Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:13638


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Full Text








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4 K^^ejcial. para o umiari)


MADID, 8' de junho.


0 eftlera acaba de tamer sua ap-
paries' mits pade.

PARW 8 de junho, A tarde.

S A Camara daes eputadom acaba de
votar delaStVwaMena. o prjectlo de
lei estat"Indo o esermtulo de lilsta
urns ellq, es leloaivaIws.
'blegranmawi do Tonleaim annumn-
t b9a m 4 iiOm Pavllhoem eslio

eacngora o ieraCmero bonqal-
Ii

: ,LONDRES, 9 de junho.

'" *manaol o fgoverno augmenlar
*lApostos,, a&'l ftra dos Com-
C lrejelton o orvamento dams re-
a apresentladol pelo memo go-

ASe. voto consagra uam choque ao
mlmItterio.

Agencia Havas, filial em Pernambuco,
S 9 de junho de 1885.



I ISTRUCCiO POPULAR


A ARTE NAVAL
(Extrahida)

X--Nawiof troefl eiros
Todas as potencias maritimas se entregam ao
estudo do urma imiartantissinma arma do guerra,-
o torpedo. -
So a arte naval teve do alterar oa seus princi-
pios de construealo peraute a forga da modern
artilheria, creando os colossaes e admiraveis navies
S couragados, e volveudo A adopgbo do esporo),-
anaopodia permanaeer indifferentes ante a appari-
gao do torpedo, esue pequeao e terrivel engenho, que
mais pods e mais vale pela sua foera destruidora
e pela sua economic, do qua aquelles gigantescos
taVios, montanhas di4 Lanoe avo, aocessiveis s6
aos paizes ricos, mran para os quaes tambsm a
perda de um s6 d'elles nao deixa do considerar-sa
yerdadeira calamidade.
Entre as armas do guerra maritima, o torpedo
oceupa importantissim) lugar. N) podeamos aqui
fazer a sua curiosa historic; a arte naval oeoa -
j"lS da p irte e eial quo se referee ao bare -

0 torpedo dirigfjor habil e corajoso mrin.-
nhoiro torns-so supOaor a qualquer genero de ar-
titheria e a qualquer classes do navio couriado,
send hoje o grande recurso bellico das mais po-
S bres-naIiW s contra as mnaia poderosas.
D'onde vem esta iavengilo ? DA America do
SNorte? A histnria diz que Fulton foi o iniciador
d'esta machine destraidora :-uama simple caixa
de cobre contend .4') kilogrammas de polvora e
corn systemni particular de toechos, qne fazia fogo
n'uam moment dado. Este apparelho immergia-so
n'um barco mergulhador especial. A c Aixi de-
_., nomaiuava-se tOrpedos ; e o barco, nautilus.
Polo final do seculo p issado -fizeram so expe-
riencias corn esta machiaa de guerra; mas em
1801 deram-se os primoiros trabalhos a valer no
porto de Brest. Fulton mergulhou coal o sea bar-
eo i profundidade de 80 metros, demorando-se de-
debaixo d'agua cerca de vinte minutes, percorren-
do grande espago, e voltando depois a superficie.
N'outro cnsato chego-a 4 percorrer cinco lguas por
baixo d'agua en qiu.ttr) horas; e, quando che-
gou a distancia de 200 metro, langou o sou tor-
pedo contra uaia embarcagbo que, quinze minutes
depois, ficou destruida. Estas experiencias pre-
oceuparam sobremaneira os ingiezes; em 1801
Fulton estava ao servigo da Ingiiterra applicando
o seu torpedo eonk-a os navios franceass, mas corn
insignuficante reoultado ; regressno -A America em
1806, onde melhor pAd aperspfeigoar o seu appa-
relho. "
I Affirmam os historiadores que as primeiras ex-
plasoes maritimas deram se em 1583 no cerc de
- Antuerpia, e que as inglezes empregaram machi-
nas de guerra s ubmarinas em 1628.
(Conoinia.)


PARTE OFFICIAL


Governo da Provlacla


DESPACHOS DA PRSSIDENCIA DO DIA 6 DE
JUNHO DE 1885.
Antonio Ferreira Nobrega. Sim, corn
as restricgoes feitas na relagbo anuoxa A
portaria desta.data.
Antonio Francisco Junior, Sim, corn a
reostriglo feita na relapgo annexa a porta-
rim deata data.
Anna Joaquina dos Prazeres. Informe
o Sr. director da Colonis Isabel.
Qarloa Elydio Peaaoa de Albuquerque.
-Prove a molestia. .
Cesario de Carvalho (umlo.-Informe
o Sr. gmrente da Companhia Pcrnambu-
cans.
Francisco Felix Gongalves. -Informe o
Sr. inspector da Thosouraria de Fazenda.
Herminda Primitiva Paulina da Silva. -
Fnecaminhe-se.
Joalo Pufino da Foaaoa.-Simn, coam as
reatricqgst feitas na relago annexa a por.
tw4ari& desta dafa.
J0uia Costa Barros 9 Luis rgiaio da
Cmba. _*in Q rie do
&jOS t MNB r i .t -
fiaU~f ~liraalHfhnM iffi~ f


Dr. cbet. do&ipoii Qus.od*un ao -bi*.tW
niStWdOr da CSa de Detanfto. -
Luiz Braga Jdnior. -Inibrme o 9r. ad-
mintrador do tetrh o SatA Isabel. ...
MeM egednra4 da irjAudld. do
Saomanto da mtris do. 8. J8eA.-.Sb
metta-se A oeonaiderafeo do governo imp.-
perial.
Vioeto Foerreira Lima.--dnforrae o Sr.
commandant da estola do aprendiaes ma.-
rinheiros.
-8-
Antonio dos Santos.-Sim, atW Penedo,-
pagando o supplicante as comedorias.
Friga Roeha & C.-Iaforme o Sr. ins-
pector da Thesouraria do Fazenda sobre o
pedido no fidal deste requerimento.
Urban Accioly do Nascimonto. -N'esta
data diriio officio ao promoter purco da
comarca de Barreitos para proo4eir contra
uein estivor cm culpa, averigamdo o
eato.
Secretaria da Presidenia de Pernqt-
buco, em 9 de juuho de 1885.
Oposbin,
J. L. Viegas.

Commau tWk rmas
QUARTER GENERAL Dib COMMANDO DAB Af-l
MAS DE PERNAMBTCO1 8 DE JUWlO DE
1885.
Ordem do dia n. 6
Fago public pars coahocimento da guar-
nigAo e fins convenientes, qua no dia 6 do
corrente apresentaram-se a este quart I
general, vindos da corte no vapor Epiri-
to Ssnto, aos Srs. capitLo do 20 bataihao de
infantaria, Ern'.sto Alves Pacheco, que
foi, conform-ie me communicou a repartiVIo
de ajudante general em officio n. 4,305
de 29 do passado, por portaria do minis-
terio da guerra de 28 do mscnmo mez,
mandado recolher ao corpo a que perten-
co ; e o Sr. tenento do regimento de ca-
vallaria JoSo Jos6 da Luz, quo por porta-
ria do ministerio do 22 de abril do cot-
rente anno, foi nomeado para o lugar de
ajadante do ordens dosto commando de
armas, cub exercicio assume nesta data,
ficando dolle disponsado o Sr. tenente do
corpo de estado-muior de 2' class, Joa-
quim Jorgo de Meollo Filho; e per esta
occasiuo s6 tenho a elogiar ao mosmo Sr.
tenente Hello, pela maneira por quo ser-
vio as miahas ordens, revelando intelligan-
cia e zelo pelo service.
(Assignado). Jose Luiz da Costa Ju.
nior, brigadeiro commandant das armas.
(Gonforme). 0 tonente Jol3o JnsA. da
Luz, ajudante do ordens, encarregado do
detalhe.

lRepariftlo da Policla


Secolo 2a. -N. 611.-Secretaria de Po-
licia do Pernarmbuco, 9 de junho de
1885. Illm. e Exm. Sr.-Participo a V.
Exe. que foram recolhidos A Casa do De-
tengao os seguintes individuos :
A' ordem do subdelegado do Recife, Miguel
Elias, por crime de ferimentos ; e Eduardo Pe-
reira da Silva, como vagabundo.
A' ordem do de Santo Antonio, Jobo Baptista
Toscano de Bratto, Antonio Pedro do Nascimento
Manoel Dias do Nascimento, e Jose Patricio de
Medeiros, por disturbios.
A' ordem do do 1 distrieto de S. Jos6, Ladislio
Delphino do Nascimento. por offoinasA A moral
public ; a Antonio Marinho do Campos Mello,
por disturbios.
A' u-4em do do 1 district da Boa Vista, Pedro
da Silva Pontes e Manoel Albino de Barros, co-
nhecido por Boquinha, por crime de tentative de
roubo.
A' ordem do da Magdalena, Manoel Maria de
Sant'Anna e Juvencio Florencio dob Santos, por
crime de tentative de furto.
A's 2 1/2 horas da madrugada de hontem, a pa
trulha rondante do 10 district da Boa Vista, com-
posta de pracas da 4- estagao da Guarda Civics,
prendeu em flagrante a Pedro da Silva Pontes e a
Manoel Albino de Barros, conhocido por Boquinha
os quakes procuravam arrombar, para roubar, como
depois confessaram, a casa n. 21 sita a rua da
Ponte Velha, cujos maradores se achavam ausen-
tea.
Em poder dos delinquentes foram encontrados
os instruments nacessarios ao fim a que tinham
em vista e que se cnpunbam de um .caibro, um
escopro, duas facas do ponta, quatro caves, ura
gazua e um pedago de vela de esparmacete.
0 subdelegado respective fez lavrar o termo de
fligrancia c prosegur nos ulteriores terms da
lei.
H)ntem, Ais 5 horas da tarde e na rampa do cae
da rua do Pharol, freguezia de S. Frei Pedro Gon-
galves, o subdito italianoi Miguel Elias ferio leve-
mente a Miguel Archanjo Ferreir-
Contra a delinquent, que f.)i preso eai flagran-
te, ecsti se procedendo nos terms do inquerito
policial.
Pelo subdlegado do 1o district de S. Jos. inj
remettido aojuizo competente'o inquerito policial
a que preedeun contra Pedro Alves de Maria por
crime de bigamia.
Deusa guard a V. Exe.--Iln. e Exm-.
Sr. conselheiro Jlo Rodrigues (Cha-
ves, mui digno president desta provincia.
-0 chefe do policia, Luiz de Albul, '-que
Martins Pereira.


nuilnuco


Assembl Pmov'Al
40.- SESSAO r8OJS U t:tt 1> 1885 D
r. sssfNLan.. am. mrAuo okma ou
PBB8llIBECIA DO B IK,, &DB rAlraJO J
(Conduaclo)
N. 79.Acoonapdfna4aao topi.
vineida, tendo examiado a

lta4U ^ r___!wti i i~i, fauswt da =oma* A@ Fidckf. Srfi i B.-a 7
tsFa 4.4 .*.M,< SA

.P MAPi. i


, .,. ,!
,, fii


saaeinpappeC -





t"6anim reduit p &W.
IV da, lbollHa do len li
1884, -
evoa dan u disp.iow W em,
BSal da as, eta n 8 do abril do 1885.-
teviTo do Oliveira.-B. de Narareth.
N. ft A Anembik Lbgialativa Provinuidl 44
Pernambaco, vole ,:
Artigounico. 10 FieaoQprabdauth'd puS
vincia autorisadoa Amander desaproprak'perar ter
ventia public, a ptPoo can 4tnid ubie rio li-
tury, no povoado do 'ulwin pdlo eapithe
Gaudencio Rodrigues do oLo.
S20. Para tal fim pbdAw'A o bttak abrir
o cradito necessario Ao excedendo W4k.".......
1:5005.
Revegadal alidispoa aBm om contraro.
Em 3 ; de abril dai 1885,4bmub il Maria.*
Adelino A. de Lua- W' 1lido, apoiado a adbm4'or4w-pulido a
palavra o Sr. Ge Cavl 4oT, e oseguinte pa-
rg~er :
A commisslo de rendas municipaes, a qom it
presented a petigio don serveuteas do Jfteseado de
Jos6 e na qual requeremin augmrne dn v"iW;
4oneiderando que as finanupm hilmbmo M .8W
,"potwi"iHiberafidades; -
Considerando que o a-iil tIMados so
justos et-azoaveis; *
Cousidorando que aaamra rtmato auan julgon
que em Ba propoilta ioamatra a nao eleyvou:
de parecer que a iadifha.
S. R. Sala das kemnmissues, 30 do abril de
1885. -Amaro FPonuse--Dr. Pitaag*.
0 Sr. Luau Freire ainr (pelt or-
dem) -Sr. president, 6u vou oo oanear um engmno
quo hontemin se deu aesta cats, prveniente do ama
reclamagao do nobre deputado polo 8o distrieto, o
Sr. Barle de Nazareth ; S. Exe. reelamnava contra
a nao incluslo de unia loteria por Ex. pro-
posta para a igreja di Palmares e.datra par& a
igreja do Gamelleira.
S. Exc. julganda, por ter examined os papeis
quo se achavam no arehivo, quoe tinha havido urn
ccrto dtscutdo da mesa, ou por outra que se tinha
dado o facto muito natural dc nao ter chegado &
mesa a sua emenda, ceosuroan a mesa por isto.
0 Sa. Jolo AUGusTO (1Io secretario) -Corn uma
acrimouia extraordinario.
0 Sn BA.ndo DE NAIARETH da um apart.
0 SR. LUN.A FaRai Jusu a-O nobre deputado
peio 2 district ao:Sr.iMeira de Vasconcelleg, em
apartes disse ao nobre ; deputado que a commissao
de redacAo dev6ra sr a responsavel por esta
falta.


(Apartes).
Eu, Sr. president, tive oceasiao de ezaminar
crn o meamo Sr. deputado polo 8 district as
eimendas maudadas A mesa por oecasibo da 2a
discusslo desse projeeto, e notei que a emenda do
nobre deputado estava no meio do muita e outras
de modo que n6s mesmo nalo a podemos encontrar
logo. Final, pernm, encontramol-a e portanto
verificamos quo a culpa n.lo 6 da mesa, e .sim da.
com:nissao de redacgio, -
(Aparte4. ,. ..., ..:. ..-
Iseo porm nUoa qupr dizer que a commissno de
redaceAo deva merecer censuras, Sr. president,
perque V. Exc. deve star bemrn lembrado do ran-
de numero de emeudas que foram enviaas A
mesa.
A' vista disto mesmoi en, quando redigi corn os
colleges que comp5emi a commission do redaeglao,
este project, dirigi-me! a cada um dos tree depu-
ados e chamei I he a attengilo para a mesma re-
daccao, dizendoi-lhes nensa ,ecasilo que podia ter
escapade alguma, desda quo ellas eram em grande
numero.
(Apoiados).
Um Sa. DMPUTAIDO-E tanto mais que era uma
pequena emenda.
(Ha outros apartes).
U SR. LUNA FaEIRE JuxInOR-Outro facto, porem,
tambemrn concorrtu para difficultar o trabalho da
commission -c toi a seuinte: a duplicate da
emendas.
Muitas vezes um Sr. deputado mandava uma
emenda propondo uma loteria para uma martniz e
outro Sr. dsputado, sem disso saber, mandava
igual emenda.
(Apoiados).
Entendeu, pois, a commisso, de'accordocom
alguns senhoros deputados, e depois de consul-
tal-os, que quando houvesse duas ou mais emen-
das que destinassernm urna mesa loteria para urna
determinada matriz, baatava quo uma a6 emenda
figurasse no project.
(Apoiados).
Assim procedeu a commissao ; mas neste traba-
lho de revises de duplicatas de emendas podia
muito bernm ter se dado o caso, como contesso que
se deu, de ter es':apado A consideracgIo da com-
inisseao a eimenda do nobre deputado o Sr. Barbo
de Nazareth.
SHa um apart do Sr. Barbo de Nazareth).
commisseno, portanto, confessa que a culpa, se
culpa ha, desde que nao procedeu sem a attenqAo
habitual, dove somente a ella eaber, e no a mesa
da Assemblea, comno o npbre deputado pelo 8 dis-
tricto quiz fazer crer. (Apartes).
Ditas estaa palavras #w justificagao da eommis-
salo, sento-me acsreditalndo que a csan julgue que
nao bouvc mA fL, nao d#ve a commisao ser julga-
da culpada pr um facto que pode acontocer c)m
qualquer dos Srs. depqtados; tanto mais quanto
ainda nesta casa nao as! levantou censur-a A mes-
ma commissno, que e a o sanno passado, nao tend
aido criticados os seus trabalhos.
Tenho conchluido.
VozES-Muito bemrn! '
0 Sr. Barao de Nauareth-(Ngo de-
volveu o seou discurso).
0 Sr. Goes Casaleante-Nao devolveu o
seu discurso).
Entra min discnssaoo requerimento do Sr. de-
putado Democrito CavalcantW, solicitando varias
infurma-c5s rvlativas 4 esfrada de ferro do Li-
muoeiro.
0 r. .EieviAo d o Ilveilra-(Nio de-
volveu o seu discuirao).I
0 Sr. Amaral ebUo-L-Sr. presdente,
wn" de dizer algtm palVtsn obr o maeri-
mmt-o em disensnaao, a)b l oi ;t: do ir
mipha posie do eappro0 ih oAdaqne"Iuene r-
voa de assumpto oun otivo raasunbrsa93
ptondidas os empreg lo m s mpn s
rresmetasOteda ajtbs Wear. qj


B~oa deo IS m), on q pda oi t
ne .l ,-o l.. .
Eu viam. iml

4eme torn" W ~t- P itl
heFUr D" VO gpk I.r.- T';


," :-Arm
T .'.'i' ti,; ; A.' ;
lra-r i


.dechrando qu u na toatrnia parte a
f" a si urs decelraco. Avorbo-
a 1ed' ptt aea o ameu voto. Q Ian-
-,bll for- la, nd towrarci part na

.4 t4 de -. 3e rin)ustbemo
Be 40 M~ a 08 iiglexes 4& es-
inooro ;a oquo? qfl-sa I~tntls
a p.oftwa m e resoltai as. o

*- B^ ^ Jtrt ea tibumev d uo-
'do a-

tia tambem s Wb as columns da im-
Slazer pauta na boa reputao. lYiaso
ver ent onr o reeinto dan assem-
J tativas, tLo certejada, coma aqoi entrou.
a enhores, 6 urma verdade que lbei de de


Sr. sidente, na qunstt. quo e sa disente, ha
inju tn manifesta- e tcvoltanto c a paite peioa,
a mralomromettida na opinion que se t'iri pr-
caqd rmar coin a repercussao do grito dos
1ura dos, dos na o satisfitos, ficoua raesrvaJa
5..
Slado u nobre deputado pelo 5o district,
In~aediado pelo amor pasaotiao que Ihe abrasa o
tna contra ostrtiangeiros, aves de r i--
a'f* deyvagranm m ntrr um brago forte
te fisc ara danger ou ddthr..
0 oe deputado pelo 5' district, distiucto
w to, illustraitao, ervigJs e dedicab,.) ao
Kj ide, a que se tern sabido sasrifiear, nioO I
judto .crinica. a verdade ou melhur a justiqa, a-
hj b t born direito os estrangeirosa que, prouen-
rat i'tom as vantagefis dos seous capitals, pres-
tati Mj~ tate serving ao nosso paiz.
SNeliq deputado, autor do requerimento roper.-
cute .. voz public que se tern procurado fuonrin.ir
nesotF 'rra contra a companhia Great Western,
,eootra' S su diregao no imperio, coutra a geren-
cia esiflada a um hourado e illustre engenheiro
quo nao.veio vcr estradas de ferro no Brazil, e por
muitos titulas digno do respeito e da estima dos
Bwlltesa.
Mas companhia tern um'engenheiro brasileiro
qU0 reptesenta o estado, a provincia e municipio,
que 6 -fiscal, e nao pode fazer o intl que se pro-
clams, sm quo eese fiscal seja co-autor, e por iaso
o fiscal lao cumpre os seas deveres, do0 fiscalisa.
Ah penhorop, como se rasga tao Lateilneute a
folha dojtivro da vida do empregado hlionrido, que
s6 tern para legar a sua faminilia a probidade e
hounra corn que tern sabido servir os car-gjs quo o
governor the torn confiado !
E' por isso que eun disse quo a justigace tern sido
sacrifieada no assumpto em discussao.
Por optro lado o nobre deputado ptlo 12 dis-
tricto que'serve de 2 secretario, que declarou naoa
ter que ver cornm os estrangeiros da estrada do Li-
moeiro ou niao tomar part na discussLao em nrela-
9ao a etles, fez a defesa do engenheiro brasileiro,
mostrou quanto cmpenho tern esse empregado feito
tedo dim a f.,vor ou em defesa dos nossos interes-
sea. E to bern so houve o nobro deputado, que
eu rec'*t ser seu repetidor.
Depoit dit defeza do fiscal o qua ficou parsa
minim. ? !'
Ficou a defeza dos estrangeiros compronmettidos
us opiulao que se tern procurado former corn ai re-
nrcusa- dal v0r dna dooa a09. d4no satisfeitos.
- nntrtlaveimeatal o gerente da compauhia do
Limoeirc e um estrangeiro muito different do re-
tracto qae Ihe fazem, 6 um home muito acima
da censura feuta polo nobre deputado author do re-
querimento.
0 Dr. Ailsa Janson, na altura do important
mandate) qua lho th 1 confiado pela direcqAo em
Lcndes, o tern dignamente desempenhado, repre-
sentahdo os interesses da companhia e procuran-
do harmonisal-os cormn os possos interesses, corn os
interesses do paiz a que esta prestando valiosos
servings.
Ailsaa Janson ndo tern descurado os dircitos da
eompanhia nao tern cedido o que nao 6 senu, o que
6 alheio, o que deve defender. 0 mais elle ternm
feit'. Eu posso affirmar que elle tern dado a me-
Ihor prova no empenho que mostra em collocar a
estrada do Limoeiro na situagao a que ha de che-
gar para prestar toda utilidade e concurso que a
industrial locomotora presta a agriculture, coam-
mercio e mais industrias a que deve servir.
A elle nao iacumbe dizer quo n6ds nalo sabemos
fazer contracts para construegio dos caminhoas de
ferro.
Nissnesta a verdade.
Convema attender a essa verdado que eu vou
mostrar ae nobre deputado corn a propria historian
da estrada do Limoeiro.
Nao sabe o anobre deputado que contract-ada uma
estrada de ferro, construida essa estrada, recebi-
da parn ser entrogue ao trafogo, o governor tern de
dar sua approvagbo a tabella dos preoos d-..s frv-
tes das mercadorias e passagens, quoe a o qie 4c
chama tarifas das estradas de ferru.
Como se contractor a estrada de ferro d-, Li-
moeiro ? Sem duvida por algum contract que
scrvisse do e specie de formulario.
N6s tinhamos um nos nrehivs da provincial, o
da estri-ada do Recit e ao S. Francisco, cortaudo ou
servindo a zoni bern different da zona do norte.
A culpa nalo do empresario, nao 6 do gerente.
A culpa veao de mais alto. A culpa vem da-
quaelles que se consideram habilitados part tudo
que sacnrficam, pnr noe quasi nada sabem on alO
gabedores pela especue de convenago que existir
entre os felimes que de grnmeten passam para e
leme do estado.
Sin', Sr. preondente ones onpecie de madoam quo
1A no alto existe sacriflcia o interesse pubiico c-n-
fiado a guardae defesa dos que por convenglo
devem saber faut e par isso estao habilitados para"
os altos cargos da nagbo. Mnis esses, repito, sao
os felizes quo'nascem para governor, per que sao
os que devem caminhar A frents dos destinados a
scguir em sclenoio ou a obedeeer os que devem
mi, ndar. '
Sr. president, a estrada de ferro do Recife ao
Limoeiro, passaudo some jst dinse par urna zona
.agrcola, porem de agricultura meat r, do que a da
zona do gul. ala devta ser faita conforme o con-


I trmcto da estrada do S. Franacisao, que no sul da
provieia a- grande agriculture da cannad'assucar
rtami mais recursos para supoitar o frets mais alto
im proprietarios mais ricos, eornm os meion bastanm-
tes para pagar mais care o prego das pasatgens.
UM Sn. DBmPTo -Mas as tawifas da eatrada
do feris 4 LAmoim a o mai levadas do que as
r stat ;dde S. Francisco.
0 iU.ii .AA-,N do quem 6 a culp, nauwrreo.
Jr* l a do-ge.rnme.
do' IrDm o avalcas.t)
...!N dA es-.
r il .,m 1lt d..
ifk '"dil n ,.


4ss 'Waior ou igual ao preno dofrete em coatas de
animnaesa quo ehamavam preg)s ordinarios.
Sr. presid-nte ea digo quo ordinarios ioram os
eontraetos tetu.e as tarn aS approvadas. (Apar-
tee.)
S0 S.i&--Approvadas essays tarifti polo
n w 6 { n pergunto o qnoe represent o geren
t da estrads do ferro do Limoeiro aeste paiz ? que
elt.it senile elle? Defende os adireitos ad-
qafrt.pl-U eompamhia.
Q l 4q(vi Mwr a posicA j do gerente em relabo
Sojla prejudicada pelo saerificio das van-
oast qMue-ia espsr, ma quoe nla o pod ebter
plrque no alto dormem emquanto u6s soffremos as
eonsequencias doerr( dos protegidos nascidos para
governor sem saber.
A posigio do gerente era a de desagradar de
rear desafectos por que a companhia tinha adqui-
ri4o direitoas que taziam aggravo aos nossos direi-
tog, takes eram os preaos dos fretes e dis ptssa-
grns. Era precise fazer urma reduc.lo Pensi
o nobr.. deputado que foi o fiscal que tez a red.u-
io E o fiscal podia obrigar o gerente, o repre-
sentante da companhia ?
Nao sabe o nobre deputado que approvadas as
tarifas trazem elas timna clausula garantidora do
sut permaneucia por um certo praso para mosmo
evitar reclamrnaes da part exigente ? !
A clausula das permanencias dasntarifasda estra-
da do Limrnoeiro foi que nao deviam ser altcradas
eoaquanto a estrada nalo tivesse um lucero nalo in-
ferior a 10%0 em dois anuos consecutivos.
Qle culpa tern o gerente da estrada de ferro do
Limoeiro do governor engulir tio volumosa con-
dioiu, para evitar a reforms das tariffs approva-
das ? A culpa estc% no gwverno que eugulio volu-
me tAo grade e easado para o paiz approvando
essas tarifas.
0 SP. DF.mocaro dA uma apart.
0 Si. AUAiaL--H& urma outra clausula muito
important ou talvez nunca lida em contracts ce-
lebrados corn empress ou companhias estrangei-
ras e naturaes do paiiz onde 6 construida a estra-
da e que o- governor acceiton dormindo nos inte-
resses nacionaes, como dosme muita vez.
Sr. president a clausula 6, no quadro dos em-
pregados esti marcado o ordenado quo pode ser
diminuido, se a companhia encontrar pessoan que
sirva por menos do que o fixado.
Sr. president isso n'o e de acreditar 0 que
quer dizer oidenado que pod ser o reduzido, se
houver um faminto que por menos queirna servir ?
Quae govern)i conca nria tanto poder A direcio
de uama empresa que tern a sua metropole no es-
trangeiro ?
0 c.nprego de 10)3 p6da ser servida.or 69$,
porque o gerente achar'a preteadentelor 0s55
preco. t
Pois ema- urns turra de pobres, de emreffgados,
de bilheteiros, qu4de o ema rego de 4:00O de or-
denado que nao abara pretendente por 4004 ?
A clausula aceita' pelo governor nao serve para1
crear o born emnpregdo pola esperanga de mAlho-
ra nos vencimentos. '
Eu eei que na estrada de forro do Limoeiro se
faz o augmento do vencimento polo merecimento e
trabalho do ermpregado. -MAlas isso nao quer dizer
que deixe doe ser do muito risco a condiao aceita
pelo governor que tambem dormio nos vencimentos
do empregado brasileiro.
Sr. president, digo brasileiro, porquea oestran-
geiro vira contratado, ou sera-admittido por ser-
Nipu qu uato periUILLe a arYett4ao pela clausu!a
rue nio) devia ter sidotserlpta. (Apoiados.)
(Trocami-se apartes.)
Os empregados estrangeiros estbo a salvo da
reduecIo quo somonts p6de fazer mal aos e mpre-
gadus brasileiros. (Apoiados.)
En, que sou amigo do Dr. engenheiro fiscal, ean-
tendo que elle deve sentir bastanto nao powder fa-
zer riscar numna tal clausula.
Sr. president, en entendo mnesmo que o Dr. en-
genheiro fiscal ja devin ter reglamado contra essa
faculdade de reduc'iio do fao do empregado da
estrada do ferro do Limoeiro.
Sr. president, quando assim digo, nao entro no
numero dos que pensam que a diminnicao do or-
denado di different a favor dos inglezes. Nao !
en sei que a difference s6 para a economic, e
quo os ordenadoa sao lanrados como sao pages,
qua os inglezes da direc.io sio incapazes dos sac-
tos que aqui se lbeo.s tern attribuidqr
Sr. president, cu roeho nocessidade de sahir
f6ra do questionario do nobre deputado ; mae fa-
Nci isto per poueos mamentoas.
Todos nas sabemos quo as grande empresas
de camiuhos de ferro teom as seus inimigos, assim
como teem os sous amigos.
E' umna vwrdade que tarnbem vou demonstrar.
Amilgos do caminho de ferro siO os pores ser-
vidos pi1a sua approximacao. Inimigos da estra-
da de ferro s-lo css populaSes das terras que ai
certa distancia vreom as suas villas e cidades de-
finhando, porque o vapor attrahe para junto da
linhls quellss que querem aproveicar o tempo.
Amigos da estradA do Limoeiro stao os habitan-
teo da zona sorvida par essa estrada, sio os ha
bitantes de Nazareth que de.ixou de ser tributaria
de Gtyann-s, sal os habitantes de Timbauba, quo
ji veem para Nazareth e que ancisos esperam
o prolongamento do ramal de Nazareth a Tim-
bauba.
Amigos sao todos 03 cetros de populacao e
commercio que se servem da estrada. Mas aquel-
los centros de populitaio que podem ser prejudi-
cados por essa terro-via se conatituem logo .seus


inimigos.
Assim .6, senuhores, que Barreiros, Serinhiei e
Rio Formnoso deviam ser inimigos, devolm ter de-
clarado guerra a estrada de ferro do Reof'a S
Francisco, que l'ies tirou o sangue para deiikahs
no estcdo dd anemia em que estao.
A ferro-via do Limoeiho, decretada no anno de
1838, comino j disse, nio podia ser inaugurada no
domninio couscrvador, c)mo n) toil, tern contra si
tiurn podermso inimige.
UM Su. DEPUTADO Goyanna.
0 SR. AMARAL -0 commercio de Goyanna.
0 Sa. ParrsrDcxr--Previno ao nobre deputado-
quo a hora eati dada.
0 SR. AmARAL-Esta cidade, do umn coamercio
important, bergo e residencia de cidadaMo de ele-
vada pesicao p'Aitica, 6 um campo de guerra per-
manente contra a estrada do Limoeiro, e pars
este aw!ampamento vio ou nelle se alistam todos
aquelles quo teem motive de algunm desgosto, at
m.-smo os que ja eombateram pala estrada do Li-
moeiro e furam distinctos na luta quo a inmprensa
attesta.
E em.todas os tempos os ataques mais perigo-
ag de uma campanha toram r os dirigidos pelos qu-
eonhoeem o aoaipamento ern que serviram e de
onde ashiram para o servia do inimigo tornado
amigo.
A hitoa-ria nos offereje dissm robustas provas,
tristes exemplos.
A grade s idade rejuidieada petsla estrada de
frro, mwas fil* distinctoa alimeatam a gaerra
at6 que o. piralongamento de Nasazeth chegue a
Timbagba, porque eatarAL veneido o pass diflicil
a frida tgraudo campanha no campo a indus-
;ida.
-. proWdane, d4to laan, rio me admira que o
dqpjMdt' ps.l.o di4ltB pretend sacrifi-
a iorld4s pol otait ebb* LaslseirM ao


IV,"AW_

0 SB. AMARAL SiqL. espzro a delibezaysiqp
l iT i
Assemblea.I -
Ver n A mesa, 6 lido, apoiado eapproyado o.(!A
guinte requerimento da urgencia:
SRequeiro proroganao da hora por maid 30 Me
nub3.- Visconde de Tabatinga. a
0 Sa. PaRSIDENrE-O nobre deputado p6da con-
tinuar o seu discurso.
0 SH. AMAAAL (continuando) Sr. presidenctl
continuando no assumpto, quer o nobro deputa4d
saber se houve alguma reclamagio para diminuir-
se o preeo daa tarifas. "
Podem ter havido algumas tentativas nis.e -"
tido ; mas nada p6de regul irmente ser feito em-
quanto o governor nio revogar a clausula de quo
as tarifas sG serao diniunuidas quando,.Aestrads
dor de lucro 10 por cento em dous anusm QCPseee.
tivos, p6le o preoidiate da provlncid ter-pedido,
p6de o engeiheiro fiscal querer, mas por certo
nada se tara emquanto nao for revogada ew
clausula.
Entretauto, tern-so feito alguma cousa mello-
rando as tarifa3, porque o gerate da companhia
assim quiz ; poise, vigoranlo a clausula escripta
no contrato, o prepo das tarifas tern descido a 20
por cento.
0 nobro deputado qujr ainda saber so o gover-
no teve sciencil de diversos arrcigos publicadoa no
Diario de Pernambuco de 2 de setembro a novem-
bro do anno proximo findo, mauifiestando grande.
*iceandalos, grande prevarieav5es, grande abuar
sos na administravao da cstrada de terro em pre-
juizo da garantia dejuros e do public, e no case
affirmative que providencias adoptou.
Sr. president, a proposito deste segundo item
do questionario do nobre deputado, veio urna quesl-
tWio Icvantada polo Dr. 20 secretario, dizendo qua
) gerente n;o quiz continuar no process contra o
autor desses artigos, que eja de passagemrn direi a
assemblua, fUi o masmno cidadao que cm outran
6poe0.s, luictando coatra os interesses de Goyanus,
escrcveu grande artigos elogiando a gerente da
companhia e dizendo que eJlo era um cavalheiro
distin-to. Esta 6 a verdade, e aquelles que nao
sao indifferentes aos negocios desta terra, devemu
star lembrados de uma discussao travada eutro
os defensores das estradas de Olinda a Itamb6 a a
estrada do Limnoeiro, e nesta lucta teve a compa-
nhia um auxiliar, uma possoa que defeudeu os seus
interesses e que 6 a mesma que agora ataca a com-
panhia da estrada do Limoeiro.
Disse o nobre deputado polo 120 district que,
chamado a responsabildade o aautor dos artigos,
elle apresentou se; o nobre deputado polo lo dis-
trieto disse quo o acornpauhou pessoalmente ao
tribunal, aconselhando-lnh que so abstivesse do
testas de ferro; o nobre deputado pelo 12o distric-
to aa illustre correligionario do.) author do requcri-
mento havia aconselhado a co-mnpanhia que nao
continuasse nested proeesso.
Sr. presideate, este conselho produaio suas re-
tieeaucias, mas cstas reticmncias devem desappare-
oer para aquelles quo conheeem quaato valor tern
neste pdiz a librjadie de impineusa, que se pod?
dizer 6 sobdiaiua.
Pergunto eu ao uobre deputado, o process fei-
to pela companhia contra o tutor desses artigos
devia sor ou n io perante jury?
(Apartes).
0 process era de calumnia e ia perante o jury;
mas 6 precise lembranrin-nos que ncste paiz jA An-f
onlliri IP C'hlnlrr&o -iA ,arnn, ooo nomoo vonoradol
passou por prevaricador por sentenva do jary, e
somo tal foi coudemnado, pcrqte foi absolvido o
aotor do artigo.
(Trocam -se apartes).
Eu, por muito respeito a essa magistratura, e
que digo que o brasileiro nao senra condemnado
quando accusado por accusa95es feitas a uma
sompanhia estrangeira que na provincial foie forr'
ada pelo seu contrato a ndo fazer aquillo que o
corqntereio e a industria de qualquer forma exi-
Obhrasileiro havia de ser absolvido, e pela sevi"
tenqado jury ficaria o gercnte da companhia in-
gleza eonhecido pr prevaricador.
(Apartep).
Ea mesmo, coma advogado judicliario, disse ao
gerente da comp Luhia que no o intentasse process
do calumfija contra o autor dos escriptos, porque
olle seria abeolvido a o gerente ficaria vilipendiado.
Foi porque elle rocusou coutiruar o prooesso.
Isso quo eu digo estr na consciencia de nds to.
dos; o fogo politico queima a justiQa, o fugo pa-
triotico levanta muito alto a sua lava.
0 SR. DE)oc'Uro-0 que estA na conseciencia de
n6s todos A quo aquella companhia nao procure
cumprir corn os sees doveres e Vai fazend& o quo
beo The pareoc.
o So. Ar.vn.u--Os apartes do nobre deputado
prov-am contra os argumentos por S. axe. mesmi
offereeidos a esta casa.
0 Sn. DEMOCRITO-Nao ha tal. 0 que eu aqui
disse ainda n'o foi destruido.
0 Si. AA.u.L-Aqui neste paiz, Sr. prrsidente,
so n'. ha liberdado para muitas outras cousas, ba
incontestavclmente a de rnprensa. Na nossa pa-
tria seg'-se, utna regra muito differnnte da queo
soguida em outros paizes mais adiantads. As-
sim, p)r xcimplo, ou vejo a Fran'a condernnundo
as escnrptores denunciados, ao pass que no Brasil
nao ae d;i o facto do ser condemnado urm escriptor,
ornventura chamnado A responsabilidade. Temos


ainda o grand exemplo de Apulchro de Castro, o
imprudente reactor do Corsario, assassinado na
praa public, na corte do imperio. A imprensa
nesta terra, Sr. president, corrige-se por si mes-
ma. Esta 6 que 6 a verdade. Os assassins de
Apulchro de Castro ficaram impunes!
O nobre deputido, Sr. president, tratou ainda
dos livros oe ds coutas da companhi.t que segundo
a opiniao dotS Exe. deviam nser entregues ao exa-
ine do poder- competent. Mas S. Exe. deve saber
que estas contas scm, re depois do dia 16 de todos
Os ni'ZP', Vl' p-tra o governor.
UM SU-. D-'C r.\D<-Mas eo globo.
0 Sn. A.)iI\L L Mr.L-)-Nem podia deixar de
ir na form em que vao porque na hypothese nao
Ec mita de uanst rp.'rti-iAo public. 6 nobre de-
put',.d) bern comprehende que nal se p6de cmnfun-
diro ineelianismo de uma reparticao public, con
o mcheanismo de uma empreza do estradas do
ferro. S.I cousias diversas.
0 nobre dcputado, Sr. president, pergunt)m aia-
,ii cse os livros cran escripturados em inglez ou
em portuguez. Eu respond facilinmpnte ao nobro
fleputado quo os livros sao escriptos em portuguez
e ingliez, porque a seJe da compinhia estA emn
Londres. Seriam escriptos em alleomio, se porvea-
tusa a sieJ estivessad em Berlim, em francez aso
ella estivesso em Paris, em italiano sa ella esti-
vcsse em Roma.
Pergunta ainda o nobre deputado no sou reque-
rimento k16):
Sr. president, corn rolavlo a este ponto muite
bem fallpu o nobre aceputado polo 12 district,
mas S. Exe. quasi que refer:o-aes aomente ao fisulS
esqueceado-se de q e e le melhor ou magior part
tem ou merece ter no elogio feito.
Deade que me refiro a urma empreza do estrada
de ferro, nao posso deitar de fallar no gereate des-
ta emprdsa e do fiscal. Estas duase pesmoas uas
reprewnta Londres, onde se acba a ie da com-
Sanhia, e a otta represents o Brauil e o estdo- ,
b aiohb deputado deve saber3% w 3 dc
quo S. xE, se r'ferio, flea a ditspn ..' l'
%aisdau Weuw uans do .em /c
toa.
0 8A .lMOGun'Or
OmSAv&M As -. .


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sq aq- w d!arnkuI- tiente c" o trac peta.,
H ., Ipu ia~da a nobre deputado ao sen ro-
mto.
-shi utado pelo 120 distkicto, Sr. pre"i-
Sp aieo to bIem ese fact queeu onpoderia
I l -me d teca r see afim de nio cansar
S ddiadameaa attenglo d'eota Asoubl6sa.
S m todo case trmtarei ainda que ligeiramenteo
.d'a i matefis para dart uma resposta a ou tospi-
.IM o eqeim-eM do nobre deputado.
4 O 8r presidente, quoenos a&-aseos das
toerr, tanrto do note come do sul, por
Ih o traUsports do assucar, fieam rests
uea n'etes a en, qu ewsaam-se dos
|| ,aadoee 0s respec~voi prodwctres jait" pensa-
vi ; em roclamul.o. Ordlnarlamente esote imucar
f6ra ou apahubado pelos serventes. Mas
t te em o sea olho prevideute, vi quo o
^' .iesando d'essa faculdade poderia pre-
S-i s6 ao productor como a empreza, or-
qe sates restos de asueares n oueem
.* lQcomo atWentio ao servente, mas aim
S o vendido e adjudieado o producto d'esta
: veiJ a reeeita.
S(isto 6, assucor e mell psoduzem a sorms
:.- de d eetos e tantos mil r&is, conform esta pu-
l bu no relatorio do gerente ou do fiscal.
r| niPBsNTzE-Previno ao s nobre deputado
q qu hora esta dada.
,?6 Avi i Ae -Terminarei, Sr. president, mas
| antdDsom peo a V. Exc. que permitta-me dizer
aindaalgumas palavras. Preciseo dizers aso nobre
+ deputado que S. Exc. ainda no tmern raz o quando
s demonstrar que as tarifas da estrada de
f'errdo Limoeiro eras elevadissimas. Sr. presi
dea h" a tarifa da estrada de ferro do Limoeiro
mex mpara os products das pequenas lavouras do
que ode Caruar, que alia s foi feita pelo governor
ou pJP men engenheiro director.
O'B. DsmocnIo-E isto porque este governor
vaise tornado de dia a die mais inepto.
O S e. A lAtii Questionouise tambem por cau
ea d6 usa duida de preC o n'ao previsto ou nao
bem ndeclarado por um transported extraordinario
dos nateriaes para os engenhos ceontraeo.
Poias bema: a duvidsa foi resolvida sem que fi-
case muAl coloesdo o gerente interino Jouo Co-
noll y que 6 o coitador, home t exemplo no rigor
da disciplina, que mantem a mordem nos caminhos
de ferro, exactissimo nos algarismos, verdadeiro
ingez nas cifras. Conolly nqo 6 s6mentc um born
empegado que nao deixa passar o error.
= -,^Ntasnf apates,)
que t horas esti fiadAa. "
0 SB, AxAgA -Vou coaeluir.
Conolly p o archive, o tombo, o brap o direi-
to da gerencia, d um auxiliary que a direcdo n3o
pode dispenser, porque melhor do quo ell e outro
nao fara, pelo eonheeimento qu de tudo tern re-
ferente a Companhia desde quo eatroau em ser-
viain
UA SBt. DEPr!TADO da um aparte.
O 'Sz. AxA-Ai-Nbo, nao tem absolutamente-a,
Companhia essa obrigafa o, e se a eatrad de f
quizP se resistir a essa exigencia de mostrarli...s
e papeis podia fazel-o; e depois, permitta-r6 me
nobare deputado, dizer que alguns quesitosdoo soe
requerimento sa o tao impertip nentea s qu eu peo
que e vote contra elle, peor que 2 uma eapei de
jrat&Wa l no cume da montanha inundando o
valle corn a luz da lava que esta ameacsndo a al-
deia'visftiha.
Vozs-M-uito bem, muito bem.
A diseusslo fiea adiada pela hora.
Passa-se a 1.a par*e da
'o*SP DO DoU
Von 6 nepa, e6ijb apoiado e approved o so -
.. W wn o u e. nequ eirft e pre-
| f a c ,a cj& disetido o project a. 39 d'este anno
<6oditos an meitares.)
Ed~a BttHo 0nxaeeo em 2.0 dise~ustk.


N. 8. An art. to additive: pMara a construc-
d ns poute sohbe o o ,oe o baribe e MTiu-
sa 15-OOOa.-Autumes Plnheiao.
N. memda a art. 1.0': paro a er .olcads
oude coniviw; sd e Scad corn 50 apee
.750J.-Arrads eaido..o.
N.1. Aoeeqrote-ss o g o art. s o e digat
os 6:000 para exee o dad lei n. 1.65, na parts
relative A idade deo Pesqueira e augmente-ae a
momma ouasqqwaathL.-Dr. Pitaugs.
N. 11. Ao g29 a&*esceste-Pe : depos da pal*-
vra -ponte- dig-s ade: deapeneo-
com o de Vertentee ate 2.-:00 .-Dr. Pitanga.
N. 12. Ao 29 accreauente ae : atl 3:O0W#0
pars eompra da caua que serve de ecadeia sna villa
de Jaboatao -e que faz material do projecton. 279
de 1882.-Dr. Pitanga.
N. 13. Accresente-se ao 71 do art. 1; e o
que s oestia dr ao professor de lotn e fran-
cez da cidade de Pesquoia, de expedinte e alu-
gul de casa, asimmcomoo que asest4 a ever A
professors de Afogadeo delngaseira, D. Fran-
crses Joaquina de Oliveira. Campos, actualmente
proessora de S. Jo5 do Egypto.- Maximiano
Duarte.
N. 14. Ao art. lo 29 (obras publicas) acores-
cente-se no fim -e a quantia necesearia, confor-
me oi estudos feitos pesa repartita competent,
para o empadramento da estrada da estagio da
via ferrea A cidade de Nazareth e abertura das
respectivas fouled d'agua, o as obras do cemiterio
do Surubim.-Democrito Cavsalcante.
N. 15. Ao art. 1" 45 (illuminago da cidade
de Naz-reth) escreva-se no lugar eompetente....
1:825*000.-Democrito Cavaleante.
N. 16. Ao art. lo depois do I 46, escreva-se a
quota neccsearioeni corn o custero de 20 lampeoes
para a illuminagao da cidade de Born Jardim.-
Democrito Cavalcante.
N. 17. Ao art. 10 1 19. Em vez de 620:920000
diga-se, 600:000*. Deduza-se na somma quanta
correspondent. Democrito Cavalcante.
N. 18. Ao art. 10, supprima -se o f 62, que deo-
tins a verbal de 96:964i410 pars a alimentagio e
curative de presos pobres. Democrito Caval-
canto.
N. 19. Ao art. 1 61, supprima-se.-Democrito
Cavalcante.
N. 20. Ao art. 1 % 48, 49, 50, 51, 52, 53, 54,
55, 56, 57 e 58. Reduza-se A metade cads uma
das subven e s indieadas nesses paragraphos.-

N. 21. As-a4 105 Pi 'i0sAp3:589|3!
digs-se 84:000. Demoo.ito Cavalcante.
N. 22. o art. 10 1 24. Supprima-s ease pas-r
grapho.-De- owrto Cavaloante.
N.23. Ao A1, 9lJ 23. Em vez de.4:000A, di-
ga-se 2:0002,-Demoerto Cavalcante.
N. 24. .4arl,,10- 76. ,Fn vez de 9:921i400,
diga-se 6:91. -Do Cavalcnte. f
N. 25. O artm Sappimar-se esmpspra-
*apho. Democrito Cavalcaute.
SN. 26. Ao art. 1 9racctecente-s e ocorn
mais 10 lmapeoes iaa estrada do Encanament a
r.comegar de Pamanseirim. -Meirs do Vasconcellos.
-Wa6e Cavalcante.
N. 27. Ao 29 aecreseentesee : 05 pamr
ezeceuao da lei n. 1,521 de 1881, loCUpoi das
palavras --junho de 1884. Dr. F. A. Rosa e
Silva.
N. 28. Na verbal (Obras Publicas) acerescente-
se : 2:0001 para as obras do novo cemiterio de
PNo d'Alho; e m s 2:000*t pa A do cenitserio
de Boberibe e ainda 2:OQ00 parn uman pate o
voftoado dePrMii.-FielGragro.-Aue
Viw~eo.--
N. 29. Pars swe collocada eado cpuvror-7O0
so Sr. Manoels Abdon, proveniate do alugael de
casn iara quarter at povoasao de Alliang-s.-Pe-
reira de Lyta.
W. N 0 Ao_ art.,L a t-s, e parsa -


d4


emd- ol A


YALU WO A.-Od. A,_ U* q" I
N. 57, Nom doarl sm ppna-e a qa l.i ..
1:290000 aso prep nlor d Gymnasio. t -'iel
Qraugoirn-..Autunos 1 'iubolro. Yr
N. 58. Ao art. 1 '1 dditivor 20:00000 4 a
construoeo da ponte obre o Rio Doce emfmn-
da.-Autuues Pinheir. +
N. 59. additive : reentese: a _qdtia
neceaaaria patsoa aollopacio e c*tqrnte* do 20)- d
p*5ei na cidade do Liutoea.-'-Dr. F. A. dso
N. 60. 2:000W(0O pO a a coastrueglo do -~ds
no lugar Pio Ferro dZ aoora de Agua- as.
-M.Duarte.--A. de Albuquerqe. _
1 N. 61. A quania uece aria para 50 lamttes
na cidado de Gdeyanaa,-Nn l de Miranda. ,'
N. 62. Ao art. lo 59additivo: earsa soe Aa um
cam no Varadoure 3:J00.-AAtuMas Pinbeiro.
N. 63& 1:000.000 par auxiio das obras da ma-
tris de Born Jardim.-,Democrit Cavyalcantc-E.
Coutinho. -1.e,
N. 64. No j 73 do artigo 16: 'mppnfa-
se a verbs de. 2:5005000 pan a confeoo e 0 im-
presslo do almaunk d4 provincia.-J. V.. 'eira
de Vaseoncellos.-Antunce Piuheiro.-Piel Oran-
gits.
Seq ., ,. ; .I -. ,"
N. 65 Art 1 29 acerscenatb:e o: i u-oscoan
certos da. cadeia de-Olinda 5:000o000.-Olympioi
Marques.
N. 66. Supprima-ase o 0 61 do art. 10.--J. V
Meira de Vasconelelos.-A.ntnes Pinheiro.
SN. 67. Supprima.seo 21 do art. 10. -J. V.
Meira de Vasconocellos. -Antunes Pinheiro.
N. 68. Sepprima-sei o 74 do art 1o.-J. V.
Meira de Vasconcella. -Antunes Piunheiro.
N. 69. Accrescente-se so I convenient : e mais
pars pagamento do qne 4 decide ao coroner Ma-
noel do Nascimento Vieira da Canha, arrematan-
te da reconstruclo d, ponte Araripe do Meio, a
quantia de 10:338522. -Jos 6 Maria.
0 Sr. Demoertlo Cavalcante-(Nto
devolve seu discurso.'
A discuesL flea adi&ada pela hors.
Vem A mesa e deixa de ser votado um*squeri.
menlo de prorogaAo (ie hora por 60 minnts as-
signado pelos Srs. Jos4 Maria, Adelino Filho, An-
tunes Pinheiro, Nilo de Mirmanda e Amaral e Mel-
lo, por falta de uumero, pois alm dos cinco Sea.
deputados, signatarios do dito requerimento acha.
vam-se apena presents os Srs. Paulo de Olivei-
-aJ -i----" P' a- ;i-i.aanAn. Aa i I


8~wi^SaUvo Vsw^
o 8r. p adente l,

5IOBt S


anta a ss"o, desijnauio a
-n.. 13; 3, do de 38,
41N a d oeod~o


*:*i : : L*- -l --7- '
honte.t sob a s &..neiado Eai. Sr. a de
Itair ma, todo OE o pwreeio 33 Srn. deputidos,
Fn lidaje appromadi sta .debate a acta&d4 ss
sio de 5 e da reuniio de 6 d6 eorrete,.
0 Sr. 10 secretrio proeedeu a leittis do se.
guinte xpediente:
Umr o4wodo 4 belario dogpverore udo
c0p* de am o 40 do vio-prvedr da Ca-
Sde odeoor" t do ,4i'v
4.ego dcqoeneiw~ ta 4 R eii% siai t Los

Otro do nmeqm tnsmtdo am +
'to iaoompambado d& lr Bp-t .ifiapi, 6
*, er ^a J6ede d(Anbeqete-
e, admiiatsdr o awev de8. tode


' sr-I is sospemdendo
rurplo e.assebla, oai
diao id rlt


Ummto vigente

12


J2&
a* .1


i do oj"a-


10t


4w creados

ede
*1*c, a,


81- .-6


seas a diape'no


eats.-
ade %


j Kf.,
G64
.1 Gra


6 tacettada 5


iapo Duarte. X31& S Suibt-ws. A 3 13 eat. 1i: expe-
0 SA. 1.o SCMTiBsi e 1um offieio do secretario diOente oea mio dai c e s do 871 dio..Yed
do governor, communieando have S. Exe proro. 4000.-Amaml e ello.
gad. a actual scssio atW o dia 16 do maio. N. 39. Subaltitua-se. Ao 66 do art. rLexpo -
Er lido um requwimennto do Sr. Lourengo de disnto asseio da seas (era vyes de 3:7585170)...
,i r ser discutido de preferoecia darante a 2:009L.-Amnana e M"il.
.pr.deO I. 21 (rgaento u proantaial). N. 40. Stuitit vo. Aoj 644d ort1,o expe.
-4444"4 suimw^ Of!twotm mupedA a naaa m d;e6.8 A aiva oft yes 4w ....... as

Pr d -e o% 4-,* eontsro. M 3

!rnovts 0 Sr.1 : anlardc Lop es^, E i-'A
.rll l.l^.4' "i.jj..L Qtw*


do wS
sPrnaxe
sa req


l^|_ ~~lo li"r m iiia jln
Josg i irdw,
Apews 4orad, _;1= 1ifob *111 ospas-
a ~te4uo peg.uu' 4. r S oui a; por pitPdm dvo.





rD. thefe defplolis: doss golpes do usbrer
ai o, 1 oo-ombro esqauerdo e diversoeon a,
lingoes nos bfrsoof; scud. o ca.. iuoasdersdo
i6Ve* ~ ~ 'O 1 "aw*.11. .*- foum -


Consta que o Sr.* Dr. cWe.e de polioia mandoun
vir os referidos gnardas A sua present.
.w0a e a Ol-E= da, 1onde ultimamen-
t re6idia, fallaeo aa noit& d 6d do corrente e
a itde dc 74 um M, Joao Marques Correi, fis-
ral poontatdo da &gosu de S. Fr. Pedr Gon-
alves do Roeiro.
O0 finado exereeu por muaitas vezes eargos de
elaei4o popular usna mesa freguezia, onde gozava
de estima.
MIloblltheea do Lycee de Artes e
0clo--Prequentaram est s bibliotheca da-
-ante o mes de maie fiido, 116 leitores, quo con-
tultaram diversas 9brss alem das soguintes fo-
lhas;: Diario de Per-ambuco, Jornal do Recife,
Tempo, Tribua e Revws das Artes; e recebeu as
offerta soeguintes: Aaimea da Genie Civil, 3t1
Vs. em broehura, annos de 1866 a 76 e Estudoe
ur L'Exposition 11 vole. idem, 1864, pelo Dr.
Mfippe de FigneirWsa faria.
Pernambucoao Cear, 1884, 1 vol. em broehura,
pela Commisado Central Emancipadora.
araatum-s-Em 2 do corrente eacreveu
0ios uOsto eosrepondente a seguinte carts :
Devido aos ingentes eafor9os do Sr. pharmsa-
ceutico Goungdalo Braz dos Santos e outros cava-
lheiros distmnctos desta cidade, acaba-se de fundar
aqui uma utilasima sociedade denominads-Pro-
teetora dos eafermos desvalidos.
a Os fins desta soeiedade sao, nao s6 amparar
as miseros desherdados da fortuna nos moments
angustiosos de longas enfermidades, proporcionan-
do-.hes todos os meioe ao sea alcance pars arran-
al-os-'das garras: da mieeria, .como .tambem para
fescilitar aquelles que se quizereiItratar no hos-
pital da casa, ue vai ser brevemente constraida,
mediante modica indemnizacao pecuniaria, que re-
verterA em beneftcio da mesa sociedade.
a Hontem, presented 23 socios fundadores, tave
sugar a primeira sessao de installalo, sob a pre-
sidencia do Revd. vigario Pedro Pacifico de BAr-
roe Guerra, servindo do 1. secretario interino o
Sr. Bellarmino Dourad-.
Present a eommnissao da confecso dos esta-
tutoa da ociedade, compost dos Srs Drs. Joa
luiw Cordeiro Coelho Cintra, Antonio Baptista de
1ello Peixoto Junior e Antonio Salustiano de
Abreu Rego, passou o sen relator, Sr. Dr. Peixoto
Junior, a ler o project dos mesmos estitutos,
quc, depois de long e calorosa discusslo, foram
ipprovados.
c Em seguida foi eleita a mesa, que ficou assim
composta : Presidente, vigari) Pedro Pacifico ;
.0 vice president, Jos6 Ferreira Laal ; L.o secre-
ario, professor Gmnqalves Aleixo; 2.0 dito, te-
Lente Joaquim Antonio de Araujo ; thesoureiro,
Intonio de Moraes Campello; prucurador, Pas-
ehoal Almieidi$.+ mordorm, m
aorreia--%ellt Sntiaego...
.0'0 nossor ill sitre vigakriot predente da asso-
siaco, offereoeu A sociedade uma eLsa para o bos-
ital, que vai construir dentro do praso de lb
nezes, corn a eondi'ao de, se for oxtincta a so-
ciedade, pasar o predio a pertencer a Santa Casa
Ie Misericordia do Recife.
r A offerta foi reoebida corn geral agrado, sen -
to nests oecasilo o illustre vigario alvo das mais
inceras manifestages por part- dos soeios pre-
uentes.
SA sesao findou As 11 horas da noitse.
c Agora fazemos votes parn que tao humani-
aria quao bella instituiilo, fundada sob tao bon
uspicios, nao venha a baquear. devido unica-
aente A indifference corn que sempre aqni sao trA-
edas as realisaioes de instituiCoes que trazem
m si os maiores beneficios para a localidade.
% Corn a pompa do costume teve lugar, no dis
31 do mez find, a festa da consugraglo do mez
ledicado aos louvores de Maria Santissima.
c A solemuidade do enoerramento consistio em
ma misea cantada A orchestra, &s 11 horas da
nanha.
a A' tarde sahb em prociseso a excelsa Mai de
>eus; findando a festividade corn umra ladainha
clemne, benyao do Santissimo Sacramento e can-
hes entoados em honra A Virgeni e em deeps
rdo.
A' noite houve um bonito foge artificial e
irgaram-se does aerostatos.
a A. eommauiso encarregada de promover a
sstividade foi beo suecedida, pelo que mereceu
er iotVada pelo digao vigario que a nomeou.
K No dia 28 do mez passado, no lugar Grade
-do diaticto lo Brejdo, o aubdelegado d'alli, Jos6
lomes de Mello, mandou uea fsrca de policia,
companhada pelo official .de justiga aquelta sub.
alegacia, Izidro Briano de FreiJ, prender a An.
0ilo Feiix Scares, per estar pronunciado nested
ersm na crime previetw no art. 957 do codigo cri-
au as!....


a 0 erimmoso:megundo dis a forgB, resistio A
rAm de pojApae reoultaido morrer em conse
to!*4 da4res tiros que r ecebeou.
S aitoria aqm prncedidano cadaver, verifi-
eu-se quea Aatenio uIx aaceumbira a 4rn tiro
slhe fura dets& iado peltas estas.
" Coouo .expticar o -fato ? Quemn restes nao
eP ;ae como podia Antonio Felix ser ferido
slas cotas em actor do reiasteuois ?t
SOvm quis s autoridades eompetentes ti-
,m a h u epo ose steri., qque s involve ea sus
lbrs a vida de um pai de frmilia.
Ao eoncluir esta correspondence, flea moarga-
ada na sattapaz do senior esita boa cidade.
odesell &eser dwadoura. .-
^ Viseato-rEsCreveuuB-B era 5 do cer-

* Yabosua e r tea mo is i sara=Us-.,
K'TFvooskgad noa ,s Ares fiado o eacerra-
mnto do-exereici m n terminando corn
-'ewfP, -e* 6&S eramento a con-


prwr a W,1, eftpturaanido '.* eI o Or &o

a N~ Utrepar toqt o +!+r ls dos doo
'ucasoM aUM;re ospefiira l a eidafaos iooffensit*
-vm, e Yeadesem algumas das bicus s que to-
sAran.
Temos tide tambejp esates dias umna corn-
ptahta ambulante denonunada-Pt4tori4-que de
Dom nao pamIa; e po'que' oer mns embaga.
della a hulinaidadse, thamar-ae Paori s a asi
m bores q uw dang (, e cantawu teudo por mestre
um, itiipido &o!o Entretaio tern dado diverpos
eSpftaUros, eaolhido bots eobrea, s6mente Plo
epiuito de novidads, %frmando as ta9s dan9autw,
emil ftdra dOPa4 azUl, e dito enearnado. Dl'aqu
seguira pam Palmeira de Granhun&.
Tivemo o exercicio do muez Marlano consa-
id ta Excola Rainha dos Anjos, fieaisando ano
di 81 do proximo pasado umaw corn missa can-
tada, ladainh e pratica A Oit k4 o qual for imuito
cegaorrido. Deo e-e maito i Sociedade Phylar-
moniea porque toram incaasaveis em fizerem as
honras devidas a Maria Santissima durante Os 31
dias do mez. Ao Revm. Fr. Pedrb Paz o Paiva,
que corn eua3 predicas todos os dias em hoara A
Soberana Rainba, m3strande anas grAndezas, e
qumato 6 util a sua devono, tanbem so deve
munito, pois que corn sua palavra autoripada chama
os fieis aso gremio da igreja, rebustecendo se por
assiim dizer A f viva que sentimos na religiao
santa que adoptam6s, e coucluio corn urnm' pratica
analog ao dia.
S As alumnas da escola publics deste povoado,
da professor D. Cecilia Liberata de Oliveira
Santos, foram assiduar, e tambem incansaveis,
Afrente de soa mestra, em renrerem louvoros du-
rante todo exereici do mez, A'Soberana Rainha
do Universe, nao s6 corn versos que contavam no
c6ro, como em deporem no altar odoriferas fl)-
res.
Sonvim lembrar que ainda estando A funecio-
nar a nossa Assemblda Provincial, ainda rest
tempo para que tratem os representantes doste 91
district das emeadas aos limits desta nossa fre-
gaezia, jA quo sem elles, nao dpossivel ser provide
canonicamente pelo Exm. prelado, por einbaragos
creadoo pelo vigario de 8. Bento. JA fizemos sea -
tir isto; mas nao obstante nenhuma attenvlo se
pretowi as necessidedes que fixemos ver.
a Muito agradego ao college de Quipapi o que
disse, na sua missaiva de 29, que os trilhos talvez
estejam aqui no dia 2 de julho proximo future e
quo pedisse a S. Sebastilo de cA que d6sse sol pars
realisar-se o project do engenhciro. Respon-
dendo a meu illustre college, digo-lhe: como hei
de fazer esasa supplica, se nen ao menos temos
agua para beber? V6 pois que seria uma injus
tiga se assim o fitessemos, a vista das circumstan
eias em que nos acharnos; e ueoss caso prefiro an-
dar a cavallo corn a barriga che;a, de que a vapor
corn ella vasia, porque as lavouras jA vao soffrendo
por falta de chuvas. Nao posso puis acceler ao
pedido do college, tenha paciencia desta vez.
S De salubridade nao vamos mal. .xpenas no
mez find tivemos alguns casoa de febres, e ca-
maras de saugue; por6m tudi benigno. ,
Victor Hugo-Eis a carta de pezames do
president da Republica Franceza :
c Presidencia da Republica.-Paris, 22 de maio
de 1885.
Meu caro Sr. Lockroy.
S Rogo-lhe, bern como A Mme. Lockroy e A to-
dos os membros da familiar de Victor Hu.vo, que
recebam a expressao de minha viva sympathia.
S Se alguma cousa pode mitigar a voss. d6r, e
a unanimaidade dos pczares da Franga e do muudo
civilisalo, 6 a immortalidade do genio que nao
deixara de pairar .sobre os que Ihe dizem res-
peito'.
S Rogo-Ihe, meu caro Sr. Lg a nki a :it
ca!ao. ,
a Assiguado : J. Grevy.
No Senado, o Sr. Royer, que presidia a sessao,
em meio da maior emoiao, proferio estas pa-
iavras :
SKrs. senadores.-Morreu Victor Hugo.
a Aquelle que, ha mais de 60 annos, provocava
a admiracao do mundo e o.Jegitimo orgulho da
Franca, penetrou na immortalidade.
S Nao esbogarei sua vida ; todos a conhecem.
Sua gloria nao pertence a nenhum partido, A ne-
nhuma opiniao, e o apanagio, a heranca do todos.
a 86 tenho que testemunhar a profunda e dolo-
rosa emoco do Senado e a unanimidade dos pe-
zares.
Em signal de luto, tenho a honra da propor
ao Senado que levante a sessao. a
0 presideate do conselho, o Sr. Hvinrique Bris
son, subio logo a tribuna e f'z a segiiinte decla-
raso :
0 governor associa-se as nobres palavras do
president do Senado. Como elle o dissd, 6 a
Franca inteira que traja luto.
Amanha, o governor tera a hours de apresen-
tar As camaras urn project de lei para que fcne-
roes nacionaes sejam fettos A Victor Hugo. a
Levantou-se a sossao.
Na Gamara dos Deputados, o president, o Sr.
Floquet, proterro o seguintt .ascurso interrompido
per enthusiasticos applausos :
Meus cares colleges, o mrundo acaba de per-
der um grande homer ; a Franca chora urn de
sees melhores cidadtos, um filho que enriqueeeu


o antiga thesouro de nossa gloria national. 0
seculoX[X nao mais ouvirA a voz do sea contem-
poraneo, daquelle que foi o echo sonoro de suas
alegrias e de suas dOres, a testemunha apaixonada
de saas grandezas e de soeus desastres.
a 0 poeta, aquelle a uemi chamavam a criau-
9a sublime, encantou ate o deslumbramento a bri-
lhaate moeidade deste seculo. Nas horas som-
brias, o ponsador sustentou as consciencias e
sergueu as coragens. E, nos ultimos annos, o
augusto velho volcou-nos, trasendo par& o meio
de nossas deegratas e de nossas lutas o espiritc
de coancordia e de tolerancia de quem tudo pode
comprehender e tudo pode conciliar, visto ter
soffrido tudo pela Republica.
Ws N6 nos 'liaviamos habituado A julgal-o im
mortal em sua laboriosa e indomavel velhice:
d'hoje em rvante elle viverA na oterna admiragse
da posteridade, no cireulo laminoso dos espiritos
soberaos que impoem seus nomes A i6poca que
atravessam
w Victor Hugo nao ase limitou acinzelar e tornar
resplendente a nossa lingua como uma maravihI
da arte ; preparou-a, forjou-a tambenm como uma
arms de combats, como umn apparelho de props-
(fanda. '' i-" "
a Essaasrma, ele a vibrou corn bizarria, da-
rants mais de seeeenta annos, contra todas as ty-
tanis da orva; em mais de sesaenta nnos, a
propaganda doe here da huaabidade foi teita
a do a f doe umi.lde e doe deaherda-
dos, dei A- d -pobre, da 'mulhr da ecriaua,
Pelo iaviolavel rspeitodavida, pel. misericordia
Pam corn A que sedesviam, e aos quaes elle in-
*dtavs A lu e ao id...r..
v oPSG s eo nome deo Vitor Hugo deve eer
86 anoreeiuto das Acadeaiaa, on-

dos philosophos= timbe-fl#A m
bl aoude saslabora a li moderma, a que o
-*K ..J;Uz 1:^'" AIA M AftiiiA"' *Jjk; -fjk OA A^l-l-S ar ZijM1^. 'Bi4M "&ranlll~h


psr a i. 16 e*U5j3s bWWo.
P4 iAM -As IIt hoastilXA. vio
gWinTo t n. 0 de prdios.
/ 5*s flpre-Mord steeIadua:
Al na matrix de oSsat AoUmi o, por
alma de Joaqaiim Laizs Gaualves Pnia 7
horas, em S. Francisco, por alma do JN .+
mentino (Ooelbh Catanho.
Sexta-feira: !y:
A's 90 hmoas, na eapelta do eugenho e h
por alma do pa&dr Amiro Joa6 de OWe B-
cellos.
8abbado:
A's 7 horas, em S. Francisco, por aia do I.
Manoel de Figueiroa Faria ; As 7 ho m noa.
tris da Eascada, por aim deD 0. Anua Camdid s
bilvs Pote.


Passa;egeros-Chegados de Pelotas no n-
"taeho national Main 11 :
Josephina da Costa Albuquerque e Manuei da
Coata da Silva.
Operae6es eirurgleas-Foram pratica.
das no hospital Pedro II no dia 9 do corrente as-
Iftwntes:
PelolDr. Malaquias:
Posthotoaiia polo term cauterio, reclamada potr-
paraphymosls e cancrs urethral
Pelo Dr. Pontual:
Amputaeao do penis polo proeesso de Guyon .re.-
clamala per epitelioma da glands.
Inustituto Litlerarlo Olindense-
Hje As 6 horas da tarde, e no lugar do costume,.
havera sessao do conselho director.
Loleria da provinela. Sabbado, 13
do corrente, se extrahirA a loteria n. 130, em be-
ucneficio da matriz de Jaboatao.
No conasistorio da igreja de Nossa Senhora da
ConceiAo dos HMilitares, se acharao expostas as
urnas e as espheras arrumadas em ordem nume-
rica A apreciaao do public.
Loteria do naeeI6 -Per telegramma re-
cebido pela Casa Feliz, sabe-se que, na 3a arte.
da 8a loteria extrahida hontem 9 do corrente fonarw
premiados os seguintes numerous :
1.923 50:000*000
7.266 10:000000
5.511 4:000)00
2.923 2:000000
Grande loterla da corte-Esta grand
loteria, cujo preraio grande 6 de 500:000*000,
seri extrahida no dia 28 de setembro proximo vin-
douro, conform se acha mareado.
Os bilhetes acham-se A venda na Casa Feliz, a
praca da Independencia os. 37 e 39.
Tambem acham-se .A venda na Casa da Fortu-
na A rua 1 de Margo n. 23.
Loleria Exiraordinarla do Ypl-
ranga 0 segundo sorteio desta loteria, cuijo
maior premio 6 de 100:0001000, sera extrahida
impreterivelmente no dia 23 de junho.
Bilhetes A venda sna Casa da Fortuna ruas 1'
le Margo n. 23.
Tambem acham-se A venda na praca da Inde-
pendeneia us. 37 e 39.
Loterla de 3O:OOO#OOO. A loteria
182a series B, corre .ijmpreterivelmente no dia 13
dc junho.
Bilhetes a venda na Casa Feliz da praga da In-
depeneia us. 37 e 39.
Tambem acham-se A venda na Casa da Fortuna
A Prmeiro de M:,rgo n. 23.
Loteria do Grao Para-A 3a part da
143 loteria sera extrahida a 11 de junho ; os bi-
Ihetes aeham-se A venda na Casa Feliz, Pra"a
da Independeneia ns. 37 c 39.
Tambem se acham A vends na Casa da Fortu-
na, A rua Primeiro de Mario n. 23.
Loteria de oIaceio -A 4" part da S.8
Sloteria desta provincia, cujo premio grande 6 de
50:0003000, sera extrahida impreterivelmente no
dia 16 de junho.
Os8bi tos+ acham-se a venda -na Can Felm
LotZerisat do Rio -A 356 A de 20:0*0000
do piano novo sera extrahida impreterivelmonte
no dia 10 do corrente.


Acham-se exposto a venda os restos des bilhe-
tes na Oasa da Fortuna a rua Primeiro de Marco
n. 23
Mercado de S. Jossd-0 movlmento do dia
S, foi o seguinte :
Foram retalhados 41 bis cor 5,473 kilos, quo
toram vendidos de 480, 400 e 320 reis, do suino a
60J reis, do carneiro de 1,A a 800 reis, farina de
800 a 480 reis, milho de 4SC a 490 r6is, feijio de
1000 a 640 reis.
Foram arrecadadas nos-diversos compartimen-
tos a quantia de 1829220.
Mlatadouro publico-Foram abatidas no
matadouro public da Cabanga para o consume
do dis 10 de junho 70 rezesa.
Casa de Detencao-Movimnento dos pre-
sos no dia 8 de junho:
Exiatiam presos 346, entraram 12, sahiram 9,
existem 349.
A saber:
Naecionaes 318, mulheres 8, estrangeihos 12,
escravos sentenciados e processados 7, ditos de
correcdo 4.-Total 349.
Arragoados 29, sendo ; bons 297, doentes 32.
-Total 329.
Movimento da enfermaris :
Tiveram baixa :
Galdino Jose da Silva.
Jeronymo Jorge da Fonseca.
Tiveram alta :
Antonio Francisco de Paula.
Jos. Antonio da Silva.
Clodoaldo deszevedo Lesoa.
Manoel Rodopiano da Cruz.
Francisco Antonio de Carvalho.
Cemiterio Pablico-Obituario do dia 1
de junho :o
Maria Anzuia da Conceiglo, Pernambnco, 41
annos, viuva, Santo Antonio ; meningo encepha-
lite. .
Aurea, Mambueo, 2 annos, S. Jos3 ; bronchi-
te apita .' '
Mari&da Assumpco Xavier Salles, Pemnambu-
bueo, 5WiJanos, vinva, Santo Antonio ; paraly-
sia.
Manoel Azevedo de Audrade, Portugal, 59 an-
nos, solteiro, Santo Antonio; cachexia sasiL
Petronilia Goncalves, Ifaraguay, 30 a4, i.iu-
va, Boa-Vista; diarrhea.
SeverIno Malaquias de SawWAnna, Pernambu-
co, 23 aunos, solteiroi Bos-Vi a; cys tie.
Joanna Berpaida de Sanit'Ana, Pernambuco,
30 annos, solteir Boa-Vita; hydro peiardite.
Joaquim Jos6 de Sant'Anna Coareia da Luz,
Pernambuco, 40 annos, solteiro, Beaa-Vista; ana-
zarea. *
Daeia Leonidas de Mele, Teratmbuco., 26 an-4-
BaS, viva, Bloa-Vista;, tubreuos pnla e.
Joaquim Antonio da Qlp, a.aoy n 22 amuos
solteiro, Boa-Vista; febre-'a Uare.
Ceosma Maria da Cnoeiglo, Perambuco. 23 an-
nos, solteira, Bas-Vita ; diarrl.M .
Jos1 Pernambuco, 2 anao, Santo Antonai
vermes.
Lui, 'Perambnae, 35 diaa Boa-Vista; ong

114 eaoa;
tio do figado.
Joa_,616 do CAtro Amorifi Portugal, I1 Oi-S
me, soltei, Reife;, t.berat/los, pubm ; b"-'
Pe&ro-Joo PereTa &a Sivai, _Pernambco, 90
01 I '!ts rP uV1U maI Bo u &ato Antonio;
S'pet eridade, .,
U6404 lfniT-i JmA.* n^I^il~"of~ilBeop^l' 7 KnPoo,
!' na'S^-S'u ""^^"^ Ai "*'a Aaa*: ti= =


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od. o process, contra o voto do relator.
Appella5es crimes
Do Nazarth Appellautes Jelo Thomas de
h *a, #ppellada a justiga. Relator o Sr. des-
ea dir Pires Gongalves. Confirmon-se a
ejtelAp o lanimemeiite.
D ng -Appeellante o juizo, appellado Isaias
]uo Victormo dos Santos. Relator o Sr. des-
embargador Albes Ribeiro.-Confirmou-se a sen-
teaa, unasimemente.
Appellaeias crimes
De Nazareth -Appellante .loao Nums Xavier
de'-Souza, appellado Manoel Rodrigues da Milva.
Rotlator o Sr. conselbeire Quira BroM.taivtores
s8 Sra. deseabargadores Barque Lima e Tosws-
no Barreto.-Foram despreadoa oa emabargos con-
trea veto do Sr. desembrgader Baerque Lima.
De Palmares-Appellantes Antonio Evaristo da
Rocha e ontro, appellados Conestantino de Souza
fBelo e ooutros. Relator o Sr. conselheiro Qoeiroz
OBarra. Revisores Oe Srs. desembargadores Buar-
qua Lima e Toscano Barreto.-Foram recebidos
oa eobargs, contra o vote do Sr. ceuselheiro re-
latr.
De Jaboateo-Appellante Porfirto Mendes Mon-
teiro, appellados oa libertos aleixo, Gonealo e ou-
tro. Relator o Sr conselheiro Qusiros BarnrOs.
Revisore os Srs. duaembargadores Buarque Li-
-> ma e Toseano Brrste. Foram despreadoe os
embargo, unannmempute.
Do Maceid-Appeilants Candido Pereira Fran-
co e outros, appetlado o jnizo.' Relator o Sr. con-
s elheiro Qmeiroz Barros. Revisores os Sra. des-
- mibargadro s Buarque Lima e Towcano Barrct ,.
.CmUmn oen-se a sentous, uanaimenente.
.Do Becife-Appemants Jos Moreiro da Silva,
4 ill;o Pedro da Silveira Lobo a Francisco
rt Baaro. Bettr o Sr. desambargador
PiEts 43G6mI&vos. Roneaof 03 SMI dsaoakrga-
or' A Rib i a s- e oMs@u yitas RBsui-
quc-Fa teofla a *boet 1 uanmmnte.



*
,a


* o^ naba-o S l
4U~~oAf AL-" g~ lS ttwI `A6iaE
.,^j~g^.triksalaw 2 n"00% dN tmekt
;rumn o s Gems, Pwaauubaco, 14 an-
aoo iyt6o" Doo-Vista; assit
RateaWalao Busae" da Siave, Porueshco, 35 an-
Sa Boa-eVuta; ma ets..
Antonioa JorA da SiUva Otus, PieMhawco 28
anes, minis, S. JIL ;hr dr; na.
Maria EtiUa da uOe sAo Penasbaco
65 toaes, ntaira, L. Joh; manteite ebroumiea.
Domiago da a uiuutew Fortugal, 31 an-
-sos, ouado, Jos6; ulesra fangosa do figado.
Maria Joaquin& d4. Oonceiqto, Cea, 60 aenos,
soltoira, & JSi; .Lela eardieea.
Joaquina Maria da Conceieao, Africa, 50 anane,
-solteira, Graga; hemorrhagia cerebraL
Jos6 Mozambique, Africa, 80 annos, solteiro,
Grea; paralysis geral.
OliviA C. Ferreira deo Figueirede, Pernambuco,
23 aenos, casada, Santo Antonio, febre puerperal.
UIa erianga quu naseen mortar, remettids pelo
abdelegado da Boa- Vista.
9 pela earidade.


CEUSICA JUDICIARIA
STritbmal da Relapio
SESSAO ORDINARIA EU 9 DE JUNHO
DE 1885
PRESIDENCIA DO RXM. SR. CONSELHEIRO
QUISTINO DE MIRANDA
S&creario Dr. Virgilio Cod.h
As horas do costume, presents os Srs. desem-
bargadores em numero legal, foi aborta a esessao,
depois de lids e approvada a acta da antecedente.
Distribuido e pasuados os feoitos dcra-in se os
seguintes
JULGAMENTOS
Habeas corpus
Paeiontea:
Maaoel Antonio Correia.-Mandou-.se ouvir o
sabdelegado da Graga p'r internedio do Dr. che-
fe de policia.
Joaquini MUrinho Bcrges.-Manadou-se ouvir o
Dr. chefs de policia.
Maoelt Francisco dos Santos.-Mandoa-.se ou-
vir o juiz de direito de Flores.
Recursos eleitoracs
De Sonza-Rccorreate Ildefanso do Brito Cu
ahba Sauto Maior, recorrido Antonio Josh Sarmeu-
to. Relator o Sr. conselheiro Araujo Jorge. -Nio
ae tomou couheeimento, contra o voto do Sr. con-
selheiro Queiroz Barros.
Dj Souza -Recorrente Ildefunso de Brito Cu-
aht- Souto Maior, recorrido Joao Possydonio de
Almeida. Relator o Sr. conielbeiro Queiroz Bar-
ros.-Nao so tom conahecimontj coatra o vote
do relator.
Da Sonxa-Racorrente lJefons) de Brito Cu-
uha Souto Maior, recorrida Jolo Pereira d.t Silva.
Relator o Sr. desembargador Baarque Lima.-
N.o se tomou conheeiim.nato, contra os votos dos
Srs. conseiheiro Qieiroz Barros e desemb-irgador
Toscano Barreto.
D Sjnuza-Recorrente Ildefans3 de Brito Cu-
uha Souto Maior, recorrido Jolo Pereira Sarman-
to. Relator o Se. desembargador Toseano Bar-
reto. Nao se tom u.coaheciinento do recurso con-
tra os votes do relator e do Sr. conselheiro Qaei.
roz Barros.
Do Souza -Recorrente Joaquim Pinto da Cn-
aha Seouto Maior, recorrido Joaquim Soares de
1a. Relator o Sr.'desembargador Oliveira Ma-
eieL-Nio se tomou conbeeiinento do recurso, con-
tra os votos dos Sra. conselheiro Queiroz Barros
a desembargador Toscano Barreto.
Doe Souzas-Recorrente Joaquim Pinto da Cu
uha Soutos Maior, recorrido Armiliua Ferreira Lins.
Relator e Sr. desembargador Moateiro do Andra-
de.-N.ao se tomoea conhecimento, coutra os votos
dos Sro. conselbeiro Queiroz Barros e desenmbar.
Sdor Toscano Barreoo.
Da Souza-Recorrente Joaquim Pinto da Cu-
nha Soueto Maor, recorrido LUaI de Abrantes Fer-
reira. Relator o Sr. desombargador Pires Gon-
galvea. -Nao se tomnou conheciniento do recurso,
contra os votes dos Sra. conseiheiro Qaseiroz Bar-
ros e desembargador Toscano Barreto.
De Souza-Recorrente Joaquim Pinto da Cu-
hea Souto Maior, recorrido Petdr Goenes de Mat
tos. Relator o Sr. desembargador Alves Ribeiro.
-Nao se tomea coanhecimanto do recurso,, contra
0a votos dos Sri. cnselheiro Qasiroz Btrios e
desembargailur Toscano Barreto.
Recursos crimes
*DeTraipd -Recorrente o juis), roe rrido Pedro
Mfaricio di Barros. Relator o Sr. conseiheiro
Freatas Henriques. Aajuntos os Srs. desembar-
gadores Toscana Barreto e Oliveora Maciel.-Ne-
goe-se provimento, unanimemento.
* De Maaaoguape-Reerrente o juizo, recorrido
ManeoA Eugenio Peizoto. Relator o Sr. conse-
iheiro Freatas Henriques. Adjuntos os Srs. des
embargadores Oliveira Maciel e Pires Gonealves.
-Dsa.se provimmto ao recurso pars se annallar


ragem e colocacao de ealdeiras, de cojo reaultado
dei, immediatamente, sciencia mnesma direetoria,
compoata emn sua maioria.
Si naoE seo dsse esta cireumntancia, que lamen-
to, nao terias S. S. occasion deo phantasiar e agei-
tar narratives pars prejadicar os creditors do go-
re nte.
Entretanto, (h notavel!) fare sempre menoAo
de que S. S. sabendo que, come neste, em outrose
faetos, a responsabilidade 6 da direetoria, quando
nlo p6de teril a per detra da wcortia Sahra-se de
frente tira miaim.
Mai hei deo contel-o o a limnites de qua naoe de-
vrra ter sahido.
Uma outra impuynaago 6 relative ao facto de
cahirem en eerciim fWdoa as contas do governao.
Ora, o exercicio fiWad, mua iwaenao prwcidai
eorn o system do cdek, FA opinion deo S. S. (pag.
6) 6 um scoua de que muitas vexes Uao p6de li


.a -- .2. .

Da PlanMd-A Nfhasoin COa b BA-
-o-, appellda


Db Sue M i toneridoRepaudo hil d&.
Ao Sr. desembargador Firtm Gon de Amdrad :

"ne Soaza--Reoerreato Ildfouua eBrito Ou-
ha fSlouto Mtfio, reorrido Memod Gomoalyos
B raa. .
nhA Ao MNarim',d~~de 807w"dEwt ft
Ao Sr. desembargador Yire ea Goave :
Deo SOSaU-ROeorrenla I Ad sa de Bito Co-
nba Sonto Maior, recorride Ci Manoel Galoni.
Braga.

Ao Sr. deseibars ajo PreAl oibeiro;
De Sonaa-Recsrrent Ildefenso de Brito Cu-
nha Soeto Maior, recoruido CJa Soares dea 81
A* Sr. conselhoiro AaFrah J Heuiques :
Do Sousa -Rorente Idefemr do Brito Cu
ha Souto Maior, reeorrid Jos Francisco Joa Suent.
Ao Sr. coawelheiro Amatjo Jorge :
De Souza -Recorrente ?I'fidwcisna deBito Cu"ha
Souto Maimr, recorride Jos6 Francisco Duarte.
Ao Sr. oonselheiro Quairoz Bsrros :
Do Souza-Recorrente Joaquim Pinto da CuI-
nha Souto Msior, recorrido Rdfino Felix da Silva.
Ao Sr. desembargador Buarque Lima :
Do S aza-Recerrente Ildefonso de Brit e Cu-
abha Soueto Maior, recorrido Francisco Nonato de
Oliveira.
Ao Sr. desembargador Toscano Barreto:
De Souza-Xecorrente Joaquim Pinto da Cu-
nhasouto Maior, recorrido Marciano Jos6 Sar-
meanto.
Ao S.'. desembarga lor Oliveira Maciel :
De Soaza-Retorrente Uliefonso de Brito. Cu-
nha Souto Maior, recorrido Antonio Lorengo de
Souza.
Ao Sr. dcsembargador Pires Ferreira :
De Souza-kReorrente Joaquim Pinto da Cunha
Souto Maior, recorrido Antonio Soares de Sb.
Aecursos crimes
Ao Sr. desembargador Buarque Lima:
Da Escada-Recorrente ojuizo, recorrido Ma-
noel Joaquim.
A3 Sr. desembargador Toscano Barreto:
Do Recife -Recorrente o juizo, recorrido Da-
milo Aderito Ferreira Lima.
Ao Sr. deseonbargador Oliveira Maciel:
De Bezerros-Recorrente o juizo, recorrido Pe-
dro Paes de Lyra.
A4gravo de instrument
Ao Sr. deseo argador Monteiro de Andrade:
Do Gjyanna-Aggravante Ursulino Cavalcante
do Rego Vasconeellos, aggravados Ferreira Cas-
cIo & Filho.
S Appellaqes civeis
Ao Sr. eonselheiro Araujo Jorge :
De Jaboatto-Appellante Joaquim Pereira. ap-
pellado Manoel Martins LIurenco.
A* Sr. conselbeiro Queiroz Barros :
Da Mamanguape-Appellanto Salustio, escra-
evo, per sean uurador, appellado o juizo.
Ao Sr. deaembargador Buarque Lima:
DV Jaboatao-Appellante Joaquim Pereira Bor-
ges, appellado Manoel Martins Laureneo.
Encerrou-se a aeasso as 2 horas da tarde.-



PUBLICAVOES A PEDIDO

o gerente da Compamhia Pei.
nasbueaoa ao publeo
V
N'I podendo negar que fora collocada uma no-
va caldeira no Muadahu, d qua grande reparos
se fizeram noelle, inclusive eonvhs novo, saccommo-
davIes, etc., (pag. 17) dcixi esacapar a duvida so-
bre se vales a pena gastar.se tanto dinheiro corn
ease vapor.
Valeu inoontestavelmente : tern ella haje corn-
modes que nbo tinha quando custou, segundo o
fJu/eto, pouco mais de 30:0005000, o segundo os li-
vros da conpanhia 56:8795590; estb urn optimo
ravio.
Essa minha affirmativa serb comproevda pelo
tempo.
Pare descarregar sobre mim toda a culpa dos
actos que, ou verdadeiramecte the pareceram maos,
ou censidaro-oas como taos, para chegar a seus
fins, nao trepiduu em difor que, eam economies, ou
reducogo d s deaspezas, nao tern tide o gerente a
mentor part ; e, come exemplo, cita o facto de ha-
ver eu contractadq pcr urn preco extravagante,
tirar as veihas caldeiras do Cosie.
Nio faz hojo partse do numero dos vines o ca-
valheiro a quern per ordem da direotoria (inclusiv,
S. S.) procurei pa.a contractar eae serving de ti-


tuidas mo taeando em machibaus nem caldeiras.
0 Pirapar fait bi someote o reparo que fOr
precise no fuiado, depois do que se recolhera a este
porto fasendi escala per Aracaja, Penedo e Ma-
cel6.
Pego a Vv. Bs. o oebsquio de darem seiencia
disto so Sr. Bino, pars quem incluo ama carta&
De Vv. o., ete.
Nkia, 8 de maog.-&. 0. doe Vieensi Oliveira
& Camapos.-tRio do Janeiro. .
Amigo o e ns. Coanfirmn nha ultim a ma
presengsa em 25 do mes pssado e incluo 2' via.
Sons obse4uios de 23 .29 do amo passadO bebn
como sea telraniaa de hoje tocam devidamente
recebidos e Noe dfisenrSe socie.
A J hees d qae s -Mresado Pirapamai, a-se-
remrn fdito._ liiamitsam-tso so o fWdodo navio;
agora eno aoawamte, teako a pedir-lba
para nse partacolar sas bons offietios do iMBade.
A eompsakas tern aw i nasa sfuna em qupjo
hit"sos rep d'dos vapores; aM to" e -qu
quer nparo rIoseor b masnteoe o SAnat-
Ma. ...ea. ), -;o ~,
mohn16 swA44
-n. que io4pEafthtw Atuba aq; oSdsoateas


gm e f d :. ..


.' tAp.M.: l6i^ ,.. ett:-*..- ^
gue-s- u...i;'.--,.,.,Ba.p:,..:-lo
wie do A*4 A- s..







* d


va- a w.|
-fl-sa:


X -peeo passer, part w'i, a
-i M IeP. rays Iiosntlvre con O 'di-


Ema i deofevrddo.eISL.
Srs. Caudio do Yieeiu Otvfirea Campos.-
-RBJio Jdo-eu a. d sad do piraar ae-








guinte:,
Pam ONetarott radac i ala


0 isd Pf"anpat f&r.!Pabio Wao,
te iarultepFise pa Wiondt-snts, Yr. .a a
quO em sgd toenei o praer d o dirAgir-nma
pois o aponr teor abi do entrar no dique, para
mso diorei o que so me offesrecor.
Sam outro, ote., etc.
Pernambuc..
Em 16 de fevrreiro.
Sra Claudio de Vicenzi Oliveira & Campos.-
Amigosa e Srns.-Agradego-lheS o seu itelegrammai
ccmmwumaicsdo-ne a ebegada do Pirapama a eta
Porto.
Telegramnma :-Enl-14 deste me erpaedi o se-
guintoe :
SPesam preopostas entrada Pirapana dca, lim-
par fndo ea proceder reparos que necessity fund
Coneultem Finnie, Wilson Mattoe, Ponta de
Arois. a
Os reparos qae necessity o Pirapama sio
aproximadameonte os constantes d nota junta, soe
no apparecer a o tundo alsguma chPpap que tenha
de ser substitnida.
0 Ipejtca fep ultimmente aqui reparos identi-
es A nota que' envio a Vv. S., e os dippenios
subiram a 4:20o000, podendlo ist) servir pars re-
gular o contracts que a lii s tean de fazer.
Estaou espera do sun rosta Adqunelle meu te-
legrammna.
Sou etc.
Interrompa aqui a transcriplco destes documen-
tos par moastar a o public de quantoa 6 capa z a
Sr. Borges.
Affirma, como acima referi, quo passaram se
dias sera quo eu dirigisse as convesicntes orders
e providencias a rcspuite o d Pirapama ate que
fui dirpertado par uru telegramma dos consigna-
tarius quo dizia assim
a Pirapama, como e esta, impassive l obter pro -
postas, menms ainda obter aproximadamente valor
concertos, que po edem montar a oitenta, noventa,
cem contos, coin dz mezeoo de tempo; vapor mui -
to estragado, simple entrada drquc nada serveria,
propeneutes eoigem exame intern, sendo parn isso
precise tirare caldeira, desmontar machine, traba-
tho qua cnstria seis, dezs contos, mez tempo.
Como se s e, nma indicnu a data !
Rusa falta commettida, propositalmonte, teve
por fim illudir a quem o lease e confirmar a sua
declarago do qao e eu fui dispertado pelos consig-
natarios.
Entretanto, ese telegramma foi me expedido em.
respota ao que eapdi aos meesm o nsignatarios,
e costa da carta acima traascripta I
Declare qua nio suppuz enoontrar no trabalho
do ex-director proves dte ta desusado procedi-
mento.
a Esae telegramma continuea a paeg. 21) causou

entndeiras e me pedirasm que fosse a Rio, etc.
Sensacao dove causer a Icituna do quo aqui dot-
so, pes-quc qualifies urn cerectes-..-
Vot taes proves do mina coresrespodnetia.
Paree,25d iov eiro.-S 25 i -S. C. d e Viconsi Opl-
vciira & Campos.-Rio do Jaeuiro.
Amigos oe rs. Edorevi a dV. Sm. em 16 deste
mez, carts quo baja confirm..
Ac dopois recebi aso telagraenma cat relegaa A
uts-ada Pirapama no dique, reparco, etc.
A ease tobegramoma del a seoginte rrsposte a
23
Becebi telogremma. Die 25 rotten-el i usa pro-
songs. Hjoj, Send. eunido a dis-ectorie doate corn-
parihia, expedi a Vr. so. o seguinta totognamme :
- Pirapauma oats-a dique para reparo precise 00
fundo sobropoude as chaps. sea tires- am substi-


No eatfro das proviqeias jA nao se falls, poia
at iupectores de guarteiroes teer. a sun orde-
na ssmihs para Ie fazer co:nprap, cuidare do ga-
do viocum, e ate pars pegarem no punho das rn-
des em quoe dormeoL o umaoentes filhinhos dessas
allas autorldades 2 .
Pasesoo a oa ats...a pto.
As bandas de mnsaies dos eorpos manteem-se,
no qua 6 conuieato a concerto e substiluigic do
instruznoBatalq"aeousigaso menasal de 121500
pao peltastes uM de faaend, ee oin o pro-
docts das toestsa pqao atraetos particularee, sen-
do que. dasees -ait os do terg ds a quaana
4 roeelhida ao -cofs e umn tqWo distribuido pro-
~A eo" ..iiseoaprae 6 paga em
di rm o nde-inbola o de
*Oa vos do enmmandante
do vldo o e -asis membros do eon
sda trespetive offbial inspeetor; devem
sejaip- d tas contraetos, e ?as6 reindiedi los
o oincIdam eon o desermpenho do aervige
btb doveser preterido. Portanto, nao so p6-
d colder a musies does corpoi par a tocatas
0* grati, t vast do que 6 expresso e
e m aviso do Miiakterio da Gunerra.
sura es am nossas oenlderaoes acereca do
deempeunms dos difereMtes amnos do serving mili-
tar* o os ofia uaneo 6 ateaearmns que a Ie
s"-pma toed ezeeuts edas qu ae no e tai d'el-
S8 de junho de 1885.


5 a .m, 0 I1S.W Sr. .. m. -
^^liftf^^^ ui^ ~ Mr* C*'



VII
NIO trepidmno emu nos convencer, que ado oe-
4#4q prlars embaragar a pasuaqas, sa samoan
ranr*, do proe*to de reorgawI ao do exer-
anno nde coube A ig.lofla tarefa, do
al. 4 fe fi aprusentado polo entAo
"U As gut oe Sr. deo tade Deqnoe ERtra-
LTel Tmeta; eo io, a ,fusnam 0s Srs. deputados
Foa4sso Correta o Amldtade Pigneiura, que quisa-
r-wse glorificar, hazendo-o dormir em 3a discus-
4 tifiaram Ost illustres representantes da
MOO R en p.ro.dimnitot, corn a neceiidade de
e 0dare proooto, qtjlgam amun p a de al-
ts na no oaer discutido, come ad-
di 0 iT 1de -do o de for de terra.
0P DOW4 pensar nao prqoede a 3astifieativa dos
ea .o. @*bores po.que, se considerassem, come
r'Ma muitos de sees dignos colleges, a reorgali-
sao do exercito umns refsrma tao necessaria
qft urgcnte, nso fariam questao de a formula .9
f.k aam pamagem franca ao allau4ido additive;
por6m, pula maneira p.rque proeederam, prova-
rap a ma vontade que votam so exercito, empire
gjado impertimntementoe ese recursoe de occasion,
pa chegarem a seus eapcioaeos fins.
,pts, poif teita a vontade de SBL Exes.; a reor-
gptisaeAo do exercito passarI, Id par as kaladuas
rev., se passar..... as, podiam ser francos e
djfrem. -o pai n ao precisa de exercito regular, o
%3r-existe d sufficient para qarantir a liberdade do
Dai dtiolra; preei, sin, da creado de mais
ris acadeoies de direito, ,uma na proviada do
P crd e o0tra en Nit croy..... Se isto consegni-
Re d.amos desde jA o nosso--amea -por que, on
oaehareis que temos ailo pouwo para oeceparem
todos o lugares da funcoionalismo publaco, e en-
t, o soen augment deve ser na razeo directs da
yrerganisagbo do exercito, onde elles faltam cello-
ca se e occupar on mais elevados postos.
1 Andar assim, Srs.A timoneiros da noh do Estado,
qup.6 born ardar!....
Sabemos, que noste ponto fallamos nos 9rtes
djArabia, porquanto, quem goza vida alegre e fvl-
gads, fruindo os benesses do Estado, recostado
gatilmente nae poltronas do parslamento, pouec oun
4adn se impPorta con o military, qus ssearifion sun
mnocidade n6 servigo da patria, pare no ultimo
qatet dai vida, canado, esperar transpor d'um
post A outro, ein vinte e mais annos!
Temos resignaglo: nao desesperamos da sorte;
se ella hoje nos 6 adverse, amanl. nos pode ser
agradavel; porem, nao podemos deizar de omtem-
plar oas homens qua se t8m constaituido verdugos
dt classes military; lamentamos a nessa infelicida-
de estarmos sujeitos aos dictates, caprichos e
ogcrisa de queon, talvez, ji nos lie< sae batido ia
port, solicitando o nosso s uffragio electoral com a
proverbial amabilidade do am candidate.
Deixemorns passer distanciadas de ads essas fra-
q4uezsts da humanidade, e contnucmos a tratar de
ncgoaios do exercito.
0 cumprimuento da lei reference a qualquer as-
sumpto military, s6 6 mandado observer en quern
nilo tern padinlho, on nao 6 flho de alcaide; e se
nao, vejamos:
SE' cxpressamente probibido, que oflciaes arre.
gimentados, priicipalmente majored e capitaes,
exereain commissues de estado-maior de da e 2a
classes.
Vemos jaustamente o ocontrario em todas as pro-
vincias e atW na cdrte, em face das primeiras au-
toridades.
.-Nomoneam-se offices arregimentados, reforna-
dos e honorarios prra seeretarios, ajudante d'or-
dnde doesannmando d'armau e de inspecqei de cor-
pos, deixande-se os do estado-rnaior de la e 2a
classesI e d'artilharia, em disponibilidade.
Oa arnaeai, deposits d'artigoe bellicos, forta-
Slezas, fronteirua, eseolas de tiro e militares e re-
partigiks do Ministerio da Guerra, e0.0 cheios de
officials nas mesmas cireumstan "a rOtretanto,
o governor tudo tolera, e ate animt .espo, conti
nuasdo a nomeal-os.
Vemos mais, [officiaes arregimentados do todas
as -rmas, e que muita falta fazem em sous bata-
lhuos, na ceadjuvaiao de services stranhos a seus
Esos estado de cousas tern subidj de ponto, que
urn major de iufantaria serve o iugar, de ajudante
de ordens de presideoeia de provinqie.
Tudo isto imports em excesso de deasposa, que
6 feita, muitas vezes, pars se remunerar services
eleitoraes.
E' bem cxpressa nos disposigues regulamenta-
res a ceneessio de ordenangas, e o que se vn nes-
to sontido 6 excsaordmnarse.
Os esomando superioses da guard naci mal,
ajudante de orders de presadeneia, quando ate sic
cieases de poticia, e outros empregados nol teem
ordenanas de nbha ; mas, tolera-se, ath com pre -
juizo do Estade, porque algumas d'elas seo de ci-
raliana, o as cuvalgaduras estragam-se em pas-
sioos a otlaes deatro e fora das cidaded.


mas condigaes.
Joss Emygdio Ferreira Lima.
Refiro-me a mesma informasgo acima.
Antonio de Almeida Rabello.
Refiro-mo a informagso acima nas mes
mas coadig3os.
Jeronymo da Silva Netto.
Refiro-me a informacglo acima nas mes-
mas condig5eos.
Roberto G. Ferreira Villarlm.
Rhfiro-me as informaaes supraditas e
nesmas co'ndig5as.
Recife, 5 de juuho de 1884.
M. G. S. Pereira.
Refiro-me as informac5eos acima nas
mesmas comdigzes.
- Recife, 6 de junho de 1885.
Augusto Guimaries da Silva.
Joo Henriques da Silva.
Frenisoo Aqt 'iq de Oliveja.
Refiro-me a uoy pkse acima do mes-
mo supplicante.
Joaquim Chrysostomo de Albuquerque.
Rufor-mo na mesmans conformidade.
Diego A. dos Reis.


i' .. -0KO ndo S-
Wasdf wjah da 885

t Ws Brho. ex- 'mbdelegsdoe do 2 P is-
toda 8. Jn. -Caudi. Yownandhs doa
Santos, cI4adAo brIiin&r, eat fs, morsdor
ae ruoe Imperial data d vinte. a cI4c
= %, prmiesa, a ban de soeas direitos,
q.a Yv. S.. atttet ms, darante c3 zer-
Squtiveram como suadoelegados des-
to ti et fofin applioanteo proso, e e
diesU queikoura. d o memo supplicante.
Sraaamente, qual a %ua conducts civil e
moral.
Recifo, 5 de junhdo de1885
A rogo do supplieanteo, Manoel Valerio
da Silva Guimanlo.
Attesto quo, durante o tempo quoe xer-
ci asubdelegacia do 2o district A S.
Josh, quoae foi de margo de 1884 a .feve-
reiro deo 1883, nao prendi aso supplicant e
a0X me oonstou que tireas e lle praticado
actor algum digao de urma prison o' castigo
polieial, que, alias, o conhogo e sempre
gozou de minha etima particular; o que
affirm ser vardade ejrarei ecase precise
for.
Recife, 6 de junho de 1885.
Job Pereira Bastos.
Attesto quo durante o tempo que exerci
o cargo de subdelegado do 2r district da
freguezia de Si Jos6, o iupplicante foi
cabo de quarteirlo e tinha boa conducts
civil e moral; o que affirmo sern verdade.
Recife, 6 de junho de 1885.
Joaquim de Medeiros Raposo.
Attesto que durante o tempo em que ex-
eeri o cargo de 2o supplente de subdole-
gado do 2' district da freguezia de S.
Joeo nada me coasts sobre sua conduct
civil e moral e tenho bastante conhecimen-
to do peticcionario.
Recife, 6 de junho de 1885.
Pedro Luiz de Oliveira.
Cinjo-me aos attestados acima.
Racife, 6 de junho do 1885.
Joaqvim Gomes Ferreira de SA L3itao.

Hilm Sr. juiz do paz da freguezia do S.
Tos&. Claudino Fernandes dos Santos,
cidadio brasileiro, casado, morrador na rua
Imperial ha mais de vinte cinco annos, pro-
cia. a bemrn de seus direitos, que V. S.
attests ano s6 em qualidade de juiz de paz
como de subdelegado, se, durante o
exercicio em quo esteve como sibdelegado
desto 20 district o supplicante foi preso,
e se alguem quoixou-se do mesmo suppli-
cante.
Finalmente qual sua conducts civil e
moral.
A rogo do supplicante, Manoel Valerio
da Silva Guimnarees.
Durante o tempo que exerci a subdele-
gacia do 20 district desta freguezia, o
supplicant nunca teve occasilo de sor pre-
so e contra ellie pessoa alguma se queix,-
do; nada me constando, ath hoje, que des-
abone a sua conducts civil e moral.
Freguezia do S. Josh do Recife, 6 de
junho de 1885.
0 juiz de paz,
Aprigio]Joamh da Silva.

Him Sra. nogociantes da runa Imperial.
-Claudino Fernandes dos Santos, cidadao
brasileiro, casado, e m rador na rue Im-
perial ha mais de vinte e chico annos,
precisa, a bern do sous direitos, quo Vs.
Sa. attestem qual a conducts, tanto civil
come moral do supplicants.
Recife, 5 de junho de 1885.
A rogo do supplicante, Manoel Valerio
da Silva Guirnarbos.
Nio me eonst-n nada que desabone a
conducta do supplicante.
Manoel Gomes Pereira.
Refire-me a informacgo acima, nis res-


1." Procurador.
0 charissimo irafo Joao Francisco


dos


Santos. ,1
2.- Procurador.
0 chanrissimo irm o Jeronymo Josh Ferreira.
Consulnres provectos.
1." 0 charissimo hiao Francisco Josh doa
Passos Guimarles.,
2.- 0 charissimo irml& dIs Nogneira da
Souz h-
3." 0 charissimo irmao Adolpho Maquos
finB Rantnfra 't


4.- 0 charissimo irmao Antos
dos Santos Porto.
5." 0 charissimo irmalo Anto
da Fonseca.
6.- 0 charissimo irmio Theod
Campello.
7.' 0 charissimo irmao Alfred
Azevedo.
8." 0 charissimo irmao Guilhe
gues da Fonseca.
Consultores novos.


Lio Auguto

nio Barboza.

oro da Silva

lo Soares de

nrme Rodri-


.1 0 charissimo irmao Antonio da Sdva
Junior.
2., 0 chariasimo irmao Francisco de obiza
Duarte.
3.- 0 eharissimao irmalo Francisco J
Sampaio.
4.- 0 charissimo irmao Francisco
de Lacerda. --
5." 0 charisaimo irmao Francisco Jo
des do Lacerda. i. ,,
6.- 0 chariasimo irmio tenente-corO
guel Reineaux Duarte.,
7. 0 chariasimo irmago ManoelJoaq
Costa Ramos.
8.' 0 chaitimwo irmno Ildefonso Lucio
SMonteiro da Franca.
9.- 0 charissimo irmao Candido Gongclves
Torres.
10. 0 charissimo irmao capital Ulyssea
Ponce de Leon.
Provedoras per eleiglo.


4hetieeinv do t b
Monte s pouuro ao eC4t4o -a Vii
to do R fo, eoe adi. o
qt4ifAd aptrenelo a s,
40 qUPiardf dit adoia umf ltta)
,poaaien9 qa v in-iuw v- Ap
cer ; voress uelk, xoixando doep
torn de material, alg a ceoas e ao de
elevado, do magesatoo. -
, Saer preciso diaer vos qua oyaqbalA ae
aurns divide de gratidfto ?
SAorodito, quo ole, porque soas faw-
wa sis injustisa suppor-v6s ncapw do
comprehender a aublimimidade da idia
que presidio a nossa resoluglo.
Bern sabemos, mom collega, quo fohe
qual fosse o nosso mode de procediLr pw
'conosco durante o tempo quo -aqu i-
vestes e admittida a hypotheses do qu'iS
correspondosse elle ao delicado traamonto
que nos tendeas dado, o yosso magnanimo
corago no seria iavai4ido pola triatean ;
e nbo o ignoramos porque, comra jA o dis-
8s urn grande moralists, o procedimento
born o amigavel p6Ile ser retribuido I d
guamente, mas a falta de gratidl do
qaem recebe obsequios nlo destroy i-
provaaglo da propria conscience, quo h at
recomponsa de quoemn os faz.
Felizmente, poram, dizemnos coni o
mnaior orgulho, quo nao nos cabe o epithet.
de ingratos o do nosso juizo pars o vosso
appellamos, bastante autorisado pars do-
claral-o.
Ahi tendes, men coHlega, este annel!
0 quo elle 6, o quo vale, o queexpriau%
finalmente jA esta dito em poucas palavras.
Guardai-o come um protest contra a
voseria quo so Isvanta de que os Iguaras-
suenses nao sabem dar o deride valor so
merit, sio incapazes de sentiments no-
bres.
Dosculpae-nos se o nosso actor veio ferir
a vossa bemrn conhecida modestia; nalo nos
podieis nogar o direito do exprimir, pelw
maneira que no s parecesse mais acerta,
o nosso reconhecimento pelo muito que yos
devemos.
Fazemos votos ardeutes pars quo no
tempestaoso mar da vida, bous vents nun-
ca vos faltem a v6s e a vossa Exma. fa-
milia, sagrado penhor do vosso coraglo.
Boa viagem.
Duas palavras e terei e oncluido:
Pego-vos quo considereis come part in-
tegrante deste acto as minhas palavras,
desprctenciozas e despidas de belleza, mas
filhas de um coragio nobre, de mogo, da
verdade e dajustiga.
Vosso college e amigo.
IguarassA -Pernambuco-22 de margo
de 1885
Francisco Xavier Paes Barretto
(Saguem-se as assiguaturas).

Eleipie
DA MESA REGEDORA DA CELESTIAL CONFRA-
RIA DA SANTISSIMA TRINDADE ERECTA NO
CONVENTO DE SANTO ANTONIO DO RECIFE
PARA 0 ANNO DE 1885 A 1886.
Provedor.
0 charissimo irmao Manoel de Souza Ba-
tita.
Vice-provedor.
0 charissijuo irmao JosR Bames de Olivei-
ra Junior.
Socretario.
o charissiano irrnao Benjamin Constant da
Cunha Salles.
Procurador goral.
0 cltarissimo irmabo commendador Manoel
Jos6 Machado.
Thesouseiro.
O charissimo irmao Manoel Rodrigues Tei-
xearal


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1c do matimeno de
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Yd, uipor-vico"

JNa por eloisIo
A'ai'Siwa." Sra. B. Fanci
W At*. riauita. '' '"" 1 '*


do- Sautos


Se "/^^ Julipor ,dervoo -
E'im.'Sr. Sydronio Ignacio de MNlo.
Si+- j* Jaz. pordevo _
-I AExm. Sra. D. Rita do Mesquita Wan-
+ derley.
;- "' Escrivl por olt a,4o00
I D. Antonio JlsitiBo dos BSoj.i
|po eleigao
S 3.. Thereza Amancia Pinheiro.
." Eseralvo pot devo?1o
S Manoel Brandlo.
: E'ncrivl por devog*o
S D. Joanna, consorte do major Jos6 Pedro
SVelloso da Silveira.
IKordomos
9Os Illms. Srs.:
Dr. Fulgencio Infante de Albuquerqae
Mello.
S Dr. Laurindo de Moraes Pinheiro.
Commendador Jobo Ignacio de Medeiros.
Dr. Jos6 Ozorio de Cerqueira,
S Tenente-coronel Pedro Ozorio de Cerqueira'
Maior Jose Thomaz Cavalcante Pessoa.
Major Delfino Lins Cavalcante Pessoa.
Capitbo Jos6 Dins da Silva.
Tenente Herculano Jos6 Rodrigues Pi-
nheiro.
Joaquia Aureliano Pessoa.
S Modesto de Albuquerque Silva.
Ricardo Jos6 Gomes da Luz.
S Gustavo Adolpho Smith.
Manoel Jos6 de Bastos Mello.
S Francisco Quintino Rodrigues Esteves.
Justino Teixeira de Moura.
Balthazar Jos6 dos Reis.
Antonio de Cruz Ribeiro.
Antonio Jose Dias de Figueiredo.
Jose Luiz Sobreira.
S Estevao Laurindo Coelho da Silva.
Manoel Josd Goagalves de Mello.
Antonio JosA Gonqalves de Mello.
Jos6 de Souza Nunes Braga.
Adolpho de Mesquita Wanderley.
Jose Anacleto de Oliveira.
Antonio de Oliveira Machado.
Jose Caetano Cavaicante.
Jose Tiburcio Coelho da Sifa.
Jose Maria Cavalcantoe de Menezes.
Esmeraldino Brandlio.
Thomaz Baptista de Menezes.
JoIo Pedro das Neves.
Joaquim Jos6 de ltemos.
Fortunate Jos6 de Andrade.
Professor Caetano Francisco DurAies.
Cyrillo A. da Silva Santiago.
Jose Xavier das Chagas.
Dr. Felippe Lopes Netto.
D. Manoel de Argollo FerrAo.
Mordomas
As Exmas. Sras.:
.D. Maria Adelaide, filha do Dr. Miguel de
Figueirta Faria.
D. Aspasia, filha do Dr. Tobias Barreto
......de Menezes.
D. Thomazia, consorte de Dr. Thomaz
Garcez Paranhos Mb6ntenegro.
S D. Theodora, consorto do Sr. Joo Baptis-
t ta Esteves do Souza.
I D. Maria, .oCdisorte do Sr. Antonio Aseen-
A dineoda Cruz Castro.
-,T. Adelaide consorted do Sr. Antonio Pinto
S Mendes.
D. Joaquina, consort do Dr. Manoel Ray-
mundo do Araujo Pinheiro.-
D. Maria, consorted do Dr. Antonio do Ar-
ruda Beltrao.
D. Maria, consorte do Dr. Joao Landelino
Dornellas Camara Junior.
D. Anna, consorted do Sr. Manoel Jose
Dias.
D. Sophia, consorted do Sr. Jos6 Varle de
Sa.
D. Julia, consorted do Sr. tenente-coronel
Apolinario Florentine .de Albtquoerquer.
i Maranhao.
..D Julia, consorte do Sr. Julio Silvio de
Miranda.
I lMaria, consorts do.Dr. Jose Manoel de
B I~arros Wanderley.
I .. .Ermelinda, consrte do Sr. Jos6 (ton-


L halves de SA.
A. Ermelinda, consorte do Sr. Olympio de
., Hoflanda Chacon.
U i Thereza, consorte do Dr. Clementino
do- Mesquita.
Ab,' Maria, conlorte do Sr. Francisco Ta-
pi|1 iano de Souza.
S D.Francelina eenOke do Or. Joaquim
S Mendes Ribeiro. -
P Idalina, coeott do Sr. tenente Adol-
S p ho Fermands da Silva Manta.
i':-1 2). Ad eWW, Alhad- -rltdE:*.'T P adtseSilva.Is~e r Vk~in o
A aor.JoaoBaptia.

Todos os devotoodo S. Miguo.l
Afigados# .31 o'dJi3 dQ 1880 .
Siario Franiepo Raymundo da Cunha
Pam+*/.. .


ia aualm, kaoIn d -pad^^ wtt pw-- 4
iwvq 4ortmentao,
4uwoductos' esolctsieeta oisev t iti?,~
tie, SIl-et 6m: e i "-'o+ *Oq i~
dAelidade e'grsde reduec ows poe", qmalquer
moetsa m e a. Abqe-s asa a qnsiquer !ora;
:Numero teephonico 254,
ea i. .. r na eatc,
Jai *4A io PiAto.
^ us*to 1 epeuro -1' '<^.
Lendo a *partkieiMa9 official do Illm. Sr. Pr.
chefe depoktia aso Exm. 8r. president' da provin-
cia, no Diari'-d6 hqjes umpriome,49opao advoga-
do d. Sr. Francisc- #*irsa, de Alimeida Cruz,
vir pela imprensa d cer em abodo da verddade, que
em vista doalludido auto debumase dasinqiuiri-
ies, profedidas, ante houteo, pele men amigo Dr.
Francisco Augusto da Foseza wilv, tujdo cora
minha asaistencia, dafa enconlrado object al
gumin pertencente d aetrai D. Helena Balsemd, -
eomae affirmou, por engano, sem. duvida, o Illm.
Sr. Dr. chefs de palieia..
Apexas diaa dan testeinatbh dp inquerjto, ac-
tores e companheiro;0 da mesma actriz, disseram
quo um annel de ouro de trees pedras de brilhan-
to e seis perolas (unica joia apprehendida pot -
imitar-a um dos anneis roubades, conforme o au-
to de busca) 6 identico, igual on semelhantc ao
da Exma. D. Helena,
Mas, isto nada pryva ceptra Cruz ; nem que elle
nao seja o legitimo done oe-possuidor, per compra
que fez, por ,TOOOO, do annel; visto eomlno noha
urma s6 Maria no mundo : dieitos que Cruz
tern sobr este annel, que s6 Ihe poderi ser nega-
dos, poi acoo competent, em tribunal do poder
udiciario, nos terms do art. 194 do codigo do
Proc. Crim.
Accreosee que o Sr. Joseph Krause a ieu guar-
da-livros Francisco R. Salgado, declararam a men
tequerimento na mnquiricAo, que-tim visto, e tide,
e vendido muitos anneis identicoa, iguaes e semdhan-
teas ab channel queftonado Disseram mais que,
quando, pelas 2 horas da tarde, do:dia 6 do eor-
rente, Ihes appareceu no seu estabeleeimento Ma-
noel Honorio da Silva, Ihe offerecendo as duss
pulceiras quebradas, referidus no officio do Dr.
Augusto Fonseca, constant da participaco, Ho-
norio primeiramente disne, que-havia eomprado
as pulceiras d ume mulher, reaident na rua das
Aguas- Verdes; depois, pormn, diasse ter comprado
a Cruz.
Pica assim feito o reparo do engano do Dr. che-
fe de policia e do Dr. delegado.
Insto, porem, corn Vv. Ss. para que se dignem
de dar.publicidade ao auto de apprehens&o do an-
nel por-imithdo,- e dos depoimentos de Krause,
do sea guarda-hlivros, de A. J. de Oliveira e do
que mais oonvier, se este meu reparo nao eativer
conforme corn takes diligencias.
Rogo A Vv. Ss. que n o se inccmmodem corn mo
reparo, nem vejam nelle prevenqlo infesta s; pois
estou no cumprimento de um dever.
Recipe, 9 de junho de 1885.
Pedro Jorge de Souza.

Roga-se
a attencao de quern competir para o destacamento
do corpo de policia em Rio Formoso, que anda
quasi esmolando o obole da caridade pela falta do
sold, de 7 dauas, sero dinheiro, e nemo providencia
que sirva e remedeie!

Francisco FPerreira de Almelda
.Cruz ao public
Peo-so respeitavel public que suspend o eseu
juizo sobre o facto publieado nosjomrnaes de hoje
acere de divernas joias, que se diz falsamente te-
rem sido encontradas em meu estabelecimento A
rua de Marcilio Dias n. 91, visto come em tempo
opportune trarei ao nhecimento do mesme pu-
blico o resultado do inquerito policial bemrn como o
movel de tola a perseguicao, quo estou soffrondo.
Recife, 9 de junho le 1885.
Francisco Ferreira de Almeida Cruz.

0 gerente da Companbia Per-
nambucana ao public
Ansirn cemo o Sr. Borges, no sT folheto, deu o
valor de 240 conies a cada um dos vapqres noves,
semelhantemente den ao Mandaiw o valor de 30
contos postede aqui) ahi o engano. Naturalmente, o
Sr. Borges nao estci de posse dos documents, que
todos eram provavelmento recolhidos ao esoripto-
rio da companhia..
Lombramo-nos,, porem, perfeitamente de lbe ha-
ve:mes ouvido, mais de uma vez, quo, tanto o
Mandahu come o Corw-ipe, navies iguaes, haviam
side contractados por 3:400, pouco mais ou me-
nos, pela reapeitavel easa Samuel Johnston & C.
de Liverpool, a quem tambem Lot eocomuendudo o
Jaguarb n 1m860. ,
Da mesa forms, do1 o valor de 240 coutos ao
Jacadype o S. Fr-ancico ; e diz o Sr. gerente te-
rein cuetado ambos 458 contos, o que da, para
cada urn, 229 coet..; ma8, se desa importancia
dedusirmos 151, l oa mnu contps, que de mais fi-
guram no S. FAanciuo, pagos pelo sinistro, de que
foi victim, abalroando no canal corn a escums


xelsior, tenmos, que ouh poMiwo man custoue cada
am delles do que o Pirapama e o Ipjuca, de muito
menor lotagto, e ootractado em me lores tempos,
se as remessas para elles tivessem sido feitas ao
cambio de 2, 1/8, cmo e foram pars aquolles..
Sabemos do boa fontee-que 6 Jo dcs ihio da
fEtaneik ooameo -mcamao dmat :ilvaston 7.-:000
saecos d e a wr, e co o m.oM etai o mxMsadand
corn 7:&V, entmWoe qun e alm d se inUbo,
do Pezaedo .


Curse 4ePiano


e. S(Onde fa[O c*.legb- je jsnitos)
uIntruacgo primaria, secunfaria, coraver5RnLO
atro.de viiinhos, das linga ingleza e francea, tknusica, piano e gyin-
Dirctov





donxos 7O ` estabecimnuto com-


| & Pa., o di Caaa nicipa" do LRecife,'30 de
S|male deo 1885.
Il Antonio de u nnor pa .da iC.unha.
^>..-k <.**. ~ aeoa- ~inta. tincipa doRecie,'0 4


por excr~Uenia

Na pra{a 49 4(wp Santo n.


-- TIeJUST


C. Ifreksann


Usinas de cobre, kl
G6litzer Ufer n. 9. p
Espe(

Construc ao d

pAI
para fabrics do asst <
corn todos os aperfeic
INSTALL


Lao, e bronze de Berlim.
erlirm a 0.
e;
ialidade;
e maclas e ap-
relhos
iar, destilla5es e refiuagues,
ameatn.s modernos.
LA(AO DE:


Estabelecimeno filia l na Havana sob a mesma
firm de C. Heckmann.
Calle de San Ignaeit n. 17.
Unicos roprcsentontes

Haupt Gebrider
EM RIO E JANEIRO
Para informanies cinjam-se a
Pohlnan & C.

Re do' 0m rci0o R. o0


Aviso imiporlante
Pessoas do mi f6 vendem, sob o nome
do Xaropoo e Gragas segundo a formula
do Dr. Gihert oa .do Gibert & Boutigny,
contrafacoes e ,ititagoes mais ou menos
inertes ou perigosas. ,
S6 garanttmos as verdadeiras Graggas
e o verdadeiro Xarbpe Depurativo lodura-
ido do Dr. Gibert approvados pela Acade-
mia do Modicina de Paris, e autorisados
pelajunta de Hygiene do Brasil, Cujo To-
tulo lIaa, em tinta enearnada as assigna-
turas Dr. Gibert e de Boutigny Succes-
sores e alem disto, o sell do Governo Fran-
cez impress corn tinta azul. 0 preto uni-
co destes preparadlos 6 do 5 francs em
Paris.

Parsa satisfazer ao desejo de grande nu-
mero de-pessoas cohseguimos encerrarem
Grageas de volume snignifi ante, todos os
pricipios aotivos do' nosso Xarope.
DUAS GRAG]EAS REPRESENTAM UMA COLDER
DE SOPA DE XAROPE
Tomadas no meio ou im das refeies, as
Grangeas Depuratikas loduradas do Dr.
Gibort tmn sobre o Xarope a grande von-
tagem de seem de m emprego extrea&,-
mente simple e a cil, e de coanstituinm
tambem o mais aradavel, meihor, =Wais
active e economic e todos os depurativos
conhecidos.
Encontram-se em todaa as boas phar-
macias 9 Drogarias. | -


CARNE e QUTI
elements que entrai
poderoso reparador.
te fortificante por e
mnhte agradavel ne
igadalda ANIWIA


kI Sab os dous unicos
Sna oomposihlo d'este
las foas vitaes, d's-
14Gfenteiaf .Excossiva-
pIaadar, a o iniigo
a| dm5 DflbilidadOa 'a


cu~~


Siraca o e

As trebho:
O smblo sobre LaTdros,

[~ ~~~K 4 -*:-. 4i,
"1.-.1' .Sl. J.. &


BENDIMENT(
MeAndde'ju
AUAiDUaA- De I a 8
M e% de 9 -
,a- 1 -"


o ubslxo
e8 odo IP
tabelee em
0",B ot V!


Otfe tde janho


41v. 18 3/4 dpor 1J,
mrdio Sroigues,
Prwideate.



PUBLICS. l
de18M ls~n~


President.
Francisco de A. Pereira Rocha,
S S&eretario.
ACamara Municipal desta cidade e seu
term s em virtues da lei ect.
Faz eonstar a quem convier e iateres-
sar possa quo no dia 10 de junho do cor-
rents mez, estara em hasta public por
arrendameato, o terreno contiguo ao quin-
tal da igroa de Sebastilo desta cidade
medindo cincoenta palmos de frente a con-
tar do pilar. ao norto do portlo do mesmo
quintal a razio de 200 r6is o palm an-
nualmente, os pretendentes deverno com-
pareccr no dia acima indicado as 10 ho-
ras da nianha no pago desta Camara.
Pago da Camara Municipal da cidade de
Olinia, 3 de junho do 1885.
President,
Barao de Tacarunap
Secretario,
Jos& Figueira Curado.
94 neccao. Secretaria da presi-
dencia de Pernambuco, em 8 de
Junbo de 1)S5.
Por esta seeretaria se faz public, deo conformi-
dade corn o disposto no art. 11 d*i ecreto n. 817
do 30 de agosto de 1851, o cdital abaixo transcrip-
to, pon-io .n concurs corn o praz) de 60 dias, o
officio de 23 tabelliao do public, judicial e notas
do term de Born Conselho.
Servindo do esecretario,
Emiliano Ernesto de Mello Tamborim.
0 tenente-coronel Joaquim Izidoro da Costa, juiz
municipal e de orphlos 1 supplente em exer-
cicio do term do Born Conselho, comarca do
memo nome, provincia de Pernambuco, por S.
M. o Imperador, que Deus guarde.
Facp saber a quem p3ssa iuteressar, que dentro
do prazo de 60 dias, a contar da data do present
edital, estA cm concurs o provimento do officio do
20 tabelliAo do public, judicial e notas deste ter-
mo, vago p:r more do serventuario Luir Elias
da Silva e Albuqaerque, deveudo os pretendentes
ao dito officio apresentarem-se nas termos da le-
gislacao em vigor, decreto n. 817 de 30 de agosto
e 1851.
Art. 14. As peticoes em quo se requerem offi-
cios de justice davemn ser datadas, assignadas
pelo pretendente ou seu procurador o aeompanhk -'
das de folha corrida c mais documents que en-
tenderem convenientes, send todos devidlamente
sellados.
o. Os pretendentes dos lugares de escrivies
e tabelliaes deverao juntar, alem d;sses documen-
toe, certidlo de idade e de exame de suffieiencia.
Deereto n. 8276 do 15 de outubro de 1881.
Art. 11. Alem dos documents exigidos pelas
disposices em vigor, deverao os pretendentes aos
official de justiga apresentarem certiflcado de exa.-
me da lingua portugupza e arithmetica atM a theo-
ria das proporges, prestado em qualquer estabe.
lecimento de instruce.o public.
Art. 12. Nao aproveitara os requisitos de ido-
neidade se o concurrent tiver qualquer enfermi.
dade ou defeito physics, que o embrace no born
desempenho do seu cargo. Decreto de 30 de ja-
neiro do 183L.
Hei por bern determinar, em amplicacao do de-
ereto' do lo de margo do anno passado, que em
cada urma das villas hajam dous tabelliles do pu-
blico, judicial e notas, servindo o 1 de eserivio
de orph"os e dos residues e capellas, e o 20 de
escrivio das exeeuqoes civeis e crimes.
E portanto slo convidadas todas as pessoas que
pretenderem proper-se ao dito cargo a apresenta-
rem suas petites a este juizo, dentro do praz-9 e
f6rma acma declarados.
Dado e puolicado nesta villa do Born Conselho,
sos 3 dias do mez de maio de 1885. Eu, Luiz
Antonio Cordeiro, escrivbi de orphlos,o escre i.
Joaquim Izidoro da Costa.
E mais se nao continha em dito edital, que fiel-
monte o copiei do proprio original, ao qual me
report edou f.
om Conselho, 13 de maio do 1885.-Eu, Luia
Antonio Cordeiro, escrivAo de orphAos o eserevi.
Joaquim Izidoro da Costa.
Edital .--69
2a prays
De ordem do film. Sr. inspector, se faz public
quo a. 11 horns do dia 12 do mez corrente, serA
vendida em teilio, no trapiche Qouceicao, a
inercadovis abaixz desisriada, a uaber :
poitos-do norte n dia 8 do-orrnt a Co -
panhia Pernambucana 4e Navega~to Cos-
teira por Vapor, manifestou:
Algodito 129 saccos a Souza Nogueira
& 0., 16 a Bodrigues Liia & C., 1 a Si-
quaera Ferraz & C.
Couros salgados seccos 140 a H. Forster
& C., 146 a H. Stolzneobach & C., 13 a
Joito Paes de Oliveira, 180 a H. Burlo
& C. Couriohos 3 fardos a ordem. Ca-


l iat odici1aa uca. ta YMHBOW Manoel
da &ilva & C. -brQ veO, -o treos arto-
go&-6 f$vluwislA J soiveira -
N-Oi Je. m yc425 saccos a Go-l


ri c'. a I.Stol-
,-7 aSou .zs aea a&- 0
sq~l DvitteSini8ms
a"' '-s '*' 4 A- ,or-


I -a- a
L -3-t^. ^ |S 4


so~as, Pai a exee4,p a epsros da pontet de
k`ad ,* ni t pon!, tee daVarzea,
-4geh Urd*IsP'aAo'Aneflo' a& otrad a
1 -iS ene~pasisadiqbds % xona vArsn, or-
qados em 1:t77AT84; eft o'pa gento effectua-
do na conelusad a 'obras e' no exercieio vindouro.
o ramnt-4! is eoa iodi db do eontrato sc
achamn neasta secretaria para. serem examinados
peloa pretendentei. ..'
Sceretaria da Reparti* o das Obras Publicas,
8 de jthoQ de 1 8-5.T-4 aIeialsecretauio,
A & J w 7simamid'Biqueira Varqjao.
+ Olkras ]obll/a^
)Da ordem do- Illin. Sr. ongenheiro choe-
fe, fa6o public que, em virtude da autori-
sacgo do Exm. Sr. conselheiro president
daprovincia, no dia 16 do corrente, ao
meio dia, recebe-se nesta rcparticgo pro-
postas, em cartas fechadas e devidamente
elladas, para a exeougio dos reparos da
ponte do Beberibe, orgados em 2:2096476,
sob coudi9go de ser o pagamento effectua-
do na cauclusto da obra, e no exercicio
vindouiro.
0 orgamento e mais condiUes do con-
trato achamin.se nesta secretaria para serem
examinados pelos pretendentes.
Secretaria da Repartiglo das Obras Pu-
blicas, 2 de jutnho de 1885.
0 official seeretario,
JoA o Joaquim de Siqueira Varejto.
AssoelaVao lixta Redemptora
dos Captivos e Protectora dos
Ingenuos.
Da ordem da directoria faqo public que, inau-
guradas come estAo as escolas creadas e mantidas
por esta Associacao, para os ingenues e libertos
da lei 28 de Setembro de 1871, acha-se aberta a
inscripc*o da matricula na 9de social A rua da
Saudade n. 14, comecando a funecionar as compe-
tentes aulas do 1O de julho proximo future em
diante.
Secretaria da Associaa.o Mixta Rtdemptora
dos Captivos e Protectora dos Ingenuos, em 4 de
junho de 1885.
0 1 secretario,
Jose Jacintho Borges Diniz


Thesouro Provincial
Nesta repartilo pagam-se no dia 10 do cor-
rente as seguintes ilhas :
Aposentados, jubilados e coadjuteres.
Pagadoria do Thesouro Provincial de Pernam-
buco, 9 de juaho de 85.
0 ajudante da receita,
A M. Saraiva Galvao.
Secretaria da confraria de S. Bene.
dicto, erect no convento de S.
Francisco. 10 dejunbo de S5.
De ordem do nosso irmao president desta con
fraria sao convidados todos os nossos irmlos, ex-
presidentea e ex secretaries, para comparecerem
no capitu;o desta confraria na disposiglo do brt.
41 do nosso compromisso, is 5 horas da tarde do
disa 10 do corrente. -0 secretario,
"Heliodora Ferreira Ramos.

Instiltulo Archeologico e Geogra.
phico Pernambucano
SQuinta-feira 11 do corrente, A hera do costume,
havera eesseo ordinaria.
Secretaria do Instituto, 9 de junho de 85.
Baptista Regueira,
1O secretario.

Consulado Provincial
Avisa-se aos Srs. contribuintes constantes da
relaco abaixo transcripts que Ihes hfea marcado
o praso de 8 dias afiri de satisfazerem seus debi-
tos provenientes de differencas encontradas no
actor da revisao em despacho de exportaalo per-
tencentes ao exericieio do 1,833 a 1884, find o
qual ser3o as respectivas contas remettidas parsa
o Thesouro Provincial para proceder contra os
mesmos judicialmente.
Antouio Pinto Lapa & Irma'o.
Antonio Pcreira Lopes.
Adolpho Cunha.
Antonio Cunha & Fitho.
Antero Soares.
Antonio Alves di Cunha.
Adolpho C. dos Santos.
Antonio Manoel dos Santos.
Aureliano Bezerra.
Francisco Jose da Silua.
Fabio de Souza Martins.
Fernandes da Costa & C.
Felippe Augusto de Azevedo.
Francisco Mafra.
Joss R. dcs Santes.
Jose Martins Ferreira.
J. da C. Ferreira Moutinbo.
Jos6 Joaquim da Silva Campos.
Jobo Lius da Luz.
Jeo Mcreira & C.
Jose de Macedo.
Jose Firmino Alvares Quintal.
Jose da Silva Loyo & Filho.
Moreira do Cabo & C.
Main & Resende.
Pinto Alvea & C.
Rodolpho Cavalcante.
Thophilo de Azevedo.
2a Seejlo, 9de jmnho de 1885.
H. Peregrino.
7l4raxa 19 pipas.
Sebo coado 94 barricas A orlem.

Ldgar inglez Balgay, entrado de Balti-
more no dia 8 do corrente e consignado a
Henry Forster & C., manifeatou :
Banha 100 barris A ordem.
Farinha do trigo 2,570 ba"rricas aos con-
signatarios.
Toucinho 93 barri.s or4eom

Patacho amaericano Water Wild, chega.
do d4e Santa Catharina no din 8 do corren-
te e consignado a Pereira Carneiro & C.,
C., manifestou :
* nFaribti de nandioea '5,000 sacoos a
i ite^ ^ ;'i f '1' L y ^. "

SPataco nacional Maja 14 entrado de
P e conaignado a Maia & IRezonde,
+alrfeetou:1,000 1 ilos 1 or m.
Xarquo 144,000^ kilos a orluem.


o inglez, AldwA, entrado de
va no di. 8 do coete, 6 coo0i-


De ordenA dollm. Sr. engeaheiro chefk qfa*
public quae, em virtude da autorisaao do Exm.
Sr. conehero president da provincial, no diaJ16
do corrente, ao meio dia. recebe-se nests rfar-
tieio propostas cm cartas fechadas e devidameate
selladas, para a exeeucaao dos reparos da pote da
A&rata 1:295e-130, sob a cendiIao de ser o pagamento
effectuado na concluai.o da obra eno exereicio
vindouro.
0 organmento e mai s coadiaes do eontrato se
acham nests secretariat para serem examinsado
polos pretendentes.
Secretariat da RepartieAo das Obras Publics
de Pernambuco, em 2 de. junho de 1585.
0 official sgcretario,
Joao Joaquim de Suqueira VarejgAo.


Thesou ria Io fa ilda
0 conselho pari fnj necimento de viveres, forra-
,ens e ferragens aes corps desta guarniito e
enfermaria military, recebe propostas no dia 12 do
eorrente mez, as 10 horns da manhi, no quartel
general do commando das arms, onde funcciona
o memo c3nselho, pura contratar o tornecimento
de generous alimonticios As pranas da guarnicgo,
forragens e ferragns pars a cavalhada, dorante
o semncstre dejulho A dczembro do correlate anne.
Arroz, kilogranmma.
Asaucar brawnco refinado de 1" qualidade, idem.
Assicar refinado de 24 dita, idem.
Assacar mascavado refinado de 3' dita, idem.
Azeite doce de Lisboa, litre.'
Alfafa, kilogramma.
Bacalhao, idenm.
Batatas inglezas, idem.
Caf6 em grdo, idem.
Care dc porco, idem.
Care de vacca, idem.
Ca mrne secca do Rio Grande, idem.
Ch, verde da India, idem.
Cha da India, preto, idem.
Cevadinha, idem.
Craves, cento.
Chocolate, kilograirma.
Capirr. idem.
Fariuha de 1A qualidade, litro.
Farinha de 21 dita, idem.
Feij.o preto, idem.
Feijo mu'atinho, idem.
Fructas, uma.
Farello, kilogramma.
Ferradura, numero.
Lenha, ach:a.
Macarrao, kilogramma.
Maizena, idem.
Manteiga ingleza de la qualidade, idem.
Marmclada, idem.
Milho, idenm.
Pao. idem.
Sal, litro.
Toucinho de Minas, kilogramma.
Temperos e verduras, ra&o.
Viaho de Lisbon, litro.
Vinho do Porto, idem.
Vinagre tinto, idom.
Condi5es :
11 Todos os generos ser'o de primeira qualidas
do, e os fornecelores deverao satisfazer os pedido-
dentro dos prazos marcados nos respectivos con-
tratos, entregando os mesmos generous nos quar-
teis ou fortalezas e enfermarii, e depositarAo na
.hesouraria do Fazenda urma quantia, come cau-
'So, que sera arbitrada pelo conselho de torneci-
mento.
2' As propostas deverao center a declaraeao
expresia de sujeitar-se o proponents a multa de 5
0/0 da imrrportaneia a quo montarem os viveres ou
artigcs que forem aceitos, so deixarem de compa-
recer para assignarem o respective contrato, den-
tro do prazo que for notificado pelos jornaes.
3a S6 poderA eoncorrer aos fornecimentos can-
didates que habilitarem-se na f6rma do art. 18 do
decreto n. 7(85 de 6 de twarn o de 1880.
4a Da falta de fiel cumprimento de qualquer
dos obriga5es contrahidas, o fornecedor ficarA
sujeito a pagar o valor de quanto se comprar per
sua conta e mncorrera na multa de 25 0/0 sobre o
valor do genero regeitadj ou nio recebido em
tempo.
5a Os coucurrentes sao obrlgados a apresentar
as mostras dos generous ou artigos que forem jul-
gados precisos peOlo conselho.
6a As propastas sereao apresentadas em dupli-
cata at6 as 10 horas do dia 12 do referido mez.
em que alli serlo abertas e apuradas em presenOa
dos propoeentes. Na mesma occasiao se aceita-
rao propostas para a venda de estrume dos ani-
maes da companhia deo cavallaria.
N. B. Deixou de sahir hontem per engano.
'_hcsouraria de Fazenda de Pernamabuco, 1 de
junho de 1885.=O0 secretario,
Luiz Emigdio P. da Camara.

A camera municipal da eidade do Recife,
tendo em vista o officio que Ihe foi dirigido per
S. Exc. o Sr. president da provincia, ao qual
acompanha um outro feito ao governor geral, par
La _ias Jose Cavalcante, que pede permisso pars
minerar no lugar denominado Magdalena, munici-
pie desta capital, manda fazer public a queoa
inte ess \r possa que fica marcado o prazo de
trinta dins, afim de qualquer pessoa apresentar as
suas reclamaSces relativamente ao pedido feito
pelo memo Isaias Jose Cavaleante.
E para constar, mandou- se passar o presente
edital.
Paco di camera municipal do Recife, em 19
de mai de 1885.
Dr. A. de Siqcueira Cameiro da Cunha,
'Presidente.
Francisco de Assis Pereira Rocha,
Secietario.
No vapor national S. Salvaor, e'irregou :
Para Bahia, M. C. Lopes Vinna 20 saccas corn
1,539 kilos de algoddo ; P. Carneiro & G. 20 bar-
ris corn 1,800 litres de aleool : J. K. Dias 25 ditos
corn 2,400 ditos de meL
No vapor national Ip-jwxa, carregon:
Para o Ceara, Bartholomeu & C. Suecesnores


1 barrio com 77 litros de aguardente,
Para Parnahbyba, P. Alvesa & C. 25 barrios eorn
2,400 litros de aguardente e 65 barrica corn 38,300
kilos de assucar branch.
No hiate national Aurora, carregou :
Para Aracaty, F. Silva 4 barricas corn 240 kilos
de assucar branco ; P. Alves & C. 23 ditas com
1,333 ditos de dito rofinado e 9 ditas corn 585 ditoM
de dit'i branch.
Na bareaga D. Consanga, earregou :
Para o Natal, M. Amorim 500 saccos corn far-
nha de msndioca.
MOVIMENTO DO PORTO
Navios entrados no, dia 9
Uiverool porm esealas-19 dias, vapor inglA At-
thor, de 887 toneladas, commandant ohot
Buddle, eq- pagem 27, atga variom e W
Johnstn P afterr & C.
Pelotas-24 dias, patacho nacional Maia 92'd-
165 toaelaias, capitio Antoi do Azvevdo Ib-
reiba, equipagem 8, carga mamque; a Mai& Re.
zendo & C. "
Saido zno msmo, dia
We*t-Iodies-Pattcho sueco &iri, eapttto A. A;-.
* ia neml-e I atrl ea. \',' l 1':lli* ll'


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leri'dor, n. 07.
ao, consultas todos
de do Cabo; cha-
e-B, 4 estraida
rnto, armaazem nu an


objeetos,


)rdia 1 f
es corn 0


Idozisidem sus. 1,-*a dv(0
Idem idemti.1 t oo
Idem idem a.2*,
Buns do Vigario ,A- audar 2404000
Idemidem n,2 27,-ivqar, 1801000
Baa d& Mo6da .47 360W
Idem idem u. 49 -W0QO
30a tdi Guias. 25 200jOQ&
Rum d a Madro de Deus n. 0JO-A : 2 10 Q000
Rua Inmp"'.1 n. 2f8, sobrado de dona
andares, setio e loja- tudo por 480OOO
Bas dos PescAdQres n. 11, 240J0L0
Bua da Detenq n. 3 (dentra do qua-
dm0) mei'agu 84000
Idern idem n. -(dentro 4d quatlro)
mei'agtua 845000
Sretaria da Santa Casa d4e Misericerdia do
Recife, 2 de maio de 1885.


De ordem do'IM Cfiro che-
fe, fago publico que sw virtude da auto-
risa9io do Exm. Sr. conselheiro presiden-
to da provincia, no dia 1i do corrente, ao
meio dia, recebe-so nesta repaiti~ao, pro-
postas eun cartas fechadas, devidamrnente
selladas para a execuglo dos reparos das
pontes da rua do Rio, Tracunhilem, e do
Bujary na cididodo de Goyanna, orgados
em 2:006142, sob condig-o de ser o pa-
gamento effectuadoD na conclusAilo da obra
e no exercicio vianiaw'o.
0 orgamento e- mais condioes do con-
tracto acham-se neita secretaria para se-
rem exaaiieados pelos pretendent-s.
Secretariat da Repartiq&o das obras Pu-
blicas, 2 do junho do 1885.
0 official secretario,
JoMo Joaqu.im de Siqueira Var1jao


NabnRa PhRiIx PerubCaina
Nos terms do art. 15 dos estatutos serao ven-
didas 30 acqes dosta Cumpanhia de ns. 1 a 20 e
726 a 735.
Os pretendentes sao convidados a apresentar as
mM propoatas em carts fechadsa po r intermedio
de corrector geral, atM o dia 15 do corrente, so
bieio dia, neste escriptorio.
Coinpanhia Phenix Pernambucana, 5 de junho
de 1885.
Os administradores,
Luiz Dutprat.
Joao Joqs Rodrigues Mendes.
Manoel Gomes de Mattos.
Companhia do Beberibe
Reservatorio de Dols-Ir-
m=os
Contrata-se o fornecimento de trez mil tonela-
das de pedras de granite, descarregadas, median-
to as condig5es que estao patentes aos Srs. pr6-
tendentes no escriptorio desta. companhia, todos
os dias uteis, das 9 horas da manhba As 4 horas da
tarde, atW o dia 30 do corrente mez, quando serbo
recebidas as propostas.
Escriptorio da Companhia do Beberibe, cm 6
de junho de 1885.
Antonio Jobo de Amorim.
Secretario interior.

CO lN lRia do B b eori
RESERVATORIO DE DOUS IRMAOS
Esta companhia convila aos fabricantes de ti-
jolos que quizerem se encarregar de tornecer 650
milheiros de tijolos para eonstrueaqo do Reserva.
torio de Dous Irmaos a apresentar suas propostas
at o dia 30 do corrente ao meio disa.
0 fornecimento p6de ser feito englobadamente
ou em pequenas porc5es, corn uma ou mais pes-
B0as.
Os pretendentes encontrarbo neste escriptorio,
todos os dias uteis, das 9 boras da manha As 4 ho-
ras da tarde, as condiV5es do fabric dos tijolos e
as clausulas do contract.
Eseriptorio da Companhia do Beberibe, em 6 de
junh0 de 1885.
Antonio Joao de Amorim,
Secretario interino.

Glud UNrles 8
Sessao ordinaria do conjelho administrative
'hoje, terea-feira4, as 7 bhoras da noite.
Secretaria do Club Carlos Gomes, 9 de junho
de 1585.
Victoriano de Lima,
Secretario.

ThawnMag oe Fiendf
'Por esta reparticao se iaz public que o conse-
Iho de fornecimento de objects necessarios aos
eorpos desta guarniao e eufermaria military, no
semestre de jnlho A dezembro rindoaro, contrata
stalem dos contemplados no edital de 3 do corrente,
mais os seguintes :
Lavagemn do roupa psesada a ferro, peca ura
Aguardente litro
Afetr a kileg.
Ameixas passadas ides
Araruta idem
Biscouto da azaruts idem
Cf6 moido idem
Figov passados idem
Prangs um
Galinha maR
P"00 1 kilog.


SamO
i dei
** i dewa
BasSO


4 Pazn. 68


N: `8 .A DWES

'N.8' RU^BIA'D0O-'OMt^CQ


A.- (OUlUM rf ,** g*, p
COMPANIIA PEtBMA'DBUCANA
DE
l-avegajS5o 's;eira po# *apoel
PORTOS DO NORTE
Parahyba, Natal, Maedu, Mossor., Ara-
caty, Ceard, Camossim d NraM4o o
Q VAPOR-
4" mnpohe| l '" ca
Cozniiajidahte Carvalho


Segue nodia 10 dis id-
nbh, is 5 horae da
-taide. Recwbe srga
late o dia 9.


Encommendas, passages e dlmheiro a-frete
is 3 horns da tatde do dia da sahida.
ESCRIPTORIO
4A Caes da Companhia Perntamteana
I n. 12.


tIU


Piaeific SIte Navigatio Company
STRAITS OF MAG1ELLAN LINE
0 vapor
Valparaizo
~Espera- dos portos
~do su t6 o dia 22 do
correnteseguindo para
a juropa depois da
demora do costume.
PA.ra earga, passagens, encommenda.3 e dinheiro
a free; tracta-se cornmoa


Agents
IVilson Sons & C., Limited
N. 14-. RUA DO COMMERCIO N. 14
CilARGEUlIS IEUNIS
CompanhIla Franeeza de Navega-
i eo a Vapor
Linha quinzenal entire o Havre, Lis
ooa, Pernambuco, Bahia, Rio de Janeiro e
Santos
Steamer
Ville de Santos


E' esperado da Euro-
ropa atW o dia 22 de
Sp junho, seguindo de-
pois da indispensavel
demsora para a BSa-
blin.Rio de dla-
r /neiro e e antos.
Roga-se aog Srns. importadores de carga pelos
vapores desta linha,queiram apresentar dentro de 6
dias a contar do da descarga das alvarengas, qual-
quer reclamagio concernente a volumes, que per
ventura tenham seguido para os portos do sul,afim
de s poderemdar a tempo as provideneias neces-
sarias.
Expirado o referido praso a c )mpanhia no- se
responsablisa por xtravios.
Recebe carga, encommendas oe passageiros, pars
os quaes tern excellentes aeomodaaes.
Augusto F. de O liveira
& C.

AGENTEIS
42 RUA DO COMMEReIO -42
Companhla Brasilelra 'de Nave-
gafie a Vapor!
PORTOS DO MORTE
0 vapor .*
Xant s

Commandants 1 tenente GuiVkme Wad.
dingtons
V seadto dw oro do sW
am to di 16 44 ho e as-
urA iepois -dademoraki-

ParsMcag passagens, eaom n S VAre
trata-so us.agencia
46 RUJA DO 'CO 0E .O46


PORTOS DO SUL
0 vapor
Cearta


E* esperado do*




born csrg para Santo Pelotas Rido Grsmde

.Parsmgpiaea M e taijit
V1 OMPAIVEIA PEBXRAtUCA1^A
9 -, --


Podem


A case 9(
-1 classes 90,


ii3.


ke'R1WAUC4NA


DA -6eit,wrc iu.>- rl x st enteS 4 i ma
S/*- 5,o 1a casa t erre.% cow
or a It0 fla 1istaA estrda do OiqtiA
ftegiez.is Afd, a 0'31 *
Sexta-feIra, .i t o eorrente
All* 'A koraw
RUA tIPEULAL N. 225
,^ prrtpostectjp, antorisado pqr mandado e
coin 'ssirtaneia do Dr. juiz jsubstituao dos feitos
4a fazenda, levari a lepIAo que acina declara.
Oapretfndenteisdeade ji podero entender-se corn
oyefumo agent t rua do Iamperadr s. 22.

S.. LEILAO


Save 'ga 9 ot ra p or ap' or Ds sobrado da um andar e sotao, 1ito A esquina da
R nt)R DO rSUL oa da Ponte Velha n. 1, tendo o pavimento
Mlace, PeneO, Aracaju, e BIaUsa terres em calii, e no primeiro andar 1 sala e 4
V apdr quartos., no. sotao 1 saleta e 3 quartos, cosinha;
Si Lsendo a frente a modern corn parapeito e jor-
S. Fiancisco ",
,Co mma, dntePerea Sexta-felra, 12 do corrente
"daAte Pere41a A's i horas
SegultrA.no din 11 de[(A0 armazem da ra a do Imperador n. 16
june, Ais 5 horas 'da 0 agent Martins farA lcilAo do sobrido sacima
tard#. per mandado do E=m. Sr. Dr. juizde orphAos, a
m "S Recebe carga ateo requerimento do Dr. inventarianto dos btns dei-
: g|a 10. jadbs pvlu finado Antoio Jose Bittenomirt.
Eneommead, pass geas e diaheiros afrete at6
Is 3 horas da tarde dodia'ias ahida. A
E.801 K Agenv i estlala
eaes da eompanhia Pernambu- g1- e la
ca:na. 12 Leilao de predios
_____ _________- ,- BOM EMPREGO DE vAPITAL
uT mw i Um sobrado de dous andares, sit o a rua de Do-
lSI U mingos Jose Martins n. 38 da freguezia do Recife,
-- rendendo 40S000 mensacs, servindo de base a of-
Quarta-feira, 10, o dossalvados do patacho Ame- f~rta de 2:1505000), cujo sobrado vende-se por
rico, constando de vinhos, ferragens, trilhos e per autorisagio do Exm. Sr. Dr. juiz de capellas o a
tences de navio. requerimento da Ilina. mesa regedora da irmanda-
Quinta-feira, 11, o de fazendas inglezas e naeio- de das Almas.
names limpas e avariadas. Uma casa terrea, sita a rua de S. Jorge n. 5'
-rendendo 20a000 mensaes servindo d base a of-
1 Iferta de 1:10040;0, cuja casa vende-se per con-
e ih o ta e risco de quiem pertencer, terreno proprio.
0 0 sobrado sito a rua do Vigario Tenorio n. 12
DE avaliado ultimai,' ute pela quaotia do 5:0005000,
,_t ft e^ rendendo 50U00 mensaes, vende- se uma part
y aL I RV de 3:299A414.
Uma casa terrea n. 27, Ai rua direifa de Atogados. Um sobrado, sito A rua do Commnercio n. 17 cm
Tres casas pequenas de ns. 1, 1 B e 1 C no becco Olinda corn sahida pars A rua da Misericordia,
da rua Direita de Afogados. corn 2 salas e 5 quartos em salo proprio rendendo
Casa terrea n. 59 da rua de jMocotolomb6, corn 2 12S000 meneusaes, servindo de base a offerta de
salas, 2 quartos, cosinha e quinfital murado. 7305000.
Quarta-feira, O10 do corrente Unm terreno corn casa de taipa corn 108 palmnos
A's 11 horas de frente e 600 de fund em 3eberibe de Baixo
No armazem 'ua do Imperador n. 16 a rua da Veneraao, cujo terreao pertenceu a D.
o armazem rua do Imperador n. 16 Maria Lucas Vieira C ;elho.
Pe o aie, etI, M arinS Um dito na travessa da Socego em Beberibe na
Ael agW Cll Iestrada da Aguasinha corn 96 palmos de frente e
400 de fund, cujas eicripturas se acham em mao
i do agent nacma.
.t fexta-felira, 1 do corrente
Lelao A'S 11 HORAS
do sitio corn grande casa de tijolo, no lu- Na agencta d rua do Vigario 7enorio n. 12
gar Bo6, n. 105, freguezia de Afogados ... -" ,
(rende 204000 ensaes). Avis0S DIVERSOS
Quartafea1ira 0 10de junho I I
AS 11 HORAS ITURlJURIIL
No armazem da rua do Imperador LE UX JllJ r
n. 16 -
0 agents Martins farA leilao do sitio e casa aci- nrd n
ma por mandado do Exm. Sr. Dr. juiz de orphios COn.i.U. da vends nas
e pertencente ao espolio de Francisco Mendes ana l-an__r
Silva. livrarias Parisiense e

eilao Industrial, o Indice
Lalphabetieo e reversi-
Devinho do Porto em caixas, vinho Fi- al b y oi e
gueira em harris de 5.o, ancorktas, bar- VO da i hypothecaria
ris corn pregos, caixas csto ferragens 0 A w
palitos de deonte, cuix corn milho em C lj dibsnOCeS Ba
conserva, azeito.ds, agua deo 6da e agua v* r ,
do vidazo. rallea : elvod
Um mastaro m I mesade mastro, abrag.- a la s: l vro de
deiras, eadernaes, cavilhas, vasos de louga pars U ti.lilA
jardim. "bolas pra fioxntespicio e outros objects l i aUvJ
tirados do Casco do
Patf0chop t aes Americo TITT
(Naufra9"0o -e, lMaria Farinba) A
Quartaefeirk 10 do corrente A A AS
A's 1 11L2 horns.'as as ar A g
No armazem n. 8 da Companhia Per- Preeias de usa par lavar e gommar
nt nbucana para familiar de 3 peasoas e de outra queo
0 agente Pinto, 4a- eil~o por st e cosinhe bern e compare; a served n~o dor-
de quem pertencer 0o objects acisma menciona- mindo fiSra. A tratar na rua do Cabuga
dos, alvados do casco do patacho portugu2z AMeC- 14, 1. and deo meio-dia as 3 da tarde.
vicojvindos dolugar d sinistro na barca~a Miner-., *^ .,
vas, edepositados no-, rmazem da Companhia Per-. .... '
nambasana n. 28, ond -se eflectuara o ieilao as 11
A entrega effcctur e..d-ha no mesmo din e em -


L
Da armagao e ute
to sito rua
n. 41
QUARTA-FEA
0 agents Svairit,
asn. Arruds V'isupi
-raa e -tnilji


ailios estabelecimen-
do Barla da Vioria


CORRENTE
autonisadep*.


10...I-ZIIIIE
amuse -uin4W apuices


- Alogamne o 1-' e I- andares do n. 39 e 2-
andar do n., 31, ambos A ruan do Imnperader ; d.ri-
ja-se A Luiz depraies Gomes PFer eira.


SA commisA vdIrificadora dos credits da massa
faElida do.Arrudp *C., convida aos credrvs da
mnfi4a massa a levarem seue titulos a ra Duque
de Cixmza n. 5, 1 l,dar, atW o dia 12 do corrente
da l10 horaa .da manihr As2 da tarde.
- -- Aluga-se a casa n. 5 da rua do S. Jorge
corn 2 quartoo, 2 alas, cosinha e quintal, pre~o
eineal 18l000 : a tratar fia ua do Vigario nu-
mero4.


Vende-se numa bonita casa terrea nova, coin
commodes para grande faniilia, con jardim ao
lado, situ .n'uama das ruas principles da freguezia
da BRa-Vistau a qual estA readendo o alaguel an-
nual de900? dA-so por 10:000W livre de todas as
despesas par o compradcr : a tratar no salvo do
1- andar doc eonveuto do Carm), das 10 horas da
maub A 1 da tarde.
--Vende-se o sitio cam casa do viveada, mui-
to bpm arborisado, corn comnmodos e situaglo van-
tajosa para negocie, na eacruziihada de Bellein n.
1, casa muito conhecida, que foi d) filado Andr6
Alves Gamna : a tratar una mesma casa coin a res-
pectiva viuva, ou no sitio do Dr. Ayr's Gainma
Pretisa-se de um criado a tratar na rua do
Bargo da Victoria n. 39, loja.


Dr. Manoeli de Figdeiroa Faria
A mAi, os irmaos, os eanhados e os s-brihhos
do Dr. Manoel do Figueiroa Faria, mandam Ctie-
brar misses por sua alma, As 7 horas da manha
do dia 13 dp corrente (sabbado), 30 anniversario
do seu passamento, na igreja do convent de. S.
Francisco; e rogam aos seus parent s e amigos
o caridoso obsequio de assistirem a esse actor de
rchgigo. ... ..
SAntonio Joaquim da Silva Potj e e Jos6 Liuz
da Silva Potte convidam a seas amigos e parent.
tes para assistirem a missa do setno dia- que
mandam celebrar na matriz desta cidade, no dia
18 do corrente, is 7 horas, pela alma de sua pre-
sada mana, Anna Candida da Silva Potte, con-
fessando se deide jA eternamente agradecidos por
este acto de caridade e religio._ _

Nao ha melhior

Massa de mandioca
para bolos, a 1.000 o
kilo, vende-se naCamboa
do Carmo n. 10.
Jose Antonio Pereira.


PARA TINGIR A

Barba e os Cabellos


- Estatin-iura tinge a barba e os cabellos instan-
taneamente dando-lhes uma bonita cor preta e
natural, 6 inofensivk o sea uso, simples e isuito
rapido.
Vencte se na. lotica franceza e droga-
ria de Ron quayrol Freres, suceessores do A.
CAORS, rua do Born Jesus (antiga da Cruz) nu-
mero 22.



A VENTUIIONA

Aos4:00$O00

BllRT1S GRANTMIO8
16-Rua do Cabuga-16
Acham-se A venda ou venturosos bilhe-
tes garantidoBdaloteria n. 130 em beneficio
da matriz de JaboatAo quo soe extrahirA no
sabbado 13 do corrente.

Inteiro 4#000
Meio 2#000
Quarto 16000
Send quantldade superior
a .o100:000oo
Inteiro 3#500
Meio 1#750
Quarto 875
Joaqui nPires da Sila,m.


084:0 00000


MreyNRse dfiN ~&
}das~ a) ae d ,G
PS c da lnaepen3en.

tote 1QtQ5 ,


XI Mini .-^lll?*"MIAW. V Rik qj I mWWw^p 4w,^
0 aba**xo a~signa& edo "' ~en~d~~d
seas afortan.4a 4ldos -biht sran 4
qu artos n. 726 cowa sorte di
14-am de outras sortes de 32#, 161 -6 ,da
toteria (129.8), que se acabou de eitriWr,
,onivda aoa possWidores a virem recebear
aa conformidade do costume sea 4desconto
filgure. 1. /1"*11; 1. *
Acham-se expostos k venda os seas r
tunados bilhetes araaptidos da -17.a p*rte
das loterias em benefieo da matriz de Ja-
boatito, (130.1) que se extrahira sabba-
do, 13 do corrente.'
pa ic0s -


Inteiro
Meio
Quarto
Em quantidade
Inteiro
Meio
Quarto
Manoel


4#000
2#000
1#000
major de 1ioo
36500
16750
6875
Mar'ins FiL.a.


f A 11) ODU
Aos 4:0009000

BILIITEUI RANTI3O8
tua do Barao da Victoria a. 40
e.ceasas do costume
Acham-se A venda os felizes bilhetes
,arantiios da 17.a part das loterias a be-
aeficio da matriz de Jaboatao, (130.'), quo
se extrahira sabbado, 13 do corrente.
PRE(OS


Inteiro 46000
Meio 26000
Qaarto 16000
Sa poreIo de ioo0 oOO pa
eima
Inteiro 36500
Meio 1#750
Quarto 6875
Joco Joaquim da Costa Lifte,.


ira


Oferece-se um criado para comprador, co-
peiro e tratar de sitio : quen precisar dirija-se A
Magdalena, depois da prnte grande, primeiro an-
dar n. 5.

Ama
Precisa.se de usa amna para cosinhar : na rua
larga do Rosario n 46.

Precisa-se
de uma pessoa para vender bolos e fazer mais ser-
vicos; na. Baixa-Verdo, Capunga, n. 16, 20AC000
por rmez.
Aluga-se
o 3. andar da rua estreita do Rosaria n. 32, tern
grandes commodos e e muito fresco : a tratar na
rua da I .np'r;triz n. 16, 1" andar.

Institute Aecademico
Precise se nested Instituto, no Mondego, de um
c:peirm, um cosinheiro c de urma goveraante ha-
bi',itada para ajudar a direce-o dormcstica do ea-
tablelimento.
Carta
Na rua Direita n. 32 tern umna carta para An-..
tonio Francisco das Chagas, que tern olaria na
rua do % isconde de Albuquerqu1.


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C


4u oWaves.min dOIja esrdo.
a trmao, A rus do Imperadoe


Cosiheir,
Precisa*-e de urn eosinheiro muitobpm e pga-
eIm ben : na Pausagem da Magdalena, rua do
Bemfica n. 12.
1 Invisiveis
Chcgou grande quantidade do inisiveis de ca.
bell natural de todas au cores e do melhor fabri.
ante de Paris, para Castello Branco & Carneiro,
& rua larga do Rosario it. 22, que vendcm a 500
rAI~I.

Balanceador
J. des Santos Vieirs, enearrega-se de proceder
& balanqos, organisar cnntratos e destratos so-
ciaei. Chamados na rua do Rangel n. 3, ou na
rua da Penha n. 7, 10 andar (residencia).
Trastes
A runa do Imperadorn. 16 eompra-se, vende-st
aluga-me e trea-se novs e us.dos.

Alk
Precisa-se de uma cosinheira no largo do Corpo
Santo n. 17 30 audar.
Novidade
Paulo Jos6 Alves & C. ara am de receher o
verdadeiro chi preto ponta. brauca, o que ha de
mais especial nestc geurro : na rua do Bar.u da
Victoria n. 60.

Ao commercio
0 abaixo assignado scientific ao corpo corn
mercial que nesta data comprou aos 'rs. Carneiro
& Irmib. o estabelecimento filial do seccos c mo-
lhados que tinbhm A rua da Aurora n. 113, sacm
eompromisso algum pas.sivo.
Recife, 8 de juhbo de 1885.
Manoer Pereira Bernc.rdino.


Metade de


casa


Uma senhora idosa que mera s6, cede por qual-
queraluguel, metade de sun casa; ou dA, comtanto
que seja a pessoa de sea aexo; idosa, e de costumes
afiancados.
A quem convier deixe noticias na livraria junto
a igreja do Espirito Santo.


Aluga-se


Urma pequena casa na rua do Alecrirn n. 9, a
tratar na rua do Born Jesus n. 38, 1 andar; ou
travessa do Peixoto n. 55.
Caixeiro
Precisa-se do um caixciro quo de fiador de sua
conduct, na rua da SenzalaNova 11. 4.
Papeis e cartas
Perderam-se hontem desde a Magdalena, nos
bonds atW rua Nova, Concei.Io dos Militares (in-
terior) poste, run da Impcratriz, 19 praca do
Conde d'Eu, Hospicio, ate Uuiao. Gratifica-se
- nost e escriptorio.

Vende-se uma armacao de amnarello em optimo
estado, propria para loja de fazendas ou molha-
des : quem pretender dirija-se A rua do Impere-
dor n. 46, escriptorio.
Aluga-se baralo
Os arnazens n. 13 do largo do Corpo Santo
corn communieanao corn o de n. 4 A, no caes da
companhia Pernambucana corn guindaste.
0 3.o andar do v. 13 do largo do Corpo Santo.
As casa terrea n. 1 B, na Baixa Verde
0 1.o andar n. 10 na travessa do Carmo.
A mei'ahua n. 143 A rua do Coronel Sua.ssuna.
0 armazem D. 46 & rna de Pedro Affonso.
A tratar no lago do Corpo s>asto. 19, primeuc
andar-
Offerece-se urma senhora de idade para ensa
de home solteiro : a tratar na rua larga do Ro.
sario n. 44.
Aluga-se a casa de um ardar n. 9 & runa de
Remfica (Magdaltna), excellent mortda, corn
quintal e agua : trata-se na rua do Im.erador
numero 61.
Aluga-se um sitio na Torre, corn uma casa
parsa grande tiamilia e muito perto da linha dos
bonds, assim come uma casa na, run do Leao Ce-
roado, antiga da Mangueira n. 16 : a tratar na
rua da Uni+o n. 65.
Lu brilhante, sem Fumo


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eo bum illa (t UanUsrado a e Saea laeoaftesavol deste!VoWMi, qQt eomapt N,-
jWir s pma xtar u arsbeo,mtar osoureapparecimento, qpdr oxno m U= mM
@myttal-omS, a2bluad o Ba.atu*,, ralta doe ,onSruM'Bo, lnm ten"e .
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I A Puinavlaa eompregda noB hospitms do Paris,6 o ad podsoo t
digtivo, qo soe conheca, vito como t" a a Lprixdade do d0lmerir e
toera 1 as lm iares nlo Smeato a oan es o os p i g0niuiron. Biasa3
tambemi o plo, a amido t as fecul.a. a
Qalr qu'j sIa a casa da Intlera amaimeauto, at&mao, oo o
aMnm de Mas o autrioo, Iflawmau, on ulceracO m do eateiaa ou i
4do immtalo, 8 a, diM de Pamxu t u Dofrar depoels da co- t
m =i, mempe. alaanpm so melbores rosultados esft o P boo pa-scaiptas
i pelw meados oont asuintes affooge:
nalta ,I# oWmaoI lffu
IN"ta del D UAMhnea. I GaMroasta


UPANSMAIMA BERISE fuMqubio oom a Ou n #a &&ome.
i3| ma U NmaM depot da Puphum,

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N. 4-Rua do
JUNTO 4A ESTA
Tern para vender, por pregos modic
Tachas ftimdidas e baildas.
Criva5es de diverssos tamanhos.
Rodas de espora, idem, idem.
Ditas angudares, idnm, idem.
Varandas do ferro batido.
Ditas de dito fundido, de lindos mn
Portas de fornalha.
Bancos de ferro corn serra circular.
Gradeamento para jardim.
Vapores de for~a de 3, 4, 5, 6 e 8
Medas de 10 a 40 pollegadas de pi
Rodas d'agua, system Leandro.
Encarregam-se de qualqer conrertos
quer trabalho corn perfeiclo ou prestoza.

As senhoras elegantes
Alta novidade de Paris, enfeites para
cabega e agretes de plumas, camelias,
agrostes de flores, plumas do phantasa, es-
pigas douradas para cntremeiar no ca-
bello.
Eme liquellina
Rua Larga do Rosario n. 22, 20 andar.
Precisa-se
do uam optimo criado; etn casa da photographia
allem. A rua Nova n. 52.
Aluga so
o primeiro andar da rua do Rangel n. 73, e a casa
terrea da rita do Fogo n. 50 : a tratar na rua do
Barlo da Victoria n. 14, theaouraria da. loterias.

Casa
Aluga-se urna na estrada do IM .nteiro n. 41, con
tons commodos para tamilia, a chave estA junto:
a tratar na rua do Barao da Victoria n. 5.

Criado
Precisa-se de urn criado que dO fiador de sua
conduct, na rua do Marquez do Olinda n. 26,
loja.& -
Atten~ao
Troca- se urn rico sontuario corn imagens: a
tratar usna rua do Araglo n. 23.
Precisa-se
de urn mcnino para compras e recados ; na rua
Duque de Cazias n. 59, loja.

rrsiaa.se de um corn pratica de molhados no
largo do Paraizo n. 14.

BBMotS 0UIogSi 10o1


0 bern emnhecido fabriente de bouquetst Jeo
Sawmuel Bolho, se lsa lembrado nesto tiabalbo ;
-L J zel!^ t11^e graugeaad a'shle, pologaq








.. ..-I.,.. .
4- 1B e
-- 3 ^^lli.iw ifji*finqti Webeit =adtn


0*.
'5-


JTES
Unleo legalmente auctorisado
pelo govemo de Portugal, e approva-
do pelo conselho deo saude do mesmo
paiz, depois de evidenciada a ua effi-
acia em repetidas observames no@
hospitaes officiaem
Cada frasueo esti aeompanbhado s
um iunprso corn as observaoe dos
principals medicos de LsU reo-
nhecidas pelos comules do BmL
IIII I



m lg .g [11 m ll +mllI, ym~


MA-


400sqUam iUU IZ %io .-alven renuus
NEW-KORYU. ST A. Jose Luiz Gongalves Penna, seu prezado pai,
mulher, rani, irmrno, sogro, canbadoe, cunhadas,
tios, tias e mais parents, agradecem a todas as
pessoas que se dignaram acompanhar ao cemite-
0GA iL rio os restos mortaes d seu prezado filho Joa-
1 !* quim Luiz Gon9alvea Penna; e de novo convidam
a s us amigos e parents para assistirem a miss
0 6 A L que inandam celebrar na mnatriz de Santo Antonio
0 ijar A L~ no din I10, As-8 horas da manh, setimo dia do seu
tallecimento; polo que se confessam eternamente
gratos.
17^T 0 &\1\ C A 0 Cnachatel Veodoro Ulpiano Coelh atn
O B^ 8tendo recebido a noticia de haver tallecido sen
EUj N c_ C. presado irmao Joao Clementino Coelho Catanbo,
nia comarca de Goyanna, manda celebrar urmas
Br m W mnnissas no convento do S. Francisco desta cidade,
A pelas 7 haras da manh, do dia 10 do corrente, e
f A ~ DOS BO DSC roga A seus parents e amigos queiram assistir
VA DOS BON S a dito actor, de que fieark sumnramente grato.
Cos, as seguintes ferragens : Padre Amaro do*e de Olinda
Barcellon
Antonio Marques da Silva tend de mandar ee-
lebrar uma missa na capella do eogenho Tabocas,
as 9 horas do d.a 12 do corrente, pelo repouso
eterno do Rvm. padre Amaro Jose de Olinda Bar-
cellos, trigesimno dia de seu passamento, convida
odelos. aos parents e amigos do mesmo finado para as-
sistirem aso referido actor, polo que se confess
grato.

eavaUos. fi P(A P
anadura. Bolos e d6es
Paraasfestas de Santo Antonio.
3, asentamaj machmimos execut am quar- Sfio Joio, Siao Pedro, San-
_- ________ t'Anna e S.o Joaqunim
Leiam isto, 6 bons freguezes,
Cor expansies de alegrias,
Pois inda podem contar
Corn os prestimnos do Zacharias!
Reside na mesa run
(Vinte e treo da Viraelo),
Onde p6de sem encontrado
Em qualquer occasion !
Faz sempre bolos edoces
De todas as qualidades,
E cada vez main perito.
Em taes especialidades I
Igualmente se encarrega
De fazer pudinso gosts-os,
ePeo de 16, papos de asunjos,
E fies d'ovos mimosos !
Bons boccados e pastels




logios ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ o deagbia eprd, etrc eirj, V i te rs daer cidtres
R e rador da marinha Manjs ou toucinho do ec6o,
Corn limpesa e perfeiqo!
Este importanate eostabelecimento e relojoaris,
fendado em 1869, estA funecionando agor A rua Snmedo sem competencia,
larga do Rosario n. 9. 0 seua proprietario encar- Tern ell feito valor,
regado do regulamento dos reloi'os do arsenal de Gel~as de varias fructas,
maainha, da compsnhia dos trelhos urbanos do Toberbas a mais nao ser!
Recife A Olinda e Beberibe, da do Recite f Ca-
xangi, da extrada de ferro de Caruard, da cim- Enfeita lindas bandejas,
panhia forro-earril do Pernambuco, da associaao Com gosatos e allegorias;
commercial benefieentt e da estrada de ferro do Tambemr prepare presuntos,
Limoeiro, c ereado deo intelligeontes e habeis auxi- E outnras mai euliaarias!
Shares, concerts e fabrics qualquer pega pars re-
Slogien doe algibeir, do parede, de torres deo igreja, Vai atA fazer jantares
chsonometros maritimos (dando a mareha), caizas E o seu seirvi o dirige ;
Sdermusic, apparelhos electricos thelegraphicos. E quanto so prego por into,
Contin-a a exereer a sua profisso com zelo c Maito modico elle exige !
Interest de que sempre deu provs so respeitavel
public, e as o seu collegas e vende fornecimento Trabalhando assim tio bea
I dequalquer qualidade. Em tantas especiarins,
gm frente do son estabelecimento se acha col- Merece ser procurado,
locado umn relogio, cujo mestradorens tambem po.- 0 confeiteiro Zachar-ias n
dero senr vistporpelos passageiros da ferro-carril,
tendon dompre ahora media deta cidade, det-rmi- in
nadas po..s sa. obnerva .,es astronorncas. Carlos C Tresse
Ru icrga do Roaarn n. 9 Fabodcant e do pianos. orgaos. e
Antonio JosAn da Costa Araujo. Icleale a puima ndo con s arnmeda-
etha le praelna o ea ore o erieo -
Rua da Imperal-iz n, 65
A iieiw aoArtists j bastante conh.ueido nests provincial,
Thoas erl ei daCuna, etopol pr~eneo bern anuim na ecrne do imporio, onde ezercee
Thod~r, ehamar a i do neons nunerosos freguenes 0 fabricaelo do qunlquer doe ibostruranoton acina.
acdlinistdra5 deo obhms, pumars sortiroi do di- amim coma reformart e pr coma novae pianos
s.frragns par pmeeo baratissimon, vista un do qualquer astor, per maim difficil que seja a
ta ---ue--deado-a en 44a-tamboemp -to a tus do concerto; concerts orgeu do igreja, harmonicas,
Maqueu do hada n. 44, tain m pr a todo s o naod realejon, atuordeoons, oucertinas, oaixa do mw i-
m -enut deaoo aieatrazdos ja favoh o e ~en etc., etc; fabrics cylindron am roaom
P agdebim .m aa fn do jnho earr ,- colloeando s m usicas a onten o p
a paid siqa posMas quo mm julgar men te union ste goners o Todsooiipm ; en-
o.dwldeoprsm 'taasosta lir set conforida, etrreg-se do afinan piano. pr ia pmrcle-.
beiK~r: 5rojuod e., poeo quo disp~$e do urn horn afinador, e qual
de jao de 885.conheceeas regra di art..sab robemulle; proust-
2llema FJt-olV (1( Cuiiha. te bern servir, qw" em lpontelgef don menu tubam-
iho. coma em preqos omamodos acs quo )1
itrem corn sum ooaiarpa

a .. ..cae opoc fai-d .
lie asn do P.afe A ~on. 11, flu-do. d. 6 ~1s vqe ,! ',


>4
-: .~-* -
-


- 4. .


I-H





semana


Rheumatismos+Gota
ATICA AMUNA UWTIA8 DS OSSOS PARALYSIA VELCE PMIAT URBA
NOVO TRATAaENTO (Numerosoa atttados) POR MEWO DO

BANHO ANTI'RHEUMATICO D' LAMAU
-+ XMPaEADO MO0 HOSPITALS 11 PAE E |
]11X 148, rua du 2aa. 14 dM."ZZ
AbholutamentqampwHigo, aem ezgfrhbanheiro especial, o BANHO ANTI-UHEUEATICO
do W LAAU opera eo vals rapidas e inesperada ncuraa oa alUivi 6 immediate
logo corn o primeiro lbaao. (seattO-se bru md ats vle -I podit r d i e 6 i$um.)
Ann UTI ^ATADAIdo all &&OBXT. Remesawmedlianbojale posatl 46pttrtir
ICOR ANTI CATARRAL 3 ntu oba ontra I Catar", Coqu'
lhe. Indbpe u a sel mr~arsupsgaede wfetm t mco. ma n itodls m5 b.I c Mau 0 te'ass
Awwa~ir"M so irnlr -sm 3PL&fc" W. da SICV& & g%,


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.. pIk, pola mesms
st: Ai venda em casa
a 4Q Impersdor.


Precisa-se do una coialbeira a owtr B -




^.i-Jesus n. 61 am' ,----* A- '*----- -i: '':
Mra~eirpapiaa;*ea dopaequenas.cof



ad&lbnsd Mbtgdalena, tendo *_V e. gas eaca-
nmade, jardim e todas as' cmid
pars uma farnlia quo so tmt"eEt I6rads a
papal, cor emndieo,, e., -wtqB u Bb mu to
fresco paro doarmida: a trftar nama do
Jesus n. 61, armazem.
BLACK lEA


O hbS preto, qUalida.

de superior vendem


ode-se urn bomr itlo as


PREPARADO
POR
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(Nov aniuo do experience 1)
Facility a dentiao vita as conval-
8&s.
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familia dam Euphorbracea, estudado e ap-
p'licado polo &utor em inanmeras croanan
o sempre cornbm excellentes resultados, ven-
de se na
Pharmaela do Dr. Sabino
43- Rua do Barao da Victoria-43
PERNAMBUCO
Agencia em todas as provincias.


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Itp Ol e ago eprod cgdem da AUema-
, Fraa, Inaterm Autria, Hespanha,
(talhae Emtd04Unidw.
N. B.---Informacem sbrae machinismos
agricolas, ditas pars engenhos eentraes-
bombas, etc. parsa incendion e outras ins,
chinmas e utenailios.
-i &' -


.0. Lewy &C., rua Aluga-use I ra-a oes
Nova n. 25 Pharma- iow-rCmensaesCfundos dod ompram-se pata-

eia Frbilhar. coes brasileiros e es-
ael Nodddlso spanhoes na rua Du-

Precisa-e de uma boa cinheira, a rua da Manoela Marcionilha Freire, successor de sua e de CaxiaS n. 94,
Aurora n. 109. e "tia, Rafina R. Freirn, avisa ao public em geral I
n-e em particular aos seu. Arguzes, que continua a | a s seas ortats.
IxhC!er eua profinso com troaa promptidao e mo- J,' 0 j I"
alkl de `crochet dicidade. ssimca ca arte, gopts e eleganeia, *i ". o,-- -
di .s doaoespara o que recebeh mesalmente os principaes figo .I t,
rinos da cortee de Pariz : a tratar na rua do U"il
Brancas e de ludas cores vramento n. 19 3o andar.
a eahnlma -U. .6--@---- Ue therleaocs e, praticas de
M~dl : Ingle'..
BAZAR-,DEsLONDRES ModW e chapeos Nesrgse. B
N. 28^Rua do iaquede Olinda=N. 28 iUU M eC 4K~rU 3.ewr N-ine e B l partici-
Me. 2 M8--. --- tdo "Zx dd da ea=s. 28, u P ami ao.respeitavel poblico de Olinda que de ojunho
ro hth Cotton Mine. Mijuellina Candida das Npves, ultima- em diante "rir"o "urewatbeorieos e'praticos de
n ante abmrao eursos thoomicos e, praticos do
Crochet CoUtto mentechegadada Europatern umhlindo e vans- inglez em Urna casa junto da esta*odo Carmno;
Best quality, white amd colored, do sortimento de ehapos Para senhoras e men- assim tambem dar so ilioes eeasdrior 'tiulares.
2wa box or I I Ballns .A C O interessados detem se ender co Messrs.
TO be had Earrega-se do confecciona totdas as modas. Fanstone aud Nind o refeido.as teras
TO be h^td at the Rua larga do Rosario n. 22, 20 andar. e sextas-feiras a tarde, on nos outroar dias uteis no
Bazar de Londres Carimbo de borracha e metal uecriptorio Austreita dia osario y1o
8- -Billun Mar Z oO Ollld- 28 Fabricam-e de todas as qualidades, tanto para ,
LU 111- 1 do 1z d O j papel como pars lacre ; a tratar na travessa das vr.A
SCruzes n. 16 ; assim como conecrtam-se os mes- VENDAS
-allBvlttene moeS. -Vende-se ou arnenda-se a engenhoca de Bern
g P."O in-, corn satins destenaa. ; a tratar xis mesma
Alungn-sebarato as seguintes casas : rua I m- A l aml se Fine, co satraia T et no; a tratar na mesma
penal n. 108; o 1 andar no caes do Brum n. 75 ; : lU Il trada real da Tor n.1.
s 2- e 4 andares do grande sobrado A rua do 'As casas A's ruas do Bom Jesus, loja n. 16 ; Ilba Vende-se a casa da rua da Roda n. 25, corn
Brum n. 84, e o conheeido armazcm do mesmo do Carvalho, sotfa n. 29; Santa Thereza n. 13, 2 salas, 4 quartos, cosinha f6ra e sahida para a
sobrado, corn funds ate ao cacs, apropriado paras travessa da Concordia n. 12 e Marqucz do Herval rua dos Patos, e tambemn se vende a casa da rua
negocio de assucar ; a trater na rua larga do n. 48 : A tratar corn o Pinheiro a rua do Duque dos Patos n. 8 : a tratar na travessa do Queima-
alosario a. 34, pharmacia. de Caxias n. 66, loja de miudezas. do n. 1, primeiro andar.


riedade do Mu-
oa.do'Cshoti-
Ae *"rO deo'
toet SnrypMd


1e p.s e
6 de vivem


talk -
com


9_"HgU p'ra,-negoee 'wDIuj;SiwgiiU5 pa-




ieeebenlim 1, nsg Vim Vnte e
r~a oiee&odenotado deas
do 154ea cai da tgm o eg nte "
rt5 ods etic^ios 4 eicllen.ter,
FI~f*O.' 6M gaw ocruente VR do ~u
tO le eid tr Albino, Arorirn
no Bb|f^ A|^w 94.'



1. I .In .o Ca ..gHN. I
ee"er eIndt intehre ante e va
ri u eI leeTleAOi e nowvtdades
emn foge para malao
WIOFFENSIVO, SEM CHEIRO NEM FUMAVA 1
Uma caixa conitem o 8egutnte:
-Charutos fictieios..
Serpent do Pbara6.
Luz electric.
Fulguretet japonezes.
Kalospintheehromoereme.
S Fontes de Perolas.
S Pigura-comiea.
Cossacos parisienses.
S Bombas mnlticol6res.
S: Vulcao vemuviano.
S_ Fogo indianos.
Palmas brilhantes.
Sol de perolas.
Morteirb microseopico.
Dardos chamejantes.:.
Rotatirio ciatillante.
Pcsfolita de sallo.
Pistols corn a competent caixa de tiro.
AI.-Rua do Cabuga. N. I.

LUnguaas seccas do Rio Grande do
Sul e sebo em bexigas, Boas
pedras de amollar,
Vende-se na rua de Pedro Affonso n. 6 (antiga
da Praia) por precos commodes.

Vende-se
Cinco vaccas recentemente paridas e boas de
leite, send urna dellas Jegitima tourina : a tra-
tar na Encruzilhada de Belrm, taverna confront
a estaVAo, ou Da rua larga do Rosario n. 30.

Cabriolet e victoria
Vende-se um cabriolet e urma victoria em per-
feito estado : a tratar na rua Duque de Caxias
numero 47.


NON pdmeirla 'Metes a S~imelltago waLs
uatarale apr psda pralinientir a v rian-
9doepeit 6-o proprio teite mnaterno oqual
em ao do necesudad deve ser substitui-
dopel6
FAIUNHA LACTEA DO DR.
Ak sciecie protica adoptaram a fari-
nha L-etma como poderomo elemento nu-
trictivo par a infancia e distinct media
cow do Brasil ae da Europa reconheerem
)er do Dr. FRERCHS a melhor n'este
generm.
Deve-ie poi evitar wonfiar o filhinho a
uma pessoa estranhi e de comportamento
nUlo conhecido umWtam vezes o germen de
numeross molestias.
Vend-se s veiordeira fardnha La tea
do Dr. Frericha:
55 -RUA DO IMPERADOR 55
EtbelecimtWo de m mcm e piano d Vic-
tortPr"aLZ6a


Liqutda ao

Para acabar
Popelinee lisas, de listras e lavradas.
Las do quadros, esco as e lavradas.
Alpacad sass e de listras.
Grenadines de cores e preta.
Cambraias bordadas e abertas.
Vestuarios par a meninos.
Leques.
Chspeos pars senhors.
Chita lisas e de cores.
Fichus de sed a e de o l
Caps de malha de 11.
S Para eontinuar
Collarinhos e puahos pars senhora e home, dl
versos foitioi
Camisas sem collarinhos e sem punbos, corn mv
nhos e corn collarinhos e punhos parm hem=
desde n. 835 1 45.
Camisas para meninos desde p. 28 A 35; oem eol
larihos, de n. 32 a 35.
Camas, aias, penteadores, calas, a e pa
nho pama senora.
Gravatas, grande variedade.
Meias cruas, brancas, de cores e ptam.
Capachos, tapetes, imalas, esteiras, bolsas, velludi
lhbos, brings branches e de cores, luvas, perform
rias etc.. etc.
Papoula & C.
18 Ru; do Cabug--19
Em frente a matriz de Santo Antonio


Batatas novas

cada giga, ver

na travessa daA

de Deus n. 1.


a 1

ide-se

ladre


aui"s4 de moir com umn peq tque
mofo a 9Wj Ora.I if. :na 1 r5tm jtie do CmOSi-mu
62, Mdona Prim & C. .
Cimeile Nrav

Veadem Orreste Tr"avasos & C. : nooet-w
enptorie no largo do Corpo Saut. D. 19.

A0s imert Vende-Be vassouras do palha deearnifba, f
rello e farina do mnndioea, por barato pre9o; ma
rua do Vigario n. 1, trapiche.


a d fiador
de OHnda


A N B.- premio0 prscreveri
um anno depois da extracao.
7 .I ,T'. C RAL
DOS PREMIOSDA 7 PARTE DAS LOTERIAS CONCEDIDAS POR LEI PROVINCIALN. 1243, EM UENEJCIO DO RECO.L0I!MENTO DA GLORIA DO RECIFE, EXTRAHIDA EM 9 ]
= I n 0 I I I I I I


1291

DE JUNHO DE 1885.


NS. PREMS.


- 3
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21
25
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Vordafeira OcoraOI
ehitas escuras, fixas, covado, ro. 200
Oxfords pars vestido, covado 160
Camisas trancezas 20500
COrtee de cretone 85000
Las e alpacas lavradas, covado, re. 400
Setinetas ond6, novidade, covado 400
Fust5es brancos superiors, covado 400
Espartilhos americanos 5i 0
Mantas de gase 14000
Len6cs de bramante de linho 25500
Rua Duque de Caxias n. 62
MENDON(A PRIMO -& COMPANHIA

R ail a o Bo 0 dl Victoria n.33
Manoel Machado Botelho & C. encarrega-e do
fazer encanamentos pars agua e gaz, a vendee
bombs de todos os fabricantes. tern pe&ssoa com-
petente pars assentar e concertar qualquer bomr-
ba por preeo medico.

AltenCoo
Matheus Austin & C., teem para vender pran-
chbes de pinho de resina, da melbor qualidade, de
diversas dimensoes, recentemente chegados.
T..Laa ui, iwJ. iwa madeira de 1 1/2 X 9 1/2 X
e de 2 X 12, proprias parm soalhos, portas, etc.,
Em lotes a vontade dos compra'ores e a preqoa
modicos.
Rua do Commercio n. 18

LINJIA COATS
a Lustrosa a para machine, e a a Maca de S
4os tanto para machine como para coswer a mado.
-Nlo se usa mais linha em noveUllo-
Pede linha em carretel corn o same
J.&P.COATS -

Tinlura indiana
Para tingir a barba e on eabellos
Esta tintura tinge a barba e os cabellos instan-
taneamente, dando-lhes urma bonita cor pretas
inofensivel, e seu uso e simple e muito rapid;
vende-se na botica franceza e drogaria de Ron-
quayrol freres, successores de A. Caors, rua de
Bom Jesus (antiga da Cruz) n. 22.

Farinha nova de Santa

Catharina
Vendem Amorim Irm-ios & C., a7 bordo do lu-
gar Bento de Freitas, em frcnte ao cAes do Ra-
moe.

Vende-se
um estabelecimento de molhados, na freguezia da
Boa-Vista, em boa localidade, proprio para prin-
cipiante por scr preciso empregar pequeno capi-
tal ; a tratar na rua da Santa Cruz n. 9.


4


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bopnuw ao os I
act ode aC
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'h' O111Ui omeiatum,
s~ oIas4 ? d*sA doj
ali isada a ia,- 're,

'soua vrdadeir al or&.. do
eite epr ,:7 eaisM Ii-SCera, pcujo
sada eTtraes MAto pa uarmiaente, na
ve djo 0-t Bnehirite.
Creio qus o O tiverain os
Amudletos nephrilieos noue ,especial, quo
ja4diaicaa, como e de chalchilidl no
*eo, o seu vordadeiron vlor divino ;
este nq ie, porem, extingnio-se ao perpas-
ear daa oeraoes, otodos os qualificativos
que d ro hojenao artefacto sagrado, on re-
ferem-se a c6r da roira, oit ao supposto
mister que tinha, oa aiuda os individuos
do que provinha. 0 nonie do inuirakytan
ou melhor ibiakitiu 6 hoje o mais comn-
mum destos amuletos no Btixo Amazonas;,
mas, signifeando oelle Nd de pdo e nu a so
parecedo a nephrite codrn semelhant e ob-
jecto, aventurei, na minha jA citada memo-
ria sobre os Tem betAs (20), a aupposiAto
de quao, parecendo refinrir-so eoste none A
lembrani a dos antigos choe dos pag63 a
quernm pertenciam senelhantes amuletos,
fosse nirakita (ou murakitA) o appellido
em questAo e ns o o que se Ibe attribute
por equivoco homophonico.
e Muito de aciencia, dissa eu na citada
memorial, uso aqui do norno mirakita em
vez do muirakytan ou antes ibirakitan,
por seo e afigurar injastificavel, a signifi-
cago : no de pas quo toiO esta ultima pa-
lavra, applicada A podra verde facial; em-
quanto quoe na signifiacao do nome mira
kita ou inurakitA -pedra do chefe do povo
(corn a antoeposio usual do genitivo ao
nominativo) ficam perfeito e claramente
definidas nao s6 a substancia: pedra, de
qu e 6 constituido o object em questio,
mas tambem a applicaseo quo tinha comno
emblema do chefatura. Verdade 6e que
das trus palavras mura, naclo; ky, cliefe,
oe itd, pedra, a palavra ; ky, observe que
sobre ser extranha a lingua grval, p6deo
bera ser apenas part da palavra quichua
primitive, exprimoindo a qualidade de che
fe, ou de rei, ou de principal. S-Ija, po-
rem, ki, nonme coipleto ou simplies parti-
caola, 6 certo quo se acha como radio I do
muitas dos nomes dos reis de Guatemala ;
alen do exprimir na lingaua Maya, ali fd-
laa outr'ora, a idea da snpremnacia, deo po
der e do alto domino. A' objecqTh qua
so me podesse contrajpor, do parceer irre-
gular esta enxertia do palavra, may:1 ou
quichua, entree comnponent;s tupys, have-
rnIa eu de responder corn os. frequentes
exeraplos do iguacs enxsrtias, cada vez
que she trata do nomes rferentes a assum-
pbs divinos, ou pesso-ls do alta categoria,
purtencentes a liagua d.i naor ivasora
oa mais forte. SAW exemnplos dostA obser-
vagao as palavras tupys e guaranys, em
que entrain os no Ies: craz, igrejA o ou-
tros. E bastar-me-hia, noste particular,
apontar Ita-curv.d, que significa litte-
ralmuente: cruz de pedra, em.bora se haja
alterado a palavra cruz em curuwd.. )
Ao que deixo exposto, que foi ericripto
ha oito annos, acerescentarei agora utna
obscervn3ao, baseada nai experiencia desdo
eritfo adqlurida em conta'flo corn indigo-
nas somni-selvagens ;. e 6 quo a palavra ahii
mutilada e justamento a do origem estran-

FOLHEyTIMi

U)I RUBO NGElHOS


POR
Georges Price




'ContinuaP.o do n. 128)
VIII


Cumpre em poucas palavras explicar e todos e:
essa scene. privilegio
0 fumante era o amante da meninaHer- no ceampo
minis. '. Ee mq
aetni
A Sra. Briqetuti era uma mulher ho- a wenia
nestissima, boa esposa e excellent mai deoe dirigia I
familiar. Eneonsmendavam-lhe vestidos, e vesse ua
ella exeeatava-os ; uma vez entregues, volts do
cobravaehies os jtegos n'wam praso maise sea tecto
ou menos long, por6m Qomr juro. E a' ihe o conr
isto se lianitava today a sue moral. una:
t Atiz" grade deama, griaestte oa du- .-- Lou
quezs., a Sm. niquetti sabia talhar e co- gbar
zer, e vesoiat mrsuas fraguezaes,,. corn a ;'oca .
clausula do que Ihe pagassem, pouco Ihe A-e
importawlo a origem do dinheiro.- dintp
Todavia abria redito As lindas raparl- bodosoI
gas e Ais bonits -mulheres, pela razflo do nlEo proci
que, e onfoirwi diza., a uito arn -nin ittyai-A
Riumda creia wa nwa deixx -,de, Ogar. FA era i
-- IL1 'all& Ijlin I


emb#*aa pwq~wte ^e.e ^ ras e di 6'd~f6* 3.be 104, A-ea qt~:ftr.
ha mais de trees co
^ ve'lo 0 o XAM*#k"itIdP qu~m Iem
sequer co-g-rieQopPofeS*c
wqoatm e t)
copiesa v, erttdi*- ;(OT*Uifi i

portanto no limbo! : yonitia ao de
tanteo outros, asji sn m cionad6s nauell
inpotstite rejpit ri.'
Do que a pedra verde a exprsslo
mais commum -do adornopessaia dos po-
ves da Aimerica, teres a .PiOwaCno empe-
nho corn quo tautavamu os indies estacio-
nados ao sal do rio de S. Franciaco subs-
tituir a nephrite por quantas rochas so lheg
approximavam.
0 Tembeta, usado por esates povors do
sul, nada mais represent, ao meu vor, de-
que urnma adultoracgo do primitivo amulato
do Norte. Como so transfgtfrou em addr,
no do peseogo o ornato labial, nao o pOde
nem o poderia, talvez, aiaguem jamaais ex-
plicar. Aquello 6 a expressto dos primei-
ros assomos da vaidade humana, porbm
ainda velada pelos ultimos pre,;eitos do Fe-
tichismo. Este symbolisa o troglodytistno
dos homes primitives, nos panicos a que
era sujeito o seu espirito semi bestial em
luta corn a natureza. N'uma palavra: o
TembetA do Sul 6 a image do barbaris-
mo estoico, ou melhor, da superstito in-
consciento, que nro hesita em rasgar a
carne da face em holocaust As iras do Tu-
pan das tmpestads, ou dos furores do
raio do c6o e dos fogos da terra. 0 amu-
leto do Nort^, embora originado daquelle
terrivel adorno, 6, a urn tempo, enfeite e
preecauglo egoista contra effocc3s a cujo
flagello estito jA sujoitos os primeiroa nu-
cleos da sociedado humana. Eatrentanto,
6 bern possivel que povos hmouvesse bastan-
to adiantados, mas ainda submettidlos ao
uso do TembetAi, pelo respeito devi.lo ao
character traditional desse symbol divino
Montezuma, o grande imperador asteka,
diante de cujos esplendores toinon-se de
verdadeiro pasmo o orgulho audacioso do?
eomnpanheiros do Cortcz, nas grandes so-
lemnidades, trazia pendente do labio infe-
rior umn tembeti Ie c6r verde. Talvez que
se possa reconhocer umdiaque, onde quer
que have terremotos, vulcoes e outs
grades abalos da natureza, existio o use
do TembetA Vou mais long ainda, ad-
mittindo quo fosse at6 origem deste medo-
nho adorio, a presenga constant daquel-
las grandes conflagrag8os das terras vul
eanicas e, conseguinte, o constant pavor
que imprimiam takes phenomenos no espiri-
to timorato dos primeiros habitantes do
Globo. 0 Mexico e toda a America Cen-
tral (21) deviam ter sido, em tempos re
motos, a regiito minais perseguida destes
grandes abalos de terra.
Um argument, entire outros, qu dei-
xam de ser aqui especificados, apreseuta-
se Ihes na famosa naoo dos Mahu6s, no
valle do Rio-Negro, em auxilio a esta mi-
nha supposicAo. Os chefes Mahuns tra-
zemo pendente ao pescogo umn cylindro de
quartzo, cuja posse s6 per si constitute di-
reito A chcfia da tribu, tal era o valor que
so the prendo (22) Este alorno, verda-
deiro amuleto tradiccional e hereditario, de-
nominado geralmente tuxaua-iti, tern, no
va de boa vontade corn suas clients da
sociedade dubia, por6m em casa d'ella e
as occultas, e nern por um throne aequies-
ceria'em ir ao bosque corn urma cocotte na
hera do passeio ao lago. Entretanto, sem
que ninguem lh'o pedisse, ia tomar leite,
do manhitsinha, em S. Germane, na Gra
de Real.
Quando voltava para casa, .coutava A
noite a alguns burguezes de snas relates
as crueis promiscuidades a qUo dava lugar
o seu officio, e que Ihe repugpavam.
A Sra. Briquetti tinha projectoa de fu-
ture; sntrevia o banco preieeta n'nma
igrnja do aldeia, o cura jantando a mesa
do sen castmllinho, os festoes da salad da


Sescola no dia da destribuicao dos premios,


ssas outras ninharias, que so o0
da aposentadoria aurea passada

uanto esperava por isso, e como-
Hermniia era nmito intelligente
bum a casa, permiia-lhe que ti-
amante, e atb, A despeito das re-
sua leal naturema, recebia sob o
ease amente, eambora saygrasso.
ago a diseOe as veses a -me-
lea! pob'!Iromo I. r s o deixa
; "* -" W W Sam=, vi* .. m


Re0 0
S.mito
eigna-
noetur-


Etoa e dsa- erra#6 ipterior. na 6pocs,

st prW. d4 a q *te Este proefiq todo' e respeitos
at6 hoje eogita im.e. eiosa -ra insolu-
v4l4 p6de .sr tal .M cadj a favor de
s6rio examti, qe6 OS e1 exigiudo o as-
'a5mpto das pedra- v es. C Oonv6m an-
tes do tubo, que saibamoaf soe a nephrite,
ponto do partida. deaste assumpto, existed
s6m:3nte no vale dio Amatonas, ou so ou
lem outros pontoi da AAmeriea do Sul.
:Uma series de cogita93as assailta.-nos o es-
piritolo langarmoI unm volver. d'olhos so-
bre as deduecoes aguradads de ca l face
que so for esclareoendo dess complex
problema. PossanO servirao menosas presen-
tes invostigagesI de incentive e de guia
aos que mais tarde e em condigofs favora-
veis so acharem tomI elements para rom-
per o v6j que en volve tao important pro-
vincia da prehiastria sual-americana.
LADISLAU NETTO.

Apparelhos de IIuaminaaiio elee-
triea mlUtares
No primeiro period de sitio de umna
praga forte 6 da hnaior importaneia para o

(12) Squier-- Observation ou a Col-
lection of Chalchihuits from Mexic and
Central-Am. N Y 1869.
(13) De Laet --' Joannis Antverpiani
do gemmis ct lapidibus ), libb. II Lugd.
Bat. 1647.
S(14) Barr6re, Pierre Essai sur l'hist.
nat. de la France equinoxiale P. Pariz,
1741.
(15) Martius Beitrigo sur Etnogra-
phie und Sprachenkundo Amerika's o.
Leipzig. 1867.
(16) Martius Idem, idem.
(17) Marcgrafv-e Historia reruan na-
turalium Brasilia.. ) 1648.
(18) Martins--Op. cit.
(19) B. Shomburgk a Reisen in Bri-
tisch iD Guiana in den Jahren 1840-1844.
(20) L. Netto. Op. cit. pag. 141.
(21) A terra dessa part do Globe,, agi-
tada por espantosos terremotos, proAuzia
os maiures panicos no povo, em virtudo do
.que festejava-se o fogo, suppondo-se que a
humanidado, escape aos cataclysmas pe-
riodicos, era ren-ovada tambem periodica-
mente, ou, come hoje diriamos, redivivia
por milagre do c6o, Code Letellier Mex.
n. 1.
(22) Wallace- T-raaels Amazon and
Rio-Negro.
(23) Americani porto gestant, hos lapi-
des variis figuria effrmatos, alios pisciam
alios avium capitibus aut psittacorum ros-
tris similes ; nonrulos et rotundos sphsua-
larum formal ant etiam coluimelhrum, o m-
nes autemn perferatus. Barbari, qui Guia-
arn incolunt, magni illbs facuat et solint
pyramidali fpma foramiaubus infere sob
inferiori labio: tjalem Gesnerus vocat Ori-
pendtlum.- J-annis de Laet, Antver-
piani de gemmise et lapidibus *. lib. 11
Lugd. Bat. 1647.


Pouco a pouco Hrminia f6ra impoodo
o amnante A Sra. Briquetti, e a respeitavel
oommereiante cocluira por apresental-o a
sen marido, o, atero Sr. Briqiuetti, ex-
empregado da allideg..
E foi assim qu o ijoven audacioso salta-
ra todas as barrniras oppostas pela se-vera
moral da pa toi. .atrava pela escada
grande, e passav t boras na pequeno salo ;
o queo aliAs no t ha .grandes inconvenien-
tes, porque, trabdhaundo today a semaea, o
amante de Herm aia s6 apprecia & noite
e aos doraingos.
No di a em quea o encontramos el man-
darna uma carta so Chefe do sen escripto-
rio, failando-lhe oe ma LIryngite a dizen-
do ilhe que durane dous dias se conserva-
ria de cam ; o eopoime, munindo-se de dous
oberbos ramalhetes, foi para casa da Sna.
Briquetti e ahi a muncou o intento de pas-
sar uran hera e. compa"hia d'espas sonho-
was; e a boa Hsininim, tomou ieo i o, I.m
uma attengao a la dirigida e tomrnou-se
lonca doe alegria.
Logo porim, (ue,-acudindo ao chaiuado
da Sra. ipett, a "eiaa Herinis pe-
a-trou no ealto das p- v o v fu, at,
* lia & n *~i f Aaama onftres fnnnna ns


dirtadto i -da inu ta- io porntol si
oip8* pmti~tis-A lutta foeypo a~eiw
Certos gonera.s pr.ewrtsniturauibjets
hitiiaatsr Iat. a m i; I e U S:eus piano: serao
burlados ,si osr 'atverarios posettrmn pequo-
aos locoruoveis pare Its. ,Rtes locemoveis
poderao, alem disso servir para estawle-
cer corrospondoncias telbaephicaA quer
directamento OdOiorlfe do ponto lumi-
noso,, quer peflt rdexlit 4obre urn object
intermudiario, visivel, ao memo' tempo,
do d.ins ipontos de observaoo. Nao ex-
periencasi feit s em Berlim, em 1875,
produaio-se asaim sobre nuvens urma fa-
cha luminosa, que assemelhava-se ao Ion-
ge a eauda doi um Cemeta 6 estabeleceu so
a cocrespondencia, indo os sigaaes feitos
perante o- appareilho do projocgo des 3nhar-
se sobre essa fachado. Em geral, nalo 6
este o. meio qtu se empr6ga. Sabe so que
na telegraphia ordinarf,, exprimem-se to-
das as ettras do, alphbeto corn o auxilio
de combioagles d&e ponfs e traces longos.
A telegraphia opti-a emprega os mesmos'
-signacs ; os pontos saio lampejos instanta-
,neow, os tragos appariioea de certa dura-
ffao. (.)
Trataremos s6mente aqui do um excel-
'lento apparelho de luz electrica que foi es-
pecialmente combinado para operates mi-
litares em paizes montanhosos.
Este apparelbo compoc-se de uma car-
rota de duas rodas, atrelada a um s6 ca-
,vallo, e transportando todo o material ne
cessario para illuminar os trabalhos do ini-
migo. -
Esto material comprehende:
1.o Urma caldeira Field.
2.0 Uma machine electric do Gramme
do typo M, actuada directamiente per umrn
motor Brotherlod de trees cyln lros.
3. Uin projector do coronel Mangin do
Om,30 de diametro, suspense para o trans-
porte, corn urn support que se desmonta.
Este support, quando se chega ao local
am quo devem funccionar os apparelhos,
p6de ser tirade da carretea o colloeado no
terreno a distadeia de cerca de 100 metros
da machine L qual 6 hligado per umrn fio con-
ductor. 0 project 6 eatSo voltado do mo-
do a ficar colloeado verticalnente para
eitna.
0 projector Mangin compoe-so de -m es-
plho de dupla curvatura do vidro pr-itea-
do em suna face convena, possuindo pro-
priedades opticas notaveis que o fizeram
adoptar per todas as potencias. 0 facho
d luz que emitte tern am a concontraZLo
perfeita. Em& frente ao projector acham-se
duas pontas ;.- a primeira 6 uIna simple
port plan que serve quando se quer dar
ao feixo de l\t toda a cencentra9go possi-
vel; a outra 6- compost de lentes cybin-
dricas que isolam horis6otalmente o feix%
do mode a esclarecer larga zona do ter-
reno.
O aleance que so p6de attingir corn o
facho concentrado 6 do cerca de 2,200 me-

(*) Ver Le apparcils de projection de
lumiire eleetrigque en usag.o dans les arnwes
europeenne, per L. Weissonbruch. (Revista
Mitar Bdega.)


' os dons homes, meio risonhos, meio ti-
midos, voltaram para outro lad3, servindo
Jarel de guia, e send oa, seus passes aba-
fadoes pelo tapete.
-Ouvia-so as tagarellices das operarias na
oflicina; e a patr6a e a primeira costurei-
ra estavam occupadas.
Os dous amigos podesam som aceidonta
ohegar a oatro quarto, n'um recant obs-
enroi, cheio de caixas, de- vassouras, etc.,
mfim um aafarnaum end e Jarel era se-
nhor..
Ora esta! onde esstamos ? pergantou
Bouillaud.
t
SSilencio ouve a nioe -fa9as barulho.
) caixeiro tirou numa caixa, e um raio
de uz, coada per uma fresta, foi projec-
tar-e na parte obscera do gabineto escuro.
,Jarel olhou dutante um segundo pela
frsta, e, depois, re, ando-se diasso &o ou-
viyo de Bouilus0d:
4 "o 6 tto eommodo come o- ohserva-
da~p do outro, saes tempre soe v alguma
owIE. 7tra,, ma telho, eVal POnsaU.
do oe d'aui he- pouco encborAen sa -o

0bedecendo, approximou-se d.

.Ift op kllea comio as que s va
E 1"'lb4 -tava dep& uorneio4t r'jei6

paeVado q 0.0 -1 mu~#nieres wwe.-
lt~4bOtu *quo sosevia* re

a raad corn a Sra.


p-ga de dial


5efrmem 0aCon--
o e podenison care.
Sitti rarvo; sondo a unica
aii treOsporte a caldaira que


peas crca de de kiogramnai.





(Tramdaoeo (io kespanholl)


da horas em qua tudo que me cerca
Se desespera e chora;
Horas em quo urn espirito sombrio
-EoU m s corebro morna.
Horas em que a estrella me pareco
Resplandor de brandies;
A centelha, fuzil do unrea pistol,
E as rosas, sangrcntos coraq5es.
Um cemiterio azal, o mar salgado
Um rosto amarellento
Do invejoso, a lua prateada;
Uria lyra de bronze, o rouco vento.
A escondida fortta da floreata
Finge solugo entAo;
Horrivois gargalhadas, a torrent;
E a noite, uina lobrega prislo.
E do relogio ao toque compassado
Ougo o rude malhar
Do martello cruel do carpinteiro
Quo men feretro 'stia a preparar.
Horas em quo umn espirito sombrio
Em rniceu cerebro moral;
Horas, ai! emin quo tudo quo me cerca_
So desespera e chora.
M. ROZESDO.


C6res


7 udo passa sobre a terra!


J. DE ALENCAH (Ubirajara.)

-Era na solidao da matta virgem:
Junto a um arroio de crystal perenne
Que ao long d'ella torcicolleando,
-Python fugindo todo access cm sanha-,
Mug e ae s, perde, levantada estava
Uina choupana de sap6 coberta,
Obra sem arte, mas gazil e arupla.

-Tinha attractivos indiziveis, mrysticos
Para o que por alli passasse a esmo,
-On toss o ocagador, on o tranoviado,
Esse ninho de more do innocencia
Onde medrava a f'licidade era tudo
E onde nunca jamais da desventura
0 rijo e morno sopro u~n so instant
Penotrara siquer.
N'ella habitavamn
Os dous esposos--Carolina o Lineo-,
Ambos-na quadra dos primoiros risos,
Amnbos no vico das primeiras flores :
Ella-do garcos e bovinos olhos,
Castanhos bucres, granadinas faces,
Rosas na bocca de rubor humentes;
Elle-que as d'ella, de feiges mais rudes,
Tinha entretanto uns rapidos bos4pejos
De belleza nao menos exquisite
No rosto varonil de camafio.
-Duas almas contrahidas n'um amplexo,
-N'umr mesmo ninho duasjuntas-pombas,
-Dous gar'ophyllos d'um s6 ua & penseis.

Viviam eliles-na illusao dos sonhos
Docemente embalados-vida insonte,
Long, bem longer do enganoso mundo
-0 volutabro das paixoes ineastas
justita da surte, qu3 reservava tfo lindas
mulheres para a alta sociedado.
Bouillaud era mais frio. Decahira a
effervesceneia do dez annos de curisosi-
dade, e elle dizia praticamento que, de-
baixo dos fichfis populares, tinha visto
bragos tMao lindos e espaduas t lo brancas
como as da moga.
Entretanto,. continuous a observar ; vie a
moga tomar Q sou vestido de- passeio e
sahir aompa4ada pela primeica costureira
e pela Sra. Bniquaotti, e contimuava a olhar
em quanto Jarel, pensativo, sonhava sen-
tado a'uma velha malls.

E be-n soube-A Bouillard ter demorado
sua observaglo, por que, apenas fechou-se
sobre a client a port peor onde ella sa-
hira, outra se abrio, e esta era exactamen-
te a pela qial entrara a menina Hermi-
niaz e por ella entrou urn' rapaz, quo
apanhando ama roza, quo tinha cahido do
eorpinho da desconhecida,. levou-a aos h-
bios comoa para beijal-a e mordeu-a conm
raiva, dielofs do quo, deitando em torn
de di um olhar espantado, voltou pane o
sea escoaderijo.-
I4 io durou apeoaas dous segimdos.
SIn"-foaet dBouillaid B a vinra arapas
do cosd;M uasdiswe

013ua dies?
V ~da. Podensoa sahir?

Ficando o gabinete aseuro a dous las-
SoS da e&4a.dese Alt Qgdoa ICS
Wnmi~sta ah"m --aA~dk


E asaill l8#vaI ri :i. '-
A contomplaro40 4 do cerulo+ .
--eeacoas ,, wastraiquiU
,COMo.-Smaa ifaiian aeado
Nos braoas da inneceacia 0 eooqueeow
Fivara di 3i 6 que ph b
Vinha'1 icord_- l. /mago enboav
D siouo umn-broso argenteand. as Gorns
Por que'* fugae e p artumosaf "ser
Gemija accords de saudo nd e eha. *

Era enRl 6VOd lItoVi tar-f repotOb;
Souea auros sotihos matizva-o .Dew .- .
E quando surgia enr tyrio manto fl.YHl
A jgial thi nia n oioate,
Log queo as waves entoavam estieot
Mellieos, festuaes saudando o diat,
-Assim so banham alinevosaaagauas
EA lag o~enl ipaUeada ,
;;Ifm qo, 01iaa~.8npUan
NHda~algr|eIotao vfn*s
lam lever ao mamor Sen dos sores,
A'qifelte A ouja v3o fa -e o universo
As riuu, precais a oracoes farventos.

3Amais suas frontes juvenis velara
A iuenos love tuvem dt urn desgosto,
JArnmaiis seas olhos invadira o pranto,
0 ainaro pranto pela dor movido,
JAmaiis seus labios escaparam--impios-
Blasphemias contra os c6os per umn dezar.


Mas um dia... ai quem preva nunca
Que o atroz siroo, da deagraca austera
Crestar viesse as roses da ventara
Aos dous ridentes e campinos incolos I
Um dia Line se despoe A caga
E se aprestando por fazer viagem,
Diz pAra a esposa que ten n'elle os olhoS S:

Eu part, adeus, mas tu d'aqui nao saits,
K Quo eu irei breve e voltarei mais breve)
D'est'arte leva da espingarda ao hombro
E a tiracollo u bornal, sahe a caminho
Ella flea a seguil o do terreiro
Corn as vistas e com a alma at6 perder-se
Entro as espessuras das virentes arvores.

O dia e a noite ae escoaaram lentos
Cornoe saudades que se leva ou deixa
-Agudos cardos a pungir no peito-.
Ainda novos s6e& se succederam,
Elle no entanto nao voltado havia...
... .... ..............
E' que a mnrto o arrebatava iniqua
Fazcado-o alvo do sua propria arma I



Emballe ella o chamou nas bastas selvas
Embalde As auras perguntou per elle,
Embaldo as faces porejou-lhe o pranto-
E a dor rompeu-lhe o cocaiio embalde!....
-Rolea que perde o companheiro amante
E que jAmais recuperal-o pode -

-Vasia a habitagao, vasio o there!

Ler o enorme livro do future
A Dens cable somente,.a Deus quo o escreve4

Reife, 28 do janeiro de 1885.


OLYMPIo BONALD.


Um pones de tudo
CAlino casou-se cam uma moca ejid.ea
furflis..
E observando que todas as noites a, es-
posa punha os brincos n'um prego da pa-
rede, pergantou-lhe :
Porque poes os broncos na parede ?
Esse nl o 6 o sen lugar.
Desculpa meu- amigo, respondeu-lhe
a esposa, nao sabes que as paredes teM
ouvidos ?
--E. exact; tens maisjuizo do qua
eu
Pois sim, roalimente nao valia a. pe.
In.
0 que, pois achas que nao valeu a
penr ?
Ora Deus, nao Ganhei mais uma
conrvicclo, para aecrescentar As quo j4 me
havia dado a experience.
Qual 6 ?
k,' que, camponeza ou duqueza, so
differed as mulberes pela casa.
Jarel cogou a cabega, come o ambicioso
qcae nao se quer convencer.
Mas, dize-me cA uma cousa, prose-
guio Antonio, tu. me tinhas fallado, de um
buraco dissimulado por baixo de urm ca-
bide?
i Certamente; mas elUe estava occu-
pado.
Per cmuem?
Pelo amante da monina Herminia,
que, me parece, s6 Ihe faz corxe- para po-
der ver de perto outra moga.
S- 0 quo! E come se chama esse sU-
jeito ?
- Como se chama? Espera um pou-
co.,. e erto-.... Adalberto?... Ah t
lembro-me,
-Entao?
Chama-se Felisberto&

Sim, qhaa*.ae Felialorto, -
Quo trtaito !e
0 queodizes ?
Nadas. E* i dimae-que frataa.-'
prq, s agundo' vejo,4 6 um, birhante.
Mas, dizeuma oAe & (p-or quo%, ete
e ole twte apaiRmileo fol a %W:a


I-


'U


* 1.




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