Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:13583


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Full Text






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IWOQO
211000
i24j.00


Por seia mezes adiantado.. .
Per novel ditos idem .
Per um annmo idem. .
Cada numero avulso, de dias anteriores.


lropribabe a be AJanoct figueirda be aria & Sfilloo


INSTIRUCIO POPULAR



(Extrahido)


PAIilTf Iff
-, PR :'ESS.).i ESPECIAES DE FABRIC,)
ItI-OSARL U.Xi ['Ra\ VINI10
Os antigos .thbricivain gir'rafas para vinho?
V:iii; > rcpoITil i :1r isto Co.it 0 soguint,. trecho
'de Saa:.y :
I). t'r-s ii Iliittir, c,'in.o pensa mnitta go.itc
ain h:,j., ue ;uti 00.a, tlo aliantado4 erm tan-
tos g i 'r.Js ,.' l i), r 'i.erilniin'),tios niis coi3as imats
usuao; d tvi1i'? D?,-ul.o s.--llies credit, p)uco
falt.tri I paI':A ii, -to ) n-ltl nii' sIi.n,'ut.' flue a
escp IcLt- i d p ) ,L (. t 111 i L' 1,- 0 i .. Diog tiis ;ttiirou
?: para n .12 5i,' :n, c ):n > .':iiilio m tit.j at flisttio3,3
1 .u, pL.",, i 'ic,, i Cn't 1 ti I'.' t t ie l i)jlt I I), 'ber
li't p i!n i l tl t ",)in ') ;"ft 1 o \v.1 d.? ,it!. s3 rv'rv 1:1 ,-
&eN ais .li, qJe. iu 1r1i 1) ;I 0 0rt'a a lr ,consierv.tr o
vitli''. t l i c- l \'i'. L .- i t ;.it.. ;i.)I I mi'ittl 't exo re-
i nli.t !;, :1 "t~ in.",,:s "t t\v t 11 t t:>'v t '.
K' -) n'ii*" i i p:ir tl;gutit .- cit.t;'? tir:a.iss
do, ;cq 11: i .'. n r s ...,-r ii, ,;, l.,.iin')istrar (i1i o4 in -
tifgis, ill tin 'ut-I -'i ul;;l _'1 t ;l vi bh L, ,-r'.Ut .ll.-
1m\rl *, ] .' 3 l 1.;: d ,'' I *I I _.ji 'i-a.1re f1 e tr) n.Ii- -r i
oSI lr : '*.: .- Ia R -,--i., e.,t V.'A i) i i i s tie
*;, den; -.
S, 'tlu-'CI-I r .t l.n 2, oiti:.ju i as a r i'tAti i es 03 20-
pos
; A :' li it is.'r- tti t., que for ni al.un.ias
e. s \ z.. -,:' st'.-it it i, .i ,1 *- i -ii e? )p ii,i ir;.'ii)3 :
iln ..S '., 'ti.5s s- r\'cir tn'-' ,.l'-'lle', pw.nr,lto o Egyp-
to-.> ,: e t') tnoiN ) ,j'i i.l' hiyitp o- 3.i
'xou ni fi'',.r't-, ir.i-'I L' Q.11 iliv im vidrj, ,r\.\,\ co-
bert ,I.' i in teoidLo dti vtuni oe de liaste.s 'l p.t-
pyr'. 1. :-' is .'hi n t-, ,112 off..O1'rcmci:n i .tii)r semi-
SIh itt i -.'.:1 :it ijLUO' i- r .. 'ti 1 10 o3sI s adias o oleo
S' de Ri jr',-] i. sl'ti ain I i d-.'-iigiitl:s pelos Egyp.ios,)
sob .) y ,:' ,l' ,1i '/'i I!) t,<.
,, ..' i tt,'..n 1s- p ,r it-t i lI itit 3 secInlos 1 il. -
rant .. ti|. is naI L pr)'.L -cle i fabriciat;.1o das
garraf:s3 tiv-esse ceos:d')), e so chegarmnos aos Ro-
manos, eatao, a semnilhatiA 6 ainda mais frisante,
porque (c 1no se v.ii ver) nAi) si trrtajA' de simples
recipicutes de vidro, a't ona menos somilhlntes aos
noss)s, mas sin de garratgiss em tudo identicas Ais
qu? nos serviaitos hoje.
SQaiatro versos de Horacio, e algumnas palavras
de Petroaio vao proval-o:
Eu qaero celebhratr o anniversario, e este dia
a feliz fard. sattar a rollia de corti~a e o sinete de
e urn, amphora postal a im3, no consulado de
.. c Tullo.
If ,, L)go trazein os frases d(to vidro ecuidadosa-
a f m3nte lacrados; ao g.irgalliho do ead:t umn d'elles
a estava suspenseo itn rotalo assim concebido :
a Falerno opiniano de 1001) annos.
(Continia).

- ~n..,nT~

- PAIRTE OFFICIAL

Governor da Provincla
DESPACIOS DA PRESIDENCLA DO DIA 25 DE
NOVEMBRO DE 1884.
S Antonio Borges da Silveira Lobo.-Sim, provi-
S soriamente.
Cleodou Augusta de Albuquerque Chaves -
S Passe portaria concedendo a licenl;a pedida corn
ordenado na form da lei.
Caetano Cyriaco da Costa Moreira e outro. -
Aguardem a concessao do credit que tern de ser
pedid, opportunamnente ao Ninisterio da Guerra,
em aviso de 4 dcste inez.
,Francisco Antonio Camello.-Informe o Sr. Dr.
juiz de direito das execue5es crimninaes da comar-
ca do Recife.
Guilherme Jose dos Sautos.-Inftorme o Sr. Dr.
juiz de direito das exeeui,5es criminals da comar-
S ca do Recife.
Joaquii:n Francisec Figucira. Deferido coin o
officio de lioje ao brigadeiro coinmandante das ar-
mas.
Leodgirio Ribeiro Varejao.-Indeferido.
Me lelros & C.--Co)in) requer.
Maacei B:iptistla PIereira.-Indeferido.
: Migel G-.)ines Pr.o'ir.i Lyra Junior. Tendo
sid su'.nettido to M31inisierio do Imnperio a pre-
tenqlo -i, snpplic-tnt oi, to jAi indieterida, visto ha-
ver-n sk1) ,r-st;adlos gratuttAinonte os servicOS al-
ludidos.
Maria Florinda d i C) ccic;to. Informe o Sr.
director do Arsen:al e GJ-,erta.
Maria Thereza L 11o do Licer li. Indeferido.
Maria Adelaide da Costa. lnformn o Si. ins-
s": peetor d:i Thesotirari:t de FPaz .uda.
.. .. Salviano Teixeira de Li-na.-- Informe o Sr. Dr.
juiz de direito das exeeuo.5s crimin-aes d:i comar-
ca do Recife.
Viconte Coimbra da Silva. Iuformi o Sr. Dr.
: juiz de direito das exeeuqo-s crihninacs da comar-
ca do Reeife.
Vicecnte Ferreira de Albuquerque Nascimento.
*" .-Agnairdo o ereito que toje solicito do Ministe-
*, rio da (xGuerra.
Bastus .r C.-Como requer.
Secretaria d& Presidencia de Pernan.-
hbuico, 2/3 de novenibro de 1884.
0 porteiro,
J L. Viegas.


Repartivao da Pollela
S.-e.,io 2.-- N. 1,256. -Secretaria da
policia de Pernambuco, 25 do novembro de
1884.--llm. e Exm. Sr. Participo a V.
Exs., que form hontem recolhidos A Casa
de DetenglAo as seguintes individuos:
A minha ordom, Candido Jos6 Gomes,
vindo do Presidio d(o Fernando coeLo sen-
tenciado.
A' ortlCit do subdelegado de S. Jos,
Daniel Evangelista dos Santos o Jos6 Fran
celino da Canha Pedrosa, este per crime
de ferimentos e aquolle per disturbios E
afinu de sertratado na enfermaria d'aquell:
casa, de tun ferimento quo recobera.
Dens guarded a V. Exe. --Ilim. e Exm
Sr. Dr. Sancho de Barros Pimentfl1, muitx
digno president da provincia.-0 c hefoe d
policia, Manoel Ventura de Barros Lei
Sampaio.

Thesouro Provincial
DESPACHOS DO DIA 24 DE NOVEMIBRO
Rodolpho Cavalcante de Albuquerque
regedor do Gymnasio, Baltar. Oliveira
C.-Informo o Sr. contador.
Padre Francisco Verissimo Bandeira. -
Eascripture-se.
Antonio Sampaio do Nascimtnt) a conts
do commando do corpo de o lieia.-- H,
ja vista o Sr. ad itrador fiscal.
Jos6 Martina do Almoida. Informe
Sr. Dr. adminiitrador'do Comulado.
Jos6 o Gomes Freira.- aforrae o S
Dr. administrator do Consulado.


IL--
-;L -- .I~


Jcs6 Tuieodoro Cordeiro de Barros. -
Haja vista o Sr. Dr. procurador fiscal.
Aqua Emilia do Alineida Henriques. -
Haja vista o Sr. Dr. procurador fiscal.
-- 25 -
Jos6 Francisco do Rego Barreto. Cer-
titique-se.
Vigario Manoel Jos6 Pereira do Albu-
querquee Dajiningos Jose Ferreira. -Infor-
tue o Sr. contldor.
Martins & C. -Haja vista o Sr. Dr. pro-
curador fiscal.
Jorge Tasso.-Volteo Sr. contador para
os devidos fins.
Coinmmendador Joss Joaquimto de Amo-
riim. 0 Sr. contador para attender.
Baltir Oliveira & C. Satisfaca a exi-
genIcia tdo) Sr. Dr. contador.
Contas da extrai'dco da 19,).S a 202 parties
ila lot'ria da Santa Casa do Miscricordia,
da' 2. ,da inatriz dci Quipapi, e das 3.a
dais igrejts do iBoa-Viagem e da Tros Lti-
deiraiis C:U Iguarassti. Ao Sr coutador
parta inardr examrninar, dtauio iuforlnaQio.
Odiiio do D)r- chiteoe do p)liciI. lIai,)r-
mo o Sr. coutalor.
A.nclia Mairia da Conccillo Rim-is.-
Itutbrme o Sr. coutador.

.anura i'i .uniaelpal
DLE-.SPAC'iOS DOS DIAS 21 E 22 DO CiORRENrE
P.c/o Sr. Dr, GU:s i',vdcante, cntiiiissa-
riO eli p liesi :
Btelharel Ieunrique de A. Milet, lo pro-
tuotor public, pedindo paganmento de cus-
tis u. import:ina de 182l.05t0.--Passe-so
tuandado.
Jos6 de Oliveira Castro, pedindo que se
Hie pagu- a qttantia de 2:20t-916 inpor-
taticia da 2o prestagao do seu contrato
pela deminoli9ao e reconstruaeoo do predio
n. 1 a rua dos Pires.-Pague-se.
Julio Ferreira da Costa Porto, pedindo
para fiancar posters dentro da praga do Pe-
dro II, e armar urna poquena barraca para
um bazar de prendas ao lade da igreja do
Espirito-Santo.--Aprasente licenga da re-
partiglo das Obras Publicas, quanto aos
postes nos iardim, que Iho seja coneedido
o que requer, pagando o respective inm-
posto.
The Singer Manufacturing Compiny de
New York, pedindo licenga para oollocar
urma tabolota na frente do sea estabeleci-
mento de machines, site a rua do CabugA
n. 1 A.-Sim, pagando o imposto res-
pectivo.
24 -
Pdo S. Gdes Cavaleante commissario
de policia :
Albino Jos6 dos Santos, pedindo quo se-
jam feitos os devidos lasimentos n) senti-
do de ter comprado ailva -aos & C.,
o eatabelocimeotn AL | largo ,
do Mercado n. 8.- Sin, pagando os im-
postos devidos polo estabelecimnto. ]
Amorim Irmlos & C. para abriren um
armazem de care de xarque no pavimen-
to terreo do predio n. 47 a ra de Pedro
Affonso.--Sim, pagando o impostor C mpo-
teato.
Bernardino da Silva Costa Campos, pe-
dindo que so Ihe pague a quantia de 150 '
como indemnisacgio dos terronos sits ao
pateo do Paraizo. que servem de servidao
public e que foam occupados pelas casas
desapropriadas do ns. 45 e 47.-Prove o
supplicante o direito que Ihe aseisto aos
terrenos auludidos.
Francisco Gaspar de Pinho, pelindo
que seja modificado para 294#000 o valor
locativo do predio n. 129 a rua de Marci-
lie Dias, onde torn estabelecimento de pa-
daria, permittindo-se-lhe depots taste, qu3.
independent de multa, sejam aferi los os
pezos do referido estabelecimento. -Atten-
tide, pagando o imposto duple, nof t3rmos
da lei.
Francisco Antonio de Mello, para abrir
um estabelecimento de quintanda em uria
casinha do palha sita a travossa do Norto.
Situ, pagando o imposto
Joaauin Jose Alves Gaimarits & C.,


pedindo quo sejam feitos os dovidos langa-
iaentos no sentido de tererm transferido da
casa n. 1 A a raa do CabugA para a de
ns. 14 e 16 a praga da Inlependenzia o
seu estabelecimento de miudezas.-Como
requerem, inforinando o proeurador ptr-
quanto se acha allugado o predio, para sc
fazer o devido langamecnto.
Julio Cavalcante Lins, idem, no sentido
tld ter comprado a Antonio da Costa Ri-
beiro, o seu estabelecimento site a rut de
Santa Cecilia n. 27. Sim, pagando os
impostos que deve o estabeLecimento.
Sebastiana Maria Isabel do Jesus, po-
dindo licenga para abrir urma quintada em
SSanta Amaro, estrada do Campo Grande.
-Sim, pagando o imposto.
S Secretaria da Cam ira Municipal do Re-
c ife, 25 de novembro de 1884.
0 porteiro,
LeOopoldino C. Ferreira da Silva.


0
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I

3-


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0,

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INTERIOR

Despaehoa ivres de direltos
(tsornal do Commercio da e6rtel
Nem par ter consuamido duas sessuen legislati-
va, iniciada em 1883 e aomente promulgada a 3
do etembro de 1884, prima pela perfeilo a lei
do orqumento em vigor. Awim a da receita cowo
a d deepetm peccam per manitos aspectoa. Am-
bas emcerram diipoMoes qne, umaua antimoniea,
oattus do tod o pon inOexequiveis, aro resirtem
A amlyo. 0 fact 86 explzcavel meto modo ex-
eepioenal coma foi neceasario dar iquu a les a
K&a orinisaao dlefiitiya, parquoe na verdade nao
6 mabefua noea patrtthaRm quo fflea a no -
-o Osr do-paimoUW.
Oeepst-sOW -,wJ oS UpemOSiIB danorvam
$ram .SaG as d rlaqa Uvn soe direitie u m- ..
tM & 'aft dwi4 h, e ,_aidsraa aii-e.
^6 aE~teoaft ea M eoa atclW


. ._ ,-
*- 4--.-"
" -A .) "-
' '. ;, :: -'. : ",.. *' ;. ,. .' .. ...
i :. -. -_ +',4 r,
': .." ,% '" $ x -- "" ..".%''..' .


Tao liboralmente se haviam otutri'ora concedido i
favors d'esta nuiturcza, quo a lei n. 2,792 do 20
de outubro de 1877, al&in deo sujeitar a dircitos de
expeoliente os materiLdes importados por compa- I
nhias e particulares f:tvorecidos corn a isen9tio, p
quaudo realisassenm lucros excedentes do 6 ''/'o do I
capital empregado, ,andou fixar prasos as conces- t
s5es de despaehos livres, devendo o governo ter t
ein attenvlo o estado d.as etapress para [hes f
marcar ,haior ou onenor praso. DoS turm)s da c
let e das mais clemnriatt.rs uoqitS de direito devia e
interfeonr-se, e cremos que assimrn so cnteudeu, nuo p
ser applicavel a limitaqvo do pras) das concess3es, I
senao Aquellas empresas quo as houvessein obtido N
potr mero favor, jamn;uis a cuinpanhias ou particula- n
res que, em contrato- syiuliagmitieos, tivesserm z
estipulado a isenci corn.) vantagemn sua e onus f
obrigatorio para o Estado. Fosse pielo que fosse, c
nenhumina exeeu')o f.ii dada Ai lei do 1877 na par- s
te r'elativa A fix:.io do prisO. FlIlou-s' v'ag.i- p
miento de colligir iifornn:(S's c talvez algunmas t
los.:inu colligidas, inas tt.to e'.- itin uOU coino tit.;an- o
t:c! aW63 qt, nUJ orrento anno, a le i u. 3,22, do 3 n
de sotembro, cstalboleceu o seguiite :
SArt. 16. Fica prohibida a ci'JiiCesSiAo do d,-s-
pachos livres dos idireitos de coiisuimo, f6ra dos
ao503 cma que o permitted as disposic6cs preliini-
nares d;t trifai dlis alt'atndegas, e siuspelisas as
que tCenhani sido feitas a eitpresas oil piartictl:i-
res. E" por6mn, ,.uturis-ado o governo pira conce-
Jcr a cottitua,-a', d'esie f.,v..,r :ios qtlie o tl VCrtiem
emu virtue e d"- c')ttrito)s svtiliigm:itiC dOpUis 3 I
Ic accord sobre u praso ein qiu .iliV-cri c '-sar, e ce'
i restituIr .1 inimip rt.tu'ia d.. titdi leit Js que hI..'aiv 1
r'eni pigo dUlrau te ;it 611512113.i). 0 t
SJlvo o respeito d.-:vi'do ao poder legitlativo, Se
aiu diistar-isreinob- cjin );- par.ti enctier de surpreo.i
liusp)siy.to) semelniait,-. <(iicr ina primeira, qiier
na segunda partat, o artlig) trauscripto otffnde to
rinctpio; e regrnas de admiii.trat.iao que nos pa- ai
recem findaineutaes. Corn effcito, susp-d'ndedo le
de uin jacto todcs as eoneoss,-'_s do desp-ichos li- al
vros, a priineira part do artigo, inadvertio que cl
taes concessies teen sido fi'it.s polo poder legis-
ativo, oi coin SU3l especial .iutorisaAqi, cuito micio a'
Ie ausiliar a fuuiJavo eu custeio de empress ts quo C
sem aquelle favor naio teritin sidlo organisadas ou ci
s6omente o seriain cmin conditp,>s diversas, e quo
alo condiz A. prudencia c diseriy.io dos podcrs d<
publicos interromper subitamente auxilio que nao a(
leveriam ter concedido senito por motives ponde- at
-osos. Em 1877 o poder legislative, minandando
ixar prasos para a duraolo de taes concessoes, g<
iao s6 declarou dover o governo levar em conta o al
.stado das empress, mas fez ainda mais : estabe
eceudo a taxa de 5 '/o de expediente, t. rnou-a s6- ca
nente applicavel As empresas que auferissemn In pr
;ros superiores de 6 o/, e elhvou a taxa ao dobro pi
to caso de excederem de 10 c/o os lueros das eia- oc
presas favorecidas. D'est'arte reconheceu impli-
:itamente a lei que isen5cos poderia haver indis- cc
>ensaveis ou mais ou mnenos necessarias As em- m
iresas, devendo o seu lucro servir ecomo criterio A
ixacao do praso da iseava,. Coinom, pois, a nova di
ei confunde no mesinome rigor todas as empresas to
Drganisadas A sombra d'esse favor e a todas sus-
pendo a isengao promettida sem limitaa.o de pra- es
so ? Onde vai a coherencia, digamos mesmo, a ob
boa f6 dos poderes publicos ? Favor que a lei be
concede sem limitagl) de praso nlo p6de sert su)-
primido quando apraz ao poder que o coneedeu. at
As empresas contaramcom a isen^go como ele- pi
inento de sua roceita ; fundaram-se coam'esta pre- de
'isAo : nao 6 just que do ud n dia para outro a
ejam burlada. 8e os poderes publicos reconhe- di
em tardiamente hayer liboralisado favors que cc
ISo eram para conceder, emendem a mao, corri- fil
am-se a si mesmos, mas nao compromettam a es
ealdade que deve ser caracteristica do governor tr
Ja sociedade. As empreaas jxeaignar-se-hao, per- ci
Lue nao teem meio para reagir, mas a dolorosa pe
xperiencia do rompimento subito de promessa so- de
emne nao serA indifferent aos cre-ditos da admil-
nistraqio. qi
Quanto A segunda part do artigo, essa 6 de tal
atureza que ecega ao absurdo, importando vio- in
seneia de direitos adqueridos em eontractos synal- cs
agmnatieos que constitute verdadeira lei centre as pi
artes contratantes. Effeetivamente 6 absurdo do
obrar taxas de quem nio as deve, corn a condi;io n(
lo as restituir. 0 poder legislative recmhece naio m
eremn devidas as taxas, mas manda arreeadal-as e sc
-estituil-as 0 qu e significa isto ? Onde jA se es
egislou assim ? Pois A indifferente a qualquer m
tnproza, ainda ja inais robusta, desembolsar de bh
proviso quantias mais ou menos avultadas sem d'
tenhuma obriga(ilo nero neeossidade de as rmm- d,
uilisar ? Quo lucro licito pode vir ao Estad) de
-eter quantias alhitias, violeatamente extorquidas m
lo seus donos, para restituil-as compr niso inceto ? te
ae vantagem pode resultar desse mnvimento d:
lepositos, complieando desneceseariamente a jA cr
ao morosa contabilidade public ? m
0 Sr. trinistro da fazenda prociurou attenuar ou ta
inavisar a injustificavel disposi9ao legislative pela p(
toguinte ordem circular do 8 do corrente : co
Manoel Pinto de Souza Dantas, presideate do bm
Tribunal do thesouro national, nttendendo As re- et
mlamaeSes que the tem sido feitas sobre a immmdia- lii
;a suspenslo dos despachos livres de direitos de
consume, por ter causado granle prejuizo As com-
)anhias ou emprezas do estrada de ferro,engenhos o
eontraes e outras que tern contratos synallagmati-
cos, a obrigaei.o do pagaimonto do taos direit:js, p,


pelo que respeita aos materials ji encommeniados q
durante o regimen da ltgislaeo anterior, que os 1,
isentava de tal pagamento, declara aos Srs. ins- t<
pectorcs das thesourarias que a suspensaot do quo
trata o art. 16 da lei "n. 3,2L9 de 3 de setembro m
ultimo, deve fazer-se effecetiva do 1 de ftevereiro e
do anno proximo future em diante, sendo intima- p
das as companhias, emprezas ou particulars, a a
que se refere o mesm,) artigo, para requererem, ol
at6 ao fim de marco seguinte, o que lhes for conve
niente, relativamente ao prasu da duragao de se a
melhante favor ; ficando assim entendida a circu- t
lar que sob n. 31 Ihea foi expedida em 19 de se- c
tembro do corrente anno.--M. P. de Sow:a Dan- r
taW. e
Faeilitou-se par este molo As empr. zas o cum-
primento da obrigagao que Ihesfoi imposta, adian- r
o-se at I de fcevoreiro a execueao da lei, quaato s
Alauellas que gozam da iseni1o cm virtude de con-
tractos. Trata-se, porem, de samples adiantamen- q
to, nem mais padia o g wverno. E' final questlo de c
tempo. A extorsio seri sempre extorsio, nem me- a
rece outro noma o act') de cobra tasas de quem n
firmou em contract o direito do nuo as pagar.
Deiixando de part, entretanto, o extravagante
proccsso de arrecadar impostos nao devidos para
restituil-os ap6s al ngum tempo, seja-nos licito ob-
servar que it maier violencia da lei consist em c
tornar depealente do accord acerca do praso d i
ien691o o que ella chama continuago de favor. A
iseno4o de direitom, se estipulada em contrato sy-
nallagmatico, niLo 6 favor, mas condigio do contra-
to, part integrante delleb, perfeito e inconteetavel i
direito de quem o adquirio. Suspender elausaula
de contract 6 violar contrato, 6 falter A f6 pa-)li
ca. 0 praso dosae isenao estA fixado ; 6 o praso
do contrato. Obrigar o coatratante a abrir mlo
dorne direito, sob p~aa de The ser elle extorquido,j
&6aWo que s6 por lamentivel aberraglo podia a I
deeretado. 0 que respondera o governor a queoi
[he dieer que, a troco da isor.91o sobr a qutl
traNaMige, reclams vantagoue equivalentes e nao
eatipolada ? E'aeht-se habilitado o goveraoI
p ira conoedel-ar ? para qeuo d.earrea -gar
w o Estado do um onus pars aobreearregar-e o deo
outro ? I
Alem de tudo a lei serA esteri nesta part Ea
ae tiarI di a ioLo -W S irt
dio pdo vioeleia does puoros I h ar'"
piA mofainm pars e totd. p* a aqlwuq pm'-
e lsofae, potquo 6 intsItho qa, lr
dae qWo teo. -o MaMe omutr1ts 60 it-m s dl-





37 -
.," ,.",.-7r -'+ "

., ,--,- .^.^, -


reitos abrira mao de umdesses direitos sem adqui-
rir outro.
Entendeoins que o Sr. ininistro.) d i fazenda faria
bein, ampliando o praso mareado na sua circular e
por este maodo ganhando temrpo para obter do poder (
egislativc a immediate revogaqao dessa desacer-
ada providencia. Tenlia o Estado toda a cau-
oela no coutratar ; nao contrate senio ap6s pro
undo exarnme de cada clauiula pela qual tenha do
)brigar-se : nXo se obrigue sen:io p,:las quo form
-strictamente iudispensavcis d exeeu,'io daca em
rezas ; tuna vcz obrigado, ponirm, seja eserupu-
osamente, "como dizia Thiers, hiomemrn de bemrn.
4ao Ihe pertilrbl)e o somno a prosperiJdade real ou
neramente appareute das emprezas e dos einpre- J
aries. Nto cencorra parsa essa prosperidJade coin
tavores dispeIsaveis mas aquclles que f.rem con-
edidos, gfuardc-us corn Ile:Ladei quo il) o poss.i ser
uspeitada. Neiluum svstemi Ldoe tidminiistr.,iao a
ole arractar in is deLt'pa o lesel-r'i.lito do Es- (-
iao do que restrin-uir por int..-rpret.to s capi)'iosas l
scinti:io l:-)gico c natural de c.:iunpri.nits0i li\;re- i1
noute tuma,-J.s. Contrato sej-L contrato. I
t"
li

Os lndios 1
Da (.tr..e/ta de ruticbs I "
;It
) Dirl;. Offlii-tid de 10 do correntc, nao salu- \
ioas so propostatiiente, se por miro acaso, trans- rni
revet do relatorio do Sr. Dr. Camuillo Augusto iE
aria de Brito, pr:sideote dti pri,,vitinia iLi Goy.i1, :,
\is trechos ,:m relati;) a indioSa, qILH luito n', d
ervem para provar o flue ha dias asseve-Ar.inos. c-
Diz o refcrido e bern estuda-io docuiecnt, : ID
Era ojinmi:io corrente ,tioe i civilisaqiao d..s nit -
ictolnes devia comey!tr em tium collegio, onde, J
dmittidos os inenures e instrui.do e pi'iiniiciis
-ttras, ni doutrina christlo e ita apren-hizagem de. bi
Iguns offici)s, servissemu de intermiediarios para
hamniar ao g,-einio social os s-'us irii.')s das solivis. C
SN'este intuito f'i creado o collegio Isabol por D
:iso de l.70t c fundado polo Dr. Josr Vicente H
onto Magalhlces, nome relebrado n'esta provin- F
i.t co-n a mnais profuiadi admiracaro. 1
,, Alais tarde o illustradc' Dr. Aristidoes Spinola S:
?u mais desenvolvimento ao ccllegio, f.azend, 5:
Idmittir alumnus christaos centre os indigenas, F
Aim de serviren interpretes. Ji
c Todo este plano e os incessantes esforgos do L
overno foram de alguma sort neutralisados por P
guns erros gravissimos. A
it Os vapores da empreza, iam A caga das crean- F
is indigenas, as arrebatavam, deixando os3 seus
rogenit ies e parents na maior desolagao, imr- Ji
Jartando assim no seio d'elles a desconfianga e o A
hio imnplacavel. T
c Os selvagens t[(m families constituidas e de D
mstumes honestissimos, amor filial e mais senti- L
uentos humans. A
cc Os filhos, par essa f6rma arrebatados, eva-
am-se na primeir i o casido, e no seio das tribus Ji
rnavam-se caciques mnais tern veis e odientos. M
,c Logo que ehegou ao conhecimento do governor J<
ste abuse, foi completamente reprimido, e hoje F
stem-se a frequencia de mode mai:i humane e A
esuigno. ,, A
0 detestavel habito de empregar a violeucia,
6 para praticar uma boa aega'o, poderia ter com-
romettido gravemente a nova e a melhor maneira h
Scivilisar os indies.
O que niLe deixa a monetnor duvida, 6 quo de in-
viduos, embora selvagens, que cc tem families
mnatituidas' e do costumes honestissimos, amor
Lial e mais sentimontos humans, mauito se p6de
-perar; c que s6 da boa vontade da adminis
avao, dos bonds methods de catechese e do zelo A
vilisadoR dots enearregados d'eate servigo de- A
rode a grandeobra de progress d'esta raga e o A
isenvolvimento da colonisaego national. A
-No devemos des dixar de tratar de um assumpto A
oe muito s prenode corn este ramo de serving. A
Ha, em regra, nas immediaqees das aldeias de A
dios uns moradores, fazendeiros e criadores, que A
ida dia vao fazendo avangar as divisas de suas A
ropriedgdes, muitas vezes sabe Deus como adquiri A
as, sobre os terrenos dos indices aldeiados, terre- A
os que em regra slo fertilissimrs e que por isso A
esmo provocam a cobiga d'essa nova especie de A
rlvagens, que s6 pensam no roubo de terras, em A
scravisar os indies seus visinhos, em tirar-lhe as A
ulheres, irmds c filbas d'elles, em goesar do tra -
ilho gratuito,.ou em quasi nada remunerado, gi
aquelles infelizes, finalmeute em explorar os jA rv
isprotegidrs da let. d;
Aiada que seja de direito que quem tern ani- ci
aes A quo dove cercar ou tor pastors para co-n ei
r o gado, afire de que nio destruam as plant qi
Ses, snocedo exactamente o contrario, porque os st
riadores (9), isto 6, os cagadores de bo/s, falsa A
oento intitulados criadores, come sio proprie- B
urios, offioiaes da guarda national, influencias ,Vl
Aliticas e verdadeiros manddes, nalo escrupulisam
n mandar tocar oe animaes para as rtoas dos po A
reo e mhermos indios, corn gran le damno para F
utes, c provoecndo muitas xezes duras repreza- P
is. A
Este habit A geral em todo o interior do paiz. E
Vejamos o que se passa per exempio em Goyaz ;
doeumento e reeoite e de origem official :
,c 0 aldeiamento dog Apinages, na Boa-Vista, [
issue a area de 99 kilomentros quadrados dos E
naes tern side aproveitados 15 : A habitado por [
,500 indios, sendo 683 homens e 817 mulhereos e I


em 130 fogos.
Cultivamn eereaes, eomo: milho, arroz, feij-o, [
taudioca, aineadoimrn, inhames, pacarAs bataitas, [
teiras, cachim' o, pinrm it no csmesoproductos I
or utencilios de terror, polvora e roupas; tambem [
lugam-se, reeebendo em pagamento.alguns d'esses I
bjectos. I
Mostram notavel aptidao (diz o director) parai I
s lettras, e, alum do director, prestam mutta at-
eale aos articulares que lhes miandam um es-
ripto qualquer, tomando o trabatlho de caminha- S
rem algumas legiuas em busca d-s quemn Ihes leia e
sxpliqaUe seu conteudo.
Credit un em Deus infinite e eterno, mas o nao
epresenta por synibolo algua. Nese-a crengt
ao firms e iiltransigentes.
A 13 de abril communicou-mo o director geral
nue dous criadores lanoram o gado nos terrenos
mltivados, e, em consequencia d'isto, os indios,
neagt.ados de fom e offendidos em sua propriedadeo
nmostraram-se dispoetos a mater o gado e a levari
Seffeito crucis reprezalias contra aquelles indivi-
dulaos.
Expedi immediatamente ordens terminantes As
tutoridades, por intermedio do Dr. chefe de polt -
eia, e fiz observer as diaposigeUs do art. 2" 11 do
decreto n. 426, de 24 de juuho de 1845.
De ordinario, as questbes de terras despertam
nes indies on seus odios selvagens,
Os ciadores, precisando de largas pastagens,
utilima'a-se dos terrenos nacionaes, nos quaes
acham se encravados os daos aldeiamentos, o que
dI lugar a orreriaslae reprezalias.
Pata evital-as, racommendei o fi e cumprimento
do decrt do 23 de janeiro de 1864, art. 75 que
reoervou ao uno-fruato dos indigenar as terras a
eiles distribuidaa, as quaesa nla torman-se dovolu-
tas menlo depuis que elles se diaperam e conftu-
dam-sena popa'aglo civiliaad.clA. .,
FeHliamente, i f ente dor negoeao da provincia
eaau um horem corn as qualidades do Sr. Dr. Brito
mo ito 6ooexsb: pip regra o indio offre tudo
am aneoMkrar am auxiliar que o defend,
ioa ra-76ntbIgsft a prat-soat ropreatltt, 4qv0 eh-
ia.o ino oabheineiito smao anome d agTres-

Skellee mhebeeW let e swever tivewss A
na{Mubotneem sorraok. easisho dton
Bt*E7JILs IWWhlU t5 51iM q 0M Sao o fltdl -
tooi II a dI Iataritt-
.d9"-NhMmtfleado WNWt.


REVISTA D1ARIA
Assumplon eleiloraes.-D[a hoecretarm
da Presidencia not foriam remettidos para pribli.
car os seguintes otficios :
SPalaci'o da Pre-.'idNri' a itl Por,'-,n ,,bi,'o. 22 ,1'
,LovIntbro le 1884. -- 4" sC-'io. Dou SOliLq.io a
Ionsultta contida no otticto di; 16 de outubro finlo,
decl-rando a Vmc.:
S1.) Que em vista dos arts. '.5- e 118- do regula-
nento expedido corn o dccreto u. .8,213 de 13 de
gosto dci 1.SS1. n:'to lia necessidade de juramentar
Los cidad.os quei na qualidadle de immediate ars
uizes do, p1z f,,rCm coin'ocadob para composi;Aii
li rnsas eleitoraes.
2.' Qie em- virtue da 'loutrina contida tno
,viso die 4 de ontibro de l t.l, o;io sc tratando de
tttnibni n','s judicaesi do cirg.) de.julz de paz, mas
Id ftinic--esi eliit-raeq pars is iaiuLes a lei designs
i)ts cid:iul:Is ilninediato.- cm vot)s ao 4-' jttizt do
az o facto tio ser algutin dellfes upplecntos tIde juiz
nunicipial, nA-) obsta i: pie sceja couvcado1 pir.a ai
innau-1) d.,i mn:sa el'-itorti. 1i.:us gtrard! a Vine.
- ,S'amho i' ',rri}e Pbii'-v -l. Sr. jiz tie pLiz
nais votado da paro)elhtii Io S-uior Boin Jesuis dre
ianell. as. -,
,, l.a .b',,';'7.-- : ,:,{.i'o ,/.. P,'*r-;',l,>,,,',. ,ir P,.,'.
iambt ,, ir-, ,i 21 d- o',.i, r'i d Ji5',. -- -lb,-,spon i-k
o oUtl-io, s-.in d it ih, lij'' i-' ,c) o tidil. id-lr.ind, a
tinc., (t1W os cli'itort.:s lo 'listri-t O li' p.tz ie. Jit-
eui;t dever.o eontiniuar c.ti'o d'.int-3 ;i lt',,tr nit;
\i'ja ide N. S. di (C'onc':ic.io, de i,.k-11o) Jirdim, lie
'coiiMo eomi o flispl':sti u;t pi't.-'ria d,'sti Prest-i-
onela, de .'IS id? outubro Iiido ; s,.-gun'lo ji lhe
:)m niiiqu-i f i in oti ci.-):o I- 1 do cuirriente inez.
It uis g at',l.? ;i tVine. -,IS. /i,. Ic tBh rce., Pimelnr.
- Sr. JLuiz d2 p:i in lis 'ot.tdo ,daI paI roc-u i.i ,i S.
iue6 du Brejo ida Maldrc d l Deus. ,
Faculdaile dle Direito-LEis o resultad,-,
s a(tti de ildtreiitt-n :


-' anti"
-sti.' ino Carlos \W .tnd:Tlr y, i.Ilenanenitc.
)iogo Abinic-i.j) Carniirio de Albui-iternii ne, id-n. ,
[yginto d;i SilvAi Giiscli), idom.
r'uetiv-o.o Martins di S. Boaventiura, ident.
,tiiz Vossio Brigido, idem ,
-iimphronio Fernantds Souto d> Menze3,. idem. 1
;abino Jose dos Sant-3s Junior, idem.
rancisco Gongalves Martins, idem.
ose Luiz Cavalcante de Mendonga, idem.
eandro Ribeiro de Siqueira Maciel Junior. idem. l
edro Joaquim dos Santos, idem.
lexandre Jose de Souza Santos, idem.
raneisco de Barros Lins, simplesinente.
3o anno
eaquim Jose Rebello, plenafmente.
ntonio Henriques Silvestre de Faria, idenm.
orquato Carneiro Leao. idem.
'iogo Carlos d'Almeida Albuquerque, idem.
nuiz Affonso de Oliveira Jardim, idem.
gripino Cyriaco d'Azeveoo, distincaeo.
5 anne o
osA Antonio Pinheiro Lyra, plenamente. a
liguel Nunes Vianna, idem.
oaquim Francisco Vilella do Rugo, idem.
ernando Eugenio Martins Ribeiro, idem.
ntonio Eustorgio de Oliveira e Silva, idem.
prigio Gomes de Sa Barrcto, idem.
Estes receberarnm o gr'o de bacharel.
- Foi este o resultado dos exames de latim
avidos hontem : I
Plenamente 7
Approvados 7 1
Reprovados 2
Nao deu a prova escripta 1
Faltaram a prova oral 7
Amanha serto chamados de franeez :
ipiniano Cavalcante Marques. 1
prigio de Miranda Castro.
dolpho Jose da Costa.
antonio Paulino da Costa Figueira- f
,dolpho Coelho da Costa.f
ntonioe Fernandes de Albuquerque. t
ntouio Francisco Rigueira Pinto de Seouza.
Ifredo da Cunha Brandao. s
gusto Carlos Mairinch Monteiro.
texandre Douro Cavalcante de Albuquerque. i
ontonio Francisco de Albuquergue Cavalconte. r
ntonio de Gusmao Lyra. E
ntonio Luiz Gongalves de Castro Mascarenhas.
ntonio Aquino de Campos.
ntonio Marques da Costa Ribeiro.
Escola Normal-Nao tendo a lei do or- C
iamento vigente consignado verba sufficient pa- C
i a solemnidade da distribuio de prernioas e c
iplomas de capacidade professional, por autorisa- r
to do Exmin. Sr. president da provincia foram
itregues pela congregado do3 professors da- l
uellte estabelecimento os respectivos diplomas aos F
uguintes alumnos-mestres :
irthur Octtviano Ramos.
Stymundo Theodoro Godinho.
[amede Justiniano dos Reis.
Lodolpho Gomes Filho.
ifredo Jose de Carvalho.
nraneisco Alexandrine de Paula Rocha. C
'hilomcno Raymundo Nunes de Lima. C
1prigio Braz de Oliveira Lima. C
). Antonia Pcregrina C ivalcante de Albuqner- t
que.
). Maria Barbosa de Araiujo Freitas.
). Maria da Conctiqgo dos Santos. '
). Maria do Patrocinio Cavalcante LUha. f
). Anna Acacia Line.
). Anizia Augusta do Amaral.
). Julia Maria Pereira GCaldas.
). Maria do Livramnento da Silva.
). Maria Annunciad-la Pereira Caldas.
). Antonia Clementina de Souza Ribeiro.
). Francisca Sezinauda de Souza Ribeiro.
). Maria Liberata da Silva Forte.
). Maria Adelaide de Carvalho.
). Amalia Carolina Pereira Caldas.
ilmilsterio da Marinha-Dai secretariaI
la presidncia nosa foi remettido para publicar o
teguinte aviso :
Copia.-3- secq.to -Rio de Janeiro. Minis
terio dos negocios da inarinha, 30 de setembro de
1884. -N. 1,339.-Circular.-Illm. e Esxn. Sr.-
No proximo anno nalo serao admittidos alumnos A
natricula do collegio naval, par ter de realisar-se
a fuao deste estabelecimento com a escola de
naninha, ne0 termos da lei n. 3,229 de 3 do cor-
rente. Jastifiea csta media uao ser p'ssivel men
despezas extraordinarias ampliar as aocemmo
dagbes do edificio onde fuacciona actualnoate a
escola de marina, sendo certo que elle sm tern
propornges pare receber os actuaes alumnos doe
dious estabelecimentos feitos os exames do prt-oen
te anno lectivo, accresce que, de character provi-
enrio, esta deliberagdo nao ptIle prejudicar o seo-'
vigo da martaha imperial, por isso que, conserva-
cl-) o numcro de oitenta e otto aspirantes que an-
nalmnente frequentam a escola de marinha, lave-
rAi o coutingente necousario pare precncher as
vrgas do quadro do pessoal da armada. Em vis-
ta do exposto, cumpre quo, no c-rrcnte acne, dei-
xe de ten ezecueiao o art. 12 do rogulamento an-
nexo ao decreto n. 8,920 de 7 do abril de 1883.
Deus guard a V. Ex.-Joaquim Raymundo Dda-
mnare.-Sr. president da provincial de Pernam-
Ceonmelihe lltterarliO da inatruc @o
pabllca--Em sesail extranrdinaria do cone-
tho litterario, eonvocadae reunida no dim 26 do


corrente, foram lidos os seguintes pareceres :
Da 1 seeio. Relater o professor Fragoa so-
bre ura petitao da prmfeaora Francelina Fuorjas
de Licerda, pedindo quo a sau eadeira smca trans-
fadida doa oealhoo para oumtra rua da fregoes
do Boa-Viata, sob a denoinaglao do 6a cadoira,
codaindo em ftvor do pedide da supplicante.-
,A p do.
NjSnMeo. Belator Dr. Jos Dini sowa
petiao do profear JsA MI repo d t ,


Cacetadas-Hontem, cerca de 8 horas di
imanhi, tins italianos moradores n'um predio da
rua do Visconde de Albuquerque ofienderam sa
menor de none Domingos Lucio da Silva, danm-
do-lhe duas cacetadas, que Ihe fracturaram o ert--
nea.
A autoridade polieial nao comnpareceu, e o ma-
nor indo queixar se A estagAo da guard civics da
parochial damB6:t-VitL-t, no foi attendido.
Rede telegrnphlica do EISlado.-S,-
gundo communicaito que nos fez o Sr. chefe da
estauin telegraphiea terrestre desta cidaae, foi h,' -
t in s ilemuemeute inaugurada no CeartA a estaOiW
telegraphi2a de Ibiapina, asuistindo ao acto as an-
toridades superior's da provincia e'thavedio festa
commemorativ-is do aconteeimento. -
Emeolla UIIliar da ,COrte.-O Di.uw
Of/iial de 12 do corrcnte, noticiou que o retendo
capitAo Severiano Carneiro Silva Rego, foi appro-
vado corn distincAie nas materials daI 1.' cadeim do
4.8 anno da Escolla Militar.
mena eleitorae.-Na f6rma da ilegiala-
gAo vigente, amanha, pelas 9 horns do dia, deven
setr elnitas as mezas cleitoraes que, n-s divers
aecNsea das parochias, tC"rm de presidir as elei$m
do 1. de dezembro vindouro.
Para ties eleigies das mezas dam secei devemo
concoirer os quatro juices 'e pit de cada parohebia
e os quatro cidadaos quie, nas respectivas elai-
bcdi, ihes fiearam immediatos em vote.
Farada 0 cidadio Jose Francisco da Coai
Pedroso 6 um ex-soldado da guard civics.
Encontrou ae ante-hontem As 8 horns e me. da
noite comn Daniel Evan-relista doeSanter, om
quim Dleo se d&va muito, e quando meno ase p.-
sava, vie sec quo estava Daniel cown unmfam
has costas, mendo d pois reeclhido ao bospittal Pe-
dro I, indo Jos6 Francisco para a Cam do De
tencAo.
Pareco que este, saudoeso do bonet di g Sa
civ'ca cobrio-se cow unna respeitavel tome oem
psr isto o l ensurasse Daniel, que affia a
elle tinha alia da touca smaiasguma I iI
a cabeaa, Jos6 Francisco que 6 earnhd.,
varrende o desaforo coin a pom% de do
0 tferimnto6 love.
Novena dG e na Sembewa S
dis No abbado, 29 dters em
matri di Gria unma novena i VLrg
.. 4 ,- _. ,


' -A
-I--
ttt


*-,*. : .'- .at2i


130M
20S00
27100W
oBoo


coneiuindo contra o pedido de gratificaiao d& me-
rito ao stlipii)lnite : foi approv.d.tli una wnnda
do professorP Fragoso que enielhie f.tv,-ravoilmonte'
ao inesino p-rof'essor.
Dia inesma sec :ii. l'.-lator ta. sobre a ptit-.odo protfeai.,r iiear'ilo Fonsea
de Medoiros ,(|l- p.'l' gr;titi-.mt ii -' incmerit. cmi1-
CluindiI Clo ti'.t o p( ido : f.i ;tl[)o\ :iJ.1 I .Ti nemeon
dht do n'f,.-,.ir l|"r;..o).> ,il,, *c lnI i.t ,,in fl' ,r d.;
suipplic- nitc.
I'a tl.' i..-tf ,i i-.lcti i ". rcl t w i1 ..,il: '' p. ,- ii,-
gratihiti .)-i d,, t rril '' i [t' i ,t;: ,-,r Sil\ ,tr A n-
t')inio e S itlz.it, conlti ii'it .i iii I itv,- r {. -1i1ip .-
c.t lite.-A- xp[ro'vidr.
D a inesnih sec t:I,-''. ,_, r,.l:td )1 -,li,, 0, |> | ,I,
:r'atin<-.':iqo de in,.-ritj ,1, |Ir .- Pr V iililih .1..
i* de Jiit s, c nii iiil) c ,i-rii j, ir
)lhraule-.--Appr,0i',i'l ,.
Tribunal do Jur.y do R-rife. En
.rou hnteni 011i1 .iilZ.,; ,,4. .i n -1 i r1 i,,n.tl., *.i
lP ra.ncisco A itn ., -i ,,. I :.\ ,-ir i. ,',,ui .,'i I i'.'. C hi
c'o V ialin ii'.jiiilii i.rl i a irt 1''V; .1 I ,ti\
Ci inmii:l.
PG)i-oi, ".i- ,hdif'.t-. D~r. IL'i I/. ,,>.l ii_',.. I".;.,-,-,
ri' _' do ,MiA zeI V .i t-,iic._.l ... 1 ] ri' iiii, .i.
F",i al,.,. 'vild .
('Compminliia dIn Io. di. Ua r'liit--'-,. i -' .i,-.IlaI I.d i'r.-ta-
It : S 'i -it C'''ittiitli 1 i -,. '- iiii -' i l,,- ,', 'ii p \'. -
II I1 ,i. c s .- Iti j l i.u1 l -ill il, I a ,, 1- -h' i ,lili h i
as'ii l" rie torlCs.i -' -i. n',,i "- I ,i ,: i t' i''. tr *o.1I
>t gLnl i a is -n i ii'p- i i ttii. -i m an -id lI-i -i .
ti', .i. sn i n, i| .* i' "*iit','t ,-! ,3 ,I ,M .ir-,lh i. t ,1
lire i'(, -,- da rc- sfctiv, n c, i lp -i li I l
*nm l,._:>-'.
Eisa s v e\ n d:s suol int rr,.o ita a- u-.I.. cli-
eIiilia I cltol'r ia. 'c ;li rt -ios dt .'\.t -iPr,,i .-r -
;uir 'i p.trtir d, n" r cio j.t d,_'ir si' \iu ll v a- ,
noatreoiin asinmoaiida. s d.ar.ntidia -IU I" 'ui i ca s I..
a.s do'a- de d I o, n -i *i Lv,' ro sL I. t
A e,:m ) inl mia incuiob s' 15 -U,'r da v,-n'tl i pjhlic-.
lda; in rs-, lorias, is'r p i'c d .ir. pal :i- n i lirair ic -
i: na, cnfio .iio .i r .5It niio, I'uii-da 're A n r ie'r
[e. S1:1 ret-.ac inp.ah' r i-a:ir. ,i nr tinalinc enl' dr
rla guarda n l ,padoia,, o'nlo ln '. .r 1 e ie ls l.- i-.
[i.-io'itiri ..... ltt,. r.ntr,.g ri',, ibo- ll'iir,' ,.' .|,it
>o.,,I'rn aer t'K.-ilmpn ot e l, ..i~ tll,.
A s c o n d iic;', .s .ra c 3 s i i v\',n 14 s- 4 S
L .a As vendis serao effectuadas uin leil'o
elos correctores inscriptos nd lstia orfnic1,a
elo tribunal dto commcini rci de Marsetllia. exclusiva-
nente encarregados das venda ipublicas.
S 2.a As mnrcadorias devenrio ser entregues i
bompanhia pelo menos 15 dias antes do dis da
venda, send este praso exigido ptsra ai classifica-
ao, fcorma,:ao dos lotes e publicidade. A entrega
levcrai ser acompanbada das intruc5es do pnro-
)rietario da mercadoriat ou do seu representante e
[a andic casio do preno minimo pedido.
3.& As mercadorias, depois de classificadas,
)oderao ser examinadns, nos armazens da compa-
thia, durante os 5 dias anteriores a vendAi: u
6mostras e as ordens dos lotes estardo, igualnente
o dias antes, a disposicao do commercio.
,l 4. As mercadorias vendidas deveri, ser re-
ebidas pelo comprador ate 5 dias depois da vendo .
A paga sern feita A vista, antes da retirala da
nereadoria, ao respective proprietario ou seou man-
datario, na caixa da companhia. SSi) cor orden
normal do interessado terit lugar a retirada sel
pagamento.
S5.a No caso de nao pagamento no praso aei-
na, procep der-se-ha dtarevenda da mereadoria, eor-
rendo as despezas, riseos e perigos por conta do
comprador.
n 6." Ale6m da taxa das operaosA de dectmlmur-
1ue, armazenamento, classifica,Ao e orma*ao de
o.es c outras queo scrao pagas a companhia da
docas de acordo corn a condimues de suas tarifAl
eero percebido do vendedor, pela dita comltnhia,
,5 ceatimos t125 reis ao cajnbio de 500 ruis pw
ranco) por 100 francos (1/4 a/o) sobre o valor to-
tal do product da vund;e, para cobrir as despez.
Ie publicidade, de administrono e do aluguel da
sala das vendas.
7.a 0 couprador, segundo o ee. poea to
mposto do q.orrector (1/2 o) c as eicszezCo ia d
recepao da mercadoria, que ficarA por suan conts.
riscos e perigos A partir do momento em que tiver
ioe Not o noscu valor. ,
Alonst dos detales das despe-zass iteffects pr:-ie
iom as opera5oes de que se incumbc a comnpauhi0
heza e resparnhola, as duas tarifnas-geral e espem-
++ial de vapores--das despezas a effeetuar por to
tilada de nercadorias que entrain para as doeas.
E' um livro que iateressa ao nosso cosamercic
Ie expwtahii, e que elle deve consultar para n e
ul~r a par ,Ins vantagens que pode auferir ,taig
endasrds generous po f intermedio ras docas -e
Usarselha.
Agradeie-uos o mimo qde nos fez o Consuladg
ide Franca.
Rio Cfrande do Norte--rm assignante
test Diario, da eidade do Assu, no Rio Grraade
to Norte, se nos queixa, e niio c primeira vez. de
ionstantes subtraSes feitas de seus jornaes, prin-
ipalmente nos numerous ero que see encontram ao-
:iotas do sul.
Chamamos para o case a attenic, do Sr. aditm-
aistrador do correio daquella provincia, pots tcniac
Lrobusla cot.viecqho de que taes subtracoes sia
'eitas ahi, ou no correio da capital ou no do Astat.
0 Ciremio doM Proresore rl-ftli,
rios--Publicou sc o n. 21 desto periodieo, orggo
da Soeiedade do mesmo home.


* ,' *


A




























Lig_ @ new. ew

1her moradona esuelm do Sbtra lW-m. 22,1 an,
dar, e filha de Jerusalem, havia ingeridouma
S pocao envenenada, afim de p6r termo a sua exis-
-1 tencia
SDirigindu-se para alli aquella autoridade, veri-
*k f-cou que, effectivamnente, acontecera tal fact,
iendo. que a.Malkecu. m saca'na Ag -aM-AMmFnI
: da Coneeigo, havia bebido uram porco de agua
d,6o4eispo cotendo',mun.poride-do mawsa phos-
phIrie ssal deo aedas:
A hifeliz, dezesperada pelo abandono de seuns
amantes, quizera moments antes preeipitar-se da
S janella, o q, e nao- p6le realisar pmrque rs snas
S eompanbeiras, lh'o impedniram.
Prostoa-lie os soceorros medicos o 8r. Dr. Mel.
EstA,,livre de perigos.
Ainuda elles-Tres dos takes sucios e socios
do Club. Sileneiso daPka foram hontem.As 2 ho-
ras uwmadrugada fazer umna desagradavel sor-
preza A taverna do Sr. Joeo Viraes, i rua de
Santa Thereza n. 30.
Trabaihando corn today a perfeigio corn o instru-
mento que dA nome aquelle respeitayel Club, fi.
zeram um rombo n'uma das portas, que foi aberta
e por onde um d'elles entrou afirn de dar unma bus-
ca, fieando os dons na rua a espera das ordens.
Colhidos pelo president em ura bolsa de cou-
To 500 ciganrros e duas latas de bolaehinhas, cheis
tambem um sacco eom caf6, umna grande lata corn
manteiga superior e um ma"o corn caixas de
phosphorus, preparou-se para a retirada, indo
chamnaros colleges.
Neste interim, umn caixeiro, rapaz de 9 annos
de, idadeo e que, corn olho no padre, olho na mrissa
to-lho no sackaristao, assistira A colheita, pe-audo
se Asonze tail Virgens, levantou-se, abrio a port
do oitil, e conmeo um indemoninhlado comegoua
gritar-pega o ladrao.
Em menos tempo do que levamos em noticiar
isto, fizeram os trees ablativo de viagem, mas o
presideute; sobragando a endiabrada bilsa, qu,.
at, queria per amor d arte larger de mnodo alguin,
retardou-se um ponco inais, e quando cuidou e m si
estava preso pela policia perto do Viveiro do Miu-
aiz.
Dentro da bolsa cncontrou-se mais o seguinte :
a inseparwvel pia, um escopro, uma verruma, 3
pares de chinellos e umar formidavelfata de ponta.
Chamai -se este heroe Manoel Correia de Mello.
Fsrimtanto grave- Frauncisco Alves de
Lima Cavalcante, branch natural de Perniambu-
co, casado, morador A rua do Marqnqz de Olinda
n. 1'), 3o audar, e corn estabeleeiminato d, barri-
ui'o ,i ra ra do Arpllo n. 635, fi forido hontem as
9 1/2 hras d inAnh1 polo parlo Enyg.lio.
Sando clruinados os Drs. C)sta Gomes e Souza
par t) "aritiv.- e pinr o vistoriarem, deelararai m
p-nrit. a respsctiva autoridade que o ierimento
era gr v, visto ter sido a cira da espirha illiaca
ant-'i-i)r e superior e penetranut A eavidade ab-
d6.ninal.
ERnygdio) que 6filho de um tal Joaquimn Maizi-
nha recebera muitos favors do offcndido,.queo lhe
dera ate casa e dava-lhe serviqo, mas em. corm-
pasi3a Seal,) disto nw vespera sab3,iora a autoridade
po'.i-_id foi hoatem dar a coraptente busea, po-
r&rnlE'nygdio s-bsado do que se passava, toman-
do de urnM faea toi tomar satisfafoes ao seu pro-
tector a quern ferio, evadiudo-so ap6s a perpetra-
9lo do delicto.
A policia estA contra elle a proceder nos terms
dar leL
Inuieire,-0 vapor Pirapama chegado dos
pwrtis dwworte no dia, 25, trouxe para o commer,-
zie. desta, praea as segaintcs quantias:
Machado & Pereira 5:156A200
Q*kw%.de.IMa*toa Irmaulo- 2-5(00000
Agarsto U. 2:000S00
Fdrnandes & Irmio 1:7115000
Henry P. 1:5005000
Mohado Lopes & C. 1:2005000
NlivaValeate & C. 7455950
Aibeiro Oliveira & C. 5845420
DA. B. 320000O
Prwtoisco Maioel da Silva & C. 294,500
0 vapor S. Francisco levou. dcsta praga"
pax~f,:
P1endo 3:t,005000
AnscajA. 10:000500-
A traduccao de Dante-PassaStms do
Gotiwr~erio de Portsgat, acreditada folhi lisbo-
neose:
a Dsve. breremnente comeseAr a.- iinpressio da-
esploerdida trsadtleo do iamiiamtvcl pieta, flremati-
n%, trabalho monumental do distincto escriptor
br-flileiro, mmonseahor Pinto de Campos.
a N-j se peose, que, quando exaltamos o sert i-
9o enorme proatado As lettr-rs brasileiras e- prtai
guezias p)r n. Eze., somnos levadas pela affeig-lo
quo lhe dedieamos ou que, por exeopmCAo, empre-
games a lisorja, fallando do trtb-tlho litterairio de
urn amigo.
0 future mostrarmi que eserevemos corn pro-
fair-o convenciamento e que dizemos somsento a
verdmrlds-, porque seu.r. musis tarde (e quanto mais
tarde, inrlhor) quando o infatigavel obreiro des-
eaucitr pars scmprep que se ha de faror jusetiea
inteira a uma obra colossal, come esta, que u i
homernjA de ciab-1los braucrs, trabathado peloe
desgostos e pelas docepciies, pelas imgrati;Soes e


pelvs desenganos, emprclmhdeu corn um valor c
umrenthusiasmo quo rar.,i sera cncon*urar n'nm so-
Vo axreb-atadc polas id&-.s de gloria doin:imd) pela
arnbico de perpetuar o sou nomtn. 5 oenti-,-
quando a inveja, que amesquiaha as obras mais
rperf-taa e que suspeita das intenoais as Mais reIa-
ta tj4 nao tiver em qtw empregxr. a sua linguna
fe nai& e- emvenonada, 6 que ease emprehendimento
arvjsido-, que monsenhor Piu-o de Camapos esti
prtes a. levar-a c ibo, sera devidamente aprecia1-
do. polos estudlosos e pelos eruditos. Enitalo ja no
hawera retra'uintntas dos que roceiam o apd lo de
aulico, nem as investidas dos despeitados.
a Como diziamos, a impressao da traducilo de-
ve.comeOar cm breve e seri feita na Imprensa
National de Lisboa, homenagem devida A fama do
anutor e reputa.Vo do tradactor e urma distinegaio
para o nosso paiz, pis havendo trezentas traduc-
: 9os do-Dantu em dezenave idiorias, 6 just quo
a priineira em portuguez seja imprepasaa of otlcia
do Estado.
a Peli, primeirsn vez viraA-i lu aII cpi. field da.
seatertea- que condemnon Mate A dep6 iA<.
Midtos esncriptores italianos etraductores d- Di-
vma media terw, dado treehbb desse doeamento,
was s6 mumsenhor Pinto de Campos ternm a giohia-
de o fazer conhecido do maundo. nos caraeteres em
S que:ete foi escripto. (Yfac-simikte 6 perfeitissimo,
pcsque o artists que foi 'ensregado- desse ,def
4 cado e difficil trabalho 6 denotavelt aptidvo e es-
S mermu-se na copia- A- mato4 feit.I leUtra por letter
vitfuo eatado em que se acha o pergariaho on&d.
I foi eacripta a senteaga ni. permuti o enmpregoe
des-processos usados parsa aipvoduekmo de do-
eumentos- antrgos.
a Cbmo 6 sabido, Dante -foi ijstausmeots "oW-
demnado corn mais 22 homnews totavei do -sen toi-
S po, sendo elle o undecino r na list dos eondm-c.

a| A Asentont~ 6extrihda. tdo Codtgodo (Th&K
que Pe eneontranoa arobi tsdo LIa E iO de F- 4.
m *s .Plawadaem 13et d-nea ter
S entio 33M anno. AAis", pV4, no figt de tea-i de
60ftmAnos p vi smnreen- sifi*., so pub ac sea-
Spiafi Iesiawit decto ^TBaff neouatT<& pwa :*
g||,ew deus t g TraiA&
de-m &s a aimes P A ori*


-u imprehsmestmangeia eauWM-tBomdito dOtra
balho doiltustre escriptor brasileiro, a impa ieu
cia e grande e geral a anriedade. ,
0 aprOq dol tempo- Cumeoai cedeater-
umna estimaoo ao tempo, uma verda-leira venera-
iAo para o tempo, thesouro que esta ao alanuee du


unsa yes V uojs. pde oipmr. qao msmo ti-
v essem s s mai "us de Bdts6iH d
Os prove rrto do toiasr a nava a. duo em que
naos dis oem diveras- polavras, que o ,ss d di-
nAeiro, q~u -a aurii feTut oen o na bmana ,que ye
dorme nao apanha peiee, etc.
Westley, fundido, doeu" seitakieigiosa, fez.
do levantar-se eeduampriMeito moral e religieso.
Segnado ,elle, levantar.-se a tempo e deitar-se a
tempo dd ao home saMei riqueza e sabedoria.
Hufeland dizia: 0 home ndo gosa jamats do sen-
timento da suae eistencia- coin tastapureza e per-
teiaio como n'uma bella mankd; quemr nao se
aproweita deste bello nomeato perde a modidade da
vida.
O trablho da manh ie o qre canqa meose. Le-
vantando-se uw homemndus horas mtis cedo do
que costuma per quarenta annos, vivo 20,000 ho-
ris de mais, isto 6 quasi trees annos e mei .;
0 tempo nao se apreeia dignamente corn o tra+
balhar muitas' horas, mae em sabel-o aproveitar
com just media, e corn sabia eco iomia. A arte
do adopter bern o tempo 6 unma arte de ouro que
Valeria milhoes s a podessem comprar coin dinhei-
ro. Eatretanto ellin 6 una arte que se apreolde
desde crianuga, qtw se aperfeic6:t corn a idade e
corn o habito e <(ue depois nao se per le e nem se
esquew.
SAo preoitos eluentaies d'esta arte o nao per-
der jamiais uinminuto, porque, come disse Tissot,
as horas se defendem por si sos, e convem ter cuidado
dos minutes ; o alternrar um trabalho coin outro,
medi,- as proprias forgas de mode a partieipar-so
igualmente do ocio que enn(-rw e enfraqucce, c
da fadiga que nos exhaure c faz porder tempo
Os velhacos que aspiram e sempre e snmpre- suan
nao slo os melhores trabalhadores. Cuvier dor-
mia sempre nove horas no dia, e fez descobertas
iinmortaes e crcou uma sciencia nova. Goethe
escreveu o',ras infinitas e veio ak ser o minaior pi)-
ta da Germania, e c mintudo tove tempo de con-
versar, divertir-se e viajar. Humb.ldt, o maior
sabio d'este seculo, trabalhou .-inda aos 90 annos,
a vigilia da sua-mrte ; e, como os outros dous,
achou tempo de passer oito Ioras alogires nas re-
uniScs e sabia responder a todas as-cartas que lihe
choviam em casa de cemrn parties da Europa e da
America.
Licores-Damos este name a todas as bvbi-
das alcoolicas tornadas aromnaticas per meio de
essencias e aromas oa.saborosas por sutbstatreias
diversas e outras vezes tambem tintas artifiFcial.
imente. No sonceito vulgar da palavra eatmasem-
pre coinoe principal elemento a forga ; isto e, a
riquoeza alcoolieca, e ninguerm chamarit licor ao
vermouth ou aofernet,, quesao de facto effectiva-
nentc vinhos aromatiftos. E' por eata causa que
tambee os vinhos muito espirituosoaas s chamamn
vinhos-licores.
Dar ut.n catalogo complete de todos. os licores6
impossivel, jA qte cada-paiz. cada (idade, cadia po.
voaqlo tern os licores seus ,predilectose c primeiro
droguista que apparee invent uma nova mistu
r:ida esi,.irituasa, que trazi sobre o sean-otavelle-
treiro o reverenciado nome do inventor, orn on
sem medalha.
Duplais, no seu tratado dro- licores, .nos falla de
setenta- esseucias, que served ass- lieorista-.para
a preparaglo dowes eus espiritos e corn certeza niu
os conheceu.todos.
Os heores sloA uns. das maiores.pestes da vida
civil, e quern delle abusa paga subido prego st-
pessimo vicio filho do ocio e d senosulidade ; 6
pai de outros ocios e sensualidades sem fim. Slo
em geral tanto mais damnosos, quanto r-ais impu-
ro 0 o alcohol corn quae sl.-prepamados, o o alo me
nos quaudo sao teitos corn mespirito pure, optimos
aromas e powso assuear.
Tambemrn os licores optimos devemn entrar no re -
gimen extraordinario, porem. nao na diets quoti-
diana, e devemn prohibir se absolatamente a(s me-
meninos, aos joyeasinhos, e a- todos aquelles que
por um gole de licor seutem queimsao estomago,.
atfoguear o roseto. Podem aer utilissiamos oro-
inxcitantes ne velu,. na -.pessoaa s-debeis e from-
xas, e em casos extraordimuari dindigest os-;
de outros pequeupa muals. Devem sero, em uma
palavra, remedies e nao bebidas da-viaa queti-
diana.
Em ordem os mais salubres si o:
Canona ou Rhum branco do Brasil.)
Rhum da Jamaica ..... ).
Cognac muito velho de Frana. .) acquo
Chartreuse.
Benedectina.
Centerba.
Ni,'e ale porem esqueeidos- os licores superfine.
das Il/as (liqueurs superfias des Ilbes) qpr desde
irm seculo goeam de uma reputaoao ema today Eu-
ropao nos- chegamn da MartiniCa, da Guadalupo e-
dss Illias Barbadas. Deveom o seu vnOir ai agwr-
,tente finissimta corn que silo preparados c aos
fruetos tropieaes corn os quaes so porfumauia.
Urn entire os miis celebres licores-das lIhas 6 o
balsano divinao, que contem balsamo do Peru, bal
soi in do Tolf, alve, umbaritha, letho de Rodi,
agua de Rosa, e de canelLa, assucar e agua,
2Mieellauea. Ultimamente, em Franea,
publicou-se o seguinte documento-que se diz au-
teantico e inoentestavel-para provar que Luiz
XV descena'ia do um tabellieo :
l.o Lourenao Babon,.tabellido em Bourges, ea-
su em Maii dc. 1483 corn Franeisea-Ra, de quern


teve ;
2 0 Philippe Bab-u,r mordomo ao.rcij que casou
corn Maria Gaudin, de quem teve;
3.0 Joio Babon, senhor dc lea Bou'doisiere, ge-
neval de artilheria, casad ) em dezembro de 1559
c:,m Francisca Robertet, de quem teve;
4.' Francisca Babon, casada em 15 de feverei
ro de 1576 corn Antonio d'Estrees, senhor de.Coeu-
vr -s, de quern nasceu ;
5.o Cezar, duquc de Pendome, casado cm 1609
eom Franeisca de Lorraine, duquezadei M-recour,
de quem teve ;
. 6.Y*Elisabeth de Pendome, casado em 9 de ja-
ubho dc 1,643 corn Carlos Amadeu de fAboia, dt-.
q.r, de -Nemeum;. I)AuBe.Ofameneu nasoeram;
'7o Mnria JoainarwBJtptItado Sabiua,, quo ca
kou em 1665 coamn (arlo M Minoel IL deo quem
heuve;
S8." Victor Amadeu Francisco do Saboia, rei da
Ssrdenha, qjae desppsou em 10 de abril de 1684-
Aana Maria de Orleans, de quemn teve a 6 de de-.
zombro de 1685;
9. Maria Adelaide deo Su$ a, easada em 7 de
dazembro de 1SM com -Luiwide PninqA, duqpe do
Btrrgouha, de cujo matriuaonio nuase a 15 doWeh4
vor .odel1710;
SLuiz XV, per axtonBmsia:io-Bemr-Aiaado, n:e
de F1raaregaes- Navarra.
;~~~~ mutgeeh a niferns lair do Ltds XV um
ha nadi cowo ff jorneso- a m4"rileuu
.sia tous4d esasdo-Ba AtM d-o qu,
ttemo i e caw emi*aOw do 1Oa pm o W-
bom vme. eo-Mg~a ctiwiltVoe


ianlin, P
U i e qpp na
pantia, PortugaJ 1A phz as barbas de m6-


Antonio; tubereulos-pulmonares.
Maria da Penha oata Guimarailes, Pernambuco,
75 anuos, soeira- 8. Josa : gastrite chronic.
Antonio' Joaqui*, Pernarbueo, 5 annos, sol-
t.-ire, Ba .Vista; congestlo cerebral.
Joacfuim Theado- Alves de Silva, Pernam-
bieo, 48 aunnos, eaiaio S. Jos6-; tuberealos pul-
1m naress.
A nalia Nareisa da Cunha Reis, Pmrnambueo,
35 annos, soiteira, Poq ; septicemia.
Come Gareez, Pernambuco, 32 annoe,, solteiro,
Grala; tubea'ouos:puhtonares.
2 pela. oaridade. '
-.28.--
Josepha Mlrlia da CoCaceiqio RPrnambqeo, 40
:;rnw)s, viuva, B a-Vista; peretonite.
JoSa BHotelikQ6oado, -Pe"snaBue., 31 annos
\wio,-B iuc.Viat.; tuborcufe prtoBeare&
Eugenia, Pera- wiO 3 anmo., BomaViuia; te-


2 p""niuoanfd.
S-24 -
Salastiano QGe"e do- SuW4. Perwagmbuoo,6 an.
nosioasado, Geaca; paniest.
Francelino, Pemnambuco, 3 1/4aAunos, Qnaq;
hepetitite.
CaididHr Maria d96 COi eicao, Perauahtm, 28
asses, casadaS,;JAosti; lesea cardiace..
Josh Roddigmew NopouusoensJi QImwGeuues 50
atn as, solteiro, Bna-VYieta. auioaau .
Muwel Bobel dmc4 Niasoe*tPernuasbnea,
20 naOOS, soltoiro, Boa-Vista; bexigas.
Cladia. Pfira-rpibiej13Daneaoa, .,Joo4; vagrot



Rulft s m*o.-& 0~ ~ w ,-



haw e 5- "n m s, v wm


1w


11


SEssa banca-rota, essay falta de credit, esa,
miaeria qua so, dcsenha principalmente no rosto'


dos. empregdos. public0s, accreseentou Lincoln,
nao affeeta'smente ao governo, affect a &todos
n6s, governantes e governados, pobree e rioest
grande e pequemol.." Entitanto is so & o degra-n.
adlo effeito que deixou-nos nas arteries o virus de
todos os viceios qu soeos apreantam, cornmo, fkt.
nobtrcortejQ+da,eosua~vidile Todas classs
;eti& aiUlad4 peoilvaaoqAloa.s fi s.em rod& doe
nossos oSSnimlvso# pol* fui de =&on~sa eatro
o cemn -0c ipnt e otosnaumidor, p0et d -
qpBtenua.qqftreooiwo.fwAeoboceaomow(>-o Urt
'nbewp sma tedli hu > eiei-a'pregmipsfro usens-
yo comn 'tedwm a sisuia e, esafiao lgonte que eo r
pnegaxde a.l40* atw e qu-morme, v-a-ado pa- to-
drs aa -doss, mordiIo pos-todia as infuria!s. a
* A- aiifli(-p
dos imp MewWa-u c anbitra

roetm.ppc O pi o. **&ftlw 4 uwv 00M. m-


M


heo. ...
lietle -Effecttnr-so-haa :
Hte : -
Pdo oagenfe Pinto, As 11 horas, na rua do Bor
Jesu a. 49, de fazendas.
-jlei uj 11t' Bol aJaUs u. J1a m(ove*s loahas, vidros e fa-
zendas etc.
Amanhi:
SPelo agent Carmo e Silvaw, no meio dia, na tra
vess do Oorpo. Santo n. 27, de predios.
Pelo agante Pinto, as. 10' 1/2bans, no' bocoe
do Padre Inglez, de moves, losavs vidros, etc.
etc..
IEai fuune res-Sera'o celebradas. -:
Amnanhl:
A's 7 e ieisa- horwi no Convento da Gloria,
parw alma de MiesaeL Angusto Dtas Barreto ; As 7
horas Ona, rdem Terceiras do Canrme, por alma de
Manoel Gonstrve& do Barros.
"abbado :
A's-'8 horas na igreja do Espirito Santo, por
aliaa-de D. Maria M&thiido Teixeira da Silva, As
8 lihoras na matriz da Boa-Vista, por alma do ca-
pitio Satyro de Bastos Mello.
Maladoiro-Foram, abatidas no Matadouro
f'ublico da Catrbanga para eonsumo no dia 26 do
t-Wrcnte, 97 rezea.
Pasagelrow-Sahidos para o sul no vapor
riscional S- Francisco:
Doiningos Antonio de Souza, sua senhora, 1 fi-
!ho e 1 criada, E. Carlos de Carvalho G. Filho,
Augusto Pereira Carvalho, Maria das Mercea L
Albuquerque, 2 filhos c 1 criada, Dr. Climerio Ja
ciatho dc Samp.nio,- Dr Adolpho Barreto, Leandro
MAlisael c Dr. Liberio Monteiro.
ILote.'la da Prowiuncila--Quinta-feira 27
d corrmnte, se extrnhir: la loteria n. 9() em 1)2-
n ficio da inmatriz de S. Jos6 do Egypto polo
n ,vo pLmsn appnrvad r no cinsistorio da igreja
do Nossa Seuhora dai Conceilto dos Militares, onde
se -achiara. expostas ais rrnwas c as espheras arru-
minadas emin ordem n'morica aprcciaeao do pu-
blico.
3a grille loteria dtladcorte de......
siOOo0041OO0-CJom novo piano muito van-
t.ijoso.
Acihat- se A venda a Casa da Fortuna, A run
d.. reipo n. 23, osbilhetcs dosta loteria.
Gr-iaind ioleria da eorte -Esta grand,'
loteria, eujo prcaio grtnade 6 de 500:000000,
Sscri extranihida revementc.
Os bilhlietos achamin-se A venda na Casa Feliz, a.
p)r.ai da Iniopnderncrip. s. 37 eo 39.
Loteria de o400-OOuOUO--Esta gran-
do lteii-a d> Rio de Janeiro, sera extrahida no dia
5 dit janeiro proximo vindouro.
Bilhetes ,A venda na Casa Feliz A prava da In
depcndeneia-ns, 37 e- 39.
Grande loteria doe itlheroy-Esta lo-
teria, cujo premio grade 6de 400:0005000, ser'A
extrahida no dia 5 de Janeiro proximo vindouro.
Bilhetes Ai venda na. Casa da Fortuna, A rua lo
do Mareo i.- 23.2
2a grande loteria da Ypiranga-Es-
ta loteria, cjo-eapiti k4 de, 2,000:0005000, dividi-
da cm 4 sorteios, sendo, 100:00905000 os premios
maiores de cada seric, serA extrahida no dia 10 de
janeiro proximo vindouro.
Bithetes ,venda na Casa da FPortuna A rua lO
die Mar9on. 23.,
MNew Jlaluniteipall rde w 4 Jos9 0
movimcnto, deste estabefeeimento ne dia 26 de
noveanbrofoi osegiinte:
Entraram para seem vendidos : 43 bois, pesamu-
do 5,742>kites.
S-- N-s mesmes disMitraatm pars o esm ao es-
Nabe4eaeemto:"
Peixe, 197 kilos.
FPAriinba, m oI o fe'ilo, 140 'cargas.
Fruetasdiversam, 23 iitas.
'uiaoes 5
Carneirtoa 5.
Ptewos dos-dias-:
Carne -verde a 480, 320 e 200 r6is o kilo.
Suino a 600 r6iao kilo.
Camrneiro a I ideo.,
r';rinha deo 50, 400 at6 280 r a isa
Mille d,480, a 3S r6isa cuia.
Feijo -de 800, e. 50 as. idemn.
Foram oecupado :'
01 tahbms-decarne verde.
15 ditoA de suieo.
13rtditos de freesnras;
36 conrpartinentoe defarmnha e comidas.
70 ides de- legumes,
Deveter -i4o arretdadM neate tdia a mhpor-
taacia de,221e100.u
Foram- maMdadas lancaa aemar, depois do- exa-
rne, noedtco- urn carro -com-fressuras arruinadas.
Ca.'rde -olebeneo.-Movisneto dos pre.
s >s.no dia 2i de noveabro.-:
Exietiamn presos 369, entraram 18, sahiram 4,
,axistemr 383.
A saber:
Naoionaes 35?y mntlheres 3, estrangeu-a 13,
,-scrr aves- 8-Tot a 383
Arra-oados 362, sendo: bone- 349, dontos -13
-Total 362.
Ceaoi 22 do ,novemlvo*:
Maria, Pernambuco, Boa=Vista; Ao naseer
Theodora, Marashmio, 38 anno8s solteira, Santo


I


PIuLI~AVIIs A PUIJO


candititura Nabuco e a .naio
Alma da fei*o esseneianente abolicionista que
te:n aorvid4d propaganda dacaadidatura Nabuco,
de que nq occupamos no; pasao. artigo, tern soe
pocuradojgiar comn naciomal, para honor, glo-
ri; e lustre de BrasiL
Pernanibuco devia orgulhar-se em ter sido a p*o
vncii*, eaoiid" ePesigumdspera mdeger o Srs Na-
4* tedo pQ NhRCUpSfinOt8 no eatrangeiro ond*a
sopbe erguer taalto e zer respeitar o nome do
Jisit que hoje 6 um dever.de -ratidao mandar o-
8*S Nabco to; pwrlwnmat&
Sato to raras e exeeppionam& as candidaturaxs
nessas condio5es quoe umigem as desdenha quan-
do a&pereem, pelo coo.rabrio sempre o desvsneci-
;Iuto, com&a & o TVhc<&de do o-& Brameo por
Mwtto-Grosso, salvo se ongawn=-ac do validino,
t"'i ii-l~~i~criiti iliilinTT


Alguns presume

biooaatpat ,


Ki em re-qs eteres
PAW"e~f affTTgfta &Umeto pelo Sr.,

w- W7iAlpSl1p reiWteque Meo

eacotiff~t pwao epfldor


'Rio, do qual era cotTezpondente em Londres, jor-
414l cujos reditos sio inteiramentc tirades do paiz
e principalmente da agriculture, c per conswguinte
o dinheiro que recebia era dos escravocratas !
V6e lbolieionistas sincerose dedie dos que fic;ias-
tee na estacada fazendo progredir a propaganda,
vds que ficastes ganhando dinheiro corn o asuor de
voasso rostoe desinteressadamente o tender applica-
do A redempualo dos escravos, attended para o
modo porque o Sr. Nabuco apecia voo pro
cedimento, como qualifica o fructo de vosso traba -
h11, dinheiro do qual fugio!
Naturalmeate o Sr. Nabuco esta hoje rice, naio
precisa tocar mais no dinheiro dos brasioiroa, nem
tew mais necessidade de ganhar o pao, poise volta
par-s a patria !
i Diz o Sr. Nabuco: fui para o estrangeiro ctmti-
smwr a ainimar a pr ,pagada, de mod. que hobm
preferivel caear tuna opinion mate auloiieiOts MW
estraUgeir*o do quo no pais, pam qae depo
dig-se que a abolipUda ewravidioe frueto doe im-
pV9igo etrangeira e nao d a vontad do paiz.
coeo so aprrgoa que os canhos britanicos for"a-
rap a terminal do trdsoI BraMir u a .-
deeei a honra, gloria e lustre que disato ve proved.
Selenra long s pretendeusmos acoempahar o Br.
Nabuoem sua mmtriua phrl ogaruim pea uro-
p e mesmo ni o s n6ao teoo" agoa m mias to-
do os documents e no quoeusom fiar aa memmia
come prque aindl nao foi publicado seu dtimco
auto -biograjrrpo, iw n pc topec r i som alg& ns
-5mtO.-
Ao lumr=a teop o B. Nb.o. S dalv*do

yaw... ft !ad- |, e


P ltede poder eada, do" ote r ouvido e exa-
ad m serr prewciado por outro
Ieo: -,dia As 3hora A da tarde serA o
-Dr. Xoscq ezconotrado no torrelo A pa-
d o ommero, onde funmcciona a ms-
deo am4e dapo Bt.- Pam qtuer
dou pon ido
J dos por otmx diiand hoa.
U*ll Leonardo ff uey Kfd
medico e laureadbt L kdditde
p6de ser psauxd(na aw cooioto-
rim rua do Imppta a 44^ dasm It as
3 hws- ResidciMMm w oriwi Albo da
MRivrdia,
Dr. Barretto Sampaio, do volta de sua
viagem ao Ceara, di consultas de 1 As 4
horas datarde na rua do Barao dia Victo-
ria n. 45, 2.0 andar; residencia, rua de
A44ai a ,h u jf.n^ L7,tQwiktAodftti-oft do& Btr
4 Advogado
Dr, Milet, 1 promotor public da ca-
pital. tern sena escriptorio de advoeacia, Arua
doCrespo n. 18, onde pode ser procurado
para os misteres de sua profisslo.
Occulista
Dr. Barreto Sampaio, oonsultas- de 1 is
4 horas da tarde, na. ma do Barao da
Victoria u. 45, 2.a andar, residencia, ras
3e Riachuelo n. 17, canto da rua dos Pires.
Bourgard &C.
Recife: rua do Marquez de Olinda n.
16; Santo Antonio, rua- Primeiro de Mar-
o nw 3; Boa-Vista, rua da Imrnpemratriz n
54. Grande fabrica de eigarros a vap:r.
0specialidades: Cigarros, charatos de Ha
vana e noacionaes, cachimbos, tabacos e ob-
ijoetos para fumantes. Livros de medici-
na dosimetrica e unico doposito da fari-
nha iacmea de Nest6le, para os meninos de
peito e leite condensado.
Drogarr! a
Francisco Minoel d&s ilva & C., depo-
eitarios do todas as espocialidades pharma-
scuticas, tintas, drogas, products cliimico
e medic.mentos hoimceopaticos, rua do Mar
'riez de Olinda n 23.
notica franceza
Rouquayrol Freres successores do A.
(:aors. Neste estabelecitncnto encontra-se
todos os medicamentos homeopathicos da
grande e offamada casa ie Catclan. 0
granulos dositnctricos de Burggrawc. As
especialidudes pharmaceuticals da Euroda
e da America, dos verdadciros autores,
drogas, product s chimichos, tinas, oleos
pinceis, vernizes Productos especiaes da
flora brasileira e toda qualidade de fundas.
fecebe senmpre vaccina fresca e baa. Rua
pa, Cruz n. 22, Recife.



COIIUJNICADOS

Os artists e Lincolun .:!!
0 illustre Lincomik, qune faz suas armas' no Jor-
nat do Recife, ao passo que veio hontem corn a
exigoncia de serem assignados os nossosa rtigs
para poder proseguir na luta, sahio se corn urn
sermaa de lagrimas sobre o desprestigio das aT-
tes, concluindo, como sempre, por um dityrambo
aos dous candidates liberaes do 1. e 2." distric-
tos, aos quaes Sgara come cs rez;eneradores di
patria, capazeade levantar as ar.es e os artists
d6 abatimento em quejazem.
Aquella escapatoria, que se chama simplesmen.
te fugaate.aiimBossibilidade da replica, porque,
osuoiefuu dd-yvalein uaa^disousses comO a: qu
trazemos emp$ida, 6 a solemne confissao da
sua derrota -no assumpto que escolheu para.de-
bate; e aquelle ermao de lagrimas de croaodilo,
nenhum valor p6de ter sos olies dase classes la-
boriosas que vivem das arts e industries, porque
ellas hao-de forcosamente inaq'erir das ranzes de
ser do se abatiuaeto, e naturalmeate hao-de en-
cotrsrnaconta correote doe partidoo politicos
urn formidauei zero na columna do Hlaver do par-
tido liberal.
Oquem tern feito opartido liberalemn bern das
arts e dog artist.. brasileiros, e eospecialmente
era bern dos artistas pernambicanos? Nada,
absolatamente nada ; e ate os prejudicou desig-
niad-met ei relaiao ao Lyceu de Artes e Offi-


t




I-'









1+-


F +






_
ir


emprestfltu externos, que ca vez graVam rmas
o paiz ; pela: criao de novos irupstos ; pela
conceasaiedo defavores onerosos ; emfim per tolos
os erros economies administrativos accumnuladea
pelos liberaes desde 1878.
A propaganda abolicionista, per outro lade, tern
contribuido, ofreAidni*eto':- pa o ale ,de que
fall ZLta'im po4q niuagem tew, coafina no
dia de annoi, o tdes fBr n qs, .renlvlda a
question vYiW*tsie, fi&p esblawdkl.as fon-
tea da pro oeeay a-faltr ai indty wel base,
para as ttnowa qpkeio oiuto daoomimwio.
Bern oua,- e 'elodoWaso infOizam o, tod*
a nossa ordbeare ctiei- Pzaim ta*-iUo s*-
cravo, e suppnimi-este 'daetitrey iipeva'aniqnii-
lar a nossa economic, sem deixar enxangas de pro-
xima melhoria : c e disto que se arrecciaim as in-
dustrias e o cormmercio, c 6 por isso quc nio ha
confianea, e slo difficilimnas as transaco5es entire

Nem tern que ver nisso a o senhor corn todo o
luxoe today. a-preguina e o escravo corn toda a mi.
soeria e esfor~o ingente que emDrega 9, por que
ncuhuin d'elles 6 responsavel pelos desvarios go-
voraamentaes, nein pela propaganda abolicionista.
Se o escravo 6 minero espectador do quc se passa, o
sonhor protest semnpre contra aquelles desvarios,
cujo peso senate nos impostos qua paga, e contra
aquella propaganda que visa o csbu'ho de ura
propriedade que adquirio, de boa 16 e sob a 6gide
das lois, corn o seu esfor9o proprio, corn a sua in-
dustria e coin o seu capital.
RucAia, por tamito, a respansabilidade sobre
quern do direito; e nao se cogite de foinentar odios
entree o senior, que vive n'amrn sonhado laxo, no
seio da pregaiea, c o escravo, que s6 partillia a
miseria e o esforco ingente.
Em contraposilo A esse fomenntamnento de odios,
quo proeura fazer Lincoln, oppor-lihe-hemos estis
palavras, que se 16-cm A pug. 26 do folheto 0
Abolicionismo, do Sr. Dr. Jonquinm Naljuco : A
minancipacAo dove ser feita entire n6ds por uma lei
que tenha os requisitos externos c intcrnos de tiu-
las as outras. E' assign no parlainento e nio emin
fazendais ou qoiloinbos do interior, nem nmis rtias
e pacnas das cidlaes, que se ha de gainhliar ou i.r-
der a causa da liberdade. Em semelhante luta a
vioulencia, o crime, o desencadeiarento de odios aca-
lentados, s6 p6oe ser -prejudicial ao lado que tou
por si o direito, a justice, a procuraito dos op;)ri-
mnidos e os votos da humnanidade toda. *
So, coino se 16 A pag. 30 desse opusculo, a
propaganda abolicionista C dirigida contra uma
instituicdAo e nao contra pessoas ; se se nao at;i-
ca ( os proprietairios comno individuos c sim ,n o
doiniuo que exercem ; a que veto, n'um artigo
dirigido aos artists, aquelle contrast entire o laxo
e a preguiga do senior, e a miseria e esforfo do
escravo ? E, se cxacto quo a a banca-rota affec-
ta A todos n6s ,, como diz Lincoln e n6s convi-
mos, como p6de haver aquelle luxo e aquella pre-
guiga, inconciliaveis corn a penuria de todos ?
Bun v6 Lincoln que, al6m de inconvenience,
pretendeudo desencadeiar os odios de que fall o
Sr. Nabue.o, fai tambem contradictorio, serm contar
quo foi ineongruente trazendo a banearrota, as
inisenras publicas e os odios de(classes para o meio
de um artigo em quo, desejando agriar as sym-
pathias dos artists, canta lhesoAs)p lmos e en-
toa-lhes urnas melodies enganosas. Q-/
Temos to, porem, que nao vingarao os desejos
de Lincoln, por que os artiatas sabem de aciencia


dcios, pondw dfiAcsdadoes ao aeabamento desse
edificio. onde os0 filhos dos artists vao .beber a
instruceeo, e em relaTlo ao Arsenal de Marinlha,
outre viveiro de artists, que ainda hoje nio ses
acharestabcleeido no antigo p6 em que- easse par
tid6,o encontrou em 1878.
Inquerindo dascausas por que as artes e in-
dustrias nao teem prosperado entire n6s, Lincoln
atopeta-se s6 e erclusivamente corn o regimen do
captiveiro, e, como sempre fazem os intranzigen-
tea, sobre o trbaiko servile asira a responsabili-
dade do factor sera ao menos ter em attengao que
os escravos janais fieram concurrencia sos ho-
mens lies nas arts, e se tern empregado excu-
sivamente -na agriculture iadustrias correlatas
e :no servio dimnestico .4tf'
Como, de que .modp tern a eseravidlao.coopprao.
para o abatimento das artes e seas cultoresio
o disse Lincoln, nem poderA dizel-o, e contea-
tou se corn aquella. alkgao snem fundamento, .
A, ella ainda attribuio a baunca- rota em que cone
fesson -achar.-se o paiz e a provincia.


dade. Da larga die UuialfvaTMU Qa* vM
desnorar-se o sumptuous edifiis de oahw -vi.
gw, e triumphar o m0ereciumto e a dodi 4&

PE' or ive-stig desta ordea qu pede e de-
fiia o Sr. N.bo, ch. nde r jutia 6 pe-
Aindo reparo a ingratidlo de que e9 considers .ia.
tia; ;e jA que s6 pra ellse ha liberdade a& tribu.
1. faltada, reauwernosA,.sta tribna cieript tiS
*' per1 O ,lla lttr, am que o Sr. Nibaeo
um mralato, a tribum+ di camaua foi 0c.u-
frequQl nfte pTr aq-lle depotado onde
O aos rnms, elevdeM dot oratorios de mode
ebmuar soeosi a atteui* publics, e muitoe
iAdn4adan nelle as mtis elevadas aspiratves dapa-
NPiL. e M havia questi& iprtate que ells dei-
xasse- de abordar; eja que nio ha tempo do m-
traar em detatlhdo exam,, viam nos restnugir iAs
xplestfes mais iruportantes por onde se pide aqui-
[atar o restante.
Desde muito era una aspirasao do p iz a ele-
va'o intellectual de ensino superior entre n6s,
nito s6 alargando-se o piano da instruc^So scienti-
flea, como despedatand,. as regras Coimbrnea que
igualava o estudante de iurtna academi t as condi-
95es de um eseravo cm trabilho no Pit, e ecm ap -
plausos, verdadeiro contentamento e alegria, a
part cult da populaao brasileira receb u o de
creto de 19 de abril de 1879 que estabclecia o en
sino livre.
Pois bcmn, aquelle que hoje tanto bra 'a pla ii -
berdade, aquelle que consagron .s a vida a lihlrd,
de dos escravos, foi qu'm levantou-se terrivehn",n-
te na Camara dos )Deputados, comnhbatendo a glo-
riosa e immorrcdoura obra de Leoncio d1, Cirva
tio por questao de formulas!
Sins Nabuco o libertador da im:nanidadec c -f. -
hateo a liberdale lo ensino. a lid'rdwIe do itt-l-
ligencia, por cauisa do medt de obtel-a e a contse-
(r-encia fi a suspeiins.) de part do decict, d ,I 1"
di abril, sahir d(1, rr.t;,il, looncio ;h (Carvalho. ,0
fl-air um estado dc cous-as quie nal atii',o re
gitnen neon o da li!b'rdad,, mas umi -en-rdedtirt
bachanal cujos effeitts perniciosos par; as letra
patrias todos launentam.
Foi umt real service para hoi ra. gloria e l1iw c
da nacao !
0 partido liberal f{'i ]mim:tdo i, ] -7S ; -, .d o
cm nomne da clei-;lo dir,'ca, euja Opii:.': o tr,'.,
phara no paiz, e o pirnieiro cuiiiaddo I, ini-*-rit
Sinimbii f-i a derrot(,:;o d Ic Ii.
A aspira,io de to lo- os partido'. as'ir''i 1i
ti,)nal. era a crear (,- t fe ini (!'<;it -;o'do liti' ;i'r n
gosse a populao ,!tti'.ok. peina 't- .v.. i. zen
(to dest pparrcor o e-rn.u, t, d- -uncir- I, -' it.
trmado-pboji)horo-o nle(cinto ini.onci'it''. c at'.
ilis vatiravain ow m,-iol de rieaAsar ;i'u(.i i ,-
ratum.
Nabuco porcin pen?.a d- mo'o divi-rs-. ,.,,-'
ttcu teiiazmente es.a orilei I- id'l ., l- .i- -
ideal era o mesino ceiee o ; ti-t',. a t i r, .!,
aiuda se tern mina if'sta(do iaqlii. 0 ,1, -' :i.t 1
ni estado ein que nos ach:v'iov Z.( 0T. r 'es;; 1 -'t-rS
dt ouitrcora corn a unica differenw,'i' de el-ito, ,!-,s-
iihecido-pliosphlioro-votair directaii'nte 11 ie-
jiutado !
V6s cleitores que hoje voes ,bn(ra's .n .. s .i] i,
imi, de cidadiio votante, qu t. tnrdes c,-nsr'icti.' 1,,
que ides tazer, quc nao faltaes tods- ia- vcz, i'r'
deveis escolher vosso rcpresentalrte. P' prpvA!' c
a opiniao do Sr. Nabueo c)mo series suppi nt i
lelia nuvmn negra dos desconheeilos v iica-t'i- I-
t.s 0 que seria urnt elei;io ni ssS- termr ,,. -i,-
ecndi6es em que nos acliaros, s.(m S(s li-)s i ..
por provincia, comno hlia quemn p ctnda'. A .-
tiga designa~ao dos deputados
Por certo que o paiz nao ;.grial-ceri -r a r-
v'iqo, porque a dcrurlp;iio da ch'i; i,. '. iar:
lionri gloria e lustre dajnaqito.
0 conseliheiro Siiinbri corn a previdencia Fr,-
pria de um \'crdadeiro liinein de estado. at par d:t
execucaio do programnma liberil, procurou ji parai
para o desfech ) da inevitavel abli'o os csera-
vos, e attendendo a indole c costumes da pcptia-
iao, cogitou da vinida de traballiadores parui ini-
cio da transformaiAo que opera-se no trabalho
agricola, comoopreparo para que o advent da abo-
liIlo nalo viesse arruinar o paiz.
Providencia cono esta devia ser ber recebida
p1los abolicionistas amantes do paiz, pelos patrio
tas sinceros que desejam que o carrn do progresso
crminhe em estrada jIuncaIda de flores.- e nio de
cadaveres e dcatro~os. Nenhumna justifica(;io ha-
veria hoje de opposilao a abolilao pela etrencia
de trabalhadores; e nao obstante o Sr. Nuibuco
foi um dos maiorcs adversaries do pr--cto Si-
nimbd!


t-quo, seno a mainume0osos ns sua r- O Sr. Nabuco diziaque s6 queriA, so admittia a
cat&-.ta s% ,s8- os membros do-eleitorado, 6 isso devido A cs- lica ou semnelhante; no entretanto nada f,-z para
treitesa de vistas dos liberals autorea da reform a realisasao ou facilitacao da immigra.io da rama
superior, era o espirito de s6 destruir. e nos es-
eleitoral, que creou um cenas alto, assim come combros collocar seu throne e exclamar: admiral
tambem sabem que a elles devem as classes artis- a minha gloria e lustre.
ticas os pesadosimpostos que pagam, em troca dos Quio a Imiravel nn 6 o trabalhio w -severante
de raunay em prol da immigraca.o europ6a?':- Em
quaes nao rceberam d'elles o menor beneficio, e um dia 6 a grande naturalisacio ; cm outro o ine-
antes foram per elles prejudicados. didas para encaminhar e facilitar a immigracio
espontanea; em outro sao garantias aos iminig-ran-
Tendca.isto em attenglo, pesaudo devidamento tes que nio professam a religi-ao do estado, etc..
os factor, os artist" coahecerno serm duvida que em summ 6 o traballho constant de progress em
toe a.neesida de do earcnr, cthonra da patria.
teem .eeessidade de arcar ontra0 Sr. Nabuco nos queria que uma nraca livre.
de cousas que nos abate e nos degrada ,, como diz trabalhadora e que os Estados-Unidos, naao liber-
,Linoln; mas- devem e hAo de provar essa neees- rima, acolhe e penrmitte desenvolver-se. fosse
admittida na agriculture s6 por ser inferior como
sidade votando, no lo de dezembro, contra os que se os inlividuos nao se applicassem aos diversos
geraram essa ordem de cousas, contra os que os ministees da vida conform o seu graio de inteilec-
exluirt asunas, contra s quoasneraamtualidade N.o disse o que pretendi., mas por
acaso era sua intencfio empregar os sabios das ra
de impostos, contra os que prejudicaram e jiamais cas superiores da Europa em arrotcar terras do
Ihes prestaram o menor beneficio. Brasil'?
S.m, artists, espondei Lincoln no dii ld A popula9io laborivsa possue urn clevado senso
Si, artists, responded L nopratieo sabe que a agriculture no norte io Bra-
dezembro condemnando os fautores da vossa triste sil s6 pode ser occupacao de urma r;ia torte ce tra-
posigilo-os liberesos- ; coudemnando os quo s6 sebalhadora, e nunca sera a partillha da raehitica
.pi -libe --p cod dooopulaoo. agricola da Europa.
lembram de v6s nas e6pocas eleitoraes, os que, Pelo menos o Sr. Nabuco nao encontrou meio
quando no parlamento, tudo esquecem e atW vos do dar soluco@ ao problems, nada fez pela vinda
r p da f a c dessa rac superior que tanto apregoou.
arraneam o pao da familiar ; condemnando emfim 0 que flea dito reunido a aprcciaSi"o de nosso
os candidates liberals do 10 e 20 districts, por anterior artigo sobre o abolicionismo 6 sufficient
que nenhum d'ellesjimais vos ajudou a carregar para aquilatar-se o luminose meteor 'oue atraves-
aue n enhum dels j wms ai emuouaare rsou o parlamento na subida dos li btracs ao poder.
a cruz da vida, e ambos fallam em nose do par- I Honras, gloria e lustre conquistou o Sr. Nabu-
tide que tanto mal vos- fez. co, porem para si, e nileao para a naiao, esta nada
n,,., .Hie dove.
Eia, vingai os vossos brios offendidos, ara Ihdve.
contra a ordem de cousas que vos criou as-diffi Dissolvida a Camara dos I)eputadlos o Sr. Na-
culdades corn que lutaes, ajndai A regenear a pa- buco retirou-se para a Europa para ganrrar o pio
Ssere ser corn dinheiro escravocrata!
tiia pela ordem e pela liberdade constitutional. Mas, oh sorpresa o dinheiro que ganhli:.va o Sr.
M ....N-hnobrn wo era o nrln Jnr.ani do (onmmrrr-. do


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a prodaceao e as rendas.
E' urna pura vcrdade; a nagIo estA e n vape-
ras da bancarrota ve a todo o memento os seas
crelores nacion.es c estrangeiros bater lheu a
pirta, exigindo a paga de seus compromiaos ,e
serm ter onde ir buscar o nunerari o corrospon-
dente.
Nestas condiWues procedem bemrn aquelles quo
guiados polos sentiments hamanitarios, querem
libertar, destruindo? !
Nao, mil vezes niao.
Se fosse elhegada a hera da redempeao dos cap-
tivos ; se o Brasil estivesse em estado prospero
de financas e credit, se os agrieultores tivessemn
ja comp:.ehendido os seus deveres e na'o devessem
tauto ao commercio, A instituicao do credit que
basearamn suas transa95es confiaeos na garantia
do Imperio ; nerm os Srs. conselheiros Saraiva,
Lalayette, Sinimbud, Affonso Celso e )utros se di-
vorciariam do seu partido; nemo a abolicao encon-
traria tantos obitaculos em sua march. Essa e.
a verdade, que de proposito os abolicionistas e o
Sr. Nabuco oecultam.
0 leitor impartial cscute o que o Sr. Martinho
Campos, referindo-se ao Sr. Nabuco disse no par-
lamento:
Uno o men voto ao do nobre deputado para
que se abrevie o dia em que se nao tenha o vexa-
me de dizer quc, no Brasil, ha escravo. Mas, em-
quanto o governor nao tiver meios de poder p6r fim
a escravatura, outro ever nao menos imperioso
Ihe eorre, que e nilo perturbar, nem por em penrigo
a propria existeneia da part mais impoitante da
populaiao do Brasil. Em quanto o governor nio
tiver meios de melhorar as condioes do paiz, fa-
zendo promrnessas, que e impossivel realisar e nrao
se pode jamais prejudicar os interesses da socieda-
de brasileira.
Os agricultores, os proprictarios de escravos,
tia atrozmento calumniodos, nao sAo infensos A
emancipagI ; uao sao escravocratas : tudo pro-
testa contra ese continue labuo, que, diariamente,
se lhas atira as faces.
A imprensa tern registrado verdadeiros actos de
philantropia praticads pelos homes do trgbalho,
pelosparasitas, no penasar dos abolicionistas, ti-
bertando sem onus, serm indemnisaIao, milhares de
escravos.
A opiuiio dessa distinct classe productora,
interessada na solullo do problema, ., conhecida
da naoo.
Os agricultores do sal e os do norte, pensam sa-
biamente comn o illustrado conselheiro Theodoro'
Silva em sua cirncular: ,, Fizem corn prudencia
novos torminos ao estado servil; mas, satisfazen-
do-se, come na anterior reform, interesses diver-
gentea, posto; que ainda coneitiaveis ; as aapira-
ef9 4de melhor future e o direito de proprteda-
de. v -
0 qpje, or&a, os ag u4s, couervadores, 6 a patria arruinada a ban-
crotu pem o ultrage L aaMaeitopelos banqei-
... strasugiro% Ppw fit/t ;
-orscomo por eh" 4 divide b.auitei'
1nos.1as difllll gaO1e estrad-w


ra
goi.


4ss 't wA < iwe ae Ieus da Asei6
pnhi~~~ ~~~ ftftfatoptea : 1 -
wM~UKtb~anii patehstreora~do oiviao is
ia d stmsa legisla*o mancha que tedoa'os bm
ftriuiftramentam condemnaun e esforcam-se por f&
"el-a tapparecer e am v -atisfeito prope e ft
PPkftt como pnncipios de direitointernacional
oaodetmaco de prmicipios de direito axistentes 8(
moatea tlegislaoAo patria, expondo assim o Brasi
60 Opptobbi dos povos cultos Qutudo esperava
M1 qie jioveom talentoso fosse Aquelle o ugtess
parl exhaliar o que temos de born, e ao depoi
vir entire n6s propugnar pelo desapparecimento d
que mAio, no entretanto calla o que nose honra
apenas revella o mio, abatendo o nome que tinha
mes oonquistado !
Sire I A caudidatura Nabuco trarA muits
hours, gloria e lustre para a nacao, e Pernambue
sera apontado como tend maadado ao parliament
urn deputado quc tanto no paiz como uo estrangei
ro elevou-nos at& ao nivel dos Zulus !
Urnvdhao liberal.

0 aboielonlsjs e a lel a; 6
Como braileiros deoej aws a extiuaoA, a.
cravidao, porquo reconhecemo, ser dever hkiW '
tario restituir a liberdahdt am mitiheeo meo: do
nossos irmr'os, segregades da seciedade, serm di-
reitoa seme patria.
Niaguem, A nao sern Fetrogado, pode quaror
a maauteaao desse aviltamento as leis da oivili-
sagao; ouabrir luta corn as id6as e corm a mareha
eTeutiva do seeulo, oona o progtoso quoe ao Bra.
sil camiliah como um i impetuosa torrents.
PLasam os e temos dito sempre, jai n imuprensa,
ji eta reunioes de amrnigos, que niAo basts a eman-
cipaAo do vimtre, a aboligao do trafioo, eoem a
generosidado e philautropia dos braaileiras, oei
ainda a diwia'igniio do numera dos captive pela
iAplkcavel m )rte ou liberalidades do governor com
o auxilio do timito d em.n cip--9o; 6 mister d-.r
muito n tis -desenvolvimento a lei aaroes de 28 de
setembre, apressando o naais breve paesivel a rea-
liaaSo desse grave problema social.
Mas, emno p.ttriota, com) brasileiro penusamoks
peor oueito lade, corn o laureado estadiata, de sam-
dosa meinoriai, o Sr. Visconde de Itaborahy : que
a aboliiqAo da eseravidas import eatrt u6s umn
profunda transformaqAo da vida social e enteade
n&o *6 aom direitos preexisteates a Constituaigo
do Estado, rebpeitados e garantidos pwr ella, ia
aindt coin ntoreases esseneiaes da ordem public.
Para coaseguir essa abolicao cumpre proeeder
muito cautelosa e lentamente, de mode que, aen
se offendam aquolles diroitos, nem se ponham em
sobresilto os proprietarios ruraes e os interesscs
numerosissimos e leg:tinos, que estao ligados coin
as desta impertantisiima classes da aa;lo.
( Cumpre, sim, que nao se estanquin, unoin
Muesino'. dimiuuam as testes de ptodamceIo, e p)r
conseguinte, da rends poblica. Cumpre em umn
palavra, qae nao vemos de ochfre alluir os funda -
meuntos em que, ha muais de 3 seculos so acha as-
sentada a associaa.o btasijeira. S. as iaedikas
que se tomare-nm ou pretenderemn tomar para resol
vwr o ditlicillimno problema da emacneipago tforem
preeipilado s. se nao vierem precedidas de oieios
iadireetos e preparatorios, se nao confirmaranm
uom a opinio da grane- parte dos brasileiros,
recciam,)s muito que ellas sejam seguidas de grand
des desastres e quemn sabe, de tremendas catas
traphes. ,
Essas palavras ditas ha 14 annos pelo illastrc
parlamnentar sa) tambem nossas.
Todos, mesmos os mais emperrados, trabalham
e desejam a aboligio; divergmn unicamente na
opinion dos msios praticos pars leval-a a efftito.
Uns querem a aboligAo immediate e sem indem-
nisaa.o ; esses slo os abolicionistas exagerados e
intrausigentes, a cuja frente se achamn o Sr. Ju-
quirn Nabuco Jose6 ,Marianno.
Outroas, attended para as circuinstancias es
peciaes o desesperadoras d. nagSe, pars suas fi-
nangas, para os males que sobreveen a transfor-
maao do trabalho servil pars o livre, entendem
corn Canning, que nao ha systems de liiberta,'9
possivel quenao seja feito de accord coin o pro-
prietario, tend por base e interests do senhor e
0 n dap ,io 4 oc .r-ansip'ilorat pr.-
sentadus pelo partido conservador, peios tazendet-
ros e dissidensia liberni e pelos primeiros vultos
do paiz, quer liberaes, quer conservadores, come-
sejam os estadistas Saraiva, Lafayette, Simmbui,
Affonso Celso, Martinho Campos, Joio Alfredo,
Paulino, Cotegipe, Audrade Figueira e entree.
A opinibo do partido conservador e bern conhe-
cida da nacao. Os seus chefes, a sun imprenss,-
os candidates a deputacao e todos os seus adep-
tos teem fallado francamente, demoustraido quc,
qaando o Brasil torn uta divuda internal e exter-
na superior a oitocentos e cincoentsail contos e
no sea ornamento urn deficit de cerca de trinta
mil contos ; quando a producaio soffre uma enor-
me rise em quantidade c precos; quando aj ins
tituicoes de credited, come o Banco do Brasil, tern
os seas capitaes e dos depositaries emprestados a
lavoura e ao commeroio e ao governor; quando
nao existe mais credit public ou particular, nem
inlus de tao c81o reeupera1-os ; quin o o xer
cito e a marinha se acham d's ,rgani jao o;; sera
ur.e loueura precipitar os acotteinm mntos e liber-
tar-so un mibtia e mie de escravos, dm s.i ndo


tada per sentiments ou principios humanitarios :
foi mnerameate a coufiscagio da pr ppriedade es
crava polo partido nortista, p nr vantagens s6 po-
liticas, durante a guerra civil ateada coin o fim
de decidir si as cousas deviam coutinuar come aw-
cpochas em que os Estados separaram-se da In-,
glaterra, ou se deria unaugurar se nova forma de
govern). Diants a onds impetuosa da democracies
cahio a f6rma antiga, e o munio 6 agora e'lama-
do a admirar os beneficos effeitos da confiscaQio
de 1863 ; mas antes da estupenda grandeza-da ap
parent prosperidade dos Estados, comegaram a
moatrar-se tenebrosos dias de lagrimas, de pezar,
de desolaeilo, quando as terras outr'ora cultivadas
polos escravos tornaram se florestas e cards,
quando o desgragado ex-proprietario, esfaireado e
moribund, teve de sentar-se a queimada soleira
de sua ainda poueo florescente casa. v
AmanlA, tom a historic em punho, nao s6 mos-
traremos os males que hAo de advir a nossa pa-
tria, como o que 6, e o que vale, a lei aggraria, a
sonhada democratisagio da propriedade.
Proseguiremos.
Novembro-1884.
Cassius.


Quatro palavras ao eleltorado
Na epocha difficil que atravessamos cumpre que
todo o brasileiro que se interess'a polo progress e
prosperidade deste Imperio, procure conheeer as
eausas dos males que nos affligem e estude os meios
de removel-as, si ainda I tempo...
Para indicar urma per urma as causes primitives
dos nossos embaraios financeiros, da fraqut za da
autr dade, da impoteneia da justiga, da desordem
geral no que diz respeito a impostos, e emfim do
proximo aniquilamcnto do element agrieola do
paiz, seria precise analysar a politics internal v,
external do Brasil desde a suan independencia atl
hoje.
Nao ousamos emprehender tio arduo trabalho.
O nosso fim, escrevende estas linhas 6 tbo s6mea-
te expender algumas considera9Ses sob.e o estado
actual do paiz, e manifestar as tristes apprehen-
sbes que temo sobre o tnturo.
As diffieldades que nos assaltam smo horriveis:
os naeos eompaomissos augsUamta todos os diae ;
a nossa moeda deprecia-se ; as re roae do peW*
escasseiam; tudo acii4, come. ti o edificio social
estivessepretes a deoabr .... A que cenourso
de.eirumastneias d_ sterass devemos eateestm-
do de eousass ?
O govariao tern iseopoktavoUite o de'tp de
impitr-sos a lguasa esenrn I emiqs a p6 de auff-
uentar para o t0tr-o a- M o IaS p-edurQh i &
pia porlm nW o deareren dAo -vsta, v rqwte.
sae e.eya. a Ue rpto e a 4r 4n -
s sacrificios, como ultimamente se tem. kjj
af4staudo empire a epora ,da- prosperidade p tra
Am future t ie a vo, fal-av
f*lpdode so w 0 Ir =- 40L opAw J sfol
reado diiaias todo op .44 a wisetR tiea e
eUlari Idi ryt -ee do wu mid. ssme


Jua~f'osdos gabinete
iv.ee..leb.a& ow.. .i.per. a o rt. d'
^tfr. I queIa&a ewBril &evia gmnads be
neficio: se o conselheiro Dantas tivesse tid
i abegae hwonoa doe semse hefes;.enodi
Om qie ao iauriio e appresellteou Camara o
Aspft.e. btWw que andai %e rotulo errado
t a, bada ad; se emtfim no dia da malfa
*tdlUoie, cmtaioriada CaNmara tivese id
I orporalao 6, &Christuvmoiearar que nega
edi .o-geveormo, e prteAtar eontra a mareha
0faoma 4ot*egosO pblieos, talyez o Impera


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f;1pana indiamear*6 aso M 4469 iaa ta AP
Ssentar 40 # 4*o~liao* ometo 4para4or
wo dog doeatroos. s da ms qu-e devemi advir
a- todos, apbS a k abrtol~i io na osrespod; fo
-ou alardA a q e -'os abtenist
I- costamam fizr ; on, etibo, no. aprsett dec
a- remadiwefficaradc aio, igul As -w d
a curandeiros par todas as molestias,-a ei. .
rid o ela tabel ea d'*u aGlto to ewi
iriat. ou anteZ, a demwoerttsao ka prop s
0-Sr. Nabuoo em uma, doe, oonfermaowae tri
o tou de sil; fez-se apostolo e martyr d4 id ab
a licionista, o- procureon ler ao adito`io os treahc
o de eartas, artigos do joraesa e a opaiao de he
e means publicos, que favore,essem' a sus causa
n& tawbeo, hoje, em coatrapoaiao as que, hon
ternm ouvimos no Santa Isabel, quer do Sr. Dr. Joi
a Teixeira, quer do talentoso aeademico PhaelaW
, da Camara, trauscrevemos alguns trechos do it
o journal sobro esas momentous questiio.
Louvamos, applaurlmos a todosa aquolHes qu
pelejam potr uma id&a e asineramneate t olla se dt
dicain; mas, 6 mister que, nio se deixem dmuains
pelo coragbo, preseindiado dos interesses sociaes
e146%m devei eanciliar o ldideal omn o patio
e prever que tudo no mundo tern uma media, ui
uesft; so melhor, com Paustino Xavier de Novae
diremos: quoe quasi sempre as grande ideas, do
u miuando absolutamente, levam os seus mais ar
. denies apogisfts, alim dos limits marcado
pela razio.
W Ooam e meditem os digeo eleitores desta ca
pitai, quern fall mais a verdade; se n6s, ou o Si
Nabuco e Jos6 Marianno em suas conforencas
onds prooesom innowular no au"in do povo, idea
fals.s, exageradas; e precipitar a naVAo no abys-
mo da anarchia; aos quaes, podemos tamboum di-
zer o que disse o Visooade de Urtg ty reprodu-
zindo as palavras de Mirabeaux sabre a assembly
constituinte de Franaa: todo sabem o que 4 pre-
eo demolir, uma, pouoo sabom o que 6 mistur-
fundar.
Eis os treohosa quo nos referim )s do artigo pua
blicado em 1883 no TiueR, em refutai.io a propa-
gadla exagerada quteo Sr. Nabawue an-Ion fazeado
na ILng"aterr*. Sabscrevem)s in totelmn a essas
r obsevages diguias de m ditavio:
t A aboli*a da escravidlo, -no Brasil, no p6de
consauumar- e SeW comigo acarretar a prosperi-
dade d" a Amus do paiz, as mais series conse-
quecis,; donde os exaltados obolicionistas, que
pregam a emancipa94 o, sen indicar a forms on,
de algum mode, auxiliel-a, as contrario, diffiul-
tando-a comre clamores, nunca eenseguiraie o fim
qua.pretendama alm-ijar. ,
I lafelizmente para os brasileiros, % escravi-
pAo vincula-se a suan vida, a seus eostames, de
modo que, quando trata-se de abolicao, toda a na-
Vau deve estar preparada a supporter ponto do en-
c irgo, e no maban loaal-o aos poucos proprietarios
de eseravos, que, 6 possivel, tenham os comprados
aos abolicionistas, aos pais ou av6s destes, *
( Assim, antes de discutir o modo per quo o
Brasil dove effectuar a emancipac.o dos eseravos
maito cumprii-A examinar os planes adopteds per
outros paiaes.
Ap6s ituit. aome fte diussuao, os inglezes
emaciparam o seus escravos polo method oaais
simoeps : pagaram soa possuidores o valor ael les.
A' rica lagtterma 4i isto possivel, atteadeudo a
qae a prepori do namero de esertvos ao de
pes.)as lives do reino aio era muito grande,sen-
do aquelle prowiv-el nente inferior a 800,000, o que
lav:a a 40 inglezos ceresa do um escravo ; propor-
5Ao coinparativa nente tAo insigaifiaesnte que dif-
tieilnente o encargo podia ser considerado onero
so. Peor outra part, o Brazil tern presentowente
mais de 1.100.0)0J escravos e arema popular livre
de cerca do 9.900.000 almas, do que results a pro
prqao de um escravo a menos de nove habitantes
e que, embers a emancipaeao fesse possivel por
pagameute, aerial, s6 per-si, sacrifieio iuwmenso, A
part outras consideratg5es que podernam rser ad-
duzidas.
As localidades eujos interesses mais soffreram
coin a em'incipaqao .inglcza faram a Jamaica, a
BArbada e outras possesses nas Antilkas. Em re-
laao A Jamaica, a historia 6 bem conhecida : de-
eahio gradualmente de sua prosperidade, da data
da promulgaVAo da lei, por 15 a 20 annos, desde
qi-..d, tnroii -an so u pr;iuiAlvn espl#.ndir_ 0 4,4.
olinio deu-se principalment, entire 1834: e 1844,
periodo dos dez prinamuiros anuosseguiutes a eman-
cipaao ; tempo duraote que o ooumereio da ilha
teve decrescimo superior a 50 '/o. A Barbada e
as outras ilhas nao soffreram tao seriamente, de-
vido A sen extreme pequenez e a term menos
temutorio desoccupado onde pudessem os negros
acoutar-se ; ao que deve-se ascrescentar a previ-
sio de alguns proprietaries cortarem as bananei -
rm, asm arvores fructiferas, de mode que os escra-
yes a'Ancipados toram, logo ap6s o dia da liber
dade, brigades a trabalhar para viver ; pois que
oas aenhores tinham o dinheiro e, mais ainda, eon-
tiunavan na p)sse do solo. So a destruicao das
arvores fructiforas foi impossivel na Jamaica, muni-
to menos o 6 no Brazil, corn seas milbhures e mi-
lhares de leguas de ternitorio inexplorado, abun-
,dante em caca, uberrimo, rico de raizss e fruotos
comestiveis, rogado per magnificos ties piscosos :
urna region occulta onde naco2e poderinm sooul
tar se e invisivelmente progredir.
A m.iancipacilo a consider, em ordem imme-
di tta, e a dos Estados-Unidos, em 1863. Esta,
no -ean, uao p6de ser aceita cojao tendon side dic


fes liberaes, inclusive o conselheiro $anaiva-quoe peito da magna questAo deauxilio -as provincial e
passahoje com o oraecul do partido liberal--com- quando o Sr. Jos6 Marianne disse: que nao se dei-
prehnderam o perigo de agitar urnma id6a que era aria enganar duas vezes ao que respendeu-lhe o
evidentemente contraria aos dezejos e interesses Dr. Portella : (Estou certo de que S. Exc. nao se s
do paiz, e recusaram a presidencia do conselho. deixarb ainda uma vez enganar.* retorqnindo- p
6o o conselheiro Dantas sentio-se corn forgas de Ihe immediatamente o Sr. Jos6 Marianno do modo e
apresentar o project da libertacAuo dos esciravos seguinle:
maiores de 60 annos, sem indemnisacao-projeeto E conto corn o concurs de V. Exc. e de todos os
que, iegundo nos assegura peasoa bem informada, sese corrdiqionarios. s
fazia object das palestras intimas de S. Christo- A oeste apart dO Sr. Jose Marianne que bern
vAo : 86 elle deixou-se fanatisar pelas gloriolas, mostra o reconhecimento, por part deste Sr., das (
esquecendo os embaraos em que langava o paiz qualidades supertores do Dr. Portella, este respon- t
AtO entio as cousas iam pelos caminhoe nor! deu de um mode tao distinct que nao deixaremos
makes : o imperador tinha eumprido o seu dever de transcrever aqui:
lermbrando ao chefe do gabinete urma reform que Em tudo quanto respeitar ao interests publi- p
Ihe parecia util: a este competia moderar as cx- co, e principalmente ao da minha provincia, tal t
plosoes philantropieas da eorda. Assim nao aeon- come o entendo, nunca recusei, e jamais recusarei, C
teceu. A gana do powder cegou eompletameute o a quem quer que se apresente dominado da id&a
conselheiro Dantas e alguns esfaimados comparsas de fazel-o prevalecer devidamente ; e o nobre de-
do ministerio Lafayette. putado mesmo tern a prova da disposigAo em que,
0 ministerio de 6de junho foi recebido pelas ca- me acho a esrte respeito. j
maras comrn grande opposiebo. A apresentaaio do Ainda queremos apresentar uma provays da con-
projecto toi demorada atW que sahissem & luZ os tradicqila do Sr. Jose Mariano.
pareceres do Conselho de Estado os quaes foram Na sessao de 31 de maio de 1882 o Sr. Dr. Per-
e sua maioria oontrarios as ideas ministeriaes. tells fallava sobre a direegio da ponte Buarque
No dia da apresentieao do projeeto fo o amin Macedo e demonstrando a neceessidade dessa
*o derrotado pelt maioria da camara, apezar d o pl'ute o Sr. Jos6 Mariano det este apart :
terem votado em faeor d'elle alguns deputados Eu trazia hoje os officios d'aqeUllas associa
conservadore que prefer-ram attender mais a l a esparapedirpara elles a attenaao do ministry
questao de principio do que a de modo e de op- da agriculture. (
portunidade. Em takes eircumstancias, encarando E quando em seguida tomou a palavra para di-
as cousas de um mode imparcial, poderia o impe- verses finso Sr. Jos6 Mariano disse: q
rador dissolver a camera ? essa camera queo seor- Em um delles dou-ins per satisfeito pela pre-
gulhava de representar serm contesta*o a op cedencia qne sobre mam levou o men illustre col
niuo national ? essa camera eleita sob Os auspi- leja de depdtacao o Sr. Dr. Portella.
cios do conselheiro Saraiva, corn tal imparcialida- ( Foram tdo completes as eoausideraJes feitas (
de que atl alguns ministros naufragaram ? eerta- por aquelle men iluastre amigo e college de depu'-
mentd nio. tagao que me julgo dispensado de accrescentar-
Pelo sen lade dizem os arautos do partido libe- lea ooua auma-. ,
ral que o auto de today a eampanha abolicionis- Dispeasa qualquer eonsideralao o treeho que:o;
ta 6 o conselhetro Dantas come representante dos flea transcript e que por si s6 destroe as acmus -n
sentiments geraes do paiz e que o Imperador ges infundades aleivosas do Sr. Jose Mariano
nbo faz sense ceder aos desejos do president do Urma das primeiras condiQSes do deputado 6 o-- ,
coriselho. patrioioisno- e quom excedonr ao Dr. Portella?
SEstamos neste dilema ou tudo quanta sepasu o n ,oBin eertea o Sr. Jose6 -Marian o que n i-
foi effeito do powder pessoal do chefe do Z ado e P urfiett to Aisse queo-.-promncia de Pemamlbue a.
nesteeaso n& precisamos de fze .i ent4ada,nouvi'Ado epnW& do Dr. Portella em res-
I3zas. cow aepreaentaco national; oun i- O post e~tap palvasres passadas do.mai aeriso-
do 1l voutsde do conselheiro Dantas, eentipo- 'rgado: "patri ap :
demos apoQar o Imperad-r.................. .. 0 S. MAo. PoRm.TBLLA-Ha 10 annos, uaf il-
Somoe ewenci lmlrtU .Cous rvadoree o es lustre A s.. o se d ,t-Bsu eo;eniAdq-, quoe I pro-
tentaf a% m snarehia I repre Ittti& p w vuWi do P l falld. E S. c
(*tmorw qe nenhetmaih forma d( 1 o0' pe- 49m0eQ Pff l9tOIhtD4Zte POIPOQ-
dpmaia facilmente ecom maioreas garantiae sdo stAot .S. t -_iaA4O v
q*_.4Ia~,mopspver a Celiqide CiN dos, p4lurs; Iet-W po
M.~jropvr fliAde dos, povos ; najo'po a^^ lee1'l* 00J^ ,049 '
demos e mindigago-ouiroheamar o Imperaior queo asass PXOW Sw
de pclr r4 e 10 8.. bd -4lNA W w 6s
p~"4ok~rs mourarchicas, nba uW IOf,4-ts C$u
g aeirWd ortar um dispoetismo. ,tsetral 540-quo-sew. t0B otes agora -
-quo'gs rttma que apaga o estimiilo, qua enfta- t6r ius d qo o
qiece to as 1O0, laos waiaeaw que abate o -sob Puts. qPW, wpt0 do que o-qui t
0 p k de vista. I ,.... 4 -
himu i r.d m uvuraa noder ahtIt. iivom iiruuiurmi vef. di 0 8r. Jp o Moaane


Cinc. Chagas
DE
Dens Nosso Senhor Je-

sus ,Christol i


mWa o a Ia tsa t 2 I dt -do lado parualgIsa miutos os
no ol4ejmqNl *itidis,-naerodibattmaw'quea si-iz W _I50_ studies de-astrnomia paras attender ao bem
os mor ufe me msU onar a- 'de estad exempW.. i Dir-se-ha Ique a dissolnuao da Camara dara oc-
o- S o Imperador exercesseo pode-r peeoeal queoe easillo aque o prese pronuncie saobre a questAo
h. he atttbtte ohtaaria n sis O ea oonselho. certom, do element civil. Mas haver-A algum espirito
i- muittos ;qoit",H tido n'um paiz democratito, inparcial que ponha em duvida um s6 instant
o mmo M4e oa union requisites paraa ecn-" a pressaodo governor lpara veneer as eleihoes ?
s fi*aua i *vo mere aprobidade e a honrs ? Se a lei eletitoral exprinme reahneute a vontade
u- cousentira eem que se fizessem economies ridiiu- national, porque razmo, depeis da derrota do gabi-
las, eese as:qua te aibleaeu o celebre ministerio nets Dantas, em vez de ser dissolvida a Camara
i- de 5 de janeiro, e oa qu o di a seguinte se gasta- nao foi chamado ao podero partido eongervador?
o se*ntomuas avultidts ormn a passage doe VYe- estando o paiz dividido em emancipadores o aboli -
toe au ? annuiria a quoe-i veadesse um encouracido cionistas o resultado da eleiqto indicaria qual o
mi e que pouco-tempa depots ,fosem eneommendados pertido que deveria effectuar a reforms...
dous do mesmo geneto ? demittiria wm empregado Infetismnente nao ha lei que nbo seja illudida
;e putieo para maais tarde rointegal o comn proho- oa falseada, quando querew os que a executam.
e- ca -violando u l ?doir a li? -iiia -tin a J em- Q'I ha falto la legge ha falto L'ingano.
.r pregodos publicos data previia, quoe aoreee- Que ftortes motives tove a cor6a para confiar o
Sben ordenado ha tstos t ta6e9, qmuando se depen governor do pait aso eerselheiro Dantas, que tode
); do tanto dinheirotom -eei*e5ev ?... o paiz conhece coma o menos escmpuloso dos nor-
a Ni. podems acteditar em tat peler pesoLe sos homes politi.aos ? o unico membro do gabine-
!s Nos tempos do Marquez de Par&m de Eausbie, te Saraiva 4ue nao trepidou em usar da pressao !
- Oasias, Itaburahy i Uruguay, aw tempos em que Porveutura os conselheiros Barao de Cotegipe,
- amiuieBes eraim NitamAbiw.e pbusna, havis au- J. Alfredo e Paulino de Souza offereciam menores
)s tnidde no pal, e eramosrespsltados no estran garantmas de imparcialidade?
geiro. Hoje, que, grams a munifieencia do conse- Senhores, a victoria do aboHicionismo A a re-
- Iheuro Saraiva, as odleQofs eo livres ; hoje, que voluao. V6s que vyes interessaes pela distri
r. rdodmina vontade do povo, quaes tern idc os. buigAo dajustiea, perguntai onde esti oas assas
, naoses raimstros ? -quvi tern side a diree*..qAinos do Barao da Escada, de A. de Castro e mui
s neeoclos publicos ?.. t 0tos outros :
- Agors a6 o president do cousolho tern a s que desejaes o bem desta provncia, inda-
- importancia : os entree :tninistroes ie trectas9os dI gnti que enmmas envia ella para a crte e que be-
- rest. E' triste confessar que a e quilate moral ueficios recebe em troca:
a dos brasileiros estA em sensi el docadencia, oeu o V1 s que vos occupies da causa publics, compa-
- cargo de inistro soffreu ggade depreeiacA. rai os orcamentos dos ultnmos annos, consultai o
Nio dotvidamos quae a op-iuo do Imperador te- discurso monumental corn que o Dr. Ferreira
nka prevalecido na reeoluao des osins mais imI Vianni recebeu o actual ministerio :
. portasates queates : nio se p6de entretanto, ateir- V6s que ligaes importancia A riqueza national
- mar isto de uam mado absoluteat, e a melhor prove olhai para o quadro da oscillacao do cambio desde
D que tenmoas, alm das itcohernenias que acima nota- 1851 a tM hoje!
a mns, dequwo Imperador nao 6 intrans gate A que Se 6 verdade o que disse urn economist fran-
no grade namero -de ministros repub ieaos ri Aeez a que sem boa politics 6 impossivel ter boas
e sum teneatis) quo temrn side chamdo asos conelhos finan~as ; Se a prosperidade do paiz depended
da oorda nto so eoncotra um s6 que se queixe de da boa administrator da fazenda public, e se es-
- prepotencia, psaandord pelo eoatrario eom eerto ta represent o sangue national, o eatado a que
Squae a corda cede sempre que o president do con- chegamos pode ser attribuido ao governor do parti-
, seiho insisted. do liberal, e o present quadra represents as pul
Nestas condiies nie podemos deixar de eatim- saoes de um enfermo prestes a espirar.
Snhar tudo quanto se tern passado corn relagIo a Organisem muito embers os loquares tribunes
questIao do element servil. os seas meetings, puncurande sublevar as massas
A nobre aspiraao de pagnar -pea causa da li- incultas que se deixam seduzir mais pela fluencia
'berdade di& um grande realoes as altas virtudesdo da linguagem do que pelo valor dos homes, con-
nosso monarch, e seria eertamente o maia briftnu tamos que haja no eleitorado um nucleo forte de
Ite ornamento da ecor6a, se nio podesse ser coataon- cidadaos que tomem a peito a salvaao da patria,
dida cornm certo sentirnento die v gleria, tend por ce que ainda desta vez o genio do abolionismo na'o
fia attrahir os applausos da demoeracia da Eno tnos desteche o golpe mortal.
pa. Ver extinct a escraviddo no Bra-il semw pr- Ainda ha justos em Jerusalem !
turba9go da order Fublica, sem que estanque a
Droduccao agricola-fonto unicadamossai riqueza- Cincinato.
- 6 o mais bell sonho da nossa alma. Sobre etteo
ponte estao de accord todoaos brazileiros, see _r
excepebo; a divergencia principia quando se tr-.
ta do mode e da convenienoia de resolver id e idi
tao grave questao. Aolil nt i n o r
A noses humilde opinion 6 que a Uliberta* o des
escravos podia ser feita parcial e gradualmente,
corn a applica96 da lel de 28 de seltembro, pelas i -l
provincial que eativessem no caso de fazel-o. Corn-
prehendemos que a provincia do Amazonas tives-
se libertado os poueos escravos quo tinha, iudem- Na conferencia de domingo (23) o Sr. Dr. Joe6
nisando os proprietarios : os aem s recumsos Ihe Marianno atirou-se descommunalmenute contra o
permittiam fazer um Iequeno sacrifi cio. A libe.- illustrado ex-representante desta provineia o Sr.
taVlo, perom, do Ceari uo esti no memo caso.- Dr. Portella, dizendo nSuo ter o mesmn Dr. Portetla
Depois da grande secca cem a qual o governor des- nenhum titulo per que se possa apresentar nova-
pu leau urma somma enorme, convinha que a admi- mente aos suffragios no dia 10. de dezembro pro-
nistracec provincial esperasse una quadra mais ximo, nbo possuir nenhuma eondieIo que o torn
florcscente pars dar expansio a suas philantropia. recommendavel sos seus eonsidacaos, a no sOer-
Al6m disto, por mais que se exalte a iniciativa o facto de ter aqui nascido e-ainda aqui residir.-
do Cearal perante os santas priacipios da liberd"- Nio precisaria talvez o Sr Dr. Portella da nos-
de, nbo podemos admittir que a extin*oo do te- sa defeza, desde que 6 bastante oonhecido, nbo s6
mentor servil n'aquella provincia, vcnha deseorga nesta capital, mas em toda a provincial, onde estso
nisar o trabalho nas oatras, d'onde partem emera- patents os seus ingentes esforcos para o progress
voyes em bandoa, em bus ca do estado livre, da terra moral e material da terra que o vio nsacer e onde
da p omissbo E que provideancias tern tornado o sempre e constantemente ternm residido. Mas naio
governor pars impedir esta emigragao de br.a podemos ficar silenciosos ante tAo injustA e barba-
tis lavoura ? 4, 3- ,F,.;rDecao teita par q nm em oa-seminpre tern em-
Nenhuma... 0 Ceara represent um esta0o ."gado a mesma linguagem quer emi particular
part no mappa do Brazil cumprindo notar que quer em public, quer aqui na provineia, quer no
muitos dos que concorreram par& este estado de seio do parlamento.
consas ainda -poesuem escravos E para que sejulgue do criteria do Sr. Jcs6
V6s, que a vossa ear-avaturas Marianno faxemos ligeiras transcripce5o de tre-
Zelosamonte guardais, chos em que S. S. se referee ao Dr. Portella, trechos
Par que sois libertadores que estbo em desaccordo eom o que disse em sua
Dos escravinhos dos mais ?... arenga do dua 23.
Voltemos a questbo de poder pessoal. Os senti- Quando em 1878 o Dr. PorteLos sustentava o di-
mentos liberals e humauitar-os do imperador re- ploma de deputado e dize : |
velaram se pela primeira vez, quando elle deela- Os nobres deputados sio muitos e alem disto
rou livres tedos os escravos perteneentes a coros. ,, dispoem de recursos intellectuaes superiores aos e
Esta media foi de grande vantagem para a Casa ,, meus. ,,
Imperial, pois todos sabem que esta gastava mais 0 Sr. Dr Jose Marianne deu o seguinte apart: t
ccum as fazendas do que ellas lhe rendiam. Ei Nao apoiado; lastimo nao vel-o assentado nes-
taes condieoes o unais inltansigente negreiro fa- see bancos mas nao corn sacrificio de um diploma
ria o mesmo ,s liberal..
Mais tarde ouvimos attribuir exelusivamente a Ora seo Sr. Jose Mariano lastimava nao veo o t
vontade imperial a lei de 28 de setembro. Dr. Portella assentado nos bancos do parliament
Estes antecedentes, e um certo incident em | per que reconhecia que o Dr. Portella tinha me-
que figurou um ministro dos Estados-Uaidlos be- rocimento e eondic95es pare ser representante da
vamrnos A convieo de queo imperador quer aea- nagSo, !
bar ia. todo o transe, custe o que custer, a esoravi- Mas nao somente ahli se encontra a opinion do (
duo no Brazil e que o ministerio de 6 de jumbo Sr. Jose Marianne. c
deve a sua existancia unicameute a prineesma que Quatro annos depois tinha o Dr. Portella assen-
fez A cor6a de resolver osta questbo. o no parlamento, em virtide da explendida victo-
Tedos eonhbcom as eonsultas que precederam -a ria de 31 de outubro de 1881, e a 11 de junho in- C
organisacao do ministerio Danta.-. Todosaoe ehe- terpellava o ministro conselheiro Lafayette a res- j


Moura fazia part da firm Moura & C., it
Sesta flira dous annos depois d'aquella
hypotheca, quando o credor jA mo-7ia sua n
execugo contra elle. Dada a fallencia,
requereu-se por part do curador da mas-
a, que fossem vendidas as referidas casas r
para pagamento do credor, quo, send ou
vido concordou na venda, urma vez que
seu produato tosse effectivamento pars o is
seu pagamento. d
Aconteceu, poremin, que, realisada a ven- o
La, se lhe destinasse somente aquella quan-
tia, (1:500#000) sob o fundamentode que,
segundo o Cod., preferiam ao credit hy- p
pothecario outros differences credits, e p
todas as despezas, quer da propria fallen-
cia, quer de outras questoes, em que esta
fosse part. p
Assim procedendo, nao attended o Dr. t,
uiz do commercio:
1.. Que a Lei hypothecaria de 24 de d
setembro de 1860, posterior ao Cod. do d
iomm., cont6m disposigao contraria ao art.
880 do mesmo codigo. -Posteriora dero- a
?ant prioribus alem de quo houvo a clan- v
sula express de ficarem derogadas as lois-
em contrario. p
2.o Quoa 6 tal a comnqrehensao da Lei, q
pqe deu ao regimen hypothecario regulari-
sagao complete, que para ficarem em vigor I
ias disposioes dos arts. 26 e seguintes do u
Cod. do Corn. foi precise que o legislator n
iissesse (art. 2o 5'). ( Ficam em vigor r
is disposiqoes dos arts. 27 e seguintes do fi
Cod. Comm. sobre a capacidade dos me-
sores e omulheres casadas eommerciantes, s
pars hypothecarem os moves. )
3.0 Quo t-:mba, foi preciso, que a Lei e
te 1864 declarasse nullas (arn. 20 | 15) fi
as hypothoeas de .garantias d.3 dividas con- c
rahidas anteriormente A data da escriptu-
a nos 40 dias precedents A poca legal a
la quebra, o que "" estava dito no art.
8?7 do mesmo -Cod.
4. Quo a OrdL.. 4. Tit. 102 j 1f ieoti. v
wa uan dpouti&NA special -A respeito ds d
utws o enradores, do que pretended al- d
*pow c4dumr aol ta& t- 4 Yogad4o a .uOva a]

id*oAy de 22i d s tof de 1d1869, w
SLei d6-24-d se-
M*om do 11904 e4*mltogal., iwovandxo*
06V IVO, 'Vi I MUMl fsoiW e^fs9 .o; 44H
toA 40*a~r>! m^^^~tig au 0&. glk^ljo A O.^ p,*1MI1


SSymbohsem as d mei e as soffrimentos, liberds-
de e redempgao humnna.
Os IllmS. Srs. candidates A representageo nacio-
nal pelo 1o district da provmn-sia, devem ler o re-
querimento que e se gue :
a Illoun. e Exms. Sis. president e membros da
Camara Mtunicipal de Olinda.-Diz Antonio Fran-
cisco Corga, commerciante matrmiculado pelo meri-
tissimo Tribunal do Commercio desta provincia,
proprietario do predio n. 67 l rua do Amparo, que
o quintal do referido predio vai cor.frontar eom a
runs da Vera-Cruz, e pretend fazer.lhe na fren-
te, em largura de 8 METROS e 80 cErxTIMETOS ao
corrcr da rua, urn ripado, afirm de separar us limi-
tes do quinta' e da rua publics.
0 leito da runa da Vera-Cruz, desde a em-
bocadura pela rua do Amparo at6 chegar-se ao
lugar em que a edificagio, estando intransitavel
em espa o superior a 80 metros; o peticionario
prineipiou a reedifical a, e pretendit. conclui-la,
mas foi este beneficio quo pretendia fszcr ao pu-
blico, embargado, sern formulas, quando jA tinlha
feito cerca de 20 metros.
A reedificacao da rua da Vera-Cruz, na
indicada part que no ternm e tlificagao, para
fazer-se corn perfeibo, nao import a iespeze
em menos de 200,000, e o peticionario estava
fazendo corn gete suan o serving ao public gra-
tuitamente, E AINDA 0FAZ, se a municipalidade o
permittir.
0 peticionario, ainda gratuitamente, em bene-
ficio public, pretendia abrir a emnbocadur'. Ex
LINHA RECTA, da estrada que da rua da Vera-
Cruz segue para a fonte existente na raa da
Bica; mas a reedificaeao desta estrada que pre-
tendia fazer gratuitamente na exteneio de 25 me-
tros, depend dq municipalidade eonceder-Ihe a
permisseo de continual a reedificacao da rua
da Vera-Cruz.
a A part edificada na rua da Vera-Cruz,
mode a largura de 7 metros e 70 centimetros,
terminaudo nosee predios da rua do Amparo
corn 5 metros; e na part nbo edificada, o peti-
cionario delineou-a palo leito legitimo, cornm 10 me-
tros de largnra.
0 supplicant, em virtude bo exposto, requer
aos Illms. Srs. membros da Camara Municipal, a
licenga pars fazer o ripadeo e tambem pars conti-
nuar as indicadas reedificaqoes que gratuitamente
se propoe fazer, em beneficio dos municipes desta
cidade.
Nestes terms pede deferimento.-E. R. Mer-
ce&.-Olinda, 25 de novembro de 1884. Antonio
Francisco (orga. )
Os municipes de Olinda estao nas condicoes dos
habitantes da provincia e dos subditos da naeae
Political nao symbolism a franqneza, nem a von-
tade ou a liberdode.
Os senhores empregados do municipio, chama-
vain a minha atteneao para um ponto muito diffe-
rente do que tinham em vista. Dias depois, a pre-
senga do Sr. capitao tenente animotu-os, tiveram
de declarar-se.
Sirva pois, a casa do Sr. capitio tenente da
arnmada national, para ponto de partida e a mi-
nha.
Da cidade de Olinda, rua da Vera-Cruz, hbo dc
sauir as bazes para as grande REFORMAS.
NASCEU JESUS CHRISTO NOSSO SEINHOR EM DEZEM
aBRO, e e em dezembro que vilo ser eleitos os de
putado s que teem de fazer roaaUAs NACIOSNAES.
De cima das ruinas, no 3o district, convido sos
Illms. Srs. candidates a deputasio polo 1o distric-
to, a virem ao local designado ; meia era 6 suffi-
ciente para conhecer... ABATIMENTO, NIVELAMENTO
E ELEVA(eO...
Tenho de apoiar um nome, o DEVER o ORDENA ;
do centre da reedificacao hei-de mostrar-lhe 5 ca-I
sas, e dizer sobre ellas algumas palavras.
Men voto justificado na imprensa pela escolha
qjue fizer, tern de refleetir no candidate do mesmo (
partido que se propUe pelo 2.' district.
0 deputado que for eleito pelo 1.o district, vae
ser umrn ministry da-REFORMA -denunciada em no
vembro de 1883 ao Exmn. Sr. president do conse-
Iho de ministros, Lafayette Rodnrgues Pereira. (
Recite, 25 de novembro de 1884. t
Antonio Francisco Corga.

Attenu (
Responde-se ao artlgo publiea-
do no 'Diarioe, de 36 do cor- .
rente, sob a epigraplhe Ao s
Tribunal da Relaao -corn o
segnlnte
MIEMORIAL C
Victorino Domingues Alves Maia ainda I
|uta para segurar o product de duas ca -
sas, que Ihe hypothecara Manoel de Moe- d
ra e Silva, cujo debito excede de cinco con- d
;os, por conta do qual se lhe quer dar um v
conto e quinhentos mil reis, iunportando d
dias o mesmo product em seis contos cen-
ao e vinte mil reis, firnando-se o Dr. juiz
lo commercial, em que a Lei hypothocaria
dao vigerava no juizo de fallencia, onde a
16 megulavam as disposioes do Cod. do li
ounm. sobre preferoacia e graduatao de
redito. u


0 dia I de dezembro
Assin como e dover do soldado corner
o appello da patria, assim 6 dover do po-
tieo correr ao appello dea urnas.
Na guerra, o tim e vingar uina aftronta-
a political 6 para fazer so viugar nina
d6a.
Nada de abstencao, nada de desauao.
ada de omedo.
A's urnas, concidadaos !
Todo conservador convict dove compa-
ncer as uraas, no die o lc dezembro.
Sim.
0 voto semproe foi e seri um direito, por
sso mesmo, nao so dove renunncil o. ou
eixar de escolher, quemn meihor reprm. -*t
s interesses sociaes no parlamento.
Eia va:nos.
Quem tiver un diploma devo votar,
ara salvar a nagao do abysmo que esti
roxi:ao a tragal-a.
Conservadores!
Attendei bemn para os vossos deveM "
politicos: nao convem dispersio de w-

Se o soldado disciplinado obede-e as or
fcns do general, o politico convict ohe-
lece tainbom a ordem dos seus chafes.
Nao se comprehend; nao se justitica,.
tquelles que, dizendo-se cunservadores, v.o
otar no candidate da chapa liberal.
Esses que assim procedem, slo mios
oliticos, verdadeiros robeldes, trahidores.
lue se move polo interesse.
Se veneer o candidate adverse, o Sr.
)r. Nabnco; dir-se-ha que foi uria gloria,
un triumph do partido liberal de Per-
mambuco, e na.o se conta corn os votes ar-
ancados aos soldados indisciplinados, as
ieiras conservadoras.
Os liberals estlo no powder a situnilo e
ua.


ds por escriptura pu13ea, a lsh Wb
inscnipta conforme o R0 g hy A
tendo portanto preferencia o Ueif
se tract, a iuaesquer outros, m eam rnp
uniamente do credit proveaiito dll
pezas judicial. pan OxCeSiLO des i--
veis, nas quakes nao estao comprlhem
certumente despezas da fallenciau e -
tWes havidas em favor da umawmas
Regul. hyp. art. 243.
6.0 Quo apropria Fazeoda Naeim4
como ponder Perdigito Malheiro em Man
Manual do Procurador dos Feitos, nao p-
fere ao credor hypothecario, seulo nu
do ser a sua divida proveniente de oaw
real, inherente ao immovel bypothead-;4
e assim decidio o Venerando Tri-A,
quando o memo aggravante disputou di-
mamente preferencia coa a Fazenda pw
haver o produto de urna casa a iruadsA
Marcilio Dias, que Ihe hypotbecara seu 4d-
vodor Antonio Jos6 Pereira da Cunha. Ls-
vantou aquelle product, c tern do havwer
as custas em quo a mesma Fazenla hi'
condemnada.
Da decisao do Dr. Juiz do Commerci,
denegando lhe o pagamento integral d a im-
portancia da hypotheca, aggravou o in"-
mo credor, visto que Ihe trazia damno ir-
reparavel. Nao teve, poremo, proviruento
seu aggravo, por defeito, sem duvida, de
sua exposioo na respective winuta.
Entretanto, o Curador Fisel, para di-fi
cultar, cada vez rnais, o pagamento do ag-
gravante, e memo frustrar-lhe sou direito
creditorio, propoz-lheo aceo de nullidade
da hypotheca, cujo process e re-urso, Is-
vando long tempo, darao lugar a que me
liquile a massa fallida, dispondo-se da
quelle product, em favor de outros, antes
de findar se a acclo, ficando o credor hy
pothecario sem ter em qne haver sea pa
gainento. Em vista desse procodimento,
requereu o inesiao credor, que o mcnecio-
nado product fosse recolhido ao I)cpo*io
Publico, sendo que nao havia nenhum in-
convenieDte, em ser depositado, porque o
proprio Curador Fiscal, replicando A imes-
ma acglo ordinaria, havia declarado, que
as quantias despendidas coin autorisaicods
Juiz tinham sido corn outro diaheiro e alo
corn o product das casas hypothocadas,
do que seo conclue estar em ser o inesino
product, e nao ter sido gasto em ., y,',t
part, come nos autos per vezes se alli-
gou.
Nao send attendido, denegando-se-Ihe o
recolhimento de tal product duct) ao De-
posito Publico. o credor aggravou, como
Ihe permitted o art 669 t 15 do Reg. n.
737. 0 Juiz, porem, o nio admieiio
i interpor esse seu recurso, dizpndo
quo o credor pretendia umn segundo ggra
vo sobre o que se havia jA decidido, polo
que protestou o credor por carta testenmu-
ahavel, a qual teve provimento, ruandan-
do-se escrever o sea aggravo.
Basta ler-se a petiqAo de fls. 95 dos aa-
tos, em que se requcreu o pagaincnu do
creaito hypothecario, e a peticlo de fl. 2.1
em que se requereu o recolhimento em &-
posito do product das casas hypothecadas,
ainda ex stentes segundo a deelaraglo db
Curator Fiscal, para se conhecer, que do
Iuas cousas distinctas, nao p~dendo, pwr
tanto, considerar-so o present aggraw
como segundo ou repeticaio daquelle em
que se nao tractava de deposit do pro-
ucto e sim tao somente do suna entrega a
iggravante, e sim do sea recolhianento
Deposit Publicu plels raz~cs ja expendi-
las a existencia da accio ordinaria, quo
>e podo prolonger, dispondo-se entretanto
te todo o product das casas hypotheca-
las, visto entender-se no Juizo do Corn
nerqio que outros credores preferem an
xypothccario.
Resultando, pois, desse despacho, que
[enegou o recolhimento do prociucto eaa
leposito damno irreparavel, pe1I. o '1ggra
*ante que se lhe de provident), ,r L'nan
.o-se o deposit requerido.
























/,; :ve]e
4 ove .am'd vote




'ha" IV" ear d awV
||.Dr. MAnoel Porte&l e conliellieiro'.
JlEl~oro Sava deven merecer Os vossoas

|sm!i dos conservadores, havemos ven-
ista cerrar fileiras e dar eombate ao
no memo terreno, que ele procu-

SA roasos postos, pois, distinetos sol-
Udos das phalanges conase.rvadoras, ver-
dadeiros symbols das gloribsa tradicoes
de vossos av'6s : deixai s6 e 69meate a in-
gloria missao, sos liberals abolicionistas,
de precipitar o paiz no abyaom, as anar-

A.reyartido conservador estA reservada
a tarefa de salvar a patria.
Sim! correligionarios!
Vencedores ou vencidos, em nome do
nosso passadb, havemos de zelar e guardar
comr regularidade, todas as instituiges so-
ciaes do imperio.
Conservadores abolicionistas 1
No 6 bonito, nao 6 leal o vosso proce-
dimento; abandonar as nossas fileiras, para
depositar na urna a chapa liberal, quo nao
6 o partido abolicionista.
Joaquim Nabuco e Jos6 Mariano nAo
representam senlo o partido liberal, por
que os abolicionistas sao apenas -nmn gru-
po e no unm partido.
Vede e attended; abolicionistas convic-
tos: a chaps liberal 6 ura coberta de re-
talhos ; toma nomes de escravagistas, retro-
grados, abolicionistas, emancipadores, ro-
publicanos; uao exprime, a id6a abolicio-
nista !
Vde o exoemplo que acaba de dar o Dr.
Paulo Jos. de Oliveira retirando-so do
pleito, so :para facilitar a victoria do Dr.
Nabuco I
Porquo nao imitar esse exemplo ?
0 conservador que votar contra o can-
didato do sea partido e der ganho do cau-
sa ao adversario, sob pretexto de abolicio-
nista, nato tern crensas, ano 6 sincere.
Erguei-vos : de v6s consorvadores abo-
licionistas depend a victoria: estA em vos-
sas ros contribuir para o triumnpho do
partido conservador.
Uniao, e As urnas !!
Novembro de 1884.
Cassius.


S:iko rosotlavel lDplicl
0 alferes honorario do exercito, Auto-
nio Francisco Pereira Gitirana, ahnoxarifo
S do presidio de Fernando, vem por imeio da
present publica9lto, nAto obstante ji a sereon
bern conhecidas as questoes agitadas con-
S tra os empregados deste infeliz lugar, as
quakes, teon seonpre por base principal, a
c ealummnia e a inveja.
Tendo o supplicante remettido para essa
capital (somente corm o fimn do prestar scr-
S vigos a u u amigo dahi) cincoenta saccos
corn iilho, no mez de outubro findo, coin
todas as formalidades aqui exigidas, isto C
cow a concesslo do\ Exm. Sr. general
commandant deste presidio, cujo milho
1 fora aqui eomprado a possess quo mere-
cem f6, e nao a sentenciados, comno tu'io
provays corn os documncntos que nesta data
S remetteu ao Exm. Sr. Dr. president da
provincial, e tendo sido ahi apprehendido
dito milho polo Illm. Sr. Dr. Jeronynmo
Materno Pereira de Carvalho, entao chefe
*. de policia interino cuja apprehenslo, nao
so prejudieou o supplicante nos mesqui-
a nhos vencimentos empregados em tal mi-
lho e frete jA ptgo, como ta-ubem aggra-
S vara a sua dignidade, ao nmenos decorrido
S no tempo da apprenhensao atW a present
: publicaglo.
SVe pois o respeitavol public, que o sup
S plicarte exereendo aqui o cargo de almo-
S xarif', parsa o qual presto a necessaria
S fian9a nuo esperava a pretexto algum que
o milho remnettido pudesse ser apprehendi-
do ainda mesmo que o supplicante tivesse
lan9ado mao do milho national (no caso
que existisse algarn a seo cargo) porquan
S to, o seu fiador e sua dignidade seriam os
unicos prejudicados.
Cuampre tamubean eselarecer ao respeita
vel public, queo regulamento de 11de fe-
S vereiro prohibe takes remnessas, ainda mes-
i o m a pretext de present, nao limits-so
S ao numero de ciccoenta e sim a mais in-
S signifieante quantidade.
Porem, a praxe aqui estabelecida desde
S que Fernando existed, 6 a seguinte: ne-
nhum empregado pode embarcar volume
Salgum sem concesseo do commandant,
l^sgdo costa de differences ordens do
di publicadas neste presidio.
S Pois, 6 esta a praxe que faculta a re-
S mesa de avultados numerous de presents.
S que s.lo remettidos para ahi, mensalmente,
como v6s nao ignorais.
Ve^, pois, o respeitavol public, que ten-
do o supplicant preenchido takes formali-
dades, nato podia se persuadir que seme-
l lhante remessa fosse collocal-o no abysmno,
Sporem, a tudo into se ha de sujeitar (com
toda resignaglto) qualquer empregado quo
Snecessite ganhar o pfo principalmente nes-
to infeliz presidio, onde s6 vigor a ca-
Slumnia e t intriga entire os funccionarios.
i Quanto aos boats de ter o supplicant
iB remettido, pelo vapor que daqui partira
em setembro ou em outro qualquer mez,
Scom saccos de tal legume, podeis verifica-
o contrario no escriptorio da Companhia
SPernambucana, onde existed todaos os ma-
nifestos das cargas conduzidas pelos vapor
es da referida Companhia.
Concluindo a present, pogo-l0s mil deo-
de tor occupado a vossa attecano
atgmns moments, e confio quo me con-
cis a prodigalihar a meama benevo-
Aazcia de outr'ora.
ernmatnd de Noronha, 21 dc novembro
Fr1884.
,,oio Franciso Prerira Gtitirana'


Os que continuam alistados ou so tive-
rem alistados no 2- district polieial da
mesma freguezia da Gra9a, que se cornm-
piem dos 1-, 2-, 3-, 4-, 6-, 6-, 7-, 8-, 9-,
10, 11, 12, 13, 14, 15 e 16 quarteiroes e
estes das seguintes ruas: part da de Joao
de Barros, Hora, Santo Elias, Espinheiro,
travessa do Portella, travessa Amelia, es-
trada dos Aflictos, Tamarineira, Agua-
Fria, estrada do Rosarinho, Rosarinho, Be-
beribe, Forte Coimbra, bocco de Santo
Amaro, rua do Feitosa, Santo Amrnaro, Be-
l6m, Campo Alegro, Campo Grandoe e es-
trada de Bel6m, dove votar na capella
de Belen.
N.B.-Entre os eleitores alistados de
novo, de que se fall acima, nao se com-
prehendem os que foram intluidos no alis-
tamento por occasilo da reviseo procedida
em setembro do corrente anno, pois que
estes em virtude da lei nao podem tomar
part nas eleiis que devem ter lugar no
1- de dezembro proximo vindouro.

0 aboHelionlsmo e as eleiopees
V
As conferencias do Santa Isabel, e as que se
fazem ao ar livre, vio produzindo no cerebro con-
fuso de uma certa ordem de gente manifestasoes
que tendem a arrastar a ordem e as famrnilias A
barbaria das ruas.
Alli nao se falls senao em patrias sem liberda-
de; nos hortores da escravidlo; em que Deus
nao ereou o home escravo do homes ; no fausto
e no luxo do senior ; na tolice da indemnisaOrvs;
na libertagao do escravo pelo trabalho .prestado
ao senior; no direito novo e na consciencia nova;
no congress de Milo que ereon aquelle direito ;
nos brindes das sociedades abolicionistas da Eu-
ropa ; e em tudo quanto possa fazer enthusiasm,
mas enthusiasmo pelsa desordem.
0 Sr. Joaquim Nabuco, absaudo do seu talent
o da sm acetividade, estA creando ums situaqAo
perigoa, saem levar a e conta aisam i do povo, e
mass que iao a miseries da *a Prviaa I
Sor onde paasa, vai dei LmU a rtiaho de
material explosives, 46 ainprudfineiade uns, a
nuseria de outros e o spe de mtos faro
chocar.
A se aotar m quer-que soja desiniatro e Ito-
brei por toda & part, u 60mmo preawllao -d *r6n
d(s swmw- mtoe contra a ordem pbek, a powA


~: alguas es-]
,4,;~~uo pediaa-j


Gaia eleitor, p irtaqw, c onrt5aUIo 0
quarteirbo a ruan, emqu ; !segud cons-
ta do seuz tituic, ji alistado eainia se
conserva, corn os quo cwftitalsn a novaw
divialo- das seooes nas du a lludidas pa-
rochias, verificarA corn certeza o ponto em
que tern de votar.
Para facilitar aos Srs. eleitores ease
trabalho, fazemos aqui a seguinte idica-
910 :
Os eleitores, quo. votavam no Pa9o da
Assembl6a Provincial e nato reqaereram
transferencia, e os quo par .ventura se to-
nham alistado novamente nos 1I o 2- quar-
teiroes do 1- district policial, e em todos
os do 2" districto|da freguoziada Boa-Vista
compostos das seguintes ruas: Princeza Isa
bel, part da da Saudade, part da da.
Unilo, Ilha dos Ratbs, part da de Sete do
Setembro, Aurora, Santo Amaro, largo de
Santo Amari, Tacaruna, Luiz do Rego,
becco do Lelo, Lima, travessa da Piedade.
Funfi9to, travessa do Costa, travessa do
Pombal, estrada velha de Santo Amaro,
estrada do Maduro, bocco do Santo Ama-
ro, Astrada do Cemniterio, becco das Almas,
e largo do Cemiterio, devem votar no Pa-
go da Assembl6a.
Os eleitores qu continuam alistados ou
se tiverem do novo alistaco nos 3", 4", 5.,
6-, e 7- quarteiroes do 1- istricto poli-
cial da referida freguezia, compostas das
seguintes russ: Imperatriz, Hospicio, bc-
co .io Veras, praga do Condo d'Eu, Vis-
conde do Pelotas, becco do TambiA o R-
sario, devem votar no consistorio da ma-
triz da Boa-Vista. -
Os quae continuam alistados ou se tive-
rem do novo alistado nos 8- e -9- qaartei-
roes e que primitivanente v;tavam no con-
sistorio da matrix da Boa-Vista, e brin as-
sim nos 10, 11, 12 e 13 quartoir~os, com-
postos todos das seguintes ruas: Concei-
9to, Pires, Atalho, Giriquiti, largo da Pon-
te Velha, Caes do Capibiribe, Volha, Ale-
gria e Visconde d'Albuquerque, devemrn vo-
tar no consistorio d% igreja da Santa
Cruz.
Os quo contianuan alistados ou se tive-
rem do novo alistados nos 14, 15, 16, 17
e 18 quartoirojs e que primitivatnente vo-
tavam no consistorio da Santa Cruz, e bemrn
assirn os quo estiveren alistados no 19
quairteir.o e que primitivamente votavamn
no consistorio da igreja da Soledade, conm-
postas das segaiintes russ : Santa Cruz,
S. Gongalo, prava da Santa Cruz, CoO-
Ihos, Coronel Lamenha, General Seara,
travessa das Barrciras, part da do Viscon-
de do Goyanna, Cajueiro, P.aysandui, Cho-
ra-menino, Barto do S. Borja, parte da de
JoAo Fernandes Vieira, Soledade, Pro-
gresso, Conquista, e part da de Joio do-
Barras, dove votar no consistorio da igre-
ja de S. Gondalo.
Os que continuum alistados ou se tive-
rein de novo alistados nosn 20, 21, 22, 23,
24 e 25 quarteiroes, comnpostos das seguin
tes ruas : Conde da Boa-Vista, Nymphas,
parte da de Sete de Setembro, parte da da
Uni Bispo, Riachuelo, Destino, Quartel da S;-I
ledadc, Principe, AttracAo e Soccgo, d -
veorn votar no consistorio da igreja da S-
ledade.
Os quo continuum alistados ou se tive-
re'n alistados no 1" district policial da fi-c-
guezia da Gra9a, compost dos 1", 2-, 3-,
4-, 5', 6-, 7", 8-, 9', 10, 11 e 12 quartoi-
roes, compostos das seguintes rums: parte
da de Paysadui, part da do Visconde de
Goyanna, Estancia, Caminho-Novo, B fixa-
Verde, Joao Fernandes Vieira, Crioulas,
becco do Jacintho, Ventura, travessa do
Ventura, Capunga, porto do Liserro, Per-
nambucanas, Amizade, S. Jos6 do Ma.n-
guinho, travessa da Gra~a, travessa das
Pernambucanas, largo da Gra9a e Ponte
de Uchua, deves votar na sachristia da
respective matriz.


I WEUDIROCH..


Os lasaroni-mlassaaiello abati-
dos, o esclavagismo sobre a
presa
XIV
Libcrtas, decas et anima awstra
int diebio sunt.
Cada uin dos partidos eanta glorias do que tern
feito de grande nesta terra ; e quando se pergunta
a quo cbegamoA nesta hora, no fim diesse cami-
nhar que nao 6 long, s6 se eacoatram miserias e
desgragas, e em perspective horrores proxinos ;
e para elles nao se apresta algum remedio. E no
entanto a luta dos dous partidos gloriosos 6 pela
posse do powder, promettendo ambos resolver bem
as questoes, semr nenhum dizer nem parque mcio
nem de que modo.
86 na questao servil tern urn plane os liberals
do qual nao se agradando os conservadores, se
offerecem para fazer melhor, sear dizer como, por
queo aquerem o poadfe o devem, dizem elles. ,
E' isto bemrn dizer que naio o tern m; que so que-
rem o poler para gozal o e fazer qualquer em-
plastro para illudir e perpetaar a eseravidAo.
Mas isto 6 provoear o sentimeato de today a po
pula* o das cidades que nao podem soffrer mais
takes dilados, de tolo o mundo civilisadoe christAo,
que se indigaa deaindaver no Brasila seacravaria.
0 sentiment reagira aqui contra a chicaua e
achari tode o apoio no sentimento universal;
e contra a reacicao em cireumstancias takes, sergo
impotentes as bayonetase fuzis, para prolongar a
infame iniquidade da esoravidbo.
Nao podem, pois, como o aflirmam, resolver tal
questao para o que nao tern mlles p!ano; oe por-
tanto ainda que vengam corn este engano a elei-
cao, nao podem alcaawar o powder; pois s6 para
provocar as maiores calarmidades, poder.-Ihe-hia
ser elle dade.
Por outro lado o'S liberaes que com seu plaho
roesolvem a questlao primeiia, nalo trn nem uma
palavra sobre o pano da priidpaes 4ur a els so
oeeadem, quandod resolvida, e que maiorea cala-
midades e de asr m non trari,. -ao 6 mai que
resolver-se io as tio g&a& questa, eem
cnrar de media AlffunM nreveniva DftrI 0o


do ataxWiso a autWiaa para 09 nrnar0e Doras, po
fto atte6dlo. No dbi seguinto lit-se noama 4sli
citada .doMario: I I ,
0 eeravo 6Com co m aWai, 8quo :tfebraa ord
em quo estA presos e foge: quo tern a policia
que vercoalfsog ? a
0 osenravo 6 ioomo o boi I
Ea promessa da lei, ou antes o solomne com-
prorisso de protoger e garantir a propriodade ema
today a sua plenitude, e o ever da autoridade em
cumprir a iei, 6... urma tolie !...
Eis paras onde vamos.
0 Sr. abueo, .pos soua arroubps de 1i4oueaeia
trata nominalmete os seus adverisarios eom pouco
favor; desafia-os pars diseutir, offercee-lhes a tri.
bans, quaudo sabe que nao pode ser occupada por
elles ; pots a cada nome dedinado os ouvintes
po01O sdecta o menos quo fazem 6 gritar : fira
guabira I.
Naio cuide, por6m, que essas grosseiras demons-
trawos em. apreco de sua possoas partem do elci-
tor, de quem espera o voto. Nao, K"uelles nio
votimn, apparecem na occasi6s critical pars con-
tar to momentous da insurreigio. na qual devem
tomarn:r part, nao por amor da liberdade e dos di-
reitos do home, mas pela fascina"Ao da proprie -
dade, que nunca poderam adquirir pela sua activi-
dade e polo seau asuor.
0 dleitor nada diz, se applauded a form do dis-
curno, corn certeza nalo aceita a id*a, porque a
julga, em sua maioria, p:rigosa e anarchica. (J
cleitor ternm o que perder e nada a ganharw .m-c
desordem. Veremos como elle se pronuncia no 1
de dezembro, que se approxima.
Nia pense o Sr. Nabuco que, quando a patria
periga, elle se deixe ficar ema casa cornm receio de
dar o seu voto em quem julgar umn penhor de or-
dem, paz e concordia. Nao pense nisso.
A patria 6 a faiuilia, a propriedade, e o ben
star future dos nossos filb:s. A's suas idWas
opporemos as leis, combateremos par ellas, pela
sociedade e pela liberdade que so quer ferir.
0 Sr. Nabuco e os secus sectaries sito de uma
soffreguidao tinjustificavel. So at6 hoje se tcmn
libertado pars mais de quinhentos mil escravos, a
maior parte pela liberalidade dos senhores, naio iha
nmans duvidar do qae no fin do present seculo a
escra.vidao tera desapparecido do putiz, sem abalo
das rendas publicas, da propriedad- e riqueza
particular.
M.s nao quer isso, nio sabe esperar, e cntre-
taiuto diz qu a esperemos, que tcnhamos confianua
no trabalimo livre !
S no teni a virtudo de esperar, a soffreguidbo
traz a desconfianca.
0 Sr. Jos6 Marianno, depois do vender os seus
-scravos, alistou-s e nas phalanges abolicionistas,
o diz corn a manesma sincerida-e, que a propriedade
servil aao 6 a propriedade da Canstituigio. Di-
verge do Sr. Nabuco, cm que este quer a liberia-
do gratuita e iminmediata ; que o liberto deixe o
eiugcnho ondc niasceu, onda encontrou o alimento e
o reoedio, C vA cm seguida para a cadeia, coberto
de crimes, consequencia necissaria dos primneiros
imnpetos da liberdade, que ellejulga tudo per-
mittir.
E o Sr. Jose Mariannao quer, segundo o natcef
de O.nar, a cominunidade do musulmauo ; a liber-
dale sem indeminnisaic, nao porque seja injusto,
in is porque so aproveita ao credwor e nao ao so-
nilh;r ; a lierdado sean accord, scm lei, nsim greib
(,uere porque quero, usa cousai seramelhante a in-
v:SIao do collegio da ra do Hospicio, cmn que tui-o
fui ra-ao at6 as sagradas imagens.
E' esta a librdade que quer para os escravos
alheios, e que esto-s d<-pois tfa.am o mesmo que vile
alli fez seant cousideracmlo, nent respeito ao homin.,
e a Deus. E' a liberdade do escravo coin a escra-
vi-ldo do senior, coin a pobreza deste, corn a sua
dcslionra polo comtnunisrno licencioso daquelle !
Geralmnente julga-se que o Sr. Jos6 Mariann..
iirn tem.. -. cosciencia do que diz e do que faz.
DJ que diz pude ser, dl quo faz dividamos; emi
to to caso ectre o Sr. Nabiuco c aquclle hlia a mnesmna
difftreuga da tlheoria ao facto; oaSr. Nabuco vOa
levaudo comsigo raspo de oliveira, o Sr. J
Mlariaanao ra.stcja coin o arelhotc ricen:liari"'u'-
in.Xo. E' o quo .stainos vendo.
Ao emicerrar a cunferencia daquelle dia, diau-
ete, mais ou menos :
0 sol se esconde, retiremona-nos corn elle ; c
cedamos as trevas sos bacardos que cabalas ao
ouvido, pelos beccos e a horas mortas. ,
Quern sao os quo cabalas em segredo ? Nbl
so sabe; o quo se sabe, porcm, par ser publicado
na Diario do dia seguinte, 6 : que os ladrues ata-
eurara a mtno armada o estabelecimnato do Sr,
Manoel Cavalcante de Albuquerque Mollo, nos
Reedierdi, roubaram-lhe o ditheioo qne tinha; al-
guars generos, e deram-lhe tres facadas !
Os Remedi:,s fiea a poucos passes da Magdalc-
na, onde houvo a conferoneia...
Podiamos Caminhar par outra formal, talvez por
caminho mais logo, mas sere duvida chegariamos
primeiro. 0 Sr. Dantas nao quer ; prefer A des-
organisacao do trabalho e A riqueza publics, a
gloria pessoal de fazer puasar na Camara futurar
o seu project abolicionista par candidates offi-
ciaes !
E o que farernos no dia 10 de dozembro ? Nao
i precisamos dizel-o. Conservadores e liberaes nro
preferem, por eorto, o sen bem-estar e a tranquil-
lidade de suas families as preteneues e as vellei-
dadesdos Srs. Nabuco e Joae Marianno, que ama-
nha nao selembrarao do eleitor, nem da provincial
que os escolheu /


k 'o eleilorado do S' district
111m. Sr.--Ha mais de trinta annos comecei a
ter a honra, que nunca deixei de pleitear e fre-
quentemente me foi conferida, de ser eleito por
Pernambuco, deputado a assembla provincial ou
A geral: e creio ter-me csforcado por na'i,) deslus-
trar essa provincia, nao obstanto ser o primeiro a
reconhecer a minha inferioridade de habilitaqAo.
Por maicres, e mais rcrdoras de toda a minha
gratidao, que sejamn as provas de estima que eu
tenha obtido ou possa obter em outras provincial,
nao devo renunciar ou deixar prescrever os me,"s
direitos politicos em Pernambuco, embora nao de-
seje tirar o lugar a nenhum moo comprovinciano.
SAcceito pois,'eomr vivo agradecimnento a apre-
seataiao da minha eandidatura quo os rep'-esenu-
*t.esrAIJft*i.4bgartfin htl otAJ di Pprnsaftuuboo;,
idf de attendert a varias coxvenicncias, collo-
caran no 8.o district, cujos collegios muitas ve-
zes me honraram corn grande numero de votos.
Nao ncessito fazer programmo nesta occa-
siao. Pernambnco sobre o procedimento, a posi.
a, o 'r0ira de influencia, quo tenho tido nas lu-
tas polticas, nas assembl6as legislativas c na im
prensa, qu6r na provincia, qu6r na c6rte.
E' conhecicla de todos, e exuberantemente tern
sido manifestado, a minha opiniAo soeee o projeeto
.de lei que motivou a dissolucao da ultima camera.
Ella se acha especialmente exposta no parcer
que dei como membro das commissues a que foi
submettido.
L6-se nelle o seguinte trecho:
a Nao sou do parecer que se deva mantcr sys-
tematicamente a escravidAo no Brazil. Se fosse
pcssivel extinguil-a complete e immediatamente
sem alteracao da ordem publics, sem notavel des-
barato dafortuna public particular, sem roubo
aos proprietarios de escravos sendo elles devida-
monte indemnisados do just valor dessa sua pro-
priedade legal, como estabeleee exige a Consti-
tui*o do Imnperio, eu nao hesitaria umn moment
em votar pela reterida extincao.
Mas nio basta que o nosso geverno possua on
possa obter a somma necessaria para indemnisar
lealmente, e nao de modo irrisorio como costume,
os ditos proprietarios. Ainda assim o estado e os
particulares ficariam arruinados em seus rendi-
mientos, no valor das terras, cm todos os outros
v.alorcs, em todos os meios do vida o dc prosperi-
lude, emquanto nAo conseguisscin substituir ou-
tros bracos Aquelles que at6 hoja tern des.nnnpe-
uihado o trabalho agricola c oporado a produc(io
niacional. n


SCOEIERCIO


Praea do Recife, 26 de novem-
bro de IS4
As tree horas da tarde
Cotaoea officiaes
Apolices da divida public de 1:000% ejuros de
6 0[0 A 1:0701 cada uma.
Algodio do Rio Grande do Norte la sorte, 8,500
por 15 kilos.
)ito de dito median, 75500 per 15 kilos.
Dito de dito 2a sorte, 6&500 por 15 kilos.
Assucar bruto do Ric Grande do Norte, 1,550
por 15 kilos post a bordo aqui.
Lmt salgados seccos do R-o Grande do Norte,
640 rs. o kilo.
Ditos ditos da provincia. 610 rs. o kilo.
Cambio sobre jo Rio Graade do bu1, 90 d/v. c :m
1 314 010 de descento, hontem.
Cambio sobre Par4, 60 d/v. corn 1 1/4 0/0 de des-
conto, hontem.
Cambio sobre Londres, 90 d/v. 19 1/4 d. por 1S,
do bauco.
Na hora da bolsa
Venderam-se
8 apolices da divide publiea.
.. J. de Oliveira Rodrigues,
President.
A. M. de Amorim Junior,
Seercetario.

aINDIMENTOS PUBLICOS
Mea deo novombro do 188 -


i4,4uU = 8e 3a 25
SIdem d 26


df25 -25,
S-OMDe O a25-De 3 a 25

a 26
|||'..,1.^ ^^^

mi:ii ::,::a' *af&ife-ai.t&L^, "-^


" 827:146A90
29:8105b88

856:447A658


47:382I1388
1:117_08
48'.i99Al68
01 .JANhiOiF.


P


ce m qoe tsax baxm maito 0o prpig 10d
COURm4at6 4 da podemos competir, porque nao
pha d4if _grande nos proeasos; wmss ao
Como o*461W5?, porque seu process entire n6s 6
anuito mai despondioso e meioa productive que o
0ratado sera quo em breve o estado lo po-
deroa l satisfaacr eoompomissoe, que oinda
6 o id eotisegumdo, illudindo por estes maios
almati@os, mao ruinosos, de emprostimo pasa pa-
gr Jauroe de emiasso de papel. Em breve, elle,
- o eoata provincia, nem terA con que pagar ao
epregados.
S sobre este estado, sobrevindo a liberta*o dos
'eaeravos que se naito p6de dispewsr de fazer em
eurto praso, primeiro que esses homes se domem
ao livre trabalho, como sera entlo horrorosa a mi-
tiiMAo ?
A nossa unica fonte de produeco, aagricultura,
emn tal situa*o tao horrorosa, oque nos rest?
0,1pe faremos, de que viveremos ? Os ricos co-
wmcIo seus capitals, e os pobres que nao sabem
trabalhar de enchada e que tiveram educaVAo
pam outros miateres, queo farao.
Scozmmercio 6 todo do estrangeiro. Tanto
ou quatoi edle sempre tira lucro, nao s6 para vi-
ver, como pars capitalizar. 86 do Rio de Janeiro,
seretirpm, s6 paraPortagalannualmente trinta mil
conts dc r6is, al6m do que vai para outras parties.
Porq ze pois na ha de ser nosso privativo o corn-
merdode retalho?
Em que se flamn? No empiregos publicos?
Estes em breve serlao cortados e recortados e
aindt assim nao hao de ser pagos, como corn mos
desta provineia est, se vendo.
E'p isto que 6 este o ponto principal do meu
programma ; e, se eu for eleito, hem do conseguir
esta medida de proteeydo national, porque todos oa
o.- raols a desejam, ainda que alguns poucos por
Iuvedimaeia digam o contrario. Nao se diga
Sque 9a andorinka s6, porque neste ponto todo
o braileiro estA commigo.
Vinde pois a mim meus lasaroni, vinde corn os
vossos votes As escondidas, vinde que os enpregos
pablicos estio-se afundando, e o vosso patrlo nio
oz datA mais, porque nao sera eleito. Se nio me
ajaudardesa entrar em 20 escrutinio, entrari elle,
e ahi serA entao derrotado, se escapar do 10
porque em tal caso eu ajudarei o escravo-
crata, que prefiro a Massaniello que nem 6 liberal
nqm conservador, nao 4 nerm abolicionista nem es-
cmavocrata, que nio 6 nada e 6 tudo o que for ne-
cossario para a sua elevagio e riqueza. At6 j A
se proclamou ha poucos dias, do commercio a re-
ta~ho. Poderia elle resistir A rua da Quitanda,
etls que to depressa achou present de palaeio,
berlinda e parelha, e sustenta lauta mesa a toda a
ho-a?
linde a mirm, conservadores; lembrai-vos que
o future e horroroso e que s6 nos rest para n6s
e nossos filhos este rccurso. Pois preferireis a glo-
ria de ver eleito Theodore, ao plo para nos e
osseos filhos, a este grande melhoramento, e este
reniedio do present e felicidade do future ? Vinde
bern em sigredo, que nio ficareis mal corn o vosso
chefe, que aliAs tern-me dito taatas vezes tanto
desejar-nm ver no parlamento.
SAffonso d'Albuquerque Meoo.

A' IElla
Ha hfizah-hah yjyecyh f yefh, gin ou ia iafcf,
jzfdf-ea zffilihyhcyae, gfa, eficjt, giA fyf cbflhyh fyf
fihyhbcylo ayfzyh fahiy byiye a zae eaezhyay hai-
feyf byecfeyh.
Recite, 25 de novembro de 1881.
E. Ahliajah.


Arados, grades e outros inslrun
mentos agnricolas
305 medalhas d iplo masenm
10 annos
Theo. Just

17--....Corpo Santo.... 17
PERNAMBUCO
Uidco agente do afamado fabricante
aT3D. S.A.GCJ:.
Plaguitz..Leipzig

S111m. Sr. Dr. Ignacio de Barros Barreto, ge-
rente da sociedade Auxiliadora da Agricultura.
0 Illm. Sr. Dr. Ignacio de Barros Barroto Fi-
Iho, no engenho do Meio, Varzea.


EDITAES
0 Dr. Thomaz Garcez Paranhos Montenegro, juiz
de direito especial do commercio d(o Recife etc.
etc.
Faz saber que por despacho do hoje, foi desig-
nado o dia 27 do corrente, ao mcio dia na sala das
audiencias para a rcuniLo dos credores da massa
fallida dc Maia Ramos & Santos, afirm de verifi-
carem os credits, deliberarern sobre a concordata
se for proposta, ou noinceiarein dmininistradores a
dita inassa, pelo que convoca a todos os credores
da reterida massa a se reuniremn no referido dia
hora e lugar. certo de que na'o serA admittido a
credor algum por procurador sem que este exhiba
procuracao especial para o acto, a qual ni;o poderl
ser conferida a devedor do fallido e que sera li ha-
vido n credor que nao comparecer cowro adherehite
a resoluhIo que tomar a maioria dos que compa-
recerem, contanto que para ser valid a coneorda-
ta 6 necessaria quo ella seja concedida por dous
tergos dos credits sujeitcs aos effeitos da concor-
data.
E para qoc chcgie ao conhecimento do toees
mandonu rassr o present que scra'i pub)"eaiiuo pel:h
imprensaL o Iffixaiuo 1103 tiUCres do c(ost;'>ii.
Recite, 17 deo avembro d(.l 1881. Eu Jis( Frian-
klin de Alerncar Lima o subsrecvi.
Thomaz Garce arf'aaihos [oiidne.'-o.
IJEeSA t14)U D EI' E XQ 'UTAAO
Em 25 le novembro de 1884
Para o exterior
Na brca americaniia BJon.y D., carrcgon :
Para New-York, Julio & Irmno 1,0.0 saccos
corn 75,000 kilos de assucar mascavado.
Na escuna americana Luize P. 0., carregou:
Para New-York, M. J. da Rocha 2,000 saccos
corn 150,000 kilos de assucar maseavado; H.
Forster & C. 3,500 ditos corn 262,501 ditos de dito
mascavado.
No patacho americano Josepha, carregou :
Para New-York, Julio & Irmao 20 saccos eom
1,500 kilos de assucar mascavado.
No vapor inglez Maranhemse, carregou :
Para New-York, Engenho Central 577 saccos
corn 46,170 kilos de assucar mascavado ; S. No-
gueira & C. 2,755 courinhos curtidos.
No brigue inglez Atalante, carregou :
Para Montevid6o, T. de Azcvedo Souza 425
barricas conem 44,090 kilos de assucar branco.
No patacho national Rival, carregou :
Para o Rio da Prata, Amorim Irmios & C. 300
barricas corn 37,184 kilos de assucar mascavado e
1,300 ditas corn 151,555 1/2 ditos de dito branco.
Para o Interior
No vapor national Pernambuco, carregou:
Para o Rio do Janiro, M. P. Maia 2,752 meios
de asla.
No vapor national S. Francisco, carregou:
Para Bahia, F. Guimarles 6 pipas corn 2,880
litros de mel.
No vapor national Ceard, carregou :-
Para ManuAo, H. Oliveira 40 barricas corn
2,658 kilos do assucar branco e 25 barrios corn'
2,400 liHtro de aguardente.
No hiate national D. Antonia, carregou.:
Pam Aracaty, M.J. Pereira 5 barris corn 450
litros de mel; J. P. de Sant'Aana 5 ditos corn
480 diltos do edito.
Pam Mo Hd stro mages 10 bar-
ricas con 400 kilos do assucar bronco.
Na barcaa Autra 23, carregou :
Parm Maracja, Beltrao & Costa 100 cords do
pisseava.
IWOVD O DO PORT 1


.uQmadI W 0U u W 9p010 e V. S. A min"S cURuSut-
twv, e rogado me dispense de mais protests e
m o, pois tenho obedecido empre a Unma
r: W Iar on eueever pouco, prometter menos,
Sfazer quanto cabe em minha foras para servir
o pais e os amigo corn dedicao e reconheci-
mento.
Pr6so,-mo e de oser de V. S. amigo e criado obri-
gaduslmo.-TVfcosde de Sosa Carvalho.
Rio de Jsmaneiro, 1 de Novembro de 1884.

Caridade
Em dezoito asylos exiatem nail meninas or-
phas.
Em dous hospitaes, muitos doentes de ambos os
sexos.
Todos estes estabelecimentos em quatro provia-
cias do note.
Para que nao desapparega tant o beneficio o ir-
mao Ignacio vos pede uma esmola polo amor de
Deus.
A esmola attrahe sobre n6s a graga, que aug-
menta os nossos bens espirituses e temporaes,
a0aga em nos o peccado, e abre-nos as portas do
Poderlo as esmolas iser eatregues [aos Srs.
Braga Gomes & C., rua Marquez de Olinda n. 50,
ou no escriptorio do Diario de Pernambuco.


AO AMIGO SINCERO
0 MODESTO POETA
Agostinho de Oliveira Junior
PELO SEU BACHARELADO
Abra-am 1
IRibeiro da Silva e Ovidio Filho
25-11-84.
sa i." ,^- 4-H ^ 0.- .M-f ..r^


Edital n. 30V
3a praga
De ordem do Illm. Sr. inspector se fax public,
que as 11 horas do dis 29 de navembro, sero
vendidas em leilao, no trapiche Concei*ao as mer
cadorias abaixo declaradas:
Armazem n. 1
Marca HN & C. Umsa caixa n. 123, vinda do
Havre no vapor traneez S. Martin, descarregada
em 8 de janeiro de 1884, contendo o seguinte : 8
pares de meias de algodio, compridas de mais de
20 centimetros, 4 ditos idem curtas e 3 kilogram-
mas de bijouterias de cobre.
Marca FS & C. Uma c aixa n. 5,767, vinda do
Havre no vapor trancez 'ille de Ceard, descamre-
gada em 9 de novcimbro de 1883, contend o se-
guinte : 31 garrafas corn vinho medicinal naoe es-
pecifisado, pesando liquid legal 11 kilogrammas
e 350 grammas 30 frascos com injeccoes medi-
cinaes, pesaindo lijuido legal 3 kilogrammsu.
Marca FS & C. Una dita n. 5.768, idems, idem,
idemn, conteado o soguinte : 1-2 frascos cornm creme
de bisinuth, pessando liquid legal 1,200 grammar,
100 frascos de xaropes medicieaes, pesando liqui-
do legai 22 kilogr.amimas ,66 fracos, conteudo
capsules e confeitos mecdicinaes, pesando liquid
legal 1 e 1/2 kilogrammas e 9 kilogrammas, peso
nos envoltorios de pastilhas medicines.
Marca FS & C. Uma caixa n. 5,769, idea, idem,
(ontendo livros impressos, eneadernados, torrados
dc papel, pesando liquid legal 43 kilogrammas.
Maresa FDS. Umsa caixa n. 5,441, idem, idem,
idem, contend livros "mprassoa cneadernados, pe-
sanlo liquid legal 126 kilogrammas.
Mares FXF. Uma caixa n. 7, idem, iderm,
idems, conutendo capas de algodao para chapeos de
sol, pesando 16 kilogrammas e 4 kilogrammas pe-
so liquid de borlas de sed:.
Armazem n. 2
Marca MJC. Uma caixa, n. 17,982, viuds de
Liverpool no vapor inglez Orator, entrado em 22
de dezembro de 1883, contend fires artificiaes,
pesando liquid 14 kilogrammas e t)3 grammas.
Armazem n. 3
Marca C grande WR no centro. Tres caixas
ns. 1 a 3, vindis de New-York no vapor america-
no Advance, entradas em 24 de novembro de 188,3,
contend o seguinte : caixa n. 1. 40 kilogrammas
de quadr-,s de molduras ordinarias, pintadas : di-
ta n. 2, 40 bilogramnmas, idem, ides, idem ; dita
n. 3, 40 kilograminas de :annuncios impressoas de
:natis de uira cor.
Armazem n. 5
Marca Z. Uma caixa n. 130, vinda dc Liver-
pool no vapor inglez Comma;oder, entrada em 5 de
janeiro de 1884, coutendo 120 kilogrammas de
obras de ferro batido simplcs. ilo classificada.
Marca JG & C. Uma grade., u. 556k idea no
vapor inglez Wa rrior, entrada em 1$ de nove:n-
bro de 1 t81, contend 20 ceaixas corn chai da In-
dia, pesamdo liquid legal 1)13 kilogrmtmaa.
Armazem n. 6
Marca diamante I B & C dentto. UCnm caixa
cmin iunmncro, viunlA dt Southia:np'on no vip-;Or in-
glez G'wdiawt, earrado cm 20 de novinbro de
1873, coatceambo dous chicote eom amoutes p.-nr
carrinhos.
MdoM i .-ldan ,n.A fii ;t", i.Ao.. ;, 4"0a ;".an.*,, an-
tendo quatro arrcios e ecouro braieo corn guar-
nic5,,s de metal prateado para carros de umn aui-


mal
Armazein n. 7
Marca D. Una caixa n. 27, vindade New-
York no vapor amerieauo Reliancme, entrado cm
26 de dezembro de 1883. contend 12 garrafas
corn vinho medicinal, pezando liquid legal 11 ki-
los e 880 grammas.
Marea J A S. Uma barrica vasia. viuda de
Liverpool ro vapor inglez Orator, entrado em 21
idem idem.
Marca A A P S. Uma caixa, vinda do Rio de
Janeiro na barean iiacional Angelita, entruda em
12 idem idem, contend diversas peas para fog&o
pezando liiuido 86 kilos.
Marca H P C. Duas barricas, viudas de Li-
verpool no vapor iuglez Orator, entrado em 2 de
janeiro de 1884, contend cimento, pezando li-
quido legal 287 kilos.
Marca Z. Um volume n. 128, idem idem no
vapor inglez Commander, |idem em 7 idem idem,
contend 10 kilos de peneiras de arame.
Idem idem. Uma caixa n. 129, idem idem idem
contendo 255 kilos de obras de fero furidio.
simples.
Idems idem. Uma dita n. 131. idenm Ididi, .-imui
contend urnsma prensa.
Letreiro. Um harril. vindo de BorIa'-vx uo
vapor franccz S4!,egal, idein cm 5, ideam idea. con
tend 30 iitros lte \ iagre.
Marce F S. Dt z barrio, viudos le Ivo'.irp l
no vapor inglez A,,t, ii. c.)ttcird, ;rei de ijhld;ir, p zaudo lituik 3 )2'
k;los.
leni idei. Viute saecos iden em 23 ilem
date F. B. Frogathen, cargi varies go-
ncros.
Rio Fornoso e Taiuandar6 Vapor nacio-
nal C-Giquid, cominandauteDomingos Iien-
riques Mafra, em lastra.
New-York Barca ingleza Carl of Devon,
capitito Ward, carga assucar.
Montevideo por escala Canhoneira de
Guerra General Artigas, commandante
Xavier Gomensoro, carga muni5es de
guerra.
Bahia e escalas Vapor national !. Fran-
crisco, commandant J. J. Pereira, carga
varies generous.
Bahia e escalas Vapor national .larqez
de Caxias, cominandante F. R. do No-
va, carga various generous.
ObservaC3es
8uspendeu da Lamarao para Paralhvyba
s ldgar norueguense ongorf, capitao 0.
Tallalier, em lastro.
0 patacho inglez IF. N. H. Cloesnns,
que devia ter suspendido do Lamarao para
Barbedos, deixou do o fazer por ter entra-
do hoje para o .ancoradoro intern par&
carregar.

VAPORES ESPERADO8


Ceard
Alice
La Plata
Rosario


Manado.
,Gironde
ViUe de Marank
QaraveUae
rito &Santo


do mfo
da Europa
do sul
de Hamburg e por-
tos do note do
Braail
- desembro-
do note
daEuropa
ao daEurope
daB ,ia
dosul
do Pcifeco
do&ul
dpd EF


We
boje
a29


530
52
5
a
5?
a ,
410
a 11


4A:.
A :


7--


De or dodlIl1. 3r. Dr. uwpoetw,, h i
blico ue no dia 1 de dwembro puim i
ro, ir denvo pr&aa y recfo ai
do disimo do gido vacem f cavalit m u,
loealidades abaixo declaradas, arviado d b lM
as quantias relative a urn sans, oafrudM 9P
los Srs. Aurelio dosSantos xCuma, Jw
Theotoaio da Silva Loureiro e August Osta
de Sousa, as quaes em mguida s o encioni:
Bom -Conselho e Aguas-Beilas 1:70000
Fleres e Ingazeira 1:430599
S. Bento 900000
Cimbres e Alag6a de baixo 800.000
Garanhuns 500000
Brejo 50 00
Caruari 400IO00
Bezerros e Gravata 300000
Bom-Jardim 100500"
6:6205800

Outrosim, tem-se de addicionar A importancia
da arrematacio a do imposto additional de 56 0/0.
Secretaria do Thesouro I-roviueial de Pernam-
buco, em 21 de novembro de 1884.
Affonso de Albuquerque Mello.


11 district
him. Sr.
Candidate a deputado por esse umdecimo dis-
tricto, eu peco a V. S. o muito particular favor de
honrar-me corn o sou voto, e dos seas uumerosos
amigos.
Si en fizer parte do parlamnento, sustentarei to-
do o project do sabio estadista Exm. Sr. senador
Manoel Pinto de Souza Dantas, digno president
do conselho de ministros.
Entendo que todo pretendente a representante
da naeAo, em a eleiqaio do 10 de dezembro dove
apresentar o seu programme relativamente ano ie-
monte servil, questao a mais grave que se tern
agitado no imperio depois do sempre minemoravel 7
de setembro.
Dispouha de quem 6 corn a maior consideraoa.
e estima, de V. S. amigo e criado obrigadissimo
Josd laria Ramos Gorjdo.
Recife 24 de outubro de 1884.





















0 (I tto nuItdo Provin-
cal mAa aw contiibuites dds irnpostos de
4ecima .iurbIana,, doebens oni.zs deo corpo-
-9.s de i mqrDttta, e di 40 rdia por litre
-d vinidho e 8$0 r6is per litro de aguardento
,e quaesqaer bebidas alcoolicas couasuazidas
aa provinoia, em eatabelocimentos d fra
do< p-Omumtro dos ituOstos do repartigao,
-dos quaes trata o1 8? do art. 1 da lei n.
1810 (orgameonto igeatie) que no dia 1 de
dozembro proximo iAturo come eats re-
parti~go a arrecadagio, -A bocca do core,
dos mesmos impostos, coin o praso de 30
dias uteis na forna do art. 42 do Reg. do
4 dejulho de 1879.
Consulado Provincial de Pernamibuco,
26 de 1883.
Francisco Amyinthas d GCroztlho Mmra.
O cidadito Antonio Samico do Lyra e Mello
jaiz de paz do o1 annoo desta freguozia
de SiAO Jos6 do Recife,. president da 1'
mesa eleitoral da mesa em virtue da
lei, etc.
Pelo present convoco o0 Srs. Aprigio Joa6 da
Silva, Joao Carolin d) Nascimento, Joaquiin Ca-
valcante de HdLabada Albaq.uerquo, 2o, 3o et 40
juizes de paz desta frogaUzia, e ow Srs. Agostinho
Bezerra de 8. Cavalcant. Filho, Joaquim Teixei
ra Bastes, Joaqnim G)mn's F. de 8A Leitao ePra-
xedes da Silva Gasmlo, lo, 2, 3' e 4' imrmediatoi
em votos aos mesmosjuiz.s de piz, para quo sc
reunam as 9 horns da m minlh d) dia 28 do corren-
te no consistorio da igreja inatriz desta treguezia,
e procederem a nomnasito dos presidentes c mem
bros da meza da 2a e 3a sccIo eleitoral da mes-
ma fregaiezia, devendo ser eleitos dentre os cli-
tores das respectivas seii5ei o presidenite e
membros das respoctivas seceqes eleitoraes na for-
ma da lei, ficando sujeitosmas multas respectivas
aquelle que sem inotivo justifieado e participado
deixar de comparecer.
E para constar maudci pissa:r o present edital
qu3 serA publicado pela inprensa e affixado no
lugar do costune.
Fr.guezia de S. Jose do Recife, 11 dc novembro
de 1884.
Eu Jose Goncalues de So escrivao escrevi.
Antidonio Sam 'o de Lyra MeUo.


DECLARACOES
Secretaria da Camara Mmuniaipal, cm 26 de
novembro de 1881.- n111. Sr. --De ordem do Illm.
Sr. vereador tenente Manoel AntOnio Viegas, in-
iorme qual a razao do ser Vmc. o unico fiscal que
n-o remette a esta sceretaria as parties semanaes,
quo a Cainara de longa data recommend, sob pena
de falta de cumprimento de ever.
Deus guard a Vmc. Illm. Sr. fiscal da fregue-
zia do Recife.-O amanuense servindb de secreta-
rio, Looncio Q,'dtntino de. Castro Lewo.
Secretaria da Camara Municipal do Recife, em
26 de novembro de i881.-Illm Sr.-De ordem
do Illm. Sr. vereador tenente Manoel Antonio Vie-
gas, iaforme Vinemc. corn a pnssivel brevidade, em
que data do mez find apresentou-se para servir
nessa freguezia o guard Manoel Perreira da
Cruz.
Deus guard a Vnic.-Illm. Sr. fiscal do 1.0 dis-
trict3 de S. Jos.-O0 amauuense servindo de se -
cretario, Leoncio Oaintiiw de Castro Ledo.
IRWANDADE
DO

Seilir Bem Jesus dos Pas os da

101 o GoCoo MUu
MESA GERAL
De ordem do nosso irmAo provedor, convido a
tolos os carissimos irmaos para no din 28 do cor-
rente, As 6 1/2 horas da tarde comparecerem no
consistorio daquella matriz, afirm de e proceder a
eleicao da nova mesa. Recife, 26 de novembro
de 1884.-O thesoureiro,
J, B. Monteiro da Franca.


/



































9,





1' ~

K


in.1 -


N. 9&8 Umaa csa terres arrei adW por 800o00
N. 100. Uma litaeditta wndada por -3000
N. 102. Urna dita dita arrendada por 300500
N. 1O4 Uma dita dita arenda&sper 3OQW
N. 110. Ums dita dta ar rendd por 48
N. 1830. Uma dita dita arrenda por 300
N. 132. Uria dita dita arrenodad por 300000
N. 13. Uma dit dita a rre das por 3M00C
N. 136, Uma dita dita arrendada per 30500(X
N. 166. Umsadita dita arrendda por 240A0(
N. 168. Ums dita dita arrendada por 24000(X
N. 170. Uma dita dita arreadada por 240,0(
N 172. Uma dita dita arrendada per 240(00(
N. 172 A. Unma dita dita arrendada por 24000(
N. 192. Uma dita dita arrendada per 24000(
N. 194. Urns dita dita iarrendada per 168Q00(
N. 204. Uma dita dita arrendada por 180400C
N. 222. Urns dita dita arrendada per 144LO8 (
N. 244. Umsa dita dita arrendada por 60A00M
N. 246. Upa dita dita arrendada per 144;000
N. 252. Urma dita dita arrendada per 120000
N. 254 A. Uma dita dita arrendada per 725000
N. 276. Uma dita dita arrendada per 144.000
N. 280. Uma dita dita arrendada per 1925000
N. 284 A. Urma dita dita arrendada por 1925000
N. 288. Urma dita dita arrendada per 1925000
N. 290. Urma dita dita arrendada per 1925000
N. 316. Uma dita dita arrendada por 1925000
N. 9. Uma dita tita arrendada por 213800
N. 21. Uma dita dita arrendada per 2739000
N 23. Uma dita dita arrendada per 2735000
N. 25. Urma dita dita arrendada por 273000
N. 27. Uma dita dita arrendada per 273A000
N. 29. Ura dita dita arrendada por 2735000
N. 31. Uma dita dita arrendada per 2735000
N. 33. Urma dita dita arrendada por 3335000
N. 35. Uma dita dita arrendada per 333;000
N. 37. Uma dita dita arrendada per 33350(0
N. 39. Urma dita dita arrendada per 2734000
N. 55. Uma dita dita arrendada per 3335000
N. 55 A. Uma dita dita arrendada per 2405000
N. 55 C. Urma dita dita arrendas-Ia per 1685000
N. 55 D. Urma dita dita arrendada por 16845;000
N. 73. Urma dita dita arrendada por 2005000
N. 75. Urma dita dita arrendada por 2005000
N. 89. Uma dita dita arrendada per 180100W
N. 105. Urnsa dida dita arrendada per 1805000
N. 109. Urma dita dita arrendada por 3005000
N. 117. Urma dita dita arrendada por 300500
N. 131. Urea dita dita arrendada por 300500
la SeccAo do Consulado Provincial, 22 de novem-
bro de 1884


H. Peregrino.
Alteragoes para mais no lan9amenio da de-
cima da freguezia da Boa-Visra, para o
exericieio de 1884 -1885, feitospelo lan-
s&dor Antonio Soriano do Rego Barros.
Visconde Goyanna
N. 6. Uma casa terrea pertencente a
Thomaz Times 2733000
N. 45. Uma dita dita Wertencente a An-
tonio Rodrigues da Costa 2400000
N. 73. Urma dita dita de Jose da Fonse-
ca Sousa e outro 2405000
N. 79. Urma dita dita de Jose d'Assump-
0o Oliveira 400A0C0
la. Secao do Cousulado Provincial de Pernam-
buco 25 de novembro de 1884.
H. Peregrino
Altera3oos encontradas no langamento da
decimna urbana da freguezia do Pogo da
Panella no exercicio de 1884 a 1885 pelo
langador Joio Pedro de Jesus da Matta.


Rua do Poco
N. 2 A. Joaquim Candido Ferreira,
uma casa terrea corn soteia arrenda-
da per
N. 8. Jesuino Ferreira da Silva, uma
dita arrendada por
N. 10. 0 mcsmo unma dita arrendado
per


1205000
120S00
1205000


FRua do Rio
N. 7. Francisco Ramos da Cruz, uma
casa terrea arrendada por 200 5000
N. 17. Joaquimm Candido Ferreira, urma
casa terrea arrendada por 841000
Mlonteiro
N. 19. Herdeiros de Clara Maria da
ConeeicAo urma casa terrea arrenda-
da per 120;000
1I. Seccao do Consulado Provincial 24 de no-
v(mbro de 1884.


H. Peregrine.
Nomra 09 o Rodff

O Sr. secretario me informed em que data foi
designado o guard fiscal Manoel Ferreira da
Cruz para servir na freguezia de S. Jose, ap6s a
sun suspensio. Recife, em 25 de novembro de
1884.-O vereador,
Manoel A. Viegas.
0 Sr. secretario baja de m3 informer o que ha a
respeito de salgadeiras pertencente a Virginio
Horacio de Freitas, dando-me copia do term que
deve existir nests secretaria, e qual a resolucAo
que a Camara tomou acerea de salgadeiras, dan-
do-me c6pia dessa portaria. Recife, em 25 de
novembro de 84.-0 vereador,
Manoel Antonio Viegas.
O Sr. secretario expeca portaria ao Sr. admi-
nistrader do mercado para que me informed em
que data foi suspense o guards Craz, e se depois
eessa suspension voltou a servir no mesmo mer-
cado. Recife, em 25 de novembro de 84.
0 vereador,
Manoel Antonio Viegas.
Secretaria da Camara Municipal, em 25 de
novembro de 188.-Illm. Sr.-De ordem do Illm.
Sr. vereador commisario do matadouro, haja
Vmc. de informar corn urgencia, se do anne de
1882 em diante tern recebido portarias de licenga
dos Srs. vereadores, e quaes sejam elles, consen-
tindo no abatimento de rezes que ainda nao te-
hnbam compietado as 48 horns de repouso nesse
logradouro.
Deus guard a Vmc.-Illm. Sr. administrator
do Icgradouro do GiquiA.-O amanuense servindo
de secretario,
Leoncio Quintino de Castro Leao.

Monte -Pio Portuguez
Asmbl6a geral
NLA) se tendo reunido o numero prcvise de so-
cios part realisar-se a aessao do dia 23, de novo
sao convidados a reunirem-soe na s6de social Ais
11 horas da manh& do dia 30 do corrente, afirm de
se dar-cumprimento ao que determine o I 1* do
art 22. Recipe, 263 de novembro de 84.
Jos6 Vieira de Siqueira Ferraz.

Sociedade Recrealiva Juventude
SOIu1E BIMFSTRAL
Acha-se designado o, dia 7 de dezembro pars a
soiree bimensal. Ingresses em mio do Sr. the-
sonreiro.
Assim come pede-se simplicidade nas toilettes.
Recife, 17 de novembro do 1884.
0 10 etario, ,
Manoel Bandeira flMo.


Thesf


earp
mbe


0
L; ".


enda de|

-viveres, forra-I
-nftpnipA ea.


ira, numero.
ioi kilograimma.
a, ider.
p ingeza dela qualidade, idem.
0414 idem.


0.



0



3
0
0
)
0
0
9
D
D
)
D
D


* 1311131
ConvidA-se aos Srs.

accionistas destacom.

panhia a virem rece-

ber o 73 dvidendo na

razao de 4$000 por

ac ao.

Os pagamentos se-

rao feitos diariamen.

te ate o fm do corren-

te mez, e ao depois,

nos sabbados.

Escriptorio daCorn-

panhia do Beberibe,

14 de novembro de

1884.

A. dos S. Combra,

Servindo de secretario

Club concordia
Samstag 29 d. Mte. geselliger abend. Zutritt
haben nur Milglieder und Inhaber von Fremden-
karten.
Das Directorium.


EARITIIOS

Ha ua-hoSnlmamr sche
DamptschifTahrtsGeselIschaft
0 paquete
Rosario
SEspera-se da Eu-
ropa e portos do
note no dia 30
do corrente, se-
guindo depois du
demora necessaria para
Balia
Pars passagens, frete, etc. tracta-se corn os
agents.
Borstelmann & C.
RUADO VIGARtO N. 3
10 andar
CHiAGEURS REUNIS -
Compamhla Franeeza de Navega.
fie a Vapor
Linha quinzenal entro o Havre, Lis
ooa, Pernambuco, Bfahia, Rio de Janeire e
Santos
Rteaumer



ombro, oegtdindo de-
indsIcispesssavei
Vlin ddparsa

Re-s.e an Q L ,:muw4awtnrm A nA ,--v Sa,


APOR


Lart-Dyke
) esperado
dosulnodia 29
^ do coirente, se-
eguind pois


da deoa necesaam pars Lisboa, Southampton,
etc.
Tern optimas aeoommoda5es.
Pasagen. para a Europa podem ser toma-
das na ida doe vapores para o sul

Reduaeio heo prepos para o Rio
de Janeiro
I- classes 90#000. 3- dita 27000

Itinerario


Sahids

Chgad
a '
*





Sehidas


Chegaib
a
a
a
*
*


IDA


Southampton
a Bordeaux
Vigo
Lisbla
S. Vicente
Pernambuco
Macei6
,Bahia ,
41Rie de Janairo 2
Santos
Montevideo
- Bomos-Ayres
VOLTA
BuenosAyres
Montevid6o
Santos
Rio de Janeiro
i Bahia
Macei6
Pernambuco
S. Vicente S."-
Lisboa 0


iwau, emo ,rn. '
P4o, idewu.
Sal, litro.
Toucinho de Minasr, kilogramma.
Temperos e verduras, idem
Vinho de Lisboa, litro.
Vinho do Porto, idem.
Vinagre tinto, idem..
CondiQes
I& Todos os generous serao de primeira qualida-
de, e os foraecedores deverAo satisfazer os pedidos
dentro dos prazos mareados nos respectivos eon-
tratos, entregando os meames generous nos qnar-
teis ou fortalezas e enfermaria, e depositardo na
Thesouraria de Fazenda uma quantia, como cau-
3o, que serA arbitrada pelo conselho de forneci-
mniento.
2a As propostas deverlo center a declara9b-o
express do sujeitar-se o proponents A multa de 5
0/0 da importancia a que montarem os viveres ou
artigos que forem aceitos, se deixarem de compa-
reeer para assignarem o respective contrato, den-
to do prazo que for notificado pelos jornaes.
S S podera concorrer aos fornecimentos aw
uu-..tlus quern habilitar-se na f6rma de art. 1
do decreto n. 7,085 de 6 de margo de 1880.
4& Da falta de field cumprimento de qualquer
daa obrigacoes contrahilas, o fornecedor ficarA
sujeito a pagar o valor de quanto sc comprar por
sun conta e incorrera na mnulta de 25 010 sobre o
valor do genero regeitado ou nao .reeebido em
tempo.
5' Os concurrentes silo obrigados a apresentar
amostras dos generous ou ar.igos que foremjulga-
dos precisos pelo conselho.
6a As propostas serao apresentadas em dupli-
catas atW as 11 horns do dia 28 do corrente mez,
em que serao abertas e apuradas em presenca dos
proponents. Na mesma occasido se aceitarao
propostas pars a venda de estrume dos animals
da eompanhia de cavallarii.
Thesouraria de Fazenda de Pernambuco, 15
de novembro de 1884.-0O secretario da junta,
F. A. de Oliveira e Silva.


COPAIADO
DO


0u
0


1 9
4


20
2I18

22
26 29
28
5
7
17
18
ii24
27
29


15


( 8) 86 tocara se precisar carvio.
Para pusagens, fretes, etc., tracta-se corn os
CONSIGNATARIOS

Adamson Howie & C.
--Rua do Commerelo--2

Companhla Brasileira de Nave-
gaipo a Vapor
PORTOS DO NORTE
0 vapor

Manaos


Commandante 1- tenente Guilherme


Wad-


dington
E' esperado dos portos do nor-
teo nt o din 2 de dezembro e
A I^JI^f^7I,^seguir depois da deonora
Sdo costume para os portosdo
Ijr

Recebe tambem carga pars Santoes e Rio Gram-
de, frete medico.
Para carga, passagens, encommenda valores,
tractii-se na agencia
46 RUA DO COMMERCIO 46

Maranhao
Pars o port indicado, recebe carga a free
medico a barca portugueza Tentadora a tratar
no trapiche Baltar, A run do Vigario Thenorio
numero 1.

Para o Maranhao
I v p ortugueza Allian.a recebe carga a
h. I .dico para o port acima, e segue nestes
poueos dinas : a tratar no escriptorio ae Josa6 da
Silva Loyo & Flho.
& Ceara

x Para o posto acima segue atW o dia
29 do corrente o hiate Deus te Gnar-
i lf lde, per ter part do seu carregamen-
to : para o resto da carga trata-se corn Bartho-
lomeu Louieno, ruan da Madre de Deus n. 8.

Aracaty
Segue corn today brevidade o hiate D. Julia, Ye-
cebe carga ; a tratar corn Bartholomeu Lourengo,
rua da Madre de Deus n. 8.


LEILOES

SAgente Pinto
Quinta-teira 27 o de fazendas limpas e ava-
riadas no armazem da rua do Born Jesus n. 49,
bern como cofres, carteiras e outros moveis.

Leilao


Agente Pinto
Hoje, 27, deve ter lugar o leilao de 5,000 peas
de entremeios bemrn como madapoles avariados e
outras fazendas inglezas.
Sexta-feira, 28, o de moves, louga, crystaes e
mais objects da casa em que Asidio o Sr. Robert
Collard no becce do Padre Inglez, pars onde se-
guira um bond as 10 e 20 minutes.


Leilao

de fzendas inglezas liimpas e
avariados
QI3JTA-FE1RA, *1 DO CORREINTE
A's II horas
Agente Pinto
No armazem da rua do Bom Jesus n. 49
Em con1inua lo
vender- o memo agent 1 cofre, I carteira, 1
prensa de copiar cartas e differences moveis de
easa de familiar.


Leilao -
d'utn eamap/,-2 cadeiras le balanco, 2 con-
solos, 1 mesa redonda, 6 cadeiras de
- .uarnito6 quadros e 2 etageres, anneis
" volts cordoes, relogios de algibeira,
zrnoos, pulseira e outros objeesto.


L* Ponte dos Carvakr
De moreis, lot Oab
re moes loti~as, yidros, fmndas, rou- Negocia-se um batoam cM de pedra o cml, B
pas feitas, livos, jois, e suites outros cada corn solids e parade dobwdm ima-
objectos existentes no armazem da rua o eofivef l ortPo do fa0i umn.do A l 1Mu ,
d Born Jesus n. 51. no povoado de Pato dod Cnvalhu prgmo a:
taqo dalM4ada ComnaradoGOaSii.
III teFeno forron nop0t da el m a w itm
1talU 7l 10 tU mentor da roa do nmesmo povoado%, t dmawo
A's 11 horas arvoredoa de fructas na aria do inmo tamm*mo;
AO CORKER DO MARTELLO seando muito do notar a pou*la e miaboI 4.
cad para o commercio, attend oo
POR INTERVEN(AO DO AGENTE do dou ramos da etrada do rodagm a do m:
sin0para ver e tratar, os pretedente diij-e
G no~v ~ mesmo povoado, no referido estabeleehmmt, q
6 de J. Pereih a da Fonseca, o nesta S idad I rma
LeiA idal d greiros n. 147; o qoe fua
delo estado e aade do poitar.
Lefio__ _


Da casa terrea da r.a estreita do
Rosarlo U. 16
SEXTA-FEIRA 28 DO CORRENTE
Ao melo dlb em ponto
CARMO E SILVA
Pot alvarfi do Exm. Sr. Dr. juiz provedor de
capellas, a requerimento do testamenteiro inven-
tariante dos bens do espolio de Jos6 Gon9alves da
Cruz, corn assistencia do mesmo Exm. juiz, ven-
dora cm leilAo uma casa terrea, sita a rua Estrei-
ta do Rosario n. 16, solo proprio.
27-Na agencia da travessa do Corpo Santo-27
LEILAO
Sexta-fefra, 28 do corrente
A'a 11 horas emponto
CARMO E SILVA
faz leilao por conta de quem perteneer, de 1 cofre
prova de fogo, 1 prenca para copiar e mesa, 1 car-
teira, 1 mesa pars escrever, 1 armario para pa-
peis, 1 mobilia de jacaranda, 1 guarda-vestidLe,
1 guarda-louga, 1 toilette, mesa elastiea, apara-
dores, commodas, machines pars costuras, pedras
pars limpar facas, fog5es, bombas, chapas pars
fogoes, pistolas, enx6es, machados, miudezas, re-
troz, ronpas feitas,joias, relogios, correntes, brin-
cos, anneis, e outros muitos objects que se acham
presents. e serlo vendidos sem reserve de preco.
27 -Agencia travessa do Corpo Sauto-27


Leilao
De 1 sofa, 8 cadeiras de jacarandA, 2 ettargers,
2 jarros para flores, 2 cadeiras de balance, 1 divan
1 espreguicadeira, 1 costureira, 1 porta musica. 1
mesa de jogo, 3 castigaes corn molas.
Uma mesa corn panno, 1 secretaria corn arma-
rio, 1 prenva de copiar carta, 2 minezas corn cavale-
tes para trabalho 1 cabide torneado, 1 porta toa-
1lhas, 12 eadeiras americanas, armario e estate.
Um guard vestidos, 2 commodas. 1 lavatorio
corn pefdra, 1 espelho, 1 guarnicgo, 1 cams de ferro
corn arame, colxio, travesseiros, 3 eamas de lona.
Uma mesa elastic, 1 guards loua, 1 apparador
corn pedra, 12 cadeiras, 1 guard commida, 1
apparelho de electro-plate. 1 dito pars cha, dito
para jantar, (lindo) copes, calices, garrafas, bande-
jas, mesas, trem de cosinha e outros accessories.

Seoe-foi, 28 0 o coronilto
A'S 10 1/2 HORAS
Por Intervenceo do agente
Pinto
Na casa e sitio do becco do Padre Inglez, em
que morou o Sr. Roberto Collurel.
A's 10 e 20 minutes partira o bond de Fernan-
des Vieira corn os concorreates ao leilao.



Leilao
Do sobrado de urn andar e sotao sito no
largo do Mercado n. 5


Mausel Gouealves de DMrrs
3, anniversario
Francisca de Paula Cavalcante Burros e seus
filhos convidam sos seus parents e amigoa e aos
de seu fallecido marido e pai, pars auistirem al-
gumas missas que em sun mernoria celebrar-e-hwho
no dia 28 do corrente, as 7 horas da manhi, sa
ordem terceira do Carmso.


Capltao Satyro de Baste- lello
Aristarcho Lopes convida ao. seus parents e
amigos a assistirem umsa missa que, per alma do
capitAo Satyro de Bastes Mello, mandsa cclebrar
pelas 8 horas da manha de P9 do corrente, na ma-
triz da Boa-Vista, e desde ja se confess recouhe-
cido a quem concorrer a esse acto.


Manoel Rodrigues a lsenus filhos, genre
e noras mandam celebrar no sabbado 29 do cor-
rente, As 8 horas ia manha, na igreja do Espirito
Santo, misses polo dcscanso eterno de sua miii
presada mnulher, mai e sogra, D. Maria Mathilde
Teixeira da Silva, 1 anniversario do seu pasas-
monte, e convidam para assistil -as a todos os seus
parents e amigos, tomrnando-se ainda mais uma
vez reconhecidos a aquelles que se dignarem corn-
parecer.

Caixeiro
Precisa-se de um caixeiro dc 10 A 12 annoas,
corn pratica ou sem ella, part uma taverna na
Passage da Magdalena ; a tratar aa travessa
do Queimado n. 3.

Cosinheira
Precisa-se de uma cosinheira pars caua de
pouca familiar : ua rua do Livramento n. 24, loja.

Vendese
ou dU-se interested a quem eutranr corn algum ca-
ital, a taverna sita A run de Luiz ea Rego, em
ante Amaro n. 47 D ; quem pretender dirija-se
Smesma.
Aluga-se a casa assobradada n. 19 da ruan
da Ventura (na Capunga), propriedade do Dr.
Joao de Sa e Albuquerque, a qual tern excellentea
commodos e grande sitio : a tratar na rua Pri.
meiro de Marco n. 13.


Qurts firan 3 o hn -dI Aluga se o20 andar do predio n. 51 A run
U "dl o 3 3 o D OZOiili do Imperador corn grande e excellentes commo-
dos pars familiar, tern agua e gaz; tracts-se nb pa-
As 11 horas pimento terreo do predio 10 a rua do Cons-r-
0 agent Gusmnao autorisado per mandado do Aluga-so o 1- audar da asa n. 18 o 2
Ext. Sr. Dr. juiz de direito de orphos a requeri da de n. 66 a rua Direita. 1 da de n. 3 run
mentor do inventariante de Manoel Francisco Coc- da Penha, e a casa n. 1 da travessa da Hora. no
lho, levarA a leilao o sobrado a cirnma mencionado, Espinheiro : a tratar na rua do Hospicio n. 32.
o equal se terna recommendavel per sun localidade, -- -
cujo leilao serA effetuado corn assistencia do espec-. Aluga-se uma casa tarrea sita estrada
tivo juiz e terA lugar no escriptorio do mesmo nova de Caxanga, corn bastantes commodos pars
agent a rua do Born Jesus n. 51. onde se darA familiar, tendo um born terreno pars planta3es.fe
informag5es aos compradores. porto da linha de bonds da Magdaleua, na pri-
meira bomb : a tratar na mesa.


AVISOS DIVERSOS Protesto necessario
--- ; --- D V R O0 abaixo assignado em face do annuncio polo
-Aluga-se para familiar o primeiro e segundo Sr. Luiz da Fonseca Oliveira, publicado nete
andares do sobrado A rua do Barge da Victoria Diario na dia 25 do c6rrente, julga ser de sen
n. 14 per 506, todo pintado : a tratar na loja do ever declarar quo o mesmo Sr. Oliveira nao p6de
meesmo. chamar a si o active e passive da firm Ayres,
Aluga-se na rua Imperial duas casas, uma Ferreira & C, sem que esteja pago e satifeito o
de padaria, com forno e utensilios,o e outra de moo passive das firmas Fonseca, Silva & C. e Silva,
radia. ns. 198 e 199, per prego muito commode Ayres & C. ate o din 17 de agosto do corrente an-
a fallar com Jose Feliciano de Nazareth. a run no, pois que atW essa data os que faziam parte
de Pedro Affonso (outr'ora rua da Praia), arma- daquella firm, eram tambem socios solidarios
zem n. 20. destas outras, e somente na referida data foi que
--coruisso verificadora dos medites da operou-se, de accord corn os credores, mudan"a
a acommissao venficadora dos ereditos da no respective pessoal. Recife. 25 de novembro
massa fallida de Antonu Lopes Pereira de Mello,- de 1884.
convida os senhores credores a apresentarem seus Antonio Ferreira da Silva.
titulos atW o dia 29 do cerrente, na rua do Mar- --- --------c
quez de Olinda n. 42, armazom. Recife. 26 de Precisa-se alugar urna asa ides pars co-
novembro de 84. sinhar : na ruan da Imwperatriz n. 17, primeiro


Precisa-se de urnsa mulher mroa ou de meia audar. -
idade pars companhia de umsa casa de familiar de Precisa-se de uma criada pars o services do-
tres pessoas, prestando-se a fazer algumn servico, mestico de casa de oamilia ; na rua Nova n. 39,
se darA roupa e comida, mediante ainda uma gra-, ja. -
tificaeao razoavel : a tratar na run da Madre de No n. 17 a. rua de Hortas, ha pars vender
Deos n. 7, primeiro andar. linguiia do sertao, superior, e per preVo razoavel,
Precisa-se de tires amas, de leite, cosinha e assim come a especial aguardente de canna en-
pars criangas, e um criado; una travessa de S. garrafada.
Pedro n. 8. Precisa-se de uma ama pars cosinhar e coi.
Uma pessoa ausente deseja saber se reside prar, e mais algum servico de casa de.na fami-
nesta cidade a Sra. D. Libania Rita Lobo : in- lia composts apenas de tree pvessoa : a tratar na
fonrmna5es A rua do Commercio n. 6, primeiro pra"a do Conde d'Eu n. 9, segundo andar.
andar. Desappareceu no sabbado unma eabra preta,
l Ov a grande e mansa : quern der noticiaa ou leval-a a
Alu -se lbarat0o rua da Rods n. 54, serA recompesaado.
0 armazem corn esota A rua da Madre de Deuos Uma senhora que mora s6 em um sibrado
n, 1,'e a loja do sobrndo n. 38 da run estreita do corn bastante commode, deseja adugar metade a
Rosario : a tratar na run de S. Jose n. 56. unma familiar de boa conducts : a tratar ua rua do
Precisa-se alugar um menor de 10 A 12 an- Born Jesus n. 21, per traz da official de calVado.
nos, e uma mulher de maior idade, lives ou es- Precisa-se de uma criada pars o servivo
eravos, para service domestic de home solteiro: oamestico, e uma cosinheira pars casa de family :
a fallar no pateo de S. Pedro n. 14. na run Nova n. 39, loja.


Os Celebres Schnapps Aromatieos deo Schiedam de Udolpho Wolfae* o rkiweadoa dW @6
de Cevad da primeirl qualidade, cuidadosamente escolhida dos mehomes productos dosdidicw..
mais afaimadosp>etsquafidade do 5rao, como tarnbemrdofnructo dofiagranteEndxx% eIo puiifcados*poxPro-
ceo especial que eipurga do espito tdasas pardculas acrt.
Comoanei*eevitarecor.osefitosadesagradaveis e mutas vezesIper1 oso1&produzidos no csromnso
A, I tntestuos per aguas estraas, o que acotece sosvlajates e is pesoas ai acsisas,
OS "SCHNAPPS" AROMATICOS.DE SCHIEDAM
acham-d e absoutaen te ILJA IV S; e nos casos de BNYDOPSIA, PS3A, O W .
OZO nos BINSUB MOESTIA da =EXIGA, ESThICTURA, DYSPUPSIA. =wmU&
DADE GRATL so recommendados corn insmancia plols aembmos maink di &ns daptfis m0d0 L
So peparados em gartafas deocio e de qario, ecaixotadas como ame do .s m br air
gaaf e comrn a marma da fabric e uma te-sml e da xua asignatgra no i-ue. o a.
y.demun-sem tUdms as TRhamaPo ae ta e do Cam-p&. TOr, ailm
a ginsafainsados o potr flesforadedamda sot 0o mam po pOeakisl
Ted Rvemilefade mo ume~ e suas pOPdied~wieU wwo-f ammaKUawe ftklG*MicMh wwb
tAKI Of ^^ ^ Oak -Cdebm = : &W U^do A fi &tniMi- q- o" a, oil
Urns ckkuar pedipdm ura rigorosa pro"sc uranf ezbcta d fllP~aak .hm w clabk
amastan. Qftia" nj do dinicos main eminn diostnfln U niimis rn mnI m S-
opinuio daarli~o era unanbnornoute favorawL Tatopico ^'m *fh *niit*h hl
meats neomscarm pem'quo uerhuma conlianga e podma aosft~ftprodactosCTmrrnsidsa Cinudst. a
,ma mnesd:twades tansto mue.s pars aoO A so

e _...nwpm 07"a
oleoedo = que6um dosangredketes pWa _cipsesfi -9 nap" den o 0
e ewdvo.Mpiioo meiostava sqpwliodad 06l todo wfrinm cowdiefta
CxprOaMeateparaos usos medidaas.
-B WGtFWB SOx A 00., 9 IAVUM STUB,
NW.YOK I i tA.


No


Arsenal de Guerra
O conselho de compras recebe propostas no dia
4 de dezembro vindouro, atW as 11 horas da ma-
nha, pars a coimpTa dos artigos abaixo:
Algodaozinho, metros 8,200
Algodao zuarte, idem 94
Algodlo mescla, idem 4,50
Aniagem, idem 193,50
Algodio em rama, kilogrammas 20
Brim pardo traneado, metros 9,401
Brim branco liso, idem 2,700
Baeta encarnada, idem 32
Bonets para servigo do quartel 639
Bonets pars recrutas 131
Bonets de panno corn listra e lyra para
musicos 18
Bonets sem listras pars sentenciados 3
Casimira encarnada enfestada, metros 15
Chapeos de Braga corn fita e legend para
sentenciados 12
Coroa de metal 1
Esteiras de tablia 24
Flanella de algodao enfestada, metros 432
Gravatas de sola de lustre 798
4Ganga encarnada, metros 25,40
Hollanda de forro, idem 1,200
Leneos de chits 1,184
Meias de algodio, pares 1,672
Panno mesela alvadio para capotes, me-
troes 1,152
Panno azul pars ponchos, metros 92,40
Panno azul pars fardas, idem 1,441
Sapatos de couro de bizerro, pares 1,009
Tamancos, pares 38
Previne- se que nio serao tomadas em conside-
.ragao as propostas que nao form feitas na f6rma.
do art. 64 do regulamento de 19 de outubro de
1872, em duplicate corn refereneia a um s6 artigo,
mencionando o nome do proponents, indicaoao da
casa commercial, e prego de eada artigo, os:nu-
meros e marcas das amostras, declaragao express
de sujeitar-se .A multa de cinco por ceouto no casoe
de rocusar assignar o contrato, bemrn come as de
que tratam os arts. 87 e 88 do eitAdo regulamen-
to ; e hem assim faz se s agiente sos proponents
que nos termos do contrato se cousignarA a clau-
sula de ser a fazenda obrigada areialisar os res-
pectivos pagamentos, somento no mez subsequent
ao em que forer os artigos fornecidos, observan-
do-se d'este mode as instruceges em vigor.
Seeretaria do Arsenal de Guerra de Pernam-
buco, 26 de novembro de 1884.
Francisco aoaquim de Souza,
8ecretario.

Thesouro Provincial
Nesta repartiqlo pagam-se hoje as seguintes
folhas, corn relate ao mez de agosto ultimo.
Professoras de instrace primaries de -aunda
entrancia.
Pagadoria do Thesouro Proviyiale dePemnam-
buco, 2 de novembro de 8Co -
0 escraenvio da eceita,
L Roi: pha| nio doSoeusa. -


t;
)
:i


vigo
Southampton


I
















lISA


, r:


otmahar0r o nj to do umumo so-
hor, q do odas mesmas fir-
mas, e devia ficas;atisfeito por ver uma
d'ellas liquidada a fauia parts; te-
ho, pois, a deol rtnaran, que s as firu-.
n. hi a YfVike. a auw ndU o es-
crtos ada esmDI dlve ignerar eas tMaq
el32as reoupoA A tenho amo V. mme.a
m Ak d m ewiB aawsid ; ,m *itaU do aft
roteato, ptenho a delarxn-he, oue siquiae
X ditas _rqW.-que' pr isito
tomr-em sen podtr dous contos e trezentos
mil r6is em dinhabi pertencente aos lu-
cros das mesmamm o l-* valor este quo
d'ellas retirou por iowmico da suae chega-
da, da Europa, nao Wllando em o seu capi-
tal, que tinha nas oatras csmas e que d'ellas
retirata em maia do 1883, quawdo aoguio
para Europa (e u6a 6 teaios tirade dos
hsoWeiraentos uniaimente o uscesarie
p. nssa-d.sepxas particu'ares) e jalgo
?ritar liquidar das ditas firmae. .6ioiai. o
rested do debito do Fonaeea Silva & C., a
cam&do.,Sr&..EnryTAmer & C. 632960O
liquid, e de Silva Ayres & C. 6326960
liquid; por coeg para essas liqui-
daoes deve ohe a aata quo V. Mee.
tern em seua.pe4 depI de as liquidar
dirija-se V. Ve. ao. ses associados para
a liquidao de lcros cornm eloes, poise no
deve ignorar, que emquanto ha credores
ao ha lucros liquidos a dividir entire so-
cios.
Recife, 27 de novembro de 1884.
Luizs da Fmueca Oliveira

A que devia earme com a iima loteria da
provincia do corrento mez de novembro, de urn
cavallo pretax e sellado, flea transferida para cor-
rer eoarn a quart loteria de dezembro, e ora in-
transfeivel Reife, 26 de nove wmbro de 84.
A 18 ensaes -
Aluga-se o 10o e 20 andares do sobrado n. 1 do
becoo Largo, fregiezia do Recife, c6mrn 2 mas, A
quartos e cosinha eada um n; alug-e tambam a
primeira loja do memo predio pop 12,000; para
vet na taverna defovate, e tarat a rua da UniAo
numero 34.
Caixeiro


Precisa-se de um menino para caixeiro : na
refna o do Varadouro em Olinda.

Boa ieMaih MN toroin
Acha-se para alugar o pavimento terreo e o 10*
andar n. 34 da rua do Commercio, onde ftoi es-
criptorio da companhia Phenix Pernambucana: as
chaves para ver a casa acham- se em poder do Sr.
commendador Duprat Aspessoas que pretende.-
e;u alugar procurem ran dos consenhores no pa-
"eodo Ca r- a- _2',u de bahhos.

OiLat de pmri
Precia-se de um que tenata beete preat il
na phamacia a rua do Mitquez de 01inua nun-
mero 27, .


uga- e onimehl and d- predlo a. 27 A
rua do "i=piado, eom r segnu-tes commodos :
2 salas, 1 aleta, 5 quartos, cosinha e agua : tra-
ta-se na rua Duque de Caxias n. 47.

AD ceimerCio
Salvador Jos6 Ferreira Guimaries, aehando-se
bastante ineoinmodado de erysipela, e noo tendo
pessoa qa se encarregue de seu estabelecimento,
o conservara fechado por alguns diasW at seu res-
" tabeibcimento.- Faz este annuncio para retirar
suspeitas.

]EXPoSITU1ION f JNIV% 187

*2 15 kRIITElW 77U5 A#eW E

AQUA DIVINA
S E.COUDAY

RM~.eial ,ar a~ uudar Mcit
c pmaei die a chem.i smdafem.


'mm" ou lU os E AMM
go" MOC UtATd*S am. is .
EIr+ lTtISAGID 8 .IA
iab ddi MIL I

nnm 13. ~m j'htM.it m
*:. J f d- i~fl


i L LE
*I=Cueltel*Gm


Pns
cump
uflcei
pelan
O<


Por


seranaa


oune dooe uprar ra mina sitas aardas eam

V ia m ddalnpulNnai nge Ina



RUA IIOCABUGA AN. IA
N. L.Yemk la Iha superior, reirsz e '"rrotes,
* asl ote, tiaha de crmelt, peas avlsas par as .chinas,
laWdo de sprir quaiade, epr prfeos sere etecia.


Ia pB nela us. 36 40
^ ^ .'. IM "^


f. da UvIia Catv alko C.e
Urn lindo sortimento em chapellina e ehapeos para se-
ahoras em todas aa eores, ultfimos modellos
Nsta casa tern sompre um "elo sortimeato em artigos do
chapelMaria, tano par homes*, ephoras e ciaa s recebe
raensalumoe dus ppicipass nodits de Paris o qaeha de mais
alta novidade em ceAp4os cbspeinas.
Garante-se sinceridade e proa modlco.


KANARCA oo JAPAO
jim $gw paw 9 Ircrroo
IP@ffrADA F*OR f^


RIG AUD &


C'. Perfumlasta


8, R. YiRie., PAII.


Esta Agna extrahida das fi4es b Phus
Japonica, pela sua suavidade e ts proprie.
dades beneficas, excede os cosmeticos sma
celebres; tendo sido adoptada por toda a
zociedade elegant.
Usa a !o banho, 4 de? urn perftme delcoso,
consolids as cares t faz desapparecer as
espirnhas, comichd s e efflorescecias da people.


oRE SAO !TIRvL S~
Wwmno-uonwi ituui W URARM JM5
waK~ ~CnnM UKilK .oui1IIgn
A j-' afna que peetra no peto acalma o symptoms nervous. b a &wTa U
fw-0t-P!t -oe dos orgaos 'cAp r. FA J'I
r,_ agi=ciii e___jBPI,,r m r.-w V


EST A DlE FEO
DO


S- nin A


in O O II ES, TOSSES, Caltan, PN Liionn,
FI.LUXO Molestias do Peito, TIS.A, Amue
CURA APIDA 3 GOITA PBLhA

Gottas Livoniennes

CM0 C"O0,VY ae FA!1, ALCATRIO de NORUfefA e LAL,AMO C: TOLZ
f b j 4Al i 2falivel penr cuem radicalmxente todas as Uolthw d" te
vtpktonm tr-reoommendado pelas Notabilidades medical como o unico efeal.


t uice mrudiamenwto qu, Jew ds nit fatigar o eatomago, ) firteoa reWmtltm a deerpte
A Vgpst j tdues gota pel a manhl ttw* bautam pare triumphar We ol a a mia s Isg.
Ss 2ziol0 o LC R _0 IB QABANTIA DO OVWO nMEO
a q dr t, eiti priapl: d fROUETTE-PERRET16, ruM Sait-Attmi, PAIIS
Se amfer
ta ao trafgo a nova estagao de paSn .oT t. f. 60Pe3d"m ista. Ca. re
em ieo Poetas, euja entrada, 6 pelo o 0 1
^Fo I "1 .^ r^t.^ ^

Desde aquelle da, todo o moviiento de rPA- M N
.. Og. A'M',Pertfm~ta
passageiros, bagages, cavallos de sell, r ,. .,4 l :^.i,
oot'.s de :le:rapho e do correio, s .... =-- -U
Otell Vxlnyovaw Asa7 ,&jftj&|tALAJLfi
raofe 0s ex l sivamente na nova estacao, .^ 414WIO.4 0 1- ,
10- .. A t'd in,,, -mat u V' 11 r- if LP ,


oontbiando aser feito na antiga estaao to-
do o movimento do cargav
Cabo, 24 de novembro de 1884.
Wells Hood,

superintendent.


VINHO. TONICO
DO
Dr. ,ARLOB BETTENCODO
MEDICO E OPtRADOK
Empregado no tratamento d.s 'Maestias do peito, do estomago, anle-
mia, menstruacoes difficeis, debilidade geral, cres pidase todas as
vezes que se quer fortificar o orgaimon e dar desenvolvimento ao sys-
tema,0 eo e muculr, Convem as pessom ou senahoras que erlan,
parh kr 0 ft ma nutritivo e robusteoer as creanas. Impotencias
precoces. Este remedio 6 superior a todos os tonicos estrangeires que
se annuciam por ahi.


DEPOSITO.--Rua da Cadeia n. 27, pharmacia de Hermes de Souza


POLYCLINICA
DO

'. CA!l BETTENCO RT
.. 0, OPERADOR


"ADICALMENT CUTIADAo COM 0


BMOURETO LAROZE
WSA4-^,OJPE~ S~l^-TrIV
S.s a Laranja" amnrg.,a
Com BR.iyr^TO de POTASSIO
A '..+ '-.BT:>0 L '. D'E0 ) .- HYTG 'EN P, DO XBAZIL.


c exclus-, 'ari.,enp ... .e.' ttdo pelos mais
cel-bres medicos :ie tod.s as facul-
dalch', para combater coi, certeza
as Pifec.I.es ne!rv.sas do cora&i.
da vias di:s.vas e rspiwratorias,
as nevralgiae epileps12, o +-"ste-
rico, a aanc- do S. Guy, a insoimut
das c:iangas durante a denti;- o, em
umia palavr-. 'odas at ?Secoes
YiQIrVOa.~


a ftfonma-mo do Vow x3330 4e
Lafo'h Como todos os pfdul-ictos
O.i Los .*33el~lcic ted
nor.. e aa o : -;e s

Distso unao Xarops en,.sp "oe de
Cw~xsc dol lax-Anjas aimaryas, :,o- lbro-
muVato s univral-sp.1ieua, emlpy-,?--"ado


.. n ;6r nsp .sit acba-se a !veidas saci'ntes Produtt's de J.-P. tROE
X&ROP"E kLflOZE..ara-sias T{fIiO T, IiNTI-O VROSO
-otea .3 xrit V 32_trA astaIAgiaw, Dyspeps'a, Donm e Uailmbras do ctomago.
X1AR'(PE MIt"OiA,0 .sdeI.OaJrfETI DE POTtSSIO
CSaa as Affegoes ea'o- 7.o o. osas, T.u oras baiico.. A A dcz de ung*sP
AcAef.t& spyjbilitic6s S tdarios 6 termiarios.
XAR0E .UfI050S,,;' ,-,,.,m PRO TO-BODUBETOFFERRO
MlOPE i ot 'o+o da+++.. E
Conira a Aemia, Chl-rc Anemia. crres at" '-'ifs, Floe zoraneas. Raohitiamoe.
Bmposit0 em todsis ss boady Rsganrdas oa PuI,
L pPais, + -P. ILAROZE e 011, Phar:zmaceuticos,
2, RUE DS LIONS-SAINT-PAUL, 2.


I A


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tvmlaentost
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i-.-b-Ia do IbfpI'e. dl Oltia It


III


tacao.
Ama
Precisa-se de uma ama que eosinhe hem. pare
casa de pouca familiar : a tratar na rua Duque de
Caxias n. 84, loja.

Beberibe
Vende-so baratissimo urn excellent sitio corn
boa casa, fructciras, baixa para capim, e perto da
estaeo do Funda'o : a tratar va rua do BrumB m -
mero 56.
Feitor
Precisa-se de urn feitor para sitio que eja
born : a tratar no Cajeeiro, aitio n. 4, dam 6 a. 8
boras da manha.
Ama
Precisa-se de numa mulber de mneia idade para
comprar e cosinhar para uma s6 pessoa : a trata
no oitio d matriz de Santo Antonio n. 16.
Quem quier alagar o tegudo aadar do
sobrado n. 43 rusa da Aurora, poderi
kprocurar as chaves ema a ease dos 8 O.
Negreiros & Irmio a. 30, i rus do liupe-
rador.
Preeisa-se de am criado; a a rua do Baer
6a Victoria a. 61,1 WS&dar.


ilso u mace

0 SIr L~oui OCH
6umtR (SUM)i ktxra bM
informer E* Sts AGmOi


,'* -, '
+, + +


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(DARYlOOR AO C6ORPO

DEPOSIT GERAL
1-Rum Pmel-fro le iwr--s
Rio de Janeiro
Unico agent em Pernambumco
ADAWN NOWB C.
S N. 8 R. do Cowmeroie N.
A veada em todas as botiea e dfeft
AIp.se hara
0 2o anaar'da rua do Bon Jemu (INib).
Armazem da travessa do Campee a. 1. Smule.
Os armamens n. 13 do largo do Corp 860% c
cal tern mnmuieico coo e do ,. 4 so eea dis
Companhi Peraambuaa, corn g maute
Casa terrea da rua da Ponte VeWN a, 22.
Caam terrea n. 1, B na Baixa-verde.
A tr tar no largdo Corpo Seat. 19, pimmeire
audar
Trastes
A' rua do Imperadorn. 16 comWpra-s%, ved-
aluga-se e troca-se now e usdso.
CARLOS C. TRWSSE
Fabricante de plamo., orgie e
realejos
ARTIST PREMIADO COM AS MEDALHA8 DE M30ITO 1 A
DE PBATA
Rua da Impcratriz n. 65
Participa aos seus amigos e numerosos fregue-
zes, que de volta de sua viagem ao Rio de Jame-
ro, acha-se estabelecido na rua e nmero cim*a,
continuando a exercer eua arte, coataudo eom a
confianga e protect que d'antes Ihe dispemia,
encarrega-se da tabricagto de qusiquer doe ius-
trumentos acimrn, nssim como de reformar e per
eomo novcs pimius de qualqueo autor, per mmis
difficil que seja o concerto ; coneerta orgios de
igreja, harmoniuns, realejos, acordious, oeearti-
nas, caixas de music e qualquer objecto de phba-
tasia, eom bomaeos mecanicooe, etc. etc. Fabrica
cylindros pera rcalejos, collocando as mnsics a
content dos pretendentes (unico neste genero em
todo o imperio). Encurrega-me de afinar piams
em casas particulares, e promette bern servir.
quer em perfeiqao de seus trahUeihs, come em
pregos commiodos aos que o hourar corn sua cou-
fianga.
Pamesm-partom
Tambem tabrica passe-partous par retratle.
desenhos, paisagens, etc., etc., de qualquer tama-
aho e gosto, desdc o mais simples ao quoe ha de
melhor.


Attenlao
0 proprietario da casa de trees andares da ruma
Marquez de Olinda n. 13, querendo reedifieal-a
no alinhamento da mesma rua e da doe tuados.
ficando s6 em umn andar corrido, a ssim coe o
pavimento terreo e corn a escada internal, dlej
oontratar eata obra corn quem mais vantages ihe
offerecer. Para maiores esclarecimentos podfto
Os senhores proponentes dirigir-se i rua Duque
de Caxia n. 50, loja, oude tambem podera o dei
xar suas propostas por eucripto.
Criada
Preeisa-se de umr eriada pan trtar de nas
eriaan : nas rua do Marques do Herval a. 2.

Aviso
0 salio de modas a rua da Aurora a. 13, mu-
dou-se para a rua da Imperstris a. 13. As Exasa.
senhoras encontrrso sempre as ultma novida
des da moda de Paris.
Criadas
Precica-se de uma eriada para engommar a
outra para andar comn menino : a trstar na rua
Duque de Caxias n. 59, loja.

Ama
Na rua de Pedro Affonso n. 11, prncisa-se de
uma ama para todo servi~o de cams de po1rs fa-
milia.
loradia fresca
Aluga-se o andar e sotao corn janetUs parso
oitio e pequeno quintal, da cusa a. 70 a na de
S. Francisco : a tratar no cases da (op"am"
Pernambucana n. 6, tesriptorio de Baste 4 C.

Precisa-se de uma ama que saiba bers eesiuuar:
a tratar no Caminho novc n. 120, defroute da en-


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S- jd lf s. .- fte 4 a nu iero de ur aereditada ca a r
D- peitado CaxisI, eo sia Itema tern sido, vend
L veenua d& do.a Offerecempaatreipelimo..
81' -*/ 1 htnc.Aeal^ ena08vhara blir Ui.lCU~UIC ~ -Lindes padroea em c'etones elveso e eseuros
P><- ^^vrtirrivft-m i--. o~r AB aulas comegam a finccionar elm desembro. ^"^ r v Lj 2e80 odt1
^ coutinuam term sor- -- o afd b,,eda, ; "- ABI h '-- da atz do S. Jo6 do Egypto quqo uo tsao pub or ea ditou,! rt bmr' nverem.t
Stiment6 e jinplas HOWq. o.7d o de e variado sortimeno,
SBrlBs de cores pari rouo dqu menios a aa240 rd
Ps ,I' a. esreomnteam

ITafis modeirnasifl e dons og-.lol.o* .<^ do.*rao'n.l- Kn :* 1 Idem pardo, lona superior, a 320 rs, o dito!
oRs modaerpas e oS da.o M P R E a 0 S to de relogiosdos mais o r s de i> d q4

muito pertg dos banhos salg^das do Carnin : a Meio 2#" acreditados fabricate
"C 'ompromettem-se traar o 3 ,d, do eobrado acim,. Quarto #lad uerol)00P0o aameabntscoea60r
mO doaobradoaisma. "Quato tes, e se acham haIdem prCtasue800 diagonal ad. 24000o dip harer
a v e200er500rB.ocovado! aparaacabar.
Sda Pra a 36, andar eio 7Setietas rancezaa 360rs.oevado!
dou em, 240 o 28r.dlto Eduvirges Maria Coelho, commuca is sua Qarto 875 baratO cono rs es nos
Sqouam o u numerosas ufreueasceos que acabam de fuer uma uart 80 a o e 1200to di o
so-P' i alei n ulour Boitolortmdento do fasores doors 20




quer parte, grande reform no pes3oal de suas costuceiras, e Joaquim Pires da Silva.
Squeadireeodeseustrabalhosacha-e a cargo qU Lqu r, vsto ree-Merinsdedua largurasedctodasascores
ir fnea defl f joal h deuma habil costureira quecrmapron2ptida7o e a d t r d. 1o200, fazenda de2d000
Sinexcedivel perfeiao far qualquer toilete, como er eta en e preto superior a 1200 e 1500 o dito!
Seam para bailes, theatres, casamentoa, etc. 1 1 Braantes para lenes a 500 rd o me tro,
~r~00 d^ dVili7 ljaO I1 J1.J J Trclsrc rlf~i~ tran m I isI a\rados go o uat-'aS- AOr4 a Toredt a os s reoi la Idem dequatrolargurasa 200odito!
Co pr m ttm se- sobrado de um andar a rua Imperial n. 286, A S es e e a h Cobertas degang para cama decasal a 63
n ovo, tern muitos commodes e agua do Beberibe : el s ta csa eoo de bramante idem a 25000 !
ved mi baartratardnatruaidoCrespean.v18. Cobertoren di lr, grandes a e
2:000-000 ga antid oo de bramante bordadas a acduzia
IP--A EL P o r o Meieas inglezas co bocal decor 3500adita
M3i olo oruia17 3 5Olg eosbacsaahds 3e3Iadt



oeta3 s Md I7a ditde. Mad c poMo bnoa para 24jiirda, as E6rnaps
eParaforrar sallas de visit e jantar, quartosQ* ra a n e e l A iod.ol gopiora3,;6 pc a
alcovas, corredores, etc. '
tIerr arte.egnteGrande e varimdaoe saortiimento por preoos, ex- Ja m n ies a S-il At d*iCambraiadr victoria transparent a 3500
(/r~~r3^^^?!! ^H tremamnente modicos lCanS07 oAlgl ,
q ed scem tbletdo a cih a c e barato a loja do sobrado A rua do Bartholomeu n Espartilhos moderuos a 4 s00 c 5o u r
fl.~ dii 1 ~ 11.^ 4Acaba1 de chegaepara a 0 abaix assignado vendeu entre O I eus 33, Pom oitAo para a rua da Concordia, co m aa de
LIVRARIA INDUSTRIAL telizes bilhetes garantidos da 89a loteria, boa rmaqo para qualquer estabeleciment, r- para atisados.
S2 Rua tBaro da Victoria 2 a sort de 2001000 em 4 quartos n. 2559, commendando-se muito para molhados pelo bo Enovacs para dilos a 15 000 e outr
Ua st de 100IO0i i qur osnI 3 8 local : a tratar na rua larga do Rosario n.34. parte.
]ur B&^ 3w f'y nA '\^ -- -------------~ a s'>rte de 10065000 em 4 quarrtos n. 3808 --- --____ ,, *^ .
~ ~ ~ ~ ~ ~lg sep LI'NA/S/< I--T- G ri oyiwo uarni'oes dec,-ochet, 0oiue hade melhor, po
Srelogios alcmededoutrasrmuitasqder32.ar16# e 8#. |20)! spre ram pa r 30-0
A lo Convida os posstidzres a a 1.3200, para sof.i a 35 !
sob o du segundo andar da ra Primeo de Marqo n. 18, se desconto agum. Cortas g t a oa os a 5
M-endidtosa aam hnaest- 1-a casa Lnosdebaattie 50



novmuit3 lipo e asseias corni-o a commodes paB'abr -b abaixo assignado ten oexpostobArdioe,,gtantodparatachina.aD25.para cozera oo
Stll u ll U ilia : etrat.aruaojdormesmopredio. ,-enda os seus felizes bilhetes garantidos da -Nao se usa mais linha em novello- Fichus R sahidas d ale a e 5 u.
vsji j XAROPE 4 T?^f,~l^ l part em beneficio da matriz de S. Ptde linha em carretel com o ,nome Superiores ,edcs da Bahia ,s3,, de4 ,u,,ho.i
Malador da dor I NAA R rP do Egypto, que se cxtrahirA quinta-feira J- & P. COATS. 15AOOO !
/E 97 do orrntM (-raude sortimeto de roupas, be3 d come
Um amigo dos pobres, economieoede I o n Ia mnia ooo artigos: gravatas, collarinhos modd3rno5
facil Papplraai;io, 40 aunos de successo es- it e na quaItosB i Preopos UU UaUU l poL o boaia, 24jard, e 6 a pc
pantoso. Bilhete inteiro 4000 Precisa-se para casa de familiar nos Afflictos : a posito de fazenas propria aa os senhores nc
Nehuia fa ilia deve estardesprovida Meio 2 00 tratar na rua do Baro da Victoria n. 13. gociantes do centre, e as ve os em groso da
,, ,. r ,|| ~~~~~~~~~~~i~l T 1| *|| | LJ l\________________msdsots
deste remedio. a. M i s I Quarto 1n0 w e re dsYt
Externamente cura: furunculos pana- Omeuati-m at oa (leeyrhis idatumon) eom o Bm--ce 5 Ep Rti odu Ba EDE CAXIAS-o5 9
equal se prepare este xarope a um vegetal da flora Eam porsao de 1oo,1 3 o para Laa delbyithpor
ricios e outros tumors toreedur dos ten- brasileira. elms oe bes Caraeido dao Ctnha tC.
ddes intulnecencaias das artieu!a$4es do- E'.um agent therapeutico poaerosi1simo contra Bilhete inteiro 3#500. -s p -------------
res de dentes anevralgias-trdeumatismo as molestias do peito aec da asthma.du dal 1#750ate.ft ei l45 4 A crclEI I d h
-queimaduras-golpes, etc., etc., etc. os affectaos que dlle teem feito A R falia
T1, maduras-gos, etc., etc., etc. uso, eouseguiram um resultado muito satisfactorio r Quaro #875L
Internamente cura: cholera, molestias acabando por se reconhecer que 6 at hoje o me- Antoio Agqusto dos Santos Poto.n
do figado, dispepsias, ulceras doenIas de Ihor preparado para a cursa da asthma. bron- g l a ca as 5 ) raoas
garganta, tosses, etc., etc., etc. chire astl.maliea e andiga e oppre. sa i N ld
cAcautelar-se contra as imitagces. s6e, dispensando o emprego do arsenico, fo- Do OUdaut liabayannapoe Igua a a t dos, t e boratd.7i0
n l shas de estramonim o e plants narcoticasoque aca- b t ra ssti Gorannoa e lta moab p
Agents emnPernambue, wJ. C.LetW bar quasi sempre pelo.abaso que d'elle se faz, e Todos oiesatbados, As 4 horas da tarde : pas-i
&0r eotC.r mesmo palo uso prolongado, por produzirdeffeitos eA D SA Pte.Aamentomam-se r rua Primelro de Mare n. 1, U a BOa-VIsta
DROGARIA E FHARMACIA desastrosos sobre a sadde e em geral entorpeci- Agt, qSoA A quoja.fr J
Rua do Barao da Vi ria t. e mento do cPea-rpabrro.e f .m oA ctabayanna iinda pot r Itam- -Ua da Imperatraz 40
"PREVOS VENDE-SE NA .. b* Goyanna e lKuarawn& VENDE-SE
dFraste -erand 1T1500 Motia F-nea de MlAr [QH DE TA Todas as ter[as-feiras, s 4 horas da tare: Madapolomuitolargo o2varasa4 e50
rascoso grades o n e gassagens tratar corn Loureno Pereira d'Amo- Di, fazenda mtoenorpada qu pa-
equenos lian des 1A#000 rs Primeir ds o n d rim, em Itambo. rede cretone, corn 20 varas a 5s500,
Duzia de frascos grandes 12 O er u ro U IL Viagens avulsas para qualquer part e em qual- 6000 e 650(
Pequeno 95OtX Successtees de A Caors O abaixo assignado tendo vendido noe qued dipn partindo doeponto que se conveneionar e Dito fihncez, ameriAano, fazenda muitP
dofigo di, u d d prp ua da ath--. seus afortunados bilhet-s gaapanaPnmoa.4Eae-sa Algodnst o 9pmos de lar-
smn s tt ur (RECIFE). teiro n. 784 eomn a sort de 2:000000, bagIT gens que he edem ir na diligenias, gu para tazer Venges de um s6 pan-
dispensando a empeg doo inteiro n: 1,007 om a sorte de 200090,- o, metro
colA aroma^A iAo :'A l f 0 inteiro n. 2,52 como a sorte Ae 100000, ||J|AijA l fujjDire tran ado comn a mesma lar ua,
ihasde stranana e lanam nrcoicasquerca Iiorts ,d II 2EE, II6 I ee Itaabe



&C. esopouapaoCo parN praduzirf effestosrtes^S^WeW P Todos& as sablbadosopno para len4res e toalhas de
.. t 3 *. ..i_ \ mesa, metro a If2tW
DROGARI A E fARACIAL desAsro lotsraa (89.s)d qem mru de eento yd00-00o semintes caas, ea boas ruas e Bramante de algodo corn 10 palms de
HIEUnId0la da VictOri a Iot. 2 m rie cenrerb aonvida ads possuidores a virem receber Ib-eatadoa: largura, proprio pars fazer len-oes de
lm InllrE9OS .. .. 33 tuaoaformidadedoiostttmeseudocnt .JaaalioCalarans.16e38, terreas, um ^panno, metro Vyn2SE
Poquenos 16000- algu. PpmnnA ,i rim,' dem qcn It"mbArreece cDeto f'nee, cornc" 20 vaheros a5,0,



Duz ia do resiosngr ande s esg aus p q u pa e m u00 e 65,00
Pqn 9000 Sces ~ e deue a. Ca.loteras 0Acham-se a o veas a os eere afortupadoi Sete de Seteobro n. s4. Dito inglez de quatro largtras, send
dests no n. 14 a te osris "b'lhtes garantidos da 1.g part das lote- Rua p elha n. 82, sobrado. da fnao enra d 7,5 a 2,80<
HUUB1962, de 100?n n.'4666, de m no n.5708 e dirias em benefioi da matriz d S.Jo o E um bm slt10n08 Afictos n.28, junto a s- regue~as prpnia paa lencoes, to"
de 10005noi. 140, d 20, nomns teiro ii 8 onasred :060,bg~sPrabcn .4 narg-e das Alioho, menetado cam,0 9 pamsd



^^Bversus de 205? e 105. Estao expostos a venda os Effypto, (90.'), que see eatrahira aaquinta- o do entrocsimento, lhas, eeroulas, sendo fazenda munito
-b(lhetes da 5 loteria que andara a rodq u 25 do fe 2 d cet A tratar na praoa de Pedro II na i. eneorpada, cada peaes corn 20 varas
-aooro. ontairo cornte do-200-0-0, po, 1o, e etr o a
A--PA OS F Ditao eoamoa me8m a media a 800 rs., ou
Oleo sR Da US$00 in&teir ( 5 cornaortad o s, mra 1
a l 9 Inteiro 4d000 Precisa-se de uma ama pars cosihar : na pa- Atoalhado adamascado par1 toalbas de
lot .( 89'o quo *e ah do 2- e00 daria da rua do Brum ng 62.s mesa, tend almost de largura, me- e


Quarto 16000 A troas
"Ld BiossI18 Em quantidade ai d 1 Ama Assi comoum u ompleto sortimento de
s^ P e s s d o u r n s a m a p n a a E o u t n o s s o n p ee 0as d e a lg od lo z in h o a m e r i e a n o e
(ATIGA DA CRUZ) Inteiro 36500 Preisa-se de uma ama para lavar e outros ser- glez, que se vende pr pea de 8 at 6,00(
(Artin Baso Cas DA CRUZ)s esntaMeio 16750 viuse; na Capunga, entrada da rua da Ventura Isto ua lojadaesquinadobeceodos Ferreiro s
-Martins Bastos Casa d eo.um nissoes Q #875 number 3.
Sm r- -Grandee variado sortimento de amos. Manoel Martins FiuzaM Ama d or
Peruam bUCo trash e catalogs de produces da AfUema. AL 0 d oUd De2:0 rO0 ate 0r:"0* r,
iko~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~~~f fl^ ^.nJr L: Tn^k ^ P *"* Precisa-se de ma amaa para a sorvico domesti- T] ammn nm umnin
Nmfer teop e a. 33 nha, Franga, Inglatera, Austria, Hespanha, i v Prc f d as de familiar: na rua da Aurora n- i d 1 I
_. B.-Inomae obr mahinItaliaoeoEstado-- li i5Unidos. w ere1. d a 40, ten
nrmaes sobre macinismos immense sortimento d casemira de cores
Nowo Porlo do CarvU agricolas, ditaa pars engenhos centraes, osd 00u COIPR0 AS- tanto claras como esuras, que vendem a 2,000
bombs, etc. pars incendios e outras mra- AOS 2500, ate 6 o ovado, e das mesmas manda
27--i n I el n 0O CIlei'val-02 chinas e utonsilos. ,?wrir, r B.AxHr1Dos fazer qualquer ad'obra ou costumes, poa pre
chinas e utensilios. R R 7- mutoa assim rome tern tambemun
Ved-ecavoa64 esabarcfaih AfBIll~lU.UQUlUUOIOyexplendido sortimento de casemiras e pannos pro-
Vende-se carvED a 640 reis a barnea, farinha a AMt
315A ,860 e 400 reis, milho a 240 e 280 reis, feijio Pas aaSeammla edoei d tnaaa do UIO W iV u :O[ osa o ai inmsd,4e0emao rcdo9
a3000(e) a640 de 280i ei feijiaade a ama ostlt at so mais nob'P sadAquo veinno raercado,
8604 nesiho 2Pa rdscamado far.3,orcisandors aa "wasdoVitifbi&0dosesmos tambem so encanneg-am do mandrd
a 000 e 640 reis a cuia e muitos outros general do na rua do Cabuga r. 3, terceiro andar." C easa do. cstute Na fabrics cajurubeba, A rua dc Luiz do Rego fazer qualquer peca de reupa a vontale do fre
putZ.osim, comprador tera direito a u bar- T l S 0 abaixo assignado acaba de vender an. 16, em Santo Amaro, compra soe caiui em toda guo e cm toda a pfeio presteza: isto na
Orosim, or comprador tsm inerA direitsao algua, dbar-sde IL OS O T TA am oens felizes bilhetes quatro quartos de a quantidade. loja dos baateiros da Boa-Vista, na esquina de
rica corn carvEDo sem indemnisagio alguma, desde .......,
que complete o numero de 30 barricas e igual nu- 0 4V"UT UAPRBII9OADO M! Kii STUART & C. n. 4,232 comrn a sort de 100M$00 e diver- .....b--ee dos Ferreiros.
meroede tal&esCforneeidoepelacasa. .rom- &C e eiam d."ae@s e ao premios de 32#000, 1^ 000 e 8(OO. VENDASU T}] 1 o un ,
monoedfpeetf eeadedo destes trlloUm. 0umlUabaixo -ivuzo c nvij.QJ io
P ; & a eomeo ta.lbenade waggtles em bioMs o~l -Vende-se nma case, nova em Santo Amaro
trPmeran e meame onvi a Vn- nina eisa nova em Santo Amano, Os Barateiros da B~a-Vista vendem muito bo-
e lereira 6 C e o lvas possuidores A virem receber na conforma- rua do Lima, travessa do Jo"o Viegas n. 13-A, nts linos d a s6 c6r e d listrinas
continuum alugar servicos para chA e jantar, .ta- e Os tri e d s&toda de ag ootume sere desconto algum. de tijolo, corn 2 janellas e I port, bern repartida, vestidos, send a 160 reis o covado e de acres a
iheres de metal finos, trinchantes, copos, calices' t mm maifactdo Ac r-se i veada oB felizn bijhOe4 corn Um gande quintal e cosiuha : a tratara isto narua dImperatriz a. 40, esquina dobecec
gairafa~s, eomnpoteiras, jarros, globes, lmaternas, eaefieoo dorattas de S.. 10.
garaas, cmpoteimas, jamdnnobas tols, layr-, 5- d meroN. 5 garautido a beoneficio da mratiz de S.. Jos4 mesma e mais -urn terreno" contiguo a eaa. do Ferreiros.
uatroa, loslas, ardanapos toalhas, deoibyrm, N. 5-dRus do Commercio-N. 5E pt(90.'), q s extrahirA na quin- = Vende-se a armaao de louro, em perf itorf
S tho pars baptisao, espelhos, bandejas & metal A 27 o c t. estado, da taverna n. 5 da rua nova do Santa Es rt i Ios
braneo pars ch, mes elasaticae-de ferarae A ta-eira, i ocorrnte. ita (alias largo do mereado) : a tratar eano n. 1 I
outros muitos artigos para casamentos, baptisa- o t s da mesmaA rua, e goarante-si o aluguel d asa.
des, bales, festas de igrejas, etc., etc., plr preros Pre eisa-se de ubmae aa que aeoaishe maito bern; r J d i m a sd a Na loja da rua da Imperatniz a. vane-am
eommodos: na rua Nova n. 39, 1- andar. naruada Aurora 109. Inteoir oo Novas Asei A Iavrada i 5O nuitos bons espartilhos Aa seahheo aA ,
---------------' ---------~~~~~~~~~~~~ ~m --- ,--------j .ohnI~aSU~d dr~ Waopara memis a 4^009, awtemo um b
Am a iar. Alipkh se a casa da m: d0 doio 2M0 Chegou par7 a loja dos Barateirosda Boa-Vist; ditoortinto d fchsa000; istnalojad
Quarto I IfW a rus, da Imperatriz um grande sortimento aa qeiuina do becco dos Ferreiroa.
Para cousinhar para.,pquea, familia, a rua de, TINt 1h an p w dor tol T 00 p a !ai00dai setinetas lavradas, tendo de todas as
urora a. 1396 artar dag s 6 horms da tarde. t ci mainovas que tern vindoaomercade,
I----- T^ -- -- larloA da ViUlAwi -14. -lnleiro uivamente pretas, sendo:afazenda mais bonitaquo Videse
... A d MezoDBar o da .d .W. e I.. 3050 0 tern vindo para sa festa, e vende-se a 500 rs. co-
I'U U AJeO -- I6'5 vsdc, into ns loja dla esquoa do beceo dos Ferre- Ainda esta para vender-e asitio junta .a esta-
SI a 75vsdo, ito a loja da esquina do beceo dos FerPaameirim ue pertence a fid Mon
Z i Quaro 0875 ros.
Asociedade Tentamen DramaticaPdod'Alhese AO cormmecir Joa wiWI 1 C lazemira. lnh de PAenhor Mqu o eTarMtn par fa, on
,preie aos aenhora aecioniatas do theatre de "J* C azei glza a mesmo corn o Sr. Mathiis Munis Tae ou
.EnfThereza para que venham receber at6 o 0 abaizo asignado, socio e reaponsavel pelo t- sen legitimo proprietario, aruado B amfi an.
EW 9 %do corrente mez, no estabeleeimento do active opasivo d mntiga firma Ayres 1Freir aMr-- IL------ r.
11m. Sr. Jos6 P. Moreira, os seus bWltes pano & C.,tr perw-o teeare deero qoeed de o o Sr. Carlos Gmim es Pa.- Na loja doe Banteiros da Boa Vista, vendo-e C ml br
espectaculo do dia 30, ficando a mesma maedade dia 10 do correote juiga usda deover nodt pMa pim queulSimamnt.hS .&avreP um eleoateo Brtimnto de caemiras de dta, Ia-e
deqaella data em diante exonrada de qualmquer da fima aupra. e quemr sejulr eredor da dita *ouP, qu ultimamnone bac -e avo do um elegante Cortnto do caoemirns de duas 5ar-
viur A rta doImpexdcw amakemdeo moeiq.li- guras, ando lalez, eecow bonit--ecores que A ...
responsMabilidade. Pao d'Alho, 22 de novem.bro firm, apresente-se comn sWCMoa no praw doe- docino o a s. d a 2 gos sendo mia a c nt c
de 1884. ,I tes dias par srempags ptalonte, quidar o negocio que o ; egora. veondemi a 24nLe2800 Mao eovado, sendo muito e
-------d-novem--------... --- ^ PA A EIAo>MZOPATHICA pamfepa-us araeoatumes, me di. taabpm so de ealwja a mmS d eupaastie
Oh 24Ld s Ia Fepd# e[a Oliveirn mandahm him f m'.i *bem-feito do em0S1
uLulz aaoVr 0 -Oli0veira.ali' 0 66 eai. ae do chitP r a 20,ee
.AWE".a"eoj& dima-a alamperuonio s a. i lr a esquia do B000 e 000! pr acabr', into A:esquina &
= &,ieaa-sede enuma q m Aqlia beeea-a-aire .r beeo does arneam._9
de.doei.saie ki: ni a-ado Ita- Preens. do m an* pars eudar em amian- VY4aduia-r eapatbhia ,FU -a 400, 30 e 640 -, m -
chnefl p ea-portioedeolea ac m na rusado Apollo a. 2,19. Is- Os ea us^ diBa-Vta, A rn ada Iiera--en
) &iQ eBip um g0ndeth. .. att de f- Yedeo d aa i, d,, -m.V
61i SesJim 1 0 br a rfes zarft veadas e do-0 8 61-A bum aUM&ran&a op r tacl

-i I d- ^, -to- ,hn. ft, t.oo a
S~ ,~ .... .* .- A.. b", ....... i o. ..da....L V


Non primeiros met" a aftMgba
natural o apropriada pawa afBMAa
r 9a de peito 6 o prorio itore m i t --
o em caso de neceisadade doeve mo
is dopela
0. FARINHA LACTEA DO DR.I
W' FRERICH8I
30 A sciencia e a pratica ade ptu im a
nha Lactea como poderomo .ilu -.
a trictivo pars a infancia e didituan ma-n
Scos do Brasil e da Europa reo hm
aer A do Dr. FRERICHS a melkmr n'a
S. genero.
Deve-se pois evitar confiar o fihmh
Surna pessoa eatranha e de compor
nlo conhecido muitas vetes o poru
a numerosa molestias.
Vende.se a verdadeira farinha Led
do Dr. Frerichs:
S 55 RUA DO IMPERADOR 55
a Estabelecimento de musieas e pianm de V
torPr&1lle
a CRAVOS E FLORES
Na rua da Unlao i.

,5, ha sempre para s

, vender craves e flores


SLiqufdaqao
a -
Para acabar
LS Popelmni-'s lisas, de listras e laivradas.
Las de "uaJr-os, cscosse-zas e lavradas.
a .\rinC'i hiis e do listras.
Grenadins do cores e pretas.
'a-r aias bordadas P )bertaq.
Ve-tuarios para meninos.
Leques.
Chapeos para senhnra.
0 ChitIs ika s e le cors.
Fichus de svdac e de I'
Capas 'e mailha de I;.
a Para ronllnuar
C.ollariunhos e pmnlio-), p)ara ujljIjra c homcm, di-
e ',rsos feitios
i1 Camisas serm collarinhos c som punhos. coin pu-
- nhos e corn collariiiii:-s e punhos para homrm,
- desde ,1. 35 ;i 4-.'
* C'amisas para meninos dcsdc n. 2- i 35: sem coi-
larinhos, de n. 32 'i :35.
Camisas, saias, peintcadores. calmas, g.,!la e pa-
nhos para senhi-ra.
Gravatas, grande varielade.
- Meias cruas, brancas. t! scores c pretas.
Capachos, tapetes, malas, esteiras, bolsas. velludi-
S Ihos, brings brancos c de cores, lunvas. perfura-
rias etc.. etc.
Papoula & C.
I S Rua do Cabu&A-19
Em frente a matriz de Santo Antonio
Artigos para senhoras
Cortes dc cachemira para vestido 28,008
Ditos de percaliaa' 13,000
Bonitos leques 1000
D Percalinas superiores, covado, rs. 390
Meias abertas, par 500
Alpacas mescladas de seda, covado 610
SCachemiras escossezas, covado 500
Fichus, capas, lagos, meias finas, setina de
{2 cores, sedas, espartilhos americanom, etc.
Rua Dnuqe de Caxiam u, *1
Mendon~a, Primo & C.
licos espelhos ovaes CoB m l-
dura dourada
0 bazar da Boa-Vista recebeu pelo ultimo va.
par da Europa um lindo sortimento de quadrom
corn lindas vistas em madroperola, que vendem
pan porecos baratissimos, assim come riae. esp-
Ihos corn moldura dourada, tern tambem competes
) sortimento de capellas funcbres e vela de cera,
miudezas e perfumarias : na rua da Imperatris
n. 88, esqumna da rua do Hospicio.
Cimento portland.
{Potassa.
Panno de algodlo petropolitano.
Vmnho madeira superior.
Vende-se no largo do Corpo Santo n. 19, escrip.
trio de Orestes Travassos & C.


Taverna
Vende-se a taverna sit a arua do Rangel n. 31
A, bem afreguezada e propria pam principeast,
o motive da venda se dira aOB pretendentes.
Recife, 17 de novembro de 1884.

Vendese barato
4 Sementes de hortalicas, rovas, e de todas at
Squalidades.
n Grao de bico.
Matte do Parana.
SLinguas seccas do Rio Grande.
Doce superior de batata de Malaga em latinhas
e de uma libra.
r Leite suisso condmnsado.
Azeite de coco.
SCapachos do Porto.
e Canna superior de genipapo.
E umn complete sortimento de obras de vime t
garantindo-se a boa qualidade.
Rua estreita do Rosario n. 1
Valente Irmaeos & Compailad
; Para festa
D vende se
Roupas para homes

Pre vos baratissiio.
Rua da bmperatriz m. 40
LOJA DOS BARA2EIROS
Paletots de casenmiras de quadrinhoas, f-
zenda que as lava 60M
Dites de panno preto fino, fazenda muito
boa 700
. Ditos de easemira de quadrinhs e lutii-
- nhas, forrado Som
Ditos de casemira emra-, de eord4, fr-
, rados am
Ditos de flanella amd, faraloaa, mdo fa-
zea ia que nse deabota 108l00
Ditos de 6cmeuirs de eores clar o-
curas 1edit
Ditos de panmo pret Eino, fan-os =O0|
Ditosda caem=rapaetadescoio 100 e0 IMW
Calasa do camymha e aoftr10--m1--a-
S draedeodSON Woo500,8u%0 0lom
Ditasdehelume rapaetmda s ea 0
Ditaa de rtds .earn
'Ditido pssaa-aeta 6
Seronlas de erella, obma ato mbm
fait& a I Adbe Um
-Dbwde Hembme do dHUdMa lJUOe tfo=
6 milieaite bRea t IM a 00 Um
_moo e M6,2,d-,Om


ff de I Me WO jbINM|r
Dit 4hTS". w ~ifai l" ^ -^ ~
eon

L-M
%mWIIH '^^1*(*.: Il
*...egaeafg^*


.f^
















Sa Iperial, o Sr. Coudo
09 s~do Qro-Pari eD.
dos do re cep to r, o
.Dr-. Re, o,-prot oll, darna a
I S! 'ra. rBaoi doStirMuy,"istro da agri-
cultura e sua senhora, Dr. Ahaeida Couto,
president da provincia, COnde do Tres-
i: Riios o engenhoiro-fiscal da lifiha Dr. Fran-
-a Leite e o inspector geral Jorge cEtte-

S 0 trem partio as 9 horas da manhA
da capital e s6 demorou-se em Sorocaba,
onde receberamrn SS. Altezas saudaq3es das
S principals autoridades. Era difficil o tran-
site na estaito pela agglomeragao (do povo.
Pouco depois chegava o trem a estacio de
Ipanema, e d'ahi tomando o dcsvio, foi le
S- ,var os viaj antes a plataforma da fabric,
o... onde so achavamin o director Dr. Mursa,
acompanhado do sou ajudante, o engeonhei-
ro de minas L randro Dupr6, medico Dr
Paulo Bourroul e 2.o tonontea de artilhari-
Antonio Pinto do Almneila c mais empr,-
gados. Ao dosemb:ircarem Suas Altezis
na piataforma, foramn levantados vivas
pelos almnos e alumnas das escolas da
fabric, que espargiram flores desfolhadis
na passagemn do S. A. Imperial.
Il Hospodaram n-so Suas Altezzis en casa
do diro:,tor, ap6s pequeno repouso visita-
ram a esoola do soxo fnmenin,b eroada
pelo groverao provid.ial c dirigida p'.Ia pro-
fessora da" Escola Normal da capital, D
Anna Rodirigues do Carvalho. Sa.s Al
tezas dignaram se tic inaugarar o livro de
visitantes d'aquolla casa do instruco, as-
sigaando seas nomes. A escola trnbilla
em urma das aula. da casa d director.
SD'ahi s'gairamn Sits Altezas, apesar
da impertinente elinuva quo cahlia, paraa
escola do sexo m .sculino, one so dA eda-
ca'ao aos aprendizes ,nonores duronto o dia,
e A noite aos adaltos, empregados nas offi
fiinas. A escola 6 dirigida interinamrntv
polo pi-ofcssor Alexandro Mcsnr, por so
achar vago o lagar dc ccplluio da fabric
quo, pelo regulanento, 6 o cnaarregp-.lo de
leccionar.
( Passaraqi Sans Altezas a visitar as
oflicinas da fabric, conmeeanlo pelo eleva-
dor quo dove servir ao novo forno alt.) om
construction. 0 elevador, 6 destinado a
conduzir as cargas de minerio, carvio e
fundentas ao referido forno. Depois de
examinarem os deposits do carvao, viram
a bocca pela qual so carrega o forno alto,
que estA trabalhando, d'onde se dirigirarn
para a officina de fundiqto e moldaleo,
observando algumas pecas que se acha-
vam em molde para ser fundidas. Entro
outras havia ura cm f6rmra de escudo, no
qual se lia a seguinte inscripgao 10
de novembro de 1884. VTisita de S. A
Imperial a Sra. D. Isabel, de S. A.
Real o Sr. Conde d'Eu, de S. A. Imperial
o Principe do Grao-Pard, de S. A. o Prin-
cip) D. Lutz. -Ipanema. -Ainda n'cssa
officiua tiveram occasiiiTo de ver uima gran-
de corrida de ferro guza, quo, come 6 sa-
bide, 6 o ciuzento da moldagem que so
presta A fabrica-Ito de excellentes rodas
para wagons da eostrada de ferro D. Pedr
I1 e fundiaIo das differentes e.as de ma-
china preparadas no Arsenald de Marinhln
da erte. Em Ipanema nao s6 o empre-
gam pars fundic7i~o do peas, sem passer
per segunda fusao, mas tambem pars trans-
formal-o cr ferro batido. Examii.iam-
taubem os 'dons sufladores, movidos per
duns grande rodas hydraulicas. Esses
sufladores, um de trcs cylindros e outro de
dous, form construidos na fabric.
a Na officina do refine, A entrada de
Suans Altezas, trabalhava-se um grosso pe.
dago de ferro cm um martinet movido per
uma roda hvdraulica. Existern mais dons
martinetes de vapor, em um dos quaes ba-
tin-so unia grande bola de ferro, quo e:n
metalhurgia so denomina lupa, e no outro
esticava-se uma bai'ra. N.ao so pode des-


crever o barulho quo produz o trabalho dos
tres martellos, dos quakes um pesa media to-
nelada, que entretanto em nada se podem
comparar corn alguns que existem em fa-
FOLIHETIE




o0 FILHO DE ANTONYI
POR

ALEXIS BOUVIER


TElCE ItRA PARTE


BastlogoDugw o GasvI


(Continuaglo do n. 274)


CAPITULO II


*sde tornamos a encontrar o nosso
her6e

Depois, come Ihe era doce pronunciar
esita palavra, e come se respondesse a um
de sous sonhos, ele repetio:
Men filho men filho !
L-vantou-se e encaminhou-se pars o sa-
leo fbiz XV, onde so tinham formado di-
verA8 meeas do jogo.
3oi c aquelle lade qce olle vie o bario
d'Hervey collocar-se. Em redor das me-
sas estavam grupos de jogadores. Elle
rollocom-8 no grupo quo ficawva fronteiro a
Velipeo ,BHervey. Se no receiasse teria
htp imA-P'uarada por ele.
O' in yiarecia ester nervoso e agitado,
timh. per.Wo sempre, e como inAojogador
qud r m&afceiiv-se. A eads azr da
sor, e preva sormim, levantaudo a
Cabov-&$ querfttdo d'esto modo consotar:
qaemB quo tinholam jogado na suas car-

W.it.ily~tA
noIl o:lt v eoaud.do Saucy,
Do "Peat e av w is


o-a~a~aecia, ,n|b8dod~ird~itr~wl'loa
uaher a superioridade do ferro de 'ipatie-
ma. Comtudo os armazons de Ipaneima
achamn-so rmpletos, porqu o pelas elevadas
tarifas das nossas estradas di ferro nao
p6de entrar em concurrencia no prege coin
o produeto similar euroJeft.
SUm pequeno trem do laminnadores, que
tamtubem trabalhava na occasilo preparafa
as barras do ferro quo a fabric fornece ao
eomminercio.
4 Na officina do machines viram Suas
Altezas o trabalho dos f6rnos, machines de
aplainar e outras dsstinadas ao prepare das
peaas dos machinismos quo este estabole-
cimonto suppre a industrial particular. Sa-
hindo dessa officina, .entrarama Suns Alto-
zas na de modolaiito, ondo os priuncipes do
GrAo-Para e D. Luiz corn muito interesse
observaram o trabalho de urn marconeiro,
que oxecutou un model de madeira. Ahi
foram tambein vist,)s per Suas Altezas e
polo Sr. ministry da agrioultura alguas ty-
pos do bancos escolares de madeira, imais
conhocidos sob o nome de carteiras, isto e,'
-orM a competente mesa de trabalho, banco,
o encosto, tio nacessario a hygiene da
criana quanto A propria commnodidade. So
em todas as escolas fossem os professors
obrigados a foraecer taos batcos aos alun-
n)os, nao vceriamos constantemente tanta
crianga rachiti;a e corcunda.
(( Tive ocasilo do ouvir o Sr. ministry
,a agriculture lembrar ao director a con-
venie.Mci-i d( mandar aquelles modolos de
bancos p:-ra o Muisea Escolar do Rio.
N'essa officina tamibem foram vistos varies
ugenalos do moer canna, um grande mar
tello de vapor, feito em Ipanema, quie p6 Ie
dosunvolver uin peso do cinco toncladas,
b)mibas hydraulicas, veitiladores e outros
,uachinismos.
,x NAo deixarei de referir n'esta carti
(que trabldha-se actuaiumonte em apromptar
algumas columns do fcrro fundido de
5;80'" do altura, enconmmenda para o novo
odificio da cAixa filial do Banco da Brasil
na capital.
Depois do visitaram epositos c ar.na
zeuons foram Snas Altezas examrninar o novo
forno para preparacito do ago cimontado
quo dove comecar a trabalhar brovemente.
D'ahi tonarain velocipedes quae os condu-
ziram ate 'A,; novas offinas, situadas a 400
metres das actunes e a ellas ligadas per um
ramal de ferro. JA foram en-lommendladas
machias por ordemin do Sr. miinistro da agri-
cultura, que esta resolvido a fazor o quo
estiver ao seu alaance, inmas dentro da ver-
ba votada polo corpo legislative. Ocea-
pain as novas officinas una Area do cerca
de 3,000 metros quadrados, send o ma
deiramento, quo e todo de peroba, tirade
das mattas dos arre elores da fabric, sus-
tOntado par pilares de cantaria. A cobor-
ta comp~o-se de tres telhados sobrepostos
doixando espago entro elles para quo se
produza a necessaria ventilagco. Esta offi-
cina 6 exelusivamento dostinada A prepa-
-a.to do ferro batido corn emprego dos for-
nos Siemens-Martin e outros apparelhos
modornos c aperfeigoados. Os receptores
hydraulics quo devem ser estabelecidos
serao movidos pelas mesmnas aguas que ja
puzeram em roovimento os maechinismos
'das antigas officunas, o que se conseguio re-
presanro o rio Ipanema e encaminhando-o
per um canal aberto em toda a sue exten-
sio na rocha. Ahi Suns Altezas assisti-
ram A manobra da comporta que r.epr6sa o
rio quneem poucas horaBformou unea mag-
nifica bacia, deixando o rio o seu curse na-
tural para enveredar polo canal artificial.
s Voltando A ponte do grande agude,
ahi Suas Altezas observaram a sua repr6-
sa, serraria e officina do carpinteiro, de-
pois do que voltaram A respective officina,
onde assistiram 6 fuudig'to do escudo de
que ja falloi.D
aS. Paulo, 11 de novembro, meianoite.


-Hoje, As 6 1/2 horas da manhil, Suas
Altezas fizernm uma excursao As jazidas
do ferro de Ipanema, que se acham a dis-
tancia de 6 kilometros da fabric, fazondo-
se o servigo de communicagAo per meio de
umn tramway, cujo perourso 6 de 3,200
zso o perseguia assim ? -Era este hnominI
que lhe trazia o caiporismo. Fez uma pa-
rada e perdou, e nao procurando dissimu-
lar o seu mAo humor, passou o baralho,
levantou-so o disse:
-Quern 6, este individu) ?
Ah se eu nao estivosse aqui, pergunta-
va-lhe o que queria de mim. E porque
na3 ? Vamos.
E dirigio-se para o grupo, corn o fire
proposito do perguntar aw condo porque
razao olhava para elle, e o que queria
d'elle.
0 conde jA nao estava ; olhou entio pa-
ra os jogadores, e notou enraivecido que o
parceiro a quem tinha passado o baralho
ganhava o ooMo 6 costume entire os joga
dores, elleconcluio, dizendo :
N'ao admira, jA aqui nao esta o aza
negra.
E voltando para o salB o onde se achava
sua mli, offereceu-lhe o brago para dar
algumas voltas polos sales, ella aceitou
rindo-se.
Passearam durante algum tempo, e di-
rigiram-so em seguida para o buffete, con-
versando sobre o esplendor da fosta.
A baronoza perguntou-lhe:
--.JA viste a encantadora fada que es-
peravas encontrar aqui?
Nlo, minha boa mli, ainda a nao
vi... Mas assqguro lhe que ella veto.
Sabes qnem6 ella?
-- Nto; sei apenas que A estrangeira e
de uma familiar muito respeitavel; fica-
ram de dar-me informagces a ease res-
peito.
NWo a conhe3es... aponas a viste e
ja eastas a preparar o future. Meu pobro
Felippe, come 6s leviano.
--No. s tl; die-mee urnma con6s:
E preciso co6rhecer para amismar? 6 suffi-
ciente vep. Eu n-a, elA admiravelroete
bella, Os igare onde a tonho visit, di-I
sm-eo quota Sem, 1Ua Q&e. V;i-aieof mI
-hmgsv ta a ha iis ~a inl| i.' ,
amIilII Htsi I I( I u?
Ai*^a-Eo;] 99 a ve que, o si chama I

~ Ee uiisso nZ"

e G]W -


(LO trO" .K A e~plorageW 34514a ft er
aberto, pois qu o ininetio so seha 'e-
palhado, por asim dizer, a or da ,terra,
em grandos bl6dcos, quo sto quebrados oe.a
pedagos menoreo e transportados pars o
forno de UstlUlaH4o, operaI.o 'esta quoas6
tern per fim tornal-'o mais -frigavel on pior
outra mais facil da ser reduzido afragm -'i-
toe do tamanho de umra noz n'umna bacteria
de'pilIes6e ferro. Esses piles sio. movi
dos %~| lem por urma roda hydraulie4 quj
recede a agua do urn pjoueno reservatoi
rio quo alli existed. Actualmeato oste4 y
forno carregado de pedra calcarea, falji
oando a cal empregada. no forno alto .oil
fundente e nas obras eita construecao "
calcareo 6 explorado n'uma% jazida quq fin
ao lade do minerio de forro.
( Suas Altezas visitsiram tambmn o ao-'
numento erigido no morro Araoyxba A
inemoria do Visconde do Portb-S .garo
Francisco Adolpho Varnhagen. c.
((Esse monumnento consists em uia crua
de ferro fincada sobre uma pilastra quo
repousa em dous grandes monolithos ca-
prichosamente sobrepostos pela natureza.
N'umn escudo collocado nw face da pilastra
voltada para o nascento Ie se a saguinto
inscripgao corn quo cm tuto poucas palavras
o grande historiador inmostrou a grandez
do seu patriotismno: A' winoria d e Varnh-
gem, 'Visconde do Porto Seguro, nascido
na terra fecunda descoberta por Co.9nbo,
iniciado por sea pal nas cousas grW( e C
uteis, estreniceu suta iatria e escrew'"ie ('
sua historic. St almat im riotafvr:uii
aqui todas cis suas recordac-es, e na oatra
seguinto : Nasceu nsta fabric'i a 17 de
fevereiro de 1816. dlleceu a 29 d& fjunh)
ds 1878 emn Venna d'Aastria, onde repon-.
sanm seus restos mortaes.
SEmn testainento o fimlado Visconl; de i-
xoa rodigida esta inserip1a. 0 singc')
inonaumnonto do Ipanaenfi foi fito a expan-
sas de de sna viuva.
(( 0 panorama que se descortin-i deste,
elovado ponto 6 deslumbrante. Avistam-
so extremno horizmnte cidades, faz-n-Ias e
povoaoes desta provincia. A ati-udo do
monunento C de corca de 800 minetros sobre
o mar.
,( Por propost:a do director, rosolveu o
Sr. miaistro da agriculture mandar demnar-
car nos terronos devolutos do Juquia, mu-
nicipio de Iguape, a zonaflorestal ncessxria
para a preparagao do carvaio que, corn o
future desenvolvimento da fabricA, se tor-
nara indispensavel. E' exactamente nog
terrenos comprehondidos entre a fabric de
Lpanemna e os de Juquia que esta proi aotada
a Estrada de Ferro Sul-Paulista, de que e
concessionario o commendador Jose Ver-
guoiro, cunj- i tragaio 6 entree Itu e a ri-
beira do Iguape, atravessanlo aquellas
mnattas.
a Pelas boas disposico3s em quo osta o
Sr. ministry da agriculture, quo nesta sun
visit poe apreciar a imrnportanoia deste es-
tabelecimnento, e de esperar que se reali-
zerm alguns inmlhoramentos projectados,
sem os quaes a fabric nao poderA deixar
de ser onerosa aos cofres publicos Pa-
roee-me quo ja tempo de fazer corn que
a fibrica de Ipanema, unico establdeeimen-
ta deste genero na America do Sul, occu-
pe o lugar quo-lhe compete.
s Devo referir que os principes do 0-rao-
Para e D. Luiz sempro acompa m
seus auglstos pais ne~aa5 exoursaio
0. O trem especial reg6S)ou IpanE
ma ao meio dia conduzindo Suas Altezas
ate Sorocaba, ondo demoraram-se o tempo
necesaario .para aceitar o lhnch quo ihes
offereceu o Dr, Adams,' ahi resident.
s Sua Alteza a Senhora Prineeza Im-
perial voltou a capital e o Sr. Conde d'En
proseguio na viagem pela estrada Soroca-
bana, tomando o trem expresso naquella
estacio corn destine a cidado de Tiete.
s Pouco antes da partida de Ipanema o
Sr. Jorge (Etterer, inspector geral da linha
aoresentou ao Sr. ministry da agriculture


amostras de trigo e avea cultivados em
seu sitio, a duas legaas de Sorocaba. Tern-
se o Sr. CEtterer dedicado a criagao de
carnniros, e consta-me que solicitor do go-
verno imperial a eompra de terrenos devo
cebo quo percebeu a mA imnpressAo que
suas palavras tinham produzilo, prose-
guio :
Entretanto nAo creio que seja judia ;
sei quo 6 de urna familiar christA. Mas, que-
rida mamr, affirma-me que a sua religion
n.Io seria um obstaculo. Afinal, temos n6s
religion ?
F- aze o favor de to calares ?
-Fazemos o bern quanto podemos.
0 que tens ?
0 mancebo acabava do sentir sua maii
apertar-lhe corn forga o bra9go, olhou para
ella; estava extremamente pallida.
0 que tens?
Nada, nada... Vamos Felippe; va-
mos, meu filho, vamos depressa.
Procurava leval-a d'alli, emquanto o
mancebo procurava em torno de si o mo-
tivo da emo9go de sua mai.
Vondo o condo de Sancy, que sobre ol-
les dardejava um olhar chammejante, ex-
clamou :
Ainda este home. Oh quevaca-
bar cornm isto. '
Desgiaoado, disse a baroneza, -va
mos, vamos; n1to falles Aquelle homaem.
Mine. d'Hervey quiz andar, por6mi va-
cillou e ahio nos braqos de seo filho; es-
tava desmaiada.
Se o estado de sua m..i o nUo tivesso
sobresaltado e obrigado a ficar junto d'ella,
Felippe ter-se-hia langado sobre aquelle ho-
moew, que desde a primeira vez que o vi-
ra, parecia trazer-lhe sempre contratom-
poes; mas o pobro rapaz, desorientado pela
subita indisposiWao da baroneza, a6 so oc-
cupava corn ella nada comprehendia; por
isso asmo, recemando tado, toeve por um
instate medo de ouma catastrophe.
T os apprxiuararm dne'a, qreriam
todoa esoccrp r a bronoa derve.
Feiippe ar um mon*oto de A4, was
traquugouseimmedifttazrnitp e 4aattan-
do aquelle quo o eercavamr, towiado-_.a
witi nos brAgO, .^'t#; po ip^o t
onde crioa4 faisi. ebir at PO

fie. achI%''w p. Prose Ia-


p6n, tide a apple q o
Wiero lre, dava. 0 Sr. minitttr da
agriculture, sabendo disto, conrorsou corn,
o Sr. (Etteror e prometteu dar alguma pro-
vid4noia.
a 0 Sr. Condo d'Eu chegou a ciaade ad
Tiet 6As 3 horas e 45 minutes, sondo race-
bide na easta9ao polos Srs. Dr. Luiz Car-
los Assuimp9gAo, juiz de direito, Camara
Mipuicipal o mais pessoas gradas, hospeo,
dando-se em casa do Sr. Antonio Correia
Moraes Silveira.
a A cidade de Tiet o 6 po onto do para-
da da estrada de ferro-Sorocabani, que
tern de ser for9osamente a linha de unite
centre as estradas do ferro do sul do Bra-
sil e o Reo de Jauiro.
g A cidade o6 situada em uma emin-an',ia
a margem esquerda do rio quo liohe dA o
nome do ribeirAo antigamente do Crusc'A c
hoje da Sarra, no bairro do Pirapora, no-
imo do uma cachoeira de forte corraatega,
semnada de ilhotas do pdras',aceresa-de
5 kilometros da cidade. Qiianlo arraial
tevo o nome do crusq em consequeneia
de urna craz, aberta (m um escarpado
rochedo Ai margorm do rio. Coin3 fregue-
zia e villa ftorosceu corn o onome dA Pira-
pora, quo foi mnudado para o actual, desde
que foi elevada A catcgoria d(o cidade.
( Em 1830 sobroveio uma epidemic de
sozoos e febres do mao caractor, qua cci-
fou centenas do vidas. Esta opidemia, quo
ate ha pouco tempo s, torn reproduzido erm-
boran corn mns intonsid.de, foi donomi-
.yada e at6 hoje 6 lcrnbrala polo nome de
peste grande. D)igno de nta 0 per certo,
o procedimento do um velho finuninonse,
quo, residindo havia muito no munioipio,
prestou sorvicos consid eraveis praticando
os mais bellos actos do caridado.
( Chamava-s2 Joaquim Pinenta Ferrei-
ra de L iet, hoeinon do not:vcl intelligen--
cia, muito tino medico c do espirito pers-
pi.az. D.mdo-se sempro ao exercicio da
mediciaa, restitait a vida centonares do
pesseoas, mas afinual tevc do pagar o seu tri-
buto, fallecendo da molestia rinante a 31
de maio ie d1S30.
-r Saa Alteza a Snhlora Princeza lin-
perial chegou pouco antes de 5 horas da
a capital, reeobendo na estatco um tele-
grammia no qual Iho comMinunicwA a che-
gada do Sr. Conda d'Eu A cidade de
Tiet6.
0 Sr. mninistro da agriculture resol-
veu adiar o rogresso para o Rio do Janei-
ro por causa do servi.o public, send que
uma das questoes queo detem mais umrn
din aqui 6 a que se referee A run Holvecia.
Entre a companhia ingleza e a Camarani
Municipal ha litigio a respeito dessa rua.
A companhia oppoe so a abartura da rua,
tern havido various reocursos, todos deeididos
em favor da camera. Ultimamente dizem-me,
a companhia, vencida perante o poder ad-
ministrative, recorreu ao poder judiciario,
que tomou conhecimento da quostAo.- 0
president da provincia levantou conflict
de attribuioes. Apezar disso a compa-
nhia prosegue em obras que impossibitam
a abertura.
sO Sr. ministry da agriculture e o presi-
derte da provincial estiveram hoje no lugar
em questao.
Partimos amanhit As 7 da manha para
Capivary, onde Suns Altezas se hospeda-
r.to na villa Raffard. At6 amanha.


VAi.MIDES

4M proverblos da liHugua pur-
tMgaeza, coin um appendice
dos de orlgem brasileira
REDUZIDOS A VERSO
POR
P. S. DE A. GALVAO
(Continuagao)

Nero de silva born bocado,
nerm de escasso born dado.
S Peitar faz born jantar,
que S. Rogar nto ha lugar. _
lhos, corn o olhar rito no seu rosto, Coin as
maos nas suas, ancioso por vel-a recupe-
rar os sentidos. Dons medicos acercararnm-
se d'ella.
Este incident havia produzido no sa-
lao urma impressilo geral; toda a gente se
agrupava junto da porta do salAo, exage-
ravam o estado da doente, queriamn vel-a;
e obrigado a desabotoar o corpete de sua
mai, Feiippe soffria corn aquella curiosida-
de indecente pedia que fechassem a por-
ta. Era impossivel. As portas para nao
difficultarem a circulagRo pelos sales, ti.
nham sido tiradas dos seus lugarea ; mas
cram substituidos por pesados reposteiros,
que deixaram cahir. Poderam entlo me-
dicar mais livremento Mine. d'Hervey. S6
alguns dos seus amigos mais intimos po-
diam pedir ao seu filho a explicaglo d'a-
quella indisposigao subita.
Felippe respondia que nada podia expli-
car, o procurava comprehender o que ti-
nha visto." Nao era possivel a menor du-
vida. Vendo aquelle home singular, sua
ai tinha estremecido ; agarrou-se a elle,
como so um perigo a ameagasse; tinha
querido reagir e a prosenga d'aquelle ho-
memr a tinhia enchido de terror. Qtuando
seu filho deu por isso, a sua porgunta per-
turbou-a, o medo apoderou-se novamente
d'ella, e foi com urea voz cuja intonaglo
ainda-o impressionava, que ella Ihe pe-
dio a que nao fallasso aquello homem...
Quern era elle ?
0 magnifico vestido da baroneza d'Her-
rey tinha sido sacrificado pelas tesouras;
o corn os seios lives a respiras9o voltava;
apallidez que Ihe cobria o rosto succoeu
uma eir roeade* corn .on sorriso nos labios,
conserwado ainda os olhos fechados, e,
twado centre as mAos as do Felippo, ella
p auciou estas palavras:
Kett filho... nieu Felippe!
JQumidobio s, .petoorr^eu corn
alle- todo o poq aieno alo, ftiAndo obti-j
&monor obr cdai uma daspessos que

Deite .uois aradoeou dA ai., M&a


d ia mimn
doiuim.


Queriamos todos
muito bons ser;
mas alcan9al-o
hao de os menos poder.
Bos e maos corn igualdade
'sustentam a cidade.

0 born homemn de o ser
o fructo vein a colhnr.
S0 born per si se gaba,
e de ser born se paga.
0 born vemn a soffrer,
o que o mAo nao tern poder.
* Bots costumes o muito dinheiro,
a meu filho faro.cavalleiro.


0 born vinho, corn razio
escusa pregno.
0 horn vinho amigo
a ve-nda traz comlsig'o.
0 bon m osto,
Sac ao rosto.
Quando emi fevereiro
a clhover nito veio,
nto lia born Lrcdo,
nem born centoio.
Ao bom amigo da quinhnio
do ta u vinho e do teu pao,
Companhia de dois,
ambos bonrs sois.
Do riaim ninho,
sc bon passarinio.
Dos bons propositos
quo fazoem certas pessoas,
estA tao cheioo inferno
como o c6o das oboras bo-,.


Castiga o bum mnelhliorara,
castiga o 0oe, piorard.
Ao born cavallo esporar,
e ao born escravo acoitar.
Born cao do caca,
at6 a morteo mostra a raga.
Cresce o ouro bern batido,
como a mulher corn born marido.
Por principio algumn
de bons e d e nelhores,
a minha filha nenhum.
Atraz do born corner,
o mAo vem ter.
Born de convidar,
mao de fartar.
Quern b)m e mao
nao p6de soffrer,
a grandes honras
naIo pode vir ter.
Se born mogo queres encontrar,
antes que nasga deves procurar.
Ao born dia a porta abrirAs,
e ao mao te apparelharAs.
Ao born pagador
nao d6e o ponhor.
Bomn 6 um pAo
melhor se corn dois pedagos.
nol o dto.
Born 6 saber
que plio te ha de manter,
Do born, logo
born fogo.
0 born ganhar,
faz, born gastar.
0 born dia mette-o em casa,
nao percas vasa.
Quando o visinho
per born 6 tide,
Oh meu fiho...
Minha miti, minha boa mai, o que
tens ?... 0 que sentes ?
Nada; nao sinto cousa alguma; ve-*
jo-te, e 6 quanto basta para considerar-me
feliz.
E voltando para as pessoas de sua ami-
zade, que olhavam para ella consternadas,
disse:
S- Nao foi nada, um ligeiro incommo-
do, quo nemreu mesma sei explicar....
mas durante o tempo em que perdi os sen-
tidos, pensamentos medonhos atravessaram-
me o cerebro, e 6 per isso que me conside-
ro feliz per tornar a ver meou filho.
Minha queridi mrAi, disse o mogo,
quasi chorando e lovantando-se para abra-
gal-a.


SQuando elle lho cahio nos bragos e os
seus labios tocaram-se, Felippe sentio que
uma agitagio nervosa percorrera o corpo
de sua mli, e ouvio-a dizer:
Oh! meu filho! meu filho! nato to
separes do mirm.
Pois acredita nisso, minha mi.? Mas
o que Ihe dA que peisar, minha boa mli ?
Fallo do caeameato come um louco, nunca
pensei seriamente a esso respeito... E a
prova e quo ronuncio-o e nio fallemos
mais nisso.
Adelia d'Hervey sortie tristemente, e
collocando os dodos sobre a bocca de seu
filho, disse-lhe em voz baixa:
Cala-te... nao se trata do teu casa-
monteo!
Ainda bemrn, minha mai... sentes-te
melhor, nlo 6 assim ?
Sim, men filho.
E levntad.2q Adelia mandou buscar
o sen chale, e teio a son filho que a le-
vasse para casa.
Felippe obedece imimmediatamente; oes-
t4do do su tmli t ,pivA-lbhe medo, o iul-
Fava-se muito fli em vel-a restabelcida.
assAW qe lngo so encaminharam
para a pffta, pwgunutou-lb.:
S Ma3 aoque tapausou tanta imprea;lo
a:Knt. do p.e.t..( *itido .
Sua ai" alo rvipoad6*4he e perguntou-
)L **. 1 / s 1 **


0 eto diss eu quaido me senti


Pan o &m buses alcangar,
para o mao basta desear.
Queo 6 born deo coontar,
rare tern que lastimar.
Filho bastard
ou bonissnimo
ou velhaquis'm).
Do born o filho,
nor inesmo torn,
pass o milao
e passao born.
Quando umn filho tern m Ao pae,
6 razoado so born sie.
0 filho do born vA,
ate que bern lhe vA.
Naio 6 born ir,
em soccos fugir.
Quem o derradeiro
sempre olhiar,
nunca o born feito
ha de praticar.
Mopo de ho,,, juizo,
S quando a v,-lio chegar,
ha de adivinhar.
I A born correr c ;ni,) eorrn.r
tres rezes ,ce-,r.
Ao born daris,
c do m1ao t., afastarA7-.

i Debaixo dc um bhum sai
urnum mAo homern se encontrar-
nmio e d( admiirar.


b* 0 /bu ao inAo anoj,.
que o mao nao ous'i.
A hwy, quand(o eucontrado
S grande bocado.
0 que ,/,',i para o venire.
e mao para o dent'.
Bum panno n'area tondc,
que vici mcsmo elle se venle.
S Born prineipio dado,
metade estA acabado.
Corn bw, sol
se estende o caracol.
A born pedidor.
born tenedor.
A bow dizedor,
born ouvidor.
Poucas palavras toruar
ao born entendedor
do sentido senior.
Corn born fallar
podes do traidor
leal tornar.
Basta uma media palavra
ao que born eut-nmdedor,
p'ra do incomplecto sentido
fazel-o logo sonhor.
Muitas vezes de umn nescio
born couselho colherais,
que muito cstimarts.
ou
de que to aproveitarA6s.
0 born coraao tortura
e quebranta a mnai ventura.
Prata 6 o born fallar
ouro c o born calar.
So queres born conselho,
pede-o ao velho.
Se queres ser born j uiz,
ouve o que cada urn diz.
Desleal oua bo servidor,
viras a scr senhor.
Se queres bon cabaeo
semeia-o em margo.
(Continmia,)
Disseste-me: nAo t'alles iquelle ho-
memr...
0 quo querias dizer corn isso"
Felippe vio c6rar sua rmai, notou a soa
perturbagao, arrependia-sc de Ihe ter feito
aquella pergunta, quando ella disse-lhe:
Nao me record, doia-me a cabea,
pouco habituada come estou agora a fre-
quentar os bailes, senti inme incommodada, e
nao me record de mais nada... quem sa-
be ? talvez, eu suppuzesse que te dispu-
nhas a questioner corn alguem e...
Felippe collocou-.lhe o chale nos hom-
bros.
Serm saber por que, aborrecia-se corn o
que ella dizia.
Era a primeira vez que sua mi lihe
mentia, existia em tudo isto um mystario
que ella Ihe occultava.
Offereceu-lhe o braeo, depois de pedir a
um criado que Ihe indicasse um cariauio
por onde podessem sahir s'm atravesar
os salves.
Sua mai perguntou-lhe corn indifformm-
Va :
Quando desmaiei, nao fallaste am al-
guem ?... n'mna possoa ?...
Nao, minha boa maii.
Mas eu te fazia aquelle pedido sea
haver urea causa.
Assim que principiou o bailey omi
que um home nao tirava os olhos d4. ei-
ma de mira...
Ahu


Felippe sentio sua mai estremos ao
seu brago.
Aquelle home, sempr e na miaa
frente, incommodava-me ; qmaado o traui
ver, suppaz que o sean olhar to mortifica-
se, e disse: ain la esate homem... 6 pre-
ciso acabar corn isto.... n'esta occaMile
desmaiaste, dizendo....
Sims, sim, agora me lembra. U si a-
aim memo... N o looP bo w" do
quem falas... -JulOApi quo i- f M
questb, quiz eTiWi... dO m& : OM
Wales corn amei hme,.
-Ah! dim F* M I-ft W. 04-
ou OM uma6 palam so,
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