Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:13626


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Full Text












..Por-uovadi idem, ., ; -.
Po umN no id a so, de .. s anteriores.
Cada num eo vulso, de dias anteriores.


proprietabe e atwel fiqui


bA Jhria & Ji1jito


' L~ m





RIO DE JANEmO, 6 de maio, As 4
horas o 25 minutes da tarde. (Recebido
A s.5 horas e 15 minutes, pela linha ter-
restre.) ''

A Camara dos *rs. Deputados dis-
cutio hoje a retirada do -!O odri-
gues Juntior do'welo io'gaKisrte. to-
mando partepotlebe divergso ora-
dores.
Seudo reqierkdo o encerramcnto
da discussao, foi esse rcquerimeito
approvado por 45 votos contra 3S,
sendo deates ultin s 2:4beraes.


(Especial paoa o Diario)

PARIS, 5 de-maio, A tarde.


Siao os seguintes os resultadu 4oi-
S pletos dam eleic6es munlclpaes.q1ive
acabam de ter lugar em Paris z .
Radicaes ou autonomistas *
Opportunistas
Conservadores
Socialistas, revolucionarios u.on
partido operarto 1

LYON, 5 de maio.

Em consequencia dam novas elel-
O4es municipaes, a maloria do con-
selho oube ao partido radical.

Agencia Havas, filial em Pernambuco,
6 de maio de 1884.


INSTRUCCIO POPULAR

i NiTUZL BO UZi3M
(Extrahida)

PARTE II
ANATOMIA E PHYSIOLOGIA
(Contin Uago)
A bexiga natatoria ,6 (como o seu nome indica)
uma bexiga membranosa que se acha situada na
regia o.dominal, per baixo da espinha dorsal (co-
l l bral), e que urmas vezes communiea
corn emo, outras com o esophago (canal que
da t0 ao estomago) por meio de umn
ducto ,o qual o ar pode passar.
Pare .r nem em todas as species vai
para a bexig natatoria por este caminho, e que 6
Meregado em alguns peixes por certas glandulas
(orgaos destinados em geral nos animaes A secre-
91o de certos productss.
Estas glandulas acham-se situadas nas paredes
da bexiga natatoria,-a qual As vezes 6 completa-
meiLte fechada.
Os movimentos das costellas comprimem mais ou
menos esta bexiga, a qual 6 elastica; e, variando
assim o volume d'ella mais ou menos, fazem que o
animal tenha um peso especifico variavel, (igual,
major ou menor qae o da agua), e que por esta ra-
zao possa conservar-se em equilibri na agua, mer-
gulhar, ou yir mais A superficie. Eis a razao por-
que os peixes sobem e deseen dentro d'agua.
A bexiga natatoria nio 6 constant em todas as
species de peixes; falta em algumas e tem-se ob-
servado que 6 ella em extreme) poquena e reduzida
n'aquelles peixes cuja vida 6 passada no fundo das
aguas, per entire as camadas lodosas nas quacs se
escondem. As raias. as enguias, os linguados, o
rodovalho, estIo n'este caso.
A bexiga natatoria, pode, em alguns peixes,
pela sua estructura membranosa e pelo grande nu-
mere do vases sanguineos que n'ella se distribuem,
comparar-se corn os pulmoes.
(CoWtinka).


PARTE OFFICIAL

Governo da provincla
EXPEDIENTE DO DIA 3 DE ABmIL DE 1884
Actos :
0 president da provincia, attendendo ac
que requereu Izidoro Marinho Cezar, professor
de Boa Viagem, tendo em vista a informacao n.
106, de marco findo, do inspector geral da Ips-
true.o Publica e o parecer da junta medical pro-
vincial, resolve conceder ao peticionario 3 mezes
de licenca corn todos os vencimentos para tratar
de sua saAde onde Ihe convier.
0 president da provincia, tend em vista
proposta do inspector~do Thesouro Provincial con
tida em officio do 1 do corrente, sob n. 525, re-
solve nomear o cidadao Leovigildo de Barros Cor
reia, para exercer o cirgo de escrivao da colleeto-
ria do Altinho.-Communicou-sel ao inspector d(
Thesouro Provincial.
Officios :
Ao Commandante das Armas interino.-
O Exm. Sr. conselheiro Felippe France de S8
em aviso circular de 25 de marco findo, commu
nica que S.M. o Imperador, houve por bern, po
deereto de 22 do mesmo mez, nomeal-o mimstro
secretario de Estado dos Negocios da Guerra.
quo declare a V. S. para o sen conhecimento
finBconvenientes.-Fizeram-se as devidas con
munica96es.
AG mesmo.-O Ministero da Guerra e0
aviso circular de 24 de mar90 findo, manda ce's'
o abono de gratificacao quo se faa MS. agneiad(
zw de voliatainos ntea urorincia. visto abhar-'


aeatotanto, e commando, aceitar o5 vI
lmastios idomm quo se afia
eosaqueseforemado: me Wqi
rw Ii m V.8.praea
... 1 ao i psetor 4&. Tb
do : '
~ ~ A V S. deiiiiiini ~i n omior iim qa amiai~
irOw'"' .*' m a n W W 4 :fti- N ot' ^"Jy^,--,fr w IHW ^*g'i.


vmda da corte, corn destine a enfermaria military. mar9o findo do inspector geral da Instruc9lo pu-
Ao mesmo.-D6 V. S. suns ordens, para que blica, resolve conceder ao peticionarie, a contar
na primeira oppor.n idade, sign para a c6rte, a do 1I do corrente mez, 4 mezes de licenca corn or-
reunir-se ao bataniao a que pertence o tenente do denado para tratar de sua satude onde Ihe convier.
exercito Jos96 Lourenco da Silva Milanez. 0 president da provincia, attendendo ao
Aoinspector da Thesouraria de Fazenda.- que.requereuo 20 escripturario da Alfandega, Bo-
Mande V.S. pagar sob a responsabilidade dest4 nifacio Calmon de Cerqueira Lima, e tendo em
Presidencia, a ajuda de custo, na importaneia de vista o attestado medico que cxhibio e a informa-
600S arbitrada pelo Ministerio da Justica no aviso 9io da Thesouraria de Fazanda, de 19 de marg90
junto per copia de 17 de marco ultimo, ao bacha- ultimo, sob n. 181, res vlye conced r-lhe 3 mezos
rel Aureliano Apusto Pereira de Carvalho, no- de lieenga corn vencimentos na f6rma da lei para
meadow juiz municipal e de orphaos do term do tratar-se da molestia beriberi, onde Iho convier.
Brejo, na provincial do Maranhilo. Officids :
Ao Dr. inspector da aSaude Publica.-Recebi, Ao Barlo Nogueira da Gama, mordomo da
e agradeqo, os tubes capillares contend lympha casa imperial.-Em resposta ao officio de V. Exc.
vaccinlea, enviados per V. S. em officio a que res- de 10 e 24 de mar9o, cabe-me deelarar que em da-
pondo, do 1o do corrente mcz. ta de 26 do alludido mez, autorisei a Thesouraria
Ao director do Arsenal de Guerra.-Mande de Fazenda a entregar a Francisco Maria Duprat,
Vine. spresentar ao coronel commandant das ar- a quantia de 2:000 saccando a dita quantia con-
mnias interino para set inspeccionado de saude o tra essa Mordomia em favor do Thesouro Nacionali
soldado do 4* batalheo de artilharia a p6, SilvinoI Ao Dr. chefe de policia.-Fico inteirado
Xavier de Siqueira, addido A Companhia de Ope-I pelo officio n. 357 do 10 do corrente mez, de jB se
rarioe Militares desse Arsenal, conforme pedio no acharem recolhidos A Casa de DetenCalo 26 crimi-
requerimento, que veio annex ao seu officio n. noses transferidos da cadeia da cidade do Li-
1024, de hontemn datado. moeiro.
Ao mesmo.-Mande Vmc. satisfazer, a vista Ao director do Arsenal de Guerra.-A' vis-
do orgemento, quo veio annexo ao seu officio n. ta do que expoe essa directorial em officio n. 1,010
1017 de 27 de marro find, o-Jncluso pedido de de 18 de marco findo, autoriso Vinmc. a mandar
nilnpapeltas e corn certificado de obitos paraa comprar no mercado, corn destine ao paiol da pol-
enfermarisn military, visto haver credit para oc- vora da Imberibeira os artigos oenstantes da rela-
correr a respective despeza na importancia de 91o annexa ao citado officio, uma vez que, para a
23; segundo informou a Thesouraria de Fazenda respective despeza, segundo declare a Thesoura-
em officio n. 224. de 1I do corrente. Communi- ria de Fazenda em officio de 2 do do corrente, sob4
kou-se ao inspector da Thesouraria de Fazenda e n. 226, existed credit e na verbal competente.-Com-
Commandante das Armas. municou-se ao inspector da Thesouraria de Fa-
Ao mesmo.-Mande Vmc. satisfazer o inclu- zenda.
so pedido de artigos de fardaniento que, para suon Ao engenheiro chefe da reparticao das Obras
use, faz o 2o cirurgilo Dr. Jos6 de Miranda Curio Publicas.-Approve o orcmento que Vine. remet-
-Communicon-se ao commandant das armas e teu corn o officio de 31 de marco ultimo, sob n. 75,
Thesouraria de Fazenda. na importancia de 3:105,000, para execuiAo de
A' junta classificadora de escravos de Goyan- rcparos da ponte do Tahyba, em Pao d'Alho, e
na.-Determinando o Ministerio da Agricultura, autoriso-o a mandar pol-os em praga, nos terms
Commercio e Obras Publicas, na 6a regra do avi- das instrucoes de 30 de agosto de 1875.-Com-
so circular de 19 de janeiro do anne passado, que municou-se ao inspector da Thesouraria Provin-
os escravos menores de 21 annos sejam classifica- cial.
dbs e libertados corn os pais, residindo corn estes A' junta classificadora de eseravos do Re-
-no mesmo municipio, cumpre que Vines. se reunam cife.-Determinando o Ministerio da Agricultura,
nquanto antes para procederem a exclusion do me- Commercio e Obras Publicas, na 6a regra do Aviso
!nor Francisco, preferido sob o n. I1 da classifica- Circular de 19 de janeiro do anne passado, que
-.o de que Vine.-.euviaram c6pia corn o officio de s escravos menores de 21 annos sejam classifica-
21 d mnaro ultimo, visto ser filho de escrava li- dos e libertados corn os pais, residindo corn estes
bertada pelo fundo deemancipagilo no municipio no mesmo municipio, cumpre que Vmcs se reu,,am
de Itamb&.-Communibou-se ao respective juiz de para procederem a exelusito do menor Francisco,
6iophaos. preferido sob n. 4 da classihcaao e que n ilo se
;Portarias : acha nas condic95es acima ditas visto que filhoe
"- .umpre que a camera municipal do Limoei- ie escravos libertados por conta do fund -de
reo, 'Oxpea as devidas communicagoes e de as de- emancipaao no municipio de Iguarrassd, come
iiiais'.providencias afim de que se proceda nesse consta da c6pia da claaificaLo, que Vmcs, en-
muieicpio; no dia 20 de maio vindouro, a eleigao viaram corn o officio de 2 do corrente.
para preenchimehto da vaga havida pelo falleci- -Outro sim, envio hoje ao Ministerio da Agri-
mentodo capitaoJosa Antonio Pestana, vereador culture, copia do alludido officio-Communicou-se
dssa camera. ao respective juiz de orphilos.
SAssirn respond ao seu officio de 28 de marc A' junta clssificadora de escravos da Esftda
findo. Communicou-seao juiz de direito de -Approve, por ester de acecordo c0mrn o que deci-
Goyanna. dio esta presidencia, em 10 de marco ultimo, a
0 Sr. gerente, -Ompania Pernambucana classificaao de que Vines. enviaram copia corn o
-Faqa transportaaepiBP-: i P uidio deFernando officio de 19 do dito mez, recebido no dia 1' do
de Noronha, por cpnta do commerciante Luiz Jos6 corrente, e determine que, find o praso do art. 341
da Silveira, os generos e'objectos de que trata a do regulamento n. 5185, o collector geral, mem-
inclusa relaqao. bro dessa junta, promova o arbitramento dos es-
0 Sr. gerente da Companhia Pernambucana craves libertandos, tendo muito em considenraco a
-Mande dar passagens a r'a Climerio Jacintho ordem circular do Thezouro Nacional de 16 de
de Sampaio4at a provincia da Parahyba por con- julho do anno passads, sob as penas da lei-Com-
ta das gratuitas a que o governor tern direito no inunicou-se ao respective juiz de orphLos.
vapor liquidd que segue no dia 5 do corrente pa- E.XEDIWTU po cMECBTAXIO
raes Qrt fl dnort, Qf.. .,... Oieios: .. a6 .
-' 9 d Com.a a -ibn cana. -_Ao Dr. I.0 seereto da Xueiit, Provin-
-Mandoe W- sagem a re atr o port da Gran- cial.-De ordem do Exm. Sr. desembargador pre-
ja no vapor Gquid que segue para os portos do sidente da provincial remetto aV.S. a inform lo
norte a 5 do"eorrente, p.r conta das gratuitas a prestada pel4a Repartiqlo dan Obras Publicas,
que o governor tern direito a Adolpho Fernandes acerca da pretengo de Francisco Xavier Soares,
de Sa Antunes. eujo requerimento devolvo. Fica deste modo sa-
EXPEDIENTE DO SECBETABIO tisfeita a requisiao de V. S. em officio do 1.o do
Ao Dr. 1.o secretarie da Assembl6a Pro- 'corrente sob n. 47. -
vincial. -De ordem do Exm. Sr. desembargador Ao engenheiro chefe da reparticlo das Obras
president da provincia, remetto a V. S. as infer- Publicas.-De ordem do Exmn. Sr. deembargador
ma5es do Thesouro Provincial de 30 de outubro, president da provincial accuse o recebimento do
7 de novembro, 24 e 27 de desembro do anne pas- officio de 2 do corrente, sob n. 80, em que V. S.
sade e 15 de janeiro ultimo ns. 279, 294, 364, 369 communica ter mandado passar certificado da la
e 396, referentes a falta de credit para occorer prestanio a que tern direito o arrematante da obra
ao pagamento da importancia de 2309150 prove- do recenstruccao da ponte de Muribequinha.
niente de passagens effectuadas no prolongarmen-_
to da estrada de ferro do Recife ao S. Francisco
per conta da provincia durante os mezes de julho DESPACHOS DA PBESIDENCIA DO DIA 5 DE
a outubro do referido anne, afim de que a Assem- MAIO
blea Legislativa Provincial se sirva decretar a Tenente Antonio de Araujo Marques. Informe
quota necessaria para a realisacao d'aquelle pa- o Sr. commandant superior da guarda national
gamento. da comarca do Recife.
Ao mesmo.-De ordem do Exm. Sr. desem- Dina daSilva Coutinho.-Nio tern lugar, em vis-
bargador president da proviacia devolve a V. S. ta da inforraoio.
um exemplar da resoluaio dessa Assemblea, sane- Ferreira de O0iveira & Irmaos.-Deferido corn
cionada sob o n. 1,797. o officio de hoje ao engenheiro chefe da reparti-
Assim respond ao seu officio n. 46 de 1 do ciao das Obras Publicas.
corrente mez. Francisco de Oliveira Travasso. Informe o
.- Ao mesmo.-De ordem do Exm. Sr. desem- Sr. commandanfe superior da guard national da
bargador president da provincia remetto a V. S. comarca do Brejo.
afim de ser present a essa Assemblea o officio Fielden Brothers.-Informe o Sr. inspector do
junto da Camara Municipal do Recife, pedindo Thesouro Provincial.
urea transposicao de verbal para auxiliary as des- Francisco Marques da Trindade.-Indeferido,
pezas que se tern de fazer corn os festejos que se A vista da informamio.
preparam para solemnisar o dia 28 de setembro Gomes Maia & C.-Sim, corn as restricaes fei-
proximo. tas na respective release.
Ao Dr. Jose Ilygino Duarts Pereirna.-Par- Gezente da companhia dos /Trilhos Urbanos do
ticipo a V. S. que acha-se- nesta secretaria o de- Recife a Olinda.-Certifique-se.
crete de 22 de mano find, nomeando-o para o Jose Lourenco da Silva. Informe corn urgen-
lugar de lente da 3a cadeira do 5 anne da Facul- cia o Sr. engenheiro fiscal da estrada de ferro do


dade de Direito do Recife. Recife no Limoeiro, tendo em vista o regulamento.
Ao Revd. Marcal Lopes de Siqueira.-Deor- Joaquim Jos6 da Rocha.-Sim, corn as restric-
dem do Exm. Sr. president da provincia, remet- cres feitas na relaclo annexa A portaria desta
to a V. Rvma. seis tubes capillares contendolym- data.
pha vaccinica. Simplicio Jos6 Carneiro de Mello.-Dirija-so ao
-Mutatis mutandis aos subdelegados de Ca- Sr. inspector do Arsenal de Marinha.
tonde, Agua-Preta, Gamelleira, e Chan de Car- Secretaria da Presidencia de.Pernambuco, em
pina. 6 de maio de 1884.
EXPEDIENTE DO DIA 4 DE ABRIL DE 1884 0 porteiro,
Actos: Joaquim Leocadio Viegas.
0 president da provincia, resolve nomear
o Sebastiio de Barnes Barreto pars o posto de ca-
r pitio da 2a companhia do 66. batalhio de infan-
taria do service active da guard national da co- INTERIO
marca de Olinda e Iguarassud, em substituigio do I T O
Scapitio Jolo Baptista da Silva Guimaraes, que Correspondencla do Diaro de
s pedio passage, afim dfe ser aggregado a um dos Perambueo
r batalhoes da comarca do Recife.--Communicou-se Prne
ao respective commandant superior. PARAHYBA DO NORTE-28 DE ABRIL
a 0 president da provincia, para ecugo da DE 1884
- lei n. 2,395 de 10 de setembro de 18%, resolve DE 1
- nomear para a 13a secoo da reserve da guard Uma pequena digressio ao centro e a precipi-
- national de Olinda e Igunarassu, os seguintes of- taLo corn que apresentou-se aqui o paquete pas
- ficiaes : sado, foram as causes da demora desta missiva.
o l.a companhia Principiamos per communicar-lhe, que, no dia
Capitao, Bernardino de Senna de Albuquerque 29 do mez proximo passado o capitao Julio Maxi-
Mello. miano da Silva, dirigindo-se para o soeu em-
- Alferes, Fausto Clementino Bezerra. prego n Secretia do Governo, fdra cobarde-
2.' companhia mente aggredido em caiho por seu cunhado
i- Alieree, Jose Tavares Pires da Motta. Caetano d'Almcida, quA, & eavailo, deitou-o per
3r companhia terra chicoteando-o; Julio em defeza propria dis-
e Alferes, Francisco Ernesto Monteiro.-Conamuni- fechou alguns titros de revolver em sen aggres-
0 cou-se ao respective commandant superior, sor, que ficou desaemado e gravemeste ferido -no
e 0 president da provincial, tend em vista o brago direito i juizo de facultativoes, ndoaquole
i- officio do lo do corrente, sob n. 78, em que o en- preos tempo depois pelo delegado Benjamin Lins
genheiro chefe da reparticao das Obras Publicas 9 mais tarde post em liberdade par wheia-coupw
m inform que o arrematante da obra de reparos da o n vista da polpitante illegalidade de mwelhante
ir ponte de Arrombados, nae den come o aos res- prisilo e proced-se nos ulteriores ternans da for-
- pectivos trabalhos, nem assignou no Thesouro maao d culpa.
e Provincial o competente termoe e contract, resol- Este faqanhudo delogado, vulgarmente cashe-
o- ve deela.-ar o mesmo arrematante incuso nas pe- cido po abeeira, acaba de se demettido, a bem
o-.. mas do art. 56 do regulamnto de 24 de 1asino d i i9o pubileo, por BW torpen, e a en-
ie de 1874, e detennina que seja a dita ohbraposta s oevaon'aqelle arg era.t A tiM"4l1d0puo0m M
ie de novo em prac n teraom d&W instetw do s'rios cam. um urns. it a br iM
n- 0de tgto de 1875.--Fieram-se as devdas inaudita annta 4 moal pMubliea-
S-Efim antestadedoquo nimnea.....
-Opre ente da previncsi, aftendead o Atravewmw I poca md paqulds eti
a.~ ~ a mirqurt m Bcn~oTeixei de Imonr m- digiu de repftaeadfflin M cma pKrMotMA% i
/. ri 'rio 1wotoS de VM o b nw ft-USnw 3 dsseala I
o* tetdoemvista a.114 de029do P ent tie deu.-e squea trte "W&pi


e factors 4ais extraordinarios be. aguardam; per
quanto nUn o santuario das families 6 aceatado!
Para os pasquineiros, todos empregados pu-
blicos ban conheeidos do Governo, a honra e a
dignidade, fugiram espavoridos dos nobres carac-
teres come de suas pessoas.
Q m re~sponderA pelas coisoquencias fianestas
de tio audaz commettimento?
As autoridades mais adiante nito se acharilo
compromettidas?
Aguaidemos om acontecimentos.
Desenrrolveu-se a camera dc sangue, o sarampo
o a belga nos terms de Itabaiana e Campina
Grand. S. Exc. o Sr. president da provincia
tomou loI providencias tendentes A proteegao dos
desvalidos, abrindo os necessaries credits e no-
meando commissoes de soccoreos.
A commnisseo nomeada para apresentar o pro-
jecto de reform da instruceco public, ja fez o
trabalho que vai ser descutido ante a Presidencia
e qualqucr destes dias terA lugar a primeira rex4-
niao.
/AffiriaMse que o director Dr. Eugenio, affastan-
do-se de seus companheiros de trabalho apresen-
tari trabalho seu, corn o firme proposito de armar-
se contrs o pobre professorato.
Queurvio dito ta-abalho, diz, quo elle, al6m de
encerrarlmuitas perversidades para arranjos poli-
ticos e pequenas vingangas, acha-s3 evrado de me-
didas coatradictorias e inexequiveis. Este direc-
tor 6 liberalao das Arabias!
Confiamos, que o superior saberA cortar-lhe o
sacrilegio.
A provincia gosa de plena paz, gragas ao zelo,
criterion e illustracao, que carecterisam o distincto
Srs. Dr. Ayres do Nascimente e seu digno chefe de
policia o Dr. Domingos Jos6 Alves da Silva.
OxalA passamos ter per muito tempo estas daas
autoridades...
Vio em born andamento as obras do quartel de
linha, que promette ficar um bonito edifiio e que
bastante recommendar. o provecto engenheiro mi-
litar que o dirige Dr. Tito do Amaral.
Aproximam-se as elei9oesoe cemeoa o Conserva-
dor, orglo da dissidencia conservadora, a assestar
suns baterias contra todos e contra tudo, naeo pou-
pando soeus proprios correligionarios, representa-
dos na pessoa do benemerito chefe deste partido o
Exm. Sr. commendador Silvino Elvidio Carneiro
da Cunha.
Verenuos em que param as modas, pois a dis-
sidenciq# nao recua ante os meios, ainda os mais
desusa4ps, come a calumnia, a difamag9ilo e o em-
buste ;#endo esta a razao porque Ihe chamam-
commla coroada.
0 Sri Pedro Velho, juiz municipal de Maman-
guape, Ochando-se interinamente na vara de di-
reito, ababa de annullar a eleico que ali se pro-
cede. para um vereador, send o eleito parent de
sua seoiora em grio tal, que o impossibilitara ie
eonhee* d'essa eleigio e tanto isto reconhecia
&quell juiz, que anteriormente se havia suspei-
tado tuma causa civel em que interveio aquelle
P0 n!erior Tribunal da Relago, A quern irilo os
autos., de conheeer de quanto 6 capaz um juiz
dasab'ado; e ate breve.
Alfa rendeu o mez passado 42:959;698
Com o Provincial 9:3870647



PERHNAIIBUCO

SProvicial
Sla SES AO EM 16 Dm ABRIL DE 1884
PRESIDOENCIA DO EXM. SR. BAAO DE ITAPISSUMA
(Cowlus8o)
ORDEM DO tIA
Continue a 2a discussio do art. 4o do project
n. 25 deste anno.
0 Str Jos6 Maria faz algumas copsidera-
95es em resposta As do- Sr. Olympio Marques.
O Mr. Olympil Marques-(Nao devol-
veu o seu discurso).
SE' lida, apoiada e entra conjunctamente em dis-
cussio a seguinte emenda:
N. 2.-Ao art. 4o-Supprimam-se as palavras
e provadas em juizo.-AcCreseente-se: poderA,
por6m ser suspense, per faltas graves, a juizo do
president, ate que se justifique em juizo compe-
tente.--O. Marques.
Sr. Estevwo de Ollveira-E' sobre a
emenda Sr. president que eu venho offerecer nuna
simples consideraco. Acho aceitavel a emenda
na 1 parte. Urea vez que o funccionario tenha
commettido no exorcicio do seu emprego alguma
fraud, 6 de utilidade public que elle seja imme-
diatamente punido e a demissao n'este caso e exac-
tamente a punicao merecida.
Isto 6 de conveniencia public. Urna vez que o
empregado se tenha desviado fraudulentamente do
cumpnmento de seus doveres, deve ser punido sem
mais detenta. Aguardar o process, acho que 6
de inconveniencia manifesta. Na 21 part porem
eu penso que a emenda nao tern forca bastante
para impor-se A approvacao desta casa. 0 func-
cionario esta sujeito a suspensao como modida des-
ciplinar. Temos conseguintemente que a emenda
neo 6 mais do gue a repeticao de unea idea que
estA convertida em lei.
Assim Sr. president aceito a emenda na 1a par-


te e voto contra ella na 2a.
O Sr. Meira de Vaseconcellos-Sr. pre-
sidente, eu tenho algumas considera94es a fazer
em relailo A material do art. 4') do project e
tambem em relaciao a emenda que acaba de ser
lida.
0 art. 40 do project, Sr. president, me parece
nio poder ser approvado pela Assembl6a. porque
consigna a doutrina de que o thesoureiro d'essas
loterias especiaes s6 poderA ser demittido per
fraud no exercicio de suas fnucces.
Assim a demissio d'esse thesoureiro s6 podera
ter lugar dade esse tacto, verifieada essa hypo-
these assignalada n'este artigo do project que se
acha em diseussio. Mas pergunto en: o thesou-
reiro nio oderi per ventura commetter muita.p
outBtt'M rqute possam exigir tambem sua de-
miBSao?
Pode elle nao commetter nenhuma, mas pode
tambem commetter muitas outras al6m das de que
cogita o art. 4o, porque n6s sabemos, que um the-
soureiro de loterias, e principalmente da natureza
d'este de que tracta o project, nao pode pecear
sdmente pela fraude, que 6 referente a uma certs
ordem de deveres que slo infringidos, mas que ha
outras faltas que devem por sua natureza provocar
a perda do lugar a que me refiro. E isso os no-
bres deputadas no me podem contestar. Ora
desde que passer o artigo do projeeto come so acha
redigido, nos termos em que estA, essas outras
faltas que podem impor a necessidade da demissa
do ftmuneeionario, eficamn sem corrective diante da
dispoesico da li em que se procura convertel-o
Teremos al6m disto uma lei provincial em antago-
nismo perfeito corn a lei geral, que manda punih
memo comn a demissIo muitas dessas faltas.
SEu creio que o nebre deputado, meu digno corn-
panheiro de ditrieto, nao podera corn vantage
contestar-me neste ponto. A fraude de que tracts
o art. 4 do project nao A a uniea falta que pod(
pot ventura commetter es e thesoureiro.
0 S.a Josh MAuA-As outras sa podem ser en
ttemzooseu.
0r 8&Ma nE l voUrovar ontranio.
0 a&S Jol AA- Vje. ao zpode provr <
oeJara .. nonr- U-.UII, WU, ,,
i 8fisai WPM, T_ -__JA-1_ x.


--;. RODbr (topu Teawi a omW-
e at6o fimi. I
pmstmsunt quo pa um nluga
oo que o oome, que vai occupa


Creio que n'esta provincia tern havido mais de
um thesoureiro de loterias, cuja honestidade e boa
f6 nao tern sido postal em duvida, mas que por ou-
tras circumstancias mostraram-se incapazes de
bern desempenhar os seus deveres. Tenhamos em
vista tambemrn o fimn a que so destinam essas lote-
rias, porque, segundo me parece ellas nao foram
creadas s6mente para haver um thesoureiro.
0 SR. Jost M.ABIA-Eu ja expliquei este onto
satisfatoriamente.
0 SR. MEIRA DE VASCONCELLos-Na occasiao nao
cstava present e por isso nilo tive o prazer de
ouvir a V. Exc. Sendo esta a la vez que fall so-
bre a material de que nos occupamos, corre-me o
ever ae manifestar todas as duvidas que assal-
tam ao meu espirito.
0 SR. JOSE MARIA dA um apart.
0 SR. MEIRA ,E, VASCONCELLOS-Mas ouca-me
primeiro o nobre deputado. Antes de tudo, pela
disposiclo contida no artigo que discutimos, o
funccionario quK f6r occupar o lugar de thesou-
reiro, commettendo, coma jA disse, outras faltas,
que nao aquella resultante de fraude, neo fiea
inhibido de continue no mesmo lugar, provindo
d'ahi um damno irreparavrEL ara o fim a que se
applicam essas loterias, porque esse thesoureiro
se porventura nao cumprir bemrn corn os seus deve-
res, nao inspir-arA certamente bastaute confianga
ao public, e neste case o que teremos ? Teremos
prejudicada a idea que presidio a autorisagio
d'essas loterias destinadas ao fundo de emaucipa-
9ao provincial.
0 SR. JosE MARIA-Nao ha tal.
0 SR. MEIRA DE VAscoCELLOS-Sem duvida ne-
nhuma.
0 Sa. Jost MARIA -Mas se ell e 6 obrigado a en-
trar corn o dinheiro, ja ve o nobre deputado que
elle serA o mais interessado em cumprir bem corn
os seus deveres.
0 SR. MAIRA DE VAscozcnELLOS-V. Exe. terA a
bondade de mostrar-me aonde se acha isso no pro-
jecto. Segundo o art. em discussa'o, ainda mesmo
que o thesoureiro nautrague, uma vez que nao te-
nha commettido fraud, pode continual no mesmo
lugar.
0 Sa. Jos MABIA-Tem o direito de pedir de-
missao.
0 SR. MEIRA DE VASCONCELLOS Bern ; V. Exe.
reconhece isto que digo.
Mas supponha que por um vicio ou por uma im-
possibilidade intrinseca, isto 6 por nao ter o the-
soureiro certo geito especial, que, forga 6 confes-
sar, 6 necessario para esta natureza de funcoeis,
nalo se sahe perfeitamente do cargo e fica sujeito A
pena, A que V. Exc. se refere : entrara neste case
corn a importancia de todos os bilhetes que nao
foram vendidos; mas esse funccionario, que .e uma
vez victim de um damno desta ordem e que se re-
conhece elle proprio na impossibilidade de conti-
nuar no exereicio do cargo, terA. de deixal-o. Ora
o ue result ?
6 Sa. Jost MABIA-Que dez outros queiram.
0 SR. MEBA DE VAscocELLos-Resulta, confer-
me a natureza dos factos que derain lugar a essa
falta, que essas loterias ficario abaladas ; e V.
Exe. comprehend que, uma vez isso verificado,
ellas nao poderao mais sortir o effeito desejado.
0 Sn. Jost MARIA-Esta argumentacao nao faz
honra A logical de V. Exe., a qual reconhego.
0 SR. MEIRA DE VAscoNcELLos Nio sou dos
mais fortes em logica, mas V. Exe. ha de reco-
nheeer que esta argumentaca precede perfeita-
mente.
V. Exe. que 6 umn dos adeptos da grande idea
abolicionista...
0 SR. Jost M IAn-Sim, senior ; honro-me mui-
to por isso ; e V. Exe. 6 meu eorreligionario nes-
te ponto. a
0 SR. MEIRA DE VASCONCELL.os-Neste ponto...
V. Exe., digo, nio pode querer que venham re-
sultar deste seu project embarabos a um intuit,
que V. Exe. afaga por todos os modes e que dese-
ja jue venha a produzir os seus naturaes effeitos.
0 Sa. Jost MAxIA-Basta este precedent : foi
thesoureiro dam loterias da provincia um cidadio,
que perdeu per isso a sua fortune ; veio ainda
um segundo que tambem perdeu a sua fortune t
veio ainda um tereeiro, a quem succedeu o mesmo:
aem per isso as loterias ficaram abaladas ; mas
veio um quarto que fez a sua fortune por meio
das loterias.
0 SA. ANTONIO CoeRiEA-Em certo tempo as lo-
teria estiveram aqui muito desconsideradas. (Ou-
tros apartes.)
0 SB. MEIRA DE VAsCoNcELLos--Nao conhecen-
do os factos, a que acabou de alludir o nobre de-
putado, V. Exe. presta-me um grande auxilio
corn o seu apart, que aceito, porque dA o teste-
munho da verdade que estou aqui enunciando, is-
to 6, que pode trazer o descredito das loterias o
mode porque o thesoureiro se possa have na ge-
rencia dos mesmos, e isto vai prejudicar o gran-
dioso fim a quo saLo destinadas as de que faz mcn-
eo o project.
Depois attend o nobre deputado a mais uma
cousa, e 6 que as faltas a que podem dar lugar
ao descredito das loterias, podem ser variadas,
podern ser multiplas. E' possivel que o thesou-
reiro das loterias naufrague no desempenho das
suns funccoes, prejudicando-se, sem acarretar en-
trotanto desconfianca para as loterias, sem acar-
retar un corto desprestigie para este jogo publi-
co, mas 6 poosivel quo se drm faltas outras, de na-
tureza divwrsa, que tenham come collorario, come
consequencia logica c natural, o descredito das lo-
terias.


Supponha-se que se realise esta ultima hypo-
the : o quc teremos ? Teremos disvirtuado, para
nao dizer inutilisado, o grande fim a que slo des-
tinadas as loterias, de que tracta o project.
Eu sou inimigo deelarado das loterias, porque
ache que ellas slo antes urn mal public do que
um beneficio.
0 SR. VISCONDE DE TABATI-GA-E' inimigo, nmas
nao compra bilhetes ?
0 SR. MEIRA DE VASCONCELLOS Sou inimigo
mesmo porque compro bilhetes, porque a loteria
s6 serve para oensumir as economics dos pobres
e levar o dinheiro As algibeiras dos riches. De or-
dinario sLo os rices que tiram a sorte grande ; os
pobres s6 fazem peider na loteria ; e quando se
Stracta de pobres, que se acham em condioes mui-
Stissimo precarias e que nito se dominam, vernos
que elles sLo levados ao crime por este jogo, que
S6 acariciado pelos poderes publicos, quando ao
Scontrario per elles devia ser cerceado e reprimido.
t (Apoiados.)
L UM SA DezFd ADO E as vezes tira-so a sort
r grande sem comprar bilhete.
0 SB. MnEIA DE VASCONCRLLOS Se 6 verdade
que se tira a sorte grande sem comprar bilhete,
Seu tire d'ahi mais um argument contrd as lote-
Srias, para robustecer a minha opinino a este res-
peito, sob todos os pontos digna de ser attendida
(Apartes.) .
'Klei,--a-m cepin-eeo- i uoento-t


. Bem, o nobre deputaao reconnece que eu tenho
razno... -
O SR. JosE MiA-Aa-NMo, nao reconheco tal.
0 Sn MIma-... na objecoao que estou levan-
tando contra este artigo. Effectivamente a dis-
posiao do artigo nao pode ser approvada tal qual
se acha conaignada no project.
0 SB. DBVMXoND FLmo-Um dos proprios sig-
natarios do project fallout impugnando este arti-
go. Isto 6 munito significativo.
0 8. MMImA --Iio ouvi; como ja disse, nio
tive oeailo de estar preaente A discussio do pro-
jecto ; 6 a primeirLvez quea ella assist.
Corn relao & ultima parte do artigo, a se r elle
approvado, devem serow uppnimido as pslavras-e
povadas em juizo.
Effentivamnte adnmittir que o0 thesoureiro pra-
tique fraud e no exercicio de sua fnces e ,que-
rna embarau% a oseveneia d'essa falta pAvis-
sima, quc 6.adenmiaao mmU^ t do fucdionio,


6, por assim dizer, ir em apoio do crime e em pre-
juizo d'aquelles que consideram que o governor
vela por elles, quando, final do contas, qualquer
que seja a vontade do governor, o public em ge-
ral, o povo pobre, 6 sempre roubado. Esta As-
sembleo nao p6de vir por utna disposiao de lei
oncampar a fraude, como bern disse ha pouco o
nobre deputado pelo 1.0 district. Uma vez que
o thesoureiro das loterias scja r6o de uma fraud,
a demissto nao se deve fazer esperar, deve ser
immediate.
0 SR. DRUMMOND FPILHO-N6s sabemos o que sao
osprocessos n'esta nossa terra.
0 SR. MEIRA-Depois, Sr. president, aqui nao
estA em jogo s6 e principalmente o interesse do
thesoureiro das loterias, acho quo antes de tudo
o que se deve ter em attenao, quando se tract
de organisar a extracco d'estas loterias, 6 o in-
teresse da causa abolicionista, a que se destina o
product d'ellas. (Apoiados.)
Entendo que estas loterias, a que se referee o
projcoto, s6 tern uma justificacAo : o funim a que sao.
destinadas. Ora, se a meus olhos s6 tern esta
justificacao, e se aos olhos d'aquelles que aceitam
as loterias 6 talvez este o principal motive por
que ellas se justificam, todos n6s que somos ami-
gos e inimigos das loterias, devemos nos colligar
para que d'estas provenha urn effective e proficuo
auxilio a causa emancipadora.
Portanto, na organisacao do piano para a ex-
tracao, devemos ter principalmente em vista
isto : fazer coin que estas loterias nao venham a
ser prejudicadas ou desacreditadas. Antes do in-
teresse do thesouroiro das loterias deve star o.
interesse da causa abolicionista, isto e, o fim a que
estas loterias sao destinadas.
0 Sa. VISCOSDE DE TALBATINGA-Nao c demais


toda a cautela.
O SR. MIHut Corn relacio a omenda que foi
ipresentada, eu noto que a ultima part, quando
ie diz que o president da provincial poderA sus-
pender o thesoureiro das loterias ate que se justi-
iquc em juizo, precisa ella ser tambem conside-
rada.
Se o facto que dA lugar -A suspensao nos terms
da emenda, 6 umn facto naturalmente grave, n6s
inao devemos facilitar aquillo que pode trazer em
-esultado a nalo cohibiglo ou punigao dos abuses.
Portanto, deixar que a suspensilo lavrada pelo pre-
sidente da provincial s6 surta os seus effoitos, at6
ique o thesoureiro se justifi que em juizo, 6 abrir a
porta a esses abuses. Eu quizera que essa emen-
da ao menos descesse a especificar a qualidade da
justificacae que p6de produzir o effeito de nullifi-
car a suspensao presidential. Nes comprehende-
nos e sabemos as simples justifican5es em juizo
por meio de duas ou trees testemunhas o que silo......
Eu autevejo que essa emenda nao ecrrige o mal
ue teve em vista evitar, porqiie se p6de dar o
facto que justifica a suspensao do thesoureiro ;
mas sera facillimo ao mesmo thesoureiro por meio
ide uma d'essas justifica9oes ou por meio de al-
gumas declaragSes jaradas tomadas em juizo nul-
lificar o effeito d'essa suspensao.
UxA Voz-S6 pode ser em process regular.
0 SR. MIAmx-A emenda nem ao menos isto d0-
termina ; diz simplesmente-ate que se iustifique
omjuizo. Justificar-se em juizo, 6 uma phrase
vaga e que pode prestar-se a interpretaVSes diffe-
rentcs, se a lei nao descer a dete:minar em que
consist essa justificagio. 0 thesoureliro podera
chamar duas pessoas para darem esses depoimein-
tos debaixo de juramento e cornm esse depoimento
irA levantar a suspension : a verdade 6 esta.
Todos deve-nos convir n'uma cousa, e 6 que se
o funccionario que tiver a seu cargo a extracdo
dae loterias, proceder bemrn, nio darA motives para
ser considerado incapaz de occupar o cargo; e
portanto nao poderA tomar suspensao de presi-
dente algum.
Se essa suspension nilo p6de vir na hypothese
senAe come um abuse, eu entendo que querer pre-
venir esse abuse pelo meio de que cogita o artigo
do project, 6 dar lugar a abuses ainda maiores,
porque em negocios desta ordem, em negocios que
entendem corn a confianca public, 6 precise nao
peiar a administraile para nao inutilisar as suas
boas inten95es. N6s somos testemunhas do mode
porque costuma a ser violada a lei entire na6s ; a
violagio da lei, come jA aqui disse uma vez, 6 urnm
luxo em nosso paiz : per conseguinte deixemos que
as cousas corram come ellas devem corner. 0 the-
soureiro deve ser um home de confian"a do pre-
sidente e do public; se a merecer de ambos na-
da p6de temer.
Portanto, eu declare que vote contra o artigo-
e votarei pela emenda se porventura elle passar e
se determinar a natureza da justificailo de que
fall a mesma emenda.
E' lida, apoiada e entra ecnjuntamente em dis-
cussao a seguinte emenda:
N. 3.-Ao art. 4o. Acerescente-se A emenda
depois das palavras juizo competente e em pro-
cesso regular.- O0. Marques ,.
0 Sr. Olympio IMarques (Nao devol-
veu sea discurso).
0 Sr. Josc Maria declara achar inteira-
mente aceitavel a sub-emenda apresentada pelo
nobre deputado, que acaba de fallar, mas que nao
p6de aceitar a outra.
Nao havendo mais quem peca a palavra, e en-
cerrada a discussion. Procedendo-se A voetaao 6e
approvado o art. 4o, sendo regcitadas as emendas.
Entra em discussed o art. 5.
0 Sr. Olympio Marques-(Nao devolveu,
seu discurso).
O Sr. Jo 6 Maria faz algumas considera-
95es.
0 Sr. Meira de Vasconcelios Sr..
president, eu tenho as mesmas razoes para votar
contra o artigo ora em discussao que o meu nami-
go e college deputado pelo 1I district e 6 corn
grande pesar que digo que as considefacoes que
acaba de fazer o meu nobre companheiro de dis-
tricto nio puderam destruir as razses que ac-
tuam em meu espirito para nao aceitar a disposi-
cao do artigo a que me refiro.
Sr. president, nao posso comprehender corn
facilidade quo este artigo venha a ser approvado
por e sta Assemiblr6a, principalnmente depois que oe
nobre deputado um dos dignos signatarios do pro-
jecto que acaba de justifical-o veio corn franque-
za estemar a Assemblea a razio que presidio a
sua confeccaio. S. Exc. disse que o pensamento do
artigo era salvaguardar esse thesoureiro de qual-
quer injustica ou da ma vontade de qualquer pre-
sidento da provincia. De maneira que o nobre de-
putado julgou muito mais capaz de ter ruins pai-
xoeso president da provincial de que este the-
soureiro, que puderA muito bern lanar mao de un
piano que esteja em desacorde corn o interesse
publico, no intuito de manter melhor os seus inte-
resses particulares.
Sr. president, vai tio long o desejo do nobre
deputado de per o thesoureiro acoberto d'essas
suppestas injusticas presidencies, que S. xe.
niLe duvidou mesmno fazer unea completa inova95o
no nosso regimen administrative, commettendo
ate, per assin dizer, um verdadeiro attentado
contra as nossas leis.
0 Sn. JOsE ManU-Nio apoiado.
0 SB. MEiBA-Onde se vie cousa mais extrava-


gante do que pretender- se que o president da
provincial, que tern a fAtculdade de dar boa execu-
io as leis desta Assembla, esteja subjugado pa-
ra cumprir esse dever e fique subordiuado no uso
dessa attribuicao a um subLdlterno, aum funccio- -
nario da ordem inferior ? !
0 SR. JesE MABIa-DA um aprte.
0 SB. MibmA -Ipo 6 cousa muito different. VW.
Exe. comprehende que um plaeo de loterias p6dd..
ser organisado deo maneira, Pf.se ofiear em condic--
90 tes que ate sej: cawtli n aointemmms que-
se piot ter em S v t que oe pro-
curm acauteUar. E ond eati o meio para e re-


Hi'-+ '





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4--




C. 6


-1


1-1































0egisarrvi-a gos 0opresents, masrM ao
4 future devemoa adm ttir qu eposa a experien-
-cia urn dia demonstrar ue o prmeiro piano o:-
gaisado est ja s on ies figuradas. -
Serihbonesto, pts, sB digno, repito, que n6a
ao~equemou cs e future 'uncionario nessas con-
-e eepeiones, priv egiadas, deixando o pre-
idente da provnincia do uuos atadas? Nao sei
rtAnto em que logiea, cm que argumentos se
nda o *nobre deputado, wiiu digao cAlega de dis-
tieto paraprovar o contrazio daquelles que eu es-
lto dizendo.
Sr. president% euantendo quo por melhor que
eja a boa vontade dos nobres depatados em rela-
a ao thesouroiro, ella nio deve chegar at6 o
ponto de impedir a marcha regular daI adminiis-
UraVlo publiea, sob o futil pretexto, oun simple
supposicao de que o president da provineia pode-
xa commetter nma injuzti"a relAttivaimente a pc'3-
sea desse funecionario. Se o nobre depttado, c
isso se deduz do disposto do artigo que ae discute,
jalga quo o president da provincial, quem quer
qIuo elle seja, o funccionario mais important dcl-
fa, A capaz de se deixar lovar per paixoes mas, 6
cap tz de ir a t ao complete esquecimnento dc seus
deveres para satisfazer a seatimentos inmnos can-
feassaveis, entio tlevemos nBs corn maioria de razio
supportr que esse thesourei&ro de lotenas protegido
pela lei seja muito mais capaz de faltar ao cum-
primento de seus deveres, ficando assim illudido
.completamente o pensamento capital que presidio
Lc-onfec*o da lei que creou o fund de emancipa-
.Vo provincial.
0 artigo 5o, Sr. president, na'o p6de ser appro-
vado pela Assemblea A, nao ser se pretend collo-
-car esse thesoureiro em condi;ces supariores
Aquellas em que deve estar o president da pro-
vineia, A nao ser que se pretenda crear nm estado
no estado, nao para proteger os iuteresses do ftun-
-do da emancipailo, porque como jA mostrei esta
p6de ser prejudicado, mas em nome apenas dos
,interesses desse funccionario que a lei procura
-erear de tantas garanti.s.
Eu penso, portauto, Sr. president, que o artig)
-50 do project tal como se acia, nao deve ser ap-
provwdo e que uma vez supprimiidas as palavras-
de aseordo com o thesourciro-torna-se elle desue-
-cessario.
0o S. Jos MArAuIA du um aoarte.
0 SR. AEIRA-Emn todo o caso naio haverAi mni
em que fique bern clara a taculdade quo tern o pre-
sidante para reformar ou alterar os pianos dessas
loterias, uma vez que a neoessidade publiea as-
sim o cxige, quando a experiencia demonstrar ser
isso util e neeessario. A tax, porms, cercear a ae-
ilo do president da provineia, pol-o per assim di-
,er a mere desse thesoureiro que Ihe 6 ubalter-
no, e cousa que n'o comprehcrdo, A cousa que vai
at do encontro ao re-imen administrative estabe-
Jecido pelas nossas leis.
Neatas circunmstaneias, Sr. president, nao pos-
so aceitar o artigo em diascassio e voto contra
die.
E' lida, apoiada e posta conjanctamente cm dis-
cassao a seguinte emenda:
X. 4. Ao artigo 5' Se for apprevado o artigo
snubstituam-se as palavras-de aceordo corn o res-
pective thesoureiro-pelas seguintes-sendo ouvi-
do o respective thesoureiro.-Olympio Marques. -
No havendo mais quem peca a palavra, e en-
eerrada a discussion.
Procadendo-se A votagio, 6 approvado o artigo
e rejeitada a emenda.
Eatra em diseussiao o artigo 20, que, em virtue
-a delibcragio da Assembl*a, fioar2 -diado.
E' lido e entra conjunctamente em discnssiio a
seguinte emenda:
V. 5. Ao artigo 2-: A eommissao de fazenda e
oreamento provincial pensa que nailo p6de ser acei-
ta-a isaenco de imposto de que tracta o.artigo 2
do project n. 25, da presented reuniio, pelo pre-
juizo que traz as finangas da provincial e talvez
retardar a exporta-Io de outras loterias, que re-
dunadam em benefieio dos pobres doantes, expos-
tos, orphaos, diguos -Ie toda coasideraqa'o e sem-
pre attendidos por esta illustmada Assemblea. -
Ferrei-ra Jacobina.-Silvino Cavcdcante.-Arruda
Pail oao.
O %-. Jox 'Mlaria justifica aseguinte emen-
da, que 6 lids, apoiada e post conjunctainmente em
-discussao:
,, N. 6. Ao art. 20: Ficam isentos de todos os
impostos proviuciaes os preimiaos das lotorias. que
forem de capital inferior a 3'):0OJ,)'OJ).--Jo5s Ma-
ria. ~
0 Sir. Oiympio Msarquem--(Nit) devolve
seu discurso).
0 iSr. lieira deta:.V:eoanmlioa--Sr. pro-
sidonte, ea maidci u:nnr enseadl: no atrt. 2.0 c vcoimis
jastifical-a.
Emi ontc1o qua nulo s;; sus:o st- s roeecnit-
mente a iPidi en (. doniopusto cl- (puo trata o artigo
a quo acabo de mr refcrir,
Nio s cogi ta doe !ap3sto l:.:rlo sobre as lo-
terims do qua s3 oco;m.mo o projyecto, ou par outra
sobre o prolnotor de taes lhmerias. ,S por vca-
tiara existissOns impostos quo oncrassG:n o produeto
dossas loterias, e pelo arti:) em disc-ssato se tmra-
-tiss dol is-uotar doste tmflpto o product dessas
lotorias, ca cousprohenderi-i a proledeneia do ,imna
disposicaio nosto sentido, p rq no s c qnereria fazin
coin quo o pm- udi,.to do :;n -ilsautos lueerias n+
fosse diinimnu lo pdlo imu :to lanhado sobro del
mis ao eoaztrl-[i) disto o 2..; sto, a quo so ro.f-rc


o art. 2 recaiie iapnas s-)bre os premio d(os.,.
loterias c eo- cg::mint-mn-t._f so affcc". as pihO ;1 ,m
u3 eo:npr..a:n bilh'et>s, de inodo qt:; nIAo pri-ju liea
o prodi-t d.Issias minestnais loterits emn b.1u -000io
do f-aimlo doecnuisipa- o pr,}vim.cial qm!3 se croou
pela li n. 1,808.


Ea n i conevsanh), porhta-to nP a us':iyh. d:, quo
-trata o art. 2. Q -ro q,-:- .; nur.imis filonem sn-
jeitos ao iinp- S-o at eiu ,*' snjhito. o0 inOeOni)m
das oatras l.;uri:s, c n. .. ,o ; cl ei.-n-lo
que manteiin1-e 3sc ip s ,,+, -.-sa tfr oil1; o'.in-ra
apptieaecio especial, 0:1 ":ntc3 .pi delve cll-o re-
vert, emn f:tivor d.) fur o i- eimricli)a;ao provin-
cial.
Se a caun; elnmncipadora i a1na ca:risn santa, se
l- o,l os os rios leggbes e justos dievrn ser no s6
applttdidos, co~ne tambom enmpregados para aipres-
sar a soluo( do nm3mentoso probonda I esersavi-
d->; e se por esto motivo foi qua esta Assemblia
votun um:t s6riae de loteris para former um fund
,de emancipacao, qua venha cointribuir paraa li-
bertacio de escravos na nossa provincia, porqae
havemos de retirar desse fund o product desse
imaposto que deve ter a mesma applicaio por par-
Sticipar da natuireza especial dessas loterias ?
0 nosso engrandecimento so pode ser complete
depois que no Imperio do Brasil nao houver mais
um r esera.vo.
0 SB. LUNA FaEmiE Jumioa -Apoiado, muito
bemrn.
0 SR. MmA-Nilo nos assustemos com a idea
T deoerisoem que tanto se falla.
oe nilo houvesse crise, a humanidade nmto pro-
gmeliria. As crises silo phenomenos iaturaes.
E' anra verdade, tanto em relailo aos individuos,
eom- em relaoao aos povos, que ao se-p6de attin-
-gir am eerto grao de aperfeicoamento sem ter
,atravesado- crises e estas maitas vezes serias e
grautea, porque depois dessas grandes crises vem
aempre um beneficio immenso.
Nio pode ser olhado eom terror, nio pede ser
u n espantalho para ninguem no future.
S O, se eu penso assim, se eatendo que por to-
o eo as meios-justs, como just 6 eAte, n6s deve-
mws ontriburn pa etsa grande caa, porque 6
| .a eauaa de nstodos, 6 a aa dau llesproprios
S-quajulgam ter neU O sot msuc nmago, pma que
Maveaos de Ianar na are- do Thesonro Provin-
al paIra fazer porte da-renda ordinaia a pro-_
'einmda o prod& to qno remflta do imnpmtot bre 0 0
Um'aons &jwaam uintamfs?


iPernambuo, n a ve mos que ono tm ease apart
grande proceilencia, porque se por um lado o pro-
ducto d'esse imposto a urn 'grande countingatB upa
ra a armnacao do fun lo da emancipa91o provinial
Spor outro lado para augmentar as escassas rendu
ida nossa provincia, elle de ser eonsiderado qa.i-
m etno utma imsignfieaneta. (Apoiados e apartes).
Portanto, se deeretamos estas loterias ore umam
applieaio especial para o fuando da emancipa*o
dos eseravos n'esta provinia, facamos reverter
tude quanto d'essas loterias resuttar a ease mesmo
fim. A provincia dar-se-ha por bem paga vonilo
emaneipados em seu territorio todos o0 escr.,voi.
Eu antevejo que d'ahi nio poderA reiultar nunca
um itil; que os poerA- resultar umn bern, p )rqci,-'
o mral provisorio o ,mal passageiro, o mil quo con-
stituc ni t rise, noo 6 um final propriamente dito,
porque mal n'essas condi(;Ses 6e aqulle quco traz- .
destruicio dos p-vos e do3 iuidividuos e a sua rui-
ia; mRis a conquistai de u:na grande lib.;rlade, a
re .lieaceo de uma grande reform, nilo p6de garar
nuncaa ruiua de um povo. (Apoiados, muit amin.
Sr. prsidmnte, se n63 fogsemnos faer dep3iiacr
a a'oli.iao do elementoservil da nao existencta d is-
sa erise, que s3 afigura a todos que eatendem que
n6s nao devemos realisar essa: grande refonrma, se-
nao quando estivermos preparados para ella, entlo
teremcs a escravidAo perpetuameate no Brasil.
Ua S. Dze-PUT.DO NiLo apoiado ; nito s e Lembrit
que ale nascem mais escravos?
0 Sa. MEmA. Do VA&scjsczLios-H.: quiantos an-
nos n'este imperio se fidla em aboliilo ? H:t que
tempo se cogita d'esta grande reform ? Qu:trt-is
vezes tern occupado a atten1lo de homens emnineui-
tes d'este paiz este programinma social? Enuretrain-
to, dopois de tantos annos, ainda dizemnos qua ni)
estamos preparados para o.ta reform, lutamos
corn graades difficouldades, a agriculture esti mp-
ribundm, nato teremos diante de n6s seuo a rnina
o a pcrdicuo d'cste paiz !
Uu SB. DEIUTAiDo-As font-s da escravidio es-
tio eitaincadas, conmo perpetual-a ?
0 SR. MEIRA. DE VAScosCELLOS -- Entenda-se o
perpetuamtente como deve ser c ntendido: cmq-an-
t) a more niao vier estinguir a escravidao no Bra-
sil, continuaremos a ter esta vergonh-i (Apir-
tec).-
N'estas condiqces en penso que o meu college
signatario do project nuao tern duvida emn acoitar
a minhla emeada. 0 nobre deputado, men co:mpa-
nheiro de district, abolicionista muito distincto,
nao podera deixar do aceitar essa emenda, uma vez
que apologista como e6 da causa da emaucip:acio,
encontrarAi n'elhimais um beneficio cen favor d'es-
sa grandiosa idea.
Por tanto, espero quo S. Exc. abrirA mio da
emenda que apresonton e aceitar-' a quoe euvie A
mtesa.
Penso assim ter cxplicado a mminha emenda, e
scapero do patriotiamo d'esta Assemblea que ella
sera approvada.
Vozas -Mmto bernm! Muito bemrn !
Mr. Feredwira antbiMa-.(Nio devol-
von seu discures).
Or. Pereira de Lyrsa-(Nio devolve
sea dxaearso).
sr. L a aetre JaU*4.r-(No de-
volves seu discurso).
E' lida, apaiada e posta eenjunctamente em dis-
cuasie a aeguinte -emendas m
N. 7. -Ao art. 1 Em lug;i" do quotte est, di,
ga-se o seguiate : -Os impotos ,provinoiaos a
que o s1j@witos 0 pmios dar loterius referidats,
serno addiciomados so faado de emaaeipaea pro-
ncial, CTesado plus citada ei a. 1,738. J. V.
Meira e VaswanuoeUas, ..
Ma. Weave de 'M~onMue14.. (poa or-
dem) Sc. preidente, eu pewso que ejiftada a
emauda Ao naobre depuauio, eome acaba de A-0o,
deve votar-se a emenda que tive a honra de -en-
viaI a mesa, porque 6 uanea eneui smabotitutiva.
0 SR. PITANOA A emenda do nobav deptmitado
nal e substitutiva.
O SB. MEIUA.-Nio hia duvida que o.
0 SR. PITANGA-V. Exc. leia o regimnento a res-
peito.
0 Sa. M iaA-D6 liceenca. tIesde que o projcc-
to diz que ficam isentos de iinpostos os premios
das loterias espesiaes, que devem aproveitar ao
funde de cmnaneipalAo provincial, e eu mande tnina
emenda no sentido de serem snajeitos a iinmpostos
csses premios, revertendo o ses product ao mees-
mo fundo de emareipaeao, ereio quo tesos urea
em'n'.la nova e snbstitutiva, cuja votaeio deve
preoeder A do pamecor. So existia razito para su-
jeitar-se a emeada de u'n dos nobres signatarios
do project A votacio, antes do parecer da com-
missio do orcamento e antes mcsino do proprio ar-
tigo do project. existed a mnesma razio pinra que
sejat votada a-gor-a a emenda que tive a honra de
tssigunar, porque e substitutiva como a do nobre
doputado o signatario do proj-cto, a quemc me re-
Imin o.
O St. Jo~o AuousTo-E' engano de V. Exe. A
sua emenda a-o ct substitutiva.
O Sins. Mum-iR-Mas o parecer da commiss3:o nao
p5-do scrvir de pomto de partida para considerar-se
urea ems in snbstitutivs- o uilm. 0 que serve de
p into d, partida c o artigo do project e nao o pa-
recir dl com:nissX, salvo sot esei fosse a materia
principal que estivcsse em discusdo.
0 Sn. PiTAnxA 0 nobre dlpmitado k-ia o art.
l1)3 do rogimento.
0 Sa. MEsnx 0 art. 108 do regiment nao


a-rovit-a a espcie die qua so tr:cta.
0 Sa. Pir.ua.t.-Aproveita perfeitan i mnt.
O St. MEIRA -- NCeste caso cu nalo comprehcndo
como e quo so prmetrio a votarLo do parecer da
co:nmissio, para votar-se da prefercmincia a emenda
do nobre deputado pAlo 2o district.
0 Sa Jo.o AL-GusO Porque era sulbstitativa.
0 Sn. MofIn MIas tamnbem a minha c substitu-
tiva. Sc cr- substitativa a emenda do nobre de-
p-.t-cdo, suibtitutiva tanbnm it a minha. So a ou-
tra foi votada antes do parocer, antes 'lo parecer
t.unbern deve ser votala a minha que i de natu-
rez-t ilentica.


SiJ-'. pr&nm cono f6r., Sr. president, eu pense
qeue a votau do pnareicr em caso alguinm prejudi-
cara a miaha emenda.
U+M Sn. DEPUTADO- Prejudica, semlduvida ne-
nhuma.
0 Su. MEIRA-Sa for rejeitado o pareeer da corn-
misslo, subsiste a minha emenda, e so ffir appro-
vado, resta ainia a ultima part d'ella, que on-oa
tern material nova. (Apartes).
0 parecer cogita apenas da n'o isenao de im-
postos e pense que nao p6de prejudicar a minbha
emenda, porque os nobres membros da commission
de orqamento nao podium adqvinhar que oeu viria
Saqui apresentar a emenda no sentido que apre-
sentei.
0 SR. JACOBINA-Pois fique sabondo que foi co-
gitada no sceio da cominissIo a emenda do nobre
depuntado.
0 SR. MEniRA-Oh meus senhores Entho Vv.
Exes. choraram no ventre materno: sio adcvi-
nhos.
Em todo o ease penso que a emenda -nao p6de
ficar prejudicada. 0 parecer da commaissao cogi-
ta apenas da nao isenoao, isto 6, de que os premion
noe fiquem isentos do imposto para ser seu pro-
ducto acerescentado a renda da provineia, mas a
emenda quer quo esse product faca parte do fun-
do de emancipacao provincial.
0 Sr. Nile de MIiranda, obtendo a pala-
via pela ordem, deseja que a. mesa informe que
character tern o parcer da commissl de orinmen-
to se 6 emenda substituiva per ella apresentad&,
aim de saber que effeito p6de ter o-mesmo pare-
Ae em relaco ao project.
0 SB. nPmsmwmr dim que esta questlo 6 resol-
vida pelo art. 108 do regiment, que i lido pelo
Sr. 1o o. "ee +r .
0 8S.NILeaa e doterterpr .4ld&laaw*
j it*eiura &4 felt, aina11 ib ^ e%pe-^g
.guaato eirtoude am a o*i.iAs dawffite !s*w


7- 40 jA> WA._= heTS *hnow wes.fr-^ini
es 1 besm esbtituio nas regrat rogimentacs.
0 SR. JAeooBNA-... nem prax.
O Sn. EsrvAo m IB OvZaA-.'-A praxe o quoe A?
El anna consa que .o edforia -oine a diipogiqlo
regimental; quanto a nio haver formulario, ad-
mira quo o meu olleg.i lembre esta falta, porque
snpppadho qse .a iSso iweoioames 4. ua -
rio para regular o procosso das daliber& aes desti
casa; toJes temos bastaate inteligencia e erite-
rio para conhecer qual a o meio pratico de mani-
festar-se est. Asseonblea.
Tendo ido, a requerimsnto de u:n dopata-b, o
art. 2' do project com[o Ao de ii ordatueito pro-
vincial, ella m:tiidon um paraeer qua 6 e cse ; raIs
pergunto : cst.1 o sen pareeer no caso de ser vo-
tado ?
0 Sa. NILou--Esta&, a mial t questmlo.
0 Sr. E sr-,vlo DE OLIVE taA-Est'1 A que 6 a
questio. N.o p-xo:le ser votado, poriaqu.s apmas ex-
primwi a mnilnifesta.io do juizo quo a eo.amisslO
f6rai.t smbr-s a cmavesaieacia da aeeitiSo tra no
aeeitaiio do art. 2 do project. Perguuto ainla :
isso tni)p )rta o m3sm) que a commis;tio prop)rn al-
gumti cm:.sa ? A coamnissio prop53 alganna coa-
sa...
0 Sa. JxcomsuIt-Propoo.
0 SR. EsTV1o Do.' Oar.lvnm.--. oa manifest-.t
pura e sinmplesim mnto o seai entand-er ?
0 S. L-JAconmx dli um aparte.
0 Sai. EsTErvA Da OLIVEIRA Mas istn 1o n 60 o
qu se dov a entender, deve sar o qua 6 miarcado
pelo rogiinanta. Nao, moe collegag; a falta da
eo nmissiao, que eu naeo cnsuro, nlo pide setr preen-
chida por uaina iusluclo.
O Sit. JAcojum-1"' exprossa no pareeer ; nlo
ha induea.lo.
0 8A. Es-rmvlto )D OisvmtoA.-N6s n.lo poclmos
dizr q-i3 ist) irnmporta o mcamno quoc a piropo-ita
quo a c.m-mnissAo deveri ter feito; nm.o. Qa.-ro
quo tij:me bain cousigut-ido : no par cer a coiimnis-
s,) enincia o s3:tsj'iz mi um a e:i ma iawAot do. jai-
zI di c-inmi3s.ito, desle que nalo acab.t esse p tre-
eor por nina prop-stP, nio e objecto s:6s emivel
de vota-.X.)t, l.t) u ob)jcoto de dolii)cbr.itei desta
cAsa, nwnl p-)e ser ; ap-.mits serve p tra co;Il-rec-er
os deputalos, serve co:n, mld:oim ,,[ ido orimonw.mio.
PeIso qul.;! a mn'sa alno p-ic cn3m(l poo.r.t sujei-
tar a votao rim p1traecr, qm7u n13 coun-iiti p)i.
i)ropostat algama : neom prop5- qn:i-, so rojeise, in :n
propim tiue se aceitc o artigo sim'plsmn-ute ou
con emenidas. Dasle que o parcceri nv) con.ihle
power an-t d.Ias tres m3did:s-,ala ac,-ita o simples,
pJlu aciitae,9 cnom cmain;ans oa pA1 rejcico-, o
facto n1io 6 suscoptivel de votalo, n:leo i mAteria
dc dcliberaAio de.sta casa, e simplsmente unm vo-
to consaltivo da eommnissL.
A mucss, poiniu, dcida a quest co no melhor
eaten-lcr. Eu nie tenho a pretencio de esclareecr
tas quest5es para detennminar regras de proceder;
apenas manifesto nmuinhi.,opiail'o e corn a mihi
pavra m o m&dvando o mieu vroto.
Nao havendlo ,nais quem peoa a palavra, 6 cn-
cerri-da a discussion. Procedcndo-ss a votos, 6
appriovado o parocer da commiissar de fazenda of-
fereeido come emaada n. 5.
0. tit. 1PEEsrNTE deelira que vai proceder-ee
A votacio dws ommendas.
ir. Fewefm Joaerbina (pela ordem)
diz que emin vista de ter sido o pareeer appropad,
aehlun-ec prejndicadas as emendas.
O SR. PRESIDEXTm declare que assimi no ens-
tende.
Air. Meira de VaeAceelufetoe (pela or-
demn)-Sr. president nio e preeiso dimer maitoit
pamrldemoustrar que a deliberaglo da eamwta estA
em perfeito accord corn o rogimenbto e qnwido,
inesmo n.lo estivesse, forea eonfessar que esta
deiwraq, nil.pedna~ 4emu w s*Am r"""for-
nmada, uma vez que V. Exe. declaon -que a vota-
Vao do parecer aUr npowavav prejuizo para a
emendi.
Foi n'cste eaitido quoe sa votamos pelo pare-
recer. Nestas ondig5os cansiderar-se a ervenda
prejudicada seria urea emboscada.
Agora por outro lado 0, ncessario convir que o
parecer da commission apenas se referio ao facto
da nato isempcao do impostor em rela.ao a renda
ordinaria da provineia, quando mesmo passasse
pela mentc da nobre commissalo o facto da n iao
isenmpcio pmara ser applicado o produeto do impos-
to ao fund de cmancipac~o provincial, verifica-s.'
n. msesma emenda uria restm-ino a' pensamento
da. commissato, que nao permittira considerar pre--
j udio-da dita emenda.
A ,nobre commiss.o entendeu que pelo seu pa-
recer concluio pela nile isompcao e tambem pela
applica"lto do producto do imposter A receita ordi-
namia da provineia mas a mesma ernenda nib aecci-
tando isempsaio, diverge n'este ponte do parecer
da nobre commissao e quer que o product d'esse
impostor va scr addieionado am fund do omanei-
paeao provincial.
N'cstas condices temos nuna idea nova e unico
meio da Assembleu manifestar-se a respeito della
it votar a emendk quo eu submetti a sua conside-
ra;lto.
Se por ventura a Assemblea, depois do approval
o parecer, approvm'r a minln emenda, fieario mes-
mo parec.-r alterado no ponto em que queria que o
product do impostor, cuja isencalo impugna, fizes-
so parte da receita ordinaria da provinoia.
E' assira que penso :


Proccdendo-se a votaqio, sendo regeitadas as
cmenli s.
Entra cmn discuss!.) o art. 6.o.
E' lilo o seguinte additivo, que nao c acceito
pela mesa por counter material estranha ao art. em
discss-o.
(( Artigo an-ditivo.-A extrauao destas loterias
s6 terA lugar depois de organisada's na provincia
sociedades que se encumnbam da manminissito de
escravos nos termos da lei do 28 do Setembro. -
Olympic Marques. ,
Niunguem mais pedindo a palavra, i encerrada a
discussion, fieiando a votaqlo adiada per falta de
nunmero.
Eatra em Ia discussao, a qual flea adiada o
project n. 51 deste annoy.
0 S. PRESIDENTEm levant a session, designando
a segmiintc ordemn do dia : continuagao da ante-
cedente.


REVISTA DIARIA
---------:'-----1 -'.11 ....i, rn.n I --.,'-
Asisembiha Provincial Funecionou
hontein, sob a presidencia do Exm. Sr. Barao de
Itapissuma, tendo comparecido 34 Srs. deputa-
dos.
Lida a aeta da sessao antecedents, to! approva-
da 'sem debate.
0 Sr. 10 secretario proeedeu a leitura do se-
guinte expediente:
Um officio da Camara Municipal de Correntes,
reme.tido p:itra os devidos fins o sea codigo de
posturas.-A' commisaao de posturas.
Um abaixo> assignado de tnenbroa da comnmis-
sao encarregada das obras da eapella de Santo
Antonio em Boberibe, pedindo a extraegio da 2.A
parte da lotena coneedidi para ditas obras.-A'
commisslo de orgamento provincial.
LUma petiqao de Cordolina Amelia da Paz, pro-
tessora pablica de Vicencia, requerendo que a sua
cadeira seja elevada a 2a entrancia rem prejaia,
seu.-A' commiwAo de istruoao public.
Foram a inp *imir o segZintes projects sende
OB deo u. 146,. 147-el150 precedidos de parecerda
commissAo de petio, e os de ns. 148 e 149 dei
ditos da de potvMt :
aa. 146.a em favor da,3 r de f 120 co
ega a ma em favor da celestial eonfmr4ii da 89,6_a-


CM M Iwtn vLL M o cCI et3 onstasse de
W e a^ dta g urwa -de IV ;oaero sobre o
awaSko w udeprae ,n I4- batalhao deluha
LoarewfO 1 o hw W-o; &A po-
............ =V13 sofllm?- o yuM~OS &:4 cari
:ASicgo Cordeirede A av, O wBoL4r-

Af owOe novo pka 1wa 9is W9kw 4,r.
WswcfV&cnceelo8, o r rii nte^P Sr, D*-
-bavaleante pao am sw sWeaw awudws
a lebolrgamonto vig.te. ot4iimla -
jectob orgamento fawM sqiwjrejei& is-
qunOmao do Sr. Oly" M- _:.
rog D 4 hora por 1 N,1
Passou-se A ortdem do dia.
Adiou-se pela hora a 2'1 discussto do project
n. 23 deste annoe (fixano de forca polieial) tendo
orado o Sr. Olymqio Marques, o qnal envious a
mesa um tequerimento de prorogacao da hora por
120 minutes que nio so votou per falta de nu-
mere.
A ordem -do- dia 6: eontinuaao da antecedente
e mais 3a diseussio do projeeto n. 261 de 1882, la
dos de us. 117 e 138 deste anno.
Qovernm do lftpadlo.-Diz a Aurora de
4 do eorrente que foram passadas :
Provisao do coa iljuet:)r par mais um anno para.
a freguezi:, da Atalai,, nai Alagdas, mi favr do
do Revd. Manuel Crrcia de Ar.Lujo Mello.
Portaria suspendomdb o Revd. Manual da SilVa
Cil, rosidente ucm Maribaca, do exorcicio de tolas
a:s suas orders.
Idem, coae.l:ac l mtis dous annos de lieenca
a., R.l-.l. Minael Pei-ooira IBtraoho, vig.trio collado
da freguezia de Santa Lazia do Norte em Ala-
go6as.
ILem, mnoan.lo o R!vd. Jose Teixeira do Mel-
13, enearregado intarinamente da freguezia de S.
Luiz de Qtitmin le emn Alagoas.
Nazareth.-Lemos no Thermometro de Na-
zareth de 3 do coorrente :
SRealison-se nw doinago, eomno f'ra previa-
in-m:te annunein lo plla rospoctiva coinmnissao, a
colioca ao da pedra soleira da port principal do
tiaitrj que se Vai chfieaCr nestA cidade.
Ao meio dia, dianto de umi concurs regular
de hnmnas e algitnas farnilias, o Sr. president da
co;mn:nis.Xo d'claroai star aberta a sessiio para o
mfin ae'im- in licalo, eonvidan lo a iremn A mesa ins-
erevcr-so aqrtelles qno quizessemn usar- da palavra.
E g1 .) cia sjttihda lavroa;-s3 uima acti, na qual as-
sigiuu ai co1niassI) c muitas outra-3 das pessolls
presented, seddo essay acta collocada n'um fntan-
dres e este depositadlo no lugar apropriado, se-
guinio-se ias (lemais frm'-lid-ades do estylo.
Siiada cntio a palavrr ats oradores inscriptos
c 6gimin.lh-s. a aord:nm das inascripces, ao co ninep-
dador JAo Fernandes L-,pes, um dos qua mais se
tam Cuorqado )p:ima levar-se a effeito a construc-
omo di theatre, cuibe subir a umn simitlacro d(1 tri-
banit i uo 1.1 li-tvia, recitanlo umni poesia que dis-
tribuio dr-ipois impressa, sendo sui-edido nt tri-
haaO pelo Sr. Josu Alvoes Teaorio que recitou oa-
tra puesii, tamnibein distribuindo-a.
Prouinnciara'n diseursos ecsripto3 os Srs. mna-
jor Francisc., di, Paula Barreto Coutmnho, Albirto
M ,irelies c'n nmo:ni dta sociodad,- Ech.} DramJxtie)
Familiar NVazareno, Abilio Clemcntimio Bez-cra
em homie de, sociedale (Centro Litterario R,'.'-
tivo Nazareno, e Manoel Agapito Pcrc'ra; filan-
do) ainda o Sr. Ribeiro da Silval em nome da re-
dclAto da Fj.ha do Recife e o Sr. Leovigildo Ma-
ranhio.
T'rminados os diseursos cncerrou a sesao o
Sr. President da eommissao e dissolve-i-se a reu-
nio, ficanlo inaugurada assim formalmente a
obra do theatre 8. Jose, q e jA tinha mais d- um
metro d# paroded levantada, trabaliho da rnm-sma
comnissao constractora.
0 acto estev e modesto e imponente, e polerin
estar mi.is o)neorrido, si o encarregado de distri-
buir os oonvites nae se houvesse esquecido de o
fazer, segundo nos consti. .
fergipe e A a6ae-4Pelo vapnO S Felix,
da Companhia Bahiana, tivemos foihas de 6er-
gipe ate 27 de (bril, e de AMagoas at6 4 de maio,
cis o que eltas disem :
Em Sergipe.,proseguiam os trabalhos da Assem-
blea Provincial.
-- No dia 22 o cpo commercial da eaitai fez
ama soleinte maaifesta(lo aos deputados que pig-
narain pela redueao do imposto de 1 o/o sobre o
fiude capital das easas de commercio.
No dia "23 wnia commi-nso delejgda pe'a As- -
sembl6a Provincial, foi felicitar o presideate da
provinces, I)r. Cunha Barretto.
Foi nomeado promoter public de Capella o
Dr. Fausto de Aguiar Cardoso.
Nas Alagoamprosegaiam 0s trabaihos'1 d. As-
sembl6a Provincial.
Nada inais que mereca men~ilo.
ft aedade le Renhtoram Aboleifo-
nftitaas 25 de Warco-Fom nos communi-
cado:
Roalisou se no domingo 4 de maio a segunda
sessio desta soeiedade.
c Cornpareceram as socias Exm:as. Sras. DD.
Rita Uchoa Gromes de Mattos, Odila Pompilio,
Flora Guedes Alcoforado, Leonor Porto, Maria (
Prisea de Cavaloante Uchoa, Maria A. P. do Rego, (
Lucina de Vasconeellos, Urcieina Aleoforado, Vir-
ginia da C. Fonseca, Olympia Afra de Mendon~a,
Adclaide Porto, Flora Palhares, Adelaide Palisa- (
rzs, Albertina Porto, Maria Eulalia de M. Castro,
Elvira Ramos e Maria A. Palhares. 1


Deixaram de camparecer corn participaiao as j
Exmas. Sras. socias DA). Guillhcrmina Gomes de
Mattos, Ignez Paes Barreto, Julita A. S. do Mello,
Isabel M. Pores, Vessia Araujo, Carlota E. Vil- (
L-la dos Santos, Anna V. W.. de Albuquerqun e
AnniaL. F. de Albuquerque. I
a A redaccao do Diario de Pernimbuco, em of- r
ficio, c as da Folha do Yorite, da Tribeua, do Jor-
nal do Recijfe e do Binwclo verbalmente mand.i- r
ram declarar que franqueam as a oas columnas para s
a publicaal) d s trabalhos da sociedade.
( Lcram-se os officios cm que as sociedales r
1. du Maio e Bahiana d: Benefitencia convi- i
daram a sociedade de Senhoras Abolicionistas 25 f
de Marco para assistir aos sarAos que em regosijo
pelo eu l1" anniversario daque'la no dia 3 e esta
ha de dar no dia 6 do corrente mez'; c o em quie (.
umr grupo de academicos propoem dar em beneficio r
da mesina sociedade de Senhoras uma series de os-
pectaculos.
Este nltiamo esta assignado pelos Srs. J. V.
Villela Gusmao, G. de M. Vianna, A. B. do Oli-
veira, Alvaro Silvestre de Faria, E. dos P. Car-
doso e Pedro V. de Abreu.
Todas estas participates foram accitas e t
agradecidas corn prazer. r
(, A Exmna. Sra. president communicou que no
dia 24-1 de abril uma commissao de diversasEximas. d
soeias sahio a esmolar na Assemblea Provincial e
no Thesouro PrQvincial, arrecadando a quantia de
1074000, sendo que um dos Srs. empregados da d
da secretariat daquella prometteu dar A sociedade g
o sem onus a carta de liberdade de um sou escra-.
vo, para ser entregue da 3a sessao; que no dia 27 d
duas Exmias. Sras. socias esmolaram na igreja de 1
S. Jose do Manguinho colheudo a quantia de 4;, v
e 'quo na noite desse mesmo dia uma commissao
de 4 Exmas. socias foram comprimentar o Illm.
Sr. Henrique da Silva Ferreira polo seu anniver- I
sario natalcio, obtendo deste Sr. o generous dona- (
tivo de 200,000, e dos convidados mais de 294000'
bemrn como que todas essays quantias jA se acham d
recolhidas a mAo da Exma. Sra. thesoureira. 1
Findo este expediente e lida approvada a 1
acta da 1 sessao entrcgou a Exma. Sra. presiden-
te aos libertoa as sguintes cartas de liberdade: C
as d3 Jolo e Martiniano, offerecidas scm onus A
sociedade pela Exma. Sma. D. Leonor Porto e p(l) e
Sr. Manoel Carpinteiro Peres; as de Juventina e 1I
Maria offereeida# pela communiasio central emanauci-
padora. d
K Em seguida remetteu a mesa a Exma. Sra. p
D. Urcicina Aleoforado uma proposta, que foi una- r
nimemente aceita e apprbvada cujostopicos priin- n
cipaessalo la que corn urgencia tract a socie-
dade d remover a libertacao do Uee~e; 2o que, i
r Af'tar ecenaeguir oess deuideru cone-
,w porlibertar cad& ra.de per si,; 3a que ificie., S
Strabalho pela rua Prinoeza Isabel. p
e Aquella mesma Exma. Sra. propoz e a Maio- 1v
ia setouaque, havende -Resta capital outra socie-
A-0e bolieoota co a d o de 25 de u
kf&e^fosse& daaiicod f sonhflfnuI j-'I


i ; iakJmZEa& W rae. iLiL. .0uconor ]W, fWia
Prisca Cavalcante Uchot. -Urciciusa Aloforadaoe
Rita Ucha Gomes de Mattos, paa traetarptn da
liberdade de 3 escravos que teem peculio e foram
apresentados A aseeiedade; as Exrnas. Sras. DD.
Ie9Uor Porto, Flora Guedes Aleoforado, Urcicina
Alcoforado, Albita Porto e Adelaide Porto,
para irem rempommtw 4, sude e na JAfatink4ada
no Theatrobtal el B (a 4,pdo ($ ea-
rA Livre; e amExa. gra. ED.lvh-a Uwnos,
CorbhianalG. AIomfdo *Oila mpili ppara
irem A noite A sa 46Ill, k. Fraa w Sacio
Pinto, coi pmientb& cm dome 4s sisdade
pelo seu anniversa natobs.
Entradew do w ewv e o-
Vieram por mar e ma pa o woiasado bd eeife|
no mez de aM;a:

De 1884 103.015 saccos
1883 80.478
S1882 122.659 ,
S1881 181.187
1880 168.912


1884
1883
1882
1881
1880


Algoddo
9.742 saccas
12.275 ,
18.302
11.594
8.634


SBonita planta--0 Sr. Roberto Koscky,
chofe de seeoto da conservato dos telegraphos
do Estado, mostroai-nos hiontem uma exteasa plan-
ta, n'a eseala do 1 pr) 10,000, abrangendo a zonna
que vati da Ponte (ldos Carvalhos a Tabatinga, na
extentio de corca de d -z Icguas, e delineando a
disposicibo do fio telegraplhico niessa zonna.
E' um bonito traballio, feito a capricho, minu-
cioso e tao complete quanto era possivel, e quo se
destina a director central- da rcparti6io dos tele-
graphos.
IFeriniento grave-V-' proposito do quo
sb esta cpigraphe escrevemos hontein, dirigio-nos
,> Sr. Dr. Cicero Peregrino d. Silva a seguinte
carta, que publicarnos comoQ retificailo aos pontos
contestados da noticia erm questL):
11 Ilit.s. Srs. Redactorcs do Diiario de Pe;-cnan-
bawo-Noticiando a RevistA Diaria do hiojejo qu
foira preso em flagrant ante-hontema mun cscravo
Tolentino por crimen do feroimentos graves, c que
ioattem RUe lho laviar. dido cart-t. dc hberddo;
devo declarar que a prisio fo feit:i cm casa de
ninha rcsidencia, oude se achava, i:vt in mais dc
mcia hbora, o referido Tolentino quo foi muesmo
ipresentar-s; ao Dr. delegitdo, quando este ba-
to, r; A p:)rta da nmsmia cast cmin procura i!o erimni-
noso. Tambem declaro quo a carta de li',berdade
nuo foi pas-tsada Imontein, e sini no mesmo dia de
nito-loneoin, d- modo que quando < Dr. delegado
in,3 dissoc que o pardo Toleatiuo estava preso, eu
tive occasizo de aidirmar-lhi que o prc.-i) urio era
nuais mcu escravo o sim se aclhava li:r-rtado. Fo-
rain testcmuulnh.s dessa cart:, o Dr. Laiz (tc Albu
cjquerq'.iu Martins Pcreira c Prancisco de Ramnos
F'alc-lo Cavalcante de Albuqueriquie.
Pco-lhes portanto o favor d( rectificar a no-
ticia' dada. Do V. S., eriado, attento o ourigado,
Cicero Pere/rino. (; de maio de 1881.
Tribunal do Jury do Recife-Deixou
do haver ante-hontem sessao n'este Tribunal. em
consequence do nao ter comparecido nunmero Ir-
gal dc juizes de fact,)o.
Tend[a so esgotado os lias da leic, encerrou-se a
presenite sessio.
Institute Areheologico Geo;raplai-
co Pernamnbucano-Quinta-feira 8 do cor-
rento. ao meioe dia, haverlt sessao ordinaria do
Institute.
Em tranzito-O paquete iglez Acon con-
duz a senu bordo, em viagem para a Europa, 50
passageiros, send 18 tornados em Pernambuco.
Diulaiero-O0 vapor S. Felix do Companhia
Costeira Bahiana trouxe para:
Meudes Lima & C. 1:0004000
0 vapor Jaguaribe levou pa-a:
Mo soro 20:000;000
Tribunal da Relac&o-N'este Tribunal
t0moa hIontem posse do cargo de desembargador,
c prestou juramento o Dr. Joaquim Pires Gon~al-
ves da Silva, nomeado ultimamento per decrete
imperial.
Ferro-via de S. Francisco.--Na esta-
ciao dlas Ciuco Pontas desta ferro-via, paga-se o
41",, dividendo, relative ao semestre find em 31 de
dezembro ultimo.
Iuntituto dos Professores de Per-
Ibambnco.-Amanhi, is 10 horas do dia, reu-
ne-so em assemblta geral esta sociedade, na res-
pectiva sede.
omeios de junstica.-Com o praso de 60
dias acha-se cm concuso o provimento vitalicio dos
de 2c tabellao do public.o, judicial e notas da co-
imaiarea de Bom Conselho, contado o praso de 15 deI
abril find.
SWalsa para piano. Uma nova e linda
walsa para piano aeaba de ser publicada no esta-
belecimento de pianos e musicas, do Sr. Antonio
Jose de Azcvedo.
Intitnla-se Virginia e e composicao do fallecido
irtista pernambucano Jose Coelho Barbosa.
Gabinete de Leituralguarassuense
-Communieamn-nos:
( Sub a presidencia do Rvmn. vigario Floriano
de Queiroz Coutinho, houve sess1o ordinaria deste
Aabmnete, em 4 do corrente prosentes 11 socios.
K Lida e approvada sem discussao a aeta da
sessio antecedente, o Dr. 10 secretario apres entou
Sleu o seguinte expediente :
,, Officios das Exmas. Sras. DD. Luiza Evange-
inma do Amaral, Edeltraudes Coatiaho Alves Bar-
bosa, Herminina Rosalina do Amaral, Anna Marga-
rida do A-naral Campello, Maria da Gloria do
Amaral; dos Exms. Srns. conselbheiro Francisco de
Jarvalho Soareo Brand0o, Dr. Praxedes Gomes de
Souzn Pitanga, e dos Illm. Srs. Dr. Felippe de
?igueiroa Faria, vigario Augusto Franklin Morei-
-at da Silva, eapitio Manuoel Torquato de Araujo
ntddansha e Joaquimn Goncalves dos Santos Pe-
-eira, mcoitando c agrndaceu.d o titulo de socias e
[ocios bemoeitores.
-( Ofiicio do Exm. Sr. desembargador Jose Ma-
roci dc Freitas, agradecenslo a remnssa do di-
duoma do socio be~nfcitor, ao masmo Exm. Sr. con-
erido, es sossalb dc 3 do fevereiro do corrente
inna.
,, Oficio do Sr. Francisco Augasto Pereira da
>,usta, soticiitaud- do G-abinete a remessa do di-
rlomas en bronco e de coptas d'm amtn da instn 1
iS.ao do mesmo sGabinete, assim como dos estatu-
*:)s, pamr- o'iservwtcia do disposto no 80 do art.
s' do regubmnonto do archsivo public do imperio,
pie baixou coin o doecr-to i. G,1G4 do 21 do marco
Ie 1876.


SApresentou mais o Dr. 1, sicretario a sequin-
e list do hlivros c jornuios, rechbidos de 1 A 30 do
nez proximo passado:
Pela socia bemfeitora, D. Leopoldina Candi-
[a de Araujo Jacobina, Thiers, revoluio fran-
meza, 2 vols. enes.
a Pela socia bemfeitora, D. Anna Margarida
Lo Amaral Campello Moraes, Diccionario Portu-
guez, 2 vols. encs.
c Pela socia bemfeitora, D. Hermina Rosalina
lo Amaral, Maravilhas Celestes, por Flamm.arion,
Svol. ene ; e 0 Outono, por A. F. de Castilho, 1
Vol. enc.
- Pela socia bemfeitora, D. Maria da Gloria do
Lmaral, A Pluralidade dos Mundos Habitados, or
Flammarion, 1 vol. enc.; e'. As Miniaturas, per
Ioncalves Crespo, 1 vol. one.
,, Wela social bemfeitora, D. Luiza Evangelina
o Amarai4Deus em a Natureza, per Flammarion,
vol. enc.; e Contos e Satyras, per BulhIo Pato,
Svol. enc.
SPelo socio bemfeitor, Marcelino Cleto Ribeiro,
SJesuita, 0 Frade, A Freira, 0 Confessor, por
S* ** 5 vols. encs.; 0 Joven Telemaco, 1 vol.
nc., e Origens Poeticas do Christianismo, por
'heophilo iraga, 1 vol. em broch,
, Pelo socio bemfeitor, Dr. Jefferson Mirabeau
e Azevedo Soares, Apontamentos Biogmraphicos
-ara a Historia das Campanhas de Uruguay e Pa-
aguay, 1 vol. enc.: e Calve, Eigragiao e Colo-
iisaglo, 1 vol. one. t
,, Pelo soeio beinmfeitor, vigario Jolo Antonio
todrigues, Genie do Christiansmo, 2 vols. enes.
Pelo socio bemifeitor, Joaquinm Gongalves dos
3untes Pereira, Biogriphia dos Homen@ Ilustres,
or Antonio Joaquim do Mello, 3 vols. enes.; e di-
versoafl.lietos."
SPlo socio bemfeitor, capitol Araujo SaIda
ha, Manuial do Ju iz de Paz, por um advogado, 1
tij.bx .; Breves Noqoes do Systema Metrico, 1
a m broeh. e mais Pigunmas flhetos.
. Pel sowio eactivo, Dr. FranCisco Xavier
ae Barreto, Umn Casmento uo Arrabalde, 1 vol.
Inc.'
a Pelo oo effective JosJ Pedro' de Castro
ffl a pl,'Q 0wZ odpbetas, 4 volts.


ta'xna, por ee, 1 m wIchI Bna-*
tario ao.<,ordi~ye9&,J?( Portapae.. POC eyj~f
do, I vol. emra brhoe. muitoa t*o0 8ohe
S Pelo Srs. H. Laeamert & C., Amanak de
Laemmert, para 1884, 1 voL ec. ; I
u Pelo Dr. in Antowi. 4. gilveira, Formu-
lao Magistra d&Them t peTlo o 1
VA fte.
a flo Dr. L. Vieir&.t*M. Da Elephanoia-
pd. dertanto, I wol.le.
do Sr. wmriso9 AuguM*tpereira da Coata,
Nliecwario dos Pernambuecaae Celebres, 1 voL
em lueh.; MuKaico Pernaebucano, 1 vol. em
IoeLAh. *Iguaos lhetos.
SPd Sr. J. FE de 3BaSou, S etos de Camese
I voL eam.
SPetls respeefvas reda5es:
o lornal do Recife, Tribuna, Tempo, Brasil,
(Rio de Janeiro) Tempo, (Minas Ge-craes) Cosmo-
polita, (Rio do Janeiro) Echo de Palmares, Seis
de Oqtabro, Arauto, (Rio de Janeiro) Globo, Cor-
reio de Natal, (Rio Grande do Norte) Apostolo,
(Rio de Janeiro) Aurora, Folha do Norte, Gua-
rany, (Sergipe) Iweativo, Greaio dos Professores
Primnarios, Monoculo, (Rio de Janeiro) Imprensa
Evanqelica, (S. Paulo) Folha do Recife, Gazeta
Mineira. (Minas Geraes) Diario do Brasil, (Rio
de Janeiro) 0 Caxoeiraao, (Espirito Santo) Lida-
dor. Diarlo do Noticias (Bahia) e Federaeao (Rio
Grande do Sul).
K Doclarou o Dr. 1o secretario quo durant3 o
inaz de abril, proximo findo reeebeu o Gabinete
donativos cm dinheiro, no valor do 132,000 que
os entrcgara ao tliesoureirj, conform consta dos
respeetivos livros
D3slurou,Ifiualnente, que receboucommin ca -
0ao do socio effective Jos6Pcdro de Castros Villa3
Boas, d,- qie nno 1ludia continuar A faizer part
do (rabintetc ini. vez quo transferring su:t residen-
cia para a cidade do Recife, ounde se achava em-
pregado. Mostra que ao re!eiido socio falta o re-
quisite Ida residencia na locallidade, cxigi. lo p lo
art. 4o dos estatutos e conclue, sendo do pai e:cr
que seja concedida a eliminauiao. Cjnsultada a
casa, doc'hle pela affirnmativa.
SFoi emrn seguida proposta e approvada pjira
socia bemfoitora a Exina. Sra. D. Frtancisea das
Chagas Aecioli.
,, Foram tambem propostos e approvados para
socios bemfcitores os Ex'n. Srs..conseilheiro Theo-
doro Machad&) Freire Pereira da Silva, mnonienihor
Joaquirn Pinto (d Campos, Barao de Aguas Bel-
e os Illins. Srs. Dr. Arminib Coriolaao Tavares
dos S.ntos, tonente-coronel Francisco Cordciro
Cavalcanto c capitao Vicente Ferrer de Moello.
l)i.solveu-se a roaniao As 3 horas da tarde.
1taatadouro public. -Foram abatidas
no matadouro public (da CabanLa 70 rezes para
consumino do dia 7 dc lnaio.
Leiltes-Effectuar-se-hAo :
Ho.je:
PIlo ayenae Pit1o. "as 10 1/2 horas, na ru'i do
orm Jesus n. 2, do faznldas limnpas e avariadas'.
Pelo a'centie Pito, as 11 hor.ts, na rua do
Boum Jesus m. 2, de mradciras, carrocas o bois.
I'Pelo ente Britto, as 11 hlioras, na rua Lornas
Valcntinas n. 2, do pridio.
Amnanha :
Pelo agente Alfredo Guimariies, Ars 11 horas, a
rua do Bium-Jesus ni. 45, de fazcndas limpas e
avariadas.
Pelo agente S'ilve'ira, As 11 horas, na rua DD-
que de Caxias n. 2, de inovois, loucas, vidros, etc.
Pelo agonte Burlamapi, As 11 horas, no arma-
zem n. 12 da Companhia Pernawbucana, de vi-
nhos.
Pelo agente Silveira, 's 11 horas, na rua'DIu-
que de Caxias n. 2, de moveis. O
Sexta-feira :
Pelo agent Pinto, As 10 1/2 horas, na rua do
Bom Jesus n. 2, de moves.
Pelo agent Gusmao, as 11 horas, na ma do Bom
Jesus n. 51, de um predio de dous andares.
lisa rujaebref--Serao eclebradas:
Hoje : As 8 horas, na matriz de S Jose,
por alma de D. Maria Joaquina da Costa Aze-
vedo.
Amanhd: As 7 bhoras, na matriz de S.
Jose, por alma de D. Maria Joaqcina da Costa
Azevedo; As 8 horas, nia eapella do engeuho Co-
vas, por alma de D. Maria Joaquina da Costa
Azevedo ; As 7 1/2 horas, na malriz de Kanto An-
tonio, por alma de AntoniolJoasvaih de 84.
,Svwdo : as 8 horas, aa igreja do P'arSo,
;,ela alma do commendador Elias Baptista da
Silva.
Operacfiem Ciruarcas-Foram pratica-
das no hospital Pedro II no din 3 do corronte as
seguiutes :
Pelo Dr. Malaquias
Amputacao por dcsa'ticula.ao dos dedos annu-
lar e nuinimo. corn os sens metacarpianos, pelo
methodo ovalar, reclarnada por esmagamento da
1(010.
Felo Dr. Estevao :
Excisao pelo thermo cauterio de elephantiidas
dos grandes labios e clytores.
Dis 5
Pelo Dr. Malaquias :
Extirpacao de projeetis em ferimento por arma
de fogo, sobre a parte anterior d-i e&xa e joelho
esquerdo.
Pelo Dr. Pontual:


Extirpaeao de um~kisto seroso da regiao upra
ciliar esquerda.
Wlandaitu Este vapor da Companhia Per-
nambucana seguira para Macei6, Penedo e Ara-
caju, amanh"i As 5 boras da tarde.
Generous alimenticios- Os navios Dens
te guard, Dens te gyde, Camnelia, D. Antoniao e M.
C. Paters trouxeramn para o mercado desta praa
o3 seguintcs generous alimenticios : bitter, 5 cai-
xas ; cervcja, 477 ditas : genebra, 25 ditas; pi-
menta da India, 20 saccos ; sal, 127,840 litros. -
PaM4ageiros Sahidos para os portos do
norte no vapor national Jagu ibe :
Miguel Ferreira de Mello, Jacintho de Oliveira,
Dr. Miguel Castro, D. Rosa Castro, 3 filhos, 3 eq-
cravas e 1 criada, A. J. (&t R. Ribeiro e sua se-
nhora, 11. Josi Soares, FPincisco Jos6 SoarM,
Antonio Marques da Silva, Antonio 0. Barbalho,
Antonio BIczerra, F. Constantino de Mendonca,
Lino L. Regalo Brags, bacharel Santino de A. P.
Pocha e 1 criado, Manoel Benigno da Silva.
-Clihegalos dos portos do sul no vapor national
S. Felix :
Roberto Collard, Dr. H14vccio Guimaracs, Dr.
Ifermiaio Linos, Antonio L..ti)ciro c Jos, Car-
doso.
-Sahidos para a Europa no vapor inglez
Avon :
W. Brierley, A. Harries, Marcionilla de C. S.
Barreto e 1 filho, Luiz Borges Martinis, B. Fella-
wcr e sua senhora, R. Felton, sun senhora e 2 fi-
lhos, Gaspar Lopes da Cunha, Chas Greaxes, Mm.
Samson, Antonio D)omimgues de Souza, Joaquimn
L. da Silva Porto, Mm. Moses Levsey e Victor
Ncesen. I
Loteria da provincia Amanha, 8
do corrente, sera extrahida a loteria 35.;, em be-
uieficio da igreja de S. Pedro do Recife, no
consistorio da igrqja de Nossa Senhora da Con-
ceiao dos MIilitares, onde se acharao expostas as
tunas e espheras arrumadas em ordem numerica
A aprcciacAo do public.
Loteria do Rio de Aaneiro-A loteria
n. 338 B, do kio, deo 20.-00-000 sera extrahida
no dia 9 do corrente. ; '
Bilhetes i venda na Casa da Fortuna, a rua 1I
de Margo n. 23.
Loteria de 2S004O00 Por tele-
granmna recebido pela Casa Feliz, sabe-se que fo-
ram premiados os seguintes numerous da loteria
147a A extrahida hontem 6 do corrente na c6rte:
4.492 25:000;00
5.847 10:0004000
3.825 5:000)00
Mercado nuielipal de S. Jos'-Para
este estabelecimnento entraram no dia 5 do
corrente 39 bois, pesando 5,298 kilos, pertencea-
tes a diversos.
Forani vondidos a preco de 640 ate 480 r6is o
kdo.
- No mesmo dia entraram paa o mesme es-
tabelecimento:
Peixe 244 kiloa
Framtas 15 eargs
Farinha, millo e feijio 52 ditas
aumos 2
Cameiros 8
Preoa do dia:
Suino a 640 ris o kilo.
Camneire a it idea.
riaa 5 320 a .
Mi de 4 de480a400 rgsaouis.
Foj do 1A500 a 1:20o i -0e
Foam^BfK aneead^6l8(B,'wW: 1-*.:- ,*1 ^1;,*-.*-* '-''i
tob" 4e a"" Vw^^^^^^^


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xerelolo, i-a r tta provi
A mil 'tt d; ota dfpari
Aot do0 tradala doforro><


J:: S Peaawubi 6, "n(os, : VIa**H-fba ;
Paiisio, Pernabmoo, 9 mOzes, S S o#. 06 -
' gestao. -*, ;. '* ,.1"!
Ignaei:t Cavaleante Laoerdg, 99 annos, viuval
poeo; eiaterite.
JoIo Rodfiguos dos Santos, Pernmbuco, 16 ain-
nos, solteiro, S. Jose6; febre peraiciosa.
'- 4 -
Jonquina Urbana da Goneeigo, Pernaaminbaeo,
24 annos, casada, Saoto Antoiio ; tisica.
Sazaua Maia do RosalQo, Perumbanbue7, 70 an'
nos, iolteira, Boa-Vista ; iaterite.
Joaquim Jos6e e Sant'Auna, Prnamibuco, 45
annow, solteiro, Boa-Vista; tuborculos pulmo-
naros,
Custodio Jos6 dos Reis, Rio de Janeiro, 40 an-
nod, aultoirq; Boa-Vista ; pneumonia.
SPonciano Jos6 dos Santos, Pernamnbueo, 30 an-
nos, solteiro, Boa-Vista ; gastrite.
Francisco Pacs Barreto, Pernambuco, 42 annos,
soltefro, Boa-Vista ; diarrh6a.,.
Maria Jose Cavalcaute, Peatnambueo, *0 annos,
solttira, Santo Antonio ; icteicia.
Galdido, Pernainbuco, 30 annos, solteiro, Reci-
fe ; tisiea.
4 pela c.iridlade.
Jol) Anton:io VillaeT, Prna-innbuco, 6 annow.
casan), .S it Antoaio ; c itfh'xizi palustre.
Rosivi:l, Pwn'nhmbio, 2J :anuos, saltoira, Bo1
Vista; vomoit)s i=,)3rAvei\.
MNiria l'r\iicisc: fvira .La-alhles Oliveira,
Pernim'iiao, 32 annios, casidi, )3a Vista; beri-
beri g.tlop.int'.
Alberto, Periia.n'uie), 2 iuczes Giraca; colica.
Maria Christint R) lrigaos, H"3pauha, 25 aunos,
solteira, Ii3a Vista.; tiabarculos pulmanaires.
Joss Pc er.) BiSp), Peraa'nbaico, 45 anrnos, vinva,
BoaNiVisti; p)tbherism) do penis e da virilha.
Jo5c llbu-rto do ..l.n ida, Pcrniinnbuco, 23
aul 0, sotciri), I1m Vista; baxigas.
Jovpa*mii Castiano, Afr'ic, 55 annos, salt`ir).
Boa Visti; bro'neihitc.
Cairl Va;ildinc, 1tHu3ia, 31 'mnno.-, csAtlo, B)a
Vist i f'b", pCIrui )-:i .
Juw I dii-i l ,.ik Cai'ih.i, P.ira'.y):i, 31 :unn.
cais ij ), -0 .1 V i a ; b e'.S .t s,
Cl i i [,l ,b -Ir~i.'.ii li, Pe'raamnbu:', 1)
a'ipii. .-oti) B)a Vita: bxigs.
Ig.i:v,-io, P.rnaunbieo, 2 .aiios, Olinda; ;arieol,;U.
8:p:l~z caridade.


CHRONFICA JUDICIARIA

Tr5?>aliual '111 ItelIVIOa
SESS:.) )OiDiN.\AIIA El l DE MAIO
DE 16S4
PI:SL.DE-ICLk DO EXM. SRi. CONSELHLEIRO
()TINfiN)O DE MIRANDA
'8::r:etwio Dr. Vij'/iJ Codlht.
A li.r,'..l) coitane p 0r.'- :nlt"3 o3 Sra. d3sem-
ba:4 v ,r,.; 1 :I1 iuil:nro l;.,.l, uf iabort a, se sito,,
de I I k; li.[ aprov ,'l ;a :ti' :t auteecl.%n!te.
":;n ~;'^:ti..Il, t:),ip i'r.;. ";. o Si'. >lcS2;n'.;ir ,tidjr
Jo i'.a ?ir;I (.3jn; t lve-i t i Silv[i, pr.estoni jira-
In .,lo) 'S.i o 0xere11 ) dits f.t;1e;52a (1) cUir-
go p.ir )t' f ;d u,.Iitd) pnr d(er-crto 12 L
abril iiiuo.
Distr-bi.lo:W e p sa.iI.'s os feitos koram-se os
scg~Uuite s
J L4-LGA3I ENTOS
I~a'e.,s corpus
Paicien^.:, :
MuiI'l Atil)ril Perhr.. c Mearia Francisc- tis
C -).-'-;i, "o.-.:L r.'t-s,.' *i *)* l n '1h jl ; t ra, na1,,11-
bi~if'icit'.!
G:L,.lia .I ,'^ ,d). Aimi>.s. -- M[inlii-: .- alt-u',
uniiiiii'li itt, i ivtl .i-3I2 aL rc.sI.)is;ihi6ladhi,
do j!P.iil i tC '.IS-i a d.'i )rai do iniquierito contra
Os vot,) 6I5 -Irs.. d-seaub irgi.Ldores Ba:rqa Li:nti,
T",:,e,:iu i5:iriuto c, Fires O -:,'n,:ilveS.
lecur-os eleitoraius
DI P.itriyb,--'err','ite Jos hl: Silva Ncvies
Junior, rC1o>:ri l. l32rn liain) Pe.Iso;i de L:iuecrd:i.
RlAator o Sr. dCse.b!)ariadlr roseauo Barreto.
Ncg.!)->ei- r,)r'tneato, nariiineneutc.
D'Vrei- -[c.-orroiit' o juizo, recorrilo ELixtas
Val,h.",-;i dI Trii lale Cuoha. Relator o Sr.
des ,nbarg.idor T1st:i:) B irr to.-N"go-s2 pr.)-
virn'uit, a) r,,ecuro0, iUi.ani:n?';Cnate.
R:,Cciarios crimes
lDo hil:--R 'corrciite Eistaquio Carneiro de
XL5:;uiti. r.,eorrid) o-jdizo. otaltor o St. con-
selh1ir) I.uoitcir. di 2A.l1r7ai. A.ljunt)S o3 Srs.
d'semb-irgaclore.i Pires Gon;al'es c coniielhe'ir
Q trz iarros.--l).u-s poviixnrixo ao recurso,
nnaiitn ieInite;. -
De Piclo-I-ecorrente o juizo, rceorrido M:i-
noel 1'Piilo. Rl-litor o Sr. deeniurargadr Tos-
cano li;rr'to. Adjuutos os Sis. conselheiro Frei-
tas Ileariu;es edes.>einbargidor Oliveira Mlaciel.
-Negon-sc provimento, unanimeiaente, mandan-
do-so re.pons-rbilisar os funccionarios que con-
corrcratn para a prison do pacienclente inclusive
o eareereiro.
Aggravos de petiyao
I)o juizo 4os tfetos-oAg~ravante ManIAl Jose
da Costta, aggravado o juizo. !elator o S. can-
selheiro Mouteiro de Anirade. A.-juntos os Srs.


dese.barg-adorc3s Pires Ferreira c lfl.irqwa Lirni.
Negou-sc provitnento, unanimemente.
Do juizo do cominercio-A-ggravanteos Machado
Lo:es 3 C., a-gravados Souza iLastos & C., Amo-
rim & C. Relator o Sr. conselhairo Quciroz Ba.ir-
ros. Adjuntos os Srs. desembargadores Pires
Gon; lives c Toseano Barreto. Deun-se provi-
meato, ia1annirmeinento,
D juizo da provedoria Aggrxwaute D. Vi-
oeneia Perpctua de Araujo, rocorrido o juizo. Re-
lator o Sr. deseinbargador Toscano Barreto. Ad-
junto os Srs. dcsemlmagadore3 Pires Ferreira c
Buarque Lima.-Deua-se provimento, unanimc-
monte.
Do juizo da provedoria --Aggra.rante A. tonio
Ignac:o Pcrcira Coclho, aggravad s Drs. Castello
Branco e Frederieo Chaves. Relator o Sr. des-
embargador Oliveira Maciel. A4juntos os Srs.
desenatbargadores 'Pirea Ferreira e consalheiro
Queciroz Bfarros.-Deu-se provimento, unaaime-'
monte.
AppellaqSes crimes
De Bzeqras-Appdtanto o promoter publieo,.
appslla4* Joae Claudino de Mello Caju e outros,
appelLida a jastiga. Relator o Sr. desembarga-
dor Pires Perreira.-Deu-se provimento a appel-
la9;o para se coudemnar os reos no medio do art.
257 do codigo criminal, contra os votos dos Mrs.
con elheir., Freitas Heuriques e desembargador
Buarque Lima.
PA8SAGEN8
Do Sr. oonselheiro Preltas IHenriques ao Sr.
eonaelheito Moateiro de Andrade :
AppdiwA*a crmie '
Do Buique-AppeH e l lIce 4Aaudio d4:
Cruz, appellada a j i.
0 Sr. conselhen Axngo Jorgecomo pronurador
da eao e promotor da justig -deu _pare= os
nosI
uogi fcetof 4 : : 1



Do gs mavo de -
Doft D DB-^Aw*flz-wrs08A. A 4 wkj


Do Recifo-Ap uts Th FrauiboGo--
lioei .e 'mtaro, a et8|ad!I a u4 i':
I0dappellada a jus ik.
,D o P quedo -Ap ela nW LuixX avier d A Silva,

oe Jo-AppoUante J oaqiim Bewrm ,4e
Soua Lima e o0tro, .aI.a _la jiAtina.
Mandou-se em dilig 3 t seguate is :
|Do Reeife-Appellante o conselheiro Loure"o
Santiao, appelldo Jose 'Francisco Mamedea de
Al~aeida. '1!'
ItW Villa Bella-AppelIaate Jolo Beerra Li-
to, appellada D. Phladelpha Emiliana de Campos.
De No de Assucar -Appellante Mxni, 11Felix
Pereira, appellados Joaquim MilitAo da Silva Bra
ga e outro.
Corn vista ao Dr. curadory te e ao Sr. con-
sdlieiro proeurador d& rcode.
Appella$u iOveis
D)e Villa Bella Appellant o Bezeara Lei-
te, appellada D. PhiladelphaEmiliana de Campos.
DI)o Recife-Appellante jArthur Maiis, appella-
dos bs herdeiros do Andr& Joaquim de Azevedo.
Coin vista as parts :
AppellaZes eommtorciaes
D)o Recife-Appellante Doeaingos da Silva
Torres & C., appellado Js6 IAiguel de Lyra.
l)o Recifce-Appellantes Alan Paterson & C..
appellado Bruno Alves Barbosa da Silva.
DISTRwBuiyOES
Recursos crimes
Ao Sr. conselhoiro Queiroz Barros:
De Nazareth Recorrente o juizo, recorrido
Paulino Ignacio dos Santos.
Ao Sr. desembargador Buarque Lima:
De Cimbres = Recorrente o juizo, recorrido
Leodegario Jose do Espindola.
Ao Sr. desembargador Toscano Barreto:
SDo Cimbres Recorrcnte ojuizo, rcorrido
Frineiseo Jose- de Lia. 'i
Ao Sr. dcscrnbarg.d;or Oliveira Maciel:
De Cimbres Recorrente o juizo, recorrido
Fa7&stiuo Jos6 da Silva Pinto.
Ao Sr. desembargador Pires Fcrreira :
De Cnruarna Re-orrente o juizo, rcc, rri'l, An-
toin.o Fereir a Barros.
Ao Sr. conselhoeiro Freitas fIenriquies :
L)D Caru:tirud-Recorrnte o 0juizo, rec'rrtdo Jose
Citetanio da Silva.
Ao Sr. conselheiro Monteiro de And-adI:
Dc 'aruiard- Iecorrente o jliz). re2o0rri.i) Jol')
Pereira do Brito.
Appellacues crimes
Ao Sr. -:)asclheiro Monteiro de Andraie:
1), N:V: i'rti', App 'luxMte o jaizo, appeClliado
Pailino Jt',s' do S iSltos.
A,) Sr. .sl lifiio Qn'oiroz Buirros :
Do IiinK'iro-Appcllante Gmnumno Francisco
Pe':oto, appdladl a justi a.
Appellaqlo civel
A) Sr. ,I:s:-nb.trgh ii* lr i7qnii : Lin :
D) Blo:n Jardi-n -Appellant:' ,-'-iuao Gorme.s
1-rb 4-Ia, appi.'llAda Maria Jos6 da Coneeicto.
E:ielrrou-sc a scsslo 0Is 2 horas da tardte.



INDICA OES UTEIS

Advo.ado
Ir. Milet, 1. promoter public da capi-
tit t-mn seu escriptorio de afdvogacia "i rnui
lo Cropo n. 18, onde p6udc sor procurado
pari os -uisteres de sua profissao.
Medico
Conyisultorio rmeflico-cirargieod do Dr
P,;*rtro de Attahyde LIobo floscozo a
ria da Gloria si. 39.
0 doctor Moscozo da consultas todos os
dias uteis, das 7 As 10 horas da manha.
Est.- consultorio offeree a cominodida-
de do podor cada doonte ser ouvido e exa-
-ainado, sei ser presenciado por outro.
De mneio dia as 3 horag da artde ser4 o
Dr. Moscozo encontrado no torreao A p'a-
(a (do i)mmercioo, onde funcciona a ins-
pecco (1de sautrl do porto. Para qualqucr
l'cstes dous pontos podor'ao ser diaigidos
os chamados por cart'i nas indicadas horsa.
L)r. B.hptist:. de ifoyaes, rita do Barito
da Victoria n. "7 1.-, andar; consultas (las
10 horas ao meio dia; ebamados ,or es-
eripto a qualquer hora.
Dr. Leonardo de Albuquerque C'avcica.,ti,
medico da Facfldade do Paris, pode ser
procerado em sen consultorio a rna do Im-
perador n. 44, 1." andar, das 11 as 3 ho-
,jas da tarde. Residencia a rua do Hospi-
eio 36, onde da consultas das 8 as 10 da
marnha e recebe chamados por escripto a
quxdquer hora do dia ou da note.
Dr. Lyra, medico, dA consults das 8 As
11 horns da manha a rua do Bar'So da
Victoria, n. 48, I." andar, para ouda lh?
p6cd ser dirigido qualquer chamado.


(:i.mmica rne-slico-4ciruBlea do r. An.
tirade ItUma
0 Dr. Andrade Lima, cditintua a dar
consultas de meio dia As 2 horas da tarde
mn sen consuitorio a rua Larga do Roshrio
-n. 50. Chamnados por escripto a qualqier
horo em scea consultorio, ou cm sha resi-
dencia---OCapunga---rua das Pernainbucaias
n' 68. Especialidades febreos e molests
do apparelho respiratorio.
Consultorio medleo ecirurglco
deutarlo
0 Dr. Joaquim Camara, d i consults
tedos os dias, de 10 horas, da manha is 4
da tarde, rua do Parlo da Victoria _a.
52, 2.o andar- OhanAdos a qualquer hora'
Occulista
Dr. Barreto Sanmpaio, consults de 1 as
4 horas da tarde, na ita do B3aro d(1
Uictaria u. 45, 2.* audar, residen, rma
de Riachlielo n. 17, canto da nmra dos Pires.,
Rcife: do arquez Olinda n.
i$ Santo A l, rua- Primoiro de oMar-
,o In. .1; B.la4uiVB am4a da3jpatriE u.

Especialidades: Cifarrw, ohiasuloa do JHa-'
-vima e uaciouaefl, cachiubgs, -tabfteo5Le Ob-


iAo S amistrador do 'onsulado Pro-
vinciat afolwigldo mia' lcieo notes ter-

e iocommndoa Vin-, quo fornaeoaami
brovidade a esta presidencia umn oramnento
par o faturo exericio de. 1884 a 1885,
quo estabcleca eqihibrio entire a receita e
a despeza, corn augmento ou diminuilto do
impostoia deapcza, toid oaa m -wta as
coaveaieniQa Publiam 'e as uncesaidades da
provincia. s
0 Sr.-Dr. Amyothas, deizxando de obe-
deosr em parte a ossa rcommnudajo,
a legal em suna defesa rmuows improecdtntos.
Eis a primeira:
c Tendo ow vista pPreetro official do
orgameato, orgisaado por fora 4a lei, pela
eoatadoria do ThQuxo Proviacial... seado
a parte ds despeus. organiada justamnen-
to corn aquellas que se acham docretadas
na ultima lei de orgamonto, e corn os aug-
imentos c restrieg5es fbitas em lois oespe-
ciaos, marcando-se verba somiente para as
mrnis indispensaveis e nas forqas da receita
orlada; notei que no project assim orga-
nisado para o exerei-io de, 1884 a 1885
havia mn deficit provincial de 910:235,5123
(juando as despezas jA so achavam reduzi-
dLas ao igorosanente imnprescindivel, e figu
:avam na imuportancia de 3.382:057-983...
Em takes circumrstancias, e claro, quo
qualquer reducgao de despeza s6 poderia
ser lemnbrada como consequencia do alguiva
proposta para eliminaoA out re(ductao de,
seroicos creados. s
S3 no projocto official marcaram as ver-
bas de despeza nuts foraas da receita oraLd,c,
como apresentam as inesmas verbas um
excess do inais de 900:000000?-
Sc uto houve oliminagao nem reducAo
de servigos creados, cowio 6 que as despe-
zas for.uin reduzidas ao rigorosaumento im
preseindivel?
Marcaram-s o %'Frbas s6mente par as
despezas mais imnlispensatveis; segue-se quo
outras forain clininandas pola c-oatadoria,
apezar Ias lois quo as decretaram. Fez
isto a cont-doria do Thesouro Provincial ?
Tinha competencia para fazel-o?
Quando o preaideate da proviucia exigio
do Sr. 1)r. Amynthas um orgamento cin-
ploto, ondo a receita e a despeza ficassen
equilibradas, 6 que nio so contontava Wom
o project da contadoria. A importaneia
c a cseolha das roducqoes denmandavam tun
cAstudo accurado, do quo deviam reo-ultar
minueiosas informagoes; a supposta impos-
sibilidade do roduzir-so mais, devia s-,r ile-
monstrada; o administrator do Consul.ido
tiinha a ob.-ig' 9-o de espargir nesto as-
sumpto as lazes que lhe forarnm oxigidas.

Vejalnos .,ng'o-ra as outras raz,'is, pelits
quaes o Sr. Dr. Amynflthas s6 aprosentou
um projocto do receita:
SOran, tendo a presidencia dlirigi(ldo or
1dem, igttl lA quo me foi dirigila em 5 ,Ie
janeiro, no distincto o illustrado Dr. ins
pector do Thesouro Provincial, cuja prati
ca e longa experiencia dos negocios publi-
cos, a par da sun reconliecida illustrate)
o crite'rio), ho dlio inteira campitiencia p:iaa
tratar proficientemente dessa important:,.
parte do orgamento provincial; ontendi
ainda qeu a ininha missao dovia restrin-
gir-se sun6mnte A parte que diz respeito A
rm.ceita; que 6 o que core s6rnante pela
reparticato que immerecidamente "dirijo, at-
tenta a estreitosa do tempo para umn traba-
iho complete, dc tanta magnitude e impor-
t-ncia, e por isso limitarei o men trabalho
a part do orcamento que diz respoito Ares-
ccita' sem deixar de prestar a maior atton-
9?io A fiscalisacito da renda provincial... .
A muita competencia do Lmspeotor ado
Thesouro 6 arguumento, que prova de mais;
se ella dispensava o estudo do Sr. Dr.
Amyn-tas quaato A raceita provincial, tarn
hbeo- o dispenmava na part refereate A re-i
ceita.


Se fosse procedente o motivo primeira-
mcnte invocado ser a despeza fixada no
prm!ecto official a menor possivel tambem
o inspector do Thesouro doveria limnitar-se
a dizer isto mesmo.
A estreitesa do tempo, a falta de expo-
riencia (pois que somente a receita corre pelo
Conwulado), e a falta de cumprimento do.
bordem presidential quanto A despeza, nos
convencem de que o Sr. Dr. Amynthas n. -
nhum estudo fez sobro oste ponto. D'athi
duas consequencias:
S1.' 0 adaninislador do Consulado nao
p6de affirmar corn seguranga, que a des, e
za officitlmente fixada nbo a susceptivel do
red cil0o.
S2. Elle ulo estA preparado para orgar
a reoeita; porque 6 depois do fixada a des;
peza necessaria, qe so tern de crear umna
receita equivhlento. Elle nlo p6de calcu-
lar se os sacrificios que exige da provin-
'cia, isto 6, de ons todos, 6 preferivela umea
diminuicAo das despezas, que pretend se
faga em boneficio da provincia, isto 6, dec
nwr mesmos.

0 project semni-orgamentario levantou os
mais justos clamores; esperava-os o Sr.
Dr. Amynthas e Ihes teceu de antemle'
.aste ogio:
( As resisotneias contra o impoito s6 se
explicam, perante- o di reio, quando os di-
nheiros publicos & A eobanjado saer .atten-
CO aos sarificios exigids aos contribuin-
43B. sMas 'quando taes :iawrificios vito ar-I
tir 6*mente para a mWnttengao da- o


^almejmtifi-.
opia d4eSt
SOliear, o'
lewa aceind
aauxtiiar a
e engenhos


Irmpostos,o receita, e quo, por um orro financeiro,
irlo augmentando a propor. que ellas di-
minuirein, provocain resistncias, ainda
quI o dinhoiro pagopelos contribuintes
nio tanha -de ser gasto eia pura perda.
E-ssa Aggravaggo contfinua faz lembrar o
system do Dr. Sangrado: se o doente
peiorava coin a primeira sangria, elle aug-
-mentava o remedio. Quando a agriculture
e o commnercio, eada vez mais extenuados,
form dando cada vez minenos sangue, irA
crescendo o que o Sr. Dr. Amynthas cha-
ma crsei monetarta, e elle podirA que se
auagmente... a receita.
Cuunpre notar que, para as rei'stencias,
tambem concorrem a'falta de proporciona-
lidade na deeretagao dos impostos, e o
atropello e exagero, coin que subo arrecada
dos. Quando a I i exige 100, calculamos
desde logo umn sacrificio de 120 oan mais.
JA nao e o caso do Dr. Sangrado, m-.s de
um aprendiz de barbeiro, que, por est uva-
do ou iniperito, ainda tira mais sangue do
quo deseja.
Sobro estas dirersas causes de resistn-
cia tforain publicados na Gazeta dt Ta'r,7
algaus artigos, oem a epigrapho arrec.-
da!;ao do impostos. 0 nutjr, ex-(leput!do,
prov;lncald, dizia e a u a idlles o quo va-
mos reproduzir.

e E' just o e inFspensavel que todos os
"idadtos concorramn para as despezas fei-
tas em beaeficio to todos, para a satisfa-
9Io das nocessidades publicas.
E devem conoorrer tanto, quiinto sej-i
necossario.
E dovom co'correr proporcionainlmente,
isto 6, segundo apossibilldade de cada u'n,
e a S;.mii d 0t utilidades que auifere do ta'-s
dosoezas.
A necessidade justifica o imposto em sui
essoncia, firma o direito da univcrsalidadl,.
cin rolaclo a cada individual.
A proporcionalidade e o direito c o de-
ver do c ad:a cidadIo em relaa0o aos ou-
tros, --direito de ni.o dar de rfais, dover
d(( 110o dar io inenos.
Exige o impostor a sociodado,-e justice
absolute; exige proporcionalidade o cida-
dio, 6 j ustica relative.
N-lc dLcretado do impostos devem s3 ter
cm eonsideraceio o sacrificio quoe se exige,
e a utilidade que soe espera. HIa cous'.s
uteis em si minesmias,que no devoin ser fi-
tas; porque niLo estfo Rmil relacio ao saeri-
ficio qttu dcmandam: siAo uteis em abo)0
Ihto, plojudiciaes relativamento.
0 1)3111 barn Seso do cadla contribuinte nui o
deixarmL qaucixar-so ,ce quo Ihe roubam on
MsOr de sel rosto, so ellde v6 applicada se-
gundo cstes pr.'ncipios a contribuigAo doe
uma part do ftructo do sou trabalho.
Qt:dqauor indivi-uo ficea satisfeito se, pat
garadoo servics que diroctaincute he saio
pr ,st:tJIos, senate a utilidado do quao despenl-
do. ) mesmo dA-se quanto ao pagamento
Sdo impostos.
Langar pesados tributes para levantar
cust)osas o inuteis pyramides, seria unea Cx-
tors-o; u&.o 6 docoroso einm nenhuin caso
tirar do algaoem, se minotivo juseo4, uma
iparto( do que lha pertenee.
lIouve justice ocn decretar-se uin impos-
to, era necescaria sun decrotaico ? A som-
ma pretendida erajustamente a necessaria ?
Hlouvo justica na repartigaio do mesmo ir-
posto, hoave proporcionalidade? Suppc-
nhitios que tenha havido tudo isto; poise
ainda nao 6 bastante, para que ti'ute satis-
feito o contribuinte.
Sa a importancia arrecada-la 6 despon
,lida sere a devida oeaonomia; so tein ap-
plicagao diverse da que fora prnmettida;
so em grande part so escoa illegalmrnte
na satisftglO de interesses priva" s, de umn
individuo ou do um grupo de individuos,'
levanta;n-so justos clamores, e o impostor
6 pago crnm repugaancia.
A mA vontado do contribuinte 6 muitas


vezes provooada por anm outro motive : nao
raro o quo tm:is ineommoda nao 6 o impos-
to, cnibora de-retado com exagero, e ap-
plica o sem econominia, mas o modo irre-
gular de sun arreeadan'ao. V6-se de ordina-
rio n-is rep rtiegoes fiscaes tendencia mauni-
festa a interpretar as leis e regulamentos
da maneiran mis desfavoravel aos contri
biintes ; e urma certa prevengao contra as
reclatina3s quo estes fazem.
Seremos razoaveis reconbecendo que as-
sas concorreo para isso o recoeio da respon-
sabilidade official: temendo ser tido em
conta (1d poueo zoloso, o agent do fisco
prefer pedir 200 r6is de mais a reeeber
20 r6is de menos. Mas esta preferencia 6e
o resiltadodoe umi falso supposto.
A naglo (e poderiamos dizer a unih:sa-
lidade' do contribuiutes) iDant6m muitos
funecionarios, do diwmrsas cathegorias, em
sea servigo; incumbe-os de irover As ne-
cessidades publicas, daado-lhes park.isso
o -necessarie; e ella mesma, por intermedio
do seus representantes -uma outra elecie`
de' delegado# sens- 6 qum !prefixa a-can-
tribuigao. 0 quese exige do ,ablioo 6 cml
baefieio do mosmo -publico, tam de scr ap-
plicado enm utllidade ua. *Consegouite-,
mente os agentss fiscaes noso dovem ter'
em conta de =aixeiros, iqu 1W do pr4e ;
rir o intereasse e sei ;patr&a ,ao de -pea,
soas estranhsas,
ExtOariqr 4o avo par omm do fp8ro, ao-
i .a absr. p':at'am -iquo agus at-.
rbue -a i justisima e oioaiwnima teon-
P mcia, ddo qat fiia 8 4o intemi e-os
flDrioji 'A amenm u be&ido


t


encm-ii-ssd do :ia comprirmin rigorosamnete o sc_ d.o timhar ax-c-leIu-ts Iic-es de moral :applieada :A
dever, 6 polo modo einas sinmple.-; e dino porqim- vila,.pa-i-: ;;lguB:i3 'is.ras ni agra laveis transpor-
podlian fazel-o. t-s e mnuitas vz.. s e ci.:Asi sen1pre extasiando-se a
iecifi1. 30 do abril de 181-8. pont'j de esquecer comiipletiamientc oque inteiramwn-
Os icterpdelatteyz te o aborrc-o' e ineoawimod,.
Va por exemiplo o homemn ao theatre lyrico, ouga
0 ajr b 0os sous Irm,,nini-,os ciaorchestra edo coujineto de
0 C ; umllrle a e o Coll- vzes de ueina couipanhii ben organisada entreter-
ai liUal h:-e allialgimas horas emainistosa-e a-radaveis
0D ess Prrbe p1 estra,, depoisdeouvir um bello trecho barn man-
gr SSO P lilarr na U tado, c corn certe-a es3e howaem nao se lcmnbrara' se
6 vive, s e&sffie, paqae tudo m'aquele memento Ibe
tico. 6 grada, ei.
Sim, 6 uema das maiores neeessidades qua temos
RewMrrexit; cis de novo 6 Congresso a c(miecaTr nua compainhia lyrica bern org.misada e boa.
de.novco a sna campanha contia o Cajurimubeba. Uiina esta io lyrica 6 motive de ura revolu ao
No artigo de houtem assigatdo pela Comwissilo por dors ou trz mezes emque as artes e principal-
o Congrosso onra diz que nada mais terni que veri menite o counmercio florse-em.
nesist questSo, ora assegura que nSo nos deixar,. Corn a companhia lyriea teem uintoresses o coin-
tranquillo, parece-no.s quo o CongressojiA tuo ab- mnercio e os artists.
a quaitas anda, cad vez see compromette wais. 0 dinheiro que so Vuai ai:no0.0audo nos cofrses de
Diz o Congresso que o Caiurubeba 6pawiaa qu.-, muiios desprende nina pequena ptorte que seentro-'
neuahum medico receita, ora se provarmos ao CQu- gui a outro por uma troca de go Q e de servnio.
gresso o eoatrario disto, poderemos tor o direito d, Veude se as fazni-dms, asjoias, asperfimarias, as
dizcr que a commissiAo falton a verdade, jato 6. Ituva, os chpeus, os ieques e tudo quanto se faz
inentio ? mister para os toilets di brn escotlida sociedade
Se provarmos quae o' congress miesmi:foi 'qiiemi qj o fr.-qenta o theatr-', e d'ahi as veudas corn
se encarregou de affirmAr que o Qijurubeba erf, aierciaes (ie no fiim de contas dao uma certo p6 de
panac&za e portanto que nao fazia Jbem mineral al. int 'c1.3e.i:mereio.
poderemos dizer aida qne a commission flotou :, N 'N9epol e ncgar a verdade deste enunciado.
verdade ? giga 6 tjo scgm-a como a luz que nos allunna.
Sc provarmos ainda corn o testemuiiho do pro- 0 theatre lyrico, pois, considerado sob todos s
puio Coagresso que o Cajurabeba n.i eoutenm tein pnito, die vista t uua necesiilade publiea das de
arsenico nem mnercuriopoderemos dizer que a coinm- rajor aLcance, porque 6 incontestavel que della ra-
missao 6 inepta ? suilta tudo quanto e bon e agradavel.
Se provarmos tudo isto, ficaremos autorisados a. ,Eja quo entire n6o, os poderes public pouco so
certicear que a fidsidlade; a perfidia, a deprecia- importam corn o qu3 mais convenient e util se faz
Vao da sciencia, e o insuito ao povo.partem nilo do miiter para a socidade,|todos individualmente, por
nos e sim do Congresso ? gi nesnos convencendo-se didto, procurern aniitxar
SBasta-nos quo a commission declare que sin er esses meios do quo tanto carece a sociedado pe*
comiprometteinm9-nos a provar o que deixamos dito. ga Wmghua.
Seoi em todo .caso um desprazer para s6s o ser- 0 commercio e 0os artists, os principals interes,-
moa obrzgado a patentear as ivpyrdades do Con- sados na propaganda dresses icios utojs, naodoyei
gresso, mas si aesim o quizor, assim o tcrA. queldar-aso diante das diffieuldades qie encontram
Pars -ue io aCigresao ha 4e estar a insultar- eatre 1ns a realisacao delles e antes devem procu-
|ns, e calttmniar-nos, att ibu'lo-nos expborigo, r omeio apossivel a saa effeetividade, por que elloes
da vida e da saude daos incat, quamd0o aCon-, lhes siodo grandes resnltado e utilmente proveito-
gresso niopaodor4 provar sereihante oalumnia, c o. -
polo cotrariao 'foi o ,proprip Congresso que pubica- Marius
monte aliirmot que & e d.testavaa verdade v os. .
atesaos que tenvo putlicado? *Illn
Be e swattestls "o ve4rdadriso qu o Co,., Cadoam Wmo Ie I81
gresso j aoceitou, coma seril possivel -uegar-%se a Tenho ns o dos anonyms eito dedo A re -
tevide d^9ea eum# o *4 Wo R46, o wVuPoderi.. deacer at6 oade estAo tartufos, metu
m e ali i o. ma atultos inimigos e e hafurdar-me com elles no
is seumdi s f B'tno mediodesdiade jA cereado e
640frw qua ,Cjaimubba4*6 anbatituir o,,Xqr 1sp sa1 -en quo pairam, e u#ande do onreda, da
,de .*i e a w e1 Igt .% opade o snra a motsre'faia iisen" cm llsa fa elm eltm
IM&OK ,.& .&Mdores do edificio d'esta llina. Cauroia, Oe sra


to --congreaao wTen sell
sens osfor^Oil no vAti4e
tb s .1 1 -1 .1-!;


iA'elles procetlimennto este digno'el, ;
.os vereadores, porquo nao ractuo nem manciimo
asts potcndidas valhacada e eom ostD
Ia~menta.e a calva ao a6l, -sa B
Atka miaip 6 outra, 6 muniti o 11aJii -.o
eSnarei da esphera na iud vivq,
.Araiar-me ii poraos, que-v0mt,5omo
&

al rWasel Proedrao-l s como*oi os dito, qte : no ha-v:.P:,
IverAo do sgoafo, aropugnancia, con quo ga- Ca"Jusrubeba
ramentese pagam as unpostos. CURAS OBTIDAIS CO HSTE MEDICAMiMTO0
Todo abuso pravoca uma reaecgo e o Recife, 1 de maio de 1884.-Irmn. Sr. Antonio
mal das reacqSes 6 ultrapassaremn os devi- Pcreira da Cunha. Communico a V. S.o resul-
dos limits, redundando em oubros abusos. tadoque felimeate consegui con aouso do eaju-
~A1,s contik. q .16 e c B orubeba. Coma V.'S.-bem sabe, appareceu-mne em
Alguns contribuinto, levando cm conta o principido anno pasado umra espinha syphilitica
quo tern pago do emais, sentem menos re- no nariz corn infltamao, e posteriormente oaa
pugnancia quando procuram pagar de'me oespinha transformoune ent mna ulee a de m4o ea-
nos; nern falta quem procure fazel-o, Ser racter, do que podon dar -testemunho ocularmui-
qu sinta o mis le peso na conscien- tas pessoas quo, comic V. S. me viram newe es-
quo anta o mais levo peso na conseien- tado. D pais de logos soffrimentos dn-ante mais
cia ... D *de seis minezes e quaiidoji esperava ficar defeituoso
S___ do nariz, porque nio nelhorava corn os diversos
Sr. bremedios, qUetoava, fiz uso do cajurubeba Ae me-
Sr. Jkaharei Francisco AiYt- lhiorei logo dls s ffrimentos, vindo a ficar comple-
tins deCarvalh9 Moioura, admal t-uneiitc curalo corn tries frascos de cajurubeba.
BIstrador do Consulado Pro- Aiuda hoje 6i begin visivel a cicatriz que me fieou
vinclal. da uleera cm uma das fosses nazaes, mas-eston fe-
Post o que corn demvrada de aIgunsdias, S.S. aeu- lizmente re aaabclecido.
diu hontem & interpellaeao que no dia 25 do correaii- b i e.ain coa x t ^ a V. S. ahm doqne A pa-
te ]he fbi dirigiid por e~te Diario. blique e d6 assim conhaoimento aos que soffreim
te lhe foi dirigid'l por et Diairio.
Os intrepellantes declaram-se pessoahmente sAitis- do1 msmno real, qual 6 o remedio eficaz. bSou de
feitos com asexplicaqces quo o Sr. administrator e cV. S. muito atteto ewuerador e criado.-Joao Pro-
resolveudar-lhes, meliaute laboriosissimas itep:'-e- cpio de Cmbhcla, artist pedriro, inorador no Po0o
tado authentic. S.S. assevera ja implicita jIicx- da Pane la, ra dai Casa Fiorte.
plicitamente naoentcnder-se coin elles a vehemeoi- Reconhe;o verdadeira a assignatura retro de
te accusaao contanto daseoguinte passage do Pr3- Joino Procopio do Colonha, ju assignoi cm minha
jeeto de Resta Provincial: present. Recife, 2 de maino de 1881. Em tos-
a Muito mais doquc o imposto, conspiram contra tonunho d verad.-Jos Bofcio dos Santos
0os nosso prodactores os preoos CQNVXENCONAES qm' rgdltio, tabelliba public.
Sfiguram cm muitas contas de venda feita ags ar-
Smazenarls por ALGUNO corrospondcntes, is al- Advertencia ao leitor
lega(iies das muitas cousas que deterioram o ralor I Muit:is siAo 'as eatp.sulas de sulfato de quinina
Sda merecadoria e s repetid is vezes que cliegi qu110 soe acliam i venda neste mcrcado, por6m con-
,, ella ao mereado comn incrivel quebra no sou pesi, v6n ssaber que neiihintna das casas que as prepa-
scmpre attribuida as estradas de ferro e aos con rami f:tbrican o produeto-: eflaIs comnpram-n'o no
ductorc.- S.AIU.VAS HOxI)OSAS EXEi(53 co:mnercio, e est.io expostas pjrthnto a serem vic-
Parceeu aos interp -ll:intes (ile o seiitdo d 'ssIs timas inconsiCentos dmi fridu. co0 o foi a assis-
palavrasattingia seonmnlttineai.'inte na sun g-one- tiiia public d1 Paris. NAo acontece o miesmo
rilididoa cla-;sc dos pr)opriotarios de arinaz :ns d (,- n a.-: p etp4l.i ,s ,dle jac'to ie tiina de Pelletler
assliear Ia lac(Icorr; pildeitt;'.3 do.(s) seliihrs d. o1 l:is trc: ,narca-, prepiarad:is corn o sulfato de
engonhos nesta pri(i. O Sr. Amnyunthas diz q( ui'ipina city..talr;li-), quOe fabric a easa Armet de
nio, e 6 forc-i ace.'itar li! a negative. Lisle & C., successores do P,-lltier, e preiniado
Todavia 61 botn pouderar que os vocabulos Car,. em tud;si as exposihes coin ;s priimeirnis recOm-
em quiitli0er lingua a symnxwliea do plnsamnnto : pelisis e tiltimunaentite nai dc Aim.terdai eom o di-
teem uu valor canhecido e logico, adinittidi pel., ploinia de honri, Exija-6e pi s dos pharnace'tti-
uso comminuim n e ujas alter ;S iio de en Ii di cos, caps-ilas de Pelletier iuo outros.
vontadc indiviildaal e mnomoatau.ai, porern do c:)n-
curso doe to.dos o03 membros dc u1n ine-im.) grapo s, -eeesdaies puablicas
cial c i., lent;:, -t'voliuo. () Cetaid.) :3 ,'ieji ," ta, ii, iortzaate por sti natu-
Ora c own-c1vicliiiar e o mes:n) queo jost.ar, p-,. rezai, exigc tant.ts vistas do govrcrno e dos particu-
tear, ". ')fWar so conve-i-cAo quor dizr ,jiI,,t,'. l-rc., qui concerto, )pacto,coatracto entre piessoas itfe r:;Scl!l cocshi in:Li,-i, )o ,iTlo !W 7C riiill.) d lines s
cii o dheveria ser enteidodo o adjective e CoW i'(i.'- ul i n dIo e S e n l 11 1 -7..) dc ci ,tt.'j(i, viveudo
names appiecado aos preco quil figuraix em in'fita.- ell- .I'nil mun lIitiIo L'{ i-ros ir'racionales qie
coutas deo venda feita aos arlnazenarios ? Co, (;,,,iti'. no iin.l, -ol) netii p+-ii Ii da natureza ate
r1w1in coilvelncion7iln os corre.-sponbeutcs takes prCto.i quo (: sta el ecls eaprti. i). o c;a 'a-as evolit.tes
Coin o.; productores "? Nosse cas0 a c(cn-iura ii i proprias os 't )iigrcuiot au:;n que .l1es saibaun
toria seas comniumin ? Mas to les os eondu.utor,)rj por liii c 1,.r1 ic cxitiri:un e porque c para quo
sippei, polo incios- duas partes. deverlo ,xi Atir.
Logo a civengao na hiyp.,those. s,' p-,lia rasoa- CUmia soci-..adlc dolioin-, para ,oef tal noi)e
velmniente dar-se centre os corre-poiid'iites e is ari tonilm, ni i, pre.:,i-,ir 111a0uill. qie 6 inilter
m-.z]iarios, porque albi d'cstesi, o Irecho sO 6all; p.tr i jsriic( iicttih ) de s-lo d e :iast:nciIa.
los produiict:)r-s. Esta era a unica inrclliI' c .i; I A_ c hlia(;'ito d io (e.sji'it-c hiiiano cuja teii lt 'i'ict
possiv- l das palavrns lo Sr. adiniuistrador, aiint- n:atiirahl o C- : a^.ert;f h':i'ii.'il, o, a suiC idctIhlago
dI iaia terpreta,-p o auitheidita, Mas, gramas a ell i civil ciio,.1l, p ,-t ,t'o, qie l C o pliuicipal leIc-linto
eli-go-se ai saber que os p)roprietarios dos arnoi1- io -st.:a cim t acii C a ,i:i.;i perh,-p(rio ica i nee.-'_idade
z nis do issncar deixarain i(i sua totaiid:ile ,. it 'c r P u .-:c:i ii' 1 r -.i.l;' 1-0(71e. corno
s91 oHinpre7hendidos ni terr-ivel accuiaeio do Sr. 'ol po I'rc' pblico, ceija dle.ldi:t.i rcliativameiite
Amyntga, a t qcal ficon entreta'to subsi.tinlo (':;i a eto' ponto 6iper lu!.'vel '. dc Iln:. conleiilaneio
reltxio a .L(iUNS (correspondentcs corn exctl-io ,ilo l.cerit.
avctlttdo niminero dos que assiigni arai n a iiitcrpi- 0.3 ow-(.r.:" p o' p rt.ii)., ten .. ......t
la(;'i,), porq'li todos 6stes s 1 no proprio conceito ec-s-i-ladto, in :s dc-ver itnprii-o h' luiri s'ri-:' de
do Sr. administri-dor, cavalle'ros distuicfo-w, pe.. ecipreg;ir to,los o-" i i ;n ,idos u en io fie. ctlivar o
sor.i db nasc e, b"tis de ntbro.- i" ( sinttnccto, i),.' eI ) iritC ,t i ;i ,c; ,i' t 'in i i rtCo e s u grapo
1)0do que o(i re-probos ha df o Sr. Amyiiintht.i. i, ,soCimil, li.tt ir n.s ri,.h; c "ii-i-Ia lo
sec nl(do d(e dizer, eneoiitral-os entree os lio-a, Il) quanlto) so'noiit' ms:i:,n se o ri eo o r-i"bbcr 1 11;a so-
e:vallhiros q(l e por nAo tereli sid o ene-ntralo- cie,1Ade piirf, ira -,. -,ii_'i l ct to:!l ci,'n,1.'
n) n3iwi'nto, deixaram de assignar a inlterpcllwt-i,'. 0 hlo3ri, i m !i .-t:il ) ti '" Jill t'II ,l-xII)s lever
I,'ailimre)f', ('m vista da aIt toris:ada c .x'ge-e ic ; dh pr,);i) r:ii r .- c -iriv), I 'i:'t IS' I 3 (.,iii:tlue;.te
quo o Sr. administrator suibmette os sees proprit' salutar e pr.:i- p r:i t 1 nuna ida, que lete
crciptos, doevenvs areclitar que S. S. niIo quiz antes si r-lh !",',',I ,'rii,7ilo d,1U.i quo 1 r,-sa
involved na sun ctranha tldnuncia a gen-'ralidaute e triste.
dos correspondents, ale6mn do exeluir coimpleta- S:i e-t.'s o- p i:.i-.iri ', s, corn rel-taco ..
mInoeinto d'Clla os armai znaarios. '. :!: prii-i;t:Wr'i- te .lit'c. i:t-cs r.i tambemi llrn
0 Sr. Amynthas leimbrai que no trcho (itail, I Lever a pr,,r I s t''" .',e-. cv 1o holinemcom-
einpregoul o inhd'finido ATGUXNS. Mas quacs sio ni siigaj1i por ;--.jt' axlli-, I, p',Io3)- poleres publico?
t;o as cN:toi.s :1 C(i 'c,:hcs talvvs.10 no filn i l i') I.' O'.t( -t cii(!itc.
m1 trochoe? P,'is havcrii algueiln esicte (n'11o (qlnc A' di.tr:Im :, .i;i i-t, s,':n illi 7a u -n.i'ce.osi-Ia.be
ja so lembrause d, esttbelfcor excep(;,o antes ;I uitamn cnti' 'it :'.s-strim-.
armuiar a regra, de deter-ninar a gen1iralidltdL .' illas tr:m:: *, cspirtL, Il-: ormlini:rio -ahlt:m, tile-
Nio obstanto isto, o Sr. Angusto jnlga-i no ti- .-re c mati feii ) e c.l :n ,;'iocn, 0-niauii ci ........-
reito de q'>licicar os interpellantes d( de.aeend c-lipa,.co, qci ct'l-o dic-ipar i{talsquor aiatrgoric
s!.:-s'p!lt-eis. Para poupt.r respost '.is longa. ,!a i 'i'.!a c n ii~tits v.'-is -int( cnr'ep(4ies terriveis e
saiba S. S. que a inmpres:siJ moral d7 urea injli ri i iin nii tr.is, ;l- IJA C... c "i'i s:, c 5 rein e-i ciosi-
6 se;npre relaitiva a1 int-'nsida'cl do s'ntimeito Cada inn torn da v-cr-laIe, da Jnstie, a c d10a lionra, pin qiflic I,' vi-c.
Os interpellautes nao sabetn s'e ni eas. di ii N- taCs coiiclic-is, e i-u.iit,'siicvce que aos pode-
(.orrsp')indentes ha aigullS qije a lna.,) holim'ir. i : i rI i p-;il~c.c:5 cnple ,'.-1t;ibcicec_'t 0s ieios ile diver-
6 he:',rcnte quoi o Sr. Ainyntbas extja a tii ir .| l: i c-olc rre-r t:into jlltto 0or po.sivel para que
peito infoi-rnar;io posterior ais suns ca.tirncis aif- t.i.e ;-ic'- n:ii i.tntim e pr)liv'zun ,s3 prcci-os resul-
firnativas. tado I. 1t:) ni. jue 6 tc hnt2 pr,,priatnente ao g.o-
O Sr. administrator parec-l nilo ter fieodo dt v,'rn,).
cornpleto aeeordo coin o mlo 'o'npreiado p0lo0 in- amto) is obrig-aicoic& iniividai- is tobo o homnoli
terplllantcs para obterem de S. S. cxplic-no .-Lv- p.,r -i mi;n!.i:mipr7o-c,.0ar as !i-:tric,;uo', d modo
tauto mais neeessaria.s, quimto eram "xigidas p.1(9 :cl r [i o 03a trtz.-o- St''.np[i,, o cpinrito tran-citllo c sa-
digni.sdr'i de duns classes lcIierosas 0 ucspeitabi) tistkito, c-.spipac-:m l0o :s vcxa'-S.s, as idcies tristes
lissiinas de commerc-uintes di-sta praia. Entr,-- quo pcr n'cit-wa o possum acabrunhar.
,tanto a proprin sati*;fa-ao que S. S. acaba d-' dar- ientro toias C -;<;s .istraci,;es quo mais podt'm
lh-s na sua inerpretaywo authentica, 65 prove; in- agralar *,o ho0",n, tert0 o theatre, onde elle, 'ltm


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Bedoxj-n o pauaado e present
deaabomo -a egenherro da Camara Municipal,
abaiu asuignado.
S A anbuymos e testas de ferro nio responlo,
," .porque rei tern costas, e eu muo pego piedade, mas
perdoo e cruso os bracos.
Tambem pego aos senhores proprietarios. logis-
tas, e toda sort de peticionarios e dependentes
*: da Camara, que por minhas mans passam os seas
requerimentos pars 'nformar, que digam sem re-
serva e sem reticencias, quaes os embraces, a nao
serem pela le4, que me babe observar, Iquaes as
ffmposi5oes e exigenciaes qne ja fiz, dos quaes tra-
tam vagabundos, forastoiros, os patoteiros, que
S n'esta terra s6 fallam, porquo nao ha forca! prn-
cipalmente um quedamn, um aventurciro, que anda
S nas ruas d'esta cidado, corn um babador no pvito e
,_' sempre acompanhado do seu acolyto, celebres na
S velhacada, na mentira, nis preteneoes incabiveis, e
ja para agenciar dinheiro, corn a pretencao de po-
si.ao official entire amigos que diz ter, um mistrai-
vel, que entrando no mercado, logo alli plant-)
S pars ser administrator e o seu acolyto, ajudaute,
S a intriga, cornm o seu cortejo de infamias, o que
S despersuadido d'all, veio A mim, afim de ver se
S conseguia roubar a Camara, saceionando eu as
S suas velhacadas c pretcuqoes
y- Miseraveis !
i. ~ Para que seiibaiu e fiquem convictos que o actnal
eugenheiro da Camara mnio p1de ser corromnpidto,
ainda mesmo pela amisade ; se nao servir para os
judar nas suas b:atndalheiras, se tiverem razito,
S promovam corn lealdade, corn a verdade, coin a
franqueza e lIiz, aininlha demissao entire os senlhu-
S res vereadores, qcue basta;nte criteriosos para aqui-
S latar-me, nao duvidariam achando raz5es ti ctia-
marem-me e ordenaremn a demissao, demnissio esta
S qiie naio alteraria o incu espirito, nem ousaria ar-
ticulal-a, porquic da forma que sou agrimensor
aqui, serci cm todIa a part do muudo, porque as-
sim me autorisa uim titulo, titulo este reconhecido
de primeira classes no Miiisterio da Agrieulttura,
no qual sempre tirei mn tlugar para ganihar di-
nhciro, porque 6 precise que os meus iuitpigos gra-
tuitos notein, que o ser-se eegenheiro lda am.tra,
para mirm nada importa, porque dcespricso os titilos
ique nao me ufanam, como despresu os incus inimi
gos que me procuram morder.
Portanto, se qucrem desibcar o ihoemic que Hies
-ffuscv, as vistas ambiciosas, sicarios sedentos de
fraud e assassinate moral, nao cogit-tin, mas ca-
tern, procurem e apparecam, ou enta1o, occupeln-se
do trabalho que e do home!
Todos os improperios que me sacodem anony-
roes, nao me tocani aern alcanqan, e eu os deixo
caliir sobre aquelles, que como instrunentos, s6
me merecem piedade e compaixiio, porque wvejo
U'esses a miseria e a fome, n'outros a mniscria per-
sonificada !
Se eu fosse cynico, desapercebidas passariamrn
estas cousas que vejo-por abi, mass o meu espirito
rebelando-se por ver tanta miseria e i nfamia,exal-
ta-se, porque vejo n'esta terra s6mcnte que o di-
nhoiro e as infamias imperam sobre os homneus de
bern.
Felizmente os homes que me couhlicni, alta-
mente collocados, que me prestam as suas atten-
6es, me fazem a dcvidajuitica. Teuho dito.
Recife, 3 de maio de 1884. 0 cngenh-iro da
Camara Municipal do Recife, Th/wam: de Fiyveei-
redo, agrimensor.

Srs. Redc stores do Diario de Pernambuco.--Pe-
'.Jo Diario de Pernambuco que acaba de chegar a
esta cidade,- em uma noticia dada sobre a morte
de meu cunhado Lourengo de Barros Passos, se diz
-que a opiniAo public aponta como responsavel
por essa morte, um cuuhado da victim, morador
nests cidade,-e come nesta cidade o unico cunha-
do que tinha a victim sou eu, nao posso deixar
de vir protester contra esta caluminnia ta'o negra
como seu author.
Pobre opiuiao public vilipendiada por meia du-
zia de homes serm reputagao e sem criteria, ver-
dadeiros pescadores de aguas turvas, ate onde tc
arrastam !
Nada tenho corn o crime cominettido por meus
irmaos. ouja noticia logo que recebi por um outro
meun parents fui incontinenti dal-a ao Dr. juiz de
direito da comrca, pars provideueiar como enten-
desse.
Protegi meusi rma.os, auxilici-os no que pude na
questao que elhs mantinham corn meu infeliz eu-
nhado, e nisso cumpri um dever que me foi lega-
do por meu estimado pai de saudosa memorial, e
nabo mp arropendo de t4l-o feito.
Meus inimigos politicos, mesmo do partido con-
servador, a que pertenco, julgaram nesse facto
ura occasiao de me atirarem ao public coma as-
sassino, entenderam que havia chegado o momen-
to de me perderen, e entao poem em pratica to-
dos Os metas, chegando ate a insuflarem os paren-
tes de meu infeliz cunbado A me assassinareon.
Tenho, porcm, a tranquilidade da consciencia c
espero defender-m&c provar minhia innocencia.
Nunca pensei que a perversidade humana tosse
tao alta !
Corn estas linhas Srs. Redactores muite obriga-
rabo ao de Vv. Ss. attento venerador e criado
Rogoberto B. da Silva.
Born Jardim, 2 do mato de 1884.

Negoelos do Rio Formoso


0 que se le no Dtario corn direcelo ao
Exm. Sr. Bispo Diocesano, relativamente
ao vigario do Rio Formoso, nao p6de calar
no espirito daquelles, que conhecem a esse
distinct sacerdote, que, por seus talents e
services relevantes, prestados no long
exercicio de seu ministerio, ha recebido dos
superiores e de seuas parochianos inequivo-
cas provas de econsideraoo.


COKIERCIO


Prava do Recife, 6 de .
de 1884
As tries horas da tarde
Cotaes officials
Nao houve cotacgo.
A. J. de Amorim Junior,
Pelo president.
M. J. da Motta,
Pelo secretario.


REND MENT
Mez de
ILrmADBGA-=De 1 a 5
Idem de 6


naJo


'OS PUBLICOS
maio de 1884
136:7095975
47:653A124
184:3635099


BCPEBBDORu=-De I a 5 8:567A548
Idem do 6 1:792A976
10:9605524

JONSUuDO raovIncrA--De 1 a 5 15:7755338
Idem de 6 1:5205681
17:2965019

RucIy l DnAniAG.-D, 1 a 5 6735236
Idem de 6 299A291
972A527


DESPACHOS DE IMPORTAQm6
Hiate national Deua te Quarde, entrado de Ma-
-cei6 no dis 4 do corrente e consignado a Bartho-
*lomeu Lourengo, manifestou :
Sal 53,760 litres.
Velas de cera de camnadba 13 caixas ordem.
Hiate national Deus te Guie, entrado de Macao
no mesmo dia e con.ignado a Bartholomeu Lou-
rengo, manifestou :
Sal 48640 litros A ordem.
Hiate national Camelia, entradr de MVo no
Smesmoa dia e comignado a Manoel Joaquim Pes-
soa, manifeatonu :
S. al 12,800 litros A ordem.
S Hiate national D. Antonia, entrado de Macio
-o memo dis e consignado a Bartholoameu Loa-
Ae + 54 maow a Gomes de Mattos IrmAos,
5 it.5 aMa do Bi Leitio.

iA- 14




H I B' i^'" '.' f'- ... .., ,,- .; ." .' +.--. "


ital, em 540) par dP s exercieios religio-
sos, dobrou Os seus esforoes em dirigir a
palavra sagrada -corn incauswavel solicitude.
Nao ha de ser o desabafo enenenado de
alguin desaffocto, talve.z gratuity, (queiu
n.ao os tom?), que podori marear com his-
torias, alias inverosimeis, utna reputacao
bern firmada.
Admiramos, entretantQ, a falta deo carit-
dade pars corn um sacerdoto volho e ccgo;
e 6 bVm possivel que aquAHo, quo assim
pratica limoje, quando clo neom ao menos
p6de ler jornacs, at6 born pouco tempo o
elogiasse em plenas reuni&ts do Rio For-
moso, isto 6, qun.mdo elle estava no gos)
pleno de sua vista.
E assim ,6 ttudo mais.
Recife, 4 de Ma:iio de 1S-34.


Lendas e Stuperstio6es do Nortc
do Brasil
CAlUTA DO DR. TOBMAS BARIEr'1TTO DE
MENEZES A JO.O ALFREDO


nema- il
w ko -u a em i cer-


frv, pssoaess on impesosos 4 .lo precisa tel-as
por cntea superiores ; e o supersttiioso nao quer
mats do-que pol-as A sen seryio, epmo so fossemn
cutros tautaa forgas da .uaaturezaa & maneira da
agua e do vonto, do animal e do homem.--
Que a mythologia zoologic nbo era estranha
sos atricanos, ja o mostrou Bleek em seu Rey-
nard the Fot in Souti Afwca or Hottentot Fables
and Tales ; assim emoa que ella loa se limitava
'..aus Hottentotes; como queria o mesmo Bleek,'mas
estcndia-se A muntos outros povos africanos, pro-
vou-o de sobra a colleeeflo de Kolle. E o que
nos diz Felix Librecht (Volker psychologie-vol. 5
pag. 59).
Coin, quer qe oeja, o certo 6 que a dctermni-
nncre do quinhAo efnicano nA genesis dasa nossas
ler.das e supersticoes populares, esatA apenas co-
me(adha, e cxige ainda muito estudo. Em todo
ca.o,), a sua brochure 6 um grando scrvi~o, e urna
lclsa contribuigio para a historic da cultural bra-
sileiri. Continue ;-6 omeun conselho.
Mai lJ dc 1884.
Tobias Barretto.

English Bank of Rio de Janeiro
(Limited)
Capital do Banco em 50,000
acgSes de 20 cada uma 1.000,000
capital realisado 500,000
FndIlo de dp r a .pr ...n .. 13 fl(0


DE F'EITAS. .... .
lit. V-KfcltA .'; --- .~
.,1JI car,, ',,! 1yv F\I.\ANC('O DA CAI1
:.m 30 D
Acabo do lea- as suis Lenfls c Si',p!rst'ic,3es do
Nod'e do BrastIl, e se:n querer lisogr.-ial-o, devo di- ,ets ,tescontad,
zer-lhe que g,-ci tlo sou traballho. '. :,npr-estimos e C
Nao sou muito aflfeio:tdo ;i esse geinero de e-t- n ittl;its ......
djs, mas aiuht estou p--la opinilo dtic Selelling:- I ttras a receber
-J-edr- Forsclumng ist lbl,'ch a, sich; denU L'utersc' i 4da iratltias e valore
i IutC/.f i t1 die Art mid das l'/ri l hren. Agral,,i- a %ol-ilia, etc. do I
,ne a suia maneira de indl-gar e dc dihr conts 0 "1 Dov\''.ts contas.
SI;IS indaga c)es. ; .. ....
Isso pores lI .1io qie-r ,liz rl-u. e el sai' -cro a I t,,-.
lda as prposi,.t-s dIo livrinio. h t IICi n, Ih fnmisi de
ui ljnto, solire (lute aiin la podiamis dicuttir, e
tailvz scmin cli-,.arutos a ,in accordo. Mas sIo t.lo
poueos esses puntos de div'c-gcniai, qam- a'io alt,- Cotas correntes
rain a imnipress:aoI ttIal dta Icitutra, e ciuio tWes po- sim1les ....
d -in ppssar .ecsapurcebli I(.s. D).pcSlIo a prazo
Entr -t:1uto exists nuai ddlles, que tna. p:irece nw. I xo corn aviso
dlVer fear sca innqclto: 0 o ponto rlhtrivo ;is ra- e pe or leitras
:;is. 0 meu nobre collega lia de eoncordar eomn-
.nigo (que a raca j.i vac so tornado uma euspecic
de .tbrea occidta urna qidditas oecolastica, invo- Letras a pagar
atla a todo instant para dar a cxpli-a(.aao 1,d; mit- I'itulus eni cau@o
rI Lcoust ilncxl)iicavcl. E' hlioje qtli-.stao de isoda ; Oiveirsas contas
felizinente o quc ta mnoida traz, a i.lt Ic-Iva.
0 que so diz actu:tlmente da ra,', j,i lSdidse dLI
h;sticto. llIouve tempo cnm que ell.- era o "nit
oblrigado de toilos os plhenomenos ethiologicus. s. -. & o.
Ain la ein 1.85.1, nas suas Nuivell/e c c nidira- I,'.-', iibtiea. i d
tio.is sir le caract,'r' des gpeiples )eiitiiLues, HlI'- Hei-r! lK
nMi fazia do instiacto o ressorl secret, pelo qual os 1. J. P.
pocos sAo iinpellid )s para este ou aquicllie lado do
se'i desenvolvimento, Ao pe'rguntar-se : corn ,I eLh ob. o nCtlJiu
foi quceste ou aquelle povo rec,.-bcu unma urntr rostr.It.t a preta'i
lingiiistiea particular ? -arcspoata -era certt : 1,. s ava dop a
polo instincto ; pr qc mcios adqtm-iro urna rli' r! io d o h
inatincto r.it* (1110 0i na in
giao determimada, institim-ics political r s)ci, rmut no, 0obo p
determinida-d, uma p}'sita. una siCie,,iat ? semini Inh.ru obulo spani
a miesm t re..p -sta : ari sees i i'."" leS pc .,- 'iit- i t ser alt
) .tPCD L 1/' itiiinto pude titnball
pro. fm .'in .f.* .
comma retiguanlo eva
CUno ss ve, isto nito era nina solucio, mas umah ,' 0 rtiga o o e,
ecapaloria. Hoje as cousas estaio uim poneo miu- ",nue a Prorient
dadas, portmn s6ode mo obqueo aiStin:tofefo, subs- Caue collocal-a.vide
tituido pela rara. Nas questZics acimna lproposta- proav ecl foeal-s.
basta riscar umna e escrevcr a outra palavra, panr, ,i st quase
basta~~ 10ca tra iltinilo quartol d
ter a solucao do dia. E' de csperar porcm quo -poochaar a vidm
raq(t des ipparema, como desapparocc a o instinct. p h a i
Fechando o parenthesis, insist em dizer-lhc qu atse prestar co zo
o seu trabtlhto me parece bom. As primeiras pa semlpr corn zoelo c
ginas, consagradas ao que poder-sq-hia chamiar lfeirto e indulgenci
pqyehologia da superstigao, dio a medida do sen suaviauedo-he i ssg i
gosto e habilidadc para o cultivo desse campo d uE' pois, d'essepel
observami5es. Sorprehendeu-me sobremodo uea E po bysmo doe misei
certa analogia, que e inmais dc urma part so nota scdoabiyso dem T
entire as suas e as idas de alguns autores alle- vet tia da injustia
miles, certamente desconheecidos do mean taleutoso appello aos se ntime
o jo.cm alea appe-Ilo aos sentirno
e joen college. s estonde a mao p
E assim que logo a-sua primeira reoposii9 o 6 vos estod a ma
P p l. Dens do M~oys6s, dl
leogitirnaineute herbartiana;- e voce nao conhece Deus do Chitloys,
Herbart. Outrosim :-quein ja leu por ventura a eus dos Chris aAos,
critics de Henrique Steinthal sobre a obra de Christo nosso ie
Adolf Wuttke-A superstiato popular allemia d i ent deaa huilde
actialidade-ha de achar no seun escripto muiitos i.tn d'estahost
points de semclhanga, principalmente na maneira seu), u;or obuto, pai
de explie ir o process psyehologico da illuato su- u eoao gea
i0a alma piedosa pode i
persticiosa ; mas ondes equando foi que voce vio a ser o dmise
esse trabalhio de Steinthal que nem ao menuosC e o.I tanbem a j
urna obra em separado, pwran urn simnples artigo, -on), _. A s
perdido entire os rnauitos do journal Volker psycholo- nue ne, fo ua scm
gie, que se publicou em Berlim de 1860 a 1871? nime, ficaia svereis
Nao houve de sua part nemr sequer a possibilidade ijcid a vensrm
de uma vaga reminiseueia de urnsa assimilagoou a eida' a suprerm
< ,Prcsenqat de quemn
apropriasAo inconsciente. ,oPs dequern a
Sao factos muito communes na vida litteraria. shumbrasa
Aqui vae um exe-nplo. En 1880, n'un artigo in- Assin m a, pois, sen
infeliz escrava vos
serto no Jormal do Recife e depois transeripto no ser attondida.
Cruzeiro (12 de maio), eu disse que a facnldade A r
de associar ideas, Bo estado actual do sen desen-
volvirmento, se p6de considerar umrn dos products
mais significativos da phylogenia intellectual; que As pessoas que
ella estA na razao inversa do grao de estupidez: podera levar seus
quanto menos exercido, quanto menos vivace o 158.
homerm tern o powder de associacao, tanto mais uca-
nhado e estupido elle se manifests... Succeden- 0 l de
do ultimamente que enconurasse a mesma idea cm 0 1z de dl
Gustave Le Bon, cuja obra- L'homme et les socee- ae
tis-6 de 1881, terei por isso o direito de julgar- Ha poucos dias,
me plagiado ? Seria ao certo um disparate, que fui ascusado n'e
SA circumstancia do encontro das suas ideas te ds delegado d'ese
corn as do author mencionalo, em vez de diminuir querer a exhibiVco
o merito do seu lv-inho, eleva-o no men conceito. responsabilidade do
A part da introduce relative ao africano, co- 0 Sr. Andradc-
ma factor da supersticio 1 rasileira, permitta que 1. d'este mez, vcio
Ihe digs, merecia um pouco mais de pesquiza. Da das que mandou cc


-'Cra d -carnau-ba 24 sauces ao mesmo.
Sal 16,640 litios a ordem.
Barea allema M. C. Peters, entrada de Hambur-
go no dia 5 do c)rreite e consigiada a H. Pater-
son & C., manifestou :
Amostras 1 volume A ordem.
Bitter 5 caixas a Ramos & C.
Cimento 1,200 barricasa i ordem, 650 a V. Fer-
reira de Albuquerque Nascimento, 150 a Vianna
Castro & C.
Cevada 12 volumes i ordem, 5 a A. A. de Le-
mos & C.
Cerveja 125 caixas i ordem, 150 a R. de Dru-
sinsa & C., 138 a A. P. da Cunha, 20 a H. Nuesch
& C., 2b a Esnaty Rodrigues & C.
Drogas 19 volumes A ordem.
Genebra 25 caixas a J. Duarte Simoes & C.
Garraroes 500 A ordem.
Mercadorias diversas 3 volumes a H. Forster
& C., 3 sos consignatarios, 1 a ordem, 1 a Vianna
Castro & C., 60 a H. Nueseh & C., 6 A. P. da
Cunha, 5 a Ferreira Guimaras & C., 2 a Otto
Bohres. Machines de costuam 9 caixas a Joz.6 Pe-
reira Santos, 8 a D. Rodrigues da Silva, 15 sos
consignatarios. Movei 7 volumes a Carvalho Ju-
nior 4 Leite, 4 a Wmin. Halliday & C., 14 a A. D.
Carneiro Vianna, 13 a ordem 2 a Guilherme Spie.
ler.
Pregos 185 caixas a Parente Vianna & C. Pa-
pel 5 fardos a Otto Bbhrea, successor. Pedra
marmore 4 caixas a Carvalho Junior & Leite.
Phosphoros 100 caixas & ordem, 10 a Domingos
Ferreirh da Silva & C., 10 a Fernandes da Costa
& C., 5 a Ramos & C.., 10 a Parente Vianna &
C., 10 a Domingos Alves Matheus, 20 a Rodri-
gues de Faria & C. Papel de embrulho 300 far-
dos a Ferreira Rocha & C., 200 a F. Guedes de
Araujo, 350 A ordem. Pimenta 10 saccos a Do-
mingos Ferreira da Silva & C., 10 a Fernandes
da ( osta & C.
Sago 15 garrafoes a Carvalho & C.
Tintas 20 barris a J. C. Levy & C., 13 A or-
dem.
Velas 80 caixas a Jolo F. de Almeida, 30 a
Domingos Ferreira da Silva & C. Vidros 2 cai.
zas a Manoel Joaquim Pereira, 6 a Bartholomeu
& C., 2 a Martins, & Bastos, 500 volumes a An-
tonio Pinto Laps & C., 658 A ordem, 150 a Mace-
do Lopes & C., 172 a Lebre Freire & C., 22 aos
consignatarios.

Vapor national S. Feix, entrado da Bahia e
eseala no dia 6 do corrente e onsignado a Do-
iiugos Alves Mathea manife.tou:
= _o 400 ecs a Mcu d. Lima C. As-
sucar 460 saseow a LuAiz Gob*lv da Silva
Pinto, 50 a Jo&ada Silva Loyo & Filho.
Cobre veolo S barricas a J. Mamede.



.
... .

.- ^ .::, c:i.-, -. ;..


XA FII.IALEM IPERNAMBUtCO.
)D ABMtL, DE 1.8-1.
Aeth-o


as .
;ontas cauc

s deposilac
banco .


-. 0 I:,I, )
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- 3 l ):0 O.)
4 1 415:705-552J
los 135:5515081O
2 -2:57)T5110
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RI. 2.-1:1;:0J5685d)


514:71S312:)

1,01 i1:91 31k')


e deposit


l,5h'lj:1.; 8)i; )I
2:608i626t
S. 1"5:5551 S'-8 I
- 720:78957lD0
IU. 2, 115:13)5.i651)


- na;tio do ISS 1.
L. (.frci/ory ,, iaii;g<-r.
C(url'sout, mia-otntmi it.

a.-A's plautas de V. Exc. veoi
I'Ihomazia, corn 62 anuos de ida-
xharel FieIl Vieir.at de T orres
umildad Clhristil pedir-voL i tn
i comrnprair a suai liberda le.
)r;l, a escrava Thuni_ :tzia, em
Aar c lutair coin a sort, soffrern
ngclica, tolos os desgostos, an-
, inherentes ao aviltante estado,
icia, destine ou fatalidade, ap-
Agora, porem, velhlia, valets-
alquebrada pelos annos, cmfim
de su.c infeliz vida, se vid- se
a animal do escravo, nao pode
i senhor aquelles services que
B fidelidade nunca desmuentida
Ihe grangearam a merecida af-
a, coin que sempre a tractou,
n os horrores do seu estado.
ago de desgraca, d'esse hclidion-
rias, parto do inferno, chiamado
Piomazia, esta infeliz escrava,
e ambiiao dos home, faz um
utos humanitarios de V. Exc. e
>ara pedir-vos ein homne de urn
e um Deus de Abrauhlo, do
emr summa, em name de Jesus
ino Salvador, em nome final-
caridade Christ!, em nome
ensiva pthiantropia atheists do
ara libert:ar -se; obualo a que ne -
rosoe, e benm formado, nenhuma
recusar-se; atteadendo nio so,
ricordia rede-mir os captivos,
iromessa d'a'uelle que disse,
gota d'agua, dada emn sen
compensa; promessa esta, cuja
quando tiverdes a inefavel fe
a ventura de goaar da Divina
a fez, isto 6, quando perpassar-
Eternidade.
hor, ou senhora, Thiomazia, a
pede e humildemente cspera,
ogo da escrtva Thornazia.
UrM Christdao.
quizerem soccorrer esta infeliz
obulos A rua dos Martyrios n.


Irelto de Nazareth
Spublleo
depois de explicar o facto por
este journal pelo ex 2.* supplen-
n cornarca, declarei que ia re-
do autographo e premover a
i autor do artigo.
de Vasconcellos, no Diario do
conta.x novas histories, apesar
ntar por Joaqiim Fcrruiric da


Mobilia 12 volumes a P. R. Shares.
Pedras de amolar 100 a Moraes & Marques.
Sola 100/2 a Pereira Carnaciro & C.
DESPACHOS DE EXPORTAQAO
Em 5 dc maio de 1884
Para o exterior
No ligar americano Roland, carregou :
Para New-Y..rk, Pohlmann & C. 5,000 saccos
corn 375,000 kilos de assucar mascavado.
No vapor americano Advance, carregou:
Para New-York, S. Brothers & C. 45 fardos
courinhos de cabra.
No vapor inglez Warrior, carregou :
Para Liverpool, S. Brothers & C. 215 saccas
corn 16,346 kilos de algodlo ; Bortelman & C. 20
fardos corn 4,052 ditos de dito e 4 ditos corn 964
ditos de traps.
No vapor inglez Avon, carregou :
Para Lisboa, A. J. Furtado & Sobrinho 400
saccos com 30,000 kilos de assucar mascavado ;
A. Cunha 269 ditos corn 19,650 ditos de dito bran-
co e 74 ditos corn 5,550 ditos de dito mascavado ;
V. da Silveira 15 ditos corn 1,125 ditos de dito
branch e 5 ditos corn 375 ditos de dite mascavado;
B. Gomes & C. 1 barril corn 110 litros de aguar-
dente e 1 pacote pennas ; S. Guimaraes & C. 2
barricas com abacaxis.
Para Antuerpia, Borstelman & C. 2 saceos cornm
120 kilos de cafe.
Para o interior
No lugar allemao Nautick, carregou :
Para Uruguayana, P. Carneiro & C. 450 bar-
ricas corn 51,120 kilos de assucar branco e 40
ditas corn 4,914 ditos de dito mascavado.
= Na eseuna portugueza Voladare, carregou :
Para Porto-Alegre, P. Carneiro A C. 200 sac.
cos cemr 75,000 kilos de assucar branco e 100 ditos
corn 7,500ditos de dito mascavado.
No lfgar portuguez Uni4o, carregou:
Pars Santos, Amprim Irmios & C. 1,800 sac-
cos corn 108,000 kilos de assucar branco e 3,500
ditos corn 210,000 ditos de dito mascavado.
No vapor nacioual -Jagunaibe, carregou:
Para o Cearai, E. C. Beltrao & Irmlo 40 saeeos
corn 3,000 kilos de assacar brancoo e 30 ditos corn
2,250 ditos de dito maseavado; J. F. de Sant'An-
na 100 sacco s corn farinha de mandioca.
Pars Macao, J. F. de Sant'Anna 4 harris comb
360 litros de aguardente.
Para Parnahyba, J. L. da Silva 25 barricas corn
1,251 kilos de auaear braneo.
Pars Arasaty L. G'. da Silva & Pinto 8 barri-
cas corn 800 kilos de sobo.
No hate na3i82al D. Antoni carregou :
Para Araeaty, E. C. Beltra & Irm 1 Barrica
eomrn 114 kilos de aBumar branco e 1 macco orn
75 ditoe de dito ; R. Lima & C. 1 barril corn 90
litros de mel.


SgAe do a pado, atra-.se
| S o do que asmrea em aa pri-
a:l jae I; maU estate eonviclo e apparen-
te. o Weal, pona repaou-e elle a assumir a res-
ponsabili dade dos artigos que publicou.
Se S. 8. estivesse convencido de que a -verdade
estava do seu lado, nao devia recorrer a tio triste
expedient, pedtndo a eutrem que se responsabi-
Jisassee por seus escriptos, ou dcspendendo sea di.
nheiro para chegar a encontrar quem aseignasse
semelhante responsabilidade.
Emquanto o Sr. Andrade de Vasconcellos nao
sp.responsabilisar pelo que eserever a met respei-
to, nao Ihe darei resposta alguma, contentando-
mo corn a resposta que S. S. da a si propr,io
quando procura responsaveis para Eeus escriptod.
Nazareth, 5 de mnaio-de 1881.
SHibcllo I7orentino Correia de Mello.


Consullorio medico
0 Dr. Joao de Si Cavalcante de Albuquerque,
dhi consultas das 10 ;is 12 horas da maubah, ua rua
do BLIII Jesus n. 20, 1o anidar.

Especialidade
Para os que soffrem does de cabeqa, roucos de
ouvidos, atordoaV5es, escurecirnmento da vista, fas-
tio semn saber a causa, dores de estomago c dos
intestines : do quadril e do mal de esactdescencia
ou heinorrhoidas, que 6 a causa do todos estes e
ouatros soffrimrneutos, que affligem e martyrisain a
lhumanidade, basta usar dos p6s ante-hemorrhoi-
darios do Dr. C. Fleischemann, espcciaiidade que
desidc 1870, 6 feita e usada.
S6 depois de centenares de bois curas e que foi
sitJC;t,) :to exams da Exma. Junta do Hyginme do
ALlo ) dI Janeiro, que approvou estes p6s ante-hie-
mtrrlthoidarios, que uina combinaeodlo de medica-
iimi nt.i)s innocentes e de )bou gosto.
Ca, I vidro tern o seu directorio assigned i) pelo
pr-op)ri. e unico mauipulador Luiz Carlos de Atr-
ruda Mendes, quo obteve a sancqAo impe ial em
tavor e seun preparado.
Dej)sitarios em S. Paulo, Lobre Irmaos & Sam-
pair.
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duzir 2, 4 e 6 kilogrammnas do gelo de
cada vez.
Para explica95es, pregos e encommendas
queiram dirigir-se ao
Agente geral-- THE O. JUST.
17--PRA9A DO CORPO SANTO---17



EDITAES
0 Dr. Adelino Antonio de Luna Freire,
jtdz de direito privativo de orphdos da
comarca do Reeofe, por S. 3. o Impera-
dor, a quena Deus guard etc.
Fao saber sos que o present edital virem, e
delle noticia tiverem, que no dia 6 de mato do
corrente anno, depois da audiencia deste juizo,
na respective sala, ira a praca por venda, corn o
abate da quinta parte, para ser arrematada por
quem mats ter a casa terrea, n. 28, a rua do Lo-
mnas Valentinas, a qual essa tendo ido a praca por
2:0005, e nra tendo havido licitantes, vai nova-


mcnte a praca com o abate da quinta part por
1:600j, que servirA de base para a arrematacao ;
e vai a praca ez-oafficio, por fallecimento de Do-
mingos Pereira Lagos, M requerimento de sua ir-
,a Anna Framcisca Lagos Perreira.
E pars qne chegue ao conhecimento de todos
mandei passar o present, que sera affixado no
nlugar do costume, e publicado pela imprensa.
Dado e passado nests eidade do Recife, aos 29
de abril de 1884.
Eu Manoel do Naseiment) Pontes, escrivao o
subscrevL
Addino Antonio de Luna Freire.

Edital n. 22
0 admmnistrador do Consulado Provincial avi-
sa aos contribuintes dos impostos abaixo mencio-
na(d!s, sobre taxas fixas, estabelecidas na part la
da talbella a que se refere o 11 do art. 2 da lei


SNa barcaca Laura, carregonu :
Para Macao, R. Pessoa 8 saccos corn 600 kilos
de assucear branco ; J. J. da Silva Campos 1 pipa
corn 40;) litros dc aguiardente e 25 brris corn
2,00) ditos de nel ; Al. Viegas & C. 5 ditos corn
40J dlitos de aguardente.
Pmr Guar-pes, P. Alves & C. 25 barricas corn
1,700 kilos de assucar refinado.
Na barcaca Mine-rva, carregou :
Pars Macahyba, F. de Azevedo 1 caixa corn 10
kilos de doce.
Pars o Natal, J. A. G. Pires Dunior 1 amarrado
vassouras.


MOVIMENTO DO PORTO
Navio entrado no dia 6
Bah'apor eacalas-10 dias, vapor nacional
S. Felix, de 196 toneladas, equipagem
28, commandant Martins, carga various
generous; a Domingos Alves Matheus.
Sahidos no mesmo dia
Southampton por escalas Uapor inglez
Avon, coinmandante Hamlip, carga va-
rios generous.
Porto Alegre Escuna portugueza Valla-
dares, capitAo Secundino Jose Monteiro,
carga various generous. -
Camossim e escalas -Vapor national Ja-
guaribe, commandant Francisco Alves
da Costa, carga various generous.

VAPORES ESPERADOS


do sul
da Europa
do sul
da Europa
do Pacifico
da Bahia
da Europa
da Europa
do sul
do norte
do sul
da Europa
da Europa
do ma
de New-port-News
de Trieste
do norte
da Europa
do ml
do sul


amanhi
amanh!
amatnhb
amauh!
a 9
a 10
a 10
a 11
a 14
a 14
a 16
a 17
a 19
a 20
a 21
a22
a 24
a 24
a26
a 29


H.786 (63aet ^ led l d
rt es fazt dao a j'CIO o reeebi-
xnnto, a bocea do Q d.. -s impostor, ro-
lativos ao 2 semestre do exercrcio correnoe, de-
vendo terminar no 30. dia util improrogaw( naI
forms do art. 42 do regulamento de 4 de julho de
1878. -
INPOSTOS
1:3004000 por enipreza anonyma on agencia
respectiva.
1:0005030 por casa de vender- bilhetes de lote-
ria de outras provincias, ainda que paguc o inpos-
to tie garantia.
2006000 por mascate na cidadle do Recife.
2(000 por tonelada dc alvarenga, cauoa Ide car-
ga Oil descarga, conform&'a arqiueai;:'o e a miatri-
ctlia.
20001)0 por escravo que excreer o officlio de mna-
garefe, estirador ou outro qual-iu.r offici meeh.a-
nico na cidade do Recife.
5.3000 por ceasa oude so h'our IL iosphloros na
cidade do Recife.
20 ,L ',tobre o valor l.)cativ- dIS s ?t.L,:)lciijin-
tos. coimmereiaCesou oniu-StIur outras IWti!.f.!Us L.'
inl strias fora da cida,.lei d Recit'e.
Consulado Provincial tie l'Prit'inblci,d, 5lr maLio
dc 1,sp1.
Fratncsco Amyntha.- (b, rcI/lh,,If Mo,,ra.
0 ild..L'.hibljador Hniti;n'ri P, I'1 ;I#'- ,t J,Lb.-
cOW', commendaoir rdur uuq,:rd ,,rLd,, i f
Rosa., cavalleiro die dc" LIt'Vs.o e ,f',th.'r J,-
.s' Chrfifto, qf icl da L':fpjbi b, _, H tt;z dc d.ir.:ito d,( coiir 11.1:,1 d.. ,Jif.boa.h,
etc.
Fa virem, queO I)or ec.tu iizo c e cartori, ,i do i,.rivio
qUue o subscreve, to m- d- sIi i 'u'r'trr;italo ;'i y'iern
mais der e maiter lahiniC oti;t-recer, no di:i 1.5 d'.) ilez
de ulaio oerreLntc, ;i-, 11 ,m-ra dt mainh.lt, n:t cat.a
tlia3 audiencias dc-fa villa Ic- .jatb ;ift,, tit h'LIn-
.'c sitio de co'uiieiros, deno:nin:ilo (A_'ateia': -.ili-
do ita pivI)(;.io da Venda (ran. le, ihesta ,n,'-itn
ComitrT :i, ;\ltliado cm 1U:iL .i.l;M) i, 1.,,I'- C li-t I
do- respectivos auitos, mnas lti.ju .-0n1 o alI.-itil it .t,
da 5'. part; o iiul fr'i pilinhoraIL,) a I Atinna
Marinr tudi- dtie exeuew quA lhu'- 11 cul, -iv ,ir. _a-'
vaIllo & C.
E assiin seri o dit,) bfin :i'r-, .itt.I-l, w i, k lii t'r.
,li.t e h,.na ac-ima indica l,.,.;
E ptra q(1 e clegure a io c itheciuint.I -!- t.-,I.I-.
IMIUln o )o p.,rteiro do,' autditL i,)- ,lt, llaffixf. |iI O-
sente no luga-r d) eosttnmme Lt pa-sL a re"-,?;ic-ti\ii
eertidio.
)Daila passa;l inSta villtda .. J.I)boat in, a.,, 2
de ilnaio ,io annoo I: in s Lt-iijii' _ito il'. Nj)-.) Sr..hllhr
Jesus Chr;l.-t, ,i.' I .sl.
E cii, JoaLuimin I 'un ,I- s IL SilvaI M,.,'.ira, l v (seri-
'a)o jiri\ativo u siibscrt- i.
I,. -uriiL ,f PI /r,;r.( I,.' L,,',iiL .
0 1)r. 'l~h.I;,,, lm l,/,, i, (I ,. L,,i'/ l -',Li I
jIt 11.. ,;,1 ;h ,, pr 'l ,li :, d s rfJ1 ,1,., i,.? ,/ I'.l
,i rn c i tI / A ,i ,: "' I o I ,I, :%i ,lL.
,i qa, 1 I Deit gnitri(.:, I /I-.
Fai' o a,;lt-ir ;ws0 qute o ptr-,e t',e ,.lit;l -ir n i
1'1, lh noti<;ia ticreln, quue n.) di;i 1; do uai, ,l l'v'te
amto, ,sdpois daI audi-meiai C'etjuizt--, tt reI'.-i'-
tiva sala, irAi itA pri;a pr \-'inl.t, fni i'..it,',i.. IMr;Li
so'r arren:ialkli por iiiit in intis dhr, u:iia ica.-ii. tir
ria n. ', ri;t LIlt S. J,,rr e LI fIt Irc i,,1ziu I fix- S. Fr.
Pedro Gon(-alves, e,4in 4 ln(.troLi dL ILtrgura e 2C0 de
f mdo, I|orta e .lA.Illa na r trcntt', 3 (quiartos. 2 sAlts,
clill Ui1i pL p l ial l I t;'' m Ld nitItrl. .tlia, (-o.-.iIlm 1 to-
ra, pequiieu.o Lqintnal, s-.rvinl) de b;ise parta ;rit'-
111. t:il'wi a oil;:.-rta dc :.N'0i 3. t'feit p)r .d ld idt,
lF'rntidcs ,LiLt Silvc;. Mu;t.t. E v:ti ;i pri(iia a re-
Ljuri'itentU iLC D. R-osa Mairiat Gonilimi ils Costa,
in'ventariante dus heiSi deixados por sou filleciilo
inarido Francisco Severino da Costa, para paig-
:nento de decimnas atrasadas, custas vencidas, e
fine accrescerenin.
E para qute chigue ao conlichcimencnto de todos
inondci pass-ar o present recital que sera affixado
nos lugares, do( costume e publicado pela impren-
sa.
Dado e paesado nesta cidade do Recife de Per-
namnbuco auo 29 de abril de 1881.
Eu, Maisel do Nascimento Pcntes, escrivao o
subscrevi.
Adelino Antonio de LUa Feire.r
E~dital n. 614
O inspceton geral da instrucn;o o public manda
fazer eonstar' aos professors publicos de ensino
primario Cacimiro Lucio dos Santos da cadeira
primaria dc Serra Verde, e Francisco de Paula
Lius de Carvalha, da cadeira de Agua.-Branca,
iun por acto da presidencia da provmcia de 7 de
abril find pemnittio-se-lhe permutarem as cidei-
ras que regem, e que se lhes marcou o prazo de
6e) dias, a cootar daquella data, para tornarem
posse e assumir o exercicio de suas novas ca-
deiras.
Seiretania da instruccao public de Pfmnambn-
co, 3 de mait de 84.-0 secretario,
Pergentino S. de Araujo Gslvao-.

Edilal n. 20
0 adminitLdor do Consulado Provincial avisa
aos contribuintes do imposto de reparticao, esta-


belecido na lei do orcamento vigente,. quo nesta
reparticao se farA a cobranca do mesnm imposto,
A bocca do. cofre, relative ao 2- semestbe do cor-
rente exectiot, a coinmear no dia 1" de maio pro-
ximno fiutuwo, devendo terminar no 300-dia util, na
f6ima do art. 42 do reg. de 4 de julho da 1879.
Consulsdo Proviacial, 26 de abril de 84.
Francisco A. pe Carvalho Moura.
Edital a. 21
0 admiuictrador do Consulado Provincial avisa
aos contiibuintes dos impostos estabelecidos no
art. 2 1 3D da leo n 1786 (orcamento vigente) eoV
part%. da tabella a que se referee o. 11 do mesmo
art., que uesta- reparticao, a comecar no 1o de
maio proximo future, se fara a cobranca, A bocca
do cofre, dos inesmos impostor rehativos ao 2' se-
minestre do corrette xercicio ; docvendo a inesma
cobranma terminar no 30- dia util, na formna do
art. 42 do reg. de 4 de juilho de 1879.
Consulado Provincial dc Pernamnbuco, 2G de
abril de 1881.
Francisco A. de Uirvalio Moura.


Secretaria dia Presidencia d e Pernambuco, em 1
de maio de 1881.-*2;, svcqio.-Por esta secretariat
se faz public, dc c-,nffonmidtile rcoti 11 art. 11 do
decreto n. 817, de 3 ) de iagoto de 1851, o etdital
almiAixo transcripto, pondo eon eoncurso cown o pra-
zo de sesseuta dias, os officios do 2o tabelloia do
public, judicial e notas da eomarca de.Bom-Con-
selho, vago por fallecimento do serventuario Luiz
Elias da Silva e Albuquerque.
0 scoretario,
Joao Angisto de Albuquerque Maranidao.
0 cidadbo Augusto Martiniano Soares, presiden-
te da Camara Municipal, em exercicie do car-
go de juiz municipal da eomarea de Born-Con-
selho, em virtude da lei, etc., etc.
Faco saber a quein possa interessar que, den-
tro do prazo de 6)0 dias a contar da data do pre-
sente edital, estA cm concurso o provianento do of-
ficio de 2 tabelliao do public, judicial e notas
deste term, vago por morte do serventuario Luiz
Elias da Silva e Albuquerque, devendo ospr eten-
dentes ao dito officio apresentarem-se nos terms
da legislaeao em vigor. tDecreto n. 817 de 30 de
agosto do 1851, art. 14). As petigoes em que se
requererem officios de justica devcm ser datadas,
assignadas pelos pretendentes ou seu procurador,
acompanhada de folha corrida e mais documen-
toes qne entenderem convenient, sendo todos de-
vidamente sellados.
Primeiro-Os pretendentes sos lugares de e-ccri-
vaes e tabelliaes devero juntar almn desses do-
cumentos, certidaio de idade e do exame de suffi-
ciencia. (Decreto n. 8,240 de 15 de outubro de
1,81, art. 11). Alem dos documents exigidos
pelas disposihoes em vigor, devem os pretendentes
sos officios de justica apresentar certificado de
exame de lingua portugueza e arithmetic ate a
theoria das proporqoes, prestado em alguma re-
particga public oem qualquer estabelecimento
de instruccao publics.
Art. 12. Nao aproveitan'o os requisitos'de ido-
neidade, se o concurrente tiver qualquer enfermi-
dade ou defeito physics, que o embrace no bomn
desempenho do seu cargo. (Decreto de 30 de ja-
neiro de 1834).
Hei por bem determinar, em ampliagio ao de-
crete do 19 de margo do anno passado, que em ca-
daa unm duas villas hajamn dous tabelliies do publi-
co, judicial e notas, servindo o primeiro de enri-
voo dos orphbos e dos residues e capellas e o se-
gando de escrivao das execuaoes civeis e crimes.
, portanto, so convidadas todas as pessoas que
pretenderem oppor-se ao dito cargo a apresenta-
rem suas peticoes a estc juizo dentro do prazo e
forma acima declarado. Dado e publicado nesta
villa de Bom-Conselho, aos 15 de abril de 188k


4.

- -. -
sea- +ie- -. I -


tfeun Awuemoi COdetTealSoo subscrevj
6 arartai o .&are6 V17wk.
nadanaiAN s ontinlia em dit& edital que fit
copiar do proprio original fie mentey ao qual o
report e du fM. Bom-Conselho, 15 de abril de
1884. E eu, Luiz Antonio Curdeiro, eserwivao que
o subscrevi.
SEdlial a. 64L
De ordem do inspector geral da instruce.o pu-
blica, se declara quie o conctrso qcue devia ireali-
sar-se no dia 5 do corrente no Gymnasio Pemrnam-
bucanc.. para Drovimonts da cadeira do geogra-
phia da Eseola Normal, flea transferido para o
dia 12 deste mez.
Seerutan l da Instrirct:io Publica do Pernani-
buc), 3 d,, iaio de ll-I.
0 set-'l1t iio,
P,: 'i,,/tZo S. de Ara,',., Ga,:ic0o.

Edital u.
De or ih.-m ,io Illii. S". int-p,.Lttur Se. z public
,l1Ic ;i I I hiRAs d1o ,0 it 7 c7rVn- i t' 11112z, s -.'i ,
vwi e dJai (in w).il t, iD tr.ti,:i ,.. (_'',_1.'t,, :ii iner-
ca.lrias ai'a ixi,. ...' lr; i i ., : .-il r :
A. riIit,;.; 1 1. i ";
MarIea DS I', I c.tix., 1. 7;:, 1i1L, dc.f imnio r-
go iro ;ip, W all-i ,'i,) (',,.,r. ,_.:*tr.iil,^ f., 31 de
,nart;o ultim o, ,'-,,itcwil.: 1;.;" kilox;-iiii. i- lrl i.: h '* ,"l11}o_
de nmadeira or.l in.tri.t |I;Ir.L \% Liit,I'.Ir.l-, :tb.!..l:,it-
da por Joho .Salbinio Pinho.
ArIII:iz2n! ii. 4
Mirea PGC e conitramarca A&C, :irte'a ,I cai-
Xl n.I 1,29111, vim i i do ILIavrc no \');1\-" franccz
l7/l, dov PL,-L,,ilJ ,.,, ',, intraiII I, -in 22 ie abril tin-
,ij, (-.ntond,.) 1 kl)zraminrn:a I. s,) para pre-
pan, d? fl,,res airtilHci S, ;i.ta IlulLadaI pi-r Lu,-
ni) <-,.'an;l\'eds (.';,~i-;^j..
I lr-.;r., ~.cL /.L a il:.i te'. l il, P,..- arnrlhb c.,
;\ -* 1''. -- l| J I,'t',
/.',.,'. 7B. de M14,)



DECLARA(;OES
--I D r.,- t. 1 iml. lli t. CamI ar;i Mulinicipal, .il>
c.>, iil.l,.-, ,s i.'I ',t ii,- e.-t cltbe cirieinlos das
trc..z 'mi a., I., S. J.. .. I', ,-if. pari vtirLt, ;'1 sec-
.'i, ,n> ,'II4i -it I L'\ ,r _- ; iO'ot. -lu didas e bIalon-
>;.1s I,,,- itL-,ii,.,, ii. l-r.xino niez de maio, -:,b
pLI' t I .; l'i.
l'. .' i 1 1('LItILI i'L.L i ijLi:Il dlo ILu il'o, ;J11 ,Ii
abril Li t-1.
J .--.. a.I do ,hd Mura,.-.,
l Pr,'idellto.
I'10r'. 1G. ,.de R itis e Sil;Ia.
Sc-emta rio.

dlllmrm r lMunicipal
.S-( ret >I ia da (_'iiar.a MN nicipal ,lo ) e:i i., 5
ui~li; t 11,10 iJL l.'?4.
Illiimi Sr. D. e o,'lDin d.o llhm. Sr. v,-rca'l:-r co-
r:iti-I l),.;io Jc .eAiiuil Fom.n-ecai. inlbrm,? V. S.
,lmal a, razao p-.r iit c ,1.'c1! S.,isarain a t'z.zer as
afiLriL.LCs e rcv'i'.--'s dos Lpes'js c in.-didas dos1 c-ta-
l,.iitiLntvnt,.t s iitt-, as rIuas iLi Palmita n. 37 c da
Coioncci.;1zo n. :, perti(:ientos a JoatlLiiti Coelho
N,-tto ? S-.' ditais a;i'ri-, fi.6m-ainm fitia,, por or-
al 'n de -1i-m, c st, iignora ailt -lUe o ,i'no-nL) Netto
a, lihavat iitiltadii pIelos respectivos fisca-es, por
ilao teriem feito as m.sinis aferi,')cs e revises nt)
tempo detorntiuado ?
I)Deus gnarde a Vv. S-'.-lIms. Srs. Jose Illo-
tlnseI di' Mello e Antonio Ujts Caldas, adjnntos da
L.,' Se.Ljo de aferi(.;'"-,s.-O- seccretarn, Pedro Gai-
di(ai de JRIt" i ,s'e817a.
Secr.2taria. d;t Ca;in.ir;ai Mni;pal do) Reife, 5
,de m ii de lkM8.
llhm. Sr.-De ordem doUln. Se. vercador co-
ronel Decio de Aquino Fonseen, informed :
1.0 Se Ihe forain entregues os. termnos de multas
lavrados polos fiseaes de Snnto Antonio e Boa-
Vista, contra Joaquim Coelho Nettn, estabelecido
corn tavernas i rua da Palma n. 31 e da Concei-
'ao ni. 8, por falta de afericues c- revises em pecos
e medidas de scus ditos estabelecimentos, e emi
que importancia;
2.o So o referido Coellio NiAtto, corn guia pas-
sada pela seceo respeetiva,. ci 3 do corrente, pa-
gou a imnp3rtancia (las aferi5;35s c revises sem
tcr pago as multas em que anteriormente tinha
incorrdo.
Deus gnarde a V. S. hltm. Sr. procurador da
Camara Municipal do Recife;-- secretario, Vedrd
Gaudiano tde Rati&s e Silca,
Secretaria da Carnara Miniieilpd do Recife, 5
de maro die 1884.
llsm. Sr.-De ordem do' hii. Sr. voreador co-
ronel Deeio de Aqumo Fonseca, qucira V. S. in-
formar por ordem do Sr. comtriMssario respective o
,seguinte :
1. Se Joaquim Coelho Nettc, corn tavernas .is
ruas da Palina n. 37 e Conceiao. n. 8, foi multa-
do pelos fiscaes de Santo Antonio e da Boa-Vista,
por talta de afericues em seus dites estaboleci-
mentos nos pesos e medidas, e, se sem ter pago
as multas emn que incorreu, & antes de resolver a
Camara sobre a relevawo de ditas multas que re-
quereu e mesino Netto, foi em 3 do corrente ad-
imittido a fazer as afrri~i}es e revises, dando o
Sr. chefe da 4.a eccAo os-conheeimentos para se


efleetuar o pagamente das- m ncsmnas ;
2.u Quem Ihe autorisoua a assim proceder.
Dcus guard I. V. S. 1him. Sr. chefe da 4.a
seccao de afericues. 0- secretario, Pedro Gau-
diano de Ratis c Silva.

Imperial soiedade
DOS

Artistas Meehanieos e

Liberaes
Distribuicao de premios
De ordem da directioria, eaiuvido as pessoas que
concorreram corn seu products A ultima exposi-
:'lo rromovida por esta sociedade a comparecerem
na sede cta minesmnia, domigo 11 do corrente, As 7
horis da noite, paa ahi roceberem os premios.
que Hlies furam conferidos. Assiin como na mes-
ma coniformidade, eonvido a todos os senhores so-
cios, beminfeitores, oiconrarios e effectivos paras
assistirem o mesmo aeto.
Secretaria da imperial sociedadc dos Artistas
Meehlaiicos e LUber'esm e, lneriuminbimc-', 6 dt
maio dic 158S4.
Fr,-watciseo da Cota Ramos,
10 secretario.


Club Concordia
Ordentlicbe Ceschlussfaehige Hauptversam -
mlmung Samstag 10 dieses Mouats abends acht uhr.
Tagesordnung
Aufnahme neuer Mitglieder. Bestatigung der
am 29 Januar gefassten Bechluesse. Berichters-
tattung.
Das Direetorium.

English Bank of Rio de Janeiro

Limited
A dhireAo tern resolvido recommendar na pro-
xima reuntio dos accionistas, em Londres, no dis
21 do corrente mez, um dividend de 8 chilliugs
per accao pagaveis livre de imposto, no dia 31 do
mesmo mez prefazendo. corn o dividend interino
pago em dezemdro proximo passado, 16 chilling
por aceao ou 8 010 sobre o capital realisado, pars
o annuo financeiro proximopassado.
Tambem recommnendar se-ha transferio para o
fund de reserve 5,000, elevando o total do
mesmo fundo A 170,000, e deixando um sa lode
z 6,300 ao credit da conta nova, do lucros e
perdas. Pernambuoo, 7 de maio de 1884.
Henry K. Gregory,
Gerente.

8anta Casa da ieoricordia do oReciffe
Arrenda-se por um A trees annos os armazen
ns. 16 e 18 A rua da Senzalla-velha, A razao de
3605 annuases cada um ; a tratar na secretaria da
mesma Sans Casa.
A Camara Mnnicipal do Recife tendo re-
solvido mandar proceder a demobiao da parte do
sobrado & rua dos Pires n. 1, e juntamente as
easinhas ns. 2 e 6, fundos do mesmo predio, A rua
cd Baro de S. Borja, para o alinhamento da rua
deste nome, pertencendo todo material resultante
da demoliio a quern so encarregar deste service
e bern assim a reedificagio da part do mesmo
sobrado que nao tern de ser demolida, de confor-
midade corn a plant apresentada plo engenheiro
e de accord eom as posturas munmempas, deven-
do entregar o predio inteiramente prepawar a




..^ -<;

-


'-' I -


Pernambaco
Belgrano
Advance
Memning
Cotopaxi
Corrientes
Tamar
Patagonia
Trent
EApirito Santo
Pard
Commander
Guadiana
Bquateur
Ps'nance
Tetonia
Ceard
NOW
B dego
lMonde


d


























S ie ordemn.cMaa111M. Cmaras Municipal, previ-
i a-se as pessoas interessa las, que nos diwOabai-
me XB dlarados, finda-se o prazo marcado pel. re-
gu riento para a consersacio dos corpos inhu-
n mados em diversas catacuimbas dos cemiterio, as
quaes sera.o abertast nos referidos dias, se nenhu-
nma reclama9ao houveratA a vespera.
Dia 8 de maio
Adelaide Carolina de Miranda.
Helena Augusta Mendes da unha.
Jose Dias Marques.
Antonio Muniz Tavares.
Carolina, fila de D. Hermelinda C. do Nasci-
rnmeanto Nogueira.
Antonio, filho d3 Hermogenes Noberto de Gus-
mi1o.
Disa 9
Arthur, filho de Mathilde Maria da ConceiAo.
Antonio, filho de Hermino Rodrigues de Si-
qreira.Di10
Dia 10


Ignacio
Manoel,
cellos.


Soares Pereira. -
filhM de Antonio Manoel de Vascon-


Dia 11
Julia, filha de Domingos da Silva Ferreira.
.Dia 13
a'hereza Maria Piras Dausley.
Hermina, filha do Dr. Pedro Affonso de Mello.
A "fdes, filho de Domingos P. Freitas.
Heurique, neto de D. Eugenia L. A. de B:Rito.
Dia 14
Maria, filha de D.,Maria M nteiro Duarte.
Dia 15
Maria do Barros Campcllo.
Luizi do Franca Ayres de Almeida.
"Maria Luiza, filha de Cactano Jos6 Gon.alves
do Forte.


Dia 16
Maria da Gloria.
Dia 17
Libanio Virissimo de Almeida.
Dia 18
Jos6 Fcrnandes da Silveira Daltro.
Christina Clotilde Caneca.
Dia 20
Fructuoso Rbdrigues de Souza.
r Joaquun, filho de Silvino Antonio Rodrigues.
Amelia, filha de Manoei Cabral de M.llo.
Dia 21
Francisca Maria da Paixao Vilella.
Elisiario Games de Mello.
Dia 22
Alexandrina Maria da Silva Porto.
Dia 23
Emigdio Borges de Lima.
Jos6, filko do capitao Firmino de Figueiredo.
Dia 24
Anna Benedicta Gomes.
Maximiano das ;hagas Souza.
Cemiterio do Recife, em 3 de maio de 81.
0 administrator,
Fr. Lourenco d-, knmaceulada Concei'Ao.
A Carara Municipal do Recife faz public)
pelo present edital, que cm sesslio de 30 do mez
findo resolve mudar os nomes dam seguintes ruas:
S. Francisco, pelo de name de Francisco Jacin-
tho; estreita do Rosario, pelo de Dr. Feitosa ; rua
do Cannot e Paz quo estao ligadas, pelo de Fr. Ca-
neca ; a da Palma pelo de Felippe Camarao ; a
da Viragio oleste da igreja de S. Pedro, pelo de
Henrique Dias ; a de Santo Amaro, pelo do Ge-
neral Abreu e Lima ; a da Roda, pelo de Conse-
Iheiro Pirette ; a de Santa Isabel ao sul do thea-
tre do mesmo name, pelo do de Barlo de Villa
Bella ; a rua nova dc Santa Rita, pelo de Padre
MunIz.
Boa-Vista
A rua qne partindo da rua da Imperatriz term!
na no eaes de Capitaribe, denominar-se-ha Dr.
ZEustaquio Games; a travessa das Barreiras que
pelo melhoramento que teve, 6 hoje rua e sua con-
tinuacao cornam o do Maciel Monteiro ; a rua do
Atalbo, pelo de name do Dr. Villas-Boas ; a rua
paralella a do Atalho ao norte da ponte do Gym-
nasio, pelo de Sabastibo Lopea ; a runs da Atrac-
atravessa a do Principe e segue a direceo nor-
deste, denominar-se-ha de Bispo Cardoso Ayres.
Pago da Camara Municipal, do Recife, 3 de
mnaio de 1884.
Jose Candido de Moracs,
President.
Pedro Gaudiano de Ratis e Silva,
Secretario.
A Camara Municipal do Recife faz constar
-a quern minteressar possa, que na sessao de 13 do
corrente iro em hasta public a factura de duas
pequenas casas nos cemiterios cas freguezias de
S. Loureneo da Matta e Varzea oreada eada uma
em 814S82Q, para abrigo do admiunis-trador e
repartigio do mesmo, e bern assim oe concertos
ndispensaveis no cemiterio da Varzea, orgado
rem 390A. Os orcamentos acham-se na secretariat
da Camara Municipal, onde podermo ser examina-
dos.
Paco da Camara Municipal do Recife, 3 de
maio de 1884. -
Jos6 Candido de Moraes,
President.
Pedro Gaudiano de Rati e Silva,
Secretario.

Institute dos Professores de Per-
nambuco
Nao se tend o reunido a assemblies geral deste
institute no dia 1 do corrente, por causa da muita
chuva, foi a mesma assembleia transferida pars o
dia 8 as 10 horas da manhb, para a qual sa o con-
vidados todos as socios.
Secretaria do Institute dos Professores de Per-
nambuco, 5 de maio de 1884.
0 10 secretario,
Galdino Eleuierio Correia de Britto.

Estrada de Ferro do Recife ao



Pelo present sa convidados oS Srs. accionis-
nistas desta companhia para reeeberem na estacao
de Cinco Pontas o 41.. dividend eorrespondente
ao semestre vencido em 31 de'dezembro do anno
passado.
Eseriptorio da Superintendencia, Cabo, 5 de
maio de 1884.
Wdls Hood.

Theatre SanlAnna
Kln Vinte e Onatro de taio n. 38
I Qotta fefta S de walo
|||,, Srande espeetaculo em benefieio da viu-
! va Maria Januaria do Livrameuto


Depois que a orchestra executar algu-
S anas peas de sea repertorio, subirA A see-
ai s a pela primeira vez o drama em dous ac-
tos e um quadro
00rplo 0 n. ..
Our6Mii~ftoa .
S No qual estreara a Exma.- Snra. D. Anna
SJulia dos Santos.
h" hlisarA o espectaeulo com o quadro
vivo
A 1.0


M-0-


Qommandante. o cap'So' de fragata Pedro
-.. i l ekperado dos portoe do
.. T 1 sulaodia 8docorrente
e seguir depots da demo-
Sinra indispensavel, parsa os
B portos do norte ate Ma-
aos.
Paras carga, passages, eneommendas e valores,
cracta-s e na agencia
44- RUA DO COMMERCIO -44


PORTOS DO SUL
0 vapor
Espirito-Santo
Commandante Joao M3ftria Pessoa
E' esperado dos portos do nor-
te at6 o dia 13 de maio e
seguirA depois da demora
do costume para as portosdo

Recebe tambem carga paira Santos e Rio Gran-
de, frete modico.. I
Para carga, passagens, encommendas e valores,
trcata-se na agencia
44 RUA DO COMMERCIO 41


Rio
Victoria
Bahia
Macei6
Parahyba
Natal
Cearg
Maranhao
Para
Manaos


Passagens
90.000
81A000
36A000
18,000
18000
31500
676500
99$000
135A000
2055000


Pro&
27O000
27,000
133500
9A000
9i000
104800
13S500
16;0200
23;100
40A900


Companhia Bahlana de Navega-
eao a Vapor
Macei6, Penedo, Aracajui, Estancia e
Bahia
0 vapor
S. Felix
Commaudante Martins
PaSegue par a s portios
l'N aacisma no dia 9 de
m. o male .s 4 horas cda
-...n-- tarde. Recebe carga
o at ao 1/2 dia do dia
--z--- da sua sahida.
Pars earga, passages, encommendas e dinheiro
Sfrets tracta-se na
AGENCIA
7-Ruan do Vigarnio -7
O 0oMingo s Alves natheus

CHIARGEUIS REUNIS
Companhia Franeeza de Navega-
o ajo a Vapor
Linha, quinzenal entire oa Havre, Lis-
boa, Pernambuco, Bahia, Rio de Janeiro e
Santos
steamer
Vile deo Pernambuco
Commandante Taunays

SEspera--se des portos
do sul atdao ia18'de
Smaio, sgindo de -
pois cda indispensavel
edemora parsa o Havre,
cor escala par Lis-






dboa.
Os vapores desta companies entrain no porto
ancorando em frente ao ekes da praga do Commer-
io e send muito incommodoao embarque dos pas-
sageiros no fundeadouro aes paquetes transatlan-
ticos, no Lamarmo e demais, devendo todos aportar
ao Have, cluae 6 oporto mais vsinho do Paris, 6
f6ra de duvids quo ha grande vantagem pars quem
quizer irt Europa ,eram aproveitar-se dos ditoe va-
pores ta tato mais quanto, al6m de seren as pregos
daes passagena ma medicos, as deospezas do emba-
que aqui e as do transport do Havre a Paris, afi
muitoe menores do que as jueo demandam as viagens
nos paquetes As outras lmhas.
Conduzem medico a bsrdoe, so de marcha rapid
e offerecem excellentes commodes e optimo passa-
dia.
As passages poderlo ser tomadas pe antemao.
Recebe carga, encommendas e pasgeiros, pars
os quaes tern excellentes accommodates.

teamer
Beigrano
E' esperado da Euro-
ApaW at o dia 8 de
maio, seguindo do-
.. ..is do indispensavol
in a d eu ora par. a r am-
E --,ag oOl de E4-
neire CSantoes.
Ro-se- Sn mortadoresea de eanga poe
vapmeos desta lmihaqueramn apresentar dentro de 6
dia, a ontar do da desearga da alvaren gasqual-
quer reelak=a*io coneernente a volumes, que por-
ventura tenham seguido pars as porter. do sul, afirn
de se poderemdar a tempo as providencias neoeess-
migs.
Expirado o referido praso a eompanhia no n
responsabilisa par extravios.
Reeebe earga, encommendes e passageiro, pars
oS qaaee tern m ecelontee acommodag6es.
A4lENTES
August0 P. de Oliveira
&C.
42 -RUA DO COMMEROIO -42
(Entrada pela rua do Torre.)



Daupfsehffaktsis, efelschtf.
0 PAQUETE A VAPOR


!


Par, E,
pay EaVre e


Pimar passagoni, frete, etc., tra
agente..
Borsteallnn
RUA&DO VIGATO


fita-se corn 08

&4.^


varoe de


Enommeda e dinheiroafrete a
as a horas da tade do da aahda-
aes da Coila a-
eama s.oA
, ,TEA'M~k R
RIOYAL WIL STE PACI


CONATM
Grande reduaet" noo
pasagen
0 VAPOR
Tamar


commandante A. E. Bell
^--- ~E' esperado daEuropa no dia
r.- .-' 10 do corrente, seguindo de-
i- pois da demora necessaria para

Macei6, Bahia, Rio de Janeiro, Montevideo e
Buenos-Ayres
Redueieo nos preeos para o Rio
de Janeiro
1. classes 904000 e 3. classes 27#000


Itinerario
IDA
Sahida Southampton 1
Chegada Bordeaux 4
o Vigo
Lisboa 7
O S. Vicente *
Pernambuoe 20
S Macei6 21
Bahia 22
Rio de Janeiro 26
Santos 28
S Montevideo
a Buenos-Ayres
VOLTA
tConforme.as ordens do Rio
Sahida. BuenosAyres
S Montevideo
Santos
Rio de Janeiro
hCegada Bahia
S Maceio
S Pernambuco
S. Vicente
Lisboa
e Vigo
,, Southampton


24
26 1'
29
5
7
de Janeiro)
17
18


1
2


7
.4 9
27 12
13
29 14
21.
11 28
80
15 2


56 tocarA se precisar carvao.
Par passagens, fretes, etc., tracta-se corn as
CONSIGNATARIOS
Adamson Howie & C.
3-Rua do Commerelo--
United States & Brasil Mail S. S.C.
O VAPOR
Advance
E' esperado dos prtos do
sul no dia8 de malo, e
-m depois da demora necessaria
seguiri para o
EaranhAo, Park, S. Thomaz e
New-Weork
Para cargp, passagenas, e commendas, tactar-
AGENTES
Henry Forster & C.
N. 8 RUADOCOMMERCIO N. 8
1." andar
0 vapor
Finance
!A Espera-se de New-Port News
at odia 21 de maio, egauin-
%6 do depois da demora neeese-
sanapara
mamla e Rie de Janeiro
Pars carga, passage, encommeadas e valore,
tracta-se corn os


AUL.IN AJEdb
Henry Forster & C.
.. 8 RUADOCOMMERCIO -
1.andar


N. 8


Pelos vapores desta companuhia diao-se passa-
gems para Liverpool ao prego de 200 dollars ; o
passageire desembarcando em New-York tern ga-
rantia a passagens parM Liverpool quando lhe ap-
peauver por vapores de la ordem.
failed Steam Navigation Company
STRAITS OF MAGELLAN LINE
0 vaper
Patagonia
S Espesra-se da Eu-
ropaps atodia11
deo mateo segu'-
-- .... _-rap o sulde-
Sd demora do
costume.
Pars carga, pasagens, encommendas e dinheir
a frte: tracta-se comes
Consignatarios
Wilson enoas f C., ULmited
N. 14-RUA DO COMMERCIO N.-14


. vapor


KJepfgi_ dmiprt
- 4u W de e-n
dosulat o dia 8 de
maio, seguindo pars
.aEuropadepois dade-
imora do costume.


Par carga, passages, encommendas e dinheiro
a frete; traeta-se comas
Consignatarios
Wilson Soes k C., Limited
w ,1& -A m(iArim-OPTO N- 4 1


Para Lisboa e
A bamporteus.
esperada do Rio de Jai
i momest agufir em
avidade -aa iquoelle p
it '0 ",K ft en 6mo


d'fe ltja. o. e e pardo s, tolhas,
platfllas, esgaao, aapji]t01 branantes, fichls, sa-
hia de bailey, casaveques deo l e outras faze-
; uawta-r do e.corrente
V61. b hera .
AGENTh PINTO
No armazem da rua do Borm Jesus


Leilao


p -re[o a De fazendas avariadas


Conteido de differentes volumes e part de vo-
lumes descarregados de bordo do vapor inglez
Trent, na sua ultima viagem da Europa para o
sul.
Quarta-feira I do eorrente
No armaem da rua do Borm Jesus n. 2
0 agent Pinto levara A leilao par ordem de di-
versosoe por conta e risco de quem pertencer, di-
ferertes fazendas avariadas d'agua do mar, as
quaes serao transportadas para o armazem da rua
do Born Jesus n. 2.
0 leilao principiar- As 10 1/2 horas.

Leilao

De 12 traces de lour# e sapucaia
e 8 taboas delouro cornm I 112 e
I2 plmos de largura.
Quarta-feira 7 de maio


A's 11 horas
Agente Pinto
No armazem da Rua do
Jesus no 2


Boe=-


Leilao
De duas ecarroas de 4 rodas e
2 bols mansos egordos
A' 611 1/2 horas
Quarta-feira7 demaio

Agente Pinto
Em frente ao armaxem da rua
do Bom-Jeousn- 2

Leilao

De fazendas limpas e avariadas

Qi ita-fire, 8 go corrlnte
A's li heras
POR INTERVENVAO DO AGENT

Alfredo Guimaraes
Em set escriptorio a rua do Born Jeast
n. 45

Agente Britto
LeiI&o
J sobrado de I andar e sotao, sito a rus de
Ltmba'Valentinas (antiga Aguas Verdes) nf. 3,
edificada em solo foreiro e corn grandes commo-
dos.
Quarta-feira 7,do corrente
A's Ii horas
Na rua de Lombas Valentinas n. 2 (antigp
Aguas Verdes)


-Leilao
De I mobilia Ie amarello envernisada de preto,
oompletamente novae comtampo depedra,1 dita de
jacaranda, guarda-louga, guarda-vestidos, urma se-
cretaria, meias commodas, duas mallass de couro,
mesas elasticas, aparadores, mochos, cadeiras para
piano, louas para jantar, ditas para almogo, qua-
tros, espoo e diversas obras de aura, relogios
de ouro, ditos de prata e muitos outros objects
que estarlo patented no acto do leillo.

Qurti-eh. l Coa Cemnte
A's I heoras
No armazem da rua d2 Born Jesus n. 51
POR INTERVENVAO DO AGENT
___ Gusmao

Leilao
De eineeo fardos de papel para
Impresseo, avarlados
Qnarta.feira, 7 do corrente
A'S 11 HORAS
Na armazem da rua do Bom Jesus n. 2
0 agent PINTO, levari a leillo, por autorisa-
9ao e em present do Sr, consul da BelgicaA a re-
querimento doe rs. Monhard Mettlier & C. e por
conta e rio quem pertekamer, 5 fardoo mares
GL, 27 78, 276 279 e 281
de bordo do avio alm. N ik, de Hambgo,
o quae seraoveandidom as 11 hor dodia 7 do
eorrente, no armazem da runa do Born Jesus n. 2,
par oecasiao de um noutro leilo de fazendas lim-
pas o avariadas d'agua do mar.

Agente Silveira

Leilao
De models, loueas, vidros e qua-
dres
No 2. andar do sobrado sito a rua
Duque de Caxias n. 2
Oninta.feira, 8 de maio

Agente Silveira


Porto LeidIo
De morvels, luas, vidros e
xftv szem ~ quadres
nbo &,t-o0 NO 20 ANDAR DO SOBRADO, SITO A
a maxims bin.
wo"reotw RUA DUQUE DE CAXIAS N. 2
"mi*uinrafeira, 84. corrente.
-0 mat= nq 8 d g o a nteaa, autimadoupor ums Fums. fa-
milia levar a lelo 0 moves abaio maenciona'
-is do&
UnUm a mobilia deoarand a Luis XV, owolos
-coedra, mea eh de tbe as. cadeiras de


Ten*
v~ongb
dae m
Silo t~a
motk


2 apari
SWvid


De viaho e a vonmtade deos seno-
Sres copraderes
NO ARIAZEM DA -COMPANHIA PER-
.NAMBUCANA N, 12
Quinla.bt-feira, 8 do corrente
A's i heoras
0 agents acima, bastantemente autorisado, por.
conta e risco de quem pertencer levari a leilio 40
pipas e 35 barris de vinho into de Figueira da
marca mais- acreditada e da melhor qualidade, a
vontade dos compradores, em urn ou mais lote*.

Agente Pestana

Leilao
De 270 libras de manteiga ingleza em la-
tas delibra, 15 cAixas corn macarrAo,
40 libras de pimenta do reino em. p6 e
diversos barrios inteiros e meios coram tou-
cinho
Qjidnta-feira S do correote
As 11 horas
Na porta do Armazem do Sr. Antonio An-
nes, Largo d'Alfandega
0 *gento Pestana coupetentemente autorisado
farA leilao dos generous acima

A orror go lartlfi

Leilao
De moveis, candieiros a gaz, 1 alcatifa, T


revolver, quadros, lougas, T
objects de casa de familiar.


idros e mais


A saber:
Um piano forte, 1 mobilia de jacarandA, cornm 1
sofa, 2 consoles corn pedrag, 4 cadeiras de bravo,
12 de guarnioao, 4 quadros dourados, 2 candieiros
a gaz, cadeiras de balance, jarros parsa flares, cas-
ticaes e mangas, escarradeiras e 1 alcatifa de
forro de sala.
1 cama franceza, 1 toilet, 2 cortinados para
cama, pannos de crochet, 1 commoda e 1 guards
vestido.
1 apparclho para jantar, 1 dito para chi, copes,
calicos, garrafas, talheres, colheres, 1 mesa elas-
tica, 1 guard louga, 2 apparadores, 1 quarti-
nheira e 1 relogio de parede.
1 mobilia de mogno, 1 secretariat, 1 mesa para
escrever, cadeiras de balance, carteira e candiei-
ros a gaz.
Sexta-feira '9 de maio
ND sobrado da runa do Bom Jesus n. 2


FORINTERVEN9AO DO
Agent Pinto
(Em continuado)
Vendcrta o mesmo agent differences quadros
dourados, novas e paras fechamento de contas pelo
que serao vendidos ao correr do martello.
PrincipiarA As 10 112 horas em ponto

Leilao
DE
PRWE -I*OS
De umn sobrado de 2 andares e sotAo, site A ruas
da Restauracio, antiga rua da Guia n. 34, fre-
guezia do Recife.
Uma casa terra reedificada, corn boas accom-
modacoes, grande quintal, agua encanada, sitsa A
rua de Luiz do Rego n. 37.
Umas casa terrea corn grandes accommodacSes,
quintal murado, cacimba, sitsa rua de S. Jorge,
freguezia do Recife,
Sexta-felra 0 do corrente
A's 11 horas
No arnmazem da rtua do Born Jesusn 51.
0 agent GusmAto, competentemente autorisad c,
levarA a leilao as referidos predios ; send o pri-
meiro par mandado do Exm. Sr. Dr. juizs de direi-
to de orphaos e a requerimento de Joio Francis-
co de Souza, e podendo desde jA os Srs. compra-
dores irem examinal-os, e para qualquer iaforma-
ao o mesmo agent darA em seun escriptorio i rua
do Marquez de Olinda n. 10.

Carmo e Silva
Leilao da semana

Sexta'feira, 9 de male
Mobilias e moveis usados.
Miuderas, ferragens phosphoros e retroz.
Lougas, vidros e espelhos, camisas.
Pazendas, quadros, relogios e estampas.
32 paneiros de gamma, carteiras, machines de
costura.
Obras de aura, prata, etc.
E muitos outros artigos que estarde patentes.
AS 11 HORAS EM PONTO

71-Trayvsso l 101oC10siito--27

Segundo leilao

CARMO E SILVA
Por madnado do Exm. Sr. Dr. juiz da orphaos a
requerimento de Manoel Marques Avilla, inventa-
riante dos bens do casal do finado Manoel Ignaeio
Avilla, venderA cornm assistencia do mesmo juts.
Sabbabo, 10 do corrente
AO MEIO DIA
Um sobrado de um andar corn 3 portas de fren-
te, varanda de ferro, site a rua do Bemfica n. 31,
na Passage da Magdalena, sollo proprio, corn
grande commodes e terrenos.
Um terreno corn alicerees para duas casas na
mesma rua contipa ao sobrado.
Um grande sitio comrolarias no 20 becco da tra-
vessa dos BRemedios cornm grande casa de vivenda,
senzala, cocheira, viveiros, coqueiros, fructeiras,
etc.
Uma casa de taipa na Boa-Viagem confront a
igreja, sollo foreiro.
Tres parties da casa terrea a rua do Cabral n.
.24, usna cidade de Olinda.
Um cabriolet earnom 4 rodas e 4 assentos.
Na agencia de leiles
27 Travas0a foC s~o o Saut 2


AVISOS DIVERSOS
Aluga-se a loja da rua de Lomas Va-
lentinas n. 55, de aluguel de 15000 por
mez, a tratar na rua do Barbo da Victoria
n. 14, loja.
Offoreee-se urna senhora para cosinhar em
casa de familiar; a tratar na rua do Padre Flo-
riano n. 28.
Aluna-se o segnndo andar da rum do Barbo
da Victoria n. 14 ; a tratar na loja do mesmo"
sobrado.
Aluga-se a loja do sobrado de Lonaas Va-
lentinas n. 55 ; a tratarua rua do Baro da ViO-
toria n. 14.


Offerece-se auma esnas para servigo dca-
sado ponca fanilia; a uatDuque d c as d s n". 481j


Itoso '-Aluga--- mcra ro andr d ptodi n. 10
P3ea9% a smtrr no pavuaeto
;;1*- .elme do no =eaB l~f* p ed? ^l& :;*~;*:1r.,1 .1 :*, i
thgomim?; -jar" & dA~slbA
Preciaa-e do u am a para cosimnhas
A ck a i n i. U n.


]Rua, do Praia 11. 35. *2 9adar
Eduvirges Mari Ceio participa is suas n-
merosas freguezas, que dispmdo de habeisoe-
tireiras, e tendo por norm os figurinos mzia
recentes, se acha hahilitada a satisfazer qualquer
toilete, coma sejam : para casamento, bailey, thea-
tros, passeios, etc., enchovaes para baptisado, aie
pregos commodos. .
C- Aluga-se o andar terreo da casa n. 41 Arua
do Rangel; o 2o andar do sobrado n. 34 A rua
estreita do Rosario ; as casas n. 1 travessa da
Hora, no Fspinheiro, e a de n.... em Apipucos.
0 desembargador Henrique Pereira de La-
cena perdeu a police provincial n. 2839, do valor
de 1:000W, pertencente A sua filha Maria Annin- -
ciada Carneiro de Lucena, e para powder requerer
outra em substitui9go, faz a present deelaracao
Vende se um cefre pequeno, prova de fogo ,
a tratar no pateo do Terqo n. 40, padaria.
PrecisqA,6 de quatro A cinco contos de rs. a
juros, por tres ou q-atro annos, raga-se o premie
de 8 A 9 por cento ao anno, mensalmente, e ga-
rante-se corn hypotheca em bons predios nesta
cidade e em uma das melhores localidades ; quem
quizer fazer este negocio, dirija-se A rua doa
Martyrios n. 158, ou annuncie a sua residencia
parsa ser procurado.


P -Ama
Precisa-se de uma ama Fara lavar a cosinhar :
na pra"a do Conde d'Eu n. 19.

Urgencia
Precisn-se de uma ama de leite ; na travessa
de S. Pedro n. 8.

Professora


I


Flores
Vende-se oitenta p6s de roseiras de diversas
qualidades, finals, e um grande e variado sorti-
mento de diversas flares, inclusive alguns p6s de
parreiras, tudo isto mui bern acondicionado, em
latas, vasos e tinas, prestando-se assim a qual-
quer transported; a tratar na Capunga, run do
Ventura n. 11.


Precisa-se de uma ama de boa conducts, parn
cosinhar; a tratar na runa da Madre de Deus u.
1, ou travessa de Fernandes Vieira n. 8.
Aluga-se
uma boa easa corn COmmodos para grande familiar,
corn agua e gaz, na rua do Aerve. Pires n. 18,
e uma outra corn umn pequeno sitio, .-a Capunga,
segunda travessa da Ventura n. 2; -a tratar sn
rua Vidal de-Negreiros n, 18, antigo largo das
Cinco Pontas, on us Alfandega eom o despachan-
te Hleliodoro.


AlugaBe a do
eutr'oia twa das:
ciuedeh aaan.-
l1;A-^'11*l;,'^ ,|i;;:"^ ;


Ltirn. 10'
i* azus 14t~^^.


/


I


Na rua da Aurora n. 55, lo andar se dirA quern
preeisa de uma professor quo possa ir para urn
engenho muito proximo a estagao da Iliha, ensinar
a 2 meninas as seguintes materias : portuguez,
franeez, music, geographic e trabalhos de agn-
lha.
Quem estiver nas condies acima mencionadas
queira annunciar-se ao referido lugar, at6 o dia 12
do corrente mncz.

Caixeiro
Preeisa-se do um caixeiro de 14 a 16 annos, corn
pratica : rua do Hospicio n. 34.

AMA
Precisa-se de urma ama para cosinhar e com-
prar para casa de pequena familiar : na rua do
Marquez do Herval n. 187 A,
AMA
Precisa-se de uma para engommnr para casa de
familiar : na rua da Uniao n. 47.
Ama
Preeisa-se de uma ama para comprar e cosi-
nhar para casa de pequena familiar ; a tratar na
rua de Marcilio Dias n. 64, 20 andar.

Chalet
Corn accommodates paras pequena familiar ou
home solteiro, aluga-se por preco equitativo um
lindo chalet no Chacon. A par da excellent lo-
eaidade, esta casa recommenda-se ao born gosto,
nao s6 pelo seu aspect elegant, como tambem
pelo asseio de seu interior, achando-se pintado
recentemente, e forrado a papel: para informa-
cOes, a aua do Barao da Victoria n. 10.
Ama
Precisa-se de urna ama para cosinhar e lavar,
para casa de pouca familiar; a tratar na rua do
Pedre Affonso n. 11.

Casa do Ouro
Loteria n. 4t
0 abaixo aesignado declara quo par engano
botou no seu annimcio ter vendido dous quartos
de ,n. 181 corn a sort de 100U. Recife, 6 de
maio de 1884.
Jolo Joaquim da Costa Leite.
P. Hx rin Xrom0vif !iaur f de Ma-
gatlhies Oliveira
Alvaro Affonso de Oliveira, Maria Laura Neiva
de Figueiredo Mugalhies e seus filhos, do intimo
d'alma se confessam gratos a celestial confraria
da S. S. Trindade e a todas as pessoas de sua
amisade e da finada, que se dignaram acompa-
nhar atW o cemiterio public as restos mortaes de
sua idolatrada e nunca esquecida esposa, filha e
irma, D. Maria Francisca Laura de Magalhies
Oliveira ; e de nova Ihes rogam o caridoso obse-
quio de assistirem as missas que por sua alma
serao celebradas na capella do cemiterio public,
As 7 horas da manha do dia 10 do corrente, seti-
mo do sen passamento, pelo que desde j& se con-
fessam summamente agradecidos.

Brim pardo

Covado a 360 rs.
Na loja da rua da Imperatriz n. 40, vende-se
brim pardo Use, proprio para paletots, calqas e
roupas de crtanoa a 860 rs. o covado, isto por ter
um leve toque de mofo, que larga logo que se
molhe; 6 grande pechincha ; na loja dos bara-
teiros da Boa-Vista, esquina do becco dos Fer-
reiros.

Vende.se
un jumento vindo de Lisboa, muito mansa e aeli-
matado ; na cocheira da rua da Rods do Sr. Jose
Dnartc.

Tinta preta
Vende-se na rua de Santa Thereza n. 48, a an-
tiga tinta pernambueana, que outr'ora vendia-se
no Bazar Victoria.

Altenvao
Vende-se o bern conhecido engenho a vapor
Bells Rosa, site na freguezia da Luz, comarea de
PAo d'Alho, corn magnifloas terras para plantar
canna, grandes mattas, um cercado grande born,
e boa casa de viveuda ; quem pretender com-
pral-o, p6de tratar no Recife A rua Duque de Ca-
xias n. 84, corn Albino Narciso Maia, ou no en-
genho Tapaeura corn Manool Umbelino Ferreira
da Siva.





I


./zIA


li






















ito


tIll


mazuaj


Maria ja a da CMta&
jAseedo
Joaquim Domigams -a Cvxta a miulher e
filhas, seus anos e mana, sW cunhadas, obri-
nhos e 1sobribbas, do itirnUo de Muw erase se
oenfessan gratos A toda apas s e aiammi-
zade e da ,Ue q se dignuBm acompanhar
at6 o cemiterio pubico mos rt srtaes de sua
sempre pranteada mi, o mo6, Maria Joa-
quina da Costa Azevedo, e de novo lhes rogam a
asistirem saiwmas miuaas que por oua ama mer
qebrada na matri de Jos, is haa r do
maull do dia 8 do corrente, setimno dia do se
paamento. Especial eterna gratdao A mesu
regedora do 8. Saeramento de S. Jo*6 e Asoiea
daderamatica Nova la.


Santa Casa da liserferdia d
Retire


Commendador Alias % aptista
da lva
Tendo a Illma. junta admiaisetrativa resolvido
fazer celebrar no dia 10 de moaio de cada anno
urma nmissa solewne corn memento, eantada pelas
educandas da easa dos expostos, pelo eterno des-
canso eterno d'almhna do commendwdor Elias Bap-
tista da Silva, bemfeitor desta santa casa, convi-
da aos parents e amigos daquelle finado para, na
igreja de N. S. do Paraizo, pelas 8 Aoras da ma-
nh do dia 10 do corrente assistirem ao piedoso
acto, que terl lugar por occasiao do 1 anniver-
sario do seu passamento.
Secretaria da Santa Casa de Miscricordia do
Recife, 6 de maio de 1884.
0 eserivio,
Pedro Rodriguss de Souza.


D. Maria Joaqutna da Costa
Azevedo
D. Maria da Purificaq3o Percira de Gusmao,
seus filhos e noras inandam resar urna misoa e
memento por alma de sua presada cunhada e tia,
Maxria Joaquina da Cost:a Azevedo, na capella do
engenho Covas, as 8 horas da manha do dia 8
do corrente, setimo de sea passamento ; e para
este acto convidam os scus parents e amig-os, a
quem desde ja asradeqm o caridi obseqmo.
Alt*nlo yeaqulm de hi
A directoria da Associato Portugueza de Be-
neficcncia, manda rezar uma missa por alma do
finado cousocio Antonio Joaquim de $A, quarta-
feira 7 do eorrente pelas 7 e 1/2 horas da manha',
na matriz de Sailt Antonio, parda qual covida
a todos os associados, familiar, parents e amigos
do finado.
Recife. 5 de maio de 1884.
Manod Martins Capitdo.
S2o secretario.

Fahrica Vadioe
Preclsa-se de um pequeno para o balc'o.
Prolongameoto
0 Sr. Exeehias de Oliveira, machinista do pro-
longamento, 6 rogado a vir ;1 rua Direita n. 16,
viado branco.
Ama eosinheira
Precisa-se de umra ara para easa de familiar :
na rua do Rangeol n. 43, 20 andar.
Cahxeiro
Precisa-se de um caixciro do 14 a 16 annos,
quo seja portuguez e de informa.oes d. sis con-
ducta, para segundo caixeiro de padaria ; a tra-
tar na rua do Conde d'Eu n. 14.
Almnanak
Acha-se exposto A venda nas principaes livra- J
rias desta cidade o madi" t *timatnistra-
twvo, mnercantli. iriA strlal e agri-
cola ,desta ,provincia para o corrente anno,
contendio as disspieea relatiLvas aos telegram-
mas, o de&reto n. 2827 sobre locaco e services, e
o regulamento de 12 de janeiro de 1872, acerca
da limpesa e asseio da cidade pela Recife Drai-
nage.

Caixeiro
Precisa-se de um meniho ; na rua de Sapta
Thereza n. 30, taverna.

Precisa-se doe ama ama que engommc e antenda
de cdturas : na rua do Riachuello n. 57.


L Lte'de Alvelloz {
II Conservado e (gnaratia0do polo p parma- 1
Sccurtico -
Aiitoio M. Veras
Cada vidro coin as instrucc^Z2 2,5 f
S Os effeitos obtidos pelo leite ie alved-
8 loz do nosso c"tabelceimento, stio a me-
Ihor garaktia para que ii desejar ter es (
te remediW puro. .
r Pharmacia rernanibucajna
RSua" 1o0 Cabui.4 1. 11



ATThNCAO~
Mathues Austin A, na, f Commereio
n 18, teem par3 Vb-d&t lttaei~ de pinho de
*rezit ~ta' .1: 1 11 1.',.,,, :: 1,,.,.
1*1*1 '^.^.~~~ ^. SL.-.t ,,.: [ ,


A. R Y tou& .ebido em depot uma gmanie quatiado de
REWDGIOS DE PRATA BEMMIM2 te reolido 4mp"- a vouU l k
mnt preo de 15400. Todo 6es logioas silo montadoa solre P FI)
ons reguladores e de quulidade. a as.


PRAVI DA lIDEPENDENLI
CHAPE08 E CHAPELINAS


.A- NS*36 A 40
PARA SE1'HORAS


Cmo 80"1or

BitNIaiIUdaMgIi.h6cumsl
Sommlalw k Itia e b ioiza seiBhora, eoas e


Flores do l ackmr e ,ras.

cimao i iln aStileloiiiosiara beittsku
Cti~seM~atfiso^ MHmil,
1ml t sco rtin lite guiolgn ios 8 crn,

Gl e 0nvat&" s Gmnto1M 1, o; fi1as.

fioelas e tNie ed tond it a eoittas sua ori to db chpioes e

orestidos.

01 s1ai0 R afms, OSlIISSISSIMOS.
2lsta cam roM iotlnate la B ftrp dras aes mo-

istas do Pis, o ao ha solro o t itlO-d8m .t ni I ll If

chapioloria,

Joaquim da S. Carvalho &. C.


CHIAPELERIA VICTORIA


WN-,
GRANIE OFFICINA DE ALFAIATE
BE


ARRIUDA LUSTOSA & C.

41.-..Ba do Bariko da Victoria-.41
N'este acreditado estabelecimento se encontrarA sompre um s)rtimernto ; rc-
pleto de pannos finos, casemira de todas as cores, pfopras para costumess e tialascoin-
cetemios directamento tiz &s fazendas por todos os vapors da Europa. Brim
branco e de scores, e todas as fazetidas tentidentes a urmna casa aesse genero de ncgocio.
Aprompta-se eostumee para Into em 12 horwe.
Dispft do ual peasoal Ibilitado 6 corn os melhores eltnentos para servir
g seus amigus, ta & qAft W* petM oft que quizer honrar sen t6k tedA*nto corn suns
eacommendas.'


41 --Riua do Barao da Victoria-41


LEITE NATURAL RB IIf

DE Co Mflo ia d rfaiate
ALVELOZ 0Da Bro &tM t Yicriat 4 A
FinI i i t.


CONSERVADO LrQUTIt Sft ALTERA'-SE
0 ALVELO, piihi aa familia das euphor-
biaceas, que habita os nossos series, 6 hoje reco-
nhecido comino uni verdadeiro especiico para dos-
truir os epitheliomas on cancroides, facilitando a
renovacAo dos tecidos ataeados, c raheindo anal
uina cura complete, sem outro tractaniento que a
applicacio topica de suna sciva (vulgni-mcote teite)
como caustic.
SRo numerosos os easos de eura, algans dos
quacs jA levamos ao onhccimnento do public, em
divertas publicaefs, pelo illustrad- elinid desta
capital, o Sr. Dr. Alcibiades Velloso, e optifhbs re-
sultados tambem foram obtidos nns feridas e nas
ulceras chronicns de enracter syphiliticas.
]teebetmio do ihte-ior dat proviricia. (do irejb
da Madre de Dens) de pessoa de confianea e cn-
tendida, a seivh. on lefe e ft(v(rlzcl pormt.anto, po-
demos garantir quo 6 cclhida dit vcrMdadcira polan-
ta a que expomios {A venda; coinservada de modo a
nao soffrer alteracio, e corn a nccessaria fiuidez
para facilitar a suit pplicaaeo corn seguranqa de
bom resultado.
DEPOSIT OERAL

th01oflnii & C.
34, tna hargioa d o .osario Pernailmtco


0 1-, e'. 3 o40 ndares do. sobmado A ra ido
lBrSt- B. 84I todoesrepara!os (, -4ta~oa aiioVofe
coin baitau t r ,|ta~odtimIa:A


'rein oom sIrnm, en-
to de pinnos, easeiui-
ras, 4e vi(, elastico-
tina, brim e meriins
paria factos.
Preparanit ternos pa,
ra Iuto em 12 loras.
Modicidade, ,preste-
zae perfeiaio.
Esquiiia da rua de
Santo Atinuar0.


tao


O ft


Preeisa-se de duas amas, umna
outra para todo servio de csm de
li 4 a tatm_ as rua Duque do Caxb


wOlMo 2pSian- -o1!, AW
Itoo .Oau-; '1MOLM ~inF AS K9MlA : :
fbat I e ex. 1 'k UynM c a lilM,
marue do Co- A m,
-r I--lt-. o do tta i dp retd a ,

/nnoftlt+ncia r ^da Urfln.,
para cosinhar e 1 APIWIa M sUrIl, ,.
pequenafami- SWANN, PtarT,,eu4Cs-ChmlM,
ias wtig das ?ATLIP, t122.0

Cruzem, n. 28, 20 andar.

Oaizeiro~'
Preciia-sede urn caixeiro eom rratica dTe pada-
Sria; nouuitnho-Novoa n. 91, dmado fiador A sua
eondueta.

Ama
Precisa-se de numa ama para cosinhar; na pa-
daria da rua do Brumi n. 62.

RXPOlICXO DE -PARIS )87 |
PeA DIVC.noSO
CurASMA
AacM
polo P0 do
en ted"as Ph


Prlino a nta a da qu vedados,*

ORIZA-OIL R ESS. ORIZAA
Vasr ter 0s verdadeiros Preparados
cumpre dirigir-se is casas cujt probi-
diade sod notoriedadepublica.A JPa-
sificap.lo e principalmente conhecida
pelamg/ qnalidadoedo;?Prepraados ,
O comf.adorcnganado nanatuIreza i
daniercado:iatern o.ireitod- proceder
contra ovendedor coro defraudador.


- - --.. .. .-- - -
BRONCHNITES, TOSSES, Catarros Pulmonares,
DEFLUXOS, Molestias do Peito, T3SBCA, Asmas
CURA I.APIDA. E CERTA PULAS

Gottas Livoniennes
2,m
Con CREOSOTE (le .,FIA, ALCATRO de VORUEGA e BALSAMO fe TOLU
Este preparado, inl'aiivel para c:irar radicalmente todas as Molestias das 3Via
respiratorias, e rccomiruelidao pelas Notabilidades medical corno o unico efflcas.
o unico mnedicamrcno qc.a aism de rSo fatigar o estornags, o fortifica, rconstitua e desperta
o appetits .uas gottas psia manh! o a ,arde" bastam par.a triumphar dos oasos mais rebeldes.
Dv..-B-SF EXJCIH 0 SELLO BE GARATI1A DO GOVERNOR FRANC=E
Deplsito principle : TROuETTE-PERRET, 165, rfla Saint-Antoine, PARIS
.:',- ,, :..,..:, '" : ia' ;c 61 A -.:.-lV C. ,, 'e? w.i, 'heinacs 'lvurxTacis.


em, C1 1 casa de A. Gio ela Phr- de a Clssa
PAEIJS:-4,- nofDthrokhe, 4- PAB&
I3nSOCJRO 9A8 maji, aDA ErJ# w

OOLLAIS ROYIER

I PM akIWr A ilU A M ac S h 11Au*
aOLt4Ir 1emkAhnfecids hoa mmr .i
d 25,a&#A",- i o m vw ,pre,,-o +'L,, +
rowm %ereanPedin. OOIVULS~e AS
ajiudv4o a. uuusin .sapo a dealtsda..
Pars ettar Ia r so a9g e aas InitaqOes. nZva-u (6 cfS
caWnici tt a 9a 4a fem e o verdadeivo Ms~
woiioWd kw U ARZ9


I


I


K UMA WM



I,
k, ^ 2o$, M6 'Mt.
I a fevido o IBtudo e t

frt* lBongos anos nai de
fdbl aum 0
, a rmf*t Queca da

ag =l eu Parts,
S20, ti ~EBeuItotsa.


6 sm p--t660. aedHasme.tt
contra a Ansualao fm Is,

Desm vw. Atb op tw-
4R0mww't poh io usew sobw~I
eofeiwinfin pr4 t h
'*ie chiro desagnTAiwe4, os
afediCm r nwmmeetod ekMpea.
i~ft Puwwtf


DEPOSIT GERAL
13-Rua R Primelro de marce-i
Rio de Janero
Unico agent em Pernambuco
ADAMSON HOWIE ]t C,
N.---3 Rua do Commercio---N.---3
A venda em todos as boticas e drogaria.
Aluga-se bartalo
A easa terrea sita i rua do TambiAi n. 5.
A easa terrea da rua da Ponte Vvlha n. 22.
A easa terrea da Baixa Verde a. 1 C.
A loja do predio sito runa do Calabougo n. 4.
A' tratar no largo do Corpo Santa n. 19.
Ama
Precisa-se de uma ama que saiba cosinhar ; a
tratar na rua do Aragio n. 2.
Casa emOlinda
Aluga- se a easa sita no patco de S. Pedro, em
Olinda, n. 10 ; trata-se na rua Nova n. 3, Recife4
Criado e ama
Precisa-se de ama e criado ; na rua do Apollo
n. 1, 20 andar.

ELECTRO-PLATE
'_.WB 7.-. J. 77 7 .*- ^


Venudle-se, por precos roduzidos, finos.
artigos prateados. qurer para mesa, quer
lpara ornamentos de salas, toilettes, haven-
!do igialmente um variado sortinento de
artigos proprios pAra prcsentes, artistica-
mante acabados.
42 RUA DO [MARQUEZ D)EOLINDA 42
10 andar


=-^^T^^'


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0 0
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1, 1-. j
Sr. n ;?.,r--;-a -" ;' '.. C- .r


?i&~1COS J'x;eoa:


A.;.,uro o'a .'.; r : de dicilnn de Paris
ie :a-(-C!,sfs do Hoapital S. Lou,1
CURA C-O; C2ITEZA E RADICALMENT?.
R'-EUtMATlSS'O5,
MOLESTIAS da PELLE AS MAiS INVETERAOD9-
S'- -4MPES, E CROFULAS
UW.CERS,VlCIOS DO SANOUE,
o todcs os atveientes provindo d as 3bert
eas contaioesas (4filitius) recentes W anti-
gas, rebildes 1. 4thlquer outro tratammnto.,
As fCragyas olepwitgtivas do D, jZBkIJN
ncerran sex.actamento toaos[d s prinOpios.actimosdo Xamrot.
Em rtiao de sem pseq'oent v'me), sa.e$tremaneflnte facaia
a agradaveis de tomar o oprmn evecIh-nente is Senforval,
-*s pessias3 que 'igjam on'is wcuptts ebrigame a eor
Sfdra de casa e as que procuram um tratamento discrfote,.
aris, 1'h1 BOGIIT1Y, D]ESIAUIERS SaccI 31 ru de C,
aBfIPOS TAs P1s IPAR S HABhKACIAs xBeA nA&U


ol(/fI Fa

^*^^^All


*sk biiat


a _: _" ->^ '- t tf^^*P^^ $ *V W --- V I


PASTILHASDIGESTIVAS abriicdW09L&u
Vichy corn os Sm extraA^o *ae5-etrA WmELi&br3
do gosto agradavel e a sua wo 6 wk eon-
tra a'A zia e asmgestsm 4f k ,.
SAES DE VICHY PARA BANHOS. U-i rolopara urn bao, para as pessoas qum af posimnraWbeVy.
P Nm f trs aw im"tt exitOtr ea to ov4A a
f JML A6. "A. CO3!%C3? 3DS3 -V*ICI3 W
M i" p I.M l Predte. acim: a'hle-.e em casas de PARInMENDT & LABILL, 3*,r a' omm'rcr; B
a4 *UIZCR & KOECHLt-.N,, ;5, rua dl CE-&z.


OLEO BVE MGAD0 -a4ia"'p"'w"
.-.. a, mmte da n u" m ,.
-lo'o & ""m 0 ;ulna0 OLEO I ilU
AA~A ha &A. A. U Ia 1


VYERDADEIRAS PILULAS do D BLAUD
g= epat &d h*VwfiMle pOi er* apresmtor-m I ednhsnpa dom Nais.?
OBe5 apoia9** m teuuatos tio atheniticos come os segvivtes :
Setempe n or czxlo. fa manas e o40 annso, pela malor part doa Me dlees,
pwarsaar Aneints, -slo .. (xWm paldai), 6e facllltar a formrnaco das rapaiiaa..
e5,,l., quo a resetleo iestas Plulas no novo Cedtev franez nons dispense de tode elog,
fos flwitaremnotua uma iunca citagao. a dto XD' XDOUZ.X i -
Selizewp 5 aS$azo, clue eorqo a medioina, dlz ellek'6eauheqo uass IPtutsde firtted
O vuntagtg ItOt ts sObre oS ottros feTatugk.nosos, e as considero como
Ex-Po'.idwote AbiOsl a de oocth m ftP. r B.
Enaft o-se qleu o0Wnome esteja gravado obre caa aMinla conoe i margerem
@UMPIrE DISoNFIAN bAS imeIA8E s
F Ais, moO rayt F b; ^..60-am buc t *R *. i bSIAVA 4-, e Daslrlau$ (tUMin.


fPWl"^WW!lWIWWwtrtzl


L.AJA.AJLA6A.m


xc


=N~a


--!%k


AMI


ONOW


A


iATTILT T T t T T TT-


1

























tes, e se echam habili-
tados a vender mais


barato do que oul
qualquer, visto re<
berm directamente.


tro
ce-


Todos os relogios


vendidos


n'esta


easa


sao garantidos.

i eua Co 0 .bn t. 4

Cepeiro
Offere-se um copeiro corn todas as habilitases
pars este fim, e garantindo lua conducts ; a tra-
tar no largo do Corpo Santo n. 2, I* andar.


A"VENTUR#ONA
Aos4:0$ 000


16-Rua do Cabuga-16
0 abaixo assignado vendeu nos seus
venturosos bilhetes garantidos os premios
seguintes: 2 quartos corn a sorte de 1006
-Ao n. 181, al6m de outras mais de 32#,
16# e 85, da loteria n. 34.
Convida aos possuidores a virem rece-
ber sem desconto algum.
Acham-se a venda os venturosos bilhe-
tea garantidos da loteria n. 35 em beneficio
da igreja de Pedro do Recife que se
extrahirA quinta-feira, 8 do carrente.
PREPOS
Intelro 4:000
melo 2:000
quarto 1:000
Mendo quantldade superior
a 100:000
linteiro 2:500
Helo 1:50o
Quarto 915
JoaAuim Pires da S iaa.


SA lFELIZ
AOS4:OOO9W "
BELIEETE8 iARANiTID40
Pra~a da Independen-
cia ns. 37 e 39
0 abaixo assignado vendeu entire os seus
felizes bilhetes garantidos a sorte de 4:000Q
em 2 meios n. 3849, a sorte de 100#000
em 2 quartos n. 181 1 bilhete inteiro n.
1705 tambem corn a sort de 1000, e ou-
tras sorts de 324, 16le 8#, da .jteria 32'
que se extrahio.
Convida aos possuidores A virem rece-
ber semr desconto algum.
0 abaixo assignado tern exposto &
venda os seus felizes bilhetes garantidos da
35a loteria a beneficio da igreja de S.
Pedro dos Clerigo do Recife, qu( se extra-
hiirA qunita-feira, 8 do corrente.
Prepos
Bilhete inteiro 4,5000
Meio 2,2000
Quarto l 000


Em po!io de 1004000 para
elma
Bilhete iteiro 3#500
Meio 1,5750
Quarto #875
Antor.io Augnsto dos Santos Porto.


CANA BO 0t0
Aos 4:000000

fitua do Baro da Victoria n. 40
e eams do eostrtae
0 abaixo assignado acaba de vender
em seus felizes bilhetes dous quartos de n.
3954 corn a sort de 800 C, e diversox
premios de326000, 16 0o e 86000.
0 mesmo abaixo a'ssigdo onvida aos
possudores A via m receber ,a conformi-
,iade do costume, son- dOeonto algum.
Acham-se A esB o6 felizes biletos
garantidos da 6. pfarte as loterias a be-
neficio da igrede do S. Pedro doe Clerigos
do Recife ( q5. o ai e, t rmkAnaa quin-
ta-feira, 8 do creS te. |
JflfAiE


lsteir# 4,(000
Maoio 2,000
Quarto 1W0

itt~fd '11*3A50


de Co.saAf t.
I4 .: ^ '*


eaexo { s\ut Salvador, Maciape '01
u,COES ene, corn amn di e t .er
que nerm se compara corn alguns dos que por
abi se tem feito, tem-se obtido resultados iguacs
senao superiores, em vulto de producao, qua-
lidade, e prevo de venda.
Chama a atteneao aos melhoramentos para
economia de combustivel que ton introduzid
nos engenhos Pereirha, Arara- c O*r desta
provincia, e Boa Vista de Maranguape, aonde
corn o fogo do assentamcnto se produz o va-
por necessario para a moagemn
Em moendas, rodas dagua, vapores e todo 0
miachinismio e ferragens precisos para enge-
nhos tem a venda grande sortimento da me-
Ihor qualidade.
TRILHOS PARA CANNAS. Tern de system por-
tatil simples, sem os inconvenientes que al-
guns apresentam; com carrots proprios, loeo-
mnotivas etc. a pregos razoaveis, podendo fa-
zer contrato para o assentaimento.
Nesta fundirAo, a mais antiga desta pro-
vinoia, vende-se a prazo, ou a dinheiro corn
desconto.
F IUD!|AIS D-BOW IAN


FUBHI0A


DE fERRO
DE


CARDOSO & IRMAO
IJUA1 BRi ,L oo400 04
1E16S3TO3 Sn tOL.LS 2 E SB
Os proprietaries deste bemr conhecido es-
tabelecimento pelas suas replaces directs
corn osmelhores fabricantes, e corn urnm dis-
tincto engenheiro de Inglaterra, offerecem
g'randes vantagerns para encommendas, como


provam com os apparelhos completes asse
tes nos engenhos Massauassu' e Bosque,
meio apparelho no engenho Conceicao.
MACHINAS a vapor trabalhando so co


i-


im


o fogo do assentamento, podem ser examina-
das as que foram assentes nos engenhos Be-
lem, em Timboassu', Cucau, em Gamelleira,


Diamante em


Goyanna, Pao


Amarello, Ca-


mara e Lages em Itambe, Vidracao em Pao
d'Alho, e outros no Rio Grande do Norte e


Parahyba.
PLV....-


x <& II d- Ah k el


para os novos vapores que tem recebido do
acreditado fabricante Robey, que se recom-
mendam pela facilidaide de conduceao, assen-
tamento e economic de combustivel, deixando
de mencionar os engenhos em que os tern col-
locado, porjia terem vendido 85 para diversok
lugares, e por issoja devem ser bem conhe-
cidos.
Sio os unmeog reeebedores de trilhos porta-
teis del dFowr que se Wruam reconpxwsda-
tveis pe'la facilidftde-da.eolloeka&o e,,ior sn
dura100,
:.i > '- a 1.1-1 1: -m oe n :A 1 .', /' *S* *1.red l -& a- '-1'. *: .1*1 a A^ 11'1 11k;1


aam ter umO sr-
etode'" das
Wnais modernas e dos
mais apurados gostos.
Compromettem-se
a vender mais barato
do que em outra qual-
quer parte.


Leile de aveloz
P"ra. euwr ea i'&onu de t oda a
Perfeitameate couservado liquid graxzo e con-
densado, approvad3 pela Exma. junta de hygiene
Spublica do Rio de Janeiro.
SPrivilegiado plo govern imperil, pelas effiea-
cia da ma applicaao. -
Os frascos trazem o retrato do bacharel Jolo
Baptista Gitirana Costa corn a aua assignatura do
proprio punho e alo rubrieados corn tinta encar-
nada pelo cirurgiAo dentista Numa Pompilio.
Unico deposit em Pernambnco, ru- do Barlo
da Victoria n. 54, 1" andar.
Preo de cada frascb para cancros 60000
Para uleera5es e grannulag5es do collo do
ero e cancros syplhiliticos, formula es-
cial 59000

Am
Precisa-se de uma ama para engommar, parsa
casa de pouca familiar; a tratar na run do Hospl-
cio n. 46, casa terrea.
N. 24,360
Roga-se ao Sr. Andr' de Albuquerque Mello
senhor do engenho Varze Grande, o favor de vir
ou mandar a rua do Rangel n. 51, satisfazer o
numero acima, pois jA faz mais de um anno.


( lSA BA FOR11TUNA

Ios 4:OOO$000


Ru Primeiro de Iaro n, 25
0 abaixo assignado tend vendido nos
senus afortunados bilhetes Idous quartos n.
3954 com a sorte de 8004000, um inteiro
n. 436 corn a sorte de 200#000, urn inteiro
n. 1-800 corn a sort de 100#000, e outras
sortes de 32000, 16#5000 e 86000, da
lotkAeria (34.'), que se acaho tle estrahir,
convida aos possuidores A virem receber
na. confarmidade do costume sem eaconto
Acham-se A venda os seus afe tlados
bilhetes garautidos da 6.' part das loterias
a beneficio da igreja de S. Pedro dos Cle-
rigo do Recife (35.'), que se oxtra~ira na
qu'rnta-feira, 8 do corrente.
PI1ECOS
Inteiro 4,000
Meio 2,5000
Quarto l,000
Em quantidade malor de 100^
Inteiro 3,500
Meio 1,750
Quarto ,5875
Manod Martins Fiusa.
B GRAHMATICA NATIONAL
DE
J. A. DE CASTRO NUNES
Annotada pelo professor
JOSE MARTINIANO DE SOUZA
Acha-se d venda


Na Livraria Industrial, A rua do
Barlo da Victoria n. 7 e nas demais li-
vrarias da cidade, a 1000o exemplar


ARAIAM DO OABBLLO

USE E YERA
Chegou nova re-
messapara a Livraria
Franceza, a rua 1. de
Marco, n.
CONIU DE POSITO
Preco 800 rfis.

Am as
Na rua do Conde da Boa-Vista n. 24 B, precisa-
se de tresamas ;, send para engcmmar, lavar e
outra para service de casa.


a w
* SB
OC
9S
"S
9
U ^
*> ;
g .
i"-


100w
0,;j







r- 0
cod


todo aerviVo de
rranuifa nu-


Vm41sP's. p .ft ANN a u i u *o
1:r IMm At1tii~t~nT~~f~i^Tftift j


naceatw~e8 w500 x04, pae aebaba.

FaIIC4Ms
Para vestidos
Sotmt*a a e la*vdaa, mead. eom u
e*m e avrores o ma b honito que tern
viado so mercado &a 500 rs. e 640
DitB muito bonitas, eom barras larga e
oteitu, covado 640
Gorgoroos bonitos de 1o, lavrados, pars
vestidos, tend de todai as cores, co-
vado 640
Merin6s de un s6 cor, tendo de todas as
cores, fazenda de gosto, covado 500
Alpacas lisas, tend de todas as cores 360
Fustoes brancos, proprioa pars vestidos e
roupas de eruinvas, de 440 rs., 500 e 640
Cretones corn barra, seudo claras e escuras
covado a 400 e 500
Ditos sem barra e muito encorpados, pro.
pries parsa vestidos, camisas e roupas de
criancas, covado a 360, 400 e 500
Chitas, grande sortlmento de chitas claras
e eseuras, de cores fixas, de 200, 240 atW 400
Mwiposas, as mais lindas mariposas quo
tern vindo ao mercado, corn desenhos miu-
dinhos, co7ado 600
Baptistes corn delicados desenhos miudi-
nhos e graudos, assim como lisas 200
Cambraias brancas tapadas e transparentes
corn 8 jardas a pega 3;000
Dita rmmito finas, tanto tapadas como
transparentes, tendo 10jardas cada peca
a 4*1, 450, 5A a *.th 77000
Espartilhos muito modernos para senhoras 5A000
Ditos muito bern feitos para meui.as 4n000
Chales, grande sortimento de chales, t-. nto
de IA como de gorgorlo e casemira, de
14, 2;, 30, MAt 81000
De todas estas fazendas se dao amostras corn
penhor, na loja dos barateiros da Boa-Vista, es
quina de becco dos Ferreiros.
Casemiras de cores
De *:000 atS 6:000 rs,
B ro llior iii a
Alheiro & Silva I rua da Imperatriz n. 40, tern
um immense sortimento de casemira de cores,
tanto claras como eseuras, que vendem a 2,000,
2fi500, ate 6A o covado, e das mesmas mandam
fazer qualquer pe~a d'obra ou costumes, por pre-
oe muitc rat oaveis, assim como tern tambem um
explendido sortimento de casemiras e pannos pro-
too ate ao mais fino sed! que vem ao mercado, e
des mesmos tambem se encarregam de mandnr
fazer qualquer pe4a de roupa i vontaie do fre-
guez e comn toda a perfeicao e presteza : isto ea
loja dos barateiros da Boa-Vista, na esquina de
becco dos Perreiros.
Vende-se
Urna casa A modern no aprasivel arrabalde da
Torre, corn os seguintes commodos :
3 sallas, 3 quartos, cosinha iuterna no andar
terreo, 1 born sotgo corn 4 quartos e janellas nos
oitoes, portAo d, ferro, tet-raqo jardim, o terreuo e
todo murado e arborisado a eaprieho, os arvoredos
todos eatAo dando frueto, boa cacimba corn ecel-
lente agua de beber, bomb de repueho, banho de
choquee e chuvisco. Esta casa torna-se 7'ecom-
mendavel por ser perto do bond ; para ver na tra-
vessa de Arantes n. 13, e traetar na rua Larga do
Rosario u. 38, loja .de miudezas.

CRAVOS E FLORES
Na rnm da Uni&o n.

ha sempre para se

vender cravos e flores


DAA
ca I I~as h4~ff YfEAfti l^Jt~kc- X

Caka de mrolesquia, padrlio cel es-
earos muito be rn feitm s e fazeda quo
M&O desboft a 21500e O
Ditas de cazemiras de listrdinia e qua-
drinhos, fazenlft muito boa e que se
lava, a b
Ditau de eazemra preta fazenda nmuito
boa, de 61500 atW 10"90
Paletots de cazemira muito boa, liza e de
listrinhas, a 6500
Ditos da mesma fazenda forrados, a 84660
Ditos de cazemiras escura3, bastante en-
eorpadas, a 75000
Ditos da mesma fazenda forrados e mui-
tos bern feitos a 105000
Ditos do cazemira assetinada a 50500
Ditos de flanella azul, send fazenda que
nao desbota a 65500
Ditos de cazemira preta de cordso e
diagonal, send muito bemrn feitos a
10A000 e 121000
Serouias de greguela, sendo muito bern
feitas a 1;200 e 11909
Colletinhos paxa dentro, da mesma fazen-
da, a 800 e 15000
Assim como umn grande sortimento de camizas
brancas para homes, tanto de linho como de al-
gum que se vendem por preqo muito razoavel.
Tudo isto 0 corn grande reduecio em prego, na
ieja da esquina do becco dos Ferreiros.
FarinhaLactea
Nos primeiros mezes a alimeutagao mais
natural e apropriada para alimnentar a crian-
9a de peito 6 o proprio leite mateido o qual
em caso de necessidade deve ser enbstitu-
do pela
FARINHA LACTEA DO DR.
FRERICHS!
A sciencia e a pratica adoptaram a fari-
nha Lactea como poderoso element nu-
trictivo para a infancia e distinctos medi-
cos do Brasil e da Europa reconheeeram
ser A do Dr. FRERICHS a melhor n'esto
gonero.
Deve-ae pois evitar confiar o filhinho A
urma pessoa estranha e de comportamento
nao conhecido muitas vezes o germen
numerosa molestias.
Vende-se a verdadeira farinha Lactea
do Dr. Frerichs:
55 RUA DO IMPERADOR 55
Estabelecimento de musicas e piano de Vie-
tor Preal e

Novo estabelecidmento de

razendas finas e modas
Rua do Cabuga n. A e hn. 3B
Loja de 5 portas
T. BASTOS &C.
Recentemente abcrto, apresenta ao respeitavel
public um variado sortinento de tecidos de novi-
dade, em sedas, lUs, linhos e algodoa, e muitos
artigos de phantasia. Preeos Bem competencia.

Vende-se
a metade do engcnho iUna, mnoente e corrente,
mnitas e boas terras e grandes- mattas, perto da
nova estrada de Santo Antio, garanite-se a vwnda
da outra mnetade ; a tractar no Largo do Meresa-
do n. 25.

AVISO


Adamson Howie & C. tern para vender:
------------__- --- -- ~Vinho do Porto fino, em caixas e barris. -
ariy Whiskey Donville verdadeiro.
Drog ar V Tinta de impressao, boa qualidade. '
Faria Sobrinho & C., droguistas per atacado, Brins de Marshall verdadoiros, de todes s nume-
& na do Marquez de Olinda n. 41. ros. "
B 7PA B RAmTEZ I Remedios de Ayer.
ER O a W3--RUA DO COMMERCIO--3
59..-Rua Duque de Caxias.-n. 59 Fazendas brancas
AdmIre! Na loa dos arateiros
Superior brim pardo lona corn 80 centimetres l ji os te ros
de largura a 500 rs. o covado! 6 o mais largo que d A ITsA
tern vindo. a B a-m sta
Brim tran.ado alvo proprio para lencoes e ca-
misas de dentro a 500 rs. o metro aproveitem. 40-Rlita da llmperatriz .- 40
Alpaca preta, lisa a 320 rs. o covado VENDE-SE
Cortes de casemira ingleza, de listra e qnadri- Madapolao, peas de madapolo francez
nhos a 2A500 e 4500 e pechincha. enfestado corn 12 jardas a 3000
- Superior casemira preta, 2 larguras propria para Dito muito largo corn 20 varas a 4 L500 e 55000
roupas do invemno a 15400 o covado! Dito, fazenda muito encorpada que pa-
Idem diagonal a 25400 o dito Sao de 3;OOO. rece cretone, corn 20 varas a 55500,
Fust5es brancos bordados a 440 rs. o dito 6,000 e 6C500AW
Bonita escolha em novas las de quadrinho' a Dito francez, americano, fazcnda muito
400 reis gorgurses de dita, 440 rs. o dito! fins e encorpada do 75 at6 12A000 .
Bramante franccz para lenu6es a 900 rs. o me- Algodao enfestado corn 9 palmos de lar-
tro gura para fazer lenc6es de urn s6 pan-
Lencoes do mesmo, grandes a 24000 um. no, metro a 9900
Meias inglczas para home a 3.500 e 54000 a Dito trangado corn a mesma largura,
duzila, aI-5 proprio parsa len6es e toalhas de
Len~os de linho em caixinhas a 2500 a dita. mesa, metro a 15200
Mcrrin6 preto, fino a 15200 o covado duas lar- Bramante de algod~o corn 10 palmos de
guras. largura, proprio para fazer leno6es de
Cortinados para ea emc janellas a 65500. um s6 metro a 1280
Colxas ricas de crfhiet para noivas. Ditr no, send muito encorpado,
Setinetas francezas, lisas a 360 rs. o covado. esma largura, metro a 2500(0
Camisas, scroulas, gravatas, toalhas, collarinhos, Lireguellas proprias para lenc6es, toa-
punhos, e infinidadc de artigos por precos bara- lhas, eeroulas, send fazenda muito
tissimos encorpada, cada peca corn 30 varas
Vendas em grosso damos des- por 145800 e a vara a 500
onto Dita corn corn 20 varas a 7.500 e a
vans. a 4.00
Carneiro da Cuh & C. ,
Carniro d Cunha C Atoalhiado adainascado para toallias de
mesa, teudo 8 palmos de largura, me-
Stro a 15800
1^IntbPhi1llia Isto na loja da esquina do becco dos Ferreiros.


a 46 e 56000
Na loja da rua da Imperatriz n. 40 vende-se
muitos bons espartilhos paza senhoras, a 55000;
e ditos para meninas a 40000, assim como um bo.
nito sortimento de fichus a 3U000, isto na loja da
esquina do becco dos Ferreiros.
Merin6s pretos
a 14o00, I4oo00 o000 e 250oo
Os Barateiros da Boa-Vista, A rua da Imperatriz
n. 40 tern um grande sortimento de merin6s pretos
para vestidos que vendem de 15200 ate 2;200,
sendo muito boa fazenda, assim come ditos encor-
pados para roupas de homes e meninos que ven-
dem muito barate na loja da esquina do becco dos
Ferreiros.
L ae o sr is
Os Barateiros 4a Boa-Vista vendem muito bo-
nitos linhos de uma s6 cor e de listrinhas ara
vestidos, sendo a 160 rAis o covado e de cores C
isto na rua da Imperatriz n. 40, esquina do beco
dos Ferreiros.
Riscados eseses
IM 1 7*^ ^;,
VAMC-B 08ssJS^ eeom"CT^
Utew*a .4


Fazendas avariadas bara-

lissinias !
Chitas francezas corn avaria a 200 reis o cova-
do!
Popelinas dd quahdrinhos idem, a 120 reis o di-
to!
Peas de algodio corn pequeno defeito a 3.500
20 jardas !
Panno fino idem idem, a 20900 o corte de cal-
ga !
Granadines pretas para acabar a 160 reis 9qco-
vado!
A vista faz fn
A RUA DUQUE DE CAXIAS N. 59


Nova maelina de cos

e om iaadi AW' :6 i
EstA em exposicAo m rsa do BaDseb Vk"-t1iat
u. 30, loja de Antonio Pado do Omniarw &
fR ^n a los d po o
4&L -d m a w


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I


.11,,, o o.r,;r, ltap,C!



















ar corn uEa


a, SS por jer o tluebc has das Obras Pu-
blicas, roubou dfeta provincial para a da
Parahyba todo o pernetroem que demo-
ra o novo municipio de 'S. Jos6 do EgyptQ,
ou cerca de 10 leguas pertencentes a vas-
ta comarca delngazeira.
S. Jose, dista 8 leguas ao norte de In-
gazeira e assenta na base da Serra deno-
minada- das Balanugas. Esta Serra, a par-
tir do extreme pontal da denominada de
Colonial, segue corn uma direegco quasi ge-
ral oeste a n'rdeste atW um pouco abaixo
S de S. Jose. N'este ponto ella forma um
quazi angulo e .toma a direcgio geral do
Sul atW ao sitio Olho d'Agua do Silva, aon-
de ella recebc o wome de Serra Branca.
Segue ainda cerca de tries leguas na mes-
ma direegco para, depots voltar a leste corn
pequenas variag5es ate ligar-se a sua con-
gonere das Mogas.
Todo o lado esquerdo da direcg9o do qne
acima fallamos pertence a comarca Para-
hybana de Alagoa do Monteiro, cuja villa
demora tres leguas abaixo do sitio Olho
d'Agua do Silva e nao a 14, proximamen-
te, como se v6 na .ea:rta.
Todo o territorio da part convexa d'es-
sa Serra 6 o que seo ehama o Cavyry Ve-
lho. Desde aqui para norte d'esta provin-
cia quern quer que tenha 7de ir ao sertbo
do Pajeoit ou a ribeira do rio d'este nome,
tern que atravessar cerca de 20 A 30 leguas
d'aquleUe sertIo Paiahybano o Cavyry.
Cacimba Nova urma fazenda pertencen-
te a um Sr. Patilino, estA acima meia legua
dos limtes d'esta corn aquella provincial,
e portanto, dentro desta, bemrn comno a de
Buenos-iyres e todas as suas adjacentes.
VW-se doesta discripg9o que, Ingazeira, se
gundo a earta, estA collocada a 3 leguas,
pouco maia ou menos, do extreme das pro-
vincias, quando realmente dista para mais
de 10 leguas. '
A estrada que segue de Pesqueira para
Afogados, da Ingazeira na frente de Va-
ras, dove rectificar-so, pois encerra um
erro. Colloque-se Ingazeira entire norte e
noroeste de Varas na distancia de 4 le-
guas.
Escusado 6 tractar de outros enganos lo-
caes, e s6 no seguinte releva que so fa9a
alteragao.
Ha um lugar nas proximidades de Born
Conselho (da Parahyba) onde passa o li-
mitte de Pernambuco corn a distancia de
media legua. Ahi jA 6 uma ramificagAo da
Serra de Baixa Verde, de cuja villa, Born
Conselho dista 5 leguas; pelo que se pode
inferir que o ponto que na carta da como
a povoagio do Frade nbo 6 se nbo aquella
villa, alias de important nomeada, e vice-
versa. Pouco mais de um mez, foi o tempo
de que dispuzemos. Interesse particular e
nenhum public foi o movel da viagem.
Tivemos que passar em diversas paragens,
polo quo, o tempo nao nos permittio tomar
algumas notas mais minuciosas, e as infor-
magoes que hoje podemos dar slo filhas do
mesmo interesse que nos move a escrever
estas linhas, isto 6, o tornar bern conheci-
da dentro e fora do paiz toda a grandeza
que, sob todos os pontos de vistas encerra
a provincia que nos deu o berngo.
Eis, o porque nao damos urma noticia
prolixla.
As serras e suas ramificagoes no tertito-
rio da provincia, sao justamente a part
d'ella que na carta. de 1880 encerra maitr
copia de enganos.
Limitamo-nos a apontar apenas os se-
guintes: A serra de Jabitaca 6 um pontal
da part de leste a duas leguas ao serrote
do Olho d'agua do Silva no p6 da Serra
Branca, ou antes unia bifurcagao d'esta e
nao o que la esta consignado.
A serra do Ororoba, co-irma da de aca-
hy e Mogas, tambem 6 outro simulacro e
d'ella nbo nos occupamos mais detidamente
porque serA uma tarefa que ha de ser com-
mettida ao engenheiro que for encarregado
das demarca9<5es da de Ororoba. Talvez


FOLHETIE



PECCAO0S VENIES


POR


A, b Montrecoirt



TERCEIRA PART


(Continuago do n. 104)


XVII


Perez e Zibold


Sim, de certo, n'esse: tiraado a cha-
ve, ve-se perfeitamente pela fechadura; e
so tao delgados a port e o tabique, que
se p6de ouvir pernfitamente o que so dis-
ser. I
Perfeitamente,. Eia, pois, formosa
senhora, disse Perniz dirigindo-se a Helena,
enxugue as suas lagrimas, que eu Ihe pro-
metto salvar seu jai adoptive, se 6 que
effeetivamente o %meaga algum perigo.
Levem o ferido, acarescentou dirigindo-se
aos dois vascos. Ioepressa!
Quando vio sosilha na sala a viscondes-
sa, disse.
SAgora j A p6de entrar o mensageiro,
e depois resolveremos.
Perez entrou no gabinete immediate, fe-
chou a port e tiroi a chave, parn poder
observar.
A i a deu as suas ordens, e al-
guns sfmdos depois apparoeu Zibold.


f~marse 3 guaa cim*a ao orda~ote de
osi e ":t;udo os .anomes de
S.' Z610, Cone ; Olos d'Agia~, etc. se-
gune na diroeglo de nordeste t ligar-se
mediate al ravemia do rio ajehi,.ao
nortoe de Ingazeira, corn a Serra Branca de
que a fallamnos. A Colonia, portanto,
(serra e mpovoadoque existed com o mes-
mo nome) estlo na carts, collocados hypo-
theticamente. Si a provincia tem umrna par-
te menosrimportante em sua latitude rela-
livamente a outros pontos, podei A ter
lugar centre as proximidias da villa de
Alagoa de Baixo o Barra do Rio .Moxot6
no S. Francisco, ou d'aquella villa para a
pouwoaglo de Mariana; mas, par informa-
9oes, somos levados a crer que n uo tern,
menos de 25 leguas em linha recta para
qualquer dos pontos indicados.
Pela succinta exposigio quo ahi flea,
imagine-se o que nao vai alem, at6 o ima-
ghmrio Pao da Historia!


SE nSo se poderA sem muito eusto e.he-
gar a possuir urn trabalho d'esta natureza
mais exacto do que o problematic exis-
tente ?
Ao .Sr. chefe da repartiglo das Obras
Publicas, Provinciaes, que,justiga Ihe seja
feita, cumpre bern o cargo que occupa,
lembramos um meio para conseguir esse,
desideratum; meio este que, sobre ser eco-
nomico, incutirA o amor ao trabalho da es
tatistica e por firm podo ra dar em resultado
uma nova ediVlo de seu trabalho corn da-
dos mais positives.
Psr intermedio de S. Exc. o Sr. presi-
dente da provincia nomeie o Sr. chefe
commissoes graeiosas em todas as sedes
das cowarcas, da provincia, compostas dos
respectivos magistrados e vigario, e todos
os escrivaes dos terms de que se compu-
zerem as comarcas. Estabelega-se, dots an-
nos por exemplo, para essas commissoes
trabalharem na acquisigo do informagoes
para a forganisa9ao da carta topographica
das comarcas. coin indicacoes de suas lon-
gitudes e latitudes, e, sobre tudo menglo
das outras comarcas confinantes, tendo
sempre em vista as ultimas divisoes territo-
riaes.
Essas cartas, urma vez nas Obras Pu-
blicas, serio os dados para reorganisaco
da carta da provincia, e d'est'arte ter-se-ha
conseguido um trabalho de subida impor-
tancia, melhorar muito a que existed.
Estamos certos de quencnhum cavallei-
ro dos acima indicados so negarA a con-
correr tao facilmente para levantamento
da carta chorographica da nossa vasta pro-
vincia.
Para maior esclarecimento daremos no-
ticia de algumas localidades desta provineia,
e nato nos parece isto de todo inutil, por
que em qualquer caso emergent da nossa
vida social convemn ao home conhecer
para onde atira-se As aventuras, onde ar-
risca as suas emprezas ou onde deverA es-
tabelecer a sna tenda.
(Continuda)


VARIEDADES
Geodesia
SAo extrahidas da sessao de 7 de abril
da Academia de Sciencias de Paris, as se-
guintes informag^es :
0 Sr. Faye aprcsenta uma memorial
muito important do capitao de fragata de
Bernardieres, que dA resultados que fixam
as posigtes geographicas de certo numero
de pontos Ida America do Sul.
E' um trabalho de alta geodesia, que,
sem contar corn o interesse que offerece
ao estudo das formnas e dimensoes da ter-
ra, tern capital importancia para os mari-
nheiros, viajantes e geographos.
As determinagies, n'elle apontadas, e
que foram effectuadas sob a direcglo do
ministry da marinha e da repartiglo das
longitudes polo Sr. de Bernardi6res e seus
collaboradores, os Srs. Fleuriais e Bceouf
quanto A costa oriental da America do Sul,
e os Srs. Barnaud e Favereau quanto A
costa occidental, fixam corn effeito as posi-
9oes dos principles portos e das capitals
Vein da part do senhor de Brionne ?
perguntou.
Sim, senhora ; em busca da viscon-
dessa de Fontac.
E traz urea carta para mim, segundo
disse o criado. Como esta o senhor cone-
go ?
Muito bern. Aqui estA a carta, que
elle mesmo me entregou. Chegaria muito
rnais cedo se nao cahisse n'um pequeno
precipicio, porque a noite esta muito escu-
ra. Este incident deteve-me mais de uma
hiora no caminho e... veja o men fato
cheio de lama e rasgado. Encarregaram-
me de vir apressadamente, e a press ia-
me custando a vida. A noite esta tao cer-
rada, que nao se ve a dous passes de dis-
tancia.


A viscondessa abrio a carta e leu sem
escutar palavra do que o colosso dizia-
Mal podia fitar os olhos nas letras, por-
que as suas tremulas mios tinham o pa-
pel em continue movimento; e, A media
que ia lendo, visivelmente empallidecia.
Fez por ultimo um esforgo, para que
Zibold naIo percebesse a sua agitaglo, e,
chamando em seguida um criado, disse:
Jos6 leva'este senior A casa de jan-
tar.
E, depois, dirigindo-se, ao mensageiro,
continuous :
Necessito somente de alguns minutes
para me dispOr a partir; e o senhor me
guiar ; tenha paciencia, que em breve
estarei promipta.
Zibold sahio; e a viscondessa disse a
Jos6, muito baixa e rapidamente:
Na percas de vista esse home;
respondes-me por elle. Cuidado !
SQuando o sicaria de Cantelou desappa-
receu, sahlio Perez do sen esconderijo.
Tinha-o abandonado aquella tranquilli-
dade habitual, tISo semeihate impassibili-
dade mait absolute e complete.
Nl6 percamos tempoI diose corn ex-
traordinria agitaj. onheo bem ease
afaime menseiro; e 6 o onfide&ote de


IN
f|i meoe
tices Pa
mA, Val
neirp e


r;es, Rio de
mats de o


estagqes into -ias. :
0 desenvolvirnento das linhas telegra-
phicas, "quer submarinas, quer aeroas, de
que so fez use, 6 de fnais de 6:000 loga
marinhas. Valparaiso, Santiago, Callo e
Lima, bemrn como todas essas regioes, po-
derlo d'agora ,em diante ter a hora do Pa-
ris corn adifferenga de 3 declinmos do segun-
4o, pois que os immensos arcos de paralle-
lo, que modem as differengas em longitude
entire Paris e a ea diffeabrentes pontos, fo-
ram determinas corn urma aproximaglo
de menos de 150metros.
Constitu4 ua titulo de grande valir pa-
ra a noasa marina ter realisado corn tal
resultado 0ssa operanlo tao complexa, ta
to no ponto de' vista das observag9es astr
nomicas como no das traasniissoes elect4i
cas, e sem duvida foi ella a mais vastaaO
mais longinqua que a Franca ja teve oco0
silo de effectuar depois que as redes tele-
graphicas cobrem o globo.
Trabalho de tal importancia honraigual-
mente os observadores, qae tiveram que
veneer diffleuldados de toda especie, os as-
tronomos que fundaram os methods, e os
artists que construiram os instruments
que permittiram semelhante precislo.

Estatuiea
Segundo ub jomal allemito, eis qual 6
a populaggo do globo:


Enropa
Azia
Africa
America
Australia e Po-
linesia
Regioes polares


315:929:000
834:707:000
205:679:000
95:505:000


habitantes

.(


431:000
22:000


0 que da um total"de 1.455:923:000 ou
umn augmento de 16:778:000 sobre os ulti-
recenseamentos feitos.
0 mesmo journal da estas outras infor-
magoes uteis :
No fim de 1877, a Allemanha tinhauma
populag9to de 43:952:000; a Austria-Hum-
grina, em 1879, tinha 38:000:000; a Gra-
Bretanha e Irlanda, em 1879, tinha.....
.34:500:000; a Franga, em 1878, tinha
36:900:000; a Turquia da Europn, tinha
8:860:000; e o Imperio Russo,......
87:900:000.
Na Azia, a China corn todas as suas de-
pendencias, tern urma extensIo de....
41:814:000 kilometros quadrados, e urnma
populagito de 434:600:000 habitantes; Hong
Kong 130:114 habitantes; e o Japto se-
gundo o recenqeamento official de 1878,
tern urma populago de 34:300:000 habi-
tantes.
As possesses inglezas da India tin
urma populagio de 240:200:000 almas :
as possesses francezas da India 280:000;
a Cochinchina 1:600:000; a Indo-China
36:900:000; as ilhas das Indias Orientaes
34:800:000; e as ilhas da Oceania 879:000.
A Africa temrn urna extenslo de....
29:383:000 kilometros quadrados. que se
divide assim: florestas e terras cultiva-
dlas 5:300:000 kilormetros quadrados; .-s-
teppes 4:200:000 kilometros quadrados;
deserts 10:600:000 kilometros quadrados.
As posses inglezas do norte da Ameri-
ca tern urma populagao de 3:800:000 habi-
tantes; os Estados Unidos 48:500:000 al-
mas ; o Mexico 9:485:000; o Brasil......
11:100:000.
Quanto as regimes polares, ellas se es-
tendem em tomno de um circulo artico so-
bre 3:859:000 kilometros quadrados quasi
inhabitados, salvo a Islandia corn 72:000
habitantes e a Groellandia corn 10:000.
As regimes antarticas tern urma extensao
approximada de 660:000 kilometros qua-
drados.

Luela Asthon '
(A DESPOZADA DE LAMMERMOOR)
So viessem dizer-vos que urma mulher
a 0 conego de Brionne estA A cabeceira
urma moribunda.
e A minha pobre senhora nAo chegarA
seguramente atW a amanha.
SAbandonada jA polo medico, s6 a
acompanha o seu venerando amigo, afim
de dirigir tao santa alma ao ceo, abertojA
para a receber.
a A senhora de Ravenstein senate appro-
ximar-se o seu fim.
S Por effeito do um especial favor de
Dens, a desolada mit recuperou a sua ra-
zao em tempo opportune, pars cumprir corn
os ultimos deveres de boa e fire christa.
( As suas palavras despedagamn o cora-
9ao ; e como sabe por min que a senhora
vive actualmente em Miguelgorri, rogo-lhe
que nio a prive do prazer de a ver e abra-
gal-a antes de morrer.
SPor mnito penoso que para si seja tao
triste e delorosa consolaglo, o senhor co-
nego encarrega-me de lhe supplicar nao a
negue A desventurada moribunda.
SA suan present, uma s6 palavra, po-
derA suavisar a agonia da excellente se-
nhora, cujo premature fim nos submerge
n'um mar de desconsoladora afflic9ilo e de
pesares soem conto.
Venha, senhora, venha depressa, par
caridade ; nao so negue a fazer a vontade
a moribunda.
| 0 portador 6 home muito aeguro e
field, p6do acompanhal-a e protegel-a du-
rante o caminho.
a Fie-se sern receio n'ello, e corn segu-
ranga complete. E' irmilo do aduaneiro,
que nos recolheu.
0 senhor conego de Brionne 6 um
verdadeiro model de carinho, de caridade
e de abnegagio. E' um home sublime.
Deua deu-lhe forpas para terminar A


sua nobre e santa miss ; mas o pesar
tom-n'o extenuadeo, e, -polo estao de pro-
funds melancolis em que vive, rogoume
que sirva para interpretar os sous daejos e
sentimentos corn reaeito A senhna. e tom


'*',Jwt~* 1*I irio, *preamewtaamman-
io impellida a ease'crime por
Iht d'essas provoca9ges' immediatas,
smpeonsideradas polo jury como cir-
i u itaneias attenuantes; senao como des-
calpa complete; que id&a farieis do carac-
ter d'essa mlher, e piara fallar a lingua-
gem judiciaria, de 4eus antecedentes ?
Todos os axiomas conhecidos vos acudi-
riam so pensamento; repetireis corn o au
tor do Fhaoor :"
SAssim como a virtude, tern seas degrAos o crime,
E A extrema licenga jAmais se vio passar
( Subitamente a timida innocencia.
SUmn s6 dia nao faz d'um virtuoso mortal
SUm perfido assassino, etc...
Para aprenderdes a desconfiar d'essas
maximas geraes, e a vos obsterdes de sua
applicagaojudaica, lembrai-vos da desposada
de Lammermoor; lembrai-vos de Lucia As-
thon, essa joven tto bella, t.o meig-i e tao
pura!
Credos que exists sob o sol um ser minais
innoeente, mais inoffensive quo Lucia As-
thon ?
De que suaves cores o grande piator
nao matisou sua encantadora image in!
((Seus tragos attrahentes, diz elle, mas
um pouco infautis, exprimiam a quietagao
de espirito, a serenidade e indifferenga
para os vAos prazeres do mundo. Seuns
cabellos de um louro terno se divisavam
sobre a front de uma alvura deslumbran-
to, como um pallido raio do sol sobro urma
montanha de never. Tudo nella aunun-
ciava no mais alto grao a brandura o a
timidez : era uma belleza do genero das
madonas de Raphael. )
E Walter Scott teve o cuidado de ae-
crescentar quo a expression de sua phy-
sionomia nao era menos devida a sua sau-
de delicada, do que ao habit que tinha
ella de viver corn pessoas .de umn character
mais altivo, mais energico, mais imperioso
que o seu.
Entretanto a tranquillidade passiva de
Lucia nao era o resultado de uma insensi-
bilidade d'alma. a Entregue ao iminpulse
de sua vontade e do seus sentiments, Lu-
cia tinhai alguma cousa de romanesco.
Gostava de ler secretamente essas velhas
legends cavalleirescas que offerecem tao
magnificos exemplos de devotamento sem
limited e de affeilo inalteravel, serm ser
desanimada pelas aventuras inverosimeis e
pelos acontecimentos sobrenaturaes que
ahi se encontram tambem. Era um impe-
rio de magia, no qual sua imaginag.o cons-
truia castellos aereos... Mas, em suas
relagoes exteriores corn as cousas do mun-
do, Lucia recebia facilmeute o impulse
que lhe quizessem dar os qne a cercavam.
A alternative Ihe era em geral muito in-
differente para que a idea da resistencia
se Ihe apresentasse, e nao ficava enfadada
por achar una opiniao de seus pages um mo-
tivo de decisAo que ella tivesse talvez pro-
curado vAmente no seu proprio coragio, s
Toda a energia faltava a Lucia; sua
mli parecia tel-a guardado para si, e a
falta de harmonia entire essas duas vonta-
des devia trazcr pouco a pouco um desfe-
cho tragico.
Desde o dia em que Edgar de Reven-
swood e Lucia sellaram a promessa de um
eternrb amor, porto da fonte da Sereia,
quebrando a pega de ouro, cujos pedagos
dividiram entire si, Lucia se considerava
como ligada a seu amanat perant. Deus e
os homens. Julgai qual deveria ser o va-
lor de um juramento aos olhos de uma joven
tao simples e tao ingenue quanto Lucia!
Pois bern, saa mai quneria qu ella nao o
cumprisse, e, coma sabia bern que nenhum
poder human, nenhum constrangimento,
nenhuma ameaga a reduziria ao perjurio,
lady Asthon resolveu enganal-a. Enganar
Lucia Qne attentado E 6 urna mii
que toma sobre sun consciencia e sua ca-
bega a terrivel responsabilidade disto!
AdesventuradaLuciaacreditoutudo o aue


lady Asthon quiz fazel-a crer. Os dias, as
horas so escoaram ; e ella menhuma noti-
cia recebeu de Edgar.
EstA tudo acabado I Edgar renunciou-a!
Edgar restituio-lhe seus juramentos ; ella
podia alliar-se a outro, nao per amor,
mas por submissio. Sua mlia o exige, e Lu-
cia procura inutilmente sobre que apoiar-
se para resistir-lhe por mais tempo. 0


-- Ainda que en estivesse a pensar in-
cessantemente durante vinta annos, para
encontrar um fio que me guiasse em tao
intriucado labyrintho, gastaria o tempo de-
baldo. 0 que serm vacillar affirmo 6 que
existed traigao, porque o mensageiro e um
infame... Senhora, deve serm receio par-
tir corn esse home, ser se despedir do
ninguem. Devemeos chegar depressa para
evitar, se ainda 6 tempo, que se consume
algumn horroroso crime. Nao duvido que
lhes reservem a mosma sort que ao se-
nhor de Brionne ; mas talvez a Providen-
cia marcasse jA corn o soeu dedo de Lfogo o0
miseraveis traidores. VA depressa e sem
receio, que vigiarei a pouca distancia.
Nada receio; mas julgo prudent le-
var commigo alguns criados.
Nao julgo tal; essa determinagiao po-
ria em guard os malvados, e sabe Deus o
quo determinariam. Eu, corn os meus dous
homes, quo nunca temeram perder a vi-
da, assim como eu, bastamos para a guar-
dar, e esteja certa de que nio a perdere-
mos de vista.

Em vos conflo, senhor, exclamou
Maria, ergnendo as mios e elevando o sen
doce olhar para o c6o; e, voltando-se para
Perez perguntou:
Urma 6 palavra: quern e o senhor,
men amigo ?
A senhora mesmoe o disse : um ver-
dadeiro amigo.

-Sou... contrabandista, senhora, mas
amo-os tanto # todos, que para os auxiliar
corro o risco de que me prendam e enfor-
quem, ou pelo menos que me mandem pA-
ra o presidio. Se esta abnegaoo nao 6
penhor de garantia...
-Meu DIu 1
Q- Sim, senhora: se amanh me deitas-
sem a milo os aduaaeiros, passaria nm ma
quarto de horse ; mas em compensaglo, a
senhora me abenoaria, porque antes deo
morrow .onlhe there dispeofS4) muitosagran-


shora


LJucia so redige ; a tammiia so reua olm-
nemente paras assigual-o: ji Lucia 'tomou
a penna, e traga seu nome corn a mo tre-
mula na part inferior de todas as paginas
at6 a ultima, na qual escreve mals ilegi-
velmente do que nas outras, e onde apa-
ga A lettra --t- da palavra Asthon de
maneira a fazer entrever a intenglo de
riscal-a.
N'esse moment Edgar se apresenta, e
a odiosa traigao de que fora elle victim
apparece em toda sua clareza. A pobre
Lucia reconhece quo escarneceram delle e
della, que Ravensuwood nito deixou de
ser field a sua promessa, e que foi ella
quern, sem o querer, sem o saber, violou-a!
A prova e muito forte; sun razAo se abys-
ma na dor, na vergonha e no desespero !
0 hymrneneo por isso nio dcixa de ser cele-
brado ; mas, apenas o novel esposo trans-
poe o limniar da camera nupcial, um grito
agudo e penetranto repercute no metio da
dansa e da music. Correm e penetram
na camera ; o esposo estava jA morto, e
fOra a joven esposa quern c matara corn
urn punhal, de: quo se tinha furtivamente
apoderado na vespera.
Agora, voltando a nossa these, houve
nunca um crime mais repentino, mais im-
previsto quo o de Lucia Asthon ? Quem
duvida quo, menos virtuosa e mais fire,
ella tivesse transposto menos rapidamente
todos os degraos da fatal escada? Sa
lealdade, sua propria brandura a impelliram
ao homicidia ; qual seria a justiga humana
que ousaria condemnal-a ?
Dizem que em certas virtudes entra
uma certa dose do fraqueza, e que tal pro-
bidade, tal castidade se explicam, nao por
um grande rigor de principles, mas por
um grande terror do descredito e da ex-
probagAo por urma incapacidade absolute
do suster face a face uma colera legitima,
urma jvsta indigaag'ao. 0 exemplo de Lu-
cia Asthon derioustra que, se a fraqueza 6
algumas vezes um elemeuto de virtude,
outras vezes tambem pode tornar-se uma
causa determinante de crime, e sempre
como consequencia da mesma impressao,
do mesmo terror.
Come se Walter Scott tivesse querido
reunir em um mesmo quadro todas as sor-
tes de aec-es mAs que os bons sentimen-
tos podem produzir, ao lado de Lucia As-
then, homicide per excess de lealdade,
collocou Caleb, falsario e ladrao por ex-
cesso de affeigao e zelo domestic. Que
excellent physionomia a de Caleb! E' a
comedia pura e .franca de Moliere, ao pas-
so que Lucia Asthon 6 a tragedia de Eu-
ripedes e Shakspeare.
(Traduzido do francez porn M. ROLENDO.)


Phenomenos

Nao sei que sensagies meu corpo senate
Se chegojunto a ti anjo adorado,
Umi frio glacial m'invade o corpo
E fico muito tempo encommodado.

A voz desapparece na garganta,
Os labios nao se move de assustados;
As pernas tremem todas Meus cabellos
Oh esses nuo socegam d'errigados !

Os olhos nao enxergam cousa alguma,
Mil espirros se soltam do nariz,
Quo levo atrapalhado tanto tempo
Que castigo, meu Dens que foi que fiz ?

A tosse me persegue! agudas dores
Das costas se me estendem t6 o peito!
Explica, per favor, este mysterio,
Responded, alha-me bern! isto tern geito?

As orelhas, Jesus! s6 me parecem
Que foam besuntadas de pimenta,
Que mal fiz eu no mundo p'ra me darem
De dores urna vida assim tao lenta ?


Os calls, at6 elles, pobresinhos,
Que vivem bemrn occultos nos sapatos
Assanham-se e veras at6 me obrigam
A aundar algumas vezes dando saltos.


I:&u hei-de me sosl d
Neor beorn e avistolea
Eu ponha-me a correr


PAULO PEREIRA. i
A nolva do voluntario
POR
MELCHISEDECH DE J. A. LIMA
IV
(Continuaaeo)
Voltou-lhe as costas, e elle disse-lhe':
Quando quizeres, a port te sera
aberta: torAs ouro, vestidos, joias, ,tudo
que desejares, comtanto que eu tenhi um
memento de prazer. I
Ella caminihava: aqui negavam-blhe a
esmola, alli escarneciarnm ; todos duvidayvam
que ella precisasse de esmolas; apezar de
tudo isto, quando chegou em casa tinha
un bocado corn que matar a forne.
A' noite, aquella desgragada menina nao
conciliou o somno. Tudo que se pasaara
durante o dia vinha-lho ao pensamento: o
mAo exit que tivera em implorar a com-
paixao public; as palavras do home da
casa rica; o amor quo ella consagrava a
Fabio ; e finalmente as suas promessas no
moment da partida, tudo acudia-lhe a ima-
ginagaoa ja tao fraca.
Ella protestava no interior do seu cora-
9gao deixar-se morrer de fome A aceitar o
offerecimento d'aquelle novo D. Jobo.
NIao murmurava uma s6 palavra contra
Fabio; elle nao adivinhava que sua n4i
podia morrer. Talvcz que n'aquella iies-
ma occasiao, em que ella soffresse, 'elle
tambem estivesse soffrendo.
Quando, dias depois, ella acossada pela
fome, quebrando todos os seus protests; foi
bater A port d'aquelle home que,, em
lugar de compadecer-se das miserias; de
urma menina, ainda a queria tornar mais
desgragada, ou talvez caviar um abysmo
aos seus p6s, a porta foi francamente
aberta. 4

0 que ahi sepassou foi a scena mais
horrivel que pode ter a pagina da vida de
urma mulher.
Quando ella appareceu, vinha tao palli-
da como um cadaver, as suas pernas fra-
cas mal a podium suster, e o seu andar
era cambaleante.
Ella perdera o que a mulher zela corn
tanto afan, e em compensagao... tinha as
m'tos cheias de ouro.
Entrando em casa, o primeiro lugar que
avistou foi aquella em que o volutane,
abragando-a, disse-lhe, que um dia volta-
ria para fazel-a feliz.
D'ahi em diante sun vida devia ser
horrivel.
Caveium abysmo entire mirm e elle.
Hontem desejava quo elle chegasse, boje
tenho medo; e o pranto banhou-lhe o rosto.

V
Cumpre.nos informar ao leitor quemn era
o home, que tao sem d6 cavara o abys-
mo aos p6s de Ethelvina.
0 sen nome jA o conhece o leitor, era o
mesmo que o valente soldado morto no
combat do Curupaity, recommeadara a
Fabio, que nunca bhe tivesse amisade -
Era Licinio.
Digamos duas palavras mais acerca d'es-
to perverse.
Desde a suna juventude via-so em com-
pleta liberdade, dirigindo-se, fazendo use
do qne lhe pertencia, porque seus pais ja
nao cram d'este mundo.
Raras vezes empregava seu dinheiro
n'uma cousa boa.
A sus mrao nunca depositara unea es-
mola na m'ao descarnada do pobre; sem
religion, sem sentimentos morass, sem pos-
suit nenhum d'esses predicados que com-
poem o home, olle entregara-se comple-
tamente ao mundo dubio. Apezar de false
na amisade, elle tinha muitos amigos;
bastava ter dinheiro.
Na idade de 42 annos casara-se, e tires
annos depois enviuvara.
Correram diversos boats sobre a more


A cousa 6 muito seria takes phenomenon d sa muher, chegando-se at a dize
Compete que m'expliques de uma vez, e sua mulher chegando-se at a dizer
, vi n n W e I quolle envenenara-a.


E levo me tratando quasi um mez.
Conhego-a ha mutaos annos, e quasi quo
sminos parents.
E' impossivel !
Serm duvida. Corn o auxilio do Deus,
esta noito estarA per men intermedio reuni-


da comn o venerando conego, e..
danrA muito para que esse amado
tao bemrn como a senhora e come
Que diz ?
0 que ouve.
E' impossivel !


- nao tar-
cego veja
eu.


Corn o auxilio de Deus, ja disse, mi-
nha senhora, e Deus auxiliary A noite
adianta-se, e... disse mais do que pensa-
va. E' precise partir jA, porque o mensa-
geiro estarA tao impacinte com o receioso, e
talvez o senhor do Brionno tenha a more
A vista, emquanto eu pa'ro aqui como um
mentecapto.
A viscoudessa poz um chale e um cha-
p6o, e patio corn Zibold.
Abrasava-se-lhe a cabega ; os olhos quasi
som vista, o pass vacillante, e os som-
brios pensamentos que lhe occupavam a
imaginaoo a predispunham notavelmente
par ser victim dos minalvados.
Zibold, polo contrario, estava impassi.
vel, svm mostrar dor nerm alegria, nerm
tranquillidade nerm impaciencia.
Pedio urma lantern, atravessou o vesti-
bulo, descou ao pateo, assobiou ao cao e
sumio-se entire as frondosas arvores do
parque.
JA estavam dispostas para seguir a vis-
condessa, mas a um signal do Perez deti-
veram-se; e aquelle, seguido pelos seus
dons contrabandistao, marchou muito per-
to de Maria e de Zibold, procurando ca-
minhar sobre a tOSfa herva, para que nao
sentissem as suas pisadas.
Quando sahiram do pateo, Perez descal-
gou os sapatos e deixou-os centre o matt,
operalo que imitaram os seus camara-
das. -
Aquelles homes atrevidos e intrepidos
caminharam tanto om silencio que nemo
ellea mesmos so ouviam. e como muito pra-
ticos no terreno, aproveitaram todos os
accidents d'aqueHe para so manterom oc-
cultos. *1


Tudo era
onuoo de


pars 2180 chamar a
*que post em guat-
rosnam e continuI


____________(Continil9-
grunhir do cao, a cada moment parava e
olhava para traz.
Sete quartos de hora teriam approxida-
mente andado, quando chegaramin ao p6 da
montanha e eutraram pelos sinuoso atalho
que cond.uz A torre das Proezas.
Continue seguindo esse infame,-
disse Perez aos contrabandistas, e nao o
deixem tomar muita dianteira. Vou ver se
posso escalar o Paso de Roland, e me en-
contrarlo emboscado nas antigas ruinas
que dominam a Torrente.
Quando ouvirem o meu grito, respon-
dam logo. E' escusado dizer-lhes que se-
ameagasse essa senora alguma desgraga,
deviam soccorrel-a e livral-a, ainda que
fossem dous contra urn.
Esta dito.
Sigam, pois ; prudencia e audacia !
Perez correu corn a ligeireza da uam ga-
mo polo desigual atalho que conduz ao Pa-
so de Roland, e, quando desceu uma terga
part do carreiro, adherio-se materialmen-
te as rochas, tomando por ponto de apoio
cada urma das saliencias e angulos, nos
quaes apoiava as malos de ferro e as pernas
de ago; e como se isto nio fosse bastante,
corn os denotes agarrava, para melhor so
aguentar, As raizes silvestres, afim de nao
resvalar para o abysmo e encontrar uma
more tao certa, como inevitavel.
Quando, por fim chegou ao cimo da
montanha o respirou sobre uma especie do
natural terrado, que coroava aquella, a
poucos metros da Torre das Proezas, son-
tio-se descarregado d6 insupportavel peso.
Tinha levado a cabo umna empreza tao
amiscada e difficil. que elle mesmo, depois
de realisada, ainda a julgava impossivel.
Apenas tinha descanwado tres ou quatro
minutes, vio brilhar a luz da lanterna quo
Zibold levava.
Chegava jA corn a viscondesa a port
da granja.
Levantou-ae entlo Perez e lentamente
avangou para as ruinas.


j I......


'r :

Ii
!


(Contrnuar-*'M)


I I -




Full Text
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