Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:13704


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Full Text









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A648idi6dos b feroa /o, empe-
tdo de 1875, a/
Mercado de Macsar calioe e os pre-
9os suslentedos,
LIVERPOOL, 29 de agosto.
Venderaed se hole cerca de 12,000
balas om aigodio de diversas pro-
cedencias; sendo o de Pernambueo
a 6 1/8, e o FAIR de Santos a 61/16 d.
por libra.
Mercado de assucar calmo, e os pre-
Vos sustentados.
HAVRE, 29 de agosto.
Couros seccos salgados de Pernam-
buco, de 80 a 82 francs pelos 50 ki-
Iogrs.
MARSELHA, 29 de agosto.
Assucar de Pernambugo a 26 fran-
cos e 50 centimuos pelos 50 kllogrs.
NOVA YORK, 29 de agosto.
Cambio sobre Londres 4-821/2.
Preo do ouro 104 1/4.
Agencia de Pernambuco, 30 de agos-
to de 1877.
PELO DIRECTOR, J. .BROCHIER.


PARTE OFFICIAL


Governo da provincial
EXPEDIENTE DO DIA 13 DE JULHO DE 1877
Actos:
0 president da provincia, A vista da pro-
posta do Dr. chefe de policia interino, em of-
ficio n. 547, do hontem datado, resolve exone-*
rar de subd etegado da ireguezia de S. Lou-"
rengo da Malta, ao alferes JoAo Ribeiro Mon-
tarroyos, por se achar doente.-Coinmunicou-
se ao Dr. chefe de policia interin.
0 president da provincia, do conformi-
dade corn a proposta do Dr. ebefo t de policia
interino, em officio n. 547, de hoiitem dutado,
resolve nomnear subdelegado da freguezia -b
S. Louren(o da Matta, ao capitao Manoel ni-
gio do Moraes.-Rtemettett--'.
chefe de policia interino.
-- presidente da proviica, attendendo.ao
que requereu o promrnotor public da comarca
de Panellas, bacharel Estevao Carneiro Caval-
cante de Albuquerque Lacerda, resolve con-
ceder-lhe 15 dias de licenya, corn ordenado,
para tratar de sua sahde onde lhe con-
vier.
0 president da provincia, attendendo
ao que requereram Lourengo Laurentino Ce-
sar de Aenezes e Idaliaa Alcoforado Cesar de
M-'nezes, professors publics das cadeiras de
Nazareth do Cabo, resolve prorogar por 3 me-
zes, corn ordenado s6mente, a licenga que
ihes foi concedida por portaria de 14 de
abril.
Officios:
Ao )re-silenite >.Lis Alagoas.-Annuindo
ao que SuliuCL iii L',j1i.1'iib)m t(o j I l ), (0 s)-
dalo d )-2'- I.titalli, &,' d,. ifant.arij, Luiz de
I-ri. i e .de 'so s r,.,.,+' a V. Exc. 3o digne de
expeiir as necesariias ur-lenris no sentido de
lie ser t Lri'is:nllt 11111 doiml nento que coln-
prove Ler ) rei ri.l,.) soll .I I) narohado para a
guerra du, I'ara.i.ay, no period de 1866 a
-1317, :t i <.ilic.i,i l. *h2 I r-;,ma da n1, :ional desig-
naI
.A coni 1 ,,nmie do presidio de Fernan-
do.-.\ li,)rdij io vapor Giquid segue u reo
:j, t. oni-,'- i ,iL lva Amorin, que vai
agiar.li-ir a de,:i.;Ao do seu julgamento perante
U i'irital da rhlji.'.T .
.\., c.,n.,l:,j ,Je -'niii rn-; de nmarinha.-
Appr,'.. u co lru a itrt i- lc,-lebrou u couisellio
dJe Cuiomjp'aS do ni 'i:i'.J, eCn sesso doe 13 do
jinllI), consf ..lolet j 'us tarnp)- ; .ain xoS ao seu
ofllcio (Id 25 7ris-,3 mez, para o fornecimento,
por u:ii atmn.j, lildar (.1en junho Ilc 1878, de
ainbulaacias aJs ia'vius da armada, prestaeAo
d& serviqos de I)arbiro a onfernaria do ma-
r eliit e' liva;-'ein econcerto ,le roupa' desse
estabelecimento e da companhia tle aprendi-
/z.s aiLtiies.-Cninmuniouu-se thesouraria
d tlfizenda.
Ao inspector da thosouraria jde fazenda.
--\jlia V. S. ordemn para que sejam despa-
ch. .., lives de direiutos, q(iatro riil saccos
'oir i millio, que por jntermnedio dia casa do S.
V. Jolhnston & C., inandon esta presideiicia
comprar o devem cliegar nou vapor inglez Cor-
do., ,' it se espera de Liverpool, para soc-
corros aos lesvalidos que soffemn por causa
da s-ecca no interior da provincia.-Ilgual ao
S tlihsouru provincial.
Ao iiesiiio.-So estiver regular a inclu-
., s conta, em duplicate, remettida i)elo direc-
Stor initeLi-) do arsenal d guerra, em officio
S ile lhuntemi, sob n. fn2, made V. S. pagar a
FieM!en Hr'utliers '17550), proenientes do
-gaz c'donsmInilo corn a illuininagao dos quarteis
alas co)Ip inhi-is de artifices e de operarios mi-
litares do mnesmo arsmal, duraete o trimestre
de abril a jurinho.-Conmmunicou-se ao referi-
do director.
Ao mermo.-De accord)do con) a informa-
Q:.a c,)nstaltO do 'f,iio dessa inspectoria, de
14 do corrente, n. I V), relevo D. Maria Clau-
dina do,) Rego Birros. da multa de 405, que Ihe
f ,i imposta pelo collector do municipio da Es-
cjda, pr 1nio toer averbado no prazo legal o
domxninio dos escravos que Ihe coubeiam pur
iiorte tie seu marido.
i Ao rnesamo.-Declaro a V. -., para os de-
vidos fins, quo nos termos da sua informago
de 11 do corrente, n. 416, relevo D. Brits Se-
b?" lhistiana de Moniae Pinheiro, da mul~a de 205(,
S quo lIho impoz o collector do municipio da Es-
caida, por have deixado de averbar, no prazo
lagal as doacoes de 2 escravos, feitas as sums
fllhas.
Ao mesmo.-Para os fins convenientes,
t communico d V. s. que o juiz municipal de
Paouo'Alho, bach:.rel Manoel da Trin.adi'o--
retti, asetnio o exercicio interino do emaWwi
juiz de direito em ,' do corrent.--Respond -
sea 6e~c.e Ao t .- ,- -
.- .. mmo.--Pa oswflns uconnimMa ,
fV s. o I;- iaM


a inclusa
agar a Fiel-1


60 noBigi; Jddbo.
"- Ao esmo.-De accordo corn a que soli-
ciLoa #S^r. chefe 4aolicia interino, em offi-
cio dIe 7 de corroenten. 53%, recomnmead a
Vmc. que mande pagarao delega d Petro-
lina, Manoel Fradcisco de Souza, qq, ue'
despendeu corn os concertos d! r*9089.iva
cadeia. conforme o incluso- reao 'em.4p1-
cata.-Communicou-se ao Dr. hefo de.'.ia
interino.
--Ao mesmo.-Remetto a Vmc., para os de-
vidos fins, c6pia da lei provincial n. 1,U2, de
2 do corrente, concernente A cobranga do rim,
posto de 2 9 meio per cento sobre assucar a
eportar.
Ao director interino do arsenal de guer-
ra.-Para a guard local de Jaboatdo, made
Vmc. fornecer jo conimmissario Joao Evangelis-
ta de-Souza, ou a quern por elle se mostrar
autorisado, 36 pares de sapatos fabricados no
paiz.-Commun.icou-se ao commissario.
Ao commandant do corpo de policia.-
Pode Vinc., conforme solicita em seus official
ns. 68 e 670. de 11 e 12 do correnfe, engajar
os paisanos Isidoro Rodrigues da Silva e Fir-
mino Clementino de Souza Freire.
Ao commissario de policia de Jaboatl6.-
*-'de Vmnc., conforme solicita em seu officio de
11 do corrente, eliminar a praea Jos6 Antonio
Caetano, impossibilitadd de eontinuar a servir
por motive de molestia.
Portaria :
-- 0 Sr. gerente da companhia pernambu-
cana, faga transportar por contu da provin-
cia, para o presidio de Fernando, o r6o Manoel
Gomes da Silva Amorim, no vapor Giquid, que
para alli segue hoje.

EXPEDIENT: DO DIA 14 DE JUL90O DE 1877
Officios :
Ao commandant das armas.-Declaran-
do o minlstArio da guerra, em aviso de 2 do
corrente, junto, que flea extincto o deposit
de instrucgo de recr'utas, sendo os respecti-
vos o9 iaes e praoas recolhidos axis seus cor-
pos, e passando a pertencer.aos'batalhOes aqul
existentes os que nao tiverem corpos desig-
nados; assim o commnunico a V. Exc., paire
sua sciencia e expedigao das convenientes oe-
dens a respeito.
Ao mesmo.-Declarando o miristerio da
guerra em aviso de 3 do corrente, junto, que
nao obstante a circular deo 10 do novembro de
1848, sendo facullativa a disposigbo do art.2'8
dijei n. 514 de 28 de oulubro do eferido aj


caa .awae -t..W ..a
a V. Exc., para sea conn -
Ao r..esmo.-Tendo nesta data approva-
do os contratos celebrados pelo conselho eco-
nomico do hospital militar,eim sessAo de 15 de
junho, corn Jose Antonio Guedes da Tr'indade,
para a lavagemrn, concertos e engommado das
roupas do mesmo hospital, corn os commercian-
Los Ferreira Maia & C., para o fornecimento ex-
traordinario-dos medicamentos nio existentes
na pharmacia daqiuelle estabelecimento e que
form precisos para aviamento dos receitua-
rios, e corn Anableto Manoel dos Santos para
applicai.'o de. sanguesugas aos doentes, tudo
no trimestre de julho a setembro deste an-
no ; assim o communico a V. Exc., em solu-
ato ao seu officio n. 522 le 4 do corrente.-
Communicoi-se a thesouraria de fazenda.
Ao provedor da Santa Casa de Misericor-
dia.-Inteirddo do quo V. S. representou-me
em officio n. 448, de 6 do corrente, declaro-
Ihe em resposta que A vista d.i falta do forga
para o serving da policia nao p6de por ora ser
attendida a sua reclamaCAo relative A praca
do corpo policial quo foi retirada do hospital
Pedro II.
Aur coinmandante do presidio de lFernan-
do. .-- Haja V. S. de inform-ar sobre o que
no olfici junto, que me oevolver;6, expoe o
director *ntoeino do airsenal de guerra, relati-
vamento As causes que dilo lugar as faltas en-
contradlas na farinha remettida pelo inesmo
arsenal para esse presidio, cumprindo que V.
S. mencione a qualidade dos gencros alli rece-
bidos.


Aos membros da conmissi-to encarregada
de agenciar soccorros para os indigentos do
interior da provincia.-Para dar cuniprimento
ao quie me foi detenrninado por teleg.ranmma
expedido A esta presidencia, em 17 do corron-
te, pelo mninisterio do imperio, recommend a
Vs. Ss. que corn a possivel brevidade romeLt-
tamni para cada uina das. provincias do Rio
Grinde do Norte e da Parahyha, os generous
cunstantes da relgAoe, por c6pia junta.-Com-
municou-se aos pre sidentecs das referidas pro-
vincia .
Ao inspector da tdlis)uraria de fazenda.
- Annuindo ao que s'licitou o conmnandante
das annrmas, eiu officeio de 12 do cqcrente, n.
559, recommendoa V. S. que mandoe adiantar
ao official e pra&a do detacuiamento de linha
existentWem Goyanna, vencimentos relatives
a esLe rez o ao de agosto, na iimportancia de
1:271$956, constante das folvhas e prets juntos.
-Cominunicou-se ao referiil, brigadeiro.
Ao mesmo.- Transmiltto a V S., para
seu conhecimento e direcao, copia do aviso
de 3 do corrente, no qual o ministerio da guer-
ra, approvando o acro desta presidencia que
mandou abonar pwr adiantatnento, tires mezes
de ro'do ad tenente promovido para o 2o bata,-
lhao de infantaria, Franlidi BejaAnin Fernan-
des de Moraes, afim de ser indoinnisada a res-
pectiva importancia por descontos mnensaes da
5* parte do mesmo soldo, declare. que nao
obstante o aviso circulAr do -10 de novembro
de 1848, sendo (acultativa a disposiaio do art.
28 da lei n. 514 de 28 de outubro do referido
anno, nenthumn adiantamento de sold, p6de
ter lugar, mesmo por occasibo de prnomogao,
serm annuencia d'aquelue ministerio,
Ao mesmo.- Transmitto a V. S., para os
fins conveninMtes, a* inclusas contas docu-
mentadas da receita e despeza da enfermarla
do presidio de Fernando, conaernentes ao rmez
de maio, e bern asbim o parecer da junta de
inspecglo que, nos termos do aviso do minis-
terio da guerra, de 29 de dezembro de 1861,
exanllnuu ditas contas ( considerou-as no
caso de sgrem aceltas.
Ao mesmo.- Remetto a V. S., para os
fieas oonivenientes, as. contas documantadas da
recila e despeza do hospital milit. ".h"ajis
ao :-mez de male, e beriq-ssmI o p -W^.
duplicata, da junta de gplo; qub o
4o afimdo,. mtbniM.dai gtWrA,
1- do 48% 35Ow
70 -. A -' _0


Di sp a e o n -m a. e -I f
3 do owate4 & ^ *.B
tiya comma, ao -Wftai RB
Caetanoda RatoAa,+pwh
Bilveira Cavalcante.
AodQ theso- n- ..lB
tindo a Msie. u
sarioide poe k62,
do upe ot -.d- T'
6mmeundo-ihe quo- tdoa' do
eWto quaniw p* -o ma o<
-a guards locatido tlipio. "
Ao mesmo. D ieaondo o cert0 ado,
autoriso Vmc. a._ mandar pagar Bos tenis da
suainforrnao de 13 do orent.o* a 8-
e ultima prestagio, na oeportana:ia.,l .
1:546t776,7a que tern direio o ariWj
das obras do rebalxamento 4. ladeiaW ;
genho Velho, na estradada"'ictoriN4ls
Francisco Pereira da Silva. -
Ao mesmo. Autordso V mWander
entregar ao vigario da freguezia S t
Rvd. Idalino Fernandes deo So
5anca, nos terms da inrformaeao
-clri, de 8 do corrente, b. 277, o pre
loteria n. t i extrabida e fa vor da
da. igrejc (. Rosario da ;Qrtma freguo M
importance ,deOgOO ',
Ao da in.truooA4 pw a.- Nao- --
o professor utratado Poi
conforme represents a inp
sumir o exerdicio 'da leira de S. o
Ingazeora, que pernu a ,pela de Io Ja
de, declare a Vmc., soluo a
n. 134, de 2 do coce queo a q ar
cindiro respective polrato polo M
fessor celebrado. mumrico .
souro provincial. o
Ao director ittno do a j p er
ra.- De conform corn o s-
terio da guerra, &af) de ju;h a -mc.
dar baixa do serve por in d phy-
dica, ao soldado couipanle operarios
milUares desse araal, Jo 6 ira da Silva
Neves. 4.-,.'f
Ao governadoa do bispl Accuso re-
cebido o officio de 13 do co em que V.
Revm., commuuima-rme-ter fl ado o padre
Jos6 Vicente Acei"i de Oout coadjuctor
da freguezia deo & Miguel ros, o .que
se fez sonsLar ao tlhsauro ,para o0s
fins conveolentes. Offci ji' obesquro
provincial. '
Ao commandaiiae do .
Cumpre que Vmc., atoen "
teta peoo inspector do tlcgigi
ite_ _-~a-*^.."y .- 2"_ ~ tfM


Ipm'u, p.f- ? jmns 4
Io mesmo destacmeni.t u lorimmi -
ao inspector do-dito thesouro. -
Portarias :
0 Sr. agonte da companhia brasileira de
navegagdo a vapor, inamdo dar passage para
a provincia das Alag6as, por conta do ministe-
rio da guerra, no vapor Pard, esperado do
norte, dOS soldados da comrpanhia de infanta-
ria da mosma provincia,- Feliciano Jos6 Primo
e Jos6 Guilhernme Pereira, qua dalli vieram es-
coltando um desertor, e bern assim paraa
c6rte, aos soldados desertores do 10 batalho
de infantaria Antonio Joaquim Bernardo e Joo
Cav-alcante de Souza. Communicou-se ao
conimandaunte das armas.
0 Sr. gerente aas companhia pernamrnbu-
cana made dar passage graltuita Ai ri, at6
as Alag6as, na primeira oppurtunainerite, a
Manoel dos Passes Miranda.
-- Nio constandlo, do officio qua a camera
municipal de Olinda dirigio-me em 21 de ju-
nho, que se rate do caso urgent de seguran-
ia v saude public, declare A mesma cainara
que nao posso, em vista do dispesto no art 96
da lei n. 1,221 de 21 de junho de 1875, conce-
der-lie a autorisagao solicitada no predito of-
ficio para excedcr, na importancia de 300, o
credit vatad-) no art. 3" 171 da lei n. 1,252
de 27 de junhc de 1876.
intLeirado do que represontou-me a ca-
camara municipal da"Villa-Bella, em officio de
24 de abril, declaro-lhe novanlTbnte que s6de-
verao sei arrecadados os impostos menciona-
dos no art. 46 e respectivos paragraphos do
orgamento municipal vigente que 6 a lei n.
1,252 de 27 de junho de 1876. Por-dero A ca-
mara que se for feita convenientemente a ar-
recadagRo dos ditos impostos, nio- havera fal-
La de renda para occorrer As despezas muni-
cipaes.
Accuso o recebimento do officio que a ca-
mara municipal da Victoria dirigio-me em 25
de junho, pedindo autorisacgao para pagar ...
390S000, em que imnportou a abertura do uma
estrada feita por Jos6 Maria Marques de Car-
valho. Eii resposta declare A canara que, es-
Lando esgotado o respeclivo credit votado no
orcgaimento municipal vigente, e, nose tra-
tando de caso urgent de seguranga ea.fide
public, nio posso conceder a autorisaio so-
licitada.
SEXPKDIENTE DO SECRETARIO
Officios -
Ao desembargador Marcos Corr6a da Ca-
mara Tamarindo 0 Exmi. Sr. president,
manda accuser o recebimento do officio de V.
Exc., de 9 do corrente, communicando ter si-
do por decreto de 26 de"junho, aposentado
corn as honras de desembargador no lugar de
juiz de aireitb da coinarca da Victoria.
Ao Dr. chefe de policla interino.-De or-
deon de S. Exc. o Sr. president, transmitto a
V. S., 3,000 passes -ratuitos da companhia
ferro carril.
DESPACHOS DA PRESIDE)IA DO DIA 23 DE
AGOSTO DE 1877
Antonio.Joaquim de Sant'Anna.- Informe o
Sr. Dr. juiz de direito do 20 district criminal
desta cidade. -
Aureliano Mamade Cordiro, professor. -
Sim, corn ordenado s6mente.
AnnaJoaquina de-Jesus.- Requeira a auto-
ridade competence.
Bernardino de Senna P ntual.-Nesta data
officio A thestnrstWde fazenda e ao theofuro
provincial, no sentido ddter lugar o pagameer
to dal contas a que allude 0 supplloande
Alferes Francilco Martinlano daftosI Lima.
De-se-lhe guia de passagem.
Josa ernardo da Slva.-F-* relova. "
DIP40 Leopoldo Borges Gtlvto UchoiL
'W;esee o que oou r..
,i "a T AvA.
m :aw+ mortari poewton ^
-f., -- .S1fe


0 QofvemOIJte ades-
i4edimef. dai 2' vara,
j p"'.1 falta de





te, a tehida luta, da
5. p-T.e Lmtiz Pereira, Chris-
eai -do ia, o sahirem
,nio s erido Pedro
ti pre8o 0o do seu do-

pftddo A respectiva cadeia, como
'M Au Fructuos ida Fonceca, um
stej nohme Iuiz. Manoel Antonio,
..aimos e Reoovato de tal, os
ipfar O ffrte na luta e lograram eva-


NStmlbriijades de Patos tornado
.wWldo, o delegado do Trium-
tB raeeito nos termos da. lei.
.t'e do mesmo dia Wno
I 0 Triumpho. em o sitdoCa-
Oe comn a mencionada- prbvtn-
no ijntuito do vingar a
&0 .ChriatovIo e Manoel Si-
Ste com um tiro de baca-
riq da Conceigo, mai de
r la 8iva e esogm do Pedro Fer-
a., em segMida ferio grave-
.O[r r nro a ua m lo de Thereza,
wmenor de o4 annos, o qual
u11s d 0isp. '
osolgro Ovadir-se, e oontra elle
n p na forma da W0.
Sfia de 23 do corrente, na povogoo ed
Mta YPedras, do ternao do Gofaana, o4
.W tbaram duas portas da case com-
.0 IFelix Jose Cesar dc Vasponcellos
. ro5 porlo de fazenras, miu-
deua 9 g na importancia de 1:4005, e
S delegao odlisd tit. f z a vistoria e
prmdoescebriro dal d6 crirm, afir
oteBr ooatra elt.
W rde dt na mita poI0aln, os me-
486 os6Fae *o gJo Roberto de Cas-
( van.r de pa'oes, resulttm disto
fpro contUto e ferido.
'lEl prJ'1o vm aragnte, e con-


proviniWd. --0 chefe de policia interi-
no, He.mogenes Socrates Tavares de
Vascotw41lou.


COLLABORACAO

Seguranca individual e de pro-.
priedade.


A estatistica criminal de um povo estA sem-
pre na raziao direct da sua mojralidade, que,
A seu turno, encontra o seu thermometro no
maior ou menor grAo de illustragio de que go-
za elle.' Quando Leibnitz fazia dependera re-
forma social da educagao, ennunciava uma
grande, uma incontestaveT'verdade.
E' per isso que a instrucCiAo das masses e,
talvez, o pri-ieiro dever dos governos livres ,
dever que, quando descurado, deixa cahlir so-
bre governantes e governados somma igual de
responsabilidade no ltocante A perturbaV.io so-
cial pelo desbragamento de seus membros.
Se o cidadAo tern o direito imprescindivel de
exigir do poder public toda a garantia que
este esta na rigorosa obrigaQio de prodigali-
sar-lhe, ja quanto ad sua pess6a, ja quanto A
sua propriedade, 6 fora do duvida que A esse
poder iIncumbe procurar todos os meios aptos
para ampliar o circulo dessa garantia, que se
enLendo directamente corn a conservacao da
ordem social. A escala do crime 6, portdnto,
umrn dos pontos que mais attengaio reciama dos
poderes constiLuidos, no interesse mesmo de
sua estabilidade.
D'ahi a necssidade de fazer decreseer a es-
tatistica criminal pela remogio ou antes pela
extincAo das causes, quo provocam a repeti-
gAo dos crimes. Sempre que oquadro dos de-
lictos.apgmenta, em urna- socie4ade qualquer,
temosfo'signal evideate de uma degenera-ao
dos costumes ; degeneraio que nao sobre-
v6m ounca sem a sua razRo deleteria, e que
muitas vezes 6 o resultado de causes accumu-
ladas jai chegadas ai um estado de malefica ger-
anaico. A natureza humana 6 susceptivel do
mat; por6ipm, nio 6 inteira e abshlutamente
propensa para elle.%
A moralidade dos governor 6 o espelho para
a moralidade da communhio political; e a mo-
ralidade d~sta serve de bit61a para a morali-
dade ind dual de cada um de seus membros
cUmpo6a ites;
Umna das valvulas por onde se esc6a mais
naturalmente o fundo moral do poder public
6 a confecclo de suas leis, que, destinad-s pa-
ra o bem social, nunca so devom converter em
urma fonte perenne de males quotidianos. A
mais important, por6m, dessas valvulas 6 a
execugaO dessas mosmas leis. Quando o po-
der executive se concentra no ciroulo de sua
lgilma esphoera, quando o poder. judiciario,
revesiUno-se da4.-ba intencg que sempre o
deive acoRmpaehar, faz uma- verdadeira appli-
eaio da juslga deetribuitivo, m que se dei-
xwperverter pelo o io on peW& affs lo, tudo
marea era bboaodem e em ,boa harmoftia :
0 rtboyiiento reglar de todas as peas Ltorna
o&VWpte$o elovimenbto do mecbanlssmo social.
o P deixaraos desde logo fi&mados es-
see axiomas da scieai soelal.
Sa i Alade, omaiA dissemos alires, que
psa~opiB e do wasW M 6 o-pra'i anol
A"Ae ea Isf tAda deol ,.!a nUa-
q',-up Ia
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prm esma, tenda rdendantesa drnien uir, pOldo. aqollos qo obti-ssems-- ib-r- aopoC
mesma tende a i," desapparecendo pela deser- pc algumas vantagens para aquelles que, li-
vol.nio ,ias idcas, no caminhar progressive do bertando-se por outros meios, quizessem tarn-
espirtto human. bem fazer sua enlrada nesses estabelecimen-
E', por consequencia, necessario quo prcCLI- bos. z e
remnos essa causa occasional em outra parte: Al6m desses estabelecimentos, novos centros"
a igoorancia dos povos justifica ou antes ex- de trabalho poderiam ser creados, onde a acti-
plica o augmento da criminalidade no grao vidade dresses neophitos da sociedade clvil en-
relativo ao augmento sempre progressive da contrasse um modo de desenvoluvao capaz-de
populagio, mas nao vai adiante ; sempre que ministrar-lbes seguros meios de subslstencia,
bouver desproporcao nesse exame comparati- preparando-os ao mesmo tempo a serem opti-
vo, 6 precise investigar para descobrir e fazer mos cidadatos para o future. '
desapparecer o element deletorio, que, ac- Aproveitariam elles e lucraria ao mesmo
tuando mnialeflcamente, perturba a march re- tempo o estado, A favor do qual reverteriam
gilar dQ movirmento social. os proventos desse trabalho, A menos que uma .
S. Exoa. o Sr. ministro-da justiR, no seu C1- administLraco desregrada viesse frustrar ease -
tado.relftorio. porece querer descobrir uma resdtado. ,
dessas causes na-hecterogeeidade.da papula- Assim explicado, podemos admittir o pensa-
dio, sob o poito de vista das ragas e da condi- mento do Sr. ministry da juslia..
ffio social. Se, pnrm, 6 esse um motive da aggeM :
NAo compsiehendemos toda a forga doe uma da estaListica criminal, elle nao est-ai ac
tal argumentagco ; -e no a comprehendemos causes outras actuim mais poderosamnente ra -,,
porque essa hectet ogeneidade nos parece na- um tal estado de cousas, certamente deplora :e1.
tural em qualquer sociedade politicamente E una dessas causes n6s eneontraaos na lei
constituida. Desde que essa hecterogeneida- que regulou a reformajudiciaria. Essa lei, que a
de 6 um facto todo consequencial ,la existen- s tern constituido uma-verdadeira exio Sa- l-
cia social e amistosa dos povos, o que nunca cia corpo de nossa legislagfo, influio pode.- ".
se desligou do conjuncto geral das nacgoes, no rosamente par a alteracmo malefic t noI M GE
6 nelle quanto A n6s que se deve enchetgar a egaa individual a de preo iM Pi "''m
excetfcionabilidade de uma r poca qualquer. E cisavaios, oom e o ainda precisamoN dei w -
levado o principio ao rigorde suas consequen- reforaa no osso'edificio judicial, t a le a de.
cie-s seriamos forgados aexigir cotno uma ne- 20 de outubro de 1871 nao preencheu.esI .
cessidade a promcripo da emigraglo, e esta- clare, e pelo contrario converteu-se eA -gide
belecer como prrnciplo de existencla social o ftal pars proteeAo dos criminosos, e por am- *
egoiamo das nacoes ; o queo sria urn obsta- sequencia em promotora indirect d ulmea- -u
culo tnsupeavel pare a solidariedade interna- t do attentados ao direito indiv .--a -
cional dos povos. or isso que corn razlo sef
Uma outra ordem'de considetacges se opps e lei roirsou para peior. r .,
ao pensameato ministerial. No seguinte artigo pos occu le. '
0 crusamento das ragas tern sido at6 hoje ponto.7 suta ri go s.0,
considerado como um element de seu aper- :
feiQoamento, jA ojbaiao do ponto do vista phy- ..""-
sico, jA dobaixo-o ponto.de vista psychologi-
Co e moral.
Nao 6 nosso proposito despnvolvermos aqui a5U
eate ponto ; apremmtamos o principal que a LS
sci tenoiliabroaadop caoverdadeiro. BSt s
Ora, iW aisi 6, ,a conaequencia a de tnir 6 PKSIMh1 C1A 0 '5ZUN
.ta0 um- ;ha.deixar .
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Bs "Ol44Oa~v deira scioucaftdo stadfistap 6. v4eob outrQ aspeoto G-a4NMdO
0., umass,---me.jo .pub licsts. a"ad .rinhar sua opiuimo .-0" A
A.ctuWampte vamos atravessando uma qua- relalo d hecorokenidae ultte
dra bem Iaehndrosa no tocante & segurana con ascia preisa nit
sgrnaIR COndrco dl~iaj, 6 precise adhmk" 'W:. 0o!
indivMbal e de propiledade ;. em vez de cres e "nsaa.T. xca cor alguma =em
cer a mWralidade corn a diffuslo da instrudcgo ConsideraAgnricamnte, a Orsidad
qqOAdfnmnte vai n'uma escala ascendente, da ondioao sochd no imperi do ati, -n6s -
aBosgafstatistica criminal tearn augmentedo, diremos quo ella hoje 6 a mesa qq M .-p.
S8 no de^uma maneira desesperadora, ao me- existio desde a sua fu "ao-livr ee ca-
Sbastante para original'- s6a apprehen- vos, rioos, abastados e .hy m-voa da for-'
W Os factos se repetem diartamente, o ci- tuna. Por esse modo olhada.a ist infl- .
dado s v? em qm tal ou q .ual do de fal- cia deve ser seipre a mesma am qu ella
La ga e que 6Mai a recear possa n'uma 6poca mals quo em ontras pezar
ai. t.0 se senate corn forca e pres- para o alargamento na escala do crime.
S a es para reprimt a orria, que Se se quer attribuir o facto quadra critAica
k quo:vamos atravssando, e que so Caracteris-

niose p6de furr ao penoso -reconheclmento acreditamos, quo tenha havido ua tal ou qual
deque nlo 6 actualmente muito favoravel o actuagao. Mas tambem 6 Crto que, antes
nosso estado de seguranga individual e de mesmo da appariilo de uLm tl estado de cou-
propriedade. Elle seria infiel at) s mandate sas, d essa anomalia na estatisfica criminal
se porveaitura externasse o seaensatnento se fazia sentir ; e entao nto soe podt inteira-
em sentido contrario. monte aceitar como causa aquillo oapenas
E' um-lto lamentavel, mas que infeliznen- deve ser olbado como motivol de Iggrava.o.
to se passa sob as vistas de todus : de certo Se, por6m, aquelle pensamento externado
tempo para cA a estatisica criminal tern aug- polo Sr. ministry da justigM vas encontrar seu.
.mentado, e augmentado de umfmaneira con- apoio, sua justiflcaeto na situto creada pela
sideravel; crimes, mesmo f6ra do commupm, lei de 28 de seLtembro de 1871, que encetou 0
Leon sido praticados com mais frequencia :0o movimento eraancipador do. nosso- eletnento
que attesta urn esitddo normal, que reclama servil ; ent.o estaqjs de acordo.
providencias urgentes e ao mesmno tempo ener- A lei do 28 do setiMbro de 1871, boa quan-
gicas. to ao tim quo teve em visa, tim nofire, eleva-
E4 digamos aqui de passage, n0o 6 s6 essa do e todo humanitarilo, tem o sea lado f raco
a mancba que inquina o ediflcio de nossa mo- pelo conjuncto de providencias, que cosnsa-
ralidade: um facto desolador contrista o ob- grou; se bern que todas nio sejam merecedo-
servador perspicaz. Referimo-nos A repetiCAo ras de censura.
dos incendios e ao descalabro das fallencias Encerrando disposiCoes criteriosas, e de um .
verdade que as fallencias nao ternm conser- immense alcance social, ella teve o grave de-
vado o mesmo desbragamento de 1875 e 1876-, eito desacriflcar o dreito de propriedade ao
aperar de toda a injustificavel bonhomia do ncipio da liberdade. Apezar de illegitima,
nosso tribunal superior. tuedeiz doreconhecel-a,- a. escravid.
Mass incendios ? H nada que justifique I games^ ^^^ dercneo-, .^caio.
s os incndios? Ha nada quIizmente legal centre n6s, represent ura
repetioo quasi quotidlana dresses factors, qu opriedade,, pr consequencia, um direito .
outr'ora tMo raramente se produziaia? Ha na- convem e se deve respeitar si et it quan-
da que j.astifique as circumstancias corn que turn, isto 6, emquanto existir e na f6rma por-
ellos se manifestam ? Primeiramente nota-se que esta constituido.
iuma cruel ratalidade; e 6 que todos os incen- Mas o que fez a lei emancipadora ? Cerceou A
dios so dio empredios- ou estabelecimentos os direitosdo proprietario, negando-lhe po: as- .
garantidos em afguma das nossas sociedades sim dizer pai o agua-ao mesmo tempo que
de seguro; depois os estabelecimentos ince6- cercou o object da propriedade de todas as
diados sio justamente os quo menos proba- regalias, de Lodos os privilegios, alus in:ore-
bilidades tinham de o serem; estabelecimnien- pativeis corn aquelles4ireitos.
tos quenenhuma material inflammavel deviam NA, ssomos escravoclatas, n^lo; pelo con-
encerrar e de ordirario se fecham A horas pou- trario, nutrimos a mais robusta convicQ|o de
co, adiantadas. Porquo razAo n5o so ddurn in- que a regeneraglo agricola, industrial, artisti-
condio em casa de familia, ou quando elle suc- ca e commercial comegarA para o Brasil no
cede 6 logo extincto? Porque nto appar-ece dia em que foirproclamada eodecretada a eman-
em nenhuma pharma::a, em nenhunia La- cipagiototale absolute de suna escravatura.
brna. Quemassimn so express, tmern o direito de ser
A resposta 6 negative A moralidade do nos- altendido. ..
so commerioo; e, entretanto, essa 6 que 6 a Por6m entendemos tambem que a medfda
verdade. deveria ser tomada por outro modo, e que a .
Em vista desse afrouxamento da moral, n'Zio lei de 28 de setembroade 1871 corn, o system
6 estranhavel que a escala do crime se tenha de suas fmnquezas *xcessivas, collocou o nos-
dlatado, nto 6 estranhavel que a propuedade so element servile em uma situaAo toda nova
esteja sugeita A maisfrequentes ataqes, e 0que e toda refractaria aos bons principles da or-
a seguranoa de vida corra maior pdigo. Se dem social.
na classes social, onde se devo presumir mais Quanto A n6s, o primeiro pass a dar era
moralidade, apparecem dessas e outras aber- fazer callar no espirito do mesmo senior, qu
raeoes, quo felizmente aiada se achamrn no ter- o seu escravo 6 o seu maior inimigso, e a B 0
reno das excepges, pQr que esses laivos de dia em que conseguisse var-se desembaracado
inquirmcada n^ o atctaram d inairia do delle, crearia uma noa 6poca para ofastos
.pO 74d^^.- e ^da classe do sun familiar ; depois tmaa mniedia 4e ma-
~~_o .nero o mesmo so saris-

.a ras n~o fol isso o que se fez: a lei quali-
la a virtue; e porisso i que comprehen- bertou o venture, favorecou a liberdade dos
demos como uma necessidade indeclinavel a di- adultos do modo por que o fez, lanQbu a dis-
ffusAo das id6as pelas camadas somenas do mc- cordia no centro das families, affrouxou as re-
chanismo social. A ignorancia das massas 6 laC,5es que naturalmente prendem o senior e
uma causa indirect da perpetragao dos delic- o escravo e inoculou da part dos serves a
tos. E' verdade que algumas vezesa mesma ill- afouteza, a petulancia e o cldesbragamento, ao..
lustragAo tern sido.vista naufragar nos cach6pos pass que incutio no senhor a desconfianga, o
do vicio e do crime; mas sto anomalias essas terror, a pusilanimidade no sentido de tor- '
que se apresentam na relagAo talvez de urn nal-o receioso pelo futuro incerto dessa sua -
para mil, e que 'de modo algum podem ser propriedade.
invocads para base de discussaio. Essa 6.que 6 a verdade inteira, fllba da apre-
A franqueza do ensino 6 urn dos pnmeniros ciaibo dos factos. E essa libaralidade impor-
empenhos dos governor bern intencionados no tuna em favor.de uma classes quasi totalmente i
proveito do seu mesmo interesse. 0 desco- embrutecida, nabo podia deixar d eexercer uma 4
nhecirmento dos deveres proprios importa a influencia deleteria sobre a econo'mia social.
repulseo dos direitos alheios e o nao cumnpri- Isso, porem, ainda n.ao foi tudo. Ao pass '3.-
mento dresses mesmos deveres. Ora, quando quea lei esbanjou favors em prol da liberta-
os direitos do poder sao .lescoiihecido.s, no o io, foi escassa quanto aos meios de predispor
pussivel que marehem regulates as relacoes os libertandos" para essa transi(ibo do escravo
do governo corn os sens subditos ; e quand. 5 posse de sua liberdad": asses libertos ca- -
essas relacoes se chocam por esse mnotivo, as hem no centre social do qual estavam, por as- .^
consequencias sibo desoladoras, porque daae.-- sire dizer, segregados, eivados de suns desor- ^
obediencia das rnassas para a revoluqao. so ha donadas paixoes, e quasi sempre sedentos de ||
urn passo, eurn passo curto. ,:
Assim, pensando ostrnos long deattribuir vinganca contra aquelles que os privaram do '
faladoimnsanu o popubir longe doa r goso da sua mais sublime faculdade.,^
a falta de instrucao popu~r o accrescimo de D'ahi essa arrogancia e esse desregramento
criminalidade, que miltimamente se tern nota- quo tanto os caracterisa. e por tim a perpetra- ".
do no imperio ; causa indirecta para a repro- g~o de crimes em parte devidos ao estado ex- :3
duceao dos de'ictos, co'Iio ja dassenios. a falta cepcional em quo entraram para a soeldade. '^f
de instruccao nibo p6de influir ostensivamente Uma das providencias deveria ter sido a "/
para o augmento na sommem "dos crimes em creacao de colonies agricolas, nas quaes ti- :
6pocas determinadas sua influencia sere- vessem um ingresso forqado. corn prazo.limita- "
pre a iiiesma, tendendoantles a diminuir, por- do aquelles que obtivessem sua liberdade per ^'
quanto pela or~dem natural da~s cousas, ella forca da lei, estabelecendo-se ao mesmo tern-































"lA'.-- A commissAlo de orgmenwio muni-
S.8 flea sabre a msaq a rea4aciec do
'p aw. 3.,12 do 1876.
dess d'srojeoos ns. 262, 46, 57 e64 deste an-
0^6 n^9fuo paswAsfk^ as mtfms teavwB f
V&W wa M iman uviito I -
G ORDSM 0) IA 1

.M .S 9 tePessoa, obtewo a patavr
jutieca um isqAnto de ur-
Sdoe qa seja su-bmetda A s-
| i-'ed9o n. Bin estearlo.
AM CRlt o a Iraw iffloet Se wr-
rau s do aftumas fb-'
91)BpS oMepiitas p6W Sr. Moraes
e-fa~n. I
.avtu, potanite, em r diisoaLsso o art. l0
dopmjneon. 2deate wnno, .mspendohfto a
cob;anadas -mnaidades dos apparelhos da
cOMamhia--aifr' Drainig, omn que i'Ao
heOwe agma on esta fMe itsfioienale.
@440 Mbraores SIva:-9r. president1
pedi4Ltpmlaerpara fazer algatns esflera-
ise.Um mstentagao do pIrojeeto quese dis-
cute, e cemqualto a rnat,&ria a lmrnitta n tar-
go desmvolimflenwo, todRavia eu lGao me alon-
gaffip(oqae o mienestali, 4e saadee o 'mei
espiittainda agitado. e iiajres-ionado aio o
psraiUm;. ,Pego, portant., desculpaL aos mets
ilAtes cafllegas pelo de.;ia.iho dti phrase, e-
tahitz pela falta de nexo ( msin.) orde-m ina
exoposigio de rtiaas idttas. [NAi.) apiaIos.]
Ha maisde.um anno. Sr. president, ea ti-
ve a lionra do offerecer i nonsidera(:ao desta
illugtrada assemblha dou;s rmqerimentos, pe-
dindo informa6Oes sobre a marmira porque a
companhia Recife Draitnage executava o seu
contrato. Dous outros nobres deputados fi-
zerum tambemrn requerimtites em sentido se-
melhante. Nao seai, se foram mais flies do
que eu: pois que at6 hoj. nao mr costa qae
as informaCeOs por mim pedidas tivessem vin-
do a asa case.
Se esses requeotnentos tivessomrn sido sim-
plot e extlsivaqeute rones, a recusa' idssas
inroimagOes podor*4 taduzir-se, o Cque, auo
supponto, 1 kt uma certa fCitade atoengClo ou
de oeasideralo para coan o orador, qua neste-
momento oeeumpa a tribune; nmas desde, qune
esta ilustrada aseombl6a approvou as mes-
mosereqietimenLos, os fez seus; e entAo nio
se po'e sappor que o digno president da
prnvineia, civil, cortez e delicado, como todos
o rtoeceme deixasse de ter para corn esta
respeitavel asseimbta a atteaonAo, considera-
Cla q respeito devidos,
Eu peis traduzo essa falta de remessa das
informao5es pedidas. por esqutiementdo dem-
pregado, a quem foi incuabido, o trabalho de
offciosexigindo essaps informaves, nou petos
mutes e graves afazeres da secretaria.
0 certo porrm 6, que nenhuma providencia
se see tomado at6 o presence no sentido das
informanes par n6s pedidas.
Par esta razAo, Sr. prwsidente, fundados no
art. 11 90 do actor additional, qua nos di a
attriba.io) de velarmos na guard da consti-
tuiCIo e das leis, em cujo Vaso se acha o con-
trabo denomi nado Cambronine,-entendemos
que deviamos organisar e apresentar A esta
assembl6a umn projeoto, quae 6 o que se dis-
cute.
Estabeleco-se no art. 10 desse projeoto, que
flea suspense a tobranca oa pagamento das
anuidahes qua faz a thesouraria provincial a
companhia ecife Drainage, de todos as ap-
parelhos de limpeza, em que ke verifique que
n.o ha agua ou osta neo fpr sufficieate para o
servio dos mosmos appirelhos.
Sr. presidente, ne ha quern ignore queo es-
..i -lllulall* 1.na. --.__ ,


tuu im 1E AUMIT Milan -pitto i, kgftpq^ee^
muita agua.
0 SR. H. CGRACON : -A.poino.
0 SR. MORAESSiu,'.VA :--Entretanto qualquer
pessoa quelanmar as visltas s)bre o encana-
mantLa existence nesta cidade, vera que para
lavar umn cano, quo tern talvez o diamrnetro de
3 pAflegadas, ha urn cano de chumbo, que tal-
vez oao te nhao dianmetro de media pollegada !
Par abi jA V. Exc. vQ quo 6 impossivel assim
satisfazer as cndic.as que exigem os appa-
relhos desta ernpn:rza.
0 Sn. RATIS i; SI.VA : E mesmo ,i agna
nao chega para esso cane.
0 SR. MORAES E SILVA :-E ineoano a agu;'
nao C sufficienie, nZio tern uni jorro continue.
0 resultado disto 5 quo as materials fecaes fi-
cam adherilas i;i pareales 'do encanamento
e nao sendo lavaIas, desprendeam ,azes me-
phyticos, o que nao so ja team feito muitas
victimrnas, oemo tern tornado? nuitas cases
inhabitavels. :\poiados.) Ist me parece in-
contestavel, e'6 geralmente roonheoido por
toda a populaCao desta cidade.
Os outros. artigus do project, de quae nao
me ocmuparei agora, cantin nmaLeria quasi
regulamentar, todavia tcodas ellas teenm sua
razao de ser, coinma se mostrardi ruando tra-
tarmos de siua discussAo.
ConLra este projeclo, quc me parece sera
traducQo field do pensamento geral do toJa a
populaao, temn-se levan.ado algiuima opposi-
Q&o. Tern-se diJi emn primniro lugar que estc
project 6 um nattentado.
Um atLentado, senhores ?! 0 que st quer,
o que se pretende comn esi.e i)rojecto 6 emba-
raaz- que a companhia Ilecife Drainage con-
tinue a.produzir as males que tern produzido.
Estabeleceu-se nelle q ue so suspendesse o
pagamento dos apparelhos, emin que nflo hou-
vesse ngua, pois que, coamn) jA disse, dosde o
moment eow que nao ha agua, us apparolhos
nao podesa.dvidamrente funccioiiar. Ora, se
isto se cbpsidera aitentado, sempre que um
indivjduo defended o seu direito contra outro
que o viola, nao pode escapar A p6cha de ha-
ver commettido um attentado!


.Senhores, quando mmn in.liviluo contract
'.r c am outro prestar-lihe sorvinos mediantoe unia
Scerta paga, seua locador, ou aquolle que deve
t presLtar esses serviq)s, deixa de as prestar,
'?'" on as rosta por moilo liverso do que foi esti-
r pulaQ,. o locaLario. aquelle a quem as servi-
1,^ge" as ser preslados, ou recorre aos
.' me ccioAes para contranger o locador a
pl-sC- os ervios convoncionadns, coma
mutta vezeos se pratica nos contratos de lo-
.. cavo de serviqos possoaes, ou recusa o paga-
... meni do preino estipulado, que 6 o que ordi-
nartimento so pratica. EolAo o locador, se
., todavia julga se corn direito A paga convi-
cionada, rocorre aos juizes etribunaeos dopaiz,
., .Ora, L que 6 licito, o que 6 concedido a*
partioulares, pode ser negado ao governor, ou
A. aprovincia? DeverA o governor intentar a
ra..slig do contrato, continuar a pagar as an-
S n'"adics, e depois, se as julgados Ihe foremo
faroraveis, ir demandar na InglMerra a resti-
.tul o do que indevidameante pagdu ?
-'' ttentendo, Sr. presidenmte, quo atgentado
aw.':.,6 c9or suito diverse; salvo se as palavras
m .';tea.perdido a sua sigrnifcagAo natural, ou a
mli sm e aurta iateiligencia lnao pode empre-
:' anadu.o que 6 atteitado.
SS Dltao.J I AtteuLtaLdo, Sr. president,
t6 d ar-se u...rn se rto pa 4 a inia de col-
-8 t msystema con-
-infolitate Victmas, qua
&C'if 4101 mil ala e quei a ds !on-

.t '-e no 20 afigo df a
.14"de'Aiioi Wt8 5 q ue0
Ma^^M H~fejt"'* -STO It, 6C&ua Samf-


0 & ATIS E SILVA :-Aixtdo.
o Sa. MoRAs E $SILVA -
SSr. pr@qi.ekte, em opposicR f- lJ^
que oorno nao o saconarA s ielle r
.Sr. preeil*te. isto &urn nm ocio inito s56-
rio, muto grave. Eu 'fino reio q r. 3r,
Manoel CftannUnoa. mistrad0, 1,vrd;ra-
dente, come, queira tamar sobro. grave
reswhabinfade fsd embaraiar twveDI a
qune recoinhecidamehce 6 de utilltifla t Uebila.
Mas, senahores, parue razilopodaer o0 pre-
sidente da province o ST. Dr. 3ao, Clo-
mrllinto 'c outro qualqtier, Teasar a sto-
%:go a e'ste project ? SarA pelo reinio de qae
uo goverrtr ingjez, cam o poder dos seus ca-
SalihOes, ve-fha Oxigir de n6s o piaanento di
annuidadies do apparelhos d, urn system con:
idemnn'lo, 4a apparthos qno doe fez arram-
cand.) da cidade de Ladre1 3 conM oUr epQdoe
que fosso euvenenada a sua pipulaoI?
Senhores, eu faqo mninis justiCa ao govern i
inglez. 0 governor inglez so reapeita, respali-
taa opfinllo pnbfiea, a pini6O do mnn'do-i-
vilisado, e 6 incapaz de exigir por reto da
forpa aquillo a que nos nao estamns obrigados,
(apoiados); e so fosse capaz de uma taleol-
goncia, entao ambemn ainja quando as appa-
icTlhos ostiveem detto>la esu'agados, inulti-
lisados, i.-nprtaveis, podaria exi.gir do n6'
&LcrnaneoUne o paga-nent.) dessas annuidados!
S3ra porque o Sr. Dr. Manoel Clomentino
,hz emrn seu relatorio qaue a comnpanthia Recife
D.-''iinagye isaisfaz re.gularmentc as condiskfs
do sea contrato ? Tambein na.o croio.
Prece corn eoffeito pelo reatori9 da prcsi-
dencia que a cuiupanhia Recife D,'aiitsge vai
As mril maravillias, e quasi que se The poderia
applicar o-sic itur ad astra de Virgilio; mas
todos n6s sabeonmos, se.ihores, que o presi-
dente da provicia nao vaii exaininar appire-
Ihos, quo.elle louva-se nieeesariamente Hnas
informaQges quo recebe das pessoas que sTa.)
disso encarregadas.
0 Sn. PINTO PESSOA E' assim. 0 que
sqmiente se p6-Je notar, 6 a facilidade corn que
S. Exc. receteu takes informnagbes, quandq6
teralmente sabido que a companhia Recife
Drainage nao cumprio, nao cumrnpre, nao ha do,
cumprir,naio p6decumprir as condigies do seu
Contrato ; quando toda a populacao desta ci-
dade brada contra o servib.ou antes desservigo
prestado pela mesma compaiihia; quando
nete mesmo recinto tintas vezes se tem cla-
rnado contra oprocedimnento dessa companhia;
qa35ndo em seu relatorio do anna passado o
dizno cavaleiro, qu e entao se achava a rente
da administragao desta provincia, ji reco-
nheocia a falta d'agua nos -apparelbos de lim-
peza; quand6 finatmenie 'tudo a tal respeito
tern idao de nmal a peior.
Supponhamos. por6m, senhores, que o pre-
sidente da provincia negde sancCao a este pro-
jecto, se for convertido em lei, que nos iira-
poita que essa lei nio seja sanccionada?
uando, calmo e frio, S. Exg.- algum dia pen,
sar sabre o seu proqedinmento, quando, caimo
o trio, reflectir sabre as consequencias do seu
actor, sua onsciencia implacavel, inoxoravel,
The exprobara todos as males, quo aitfligei,
que ameagam a pVpulaQgo destacidade, males
quo S. Exc. podia ter evitado e nao evitou.
-Que nos importaj seohores, que a lei u)o
seja sawocionuda? 0 resultado serd, que essas
queixas, asses clanmores, essas imprecaioes,
que diariamente se erguem, se levntam contra
a companhia Recife-Drainage, se levantarao,
se ergUero depois contra a autoridade pu-
blica, contra o governor, quo sustenta, sanc-
ciona, apoia es ;a extorsao, essa depredacko,
essa violencia, ease escaadalo, essa iniqui-,
dade. J&poialS., miuito beml.
rt~ agJ~fl s-pracidonto, qua A TeL
Restar-nos-hla a consolaqao de haverwmes
cumprido um dever sagrado tmuito bem) ;
vestar-nos-ha a sakisfag&u de podenno& dizer
aos nososs constitiintes, aos habitantes desa
cidade a assemble provincial de Pernaii-
buco soube cumprir as seus deveres ; ella nho
foi indifferente As vossas quoixas, alo foi surdia
aos nossos clamores, e coaipenetrada da iu-
portancia da sun missao, fez quanta de si d-.>
pendia para aliviar-vos dessps males que yos
opprimem, quo was esmagam ; mas foi iui.
potente, porque o governor nas tem odemiimr-
nado a esse terrivei supplicio -
E quanto ao que pode succeder aos sig'nata-
rios do projocto pelo procediniento quo tive-
ram, par mirn e pelos mius ilWustres colleges,
que se sentama naqueotas cadeiras, tapontando)
eu repotirei corn L. Hopital si f,'acLus ilLtbatr,.
orbs impavidos ferieat ra-ince.
Teaho concluido.
(Iuito bem ; muito berm).
Ninguem mais pedi-odo a palavra, Oenserra-
do o debate.
Procedendo-se a votagao, 6 approavdo o
art. Io.


Sao succassivamentaeapprovados sem debate
us arts. 2, 3o e 4o.
0 project e approvado para passar 4 3' dis-
cussao.
A requerimnento do Sr. Moreira Alves, 6 dis-
pensade o intersticio.
E' semr debate approvado em 3' discuss'o e
remettido & commissao de redac&ao o project
i. 57 de 1876, exonerando o Dr. Ignacio de
Barros Barreto de proseguir em suas tentativas
para melahoramento do fabric do assucar, de-
pois de provar perante a presidencia da pro-
vincia que. cumrnprio o seu Gontratuo.
Sac Lambem successivanmente appruvados
sern debate as seguintes projects deste ann :
N. 93. concedendo urna loLeria para a mroatriz
de Nossa Senhotira do 0' de Ipojuoa, semado dis-
pensado o interstiuio a oequerimento do Sr.
Herculano Bandeira.


N. 60, annexando no officio de escrivao do
jury e execuioes criminals do term de Santo
AnWto, as de tabellibo privative de notas, es-
crivo do crinW cirrl do mesmo termo, por
more, remogInMl dernissao do actual serven-
tuari o.
Continda a 3' discussao do project n. 40
deste anna, autorisando o president da pro-
vincia a conceder uma indemnisacao aos ar-
tisast enirregudos da construe4gda Estola
Model, pelas obras que de mais flzeram, cam
as emendes offerecidas.
0 Sr. Pinto Pessoa faz algumas consi-
deranOes.
A dispuss-ato fle adiada pela hera.
2' PART V
Continfia a 3' discusseo do project n. 44
deste anna, orgando a receita e flxando a des-
peza para o exercicio de 1877 a 1878, corn as
emendas approvadas na 2o e as offerecidas
nesta.


* So mais lidas, apoiadas.e postas conjunc-
tamente em discussion -as segnintes einen-
des
( N. 74 .-Supprima-se a emends n. 76 ajre-
sontada em segunida discusseo.- Uehda'CanS-
cante. a
( N. 75.-A'rtigo additivo.--Ficato presiden-
ie da provintia autorisado a aposentar o pro-
fessor Manoel Antonio Ferreira Braga corn mo
ordenado correspondent ae tempo de servigo
que contar, se por inspooglo medical for ave-
riguado que o referido professor soffr'e-de alie-
nagbo mental.- Virgili Coeehb. v
c 4. 76.-A emeuda it -16 sejp subsUtuida
pela eguinte :-.-Fica o president -da Olvin-
'a agtlaeda a dar 9 respeetin'rgulmento

pc.f OS Mb.-BaWrto, tiwi sru. -
^ l l ila .ao-11 e ddttr..--7 :- ..^
.ba ..,.Dw"
_-. -


0 Onor -
lysat. j
Valeu-se o a
do rolatoilo 4Ad
'lendo a phrta reLt
de,, ga qift.- *^-^
'doa
o .serv4.:o a.-mprir o t4 1 0
art. 47, qu deteraina.
'stabacNimstoa a pai omts-
cai adnoi atroo pa a9 a
0 nobreo deputado procuroa de a
um argrmeutLo contra o add"
a presentado.
Entretanto a leIlura quoe o noebr l dp1adp
fez do trecho do relTatorio fol in complta d-
ficiene; S. Exc,, lendo tuLao soanate.e a Pie
a Ito e podia aBrvl do rx4e auo, jaqoqp -a
so.,nda parti.a nt. jai.ias Impd0Lht. is
ali imianifesta a. digmo adrdnistradar oa;
pensamento sitdhrb. eOeueluo fda ilspoa0

Corn effhito eis doiao se pronuncik.e l,
da lei, -acm af- t
NIo :ne parece convenientio essa...or-
denia. [lftere-se a providencia cdnsadi
no 47 &-itad). A. adminiltragao dh nil
Casa tern sido proveitosaao asylo, e A.-p6i
viencia aconsetha que. se continue no raniem
al6 hoje seguido, u -
Ora, 6 par consequencia manifesto eest,
assim conhecido claramente' o pensamento d4
administrator da provincial, a o nobre deouta
do, tend Ado apennas p trecho do relatri
da presidencia, na parte, que cajpvnbha, a# se
pensaniento, omittindo a conclusia do m s'
troche, nao esclarecen convnentemente'aas
sembl6a e articuloa una argumrento que iaruh
plehamrente retatado, corn aleitura do $l do
protiOt texto, em que indevidameaLta sejacas-
Ldfloi. 1
teller.
E fou fd1 somente o actual adninistralw da
provincla quem se manifesto naquaelLsea-
tide.
0 Exm. Sr- -Dr. Carvalho de Noraes, isef
reoatorio apesentado o ann o passadao, Xp-
mio-se mais ou meoaps na mama coant da-
de, quando occnpoau-se do asylo. D.e S.
Exc. 0) : .
A lei provincialn. 963 deo3de ju do
1870, approvando .6 regulamento de 21 4e-
tabro-de 1869, que o orfqrga da auto CA9
conferida peld-lei n. 777, ereara- o as.i
r*endicidade, determflou que ficasse e es-
tabelocimento destacado dos outros d beft-
cencia, a cargo da Santa Casa de Miseric rdia,
e que a su a adminlstracgA fosse incnam ida A
urna commissao especial, organisaila 4de on-
formidade wom a'citada tei.
a Tenda por6m sld doelerrwinado pelt pro-
sidencia que cofainuasse o mesme esltbele-
cimento sob a direqgo0 daquolla irmaidade,
atW que se eoxpe4isa qcpmpetentl regulasen-
to, mantLm-se atnda hoje esse estado proyiso-
rio, contra o qual sepronuncia o d4igno rove-
dor, ponderando jdiciosamente quea refoderi-
da lei-deve ser executada od revqgada, 'per-
manecendo o asylo sob a direc.f tda Santa
Casa doe Misericordia. i -T-,.
( Inclino-me a este nfiUto alvitre, por ter .a
pralika demonstrado que a admi-ViStrapbo da
Santa Casa, alin do putras vaflJ.Q, tern a
da~-~mais" eaoonOmiC s...
S "i e"' "0 "i. P DAdill4on-
Lestar a eleta~uaH~ raQaw ^0
prima pelo zelo, e taato so distingue pelos reo-
sultados economics, que offerece.
A administiawgo do asylo por ruma commis-
sAo especial, como quer a lei de 25 de jibo de
1870, acarrelta anuts de Ludo um augment de
-espeza, traoendo a necessldade de crear-se
uma secrelwia ow certo nurclen do empregados,
que poasasm se inmembidas do servio pec.-
liat do estabelecimepto.
Dahi decop'e ja uc nugmoento sensivel para
a despeza.
Em segundo lugar a administrac.o da Santa
Cusa de Misricordia tem sido a mais proficua
e vantajosi ao asylo, as.egurando a boa ordern
e regularidade do esLabelecimento, e procu-
rando reduzir as despezas que tern julgado
desnecessarias e excessivas.
A Santa Casa tem-se bistinguido sobretudo
no mode porque tern administrado as rendas
do asylo de mendicidade.
0 Sn. MOREIRA ALVES :-Submetter o asyln
A Santa Casa c inutilisar a instrtuigbo. (Apoia-
dos.J
0 SR. HENRIQUE MARQUES, Eu-respon-
derei.
0 asylo de mendicidade tal coma quer o no-
bre deputado, que me deu o aparlet e o nobre
deputado polo ppimeiro district, isto A. un
estabelecimento pare corrigfir a nnmdiice, pois se
neste sentido se paero considerar coma uma
institui,'Ao exclusivamente policiatl, o nao tern
produzido efleito nem nos proprios paizes


I
I
I






a
s






q
U
I


mais cultos da Europa.
0 asylo de mendicidade, entretanto, tel qual
achi-se estabeleciilo entire n6s, 6 um estabeleo-
cimento dI beneficoncia, para o soccorro e
trnata.njen:o dos inendigos, a quemr offerece
residencia.


O.SR. MOREla ALVES:-Quer-so fazer as-
sim, mas elle nao fa i estahelecido para isso.
. O Sri. HEMRIQUE MARQUES :-Vou examinar
as disposiC3es, que instruem e regulai a ma-
teria, e apresental-as-hei, afim de que o no-
bre deputado codheoat qual o pensanmento que
presidio A creacao desse estabelecimento, e
qual seja porLanto a sua natureza.
0 art. 2o do compromisso da Santa Casa de
Misericordia diz l]:
. A irmandade tern a seu cargo a adminis-
tLra;o dos estabelecirmentos pios:
3.o 0 asylo de mendicidade, e quaesquer
outros estabolecimentos instituidos em favor
da pabreza, que s e crearem na capital da pro-
rincia sob a influeoia do governao.
A epigraphe do regulamnto de 21 de outu-
bro de 1869, assiglado por S. Exc., a presi-
ieate deta assainblea, qu e estava enlo a tes-
ta da admiinisLit aao, 6 eaxpressa; diz asim,
[M]1 :
0 vice-presidentLe da provincia, veodo a lei
provincial n. 777. de 11 das jumnho de 1867, re-
solve que no asylo de mendicidade desta gio-
vincia, creda como enfermar'iwde invslids na
A. presenga de S. M. etc., A 23 de deaembro
ide 1859 so observe o seguinje :
Art. 5.o 0 asoo-bemn camo o seu patrimao-
io ficea sob a admipstralo da Santa Cam de.
Iisericordia ns terms do compromise ap-
provado peiaitei provincial n.. 531.
D'aqui se. deprehende jA a oompatencia saim-
)re recoaheoida A SanLaGaS" 4 Misericodia
)ara admiwistrar o asylo, jA, a natureOa dsat
istatbeleiminao.,
Devo repair aida quo. a adnmAistrgsft dai
SantaCGasa do Mi Mrioedi. Meeampre#Woie.
osa a aays, rqur peloIt lado monima, quir
juante a tf l ndinre n aancauM4sla 4o
ervigo pmopt* t a e ieoto -n
espomis' a ou t *anttne 2


16- er ota -

"s@ v-ocidoaa,;



neQn gorM ona de ul e tarnb

^n positt S bwaafpcia .quo $4 dw de me

.ftwIae^agrtdecioas4utalob se de.
Be ..lT~riia aygrenc'a dos estab&

ro6-..apraj W"Oplas; u 6 Xi4na dos ap

at teAc ete solitoe recoohhasiouto o
anporLanlas-e ortoriois serviAprjladtst
I usa da cadade pelJa Santa. Casa ,de MisHri.
pordla sempre corn z6ao e invenciveI dedica-
Q&o. o'u .e ida cotar u a aiidaiiusLracc
4a Buazt!-de Mitricordia lintas exera
qivpynnea Ao que, diz reapoiltao ao csaeio, Ai
4iep"as do 6tabeeci menw e ao sau .raga-
ml.JAie Jr1pg ",a part puramenote policia
otaihabi$i~twaail alupridtrda pglkcial- a au-i
ca pishpeteat, quemn manda recoher o
m00l4ps, Q0Q10^3 Aanda despedir; a auto
.lda4Ii4A i .j Wt.sunmam 6 quen dirige e )
Ial s at4. m s'vao zaste past.
0S'jg iaAzAA A 'vSg.-Mas, seal) 6 un
esLabejliipato de caidade, oca dove esLa.
sob a adiahio ragp J SaiaCa Casa de MAiseri
cordia. '
0 Sa. -gulauiQUE M,.AtQIwEs :-Eu Ja disse a
nobre depultado qu o proprio regulawnemLo d
asylo dp anndlpidaiJ, assignsado polo Sr. pre
sidente desta A asembl6,t, que e.tava euiAoe i.
admO:a gU-o da proaincia th approvado po
urraJI, provineiaL.,
0 Sa. -MAoA,-L D o RLOo :-Ap)provado con
restricqioes.
0 Sa. HINaIQOE MAItQUES :-... reconhec
positivamneotLe esse caracter' ao ncsmo asyk
quo assiu se moaoteva atl6 1870, quaudo pe
ulm autigo4a lei prdvimiat i. 1,44 seo anaar
dau dastaci' Ida Sata Casa de Miserioordis
st4 vanLageow conlecida, ou ir;azaoproceden
U2.
0 nobre deputado, contesndu) o ao addi
tiva, laseotwu uua4,,emeada,. aLiegando qa
qv)ypka-expULcar setaie lasse ad&itivz
a4m ds oao dir lugae, 4 mnvogaqlo de toLo
Watgo; mas porraiLa-We-S. Exc. queo .he dig
quo aesia ponto n6a es4eyq deo oacordo aim-
PelSlenDt quo aspim enitiha.
0. 0 aioburt.eputado, oppo6elo-sc pass.igei
deo addlitia.as rocoAcendo a iuuneODo,
flemnento tihceasigoado, quo era ex-cluir
dminiistracW da commissao especial, craed
pela le ji citaJa e subuettcr o asylo d adf
nistrW&o da Saae Casa de Misericordia, nA
podia jamaisarop& que so fLcassam rewga
dos os 1 ldwwt e portuanto o 4o0 contr
urea dispeosiuO qew s p6deeaistir presupipon
do essay toam"s. E' a seginte :W[1I
a Art. 47. 4@--As disposigbes do art. 7o
.80e do regulameatcamd e 21 de easubro de *6W
serito executadas w amne o tesomiroprovi
cItPiensate a aOWniSsdo; a
MLArNOU Do RaMO -4Ea&o fEi ponqiu
esqueci-uwe do 4.o
0 Sa. HENRIQUs MAnQUs :-NeMe seatidc
poai, e parm corupletar o meu poasamato, vo
apresentar ainda ama emenda.
0 SB, tMANQEL DO REGO:- 0 que 6 fact,
qtue.provei o absurd da emenda do nobre de
putao.
OSa. UHNRIQUE MA.AUES :-N&o provou
a b s u rd D O s a rg u m e n u v 4 .- .. .
Uu.u,"_Z ;gaugagiA, a que nao podiam.re
aic,;t%-a mis.prt;,ju.AiuieuLe aquelle, de qu
pimeltro asou,-e em que dizia-se baseado n
relatorio da presidbncia, quando, segundo pa
tenteei pela leitura que fiz, ahi se coaLiubha
no final do trecho, pensamento visivelment
contrario, coma losses a qanifestaCao feita pel
presideate, contra as medidas decreLtadas n
mesmo artigo, no que ja liavia alem disso si
do procedido pelo Exmi. SF. Dr. Carvalho d
Moraes. seu digno anLecessor.
Couclao, Sr. president, pra aguardar a de
cisao desta illustre assemblea.
O Sr. Batis e Silva [pela ordomi reque
a retiradadas emendas n. 13 e 64.
Conealtada a~assembl~a, resolve pela affirma
tiwa.
Sao Lidas, apoiadas c poslas coujunctament
em dis.usslo, wais estas emendas:
N. 83.-Se passar a emenda ns. 49, acres
cente-se h, final-e 4.o- .enrique Jlarqaei
N. 84.-Ao 35 do art. 16, depois das pala
v'ras-escola normal--accrescente-se :-iIIl'u
sive a laxa de 123 4 quo somet fiscam sujel
tos us que forem admittidos a exame de hahi
Lita.&o.-G N. 85.-Ao 25 do art. 16, accrescente-se
-E sendio a sede da agenoia nosta provincia
sera o impasto page no municipio ando ee.isti
a mesma sdle.- -Goes Cavalcatate.- B.,tis
.Silva.
0 Sr. Gervasio Campello :- [Nao de
volveu seu discurso].


O Sr. J. de iello Regb, obtendo a pa
Lavra pela ordem, requer quo se prosiga
session por mais uma hora, afirm de podor dai
a devida resposta ao discurso do Sr. Gervashit
Campello. I
Indoproced'er-se a votaiao dosse reqperi.
mento, reconhoeu-se rnao haver numero, f
fica a discussion adiadta.
0 Sr. Presldente levanta a sessao, de.
pois de ter dado a. seguinte ordem do dia
continuaao da antecedent, 2.t discussion dc
project n. 93 e 3' do de n. 24, ambos desLE
anno.

REVISTA DIARIA


Guard naclonal-Por acto de 11 do cor-
rente a presidencia da provincia randou pas-
sar gui& de passage para o municipio da
cidaledo Recife, onde tern fixado sua resi-
dencia, a Joaquimn Raphael tle Souza Gonzaga,
alferes da 2a'- c)mpanhia do batLlhdo n. 43 de
Infantaria da guard national do municipio de
SerinhAem.
CommissAo central de soecorros-
Foi-nos remettido o seguinte, para publicar:
a lUlms. Srs. membros da commission central
de soccorros As victims da secca. Tenho
a hona a de commnaunicar a Vv. Excs., que a
risseao de que vim encarregado nesta villa do
Ouricary osLtA concluida.
0 aQLude, cujo concerto-Vv. Excs., de ac-
cordo corn a presidencia desta prorincia, hou-
veram por'berS conriar a meus fracos cuida-
dos, achn *se perleitanmeate concerLado.
A longa parndb que abe forina margemn de
repraza ouesti reedifloada com a maior solidez,
ma part onde houve lugar o arrombamento
que deixara urma abertura de 33 metros rcfor-
mada am divarsos poatos, em 'que tinta sido
desmoronada pelasextraordinarias enchentes,
raontada de novo em todp a sua extensAo
de 32,300"', protongada mais m. 7,00,e altea-
da do 60 a 80 centimetros, em conformidade
da naia aua menor allure, lQ apresentava,
4#[q deo so caa"ir uts6 lvel.
'Ampofruwse a extreaidade onde passa a
sanria foM urn paedio oestLruido de pedra
Sca., defeated quo entes aol: existia, aUi in-
dlspotsav. Aea$tQ ,i yth ca"acado a mui;
---i*fyl notntas.a- -i g.guas l l.ai i
r an z wtr S


servigora 21530
4 0su iJ'zlu T 'aSomma 1:000
..A6m desla quantia forneceu-me mais com
- @.111 nn 'lin| i mr, i 1

IM
-BSdlo Aar'nb4 .5 5 fUlm V I,;
o ,t o ert mal wash



Feijjio 9
i, e P&is .s2
mnra M v oq4b9ppro dtitAM


a s Facr a o.. r
a' Wiho '

a Fazeud4!S -a d
- corn 25puca, a sa : 17 4L 4-. snm~,4.
d re maadpola,, e 4d a chitla.
a Tugo islo, Exutib. SrsL, ti. e1HrpLlosa?
mileatlestribuidoeaotra us ira4ig "to .4esta e
die nutras Treguezias e lugakes mai longi-
-, quos quo, impellidas pela necossilade, affltiam
a grupos para. Lomarem parole no service, dun-
Sdo-se-lhes duas ragOes per di.
a Aproveito a Qccasigq para reuqvar a Vv.
sa Exes. as protests da minba subida conside-
-' rnavio e offerecer-lbes meus .peqaeuos presti-
I mo-s naquillo que rue julgaremn uLail no 0eeom-
- jenho da gloriosa empreza de quo aeslo in-
5' aumbits pela caridade publrca, de accorcf
- oorn as maes respsctivos supcriora's. Otri-
- oury, 14 deagos-.o de 1877.-De Vv. Exs, ser-
vo, atllencioso a respeitador. Frei Cassirmno
Sde Caarcho, tbissionario apo.skLolico capu-
r ohinh6. 1
i- Villa de Flures, 14 de agosto e 1877. --
Jdlms. e,Exms. Srs.-A coaannissao especial de
o soccorros ,lestle ternio, reresenLada pelo
o abaiwo assignado, de posse ida quantia Ie 3005,
- de procedencia do important donitivu coin
a que a escola polytechnica 'Jo Ri dido Juneiro,
r inspirada, acudio, pjr insiantes, a verdiadeira
afflicAo, nas hIoras deadversidade, porque va-
n iucs passando, Lendo em muita conta o pensa-
nment t- iginal e profando daquelles illustres
e mancebos, externado em officio do Vv. Exes.,
, de data de 9 do mez passada, nao s6 accuse
i hoje a xecepgAo desse orficio e donative, como
i- taibem declare, que inspirando-se, por sua
i, vez, ira direcgao tragada por Vv. Exes-, distri-
- buio dita quantia, seldo 100$ para esta villa,
100$ para o district de-Golonia, e 100$ para a
- oircumscripCAo do terreno 'que fica ao sult da
e freguezia, as quaes quantias cada membro da
, oonmnaiss4o fez distribuir por um limitado ni-
o mero de familias, n'um iravlucro acorn a ins-
a oripQdo-A escola polytechnica ao clestinwrio,-
o send apresentado cada involucro, sempre que
foi possivel, por uia creanaga de 7 annos do
n Jdade. Deus g-uarde a Vv. Excs. Illms. e
o Exms. Srs. Dr. Joaquim Gonaeves ,1ina, Vis-
a conde do Livramento e Joao Ignacido de ieci-
a, -ros Rego, mui dignos membros da commission
i- central de soccorros. Francisco Domningos
o IRibeir, Vina. .
S- Illms. e Exms. Srs. Curnprindo umrn de-
* ver passamos hoje a noticiar a Vv. Exes. todo
i-, o trabalho relativamente A commissao de que
estamos encarregados. Em virtue da corMn-
a municaglo quenos fizeram Vv. IExes. em offi-
i, cio de13 de junho do corrente anno, coaneqa-
w amos a exercer no dia 22 daquelle mesmo tn mez,
a caridosa misfto que nos U1 commettida.
e -t Ao center dessa data at6 hoje temas re-
qulftado a* -r. Eloy da Cunha Barbosa e SIl-
i, eva, encarregado de Vv. Exes. nesta villa, 162
u volumes deogeneros alUmeoticios, asnber:-114
saccos de farmiha, 16 de milbho, 2 de arroz e 56
6 arrotras do came.
t Estes generos foranm entregues corn ttdia
Sontualidade e distribuidos corn mos'retirantes
o o centro desta e de ontras provincias, que se
-\.".m' ,,1l.dS cornm mutheres filihose ben
U- ssi1 corm -.n,,ulgomes ooaarca a
e ugatps vianhos.
o ( Todos estes infelizes estavam em estado
- de miseria, mendigando a caridade public:
e hoje, por6m, gragas aos rocursos enviados, mos-
e tram-se elldies saLisfeitos, trahalhando nas obras
o do ceminiterio aqui em construcNAo e recebendo
o em remuneraCAo a devida alimentag'ao, que 6
- distribuida tados as dias em present de urn
e dos membros desta commission e em casa des-
Linada pare esle fim. Sao socorridas diariu -
!- mento 300 e mais pessoas, inclusive mulheres
e meninus, coma verao Vv. Exas. dos mappas
r qhe mais Larde temos de apresentar.
o 0 cemiterio em construcgao acha-se sob
e- adirecqQao do muito digno missionario Fr. Es-
tevao Maria de Hungria, quo nato tern poupado
e as sens esforgos para, Leramimar esta obra de
reconhecida necessidade.
;- ,: Os salaries de pedreiros o serventes des-
L. la obra teem side pages corn o product de
- uma subseiipgao que promove o daiL missio-
- nario lodos as sabbados centre, as habitan-
- Los deste lugar som distincgAo de classes,
- paeI quo ainda nao foi precise esta commis-
saro prestar auxilio algum pecuniario pars es-
ses pagamentos.
0 0 cimilerio depois de cancluido parece-
r cus que scrA um dos prmeiros quo vein exis-
o tir fora -Jossa capital pela sua posiaao, solidez
e Lamanho.
*- Esta sendo edificad:, na fralda de rina


serra, onde ja foram sepultados 113 cadaveres
- no tempo do cholera, tend 225 palmoa qua-
a drados, uina capella no fund cumn 30 palmos
r de frente e 78 de comprimenLto.
L) 0 seu alioerce 6 todo de pedra. .tendo, em
consequencia da desigualdade do terreno. 10
- palmos de aterro e 4 de langura.
a Esse alicerce ji se acha acabado, faltando
apenas parte do seu grande aterro, e oi assen-
- tamento da primneira pedra da capella tert lu-
- gar amanhA corn Loda a solemnidade.
4 0 serving JA feito avaliado em 10:00OW00,
Sentretanto pouco se-tAem despendido em di-
nheiro, gragas Adpalavra evangelical e forca de
vontade do incansavel minissionario Frei Esti
vao. Ill
( Dos 2:500$000, que fo am por e.--n com-
missAiu remettidos para occorrer igs despezas
corn as obras aqui em cohstrucCao, s6 Lemos
dado destiny a quantia de 63i9j60, a saber:
500#000 que entregamos ao Sr. Eloy da Cinha
Barbosa e Silva, em virtude da ordein dessa
mesa commissAlo, cotitida no officio que nos
dirigio em data do 14 do corrente mez, e.....
1315960, que par interinedio do Revm. missio-
nario,-lempregamos em compra de bacalhao e
sardinhas, visto nab trazer estes generos ito
deposit desta villa, e ter-se acabado a cornme
c o feij&o que existia no mesmo deposit.
"m Parm nab continuaruios a fazer cespezas
corn semelhantescomiras, pedimos a Vv. Exas.
se dignem remtiter parm aqui care e baca- f
lhao. i
4 Quanto a estrada de rodagem desta villa a c
Alag6a do Carro, mui breve temos de promover I
o comego de seus trabafhos, quj se acham (
em preparativos." t
a E' o que temos a noticiar a Yr. Exes., asse-
gurando que temos empregado todos os es-
forgos A. nosso alcance par a bern corre'ponder 1
A confianga qe nos fbi depositada. Deus i
guarded a Vv. Exes. tAumoeiro, 18 de agosto de d
877.-IUrns. e Ecms; Srs. membtras da com-
luissao central de sxcorrQs desta provincial. 4
-0 vigario. Joaqwtt Antgemi da Costa Pim. s
-Cassiano BRrnardi o dos Reis e Sil.-Jma- q
quim Apridio Rol Z Cote. t' I
a Juizo de direito dA-comafa do Limoeiro,
20 de agosto de 1877.-Ilim. e Bxm. Sr.--a t
cumprimento do quo. foi reoommeafado, per
V. Exe.. em o od(o- ire o1ar de I5 e jlt
l~.s.i.1o u6 e ha-di m e stneM
^^ua^^wtrt"' 94flki, q-te oometuif* 0.1
*^iip^omei tweesor, tatiho at^tr
4 *ttl S. 5om*reihtt o pt~tteinh'.-J~f


cJdade, permaneeendo parLe no 8 j ."
:qtareinga e parte nesla villa e selili
bios. :



madoado
au& a uetrmmeascMl'ircas
ter erro p oTFWel ue o ss retiradntes ai so-
. ia des, oj0 qu & cl acm a A u b p a n( ei | En o-
V. ,xU.'-@r1#O idaeo.aJ^ V q
e foi fc do-peio delegadoia, Sao
diarffmem r.te c-rrimos, grasa 0pi0sos
quo V .. Es.. wo auader
.em mantes quato &a -et Damexis penrcas,
lok cmmisEon ia ua a s a sido zelosa e
dosvaiapre nibelment6-iq-e b es da dis-
ainetra e rpenemdmrl comsavilo la'Aal dessa
didado, e a qu stM a-co*atf 6 a ataenTemen-
'f.$B^^B. ;,cupstf-ge dizo(..a T. Exc.,
qpar a ulordo ,as ccumon sndcr a d co-
dasiR a s aphiosentfuecocio wmero
4e emigrantes qute actvlo Mii&CsOne, penso
que deve conlinuar o soccorro A populaio
desvalida, n d 6 p uiomqu t se da factura
da estrada d rodagem .daesta villa dAlagoau do
Carro, estrada qua s m indai, am o u rincipio,
,por nao ter querido o conductor, encarregado
doseoltmdml graphiool, e aqucow o Rftvd.
missionaaio Fr. EsLevao Ltriade Erun.-Sia, a
queaa foi comnettida a dhoooo dessafob.a de
vantagemrn e utilidade puhirm; d aon como
porque esl;i se construiabl um.ceemiteriu, que,
devido a incatnaaeiliilade daqille dig. n u il-
lustrado J.issionario, vai em augmento e sera
talvez o melhor do centre ; tastando-se ri',:.sse
serrhko, que 6 -avaliado palos pirofisslonaes em
cite contos de r,,is, somente a quantia dp ,i'e-
zentos c (Metnta mR! ri's em dinheiro.
Deus puaide a V. Exc.-Illf). c Exm. Sr Dr.
Manoei Clemenlino 'Carn-eiro da Cunha, innito
dligno president da piovincia.--10 ]uiz dp di-
reito, Jose Antonio Correia da Silva. N


rERMO%


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Somma yeral


Luta, mortes e lerhmentos Luiz Perei-
ra da Silva e Pedro Ferreira de Araujo, ininli-
gos.lrreconciliavets deChristovao de tal e Ma-
noel SimOes de Moura, todos residents no
termp do Triumnhoa encontraqiIo-se casual-
,T,,,, rm rTeia da vita ae Pates, da provincia
da Parahyba, oem n dia EI 0 do .inI *inma., t1-r
varam luta renhida, da qual resultou as mor-
tes de Luiz Pereirn, de Christovf1o e noel Simres e o ferimentu nio s6 de Pedro
Ferreira, mas Lambem de Manoal Fructuosa
da Fonceca, de urn escravo deste de nome Luiz,
de Manoel Antonio, de Francisco dos Santos e
de Renovatode tal, que inlervieram na luta.
Pedro Ferreira, logo quc regressou ao lugar
do seu domicilio, na villa do Triumpho, foi alli
preso e recolhidu i respective cadeia, as de-
Ueais, porcm, que intorieram :ia luta, logra-
ram evadir,se.
Nao tenldo a iutoriidade policial de Patos to-
rnado conheoioento dio facto, o delegado do
Triumnplio procedeu a tal respeiLo de confor-
midade cam a lei.
AVs 6 horas da tai'idc .do :ne-mno diia 29 do .
jIlio, sabedor do lacLo acimna, e ,lesejoso de
vingar a r)orte desous irwii-osChliistov-o e Ma-
noel Sim5es, Mamed& Simne-, Ldiinm mi resi-
denLe no Triumpho, emi o sitio deno.nanado
CajueirQ, limitrophe corn a referida pro\wncia
da Parahyba, terio gravemenle corn unim iro de
bacamarte :i Thereza Maria da Conceao, mai
de Luiz Pereira da Silvae sogra de Pedro Fer-
reira dh Araujo, o enm seguida ferio Ltambem
gravemente corn outro tiro a um filho do The-
reza, de name Vicento, mtuenor do A, annos
de idade, o qua! falleceu dous diascdpois.
0 criminoso logrou evadir-se ; mas contra
elle precede a autoridade local nos Ltermos Ida
lei.
Ladrbes-Na no)ite de 23 do cadente mez,
no povoado denominado Ponta de Pedras, do
tormo de Goyhinna, os amigos do alheio arrot-
barani duas das porltas do estabelplimento
commercial de Felix Joss Cesar do Vawboncel-
los e d'ahi rouboram grande pomrAo fazen-
das, miudezas e calCados, na iiiporlaicia de
1:5005000 e mai. 305000 em dinheiro.-
A autoridade local tornuun conhcicnlo do
facto, e fez as lprcisas diligencias nojItuito do
proceder contra os autores do roubo.
Contusdo e ferimento-Na ta& de 25
tarbemrn do cadente mez, no referide pavoadoa
de Ponta de Podras, as menoaes Jos6 Francis-
co e Josd Roberto de Castro travaram disputLa,
c, passando a vias de factor, res-illtou feicar feri-
do a contuso i priuneiro.
- JosA Roberto foi preso eni flagrant e contra
elle precede a autoridade local nos Lermos da
lei.
Assembi6a pro s Emn virtue da
d'sposigio do respectivtogulamento, acha-se
exercenado o lugar do oalti-maior da necre-
Laria da assemblsa proviftial o Sr. Pedro
Paulo des Santos, offiomtal-archivista, cumulati-
vamente corn este cargo.
Obras miUtares-Por deliberagio Ja pie-
sidencia da provincia, de it do correnle, forain
designados as empregados da IthOuM -
razeada, 3.o escripturario Agripino do &A
Fialho e praticanLe Manoel Jas6
calhdo, para fazxrein part do cona -
Le o qual tomrn do corner a iarre -
)bras militaries, serviado o e secral ul-
timo.
Comnarca da Escada- Na segunda-feira
3 de sotembrb) dove come. r a sessco d6 tri-
bunal do jury do term da scada. Infio.
nam-nos que set- julgadonella o process Jatl-
liA-Minim.
Instiate Aroheolpglco e 0.
CI--ioantem reutio-se lonstituto, 3 1"
sidencia do vieo..presideoo0 o Sr. .l,',
quim Josa da-Fonca.c.a c -'0-
E. Boaros Bcaodio. CiGro ?SS .4
es Vianna, Affonso de fttbqS
golo ea, c '. A-.,:,-
ra *a #pi.asA V*e'


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S SagBron Btandlio:
*fl!.samc ,t.. wa~
ratis ao-e *nsa!a ao l
-,-a '. in o

.. A' 5tot a top, sempre que nislo To
Ixtll cov'i. tfiia. ,9
l' igateenLe 'lda e approvada ama Oro-
PSh6 augr.antCndo coin monis dez mil ris
M .~ dwdaaam&ido ( amarwuinse.
ld a s imavUxOo a tratar, o Sr. peidten-
,levapita a s~esIu. "
ekdeete-O de que ihontoaLrn ns oCeua-
tCcmiiaientie, ocwrrido na ferro-via 4e
.iubia ara do 4aeyinle modo :
-: ,ubia a Oliada o trmin que paruio to .eto-
de as 7 4 horas dla note, quaiiade, a80 apro-
ximar-se do loeiro exiLenLite no lugar Salga-
rilh, enritre Campo QGsnide o Dunarte Coilho,
ar eetliwae .ueglifRU, 43 Tmje Antonio do
Araujo, avistoi sobre a linha uema sombra es-
branqaivla, ('|e toniti cor reilaxo vlM uas
luz sobre urna poca d'agia qnue alli ha; e con-
swguiuLejutut "iroseguio em nnta viagurm. Lo-
go depois, potrih, rconieee.i ee i-iquo a tal
sg.bra era. ur c-avabio russo, 'jue buscava
strvesmaro reorido boeiro: mas, infelizmea-
to, qu ndo se-de esse reconhecitnento era ji
tride para fiazec deter o Ueni, qmp, panhando
de laWl o animal, abalroou-o fortemnente, sea
Lwiavia derrobl-vo.
Proseguindo o trein eia n a march. 1 so-
bredito lachitista MoLo qu3 baia uIU quer'
que losse-na locomotiva, que 4enotava ter ella
passel') sobr,- ir kbjeCo ; p3lk) que deni pr-
to disto a" cicef'edo t-eil, 4aieera o Sr Jof5u
Me[idus .L"r1Ui1s, e oslt e r-olw.tu I'azer parar u
ntt=i3 truv, prioximo do indteado boeu'o, na
vola para o Recife.
'eiltj islu, posiluit-:.'io o Lerreno, cnCIa-
trou-se entao euobae a linlia a cailaver de urn
teoim die Oer j)ret e ode id(ade avangada, o
qual tiaha indieio.s manifests de Ler sido cs-
magado pelo trem.
PreaufnB-se qut ess' inadivi-luo nianntta, ou,
o que t imais 3r1L,4) puxava a) animal polo ca-
i)bresL)j afiai 'Je fazcl-o Lrarspir o refe, ilo
boeiro, e quo, nes-;a operagiq, r)i alcnrmado
"pelo train fa toesma oocasiAi) ei que o .f.i-
vallo ftmra prelle abaliruado a desviado-
Monte-Pio Stuta Cruz Donihgo (? de
seltembro',,,s 10 horas da lnoniSi, dove reunir-
se a aqsembn1'a gerni dos uiembros dessa so-
ciedade,. alii de tratar-se It :issu'nptoz de in-
teresse para os socios e pura a sociodade.
Siguaes do luoeuidio-Algnns de no.qos
subscriptores, residences einm Al'go',Js, pe-
dem-n-)s a iis'rQao desLas liihas que maanla-
Tno 'c.-ii vista :ti [piem ill e iir-,itm'- :
SCiamie aattenVftode quer.ic -)mnjtirlpara o
fact da >onsseivarivn-su sileicinsos os sins
da igrja in,ittriz do A.o)gi'Io;i, iii'In'J)o se tIL
algui incendi) i s idemniis freguezias.
,( Nesta fre,,u>.'zia r,i-?,em muit(s c)namer-
wantes eslabeloeias ahi na cidadj. e, poil',
obvio q'ie eAleOs Lel iileressc! eju siber qual-
do se dto casoa; de incndlios no)s bairros coi-
nerciaes, afina de se Lranspcrtprem aos seas
rpespo.i"',.i% e.ht.,bolecimealt)s.
t Se ba leiiuil lpoist ura que Diobriga as igre-
jas aa tOiroii .ssiniaes doe incendio, esa IdI ou
posLu'a nao p6Je. lai lugar a quae, a niaLriz de
Afogados osc.!i) ;A sua ai,.tiio.
U E' hem fici, eXecLItar o que pedimos, pois
u sacristao 1i L fLlii/. IOjz0 que unvir osditos
signaes, podj repetLil-os ,
Juvent-.ude -No domingo ulLimo, 26 do
cerrentb, esLq soctudada prooedeu A lelicin
&e sna directoria para o anno dei 1877-1878, a
qutl ficon asimr coiposta --Pre.iionte Jon-
quini Dias do Andrade ; vic..-presideate Gas-
a..- AusLo Alves e Mauieil Pimwenltel ; Is)ureiro Adria-
nI flTodrigueP da Costa.
Galeria tIe pernambucanos illustres
0 Sr. academn]iAo 3J0 annoo da nossa Fa-
oaldade de Direit,"llrique 4tapitulino Perei-
ra do' Mello, enceLou pm trahalho biogruphiom,
de que oe acha publicada a priwaira parte,
quo a qua so refers ao fuzilade o .1824, frei
Joaquisi do Ainor Bivino Caneca: precede-a
arna carle de trn seu collega, o aceademico Ma-
so, eelementina do Olihvolta iso.reI.
I" urn estL~u consciencioso que se nawn-
.woenda por ser so meswo tawpo um tribaulo
,tais de cousideran'5o prestado pela posterida-
td ao patriotisino d'aqnetle martyr.
Phaleaa Sob esle titalo aubae publl-
condo o primeiro-numsro dewiinta revista Jlitiera-
ri e iilusta'Jlda, dcdicada Ai seuhoras: rwbli-
cacao periodioa, comnple-se coda um dos seus
numerous de 16 paginas.
A pleiade dos mocos haheis eostudiosos v
que etA wnfiadla a redao&o dJ'arevilta
auito' promeLte, o que mabi aos leva a pea-
aor desto soda, 3 o avpplauao quae aos roerwc


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HesNeI :i ,AW/,w N
Portugal- 5.O10,000 0 |
'A LL a1ha 4,500 ,
Gremi AA155,f0. N
Rou',ant 0 00
Russia -.614,000
V. *. ** -~i^ft^llc i 1 ,
A? quautidade (fortpon=nte'a fca ilvi'"
duo, segundo os paizes,apreoia-a o'Dr.L.unier
du mcido segainte: P
LJ*os i
Italia 120
Franca 405
Portugal 80 n
Austria 53 n
Suissa 49 d
Hlespanha 30 s
VILLttemnberg 19 C
Pri'sLia 2.0 d
lnglira 2,W0
Noruega 0,66 i
Snccita 0,38
Ru,sia 0,33 [
Bel.ica 0,30 i
Oito de" Mato-Tloj,, dis Thoras da nouLe, C
do'e reurnir-se, no 2u andar do predio n. 3? r
da rua da Inperatrriz, a assemhla "eral dos
members da soeiedade Oito dec MMo, para I
trLar-, si do negocios de inLeresse, e discutir- s
so o prneao l de estatotas.
Misses fmaneltmes S-rto tdtebtalas as 1
seguintes P
A-mani": na matriz de S. Jost, palas 7 '
horas do dia, pelt alma deo JQs,' Jacome de
Aralujo ["illio. l
Syad.bia ti u maitrz da Griaga, as
S lias dta nriiti, peia alma d-) Dr. Lvino
I'lzito lrandfo ; e, na capelta do cemiterio, do r
Recife, is 7 boms e smeia da martha, pelt alwa c
de J,10o ernnrdo do Rego. I
Loteula -llo*, sexta-leira 31 do cor- ti
tcent',, c exLmbLtIa a loleria 230'1, em 'be- t
nefie, il,,s -bras da igreja do Senhor dos Af-
flict-.., r
0b Al.llc- taclihami-se a veada na Lthesoura-
ria Uls lIoterias e loja de calcados d Sr. Porto, t
d prac.a da independeacia as. 37 e 39.
A.; l;ai,, saiirao no mesmo dia eos prewios
se pagari'- no seguinte emt diante.
Vapores-Sato esperados os seguintes:
Paj'. do NMrte aMlail ,i
Pc,,. I d o Siui al, 3
Ghi," ,1d, ita Etropa atW 4.
P,.',') ibcitaco do Sal a6t 9
J./X.i/L rr -da iFopal,* 9
'.sU/j da Europa atl 10
BtiJ.j do Norte atM 12
.V,,,,toa.i do Sul at6 It
C.{.,i,,ei de New-York iC
Epi,'ho .Saimto do Sul at6 17
i,,,' do Sul atl 20
leilOies--Aiuaiha deve reelisar-se o s t
guillic :
Palo uatee Martins, i ruas da ImperadoT n.
16, ile raadapol5es,.chias, algoikozinthoi, aial-
braias v roupa feiLa.l
Se.munid&-feira dcve roelisar-se o se-
uint~e
Plto agent Martins, A ruaDuqte deo Ca-
xhits Irinieiro andlar ,o sobrado da esquina
dia trao.vssa das Cwzes, dejoias.
cinulterio pad)llo--O- tu.ri tr '!.) ]ii 29
d- ,wosto 'de 1877:
Julio, bronco, Pernambuco, 8 mnezes, Santo
Antonio ; convals5es.
Altredo, branco, Pernainbuoo, 5 UeZeg, lie-
,ife ; convuls)es.
Anna de ltarros Campeill), branca, Pernam-
bueo, 8 annos, Boa-Vista, hospital Pedro I1;
irangrena.
Fernand Prelech, branco, Allemaianha, 23 a1-1
nos., solteiro. ,Boa-Vista, hospital NPdro IT ;
febre amarella.
Maria Jose do Espirito Santo, parla, Per-
nambco. 70O annos, solteira, Boa-Vista, asy-
o ; uilheras no cflte.
floo Ramalho, escravo, pardo, Ri% Ie.:'ad-.
do Norte, 46 annos, soeiro, Boa-Vista ; he-
petite.
Eludlia, beanca, 3 anmros, Pepasrnbuo, G(ra-
va ; enterite.


INDICA(OES UTEIS
Medicos
k. hobo Moscpzo, rue do VWscoute
ed Albuquerque n.
D,'. (4iewen ria do iruperador n.

D'. Wj.dovjo DrTtsnmond, .rua do' ln-
poradtor u1. 20.
ifusehas e adeas


A Aidonio Cortia de Vamnceios, ra
SPrimeiro de Marco n. 13.
Chapellarla e modas
r Coa/u Mfaia It- C., rua Prirmeiro de
aMiario ni. 6.
* kFjrla-aLW il, zwaar.- a vapor
Boow w w C., ReciW J15, rua do
Marqnz 4m OJlfala, Sa to t ALonio 3,
Srut Priweiro de Margo, Boa-Vista 54,
Srua da imperaltriz.
S Plmarncia e drogaers
Fcreira faia & C., rua Duqie de
SCaxias ni. 57.
1 Encadernaq&e, pautao e papeeria
3firadas Junior, rua Daque do Ca-
as i37.
teAs de pelUka
- Amlrs4 twA ., rua e tario
S4 Viotit a;. ..t-.afl .w ViCTOlmi


FMAIM,


Promettoes rons r sea rodeio aos pos-
tulados da Wbr r *.osso empenho .6
hazel-o corn a po ib0.
SEntramos, poi a.
* 0 ho. msimn 'enk92 c W-nd eon-



Lw .. .. "-"'a"0--bi


I'rMmn At e ramekiar o*w seriIWM. 0j Svtcs-
am. -e tambem passiveis ,ta pmna 'prtOn' do
noeda falsa.
Aqui ha erro jtridico einordade.
Erro juridico por qne, sainda aitan:o OS ii-
listts cotservadoreas, podonto 4emadiar o
ial que a R,'ormn'i reconhece cU.1i) VjiilitL-
o, disso n1i) cogiaaserna, #Rwto-norreriam por
amelalote omieao, anas peas do art. 175 do
odigo oinajial, quo a lei do 1'2 de seLeinbru
le 1'W% rez applicaveis ao caso, visto que nao
iRrain lfts s.ihir dca canix-a de aiortisaQ&o vs
puestimadas soirnas, nAo ooucorreracl pere
sso direcltaou idiraeotnueiLe, e nio ha coI-
tlicidadg quando se nAo da o concur.-o director
Dr actos anteriores ou concomittantes do de-
icto, salvo no- )jucose crinmesem qee por-ox-
epgAo express na lei pode a cumplicidade
esatair de actaos posTeriores.
Inverdade pcr que logo ena seu retatorio de
809 o Viscnmie dq Itaborahy tldeelarou expres-
amente nj'o WIr) govremo anitofsaicAo rale
irCdlito para salar aquelilo debito le......
9,210:431., itunihiuJo ao podor L.gislaUvo
)rovidenciar sobre o inelhor modo dl o liqui-
tar ; .
InverdaAe, poT que o relhtorio ila Af'AeRlda le
870 menciona o factor, reportiado-sa ao que
to anterior rolaLorio fra laiLo ;
linverdade finalmanLe, porque, aindae(a 1872,
fitJ s0 o novo rel'Lorio titou a li1'npo a famnosat
iperaeio, post rv(ua toni o emaplovtisir.o pro-
prio de nossa rnetorica official,'co:no deu no-
ich de lhaverbtminiistro ordewndu quie a im-
oertanui t das aniUcipaCbes fosse oontemplata
1o bjaljbo du-1t70-1871, por uAo bayer fu-
rade in, s anteriores.
Wejamos se 6 innais procedente o qiquinto e ul-
ino dos pikstulalios da'defeza.

S6 a ieviantdu e e a de,,esper) de oun stisa, pL'
ti(i t.r a pci'va'rsickade, podein fawer um crime
iilii'ilh'tl de utn /'acto miin stii tIact a i C sste-
iILI L bi', tL .' i,. ;ti.1'it4 (L a (,I t series com-
pl/ti tdi atninia1tros, a..t1 t seqtepnciit lotnya de
to) d' ,I a .'rj j ,Is a nt ta t solidarietlade
(0f) d, 1 14 45ntneo (At
0I0 rdf 171 a9ydh41nalitro diu res-
Mtilte ni'Cusido, foi o prinebi'o. a rijioe' .1 f'ace
to podi'r egislaivo co to iuvtd elfra'ctqeza e
atra isenrio tidc animno.
S56 a leviandadee a ,leevpero do causn, para
iuo diz,;r outra cutsa, poliam ter dietado tfl&
estOlidlo periudo-
tntes- de Ludo observaremoos que, Mo hla-
vendo crime impossivel,, todo o crime 6 fli-
vidual, Lrate-se do facto imputavela um s6 inM
lividu,. on a mais de uni centro.
Amada a ser verdade que o abuso deixasse de
ser abupo e o crime crime, pr haver sido pra-
Liaadu por urnaa longa sp encia de agents
nauo procedetia o planlnta argument, desde
rquo tantos mninistros nao passaram pala pasta
4i fraAh.lWIe I Wa 1867 quecoeastiaam a born
direito essa allegada sequencia.
NAo procederia Aluda o argument, porque
so a ti ,s losses ministros vedava a leo de 1850
L) aum.irnLiar de sut puro arbitrio a ciretniA&o
fidluciaTria, s-) urn v'iolou de frente a de 1806, e
essa a quo0 commina no facto express sane-
Cao penal.
Nean t verdade, comoa so afigura A Refo ma.
qu .soe LraLe de um system inteiro de ad-
minaisLragu, jA porque nao so p6de dizer sys-
lent de adwinisLraclo uma patent o mons-
truosa illegalidade, j4 porque s5 trees ministros
usaram poe tLal artie do aes anticipagoes, e s6
tum delles cowa violeago da lei -1866.
TaMew a. nao 6 vrdado qub 'o unico ,minis-
Lro,. poar .ija dofeza code a Refoinma, tenba
siWdo o priweiro a romper, nao sabemos quaes
lagos, perante o poder legislative.
0 que ease aininstr fez jA o liavia feito seu
aAtecesor, lanILo assim que o reitorio de 1867
se ropofla ao de 1866.
Qu.aautaa recoahecer abusivo o facto, 2a an-
tes de ser itWsiaisLwoo.haviam dilo nos ter-
mos mais energicos Itaborahy, Paranhos e
Pompeu, e aroncscenolareoos : Tanto petor
sara sac ,iwpossivel defeza, pois que, tendo
reeooetoeido abusiva a pratica, nao s6 con-ti-
nuou desde 3 de agosto do 1866 ale a data em
que atrnsestou seu rnlatario de t867, como
aibt.a o fez depots queo artin'ho Campos, Jos6
Bai3ifacio e Tavares Bastos declararam caber a
saemellaale emissnfo a denominacbo legal de
aloeda falsen,
S6 resta do trecho Lranscripto a peroersi-
Nao bulhomos par tao pouco. 0 Sr. Dr A!n-
drade Figeirna verbt tracada sua immacu-
5ada roputfjbo pela de perverse, s6mente por
quo masou desperntar a attengtio pnblica parn
o f qriave dos abuses ainda commettidos
pela ,dmioistrzcao do Brasil ; mnas coin fitri
o respeitavel cidadao conheeldo oqiq perver-


so, o mansueto, generoso.e bemfazejo 8r. Za-
carias nnao o .fiart sendo como um nministre
que Am a constituisa e as lets em algmna
conJ.a e valia.
Outra defeza, pots, que desta nalo sob raram
ueoa rettlhos.
H.JAMPDEN.
(JornaPiGo Corrnercio.)


Em resposta i pulcaQago inserts .w
Diario de 21, do corrente, em que se
proctira con testr os pareceres de dis-
tinctos advogados desta cidade, acerca
|ABqnr ui~ d..bnn pqffM~ an discute no h ,1f"vi4#iw al eda rela-
vao ; ped W S e ir que atten
daqu as d vi. es Ado reg. ... 737,
pub icado em10, nAo* oem se"
A # do Ia. Ial"
L".. "t a#

tembro dd-. 6-a e4o decretocMt"
lanentvu de o dedaiil A ,
terminantemente diiem; i a hypoti
enftmtr- de O "ptra...",


4. IoV Ia
= GO'S^ A. C^AW-*'.~~iA''tnt iiV
j3S.A ft^Hw~ *-_j A^'u^l-^^f3u Hnjli^


'-t'a *V avm-r uo i oauia.
f Btica, gomnetria e algebra o Sr. Jos6
"lira da'drttEVlee. i
.i1l1o da Pysagem.efiguras-u Sr. Alfredo a
sble.
I vocal e instrumontal-o Sr. GCandilo
tCes da S;Lva.
ebe alummos inleru'Os, soemi4aos terne


Educa~ai de menin&'s
Uima lainmila convenlentemente ha-
bllitada, encarrega-se da edaceaao de
menlnas, erminaMdo as-matedias que se dlao
em nossos colaggis. 0 mngitSteria e exorcido a
pela prcipria familiar, quo eslA ias coadigoes
do aperfeigoar suas aluinnas nos principios quo
constituent a educae&o convenient a urma se-
nhora. A acat le :onimnodospara exteraas e 1
pensionistas. que so receben por modico pre- .
Wo. Para informagoes: o Sr. Gustavo Ja Silva
Antunes, na tua do Bario da Victoria n. 46 ;
o Sr. Jo.'I Carlos CUnv:ifca-ne de Albuquerque,
na cidade da Hscata; o Sr. protssor .oequirn
Elias de Albuquerqe lHarros, eam Pi d'Allio,
em (Thyanna o Sr. Frederico AugusLto Velloso
da Silveira o ne-tai typographia.


GUENNES Q)
ADVOGADO 4
"Rua do Imparadcr a.4 ~


taixa Economica e Monte

de Soccorro
DA PROViNCIA DE PERNAMiJULO
qom garantia do governor Im-
perial
Iistabelecidos -A ra de Com uWrcjo
N.. 48
Decreto n. 5,54 doi8 deabril doe 18-4
A CAIXA ECONOMICA recebe deo cada indi-
vido1 deisde 1$ ou itutiplos destaqoantia at6
50$ por seinmaia, a jaros de 5 por cento ao an-
no. contados do dia seguinte ao em que Ltiver
lugar o deposit.
Loa (;2- :.v; luantias depositadas e seus.
juros prefizerem a somrnma de 4:000$, s6 esta
ultinh importancia continuarA a veneer jurors ;
.conservando-ge o vesbrmte, era depasilo, sem
prernmib, emquatuo o Kdepositaale o alo re-
damelr.
0 depositarattpodo retirar emn qaidquer tem-
poLtoda a 'quanlia depositada e seus juros, ou
s6 ointoe part; prevenindo & ceixe cornm ante-
a dO qlto 'dis pola omnorg, qaando ex-
der ade 4004 a importancia quo quizer re-
tit-an.
No tim de caaa semesTe do a'nno civil serao
capitalisados os jrams vencides.
0 depoiLtante que pordi a respeotiva ca-
derneta, devma paxLitipal- is*imediaLamente
A eaixa, annunciando a perda pela gazeta de
m ior cirdulaICio. Pagara 2t pela nova emler-
naa qpie s le vs *xpedir.
I expressanheatle iprobiaido aod icepotsitaLte
faier emendas ou qualquer altercao no texto
da caderneta.
0 MONTE DE SOGCCORRO faz empreslimos
de quanrtits de 5 at6 a que f6r' o emiaona-
da. solbre punhores de prata, ouro e diamai-
tes, :a juros de I por center ao mez, sob as se-
guintes contigses:
I.d Pagar a respctlhia quantia corn o premrio
do I poroento ao mez quo se veneer dnrante o
prazo que seanonccionar, que serd coalado
da data da optaguo.
2.3 Ser veorido em leilao 0 penbor, se von-
cijo o atWrap$Pnp(o f6r resgatado, ou pro -ogado
o ymazo do ednprestimo.
B' Prescrever o sakdo do mesmo .penhor. so.
nao f6r proewada durasta 1o prazo de cinco
annos, contado da data do leilao.
4." $e acontecer que 'o~penhor se extravie
neste esabelecimento e nao possa set testi-
Luido ao mualario, sent o tiuasnuritro okriga-
do a pagal-o poo preoo da .avaiiagxa o anis
25 por cento de indemnisagao.
pisauario poderft resgatar o penhor antes
do prazo estipul ,lo, pagando a quantia em-
prestada e os W5 renaides.
Recife, 1iJ de juaho do 1877.
0 guard livros,
Franciro loaaqirn Pereira Pinle.


GoJJegio ie N.S. da'Grsa
N. -l0--PONTE iD'Y -l{QA-N. 10


Diriotpce,
MadeznieaJ AntM RCQ nU
L gnro de iqstruceao nest"eiatabeLe-
; cimento cata 4 e pocrtugues, fraewr,
Single, calhigraphin, arithmetica, geo-
gopbia, historic mrn n*avsauca,
piaso, ,auto, ma6s ed& ; todas
Sas qualidades, crochet, floves e dese
nho.
n. Recebem-se -pensi6nistas, meio-pen-
tsioiWia's cgie tts sw a pni
ras a 40 4*tmP is dSO e as ulti-
mas por-0 pjor mtez,'-nfo havendo
K extras .L la
- .* ia Xkliadizb c)l" 6 a fran-


Li



ti

|,

I

)

k


CoLIO PElmDRo T,
7-RU4 DO WeA~abflO-




prm n se !t-'" 'u'*
corn exe scor


.. .. -.,M e1
'. ** n'^^ t r :'^JI~t t4! '! mr i'3
.,-


N. 308.---1O. puro ,medicinal
Ie. igado de baoaUlo, de Lan-
amn & Kemp. Niiguem pxed di-
aerquand. am $4phxtqie n cliegado i
tal extrerno que nao p6de ser curado
eom ,o aIe;db Ska .de: bhacalhAo. Elle
sem pre.poduz nlitrio. Ainda mesmmo
aqmeUes, j deenganmados, :viverto i-
to niais tempo -e corn mefMos doies-
corn o oleo, do qae sern ele. Corn
qaanto exislam innumeraveis artigos
espuriosos, do mrnesmo acoue, comtu-
do pode-se alcantwar o tegitimo, elle
merece a c;ufianvd que nelle se depo-
siti, quer neste paiz, quer no estrati-
geiro. Existem Qaas qualidades delle,
braico e jeagro, pordsn nenihn; delles
contmn urna gota de outra cousa que
nao seja o fluidor vivilica'lur e curati vo
cxi'UalidO dos ligados frescos e sios da
mielhor escolina ile peixe. I) seu eliei-
to para atlliviar c curar a Losse a mais
obstiuada,'7 vardadeirariente p)asmoso.
Os suor.s octurnos cessamn geralmen-
te, depois de se haver tornado algi-
omas grjnfa.s delle. 4) doeitt, acquire
xanres a forgas, gra.i, sei benefico
inlitxo. Eatcs rosullados sd') u iifgxr-
rues e seguros. As pessoas que sof-
frwu de alecq5es pultaionares ou do
figado, acLarao nelle uir auxiliar se-
guro e uin rmernedio podcrobo e efficaz.

I.. M& I II I E1IC1
.COHIEIiCIO


Junta dos corretores
PRWA Do) RECFE, 30 DE AGOSTO DE 1177
As Eres horas da tarde
cotaOes oiliclaes
Apolices da divida provincial de'i.0004, junos
,dt 7,00 ao anno, poc 9i5B cada rnia,
juros decotiaidos a favor do comprador
Algodko do sertao 1' sorte, 76100 por 15 kilus.
Dito de dito mediaao, 6100 por 15 kilos.
DILo de dito '2 sorle, 5,I00 por 15 kilos.
Couros seeos slgados, dc norte. 380 rs. o
kilo.
lOesconto de letras, 1- 0.0 au anno, hontem.


Maritimos e contra logo
Companhia Phenix Per-
nambucana
Rua do Commercio n. 341

Comipanhia de seguros

terrestres e maritimos
Fidelidade
Estabelecida em Lisbta. em
i835
Tome seguros A premios modicos
FERRESTRES de loda a especie, contra os ris-
cos de logo ou suis cons',luencias
MARITIMOS sobre mercadorids importadas
exportadas em vapores e navios i vela.
Nos seguros terrestres faz a canmessao gre
nila do premio do seLtimo anno aos segu'a-
dos que durante seis annos cuasecutivos flze-
renm seus seguros nesta companhia.
Agente nesta cidade Miguel Jost' Alves, 6a
rua doBom Josus, u ir'ora da Cruz, n. 7, io
aedar.

Seguaro contra logSd
The Liverpool & London &
Globe

AGENTS
Saunders Brothers C.
1 .1 Q nI ..... ..,* .4.4


Bernardino dc Vtsconcell,;s. t1-t,oJpo i:iw-ii
Presidente-
M. J, da Motth, 'a
Pelo secretanio. Saques
-- Augusto F. de Oliveira & C. sacaro
ALFANDEGA ,C
edintdoi I a 29L66KNDEA 8827 por todos os vapores sobre' o Bamo
lIdem dodiae 30aa 929:l2'407 le Pot rtugal c Banco Uniio em Lisb6a
Se Porto, e sobre as caixas liliaes e
691l408J6214 agencies dos mesmos hbancealem tdas
---- jas cidades e possesses do reirro do
Oesairnam bloje'31 deo ago5 ,e d1877 Portngl.
Bava ragloaa Cawu.ca, cuneiato despachado
pa'a o 3, ponto,, e vaios ,eners para iM ^-0 l T P .'
Barca ingl za County of Richmond, farinha I VlI T D OT
despachada para o l ponto.
atlacbo inglez Feetering, ferro e macfmismo Navio entrado ,o dia 30
para despachar, e various goneros Havre- 40 dias, lugre franrez Bio
para alfandega. Grande, de 11W toeladas capitao
Patacho americano f. J. Henderson, kerosene Ie d 1- cit
parr depostto no trapiche Barno do Vialla, equipageilm Ii, carga varies
Livramerrto. generous ; a Hlenrique Bur4e & C.
Vapor inglez C: "isofite, (altracado) various ge- vis sados no mesao dia
teros pt,, Tarfanega. Terra Nova-Patacho inglez Silvia, ca-
*arto ingleaz Mrerator, car'no ,despacdeado A iw e e
pM'a o lopoto.. Pio -Pencivel, em lastro do mei.l.
vapra--l- arca i -gieza LAMr!! '2


'ESPACTIOS DE EXPURTAVAU NO 'DIA "l t A
JULHO D .-1877
Portos do exteriwor
Na barca naniomal iSudawif, aarregou: part
Liverpool, B tw Sob.inbka 642 sacc. corn
48,150 kilos de assucar mascavado.
,No brngue hespanhol Almogavar, carregou t
par Bamrcellona, R. Pessoa ll9-.saveas corn
7,932 kilos dealgodch.
No hrigue.laspaObol Thewia, can'egatain:
para Barcellona, ,J. S.Loyo & Fliho 82 qaccas
corn 5,43 kilos de algodo.
No 'io francez Santo Andr6, carregou:
para o Hlavro, C'C. M-nteiis Sanlos t,517-oou-
ros salgados mn 18,2M0 kiilo&,.
No patacho allembo Clara, carregaram: parn
o .Ri da PraPa, Amonrim Irmnaos & C. 48 cas-
cos cofn 16,800 litros, de aguardente.
Na barca poituea .imosphia4, IarmC .-
ram: para LisboN F. .V PmLto -GuimarIas 57
couros espichadios corn 399 kilos. Para o
-Porlo, J. M.'Crui Trnlrror 2saccas corn 1,623
kilos de algGtao
No vapor unglez Abnu, carreAou: para Lis-
bma,,AL A: A, Correia 1 barrica corn 12 abe-
cachis.


Portos 4o interior,
No brigue nadiohibl AdolphW; carregaram:
para o Rio Grauft o 4s.t P. alo & C. 20
ppsacm9,00 NOi-d oiseuardeW-
No vapor waciamal Pai-A carregou: palra
Santos, F. deP. Machado 87 saccos corn 5,220
kilos de assucar mascavado,
No vapor national Pirapama, earregaram:
pa a oCearA, C. G. Tores 10 harcis oom 400
kilos do oleo de riine. Pare Momsor6, E. da
Cunha BeltrAo 400 saacos corn 29,000 "kios ae
farigha e 50 ditos com 2, 800 ditos de milho.
hiale national JSee Vali cwantpaoz: para
XO6iW6, C. G. Torres- S .M eaas -am 39000
kilos de farinbua oa24 tr a mW 300 dito 4de
mel.' Para Mac w oasmo, 200 saoCs corn
10,003 ditos de ia. .
Na barcaga RasAn *e An/n, .w'-u-:
pais Sotbro, E. da Gunha Blitoe. i osi corn 7,700J4..lfadfrji .

CAPATAZ t" AL.FANDQGA.
to 40 tug J.!'. ,.|
'Tdi~ 'do df..t O .. ?-,



0 .... 7;*, (it
VafirB nib :i.:. : '.. -"f^
'. ',- ,-* ..' ..i.: ""; :*-r-S [3

.^ c o* ,. 4. g
',4i- AV.
tA k4.

Al


Valparaizo-Btarca ingieza L, at! oI0me
Lake, capilio Hurrell, em lastro do
areia.
Cabo Verde-Lug-re portaguaez Pimpdo,
capitol Manoel Pereira da Silva, carga
farinba de mandioca ,e lastro.
Observa$.
Fuadeom no lamnar am brigue in-
&lei e um hiate ameriaam, mas nao
tiverwm.eo'mmiJ Caio corn a term.


SEVSIES


-Secvao 4.aSecretaria da pnisidewma
de Pernambuco, 29 de agosto de 1877.
-PoT esta secretaria se fa. public, a
luem in mteressar possa, qte remettea-se
a thesourira de ftzeffta desta prnvin-
ciata carta imperial, pdela-qual foi Tmtu-
ralisadoo sabdito portigeoz padre Ma-
noel da Silva (Cd. O-secretario, Hpwi-
que Marqnes de Hollanda Cavalcan*t.
2.a secao.-SecreLaia da presiden-
cia de Pernambuco. em 28- de agosto
de 1877.---@'or esta searetaria se com-
munioadetconferraidade corn o dispos-
to no art. to l.edo decreto n. 4,668,
de 5 de jam-ire de 1871, que a serven-
tia vitalicia dos cfficios de 2.0 tabelliAo
de notLas, escrivio da civel, criaw e
privativo das execuwg6es cieis do terwo
de I pojuta, coioorrenmi t seguintes
cida&aIos: caito AAtonio" Jse de An-
dradte, :Arairuro Frawcio da Costa
Faijd, Bartholome Ca uivAw de A-
chieta e Silo, Joo Mgi44 ou,
temmte J sa Genuiae-,waz
tom B da o U|


.8401
de au^tf~raU|^ ^ree-,a
tiBf.' lf aMly- ,t- ,^ ^ M ^K



illKtfl


I
I


K"-


e votanios ao sen prinliro au.'IUir'o.
Os Lazaros -E' este o titulo dq urn poa-
meto, nitidanaente publicLdo em Santos, pot
um asso distinco ceomprovinciano, o Sr. tr.
4iQnoerino driwatos, que ha tempos, pebcomr
a pasaio, aspirvinwcas.do :ul do imoperio.
Estla product) cousisLe um unra descrip'a-
dae vida miseravel. que aiti, am Santos, arras
1am w s iazsarentos, a felta uam hospital q\u
*-afrigue, confbrte e mino-re, tanto quintl
"aoja possiFei. a nferiidade de que ao vio
timas.
Deixando de parte a estriteza do assnmpto
o qye paera eviwtar o poeLa com a fovoa genia
do gue 6 daodimremos qae, muttito miwe
X" tratla etp a (l fic'I.o modemna que o oar-
torisa.
,AIdeUmI rPgl--No di4 3 de agosto foi jul
gada no tribrmIt civil do Sein a aecto tde se
paramo de pessoa e bens, itnLtada poe mar
CTeza d (au; (AdVjina Patti), contra seu ma
e javetaraente julgou o tribunal a re
a a p a pelo ruarquei de Caw
,tra san (f A aXiorn allegava o des
d^eu~ J ?#ido, e a d.scqp.nderamUo des
.pira ,oir ela; as injarbis e offetmas do
*; *O.biva; po' initrbs in afdos
d4 ~di dsaussflo h In ,
S ;t;...o irdirqer torn.o ini 'eo
Sotyos para.S evSIfI, r e

s M~sfl Pt Xa.w~
A di.ss& Oi4bn
^. >*'* *' ~ ~ 1 ^^^^^^|5^i *^l~~M m ^i^eMA~ 40"" *


L


zm


I


























m' betreAdra..
tm{ti agna,
4" iwda de ferro do
e "d'ahi a. o de-
dttuido proximo aos
estrada.
: :II
.omdo. entire o governo imperial
Sda. empamhia 4a etrea
e U. S. Franoisco, tkas
Vadoas para as obras do
F, pespo superio- a.500
ro b-anspdrtadas nos
trens da 'da estrada corn o abati-
mento de 50olo nas tarifas.
III
0 empreitiro das obras do prolonga-
mento sera .preferido em igualdadei de
condigoes corn os demais concurrentes,
conform estabelece o contrato celebra-
do pelo governo.IV
A abertura das propostas ter& lugar
no dia 12 de setembro, is 2 horas da
tarde, na presence dos intLressados ou
deseus procuradores, devidamuente au-
..tAorisados.
V
No escriptorio central em Palmares,
mninistrar-se-hio os esclarescimentos
precisos.
Palmares, 27 de agosto de 1877.
0 0 secretario,
J. Bezerra de Mello.


EDITAL N. 98
"' 0 hIm. Sr. Dr. inspector do thesOu-
"". provincial, exh cumprimento da or-
derrd"a presidencia da provincia, de
14 de agosto de 1876, manda fazer pu-
blico que a contar do L.o do corrente
mez, acha-se aberto o prazo de 30 dias
para o recebimnento voluntario do im-
posto additional A decima urbana, pro-
veniente de apparelhos, differenga dos
mesmos, encanamentos, annuidades e
concertos devidos pelos proprietarios
dos .predios sits nag ruas abaixo de-
claradas, corn relacao ao semestre de
janeiro a junho do corrente anno. Ou-
tro sirm, se previne que de conformida-
Sde corn o 2.0 do artigo 38 da lei n.
1,261, o pagamento sera feito integral-
mente sem ivisAo de consenhores.
Fregnezia de Santo Antonio
Ruas do Imperador, Primeiro de
SMargo, Duque de Caxias, CabugA, Ba-
rao da Victoria, Trincheiras, Laran-
geiras, larga do Rosario, estreita do
Rosario, S. Francisco, Jodo do Rego,
llha do Carvalho, Roda, Patos, Ca-
labouco Velho, Santo Amaro, Mathias
de Albuquerque, Paz, Paulino Cama-
ra, Fogo, Livramento, Penha, Viscon-
de de Inhauma, Pedro Affonso, Nova
da Praia, Marcilio Dias, Viracio, Lo-
mas Valentinas, Coronel Suassuna,
Santa Thereza, Vinte e quatro de Maio.
Palma, Marquez do Hlerval, e'Cadeia
Nova, praga de Pedro II, travessa do
Queimado. Cruzes, Marquez do Re-
cife, rua Bella, Quarteis, Calabougo,
Expostos, Matriz, Flores, Carmo, Bom-
ba, Liviamento, Arsenal, primeira tra-
vessa da Praia, Carcereiro, S. Pedro,
Viracio, Lobato, becco do Falcio, P6-
cinho e Concordia, beccos da travessa
da rua Bella, Calabouco, Matriz, Fal-
cao, 1.0, 2.0 e 3.o da Camboa, e 2.0 da
.Cadeia Nova, largo do Paraizo, Car-
mo, Penha, S. Pedro e Praceta, e caes
22de Novembro.
Freguezia de S. Jose
Ruas de Marcilio Dias, Lomas Va-
entina s, Coronel Suassuna, S. Jouo,
Palma, Marquez do Herval, 24 de
Maio, Victoria, Dias Cardoso, Pago
da Patria, Padre Nobrega, Cadeia No-
va, Vidal de Negreiros, Frei Henrique,
Dique, Assumpgao, Domingos Theo-
tonio, 'Padre Floriano, Christovio Co-
lombo, Jardim, Forte, Antonio Hen-
rique, Nogueira, Santa Cecilia, Santa
Rita, nova de Santa Rita; praia de
Santa Rita, S. Jose, Pescadores, Ypi-
ranga, Imperial e Luiz de Mendonpa,
travessa dos Martyrios, P6cinho, Cal-
deireiro, Gaz, Forte, Prata, Serigado,
Copiares, rua nova de Santa Rki, S.
Jose, Praia do Forte, Poixoto e Lima ,
beccos da rua da Palma, Caldeireiro,
rua da Assumpcao, Matriz de S. Jose
e segundo da rua nova de Santa Rita,
largos do Forte e do Mercado.
Freguezia do Recife
Ruas do Marquez de Olinda, Bom
Jesus, AIlves Cabral, Commercio, Bis-
po Sardinha, Torres, Thomd de Sou-
za, D Maria de Souza,. Yigario The-
norio, Barreto de Menezes, Mariz e
Barros, Burgos, "Amorim, Moeda,
;. Tuyuty, Companhia Pernambucana,
' Madre de Deus, Doningos Jose Mar-
/ tins, Mascates, Resturacao, D. Ma-
ria Cesar, Visconde de Itapariea, Pita-
tel, Avial, S. Jorge, Vital de Olivei-
.. ra, Guararapes e Barlo do Triumpbo,
;. :||fgos da Alfandega, Corpo Santo e
': .smbla, pratas do Chaco e Pedro I,
Tavessa do Vigario, Madre de Doet,
: ftmpetlo, Domingos Joe MartitB,
^io Ql Santo, atigo Pcsrbo,


.t 'Bom Jgus-, Apollo, Areial Oaccden-
ad"="r- ada jra.ga;do PO&OIi

14ir .


d o limp dA,

dtwias, por arm"ft/ o tt,
do escravo F lriauo, preto, coi 35 *n-
nas de idash u.8va o, por 7001M,
gue servira de base par p alqw 6-
forta. E vai per arrematw9 sqT'ie-
rimento do major Joaquim r esIoa I-C
sar da Cunha, come l iisuttAor de
sua mulher, herdein no inveatario de
saua. finada- mai D. Fran6isca-Aa..Cunha
Bandeira de Mello, e so acha em a
casa n. 00 da rua do Rangel, onde po-
dera ser examinado pelos pretonded-
tes.
E para constar, mandeilpassar o pro-
sente, que serai afflxado no lugar do
costume e publicado pela umnprensa.
Dado 'e ssado diesta d1dade do Re.
cife, aos 27 de- agosto de 1877.
Eu, Manoel do Nascimento Pontes,
escrivio, o subscrevi.
Francisco de Assis Oliveira Maciel.
0 Dr. Jose Jacintho Borges Diniz, juiz
sub:tituto do especial do commercio
desta cidade do Recife.e seu termo,
capital da provincia de Pernam huco,
por S. M. o Imperador, que Deus
guard, etc
Faca saber aos que o present edital
virem ou delle noticia tiverem, que de-
vera ter lugar.no dia 4 der. dezembro
do corrente anno, na sala das audien-
cias, ii 11 horas da manhd, a ieunido
dos credores da massa fallida d. Pa-
rente Vianna & C., para se:verificarem
os credits, deliberar-se aeerca da con-
mrdata, caso seja apresentada, ou for-
-mar-se contrato de unito e nomear-se
administradores it dita massa, pelo que
sio chamados todos os credores para
comparecerem no indicado dia, certo
de que naio serao admittidos por pro-
curador sem que este exhiba procu-
ragAo especial, a qual nao poderA [ser
conferida a devedor do fallido, nao po-
dendo outro sin urn sY individuo re-
pretentar por dous diversos credores, e
que sera havido o credor que nao com-
parecer comno adherente is resources
ue toinar a maioria de votos dos cre-
ores que comparecerem, comtan-
to que para ser valida a concordata 6
necessario que seja concedida.por nu-
mero tal de credores quo represent
pelo menos a rnaioria destes era mju-
mero de dous terc45 no valor de todos
os cieditos sujeitos aos elfeitos da
concordata.
E para que cliegue ao conhecimento
de todos, mandei fazer o present que
sere. afrixado-nos lugares do costume e
publicado pelos jornaes.
Dado e passado nesta cidade do Re-
cife de Pernambuco, aos 29 de agosto
*le 187;.
Suhscrevo.-Ernesto Silva.
Jose Jacintho Borges Diniz.

Consulado provincial
Para sciencia dos contribuintes dos diversos
impostos de lanameuto, vao abaixo publica-
das as altera<;es eneontradas na collecta e
que actualienee se procede do exercicio da
1877 a-1878; observando-se aos memos gue
flea aberlo o prazo de 30 dias,. oontados da
data das respectivas relaQGes para reclama-
reo o que lies for de direito.
Alterag6es feitas no lancamento da de-
cima urbana da freguezia de Santo
Antonio, no exercicio corrente de
1877 a 1878, pelo lahinador Izidero T.
Mattos Ferreira.
Rua do Imperador n. 16. Joa-
quire, Emilia, e Maria.
Crilckett e outro, um so-
brado de 3 andares e loja,
tudo arrendado por 2:05.()000
Dita n. 26. Guilherme Pur-


cel, urn sobrado de 3 anda-
res e loja, tudo arrendado
por 2:OOOWC
Dita n. 30. Jose Moreira'Lo-
pes, 1 sobrado de I andar
e 2 lojas, tudo arrendado
por 1:3006000
Dita n. 17. Francisda Thp-
Smazia da. Gonc&Aio & C.,
1 sobrad0 de 2 andafes,
lojae um armazem nocaes
1 de Novembro tudo
por i:7005000
Dita n. 27. Dr. Manoel Pe-
reira de Moraes Pinheiro,
urn sobrado de 2 aidares
e loja, tudo arrendado por 1:800#000
Dita n. 41. Emilia Constanga
de M. Ferreira, um sobra-
do de 2 andares, sotio e
"oga, tudo arrendadb, por 1:4805000
Dita U. 55. Anto-iio Luz do.
&Santos,-umw brado de 2
andares, loja e um quarto .
no fundo, tudo por 2:5005000
Dita n. 65. Antonio Francis-
co Pereira, uth sbSrado de
S2 andares e loja, tudo ar-
rendado por 1:1241000
Dita n. 67. HerdeirOs de Joa-.
quiorViegas, e outro, um
vobrado0 "e 2 e
oatuaooarte.ddopor -1:700100
Ditih,13. Tb z -d o' r- -
vlhb -So$ eR Brbaf -
oirtRL nt i~i~idb^ AIL


7. .4^-'l-


S .-... 1 .-o -... -




drs l Ija,"tudo barwef- ':- "0


de Faris, um sobrdo .de :;..
rendadQpor l:8
Dita n. 11. Jos bo de A- .
morim, uam sobrado de 2 ..'
andares e loja, tudo-arren- '
Sdado por 90"
Dita n. 29. Ordem 3.a do :
Carmo, uma 'casa terrea "-
-arrendada r 65.
Dita n. 23.-,A fo#Qui-PIas '
Fernandea ua"c'er-W
rea arredaida por 3
Dita '. 39. Dr. Joaqrim "ede --
Pontes Miranda, urn-so-
brado de 2 andares e loja,
tudo arrendado por 1:1730000
Dita n. 41. Annunciada C.
Alves da Silva, umsobra-
do de.2 andares e loja, tu-
do arrendado por 1:335$000
Dita n. 45. Joaquina Bene-
dicta Vieira da Silva e ou-
tra, urn-msobrado de 2 an-
dares e loja, tudo arren-
dado por 1:4805000
Dita n. 47. Recolhimento da
Gloria, um sobrado de 2
andares e loja, tudo arren-
dado por 1:3005000
Dita n. 6b. D. Ernirio Ce-
zar Coutinho e outuvs, um
sobrado de 3 andares e b-
ja, tudo atrrendalo por. 2:(000000
Dita n. 69. Joaqjifri Antouiv
de Carvalhb e o0buos, iw
sobrado 'de 1 andar e loja,
tudo arrendado por :2350000
Dita n. 75. Adolpho Francis-
co Lavra e outrOs, um so-
bru& de 3 andares e loja,
tu arrendado por 2:4005000
Dita n. 83. Visconde de Suas-
suna, urn sobrado de 3 an-
dares e loja, tudo por 1:6005000
Dita n. ill. Laura Adelaide
daSilvaeoutros,umrhacasa '-
tetrea arrendada por 800$(00
Rua do Barbo da Victoria n.
8. Dr. Joaquimn de Aqaino
Fonseca e outros, umna ca-
sa terreaarrendada por 1:20(0
Dita n. 16. Jobo W. de Me-
deiros e outro, uma csa se,
terrea arrenlada por 800|
Dita n. 18. Joaquim de Soutia _
Silva Cunha e outros, um
sobrado de 2 andares e. lo-
ja, tudo arrendado par- 1:30S
Dita n. 13. Ceiflia Magner do
Azevedo, ura c-sa terrea
corn sotao, arrendada por 1:000#000
Dita n. 43. Mariana da Con-
ceinao Pereira, um sobra- .
do de 2 andares e loja, tu-
do arrendado por -2:600(1000
Dita n. 61. Jose Lopes Alhei-
ro, um sobrado de 2 an- -
dares, sotao e loja, tudo __
arrendado p(or 2:200(q90
Dita ir. 63. Olympio de Sa |
Albuquerquo um sobrado
de 2 andares e loja, tudo
por 2:Ojl 0
Dita a. 69. Jose Joaquim Al-
yes, um sobrado de.2 an-
darese loja, &4ido avallado -. ,


por
Rua das Trincheiras n. 15.
Anna de Jesus Moreira,
urmea casa terrea arrenda-
da por


I'

33ta500


Dita u. '31. Joao Baptista
Correia, uma casa terrea
por 273000
Rua das Larangeiras n. 1.
Jobo Antonio Carpinteiro
da Silva, uma casa terrea.
arrendada por 20O0000
Dita n. 15. Antonio Maia
Costa, um .sobrado de 2
andares e loja, tudo avalia-
do por 9331000
'Dita n. 19. Manoel Josd Ma-
chado e outro, uma casa
terrea arredada por 333000
Primeira seelo doconSukado-ptelncib
de agosto de 1877. e "
'Servindo de clexo ""
Victoriano I. MIa If hi


ypnngq~jM~iiiig^M ftrgqie o e, WO
odno'iinana soeiobs-
Mp lors -Ao convid
morito Viscon Lotwes' slo cnddido
todos osamus aRas emigQs a compare-
erem a ta acth, qt*teri lugar na do
memo hoe i4l,.ite~ boras da mddo
dia 31 46 mroe- ex,.. aaniversario do seu
falleoiment. Rep, 28 de agosto de 1877.
Alipio:Augusto Ferreira,
lwecretario.
Dr. JAvino Pinto Brandlio
Tendo o cpn.elho director da so-
ciedade Propagadora da Instrucgio. Pu-
blica, da parochia de Nossa Senhora
da Graga, de mandar celebar uma
missa pelo eterno repouso de seu il-
lustre e dedicado ex-consdio e the-
soureiro Dr. Livino Pinto' Brandao,
pelas 8 horas da manlih do dia 4 de
setembro, na igreja de S. Josd do
Manguinho, convida'a todos os paren-
tes e amigos do mesmo finado, e aos
demais consocios residents na pare-
chij para a ella assistirem.- Secreta-
ria do conselho director da Sociedade
Propagadora da Instrucqo Publica da
parochia de Nossa Senliora da Graga,
30 de agosto de1877.--0 1.o secretario,
F. Fragoso..


A s dar itranspoe em
vfpore a tot qt genere s aliiaeotim
.moflcaiCo ntVW0 doe fretes. iWrip-
tono 1DO
Forte d9 Maos n, 12.
"^ Compai I US siw-llefra
WMaveU ao&o a vapor
PORTOS DO 9UL
0 paquete a vapor
Paii
Coueandante primeiro-tenente. Carlos
Gomes.
E' esperado dos por-
toes do norte atA o dia
~.^l ie de setembro e depois
U da demora-do costume
Sseguir& para os do sul,
inclusive o de Santos-
Para carga, encommindas, valores e. passa.
gens, trata-se na agencia, escriptoriode corn-
missoes de
Bernardino Pontual
12 -Rua ao Bom 'lesus- 1

LEILOES

LEILAO.
DE
madapol6es, chiLas, algodaozinho, dito de lisr
tras, cambraias, ohitas para cobetta e rou-
pa feita
AO CORRER DO MARTELLO
bABBADO l DE SETEMBRO
A's 11 horas-.
No armazem da rua do Impera-
Sdor n. 16
Pelo agente Martins


Recipe DIr-aiWe Casa de penhores
A companhia faz public, para co- TT 1f UT A
nhecirnento dos interessados, que col- ULTIMOU LEJLAU
lodou no corrente mez, na freguezia liq Id
do Recife, o ;apparelho abaixo dela- da quida( o
rado, cuja annuiladc principia a con- Julio Isaac farWi leilo do resto dos penhores
tar do ,.o do mez proxitno future. existentes em sua mbo, no dia 3 de setembro
uedo yty i pA e \ proximo, por intervenoo do agent Martins,
Bua de luyty. n. 4, apparelho bern como de 2 grandes cofres de ferro, pro-
n. 7,749, casa terrea. "va de fogo, armacQo, mesas e cadeiras, ds 11
Recife, 30 de agosto de 1877. horas da manha do dia acima indicado.
0 gerente, LEILAO
J. Dowsley Junior. L LA
MoAte Po Santa Cruz Pelo agent Silveira
Da ordem do irm presidente e por delibe- TERA-FEIRA 4 DE SETEMBRO
ragao do conselliho mrectLr, convido a todos As 10 l1/2horas em ponto
os possos irmnaLos, ainda mesino os que nio se Da armaco, balcAo, generous e mars
ach&m quite cmorn s cofres sociaes, para r objeetos do estabelecimento de mo-
Ucouiparecerem no domingo, 2 de setembro, d etecin od -
polas 10tohras da manhia, na side desta so- hados sito, no largo do Corpo San-
$edade, A rua estreita do Rosario n. 43, ter- to n. b .
-*ro aMndar, aflm de em asseniblMa geral tra- "('vente Stilveira, aulorisado por- mandaido
-se abemrn dos interesses sociaes e de cada do Illm. Sr. Dr. juiz substitute do commercio
.Wii de seus socios. e a requerimento de Ramos & Carvalho, leva-
- 4ecretaria da sociedade bcneficente Monte la a leilao, no dia acima indicado, a armacao
Pio Santa Cr'iz, em 28 de agosto de 1.87'. e generous do estabelecimento acima declara-
0 secreltario, do.
Affons4 F. das Chgaa. __________
Junta oommerol da cidade do LEILAU
-Recitfe A
Pela secretariat da ju ca commercial do Re- A
cife faz-se public queotram registrados o casa e sitio n 10, em tetras proprias,
contratos e distrat s de sociodades, a marca e no lugar da Cruz de Almas, em Par-
a eartA de matricula, que seguem: namerim, freguezia do Papo da Pa-
-. Contratos nella
De Joaquim Fernandes ltamos e Bento Jos. SENDO:
da SilvA, associados sob a firma de Ramos & I ivn d
C. para o negoc'o da compra e venda de xar- irma casa do vivenda de tijolo e cal, corn
que e outros generos em gross,) e a retalho, diversos arvoredos de fructo e outras bemfei-
no estabelecinento sito A rua de Pedro Affon -torias, qual sitio esta situado na esquina da
"so n. 21, corn o capital de 16:1515570. travessa do Arraial, e tern de frente para o
Do Bernardino Alves Machpdo e Manoel Jos nascent sobre a dita estrad a Cuz d'Al-
Dia. sob a firma do o10 & C., corn o capital de twas 202 metros e 40 centimetros (898 palmos),
10:5&1, para o commercio de fazendas, mo- dividindo ao note com o sitio do Sr. Fran-
thadas. assucar branco, send o d5micilio da cisco Guedes d 'rujo, pr cujo ldo tern
s iadeno-engenho Una da cidade do Rio t65 metros (732 palmos). do nascente ao poen-
omoson ebo U t, extremando ao sul e ao poente corn a tra-
Do JusMtino Teixeira de Moura e Joaquim da vessa do Arraial, o qual descreve uma linha
Costa Msrtts, reinidos em sociedade para obliqua do sul ao poente, corn 233 metros e 86
,omnmerciarem na padaria sit A iua Die.ita oentiteetros (3046 palmos) do extenslo, e ter-
tos Afogados n. 66, sob a firma de Moura & mina em angulo oomr a linm divisoria do dito
Martins, corn o capital de 19:092969. sitio do Sr. F. Guedes de Araujo.
. De Toaq" ii Luiz Machado e umn comnmandi- Tomer ase 2 portas e 3 janollas de fren'e,
r a s a ra Bto social deue. p ar 2 salas, 2 sal6tas, 5 quartos, cozinha fdra, 10
ariomn so du rzo social daquelle & Cae, a 6. metros e 65 centimetros (47 palmnos) do frente,
oommercio do ferragens nest. cidade,_A rua-"'I
Duque de Caxias, com o capital do 5:2W e 16 metros e 40 centimetros de fundo (79 pal-
Distrato mos), chlos proprios.
De Rapbael, Silva& C., de cuja firma flze- QUINTA-FEIRA 6 DE SETEMBRO
ram part Raphael Francisco Pereira, Floren- as Ii boras eim po.t -
cio Domingues da Silva Junior e Francisco Joa Na rua do Bo Jesus n. 43
quim Akitnnes, retifando-se o primeiro ex-so- Nag Pa d o BporJssnd43
cio ser n direito aoactivo ne responsabilidde 0 agent Pinto, aulordo por mandado do
sobre o passive social, os quaes ficam a cargo 1 Exm. Sq. desembar ador juiz de orphhos, em
dos outo scis virtude de requeOimento d inventariante dos
arcades outros scios bens deixados pela finadaD. Fraheisca da Cu
De Jos6 Antonio Domningues de FigueirMo' nha. Bandeira de Mello, faz loeiJo do sitio e.
negoclante sdomiciliado nesta idade, estabele- casa acima mencionados, isto As 11 boras do
cido ao heeco Largo n. 2, urea marcaomii- die acima dito, em seu escriptorio, A rua do
: .... ,am, BomrJesus n. 43.


puI- -e n

Aios noitl


At'- 4 '
' ,": '-S s- A.


e
-. ,


de- se na rni' o(
n. 16, primciro, .q


Cose-se, lava-se a eng
razoavel e corn perfetClo :
casa n. 5.


Ptecisa-se de uma ama livre on e-o
para coziahbA: a tratar no cafe ImperatrflL
Jos6W Ferwandas Lixa &-" 7 .'
n. 3, ainda tern porvao do. l
Porto, engarrafado ha 8
go tem sidoe200 a 3 i
deseja acabar .
nheiro por i480 1-?
SPernmutm-sf #*a ban di~^
soto, corn 3 quartos, quintal e ,'
promto, reedificado, na ra Direlta, per
sobradinho de um andar que nao tenha ba
comn 2 quartose cozinba, e que segj nebN
de Santo Antonio ou de S. JosO, e q .
precise de mlior-es concertos : a pesso -i
quizer o dito negocio, dirija-se a rua Di


numero 94*. __ -*-
0 unieo dtposito dos
remedies do Dr. Ayer 6
em casa de Adamson
Howie & C., a rua do
Marquez de Olinda n.
37, entrada para o es-
criptorio rua do Bispo
Sardinha n. 37, outr'o-
ra rua do Encantamp--


to.
Precisa-se de um criado, preferido-se es-"
cravo : na rua do Marquez de Olioda n. 26,
loja.
ARTIGOS-DE PHANTASIA-.
Bonitas caixas para costura, corn
music e sem ella.
Lindos liWros [Horas Marianas] corn
capa de tartaiuga, madr'eperola, etc.
Canivetes e tesouras finas.
Ricos lensos de seda corn lindos dese-
nhos.
Fines pentes de tartaruga.
Lindos desenhos para. trabalho de lI.
Ricas collec9des de visporas.
Bonitos bordados para saias.
Lin8as caixas corn tentos para jogo.
E muitos outrOs artigos 4p phbata-
zia : s6 na loja da Malva-rosa, & pra-
Va da Independeneia ns. 2 e 4.
Aluga-se o segundo andar do sobrado n.
27 do pateo do TerQo, a casa terrea n.' 79 aa
rua de S. Jolo, e outra corn pequeno sitio no
Espinheiro, onde morou o Mangericao, o so-
brado de um andar corn sotao n. 27, a rua de
Lomas Valentinas; todas limpas e pintadas de
novo, por preoo Commodo : a tratar no se-
gundo andar da casa u. 41 a rua do Rangel.
Aluga-se por 205 mensaes o andar do
sobrado d rua de Lomas Valentinas n. 55
para ver, a chiave existe na loja por baixo, e
para tratar, na thesouraria das loterias.
5- Aluga-se por 25$ mensaes a casa terrea A
rua do Fogo n. 50, corn 3 quartos, 2 salas, co-
zinba, quintal, e em bom estado : na thesou-
raria das loterias.
JoAo ArauJg da Silva Moura, a-l.
fares clo 2o batalh&lc de infan-
taria.
Roga-se de appareoer A jua do Hospicio n.
61, a negocio de seu inteese, jA ha muito es-
perado.-
Aluga-se a casa terrea n. 4 da rua do
Forte a tratar na rua Dias Csrdoso n. 94.
ALUGA-SE a loja da rua dboVis-
conde de Albuquerque, out'ora atrazdaL
Matriz da-B6a-Vista n. 44, por prego
razoavel, corn cornminodos, muitoefrese-
ca : a tratar no Corredor doBispo n. 73.
Na mesma casa so dira quem vende,
para saldo de contas, uina casa na rua
do Cirmo, muito perto dos banhos do
mar, lugar muito ahieno, feita de novo,
ha trees aunos.
Aluga-se. urma casa terrea per 25" men
saes, na travess. do Principe : a tratar em
casa do conselheiro Aguiar, A rua da Attrao
numero 12.


S


I


I
















'1 ?i


%Lt.


1*, 04*a5ofts, volta, braoelsts 8
ant6,etc. etc. .
n dit -8, l'1t
p[ De prata tern colieres, cstiqaes, esporas,
pe piteiro t et., etc.


.' *, v .- w .. ,s "
OSo Teem um complete sortimepto de relogios de prta*
opar hlomens, senhoras ej penmnos, todos dos melhores fabricantes.
bapw
S 1a E pai-ra este acto que chaimamos
S^ocdas'Eximus. madrinnas e padrinhos, porque temos umcompletb sor-
lpe.queninbs joias, e em camxas propnas para dadivi B act do bap-


jf:.>. -:. 7. AI4m destes poucos artigos que mencionamos, temos outros quo eo
-'. iS re~ionarpor s er oenadonho, sorprenderao A todos qneN ai. n"

Joseph Krause t C.
Scia trada de salsaparrilha -e caroba
"" :'" PUSPARADA POR
i B1THOLOilEU & Cm
A EUTICOiDA CA9A REAL DE S.M. F. EL-REI DE PORTUGAL
,e" O ,EMIADOS EM DIVEfISAS EXPOSIQOES.
R. fP Pa'rasura 43 todas as molestias que tern sua origem na impureza do
m-iaague, come sejam as molestias syphiliticas, boubaticas e escrofulas, rheuma-
ti9oO, -em rgentdpdartros, tumores, ulceras, erupgoe, etc. etc
POSITO GERAL EM SUA PHARMACIA E DR6GARIA
r134--Rua Larga do Rosario-34
[ PERNAMBUCO.


LBI DOS AREIDS.I
t' I i

Francisco urgn o tmaral
i aA' rua 1o de fargo n. a D A, esquina.
-te antigo e acreditado estabelecimento acha-se constantemenle provide de urn
iniportante sortimento de fazendas de gosto, as quaes recobe directamenle las me-
lhores casas de Paris e por esta razalo poderao ser vendidas por preQbs muito modicos. 6t9
Tern aftualmente umn esplendido sortimento de vtsLidos feitos e em cortes iguaes
aos qde se uSam presentementeem Paris.
Teom igualmente um variaditsimo sortimento de ohapfos parasenhoras.o que se
jL pde ear de melhor em tal artigo, sendo preparados por uma das principles mo-
dts de Pdaris. -
Alim destes artigos tern constantLementc, grande sortimento de sedas, popelinas,
granadines, superiores atoalhados brancos e de cores, guardanapos, toalhas para me-
Ssa e rosto, um esplendido sortimento de meias brancas e de cores para homens, se-
nhoras, meninos e meninas, enxovaes para casamentos e baptisados, grande varieda-
de de baptistas, cretones, gostos inteiramente novos, lindissimas gravatas para senho-
ras, complete sortiuento de luvas de pellica, esteira da India para forro de salas, ca-
f pachos de c6co, tapetes, alcatifas, malas para viagens e muitos outros artigos que (I
em part do nosso sortimento.
S- Ha empregados especiaes para levarem as fazendas A casa das Exmas. families, a
Squem pedimos que de preferencia mandem bussar qualquer artigo que precisarem
Spar as suas toilletes ao nosso estabelecimento, poials sempre encontrariq fazendas
..degosto e novid.des.
.. A todos aquelles que nos honrarem corn as suas compras, enconlrariosinceridade
Snos nossos tratos e modicidade nos pregos.
". Rua lode Margo n. 20 A, esquina. .




MANIA SAUVAS


Marca registrada no tribunal do commercio
Este ingredrliente possue as seguintes qualidades
I.o E' splido, por isso facil a transportar e madejar.
2.e Nao faz explosao e nAo se inflamma corn facilidade, por isso nao apresen-
ta perigo algum.
3.o Emquanto nao sujeito a acGao do fogo, nao produz gazes.
4.o Na combustao desenvolve gazes venenosos, os quaes por serem mais pe-
sados "do que o ar atmospheric descem depois de resfriados, esten-
dendo-se 'por todo o interior do formigueiro.
5.o Pelo process da applicacao deste ingrediente 6 facil de achar e fechar
todas as comnmunicaQoes corn a superficie do silo1 cireumstancia rnui-
to important para obter-se um resultado complete.
6..* As communicates interiores njio p6dem destruir-se por nao haver explo-
sao, e nenhuma das communicacoes exteriores p6de escapar A allen-
Vao, como aconteceria, se o exame dependess de udna simples ins-
pecgo ocular, por isso ficam todas as sadvas existentes no formi-
gueiro sujeitas ao effeito dos gazes e a uma morte segura.
7.o E' bastante uma unica applicagao do ingredient para completamente ex-
tinguir um formigueiro.
3.0 Em espago fechado 1 kilo de in grdiehte desenvolve quantidade sufficient
de gazes para extinguir 4 at! 8 formigueiros, conform a extensao dos
mesmos.
I.o 0 preco do ingredient 6 extremamente baixo.
Os inventories e fabricantes
EDUARDO von.SYDOW, engenheiro
DANIEL HENNINGER, ohimico.
Vende-se no unico deposit em.Pernambuco :..H. Ledebour,W,
Pi: ,'. Co.- 'i.cruip n. 17, primeiro andar.
l,ao por kilo Rs. 3000
Cada masso contend 1 kilo de ingredient sera acompanhado pela des-
tripco do process da appi cavao.
Maiores porg8es pagas a dinheiro teem um abatimento de 25 por cento.


DE
Julio Fuerstemberg


*0 'Vt
4

',
Ar
.~t4,J1
'I' c f~"~
*


r *'


32-Rua do. Imperador-32
A este eisfabelecimento de joas, o
unico que neate generq reale vanta-
genes p6de offrerecmr o seOs fregue-
zes, no s96 por ser novo seu stsr-
tinmento pscolhidp a cap*hIo, como
por virem eos ens- "jed mnsad a
per iot o oei bjectos nov' s e de
- apbradogoswr
Relogiosm de oum e prata dofa4bp
cantes ina acdiuiedos da .

,.Ate t4Pne a '50W00 ..."
Ace. :
l --....
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i idon qo ue a D-in-


$ti tutor resh~ir ltado atom, 6
Allow __ _6::,. .


IBM t .. roao aeeDo poelo
l publicada %6o lJnal do Commercio


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e comn as leis 4'et. imperio contra

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UIELOJIiIIIA I LI1IITAUA
a DE
VICTOR ORANDIN..


A' RUA DO
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MARQ1ZZ DE OLINDA N.
T-MIk : ., :


26


Victor Grandin scientilica ao public que fez acquisigAo de. am born sor
umento de relogios de algibeira, de ouro, prata, folheacdos de ouro ; paten-
tes inglez, suisso e americano, dos meihores fabricates da Europa e dos Es-
tados-unidos, para homes e senhoras; assim como grande sortimento de
zorrentes para os mesmos. i, ,.
Grande sortimento de -retlogios de parade e de cima de mesa, deo todas
as qualidades e differentes mnodelos e dos melhores fabricantes.-
Quanto a lunetas e oculos acha-se nesse' genero sortido do que ha de
melhor em vidros de crystal, que sao os mais apropriados para a conservagiAo
da vigta.
Tem excellentes officiaes para exeeu tar o concerto de ttodas- as qualid
des de relogios.
Na mesma casa se compra prata -e ouro velhos, pedras precicsas e
moedas-de ouro ou i-rata de qualquer qualidade.


9,)RNCISO l
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ri g^^^^^^TB ??' 'y^~ ali
NWa'I da Aera; -A
hoe n.10.


Mluga-se'
a casa da rua de 8. no 83, tern amoc6rmo.
dagoes para familiar; a tratar no caes do Apol-
lo n. 75. -
Pedido
Ao Sr. Ansehno jos Duarte Cedrim, resi-
dente em Palmaaes, para entregar as polices
geraes de ns. 775 e 776, quo Ihe forani em-
prestadas em agosto do anno passado, por
quatro a seis mezes, pana garantia de urma
divda, e at6 asta data qinda uao foram entre-
gues, enitbora seu legitimo dono as tenha pe-
dido por diversasfvezes. fl-
Administrador ou born feitor
para engonho de assucar
Precisa-se de urn corn bastante prattca, e
que seja de boa onbuducta: a tratar na rua do
Apollo, n10.
Cozincheiro
Aluga-se urn preto coziniheiro : a tratar no
largo do Corpo Santo n. 2, cor Candido Alco-
forado.
Pharmacia
Precisa-se'de urnm empregado corn bastante
pratica : na botica franceza da rua da Cruz n.
22, de A, Caors.
Machines de costura
Concerta-se toda e qualquer machine de
costura, seja qual for seu autor, bota-se today
e qualquer peoa por mais difficil que seja, ga-
arntindo-se seu concerto: qa rua do Barto
da Victoria ou Nova n.35 primeiro andar.


CQtS

cores
roa do Ca-


Joao Bernardo do Reg6
tI^ Marianna da Costa Rego
l I I Monteiro, seus irmios e cu-
H[u nhado cordialmente agrade-
m' ~cem A veneravel ordem ter-
l ceira de S. Francisco, aos
Ki2l I- I i/ amigos, parented, e a Wdas
1IjM i---- .as mais pessoas que acom-
panhrram os restos inortaes
Sde seu inuito prezado irmio
le cunhado Joao Bernardo do Rego, ao cemite-
rio public ; e de novo os convidam para as-
sistirem as missas que por sua alma mandam
colebrar na capella do referido cemiterio, as 7
1/2 horas da manbA do dia 3 de setembro vin-
douro, segunda-feira ;e antecipam seus sin-
ceros agradecimentos..
Maria Severina da Assumpgo Silveira, seus
filhos e genro, convidam aos parents e mais
pessoas de hua amizade para assistirem as
missas que mandam celebrar por alma de sua
sogra e seu finado .marido, no dia Io de se-
lembro, as 6 boras da manhI, no convento de
S. Fgancisco, em Olinda, setimo dia de soeu
fallecimento, por cujo acto de caridade e re-
ligito, desde jd se confessam eternamente
gratqs.
JoSeTacoma Prxujo Fiihe
Thomaz de Lenitos Duarte, Jose Luiz
Netfo de Mendonga Junior, Alfredo
Falcio, Luiz F. Tavares Sobrinho, Joa-
uim do Carmo M. Monteiro, Augusto
os6 Muniz e Augusto Adriao Paulino
da Silva amigos de Iose Jacomq d'A-
raujo Filbo, fallecido em BatLu-e, pro-
vincia do Ceara, convidam a sua Exm.a
familiar, e aos demais parents e ami-
gos, para assistirem a urma missa que
pelo seu etertn repouso, riandam
celebrar as 7 bhoras da mianhai do dia
sabbado, 1.o de setembro proximno, na
igreja matriz de S. Jos6, pelo que so
confMssam agradecidos As pessoas que
se dignarem comparecer a este piedoso
e sagrado ever.

JEseravostUJii 8
No dia 20 de agosto de 1877, fugiram do
engenho Canaragibe, do termo de Serinhbem,
ddus escravos de nome Josh, sendo um alto,
corpo regular, pouca barba, cabello carapinba-
do, tern um brago quebrado e por isso um
pouco torto, tew algumas cicatrizes de relho
nas costas ; este escravo foi comprado em 16
de maio deste anng nesta cidade ao Sr. Pa-
tricio Josh Tavares, que o comprou na cidade
da Parahyba. 0 outro de altura regular, cor-
po tambem regular, muita barba, fall finu.
ida le 31 annos ; foi comprado na mesma data
em que o outro, ao qr. Manoel Travassos Sa-
rinho, morador erm.Born Jardin, Parahyba;
este escravo 6 viuvo e deixou filhos na Para-
hyba : roga-se As autoridades policies e aos
capitAes 4e campo a apprebhenslo destes es-
cravos, gratificando-se a qumni os entregar
nesta cidade aos ors. Manoel Alves Ferreira &
C., A rua do Apollo n. 4, primeiro andar, ou ao
respective senhbor, no engpnhob Camaragibe,
em Serinhaem.


o eodttodo em pido a i
dn Ten-a ~ dog l owd~sb
e Wnetiadtdo Mr rneA
IE' de effeibs adiniravite cu
phtysica. Fortaleoe a dejtad;
Z. das creancbs: a tngoi
-communicar as cOres 4. cla
es que fazem usoadelle. -
Vendem.
Bartholomeu eCamp.,A.
Elias e Maduro e Comp., P.
Comp.


*- -'* I
i.-, ^

fe^
^ ^
- '" ^ *^
^-';,


JoB


-JJ4arrdim das
tas
No Mondego n. 80o
Ani acha-se a venda sapoteiroge wa-
potizeiros de mais de 1 a 12 pFros,
em vasos, cornm grande copa e on-
co de mais de polleada e media de''ia-
metro, alguns flots e at cmrn frioc-
to : por prego de 500 rs. a 8W: larani-
geiras enchertadas, selectas e dde um-
bigo, a 35000, e as plants db ornato
e dos fructos seguintes -


ADacate. .
Abiu.
Acacia.
Aafrao.
Agafroa.
Adlenia.
Ameixas.
Dita do Canada.
Ariticum a pd.
Bacupary.
Cambuea.
Canella.
Carambola doce.
Cassuarina.


Carolina do principeDita de umbiga;.-


Inga caixao.
Jambo.
Jahoticaba.
Jaca. ,,
Jasmirn laranja.
Dito do Cabo.
Laranja da China.
Dita do cdo.
Dita cravo.
Dita de doce [ do
Para I.
Dita branca.
Dita tangerina.
Lima da Persia.


Oidra,
Condcea.
Coraqdo da
Coral.
Courana.
Dend6.
Figueira.
Flamboyan
Flor de a4
Fructa-paio
Grumexam
Imbfi.


.1;

* _




4

..-


S LimAo azedo.
Dito francez.
i India. Oiti-cor6.
Palmeira imperial.
Dita rubra e outras
Pereiras.
Pinheiras.
ib. Romeiras.
DodAo. Roseiras.
Sabao vegetal. -
ie. Ubaia.
E outras.


Nesta typograhhia ven-
dem-se os seguintes
livros, todos encader-
nadous:
0 Carapuceiro, em 4 tomos por
20(900.
Collecvoes de leis do Brasil dos annos
de70, 73 e 75 por 20000.
CollecQao de leis provinciaes de
1835 a 1876 por 305000.
Obras religiosas e profanas, pelo vi-
gario Barreto por 45000.
Echos de Roma por 38000.
Contbs de Pedro Ivo por 28000.
Diversos escriptos, pelo Dr. Aprigio
45000.
Espreitador do,mundo novo por Josd
Daniel Rodrigues da Costa por 38000.
Engeitados da Fortuna,pelo mesmo,
por 35000. .
Tribunal da Razao, pelo mesmo p(#
35000. -
A Dumas, vinte annos depois, ou as
tres rmosquetetros por 15000
Josd d'Alencar, o Guarany por 65000,
Castello de GrasVille por 15500
agdalena de Maupin por 25000.
0 process Lerouge por 21000.
Thomaz Ribeiro, Sons que passam
por 4(000.
Vieira de Castro, Discursos por 39000.
Espqmas Fluctuartes por 21000.
Nebulosas por 21000.
Dialogo do pastor e a ovelha peoo bis-
po D. Joao por 105000.
Adverte-se que s6o se Vende todas
estas obras juntas, fazendo-se a queM
as queria comprar urna grande roeduc-
tio0


IDOw
do'R


UNLEA SOBEIBANA E INFALLIVEL
Na cura da ileucorrh6a, flores brancas- e corn

jlneprb&oI~jn Te0UtP 9W do
.A bleneorrbagia outjpurgao, 6muna il~~~.aiwa d 4 cada uretra,
sionada a maior pa.rte das vezes pela communiao impura. N.6 uman-
gao geral, que d lugar, cmo rna syphilis a aciidntes secundarios. E' ua af-
fecvao puramente local. Effectivamente, os medicamentos que ha muit m
sido applicados interiormente contra este mal,.taes como a c iaPShb, a
etc., ni! o produzem effeito seno communicando As ourinas Iass
pomposigoes, que, pela sua passa gem atravdz do canal, se toam.nM .
deia .injecao ..'.....
Para que serf necessario. cannogar o estomago corn essas prepara9j
seabundas e repugnantes? P.a gue preca o fair os intestlia
accgo irritante ? A reiposts .4 airples.: N4o a Z60 amda
nistuma qu;, introdauuis direclsmt. *zisno o ie
semteiber mioaoo .. t att um
zer parar a purpm., porda pela irrl f uivaeqo
sdo Uma asiean permanent dapertoe m
quo. ^ ^^ w.pstwiW .s aqm-p1^ a- pilt aa i ^
coMr rMi,d .nempro ;., ,..E:
Pr- .-,t


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Sc:


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VIP.


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mik


S. i


M=:M-







































Os proprietarios deste estabelecimejto pre-
vinem eaos senhores de 04oenho, ag4etorps
v ao public emo gral que continuam a fabriP-
ear os- objectos abaixo rjwc top s, twan c-
lam :
Machinas de PerosIe para lazer esplritos,
ditas de Collars, oS melhores syseiE, alam-
biques de feilioo diversQs, simpes rt car n-
quenta garapas, imwldindo os de NOVO SS-
TEMA, ulmainmenqte adoptado na provincia, ca-
rapuas, 'erpettinas,anos, pas n'apeims, repair.
tideiras, escumadeiras, eo"re ieaido pan moer
mandioca e todas as obras uecessariaspara o
fabric do assucar. Bombas aspirantes e de
repuxo, de ferro, dp eobre e de bronze;, Si-
nos de 16 libras ate 414) aois, Wabrieados
polo system franeez, torneiras do.'bronze e
parafisos de dito, de todos os tamanhos
Emlim fabriease today e qualquor Obra de
cobre ou do brow.e, corn toda perllfo a
to, para o que teM feito acquigieio dos Ieto-
res operarios, podendo desfta Iormt servremn
bemrn aos seus freguezes e a todos quantos Ihes
bonraremn corn a sua conilanua.
Na CaldeiralAi Central
66-Rua do garAIo 4o Trtuiplho ogtriroa soa Braum-6



moDAs F aCEZAS


Avisa ao
que receben pelp
de todas as cores
e moderns qie
toilette.


I "- ^' i "-

respeitavel pubjpo, e porm aepoialldade a w sw.us fregpezes,
ultimo vapor urn grande e variadissimn. ortirmeto de s6d.
e o stos ; asm o ma e chppsi pwis .qn4pr*s Us s Vd
tefm vindo 4 est,' cid," elo' e, Plumaas e enfeiies para


Prgos o0 mais razoavets pissivts.
BRua do Barao 4a Victorip u. 18


R WbO DO BOlhS" -


PASSANDO 0 ClHFARIZ

Nesta fundiuao, a minais antiga desta provincia,
vende-se todo o rmaciluisW .p se parn a ua
agriculture e para -talfrko do aissucar e prepara-
cAo o ailgodo. Ter deposit de tu0, em ta-
iwv1 hos dWi%..m spnietntpsi-aos meetnpradores.
fambem vende seni'e Ifffrmas de ferro e
diversos uteusilios para e enhos, e motors para
d ear ar altjldab.
Vende a praz,'ou a dinhoiro tom, deseoino.
Ilncumbe-se de todo o concerto, qur de po"
*4 trazidas A ella, qju6r de machmas em seus 1u-

ares. Faz contrao nual para tdos os eoncer-


A






t
'lh.
4it~

4

e
it


Bf.m negoejo
Quem liver inoleques e pretas desoccupa.
dos, p6de obter Ltodos qs dias urn om aluguel,
qraido' enpmrega-los era vender bolos pelas
ruas, porque a eoQfaitaJia deoCampos, A rua
do Irq pra4, r q 24, forauce ,bplos de venda-
gqi, r. Vp r na neOsD confeitarja.

Olinda
Alugaqq qma W lentL qa a qp pateo de
iS. Piedro, em Olinda, muUo perto dq* banhos
salgados, corn grandes commodos parafami-
lia, gaz e agua encanados, quintal murado, e
acha-se em perfeito estado de liimnpeza.: at-
tar cormIMa o ravql ','f .t
Mattos n. 73. ,v-".

Liri~irpe,*
Ver de-a e.sa liT.* :r -s.
Uma prensa Iitbnrabhic & 'cc


E' pedm que nao joga.
,Agua. #iole em pedra dura,
Tanto tV atd que fura, -
(Mas es ti 6 de bronze, que se nao
tern furado por esr estanihaaa').
Roga-se ,ao Hil. Sr. Ignacio Vieirq
de Mello, fscrivf da cidade de oNaza-
reth dest4 provinia, o favor de tir a
rua i)Duqup. de.Caia n. 36, a conpluir
qluelle nggocp rae S. S. se comprox
uteteu a raljiar, pels terceira csima.
4t 4ste jrna, em n ns de dezembro
e "871, ae4eplis parajaneiro, que pas,
iou a feveeiro e $bri.de 1872, e pada
41mi)nprio; e pgr efte mnotivo,Lpois, 6 de
ipvQ cliantdo ,para o idito firt, pois de-
i S. lemtnbwar-e q-ne ete nejio d
ode rsug ne ois aunop, e qucnd a se
*horsou Aiho se. pci*vajw.ta eq4ade


ABotma I1aoam-
Ihoma


teido, naniz aflado, boccagr-M oe C(S
demis, barbapeua e j
dOs: .r r .. *""
gada e 3pontos, ^ A 0! ^
rosto comprido, oWho lecido, nariz aftlldo, bomc grane 5jlo .
deirtes, 'barbapsuma -~rss' a oft .
das maos, portrazio puo, rni euit o
A especie de.urn lorainho, pyonundciampas-
sada, conser.andos, quando fall, eamatUitu
de humilde e vista kaixa, tern do idade 90 6
32 annos, popoo maiso mi hfi bglho de Jos
e Antonia. oscravos deo a va g, de
lugar Fazenda Grande d c .Jores,
d'onde o refqrijdoesevaob ^tur, e o0as ex
ercicia o officio de freirolSahiO desta.aade
vestido corn cala e camis tanda, paist de
alpaca preta, chap6o do IJvou S ba-
huzinho de couro, corn bastante r9upa hWflca;
assim corno copstV que noArIplo embmxua
aqui, um prpto fol a bordo e e4lregoqLeW a
quantia de 600.QO a manadnej urna Wsia
de ffGme Romana. prova i'fq, tLenI mMU-
dado de nome e 4le vestito, e que o npde
calado, para aWja intituae livre e Iffludir
a vigilancia das aataridadeG, HD de corn cer-
teza seguir cainsmp da Babja.a'a esta jda-
de,em algum dosxapores a conzanhiabshi*
anna, deowinbarcof.o em rMjce6 ou pol in-
terior das dugas provinwias i rEa-pe, po0(nto,
As autoridades policiaese aos irs. capitlAes do
camnpo, ou a quailquer cutra pess6a quo dell*
tiver conhecimdnto, o apprehenderenm, parti-
cipando ou antregardo-o to s6ec respective
senior 'hi ecife, iii do -prntmrcio 0. 5,
que serao rp.ompeiisodoz .nm i qritificaQDo
acimrna.

Fumo hollandez N'
I ecachimbos de barro
H. Ledebour, rua 4o Commer-
cio n. 17, Io andar

Titmura Japoneza
A unica approvada. e premiada pelas
acadenMias de Paris e Lond- es, por n&o
ser prejudicial A safide, enpontra-se nas
principles casas de cabelleireiros e em
toda as boticas principles d3 Pernam-
buco, Caors, Bartholomeu & C. Mitu-
rer&C erq '#(4 j ( q t4, 4.0 ap
dat

Cognac 0
Bisquit Dubouci l C. *,**
i H. Ledebtr,, r( a do Iommamr.-
cie 17, lo andar
Ag4a-se o oandar ^ nO
ejj d s., a ruada Ai ?ota. tr,
o r em ca de Co %ifl 40,
#' g rugt Pr~eiro Itj^Q n. 6,

Rwpancy hinp, h
Sahio h iZ apIromeima flel aI ita des-
te romance : asstia-s t qa ifo, b0-
Lica(fnaoeza do Sr, !kvi& Forvre C C
tot, A hru 4 om Jerus;- em Srft
Aqtonio, sa pha' acia-J0 Si'. Job F%.
cuido da Costa Menezes, a rta estui
ta do Rosario n. 3 ; ra typogmipbia do
Ufvvt Pn.sa4o K rtrIa Dpque a4axia
n. 2; e na thvrari ladustrial, 4 ruaido
Ba'fe 4a Victoria n. 12; em $. J3^
na p acia da ruado Range ettm
na do ti ado ; na Boa-Vista, J' i$
Conde o phamacia n. 6.
Por ca'i caderneta de 8 pagitqp
100 reis. ,i*
Puibliyar-se-ha todas as semanas at6
o fipal da'oba. '


pridA; r aomprido, p&s chatos ;
esit oyraviab foi comrirado qo Pago
4do Cam libe ao Wr, 'oo Viefra 4e
ULim, q 6 esteve, em pofr 4p abaixq
asuignado 15 dias, findps os quae des)
apparecen e consta estar em terras d(,
Flfgenhos Paraizo, Rgchto, Santo An-
tonia- Grande, Sacrai Ieo, Cc.rana ou
Quebsa, cbnforme c~rta$ wte o abaixo
assiitdp tern: qunm o apreienta r na
'rua 4 Hortas n.-W, sUlrhao,. tqrA a
fli4 ca@o acima.
Maximino d% $jUvpi Putma
Fugio em julh q A. o nnopast do,
o escravo Jacob, preto a(ricano, idade
mnaior de 50 annos, aftQo, 's-ccp, pernas
compridas, c.abegea corn u.ma c0a'6i W.
meio, pescoo com.pri4t, p5 q0,pos;
bastante vagaroso e falla mgl; este es-
qrav logo 1IpO fugio foi tqr epm. Una,.
na pwopriedade do Sr. Joaqqit Folicio
de SA Barreto, e este mnandando solici-
tar para alugar e aao me convindo,
mandou-o embora, e atd hot e o-
appareceu mai-; .este escravp fol de
seu irmao o Sr. Antonio Victor de$hi
Barreto : Q abaixo assignado gratifica
corn a quantia de 50$ a quemn o trou-
xer A ria de Hortas n. 86.
Maximino da Silva Gusmto.

Thereza


. nr 0rr. I~~u~

Sde Aquino Foneeca,'


d.e de Parjis, tendo

ropa, continfa no
xerecw ,4e sea
prpfissao, e da "con-
]sultas em sua easa,
Sartta do Hos.eio
n. 33, todoes. dias,
o pto doma gos e
Sdias sanulticados,
Sdas 7 as 10 b oras,
Sda manha.



DA-se a juros em hypotbhQ& em predio :. na
rua do Coronel Suassuna nuoero 17, se dirA
quem da.
Popelines lisas, a 1600
imitagdpQ gogrQto
Novo sortimento de todas cores na
Ija da America 6a rua .dp. Cabpga n.
fO "


-; CO)WiWAA uwa.teorva qw3 saibe bon
q.oziajir : at tra'f 4 iq l rga do Aoaio nu.
wiero 32.
Trastk s -. .
Curnpir-ae o ye4e-s, uovos e usa-
dos e rcebe-st tambem para vender
en leilao, mediate eommnissao razoa-
vyet : no armazem de movies 4 rua es.
treita do .qsari a. I.
S- Compra-se diprios velhos e jornaes, pa-
ga-se bernm, e vendt.se doce fino da easca de
gplaba, por commodo preo ; assim como se
eneontrarA tainaas novas das Alapoas, e feijio
Wianco de Portugal; na rua Direita n. 99.
Compra-so ura cgsa nos arrabaldes des--
ta oi4.de, no valo tie 6:00o0, p uco muis ou
manos, preferc-se na Soledade e seus arre-
drres : na rua do Crospo n. I- ',e dirr quem
compra.

VERZW;
Aoi apreciadores lo qaf& do
E chogado pelo uttimo Vapor uma remessa
dessa substancia, e pela sua qualidade torna,
se recommendavel. e vende-se barato ; na rua
d9 0la. q, 4Q.
'-Primeiro Livro de Leitura, pelo
Dr. Abilio C. Borges, 400 ra.
8egundo. dito, catmente encader.
'nado, 1#700.
i Papel pautado par bastardo, e bhas-
tardinlo.
Normal parm eseeiae.
Objectos para esentoio..
Tudo per ipreos razoaveis : s6 na
encadernaAp, e pautagia de Miranda
Junior, 4 irua DIuque de Cauias n. M,.
Vendl-se tambem nvro umoAdos.

Na rua 4q Queimado n. 4.
Unico barteiro
Grande porco de chapdozinhos de
palha para meninos de 4 a 12 anpos de
idade, send gostos muito bpnitinrho,
a 28 e 28500 cala urn.: s6 ha na 4
da rua do Queimado.
Folar de cores
a 500 rs. o covy4e
Rua 41 Queiaci4o n. 43,
Rival dos barateiros
Folar 4e, IA e -eda, com wi tras e la- i
vores, padres ilovos, uso actualmente
em Pails, pelo modico prego de 500
rs. o covado ; venham vet oa .w*dem
buscar as amostras, mediant qaWquer
penhog: s6 ba no 43 da rV44o fti-
mado.


BE LA
Camisas, ceroulas, luvas
e meias para oeme
Vende-sw no Bazar Victoria, 6 rua do
Bario da Victoria n. 2.



Piesse a Lubin
E. Rimmel
J. E. Atkinson
Receberarn Amaral, Nabuco C..
extractos, banha, pos para dentes, aga
tie cologne, pastilhas parn queimar-.
oleo de malvas e macassar : vewma
no Ba'ar Victoria, a rua do Bariyo 4d
Victoria n. 2. .


Vinho de Birdauxi
a 4$000 por duzia & e reias .
garrafas corn capas de palMa.
SCaikas sortida s de v(ih os i,.
n o a 20Sd
H Ledebonr, rua do Cor-.
mencio n. 17, .o audari.
/49- l:
Chap6os para senhoras
Elegantes.eo primorosanwte enfeltado ext-
p6os,.acaba de chegar pelo ultimo vapor, n
quakes estao se vendendo por preqo muite
commodo : na Fragata Amazonas, rua Duque
de Caxias n 47. :
---Almeida & Cainjs. fa rua do Crespo n.
-20, receberam os ma4s rmodernos mnerin6s de
e6res para vestido, `' o6res o que ha do mais
moderno, para 1$ o covado, -pura li fiugind.
quidros, c6res m-oderqn;. v esepM,,1 pra 801
rs. o covado: na loja dfas treo portas, de Al-
mwneida Canpos.
-' NA RUA DA MOEDA a. 5,tev
para vender uma porgio, de toneletes
os quaes slo proprios pari dopositwo
de aguardente e outros misteres.
SVende-se na olaria do Jos-hCorneiro da
Gunbaj r&ma dos PrazereS n. 5C grande por- .
gao de tdhas 9 tolos de LqO4a as qug4adies 0
assim cowo ptes e j!arrns pr i. to barett
prego, dinbqlro a vista.
*Ldg~edo de Ltsboa
Vende seem grandee pequena quantidade
na saboa:'ia do Recib.

Sfio^
~SWO
Vende.se ou permuta-se urn eWeeleate eli
corn divernts arvooep fruoteien par predio, .
ifesta praoa, sondo o itipb ituA4o pqtr ApI
puco.s e o engenho Dous Irmnos 0, 23, corn
uma bonita casa grande : a tratar na rua I=-
denrial n. 86.
Dubarry
Esta antiga-e bern afreguezada loja, colloca-
dt. em un des priuoipes lugares para negocio,
cbAndo-so ai'd1 Q90) algniB4r$4ento, nDie.
o de rerragens fins, como tambem de Quufos
du s artigos, sendo dos mesmos fabricantes
d nquem o ex-propristario em diwitura o re-
cebia ; artigos totes de psoupha- iMadl e quo
deixamf gamnd bieicro.; por i9 9.DIO'o WM
tendo do partir muito brevOi para S.ropj eitA
inteiramente resolvido a vende-la coiS urn
grande abatimeoto. -.-
N. 8 Rua da Imperatriz N. 8.
'-Engommadeira
VeaUde-senfrm.mai pa. d.a .Sauawn -
engommadeira e acostumada a to4o.j^.^^
dp uma casa: a tratar na rua .du -.
Deusn,;.i. .
T4-Vde-tij'. preta perita coinhehis,
engomma e lava, 6 rolasta, bern swan dj11-"
mais sem tar habilidades, boas paraj .Oe,4tpi:
ma r.ne de Pebo Ana-n, 59, 3anar. s,.


reopebu umoompeltsLorinento de chiquitos
para crianca., ialezp, e sapatos gatonas d
borracha, para hopie, Onho"as P. mrupninas
narua do Qrespo p. 19. ..
LiQOes ieirancez
Ensino tlherico e pratico da lingua france
za. ligOes particulars e curso pelo nmethodc
mais facil e mais apefeicoado pars Fe apren-
der esla lingua enrapoucos mezaes : na rua da
Aurora n. 41, 20 andar.
Engenho piamante
O"abaixo assignado, constando-lbhe
que no termo de Ipojuca se esta& me-
vendo exeeucao contra Lourenpo Be-
zerra de Siqueira Cavalcante, em vir-
tude da qualfez-se penhota no enge-
nho Diamante, e vai ser levado -, pra-
a ; yeln p(o0 iprpges te* 4larar q ie o
referiLo erunio Ihe os4t hypotheca-
do, a prtorfora desse titulo, esta o
abaixo assignado movendo execuao,
cujos autos acham-se hoje nesta cida-
de, a9fn ,dr 4 erem decididos uns em-
embarpQs que foraw pppostos naquolle
&44o. E d6sde ja proteeta contra to-
do e qualquer acto de alienaga-o quan-
9 rerido' endenhp.
RPcfo, J.o de agosto jp i%77.
$t.l: .Antonio de Cas(o Quintaes
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a e.criptorio- na praa do bGorpo
samj. mno ,ift alwaiad e e -m-
boamatrd. epsft.
ha- eem Waa e 8 i 2 galOos.
rtoostiperipr.


,lj1 L.' I~~amus. do uma ddzia.
'" ..t.. lbrna. ,preute.dau puito. cwoie.
AS leMMAS
-4A im .a Malw-ros a prata da. la-
a 24 4 a. unkca qwe
sb-ra comnpleto sntimento de boe-
=... brinqueA. p uw. eninas, tended
!low slHet indos toilets, coamodss
Stpa"aorasiguarda-lougaas, etc.., etc.
f JA. RRQ9
A- Ibja da Malvamosa d praqh da In-
Ah.oadencia ns. 2 e 41 recebeu um
tlidosortimonto de jarros para. flaores,,
a ot w ietdeno barato.
AODSFUMMPTES
A 4m. da Malva-rosa, a praga dar In-
_*peenc ims. 2 e 4, previne aos
Se. fKmantes que aldm das melbores
e mai s conhecidas umarcas de cigarrot
fabricados nesta cidade, acaba de, re-
cober. do Him do laneiro, urn complete
octimento de cigarros t&ntLo de papal
amB do palha, das melhores e mais
ectrditadas marcas; assim coma os
eellaentes charutos do Rio e Bahia,
ec.


Almeida & Campos
"* A' rua do Crespo n. 20, loja dlas I'es
porlas, nupidem. barato, & como as-
sin 9. .
Vejam:
tilee de'Paris, duas cores, para ves-
tido, ultimo gosto; temos tigurinos
para mbstrar o gosto, va t;0) rs. o co-
vado.
Lindos gorgpraes de I', todas as co-
res, para vestifldo, a IS000 o covado.
Punra I, cores lindas, escuras e cla-
ras, fingindn quadros, a 800 rdis.
Lindas popelines lisa-, seda pura,
urea s6 cor, a 18 o covado.
* Ditas de liuho e seda, quadros de
listras, para 500 c 640 rs. o covado.
Mariposas de cores, grhnd-sortimen-
to, para 320, 360 e 400 rs. 6 coyado.
Ditas brancas-, de listras lisas e as-
sentinadas, e achamalotadas, a 500 rs.
o covado.
Batistes nriudinrhas, muita portgAo,
para 240, 280 e 320.
Felardine die chuviscds, para yes-
tido, que gostos a 500 rs. o covado.
Cambraia preta lisa, de listras e de
flores, para luto, a 560 rs. o minetro.
V Ricos cortes de linho, modernos,
duas qualidades, lisos e arrendados, a
9$ am.
Ditos de caimbraia branch a de cores,
todos enTeita loss, para 45, 55, 75 e
85 urn.
Cretones escocezes, para roupa de
esCravos, a 200 rs o cocvado ; 6 pe-
chinoha.


.azinhlas escoeezas,
rs. o covado.
Chales de quadros,
um ; 6 barato.
Ditos de casemira de


para 160 e 200
modernos, a 2$
quadros moder-


nos, a 55 um.
Saias bordadas, para senhoras, lindos
gostos, a 35 uma.
Bramantes de algodao. 4 larguras, a
19400 a yara.
Dito de linh-o puro, doc Porto, a 28 a
,nra.
Dito muito largo, superior a 25500 a
vara.
Leng6es de bramante, gandes, a 28
um.
Cobertas de ganga, forradas, a 35000,
38500 e 4U.
Colchas de fnstIo, mutito grades, a
35 uma.
Cantao preto, pars lulo, a 800 rs. o
covado.
La preta, muito lina, a 400 rs. o co-


y vado.
Punhos e coltarinhos para senhoras,
a 2# urn par. --
,J LwMatas e gravatas par- homens e-se-
| nhbrasgrande sortimento.
Casemira de cores, duas larguras,
; bonitos-padrOes, a 29600 o covado.
^." Madapolao francez e inglez, para 49,
.7 IS500, 558 e 6 a, pea.
S Algoddobranco, para 23800, 35000,
38500J e 4$ a pega. '
^ Toalbhas, lenqos, meias para ha o ens,
senhoras meninos. c mieninas, camisas
f;' acezas, diversos preros, cerotllas ca-
ia s de. meias, chambres, rjoupas fei-
i: ,r gr.nde abrtimento ie easemiras,
SgraudjL sortimnentc, todas as qua-
de afetbraias tbnect e de co-
loia e dequadrc, gangano.-
nom dao Costa, flanella, tc. ; e
tbratoaoh' O o redndo s
i ev-ar em cam dam
P^ ^ie A
{~Am~frttIwo0


- ..^- :^ 1.
.- .*^!.. : '


^mia
- 6 *
.Mr


lidades.
TACHAS BATIBAS e fuididas.
ARADOS de todas as qualidades.
MOINHOS para mandioca.
SFORNOS paratorrarfarinha, e
STODAS AS FERBAGENS precisas
desta provincia.
ENCOMMENDAS- Manain vir da





a agriculture


Europa qtral-


quer machinismo, responsabilisando-se pdela sua
boa qualidade.
CONCERTOSS-Concertam qualquer ma- ,gi
e fazem contrato annual para Iodes o s
do engenhos; para esse fi teem a fabrica bti
montada, corn grande e bom pessoal, e dirida

por dous engenheiros M
.RANCISCO CORREIA OE MEUIU ([.^ZO|
S (ha pouco thenado da I4ltna.) : i
GEORGE BRAIU (omrispratico e `e adus

B do Dr. m -Ps. 06t(. t
Deposit ruido Age0nnoe.2e 28 .s4

.e.na&AV ... y..ri
mik Coclpe S~f sri*e a4L^i94 W@I~t pA' tvtt whib


tiiiiiii


wyjM~~ 'to -~~ c
le'yiss' S' ^s' 3


@5, fr lt~otp b41 d OtdRO$.
/, ^f..o Stwfcw q do 4,xguraw.

mf^a adfa ~ora ,TW .~

Ricos utIna. s'peripridade' em Lecidoe c6res, uuncaIvistos a It.
Espatdioa Prteza egntae, sAo lindos.
-Grandinajrtca d e asda de ,lisra8 e qadriaqs.
-.Chavps de sot, sha traingda4e. castes de phantazia.
Clkixinh'o pafa bquien. Supeaumqualidade a 75500.
Lequse pretos bordatdps, ses de d re es sortimento qpnpleto.
Qhalea pretos, bordads, .ls.os e dc a6res, sortimento epompleto,
Camisas brancas e do cores o. nielhor sortimento passivel.
Cabertoresa escuros de lA a 1SJQ, 6 pecibincha,
Diis. braueos a. I.Oo' um.
Lenos 4e0 esiuiAo, finos, a 25000 a duzia, e pecbincha setin igual.
Ata novidade


Fikch de-a e se ,. recebios hontem, 6 o pe dce mats gosto se pode de-
tiejar, e, xvende.ps por'oomrnoda preop
NA W4ID' AWRICA, A' RUA, DO -. 10.


cI rMvtna .r~ ~e/#,,or^., -" ...
rasI~l~4$tia tra74 w0 WA4
!r ,an, f *' 1* I ^ ^^"I" jrn ,. .- *, ~T Y r',
Cada frasco por i.


Dtepito^ ~raiffib~e a fi fofiy^m mU.
prepraM 4de meImCW auto:
Xrope blalindco peftora de Hores e bagos.de aroea e
mucilagemn do..rtnbtan rnmonbia' rlto-radical1 d1s9 % tia d9 4as
tespiratorias, Nes com:. catti o pufmonar agudo o chrmonico, aryngftes, bro-
oaites, hemopztesm o escarros deI sargpe, qcoqueluche, alrecgbe astfhmaticase,-
megantes, e na eonvaleseen-na dks pneuiifittfs.
Lnimeuto antirfte-r muatiom para tratamento, dO rheimatismo arti-
cular on musetfter, chrunico ou agudbo guttoso ou sypiHitico, d6r syatica, e
como resolvernte das hobas, exmstoses' e tumores.
Pomada anti-herpetic oam anti-darthrosa, para tratamento
prompto dfe darthroff, emnpingemns, noduosidades, escoriaoes syphitticas, cas-
pas e de todas as. moleias da polle- devidas ao contact on a impureza db
sangue.
Pilulas anti-periodtcas, para cura prompta das febres intermitten-
tes, ou. -sezoes, consstrpr6es, ftBres remrittentes, paludbsas e perrmiqiosas; sto
Itaxativas;I
Odontina, especilico vegetal para a cura instantanea das d6res de den-
tes, por mais rebeldes que sejom, qpter proveharm de eaeiniao do dente, quer
gejam pion'iamente nervosas.
Daio-se prospects.






Rua do Brinim ns. 100 a 104.
DEPOSIT RUA DO APOLLO NS. 2 E 2 B

CARDOZO & IAO

S Pedem. aos Srs. agricultores desta provincial
uma visita a .seu estabeleiiwento para verem o
grande sortimeuto de mAhinas 0- ferragens que
I ,0

teem em deposit, tu&d da melhor qimlrdade, u
ique tudo vendem a prazo ou a dinheiro, corn dfes-
conto, e a prepos mulo resumidos.
MACHINAS a vapor, de forca de 4., 6, 8 e 10
cavallos, as meIhores que aqui teem vmdo.
SMO0ENDAS e meias moendas, obra superior, fl-
possivel de desacunhar, por virem corn argoletes.
FORMAS para assucar, pinladas e galvanisadas.
RODAS D'AGUA fortes e bem acabadas.
RODAS DENTADIAS de todos os tamanhos ewm-


Bonecas
Um born sortimeonto de bonecas man-
sas e choronas pretas e brancas : re-
cebeu-a Nova Esperana, a a rua Duque
de Caxias n. 63. -
Cabellos branqos s6 ten quem
A Nova Espern, ai ru Duque de
axias a. 63, teon.a verdadeira tintu-
ri. -a tingir cbtlills, pretos, casta-
6 instantanea e nao damniica as
oJ jede-a razoa'volmeiath.
iTomem .nt: "
.--Rua do ittr er ^
0 ARMAZEMM UINES
7'. (uriuuio" instantanea)
'.. Grande variedade
*o de generos alimenticios
-: 'de superior quahlidade.
eidade espags r
dade gast jy.
., 0ef /

bUQnes tam rtovldo vnadet barato, bara-
garaut.it uprkMu edo& do sMe

rApo~




.. .. ...... .. .. .


1.


Vestuarios part hapt
Ssados
13*egou para a nova lojado Pav;lo u.nm.
bonito swtimento de vestuaros e toi-


letes pImprios parabaptisados-, vindo ca-
da atm eoi seu cartiao, que se vendem
.de 85 td ,24; isto 6. rua Duque deoGa-
'xias n. 55, loja de Pexeira da Silva
% C.
SI'opedits 360 cOO rs
SChegou para a loja do PavAo uumo ele-
'gantesortimento de bonitas popelinas
de quadrinhos, proprias para vestidos,
1tendo de todas as cdies, qoe se vendem
a 360 e 400 rs. o covadti ; assim como
urn bonito sortlinento de man'posas,
das ipais tnas e lindas quoe tern vindo
ao.mercado, a 400 rs. o covado ; istoA
rua Duque de oCxlas n. 55, loja de Pe-
reira d'a Silva & C.
i Babadinhos


No laja do Pavao reudose urn mbo-
nito sortimnento e &a bahadinbos e tiras
p bordadas, de toda s as, laugras, tendo
tapadas e transparentes, que se. ven-
odem a rua Doque de Caxias n. 55, lIo-
ja de Pereira da Silva & C.
Cretones para vestidoA a 320 e
360 rs.
Chegu para a lojja do PavAo urn
mnagnficeo sortinmento dos mais ewor-
pades e bonitos eretones do todas as
cOres, tanto de listras como de quadros,
que se vendem a 30 e 360 o covado :
6. pechincba : A rua do Duque de Ca-
xias n. 55, loja 4e Pereira da Silva
C. t "


JURINCiHAS
Lindissimas baptistas para vesldols,
a 240 rs. o covado.
Variadissimno sortimento de maripV
5as, a 400 rs. o dito.
Grande sfrtimento de popelinas para
vestidos, a 4A), 500 e 600 rs. p covado
Maripozas brapcas, o que tern indo
de mais gosto.
Riquissimo sortimento de cretones
com destahos inteiramente novos.
Popelinas de seda pura, a '16000 e
100 o covitA.
SPopelinas de sda brawa para casa-
mento, a 1 000 e -1 :'200 o dito.
Madapolao francez de duas larguras,
a 56000 e 5M550.
Camhraiatransparente para vestidots,
a 3 500 e 4 000 a peck.
SFustao, branch para vestidos e vei-
tuarios pars meniaos.
Bramante com 4 larguras, a 14500 a
vara ; 6 muito iba lI
.. Camisas bordiaSa pwa senhora, a
35000 e 46000; que peinchiaa I
SGogoroo de 14 do cor. liada para
v estiadt, baratisuimo..
Lequos do madreperola fiEnos, desew
nhos riquissimos a 1i4O0.
Chitas r"grande s rtimento e para todo
preno. q
emes urn complete sortimanto de
uaxendas, das quaes a maior.."mte nao
annunciarmos, para nae enfadarmos
as d gnos-leiteres, e de todas se dao
amosreas e moadani-se la cat da.
xmas. families pwa flelb0r ewlbh
mat. M t AVh, -l.
47- ua. Dm4 .d o, tO ,-- 47

S30rs,.o. o qo:do



a &. ., "9:t'


Bomhia xm*4 a |a

ICaimMtno odAi a. *. ;'
unipa'aa mm ertiadonft
Godtia pwM Oarin, do*3 .| ,
PSMSQ ua D So iwlareond*, lH
leds,. a s bebwee, tato
Sbmoe oms de cores .
Iborlh fi as de6S, 85h e. k






senia.. a h em



fI ntros rmuies artigos. quo dispozp6
Ditl baat do pmo .a





11- 0 Barateivo
S50u a vara. d Mar a. i




C[; oAguteinho, Santos ftl C.
lOS- B-ABATIOS UN!t-

lS~tO CARNEIRO DAg CUNUA.L G
O10Cwnoenta enve
e rUa Duqoe de s







I Lindisimo sort"mento de fichuw s d
i, a 25500, 45bas e 6; a cores, ha tarn-








t;ern do malba.
iselfhors, ComopOR homw BQ
Cam braia transpapeote a 3(5W.







DBonitas batistes cares finns, a a 35 e.







128 Ors.
VGranssoe sortiiento de m ariposas,
b4rc, de ai do lia create s.
meia.*







Cretonetrs minglezes, ar 280 igos, que diaproe
tepur baa. o preo.
'- 0 Barateivo
Rua lhidmaie de Marq9e n.
SAgoskinho, Santos,& C.
|S BIRATEIROS UN1-

jSXO CARNEIRD DA CUNHA.. C.
0 Cimmeneta e BOYe,
A rila Duqnie de Caxfas
Lindisimo sortfmento de fichuts do
15, a 28500, 4S e 68 ; a elles, ha tama-
*beni de malha.
Bonitas bafistes cures Anins, a 2M0 e
'280Ors.
Gratide sortirhexto de mariposa,
44)0 e 440 rs.
1Cretones huglezes, a 280 rs., apravpi~-
'tem.


Ditos suissos e allernams, a 320 Me r
Chitas finas, a 240 e 260 rs.- .
SBorn sortimento de popelines de -
to, a 44)0, 5)0 c800 rs. JA vendeqrqs,
aIS e45200.
Carnabraia arrendadas a 4500 apeg;
6 fazenda de 90, estA se acabando.
Novoa padres em Ias de todas a '
qualikade-; para 200, 400 a 640 rs.
Alpacas de s6da.
Geanats finas para senhora,a t20a
e 4 500S -
Madapoles francezes finissimos, S58
e 55500 a peya ; 24 jardas, 6 pechlsr
c h a .-..-
Algodoes emeorpados, a 35 e 3$400.
Brim brauco nf 6. Lfine, a 15500' a
vaa!
Angolas novos a 410 rs. o covadq,
Que lindas colchas de ganga de comes
-o que ba de'melhor, a 35 e 35500.
Lengos hinbs abainbados, a -1800 a
duzia.
Pechicmha sem igual em esguides de
algodio, a 8$ a peca 30 metros 6 ha-
rato.
Cazeoniras em pega e em corLes PsM*
custumes desde 2$ a 5$.
Alpacas, princetas, merin6s; A proe-
ta e artig-os diversos para Iluto.
Babadinhos boidados nao ha prego.
Bramante do algodAo, 4 larguras, a
41400 rs. a vara.
Dirojriancez superior, a 2$500 a vata.
Atoaliado tranado, largo, a 18500 a
vara.
Cortinados bordados o que ha de oi-
lIhor, a 5500 o par ; aproveitem.
Roupas feitas de todas as qualidades
o difterentes pregos, e outros artigp
que vendetnos par pregos sem compe-
lencia.
No 59 da rua Duque de Caxias, loja
de Carneiro da Cninia C.


0 3
RIA DO MADO
DEFRONTE DA PIACINHA
Cita escalate propria para vestidos
e plonezas, a 3j0 reis o covado.
Dila final ocm desenhos chinezes a
320 reis o covado.
Bapttsta final, a 240 e 320 rdis o co-
vado.
Mlaripozas de lists, a 400-r6is co-e
vada. *
Chales de eazemira proprios par a
estago, a4 urn.' -
Granadine de seda, ptdr6es muito chi-
ques, a 600 rdis o covado. -
Organdiz bordido, pddrts fi- t
mente novos, a Se) rd.. t4M .
CMita de lists, ftsend* jam
rou 4e escravos, a 200 l re.Ts .
dpqbincha2. '."". : A ;


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Apprveltem
Quaneo quizeem.eromirar qualquer
artigo denmiudeza, n.o-sn6mente de tuxe
e- phantasia, coino tmnbem de inteirp
necessidade; lembremn-se de doer mw
passeio a Nova Esperanva, A rua Du-
que de Caxias n. 63, e ahi encontrarico
al6m de urn eplendido sortimont de
artigos de sua repartigao, mais as se-
guintes :
4rttges necessrulos
Papel e envelopes pare eserilptorio,
pennas callgraphicas de boa q-dadt ,
bons Tapis e canetas, optima fnTapare
escrever-se, Adita para marcar roupa.
agua para pratear os metaes, aspas pa-
ra esparti'hos, fmi'radas de ca.mnurga,
talagarca para bordar-se A la, oe sdt
frouxa para -bordar-se: a Nova&b e-
rann a quemn ,am
a A 9tisos baratos
Agana florida. It 1, fift de linho a 60
rs. a pect, papeA aamisade a 400 re. a.
ecixa, cordao para vestido a- 20 rs. a
peca, envelopes a500- rs. a ceuia :
na Nova pperana, tA rua -Duque de
QaS de uxmo e phantasia
.'rEstm s alegoricas pra ornar sa-
lao e gabinets, bonitos leques eom-pli-
mas e sem elas, alta nbvldade, lindos
li'vros delembranqa corn capa de rnmarim,
proprios para senhoras, delicad'os ra-
mios de fines flares para cabeqa, novs
coques de moMdes siumples e elegantes,
agirlhas para crochet, sendo de ma-
dreperola ; tudo isto efcontra-se na
Nova Esperanga, a rua Duque de Ca-
xias n. 63.
?Para os que sAo devatoa
Urn peqeno sortimento de. fimes es-
tampas de santos : recebeo a Novt Es.
peranca, a rua Dqle de Caxias n. o,.
Para as foristas
Papel para petals, dito para. folbas
de. rosas, calix e peitilhos e mais re.-
paroarsara tis fim ; ternm a Nova Eipe-
ranga, a rua D.que do Caps n. a .
Ao, pais dle tamNa
OQuereis distraitr vosso filkiuho, on
presenteal-o ? dirigi-veso Nova Espe.
raa, iA rua iuque d CoasW n. 63,
conpMui am kinda .r CV' pQ& quo
ella recebeou umj cotnveto sortimento,
e estiA vendeonIo por prego muito razoa-
vel.


I,-..:
V. '


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I


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s


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:fffSW9.









































~:~' ~


Durante aquella comprida noite tri-
hamos sera cessar asperos atalhos,
allumiados pela alvissitna lua do mnez
ilas neves, e ao amanhecer chegaimos
no centro de a* oaesso pinhal em
frente da entrada d'Tnia lugubre ca-
verna.
A caverna 6 a inesina emni que te
achas agora, meau flhJbo.
Mas peLas camrnarais que vi antes
de chegar a esta, disse Yaye, a avaliar
pelo regio esplendor ique nos rodeina,
este alcagar 6 tio rico como a Alham-
bra; para o construir devem ter-se des-
pendido iotalculaveis thesouros.
Meu pai, proseg:.iJo!velhoYuzuf,
.ndo a tempo a cdr.qf'isLa, venddra
tereas, granjas e casdlos. 0
Adta propriedades, apezar de
nao cliegava de certo ra a
*te alcatar marav
$6 s uma p"qufa -artis.
;.3pw 8^Aw~ Kaer aq U114s


jeato'que aautow I! O aO





4enr anira'r-, emquanto preeisa
des9a animavo; porgue depois -C4.
cessario que os soccfrros dos cfres
publibosse l oltepa-para outras indua-
trias que dellesmaret(em. A navegapi
est tijeita ge condig"es geraes.
Acha ver ra a prloposico etum-
merada pelo Sr. deputado pela Bahia,
quando disse que se na0 deve continuar
a prestar a subvenco a companihia do
Amazonas por jA nao precisar dessa
proteccao,- e tambemn a que sustentou
o Sr. depatado peloimazonas cdizendo
que se dove dar a subvencao par pre-
cisar a oompanhia desse favor.
Julga ambas as theses verdadeiras, a
questio estal simplesmente na prova.
E' portanto necessario analysar as cir-
cumstancias actuaes da companhia para
reconhecer em qual dos casos se acha.
Entende que negar a navegagao As
provincias do Para e do Amazons'seria
condemnal-as ao tormento dp TNaqllp.
Nao sera pelo- soeu voteo qq* u, i'
de haver navaagao 'no grande miser-
raneo brasileiro, nesses graftdes ros,
estradas infindas que percorrem o in-
terior da America do Suil, as quakes, na
phrase de Pascal, sao caminhos que
andam. E felizes a? proviricias que
podem dispor de takes meios, porque
esta ifa conveniencia de ltodos que o
transport por agua e seis vezes mais
barato do que por terra.
Seria urn crime de leso progress
nio dota, aquellas provincias corn os
meios de navegacao que possam des-
envolver-Ihes a riqueza.
Nao p6de oonconiar com o Sr. de-
putado polo Amazonas em que a que&-
tao seja do domino da.confianga.
Combate por various arguments
essa proposicao, sustentardo que da
controversial da discussao e que o go-
verno se vai informando, illustrando
para governor o paiz conform a sua
vontade.
Eminbora The merega toda a confiauca
o Sr. minister da agriculture, esta cer-
to quo em questioto important S.
Exc. preferira urna discussion ampla a
urna simrples autorisapo que nelle faga
recahir toda a responsabilidade.
Julga a questAo digna de occupar i
atteuao do parlarnento e esta certo que
o melhor service que o corpo legislati-
ve p6de prestar aa paiz na actualidade
6 dar-lhe os meis de communicabAo de
que elle necessita.
Firmados estes principios, julga ne-
cessario investigar as jiypotheses apre-
sentadas no debate.
Passa a compare, os auxilios presta-
dos ais estradas de ferro corn as som-
mas despendidas corn as linhas de na-
vegacao, para mostrar que o sacrificio
do governo corn este servico mio-chega
a urna teora part do quo Ihe custam
as lin'has terrestres,
Na propria linha do Amazonas corn o
percurso de 225 662 milhas, a despeza
de cadakilometro de viacao fluvial e
talvez menos de um deciioi do. quo
custa o kilometro de viacao ferrea.
Proseguindo neste parallel faz largas
consideracoes dizendo por fim que a

taos pouco tardaram eta faltar a f6 das
capitulacoes), just era quo os que vil-
mente Linham renegade o seu Deus,
coitribuissem pars a sustentaco dos
valentes mouros que haviam repellido
toda a escravidao, todo u envilecimento,


faii||M^& lbl que so discute uma li-
S ,a e.nendaque supprimio a
gratiloah&o d4e um empregado do mi-
niste ,da marinha, mandande que o
expedientei a cargo delle se fizesse no
hospital de marinha da cOrte.
A cocnmissio supprimio na verba
respectivaoa importancia te.; ias teve coisigiar -a emenda
.we approvou a-ratificaio. Como, po-
iem, a camnara yotou outra emenda
mandando levar As disposigces geraes
as reducgdes relativess ao mimnisterio da
marinha, vio-se a commissio forqada
a fazer urna duiplicata no art. 2) 3.0
A commission procedeu como devia,
mas o orador, julgando dispensavel a
duphcata. vai mandar aeae sentido A
mesa urma emenda para.que se suppri-
ma aquelle paragrapho.
Foi apresentada a seguinte emenda:
o Sayprima-se o 3.o do art. 25 e
passe a 3, Cr- &4. do mesmo artigo.
S Em 16 de agosto de 1877..-An-
drade Figueira.
0 Sr. Gomes de Castro, depois
de algumas considerag6es sobre o que
so tern passado, tern .urtfla duvida que
s' ubimette A decisdo do Sr. president:
se f6r approvada a emenda do Sr. de-
putado pelo Rio de Janeiro, que consi-
dera just, nAo sera necessario que o
Straaiho.valte a commi-iissio para que
eUA novamente o redija ?
'Exp6e em seguida, mui suscinta-
ibente, os motives da sua duvida. A
ridacgdo das propostas que a camera
eavia ao senado ou ao poder modera-
tior, para a sancia-o, pertencem a ca-
mara e nao a mesa E' trabatho quo ha
de ser approvado pela camera dos Srs.
deputados. Ora, soffrendo o trabalho
da comrnissdo urma emenda, quem va
de certificar que na redacgdo detinitios
que tern de ser enviada ao senado foi
aquella emenda attendida ? Alterado a
trabalho, e, portanto, necessaria novo
redacco.. E' precise um trabalho novo,
em que seja a emenda consignada, aliais
como haver, a certeza de que foi attend.
dida a deliberagdo da camera?
A :-uestao 6 de principios. A redac-
cao final dos actos da camera pertence
Sra mesma camarar e nao A mesa. N.o
tern proposito de demora o orgamento.
Como a alteraeao que se vai fazer 6
muito pequena, p6de-se apresentar im-
mrediatamente a redaccafo, ainda que
seja precise pedir urgencia. Lemnbra
o precedent que se deu. corn a redac-
Caa do project sobre Lyinmpanos elec-
tricoz. Resignaar-se-ha corn a decisao
do nobre president ; mas em seu pa-
recer a camera e a unica competent
para approvor a redacc.o.
0 Sr. President declara que, se-
gundo o regimento, a redacio feita
pela commissao respective p6de ser
emendada pela camera e fica definitiva-
mente no mesmo acto ernendada, minde-


FOLHETIM

OS FILHOSIDO MONFI
POR
FERNANDEZ Y cONZALEZ
VOLUME I
PrtEIJRA PART
Os MORES DE YAVE
.CAPITULO IV
0 0 L; IFR;.\M OS MONFIES.--YUZUF CONTA A SUA
HISTOn.IA "A \.\Vl
(Continuaiqao do n. 199k


t .0 se.
A- IT
Mzao par6 so F^
communiao0 &ii acetis Vw ^
ratios. En"n d a-ida iue 6 n
houvesse rosm r-avbgar para o iteL
do pai2, nao; se deveria'." empregar um
vintem em estrad. de ferro:- ;,
. Refere-se em: ida a urn p.to
que lhe casa derto. desc6nsolo qfai-
do trata da companhia incumbida da
navega5.o do Amazonas. E' ella ter
umrn nome inglez, ni-o9otstarnte usar de
bandeira brasileiria. por qu e ha de
existir a s6de- da comniaahia em Lon,-
dres? Rara regular "este negocio ap-
.provaria a rescisA feo contrato. Cha-
Iria- pars o facto-aatteniao do S.
mPmin0tr* d a -tton" do do Sr.--
aministro da a* pedindo-lihe
que seja umra do. tIs principaes
Ido contract. Cn 6 facto a at-
tengao da Sr. mm1 i agriculture,
pedindo-lho queuac aua s clausulas-
principaes fo 66 0S, s o renovar,
que a Sdde .da co0 'uhia yenhapara o
Brasil e que a dir !oria nao fique mais
em Londres. Dasejaria tambem que a
companhia mudasse de nome e se cha-
masse Companhia Brasileira de Nave-
gacao do Amnazonas.
Veltando as apreciaoes feitas polo
Sr. deputado pela Bahia, parece-lhe
que algumas das linhas ja podemn ser
franqueadas ao livre concurso.
Neste ponto faz muitas consideragoes
sustentando que, se algumas das linhas
podem' dispensar o auxilio da subven-
cao, deve o governor applical-o a outras
valendo para- esse caso os estudos do
Sr.. ministry e de seus auxiliares na
provincia do Para.

Jm.a que seria erro fazer economias
nas verbas destinadas a navegaao.
Ellas s6 indicariamrn um retrocesso no
camrninho progressive da patria.
Prosegue em.considerages sobre a
material, discordando ainda em muitos
pontos das opiaiies emittidas pelos Srs.
deputados pela Bahia e por Matto-Grt-
so; passando a tratar mais especiW-
monte da companhia,' pelos daaos es I-
tisticos que p6de obter, apoia-se qo re-
latorio do president do Para de 1875;
analysa a- orranisaciio do capital e os
dividends da empreza. parecendio-lli,
finalmente, qu e e occa-iao de apresen-
tar-se a comnpanhia ao governor, cedendo
o que Ihe for possivel, para qu e Ihe
seja dada comrn alguma razao a conti-
nuago do servigo.
Jalga,/pois, que o que convdin note
caso, 6 quea o Sr. minister da agrical-
tura possa renovar o contrato, conser-
vando urnm juro que deve calcular-Se.
elo das estradas de ferro, de 7 0(o.
Neste sentido manda-A mesa uma emen-
da .substitutiva, cujo fim 6 apenas des-
pertr a discussao.
Nao fez questao da emenda. Nao so
offenders .se nao f6r approvada. Esta,
purAm, certo que o Sr. ministry presta-
ra um grande service ao paiz, contra
tando a navegacaio para o Amazonas do
modo mews dotoroso pare o Estado.

mentand oa numero dos monfiesque a
principi apenas chegavam a quinhen-
tos; quando meu pai morneu ja.mbiam
a quatro mil, e que hoje formnam urn
exercito de dez mil soldados, valentes,
aguterridos, desapiedados, incancaveis,
'conservando jw reza da lei alcoramnA,
o profun4Iiwda patria. Coin es hs
thesouro .ij.t espias em toda
a parte, ho que encontra-m
meio de tufc '- q de tudo auco r.


Encontram-s em-i os atios onde
fluctua a bandei-.a t a:aag'"
do ,Ior, na **ltii
.I ndres.


vas d-dinigon d
quizesse, 6. 0sobel
por um powt 11W
Mas q.*efhp
V. Elie 'm Ji
deroso, e o i
umrn povo int a0, u
aventureiros e rapa
Qosos, de juizes e
outnLas tantas aves <
Lorna invenciveis
f .imo crumeisei
im' cavei esw j
Emota Inarte
p. o frad^t "" -ta
es Tide l a, -ftm
tu^ a; aaU;i

nciei, ^ce


Franfa, '
Por ultimo, a camara discutio o pro-
jecto de resposta ai fall do throno.
Achavam-se presents os.Srs. pesi-
dente do conselho e miDistro dos ne-
goeios estrangeiros.
0 Sr. Affonso Celso comega di-
zendo qut ao solemnisar corn sua gra-
ciosa presenca installado dos traba-
Ihos parlamepitares. na primeira sessao
da present legislatura,- Sea alteza
convidara a camera a prover sobre os
meios de combater as epidemias- que
assolam o litoral e evitar o. seu reappa-
recimento, de assequrar corn mais effi-
cacia as garantias individuals, de me-
Ihorar a administrator da justice, dif-
fundir o ensino primario, fornecer A
lavoura braqos ecapitaos, estabelecer o
equilibria entire a receita e a despeza
public e finalmente de realisar a ver-
dade e a pureza das eleicges, base es-
sensial do system representative.
SNao obstante comprehenderem estas
recommendac6es graves problems do
present e do future, nao se contem-
plaram todas as necessidades publicas.
Omittiram-se muitas igualmente mo-
mentosas e importantes. Basta ponde-
rar que o discUrso da cor6a nao alludio
sequer a delicada questao religiosa,
que nido esta solvida, mas- apenas sopi-
tada, promettendo -surgir de nova cada
vez mais temerosa e. incandecente.
Mas, como corresponded a camera
dos Srs. cleputados As recommendacoes,
ainda- que deficientes, da coj6a ? Que
resultado produzio o appello dirigido A
illustraao e patriotism dos represen-
tantes da nagao ?
E' o que vai examiner. Esse estudo
retrospective habilitara a camaa-dar
resposta condigia. 4idurso da cQ
,i segunda' ess la da leislatura.
'Entende qtfe o.vato de gra'as 6 al-
,guma cousa maiS do que um simples
acto de 4cortqzia. Se odiscurso da co-
r6a nuo 6 urma formalidade vd, a res-
pasta do parlimenio dove sigaifical- a
conlianga ou desconfianga que o gover-
no Ihe merece.
Entrando em seguida na material, diz
que nada se fez nao s6 para cornbater,
mas ainda para prevenir, as epidemias
que assolam o litoral do imperio. Se-
ria atW ridicule classificar media hy-
gienica oa largamento de uma rua da
capital, media que em sua essenucia
nao passa de empreza meranlente
mercantile. Nada tambem se fez para
melhor garantir a seguranta individual.
Ao contrario ella foi solemnemente
ameaoada pelas vozes que se ergueram
do seio .damaioria e do proprio gabi-
nete,
Para diffundir o ensino primario, e
para espalhar as luzes no interior do
paiz nada tambem se fez. 0 orador
viO apenas a camera votar -dispensa
tInIAIO iaa vWe Ca nnscrn ean -tt tfar 4a


urn di. em que se unamn contra Huspa-
nha todos os qu e Hespanha devem a
sua desventura, porque a tyrannia aca-
ba sempre ferida pelos proprios exces-
.sos. Na Europa aita-se uma terrivel
guerra religiosa; lRoma luta contra o
protestantismo; os doutores catholicos
contra os doutores lutheranos. Cemrn
povos contra um s6 ; cem direitos con-
tra urna s6 tyrannia. A Hespanha de
Carlos V 6 um colosso (le ferr'o cornm os
p6s de oW.-rro e o S4u proprio peso a
d eilza ra.
A bT~hfgar o dia em que o
NM paovo que hoje se
aes* IJ Mf ha a9 rocihas, ata-
"iA.ase c-o0. pela base e deital-o-ha
.p o t r'ra *, ,
.- -,Sohbos! exclamou Yaye inter-
ro t ndo o pal.. Sabe alguem por
vei a o sue esta escripto om Ivro do
desti.'? rain derribadas Mba-
pbis H Nio icalftu a Gr.
ig-o guerreiros, sabio,
S- tistas? gOnde esia Roma a
e de Cartbh ? Onde os go-
queriflaram o CapitQi06 corn os
t s casTos dos eous caval-
Qfe os arabes vwxedores dos
0od,? 'd Qe eli feito W almoravides
t d alm at. vencedwas dos aga-
bes? Tudea-tomo. mos "i
tamben .morrenf .. "
> ,-- Hesparaha. e ,' paderorsa"
grande, exclamou i tai"o Yaye.
^esti t A i"ftit o '* .


E' certo que se reduzio a despeza nao
concedendo a camera ao governor Ludo
quanta elle Ihe pedia.
. Procurou-se tambem elevar a receita
por maioa de novas impostos. A maio-
ria acredita mesmo no apparecimnento
de um saldo. Mas todos sentimos, ve-
Mos, coma que a1palios, as malefi-
cos resultados .de identicas experien-
cias, pensando a maioria que se allivia,
do peso que. deve sentir, em sua cons-
ciencia dizendo "que nao creou novas
imp6stos, e apenas renovou aquelles
que o paiz ja p6de pagar em outro
tempo.
' Entretanto na apreciasao deste ponto,
diz que as circumstances sao hoje as
mesmas soedb poiores que outr'ora.
A secca cam ltodo o seu cortejo de hor-
rores ha de ser causa necessaria de di-
minuir a produccao o que alias jA'era
inevitavel pela remessa constant de
escravos para o sul do Imperio. 0 nor-
te portanto, nao p6de tAo facilrncnte,
como dates, satisfazer os novas sa-
crificios que se Ihe exigem.
Tambem a lavoura do sul nao tinha
soffrido entAoo abalo que trouxe a le
do element servil, que ha de opera
urna grande revoluoo-na lavoura.
Accresce o estado deploravel a que
se acham redwidadas as finangas das-
provincias. Ellas t6mn as orgamentos
affectados do mal chronic, que ha
muitos annos, ataca o orcamento geral
do imperio, o deficit, mal que tambem
aggra" as finanias mInicipaes.
Refore-se em seguida a municipalida-
de da c6rte que procura elevar exage-
radamente a sua tabella de: impostos.
Allude tambem ao facto de ter a as-
sembl6a provincial da Bahia tributado
em 20 o/o a transmissdo de apolices,
coma consta de um telegramma.
De todos estes fagtos deduz que as
cirumstancias do paiz noo.sao as mes-
na que eral na epbca em qne fo-
rain votados aquelles impostos.
Sustenta, pordm, que nemo apparece-
ra qm saldo no fim. do exercicio, neni
havera o desejado equilibrio. Essas
esperangas sio vis. A base em que se
fundam nio t6m nern mais solidez,
nem mais estabilidade do que a areia
que o vento espalha.
Mas ainda no orcamento so votaram
as credits extraordinarios que forum
destruir o preconnisado equilibria, e
votado o orcamento principal se discu-
tio um orcamento supplementar.
Por bonseguinte o saldo niao appare-
cerA. Elle-d umrn sonho.
Aconselhava aprudencia em takes cir-
cumstancias que senAo elevassenm os
impostos nem se creassern novas con-
tribuigoes, mas que se baixasse a des-
peza aquem do nivel da receita. Mas
isto ainda nao bastaria. Seriam pre-
cisas medidas hem pensadas para se
conseguir um salde cem que se occor-
res-se aos melhoramentos materials ja
encetados. Q ereditos das nagdes'como
o- dos individuo& tern um limited de


A causa da esterilidade 6 compleoa
mas p6de reduzir-se a una s6 phrase
que por si s6 assignala o. grandea ma'i
que padece o paiz e que ha de arrasta-
lo a terriveis convulses. Essa phrase
6 a seguinte : 0 donor da casa sahio.
0 ministerio recebeu urma jurisdicgo
limitada que ha de exercer por certo e
determinado tempo, emnbora tenha de
passar pelas forcas caudinas do Sr. de-"*,
putado pelo Rio de Janeiro, que hon--
tern se levantava s6, isolado e unico e..
favor das suas emendas, parar hoje as'- .7 ,
ver unanmiemente approvadas. "
Mas sera este o system represOtta*
tivo executado em sua pureza? Nio;
6 a sua degeneragdo na form mais ex-
pressiva,
Em takes condigoes parece-lhe escusa- -
do o trabalho de elaborar uma respo. -
ta condigna ao discurso da cor6a. A- '
credit que se correspondera melhor A
verdade e a situagao substituindo quan-
to proper a commission pelos seguintes
terms
c Senhora-A camera dos deputa-
.s recebeu corn o mais viva jubUo
a nolitia "de que SS. MM. Imperiaes-
gozam perfeita safide, e consorciando-
so cam os sentimentoas filiaes de V. A.
Imperial faz votos para que S. M. o
Imperado&. regresse quanta antes aos
seus Estados, afim de p6r em ordem
as seus negocios, que.vao mal.

0 orador, aproveitando a preseulsa
do Sr. presidende do conselho, liqui-
dara um resto de contas que tern corn
o Sr. deputado pelo Rio do Janeiro.
Disse aquelle deputado, insistindo
sobre urma arguicao que fizera ao mi-
nisterio de 3 de agosto, que aquelle
ministerio de puzera o powder aos pes
do Sr. duque, e que desde 20 (de feve-
reiro de 1868 vivera simplesmente pela
condescendencia de seus adversaries.
Diz que o Sr. deputado pela Bahia ji
explicou o que se deu acerca do Sr.
duque para comrnandante do exercito
no Paraguay.
Nao tern qua accrescentar utna pala-
vra ao que disse aquelle deputado, que
expoz fielmente a verdade; e o Sr du-
que, que se acha present, podera rec-
tificar qualquer inexactidao que o ora-
dor possa commetter repetindo o que
entao se passou.
Entra no historic dos factors, sendo
as suas palavras confirmadas por al-
guns apartes do Sr. president do con-
selho.
Diz que no procedimento daquelle
minister o nada se deu qu e Ihe seja
desairoso, antes tudo o recommend a
estima e consideragao do paiz. Asse-
gura finalmente que ao houve condes-.
cendencia coin as adversaries, mas so
tino politico.
Conclue dizendo que esta satisfeito,
porque o Sr..duque de Caxias nio con-
testa urma s6 das proppoi'Ces que aven-
Lurou, e portanto tern respondido ao
Sr. deputado pelo Rio de Janeiro, e
passa ur) esponja sabre os-Factos.


a'


A





1.

I









.4











4


quu ijut caiatlUa IJUI lU UL IsnILIdtlUsUU .titi, tar-s et"i -nWq>.

tern de volver a vista ao passado dilatadas viagens, regressa, espera-te'--
para contemplar alguma cousa grande. minha cor6a.
Temnos, pordm, de auxiliar o verme q(ue E part, aprendi a lingua castehaa
o esta corroendo, tomos necessidale de vivi na c6rte do imperador, servi sob
nos vingarmos, se nao como ser'pentes, as suas bandeiras, e estive em ,fricQa,
ao menos c$%o sanguesuigas. Devemos na Flandres e na America. Por today a
continuarrientech-vpan-lhe o sa,_gue e0o part vi inimigos de Hespanha.- Pero
aura. Pw ada mnoaur qua o colosso todaa parle ouvi amaldigoar o name
despedace, devemoa, n6s despedacar hespanhol; em tda a part vivice-reis,
cemrn christios, e se esta escripto que ouvidores, clenigos, capites e soldadas
em nossos tempos o colosso seja derri- de Hespanha, que se enriqueciani per.
bade, devemos estar preparados para a meia o crime. Comprehend que s
luta, espreitar umna occasiao propicia povos teem am direito sagr.,do e viver
para recoquista r o ccperdemos, para sob as suas antigas leis, coin os seuo-:..
poderinos lfazer escavar ochi o s nossos usos e costumes, e que um conquista- .
eorceis nas ricas campinas andalwas, e dor 6 sempre odioso, porque sempre se
levantaiir em mneio doeas as minaretes v obrigado a ser tyranno. "
das mesquitas do Deus Altissimo e -0 mesmo compOehendi eu, s .a
Uni4p: -0 .aO. mrA p. fa ag-,.
Oh I pai! pai! 0 Altissimo vio a media que avaliava os exei
as peccados do nosso pove, e par causa em today a parte, em todos as inmates, o-
dellUes o destruio! todas as e es do mundo cornmettiam-
Do mesmo modo ve as peccados as hespanh6es.. Aminha unicn paixdo
dos heospafth6es e os destruirA por causa era o odio contra os chlristAos, o meMt
delles. unico desg o beber-lhe o saague.
-Pai, vivestes algauma vez entire E nunca sentistes outro d jo .
esses homes "? nerm outra paixao.'npu pu ? eicliamnQ 2-,
?# dia em que men pai foi eleito Yay ecorn um odo embiragado. ..
rei dos mantles, chamou um dos Reus Sirn, repM eu Yzuf,. f "ta f
parents mais che sabio auciao, filho. Tu d oumapro via V:
.entregou-me ao uecauida1o, como eu o .u o n. g,
t etre uei a AN-el-Gewar. te, uma i a e 4.
VaS,.ieu filho, disse-me eole; C ontV o7 Cho .
ve entre 3 conquislaores, trulat amor. :.,:..
conhecel-os, ponealgaim dia me sue- N E" d& ow .
ceo4.1 no "- e o eleito p .r.i To"'-1P_
"De sar "ov deve .oahec* ,-it' r
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toda a apostasla, preferindo sangrenta
e continuada luta entire hs breahas das
montanhas, a urma paz vergonhosa em
meio do ouro e couforto das povoagoes,
sob a mio de ferpo e a vista descontiada
dois christaos. .
Pouco tempo' depis de meu pai so
haver feito rei da miontanba. apparece-
ram escriptos nas porLis das igrejas,
sem qu ue pigueu soubesse quem os
tinha ahi post, nos quaes se impunha
.ao; moirisco, renegradose aos christaos
um pesado tribute para o 'emir dos
monties.
Da primeira vez as escriptes fopm
arraaitcap seom receio, e s6 tiveramn
como resposta um sileocio de desprezo.
Nao tardoa muito o castigo ap6s a
pofensa. Uma e outra villa forain ac-
cominmettidas de noite, em rnmeio do si1
lencio, e os seus moradores entr'egues
4 decapitaqp e ao incendio.
Quando novamentes stornaram ap6r
nos mesmos liigares aqiielles escriptos,
as moradores, cada qual segundo a sua
riqueza, aptessaram-se a pagar o t.i-
to imposto pelo rei da montanha, le-
vando-o ao lugar designado nas cita-
coes.
Assim socmede todos es anaps. Ao
findar a ia.aA frucO, 6o Iuybs man-
fies onttm defoite nmS Jdade. sixam
nait was s au
Atjic a -dii soOi^ qtw tfSo~e

tc.... AL.
payoi~tiM g "FdepA 7


-' .4-. -
A-._


(I'' I^\ttii 11 an I>^gf\




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