Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:13561


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Full Text

























.- v .- be junot Xt,rl.^^ pq r~^ ^ wlJaer~a, be laria fh^
OPI 1__ _** ..- a i


INSTRUCCIO POPULAR


(Extrahil(t)

PART II
ANATOMIA E PHYSIOLOGIA
(Continuagio)
0 salmnlo cresce desenvolvc so rapidamente
Quando ehega a ter pouco mais on mcnos 33 cen-
timetros, deixa os rios onde naseera e passa a ha-
bittc o mar.
No meiado do verao que so segue ao seu nasei-
mento, quando ja teem 4 a 5 decimetros de com-
primento, voltam os salmues aos rios e por sua vez
desovam.
0 naturalista Deilandes teve a paciencia de mar-
car doze salmues, pondo-lhes um anuel de cobre nm
cauda, para reconhecer se elles voltariam periodi-
;-emente ao rio onde haviam ido desovar,-e poude
-observar que no anno seguinte cinco d'esses sal-
mos tomaram a apparecer ; no fim do segunlo e
Stereeiro anno voltaram tres. Par:.ee pois provado
que o salmao (a~fte anca do que succede com an
aadorinbas) empgra e que annualmente veto ma-
bitar os memos hagares onde estivera.
Se (eomo deixamos apontado) a peaeca do aren-
que 6 ainda important, e foi (ha dous seculos)
de una grandiasima importaneia industrial e ezo-
nomica, nilo o, menos a pesea do baendhdo a qual
partice ter sido iniciada pelos portiguezes.
Refere o Sr. Laciang Cordeiro em urea interes-
sante memoria, que os peseadores portugnezes fo-
ram os primeiros que organmaram a pesca do ba-
calhaio em 1500 ou 1501. Uma colonia formada
jpor gene de Vianna, de Aveiro, e da Ilha Ter-
retra, cujos habitantes eram m'ti dado it pasca,
foi estabelecer-sa na Terro-Nova para este tim'-
e .ata pescaria assumio depressa taa giraades pro-
poroes que o rei de Portugal em 1506, ordenou
por um d.ereto, que nos portos do Minh, se) o-
brassa o dizimo solure os products da pasca do
bacalhi0. H-% docu-nentos comprovativos d'estas
asser6es, e pole o leitor curioso encontrar a indi-
ca.Io d'csses ldocum-entos na citada mem-ria.
(Contindajl.



PARTE OFFICIAL
ooverno da proviuela
DEVPACIIOS DA PRESIDEMCIl DO DIA 91 DE
[A.IO

diante recibo.
Antonio de Araujo Barbosa. -Nada ha
,a ddpferir, visto n'io uao hi-vver sido ainda
adao matricula o ing,,nuo de que so tra-
ta., e neo iinposta a multI compctente.
Oapitfao Aatonio Lanar-lo Ra rigues.-
Instraa o requerimento, do conformid-.de
coin o disposto no art. 86 dodoecreto n. 722
de,25 de outubro de 1850.
Tenento Aleixo Jos6 Franc'sco Floren-
cio.--Remettido ao Sr. commandant supe.
rior da gaarda national da comarea do
Buique, para mandar dar guia de passa-
gem de que trata o art. 45 d,) decreto n.
1,130, de 1853.
Americo Pereira Braudz't). -- Como re-
quer.
Alferes Chrispiniano Bturque, de ace-.
'do.--Como requer.
Constantino Alves da Silva. Deferido
corn o officio desta data a Thesouwaria de
Fazenda.
Captulino Gongalves Lcs:sa. -- Eacami-


EXTERIOR


Correspa3dlenela do Mlario de
Pernambuco
PORTUGAL. -- LISBOA2 13 de maio de
1884
As cortes, como lbe3 dizia, form proroga'las ate
17 do corrente, dizendo os orgaos do ministerio
que seriam encerradas n'esse dia sem mais ne-
ulimaa proroga.Io. Affirma-se agora pwrirc qlc
serio novamente prorogadas por 3 ou 4 dias mais.
A lei de meios foi ja votada ein ambas as camaras.
Pasicu tmab,-m nto dunas casas do parlamento
a que autorisa o governor a creas. umn couselho su-
perior de instraccao public junt,) ao ministerio
dos negocios do reino, ficando supprimido o conse-
1l1 geral de instruciao public actual.
Ai fanceSes d'scte sao ape.iaas cons'fltivas, em-
emquanto as do novo conselhti ser.1o deliberativas.
Haverni membros permanentes e mnmbros de eloi-
9:os. Oa permanentes, noimados por decreto real
fanccionam em todo o anno e recebom uma gra-
tifica^.Ao mental, em quanto os de elei:Ito unica-
mente s3 reunem urea vez por anno, durante 15
d6s, pelos quaes erlo gratificados. Eseuso de
m~i::if"iianr-lhes a cifi'a d'esta3 gratificaqSes que 4
in.ignificante, o que nao admira porque n'este
paiz tiad.- que sao funcaes publicas, 6 mat remu-
iorado po.i' Estado e nao e3ta cm harnouia corn
os prcqcs das subsistencias, rendas de casas, ves-
tuario e outra3 despezas indispensaveis a quem
occupa certas posiZes sociacs. On vivote, diria
um francez ; mas as consequencias d'este system
franciscano C qua tracta cada um de empregar as
suas aptidces em diverges assumptos para que de
tudo isso venha final a colher uma verb:t coin
que passa desaffrontadamente fazer face as exi-
geneias do sea orcamento domestic. Nao fall
dos que teem de sua casa ou vivem dos seus ren-
dimentos proprios. Para estes, que de eerto nao
constituem A maioria, as funcqoes pnblicas sis
am a&hego, on supplement que Ihes permitted
exereel-as mais despreoceupados. Entretanto ha
eamplo de bureaucr .tas que achando-se n'estas
relativamente invejaveis cireumstancias e nem por
isso deixam de accumular encargos para. auferir
de cada um d'elles uma receita maior.
Seja como fSr; 6 preeiso todavia que os m.m-
bros da corpora*ao a que me estou referindo se-
jam dotados de grande dedicate o e eivismo pars
se entregarem ao estudo que as suas importantes
funccim 1a d exi'ir d'elles. O* members de
eleico serato elitos pelos lyeeus do reino e ee-
colas superiores e especiaes, dependents do mi-
nisterio do reino.
Parece lque para os lugares permanentes seria
nomeados logo que as e6rtee sejam encerradas, os
Srs. Dr. Bernardino Machado, lente da unliversi.
dade de Coimbra, Illydio do Valle, 4inselheir
Antonio Maria de Amorim (director geral de Ins
trueglo Publica) e o par do reino Henrique d(
Macedo, lente da Eseola Polytenica, al6m dos se
guintes que jA pertenciam a junta geral da ins
truccao pabluea: Dr. Thomaz de Carvalho, direc
tor a Escola medica cirurgica de LisboaI; conse
Iheiro Antonio Jose Viale, lente jubilado do curs
o superior de lettras, Jayme. Constantino de Freita
Muniz, lente po. mesmo Ourso (em exereieio) con
sBi-heiro Jose Eduardo-de Magaftk Coutisho, qu
por muitos annos fal director. di 3.& ts medical
emirurgica de Lisb6a,'conselheira Jolo a Andrad
-Gorvo, softal president da eamara ldoepres
0 lente da Esepla Polyt-3chniea d& la,16a.
Logo qun o conselho esteja nomtado e consti
;a tid er -lb-o submettido?,s egaose diz, di
versoa planos--trabalhos -elaborodospeo direeU
geral de inftrue* pnbiea, de a e-ordo coim ai
06,tv mKy inilidro,- o S. ouse&Bfero. Darin.- .
?, a em ordeqx a p repaCrar-' ft


i,fem. :.._ ^. :.
"uSoy, de: di"a anerioreiia


Capitao Juvencio Vieira Sampaio. In- ainda nao vigori ha 4 annos e fora, referred i< ai.sal.d autonomistas colhranm alum van- am 1878 ontra os ali;arc i eua
deferidf, visto nao ter sido feito o f0dianta- pelo Sr Jus6 Luciano (to Castro, quando fazlar' I yjectos par& aquelle grande bazar em benefi- tagem, ser que com.tudo isso modifique scns.vel- tao gerM ,asemends
parte do gabineto progressist.a Cio'davvrhq Es.E ra-se enormissima concur- mente a composite do conselho ,n nicipal, No t",S. V ths ,o t v p
monto comrautorisao.o legal.. Na camera dos depttado discute-s3 a pro- ieIm. yera proadzir a festa muitos cntoas de reSto do paiz todas molitcalSo ,ue ds elk-ao mi ct n o t l to pelo gerno0
Joaquim Jose do Niascimento. -Nadaha postal da lei da reforna do exercitoeta queo aex, s. resulta:n para o3 i vsngs oislh,.l, so cm favor '11 sam)to tn sr sto p rla-
a deferir, visto nso hayer side sin*Ja dado -eviver o principal& hoje obsotet6,ds rean88 vit rt. have i d nin dos recrutits. 11101f a matdcsin o in,?enao do qrte se tratab e haeficio da Krmiss; ,a coap-,nhhi franceza uIita rcalicattia i nh -'ti-,r ntm_,ro d(c prcoi- prc dcpro~o-u, p -m, coe f
npmatriera o. ingenue do e pr se trntG e Os mnliitares quo fazem parte d'aqaellU c amaf' lst' cantando ooretlas e opera musica no Co- r4.i[ 1,w iu tin!ii:.>^n,,rmmt.. p -
nem imposts a mutlta corresponlente., teem-se abstido d (to marparte n4dic o; ,emptiQtn m 0 p,-,,, :pr-iu, o resulted deibirAl d c nt sm ori i A m gove .
,.e go3,:au I, (enritiat "reirtas. ,Bdrivios (oLe a vo
Ladisl1o R)dolpho do Ar1 Cosar.- os Srs. lmygdio Navarro.e iauo de Ca4-* o mesno p:edoso fim. E urea porfia, um stee- Paris, cs.-rcv.o o -nt: t o efitv n^ sotqc a im-
Informe o Sr. coas$andantc' superior da tra, juri-onuit.oi c am)bo 3 progressistas, 0^MJo9 chare de caridade, em. quo todos os proiucto- A voli,.t d') sufftr.gio eleItoral lpar' a l- rr a il.d, to cn t'ad *eaim-a-
guarda national da comarca do R-,eife. ,aanha, conservador, ter ui pugnado a propot !s, inda..it a s, vom craUtes, 'rtistas e curio- ierdta, In Pu-in, i Mn [,t tcn' iiu.t. ,,i ute a e e (o I.r ,,, ,o, l s erl a dissolvi-
norno lv un^ente c corngft~nd e ompeteneia. Tci C q- bcr.eln scguir o ctandarto ainorr.ivel erg-iido A:.iiltiinrs Ulk'T1 i:u'(Mran uu pis.,) a3'ii. ,[', |,:l '' io r. t:J r;- conta
B5 clharel Scverano dlo Reg'o haves P-ei- tonado a defeza da prorbsta os Srs. Antni s- 4 rg los arist..,eraticas da rin!ha .di. Portux~ l. na ln:.Csmn.U (ii.C:' .- tar!.'e er..l 1 .1 rp -c.2 Lpoll i t 0.,01 -.
XOtO. -Passe portaria, c ondo heenga d'Avita, (sobrinho do fallmeidv duque d'Avili) e "a I heave, coinodizo-n, urea ideat qualqi(r d'& con- viz h,i,! mis -isrzt.-4 aci e foi l1r .-:[.o ti",or t L ;;1 Di -f l,^Kc t lr .
por tres m ezes, corn ordenado. Sr. Fontes Pereira dc A idente do conse- entre 6.i i d:otu i _U pui, prev' o
on- (- i a AI l tt!I+ ,,
Thereza Maria de Jesus. R-mettido ao ulho c imstro a guera. O project alarga con- ^w'ndo que a ."ra,,te fir' da Falp:ia, levira .^ri A'ittiiid.) ,u limn;t; altin d.) 4;t:.i u ; iwr) l -, .o"
,iY rnnp/n .i^ ti ~- i r sideravelincnte ,os quadros da offieialidado ptl4pel *a s lanpas l e.pndrn-oosiafesta-sart.l) ,1ue so fez n,) fr Exm. Sr. provedor d-i 8,tnta Otsia d( t i- creacio do mais alguns corpo4 &2 infa'taria e ca- hekr,) d3 S. nrlos em. benefieio dL Alh,',e :h, ririg,)-., ut': r,.btiea, o p~tri o Al),,,,,- 1w p,
sericordia do R.itfc, p-ar r&solver co eo valteri' e tande a lisongear a~icla clasue deaeer-] wr trs. Abcn.oida conpetencia! Sait. riva- we.n cait ^-: prov/. .it', qpLrmn en-3rvti..i | *),,tl,:o .o-a c e i *,1. veln *-u-eitat u l;i hli.,lati-
cntcnder. vidor's do Estado.I lidade essa qrc sot dest.iha "t clelin-m r as'1. ,1i- a wl: eolts .t..SA 'ts : aa prnmil',1 1 ,o C (fill`,.iS l : ,:n pA i p l 'r or.sndc :o
-- 9"3 ^io ereio porum que, appxivado o prorjecto na mas dps p.o>bred 0 *t't.orr,-'dr inos penosa, a sitiui^'io ec nveos dc ouninio fsrn, apesr de tepd o os m.i. t,.'i, p.tli:nt a'l':, e nas c"' mo---
23 Tf C-mara dos DeputLd,)i, haja tempa do discutilo-o. .1-wi faiilias op.-r li3, tom '..do-lie a suas crkia- nossos esfolrcosi quast iutciri:unentc domiaaa-3as rar ,os dia..1rcus esM.'O)s co l'eIll,-e rtd,) d x.
Antonio Pedro Brbosa--.-Dteirdo co ,aa camarar alta, onde o novogrupo nservador-li- ,o. diirante as h,,irs uteis, ris b-reo;. conforta- pelas preooecpa5oes political. Votou-se s1)ca ati- \oi, ,,o.l r,
officio que nesta data dirijo ao commanadan- beral, que tern por cliefe o Sr.. condo to do corpo de pulkiia. beiro, the 6 adverse, c esses clementos do opposi- .4 arinhosa c maternal de protectoras desvella- p1r"fiie representa a opp si^.o, o porqupi lP1..',,is, [il',np tii ils, e queria t"' os deutdo euan-
Amaro Joaquim do Espirit) Santo. -In- 9o rcunidos aopposi<;ao pr gresssta, quo tnbem. as pec nune a se -resiena'i sob nenh~ u ^- ,1,) eheassen ao.termo do a.um ato, nee no-
Stcit alli brin reprcseutada e et a uito iiaior ni- Entrctanto..... lmr p inhado de homens, exci- vcrno a deixar dc fitzcr oppo.-;iio. ,1,s,.; .r,:,-, ie n,>hr dtqi l.
tormne o br. inspector do Thesouro Provin- mero do que na Camara dos Deputados, cstor- tados pclos tribunes que se inceinbiram de os a A sogunda 6 ( ueo fottitro conselho mmicitol N ,_ : ^ '' ,d:1"ntr.
eial. variam suriamente a quo a lei fosse votada. (rcio aq*cerjrela rl,'toriea vermir-lha que empregam nio-fara outra cous.a sonao o que tern feito :l ;i- soeial 'forl^^l ml)em um prLet or
C o m p a n h i a d e B b e r i b -,o E an a m i n h '% q no o S r F o n t e s j -A c o n t t c o rn i s s o e q u e o s e u o a n q u f n -i a n a n mt e n o s 'r t ig o s d ) s s n i s p e r i i ) : li6o0, t i g ,> n o s u lt i no s m e x os f s r rp a t l i c 'u io 3 i 'o1c ,' u. )r '^ d, d; ia i t e T,^lo a u d te' q u c g u
se.e principal, como se diz na imprensa progressist~t, reaacm-se ein cornicio ipara gritar em altos bra- rados e praticos estavam alli e:n minority ; n']llI( oprjctodt, u rn:zexrhsj' uea. ac a
tbi, por este meio refrescar a sua pop1iaridade na,& t o rci va... lassciiar visto qu3 nao sab2 d) continuirain ,i'l i. Devemos la.nental-o por .-i- 1 'idla ou nronri dutde scr l t .>l eu
Bacharel Demetrio Joss Teixeira. -En- fileias do exereito, ejub&ra a projectada reform, Hpi ris.,e pelos parisiemses : ma; s seria excess_0o vcr an d r pl 'mio 'ipto qu mdo se
C-minh-3-sQ, so mais tarde vcnha a ser convertida cmn lei. co-lhes iictar csta coinc'dencia e sem preten- nisso uwn period pai-a a propia republica. traetar d" u'p eri1 "ria' ^',t1 p u es
Bacharel Francisco Pothier Rodrigues Ha poucos dias tinba-so affirmltdo ohecial- des stentar lie o tratado do Zaire s'tja bom, A 6orrcSlmitdnw.a 'oitica dc Vlea'., l li- c asepenn s:r*> relt lanir.
Lima. Justifies as faltas. Depois de nots- meatsue ^ seriafiscutidn, ainda n'estt sessio le- nero mndiorerm.entc honrosopars estn op-euthlernd ecorrespoo para esta nadeto, pa-. einn I i- 'A pe'r (.o-sse a d,1 aiinos do priso e a pri-
1e na ^ sa o do arhie da Srtria do gisttgislativa a proposta ratificaiido o tratado do ;nire; rac-me que nuo 6 assumpto para so tratar na ris, dizendo (lit e1t Ingrlaterra Cesti disposta a coa- s.1 perptI c xo ti v ud a er
o na saCgao do archivo da S.-3Crtaria do Ias um telegrimma de Londres, commuxcaado raf, ou n'u:n quinta~Fco qualquer por gents que nto ccder a Fraa asn garaatias, que o governor ,t dununan h
Govemo, remetta-se este r.quert mento ao que o governor inglez adiara este assumption que *s-e, c-46 A vcrdadcira altura do taes qu'estoes, com-) public pedio antes do concor lar corn a reoa:n.ao duzidaconine
Sr. inspector da Thesouraria de Fazenda, tava affecto ao parlamcato, parece que deteruai"6u tambem o nao era a iunestio de Lourenco Marques, da conferencia curopea para tratar das quastoes pars commetter un hoiydio ou um rou p
p'ubitamente o a-diarem.se tambem o" adebates neom gralnente o sao questoes internacionaes em do Egypto, todavia dizem de Romi n'um Crespa- ra provocar in'i su.b'evao.
pars .^,^ os fins c l~onvnints ^'^^a P-,oalamentares sobre aquelle tratado. qw, do o estu lo 6 pouco, para apreciar os docu- cho do dia 4, que se-undo noticias de L-mdres, a Castia-se cm pris'o de onnos p~o m-
Francisco Luiz dos Santos.--Passe per- diado parecia elle estar em presenca das in.- mntosquesetcmtro adoentre asptenciascon- Iaglaterrase reemsava a acceder aos desejos da nos,
p lie estnosto qqu soreym aruadomuntid aspars coas con-
taria e a respectiva carta do naturalisago. e" santes hostilidades de que tem sido object por tratantcs. Fianca. agumds actos eriinoso ?eriormen ted
0 mesmo.-Attendido por despacho de parte de diversas potencias europcas e por isso a -Tern estado bastaute doente o digno minis- a 0,Time, em seu artigo de fundo dc dia 2, ads ou se a cxcitar a quese prtiper m1i
0 e. asiio d'elle na imprensa portugueza havia af- tro^o Brasil n'esti c^rte.
hoje. ~~~~~~ ~~ ~ ~ o sobre o project da coufereneia, diz o seg-6fnte : d&I proaa n u eep~(Ssccit~ fi
I*. t irado ultimamente. Falleceu o commendador Antonio Gomes Perei. a A Franq aceitou, em principio, a proposta das.
Galdiao Pereira do S3uza. -AOsSr. Dr. "^Os republicans onvocaram, coin grt-ade estar- ra, que em tempo f6ra fornecedor dos exercitos da Inglaterra, porem o Sr. Ferry, como eme de cs- Castiga-se corn priaso de trpa mee Telo m-
juiz municipal do term de Bom Jrraim, dalhaeo de phrases bombastieas um comicio pra brasileiros, durante A guerra do Paraguay e a perar em vista do actual estado, da opin3- pa- nos aquelteuefaorir int,
para attender. domingo 11 do corrente, no terreno adjacent ao quem S. M.to imperador do Brasil dera, quando bliea em Franqa, pedia uma explicagio previa so- vender matCrias explosivasoumachinasiferoae,
J086 dLoiz de Frana Torres. -Passe por- Chaktd Rato. Estiveram umas 2,0WD pessoa, eleve em Lisboa, grandL-9 wvas de aprego, con- bre as quest6es, que se prendem corn os negocios se nao powder prewarque o fez no exerciciode uma
Jos e Frn- To presidindo o Sr. Sabino de Souza, presidente de vibando-o A passeiar com 3116 de carrnagem. Era financeros do Egypto. n i
taanaformarequerda um club republicano da capital e lente, do institute pobsuidor de grande fortune. Tinha comprado ti 0 governor inglez tern m ivos para etar sa- cpor
Jose Galdino da Silva. Sim, pagando o geral de agriculture (o que nio 6 aqui original nem I* annos a qmnta de Marroos em Bemfica, a tisfeito, corn a attitude das grandos pateneias, c teproieetomas feUevs
supplicant as comedorias. cao unico, pois 6 raro o chefe iepublicano que nao qua pertencfira ao faHlecido escrirtor e poeta Clhu- sobretudo, com a lijiguagem conciliadoea da F-ran- param medidas repressivas contra os excesao d-
Jos6 Valentim Cesar de Barros. Defe- viva do organento monarchico). Fallaram contra 4iJos NNunes. ga : nao se pode, porem, dizer que esta attitude e conspiradores ou do3 soeialistas.
rido comn o officio de hoje 4 junta clas~ifi- o tratado do Zaire, coin granite profuslo de phra- -_Parece que o finado deixa a terga de sens bents esta linguagem, impliquem o reconheeimanto, sem r
scs vialentas e de rhctorica tribunicia os Srs. MaaU- Iaeufilbo. reservas dos fatooe censummados. pDrlamentoallemlo o pojet na-a spr nror
cadora de escravos do municipio do Brejo. noel de Arriaga, deputado republican, Trigueiros, A cmopuihii frtmc za] de canto q te est A habilidade e a modera*ao de que o Sr. ael anteisoca-sa daoo a
Joae Antonio da Silva Galvio. Provi- de Martel eaMagalbAes Lima, redactores do Seculo, f ccionando em S. Carlos, tez um grande fiasco Waddington tem dado proves has entrevistas ce- tenuar essa lei 0 gfveiro esoea parmeio dfcre-
decia*., Dr. Theophilo Braga, lente do cursor superior da bado, 10," com o Guilherme TWellde Rossini. lebradas, tanto em Londres, coma em Paris, fa- formassociaesdaraosoperariosoquelhesperten.
T ^.<. A^ A Poxral~an^ P-m,;^an lettras (fundado e dorado em grande parte pela '*co melhor se aouve co o mSoge d'ine mdte zeai-nos acreditar que apezar dos artigo- de a!- ee de direct, trabalho eauxili Re o actual par
a deA. Cavalcante.--Providen- m ifie~nciaillustrada do falleeido rei D. Pedro d de Auber. As dams, sobretudo nao pres- g.ns jornaes franeezes, a nac5o franceza nao esta lain(
ciadoT.* n V)-Agostinho da Silva, industrial etc. t t A emprewa Valdez, vai mandal-as..... pr formal aiguma, resolvida a romper com a sua verno discutira a questaocor um outro par-
Manoel do Nascimento Cesar Burlama- Os secretaries da mesa cram os Bra Silva Lis- passaeiar. E aqui e que a expressio damagogica antiga allian~a. mentor.
qui. -Informe o Sr. commandant supe- boa, medico home.patha e redactor da Bra Nova tern todo o cabimento. Parece assegurado d'esta vez o restabelecimea'o Austria-Hunigrin
prior da guarda national da comarca de Pa- e Anselhno Xavier redactor do Seculo. L. de divorcio em Franga. 0 senado comegou no democrats socialists da Austra, manda-
1Aa e "^*""" da comarea de Pa- A concurrencia foi inferior A que houve no ulti dia 20 de abrl, a oecupar-se deste grave assumpto, m mtimir, em Buda-pesth um manifesto que
nollas, mo meeting realisado no mesmo recinto. ReI =, e o governor resolve apoiar o restabelecimento, fi apprehendido pela policia d'aquella eidade
Olegario Rodrigues da Silva.-Informo o Propoz-sc a nomeacgo d'uma commissao que ela,, HI)I DJl0 DE P ill AIf gfnr esejando, porem que se ponha em vigor o antigo mi ls publieac.ofoi tolerada em Vienna.
Sr. inspector da Thesouraria de Fazenda. borasse uema representagio contra o tratado do I DE P UU titulo do codigo civil qua foi abolido em 1816, Os auctores deste manliesto affirmam que o so-
Rimualda Camello do Sacramento. -In- Zaire e a levasse ao parlamento, continuando a supprimndo-se deste titulo a disposilo que au- cialismo sc desenvolve eada vez mis ; exhortaw
empregar todes os meios. de resistencia ,,i, approve, RQF*, D M J D .3 torisava o divoreopo'cnetipiento mutuo.
forme oSr. inspector do Thesouro Provin- .^ td0 ReoaereisFnt aa2Tva^" DbE MA DE 184 tna odvripocns imu uu o s 0 cus correligionarios politicos a renunciara
forme o Sr. ispector do Ihesouro Provm- ^ao do mesmo tratado. ... L" ir as dft ,Foram lidaisim5ias adhesoesnia mesa, dissolve t, ,ingt Taus, que passou hontem ras de Marvoaos, vem a Paris, pars negociar o r0tbrmas dfc-das paIe paortil socialists e que
cial- lkp -u eu oi m
Secretaria da Presidencia de Pernamouc-), em do-se meeting socegadameute e rnem que houves- t a q tractado com o governor francez.
25 de maiode1884. se nenhumnincidente digno do mencionar-se. pa, cujas dats, dle Lisboa, ale aniam a 13 do eor- Italia gis uivors'l.' 0 manifesto eonsidera come immi-
0portciro, A essa ior., uema espantosa concurrencin de rente, adiantaudo seis rias 6s trazidas pelo inlez Reabiiram-se as sessoes da camara dos Depu- n'te ura crise economics na America do Norte
Joa,ii'm Leocadio Viegas. i6,000pessoas acotovelava-se na Tapada da Aju- ta los na Italia. cris., s trzia pero inglcz
1 .. I Guadiana. o aIai.eiesctratrsae~aoerua


(Especial para o Diario)


CAIRO, 23 do inaio.


0 Maitoji ordcmkou iasi Eairpa
que capturem o general <;rd3ai-
Palafi,


PARS; 23 de maio.


0 vontra-aimirante caniet,r, vOaM-
mam~ante fta expe caf' vai bloquenr esta ilial.


da, onde el-rei, a rainha e todja a familia real as -
sistta ao dosfillar de todo o -a'do expo-to na Expo-
sigdo Agricola c quo retira agora para voltar cm
junho novamente. Um numerosissimo auditorio
assistia no salao da Trindade A 1' confcrencia
scientific das 6 que o illustrado lente da Escola
Polycechnica, o Sr. Jose Julio Rodrigues, sit pro-
poe fazer no intuit de vulgarisar os mais neces-
sarios conhecimentos, brilhando pela amenidade da
sua phrase flionte e imaginosa locuglo senIo muii-
to appltudido ao cabo de hora e mia cque preen-
chou com muito agrado de quem o ouvia. A im-
prensa tinha recebido convite especial e aeha .a-se
largamente representada. Daus dos melhcrs ta-
chygraphos da camara dos pares tomwarn notas
do discurso do sabio conference, por conta do infa-
tigavel editor, o Str.- David Corazzi, a queon o Sr.
Jos( Julio Riodrigues offerecera-as para serem pu-
blicadas na colleccao das Leituras poputlares, sen-
do assim mais extenso o process de vulgarisa-
ca).
Tambem n'essa tarde foi el-rei e tamilia-real
antes do ir para A Expasigao Agrieola, assistir !
inauguracao do Muzeu de Bellas Artes, quo depois'
da cerimonia se frauqueiou ao public. E' no pa-
lacio das Janellai Verdes, onde so eff'ectuou ha
poucos annos a exposi-Io das artes ornamentals,
por occasiao da visit do rei e rainha de Hespa-"
nha aos reis de Portugal.
0 public visitou com avidez aquellas salas que
d'ora avante lhe ficarAo patentes, gratuitameate,
send retribuida a admissa.o apenas ,As qu:ntas-
feiras.
Emquanto a multidao enxameava na Tapada da
Ajuda, e no Muzeu das Janellas Verdes, grande
num-rao de pessias esperava nos pontos altos da
cidade que se elevasse mais uiaa- vez o bala'o de
Mr. Beudet do recinto da esplanada dos Recreios.
no come o da Avenida da Liberdade, que e a Pra-
Va dos Restauradores. Na barquinha do balao
iam, alum do Bendet, conhecido c arrojado aereo-
nauta francez, os Srs. Abreu e Oliveira, verdadei-
ra gentleman do nosso sport, quo ja tern realisado
c-)m bom exit oatras ascencoes.
IA tambem o Sr. Antonio Infante, que no penul-
bimo sario do Real Gymnasio-Club fizera maravi-
lhas nos trapesios altos.
Os viajantes aereos fOram descer perto de Odi-
vellas, d'onde regressaram de carruagem, achan-
do-se is 9 horas da noite, elles e os seus mais
r intimos amigos, que os tinham ido esperar n'um
r hotel do Chiado, onde jantaram e celebrarkm corn
finissimo Champagne a sua jornada pelas regimes
das nuvens.
D'esta vez, em consequencia da m4 qualidade
do gaz fornecido pela companhia de illuminaglo,
s s6mente subiram atW a altura de 1,900 metros o
que ja nao 6 mio para se gozar do bello panora-
"ma de Lisboa A vol d'oiseaux.
Foi uma tarde cheia a de domingo. No re#-
taurant da Exposigio faltaram os mantimentos;
D os aseensores da caliada do Lavra transportaram
s maites eentenurem de pessoas para o Campo de
aat'Anna, isto 6;,dos Martyres daPatria, que is-
o to dairmw e prawns de Lisblaanda tudo corn de-
e nommnaoe novap.
S --Voltando, porem, ao tratado do Zaire, que
parcel astar por agora, retirado da tella parla-
mentar, dizem asgunajornaes estrangeiros estar
realisado um aeeordo entire governor fmeez e a
Asaoao international aafrko, c m respeito aoa
o territories que esta possue no Zaire,
s- Por esse aeeordo, a assoeiaglo obriga se a nio
ceder ierritorto a neahua oatra pute'la alo A
ie -,Pro qi4 e ve Lpor Ae"6, Ayer a. dissolyer'aje duri
t- 44usUl U"16o a priaridad&s par&, a acqisi*a do
[e todo-o seu-domiimo-ter'ritoiial. ^E opnaa
e. a.Fran^a obrg*,e .9n^ opfro^x^^o o e
'.alguml ao0 exereicio d4 misalo qn.e aquella asso-
Scia*a se propox aroq t^^- do Zakr.
Dr o-'hi Is-et~ll iaa na -do~V;lai


Afacia, Havas, filial em Pernambuco,


24 de raalo de 1884.


Portugal
Constam as noti,-ias da carta do nosso corres-
pondente de Lisboa, na rubrica Exterior.
IHespanliha
Eis o qua sobre eote paiz escreve o nosso allu-
dido eorrespondente,em 13 do corrcnte :
0 O resultada definitive das eleiq5es para de-
putados em Hesptnha foi o seguinte :
a Ficaram eleitos 361 conservadores ministeriaes,
entire os quakes 21 ultramontanos, 38 fusionistas
(grupo Sagasta), 34 da esquerda dynastiea, 6 re-
publicanos e 3 autoaomistas cubanos.
No dia 8 realisaram-se as elei 'es de sena-
dores.
,, As eleilces senatoriaes deram uma grande
victoria ao governor ; os grupos da opposicao ape-
nas poderam fazer vingar 30 candidaturas, sendo
19 constitucionaes, 7 isquierdistas, 3 republieanos
e 1 moderado. Tambem ficaram eleitos 2 iude-
pendentes.
Nao obstante, as opposicues reunidas pode-
rao crear ao governor gravissimas difficulda les na
eamara alta, porque os senadores opposicionistas
iecem-eleitos, juntos corn os de direito proprio ou
vitalicios, qne tambem hostilisam os coasorvado-
Ses, representain 113 votos, af6ra os dos prela los
quo acaso os acompanhem, e esta votago poderA
am algans casos constituir maioria, c oppori sem-
pre aos projects ministeriaes mil embaracos e
uma obstruccao constant. 0 future d-) gabinete
Canvas nao e pois desannuviado.
a Ha dias cirenlaram e.n Lisboa corn grande
insistencia noticias atterradoras sobre a alteralo
da ordem public em Hesp-inha. Affirmava-se
que Zorilla hitvia desembarcado na Coranha.
Dava-se Pontevelra c Salamanca revoltados ; es-
palhava-sc at6 que em Madrid sc tinham levan-
tado barricad, s.
( Tudo phantasia dos jogadores de bolsa. Nao
era exacto que os commandantes das divisoes mi-
litares da fronteira houvessem pedido instruecoes
e reforq-os ao governor de Lisboa.
Ura nota da agenda Havas, de inspiragAo
official, affirma nlo terem fandamento 03 boatos
que temrcorrido em Lisboa, sobre Iteragio do or-
dem em diversas provincias de Hespanha. Com-
tudo o movimento de tropas, as prisoes preventi-
vas e outros symptoms parecem prenunciar o ap-
parecimeuto de acontecimentos--importantes n'a-
quelle paiz. Certo 6 que o governor conseguio suf-
fa, r differentes erupgoes revolucionarias qne ha
das quasi simultaneamente haviam apparecido em
pontes distantes ; mas a multiplicidadea das tenta-
titan esta por si mesina denunciando a gravidade
da situacao.
a No dia 9, no passeio da Castellana, a carrua-
mnm do Sr. Canovas passou por cima de una cap-
3'ula de revolver, que rebentou. Este cauo pura-
mente eventual, njo tem importancia algum-. No
dia 10 o Sr. Canovas pattio pars Murciae onde
chegou sem novidade.
W'esse din appareeeram dous carries deaprega-
dos no eaminho de ferro de Tarragona. Ig-iora. se
quem fosse o autor do attentado. Perto da esta-
91o da linha ferrea de Vilhs4Xueva y Geltra, na
Catalunha, foram press dobo iudividuos que le-
vavam eomsigo 36 artuchos de Dynamite.
Fran"
Em Fran"a, o ministro da marinha vai pedir is
L cameras quarenta e sete milhes. de franeos que
julga indispensaveis para o eostiamento do Werpo
ex edicionario que se acha no Tonkim.
i ) resultado das lei95es manicipaes realisadas
no dia 4 de o aio em Paris, foi o seguinte : cen-
gervadores on monarehicos 7, republicano. 3inde
pendentes on opportunists 16, iutOROMias oI
,intransigentes, 24;eleigoesquer tem de repetir-se,
por nao terem os candidates alcanco nuaer.
praeiso. devotos (33). Eatre os mona _hioa'. elei-
-to cOpta-sa o filho do ei-Baniate d etar 0fi U-
sc odo ^*^ ^lheic-wr.DsprM (pB& protesltva contra
o a- expulsdo das-irinas du canidade dos estkbelfti-


criz tittw uu uiiui Euciu'a' t tclunirat.u.'- uuruolea.
Sui.%sa Russia
Os eleitores do c, ntito de GOlaris (Suissa) recgei- 0 Taybat, publicot urea correspondencia de
taram por grande maioria, urea proposta de LAn- Varsovia asseourando que se descobrio em Mos- .-
drath, para o restabolecitncnto da pena do morte cow urea tenebrosa conspira(;Io contra a vida do
no mesmo cantio, czar.
Inglaterra. A G setta da Al, do,,).ta do. ? N,'t, commentan-
Estava fixada p:ra o dia 11 a discuss) na c t- do o aurtigo d:a G,-:,'.(h-N (ite d. q(ic d'l como mui-
mara dos comuns, da mocao ,de cnmsura ao gabi to provavol a visit d) mia du,'rr da Russia a
nete pela sna political egypeia, mo',), a[) Qe 'n'ad.t Berlin diz inlto haver o mais pquia j iilcio, que
por Sir Hicks Beacb. po.s ftzer srippor q,'- o c ar teiih!,t ai intJnUi9o at
N'uma das ultimas sessues, o Sr. Lawsou diss_' vis"tar o iuipi!rador Guilherin, uo torritorio alle-
que havia de combater a mocao de Sir Hick; m~o, tanto inais que a ultima visit do imperador
Back, e quc apresentaria uia outra lainontando d1. Alletnanhia ao czar foi ein Dantgig.
o insuccesso da mnissao de Gordou, mas see cen E.tas noticias mnstilo ycrdl.tdtras, acerescenta
surar o governo por nao ter adoptado medidas mi- o journal de Berlin, tern a inesma explicagao que os
litares para o born exit de uma missao cujo fin com m-:nt-trios a prop-)sito da presenDa do impe-
era pacifico. rador Alexau, fcroem Copeinhaou1 no anno passado,
Urea nova series dc dospachos rcl,-tivos ais n isto 6, sao manejos d1: buhlsa.
goeios do Egypto foi destribuido ao parliament) Xormega
inglez. 0 novo iinisterio, que o rei da Noruega esco-
VW-se por esses do4ua^ntos que o general Gror- Iheu e no qual figuram trez dos :nenibros do anti-
dou nao recebeu, n'estes ultimos tempts, nenhum go gabinto, que foram coademnados no processo,
despacho do governor, aon. oscr um certo telegram nao de agrado da i-eprescntaecao parlam.ntar daL
mi deelarando impossivel o mandar tropas do Soa- Noruega como era de prefer
kim para Berber. A guerra continta, iaids cnearuipadi do qut,-
0 general Gordot telegraphou, a 1; de abril, n aiunea. 0 Sterlling toinou o partido dc mortar os
Sir E. Btriti qncixando-se desta decis.Io e J.a viveres ao governor, reduzindo as despezas do or-
recusa de approval a nomeaclo do Q.j-bohr-PaeliA camento, de forma que torn. impossivel a admi-
para govcrnador adj'incto do Soldho, E accres- nistracao. Em urea das suas ultima3 soss4's, ten-
cnts : do sido apresentada una preposta i.):ira ser sup-
a Julgo ter a liberdade de proceder conforme priinido in credit de 300):o0 coroa6 i 116 orcameu-
' circumstancias. Sastentar-me-hei em Kirtrtum to da marina, o depntado Kregh elihgou a dizer.
o mais tempo que puder e suffucarei a rebelliAo so que esta reduceao no, bastava, que oao se podia
isso me for possivel. No caso contrario retirar- ter confianoa n'um gabinete presidiaol por Schwei-
m--hei.para o Equador, doixando-vos a eterna g tard, cuja no noqaco tiiihao caractor de. um de-
vorgonha d(t haver abandonado as guarnicoes d-' safio a r dpresentao do paiz c por fun pedio, que
Sninaar, Kassala. Berber c Doughala, e coi s a a comisris ro des tiuai;asodoavis so Ceraim nneCESA-
e 'rteza de que sereis por -in obrigados a es'iagar rias novas r.dueSes. Esta linguagem estiva
o Mah Ii e isso nao sem grandes difficuldadeo, se tanto cm harmonia c-)m os sentimeutos dos depu-
quizerdes manter a paz no Egypto. tidos que na discussio que se seguio a esta me-
Ate agora a attencao ainda se nao fixou sendo ao, o proprio president de Sterthuag, o Sr. Sveu-
s3bre a segunda parte da circular dirigida pl) drup, toniou parte na diseusslo, para declarar que
governor inglez 4s outras potencias, quo se rferec era do dever da maioria affirwar o mais claramen-
a) estado dos meios, qae permittam ao governor te possivl, a sua hostilidade ao ministerio e que
egypcio contrahir um emprestimo de 203 milhbes, se tratava para a salvaAo do paiz no interceS' da
caja emissa'o implica necessariamente mo~lifica- liberdade de definir bor de que lado estava o di-
qSes na lei de liquidaa'o., rzito soberano.
A primeira parte da nota nao deixa tambem de Depois d'estas palavras energicas, a proposal
ter um certo interesse. Nell% expoe o governor do Sr. Krogh, foi approvada por 80 votos Contra.
inglez que um deficit de 13 milhoes de francs, 32. Htouve ainda outroa ineidentes, tendon todos a
nuo pode extinguir-se senao por meio de eeono- mesmo character de opposicao intransigent. A IuPt- ,*
mias importantes e declara que hade adoptar as ta entire o poder real e o poder parlamentar, esta
medidas necessarias, para o equilibrio future do lounge de seu term e ningau.m p6de prever nem. os
orgamento. acontecigentos, nero para que lado pendera a vic-
As diffieuldaies pres(ntes da fazenda egypcia, toria.
acreseenta. a nota, attribuem-se a tres eausas : aral 6 4. ^
la, a destruieoo de propriedades na Alexandria, A Porta 6 o unico dos esta los cou'vidados para Agtri-
que se avalim em mais de 106 milhoes; 2, as des tomar part nas deliberagses da conferencia, qua
pezasimposiMs no Egypto pela prolongagioda rebel- ainda nao deu a conhecer offiuialmente as suas in-
liMo do Soldlo e a sua repres&4, bem como as medi- teucoes e as noticias de Constantinopla n~o Pre- -
d ws de preeaugao indispensaveis. despezas que nio cisam ainda bem as condigoes, que o sultao im-
po lem calcular-se em menos de 37 milhoes ; e 3a, o pori para dar a sua adhesio.
facto das despezas extraordinarias excederem mui- No dizer de alguns jornaes de Londres Abelul-
to as receitas sex necessario emprehender obras Haneid quer aproveitar a conferencia para affir-
le irriga')o. Em presenga de um seraelhante ea- mar de novo os seus direito sonhoreaes sobre o
tado de consas o governor da rainha julo util adop- Egypto e o Standard diz que o seu desejo 6 ob-
tar medidas para ministrar ao khediva o3 recursos ter das potencias o compromisso de que na tor-
iiecessarios, afim de poder manter a tranquillida- ne a discutir-se a existencia c a impurtancia do -
de no paiz, assegurar-lhe uma boa administracao tribute annual que o governor do khediva A obri-
e fazer face o todos os compjtomissos financeiros gado a pagar a Tarquia. ,
do Egypto. *l
A exposicao international de hygiene foi ha Egypto e| :
dias inaugurada em Londres no palacio South- Os joraae3 europtus continuam aoccuparsei ,^
Kensington, pelo duque Cambridge. Mssistiram A principalmente da reunigo da conferencia, pr@=o- ., .^
c -vmoia o Sr. Gladstone, varies ministros o vidta pela Inglaterra para tractor da questao 9i6ow ^^M
lord-corregedor de Ldres. ceira do Egypto. *-^
A presence do primeiro miaistro provocou umna Snba-se que as disposigoes dae diffem PO-
lemoastracao Como a maito tempo se nao preiien- tencias para ella eonvidadas -v a .rial-AbbdMtP
eeavo. 0 Sr. Gladston fai rocebid0 eom assobios, de vista do programma. A Fran" 1weteadf
apupos e outras demonstrates de desagrado. A seja tractada a quest political t amente eom
*iuestao do Egypto e a proeedimento 1a go.verno financeira eo e ...ella stsmctaaente|i
i teem indisposto tOa Inglaterra. gaia. A Russia pareeOe. de ae Ioa,
Allt Itemanha.d [nga, nesta part, mas am$ f, 0=01orgri
A eomm iao 4 ca mara alle a, enearregada gahinete do. S. Pete arg o a lrmad qr i
A C;)Ma-s .emrest.,er a n ga .
de examiuar o praeeto da lei quo p roroga. pof's- p. .ar-se em restabe-"acer a an-tiga fiea
Bt ~ 1.9de di$AlktAntpaa Aq didaA iW0 'ae~~g-lQfrAntce&Q yjWt rAO deg W14 relB


nlho-se.
Bacherel Demetrio Joss Teixeira.-Ea-
tregue-se, mediante recibo"
Eleuterio Luiz de Souza. Ao Sr. com-
mandante do corpo de policia para conce-
der baixa do servigo, depois do feita a in-
demnisaglo a que allude o offi.io n. 496 de
hontem datado.
Tenenre-coronel Francisco de Oliveira
Travassos. -Ao Sr. commandant superior
da guards national da., comarca do Brejo
? para que ao supplicants sej. concedida a
nia de passagem de que trata o art. 45
do decreto n. 1,130 de 12 de margo de
1853.
Capitlo JoFo Francisco Ferreira Junior.
- -Ao Sr. commandant superior da guar-
&d national dcomarca do Buique, para
maudar passar a guia de que trata o art.
-45 do decreto n. 1,130 de 12 de marco de

Capitol Joao Francisco Paz de Lyra.
Sr. commandant superior da guard
Onal da conarca do Baique para man-
aar a gnia de quo trata o art. 45 d(
ton,130 de1de 12 adomargo de 1853
4CaPitio Joaquim Franciscor da SlVa, -
H~^1Ao Sr. commandaante Supe6.rior da, guard's
acioaal da comarca do Baile', para man
|^P|^,I a fr.a g^de que'.traS^fie .art 4 d
decreto ft-, 30d 12 d(e. mIargode 1853,
B^^||I' td644| Fr4 Ferreira^'^
H^Ki^.i'^6iiili^HU~mnijv, Aantf.i'a
0 junior
.1sami4 edrimt. p n~~m-A.


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A&40 w a BONO 'ON un*:.*:-. ^*&-;,
0 Tim.pubikm o itex 0 u iwauws
eed"a ijota' 4egla, eu I q iw I
~ fit. qu convlte par a Ona -owe I
so l 4efcid. aocunacaiSi d1o uos5i
181, 1 88 e18 8 s2 a uIM ix ii ai-de lU-
A& avaliao relatives ao rente anno, fax pMo-
veru dqir do 600,000' libras. A 1aglaters.
~apeoioevantarento doei estiimHo pa l-
E ac ^ &face & Asorlia total da(|eUla Se
S oaAriterio a attitude actMl do gorao eagle

S ae em respeltoquelle pai, 6a da questao filoan-.
-a. Nisso mostra cenheer o sen paiz. Em In-
S glaterra julga-se que todas~es questoes se reod-
ven final pela formula de devew e aha de havetr.
S Esteja embora na questao do Egypto envolvido
S o :edito da uaao, seria impossivel coaseguir que
e parlamento votasse quaesquer propostas pra a
reorganisao daquelle paiz, que importasem en-
cargos importantes pars o thesouro iglez. Em
: tas circumstancias, para que o Egypto posaepor
si fazer face as despezas da oan reorganisavlo, 4
preeiso que possa contrahir emprestimos, e para
__ poder supporter novos enoargos de dtivida, carece
de diminuir os da antiga.
Dahi result a necessidade de se reformar a lei
4 de liquidao, e 6 para isso que o governor inglez
promote a reuniao da conferencia.
Resolvida a questao financeira, e- habilitado o
governor do khediva _para levantar dinheiro, entio
s. eemdari de reorganisar a administraglo do
2 Effpto.
E it"tudoAnmuito bern pensado, perfeitamente
regrado e profandamente britannico.
Mas, emquanto o gabinete de Londres eneara
pi este mode pratico, se vai a mesma ques-
tao embaraCando corn os progresses que vai
fasendo a rebelliAo do Mahdi, pele qual se julga
jaimneagado o baixo Egypto. 0 general Gordon
em Khartum, arreceia-se j A da propria populaso
da tidade, e interpoe entree esta e a sua residenicia
urea larga trincheira defensive.
A esta conferencia financeira p6de muito bem
acontecer o'caso da ronda dos salteadorcs que ar-
rivent toujour trop tard; exactamente o que sue-
cedeu corn a conferencia de Constantinopla quan-
do se traetava de combater a insurreigio de Arabi.
Entio reaolveu a Inglaterra a difficuldade corn a
intervenglo armada. Desta vez donde virA a so-
luao?
0 governor egypcio pedio para ser tambem re-
presentadona conferencia pelo menos corn vote
consultivo.
Se tal pedido tiver deferimento, sera Nubar-
PachA o escolhido pars representar o seu paiz.


PERNAIBUCO

Assembly Provincial
41a SESSAO EM 29 DE ABRIL DE 1884
PRESIDEXCIA DO EXX. SR. BARIO DE ITAPISSUMA


.1 (Condruao)
Veom A mesa, 6 lids, apoiada eoentra em discus-
slo juntamente corn o projeoto a seguinte emen-
da :
5a N. 3.- Accreseente-se ao art. 2.0: e o de
490)j p.ra execuao do disposto no art. 10 da lei
Sn. 1,66-5, do 10 de junho de 1882.-Barao de Na-
zareth.
o0 Sr. BlarAo de Nazaretlh- Sr. presi-
dente, muito se tem'dito Acerca do project em dis-
eussao, diversos teem sido os oradores que d'elle
se toam oceupado ; immensas slo as invectivas quo
se tain langado ao digno administrator da pro-
vincia.
0 Sa. GRANGE ino-Justica.
0 SR. BAIo DE NAZARETH-0O aparte quo acabo
J de ouvir, nada mais revels do que a pancialidade
coan qae aquelle que o proferio, aquilata os actos
Jdo (ligno president d'esta provincial, A cuja admi-
nistraeao nao podem convir os qualificativos de in-
just e arbitraria.
1Falizmente, nenhuma das accusagSes articula-
1 das pelos nobres deputy los opposicionistas contra
: UK1 integro funecionario poderA diminuir-lhe o me-
+ SFecitnento, quo o recommends A estima e conside-
m racio de todos quantos o conhecem; attento o va-
j ; lor da contestag"o que Ihes oppoz o nobre deputa-
|" do, digno relator da commission de fazenda e oroa-
meato provincial. E' verdade, que S. Exc. nao con-
aanenau os seo adversaries; mas, que desconten-
tamnmto Ihe poderi d'ahi provir? Nao sao elles
co o o cego de que nos fallam as sagradas letras?
Ss. Exes. cerramn os olhos para nio ver; e, se os
i i conservam atteatos, dizem que nio enchergam,
Snam descobrem a mesma luz que os deslumabra.
|i.! E, certamente, retiradas as declaracges, as apos-
|3^ 7* Irophes, as exclamacges e as reticencias dA que
servem-se continuamente os nobres deputados,
quando apreciam o.actos da adminiastracba, nada
|! mais 16-se em seus discursos que possa deslustral-a
nem dispertar ao menos fundadas suspeitas a res-
S paito dos sentiments de justiga e de tolerancia
plitica d'aquelle a quem estA confiado o governor
| :da provincial.
Os nobres deputados, occupando alternadamente
+ a tribuua, repetem sempre as mesmas accusac"es
s; ie ceasuras que apenas se distinguem pela eatona-
'ao da voz corn que sio proferidas, pela diversi-
Sdade do estylo dos que as articulam, e j A finalmen-
te pela linguagem mais ou menos violent que as
i reveste. Mas, o que todos notam e nMo podem dis-
Ssimular, 6 a careucia de motives pars tie exage-
1 radio pronunciamento, pars tao systematic oppo-
sicao.
S1 Nao me proponho responder saos illustres orado-
-res, que tanto se teem esforcado pars obscurecer
as glorias de S. Exc. pelo mode por que tern des-
S cmpeahado o cargo deque se acha revestido; por
quanto entendo que to. honrosa tarefa cable n'este
S moment aos dignos membros da commission de fa-
Szenda e orgamento, em quern sobram todos os pre-
i' dicados para bemrn desempenhal-a.
Usando da palavra tenho apenas em vista aven-
Stnrar ligeiras consideragoes sobre o assumpo er
+ discussao, e expeuder sobre elle o meu juizo. Ouvi
dizer quo se S. Exe. fosse pernambucano, bemrn dif-
S .ferente teria. sido 0 seu procedimento na gestlo
S dos publicos negocios : entretanto, "penso que o
*:-Exau Sr. desembargador Jos4 Manoel de Freitas
Steam. dado arrhas bastantes para nio duvidar-se de
sis x ^. dedicagio A prosperidade e ao bemrn estar de.
S ta' : provincial. E para prova desta allegago, bas-
vg^ ^ta-me lembrar o modo porque tern executado a lei
'i l menlo voj4da no anne passado, e onde sd-
to imperou o6 capricho e o despeito politico.
Sabem todos que n'esse orcamento oi rednzi
a verbal destinada ao pagamento do corpo polic
e conaeguinitewente que tambem foi reduido o nu
.: raero de pragas que o companham, esqueeend
propositalmente os antores daquells lei que, as-
S aim procedendo, expunham a ordem public es
saeguranua individual, queo no podiam ser effiaz-
meante grantidas, coin a diminuiAo da fora pu-
bliea,no vasto ternitorio que com.poeeta provMn-
ei que conta, como ningueg ignore, 56 freguoe-


tBi aesta part. g dIG mipos juatlficavel fti
aiuda a -eaa de us a anc a lei de fixa$ da-i
lesma a fog pela manfitsta nooMpetenoIesia
Ameuibl6a paradiviindo o corpo polieiia em dos j
seofos, feterminar que uma dellas fosse paga
P10pelo vetoz-al. -6 1 4 ..
orsa, agoet o 0 Exo. sanemonadoessa lei, 4
taa .ute viito qUe, parza -awater o antigo eorpo i
polieia bs aub ece*aiddedeatorisar ose'pa- i
gaaeoto, ab-lur4o par iso o credit.noB aario,|
teato a inauieaciada uatia votada oor-
a eennuraeaAodigno admnistrador, por ter an-
torisado a despeza precise corn a alimentao dos
presos pobres, que, na ausencia de seo-elhitsepro-
videncia, ficariam expostos a maiores p4vacs e
ate memo a more, oque impasstvelmente na.o p 1
diasour contemplado per funecionario algut,' u
tivesse conscience ia da maxima respoabilid d
que sore elle deveria recahir por ato ti o deohu-
mane, qnanto condemnaveL
0 SR. Dummoo Fumuo-EZu queria que o Sr.
president da provincial abnase o credit perante
o Thesouro Geral e nao perante o Thesouro Pro-
rinciaL
0 Sn. BAAo D NAIARVETH-0 nobre deputado,
melhor do que eu, deve saber que nemo sempre
podem os presidents de provincia sbrir esses cre-
ditos nas thesourarias de fazenda, pelas constan-
tes e reteiradas recommendaces que estas rece-
bemr, pars nio faeilitarem a realisa*o dresses pa-
gamentos. E quern poderA gaffirmar que o presi-
dente, adoptando o Pxpediente. que lembra o nobre
deputado, seriam essas despezs satisfeitas pelo
Thesouro Geral ? A doutrinas constant dos avi-
sos do Ministerio da Fazenda, concernentes a este
assumpto, me induz a suspeitar quoe as ordens ex-
pedidas n'esse sentido nlo seriam cumpridas, como
tern succedido em outras provincial, principal-
monte na quadra que atravessamos e em que o
Thesouro Nacional nao dispose de numerario snuffi-
ciente para occorrer a todos os seus encargos, nem
attender os sons compromissos.
0 SR. DnummoND FILHc-E' desconsideraglo ao
president.
0 SR. BABo DE NAZARETH-Niao haveria nisto
essa suposta desconsideracIo, visto come a recusa
do pagamento era determinada per forqa das cir-
cumstancias em que se acha o Thesouro Geral.
E, n'essas condi9Soes, o que restava fizer a S. Exc.,
senoe adoptasse a resolugio que acolheu, man-
daudo que fossem satisfeitas essas despezas pelo
Thesouro Provincial.
fnO SB; DEMocrITo da um aparte.
0 Sa. BRalo DE NAZArETa -F-i um m-io de sal
vacao.
S SR. DEMocaITO -Foi um crime.
0 SR. BAnBo DE NAZA.ETU-Foi um recurso de
salvagao inspirado a S. Exe pela necesidade ex-
trema em que se achou, de saptisfazer essa despe-
za inadiavel peor sua natureza. E demais, nio e
sabido geralmente que foram reclamadas do go-
verno as necessaria providencias, e que as suas
instantes solicitag3es forum todas desatendidas per
nio haver no organento verbal corn igual applica-
91o, e destinada aso auxilio das provincias.
0 SR. ANTONIO CowtnA-A resposta foi dada
pelo telegraph.
0 S. BARo DE NAZAR1ETH-Se no conesta do re-
latorio, como ereio, julgo todavia que nio posse
ser contestado n'essa mesmaaffirmagco. (Tracam-
se apartes.)
0 Sa. BaBAo DE NAZARETG Sr. president, como
disse, nao pretendia expender largas consideragies
sobre este project ; mas, vejo-me obrigado a pro-
seguir ainda no men discurso, pars responder ao
nobre depaitado, sobre um dos pontos de que se
occupou, quando ha pouco fallow.
Disse S. Exe. que o Exm. S. desembargador
Freitas dovia ter recusado a suaianSa ao or"a-
mento passado, e convocado extraordinariamente
a Assemblha. Mas pergunto eu agora ao nobre
deputado, e istole corn a sinceridade de que sou
capaz pars que fim seria convocada a Assemblea?
Nio se record per ventura S. Exc., o que fi-
zeram os seus co-rerigionarios quands depois da
suspension do imposto de consummo, durante o
ministerio do Sr. Paranagui, foram convocados
para delibelar sobre o estado vexatorio e a posicao
penosa em que ficara a provincia pelo desequilibrio
de seu oraomento ? Os nobres deputados nada
querendo resolver pars augmentar ainda mais as
difficuldades que d'aquelle actor deveriam provir,
nio se reuniam, e se recusararn auxiliar a admi-
nistragic, nao habehtando-a corn os meios neces-
sarios para debelar a crises que a ameacava, e que
mais tarde nos precipitous no profundo abysmo em
que no; achamcs.
UM SB. DePurwo -A Assemblea reunio-se.
0 SB.. BARXO DE NAZERETH Desejava que s
nobres deputados nMo simulassem urna conviccao
quo nao nutrem, e tivessem a tranqueza de essu-
mir a responsabilidade de seus aches em today sua
inteirena, nio procurando involved uas trev5s o
que todos r6s virnos e fsi testemunhado por todos
quo no:3 ouveinL
Reumda, digo mal convocada, como foi, a As-,
semblea devia ella restabeleeer o imposto que'ri
suspense ou entro substituil-o pen ome
meolr julgasse em sun sabederima, svando per
um desses meios a provincia do estado agoen-
zanto a que foi arrastada pela diminuieio de sua


e receita.
S Era esse o alvitre quo todos esperavam dos
eleitos da provincial e que deviam preferir nio s6
- paralcorresponderem a confiansa de seus commi-
Stentes, come para darem provas inequivocas de sen
s patriotism. Assim ,porem, nio succedeu e entio
- assentou a Assemble qua e nada havia a resolver-
se e que vigorasse o jesmo orsamento, muirw em-
bora ficasse desorganiodo todo o servio puilico
Em vista, pois, do fatal precedent, 6 licito 6 e-
ver que urma segunda convoead-o neo produsiria
r effeitos differences.
Alm. d'iao' contendo amenlla lei uma auto-


I
i]
O
e



o

i


&


noesa_ .emrgencia, eomo proceden o digne
dente d a provincial ? Sanccilnand 9 ei
p couocava em teo grave quia di*l a itus-
par nio deixar a povineia sem oroamento,
M suea approvajao aso aeto d AAsembla qu
-io o corpo po!lcal em duas 'eo es, send
k.eollfls paga peaos cofres gerest! o que a
to nao se havia -inda feito. E-qne. m dir -qo
i h S. Lue., lo stteodetao inte-
eptbic Waei pToeftou PeenSwV ilttt
^^^^^p^^^^ i hi'


risaglo para a emissiLo de apolices no valor de
mil contos para saldar o deficit do exercicio ante-
rior, nio podia S. Exe. no estado em quo so
achava todo o service public, deixar, de sanecio-
nal-a o que era j A previsto pelos nobres deputados
opposicionistas, que nao consenutiram proposital-
monte que a mrsma emissio fosse votada em pro-
jecto 4pverso.
S. Exc. fez, portanto, o que devia fazerw, nilo
querendo aggravar ainda mais o estado vexatono
do Thesouro, o que neeessariamente viria a aeon-
tecer, se recusasse A lei a sua saacgio.
Procedeu, porem, de mode diverse corn relagio
ao projocto de forna policial,. nao tend querido
sanecionnl-o. Mas o que d'ahi podem inferir os
nobres deputados ? Os cases slo different.
portanto diverse deveria ser tambemn i
gib. 1-- '*Ie 1
Sanccionado o 2.0 projeto, ou o pr-ig cda
provincial teris de dissotver a seego fi e de
Policia q(ue devia ser paga pelo governor geral, se
este lhe recusasse op meos pars atsfiaer a des-
pesa, ou mantel-a-hia, commmo antevei, abrindo umn
credit par sua co rvam i ;-d'aonde e p"e eon-
cluir que o resultado series .emwpebmemo, fsse
ou nao eancionado o project. do Iio de forna
policial, a meuA'que os nobres deputados quizes-
seut que, negado o auxilio do governo geral, fosse
supprimida a seclo que devia ser par elle pensio-
nada.
Ma isto, penso, que s6 fal-o-hia um administra-
dor imprevidente e inqbeeil, e que no o se preoenu-
passe on a ordem publiHea, garautia da proprie-
dade e3gra'ua individual e prondese crutar
os b0fit ante qualquer attentado que provoesse
a intervonAo da autoridade ; per quanto, desfal-.
cado o Corpo de Policia, comn a dispens das pra-
cas da seclo que fose sopimida, eva auto-
ridadefl .- imp&_IlbMtS &d restabelec6r a
.a q*it]L aos iversos pontos da provinoia,
^te n lwtn,^ '-t 11*::: P:: *-::; OV*^ 'IX
Iqusiuo o AMes $lft altead.
me G fmsuente esose oe actmo d Eice. v-
sasd#UuranrInie (m peve eeiena.
A4 s ewl o q procun-sokt6res-
iaa vo .._na uAft ujmhoto're iei.


0 SRI 38A&Bo aB NAZAxzTH--Eu Dno accused o
3r. Doria.
E admiral quo V. I5., gendo aida tao novinho,
ja ttenha tanta faltsa de lembranea.
0 S. AsX1fo OxA--IRA-Dfendeo.
0 S*t B lo W NASWI .. Ape. aums vs.,
gendo ellue aqui aesad, fix refereneia a um de
ses ae"tos'; mai u'epa ocasi se, as o lo defend,
bambem nao eeoaeei-o.
V. Exe. recorra aos annaes -art nao avangar
propeosiges que nao e pdde jatiffar.
0 Sn. ALJy.DO Conuza-Mas, V. Exe. ccusou
o Sr. Adelino.
0 SR. BARBo D NAzARETHa-Accusei o 8r. Ade-
lino 4 verdade; mas fandamentai a minha argu-
menta$o, indicaudo os factos. Quando ocoupei
n'essa occasilo a tribune apresentei documeutos
pars mostrar que a policia nao era regular, nito
osAva sendoteata do modoIque maise convinha a
segren9a public. Nunca fiz vans ee suras, nero
aventurei accusagio alsuma que nuo podesse pro-
var, al6m de qu% quando assim tiveshe procedido,
nao estava hoje inhibido de pronuueiar-me nos
terms de que tenho uzado no present debate, e
que nuao contrastam corn a attitude que sempre te-
nho mantido n'esta Assemble6a.
0 Sa. ALrarDO ComnaBA-Entao V. Exe. susten-
tou a administration do Sr. Doria ?
0 SE. BARIAO DE NAZARETH Eu disse que nio a
accuse, nemr a defend: respeitei as attendees que
a todos impoe o sentiment de amisade. Elle era
intimo amigo de um parent a quem nauito preso,
e nunca deo-me causa para que o hostilisasse, ta-
zendo-lhe pronunciada opposi*bo.
Agora me record de que procured aqui justifi-
car um actoe praticado per S. Exc.
UM SB. DEPuTADO Como V. Exe. est4 fazendo
agora cam a administracao do Sr. Freitas.
0 SB. BARBO DE NAZARETH Estes apartes nao
illustram a disoassio, e se proferidos sao comn in-
tencoes reservadas, declare logo sos nobres depu-
tados que nada conseguirao; porque, posso ter mo-
tivos para affastar-me da pessoa do Sr. Freitas e
ser todavia admirador de sua administraglo, fa-
zendo-lhe a devida jnstiga, o rendendo a homena-
gom de que sio sempre credores os caracteres pro
boa e honrados, e que sabem manter a dignidade
que deve nobilitar a todos quantos exercem cargo
tao importance. (Apoiados).
V. Exc., portanto, no foi teliz corn o seu apar-
te, julgando naturalmente que me.levaria de ven-
cida.
UM SR. DEPUTADO 0 nobre deputado 6 inven-
civel.
0 SR. oARAO DE NAZARETn Come 6 invencivel
todo aquelle que tern a seu lado a justice e o di-
reito.
Sr. president, eu nao quero demorar-me nas tri-
buna. Vim someate a ela pela consideraeso que
voto ao f im. deputado o Sr. Drummond Filho, a
quern muito presoee de quemn sinto nio ser co-reli-
gionario, per nao querer S. Exc. ser liberal.
0 SR. DRUMMOND FILHO-Agradecido. Eu sintc
profundamente que V. Exc. nio queira ser conser-
vador.
0 SR. BAnBo DE NAZARETH-Isso nunca. Apre-
eio muito ao nobre deputado, mas nao posso rene-
gar o meu passado.
0 SB. DnumMOND FrLHO-0 mesmo digo eu.
0 SR. BARBO D E NAZARETH-Sr. president, pen-
so que podia omittir quaesquer consideragoes jus-
tificativas da emenda que offereci ao project, tiac
just a consider, e tainanha 6 a confianga que
merecem-me os nobres deputados ; entretanto, ce-
dendo ao cumprimento de um dover, pronunciarei
em seon favor algumas palavras. Na emenda pe-
9o a consignaeao no orgamento de urma verbs do
quantia de 400A000 para cumprimento da lei n.
1,665 de 10 de junho de 1882, cujas disposicoee
sio conhecidas, eaQado creio, pr tda esta As-
senblia.
3x Sn. DEPUTADO V.Txc. assn"4aai tambemn
concorrer para sobre-carregar o povo.
0 Sa. BARBO DE NAZARETH EstA enganalo V
Exe.: sempre nests Assemblea e fora d'aqui te-
nho procurado pugnar polo interesse do povo per-
nambucano e istoe porque fa5o parte d'elle, e nac
me ser licito proceder por mode diverse.
Declare aos nebres deputados que faco parte dc
povo e que-4enho muita hours e muita glorhi


nisso. -
0 SR. ALFREDO CoRE.XA-Eu Pinto nio estar nas
galerias para applaudir V. Exe.'
0 SR. BARBo D NAZARETH P6de applaudir
d'ahi mesmo. Nio sou aristocrats e per isso, de
mocrata como sou, V. Exc. hade ver-me sempr<
entire o povo, defendendo os seus direitos e os seui
legitimos intetesses. A approvaglo do project
em discussIo 6 urgente, attento a natureza de sua
material, e conseguintemente, nao constitute um at
tentado, como ineinuam os nobres deputados dia
bancada da opposigio. E ate admiral que Ss. Exes
se aproveitem d'essa occasilo em que se tracts de
assumpto tio important, para today essa grits.
A responsabilidade d'esse acto deve recahir so
mente sobre os nobres deputados, porque Ss. Exesc
na -ina de fazerem unma opposicgo systematic
leasmo ingloria, negando todos os recursos a admi
'litracao, ate reduziram o numero da forna pn
bhes. (Contestacoes da bancada conservadora).
Depois, Sr. president, os nobres deputados se
devem recorder de que, quando se deu o esteliona
to Politico em 1868, o grande financeiro, o Sr. Ita
borahy, nio teve remedio senio langar mio d'ess
mesmo recurso que hoje os nobres deputados con
demnam.
E hoje que o president da provincia, animad
pelo. mais nobres sentiments e forgado per cir
cumstancias inexperadas, adopt& o mesmo alvitr
que acolheriam Ss. Exes. em outra oceasieo,
vem depots a esta Assemblea pedir a approval&
da abertura do credit neeessario ao serving pu
blico, os nobres deputados levantam-se como u na
s6 home para profligarem 'este act administra
tivo.
Abstenho-me, Sr. president, n'este memento d
adduzis outras observaoes sobre esta materni
porque pretend aprecial-a devidamente na dis
cussao da forga policial.
Estou conveneido de que hei de responder ao
nobresodeputados conforme permittem as minha
debeis forgas e de justificar a administracao ;1
Sr. Freitas, demonstrando que ninguem occupy
ainda mais dignamente, do quo elle, a cadeira prd
sidencial em que hoje seata-se S. Exc. (Aparte
de ambas as bancadas).
Voltando ao assumpto de que tritava, peco deq
culpa a todos quantos me ouvem d'essa digressac
a que fui arrastado polos repetidos apartes dos nq
bres deputados..
A lei de que fallen, n. 1,665, concede a umC J
nina Pernambucana uma subvenglo de 100J, eo
megando ella a recebelt-a s6mente depois que s
mantriculasse em qualquer das onossas faculdades,
ue acabs de fanor aa doR-de Janmeiro.
tEsa adenina, 8. prde ipe d grand
tsendto, come prove -0n ns d Me de a qM pretots
o1$endlo em ~alg..a dE4ti Wa #co6. apov
superior, e seado opp ado em em t 4w
tmcaao. Ma. lse ep 0o n e "0ep iuotemree.
incas pars msntel-a f"S ds p ovi&eis. N'osta
eondi&e*, pois, penas" quo -ho 6devida mesa sub
-eno, viato no poder concluiim ella o seun ti
rocinio escolar.
Digo quo 4 devida spenao, porque esta hoje ve.
rfilado a condigo d qugal depdis a euas eon
cessuo, send, que dove a beoaolads poreebel.I
desde a 6poca em quB.trinulo- aquelle cur
so. Acredito*que a edendo-se o fim para qu
foi pernittid aquellia puedo, ninguem recqar
o eou apoolilo a emenda q *tsisd seprojeotot; pw
quo ul sb deea pprovaU, WUpoder teo m
'eal s citada lei por 60% -de I verba nece"awa
para elsa despoa, e fii aemo- et fav- n dr
que f i autori adoigal 4 b 8^ r + egfl
01-0, ^*': ^*S--I^ItfB


Z W N "am 1=1106W. W PWOA!ft smw W 0 ,di~


trzsb& 0 ^1vorno gie ;goral eugaspo aqooles poniaitibu uhecrostle atesda i^^itre onmuasqo
^ g ij~glfev canes quo esutaaan anaaAsaeenblGhaIra)lw m3, c-e
m 100/. e ma provine'r^m a .d'p1to- er, -ays qt *`7
0,ra 1p, ooao- a ind d os-V brosdaeCommisso do oreaento dissossm sign-
a, iaani6s0 '.eSatu irn ico5ma.a r a resepeto desso negoseo, po-qube n f-
aa~daswee i qu d o governor ai par&ao provincial. (Apart_). .1c r oaie entcibra and&
Qooe'allion- oNid o sem- Mas collocadaas cousas n' i pe, no teoao oquo cogoeento sbedo
-CMin jrovas is s. goverao geniwldemnuso o que a wemenda pela qual estou disposto a votar te-.
B gover geral wndo emscoot oomo era e o a ri&d eatorteefelizainda desta vez o merit er
aete, you ntr#a ca ema quo aS esperana de todps, o Sr. preidente daprOvieia rompnsado nesta casaconedendo a essa pe-
t m sid0 ata d'esta se fosse umn home obediente respeitador da lei, nambucana distineta oavor quoe impet r.
!leal73? td .8 dvi ter crusadeos0 brac(s e dizr:ante alei ^ D ^^cnaS t?1
wuweoeaa0Q 7*detricto, do que S. devia ter crusade os bragos dier:Aanteaii Uu S." DEPUTADO- B vota contra 6 credit? I
ahrim sui&, M R.
Exc. uoattekuta ie briad mOn W WitoWo cessa o men poder, en o posso abrir esse ere- S. GjU GoO- Vote em favor da emend&
&a6 uW& 0AeSm fuda 01o, 6 u"rr- dito, nem devo; a promvincia que se a m em corw as
ad.450 praas, en nao tenho a responsablidade,a porque 6 uni lei a eumprir-se e ease credit 4
0 ~ ~ ~ ~ ~ ~a u etneAAsrb~ rv ncia l einn Ido quo so co'gita.
O at.14` 39 do oramennto vigente assimn se responsabilidade pertece AemblProvincal SLO LouuseD S- Se no votar a favor
exprune: (1e), compost em sua totalidade de filhos desta pro- do cred.te mostra ser incoherente.
Pica prohibida a abertura de credit extraordi- vincia e que s3 fizeram isto, no sentido de tavore- 0 Sa. GAoR m no-Na o ha incoherencia nenh4-
Mario, or supplementar, pars services nao cogita- cer a mesa provincia. a
do, ouneeluidos da present lei. Assim,.6 que o president da provincia se fosse ma.
-No eodigo criminal nds eneontramos a segant mais escrupuloso em respeitar s lei deveria ter a emenda esta morta. V. Exc. vota peila emenda,
dispoai$o: deixar de cumprir qualqw r lei ou re- procedido (apartes), porque come ja mostrei, ha- l ndoe v tar V.pl credito
.gnlarnento, pena de suspensao do cmprego, por via na lei do oreamento prohibiAo express ve- go : dve vaO-Ja declaoredit quo.eto control.
wma novel mezes. dando a abertura de credits extraordinarios, e nio0 o credited a favor da emendu. Se passar a cre.
Ora, Sr. president soa lei nio foi feita pars conheo que ninhaem seja mais poderoso do qu e p n ao ea
dito vote pela emends, n'o sei ende estA a inco-
bertas e determinadas claskea da sociedade, se a a lei :-Dnra lex sed lex. (Apartes). herencia.
lei foi feita pars todos que compoem o vasto im- Mas, Sr. president, S. Exc. o Sr. president da e0 Sa. BARo DE NAZARETix-V. Exe. vai bern.
period do Brasd, nao ha a menor duvida do que o provincial long de proceder assim, S. Exe. que 4 0 S. GnRNGaERo- Em todo o case en que come
president abrindo ease credit em questlo, incor- umn magistrado, e come tal deve star acostumadoj disse me interests muito pela sorte dessa emen-
ren no artigo do codigo criminal que acabei de ci- a cumprir cega e fielmente a lei, ao contrario in- die tor sson duqpelasotedesaoen
ta..rges cotaes om c bi ceda, e porque eu sou daquolles quo entendem quoe
tar. surgio-se contra essa mesma lei a abrio os ere- mulher tern a mesma aptid-lo para aprender queo
Mas, Sr. president, infelizmente pars esta ter- ditos de que actualmente nos oceupamos. Se umihoeterae ap tao arap ed qu
is nds tomes bWas leis, mas na bus arealisagio, no .outro, Sr. president, procedesse d'esta maneira' jho earo ; on que pense dests manoeiraW; en qu
cumprineentosurgem as difculdades, o aquelles. urn leig um home que nio vivesse tractando lenho muitas vezos sustentade essas ideas, ainda
91,ul ^^ quno saqusio edsctoaqicm r
qua per felicidade se collocam em qualquer altar familiarmente corn a lei, era apeaas lamentavel o quando essa quaeosto se diseuti aqni corn o Dr.
social escapamn sempre a. sanelo d essas mesmas facto, mas S. Exc. assim procedendo obrou crimi- maque ; eu que cite per exemplo ura mulher
leis. E' o que succede corn S. Exc. o Sr. presi- nosamonte, teveem tude isto mA- f que j temrn re- comeo Sttael e muitasoutras superiores e iguaesa
dente da provincia. Se fosse um home do povo, velado emmuitos outros ates, come per exemplo muitos homens de talent ; eu que penso assim
o wdigo criminal cahiria sobre elle; e eu nao te- na suspennso do fiscal de Palmares, para o quee ntM p prescindir de ouvir a autorisada opiniao
n n a susspense do fiscal do Palmares, pars o quo do men college membro do commissio de orga-
ato. noticia que n'este baixo imnperio tenha side S. Exe. no tinha competencia, e no entanto de- mentor que estA a men lade.
procesqado urn president de provincia. Sei ape- cretou, pars satisfazer seus amigos politicos. O SrVNO d m aart
nas de urn, facto de um president d, provincia no Lu sei que as exigencias partiram do todos os 0 SR vLxiRo d iu apart.
Piauhy, quando subio a situan.o conservadora. ladies, pedindo a S. Exc. que mandasse forla. Ma 0 SR. GANGEIRn Diz-e S. E. qu vota
Eese preeidente suspended urma lei provincial e o presented da provincia devia resistir a esses o Sa. B eXo DE NAZARETH- Pode ser quo sim
foi processead3, porque n'este tempo havia morali- pedidos, porque acima de tudo estava a lei que s q o
dade. Mas hojeo a cous uddeto;cousa muda de tom as cus elle devia ter cumprido, e desde que no a cum- pode ser que nao. aracter d S. E.
slo differentes. prioe tornon-se criminoso, porque come ji disse o 0SR. (RANGZIRO- NIO 0 character de S. Eje
Pars se conseguir atW a punigao dea um simple- home que se affasta das rains trasadas pela le t ousevereque n a vez sahindo de seus labios
BubderegadoA cousa quo so faz corn muita diffis incorre em unm dos artigos do codgo criminal. uma dclarao destordem, eao voltar
culdade, ou quasi nunca; e a proves nds tem3s 0 men college de district disse: que os credi-. atrez ; un homes peosador, e qurndo elle pro-
corn o que se estA dando corn relao as autorida- to nao iam influir de modo algum sobre os impos- ereumaexpresso desta ordem ua sentena e
des policies da provincia que commettemn diaria- tos queo ja paga o povo. E se assm fosse, eu nao a emenda esta co demnada. a men-
monte abuses e ruma so punio nerm urma s6 de- teria a menor duvica em votar per elles. da 6 fazer eonomia, maed S. Eve dove lembrar-
mieaso a beorn do serving public. Mas, Sr. ptesidente, eu admirei esta proposiao, fazer econoa ma S Eve deve lembr
O tenente Leoncio que est! no povoado de Ca c principalmente sendo articulada por um collegasquenoq s economic s coan o d& hero alheio,
tende contra express dispoeieo da lei, porque tilo distinct. S. Exe. deputado por um cireulo quo, ou soedov pe ernenda 4ue pagamot d oe
em aviso do finado ministro da guerra... agricola; S. Exe. que sabe porque 4 corresponden- rquo jejasedoe e quo ainda que nadaBso devesse,
S S. AxA L-Avis o 6 leto de assucar das difficuldades porque vai passan- era crueldaddnoss parte matarmos p ar u
0 Sa. GaAssGrnoo-... determinou ao president do a lavoura; S. Exe. que'sabe que nio podemnos questiuncula de dinhciro, urma aspiraao legitima,
quo os officials do exercito fossem despachados doptal-a dos meios materials de que tanto rreci- de ura pcrnsambucana distinct que se tern reve-
para essas commissoes apenas por poucos dias ;sa; S. Exe. que v4 a faltals de bras necessaries 0 S .G Gr esodcndau apart do
u'an~l: err sous pr depchaos0laeSR. ns sace (rdetiza da sci aumcia. d
entretant ese official estA a 8 mezes e tern feito para o cultivo 'da terra que 4 feito actualmentesr.Silvino avalnte)-DizV. Exe. quao sen
'aquellaterrahorrores. pelo brao escravo; S. Exe. que v8 que o governor fim votando contra a emean da fazer economias.:
0 os.BAUXO DE NAZARETH -V. Exe. esta mal do paiz long de tomar medidas no sentido de UA voz-E taste tern desejo de fazel-as que ji
SSnformado. preparar a nossa agriculture para a transiciao conceded o subsidio em beneficio da provincia.
0 Sn Bao D.E NAZmRET dAi um apartae. que se estA operando no seio da sociedade brasi- 0 SR GRANGErUo-Sei disso e julgo que mal fez
0 S. Gx. mEIR -Estou mra uito bem informado; leira, prefer dar-lhe o cunho da merle, deixando porque nao e corn tio pequena migalha que se
V. Exe. tome a palavraeem tempo e defendasesse que o paiz cada vez mats se afunde no abysmo ; salva a provincial. (Apartes. S. Exc. ficou bem
official que ja devia estar cm Fernando de Nero- S. Exe., digo, nao podia levantar nma tal propo- a consciencia, mas nae salva com isso a
nha polos muitos crimes, quo tern commettido, sigao, semr me causar pasmo, porque S. Exc. nao corn a s consciencia, ma n saa corn i a
C*omo subdelegado deCatende. ignore, que a lavoura e 6a nossa uuica fonts de ri- p ruzam-se mu.tosapartes).
(Continuam os apartes). queza, e que os 500 contos de r~is de que cogita o (Cruzam-se muitos apartes).
0 delegado de Agua Preta o Sr. Satyro, ngo project della, e tVio somente della sahirlo, Mas ea desejava tambemn ouvir a opinito dos
p6de ser suspeito a V. Exc.; 6 umn liberal muito Eu nao encontro, Sr. president, recursos pars outros membros da cormmisslo de or.amento.
distincto, e disse na ante sala, o quae aquella tirar a provincial das difficuldades corn que ella (Cruzam-se muitos apartes e o Sr. president
gente lucta. Eu ii antevejo que a nobre commission di reclama a ttengo).
Ux S. DEPuTAD-O- que di7 da information do orcamento vir sobrecarregar a lavoura que at Disse o men nobro college que e stova sentado A
jz de direito I hoje temrn gosado de certa immunidade attento o inhaesquervotando contra a emida valera economisar
0 S.E GEA Imo-O juiz de direito 6 suspeito estadu precario em que ella esta desde muitos an-s ed iros publicos, eo por eate s onois
n'este negocio. nos. Nestas eircumstancias ficarai completamente n convieuio de que o project que apresentei
SUA voz-E' co-religionario de V. Exc. aniquilada se f6r sobrecarregada corn mais impos- co vcaodebao 7 districto, vira corn pa-
m0 Sit.GG ANc o-E' tamnbemn um magistrado tos, e isto terA de acontecer corn curteza, se per- cor fao noravel, parecer ped o qual aindstrit hoje re-
muito distinct mas estA suspeito n'este no- ventura for approvado este project pars a aber- recer favorave career plo qual ainda hoje re-
gocio, tura do credit na importancia de 500 e tos UM SB. DE.uiAo--Projecto que traz corn cer-t
(Trocam-se muitos apartes). centos de reis. teza a desorganisao de uPre traz com cr-.
Eu aguardo-me pars discutir esta quest o SR. BAiO. D NAZRET da' um aparte. tes a Sganio-e de ma rparoti io.
0DS0.SR.RXO DR NA-mii de dA urnrdoeorntrieio.
quando se tratar do project de forca policial; 0 SR. GRANGEIRO Tudo esta sobrecarregado S GCruzam-se muitus apartes)i.
(Cruzam-se muitue apartee).
y vou apenas citar umn facto para mostrar o que 4 nests terra, lodos pagam impostos, inclusive a pro- Lamento, Sr. presi'lente, ( aue nao esteja presen-
este official, pria lavoura, que 4 digua de today a protect pela o nobre deputado plo district, o Sr. Dr.
(Coninum o apates. c150 uo traess. ~ o tds preoc~o Pla.teoe nobre doputado pebo 70 districto, o Sr. Dr.
(Continuam os apartes). cnse que atravessa. m a a
*ChAOdS a Agua Preta a forea do 14.0 batalhio 0 imposter finalmente, Sr. president, come V. Gaspar de Drummond, porque entire as inerepa-
que fo enviada polo Sr. president da prorincia Exc. sabe, tent atacado todas as classes da socie- Oe Rq fAe o Sr. pNRETid ete d ua pro incsie .
* para alli center a ordem, ella demorou-se n'essa dade. 0 Sn. GARSGDRo-ZRuito Custas em parle n fez
s loeabdade 20 dias, mas estes 20 dias foram conta- E quando nos estamos reduzidos a um estado Sa Genrn te jta mc pa r; fez
d^.-por outras tantas deserdens que ahi fizeram. precario; quando a provincial lucta corn ditffcul- ainda quo ligetrarente urna increpaio corn a qual
S- ubo o espauncamento a ponte de ficar um he- dades insuperaveis; quando a commission de fa- cn c nobr deputado quo xc. o Sr
a .. quasi sere rids, o arrancamento de barbae, zenda jaternper diante de sium deficit insupe- Dis aut~ed poicas nh crmnobr euaoqe s. me. te
a"pplIcado do chlcote etc., tudo isto essa foria ravel, quando sera muito difficil ou mesmo impos- presidente da previncia se tinha erininoeameunt
- commetteu no praso de 20 dias. vel estabelecer o equilibrio entree a receita e a aberte estee creditor, porcuc ndo era pernambuca-
E quando poi diversas reclamas5s d'aquella despeza, tantl que ate esta data, ella nus foe no, mae era pisuhyenee.
- loealidade o juiz de direito da eomarca podia a apresentou ainda o sen trabalho, come 4 quo o no- Discordo comnplelamenl d'essa opinion porque
o & Exc. o Sr. president da provincia que fizesso bre deputado vein nos dizer aqui que os creditos eu tSmbem nio lenho a hours do ser fllho desta
retirar a for~ma, den-so o facto do Catende, foi urn nig influern nada pars o augmento doe impee- provincia e sirn da heroics proviucis da Parahy-
o factor sere significalo, foi urns morte quo so don to ? ba. Mas entendo que isto nunca foi motive, nero
o n'aqueme lugar scoru e d4 em toda a parte... E' um.r cousa que eu nao comprehend capitulo par so cear ningum, porque s o Sr.
UM SB. DnpuTADo-Com premeditateo. A provincia, Sr. president, podia ter so manti- Fretsn p pernmbuc no e abems
Sn. GaBBosmo (ecor forca)-Esta enganado, do nio corn prosperidade, mas n'um estado me- u r0ude o Sr. Fre it as pluhero a utiados) ;
s advogado, no process e sei que n fo fol corn ihor do que aquelle que n6s observamos, So poe- do nedoe nerocFr eits andou eriminosamente (nao
rp aem edita,lo. ventura as pracas do policia fossern reduzidas a, soianosda anogci d olierando cromiesarenu (dmns-
"[rr)_ocam-se apxe) Ateeil!Pv 4,50 pra~as, so porrentura S. Exe. quizoese ter apeisc ireos cs~ ds acd ieproal c aome do en jdmns-
e nS. Pansrnnnm-Attanvd.Ate~o eo cumprido a lei. atados) pjotrue infrsinido e eprevsr (apeiadeeados
s ao nobre doputado quo so dirija. A matoria ena die- Nada so devia rocoar e S. Exe. sabia, come e apoiados) pose nfninge. Irciedxprdess(aeiscose
- causes. ---------- e ado E~oade. so S.Ex. roedn 'esondo


. 1m ssto. e sabe, que o povo pernamoucano e emmientrnuutei ausa Aa -1 ___I da __
a 0 SR. GBa" mo-Essa forga Sr. president. pacifico. 0 president da provincial, portanto, foi per causa da politics (a, o apoiares da ban-
" que ja era retirada de Agua Preta come condem- Sr. president, contaudo corn essas circumstancias cads liberal) foi per caus das inconveniencias de
a *ada pelos desatinos queaolli tinha praticado foi que ninguem contest, se fosse mais economic, ocasien(apoiadose niloe poiadosn), f por cans
daandada pars Catede. Chegando alli o primeiro mais zeloso polos dinheiros publicos, mais patrio- e csdama
S4to qae praticou foi o seguinte:- ta mesmo. ir-se-hia mantendo corn essas 450 pra-d oaeigS.( da indapoiib
Juveneio de Andrade e nnm moo cadet do gas, segundo determine o project, e assim nao ,Uma S de EPerAodaamnbca iber a
reito filho do tenente coronel Dimas, estando commetteria um crime. na Poc s dn aS u mo neasi d pn-
urncrme1c d GPrnMbueMO.Fiprqaqe uaCo0
e sua propria casa As 10 horas da noite foram UM Sn. Demuw-e-Se corn o numero actual de 0 SR. GR EIno-Foi per qualquer outra coU-
S creados,presos, sem crime, e mettidos no immun- praas Vv. Excs. todos s dis andam a mesa, mas no per nilo ser peSrnambucano.
o tronco, onde estiveram trez longos dias, atA requerimentos, dizem que nio ha garantias eu 0 Sm. PREsmenTd-V. Exc. dA ieen a pars Ioqes-
e a Relago0 do district mandou unanimemente imagine o que succederia se o president da pro- s u requerirento d prorogao de hora que se
ltal-6. vincia s6 dispuzesse de 450 pragas. acha sobre a mesa ?
e (Trocam-se apartes). 0 SR. GsRo~mo--Mas V. Exe. veja que os re- 0 SR. GRANGEIRO-SiM, senhor.
6~1 lidoao a cu^ apoiado,^^^ ^^ e^ appoado, o seguinte reque-
b" e entre para. cA tkm eoutinuado as barbarida- querimentos enviados a mesa sa'o relatives na'oas iaoadeapradosett eu-
Ve, osespancamentos e at me constaque subde- praos de policia, mas aos dclegados e as outras amento
ie a Requeiro prorogaggo per 2 betas para discu-
gados esto dormindo no matt cor medo do autoridadesque abusam da forga public para sa- r-se votar-s o proct em diss. Sa
'errabraz de Catende. tiefazerem eaprichos partidarios. is -seesoe 2r9deabn i o18. A. o.S
(Trocam-se apartes). 0 SR Jobo ALvms-0 corpo de polieia e 0 prmin- d0as sessnes, 29 de abril de 1884.A. Lopei arSe
to 0 SB. PBnswrnETE-Atten9ao! Peg9 ao0 nobre cipal motor de desordem. 0 SR. PRESDETE (para o S. Fie Grangeiro
e- eputado que se cinja A material do project. UM SR. DEPurTADo-Entio acabemos corn elle. 0 nobre deputy tdo pode conttnuar o seu dis-
oe 0 Sa. GRNG=aD--Feita esta digressio a queo 0 S. Gn"GEmo--Eu ao sou daquelles quecn- curso).
e 6 arrastarai os nobres colleges e entire elles tendemsque a administraiso se possatauntersm 0 SR. GR.kE-mRo (continuanudo)-En entendo,
O muito particularmente o meu especial amigo e no- ter forna. Sr. president, que o nobre deputado pelo 7o dis-
-re college pelo 8.o distrieto o Sr. bareo de Na- Eu nio faro questio de que ella tenha fcra fne- tricto neste ponto n'o teve razlo, porque, comor en
r V jA^ ^ disse, n%,ide,t.o sou fHilhodstaprvncalsu i
S"areth, entro na diseussio de saber se o Sr. pre- cessaria paru bern administrar a provincial. Ma J disse, aP o son fiho dees provincia, o fmihom
sidernte da provincial podia ou dena abrir os cre- os nobres deputados hio de convir comigo ueste da Parahyha, mas ted side honrado codern o man-
ditos, memento que a administration da provicia pro- dat d represent desta province do Pornam-
e lei orsamentaria do anno passado tinha de- cederia bern, corn todo o zeslo e patriotismo, se porbuo, no tenho mdo d dizer que nenhum dos
al terminado- que o number de pragas do corpo de ventura tivesse sanccionado a lei qua lhe foi en- nobres colleges quo se sentam quer nesta, quer
policia devia fear reduzido a 450, e que o0 res- viada per esta Assembl6a. naquella bancada, tern mais amnor os interesses
to das prasas deveriam ser pagas polos eofres go- Feitas estas considera95es, bern vtem os nobres da provincia de Pernambuco do .quo en; porque,
5s, ras. d dSr. president, so sou parahybano, antes de tudo
>s r Aes. deputados que eu nao posso dar o meu voto em sou brasi'.eiro, e pertencendo Pernambuco ao Bra-
,s 0 SB. BAbO. DE NAZARETH dai um apart. favor do project, porque consider umr eneam- s brasero eoc u s r
o 0 Sa. GRANGFuIc-A lei do orgamente deter- paso da illegalidade praticada plo presideute da sil, qualquer infelicidape que a essa provincial
u minava isso attendendo As promessas continuadas provincia. aconteca toea-me muito da perto.
Sque entAo nos fazia a cOrte de que viria em soc- Sei que o men voto nenhuma importancia tern Tenho conluido,
,s corro das provincial, cujos services ella tinha des- nest casia, (nio apoiados) uma vez que a nobre VozEs-Muito b r m.
organisado. maioria esta decidida e disposta a approval o pre- 0 Sr. Olympio arques---(Niao devoiva
0 S. BAPO DE NAZARETH-0 primeiro project senate project, justificando assim o president da sen disceurso).
reference Afora foi imperative, eu combati-o ;de- previncia em todos os seus actos. Mas resta- me Ninguem mals pedindo a dalavra 4 encerrad a
pois houve um subtitutivo. a consciencia de ter umpido cr o mn dover iseusso, deixando de veotar-se o project per se
S0 SB. GA*GEnro-Houve umar modificagao; em Agora, Sr. president, eou entro na discusao da acharem na casa apenas 15 Srs. deputadoa.
todo o case o im foi este. At6 entao o goverao emends do nobre deputado, men dign epanhi- S. PRESMENTE levanta a sess designandos
geral tendo lancado nma imposi^io de 10 o/ no ro de district, o Sr. Barlo de Nazareth. Em seguinte ordem do dia: la discussco dos projects
o impostor de consume sobre as provincias, romettia primeiro lngar declare, sou o primeiro a conhecerns. 101 do 1883, 60,102 e 107 deste anne e con-
Se autorsava mesmo a que oeus amigos ia.efsem a jastica do favor quo se ped para esta memna tinuaao da antecedente.
pelas provincias que eases 10 */1 rcYrteriam em -r estudar medicine no Rio do Janeiro. E ate --
favor das mensma. pvineis. louvo ao nobre deputado por [ter tido umn idea ra
0 SR. BAao B M Ea-D licen9sa para um to fteliz, porque tambem tenho a honra de conhe. Errata
c apt? .eer sta menina que muito estimo e admiro pole Acrescente-se as psturas de Aguas-BOIas :
0o. SmOl qu e so n tale.uto, mar aloar de I e veado as Art. 67. Fica prohibido o uso.de clavminotes,
b:e. mai'oas' e xetes destasA ssanb me pareen que a e d-enda s, faees de ponta, punhaes, toques e re-
b b ai~w n'40 pOUit-i tnho o expzesse9e as- do o&ega OiU deslocada no lugar em quo eUelo
tatos paia condoemnr o govern do Sr. Parana- ql a ntJso e qoe do algui m
"'W 2TT A WA'OTf Toraouet pesadisaimos encargos sen-utilidade real
JE-UdA JL-6 L pars o paiz ; e isto pela falta de rigoross fiscalisaL o, a
q uo devia estar sujeito todo o trabalho, desde a obtenglo
AA [ dasA aOignaturas para o levantaipenitode fabrics, at. aW o
SDM CTO D ASSOCIA9SO momento em que estas oomeg sem a funocionar regular!.,
rEWWOAXUCO1 LW) VX 538810 DA AS8W3JAMI*GWAL *I a
,- 14 w -8-84. =mo.em ~ .,
14Afi.fimI.M 4 Como s"no aat o duo direito&p .
OIIJIHOS CfNNfBA3S !oepg o-da gaeuia 4. juej es*^goa em ellas muitas
YQ5.5 'u- i a t i o *^n,-o a -n dove&-


siuda


poderam olher nesta pro;
Asasus arntsbeleomaintnft


+ + :+ .... '" '?:?++J : .... T :1 a"
ve-zes do r"o fo77rmaW: T=e- ulmliOaO 1o"% %&' "O
pe~tvo tr~t~.Al.oeb il#o 4iumasslo rolativas a
ange :^pol e squer qnto a rumu qua.-
.." -. .i esi. ., q i 1- Si tUl ir l *


A


4it


.1


^































ESTADO PA PRA4gA

'E p' por deais precriaa solidor., a /^situ* da
s'nwsa pr"-a'. So por um lado a&aixa do progV a quo
eate. saino chgola o MouO, e maim iBportante genero di
producoa provicia,-tomou poo luerativ uma safra,
;As abunZte; por outro falta do nurerario e de os-
tabelecimentos baucaros imde ha muito entire n65 o des-
envolvimento das opera es mercautis e o alargamento do
credito -forga que poderia em bem comwui, auxiliar o
,enio emprehendedor do alguns e toranar maisaltaamente
proveitosa a actividade e moralidade de outos.
A diminuio de premos qcue o noaassuOcar encon-
trou nos mercadoa si Eiwoa e da America, nio oonastitue
um factor normal e passageiro.. Foi dovida a'ztremas
abundaneia do genero, quer pelo quae toca ao extt&ahido
da canna, comao nosso, quer polo que respeita ao fbri-
cado da beterraba, e principalmente quaint a este, cuja
produceo na Allemanha se tern elevado a proporges
admiraveis.
E come essas causes promettem ser d'aqui em diante
permanentes, porque o cultivo da beterraba tend a des-
envolver-se cada vez mais. Z forposo renunciarmos a es-
peranga de ver o nosso assucsr encontrar melhores vendas
nesses mercados.


Ao contrario, so attendermos a que slo largamente
JA muneradores os resultados obtidos pelas companhias
fundadas no estrangeiro para a fabriagao do assucar, sera
facil prefer que, menos animadores que os da ultima sa-
fra, poderao tornar-se os pregos do principal artigo da
nossa producao..
Segundo as cotacles em vigor nos mercados consu-
midores, nao 6 possivel pagar-se aqui mais de 15650 rs.
por arroba do assucar brute n. 10, e corn urma quebra do
pezo na razao de 10 por cento e trete do 20 sh., mais
ou menos. Desse prego de 1#650 rs. ha a deduzir, alem
de outras despezas, a capa, que per si s6 dA uma propor-
,ao approximada de 60 rs. per arroba. De mode que se
nao deverA contar com maisde 1500 a 16540 para o pro-
ductor, a quem nao pode convir o plantar a canna e pre-
parar o assucar para vendel-o por semelhante preco, que
de certo deixa incompensadas asgrandes despezas da pro-
ducglo, attento principalmente e elevado agio dos empres-
times feitos ao agricultor.
Se estas circumstancias nao forem modificadas, se
permanecerem as causes, que per igual atrophiam a ac-
tividade agricola e entorpecem o movimento commercial
dosta previncia, mais triste, muito mais lastimavel do qne
o present, sera serm duvida o future economic de Per-
nambuco
0 maior mal da nossa praca 6 o retrahimento dos ca-
pitaes. Os quo os possum, animados pelo juro de papeis
do credit do Estado e da provincia, senao tornados de
nem sempre justificada desconfianga, recusam-se a favo-
recer as operagoes mercantis, que todas sAo feitas entire
n6s a dinheiro de contado, limitando-se cada um is suas
proprias forgas pecuniarias, o que restringe extremamente
o commercio, cujo principal element de prosperidade re-
side principalmente no credit, como .nos estao dizendo a
animagao e favor que per today. a part acolhem as insti-
tuiges bancarias. A falta destas 6, a nossa voz, uma das
causes do inorivel abutlmoUto a CaA Arn pheAo o Vuom-
mercio desta provincial.
Ha aqui apenas dous recursos muito restrictos, e
cujas operagoes se limitam ao negocio de cambiaes. Ve-
james os transtornos que deste facto resultam, quer para
o commercial, quer para a agriculture:
E' sabido quo sobe a consideravel somma o valor
das nossas transaccons corn as pragas do Rio Grande do
Sul, ParA e Santos, bern come coin as das Republicas
Oriental e Argentina, por irtermedio do Rio de Janeiro,
em virtue das remessas de assucar que annualmente fa-
zonos para todos estes pontos.
Pois bemrn: a carencia de credit e a de dinheiro suf-
ficiente nos bancos centre n6s existentes torna impossivel a
obtenqao de saques sobre aquellas pragas, tendo havido
um moment, durante a ultima safra, em que a importan-
cia dosque se offereciam subioe a 800 cantos de r6is!
S O remedio para alguns foi, nessas difficeis circum-
stancia entregIr as letras aos bancos para que estes fos-
serm indo dinheiro A proporgao que as forgas de suas
caixas o permittissem.
Ora, em taes condiges 6 difficil, senao impossivel
commercial largamente; e por isso se vai tornando cada
Svez mais estreita a esphera das transacqes desta prana.
Nlo succede o mesmo no ParA, no Rio Grande do
Sul e especialmente no Prata e em Portugal, lugares onde,
gragas A facilidade do credit, o nosso assucar se vende a
prasos de 4, 6 e at6 9 mezes!
Per outro lade, desde que tomemos falta de wunerario
e de casas bancarias, n'ao podem os correspondents dos
agricultores fornecer a seus committentes, serm grande


lan


ur. s. ..ed&4e baneari. ystantemenote remade pels si-
talao economiea desta provincial Re'Wiaosnoa aoU-
co Commercial Agricola e Hypotbheario do- Per' Pu aitua
oigoa estatutos foram como -a jAddisem nouturo -Igar
deste retatorig-ha muits moxes submettidos a approva-'
90o goverametaWl, manM, ate agoas, wom o en0or rek-.

.Alem dai providaacia s-pra ind ceada, attineute -a
alargamento do credit, 6 indispensavel que os nosos es*t
distas se esforcem para estabeolecer tractados de comaeh -
cio corn os paizes consumidores de assucar export :o pS
Brazil, corn os Estados-Unidos d'America, especialmente,
onde os direitos do entrada do nosso pruducto so elevaunt
A enorme propor~go de 40 per cento sabre o valor das
respectivas facturas. E' forgoso obter urma diminuito emi
tao exagerada taxa, embora tivesse de ser compensada
per urma diminuiio correlata dos direitos a quo a pauta
das nossas Altaudegas sujeita a farianba de trigo e o pe-
troleo aqui importados. Tat compensaglo nio prejudicaria
os rendimentos aduaneiros deste paiz, visto que, alem do
maior consume dresses generous, a prodaelao do assucar
seria entire n6s animada parallelamente ao lucre resultant
das vendas da nossa mercadoria.
IMPOSTOS PROVINCIAES


Esta directoria, post que tardiamente, foi honrada
corn a recepcao do Projecto de Receita, organisado pelo
Ilm. Sr. administrator do consulado provincial. Che-
gando tal trabalho As suas maos quando este relatorio es-
tava prestos a ser lido, vio-se na impossibilidade de ana-
lysal-o detidamonte, ao menos fos pontos quo mais de
porto interessam a esta Associagao. .Espera no emtanto
que a sun successor o farA dignamente, porque nao po-
dem ficar sem contestagao os erros e as falsas asserces
do Sr. administrator, cuja mA vontade para corn os nos-
sos associados 6 patentissima no Prijecto de receita pro-
vincial, send nolle ainda mais clara e evident que S. S.
desconhece ainda as facts mais comesinhos da nossa vida
commercial.
Nao podemos, comtudo, deixar de protestar desde ja
contra a lembranga de augmentarem-se os impostos, pre-
cisarnmente no memento em que o commercio e a agricul-
tura estao passando per urma crises de que nao ha exem-
plo entire n6s.
Argamrncnta-so que o Thesouro Provincial carece de
meios para occorrer As despezas votadas. E' possivel que
assim seja. Mas se a receita nio pode ser opulentad4
por effeito da triste situag.o mercantil da nossa praga, 6
porque a baixa dos pregos do assucar veio abater de todo
o poder agricola da provincia, seria summamente impoli-
tico e anti-patriotico ellevar a contribuioo public j A pesa'
dissima, em vez de diminuir a despeza.
Ha um limited que nao pode ser ultrapassado na deere-
tagao do impostor: 6 o das forgas economics do meio eit
yario0 a1. Aaa aarAradwRinn Qna-nrn ease limite 6 oekS,-
dido, dA-se, mesmo em tempos normaes, urma consequew -
suspenslo do progress da riqueza social, e liberdade de
industrial e a liberdade individual soffrem urma restricego
correspondent ao vexame exercido pelas exaccos fiscaes.
A par da mais rigorssa eeonomia, 6 forgoso que so
procure equilibrar o orgamento provincial, exigindo do go-
verno geral o cumprimento de sua promessa relativamento
aos 10 por cento de direitos addicionaes, que se estabele-
ceram sob pretexto de soccorro As provincial.
0 que nos parece contrairo ,A justiga e ao born sense
e sobrecarregar o commercio e a agric ultura de Per-
nambuco corn um exorbitante augmento de impostos, e
impostos director, no moment em que essas duas classes
atravessam quadra defficilima e temerosa.
Eis, Srs. associados, o quo esta directoria tern a di-
zer-yos.
Deveis ter encontrado lacunas e desalinho na exposi-
go que acaba de sert-voyes feita. Attendendo A legitimidade
de nossas intenaes, descnlpai-nos esses defeitos, que
aliAs poderlo ser corrgidas pelas vossas luzes e criteria.
Jot6 da Silva Loyo Junior.
O Presidente
Francisco Antonto de Brito.
r'ice-presideAte
Antonio Nunes Ferreira Coimbra.
1. secretario
Jos6 Dias Alvares de Quintal.
2. secretario
Antonio Joao Furtado.
7hezowreiro


R I ST DITA IA ao professor adido do Gymnasio e ao secretario a3
RiVIp A DIARIA disposiq5es que se referee aos professors do mes-
# .--- mo Gymnasio), tendo orado os Srs. Santos Pinhei-
A&omemiloda Provincial Funccionou ro, Jos6 Maria e Luna Freire Junior; n. 168
hontem, sob a'-presidencia do Exm. Sr. Dr. Au- (construcoo de uma ponte em Carnart despen-
gusto de Souza Leao, tendo comparecido 33 Srs. dendo-se atW 15:000000), orando 6 Sr. Juvencio
deputados. Mariz ; e 163 (linha ferro carril em Nazareth).
Lida a acta da sc,3sto antecedente, toi approva- Approvou.se em 2a discussio o project, tam-
da sem debate, bem deste anno, n. 47 (accesso a quatro professo-
0 Sr. Praxedes Pit 1nga, pela ordem, deu parte res de conformidade corn a lei n. 1,766 cornm duas
de que a commies.o nomeada para assistir A mis- emendas e tendo orado o Sr. Luna Freire Junior.
sa commemorative dos bravos fallecidos no Para- Em la discussao foram approvados os projects
guay no dia 24 de maio, cumprio o seu ever. ns. 60 e 176, ambos tambem deste anno, o primei-
0 Sr. 1 seeretari'j procedeu A leitura do so- ro prorogando por mais dons annos o praso para
guinte expediente : execugao da lei n. 1,147 e o segundo concedenda
Um officio do secrethrio do governor, comnluni- aposentadoria ao engenheiro Henrique Augusto
cando que foi reme -1io ao Thesouro Provincial, Milet.
para os fins convementcs o officio n. 120 de 19 do Adiou-seo de novo pela hora a S diseussto do
corrente.-Inteirad '. project n. 25 deste anno reforma do piano das
.Adiou-se, por tvr padido a palavra o Sr. Silvi- loterias para o frndo de emaneipa*o), sendo
no Cavalcante, um paiecer da commissao de cons- apoiado um requerimento de adiamento dos Sra.
tituiclo e pocleres : uiado pela rejeieo da indi- tilympio Marques e Autunes Pinheiro e tendo ora-
calao daquelle Sr. itAdo sobre as sessOes pre. do pela ordem o Sr. Alfredo Correia.
paratorias e subsidy i os deputados provinciaes. i Adiou se tambem de novo pela hora a 2a dis-
Approvou-se seam debate um parseer da corn- cusslo do projeeto n. 23 deste ianno (1xaglo da
missao de redae*o sobre a do project n. 40 deste forca pelicial) tendo orado o Sr. Aifredo Correia.
anne. A ordem do dia 6. : la discusslo dos projeet)s
Adiou-se por 24 horas, a reqnerimeanto do Sr. ,ns. 88,138 e 199,, 3a do doe a. 2, todos daste anno
Rosa e Silva, a disnssislo de outro requerimento e contiauaro da antecedente.
da mesma commlssilo, 'sobre a do project n. 73 Anteridadeo politaen -Por portarias
debate anno, tendo orado os Srs. Lna Freire Ju- da Presidencia da provincia de 23 do corrente o mez,
uior e Rosa e iIva. e sob proposta do Dr. chef e de policia, foram exo-
Adiou-se de novo pela hora, que foi prorogda nerados :
prl O minutdu a reqaerimento do Sr. Ermirio Con- Maoel1 Ferreira Neves e Jose6 Ferreira de San-
ti.ho, o requerimanto do Sr. Antonio Cerreia, pe- ra A d de lee do de
dindo iforna8ee sobre o coeurao dN a eadeirs do legado do termode S. Jo46 do Egypto, qee a
Gymnasio Pernambaeano e Escela Normal, tendo pedido e o ultiio por ter sido nomeado supplente
orado es ZrS. Demoerito Cavsleante e Ermirio 0ojuiz muicipal, .


de subdelegado, 10, 2o e 30 supp entes do district
de S. Jose, do termo de S. Jose do Egypto.
Visita presidenclal-S. Exc. o ST. de-
sembargador president da provincia, acomupanha-
do dos Srs. Dr. chefe de policia e inspector da Al-
fandega, visitaram ante-hontem o paiol da polvora
da Imberibeira.
Tendo alli che do AI hora da tarde, dettora-
ram-se 1 e meia horas, em cujo eospao'de empoe
percorreram o paiol e seus compartimentos, casa
de morada e suns dependeneias, ficando satsfei-
tos.
S. Exc. foi comprimentado pelo encarregato do
estabelecimento, tenente Henrique Camneiro de
Almeida, seu field e serventes.
Luta e ferimentos-A part policial de
24 do corrente rclata o seguinte :
a Constando ao delegado do district do S.
Laoureno da Matta, alferes Franeisco Xsvier Ca-
mello Pessoa, que no lugar denominado Gwuroea
achavam-se homisiados em um casebre pertenteni
tea Francisco Borges Sebastilo, conecidopori
Francisco Macahiba e Francisco Beberibe, ocri-
minoso Manoel Voador e outros que ali; costuma-
vam reunir-se, em numero de oito a dez, paa la
se dirigio na manhIl do dia 21 do eorrente, 'aorn-
panhado de 13 praga de pelicia e de urn official
dejustica, afime 4e p6r o casebre em eerco e pen-
dem os referidoa caimuinosos, que se presume,!se-
ream os mesmes que nestes ultimos tempos tm
ssaltado lugares das comarcas de PAo d'Alho e

mAo chapgar, poria, a foa ans cem o pasos


.cellos; eme
dia .w ifq~ eoM; um aath ouui~a.
pelo act6r R66% I poetai .Ziberda4e, recitada pela
actriz Adelina atro; e por ultimo a scena. co-
mica-- 0Sr. DowM wra do erio, polo actor
Lyra.
Pauuete lau&os-Este paquete nacional,
tendo sahido da Bahii hontem ao meio dia, s6men-
te amanha toeark o-.Pernambuco.
Tu e 9Vi -,Uh m-oradordo 'do pateo
da Sant" Crat ;e -oo gdeixa amargamente dos to-
ques atordoadores dos shaos da Igreja d'aquella
iAvoeo,*e: e pede-nos par que reelamemos provi -
aciasa contra isso.p u
Rfclamar? para que? TH muitos annos que o
fazemos contra os. toques dos sinos de todas as
igrajas, m s sempre em balde. Nemo os ficaes se
importam coma iafraegAo das postures, nem a Ca-
mara Municipal chaeamesea empregadoe, ao rigo-
roso camprimento de seas deveres.
.X' lautil, pois, insistir; o atdrmentado que tome
qalquer d' da -enetra o sinerb, umia vez que
ap ha outro meo de -evita ow dobres-erepiques.
b .ergo e um e 0 -Pelo vapor S. F-ran-
cLeOo, re eemo ategiates noti cias:
ergipe-Datas at6 17 de maio:
i Lmsus na- Vo do Povo dessa data :
a A alfandega de Aracajft durante 16 mezes da
i ispetoria do Sr. Antonio Joaquim de Souza Bo-
tafogo rendeu a importancia de 729:565A675. Ron-
da mensal medio 45.5975855.
Portanto, se a sue inspectoria fosse de 19 me-
zes renderia aqeuolla repartiglo 866;359$245, mais
d) duplo do quo rendeu nos 19 mezes ultimos, que
f.i 411:9301203, eonforme disse o Guarany de 8
do co roente.
a VA-se pois que a rondoa tern decrescido espan-
tosamente .
Alagoas-Datas atW 23 de maio :
Lemos no Diario de Alagoas de 21:
c No din 19 do corrente mez foram feridos seis
trabalhadores da estrada de fegro, por ter-se des-
coneertado o machiniamo que esta edificando a
ponte no riacho Luiz da Silva, do Bebedonro.
a Informam-nos que dois dos feridos, pela gra-
vidade dos ferimentos, forum remettidos para o
hospital.
a Neo consta que alli apparecesse autoridade
alguma para proceder as indaga9g5es necessarias !
Falleeeram : na villa de Matta-Grande, comar-
ca de Paulo-Affoaso o coronel Pedro Vieira Ju-
nior e no term de Santa Luzia do Norte o com-
mendador Manoel Radrigues Leite Oiticica.
Monte Pio dos Honorarios Hontem
c mformc haviamos noticiado, esta sociedade man-
dou celebrar na igreja da Conaeigio dos Militares,
ama missa e um memento pelo descaungo eterno
dos officials e soldados fallecidos na campanha do
Paraguay, no combat de 24 de mare d- 1863.
Assistiram a esses actos muitos officials do exer-
cito, da armada, corpo de sauide e honorarios, alum
de outros mais circumstances e, ao terminarem as
cerimonias sacras pronunciou um discurso analo-
Sgo o Sr. capitao A. G. de Gusmao Lobo, orador
d'aquella associauAo.
Treb bandas de mnusica tocaram alternadamen-
te varias marchas funebres e uma guard de hon-
ra do 2- batalhfilo de liuha deu as descargas do
estylo.
Hoje terA lugar As 11 horns do din na s de
da sociedade Luso-Brasileiro, uma sessao magna
para a posse da nova directoria do mesmo Monte-
Pio dos Honorarios.
Louco evadldo-O alienado de nome Je-
ronytno Paulino de Souza, que havia fugido do
Asylo da Tamarmeira, conforme disseamos na fo-
lha de hontem, foi hontem mesmo preso pelo sub-
delegado do 30 district do Cabo e remettido ao
Sr. Dr. chefe de policia, que o fez apresentar ao
director d'aquelle estabelecimento.
0 inteliz ia em demand de Ipojuca.
Prolonugameuto da Estrada de Per-
ro do Recife ao. wraunikuavo-An rneola
e.'ral 0@:i 5:6525600 a saber:
Passagens 1:791S)50
Bapagens 2805560
Animaes 1115360
Mercadorias 3:195A800
Rendas diversas 5240
Armazenagem 504280
Telegrapho 2081310
Multas 15J00


5:6524600

Rendeu no mez de abril de 1883 2:94W60
Differenga para mais em abril de 81 5:619g020
Obra de minericordia--- Valendo-se do
que sob esta epigraphe, ha dias, aqui dissemos
relativamente ao recolhimento de Goyanna, alguns
industriosos da peior especic arvoraram-se em
commissio para esmolar empr6 d'aquell e reco-
Ihimento, e teem iilndido a diversas pessoas, re-
cebendo esmolas, que malbaratam.
Prevenimos d'isto aos nossos leitorus, e peli-
mos-lhes que o que tiverem para o dito reco!hi-
mento remettam-nos para fazermos chegar as mros
da respective regent, ou d6em de mo A mao A
esta, quando os procurar pessoalmente.
Toda cautela 6 pouca corn os gatunos, que de
tudo se aproveitam em benefieio proprio.
Institute Arclheologico e Geogra-
phiico Pernambucano Ante hontem a
uma hora da tarde, reunio-se o Institute em s3s-
slo ordinana, sob a presidencia do Sr. conselheiro
Quintino de Miranda, corn assistencia dos Srs.
Drs. Baptista Regueira, la secretario, Luna Frei-
re e Jos6 Hygino e do Sr. Augusto Cesar, se;vin-
Sdo de 2o socretario.
Lida, foi approvada a acta da antecedente.
0 Sr. Dr. 10 secreariomencionou :
Um volume em brachura Relatorio apresen-
tado A Assembla (Geral na 4' sessao da 18a le-
gislatura, pelo Exm. Sr. conselheiro Ministro da
Agricultura e pelo mesmo offertado.
Um dito -Relatorio esynopse dos trabalhos da
Camara dos Srs. Deputados na sessao 4 1883,
offertado pela secre:aria da mesma Camara.
Um numero da Revista da Sociedade Bahlana
de Beneficencia, offertado pela redaccao.
Polo Exm. Sr. conselheiro president do Insti-
tute foram apresentadas duas carts do Him. Sr.
Jolo Coch offeortando ao Instituto em seu nome as
obras de Jean de Lery intitulada-Histoire d'un
voyage faict en la terre da Bresil, e de U. H.
Smith-Brasil, the Amazons and the Coast e ou-
tra offertando o mesmo senior em nome dos Illms.
Srs. Fielden Brothers a Historia da Conquista do
Mexico per Prescott, 8 volumes; a Historia da
Conquista do Peru, pelo mesmo, I vol. ; listoria
do rei D. Fernando e Isabel, polo mesmo, 1 vol..
- -0 Institute resolvenu que se manifestasse ao
Illm. 8r. Coch o seu reconhecimento per tAo apre-
ciaveis e valiosas offertas.
Diversos jornaes desta e de outras provincias
peas respectivas redac96es.
Findo o expadiente o Exm. Sr. president par-
ticipou ao Instituto o fallecunento do consoio co-
nego Francisco Rochael P. de Brito Medeiros, e
em signal de sentiment levantou a sesAo na
formal dos estatutos.
o Pbaitdo bes oe M fdade niabo
-Pars a respetiva agencia,'ns Livraxisa Fixii-


Zanguebar.-- laneeiro Griespaeh, porQuatrelles.
-Paris!:l por Luiz Guimtarea Jnnior.-Notas e
impraeshs.:-A. Mentirosa, por Alphonse Dudet.
nRAvuii.s: -A Prineeza de Galles. 0 Salon do
Paris, por Adrien Marie.-Jolo Baptista Dumas.
Typos de Bellesa, por Carolus Duran.-O pai de
(kambetta, per Adrnen Marie.-Um quadro do Phi-
lippe Rottw eat.-Oprimeiro ewontro, por Jacques
Wagrez.-Ajastiga em Zanguebar.
lJternmelo-Sabemos de foate segnra ter
sido nomieado internauncio para o imperio do Bra-
zil o Exm. e RvB. Sr. areebispo de Otranto, Mr.
Roque de Cesenole occhia, da ordem dos meno-
res capuchnhos e j4 delegado apostolico na repu-
blica de San Domingos, onde descobrio os ossosde
Chrystovio Colombo, primeiro descobridor da
America.
S. Exe. passarA por aqui no dia 5 do proximo
jnez dejunho a bordo do vapor francez.
Revista de Medilcina-Veio-nos hontem
de- Paris on. 94, de 5 do corrente, desta revista,
com o segainto summario:
1 Aeadeoua de Medieina-de Paris.-Sessoes de
8 15 e 22 de abril de 1884.
20 Sociedade de cirurgia de Paris.-Sess5es de
9, 16 28 de abril de 1884.
30 Sociedade media dos hospitaes.-Sessoes de
28 de margo e 11 deabril de 1884.
4- Sociedade de Biologia.-Sessoes de 15 e 29
de marco, 5 e 19 de abril de 1884.
5o Cirurgia.-Transfusor e transfus'o, polo Sr.
Dieulafoy, lente substitute da faculdade de medi-
cina de -Paris.
60 Pharmacia.-Oleo de morphina pelo Sr. P.
Viger.
7o Therapeutica.-O melhor mcio de se admi-
nistrar o salicylato de soda. -Dos pensos corn as-
sucar.
80 Formulario.-Pilulas antisyphiliticas.-Mis-
tiras contra a queda dos cabellos.
9" Variedades scientificas-Effeitos produzidos
no home por falta de luz. Estatistica medical.
Le Br6xil -Recebemos hontem de Paris o n.
65, de 5 do corrente deste periodic, que traz o
seguinte summario :
Lettre de Rio-de-Janeiro (Association central
d'immigration, nouvelle lot immigration de
l'assembl6e prov'nciale de S3o Paulo, la houilhlre
de Arroio-dos-Ratos).-Derniercs noavelles.-Le
Brsil a Londres.-Exposition universelle, d'An-
vers.-Faits-divers.-Le Bresil a4 Edimbourg.-
Sao Paulo et Buenos-Ayres. Revue financiero.
-Bibliographie.-Sociedade de Beneficencia Bra-
sileira.-As produces das Indias Occidentaes.
-Marche du cafe au Havre. -D part des paque-
bots. Aunonces.
Bevuc Sud-Americaine Da mesma
procedencia rccebemos on. 41, de 1 do corrente,
d'esta revista que tern por summnario o seguinte :
La question ouvriere en France et A la Plata,
par Pedro S. Lamas.- L'instrution primaire A
l'Uruguay, par P. Antonini y Diez. Le diffe-
rent franco-bresilien, par P. S. Lamas. Essai
historiqtue sur les sources de la philologie mexi-
caine, par Brasseur de Bourbourg. -Les Basques
au Chaco, par FL Simonnet.-Quaest5es economi-
cas, par P. S. Lamas. Courrier d'Amerique. -
Revue Economique.-Revue financicre. Revue
commerciale.-Arts. sciences et fits divers. -
Mouvement maritime.-Annonces.
Navios encontrados Communicou o
Sr. capitio da barca norueguense Kcdastad, entra-
da ante-hontem de Cardiff, que, no din 17 do
corrente, na lat. sul 400 40' e long. Oeste de
Grenwich 200 eneontrou a galera ingleza Santo
Stephiano, 4e Cardiff em viagem para o Rio de Ja-
neiro, indo tudo bemrn a bordo.
Igualmente communieo-a o Sr. capitao do pa-
tacho allemao Adelheid, entrado no mesmo dia
acima, havyer encontrado a 13 do corrente: a 130
52' de loat. sul e 340 39' de long. Oeste de Gren-
wich, a barca allema C,, R. Bishop, em viagem de
Bremen para Honolulu, indo tudo bern a bordo.
Finalmente commuutvIu ,o -oaferido capitao,
haver encontrado no memo din 13, na lat. sul
lo 37' e lng. Oeste de Grenwich 31' 40' a barea
allema Drel Gebruder, em viagem de Liverpool
para o sul, indo tudo bern a bordo.
Operac6es cirurgicas-Foram pratica-
das no hospital Pedro H no din 24 do corrente
as seguintes:
Pelo Dr. Malaquias:
Hydrocele incis-o pelo process de Volkman.
Hematocele abertumra e descorticacao, castra~io
pelo process de Gosseleim.
Abertura de grande abcesso da parede thoraxica
corn raspagem e dmainagom.
E]m transito-O paquete Togus levou hon-
tern para o sul 256 passageiros, sendo 5 tornados
em Pernambuac). ,
Dinhelro-0 mesmo paquete levou para:
Bahia 23:450,000
Rio de Janeiro 300:000X000
0 paquete Ceard, levou para :
Rio de Janeiro 2:8005000
Laraplo-Hontem, pela madrugada, um lara-
pio audas consegulo penetrar no 1" andar do pre-
dio n. 72 da rua de Hortas, onde moral o nosso
empregado Antonio Goncalves Pereira do Valle, e
furtou tudo quanto encontrou A mno : roupas, co-
pos, etc., etc.
Quando a familia deu polo facto, o astute gatuno
jA se tinha evadido corn a colbeita que fizera.
A policia tomou conhecimento do facto.
Beuni6es sociaes-Ha hoje as seguintes:
Do Gremio Dramatico Familiar, As 10 1/2 ho-


ras do din, no lugar do costume.
Do Gremio Bibeiro da Silva, As 7 horas da
noite, no lugar do costume.
Da Redemptora Academica, As 4 horns da tarde,
na respective sede.
Instituto Litterario Olindense-
Hoje, As horas 10 da mnanh e no lugar do costu-
me, haverA sessao do conselho director.
loteria da provictea Teroa-feira, 27
do corrente, sera extrahida a loteria 40., em be-
neficio da igreja' da Cha Grande, no consistorio
da igreja de Nossa Senhora da Conoeieo dos Mi-
litares, onde se acharlo expostas as mrnas e es-
pheras arrumadas em ordem numerica aprecia-
Qao do public.
Loteria de 25:000$000 Por tele-
gramma recebido pela Casa Feliz, sabe-se que fo
ram premiados os seguintes numeros da loteria
148a B extrahida hontem 24 do corrente na corte:
3.781 25:0005000
124 10:0005000
1.799 5:0005000
Loteria-A de n. 149 A, do Rio de Janeiro
de 25:0003000 sera cxtrahida no din 28 do cor-
rente.
Bilhetes A vendana Casa da Fortuna, rua 10
de Mar0o n. 23.
Loteria do Cear--Corre no din 7 deju-
phb, cujo premio grande 6 de 5:0005.
0 resto dos bilhetos n.a Casa da Fortuna, rua
Iw Mar0o n. 23.
lqotefAa de 2X100O O --A loteria 149a
aerie A., corre impreterivelmente no din 28 de
maio
0 rest dos bilhetes acha-se a venda na Casa
FelizA A praa da Independencia ns. 37 e' 39.
Grande loteria de S0:O000 00)0-
Esta extraordinary loteria serA extrahida na cor-
te no dia 16 d julho proximo vinidouro.
Os biletes aceham-se a venda na Cas& da
FortanaA mrua1,deMaro n. 23
SMercado Municipal dew. Jo 4 0
movimento deste estaelecimento no dia 23
do corrente foi o seguinte:
Entraram par sersnm didos : 38 boi, pesan-
i ddio. eutrara par o m
M ..Ie^amt~o (Us entraram Para o ameg* 63-


'7e4i 11 horam, no
ye& u~a. u,ua do As11 horse, no-
do Apol 0 n. 47, de farnha de trigo..
Pelo dgante Gum i, As 11 horas, na rw--B
Bom Jesusi n. 5r, de moveis, etc,
Pde agene Britto, 'As 11 horas, no
do Annes, de generos de estiva. '
-Terga-feira:
Pelo agent Silveira, as 11 horas, nza ru e-
treita do Rssario n. 20, de uma armaglo de loj
Quarta-feira: 1,
Pdo agent Alfredo Guimarea, as 11hoia
run do Viseonde de Albnquer ue, n. 24, de omovel,
loue a) crystaew; etc.
Pelo agent Silveira, As 10 1/2 horas, na nru |
de Thome de 8ousa u. 5; do hotel ahi sito.
listsas ftimebrea-Serao celebradas:
Amtnanh:* das 6 as 7 horns, na ordem-
terceira do Carmo, por alma de D. Anna Maria
dos Passes ; As 8 horas, no convento do Carmo w
por alma do conego Francisco Rochael P. de Brit*
edeiros; As 21 horns, no Corpo Santo, per alma
de Othon Xavier de Oliveira ; As 7 horns, no Ter-
co, por alma de D. Delphina Maria de Souza Eeis;
As 7 1/2 horns, no convento de S. Francisco, per
alma do conego Francisco Rochael P. de Brito
Medeiros; As 7 horas, na matriz de Santo Anto-
nio, por alma do conego Francisco Rochael Perei-
ra de Brito Medeiros.
Terga-feira : As 7 horns, na matriz da Boa,-
Vista, por alma de D. Senhorinha de Azeveda-
Fialho.
Matadouro public. -Foram abatidas
no matadouro public da Cabanta 105 rezes para
consumo do din 25 de maio.
Passageiros-Chegados da Europa no va-
por inglez Tagus:
W. Camphpll, W. Allstocth, J. B. Potteri, L
Heron, Carlota P. Correia, Maria de M. Alves,
commendador Pinto, Francisco T. Alves, A. Al-
veA Ribeiro, Joaquim do Miranda Alves, Joa,
Joaquim Alves, Francisco B. P., Joauimi Ferreirade
Campos, Joao da Silva Campos c Boaventura do
Souza.
Chegados dos portos do sul no vapor naeo-
nal S. Francisco :
Juvencio Vaz, uma cunhada e um sobrinho, Sil-
verio da Silva Ribeiro Junior, Antonio Julio Le-
veque, Carlos de Hollanda Leite, Alberto Vaz de
Carvalho e Jose Agostinho Percira Doltro.
Sahidos para o sul no vapor inglez Tagw :
Eugenio B. de M. Faria, J. B. Mierr, Germano
I. do Sacramento, Antonio da C. Junior e sun se-
nhora e Joao Jos6 Teixeira.
Sahidos para o sul no vapor national Ceard:
Joaquina B. Corte Real e um filho, Dr. Poncia-
no F. de Oliveira e sua senhora, Sebastiao L. W.
Caves, Raymundo Ignacio, Francisco Duarte,
Josephina Freitas e oito filhos, Miguel Moreira,
Alfredo V. de Azevedo, Jose M. de Almeida Ju-
nior e sun senhora, Manoel G. da Cruz, Felippe
Gongalves, Joaquim M. Filh>), Jose F. Marques,
sua sauhora e dous filhos. Maria A. de Albuquer-
que, Joao G. dos Santos, Anastaeio Jose Alves,
Maria P. da Conceiao e um imperial marinheiro.
Casa deDetencAo.-Movimento dos pre-,
sos no din 23 do corrente :
Existiam press 315, entraram 5, sahiram 6,
existem 314, a saber: nacionaes 284, mulherea
10, cstrangeiros 6, escravos 14-Total 314.
Arra~oados 294, sendo : bons 278, doentes 19.
-Total 291.
Movimento da enfermaria :
Tiveram alta :
Jose Baptista dos Santos.
Silvano Ferreira da Costa.
Tiveram baixa:
Agostinho Carlos da Silva.
Jos6 Francisco Ribeiro.
Jose Caboclo de Oliveira.
Falleceu :
Thereza Maria da Conceiao.
Cemiterio Pnblico-Obituario do din 21
de maio :
Luiz, Pernambuco, 7 annos, Santo-Antonio; fe-
bre typhoide.
Candido Manoel dos Santos Mendon~a, Pemram-
buco, 38 annos, casado, S. Jose ; tisica.
Joa'o, Pernambuco, 4 mezes, S. Jose; convul-
sues.
Jacinho, Rio de Janeiro, 60 annos, solteiro, Boa-
Vista; hepatite.
Chrispiano Joao de Lima, Pernambuco, 26 an-
nos, solteiro, Boa-Vista ; bexigas.
Josepha Maria da Concei~ao, Parahyba, 40 an--
nos, viuva, Boa-Vista ; diarrhea.
Felismina Maria da Concei(ao, Parahyba, 26
anuos, solteira, Boa-Vista ; tuberculos pulmo-
nares.
4 pela caridade.
23 -
Manoel Francisco Marques, Pernambuco, 58nt-
nos, casado, Recife ; insufficiencia mitral.
Anna Alexandrina Ferreira de Mello, Pernam--w
baco. 50 annos, S. Josei; amolecimento cere-
bral.
Oscar, Pernambuco, 5 annos, Graia; entenite..
Jose, Pernambuco, 3 mezes, S. Jose; enteralgia.
Jose Victoriano Delgado Braga, Pernambuoo
52 annos, casado, Boa-Vrsta; aystite.
Joaquim, Pernambuco, 14 mezes, B~a-Vista.
desynteria.
Maria, Pernambuco, 7 mezes, Boa-Vista; ca.^


mars 6e Sangue.
Francisea Maria do Rosario, Pernambuco, 5W
annos, Santo Antonio; molestia interior.
Jose Manoel de Azevedor Portugal, 24 anno*
Boa-Vista.
Cecilia, Pernambuco, 18 annos, S. Jose ; va6io
las.
Manoel Felix de Sant'Anna, Pernambuco, 50
annos, Boa-Vista ; encephalite.
Amelia Maria d'Annunciagao, Pernambuco, 19
annes, Boa-Vista ; variolas.
Maria Salgado de Albuquerque, Pernambuco,
38 annos, Boa-Vista; diarrhea
Heliodora Maria da Conceiao, Pernambuco, 35
annos, Graqa; diarrhea.
Maria Thereza da Conceiao, Pernambuco, 3G.
annos, Santo Antonio; tisica.
Jose, Pernambuco, 2 mezes, Boa-Vista; con-.o
vulsoes.
9 d'estes pela caridade.


CHRONIC JUDICIARIA.

Junta Commercial da cidade, d<
Recife
ACTA DA SESSAO DE 23 DE MAI&X
DE 1884
PRESIDENCIA DO ILLM. SR. COMMENDADOR AITOIU
GOES DE MIRANDA LEAL
Secretario, Dr. Julio Guimar&es
A's 10 horns da manta declarou-se aberta a
sessao, estando presents os Srs. deputados, com-
mendadores Lopes Machado e Pinto, e supplente
Hermino de Figneiredo, faltando corn participate :v
o Sr. supplente Beltrao Junior.
Lida, foi approvada a acta da sessao an
ecdente. "
Fez-se a leitura do seguiate
-BXPEDIEHTEI
Officios :
De 14 do corrente, de S. Exe. o Sr. desembar-
gador president da provincia, para. que so remet-
ta at o ultimo de junho proximo vindouro o map-
pa a que so refere o art. 15 6 do regulamento*
que baixou cornm o decreto n. 7,001 de 17 de agos-
to de 1878. --A' sceretaria, para os fins conve
nientes. "
'Do 17 do eorrente, da Junta dos Cmrre
4'esta praqa, remettendo o boletim das
oficiaes de 12 a 17 do presenteez. -P-
archivoe -
Deo 28 de abil proximo pasado, de Joao Pita.


I





































Conformae o eompcoaiwo q-oe touamros 4e, por
a est Diark,,de 18 do cmremt, yi'mi dizmr so
plibeo d'cuta capitd al of pAepas oo coneirmo
" -' paxa nomreaco do empregad4 de la ,trancia das
epartiooes de fauenda. .
I' ste DMario em sua Bevi 4e o35 de. tbril ulti-
S 2o, dise O seguinte: OrgosiWa.s hanes,
preparados e accommodade os dco repe, I 1
A__ Ji.a da tarde, foi dado ponto parna eamW de por-
*a^ tiuezs. a
VIfewa occaido um do* eadtdato protetou e
pedio yuefose langado na acta o sen protesao too-
tra o ponto, algaanda que sepropaUa, de-kd a ves-
pera, ter sido elue dado a alguo; e que ejanmda o
earminador de portuguez, de accord e o Sr. ins-
pector da Afditdega, que presidio o aeurso (ha
enganuo : .0 president foi o Sr. inspector da The-
souraria de Fazeuda), deu novo ponto, fwndo as-
osin dstruid% a causa do protest. a
Divergimos da autorisada opinilo da respeitavel
redaceao do Diario, que, estamos certos, nuo at-
tentou bern para a noticia, pois entendemos que o
* protest produzio mOEDIA.TAMENTE todo effeito pos-
.sivel, fazendo desgpparecer uma friudoe muito im-
. moral commettida por um dos commissarios do
governo'I
Attend bern o pub)lco que nao somis n6s que
i imprudentemente atiramos na circulaao corn esta
*. noticia de tamanha gra idadp, no : foi num orgio
S respeitavel da imprensa, que corn sun palavra
autorisada, veio desiertur a nosso at.enao !
Sectarios do S. Tbom6, fomas yer para crer; e
effectivamente viemos, nto umn concurso como pres-
creve a lei n. 2,549, de 14 de marco 4 1860; mas
uma verdadeira anarchia Os candidatog confun-
didos eom os curiosos, todos fumaudo e de cbapkos
S aa cabea !
M*js de cx pessoas rodeavem a mesa dos exa-
mninadores, que, pelo pouco que viemos, pareceu-
nos estarem ilgando as provas eseriptas de por-
tuguez! Oa outros, candidates e curiosos, senta-
dos, repotreados nap cadeiras, e um at corn o p6
jdeecanWa qm e cima de "ma rs44 mojas, conversa-
wi romo se estivessem em suna'; easa I !
Mui os episodios dessa comedia acobertada cornm
o nome official de concurso foram-nos referidos,
alguns dos quaes reproduziremos aqui.
-lomecaremos pela nomeaco do Sr. Manoel
Chrisogno da Sdilva Braga, para examinador de
,L ^. ; .rtuguez.
Constando a esse scuhor que a nomeacao pni-
mitiva ia ser molificada, por ser um dos exami-
nadores ioma'o de um dos candidates, empeuhou-
se corn quern podia obter-lhe a nomenaco ; e takes
form as hesitacoes e retioencias corn qu e Ihe fal-
laram, que o Sr. Braga compreheudeu que se trac-
ta-a de algum candidate protegido, e cortou as
difficuldadcs, promettendo, se fosse precise, dar
previmnente o ponto sobre que versaria o exame !
Aceito o cominpromisso, foi o Sr. Braga nomeado,
e effectivamenate desempunhou sua PALAVRA, dando
o ponto !
Esse senior, porem, que tanto ambieionava a
.- nomeaxio, nao polo cancdito que d'ahi Ihe advi-
nha, man porque tinha scus protegidos, den a estes
Stambem previamento p:onto para o exame, porein
divers d'aquelle, commettendo alem de uma trai-
-Vao, uma perfidia e prevaricatiao !
Per faz ou per nefas, divulgou-se a immorali-
.--ade ; e corn sorpresa para o candidate qu e indi-
S raetamcnte fez o Sr. Braga ser noinado, deu-se
p onto diverse para o exame UTm dos candida-
tes, sabedor de tudo, e que se havia inscripto, nao
fiado em protecqio, porque niio a tern c nada pc-
die, mas sdmente na justica que per um moment
s6 julgou encontrar em um acto official, pedio a
palavra e disse quo, constando-lhe o que ja- ex-
pozemos por inoralidadle do auto e do proprio Sr.
Braga, protcstava contra o ponto dado !! !...
S E o Sr. Braga pallido, tremulo, fulminado, per
.assnm dizer, nilo teve a coragem e energia do ho-
S mem que tern a conseiencia tranquilla, e em vez
.de suistenfar o son acto, sem minais reflcetir, deu
NOVI ROVA! !


Basilcu.

4Carta do lavrailor do Recife, que
vein no Diario de Pernambuco de
91 do corrente, n. 118, asuignado
A a imitacaeo-Um subilito fliel.
Yoyo-A 'noralidade d'esta nossa infeliz patria
exige que o3 lavradores da cidade, que s6 lavram
.ia rabisca do arado que nao faz rego, semeando
SVobre terra impropria as sementes que produzi-
S iam no rego convenient, exige, diziamos, que
aes lavradores dcixem do vir A imprensa respon-
der corn seu ridicule a negocios series.
4) Partaram ao labrador, dos dous quo iam no
'*-ond, e assimn ficon o dito-a cousa comeno vcm as-
sim vai, hom applicado o lavrador roubado obteve
ixelogio larrando ; se porbm fosse obtido corn o
'-esultado do poder da forga na fouce, na enxada e

SCOMMERCIO
Praga do Recife, 24 de mato
de ISS4


p,-',,, As tres boras da tarde
Cotac6es officiaes
Algodo do A-acajui, sem inspecqo, 75500 per 15
kilos.
N JAgodao de Nazareth, 1' sorte, 8,650 per 15 kilos.
Dito do dito mediano, 75650 par 15 kilos.
I Dito de dito 2a sort, 63650 por 15 kilos.
Xfilho de Fenedo, 70 rs. o kilo.
4pambio sobre ParA, 30 d/v. corn 518 010 de des-
conto.
Cawibio sobre a Bahia, 8 010 ao par.
S Dito sobre dito, Ayista, 112 0/0 de premio, do
banco.
SDescocto de lettras, 8 010 anno.
^ ^ ;F. J. de (Oliveira Rodrigues,
+:a Presidente.
| ~ A. M. de Amorim Junior,
-.' Secretario.

REVISTA CoMwERCIALI

| |emaMa de 19 a 4 de male
de 189984.

Cam biasobre Londres, 90 d/v 20 1/8 1O000,
tL & vista, 19 7/8 1j500, do vanco.
1 Cambio sobre S. Paulo, 60 d/v 1 3/8 potr cento
E e desconto.
OCgnbio sobre Santos, 30 d/v 5/8 por cento de
*0. nto.
Cambio sobre o Para, 30 d/v 5/8 por cento de
.sCambio sobre Bahia, 8 d/v ao par, e do banco
1/2 po en m lt de premio.
-a. 43 Apoliee da Divida Publica, de
=6 P0O co do valor deo 1:00000 a
"30 Aeies do Compauhia do Bi-
''A Ow va-lr de" 0j a 990M cada umra..
totde lettras a 8 por cento ao aunio.



H -^ HHnlaie1A00p uma'
uc*e 116 7 ec

da -cpstama Afi J006- MOrI eir ipt
quaxialrftogae, mado aan.i*i priva0o.
foraaoveim do eargo qua omeupa 6
&a-7anodude iae 24'e servitopublice.
Par eamdo. 41e fieildadea.w muilher, uanioa
peassa quae^ qUemra e atM da ema prvaaiean-
to do un gnain =e #* t r.
E' elle sodo do Mote Pio Popuktirr Pelrmambmf-
no desde 1859 o mem targou n qaaolidadu,
6justo poia, <{ue As CoAa(ti 6quo, 06 &dA& Ike iWIA
abonada mensaaiete uma quantia om auLrcam
os respectivos etatutoil.
Lembramo, portato.a V.. S,que peam pelo
seu coqceituado DMario, c eorasea b= ejoas
que 2 compadeem 4mso pobre homm e he
unadem alguma cosa corn qeo posa comporar re-
wedios e alimento.


Rerece attenio

Nao 6 exacta a noticia que deu em sna
conceituada Revista, que na rua da Con-
fordi n, 156 B, era constautemente
maltratada uma mulher a titulo de eserava,
o iWformante pode verificar da vist':ria feita
pelo Sr. subdelegado de S. Jos6, e inter-
rcoga ia minesapa escrava, e quanto a ma-
tricula o iateressado verifique na repartiglo
c'mpetente sob o n. 14 da matricula, e 4
da relaglo e matricula geral n. 480.

Ponciano Ferreira de Oliveira a sua mulher, nao
podendo despedir-se pessoalmente das pessoas
a quem devem estima e oonsideramo em razlo da
slijda inesperada, hoje, do vapor, pedem-lhes des-
cuilp e offerecem seas prestimos na Bahia, pra
onde segwm.
Rlecife, 4g mnaio de 1884.


Aos senhores eleitores do 2.' dis-

tricto eleiloral da provincia
Aspiro A honra de ser eloito doputado
geral para a proxima legislature do 1885 a
1888 polo brioso e independent eleitorado
do segundo district desta provinmi.
Aos meus co-religionarios o amigos, dis-
tinctos chefes do partildo, a que tenha a
hon-a de pertoncer, pepo desculpa da mi-
uha ousadia.
A minha resolucao e exelusivamente acto
de minha voutade.
De ninguem recebi jAmais a menor ins-
pi'a.o, nem a minha candidatura (e o re-
sultado de alheia combinagao.
D'este mode assume toda responsabili-
dade do minha apresentaglo, sem me jul-
gar corn o direito de provocar dy namA-,
amigou porilcos urna prcferencia, que po-
deria emnbaraga-los. (.I
Corn a maior franqueza declaro que sou
candidate cm opposigao ao illustre deputa-
do pelo mesmo district, o Exm. Sr. Dr.
Joss 2larianno Carneiro da Cunha, cuias
ideas a respeito do mode, porque so dove
fazer a emancipacao dos escravos entire
n6s, julgo ruinusas ao paiz inteiro, e at-
tentatoi'ias do sagrado direito de proprio-
dade, tio amplamente garautido pela nossa
constituig'ao political.
Eu entendo que o grande e generoso
partido liberal, a que pcrtenco, namo tern
necessidade do rasgar a pagina mais es-
pleudorosa do nosso pacto social para sus-
tentar-se no podor corn os applausos da
nagimo
Eu enteado que a id(ea democratica, por
mais adiantada que seja, dove parar dian-
te d.a anarchia, e da dosordem, da calum-
nia o do iusulto contra utna classes, polo
menos, tio merocedora, come qualquer
outra, do respeito e da venerable de qual-
quer governo sensato e moralisado.
Eis come pense, e eis a razao per que
opponhQ a minha candidatura a do illuste


os 15 kilos. 0 dito de 3. sorte,--boa,-de 3500 a
3,009 os 15 kilos. 0 dito de 3.' sorte, regular, de
3oP%0D ,a 35300 os 15 kilos. 0 dito de 4 sort, de
3$000 a 35100 os 15 kilcs. 0 dito somenos, de
25700 a 2.900 os 15 kilos. 0 mascavado, pur-
gado, 'omn, de 2200 a 23300. 0 dito regular,
do 14900 a 24100. 0 americano de 150650 a
1l700 os 15 kilos. 0 bruto, regular, de 15350
e 14500 os 15 kilos. Canal, de 15250 a 1,300
per 15 kilos.
Caf:= Retalho de 55600 a 75690 os 15 kilos.
Couros salgados. verdes = Nominal de 320
rtis tun kilo. Ditos, ditos, seccos= Ultima venda
600 e 605 reis umn kilo. Ditos espichados=Nomi-
nal, a 700 reis um kilo.
Fume do Rio Novo= Nominal de 22J a 244000
os 15 kilos. Dito de Goyaz= Nominal de 245000
a 269000 os 15 kilos. Dito em rolos= Nominal a
9X e 12 0os 15 kilos. Dito em latas= Retalho
de 10A a 205 os 15 kilos.
Farinmha de mandioca Retalho de 35400 a
452,0 um sacco.
Gomma de mandloca=Retalho de 2 e 25200 os
15 kilos.
Graxa do Rio Grande do Sul = Cotamos de
7,800 os 15 kilos.
Mel= Nao ha uma pipa.
Milho= Retalho do 70 a 75 r6is um kilo.
Pelles de eabra= Ultima venda de 955000 maa
Gtnto. -
Sal do Asads = Retalho de 900 r6is por 100
htros.
Sebo == Cotamos de 85800 os 15 kilos.
Sola= Nominal de 4O500 a 60500 Wun moeo.
Vellas stearinas= R*etalho de 320 880 rdiso
masso de 6 velas.
Xarque do Rio Grande do SuL -Deposito
90,000 arrobas, retalho de 4200 a 55400 os 15
kilos.
GemenemO e.trar -Mel'ro


Alpise= Ven adsde p 0 ios o
At-ros do India = Eetaho do 2A400 por 15 j
Azeite doee -R etalho de 89200 poti cad
u i :galu.
I Bcalhto== Deposito 14,00( barriers, retalho a
17XW a 18*o00umsi, Urnca.
R = l e 12, a 145-1 p ,rum -br
tics-k.1", A. SLAdV


-:- m I a-i rozno
*-$eB^ S i.OOt kcompoauhi, da aestrda4e0a ordt e axang
S.po su procutador me fai 4ivigi a potipao d
.... .. W Onto9 18"4. & Mew oguintei: IlhL E Sr. Dr~mix direi-
oe Xi%,. & ia Cunha C. tai do eiet 0grente da ,Omp liht da estrida
W a do R eefe a Cang, -vem declasaraT. Exc.
: ---- ostado teitaa desapopriaao do 'teorreac e
do Mtwguiaho~pertencouo Wp "h~rd&U4do
A.02A fo Moanoel Pinto do Suza depositado o
o oto, digne-se na for"sda d le, aodar auSr
.-e. qua, no ex.ialpa t- p 15i P q A qa td, ao coahe-
Gwa tie 4^ 110 6 0C 1 JR 3heirm ausenates, Faseda Pco-
to de repLrseitAot deta provi eo vieiI. Geral on 'a qualquo, Q utro erd, .qae
Spnho procurado cone wto srA entregue por oslo juasoteem
laefid"borak rM ease jir
1WiA* f V 0U&4Itb doE1iJO 0C1LW0*40elie dtrfrotoptkiw.fostrando-se dividamenehbititade.
polnder" $ von do dig40 euiipea~d 0pveutaedidpositasdo 6 6m0005000,d i e abdesapr.-
Ste 404.0oj 4i'Otrito, e.wm Urn f3H iw 4 post. Pede V. Ezc defeni-
momeato esqumoiA interests de mshd no, sepoIs intimaao acostada au atosde-
estretwecida provipcria, ouso e00 opa! r a do 154WU0no tertmos da lei. Recife. 16 de
er lk-areikpi 'f p ieat maido, 184 ob EtaSilveira orygee Tawora,
.- v rador. (ellada comn nUma estamplha de'
proxmo pito eleitord. .. eis regalamawute inutilisada) em .lita peticao
Se apreseitar-se .a Otlg' utW adidi. u* ri 0 d.pacbo do theor seguinmte: Con re-
em nomo do nosso pfrtido, par& qae nI( quer. Beeife, 19 do maio de 1884.-Ribeiro.
seja caarifieada a ette Jeral, appellaii ra4 ia moeeolptinha em dito despacho aqui
seja e -m wtraaerWpto.
previamente para o leitorajo e, sendo-m ebegue A eonheeimento de todos
0 E p~~~~m'arva,quecxge eheintod-dsI
contrario o sea jiozo r6vio, .jomprometto mando pausa o presete.edital comn o praso d; 15
me a trabalhar pelo cancidat. preferid dias quo ger$i publicado peja imprensa e affixado
com o mesmo ardor colqi% P-rabalIari nolugar pbticodo costme,.
pela mimha reeieio, porqu rea hego n Dado e passado esta eidade do Recite da Per-
P m nambuco, aos 21 de maio de 1884. Subscrevo e as-
eleitorado o unico juiz quo me p do con- siga0.-O etriro, Pedro Tatmiano da Cunha.
demnar ou sagrar os mets servigos. Joaquim da Cosa 1?ibeiro.
,Abolicionista quo nao transigo pepn se\ 0 cidado JoTo .o0nwes de Oyeira, juiz de
retnota, mas que nao quer a aubversao dal paz em exercido da freguezi de S. Frei
ordem pqblica, si tiver de ser condemnadof Pedro Gondves do Recife
pa..r amor 4 santa causa quae abraei1 da- Faz saber pelo presented que Jos6 Maria Macha-
r-' e per, b .Batante camps -d td -do por sea bastante procurador d rigio a este jui-
me-hei por ba tante compensado tendo por petio requerendo. qua o admitisse a jas-
,udario politico a grande bandeira a que s tificar a ausencias de Antonio Jos6 Fcrnandes, suna
abriga toda a humanidade. mulher e Marianna Fernandes, irmAos e cunhados
Confio a ortsa 4 minha candidatura aos do finado Domingos Jos6 Fernandes, devedor do
meus amgos correl nrs, cuja ded sppltieadte da quantia de 4:719$320,0 que feito,
mans amigos e correligrorn~rios, ca d -l he ansodasse phsar editaes para serem os saup-
caAo constitute a minha maior gloria e ml- plicados citados para na primetra audiencia de-
nha unica for9a-, e qualqucr que s.eja o ois do prazo legal coneiliarem-se acereca do pa-
desenlace nao deixarei do continuar a ba- aamentode dita quantia e juros da morn, segun
11. i. i itdIft ricptura de hypotheea de 12 de julho de
talhar nas pnrmeiras linhasa pela causa da do7 snp a do t beciado 1ci2o aa tio do
875 em. notas do tabcliilo Francisco Baptistx do
patria e pelo bem da provmincia que me or- Imeida, sob pena de revelia a custas. E porque
gulho do representar no parlamento na- i jptificado o deduzido na'mesma peticao, pas-
clonl" iou-se o present com o prazo de 30 dias, pelo
Recito, 19 do ma deo 1884. ual chama-se e cita-se aos referidos ausentes
S- intonio Jose Fernandes, sun mulher e Marianna
Jose' Marianno. 'ernandes para que eomparegam neste juizo e al-
Igarem o que tiverem a bemrn do seu direito sob
0.,, na de revelia e custas na forma da lei.
So E para constar passou-se edital conforme o es-
o *i3" t' o.,.. .
Dado e passado n'esta froguezia do Recife aoi
IO d maio de 1861. Eu, Benjamim Am6s Jose
i Bdt Fonseca, cscrivao o subscrevi.
oil= 5 A Joao Gomes de Oliveira,


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ACENCIA$ -E COMMISS$OES
17 lN M cPRAQA DO C0RP0 SANTO 17




Dita prota= RIotalhode 9,0UJo a 10l000i urea
duzia.
Dita de diversas marcas--= Retalho de 6G000 a
8A500 uma duzia.
Cebolla= Retalho de 20; a 253 urna caixa.
Cha= Retalho de 3,4 a 550900 urn kilo.
Cominhos== Retalho de 12,009 os 15 kilos.
Herva doce= Retalho de 151000 os 15 kilos.
Farello de Lisboa= Retalho de 4,000 per min
saeco.
Dito do Rio da Prata = Retalho de 3.1700
a 3A80Otam sacco.
Farinha de trigo== Deposito 18,000 barrieas,
aos preos segumtes :
A americana, de 215000 urma barrica. A de
Triestre e Hungria, de 265000 a 30J000 eada
uma barrica.
Feijao mulatinho= Retalho de 13J000 per urn
sacco.
Dito de corcg= Nominal de 8j a 9W000 um
sacco.
Kerosene== Retalho de 3A300 uma lata.
Louga iagleza=- Retalho a 350 por onto sobre
a factura.
Massas italianasa= Retalho de 70500 por uma
caixa.
Manteiga franceza em-barris.= -Ultitma venda
de 14831 por cada um kilo. Dita em latas, da
marcalnont= Betalho a 2;725 e 25616 por ium
kilo. Dita itAliana, em latas retaho.a 25725
e 24616 um kilo. Dita em lWas, &da marca
George Naux, retalho de 2725 a 25616 um
kilo." Dita em latas da marca Dinant Alcard,
retalho'de 2A725 2A616 por mA kilo.
Pasas fina=. Retulho a 6000 e 85000 -um
eaixa.
Papel de embrulho= Retlho de 64 a 15500
umarema. ra-
Pimuenta da India= dRetalo de 1200 por cada
um kilo.


8phoros. = Da
,po.=ada i


ags', re



In. -
125600


0, capital Joao Francisco Antunes, juizde
paz em exercicio na freguezia do Santis-
simo Sacramento da parochia da Boa
Vista desta cidado do Recife do Pernamn-
btco em virtude da lei etc.
Fso saber aos que o present edital virem, e
delle~noticia tiverem, que Alheiros Oliveira & (C'.
me dirigiram por eseripto a peticao do theor szc-
"guin!e:
Ill. Sr. juiz de paz da freguezia da Boa Vista.
Alheiros, Oliveira & C. qucrem chamar A concilia-
cIo aim de lhe pagarem e verem interromper a
presCripcao a Manoel da Cunha Gnimariaes pala
L e sA enJ? zs 5:141 090, Leopoldi-
-no Cezar de Souza Menezes 328430,0, Tiburcio
Valeriano Ferreira de Mello 778.800, Antonio
Carlos Ferreira 1:5590360, Joao Corceja 173J580,
Jos*e Torquato de Sa Cavalcante 2:6830833, Joa-
quirn Raphael da Silva Cruz 651.600, Belicrnardino
Correia de Almeida 1:1303320, Joaquim Mendes
da Silva 175,120, Antonio Albanese 224,670,
Bent. Jos6 Alves de Oliveira 483, Lucio Gomes da
Silva, 55, Laurentino Jose de Sant'Auua. ....
156u8 '0, Jos6 Duarte da.Cunha Pinto 278-038,
Jose Joaquim Freire Junior 508;105, Jose Joa-
quim Freire 7124190, Olintho Bernardino dos
Santo3 2214200, Manoel Sampaio dos Santos....
478S;28, Custodio Lino Pires 189300, Balbtno
Tell.s de Menezes 2:917s657, Joao Baptista Bc-
zerra de Mello e Patricio Josd Tavares do Vas-
concellos 144.3730, Jose Francisco do Souza In-
termiense Filho 135.710, Jos6 Pereira Filgucira
158280, B'-az Martins d:s Santos 11014W0:), Cle-
mente Rodrigues Sobral 757:040, Manoel Igna-
nacio Bezerra 588;495, Catao Aurelio Ccsar Fal
co 18S010, Francisco Lopes Bandeira 433, Ma-
noel Tiavasso Sobrinho 78,$290, Jose Fcrreira
dna S.!tos 186J310, Joao Severino de Souza...
3605, Ignacio Jos6 da Costa 219,340, Anto
nia Joaquim de Souza 6140620, Antonio Jos Sar
mento Benvides 1:4815480.
E como os supplicados so aehem em lugarcs in
ceerto)s e naio sabidos, querem os supplia-ntcs j usti
ficaroan a ausencia dos incsnio?, dignant'o-so V
S. designar dia chora para ter lugar a justifica
9V1o passando-se editacs corn o prazo de -10). di:-,
para citacito dos mesmqo, o quo fcito so Heis eon
Xarque-do Rioda-Prata-= Doposito GO,0',O ar
ba=- Retalho 4.800 a 59409 por 15 kilos.
"- RENDIMENTOS PUBLICOS
Mez dL maio de 1884
UAKBEGA=De I a 23 743:349)10
Idem do 21 40.4(2l4I
783:811l56.

RBcBEimoarA=De 1 a 23 33:40J11(
Idem.rde 24 2:988446U


38:3835579


M ALTERACAO DAPAUTA
.na a semana de 26 A 31 de maioe do 84.
Alg~on em rama. 513 ra. o kilo.
a ndega dc Pernambuco, 23 do maio de 1884
..Os confereates, "
Salvador A. A. Freitas.
A. de A. Aarques.


SDESPACHOS DE IMPORTAQ-O
,-o4r inglez Tagu, enfiado deop poitos da Eu-
roTapo4 din 24 do corrente, e easignado a Adam-
son Iwie'& C., manifestoM:.
Aoostras 35 volumes a diWeros. s
Chi 4 grades e 11 eaixas a Luiz Antonio Si-
q"'t* V.1 ": I' *
JAaa 2 caixas a Augusto Rego & C., 1 a J.
K e &AC. "
Mieradori divteas I volume a Augusto F. de
(ers, & C,,I a Joa W de Medeiror 1, a Bour-
., 1 a t D.avis. .-- ..
T 1cai a oordem..
=os 16 cairxs a ordem, 10 a Carvalho & C,
7,a iro Oliveir &, a.a A. A do Sorza
Ag.u- 16 a M. Joaqim I .Carl Us [aso, lv iai
FernAdes da Costa& C., a Saundera Brothers
i, a Ros a & Queiro, 16 a iva Vaeate
a Jos~~de d Mcdo, 10 a Joaquim Dutarto
Souz, a BL toi, Amorm"& C.


1j10 4 oeeesis cerivlo di.para a
2$i L do abril de 1884,-
/^c l fly ,'' 1';1 1 ; / 111 1'1 -
E isedo wuitidaas as teatemuaas, que dopepo.
oeram Mifa otaoaxmente o'com elaglo a incertoia
da" residotcias 4. justitiadop e aqpeucia 4,-ties
desta aidad e &zeadoa-me- o eOeiv5 os autos iun-
eluaos seUados e preparados, teelle dei e prferi
a sentenga do theory segOnte:
Vistaos etesWAto etc.-- julgojoeedentea jus-
tificacalo de folias para que em dwireito produza os
seus devidos ffOeitos a eustas. 0 eseuivao passe
carta de edits eom o prazo de 80 dias para cita-
91o dos justileados ausentos. Boa-Vista, 25 de
abril de 1884.-Jodo aeiaco Antmuae.
E em cumprimento desta minha seatenga pas-
sou o escrivio o present edital polo qual e seU
theor chamo, cito e hei por citados os supplicados
acima declarodos, para que, ao prazo de 30 dias,
comparegam perante cste juizo, afim de se conci-
liarem ou allegarem o que tiverem em sua defeza.
Dado e passado nesta freguezia da Boa-Vista
aos 25 de abril de 1884 E eu, Antonio Joaquim
Pereira do Oliveira, o eserevi.
Jodo Francisco Antunes.

Theso0iima u FdzNul
0 conselho para fornecimento de viveres forra -
gen e ferragens &on eorpos desta guarnicgo e en-
fermaria military, recebe propostas no dia 9 de ju-
tho do correJte anno atW as 11 heras da manhi,
no quartcel general do commando das armas, onde
funcciona o mesmo conseiho, para coutratar o for-
aecimento de generous alimenticios ias pragas de
pret, forragens, ferragens, pastagens e medica-
meutoo para a cavalhada, durante o 2 1 semestre
do auno corrente, a saber :
Agua, balde.
Aguardente, litro.
Aletria, kilogramma.
Ameixas passadas, idem.
Araruta, idem.
Assucar branco refinado, de 1o qudidade, idem.
Assucar refinado de 2' qualidade, idem.
Assucar refinado de 3a quamlidade, idem.
Assucar mascavo refinado de 3a qualidade, idem.
Azeite doce de Lisbon, litro.
Azeite doce de Lisboa, fino, garrafa.
Bacalhao, kilogramma.
Baananprata on laranja, dunas.
Ditas de S. Thom6, urma.
Banha americana, kilogramma.
Batatas inglezas, idem.
Biscoutos de araruta, idem.
Bolachinhas americanas, idenm.
Borrachos ou pombos, umn.
Cafe em gr'o, idem.
Cafr moido, idem.
Carnet de carneiro, idem.
Came de porco, idem.
Carne de vacca, idem (sem osso).
Carne de vitella, idem.
Carne seeca do Rio Grande, idem.
Chi da India, idem.
Chi preto, idem.
Cevadinha, idem.
Cerveja national, meia garrafa.
Chocolate commum, kilogramma.
Chocolate musgo, idem.
Farinha final de Mage, 1I qualidado, litro.
Farinha fina de Mage, 2A qualidade, idem.
Feijao preto, idem.
Feijao mulatinho, idem.
Feijao branco, idem.
Figos passados, kilogramma.
Frangos, urn.
G-allinha, uma.
Gelda do momo de vacca, kilogramma.
Gelha de marmellos, ideim.
Gelda de musgo, idem.
Goiabadas em latas graaides, idem.
Laranjas da China, uma.
Lai anjas selectas, idem.
Laranjas da terra, idem.
Limas, idem.
Limdes azedos, urn.
Limtes deoces, idem.
Maear-aio, kilo2ramirnun-'
araisenas, idem.
Manteiga ingleza de 1' quaiidadc idem.
Marmelada national, idem.
Matte em folhas, idem.
Dito em p6, idem.
Ovos, urn.
Pao, kilogramma.
Pao-de-16 tornado, id..m.
Passas, idem.
Peixe salgado, idem.
Dito fresco, racaio.
Queijos de Minas, urn.
Roseas de la qualidade, nina.
*Ditas communs, idem.
SagA, kilogramma.
i Sdl, litro.
Tapioca, kilogramnia.
Toueinho de Minas, idem.
V iinno branco, litro.
Dito tinto, idem.
Dito Madeira, garr.fa.
Dito Malaga, idem.
Dito dito, litro.


-Dito Porto, (commum)-
SDito dito fino, garrafa.
SDito dito genroso, idlea.
Vinagre branch (1dc Lisboa, litro.
Dito tinto, idem idem.
Verduras c tomperos, raiOio.
vura- for-rgens efv'lragens
- Alfafa, kilogramma.
" .lilho nm(ilue ntljunnal, idem.
- F.irllo do Lisboa, idem.
s Capiin, medidaI caixilo.
- F-rraduiras, nmner'os.


DESPACOS DE EXOKr'AVAO
Em 23 de maio de 1884
PEara o exterior
No vapor inglez Porttaeise, carregou :
Para New-York, S. Brothers & C. 28 fardos
couriuhos de cabra ; H. Nueseh.& C. 40 ditos idemn
idem.
No vapor inglez Taj'js, carregou :
Para Buenos-Ayres, P. Carneiro & C. 400 bar-
ricas coin 44,010 kilos de assucar branch e 100
ditas corn 12,010 ditos de dito mascavado; G.
Maia & C. 4 caixas cum 370 ditos de doce.
No hlgar portuguez Lusitano, carregou :
Para Lisboa, A. Bahia 384 couros salgados coin
5,208 kilos; P. Pinto & C. 20 barris corn 1,800
litros de reel.
-- No patacho allUemo Diamante, carregou:
Parn, o Rio da Prata, M. Cunha 160 barricas
c.om 19,489 kilos de assucar branch.
Para o interior
SNa barca dinamarqueza Chr'istian7stawn, car-
regon:
'ara Uruguayana, J. S. Loyo & Filho 265 bar-
ricas corn 22,701 kilos de assucar branch.
Nopataeho hespanhol Pandkita. carregou :
Para Urugnayana, Amorim Irmaos & 1. 0
barricas corn ll,',68 kilos de assucar branch.
1- Na bcab americana Aquideneck, carregou:
Para Uruguayana, Amorim Irmaos & C. 300
barrios corn 38,406 kilos de assucar maseavado e
700 ditias corn 84,616 ditos de dito branco.
No patacho norueguense Urda, earregou :
Para o Iio Grande do Sal, J. H. Dias 5 pipas
cornm 24,000 litros de aguardente.
No vapor national Ceatd, carregou:
Para o Rio de Janeiro, M. G. Feraandes & C.
e00 coos fructa ; F. J. de B&rtos Jtunior 10
ipa co4 4,800 litros de aguardente; J. da GrM-
a NKgueira 50 saccos tcor 3,750 kilos de asaear
bra.eo; M. Cauha 440 5 rim's omac 40,0,7 ditos
dediot. -
Para BAia, J. 13. ile Carvalho 20 barries corn
*1,200 kfos de awucar 'reftnmdo:- C. Beltrio &
Ivin o 2ditasa Para :itmiit- P. ndil &&C'. 25i sakeeos eom
1,75 d *4assu aer tfanw.
No h iato cio-nal (ameica, earregon:
Para Araat)T, C ata &C-4 batIricBSo ota290,
kika^ ^ -deaasuiuiib eSn**o lV ditacown 1)10
di1w OdiateiiaiumiDeya1l


I metr i, ama,
sew, diatiuc*o de pecs, ui


V -mo commnmEi, eme,
Tijoks inglees para arcar, urn.
Velas de iomposieto, kil amma.
Ditaa cer, idem.
Ditas do eebo, idem.
Vasuonras grande do piassava, duzias.
Ditas pequenas idem idem -
Ditas de matto, cento.
Phosphoros amerieanos em caixa, grosa.
Sanguesugas, pela applicaiode eada uma.
Objectos adventicios para a enfermaria
Papel pautado flume, resma uma.
Dito matta.borrio, folha.
Pennas de ago Ferry, caixa.
Gomma arabica, frasco.
Tiata preta, garrafa.
Canctas, duzia.
Lapis preto de Faber n. 1, duzia.
Hostias, cento.
Incense, kilo.
Condiywes
1i Todos os generous sergo de primeira qualida-
de, e os fornecedores devergo batisfazer os pedi-
dos dentro dos prazos marcados ifos retpoectivos-
contratos, entregando os mesmos generous nos.
quarteis, ou fortalezas e enfermaria, e depositarlo
na Thesouraria de Fazenda uma quantia, como
cau&o, que seri arbitrada polo conselho de for-
necimento"
2 As propostas deveriao center a declaravio
express de sujeitar-se o proponents A muita de 5
O6 da importancia a que montarem os viveres on
artigos que forem aceitos, se deixarem de compa-
recer para assignarem o reapectivo contrato, den-
tro do prazo que for notificado pelos jornaes.
3a S6 poderA concorrer aoa foruecimentos an-
nuiiciados quem habilitar-se at o dia 7 do yin-
douro mncz, na f6rma do art. 18 do decreto n. 7685
de 6 de maryo de 1880.
4a Da falta do fiel timunprimento de qualqner das
obrigagces contrahidas, o fornecedor ficarA sujeito
a pagar o valor de quantD se comprar por sua con-
ta e ineorrerA na multa de 25 0[0 sobre o valor
do genero regeitado ou n i'q recebido em tempo.
5a Os concurrentes .; obrigados a apresentar
amostras dos generous ou artigos que forem julga-
dos precisos pelo couselho.
Ga As propostas serao apresentadas em dupli-
catas ate as 11 horas do di% 9 do citado mez, em
que sergo abertas e apuradas em presenca dos
proponents. Na mesmnia eccasiio se aceitarlo
propostas para a venda de estrume dos animaes
da compauhia de cavallaria.
Thesouraria de Fazenda de Pernambuco, 14 de
maio de 1884.- 0 contader,
J. de B. e Accioli de Vasconcellos.


Edital n. 55
Prineira praa
De ordem do illm. Sr. inspector, se faz public
que as 11. horas do dia 28 do corrente mez, serao
vendidas em leilao, no trapiche Conceigao, as mer-
cadorias abaixo declaradas, a saber:
Armiazem n. 3
Marca DSP, 2 caixas ns. 71 e 72, vindas do
Hiamburgo no vapor allomao Ceard, dcscarrega-
das no 1' de abril uitirn,. contendo 500 kilogram-
mas de cartazes de annuncios, abandanadas aos
direitos por J. Sabino Pinho.
Armiazem n11. 6
Marca HBAC, 2 caixas ns. 2,601 e 2,605, vin-
das de Southampton no vapor inglez Douro, dce-
carresadas em 26 c 30 do janeiro de 1880, con-
tendo 278 kilogramnnris de casemira dc 1 corn
tod- tiama do algodio, ab.udonadas aos direitos
por H. Burle & C.
Arnaot n


Armazcm n. 7
Marca diamante, 5,53 no cectro e contramarc:L
BBl&C, 1 frasco de vilro, contend morphina, pe-
sando bruto 980 grammis, parte da caixa do
marca a margin, n. 1, '-iida de Southampton n)
vapor inglez Miniho, entrado em 13 de mnaro d,)
e.rrint" anno ybtuniamtI aos direios por Bit-
tencourt & C.
Marca diamante e .JCL&C no centro. 5 barris
us. 129 a 133, contend' oleo de caroco de algodao,
a recueoimnento do J. Levy & C.
3',sccq'o dla Aidcfaud de Pernambuco, 24 do
msio do 1814,
0 chefe.
Cicero B. de 31ello.


DECLL'.A.
Secretaria da Ca ..r1a Municipal do IEecift,
19 de maio do 18A4. I!;i,. Sr.-De orcdem do 111im.
Sr. vercador commi.-.iir;) do matadouro, haja
Vine. de inifornar dcentro do prao do 24 hora,
(on relai) auo fiwto qac noticiou o Jorual do
Recilfe de hontcm c sob a epigraphe Logradouro do
GiquiA, c no caso alifirmnitivo, por quernm antori-
sado.
Deus guarded a Vie., llMin. Sr. administrador do
logradouro do GiquidL.--0 secretarao,
Pedro G :uU:iu;iaao de Rati e Silva.

Great Western of Bras ll Railiday
Pelo present s?.,o onvidados os senores ac-
cionistas dcota compahi a A viremn receber no es-
criptorio contra!, na cst':w do Bri.m, a decima
distribuic(;o das cautelus dejurol cnrrcsponi,!ou-
tes ao scmestrc findo cm 31 do dezembro dc 83.
Reeife, 2" de maio d c b84.
J. H. Cono!lv.
Suplerinifc.dente iiterino.
Para MiriN, M .A. Senna & C. 1 volume- coo:n
118 kilos de assucar branco.

MOVIMENTO DO PORT
Nitvius entrados no dia 24
MIossor6-- dias vapor nacionil P'rapsma do 31z
toneladas commandant Fabio Rino, equipag'm
27 carga various genros; a Ccinpanuhia Pernamn-
bucana.
Southampton c cscala-15 dias, vapor inglez Tagus
de 1892 tonoladas, cominandante J. D. Lpvonez,
equip"agem 85, carga various generos ; a Adam-
son Howic & C.
Bahia e-eescala-5 dias vapor nacionai Sio Fram-
cisco do 382 toneladas, commandant Joaquini
da Silva Pereira, equipageam 30 cara varies
gencros : a Companbit Pernambucana.
Rio Grandl do Sul-26 dias, lugar national Mi-
narchi de 200 toneladas capitao Manoel Maria
Mosso, equipagam 8, carga xarque; Amorim Ir-
maos a cU.
Swansea-46 dias, lugar inglez Nushku do 417t -
neladasy capital Alfrcdo Wileh, equipagem 10,
carga carvao : a Wilson Sons C.
N'w,,,vios sahidos no nmesmo dit
Buenos-Ayres o esealas-Vapor inglez Tagsq.
eommandante J. D. Lpvonez, carga various ge
neros. '
West Indies Palhabote inglez Harry C. D.
Wolfe, eapitAo Edewan Holmes, em lastro.


VAPORES ESPERADOS


Mandos
Pri, ipe do
Pard
COmmander
Mond"
RoSire
Rosanro
Teutonioe


Gironde
pernmuwabk
Magellan
api^^itosimA
AraWmeami

Ant^ 1,or
tetf-;-1.11'


G-rao


do sul
da Bahia
da Europa
do sal
de Geneva
da Eurona
do Trieste


amanhS bI
a 27
a 28
a 29
a30
a30
a,30


-junho .
da Europa a3 8"
donorta a 4
do Pacific a
do sul a
daE.ropa
do ml *+ "
di MOM&- r


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4 .00


1 i


I,























,g avw
ircek,cm


Agete Britto
Leila0

De 2 mobdliau de amarello, 1 rico lavatorio corn
pedra, 1 eama de jacaranda;, dita franceza, mar-,
quesets, marquezas, bero, quairos, espelhos3
jarrs, cabide, mesa diversas, louqa^, commoda,.
eadeiras avulsa e outros artigos exist'ntes
NA. AGENCIA DA RUA DO RANGEL N. 41t
Terfa-feira, 27 de maio
A's 10 1/2 horas

Ultimo Ieilao
De mobilia de jacarannA, toiletes de dito, lava-
torio de dito, mesas elasticas, guarda-vestido.
guarda-louga, marquezoes, eamas francezas, mna -
chinas die costura, lavatories, espelhos, quadi 0o3,
jarros, candieiros a gaz, diversas obras 7e ouro
e muitos outros objects que estarao patentes
No arnmazem da ruta do Bomn Jesus
n. 51.

Ao condo maul t llof
Quarta.feira, 28 do corrente
A's I A horas
Por intervengio do agent
Leusmlo
Leilso.


P-8- w


'di I- 4
ikeem-
aesar-8ei 71.3U4w


W~addingto
!, dosportooldo


utavel
orte
norts


-~ w
Tendo este Monte-pio de solemar o sea c10
anniversario, comn uina essao magua e de.posse a
'nova directoria, convida a todos os Srs. ofliciaes'
aocios efeetives e honorarios, a ceqqgwecerem no
'dis 25 do-cerrente iAs 11 horas da manhil na 6d
da soeiedade Luso-Brasileira, aim de assistir este-
Sacto.
Da mesa f6rma convida aos *rs. officials ho-i
nojrarios e mais eom"paabeiros de emnpaaha e a-.
rentes d'aquelles quo faileceraut ma memoravel,
batalhlia de 24 de maioaassafitir* a miss e me-
mento que o Monte-Pie sanda rear na igreja da
Coneeigio dos Militares, is I horts da manhb do
referido dia.
Secretaria do Monte-Pie, 21 tde maio de 1884. 0
0lo secretario, alferes-Aplinarie L Carvalho.
-- De ordem da 111um. Camnka Municipal, sio
-convidadoes os donot dos estabelecimenlo dlas
freguezia& de S. Js96 e Recife, mara virem see-
S0 cempetente ever os pesos, -medidas e balois-
cas dos mesmos, no proximo pena da le"
Paco da Camara Miuieiopli do Recife, 3) de
,abril de 84.
Jos 6 Caudido de Msraes,
Presidenit.
Pedro G. de Ratis e Silva,
Seezetario.
A Camara Munieipal dn cidade do Reeffe
ritz public a quent interessar peass, que em ses-
-sao de 14 do crreute, se resilven designer o final
-do cases 22 de Novembro eatremo sml da freguezia
de Santo Antonio, na travessa da Tua da Praia,
para deposit de materials -inflammaveis, visto
existir um s6 ponto para ease miter.
Pago .da Camara Munitipal, do Recife, 15,de
s.uio de 1884.
Jos6 Candido de Moraes,
Presidenrte.
Sedro Gaudiano de Ratis e Silva,
Secretario.


Celestial confrarla da (S.
Trindado
Mesa geral de elealo
IDe-odem do irmao provedor, eonvido a todes
em aiesses .carissimos irmaos a comparecerem .no
esauistorio no domingo 25 do eorrente, pelas 10
1r uoras da manhi. para, reunidUss em mesa go-
a, proecedor-se a eieicao para o anne eompromis-
sal de 188.85.
Consistorio da celestial confraria da SS. Trin-
da&e 23 de.mnaio de 84.-0 secretario interino,
JosA Ramos de Oliveira Junior.
Carnal de Marinba
D)e zrdem do Exin. Sr. chefe de divisuo, ias-
pector deste arsenal, capitAo do port desta pro-
viecia, fa o pubiico que, e.n execua'o ao avisoe do
Ministecio da Mfrinha de 13 do correute, racebe-
se neztta aecretasia ate o dia 27 do earrente, ais U11
horas da maniL-, propostas em cartas fechadas,
para se eentratar oom queon melhores vantagens
offerecer, *s concertos de que precisa o predio
onde reside aj udauite deste arsenal, cujos con-
certos foraiaoradosva importaneia del 1:3725874,
como consta do reapeativo orcamento, que p6de
ser examinado xesta zepartiao polos coneurren-
tes, ficando a scalisagao da dita obra a cargo do
engenheiro des obras geraes desta provincia.
Secretaria da Juspee.o do Arsenal de Marinha
,de Pernambueo, 23 de-,maio de 1884.
0 secretario,
Aktdow da Silvta Azcvido.

Cemiterio public
JDE
Santo Amaro
,osrdcm da lima. Camara Municipal, previ-
ne-se a ,pessoas jnteressadas que nos dias abai-
xIo dedalados finda-se o prazo mareado pelo re-
gulaineato para a conservaeao dos corpos inhu-
inados em diversas cataeumbas do Cemiterio, as
quaes seruio abertas nos referidos dia, se nenhu-
ma reclamatio houer ate a vespers,
Dia 25 de maio
Jos6 Ricardo Coelho.
Antonio Fale'o 4e Souza.
Di a 27
Boaventura da 6iva Brito.
Angelica Maria de Lima.
Antonio Lopes de Carvalho.
Jobo, filho de Antonio Francisco da Costa.
Leonor, filha de Mareolina dos Reis Vaz Curado.
Oetavia. filliha de Paulo Jose Antunes.
Dia 29
Alice, filha de JosA Lopes de Azevedo.
Dia 2 dc junho


210 -8212 8214 86 8 8249
822 -8225 8228-8229 -8233-.8234
236 8241 8245 -82M--8254 8259
8264 -8269 -8274..-8278-8279 8282
8286 8289-8299-4W 8301-8302
83^2-8325-832 8332- 8333 8334
8337-8338-8339-&83.-8341 8342
8346 8348-8349-.83-0-8351 -8353
8355-8356 8358 8360 8361- 8364
8368 8369-8372-83S3 8376 8383
8390 8419-8441-- 8426-8429-8430
8433-8438 8439-8442-8444 8450
8460-8461-8462 8464-8465-8466
8484 8486-8505 8507 8509 8519
8521 8528 8529 -8534 8635 8536
8545-8550-8554-8560-8573 8583
7934-8071-8209 8285 8354 8453
8990 8110 8222 8321 8367-8472


8021
8055


8151-8235 8335-8387- 8520
8187 8262-8345-8432 8542


ERecife, 21 de maio de 1884.


1 0 garente,
Francisco Joaquim Pereira Pinto.
0 vapor inglez Fe4onia esperado do


Europa at6 o dia 29 do corrent3, segue
depois da demora precisa, para a Bahia,
Rio do Janeiro e Santos. Recebe cargr
e passageiros a pre9o medico. A tracta1
corn os agents Johnston Pater & C A-rua
do Commercio n. 15 1' andar.
Recife, 21 de maio de 1884.

Santa Casa da Misericordia do


Na Santa Casa arrenda-se por am
os segumntes predios :
Rua da Saudade
Casa terrea n. 5
Travessa de S. Per-o
Sobrado de dous andares -n. 2
Rua do Born Jesus
Segundo andar do sobrado n. 13
Rua do Bargos
.Casa terrea n. 27
Becco das Boias
fLoja do sobrado n. 16
Seasala-Vdhba
-Casa terrea n. 18
Rua da Moeda
Casa terrea n. 49
Senzala-Velha
Casa terrea n. 16
Rua Imperial


A tres annos,

403000
30000
303000
185000
12.j500
20; )00
303000
20.000


Casa terrea n. 127 124000
Run do Encantamento
Primeiro andar do sobrado n. 9 154000
Rua do Visconde de Albuquerque
Casa teTrea n. 61 17J750
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Recife, l1de maio de 1884.
0 escrivao,
Pedro Rodrigues de Souza.


COMPMA llA
DO

1133111



No eseriptorio d'es-

ta companhia paga-se

o 72' dividend cor-

respondente ao semes-


da demo-
para 61
at6 Ma-j


-Bda para todaw *a .sawa dep*l do especta- -: P tPmwag iBC^ea das e valores,
-4 :l ; f .... 1 l-RUA. DO COMMERCIO 44

Grand esp ulo!. amgnas

VrovrammiafanlanB eque tern vm ia -wo w M"
,,,e se X u ~ICtD V sa .819M00 275000
w e effeetusda Bahia tw 1s0500
o Mauei6 18#0 9 95000
Pawabyba 181000 9000
TH W O Natal 315500 105800
Ceari 675000 135500
i i 'aranutoS 995000 165200
PArk .13;51%000 234S400
Manion 205A0oOD 405900
++ .. + +!U" -wOMPANWmA PEUtNANBUCANA
4 Naavegage estelra po r Vap*r
IDoNmA0T U2 Imaio POITOS DO SUL
SA Sociedade Abolieionista MARANHENSE 28 Macei6, Peaedo, Aracaj, Estancia e
DE JULHO, tencionando libettar alguns eseravos- Bahia
no dia de ssu install, resolveu elebrar esta vapor S. Fmneisco,
MAUINE'E para desta maneira angatiar don&- commandante Pereira,
Stivos paraae onmecugo d tieoamobre fim. -rsegia no dia 28 do
_t^emrente, is 5 horas da
*t r '^ss^^^f^^;^B^Sf^^B^^Recobo cargra ate
Comneara per uma eonferenoim feita pelo muite dia 27. Recebe caga 0
illustrado Sr. tO. Jos6 Joaquim Seabra, lento da ,Encommen ,p agnsedinheire a fiete at6
SFaculdade de Alireito. s 3 horasdia da i sahida.
/ ESCRIpTORIo
A.p6s a corlferencia sera recitada uma lindissi- caes da Ceompan a Periambu-
| mv poesia, itithalada a Noe& Orientaceo, cama Ia.l 2
Spell distinct actor Moreira de Vasconcellos, que COE1PANEKE DEN i ESS*AGg-
para isso eavalleirosamente offereceu-se. R i A
~~RIES XA fIXr'nEN_
S- LINIIA MENSALI
Seguir-se-ha a jocosa o interessante comedia em 0 paqucte
am acto, denonmaada=Unaa c rada impa-&
gavel-pelos Wympathicos actorem Lyra, Annita; Gironde
Cuanha e peloes amiadores Joao Goncalves e Tei- G
zeira. Commandate Moreau
Espera-se da Eu-
ropa Wt o dia-3
Em segilida o -intilligente e espirituoso actor de junho, seguin-
Jolo Rocha exhibira uma das suas melhores see- do depois da de-
nas comicas. morn do eostu-
W me para Buenos-
Depois serai enthnsiasticamente recitada a poe- Ayres, tocando na-
sin-A Liberdaite-de Pinheiro Chagas, pela Bahla, Rio de Janeiro e Monte-
nota-el e conhecida actriz brasileira Adelina Cas- tevideo
tro.
% Lembra-se aos Srs. passageiros de todas as
erm A a( MA'Tw p e. ... classes que ha lugares reservados para esta agen-
Teraiar a MATINE'E pela espirituosissima cia, que podem tomar em qualquertempo.
scena eoamiea-O Sr. Domnniugos f6ra do _- r
Serlo habilmente desempenlhada pelo impaga- Para carga, passagens, encommendas edinh eiro
vel e eadiabrado Lyra, o idolo da platea pernam- a frete: tracta-se corn o
bucana. AGENTE

A comisslo encarregada d'este festejo, espera AUfstc Labille
a concurreaeia do respeitavel publieo para melhor 9 RUA DO COMMtRCIO 9
abrilhantal-a. Companhia Brasilefra de Nave-
Desde jA eonfessa-se summamente grata. ga o 'a Vapor
ComegarA As 10 horas. PORT OS DO SUL
____________, ______ .0 vapor

EARITIIOS Pernambuco
Commandante ocapit&o de fragata Pedro
H l- nlH. Duarte
(Iu E' esperado dos portosdo nor-
a f-..e"% te atA o adia 4 de junho e


pfs caff.o+.,+++,+, depois tia demora
DampfsciiflTahris-Gesellschatf 'epots
Sdo costume para os portes do
0 PAQUETE A VAPOR |Ja
Rosaio Recebe tambem carga para Santo. e Rio Oraa
eal e de, frete modico.
-_ T Espera-se da Eu- Paracarga, passage, ncomnme da c vthlmS
m"^^ ropa e porto3 do tracta-sena agencia
l^tO \ _norte no din 30 44 RUA DO COMMERCIO 44


Ido corre
guindo d


deynora aecessarna param
Bahia
Para ptasagens, frete, etc., tracta-se
agents.
Borstelmann &
RUADO VIGARIO N. 3
10 andar


rte, se-
depois da

corn 09

C.


Epawy


Para Lisboa e Porto

Recebe carga a frete a barca por-
tugueza Novo Silmcio : a tratar
corn Baltar Oliveira & C.

Companhia-Balana de Navega-
Vio a Vapor
Macei6, Penedo, Aracaju, Estancia e
Bahia


am autorisado venderA
on msx lots; a vntado dos
de. 70 barricas de farinha de
ao da barca americana Aqui-
a viagem do Baltimore a este


Tr l a-luha, 27 Io carfeol
A's 11 horas
0 agente Silveira competentemente autorisado
levara a leil-o unia important armaqlo de ama-
relle toda forrada, envidracada e fail a remover
por ser toda a parafuso, obra modern, servindo
para qualquer negocio. Urn excellent fiteiro para
moestrador, de volta, moveis e differences artigos
existentes na loja n. 20 a run Estreita do Rosario.

Leilao

OMart-feia2. 28 corromi
A's 11 horas em onto
Deve ter lugar o le113o de moves, lonuas, criys
taes e vidros effectuado pelo aigente Alfredo Gui-
marines, no 10 andar do sohrado da run do Viscon-
de de Albuquerque n. 24, outr'ora run da Matriz

Leilao

Quarta-feira, 28 do corrente
A's IMl Ii hot'as
O agent Silveira, devidamente autorisa, .,11,-
vari a leil.o os moveis e utensilios do hotb i .-t.
a rua de Thom6 de Souza n. 5, cmn urn ou '
lotes a vontade dos Srs. arrematantes, garat; -*
as chaves.
Em eontIlnuamio
Vender-se-ha uma bomba Estanitamnea em Fer-
feito estado.
Quarta-feira As 10 1- 1 horas

Ageute Pestana

Leilhio


(

t
L


c
C
t
a
1





d
e
r


DE

A saber:
Urma excellent casa terrea do peldra e cal sita
i rua da Aurora (na Boa-Viagem) tendo de frcnte 1
lorta e 2janellas. e os seguintes cornimnodos: 2 sa-
as, 5 quar-tos, cozinha foray, sto arborisado e corn
eacimba, passando ao lado o rio Jordlo.
UTma dita tambem de pedra e cal, na mesma rua,
tendo de frente 1 porta e 1 janella e os seguintes
commodos: 3 salas, 4 quartos, cosinha fora, sitio
arborisado e caeimba.
Umna dita (em caixao) faldtando apenas os repar-
imentos, tendo 1 porta e 1 janella, e acha-se entire
as duas acima mencionadas.

Qalta-ffira 29 do corrf. t
A's 11 horas
NO ARMAZEM A RUA DO VIGARIO N. 12
0 agent Pestana, compettentemenite autorisado
armA leilao por conta e risco de quemn pertencer
los predios acima mencionados, os quaes so aeham
em perfeito estado de eonservacito.
N. B. As bchaves acham-se em ma'o do ageate
ara qualquer informa"no.
Os Srs. pretendentes dirijam-se ao armazem da
-ua do Vigario Tenorio n. 12.


*UL&feira, 28 dlo correate
0 agent acimwapor mandalo do Exmrn Sr. Dr.
juiz de direito de ausenteS, e a requerimento do
Il. Sr, Dr. curador de ausenM levar le ..
a rferiJda typograplr, Paoolio do Eiiaa M ;rinho
Faleao de Abquenrq4e M2 ranhlc.

Igente Bralimaq"i


Leilao
QuInta-felra 29 do correate
A'S 11 HORAS EM PONTO
No .arnazem da ru1 do Imperador n. 22
0 agent acima por autorisaa.o e assistencia
d) llm. e Exm. Sr. Dr.juiz de dircito da prove:
doria de eapellas e residnoues, levar.i a leilao a casa
teriea n. 7 da travessa da Baixa-Verde na Capun-
ga, a requcrimento de Ermelinda Carlota Maria
de Gusmao, Olindina Maria de Gusm'io e Emilia
Lucinda Matria da Puixa.o, unicas herdeiros da fi-
nada Joaquina Maria da Cmnccieao. Os senhores
pretendentes desde ji poderAo cxaminar a dita
casa.
Em eontlnuagao
Lcvara a leilao as minesmas horas. o mesmo agcn-
te acima mencionado, a nona part do sobrado..
n. 18 A rua Nova. Os senhores pretcndeotcs po- -
derlo ir examinar o sobrado.

Grande e variado

Leilao


Dc bons moveis, finos crystaes, porccila-
nas, jarros para flores, objects de elec-
tro-plate, quadros corn fins gravuras,-
S candieiros a gaz carbonico, espilhos, umr,
burra prova de fogo e um jumento gor-
do e manse ; a saber:
Sala de visit
Urn piano forte, 1 caeira par; o musimo, 1 es-
peliho oval, grande e dourado, 1 serafina coin ex-
cellentes vozws, 1 rmobilia de jacarandA corn tampo-
de pedra, corn 1 sofa, 1 jardineira, 2 dunckerques
corn espelhos, 4 cadeiras de brakes e 18 de guar-
nieao, 4 quadros dourados, 12 pannos du crochet,
8 jarros grandes para ffires, 2 ditos corn pingen-
tes, 2 figures finas, 4 cantoneiras, 3 porta flores,.
3 lanuas para cortinados, 6 abracadeiras, 1 lustre
de ciystal corn 3 bicos, 2 escarradeiras. 4 tapetes
de porte e 1 tapete aleatifa forro da sala.
Primeiro quarto
SUrea cama franceza dejacarandai, 1 toilet, 1 la-
vatorio e guarniiao, enfeites para toialct, 1 guar-
da vestido, commoda, armarin, 1 abide, 1 cort-i-
nado para eam t, 1 cupuda, 2 rmarquezas, 1 com-
moda.
Segun(lo quitrto
Um guarda roupa, 1 camafranceza de amarello,
1 dita de ferro corn lastro do arame, 1 cabide, 1
coinnoda, 1 mnarqueza e 1 console.
Sala de co.tura
Umn sofAi, 2 consoles corn pcdras, 12 cadeiras de
jacaranda, 4 quadros dourados, 1 mesa de jogo, 1
gamao, 1 costureira, 1 maquina de costura, 2 ca-
deiras tA -'alanco, 1 candieiro a gaz corn 4 bieos,
1 braco (aranlclt) dc crystal, 2 tapetes de c;eo, 1
mesa rcdonda corn ta apo de pedra.
PAVIMENTO T1IR~mEO
Salna ae enirada
Uma mnobilia de jacarandA corn 1 sof;i, 1 jardi-
ncira e 2 conrisoles corn marmore, 2 cadeiras de bra-
cos c 12 a 18 de guarniiao, 2 cadeiras de balance,
I easticacs e mangas, 1 piano, lindos quadro a.
Galbinete
Uma secretaria de mogno, obra do Porto, 1 barra
;rova die fIgo, 1 carteira, 1 estate cnvidraeada, 2
eadeiras de balanmco (americanas), 1 cadeira esta-
faIla e 6 cadeiras do guarmui.ao.
Tercciro qrarto
Duas marqaczas, 2 canmas de loa, 1 rmarquezu.o,
1 colxao, 2 commrodas, 1 cqdeira privada e 6 ca-
deiras.
Sala de jautar
Urna mesa elastica, 1 guard l~uqa cnvidraeado,
1 aparador grande, 2 ditos mcnores, 1 sofA, 12 ca-
deiras de junco, 1 quiartinheira, 1 relogio de pa-
rede, 2 app;)relhos de poreelana para jantar, 2 di-
tos para cliM, compotciras, fructeiras, cops, cali-
ces, garrafas, porta-queijo e outros muitos objce-
tos.
OBJECTS DE ELECTRO PLATE
Urma caixa faqueiro coin talheres c colheres, 1
jarro e bacia, 3 salvas, 1 galdheteiro, 1 porta-licor,
2 duzias de facas, 4 duzias de colhiere, 1 appare-
Iho para chA corn 5 peas, 1 dito de metal, 1 mesa
grande de arnarello, 1 registro a gaz, 1 lotc trrcm
do coziaiha, 1 lote trein de jardim e 1 jumento gor-
do c manso para sell e carroqa.

&iRta-fuira 29 do cofmfto
Agente Pinto
No sobrado do azuLlejo do larga da Soledado
n. 2, propriedada do
Sr Ernesto A. de Burros France
0 leilato principiarA lAs 10 1/2 horas em ponto-
por serem muitos os lots.
Os pretendentes tomarmo os bonds di, linha de
Fernandes Vicira.
Aluga-so a referida casa


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Wos5
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59i,


J 0 &emio doa Prufessores Primarios mauda
eleb rar uma iansmisaa plo -aeterno repouso- de seu
S. o beaemerito o conego FraRciseo Roehael Pe-
s ]eirsaBito do Mcdeiros, no' jeonvento de S. Fran-
eii, as8 hloras da mauiha de segunda-feira 26
doftrente, setimo dinade s ea falecimento. Para
S awistir a esse acto de rvlgiigo aio convidados os
jaeates e amigos do fall(;cido
Secretaria do Gremio dos professors Primarios
de Pernambuco, 23 de nmao de 1884.
0 1 seoretario,
Christovao Porto.

:'< .*^ -*^ -




0 professor Vicente de Morafs M-lil, rci sig-
al do posar plou fallxchisuto de SQc amigo o
t*rego Francls.'o R ocihaul Prolrei, Rrito* de Me-
deu-s, nlft'ua C^L x vaii.1t pc'lo etc0 LLiO
epQkiLo do sun ahnsui ci5 1. 25 do cc.jte o, ;'s 8
,oissi l daUn;' '-a sos scus pareatc so digncm SasSi'-
t-r a esse acto. 0
), ^^ -* *'s i-i ni u'** --~ ^ ale A- u e-...- .*a.'.^;'. ', -T .'-.K'.:
Victorino Trajano da Costa Filln e si filihos.,
,rofundamente sentidos pela morte de sUi presa
ta esposa e mAi, a q;ade'.mn a tods n. p',.- r
S-su'a amizade e parents, qune se dignr'in
nczpannhar no cernit'-rio o cadaver; rog0no-lhpos
c:.a oo a caribla'.'-2> do nt-q!stirem s-; mi'--s, oip
m IaSl.m i'sar l. td:.ra dI fi '1:ad as 7 horns do
i ia 27 do c.rrr'nte, ni matriz do Ba-Vsta, e
Lsdc' J s3 eonf's-earn s ra 'l-idos eternl'(i'a'fl'e. "

a^ )




Antonil,ltI I'r1t A ,', t, nna o-a
vos Sanl,, 1). i : no du i,,zaG arcia, Dr a '-
ROO e d Soluz:l rc:' ce r
ialent to tdas es tu .,.1 s V u; fzsas' o oi 0
pifO do CieCOi'. it;.LO 1O 'ii ba Uar C --'t-
crmhada e irm;i, D. D,,qh'in' Muaria de Souza
.R.Ks. Outro.iin, COIDi'l.. c- par3.u,- c e.ul-
gue paras ass-stirem as i.-.:.- c Lo. ,iiO da'ti, "
3i&aisd;ii ccl1brar cm sa...... ;o pula alma ud fii" .
segmuda-fc-ira 2(6 do c-ir'c1j, n .a i;rja do Tci'o,
as. 7 ioras 6da s; ,; :'.i c" decide j- & cfuaSiii
eterniameute rafs.
J( .,co V ie... ... L'., .''-.. ..;- :,* -^" ::'* ea,::* :
_F::^< &Eas.-;f "z v 1!0 lza iPeBi-^.,
J6310 Vie( 't!ilc .:; (T .. i ...
ivcchzlel Perel.h- do h; ;.j ] :,:,4 7 .4 ..
Jo coavento do (C"i]I 1.- c-.. .
.5' hii: a d,- lnanhin u,,wt i .' uc llh U i; o ric-
-'t- pr sun' almL ; p.ll l.ft du.-a ji & C.,u-
ksag grato por ci-: ;i' -


"(2



Othon Xa d;i' er I-
A viuva, m e fillhos do Ot!!.,; X;:. \ '
C.:ral, -onvidam senis parents c ;.:;o,., *,....
sizs-rem as miss ss c no di;o 2(;i c ....... .-
meiiro anniversario ,), faillc:c'euu li ,. L ii...o,,iziu-
dazm celebrar na matriz do Co;.'p-.,..t,, ; Q ho-
S do ian d'le j-'I conlfe.'S In "-'"
:r esto ]iedoc iio._________



0



,,, < -,- so s s e n h o r l s r e v e r e i .L.' : ..- ..
S. ... s.-\ir"-:;a r"i-'a0s pel.a'. !'n?- ^,'1, Anna Maria
kas Passes, na ordem terceira de N. S. do Cnrmo.
l/as 6 as 8 horas da manha do dia 26 do corpr.tp
1' anniversario do sen fallecimento.


Declara-se para fins convenientes que os hens
lypothe, aso p-lo Sr. Joao Baptista Fcc:ui"
eatie os quaes duas escravas, Thereza e Antroi';
j-rirneia est anusente e a segunda estbt em pa-
de. d.c seu sogro o Sr. commendador Jose Pedrw
da Silva.


Puitseira
Perden-se uma pulseira de ouro, imitailo ire.-'
cobr-, desde a casa n. 7 A rua da Ventura, na
C0isnga, n f'at6 a estacao do Manguinho ; a quemn
a achou e queira restituir na *esma casa ou no
eseriptorio da companhia Aniphitrite, largo do
C-Tio Snnto n. 9, se grat ficar.A promptainente.

Ama
Precisa-se de uona ama cosinheira, para casa de
iamilia ; a tratar no 2' andar da casa n. 51 dJ
run 'o Marqnez de Olinda.

Boa cosinheira
Precisa-se de uma cosinheira de boa conduct e
ane seja moralisada, para servir em casa de uma
familiar : a tratar na rua Nova n. 13.

Pede-se
Ao Sr. Francisco da Cunha Moreira o favor de
'kr i rua do Soeego n. 70, A negocio de seun inte-


Modista
Rua da Praia a. 35, 2* andar
Eduvirges Maria Coelfio particmpa As suas nu-
merosas freguezas que dispondo de habeis costu-
reiras e tendco por norma os fignrinos mnaisrecen-
tee, se acha habilitad a satisfazer qualqaer toi-
S let,1 come seja : para casamentos, bailes, theatres,
p aeio0s, etc. enchovaes qara baptisados, e tudo
pw pre-eo mats commode que em outra qualquer
paBte.


smewseo Vieira, professor


de csato, I!
de piano, 1


m oIt ;''1
Stierfno


. ri


DEPOSITO GERAi
n| c MICHEL & LOQUE8
| f YJCE, portso N. ICE (Fruap)
Em I:eimbUmco:
K. SULEB & SILV3AIN B.
Exigir o rotulo
7MICHEL & LO ES


2,


C


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Ul3aOIAS, Vi 0SAIUUSA OIUE
9 o- 406 ctf "Odev dwu 31bee
9a -t< u(s~bit~lcas)recee~te o at
.Sine te Ia a *aq. r00 tonsoutaKai
Aoautsa~lausgo(r~ta As falsiloaQos. uxir7oebs
itnvotorfb faors*o t t'islo iea o corn Hlntds, up ai
kJTiBO frames: 0 sv ims ds Ois inMenl



rs.Pyi"-WEIT.USLAMIkS Sua', 2,1 liafrtwm4
<^iMw;to a- IedS U .,wIto Pft~irii a* rf's.l


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Esta Agua extrahida das fldres do Pirus
.aponica, pela sua suavidade e suas proprie-
dadles ]'orencas, excede os cosmeticos mais
cel!ere; tendo sido adoptada por toda.a
'^oci(cl elegante.
Usatn. -o banho, 6 de um perfume delicioso,1
~co.,)a] a car3nes e faz desappareeer as
c<:i:: v., comichloes e elffrorezcericias da pelle.


'* A*^ a ^4 .go 1


!5-ALMENTE CURADAo GCQI 0
WM

-k- 0 _P t .G -2 -\7- C0
t 5'J as TI" /I,,:' Q.T a 3' '

-., D' O P,:." :'":' 1: 3 1.) AZ1I


c| .- --, :. ;. v '.:-, : a.a c. ebater co a ceriLsza
':.' c"L-: .,... h .t. -.u &';.s- a| c 3 fecc..s n3rvosas da cora9go.
"ab. o:ys. as r-e'orc jias, a C a'inpo., 0
: -- f.m *. : :.? I rico, a caric l de S. Gu,, a -, on
i. 'o M-. L;Larase de (e st craiaas ratie a -mdl' era
^ "- .*3c lr..--:s :l,.;:-as, s~e Iro- rea palavra, toaas as, aieoci'ez
'r_,'. '... 1 ci ; ... empr'('ado nervosas.

S o ..... rst a.ss a vanda os seu'ntes Prodctos de J.OP. LAROZE

4" otra :. ?-.. -zrstc, Oaslralgias, Dyspepsia, Dor.s e Ca rabras d ectorago.
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A XBPEj rEUAIO-S S i~BT LDE 90 ASM~O
Cv, ... s .ra.. as 'da-s :... out..., ca, c ance oa. *'micr3s broncos, .i-cdez de sangae,
i <- ^pw fdecasisd iaFF. RI RTOIIJRETO FFRRO
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rb laos=a mO aflt do'
rewmb 'u0 S pr"odio, o
'Olm do floeo A JoeMI uPa^

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LOil deO ftud. d ie sm. as
taa p..M gin -XCOZ Pa-ib, Se
-aai lo .f a- no* p n d-.?






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Sam dM ceir diaeqwSpat, es
ku^ Mdieu reaemaadk Mjfa*
"OW~N"ftew 's ow" r N
e -b"
me.. #5 es..


treos seus
S1ae100
e 100#000
sortos ie


C v i 08da os osuidores a virem recebor
sem desconto algum..
o a.aixo aesigna) tern -exposto A
venda ow eus feie esbilhetes guamtidos da
41a loteria abenoficio da igreja da Chi
Crande, quf se extrahirA ter9a-feira, 27 do
oorrente.
SPreqos.
Bilhete inteiro 46000


iMAio 0 00
Quato #800075


os pi 4 400$00 para
Billket mitero 35500
Meio 1,750
Quarto Antodio Augneto doe Santos Porto.



A VENTUR*SA

kos 4:O$O4;0O



16-Rua do Cabuga-16
0 abaixo assignado vendeu nos seus
venturosos bihetes garantidos os piremios
seguintes: 2 quartos corn a sort de 100#
no n. 2159, al6m de outras mais de 32#,
16# e 8#, da loteria n. 39.
Convida aos possuidores a virem rece-
ber sem desconto algum.
Acham-se a venda os venturosos bilhe-
tes garantidos da loteria n. 40 em beneficio
da igreja de Chil Grande que se extrahirA
na ter9a-feira, 27 do corrente.
PRECOS
Intefro 4:000
Mleio :000ooo
Quarto 1:000
Mendo quantidade superior
a 100:000
Inteiro 3:500
Slelo 1:150
Quarto 8S5
Joaquimn Pires da Silia.



CASADBOURO
Aos 4:O000 00"

BKlRUMTI]E RANiTIBO8
Rua do Bario da Victoria n. 40
e easas do eosturae
0 abaixo assignado acaba de vender
em seus felizes bilhetes umrn inteiro de n.
754 corn a sorto do 4:000,000, 1 rncio do
n. 2,299 corn a sorte de 800-, e diversos
premios de 323000, 16j000 a 8#000.
0 mesmo abaixo assignado convida aos
possuidores A virem receber i a conformi-
dade do costume, sem desconto algum.
Acham-se A venda os felizes bilhetes
garantidos da .L parte das loterias a be-
neficio da igreja de Cha Grande (40.3),
que se extrahira na terga-feira, 27 do
corrente.
PIE oS


Inteiro
Meio
Quarto
Em por~io

Inteiro
Meio
Quarto


4#000
2#000
1#000
de oo100*oo000 para
elma
3#500
1#750
6875


Joao Joaquim da Costa Leite.


CASADAFORTUNA

los 4:000O000



Rua Primeiro de Maro n, 25
0 abaixo assignado tend vendido nos
seus afortunados bilhetes dous quartos n.
2,909 corn a sorte de 200#000, e outras
sortes de 32#000, 16#000 e 86000, da
I&teria (39.'), que so acabon de etrahir,
convida aos possuidores A virem receber
na conformidade do costume sem desconto
algum.
Acham-se i venda os seus aferhomados
bilhetes garantidos da 1.' parte das loterias
a beneficio da igreja de Chit Grande (40.'),
que se extrahirA na terga-feira 27 do cor-
rente.
PIE OS
Inteiro 4O000
Meio 2#000
Quarto 16000
EI quamtidade matter de i@00
luteiro 84500
Meio "1750
Quarto w5875
Manod Mrtins Fiusa.


AuewO


Perderam-se havss press a m argola de
ao : quem as ach sara recoipeuado ente-
gando-iA nests typorspha,


iWWfda kveia deDo6
ovwegundoaidr ditaru
otaar as ma do Mar-


L .6 dems.
late 0eugoim


< Cad& vi lvowaBuinrucg8ea 3i0(000
: Os eltBsB obtidos pelo leite de alvel- 7
{ loz donosso eetabelecimnento, sAo ame- 4
SIhor garati¶quem desejar ter esa
(te remedioOrn. ,
I)Pliawumi*ct Persaabuonatea ()
ua do Cabugd n. 11 a


0-- desembargador Henrique Pereira de Lu-
cena perdeu a police provincial n. 2839, do valor
de 1:0004, pertencente A sua filha Maria Annun-
ciada Carneiro de Lucena, e parapoder requerer
outra em substituicio, faz a present deelara*ao.
Aluga-se os andares superiores do predio n.
5f, site ao rua dolImperador : a tratar no pavimen-
to terreo do predio n. 10, & pra"a do Commercio.
Bijouterlas de pihantasla
Alfinetes de gravatas em 4 models, correntes
de relogio e botoes para homes, pulseiras, alfi-
netes, voltaa e porta-lequespara seaihoras e mew-
nas, models bonitos, a Imitaeao de ouro; amos-
tras na vitrina da loja A run Nova n. 16.
Precisa-se de uma ama de leite e de uma
engommadeira ; na travessa de S. Pedro n. 8.
-Pede--se ao Sr. Antonio Lopes Rodrigues,
que venha dar cumprimento A sua palavra fixada
paral fim de abril, na rua Nova n. 26, primeiro
andar.
Rap6 frncez superior e fumo caporal, re-
cebeu o Bazar Pernambucano, na rua larga do
Rosario n. 30. ,
Idalina de Souza Moutinho participa As
suas antigas freguezas que continta a trabalhar
em babados plisses, assim como recorta babados
de scda. Recebe encommendas de cangiea, pra-
tos e formal, faz pao-de-16, bolo ing'ez, de bacia,
de rolo, born bocado, pasteis de nata, may benta,
aletria de ovos, semedo, arroz de leite, tortas, bo-
linhos de raiva. Prepara presuntos de fiambre,
perus, peixes, empadas e fornece comidas para
f6ra, tudo coin asseio e promptidao ; na rua do
Caldeireiro n. 56.


Na ruatdo Cajd n. 6 engomrma-so corn per-
feigxfu( 3 pr commodo preco.
Aluga-se o segundo andar do sobrado n. 41
a rua do Rangel; o primeiro do de n. 25 A, rua
nova dc Santa Rita ; a casa terra de n. 17 no
largo de Apipucos ; I da travessa da Hora no Es-
pinheiro ; 36 ai rua da Ventura, na Capunga : a
tratar na rua do Ilospicio n. 32.


ima
Precisa-sn do urnena ama pira engommar e fazcr
alum si'rvipo de casa do familiar : na rua do
Brui n. 68.

Cyliidros aimericanos
Para padaria
Vendem IIHenry Forster & C. A rua do Commer-
cio n. 8, primeire andar, oa cases 22 de Novemrbro
n. 2, armazem do farinha de trigo.





DE


In0-) 0'


Este remedio precioso tern gozado da acceita-
95o public d(urantc cincoenta e sete annos, com-
egando-se a sua manufacture e venda em 1827.
Sua popularidade c venda nunca fordo tao exten-
sas como ao present; e isto, por si mesmo,
cfferccc a melhor prova da sua efficacia maravil-
hosa.
Ndo hesitamos a dizer que n5o tern deixado
em caso algum de extirpar os vermes, quer em
Screangas quer em adults, que se acharAo afflc-
tos destes inimigos da vida humana.
Ndo dcixamos do receber constantemcnte
attestag6es do medicos cm favor da sua efficacia
admiravel. A c-u.a do success obtido por este
remedio, tern appnrccido varias falsificagues, de
sorte que deve o comprador ter muito cuidado,
examinando o nome inteiro, que devia ser

Vernilfnian oB.A. FAHNESTOCK.


I


PAUA It3&9Z Ccvdrw7.u
TOSE.ASTMA,BROCHrITr,
COQWELUCHE OUTSS CONVMMLSN4
Tisica Pllmynmar.
FProm- F6 pOl .DtC.Ma0J.wjMaa, 5,.


DEPOSITO GERAL
13--Rua PrImeiro de Mar.--13
Rio de Janeiro
Unico agent em Pernambuco
ADAM[SONHO IOWIE 4& C,
N.---3 Rua do Commercio---N.--3
A venda em todos as boticas e drogarias.

Resposta ao annuncio

de hoje
Declara-ee que a escrava Autlna existe em
casa de sua senora, onde d ve e3tar, que nunca
perteneeu ao Sr. Joso Baptista Ferreira, e que
por isso a ninguem podia e le hypothecal-a. Re-
cife, 24 de maie de 84.


Conego Francisco Rothael Percira
de Brito Mledeiros
Segunda-feira 26, As 7 horas, resar-se-ha urma
missa na matriz de Santo Antonio, pelo repouso
eterno d'alma do conego Francisco Rcchlael Pe-
reira de Brito.MedeiroA.


Ursalina


e Silva de


Oliveiraa
Teroa-feira 27 do corrente, segundo anniversa-
rio do fallecinaeuto de Ursulina S. S. de Oliveira,
resam-so missas em suffragio do sua alma, na ma-
triz de Santo Antonio desta cidade, as 8 horas da
manha.
Precisa-se de urn caixelro do 12 a 11 annos
de idade, parA molhados ; na rua da Floreatina.


F- Furtaranm em Ribeirao no terino do, Gamel-
leira, na noite de 19 para 20 do corrente, urn ca-
vallo russo pombo, andad.r de baixo, grande, cas-
trado, corn os dentcs um pouco estragados, tern
duas pequenas reladuras nos encontros, 6 bonito c
bem feito e estA bemrn gordo, pertencente a Jos6 do
Rego Limna. Roga-se a todas as autoridades a
apprehensAo do incsmno.

Anma
Pr'cisa-se de uima amra pir:t co:n])rar c cosi-
nhar : na rua do Caldcireiro n. 12, 21 andar.
Precisa-oe de uona profs 3ora ou professor, j '
de idade avaneada, sem familiar, para ensinar em
um engenho a dous meoninos as primeiras lettras ;
quem pretense:, dirija-se a, rua do Imperador n.
81, sala da frCntC.


N\


VIIo
Para que o public reconheLa que os quegos carimbados corn a marca acima, im-
porta eria e bern fundada garantia do reeebdor, transcreve aqui a 3.' part de suas
instiuc n es sob as quaes -sto fabricados os metinos queijos no SERIDO', cuja inspec-
Ro'.6 ali feita por seusIgentes, a queorn compete carimbar s6mente os que receboem
dos fabricantes corn as suas devidas numeracfes em baixo relevo, como se verifioara
nos memos queijos, na patte inferior a marca supra.
3N6ThO3t9(ES
3.4 part. Os abricantes marcarto os queijos no actor do pol-os nas formas corn
:5 nmeraces qua S& *rein fbrnecidas-pelos nmesmos agents, deixado por6m'de os
rnarew quaamlb o pm9 nai sakfrmiS ondigs oxigidsa polo qfaW percebera o fabri-
catfo -me MsPC wm o e aftivepwAicado.
Dqne fi"_ be osp ag adorsdo lelte do UNDO
41ft06 durta nait e go wt uate e ite Pure At I


'74H


v


!"T*" 1: .,q 1.


qnex de Ol


















me h a .i ., -


Wtes AUBtiua 0., usr I
team para tender me


gN. 20. .HO
Bin #0 I A s
++ egbh ee a mr

++++++, g.+ ,000
3ogs-se ao Sr. Joao Gn9,alves dos Santos Ju-
i jue venha restituir aquillo quo)e o rvio
pa o senhor nao commetter um crime i lembre-
qe.qe o senior esta empregado, usiufrdmdo dous
empregos, e o seu credor' 4 pobre.
I A GIAJATI4A1NMONAL
DE
m Sj.: A. IDE CASTRO NUNES
:! Annotada polo professor
*- M(! MAR] IU"ANO DE SOUZA
: :1''; Aca-se d venda
el! &iJvraria Industrial, A rua do
904:' da Victoria n. 7 e nas demais 1i-
: vrriaasda cidade a 1#"000 o exemplar
i+ Ait m
Auia
Pzeeisa^Ei de una ama: na rua de Santa The-
rA. esaL27 .. .
I ld das plants
:+'."0 +?+^^lM doMondego n. SO
Si*WMros e sapoteiros muito rrandes e co-
s': 4ofructo, a 4X e a 35, segundo o ta-
; j tfIcOfendo ate 15, corn seis palnes. Com-
Lp| maaia de dez faz-so abatimento. Ha
| otnauutas plantas tambem para precos com-

Vendense
: os terrenos foreiros dos predios da rua da Impe-
ditriz ns. 27,29, 3'1, 33, 35, 37, 39 e 41 : a tratar
u..ieB a rua n. 78, 10 andar.
Leite de aveloz
i Pra cura de cancros de today a
!! '1 1 1 espeele
P" +-i~Pefzfeitameute couservado liquido grazo e con-
I dedo, approvadapela Exma. junta de hygiene
Spumb1l, a do Rio de Janeiro.
P iogiado pelo governo imperial, pela effica-
c: eia ,s asua applicaqlo.
... Os fraseos trazem o retrato do bacharel Jo0o
S Baptista Gitirana Costa corn a sua assignatura do
proprio punho e s.o rubricados corn tinta encar-
u sada pelo cirurgilo dentist Numa Pompilio.
Unieo deposit em Pernambnco, rua do Barlo
da Victoria n. 54, 1 andar.
S Prepo de cada frasco para cancros 65000
Para ulcerages e grannula5es do collo do
ere e cancros syphiliticos, formula es-
cite 55000
Criado
S Na rua do Bom Jesus n. 57, segundo andar, se
S precisa de um criado. O




#1120 DEI JfIA8
DE
SMTUEL WOLFF & C
Offerecem ao respei-
| 1 tavel public um gran-
de e variado sortimen-
m+tode relogiosdos mais

aereditados fabrican-
te~y e se acham habili-
+ +:+ [os-a vender mais
I:''' 'Ij^do que outro
I^quer, visto rece-
e. r directamente.


I.odos os relogios
r didos n'esta -casa
r ho garantidos.


a-Uixeiro
I MI- ase de mn caixelro de 14 a 16 annos, corn
at ol H p ..-i. n 34O.
Sbarato


ado a rma do Brum n. 84,
,iodds, calado oe piutado Ge
lWrga do Uossio um 34, bo-


de amsia


,A A

CJIPEOS E CHAPELINAS PARA SENHORAS


Nol inpJe0 di cor.

,las 81i, Mm cl whaCORiesI




DitasB~iseiltas,
CiG s lA fla Itak Gio M .maMora, mn n


mo l ls film taiSfit rIDosa
dnok -m tiflinios]araNttad0 .

Grafdof Go omisto sortiiiofnto am sits nflaftas,
fiylas e mo pn d lfnent0 a nfemes 0 ntai o de cha0o6



OlMos i maesas iath liissiMos.

lst casa rcI ctote uil iuia mh las rciw oo-
stas e Paris, ao ong ha sore es M dai em alrls
chapeleri. 0.


Joaquim da S. Carvalho &. C.


CHAPELERIA VICTORIA


IFIIfDIC1 AO tES



ALLAN PATERSON


IAL


a


N. 4--Rua do BrumtiN. 44
JUNTO 4k ESTAVAO DOS BONDS
Tern para vender, por pregos medicos, as seguintes ferragens:
Tachas fundidas e batidas.
Crivages de diverssos tamanhos.
Rodas do espora, idem, idem.
Ditas angulares, idem, idem.
Varandas de ferro batido.
Ditas de dito fundido, de lindos models.
Portas de fonnallha.


Bancos de ferro corn serra circular.
Oradeamento par a jardim.
Vapores de forga de 3, 4, 5, 6 e 8 cavallos.
Medas de 10 a 40 pollegadas de panadura.
Rodas d'agua, system Leandro.-
Encarregam-se de qualqer corertos, asentameo
quer trabalho corn perfeiqlo ou presteza.


machinimos


G


executam qual-


GRANDE OFFICINA DE ALFAIATE


AJRUDA LUSTOSA &


co


41--ua do ati da Victoeria-41
N'este acreditado estabelecimento se encontrarA sempre um sortimento ; re
pleto de pannos finos, casemira de todas as cores, proprias para costumes e calcascom
cebemos directamente .6o im as fazendas por todos os vapores da Europa. Bri
branco e de c res, e todas as fazendas tendentes A uma cas uesse genero de negcio
Aprompta-se costumes- para lute em 12 boras.
Disple de um pessoal habilitado e corn os melhores elements pars servi
a seus amigos, e a qualquer pesioa que quizer honrar seu estabelecinento corn sua
enconmmendas.
41lidoapdaitri-4
^ t^ *^"'^ SI^ '^ !-. *l\*i^.*.,-..* Un11- il, -


is 8X9 "
t! 8 x 9s
43 X12

Ema lotem -A vontade Ados 4oiia adores,
modic-- '" ',# X


pJ!0905


Agvardete de canna
Vende-~6. a melior aguardente de canna que ha
6 moercadil em ancoras de dez canadas; garan-
se se %supior qualidade na rua estreita do Ro-
sario .- 8.-
Yende-se um moinho n. 16, para more cafe,
a4da now: na ra da Florentiua n. 8.
+- + Piano
rmo
Vende-se um born e novo piano do fabricante
HenriHers : pars over em casa do Sr. Victor
Prealle, A rua do Impera4or, e tratar no Caminho
Novo'n. 91.
Vende-se
um excellent engenho 'agua, copeiro, completa-
menteAoontado para moer, corn todas as obras de
tijolo c eal, inclusive grande casa de vivenda,
ditante da esta~ao de S. Lourengo uma legoa,
corn terreno para safi'ejar mais de 2.000 pies,
mattas, etc., e tambem se vende uma imprrtante
propriedade corn cerca de 1,000 brayas de boas
terras e mattas contiguas ao mesmo engenho ; a
tratar corn o agent de leil5es Gusmlo,
Trastes
A' rua do Imperadorn. 16 compra-se, vende-us
aluga-ae e troca-se novos e usados.
Drogaria
Faria Sobrinho & C., droguistas por atacado,
i ma do Maruez de Olinda n. 41.

Mt Bm adr gas turiias
de Rouquayrel Irmilos
VENDE-SE
NA BOTICA FRANCEZA E DROGARIA
Rua da Cruz (Recife) n. 22

Fazendas
Para vestidos
Setinetas lisas e lavradas, send eom as
cores e lavrores o mais honito que tern
Iindo ao mercado a 500 rs. e 640
Ditasmuito bonitas, corn barras largas e
estreitas, covado 640
Gorgoroos bonitos de l1, lavrados, para
vestidos, tendo de todas as cores, co-
vado 640
Merin6s de uma. s6 cor, tendo de todas as
cores, fazenda de gosto, covado 500
Fust5es brancos, proprios para vestidos e
roupas de crianWas, de 440 rs., 500 e 640
Cretones corn barra e muito encorpados,
proprios para vestidos, camisas e roupas
,de crianqas, covado a 360 rs., 400 e 500
"tas1 grande sortimento de chitas claras
;7.s4puras, de eores fixas, de200, 240 at6 400
MXriposas, as mais lindas mariposas qua
ff:trarpos s,'dcortrentoxa do)0 chit0ats4
tern vindoao mercado, corn desenhos miu-
dinhos, co rado 360
Baptistes corn delicados desenhos muudi-
nhos e graudos, assirm como ises 200
Cambraias brancas tapadas e transparentes
corn 8 jardas a pega 31000
Ditas nmmito finas, tanto tapadas como
transparentes, tendo 10jardas cada peca
a 4;, 4;500, 5; e bt6 7;000
De todas estas fazendas se dao amostras corn
penhor, na loja dos barateiros da Boa-Vista, es
quina do becco dos Ferreiros.
Vende-se
a lytliographia da rua de S. Born Jesus (outr'ora
Cruz) ; a tratar na mesma.
LEITE NATURAL
("RTVA^


DE

IALVELOZ
CONSERVADO LIQUmDO SEM ALTERAR-SE
0 ALVELOZ, plant da familiar das euphor-
biaeeas, que habitat os nossos sert5es, 6 hoje reoe-
nheecido come uam verdadeiro especifico para des-
trukr os epitheliomas ou cancroides, facdlitando a
renovagAo dos tecidos atacados, e trazendo final
umA cura complete, sem outro tractamento que a
aplicaio topic de sua seiva (vulgarmente leite)
om6 caustieo.
numerosos os cases de cum, alguns dos
qen ja levamos aeo eonhecimento do public, em
d ss Yubhliaoes, pelo illustrado dinico desta
ca iBr. Dr. Alcibiades Velloso, e optimosire-
saads tambem foram obtidos nas feridas e nas
S chronicas de character syphiliticas.
l leee] os do interior da provincia, (do Brejo
datiadre de Does) de possoaes deo confiana e en-
tedida, a seiva ou leite de alveloz; portanto, po-
demos garantir que .6 cclhida da verdadeira plan-
ta que expomos A venda, conservada de modo.a
nslo oi6ffrer alterawo, e corn a necessaria fluidez
io faeilitar a sua applieagcio corn seguranca de
- IoI resultado.
n DEPOSIT GERAL
S#harmacia e drogaria de ,Bar-
S(thOlmet & C.
WS".a larga do osariow-Poia unbco,
t^^^ o 9*0 AA&A !:BA


.7


its amuadalmpena.
do sortirneto d'r fun
i indioado ; Bto a
igdb- A I'.


65A


ao Commoraio
6de plaho de


Madapolioi peas de madapolao francez
enfestado corn 12 jardas a
Dito muito largo corn 20 varas a 4 ,000 e
Dito, fazenda muito encorpada qus pa-
rece cretone, corn 20 varas a 55500,
65000 e
Dito friancez, americano, fazenda muito
fina e encorpada de 75 atW
Algodio enfestado corn 9 palmos de lar-
gura para fazer.leng6es de um s6 pan-


35000
51000
6;500
125000


no, metro a 90C
Dito trangado corn a mesma largura,
proprio para lenc6es e toalhas de
mesa, metro a 15200
Bramante de algodao corn 10 palmos de
largura, proprio para fazer lencoes do
um s6 panno, metro 1U280
Dito francez, sondo de linho, metro a
15800 e 2(00
Dito inglez de quatro larguras, sehdo
de linho, metro a 2500 e 25800
Ureguellas proprias para lenc6es, tea-
ihas, eeroulas, sendo fazenda muito
encorpada, cada peca corn 20 varas
por 105i800 e em vara a 50,
Ditas corn a mesa media a 800 rs., ou
vara a 400
Atoalhado adamascado para toalhas de
mesa, tendo 8 palmos de largura, me-
tro a 1;800
Assim como um complete sortimento de
peas de algediozinho americano e
inglez, que se vende per peca de 35 at0 65000
Isto na loja da esquina do becco dos Ferreiros
Caseniras de cores
De 9:000W at 6:000 rs,
HTowiar monela


Alheiro & Silva A rua da Imperatriz n. 40, tern
um immense sortimento de casemira de cores,
tanto claras come eseuras, que vendem a 25000,
20500, at6 651 o covado, e das mesmas mandam
fazer qualquer pega d'obra ou costumes, por pre-
gos muito ra oaveis, assim come tern tambem um
explendido sortimento de casemiras e pannos pro-
tos ate ao mais fine sedl que vemi ao mereadoe
dos mesmos tambem se encarregam de mandnr
fazer qualquer peca de roupa a vontale do fre-
guez e corn today a perfeicio e presteza : isto na
loja dos barateiros da Boa-Vista, na esquina de
becco des Ferreiros.
Merin6s pretos
a to00,1#4009, 9000 e #o00o
Os Barateiros da Boa-Vista, a rua da Imperatris
n. 40 tern num grande sortimento de merin6s preto.
para vestidO que vendem de 16200 atW. 2200
seado muito boa fazenda, assim come ditos eneor
pados para roupas de homes e meninos que veo-
dam muitobarato, na loja da esquina do beceo do.
Ferreiros.
UIiosaI~reis
Os Barateiros da B6-Vista vendem muito b-
aitoaliuhoa de um az6 c& e de listrinhas o
stkio8, 806d1o16alOr&io ovado e de ecres fou,
i ltoa rusi da Imprstris u. 40, .equina do beeeo
dop Farreims.

t ^ 0"roe
; a loj da =a a ImMpra&tli n. 40, vende-se
iW mpondo. liao, proprio pan paletots, calgas e
rpuusw do cn1ssi" a n o86 0s covado, istoLpor


*6in mofo xgar logo qui se.
poa :us doe barate5 -
4 epquins. do becco dos ffrpeirog.
i iinneii or


000


Temos resolvido liquidar cQm umra grande pazcb
de fazendas, os quaes foram compradas em lei!a;
por prAJis mapnna 40 '.-/o .n pU valor, como n-
jam:
Superiores casemiras de cores de duas largu;r.,
a 15u50 o covado! Sao proprias para roupas d -
ninos.
Idem preta diagonal (2 larguras), a 234',}00
dito !
Cortes de mcia-casemira do cores a 15800I I
de 25500.
Idem de casemiras de cores e pretas lpa-a aei
verno a 25u00!
Lindo sortimento em las de cores a 200, S3is
400 rs.
Merin6 preto para luto, ( larguras), a 1J20-Ac
15500 o covado!
Bramante trancado de uma largura, alvo
to born, a 500 rs. o metro!
Idem de duas larguras, a 900 rs. o dito !
Brim branco n. 6 fino, a 15500 E' no'a 74-
messa.
Idem pardo lona, o mais largo que tern va-df
a 500 rs. o covado !
Peqas de algodaosinho corn pequeno defs.ia
35400 20 jardas!
Idem de madapolao superior a 5,000 24 -a-
das!
Camisas braneas francezas, colarinho deit-asc.
365000 a duzia! A' ellas.
Ceroulas de bramante, superiors, bordda% x
165000 a dita!
Lensos de linho imbanhados, a 25500 a dha .
Meias inglezas corn bocal de- c6r a 3V50' z
dita !
Toalhas felpudas finas a 55000 e 65000 as&.
Ricos cortinados bordados para camas cjA-
las, a 6.5500 o par!
Punhos de linho superiores, a 14000 o dito !
Cobertas de ganga para cama de caoal, a 3jd
uma !
Lencoes de bramante, idem, idem, a 24000!
Lindissimas c.-lias de crochets para noiva, a
85o00!
Idem de fustao braneas para 45000. P ,ba-
rate !
Baptistes de cores fixas e finas a 300 rs. o mg-
troi!
Cretones superiores a 360 rs. o dito Texs.
claras e escuras.
Setinetas fri-ancezas para acabar, a 500 zs. 4
dito.
Lindas capas braneas de pelucia muito graua
a 75000! Mandem ver antes que se acabe.
Chales de casemira grande corn defeita a
35000.
Ricas saias bordadas a 3000 Sao de 6P0O.
Superiores sobre-tudos a 185000, assim come
temos grande deposit de ditos para trabalhads-
res de campo a 45500 cada urn, algod6es nasco-
uaes brancos e listados, o que pedimos a atteVUS
dos Srs, fazendeiros
A'S VENDAS EM PORQAO, DAMt
DESCONTOS
Carneiro da Cunhas
&c.


5986ina nqB de Caxias-.U

Brini pardon

Covad o a 34s0,
a iqoja da rua da Imperatriz n. 44) veudor
biin pardo liso, proprio pars paletots, odt
-oupas do cnianea a 360 ra o cadoy, itogp'6
um love tque 4 rnfo, lln "
umblh; 4 ^a;e


mtmawo. U preUD y*Uw UJMP LMHZeaUU 11*1o
boa 75000
Dieos de casemirae&quadrinuos e listri-
nhas, forrades. 85000
Ditos d senira escura, de cordao, for-
radoba 8X000
Ditos de flanella azul, forrados, sendo fa-
Szen la que nuo desbota I 10J000
Ditos do casetnmiras de cores claras e es-
Scuras 105000
Ditos depanno preto fino, forrados 105000
Ditos da casemira preta de cordon 105 e 12^000
Calcas de casemira corn differences pa-
drSes, de A500, 6:500, 8 e 105000
Ditas de casemira preta seda a 8U e 105000
Ditas de casemira de cordlo 65500
Ditas do casemita preta 65000
Seronlas de creguella, obra muito bemrn
feita a 15200 e 15600
Ditas dc Hamburgo de linho a 15800 e 2U000
Colletinhos para-dcntro, send de cre-
guella e muito bemrn feitos a 800 e 15000
Camisas, grande sortirento de camisas
braneas, tanto traneezas come inglezas,
tanto de linho come de algodito, sendo
de 25, 2$500, 35, at6 65000
Ditas de cretone de cor de 25, 2A500 e 35000
Meias, grande sortimento de meias cruas
para homes, de 320 rs. o par, atM6 500
Collarinhos, grande sortimento de colla-
rinhos, tendo de 54 a duzia atW 85000
Toalhas, grande sortimento de toalbas,
tanto par rosto come para banho, que
se vendem por pros inuito razoaveis.
Tude isto e eom grande redugao de preos : na
loja da esquina do becco dos Ferreiros.
AGRIDNlA DO OABILLO


USE .E YERA
Chegou nova re-
messapara a Livraria
Franceza, a rua 1. de
Mar9o, n.

CONIU DE POSITO
Preco 800 rmis.

AVISO
Adamson Howie & C. tern para vender:
Vinho do Porto fino, em caixas e barrios.
Whiskey Donville verdadeiro.
Tinta de impressao, boa qualidade;
Brins de Marshall verdadoiros, de todes es nume-
ros.
Remedios de Ayer.
3-RUA DO COMMERCIO-3

co lola ara as EMAlls. [amllias
Fazendas brancas
Na loja dos barateiros
da B6a-Vista
40-Rua da Imperatriz 40
VENDE-SE


.+ ....


FAAMDMrAUMDO DR.
--.tF .i,;:1 '!; ^ +' 1- ++ 1 +: +, +; +111;:
+ A aienia.e a piica adopara:aa .
n la actea como poderoso eleMot.me
tctivTo Para a infarnija e distinetos mi6&_
es do- lrasil 6 da Europa reconhecewm
serldo Dr. FRERICHS a melhor n'eet
lenero. -
Deve-se pois evitar confiar o filhinh 46
uina pessoa estranha e de comportamemite
nAo conhecido muitas vezes o gernme
numerosa molestias.
Vende-se a verdadeira farinh, Laote
do Dr. Frerichs:
55 RUADOIMPERADOR 55
Estabeledmento de musicas e piano de VW-
torPrall e

CRAVOS E FLORES
Na rua da Uniao n.

55, ha sempre para se

vender craves e flores

Vende-se
A metade do engenho Una, moendo corrmmt-
muito boas terras e grandes mattas, perta ,e
nova estrada de Santo Antao ; garante-se a vem-
da de outra metade : a tratar nu largo do Merea-
oo u. 25.
Riscados eseocezes
a 280 rs.
Por tierem um leve toque de
mofo
Vende-se finissimos riseados escocezes pam.
vestidos, sendo fazenda de muita phantasia .:
cores seguras a 280 rs. o covado, e a nao terem
um love toque dc mofo custariam um cruzad.);
esta pechincha vende-se na loja dos barateires s&
Boa-Vista, rua da Imperatriz n. 40, esquina S
becco dos Ferreiros.
Nova machina de cos-
tura
Denominada Aurora
Esta em exposiqao A rua do Barao da VicT:T4.
n. 30, loja de Antonio Pedro de Souza Soares &
C., a nova machine ; cose corn dous carrete's &
linha, podendo ser de 500 jardas cada urn,
f6rma os dous pospontos como se fosse de lanan-
deira, e de grande vantagem. No mesmo estae-
lecimento tern censtantemente um grande sorti-
mento das melhores machines de costura de todz
os principals fabricantes, e vendem em porW'o s a
retalho sempre por prcqos muito razoaveis-, a
rua do Barao da Victoria n. 30.
Febres intermillenles
Chamadas vulgarmente SEZOES
Cura rapida e certa pela
AGUA ANTISEZONATICA
de Rouquayrol Irmaos.
Este poderoso preparado e reconbecido 13ic
omo ESPECIFICO contra esta molestia,

E paraacabar!

-R IIa B1i efled iaxia- 9


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Mil r 4um : USt sa ;: ? Memo a verdade,
-TuM& yes doseA o que corn iSSO
SEu Yucmnoi ter-teo a magestade.
(unisso
S Man" l! eu nao possso Um compro-
o brMe obr u desenhar o btou retrato
Tal qua como ee elo Minha palavra
E' fazel-, fiel, lquo esaia exacto.

Quando olho mulher para o ten crane
S E vejo-o quasi nuf e tao vasio,
S 0 terror se apodera de minh'alma
E fico allucinado e todo frio.
S Nib chores! So algum din, supplicante,
S Contemplares aos p6s cliheios de zelos
- Algum pobre coitado soluando
S Per urn fle sequer dos tens cabellos;
Descobrc-te depressa! Oh! n-o demores
Quo ton craneo sobmrbo iho appareca,
S E diz-lhe: (( Sim, te amno, mas espera
". Quo nas-ain-mo os cabellos da cabca I
A E' penn A naturmoza trabalhando
Den-to tudo a valor! fez-to feliz,
las tirou-to os cabellos da cboga,
eiDeixandeo-to pclada per mn triz.
SN:"o t'inip-rlos N? o v-is quo a primasia
n I-nda tens sobr. tolos u'ast, munido.
Qual 6? onde oncot'rar-se nat outro cranco
)De faltas de cabell)s tao feeundo ?
M Nao ha nada impossivel sobreo a terra,
Tudo quer, tudoe podo o Creador,
E assim talvcz t'Vnhas p'ra future
Enorme cabelleira, 6 meun amor.
Per ora vai vivendo socegada
Mandando os que te invejam, tudo a breca,
Pois nao deixas de ser moiga c formosa,
Mesmo assim como e6s, mesmo careen ca!

PAULO PEREIRA.


Loucura
A, D. ISABEL SEGISMUNDO DE CASTRO VEL-
LOSO
Quando a donzella quo ama
Sente a viva e pura chamma
Do amor, qute o peito inflamma
E que g6ra o contentamento,
Deve ser fire e constant,
Boa, terna e mui confiante
Ao seu dedicado amante,
Nao esquecol-o um s6 memento.

0 amor quando 6 sincere,
Quando 6 fire, puro, vero,
Como de Leandro e Hero,
Como de Tasso e Leonor,
E' um poema sagrado,
Um canto alegre, animado,
IUm sonho rose, dorado,
E tern o aroma da flor.
Mas quando a virgem vaidosa
Abandona, presunmposa,
A ventura que ella goza.
No perfeite P oato uanr,
Per uns encantos hprmis
Das paix:es mundanas, x_-,
Procura set infeliz,
Procuna anmargura c dor.


E o inmundo zornba, escarneco
Da virgem que entAo padece
E do passado so esqucco
Em que era formosa o boa,
E a turba dos insensatos
Scm receios, sen recatos,
Vai espalhando boatos
Que a fazem corar at>'i.

E" mui bella a jtvenrtude
Quando alliada Li virtude
Luta contra o vL-io rude
Mostrando mu valor,
Quaundo conquist& o respeito
A quo tern muito direito,
Pela forga, polo c--eito
Da moral, do pundonor.






PECC4 9S VENIXES

POR


tU 40 GolocoDrt


EPILOGO


(ContinuagCo do n. 147)


Passados dous annos, dia a din, depois
da sentida more do visconde de Fontac, a
d6r tinha-se amortecido, mas nle extingui-
do, porque o visconde fora muito ama-
^: o. ;
SPasfadoy todavia,,;Os dous aunos, a d6r
Ium tanio amortecida, veanimou-se em con-
sequenifa de uma nova perda.
*0 conego de Brionne falleceu dous an-
'nos depois do visconde, mas srem enfermi-
dade, de velhice, sempro tranquillo, sorem-
pro risonho e jovial ate ao ultimo memento
da sua vida.
Mas a sua apreciavel companhia tinha-
feito uma verdadeira necessidade pars os
fbitantes de Miguelgorri: A sua conver-
sigr-consoladora, a sua virtue serm alar-
su a s perpetual alegria, sempre nos li-
mites do decoro, tiunm a viscondessa e a
haroneza, viltras amnbas do memoI mari-
Sdo memo home, ,empre dintrahi-
q'.a.. al..Nes, a6 onde era pes, -


)aorte do -
iftnft *0103i


- ur tremend-


Corn for~aa'_. condcuuuar
[-Ce r^ ^sl^ c0 :1 ,'1
,Ao men desprezo ao votar,
Dando-lhe uin nofiiO-Loucura!

RAxmE SOBRmnHd.


Washingion
Silenci t El o quo ase somna
Na penumbra do horisonte!
Aos p6s os floroes da gloria,
Mil c'oas de loire oA frente,
Quando do mundo ao proscenio,
Subio Washington- o genio
SDo progredir incessante
Curvando-so a humanidado
Renden prcito a posteridade
Do Adamastor, do Gigante !
Washington! scrio pollucido
Queo cm Virginia appnreceu!
Sol dos Estados Unidos
Coin ell um munado so ergueun!
Napolceo mnagnanimno,
Elle vibrava coin anino
Sua espada nas batalihas;
Que o digamn c'o os rail debates
Horde, Clinton, Cornwalles,
Burgoyne ao soin das metralhas'.
Sublime Newton que a patria
Tinha aos bragos musculares!...
Quantas vezes arrancava-a
Da desgraga aos lupanares!
-- Apollo da liberdade,
Amante da equidade,
Da aboliqiao palinuro,
Tinha por norte-a justi9a
Angariando na li9a
Um renome p'ro future!

Subio- Condor magestoso
Em altaneiros remigios,
E devasspndo o infinite
Foi-se da gloria aos fastigios...
Parhelio phoenix brilhanto -
Su'atma n'um s6 instant
Reflectiudo al6m da vida
DIe Deus remontou-so ao thrino
Per dormir o feliz somno
D'uma paz indefinida !
Foi aos ultimos lampejos
Do sec'lo proximo passado
Qu'esse astro luminoso
Ficou do todo obrumbrado,
D'um mez durante o decurso
Os cidad-os em solugo
Vestiram de uInto o v6o,
E depois o bergo qu'rido
De Lincoln agradecido
Um monurnento Ihe ergueu.
Afogados, do Recife, maio de 1884.
OLYMPIo BONALD.



Soneto
(A MINH. M-.l),
Amartte, almmr-te tempre 6 nonu ever,
Tribatar-to respeito e gratidimo ;
Tua imr-gmin trazer no cora^iio
Amnando-a corn fervor at6 morror.

E's o ano.i a quinm dove men viver,
1 svniblo da mais torna perfi:ao :
E's o idoho quo en adore corn aft'i-iao
Polo qual promupto estosempre a soifrer.
E' bem ponce o que agora te offcreeo,
Angolioa e divine croatura !
E por esta raz'io munito padcco;
Pots q'lizera ,uder co:n beta ternura
Dizer-to oh mai o quanto to extremeco,
Depondo um beijo e-n tuan face pura.
PThcife l.84.


Arixjo SALDANIIA


esperados quo sejaw, nao podeji sentir-so
emquanto se nleo rocecem.
A more d'aquelle modelo de sacerdotes
ioi o teque da dissolucaio d'aquella socie-
dade tanto em hormonia, reunida afia de
supportarem melhor as acerbas pends quo
eram a todos communs.
Uma hora depois de ter sido sepultado
o conego, uma cleganto carruagom corria
em direc9go ao convento de S. Nicolao, a
cuja porta parou.
Abrio-so a portinhola e desceram uma
formosissima menina vestida de luto e umn
elegant, sujeito.
Esto perguutou ao porteiro:
P6de se fallar A senhora baroneza de
Certenes ?
Primeiro andar, disse o guardilo por
unica resposta.
Senhora, disse o sujeito, ainda que
nao esteja lembrado da minha physiono-
mia, someos antigos conheeidos.
S- NIo me record, senhor, de ter tido a
honra de'...
86 me vio um moment, senhora, no
mez de maio de 1836, no dia em que, nes-
te mesmo quarto, morreu o senhor barlo de
Certenes.
A baroneza fez-se livida; tremeram-lhe
os labios sem poder articular uma palavra,
e voltou o rosto, come para evitar a luz de
frente, afim de o'ccultar a sua tcrrivel com-
mocao.
Aquella desventurada senhora estava
desfigurada ; as suas faces absolutamente
descarnadas, encovados os olhos, a front
amarella, e vestia de 11 preta, corn touca
branca.
A sua voz era summamonto debil, e ca-
da palavra ia acompanhada do urma tosse
secca e maligna, achaque que testemunha-
va at6 quo ponto tinha sido cruel a vingan
9a do baro de Certenes.
Perez coprehehi eud o 0effeito produ-
zido pela fatal recordap o qa fizera, e jul-
gou-se obrigado a auxiliar aquella creata-
raao, tbo puriflada por u ::*a- r gK 04 0001A-i
tinai unortiicsof5


Sourer 0 4oespjso dl
E ap6s esee torment
Achal-a talvez mdis .


Para passer os meus dias
Sempre sempre a suspirar,
Esperando alnmo future
Serm nunca vel-o chegar?
Para contar sempre a ella
0 men soffrimento atroz,
Tendo em resposta um sorriso
Escarnocento e feroz ? *


Que val viver, sem um riso
De prazer e de ventura;
So cada instaute roie traz
Nova dor, nova tristeza!
Quo val ficticia alegria
Qual desfarqada illusio ?
Se essa alegria esconde
Torturas do coracflIo !
A vida do que me serve
Se o6 aplenas um sonho,
Sonho que dura um instant,
Instant amargo e modonho !
A morte q'era-me alivio
JA custa beian a chegar,
Esta tardanya que into
Mais me vein desesperar.
Qual linictivo so rest
Fazer o que o fadlo quiz,
Regar a front suleada
Corn meu pranto de infeliz.
MAGALIIXES PORTO.
Pedra do Buique.

Ao amigo Leobino Tuplnaimbf
Eu quizera pintar, por bern patent
0 bello que Pernambuco tern latente
Em toda a extenbo ;
Eu quizera cantar d'esta -Veneza
Como disse alguem, today abelleza
N'uma terna cangbo.
Mas nalo posse, faltando-me a cadencia
P'ra descrever a grA preeminencia
Do meu bergo, meun lar,
Gloria-me quo apenas de pasaagem
Lhe rendesses tambem um'homenagem:
Acabas de o saudar. -
E. GONQALVES.
Recife-18 `5 84.

Aos amigos Bdwrdo QG llves
e Igmacio Galvio
(DE VIAGEM) '
Filhos de Pernambuco hospitaleiro
Aceitai um abrago do amisade
Que vyes quero offertar;
Na hora da partida eu vyes atiro
Um punhado do flores n'estes versos
Quo por v6a qaiz rimzar..
STalvez me eritiqueis nas pobres rimas,
Quc atrevi-lme a q.e.rer yes off'recer;
I Mais Ihc dai atten~ato
Suo pessiimas, born seCi, mas s1o nascidas
Do umn vivo, leal e pure offecto
Que v\'G do. coracae.
LEOBImNO TPLTINAMB..'
Recifec-17-5 84.

Em febre
AO MAYIOSO POETA SAAIFELANO


Cada din, men D)is, est'alma senate
Augmentar-se esse amor dcsventurado;
Noen ao meunos o pranto vem-me ao peito
Rofrescar ease amor dcosesperado !
Ji debt' do soffrer nao tenho pranto,
Siate apenas a mente desvairada,
E a febre da lacoura-por instantios
Occupar minha fi-onto ineendiada.
Effectivamente, nao tornado a occupar-
so dos factos antigos, disse:
Senhora, vim procural-a da part de
um dos seas mclhores amigos, o um dos
melhores homes que Deus mandou A ter-
ra.
Ah!.. -&Senhor, eu jA nao tenho ami-
gos, a nao ser entire os pobres, a quern
procureo consolar.
Pois quem me envia a senhora 6 o
senhor conego de Brionne-Viviers.
Oh!... sim, 6 um verdadeiro ami-
go; 6 um santo; e... come estA ?
Ha dous dias quo patio, deixando-
nos um sentimento e desconsolacgo que dif-
ficilmente a senhora p6de graduar. -
Morreu!
Para o mundo, senhora; mas vive no.
c6o.
A baroneza de Certenes baixou a cabe-
9a e suspirou amargamente ; esgotadas as
suas lagrimas, depois de tanto tempo de con4
tinuo pranto, jlaoWpodia chorar-.
Logo que- refz, disease
---A morte do veneraudo conego
bastantos orphbos. r
-- Sim, senhorat respondeu Perez% 0
do para Helena, 6 verde ; a mo4d eae
so santo home commoveu coraSes doI pe-
dra; eu chore como uma creanqa, ,eu q,
sou severe e quasi insensivel; mas quem
havia de ficar impaivel ao ouvir os cli
mores dos pobres agglomerados A por
chorando eperguntandopor seupai? Quo
nao se oommoveria ao contemplar aque
santo ancilo sentado, ou, para mlelhor
zer, recostado u'uma poltron, despedindo-
so de todos, aeonselhando-o4 animando-os
para quo e noo desoonsol]ssem e esperas-
sem reunir-se n'itm mundo melhor ? Oh!
senhora, jure-lhe, quo a Imorte do senior
de Brioune nunca se afastara da minhame-
monria. -No N podia i r uimaginar quo iamex
*to fosse tesaao.i sw ado6...
Quando so Morro corn a 4M A .
paz I -ittterromped a barenez de C.orw.

rer com .4 ilim& F"dvve srtlo


^ e 66 On wen a m. do Lebis
:me a 4..tudesctrnada-

'.a q'W mit hx i memorial
a merecesse a maldiglo!
qik abios earmineos dosse anjo
jtldssom por miim urma orac6o.
Eu soffrera 4o inferno a horrivel chamma,
Som soltar urn germidb, umrn s6 se quer,
Corn tanto quo ouvisse o som cadente-
Das vozes divinaes d'essa mulher.
0 mulher! NaIo t'esquives q'enlouqueco.
Bern ve3 quo minha front cm febre arde.
0' meu Deus, e senhor, so sou-teu filho,
Da-me Libia ou a mtorte por piedade.

MAGALHXES PORTO.
Pedra do Bique.

A Fliha do Typograplio
Aos 20 anuos, se s: 6 amaido por uain
mulher linda, a vida 6 love coma o vo)
d'um passarinho, mosmo quando na dalgi-
beira nAo ha umn real. Nao ha cuidados,
desenganos, afflmioas quoe um sorriso da
mulher. a quonm so ama unao subjiga-a. Ell;.
p6de tu;o. So quizer, s'ei ana.to sri b r n
e honrado; se nuo, o prior dos hiomen-.
Deixcm'os l' esses queo aamain mrchar as
corOas dos virgens.
Ora, Paulo amnava loieamente Georg4nii
Ella era uma diva do forminusura, e clie um
rapaz do fomonina bolleza. Dais alm t,
nascidas piara una so oxistrencia. 0 ciu.no!
era a union cousa quo poderla influir so-
bre os dons. Ningiae:n aiaa seriamauto quo
nao soja cioso do sen amer. Em t:il as-
sumpto, confianup illimitada serA soiupr-
nociva.
Paulo era typigrapho, e (.Lorgin para
nalo deixal-o s6 no meio de suas gentis ccl-
legas (typograplias), aprendeu a arte, t lA
foi trabailhar ao seu lado. Era bell ver oi
dous a entreolharem-se amorasamnnte. 0
Dr. Pamphilio que era o propriotario da
typographia amava aos dons, comno se fos-
sem fihos seas. Soria elle e sun mulher os
padrinhos de casamonto dos dons.
O pae de Georgina era tambem typo-
grapho da mesa casa. Consegaintemnen-
te quo mal poderia haver em que sua fi-
filha, como muitas outras donzeHas, traba-
lhasse, sob was vistas, junto ao sea noivo ?
Nenhum.
*
4
A casa do velho typography soffria ra-
pidas transforwaaaos. Rocentemiento pinta-
da, a mobilia fora substituida por outra de
gosto modern, porent modeasi. Tapetes,
jarrox, qusdros, espelhos, etc. iama propor-
cionalmunte fazeudo-a rivalisar emn a d'u n
burgez. Em bveve nao so diria que alli
baitava o antigo typographo. Por esse
tempo, as couas per outro lado' tambom
haviama melhorado.
0 Dr. Pamphiio qpeo era um home
amigo do progresso, orgulhosaimente con-
victo de que a iatelligencia da milher com-
pote corn a- do home, excedendo-a As ve-
zes, fizera de Ooorgina a directors da offi-
cina. Essa mudana, permittia a Oeorgi-
na ganhar poa trees typographoe.
Era tempo de easar-se corn o seu queri-
do Paulo. Elle, porem, 6 quo resolvera nao
desposal-a em quanto seas hwros fossem
alcriors aeos do saa amant-o
Exeollente rapaz! diziao-pacdc Go
orgini; contianuaado depois: -Mas so o
Paulo nfio mdla de peasar, nuc casar-se-
ha tao ce lo, ou nu-ca sera o marido de
.G-eorgina. H1i 25 anuoe quo son. emprega-
'do da casa e, coitnqunto soja coasidora-lo
:como o primniro opcrario, nuaca passaram-
me a director, ja na morto do Ambrosio,
'na do Gustavo, jA na rti'ado do Pietro. JA
'so v6 que, tendo rlle apenas 5 annos de
*traballio, aiio pode passar-me a permna, nem
a muitos 'outros. 0 Dr. fez a GOoraina


director, porqae ella nao 6 ahi uma moca
]qualquer. 0 tio, aqnem Dous haja, deu-
Ihe umna esmerada educa9go, e ella avan-
taja-se amuitos Dr. que aqui enehema casa
coIno disse-me o Dr. Beltrao. E' uma ro-
busta peana. Paulo nada sab-. ....
Tenhoa cA uma id6a. You commuanical-a
aos do's.
***
A tia Martha espirava estrondosamente
|.a sala, depois d'uma pitada do detestavel
cmo aaniargo morrer coin a alma inquie-
ta: Oh! sim, esto e um supplicio insup-
portavel Lembra-se acaso das ultimaspa-
lavras do senhor de Brionno ?
Os ultimos mementos d'aquelle santo
home passaram em suave c terna conver-
saco ; re cstado na sua poltrona, rodeado
-ie atmigos fleis, a cada um dirigia um con-
Selho, uma reconmmendaao ; nao parecia
um moribundo; parecia umn pai que so dis-
punha a fazer uma long vgem; o desig-
inava a cada um dos sous fihos as obriga-
ies respectivas. A sun palavra, sempre
jeetuosa e doce, tinha-nos su-spensos corn
Iatlla sensibilidade, a um tempo elegant
e modest, que era como quo o reflex da
sun predilecta natureza. A todos, um por
Am, nos apertou a mko; e pouco depois
abAndonou-nos; mas nuAo pwr meio de um
violent suspiro, mas por um agradavel
.sorriso, quo fez rebentar o pranto, ate en-
to a muito custo contido.
E essa menina? perguntou a baro-
neza de Certenes, ao ver Helena, que co-
osamente chorava, ainda que em silen-
01o.
Esta menina 6 filha adoptive do se-
nhorconego, e ainha prima. Entre asre-
commendagoes que me fez o senhor de
Brion, uma feU de viaitar a senhora e ro-
gar-he aem seu nome que admitta em sux
comanki&l"ta maina e dirija a s avoca-

-Come! tao formosa e ronunci o
mundo?
-Sim, senhora, responded Helensa;-
desdo a infancia que tenho a mesa voca-
eao. 1 '. 1 '. ;
930.
Minha filha, Dens escolhe os seas an-
jos desde o berogo.
Ouno mab de todo o brilho dos roes-
plendores humanos, como aucceden oomsi-
go, minha senhors, iuteaompea P3reac.,-
A&ew Helena; todos 08 Kasa A viiri VV
a Aer-he agnia couae par&aos OU
Jq rogar-ho quo se, lem
-Ipib, 19 -


Fauilo a uxit dh-_..or 45 mamaiso-us6
d,. 2 asnuoseu habiital-o no quesei Bou
saboe, o Dr. ama-nos muito, porem diz V*
pare diiigir outros omens 6 preciso t0et
alguma iitustraepVPaulo 6 intelligent o
soin diffi uldado eparal-o-hei.
SHoje, dei the a primeiralic'glo de grami
matica national e orthographia pratica.
Estou satisf6itissima eom ele.
-Era e-ta a minha ideia, meus queri-
d~s fills, disso o velho, abracando os
dois.
*
4
Ciaco anuos depois, por uma tardinha
dos fins de dezembro, Glorgina tocava no
piano frag:nentos d'uma mu.zica muito sau-
dosa, e Paulo dava os ultimt s ratoques
n'um quidro quo tinha sobre um cavallao-
to. Eta o retrato de Gc-orgiaa qua agora
era su a mulher.
-- Foster muito exagarado n copi:i, per-
quo o ;nmoiel-o nao 6 tio belle, meal queri-
Ido Panio, -disse ellhia, ergundo-se para
boijru sea marido.............. .....
, .. .o. ,. o... o. o ....
(O 3)rg'liti, porqi't emr. bi i, toraoii seou
marli.lo \\nt affalmado pilltt)c', o fz-ie pro
tucOsrai de canto e muiica. Mutitobacn con
cUita ticI.)3 ni1 seci id Al-, viv i:V1 f-licissimn) s
0 ccc a ii lux:', s':.n n:xm.^:msitar do f:i
01 do fz:t:",L
z r1i;e etrciirdiiiimnoie, 1p )r; os soit ga
Eli s or n: tlr'mn-ll i ab st.aiLn t e a!gm tiias
oc:a:)cuiAia- p.ira o futl/o..
lf-itf, 21 do abr'l d, 18Sl.
8) fceri NAetto.


Ce -veja
0 D)r. FITmninio Vela (de G('novm) diz da
cervcja o segainte-xSinm ser ainda velho
d&rt-,pit), assisti n, cars da miniha
vi, a uamn it verdadeira triansfrn.i;'io (0os
ass itdinLLr A iospeito da corvja-. Nos
inU i teimp)os, quando ao doing) ia ao
caf n1a Piazza Castreio e asselt.ivatmo-
nios gloriosos c triumphantes em reod d'una
banquinha e o criado acolhia os nossos vo-
tes, miilha miule tomnava eaf6 torquee aquel-
la cdaxle feliz e doce 6 somI)re a primeira
o umica tornura da vida) c mena pie podia
a cerveja. Aquella bobida escura, a minrg.,
e misteriosa, ineutia umn certo rospeito A
mulher e A1 criangas, e quando ousavamn
pedir um gole ao papA para darem uama
feia careta indicava a altura do sacrificio
e o contontamento da satifacac provada.
E entito a cerveja so derramava do al-
gumas botijas duras, grades ou pesadas
comao uma bomba do Dailio (t)r e a cerve-
ja de Chiavenna era a mais avistocratica
das cervejas e-nhecidas. H je taminbem os
meninos e as senhoras bebern a cerveja, e
La muitas ca;as ondo nao so vende senao
cerveja, e todos Iconheenemos as, excellentes
cervejas de Gratz, de Vienna, de BAviera,
e o pale ale e o porter e finalmente o
stout, e muitos jovensinhos fitanrs. sober-
bos de mostrar as suas altas columnas
de pratinhos, arrumados um sobre o outro,
o que alli estAo para indicar, que elles con-
sumirami muitas horas ao cafe e converte-
ram o scu estomago em um toad do cer-
veja.
Tamnbem a gene ausonia o os povos da
satwnia tellus so te6m tornado-bebedores
do cerveja, o transpondo igualmente alem
dos Alpes os bobedores do palida cerveja
bbebem mais vinho do que dances. Desta
troea international todos .6m tira*.Io pro-
veito o cornmmercio, a industrial, e tambem
a sauda. Ab-n.oada peis a corvoij, ape-
zir dos craeis sarcasmos lang idos contra
ella poelo nosso grandissimino R3di.
A cerveja 6 talvez a mais aniiga e a uanis
universal bcbida dosto ,ntua.o. So attrbiie.
o merito (a sua inven-Ao ao Egypto, minais
en craio mnito provavlh quo t-oDos os po-
vyes da tais remiqta antig'aidad.o usavnam
da cerveja. Som neco-sida-o de imait, iin-
dustria noni do particuLilar iastimct'), o pri-
meiro decoto de cevada; do centeij ou
de trigo abandonado ao.sol nri',n vase do
barro cosido dovia tOer log, soffrildo a for-
mentagAio, ensinando a embriaguoz aos an-
tigos pages da epocha da poelra. Ioje na
Europa nio ha povo que nio- bebab cerveja
Ide a Afr:a e ahi aeliarels eerveja feita
corn Sorgho on corn milliho: ide aeSikkim,
sobre a fronteira do Taiibkt e ahi achareis
a murv- ou cervoja de EI-qi',t coraccnaw;
transponde o Attantico e no Pbrd o na Bn-
livia, beboreis tainbmn a chwchroi cerveja
do mnilho.
A cerveja e u na das mais car.ts e eboas
ao piedoso asyto quo a scnhora faidott
as nossas esmnolas ni.L so liinit.irio a esta
modica offerta.
Perez comprimentou a baroneza, beijou
a miao do Helena, e, para oceultar a coinm-
mogao que sentia, voltou braseamente
as costas e sabhie; nmas 1ieleina segaio-o at6
a port da sahida. Perez, nao so polendo
center, exclamou:
Ainda 6 tempo, seahora ; pronuneie
urea s6 palavra, e a alma do sen pai verA
cumpridos os seas ultimos desejos.
Eu sou a noiva do Senhor,--respon-
deu Helena corn tranquillidade. A filba
de Thereza Keller s6 p6de viver no con-
vento, par, mitigar, em nome de sna m~i,
a colera do Eterno ; tome esta rocordapao,
meu amigo, n'ao a abandonara ?
Nunca Juro solemnemente.
-- Reparta-a corn mou irmao Gastao.
Adeus, Perez:. nunca esqueceoei quanto
1he devo. -
A recordacao consistia n'uwaa bella fita
de soda corn duas medalhas do prata.
Perea aahio tlo commovido, quo nalo p-


de pronmunciar urma palavra.

GQasto corn a vista perfeitameate boa,
fez-se um born mogo, quo 6 a orgulho do
sna mli, e, gragasA atiiada operaglo do
Aoutor Mendonca, p6de escolh'r urma es-
posa digna d'elle.
Alfrodo de Raveusteia voltou ao exorci--
to carlista e chegonA a obter o post do bri-
gadeiro." Nba aimz ser dos convencionadods ;
entrou em Fianga corn os quo so achavamrn
no 1mosmo caso e junto a sun mi. quo nalo
p6de esquecer seu esposo, a quem tlo ee-
gamente. amou, viasa incessantemrente, sem
deixar 4e percorrer ponto algdan dia Earo-

- Actual te rojeetam ir vsitara Ame-
pri6 m epois a Asia;, mas'Alfre-
Urota oomr wpesar lq maLMi estA tao
trite pensativa n.iteio Is golos do
Sort, ocomo ob a o.neantador o( do Ie ta-


prfoso*u comou daot.ad&-


e'dowf not Sacas- a
Oom 0~ acido eavboniew ioB xcita, e
alcool nos embniaga, com as maitaa
ras extraetivas nos engorda eonos
corn o lupulo nos embalsama e nos
matisa.
A boa corveja deve ser transpaeate,
d'uma cor resplandecente, nem acilos e
doce, mas corn mni gosto aromatic agra-
davel; nao deve dar muita escuma, nsm
tamber ter falta d'ella. Sobretido devo sa-
ciar a s6de, contentar o estomago soine dar
calor nem acidez; nao deve causar- j-
mais remorsos de tel-a bebido. A expe-
riencia e tambem n'estecase o primeiro e
o molhor dos mestres.
Ostedeseos -thin um proverbio que en-
sina o mode uelhocr de usar convwniento-
monte do vinho e da eerveja. Tern diver-
sas vzariantes, inas con p3quana3s difleren-
9;]s se reduzemi a estas :
Bier ntch/ lVi das rath ich neia-
(corvej-i depois ie Vihalo en to acoansdlho).
0 quo qivr dizor qua so poJe bebor o
viahol dcpois d cerveja, inns nio so dove
fazor jAmiiis o inverse. Em geral a hygic-
rie esta de accord coin o proverblo, porem
i ton tiunu cstoinago robast- podoe im-
)uIIumIIite dortltiarL o prov,.rbc, ad.ptan-
do o contra pl-ovorb:o, qua 6 tunblia te-
escso e quo dove ter side inveant.ido pr
'na d'putrl t d) c1ntri.
Bi,',i ,,'.P Ire:,a V not s'in ; isto c,
bebi de qual:dpter moelo viaho cO cerv.J.,
coMeo VOyes agTa.uar.


0 r'e! Leopoldo 5I
Porquo n iioso excuta Minais na BAlgia?
No j)raial P,,'i. lein)s o saguinta
Ea pergtgit i din dia a u b-ga, porq1o
o rei Lopoldo1 II agraoiav. toJososs con-
derni-vlo; o oilo me reo-ponicu, seja dito
corn toda-is a rsorvas, c sc,, nonhuma
responsabilidadl :
(( Em i856), un G .ntols foi condemna-
do A morro. Sea advogado correu a Brt-
xellas para pedir uima audliencia ao rei Leo-
poldo I. 0 advogado relatou ao soberano
a historic do crime e do process. ED sua,
ahna e consciencia, ell ie julgava o condom-
nado innoceute. Elle mostrou. os pontoes
fracos da aecus)qato, e mostrou comeo os&
jurados se tinharn dixado sorprehenderY E
depois, este advogado tinba uwna grande
reputa*o de honestidade, e Leopoldo I sa-
bi i que, para fallar como efle fazia, deviar
ser sincero..
S0 rei, muito commovido estava jL
corn a ponna prompt para assignor a gra-
ga quando a rainha ontrou. 0 crimo ema
questIo tinha. revoltado a opiniao, e sobre- -
tudo as mulheres. Corn urea eloqiieneia Yi-
gorosa ella supplicou ao rei qne deixasso
livre cursor ajusti9A humana. &' home
foi executed&.
a Cinco annos dopois, um outro indivi-
duo foi preso em Gand, em flagrant delic-
to e condemnado A morte. Ento, elle con-
fessou que tinha tainbem comamettido o
crime pelo qjial, ciuco annos antes, tinha
se guilhotinado um innocente- A, rain&
ficou horroisada.
SElla conservou sempro eata espantosa
lembranga. E.como era d'uma alina eleva-
da e generoisa, so diz quo ella nao deixou
de perdoar jamais.
( Na hora da morto, ella ftz jurar o
seu filho qge ejn sen reinado nao haveria
uma s6 exeuc que L3opailo II ten somupro agraciado os -
condeinumaios a morte.

Israelitas
0 jornal la Press cirr.iss te" no in'orma
quo ha 7 inilhi'oes e uio do israclitas que
vivem sob o Globo. Os qre v'v3m em
Pranga 6 de. 60,000, o quo dA'um israe-
lita por 3,00:) habitantes. -
Na Rassia o na Austria, a. p.oporgto. e
(de 46 per 1i000; na Allemanha de 12 por
1,000.
Os dqus unicos Estados da Europa nos
quaes nao ha uni s6 isrrolita, slo o princi.
pado deo Monaco e a RopI)nicat do An-
dorra,

Um pozae9 de tudo
Ento, Antoanio, sister tL tintularia ?
Pois quo queres? :oi me vinham
senuao pensainents negros. F6i 0ntto para
uma agenda do enterros, quo 6 mais di-
vertido, pelan earns dos diversos herdeiros.
do n'ui nm hospital, onde o -uo niom 6 aben- ,
coado dosde quo o sol so auuuaiia at6 que
desapparoce. Nanea uai rosto mais auge-
lieal que o seu, brilhou pcor baix) de una
ttnca : nuntica o pobre toin una servkdora
mais carinhosa nerm maiE. solicit.
Fausto, sempre fincm c inmnatavel.naa
suns resolu;oos, seguio. os principle hespa-
nh.es e acompanhou-os na sua retirada.
Heuriqueta Estephania, ou a banqieira, I' J
foi condemnada a presidio perp~etnoe, .
Montpelhier. '
0 estarlo foi mais benoficiado. que niB-
guem, porqno herdou .)s immenbsos tbesou.
ros do tio Cantelot. "
Perez comprou a casa..a run de Vaugi-
rard, na qual so propoz, e coisegaitu per-
petuar a memoria do dcigao conogo'o Inriou-
ne, fazoa4o innumeros beneficios.
E aqui estA provado quo nmo. slc ao oa-
toe piedosos e~tereis pars o hem allheio, e
muitas vezes filhos da mais rofiua-la hypo
erisia, quo devem servir-pawa julfwar .,0
mom.


Sirva dc exemplo Perez, que Do, i At
doe ua -ciaa qe nada toe do ascetic .- .
cupou a segunda part d'aquolla em.,-ia .
gar as lagrimnas e em ser uma Pro*lei
humana. i
A caridade o virtteo, a priatfra de
das, communicative, e o contactttoe o
nerando conego dejBrionno "COB IoBU
Perez aquella virtude que em tSo dt Vr
brilhou no primeiro. 1! ..: r
0 antigo contrabandista ama d,-
Helena; e, comno os votos das irmgLat4
earidado slo temporaes e nao perpet:oW .i
ainda resta esperan as de quo qteg ii
reaiar-so os esu dsaejos,. .


*


i Tyk. o|w9




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