Diario de Pernambuco

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Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:13577


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Full Text









































Sz .nda. .
VERSAILLES, 28 d-3 janeiro. J osepha Marie da ConceiA-.Indeferido..
Bacharel Jko AIves Pereira de Lyra.-Passe
Mr. Vtctor Hugo no Senado, e Mr. portaria a forma requerida.
Luiz Blame na Camara dos Deputados, nhLnse.Sorio.J0u..r.-En.-.
apresentaram projects ;de lel, tend Maria Augusta da SilvAira.-.Passe portaria,
por lim concede amnistia aos con-I concede'ldo dous mezes de licen&. corn todos
demnados politicos po actos relati- os vencimentos, a coitar de 8 do corrente-
mez.
demnados politticos por tactos retal- mez.-
Vos a communa. Nathan Thomas Burroeos.-Como pede.
Secretaria da presideoeia .de Pernambuco,
A Camara dos Deputados votoa ur- 9enelr do 1879.
'9do janeiro de 1879.
gencia para esse assumpto. 0 porteiro,
Joao Gonpalves dos Santos Junior.
VERSAILLES 23 de janeiro. o
Repartiqo da policia
A political adoptada pelo mlnisterio N. 131.--2. seceAo.-Secretaria da policia de
uao merece a approvaeAo do marechal t'ernambuco, 29 de janeiro deo 1879. lilm.
President da Republica. e Exin. Sr. Participo a V. Exo. que foram
honteni recolhidos A Casa de Detencao os se-
PARIS, 28 de janeiro. guintes individuos:
A'Wordem do subielegado do Recife, o ma-
ritimo francez PularJ Joseph. a. requisiglo
Tendo o ministerio solicltado a su do respectivo consul, e D ningos Garcia, 4
bstitui-to de alguns commandantes requisicAo do capitao do porto.
dos corps do exerelto, o Marechal A' ordem do de Santo Antonio, Eduardo,
escravn de D. Paula Francisca Paes Monteiro,
President da Republica. recusou ac- ppr ter sido encontrado f6ra de horas sem
quiescer t isso, declarando que era bilhete de sua senhora.
mais facil dar elle'sua demissio do A' ordem do de Bel6m, ManoelLuiz Ribeiro
e Bemvinda Maria da Conceicao, por offenses
que conseutir em qualquer alteraiao A moral puiblica.
dessa ordem. No dia 18 do corrente, no sitio Covao. do
termo do Triumpho, Joaquim Alves da Costa,
Ageacia em Pernamnbuco, 29 de ja- travando luta cum Manoel Marques da Costa e
a Pedro Marques da Costa, por causa de furtos
neiro de 1879. de lavouras, della r.sultou sahirem grave-
0 director, mente feridos o prinmeiro e o ultimo que fall"
ceu no dia seguinte, Joaquim Alves, foi reco-
J. B Rh E ZET. ihido a prjsao, logrando evadir-se Manoel
Marques.
'T NNa noite do mesmo dia. no quartel do des-
i! ll^A I I 11 tacamento de policia da villa de Aguas Bellas,
INCAO P ULARU o ? soldado do mesmo destacamento. Augusto
Affonso de Albuquerque, por impericia. deu
Thesouro da Familia causes a ser gravwmente ferido com urn tiro
esouro da amiia de pistola o seu companheiro Adolpho Joaquim
OU ENCYCLOPEDIA DE CONHECIMENTOS de Araujo, pelo que foi rccolhido A pri.-o:
TEI IN VIDA PATr Sobre esses factos.as respectivas autoridades
iTEIS NA IDA PIAT[CA procederam nos terms do inquerito policial.
As rcfcicoes. Pelo delogado de Olindia, toi remettido ao
juiz compe-erte, o inquerito policial a que
Tres refeiQ6oes por din, e do modo mais sim- procedera confitra Lucas Antonio Evangelista,
pies, Sio o que mais convem ao temperamen- por crime deroubo.
to, n1io obstante o ensinamento da escola de Deus guard q V. Exc.-lllm. e Exm, Sr.
Salermo s6 permittir duas conforme diz o Dr. Adolpbo de Barros Cavalognte do Lacer-
uphorismo: da, muito digno prestdente da. provincia.-
Erguer-se as cinco, almogar As nave, Ochefe de policia interinojoaquim da Costa
Juntar as cinco, e dirtar-se ds nove, Ribeiro.
R1 n-rpi rip~; d,- .r nv V -ann


,b- 0U IJelaU ;tiov~iveI IU~fve/vezesIJU.
0 alrnoC, entire o -10 horni ,iln mnhi sotia
'- ax nes.isades causndas pelo long jejum
R perdas 0 jantar entree 4 e 5 horas da tarde serve
para reparar as fadigas do dia e provocar as
secrecQOts nocturaas. Deve ser muito co-
pioso.
A ceia ou chA, A noite, entire 8 e 9 horas,
serve ainda para corroborar o estomnago. Deve
ser ligeira.
E' convniente deixar passar dias ou- tres
horas entire a refeigAp e o deitar, porque a di-
gestao se faz melhor durante a vigilia do que
durante o sonrio.
As horas de refeigAo devem ser reguladas,
de f6rmna que se fagam duas ou tries por dia
corn igua s intervallos-maisou menos. -
Se entire as refeiCies as crianCas tiverem
tome, pode-se dar-lhes fatias de pio corn man-
teiga ou cornm d6ce.
A mastigaeao complete e urna das pri-
meiras condi5oes de uma b6a digestao.
E'umrn erro creo-se que urn exercicio violen-
to depois das refeicoes active a digestao ; tal
exericiio s6o pode embraral-a.
Deve-se evitar o corner quando se este agi-
tado, porquanto nao s6 o repouso do corpo,
mas txtmhemrn a tranqnillidade do espihito 6 ne-
cessaria para bern digerir.
0 hrnomeoi de safde dve se afastar o menos
que for possivel dos seus habitos e evitar o
mais possivel a agitagao do cerebro depois das
comrnidas.
Servipo da mesa.
0 maior asseio e limpeza deve presidir ao
servico da mesa, pois que -urn born jantar
deve agradar tanto ;i vista como ao gosto e
cheiro.
Os minanjares devem ser bem servidos, sendo
as toalbas, guardanapos, pratos, lougas, crys-
taes, prttaria, etc., etc., perfeitamente- limpos
e assuia'-os.
Qualquer que seja o numero dos convida-
dos, e ainda mesmo em tratando se de- jan-
tares de intimidade, todos os prepares devem
ser feitos corn antecedencia, afim de quo a
lona da casa se possa occupar exclusivaii ento
de seus hospedes.
Todos os objectos que compbem o service da
mesa, como crystaes, pratatia, etc., etc., de-
Svein ser dspostos corn antecedencia na sala
do j&ntar sobre aparadores ou bancas espe-
ciaes.
E' convenient collocar sob a toalha um co-
bertor do l6 ou de algodlo, aflm de evitar o
atrruido produzido pelo choquo dos pratos e
copo sobre a mesa.
Nada 6 mats agradavel n'um jantar do que
urma bella tlumina&io. Ppr isso muitas pes-
soas usam jantar tarde, para poder fazel-o com
luzes 0 -,rvigo da mesa apparece .aelhor,
ganba muito corn as htzes.
As flores sio.um e inantador ornamento das
mesa; mas nio Wnvis sobrecarregal-as
corn ellas. Basta urTflindo ramalhbteem cad4a
extreroidade. As-tflresdevem ser nataraes e
nao muitt- cdorantes, para 5o iwcommodaras
convivas. Cestas de floires que alternem cor
S cestas de fructos produzem um effeito'-cadMi
'" ravel, e tern a vautagin m U-subres r. librilhe
de nko intereepi&tIemAa.viSta dosponviyop
locados do d lad l-lpS'..
03 Cowrivivas dv vonftde.oA)is u(


PERUi C071GW


SESSAO EM 8 DE JANEIRO


-1


PRESIDENCIA DO EXM. SH. DR. AUGUSTO DE
SOUZA LEXO
Ao meio dia, feita a cbamada e achando-se
prdsentes os Srs. deputados Rachael, Auster-
liano, B3aro de Nazareth, Epaminondas da
Cunha. Antonio Ju.tino, Estevlo de Oliveira
Joao de SA, Paulo de Oliveira. Euloxio de Bri-
to, Cisnero, Beltrao, Malaquias, IGitirana,
Gervasio Campello. UYeodoro, Lourenco de Si.
Pitan-za, Barbo de Tabatinga, Augusto Lean,
Clodoafdo, Magarinos, Cunha Mello, Bacellar.
Rego Baptista. Pereira de Brito, Cnunhi Barre,
to, Siqueira ravalcante, Ernesto Freire, Cieero,
Peregrine e Ermirio Coutinhb,faltando os Srs.
Epamninoudas de Barros, Jacobina, Pontual.
Antonio Carlos, GalvAo e Luiz Cesario, abre-se
a sesslao.
Achando-se na ante sala o Sr. deputado To-
bias, o Sr. president econvida os supplentes
de secretaries a o introduzirem no rediwtq, o
que 6feito corn as formalidades do e4lo,
prestando dito senhor o devido juramento. -
Lida a acta da sessio anteoedente, 6 appro-
vada. 4
0 Sr. 10 secretario 16 o seguinte:
EXPEDIENTES
Umrn officio do secretario do governo- dapro-
vincia, remettendo o balance da car1ra; itu-
nicipal do Rio Formsos, do bxercicio de 1877 a
1878 e orgamento para o de 878 a 1879.-A'
commission do orgamento municipal.
Outro do mesmro, remettendo o balango e
mais dQcumentos da camera man'ucipal de
Olinda, do exercicio do 1877 a 1878 e o orca-
mento para o de 1879 a 1880, d'aqutlla -cama-
ra e da de Ipojuca.-A' commiss.o de or4ga-
mento municipal.
Outro do mesmo, transmittihdo a copia da
poitaria eslbelecendo as cond'oes doaccordo
feito-corn o bacharel Lutz Rodrigues Villares,
de conformidade cornm a lein. 1,161 de junhi:
d 1t877.-A' commissAo de legislaco.
Uma petiCor de JoLo Antonio M.lit iro, p -
dindo a approvagao do curso tachvraph'co que
funciona na sala das sessSe dojaustituito A:
cha |logico. A' .,coq;.S. ....0
Si llotuse oapprovadOs os segurintes pare-
ceres: -
c A corn mission de petigdes. para dar pare-
coer na*de4os6 Teixeira Coimbra e Augusta
SXavAier'd4Souza Foncecs, precisa que pelos
Scanaes competentes sejam ouvidos'a thesouro
provincial e tambem' a camera muaicjpal des-
ta cidade. Sala das commiissoes, 7 d janeiro
de- 1879.--Ridoxio deo BDito. Clodoaldo de
-$oza. -Bdrao de Nuareth. v -
6 A,'?ormnlissae de petig5es, a qitw-foi pro-
sente a'deo ManoeTna^xeira. degao rvahoRA .I3-,,


contrair'a ivisao desta-0oM a:;TpzpVifaNATUt-
- rahyba, passando pelo lupar dPno hnad pt
rito fantos; ao nor e
os Antigos limits da !reguoez Taqu'Ta"
aArL 3o A novaI ^l lparto.4
term doa Brejo. ".'
a Revogadas as disposioes em contrarlo.
a Pago da assembl6a ,7 de Janeiro de 970-
Rochael -Lourenfo de Sd.-Barao de Nazareth.
-Dr. Praaedes Gomes de o auza' Pitf!i a.--
Joa6 de 8S e Albuquerque.-Eudoxio de Irito.
-F. Olegario de VasC(netlos GaSv4i. Dr.
Francisco da Gunha Beltr&. .-P. do Otiveir;-
Austerliano Correia de Crasto.-Ferreira Jtco-
biaa.-CGnhia Harreto. Estevrno dO Oliveira.
Siqueira Cavalcante.-E. Coutinho.- 8acellar.
-Francisco Jagarinos.--Antonio Carlos Fer-
retra da Silva.-Rego Baptisla. -CunIa Mello.
--lodoatdo de Souza. Manoel Gitirana. -
Coelho, Catanho.-Cesario do Rego.-Pereira de
B#'ito. D
SVao a rresa sAo lides e approvados os se-
guintas requerimentos :
a Requeiro que se peca ao presidente da
provincja :
a .o InformagSes Acerca da aneira porqus
tern cumprido o'seh oontrato'a companhia
Drainage.
e 2.0 Copia do parecer dadopola presiden-.
ria da provincia.de que fizeram part os Drs.
Buarque de Macedo, Paulo de Ulivoira, Colago,
Tzbtxrcoo de Magalhaes e Pitanqa, cornm dla-
ragAo se foramin aceitas as medidas propostas.
9 3. Quanto ternma companhia recebido do
"heoouro provincial.
a 4. Quanta tern a thesouraria arrecadado
dos particulares.
a 5.0o Se La na thesouraria empregados que
se occupem exclusivamente da escripturaCAo
dessa arrecadaoAo.
a 6. Quantos sao os empregados, quaes
seus vencimentos epor quem .ao elles pages.
Paku da assembl6a. 8 de janeiro de 1879.-Dr.
Pitanga.--fardo dt Nazareth,.D -
a Requeiro que seja o Sr. to secretario Dr.
Jos6 Tavares a pessoa eficarregada de recebet
a qiantia votada nara as despezas cornm o ex-
pedienie da assembl6a. PaQo da*.assembl6e,
7 de janeiro de 1879.-De. Maa-juias. x
Requeiro) que se peCam po:- intermedio dd
pre~idente da provincia as informaOes -.se-
guintes :
a Desde que ann ao hnoba concurso pare pro-
vim,-to do\e cadeira de instrucg&a primaria
quer de um qu6r de outru-sexo, quahntus alum-
nos mestres tern a Escola Normal titutado du-
rante,'esse prazo ; finalmente qual a raza: p)r"
que nao se tern aberto o s concursos "oritra
as disposiQces do art. 15 do reg lamenii de
21 de novembro e 1874 e art. 4 ` $latKa le
provincial n. 1,143 de8 de jdlho deo '18746"Ei
#;..X A n- .-- AI -;.1 1: -,iL -. -.*:. *V- ,ti


4 Requeiro que par al e ulUao la presi.en-
icia seja pelo inspocto#d6o thesouro provinciirl
fornecida a esta a.ssmbl6a a :declaraeAo do
uumero de cadeiras queexerce que o professor
public Dr. Augusto Carneiro Monteito da Sil-'
va Santos.; bern cornmu oi'denados e gratifca-
Qoes que tein -recebido nos- quatro ulMtimos
exercicios e c,)ntjir a a perceber dos cofres
proviaciaew. Sala das sessads, 7 iejaneiro de
1879.-Antonio CarlosLFerreira da Silva. a -
E' enviido A mesa -apoi!lo e adiado pela ho-
ra o'aseguinte requerimoento : .- -
x Requeremos quf pelos canes competen-
tes- se solicitem as seguintes informasCbps:
c -.V Quantos alumnos pensionistis e mneio
pensionistas particulares teem sido retirados
do gymnasio provincial depois da datada Ce-
rissio do regedor conego Tranquilino Cabral
Tavares de Vasconcellos.
S. Quaantos alumnnos pensionistas particu-
lares teem entrado, depois da referida dermis-
slo, para aquelle estabeleinmento -
a 3e ? Qua! o motivo poor que o delo Joaqutm'
Frandisco de Farias, nomeado regedor do rete-
rido instituo, nao tern p,)d do eutrar.no exetr-
cicio de-seu-cargo, segupdo consta do ultimo
relatorio da piesidencia, lido-nestaoeasa. ,
Solicita-se tambem copia do -officio do Co-
rnego Iranquilino, pedindo a sua exone'raglo
do lugar de que foi-demiUtid,'.-S. R.--Sata das
sessdes, 8 de janeirodeo 1879.-Loureono de Sa,
-r-.Cisierd de Albuquerque.-Antonio Cartlos;--
Serremra d, Silva. D
0 Sr. Presideate declare ficarem sabre a
mesa, afirn-d sereni exarnMiadas pelos, Srs
daputados at6 serem impressas, de con'orfi-
dade com o art. 128 do tegimanto, as redacoes
dos projects de as. 67 de 1876,18 e 25 do 1877
S5'e 6 dei88.
S ORDEM DO DIA-
Teroeira discussao do pTojecto n. 0 .de 1876.
providentiando sobre as prorogao6Qt de pma-
zos para eomrneo on conacusa de qualqueri
obra. sewi autorisag&. especial da asssembl6a
provincial. E' approvado. -
Entrando era discaqSo o project n.4 -de
lN77,reformando a instrueayo public, verift-
ondo o Sr. president que este -projecto (oif t
nettido A commissAo de instruct ro publica-
retira-o da discussko..
Terceira disoussib d.) projecto n.,89 de 1877
i.ppp Lpstieas da icmta muaiunnicipal doi
Iltcife..-'a oado. V ap v-a
SPassa-se Ad Adiscssdo do d-n. 3-de '1878.
creaidjo u1n tabellionato no teNrm(OdeTaquare-
tiinga', ao qual sero annexos os cartorios -l
crine e cive, inoldsive o de regiatro de hypo-
thecas: -
0 Sr.; Estevio e'0iiveira,- reqqer e
-adisntimeato Ia'ascassiopor-24 horas.
o ~r. M~liqais-.4it. presidetite, tore i
do infoia z este;- 4rscu6 tetbe orato todm -o
o0 .ros o) r miM' assiirnados.i Nao aneoiados


i Assim, estado presente o se autor,
nao vejo r, para que 0n0sea discutlido.
Sr B^ t e 0 4 lvra- -Sr. prespi-
dente, eu jie qae ia offarecer unm requeri-
mento de idlaime ltO; chegnei 'a confeccio-
cna i; as zOes, pdroa, apresentaaspero
antordoptprecto me demovemn do proposito
em que e vWa de insistir nesse adiamento.
AC4Lto a d uss9o.,
* Entreta ser-me-hia "mu'to convenient
uma deonjipde 24 horas, por que desejava
eonsuftir ans decrelos para bern discutir'a
material '...' -.
AcpitaI ioportanto, a discusse'b e abrindo
raio do mou requerimento, von adduzir ligei-
ras considdacSes, tendentes a cohnvencer, se
nao ao 'mi uos a dAemonstraii casp a verdade
dos argumhontods que produzi, qtUando, por- oc-
'asiAo da sua primeira discusslo, combat o
projester. -
*Oiutor do projecto, a quaqm aliAs respeito
pelo eaibedal de b6as Itnte6,iesique offerece na
elboratao das leis provineiaes...
0 Sr ,Valaquias-Muaito obrigado,.
0 S.i. Ettedoo de Olihveira-... nl) foi desta
vez muito feliz. O project., apezar de bern
intencionaJamente organisado, 6 defeituoso 6
ineonveniente.
NMo. 6 possivela crapo0:de u. sim ples ta-
bellionato eumnndo tod6s ,osofflcios de justi-
'ga, pelos motivos estabeledidos r.a lei. So 0
nob*e autordo project tivesse cogitalo bern
sobre a materia, havia de teconhecer que o
pr>j'cto'esti informemente organ~sado; queo
nan p064q ,r creado uam tabellionrto da f6rina
porque 6 feita essa creaCao no project.
_0 SrO. Maaquius-.'Tao 0apoirio.
0 Srd Estev 4 de OliVeiVa:-So V. ExC. se
dignasse responder a umm interpellagIo. eu
poderia coOl buito (nais vantagentr guir na
discuss ,AMas dispenso-me o por-
que os0 Pstdo projecto's5o. e geo.
nerfiOS esp Id'6l) ite d in-


"0 o.deJ O"iv.. p.rque.IV
'podem sef ai nexos tados'oss cattorioS do Cri-
me Pcl a, o o ilbistre defnso tdo projee-
to dev ia ter em vista 6 qqe ,isp4o o art. 118
da lei n..... de 3 de dezerobr& de1841. Por
esse artigo de lei o cJrtroodolju'ry6de crea-
,ao do poler geral,i'aam eartorio quo existed
forCosamehte sempre q ue houver conselho'
de jurados, isto 6. sempre que houver urm ter-
mrobi uma cmarca.
SSe a lei 6 fAo termuitngstO, ese cartorio
existe sempreque 16r creadrea ora comarca,
ja v6, o nobre deputado' que o sea project
nao teorn az.o de Setr, nao foi confeccionado
coin o Criterio e cildado que seria para de-
sejar. "
0 Sr. Mal4quias dA'u-im part.
0 Sr. Esdeoa- de Oliveira-O nobre deputado
nvo tern razao emi queter que asa Id6a nao
sejd aqui- ohtestada, que passe seta a menor
. *4i15US-411O.
0Sr. Mfalaquias--Pelo contrario, ,ella tern
soffrido larga disbussao. "... -
o Sr. Estevio de Oliine'ra- n'bbre doputa-
do sibta que a minha inteico -Aquir 6wawtajp
a verdade. venha de onde iier;-qdero o que-
A bor, o que 6 just, ao-qu4 6 h'nestu; I dra
desta norma de conducta6 beri difflcil encon-
Lrar-s*-me. : ':"
0 project, Sr:' president, 6 dafeituoso, 6
inutil, porque fo fforiuladO sen attenoA .ais
disposigOes expressas da tei, p0o qiii e 6,ontra
hio As leis- geraes. No 6 pokuivel'tormular:
seumn proje. :o cieaad6ocartnd rtF,, -e1ot
conhecimentr psovio diqao q disp e a 1esdila'
9 ,. gerl. a menos que srueira offender os-
se0Upreceito. -' .
t iz o project [L61:
e isia, urn olftiaie ieearr"egadodo reg'is-
trio de hypothecas. t40o n1o 6 possiv,' no s
olo Podernos Isgi-eslai'ortra a lde d&6, e-
WIa4&iy hypothecarta 6 o sea egulfli-ento;
ism&o attribuiono fl*- poder geraI; goVemo
dosian~i& urn dos Creival0spaa'a 4txrOer ~e
Eu pego licensa ao n~Brp&^dofensor do pro-
jaCIA) para tar as iispDSi~8S la legl^^0 qu
*regularno mrate rio. 11 **,';.. 1 ,1'-: 1:
o, Sr>. 3Sqquiaitt~s -P6 'isato' ^upenas *arn- sojpis~Wai .:^^-.1:* .'. *.:11':
*1e:L. d^..sen M^.(6, quqa qrluoraPWi-Altf^1

V^o-4e offender aiqul o quo 1i de utrlidadfe palibbeiae o qhte nielbor coni^m
-taser.1'' *1*- ^'-* -'-"- *- ****
art. 7<>~ -Io |e2'4*0rgsNp~niefto bypotli.-


"'w 'MOE A 5Ma uUconsemIDneaU comas "on-
Vsftieciaa 4abtcas. *-
Para ainda mais esclare.er a discussao em
quo tenho tornado parte'contra o.projecto, pe-
Co casa que censinta no seu ad por
24 ioras, aflm de poder eu organisar-= ian-
tagem a emenda que desejb prepare Resta-
belego, portanto, o equerimeneto de-adiamen-
to que no principio da discugslo tinhajulgado
convenieonte retirart.
10 Vo a'mesa, slo lidos, sacsessivamante
apo0iados e postos em discussao corn o projec-
to, o seguinte requerimento e, emendb:
i Requeiro o adiamento da discussao por 24
noras.-R. dA Otiveira.w
S Em lugar de um tabellidnato diga-se
dous tabellionatos, send anexo ao pritmeiro
o cartdrio de orplAos, e ao segundo os do
crime, civel, capellas e residuos.-Eudoxio de
tritto. -Coelh ,atznhoo a
o0 Sr. Malaqdias Sr. president, deve
causar adriratiQa. qua um pobre medico acos-
tumado somente aoexercicio de sua profls.
fiao, ventia discutir corn os juristas material
coampletamente da competencia destes; e sen-
do -esse medico a autor de urn. project, nao
6' estranhavel que os proflssionaes possam en-
cont'ar neste trabalho tantos defeitos como
foram enco(itados pelo Sr. Dr. Antonio Este-
vAo de Oliveira, no project em discussao.
- Nao duvido effectivamnente, Sr. pre- ilente,
qua o project seja defeituoso, seja disforme
seja illegal; mas o qua para mirm tambem 6
verdade 6 que os argumeatos de S. Exc. n-o
foram capazes de provar as suas proposiq5os,
ou entio a iniaha intelligencia nbo foi capaz
de alcangal-as '(nAio apoiados), porque n) meu
espirito a convipcAo nAi se fez.
Combateu-s em Ia discussao o project. di-
zendo-se q uelle era illegal, por isso que ha-
via am decreto do governor geral. deterininan-
doi que em tolos os terms houvessem 2 ta-
belliles.
- (Ha urn aparte).
[ 0 Sr. Matuquias Ese:o4ecreto nio prova
cousa alguma, porque refero-se positivamren-
te As comarcas par.t as quaes a assembla pro-
vincial nao tenhardesignado 0- hro d4e offl-
ciaes de justiaa. .....
0 Sr. Esteuvo do OlieA pro* con-
tra. 1 *' ::'
0'S. Maltaqnias-.-N) casoom que a assem-
blea provincial, come jA disse quando fallei a
prieira vz. nio tenha detarminado o nume-
ro4de funccionarios da justiga public, entio
'pa ese decrete, porquanto:.nemn0r gover-]


lar as aLribuijgoes da assemBolea provuirii-
a quern compete, por disposigio clara do acto
additional rear os officios Ie justiga,-e de-
terminar o seu numero nos terms novamen-
te creados, onde tanto pode sert um como
dous, tres ou mais.
0 Sr. Estevio de Oliveira A questlo 6 de
-numero-maior.
0 Sr. Malaquias 0 nobre deputado nao
apresenta lei alguma qua se opponha a crea-
aode: urn s6 oflcio de justioa; V. Exc., exa-
minando o decreto. convenceu-so perfeitamen-
te de que nio regulavao caso, qu'e nio servia
absolutamnentqe de argumaento contra o pro-
jecto,
0-nobre.deputado foi ainda procurar argu-
mentos na lei bypothecaria, po. quo essa lei
deu ao governor attributgOes pra crear luga-
res especiaes de justice na c6rte, e nas capi-
taes de provincias, e quanto aos outros tuga-
res, determinou que os presidents do pro-
vincias designariam o official que deveria exer-
cer o cargo.
OSr. tsievo de Oliveira-V. Exc. dA licenga
para um apart?
0. r. M/oaias-Pois nile.
0 Sr. Efs avo de Olipuira-SevT.Exc. se d6s-
se ao trahalo' d e eximiniar a lej. veria quo nos
Sto e'2 estava regulado tudo isso.
0 Sr." Mafaquias-Isso nada prova.
V. Exe. dIsse no correr da diiscussao que o
president da province a tiniha'attribuicao para
-designar r funiQjonario, logo que n a podia -
rmos creartm urnss6 offt d deo j6stia. Este motto
deoentender nao a leidI6logii:o. 0 president
tern a escolba. quando -h'uver dous fuDccin-
narios,. compete designer este ou aquelle,
mas coptpete-nos a creaeAo do numero de
fouccionarios, e quahtilo- f6r unm s 6a escotha
n11 |4"ssivel, porque em um a designago 6
obrigaloria. Isto es tA f6ra de questao.
O S' Estevoo de Oliveira--lIsso ntao 6. attri-
htijtAo daa ssembl6a; nriao temos competen-
cia parasis~o.
( loutrb aparte)'
SSr. Matlapias-Ja estava previsto mesmo
antes'db I .
Vou 16r a V. Exc. leisapositivas.
S ar,-t. 8.o do derato 'n. 4,8M dea 12 de no-
vyeabr do$71f-regu larnmeiat, da 'rformi ju-
dozari), dit {l* Nos lugareas- em que exis-
ii'4w:g.5 hell,&6de ot&as., a conferenca o o
Ooniserto'dos traslad-.s9oderao ser feitos corn
o-estrevente jurameitado. a -
igta, poig, tiAo s6 respondido o argument"
das conferencias apresentado aqui por um Sr.
deputao, cwmoesti respowRidia -cathegorica-
aente queo p6d4 haver nas term-os uw s6 ta-
belhosiao, -porqueA.diz : ai O existil, *ai, s6:
tUb jo[,.. j ogo a reformaaJakdxiaria ro-.
pouipcpa a proatbilida'eMs e dp eaaio e do nm e


S1, e00 portdores desses tiutlw
edjeadom. Mas, A vista da di p
4M 4o codige commercial, deoqm
seos nobres depuLidos quo perantq ,6d*
OwprivEao juranentado po~o-se faster ep'irts-
to de lettras. JA est fevista a hypothbw.
I Portanto, abi tern m o nbedeputado c114-
P pQr lerra o seu0 aguamento .
Ahida regular a material o art. 375 do spq"
Olenato n. 717 "de '25 denovembro I '
', K: E' competente para to.ar o pr. to
5 i*,esvto dios protestos.w :L quai
belli4u do lugar, onde oao hoover oM -A IR i
impedidlo o escrivao dps prQtests.
.uer escriv.ao o ceivel., onde np bou
estilver impedido o tabelliio. ..D <
escrivmf do civet.
Por conseguints, at6 os escrivrAW dos ju" t'
de paz podem tQmar os protletos. E' qu ,: -
decididapor lei positive.
O Sr Esteoao de Oliveira-Mas bavendo u1
9; quando houver mais de urn. nao. -" .
O Sr. Malaquias--Estou dizondo quo, vis- .
ta dessa disposiqAo, at6 os esrivles do30 juti.
zes de. pz pdetn fazel-o. '
0 Sr. Estevio de Oliveira A lei diz--qual-0 .
quer escriva do civet; V, Exc. esta, portantor, (.;
enganado : nto ha referendcia a escrivesde
juizoas do p
.0 Sr. Mahaquias.-- A' vista das disposiQoe sW
que acabo de ler, os escri',es d. ju'zo de pa
-le gz epa !,_
tern competencia para tomnar os protests, pr
qua os escrivaes d,, juizo de paz Lewn M6 pt-,L
blica, e assim sendo, estiao omprehendidg,
na djsposicQAo do art. 405 do codigo commier-
eial, ainda quandonuao sejarn rigorosamente
escrivaes do civel.
0 Sr. Estevdo de Oliveira Nao 6 o que diz
a lei,
0 Sr. Malaquias Isto que acabo de dizer
nao 6 so de razao e bom senso, 6 o tque qa6:
'e diz positfvamente a lei. ,-
E se' o artigo do codigo commercial da dis-
posigAo regulamentar citada nlI) servisse, es--:,
taria ahi claramente declarado no avison. 1*7?'
de 25 de mnaio de 1859-que diz [1e].
( E' inquestionaval a competencia dos escri-
vies de paz para poderem tmar .otestos de o .
lettras o praticar outros acts proprios dos
tabelliAes, em vista da lei de 30 de outubro de
-1830, e na generalidade do at. 4!i5 do codigo
commercial. a
A' vista desse aviso, pergunto aos nobres
deputados se ainda tmn duvidlas.
0 Sr. Deodoro Catanho-0 aviso diz-nos
lugares onde nto existir tabelliao.
0 Sr..Malaquias-Mas 6 jusLamente o caso
de qua se trata : ondeo nuo hoover tabellio ,
ou estiver impedido. 0 aviso 6 positive, o0' iL:i
aviso 6 claro. Eu tinha lido a lei e a interpre,.' S"" ..:"
tava desta f6rma; mas agora occorre-me a _
interpretagao official, quo esta corn migo con- .
tra os nobres deputados, est& corn o pobh
medico contra os juristas. '
0 Sr. Estevdo de Oliveira-E ainda melior
intQi petada.
0 Sr. Malaquias-Ainda ha disposigAn a res-
peito da ,pateria. 0 art. 5 do decreto n..2.69Lt
de 14 de novembro de t860 diz : [LU].-
a 0 protest de notas, bilhetes ou escriptQo ,_
do Pancos,, companhias ou sociedades anon- --


Uiie privalivos dos protests, 'ios lugares em -
qu' naio hou er tribunal do commercib, r, f6ra
delles perante qualquer tabelliiao ou escri-i
vAio. Me parece bern claia a disposiCio.
O Sr. DeodoroCatanho-A nypothese 6 de
que, al6m do taDolliAo, existam escrivaes no
f6ro.
0 Sr. Malaquias-Estou lendo disposiges
legislativas para inucstrar que os casos ggura-
dos nas seskSes passadas. pelos nobres de-
putados, estlo porfeitamente' preyistas e sa-
biamnnte remediados-
Al6m disto, a prescripcao interrompe.se por
motivos diversos e variados que a lei deter-
minou.
De facto, diz o art. 453 do codigo cor mer-
cial: (L6)
e A prescripcao interrompe-se: 1io por mo-,
goes da obrigaQAo; 20 por via de citagio ja-
duial ainda mesmo quo tenha sido s6 para
jamo conciliatorio ; 3 por meio de protest ju-
dicial... a
Ora, af6ra o primeiro caso. qu e se resolve
extra-judicialmente entire parties, serve o de
esorivaio do juizo de pazno segundo caso, por
que este Ascrivao 6 o mesmo escrivAo dojui-
so coailiatoriaO; e no terceiro caso servem os
escievtentes juramontados que podem ter to-
dos os escrivies.
J'iA v. Pois, o nrbre deoutado, que quem
Squizesse interpor o seu protest, n'ao estando
preserdte o tabeltiio. bistava mandar citar pe-
rante o juiz de paz, pois a samples citagao in-
terrompe a prescripcao se nao quizer recor-
rer aos outros meios exitentes ria lei, e pos-
siveis. havendo umn s6 tabelliio no termo -
A16mn destas. existed outras muitas leis que
seria muito enfadonho citar, por isso mesmo
que ellas sio todas explicativas ou interpre-
tativas, silo avisos do governo, e dertamente
ntuo serei eu quemn venha sustenrtar que avi-
sos do governor podemrn vir de encontro As at-
tribuig'es qua nos sbo couferidas pelo acto
addiclonal. Deixo de cital-os, portanto, por;
quoe we firmo antes de tudo na attrmbuiQAo que
tern esta assemrbl6a de -war os offleios de
-justica e determninar o seu numero.
Estando, entietanto, essa4 leis perfeitameo-
te de acc(,rdo corn a disposicao do icto addi-,
cional, o reconhecendo ella- a nossa attribui-
C1o, deverea-os n6s ser os prirmeiros a obede-
cer-thes.
Quanto a questao do numero d6 tabelliUesr.
jA citei umra lei em que se via claramente qae
poderia hiver umrn s6 Entretanto, como nes-
tas materials sempae 6 bom citar lein positi-
vas, you ler ,A casa outras disposicges que re-
-gulamn a materia.


it I -IdWAIRIML-ILL.L. .1 -


J


I -


[ I A/R-- JL.L--


WOW-"


F















































/


Taquaretinga. Nao quero estabelecer paralle- r
lo, Sr. president, nao quero estabelecer c'rn- c
front, porque na conhego as duasloceaidates r
por mnin, mas por informaeoes posse dizer que v
estabelecido o parallelo, t rna-se difficil dizer S
qual das duas localiiades 6 9 melhor. t
0 Sr. Galvdo dA um aparte. t
0 Sr. t-alaquias A prova de que 6 difficil
estabelecer differenga notavel entre as duas lo-
cali(tades 6 qae ou,-r'ora julgou-se inteiratnen-
te divers do que hoje se julga, isto 6. que a
STaquaretinga era superior a Vertentes, tantod
qua ahi foi estabelbcida a s6de da comarca.
UnM Sr. Deputado- Por interesses politicos.
0 Sr. 1alaquias-N ao sei se p-,r interesses a
politicos, mas o quo 6 verdide 6 que naquella c
6poca Taquaretinga era por nossos adversaries I
consider-ida superior a Vertentes, tanto que foi v
alli estabelecida a s6de da comarca Diz, pr
r6m, o nobre deputado, que isto foi filho do ec
interesse partilario. Aceito. ainda que o a'- c
gomento posse ser voltado contra n6s tarn- t
bernm; porquanto nao se pode attribuir esses 9
pequenos intei esses politics somente dos nos- r
SoS adversaries, ellbs p,,derao con igual di- v
reito dizer que o que nos move, mudando a e
s6de la comarca, 6 interesse partidario. Estou s
long de acre ital-o.
Mas, Sr.'presilente, dizia eu, sendo como e 6 t
pequeno e pobre o termo de Taquaretinga..
Uns sr. Deput4do 0 nobre deputa(lo jA fti P
iA? ?9
0 Sr. Valaquias N&o, senhor; mas tenho q
nIformagSes de pessoas que conhecem p rfeita *'
menite as cfuas l dcalidades de que se trata.
Eu procurei: para powder julgar o project c,
que amuda a freguezia de Taquaretinga para d
Vertentes, informag6es de pessoas empeten- dc
loes, e depois ie ouvir essas infurmagOes, che sd
gnei ao conbei.ltlu de que si Taquaretirga u
nMo era superinta'a Vertentes, esta ultima tam
-bem nao Ihe levava muita vantagpm; porquan- ti
to'Vertentes resente-se da falta d'agua potavel aS
*nerm se p6de dizer Sue possa qer -prospero' a
um povoado em quea.ao ha recurso pare satis- be'
S lazer-s urma das prifeiras necssidades di uf
.,. vida. "
S- UmU S'r. Depaztadoe-Ha allj dous agudes.
*", ,OSr.. Malaqaias Honteam inmesmo diz-se I
squi que alli nao liavin boa agaa; appello para i'
J'A,. a Lestemunhbo do Sr. deputado, quo oecupando uh
.-.* '" hben a attengao di casa, tratou da mesma m s
S-.r l,, .de em quest&o
Gatlvo-O quo ed disse foi quo a agua o
^ .,^ Ven testes nao era tao bua como a de Ta- fl
n a.IIfie
Sr. Nalaquias-ua nadd queroopp6r-jpa. 0
Wis .'s .i4 ilJt: depuladw;* mas c-eio quo anlda
b bO %c. noatou que em VerteitM Iao do
ip IffS9&agd ogas wel ao pass quo 'e sdava lul'- M
ate .o ceitrano 'e6m Taquaeimiga oande t
y I lhre dput9do be'"r agna Ad p)iaei-
' f b^iaii',. ^w Iat. db ,,mE


a quixeram nbssae ,,
o ete~o de u m so tMa l ^^ ^ -
T! T' -t e p cas-ise -l -ns

sa vantage ae da
tlnga; que a um ter o -nte ore a-
'_ .." de pouco sera o trilo d WH lahoftio
.... "se da em geral noo Rrmos lpsta con- BS
1, 1 Urn S'. DepuladoC-nfag aW, coW s.
So Sr. Mal"Ia-.i. s ( f eI&ato
..;) m arcs "- '' "
Sao exactamente os terms novamente crea-
I" ^-'= dos os que mienps rendem, porque os serven-
--.* tuarios ganham palo trabailho que fazemn: e nos

', buscas que 6 o que da inaior rendimento;
i quanto inais:antigo 6 o cartorio, mais elle ren-
do por causa dessas buscas, Em TaquaretiM-
ga poucas sorao as questoes, porque as que
existeni ateAsalmneyte continuaao -'a carter pe-
rante os inizos ein que foram iniciadas, e por-
& tanto o funcjSTinario de que trta o project s6
v eAr .gendimnentos que provirrem das ques
'-A tfes que se suscitarem d'aqui per diante pe-
.-. -- rante o tribunal d6 Taquaretinga, que 6 'um
,^' termo excessivamento pobre e falto do re-
A~e_ ttirsins.
~/ "* 0. ;SiO Emudoxio de Britto-Para que se cre.,u
/ comaraca?
"- 0 Sr. 3hmlaquias-O nbro -ieputado nAn me
..,. ro dar soinente apartes ; sa quer accuser a
Asmanbl(a per haver feito somente creaAo
t"ib plena liberdade para fizod-o e entao nes-
,'i:! *.o'-nat- ) discutirkrcom plena lihordade. A
: aaidi taodo"nobbedeputado. jd que a fez, nao
fier suaitnLte aus nossos adveisarmos politicos,
fer.la iiaenea nos quo fomnos quarn a preen
-chrmo,. ni)meaado ojuiz de direito.
-- *,- l-n.'s, Si'. prresid !ite, ponhamrnos de parLte es-
: ^ iL qtalermt6 inr,-idente- que nada trm cornm ob
-,;ir .4:cto da discussAo, porque seo..-o da attribui
L r t ex'-lusiv-i da ,assenbl,6a provincial, attri-
"V.. buicao que Ihe 6 conferida polo acto addicio-
nal,- a crea(Ia, db comarcas, desblo que a as-
r:46k(-a:bl6a tem autoridade pare fazrel-o, entendI
que o nobre deputado iiao tern razA), dandj
S o apacte a quo, respon.-l, pois quo p6.1e pro-i
por a suppressO dca conar--a, s3 a jlg: t inutil.
-A.:. M .s. Sr. president, pond), corn, jA diss,-,
-.'.,. ~La -,iU. s.:) dA lail, quesLae o q e po -'a eser,
4Jsc, JLi-Ji nais .tarde, pergunco quTmn p6 kt-
'-" uec-hrilc,--,r ;i pobceza do torm.) -ie Tiquare-
in a9 Quern p6-it desconhec(er que Taqu.r,-
.inga 6 tunm totino excessivainointe pobre? N n
Siemin p6le dtisconhecer seij;elhante verdade,
,ique ahi estt-o os facts que fallam inuito
o q-a to ia e qualquor cunsideraQiao qua
poirventura so possa Averictar.
S A cowarca da Tiqriu-w'I.'inga nao estad craada
senao oin lei ; a coinai-ra ile Taquar-tinga
ain.Ia nao foi installed i e nao foi inftallada p-rr-
_oe nao r16de hav'r c)ma;ci sern terinmo; fi-
uein-l)'srlabeno os nobres deputados quo alli
0 o a lio f6ro civil :reo-.ssario paran-a creaQd)
d- P. { term, o que p)sso garantir porquae eStOLi
-mjuito .Lem informado per possoas conpa-
tentes.
0 Se. Eudoxio d c IBrito-Ent-i -6 precise x-
tinguir a comircaI
OSr. Malaquias 0 nobre deputado face;
tern essa liberda-le para proper tal extinogao
mas consinta que eu conLtinfe a defender o
meu project que nao 6 senao umrna medidla
multo razoavel.
0 S'. Eadocio de Brito d umn apart.
-- 0 S'. Malaquias-Mas, senhores, A vista das
S consideira-oes quo tenho expendido, 6 vista dos
.. facto-s que ahi estao,, p6de-se nogar que o ter-
P .. o de T.iquaretinga nao esteja nas condicoes
,. as mars precearias, e per conseguinte, nas con-
"dS6es de nAo ter mais de uoi tabelliAo? Cer-
tamento que nao. Se 6 assim. se o term 6
pobre, se nao da para manutencao dos dous
funccionarios, just so eorna que se cr6e se-
men.e urn tabellionato. Qual o inconvenient j
que d'ahi pedera resultar? Nenhumn absoltta-
mente, Sr. president. Se Taquaretinga 6 como
todos reconhecem um termo pobre, se estd rias j
J- ,i,,l tes rmras condig6es de muitos outros em que s6 ,
ha ,urn funecionario, porque razAo nao se
S-- -hp do achar o project just, quando de accor-
'afu"oow_.roherenciados factos, pretend crear (
UflI nu .-...... ..nnA--
um su^^1'.?" "^ ldB -da
ld? Que Taquaretinga 6 um terror nbvo. queo
) ainda nao ter f ro civil, come disse, que 6 (
muito pobre, 6 ciusa que nenhurn nos nobres (
deputalos pode/aesconhecer. porque 6 uno fec-
to conhecido, 1sabido e reeonh-cido per todos I
,** aquelles que'conhecem a localidade. A co-
marca Compoe-se apenas de dous povoados,
sendeod sede do termo Taquaretinga, cuja des- a
cripc.o, hontoan acabou de ser feita palo mues-
mo Sr. deputado, que levantou a voz contra o
project em discussion confessando que sendo t
Taquaretinga freguezia ha muito- annos pou- c
co ou nada tmnha adiantado do entro para ca,
tees forarn as palavras proferidas pelo nobre 1
deputado a quem me refiro; tal foi a descrip-
cao feita polo Sr. Galvao, que ten impugnado, s
que foi par assima dizeo o primeiro ianpugnador
do project. S. Exc. cheg-u mesmo a dizer C
que a povoacao de Vertentes, jA pela sue posi- :
gao topographieC, jaDoer outras circumstancias, r
* estava em condicoes muito superiores ao de I:


.. i,^ ^ .C''
aut ,risando o president da province
ldar pagar a quantia de 539Si20 ao p
desto Pereira de Brito, importancia c(
zas que fez com a traslaqdagao de im
E' rejeitado, depois de ligeiras consil
lo Sr. Malaquias.
Primeira discussAo do projeeto n.
anno.
0 Sr. BarAo de Nazareth S
lente, sou um dos signatarios do pro
liscussao; e a id6a nolle consigned
luestao quo jA foi ventilada na casa.
Sace-se, Sr. president que pcla lei
i866, autorisou-se o presideote da prc
nandac abastecer a comarca da Vic
agua potavel, lei esta que foi sanccion
eve mesmo coaogo de execadao, mas
oi observada integralmente. Ensaiou
nego de encanamnento, ea Santo An
negou-se mesmo a construcgAo de uom
)elo Sr. coronel Ferraz. que foi o cont
nas depots de urma enchente, este agu
Mompletamente dostruido, sendeo me
ronal Ferraz indemnisado pelos peque


i a man-
idre Mo-
e despe-
igens.-
leragOis
14 deste
. presi-
ecto ern
6a nina

. 672 de
vincia a
toria de
a., quei
que nato
so co-
LAo, co-
agude.
ratante,
Sficou
mo co-
nos ser-


vicos realisados. D'ahi resultou que -ficasse
Santo Antao nas mesrmas condioes o queo es-
ava antes da celebraQea de semethant contra-
o. Pelo project qie se discute,. r. presi-
lentoe. project que eu repnto de gr de utLi-
idade, trata-se de remediar esse.nal, poi-
quanto tem em vista abastecer d'agu potavel
Saquella popuhlaio, digna de noss consi-
leraCAo, digna de nossas attengles e da pres-
aQAo dest e servigo.
Os nobres deputados-concedendo s us votos
no project qua seo dispute, procede da ac-
;ordo corna equidade e a justigIa, da uma
ooalidade o que ha 'de mais necessa io para a
vida, agaa a quem tem s6de
Passa por Santo Antato o rio Tapa urA, cuj.
enahente no inverno 6 muito forte e seca
;ompletamento. no verao. de sore q os ha-
JitantLes da cidade da Victoria lutam com
grandes difficuldades para obteretp ague du-
ante a estacao caimosa, sujeitando-n muiras
'ezei a ir buscal-a naquelles luga s, once
Ilia existed estagnada, o que 6 pre, judicial a
afdde, o que 6 contrario a todas as lsis esta-
olecldas pela hygiene,e A4 boa economic de
e-npo e do trabblho.
Os ncos, Sr. president, naio soffr m tanto,
or tererm recursos para mandal-a buscar A
grande di.,tancia ; mas o povo,. a clas se pobre,
quelles quern falleceram tas recursas, 6 quo
offrem cruelhoente.


Ora, Sr. president, tratando-se de
%ssidade public, tratando-e de umrn
e alta conveniencit, entendo qut
os nobres deputadbs recusarda o ci
6u vote paraa reahsagao de uma ,
til e convenient. E, Sr. president
e ser amigo das economias, entendo
emn li'mites, today ez que se te
gua a esta ou a aquoella tocalidade,
ecessite, porquanto us nobres dep
oem que dar de beber a quem
ma das obras de oaiserieotdia.
(Trocam-se aptesa.)
0 Sr. Barle die Nazareh-l-J4 ex
ne, comnq jai disse, foi sanceionada-
0 iomeoMe <,e ezecogiao; mas infeliz
ettas circumstasfleias nao foi exenul
eriae para desejar.
Nestas coadigOes1 Sr. president.
projActo estejd aamtm irm 4 i aIo
ne julgare tispFmasall 46 vir A trii
aal-o, apezar de m .coomtalr no
n a j -mtka 4os W-Q8-depaat1i.
ffltumdal po1ia. ere" Oppmimvitte q
4qM ner .akg" a~wt-^o8
>tme pedw qis Watpiernwo
bo prftolvad io^ p^~ I
NyO r

dO


uma .ne
maten ia
.m neihuin
curso do
edida tao
a, apezar
que elies
a de dar
que deUla
tadts Se-
am sede 6

.e rtasnl~i
;eve ajes-
nele par
ado eumo


gando lodes aquelles meins q.ae-6 wvrIm"aao
nosso aliahce. '
f[Trocam-se muitos apartes, e o Sr -presiden-
0 Sr. Malaquias-Eu fallo em these, porque
eonsidero qhe muitas vezes se crea rk aes lu-
gares com o fim exclusive do proteer a indi-
vidualidaaes. O 0 proje.cto e(noes'' aonfeccio-
atou,; ionge de proteger a ndfvi'Vdi,'Uil da s, fa-
cilita a conacurenaui r jtstaitnente o que eu
quero. : .
Urn Sr. Deptado-Mas em raquaretinga hi
necessidade de dous funecionarLos, sob pena
de se querer cresar o monopolio.
0 Sr. Mulaqaias- NAo 6 monopoly o, porque
a assembl6a provincial flcia armada io sea di-
reito para em-' tdo e qualquer teropo cretir
tantos' funccinarios quantos former necessa-
rios Esperem os nobres deputados para esse
tempo e nao queiram dotatr, cr om ous func-
cdonarios urn term que omega a nascer,
cujas necessidates n6s nao podemos conhecem
'aiite-mrnAo, porque para cnhecer-se dellas.
seria necessario que ais fossem dad s por cer-
tas e deteoiminadas auttirilades.
Disse-se aqui, Sr. president, que a crea-,)
dle cabega de comnarca f6a a:eita pur espirto
partidario. e eu que sou politico decidido, cos-
Mrmo a fazer sempre justiga aos InosSos adver-
saries,. e 6 por isso que digo qua so "ouve
int-resse politico. devernos attribuil-o nao s6
a elle, ccmo a n6s mesmos.
Urn Sr. Deputado-Isto 6 tm tnal que affec-
ta a tldos.
0 Si. Maltaquiis--Assim, pois. se existe o
nral pira os nossus alversarios, tambem exis-
Le para n6s outros que somos tambeon p)li-
ticos.
Nestas condicoes, Sr. president, entendo
que seri muito melhor crearmos agm)ra um s6
tabeliionato, ombora pare o future Lteihamnos
Ie vurginentar este numero, do que crearmin-
dous e dimrinuil-o para diante.
Um Si,'. Depatudo Mas isto n.o at ontecera
0 Sr. Ilalaqui-ts--O project, mets seoiho
;es. nuo fecha a pr'ta ; ella flea abe ta : s ts
nobreg deputa-iog entenderem quo umn s6 func-
cionario insutfi,-iente para acudir as ne-es-
sidades do tar'mo, p6dem na sesAo 'utura re-
me-liar este mal. Que inconvenie cia ha na
creac.o de um so6 tabellionato para o termo de
Taquaretinga, quando tods sabemn que esse
ternmo nio dA para a maunuteotncto de dous ?
Port-ventura svrao oc nobres deputy los cap.'
zes de near este facto ? Se assir 6, se do
project ern discussao nao result minbarago
para a causa public, que motivo ha para se-
melhante opposi-ado ?
0 Sr. Esteoap dt Olioeira-E' que a justiCA
nao seri be.n servida
0 Sr. Mtalaquias-Termi io, pois, Sr. presi-
deite, pedindo a benevoleotcia dos i.obres de
putados para esse project.
Encerrada a discussao, 6 o project ) post a
votes e approvado corn a emenda, lepois de
ligeiras considerag6es do Sr. Estev o de Oli-
veira.
Primeira discussado do projection. 13, deste
anno, mandando admittir, no gymn sio per-
nambucano dous filhos menores do bacharel
Mnoel Henriques Cardim.-E' apprcvado.
Prineira discussao do project n. 6 de 1877.
declarando que o collector de Serinhcaem, Tra-
lano Alves de Mendonga, nao 6 obrigado a in-
demnisar a provincia da quantia qu indevi-
lamente recebeu o respective fiscal. E' re-
eitado, depois de algumas consider ges do
Sr. Deodoro Catanho.
Primeira discussao do projeeto n. 15 deste
anno, extinguinlo os lugares de fis aes cdas
oullectorias. -E'approvado.


lavel, mesmQ durante o ve"'ao.
Sacm ra deter em descri.piao enfadonha e
inutil, por istqo quea"6geralmente conheciJa a
cidade da Victoria, mrue parecej qae a assem-
blta provincial nao p6d9 de modo algum dei-,
xar de daro seu vot, ao projeeto que se dis-
eute, e assina eu ejoero 4e sea alta justia e
equidade.
Tenho concluido.
Encerrado o debate, 6 approvddo o project
e rejeitado o requerimento.
2a dcts -uqso do projeato n. 1 de o1877, ap-
provando postures da camera municipal l da
Escada. I' I
Verifleando-se nao have mais numero, flea
encerrada 4 discussion na formna do regimento.
0 Sr. president manda proceder A hamnada,
a vertficando-se faltarem os Sri. Magarinos,
Ermirio Coutinho, Pereira de Brit, Joao de
3Sd, Austeiliaoo, Cicero Peregrin., Bacrlhir,
Ernesto Freire, Gitirana Cunhabarreto, Ro-t
hael e Antonio Justino, 6 levan ,ta a sess o
lep-is de designer a seguinte oaem do dia :
;ontinuaca dai antecedente, 2aiscussAlo dos I
>rojectos as. 9 de 4876, 81 de 1 77, e 3& do de
a. 14 do 18:6.



REVY&TA 1j4 ;

Assembly provitiaiq-:Ho,,iLemn tunWi-
ion.lau cofi 28 Srsi daputdrdos, sob a presi- (
lencia do Exin. Sr. Dr/Augusto Leo. I
Approvada a acta da sesato aOateedente, o I
3r. 1l secretario leaorsegainte expedieate: t
UUma petig&o aibo teonente-coroal %anoel r
Dioniziou Gomes dcfRrlego, pediodo para ser k
w4dmittido no gyfm6nisio, caome 'pensionista da
irotvincia. oa eett -a, de name -Afgusto.--A' q
emmesao de la, stegao public. q
Ou ra do Manoe! Eud eatajtedo imOsato de generous expostos A
end* a ,s maefrtis pubUcoiis, e nis feiras da. I
Ha de Palmaees. e povoaoaes d'Agaa PreLa
- reguia, requarando tma abate ,no valo'-dd
It arrea A- A' caftaisa-o do ,or-a- S
seat. mMUici, e
Outra de J Iao iheiro Catol, oenfermeiro E
strbtU a alimeotaaI. dos presos pp- c
:pdfl!ndoA 410 seB iopsgoe quota a4 : n
a or d,,,@ a ra mn fagaenflo.-A' !wsi II
if,,ame.,0.,, ,e r tff9the pareerese :
ft p4 k0 praae4eas a1
'd orattaE ttb^ip'~o daq1"..d
OWS lv pinW~edloo dG. ,4
mksr'-daavj&(4 fAOL- b
aoor mfe ags~q~t||0 |

lode m g
v~iiy^ l^^SwP


i;,re Lid n -.




so finss .ame aari uai 0. mxisnq~Qas isfa-
~~net
Bs rpP Pw




ri'a so0e cuja uttildade houvesq conte-taao
ftavgemy- an ***" e tiriw rl aws re-
qti nrimento apresentac pelo Sr. Dr. Louren-
go de, SA. Ma, Sr. -rlidente, uma vez que
o project, huj. ,.agnOtuadup nao -e aea4&
polo Wdo -i6 sua utilidade,.-melhor ftra que
em lugar de sa apresentar na l.a discussao
um requorimeanto solicitan-i a sua renmessa
para a commnissrao de obras publicas, para es-
ta dar sobre ae o seou parecer, mnelhoer fOra,
digo, que se pedisse a execugalo da lei n. 672
d-3 186d, inndagando-sa a..mues no t Opo quaes
16s motives que occorreram para que estalei
nao ftess executada. indagando-se a o wesimo
tempo qalI a razao porque o presidehte da
-provinclu de entaio, sacrificando o bomn Dublico
ao favoritismo, houve por bern rrefdir o con-
trato que havi feito co:n o Sr. cornelb Fer-
ritz..
Seria isto Sr. president, miuito wnais curial
e desmascararia a aflihadagem.
0 Si'. a,'-o de Tub6atinga E' por isso que
tLenito sempro meod des autorisages A presi-
dencia.
0 Si. Peltrdo Tratando o projelto em dis-
cussao, Sr. president, de abastecer d'agua
potavel a cidade da Victoria, cura de urma ne-
cessidade ieal, palpittnte, momentosa, 6 uoa
nedida vital para aquella imnipoitantissigia ci-

Urn St. Deputado -- E nem ninguem ainca
negou a sua utilidade.
0 S'. Beltrdo-A utilidade do project, 6 s6-
mente que se :rata agora de reconhecer nesta
1.1 discussio (apoiados), e isho creio que ni,
podeia ser contest di pr nenhum dos nobres
deoutados fi,'ando salvo o direito de mandal o
na 2.a discusAn, se assirn vulgar conveniente
algum dos nobres colleges.
Respondendo agora, Sr. pre:idente, ao
aparte coin quC me honru o Sr. Barao do Ta-
batingi, deove decl'rar que tm these nA.) suu
amigo das autorisagbes latas aos presiden'es
de provincias; ja que S. Exc. me conduzio pa
rai o te-'rao da confianga, devo dizer que po-
deido ser de algutn modo consi.lerado come
imme:iato representate de ouaia localidade,
nlao devo estar satisfeito corn a march des
acertada que tern seguido a administLrago da
provincia, e esta declaraCao quoero que fique
betn consignada. por isso que entenio que
aquelles que para aqui nos mandaram, teroo
o direito de conhecer s6 estamos de accord,
se commungamos corn uma administraeao que
tern se esquecido de acudir acs justos e reite-
rados reelamros das localidades.
Urn Sr. Deputado V. Exc. tern obrigaQAo
de ;i-r as razoes eon que so funda para fazer
tel accusagciio.
0 St. Beilrbo Em tempo opportuno nao
duvidarei fazel-o; agora,, por6m, trato so-
mente do responder ao Sr. Barao de Taba-
tinga, qu e foi quemn me chaaiu para este tcr-
reno.
0 Sr. Cisnero-Vai rnrito bern ; nem tern
que dar contaS dos seus actos.
0 Sr. Alalaquias Cada urnm de n6s tem
obrigag&o de so definir positivamente.
0 Si. Ueltndo-0 nobre doputado p61e es-
tar saLisfeito corn a marcba que tern seguido
aadmLuistragao da provincia, eu nao.
0 Si'. Mfalaquias-DA licenga paraum aparte?
O Sr. fleltrao -Pois nao.
0 Sr. lalaquias-V. Exc. tern obrigag.o de
dizer os motives pelos quakes entende nao es-
tar seisleila corn a administragiao'da pro-
vincia.
0 Sr. Beltrno--ii dbhse que -em- occasiAo
opportune nAo terei diyi, niAnhurr a o o.
..- .. ,,'joico uos motives pelos ,ades nAo
posso estar satisfeio -com a march quo tern
seguido a administraqci da provincia relati
varentae a certas e determinadas localidades
0 Sr. Malaquias dA ura apart.
,0 Sr. Bultrdo,-Pondo de part este inci-
dente. Sr. jrresideate,, contibuarei a adduzir
mais algumas consideragces em favor do pro-
jecto quo se discute.
Distando apenas oito leguas desta capital,
oito. leguas medi-1a3 par unia boa estirada de
rodageoi, a cidade ,a Vrctoria 6 incontesta-
vrdmeate a 3' cidade de Pernambuco, ja pole.
facilidade de tnraauporte, ja peoo desenvolvi-
mento e importancia lo setu comimercio, de
seis predios e de sua feima. Como se sabe
Santo AntAo esta cercado pnjr umgrande nu-
mero de engenhos movido-, em quasi totaLt-
dade. 4, agna, que fazem grande safra todos
os annos. ,.
Umn qr. Deputado-Apezar de nao ier agua
para beber ?
0 8-' BeltvSo--V. Exc. bern sabe quo esses
engenhs nao so nao trabailham duranta todo
o anno, erno fleam 11istantes. da cidade, e
iUQando digo. que sto m ,viios a agua, nao
quero uizar qu- exista ague em tel abandan-
iia quo seja capaz do aastacor aquella locea-
lidade, que luta corn grande falta d'agua po-


Rio Grande do Norte.-A illustre re-
daiico, do Temvo fez-nos o obsequio de ro-
meater uma e6pia do seguinte telegramma,
que recebeu do Rio Grande do Norte, fineza
que mnuito agradecemos.
a Natal 28, as 2 horas e 35 minutes da
tarde.
x 0 president Montenegro, depois de ter
dado unm assalio aos cores, a 23, cereando a
thesouraria, suspendendo ties empregados,
ordeonando pagamnientos forgados, pensava
r'outto. Coin o fim de evital-o, o conmmiissa
rio do tnesouro ordenou ao thesoureiro quie
se retirasse do estabelecimrnento, fechando os
cofres.
I Coinpletarnente allucinado porcausa dessa
mnedida, o president ordenou a prison do
oommaissario. Este achando-se doente. fou
obrrgado a sujeitar se A urma inspeccao de
safide, send a sua case corcada desde hontem
por umn official e diversas pragas.
c Hontem estiveram interroanpidas as cornm-
founicagOes telegraphicas officials, particula-
res ecommerciaes.
a A' ultima hora consta que serd preso
thesoureiro e correm boatos de que maiores
riolencias serlo praticadas
Freguezia de Santo Antonio. -O Sr
bacharel Doodoro Ulpiano GCoeiho Gatanho, ac-
.ualmnente no exercicio de juiz do paz dessa
'reguezia, dA audliencia nos dias torga e sextai
feira de cada semana, As 2 horas'e media da
tarde. na sala das audiencias, e despacha, em
seu escriptorio A rua Duque de Caxias n. 9,
primeiro andar. em qualquir dia. q
A Opiniao.-Sahio A luz o P. 6 desta pu- -
blica(A, sernenal. '
Exposi&b de circo.-Amanha, des 7 4s
) hr's da 4oite, esbarA aberto concurrencia
public o circo oonstruido no Campo das Prin- r
Is, tocando a banda de- mnasica respective.
OSr. Dr. Portella.-Ao bordo do pa -
qnete inglez Gruadana, deve chegar hoje ito
sul o nosso amigo o Exm. Sr. Dr. ManoeJ do q
NTascimento Machado Portella, -ujo desem- -
arque tearA lugar pelas -ito horas do dia no q
-des da PraQa do Comrmerioi na fregaezia .de z
S. Frei Pedro Gongalvws do Recife.
Para ali devem, pois, diriZir-se as pessoa
m.ue desejarem assistir o desembarque, para o
lual alguoas amigos preparanm fstfejos e um, P,
ecep. condtigna do cavalheiro esperado. A
Novena's Tern corridor regulates e em p
oa ordem as novenas de N. Sra. aa-Luz que
e venera na igreja de S J,,s6 de Riba-mar. P
Os oaticos que ooram crmpostos polo Sr. tL,
erra Filbo, sno lindos e mirasos, e ternm sid., r,
,Roados coo todo o gosto e inestitri pela
;'xma. Sra. D. Rosa Cajsral. A music d,-s P
anticos, composiga.) do oirtno professor Ma- 'u'
oel Polycirpo Soares RoaaS;, 4 urea las me s(
4Oes de squ rvpertorlo, a ass6s tern agra- C
ado. *
Cidade de- Nazareth. --0 Th'rymometro, 9
lot5 d .rAnOte, di& seguinte uoUcia : II
OI.iu.'lu),. que so diz ser o celebre ml
da Ppar.l*ba, a ,qoe osa lornaes no- .1,
morto, percorre BtLa com-irca, acumn la
I. deaafe arqiada e incumnbe-se d-' c
iSf ,vLIaS pop.o e4r1MUvo bacamarte no g9c-' t
iS e.a d in pl
aJ|(aHqnaecAabraaflC@ esLa nao douminic 40 -d
Hf~ k ,i --:' '.'r
!UM oo~as s~ d rs


a "l d a IV que, Os g Ord 1 .0e,
,., .. ~ -,
.;; ":. .- .... .. t- .VI, .. ,n 0-...o "

2L." -. .
", ...- -" -' -" Y --. .' ,. =" ," .. ,e -, .... :... .. i'


atds w it




iade Taatu. ..."
SForarn WM approvadas s red s po-

'enladasi| -wquerlaiStey. dos Srs. (i e- c in
'ln que ?nT;eclam que so peca itarormacs
de sanoei-sea Saeja rfi arretadada 0 reB
Shida aosi freshs .a trmortancia do Imposto es
bre a beran.a dies herdeirbs do finado Bara
de a, ,ts trit oraram os Srs. Ger-
vasio CadmpeTo, Cisnero e Barao de Naza-
tho-r- :--
oPassmindo a order y'il*iAa p*rovados
os seguintes prOjectos ; at I= discussion ,"ite
ns. 45, 46 e 47 deste anno ; o to approvado
as contus de recite e despezas de divers-ms
cameras municipaeos, depois de orarem os rs.
Pitarnga; Malaquias e Ermirio Coutinho; o 20
crean do em Capo irs urma freg.jezia endol so-
bre este orado os Srs. Jot o ,de Sa, Malaquias
e Eudoxial deo Briti eapprovado se um rNeque-
rimento deste senhor pare qre sej a odvido
sobre a' imateria o Exm. e Rvm. Sr. vigario
ca,i4ular; o 3 apprvando postures da cam-a
ra municipal dci Recife ; em 20, o do -e n. 39 do
cmrrento annoe quia permitte ao tenente-coro-
nel Manoel dNasc~mento Vierra da Curiha
con-ervqr as porm.eirasque forem precisais pa-
rafee har o cercadlo doseu engenho Ararip.- do
Meio ; em 3" o de n. i26 do rnesro alnne. ue
autorisa a coastrueao umra cadeija na villa
de Panellas.
Fminalnente posto em -1 discussion o projoc-
to n. 44 dieste annqo, rutorisandu o provimen-
to das cadeiras do enstco prinario qtue se
acharh vagas, oraram s.-'bre a material as S 's.
Gervasio Camprello e ditirana, tendo requerid,-
aqueile sernhor o adiamnento pa d3iscussao aue
que saja disoutida a lei di o|ie amento, deixan-
dm de sea votydo o requerimonio por falta do
nuanero.
0 Sr pre4idente nomeoru para levar es pro-
jectos de lei ai's'incao us Srs. B.rao do Na-
zareth, adoxio de Brito e Antonio Justino, .
levantor a sesseGo. -
A ordelse do rdia para hIoj e a continual
,Ia antecedente.
Aldeiamento de indios. P-rm po'taria
da pres.leroir, da provincia, de 25 do corrernte,
for declarido extincto o aldeiamento do ieli m s
de Cimbres, sob propusta do respective direc-
tor. cirrnel. Candrlo Xrtvi.-r Pereara de Brrt-j.
Freguezia de Granito. Paeor preovisa-
do Exin. e Revm. morasenhor vigario capitular,
de '22 do dcorente, foi dispensadr, a seu pe-
aido, o Revjn. Joso Joaquinm dia locha, de
doddjuct -r da fregriezi de (iran to.
Ferimentos graves e morte. --No si-
tio Covdo, do trrmo do Trium ,h3. no dina 18 do
corrente, Joaquim AIv-s da Costa, travamido
luta corn Manoel Marques da C)sta e Pedro
Marques la Costa, por causa de furtos de li-
vouras, della resultou sahirem gravement.e fe--
ridos o primeiro e o ultim fallecendo este no
dta imrmediato. Foi preso oa recolhido afi cadea
Joaquim Alves, evadin.lo-se Menoel Marques.
Ferimento casual. Na noite de 18 do
corrente, no quarrel do destacam-nto da villa
"de Aguas- Beas, o soldado Augusto Afflonso
de Albuquerque, por impericia, deu causa a
ser frido, grave aente, corn um tirmo de pistol,
sou companheiro Adolpho Joacduim de Araujo.
Inquerito polieial. Pelo delegado de
Olnda teoi roetneiudo aojuizo competent o in-
querito policial a que procedeu contra Lucas
Antonio EvangClista, por crime de roubo.
Companhia Pernambucana. Afinal
home di a geroncia desta empreza recebeu no-
Lricids do seu vapor PirapaNa, d'aqui sahido a
9 do corrente, corn desdino aa presidio do Fer-
-ando de Noronha.
Telegraeaua do Natal e oticia que o Pirapa-
ma acha-sre ancorado no porto de Mossor6,
onde chegou arrmibado, a 18 do corraete, por
causa de diversas avarias no machinismo, as
quaes se produziram polo easfrco quo teve de
tLO .WL jDQ.L ....w. -I". \ ..-.. r 2 .. -_. .
Em vista disso, o Sr. gerente faz saheir hoje
o sea vapor Conde d'Eur direcltamente para
o presidio de Fernando de Noroaha, levando
carga, generos, etc., etc.
Vapor Pernambuco.--Este vapor sahio
honter n ta'rde do Natal e dove ciegar hoje a
Parahyba, e amanhc a este porto, seguindo no
mesmo dia para o sal.
Maoi1esta,o.-E' hoje a tarde que dove
tar lugar a manifestacao de apreco ao Sr. Dr.
Jose6 Marrano Carneiro da Gunha, promovida
pelos honorario.s do exercito. na f6rma jA an-
nunciada. Apasseiaeta forma-se no largo da
matriz de Santo Antonio, e d'ahi desfilara con-
furnie o program.
Os promotores da mianifostaglo solicitam do
commercio o encetrranento dos raspectivos
armazens e lojas, o pedein a populacao que
deita luminarias.


mento ou installagAo das mesmas caixas nas
escolas puolicas. por nao haver quota miarea-
ia na lei do orgamento para essa despeza,
nao seria convenient tonmar alguma deliber'a-
gAo no sentidou de serem auxiliadas corn aquel-
les meios, as escolas publicas existentes nas
parochias desta cidade, an menos ate onde
oornportassem os recursos actuaes da socie-
lade, *dando-se precedencia ou preferencia
Aquelas, cujos professors fossem socios da
sociedade.
a Submetiidw assa consult A dis,'ussio, so-
bre ella fallaram oa Srs. commendador Joe
quimr Ferippe, Dr. Pinto Tunior, professors
Wanderley, Monteiro Pesqoa e commendidor
Lima Bairfo, sendo flnalmnente adiada para
outra 3es&o, a requerimento deste ultimo.
a 0 Sr. professor Wanderley agradeceu em
nome do Sr. Dr. Josd Ozorio de Cerqueira
uuito digno delegado litterario da Passagem nf
da M'gialena, e por s,, term os cors,-lhos
-uperior e director do Pogo da Panella compa-
recido A soleanaidade da installagao da caixa '
economic escolan em sua aula. t
a 0 Sr. Dr. Pinto Junior communicou ao
conaelho que a comrnmissao de que se hivia in
eumbido juntamente corn os Srs. comrnmnda- I
dor Joaquim Felippe e professor Wanderley, a
Sara que fosse celebrada urma nissa pelo ex
,tnselheiro e president do mesmo conselho, ^
Dr. Antonio de Vasconcellos Menezes de
h ummond. no trigesimo dia de seu passa- r
,nento, e pare que fossem apresentados A sua
Exma. familiar os seus sentiments de-condo r
lencia, f6ra desempenhahla, funcionando na-
quelle acto religiosd., dai melhor vontade esem M
,uerer reeeber esportula alguma, o RevmrI-.Sr' 0e
p-idreFelix Barreto do Vasconcellos,/ado qual o
sub proposta do mesmo Sr. Dr. Pinto" Jupar, to
conselho superior, em aemnonstraQao de seu r
retonhecimento, mandou consignar na acta n
win veto de dluvor por esse sorvigo e benefl- .
11o piestado.d sociedade. a
q 0 Sr. comnmendador Limna Bairlo deelarou
liue a coinaissao encarregaia de reorganisar o
'onselho director da paro-'hia de S. Jos6 e da b
1udl elle faz part, nada tinha po-lido ainda fa-
.er em consequencia dos trabalhos eleitoraes, c
nas que procuraria dar cumprinmento a essa
n'ur itbencia: t
a 0 Sr. Monteiro Pessoia pedio e obteve dis-
)ensa da mensma conmmissAo na parochia dos ,
tfogados, visto ter deixado de residir naquela a
)arochia, d
a 0 conselh.o director do PoQ da Panellad
)or seu president, commuoloou o movimene-
o das eseolas ebibliotheca A seu cargo, du- e
-ante os mezes de julhi e ag ,sto flndo-*. d
S Por ultimo o Sr. Dr. Pinlo Junior, corn ex-
)ressses repassadas do ma's profundo pezar
fommidniauu ao conselh.) que por u-na pera !
ensibilissimna acaeava de pissar a sici-da-le dA
)in o fallecitnento do distincto social bemnfei- e
0,', ex-pri:neiro secreLtario e orador do mesmo
imselho, Dr. JeWo Diniz libeiroda Cunha, no n
ia 24 d. mez passado, no-tervmdo de Panellas.
anle dignaimente desempenhava as frinegbes s
e juiz de'direith, depoisd& have exercldo os r
arg)os de juiz municipal, do Araeaty, de me- a
retarie doa reprtio&o da inutftl o publina, 0
dwmisirador du consulado. s cretanri Ie
iesidencia desta pruvinclase dohee de pd !i
cia da jijvinria da oarohba : 4%e era '
atne dos 4-Af olla ee dai"
arf 9 ~ da rnl^ 6 a t 84*4 -
restand* a o6a dor saa~ Twidg6btai" ^

imam. P
I




-a..'. ..-

-41
... -.' .; .L-C .' %; "


tiajt TV' d vMru|f4tove reali e a qu'ar-
ts rant&o aiar, dansiante' -sta 6a0 .
daide. -.
jsoCla0Io VomaeveWal Afpril.
ectoria des't o o, a taw mt
Ssocios; co ,l pa0 o d ta d, fev, ..
.rato (sabbadd, 9 t da maanlI, u.
**go. da assem.bl g aflm de rbuiev.
W"brei 0 os meis H obpse refarma de ouI
edpacho da presklncia daprovifcia, lavrat.
re. petiAo relatfiva a cobraona do direiti
*WexportaQao de oasuoares.
aizo doorphaos e de ausentes.-A-i
viciias desse juitzo passam a veriflear-oe,
nob Tugar di costume, as ltera-feiras dl cada
s6rti.aA, s 1 t.hra3s da manhn, ou nos imme-
ditdsO 6t moesmas horas, quando foremi aquol-
les feriados.
-"I PbF O tribunal de Justta Para
preeacher a vaga que se. acaba do dar neste
tribunal, corn o fallecimento do conselheiro
Joaquimp Marcelino de Brito, dove ir o Sr. des-
fabargador dor relacAo de Pernambuco, Jos6
IgnahcoeAccili de Vascncellos. -
Pelas datas do suas .ep'olhas para desem-
bargadores, soeguem-so-Ilhe os.senhores :
Manoel Elisiari,) de Castro Menezes. o.Jos6
Baptista LisbOa,- da c6rte.
Innocencio Marques de Araujo G6es e Fran-
cisco Jorge Mopteiro, da Bahia.
Joao Evangelista de Negreiros Sayio Loba-
to e Jo6 Anrtonio de Magalhaes Castro, da
c6rte.
Jof)o Jos6 de Almeida Couto e Manoel Felip-
pe Monteiro, da Bah;a.
Francisco D.rmingues da Silva, de Peroarn-
b 1 co.
lndemnansadora-E' Ih je, ao moeio dia,
qiu se deve realisar a sessfio da assembl6a
geral dos accionistas desta cmpanhia de se-
.guros, para approvalti das contas do anno
ftiao, e eleiQao da nova (directuria.
Obras do porto-Esta r.partiato contra-
ta h-ije, a), rneio dia, ,, fornecimento de diver-
.a:3 madeiras no semr-stre do janeiro a junhc
coriurnte.
Sociedade -Propagadora de Instrac-
aoPublica-Retnettemw-ns osegu inte para
ser publicado:
( No dia 12 de setembro de 1878 celebron
esta associac.o, sob a presidential do Sr. Dr.
Jooe Jos6 Pinto Junior. sua setima sersIo or-
linarna no biennio social de 1878 a 1879.
(( \'VeificAda a prosetca dos Srs. Dr. Nasci-
,nerito Portella, cominmendadores Joaquirnm Fe-
lippe, 'Lima Bairiio, e professors Augusto
Wanderley e Silva Fragoso,' abrio-se a ses-
Sao.
(( Foi lida e depois approvada a acla da ses-
sao an.eceiente e manALu-se que so publi-
casse o ex.,racto.
(( A secreLaria accusou o se-uinu expe-
diete
( Officio do chefe da directoria da secreta-
iia do estado das obras publicas, remnttend-
u11m exemplar da Revista do Instituto'PolytiMc-
chnico do Rio de Janeiro, e outro do Relato-
rir das Obras Publicas e Minas.-Para o ar-
chive o officio e para a bibliotheca do Mon-
teiro as obras.
a Uma carta de convite dirigida pelo dele-
gaddo o o1 district da freguezia de Alosados,
Dr Jos6 Ozorio de Cerqueira, p-rira a istalla-
vydo da caixa~eeonomica bscolar. na cadeira de
instr'ucgcao prirnaria da Magdalena.
0 Sr Dr. Pinto Junior declarou que a so-
ciedade tinha sido representada na referida
installagao pela major parte dos membros do
conselho superior, pelo conselho director do
PoCo da Panella, occupando nessa festa o lu-
gar de orador, por Darte do conselho supe-
rior, o Sr. professor Monteiro Pbssoa.
a Outra carta do Sr. Dr. Di6gues Junior,
para o mesmo tm, em sua escola parti-
cular.
a 0 Sr. president declaroa que nao haven
do sessao ; ntes do diaem que devia ter lugar
Pssa solenanidade, nao p6de o conselho se r re-
I presentado ; por6m que elle IA esteve, na'q po-
Sdendo, por seus afazeres demorar-se aM ao
fin. 4
SOfficio do president do conseho dioct r
da parochia do Poco da Panella, reqruirftandI
o forneciraento de 4 exemplare ia arithmeti-
ca doe asr N*L T.''.cS S~~ -~S^ -"''- -
-toutrinicarlsta. poto mesmo autor.-Mandou-
se fornecer doslivros para esse fin offentados
polo Sr. president.
a Passando-se A ordern do dia, foi proposto
,e unanimemente approvado pare soda honora-
rio, o Sr. Dr. Jose Ozorio de Cerqueira. visto
achar-se comprehendido no art. 5 3o doses-
tatutos.
0 Sr. 1 secretario declarou haver rece-
bido os 200 exemplares da arithmetica que fal-
lavarn do donativo feito pelo illustre socio ho-
oor-rio e bemiertor Dr. Abilio Boages.
a 0 Sr Dr. Pinto Junior consultou ao con-
selho, se e;n vista das vantagens das caixas
economics escolares, e do appello feito pala
redaccao do Diario de Pernambuco, no dia 28
do mez flado. a sociedade Prop de se encarregar de fornecer livros, impres-
sos e menios necessaries para o estabeleoi-


president da commissAo der orCamento. Os
sets setenta annos, as suas ideas moderadas,
a sua competence nas questS-s econormicaa,
as suas grandes riquezas ganham Ihe, se lo
influencia. born acolhimento geral.
Maze de la Roche, ministry da guerra, 6 das
maIs dntigas families da Saboya ; mogo, ainda
que de cabelloq brancos, 6 born soldado, pou-
co amigo de political, porque temrn recusado ou-
tras vezes a pasta da guerra, mesino a instan-
cias do rei ; a 'ua nomeaCAo e a sia aceitagao
6 considerada come garantia para a cor6a.
lF'ez os seus estudos na academia military de
Turin, tomon parte nas campanhas da inde-
pen-lencia italiana, e em 1870 commandava, no
aerro de Rorna, a divisec queeotrou primeiro
na cihade. E' tonente general e official consi-
lerado, muito enmpetente nas questles do
reorga nisacao.
Que horror!-A explendida collecio de
'eras. dirigida pelo celebre domador .ueco Van
der Fligel. e ainstallada no Corso de Jacques,
teNipoles, esta chamnando jbstamente a at-
engAo de-qumntos habitat naquella pittores-
ca cidade e antiga c6cte.
A fraqueza de uma mulher converteu a jau-
a das ferais em the itro de umrn drama qua tern
Wtterrado os impressionaveis napilitarnrs.
0 d malor 6 casado corn uma formosa loira,
ilha de Stock ilino, a qual, pelo seu temrn.era-
nento, na> se satisf;iz coin ler versos e.Aspi-
ar a fragrancia das flores.
No espgo d& trees so nanas, a.esposa do do-
nador aceitoa os obsequies de sete amantes.
Von der Fligel fingra nao dar por cousa algu-
na; inas a turinenta da raiva e dos ciumes des-
incadeava-se n> fundo do sei pe.ito, dando
arigem A4 mais espontosa'vinganga.
Urn, noite est-varn os animals inquiietos e
ugiam mnis que de costumei. 0 domador an-
iunciou na sua espsa qua depuis/da represen-
agi ia obsequiar co'n vinho dri Champagne
Guns do assignantes. citando osn mes dos
ete galanteadores qua sabernos; e qu" para
ar ao convito certo -'aracter de originalidade,
eber-se-hia na grandejaula do centro, haven-
o o cuidado, coino era de support, quo nao fi-
isse 1l fera nenhurna.
A sua prop-,sie.) agradou a4 esposa infiel,
,into comao aos convidados.
Von der Fliget fez os seus prepirativos, re-
ommendando especialmaiente A in mulher que s6
pparecesse quando ouvisse saftar as rolhes
o espumoso lieor.
Longe de suspeitar a sorte que os esperava,
ntraia is rap zes na j uila, m'o n ar alegre e
ecidida mas a domnador sahio de repente,
eixanda vs encerrad as.
'Ouvio-se um ruido secco e levaniaram-se de
Ipente us aigipb-, das jaula, rrximnas, dan-
o passage i trea tigreseenormes, deunm lado
a I.i.leOes gigantes d i oulro.
Haf"uarenta e oo hornas que os animaes
ao tinham corniLo.
Ea mero-i de 11 io minauto atrafSase As
uas vicLimas .mi. a repidez do rlaie. 0 san-
me inunolava a jaiild: oas osaos raagiam sob
i poderosas mandibilas dos iigres e leOes, *
domader, OmB a aaioC. lanquili4jde, desro-
iou dues garrafas de'. champagne. A esposa
)pa reeu Itgot on vma6 we~ co-t aa .
- OIh.i, A.uttt3 'iwe-hao o min-rido, o0la *


afez
a tielo-

rat 6119a sb.-
quet: oqm gevtno tip l 60ehoiin [la-
om ha)ito e conaail Siito be-
aefvciot & ma dqWe=. doSi diver-
pas obra b para a bD urtiiro, pa-
erochiaddo Pogo da rismdise sem-
spre Setriu onstaantdo-o.e wWno x a causa
da Inestricao popular a da( f']s lic, pelo
que o governoro imperial e e i vi l tinaruido
corn o habito de cavaloheiro a pr4oda R >sa.
s ERm vista do qus propon '$.' 4rs Pinto
Junior que, depuis de oomnela j tfanrnissao
para mandar colebrar umr missa por alma do
falleeido consucio no trigesimao dia de sau
passamento, e para apresentar a expression
dos sentitaontaos do cooselao 4excelolaeassima
familiar do illustrie finado soe susendesne, em
demonstraddo de pezar, a sessao.
( 0 conselho, carnsiderando que semelhanto
perda, irreparavel ese.ibilissima para a p:i-
tria e a familia, npo podia dear tambeim de
Ser por elle pranteada ; resalveu, por unani-
midado de dvotos, approval proposta ;ppob-
sentada, desigando os qrs. Drs Pinto Junior,
Paula Salles e commendador Joaquim Felippe
dara a eomsissao jt indicada, e mndaiundo
que se r onsignasse na -,cta o pr ,undo pezar,
de que seachav.i pussuido, jurnUaente com
as palavra- oroferidas' i"lo" SPu -pfesilente,
suspendendo-se ein seguida a sessao, oi que
foi feito. p
CUra da hydrophobioa.-N'um perinhca
belu a achamos a pnoposivAo de um sikinles
process ) contra as mordeduras de ac(-s tfa-
dos de hydrophlobia.
En vez de recorder ano pharmaceutico, dliz
aquella folha, qup em regra gerl nro deve
pEeseindir de uo ferro em braza para cautLeri-
sar a feoia, e quae. por consequedcia, so vu
obrigado a onipiear o amnmorniaco t- o nitrato
de pa, preservA-ivos insufficientes, ha um
neth,,do inuito samples quo a imprens:> tem o
everr de divsulgar.
Esto meio a a veniosa. Toda a enato pd.fe
dispor immediatanente de urm ucpo e de um
pedago de pspeu, que ag.ceso, e resa .rmiilado
pelt primeino, protnz urem vet '. sa irn)er,,visa-
ia, cujia applicasiuo A pater moidida levanta a
p]lt! e anenglorpera corn e ;bundancia o sangue
em que vai envolvisio o virs rabiro innocniado;
uroa drncsao coi u.n canivete, n o se d ncdo
a ti-o outro iseLrucmcnto mais perf,,ito, faz
correi rapidarnente o sangue accumulado de-
baixo da pflle.
Este meio permitted e|sBrosr sem re eceio pe
future dto p:e'ienle a cheriada do Tedico, qeiU
pomdera complrtar corn imaior exito o trata-
inon t,- prvventwvo.
Gabinete ltalianoo. -t o ias al-ins dados
caerca dos novos mini-treos ital'tians
Agostino Magliani. minisaro da fazenda. Fez
parte do second) cnabinete Depo-etis ; ha
tempo, viie-presidente do triu nal do ,e (.,ntas.
Muitoi eompetante nas quest.,s financeiris, 6,
serun,o os saus ionnigi-s. inoaotavel minia ds
expeiientes para as resolver. A fN.zenJa iLa-
liana esti eirn situriao mysleriosa ; ainda que
o orcamento apparece complete e at6 corn so-
bras consideravois, nao 6 8sta a verdtde rigo-
rosa do seu estado. Masentre o medics moe-
Ihor, como se chama a Seismit-Doda, e o me-
dico, paeir, Minghetti, Miglianip6de fazeralgu-
ma cousa de proveito. Accusam o nov.> minis-
tro de Laer servii os Bourbons de Napoles, e
al6m disto deterescripto um folhto financeiro
combatendo certlaes ideas e processors de Scia-
loja, j fallecilio. E' todavia, o Sti. Magliani
uma das personalidades mais respeataveis,
bemquistas e ermpetentes do gabinetf.. Nas-
ceu em Landrino, a 18 de julho de 1824, e por
conseguinte conta s6 54 annos.
Salvatore Maiorana-Galatabiano, ministry
da agriculture, industiria e commercio, nasce-
em Militellio (Siclm) em 1824, e perteneu co-
mo deputado ao pariamento durante quatro
legislaturas. E' ha muito tempo professor de
econania political na universidade de Catans .
Quasdio- ministry da agriCultura corn
pegtis apresentoa e fez vtor na cnmara as
deis florestal e depesca. Cre-se que notundo
c mais instruido e saber que pratico e politico,
mais ane Meara professor que para tomar es-
sas pnctanvae ae qua estia necessitada a Ita-
lia, onde 6,e outras iouss ha milnoes de
hectares de terras inmulsas, capazes de faepl
mdnte dar produncos.
Nicolo Perracini, ministry da marinha, nas-
CPu ern Calangianos, aldeia da Sardenha, pro-
xinaa de Sassari, no anne de 1816. Atcs trin-
ta e dous annos era professor de direito com-
mercial na universidade de Sassari, ross de.
pols decidio-se pela advocacia. Cents ooze
legrislaturas no parlameoto, e de opinioes
avancadas e assenta-se na esquerda ; tern fa-
cilidade d9 palavra e sabe lazer-se ouvir. Nao
e military ; tern tros filhos na marinha.
Raffaele Mezzaitolte, ministry das obras pu-
,blicas, perten<'e a urea familiar napolitana do
(:hi-to, d',nde e, e cute districto- represents
ha Fires legislaturas ; tem-se occuprtdo sempre
de quastoes financeiras e e actualmente vice-


.~ I






















do se-o t or .1 a
a Umn dlesw a da nossa ciaadf
prendou ori mppwan, d'aquel-
le que, co ot t.l hrados. assassi-
nou er 1809 tproximidades de
Paris, urma $5 c.mposta de seis
membros. de .br erto na Alacia o
Ohefe dqsa PI .- -
,g Troppri, AQ MeOfa a seo aro-nwhmi-
vel para en iqc,. ,e irmio. quie aq.ba-de
ser pieso' ..role .qqta|.oourava Igualmente
alcanoar furquaa pelo rie, laos seamderra-
mar sangue : 1hbficmHbi mood falaa.
a Ha aIlgt6=qjaes, .Troppman, irmIo. dei-
xou oseu doiJCiio, em Geipay, onde vivia
cowo a uirulher e tires (ilhos, e veio residir para
Muthouse. Aqui exerceu durante algunias se-
maas esem ser inquietado, o sen mister si-
nistro, n'uma Bessquiaba 'pgua-furtada. Mas
em brev4.vesificbq se em Ceriaj (qua urna
mulber. que passava por amante do Troppman
manJAra trocar, por diversas vezes moedas de
obro, bujo so, denunc:ava a sua falsidide.
Iaterrogadasobre a proveniencia destas moe-
das, e-ta mulher declaron- tel-as recebido de
Troppman.
c A policia do Mulhouse, avisada deste fac-
to por un telegramna, dirigio-se immniediatag-
mente a habiltaAo d.) falso mooleiro. Desco,
brio ne lla moles, cunhos, utensilios a uma
pqrgo de moeda falsa.
a Tropptian tentou fugir pela j.inella da
agua futrtada ; minas, nao. o podendo conseguir,
oppoz aos ageqites de pb6icia tio energica re-
sisteacia, que aquelles.Z4 o poderam sujeitar,
algemando-o fortexnente. -
SPelas averiguaQoes feitas outr'ora emn Pa-
ris, quasi so provou qu,-o proprio Troppman.
assassino da familiar Kirw;l. tamnbem tent-ra
fazer moeda falsa-. a
Providencias poliplaes em Paris-
0 prefeito de policia Je Paris, o Sr. Alberti
Gigot, publicou urn edital mand,ndo fechar 8
4 hera em po,)nto-da note as tavernas, os ca-
f6s, bilhares e ounras casas deI reuniao ab',r-
;s3 ;ao public, prehibindoa seus donos eocria-
dos receber ou ,onservar nellas pessoa aIgu-
mRa, dar de bober ou de corner, ieixar dangar
ou joiaral6(m dA refeiida hira.
LeilOes-Hloje realisarn-se os segaiutes
Pelo ag/ente Remnigio, as -11 huras, na -rua do
Conde li'Eii, daa arn utensilios do gaze
oatr-,s artigos da tave: na n. Rdp mesma rua.
PeIo agentte Gunmdo, is Il horas, na raa (t Baro.j da Victuria n 6;, de arna casa na rua
de S. Bento, emn Olinda.
Peteo ayente Marlins, as tl horas, na rua de
Vijal de Negreiros n. 7, da armnaalo. generos
e utLunsilius de taverna.
Sabbad' devein realisar-ae os seguintes:
Pelo aqentc Stepple, as 11 horas, da rua do
Born J sus n. 35, aa artnaaio, generous e uten-
silios de t.averna.
Palo preposto do agent Pinto., as 11 horas, no
Caes do Apollo n. 63, -Je 280 uarricas corn fari-
4iha de trio, avariadas.I
Pelo mnesino, as 10 horas e meta; no Caes di
Apollo ni. 67 e 69, de 217 barricasoa 1 meias.
com farinha de trigo. avariadas.
Pelo mesmno. as I! hotaras, no Cacs d) Apollo
as. 73 e 75, de 16 barricas corn farihha de tri-
go, avariadas. t
Pe(o ,nesmno, ao meio dia, na rua do Born Je-
zus a 43. dt (nin btrrica coan ferragans..
Missas fuuehrees SerAo celebradas:
olqje das 6 horas as 6 e media, na
igreja do S. Sub&taIo, em Olinda, pela alma
de Antonio Jos6 do Oliveira Braga, .
Anamhia: As 8 horas. na igreja da Con-
eitcaodtys Militares, pel, almna dobrigadeiro
Antonio Gomhes Leal.
Vapores. Sao esparados ate6 26 do fe-


rereiro ;
Guadiana
fernambanco
Gironde
;Sqria
Be.lgrano
.Msnde'.jo
'i,, ,. f Rio d


do saul
do note
da Eturopa
do '-dolmco
da Europa
da Europa


arnanhil
at6 4
aiLe T
aL6 7
at6 10


Jtracw, d sdl ale 4
phi.'ito S'anto do note at 6 )
Qwor cida Ettropa at6 13
Nevea "P.. do-suL at 14
Bahia do norte af6 15
E tiatear do sut aM 20
Wl1mn!ti da Europa at6 ,-2'
City of Paa 4 do New-York ale 22
Elbe da Euwopa, La6 2 .
Loteila da providcla-Sabbado 1 de
fevwreiro, se extrjAhirA a loterian. t89V., em
benefldio da casa& 4os expostos. ,
Os kiih.Ies/i ameiosa! aeiisX # fsea
vendanma.tOes)uraria da kwj a de
calados do Sr. Porto, a praTa'n1Ca 1mO0"n'den-
cia ns .'7 e 39, aQ3 preqos des'W 1500 e
750 r6s. i'
HUittlal do rot~trate*-r- ?NP aapf d?
mendicidale, atl o dia 29- d, correntcooQl-
nuava em stratamernto 24 doentesse771 % ItI
hoinonspj 13, l uhqe; existembM'fraMen-n,
to 24 senado lt'-h4eIs e 43-ttflatitf. _
- 29 do corrente. continuavam era entU0
65 donites, send: 46 honns e 19 rip, ieres,
entraram 2. sendo; t bomem, e .1 mtnlber ,
sahirdaim 9, sendo. homes 1 mOulbe,
g^ntei em 0,atamoneitd .58 ifiwutte^ W0D)3Q
hmuens a 19 miUperes. .
Entraram para a enfermaria m'p serVntie a
uiua menina que esperaya destiny.





Dr. Lobo Moscozo, rua4 o iscond
4e Albuquerque n. 051ifi"Mpg9 p0]
carta paL que se ;l*W a2gP naime
cr, da casa e a assiAtlbtr'A'..hIsultas
itslias uieis das iO is 12 da nbA.
Especialidade. Operates, parts, mo
lestias de. seahoras e de merfines. 0,O
chainados que chegarem dpi0is,4. qi
t.u: -6,p6dem sew stisfeiWo# a w"ite.\
Dr. Jjs^m Felix v cuGinh Menm: 4i
tLca de criangas, uftestiai seiA.dr
n arto. Cos41tqorio rua la.'ga d Rosa
& esquifa dad0abugad n. 24 1.o a
,- r. residencia rua d'A.urora n. 61.
D) Pra des t-bme? de Souta P'
fan, .rlaa da 'inperatriz n. 64.
SDr. ( aro Je4ds, r., dp. il. 4
(axias' n. 5,6 1 aRar, cods ttas d
S.Io &?' pra ,a'46 reldencia
r'a Larga'do'Roa0o. 8, .o aodai
Dr. Estevdo Cavaleanti, rua do Bor
Jesus n. 20, 1 o andar, .,de raew'dia ai
3 horas. "
Dr. F rreira Velloso tudou o set
cofsultriorO para -o primeirm ain4ar E
N3 no rnevno largo do Corpo Santo
oade contiriua dar consultas dasA-14
ai da tarde e recebe -*
auaIt44er' hora., Rlside lru
4W &*D-4e .jS. Boda1 ':5A.^
I-Dr -AdWOfrkra doAL8~dRA

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pi~paes rioQei^ de.'nmblfi~f's p; em
laxis #w t ..
Alta~o *oa W* hniin"- ^9,OgwaW#*k Yew

iii: a tratarrna riia Duq~fttcaxb fia
L' *e c jt '' .1" 0- 1
F~~rIAM-il;fl
Fabcrim ApAi;r"~te^
da filiaie.-rttia .;Md-garrWi Dis 9t..
-A. P. dia Cunha, para inaim r obnro-
[laicale qpeis -p eE V qgua's trauSi;
Mtm 'ntiat *j~f&ea^A o r QiA roalBria
uma casa fili dos.m ft ca, q rua de
Marcilio Dias n. p9 onlde enc ntr.ro
iernpre urn co opl aeL .ort 'k R. ', do
qua ha de mBe4ior em eigareo '4',itblos,
lfurfo", rupo pebeotira m a sflbG-i ete.,
e todos os mais art ij6".i'e W oido; fu-
mantes, aoas. ^r.fr7^.ab8a

Vendem RdrigM d'e C'.,
rua de Maria,* .rtwsa. t (Fqrta. do
fattosao 'Brir iR dtendib
f ;'
pi~of tego e 88 fit^tI P4'P
P I io' .

Itei bnt II. -. ,e =ral i
4,8 to-


'mB aid-tti^ a|ppii(,,,a,
Be&^ d Y^L fiR w 4%sp 'lq^
Ftspexadalim1p^tt4 4ts irteSi
(heriaa. ^hrao A.^ ^^14 t~lt



.rat~ts. aOo pobres, resideuici -na jne~snp,
eha, mae Iiom rp .,.. "bci> ,
Pharas a vi omeop ,zICa,4.7v
bino, ift 43, rua do Bi odalO i't
is 12 da nwmoatl s4^wF'7 4-u






(antiga Nova). 4 Hom6opoih4 "' "t;ura
N'ledicamefltos' i,,lezes, Ln -
rianos, chi, chocolate,. carteira$,
vroso etc. Todos'os vios3 ltocar-
teiras de medicamentos, etc., iq m en
levati-rem o retrato do fa]ecM do, Dr. i-
birao, n.o sA s hidos *d Al ia phirm' -.
cia. Iniitiisem completane'nte o retra-
to quundo tieiem~de m a eden- o
vidros. dr *
Grande oe ben m oniada official de
eaaderna.iao, pautagZioe fabric deI4-
vros para o eom iercio, reparti6o.a pu-
b[icas. Miranda'.Jurnior, .rua Dtique
4e Caxias nl.37.-
.Gonh rre:a e d16res brau eas
Fora a copahiba! Fora as injecV6es!
Cura. tfacile proimpta das gonho-reas
e ftlres brancas pela intura d'e Costuse
ps. Unico dewsito --Pharmacia i fleo
pathica do Dr:0u.bino-, rua d9 Barao
dEa Victoria n. 43.
ft heumadtsmo d
Cura certM e, rapka pto e rtpreg do
Epixir e Lianimeraito do Ir Costai tif.
Unico deposit na Botica Fra'nceza de
bCa. Caors, 22 ruaid Cruz. .
Preservatlvb da erystpela-
Tint ura de Qtilaud, sp. Poderso- s
Ficarnento para combater a erieyscp$le
evitar o sea reapparecimen.to. Preqo:
2000 ada vidi. Unico d eo Ui dposit;-
Pharmacia Homeopathica do Dr. Sari-
do, 43-Rua doi.bro da ViCtori4-4

Coalegio .4e S. Pau~i ruat. 4do j'b rc
db S. Borja, ns. 26,e 28. director o'ba-
charel Bernvido Gurgetldo Amaral.
Livuraria Franceza, rpua Primeiro de
iar", co npleto n sor tirnento de livros
do edwagdio, medicina; litt.eratt~ra, ,pcie-n
ias.-aries, poesia em todos Os i4iornas.
atiatimentos .importantls para as com-
pr.o ei preao. Livros e',, branch, pa-
peis de tda s as qu'r. ides. geta
de asrignataras ,itd jornaes.- P S
MODERADL;IA-OS. : 4
dfu 1 #ends Qe modas
,ranr om GtBrge- do AGr aral, em seau
etalbeA9' 4IT4fldefaz~p4al4 e u~op,
Livrar ia Faneza r e, Prneroe.




an$ominado kr kazem d0.o dJuvrre-
e- ')e me dsalmnicia d Ugrades fabri-
vA4 OtaEuropa, lodoian pa a-s' aj-
tiwn it moda r.o, ,ir es ti en aco na-
dioies de oftfere a as Os.,,mpr.Adoresi
4easioei VantasenS 'd3o qtjo estP4 ql-
j tier. Loa 1'r(4letr-u up ?=.Z... g .~aft, -,
d Francisco Gurgel do AmiraId. em
4ntonio Cor'tqa de Vfacolbcelloae r19,
Primeiro de Marco t-. i$ ''':"

p reos minios, Aruarcazdos, ne -t4n a-
ftinda.. 9 er-onJ da mai cao
diese -j odrw o oip adw


.mnMlli. .mIn3n qs Meose.odeIwA u10
k Pea kWpt s: ,I .. ,., 45, i o '
Petonue endoiPosqad asritu ,a.dJ
quoe trata, prova suenlL a nlicq
dti uatUda.-oertor',adO ;1' ., i '
', kisU .rinD -aoh&aes, oommgr4d, noa;O 5'
.8 '" '4"P ...,"I


l. eronh..idOnto 4a fltaaatraitna 1d,
I.. .. .. estSCeh


a la ? 9f ) LLiO ar i
vre.lte 'da ..9g p a P84 e i o .pE
e, 1.,11OVIVid-
sa Socrevfl Hrefho'rite r ih n6s
'<4a ittf 8 ea'so8'dl &h W o/'pumdim sar.' : .
lo'iDeob qua se d*;x f.tet'.i-,d- aonicagb.o
pqu., mUft narpo mineptO o0i6fqci a aa.tlhqaat.t
[;l-a przes~qtr Lurfa ou testann't ,ieo dees.
a' feQtiWA, t-M& 4u' roaiabI^~
*3.tq~risfii0 ,.dl dtfeil 'a h~rmir~ ,quaoitra OS~iC Peso cfiopb"o QSQ P
sor rokdst pgWp diptali'enhe ra o ne n
nado i. ).. '
: AsSiin, wa daoi ada: a tl
mernte e ta jvic"iP, n po1059m4 6.mo ii
a f ; ^ ta mp fe .ta e ^ i -lA t, d e s .9r ti ,
os0 gav e e s wA. oos ... .r- I
oe, ,* p 6o*a esloripltOeri' 114 o ,-
d 4,him tescrnl~qv tobi
4#- s K.- a ,
fias no a n boBj t."
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,S,5^ ix~^ : -- < ^ ,.. i.
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Si ptu'a pla 9,6e do
a d. =. ..-T_ sersee

~ c~~,-dA h4 m pe4ita h-
i n in aa ,w"i'I I r e eo -
.' *>t; :! ^'. *: -: "':
o *"A ,, -e, .. ,
A c'or'd'em 'rbl!b ,etc.-Que vistfb'e eka-
nninado' 'c <>esErilrtfe~ iTl( 'revisM.ilelft n
qu. c.5, rmocer ebte -Ji$ LouInBq6 da. 6va
Basl)s :sua .u i heb^J ;e rep rrido:Pedf J!'-
drigues, de. Garvalo,,por sie come tLutor d,'
"seus llhos, i Q ual prelhde.) os raconridos
Ijl~e seja julga tlo.nuilo bo testadaento oon lU,'
laileceu Anto]i io L'liz Martinis Ribeiro, "(lao sd'
porq'ae ait'est4dor nao se a4~hava mnis ho gozo
das suas facu Ilades, comno porque .Toue ah,
- preteria e de herdeiro ne-essi'y, uili^ vez
'qua a tnulher1.do autor recorrilo 6 fl hal natu-
i-atnecn~ei -Ar s~.~uad siasE


1 *,




S..COSMTA ..
Pedro, eulo 80lte. si ecjJ s pq-
btloasjuntas, ora -W a 006k0 paia, adifi8
(dfr do u ftis a inemw m*.DONW a iM1eia.'i-
comp;ou e venW eawwraro5gf .&4 .A*.Aia-'.
CU' comia m88 iaoeift Be tBsoi delhri' qe.-
_Jolla-clo pat e iiaite udw laIurok a'teieool-
Mg vi.n4r s 4 do- ra va..'ucnab*'* isvt. daas.
serliprairAS pbrsamtel Ides qumaa
'r pedo toda a attewAo. .i
Aeoree. e a isto que Amrdi. naca-u oM ma.
de Pedro, de urma senhora solteira, que lasha.
em 'saa casa,-e'-ndrrenrdoe0a trees nfi. s e-
pots do naboimestu 8. JLeba, -fi eta O crinaa
por Pedro commoa Silha, .oaao tat foi ede-,
cada em urn olltgio, em peia eslrarmgiro; e
dapois deoeducada yoltou para o paer de sen
pal, que casou-a corn pessua de sua escndha
Existirmdive'sas cartas dPeidro, escriptas
a Atnmlia, tratando-a semaprdpot ua f ha ,e
con.o lal aabmtnCando-a beta comr divarso5
launeamuntoa per leItra to P'edro..onA Uvros do
sia casa de commerce,. dos dinheuros, pages
ao colleglo pelas mensalidades' de-sua fiha, e
vimas despezas feitas. -'
- Depois daquetflas escriptaras, .Pod*O 6.e
-1867, par testamento cerrado, pelo qualrebo-
nbecendo per filho um metr que teve dae ou-
tra toulher, corn queo depaioi eisoa per es-
criptura dotal. dclarou quo alo. tinha outra
fliho, mnuito embora algoem, c.uno tal ,e in-
culcasse. e cd'in esse tesbanento falleceil Pe-
dro ncorrente annem.
Antes da morte do Pedro faUou o menino,
qne appareceu reconhecido 'pelo diro Lestai
meneo. -Pedro n0o deimou asbende-ates, mas
sim coiltacteraes.
Pergunta. e :
Estd, ou nio, Amelia. em face das escriptu-
ras piblicas juatas reaonbeclia,compo fRh$
de,Pe-iro, aous terms -do lei O 2 de seleinbrb
de 1817. para effeito'de suecedftr a Padr6r, e
haver a heranga que por direito 'lhe toca 9
I t i .' :
lst4, ou nRo. nillo o testamento na parte
em clue ,eno confirmou a perflthaCdo de Ame-
ia, uu em que a preterio da heranqa ?' No ca-
so Pifirma,.ivQ, essa nullidade c pomo questlo
de direitoede natureza prejudicial, pode ser
discutia e julgada peoo juiz doAinentario, 6
fios termos summaries do mesmo?
Respostas
Ao.i4.o quesito., E' conhecida minha opiniao
sobre o popto cbnsultado, comno pode-se ver
n"rtya~crlbj f.'TftadS "Becvs'-.wcfo tta
7"a arL.tl212paginal7I,, eqp coqtia O p do
aktortio.Commbn1L 6 l i d.a 2ltp cOLrktro de
4847. .
Para'prodt.zir seus eff.iitos o reconhecimen-
to paLerno. ern escripturf publitat^;o se faz
necessary qupe seja direeto o'u especialt pana
0 baso. Exanminadas astres' ecriplfat'as. que
per copia vieram corn a conrisulta,' vej. reco-
nhecid'a a ftlialcia de'D. Amiehl Alves Ferreirua
por$seu p4i, Miioel AltOs FerreHt-Ah. qae nes--
sa qualidtade outhot'gou e &s.igruo as di-,
Las escripturas,; e tanLq basjta, -ara Je so-
bre tal flihacao '6b0 haja idUvida; enm vist.a- da!
jei de setfmbro de 1847.'"'N ju'risphedencia
francezea assim se teifti -entemdldo. e' jjulgado
CQBiQ a 4testa Demolombre. -ko sea eWutjta-
'rib .. *' .* '**
Ao 2.o Sem llavift qui anittIld.t-e do tes-
tWmdnto ha pare. em qi'i- iliaao 'e 1.
Amqnlia nAo foi cunflirmRtd, 6- qlto.4e drrel-
'to ; mas conmo a'lei de b2 dd s ,eflbro n6'a
Spreveniod'ad hoc; e deixeo a-para;"' eaipo da
intlerpreleaoo,aponto deja termos oainimWy'ljD-
casos t!-.
ca.O ordinarit de nullldado 'e Ic Alcslto.
Rio de Jahtieiro, 2 de oflubffox4" $8.
'Auaffsta Teiwam 4ewsreias.
PARECER -. '" i
~ ~ ~ -I, ; r .: I ^ :i.
A lei de 2 de setembru de 8s7; art -, oxi-
gindo a eseriptura puflfea w' te&5Imflt.l p0-
ra prova de fihaeao natural, naY impIaeeno
condifiao que esla esiwlptura, *wj.a .eotuatva-
Monete destina's peIra b reoolibcimbfnto daeSS
O"tle a tei exilgr .qne'otveo~hsoitofei't
o-:ai ia}ao atorat pMl pii 0nali'de'-u.mS es-
criptura public, ombora seja esoA-- beni
~Per carteol natoqteuut~ umaescriptur,
destinada a o, AniJ 1| naoo oreconheci-
iPento dat fitia .7 u tf2fi ante4 apciden-
Lamqp.teaf ipiadp & ,4.dM.miir .e ._


.oasampaTI iMor quanto,
send di hjh, iWr a ord. liv.;
4o LiL 4t a jrais razoavel jurksprudencia 6'.
que ehcopVa apeio na douLrina da ord. lv. 2!
gititTO iupal r 0-1
ul ad* oi,u"b4 6t48LiidO.L&IMH deixar'
de obedecer, eslJWlMWnto4uando aquella ci
tada ordedsoBl biiWi4*hi OWIsAo genona
-hasendo c|iiM*jl1ci a's^ih)^
!PoU~~lftIJ =O.'(J1.'0t4 OP. W^B1 a
part em 6nie exalu oda ^ina-.nera
,es a abrir mp&'OMW;, -Ai J'q01-Os au1-
(Mb r (WteWq M 1tI(* ) RWQ fP 8
mentos: fltcando a s-mm -7Qt.. %, ]elo que.
Alw pa*4 OvATO dcw^f a tfta44 bis
dade de caas-pil tij PqpaBq ,W o M! recor-'
.tldKl.aot:UPSj.i,':,nO.'i '.. :'. ./.;,j,p..
Bahia, 2 de juoho 0 4 -AW 0 .A"6
president. Ba.'mWA- eItd.-RebeIIO.-!
Amorim FilW!e./S.l /lD .
PQr era flcaq.afo .,, s i i
RsesS ,2.-o^aAifW9 giy^'!9~ ^< .
-- ~ iL-I. -'-Jn 1


Lo;'''tint A1IICI nIJ.TU Ourfft "I
40""""'NIi!l{f: IT
** '.1 -- .... g ; I' **';n." '- i ',,i.
Bancos agrl k db ,,ip O-1;' ; -. : ;;"
,::: I1B .'I!
Nos artik lu 1iubticamos nos Diario-f dd
8 e 9 de novemlb-o Vi buncos ogri6e4h g firopa e .especialmefite U
-credit f ncier A- o servi.o que pres-
tam a lavoura 4*A Id Ammova l d'aquelx
'IA'S -aoe como 1tutmllitmSikA4QPr
fiinwmebte transplAntada pMaa o Qa k.,: i
- -Rtje aeltndou-nos de posse do importante-
.IWau'd'e mpvumeur et da preteur aux cais
%s deev-fofnienc'w-Jpar Mr. Emile Beres.-va
inos do mtesho'extlala alguns trechos par
conheoimentUir lB`rilJgas e patricius.
ugoveria oftes 1e, W eitiL Les, accresceRtand.',
hb. ,as W -.fs =i es" ., :- 1 11( i ,


va-se. pedia. reclamava prote "cft, e nt e.I
^itteamfidal iOni k'rtInIu 4epgeebo tamakbk
era; gedl. Fui ppiWp;,,emiqil.
vys que os 8membruos dtsta cl1ss*. irati
co pFaz.r on iodiftfl o trio de-ab'x.
Sdi' ;.a*a h,!e lmG4. n 0 -

rurioente da sort o povo, e prbispaeida 40di
tmm da# pelo &vvermfto dacasi|
lnoirndaf palo govertlo da;wtreI9 {'i*Wj
U1~LA&OaiUo~ fejni-i~wluat M
..-k s-?? -


a6e vordales por i ala-es ieio
119. iastlrdir-pe. -No6s l~minpeu a soux~os D-W.Io
11)65.11 eant~ros mo'tives. ^rb-u~islapte'eulra-
laos jcaa dospozatar sos mnais habeis e comnpetentlis,
a queinm t rnla vezes tlinS avocadod, qu.r
pare Virem em noaso .ausilio, e qoer para en-
trarWso.era dtscu.sao', .e dta poder-s=e ine-
Ihor cornecer de gue lado esti a justiQa e a
razbo, a v'erd.ade ea malor.
Se .Soossos guvernant-s seadessern ao trabI-
Iho ie esLodar a instiuiao dos bJancos fe ere-
lit foncier nao tbnariam o cons=lho derssi h -
n-ens suspoatos, e do ha auiteo Leriam iraw-
plantado para nosso paiz tlo utat iastiLui p ao,
4; rnesina sorte que flze.W jm os Frinocezs iruein-
,plantanlo-ada Allteaauha.-
I roeossdysejanm o bern do paiz, sejaSus-
tos; "rnas ordiuariraente o6 on m do partil.s,
que so celbca eti.o lugar-.-Euoti nosso paoz
cuida-se maisae-AWinlteresse. partidarios e pes-.
soaes dj-qfe de economic e bern estar da
Aiada actual'mrnente, corn pezar. o dizemnos,
protende-se dar-lhe eleiQao direct ema vez de
pao e trabaiho !
Ninguew-se persuala qua somos infemsos i
eteilo direct; oelo catrarioleclArsirnos qu',
.podeJido exercer o direito de cidladio a 35 ou
37 aunosnuica votarnos new votavamos se-
on-- directanente. Fizemnos Lima excepgio em
1850, pria ipiando indirecta e concluinuio 'direc-
tamente. -
I' pois corn salisfaio qua veanos no ult mo
quarter da vida, o triumpho de nossas id.-ts
'dusde rapaz. Mas eslariarno. matis satisfeltfs
se o programma d g'verno actual abrangesse
-auxilios a lavoura-que significaria augmen--
to da produc'ao, trabalho e pko para todb o
I V.. ,


ral recdnlecip.por escyiptura.de espon es a
*fl... indala lav qr TPortagal, Ije on-
tilo~ seI~-M 0 aLit. r n t AD L4!ai-
-10se av4no oE'
tor recorrida, aiuda rnerw, p.sti que Lm Io-
'*'Vld.Ade it, 4*ss, ryvflatiar di p> .-e ft..., corn pdderes Aspddlle,. 'nAorifndos
peio testa lot, 4iu qpedixe.de-a Sa fliha or-
'denava ocoptrao .dAe.dotQ e a realisaQg)d,
casamento; be ,qqe-. Jhi devolvessd in-
teiraa haranoa. ainda na hypothese do valido
ser o e4a4metetlM a mulherJdo- 6 reeoenlte.
contrahido in e-tremis, qasado ja :ncapa. I
testador, corno se intenta dAmonstrar no joizo
competete, under agiita-se a q",esmao de nuili-
iladevist6 quaie nIose teido seguidosa copula
no s.3p6.1e dir meaQo0de bens', eas rt6os
rearrentes su-tentam a vrlidade ,do referido
Lestamento, quo pela, conacieacia oom. que o
zora o testador, quer em reelagko, a protealg&o
dos autkres recorrifds, umna vez quo a esrip-
tura de esponsaes tendo destine different
ano constilue recorlhecimnenti paterno, que
amforma da tat dove so.1i(4 BBt.eo yaslcill; e
a H ips ie a.o s p eIt poniteslar, o diAeito a
rmeagio pela falta d.i ,copula posteriborao casa-
mento in.-extremis, pot, s.r prarica tfe Jrutgar
quae o aniteqor previlecej eoio prevaleco par;m
a legiLimaglo dos fllhos: ju!gam1 procedeute I
aICQo 'paIa have per n I1a a v-rba ltcsLaina-
tanrida qde deotarou nl6otirno.estadoe herdeiro,
0uando inic itestavtehmnte o era, a rnuIher db
aumtor mcorrido ; por. qQmatp ptescrevea.m .;0
lei de 2 do setenimbrode o1847, art. 30 que i
prova de filialp s6 dha lu1ar por escriptura
out por testartent, 'aib pm6je ser dddVidos-
que- ldee quae ( esowpturn publioa a db es-,
-ooasaes em que testsLador ,deolarou sua hlhia
a miaulhwr do auto jeioossdo., dotando-a.e fa.
zendo-lh o casmaentd, 'maeio de prova crea--
16 pela lei se t'emr realfsadb: e -c6m taqto
mniorfudidatueto-QIuanLo dOf)i sendio a- rao
dAqaeqlaiQisposiofio 9 siao -agabar om o abvr
sjqoe sp havia- intr9duzidc/na pratica de
Sobrigar-se o chefe de famili. a receber na seL o
d'sta'contrd sua voetal6f. 'd-oe fflho, acuellte
-ii -sun co 1,clehcia rep6l e; z dpOUdur bi-,
luiva.oneio at. ..ds. pspmmoa n idade PI 9nJ^a a
prva ca 49fRhPQimnI po, -tlo pPbli'iAt-,
ranol aoltalio. 90,. as soleqaidades q "quer o tlrfta f01" o ft 1iOtdrh cqab es*6 a {leesptfdih-fl..'.-.nb .avoRtadm.
-paLqLpma -e. most*m Etnp .aii^ )xprPPaO 1
-ago .iuenlla Ae., Ieel' .9 atrao 4pod'. ;
exatistm deerenbhaieiwnt%,proftici n40 901
qmi Lprra S eaecc q 4WO M10,9. AM
tregnir a ftjAQ A em1p tahei(aq 61o'pa= me-.
-dianto a tthenlftciJdml b.- r*.
ra-ta ish, 0 ieStMtntaIto t thd S-
limituse a*'de&tflf4'.ao'Mv.- 0t1riiV, 4a1teL
Iweo. I eKcluj al flia poa" eIe odrare-
....
SL pe eida',71 7o i' ^H l' '.'. ,. 1* ., {* "I.

\sao p6de petAm

-slao da rneacao da mulbqr do reo reco rrenfr


. 8-polo valtor ado territotiat-p
do
. e aGO ""F

.4m lcfm ,


19VO.
Nao obstarite, esperamos da illustra'ao t pOa-
riuLisno do Exom. Miiistro da ugricultura qjie
pesar do prograorna ministerial, n o se es-
Lieceraide proper rbdtidas ou rem-dios suffi-
,ientes para curar as enferroidades da alW
igord desprtegidd a pr.Judicada-iavoura do
lorle. -
;,Q11aesquer qua sejarnm esses renmedius ha;) de
nicassariatnenfe incidir eosi tauu'faglo,e bir-
;os agricolaPhypolti3iarioso6mo o unic,'taipa
Le salval-a. las 6 qqLstAo urgente, pur que
Shmal da lavoira se aggrava diaiain'ente e por
sso 6 precise, para cural-o,remodiosprjhpt!oS
tefficazes, sem peria (le tempo. .E pr-ciso
4ue o Gomerno Imperial e nossos representlan-
oS cuillen mais spriaente "tdos meios de aud-
nentar a cuuiar eO a produce das terras. -
N&o se iiiu4a o govierno coi a prospcridade'4e
tin ou outre agricutor,. porquo essa prop.e-
:4dade pnrov6m dea circtlstancias excepcior
naes, Consi,6rd cmo iregra.gerai quo por cada
igricultor que propea'a uma. d'iza .az arruina.
d., ea otUra duzia lutando contra a torrent
que en breve oSi.sorveA. so n~o forei mde
prornpo so Corsido0,pf ,bcago forte.
A.propriedait Lerd_ lr. 4eve sar ulhada
especiamfmpntono jirau'a coqio a fjnLe dohde
inm aapredu,c,&o dtd,o.as riquezas, e .eooi
oaiko mais solidoa ,daoria. publics. Nes
Porte tern nolaSo iipopi ,leiaaqWOW-re muiia
riquoza e bpm 9.str. 16errasr epSd6s efecu
las, _ql bsnc,&iu-nsq (,,,'-1meroso,
arpdwaos vaxzi t "rti o
*Mus bern pouco se.aprovqilta., d4.Lantas van-
ro(ipafieuiia .pur:fai ff.,e d.i^a u o. As .ar-
ras. sAo qoDmQ C g1iiaqgPe,,qJu0 pfiter valkr,
'e'cis lapidal-o, e pa"a Japid Jl 'p r _bira di
Hira, dinlleiro;spW,#6. ,.
No9sqsagW4ciilLvaoSPr'?pr\Qlos W#a,





.4ebrta e Meiajs" @e lo l
lira- veppr otvea,4iw1 D.r pa.am ;J
t deBu ain.g l.; sA, a, p Jp h.' ,

"JtJ..... l tos r n Y 4rp!yn q;)?efl

q o qafldooms, esq quec
0 0 199Sor








adefl tudo o coan a e





Lai dosu contibalados na
nston )Fq-' e
via e oprpios no ores d o umPo
pwofrqeo *'VIPe j ;?


sR im t.nt o. ood baPt ^1e



,ra e riesse ltver a dep se dardoerp iWS





p~mn'i~e 0 lM ivy.d 001. ,p4a~o-
Feaeofta O IN!"tte' lo ro amat



iN,-ndo notve ason asft sqaenpat
tad, de sua con' .e c, ,








COWi de:f.-, JAC r 40 qt.a .ts v
via que i poaoe M Rae









,b.,e 0 Sa joes bna A. 4sa. n e' l 41
Beriado absorveriah nalr a aprb U<
TO J oais e ale.poe I *




qando e oepalioS1 goenats,,d e. m oj

sei do b mdoosoeoAnaore i mes
ebfupareSa~ csumbSQS3 do :p~ed^tars"lW(Io 8#pknSh




azsd diueqos naS e
I sri a 4e^18 da ,1d" e. dYr-a ogaido-s
4r;a orie a e Ididq li0 a rra eiitF
set ie rhynna1 Udfip~ti a*vaW& ^rf Aifitdda
eIsoe oIte aS ottttprt if'tefl~lasaedemv'ra
'Nal6 pelspnmpftosdu gove rntes. .quadoeni a|
uershial ao.benniRr.oS.~'M* I"1a -q0.in errs 7
BlIoa A ura aM 3 .a 4,


8041 -
l e., iAroosnt q pe abcat or lw <
^e'fiifa, 0 6abeca tnet4 lbd!aa -a6p9u
p~nari~ep-caww. dunfee a< ppul 249




aie6 peosepoleidos goapwlteia as derra<
g.xmi uAb w iU. u '* *, B. o 3 ma. 4' 1
leiwiwil lato kQatemos d "Utia erra
.'aa!aofa 100O t21 hrw ap.r oiat


I-


i




I


1, -dtaftui a...a~u ,4Mfd~laIja .aa ardejHeaqe-
ax tudo rembalsave s por annu*46. L ajo -


l-~ ~ ~ ~ ~ ~~i 4U.~tw^ W W^"'*"
M-jAiau&Ajkn&rew dp so
.dAvoimtrid .. -
,ir&oSuwpto .parao.s.fl.tinteB am.o. S
1 q .confioeiU a r.Ol i3.. o t6- ,.
4Aos doss.aa ae~a~aa M.LW o PWSxi sa
-010*05-0915 men0834 e quo as circumrnstancias actuaes da agiotga4lt4a- "1t
s- .no WOWM 4,j "Claeqtk,.didras As da
n- #raooo, em 184A ass.m, GHBiO de % sa-
s- lhba-aadBiac,. e 9ata apreai.a ro pIB
as tew suai-4outrina aconumnicas. ,.,
n- C Bar AsaAo fs.. s -
S, p.. S.-D- moramo a pubicaao destle arti-
sD go, porque nos disseram que ta entrar em dis-
S cussao na camara dos Srs. deputadss urn pro- =
0- jecto,. ; RW o li(a ,a aor., 4 ivmenOte
ent rmA eis j co(3ite mk4 mes-
mo dia foi dascutido, votatlo e rejeitado, por-
quA,,aBtr9 ,, Aistro ;da. fzqn04# 4 Uise* quo
P-1 LM!poiecloknao.lioha por tM ja(we4!iato4 -w.
1. skorasolmer. as ditfkulidades de aIfup fisa-
T.doroaquebr do .fllando apeaias a favor p -.
4'putaw Buarque de :Macedo: I
us sta., B s,resolvida. a quest. NMa co"-
v6rm auxiliar a, lavoura, e pjr conseqtQ wams
a lu.onetdw, -augtoentar a producCao do pz :
do assi.na- rnternm-Bo >-goerno. imperial e :a
i- SiiaOa0 e naB oia .ropreserantaen !! ,
olI SIiseq Bm-podedr. -' s : -- ..
a I
a;0
9 1 1 ,.' .
Deputado Josb Marianao "

tO4q Qando o Lelegrapth nos 'raasiLwio 41;
4-- id.-. dp que esue distincto deputado pernaer ,
al buaao havia tornado attLiutide entra o pw p-
no-nuinero de tepteseatariAse?.qjqe if --
a-I ae~aal oppopigao na camera temnpoiariBW
a-i v a. segale exclama d n resper
5- liberal "
'. I- Gaae a Deus, jA UaM dep d 5- ^v
c natabuco inscreveu-se .,conlt uR a
)dl rwao.!l -, -. ^ ^ ^ "ii T '
ia, .. MOM.ddaQ, a qupin m retire, 4
e-. peacidmam *l~aA*O -6 lwidesl0. -( *g E^ ^
s-,,b4-et e oc',aaiA. do exhioiT P.
sam dodaaaia A caaR liberl,. Ql^q l -
sei renteS de- abaegiaqg PVO & Al. V
2,O AA, pe(,da- dq&laedi Preb -
on3ark- uue min heara corn AW
.a a deseri de As du
b- qpa si Mjri 9ha.tja!B
^5 *.3
^ k ^D^^.^^ff-.w~a~^9d


sagni tswa8, *y



SSaIAV"h, Ni9s 9Bd4 ,
iM ea ...:,; 1., .-,; L'i '^' [f H H
f p .e. ""m4

Dee*lor,ern ennoi damir(fir a lir e 94b 1




ur iasH(MC^eateib tabe ,ecin es~te a novas**^^'MH
oA agrieicuradoantgrse'de iapeearai
an"oto qua Vellsidu ,.t3ju6 !.)aa ,, ^IFRO R .
mais haWes-s fuorecidd s dealaha, e08. UIoi ..
climd pr eoso. .'
Pro-nete-se-lin aoaxilio, segunda -a d i joesi'
de s umnpsalado 1860 ;aioe eubilj.os da j i lS:
partictpaao no emprdsni-,a) de 2t,1v l * pelo regular tente do 28 .a: jeulw do a186',
provddu pelo decreto d- .22 J }ull,:) dio a:'.
anno. ",. P ."
D.wopfepam enno; de in riy,'i). .Sobrfl, .
umn mifsterid liber, A, o coin esLe novas : "
messes. o.. -..ac \
Convocamn-se oongressos espeeiaes-;a mn .
taumse as neoessaidoies da lavoira, a our s'
d e r e ( B iv e l- o 8.. .. "^ .| y
,Abremrn-leraamaras, e n que diz o goyiob ".
Nea ura palavra-a respeits ordauxilios ai "a
voLtjr P.O ;
'Ema cjmpensaao parj n.jssa lavourN, Qpj.vo ^ .^ "
vai ter a eleigato directa am vez do po ., 4tJ
balho 1 -
Paaiee quo sExm. miniAtroaida agriculiQ,
convocaudo um conagresso agi ola na crr ', c
de, pplautindo a cuevucasqo dre outro a.0 sw .
te, algufaa cousa desejava fazor emo be.'
la agricultura ; a omissAo. purm, da n., .n -
destes na dalla do throno, revela quae
Rollenas seoppozerainataeobeneQcios. Qdoeqaa
tio ilnporInter.a S maisimp rrdaLe rn a acum e idb
iiade, itio podia fioir esquecida. 0 0~lBI .
mustrart se ha ou' nrlo desacordo. .
Mas vultemos a Mr. Bol'es. Uiz esle ilius
do econumista : -As feiLeis turras de.

s iih-spaoaonnte rrs da ,i -..
bent, ,Flandres e margens do Es~alda'^^|^gi f B||"
melhures do qua a, da Flandea Frai-elM s
scia ae Belcia ; assim coino as do Va
Rh.n, an a'ou so a inelhorAes do qua as lM
re, Khodano, Saone e Garonna. Em nr i
parole a viata a qcultivada cam.,aia t
gus o do qu. nos vituhedos do sul d .
O. risonhos pralosa e aoates da e Sni o:
,Ao oais iproductivos do que muiLos 0 od 'o
do Fraea ptra valeremn, cu o aiid3 baha
co, 0 trnpo ou oGquadruplo. A explicaego '4
:L probleane esti na fraqueza dos mesos ate
etilato upregadus.
SNa ,BiAgica a cd ua das terra eoi
res, awu)aerrba b: o aroteamiena, os e l
luraes, os instruments e o capital dsooes .t.ad
Edo ti sal-no-, ptJdew ser aval ados e e ..
ao.5m0 fsaneos por hedtare, assimecqt s.
logiatrra. .l .o
;o,rSaistai onde a creasio do gado 6 eoaa-
Sderadvel, a iao'oe ubra arao ara abilbo.a, pel"a '.
c rnflguralu accideiiLada do solo, estas des-
pezns sobem a 2.tOs francos. "
EmaFranma tas despezas variaa mmuito, coa-
l ortne a diversidade dos deipartamentosi, m
estLo muito louge da ultiaa cifra, Na tentoe
tdo noritae nordeste, assiun comeo nosa e .raw.5O -
des de lParis nao excede4i d 0 da 4d00 _.fL- aS *.r&i,
rabi ,aesulta dislo que o cultivado.r nao pde
i r sepaIo pIStrneaintos incoapletios gdw ladl-
suficiente eapouco e itrume. obras acaniha
SLerras 'al adubadas, qua nao p6dJer P.r p rl p a
Ien&o mgoraqs colhueitas, e espas vad
e ntwias avezes vendidas anLecip.alatienvt. a
NesLas circumstancias 6 evide ae' ( a i .
Sag icuiltam .a.ao podia e nptLer-se e qaenoO
Spear ; ea do ies doriva a neglignidcia dacu l1- "
ra,;baia.dasenda8adeprciiiao,dostuiw(ros. '' -
Corn proprietarios eadividados do. wn lado,
0 Id ouLro readoeiros pobres, nao so poe
3, dkorAmBi.do qae uri mediocre par tlido.0
prieded Lufrnito ioia'a 7._ a -
W aiI$nAoA1n.a-'-"

.ji.ms~ r Pzrpes ts., montiep~
Sdff~graoa ,t mais tleopo. P~etfinaJ^
a cause do rIea es1Qi' assrgnalada, 9da..e i
*;hlcar o reiaedi paeo curul~a. E' precise yjp
p dda proprietarios do sly a n oas mita 'd*.
*, fe ei< oj ia, e(os, alm dafalles QU9
?'4etm tidori agor .o .r, ,




dI .d oa.A we4.L.tup ,'.rds asosa rentw o p

tammet sennduro,2<< a ljezi< lP ~em~ dno9i06ritu).o de popul~arisar ftilW


' .. I- I ,!" I -', I- _, ;t


f.: 1







































i i+auA
.0 0 J iriai'o Cumneiro da Cunha..
Sa Este distinctLbIernamnbuecano, um dos
mais esfuorados lidad16~~oJ parttde liberal
S de Poroambuco, 6 de t -dos osradores popu-
S lares o mais symnpathisado entre'odas as clas-
++:1 S9que frequentamn o club popuIlr, osjnee-
tSlXs e reonios publicas. / .
a CGimo agitador 6 incansavel, e talvez o uni-
coO astualwrelte que se tein proposto levantaif
4 espirito das classes trabalhadoras; e real
meute o tern conseguido. de mole que se'-nao
Uvessem as juflas qualificadoras e a relaC.Ao
S desqvalificadp quasi toda a gente liberal, os
.* oJonservadores nao fariam o teroo do eleitora-
A 0 na capital, tendo sounente a seu lalo us
Speoritonistas do thesouro geral e provincial,
_-+ izcepvles raras.
E' um caractor accessivel, phylionomia
f ncSH a, sympathica e attrahbtte ; utna al-
S mi enthusiasta, expansive, e cheia de abne
gac&o.
Possue actividado constante, movimnentos
t idos, e goetos despretenciosos
1:;1 .fE' um homfnem talhado para dominar as
r miisas pela 0stima e pela forQa da palavra.
.. Actualmente nem um dos chefes politicos
da capi-al tern Lao crescilo expediente, e dis-
p&e d, tanta actividade.
4 t' de una IocomoeAo admiravelmnonte fa-
le Ihe chega o tempo para ir ouvir os sens
Zcoggas e comielt-ionarios em seus respecti-
vescriptorios, sen queo entreta'to deixe do
pUar cordial attended ao grande numero de
S as que o procuram durdnte o dia.
( Procedente de usa das mats antigas e il-
lustres famulias da provincia, que em sua mta-
II Ig part ccllabra corn o partido consorva-
44 W; urn d, m omais valentes dampeOes da idea
ir Sua alma apaixonada, ateita e propaga o
1beralisma n modern Icom suas virtudes, e
muitos e perniciosos dereito.3, quo a expe-
riencia e pratica da vida real halde corregir
oem certez', eoque alias n~io slo exclusiva-
monte peculiaros d p:irLido algum.
a E' o proprietario da empreza typographical
que publics a Provincia, orglo do partido li-
beral.
c 0 conhecimernto ni.is perfeito das cousas
davida, o estudn,. aiprudencia que ha do vir
corn os annas, adquirida no ostracismo e
a adversidade plitica, hAo de fazer do.Dr.
Jos6 Mariano um nomem until d familiar e pa-
tria. D
Gorreram os tempos, e hoje que o talentoso
deputado iniciou a sua carreira defendendo
no parlamento interesses reaes de sua pro-
vincia e os doi uma classe de cidad&os, a queen|
a patria.ultrajada houvera feito grandes pro-
messas, ,) o governo desattendilo, creio nao
ser f6ra- de proposition a trancripQAo do meu
-artigo do 1876.
,Do que entkio uscievi nao resalta a minima
'-Ionja ao a8uor proprio do Sr. Dr. Js6 Ma-
r-i-no, porqiie reputo ser de immensa conve-
h ffiencia public quoe a justiga e a verdade ac-
.. .* ......... r r- i hnmansq.
qpt tomam sobre si o pesalo encarg- ue u,-
rectores -Je epinioes, e nunca as inspiraQo8es
Incitativas do orgulho e da vaidade.
Se no louvavpl e nobre empenho de ser until
a sua patria o vigoroso talent do illustre de-
putado, active e de grande valor no traba-
Iho. como 6, consagrar-se ao estudd dalas
seltencis e dos negocios publicos. tendo como
It= director os principios de justQca. e os de
verdadeira liberdade, Pernambuco lentr deo
Safsdar umrn de suas maiores gloria..
Todos sibem ,s que a AssociagRo Commer-
dal da nossa praca no se tern esquecido de
representar perante os poderes dO Etado
pela adopQao de providOncias, quo isentem o
maeriOd@ e -agricultura dos muitos vexa-
sAes e attopellos causados pela decretacio de
imaitol excessivos e pelae muitas yezes ep-
pessva e descusada administration das re-
trrtloes flscaes, ao tern merecid? nero mw.s
s lo as honrms de um despacho.
0 facto d, ter feito o Dr. osq6 Mariano a sua
., estrea no parlamento tendo po lebjecto uaU
+L ;rdos medidas reclanmadas por squella distincta
+ ^ orporac~o e ura proea evidente do quo ellei
sot se acha compenetra'lo dos seas deveres- de
,. fpresentante. -
E' portanto louvavel o procedimento daqueo-
la distinct corporasao pela expreomo modes-
ba de eu reconhecimento que o poltic -;
-nhew., ft no o e menos a psnlrotica s laac-
<^o des honoraries ds eetrcito, was Mni~ft-
tagoes degratidlo, annunciadas param jhie.
quoe serbo merecidamente aoolhidass pela
Maioria dos habitantes desta cidade que se
mestram provavelmente impressionedos pelas
fecentes nobres iniciatWas do esperanQoso
modno ra~ta. \ : 1' : '
0 patriotismo nao costuma desmalar em
S' presonqa dos obstaculos. wa 60 incentive ta
grandes, aegoes, cuja uniwm recompensa 6 a
gloria, 6 generrsidade de alto criterio social
Recife, 30 de janeiro de 1879.:
B. GurPel do Amaral. *


Instrucoio public


i graga de aaaidiroaremn a nossa tnoOria, quo
thes transmittoriaMOS respeilavl egloriosa, se
nos occupassemos realmente dis altas func,
coes. de que Deus reveetio a nossa ant idae
paternal perarte a natnire;a e a soced d.
Se centre nds continuar a ser desp.pads,
cimo esth,.sendo, -ta- nobilissimna ink ativa,
aconselhada pelos honlens mais not eios. do
todas as nabes, seroo rapids os fune Los Of
feitos da decomppsiglo social. que coeca a
manisfestar-se.
Penso que nao sufflciente para Ii timar
esperangas A, respect" -ds resuttados ae uma
idja, cuja realisaco seo seji, ,mani estal a
.s6mrnente por palavras. -
Sab npcessarios jtos, assin tomo s. estes
que qualificam os hamens, que nA ,so o. que
dizem, rmas o que mostram sel o nas sas ac-
Qces.
Consagrei-me. portanto, A essa penosa tare-
fa de formarhomens para a sociodade, n phra-
se do Sr. iImeid# Gtrrett; e. pocelerro des-
ta sort. obodeci aos dictates da convi %Ao de
que cumpro sagrados deveres de paidle ofamilia
S4ee cidadao, escusada a minha falta ce apti-
dues pela minha boa vontade e devoticAo A
proflssio que abracei.
CG)mno todo o act.o de refornma, que -n lo seja
de object pueril. tom a minha insttuig ,o en-
copttado resistencia princip.lmente entire
aquelles, a quern deviam aproveitar a nminha
perseverance sem ostentia-., e a mish cora-
gem decidida e inquebrantavel, a part lion-
rosissimas excepCoes de que faiei public
menQlo opportunamentLe.
Em geral a ignorancia de todas as classes
da nossa sociedade, e a ausencia de f6 e cron-
gas, factos attestados frequentemente em to-
das relaeOes da nossa vida do familiar, social e
political, afastam os espiritos das applica4oes
sdrias, que como takes reclawmam umrn trabJilh,
active, constante e paciente-; os quaeS pela
faltas de uma util e ititelligente direcrao, ou in-
doceis. se doixam doininar inteiramnente pelas
ambiQes mais vulgares, as da satisfayao das
vaidades mais ftivol Clo human, tudo ao servi.o das exigencias.
dos inaciaveis gozos da naturez'i sensual, os
quaes a fraqueza do homsmn, assim mal pre-
parado. reputa uma aspiriCA'o suprenma.
Tolos desejamus a felicilade para nossos
-lilhos, mas em geral nos faltam, d n6s. os bra-
sileiros, aptidOes (tal o -riz6sso atrazo) para
conhecermos o em que ella consisLte; e si se
trata dos meios de realisal-a, n'elles sobre-
sahe a nossa proverbial leviandade, que nos
vai arrastando sensivelmente para o aosto e
preferento apre0o da tudo o que 6 superft.inl,
e d'ahi para urn 'mundo do incnherencias e
purversao nioral raramente apercebidas.
Todqs n6s aspiramit.Bs s primeiras positoes
suociaes, ssndo-nos inlifferenteo brado da pro
pria consciencia. que nos argue de incapaci-
dade, parque o nosso talent para .s mystifi-
cac3es proaftte-nos uam triuapbho explendido,
e qua nos haI el e p pois que to-
dos consider' Or, f apttdeo.
asim nformadas Werao' or a e.t6jir a. Cons)-
ciencias que aceitem umar verdaltepo umna
falsiidadA.
i U s-9 aeuJa o 0 rasiw a ins'ruc au por
amor do aperfeioamaento intellectual, grande
aspirago do hornmen individual e soci 1. por-
que havondo privilegio legal, que gitima
presumnpges, comn cstas se contentam s aspi-
ranites a aquillas- pvo,00es, porque p se as
alcancar bastamti t'lMnL padrinhos, cja cpro-
toe6o 6 sempre misars ffcaz, qnando 'icor-
remi n'olles as conios de tio e sobri ho, So-
gro, genro ou cinhido, titulos de sM eiteil
to, todos muito emavoga, os quaes de 'z an-
nos a esta pai-te exercem alta prepo deran~
cia na polite i& doistado,e que tendem ilnr
perniciosamente Sor destiois do imper o.
Quanto a educalo moral, Sala so nia cogi-
ta: muitos ua "onfuhm afti
maior part lhe desoonheca s pn.a to, e
forma indad ruidimbuta ;risirsima exeep-
Q1O, todos ouvem fraftr d'ella'ct n a 0ttanl -
za e adirw". qae s novidades d rta
,os$ cPadto! quando so Ihes hao ,pi
Cnnsegualntcenote, 8r. Dr. inspector tgral,
o8o atinto surpreza deoi Liealertto* dia lte dos
di Versobobstaculosipueo*rfride ntro
ae anhias espotngcasde oduca~dor, e 0 us, em
vorJdae sao conseqaMciae, do* des ac do
16. de c* rate do
cofregir ps "erros do ,resftw.ou 1 I i $
Dteus o .ate ', lldo~glq doS Paualo,
lu-tni. Sm. tr. iJoo Bsrbralh'p'4,e UcJ Cival-
canto.-Muito dig'hiia1Iectb~r #rtardartruo-
'1q public, d*i-1''t pv l





raes, a '+ ei+ai&0*+ ir 0 jub1-


.lo *do ,quo a~p psiaf ~ |s|i^Q t~ti a posi..
cao inpe de t q hrosatominad pelo Or.
Jos6 gsariaoo. a reprosedtacfq nit i0l,
A ulany sBiCAo allnia 44 par&l oje d4ev,
star na altura do grand mercilnento da-
quelle em cuja honra prO tvai ida
'a '2 11':1- .-*l **** **< <


COLLEGO ZBI

PARA iSEXO FEMININE
RUA ID SANIrA CRUZ Im. 10i
(Boa-Vista)
Directoras e l5rofessoras
Amalia Roxo Lima.
Zima Roxo Lima.
A matricula do 6'.anno lectivo abre-
se em 7 de janeiro de 1879. Admit-
tern-se alumnas internal, semi-internas
e externas, assinmcomo meninos de 6 a
7 annos de idade como alumnos exter-
nos.
N. 404.--Oeo pr ro medicinal de
figado de baoalhAo, de Lan-
man & Kemp.
Tendes algoma creanca, cuja respl-
ragio difficil e arquejcnte tosse s19 pro-
vas da presenga ou da approximaCao
da phtysica ? So assim 6, lanai mao
para logo 4a melhor preparagao do uni-
co antidote conheido; para a mAlestia
que receiais. U4a pois do oleo puro
de figado de bacalao, de Lanman &
Kemp. Entre o bronco e o kigroezis-
te mui pouca different, e arnbos sao
os nmelhores remeidis. de sua classes
que se podem preparar corn os figados
frescos por mew do mais approvado
process. A senhora Lenai de! Valle,
de Bogota, esreve que a sua filhaj d'.
19 annos de idade, se achava rei uzida,
segundo sua: propria phraseologia, ca
pellese eosos vem, razao d'uma tosse
obstinada e contiauO, scores nocturnos
e expectoraqao asusitadora, pordea que
havja sido-.nmilagrosamente curaai-
no espa.o de 6aez se-maaasn comorn 6te
remedio. E a rnesmo attestado-lati-.
^<..'.-* if v w "*
......" A8IA1I.* O .*AV*i m vco S JUj,- 7 I''9pf,
quo a primeira vista se acheva-ajai
f quasi defuntas, vfoi recebido pelos
senores Lan man' Kemp, da senhQ-
ra Joaanna Vives, de Caracas, da senho-
ra Gertrudes Peralta,:de Buenos-Ayres,
o de outras muitas. :Nio reota peis du-
vida alguma, de qu o oleo de figado
de bacalhao, de Lan man & Kemp, A, O
pulinonico o mdais poderose, e efficaz.


fRA(I9QaEG IF i, K209&ANEI- -
.- .. + ,, ':* ,l; .*i O : K ~ ~ .


As e oras diU ta's
Acoes (atfarwcad- *-eWtildos, do valor
: +'de'+!^ ,^ ^ "' 1-*:1-
Frirnihadomt;ndi '* Bahl, 7(30P por w
*. -do,1 to- se0ftrog, h beritefn *
CambiO sobte o ft4deJan 3ro. 0 d/v. oin'
"' f: '0/0ft' 4es>'6 tmto '*
Gamble tobre Loedrti, 90 d/v1.Au/m d., edo
- -* bancoll / 011(000.,
Cambio sobre o Porto, A vista-,50 0/0 do pre-
' ui6. do-t i ;-- "

-AllOKA )A.4BOLSA
: -.* e lr a l BS 1 1 11 l il 1,
10 acgces d.a ftalca deo Ahqo e ta.ddos.
t* j 1R&qI apr!*oada'sass' seinto -
Vender. ,+" F Com- r
4- Compvu
12' scW 4- baA de Brisi. ,
do valoir do I"0a42705 2,65500
ibmc08e~ftlestj*e4-d0fprnpqdo.
Recifo 4 Olinda e Ba~eib. do v-
lor de .00 : 48.)
.- .. .1 P ainteo *

., -; Secer~io. *

LYANIDEGA
(dftem ttdo dft aSKS
*.am^ ^ '''--^ -1 1.m +2+%


muc s ea~s.-:7 + --- .. *t,
pares do inaneos. -
No Waiite nacionbil Caielia, carroe4a
.IB I ^ ''^ 1'"+ : '", 1 ** 1- *' .* + i' i' i :,
Para Mossor, Moreira de Senona 20 barris
eri 1,600 litros do mel e5 ca eos g me i 5760d-
tos de aguardeute; E. da Cunlia-Bertr5b 20
saccos coo farina de mandioca.
Mo hiae racial DW t e Guarde, carro-
go : 1.111 : 1 -1.' .,-- .
Para o AMacaty, -Arthur Vieira 500 saccos
coh, farkifaa do nsandioca.
-ANa baroCa Aurora, carregaram:
Para Magio, J F.- S os Lima 89 saccos
coin farihba ddo uandriad ; J. V. de Lima 50
ditos corn mailto; A. Oliveira & G." 20 harris
corn 9,600 litros d6 ael, 15 ditos corn 1,440
ditos deagUardente e0W saceo coal ,500 kilos
de assucar mascavado. .
- Na barcaea Tarqueza, carregaram:
Pars o Natal, Silva & Irmalio 13 barricas con
1,(X3 kilos de assucar refnado.
Na barcaCa Rainha dos Atjos, carre-
gou: -
Pars o Natal, J. R. Cordeiro 6 barricas corn
360 kilos de assucar branco e 4 ditas corn 360
ditos de dito mascav ado.
I- Na barcaa N. S. da Oraga. carregou:
Para Mossor6, J.-V. da Cruz 1 barrio corn
75 kilos de as eucar branco e 4 barris coin 3801)
litros de mel.

REECEBEDORIA DE 'RENDAS INTER-
NAS GERAES DE PERNAMBUCO
Rendiineito do dia 2 a 28 32:431$398
Idem do dia 29 1:539SO08i
33:9705484

CONSULADO PROVINCIAL


Rendimento do dia 2 a 28
Idem do dia 29


226:996(8P;4
7:646J175
234.6W3059


R MENTO DO PORTO

NavUios entrados no dia 29
Santos $ 7 dias,, patacho inglez Anni, de 193
OtbOladi, capitlio An irew Thomurnson, equipa-
gem 7Iv w lastro ; t ordem.
Tdrra Nuva -30 dias, brigue inglez William,
de 19 it.Lota^as,capitao James Pike. equi-
pages 1t .cirga bcalhl1o ; a Saunders Bco-
Ebel$ &
Newcastle-I5 dijdbarca ingleza Isle af Beau-
ty. de.t.285 toue alas, capitao R. Furstet.
equipagen t1, cargaicarvao; a Sinpson &
Compaahia.
Mmonteviddo 31 dias, brigne hollandfez Fwee
Gebroederj deo 233 toneladaa, capitlo How.
nir, equipagem 8, carga milhlo; A ordem.
Rio de Jarteio-20 dias, patacho inglez Ocean
+Qend, d 4oA toneladas, capitol J. (anithlei,
oqiupagem 7! cagPaa bacalhiao; a Mendes Li-
abo d Boa Espeana, 30 dias, iftgre inglez
.-"~ ^ l; ... .. .'.ilj '.^.U mj uupMiUlIJ
den, equipagew 10, em lastro ; ordem.
Navies sahidos no mesmo dia
Gear Brigue alstemao ColGmar, carga various
generous.
Canal-Brigue inglez Glaucus, capitao Bouden,
carga assucar. ,
Bahia-Patacho italiano Ave, carga motade da.
quo trouxe.
Suspenderam do lamaroo:
Cearkr .R Ptacho portuguez Carolina, capitlo.
Gonoalves, corn a mesa carga que. trouxe,
Antilha.-Natachp inglez Ani, de 193 tonela-
ndas, capitao Aodrors ThoinGo,. corn o ries-
no JaStlro. ,. ,. ..-.


- ; -1 .


Kit's'


- Seegio t. Seci!taurtia 1rteaidrbcia 'da Par-
saaibtro, e02 8 j- neiro de i 87'.de Porett
socretart aoose mufco a ao Sr. 'oa Francisco
Batos. de Olivoira, para soddcheciaendto quea
sgt6& o teatu o o ni. Sr. iOinistro dauia
#toibieK~fo &S coftfs, o sba rtSf6e+
rioainto tediodo a teimninacAo Ad caiopaoWla
de apr~eninft amitifttcs d40u~ b#UAIWh~46 iguO koois. 8s
sr'daendi depoI d4#04 hiOciOnadu o d1to
mendr e de raeOrfier-Se ai mfotestfas alle.
g sil odrig ~LiMa."
o icdad~o Lik AntenioGongaatves Pen
***na^ Vii le^ 2SI
Fteiri fir e
Faz sabier, qi pel0o I.-,EmSr. pwm*o
dente do provmcia em offioie +de hoje
datat40,61:iem de_.i eqUiv
'.e na eleii 4'da j4uta pafchial feita
i di, 16 do corrente ;parma a qualific.a-
oda o votanfes, me foi ordenado que
providenfiiase "coveniehtemente no
sehitdio dfe rem Iligtr os 1 traalo, 4de
conform idad corn as minsU'ces regM
4aeTIa annexa aodeqrelo n. 6,0t97
t1 4'ee jani i -o448761 e devendo no
41a 27 4d proximoi r aftorop p d elsI
tO hboris da m anha, tries dias antes da
priueira douiniga de margo, proceder-
se A eleiso? dos membro" da mesma
Pronta, .que, funecionatrA 6s~qutllg dorm4'0
go, co ooos9 eleitores infra decara-
dog eB,sUppletes dOergo relative, a
eul ioi-i^ so1no c *oasitriao, da -matriz
s ea f nrgezia no dia- e hrs designa
d8 pa ta tfinm. geors-_-r.,E-
a. -' 1-' *^1111 ^ -"; ^ rr .:* .1 A -


De ordem do ,Exm. Sr. Dr, juiz
de direito, privativo de brphbos e au
sentes nesta comnarca, tago constar que
as audiencias de S. Exo. passam a ve-
rilficar-se no lugir do costume 4s ter-
Cas-feiras de cada. semana, a 11 -thoras
d.t manhi, ou taos dias irmnediatos iAs
mesmas horns, quando forem feriados
iaqnelles.
-Recife, 29 ejaneiro 1879.
0 primneiro escrlvao de orphAos,
Floriano Correia deBrito.
.-%
SOGran... Ori... M... P... P1...
d... Esp... [lit .. Braz.. Cor...
SLiv.. Pop..., em Pernambuco, scien-
tiflca todas as Caz... do Circul..., que
Sno dia 25 do corrente, celebrou secure
tamemoo corn as formalidadas do Rit..,
a 9a sess~p magna de sua installac;o. ia
Re... 26-1-79.
O 0 secre...
]l .0... 0... 0...


Associacao Commercial

&gricola
A requerimento de21 senhores associaJos
a directoria convida a Lodos os socios pare
comparecerem no dia P-'de fevereiro, pelas
10 horas do dia, afire de em assemblea geral
recorrer-seaos poderes competentes do des-
pacho do Exm. Sr. president desta provi4cla,
sobte os direitos dos assucares importads de
eutras provincias.
Secretaria da AssociaC&o Commercial Agri-
cola, 29 de janeiro de4 1879.
Antonto daRocha Accioli Lins,
Io secretario.
Consulado de Frainca emi
P* lrnanbuco
Risco maritinmo, sexta-feira, 1
S d janeiro ,- '-
0 capilao oa, Marie Lebogjis' comman-.
dante da barca franceza Per'verant, presents-
mente ag:tfl : m w ..... -.., v -.. ....
m a risco maritimo a qu mntia do 25:0005,
peuco mais on menos. para pagar os concer-
tos da dita barca e mais despz-zis feitas neste
pnrto, dando como grantia o casco, quilha,
apparelhos, mantimentos e carregamgnto da
mesma barca. A adjudicaglo terd lugar no
consulado de Franqa, ao meio dia do dia aci-
ma, sendo feita a quemn por menos fizer.
Estrada deferro do Li-

The Grl at Western of Brazil
RaIiway' C6mpany Limited
A direCtoria desta corn panhia, tendo
reservado duas mil aco5es pari seem
vendidas nq Brasil, esta aberta no es-
cripto'o dos abtxo assigrnados a ins-
cripmo jecessaria para as pessoas que
quizerem to.iar aliguna ellas, cujo
valor 6 det 20 cada umna.
A inscn pgio fic prorogada pur mais
,al. un'fllias.
mdaq serapo relt ades no New-
Londbn Brazilian Ba-nk LUrited.
Para qaaesquer inforrmaoes mais,
podma os pretmn01ntes d-irgirern-se ao
nosso WrtOr,6 que serao satisfeitos,
e 4onde Qd -foveros prospector for-
m ulas dop~ p dHose ac~oe$.
WJhpn.8on t limitedd ,
14-- RBia do Coxminorcio 1
O administrador do consulado provincial
scientifBlCa it 49s qaeloe a qoem interer sar
possa, qoe nDs terms da segunda parte do
art. 41 do regtginento de 30-de butubro do
1875, lice marcado o prazo de 30 dias uteis, a
coo#ar do &* dfeveftro proximo vindouro,
para a cobrnGa 6 booea oo cofre,' de lodos os
impoatos lahocados, corn exocop&o da decima,
sobro e9 bens pertonce ales 6 corporacao de
rmao mo-la consuommo de aguardente. Outre
siM declare aos moesmos intemessados. que'do
conf0r, idade poit a art. t4 do dito regular.
-uento, incoTir6r na m ulta de 6 0/0 todo e
qislquer debito de tal proeedencia que nab
tfr satisteitt no prazo indicado
Consulade provincial de Pernambuco, 25 de


aneiM doe879.7.Francisco Amynthas de Car
va1rilboe r4 *


A direcgo da companhia de segu-
ros, Indemnisadora, convida aos Srs.
ac.ionistas para comnparecerein na reu-
nilo d'assemblda geral, que devera ter
lugar no escriptorio- da mesma compa-
nhia, ao meio dia de 60 do corrente,
atim de, nioe s6 Ihes serem apresenta-
das as contas das operag6es realisadas
durante o anno proximo findo, como
tambem para -se proceder iA eleiget
dos.novos funecionarios parsa o bienniue
vindouro. de copformidade corn o art.
40 dos respectivos estatulos.
Recife, 27 dejanei o dc 1879.
4s direct'ores,
Antonio Jos6' Leal Reis.
Juse da Silua Loyo
Antonio Joao Furtado.
dtObras do porto
De orden; do Himm. Sr. engenheiro
director da reparticio das obras de con-
servagao -dos portos de Pernambuco,
de conformidade corn a autorisagao de
S. Exc. o Sr. president da provincia,
de 16 de janeiro corrente, e na forma
do art -1o do decreto n. 2,926de 14de
maio de 1862 e 18 do decreto n. 2,922
de 10 da mesa data. do regulamento
do riuinisteri, da agriculture, commer-
cio e obras publicas, fago sciente a
quem interessar possa, que no dia 30
de janeiro corrente, ao rmeio dia. na
mesma repartigao, recebem-se propos-
tas para forneclinento durante o sernes-
tre de janeiro a junho proximo vindou-
ro, das madeiras abaixo transcriptase,
sob as seguintes condig5es:
Art. I.o Os proponents dever~o
apresentar as suas propostas em carlas
fechadas e competentemente selladas,
atd meio dia, sendo que depois nao.se-
rao aceitas.
Art. 2.0 As propostas deerdo ser
fei;as segundo as quantidades e dimet-
soes abaixo especificadas.
Art. 3.o Os fornecedores serao obri-
gados a fazer o -fornecimento A tempo
e i hora em que Ihes for pedido, sob
a-de pagam-en 10 lo de multa e dc
10 l |o se eflectivamente no o fizerem.
Art. 4. 0 Os forne ;edores serao obri-
gaodoo a ontrcogar a o mnadeiras, no esla-
leiro desta reparticlo, mediante recibo,'
que sera passado pelo empregado com-
petente na propria via do pedido, igual
acompanharA Ai conta que deveria ser
entregue na repartico ate o dia 15 do
mez seguinte ao do fornecimento.
Relapdo das madeiras
120 pranchoes de oiticica trangado,
tendo :
Comprimento 40 pds
Largura 2 pes
Grossura 3 pollegadas.
2 prancbh6es de pAo carga, tendo:
Cornprimento 84 pes
Largura 2 pds
Grossura 5 pollegadas.
I00 cavernas de sicapira verdadeira,
tendo.:
Hastea 13 p6s
Grossura 5 1 ppl1eaadas.
110 enchameis de cicupira verdarci-
ra, iendo": -
Comnprim ento 22 pds
Grossura 5 li2 pollegada3.
Reparti;ao das obras de conservago
dos portos de Pernambuco, em 23 de
janemro de 1879.
0 escriptrrario,
ManoeJ Dtuuie Pereira.

Hspital P Benefiencia em Per-

nambuco


ASSEMBLE GERAL
SiAo coividados os Srs. socios a reunireai-
se em assemblha ger;4 no proximo domingo,
2 de fevereiro, as 11 boras dn manha.
0 fim da reunilo e pruceder-se eleigco de
varies oiembros para a junta adininistrativa
que tern de funociouar no corrente anne, em
subsituicaLo dos que, eleitus pela assembh1a
geral de 8 de aezembro do anno'passado, de-
clinaram dos seus cargo.
Hospiti Portuguez de Beneficencia em Per-
nambuco, 28 de janeiro de 1879.
Miguel Jose Alves,
Proveodor.
Luis LDuprat,
Secret rio.
toinDanhia Ferro Carril


























-- 0 offil-al,
Jo"o Joaqumn do Siuoeira Varjalo;
Junta oaumercial da cidade de
.ecifeo
Esta secretaria faz public que foi admttido
4 matricula, na qualidade deagente. de leilbe
da priga da Parabyba, o Sr. Jesuino da Silva
Figueiwedo, cidadlo brasileiro, de 36 annos do
ilade, e que em sesslo de 16 do corrente a
Illma. junta commercial concedeu a demissioc
podida pir Jono do Lernos Leal Reis do officic
6 obrretor eral desta. praga, cuja fianqa sub-
sistira por seis mezes A espera de qualquer
reclam &o.
Foramin tambem registrados os seguintes do-
cumentos:
Contratos
De Manoel Martins Ribeiro e Jos6 Martins
Rlbeirto, associados oin o dm de neg.,ciareta
em umna pidaria sita nos Aroga los, sob a firm
de Rib 'iro & Irmrno, co-n o capital de 8:718$839.
a durar cinco arinnos.
De I itio Nanes Ferreira Goimbra e una corq-
manditario. so!) a frini do Nanes Coimbra &
C., tenlo par objecto a c-)upra e veada a re-
talho deo azenlas neita priga,, corn o capital
do 14:0000.
-De Ferreira, Maia &C., firm comp)sta do
Laurentino Pires Ferreira di Carvalho, Jos6
Jeaquimtn daCGosta Maia Junior e urma comman-
ditaria, urna alter'ig) do contrato prinitivo
pela retirada da corninandiLaria.
De Jos6 Vioira d- Siqieira Ferraz, Antonio
Jose Pareira e umn cominnan.-litario, sob a f1-'ma
do Fe:r'z Pereira & C co'n o capital de .....
SQ:000S, para o con nerci, de generous d a es-
tiva nacionaes e estrangeiros.
Distratos
De Maia Irmao & C., firm que foi comnposta
do Antonio Jos6 Maia, Joaquim Jose Maia e
Manoel Jos6 Maia, relirando-se os dous pri-
meiros socios pagos e satisfeitos dos seus ca-
pitaes e lucros, ficando Manoel Jos6 Maia de
posse Jo estaDelecimento.
De Araujo & G., de cuja firma eramn socios
Minoel Antonio de Araujo, Manoel do Souza
Azevedo Pires e Justino Francisco IHenriques,
retirando-se os dous ultimos corn os seusr ca-
pitaes e lucros, e o prineiro obrigadc pelo
passivo e de posse do active.
Do Barbosa & Coimbra, de que flzeram par-
te JoZio Nunes Ferreira Coimbra e-Antonio
Ferreira Barnosa, que fillecea, dissolvida por
oste facto e entreguc ao procurador dos her-
deiros do socio fallecidlo mais 7:117#760, im-
portancia de seu capital e lucros.
De Luiz Antonio GonailvIs Penna & C., de
que, ta ibemn fez p.Irte Manoe.l Alves de Senna,
que fica comn o estabelecinento pela retirada
daquelte, qaue se d por pago de seu capital e
utcros, corn o recebimento de.5:0005000 em
eoras.
Da Browa Thomson & C., sahitzJo della N.
Thomsun c I. G i)udie, e oa activo e passive a
sargo da nov firma Brown & C
Da Manoel Martins de Atnrim e urn com-
manditarin, qu3 se retira pago do .seu capital
elicros, ficando o sjcio Atnorim do posse do
aorvo e passivo.
Do Jos6 de Azevedo Maia & C., Pedro Ale-
xandrino Mahia & Silva. Joaquim Ranaos da
Costa e Franciqco Domingues Mforeira, que
gyrou zob a firmna de Maia Silva & C.. flcndo
oprimeiro socio de passe do estabelecim.ento
e rotirando-so as outros pagos e satisfeii.,s de
seus capitals lucros.
[e Francisco Jose Leite & C., do que tam-
baorn foi soaio Joaquim Alves Sobreira, corren-
&o por cinta do primneiro t Sivo social, e retirando so Sobreira livre do
qualquer responsabiltdade.
Matriotla
Do Thomson Nye Sevitte, cidadao america-
no, de 27 annos de idade, estabelecido coam
rnmoercio de importac.a e expartacAo por
grosso A rua do commercio n. 8,"sob a firma
soia, de Henry Forster & C.
Marca
De Joaquimn Beriardo dos Reis, negociaste
de charutos e cigarros, sendo o emblema umna
asuia cora urna fita no baco.
Carta de registro
Do brigue national Prazeres, pertenccnte a
Manoel Correia dos Santos. -
gcretaria da junta commercial da cddade
do Recife, 29. d, janeiro de 1879.
0 socretario,
Julio auimaroe8.

GRANDE CIIRCO
PENNA EBASTOS
COMPANHIA PENNA
Chegou'- oheg ou--ohegu
ESTREA.
Sibbado 1 e domringo 2 do corrente
d ,ande novidada -.
Grand. novidade


MARAVILHOSOS ESPECTACULOS
lEguestres, gymnnasticos, mimics e acruba-.
ticos.
Cavallos amestr4dos em liberdade
ALTA PILHIERIA.
Grosea galhofao.
Equllibrios extraordliParlos, a6t40os6-6e
.';- japonezes'.
G.UATIClE DO PALHAgO
Priscipiaias 8 heras.
Camarotes comrn 5 cablirns 10800
Cadeiras .00
Entrado genal 1 000
EXPOSICAO DO CIRGO


Sexta-feira, 31 de janairo, das 7 As 9h 1
danoite, achar-se-hv o circle illuminado
Sac visto pelas pepsoas que preotndwern


boras
para


----iRffiiOS

Para Pelotas ou Rio-Grande
do Sul
Recebe carga o palhabote portegu-e Nowo
S. Loretso, de rpe.4una lotacao, e trata-se
con os consignatarios T. de Aquino Fonceca
&' C. Successores, ruja do Vigarie n. 49, ou
cmrn o capital na praga.
-- .Fedderson Willink


p


Io= vapecs 4es.a- hba, quera a rsoatar
dentru de 6 dias, a coptar do da do aat
alvarengas, qualquer reclamiaCo o. cersmatw
a volumes quo poryqntera tenham wftlido
para os portosdo sul, afim de se poler da a
tempo as providenaias nm6cessarias.-
Expiradi o referido prazo, a eompc nhia nco
se responsabilisa por extravios.. -' ,
Recebe carga, encommendas e pasagiros,
para os quaes ternm excellfotes accommoda-
Coes, a tratar com os .
CONSIGNATARIOS
&ugusto F. de Oliveira &- C.
42-Ru- do (LoM. -erio--42 -
Entrada pela rua do Torr s

Ceara
Pretende seguir corn a
possivel brevidade o pata-
Scho portuguez Florinda.,
a& -por ter poro de carga
engajada e para o re.a.to que lihe falta,
trata-se corn os consignatarios Boeltro
< C., 4, rua do Commercibo n. 10.

LISBO)A
0 patacho portuguez 'Fausto
vai sabir com brevi'lade, por
j ter parte da carga- engajada,
Jpara o rest que. 1he falta,
Wtrata-se corn Silva Guimarfes
& C.. rua do Conhmercio n. 50.


De 217 barricasi4om fariuha d trigo.e 11 1/2
ditas idem, avatrdas d'agis do 6 ar a bordo,
do palacho americauo a Rice. na su a ulti-
ela viagem dn Daltiaore A este port.
SABBADOt- DE FEVEREIRO -
SA's ie 1Iv hofts
Por intervenaVo do preposto do
agent Pinto.
E por oonta e risco de quern pertencer
Nos ai mazens d, caes do Apollo ns. 67 e69.

t1~ibAO
0 de moves, louga, crystaes, objectos de
electro-plae,'da casa de residencia do Sr -Adobl.
pho Burle, na Jaqueira. annunciado para o "ia
30 de janeiro, fica transferido para segunda-
feila 3 de fevereiro, em consequenoia- da che-
gada do vapor inglez, quando devia ter chega-
do no dia 29, sendo que as 10 horas e 1/4 par-
tira do arco de Santo Antonio, urn trem que
darA passage gratis aes concurreutes ao
leilao. -

Grandee sumptuoso

LII'S.


Para o Rio-Grande do Sul De ricos moveis. fins crystaes, louga, vi-
2 Recebe carga a frete modito a Coastando de mobilias, espeihos; ricos jar-
barca brasileira Tigre 11: a tra ros. tapetes, quadros, candieiros a.gaz, flgu-
tar na ruado Vigario n. 1, escrip- ras, guarda-roupa, guarda-vestidos, aparado-
torie de Baltar, Oliveira & C.- res, guarda-louca, objects de. prata e electro-
plate, apparelho para juntar, dito para .chae
Para Vaender multos outros objectos
AP saberara
Os dous vapores rebocadotes Brasil e Juno, Sal de visita.
de ferro, aetuaknente no Pari. Photogra- Uma rica mobilia 'do jacarandA a Luix XV,
phias podem ser vistas, e mais inforrnaes. ra d cand a Luiz XV
no os;-rigtorio do&Srs Wilson, Sons, & (LC.- oes2ldo uakrn 4 deab
.mite d,rua do Gommercio n. 4. .e12 de guarnlo .
mite dr a do Cornercio n. 14urma dita de dito, com 1 jardineira, 3 conso
Pacific Steam Navima. los, 6cadeirascd,,guarnigoe82digsde brao.
... w Uman mesa oval pars oostura, 2 ricos espe-
tion Company lhos durados, compridos, 3 sanefas,3 pares de
tion Coy ......cortinados, 1 m'inha +deviq para flmores, 4
ROYAL M AIL S TEAMElh' caixade musicas, 2 jarros gindlese'4flguras.
berv~ia <~ ^
I Urna rida secretaia para senora. cadeiras
__ Espera-se dos portos de guarncio, 2 dita.'de batarikh;41 j:rdineirs
cdo sut at6 o dia 7 de fe- 1 tapete de c6cp, 4 enfeites pare mesa, I tape-
vcreirmo, seguinde de- te para sof, I kofa6 e 2 esdarradeiras. -
Spois dademoradCos cos- Gabinete -
tume para Liverpool, to- Uma mobilia a G.tribalde (nova.)
if cando em Lisboae Bor- -Um rsofi. mesa i consoles, 2cadeiras 'de
deaux para onde TeceberA passageiros, ea- branos e 6 de guarniClo, I escarradeira, 1 tW
comnmendas e dinheiro a free. Pete, 1 alrnofada I mesa de terra, 1 quadre,,
AGXNTES castiqaes e mangos '
8,9la de leiLura
Wilson Sons & C. Limited. Umra rica estate doe jacarand:i., 1 mesa para
t14-RUA UO COMMRFA.RO-14. advogado, I grande pspelho. 2 rantoneiras, t
U. 1 Brazrico relMgio dea biuze, 8- jarro.. .1 candieio a
U. Baf zalzMail Sea 7 porta-jornaes, i cbarutl6ira, 2 quako
U S T 0IMoleographicos, it tinteiro. 2 pesos para pape4
h -a et,,apet pare sofa, I rica cadeira para leitur., S
A'-L fiestas para papa e 3 cadekeas- de auarni
0MAGNIiCO VAPOR Q aUa Vaa e iad nar .
A BiRirANO UM guarda-to~avI l"'Pa l tica. I apara-
AMBICANTO.. dores, 12 cadeiras de g parnimo, 3 ditas de
City of JRiLo de J.a- bragos,'dita deh3lanc,.gitrafai.porta-quei-
ei jo, compoteiras, mantegueira, a mcareiro,a
etarn lpo-rta tifor, copos pare agua',' caices para c1l.am
_. p -pagne ditos para vinlio do Reino, ditos para
Espoa-se dos por- ditsde'W Potto, .EaraSarA, teirao, atlasls
1 l*tQs do sul at o 4ia para agui, chicaras e piresd, i apparelbo de.
I 1 de levereiro, se- poreolana branoa para JaMIar, diuo de coi. I
p indo depois da dito para. ch4q, :galheiteiro, tI ostap pats pio e
demiora necessaria mais 3 ditas. &
para Pari, S. Tho- Sotao e salad de dcmda :i
maz e aNw'-t.k para' nde, recebe passageib Uma cams fraticeza c6it 1 1a'e palhldtlafI
ros, jenoommmendas e dimhelro a freee' cortinado para a rmosma. 2guardsl-roupa param
Tambem recebe passageiros pars Liverpool. menino,3 ntesas pare eama. I rOt .dedo
via New-York. en mogno crn esp l!oi 1 guarni o para o0-.0 -
Agent- mo e I quidco. -
Wilsqon So & C. Limited. U m"-, I ibpselro Wu.?to, "''
tU-RU; 30O COUMI.Can-at Urn boro, I srnuui,.pds qem+,i.sdoSS
.- ....---O--- 1- 1 moredes pare mroniqo, i .P qadrao4, .
Rio Grufide d Sul :
i r e 0 S l rma cama. I owqmngo, I PefIho, i lavito-
Para o Indicado p rto, seguir brvemenbte a rio, 1 mesa oval, I ce4i de Wa ico.4 dCts
barca nacomial Sn t p ". er 4 engajda do guarniga, 6.gpar 4ailatB61; quadilo"
pat da sua carga. reebaeodo o resto qu e The Trwr iqu1toU ,
faltt ifWte modico. Tratai-se erom o oasi- 0 UrecQ a modawioearajWdA.1. t40ardvl;i
natario Francisco Ribeiro Pifto Ouiradles a do, I e sjebato i laiiat.s, gU 0ar Iolr
rua do Bar-o do Triumpho [antiga do Brum]: mienibo 4 'esptegdiidlra, I 4 a t.a p .kiM I 1
t. -0... t .. apet.It do coco. .. .. ..
__ _______ ______^__^_^_^_^_^_^_^___ __ ,-. SigIa *d S <~figy,1.. (i,
-** ---- r rf i'tL -'* "-" Urna mesa de amarello. 1: pedra marnis e, 6
L~IjKIA.Lj cadeiras e 1 filtro.
L H. "'W"ur ---"" 4f h a .: -;+
k ,,. il l ..a ; '. *( Um foio:gMorteaiade ferso coa chainA.
f 1,111 [trl),d dlo wi5 i.o e, Apra l6 a. bauas,
a'+. ...44 .. i cabides e I boba amerlaaa. ... .
De uma.casa na ru'a de S. Beqto, em 0nda, Objectos de tita, 1 cesta pan e o. 1 poltf
n. 32. sit9ada *m. tot&ro prolro, cos o pirtai reogloio purt& cartot, I manl t 'e frituc-
e janella de frente, tehdo do vlo 25 palmos teimas, .porta-tbaCw.t i g.a -i i;= paa fu.
do largura e 82 dq fu1t. p ants, 2 duaias deo garos e 0acps.,
][; I ,gleciro-nlalB .., .*-. n :
1l" Jm-apparemo'ti


rk*4 tinaW t.. Att pr peao, e ble~ro-e' .e cuts tt~fejo9a prp^
Quinta-feira 30 do oorrtte par I e;ahsmea is i s pua



e g dePamsa do esaAmiia, j-quais sW abae
A'S 11 HORAS' 'ovas, djI ppara Iaioz, -1,m 9-q palher
0Oagetite Gusma, 1far63leii4o0aoasaacima I.: Para al eft., ^r. Ile
reforida, paras a rqual dta-Mo a c ipetae S r-osEGUNDA-FEIRAst d IE 1irVEREidO
te fulorisado, e set o effectualo em seu 98onrp- A' W 10 isUui hofto m pouxto
torio Aruado Bardio n.a Vitorian 4o13 ajJi do, a ;da
A .~S tI9mWgi fi'W~" fat<^.SafBW4fr L 0 grqpate do
I IHolif& e, Pne oe iet o parp ., -eferalda o
LrILk-( oes .vlet lel i
Da ammagbo. utetisalios canalisagiles a gax, prats, delecro-la. os 0 quasulse outfoS 6.mpi
registro o outras antigios da t-averna doa cra sad faula.o qusos so aebaernac
ga do Condod'Eun8. At. m niho
liOjo .onRrira o mostai propinm, anelenida d*sa
30. ... t e sitio, podendo deste ja os pretelnetes exa-
Qumta-feira 3u dao orrento .tiraerm. A's 1e0 e /4pertiraodOp .de San-
&s 11 horns em p01to1. to Antonio Ura treaD para. contaUciio-do'ooa-
0 agent Remigia, cumopeteme.aeenIe auto- currents do eilp0 (gratis.)
risado, fara lwt& da armoaea'> e outios aitigos O ielaaopmia.cipiara as 10 1/2 boras, por se-
da taverna achia .d s--os B SsA.'-,-,1 i Monte de oS eerro de

L.LA "'..O, .(A .


/E. ,.. .J.".i.th.P. o.
,.u

_. *"* O gerente,, "
,JNI" Kf~^ s wPfrs Pwaf o.

Do 3 vacas Inglez is cor,orias.
2 garrote tnurinous.
1 cavalno fudeo .e novo.
3 catrms dotw :wga.
2 gangos aW69vos1
Ic~a v~ore
T, c a'c4 4i DE FEVEREIRO
O lhora9
POR INTERVENCAO DO PREPOSTO
.DOAGENTE PINTO
Na. rua do Brum, portao do fundo da casa e
silin da run dos Guararapes n. 76. junto.a Ta-
marineira. '
A180 _-DIVUSOS


A moda illustrada
JORNAL IDAS FAMILIES
Contendo os ultiwos figurines de Paris. Pu-
blica-se nos dias 10 e 25 de cada nmez. Chegou
o primeiro numero ; assigna-se em todas as
livrarias ou na agencia principal da empreza
liLLtteraria, a rua do Cabuga n. 2 C.
S-Aluga-se uma escravh parda para o serviCo
de casa defamilia: nesta typoirraphi se)dir4.
Uma seriboMa solteira, de major idade, de
bna edueato e familiar, e corn todas as habili-
tacoes para .o ensino, e propoe a receber em
sua case menincs para educar. Ella mesma
erusina as materials seguintes :
Ler, escrever e contvr cathecismo, historic
sagrada. giammatica, arithuetica, system
mnetraco, history e geographia, geometria e de-
senho, Inusica e piano.
Costura chi, labyriathos, grades, rendas,
crochet, bordados, incluisive-ode 4uro; e mui:
tos oultros delicados Lrabalhos, proprios de
urma senhora. Quanto a paga eoxoval- ser5o
conform o ajuste.
Para informer, nesta typographia e na Pas-
sagem, travessa do Paysandi n. 1. ,

D -MEDICO ,
Dr. Matheus Vaz de OliveiraI
S Rita do Hospicio n. 32

-- A pessoa.que annuncia comprar urma es-
crva cornm agum fithbo liberto, dirija-se A rua
dd Ped'ro Affonso n. 9.,
Precisa-pe do urn socio corn capital do
3:p'0!1 a 4:000$,pa um born negocio : quem
eativer no casoi, deixe cpirta na rua Duque de
Caxias n. 50, segundo andar.
ADVOGACIA.-0O Dr. Antonio Jose da Gama.
ra acaba do estabelecer sen escriptorilo de ad-
vagacia, na villa dePaJooars. _
0. abatxo assignado particlpa ao. respui-
tavel I)Lblido e aa :orpo do commercio, que
nesta data tern juslto 'contratado a taverna
IRWt a do-C7iau 0 WA. peiftefonte ao Sr.
rf~~..W nyr V4IHuupc3 i nJUjcb HvI %j ..,.
de qealqkferonus: qvfm sejulgar .cirn direito
A mesma. '.queira se apresenlar ao prazo de
tres dies, a'0ontar desti data. Recife, 29 de
janwrbilde f-7 ".
' + ,i *^ ...\Manoel.Markins Qomes. "
Preoisa-se aroma ama para cosinhar:
ia nra .dRaagel w. 73i :, ,* i1
0abaixo assignado ptlo p oesehte declare
a quenm interescar possa, qua ni qualid.de de
ciedor d4 Atocio Francisco Fereira da Cos-
ta, senhor dQ engenno Veneza, na'fregUezia
da Luzpmts^ 'ontra qaalqnr.r bypotheca
q;.mo seyteve<0 Jenba feito ou pretenda fa-
zdr, qt+a 6571'tamo eonte o seu-crodito,
para oque usard dos moins legaes. Recife, 24
dejdneito de 1879.
'. .. Gtci..Fi, dn1nca..
Procisfa-se do umd barns escufva quo sam-
. ba cezinbar e qme ae preutte a teodner 41e 'abo.
leiro :, a tatar em Qlinda-" rua do Born Sue.


eess n..-7.:. 'I ___1 ---
-- Fvreclis* do sib bor06 caixelrQ. de qua!-
quer naciQnalidalh; "A dlo ffotr a sua coi-
duct proQdl to0 : na rlarga do Rosa-
nou.wf i .'. ;^. --.

Umar ppsa aw ho bItf ies e pratica
de comizect' b of$r6ce para iser eui6eiro de
alguima ''o erfial, ou Ipaw .otwa con.
taa e 'gdaea t '.pMAOdQdueiRaao""a idbhiea
peMlouei4QfIlWIma; Cie, Para .r pro:.ra, _. .. 0.
:A gram+. ,r. qD,. Ana Cavale?.ote
Bezerra.iaClstla, tonm una carta para
Ibe ser entregtmae no .esoriptoxio deste
Diario. -_:. ,... .
--Precisa-e ila am caixeiro edo16 a l8 n-
noh, q4e. M nba pralka, p -e(ecQa pfWtuguqz e
que do-u"4 sua.cnducta : atratar na rua
de Dom inj?6s Jos.e Martlnf n.. 48." ..
"- :sac )snaty, relirande-se para 4'
BahiL, dbita epcrregado, dei todos os
*eus negocios o seI caixeiro, o Sr.
Adolpofb"anks. Reoife, 26 de janeiro
1879.I. 1 ..'. ." .
- PreoaakW4q 1059'wijwros'sob Ilypo.
iwa. -"a. pfoo pqlor de 8-0., p.odet-
do deixaW Qari'e+ pdna cqm p ilaes A B, A
rua larga do Rosario n. 10. segundo andar.
Precisa-se doeum bom cria Io ; na rua
larga dd Rariu n. 29.
-* n hrado da o16ja de'miudezas n. '91
a rua I.te'Gaxifmum bithete inteiro n.
2.637;" '_16*era-do Rio de Janeiro, em fa-
vQr d'Ohbrat, da vatriz de N. i Can.4la-
r.a 4a (66rt, a qual Jevsa ter bontem m ismoe
eorrt, od teido b-bjlthete i,'criio na verso
asiriciaeo, de otuspoasuiHror '. A-I e'
S: G., prevounimnos eam tempo p'a. qu nin-
guaI, no cs9 oC s4e 'o m'0 sjn biihlb" pro
mniao, fAa coin ellte iransacao lguin, apre-
vengao qqae*:4t4emos -an lhtwifrefl 1mais
agonates da I'vei Ioteria, n-staiaou em outra
qusaquer prmk.i .. ._________


^^^^^^ ^'J^M ^JJ^ 'ri~. ft- .. Q~ alf~a~ua

moo 'N('F-
,,,, de te^r-,i^ glo ^_.,- o
4 ~ ~ Wd4 Terr-iov- ddstb
p d.. :O.A e" cont iod& em grn-S 10&"a
d :le~fa .riada para layar e E'de.effeitos admiravieis meO Z wkytiT ',
efafi-tcs+rolrvmmramto.. .. 31, se- phtyia. Fortalece a-delieadn natu-
F reza des creanas : faz engordar, e
-- .* seao Sr. pade Juveoci, Vi- communica as c6res da saude aqnel
rmira fla. Anjos, qu a elonb a bonda- los que fazem uso delle.
Id ter culeprir a-sau/lkhonrm palavra. VYendem
pois sond' chaamado por este Diario a todas as pharmacias edragariaf da ro-
apparecer na ruds Livrawento h. 39,,vincia...
escreveu dizendo qua depoib das misses I "+--n ._.
do Natal, appareceria, afir de realisa-r
o 1egocio que nao ignore; e nao tendo ( ATTENPAO
vindo, foi ainda procurado e disse ver- JOSE MIGUEL PEREIRA, [bem co-
balWmente que semni falta appareceria no r necido]. matador no pateo de S. Pe-
dro rn. 18, scabs do meformon e70
dia 2 do corrente,'e atd hoje nao veto. r prtoni 8cor musicas0 de io ,pr-OT
VejA, Sr. padre, que o negocio t demais Luguezas e nacionaes, e por isso con-


de umn anno.
-, Aluga-se na rua da Imperatriz n. 80 urma
perfeita cozinhoira, e que sabe faser todo ser-
vijo domestic de uma c.sa de familiar.
Aluga-se a casa Leireae da rua u Visuuu-
de de Pelotas n. 18, comn 2 salas, 4 quaitLos,
cozinha f6ra e urn qtuarto no quintal,. cacimba
propria eporl.o para o becco do Tambia ; as
chaves para ver, na rua de S. Goncalo n. 28.
e para tratar, na rua de Lomas Vdilentinas nu-
mero. 28.
Aluga-se uma escrava idosa e robusta,
que cozinha bern e lava: a tratar emn-Olinda,
rua do Born uccesso j. 25.
Aluga-se, sem- quent'o de preeo, um
comrsodo decentemente mobilinado, para urn
.casal serm filbos, corn tanto que seja em casa
de familiar: quern o Liver, avise em carta fe-
chada, dirigida is iniciaes T C 0nesta typogra-
phia atW6 o dia o de fevereiro.
Aluga-pe opredie n A25 a rua do Viscon-
de de Albuquerque, conm bastantes comniodos,
grande quintal e agua encanada-: e o predio
n. 164da mese8 rua, recentemente pintado,
tendo 3 quartot, 2 salas, quintal e cozinba f6ra:
a tratar na rua Duque de Caxias n. 71, escrip-
torio do advogado Paulai Penna.
Aluga-so o predio n. 34 A rua do Bar'io
de S. DTorja, corn bastantes commodos-, tendo i
fgua e gaz : a tratar A rua Duque de Caxias
n. 71, escriptorio do ad:.'ogado Paula Penna.
Aluga-se umn pequeno segundo andar A
rua Duque de Caxias n. 32: a tratar no bilbar
commercial n. 34.


tinKa a encarrepgr-ge de qualquer
funelo, tanto festival coma lunebre,
o qua faz sciente ao respeitavel publi-
co, e em particular a seus amigos e
bons freguezes, poi preeos modicos e
corn siaceridade.



Esino d ,. stico
A educagAo da familiar pela familiar,
constitue o ensino domestic, estabe-
Slecido na rua Imperial n. 43, sobrado.
S Addicionam-se meninas de outrao
families. as quaes se dai a educagio
dos bons Aollegios.


ALUIJGA-SE
os dous sobrados'sitos A rua do Hospico ns.
i5 e 07, corn grandee counmodos, sotlo e agaa
do Beberibe : a tiatar na rua do Vigariao'-
meiro 31.


Libe yFprei.-
ra dos Santos e
seus entihds aBg-
decem cordial t-
*te ts pesszldque
por espirito de ca-


Aluga-se um sobrado'de urn andar, gran- ridade religion, acompanharain ose
de, na rua dos Guararapes : a tratar no pateo c religo, acorn panharam sn
do Paraizo n. 16, corn o Sr. Moraes. ultimo reponso, os restos moi'tos de
a- Uma senhora-habilitada e provisionada seun mui chora 1o e nunca esqueciqo
pela instrucao public, se offerece para lec- esposo e pal Antero Joaquim dos San-
cionar em urn mcollegio qualquer: a tratar na tos bern como as que assistiran.-4s
rua de S. Francisco n. 23. missas que mandaram celebrar. Are-
.,_v-. Jja, matriz da Eseada, no dia 289 cer-
Brigadetro Antonio Gome. Leal rente, por alma do memo 4inado.
"csd'da Silva Loyo,
vem dar public tes- A U A Pecisaede urma cozinheir3, pa-
temunho do seu re- LAI UA ga-se bemrn, agradando : no sob ado
-1 -- ,conhecimento a todas da saboaria do Recife.
Saspessoas qu s -s A -Jugase o primeiro aidai do sobrado-n.
digoaram de assistir 44, atraz da matriz da Boa-Vista, muito fresco
aos ultimos suffra- e conmodo para familiar: a tratar na loja do
gioseaenterroadoseu
prezado sogro e amigo, o brigadeiro Antonio Cysne, no aterro da Boa-Vista, or. rua dt Im-
Gomes Leas. e de nova convida o4 seus paren- peratriz.
tes e amigos, e os do mesmo finado. pars lain- A 1I 'A Precisa-se de urma cozinheira;,no
bern assistirem wA miss fuoebre que seiAs ce. A penultimo sitio aquemrn da estaglo do
lebrada na igreja da -onceiCo dos Militates, Kspinbeire, estrada dos Afiaictos.
Ais 8 horns-da mnbi de 91 do corrente, seti- A A Precisa-se de unma para cozinr-
mo die de sea fallecimento. A "A e engomnmar. nara casa de liamem


solteirn- a'trat n. n a.. A P,




,~0 K CAM]TW .,.: :
(AUHI Nf TIK nIr~~


-KAROPE' DE MR BODU RGjEO
Especifico -aconselhado pelo illulrado chiiib&, 0
film. Sr, Dr Joq1uim de Aquino FonsceC, c40
Sporece, aqui pubhcamos a clev'da venia.
^ c, a PARi o C

fremaJit :pve l mbAmibl +o aertes, Arn Rque os medkxa en -

ve, qim l d Am ugtos ; "0 pot ito oats pte
o con$ nI annuniciadas, Apip que .a apicixio .cpn~rme pjqqi e a4
diz ^; ; -. ; .. I -- 'j. -
Tep4Q yR amqMmdo em up d-,4s p or oo fmranmezes d4 mnedii*na am*a:
cia de umn xaop prep-f'ado ( pr Mr. flourgeois "de Faverdaz.. pIarriaceuuC6
es p erth WW 44 I e), e pareOW*-w fwia4iado ogne sed *i-
sua virtue therapeutica conira a tosse convilsa, em consequence das~substit_-.
ciaS q*ds .ntrauam emsua composiio)y pedi ao Sr. Bartholomeu Fracil4c
Souga, b1oje 1:rtlt o ed & C., que mandapse preparal-o, segundo a formula*
qufe .Illi0166 Alm de que podesf applicul-o. a tres doentes* deae It
zes 'w t oq^de.ade, iue. et tinha em cas0.de. urn igo; 6 cor. eIeia o
essees dfelt s do1 tawrdaram em near reslabedeidios, e (esde ehfao esse *karoje
tam aprenotedo o-. uesmo re.ultad-. send notavel o que DltimrameAnte se deu
corn uma mheriinade uatorz7. dias de idade. .
Oarope de Mr Bourgeois. de Favejda0, n0o 4 proveitoso simnente na tosse
convul.a; tenho-o applicado corn satisfactorio-resultado nas tosses intemisas, .
~~c de ... .... .- .
nao 6 inproIcto no asthma. Ainla nao tiive ocaiao 'de arrepender-me de ha
vel o appticsado: seus resultados sAo tao lisongeiros qbe, depois de seis rmezes
-de HeklelieMse aiimm a reeommendnl-o aos meus colleges cordo umni meior
de qpe pp4Jein-wnar piAo corn vanLpgem, quando he acharem nas condi.oes ern
que.nre v viSte; 'devendo accresentar que essay prepikrao tern adquirido
voga 10o -epartamento em que estA eatahetlecido Mr. Bourgeois de Faverdaz, tor-
nando-se tao popular que, apenas alli apparecem meninis com tosse convulsa,
que por vezes weina epidemicamente, seus pais se apressam de compral-o.
0O xarope contra a tosse convqlsa, preparado na pharmacia dI Sr Bartho-
lomeuFrancisco de Souza, d applicado na d6se de uma colher grarde de tires
em trees boras nas pessoas maiores de doze annmos, o no mestiQ espayo e na d(6cse
de uma colher pequena n ais ou menos cheia, naquellUs qqe tem menos do d )ze
annos, calculado hsto segundo a idqde. Esse xarope j aito agradavet, pelo
qie os menmnos o tomato corn prazer, e em atguns determine urn ligeiro rubor
da pellet o 9m uugrmento de calor, sem que experimentem incomrnmodo algum; Q,
que se dissipa ein mpoucos minutes. e d devido A accao de uma das substances."
que entram em sin comnpooidAo. ..
N&o tenho eu- par hahio recoinmen nUr preparasoes pharmoceaticas, itm
me prestandu a qne so vendaimaior quantidade de substancias medicinaes, asim
dt que augmwntew os licros dos boticarios, experiment algumna re p gncia
e.m daresta noticia; nis reflecUtindo que presto um servi a lhumanride, do
quil pdde(tn aproveitar aeos ineus'colI as, escr.evo estas linhas. Posso affir-
mnar-iw 1 pe contra qW tosse couvulsa n e preparacio de eharlWitao, e qge
op depak .j I em quoagiste au pharnmacia deo Mr. Bourgeois daaver;
ele do.s .POTa Qwedieos,-queat1i se acham estabolecidia ,AM
rp -eparao
,, Dr. .Jaumdo Aquino FQnoeca. -

'-.1 .4! '' ,S/.





















IidadB, enire ellas, sea4o wbe. S_ i ASf.Gsfl.SI(. sSSSSS
b.,. ""b : .Ir,-6' e?" : Leeroafn- 5 tiga do Jasriniw.pro.,p. ar m.o da
ISdiS^ 3."' t("IU er !!j I&nbor, ne."-or. outra iia lq"", -rssoa m.
3ItCA C m ~ A a! ~il^ niOhjr nf''*'- *I pnmi- ^bhs etc-m t- B' P"6Q r6BI a*'-^ fw o iiferda eaea, senmsta prevaa aulo-
^lld U~i-jy~l~woo lUjy~dll5B. ;^ roaaar *SB .elM epnpiquallda^e ^eerjur^ r~a~a(o, sob psft do rmllIndtaid.
*rk n j i i.. l^1' ^i' IP^ ftk at~das, ~icftfafi s ( sLS srnngetras.. a Rft4tf 28 do jileIoro d01870.'
PediBmn ao0S rS. agiridufloreS, irenlSIaro rnfl&n' IV:B^||M4 Nc~^ 4f8tWV^~MGGs 1O# Borios Ccrnetr. da AlUquaerque. Laceidu.
4im pessoa de sua eoufianca Toriosa reueft ~ u Naa a~ltiid^e do esaee PRA&4(~I GAFI ixe urn
apara taverna no LaodMer-

.U,*ia CARLO.BETTEN(XURT cadon. 23. a...2
m inel os poove serr, ptron erean --& CoB--*-o----
AInLdosnvi conera3 O i. o a qoco ,"a"DO Cr n .8Ga



;rd .' .'4'3 E.r'. ,O ".3 ..,.. a n .. "e ,as '' baue Ds'r
|ngeu~ie5110 da casa, Francisco C. de5 MTK Cfq o. noaliepresa-e urn born official debarbelro: qubIqer
0f tendon contratado^ cornW dilversosft aImrantets d! Empad~a? de g ilinha. numerofOD. le(rarad r~e~i pot modicQ progo a~ e1ieieptes casasa
Made,,dt,..- enr lisf+h) ,.










fl;'"Ltf IJ pir1c, L D a dn a nd rcoidia ns.5e., ero.p[nop
Ingflaterra, FranICa e Belgica sobre ,n remessa 0 _. a prli pa ra. i d- s a a va mBonneQS p"ra chr COM, TSSIONISTA DoE GENEROS bo-ica & (ua .1rga do etosar i .. 34.
1111W &pp rels paaofab Mies assuca ao ibaav qha-oi i .-mimaiuldad go
cuo Tij.o Eff!eito Caldeira Wetiel o, Aspfal ... -od ,, m r.do M&, & __- __,,_QIo_.Po
.,. .. .i ,- .. Fr adfe Ir~ sa s nmlia e '+ :E s, eto u .o ^'.j" 'm o 'lr~ -,,-,--.-- prm auto-- -,-







se~ajesns ara ulmpeza do caiw, evaporar pTSoTT"de"^ ^^ eiK ^ tud queww ^ ^
Pe m ac SriMo S a cul vaore *uoxihamo Me pa.1 4Wa, os r ec.
sioAN -" .u w. ,.. -.ua',e ... ..e,-c moa B..rP Mm ^. CoRa.e.,n ooiqu s :eja eeo ne 8 o.








quer seja para engenbo central, qiter parkli RMIItR T,*s p t,,.It_ ANDAI I
ri~xw o Orand ou Peill'A aaiiua *i^, S, PesS.nto Copepardse i..edas de
m..mas-c-niFstus-elteieo ssigna.o. As






ttls, ensinar seu traballi oresponsabilisando-s^ nuti eta ^^b^r / owS de 1.4)14)0 a
sPoa de!.. ca do IQ' "mmpauas e, aandar deam iraoSr dimperial ,m raI m
hT.,do, u, STirLPimero Ldei6, abeleimle do ento lee pAodac irA G AUiNdo












-by^orn r080o uS mer, sea r Oi lero peio gosto 0 assejo corn que se IHiTainao dos Santose ManoeJo86itesolivoera a181500 uee T2UOOOa
ara e o mesmo F. C. de M. Cardozo esip cr o 9U a, B.I Ia M: ictoria A50, paoa-se he.m







H Antillias em 1875, e conliece os rnelhore^ bons enov a btifaros~jo~sde dQmi' ALu^-se it o urow~ ata velfhal
li, 11 m ir1B n6, dtqua,rxa~res e l ;beas --be- eabe i t0 :a e tra
.lh S+ U'm e pa O S bidas,-cow, sejam: champagne, cerve- O SIruaNIS.TA DE. GEE --r
yen q .1 I i ser, a z, .de diversas m.ardas. '.Dicores do d aas me- o i ara iea,-qual 61t.0UridQ. A- N
!Iieesa co& lgCWis oiuee d paaobOoa


pa-a st pw ica: pr.wicr dd j* da1 p. u a1des bobs, c4 Shutos e ci- PIin mi, .IBe d (,-^-----,






e o p e d apparelhos aode grrosI Os propretamia eppas.saa1. EnsaYC.LOPJ?
raano c para d v e rsosiaecimetopara offeare(e to4os 0 meos aT.z r deda n ^ NA. i
tend ddqusea ovttisem fieea Ds.s : nfa rr.i i du4


JJ OU UOyIIIlM fUU c i a~:+utlIAwI Taeso o-rs~p r do Im s:^hora .m *tprcie-meata+ma+srv+preita on 3.amsm^aaaaa.s uemaa
sejo" FosSr. a B s .A. .. To-ad, ao ad os enmadia eie br o ?, .a-i^ WO









esrnospoiierA pafflirsrA algurnas^ hora M-*aj^r aTeinidrch.. tua cyclo-
MR 44,! 1| | UIIIAIIJ IIA*II I ;AO, 3yW :JAQ5 igrap~^ DoClga ay'upqeacsaqa,-adhA\i~l |i. ~
COAMISSLANDO$APDEEGONEDO
#ua do B ar ro 1.0 r sapko ataassuurn orn jiaflvond 08 Js Aft
qu arehspare nchbcerlm+,a-i .++ [! ,
er se 0!O : s- +o ...W+4+B T
r o0uEfetro Crdelou Wti 'Ap*IDoe eno anarald ---sm Pooarod, MEL.dos Me,,r+o.odu Cos 4o0as6d
.~ ~ ~ ~ ~ ~~~O Ma. Fr- -..-- ....s ....q.a idades, e...... memac enfi4oai sigd.A-








,, ,.fl Wffi 9. "UO"f sm dr p'ne ltlosofmilta eeslarnl'ega-a "ne-U0
seIa onriaog halha dsopcaeo,- bQ d eeireo Cetpra domi# e dic intreese 'd desjr aueu









*sy i^- __- -__ __ __ __ __ rsud _Qiroadp'tlesa oaaunid e j'*' ***.'a o > .-'i^ iTc;''* ,",'iwo ~ranju oRn B7
-,.+.+.,^.* -I,---do dj'daouran paaa, onasd' e s mn :i, pju ao



DIIIKlTl&'~ Ao^ 3,tlBIM t i-gai~~ ra.(}&ig pfegite~ado brs.I,eia^a,(lpr
:mTII NB I I[VI1L do Gar tdmveor"Adniaet6lSmpaiuo Golo aoht a s;& ri, (l1mno I R F.4I'I d tA. ty0o.







i e po.. .be ,s t' i. : .. .te.. do C.' a mpos e n "io a .+ ,en s. odu..r.o -a







4qpGS BQ S ^sta M t^a ..- na to ,a a ;iade. .-.nno t:aei'oqi vred irawas73
de M.se;ardozo espyhaaehe -loat do, aberl )ntet tdeaga ai, a o i areiqu+9.. -
miesmtr o F (n o oS rs.aamodores eheantraraDeo mu i e,,ahntos io. eg-ines ore a s, I5 0 e+








a ~ id t Q4LmoMim o9o eelar qarwouniom enca geg
ensina sew, bn e no m sorep"jogo de na raa Ddosmque do. Ca+dx eas + 3, von.erpod







Ru o QhMa i1,i a~bs. a n dar000 -S o a re.01don -Lik, a : Jotu o cor a
b,! An sutillos-dos875 esmonhe ua. om 'ew-ho rein+dma,'o sadbel'en#to+' naste*-*pioCe-t4Plho;e ,aober s-r '+ G Ola, .n
", achammoatihi, pb'.v, r o eE ,.- .if,Z 7kLeirode487 9..41

lhos uesrusam aeee poderro~s r i bias,, coMosejamC:0Whampagne, oerve- g,,0 .. "
..... A'.o q m i rua.de. ...Mijuv l, .n..9.9 (Afogados) tcomi :.. !+_. ,,
++ asedes. ... ..de diveriQas mareas. ,icores dos me- dilr. i|+, ultauaa
pan r! I P.vinhs Aanhe-s ~w piera-cm, igmu*lg,.lQ,&.e a,-Pinede. a-rrao.ifod
proer++ pt 041: p0 ra desde ~dar.+pnVm -- hores g o;lnee ,iess _.+,,2
(+,al.q1 bls:+" 'h 'Utos e ci- Pim, .
dabd ei,'oldi cps I Pibonds, e passa na powig. difigrencias tara Ia-
e. -orpamentos ,para -os dlversos, apprelhos. aode-g rs sporiea'o ,r s -boaMO e p~ap,os hoq :. a truamr.,as r~uv de
jodoi is.a~ie ttres + ,++,+.:.++ lecimefo~para offereqer todos~os "t .Je,+~++m+,++~m.
-- + + [ +L .... ..... "++ frequai reo s um ..bomi l; ano, 'onde-og ;.,, -," ,T -. .. .'-
n+"i" esmos,;-polerago pas'c.al~gumas bhoras1wa 1 ,tf dg o.d
0 .' `0e m e o mh p le t 0 et- le v o .; .! + .O I : L t a + e ~ + n :
rkARDOLI) DIW OR++ rDO:.MO.... .... ...

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IMI~~IM&wie ntifoaa1 ormeliehnhs agne, set^^ .: ": de^faiey m miil fialc*
P DroDribeta .m t te'-sta tlllbi1 d 5 I*
.-+ill ..,, ,o].|,:,,t ...I, ,+ ,'.-".a-".t, a b 1 l, 1. I .l numieye eiffa.la delU -. a ,- 'l ,iii. lte is>, QU. C p t e .e-d-. i 1 ..... p
ullrsCfbaa. aI,,,WeAlore C as .nnoa..a.itulGJF,, &t


MJ0 IR `0. ft-?..-"^ .V^'."^. "-".. *....` ...; ^ `.se. ` +g; j 8e+ `gai (. ",`. ."f. .ft"`..i.."
.. ..U, I!,t a.., i n,,,l .,t .. ,t cr,, o r qi m e w: u e M M .' argu a id o .. ,. ..s,^ -

,I~-,;j-- .1? .j-; [ ti f~ aa:^.'1!;-i~,p-d swaeo ^l+aet .ia- ichaq air *se areinaac#riMbi+aiM fi B.aoj :uta+a +Fwonf t.. .a e /T^-itfilj n t~p PW ,
oi4.. r", de ioau aagtrm i a dUf" att 'II,1 Alne1 -9 ual

..a a OA.e.Lamta.e ,- ... .. mmW, n- ,"'


M M ICIINAS DE DER0$WE. ,DacAm+. iflew^ ST S^ ^ Medinas, ii"W4t"nda corn listrasi
pr.]ir t, os' a,,,~,a eocle Seuse 0lpved ,o
(J~~ da 4~1~lt.O'J~t'~~LfI .I~i)LUt611I R~ r anismile dj jp.p1.n.Ah, IhC*pi.da&..eI4' qua, d

dausI d-e o I tois sie aa iq..11md ,.i e, ,-
n o, 0.aAni ._ calor, porque MfX1 _a acircu'pAaN.2


F 'eisar..ds ;r +b.1aa,,,m-,o. .uatao.a. J ..oa a, .
mas ard'A!mbWqsitf(j A i A eJiI viin# a -I, 'oa Pet.':","" .. ,' ; D V I
d 'wut d urz d orN I \-


~ ~~1wI3I~Iuhu~ 'F ~ ... em m 3[lJ3~Jj~IL WT b ~~rrm ~ 4 ~ ~ u riw.- .+ + + # -,. t, .l'; ,-, -.0+++++ .a.I


SP .. 1 .-. IP If : iia 'I mc'iiza II n xqI1m da coranat a li s.trasl:e ,
*6 Glliromi q WNWon



pir.,os, ,ztas4e d ltiaia + u+a,,+o, m Mau+ide4 orq..+u. cova o ..l4.
'.- v .; ;"' ..... ;,,,'dr+-' ,.1a' .-I.I+' ,w",&A.',-,,, ., e. ,_..ee-k- ZEFIiEs; rad, Io so r tim eats,a 32(i6s,

u..,s a 'im biq: ues, .dt 1'tAlds II*. Dosteareao e s.4oslndipe a pQa' S p gCN UA B..'.
po arn q ta go rap.. ianciu1m ,' 4,w l J.'1', (1 'T ,rao s.n. ,,Jbrlnob,.,',, alr tB-.43.
2.1j. 00~o 'ebt~ ti ~0
car 4pu~~~$%; ~C~1I~efltt??tts ,uteza depokrIes ~aturo 1 4o04 se wkd ere a a 4~reueo9i4Iqed



0, ," ,:,1" 'ga .pase rngo -. u '.u, tap- -Z FU ~ rnesri et.r
ra '....~'i m r 8 .. s ,, ......... ,. ..... +, ++ .... +.i+ .; 1 l._t __I* II
idinaAwe Tsafi ra snn o ANdiOD UNA&




.. OMBCAS aspDrantes e,4, pT .A: r ,, ..Lod,,,, Y -
trroe,,dfabrocadoian ad!. r,,t,,vt. l ,
1D-torneiras 0- Co 1iazg'.08.) edaeM6666 domprtiobdaau43.

s i.s I B- 1;4 2 .. .. ....
-m *Ait qu0 Jeidede'guanducmithre, c11" fixas a 40,
a ,' IN,. ..! ., (: ,"OaI d.m,)
com esquenquaiqaicrapatsaUm nowe
ooo-. .,- ,. ,,* ..... i a+n.
.u .., ," ,.
t!Oa roba,,etbrdodosmds Oki %4 nelli,"m .. mti '
m rv .-, pr w=u. ; aio. r, VM wp le ,.,. m mk:,
Q sig'o ... .. .iW lullnnae con
_,1." i-.' +' A -1;-4. w, .:.= P+' :. : A dee
.t:makb i, par. a la Al., f ... .R +. .d 4,n
M. x a, a. Utteoi"..'.lxa
.., lMQOqT, A 4Wam%.AhmPa
'ecevi .or a.:'2.a; Pailas En
ro,. e 0,-e a6,.. 'U.a"a, 4.
rL, !6. ..E..re.'...: t .".

Ai 4a' i
f;"'..... + : .; .. .


||.ajftt^<1"|ig~f^ **^}
tea, 4i0 -. .. .. ,,,.,.
-:.Cbhe. 4l e vKo rvfdo do seda, as44OO0
e' !0! ... *', -: "
,{iMsin1a pofJinp :d, sedai Ifias
e de quadros na 1.a00 28000..
Cortea do casemira, gostos inteira-
mente noio;, ie 500b atO td 0o.
-'Cmalras de o m ea .tsppcipda
para costu-ies eumnpitos, de 3M000 a
Pannos pretos finos, de OQO a8lOCO
0 covado
Damasco para colchas, a 800 e
1i200 o covado.
Colcbag de la e seda, muito boni.
tas, para 20 000 e 30000 uma.
Cambraia branca bordada, 4a 800a
vara.
Algoddo tranqado, 10 palmos de lar-
gura,. a 14( a vara..I
&ramanLe'tran(ado, parea toalbas, a
16500 a vara: .
Dito liso, a 500 rs. a vara.
Dito de linho, 12 palmos de largu0,
A. 35000 a vara.
Chapdos de sol de seda, corn cabos
de lindos stos, de 85000 a 165000.
SToalhas felpudas, para banhos,. a
30M000 a duzia.
Ditas de linbho, a 158000 a duzia.
Redes francezas, de c6res, a 158000 e
30W. uia."
Tapetes avelludados, diversos tama-
nhos, de 55000 a z06000 unm
Alcatifa corn 5 palmos de largura, a
15200 o covado.
Esteira para forro de sala, a 15200.
Gorgorao de la de c6res, abOO rs. e
cavado.
' Cretones modernos, de 320 a 500 rs.
o covado.
Alpacas de c6res, lisas e corn listras,
a 50 rs. ; barato.
Fazendas pretas para luto, a 40Q e
15OOO.
Meias para senhoras, oJ 0000 e 155000
a duzia.
Cortinados bordados, a 10: '000
21-Rua Primeiro de Margo-21
1O1VrlDADtE

Os proprietarios do estabelecimento
denorminado 0 BARATEIRO, raa Pri-
meiro de Marco n. 1, teem a honra de
scientifiar ao publicoa, cm especiah-
dade ,aos seus numeresos freguezee,
que continuam vendendo sua. fazeidas.
por pregos que n*io tern cempetidores.
Meria6 de c6res, para vestidos, a 800
e 9O0 rs. o covado.
Ajpacas lisas, de cores, gostos lindos,
a a5Ep'rs. o covado. -.
Z iz de lS ultima novidade, q 20
rs o ovado.
SAlpcas de listras e quadros a 600 is.
In cov do. r ,
- Popelines,, que sortjmerto para 320,
400, 500 e600rs. o0covfta4O ,".
Batistes de c6res, -lindos desenhos,
a c240, 320!e 360rs, o covPdo.
Madjnosas, boom.Msortineflto, a 6 e
400 rs. o covado,. +
Granadines pretas para vestidos de
senhoras a 70Q ra o covado.
:Cr^4wfs franpqzes a 360 4X0 e.;VC)
rs 0 covado. ... ,
Ditos para' obertas. de ramagens a
ioo ? 0 &'Ss.e o6. aQo. I ,
. .bitas, infinidtde .e gostos, 2 .;
300 e 3i20 re. o wo'd,, .
Fazendas pro jwias, para luto, merino,
PSI~htI IA frift~fAir^ ^h


e 2 i .o ," i m +y w "
&a ePOOtt 'jei^i mesa a

FiWt otdirie^m 4te, mos
gstos! pregqs'8,w 6 e 58000 6 co-
M ips para se rftlMs
Dif ilara' h tmen d,48 \1@me
tfzi dea/ i 'e""" + 0 -0_., .. L^ .;
nno de todA$: a$-I:qqlil4qdes e para to-
dos os prj,li 'orj;33Competido.
Te 1c| ',. l'+.; "ti"": i'-. "l l'f~ 4
Brim bra.neo,, xpoido, a 250)6 a
vara. '
Chierlas proprias para roupa de me-
ninias, a 500 rs, o.CQvdo. .
(C'Ores de casemira, de c6Ores, a 40500
e 7#W..
e7<(90O.
Len6s., 'corn batra deo cor, a 158200
e .1500 a duzia.
bitos baneos, abainbados, a 1588Q,
Xd5w ft,7# 0e. 9,.000- duzie.
iEa&-ai,7".Vr 5', cov2i0 vam', a
Z~t.'. I ,
Tolhas fmpdii+ i.6', 9S el'00O a
duazly: ..
"Leh'op Ode sda, coht, l tra, a 20p
a du;ia,, ,' barat* '
Redes de fio a 186000"
..1 a:Ir, c~na1, ra 02p ft 000.
J^tuld'idteA'pnU s .6MN et bi.Os ar-
p~tpl^dernp baritL+ chainar s
_;c i; Banfteifr .
p, AM 'L A_.


, A KqMVa seranga, irua' Duqe
,xiad t*, atdaba do *lbeehr Cm"
icaaA. *flad
1z 'para senhoras e 8" e ", eci
' ; 'a.ie ,,.l






































] Para candied os
SMaravilhosa invengo de vidrus des-
htas charnin6s tern por tim espalhar-se a
economica.
As cbarnines usadas tern ido motive
de grande dispendio, para quem usa
esta illuminacao.
Tolos sabem qlne o menor cheque
o limpar inmmnediatamente se quebra
e que o mnesio acontece quando a luz
6e 4iaior ou quando 6 tocada por algu-
m corrente de ar.I
TZem-se calculado que mais se dis.
pehde ccrn aschamiunes do que corn o
ke'osen,. [gaz].
rje pordn, gragas ao celebre inven-
tor LA BASTIE, desapparec.ram todos
es s inconvenientes.
s chamines 2arantidas, ainda mes-
mo cahindo de cima da mesario assoa-
Iho 'esistem ao choque, e ndo se que-
braxq corn o calor nern corn o ar, po-
dew durar muitosannos.
E urn grande sortimento de candiei-
res, latnparinas e lampeoes para enge
Rhos, tt.oo om as chamindes garanti-
das. "
Vepde-se eigrosso e -a retalho, na
lojadoSouza '
RUA DO BARA).-,DA VICTORIA
ANTIGA RUA NOVA N. 61
Miudezas baratas
A Nova Esperanga a rua Duque de
Caxias n. 63, esta resolvida [e verdade]
a vender muilo barato; e para prova
doexposto, leiam e admirem! !! "
Linhlia de carretel, 200 jardas, a } rs.
o carretel.
Dita de dito, para machines, a$0 rs.
Fita de linho, para ceroulas, a rs
apeva
'Gordio de linho, pava vestidos, a 20
rs. a pega.
Papel amisade a 400 rs. a caixinha..
Envelopes a 500 rs. a caixinha.
Botdes de osso, para calgas, a480 re.
a caixinha.
Sabio inglez a 300 e 400 rs. a barra.
Corram a Nova Esperanca, e v.nbam
ver para se desenganarem

AMAGNOLIAL
i rua do Queimado n. 45, recebe pei
todos os vapores grande sortimentc
doe artigos de sea negocio, e vendt
por precos muito razoaveis, (aten
dewdo a qualidade) como seja : per-
fuxarnas finas em frascose, o ique ha.
4i mais lindo, proprios pars presen-
tes, assim oo sikuples; bonitas gra-
vatas para senhera, Jigas par a means ,
obra bonita e final, lengos de labyrn-
to feit)s na terra, corMpleto sorti-
mento de broncos pars senhmras e
meninas, obras de fantasia, botces para
punhos o que ha de mais lindo e forte,
os verdadeiros collares electricos contra
as convulsfes das criangas, fl6res fimas,
tanto, memdas corno rozas, fitas do vel-i
ludo, gorgorao, setiin, sarja, escocQzas,
hicos de seda bronco e ppeto, e ua
0oopleto sortirneto de ?bo?ddos, o
que ha de mais fino tanto tapados,como
transpa entes, desde o mais largo ao
mais estreito, meias para criangas, ho-
mens e senoras, cordoes pars suspen-
der vestidos, cintos de couro para me-
ninos, bolsas pretas mroto fines, as ver-
dadeiras agulbas Pedre I1, fits de ,ber-
racha, larga, de dous dedos, catileriat
fina,' navalhas, tescuras, canivetes, o
que ha de mais fino, tinotra par tin-
nr os chbelos e as barbas, tant pretoj
no castanlos, v6oe para chapos .A


resto, punbos e eellarinbhospagm eOh
rat, graiude Botim-entop 4e nbri|^-
para creauigas, oculis de cores, pari
vistra-consada e myope, ast i como iu-
netas, papel de todas as qfalidades e
envelopes, lidetodasas cmes, as-W
lhas para crochet, e arma infipidade de
artigos que seria eantfadonho meiicionar;
a rua do Queimado 45, hbje Ou-
qe dAe axias.


Lindosormenlo doe miu
perfumarim e artigos do a
NO
BIAZAR DA MO A
Rua do Barao da Victoria n. 50
Recebeu- r
Lindos pentinhos para marrafa.
Especial sortimento de pulseira. da
ultima moda.
Cintos Ceom fivela,
Manuaes para missa.
Flores artificiaes, de c6res e pr tas.
Grande sortiriento de babadinhos e


entremeips bordados.
Sip6s de.flores de laranja.
Grinaldas cpm veo para noivas.
Botoes de fetimr, gorgurao, caron
louga.


Leques chinezes a 500 rs,
Fitas de gorgorio, cores da mod
Enxovaes para baptisados.
Espartilhos dt, cores e brancos,


o e


li.


cos sem competencia.
Ligas de s6da para senhoras.
Orizalina vegetal para tingir o ca-
bello. p
Banha orizalina, idemridem.
Lindissimos chapeos de fustAo or-
dados para criancas.
Vidros para espelhos, qualquer ta-
manho.
Ricas bonecas de cera, vestidas.
Bolsas de chagrin.
Agulhas e linhas para maehinas.
Oleo verdadeiro pars machines.
Perfumarias finas.
Sabonetes Gilacerine, diaphanos.
Bonito sortimento de artigos )ara
luto.
Collarinhos e punhos, bordadis e


liso
50


S.
uamdo BarAo d Victoria
B A SHARES IXITE


M ACHIINA
tna-do Aarmo da' Vibtorlia n
SOAiIES LF1TE MMAOS
importadores do machkias de cost
de toda's as qualidadese
Sfjeceberam vultinabeidte mac4


50


I
30
uras
inas


corn grandes meihoramentos; ,aas fvo-
ritas das families, as faboritas da d-
imas, ps wangeres, as duas rota I ns,;
estas machines variam em feitl s de
mesa e bases e ta manhos, e saofabca-
das comrn toda a perteiVio da arte, sao
garantldas por cinco aanos, oseqip ego
Srazoavelente ba1'ato, tendo de 3p a
120(. l *' *
Vende- se tambem machines de tdos
ios feieios e autores.
Singeis de todos bs tanManhes.
Wister, feitiode- Singer, de diversos
models, debSO a eo(.
Grower & iBeker, corn mesa de I a
2 pontos, de 40a a 1W.
&Sleneaios *i er-41eI, a 4) a .
Riemington, de pelal e menaEe a
Umainfinidade de modellbos q s
comr a vista do comprador. -
Expres.sos de 1 cairretiel, de 13 0.
Tern mnsa quantidade do machas de
cansigiasgbo, de -pedal de diverse zt-
O ores, -po it o t b aizoprgo, d es30j
vien'derlatimbem itos qrtigo a me-_
ricanos.
0 brilho inconiparavel para ca gaoe
0 seit va a m'ytber laoihrtigo, que
mals conserva a couro e que men s tra
balho dai a obter-se o 1ilstre .se ser
preciso escovas.
D-uvfiivii'as :erufm'Tira` cwde I.


As dm a& R.
-f ha daJImpefttr# 05 '2
.*Loja dapo rta 1afg6'1 4 "

I? ZENIAS- N IEUNbi-

Fragata4 'Aa onas
Rua do-Duquet de (xiats n,47.(
Alpacas lisas, de c6res -modernas, a
500 rs. e covado.
MerinOs lisos e de cores lindas a 600
r.- o covado.
Gorgorao de lI, diversas t6res, a00
rs. o covado.
Popelines de" iinho e seda ;a 600 rs.
o covado.
Ditas de la, o que p6de hayer de mais
lndo, a l200 e 0. .I'.
Setins de c6res e preto a 1$, e 62000.
Cortes de cretone, corn figuring, a
8, 105 e 12 00
Grosdenaple de seda, preto, a 1#200e
2,5#000 o covado.
.Gorgorio de seda, preto, a 3#, 3#5500 e
45000. E' pecbincta.
Espartilhos a 3500, 45 e 551W).
Fustdo branco a 500 rs. o covado.
Dito dito 1xirdado a 1$000o covado.
Mariposas brancas e de c6res, arren-
dadas, a400 rs. o covado.
Gollinhas e punhos a '2, 2$500e
35(000.
Gravatas de seda a 500 ra. e 1 000.
Batistes final< a 200 e 240 rs. ,
Percales, oeres claras, a 320 e 360 rs.
o -covado.
Cretonies superiores, lindos padres,
a 400 rs. ocovado. -
Saias bordadasa 2U, 4, e 85000.
Chapedo de palhinha wimiorosamente
.enfeitades a 8,, $0S e 18000,
Lman4 o peto a 700 e 800 rs. ooovado.
Bormbazinas pretas muiLto finas, a 1#
e ri200 o ovado..
La preta a 400 e 500 rs. o covado.
Merinddoe duas larguras a 1 e.l$(W
10 covado. i
Cretones corn barra a 320 rs. o co-
vado.
Penteadom-s bovdados a 5,000.
1Leqoos a 2, 3I1, *49 e55000.
Bowdadose ntremios de divehos
prepos.
Fichiis deloa 2a5500 e 3000.
Cambraias braneas diversas qualida-
ides.
Chales de casemira a 2#, 35 e 5(000,
Bamante comn quatro larguras a
43*a0e 1i00 o metto;
Lencos a4n 'dosa5i0 e 1800 a
duia. ,-
Vestuarioes pam aptisa loh 65, e8
,e 1%}800. "'Y_
Cortinados boradsos -a 7 e .8M,000 o
Ipar. '
DBo-se armostras e manda-se levar,
em cama doepreitedente.._


32-Rua do 3arao da Victoria-32
\ Receben uv6 .sp^neoto 0os. se
iguintes artigoa, que verde baratiasimo;,
Ricas caitobA|WiCom perfiuxiaasi ara:
Ipresentes de betas,. .
Moderoos pei~t^zlohos para marrafa.
[ I^iites ^spi|r1iphosea^ tod'
Espart~iofi ^ooratt -e mitras quali.
*1ad~ea.. .1 1 i
F(as do igtigorg 0 dae todas as largw
ra, e *^eB e~pOeiaes&
Ditas 4e satj, m; velwdo e esco-j
iezas. ..


Luvas de pe]iica, pretsai, brancas '
d c4res. o-quo bh8&gmai'sf resio.
JLeques branfs, d4cres e Preto,
grade variedl",-: '
Csixiihs corn prapars aia cti-
Franija de ilaa ode i0 .
Jr re i es, que ha dm pwq


vindo, a 160 rs.1 6 ev'do.
Mariposap s resilienes, a 320
Is. o covado
Batistes finissimtnas. a 200 rs.


0 CO- I


vado.
Cretones suissos, verdadeiros, a 300
e 320 rs.
Cambraia Victoria, superior, 10jar-
das, a 3&000 a p`a.
Ditas transparentes, a 45000, 10 jar-
idas! .
Os superiors imadapoloes francezes.
finissimos, a 34200 a p.a, 12 jardas!
aproveitem.
Algodao mnuito encorpado, 36000 a
pea, 20 jardas.
59 Rua Duque de Caxias 59
LOJA DE
Carneiro da Cuwha &C


A 500 rs. o ovado
Superior fusteo b'anco de cord.o,
pW bprio para vestidos de senhoras, e
roupas de menino, a 500 rs. o covado-
Aproveitem que vale 15000. E' pechin.
cha.
Na rua do Crespo n. 20, Almei-
da & Campos. .
Batistes miudinhas, lindos desetnhos,
a 240 rs. o co'ado.
Superieres eretones e moderBos gos-
tos parsa- vestidos, a 340; vale a pens.
Cortes de linbo, bordados e arrenda-
dos, 6000O uam; s4o cortes que custam
i8s. Pechincha.
S6 Alfmneida& Camps.
Ditos de cambraia -branca, brdados,
a 55000 urM. -
.Popetines e sOda, a i'utag-o de a-
semiira, a 500 rs. o covado, vale 80.
lidos poaroei.
V w rua do Crespoa n. o20
OJA DAS TBJNS PQATAS_____
E' ceam m isdfa -


Infamts and invasd' food pripe 120
aoer bottle, at rm Duque' -de CazWias
I1oja iNoTa Espe!Wan.a,-
O Jbil Sr.G. MeB j Ide Londresl
acba de -fizer aMa reMiesaa de se m
peito e invalidos hja bem conhcz-ido 0o
Stue n6%.], uniK^quoe 0~d4 ooqt vaotsgom
substituir o aite materao, ea unico r i'-.
commnedado Aeax mais distimctas au-
ltorida~o ca Odaqii pz ; desta
86rm, poder-se-ha ,[usado-e. deelle ds-,
pes~aamase do i'te, ordi"ariar nte
nocivas pAr ses acaques : assim.M
vse unbm a Sova l^fEspe a, A rua
duquf Eda6CxiaslB. 63, que 0 o unico
dposid q eU#nil


Nio 6 precise. esoovs
Briiho incin arael


P PARAL,
Calgdos Ae Iownse,
/ emn tnioS


1
*1!
I
j
1

i


Renova ac


senioras
iro, aio desap-


Este iriportante e tabelecimento, nao querendo desnerecer urn moment '
de sen antigo credit de barateiro, toma a liherdade de oflerecer a list dos i
guintes artigos de fazendas e seus pregnos, afim deque seja devidamente apro-
ciada por todo o illustrad9 public pernambucano


A SABER:


Madapoli- france' 20-jardas, peca Ditas de cores a 30S000 a duzia.
58000. 0 Ditas para meninos a 0 ,5' 00 a dusa.
Ditos Puperiores de 5#500, 65000 e Casemira, pars roupa de homes, Se
6,5(,0 28000 e 25600 o covado.
I Algodaozinho. muito, boa qualidade, Atoalhados de linho, para mesa, a
de 400 a 5,500 a pega. 25200 e 2S600 a vara.
Chitas, 'ruito boa qualidade, a 200 e Capas de malha, para senhfs, a
240 rs. o covado. 6500 e 105000.
Percalines francezas, gostos sovos, Fichuis para senheras a 25000.(
e 320a si60 rs. o covado. Ditos de touquim a 4$000. ,
Lazinhas de quadros para vestidos, Gravatas para senhoras, ,
de 140, 160 e 200 rs, o covado. 'de 500 rs. a 24000. -^
Caohemiros de quadros para vestidos, Batistes de c6res a 220 rs.',o
muiW boa quahlidade, a 20) rs. o co- Collarinbos e punhos paras,
vado. de 500 rs a 16500 a guarnigio, 0
Urn complete sortimento de popeli-, Sitim preto a 1)0 o covado.
nes de linho e seda de 500 a 600 rs. o Hamburgos de 400 a 600 rs. ta.
covado. Ctbertores escuros a 15800,
Alpaca preta a 500 rs. o covado Enxovaes para baptisado
La preta, para vestidos, a 400 rs. o 305000. --1.
9ovado. Mariposas todas brancas, ll
Bombazina preta a 2#000 o covado. nitas, a 4 rs. o covado.
Merinoa6 setim, roxo, duas larguras, a FustOes broncos a 800 rs
2500o covado. IEspartilhos pars senhor
Chits de ramagem, .pars coberta, fi- 76000.
xas,aO320rs. ocovadoiY Vestidos de percales pars saeaorb,
Riscados azues, armericanos, pars es- ja feitos, de 45500 a 5(00_.
craves, a 260, 320, 360 e 400o 4ovado.I Cambraia branca a45 e 68000 a pa,
Oxford, para camisas. a 160 o covado. oque ha.de melhor.
Toalhas felpudas a 55000 a duzia. Cintos para arregagar vestidos, oiec-
Ditas para mesa, adamascadas, a to de muito gosto a 35000.
5i00. Capellas corn vdos, para noivas a'iW
Meias inglezas, para omens, de..... e 125000.
4800 aWX)Oda duzia. Luvas de pellica, brancas, ta.,- >
Ditas para seboras a 4800 e 6T000 homtns como para senhoras,
a duzia. R Bdes para dormir, o que ha -
C fmisas nf r, pars abomew a 4hdif, I6fi000o
301000 adruzia.. Bramaute. 4 largu'a n 4 A600;a vat
Muitos outros artigos que se deixa de menciominar, para nao seltlmniA
doho. AO NOVO BAZAR A MODA
AQ mVQ BAW A MODA I


'mI AitA


BAZA 'DAS COS REIRAS :|
fnclusvamerte m chinas para cs
GASPAR AUUTO SHARES L EITE
N. 28-- D X DO A O DA VICTORIA N.-28
Este grand. estabelecidento acaba de receber machinas para
Stura (motor) ide trabalho.por orda, podendo urama creanrga cozer
traibalho aigumo assign como de mioo epde, de todos os fabaican
Sque vdndem p preyos muito mais 'baratos q? e outra qualquer ca,
visto ser agefitA 4s principles fabrics dos Estados-Unidos e Hau,
W, t BeceObe machines pars concertar, de todos os fabricantes, (concer-
14 to8 garafatods)piar. o quae tem ur born machinista.
|PF .PbREOS SEM COMPETENCTA I


; 'W ** ,


_ ,- .


m


0 1


I


1


1


I


501


















,..+ ,. I. L ., ...4 +-,'Ii.
i**a, / --.,ster-U -e.0


aSveirada Uta.I: -..a e.
perigo imminent; e atd'em'gi&nde'is.
oo de ser alijado -
0 Sr. Cof90a diz que o Sr. miniistr
da guerra, fallando liambem do alto
ua cadeira ministerial, contentou-se
emdizer: K No havendolei de fixa-
Qib de forQas de terra para o exercicio
corrente) resolve o guverao manridar
continual em vigor as 'disposigoes da
lei de 31 denthalo do ann o proximo pas-
sado, e para esse fim expedio o decreto
de 28 de junho ultimo, que submetto i
vossa approvayao.
S Os motivosque determinaram o go-
verno a tomar esta media constam da
exposiciio que acompanha o referido de-
creto. n
0 Sr. Silveira da Motta : E' lin-
guagem de general. Umn ministry ca-
saca nao pode dizer isso.
0 Sr. Correa nao encontrando nos
relatorios suffirciente junstiicagdo do acto
em que o governor substituio-se ao le-
gislador, vai procural a natitada expo-
sicao de motives. (LU). (t Senhores....
0 Sr. Silveira da )Notta : Essa e
quo 6 a verdade : senhores. E' is4o
senhores.
0 Sr. C,-'rr6a [lendo] : l Senhor,
oprojecto de lei de fixagao de forcas de
terra para o proximo exercicio de 1878
a 1879, votdo na sessdo legislative do
anne passado pela camera dos Srs. de-
putados, licobu em ultima diseussio no
senado, e por falta de tempo n;io pode
ser convertido em lei. Para manuten-
gao dessas forcas, foram tjdavia, vota-
dos os metes necessaries na lei de or-
cameiito que vai teir vigor nesse mesmo
exe.rcicio.
Nao permittindo a seguranca edefeza
do Impe-io, neoi as conveniencias do
Estado que dcixe de subsistir a for public, porque dessa falta resultaria
grave. responsabilidade ao poder execu-
ti'vo, os ministros de V. M Imperial,
julgam(l que nestas circumstancias 6 de-
ver indeclinavel providenciar acerca do
caso, vi:to coino s6o em 15 de dezern-tro
future se eflectuarA a reunido da as-
semblda geral.
( Portanto, de conformidade corn o
que fica exposto, vein elles reverente-
uiente subinetter a alta approvacao de
V. M. Imperial o decretojunto, no qual
so determnina que continue em vigor
..s disposicoes da lei n. 2,706 de 31 de
inaio do anno passado, atd ulterior re-
solucao do poder legislative, a cujo co-
nhecimento e deliberacdo sera levado
opportunamente este acto, etc. ))
0 So. Silveira da Motta: E o que
resolve o Senhor ? Leia Sr. Correa.
0 Sr. Correia l1 o decreto n. 6,951 de
28 dejunho de 1878.
S0 Sr. Silveira da Motta: -- Cornm a
rubrica do Senhor.
0 Sr. Corras necessita observari, an
Js de tudo ^nl' hai um-engano de facto.
il1 ^BIH atu lu iv &-puaposta
de fixacao de forcas ainda qiio tinhi
p:.ssado pelo ultimo acto d votacao
na outla camara, e nrao estava ao sena-
do, para onde so veto na present ses-
seo. -,
Passara agora a apreciar as 1"tida-
meptos do decreto que prorogou 'at
de fixacao de farcas.
Primeiro fundamento: que comqua
to nao kouvesse leb de fixaciao de fo,
cag, estavam todavia votados, pars ma
nutencao dessas forcas, as metes ne-
cessarios na lei de orcamento do car


rente exercicio. Se pudesse prevalence
esta aUlegaicao, qual seria a consequen-
cia? que desdo que estivessem decreta-
dos na lel de orcamento as meios dc
rnianter a forQa public, nao haverim
mais necessidade de leis de fixaco dt
tal forea.
Ora, o o legislador constitucional bern
sabia que a lei do orgamento havia d(
dar meios para manter a forca public
nemo por isso, comtudo, deixou de exi-
gir que o legislator lixasse annualmen
te a mesma forca. Bern sabiatambeir
que nao permittiam a seguranga e de-
feza do imperio e as conveniencias dc
Estado que deixasse de subsistir, a forge;
public: mas nern por isso tamberm en
tregou ao poder executive a attribuigi
de fifxal-a; pelo contrario, apezar dc


FOLHETIM


0 iwUSC[RIPIO MATERNO
S POR

ENRIQUE PEREZ ESCRICF
VOLUIIE II

LITVR) IX
fContinU aQAo do n. 221
GUERRA ABERTA


III .


A PRIMEIRA IMPRUDENCIA


A' mesma hora em que Julido des-
pertava o doutor Mendes. o SiO Castro
entrava na alcova do conde da F'.
Que temos' de novo ?--pergontou-
ite D. Fernando, sentandose na car
ma,
-Iymra boa noticia.
-'. lrou-se a doutor Samuel ?


Iralion t qntete& u ..
titucio'in e fixar annuatu enter a fmi !
como poderi servir para isentai a'lut-
pa o powder executive, que no tern tal
atltbjicTao,? ."
E cumpre nao esqueoer jamais qnea
constituicao dando ao powder legislativo
aattribumio de fazer afixagio da forca
public, nao lhe-commetteu essa attrir
buiQ&io em toda a plenitude; constran-
gea o powder legislative a fazer annual-
mente a fixacao.
Sao da maior importancia as disposi-
coes constitucionaes que regulam esta
material, porque soeu tim 6 o p6r emba-
ragos a que periguem as instituigoes
livres.
E' para notar ainda quanto o governor
tern em pouca conta o art. 15 11 da
constituicao, que declara set da.altri-
buicao da assemblda geral a tixacao das
foras de mar e terra ordinarias ou ex-
trao-dinarias, artigo que nao p6de ser
alterado polas legislatures ordinarias,
porque versa sabre attribuiSes de umn
dos poderes politicos da nacao. E isto
quando mostra tanto respeito pela're-
forma do systema- eleitoral, que nao
quer que se trate disso sem ser me-
diante reform da constituigao.
Baseou-se o governor na razdo de fac
to, isto 6, em nao haver lei de fixaao
de forcas. Mas nao lhe p6le de modo
algum valor este recurso : foi o propr'o
governor quein creou a impossibilidade
material que depots allegou para iusti-
ficar o seu aCto dictatorial: nro dissol-
vesse a camera antes de obter do sena
do as leis de fixaqaio de forcas, que 'ha
Ihe seriam negadas, ou entao disolves-
se-a logo quo se deu a mudanaa da si
tuagdo political, e nao a admitisse matis
tarde, comno neces~idadeadininistrativa,
para fazer desembaragadamente a emis-
sio de papel-moeda.
E', pois, le inteira responsabilidade
Sdo ininisterio o facto a que quiz recor-
rer como justificativa do seu decreti
inconstitucional que prorogou a lei de
tixabio de forcas. .
Nao sabe, portanto, para que se fex
baixar um decreto de lei de forcas, que
traz ao cid iddo brasileiro o constraingi-
mento no servipo das arm;is. Isto e
uma violaao (Ida lei, e violailo acorn co-
nhecimento e declaragdo do proprio go-
verno.
0 Sr. Leitdo da Cunha :-E atd corn
a premeditaaio.
0 Sr. Correa deixa para outro dis-
curso as apreciaoes que tlemn de fazer
sobre a adininistragdo da marinha, aprej-
ciag6es que nao faz agora por cortezi;
ao actual ministry da marinha, cujos
actos aguarda. Entretanto nao p6,t
deixar de fazer-lhe um pedido dosde jal,
e 6, que nao trate a distinct corporal
g-do da armala corn o exceosivo rigo
cam que por sea antecessor foi tratadI-i ;
que a consider como a cidadSos brioso
que sabern'prezar a propria dignidado,
e que pa-r mais de urna vez hau demonn-
trado quo nao hesitam em derrana~r
seu sangae pela patria. i
Sr. Cansan9&o de Sinimb~l
dente do conselho] louva o prece-
a.... oradlo,r pelo zelo com que defended
a constituicao e as leis orgarricas do in-
perei. I
Nao comprehendeu pordm a S. Ex4
quando quiz accuser o governor de tdr
violado a constituicao par haver usadlo
-da attribuicao de tixar a farca publicS,
attribuicao quo pela constituiao pee-
tence lb assemblda geral Desejaria pots
que o nobre senator Ihe damonstrasse
em que o mirnsterio actual violou ,s
disposicoes da constituicao. [


SQuando o actual ministerio subio i o
Spider achou-seo em presenga de in
- anno financeiro, para o qual nao tin la
- sido-votadaa lei de fixacao de forgis,;
imas havia sido jA discutida ern 1a e 2
- discussao [estava na 3a], pela. cama.a
L dos deputados, e p6r ell. approval ,
A faltando-lhe so a approvacao do senado
- Portanto niao houve innoqv.bo nem I!-
o teracgo da parte do governor rnandan, lc
Sprorogar a lei de forces; e a seguir-4e


E o rosto do conde, pallido e enca
vpirado, illumrinouse d'um fulgor .i-
nistro. Depois, envolvendo-se no chhaln-
bre e acalmando-se urm pouco,.foi sEn-
tar-se n'uma poltrona e disse pausala-


mente :
A cousa vai in.do.
mo isso succedeu.


Conta-me-oo-


0 amor 6 impiciente, Sr. cone,
e a prova real deu-nol-a hojo a menna;i.
Clotilde, cortando por tudo e vindo ,i-
sitar Daniel: 6 verdade que temoes.em
casa do general Lostan urna alliada
magnifica, mas qie nos sahe muito ea-
r2. Rosa, a criadinha deClotilde, cpn-
venceu sua arma que era necessario Vr
Daniel, e estes conselhos, auxiliados
)telo amor, deramrn em resultado urnm
pass imprudentistimo.
E' peoa, amigo Castro, queomnu.
afilhado nap pense como eu, porquae,
entao p negocio iria de vento em p6pr.'
S- E .iwjanto, o primiro pass o e.iA
dado, e nincruem p6de near aLmprp-
dencia comnmettida pela filh dp.ger e-
ral.


'Vo.. a~ sen4" p4 a
fo~iro t*SI,*fi -C

QIixada o a0 c "%0r0 be
0 Sr. Cruz Machado :-A foi
daWnuaTiotW 'qiue o coas rig:
a mais 6 mis en-schge d a contAti .-A .,
0 Sr. Caosan;o gde SinimybfidEgi e (q
essa for.a ja estava ixada,'.qian ao
numnero, polo governor, corn apprbva
gio do corpo legislative, e quainto a
funds ja estavam decretados no wra- i
mrento. Nio ve pols motive algumn qae s
excite tanto reparo. -" !
, Several censura mereceria o goveno, (
se'deixas,, no-diae m que ternminasse s
a -lei de fixaiao d* farcaa, desarmados
Qs nossos navies, e se despedisse os
marinheiros. EntLo sin seria urma t
grande responsabilidade para o minis-
terio, se tal comnmettesse, porque era c
urn acto attentatorio da seguranga do. )
Estado. (
Concluindo, diz que o ministerio
actual 'usou do direito que Ihe dava a
constitui do prorogando a lei- de foras
e-submettendo o abto a approvaao d(1o
carp) legislative. ;
0 Sr. BarAo de Cotegipe diz que
a decretaio do forgas e de orgarafento
d, e nao pode deixar de ser, a maior
transgressao da-constituicao; e que 6
1m acto injustificavel desde-que nao
hajamrn ciscumdtancias em que aO gover-
no nao possa tomar a si a responsabili-
dade de tamanho alcance. -
0 orador ja ipor sua pirte tomrou
identical responsabilidade conjuntamen-
te corn o mmiisterio de que fazia parte:
foi quando, existindo a guerra em to-
lo o seu ardor, a camera liberal negou
ao goveeno os meios de continuar eisa
guerra. Houve um conflict eatre o
mninisterio cahido e a coi6a, e' 0 gover-
no entao, na impossibilidade de recor-
reraos membros do partido liberal,
porqie todos sustentavam a mesmi.
idda que ddra ciusa a qudda do gabi-
note, nao podia deixar de tomar a si a
continuagdo do cobranca dos impostor
e de pagar as forcas existentes nw
guerra.
Mas prgunta o orador no caso pre-
sente da-se a mnesma hypothese ? Nao.
purque estamos no regimes regular
<,e nossas institugoes, e 6 preciso que a
pratica dess, regimen se harmnomse corn
as principles em que se funda a mes
ma constituigao.
E porque nao existe uma lei de fixa-
cao de forca,- ? Nao existed por culpi
do propriogoverno, que praticou um
acto sciente de que ia assumir a dicta
dura. Mas se o nobre president do
cmiselhocontiasse mats nos principios
conservaiores, e se tivesse dirugido ao
parla'nento pedindo-lhe uma lei de fo -
oa. e as indispensaveis meios de gover-
no, annunciando que depois disso- dis-
s 'veria'a carnaria dos deputados, p6de
(icai certo de queo as conservadores ha-
vian de conceder-lhe todoa esses metos
[apoiados|; imitariam nesse ponto as
inglezes. Mas nio, em vez de se pro-
curar o recurso legal e a marcha regu-
lar do system representative par dc-
cumstancias mal fandadas transgridem-'
se esses principles e o resrltado 6 a
didladura.
Dur-lhe-na o nobrepresidente do con-
seiho : Nesse caso tornais coacto o
poder moderador, que niao pode usar
de sua attribuicao na hypothese de nio
harver lei de forcas ou de orcamento. )
Mas fica coacta a rainha da Inglaterra
n'um case semelhante ? Lt se proro-
gam atd ais leis, em caso de dissolugao,
* por alguns mezes, nao deixando nunca
o governor ingtez de dar recursos d-
)vida ab nacao..


S E' possivel que a camera negue esses
mpiop, mas entio e em caso- extreme ;
6 justamente nesse caso que a noss-a
constitui0ao deol ao poder legislative o
direito de negar esses recursos, collo-
caiido entao o poder mroderador em po-
s4io superior de concedel-os.
'MaS appellar para a naaio I Pois hi
) appellaiao para unm tibunal livre, que
Sdiao pode proferir uirna sentenga?


vre, dlipois de troenr com.rn ella algumtas
palavr is.
Vamos collocar.-nos por detraz da
porta interior da alcova. a ver se pode-
mnos ouvir algurna cousa da cohiversa
aio dos namorados; se, come receio
., men afil: ado nao se portar bl.m, 6
prf.ciO animal o, para que- s& porte me-
Ihor na segunda entrevista, qup decer-
to-n o tar4ari muiito porque, commet-
tida a prineiraimprudencia pelaar mu-
I heres, diflicit mente deixamn de comn met-
oer muitas mais.
E-n quanto o cnde da F6 e o seu
ecretario se collocam por d,-traz dr,
pota da alcQva do faritb, retrocedrainos
n6s para vermos com o Clotilde chegou
ito quarto de Daniel. .
Cl,.tilde podia contar corn a fidelida-
d-d tdsua aia,a qual estava prOmpta para
tudo, A;o'mtitntO qu6 Ihe pagassem. Alidi.
d, crnada tinha mois dou.a'iado's ex-
CeHe ites: Julio eBranca. e ito uua,
i6d a bastante para a deterrnnar a vee
ldl a quern precisava hfazer algumas
.perguarais, seu artactek nao era de
per sit p.uew)a ineativ'o.
.C, sospeitava q e seu pai ia ser
v*.p ornLsta d'qnr. drama terrivel, e
AUtm idea, que nao largav- urn mo-
tnautto, apatorai-a. "
10 0 outor'SaaseI nm~egidQ do m or-
j, Ducie retio, onla, Irgefl forgada
it '10:1BP^ JA-oiiblc'1Uuia amotivos8
-. oaMpip~fq^^' 4 f~'n~ida dte
iid 4a: d.
]b' ]iz!O ~ _Mobi


Lapprovai 4pie. .M- -
Como pode da".". Gesta. app -
PlIa aI o toi iniWa onde- de vi ,..
is fiarai d 4^ptta~o. ^Ie
)ort~at%,9 goveraoppromover.aji gstk&
approfaoI, poqirgeI~depois V a- lo o
ippro1 3 a mbem.dandoq-.he ese bill
dIe iffiff i -epo- s neste caso o se
iado nahiedve assumir. urumia aittribuiao
ue compete ao corpo legisljaoo.
0 governor pude ou fa'er apjrovar o
icto por umn-doereto, ou abandonar a
queslAo, porque nao sendo..accu.sado
)ela camarna n-o ha me.io ialgurti de
ser punido. ,E nao pode spr..accusado
pela camnara,--porque foi elle justamente
iuem fez o prqmotor que o devia accu-
sat. [Risadas.]-
De todos os inmodos esta livre de quai-
luer penalidade, salvo sepor umna ou-
tra revolucIo de palaia fizesse dissol-
ver'a camera dos deputados e viessem
0s conservadores accusar o nobre pre-
sidente do conselho, accusagio que o
orador nao acompanifh'aria, porquo co-
ihece a boa fd e o patriotism de S.
Exc.
Julga que o governor, que osta u0and6
ia dictadura, nao devia ter apregoado
Lantas economias para depois conservar
una forga extraordinariatanto de mar
como de terra.
SHaouve proposta no senado para a
reduccao destas forgas. Pois bemrn, o
governor usou da attribuigdo de fixar as
Fargas de terra e de mar e conservou
as mesmas pragas, nao fazendo econo-
mrnia alguma. Surprende-o dizer o go-
verno que se tinha cingido ao que o
corpo legislative determinAra; rmas a
questdoad daro primeiro pass, purque
depots facilmente se transpoa o cami
nho dos abuses.
E' por isso que accusa o governor
tanto pela dictadura em muitos factors
como por nao setr dictatorial completa-
mente. Imitasse antes a franqueza dic-
tatorial do bispo deVizeu, que sendo
president do coaselho, em Portugal,
n'mmadpo -a em que IA reinava tambem
a mania das econo.,ias, comegou a coa-
tar a torto e a direito, decretandi sa-
bre aplices e praticando takes actors d,
dictadura que Ihe valeramrn a guerra dos
liberaes historicos, conservadores, pro-
gressistas e realistas, de sorte que o
bispo nunca mats appareceau emin scena.
0 Grador er6 ter fallalo sabre politi-
ca tanto quanto 6 bastante, e reserve
se para na fall do throne tratar de to-
dos as actos da administra;do.
Emn sua opiniao a repartigao da ma-
rinha mereceo maior desvelo, poise n'.um
paiz com o este, de custas tao extensas,
e cuja defeza principalmente tern d set
faita nos portos de mar, nao se pode
dispeunsar uma marinha se nao tao fortE
co~nn as das nag5es mais poderosas, a(
rnenos sufficient para sua defeza.
Diz que a pasta da marina nao de
via star sujeita aos vaisveois da polite
ca, porque ella nada tern de commuir
corn a political. E' para assimr dizer, uri
ostudo de preparMtorios do ministerio.
Nao sabe se fob por tor servido nesL
pasta par duas vozes quo Ihe tom aind;
an'or ; e d'eclara qi oe.n- tlre fez to
dos as beneficios que estavam em su,
inteneibo, e porque da segunda vez qu,
a occupon, trdos as recursos eram pou
cos para fazer face As necessidades dh
guerra ; mas quo nurica deixou de en
carat a necessidade de termos uria ma
rinrha forte e bern organisada, am pro
poereo aos nossos recursos finance
ros.
Esperava corn effeito que o nobre ex
ministry da- marina realisasse as eco
nornias quo apregoava; pordm via co,]
pezar oue as suas economias reduntl


vam final em mator prejuizo do qu
us gastos quo queria evitar.
0 orador nao 6 suspeito dizendo qu
S. Exc. dentre todosoas seuseoltegasfoi i
que mostrou maiscoherencia efirmezan
realisa.ia do e seu plano, demonstrand
em sen relatorio, mais qu e -as outros
(queestava possiido de excelfentes in
teundes, e fibd fazendo comoo o n6br'
miniistro da fazenda, que procura a jus
tificativa de algains de seus actos n,
que praticaram seas antectcssores, dand,

vel-o amanh mrfuito cedo ; tenho ne
cessidade de fallar cornm ell e.
Julio reeebeu esta carta, por -inter
venao' de Rosa, lA meia noite, e na,
p6-te evita urnm estretiecimento ao le
.quells linhas, escriptas pela, mulhe
que tanto amava em silencio.
A delibera io de Clotilde era umr
imprudencia, mas com .oppor-se ? co
n, evital a, se o laconismo da cm.rta de
rnonstrava uma firmine resoluQo'?
Se o general descobrisse a sahida ma
tinal de sua. filha, teria de certo un
grande-desgosto, porque nao se tratav;
siinplesm-'ute ,e visitor Daniel, mas d
o vi.itar em casa do condo da Fe, su,
inirnigo irreconciliavel.
Julia pa'm,-sou inquieto tddo a noite, e
como podia succeder q-ue Glotilde inu
dasse de opiniAo, nao disse nada a nia
ge(6m; apenas preparonu muito p dp
leve Daniel, receando que a prfeng;
da titlha d46 general o commovpsse de
inaiado.'
Etretanto, Clotilde .e Rosa pass
ram a noiteo de vela, esperando a lu
do ,ia "
De qaando em quando, Clntildedeil
xavaa Criada e dirigia-se, usando da
maiores pre'qau es, ao quarto de sei
pah Alii se deinorapa alguns moment
tos n'umtla spi goww .e.. Ine repog
naval, mas a -q,4oQ. podia resisti.
N-undesatibe~e~irs oU4oVo fal
at.r .corr' oimfa.ci4 ."0,. IvQ-p. 'vestir-s
fqa 4* d.r40 #,-4 e ais4r a
-: 4.A "-: -? "'


^jtf~nil coi hem <2t2Ct644d4 a iina
rganada a corn ''u& doposi-
,- "qua o espiltedo de ecionomia
chea. 9n..to de dispensar o go-
verno a.tln 'arenaes do imperio,, fa
zeido .conroeatrr todos os thabalhos
navaes no da c6rte ; e procurando no
relat i.-) o progres.so qu e tern. tid, as
nossas construceges navaes nao o en-
controu absolttamente, de mrn.)do que
so assim coatinuairemn as c,)usas, no
fin de.alguns annos poderemos dizer :
fiis colonic !
In.ommona.-o muito a idda de eon-
centrar todas as.construcges navaes no
arsenal da c6rte ; entretanmto importan-
tfe constcucqoes, que aqui se tizerafn
hla tempos foram levada9 a cabo- polo
concurso de operarios que so maada-
aam vir do arsenal da Bahia, que foi o
prrneiro do Brasil, e onde outr'ora se
construiram frasatas e naos Concen-
tra-se today a vida no coratio : dep;)i-
se houver algum ataq'e de congestLo,
uato se queixem das provingii.s.
Nao poderer-o.m n6s, porventura, pro-
gredir sem se acabar coamn tudo quanta
constitute verdadeiramente a forca da
nagdo? Pois n6s quo nos levantamos
depois da guerra do Paraguay, em que
tantosesfor'oas e dinheiro coniumimos,
havemos de ter receio de nao levantar
as nossas abatidas finingas senae por
este mneio?
Ni,, esmorega o governor, que nao 6
de dinheiro que n6s precisamos, mais .de
juizo, c),no dizia o finado ministry) da
fazenda Hollanda Cavalcante. Se tiver-
mos juizo,teremos diariteiro.
So querernos fazer, economiaw, nao
annullemos a forca do nosso organism
comro nac.,o. Acahe-se antes corn esst
negocio de colonisagio-, ao menos por
algum tempo, deixando-a vir esponta-
neamente ; nern decretemnos estradas
de ferro estrategicas, para exercitos,
porqne nao ha receio de perturb:-ie-,.
C)rtem-seestasdespezas, quo sao em
grande escala, e assinm teremos meio-
phra oegenerar a nossa marinhuhi, fizen-
do delles applicadoe mais until, e evi-
tindo qqie fiquiem reduzidos a miseria
ceatenares de operarios por nao torem
onde ganhar a vida.
A lei manda que se reduzam as des-
pezas da m criplao do ministry fazer isso sem a
crueldade empregida polo nobre. ex-
- ninistro da marinha. S. Exc fez co-
mno o jadeu que tirou urna libra de car
- ne ao develor, pela imrnpontualidade des-
i toe : o nobre ministry a bern da econo-
, mia,. tirou tambemrn a care aos mniseros
r operarios. Foi urna judiaria.
3 Conclue dizendo que se levanta urr
R clamor geral contra o espirito desta
Seconomia desastrada, que tern reduziht
A condiqdo tIe esm-olar polas ruas aquel
- les que prestaram services ao Estado
Fica ad4lada a discussao pela hora
o e retira-se o Sr. ministro corn as mes
i mas formalidades.
Passa-se 2a part da ordmn do aia
a Entra ein 'a disculssao a projecto d,
i senad,,sob a letra-P-de 1853, auto-
_i- aiano o overtio para conceoder ao
a ,)fficiaes da guarda national do Rio
e Grande do Sul, quo tiverem prestiil
-, istinctos servivos mi itares. o sold
a tode ou em part, correspondent ao
pastes em quo tiverem servido.
Fica eu.errada a discussion par falt;
i- de numero para votar-se.
Segue-se em 2a discussao o project
do senado sob as let-ras A D, de 1854
declarando quo o- guardas nacionae
)- qua tiverem as circumstancias exigida
r pela lei para serem n-i exercito 10' e -2'
cadetes e soldados particulires, poderd


e gozar das?,iesmas disposigaes e regalias
quando em servico de corpos destaca
e dos. Fica eacerrada polo mesmo mc
o tivo.
a *
o
0 SESSO E 7 D JANEIRO DE 1879
;I ESS,0 M 17 DE JANEIRIO DE 1879


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Presidencia do Sr Visconde
guary


de Ja-


A's 11 horas ddrnanha, achando-st


Aonile irf6 ?-pergiuntou entre si
Clotilde.
Mas a pobro menina-nao podia res-
ponder a tal perg-unta ; apenas suspei-
tava qu, na excursio nocturna tornava
parte integrante o doutor Samuel.
Clotilde deliberoi-se a esperar pela
volta de seu 9ai. 0 tempo ia passand
atfinal, o r-logio-deu tres horas e meia
da manha, e entdo resoaram no pateo
patadas de cavallos.
Clotilde f6i~collocar o ouvido d porta
da ali'ova ; e Oouco depois escutou este
rapido, mas ex.pressivo dialogo:
Voltas immnediatarnente para o Ia-
do de Bonifacio-dizi, o general.--Se o,
veilto aceitar as minhai propostas, vens
logo avisar-mne ; se recusar, assediein-
no pela fome atd que eu resolve outra
Cousd.
Fique deacangado-respondeu B3o-
nifacio.
Clotilde eqtrmrneceu, calculando que
seu p;di nao seria o metuos comnpro-r.et-
tido -e acso se descobrisse o trauma
horrivel que planeavarn conti'a o doutor
Samut.l. Breve'l he indicaparo silen-
cio e a escuridDo que o general se dei-
tava, e entao voltou para o seu gabine-
te, coin os olhos vermelhos daq lagri-
mas.
Valha-me Deus, minha senhora I
-d4sse-lhe Rosa corn falsa condolen-
cia-sd esta inalfadada aventura nao ter-
m(ina quanta antes, a menina morreri
corn tanto cho-rar. -
L E' verdade, Rosa, soffro mruito.
Qua d,.ggraua 6 'acr mthi 1t "
.-. Porquie k nI.s, aboraT -
* -Porq~o~s-^iios seaipre a#nar-
aiodasz 4,. 2 .94,
era! -.AA


m u| '..
':' -" r ." '
Em ttmada3asses passmca O -
rou o obr, pIbWidente do c00ff tio que
estava 4ispokt) a cortar por todos as
abusos;ae se dessem ha administra-
gao, sern olhar a consideraCoes politi-
cas. Confiando nesta ppromessa. cha-
ma a attengdo de S Exc. para umrn fa-
cto gravissimo, occorrido em inuma das
principaes provinciasdo imperio, e que
.yaexp6r ao senado.
STrata-se de nada menos do que ter
um,-presidente de provincia suspendido
do exercicio dos seus direitos um ci-
dadifo brasileiro, declarando-o, por urna
simples portaria, tidadAo portuguez.
Semelhante facto revolt a consciencia
do paiz ; infelizmente, sio actualmente
tantos as attentadlos praticados contra
a const-ituiiao e as leis, que nao 6 dado
prefer qual sera o paradeiro desta si-
tuagao.

LO um officio do pr-sijente da pro-
viocia do Rio-Grande do Sul, em data
de 22 de abril de ls78, dirigido ao ma- (
jar Manoel Ribeiro B Ithar, exigindo'
que exhibisse o sen titulo de naturali-1
sago de cidaddo brasileiro. Em se4
guida le a resposla dada pelo major'
Balthar. declarando que nao teuI titulo)
de naturalisagdo, porque vindo muito
joven para o Brasil, donde nunca maAs
-ahio, adherio a nossa iniepeadencia,
e portanto 6 cidalao- brasileiro, na fOr-
ma do art. 6o 4o da coistituigo, ten-
do exercilo desde long data cargo
de eleicao popular ou nomneaga do go-
verno.
Recebendo esta resposta, retrucou o
president da provincial, em portarias
que o orador taimbem le, qne a iispo-
sigdo constitutional inv-)cada era tsan-
sitoria e neuhumna npplicaio poali ter
para o caso vertente, porqnanto xigia'
que os nascidos em Portugal quc/ sen-
do ja resideotes no Brasil na epoaa em
que se proclarnou a indepfidencia
adheriram a esta express ,'u tacita-
mente, e sendo entiu metor o Sr. Bal-
thair no podia ter prestado essa adhe-
sdo ; concluitdo p-r declaral-o suspen-
so dos cargos quo exercia, visto ser
estrangeiro.

N.o 6 precise esformo algum para
mostrar uanIto a razlo dada pelo pre-
Ssidente da provinaia 6 revoltante e im-
procedente : basta considerar que s6 o
SSr. Balthar era menor quando fot pro-
Sclanmad.a a nossa indopendencia, e por
" isso nao p6de dar a adhesdo exigida
Spela cpnsttuicao, nao 6 menos certo
qupie ntando elle 06 annos de idade,
n-tr e ido deixado de residir no Brasil
a desde que para aqui veio, na.o havendo
j jamais renuncialo -t qualidale de cida-
cho brasileiro, nem reclamado sens di-
reitos de cidadao portuguez, pelo con.-
trorio,I tendo servile ampregos de
eleigao popular ou nomeagdo do gover-
no, era inteiramente inadmissivel a
coarctada da menor idade.
i
E tanto o president da provincia re-
s c oiheceu e sentiia a improcedencia de
sua argumentago, que submetteu o
o sen ,cto ao governor imperial, isto 6,
0 fez o inverse do que the cumpria fuzer,
s que era nae tormar decisao alguma, e
consultar primeiramente ao governor
a imperial, antes de resolver a questao.
Consta-lhe que o governor mandou
o ouvir a respeito deste negocio a seccabo
do conselhl de estado da reparticao do
s imnperio, e que esta ja emittio sua opi-
Sniao ; 6 justamente a copia de tal con-
)S sulta que o orador vat requerer.
o
!, Entretanto antes de mandar a mesa


- o requerimento que tern de oferecer,
" lerb aou senado documents que provam
as importantes serviqOs preslados pelo
rnmjor Balthiar na provincia do Rio-
Grande do Sul, desde a rebelliiao de
18&5, quando slle tinha apenas 25 an-
nos de idade.


e (Continuar-se-ha"


Iheres tambem teemrn a sua liberdade ;
precisam, pordm, de valor.
Nao te perceba.
Quero eu dizer que, em havendo
resolugdo, podem-se fazer muitks cou-
sas. Eu, no lugar da menini, em vez
de chorar tanto, decidir-me-hia a ir ver
o senhor, Daniel, para ficar ao corrente
de tudo.
Mas como p6de ser isso?
Muitosimplesmente: pondo a man-
tilha e sahindo de casa muito cedo.
E se meu paisouber?
Como ha de saber?
Clotilde ficou pensativa.
E depis, a menina nro vai fazer
nenhuma cousa ma.
Tens razo ; Dpus baem v as rmi-
nhas inteng5's... Mis tenho medo...
Medo! Nao p6de haver peior con-
selheiro. Olhe, menina, como o Sr. ge-
neral se deitou tarde, nio se erguera
cedo, e entdovpodemnos sahir ao ama-
nhecer. Se for-Aascoberta a. nossa sa-
hida, daremos urna desculpa qualquer,
por exemplo : que fomos visitor umen-
fermo.
Clotilde escreveu a carta que o leitor
id connece, e animada pela criadinha,
esperou a hora. Resolveram sanir de
casa Ais seis horas da manhd, hora a que
nao havia perigo de serem. vistas, ex-
cepto pelo porteiro, velho servo da ca-
sa pqe nor modo algum duvidaria da


~-, ~




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