi approvado ; V. Exec. deve saber disso.
0 Sn. SILVINO-Eu darei uma prova em contra-
rio da affirmnativa de V. Exe., mais fique assentado
corno principio inconcunso que emabsolute, segmun-
do a forma de governor que nos rege, umn regula-
mento nao lei.
0 Sa. LUNA FREIBm Juxmoe -Basta o nome.
0 SR. SILVINO-Bem diz o men nobre amigo;
regulamentar uma lei, nio e alteral-a em zuas dis-
posi9oes, senio tornal-a exequivel, provideneiai
em ordem a que o pensamento do legislator aetja
fielmeute traduzido em facto. Toda a vez, pois
Sque o regulamento importar o desvio d'este prin--
cipio, o falseauiento do peusamento do legislator
nio poe ldie ser aceito, e menos invocado parn
legitimar direitos importantissimos, qual o de re-
presuentableo, que o legislator entendeu dover res-
tringir a urma certa classes de cidadilos.
0 SB. A.NTONIO CoamI--DA urn apart.
0 S S SILvMo-Esse regulamento, como j c
disse, n11 fom approvado pelo corpo legislative, V
Exc. attend para o art. 36 da lei quo diz o se-
guinte:
,, Em acto distiwcto oun nao das instruccoes quc
serio expedidas para a execucao d'esta lei, o go
verno colligira todas as disposiqoes das leis vigen
Steps, e dos diversos actors do poder executive rela
tivos a eleiqao que estiverem em harmonia corn
Sesma lei, e convenha conservar.
,, Este trabaiho sera sujeito a approval di
poder legislative no comego da I eemlo da pro
Sxima legislature, e depois de approvado, coneside
rar-se-hio revogadas as leis e dispoesiges anterlo-
res relatives A eleicies, cessando desde que for pu
blicado esse trabalbo a attribuipao concedida w
governor no art. 120 da lei n. 387 de 19 de agent
de 1846.
0 SR. ANTONIO COBREIA-O nobre deputado leis
o art. desde o seu principioe.
0 SR. SILTvO -JA o fi0 E' que V. Exc. ns
Sprestou attenglo. Todos abem senhorea, quo c
governor em acto distineto da msnruces ou
Sregulamento da lei de 1881, apresentou no anj
snbsequente ao cerpo legislative urn project ret(-
cando aquella lei, efoi ease project e nuo as in
i trucoea ou o regulamento, que foi approvado pe*
Scorpo legislative. Ji vO w pu4 V. Ek-, que ava*-
a on ama iaexacdiq mnid a ilrzu que o zegg
lemeuto foi approl. Palol orpo legoiaiv i
o O... AmuuoxoCoBA-Naoh&taL
0 S. 8,Lw--Iob- a em ponto de vita pemit
St&-e V. Eke. que.o 1be dig m quo ne o qua e
& dno d io edo todina c oewu puidaka
0 Sn. OLYPIo MAKUqC d LUm Sparks
0 fi. Smv=,-sA wildu &qwa 31
semulmemtaRob o psnto da iutaeiLanqM61
eovudec- 08 u reftdvfutedEk 4 lii~a.

0. W mmmm ~iu-e4
0 8.T 8f oddo.'awsIn etemh
0, & SB.O-W0 SiqniwE fa h~bi ~AV~


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*santa da justigev r
YVou mandar a mesa urns 1
Vem ameaa, 6 lua,
monte ea dieuabo a
S Emenda a eonu d .io d 4
Slo Quae por ser inal-ir. *a ieo
Antunes de Araujo Pi heimr eja as llada
diploma de deputuio, e Be mande proejer a a
elaiedo nos tM do autip 20 da l1i duihrwl de
janeiro d&eM .
i Que sao imnmett a. utiMade commpetenteos
Ia-M tos rabIufos k&hifislar o do recibo do
albqpmL da caw* a o poio mibo de que se amr-
Va, a. esmo aadamim paiars as qualifiear afirm de
"qa* proceda. so ropwotive process crimil
mo teumos do artfigo 20 5' da jA iuencionada ld
de t8lt do Maigo 1- | 21 da is de 7 de ontabre
Ida 188t.-S<6iftaba~wfo dl %AL~bjqfqw.. v
L 0 top. Pv-m- etM --5r, president
i to, V. Exr. c a casa (evmc'n comprnchnder com qfo
acauhamento venliho a tribl)una como relator da
CI)mmiss'lode coastituiuou c poderes, repellir as
,intuuimayeos fcitas p.)r imn dpatado ao parecer dad-
sob formua juridic., ainil quo me ccmhega inteira-
mente icicomnpetentc, segundo a pateate qu e me
foi offerecida pelo inet illustrado collega e amigo
o Sr. Gaspar de Druinmond Filhio.
Deixaria do tomar part 11i diseuianlo prlipe
pouco aceostuiado as tricks i).litie'as. ti'e t,,da a
cautcllit I tra,'ar o minolle 1jr'il,: nm, ,levi.L pro-
nunciar a i-Aipeit, da mat m ria, d11 nM> foss ..1 Vr-
venalo.
Eleito par a a-omismmsi ,1o I. oiittumi c i o. -
roi, hounra qu,. inimit -a i.mnl. ,-o a v -.m' .1, A-V.nHl'*;a.,
recebi da anterior com -lisial. ,i.- cumi tit 1ii. 1) pi -
deres unn parocoer da cI P ,oinii.ii.o ,1 v-,.ili,:.tWit
e lpo.-lrm s ac rca IlL -lit'l:k ,% '- ,,-rh ..i ,. -
pailliado di .. u1 im ii' 11'i--t I liim 4 -im ) '. 1m t-iruim
aprcsi,:utal.)is nlo so pir inu van n idil.t)t cm-n t it-
beui 1111 Iu d putaJ,,, c., li d1'h l ,z dr It ,-.*.iC u-
io d3 (|m iue ,yh'i:.jio .i' :o li tritt-. tiiiuiImi-Ae
adAo ftactos irrcguiLrjIcs uII virtual doI (In.me., de-
via ser ehAnninabl) d,'s t.L .t .,i, ull, :u ,iitt,' .tiilma
side c'mft'-ri Ia tm ,Iil;nmi,: por ;at iuc l ilis!tri,.-.-.
Precurci csinrilihar as act is ,comlitnt,,- ,Iasn
'livcrsas frguczia.; p tra- v'r -, -nmillas-i ,ri i (do.i, un1 1 t ) 'emm *,1U uimn ir i':',i-r' a ta\',r Il C elfi't ', ,. u uTa,- t.. ,,,i ,, .-l.-
xilio ,luse c.udid1dadu c dieL dMcuijLii'M-t,. ui-r 'i -
dus p uor um deputadi ,-inW n-)-nira -liuii tr .l,.:-t.L
c:sa. aqucllbe a quemn tiuhli. -il- ,I wvixlA-nuntn 1, .,-
ferilo uiii titulo.
Mas dopoi, do t,.r '-tI .l .i, a- ,lIv.-rm a.i :, ".i<
quc diziam i -Ufc-rC'e :i.i a c-'t i -ii; v ri ii' i i'
das autlhenticas dtie t),los ,-is cll,--'io.- ,in.- ,n-ti-
tuiUmn o 3t ,ist-ricto -,'-ultava hil' o VAtsW for Im
comiferilos a cida adi ,, ,\,1 e 1uir'4 i l,'-itos I .kp- .ir ,.-.u
sen-lo cim 1" Iuiiar ,, Si-. Silvi.in,, C mi-alc nit,'. .r--io
ililr corn 1 ;-) .'jt'H U'M 2-l I'." l t ir o Sr. J-i,,, A.,it
uos di, Ar.irjo Pimilmir.,." I>) 'p ,is dor tmr proimi-r. lo
coni siin,'ri' .i, lirnt um a.- *Pi -i n t- in' <- nvP r I
pp ureir mn rl-ale ir. ,dp-t<
ui ltii m, ,einlmor, tm l ul ri ;i e11 i r.1u, in l 'de lUC iIuB
,l-. iml'm Utn ort'.' r,' 'ml-,1"1. a 'l.Lri I 1 n dI s'-'0ira itra
salvair--e ,d,') cat.i'limIn I d' nq .s It.iv.ti avn";n;.kuo,
pornle c in:-i .'' nh ju -rili.), I nedo income p-t-nte
para d'-i,,vulvOer U 11111.1 ti'sC de direito, eu tria
d. n-aufrag.Ar dli-u t', ,'I-S.r.t A.s ein l' .A ataca ,l- 1 p,.-l
colosso-juridico tiue acaba do sentar-se neste ino-
mnento.
Mas, suenliores, f[ial fuij a iniiha admniraaIo qaau-
de de 10 documnentos, que eu conshttui 10 mila-
menoutos, tirci apenas mena coielusio: quo ( ui to-
dos elles se rroeurava provar que Joao Antunes
de Araujo Pinheiro n-o tinha sido mndrador na casa
i. 30J da runa to Conde Ia Boa-Vista, oude morava
Francisca Itria da Conceicao, nom em ca-a de
sna visinhau;'a! Estabeleci a proposi'A.o 1uC me
pareccu razoavel: a Anscinblea Provincial o
corpo competente para tractar de verifica-sM a
qualifiaccao foi boa oil in;i dcsdc quce tcndo sido
feita cm 27 de setemibro at6 3 do janeiro ncin de
um nernmde ouro lado interpuzei-ain recurn o quel-
les qiue julgavani coin direito iuteresse de im-
pugnar ossa (e'.alificac'ao?
Eu s(, soubesso aquelle latim que o nobre depa-
tado polo 7o district disse outro dia dorinietdibty
etc., applical-o-lhia agora, por aquelle que mencs-
prest- a occasi.o (ue lhic era facultada pela lei
para appellar da decisAo do tribail compinpetente
)ara a Rela9o., n io tendo feito, n-ao il;-le acinimar
de vicio uma eleihuio dentro da qual cie lunoprio
foi inclsido e corn cujo manejo, corn cujo jigo ajirc-
sontou-se nesta casa.
S. Exc. nao vcio a trihimua dizer: a <-;iv.i do
30 district ac-ia-se viciada porquw tas* e trtes
'facetos so haviam dado no node da comstituni;'.ida
mesa, no rnodo da apuracao e no moeoloa conta-
gem dos votes; mas veio a,.enas 'lizer qtre o ceon-
didato n-to era legitimno cmi virtual<' ho arti.,- 1)
do regulamon-to.
Ora, esta razano nato p'de aprovcit.mr a est:t A-\-
acmnblca, porque o art. 2", da lci foi amupliadi pcoho
art. 50, mandamido (que aquelles que n'Xt podcssern
fazcr a sun lirova de rouda por eosse on ajinelleb
mn-odo, o fizessem tanmbeon provaniml persmmti au,-to
ridahe competinte quo pagavama unua casa ua hn-
portaucia de 40iK) no Rio do Jan-iro, 3m5)3 na 1iB-
hia, Pcrnamnbuco etc,, 200. nas capitacs d.is oin-
tras provincias c 100. nas villas. .
Pois n-o 6 taio cleitor aquele qtic 1irova ieiir pa-
ga umna rcnda de 30oJ dIc runa casa, comnu pro- Lm
prieotao que torn uma fazir..da, ou o medico quo
tern um titulo? A lei nao faz distincvito entr.j qua-


#7-
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7,.-A. ~
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qu alli mora eo0eo locatariai, ha, tre annos poucc
mais ou monos a iviuva Felizarda Maria, da GCon-
ceiio, mulher rnmoior de 50 annos de idade ?
Un Sa.:-DEPUTrDO-Em regra a justificaqjo aio
vale nada.
0 S. SLwt So4-Essa justifica.iAo n-o foi una
justifica9ietXo ordiiaria. Ella foi dada quasi nas
condic5es de tumi process criminal ; perque em
virtude do requeoinmento forainm intimados para as-
sistirem a ella o'eandidato- interessado, o o Dr.
promoter public, comn quanto aquelle nao quizesse
I comparecer.
UM SR. DmPUT'rADo-V. Exe. devia mandar in-
Stimal-o duns vezea.
0 SR. SiLviNo -Assim o fiz, requen novas cita-
Sc5os, e occultando-se o interessado declararam o;
Sseus comnpanheiro, de casa quo elle n-o compare-
ceria a justificacab; polo que tevo ella lugar eom
Sa assistencia s6mfnte do Dr. promoter public.
S A vista pois daideclaracIo uniform, e constar-
Sto :dos interrogat4rios do inquerito e da justifica
9Io, dc attestado nurado do digno juiz de paz da
r BOa-Vista, e da doelara, o do. propria inquilina
Sda casa n. 30 da rua do Condo da Boa-Vista, flea
Sa toda luz provado que o candidate Antunes Pi-
nheiro n-o moron in'aquella casa ao tempo a qu(
se refere o recibo dLo respective proprietario o Sr.
Paula, Lopes, e quo per tanto esse recibo na.o pai-
sa de um documento gracioso, sem valor al-
Sgum.
UM Sa. DEPUTADO-Mas porque esta mulher na<
den os recibos da Pasa.
S0 SR. Smvixo---V. Exe. tern resposta no inter-
Srogatorio d'ella ; o qual declarou que nunca exi
gio os recibes do piroprietario porque este sempr<
the inerecee toda cpnfnanqa.
0 SR. PITANGA --0 Sr. Paula Lopes 6 ineapan
Sd'isto; 6 um ne-gociante matriculado e en ntA) ad-
Smitto que V. Exc. rvance urma proposicao (l'est;
ordem.
0 SR. SrLvro--V. Exe. pode falLar no terrern
Sque quttizer, certo de que n-o modificarn a convic-
V ao proftmda que tenho e que deve star na cons-
D ciencia de todos qiie o Sr. JoAo Antines Pinheirn
numena morou na csa da rua:do Conde da B6a-
SVista n. 30.
0 So. DEMocm)ro,-Essa casa e a republican de
r que V. Exc. fallira?
0 SB. S&LvINO-Nlo, senior ; alem de'que dev<
e declarar ao nobre deputado que eu nunca fallei
aqui em republican.
o 0 que eu diase foi que o Sr. candidate Pinhoei-
e ro sempre morou eni casa de estudantes snm tem
. uma residencia demiorada e certa; e ainda o afftir-
Wn.
0 SB. DEMocarITO-,-V. Exe. acredita que elle nac
tivesse casa para morar?
0 Sa. ALFREDO aRiBEIRA-El conhelo elle meo-
rando em casa propria.
S 0 SR. Sn.vrao-O uteresse do protectorr que V
Exe. liga a sorte dose eandidao, exelue a since-
Sridade da asseverato que acaba de fazor; tantk
mais quanto ja ouvi V. Exc. declarar nesta casa
que nao sabia onde norava ease candidate.
b A' vista do que te ho exposto, 6 eVoavieo mi-
a nha inabalavel quo m ferir-sO IL lei a amor a
Sr. Joio Antunes m o powder& ter assento eatr
n oi... (muitos apar es) e finalmente que a pun-
dmor desta Assemb oa deve fallar nmais alto d(
L (ique. MGvo*tVco n .veiB de intoeases partda-
I, Asp ou di coa ade qwaner o.eL ordema
UM i DPTA.u D Dowe e.W. 0xp. u e.
.qR mOedum de n6s t m motivoa inwe a veai m
uums quesatilo come ona. (Apiado.,
iM a outkom anarte e o Sr. = reclM


vesta a pe.le.
0 Sn. PirAt,--Isto digo eu,
0 SB. OLYMPIO MaRquss-Creio queesta quea-
tito se pode tractor com toda a moderaa"o; 6 quo.-
tilo de direito coustitucional, nio 6 questao pes-
sboal-.
0 SM. SXLvxo-Pode-ae tractar, eu berm o seL.
S 0 SR. LUNA REI-RE Ju-IoB-E V. Exc. ia asaiM
tractando, se nao fossem algumnas interrupoe5s..
0 SR. SIL.vDma"-Maa, p. udente, veanswo
ainda se o art. 34 do regulamento a que se soec-
Seorre a commissae, pode aproveitar ao candidate,
i euja eleicao se dispute. Aceito o principioe dc que
o regulamento nao pode alterar a lei, e antes dove
estar na maior harmonia corn ella, 6 claro que este
Sartigo deve ser entendido, nao come conferindo c
direito de representalo, ao oidadAo que tiver as
Squalidades de eleitor, porque a into se opp5e o art,
S10 da lei, mas come reconhecendo no poder veri-
- ficador da validade das eleig95es o direito de entram
no exame do valor moral ouda qualidade da pro-
va. corn iqe o cidadao eleito se qualificou ; por-
que da prova depend a qualifiacaio do eleitor em
Seleitor do art. 2o ou do art. 5, isto 6e em. eleiton
Selegivel e eleitor inelegivel, e do valor moral da
i prova depende reconhecer-se se o cidadao eleito
a qualificou-se corn prova verdadeira ou falsa, legal
Sou criminosa.
SAgora vejamos 'se o candidate a que me tenhc
Sreferido tinha ou tern ao menos as qualidades d-
Seleitor do art. 5.o, admittindo per hypothese a fal
sa theoria da commission.
0 SR. PITANGA E' falsa na opiniao de V
Exc.
0 Sit. Lm-NA FamrtE JuLNIoR lao oradorj-V. Exc
o estA corn a lei na mio, est, discutiudo segundo a
lei, uao o node ser contestado.
0 Sit. SrivIso-Se bastam as qualidades de elei-
tor, come parece pensar a commissnio, eseudada
Sermnoneamente no art. 84 do regulamento, e se ca-
- be ao poder verihcador, come ja o demonstrei,
- direito de entrar no conheciments d'meas qualida-
Sdes, 6 manifesto o direito que tern eata Assemble
a de verificar se o candidate em questao effc-etiva-
mnente tinha ou nao aa oondies legaea para set
0 eleitor.
0 Sa. GOES-Quota verif=a a; qualidades d(
eleitor nie somos na6s.
S 0 Sa. SavIMo-A theoria que sustento decorr
Snaturalmente do art. 84 do regulamento, a qw
o Vv. Excs. querem soeeorrer-se, e ao eontrario Ie
o va ao absurdo de supper que o regulamento altoe-
rou. a lei.
* 0 Se. Gomn-Qunem verifica essan quaindades
o powder judiciario.
o0 0 S. Srvo V. Exc. esta enganado, nao i
D 6o e powder j-caio. Ode 6 que V. Exe. achou
0 ess imitalo4a disposiio do reglamento ?
. 0 S Gos -Porque esti afecto ao pader judi-
- eizario alistar aquees quo o devemi ser.
- 0 S& SLino-ReOnhiQ qm ue o poder judeia.
0 rio 4 o powder qualificador, mas isto nao se oppu<
- qua o pade verifibado. pwr nalvauardap e
opuuno dirueto, do repreaeaxa"Ie, aprmoe aa pro-
t m que o elito ae qualifis eleitui; 6 eo
doutrina que decorre harmmonicamente da din.
* d&e ULt. $ 34 r 1muenbo, oonfiintdn"
IL ado& st. 1 da.SEdM51ia q saiudsa dki
S ao : 60 dosaras oda lL
o SB. GOs- Q uax.ada&cWn do lpa jail-
b.Tix~aN.u Jim -N. m. 1
L isdfa wmadim o ded

af to ,D-rLMMW s rL :."M
LEfinhmndM?,pmttm ait. lfwig


*t
'^-







































-', ?'IA IKXV, U1UUWl jpGRWW
s:vika Anssembl6a ipso o aeun juis era verdaideino.
MasS. Exc. nul lang ualo d' sse recurso e sendo
iasi, tudo quanto disse e aiua paderi asir, no
TesiBte a argunoentagat aindi, per ventura uaaia
*w& :lii^em senfido oqrrs ":o 1 ..li .
)i.O Sm. Pvwod-u'-o t e -
'0 Sn. PiTANGA-FiqaOu o bro depetauo con-
-sneido de que eu teho t ek msfcliente, puaimo
ba tiAmte forte para dizer squtE o que praten& cona
toda a elarea. Aoeita a dio o qalquer
'.odol 'wSee o. neBe depatad grita, ea, a1atmbem

Deae portanow, Sr. presidente, que oo nbre de-
: pitado nib pirour t amunir-se ddesmentos legi-
timos, d'aquelles qu a poden faierf6, S. Exe. nAo
tern o direito de vir perante oeta Assembl6a fazer
accusacoes vagas contra um d ptado que a com-
miusao jlga pder fagas part esta casa. (Apoia-
i dos e siao aptAdos. Coitestae3 do Sr. deputado
Silvino Cavaliante).
Um SB. DvPuTAo-V. Exe. para que nao diseu-
te a questiao no terreno da competencla d'Assem-
blea, come quando eonmeou ?
S0 S.. PI.AOXA JA eu disse de sebra quanto
era necessario para provar que a commission cam-
prio corn o seu dover e que nio podia concluir se-
nie pelo reeoanhecimento do fi, deputado Antunes
que tern todo o direito de sentar-se emn uma d'es-
tae cadeiras.
Teoho eocluido. E agora a casa que resolve
eomo entcnder.
(Muito bern, muito bemrn).
o0 sr.Luna FleAre Junior Sr prsi-
dsato,.este debate tern corrido um tauto caloroso
am incandeseente, de modo que eu entro uclle um
pxmwe duvidoso e niao sei mosino se ehegarei Uo fi;n
ue tblsq.e vista, se por ventura nio serei des-
.viaaadp, e.LEntendoque os corpos deliberativos
devmi er dotados da maior calm possivel na
.diseassi de qualquer material que a elles so apre-
sente,'entendo que o interesse politico nio dove
fall tio alto que aqui nestas bancad S n6i, re-
presentautes do torreao placido ia leci...
0 S&VIsCOxss DDEiTABATINGA-Ishto vai da ten-
,por ota.odecada rn.u
SR.aLu*Ya'ima JuuoR ... levanten-ya
questa5s incandj ntes, de modo qu e percamnos
a calina, do modro ue percoams a conscieneia.
0 Sr,. PiTAA,-Apezdr de fallar am poaco al-
'to, V. Exe. fiep erto de que nunca perco a cal-

0 SR. LuxA FuRwa JuNmao 0 iadividuo, Sr.
president, que nio eonserva a calma habitual, o
individuo que nao eneara corn o mior sangue
frio as qucstoes sujeitas a sia eonsienema, n-o
p6de de mode algum resolvel-is d- eonformidade
comern os principios da justia. GIOra, asaentados es-
tes principios, dito este preambulo, poo aoa no-
bres colleges que diseutam do mode frio e calmno,
porque me vou enunciando.
Sr. president, nio se tract aqui de ouma ques-
tio de m3ralidade, nao se traz' A lia da diseussio
o verificar qual dos dons eontendentes tern maior
soemma do moralidade, porqu eaoda um de nos, en-
trando pr aquella port, deixa na ante-sala qua.-
quer manto menos puro, que por ventura Ihe eubra
os hombros. NMs aqui somos os verdadeiros apes-
tolos da justia: comna os olhos fits nieila, nada te-
mobs fqe ver com esse emaranhado da sociedade...
Ux SR. DEPUTADO-Assim ndevia ser, mas nbo .
S O'S. LUNA FuEmui Jit. Nro -... nio tomos qne
nos im/icuir eom as podnid&es que vao a por Am4
para tummel-as aqui para o seio dcste recinto tio
respeitavl. I
O Sn. OLYMPIO MASQUxs-C que isto nio e
oornnoeo.
0 Sn. LUA Fximai= JUno"--AV. ExM. nb nme in-
terrompa.
Son muito m nioo, 6 verdade, pars vir dar lioes
de moralidade a esta Assemblda, m as paixieb
de moco, es prMineipios da justice, que por isso
mesmo -esto miis quaetes deltro do men coraeao,
nuncs frm e en tr ga aq" i pars discus-
sio mateAia que e seja eondigna...
B. O S.-Tmo MABiK84a um apart
O Sa. LrA FmuAnJlux'oa--O que dimee V. Exe.?
fepita, peis nS ouvL
0 a ftyIMo MAu gEs-. Porom principiw do.
ve-se ter eoago qimate eo term ao frio par a se
finer justi'a. (Rlieo.
0 SI. LaLUA FAIMN JVMo--, Il06 e pems ,ma
banHidade leo cewmega cm aqwtt q!e scabei
de dizer ,signMes de approvaao as.galesi, s; -
91nyo).
UMx SB. DiWUTADO--JA mismb~indo-da ealkia.
0 SB PrEswnyrEAttmB~ie!
0 Sn. Linus APMMBJumei(-Sa n'ella outra vez. Baawet eedlp M r
nos daquelle deputmaliqtme einMr eo ml
Assemblea eom smleas false, qme4.|aiunuhia -
lutamente sustental-o. (Reemuaaa oa; im-
nas galenias).
0 SB. Pnsuswaan-AltecaPio! Peoo ao nobre
deputado lue nio 1 dirija am a nm ise rolie
,g ; nao p6te fazel-o. .
*0 Sm. LinSA FBIBmE Juuion-4irn Sr. So pen Vren-
tara V, Exc. nao me merecemss a cosieaciom e
a confian~a que me merceee, eu pe1liria a V. Exe.
qune e dirigisse ao Sr. deotpad. que psucuuon in-
;;l^ t"^err !.: n O SB.m.a oe MAnQunS V. Exc. 6 muito es-
quecido : nio se lembroe de quanto me inteirom-
nen hontem.


0 Sm. Luy F IFn Jbos-S. poesidente, e es-
tranhavel quo en oi m oeB e nmta tribune
fMado "bre um e7imatia
aque tbho ompr me fartad; as VeAho ass-
wnod c-nelst camn pmnc*
tavol em tedos O orpu eliberairos.
Nem a politics, nemibo interesse confesvel on
nbo confeosavel poamntfz eom que se sustente
Woe uama epinido diffoeite d'aquela que tern side
conatantemente sustentada.
As asesadieas prwjeiu silaadtidvs na veri-
fieaVAo de seus poderes teomn a maxima liberdaide,
nlo soffrem absolutamente li Hmtao nets taa at.
tribuigio.
085t .Smvuo -Apoiado. ..
0 SB. .LUNA FaBBloioa 3 ^,io -. iBs, so a pimasl-
dade 6 do direito reanito, eo direito rn 6nal
direito restrict, onde-vbo w bres dep dos
buncar HinitafoesaA-athiui~teda Azoeiibfa?
0 R. OLTBB ILqfg jSo .rnio aus-


chica- $e os uibmlpa 4pttaio1 qaere trin nes-
'ta Assfmbl6&e tchoarevWo"i"o.. .- *:
Vozus Di waD -Oh Oh!
0 gB. LuXaa FiunxB uicoB-.. eu d r-hes-o ei
que 6 maito-eeedo, qu a revoewIa-o 6 am,%peouos-
quancia fatal da l da soeiedade.
O Sit. Ozrnmio Maoius-Mias d',ondeaB sed o V.
Exe. ease argumeaato
.. .i. L Put Juon,-... ell apparece
set tueabsolu ta tse) razida par este ou
per aqauele lado: os nmt is se exalta,0o pvo,
que 6 a valvula por oude se mode o seninienco de
uma nago; se sobrolova como as ond eneapel-
ladas de umn oceano revolt ; agora na ha m ius
partidos, nio ha mais individuos, nio ht maiss po-
der que se vA bater contra aquella on e enorme
que Ua vein levaudo tudo, levando por ebaixo de
si todos os partidos. A idea que vinga que fica
no pincaro d'essa onda, ser a id a ve cedora.
UaM S.. DzPuTAo- EntIo 6 um dilhvUo univer-
sal.
0 SR. LU'A FLaMEi Jiuno--Certameite; e te-
nham mudo os meus nobres collegas des ediluyo :
nio estA muito lonuge o tempo em que c horisdkte|
da patria se eobrirl do umas tintas quq nio agwi
dlraro muia aos nobres dopatados. -I
Sr. president, jA vejo o horisonte da patziuor-
lar-se de uma tinta dourada, escarlate, que o 0-
ca. Sao as id'46as no as pie surg2m do i.. A'rhz
d'cllas, a eseravidao se aiiquila, mrto grado a opi-
niao dos estacionario s; a emianeipaao political se
apresenta mnandando p:ra a A3semnbl&r uma op-'
posi9Iio quo no 6 maioria parque os c nsorvado-
res nunca fizeram-n'a quando o part do liberal
unido se apresenta coin ellesa i luta. (Apoiados
e nao apoiados). Que o horisonte da patria nos
guie no caminho do futuir..
Muitos h:ia, Sr. presid.mte, que nio nchergawn
aquollas transmnuta9g6s, nen so aque ein ao sol
quo so mostra militant. Sao estes o c ue conser-
vain as velhas ideas sociaes, incomp'tiveis corn
as do seculo actual.
0 Sn. VISCONDE DE TIABATINGA-ISS eat A em
discussao?
0 Sn LuiA FaxS=B JuSio--Ea nao fallo para
V. Exc.
0 SR. VISCONDE DE TABATINGASO-Nem cu o ouqo.
0 Sa. LUNA FaiaIE Juio-u-Sr. pres de$ t per
mais que facam os nobres deputados, nunca me
arredarito da calma promettida.
Affirmei que as assembl6as legialativas, na ve-
rifieaglo de seus poderes, teem o direito, senfo o
ever de cxamninar mesmo as condiqZe antriores
As eleicues de seua membros, afim de verificar se
ha nullidades, decade que aquellas condi s podem
inflair ou prejudicar o diploma que e apresentado.
E a lei reconheceu- este direito das assembl6as,
per isso que exigio certas condioes para que al-
guem podesso ser eleito. Quem couhe;era4 se fo-
ram ou nao preenehidas estas condiqSes, seao as
assembl6as ?
Duas sa'o, senhores, as attribuio6es sobre mate-
ria eleitoral: uma a do poder legislation, outra a
do poder judieiario.
0 Su. OLYMPIo MAtuqus-Peco a palavra !
0 0 Sn. LUNA FRm JuiuOR-Est atstribuiowes
nao se chocam, nao se annullam de m >do algum.i
Ainda que a Assembl6a rasgue o diploma de un
candidate por falta das neeessarias qnal dades, naoe
invade as attribuiges do powder judi iario; por-
quanto sesate competindo o distribuir o diplomas
dos eleitores, elie nio flea desautorado, decade quem'
a Assemblea nenhum titulo de eleitor inutilisou.
(Apartes). i
Eis ali, Sr. president, como e steps ens podo-9
rew agansem quebra dasztibuiqes eadauMRa,
scm invasio nas espheas rspeetivas. 0 poder
judiciario examine si o individuo estl lias casdi-
ries de ser eleitor; o poder legislative, m nas ton-
di'e de ser eleito.
.Podem jeectar-mne que slo estas eondioes,
polo mom sytema eleitoral, uma consciquencia da
qualidade de eleitor; de mode que a Assemblea
annullando um diploma de eleitor, annulla ode
deputado. Eu' mn facto que neo.
Sem querr m izer asensura, Sr. preside nte, a me-
nhum dos partidos, nd6s bem conieems come e
tazem os favors na inclusio dos indi viduos nas
lists deitoraes. aabem o nobres dep tados qtu,
por eceasilo dos revisos, por beigid*de, por
f&owr de pazit a pwrte, recipreos, deisare,
imut, vezea, de apreeentar reclamaq e conta
individuoa incluidos naqueUma vistas. j
Ux SB. Dm'upTr3o-Isso 4 pura verda Ie.
0 Sa. LUSA FmKIBE Juiuou.-O- a perg nto,+a As-
uemblda que den snempre ter as il post ao-
iwel lei, deve, sabeudo, &ceatar estes ivores e
ferem do frente a lei eleitoral? Borem iaeo. lude portanto, o diploma 4deputaa,
ee linl qin-epoder -judiiianio va eofu aad
Uie den astfribuimao do ozaniar i e 4 i ida
vit apreaentada. V6-se, pois, que asi,--roceden-
do a Assemblea, nao invade a e.lph do poder
judiciurio, desde queotitulo, per esate inder ema-
ferido, continua a subsistir.
Foi o que teve lugar relativamznte ) candida-
to Antunes Pinheire.
Sito, Sr. president, immense mai ifestar-me
assim contra o illustre candidate. cotunmado
noS banees aeademieos, onde nile os in-
onamnmldos inturessies politicos, a ae alogro e folganlo do mea illnastre coile|i naquella
vidaplacid e tranqwila que tantas udades me
cltao, vejo quo hoje su forcade, entire ante, ale-


vua~-aseo~aectva a ua elei~ao.
watgsorm 'uanmum. vez mestro a inha abae-
wn ta b cam, de&de que fants M e lie
r. um aniigo, caracter distincto come ptiodlar,
mas lne sedeixoe crestar pelo fogo devorador da
Political. E' que n6s, Sr. prsidente, de vmos des
pir l&fwa, to eatrar para& ste veinto, a capa do
interesse, da aminade, para sd dia.e de
ns a lei, par om ade proedr a ciia,
quaes sacerdotes fervoroso ao entra no tea
dadeusamais e"eis de spers es pre ,
Entrare na Mont lo do que tam o il-
lastre eandidato aosndigea pasa maw,
eleito. "
Allegam, Sr. presidente, Os nobbi deputados.
que a juastifiea9ao dada pelo nobre de o pe
i* qu veauaptislaIo, epito, anio p6d e m eitea
pw euta Assemblba, porque Ihe faitam oaerta for-
jnadades.
0 modo de exado w os documentos awesonta-


- e14


Lss
1A

ia
K.


nuo so fez segundao its;o V o isuoMas candi
Bastava, jpis, Sr. przsidente, q&e'S. Exc.,
dputato plo 3o distri a, apreseatasse eat
cwumnitoperante aqura bdantda, para qg
emnudeesse, como agor emmaudece. Ni em
so palavra contra estedoe. mental f -
E talvez aquiilo umea evolumIo; e tal'cza
un argumeoato irrespondivel 1 0 silencio, as
ples declamaeo"s, os epatos, os sarcasmo
mamas aeolA usadas a aio argumeato irrsp
veis, argamentos inabalaveii F!iFuem as..
comn eRes para si ; que eu serei retrogrado
argumentar corn a logiea, que de eod os os
pos, porque 6 a raze. (Apartes). Buastaria,;
tanto, aquolle doeumento pama faner calar aq
bancada.
Sr. president, eu, si porventura nao ten
abusar da attengio da casa, comoej' se qu
abisando (nao apeiados), entender-me-ia ain
bre este ponto, analysaudo ajusatifiecago di
mas come tenho ainda um poat lAo importante
cutir, d'elle oeeupar-me-hei agora.
Disseram ja os nobrcs deputados, quando e
va o nobre doputado pelo 3o distrieto, quo
argumentarAo, tirada da lei oleitoral, nito
dia, porque o regulamento havia derroga
mesma lei eleitoral.
Quando mesmo isso se desse, a lei nio p6i c
derrogada por um iregulamnento, sob poena e
abrogada aquella divisa salvadora da vida d s
voyes a division dos poderes.
0 SR. OLYMPIO MARQUES di um apart.
0 SR. LuA FaEIRE Juimon-S6 tom fora e
a interpretaeilo authentica. Estou vendo q '
Exe. estA muito esquecido dos prineipios d 1
meneutica...
0 SR. OLYMPIC MLAQvnS d-1 um aparte.
0 SR. LUNA FREIm Junmo-- 0 powder exe i
sendo poder distineto do legislative, tern mu I
culo de attnribuiles differences da esphera i
po ler legislative. Isto o uma verdade inc a
tavel, quo e st, na eonslituicio.
Ora, admittindo-se que um regulamiento,
derrogar uma lei, admitte-se ipso ftcto a ina
do powder executive .na esphera do podor leglI
vo. Este argument, portanto, 6 illegal, in(
titucionail.
Se, pois, os nobres deputados quizessem
valecer da disposigao do regulamento el(i
(dado o caso que este derrogasse a lei ele o
para apoiar a sun argumentamo, Ss. Exes.
mentariam illegal e anti-conatituaionalmenf
0 SB. OLYMPIC MAzqums-Esta doutrina .-
0 SR. LUNA FamazI Juxi--Esta dbutrin
Um SB. DnPuTAvo-Temn nuna reticencia.
0 SB. LUNA FaEmI Jnmoa--Ah I nao res o
a reticencia.
Mas, Sr. president, o regulamento nao d ri
a lei eleitoral, astes se irmana corn ella. Au
tides estes principles vejamos se todos qi
eleitores podem ser eleitos.
A lei eleitral estabelecs duas classes de I
res: ado art. 2 e a do art. 5. OaW eito
art. 20 o silo ou per ben* de xaiz, ou peor i ad
ou por eommereio ou emprego; ao passe o
do art. 5 adquirem esta qualidade per outn
dos que nile oestes, per urna certa squantf p
de aluguela ou arrondament de preios, ; te re
de lavoura etc: E is ahi eomo se estabelec mu
accordo comn a lei, as dus laslase dae eleitox s.
(Crusam-se diversos apartes).
Eu s6 argument. eom awli; qaando esti r
d'ella V. Eme. me chamio a edUan qe .oe
lhe-hei.
Ora, estabelecidas estas duas classes 'de'
res, alei diz ane seu art. que q 6 poderlo s
gives os eleitores do art. 2o. Nio diz a
serio elegiveis todos aquelles que forem e to
mas aim os que form eleitores do art. 2. qi
a lei tenmiaate.
COrtamente que os oleitones do art. 2'
uma prova mais valiosa. As ua conds
independencia, de subistencia, s4o outras i
as dos eltores do art. 5. Btes n
las p'as ae d INa
saV145fer laaes msa tel-am-bloar ae dpu
As qualidades que conferem o tituldo dee
vemo ser as mesmas qua conhram o do deputa
Besponde a leieletand qmenio-.
Receiavam o 06giA8 s a ptW8
5 pudese ser falsA; e o amu meio wsee
lisado nesta casa. 0 iliustre candidate d c
tleu queo fallivel 6 estomelo de pra.
EIB ai, Sr. pfsd ate aWMao lw r
pdoaoire diapatado polo 3'ImiutBle~fi a
tsadeaqm|e tfudadmeamom a saakuSjpuib
Sinte, Sr. president,, nIle smler es ti
apelan da bons funaammatos qu lam. JA
ameatino nio elib aeMas t ten
Sea doqueles que peisanm quo o enao e itc
dove er o maisa baixo poss'vel, pars quep

tiea do aw wai. Peusamdosssim, .
que na se deve himntar o cinculo el
ma. lint. sote dove son uito uapg p
que todaso classes dopaii poeI.amma r

E' verdade que devemos examinar as 0o0 dl
em que ae asha cada paiz ; devemos ve -ce
os altos inlereoses peliticm siloer bompat
didos.


NWate vmbte dos pniwIOSva v a
liberals contra s da quoe pIde a

Mas, ainda que proeeda asim Sr.
no aproveita isto ao lhlustre candaito, d
jA prove que Jhe falam as condio pi
elnitwr do art5.. 8A
Assim vemos que 6altamentaeimportautea q
tio que se discate hoje nesta.casa. N e46 si
Sples somma de votos; Ao 6 aannullao iel
doao um on dewaIclegios eleitoraem por i6
ladadefi do-proosso, daL ehkAio nao A k
-agita-se agora nia queatSo do compete isi
Assonblea; 4ata-se de interpostar im at i
,oeiti 0oral. A materia da dsuse 6pO
Sr. Pr oidnte ifp t a 'As prov" PI
sentadas contra o illustre candot nion I
cosntestada,.
-Na msei si O n'nbres deputados mem=bro. a
lustre bancida consarvados, %v=ntMr-ao-hS p
eootestar-nm so que t~o. dito,. Qwe Ba.
enctretato notema qnAo perigom 6 eadouti
que a emblia nio tern cometencia I
nheeersio azdidato tem ou nao as


Vg."

tra
ite-
n-5




ei do-':
flfrl


nama


asille

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por-
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ot

un-O

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H er 1


an =w em pe a palavra, g .n-
P4v**&d*-f avotqg 45-6 uppovadoo 0pincaer,'
i a eenda prejdicada aprmeira parte e
sedo regeitada na a seogmda.
Ea vista dessa votago 6 proelamado deputado
o Sr. Antunek Pinheiro, o equal, aehando-se na
ante-sala, 6 introduzido no sallo corn as formali-
dades do estylof presta juramnento c toma as-
amto.
0 8r. president levanta a seasao As 4 horns e
3/4 d ,tarde,. designando a seguinte ordem do
-dia : l discusslo do project n. 2, c 2a do de n.
23, amwbs dste' anno e eontinuaco da antece-
dente. ..


SAssenBAlb a FA uivncial -+Finccionou
hontem sob at presidenecia do Exm. 8r. BarAo de
Itapissama tendo comupareeido 34 Srs. deputado ;.
Foram lidas e approvadas scn debate as actas
da sesAo de 8 e das reunioes de 9 e 12 do cor-


rente.
O Sr. 10 secretario proeedeu a leitura do se-
guinte expediente.
Um officio do secretario do governor tiansmit-
tindo uma informagalo do Thesouro Provincial a
respeito das vagas existentes nas reparti5css pro-
vinciaes.-A quem fez a requisieao.
Ontro da camera municipal do Brejo pedindo a
suppressao do distrieto-de paz de Tabocas, sendo
o seu territorioreunido ao district da cidade. -
A' commission de divisao civil e ecclesiastica.
Outro da mena, pedindo que seja modificada a
lei n. 1,195.-A'eommnussalo de posturas.
Outro da deo imoeiro, peduindo que sejam feitos
os reparos de qne precisa o ediiicio que serve de
cadoia, de easa de camiara e audiencias, bernm co-
inmo a construcgo de uama ponte sobre o riacho
Carrapicho e outra sobre o riacho D)uas Pedras.-
A' commissao de Obras Publieas.
Um abaixo assignado, de moradores da cidade
de Caruard pedindo a canmahsailo de agna pota-
vel mpara alli.-A' commnisslo de petiZIvs.
Uma petigao de Jose da Silva Maia roquerendo
o abate de 294, que deve i caminara municipal do
Gamelleira.-A' cemmissio de orcamento muni-
cipal.
Outra de Antonio Presciano Thcmnudo Lessa,
requerendo a admissio de seu filho menor Viccnte,
no Gymnasio Pernambucano, come pensionista dA
provincia.-A' commissIo de peti5ca.
Oatra de Julio Soares do Azevedo requereado
sex nomeado para o lugar vago de cartciro na so-
cretaria desta Asscmblia.-A' comminissio de p-
licia.
Qntra de Digna de Santa Rosa, professor da
Encrazilhada do Rosarinho, requerendo a gratifi-
cagio de merito per cotr inais *d. 15 annos do
serviwos.-A' commission de Ins"WeO Publica.
Outra de Jo"o da Silveira Bles Tavora rc-
muerendo a decretacao de uma erba destinada a
erigir-se um monument a moria do conse-
theiro Francisco de Paula Bapista. -A' commis-
sao de peti95es.
Outra de Anna Francisca do Rego Barros, pro-
fessora de Agua-Preta, requerendo um aano de li-
cn~a corn todos os veneimentos para tratar do
sua sande. -A' eommissaio de Instruegio Publica.
Outra de Maria Joaquina dos Sautos requer en-
do ser nomeada professor publica.-A' commis-
slo de Lustrucego Publica.
Foi approvado um parecer da commissaio de fa-
zenda e orcamento pedindo informaees sobre o
requerimento de Francisco de Paula e Silva.
Foram a imprimir os seguinates projects send
o pimeiro precedido de parecer da commission de

rN'.3" --Approvando een alterates posturas
'oe regulanentos da Camara Municipal de Aguas-
Bell"s.
N. 74.-Autorisando a eonsmtruaio de tres pon-
tes sabre o Cruangy, despendendo-soe a t6 10:000A.
N. 7.-Aabtorisando a consteaeeao de pontes,
poutilhMese boembas a estrada de redagem de
Pablmares a Colouia Soccorno, despendeado-se at6
12:000*. ,,1
N. 76.-Autorisando a reihba dali4s 'e re-
gulamentos da Instrua PU....
N. 77. Autoriando a d tie
provincis-
N. 78. -Providaciando sohit as liceneuas que
se coneed m sos empregadow ?provinciaes.
PFoi lid e apprvado semm debate um requeri-
maeu do SB. Jom4 Maria pediado informAgie so-
ren o aumero e objecto da .portarias exiedidas
ao a=mTi nadtrdo cemiterio public d Sauto
Amaro, pelo presidnte da .Camara Municipal, no i
dia absmquente ao da pose desa oepaao.
Oraram pela ordem os fs. Olympio Marques
e Demeoito Calt s
Adiou-ae d e noto pea hora o requerinmento do
Sr. Olymp#io Marques pedindo informaoes de tor
sidoceresdae vavejaA a casa do Sr. Dr. Paulo
J6 de Olivela, tendo arndoofmeamo Sr. Olym-
pie Monwqpfj, que eavWou -ueaa ur am oreaineaeao
deureaia, qual n cou prejudicadc por ser dai
tado ie5 do corrmnte.
Pasooeu- owdem4ifa :
Enltra&do em I& diemuwao o project n. 28 des-
te saw te(farantia por 10 annos dojuro de 7 0/,
-1 o_ -Apa 4Q414"0 gnt~o eaqwwmpe orga
tisadas pot agriculores que Aesoism A fc;a
0o doe oWgoudesentama nest provincia), ma-
inim cue Sis. Aristancla. Lopes, duas yeses, Doem-
crite Cavalcante, duas veses, Resa e Silva e Nil
de Miranda, ficando a disaesuao adiads pelahora.
A ordem do dia 6: oeotiunuaco da antecedeute.


sipplente de JalI suIstitte--Por
acto da Presidencia da provincial de 12 do cor-
rente, foi nomeada 3' supplente do juiz substitute
da compare de Ofida, ae por nio lter aetado
a nomeageo Lau ndo de ina Leite, o cidadio
Leopoldo Marquie da8 5mvn

Em aamblajgural jeusmn it-se hoatem 05 soia.
d'esta soiedade, e, depots de approvarem as eon-
tas da directoria que zamiwMu ams masadato, ale-
gerwm pela sgointe forma a amnova :diretoris:
Prside Jos6 daSilva ly Juwnr.
It .orogarnio,J4aSi6uaadoeOlivoina.
2- dito, Sebasti$ao l?03 Barretto.
TAe~ouweir*, Au&d Maria Pimheiro.
-obmuiiswndo dw amw de wifes. Franciaco do
Paula Amorim, Cor L. Jo36 da Silva
iGumaries o Manoel Ferreira Bartholo. -
Tribmaml do 4mru do eoif-6
vendoo 13juaizes de fact, nlo pode
ser insta haotem a 2 sessbo deste tribunal.
Form ualtao ema205000 oa que deixamam dce
career a- a.o s eguintes jmarados aaup-


Atoaio ranecico d ta osd .
Th. J"itl aoSilvano Sata Rosa.


de familiar. -
Nogsos pesarmea
ingez Tagn'veio
Correia Luua, qu
tuguez de Pernan
Loureiro.
Nova muiPsi
J. de Azevedo aci,
brilhante da Norr
Encoutra-se A ven
Barao da Victoria
Reliance-8
lar ida Blahia, que
ao sahir d'aquelle i
rente, encallhou pr
e sabe-sa ;nls qa*q


Io vapor forain si


e.,rga.
No coinstamrn p
More repe
1/2 hor.as da min.
dor de rawi, temid
Joaquimn, chamnacd
rial, 2o district
iuma comgestao pu
neamente.
0 corpo foi lev
afirm do scr vistor
Caeetada--
noitLe, e na aa no
do S. JoAe, am in
senm neahum moti
Francisco Antoni
teote, fcrindo-o n:
A polieia local
Greanio Nri
eloma amauhlia est
posse a sun nova
son anniversario.
Polygamo-
estc titulo public.:
passala, informnar
,, 0 ga:rrda (da
quo n'clla contral
alto scrtito e tend
Alvhes (o MNria e
gusto dti Macedo.
descoberto o sen
quemin vivia c aus
immprego e a se.u
Anani vaersa
qie foi creada a i
tUoverno di
13 do corrente, q1
P'rovisio de vi
tfreguczia do Pan
Walfrido dc Souz
Iden idem,par
do IRvd. Dr. Man
Idem deo coadij
do Mipiblu, no R
Rvd. Antonio X:
Agraciadof
te de Lisboa a se
SNa list do
coes honorificas
extremanmente as
Amorim Lao o e
Ambos elle
portuguezes qae
rir a patria ao m
ditos e haveres
gentle. 0 prime
Manoel da Sitlva
Alagoas, no Bra
ficuos melhoram
gundo e filho do
fundador da im4
veira, uma das q
altos mercados d
SFelicitamo-n
nemo sempre cone
tulo sao devidas
Christo a cavalh(
e pela sua intelii
A Razao-
primeiro nuImero
redigido per quat
lista pure, poia q
-o da raziao.
Relvimta do
excellent revista
de chegar o n. 2,
seguaintes escrip
-por Baldoino
8s Estados-Un
Temoe inatruco
Chronica.
Assigna-se ai
Marco, onde so
pubheicados.
* Ladrao de
zerra, morador mn
term de Pal
de.19 do mez
lippe de Sozam
ben trees cavallos
tencentes e a urn
Mas quando j'
pwulha-se J1. zer.
,he em cima es d(
o iaidrao foi pri
o remetteu paa
Atallespeito

heial que as 7 ho]
em terra, do
mares, Procopio
Jos6 do Nascimec
Manoel Franciseu
mados de enxadou
Francisco Valent
veae dad4 moti


barbaramente, v
depoia
8s ertminoffQB
spsrd--.
Captra-C
Bemite aeaba de
mez proximd find
taleo Jos6 desk
18 lii M aeaha
pens dos arts. 2<
EM tram-
pars o sul 820 p
qute
pasageiros, 6
Within de
wociedade, as o


Julio &Irao
Parente Vianna
Luis Goaslves
Machado Pere
Monad!i Mettler
H. rjFtehard
MiGones de Matto
Goneahves Iruik
Antonio Pereira
New Londen B.
FPernandes Inra
&ruati& C.
Padro Anluese


mate.


e ina ci

i sea es|
Ile Vw.
Piontem d
Sdeve di
:bco, na


eellente esposa e wai


No paquete
a re o Sr. Frederieo
rigir o Consulado Por-
auasenucia do Sr. Dr.


a-A loj i de musicas do Sr. A.
ba de im nrimir tira phantasia
pa, para piano, de J. Leibach.
l na re erida oja, na rua do
n. 13,4 &500 ieada exemplar.
ibe-se, p, r telegramma partien-
o paquet ameridcano Roliance,
porto, n. tarde de 12 do cor-
ximo ao puharol, abrindo agua;
todos osl pisa:neiros e malas
vas, estaild) em vias db sel-o a


ormenorms.!
a ktina-Htntom, cerca de II1
l i, Jos6 Ahlnio Feitosa, ganha.-
o se recolhido no armazem do Sr.
1< Joaquim.do Sal, na rua aImpe-
ie S. JosJ foi aceommettido do
u 'nonar, que o maton instanta-
v do para a matriz de S. Jos6,
ri do.
-nte-honfmi, aIs 10 1/2 horas da
Ar de Sanfa Rita, do 1" distreto
ividuo qne nao foi conhecida,
So sabido, ieu urma cacetada em
i Eduardo, conhecido por Con-
Sregiaoe su erciliar direita.
omou comhiccimento do facto.
lmatifed amiliar-Fuuc-
ta sociedame recreativa para dar
ireetoria e tractor da festa do

1-Relativaientite ao facto quo co ,t
,aos, na tqrca-feira da semana
unm-nos inmia0 serguinte
uamaraI Mnicippal d'eata.cidade,
io casaunmnmt*, sendo casado no
[)mulher iiva, chamna-so Pedro
usava dohnomec de Pedro An-
Parece que sabendo que fora
rime, roul.ou tudo A mulher corn
Mutou-so, abaindonando assin o
da familih. ,
io A4ianhli fazem 57 annoS
is Blpalo-Diz a Aurora de
o foram cnqocedidas :
gario por inu:is um anuo para a
iltas a fatcor do Rovd. Genitiio
it Gurjio.I
i a freguezia de Itamb6, a favor
)el Goncaljves Soares d'Amorimn.
ctor para! a freguezia do S. Jos6
o Grand do Norte, a favor do
vier de 1,aiva,
-Lemos no eJominnrcio da Vo;&-
guinte horirosa noticia :
Snovos atraciados coin distine-
v6mos dons nomes, que nos sao
mpathico0 : os Srs. Manoel de
.ntonio B4ltar.
Ssao filhos de portugaezes, e
in terri ebtranha souberam hon-
esmo passp que grangearam cre-
em labutar incessante e intelli-
* 6 filho do Sr. comminlador
Leao, a quem a provincial das
il, deve os mais valiosos e pro-
rntos, que hoje usufrue; o se-
r. commendador Antonio Baltar,
ortantissima casa Baltar & Oli-
e mais justos creditors merece nos
SAmerica.
os per vr que o governor, quei
ede meres a quem por just ti-
deu d'esta vez a commend de
iros respeitaveis pela sua posicao
fencia.
o titulo de um periodic, cujo
appareceu no dia 12 do corrente
ro moos. Apregoa-se raciona-
%c so cenheee um absolutismo-

1L6 a do Enmino-D'eala
qque se publiea na c6rte, aeaba
de fevereir ultimo, trazendo 4
|: Coafeaen-cias pekyogicas 1883'
oelho ; Osjardins da infancia
io-pelo Dr.Menezes Vieira;
popular?, por Mombary Luz ;
Li-vraria | Franeeza, A rua 1 dod
aoontraaa & venda as numerous

Seaal 1os-Autonio JosA Be-'
cidade eCaruaru, dirigio-e aoio
'e anroibando durante i amite
ado, a estriibaris de Joa6 Fe-i
uido, n engenho Riachas, rou-
do memo Jos6 Felippe, per-
tal Mane l Joaquim do SIantoe.
no seu termo dCmde i dis-
Sa negcaIDr os bsed, cahihUra
us roumbdios e tanto fixeram qu
o polo : speotavo delegade, qae
Sde Palfmares.
Hvocae-4o nos tormos do inqau-

utra m l-.Rfer3a part p.-
as da ,oite, de 9 do rrente e
cnlao IVenus do term de Pal-
ae Bmioa Wandeorey, Placido
to, ManDel Sebastiao da iSva e
doOhd'oeira, alli moradores, at-
i e fau u e eneoutrami-se eome
noda iilva, sea que ease bou-
0, o agedniram e espanearam
ndo o oeliz a fallecer horas

For -pamB e estlo saendo pro-


Sr. d,
eomman
aira, *
eprotu
18 e209

tlei

o 23 tor
Tata
AS^
> vpor


itegado do termo .de .
aicas que m dia 29 do
xa e oadmimOeo hu.-
> md dende o anno de
acido ceme ineur. naus
do codigo criminal.
equeto Britannmia, lev(u

rou para a Europa 241
dos ema Parnambueo,
--Funeiona hoje eeata
uids, ua respectiva adde.
pyuoa tronue do note


&c
A Silva X. Pihto
I ra-
&&
lTimios
& C. i
aaCmunha
Bank
04
rcL
iCs Mai.
^C!.,


20:000.00
8:0001000


I tidm fjjuzn a i-fiw aaeums. ^'

Joo Pran isco Prae e Mr. EC. Leigb.
^-Cheoarain doe ports doW sl ao vapor inwie-
hal Joctkpe;
.1edro Jue di Silvra, Maria IL de JemWs V-
onceellos, Atuusto Roller, Dr. Costa BwMo e
crindos, Joae ignaeio C. C., Mam t P. ( mip
Telles, Praxees Pitanga e Joao L C. de Vmow-
cellos.
Cliegaram dos lmportos do norte no vaporw a-
cional fpojoca :
Dr. Manoel C. B. do Naseimento, Antonio P.
Fiuza Linda, J. Garrido, Dr. J3o oda C. B. A. Pe-
reira, Olintha L3pft Gaivao, Jovino da M. I ilvei-
ri, JoAo C. da C. Beltrio, Joaquim Arthur, Jpa-
qaim de Oliveira Maia, Jose Augusto Rsul, Aa-
xencio R. e suan senhora, Antonio 0. Bartiolo, An-
tonio M. da 8va, Dr. Antonio de A. Garcia,' D.
Idalina C., 3 sobrinhos e 2 eriadlos, vigario Fre-
derico A. R. Camera, Joimnna Macagn, Heruo-
genes V. Cavalcantc d Momra-I.
Cihegarain dos portos do sul no vapor igilez
Tayiis :
Joao B. Fragoso, A. Maria do Camo e Herbest
Felton.
Sahiramn para a Euro ) i o mfsio vapor:
Jose Francisco d, Costi, Jo3 'i- ItAdg An-
tonio Joso Pereira c 1 filh), MauoA Pinto das
Neves, Jose Saoe& de Fi-uteiredo, Manoel F. Tel-
les, Izidro C. Cadabide, Jo;I llBernardino Boteiho
Joio B. de C. Druinmond, Mr. Conell, sna genlorm
e 2 Rlhos, Antonio F. C. Cardloso, Iliz P. Vianma,
Ardrau e 1 filho, Mr. Guiimhnvter,; JosP F. A. de
Souza, J. W. Kirkmana, W. J. Jessof e Gealdes
Antonio.
fieiIOex-E lifectuar-se-hio :
i- oje:
Pelo agent BurlnayiiA, aIs 11 12 horns. na nia
do Imperador n. 22, de predios.
Pc/I, agent Pimtab,, 's 11 horan, na raa ,lo Bomn
Jc:us n. 43, de fazewlas limpas e t:varidas.
AinanhA :
Pcelo aet'e PintC aS 11 lior:S, 110 t i'.
Avila, da farithlh (tlc mn i i.;.
Pdl (aff Gsfmd', )IsI 11 loras, a run il,) Bjin
Jsus. n. o5, itoe movei.-4, i 0lr), obras 3le 0ro, etc.
Pelo ageidte Britt), As 11 horns, na run do L!-
vri:un'nto n. 31, dt- m)veis e diversos objec*tos.
Quinta-feira:
Pelo aweife: Carmno e Slva, ;ias 1) 1 2 horns :
rua do Born-Jesus n. 53, 1, a a., do minwveis
Otltros Obj(t'JS.
Mi*axs .f -brom.4- -Sera) celebrada :s
Ataania : As 7 1s/2 na :n.atriz de Santo Au-
tonio, por almna de Joaquim Francisco Dias.
Q'inta-fieira: a" 3 horas, na igreja do Es-
pirito-Santo, por alma d D). Marianna Vietotia
Lobo e Costa; Ais 7 horas, na matriz de Sante o An-
tonio, por alma do Jos6 Antonio .PilrAo.-
Loteria da prvincla-Quinuta-feira, 17
do corrente, sera extrahida a loteria 29.', em
beaeficio da irmrindade de Santa Cecilia da wa-
triz de S. Josg, no consistorio da igrej de Nossa
Sentora da ConceiAo dos Militares, onde sw e-hx-
r;io expostas as urnas e "espheras arrumadas ena
ordein numerica a apreciaeao do public.
Melpomene Olinladene-Tr;.a-feira& l5
do corrente, As 7 horas da quite, havera saessao no
lugar do costume.
Loteria do Bio de Jadelkr-A loteria
n. 337 B, do Rio, de 20: iOAOWX ser! extrahia
no dia 18 do corrente.
Bilhetes A venda na Casa da Fortuna, ai rum 1
do Margo n. 23.


" Loterla de ISs--- O-A loteria 1454
serie A., corre impreterivelmente hoje 15 i&
corrente
0 rest dos bilhetes aeha-se a venda sna ass
Feliz A praga da Independencia ns. 37 e 89.
Leoteria de 5I---GG1 S-A den. 14ro
B corre impreterivelmiente no dii 19 do cmreat
0 resto dos bdlhetes acha-se a venda usm Cl
Fortuna, A rua 1- de Mar;o n. 23. "
LoterTa-A de n. 145 A, do Rio de Janeir-
de 25:000*000 sera cxtrahida hoje 1d.or ew-
reute.
Bilhetes A vendana Casa da Fortuna, rua
de Marmo n. 23.

mercadO M iia de s. o -6 Pa
este estabelecimento entraram nos diim 12 a 13
do corrente67 bois peando 10,326 klo, pertmo-
tes a diversos.
Forani vendidos a prego de 880 at 640 i re 0
kdo.
Nes mosadia entraram prs o m n- I
tabelecimento:
Peize 19 kis
Fructas 18 au42a
Farinha, milho e feij*o 40 dita
Cameiros 17
Suiaos 13
Preos do dia:
Suino a 640 r 6is o kilo.
Carneiro a 1I idea.
Farinhtm 400 ii ati 290 aeuia.
Milho de 480 a 400rdis a euia.
Feijao de 1M0 a 15200 idem.
Form arrecadadoas:
86 tiao de earne verde.
42 lte da sa&o.
.23 ditie de fremsras.
142 compartkneutos do leguwm.
80 idemado farina eceomidas.
Deve ter aido arreeadada nesteas 2 dim iml.r-
tascia de 3j6J580.
Foram multdos em 109a000 a .pmmM pr 8
d.as os talhaderes:
Gatulio Jolo da osea, Jolo Jaquim FernaMde
de Mendonca e Cosine Florentino da Paizo, por
fahaifica&o nor bnrao daos lsna M o igandle.
multado e suspense o tallhador Francusco de Pala
Santo per fraude em pesos de earne.


Casa do Deteaggon.-Mtvimeht do. pd-
so0 no dia 13 do corrente :
ExigaIm prem o 339, entmraram 7, ahio 1, exi-
tem 345, a saber: nainaaeie 301, mulhmre I1,
estrangeiros 18, eseraTw 29.-Total 34&.
Arragoados 315, sedo : bona s308, dDat 1,-
--Total 315.


SCemalterio mbnlce-Obtuario do dia 12
de abtl :
Amn "Iabel de Guimarncs Barros, Pammbm-
co, 82 anos, viuva, Recife; indigesti&o.
Pedro Antonio do Sacramento, Pemrnambue%, 45
aanos, solteiro, Boa-Vista; tuberculos piulmma-
rc8.
Jos6 da Paixo, Pernambuco, 4 dias, Boa-Viw-
ta; convutses.
Dens pels caridade.
-- -18-
Maria da F6 d e Jesus Lomebhl, Pemmiaon
74 amnoe, viuva, S. Jose; diarrhea.
Um parvalo que nascee marto.
Fraieso Lopes Barreiros, Cear, 50 aasnot, Ml-
teiro, Boa-Vista; gastro enterit.
Mautuha Maria dos Praseres, Pevoramm"eiS
anuoe, casads, Boa-Vista- loerf cardiaoa. 4||
Joao Paulo, Rio-Ganme do Nrt w
viw4o 1 Boa-Vista; diarrhea.
Min"a JosA do Axws&d 868400, PlNIMMa mob%
G6 06ai4 .J "wefeetpia _
Maria, PemZumbuoo, 9 miex, Boa Mssanotl, Ps r 9 dSiat Udf;e u

wednTwasharnmbss, Iu8A, mo% -9 WiMM .
Vieont., Pemnaibucs, 8 dl-, 3oa-T^
- 1 :


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I


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loa1 to"a a0n "n-


ip da*n^r'ndap-ra x daiBatoa e 9. -Bn-e oss-
:?.['"*/'* I'a ^K o 1; l ; 1 *': r 1 1
Sr. redactor, exereemos A .cargo de promoter
publico da emnarca de Oaricary ha annos, o eon-
tra inds jamais se levantonu ina queuixsa por mais
leve que fosse.
Come promettemos acima contester soleum.e-
f mente o que vomitou oontra n6s a cholera do ISfso
ii1'." ~ detractor, aliAs no seu verda4eiro sentido, calmn-
niador, vamos manifestar os 4eguintes facts:
SQuando em 1860 o Exm. St. desembargador L-u-
... cena veio ao Onricury panire capturar os assas-
s inoes de importancia que deainm a maorte ao infe-
liz capitao Alves Branco, muito estudou os ho-
mens, os costumes deste termo, e per isso o consi-
B| deramos habilitadissimo para instruir ao author
.daquelle communicado quando precise, eom infer-
Smaoes fieiss acerca da conduct do Sr. Telesphoro
Lopes de Siqueim. A'quelle funccionario devia"
-o autor disfargado pedirinformagoes, tanto mats
quanto 6 sabido que o Sr. professor Telesphoro 6
Sfilho da Sra. D. Isabel jI falleeiia e sobrinho do
tenente-coronel Alvaro Granja, e com geito con-
41 auistou a proteego do Dr. Silva Barros, jx-juiz
da direito dessa comarea e este como delegado
j^ Jftte&b fez-lhe um beneficio nomeando-o profes-
f' .asor, vindo mais tardo a conseguil-a effectivamente
corn o system dos contracts. Nao 6 tudo-ain-
"- da parents do Sr. professor Telesphoro, depois de
S. processados impuzeram ao Dr. Martins Pereira
-desta cornarca pare se retirar no praso de 8 dias.
E porque tanto impeto ou conera? porquc ointe-
-.gro magistrado no livre exrcieio de seu cargo
Sentendeu que devia mandar recolher a prisao a
Sra. D. Isabel, queotinha nesta villa uma casa
S ^ para sun prisao. De todas estas occarrencias o
governor e o public devem estar A par.
.^ Admiramos, sim admiramos, como o Tempo in-
;acre em suas painas tantas inverdades.
; Ora, se o Sr. relesphoro depois da punicao de
sua familiar pelo assassinate na pess6a dc Alves
Braneo' assassinate qua A tantos affectou, a uns
omo autores, e i outros come cumplices, ficou po-
bre e carregado de numerosa familiar e que para
subsigtil-a precise era ou seria mudar inteiramente
Sde cundueta e genie, embora exteriormente, como
"^pb)is, precede do f6rma contraria, se precisa do plo
do governor, poude arranjar-se e vai como lie con-
v6m fruindo as graqas dos cofrcs publicos ? Diri-
ja-se agora o public ao tenente Joaquim Felix
Bezerra Cavalcante, e vera como elle alem de mui-
toe casosy passarA. a relatar um facto vergonhoso,
S.quando delegado de policia e commandant do des-
tacamento, praticado polo ex-professor rTelespho-
ro que quenma matar seu cunhado Antonio Marinho
-4 este o memo fazeor na mesa do jogo pela alta e
bem aproveitada quantin de 160 r6is.
.. Quem assim pratica s6 pode ser ordeiro na phra-
se do Tempo I
Ha mufir desejava o ex-professor Telesphoro
dar As columnas do journal Tempo umn lugar de
honra dos conceituados empregados publieos da
escola liberal, e se alguma demora houve foi para
fazel-o corn mais requinte, proprio de um maldi-
zente ou calumniador. Comorn m raior desearamento
relatou o eommercianteo facto dado entire Evaristo
dos Santos Leal e Telesphoro Lopes de siqueira,
:Y e bem assun A nosso respeito; e quanto ia protec-
.. 91o que dispensamos a Evaristo, vejamos corn at-
*taoo se tomos memorial para darmos fielmncnte ao
public o desenvolvimento de todo enredo.
Evaristo na idale de 70 annos, official do pedrei-
ro, e come tal empreitou corn Telesphoro Lopes
de Siqueira o serviqo de urma casa, ondc trabalhou
Emuitos dias, quasi a ultimal-a no dia lo de dezem-
bro chega Telesphoro no serxico e entrando cm
appreciagoes excedeu-se, ao estado de sua m'oe so
Saproximar a cara ou barbas do Evaristo, este ain-
da que pebre e velho, e se respeitando, desconhe-
ceu-o naquella oecasiao como professor, e disse-lhe:
t -- 'que se levantasse a mao segunda vez, dar-lhe-ia
urma bofetada. Assim o velho Telesphoro ladea-
do de sua antiga familiar, pisando ainda corn o
antigo orgulho, voltou para seu solar, ed'ahi man-
dou dizer ao official que se retirasse de seu servi-
co. Evaristo attentamente obedeceu, mas enten-
dera ir primeiro a easa de Telesphoro para rece-
-4er o que per direito Ihe competia, c de facto assim
-&fez. Oh! porque surpresa passou elle! Ja em
casa preparava-sc o drama; ao ehegar encontra
em casa do mnesmo professor os Srs. Pedro Mari-
SJ nho Falclo e Honorato Marinho Falcio, os quaes
;i .immediatamento agarraram o velho e o deitaram
per terra-rasgaram-n'o e pizaram-n'o A pes, e
epparecendo nested memento algumas pessoes, ar-
rebataram das maos dos dous Hercules a victim.
Este facto foi dade em frente A casa do Dr.
juiz do direito, do delegAdo da policia, e presen-
te o'juiz municipal.


Parece ser loucura o que acab.moa de referir.
-Porque nao so recolheram os amotinadoros, que
desprezando a ordem public, faziam injuria a lei
e A mrwal ? Por n;o haver forga public.
Pelo que viemos de dizer, na tarde d'esse mes-
mo din estavam.3 na audiencia do juiz municipal
instaurando um process contra o criminoso
que A certa distancia d'esta villa dora a more
ao infelhz capitio Jobo Machado e vimos pas-
sar o individuo que o Tempo apreg6a de no-
me Dimas Braga corn uma faca em punho,
pela sua carreira fomos movidos a dar largo

COIIERCIO

Praga do Recite, 14L de abrll
de 1884
"As trees horas da tarde -
Cota6es officiate
Nao houve cota&A'o
F. J. de Oliveira Rodrigues,
President.
SA. M. Amorim Junior.
Secretario.


RENDIMENTOS
Mez de abril
mLFmiA=D De 1 a 12
Idem de 14


RacBsBoaLA=De 1 a 12
S Idem de 14


dePU 1
do l8)


JoBsULADO rovntcuAL-De 1 a 12
Idem de 14


BUacXF D smaxa.-Do 1 a 12
Idem de 14


3LICOS
84
490:786A424
31:642A123
522:428A547
21:3415104
1:0994464
22:440A568
40:6395655
4:696A217
45:3355872
7:6875062
358A570
8:045A632


,DESPACHOS DE EXPORTA(XO
Em 12 de abril de 1884
S Para e exterior
No vapor inglez Orator, cammegou:
^^ibtiver1ool, J.IL Boxwell 662 saccas corn
kilos ealgodoo.
H---o navio inglez Davrida carregou:
Pta-a Now-York, Poa C. 6w0 saccos com
- 5,"bkla Ms de, earego:
NA Pawe .1. b-Laom &m Plum


nao eaiumn" .


Como consta das folhas publican da Eu-
ropa e do Brazil, o tribunal de appella91o
do Roma, em 20 de janeiro deste anno,
decidio definitivamente a magna 4uestAo,
de summo interesse para o mundo Icathlioli-
co e desde annos agitada, a saber: si os
bens da Propaganda Fide devilo ou nao
passar a propriedade do Estado, e iauabou
o dito tribunal de cousumar em prejuizo
da mesma Propaganda, a odiosa e |injusti-
ficavel expoliagao que o governo taliano
tentara ha muito tempo, liquidando e con-
vertendo os referidos bens em titilos no-
minaes e inalienaveis darenda publiea des-
so paiz.
Em virtude, portanto, dessa injusta e
sacrilege sentence a Propaganda, iste in-
teressantissimo estabelecimonto ecclesiasti-
co, destinado a pro"agaglo da f6 atholi-
ca no mundo inteiro nao podera mais pos-
suir bens de raiz em Italia, e serAi consi-
derada com o uma sociedade ecclesiastica
sujeita As leis italianas do mez de jtlho de
1866. que forcao injustamente to4as as
sociedades deste gendro a converterem to-
C73i Farrica corn 22,4S iloa de iisucal
branco.
No vapor national Sergipe, carregoul:
Para Bahia, F. de Moraes 74 barrios conm 8,180
litros de mel.
No vapor naciqnal Pard, carregou :
Para o Rio de Janeiro, V. da Silveira 490 sac-
co corn 24,0@0 kilos de assucar mascavado I J. da
Graoa Nogueira 100 ditos corn 7,500 ditos 4e dito
branco.
No hiate national Aurora2a, carregu:
Para o Natal, Senna & C. 2 saccos coar 150
kilos de assucar branco e 15 ditos corn 1,120 ditos
de dito refinado.
Para Macso, J. J. da Silva Campos 10 barrios
eom 800 litros de aguardentc.
Na barcaga Colombo, carregou :
Para Macahyba, R. Cavalcante 10barrica' corn.
600 kilos de assucar branch.
DESPACHOS DE, IMPORTAXO
Lxgar portuguez Unido entrado do Rio do Ja-
neiro no dia 12 do corrente e coiignado a Amo-
rim Irmaos & C., manifestou :
Barricas 400 volumes a Maia & Rezend 740
a J. J. Castro & C., 150 a Dias Pinheiro & C. 125
a M. C. Neves, 50 A ordem, 78 a J. A. Pei ra.
Barris 150 a Pereira Pinto & C., 150 A ordem,
300 a Baltar Irmao t C.
Cimento 500 barricas a Silva Guimaraes & C.
CafW 25 saccos a Orestes Travassos & C.
Estupim 10 barricas i ordem.
Feijio 253 saccos aos consignatarios F -*s
de ferro 32 volumes a Miranda & Souza.
Kerosene inexplosivo 50 caixas a J. M. C da
Cunha.
Pipas 100 a Maia & Rezende. Pedrolythe 40
volumes A ordem.
Vinho 100/5 e 50/10 a Joioh V. Alve Mat ens
& C., 2 pipas, 40/5, 80/10 e 16/8 A ordem. Vi-
gre 2/5 A ordem.
Vapor national Jacahype entrado dosport do
sul no dia 14 do corrente e consignado Corn a-
nhia Pernaminbucanua, manifesto :
Algodo 150 saceos a Silva uimares & s
298 a Domingo. Torrs & Carneiro, 464 a Sa -
ders Brothers & C., 149 a M. J. Alves, 300 A r-
keite de palhm 2 barrio aJolo Victor Al
I kiii O C. AwRoear 80 aicoos a Joe da 8i1O a


pamdrB &te reaulta em prol nole 6 ft
RNigio,,senlo tambem dasowiedade irta -
ra, concorrudo em grandeescala para pI-
mover a verdadeira civilisaeglo em to o. o
mundo.
Para methor entender a clamorosa ii-
justiea dessa iniqua sentenga 6 precise s -
ber o que 6 a Propaganda, de quo aquii e
trata. I ,
A Propaganda Fide 6- urna instituio
cosmopolitan, comeo o todas as grandus
obras humanitarian, fundada -pelos Pa
com os bens d'eles e as voluntarias offers
dos fieis de todo o orbo catholico par deo-
ramar em todo o mundo a luz do evang -
iho o a vordadeira civiliaagao, convertend
os barbarous, os pagaos, os idolatras, os h-
reges ,e schismaticos em verdadeiros chri
taos catholicop, e instruindo-os Aa agricul
tura, nas artes e sciencias.
A Propaganda comprehend, alem d
congregagco propriamente dita, quatro ins
titutos particulares, isto 6: o collegio end
so educam e formam os missionaries; a ty
pographia que justamente denomina-se po
lyglotta, porque imprime escriptos em toda
as lingua conhecidas; a' Bibliotheca co
seas 45 mil volumes e preciosos manuscri-
tos; c o museum que 6 uma riquissima col-
leglo dos objects que servem para illus-


'U~u lu Lw.* 4 e4* OL55AY1W1' In u mS 5*1
36A alffasl '0M-OOai arOudles.sem fon"a
&adsnta o pa hreta vhmar-se I )ra, os er-
cules o laacuam por terra. Cresce a Inta e era
de suppov-se vir o pobre home a a ac mbir : o
subdelegado de Sitios-novos, que eat4va ao lado
da feira, approxima-earrcbata o travel das
mena j. d attow, e reconhocendo qre os amoti-
hadws V m urea s6 intenao que < ra recobra-
rem o infel corn offeasa de sua pas' a e aatori-
d ide, consaegue galgar a entrada da nossa cass.
Ainda mais oUtra veridade, dando-nos o articulista
digno do Tempo para isso a concessao.
SSe estando Evaristo cm nossa casa Dprenemnos
e entregamnos ao capitAo delegado de policia, que
fez rapidamente encerral-o A pris4 come diz o
conceituado articulista que Evarislo foi preso
pelo mandate do juiz de direito?
Mais moderago, Sr. articulista, quande enten-
der machucar-nos Quanto A iaimi'ade que diz
haver entire n6a e Pedro Marinho, '6 iito inexacto.
Pedro larinho. 6 pessoa capaz, de bo s costumes,
segundo o que sabemos d'elle.
0 public sensato avalie o Sr. professor Teles-
phoro quando regent da cadeira d'es4a villa, pelo
que vamos narrar.
Entrando ambos em um colloquio 'em casa do
sen cunhado Antonio Marinho,-o Si 6 um ho-
mem de quem me receio, disse elle. Ibto por dcs-
vanecer-nos de dizer" quo nao scndo filho d'esta
comarca achamo-nos laleados de numruirosos ami-
gos nao s6mente publicos, come palaulares.
Ainda elle o s6 polo sinpleis facto de dhamar-se o
professor, esqueec-se da qaadra oiminosa de sua
vida, per que passou ; osqaece-se do triste e es-
treito period per que passou seu pai espoliado
da alta sociedade da qual era neeessa io membro.
Vergonha temos emta manifestar o amrojo d'esse
mocoja querer plr em derrota a uxnarespeitavel
conservador home de serviVos e que ja conta
meio seculo-varilo sensato e bern af4zwndado e
de familiar alta, qua sempre aqui foi chefe conser-
vador. Oh! Dira talvez o articulista, quemn 6
esse de tantos quihtites ? E' o per n6s bern co-
nhecido chefe conservador major Joaquiim Lconel,
homcm ordeiro e honesto.
0 annuuciante trouxc para o journal uma histo-
rio antiga de velha ou monino, propria para entre-
tenimento d'essas possoas. Disse qne a causa
inotora dc todo este desarranjo era a fransferen-
cia do Dimas Braga do partido liberal, ao con-
servador. Ria-se d'isto quern poder.I
Sr. annunciante, morrendo na batalha umn ca-
pitao, major ou tenente-coronel, perdeose o pleito
em que se vai ? Nao ha porventura superior, no
ha porventura mais homes que os substituam ?
Ha, serm contestablo. Logo, Sr. annunaciante, 6 o
senhor um refinado paroleiro. 0 partido tern elhc-
fes, semi-chefes, e na comarca ha amigqs que houi-
rosamente podem a nosso ver descinmpenhar me-
Ihores funco Seo oSr. Telesphoro nao fosse uina ea;idilo-( d o
tanto orgulho, nAo so abalanaaria a taqis affirm i-
5es. Nao C per todos sabido que o Dihas, coeno
pretexto a suan talta oa erro, diz que o facto do
ter dcixad) do portencer ao partid) liberal, foi a
marcha d. tenente .oroael Agpstiuho, pnr isme
que esse home o sustentava de dinheiro pira sa-
tisfazer suns ac.essidades ? Necessariamminte.
Estamn3s corn bAstante aauhameneuto para ou-
tras obscrva6Ses, deixando paras q'malo o an-
nunciante subir outra vez as masm-is colurnuas,
manifsrtarmnos o que por n6s e alguem 6 sabido.
Agradecndo ao Sr. Redactor a b,:)imda'ie corn
que esperamos serao inscridas no seujorn il estas
poneas liuhas, lhe hypothi-canis a noesa grati-
dao.
Ouri'iry, 15 de fevereiro de 1884.
Jbaqaim Jos8 Ribeiro.

Protesto


Santos-20 dias, brigue sueco Hugo, de
251 toneladas, equipagem 10, capitao
N. F. Ohisson, carga ,af6.; a Pereira
Carneiro & C.
Bahia e escalas 8 1/2 dias, vapor 'na-
cional Jacuyp.e, de 360toneladas, equi-
pagem 32, commandnte- Jose Henrique
da Silva, earga varniesgeneros A ^&Com-
panhia Parnabua.naa,


ti




n
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c{
q


bgQem o muudo iuteire.-
tta'6 aiae s estamparemn Berlin, de-
is Ori repovAio ess iniquo procedi-
M 6 CIO avemrno italiano, diz que E os
bw da P4ropcagya sao deo origem inter-
aoiaal, teorn umUa destinaco mondial,
por isim n~o podem ser conei derados suj ei-
osis leis, coto quaesquer bons ecclesias-
;ioosa.
Passando em julgado essa iniqua senton-
9a nao eustarA nada ao dito governor de-
clarar que tado portonce a nace!... 0
modo corn que so portion o mesmo gover-
no corn relag9aoas pvomessas feitas ao Papa,
nos autoriza a desconfiar. Prometteo nao
ir a Roma, e la foi, entrando pela brocha
de Porte Pia. Declarou e protestou que
intactas ficarilo as tao decantadas garan-
tias do Summo Pontifice do Roma, e cada
dia as pretere, e quebra, e invade, nao
estando o Papa seguro na cidade eterna
aem vivo e nern morto, come o mostrou o
procedimento desse mesmo governor A res-
peito dos venerandos restosI mortars do Pie
IX, de santa e saudosa recordaglo.
Mas, ficando o papa expoliado dos bens
da Propaganda come poderA elle exercer a
sua influencia benefica o ecumprir cam os
deveres do seu sagrado ministerio, dos
quakes o principal 6, sem contestaglo, a
propaga~go da fA em todo o mundo? E'
isto cercear, coaretar a sua soborana auto-
ridado, e impossibilital-o a cumprir o pre-
ceito do Nossa Senhor Jesus Christo, o
qual exige e manda terminantemente aos
apostolos quo vlo polo mundo universe a
pregar o Evangelho.
S3 actualmeonto ha, em quasi todas as
parts do mundo conhecido, misses ca-
tholicas, isto 6 devido A grande actividade
da Propaganda, a qual abre incessante-
mente novas misses, institute prefeituras
o vicariatos apostolieos, crea novos bispa-
dos nas Indias, na Oceania, na America
do Norte, e sustenta A sua custa esses cen-
tros de educaV.Ao religiosa, e de verdadei-
ra civilisagao.
Ora, tolhendo a Propaganda a liberdad,.
de dispor d'esses inmeios pecuniarios, de
quo e verdadeira dona, obrigando-a a re-
(duzir os seus bens em apolices da read
public, prohibindo-lihe at6 receber da ca-
ridade dos fieis novos legados sem previa
autorisago do dito governor, flea logo pa-
ralysadaa sua administra9Ao, o qu pode-
rA fazer a propaganda? 0 que podorA fL-
zor o papa a este respeito ?


trar a ethnographia, as arts e a historia-
dos diversos povos do universe.
Doixo de fallar nos trees derradeiros ins-'
titutos, cuja importancia scientific 6 de
todos conhecida; direi s6 alguma cousa!
coin relagio ao collegio do Propaganda
Fide quoe como o seu nome indica, foi fun-
dado para a propagato da f% 4atholica.
Nesto institute muinitos missionario formarm-
se nas sciencias e linguas para podorem
tomar couta do inmundo conhocido, e princi-
palmente di China, da Conchinchina, das
Indi/s, da Africa e America. Uma pleiade
brilhante de jovens do todas as tribus, lin-
guas e nagoes da terra, completados os
seas estudos, e ordenados sacerdotes, sa-
hem annualmonte desse collegio, voltao
para os seas paizes e evangelizain a pala-
vra divina corn fructo e proveito 'immenso
dos seus proprios patricios, em cujos cora-
Oas, quiga, barbaros, idolatras ou selvA-
gens, lanqao os primeiros germens, os so-
lidos priicipios da verdadeira Religia'o, e
de unma bern entendida civilisa.ao.
Eis o que 6, em resume, a congregaglo
do Propaganda Fide, obra cminentemente
hum-ianitaria c civilisadora. E realmente,
alemu do begin espiritual que procura aos po-
vos pagaos, selvagons e idolatras, ella os
auxilia tambein temporal, e materialmente,
prodigalisando avultadas quantias corn o
finm de resgatar da duplice morte a conte-
nas de minilhares de crian9as, que na China
e em outras regimes barbaras, sao atiradas
Sn'un monturo, oa expqstas a seremn -devo-
radas pelas feras. Quo a Propaganda se
empenhe corn zelo e ardor pelo begin physi-
co o moral destas criangas expostas, dee-(
ses orphaos esvalidos, fundando escolas,
collegios, hospicios e asylos, 6 um facto
incontestavel -e'uma realidade palpitante,
come result dos proprios aunaes da pro-
pagaco da f6. E nas critics cireumstan-
cias de grande carestia, come n5lo ha mui-
tos annos aconteceu na China, quern, se-
nao a Propaganda, mandou para lA ingen-
t-s sommas de dinheiro, a fim do soccor-
rer ngo s6 os missionaries, mas tambem aos
mesmos christoes e gentios, prestes a se-
rein mortos e devorados por povos antro-
pophagos e famintos ? Estec e outros some-
lhantrs factos tern side per vezes relata-
dos, jA nao digopelos proprios missionaries
da Propaganda, mas- per varies periodicos
publieos e insuspeitos.
Em vista do tudo isto nao e para admi-
rar que a recent sentenga do sobre men-
cionado tribunal da appellagio de Roma ar-
rancado de tode coraclo eatholico um bra-
do de indignaelo e Ile dor ao mesmo tem-
po, o tenha side onal recebida-de todos os
homes honestos,' embera pertencentos a
outras profissoes religiosas, come consta
das folhas publicas dos proprios protestan-
Vinho braneo 1490 pipas, 709/5 e 650/10 aos
consignatarios, 90 pipa3, 450/5 e 450/10 a Cnnha
Irmaos & C.
Lugar sueco Ugo entrado do Santos na inesma
data e consignado a Pereira Carneiro & C., ma-
aifestou :
Caf6 1,777 saccos a ordem.

Vapor national Ipojuxa entrado dos portos do
sal no dia 14 do corrente e consignado a Compa-
nhia PIrnambucana, manifesto:
Algoddo 326 sacoas aLuiz Antonio Sipeira,
155 a H. Nuesch & C., 60 a Rodrigues Lima&
C., 27 a Gomes de Mattos Ifmanos,39 a H. Burls
&C.
Cera de carnafiba 23 saccos A ordem. Courts
salgados seccos 293 a H. Burle & C., 6 A ordem.
Esteiras 21 molhos A ordem.
Goma de mandioca 82 saccos a Gomes de Mat-
tos Irmilos.
Madeira 30 peeas a Ribeiro Silva &Irmlo.
Solla 1,000/2 a Gomes de Mattes Irmios.

MOVIMENTO DO PORT
Navios entrados no dia 13
Liverpool' por escalas 18 dias, vapor in-
glez Britannia, de42608 toneladas, equi-
pagem 90, commandant George Mas-
sey, carga varios generos; a Wil;on Son
&C.


*It. iJ1iW 9ti Itl ^~..,*^:;*-~?^,.,?^^
Lqwah [o a1 d -mez ultzo,
l a mana m qu< se conSagrou 8i1
se de 4.lsdio iarem aos vestes quo o
distin$ ds outrs homens, o syni
bol earidade -entre si disse: Aniqnilem-
so os edifioos eomal 6 sobro suas iruns
ergamnos pyra ides a) hem..
Do feito, su indo eite A tribune sagra-
da, fez ouvir olos argulos d'esta poevoa-
eao aquellas d >ces e acrosantas palavras
ensinadas po ) Supremo Rodemptor do
Uaiverso, as (uaes re ercutidas, era pelas
auras Imattin is, ora! polo zephyro, era
polo ciciar da risa, iam se introduzir nos
coragoes do to os quo,i ainda de lontginquas
habitagoes, prassnrosos corriam a partici-
par d'esta graia quo ab, nosso Born Dens
aprouve dispeosar-nos.!
SQLanio nao seja battanta o testemunho
do graude nanero-dos qued'elle recebhram
benglo nupcias, do daus mil e tantos quo
so sentaram a meosa eucharistica, dos
4958 que roceeeram oi Santissimo Sacra-
mento do Chrisma, a margem entire as co-
piosas granas que nos. nao 6 permittido
-preciar do un Comitecio o do um Templo
quo nos deixou tdo bern comneados, tudo
isto no curto espago do triita e tres dias
que esteve entte n6s, que diga.n unisonos
'os populosos c|atros d'esta diocese, oade
o mais livre esjirito estremnece de respeito
e admiraglo a4 pronauiiar-se sea immor-
redouro nome
Ideas obscuias, pen| a fraca 6 a nossa,
quando, esquoeidbs do :humilde lugar em
quenos colloeu a natareza, ousamos oc-
cupar-nos de timanho assiumpto.
Comatudo, (luizerai'nos se repetiss3 tal
ousadia, porqup A esta precederiain os frue-
tos quo acomp.nha'n a augasta prosoeaga
d'aquelle inclytb ministry do Jesus Cristo,
que na terra s chama- Cassiano de Ca-
machio.
Esperamos.
Igreja Nova% margo do 18I1.
;* *
(Do Jornal deMPenedo, do 15 de margo de
1884).


Jarispruadencia
i
Inlzo da cidlade de K~oau-ardfiE


'Sob a cpigraphe que en'cima estas liuhas,
o Sr. Nicolio Antonio Daarte faz ptblicar
no Diario de -Aernambnco de 1 de abril
corrento I uma verrina, (Io, em f6riuna
do [recurso, entendeu |dover endere-ar
A S. Exc. o Sr. conselheiro presiden-
to do Tribunal ida Relapao, no intuito de
obter a restituifiao do salaries indevidos e
excessivos, Eildos e recebidos, segundo diz,
polo Sr. Dr. J0sc Gomes Coimbra, juiz de
direito d'esta ,omarca, na causa incident
do suspeicao intaUtada contra o cidadao
Jos6 de Farias Maciel, juiz de paz do 1.o
district.
Como advog.itdo, que fui, d'essa causa,
vejo-me na inddcliaavel necossidade do op-
por unia formal contesta Ao, a grade som-
mi de inverdades que encerra esse famoso
libello diffamatdrio, cujol unico ponto ob-
jective 6 marear a reputabao do honralo
magistrado.
0 Sr. Nicohla Duarte 6 sobre-maneira
injusto, quando,l sem plea consciencia do
que lhe lizeram isubscrever, aventura n'um
dos periods dasun ijeremliada o seguinte
inexact conceit: a qu a havia um piano
combinado c coatintma, de se inventaremin
injustas (?) queot5es para se extorquir di-
nhoiro do supplibante. e
Nao ha tal. |
0 reclamnante o unico responsavel por
essa posioo ex Wpcional em que se collo-
cou. E sAo os Iproprios seus parents -
cunhados, sobrinlios, sogra e madriuha -
que, levados ao desespero, procuram corn
louvavel engeahl4 fazerem valor os seus
direitos cm defezi dos innumneros damnos
que hMio soffrido ias suns propriedades.
D'ahi a grita dIscomnpassada, os doestos e
ap6dos os mais fqrinos a honra do magis-
trado sobre o igdobil pretexto da exigen-
cia e percepg'ao e imagiaiarias custas in-
devid-cs e excesslvcs !
Pois que! 0 Sr. Dr. Gomes Coimbra,
que sa ha m6stra~lo nimiamente rigoroso
senAo iaexoravel, corn os empregados do
juizo, mandando iestitair As parties custas
indevidas, impondO ate contra alguns seve-
ras pens disciplinare, corisentiria jamais
n'essa pliautasiaddl extorso que A fiunna for-
90 q-Ior o rA^ln-nto fazar acriAitar tor
side vhitima, ? .
Oh! Nao!
E o b-charol Travasso de Arruda quo
asiist:o, coam) advbigado do reclamante, a
toda discussAto d('osa causa incident do,
suspei9lo, nao teln(o feito a minima obser-
vacao quer accrca 1 dos tenmno do seu pro-
cessado, quer mQosio acerca da conta das
custas, y6 que tae irregularidades nao se
deramin, 6 que esseslexcessos de salaries slo
uma pura fic9lo d'tlgum cerobro MEIRE-
LETICO!...
0 Sr. Dr. Gomos Coimbra estA a ca
valleiro dos malsinajores sem consciencia.
Para terminal. !-
Dos autos consta juo o reclamante aver-
bou de suspeito o j iz de pan na audiencia
do 17 do mez de sitembro do anne trans-
acto. E contando-s* o prazp do 45 dias
do memento em qu a parted averba o juiz
de suspeito, e nilo 4o dia en' que o eseri-
veo da instancia superior fas a autoa9glo
dos autos, come se pretend ex-adverso,
v6-se que de 17 d'ajuelle meo a 3 de no-
vembro, data da cpnclusio, decorrera o
long prazo do 47 dias! !... I
Assim, o despach que nao toma conhe-
cimnt o urnum tal !uspeieaoe cujos autos
forum. apresentados ra do priazo legal per
culposa negligencia d) recursaite, Tenge de
ser acoimado de inju to, ao contrarie dove
ser acatado e respei tdo come urna conse-
quencia logica e ineottavel da clara e ex-
pressa disposiclo da ei.
Come esto, falsos.4 io todos os do mais
fundamentos do famnlso libello do recla-
mante.
Aqui ficecerte de paver exposto o bas-
tante para mostrar qi ao .Jpjusto, seni le-
viano e insensate foi 0 Sr./Nicola/o Duarte,


Em vista d'isto, clare apparece quo a
referida sentenca do supremo tribunal de
Roma coin referencia aos bens da Propa-
qanda Fide, sobre ser injusta, iniqua e sa-
icrilega, e uma offense feita a liberdade de
lrna instituiao cosmopolita, prejudice
enormemente aos christiAos quo vivwm no
'neio dos pag.os e ao mesmo catholicismo,
e offended as garantias do papa, visto coino
elle n'ao pode exereer seu inmunus supreino
de pastor universal e coin plena liberdade,
desde o memento que Ihe tira os miios
para isto absolutamente necessaries.
Per conseguinte, como christlo catholi-
co, eomo missionario apostolico qu. soa,
posse e nao devo deixar de protestar,
0omo protest effectivamente corn todes os s
ieus irmaqos de habito, contra o governor
italiano, e contra a injusta, iniqua e sacri-
lega sentenga, dada pelo tribunal do ap-
pellaao de Roma.
Fr. Venancio Maria de Ferrara,
Missionario e prefeito apostOlico capuchinho,

Se nao as paginas da historic d'esta
provincia, porquo de pouca importancia 6
o papel que n'ella represent este povoado,
mas aos coran@es dos grandes homes, quo
conhecemrn o bern pelo borne, livro que coin
a alma -fade transportar os humibraes da
eternidade, grandes lacunas enche a tor-
roente de virtudes quo dos c6os nos enviou
Deus pela pessoa de seu ministro o Rvm.
Fr. Cassiano de Camachio, mLssionario
aIstolico capuchinho.
Intoernmediario d'esta graea, o Exm. Sr.
bispo diocesano D. Jos6 Pereira da Silva
Barros, testemunha occular das nossas ne-
cessidades, quando em fins do anno passa-
do so dignou de visitar-nos, qual extre-
m so pai que consagra sua vida ao bern
detseus filhos, enviou-nos aquelle emblenma
dae vordade, prototype de virtues, ver
Navios entrados no dia 14
Buenos Ayres 26 dias, barca americana
Will W. Case, do 551 toneladas, equi-
agem 10, capital Thomaz Dcrmtt, en
tstro; a ordem.
Cardiff-44 dias, barca noruoguonse Suc-
cess, de 343 toneladas, equipagem" 10,
qapitlo E. Henriksen, carga carvao ; a
(ompanhia Recife Draynage.
Saitos por escalas -8 dias, vapor inglez
q'agus, de' 1962 toneladas, equipagem
08, commandante D. Spooner, carga
Marios generous, a Adamson Howie & C.
Payaandu par Montevideo'-57 dias, escu-
a national MacahU, de 119 toneladas,
9 uipagem 9, vapitao Porfirio Primo da
osta, carga xarque; a Loyo & Flho.
..Sahidos no msmno dia
Southampton per escalas Vapor inglez
2gs, commandant D. Spooner, carga
v rios generous. c
Ne -York -Barca in a Paraggro, capi-
o David M. Girr, carga assucar.
Po -Barca portugueza Minho, capitol
Jto Pedro Ferreira, carga varies ge-
r.
WeB -Indies-Brigue inglez Innisfail, ca-
pi ao John Matheus, em lastro.
ObaervaQo
Sspendeu do lamarlo para S. Fran-
cisco da California, a galera americana
Jae ot4, corn a mesa carga que
trouse de Baltimore, capital 'Piloto.
VAPORES ESPERADOS
_Pard Id note hoje
oda Europa 1 hoje
P^i do M 1r :,.1'e.,
da Bahia amanhA
od Nw-portdo -e. amah1
f S.e e icr' a dOunl a 18 r
B de New-port-News a 18
ita :&top s 1


Antonio Jos6 ..Pe..oitf ;
porariamente de ieus amigos
desculpa de nalo ter feitopisaoa
video ao atropello da viagem; an
offerece seou limitado prestimo na
Porto.


Declarano
0 abaixo assignado tern o summo prazer de de-
claiar ao respeitavel public que nunca elle east-
ve doudo, por6m, que nao querendo ingulari .
se, e nerm podendo tolerar que no meio de .
gente douda fosse elle o unico de jui edm S
de si para si, que devia tambem so faaerd doe.-
do.
Portanto, n1to foi impellido por outro motive *-
sea apparecimento aa imprensa, dando a luz do
vasto campo da publicidade aquella serie do arti-
gos peraltsticos, verdadeiras loucuras, entree' as
quaes se v6 bern pateute o importantissimo eAe-
eautado discurso do Cosmno do Direito, pronuncia-
do pelo nosso sympathico e distinct Dr. Tobias
Barreto de Menezes.
Outrosim, que aquelles seas escriptos, neom ti-
veram por fim explicar o resultado de um amineno
passe.io em volta do mundo intellectual, nerm tam-
bein justificar as eausas que deram origem a esse
innocent brinco litterario, mas sim, derramar
simplesmente o liquid produoto filtrado do succo
extrahido de certos e determinados telegfranmnwa
disparatados, recebidos da America, e transmittio
dos da Allemanha, fonte de todas estas loucuras.
N. B.-NIo responded a nenhum-insulto que poas-
sa 1he se r dirigido.
Abril-1884.
0 Louco Pe,'mibucaow.
Respondo ao communicado do Biwooulo que o
Cathecisino esti entregue as officines desto Diario
desdc que o proiucto das assignaturas exeedeu de
2/3 do valor approximnado da publicaoio, isto A,
ha muais de um incz, e que por muitos afazeres do
estabelecimnento s6 agora 6 que .se come .- a sun
imnprcsslo. Espero que em dous mezes se con-
clula.
Retcie, 11 de albril de 1884.
A -,nso dc Al'uqterpue Mello.

Oe11Hei0 25 oeiUrOro sexn

fmi llO


Este Collegio funcciona, sob a direceio das
Sras. D. Felicidade Rabcllo da Silva Santos e D.
Amelia Flock de Miranda, no excellent predio
sit.) rua de Gcrvasio Pires n. 83. Alem das-
priinmeiras lettras e trabalhos de agulba, ensina-se.
tamnbfm trancez, portuguez, geographia, arithme-
tica, desenho, inusica, piano, dan~a, flores artifi-
eiaes, e.tc.
Recebem-se alumnas internal, m.-io- p:)nsionis-
tas e externas.


EDITIES

0 Dr. Joaqnimn da Costa Ribeiro, juiz do
direito do civel d'esta cidade do Recife, e
sen ternw, capital d(1a provincial de Per..
nanmbuco, por Sua nlaflestade o Impera.
dor a quent Deus guard, etc.
FaVo saber aos quo o present cdital virh'em e
d'elle noticia tiverem, que por part do Jose Bor-
nardo da Costa c Joaquim Pessoa dos Santos, me
foi dirigida a peti4ao do theor seguinte :
(, Illm. e Exim. Sr. Dr. juiz do civel.-Jose Ber'
nardo da Costa c Joaquim Pcssoa dos Santos, no
arrest promovido contra Sydronio Ignacio do Mel:
lo e Sebastiao Francisco de Mello, escrivio Bor-
gcs Leal, tendo os sapplicantes appcllado da de-
cisAo d'cstc juizo requerem a V. Exc. para mandar
intimal-os pare na primeira destejuizolouvarem-s
e approvaremn louvados quo avaliem a causa: pen!
do revelia. Estando o segundo supplicado em lu-
gar incerto, requerem que seja citado editalmente
nao so para a predita avaliaIto e louvaeo, come
tambemin para todos os demais termnos ulteriores,
sob apena aciina indicada.-E.R.Mc. (Estava sl-
lada corn nina estampilha de 200 rs., inutilisada
pela firma seguinte: -Recife, 8 de fevereiro de
1884.-Dr. Ferrer).
E mais se nao continha em dita peticao na qual
proferio o despacho do theor seguinte :
( Sim, quanto ao primeiro supplicado. Justifi-
que a auseucia do segundo. Recife, 8 de fevereiro
de 1884.-Ribeiro. ,
Certidao:
SCertitico que send n'esta cidade, intimci a
Sydronio Ignacio de Mello a present peti.ae, do
que ficou seiento Dou f6. Recife, 11 de fevereiro
de 1884. -Antonto Carneiro de Albaquaerque, offi-
cial dojuizo. *
E tendo os supplicantes produsido suas teste-
munhas que deposeram acerca do allegadona petio
retro transcript, e tendoo respectivoescrivao feito
stellar e preparar -os. autos, me fel-os conclusos, nos
quaes proferi a sentenca do theor segainte ; -
c Julgo procedente a justificacio da ausencia
para que se faOa por edital a citagio requerida a
fls. 43, corn o praso de 30 dias. Recife, 10 de mar.
9o de 1884.-Joaquia da costaa Ribeiro.A
E mais se nito continha em dita sentenga aqui
copiada, em virtude da qual o escrivIo fez passar
o present edital, polo theor do qual chamo c cito
a Sebasti.o Francisco de Mello, para que compa-
reqa ante este juizo, no praso (de 30 dias, t contar
da data da publieacato (o pr-scite, afiin de louvar
e ver os supplicautes louvarem-se em peritos qu'c
procedure a avalialao di causa, h bem assim para
todos os demais terms do mesnho.
E wara que cheguc ao conliccimento do todos,
amci passar o presented que se i publicado pela
imnprensa e affixado nos luigarec do costume.
Dado e passado n'est.a cidade do Recife, capital
da provincial de Pernambuco, 19 do marco do 1884
Eu, Antonio Borges Lmal, escrivao, subscrevo.
Joaqudm da Costa Ribeiro.


DECLARAfOES


Saita Casa la Mi1oricordliaoflo rodo
Arrenda-se por um a trees annos os armazens
ns. 16 e 18 A rua da Senzalla.velha, A razao de
3601 annuaes cada um ; a tratar na secretaria da,
mesma Sana Casa.
Obraspublicas
De ordem do im. Sr. engenheiro chefe, faqo
public que, em virtude da autorisaqao do Exrm.
Sr. desembargador president da provincia, vai
em praca perante esta repartic.Io, no din 15 do
corrente, ao meio dia, a obra de reparos da ponte
do Varadouro, orcados em 1:008$550.
0 orpamento e condiqSes do contrato acham-so
nesta secretaria para serein examinados polos pre-
tendentes.
Secretaria da regarticao das obras publicas, 1
de abril de 1884. 0 official,
Joilo Joaquim de Siqueira Varejao.

issocianao Comiercial .Unbla

S^Pernambco
Assemblea geral
Sio de novo convidados os senhores socios dea-
ta associaggo a comparecerem a reunilo que dove
ter luMar na sua s6de, As 9 horas da manhi do
dia 14 do corrente, afim de, co o nunmero que Je
reunir, procedsx-se a eleigio da future direor*i,
leitra=do relatorieo presfag dae t*ta 1
Associaao Commercial Agrioola de Pernab-
co, ao 7 de abril d e 84.
0 seqretario,
Antonia Nuoeso F eirn Cimbra.

^ ^-^ 1.


aveuftuado juizos e coiceitos deprimen-
tea da -hon e rput o /d integro magis-
tbado, seul base se "'a forinular tna
Aa e re:L u B a8o >'-0 cniterioso
Siatra), iI*. p-


I.



I


I


7

-I

I


*' t


















P .' ....:.. .


IO I


LVAO DE MAIO A AGOTO DE

CO1PANIIA BE OPEA ITALIANA E BAILADOS


ELENCO DO


884


PESSOAL


ARTISTS DE CANTO
PRMLAS-DONAS SOPRANOS DRAMATICAS DE IDENTICA CATTIGORIA
Adele Tartaglia e Lucia Avalli


SEGUNDA DANA
VITTORIA BACCARINI


Prima-dona, contIralto
AmalialKnubeli


Primeiros tenores de identica cathegoria
LUIGI PARODI E ALFONSO GARULLI
SEGCUNDO TENOR
SPIETRO GAZZONI
Primeiros barytonos de identical cathegoria
tLORENZO RUSSO e GUGLIELMO COMOLETTI
Primeiros baixos de identica cathegoria
EGISTO GALASSI e AGUSTO CASTAGNOLI
Damn comprimaria Tenor comprimario Baixo comp imario
ABIGAILLE DELVA LUIGI MOLTENI LODOVICO FERRARI
24 coristas---homens e senhoras


DIRECTOR MUSICAL E REGENTE -

MAESTRO-LUIGI RICCI
Instructor de cores e pouto

Maestro Nicolas M. Ascolese


Choreographo primeiro bailarino

GABRIELE BRESCIANI
PRIMEIRAS DAN.9ARINAS SEGUNDAS DAN9ARINAS
Adele Martineugo Vittoria Barison
Lucia Corradi Lima Cerutti
Virginia Brunello Teresa Orsenigo
Adele Muggioli Olympia Fioravanzo


OOii=- $-iOlBIPHIS$


ORa, W& EMR S I T A
A orchestra complete conta, alem dos mus;.cos contratados n'esta cidade, os
-seguintes, contratados em Milao :
Segundo regente--rErcole Carletti Primeira flauta--- Enrico Botti
-Chefe dos primeiros violinos---Guido Ceresa Primeiro clarinetto---Davide Oroelli
D segundos --Pietro Nardi Primeiro obo6---Ernesto Casartelli
Primeiro violoncello---Giuseppe Anelli Primeiro piston---Silvestro Vercelli
9 contrabaixo---Cesare Castagna Primeira trompa---Gaetano De Bernardi
Harpista---Sra. Amalia Bini Segunda D ---Salvatore Randazzo

Director de scena Modista director do guarda-roupa Chefe machinista
dGABRIELE BRESCIANI VITTORIA DE BERNARDI ANGELO LORENZETTI
Aderecista e contraregra
PIETRO TASSONI

VESTUARIOS de primeira ordem, manufacturados expressamente para esta
companhia no acreditado estabelecimento de Luigi Zamperoni, fornecedor do Theatro
Scala, Thetro Real, de Turim e Eden-Th6ftre de Paris.'
ADEREOS, MOVEIS e ACCESORIOS, dos mais aperfeigoados systems,
expressamente fabricados pelo conhecido aderecista Giovanni Pogliani, de Milo.
A companhia traz 42 VISTAS NOVAS, pintadas em Milo pelos melhores
scenographos, machine electric e tudo quanto mais A precise para que o apparato
scenico seja rico, grandiose e complete.

ASSIGNATURA
Esta aberta uma assignatura para 24 recitas obrigatorias e durante as quaes
represesentar-se-hio de compromisso as operas seguintes :
Aida, grande opera baile, de Verdi (1V vez em Pernambuco), Belisario, tra-
gedia lyrical, de Donizetti (1a vez em Pernambuco), Ruy Bias, Lucrezia Borgia, Po-
liuto, La Forza del Destine, Norma, Un Ballo in Maschera, seado as outras que se
precisem para completar as recitas, escolhidas, preferindo-se as de maior agrado do
public, do seguinte repertorio da companhia:
S La Favorita, lone, I Masnadieri, Martha, Somnambula, -ErB-nani, Marco Vis-
conti, Trovatore, Anna Bolena, Faust, Linda 3e Chamonnix,.Marino Faliero, Rioletto,
Victtore Pisani, Maria de Rohan, Attila, 7raviata, Luisa Miller, I Due Foscari, Lu-
-cia, La Contessa d'Amalfi, L'Ebreo, Macbeth, Giovanna d'Arco, Barbiere de Siviglia.
mUms


Camarotes de 1 e 2a ordem.................
S de 3a ordem ....................
Cadeiras de la classes e galerias..............
de 2a classe........................
Plateas....................................


256000
18#0"0
4#000
4,000oo
2,#500


No case de haver subvengao da provincial, os pre os ficarao reduzidos na
-forma seguinte


Camarote de 1I ordem........................
S de 2' ordem................ ......,
de 3a ordem .......................
Cadeiras de Ia classes e galerias..............
de 2 classe............ ........
Plateas........... ........... .... ........


S186000
20S00O
15#"00
4#000
2,#000


SOs Srs. assignantes gosarlo sempre do abatimento de 10 */..
A importanmia das assignaturas pagar-se-ha, no seu total, A chegada da
-eompanhia. ^.
S Aos Srs. amignantes que preferirem pagar per partes,,a empress offerece
receber, a motIian de su aignaturaLs, em trees pretaseu, sendo a primeira a
chegada da -'&, a aegunda chpois da pnimira eatreis e a teraeira depois da
dedma recite. t VWo aba'ti d cotude o a ficn rediido d -5 */./9
Pm, i ^ i~tin~tIr, M 6o die 12 do coea te, o S aBigna s
.as. *u l. .- Ih-ima. ..
; '.J~ilAs'"',.


3 3 parte
A mlsto ecolebe "ja ilo gandle podta portu-
10# 1 6 GUERRA JUNQUEIRO:
Pntipe n. 1. JoA)GwdbwertnFernaudes
Lea ro, -ide m iem 8130
Vi,< de Pelotas n.-4, Ma&Wabo J>e Q ijtj I
de Saniat'Auna, mercieiro, U, divislo, 0 1 UiE LfO
idem 55120 Neitada pela actriz D. Rosa Manhonqa.
Imposto do 120rs. por litro do bebidas"
Principe n. 1, Joo Cualberto Fernandea 4V part
Marques, collectado em 400 litros, per a .d. m
quatro mezos 48w0 A magnifiea e engragadissima comedia imitada
Viseonde de Polotas n. 4, Martinho Jo86 do hespanhol:
-do ant'Anna, celleetadoem 300 litres,
la sec*o do Consulado Provincial, 14 de abril k I UR iL IDL E ALLU
del884.--0 aneador
do 1884-0anadorFelinto do Rego. Permonagens
bras Pu*blcas| 'Martmho...................... G. da Silveija
e "gen eolchtes i Bonifacio, provinciano .......... Vieira Villas
De ordem do Illm. Sr. engenheiro chefe direc- Prudencio, amanuense .......... Araujo
tor, fako public que, em virtude da ordem de S. Pasechoal, gallego ............. Tito
Exc. o Sr. desembargador president da provin- Rosalina, sobrinlia de Martmho.. D. Carolina
cias, vai em praca no dia 15 do corrente, ao meim o
dia, a obra'de reparos da ponte dos Arrombados, A aealo passa-se em Lisboa na noite de natal.
orqada em 1:2701405. 0 orcamento e mais con-- PrInclplarr S I/2 horas.
diqoes do contrato se acham nestsa secretaria para
scream examinados pelos pretendentes. 0 beneficiado retirando-se para a Europa por
Secretaria da Repartico das Obras Publicas, todo o mez corrente agradece desde jal a todos os
de abril de 1884. seas amigps e mais pessoas que se dignarem ob-
0 official, sequial-o.
Jodo Joaquim de Siqueira Varejdo. 0 limitado resto de bilhetes a disposico do pu-
De order da Ilma. Camara Municipal, 010 blico desde hoje na bilheteria do theautrio.
convidados os donos dos estabelecimentos das
freguezias do Santo Antonio e Boa-Vista, paras __._____.. .... ........
virem a sec$,( competent rever os pesos, medij -
das e balancas dos mesmos, no proximo mez de ARITIIOS_
abril, sob pena da lei, I ________ iO __
Paco da Camara Municipal do Recife, 31 d4 '
maro de 1884. Companhia Bahlana de Mavega-
Jos6 .Candido de Moraes, a0i a Vapor I
President. Macei6, Penedo, Aracaju, Estancia e
Pedro Gaudiano de Ratis e Sv ilV Bahia
Secretario. vapor
__________________________ 0 vapor
Obras publicas Principe do Grao-Para
De ordem do 1l1m. Sr. engenheiro ehefe di
rector, faeo public que, em virtue da autori Coman te J. F. Teixeira
cao do Exm. Sr. desembargador president d E' esperado dos portos aci-
provincia, vai em praa perante esta reparti"&( ma W o dia 15 do abil e
no din 15 do corrente, ao meio dia, aobra oha at.i 15 d\abrl e
reparos da ponte do Tahyba, em PAo d'Alho, o- regressara para os mesmos,
9ada em 3:1050. 0 orgamento e mais eondioe depois da demora do costu-
do contrato se acham nesta secretaria para sere me.
examinados pelos pretendentes. Pars carga, passages, encommendas e dinheiro
Secretaria da repartiao das obras publicas, a frete tracta-se na
de abril de 84.-0O chefe, AGENCIA
Jale Joaquim de Siqueira VarejAo. 7-.Rua do Vigario 7


C. C.E.


Soir6e.e familiar dulanate em 3 de
maio de 1S94
Pede-se ads senhores socios as suas notas pa a
convitcs, e que procurem os seus ingresses e n
mao do thesoureiro.
Secretaria do Club Commercial Euterpe, 6 e
abril de 1884.-0 Io secretario.
F. J. de Amorim.
Administracdo dos correios de


iDomingos Alves Matheus

CHARGEUIlS REUNIS
Companhia Franeeza de Navega-
cao a Vapor
Linha quinzefiil entire o Havre, Lis-
boa, PernambucO, Bahia, Rio de Janeiro e
Santos
Steamer
I.,T In 1^ T -EAM^__'0%loff Ue0%


Pernambuco vwe ue ernamou1o
Comnmndante Taunay
Em 14 de abril de 18%4 E'esperado da Euro-
Popostas pin at o dia 23 do
Esta repartiAeo recebe propesta atW o dia 14 c eorrente, seguindo de-
de maio proximo par contratar o servio de c(i pmepr ti'is da indispensavel
ducaio de malas nas linhas abaixo mencionad, pdemora snpari. Raa-
durante o vindouro exercicio de 1884-85. hbia, Rio de Jia-
lo do Recife & N. S. do 0' de Goyanna, pass n- neiro e Santos.
do per Iguarassu e Goyanna, de trees em tires dis. Roga-se aos Srs. importadores de carga pelos
20 do Recifc A S. Jose da Croa Grande, pasn- vapores desta linha,queiram apresentar dentro de 6
do pela cidade de S. Agostinhe do Cabo, Ipbju a, dins, a contar do da descarga das alvarengas, qual-
Senhaem, Rio Formoso, Barreiros, de quarto quer reclamacao concernente a volumes, quo por-
quatro dis ventura tenham seguido para os portos do sul, afim
So do Recife A Tacaratul, passando por S. B n- de se poderemdar a tempo as providencias necessa-
to, Alagoinhas, Pedra, Bmuique, do quatro em
qua y,, aZw +#, rias.
E amra o refmrido jpraso a mpanhia Ao so
4o do Recife A Ala A de B'PMo, panda -responsari spor atiavios.
-pnsbilisl o extra--biis.
Bonito, Bebedouo, Altinho, Pesqueira e Cimb s, Recebe carga, encommendas e passageiros, parsa
de quatro em quatro dins. osquaes.temrecelentesaceommoda"es.
S50 do Reeite A ItambiA, passando por Iguaraoisf q CONSIGNATAeRIOS
eGoyanna, de quatro em quatro dias. C N GNATAR
60 do Recife ao Brejo, passando por Limoero, n gusto F. de Oliveira
Bom Jardim, Vertentes, Taquaretinga, Santa s 0
Cruz, de quatro em quatro dias.
7Tdo o ecife A Petrolina, pasando por es- .
queira, Olho d'Agua dos Bredos, Floresta, pa-
brob6, Boa-Vista, de ceeminco em iodias. i 42 RUA DO COMMERCIO -42
8' do Recife A Leopoldina, passando po S. (Entrada pela rua do Torres)
Jose do Egypto, Ingazeira, Afogados de Ingapei-- "
ra, Flores, Triumpho, Villa-Bella, S. Jos61 do COMPANHIA PEBRNAUBUCANA
Belle Monte, de cinco cm cinco dias. DE
9o do Recife A Ouricury, passando por JatbA, DE
Salgueire, Granite, ExA, Ouicemry, decincem Navegaio Costeira poer Vapor
cinco dieas. PORTS DO NORTE
As propostas devem ser apresentadas emi da- Parahybo, Natal, Macdo, Mossorod,
plicata eeir. carta fechad atW as 3 horas da tirde Araaty, Ceard Acaracu e
do reterido din 14, bastando que s6 uma seja sel-
lada, e ambas assiguadas pelo proponente e pelo Camocim
fiador.--O administrador, Segue no dia 19 do cor-
Affonso do Rego Barres. rente o vapor Ipojuca,
commandant Santos,
As 5 horns din tarde.
Arsenal de Guerra |Rcb datarde.
Reeecargaato
ik i da18.
0 conselho economic precise eomprar p4ra a Encommendas, passagens e dmheiro a free at
companhia de aprendizes artifices o seguinte : As 3 horas d' tarde do dia da sahida.
400 metros de alfodiozinho. ESCRIPTORIO
18 ditos de algodio da Bahia. [ Caes da Companhia Pernambrwana n. 12.
132 ditos de algodiao trangado enfestado.
600 ditos de brim pardo. COMPAGNIE DES MESSAGE-
800 botoes braneos parsa calas. RIUE S IARITINiEX
50 pares de chinelas do couro. LINHA MENSAL
100 ditos de meias. paqete
50 ditos de sapatos. 0 paquete
Os proronentes deverao apresentar suas pro- ,-rn "
postas nesta secretaria ,As 11 oWas da main do Orenoque
dia 17 do corrente, seguindo-se a ordem do con- Comme andante Iortemard
selhos anteriores. E' esperado dos
Secretaria do Arsenal de Guerra de Pe namE e port dul no
buco, 14 de abril de 1884. prtos docorre el no
~dia 20 do corrente
Francisco Joaquim de Souza seguindo depoisda
oSecretaeo. demora do costu-
T mATR0 DE>on f\ em me para BOR-
DEA tocandoem
Dakar e Lisboa
sT I1 Faz-se abatilento de 15 per cento em favor das
Sfamnilias compostas de quatro pessoas ao menos e
que pagarem quatro passagens inteiras.
[ IPer excepAo os criados das families que toma-
S| rem bilhetes de pr6a gozam tambem deste abati-
A ,' ~~ "' ,,' mento.
fnO 'rl n 160 O abrl Osvalorespostaes s6 se daoatA o dia 18, pagos
I~ ~ 1 ildll d o 10 a BUQrie eontado.
BENEFIOO Paracaga, passagens, encommendas e dinheiro
TISTA AGEYTE
Guilberme da Silvra AugusteLabille
u in r9--RUA DO COMMERCIO--9
PROGRAMNA DO ESPECTACUL1 Coumpanhia Brastleira de Nave-
1 parte gaieoaVapor
pPORTOS DO NORTE
MmUltu representapao 0 Ovapor
do muito afmado e importantssimao dsao. ana, qu
tanto enthusiamou o iteligtnteublie esta ci- C mo Maria Pessoa
dade na prifteira repreeent&o e qne iM sido Commandante joeo Mari Pasoa
cor on maiorea aplnaoss, ori na do o dntoso ., wl at6 o da 17 do corrente
escrijptr GOMrE 33 intilao e seguira depois da demo-
-empre re-r.s'm ra indisponsavel, para os
1. = I portos do -norte ate Ma-


'- ,
Ol IiiloMn~* a~ n^*'
'.iy |S ^ ^'.- "^ -^ ^rl.'


vii-


naos.
Para carga, pasagens, encommendas e valotes;
tract-" asa agencif
44 RUA DO COMMERCIO- 44

PORTOS DO SUL

; me pr"a
-.- --,- ."..



00-# M...,


*


Vai segir brev, a por Jr-
ramar, que j tm artia.carg egajada, reee-
bend. resto 6 'eto bato. A tractar cem o
conignatario Fr e Rib "ep Pinto GuimaresB,
a rua do Brum n n.
V VOMPAN F 10*NAMBUCANA
DEJ
Navegaio ira Vapor
POR0 DO SUL
Maceio, Pen o, AracajA, Estancia e
Bahia
Oivapor Jacuhype corm-
mandante Silva, se-
guirA no dia 17 do
dl^ /l^-~corrente, as 5 horas da
~tarde.
i-Reeebe carga at6 o
dlin 16.
Encommendas, )assagens e dinheiro a frete ate
As 3 horas da tar e do dia da sahida.
E CRIPTORIO
Caes da Co, panhia Pernambu-
aa na. IS
HamiteSrdaeflaiii schie

Damnpfsechi Tahrts.Gesellschalf
0 PA(qUETE A VAPOR
Co i rrientes


-42
donmancseania pa


Espera-se da Eu-
ropa e portos do
norte no dia 28
Ido corrente, se-
guindo depois da


demora necessarily para
Bahia
SPara passagens frete, etc., tracta-se
agents.
Borstlmann &
RUA]1O VIGARIO N. 3
10 andar


com ofs

C.


- .7)


AGI
Terga-feir
zendas ingl
corn enchada
Quarta-fel
casa de esqu
moron o Sr.
A's 10 hoe
linha Femnai
aos concurre
Quinta feI
mandioca.


,NTE PINTO
15, deve ter lugar o leilalo de fa-
zas avariadas, bemrn come 4 barricas
Ira, 16, o do moveis; louVa e vidros na
ina dos 4 cantos na Capunga em que
P. Fulter.
as e 5 minutes partira o bond da
des Vieira que darA passage gratis
rates.
a, 17, o de 484 saccos corn farinha de


Leilao
de 800 enxadasde 2 e 21i2 libras


Scalxd


)onteido de 4 barricas
Scorn 60 esplngarda


S (refles)


0,aen 0 a tsato
ii,,e F m'i
Hit. eDr. 8.ljtxdjfM tf
4iadocapea e residues, a m
Sr. Dr. promoter do mew. j.&, a p3
predios acima pertencentema nad
Senora do Rosari de Santo Antonio.
Os Srs. pretendentes desde ja poderlo
nar.

Leilao


De fazendas limpas
avariadas


.+~ ,~

A.
0


Terpa-feira 15 do corrente ,
AS 11 HORAS EM PONTO
Ria do( Born Jesus n. 43.
0 agent Pinto levarA a leilao por ordem de d-
versos e por conta e risco de quem pertencer diffe-
rentes volumes corn fazendas avariadas, descarre-
gadas de bordo de diversos vapores, as quaes fa-
zendas serao transportadas da alfandega para o
escriptorio da rua do Borm Jesus n. 43 onde deveri,'
ter lugar dito leilao.
EM CONTINUAAO )
Diversos cartues corn fichis, casacos de l A para
meninas, chales, linhas e uma caixa corn cromos.


PrlmUa-dona soprano ligeiro
larcellina Rastelli


United States & Brasil Mail S. S. C.
S0 VAPOR
Advance
0 Espera-se de New-Port News
ate o dia 18 de abril, seguin-
do ddpois da demora neces-
sariapara
BahiLa Rio de Janeiro
Para carga, passagens, encommendas e valores,
tracta-se corn os?
,AGENTES
Henhy Forster & C.
N. 8 RUADOCOMMERCIO N. 8
i I.'andar
Pelos vapores desta companhia dao-se passa-
gens para LiverIol ao preco de 200 dollars ; o
passageiro dese barcand6 em New-York tern ga-
rantia a passagens para Liverpool quando Ihe ap-
prouver per vap)res de la ordem.
j

COMPAN*IA PEIRNAMBUCANA
S DE
Navegaae Costeira por Vapor
Fernaido de Norouha
Segue no din 16 do
corrente ao meio dia
e vapor Manda hu
commandante Lobo.
Recebe carga at, o
wdia, 15.
Encommenda passagess dinheiros a frete atW
as 10 horas da manha do dia da sahida. -
IESCRIPTORIO
Caes da Conpanhia Pernanmbucana n. 12

ROYAL AIL STEAM PACKET
COMPANY
Grande redlaue&po no* precos dam
i pa8ia~eB

Itinerario
Sahida Soutampton 24 1 9
Chegada Bord'aux .. 4
S Vigd .27
S Lisbjoa 29 13
S. Vcente 19
Pernambuco 10 19 62
Macei6 11 ..
S Bahia 12 2
a Rio de Janeiro 15 25 30
Santos .. 27 2
or Monjtevid&o 21 2 1
Buenos-Ayres 23 4
Sahida Bueios -Ayres 5 15
Montevideo 6 17 7
S Santos 6
S Rio dde Janeiro 24 9
Cbegada Baha 27 12
i Maei6 28
Pernambuco 29 14
S S. icente 20
S Lisboa 11 26
Vio "13
( Southamptn 15 1
SS6.tocar para tomar carvao.
Para passagens, fretes, etc., tracta-se corn os
CONSIGNATARIOS
Adamison Howie & C.
S-Reia do Commerelo-3


LEILOES
'Leib io


*


*r


Em Sites a vonitade -dos compradores De bas movers A I A-
Ter~a-ftIra, 1- do eorrente n n S
A'S 11 HORAS CONSTANDO .
t Pint Uma rica mobilia de O-2 t- "A-
a~et6 PUtO sofa, 2 consolo 1r doBon Jam s. 43 dGu a1do m,1I. ai^%
Po roe o do leMl de fiandas lmp a e ava- Vas onM linda.plant.idadA^S^
riadMu____. ___ n r d aj Dm pma 48 V01% Ml^ .



S~eIMIS -4-Dm mmdq n

^^Nikfltfa dim%^^<*B^i^^ ^ aeI ^ ^
S .. .
.. .... ,- | *
+:~~~ V. ... :.


Agente Biirlamaqui

2 I0ila0 dl ini0 +
Dd sobrado de uniandar i runa &(
Moeda n. 2S
Terca-feira. 1.5 do corrente
Ao meio dia em ponto
NO ARMAZEM DA RUA DO LMPE-
RADOR N. 22
0 agent acima, a. mandado do 1im. e Exm. qr.
Dr. juiz de direito privativo de orphaos e reque-
rimento de Amancio Jose de Fontes Braga, come
tutor de Joaquim Martins Duarte e outros, vende-
rA em leilao o sobrado acima. Os senhores pretn-
dentes desde jA poderao ir examiner o sobrado..

Agente tiirlamaqui

Leilao de predios
Terca-felra, IS ',do corrente, Is
II 1/2 horas
No annizem d ria do Imperadori n. 22
0 agent acima, por mandado do Ihim. e Exm.
Sr. Dr. juiz de direito privativo de orphaos, a re-
querimnento de D. Rita Alves Barbosa, inventa
riante do casal do finado Jose Alves Barbosa, le-
vara a leilao o sobrado de um andar e sotao sob
n. 22, em solo foreiro, no Caes do Capibaribe, e
mais uma casa terrea em armazem, no mesmo Caes
em frente ao dito sobrado n. 22, tambem em solo
Sforeiro, na freguezia da Boa-Vista.
Os senhores pretendentes desde ja poderao exa-
minar os ditos predios.
Leilao
De n novels, loua., vidros e qta-
dros
\Na casa da esguina dos Qutatro Cantos
ina Capunga
A saber :
Uma anobilia corn 1 sofA, 2 consolos, 2 cadeiras
de braos e 12 de guarnicao, 1 mesa redondaI
espelho dourado, jarros para flores, quadros cut
finas gravuras.
Uma cama franceza, 1 guard vestido, 2 lava-
tories, 2 guarnioes e 6 cadeiras.
- Uma mesa de jantar, 1 guard louna, 2 appar-
doures, 1 guard comida, 1 canape, 12 cadeiras,
louca para chi e jantar, cops, calices, garrafis,
trem de cosinha, mesa de engommar, trem de jax-
mdi e outros accessonos de casa de familiar.
Quarta-feira 16 do corrente -
0 engenheiro F. Futter, tendo- de fazer uria
viagem a Europa farA leilao per intervenlao do
agent Pinto, dos moveis e mais objects da casa
de sua residencia, na Capunga.
A's 10 horas e 6 minutes da manha partirai o
trem de Fernandes Vieira, jue darA passage gra-
tis aos concurrentes ao leilao.

Leilao
De moveis, espelhos, quadros, objects de
alabastro, lougas, vidros e obras 4e
ouro
Quarta-feira, 16 do corrente
A's 11 boras
NO ARMAZEM DA RUA DO BOM-JE-
SUS N. 51
Constando de
uma mobilia quasi nova, camas franceza, mar-
quezoes, guarda-vestido, marqueza, consolos. ca-
bides, mesa elastica, aparadores, sofa, cadeir.a,
quadros, espelhos, jarros, figures, lou,a para al-
moco, dita para jantar, 1 bomba grande, diversas
obras de ouro, relogios de prata, ditos de outo,
cadeias de plaquet e muitos outros objects que os-
tarao patentes no acte doJeilao.
POR INTERVEN(AO DO AGENT
Ousmao


Agente Britto

Leilao
De fazendas, miudezas, louna, vidres, mobilias,
piano, moveis, avulsos, relogios de parede, ditos de
prata, ouro e cadeias.
uinta-fON 160 anbril
A's I I horas em poeto
Na rtua do Livramento n. 31

Carmo e Silva

Leilao
No 10 andar do sobrado a ru
do Bom Jesus a. 6
Quinta-feira, 17 do Correnlto
A's 1a 1/2 horams
Urn cofre de fero, prova de fog,, 2 carter
para escniptorio, 1 lcio, 1
1 secretania de mogno, 1 mobilia dejac3 a
cama franceza, quadros, relogios, ospebosjauus
loucas, vidros e muitos outros object etm ei
tee a uma pessoa que se retira da proviac ..
Grande e important
Leila..


..--


F.

2'-'


No
e N(


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. :" .-, .'' "'," '''" ,^ *H ^ RJ
IBpW^i *' ., -. lMHW~
^ '*it~f DC~ea f b nft


d Dets


*, De 484 saccos corn farinha de mandioca
Ea amm ou mas lotes
uinta-feira, 7 do correntle
A's 11 horas
No Forte do Matte Trapche Avila
POR INTERVEN(AO DO AGENT
Pinto

Monte de Soccorro de
Pernamibico


Leilao de joias

A' 18 de abril do corrente
Este cestabclccimento transfer para o dia 18 do
correnre o leilao de joias fixado para 3 do mesmo,
em razAo de existir grande numnero de cautellas
por se liquidar ; e nao querendo o conselho fiscal
sacrificar os interesses dos respectivos mutuarios,
uma vez U(I1 coin a transfereucia nao affect os
do estabeleci mento, taz public que no referidodia
18 do aiwlante se effectuara impreterivelmento o
,leilao, por intcrvenqao do agent Martins, a rua
do Comnmercio, n. 48, as 11 horas da manha, das
joias que uio forem resgatadas, atW a vespera.
Os objects estarabo expostes nos trees dias ante-
riores, .1 apreciaqao dos pretendentes.
Recife, 2 de abril de 1884.
Os objectos estargo expostos nos tres dias ante-
riorcs A aprcciaeao dos pretendentes.
7,133-1 volta de ouro, 1 medallia, 1 trancelim, 1
cruz ouro dc lei.
7,1411-1 ccrrentc e emcdallia, para relogio, ouro
de kli.
. 7,161-1 pulseiia, I medalbilhao e 1 par de briucos,
ouro de lei ; 2 salvas de prata de lei.
.:; 7,176-1 muiedalha, 1 par de broncos e 2 anneis,
ouro de Ioi.
'' 7,209-1 alfinete de ouro corn brilhantes.
S. 7,215-1 par de rozetas de ouro, corn brilhantes.
'1,219-1 traucelim e 1 moedinhlia corn lao, ouro
dc lei.
7261 1 pulseira, 1 alflnete e 1 par de rosetas corn
coral e perolas, ouro de lei.
t. 7264 1 pulseira e 2 anneis ouro de lei.
7,277-1 moedasde ouro com lapoe 1 annol coma
esmeralda.
7,315-11 colheres para sopa e 12 para chia, prata
baixa.
7,327-3 pares de brincos, 1 dito de rozetas e 2
anneis, ouro dc lei; 1 alfinete, 1 par de ro-
zetas e 1 cruz, auto baixo ; 1 salva de
prata.
'7370-1 volta de trancelim, 1 par de brincos, 2
peas de brincos, 1 annel e 1 castAo de figa,
ouro de lei.
7,383-1 botao de ouro, coin brilhantesg
7,385-1 corrente e medalba pars relogio, ouro de
lei.
7117-1 par de brineos, 1 dito. para punhes e I
.. cordio, ouro de lei.
7,434-1 correlate e medalha para relogio, 1 afi-
7,436-1 relogio,. ouro de lei.
7,441--L alfinete eravejado de diamantes.
.*'-- i,447--.1 *par de rosetas corn brilkautes, 1 annel
~ corn 1 dito, 1 pubssira de ouro de lei, 2 de-
daes, 2 peas de pulseiras el annel de
ouro baixo.
.. 7,452-1 relogio de ouro de lei.
--. 2,476-1 par de brincos 1 botao e 3 anneis de
ouro de lei, 1 ilfItete, 1 tordao e 1 cruz:
*'*a ourobaixe.
7,487-1 par de rbaeia de orocorn brilhantes,1
2 pulseiras, 1 alfinete de ouro de lei, 1 c6oco
"prata baixa.
*" 7,492-1 relogio, oturo de lei.
7,496-1 corrente e medalha par relaotgio e I re-
logio, ouro de lei.
7,507-2 .t sancelinI, 1 tlseira .e 2nedlbs a uroI
SdeletI
7,512-1 cruz de ouro corn perolas, 1 fio de ditas
e 1 tranoelim, ouro de lei.
+~ 7,5t8-1 corrente e medalha para relogio, ouro
do ii de lei.
7,549-1 pulseita dfomro de ,e,
> 7,53,-1 ,pulseira, 1 alfinete, 1 cordao, 3 aumeis e
8 botoes, aura de leL
1,56-1 salva, 3 eolheres pare oqpa, aeroz e jp|i-
xe, prata de lei.
7 71.-1 relogio e contas de ouro.
7,574-1 corrente e medalha ;para relogio, ouro
delei.
"::;' 7,578-1 relogio de arao. "
7,584-1 pulaeira e I pbr de bties pars punhosr
ouro de lei.
S..... 7,585-colheres pas s6pa e oha e 3 conchas,
r .:- : prata baixa.
^ 7,586-1 par de rosetas, 1 annel corn brilhantes,
-' *'* dedal de ouro de lei, 2 moedas de ouro em
^ ~boties.'
7,587-1 volta de trancelim, 2 moedinhas, 3 pa-
.... res de roseta. a 1 tetea, ouro de lei.
7,592-1 annel de ouro teoin btilhante e 2 anneis,
"', 1 relogio de nuro de lei.


S7,53-4 aneis de ouro wmn brilhantes.
7,606-1 pulseira de ouro de 1ei.
7,614-1 caixa para rap6, ouro de lei.
S 7,619-1 cordao, uns olhos em oura, 1 rose ta e 1
.b- abotdo de ouro de lei.
7,627-1 relogio de ouro. a
7,62-2 correntes e 1 medalha para relogio, ou-
S-.- ro de leci.
7,631-2 castiaee, de prata de lei.
7,643--1 medalha e 1 par de bnncos, ouro de lei S
'- 7,654-1 relogio de ouro de lei.


MN, e b *i're o ubo
Alnumenawrae ae em Sa0to Ama-
ro, raLegisa. eumt Gem..B. 1, mlito fres-,
ce eravde b don s grades quintat-
ados e a enna d'ugua ; a tratar sna
Jly &h fmnanesVi L 2 2oandar.
Precisa-ae de uma am& parn oosinar; Da
rua do Pires n. 80,
Precisa-se de uram trabalhador livre ou mes-
mo escravo, de bons costumes, apresentande at-
testados de sua conduct& : a tratar na estrada de
ohoFcrnandes Vi eira n. 42.



JIIAS

MIGUEL WOLFF & C.
Participam ao res-
peitavel public, que
continuam ter urm sor-
timento de joias das


mais modernas


e dos


mais apurados gostos.
Compromettem-se
a vender mais barato
do que em outra qual-
quer parte.

lea go MabngaR. 4

LEITE NATURAL
(SEIVA)
DE

ALVELOZ
CONSERVADO LIQUID SEM ALTERAR-SE
0 ALVELOZ, plant da afamilia das euphor-
biaceas, que habitat os nossos sertoes, 6 hoje reco-
nhecido como urn verdadeiro especifico para des-
truir os epitheliomas on canvroidos, factando a
renova~ao dos tecidos atacados, e trazendo annal
i uma cura complete, sem ontro tractamento que a
I applicagao topic de sua seiva (vulgarmente leite)
como caustico.
So uunmeros easoe de oura, algaun dos
quakes ja levamos ao eonhecimento do public, em
diversas publicacoes, polo illustrado clinic desta
capital, o St. Dr. Alcibiades Vedlloro, e options oe-
sultades tambem foram obtidoes hs feridas e nas
uleeras chronicas de earacter sypHlftieas.
Recebemos do interior da provincia, (do Brejo
da Madre de Deus) de pessoa de confiapqa e en-
tendida,a. seivaou lite de'alveloz; portanto, po-
demos garantir que 6 odlhida da verdadeira plan-
.4a a qu e exposes A vendw, eonaervada de mode a
nao soffrer alteraoao, e corn a neeessaria fluidez
para facilitar a u applioaxo corn seguan"a de'
-lv~zrre-utftssu.--- -- ---* -.v
DEPOSIT GRAL
iiaimaida e dregria de Bar.

34, Rua larga do RoAuio-Pernambuco

tin salk& mn0odas
13 Rua da AM'eM, 1.* andar
Grandes e variades sortimentos de ohapeos en-
feitados, para senhoras e meninas.
Vestidos a Aceord&ens
Corps a Jersey
Casacos a Fedrta
Dito a 0116t
Colier a PFedora
T)ito a Jobot
Dito a Sarah
Cola Officier
Espartilhos a Sultana
Dito para MIeninas
Fitas Ottoaen e setim
Dita Bettlm e veludo.
Plumas e egrettas de diversas qualidades e co-
res.
Flores para chapeos e vegtidos.
1icos de todas as qualidades.
Meias de cores para senhoras e iten*maa.
Pentes e grampos para cabello.
'Vestidos e gola para meninas.

AMA
Precisa-se de uma ama de eesinah, paM casa
de pouesa familiar ; na rua 7 de o eaabro 0b, 10.
Ii. Audh 3a hii im
residents em Lisbon, aehandoe-e viva, deseja
tor em sua companhia, para administrar seus
hens, a j~eu psi Jasel quir deJ~suise~ Bi~rst,
o qual veto para Penambuee 9ao anna de 1858.
Tendo deixado-a em tears idade nunca mains e-
rebeu noticias suas, apesar de tea senmpre praeu-
fade por pessoas que ,o conhecerarn em Lisboa.
Roga pois a bondade de quern iouber o lugar
ende elle reside de obseqtiosauente informar aos
Srs. Joseph Krause & C., negoeiantes desta
piaca.


I 2 *. ~- >~2 *,** -


k-- ..7 do:e


^- e amamriptoriora m. da areda
* n. 28, 1 andar


iafra~ *Apolgo n. 30, lo andar.


0 abaixo asuignad o partieip% ab commercio que
deude o dia 7 do corrente deixou de ser caixeiro
do Sr. Manoel Antonio Gomes. Recife, 10 de
abril de 186M.
Jeronymo Bruno.

MOLESTIAS



SAsma, Cafarro
U C OV*RA. CMMIT|.k
COM 0 ebMPflRGO DOB
Granules Antim"oniaes
I' PAPILLAUD
I. I tfto lveavl da Ace-nda Mdo-e ba Pofte
IPM 1evalos ia Juta do Hygientidosrm11.
C eve-so exigir scbre cada Frasco os nomes do
& Ma ft L. ZAfILLA.
Ph'a E. MOUSNIER, em SAUJOH (Franca).
: SBPO6IT0S NAS) P~7"Vf.!PA.ES MIIARNMACIAS.


U MELHiOi

AZEITE DOCEt


ue, 1
a mmto!

TROnt


Tern
to de p
ras, ch
tUMi


I para facos.


Prep

ra nluto e


Modieiidade, preste-
zae perfmito.
Esquiia da rua de
Santo Aoiaro.


^ '*.W r-'Tr'KH K. -
AabftoWUKdo PEPofA
IV 'Emuito abut rIaa focM .
tar m~ lo estomago, e regalwim
digetlAo, .acnoaedm. faft ecer, autrii
d4 doeost. -
~h .Ba4. m'du d PtF 0. ao
W mu de=msMtea a effi,'aia doYdIN3
DE PPWWsBbL DU 6SM BB; na a
FpolHibldado em aUestaaos deo
Stadium _uis ctMLo, e ao a q pn.
Mohtmr carta so
Sconsecidoe a2polo mumis uAinda
DimeoD'JuIiakaor-Dfir11r~Ma:
8eS~lis,aa~de.Uw.ode488.
TeAo o gosto de ob maeimaatar aa.-
dtiftaff qua Uwe am a a Peptona, pelos
b ins resultados qut con ella aicancel mos
elms gnrwe eM ane a t abo eapregio.
a Iepea = q ;&ddo o e doetrat umn e la .
mago cansai, doente ou eom nAs d4'ss.4
,tles, a .naa preparaao allivkA o
.daente, melhorande-lhe as funcCes digesti.
vs% w mRn a munlheres idosu, ent-a
anemicase meios rachiUteos devoem aa
saude ao ut. da Peptona. Per imso 6que
consider co& urm verdadei-o ever o re-
commendal- k os meus doentes n'uW grande
numero de casts.
.* Teahopratiado omon medico prat.eodik.
[nte o s annos de 831 a 1860, period em
.que a necessidade de digerir on alimentos,
,Iminediatamente emunumidos -a meno s in-
ptriosa do que hoje; entlo as constituigls
.ram mais rigorosas, anguineas, energiaS
pe dotadas d'um robusto apbetita. vorecidas
p or uma grande abundancia de aucces gas'
trieo ae provocava a prompt transforma-
g fio os alimentoes mai s refractarios.
S Hje, por6m, jt iqueos estomagos doebil-.
tads, carecem do enorgia, 6 coaovelnroS
lannar mao de todas as subiMancias 3e fa-,
=cilitam a digestio, como, pr ezempla, de'
'sua Pancreatina.
v 0 preceito de hygiene nmais importante,
[iordm mais desprezado 4 este : Gsfor.
Smuito peaa raparar muoR. E a o s eso-
gredo da saude, e durante muito tempo oim,
mens esturfis tiveram ste ammnut. p- or'
[principal objeeto; alh d'iMOe, a miunha -'
:tuaf.o de medico na Repaitigio de BenefS-'
*cencia d'exta cidade, em lque os ,tscrofulosoas,
.e iymphaticos abundam fora de mnedida me.
Spermittem famer mui't"felizes vpplicag6es
de seus excellRote s produtos
Acha-se o deposit de tao valiko 'aedl.
ceam ote ,asPhamacias a Droguiu d'essa'
[cdade. Epreceio cui'dar em recoioecel-o"
e WnU aeeitr as imiteb e g. enaio qu
sMaike-wdadelroVEN b I~Wf'B


vs


'Ar ODAS 0 USOS '
Purgante nas Familias


DEPOSIT GERAL
I 3--lua PrineIrode6MarFc-18
-." !, .1,! eiro


Unico a2.cute en Pcrnambuco
AD.AHION IIOWIE t C.
N.---3 Rua do C'ommercio-N.-3
venda em todoas as boticas e drng'arIa.


UJs itb;aixo a4-ir:,i:ilos participai, a.,. m-
Smercioe a ,tuern m i, r.i P -.4;i I,-,a, q ttv em dis-
5olviil,) ainiii avc: lm entj e ,['I .'*i|!I. iI ,a,',.., ir o, a
'-e .ic-lah -, ,-i ,o -yra.l\', A s i, : iirnma ,i.'Nt,.,.s &
i S'. It.r, em iT palarir :1 ;i: r:.-t:' -:4rei.t.( '"., Zosarie
... 'i ii i 'Vr I i4
luc o .s a ,, ;t ,:r' ', ', ,. I i t
As,.'io [i-, : :nV[V ? isS
- ; 1 der,,a V
d o i ;, 1 1 a. ... 1.'.' '.).
*-li, I ...;. -
; .1. '; -- -. i *<1 ')
\ w^ 'w


Al-s ON)O0


tecipadamentoe a_.r:t,,c:Q '1 ,01,t- .-.,. .. ,,.. .?J" U i t -I iTlliiU
assistirem a esse rd.] rig;.iot) act). ^71J^i1J, OM U U
Joaqui, rantl'co a6i!?^^ 1 0 T___ _1 T_ 1 _
Jons.^Joaqi l. Di4is,brnarflo rd.n f p AiL- 1 6VYJRuP .. do CabugA-16
Jos, Lopes AlheiroiSobiInho. (.,'o.- I'.I,, i- ...: o .i .I seus
dolorons., sentimento Dplo,) ,. ,ai: ,to ,!,: m' l I n -r .- 1 j rT ^ i .
pre chorad pai o iv.. J l.'t. 1'tinn .. ...' 'i: tul''- :' .' : ', lrc
em P,.,rrtug:l. cony.,i.'ii a to.Ilos os ',u v par,'-c:t 2se Lt rlt, : 2 't ,*. .. *.,,te ,,) Y .)
e amigospa pa-;a : i. ti-n,,..,, as mis, a.s ,- a l,. ; .. ; I 326,
celebrar por tsuna al a na reatriz dle'S;into A 1t.- 31 ,_, ... ui- I
nio, iiuarta-lfira l .l,, eorn-tit,. .".1:,, 11 2 Ih,,ras onvida 'i- a vi -
da nmanlh;, e edesdo j ant .-ij.,ia ; i, -,td.'Pk? 6 ilo a VIrP: .oee
todos aquelles ique ti urestarem a e.e a;-Ito d ber soti lc:.'.-.t, al."-i.n.
caridad- .`i Achv.nm-,e a vei... ol s vcnturoso.s bidhe-
teS garan-'" .-s d P-,tpria n... emni bnetficio
Jos6 Antonio Piro Junior e seus irmelos M,- da irJn.uh-,ll.- .I ,.. 1.i..,:,-'Tl, Irnz
noel Antonio Pilrjo.e Francisco de AzevCdo. Pil- Ide S. JO ," ., > ....t'l *in:. .sc (-::t;'2ahiri na


D C .rao, tenuo recebDido:a Jintausta noticia do possa-
D JA PA*0 mento em Portugal dc seu muito presado e extre-
SImoso pai, Jose Antohio Pilrao, convidam aos seus
parents e amigos para assistirem as missas que
1 DOPA mandam resar polo Oeu eterno repouso, na matriz
I AdA _de Santo Autonio, ho dia 17 do e'orrente, As 7
S uCdhoras da manha ; e desde ja do intimo d'alma
agradecem a todos 4ulequees que eomparecerem a
R esse acto de religia.o e caridade.
irfumistas .
ARZ8
"4" AASA[iITUNiA

flares do Pirus oC L l A F AO IT
e suas proprie- AOS 4i0A0
cosmeticos mais X M! lIV
dpr toda 'a i MBSTL S HfNTID0

,rfume delicioso,3 Bua Primeir de Imnro 2 n, 25
iesapparftcer a0 0 abaixo assignado tend vendido nos
cencias da pellet. acu afortunados bilhetes dous m ioe n.
T-.... -2584 corn a sore Ide 4:000-, dous quartos
-=- ......... :n~. 2940 corn a sotte de 2O0000, o intei-
iJM~leirei ,Ji ^ ro n. 1440 com a sort de 100-, dous
imeios de n., 2811 Olom a sort de 100-) e ou-
!n *T tras sortes de 325 164000 e 85000, da
loteria (28.), quel se acabou, de extrahir,
convida aos possuidores A virem receber
ua conformidade d costume sem desconto
P142PARAMOOM 01o TB30 Acham-se 4 ven a os seus afortunados
. Vft' Perfufiista bilhetes garantidos da 2.1 part das loterias
40 1-. Pai&. 0, PAt w a beneficio da igreja de Santa Cecilia da
--" .- ^' --- matriz de S. Jos 9.), que so extrahirA
^-na quina-feira, 17 ao corrente.
PRIECOS


I Inteiro I 4000
Meio 2-5000
Quarto 1-000
C4m qMantldade maior de 10o
Inteiro 3-5500
Meio 1,750
Quato 75
Mano4l Martins 'iusa.


CA AffOQUIJ
Aos 4:OOOW


Itua do Baro da Victoria n. 40
e casas d L costume
0 abaixo assignido acaba de vender
em seus felizes bilhotes dous quartos den.
2,940 corn a sorte d 200.000, e diversos
premios de 32-0X, 16e000 e 8#000.
O0 mesmo abaixo issignado convida aos
possuidores Ai virem receber.r na conformi-
dade do costume, seia desconto algum.
Achamn-se A ven4a os felizes bilbetes
Sgarantidos da 2.1 pa4te das loterias a be-
neficio da ig-reja de Santa Cecilia da Ma-
triz de S. Jos6 (29.1)) que se extrahira na
quinta-feira, 17 do cdrrente.
?REIC-08
Inteiro 4.000
Meio 25000
Quarto i 1000
Em porVia de 100o000 para
Inteiro 36500
1Meio 175750
Quarto ,5875
Joao JWmq!4n da Costa Leite.


quiui ta. ."'. '. c' ,'u.,
PRECOS
Intehro 4:000
Mejo 2:000
Quarto 1:~00
Send quantidade superior
a 100:000
Intero 3:500
Mllelo 1:,0
Quarto S91
./o,',,V.';,, Pircs dt Silva.

Chaves perdidas
Perdeu-se uma argola coin cha'vc. equenas, na
run do Marquez de Olinda cm frcnte a,) deposit
da fabrics Apollo ; roga-so 1e-isoa q(I, as tiver
achado o favor de entregal-as no inesmo deposito
que era reeomnpensada.

Curso de franeez
Mr. Milliet continaia o curso theorico e pratico
da lingua franceza, encetado nPotn Sr. Pantin, qne
retirou-se ultirmbnente para Europa ; ua ra do
Cabugi' n. 16, 2' andar.

Ama
Precisa-se de an.. aa $ naru,' ) .I' runim
numero 12.

Vende-se
umra porcao de telhas de vidro mais baranto jue
nas lojas de lou,.a ; na mrn Primeiro de Marco n.
18, loja de offichi de alfaLite.
Armadio
Vende-se u ma armaci.o de atmarello de raiz,
modelo ferradmuit ; na rua do mtnerador n. 30.


Criado
Na rua do Livramento n. 32, so precise de um
tmnino de 12 l 14 annos pam erimdo de loja.


Precisa-se de uma arma para todo servio do-
mestico de umna ,-ia dc faumilia coraposta de duas
pessoas; a trh-atar na rua do Queimado n. 111.


Precisa-se de ura ama para o servi.o intern
de uma casa de pequena familia ; na rua de Sans
Thereza n. 27.
.Aluga-se a loja da ma de Losmae Va-
lentinas n. 55, de aluguel de 15. 00 por
mez, a tratar na rua do Barao da Victoria
n. 14, loja.
Prwma-se de uama aa de idade para cosi-
nhar e ensaboar : no largo da Santa C-uz nu-
ttsro 16.
Precisa-se dc ura cosinheira e de uma
criada pars aengommar; na run nova dc Santa
Rita n. 43, 1* andar, casa de familiar.


o Azeite cioue virgom
extrahido a frio
3.A. CASA.


micliel&Lq es
4 Vence, perlo Nice (Franca)
e9n1e-se en todas as cazas
b oseccos e mothados do BRA fit
EXIGIR 0 ROTULO

MICHEL & LOQUES


Leilao


ktr6 Fe a, i
%.lia M ..A


bqm sortimen-
raos, casemni-
iviot, elasti eo-
lm e merio's


ram ternos pa-
in 12 horas.


I
















V. ~
~.*75


Sd tli-tae Mounda- o tr meno sem tor do eialka
f rot. 1 la syphlila, ftec ~ m1I ln l fiuniet-| -licimm>n= b i'mn
UT~iimsostb[lodftrf^8es OB fogizlnbSprOttutoa ao*.#MZ.axc:
IHMIwlmFbJiw t* T"NC8 1113141M .t
6Mb.ra a OBambttss. G lg, DoIs mmftf t
UtrE SEDIThO =i ,ilvo RETO lE PTASSi
*taftftw Mlmti. fM* DarnlDeIan. -s-: l-nam Cofm *am a 4ir at
6s rna-aeu-awma a.a

9es& wa t9f ngwial fwa"d
.Pas. J.-P. LASTI2E e PhCrmacaut,"
-. A,: ir.? L.tfoIsA s r-PALr tr, A


D. Hnrinnnan Victoria auj&
e J,,se .1 ari:i ,.1. A id h.- .!.,i. '-.. .im ;, r c, ilha-
irnda.am rear !:t i ,' : ,.',, t ,r., a i i:, :, *'\Iia
17 tdo COIT ;'U[ -. ,* I t ,u .,,,.' ;. :t 'i
alma tle t!.tt i ;. ii, ."L..1 CL I ".
, i n d .1.1 ,~' _".'~,: i ; -%.! 2." : ,. I, '.L. C .L', ,, I .
M a nir- na \'iCtorii L)b-> ('.-ri, "' t..l.;, im
Lisboa no lia 17 de mIar. I.i'ox.imo r;:.-, 1,. An-


-. ...
;-"': _


S


I


f
























a. P r '. V
A^ P60joift- unftai ]^ Ve
N^'g*^*^"11"ia a kratar ua rua dotjt 9stiaea~a ^w o 3wxad a^enie oem as *
qe n. ,e as a" homito qua tlan
ning. a umnWjado a n. a V
il^SlS^-aft ~ ~ ~ 4ft *if liW&OMimaAL1'~lt4:a ft 0.,i qufism
-'SO gommne ,Ditas muitobofta, com rn a lam s e
.P' e ; ma a Dra D Caas4 streitas, u.9vado
Spgers ite s & l fdo A rradOes pUrS
vestidos, taedo de tod.. sores, a s -
Sado 640
"i: Merln6& d urns 86 enr, tendo o& todas a
fasal$ wda -gstcvaa50
P'gEm t 1 =a am pMeoinnl Alpacas lsas, tendo dotodo ssoes S
aprava do Code d'Eu n.10. bmue propoda par vestid .e
A IA l Dkt roupas d a rianuas, de 440 k, 500a 60'
se Cretoas com barna, seudo cla. o eesuras
&inedo andar da rus eostrass& do B5rii n. 3f, iPie*m aIae i eyls &
. "';tansa ttatar ma ru m ru Im. pratrix n ri..pan V"tl, O&k6o.# 9 rt p# do
prineiro.andar.. e eovad a 360,40 0e'" 50
MN i Chitab, grande sertimento do chitas clara
SiY .UsIi e -uras, de cores fiaz, de 200, 240 at6 400
Na, mr do & o n. 122, se preparamn vesti- as s l adai s maipo ua
dos de todas as qudades per figunrmos, garan- o. cndoe merado 60 d0hoim u-
Usep pdI-.r d0--9"&dinhos, co.-ado 600
-Soe putidaa e D P Baptisteos om delicados desenhos miudi-
L rnhos e opuanbas, assim como lisas 200
e'1 CambraiaBbranca tapadas etrasparenates
mma grande casa terrea na travessa de ant'Au- eornm 8 jardas a peg s0ow
iaa T(Pe udo 'iea); a traftr corn mfia Gni- Ditas mimito innas, tanto tapadas como
e d na do C auro .n. 5, f transparentes, teMdolOjards cadapwa
do nrcin. 5&a41O________w a49,500,5 e Std 73000
Eperti llie' muitoo mdermnos pera senhoras 5*0M0
W mA f -Ditos mmito ben feitos para mmajj 46000
VItAS Chales, grande sortimento de chales, tsnto
-de l como de gorgorao e casemira, de
Armayao cnvidra ada 25,35, at6 "800
De todad estas faeAeda so dAo amostras corn
Vende-se parte da existente na loja n. 48 A da penhor, na loja dos barateiros da Boa-Vifta, es-
-am do Baro da Victoria, por barato 6e"o. quina do becco dos Ferreiros.
Bri R Casemiras de res
MUM flHit yolklt Be2:000atd:000Orsq
Vende-se o engenho Mascatinho, sito na fre-e T:0 at* 6 00 r,
,giia de Una, comarca do Rio Formoso, movido 0Hl M l a
por agua, moento corrente, corn fabriea, boiada, U p U 111
c.fu e sa&24,; a tcatar no memo angenho. 0 Alheiro & Silva. I rua da Imperatriz n. 40, temn
enotivo da.venda 6 o. proprietario por molestia nao um immense sortimento de casemira de cores,
powder eontinuar. tanto claras eomo escuras, que vendem a 2*000,
..... 24500, atW 63 o covado, e das mesmas mandam
Drogar a fazer qualquer peea d'obra oun costumes, por pre-
r g6 iacos muito ratoaveis, assim como tern tambem um
Paria Sobrinho & C, draguistas por atacado, explendido sortimento de casemiras e pannos pro-
Srua do. Marquez de Olinda n. 41. tos at( ao mais fino sedA que vetn ao mereado, e
S"....... .....d.. dos mesmoe tambem se encarregam de mandnr
[A na Aa fazer qualquer peca de roupa I vonta e do fre-
U tV guez e corn toda a perfeicAo e presteza : isto ea
a loja'dos barateiros da Boa-Vista, na esquina de
Matheus Aaustin & C., A ma do Commercio n. beeco dos Ferreiros.
18, teem para vender madeira de pinho de re-

3 X 12AVISO
3 X 19
4X9
4 12 X 9 Adamson Howie & C. ten para vender:
Em lots a vontade does compradores. Preeos Vinho do Porto fino, em caixae e barris.
modicos. Whiskey Donvfille verdadeiro.
S~- Tinta de impressao, boa qualidade.
irastes Brin: de Marshall verdadeiros, de todos es nume-
roe.
A' rua do Imperador n. 16 eomnpra-se, vende-se, Remedios de Ayer.
aga-s e trea-.e novos e usad&,. 3-RIUA DO COMMERCIO-3 i


w1 A r^< r^1lk^^s~mt w@
'CI 4L~
m aplarpgasdew3Varaaawt*1 ~0

V + .... T I .p._......ftoaadcoi eano, fazenda muio
fafino. ide e encoa de 73 4015O40 ,4 0par.,


UlfB~~lin Bg UttftpM p Uo p^~l^ LCTaD en96e lse toallias de



Os terroa situadosa n rua do C da Bos- t.ictivo para a infa e dsct medi- da mdm I m ed o a 2r000
*Vista: A fractar Ha ~a do Maf0do diyeus .3. cos do iBrasil da EHIwOp. remiiewaim QC.gueui ywe as para liieinse to&.
Ar do 1p. PER1CHS a m&nOIr n'estel u eo cia, sendo o,0feda z w auto
*Vef-lre Of arnei- genero. 'por 1 v
Deve-se pois efitar c a i tmo Da corn O on e varae a 76 ea
Ult-OC u"az peasaa .atr~uab& e deo eemportfmento vaa. a 0
um impmrtaute sitiouito porte 4 eidad, bcgg DP0 couthecido m ~ujia v cerca co parcrda ap p roaa moW tia. mesa, tendo 8 P amlnos de largura, me-
eercao de l i s ae pqueiros de ecto e m0 Ved-. e ar vr f e Isto na loja daeqauina do becc doa Ferreiros.
woa dvantu e 5 o 87. &-RUADOIMPERADOR 55 Aoe a n n !WYra
55 Aippell4 aD hello sexo

Corpe--^ent-27.-- E~ecjme dd m wia1 epw de te P de
^/fk~.IAJIo.Prealie E' bern provav< ljaz chegasse a tempo. OP.-.
-A"i"- dro AA-a fun aes & C d ejando& sepre quo as Exmaasc
Samantes do chic, ao deixassem de fazer un vesti-
urna commenda da ordemda iasa lad no escriptorio Dte n.A0 i B lmtB d.o preto bernd ei tado, pela falta de bonitas fran-
do D.ari, se dira. i t w 1 IiUI ias e linas pa menterie, grinalda, enfeito mo-
-_____________t_,___a_____e_______es_ R id derno e de apura o gosto, at hoje pouco conheeido
I ~ estdesapparece a ncessida- Cste mercado; eem a satiefao de prevenir ao
d D se .s pal ot de sedA brim alpaca, sexo amavel! qu acabam de receber os enfeites
LboM uu *I esne o .obretudoencam, eos mel s ima indicados. Outrosim, communicam, que
0 Pedro Anttmes & C. recebaram novas e fres- e is baxatoa s5o os do Palacio de Industriae esB sempre venm per preos resumidos, per ser
cas, o tempo proprio ; na rua Duque de ax a do Barao da Victoria n. a s45.ua omessa ao aerosexo. Ao 6d -ua
i4 93, Nova Esiexanta. I E do Palcaio de Industria, d rua do Ba- do Daque de Caxias.-Nova Esperanca.
o--^--.^,,.-.. i..-.,-- A. rdo da yioytortn. 45; petiJee e sens compe-: Ciii n w At
Notva mesbla dpe P- .T^ -+ 't^ SONma
Nova niachiea d. e y aodeunfreguez, indagando sejacche&,a- Asrmeias de sej la de cores pra as interessantes
lr donos aUne0tenapalao ste de 6 a 14 am8os, e brancas para senhora,
ma ea di ai& per dou freguezes q a
DenoUml, u da Auora djam saber em quato importa eada terno as 0 pedro Antun4s.-63 rua do Duque doe Caias.
Estoa em exposico rua do Barao da Victoria vas obonitas casamiras, chegadas ultimamente R m '1 ntInua'ao
n. 3 lca de Antonio Pedro de Souza Soares & para este palacio ; podem apparecer para dare WW
C., a nova maehina ; cose eo'm dous carreteis de s medidas e escolherem os padres, e em quanto 0 Pedro Antunfes & C. tambem acaba de reee-
linha, podendo ser de 500 jardas cada umn, e OLprmeacoin certeza chegarao a urn aecordo. her bonitos bicos |retos de seda coln vidrilhos, sor-
f6rma os dous pospontos como se fesse die lanca- ma dita assignada por grande nuwiero de timento, largo e ostreito. 63-Rua Duque de Ca-
deira, 6 de grande vantage. No mesmo estabe- Crantcias de 3 a 12 annos de idade, pedindo para xias. o
lecimento tern censtantemente um grande sorti- que no haja alterao no models dos vistua- T r
mentor das melhores machines de costura de todos ris de casemira que sempre recebe este palacio ; c dam ir a
os f.incipaea fabrieantes, e vendem em porpo e a Bet a attendidas, mesmo orrque os models a r csque o aen d areb o era-
d sq uo Dos cintos mo4Penos que recebeu i Pedro An -
rotaho sempre per preeo muato mazoavYia; a BC referem rso os que geralmente mais tern agram- tes & C. 63---Rua do7Dunue do Caxias--Nova
rua do Barao do Vitoria n. 30. idaI o. Escre ;
Jia dita de mn outro freguez quo deseja sa-m 'Esperanaa.d
fla plea1 de quanto custa urn paletot, caima e college de Ip a 10 'm o l3rin d d Qoft
UV .t .*oy ^I~t~ caemW #,doeorM; depende da escoiha, visto lhaver1 B iuullpU IPlUIJIU 110 reserl
HrE iiU pl eU er ded e 355 at. 505 o termno. Os tereosersiosaios, quern vende? 0 Pedro An-
Educan ma dita assignada por giande numcrodeen fre- tames & C., e est vendendo muito por ser tempo
Intellectual, moral e physica, vermal da ultima guzesque desejam sab er se realmente as roupas de quaresma. 63-Ru do Duque de Caxias.
CU9 ovpados neste palaeio tern o abatimento do ued RaOVOS
edio ingleza, por Emygdio de Oliveira, corun 0per cent. Vaidd em ccd p% he a a m-
prefaCiom 3 0_de Ricardo do Almeida Jorge, 1 volume to ha mais duvida sobre isto, pois desae ja- Varedaeher P aedr o ant re&C 6h-menacaa do ii
i A Ca de Liopardo Seretara do Peees uo doe Caas.-hdva Fperan
N a eti-do eorrente anno quo todos as r e eieeer o Pedro cnues .6raa do Du-
~ a~a IlL' EiU~UjJGIUV mas dovas rao ed ePnt qa c rLuvas fdes6a 1 pellas,e branca, preta e deora

Portugal e a Inglaterra perante o trafie de deabril de 84. icoriaoa.^ & C .6R
escravos (Questao Jacob Brigth) 1 vol. corn o re- ab--pr---Pd do r oque do Caxass.
tlato de major de 4lne linan, lI W500. Eqs s abe anto ta -cad&si er-o --
Obras political de L6on Gambetta, prefaoiadas e b u voa d Ei na
e traduzidas dr Emygdio de Oliveira : u r s &
I Cartas e disersos. 1 II process do baido imperio. Baro da Victorian. 45, rma indo e variado sor- 0 M rzeo sElegaite reedeu o que ha de r aia
III 0 Plebiscito e o Poder Constitninte. tiniento de caseonras de cores, proprias" paraa Undo em fleres de ores e pretax, e esta vendeado
A' venda na livaria franceza, rua Prieiro de e o invernoa n doB o da Victoriaio muito barato; na rua do Barao da Victoria nu-
SMarco n. 9 ., nauo 45. 'mero 12.


N. 40-


Iiej


BOA-VISTA&
VENDEM
Otak" dm uw qub%, pedbio me a *I).
SroWNuito be d" at s. e famemisI
nao desbota a 2500 e -
Ditas de cazdmirs de liskno equae.
drinhos, i&sends muito boa e pe %
lava, a
DitaU do cemir pre*taUeda malt
boa, di 65500 at
Paletots de cazemira muito boa, lisa ede
liHatrinhas, a
Ditos da mema fazemnda forrades, a
Ditos de cazemiras escuras, bastante en-
corpadas, a
Ditos da mesma fazenda fomados e mui-
tos bem feitos a
Ditoe do eosemra assetinda a
Ditos de fiama azul, sendo fasenda qu
nia desbota a
.Ditos de cazemira preta de cordio e
diagonal, sendo muito bem feitos a
lO0*O e


w


16900
8-



106009
5*500
69M0

12-oO-


Seroulas de greguela, sendo muito bemrn
feitas a 1200 e 15600
Colletinhos para dentro, da mesma faaeu-
d a S00 e 1500
Assim como um grande sortimento de camiji
brameas para homens, tant6 de libo eomo de a-.
gum quese vendem por preco muito ruoaveL
STudo isto 6 corn grande reduccAo em preo, a
loeja da esquina do becco dos Ferreiros.

Flanella azul
a i 4OO
A' rua da Imperatriz n. 40, loja do Bara-
teiros da Boa-Vista
Vende-se superior flanella azul d'uma s6 largu-
ra, sendo americana e today de lU, fazenda muito
leve, propria para calqas, palit6ts e colletes, pelo
barato pre"o de 14400 o eovado, ou maadm-w
fazer costumes da mesma, sendo palitdt saeeo a
353000 e de frak 40000, 6 grande pechiAa: A
loja da esquina do becco dos Ferreiros.
Espartilhos
a 44 e S.,50
Na loja da rua da Imperatriz n. 40 veadl-be
muitos bonds espartilhos paia senhoras, a 55l;
e ditos para mcninas a 4W000, assim como u be-
nito sortimento de fichus a 35000, isto na loj da
esquina do becco dos Ferreiros.
Merin6s pretos
al#0oo03,14OO. 0oo0 e -500
Os Barateiros da Boa-Vista, A rua da Imperatris
n. 40 tern uan grande sortimento de merinos pretoo
para vestidos que vendem de 1120) at( 23200,
sendo muito boa fazeuda, assim como ditos encor-
pados para roupas de homes c meninos que veo-
dem muito berato na loja da esquina do beceo do#
Ferreiros.
SI l 160Ifols
Os Barateicos da B40-Vista veadem muito bo-
nitos linhos de urna s6 eer e de listrinhas a
vestidos, sendo a 160 riGe o covado e de cores a
isto a rua da Imperatriz a. 40, esquina do beew
do. Ferreiro.
"Btj aterlas de plmantasla
Afinetes de gravatas em 40 medelos, correntes
derelogio e. botues pars home, pulseiras, al&
setes, voltase porta-leques para seahoras e meni-
aas, model. bonitos, a imitacAo de ouro; a mos-
tras na vitzina da loja i rua N'-T n. 16.


LlsTA G :ERA L
'" : SB N. B. 0 premio prescrevera
L ^ IB Ai A- h* um anno depois da extractS.
O L a 1 1 A B D G D S S D O Q
DOS PREMKIOS DA X PATE DAS LOTEMIAS CONCEDIDAS POR LEI PROVINCIAL N. 1757, A BENEFICIO DAIGREJA DE NOSSA SENHORA DA CONCEi^'AO DOS COQUEIKOS, EXTRAHID.


21.

A EM 14 DE ABRIL DE 1884.


PREM. NS.


491
92
93
94
97
99
502
22
23
27
29
40
46
49
54
55
63
66
78
81
83
84
86
91
607
10
12
19
22
28
34
45
47
49
54
57
65
71
72
78
81
' 85

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PRFMS. NS. PREMS. NS. PREMS. SN. PREMS. NS. PR8EMS. NS. PREMS. NS. PEMIS.INS. PREMS. NS. PREMS. KS. PREMS. NS. PREMS. S. PREMS.

4 1202 46 1441 4# 1715 4# 1946 4# 2163 44 2386 46 2582 46 28531 4# 3131 46 3364 46 3599 2314
12 47 16 -50 65 90 844:ooo# 551 32 66 -13600 4
-13 1" 58 21 55 66 -. 94 92 4 64 33 -68 3
14 4; 59 23 57 83 -97 95 69 37 74 10 -
-21 8$ 60 24 62 86 2403 99 -74i -39 -75 -13 -
-- 24 4, 61 4# 29 65 I 95 7 -2604 85 46 80 8$ 20 -
36 -62 -46 -67 97 13 5 87 -48 85 4# 21 -
50 63 -48 -72 2203 14 6 -96: -60 87 8 23 -
S 53 77 -51 74 6 8$ 15 9 2902r -69 88 4 4 --
S 54 80 59 -88 7 4 16 18 3 74 3400 33 800O
57 -81 8$ 63 95 10 19 -20 8 77 4 36 4
-- 67 87 4# 64 -2000 .11 23 21 9 81 8$ 9 43 -
[ 69 -66 2 -18 32 -29 13 -86 21 47 --
S 74 -97 75 8 '- 22 33 -30 I5i -91 23 67 --
) -81 -1500 -. 82 -12 37 34 -- 32 17 2 97 29 76 -
S82 9 88 -15 -- 41 a* 36 35 23r 10* 3208 30 S
-.83 -10 89 19 48 4 37 37 26 4# 9 31 81 4
1 85 -13 -96 -20 -49 38 -45 29 _- 42 86 -
S 4# 87 -15 -97 -22 -58 39 -62 33 14 50 97 -
6 89 -21 -1803 -29 60 -52 63 39 -16 64 -3701
7 93 25 5 -37 -62. 56 70 401 00# 24 2 66 4 -
8 -94 -26 6 39 69 3 57 -7 2 41 4# 42 71 5 -
3 97 -27 8& 8 41 '- 70 4#, 58 78 -53 -49 73 10 -
0 98 32 44 9 42 72 60( 79 60 50 78 11 -
1 -1301 39 12 4- 4 78 61 91 66 52 79 16 -
2 3 43 -14 54 80 70 9 71 -56 81 17
12 45 16 -57 -81 72 99 i6 72 62 85 18 -
8 2.1 -48 22 -71 -88 73 2712 4 77 73 86 8 21 -
9 -23 &6 5 _1 32 78 89 -78 15 801 81 98 46 25
1 28 4# 57 35 -79 -2300 81 16 841 -82 -3500 26 -
5 30 66 38 -O 2 5 88 17 85 11 28 -
1 -- "39 67 51 84 9 8 90 32 2* 941 91 t 29
8 -41 8 72 52 87 8 11 8O 99 33 4 99 92 23 41 -
9 49 4# 75 57 90 4# 21 4 2500 42 30o07 96 26 42 -
0 -50 -- 77 -61 9 25 1 55 20 97 -29 46 -
4 -64 -81 65 94 30 7 58 26 98 -34 48 -
8 71 82 71 96 -32 10 61 29 99 38 50 -
13 73 -1603 72 -I 97 -. 33 12 ..S 65 45 -3300 41 53 -
7?- *n $ 88 --. 78 ---+98 35 16 70 54 1 -45 72 8
S 78 479 I -99. -39 n -73 10 46 -78 4
-80 S 87 -- 0 46 -- 3 81 71 13 52' -80 -
8 --' 83 26 96 10' 46 34 91 73 18 59 81 -
2; -, 89 -,- 40 -1903 I 51 38 93 81 20 62 83
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las.


rnuez, o ejnamaramnle.
os 4e ter parade um instaute, para
respiraglo, Raul proseguin.
Mas o tempo urge e nada fazemc(e
usarto, men pai, 6 o que outr'ora 4m
tV'. pa em ura gaveta d'este me-
as pistolas, polvoras, hblas e capsu-


Dizendo isto, o jovem abriu a gaveta.
Ah! disse elle-
S 0 bareo nto tocara emnada. Raul acha-
va de novo na gaveta tudo quanto deixa-
.. Tomou as pistolas e o que era neces-
sario pars carregal-as. Poz tude em um
aparador, e, depois de tel-a* experimen-
tado, carregou as armas.
Est4.vendo, m'eiu pai, disse elle, po-
niho duas balas em cads cane: nio dove-
mos errar o tire.
Raul fallava e ag&a corn o maiorsangue-
frio e uma calms extraordinaria; as mlos
niao tremiam sequer p apenas estava muito
.pallido.
Quando ficou terminada a operaglo, elle
disse ao barno:
Meu pai,- .pistolas estao carrega-
.das. .^ -


- Sim, disse o barao,


estlo carrega-


das.
EstA ahi a sua arms e aqui a minha.
-W Tens raz-ao, disse o barne corn voz
suffoeada, 6 melhor morrer. DA, cA DA cA !
Espere.
O baraoe langava emi roda olhares fcro-
zes, olhares de louco.
Raul puxou o relogio.
Meu relogio esta mais ataazado cin-
co minutes do que o seu, quo marea onze
horas e vinte cinco minutes, disse elle;
voun piantal-o cinco minutes. A primeira
panuada de meia noito, isto 6, no m esmo
"*segundo, o senior aqui no seu quarto, eu
Ma embaixo no meu, corn o cane da pisto-
la na bocca entire os destes, far-nos-hemos
saltar os miolos.
Sirm, gaguejou o bar.o; cem a pisto-
la na bocca, entire os dentes.
I -- A' primeira pancada de meia noite,
men pai.
A' primeirfPancada.
Adeus, meu pai.
Adeus,,lul.
0 mo9o preelpitou-se para fora do quarto.
0 barE0 toAhou a cahir em sua poltrona
como uma masa, repetindo em voz cava:
A' rnmeira pancada da meia noite.
Atraz de Raul, que descia rapidamente
a escada.4do primeiro anudar, sahiu um he-
memr de.az de uin cortinado onde se es-
coera, e por sua vez desceu a escada.
SEraLandry, que ja vestira sua libr6 e
retomara as funcoes de criado de quarto
do baro de Simaise.
De^ia ter ouvido pelo menos o fim da
conversa de Raul comn o pai, pois parecia
muito agitado, muito inquieto.
0 jovem entrou no quarto e fechou a
ports a have, Landry ouviu o rangido da
have na fechadura, e quedou-se corn a
physionomnia inquieta, corn as sobrance-
lhas franzilda.s, ante u'aquella port que
nao podia abrir. Teve un memento a id6a
de bater, chamar, e, sendo necessario, ar-
rombar a ortpr quando A have range
do noveo na fechadura. Elle mal teve tem-
po de afastar-se e dissimular-se na sombra.
A ports abriu-se, Raul sahiu, atravessou
o corredor e subiu a escada.
Landry nao procurou adivinhar pars
onde ia o joven; mas reparara quo Raul
nao trazia mais a pistols na mio. Sem-per-
der um segundo, elle penetrou furtivamen-
te no quarto e fechou-se per dentro.
Urma v6la ardia no marmore da chami-
n6; ao seu elarao, viu a pistola n'uma mesa,
e rmal poude center urna exclamaglo do
alegria.


-. FOLHETIE


PECCIDOS YENIAES


POR


TEB oEII PAroco Tft


TERCEIRA FARTE


(Continuagio do n. 8.)


0 entratagev"...
Depoiase teremn deixado de *,-gOl| r.
passo d s contrabandistas o v ode

Creio, meu coronel, queo saremis
d d'aqui come entramos; isto 6, sem ver
S cousa alguma e tiuemos tanto trabalho pa-
I ra nada ou quasi nada.
S -- Per minha parte sei mais do que es-
perava saber, meu care commandant.
OraaSeAus!
o Estamos nas garras de patifes mui-
S to destroy, nio divide, e os0 proprios
mysteries de que se rodeiam os atraigoa-
ram. Recapitulemos os acontecimentosoo-
corridos durante algums dias.
SApresentamo-nos n'unm posto de con-
trabandistas para pmsar a Frang como
desertores do iexerito ta. O *on-
S" trbdit m no-os franquear a frontei-


Chegando so pahmar, nIb hesiton; se-
o it mcordor ndiato de uia
P|K,1:a Eflsta fes 3e, a por
f6ra, e a chave fora deixada na fechadura.
AbriQ, atravessou uma grande sala, achou
se diante de outra port a fechada como 4'
primeira, abnio-a igualmente e peetronu
em um quarto apenas illuminado pela luz
mortiga de urnalampada quasi sem azeite.
SSeu p6 encontrou-,um obstaculo; elle
olhou. Era Henriqucta, era spua irm es-
tendida sem movimento no soalho. Elle
abaixou-se dando um grito de d6r e de
susto. Tomou a irml inanimada nos bra-
geos, levantou-a e levou-a para urn canap6.
Julgava-a mortar; mas depressa reparou
que estava apenas desmaiad7a.
Felizmente havia agua n'nma garrafa;
despejou-a na mbo e fel-a cahir*xm chovis-
cos sgbre o rosto pallido de Henriqueta. 0
effeito da agua fria sobre a front da moga
nio se fez esperar. Henriqueta reanimou-
se pouco a pouco e recobrou os sentidos.
A' vista de seu irmno, deixou escapar um
grito.
Ah! Raul, Raul! pronunciou em voz
fraca, offegante.
Depois, passando-lhe os bragos polo pes-
cb9o, abragou-o desfazendo-se em lagri-
mas.
Minha cara Henriqueta, minha b6a
irma, disse Raul, quo tens? Que fizeram-
to? achei-te no chlo, estendida, nio dando
mais signal de vida; que succedeu-te?
A moga estremeceu.
Eu estava alli, no quarto junto,, res-
pondeu ella, ouvi.
Raul olhou pars a irma, angustiado.
Ouviste ? perguntou elle.
Ouvi, sin, tudo.
Oh!
Raul, carregaste pistolas, fallaste de
morte... mas eis-te ao p6 dp mim, nao te
matarAs.
O mogo abanou a cabega.
Meu destine dove cumrnprir-se, repli-
cou elle. Escuta, minha irmi querida,
tentei reerguer-me, tornar-me digno de
minha mai e de ti; por6m, inflexivel em
sua colera e em sua justiga, Deus condem-
nou-me.
Raul, eu to perdoei.
--Os outros tambem; sirm, todos me
perdoaram, s6 Deus 6 inexoravel... Hen7
riqueta jA que ouviste o que diziamos ix
pouco, o Barao e eu, sabes que a existen-
cia neo e mais. possivel pars mim ; o futu-
re, fechado diante de mim, 6 a minha
vida perdida. Devo morrer. -

Nao; disse Henrique, conchegando-se
tremula ao irmlo, nao quero, nao qiero!
Minha irma, responded Raul corn fir-
mnesa, oarrego um nome deshonrado, nio
posso'mais viver!
-- Oh meu Deus, meu Deus! Mas
entAoe verdade, chamaste nosso pai la-
dr1 o e assassino!
Raul abaixou a cabega.
Ai de mim I gemeu elle.
Meu irmao, continuou Henriqueta em
,tom doloroso, tenhb come tu o nome de
Simaise; tenho direito de saber do que fez
meu pai: falls, fall I
Minha irma, nie exija...
Raul, quero saber!
Porrm 6 horrivel! -
Que import? Fall, falls, quero-o.
-- Pois bern, Henriqueta, escuta:
Rapidamente, em algumas palavnas, Raul
communieou tudo a sua irma.
A moga puzera-se de p6, branca come
neve, corn os olhos seccos, febris, scinti-
lhantes.
Horrivel! Horrivel! | murmurou dei-
xando cahir a cabega no seio.
Um gemido surdo escapou-lhe do peito;
-E' verdade; porque dez dias depois
de ter entrado em Fratuia, elles mesmos
favorneciam para passarmios os Pyreneus,
corn o mesmo zelo, valor e fidelidade.


Receio que nos tenham reconhecido,
e a esse respeito nilo estou tranquillo..
Nio p6de ser, por duas razoes: em
primeiro lugar, desde que entrarnos em
Franga nio fallamos corn elles senle n'a-
quella noite e hontem ; tiveram a precau-
glo de nfos taparem os olhos para nos tra-
zerem aqum, e...

Em todo o 'case, nmo busquemos mai,'
razoes; fizemos umas viagem romantics e
pittoresca, e jA nao 6 mAo.
-- Romanticas e dramatica,-interrom-
peti Fausto.
* Diz isso de um mode !...
Bed e.omprehende, meu care viscon-
de, que, seOs, contrabandistas nlo execu-
tassem umr dplo papel, nao tomariam tan-
- pwrauqoes. Trazem-nos corn os olhos
vl -uos conduzir at avs avan-1
adwa myterlosamente, per umr paiz que
oje oaso e pdlo qual podemos viajar em
peno dia e..
Or& us Fazem o seu negocio co-
me podd, bries diabos! Dovemos dei-
xai| viver tods a gentle !
S(Cham. pobres diabos aos quo vivem
coMOn-i* ,corn magnfipo governor de
cas-. phtfllo m e...

Sport abrio-se, e urn criado .e ou
corn umrlmdejs cheia de fructas, 4
biscoitoo, e outros corn garrafas do4 d
mos vinhos-
Veja como nos tratam e chama-se s
esteo senhorcs pobres diabshes, disse aorrin-
daFausto, depois dos criados se roetira-
remn. --
E' demasiado precaria a sus exis-
tencia: vivem dia a dia, e os quoe eta
noib ceim corn melhor appetite deizam-


ui breve sileeio. .
; Henriquete baton na


exclanlu:
Entlo 6 por isso que hoje A
depois da partida do Barao de Saise,
-me aconselharamn que fugisse,,4 o-me
'pars isso os-meios... i I
Que! Henniqueta, disse Raul, podias
fugir de tua pnislo ?
Podi*. facilmente.
Porque nao o fizestef
-Deteve-me uma id6a qjue tive no
ultimo moment.
Que id6a?
Urma id6a inspirada por Deus, que
que eu ficasse aqui para ouvir. A' noite,
pelas 7 horas, a criado grave do Sr. barao
veio ter comigo e disse-me;. Mademoiselle,
se quizer, sera hoje restituida i sul mai.
D'este lade, como sabe, as port s asto fe-
chadas A chave, deois os outros eriados
do barao estlo de sentinella. Mas do ou-
tro, as duas portas, igualmente bem.echa-
das, acabam de ser abertas per man, e
nenhum criado a encontrarA em sua passa-
gem. Quando soarem 10 horas, accenda
umra vela e saia sem receio. Depois de ter
aberto a segunda ports, a senora achar-
se-ha no corredor; siga per ole atW o .
EhtAo des9a per urma escada occult iio
fim da qual encontrarA entreaberta uran
ports espessa e massiga. E' por estaport.,
que da pars uma valla estreita e soAsbria,
me disse Landry, que a senhora sahirA do
palacete. Alli espera-a um criado da Sra.
baronneza. Tome-lhe o bra9go, quo elle lo-
val-a-ha a um ca rro que estaciouna A rua
Ponthier. Suba no carrot, e vinte minutes
depois a senhora estarA. nos bra9os de sua
mai. Assim fallouen o criado grave, que,
devo dizel-o, foi sempro extremamente
born pars mim. A's 10 horias, eu estava
promptapara partir; accendi o meu casti-
9al e abri facilemente as duas portas indi-
cadas; segui o corridor e chegnei A escada
occult; mas alli, Raul, o temor invadio-
me de repente. NAio creio que o 0riado seja
inimigo : estou convencida, polo crontrario,
de que e men amigo: entretanto, tive
medo de cahir n'urma cilada e tornarpaza
minha prison.
Henriqueta, provavelmente o carrot
ainda esta a tua espera; urge partir, par-
tir ja e jA.
Nao, fico; responded em voz reso-
luta.
M3as nossa m'u esta .A tuan espera.
Honri.queta suspirou.
Sm, ella espera-me, pronunciou ella
tristernente.
Part, minha irmi, part!
Nio, responded ella ainda, corn urma
especie de exalta9lo.
Sua physiononmia tomou uma expreaso
extranha, inidefinivel.
Raul, continuous ella, apertando-4lhe
febrilmente o bra9o: 6 precise tambem que
se cumpra o meu destine!
Meu Deus, o que queres dizer?
-Nada, Raul, nada. Eu flee aqui A'
espera.
0 que esperas?
Niao sei, respondou ella desvairada.
Henriqueta, tu me.assustas!
Raul, nlo se deve tremer em face
da morte! -
Ah! tu lembras-me que tenho de
deixar-te.
E' verdade, disse ella corn um sor-
riso dilaseeante: approxima-se a hera, 6 A
meia noite!
Apenas alguns minutes.'.. E en de-
sejaria fear ao teu lade, nao te abando-

Nio, Raul, 6 precise que nos separe-
in25
Mas...
Adeus, meu asno!
do, meu con----, ser odio, sein rancor
pars corn nenhum dos que aqui vivem.
E eu, pensou Fausto, brindo A mi-
nha vingan9a !


Depois, em alta voz, disse :
Tom today a sensibilidade e o fogo
proprio da sua idade, meu care command
dante, e quando- alcangar o posto de coro-
nel, como eu, depois de dez campanhas,
aprenderA que na guerra slo talo necessa-
xias, come o valor, a astucia e a presenga
do -. ,.NY'uma palavra, repito, estes
contra istas serve o rei e a rainha
mi e mal chegamos serA forcoso orga-
nisar urma batida contra estes falsos ermi-
toes.
Isso 6 facil da dizer. Come reco-
nheceremos os caminhos per onde viemos?
Diabos me, em so sei dizer que estou na
China OuIW, ail.
Le do conto das Aventuras

S bemr meu carol amigo, os estra-
(T esquecidos, per muito sabidos, sao
0s bores, semearmmos o hossoe caminho
de signaes.
Pedras, per exemplo, n'umn paiz ab-
solutamente montanoso!
SEu meoat .d'esse negocio. 0
i w tenm unm ta encarnada e eu om sa
l d6dn-me a sua.
iFausto comegou a cortar em bocadinhos
ambas as cintw a e mette-as nos bolaos do
,ca| SIlo. .,1: ;^
Agora, diss edpois,-vamotaisnsr
um rtefrigerio, e nose siimporto 34o-
-i~i o *' 1 '^ ::l;l '^^I
Migo.

AS* eawt"*


tant


A tomou precipi e teO para o
,uql ".l Tirou a c ti relogio pre-
'S n-,a botoad rado colete, e pol-o em
c6imzgna-a4i3a.
--")M4 dousininutos, murmu6ou elle.
Nlo so ouvia mais barulho algum .no pa-
lacete. Os criados doviam estar deitados,
dormindo.
SRaul agarrou a pistola, poz a bocca do
cane entire os denotes, e, de p6, corn os
olthos no mostrador do relogio, esperou,
prompto a fazer lfogo.

Depois, que soeu filho deixou-o o bareo,
ficou immovel csmo um peneda cor a
cabega em fogo, sem'ponsamento, n'um
estado de prostraglo complete. Isto durou
um quarto de hora.
Subito, dous lampejos fuzilaram-Ihe nos
-olhos e elle saltou no meio do guarto sol-
tando uma especie de urro. Estava corn
os cabellos.erigados no crane, e a c3ntrac-
glo das feiqoes, tornando-a mais horrivel
ainda, pois todos os musculos se alonga-
vamn on contoreiamn. e elle estava hediondo.
O delirIo apederava-se do ceu cerebro,
elle sentia-o. 0 pensamento escapava-lhe,
elle queria reapanha-lo, impossivel! Um
furor de fera accendia-se em seu olhar fe-
roz, desvairado.
Deu um passeio polo quarto, corn as
maos crispadas na front, apertando as
temporas, nas quaes o sangue affluia em
ondas.
Depois deteve-se eos olhos cahiram no
relogio da parade, para cujos ponteiros
olhou ftamente per um instant.
-0 Ah! ah a loucura! disse elle; nao,
nao qwro ficar doudo.
Subito, um arrepio de terror apanhou-o
em todas as parties do corpo e uma risada
aguda, estranha, semelhante ao ranger do
ferro debaixo da rnlima, fez-so ouvir entire
os seus dentes.
Morrer, eu I matar-me, eu! exela-
mou elle ; ora esta... Acreditam n'isto!
Imbecis !... Nalo quero morrer, quero vi-
ver !... Quero defender-me, lutar, sirm
lutar ate a ultima! Tremam todos I Jul-
am que me ten seguro Ah! ah !
E deu outra risada, sacudida, nervosa.
Vou fugir! proseguio, passar a fron-
teira; eu sou o barao de Simaise, conhe-
cem-me; per today a part acharei amigos...
Sim, e isto, fugir, fugir... Posso, tenho
dinheiro...
Correu A sua secretaria, que abrio.
Em umna taboa hay a uma duzia de no-
tas do banco e alguns cartuchos de ouro.
Durante este tempo o criado descia a
escada secrets para ir do novo fazer sen
tinella no becco.
O barao corn o corpo inelinado, corn os
olhos desmedidamente abertos, rolando nas
orbitas, escutava.
Subito, chegou-lhe aos ouvidos um somr
de vozes.
Eram as ultimas palavras do irmlo e da
irma que se separavam.
* Quasi no mesmo instant o barlo ouviu
passes de Raul na escada. Mas para elle
aquelles passes cram os dos agents da
forga public, vindos para prender o ladrlo,
o assassino.
Elle poz-se de p6, corn os olhos scintil-
lantes de furor.
Houve em sus garganta um estertor se-
guido de umn gemido surdo.
Ah! ah! querem prender-u i! hur-
ron elle. Nio, nao quero.
E ameagando cern os punhcs airegaga-
dos, cern ares de quem acommettia um
enter imaginario:
Pars traz, miseraveis tractantes, gri-
tava, pars traz.
A mim, ninguem prende1 Sou o ba-
rato de Simaise.
Depois, recuando amedrontado:
Estou os ouvindo, sobem, vein, vio


arrombar a ports... Ah i! ah! os soldados,
os agents de justiga de toga vermelha, o
jury... Nunca nunca! Eil-os! El o03!...
Ah! os cobardes, os salteadores estio me
--Sejao quo for...
SPer toda a despeza dez dobroes.
Preco moderado, disse o visconde,
puchando pela bolsa; nlao pouaco nem
muito.
S- Perdio, senbores, disse Perez, deten-
do Fausto por um bra9o, no memento em
que elle se dirigia para a port. E' preci-
se aeabar come come9amos.
E, fazendo um signal ao que o acompa-
nhava, cste tapou os olhos dos done car-
listas.
Confess que isso slo futilidades, dis-
se Fausto, fingindt um sorriso.
Ora adeus! DA-lhe cuidado ? Con-
v6m chegar as avangadas de Villareal, e,
urma vez que 1a cheguem, tanto Ihes dA
que seja corn os olhos nobertos come s-
cobertos. Esta precauglo nio os prej i-
ca e pars n6s e util, sem ella iriam mal os
nossos negocios e depressa seriamos ven-
didos.
|- Assim seja. Onde estA o voseso Oha-
varry, que nos apresentou ha pouco ?
S- EstA de avanvada. Que Ihe quer ?
Nada, absolutametiLte nada.
Os mogos deixaram-se vendar, e Perez
disse-lhes : T
Vamii palir; lembrem-se, meus se-
nhores, que, s algum fosse til curioso
quo levantasse o len9o, podefia muito bemrn
succejer-'lh ums desgraga, porque o trata-
riaMnoSmo a 0SPespies dos christinos.
-' Pat ,o4 'poh, disse Fausto.
Perez e o sea camarada pozeram-se de
iambos os W dos carlistas e todos sahi-
tam do la" eo. Quando chegaram A
cscada cter encontraram Fontae, que
estava de avangada ou vigia, conforme ti-
nsa dito Perez.
o visodnde descobrio-se pars saudar
seu filho, que Ihe tinha fallado semr o co-

Par descer- osacada, Perez agaiwou
Fauto, e o seuo camarada o mogo viscoet-
do, e levanUram-n'os entire os nervoods


ris.. .1 N,, 'iei desapar-lho cjB
de bandidos, i;afila d. ladr ; emquanto
estivervivo, fi Ituem cortos qtenao h1o del
me agarrar.
Precipitadan enter, com a febre na ponta
dos dedos, pegu nos roles de ouro,, met-
teu-os m bolsi is das cal9as; depois toman-
do as notas de banco aos punhados ao foi
soeando amarrtadas no bolso do seu so-
bretudo.
Feito isto, e direitopu se dando umn grito
selvagem.
Mas, come t vesse !de subito esquecido
a resolugAo de fugir, que acabava de to-
mar, sens olh s vakaram em roda come
que buscando a guma cousa; tinham o des-
vairaminento da Ioucura /
Entretanto, voltou-lhe a id6a do fugir.
Caminhou para tmra oatra porta.
Nao, poi esta iuo, murmurou elle;
do outro lado. .. A escada secret, o bee-
co, a rua de Po athier!...
Dirigiu-se pa'a a outra port do quarto,
abriu-a brusca nente e deu alguns passes
para frente. Imhomem vestido de preto,
abrindo uma porita, surgiu diante d'elle co-
mo que para irjipedir-lhe a passagerm.
Era o eriadoi do matquez Je Chamaran-
de que, cangadb de osperar A port do
bocco, decidiri-so final, em risco de ser
tornado per umb ladrio, a penetrar na
casa.
No seu desvario, o barao tomou esse
home per umrcommissario de pelicia.
Nao vi u que Alle estava s6, e que recua-
ra corn terror'; imaginou ao contrario,
que havia por traz d'elle um bando de
agents do policia, e que todas as sahidas
do palacete estEvam guardadas pelos gen-
darlnes.
Era o ultimo Igolpe. A pouca razao qutfe
ainda ihe restaia, extiaguiu-se.
Soltou um grjto suffocado e voltou para
o quarto, recuapdo e torcendo os bragos
coin pavor,
Offegante, .lesvairado, louco, tornou a
fechar a port ; puchou, os ferrolhos.
Saltou para qndo estava a pistola e deu
uina estrondosai gargalIada.
Salvo salvo exclamou ; zombo da
justiga e de todbs os seus soldados.
Poz o cane na bocca.
A primcira pancada da meia noite soou
no relogio.
A Vertou o &atilho. 0 estrondo terri-
vel daexplosoI retumbou em todas as par-
tes do palacete. Os vidros- tremeramin e
o quarto fieou cheio do fuamca da pol-
vora.
0 barao cahtiu para traz, fulminado,
coin o queixo quebrado, corn o crane
aberto. No tapete corria o sangue come
de uma fonte.
XXX

Raul, tendo iosto o cane da pistol en-
tre os dentes, *ao fizera mais movimentj
algum. Corn 0s olho fits no relogio,
vendo caminharem os ponteiros aguardava
o memento terrivel.
A detonago I no quaato de seu pai fel-o
sobresaltar-se. Mas, immediatamente, seus
olhos illuminaramn-se.
-- Agora eu n murmurou elle.
E apertou o gtailho.
O cilo abated sobre a capsula. Fez-so
ouvir um ruidcL secco, semelhante a uma
chicotada. So a capsula fizera explos'o
qucimando alguhs grbos de polvora.
Desgraga ? exclamou o mancebo !
Oh come sou desasado!... Entretanto,
carreguei as duas annas corn o mesmo
cuidado! .
Aproximou-so da luz parn reconhecer
per que a armsa mentira fogo.
Oh! oh minha pistol foi descarre-
gada !... Mas 4uem seria ? Estao aqui as
balas.
Estavam, corn effeito, sobro o fogao.
E aqui es! o a polvora e a bucha...
A polvora estava espalhada na placa de
de marmore do !fogbo, ie a bola de papel


fOra atirada parla o ,ado.
Raul largou i pistol corn uma especie
de raiva, depois seus olhos procuraram em
corn o fim de oi desorientar: tao depres-
sa lhes recomniendavam que saltassem,
dando-lhes o mio, comr os mandavampa-
rar, fingindo en-ontrar repetidos obstacu-
los que nALo exi.tiam, hem se atastarem da
casa. |
D'esto mode gastaranm mais de uma he-
ra, atW que que ipor finm, tomando a direc-
91o da montanhg, Perez disse a Faustol:
Men care |cavalhetro, creio que nio
tera o prazer doi molhar as pernas, e va-
mos atravessar 4m rio:. subs para .as mi-
nhas costas.
O outro contrtibandista offereceu o mes-
mo serving a Fausto, e corn tio pesados
fardos continuarim caniinhando os vas-
cougn9os, c.m a dstreza. de um game elas
agudas pontas das rochis.
Corn a foruna! exclamou Fontac:
ando pela agua milagrosamente, segundo
vejo. No sintc( os p6s i'agua.
Estamos 4costumados a fazer tudo
a surdina, porqueo assim nos conv6m, disse
Perez corn impel turbavel sangue frio.
Depois do out a hera de subir e descer,
langaram em tora os contrabanditas os
dous mogos, e d rigiram-se, fazendo innu-
meraveis zigs-za s, para o caminho de Ur-


dax.
Bern depressa
de urma sentin
S- ZumalacAn
deu Perez.
Comeo! ex(
do. Sabe a contr
Somones obri
sas, responded
Dopois, destapan
accrescentou :
--Agora cavl
que seguir era mi
aias de andar
nrimatostOao Sv


os deteve o quemn vive!
lla.
egui e Patria -respon-

lamx Fausto assombra-
men ha!
ados a saber mauitas cou-
Psrez com indifferenon.
os olhos dos carlistas,

eiros, nio teem mias
rectdi este atalho; ,
pasos, chegarlo ao
Adodod exercito ca
coni rasenha: Zumi-
I Se precisArom do 41-
leira, nbo esquoeaum.s
stas, e sepre es*-

:teraa bonda a e


garral-a.07 e'
A porta do quarto *a
tro0.u
o- n .escarregs a I
Tim, ienhor, fa e.
-- Per qd% ze, e [
-Sr. d Mdze; 0 OM~,i
-,,Sr. S;inaise, res I"I V
obrei assmi do conform COlem
trcg5.es quo recebi do meu amo.
- --Teu amo!
Aqui, cu sou Frederico, o criado
ve do barao de Simaise, mas o sen*lb
viu esta noite, em casa do Sr. Pedrq Caa-
tora, em meu trajo de marinbhdr: sou
Sosthene Landry,
0- senior, era o senhor! O lam Do
joven, estupefacto. ,. .
Era eu, Sr. Raul, e men tverWadiro
amo A o marquez de Chamaran4ko, o ts-
nhor marquez, soeu tie, qu per mina vo s
Ihe prohibe que se mate, emandal-Ibe* que
viva. fit
Viver, viver deshonrado ?
Nao, Sr. Raul, fazendo justiga por
sunas maos, o barbo fez sahir seu nouN' 4A
ignomia; o passado morreu corn ellet-Ai
ao senior a honra.
Os crimes de meu pai sao conea-
dos. l
(CoWtinuwa-se-hc-a I


VARIEDADES


Caminho de ferreo aere
A extension da via ferrea aerea de 4v*
York e actualmento de cinco kilo*e6o .
N'esta longitude o caminho tern 161 &sta-
9es; o material movel compile-se de 203
inachinas e 6,020 carruageus do vidan-
tes.
Tern empregadas 3,284 pessoaM, di;idi-
das da segainte f6rma : 3(9) mUcchanies,
238 expodidores de bilhetes, 231 conuduc-
tores, 358 fogueiros, 395 guardas-friios,
quatro inspectors, 90 visitadores, 0l(jpor-
teiros, 33 carpinteiros, 27 pintores e.169
ferreiros.
A maioria dos expedidores de bilhtcs
sao ao mesmo tempo telegraphistas.
Os jornaes pages sobem a 15 e 25 ion-
tos.
At6 hoje, a exploragZo fez-se per z4eio
de machines locomotoras ordinarias; as
os inconvenientes causados pelo fum= e
pela queda dos carves accesses levaata-
ram taes queixas, que recentement en-.
saiou-se unia machina de ar comprinsdo
para a tracgAo dos trens.
Esta machine comprehend quatro gftn-
des receptaculos, collocados paralellante
a via, e que so achain a hora da partioa,
d. ar comprimido, a uma]ressIo de 42
kilogramminas por centimetro quadrado.
A locomotive reboca um comboyo 4e
trez carruagens : o sea peso 6 de 20 tone-
ladas; as rodas tern um metro e cinco c4i-
timetros de diametro. '
A nova machine c umna modificalo 1
locomotora ja ensaiada em 1879 por r.
Robert Hedie.
No fundo, e a machine de ar comprinli-
do que fumcciona em algumas linhas Ae
Franga.
*
As plantaw6es da Algeria.
Estiao-se fazendo actualmeute plantaes
em grande escala na Algeria.
A campanha actual, diz a este respeito
o Courrier de Bone, contar-se-ha entire as
mais memoraVeis sob 6 ponto de vista ds
planta9ges da vinlia. Em tome de Dt-
zerville, n'um raio restrict, veem planta-
95es que se elevam a mil c oitocentos hed-
tares. As regimes do Morrio, a de OnedI-
Besb6s, e a do Duvivier, teem assistido
tambem a trabalhos consideraveis.
Se tivelmos a felicidade, escreve aquel-
lejornal, ae sermos favorecidos por chu-
vas sufficientes, o future vinicola da Alge-
ria estal issegurado, porque as plantaoes
actuaes, muitas das qwaes slo feitas por
capitalistas de Franga, determinarao a
vinda de grande numero de novos viniC.ld-
tores.
primentou os carlistasi; e, corn o seu comn-
panheiro, voltou em direccio absolutamente
opposta ao valle de Urdax.
Que pensa, meu coronel, d'estes mel-
ros? Parece-me que andamos vinte le-
guas... Estou moido.
Sao uns patifes mnuito destros.
E fara alguma cousa contra ellea ?
Despejei as algibeeiras ; e os peda o
das cintas estAto semeados polo caminho.
Saibamos primeiro onde estamos. Porque
lade viemos ?
0 demonic quo o saiba! segundo
creio, visitamos os quatro points car-
doaes!
Um novo quem vive !-seguido do rui-
do secco que produz o acto de montar corn
forca uria carabina, resoou bastanto perto
dos expedicionarios.
Vamo-nos fazer fizilar pelos nosga
proprios amigos-disse rindo o viacoms.
Minha mui nunca lh'o perdoaria..
Chegaram ambos a urea guarda de ca-
vallaria, situada no caminko de Urdax, a
cousa de meia hera da aldeia, onde e
tinha o exercito carlista d'aqiwlles dtlos
os seus quarteis, armazos e crto: pr-
quo, na vespera, de nite, finka clgado
alli o Pretendente. .


Os contrabandistas tinham gato aja.
quatro horas em conduzir Fausto e av
conde ; e, ao cabo de uma s hora, ac b*
vam-so jA de volta e tranquillos na plani-
cie, que rodeava a sna linda casa.
Perez subio ao primeiro andar, batme
de mansinho a port, que davas pamra a
espaeosa galeriaa.
Antonio abrio esa ports.
-- 0 senhor visconde estA d*iA*.
perguntou Perez.
No senhor.
Entalo quo faz?
Pasoeia oonstanterneate.
Eq uoediz?
_- Nada.t* n e.
AmnunciA-m,.
Immeoditamente.


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