Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:13677


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Full Text














































0 a sammos Porto, que pnttendo ser admItlUid
no -collegio naval. Corumunicou-se aos no
--" meados.
-- 0 president da provincial resolve nc
:: mear 'os professors Antonio Rulino de An
"- drade tuna, Felix de Valois Correia e Francis
co da Silva Miranda, para formarem a commit
sao que, na Mama do art. 6o do decreto n
6,440, d dAw dezembro de 1876, deverA exa
minar,,i.gg a presidencia, nas materias'd
que traflWt. S 5o. (1o citado decreto
nmeono JoalAtugusto dos Santos Porto, qui
pretend W admittido no collegio naval.-
Communico-se aos nomeados.
-- 0 president da provincia, attendendo ai
(Mhib quereu o tenente-coronel Jos6 Thoma:
PiRes Machado Portella, commandant do 7
batalh.io da guard national do Recite, resolvE
Sconceder-lhe licenca para se ausentar por
mezes desta provincia.
Oflicius :
-Ao Dr. chefe de policia interino.-Decla-
n ro a V. S., em resposta a requisieio consta"
da2' parte de seu officio n. 414, de 23 de maio
que a substituioo das espadas de que usa
guard civica, naio p6de ter lugar A vista do qu<
inform b director interino do arsenal de guer-
,1 ra, no officio junto por c6p. a.
-- Ao insp ictor do arseorT de marinha.-
? A' vista do que representY. S. em officio n.
776, de 18 do corbente, autoriso-o a comprar
no mercado os objects mencionados no offi-
S cio incluso. Officiou-se A thesouraria de fa-
zenda.
Ao inspector da thesouraria de fazenda.
-Transinitto a V. S., pare seu conhecimento e
fins convenientes, c6pia do officio que o Revd,
governador do bispido dirigio-me em 14 do
corrente, relativamento a nomeae,'o do padre
Joaquim Arco-Verde de Albuiquerque Cavalcan-
te, para reitor do semninario pequeno. Ues-
pondeu-so o officio do governador do bisp do.
Ao commandante do corpo de policia.-
Pdde Vimc., conforme solicita em seu officio n.
641, de hontem, dar baixa io soldado Manoel
Vital Barreto da Silva, por ter ferido grave-
monte ao io sargento Theodomiro Thomaz Ca-
valcanto Pessoa, e passal-'o a disposicAo da
autoridado competent, para,. seriprocessado.
-Ao ?2ojuiz de.paz da freguezia do Exu,Ges-
nol Ribeiro de Castro Feitoza.-Declaro a Vinmc.,
em soluao a consult contida eniseu officiode
21 deabril, que'O incompatibilidade entire os
cargos de juIz de paz e vereador, 6 somente
relativa ao exercicio simrultaneo do ambos.
conforme decidio, al6mi de outros avisos os
/ de ns. 427 e 472 de 419 de novembro e 26 de
Sdezembro de 1873.
= A'- president de iniara do Jaboatao. -
Sciente do que cormunitcoi-me Vmwc.. em of-
'ficio deo 15 docorridtLe, olaro-lihe que bern
procedeu convocando os sup )lentes para subs-
tituirem aos vereadores que. deixando de
comparecer, teem tornado impossivel a reu-
niuo da camera. Elitretanto lembro a Vinmc.
que, so os referidos vereadoces hoaverem fal-
tado sein motive justificado, deveriio ser mul-
tados, de conformidade con u disposto no
art. 28 da lei do 1.- de outubro de 1828.
SPortaria :
to e 0 Sr. agent Ida companhia brasileira de
navegaQco a vapor mande, nai primneira oppor-
iUniidoe, transportar A c6rite, por eonta do
r tierio da guerra, o soldado Manoel Deifino
4o Nascimnento, deserlor do 18. I) bataIlhido de in-
fantaria. C unmim:nieoi-se ao cominrnandantt
das armas.
< O osEXPEDIKNrE DO .tClErmlARIO
7 Q01ffcios
A == Ao 1. secr-etario tli :tsseibl6;t proviuincial.
f "-N. U12.-=D3 ordein do E.m. Sr. prasitltiLLe
da prcviucia. trm-nsinitto a I. S., alian do so-
ru rm prds.ntles a assembl6a, c6pias 4os- pare-
cores o dccis5es (ocerneni.;es ao pagainento
,da indm.aiisa'po que reclaraou a compnanhia
/ dos trilhos urbanos do Recife a Apipucos, pelas
desapropriao5es da mrnstna estrada, Daste
\t modo ficam rnespoandidos os offticios de V. S.,
de 6 d) corrcite, 1!. 6) e 61.
Ao mesmo.-=N. 124.-=l3 ordem do ExIm.
i* Sr. presilente, transinitto a V. S., afire de ser
^" saubiettido a consideracaio da assemnbla, o
offieio quo a unara in:inki-p,' da Victoria
4 dir'gio ao mesntr Exun. Sr. eal 9 dlu m-io.
| == Ao Sr. Antonio August dos Smntos Por-
~ to. l)3 ordemn do Exm.-8-r presidente faro.
constar a V.-S. que deveri aoresentar seu fi-
| Iho Jos6 Augusto dos Santos Por?!^ no palacio
1. da presidencia, as II horas da manh' de 25'
do eoi'rente, atiiti do--;reie -;tisfeitas as exi-
gencias 'los arts. 5 e 6 d) d'ucreto n 6,440 de
"*i ~28 de dezembro de -876. *
EXPIDIENTE DO DIA ,u0, O: iUNIoUxK 1837.
F' ~~Actos: j.^^ ^
*: -- Opresideot 4d 2|l eo
mal, pt. |ineads, prou'otor
.. public da a Clmbres, o bacharel
J Joao Manoel 'Vin. y Lins, e da de Boa-Vis-


: "' ta. o Iacharel Ma-im thsiJs do Araujo Ma-
-- j ciel.-Fizemm-se .l W*oes. --
S== 0 pidejlW p= ill resolve remo-
y ver o pB pU ] t flnrca de Ouricu-
ry, bachlo Jos6 Gomes imbra, para igual
.. cargo na de Cimbres.-Fizerim-se as commu-
nicafoes, *
.- -lpresi-iepte da pruvkicia resolve no-
"i iMr promoter public da conarca de Ouricu-
S ry,. ao fchairel Mabhias Carbs de Araujo Ma-
S ciel.-Fizerwas-seas communicaso5es.
Officios:
Ao commandanto das ara.-A' vista do
S que expoz V. Exc. emin"'eu o 4I8, de 19
S do corrente, approve a na que fez do
t capitAo refonnadedo exero niqueEduar-
do d.a Costa Gorrpra 8 internlamente
l a fums oes sf biEk to do recrulas,
Iam e oonsequo"a dO 1 iJr anoel Fer-
rao "Bcovi, q(-- alpanido cargo,



.t
,rri


u er iugar o aevidno pagameoito, conrorme so
o licita o commandanle'das armas, em officio d
19-o corrente, n. 486. Communicou-se ac
ScoU|dante das armas.
S*- A mesmo.-Communico a V. S., para o
t fins eonvenientes, que nesta data o engenheinr
-- Henrique Augusto Milet, ajudante do enge-
nheiro fiscal da estra la de ferre do'Recife ao
SS. Francisco, entrou no gozo da licenca de 6
- mezes que lhe foi concedida per aviso do mi
Snisterio da agriculture, de 17 de maio, confer
oe me participou em officio do hoje.
Ao mesmo.-Conforme opina essa inspect
toria em offlcio de 19 do corrente, n. 348, re-
levo Bernardino Gomes dos Santos, da multa
o de 100#, que Ihe impoz a collectoria de Villa-
o Bella, por infraccao do Reg. de 1 de. diezembr(
e de 1871, n. 4,835.
2 Ao mesmo.-De accord corn a informa.
cao dessa inspectoria, de hontem, sob n
34, relevo Joao Carneiro Luiz Barradas, da
multa de 10 $ que Ihe impoz a collectoria do
Escada por infracciao do regulamento n. 4,835,
de 1 do dezembro de 1871
S- Ao mesmo.-Nos terms da informaclo
dessa inspectoria, de 49 do corrente, n. 350,
relevo Manoel Paz Carnha, da multa de 10#
que Ihe foi imposta pela'lgllectoria da Escada
por infraccao do regulamento n. 4,835, de I
de dezembro de 871.
---Ao do thesouro provincial. Autoriso
SVmc a mandar pagar em apolices de 7 por
cento, nos terms da sua informaglo, de 1* do
corrente, 2:3405, a que tern direito o arrema-
tante da reconstrucClo da ponte sobre o rio
TapiurAi, Joato Maria de Medeiros, a quem se
refere o incluso cerlificado.
S --- Ao director interino do arsenal deguerra.
-Deferindo nesta data o requerimento do Ma-
ria Joaquina Pereira Penna, repommendo a
Vmc. que nos termosdo final do sua informa-
cao, n. 86, de 29 depl-aio, made desligar da
companhia de aprea es artifices o menor
Juvencio Pereira Penna, fliho della.
Ao juiz de direito de Gbyanni.-Informe
Vmc. em que data prestou juramento o lo sup-
plente do juiz municipal de Goyanna, bacharel
Francisco de Paula Rodrigues de Almeida.
Ao juiz de paz president da junta paro-
chial de alistamento de SeriAiiacem.-lnforne
Vmc., cornm urjencia, se ja esta eoncluido Q
prineiro alistamnento military dessa parochial
e no caso negative a razio pojlue ainda nao
foram observadas as ordens expedidas a Vmc.
por esta presidencia em 8 do fovereiro e 13de
abril.
Ao 1o Jinz do paz da fregueaia d&-l. Sra.
do 0' de Goywnow, Joaquim Jos96 Gornes de
Oliveira.--Inteirado do que Vinmc. informou-me
emni officio de 8 do corrente, recommendo-lhe
que pro&3da em ordemn a que quanto antes
seja feito o alistamenerto military dessa parochial.
conforme' observei no officio junto, de 21 de
fevereiro, que foi devolvido pela agericia do
correio por nato ter ainda Vmc. naqiella occa-
siio assumido o exercicio do cargo que ora
occupa.
Portaria:
Communicando-me a camera municipal
do Exi, em officio de 22 de maio, que delibe-
rara atrecadar os impostos municipals admi-
nistrativamente por falta de licitantes a arre-
matal-os, decla'o-lhe que approve o seu acto.
Entrotanto dovo lembrar a camera que*se fo-
rein arrecadados convenientemrnente todos os
impostos decretados no art. 45 da lei n. 1.252,
de 27 de junho deo 1876 [orcamento municipal
vigente], tnato haveri, coino allude a camnarai
no final do predito officio, falta d' dinheiro
para pagar aos empregados e occorrer As de-
mais despezas.
EXrEDIENTE: DO SECRETARIO
Officios: -
Ao engenheiro ajulaite da repartioao das
obras publicas.-De orlem do Exm. Sr. pre-
sidente, accuse recebido o sou officio de 19
do corrente, no qual participa se ter passado
cerlificado de pagamento aot) arrematante da
obra do 2o lango da estrada de Itapissuma a
Nazareth, da 6' o ultima prestanibo do seu con-
trato, e se ter lavrado termo de receiimento
provisorio da inesma estrada.

DESPAGHOS DA PRESIDENCIA DO DIA 4 DE
AGoo9 DE 1877
Bacharel Angelo Jansen de Castro o Aim-
querque.-Passe portaria. concedendo 3 me-
zes de licenca, corn ordenado, na forma da
lei.
Antonio do Ruggo Barreto Pinho.-Sim.
Capitao Antonio Gracindo do Gusmio Lobo.
-Forneca-se,
Antonio Machado Pereira Vianna Jmnior.-
Passe portaria, na f6nna g. estvlo.
Capitao Hennique Marqubpis,-Infne o
Sn. inspecfor da LhesriaraiiIl fozenda.
Joaquim Elias do Carvalbo W0ura.-Informe
o Sn. engenheiro das obras militares.
Joanna Theodora Alves. Informe o Sr.
commaudante do presidio de Fernando de No-
ronha.


R Padre Lourenvo de Albuquerque Loyola.-
emeltido ao Sr. cominissario do policia do
municipio de Goyanna. pare attender ao sup-
pUicanLe.
Maria Francisca da ConceiCUo. Informe o
Sr. commandante do presidio de Fernando de
Noronha.
Professora Vicencia Alve3 do Carvaiho Dacia.
-Nada ha a oppor-se.
Professor Amelia do Mello Pores Galvao.-
Apreswale-se ao Dr. Auguslo Trajano de Hol-
anda Chacon, pare iipecclona3la.
SBeretaria da preshidact de Pernambuco,
6 deagostdMe 1877.
S 0 porteiro,
loao (rondvesl dos .fantOs Junior.


3Dre esse acto se estd4hiro dno nos ter-
mos da lei. .
Deus guard a V. Exe. -HIm. e Exm. Sr. Dr.
Manoel Clementino Carneiro da Cunha, dig-,
nissimo president da provincia,.- 0 chefe de
policia iiterinb,- Hermogeaes Socra Tava-
res de Vasconcelles.


6
- INTERIOR


RIO DE JANEIRO
0 MINISTRY DA FAZEZ4DA E A INTERPELLA-
CAO ALVIM

Annunciada corn toda a solemnidade, rea-
lisou-se no dia 13 a interpellaco, apresenta-
da pelo Sr. Cesario Alvim.
Accumulando accusagoes e esquecendo-se
das-phrases parlamentares, o ex-deputado pro-
Sgressista usou contra o ministry da fazenda a
linguagem, de que. outr'ora servio-se"cotira o
Seminente consollieiro C. Ottoni.
A maioria indignada protestava energica-
monte e a propria opposic.o desgostosa-cala.
va-se. N Ao era um ministry que se procuraiP
censurar, era umrn escandalo. que se pretendia
obter. Depois de ter amontoado epyphone-
mas sobre epyphonemas, parou fatigado o il-
lustre ex-deoensor do coilrato de carvio, ma-.
deiras e etc., do minister)o progressista. .
SLevantando-se o nobre ministry da fazenda,
corn toda a franqueza explicou os factors e re-
duzio a p6 as arguiOe; do nunca assAs cho-
rado ex-secretario de policia de Minas. Provou
que entrara para a flrma de Masset, quanlo
naio esperava ser ministry, e que depois de
occupar esse cargo dispensara os lucros; pmo-
vou que nao conheoia o outro socio Antonio
Januarie, pois que se acha:a na Bahia, quando
f6ra oQnvidado a fazer parte da firma social.
Comj in lignacao a borbulhar-lhe aos labios
o ministro eloquente, leal, convencia e per-.
suadia.
Nao podende citar os arguments offereci-
dos pelo nobre ministry. da fazenda, faremos,
comtudo,- uinna pergunta: -
Se houve fraude, se o nobre ministry proce-
dia de accord corn o conference demittido,
como este depots soffrer interrogatorios e
etc. nao ven decidr a cumplicidade do alto
funcc*ario ?

do pek provincial d S. Pedro'do Rio Grande
do Sul, o Sr. Gaspar Martins, a palayra mais
eloquent ida opposicao e o vullo trandioso
que olha do alto de talehntos superiores para
iuma horda de infusorios para quem a lama 6
a vida.
Caracter nobre e.elevado, S. Exic. defendeu
a probidade do ministry, quo ner podia ser
posta em duvida; e aniquilou a infeliz e ridi-
cula jnterpellaAo. .
Succedeu-se A S. Exc. na tribuna o E &.
Sr. Duque-Estrada, o qual-bevAnlara-se do leito
para cumprir o dever sagrado de amigo e de
sustentador d) governor,-.
Fazendo quasi desapparecer o proponents
da inlerpellacQAo, S. Exe. teveinspirados mo-
iwntos e mais uma vez susteutou os fdros do
umn dos mrais eloquentes e illustrados oradores
da camera.
Cabisbaixo e abatido, retitou-se o Sr. Alvim
ante a reprovagaa dos seus amigos e a indi-
gnaCiAo dos seus adversarios !
Foi uma victoria obtida pe-lo nobre ministry
da fazenda, e qual. como o rochedo da fabula,
em p6 e fire reeebe o choque das maiores
tempestades.
Por feridt que esteja S. Exc. com 4q inju-
rias, que llp foram atirada., dove erguer alti-
va a front, pois que news p6s de S. Exc.,
que tern moccupado as aininenles posiQees
do paiz, retirando-sedell'puro e limhnpo, p6de
chegar a calumnia.
Mais aperfeigoado do que o Lypo de D. Ba-
silio 6 o do celebre tartuafo, do qual, hoje todos
so riem, vislo que o-conhecem bastante.
Acima das furias da opposi&o, dos delirios
provocadt pela s6de insaciavel do mando,
esti o nome de Jo estadista emimente, o diplomat sagaz, o era-
dor. inspirado, que pede responder aosdelrac-
lores : subi, subi, subi ainda e depois, tal-
vez, possais julgar-me. Gloria, nacional des-
prizo o vosso juizo, porque perteno A poste-
ridade.
(Editorial da Illlistmrao Popular,.


- 21 DE JULHO -


a iuina ve e s omaisores I
vore'ooncessoe -:a6 hoje se tern lib
ralisA& o mpanti s estabiecidas nes
provncia, urma companhia que tleve, para so
bre .a assenlar seus tLos, a estrada pMbl
ca, que 6 o paltriotism"ad todos os cidedao,
que teve dinheiro da provincia para lodas
desapropriaoes ; que teve tod os os lterren
de mariMha; que teve iseneao detodos os in
postos; esta companhia 6-defraudada pelo pi
blico !? Que estranha proposiclo que 6 esl
aventada pelo nobre Or. lo secretario !
Sr. presidente,'dsta empreza nem tern mai
direito a favor algum desta assemblea...
O-SB. OLYMPIO MARQUES: Nao chego
tanto.
0 SB. PINTO PESSOA :-.. .e autoriso-me
dizer isto, per que uma empreza orgulhosa
altiva, que nio cumpre os seus empenhos cor
trabidos corn a previncia, segundo as mesma
denuncingoes. feitas por V. Exe. nesta casa
por que motive tern ella direito a novos fa
vores ?
Sr. president, no seu comeCo foi muito fes
tejada esta empreza. Era entAo uma compa
nhia be character ihteiramente national; a
pessoasique obtiveram o privilegio ; os capital
empregados, cram todos da provincia, e po
isso fizpram-se largas concess5es -A empreza
4epois 14 de sua appariclo, alguns annos
a compatihia den dividends fabulosos.
casa ouvio hontem dizer a um dos Sts. depu
lados qutecm dous annos esta empreza falb
tinha rcuprado o capital, e nip sei se osjf
ros. Ma~~#r. president, per que raz iao ess
companhi, quando aliAs outras declinam, de
flnhami, teve un desenvolvimento extraordi
nario, espantoso ? Pelas concess5es feitas pe
los terreA64pe Ihe foram liberalisados, po
que, colo'dnse, ella tinha umrn character nacio
nal, terrenos em valor nao inferiores a con
coenta ou sessenta contos de r6is.
(Trocam-se. apartes centre *os Srs. Olympio
MarqueflJchoa Cavalcante.)
Em icamr?
0 SBnP (=OA CAVALCANTE :-Nao 6 exacto
0 Sn. lINKTO PESSOA :-E. o que 6 mais ex-
traordinarii, a companhia defraud os cofres
da proviacia, e o nobre 1o secretaifo vem dize
que o publieo quer defraudar a companhia !
0 SR. TC#OA CAVALCANTE :-Nao referi-me
ao-publio:p.
0 S1.,tNTro PESSOA :-Enlo V. Exc. deixa
que uma propesiCio desta ordem fique seo
? 8 xc nie so refere aos deputa

a~ olravel &iada

S'SR. UCHOA CAVALCANTE :-0 nobre de-
putado ainda nio demonstrou isso.
0 SR.- PINTO PESSOA :-NAo demonstrei ?
0 SR. UCHOA CAVALCANTE : -Nemo 6 capaz
de demonstrar.
0 Sn. PINTO PESSOA :-Sr. president, e0
julgava-me at6 dispensado de tratar de umm
causa que tern um assento na consciencia pu
blica; mas direi que,. se eu pletendesse agonr
poreeorier todas as prkses que ternm percorri
do esta companhia, desde a sua inaugural o
mostraria ao nobre deputado como labor erm
im -Ceompleto engano. Entretanto, senhores
vod di 4zer porfunctoriamente, ou antes, vou re
peit o que sei da companhia: a companhia
recent o terreno em que estA hoje collocada
a sta estacbo da rua do Sol, chamada outr'ora
do Capimn ; a companhia recebeu indevidamen
toe da provincia dezoito contos de r6is, ou an-
tes, assumio este direito, come demonstrou c
nobradeputado que acabou de fallar.
aftU&. UCHOA CAVALCANTE :-Eu demonstre
b0 ontrario.
O0k. PINTO PESSOA :-V. Exc. ha de demons
trar ainda.
A companhia, Sr. president, foi dispensada
at6 hoje, da coistrucCAo'da ponte. -,
0 SR. UCHOA CAVALICANTE :--Nao ha tal; c
nobre deputado estA enganado.
0 SR. PINTO PESSOA : Ma. V. Exc. nega
que a comnpanbia" estava obrigada a fazer a
ponte ?
0 Sn. UCHOA CAVALCA&tT:-E ainda esta;
ha dp fazel-a quando for preciso.
O^B. PINTO PESSOA [-&A juizo ?... -
0 ,Sj* UGHOA CAVALCANTE : Do director
das obras pubitcas.
o B.. OLYMPIO MALIQUES :-Nio.
0 SB. UCHOA CAVALCANTE ::-Ou dc lies-
seas competentes.
0 Sn. OLYMPIO MARQUES :-Tambem neo 6
assim, quando so acha,em estado impres-
tavet. *:
0 S1BW.UCHOA CAVALCs.ITE: A juizo de
qu e m i -
(Coettimuam oa apartes. 0 Sr. -presidente
reelagt altencao) -..
o04f. PINTo PtSSo^ e -r Sn. president, a
Bompfnhia, tern side dispensada de quantos
onusSados iho teem side impostos : decons-
trucR de eslradas, de nmvelamento das mnes-


0 Sn. 'iA CAVALCANTE;-NAo ha tal:
nio-eslA sada,
0 f t, &4& :--De todos esses0 onus
tem MoniMtd6a, ou tern se furtado ao
amprimn- e s deveres. -
0 SB. A CAVALCANTS :-Eu you com-
)etendd e obro dep dao or aegativas.
O Si. PINTO Pb :A;-V. Exe. ha peouco
dlss6 que se dlspenana de dr-moe apartes,
pro que o rftglmeneto. prohibit; eu goSto dos
t&rtes deV. Exc., e, pois qteko regiment
os -nio prohibe, pego que IOS'* continue
s V. .Fx. noga ell on a compapb.
utonseaIo pare estada putica

"ai VA -No podia del-


publieas? Salvo se fosse por cima dos e- abredeptdo agora me avisaede qua i. '
aduset parurnaa&ez. V as ii-
". PINTO PESSOA : -Podia fazeor estna- me 6, portato, qu em lugar do i a
Sdas, costeando a eelrada publica mais ou me- a defrauded ha de o n.eidtm f E
nos, rendo Os onus das desapropriac5es E, o charar dofraudador aogepubleo ?. N tem
diga-me V. Exc. qual fi a desapropriag~o que razAo.
fez a companhia ? Nenhurna. Em lugar, do Mas, Sr. president, as assiguaturas, quo a
SMasSr. pesidete, a asss^ ianturs, que
iS- fazer desgpropridas, a companhia devorou lei permlttio, nio foram someote iDOWds via-
dezoito coitos da I vincia. jantes da la classes, mas tambem Ipfras da
(11a diversos aparimes). segunda.
0 SR. WTO PXSSOA: Polo contralo pri- Era esta4concesslo que a companhia do
re- miLivo oMerao obrigou-se a fazer as desap- Caxang& devera ter iei ao public, em com-
5ta priaoSes;'7oncnrreudp a companhia com a pensagio dos larguissimos favors quo oten re-
ro- quantia de quatro contos. Fez-se depois uma cebido. N6s sabemos bue a classes pobre, a
9la lei especial... mais laboriosa, 6 que devera seol de preforen-
10- 0 I. UCHOA ".AVALCANTE dfi um aparte. cia attenlida ; mas o que fez a companhia, 1r.
,ia. 0 SR. PINTO P -- Eu tenho aqui, V. presidefiteo? Para angariar ura certa sym;p&
da ExC. sab-qus deoque fallo 6 de 30 thia entire a classes mais abastada, codcedeua
IMocontralo p.rinmilivo essa o favor das assignaturas, diminuindo 50 *

a- 0 S. UCEHOA CAVALCANTE:-Ha ufr hddi- 0 SR. TCAW LCANfl;-N);
e- amnto a scontraLo. 0 SR. PINTO PESSOA.: -Agora, qandose
ta 0 Sk. PINTO PESSOA: Nas para que foi traipu da classes media. essaqueo deveria ser
o- este additaniento ? Foi somente para deter- igngmente attendida, a companhia nie deu
i minar-se que, em vez de sereom as desapro- cavaeo, e o que mais 6, Sr. president, com
s, psiaCos feitas polo governor o fossern pelos qanto escarneo s5,o tratados os passed 'ros
as contlratantes. da 2 classes! Ahi esta o trens da caridade,
as A companhia negociou deo mn f, porquo Quem anda na 28 classes, 6 bern pobre, born
poer por urena desapropriago peor que pagara desventurado; Os homes limpos, mas pobes,
u- cinco ou seis contos de i6is, recebia da pro- e euvergonhamdo viajar na 2a c lasse.




s> (se deve rona de^ tiaavr n "cid a s ese. inor
ta vincia dezoito Coantos. N6s jd tivemos occasion deo v6r come s
S0 SR. UCHOA CAVALCANTE Enteo liou- feitos esses trens, oas carrots deo classes si
is ve mA f tamibem da parte do governor. de um formiato estranho, para incutir melan-
S 0 SR. PINTO PgSSOA: -- Nfo, senior ; ni1o colia. para inspirar tedio; nesses carries de a
a luve m.A f6 da parole do governor: houve ma classes, Sr. president, andam de e nvolta e W
f6 da parte da companhia. V. Exc. sabe qpe homes de bern, limpos, com homensda acas-.
a isto estl provado. se m6dia da nossa sociedade, classes em que
o 0 SR. UCHOA CAVALCANTE -Enadmo o gover- estA-a forea e a viddda nossa socieaade ;a -
a- no foi inepto. darn de envolta con esses homes, negr66
ts 0 Sno. PINTno PEsasOA :-0 governor obrigou- cativos vestidos do today a fdrma, de p6 no,
; se a indemnisar a companhia polas desapro- chao !
a- -priaeies que fizesse, superior: a quatro con- Eis aqui como a companhia trata a classes
Los. que dove sar rmais favorocida, pelo seu infoer-
s- Ora, a companhia fez uma desapropriagQo do tunio. Eu"Sr. president, no duvidaria 2 a
cinco contos e reclamou da provincial dezoito. harmonisar-meo com Qs nobres deputados se
s Esta 6 que 6 a verdade. quizessem fazer algurna cousa em favor desta
3s 0 SR. UCHOA CAVALCANTE :-E sea conmpa- case, pois que ella tern a isso direito aqui
)r nhia gastassoeom desaproprianes trezentos consignado. (Indica os contracts da compa-
; conlos ? nhia.)
3 0 Sn. OLYMPIO MARQUES : -- Recebonria do Vou 16r o officio do pibsident.e da provincial,
Sgoverno dezoito. de 31 doe janeiro deste annld. (LU):
(Ha outros apartes). Srt president, eu tenho vindo algumas vo j
Z 0 SR. PRESWENTE :-De novo pego aos no- zes no trem de 21 class e(riso); corno diwe6
bres deputados que na1b ntorronpar constan- sou assignante : tanto maie faz vir na ,18
a tementeo ao orador. na 2; inas Ads vezes tal 6 a sociedadoe qu
0- SR. PINTO PESSOA :-Eu admire a supre- melhor se encontra na classes m6dia, que^o
ma coragem de V. Exc. em dizer quea corna- born sensor, o respeito, a estima ao home de
panhia rcebeu dezoito contos para desapro- beorn, encontra rnessa uma garantia segutra.
r priagoes, quando s6 as fez no valor de quatro Corno se enganamr os que o pensam de mode
ou cinco. contrario Mas, digo, tenho andado algapmas
0 SRn. iJCHOA CAVALCANTE: -1Is o 6 in- vezesno trem de 2 elasse, mesmno porque
exacto. av costume frequental-a um dos homens sabeios
S 0 Sn. PINTO PESSOA : -EntReo6 oultra ques- da nossa terra: e como eu gosto de concer-
tilo, n&o diga V. Exc. que a companhia estava sar, As vezes, corna o sabio, vou 6 2A casse,
no seu direito de fpcar-se com o rest. Quando chove, Sr.*$rosidente, toedos ju .abem
SR. UCHOA GAVALCANTE :-Responda-me aqu emesta casa, porque j foi dito, 6 precise
0 obre duputado : e se ella despendesse ire- abrirchap6os de sol (riso)..
s zentos contos, n~o receberia somente de- 0 SR. OLYMPIO MABtQUXS ;-I-.t M aim.bas
r zoito ? as classes.
0 Sn, PINTO PESSOA Isto estA na lettera 0 S. PINTO P tOA :--... pe arq -uda
e do contract. invade tudo. S o istoa aCAntece 'al e e
o So. UCHOXa AVALCANTua0 outro apart. dalga, naT case nobr, qiento npana cloa
a 0 So. PRESIDENTE "-Pu i de novo obri- inferior. Os carro$ so abertos, tudo ahi i
n gado a chamar A ordem o nobre deputado ; tratado da maneira mais deopresivel...
- coi suceessivos apartes o discurso no pde 0 Sit. OLYPIIo MARSQUes:-Ess o ve.rda .
proseguir. 0 SIN PitSio : so,* S. i. nto ha i ONi ao
10 SB. OLYMPIO MARQUES :- 0 orador estl menos o asseio .indispensavel.
gostando. Sr. president, depois dessas concessoaes
0 SR. PREIDENrE E' por isso mesmo ; innumeras que a comnanhia Love, depois de
- desta f6rma tornar-se o discurso em verdadei- se lhe conceder uma estrada public. que 6
ro dialogo. patrinnonio do povo, a isengAo de todos os im-
0 SR. PINTO PESSOA :-Sr. president, cum- pastes, etc., apresenta-se um artigo fatal que
pre-nns liquidar esLe ponto que eo julg) im- deverAi ser riscado e nunca jamais escripto por
portante" e 6ssencial, a saber : so a compa- mao de urn patriota, qual toi o direito de ven-
u nhia Lemn ou n.o o dover de continuar nas "s- der a companhia o seu privilegio.
a signatures. Digo que tern. E' verdade que Senhores, nem podia essa companhia ven-
- toi facultativa esta concess'lo, inas desde der Q privilegio, pois tjue a provincia deu aos
a que a companhia usou dessa faculdade e que contratantes brasileiros ou directorss, conces-
- as assignatuias foram estabelecidas, creio que s'o para desapropria~Zo do terres, canoe-
polo regulaXnno do 1871, a copnhia n aeaestprapia qod ojo6 -
inp6de hoje a sen arbitrio dispenser as assig~t decu-hmnio comniurn esrddo Dbiapublico q~e dah jcomnpanh~i pti;
,turas, e tanto n~io p6de, e tal 6i o reconhoci- depois dou-ihes outros terrenos quo n~toeram
-mento dosta mnedida quo a comnpanhiai 6 "quern torrenos de marinha, mas dlo eslado, em valor
avein reclanmar. consideravel, superior lalvez a 50:0005 ; deu-
a 0 Sn. UCIOA C.AVAL.CANTE: EinI~o n'Lo (! Ihes tambern a isen~ao de todos os inpostos.
a facultativo o estabelocirenoto das assignaturas provin~iaes o rnuniceis; a co~mpanhia feigen- ,
- e a suna extinc~flo ? r. iquecida do favores7Ula tl f~rinna, que sge P ,
- 0 Sn. PmNrer PESSOA : Mas V.EXc. diga- dizer quo foi a mais avantajada do todas juan-
met: este aiccordo ultlino, cuja approvaV:o s0 las so torn aqui ostabelecido.
roquer, traz essa disposil.&o, isto 6, isenta a 0 Snt. Gags CA&VALCANTE :-Qual 6 ella?
i companhia das assignaturas ? Pois quo V. 0 Sw. PINTO PassoAt :--A coinpanhia de Ua-
Exe. Ais vozos me convoca a discutiir certos xangA; nflo sei se V. Ezt. conhece, (r'ise.)
- rnmtos. 6 justo quo rosponda so o accord ac- 0 Sn. OLYwMPIO MARQUES :--Tanto assim fol
tual dispense a companhia desse dover. quo os acu.onistas JAi recoberarn o capital pri-
0 Sn. UCHQOA CAVALC ANTE: N~to, so- mitivo.
nhor. 0 Sn. PINTO PESSOA :--Essa companbia as-
) 0 Se. PINTO PESSOA :--No dispense ? sire chela do favores, Sr. piesidente, em doaus
0 Snt. OLYMPIO MARQUES :--Nern a compa- annos salva todo o capital ompregado o -de-
innhia podia dispense disso. -. Dais do so terernoenriquecido os seus pronaire,


u S1B. UCHOA UAVALCANTE: Apenas quer tarios, vendem ao estrangeiro esse patrnimio .
alterarjo system das assignaturas. que tinham recebido (applausos das galera)
0 Sn. PINTO PESSOA :-Bem; quer alteraro o SR. GOES CAVALCANTE :-E V. Exe. faz
syseAma de assignatura por bilhetes; logo questao de estrangeiro e brasileiro ?
que ella quer alterar, e pede autorisacQo pa.a 0 Sn. PRESIDENTE :-Attenoao I
r isso, 6 porque nio p6de por si mesma fazel-o. 0 art. 175 do regimento determine assim :
E' o reconhecimento mais authentic. mais vetr- (( Todo o cidadAo estrangeiro ou nacionsl torn
dadeiro, que a companhia p6de prestar do de- direito a issistir As sessoes," comtanto que
Ser a que se impoz p i vlo desarmados e guarded o malor silencio
Sr. prsidnte, com 6 que a companhia sem fazeremin o mais pequeno signal de apoio
defraudada, seaus bilhetes de assignatura temrn ou de reprovaolo no que se passoa na assem-
um grande abatimento? 0 que propoe a corn- bl6a. ) A' vista deste arligo express do re-
panhia actualmnente e pouco mais ou menos a gihiento, espero que o public guard o dew.-,
mesmacousaque anteriormente. do silenci0
0 SR. UCHOA GAV'ALCAbNT d u apart. do swecie
0 SB. PINTo PzEsSOA --A companhia d 0 So. PnMoQPsssoA :-Sr. president, 6140-
vOnto bilbete. .. nhedido de iodos (neuWbco roserva death ":e-
OS. OLYMPIO MAIQUES :-Paree-me que tUimento, qual a niflhba-opiniIo contra m0%
cincoenta. vilegios que matam a coneurrenda&ma s--AiG
0 SR. UCHOA CAVALCANTE : E'" indiffe- como a libetdade em todt)s os raimos da aotvi ... -
rente. dade social; por mais do umra vez lenho do-
0 Sn. PINTO PESSOA :-E' indifforente para clarado esta opiniao, eUa A public e V. Exte.
V. Exc. que 6 dapitalista, mas para o povo nao (dirigindo-se ao Sr. GWes Cavalcante) creio que
p6de sl6-o. sabe. "
0 SR. UCHOA CAVALCANTE : 0 nobre de- 0 S. GoEs CAVALCANTr: ,-N1o: a quqatlo -"
pulado esta enganado, porque o abatimento 6 nAu 6 esta; L 6 de estrangeiros e ra.
na razAo dos bilbeles : quern eompra dez mail V. Exc. naio dove fazerquestio de
reis de bilbhetes tern o mesmo abalimento que quoLe tein o mesmo-direito qu e. ;- ,
quern compra cem. 0 Sn PINTO-PLSSOA -V. KxC. frMi,.
0 SR PINTO PssoA: Ora, vejaN V. E;,& de wmgao, u=aea vez., ha mJt-i
quaes ao as mmnhas reflexes a esle respel- dousonu trew 4la,. disseui q ., '
to :dligo eu goe aquelle que 6 assign pema. .
muitas vezes deixado adar nos sterns da Om* 0 SB. MOz(RA ALVES: -A -
panhia ; ou por doeega, ou per embar.4os, eu '0 SR. Pn PSSOA ;-.
por qualque outro mOtivo, muitos signan .. ponama aooe. Quasn.o
tes f"m ema suas cow impsbiltadoe de r" ess6otiaenoI 7
IPOWWOWrIeness cawes dan.- c UtJrA ri C petfwa CAW,"
V: ZExc. o e ha defratdaeao, a at to I =
0 us a -.-sto 6 4 04,
B m I, ,-sl 6.... ,, .t,
q- so diomw todasdas


-* tedm ft8."a
i~z6 PN poilW1.900



































<.


da estrada de S.'Francisco.
0 SR. PINTO PES3OA :-... tle:hliamn espao
sufficiente para quo cvalhe;ros e scrihoras
possam iss.entar-sc3 sjin ineornmodo. sram vei-
xaae, como acon.ece ; nest" ponto appello
pare a consqiencia da casa e d) todos aquelles
qLueinrM andailo nos trens, aim de inferma-
rem se isto ou nio uinna verdade.
0 SR. OmLY.'I o MARQUES Nao ; nesta
parole nao corerordo.
0 SR. PINTO PESSOA :---Achi qfte as banreos
sAo maiores do que deveriem c er?
O SR. OLYMPIi I.ARQITE- :-NrO, nwica os
media.
0Sa. PINiro Pr:sOA :-Poin & precise me-
dir, porque V. Exc. teit aqui exi!zido o cunm-
primento do c.)ntraLo e isto nc) 0 questLao de
vontade ou (I g,.nerosidade : nm6s aqui nao fa-
zemos sena.) exmi-ir o imrinpriin nto da-lei, e se
assirn 6 nao podemnos dizer que uma cousa
pode ser dispensaida. V. Exc. nao poil dis-
penmsar-aquillo que a lei nao disponsou.
0 SR. OLYMPIO MARQUES -- Hojle estamos


INT. N iT3 PgSoA : V. C- Ila POUQO
mn e d iz i a q u e o n t r a t o a -. a
se-M a lei q'a mvl', alag 0u lo
ao contrajo lue era a mosma-lei ; agara


nIiv pornittio -semelhante coasa. Qudi3 'sa
fAXz em contLati) biltdil dstm otdm 0com9 IL-
SriLos e o0:-'r.';a-353 tlIo s irias entro as Pr1WW
coi1irtas prtrua dttella nmi"4' podsuhstiw i r
'tnL3@ "rs' pwb9 pec1nrv
OiOit'-. ,' t-- t%
- 0 &.L'(7A AVAlLCAVTe.' litt0 eStd B06
Cm~r40. ,. ..
o)9 Piug PLmtwA -141. r- dogs ltesa
,nuito positivamnite, ta qufit ipfit, ppd&9-
so venJor o privilegio.
O'9S0 ycW.t GCVALCVIr .--A1,)4W de ter
o direiL ? ?
0 Swa. Pf'rNT PESS!A : A quechama V.
Exc. d(ireito ? Ao comtrato ? Erx jd disse qn-
esta argumontaAcTo e cimtraprodii -ente.- 0
contraLo ,&o.pod se' serter a imagein mais
ou mnors We d.r Ii ; d. )oqtato nao p:)oIe
ir ulum das prs llpQSeu t It ?
0 Sn. Uc'loA CAVALC. lll'l.tas
p.'escrimcoes da lei: "-
0 SR. PINro P:-si)A :-A vevaisrlo privile-
gio nao foi parinilttida pPr lei; d.nseguinte-
nlete 6 urn eaxert-: .,qu3 nao p)de ser estabh-
focido no coti'rato.
0 SR. UCHOA CAVALCANTE. ISt. tIa


-.; 41 kfMtiH~|^r<^

O Sa. PWMO'lPESSOA : V. Ec. disse qu
So nao era pemambamoo., ,
0 SR. PRBESiDEL It--Pao ao nobre dep-
**-. 'a'....f |M&ab~f..s.dMu>dfnaBAB&agijia
,.. barte o [neidente.
L-- *-8naRwlwla.3oA : &_ &iMimm A a rdo
a "b"Cu "*(- 0W i11 w es&s4 ii-Fr te#rp -so -
-. tl"safr M s -a ed apagwa.piotiame. n ia
; oislq MnBoidu. o( 1baf i4 ia 5o da
proviucia, nao S USu quo corn o mou vtol
Le do ca 'wc para a e etlihe .ira as ansigaa-
tartl ( ia4s Yt& ldee ata s auniid eLa as,
a qaiA &ho duireti diexigik-o, pworquo iasa
,:AA no t seo contrato.
0 SR(MOfRAA AAVES :-ApOla~s-
,J S,. I':'i?. PKio.i. .-- t:i.td.l. c
PA.,&la riaz6o a cam0aamha i as paso dex eigir )lo p i..mh',-Ai)r dd seguada
e'lise imais diahlaeiro do qiiW ex.igo PW da
pi neir M?
0 Sft.- UCEOA ChVALCANTA: CJOlO Swim ?
0 S&. PLNro PfrioOA : ['esde que ha as-
signatura, j v qu e as passageas tlua Quais
bareaus para a classes alastkt e aWi- car*
para. a lasip, pobre.
0a.MJaEia, ALVEi : -E' exado.
0 SD. M. I.g. 03 REJO :-RelativamengB.
OSE.PINTO PRFSOA: Stifft relativemel
SR pr#deote, jA eritti a mintha opinion uuWta
c,-sa4 eonvido .a6s nobres impuagnardores do
projectoda ca:)m:nissAjo a que n (digam : por-
qvsdireito a compa-ahia cabrjt cmo pcimneiru
eialaJe atitio qne devera cjbrar coMno se-
gunda ? era, se..hires, nao ha effectivamonte
reira e seganda classe ? Ellas ahi esa'1o.
nawh-a engano, mis o qua as distingrae?
Como havemos de var todos n6s impassiveis
essa defraudag1o public qai faz a comnpa-
nlia? omo iioarrnos iimpassiveis sem to
marmos sobre isto utna deliberadao positive ?*
Qaa) a distincoao sinhore! ? A pri-neira
e4i*6 deve ter bancos do palhmha de 37 cdn-
tLiCtros de largura e a segunda classes baneos
do. pio ; ss o r-4bre dputa.lo sab de outra
distincgau, far-ma.-ha o favor do dizer.
A eofnpanhia tern bancos de pao na
priieira classe e eu sou testemunha de co-
brarella poresses bancjs oqua davera co-
brar por bancos de palhiinhu.
0 SR. OLYMPIo MARQUSS :--So bancos mais
bear construidos.
08a. PINTO P1.SSOA .:-Enlretanto u uan
violaic'o frequented e corntanitie d3 SLtS ,:-
veres.
0 Sa. OLYM.io M.ARQUss : -- No fal,-
qutestao disso.
0 SR. PINTO PAsiOA :-Pijii V. Exe. na) faz
questaio di (fIy a esseicril na qtestao ? Esita
e a qtiestaio vital cque nos deve occupar.
Sr. president, as pessoas qua viajamn na pi-
mtria classes tern mais ou moiaos recursj.s,
poremn as pess-as qu:: viaja:n na s-gun.la
classes, os pobres, as prolectarios, 6 qie sa-
bem quanto casta a pagar urna viagem nca-
rissima ; naio ha no mundo, que me conste,
uma companhia que cobre viagens por u'n
preQo to elevado 6 extraordiaario.
Senhores, os baneos. diz* eu, devon tar
37 centinetros, islto estd no rpulamento ; nas
o. baticos nao s6 n-lo temn 37 centimetros,
corno sao tao pequenos que uns pais5,ai'os
andamn a apertar aos outros ; seoia mda-
coroso collocarem inidifferententente ou proxis-
cuanwtre cavalleiros e senrthwas distinctas,
(riso) porque na)o ha espapo safficiente,
Os bancos s'o riditnflos os. ,carros seo in-
deeentes; esta prin.ir.i class 4 asaimn cha-
mada por ium escarneo ao public. N6s sa-
beinos o que d a primeira elas.e alias ; na pri-
meira classes deveria haver bancos guarneci-
dos de soda on de velludo, coreo acontece em
toda a part da Europa; nao julguem os no-
bres deputados isto extraordinario.
0 SR. MANOEL DO Rrgb :-- Para aqui seoia
at6 incommodo os hancos de %etludo e soda.
0 Sa. PINTO PKS-O.i : -- Para aqui nao ; V.
Exc. bern sabe na e.trada de frt'ro dd S. Fran-
cisco o qile 6 a prinnira class,.
0 SR. MANOEL DO U;, I) :-Mas nito ha ahi
o velludol
0 SR UCNOA CAVALCANT, di urn apart.
0 SR. PINTO Pe..soA : V. E(c. ve que o Sr.
president esta nos chamando sempre A or-
dom ; (riso) V. Exe. sabe que nao trago este
incidence senao para dizer qrte o que se cha-
maaqui primeira classe, em ou.tro paiz se cha-
maria talvez terceira, ou menrt9 se houvesse.
Na estrada de ferro de S; Francisco, creio que
existem bancos estufados.
0 SR. MANOEL DO REEaO -- Nao ; os ban-
@oa so espacosos, m-as sio" de palhinha.
0 Sa PINTO PESSOA : Na Europa 6 como
eu digo ; nao e preeiso disctssao sobre isto ;
c6 verdade que 6 proprio do cli:na. NAo quoerc
que aqni seja a mesma cousa, mas os bancos
podem ser actornrnodados ao ciima e decen-
tes ao mesmo tempo ; quero *lue os bancos...
0 Sn. MANOIL DO REdO : Sejam como os


~'~'o~ oa%'
A


theoria rora. +
0 Sn. PINTO PESSOA:-V. Exe. acha-que is-
to 6 urea theoria nova ? Pois nao duvido to-
mar a responsabilidade ftlII. 01go que a corn-
Sp inhia nao pojia venior o piV'egio.
0 SI. UcaoA G.VALCAN re -Eu acredito quo
o nobre depitado tiveseo lido aoeontrat-tnao es-
taria argumentand-3 por este mrnod-.-.
0 Sat. PINTO PsSoA: B t bern sei once
estA no c)ntrato> a clauula qua d. A comp'i-,
nhia direito de ve.Iler e privilegio ; mas digo
qa_ a lei nio autorisou isto e que a companrihia
nar o podia fazer.
0 Sa. OLYMPIO1 MARQJES :--No ; eft ahi
discord.
OSR. PINro P.ssoA.: '0 privitegio, Sr pre-
sictente,'e um contract, mas umrn cntrato) de
orda:n superior, niiLC seario, mait o grave, gra-
vis.imo chamo-o ea. porque V. Exc. sabo qiue
o privilegio ; uela coneessao quae se aparta do
direito coimnun. I
0 SR. MOaAES E SILVA :-En regra e indi-
vidctual. ,
0 Sm. PINTO PESOA -:-'-0 privilegio 6 indi-
vidual, infivi-lu lissitno, e nesse cnaso 6 contra
a no3s'a nit lagna carla, a comnstituiqIao que os
ab ;lio termninantemente.
0() Sa. U!:oA CAVALCkNTa : Ha sempre
urnia excepA ; salvo...
0 S1. PINroJ P,SSOA-- Salvo .o quo ? V.
Exc. conclufa.
() SR. UCHJA CAVALCANTE :-V. Exe., deve
sabh-a r mais tdoque eu, torque e mestre de di-
reito.
0 Sa. PINTO PESSOA :-Salvo aquelles privi-
legios que form inherentes a oessoas.
0 St. U,0'A CGAVA!CA.NTE : Nao ha tal;
na-j t essa a ekcepCAo.
0 SR. PINTO PESSOA :-Ento faca o favor
do dizer-m'a. A')S inventor,, ? JA tenhu dito
fqdo conceder ao inventor unm privilegio, nao A
, 'I ticto dto obscsquio, nao 6 urn acto dte bene-
iiCij, e o reconhecimento de unm direito p)r
ventura o mais nobre, o mais elevado, o marin
sagrado, pjrque 6L obra do talent que deve set
respeitada por todos os hornens que saben
quanto val o labort4a ineligencia. (Apoiados].
Isto nao ( urn privilegio.
Mas, Sr. pressdente, um contrato bilateral
desta ordomn quo implica urn privllegio corn
direitos eobrigaQoes ta- srias, e grave res-
ponsabilidado, nao pode ser passado a 3, serf-
accijro conmuum. Como pois o nobredeputado
diz que isto iurma doimtrina estranha ? Pois eu
esp6sj esta doutrina e sustento-a como a nils
just e regular.
O SR. UCHOA CAVAAC.rANTE;-Todos os pri.
vilegios tern sido vendidos e nunca se re-
clamo contra isso, tanto que at6 Se paga im-
posto do tr-ansfereneia.
0 SR. PINTro PSSOA :-Em 10 lugar V. Exp.
sabe qua o privilagio p6de ser vendcdo por au-
tortisaao n'um contrato, que estipula nestes
terms, como tenho visto: (O0 contratante po-
derpvender o privilegio corn o consentimento
op'-provagao do govorno :o Creiolque os no-
bres deputados conhecem que esse e o estylo,
. uma clautula quasi commumrn dos contratos
para a venda dos privilegios.
E, senhores, nada ntais regular, porque esse
contrato no 6 daquelles em que nrao inturve-
-nha a responsabilidade on a dignidade pessoa!
dos contratantos ; qualquer pessoa quo nao
tenha habilitagbes sufficientes, nao p6de nern
deve contratar cornm o govemo ; e 6 por isso
que o contrato pessoal feito corn takes e taes
individuos criteriosos, abastados, independen-
tes e que offerecem por consequencia todas as
condigoes de garantias, nao p6de ser passado
a umrnqualquer aventareiro.
S-nhores, eu conhewo, 6 verlade, oconilrato.4
ftilos semrn aulorisacto do privilegio por lei,
m.,s consignado o privilogio no mesmo con-
Iratu.
S0 SR. MANOEL DO REAO :-Esta innovaCi
de contrato. por exeinplo, fui feita sea auto-
risaQ&o.
O Sa. PINTO PESSOA :-Innovagao decontra-
to feita serm autorisaQo.
Eis ceaoans violactes se vao suacedendo.
0 SR. PRESIDENTE :-Sou de nivo forcado
a cha~nar um pouco mais a a~tencao do n.)bre
deputado sobre o que constituepuramente o
objecto em discussaio.


ivio
asR


Jk


da sobre o peito esquerdo, Mariano de tal, of-
flcial de podreiro, na freote da casa de Manoel
carapina, situada nos fundos do sitio do Sr.
Neto, no lugar do Encanamento, da frdgestia
do Pogo da Pan'lra.
Das informal, es qup podemos colher, cons-
tanos que o fallecido Mlariano, depois-de ouam
passeiata pelos ladros deSant'Annar, feiwvmae
para sua casa pelas duas ou tres hIi d .
inadrogada, send acompanhado por li 1.
no de tLal, umrn irmao' "leste e Jose de I .-
policia do lugateffe& iou a prison de vt6U
dresses ultimos que tins interrogatoAos at in- -
culuaram irmaoctes no facto.
Ebperammos ql a policia, que nao Lown sA-
do ser preventlva, saiba no menoS .&Ampdr
seus deveres nesas investigages poUktao-
res. .1
0 district do PoQw daPanolla 'hai-se ..
estado de perfeita aaoraalidade no bocane
soguranca doa | prtpiedade: os roubes
se repetep. q pti(Umenteealal en-
ceta-se a Apoca do esmIeal-o.
Os lupares deornminadws QatL'" a 4 ecMa-
namento eslto constiluldos 111 ano.-
tro decrimiasos, psi a ,-aa
os agbeout de tEaO Sr."m
0 uSr. Su MOW,
emeff anm^^soa;i|J^ ld
diffiil pttmr q 0e J-
qte todb es coolhl^i eetm m j!l .
> taifida imi do* iN R
ria que l1o desas
preventivos da a.
Espevamo# qto. a"ftV j
seguranga inditr:
desta capi'_ ,+ ,!'
.:.
sagoiiinw diimb ito


-a

!Ih.



-I


*I
T11


i{1a0A :- a...o.ii r'18 .W ppreMente, ,rasp denes g points A ao
on _&esp
cm qii&uad st,,a s J~
tguaJG eper
i-' o"-.ir yen tuM
o ldard. .d
I) eet~r f rfas, POp a
le sa rar esmep rd



So, infi A socidade. mbm los outros obres deputados.
ue verd quosao 6 que e r t assumpo para coniuar.
~~~~~0 SR. li 4U cb it comno dez, podsim 0 Pto ? A u de-
Ialiis an. 4 U nAo 'cu i so,'K Sr, flpesidere, digo q e essra cord- ero qusa no leora. ao para ser ininrig da
0" S.iP AtA.Pei3A:-Sa eo4. ASo itas t r-i8n -s, dizia euLrAm adtininrat -o actui_ N:J r'e'o disti quen'n1o
etra o or uzn-novo, supp ul prvio d- ,m. 0 presi0f Unts tr'z UTA acior Re
sa ao mes tr cras dea iviegi o re- u cortras nobres csibeleeputados...es c andou p-
p direlto? nsqio ? a ;emprezpW Was quosLcia ; o uens a ra a assaenblp eoamitar io si S3 o nobr.


Sr. piesidtrnie, n1o queroesten~ler-me, l b comwnpima dov e~i~iW^ap do privi- I" eocretaiio c !1c.J^ u :is~'lS3a11: Si est TcuL-
0lRt .p a*ds a :- quizsse rmbr legiwdi reseMva 0 m s o'dfremfon Into df ade, ou quer qau op .s el i eva dCteae-


comp~inhia de awsaus er.;a 0 3"i ponio da ~mproia dft COfRmfiSS ^B giG, tqti 1110 sei selfciehu-,( nobras publicas eJige qua apaioa puzias o mras, os seua, s prie os soh s d*-o. A 0 unP tenho -razo para oser iniigdap6e
Oua.Prril, os rtw:-es A'ucnab a bo tb tm lm aS Oi'd ra, iartdp aea..- em)adminoar, Jea v V N. que nd st paaq eta-
ar -h--BeA a6omb" dtmalh a:pee pi tuerile a uadi- decrminadame.te par a exri-z umiar co.n ur-,
Spaiodidostitares daCpuga. e qu (riso) ; no deia nada, no tet n- d quc ella nabeleeo p6d e repr s er andou pa-
.pesaww I"IeqWAA.a'emprezalma-p l plWthmr sci n sa ara a assefnbtd ae\3Mi11, 11;10 s,-iS'", o nobra




Sr. President, n.oA-Em defense de a deix (hniridde protoi.ada). Spriv- retariocm). M.assQUES :-a':t, esta cu-
toa faimfda&Wtq, :o est4if aqtairJI leg. Prese osNTa0 ado'-tenco-. disde, ou quenr qaa p ase repro llar.sva dtee-
com dpanhia defesao c.; .' *Moa Aivk c e. cabe&p&is do privle- Sa. Itba (riso). OA -a dise
0So0 ponto dao d, ommniss gip, de ns o i tO.a altear.t0o Pio :--e happLui Nurk-a.




p ubindo qiie s exige, assignaura paifria, lu Sn oas, osePs re.:CA s paso publico. rar. uPINTO eslrESS.ni d:-iiSriea ss ebi dede
2' cetrilhssepos b f a prsdrra quasi qu c nao ja V. nbixc. que samdriias mos aqm nesses na p6de alterar? Sepl. que nmiis com parexa-
Carril, Che-goen aW (7 Manguinho A b p bdr W heir"a-o'seapriv .", qae'jd, t'vv urea ninar caladam ente, 6 pava ex:jrniaar co.n cri-




estrada piantoi a 2'. Seria n injtstia eoiprezas Sus dfrre epufico ; a cornpam, cu- eri e para dor a sua opinioraeas-
Siaido quami Do RioJ:-Estia rn i iniranid a rptelam-sinse s deixa paraccostas, aplgrovns ciaL ....e- o sombl qae Llo o ulaisl e, Q cqte V. Exe.
dess npatihia qade:3tio ten reebido doua Iseraudqutga(ris e ; o deixa nud ompanhias e que se d ao pubic. a co pede reprover ue con-
pblico,nodarsoqlAr essa coripensQ ado ao porim (hiiarid-adx-nos pro miaonlhas). e tudo isto sist. OrtA em adtivo qje voN otre:ller ao
nove dais ptno. etiaqi SLa. de pnr viMc gio o:- en.toos q obs- dIe n. 71 e que o seguintpe reprovar. scente-se:
dow do, Xoik.a.O. :'.2" 0 Sk $I-w,-& -.4 Delvs eano,% PC- Sit. PJixr K-OAl ~x: --as dis:;e q 1e t nlo



de diveS. OYMPIO MRQU. nis es-l esta- padres. a cncurcii que pot a i nivrsa. e alteopai obri.ar-sepiae a ppri assinou rla
belecito nocosetrat a a ssignatura pa0a a -0. Stcorrs vTe0r-.;mwata'pra iodr o es Ve- provars q u o estranha doutrina esta de qbati-e
2 classes. pois e a prhaira q a todas as anauasi qronoja V. Ex.u a sociedade dev eno dae altesigraura? Se p le claisse scgmnmo,



O.SR. P~INTO P'SSOA :-Por iss foi que met gozai ; c assiu-jipr kmti v'wilos nesle cauji- sei- obrigada a resLituir a qua~iiia de 18: i 0
adprireisde qne V. to no a quizosse ia emir zas s directors. engordam, Inca- p6. q e inde-daines? recobu da provincial para



0 SR OLYAPIo M~nOTES :-Ea igoorava isto. 0 Sit. UCi-IA CAVALC \NTLK : -Enli'etanto que clasapropriayosi. i> No sci se '18:0OJ^ ; o qu e
0 SRn. PINTO PEnSOA :-Agora qun anto a esta i em l-seodos seas a oestas, alg'ms a6 de- Acheqetulooaio por f se .urari.
condiessao utimi a que no conviria e digo'fra companmtgias privitaesiadas. Sompanhie os nobres eputados, Sr. president qui-
pbliV. Exc torque. En priaeiro upens r a compa- 0 S ix P aT-nos PassO igalhas, e pr udeirsto lugar zereim auxiliar-me adlitido q o 1 artigo, iStuao
pave mais p)Obte. 0r u~a o de r vi ogios o fo, qtto obs- de' n. 71 e que 6 o seguinte : kkA =cecat-e




0 Shia dOY Caxn para m nout-Pois est iiesta- tam a encurro acia que 6 a lei univ-rtodos s paizes e aonpanhia obriair-s.ha aIr assignaturanos
Penset quido no poteasse proferir esta prapa- depois V. Ex. e ato'ds ors paizes tern viseo trens de 2' classes, eu scoinuo retirabei o 2 ..
clasi se a todaxcitar s explosao as vao refncts de qu a sociedade deenprim en to da0 S a si. MANOEL D o REGo Cl-Esse a dditivo de-,
porq S.ie tenhT ouvido diz-Per que realmente afoi de se; d es c as que tMe gar; assios entre e ser no project.
companhia nde de V. xe. n iir a zossem tmriho de n? Coec V. xc. ahi agaa compa- Sn. PINTO e reobu da provincial paras
0 Sdeira, ts ist nao ex:--o. 0 ignorava iso O SR. UCqOA CAVAL q ad o sent privilegtant o que dsatisfao-me. ) seise8: ; o qu
u S. Pld TO) que es 3d a mageria qCtn atjila para etoernisar-slze contra os direios e feito pora S. OLYMPIO ARQUES -Iso est no con-se apurar.
proficioultncia de quo nos conviria e do i'a ompanhiaos privilegiadas. Se o public ? Coec o, as nao eaz mal que se represioduza.ene, qui-
.sc Exses em porque ten prfaieirado, ha de sobermpadis-V. SKPc- neslrAgeiro :ina Em primairo amr zerem SR. PINTO PESO, admittindo oIbra-ie de esisla-
to;nhia d companhia niro tern tal privileagio. a Recife exrainageto q ue f ja e prodsincia os caiz- belscer ambem estpanhia adittir clausula dpossignaturas nosx-



0 Sa. OLYMPIO MARQUE3 : -&ao; ha ~ima jxeiro coh1'ador de suas anmaidados ou antes do posicao tao clara que kez o iobre depulado g
clPesula n o ontrato profrir esta pr upo- depois V. Excis.. e tos s paizes tevist trens de 2 lasse, eu errst retirarei o 2achava x-




0 Sn. PiNTOPES30A :- Ha tina casl; 0 Sa. OLYMPIO .MARQUEIS : Dislo efla ntw traordiniario que a compjaihia livesse recebido
ma? por exemplo, sobre tl'ilh'3 de~madeira hia cutna. inctevidamento essay qtiantia.
si(p e a company' exeitar a exprlosao do aproxrnar-tes oS. M ORAS SILVA :-i o es enve- o SR. ALCO'ORADO JUNIOR : Mas V. Exc.additivde-
poat e tbeirnh da ostviada public, e ahi realmenteber nenando a popuaves cao. soliie u a este respeito as infornies neces-
conipanhia nito pride adthi~tir nani trilhos (to n6,; ? Conhlee .VT. Exe'. ahi altgu-na eompa- OS.PNOIESO'-..pru (mit









os (rssagels do Marguinbo e da iSellosluga- 0 SR. PINTO Pi.ssOT-. .-. e que, comno diz saiias
maeirmasnot exto. nobrade- nobre deputao, esphisvenenado asu privilegio satisfy No-me. SSOA-E V. Ex. soliciou
0iuttd:) qua estudO.u a material on titlhos da pular etOrnisar-de V. Exc. vio nesteitos qupaies es- O Sa. AOLYMPIOOADO JUNIOR :-Sito, senoonr.
companhrofia Fderro C'arril, s considers tn- sas companhiados erivilegiadas calcarem a oi ? Chece SR. PatoINasO PSo fA :-Uma vez pois que se reproduza.
sIhoSes e adeira ? fal Sr. prEsidente, 110 n enIo acodamonto cm Exc. requ.ren estas inforraoes. eu resrarci





0 SR. PINTO PB360A :-Nao, setth0. vptar este addi vo ; janandei uia emnnda esta. lausula do addii'vo atl que as i-rmerda-
to; Sa. MEpanLIOh PINTO: te m tl privilrio. ar qu ife D rainage, q oe faz da provinia o aiora- es.venhanbem esta 2.lausula d is da ex-
0 SR. PINTO PISSOARU : No; a i o diz mooto eiobrador dhe suscompetannuidades ou antes do posiutro aditivo, Sr. esiz o nobrdente, tenahao 9e





isto. A conccssao da lei e para trilbos .urba- J0 SRt. MENiELIO PINTO : -Ja ha umna o'Jtra apresentar, mas nao sen~e poderci mandar
nclausula, no contrade to; masss ur.h urbaos so das imposiges. D arquessabre este pon,) achava ex-
f0rr.: este O qPe o privilegio. En si 0 SR. PINRO PLISOA :-P -is queoova traos 0 SR. PRESIDHNTE .- a companhia tivesse re-ebido
nas pot ex-rdp!o, sabre tfilhos de m adeira tbve.a eulpa, n eid r e to essa q a~ a






pque o conraonhia Feramplio Carria aproxii ar- reerimontoAs neste s:-E,'tido, ti de que meters mesa e entao se verificar s est
a ei 518 que foi a qa precede airpo- afungentendos d'ahipo mesno addsolicitiuivo, porque no caso de ser admito as infoaC.neces-
ras aossda companhia, comaguinho e daul a oao o ue eSPT o seu lugar.e Iso foi uma vorda- Sar. PINTO PESSOA :-E' concebasdo ns s-
rei cir-n m \iz ln lq<. + 4 o red p t da s ~ nv n n n o o u 0 S R. PINTO P k;SSOA :-- E V. Ext. solieitou ?





Sdess.s trithos denini. PINTdos urban hds duira surpreza, repio. Na e que os nobres Sguintes lAormos uo:--Sise
rerpanhia Ferr no facultativo coniderast no contri- deputados uiaasivsignaram aemenda lvesi ? S A fallar a verdade, Sr. president, sa idquea
lhtrato de madeirou madir- n ha al. sen oSinluite nto tsurprendeho aodamanto els d favoEx.recqueren aos Lansinadoraes, eu retirarci
0 SR. NTOLYMPIO MARQUES :-NMas, nse contra-. Srs. depustaddios, as qu ande uo impa a esta.lausula do addit.ccar dirigidt6 que a esta as-
to se esNipul O PINTO: -Siarenhor par que sernittirado o- aprono deste luegar do era- sembnha por.agrictor, pesoa iustrada





tra comnpanbia adoptar igual systeai da eolh so ache. *e home iibastndo. Nessa circular perle eli.
Ioeagao para o mesmo lugar. 0 pflojecto devia s&r Matpr~t e distrii~uido a~ p~roiineia o auxiLo de l16:OOO%(, obrigando-se
0 SR. PINTO PsSoA : as de trllosd iz por todos os Srsque deputadopete. Uma plantar desde data do copresidntrateo ctincoenta
madeira, ncoss da lei6 pa 0 S. ATIS En SLV : -. csta una tyojgra- il pres de cafr, em estado florescente, mi pandas
no0 S, verdade OMI Masas :-Dtrlh, r ob s phia. nestseatido de ao cesn braas quadradas de jo.a, etc.
fctrro: este 6 qne 6.ou priviltegio..Ettk.se 41i O SR. PIxTO Prissok :"-Poin que,-chovarn us O SR. PREsID1INTE .--0 nobre depuitado re-





qumadei o contract. nplua. ir. 0 S; req PINTO Po neste seOA -tid-Agora m dieo nqt Pam etter eniesatimo, seores, offircarse ese
0 Sli. PINTO518 que foi a q:- A lei no al nrpo- afungepulado que smestnypographia, para como gaadia a sua propriddade no valor.
ragirid da companhia, coneedau a ooioato nao 6 esse o seu lugar.- Isto foi una v~h'da- 0 SR. +PINTO PESSOA;---E' concebido nqs se-





madeir enninados urbanos ; ma6dira surpreza, repito. N apressemos pois d oe rmcuplo. s 6
reConsrguintenfatceu diria qucome a s no con- deputados quErA ALVs : -a enda tivesa o Senhores, ta rd o estado da agridenteesLra doa
trato fizesse porro ou Madeira-; nio ha ta. seo rintuito de sorpren do esqueciasonento, de favor de outraos pgeneans dores paiz que dcafs plan-oi





qite a lei exige. como Ludo que para la vat. adores, os ag'ricultadjres faltan~o-lhes recur-
0 S. OLYMPIO MARQUES :-Iso esLr nas 0 Sr. dePINuTado, mas6A :-Paa que nto imra a- sos veead-se na m.ecessidader di recorrerigida a st aos
no se estiulos. vor soe n sia rittidorte a estuapto de LaAo m'nt entosa inpor& agiolas, ur espacitr de vampires quoa sugamda





0 SR. PINTO PESSo A : Ella n0precisa de tancia? Depot deist disribuido, Sr. preside- de ura maneira cruel as f:r0as da sociedade.
consent irnen to da companhila do Caxanga. ... to, ecada une~os inobres deputadbs born a Poftanto ontendia que sen-lo a idea boma, mnui-
0 Sa. MANOEL DO REGO :-Precisa ; porque par das disposioes do mespno proj3cto, l~ia- to aproveitavol e de grande tffeito ecinomico
tern necessidade do pro? o -se. reoios en.aI habiSiLa4s a d-Mr urn vono tegdro para a provincia, se devia estender o favor quo
0 Sa. PINTO PESSOA "-... d Anenhuni mo- oe onscieoCposo. e para4steogrtia a sutros no valor
do, uma vez que a companhia fac'a o? sousi 0 SR. GASPAR DA. DRUMMONDo Mtas V. j o t e roo e ste nh res, a o traoo cd t agr iuxila d-
cormatimnto e, cmpaaia d Caxng ... o, cadaamma aobes dputaiodoor os aortanoentondaqe trabaio c dta qua, nui-d


T


arcial du so-, ifavisivel para Parnambwe.
p-ircial do sotl, irivisiYel parii Pernatbau~.
AdmnalistragIo dos cuirreos--Essa re-
particao arrecadou no mez de julho.
Dd 1877 6:-703
639m -6-
De.-187 1:rx)-.
0 priinojiroib'(iji9-se asassi .
Settbs 4: BtO
SCurtas 9 0
PKV.TRio 2: MW '
Saqucs i: 1360
Assignaturas 160,000
EmnolumuentIs '1100
Multas 98
Extraordinaria 1
Passamento -Vietimt- .de padedmentos
antigos, falleeeu e fbi himitem sepeltado no
ceinmterio puihlic,) do teife, o aatig6 coam-
mnrciante de nossa jrja Jo -6 Maria Palrneirm.
Dinhelro-O vapor Pirapaiu loerou desia
praga para
P'anhyba 9649
Natal i:1W
Moorner t'989)100
0 vapor C'nV It rE, l rI.-)n pare
Macei6 2*M,- ,
Penedo 4;6t 540
BIblothelicca provinclal-Frequentartam
,3-;ta repartica.) du,'anLe a seiana finda275
passoas, que c3lsultaram 335 obras, send de
dia 62 leitores e 208 obras e a noile 113 lei-
tores e -127 obras, sobre revistas e jornaes
202,literatura 81, direito 16, philosophia f0,
political 7, religiato 6, hisLoria 6, medicine 4,
geographia 2, eicyclpedia '1, nap seguinles
linguas: portug,'za 23'93, franceza 46.
Pagadorla de fazenda NestIestac0
pagam-se hoje as seguintcs folhas:
Arsenal de minariiha e cornpianhia do apren-
dizes, operarios do arsenal da marina, me-
lhoramonto do- p)rto (empregados).
Luzo-BrasilelIra=A sociedlade de bjneff-
cencia Lizo-Brasileira, en s3ssiio d.3 assem-
blWa geral, havida a 21 d- julho ultimo, ole-
geu sua nova a'lmiaisctr;I:io para 1877 a'1878,
,que ficou assimn cG-;npjsla :
ConIsclho fiscal
P'esidente, Visconde do Livramento.
Pie'-dito, Carlos Edunard, Muhlert.
1.o secretario, FPanisco dos .-Santos Naves.
2.o dito, Faustino .o1) do F'onceci.
ConselhCiros, Jose lerreira Comlho, Francis-
co Pereira de M1eirelles, Jos6 Chrispiniano da
Silva, Joss Lopes -A4heiro, Joaquiim ,Fernandes
Sdo Monte, Joaquim Teixeira Baisto, Antonio da
Silva Santos de Meras, Antonio i Bento de
Campos, Jos6 Elias de Oliveira, AnMonio Josd
Pe 'ro Gongalves, Guilherne Joaquimn da Silva
Braga, Antonio da Silva Junior, capitlo Joa-
quim Agripino Furtrado, d'"enlonca. Josd
Fernandes de Mello.
Directarit
Director, Manoel Lourenco da Silva Sobri- -
nho.
Vice-dito, Paulo Pereira Simoes..
I.d seceelario, Bento do Souza Mira.
g.o ito, Manoel'Moreira Campos Junior.
O,'tmor, Dr. Antonio Sergio Lopes Lima.
Thesoureiro. Manoel Ferreira Pinto Malheiro.
Cdmmiss.io de "exa;ne de contest
Jose da Silva Rodrigules 'relator), Jose Aze-
vedo de Andrade, A. '. Barbosa Vianna.
-- Quinta-feira proxima, 9 do corrente,
poletas 6 horas da tarde, dove ter lugar a posse
dessa nova administrator.
Luta e ferlatentos-No dia 2 do corren-
Le, cerca de duas hora?' da tarde, na occasiAo
em que os press Lino Baptista do Carmno, Jo~o
Rosas Nepomrnuceno e Jos& Maria Correia de
Mello, iam da cadeia da cidade da Escada para
a sala das audiencias. afirn de assistirem a in-
queriQao de testeniunhas no process que
contra elles se.instaura porcrime de roubo, o
preso Jose Maria, no proposito de evadir-se,
Jeixou-se cahil n'uiv buraco, onde, sendo per-
seguidopela escolta, oppoztenaz resistencia.
armado conm umna faca de mesa, de que so mu-
nira antes de sahir da prisao, resultando da
luta sahiremin feridos o sargento Thomaz Ro-
drigues Pereira Junior, dous cabos, urn guard
e o fugitive, quo naio ptde lograr seu in-
lento).
M1rte repentina-A's 11 e meia hqras da
manlhti de honteim, ach'.va-se na Botica Central
da ru-a do Imperad.jr Firmino Guedes Alcofo-
rado, quando subitarnento cahio morto.
PresenCe a policia, que foi chamada para
conheoer do facto, piocedeut-se ao necessariO
exanme, e .segund) a opiniaio dos facultativds,
que o effefluaram, conclumo-se que sucsumbi-"
ralelle a uma hemorrhagia pulmonar.
Correcao-Precisam de correccao uras
pretas vadias e de procedimanto desregado,
que dernoram em urn. casebre a0 pateo de
Santa Ihereza : urge que a p~olicia prsda
.contra esse attentado permanent a morale a
civilisagao. I
,Assassiuato-A., a:nanhecr de hontem
(6) fii encjiitrado mortu, victima de urea faca-


4>


,am _


trilhos de mnadeira, 'porqae a temos no hossO Exc. quer isso na proxia sessao. trezentos contos de reis, e par# o anlno a pro-
paiz t.o rija corno o ferro, t6de para alli se- O SR. PInTO PEt3SO. -Eu qaero nesta-ses- vincia, confornle o sea estado ectomtico, re-
guir os seus triltho atl receber os passageiros sao, porqae esta sesso dura at6 o fim do an- solvera se deve atgmentar ou diminuir a
Ai beira da estrada.
Sbeira da estrada. -0 ontra n o [riso] se tanto f6r piveiso. E, Sr. presi- ,quota. .
S OLPO MARQUES -0 cntra no dete, sos ed fosse o admninisttador da provin- 0 SR. ASPAR DE DROMMOND da um apart.
0 permitted. cia havia de dar m assemblea provincial tan- 0 SR. PINTO PESSOA :-Sao apolices t&e que
0 SR. PiNTO PESSOA: Mas nao estou di- Las quantas prorogaoes fossemin necessarias a-provincia flea devedora 6 verl'dade ; assim
zendo quo a lei nao veda ? V. Exe. falla-me do para tratar de assumnptos desta ordem que como flearA dos trezentos tos Cntos que emittir
Scontrato e eu fultlo da lei; e precise obedecoer intendem corn os interesses publicos: No to- para a companhia pernamrbucana ; flea imme-
Sa Lei. A lei 6 aXpressiva, 6 positive. neste poN nbamos pois nenhuina press, porque seno diAtarnente responsavel...
to; o contraLo 6 que e facultativo : o contrato ettar. deste assumplo este -anno, tratur- 0 Sa. GASPAR DE DRUMMOND : JA dei a
frui al6m e alei ficou a quern. Enteadd V Exc.? se-ha em outra sessao e nern posso acreditar explicag5es.
Agora, Sr. president, o que 6 m:is singular que os vindouros representantes de 0 pru- 0 SR. PINTO PESSOA : ... sndo que-om
e que nem mesmo o privilo,ii t.a a compa- vinia se menos patriolas do que os no- agricultor desta ordem, rico e.abonado, que
nhia SP CaxangaT. bies deputados. JA vi bontem dizer-se, Sr. presta garantias do dinheiro que pe peepor em-
0 SR. M,NLoI PINTO :- Isto 6 outra ques- president, que er igo aproveitar o tern- presLimo, nao esta nas condiqOes da compa-
L PLTau. O PSSOA :-0 contract c i po. Nau Otm q e=tear lenpo. :,hia pernanihucana qli tern uns dasces de
0 SR. PTO PESSOA :-0 contract cosipna OgSR. MOREIRA AL. :'-Apo*do. vapores velhos e que nto pd.e prestar as ga-
6 verdade este privilegio, us,6 urea estipula- 0 Sn. PINTO PESSOA : Em ppimeiro luger rantlias necessaries para uj. tao grande em-
Co& illegal, nem mais nem me'os, a discussuo illustra, instrue aqaeUs que ten prestimo.
0 SR. OLYMPIO MARQLE-S :--N'O; n0o0o con- de dar o su yarwn, cuinprimuento do* seus 0 SR. GASPAR DE DRUMMOND : -Se assim 6,
sidero illegal. .djveres. Asl.u e o quoa ma parec inais until e fique aOrto que oLemnprestimo naOo se reali-
0 Si. PINTO PESSO.: -,Illegal neste sOi- mais rdazuavpl. sara.
do, porque nto oesta nalei. EnLAo V. EMc. 0 SR."U-A GAVA;LCANTE : A cafa eLA 0 Sn. PvNro PES90A : Tenho concluido.
que quer'? A lei n.o ddt o prioi~gio a.urea
pquoh quer? A lei noo da o peeegio aduesa bastanatee olucidada pov V. Exe., pare powder (Muito bern, mmito hemn).
companihia, mas o eoaiato em oexecuaaoA: ssa vS o add.Svo kjidos, apoi Odos e postos conjunetamente
lei dd o privileqiti; seguse que a companhia o PINTO PMi. A:--v Exe. diz quo eu em dos, apoiidos e postoes conjuddi ctamvos nte
teotpivleio 0 Sa.Pitiv Pso. :-,*Ee i uae r ~ soosegiiintes a~ddith"os:
tern privilegio ?e rs n6s estams hbirtaos mas < N. 74. Acldttivo ao art. 50. Fica o presi-
0 SR. Oi.YMPIO MARQUES dd uni aparte. V. e.0 pr urn esp l)ho divr s dented dautrisado a despender *t6 a quaitOlia de
0 SR. PINTO PisSQ^ -A Eu reorsbeco que t*zUCsHOA GAVALCANTE :-V xC. tnLrZeLUs cointos de reis, em apolices de juro
V. Exc. 6 grande a mentador, mas neste fllustrado'muitoa discuss. deo e7 .'0, para o fltm do subvitacnar os plan-r
moment tern uma d Mida tal qu niao p6- o SR. PINrb PSSoA :--V. Exc. d quem tern (adores de cafe, nesta provincia, mediate as
de facilmente anompanhar-me (riso), pou que, illustrado c)mo temrn foitu muitas vezes ; eu neceseri garanLias qu devemorestaros
se vai para o oonirato e eu apresanto a~ei, V. apenas tenho u.n esLtado superficial, muito subvencionados.--Pinto Pessoa. -Bwros Gui--
lExc. nAo gosta da lei; mas s e aprtieMts um perfuntorio; V. E.-c., ao contrario fez, um es- marTs.-.-oei AL s.-A o Leite.
contract) que ten um privilagio por venturaes- tudo grave e proftndo ; mas infelizmente che- ( N. 7. Fica tesene da provnca a-
candaloso, V. Exc. nao gosta entao doprivilte- gou a comlusoJs diversas daquellas a que en torisado ua despmn r ara6 dou4 contos de rtis,
gio, nao gosta do eontraLo volta-se ara a eg cum a compra ee cem camas de oerro, coletedes
lei. A..a~ mais necessartos para a casa d t expo"tos
0 SR. OLYMPIO MARQUEs.d uin artle. 0S. -c va r r : dedea desfa.cpida d e preparait a landtWli dad'ai-
Si. ly.,w Passo f; Nest.l.aba a hen- f,,.'W OP tSMjO-*O* eont dtli"-
Sri.odsVa e. quer, eiad. mAo m i a &- .a iei.. i,- N. 76.. .Aoadditvo a, 71, accrescente-:
gano do nubre deputado. ftW. p..stelligen ddt te w aa atdutadcnloo- 4, K mpa&ih attl dtig-'se estet 4#.eaW -'
vileg% para carries do larro F dgf~i ottulhrdtusov~u'~A~~ul1~dIg.s ~ g~ee~-
aqQl'Sa pima l1ei logo- 0m i i do l d a ihis al declatada muito fralea e irn- siguaturas do 2a classes cam o rMesmo afilt-
concedefalgdos trift etrs dfer g Z ^SSUa"i. f partna pr". mento das assignaluras de 14 clsste. -- P
beiaede mWeka. V. Vae& s$4be Soaz ctiao &aoddadl desid- oe.o, P ,. D.
is veze* g.monigmt. -.mdo 0oquer fa .- *' reaer contvatate fali 4.a6%tods sabea t:uad qerida peloS:. Gaspar deDrunimond, rem-
-n &0.6-86-- V CU.. .000 f., M'Of- t -- ado o, 0. qU ? nbhece-se nao laer pupmwo.-
"-t/. G alae r db de "m e- 1u-os0 acrs n 0sam 04j Pkidetftae i'fzrm qte, O-
deals O Sa. t. o WA M-.f-t .e -,. O ift1 ?, V.'e sA~zternm.oespi- *kaute isso, Q Sr. t" sec iOta Vali proDd
deosur taaowf eu q ao ve,,.. Iileao vs -"lat .f
ss ~ as ^ v~or"1 tee- r M i"1WS
Sur&, a qasiw CS- I etii t W.:m
OSR.PINTO PESSOA:'-. "pC. toma se,, 0J6., i I Re, a, t a sp*cta al.r ,
presCatleaeac4M M 4teaess. eot 6 t eIIftara
taots, quourn oot ? U GAVALG&NTt O doi "a repilmmi 4Erq^PW
P ss6 etwwk11 do' ,
oorn to4 ill am. !i Fiqa itj ?5
p se vAr as' o pros42.1,
-" -0 0 Sr. d o


1(.



















































Falleceram.
MaLbthias Cesario de Araujo, tuberculas pml-
mnolares.
Antonia Maria da ConceiCao, tuberculos pail.
monares.
Ezequiel'Anlonio dos Prazeres, lesbo do ca-
raC,5o..
Roza Maria da Cwicei.c, tubarculos pul-
monares.
Passagelros-Sahi.los pare os portos do
norte no vapor brasileiro Pirapamaa:
Joao Moeeiros Brazn, Camnell') Baptista edo
Menexes, Jos6 Marques; Joaqnim Ignacio Pe-
reira. Alexan.le Varella co Nagcirnento, sua
senitora. umrni criada e una criado, lenonte-co-
ronel Jose Felix da S olv ,. a Ailreda dia Cu-
nha, Tranjluiilino da SilV.A Antunes e 1 criado,
Bellainina, Inmael GCosar D. Ribeiro, Jo. Ale-
xain:lre PI'erira, Ricird.) Corildiro Miranda,
Manoel Sevd Filho, \V. liellern. Antonio For-
reira de Al:n.ida, EIgy C. de S)iza, capitao
Liabolen, Joaqjuim Ignacin e Manwel .Xffonso
Mello.
-. Sahidos-para o sul no vap)r national
Cornle d'Eit :
Dr. Manoel T'homaz B'rbosa Freire, Joao
Ignacio Carvalho Mendonqa, Manoel Ignacio
Carvalbo de Mendonga, laul Carvalhoa de Oli-
Sveira, Maria Angolica e smI titha, Manoel Jaa-
quirm Carneiro. Vicenqia Mtaria da Conc.ei.ib e
sua frilba, Xrinio Gom!es :da Albuqueaorque, Ma-
noel 3Bernarlini AlmeiJa P'arf, Augusto Mu-
niz B-apti.L Jos, Leoaardo itadichli, Antonio
JosN Mendes Paiva e Vitalino Cordeiro Lins e
I criado.
Ilospital Portagaez do Beneficencia
-9 iaovinmnto das enferinarias deste estabe-
leoioieuto, na senana da 29 a 4 di agosto,
foi o seguinte:
Exi3tiaTn 2., eairuramn 3, sahiram 5, falle-
ceu 1, ficam en tratamnento 25.
CortUinfia em exencicio o Sr. mordowo Jos.
Maria de Andrade.
LeilOes iloj3 real san-se os saguit)-
tos :
Pelo agente Pinto, t rua do Baro do Trium-
pho n. 88, de piano, mfoyeis, espelhos, can-
dieiros, louga,e crystals, obras de dlcLro-pla-
te, urn cofre de feorn, umna ,orasa de copiar
carts, obras dle prata, etc.
Pelo agent BIuwainqai, d rua do Bu)n Jesus
n. 53, 'de urn terreno no povoado do Barro.
coin 690 palmos de fundo, ao qual so acham
edifiladas duas casas de laipa.
Proclamas de casainentos.-Leram-se
no dia 5, na matriz de S. Jos6, r seguintes


II

4
4q43
#1t
*1'
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4
I
itt
a:
A-
F

7













1:.


Jus6 Antonio da MoLta LrtuirnarSes corn Zul-
mira Cabral da Silveira.
Joaquim Gongalves da Sir'ha cornm Senhori-
nha Correia de Vasconcellos Araujo.
Ignacio de Souza Ferraz coin Ignacia Maria
do Livramento.
Antonio Francisco das (Ghagas co MMaria da
Conceigfo.
SAntonio eTaveira dos Santa)s cam Manoella
Maria de Jesus.4
SZacarias Francisco llibxiro da Silva comn
Eufrazia Maria da Corrcei<'ao.
Manoel Demetrio da Penha com BaJbina dos
Santos Moreira.
Segunda denunciadao
Severiano Jose do Patrc'cinio corn Margarida
Firmina de Frauca.
Joao Francisco Leite corn Francisca Barboza
da Silva.
Claudiao Fernandes dos Santos corn Ale-
xandr'na Isabel do Espirito Santo.
Jose Lourengo da SilAa corn Maria Francis-
ca da Gonceigeo.
Deomedes Francisco das Chagas corn Isabel
.Eduwirgens da Soledade Braga.
Terceira deu-;nciaa&o
Narboni B3artholomy corn Josepha Maria da
-Conceigao.
Tiburdio da 'Silva Ocelho cor Francisca
FPsAta Cragas.
Bacliarel Aloipho Taiok da tosta Cin*a wn
Emnilia la Silva Neves.
Jo.lo Manool la Paz, viuvo, corn Antonia
Maria do Monte.
Manoel' Jos6 de Olivtira corn MaTria Emilia
'erreita .labello.
Joao Felippe Bazilio, viuvo, toin Francelina
Maria doEspirito Santo Ribeiro.
Vicente Ferreira da Ccosta corn Isabel Rita
de Santa Anna.
Antonio Paulo Botelho com lHenriqueta Aurea
da Cunha Oliveira.
Manoel Ribelra da ilva Cavalcante corn
Luiza Ny-ripha'de Canrargo Pegado.


144ftt Froi-ii^
-.0 w ow .0.G
*43*SteaebJWsSila. utStep biOG
avuuapsiq o q Suebs, -ok^Ka rgimu d
sbou.593I; end fi Bsmgim nrntdu OS,
laqesiO sxfd~ss4 seguletea~ pmtnhaMil
de 7 oe oUrbto AtS ta8. -- y Ama *oida.
De Jos6eNogueira de Souza, miftgialn1m
quato aos sous oaixelros Luiz Antonio de
Soul, Manto ( Gq i da SitV a Lauriano
Braadao da Rooha.-4karia.
De Poflrio Machdo, pa finm ideaicouan-
to mo soeancixis Faaolsoo VirgilUio de Luaa
Freire.--Coo pt.,
De Hermann Ludgre.n & C., registro da no-
maumeW de o s caixsei fool ?* .dos
{.as.-aaoaeGc*2atrassjpaataaia fa.-
ou beolualr Jos6 Joaqwm Alves do Albu-t
querque, para ipAl 1im quanto aos samecal-
Srews Pedro A. A. de Albuaquerque, Igoacio
ieques da C. GuimarAes e Bartbelomea An-
S de Medeirot.-Deolarana a ide do ultime
taxeiro, que est escripta de mannira que
wl se pd6e l r, seja registrada a nomeaqeo.
i Do Neves & G., registiro da nuaneagao que
apreseoata, dos saus caixeiros.-Como pedlem.rn.
De BTiltar 0. & C., registro da nomeacio dos
seus caixeiros.-Assiguada apetigao e'pomrnea-
aio nos ternos do art. 14 do regulamranto n.
733 de 25 de n)nveaabro da 1M5), r.gisLre-se.
De il'iyauado Joss Tavar'es para fin i.Jn:ti-
co quiunto ao suen caixeiro )Lnoel Alves ida Sil-
va.-Cono "requer.
De Jose Rpdri.ues flacieira, pare igual iin
quanto ao sen caixeiro Luiz Gaines da Silva
Junior; assigmando a pethfto ea noeaoau, a
seu rogo, Manoel Do:ningues da Silva, cornum
dua testeman has.-Janta procragao, de con-
formiihkIoe cn a dispjsigiao d art. 14 do re-
gularaento n. 733 doe 25 de noveonbro do 1850.
De Antonio Francisaj CG)rraia Cardoso, osta-
belecid.oi) corn fun.Iicko o-'sta ci'lade, solicitan-
do caii tie inatricula de conomerciante, e apre-
senta um attestaJo frinado pelos co:nmorcian-
tes inatriculadas I.os Goines Leal, Parente
Vianna & C. e Josd da Silva Loyo Junior. GCo-
mo pede.
Da Wilson BroLoers & C., para que se made
declarar. no ragistro do obrigagao real sobr&
navios, feito nesta junta, centre os suppticantes
e Francisco Botelho de Andrade e sua mu-
lher, o aoma da alvarenga Florut de 40 to-
aeladas, mtarcada cowin 'a letra L, visto ter o
copista do tabelfaio qua lavrou a estriptura,
omittido no primeiro traslado essa einba;irca-
gao ; e junta para dernonstracaoQd* ua allega-
gio, uma certad'o do respective tabelii5o, pas-
sada en virLtido) despaho do Dr. juiz de
direito Mir;tnrla:-Seja rogistrada a margem do
rogistrd da escriptura que so allude, a certidao
anncxa A present peticao.
Do Antonio Pereira (a Cunha, baixa no re-
gistro da sua marca, effctuada sob o ni. 7, -e
registro de outIra quepapresenta. Satisfaqa o
paro,'er fiscal.
Do Ma:aoel Heleao Rodrigues dos Santos,
connmerciante estabalecdo aao Passo do QAma.-
ragibe, solicita matricular-s,, sendo attestan-
tes t) seu credit Jouo Chrysostomo Gongal-
yes Rosa, Francisco Joso da Silva Guimaries
e Francisco Guedas de Araujo.-Adiado.
De tugenio Goncalves Cascao, por son pro-
curador, pare que so registry a norneae4o de
seu caixeliro Ladislio los6 Fsrreira.-C-rno re-
quer. Ndo tormou parole neste deferimento o
Sr. deputado Cascatou ; e'o Sr. Pinto votou para
que fosse assignada a paUegao nos Lermnos do
art. 14 do regulamento n. 738 do 25 de novem-
bro tle 1850.
De Mendes Lobo & C, idemrn, quanto aos
seus caixeireos Luaiz Ferreira Games la Silva,
Arthur Estanislo da Costa e Franoisco de Pau-
la Silva Junior.-D-lferida, votaado o Sr. Pinto
da mesoa fonrma do despacho antecedents.
De Samuel Vaz i ,., idem, quanto aos sens
caixeiros Antonio Damazio de Brito, Augusto
Tuixeira Lopes e Antonio Martins de Oliveira.
-Gomo pedem, votando o Sr. Pinto da mesma
forma do despacho anterior.
De Antonio da Silva Faria, idem, quanto ao
seu Acawiro Fuanoisco 4a ALssis Ferusira Co&-
lho.-1egistve-se, votando a Sr.Piato sob o
mesmo fundamento.
De Jcs6 Baklxsa do Me4Io, idem, quanto ao
seu caixeiro Jos6 Barbosa de Mello Junior.-
Seja registrada ; sendo voto vencido o Sr in-
to, polo predito fundanento.
De Manoel Joaquim da Recha, iden, qualto
ao sou caiaira'o Jos6 Pedro de Castro.-ltegis-
tre-se; sendo voto vencido o Sr. Pinto, polo
supradito fundamento.
De Jose- Antonio Gongalves Penna, iden,
quanto an sea caixeiro iJos6 Joaqulm Cecilio(
dosSantaos.-Seja registrada.
Do mesmo, para quo so d6 baixa noareistro
da nouieaoo de -seu ex--aixetro Jolo Paulo
Franciscnie BodiedtBs.-O^-. A bai$a pedida,.


De EugiBTo1on{atvesC-sQto,iarao mesmo
tim quanto ao ax-oai.woo Alfredo Valerio da.
Silva Ferreira.-Nh tnrr:ptdida. 0 Sr. Gas-
co naio tLomou parLe neste deferimento.
De Antonio da Silva Faria, para fim identiec
quoal ao ex-calxeiro Joaquim fltiano da
Silea client 61.-Deferida.,
Do Joso Chr'ysosamno Goncalves Rosa, para
quoe s he de per certidAo os aomes dos seus
oaixeiros, registra4os sob o a. 4,363 e se as
norneates conteem as formalicados exigidas
no art. 5." do regulamrentoe provincial de 7 de
eutabro de 1873.-Certifique-se.
De Luiz Rocha & C., parsa o nsmo fim,
quarto o registry n. 6.10G.-Comn pedom.
De Manoel Ferreira do Souza, idem, qaanrto
ao rogistro n. m ,528--D-se.
-De Maaoel Franc-,co Marques, idem, quan-
to 0 tatutb b. 4,tsVkaf.!aCrA t4felfiNf
e Famrao da Cutiht C, 41ernt, qiwnt'6ao
regigtro '. '6,005.-Ceflqb-se.
De Ferraz &Peretra, idem, quanio ae regis-
tLro i. 6,044.-Passe-se a certidbo padhila.
De Fernandes & Irmo idemn, cm face do rot
gistrn a. 5959.--ComoGper m.
'De' ')bftingoa lterira da Silva,aihsp, em
face ao registro n. 5.95...--Dferida.
Do Carroll &LV., idish. -am fate do registry
n. 4,544.-Naforma podida.
Be COtt & C., idem, era face db geism n.
5,483.-Sim.
Be Costs irnae. &C G., iAdoR, em Wce do ft-
gistro n. 4,84.--.Dse.
De Cruz & qaqtro, idep, quanto ao registry
n. ,3S(2.--6et6.8tt-8e<..',
DeAolUnio ,..fsa.ariq idem, qUano a0
ris*.ma n.. rCWOTq .. "
De Josi L* AUv&eI9l4a, fttto
meaia do sau itase irO Antomfo Aves A\--.
-Seja xqtgSlttl. a ... "


,.,.---. --.- ,. .
Educ=.*B teninas.

bilitada, emSasiiJisfliE.eduav&
meninas, erm a wafsuterias quo se d o
om noss. -oollegi.s, 0 agistfwa 6 exercido
pela propria faailia, quo oltA gas coediQges
do aperfigaar sias alumni ip aws principios que
consUtunew a du(cagoumite A uma so-
ahora. A casa torn cDoirnUolis.paa ucternas e
pensionistas, qaa se receiempw a mlico pre-
go. Para informages: o Sr. Gustavo da Silva
Anlunes, aa rua do BaSe ida Victoria n. 46 ;
o Sr. Joo Carlos Cavalcante de AIbuiluerque.
na cidade da Escada; o Sr. professor Joaquimn
Elias de Albuquerque Barros. em PAo d'Alho,
e nesta Lypographia.
A tratar na rua Imperial n. 43 onde tan-
bemn ha quom ensine a mentnos (externos),
portuguez, franrez, inglez, ariihrnmetica e ou-
tros preparatorios.

0 Dr. Aatoo 6 d Vascaelios Me-
nezesde Drurnmmond, snrn-namente pe-
ahorado para corn todos os sous es-
timinAeis pareates, colleges, ;nigos e
dlisipulos, que aio so., por inuitas ve-
zes o visitaratni e o procu'ra'm ATnanimar,
durante a fatal enfermidade, que assal-
ton suia nui querida filha D. Josepha
Januaria de Menezes Vase6ncellos de
Drumnond, e a arrastou iA sepulit'a, se-
nao tarntem que concorroraw'v(ewn gran-
de numero esporaneamente) a lodos os
suffragios prestados, pmr almna delta, nos
dias 31 do mnex ultirno, e hoje:n a ma-
triz da B6a-Vista; acornpenha'ram ao
seu cadaver ao cemiterio public ;-e fi-
nalrm?nte :nani feistaraln-lhe seUs sinC-
cero; pezamnes ; e ach1rldo-;e na iMpos-
sibi'lilade, A vista do -l :,k ii estado
aftlictivo, pa; Lrv .-peZ adnte agra-
decer-lhes to'l1:..'ssA &,!idas linezas,
apressa-se eian p&idtr-s! (1le-0e meio
piara dar-lhes o mais',pub,,ico e solem-
ne testerlninio da acriso:ida gratidtaio,
lae por ella confessa daver-lhes para
s6mpre, bemn corno para oetreTecer4hes
sea dirninuto prestirno.
Par igaal, se dirig 's itlistradas re-
daces dos jornaes desta cidade pela
benevolencia.e cavalherisrao, corn qut,
procede'arrpublicndo a noticia d9a-
quelle infWa t* conLtecimeato denmions-
trardo vivaraete partiejt' dos sau.


mra juItos pezares.
Recife, 6 doagosto Ale 1877


t.


G GUE NNN E
ADVOGADO


Cuixa Eeouomica e ,fwite

de Soccorro
DA PROViNCIA DIE PERNAMBUCO
Vom garanUa Ado governor Im-

Estabelecitos% to do utCommercio
N.48
Decreto n. 5,594 de 18 de abril de 1874
A CGAIXA ECONOtICA receive de ecada iatli-
viduo, desde 1S ou multiples desa quantin a1W
505 par semana, a jurxos de 5 ,po cento ao an-
Ano, contados do dia seguloto ao em quae tiver
lugar o deposit.
ogo e as. quatias dwpositadas e seaws
juae prefzerem a aso'ama *te 4" ; 16 esta
'tsiwsa impomtciRcewasrimk aatvMtr iwros;
conservando-se o restante, em imptsite, semr
promio, mrnquamto. o depqositne o n o re-
clamar.
0 depositante p6de relirar er4 qualquer tem-
po today a quantia depesilada e seas juros, ou
sfrente papte, prevenlndo catia corn mante-
cedeflcia st oirs dims polo raenos, quando ex-
cder ie tE00 a .importandia que qui er re-
tirar.
No tim de cada semstre do anno -civil srid
capitalisados os jmrw 4h*cidos.
O dopositante qih "petrder a resppctiva ca-
derneta, ever, parltticipal-o im.mediatamente
d-cixa, annuamcadoa a 'porda pole gazeta de
inaior circulagbo. PgacAi pola nova adler-
neta iue so Ihe expefir.
I' euMsmmnfkbn pemutiblo ae depoetante
fazmk e dni Fen quqt etr al7teoraCba no to leto
da cA erneta.
0 MONTE IDE SOCCORRO fez emnprestinius
de quaritias de 5W atm a qne for conveandwiA",
da, sobre.penhiores de prata, ouroe editnUf-
Les, a juros do T" per eoot* aonmoz, sob as se-
guintes condigla: '
I." Pagar a respective cquantia corn o preawi
de I per conto, ao mea '4u se veneer durante o
prano-que tnvounebiiar, qaw: sorib idto
da data da operalao.
V' Set veadidao w tem t aO o poqhbr%, Se1o-
cida o tempo ae for resatado, daii1t1.'OPr
o prazo-doemipC6Slinf., '- .
or twjrn7kis *.
nd fO6r procurado durwinte o prazo ." 4.lo
annos, contado4a. ta do,-i _,.Jq "
4." Se acontiar qu o .br ttn
neste estabeini^ i)
tuido aomutwVat., -a006.0


do po .ai6'
g'm adae0,


-w '' ym -IM -
tras por 55000 pwr rz, ao havendo
eatrs.'
- 'A lingua faWeda ni-.ellegio a fran-
cerna. ".

Instituto de 'Nossa Senhora
do Carmo
RUA DE S. FRACSOO PALACETE N. 72,
Director Hermino Rodrigues de Siqnteira
Medico Dr. Cyrillino Castro
Proiessoes:
Primaeiras letras e portuguez-o director.
LaLim-o Dr. Altino de Araujo.
Francez-,o Sr. E. U. Mazeron.
Iaglez e rhetoriea -no Sr. Francisco do Brasil
Pinto.Bandeira Accioli de Vascoacellos.
woographia, historic e philosopiaL-o Sr. lg-
nacio do RPego Barros Pessoa.
Arithmetica, geometria e algebra o Sr. Jos6
Ferreira da Cruz Vieira.
Doesenho de peaysa'ns' e fignras-o Sr. Alfredo
Ducasble.
Musica vocal instrumentall o Sr. Canlido
Gomes ida S.lva.
Recebe alumnus interns. semrni-inos tLorne
o externos

MODISTA FRMNCEZA

Rua do Barai da Vitto-

ri na n. 48,4o andar
Enfeites para chap-os, vestidos para
casamento, baile, theatio, visits, etc.,
etc., etc.
Vestuarios para criancas; prepara-se
.po om'n ultitauda da Europa, corn
muita perfeico.
Pregos muito razoaveis.
18 Rua do Barao da Victoria Ig

M. 199.-Agua florida da Murray
oe Lanman
Se o simples prego de am genero qualqaer,
fosse sompre reputado come "a media de seu
exact valor ; n6s supporiamrnos que este ex-
quisito e deolicado perfumes .e cosmetics era
inferior a alqgwrias perfumarias estrangeiras,
as qtraes-s-o vendidas por un preco quatro
vejes mais daquelle outro, emquanto que, saa
qnarktidade nao ahoga a prefazer uea quarta
arWientlida n'u.a das garriafas da ague de
,lorida. ,
Pcnbm fdilfienot;oomneO pssuimos ua rea ma-
neira Hvre e independe te de former juizos
prodnzidos fs evidiencias dos nossos propvios
sentidos; a rossa caeiusAo 6 pois neste par-
ticular. ama inteiramente mui different.
Temos par varias formnas examinado esta
rara prepard'Ao, e sein o mais love eserupulo
ou hesitagAo, pronuacialos a s," fragrancia
nao so inextinguivel, Camo tambem fresca e
suave como a des proprias flores, emrn todos
os respeitos ti agradavel em .seu delicado
wao a a q alwtwruca trSa2f fis a.n, esle 'A-
ma:s nos teha siq brnpjeido, quer da GC)lo-
nia, Paris oWLidz1$. '
Esta 6 poird- ttlA Wsa por t.Lla a
America Hespanh6ola, e n6s de todo o born
grado a contflrmamos.
,' .* fN .


c0OMICIO


Junta dos corretires
PRAQA DO REFE, 6 DE A49STO. XMJ47
As kr horas rtad
Acg&ao da companhkia de sogluro indemnisado-
va de valor do 200000 par 320M000
ada .uin.
Algodmo de v sotm, 7000 p or 15 kilos.
Dito mSdinQ, G. fi0 larb kiloa.
Dite de gmt srto 0 ptr f5 kilos.
Camto Wbr' t" dres, dfv. 8l., e
.4a d. por IOQO eabbado.
lu seoMOlaaB,'mAiden to.
.JiheaUA ,, SaeotaHo.

ALFANDEGA
Rendimento do-i a'4 120:837,63E
Idem do dia 6 26:5929519


p"n'ang p:, .a :..


cam a ~f'1B6
.pinm 0 ',., P .' mmw C. toW
sacwqos coh 4AW0 kilos def.dinit; A 41.P.
- -Lima M e 150 d. porn 13.000 ditos de
No vapor wacremi Pwm arregaram :
Pamaso I P.pdeedoW SW saccos corn
f000 kilos de farinha e 20 ditos coun 1,360
ditos de milho. Parm Macao, J. A. dSGastro
Vianna 134 ditwO corn 6'00o dits de farinha;
D. A. VillaroSf.iW6ditos eqmw 1,e0 ditos de
dito kF. P. deFarin 101 dites corn 4,516 ditos
do d-. Par a Parahyba, M. da Silva Faria 1
barrfl in 100 Itros de alcohol. Paaa o Araca-
ty. A. fR. P. Lha Juntor %ssnooos oom 1,600
kidos 4B farinha; F. D. R. da Silva 6 barraas
cot 54gi ditos Ade assucar reflnado.
No vapor nacional GCende d'Eu, carregou
parn Ararijt, j6,j. de Oliveira Mello 10 barricas
corn O00 kilos aisucar refinado.
go hlse m'dcipt Tres Innma. carregaaram:
para Vossor6, Satyro Gordeiro 2 caixas corn
120 kibs de doce ; J. J. do Figueiredo 10 bar-
ris co i1,250 .Wde mel. Para Macso, C. G.
Torres 50 saccos coin 2,90 dibos de farina
20 ditos corn 1,100 ditos de milho.
Na barcaga FMi Vital, carregaram : pare
MossorO, S. fMLemnos 8 barricas corn 359 kilos
de aessucar branei,; J. A. de Albuquerque I
pipe corn 480 litre de-aguardente. Part Macao,
C. G Torres 450 saccos corn 18,000 kilos de
farinha; D. F. P. Baltar 207 ditos corn 12,420
ditos de dito; L. M. da Assumpcho 74 ditos
comr 2,960-ditos de dito.
Na barcaga S Luiz, carregou : para MacAo,
L. M. da Assnump&o 191 saccos corn 11,460
kilos de farinha.
SNa harcaea B. Flor, carregou: pare Macahy-
ba, J. A. G. Pires Junior 3 pipas corn 1,440
litros de aguardente e 7 barricas coin 520 kilos
de assimucar rneaJo.
Na barcafa Nova BebeIe, carwegou: pare
Villa da Penba, J. A. Pires Junior 4 barricas
corn 305 kilos de assucar refinado e 100 sacc')s
corn 4,000 ditos de farinha.

CAPATAZJA DA\ AIANI)'GA
.tendimento do din I a 4 2:586W465
Idem do dia 6 53560 8
3:121$543

VOLUMES ENTRADOS


No dia-i a 3
Pio dia 4
Patacho allemnio Cato


VOLUMES SAIIIDOS
No dia 1 a 4
4o dia 6
Primeira port
Segunda port
Terceira porta
Trapiche Conceicgo
Trapiche d'Alfandega


4,007
451
3,556

3,846
122
345
273


4,587

SERVIO MARITIMO
Alfarengas descarregadas nos t,'apiches
da c ;fond'fra
No Jdia 1 a 4 6
Nc dia 6 2
8

NAVIOLS ATRACADOS
No dia I a4
No dia 6 .



OECEBEDORIA DE RENDAS INTER-
NAS GERAES DE PERNAMBUCO
Rendimento do dia i a 4 6:2355802
Idlm 4oadian6 1:674910
7:910$7-12


CONSULKDO PROVINCIAL


Re:am:.rnco do dia 1 a 4
dean do dia 6


15:963&242
6:7866623
22:7494-865


Roevista n-rnrnrekld.
Da semana de30de julho a 4
de agosto de 1877..
Acgtes da Companhia Indemmnsadora de
200$, por'aO0.
Ditas rdaC.ompahia do Beberibe,-por 88,:
Cambib spbre m Rio d JAneiro, a 15 d/v 1/2
porento de descoutlo.
Dito sobre o dito, 30 e 20 d/v 1 por cento
de desconto.
Gambio sobre Londrer, 90 d/v. 24 /8 d/s.
Dit sobre dilo, '90 fl/v. i4 1/2, A/s, ban-
carlo.
Dito sobve PaTis, 90 d/v 390 reis o france,
balncario.
JDto sobre o dito, 3 d/v 393 r6is o franco,
bancario.
Dto 'sobre Lisb6a, ') d/v 15 per cento de
premtio.
Desconto de lelra4.a9a por ,cento ao anno.
Generos nacionaes.
Assucar e algodiAo.-Pequeuas entradas, que
sero levadas na revista-vindoura.
Assucar. Mercado frote. Deposito pe-
queneissimo, pracufmt nanhbma, aos preogs
swwintes: .-
aboa, ,. os 15 kilo.
Dito rqgtaur, ,deo a 45800 per 15 kilos.
it', maacavado, born, de 3#500 a 3#6&0 os 15
kilos:
Dito- mascdado,' de 8$00 a 3#W os 15
kilos.
Dito americano, parga.ao, a 3$000 os 15


sac".
Fejajo de Lisbpa.- Cotamos a 20W000 o sac-
co, do mulatinho.
Phosphoros.- Da marca Jonkopings, oota-
mos de 2300 a 2t500 a groza.
DiLos. Da marca Nithedals, cotamos dle
'S200 a 25300 a groza.
Gorduras do Rio da Praea. Cotamnios a
8%000os 015 kilos.
Genebra do laraajinlia.- Cotamos de 6,45R)
a 78 a duziat p
Dita commuLU.- Gotamos a 4$500 a duiua.
Dita vida eterna.-Cotamos a 4$W0 a duzia.
Dita em meias botijas.- Cotamos a 5t---0 a
duzia.
Dita em botijas imnteiras. Gotamos do -12
a 13S a duzia.
Kerosene.- Cotamos de 43300 a 4$400 a
lata.
LouCa ingleza.- Uhjma venda, a 360 por
cento de premier sobr a factura.
antLuieiga franceza em baris.- Colaemos de
620 a 640 reis a libra.
Dita em latas.- Cotamos de I9 a 1100 a
libra.
Dita ingleza em barris.- NAo ha.
Massa-s italianas.- (So6 ha aletria) cotamos
a 10$ a caixa.
Oleo de linhac.- CGotamnos a 3O00 o galao.
Papel de emnbniho.- Cotamnos de 700 ret:
a '1800 a resma, conform o tamanho.
Passas. Cotamos de 55500 a 10$ D os
'15 kilos.
Paingo.- Cotamos a 34000 os 15 kilos. .
Pimenta da India.- CGotamos de 280 a 4CO
reis a libra.
Queijos flamengos. Cotamos de 2S800 a
25900 cada queijo.
Dito prato.- Cotamos de 750 a 800 veMs a
libra.
S. SardinhasdM,Nantes em latas.- Cotamos a
300 Mis a lata de quarto.
Toucinho de Li'b6a.-- Cotamcs de 114000
a 12000 os 45 kilos.
Velas steainas.- Cotamosde 480 a 500 r6is
o maeo de 6 velas.
Vfnagre.- Gotamos de '120$ a 1305 a pipa.
Vinho tinto de Lisb6.a.- Cotamos de 220$ a
2305 a pipa.
Dito branco.- Cotaunos de 230 a 245$000 a
pipe.
Dito da Figueira.--Cotamos de 2305 a 2505
a pipa.
Dito Vallet NMo ha.
Dito do Porto.-Cotamons a 95000 a caixa.
Xarque do Rio da Prata. Deposito de
6,000 arrpbas, e retalha-se : a magra, de 6S a
6$600, e a regular especial, de 7M000 a 7580"
os 15 kilos,

Banco do Brasil
SPaga-se o 47.o dividendo das acO6es
do Banco do Brasil, inscriptas na ex-
tincta caixa filial desta .provincia, na
raz~a de 9 O por aao -: a rua do V-i
gario n. 4, pavimente terreo.
Recife, 17 de julho de 1877.
Antonio tose Leal Reis.

Saques
SAugusto F. de Oliveira & C. sacam
por todos os vapores sobre o Banco
de Portugal e Banco UniAo em- Lisb6a
oePorto, e sobre as caixas fliaes e,
agencies dos .mesmos bancos em tdas
as cidades e possesses do reino do
Portugal.


CIO

Maritimos e contrn Iemo
Companhia Phenix lPer-
nambucana
Rua do Commercio n. 34

Cornpaniia de segpos

terrestreseaatitnos


Priineira denuiciaciio


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A- ~




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-1


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I
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S.
A


proUc'iall:t



























tt ,as, apitio David E-
mi I,. carga carvo ; a.

.- g pta-&50 dias, barca ingleza La-
t-e akke,. de 370 toneladas, ca-
'. Hurrel, equiplgem 40, carga
8tos defero ; a ordem;
- .^.^htsos sahidos no mesrmo dia
^~. l-V or national Pirapamna, com-
Joed H. da Silva, carga va-
,, eneros.
oeaj -,corn escala-Vapor national
Coi d'Evu, commandant Pinto,
carPa variea eneros.


EDITAES

Edital n. 99.
0 Ilm. Sr. Dr. inspector do thesou
ro provincial, em cuumprimento de on
d4e. da presidencia 'da provineia, de 14
de agostode -1876, miandii fa'er public
..1e a contl- do lo do cerrente mez,
.:*ia-se aberto o prazo de 30 dias para
0-ecebimento voluntari.a do impostor
additional a decima urbana, provenien-
tede apparelhos, differenca dos mas-
mos, encanamrento, aunuidades e con-
certos-'levidos pelos proprietaries dos
redios sits nas ruas abaixo declara-
as, corn relagAo ao semestre de janei-
ro a junho do corrente anno. Outro
sirm. se previne, que de conformnidade
corn o 20 do art. 38 da lei n. 1,261, o
pagainento sera feilo integralrnente
sem divisao de consenhores.
Freguezia deSaanto Antonio
Ruas do Imperador, Primeiro df
Margo, Duque de Caxias, Cabuga, Ba-
rdo da .Victoria, Trine h-iras, Lairangei-
ras, Larga do Rosario, 1streita do Ro-
sario, S. Francisco, Joao do Rego.
Ilha do Carvalho, Roda, Patos, Cala-
bouco Velho, Santo Cmaro, Mathias
de Albuquerque, Paz, Paulino Cama-
ra, Fogo, Livramento, Penha, Visconde
de InhaAma, Pedro Atlonso, Nova da
Praia, Marcilio. Dia', Viragao, Lomas
Valentinas, Coronal Suassuna, Santa
Thereza, Vinte. e Quatro de Maio, Pal-
ma, Marquez Te Herval e Cadeia No-
va ; praga de Pedro 11:, travessas dc
Quei'mado, Cruzes, Marq. Iez do Recife,
rua Bella, Quarteis, Calabougo, Expos-
tos, Matriz, Flores, Carmo, Bomba, Li-
vramento, Arsenal, Primeira travessa
da Praia, Carcereiro, S. Pedro, Vira-
co, Lobato, becco do Falcao, Pocinho
e Concordia ; beccos da travessa da
tua Bella, Calabougo, Matriz, Falcaeo,
1o, 2o e 3o da Camhl6a, e 2o da Cadeia
Nova; largos do Paraizo, Carmo, Pe-
nha, S. Pedro e Prac ta e caes Vinte e
Dous de Novembro.
Freguezia de S. Jose
Ruas de Marcilio Dias, Lomnas Va-
lentinas, Coronal Suassuna, S. Joao,
Palma, Marquez do Herval, Vinle e
Quatro de Maio, Dias Cardoso, Passo
dla Patria, Padre Nobrega, Victoria,
Cadeia Nova, Vidal de Negreiros, Frei
Henrique, Dique, Assumpgao, Domin-
gos Theotonio, Padre Floriano, Chris-
tovao Colombo, Jardim, Forte, Antonio
Henrique, Nogueira, Santa Cicilia, San-
ta Rita, Nova de Santa Rita, S. Jose,
Praia de Santa Rita, Pescadores, Ypi-
ranga, Imperial e Luiz de Mendonca;
travessas dos Martyrios,. Pocinho, Cal-
deireiro, Gaz, Forte, Prata, Serigado,
Copiares, rua Nova de Santa Rita, S.
Jose, praia do Forte, Peixoto e Lima;
beccos da rua da Palma, Caldeireiro,
rua da Assumpcao, Matriz de S. Josd
e 20 da rua Nova de Santa Rita; lar-
gos do Forte e do Mercado.
Fregaezia do Recife
Ruas do Marquez de Olinda, Born Je-
sus, Alves Cabral, Commercio, Bispo
Sardinha, Torres, Thom4 de Souza, D.
Maria de Souza, Vigario'Thenorio, Bar-
rota de Menezes, Mariz ,a Barros, Bur-
gos, Amorim, Modda. Tuyuty, Compa-
nhia Pernambucana, Madre de Deus,
Domingos Jose Martins, Mascates, Res-
tauraVao, D. Maria Cesar, Visconde de
Itaparica, Pharol, Areial, S. Jorge, Vi-
tal 4^ Oliveira, Guararapes e Barro do
Triumpho ; largos d'Alfandega, Corpo
Santo, e Assemblda ; pracas do Chaco
o Pedro I; travessas do Vigario, Ma-
dr. de Deus, Campello, Domingos Jose
Martins, pars o Corpo Santo, Antigo
lPrto, Born Jesus, ADoIoa.. Areial. Oc-


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I-

















4.






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. -.-.m ...m i t. .. ._...L. ..
eetatUaos (] Cojianhi,lPtaix 1: ~iMi
swer %ILo vnias4Cf8Ulace ii| ,
inclusive o 5 dividemdo *:-
verao dirigir suas proposotm a r. tje 'd4
oorretores geraes*.6 atW o d4 l0 de agost .pro-.
ximo, ao escriptorio da companha., A ru do
Commeroie n. 34S& .


DO

BE BIh:RIE
A difectoria desta compainha,:Aistri-
bue corn os senhores accionistas, os fo-
Ihetos contend a mrnemoria e projedto
de oramento das novas obras para ca-
nalisagAo e distribui(io d'agua a cida-
de do Recife: p6dern dirigir-Ae ao res-
pective escriptorio A rua do Cabuga n.
16, das 9 horas As 4 da tarde.,.
Escriptolio da comnpanhia do Beberi-
be,28 dejulhode 1877. .*
0 secretario,
Jose Rodrigues #ie Souza.
The New London BrasiUan
Bank limited
Rua do Commercio n. 32
Saca por todos os vapores sobre a
caixa do mesmo banco em Portugal,
send :
Em Lisb6a, rua dos Capellista n.
No Porto, rua dos Inglezes. 73.

t0MIPANHII A


DO

BEBERIBE
Nao tendo comparecido numero le-
gal dos Srs. a.cCionistas, convocados
p;ara aassemblda geral do dia 28 do
minez findo, sao de novo convidados A
reunirem-se no dia 8 do corrente mez,
pelas 12 horas da manhNA no -respecti-
vo escriptorio A rua do Cabuga n. 46,
para de conformidade corn o art. 44,
I e 7 dos estatutos deliberarem so-.
bre as contas do ann o financeiro desta
companhia, e approvarem o orgamen-
to vindouro, e eleger a nova adminis-
tragao, devekdo nesta occasiao ser
lido o relatorio que terda de apresen-
tar o Sr. director, mostrando o esta-
do da companhia no lanno find em
30 -de abril ultimo. Previne-se ao Srs.
accionistas que a assemblda terA effec-
tividade corn o numero de accionistas
que a ella comparecer, de confor-
midade corn o preceituado no art. 23
dos mesmos estatutos.
Escriptorio da companhia do Beberi-
be, 3 de agosto de 1877.
0 secretario,
Jose' Rodrigues de Souza.
Juizo dos teitos da fazenda
nacional
EscrivAo Rago Barros
Teem de ser vendidos no dia 10 do cor-
lente mez de agosto, pelas411 horas da manha,
depois da audiencia deste juizo, os bens se-
guintes*:
A casa terra sita a rua de Santo Antonio,
no lugar de Beberibe, de tijolo e cal, corn ca-
eimba e tanque,.um pequeno sitio corn algans
arvoredos, pertencente a Pedro Muller, ava-
ia-la por 2-:000S.
A casa terrea de taipa e coberta de tellia,
sita no lugar do Barro. freguezia dos Afogados,
eom um pequeno terreno em aberto, perten-
cente a Bernardo Jose da Costa, avaliada por
65000.
A casa terra de tijolo e cal, sita na estrada
Jo Bongi, freguezia dos Afogados, corn um
)equeno terreno, cacin.ba e alguns arvoredos
Ie fcueto, pertencente a Caetano Baptista de
dello, avaliada par lO005 ; cujos bens forarn
)enhorados pars yl|ftmento da fazenda ha-
aional. Recife, 2 dt-atosto de 4877. 0 soli-
itador dos feitos,
Prancelino Augusto de Hollanda Ghacon.


DO

BEBEIUBE
Para s.iencia dos Srs. concessiona-
ries de pennas d'agua desta compa-
nhia, se faz public que o artist An-
tonio Ignacio Heitor, acha-se privado
por trinta dias, de encarregar-se de
concertos ou encanamentok. novos nas
pennas d'agua da mesma companhia,
por haver infringido o regulamento es-
tabelecido para Jaes obras.
Escriptorio da compauhia do Beberi-
be,3 deagosto de 1877.
0 secretario,
Jose' Rodrigues de Souza


.. ma xmh dam sues" sebsoes, n. dia
Oo plahp9as a md m de so
a que.irnm .as Vantapen oft

ESTA 0MBr t)R (dARh1)A.E
f 0s^e. 4eto am oulh*s.
Casa terrea h. 16 3
Rua do Marques deOULinda
1.o andar do sobrado n. 53 (fechado) 0.
2.0 idem idemr 50(
Rua do Padre Floriano.
Casa terrea n. 47 [fe,:hada] 20
Idem n. 43 (fechada) 209
Idem n. 45 (fechada) 228
Beccc da Carvalha


Idem n. 5


Rua da Viraiao


Idem n. 7
Ruajarga do Rosario
3.0 andar do sobrado n. 24 A
Loja n. 1 do sobrado n. 24
3. andar do sobrada n. 24
Rua da .mhnperatriz
Casa terrea n. 68
Rua do Encantamento
2.o e 3.0 andares do sobrado n. 3
Ruafda Mooda
Sobrado de 2 andares esotto n. 37
Rua dos Pescadores
Idem n. 11
Rua V'sconde de .416b querque
Idem n. 61 [feechada]
Rua dos Guat arapes
Idem n. 82


Idem n. 92
Idem n. 80


Rua de S. Jorge
Rua do Pharol


Becco do Abreu
Loja do sobrado n. 2 (fechada)
20 andar idem idem
3 idem idem idem
4.0 idem idem
PATRIMONIO DE ORPHAOS
Largo do Puraizo


207I
2679


'107^0
362500




t&40000
500000.
2445000
1905000
1815000
3016000
18&3000
1445000
1200Moo
1205000
1285000


Lojadafrente do sobrado n. 29 24-1000
1.o andar idem idem 325000
2.0 idem idem 305$000
Rta'da Guia'
Casa terrea n. 29 202#000
Rua da Madre de Deus
Casa terra n. 20 7225000
Idem idem n. 16 120$000
Hem n. 6 627$000
Idem n. 4 1:242$000
Idem n. 2 (fechada) 31t5200
'. Be:co das Boias
Sobrado de 2 andares n. 46 000
Idem idem n. 14 6445000
Rua da Lapa
Casa terrea n. 2 268$000
Rua.da Senzalla Velha.
Casa terrea n. 18 2445000
Rua da Moeda0
Casa terrea n. 45 21700
dem n. 47 217$000
Rua du Ponte Velha. 217
Casa terrea n. 44- 42850 0
Rua do Born Jesus
1.0 andar do sobrado n. 29 300$000
Sr Rua do Amorim.
Casa terrea n. 45 573)1000
Idem n. 24 894)
Idem n. 22 123000
Travsssa da Madre Deos
Sob'.ado do um andar n. 19 682$006
Casa terrea n. 471 61 00
Becco do Vigario
4.0 andar do sobrado n. 27 268000
Rua de S. Jorge :,
casa terrea n. 96- 'rWif.
Idem n.,404
Idem 94 2 O5
Idem n. 100 O
Os nretendentes deterio apresentar n acto
da arremataAo as suas fiahcas, ou comparece-
rem acompanlados dos respectivos fiadores,
devendo pagar alfm da renda o premio da
quantia tm qua f6r seguro o predio que con-
tiver estabelecimento commercial, assim ceomu
o servico da limpeza e preco dos apparelhos e
annuidades.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do
Recife, 30 de maio de 1877.
0 escrivlo,.
Pedro Rodrigues de Souza.


EARITI OS-
fOMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
Navegaqao costeira por vapor
Portos do nbrte
Parahyba, Natal, Macao?.Mossor6, A:ia-
eaty, Ccara,
Acaraei e ArnarracAo no Piauhy.
0 vapor Jiaguaripe,
commandaiteJulio, se-
guira, para os portos
aima no dia 16 do cor-
rente, As 5 horas da
tarde.
Reoebe camga atW o dia 14 ; encommendas,
passagens e dinheiro a frete, atW as 3 horas
da tarde do dia da sahida : escriptorio no
Forte do Mattos n. 12.


Companhia des Messa-
geries Maritimes
LINHA *IWSAL
0 paquete"
EQUATEUR
Commandante Rousseau
i Espera-se dos por-
tos do sul no dia 20
do corrente, seguindo
depois da demorado
costume para BOR-
DEAUX, tocando em
Dakar, Lisb6a. e.-
Parm passageiros, encommendas, eOOlr
tat oOm o


R 0VA L MAIL JT EA ME R .
Sorata _
.. Espera-se da Euro-
o J ~ pa, at o dia 12 do cor-
jl- rente, e seguirA para
J H K .a Bahia. Rio de lanei-
B h- ro, Montevideo, Bugeos
.... ... .Ayres, Valparaizo, Ari-
aTsa via ]Panama A New-York, S. Fran-
el*so e Gallao para ,6nde receberi passa-
geiros, enoomrnendas e dinhetro a frete.
AGENTS
Wilson Rowe & C.
14--UA )DO COMMRGIO-14

Royal Mai Steam Packet

Company
OPAQUETE A VAPOR
Guadiana
CommAndante H. Gilli3
Tooando em vigo
H ~ Espera-se dos por-
L' os do sul no dia 14 do
corrente, o qual depois
da demora do costume,
LA seguirA para os portos
de S. Vicente, Llsb6a e Southampton.
Tern dous vapores por mez, desta compa-
nhia, tanto para o sul, como para a Europa.
As chegadas e sahidas slo as seguintes
SDa E iropa
DOI SouILharr.pton nos d. is 9 e 21 de .-., ;a mei.
De Lisb6a nos dias 43 e 28 de cada inez. .
De Pernambuco nos dias 10 e 25 de cada mP.z.
Do sul
De Baenos-Ayres nos dias 4 e 45 de cada mez.
De Montevideo nos dias 2 e 16 de ccada mez.
Do Rio de Janeiro nos dias 9 e 24 de cada mez.
Da Bahia nos dias 42 e 27 de cada mez.
De Pernambuco nos dias 14 e 29 de cada mez.
PRE,0 DAS PASSAGENS
.t classes. 2.' dita. 3.' dita.


Para Lisboa. 24 15 9
a Southamp-
ton. 30e35 20 13
S Balia. 50$ 259 15$
a Rio de Ja-
neiro. 100$ 50S 30l
a Montevi--
deo 23 1 -1- 7.6.8
a Buenos-.
Ayres. 24 12 8
BilheJ;es de ida e volta teem umrn abatimento
de 25 por canto.
D1-se vminho gratis aos passageiros de todas
as classes.
-Faz-se grandes abatimentos a favor de fa-
milias, e para reducgOes sobre os pregos da ta-
bella.
0 PAQUETE Y VAPOR
Mondego
Gommandante Compton
Espera-se da Eurc-
vpa atW o dialO do cor-
rente, seguindo depois
da demora do costume
para Buenos-Ayres, to-
cando nos portos da
Bahia, Rio de Janeiro e Montevideo.
Para passagens, fretes etc., trata-se corn os
S:, jONSIGNIAT4MtOQS
Adamson Howie & C.
Rua do Marquez de Olinda ii. 37
Entrada para o escriptorio pela rua
S do Bispo Sardinha n. 37.
Macdo e Mossor6
Sahe nestes dias a barcaqa Senhora da Gra-
a ; para carga trata-se na rua do Vigario n.
33, 4o andar, 2om Jolo da Cunha Lages, ou no
trapiche Loyo, corn o mestre:,

LEILOES

AGENT BURLAMAQUI

Leilao


Hoje
SA's horas
0 agent acima, pot mandado do illm. Sr.
Dr. juiz provedor de capellas e esiduos, ven-
deraM em leilao urn terreno rfedindo de fundo
690 palmos, tendo nelle duas casas de taipa,
,na freguezit, dos Afogados, lugar denominado
Barro, cujos bans perteacem ao acervo do in-
ventatio do fallecido bacharel Antonio d'As-
sumpedo Cabral.
No esocriptorio dq referido agen-
te, a rua do Born Jesus n.53,
Io andar.

LEILAO
DE
1 carro americano de 4 rodas corn arreios,
i rodas sobresalent'-3s, 1 carro a para cavallo,
3 cavallos para carro, I dito para sell, 1 vacca
.tourina, 4 carneiro manso e gordo,'proprio
para carroe sela dme. ,nino.

AI thora da tarde
POR INTERVENCIO DO AtGENTE
PINTO
Em frente ao sobrado da rua do Brum n. 88,
onde havera leille de pianos, mobilias, louga,
crystaes, pralado Porto, objects de electro-
plat, eaphos. quadros, carteiras, burra pro-
va delogo, prem. de copiar e Inuitos outro
moves .


""- B ^ :: "e ,:Z,

*lectrqplate .,
-.-; ** Nolit iv:,. a., fo
Uw piano forte, i moblfa ta, cbt.iatw
P ja. < Mm oval, 2 coneolk* 09if~f4f
difiai de bracos e 18 dear
Ow .suangas, 4 jarros para .ore 4'8PtteL
de'oanloi, 4 dUtos grend,. dAl4 :Umeors,
1 mesa corn duas gavetas, 4 arandeli., a gaz,
2 eandleirsea peahos pmudes 4 praao'.
Uma cama franceza, 1 commoda dejketain-
da, i guarda-roupa, I mwrqueza, i lavatorio,
1 tapete, -2 canmas de terro para memineos, 3
bandeiras brasileiros, I marquezio.
Uma mobilia de madeira preta. corL 1 sofa,
2 consoles, 2 cadeiras de bragos e 19diltas de
guarnigP.o, mesa redonda, 2 eadeiras de ba-
lanco e 1 rico aparador de mogno corn. pedra.
Um apparelho para chd, porta-joias, 1 ga-.
Iheteiro, 2 salvas e 4 vasos de electro-plate,
4 candelabra, 2 serpentinas e 4 castieaes do
prata do Porto. .1
No 2o andar
Uma mobilia de jacaranda massiea, corn 1
sofa, 2 cadeiras de bragos, 2 de balanQo, 42
de guarnicgo, 4 jardineira e 2 consoles corn
pedra marmore, 4jarros para flores, 2 cin-
dieiros para kerosene, 2 porta-cartOes e 3 es-
cafrradeiras.
Urma cama de mogno, I lavatorio, corn tam-
po de pedra, 1 guarnigao para Q mesmo, 1 es-
Selho. oval, dourado, .1 tapete, 4 cadeiras a
uiz XV, 4 garrafa e copo, I commoda, 1 ca-
bide grande, 1 cama de vento.
Urma mesa elastic, 1 guarda-louga envidra-
cado, 2 apamdores, I meio apparelho para ja4*
tar, 1 ditoqla chAh 2 garrafas, 2 compotei
ras. 1 porta-queijos, 1 galheteiro, 1 babndeja,
cops, calices, baldes, mesa de cozinha e mui-
tos outros objentos.
POR INTERVENC&O DO
SAGENTE PINTO
.Hoje
No 1o e 20 andares do sobrado da rua
do Bruin n. 88
Pir;ncipiar _as 10 112 horas em. ponto.
Agente Pestana

IMPORTANT LEILAO
p)ara liquidar
A SABER:
21 duzias de faces de ago, sortimiento, 10
carlOes corn faca. para cagar, 112 duzias de
canivetes, sortimento, 86 ditas de Lesouras
pequenas e grandes, 4 4 milheiros de agu-
lhas em caixinhas, 18 duzias de saccarrolhas,
sortimento, 5 ditas de ditas de novo nmo.delo,
8 412 grozas de aldrabas de ferro, ditas de la-
tao, 20 duzias de ferrolhos de ferro, sortimen-
to, '33 nilheiros de pregos de cabeca de la-
tao, 2 peas" de tecidos de arame, 50 duzias
de verrumas sortidas, 26 112 duzias de com-
pagos sortidos, 5 duzias de tesouras para jar-
dim, 35.ditas de caixinhas para rap6, gosto
noderno, 302 grozas de oloes prateados para
farda, 27 tornos de madeira para carpina, 40
duzias de facas e garfos, 3 ditas de garfos, 39
e meia ditas de formbos de ago, sortimento,
2 ditas de forros para plainas, 78 grosas de
parafusos de ferro, 47 e meio cantos do cra-
vadores sortidos, 187 pares de conchas para
balangas, 260 Nmaos de msisangas, 33 e meia.
grosas de botbes de madreperola, para cole-
te, 107 guarniges de osso, 100 duzias de en-
tradas de madreperola, 20 ditas de oculos, 4
ditas de folhas para serras, 20 ditas de fecha-
duras, chaves de latao, 41 duzias de escalas
de madeira e latao, 6 ditas de bandejas, 5 J di-
tas de colheres'de pao e osso, 28 ditas de co-
Iheres de ferro, 16 armacoes de pao para ser-
ras, 2 balances decimaes de forca de 25 kilos,
2 ditas ditas de 5 kilos, 1 dita dita grande,-ale
forca de 2500 kilos, 11 ditas de rodellas de
metal pars candieiros, 24jduziasde candieiros,
9 i{2 duzias de colheiras para cachorros, sor-
tidas, 6 duzias de'fechaduras, 6 duzias de des-
cansos para ferr de engommar, 75 duzias de
calicos para vinho e muitos outros objects
quo se torna enfadonho mencional-os, os
quaes estarao patentes no acto do leilao.
QUARTA-FEIRA 8 DO CORRENTE-
A's 10 112 horas
No armazem de agencia de liiloes 4 rua
do Vigario Thenorio n. 12
0 agent Pestarna farat leilao, par conta e
risco da quem pertincer, dos objectos acima
mencionados.
Em lotes,'a vontadce dos Srs. compradores.


Agente Pestana

LEILAO
DE
3 quarftos para carga
QUARTA-FEIRA 8 DO CORRENTE
As 11 horas em ponto
Na porta do armazem da agenda -de leiles, .
rua do Vigario Thenwio n. 12.
0 agent Pestana fard leilao de 3 quartos,
proprios para carga, os quaes estarAo no dia
do leillo no lugar rcima dito, para mser exami-
n.dos pelos pretendentes.
Agente Pestana
LEILAO


DE
Um terroso em Beberibe de Baixo, d rua da
RegeneraQao, corn 240 palmos de frente e
700.ditos de (fundo, cercado dos lados, coin
cerca native, e na frente cerca de madeira,
corn uma cazinha, de madeira e coberta
dezinco, com- as seguintes fructeiras.:. ro-
mnzeiras, coqueiros. madhgabeiras- e limei-
ras, esti todo limpo e plantado de mandio-
ca, e passa nos fundos um pequeno riacho
e em chaos proprios.
QUARTA-FEIRA 8 DO CORRENTE
ts 11 horas em ponto
No armazem de agenda de leildes
& rua do Vigario Thenorio n. 12
0 agent Pestana, competentemente autori-
sade, levara a leillo o terreno acima declara-
do, livre de qualquer onus, podendo desdejA
ser examinado polos Srs. preteadoentes, e pa-
Pro qmgamiu1"eqforma Daogai!0
Agenzte Rurtlnapaqf
LELAO ,
SEXTA.FEIRA 1.0 DO CORRENTE
as II hours da manna
io lugardenoaminado. Encanameuto-
Po49 da Panella
' 0 agent acima, per mandado do .ilm. Sr.
Dr. juiz de tdrelo provodor de capea e .-
selduots, vendera em leUo, a raequeuto de0
JooAngW&da, testaitaoeiro iave itt
4On bWuido a& j.A H4amar t -
*Srtss,4MI uas.f f
lmems 00we l.aff


arwm
ra rua
to.


ip 37,


p


Aluga -se um sobrado de um andar corn
sotao e loja, corn um pequeno sitio, sito A rua
do Visconde de Albuquerque n. 43, junto ao
Sr. Dr. Moscoso, proprio para collegio, "corn
bastantes commodes, Diecisando concertos,
faz-se todo n.egocio de interesse pars os pre-
tendentes: quern pretender, dirija-se A. rua do
Aragao n. 34, ou na instruceio public, a tra-
tar corn o porteiro da mesma.
Aluga-se uma preta para comprar 9 cozi-
nhar : na rua do Hospicio n. 25.
Aluga-se a casa da rua. do General 'eara
n. 43, esta limpa :- a tratar na mesma rua Vu-
mero 31.
-Aluga-se o armazem da rua do Visconde
de Itaparica n. 33 ; a ver as chaves no segun-.
do andar do mesmo, e a tratar na rua dos Pi-
res n. 61.
Aluga-se as ca'sas ns. 47 e 51 a
ruan de S. Joao, por prego regular : a,
tratar na rua do Apollo, segundo andar
da casa n. 30.
Aluga-se a loja do sobrado sito a rua de
Marcilio Dias n. 79, corn boos commodos para
moradia, born quintal e cacimba : a tratar na
ua Duque de Caxias n. 53.
Aluga-se a casa sita A rua do Passo da
Patria, corn commodos para pequena familia :
quern pretender, dirija-se A rum Duque de Ca-
xias n. 81, primeiro andar, que acharA orm
quem tratar.


-' Aluga se por prego commode o primeiro
andar do sobrado A rua da Imperatriz n. 6,
corn aguai e gaz encanados, appapi'hd de lim-
peza, etc.: quem pretelder, dinijawsawes-
mo p.redio no tereiro andar.
Spuea-se por IIO oIbaw 9.60
sobrado de dous aares da.:!,o:do
Hospicio n. 59 m@uit 4 p -
milii numero oa r 6itl e o -
canamnento dagua Rtot .eC o,-
tras bemfeitorias pa r -a
do do inquilino : a ., e
Paysandfi, na m sja..g
ruaaio Iirpftdr;..


- cidente, Guararapes e da Lpraga de Pe-
4ro I; beccos do Abreu, Largo, Pin-
doha, Tapado, Paschoal e Funiiao ;
caes da'Gompanhia Brun e Apollo.
Freguezia a Boat-Vista
Roas da Imperatiriz, ConceiCfo, Vis-
cti.de de Pelotas, Tambhl, Visconde de
Albu",erque, Aurora, Capibaribe,
PoaI.telha, Conde da loa-Vista, Ria.-
etbuello, Uhiao, Saudade., Sete de Se-
Stembro, Hospicio, Cama.rao, Rosario,
Veitvasio- Pires, Atalho, Socego, Prin-
Santa Cruz, S. Gongalo, Coelhos,
I\ SeAra Coronel Lameuha, Ale-
L 6io Creado, Barld4e$. Borja.,
de, Visconde dQ Goyanna e At-, j
s .. tes," Vira&s' Quiabo,
S Manguei-,G, Campi
0': L Yg daI


T!


* '.

,,"


On denma:ie pI)(mr
un hotel idu PAra un bon
chef de cisine tres bons
appointments: s'adres-
ser rue du (Crespo n. 16,
p)remicr chlge.
(Chapeos para senhora,
de palha de Italia.
dp. palha ingleza,
guarnigoes primorosas,
6, rua do Cabugd.
loaj da Con
quista,
Pr!'cisa-se p'ra um

hotel do PatrA de umi per-
reilo chfe (ie cozinha;li
paga-se lhem : a Irlitar ni a
ruta do Crcspo in, 16, pri-
mciro andar.
Na rua Imperial n. 43, recebem-se en-
commendas de grade, labyrintho, bordados do
todas as qualidades, croche'. trabalhos em
taligarga, ditos de 1i, retroz, etc., etc., tudo
corn perfeivao.a
Precisa-se de urn criado e de um mole-
que, escravos, de 14 a 10 annos : no car6 lm-
peratriz.
R. C. Batterbee, retirando-se para o Rio
de Janeiro e depois para a Europa, e nao tundo
tido tempo de despedir-se de todas as pessoas
que o honraram corn sua amizade, pelo pre-
sante pede desculpa, e alli ofTerece os. seus
services.
Precisa-se alugar uma escrava para veln-
der taboleiro, e mais serving de casa : a tratar
na rua po Bar.o do Triumpho n. 65.
Aluga-se tres moradas de casas narua
do Coronet Suassuna ns. 103, 198-.e 193, todas
em born estado, caiadas e pintadas de novo,
por barato prego : na rua Direita p. 8.
OFFERECE-SE ura perita cozinheira: a tra-
tar na rua dc Gaz n. 38.
ARTIGOS DE PHANTASIA
Bontas caixas para costura, corn
music e serm ella.
Lindos livros [Horas Marianas] corn
capa de tartaiuga, amdreperola, etc.
Canivetes e tesouras finas.
Ricos lengos de seda corn lindos dese-
nhos.
Finos pentes de tartaruga.
Lindos desenhos para trabalho de Ia.
Ricas collecg6es de visporas.
Bonitos bordados para saias.
Lindas caixas comn tentos para jogo.
E muitos outros artigos de phanta-
4ia : s6 na loja da Malva-rosa, a pra-
ca da Independencia ns. 2 e 4.
=- Precisa-se de umrna amra para comprar e
ongommar : na rua da Imperatriz n. 23, se-
gundo andar.
Fausta Felicia da Cunha Rosal, professo-
ra particular da instrucao primaria. tern a
sua aula aberta na rua dos Coelhos n. 18, onde
podle ser procurada para os misteres de sua
proflssio.
Uma senora acostumada a coser e cor-
tar por figurines, offerece-se pare easa de fa
milia: a tratar na rua Velha n. 8L
-= Aliga-se duas exellentes' escravas para
todo o servico : na rualda Praia n. 33, primei-
ro andar.






































Nao emprega inculcadores pelo campn.
a Roga a todos, que mandam encommendas
ella, exijam a vista da conta impressa respective
Tendo sido enganadas diversas pessoas e
procura desta fundiao, observa-se que a
FUNDIi1O DO BOWMAN
esta entire o chafariz e a fortaleza, que os edifici
estio de-ambos os lados da rua, perto da coche
ra dos bonds e nintados de verde nos andar


.u ionsuPo m 1W 0cnhe oa -.,-w rU o ,M x x x AqIeue que mais provei-
smente (o seU sald6ar effeito princlp*itIogo et as irimeiras d6ses)sepodera
ppliiar em t~daasm tio q- teemsua. ngemrd nA t impuridade do sangue
app W_"i~ tod_ a ,m,md tee
e principalmente has motestias syphilitas, ctoo sejam: gonorrheas, boboes,
cancros, bobas. rheuatismort4Blular 0u muscular, d.arthros, empingens e ou-
anrM s, bol s l tue. e .c
trashs molestias da peie.etc.etc.
Vetid; -e urea duzia por 42#000
Ca.SCoporW 4#o000oo
Deposito em 'n'ambuco 4 ita do Cabugai n, 14.

Tambem existe. vendanestedeposito os sejuintes
preparados do mesmo autor
Xarope balsaico ieitorai de flores e bags de aroeira e
mucilagem de mutamba, pemo atrataranto radical das molestias das vias
respiratorias, takes como: catarrho pulmonar agudo ou chronrico, laryngites, bron-
chites, hemoptizes ou escarros de sangue, coqueluche, affece6es asthmaticas co-
megantes, e na convalesceca das pneumionias.
Linimento antl-rheumatico, para tratamnento do rheumatismo-arti-
cular ou muscular, chrenico ou agudo, gottoso ou syphilitico, dOr syatica, e
comq resolvenfe das bobas, exostoses e tumores.
Pomada anti-herpetica ou anti-darthrosa, para tratamento
prompto de darthros, empingens, noduosidades, escoriagSes syphiliticas, cas-
pas e de todas as molestias da pelle, devidas ao contact ou a impureza do
sangue.
Plulas anti-periodicas, para cura prompt das febres intermitten-


1l tes, ou *sez6eg, constipagdes, febres remittentes, paludosas e perniciosas; sao
Slaxativas.
es Odontina, especifico vegetal para a cura instantanea das d6res de den-


A ... % tes, por mais rebeldes.que sejarm, quer provenhamn de cariagio do dente, q(r
l eriores. sejam iopriamente nervosas.
SO Lbao-se prospects. N .


iflnOJIKI Em Lt11ETO,4R1AI
DE UNICA SOBERANA E INFALLIVEL
VICTOR GRANDIN Na cura da leucorrhea, flores brancas e corri-
A' RUA DO MARQUEZ DE oLINWDA N. 26 mentos recentes ou chronicos
-a ^ --_A tA bleneorrhagia oujpurgagao, e uma inflamma&o do canal da uretra, occa-
/ }- -SI^i \sionada a maior parte das vezes pela comm unicaAo iminpura. Nao umaaffec-
^y .H ro geral, que de lugar, como a syphilis a accidentes secundarios. E'uma af-
-i B 'fecgao puramente local. Effectivamente, os meditameiitos que ha muito teem
/ -k Bsido applicados interiormente contra este mal, taes como a copahiba, cubebas,
/- \ etc., nao produzem effeito senao communicando As ourinas algumas das suas
-- \ icomposigbes," que, pela sua passage atravez do canal, se tornam uma verda-
deira injeciio.
S ^ ^" Para que serait necessarily carregar o estomAgo corn essas preparacoes nau-
") Iseabundas e repugnantes ? Para que 6 precisoT fatigar os intestines corn a sua
/- -M i\ acdao irritante? A resposta 6 simples :-.Nao se tinha ainda descoberto ura
mistura que, introdumida directainente no c4* .produzisse os mesmos effeitos
sem temer maos resultados. As injecO 4 i.lHadas atW aqui, conseguem fa-
rS -^ ^zer parar a purgaco, porom pela irrita ?06ooecutiva que produzem no canal,
sao uma ameaca permanent d'aperto, afflecaoi muito mais terrivel que o mal
que sepretende curar. Eis aqui porque a maior parte dos medicos, recusam,
_l~k- _l _.tcom razdo, de as empregar-.
SI 8'f Presentemente, este fundado temor nao existe. A injecao que n6s apre-
sentamos ao public, que conta 10 annos de bons resultados, nao interrompi-
SIJdos, nao e irritante. E' anti-blennorrhagica emrtoda a extersdo dapalavra.
.+ i .^ i Queremos dizer 6 a causa do mal, que ella destr6e decompondo oselementos
a purgaSo e tonificandb a mucosa e as glandulas d'onde prove a sua ori-
l1Hl rgem. A sua applicaco ndo 6 dolorosa, e se uma ligeira impressao se segue a
i ... sua introduccao, essa impressao .d da pouca dura, e segue-lhe ura sensacao
*- .a .P immediate e nao 6 desagradavel. 0 seu tratamento nao preckea de nenhum ou-
Victor Grandin scientifica ao public que fez acquisiao de urn born sor tro auxiliar para fzer parar em muito pouco tempo as purgagoes, ainda as
umento de relogios de algibeira, de ouro, prata, folheados de ouro ; paten- mais rebeldes. .
tes inglez, suisso e americano, dos melhores -abricantes da Europa e dos Es- Quasi sempre basta urn s6 frasco para acura, pois nao nos consta que hou-
tados-Unidos, para homes e senhoras; assim como grande sortimento de vesse purgagao que resistisse aolemprego de dous:.-
correntes para os mesrmos, oo .iode'Afim de chegar a uma prompta cura, o doento devera seguir o regimen
c ~ Grande sortimento de relogos de parede e de cima del mesa, de todas dicado no inupresso junto ao vidro.
j as qualidades e dilferentes models e tos melhores fabricantes. Vende-se-umcagpente na
Quanto a luuetas e oculos acha-se nesse gener6 sortido do que ha de Pharmacia e drogarna de Barth olumeo & C.
melhor em vidr.os de crystal, que sao os mais apropriados para a conservagio 3 Ra ra o Ro.ari..34
da vista. 3-Rua ..-to RoW.__--4
Tern excellentes officials para executar o concerto de todas -as squalid "
des de relogios. M U s
Na mesma casa se compra prata- e ouro velhos, pedras precicsas e u Js
moedag de ouro ou prata de qualquer qualidade. v ..
--^- Este N. 4-Rua do Cabug&-N. 4
M- A T'A VTTITAL Este important estabelecimento de ha muito conhecido do respeita-
|1 iAU I Avel public, tem na Europa urn de seus-secios bastante habilitado para a
AiL T A S .escolha das joias, qqe constitute o seu esplendido sortimento, tendo por esta
a rA cpa ti.ta .mm f6rma novidadps constantemente no artigo joias AsIeetseus proprietarios
.A.. arca loL rada no. tribunal do commerCOl que, a modificago nos pregos e'agrado e a sinceridade de que usam, fara corn
Este ingredient possue as seguintes qualidades : que qualquer pessoa compare uma joia qualquer e aindao -fesmo emr precismo.
S1. E' solido, por isso facil a transporter e manejar. Pedem, pois, as Exmas. faulias pa" visitarem b sewtstabelecimento,
2.o Nao faz explosao e nao se inflapnma cormfaciltdade, por isso nao apresen- que se acha aberto das 6 horas'da manhi as 8 danoite.
ta penrigo algum.. Joias de hi ahntt b
3.o Emquanto nao sujeito A acgio do fogo, nao produz gazes. Jias j b UaU De brilhantes teem ricos aderecos me
:! 4.o Na combustaio desenvolve gazes venenosos, os quakes por serem mais pe- elegantes caixas apparelhads de prata, e par todos os precos, tendo enfre elles
sados do que o ar atmospheric descem depois de resfriados, esten- aderecos-.de subido valor, por perem dqs melhores fabrcantes que f1mvindo a
Sdendo-se por todo o interior do formniueiro. c esta cidade ; assim como, aimeisbicos,Ic ,'-cruzes, caalet1s, b 6 roh
5.o Peio pLsso applicao deste ingredients facil de achar e fechar e uma infinidae de tlh a dts oitos, para cravar vontade do'ci
todas as co,,munimaotes ceum a supericie do s61o, circumstance, .a mUi. T a 'lAcm
to important pera obter-se um resultado completo... u corn pedra- I-m a ter u nva-
Sf6.,@ As communicates interiores niio 'podem destruir-se por nao haver expko- riadissimo sortimento Le rminco s, owlet ,esdet para h6-
sao, e nenhuma das communicp;6es exteriors p6de escapar ai atten- mens e senhoras, atd lapis, canetasaptos,etet etc. .
cao, corno aconteceria,. se o exaine dtpeadesso de uma simple ins- klC dprata
peccao ocular, por isso ficam lodas as safvas existentes no forni- l .dOJp|&t De prata tern colheres, casti~aes, esporas, sal-
gueiro sujeitas ao eIfeito dos gazes e a tbma more sgm. vas, bandeijae, taeiros e paliieiri, etc., etc. -
7.o E' bastaite umnt uniea applicacao do ilire4iente para coinletamente ex- I)
tinguW um~i-rmigueiro. "' R',o Teem "' 8.0 Em esja4hchflo t kilo de ingredient desenvolve quantidade sufficient ooio, para hoires ]flnhorB ino todos doe mefhiores- cantes.
, de,1a1s pars extinguir 4 ate 8 formigueiros, conforme a4e3*mso dos --i
9.o 0 pa bduwgrsdiente 4 extrewamenaL baixqi .a a a x
"4., ^ f*Oi4nentpres pt fabrieantes -imento 4e peaB sj^ e^ ax ^
EDU .*,.,, EMJABRD( on SYDOW, Ongnhr) .... isrn. .. .. >
-. ;:'-' ".^ ;V ~ i-I,: [N elNG.% 0l .: I t. l~de~ureo:,. Led-bour
t '1"1^ ^ "'-~~~~ .,3wl-- >^I S S^^% ^ P ^
... __,_ _. __.__ _


a
a.
\}}


OS
0It


Machines de costura
Concerta-se toda" e qualquer machine de
costura, seja qual for seu author, bota-se toda
e qualquar peca por mais difficil que seja, ga-
arntindo-se seu concerto: a rua do BarAo
da Victoria ou Nova n.35 primeiro andar.
Aluga-se o seguido andar da casa n. 3
Srua da Penha: a tratar no segundo andar da
casa n. 41, A rua do Rangel..
D. LauruteaRosaCandida l Rigeira
Pinto Duarte
Antonio Francisco Riguei-
ra Duarte, sobrinho da fal-
lecida. cordialmenteagrade-
S ce pelo present a todos os
Sseus parents e os da mes-
ma, e amigos, o socrificio
mi que fizeram em acomnanhar
S os restos mortaes da sem-
pre e nunca assas chorada
sua tia, e corn especialidade aos seus dtgnos
primosDrs. Jo0o da Silva Ramos e Pedro de
Attayde Lobo Moscoso, pelo grande zelo e cui-
dado que tiveram no espaco do seu tratamen-
to. De nov, ainda pede corn instancia a toios
os parents e amigos para ouvirem missas e
memento que manda celebrar em suffragio da
alma damrnesma, no. dia-10, na matriz da Boa-
Vista, ds 8 horas da manba, olitavo dia do seu
passamepto.
Eduardo Frederico Banks
Prancisca Nery da
fonceca Banks e seus
Sflihos agradecem eterna-
mente As pesioas que se
Sn dignagim acompanhar a
final tporada, os preza-
dos ristos de seu extre-
moso esposo e pai, Edu-
ardo Frederico Banks; assim come rogam o
caridoso obsequlo de assistirem ss misses qus
serlo celebradas no convent do Carmo, As 7
horaus la m'aahl do diae sexta-feira, 10 do cor-
rente; e desde jd se confessam gratos por
mais esta rovade amizade. i
I~aeno'Dimate
0 abaixo assignado, constanl6-lhe
que no termo de Ipojuca se estA mo-
vendo execugio contra Lourengo Be-
zerra de Siqueira Cavalcante, em vir-
tude da qual fez-soe penhora no enge-
nho Diamante, e vai ser levado t pra-
oa; veti pelo present declarar q ie o
referido engenho Ihe esti hypotheca-
do, e por forga desse titulo, estA 7 o
abaixo assignado movendo 4txecuAgo,
cujos autos acham-se hoje nesta cida-
de, afim de serem decdidos uns em-
embargos que foram -oppostos naquelle
termo. E desde japrotesta contrea to-
do e qualquer acto de alienago quart-
to ao referido engenho.
Recife, L.e de agosto de 1877.
Gabriel Antonio de Castro Quintaes
Ama part andar corn um menino;na
rua da Fl.rentina n. 20, precisa- se
de uma,


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Lgra de Toucador......... 1dlo
3ommada.................. IXdoKx
)leo para os CabeUos.....d IXOFX
6s do Arroz................6 IXOII
iosm6tico .................do I1XO
-AF7 r -T--"T# % %-- r-- /~t s h


37, LloLfIVRD 3 DE ST1ASBOURG, 37'
:--T ....; *--..- -..*:,,_ 7 .--'


Desconflar das faisificacoes de
Akwwnka sob os nomes L. Legros e 1G
e outros.
Ter muio cui-
dado que o pro- r t,,' U.
ducto level aver-/ "Se_. J"
dadeira fiarma[
Indusa. '^^y "
kUVF ET EUVye,

i CREME-O'RIZA
0 -, m. r 0
'VO DELI


V
~3~


I




.3


DE
S, Francisco Gurgel do Amaral
S- A'rua 1 de Margo n. 2i0 A, esquina.
Este antigo e acredilado estabelecimento acha-se oonstantemente provide deum
Simportante sortimento de fazendas de gosto, as quaes reebe direct in e das me-
hores cases de Paris e pornesta razeo poderuo sertvendidas por predos muito modioM ,
Tern atualmente um esplendido sortimet nto de vetaidoes feitos e em ortes igus
aos queo se usam presentemento em Paris. t b,"-
Teom igualmente um variadissimo sortimento de ohap6os para senhoras o que
p6de desejir de ielhor eo tal artigo, send preparados poe r uma das prnipaes mo-
distas de Paris.
Alz m destes artigos tem constantemenLe grande sortimnto de seoda, poeii,
i ines, superiors atoalhados broncos e de ores guardanapos, taNs .aA FI
salqmpto, um esplendido' sortimento d meuias branoses e de cores pao cis
ahOras, meuns to meninas, enxovaes paem.la ciento bapUsedp e e ic
de. de~bukllMtaawoes,'posls im, eiftet nowm an, oirf,+.as .Wi. ret!AEm,
ras: c5pkt0 seto tlu lvas do pefflew, esteira i ljapr or caat
F0 Ie coo," tapetes, alcatWfas, malao paraviageuse multos outri atagos qa
erm4,arte- do nosso sortimento. ..
.H16 np.regatlos espeei'w pa$a levarem as fazendas a oacn das Exmas. faml.as., &'
qu"e* ,edimos que de preferdOWkl mandem buscar qualquer artigo que preciseareiM
para as suas toilletes ao nosso estabelecimento, pois sempre encontrarao fazendas
Sde goato e novidLdes.
A Lodos aqueles que nos honrarem corn as suas compras, encontrarao jineid
Snos nossoetmtose modiIade nos precos. -,'
A Rua-iode Maron.20 A equa. -
*f~R\yj^< M2fJyf.*^ jkj^fkrk 4*JJ hfthF&lAJf^^ JB '


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I9 9i, S. Capa nma-
JEXTINCVAO DA FORMIGA
0G~Maudo obtido por este maravilhoso investo, tern levado spu proprietario
a montar dias grande fabricas no Rio de Janeiro e mna outra im Baiia nde'e o
.-FORVICIDA CAPANEMA d ji bem.coabsd a gngmfri ros
o hneivdq eslragos causam a lavoura, a today a vog.eago, coxegndo-se
'/ fiV corn peqaten.a despeza e facilproceso. .
PREVEN4CAO AOS CONSUMID6ORES DO IMPORTANCE IVEN'O
0 Formicida Gaanema previre-se que nao seri Yverdadeiro, e 6, por-
1t to, sem effeito na applicagAo, o que for vendido em quantidades menores ou
-m vasilhame difference do que sahe das fabrics do priilegiade, e .ue a nin-
juem convira o uso ou venda de uma falsificaco denoaminada Carborina, ou
,sob qualquer Qutro titulo; pois que, aldm de nao prodir' resultado algum, e
probibida sua venda por sentenga contra seu autor em process irtentado polo
Exm. Sr. conselheiro Dr. G. S. Capanema, publicada no Jorual do Gommerci.
do Rio de Janeiro de 3 de julho de 1877.
Pxjpq 4 Lamwbem de conformidade corn as leis d'este imperio contra
qwam e4der miid Capnema em vazilhame different
AG TE--AI- do Ferreira Ballar-rua do

Commereioni n. 44, 1 andar


EXPOSIA0O UNIVERSAL DE i 5 t5
MEDALHA DE Ift CLASSES
ALF. I&.B.kRIUOUE & Gil


figu L lAI3l19II
Api.;.L, PC' a 1-AO ADEMi rE MEOICINA DE PpAUJ


-' -" ,- .. Y j i r f ;k
' vi: .....ii,,,nl,,,ipe i'k.,' l<-
i'U <> t l.- l't'i~ 'inV *- .." ^
; .. .- '. -! .T outras pre-
eara ,-.- f (,I' ;,Uig.
'. I,'.,s ,':-. qtui a r ;inaria-
-. ;;; .- -.-^dos rna .etiCna
prcpara:;-ie .':. ; cascas de quiua
; :a n rincipio'L aci-
v ', ,.*:..,i'.r xat '. 'iavel ; a
S. .. .. .. ': : ra,:",,) ,e :;eu


*;I j i: ,} ] ^l a 0o, i:t.I0 vin-
hos onr eiii :ce:-..;-. vc tigios .e
principiios iciivor, et em pro-
pirOt1es p'evaiax'is. .
0 *u.iaieuja La~brrauv^u,
approvado pela Acadairia de ino-
dicina, cunstitue pelo contrario
.urn m6dicamcnto de composi-
0 ldetwkiada, ria ,a pnii-
cipios activos, e cow o ) ua as


medicos e s doemles lade,.
.emkpre contbr.


0 owJuimU U
prescripto corn
pessoas fracas,


Lbarrmque k
grande exito as
debilitadas, seja


-por diversas causes d'esgpta-
monto, seja por antigas amoles-
tias; aos lduttos fafigados por
uma rapida crcscenta, as meni-
MW qui tern A kulada em se
former e deeRw4vow; is muthe-
res depois dos parts; aos velhos
enfraqueeeides pei idade aou
domoqa.
Nocaro de chlowsis, emiia,
cores palidas, este vinlio um
poderoso auxiliar dos ferrogino-
sos. Tornado jiunto, par-exemplo,
corn as pilulas de VALLET, produz
effeitco ,uaiavM s, ja#a sw


rapid acU.


Rp-UIf m WJd L. rRWUE w


Deposities; --- S0,sr. jB4bn A WholoQ 4 4- e jfaia
~ .


..- ... ... ..- -.",-'*',. ^,, .'a^y

V h l i^HMMALcElu LAE'GRI1E
" L~a~preg:.^') i~e---,Jt; lr~ ~i:t nnoq. ;clos. :,-..;;,'os de tod,;s -us paizes i con i 'ra at; ,t*e', ':
doencas dto ccr,.cio : Hydropisias, B-arnch.'.es nervasm, GoaquolucyLc, :
Asthma,. etc.. emnifirn, cm iodas as pe-turbagoes 4a circuilacao. .


9


do ia"


imodmiae Wa


Dat


iq,. MU'
tAkxh au


,i '.


a .- i Uat1Ww0,.
0ho, MaWin
cos: o6r 1bM haa, estatura 5 p
gada e.3 pontos, oauello preto e caapl
rosto comprido, tibos pretos, eom olm. r
tecido, nariz afltlado, bocca grandepqdoo 0p
destes Oajb*ap ,e o
A especie de unl lombinho, pronunf&'bompas
adia, soservando-se, quando fal*, ems attitm-
14*b tI. wi'~ ~ E i WIMP*
32 annoso pouco mais ou menos, 6 fliho de Joso
e Antohia: escraVa 4t09 Iaoel I pr, do
lugar Fazenda Grahdie e Iou e6 do lorea,
d'onde .oxsfexo6sawo an Le.no ex
erciela.o oAfieo de ferreiro. Sa io dt cidade
vestido corn caia e camisa branca, paletot de'
alpaca eta, cap6o do Ohile, levoua m ba-
buriphltde ootum,, oobastante roupa bra=ca;
assim como consta que no acto do erh.arqua
aqui, um preto fol A hordo e entregou-lhe a.
quantia de 00U0O a mandado do tina amasia
de nome ilomana. t pr,aveJ que teuba IBu-
dado de nome e de vestuaeno, eqTa. a.oSe
calcado, para assim JwiaUlar--e liw.e e audr
a vigilancia das autorulades. Ha de coi cer-
teza seguir caminbo da Bahia pare esta cida-
de, em algum dos ,vapeoms dao compaahia bahi-
anna, degembarcando em Macei6, ou pelo in-
teor/ das:duas proviwias ; osg-ae, pqrtanto,.
as autoridades pqliciaes e aos Srs. capitaes de
campo, ou A quaklquer cutra pess6a que delle
tiver conhecimento,. o apprehendereni, parti-
cipando ou .enena -doo ao seu respectivo
n "or 'z Recife ita do Coimtmrcio a. ,
qe serAo rnemonmnensado ,ton- ', rqqtifla(,ao
acima.

Caoo da Fortuna
AOS .:OOWDOOO
B&LHETUfi GtANTrMOS
A'.rua Prineiro deMarco (outr'ora rua
do Crespo)s. 2Ve camas dopootuwe.
0 abaixo assipado, tendo'venaddo nos seas
felizes bilhetes um quarto n. 51 corn 300#000,
urn meio n. 3224 coa mO1 0, ju quaMrto n.
666 corn 100$00 e outras sortes de 40#000 e
205000, da loteria que se acabou de extrahir
[235.1], convida aos possuidopes a virern re-'
ceber na conforu-idade do costume, serm des-
eonto algum. *
Achamn-se A venda os felizes bilhetes garan-
'tidos da 3.8 parte das tloterias a beneflcio da
igweja do Rosario de SerinhAem [236.a], que se
exlrahird na quinta-feira, 9docorrente mez.
PREC0S
Bilheteinteiro 4W000
Meio bilhete 2800
Quarto 15000
EMPORQAO DE "00$000 PARA CIMA.
Bilhete inteieo 3$500
Meio bilhete '15S750
Quarto $875


MA noe1


3iariM P'iuva;


NUMA OJP0O
BIRURGIA .DE. TISTh
Rua do Barlo adVictoria n.658
Primeiro and& o
Consuuas e o.peraoes, das iQ Ioras
da maijba .s 4 ja larde.

Fume h]RtMadez
e cachimbos de barrio e'
H. Ledebour, rua do ,Cammer- n
ion. 17, lo andar"


Tialara Japoneza


E' .edra que nuo joga.
itteioftoil .enhore,*.|
410 W49te 16 Ae jin-
no de 877.0

Jlna
E* jpedra que nao joga.
Agua mole em pedra dura,
Tanto d& ate que fura.
(Mas esta 6 de bronze, que se nAo
tem furado por ser estanhada).
Roga-se ao Ilm. Sr. Ignacio Vieira
de Meflo, escrivao da cidade de Naza-
reth, desta provincia, o favor de vir i
rua Duque de Caxias n. 36, a cobcluir
aquelle negocio que S. S. se compro-
Lnetteu a realisar, pela terceira chama-
da deste journal, eni fins flie dezembro
de 4871, e depois para janeiro, que pas-
son a fevereiro e abril de T'87'2, e nada
uumprio; e.por este motive, pois, 6de
novo charnado para o dito 1iN., pois de-
ve S. S. lembrar-se que este negocio e
de mais de 6ite annos, e quando o se
nhor seu filho se achava npstq cidade
""""A9.0fiao""
Na cua do itarAe'a 'Victoria n. 40, outr'ura
Nova, prepatam-se Plcas bandeijas cern boli-
nhos, proprias para bailes, casamento', pio
de-16, bolos de Lodas as gualidat.s, proprios
para presebte;, Ludo degoslo e ma s barato
do qnc em outra qualquer parte. Na mesma
casa fazemr-s.eJindes bouquets de cravos natu-
-raw para neivos, sendo a encomnmenda feita
tres dlias antes, tamnbemni faz-se flores artifi-
ciaes, laato de eeu a *GXde panno, papel,
velludo e sedr; enfeitam-se velas de cera,
proprias para J)aptisado e altar. Na mesma
casa encontrarao sen*,e um btnito sortiien-
to de bouquets de Qfia sara bolos, de diftr-
sos preCos e de gostos.

CASA DO OUR
Aos 4:0006OOO


Bilhetes garantidos
e ua do Barao da Victoria n. 40
e casas do cOatume
.0 abaixo aesignado acaba de vender
nos seus auito felizes bilhefes a por-
te de d00 O 0 em urn inteiro de. n. 2451 e
a sorte de 1005000 em 4 quartos de
n. 310, al6m de outras muitas sortes
de 405000 e ,de 920(000 da ioteria que
se acabou de extrahir.
0 memo abaixo assignado convida
aos possuidores a virem receber na,
conformidade do costume sern desconto
algunA.
Achamrn-se ia venda os muitos flies
bilhetes grarfitidos da .3.a pare-das ko-
terias, abewficio da igreja do Roezio
Seriabiem (236), que seextra'hira quin-
ta-feira, 9 corrente do me.
Pregos


inteiros
Meios
Quart*o
De I006Q0
Jlteiros
1tIeios
Q-rrtes


49000
21000
para cima

1750
8875


Jo0oJooaqwimida Costa Leite.

Cr os
No Caminho-Novo n. 120 precisase
4e mw cuibefio e uma engoimmadei-
fa. qae bahaa bua pr.odimento e
quleiram acotapanhar am naal oem fi-
IA6s pam a pu'vincia do Ceari : ga-
rane-se ban i-atarmento.
Aluyn-se o'2.o andar do!
i n Aobrado n. 43. A rua d'Au-I
rora : a tratnarern casa de
Oosta Maia tC., ai rua 1.o de
3!| i. la4e.a(a riai e aerial.
n !yrwni 7.,< 7r" .
.1 ALAL A JA a- ..q 0-
Viaia, qChristiani &
C. ediepa todosos de-
vedore. a eti.eta fir-
ma c wag


r brtera
M Maria da C t ceioo, assiston .
tente examinada, mudou-se para a rua i
de Santa Thereza n. 44, onde pode ser
p~rocira:ia para o misteres de susa




C ntinua fugido o cabrinhba Bellarmino,' o
qualMisei o t pbe* ,m S. LOUerenO, em
casa d iiwnapecter. oite eakeve mitos iVas :
quem o apprchendcr, p6de conduzi-lo A rua do
Marquez de Olinda n. 18, que sera grapiflcado.

Livoes de francz
Ensinu Uihco e pratioo da lipgua france
za lii5esvk**bis e cUtH peu o p eldhio
mai- facial e nmis aperfeiCoado para fe apren-
der is a linua e a pwaes nezes : na iua da
Aurora n. 1M, to 4 a4lat. .
-Nse a.peuma...
SDesde ,o die 29 de tjunho do conente anpo,
a escrava Maria, pertencente A Exmna. Sra. D.
Joaquina, Emilia d'Oliveira Maciel, resident na
cidade de Goyanna.
A escrava conta 52 annos de idade, 6 crioula
escura, c sahio s6, levando comsigo a unica
roiapa do corpo, vesdo r6cbo e velho.
A preta tern por signaes:-uma empingem
no rosto, do Jado esquerdo, e outra no brago
direito,-ambas sis e bern visiveis, send a do
hcra., Waior qae a do xosto.
Na 91giuada de cima tallam-Ibe dous dentes
na frente, assimn cdmo tnmbem as carapuQas
dvs dedos minime e immediate da mio di-
reita.
Tern cabellos carapinhos, falla e'canta mui-
to, bebe aguardentee 6 samhista. Tern gran-
de pratica de quitandeira.
SuppOe-se ter seguiJo para o Recife, pois
tinue etia a moron na fscad.
Portantilo, r-opa- a8s,&. capiLAes. d cam-
po que a apLraheldaetU dirijan-se ao Sr. Ma-
noelAntoniodeSenna, 4e queni serao bern
gratificados.
Caixeiro
Precisa-se de nin caixeiro que terAia pratica
de taverna : a tratar'na rua da Cruz n. 37.
A Botina Maravi-
nI .. .A


recebeu umaojnpleta sorlimienLea .-A t-Mq f
para crdW sglezes, o saaE -g.iwpas me
borracta,. parn baiens, sejorasi- emmerinas:
na ruado Cser.po Bm. 19.
ki bom W "
Aluga-se uma casa ie.rrea, wito lijm-
pa e corn jnu-uitos corBow iS pamra Sa-
milia, sUia t.rai'essa do agsaiduu : a
tratar na rua do Viw.owe de Albu-
quExar e n. 20.
Ama de leite
Ainda precisa-,se de urrta a rnma
estreita do Rosariot n. 36, loja.

A publico
P(*o Camrn iio de Almeida avisa ao respei-
taid **lico e a todos os sesS freguezes que
cisaM arnigavelmente a sociediade qmue
Linhalm.Jos6 Jeronymo Bandei:a ite eDlo,,
sob a fiM flandeira, & Carneiro no 1f1ti
cabelleirflta# rua do Cabug, 1n. 12, e lwbiam-
do-se o socioJ06 Jeronymo Bandeira delp
pago de seu do)tal e hiucros alW esta data,"U-
cando a cargo do abaixo assignado todo o
active epassivo daqueMe esLabelecimento, n&o
se responsabilisadao por qualquer debito que
o ex-socio Bandeira tenha contlahido. Recife,
1o dleagosto de 1877 "

Ao commercio
Quemn precisar de um caixeiro de 17 a 18
annos, corn bastante pratica. de taverna, ou
tarnliem para caixeiro do tuma padaria corn
menos pratica, fara favor de dirigir-se d i rTa
Formosa n. 27. em casa d Jos6 Moieira Ra-
eliUo,por qutm sera affiaacada a sua conduo-
ta, ou por quern serA Lambem alfian.ado pelo
sen recommendado.
Arsenal de mari-
nha
Akos Srs. Francisco. ilea dlSiflva' Mnoad
Felix (foguista), Miguil ies ribs Sa!6o, Be-
nigno Marques, Jo:'e Pedro do A Icar. tra, pede-
:e o [grdop.4n %. la d9 iPar q -do dfma
pho ii. V5, a rfrg(ft o ae seus MteresMe.1. m on-
tinM? da melhor f6rma.


. B ,. ag da S d
-- -


.a er. p rito .tM. .=.s"
4 cotnm1o : at rnaw. de sa
,ita. 2-4,-
,- ".- ..M


ie de


Dehmzte da.Pracinha
AO BARATO
Granadine de seda prela, paIdrwfs
mis modernos, Foprios para vesftes A.
e polonezas, a 600 rs. o ovado.
Camisas para senhora, a 1S500 uma;
pm'a acailar.
Baptista., core lixas, a 240 rs. o 0o-
vado.
Cretones finos, americianos,. a 360 e
440 rs. o covado; sio lindos.
Mariposas de c6res corn listras asse-
tinadas, a 400 rs. o covado.
Chitas escuras e claras, a 240 e 280
rs. o c(yvado.
Cambraia Victoria, final, a 3S500 e
40 a pepa.
Camis inriglezas, peito de linho, for-
rados, a ..35- a duzia ; s de 50$, que
pechincia !
Brm piardc para costumes de ho-
mens e meninos, a 400 e 48@ rs. e
*covado.
Lensos "d ingleza, abamhados, a 25 a
duzia.
Colchas de dannsco de aIfgrodao, a
36 urma.
Brim preto para Iuto, a 500 rs. o so-
vado.
Chales de casemira, padres escoce-
zes, proprios para a estaCio, a 45509
um ; sio de 85, aproveitem.
Cortinados bordados para todos os
precos.
Algodio -Izul dc listra, proprio para
roupu de escravos a 200 rs. o covado.
Madapolho francez, fino, a 55 a pea ;

So" .na 43 da ria do ueimad.
Il L a-, OR_____



Lirdiamas bapti,-tas para 'westidos,.
i 240) rs. o covado.
Vaiaredme sottimer$o de maripo-'
zas, a WO0 i.. o dito.
Grim "sdesortimento de popelinas para
mestidos, a 40), 500 e 600 rs. o co-
vado.
Maripozas braocas, o que tern vindo
de mois gosto.
Riquissimrno sortimento de cretones
corm desehbhos inteiramente novos.
Popelinas de seda pura, a 1,000 e
1.200 o covado.
SPpelinns de seda branca para casa-
mentr, a 1 000 e 1-:200 o ditia.
Madapolkio fmranca .de duas larguras,
S56000 e 55500.
Cambraia transparent para vestidos,
a 3 500 e 4 000 a'pega.
Fustao branco para vestidos e ves-
t arios para rneninos.
'Braima-nte corn 4 larguras, -a 11500 a
vara ; e m6rito barato t
Camisas bordadas para senhora, a
35000 e 4#000 ; quiepechincha t
Gorgorao de la, de cores lindlas para
:estidos, baratissimo.
Leques de madreperola finos, dese-
nhos riquissimos a 10$000.
Chitas grande s rtimente e pare totlo
preco.
Temos umn tompleto sortimento de
faZendas, das qu~es a maior parte nao
annunciawios1,. $ nao enfadarmos
os d gpos le'gor$, .e de todas se d.o
rmostr,.s .e naitlat-se em casa das
Exuas. Mteui..pra ii eiw.m -lhe-
rein: n Fl t~aatt AmSt*IttM
4'7- REa Duque d4 CaIs 47
gxoellentt-fu t.o de (d6, do '
em na fabrica Apollo, -A'ua do Cbua 'B. 14.
r b regb p tladmo
eharo, barrica's .de 4(I libras : ino artmaem de


jorge Tass, rua do Amarm 37.
Vende-se a taverms sta Do Veo do Ter-
QO n. 3, propria para qualqbp prciliaptaM,
por Ler poucos funds.

AmarAl &6~~i S
pre PretO e e
Amral, _atao 4- w
preto e verf. e.rfie&- Baf: to. i' .t ..- .:-,
rua do aBarI NItorb kf.-

Amaral, )abuco &
vapor da turupa fumf
mu Bazar Victoria, A.i4 U '"
iarmeroS..'': : .L'


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*MPW H Fmg tiAiFiW a~oH
'a~s i, tos & C.

-&' *a A MalVraMosa, a praqa da In.
enetia ns. 2'e 4, e a union que
tetU raM. complete sortimeneto de b)one-
co e biihquetos para me-ainas, tendo
eatte e6er lirfdos toile.es, cornmmodas,
aparadbres, guarda-iougas, etc., etc.
JABROS:
A.loja da Malva-rosa, 'a praga da In-
dependeocia ns. 2 e 4, recebei umn
lindo soirtimnento de jarros para flores,
e etat rendrndo bamto.
AOX FUMANTES
A loja da Malva-rosa, A praga da In-
dependencia ns. 2 e 4, previne aos
Sr. fumniantes que aldin (las melhores
e Fusas ,onhecidas marcas de cigarroq
fAdicados nesta cidade, acaba de ro-
ceber do Rio do Janeiro, umn complete
oortimeito de cigarros tauio de papel
aomo de p)alia, das melhores e mais
ecreditadas mareas; assin comno os
etweelientes charutos dn, Rio e Bahia,
etc. __'____
Potassa da Russia
Dominogus Alves Matheus temn para vender
ema sou escriptorio, d run do Vigarij n. 7,
nuito superior POTASSA D.A. RUSSIA, m
barris pequenos. chegada a 24 do corrente nn
vaporfrancoz Ville dc Santos.
--24--RUJ-DO-COMMERCIO--24 -
Neste estabelecimento 'vende-se o
varladeiro e superior vinho 6e Boi-
de'. tantLo eni barris conio em engar-
rafado, e mais barato (do '1 em qual-
qewer part, por ser recebilo de conta
pOapria. No mrnesmo esLfibefecimento-
cwpra-se garrafas vasias que tenham
s&vido para vihho de Pbrdeaix on
cognac
Potassa da Russia, cail
nova de Lisboa ea vintos
do Porto
Vendein Cunha Irmdos & C., ruada.
Madre de Deusn. 34, prepo commodo.
Caixeiro
?rocisa-se. de ucn caixeiro de 12 a 14 annos
de idade. que tenha pratica de taveraa, e que
d& flador de sua conducta: a tratar so largo
a Santa Cruz n. 16.
SPopelinas de seda a mI


rs. o covado


it
* *~-
", I'
~:








47~

L
















L r










I


A-
ie-


ea.


Vende-se


o engenho Cobceivlo, em Serinhbem, nest&
0 provincia, minuito born d'agua, podendo safre-
jar atnn'ialuiente 2,500 paes : quem o preten-
der, dirija-se A prava do Coipo Santo n 15,
primeiro andar, onde achrAi .,om quern tratar
a respeito. _______

a a 8, 30 e 36S a dezia&, na fragata amavenas
rvae Duque de Caxias n. 4/7.
Chap"os pra senhoras
Eleganites e primorosamenta enfeilados eha-
S p6os, acaba r; do chegar pelo ultimo vapor, os
quaes estlo se vendendo por preco muito
commode : na Fragata Amazoias, rua Duque
de Cuxian? n 47. _______

r lJwpiuri Feltrrilra Cmpos f P.'*,
meiro de Marco n. 21, tern as seguintes fazen,
'. das, que vendem porfdjiniut')s pregos: flanel-
la azul, propria para palctotj duaslarguras, a
38.* covado, casenira mescfiida a5, dita ala-
,:.):. ra, "prpria dparaes uEms-I"-. r-, a. J--
S cezas v, 20 rs. o covado, ditas de quadros a
390 r- menin6 de c6res, du'is 1' XPrm a 21,
Satoall ) de linhio superior, 10 paknosde lar-
gura a vara, ditO dito a 2JA, brim braeoW
de li: acohlboadij,v :f 00 ta
assei adda- propria. -pya VE tiLo,i cad liCS ,
aloL, n com5 b ver- 5m0 X&', iM D 4
duas ,a .grur.s a -., riuamaqte trt4qda,
duas .;tmras8/v pitf dliun p-
fmi i;ro a I vaO"M rs;. .=94

^B*e5 ';-' 1"' o^'^i.i, 'frM^jvi-l
till. 0


? a s'I. ..a


desta provicia.
ENCOMNENDAS Mandaminvir da Euwopa qual-
quer inachinismo, responlbifisando-se pela sua
boa qualidadN.
CONCERTOS-Cefieriawufdqter mubluiisgo
e fazem eootrteo anima. a. dos .- eoecertosi
do enjenhos; para esse ffm teem a hbMa.a beia
moirtada, eom jiande e bonm pessoal, e dir'qda
por dons eitenheir-os
FRANCISCO CORREIA DE MESQUITA CARD-OZO
(ha pouco ceado. ifa Inglalerra.)
GEOt( s D RAIU (oinspat o e anio que aqui B
Rua do Brumuns. 1(00 a 10t4.
Deposia vuad#, Apo-ll as. 2 e 2B.


Caldeiraria Cenitral


fundi ao de sinos ebroze
DE

Euardo Cardoso & C
Ji'a do Barao do Ttiwmpho, omtr'oa do
Brmn n. 60.
SOs proprietarios deste estabele;imento pre-
vinem aos seihores de enjeho, aJrticItores
e ao publiko ew, geral que contiaiam a Wbrd-
ear os olectos abaixo meaCionados, eomo se-
jam : "
"Maehinas de Derosne pra. fazer espiritos,
ditas de Collars, os melhbes systeias, a1hn-
biques de leitios diversos, simples e com es-
quenta oraas. intlneindo os de NOVO 8YS-
TEMA, ultiniamente adopfid&o napiroyme, cam?-
rapugas, serpentina.,tachos, passadeiras, rpar
tideiras, eseumadeiras, cobre pieado para noer
mandioca e, todas as obras uecessarias paia 6
fabric do assuucar. Bombas vspirastes 0
ni|pst da 4!^ e^f e *de,;

pelo sys"Tma franeez, torneiras, de ioUzen.ze
ei;a'is de ito, de todes os tamanhSo
mfamrica-se toda e qu*AJer oWA 4e
A'rit^ ^
9013A b^^e


Cobertores escuros de t& a 1#8900 pechiaa.
Ditos brancos a 15000 urn.
Lenma,9de esMguiio flBos, a 2000 a dzia, d'pechincha scm igual.

FtieihAB.hA I41e sddb reaoebidos.hontem, d o que de mas gosto se pode de-
sor, e *e"mos:por crom odo preo
NA.LOJA lYAMEPRIC A A' RUA DO CABUGA:' N. 10.
Sempr. ..e s .Msq'. '.e S.m com.. et. r
I vifn;Im- atoI 0 -0 aateiro
0 jAi oenta0 e nOve RUA PRIMEIRO DBE MAR4O N. I
& ruta Duque de Cuxias Qua luido sortimento de baptistas, a
&dmiremr 260 e 280.
Rico sortirriento de bpelinas de li-i Qrianadine preta, lindos desenbos, a
-nho, a 44e. 5 00W s. o covado. 600 e 640 rs.
Ditas de seda, padro-s sere iguaes, a. A Mariposas de cores, a 360 e 400 rs.;
700 e 800 is. 6 tfto. i estamos acabando.
Merinds de c6res, qua excellente' fa-1 Eatremeios, n.o.ha prego.
izeht, a 90-s. o covrdo; 6 baratis-: 'eLones. inglezes, a 280 rs.
sfmo! Mariposas abertas,, a.460 rs
Baronezas de linho, S6 fomos queml Chitas de 240 a 360 rs.
as recebeu, a 800' rs. o dito ; aprovei-l Popelilss de gosto, a 400, 500 e 600
tern rs. o covado.
Lindas mariposav, sem competencea1 Branante de algpdgo, a 11500, dito
a 400 rs. o dito. I de. nbo, a WW, dUo franoez cQrp.10
Baptistas,c6res fixas, a 260' rs. o palmae,. a.3$. a vara.
ditu. Brekwhata Ie iUnho..
Cretones suissos, es mais novas pa-; Ghales dA casemira de cores.
droes que tern vinido, a .320 e 360 rs. o' Merin6s. preLos.
dito. Boambazina e canltao.
SChitas cfaras, born sortimento,, a 220' Alpacas e outLas muilas fazendas
e 240 rs.o dito. iproprias para Into.
Ditas cftWas escocezas, a 260 e 28 ( Cortmados bordados.
rs. o dito. Camrbraia para cortinados.
Ftehus de M, utima noviade, a Colcbas para cama, dp 3$ a 85.
2$500, 4, e -O; a eiles' HIa tambent Paisos para mesa redonda, a 48.
de sedi ltnho. e Rees a inelores, tanto 'brancas
Magnfficets chales A princeanregente, coeo, de cores.
at i$ moyeitem ,Joalbas felpuasde 6$, 8S e 128 a
Esguiao de iinh1 a iTO'" -t800 a duzia
vara. Ditas 4e ditfsppara banho.
Bramanite'targo de aIodao, a 90 Gua d#nWS pa todps os preqos
dita. Atotahadosadamasca4o para mesa a
Atoilbado pttan mesa,-a 1lf" a dita. 1.5500 a vara.
Pare Ibaptisado, Ikindissimas toalhas Completo sortimento delenQos bran-
delabyriuifbo, trabalbo te mUiitgosto e cos e de cores.
perfeifdo. a 44 Ji venidemos a 80M$ j] s &j eae de cores. tanto para
e 1805. senbora, ono;ppra Womenm.
Pam fronhas, -ftldas stamrpas de di- Cambra( trltuiI a 8500.
to, a 25o rar. Dita Vietoria, final, a 350).
Temos am comnpleto sortimenti de Varnadissimo sortimento em camisas
casemras ite c6rs, a 34, 4 e 55V0 brancas, de 0alg9qd lninoh, ecretone e
cotee, a-p ta eiLitom media. .
Meri6~,bti panvno.s -,.fiOpacdes Outros muitos artigos qu e dispomos
e aIp&cas, par tbdwos i' esiS.. pur baratb ptc6."
Tdatais'lepudadas, grndes, a- 6S 0 Barateiro
(i. ... Rua Primeiro de Marco n. I
Leftos `"alrtihad0o, a .F0 a dita. Agostinho, Santos 0iC.
Ditos fs'.de' Ilttho, erm lindas ei- '---_*_ _. ".
xas, a 31 ^Nii tttt
Collrinfiot liti ho, modernos, a 7$. Iili
Meiasu.to recs, eum cailas d'e ms 6 en1 bars de W lUbipas
deira, a OCT0'20 a ditu-e a ellas. fomingoa Aives fthetm tern para tender
Brins b'rindot,-d01irio puro a 1$500 mi`0O supWior CIMENTO em baTris de 400
ttvr.'/. Bli uras, por preae oomeodo : na rq do Viga-
Tara. Yh rio n. -7
Bons patWes em ahgolas, a 440 rs.
0 covado.. p ..... tym irahhU^ -
camis a 280rs. o dito. 0
No-'59da au'a uque fCaxias, loja dem-se os segir tes
dC araXei. da.,nha. C vr ,, r-


0' ,em 4 tomos por
0 ARIMZEM 2_D NUNES 0(000a e. .,.
(Nui1, ., ,...::,do' annos

mtw ^i 9^ ^ .v^i~ t ..... -t- Iw a 6 ,1,r ,.~
^{idifae gricA, Obraa&-ebghoas.-sp!.uras, palo vi-
Va.nteger proveitosa. ga'io Barr0eo'por 4(000. ,
.yT Oiq : h E<~piA6 omla.poc~3S(X ).
Nunes tem resolvido tender bai'aro. bar- c.. &
kikio garanhir A |i!iQAi^dp 2e suas "hv&f.Cin b, "u ^0- .-
vane-a^ 45O00. -* *>
8li^d F gnrs tw .6O~ss, e fiI4^ E&Dryeitaor do mxundo flovO aor Js


f .'-


para toalhas; aa I oa eirot v
Tarlatanas de todas as cores e qua
lidades. "
Ld preta muito final, para 300 ra. o
covado.
Cantdo preto, para vestidos, par '
to, a 800 rs odito.
Setim macio, todas as cores, pars
1,8000 6 dito.
LIQUIDAM NA RUA DO CRESNP
N. 20
LOJA DEALMEIDA & CAMPOS
Aprovei4em
Quando quizerem comprar qualquer
artigo de miudeza, nAo somente de lute
e phantasia, como tambem de inteira
necessidade, lemb'em-se de dar um
passeio d Nova Esperanca, Ai rua Da-
que de Caxias n. 63; e ahi encontraria
alem doe urn esplendido sortimento do
artigos de sua repartitao, mais os se-
guintes:
Artigos e12cessarios
Papel e enweloes para escriptorio,
pennas caligraphicas do boa qua dade,
bons lapis e canetas, optimna tinta para
esarever-se, .dita para marcar roupa,
agua para pimtear os metaes, aspas pa.
ra espartilhos, forradas de. camnurca
talagarga pare bordar-se laI, e seda
frouxa para bordar-se: a Nova Espl.
ranca 6 quern em.rn
Artigos baratos
Agua florida a t, fits de linho a, 60
rs. appeta, papel amiasade a-400im; a
caixa, codao, para vestido a 20'"r. a
peca, envelopes a 500 rs. a caixah:
na Nova Esperanca, i rua Duque do
Caxias n. 63.
Artigos deo. luo e phantau.
Estampas allegorical para ornas ,a..
las a gabinetes, bonitoeleques corn tF .
mas e snem ellas alta novidade, liudiw
livros delembranga corn capa de mafim,
proprios pars senhoras, delicados rar
mos de finals flores para cabeoa, novos
coques de moldes simples e elegantes,
agulhas para pocket, send de wna-
dreperola ; tudo, iste eacontra-se. A
Nova Esperanca a rua Duque de -
xias n. 63.
Para os que sdo levotos
Um pequeno sortimento.de fins es-
jampas de.santos : recebeu a Novi Es-
peranca, 6 rua Duique de Caxias n. uo.
Para as florists -
Papel para petals, dito pars folbam
de rosas, calix.e pieilbos e mais pro-
paros para tal fip ; tern a Nova Fmp&
ranca, d. rua Duqki de Caxias n.'.*.
Aos p de famfilia
Quereis distrai, vosso filhinio, oil
presenteal-o? dirigi-vos a Nofova Espe-
mnca, irua Duque de Caxias n. 63,
compr ai um lindo brinquedo, pois qua
etfa %reeebeu um complete sortimeAW.,
e eslt vendenio por preco muito razo*-
SBonecas
Uni bomnorti mento l bonecas man-
sas e choronhas, pitas e brands : re*
ce1eu a Nova Esperanca, ai rua Duqui
de axiaMf^ '.63. ~ -.-
teelto6 s raflonm s64,aB V -
quer. ^
A Nova Esperanca, a. rua Duque de
Caxias n. 63, tern a verdadeira tintu- .
nhos, e~tln'a~ eho amffIcaos
cbellos, e verfdea#taoavelmeate.
O asphiy~~1^da lior-
mia d"%#a *.
e'um liquid quo corn meio lltro e am (
.">"^ ?,nha-se cooapletapente com uDI u -.
[im uc,,,,. .. ,,,'-',"- S,' agarafa dehkt .
'. bobtrade,.M,.ei .&i 1, ta,"


I loqnm.b 4uwmv ; M .Ao .
Q,4.-.I


.a ,- .f


t .


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*a~r


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4 ~


Aproveitemn
Loja da America, 4 rua do Cabuga.
n. 10
Veardadeiro
tim MacA.ode tidas as c(6res a 1460
rua do Cabigi. n. '0, loja da Am


4'.
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r iiI III


I


Mtn-
rie


. 4*A


.-I
























Os products e os servings coosU-t
.em, comp se ve, 'duas ordea'de .ui-
lidades, que emhoira se reduzam a
'pm jna, frequentemente, pots que sao le-
das a confundirem-se, nemr por isso
pres amr nmenos a uma apreciagAo
fistincta. Torna iss.o different o as-
Recto, inas as leis que regenm .9 duplo
fcto pelo q, ual se minifesta o poder do
home, sao os mesmnios, como veremos.
Aldm disso, essOe ler est-A lirmilado
.. A aceao do trabalho -humane sobre a
AWM.t era ; e tanto que dixa de estar
Jm"s forCas do homemn crear, na verda-
VrlaacepVco da palavra, assim coino
7"-&iol -dado destruir. A MATERIA:
.-i-madeira, mineraer., sexhentes, pro-
clIos naturaes da terra e das aguas,-
Ie invariavelmente fornecida pel&
mundo physico, que sob as mais ra-
riaas f6lmas impression o seu espi-
rito e, es seus sentidos, e sobre a qual
elle dispde do maior ou menor acv5o.
Essa material, de que a terra cont6m os
sormens corn varias substancias, po-
draf passar -por tranrsformag6es mais
ou menos-4otave q numerpsas, graqas
A forva de q.edisie cada uma. A
madeira transformina-.;e em moves, o
f. errq e os outros metaes tornarn-se nas
rmaos do home em utensilios ou fer-
raminentas depois que o minereo sob a
acdo do fogo, passa polo estado de fu-
sao; a propria agua decompoe-se em
seus elements, para ser empregada em
usos diversos. Mas se o home p6de
fazer que tal ou tal substancia mude de
estado ou de f6rma; se ihe 6 licito
cotibinaros elements para os -utilisar
e aproprial-os .a diversos fins, esses
mesmos elements escapam A sua ac-
gao destruidora., da mesma sort corno
foi-lhe extranha a sua. creacQo.

Assim a agua evaporando-se pe a ac-
cao do calor, da origem ao hydroge-
neo ; a madeira pela combustAo, trans-
forma-se em carvao, ao mesmo tempo
q ue se desprondem della o hydrogeneo
e o oxygeneo que, corn us sAes de bases
mineraes, entrain na. sua composigao e
formam a cinza. DdIaixo, pordm, des-
sas novas forms, distinctas a disper-
sas. subsiste a material. 0 mats que
o home pode, 6 desaggergar, se p6-
demos assimrn dizer, as parties constitu-
tivas do corpo sobre o qual elle opera,
ou exercita sua acco, para satisfacao
deosuas necessidades ou de sua phan,-
taiia.
Por tal modo comprehende-se comno
o trabalho humane transform as subs-
tancias collocadas ao seu alcance em
products mais ou n-menos uteis. Dahi
conclue-se, como diz o Sr. Joseph Gar-
nier, que a forca do Itomem limita-se A
(( producyAo da utilidade )) mais ou
menos apreciada. A tl ou tal espe-
cle de substancia submettida A nossa
actividade applicamos o trabalho, isto
d, um genero de serviho, senio mesmo
urna serie de cuidados, de trabalho,-
cultura, colheita, descarogamento de
algodao, transported, classificagao, car-
dagem, fiacfo, tecelagem, fabricagio e
venda de artigos appropriados a uma
multidio (1e usos,-que fario corn que
essa mesma substancia torne se um pro-
ducto utilisavel A medida que adquire
urea f6rma nova.

A plant que at6 certo tempo germi-
nou espontaneamente e 'nenhuma cul-
tura exigio para crescer; a arvore que
desenvolveu-se na floresta virgem e se
quer derrubar para ser queimada ou
para servir a qualquer construcgao; o
trigo que se trata de celher, transpor-


tar, mnger para a alimernntago ; o iii-
neral, o carvfio de pedra occulto no
seio da terra e que e preciso ir lA pro-
cural-o; nao) dilferemn do algodno nas-
cido sem cultivo, quanto a utitidade
apreciavel, isto 6, pe)rwuhtluel, o que cor-


FOLIIETIM


= mn 7!CODEA mEXA1
(CONTIr'NUAOo DA.S TrRAGEIDIAS DE PARIS).
POR"
r; onc
X.I.VIK11 DE, SIIONTAPIN I


VOLUME V


TOO u&t ` Var, sena
= caft. objt HI applica at u A M
deter do, Dahi s que o fun.
damen_ o,poqto de par o ad o
de umi movWl, 'de umn u de:umrn
product, oui de uum simple servlgo,
6 a utilidade mais ou menosgeralu.eh-
te reconhecida desses prodfaetas ou des-
se mesmrno servigo.
Os products 9. ,os. services constt
tuemrn, pois, dtas ordens de utilidad_,
perfeitamentet apreciaveis no ponto de
vista do lugar que occupamr os div
sos misteres. Nao s6mente ellas
veto ser coiwkleradis distinct
mas a szpa 6 differeto.-a. -
si ajLtj hctos sdo geralinente
S e ordem physical, tangiveis,
erqtwuato. que os,-cuidados
do Ie i perario, en-
do. c.e-
O. oc6ommissari* ou
o0 p, Sciencia do architect e
do a Wd't 4.isposido dg sua
Hpd snimplesmente
n[J leQ.^..im oral, isito^d, que
so o.'sp ro p6de definir., o
Als ainda que de aspect divers, e
especie dilferenete, essas utilidades,
obdecernm as inesminas leis na ordtn eco-
nomica.-O que obsta a fabricagfo de
uma mercadoria, a venda de um pro-
ducto qualquer que elle seja,-sao o
irnposto por demais pesado, ou as dif-
ficuldades de transport provenientes
da fall-de vias de communicaafib: ou
ainda a usencia da liberdade na cons-
tituiQdfio do trabalho,-o qae nAo 6 me-
nor entrave ao emprego ou exercicio
dos sevriros do medico, do operario, ou
do negocante. Em um comrno em ou-
tro caso, as utilidades diversas devem
poder tirar vantage das mesmas faci-
lidades para que correspondamn ao pb-
jecto que se tern em vista.
Finalmente, da mesma sorte que os
products correspondem nA idda de um
valor maior ou menor, na razio prin-
cipalmente da necessidade que se tern
delles, isto 6, da utilidade de qu6 elles
dispoem ; porque sao os fructos de umrn
trabalho que nao se realisa sem esforgo,
e todo o esforio tern direito a ser remu-
nerado,--da mesma sorte a utilidade
representada por um simnples serviQo-
ou-seja o concurso do architect, in-
tervengao ern negocio, ,mprego de mdo
de obra, beneticios de instrucQao-irim
plica uina remuneragao em relacao
corn a importancia dessas mesmas uti-
lidadese o prego que se Ilhe attribute,
ou emrn outros terms, corn o sen valor
reconhecido;
De tudo result que a idea de valor
6 complex no sentido de que urna cou-
sa vale nio s6mente pela utilidade que
ella tern os olhosde quern a possiw,
mas da opiniaio que se forma em geral
dessa utilidade, e da maior ou menor
facilidade que se encontra para pos-
suil-a, sem fallar do perigo e dos in-
con'enientes que se depararam, con-
forme se verA.


VARIEDADES

REVISTA MILITARY DO ESTRAN-
GEIRO
A PASSAGEM DO DANUBIO


A guerra actual temrn demonstrado
exuberantemnente um facto, que seria
posto em duvida ba alguns mezes por
muitos espiritos illustrados, e que hoje
6 aceite sem protests nerm duvidas
por todas s pessoas qtie t6m seguido
attenta e cuidadosamniene as diversas
phases da caihpanha encetada. Julga-
vain muitos que a Russia era o colosso
military da Europa, e que. no dia em
q.ue ella lizesse troar os seus canh6es e

tranhos gemidos, por brados que fa-
zianm calefrios.
0 tetano previsto polo doutor, acaba-
va d.e sq.eclarar...
CroirDieu uivando, agonisando,
blasphemrando, torcie-se como urma ce-
pa langada em cima de brazas, agita-
va-se comno urn reptit cortado por urma
fouce e que Frocura reunir os pedavos.
-Os olhos sahiam-lhe das orbitas.-O
rosto contrahido, horrendo, desftura-
do, parecia o d'umr home que acaba-
\ va de atravessar por mbio as chain-
Mnas.
Nos seus sobresaltos cdiwmoes ti-
nham-se soltado as ligaduras, e os c6-
tos engfigentadois $budiam em volta
gotas ved*elhas.


Lovina e ulpriaR
trescerit& 6Iitb^^
se vencid& e prostada
auxiliary contra o seo tuq
povbs oppl!pdos, a vet4
opinion gural E#*p
dgvidar d; pajanga Ottom
.m qcous, ro'.o aipeitn
.Qto ~mque absolatan


Presagiando faces triudo
clara porem o famoso im -
vila a guerra ao ENFE$RM(N-
TE, no di 24( de abril, dea
ter passaIdo arista as tro
punamin o exercito do sul,-
em Kischbeeff, no valle do
em 27,db junho.bq 4*',p d
pois, consegue& t Ii r 0 e
pisar o territorio inimigo !

Este facto tornado isolada teo,. a-
compaqhado inesmo da e
rinentadotniad Asia, D
mente que nem a Rua P-nap-
tencia tao poderosa, hem -a Turquin
povo LAo enfraquecido, como se fidra-
vainm.

Dous mezes para fazer .marcharum
exercito do Pruth ao Danubio 0 para
o escalonar ao longo 4'esta linha de
defeza, 6 na verda(le um prazo exage-
radissimo, para quem consider a R-
rairavel rapidez corn queo o feid-mare-
chal Moltke fez nnver os exereitos
que dirigia durante a campanha feanco-
prussiana. A mobilisagao do xexrci-
to russo comneou ha b mais de seis
mezes, e, comrntudo, talvez se no possa
considerar ainda hoje eompletarmente
terminada. Quinze dias bastam no en-
tanto A Allemanha par [ter concentra-
dos em quelqner das suas fronteiras os
seus corpos de ex6rcito, promnptps a
lancarem-se sobre o inimigo quo4hes
f6r apontado. Estas simple mindicA-o
bastam para fazer comprohender alris-
tissima situag&o em que a Russia se
en'contraria hoje, se, em vez de teropor
adversanro a Turquia, houvesse provo-
cado as iras da Allemauha.

Neste mesmino lugar, ha jA alguns
mezes, foi exposto o modvo porque a
Russia nao podia por agora tirar das
suas novas instituiOes m ilitares todos
os recursos e fortaleza que tinha em
vista quando as adoptou. A lei do recruir
tamento. ainda se nao acha em pleno vi
gor, porque s6 mais tarde podc Apro.
duzir todos os contingentes que hao de
elevar a exercito go elfectivo desejfdo.
Por outro lado, a rede estraLeIca dos
seus caminhos- de ferro aindai'se nao
acha complete, e d'aqui a grande de-
mora na concentragao das for,,gas, e
teem de percorrer pelas estradas o-4i-
narias os longos e fastidiosos itinemra-
ries, que a viagao accelarada tomnaria
curtos e faceis. A estes dous incohve-
nientesqual delles mais grave, junte-
se a mlt organisagao dos servigps de
administration military e ter-se-ha ex.pli-
cala a foroada inacao que os russos
por muito tempo guardaram no thea-
tro da guerra europda.
Injusto seria deixar de reconhecer que
apar destes defeitos se notam aperfeigoa-
mentos notaveis que.tem cliamado mui
especialmente a attencao das potencias.
Um dells 6 o que se refere ao servigo
de torpedos. IE' sabido geralmente que
a Turquia posse uma excellente esqua-
drilha de couragados fluviaes, que deo
via operar de combinagito corn o exer-
cito na defeza da passage do Danu-
bio. Vio-se comtudo que essa esqua-
driiha pouquissimos services presiou e
que os afamados monitores ficaram
quasi que corzapletamente reduzidos A
impotencia, gragas ao excellente servi-
go de torpedos montados pelos fussos
ao longo do rio.

tudo acaba coin o home, e Deus nMo
existed !...


Felippe soltou uma*gargalhada con-
vulsa, eatridente, diabolica.
Corn o brago clireito continuava a rea
pellir os espectros criados pelo sou de-
irio, on antes avocados pela sua cons-
ciencia.I
De repente emmudeceu o rir extraor-
dinario.
0 terror pintado no seu rosto pare-
ceu augmentar. =NovktvisAo surgia por
certo diante delle, ainda.mais fdnnida-
vel quOe as precedents I rqI. tou repen-
tinamente, corn ares de desespero, e
baibuciou: "
Ha pois urnm Deus...
Os sens denotes butiam muns nosz ou-


a tff t6 do Danubio, e conve-
W$as. 'Asz n Ls fy in

0"d-Js, a*-
sajrnram no Danp*. A.s primeia
wtZ $erethj' .fo0guirani' 1.b
semear o baixd Danubio destos terriveis
agen.4 detrnidts; l4ue- anlquiad46.
completamente umn dos ftelhores mo-
ntoreb tnrcms, impozoram aos testan-i
tes cautelan tao exces-vas que bemrn
q uivaqm a hu.ma vol M'a inbabilita-
o-,Cada chalupa conduzia a seu
M0d40t0 tqpeda, ei cot ocal-as nos
saos que julgava proprioa para os fins
S inha em viola. Depois rogressaya
ponto-d partida em busca de outros
Lini, eYassm, continuava corn suiihma
rapidez e seni descango, sob -iprotec-
&Ao dos fogos das latLruis russas, pil-
meiramente estabelecidas-na margem
esqiid:, Quaudo os monitors. tur
so appreciarm, as chalupfis suspen-
iarn a operago c funiam velozmente
ma f6ra J Olctnce dos projects ini-
.a. t"C(* pordmu, cada dia aug-
nlentava a area emn que se verificavam
as subinerses, tornava-se cada vez
mais difficil aos monitors o impedir o
serving das ltanchas:

Os torpedos semeados no Danubio
sao mnui pequenos. De f6rma-cylindrico-
conica, teem 63 centimetros de corm-
Primento e 50 de diametro na base.
Sao carregados do dynamite e outras
materials explosives; uns fluctuam A
supbrficie da agua, outros acham-se
mergulhados. Alguns teem um appa-
relho que determine a exlosao quan-
do se verifica o contact coin um cor-
po duro, como, por exemplo, corn a
quilha de um barco; outros communi-
cam corn baterias electrical estabeleci-
das na margem do rio. As mesmas
lanchas, conduzindo a sen bordo torpe-
dos., atacam directamente os couraga-
dos, approximnando-se-thes quanto pos.
sivel e langando por impulsio cdntra o
cbstado aquellah machinaV destruido-
ras. Em uma destas opejaages, des-
astrosamente realisada em meia46s de
junho, esteve para ser victim, em Su-
[ina, a ,squadra turca, que deveu. ..s6-
.mente a sua salvagdo ao cuidacr'oqie o
almirante Hlobbart-Pachft teve em man-
dar destacar em torno dos navios os
respectivos escaleres, estendendo entire
elles cabos retezados, de maneira a
former um ecordio continue de defeza.
Quando as lanchas se aproximaram,
aproveitando a escuridio da noite, fo-
ram detidas repentinamente pelas cor-
.das, e dado o signal d6ealarma e pro-
jectado de bordo do Idylalid um pode-
rose feixe de luz etectrica, comegow%
i:m active fogo sobre os atacantes, que
tiveram de retirar, depois' de submer-
gida uma das cinco chalupas que ha-
viarn tonrado parole 6a operacao, fican-
do prisioneiros os seos seto tripotan-
Los.
/
Nas proximidades do sitio em que o
rio Aluta lanna as suas aguas no Danu-
bio,4,roduzio-se tambem um ataque ar-
rojadjssimo de quatro chata pas mum-
das de torpedos contra um monitor
turco, que foi scguramente o que mais
se distinguio durantedtodo o period de
defeza da, passagemn do Danubio. 0
combate foi sustentado corn tanto deno-
doe pericia, que os proprios jornaes
mussos alludem corn sinera admiragiao
aa commandante doinonitor, que sup-
poem inglez. Defeodeu-se elle tao
bern das chalupas atacantes por meio


de torpedos protectors, fogo de fuzila-
ria e de uma mnetrh4hadora, tomando
pot vezes a offensive, amneaCando met-
ter a pique as pequeninas chailpas, o
-que quasi ia realisando. Estas tornea-
vamn corn os seas forpedos o navio tur-
co, avancavam e recuavam ema movi-
mepltos cominbinados. aa todos efites at-
tendia o corajoso cmrnandante d1t io-
nitor, que nao enproegou os seus fogos
de artiharia, por julgar, -segundo. se
presume, que seriam tiros perdidw os
dirigidos contra alvos de tod diminu-
tisshnas dimensses, como o sao as cha-
lupas russas, e que, demais, se mo-
vem corn extraoadinaria velocidadelg

g Germana permittir-mine-hlia umn dia
-d'aqui ha nmuito tempo-apagar a
nossa falta dando-lhe o meu nome,?
Henriqueta, A noite, trouxe-lhe esta
resposta :
A traicto que ambos comnmette-
raos, a inorte do just causada por
essmraiio, cavanm entire n6s urn abys-
mo.-Andrd armal-o-hei sempre e nao
o tornarei a ver nunca.
c Amanhti, sua mnAi conduz-rnme ao
convento onde ella passou 20 annos, e
d'onde nio sahirei wai
o castigo... E' a expia'do...
4 ADEUS .
Perdida perdida pararnppre I-
exclhaomi San-Rdmao torcendluias Tnios.
Ohil ninh'a maI... minha mai, .corn
esta ferida incuravel-no cora'ao como
river ?
-*- Viverias para in mi, meu amado
filho, s-e v'rdadeiramente jAi no bho-
vesse esperanga....- redargnio doce-
.mata endiqueta.-Mus eu dig-te:
lespera.., +"
Que poeso esper ?...-"Ba u-
vio.:.--Gormana, al va cei r-
ae n uam conventol. I-
<-CoAmo p0soat s, Ms ,

-r^ doetP4ee nib ~aVya es
W,1t t a:s
Aff VW~*^s~~^Il" f.w~~!tw


.* .' t

explosives empregadas pelos russoe, or-
anisout o governor ottomjpo am corpo
Snadadores, rraahtmetanos de Lazis-
n,entpregado do passareI os tr-
deraign os O-
pedos semeados no DInuibio e nas cos-
ls do Mar Negro.-. Cada navio Il.va a
-sou bordo am certo numero '4ad$tr
doors, lo, antes de chegar aum ponto
emr que suspeito existrnm torp4 ,
embarca dous daqueNes em urna pe-
quenina lancha, de tao pouco calado
que nao olfferece perigo de chocar o tor-
pedo.. Chegada ao sitio suspeito, lan-
ga-se a agua um dos rernadores e pro-
cura, mergulhando, encontrar a corda
ou arame a que o torpedo seacha pre-
so, corta-o e rec~he a lancha. 0 top-
pedo fluctua entAo4 Asuperficie da agua
e o narador deita-lhe uma especie de
lago, rebocando-o assim at. ao navio
corn a possivel rapidez.
Por cada torpedo assim pescado re-
cebem os Iadadores urnas 8 Uibras
proximamente, mais uma- quantia
additional equivalent ao valor de
metadedadesruMldora machine. Deste
servigo tern rmaltado vantagens apre-
ciaveis, mas nio tao importantes que
permittissem A maioria dos monitors
turcos sahirdaapiLhia e retrahimento
em que c&1llocaram logo depois que
udi' deltbes foi destruido pelas machi
nas explosives russas.
A esta circumstancia deveram em
grande part os russos o terpin podido
effectuar a passacem do Danubio serm
grandes diffieuldades. Em Galatz"fi-
zeram diees construir grande numero
de pont6es que conduziram pela linha
ferrea, que atravessa a Roumnania, atW
Slatina, povoayto edilicada na mnargem
direita do rio Aluta. Nesta ultirna lo-
calidade foram construidos os cavalle-
tes e outros artigos indispensaveis para
a construcio de pontes.
Procurando passar o rio nas proxi-
midades de Nicopoli, o general russo
fez, no dia 20 de junho, langar A agua,
em MaIu-de-Joss, '10Ochalupas a vapor,
encarregadas de semear de torpedos a
porgao do Danubio que the tnviniha
livre da aciio dos mnonitores. Quando
ellas andavam executando) a sua mnis-
sao foram pordm atacados fortemente
pelos turcos, tendo que retirar, fazer-
do-o tires dellas difficilmente em ra-
zao das damnificayies soffridas. No
entanto os russos tiveram occasiao
de estabelecer ainda em Parapanu uma
barreira.de torpedos que os monitors
ininmigos naoousaram transport.

Para que os monitors existentes no
Danubio superior, nao pvdessemrn igual-
onente embaragar a passage (do rio,
langaram tambem os russ:, em Kara-
bia, grande porcao de torpedo., que
formaram unia nova barreira igualmen-
te respeilavel para os turcos. E' evi-
dente que no espaco do Danubio com-
prehendido entire as duas barreiras a
navegaqao se tornou livre, parn os ata-
cantes, da aca.o'dos monitores, embd-
ma continuassem sujaitos comtudo A
accao da artilbaria inimiga postad'a na
margeor direoita." ^' .
Ao tempo em que estes preparativos
s- concluiam, tinhamn ja sido transpor-
tados do Slatina, ao long do Aluta,
todo o material necessario phra a cons-
trucgdo depontes, o qual se achava
accumulado na eembocad'a damauelle
oto. Foi has noises de 27, 28 e 1 do


mez find, que os russos trataram de
transportar pelo Danibio, sob a accao
dos fogos de Nicopoli, aquelle enorme
material, destinado ao ponto aonde
passage estava planeada.

0 primeiro destacamento compunha-
se de 100 ponthes de madeira, e s6 foi
apercebido pelos turcos quando a cau-
da da column 'passava por diante de
Nicopoli, nao causando por isso damno
algum o fogo ote artilharia e mosquela-
ria ainda por eiles empregado.

Na noite de 27 para 28, passou coin
a mesma audacia o segundo destaca-
menito.: compunha-se de 50 pontoes e
de 31 jangadas e s6 foi apercebido pelo

Todos os mezes Henriqueta de Au-
berive passa uma)emana corn ella e
falla em favor de seu fil.ho.-Nao vein
talvez long o moment em que a vis-
condessa de Grandlieu se torne mir-
queza de San-Rdmo.
Andrd ignora o homewdo pai.--Nun-
ca o sabera.
E agora que chegamnos ao termo des-
ta longa narrative, gragas a Dnus e gra-
gas principalmente A benevolencia dos
nossos estimados leitores, regularemos
as contas...
A fortune roulada' Qr Croix-Dieu ai
condusta.d. Trjan foaenriquecer uns
parts afastadok. de Fanny, que ha-
bibtam, uma pt pama idaje da Nor-
mandia, e ficaram.admirAol e nib
menos encantadoso'ese verem -de, re-
.pentemillionarios.
Germana recusou tomar posse dos
dianfties subtrahi4s a San-Red*pe-
to false Samuel Kimrchen, e que ftcil-
menja f l reconecidos pOLos, peI
tos cea anS pela justiga coni6 tam-
bem do mOhic PBIg r -JN ?1natraI
de Arrank dtia ndirtanT res-
atedas d .... -..


guas. Corn effeito,c
e corn oauxilio das c'
pont6es e jangadasqens S-
gensdo Sereth, atravesa .
raBoudjako major-gei
dous regimentos deinfanj"-
do, apenas corn a perd*,.e
41 soldlados rnortos e W2'.:.
dados feridos, as alLuraifn
Em seguida os turcosgr b
tirada para a linha Koes
mourat, deixavam que as t_ i '.
passemrsem difficudade V) bi"
cha, Isaktcha e Hisowa, cons..
facilmente a ponte de B( e.GhM .^

Sorria'm os acontecimnulos n .
sos e por isso no dia 26 I.i-
nham elles nunido, fi
parquos do pontono GO
tinadas a passage rn-t-n-aqel-
le ponto, cuja lagura mode proxi-
nimamente 800 metr'.. ;No dia 27, as
2 horas da noito, partia mu direceao a
margem occupada petos turcos opri-
meiro comboyo de pontdes, lovando a
sea bordo um regiment de infanhria,
uma sotnia de plttowtm' e 60 cOssa-
cos, sob o coin inando dI iajor-geue-
ral Iolschine. A's 2 horags e.45 minu-
tos desembarcavam aquelUas tropas na
rnargem inimiga, send apenasatooHui-
das por alguns tiros isolados dirigidos-
dos portos de observagao. -O comboyo.
seguinte e os immediatos, 6 quesoffre-
ram jA um vivo logo -de fuzilaria e ar-
tilharia, que conseguio matter a pique
cinco pont6oes e uma jangada, corn per-
da de duas peas de campanha e teus
accessories e de um certo numero de
combatentes.
Corn o terceiro comboyo passou para
a margemrn direita o major-goferal Dma-
gomirow, quo 'pronunciando decisiva-
mente o ataque, e empregando.por ve-
zes a bayoneta, conseguio repellir os
turcos em direccao de Tirnowa e Nice-
poli, estabelecendo solidameiite as tro-
pas do seu commando em Aistcwa e
nas alturas vizinhas. 0 ataqwO, que
havia comeoado Ais 3 ho*#a. d a madru-
gada, terminou Ais 2 horas da"tarde,
corn perda apenas de 9 officials e 241.
soldados mortos, 22 officials e 446 sqio-
dados feridas, e 53 extraviados.
Por esta forma conseguirai-s os rus
sos opera a passage do e
veneer assim a primeii* d4J0 ade
que Ihes apreoentava o theatre da grr
ra na Europa. Protegidas fortotrqo st
corn todos os recursos da fortife
as duas cabeoas de ponte $Or h-
de se devem fazcr todas as communi-
cacoes corn os corpos de exeatte lava- -
sores, deixaremos agora par(ainq ou-
tra revistao indicara travoS4n" ou-
tras phases importantissimas da '-errA
actual. Em todo o caso, o que A4sde
ja so p6de dar como assentado 6 q<6
as victorias da Russia nao teem sido
alcafrgadas coin a rapidez cpm que s
supppunha seriam produzidbs, e que a
debilidade da Turquig O nubora vent,-
da, nMo e tao grand como so afigurava


muitos diplomnatas.


J. E. DE MORALS SAMENTO.

tremis de Sarriol, tirou-se devasaa do
manejos de Saint-Angot, e a henrada
matronad umn dos oramentos deo S.
Lazaro, d'onde nio uorSI0ti t cede.
Absolutamente oe frm, e-capitio
Grisolles vive d'urma ;uena penskw
dada por San-Romo e Octarl "
Valeria Worms, feita iooei
Preslos, depois de" umnIff'
6 a excellenlte mlher W -.i
marido, e pensa raras vroz.tho
Worms. -' --,
Jobin, ,u! feq4dft n
signi iia4 h
na as
diani eile feC .-
mi&s rais doleas' A ._ --S-
mais iitrincados cass. -
Ensisado na ewela dao$i
Geerges Trdjan iMI 'i 6
eonergia e a vontad":
Tribabia muito.4-o4
pia~ors hI,.j. H ?iI
f, P,.


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A.
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