Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:13547


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Full Text



























kiorea %e Aau~l Je- b $-a & antto


- TELEGRAMIAS




BtO DE JANEIRO, 29 de.naio, As 7

bhoras e minutos da -noito. (Recebido
As 8 horas, peik. inha terrestre.)

Na Camara dos Srs. Deputaos,
hkeJe, o Dr. Pereii apresentou nma
representaeao bdoa empregados da
eapatasia, a qtal foi tl eawlnviada i res-
pectivea co tlsim
NQ Senado o eonselteiro Danta*.
atpresenton urn requerimento, qwe
leou adlado, pedindo infoumaaces
aeeres dos negoelos da Assembla
Prvincilal de Pernambuco.
Oenselheleiro Soars l 3randio dim-
e ba'ver recebido telegramma em
uppnta ao sque dirigira ao presi-
Ee | no qikal Ibe di.sera este: qne
a pponicao conservadora me retira-
W .." caa do encerramento da
440e0mAso do project de rorca poqll-
eial, qie Ja &havia dons emees era
dWeutido s que havla preeedente
isal s qne o project de orcamento
s *6 poderia entrar em discussao de-
poi k4e approvado o do forca poli-
elaWl e que a auttoridade policlal nao
hia imtervido na Assemblea.


. (Especial para o Diario)


LONDRES, 28 de maio.


Nam corrilda do werby o'Epsom
fora vencedores o eavallo fran-
:ee UWaintgatien e 0 cavallo ingles
XNrworter.


PARIS, 28 de maio.


,-.. 0 blequeaeo da costa oriental ia
AM lka de Madagasear cauma VrCrjhuis
erumnerelo.


mao 10
'* Aei Hava*n,~i filial




^IISTRUCCIO


em PerOabULco,




POPULAR


(Extrahida)

PART III
CLASSIFICAQ.AO DOS PEIXES
(Continuagao)
Peixea oSxSoM
Acanthopterygios (la ordem).-Abrange todos os
peixes osseos, corn maxilla superior movel, tendo
as guelras cm formal de pente e corn a barbatana
anterior susten~ada per meio de raios osseos e em
formama de espinhas. Comprclihende esta ordem os
-; tires quartos dos peixes conhecidos.
Malacopterygios abdominaes (2a ordemn).-Os ca-
uacteres d'esta ordem silo: term os raios que for-
main a la barbatana dorsal cartilaginosos (no que
se distinguem dos acanthopterygios, quo os teem
osseos), articulados no seu extreme, e em geral
subdivididos em diversos rtmas. As barbatanas
ventraes, nos peixes d'esta ordem, estilo situadas
per baixo do abdomen, atraz das peitoraes e nao
ligadas aos ossos da espadua.
Malaeopterygios sib-brachianos (3a ordem).-Es-
tes peixes teem as barbatanas conformadas come
as da precedente order, distinguindo-se d'clles
por terem as barbatanas ventraes suspensas aos
ossos da espadua e situadas por baixo das barba-
tanas peitoraes.
Malacopterygios apodes (4* ordem).-E' etp-
cialmente caracterisada per faltarem aos peixes,
que a ella pertencem, os raios espinhe scs na bar-
batana dorsal e per nao torem barbatanas ven-
traes.
Os peixes d'esta ordem teem todos uma form
alongada, a pelle molle e espessa, pouco escamosa.
Taes sao, por xemplo, as enguias.
(CContinua).



SPARTE OFFICIAL

Mlnisterlo do Imperlo


]ait..Por-despacho de 17 do corrente mez, fo-

1" vice-presidente da provincia do Rio
Grande do Sal o tenente-coronal Joaquim
S Antonio Vasques, send concedida a exo-
aoracgo quo podio do mesmo cargo o ba-
4harel Menandro Rodnrigues Fontes.
Iecretario da provincia do ParA o bacha-
M i Aristides Carlos de Moraes.

S injisterjo da Umstlka
J AoW iecreto de 17 do corrente mez, foi
.. ncedida ao bacharel Joaquim Antonio do
SSouza Spindola a demisslo quae pedio do
i lugar do Jai municipal e de orphlos do
urm'o Mdeo Lanqes, na provincia da Bahia.
Foi reefaduzido o bacbarel Esperi-
1 o Zaairo do SouzaLope do lugar de
-WS mvficpal e de orpblosl do teribo do
O -aa JIIde Miae-nes.
Two0o juiiu utic de ere1

oa "o .... .


Para a guard national da provincia d(
Maranho : comarea de Itapicuru-mirim
major-aiudante de ordezw; servindo de se-
cretario geral, o capitIo Antonio Coquein
Leito de Meirelles; tenente-coronel cornm-
maadante do batalhto de infantaria n. 32i
o major Jolo Vieira Peroira; major corn-
mandanto da secedo de batalhito de reser-
va n. 10, o capitao Joao da Costa Men-
des ; comarca de Tury-assui: tenente-coro.
nel commante do 12 batalhao do infanta-
ria, o capitol Domingos Jos6da Silva Cas-
tro; comarcas do Cod6 e Alto Mearim,
major commandant da 9a securo de ba-
talhito de reserve, o alferes Raymundo Ce-
sar de Souza; comarca do Brejo, major
ajudante da. orders soierido de secretary
gek'al, o tenento do Fwas'ria
capital qhartel-mestre, Jo64 Joaquim 4w
Souza Barbosa. "
Pars a da provincia da Paraba eo-
marca do Eamanguape, apito q tartel-
inestre, Joa6 Paulo dos anios e Oliveifta.
Foram, formnados a pedido :
No p4WaIe eo'iel : .o tenente boronel
corlmnaadi* 2e inAfaitania
da guardaTacional ds ia:; e do Rio
Grande do Sal, Ahdr6 AvresLeit e o(to
veira Salgado ; o teuente-coronel coramap-
dante do batalhioae infantaria n. 56 da
guard national d4 comarca de Camarii,
na provincia da Bhia, Cotolino Ferreira
da Silva ; no de tenente-coronel o major
commandant da 5' seetho do batalhao de
infantaria da guard national da comarca
de Itapicuru-mirim, na .provincia do Mara-
nhao, Moys6s Xavier Moreira Uchoa ; no
de major o capitao secretario geral do an-
tigo commando superior da gdarda nacio-
nal dos municipios de FlOres a Formosa da
Imperatriz, na provincia de Goyaz, Fran-
cisco de Paula Pinto.
Foram dosignados: o batalhao n. 35 de
infautaria da guard national da comarca
do Alto Itapicur4, na provincia do Mara-
nhao, parsa a elle ser aggregado o tenepte-
coronel chefe de estado-maior do comman-
do superior da guard national dos muni-
cipios do Manga e Passagem Franca, na
dita provincia, Joao Candido Vieira Tor-
res ; o 1' batalhao de reserve da guard
national das comarcas de Itapemirim e Iri-
ritiba, da comarca do Espirito Santo, o ma-
jor da guard national da mesma provin-
cia Virgilo Francisco da Silva; o batalhao,
da reserve n. 21 da guard national da
provincia deo Minas-Geraes, para a ele aer
aggregado otenente-coronel da mesma guar-
da, Jos6 Dias de Cerqueira.

Elatve da merra
Por porta'ria de 16 do CO :
."ow 0. 4-6W-:ftB~^
IioadoIe1 aK~a~ a pe, ^ ^ _
10 regimento da mesmaarma- o;
para o 10o batalhgo de in anttsa; o te-
nente do 5* Antonio Mafra ; para o 21*,
o tenente do 100 Luiz Tula da Cunha San-
des: para o 13o o alferes do 160 Antonio
da Silva Paraguassu'.
Foram classificados nos corpos abaixo
mencionados, os seguintes officials subal-
ternos promovidos por decreto de 10 do
corrente :
Arma de artil/ariaa-3o batalhao, 2' te-
nentes Antonio Fernandes torges e Jose
Process de Assump~ao; 1 regimento,
2' tenente Oscar de Oliveira Miranda.
Armat de cavaUaria 4" regimento, to-
nente Jeronymo Augusto Rodrigues de
Moraes; lo corpo, tenente Rodrigo Jose
de Figuciredo Neves Junior; esquadrito
de Groyaz, tenente Jose Carneiro Maciel da
Silva.
Arma de iufantaria 3" batalhto, te-
naente Silvino da Silva Franca; 4o bata-
lhto, tenente Valeriano Gomes de Mei-
rellcs ; 5 batalhto, tenentes Henrique Jus-
tino Jos6 Alves Jacutinga e Antonio Can-
dido do Araujo Macedo ; 6o batalhto, te-
nente Arthur Cavancante do Livramento :


90 batalhao, tenente Manoel Pinto da Silva;
11' batalhao, tenente Antonio Basilio da
Fonseca.

Governe da Provincla
DESPACHOS DA PRESIDENCIA, DO DIA 28
DE MAIO


Anna MaNiria da Conceiglo. -Informe o Sr. Dr.
chefe de policia.
Antonio Lcite Nogucira Paz.-Deferido ns ter-
mos do officio que ntsta data dirijo ao Dr. chefe
de policiAn.
Antonio Pantaleilo de Oliveirn.-A6Sr.Dr. juiz
de direito das execuaSes criminals remetti em 26
do corrente, copia do decreto a que allude o stV-
plicante para os devidos effeitos.
Antonio Telles Barbosa do Vasconcelloos.-lan-
deferido em vista da informaVio.
Calisto Job de Mello.-Informe o Sr. Dr. chefe
de policia.
Bacharel Francisco Domingues Ribeiro Viauna.
-Passe portaria na f6rma requerida.
Joo Francisco Carneiro da Cunha.-Como re--
quer.
Jos6- Luiz de Franca Torres.- Simn, mediante
recibo.
Joes Antonio da Motta Guimaries.-Intorme o
Sr. inspector da Thesouraria de Fazenda.
Line Gabriel Gomnes de Oliveira.-Ao Sr. com-
mandante do eorpo de policia pars conceder bai.
do servigo, de aecurdo coan a informaeio prestada
emn officio n. 523, de hontem datado.
Mariano Jos6 Ferreira.- N'esta data autoriso o
Thesouranra de Fazenda A pagar ao supplicante a
quantia de 4J920, pela verba-Itapa, devendo
aguardar a concessio do reciso rerdito para rea-
lisear-se o pagamennto integral.
Man los Vital.--Sim, cr ordenado.
Manoel Joaquim Lobo. Ao Sr. commandant
do corpo de pohela, para mconceder baixa do ser-
Vio, deveudo o supplicate iuudemusar a fazemnda
prowlial, do que estiver a dever.
Thomars Antonio Maciel Monteiro.-Sinm.
Tolfpnor Lopms de Siqueira.--Sim, corn orde-
Beumtaxrl da Preaideneis de Pemnamnbuoo, em
0 E tevht L8 V' a


SCarara MUnlelpal -
S DESPACHOS DA SESSIO DE 21 DE MAIO
Antonio da Silva Quintas Maia.-Simn, obrigan,
Sdo-se a apresentar fian.a idonea e ao concerto
die caloadas.
Eustorgio Jos6 le Albuquerque. Limite-se a
Sconcessao requerida ao agoague da Cruz de Al-
. mas, frontciro a outro igual que pertence a fre-
Sguezia da Poo da Panella.
Francisco Avila de Mendonea.-Prejudicado.
Jos6 Augusto Carvalho de Modeiros-Aeeita-se
Sa proposta, se o proponents se sujeitar as condi-
ces do final do parecer do vereador commissaria
de policia.
Thomaz Teixeira Bastes. Pdde o supplicant
continuar a obra, guardando as proporV5es relati-
vamente as portas e janelles.
Secretaria da Camara Municipal do Re-
* cife, 29 de maio de 1884.
I,0 porteiro,
| Lj io ldino C. Ferreira da Silva.
? -... ^ __v\ *" 1-' 1 1'
1 INTERIOR


-Dorrespondenela do Dlarlo d
Pernaambreo
RIO DE JANEIRO.-CORTE, 23 DE MAIO
DE 1884
SUMoAio : A sessae da Camara do dia 19. -Re-
c^ presentagao coatra a propaganda abolicionais.
ta. Aprego d lei de 28 -de setembro.-As as-
aociades da lavoura.-O seu programaa
deeitoral.-A sessdo do Senado.-O Sr. .Ye.
rtato de Medeiros e a demidsao do comman-
dante da escola de tiro.-Motivo d'euse actoe
do Sr. ministro da Guerra.-O jangadeiro
Naseimento e a sua-vita dqupea eacola.-
Discurso -do Sr. Correia.-A demimzao di
um commandant de fronteira substituido
por urn oicial honorario.--Uma desilumsdo.
-Plausiblidade do que affirmou o Sr. Reo-
dri.ues JTunior.-Discussao da reorm da
eletoo municipal.-Sessao de:fr t Cama-
ra.-Apprewafot da deio do Sri Mourdo.
-Negcios te & Dgip-f iscuro do Sr.
Anyso aore .o refov l ia.-Minia-
terw da Pha~nda.-l, ijl|Bdo# &w. A. de
Siqueira e Paino.-.Jt6o& diverwoo breo
merito do discuro do segundo. -A sessado s
guinte.-Di8curso importance do 8r. Anra-
de Figueira.
Correu semn interesse, na Camara dos deputados,
a session do dia 19, que foi toda consunmida corn o
discurso de ajuste de contas do Sr. Zama (que nao
satisfeito corn o razo qu e lhe foi cpeedido d
vespera, obteveo &-4]a hera) e ern a dis-
cussao da eleco fcto de Minas, que ain-
da ficou adiada. .Quando o Sr. Zama terminouto
seu diseurso, o Sr. Araujo Pinho, que come o Sr.
Guahy o havia eontestado em apartes, requeetu
urgencia para responder no dia seguinte na pri-
meira part da ordem do dia, e ao foi attendido.
Antes, por&m, de tratar-ne d'essea dons assump-
tos, o Sr. Barlo de Leopoldina, n hera do expe-
diente, apresenton, acowiliado orn um peque-
no discurso duas repress oe urenma ur dos lavra-
dores do municipio do Mar de Henpanha e outra
da lig dos lavradores de uma freguezia do mui-
cipio da Leopoldina, ambas reclansmando dos pte.
res publicos medidas que garantam,.contra os pe-
riges ericos a quoe se acham expostos, os proprm-
tarios de cscravo.antme o desenvolvimnto mai-,


creae o de'leis queos egarantam contra os liberton.]
e contra a indolencia congenita de todos de.sua
raga, .sendo que as vistas da lavoura n'estq mo-
mento convergem para a parte pensamnte do paiz e
esperam o soccorro necessary parao rmal que esti
tomando proporybes assustadoras. a Na ontra,
que e a da Camara Municipal do Mar de Hespa-
nha, protestando esta corporagae que nenhum dos
seuns municipes 6 mfenso a liberdade, embora as-
sustados ante a o abolicionismo da actualidade, in-
soffrego e desarvorado, que attenta contra tndo,
exigindo os fins, sem attender .aos meios; affirm
come representante de um municipio agricola, que
o governo imperial se immortalisart, resolvendo as
difficuldades presents pelos preceitos da le- de 28
de setembro de 1871, corn a exucaio rigoroesa da
qual se chegarA ao grande desideratum, semn nada
lastimar-se, sem detrimento dos interesses da la-
voura, da paz dos proprietarios e de sua seguran-
ya domestic, ameagadas com a propaganda dos
exaltados que se tern levantado na praca pnblica
e em today a parte.
Apresentando esses documentos, aproveitou o
Sr. B. de Leopoldina o ensejo para responder ao
Sr. A3tonio Pinto nas censnras, ou observagoes
que este fez acereca dos estatutos do Club da La-
voura da freguezia de S. Js9 d'Alm Parahyba,
que estabelecemrn a formaclo de uma milicia parti-
cular, ou forea paga pelos fazendeiros para sna
au rda e defeza e policiamento de suas fazen-
dao.
A creasao d'essas associates, umas corn a de-
nominacao de -C(lub, outras de-Liga Eleitorul, 6
uma idea recent, mas que vai se propaganda
corn rapidez nas provincias do Rio de Janelro e
Minas. A primeira crcagao teve lugar em S. Fi-
delis, onde so reuniram cento e trinta e tantos
elbitores de diversos credos politicos, conservado-
t, liberals e republicans, e resolveram unani-
iecmente que nio dariam mais seus votes por espi-
rite politico, inmas s6mente no eandidat. que mere-
cesse inteira confianca para defender oateresses
da lavoura. Igual deliberate tomoun ga Etei-
toraL do municipio de MoAnt-Verde. :Club. da
-ConieieAo de Boa-Vista tambem rei Avera 'Me,
a como nos paizes do governor constitacionat i
presentativo, 6 no poder legislative q*e se deo
inspirar os demais poderes, e ahi assignalar-se a
maihba dos governor, -s6 so aceitem e protejam
catdidaturas ao Senado, Assemblea Geral e pro-
vineial' declarando prevlamente os pretendentes
acharem-se de accordo corn a lei de 28 de setem-
bro. a
Hoje nso ha club d'esses, nao ha agricultor ou
escriptor e advogado dos interesses da lavoura,
que tratando do abolicionismo, e assustados eow
os seus excesses, nao fs.am a apologia da sabia.
da area lei de 28 de tetembro, f6ra da qual nao
vem salvayio, pedindo, per isso a sua field obser-
vancia!
Entretanto, quando cssa lei era discutida no
parIameoto, quaatos desses que agora reconhecem
qua eol e sabia, nao a amaldiyoaram e ao se u be-
nemerito author, de gloriosa e immorredoura nie-
MOuiO isFAe do Rio-Branco !
Mas dixetps esse ineidente, que nada tem corn
a ehroniea d6s trabalhos das cameras, A que me
proponho.
No Senado a session d'aquelle dia teve mais in-
teresse, pelo menos para mim, quo tive occasion
de perder'mais usa illuslo. -"
Prosegnindo a discusslo do orcamento do mi
nisteriro da guerra, orou- em primeiro lug o Sr.
Veriato da Medeires, que, comegando per declftrr-
se em opposiqio ao gbinete, dou bomo rao do
sen proeedimwonto,A am de outros motives que ct-
lou, a a celebre carta, que toden coni~eewla dirt-
gida pelo Or. presidOnte do eonselo a%.um seW
le a o ex-Oinisro daagUerra e nemam a tcat


iHa a qufe
m slguida
deft$ o@ch


to e aptidUo para o commando qu e exercia, nao do Sr. ministry dajustiga corn o Sr. Tito de Mattes
contest e antes reeonhee, discord do honrado foram mandados alistar no exercito come volunta-
senadoirpeo CearA na apreciagio do facto, cuja rios, e remettidos para os corpos qua estacionam
causa taiV-z ja seja conhecida do leitor, e em re- no Rio Grande e Matto-Grosso, pergunta esse se-
sumrno, e a seguinte : nadar:
Quaado aqui achava-se ojangadeiroNascimen- PoderA- o n'jbre ministry dizer si estes turbu-
to, corn es seus ajudantes, e estava para retirar- lentos que se achavam n- casa do dotennio em de-
so, oajadante oun instructor da citada escola, coa- zembro, e que forom-removidos para a fortalcza de
rouseI irinlo dopregideteo-da Seeiodade,4bli- Santa Cruz, passaram pela *inspeecoe de saude,
ciomnista Cearense, erm cuja casa estava hospedado sem a qual nao deviarnm ser alistados?
o rniem Nascimento, convidou-o a ir almogar alli, 0 Sr. Franco de 8d ministryo da guerra): -
Sno *o-Grande, A seis leguas do distancia da Foram considerados validos.
corte-_iagcm pela estrada de ferro de D. Pedro a 0 Sr. Correia :-A maneira de considerarr
H ; patida .As 7 1/2 horas da manhi; volta, 4 da validos para o exercito os voiuntario.s que so apre-
tarde. "sentam estA fixada na lei; nilo se julga valido um
Sabeado-se hU da ida do jangudeiro, foi lhe voluntario, s6mente porque o nobre ministry ou eu,
preparlada urnma recepclo condigna, n1io sci se pe- quo nao somos profissionaes, assim o declaramos.
los einpregados e pragas do estabelecimento, on O exame 6 feito pelos cirurgies militaries, e esse
se p!, habitantes do pequeno povoado em que exame niLo houve.
est a estaglo, e povos da circumvisinhana. | 0 Sr. Henripte d'Avila :-Ninguemjura bana-
Havia arcos de folhagens no portion, que ficou deira sem o preenchimento desta condivao. tJ
franco a quern quiz entrar; houve muita fogue- a 0 Sr. Correia: -Diga o nobre ministry so -
tarins a umna certa alacridade propria de tacs oc- lhouve a inspeecio de saude.
casiOm e, per casualidade, ou circumrnstancias im 0 Sr. HIenrique d'Avila :--D3via ser feita e
premsts, aconteceu que o exercicio quo tern sem- creio que o fci.
pro ler cede, as horas frescas da mnani, retar- 0 Sr. Correia: Procurer informar-me e nao e c
dou- b'aquelle dia, de omodo que;' uando Nas- esta a noticia que tenho. Se nao 6 exacta, o no-
eimrio deseen na estate, que flea poerto, e diri- bre ministro apresentar aos terms da inspec-
gio-bo para a escola, acqmpanuado dOs que os ti- 9oe. d
nha1 ido receber e de cunsos, aehou a bacteria de 0 Sr. France do Sa callou-se, porque de facto os d
artiluixa formada, par a comegar o exercicio, a homes n'o passaram per inspecc.o de saude;
quE todos assistiram. Foi mera casualidade, re- mas o ministry entao era o Sr. Rodrigues. d
pAte..- 0 Sr. Prisco Paraiso tinha dito na camera, em
Depoi..., (isto e; ago seA se foi logo depois do resposta ao Sr. Andrade Figueira, que aquelles vo- S
exereicio, ou depois do almono), depois, o c-wmman- lantarios, seduzidos pela gratificacio que come
dandatte, per acto de amabilidade bemrn explicavel takes teriam do rccebor, espontaneamaente so offere- p
e elle expheou-o pela imprensa, dizendo que sen- ceram para assentar praga, em vcz de serem soltos
do se.a eou me ser amavel corn todos os nacio- corn term de bemrn viver. 0 Sr. Correia apreciou n
naes qoe a, iam e desejavamn percorrer o estabe- essa espontaneidade.
lecimeato e suns dependencias, nao tinha moti- Unm outro facto, quoe o Sr. Correia roevelou, foi
voe pa deixar de sel-o n'aquella occasiao, so per demrnissio quo acaba de ser dada ao brigadei- v
ueli visitante era jangadeiro; o cemmandante ro Justiniano da Rocha, do commando da fron
*iy onvidou amavelmente Nascimento para per- teira de Bagi, para ir inspeecionar as coiupa-
corto estabelecimento, acompanhando-o e dan- nhiias fixas de cavallaria de S. Paulo e Minas, e b
do-lW explica9y&i quo elle mal comprehendia, sondo substituido n'aquelle commando per urn of- e
olhando para aquillo come boi para palacio, o que ficial honoraria, quando existem aqui na co6rte e
Uio era de envergonhar,seja dito em parentheses ; mesmo no Rio Grande officials generals semn com-
per qW,e come* leAo dos mares do note con- missao, que podiam ser aomeados ; assim come su
formnaquio baptisaram, elle s6 tern obrigacao de que ha tambemrn aqui officials superiores que po- g
sabevirnsar a v6la de sua jangada, (quer seja a diam ser encarregadas da, inspecalo d'aquellas fc
legeiria-nque c-ficon no Museu a contra gosto companhias, sem ser precise que se mande vir do n
do 86 ,Andrade. oeira, quer outra que arrange sul umrn official general para easse fim. v
rB Vin I hecer quando deve molhal-a, 0 nobre ex ministry da guerra, diz o Sr. Cjr i
r t wanaa tempo, oatregar ou aliviar a rein (e aqui vai o motive da minha desilluslo), h
bolin., e no governor do leoit as oigdas dirigir declarou na Camara quo aqui attribue sun demis -
o sece* lenUo i. Tudo isto 6 maitodiverso e nada slo ao facto do nso acceder a demissio de coL- r
tem rN nman6brasldoe til sri4eia do-e apa- mandantes de fronteiras, de guarniyao, de corps, re
nha eanaal do ai'hteimO : siat ia s que devon remogio de officiaes, etc., etc., reclamadas per al- tc
Lea4ra o0 tigres das terras do sul, mesmo per- tis vozes do Rio Grande do Sul.
aso a s de necessidade, nao e a artilharia a 0 SR. HEBRIQUE D'AVILX-Isto 6 muito vago ;
Panr preferivel para oporar nas vrrarias dos estes termos nao devoem ser aceitos assim. nd
sert-ea donorte. Fecho o parentheses. 0 SR. CoRREIA. Na imprensa d'aquella pro- dc
No iWmogo houve brindes, como era natural; vincia disse-se que um dos officials, cuja demisso de
mags t* tbria passado desapercebido, se os repor- se exigia, era o brigadeiro Justiniano Sabino da g
terms, onao epoite de um journal nao se tivesse met- Rocha, commandant da fronteira de Bag6 ; e
tide no quito de Nascimento, para, de volta, fa- effectivamente este official acaba de ser demitti- r
Zer unaj/$hposa discripgio da festa. do d'aquelle commando, sendo nomeado, creit quo qv
Foi euta noticia que den motivo a que o Sr. Fran- para inspector a companhia de cavallaria em S n
co de FA corn as id6as que tern A respeito e en- Paulo e Minss, facto que da plausibilidade As pa-
tendedot-que aquelle estabeleeimento 6 unia praca wvras do ex-ministro da guerram.
de guenrn, como disse no Senado, mandou ao aja- a JA se deu successor ao brigadeiro Roeha ? E P1
dante general que colhesso informac5es sobre o no s er eto que a nomeaqao recahio em um of- 0a
faeto Wh'as transmittisse. ficial honorario do exercito ? So estiLo officials do
0 tgte general, nio officious directamente ao serviyo active sem commission, o que justifica a ,1
c. a -.ante da escola; mandou que o fizesse de nomeagno de urn official honorario ? a of
ordeal, o seu ajudante de ordens, que officiou Naio havendo mais quern pedisse a palavra, fi- a
~nos a t terms, tendo em resposta o que vai eon a discussio encerrada, passando-se A reform
: g ^-r"" ^ ,da lei eleitoral, xa part relative Is elcio&s do e
tjw^ante wmmal ema2 .d e .bril aouasimugiipas esdeopaz, sobrq a qual -

e. i istoda gerra determiaoa Exm. Sr. ministry da guerra, Bapeindyzibeiro da Laz, w
ajudantegeueral que V. S. informecom today a ur- .Nunes Goenrtlves e Correia.. n
geieia Aeste quarti general o que ha de verdade A sessio do dia 20 na Camara comeAou pr uai
no factU que se refere a Gazeta de Noticias, em pequeno discurso do Sr. Penido, ao remetterA a c
sua folha de 19 do corrente, relativamente A visit mesa umar representayao da Camara Municipal do tal
que fez ao estabeleeimento sob sua dir -e9.o o pai- Rio Novo e outra dos fazendeiros da freguezia d3
sane Francisco do Nascimento. Sarandy, pedindo providencias para que no o pro- o
A este officio acompanha um exemplar da re- siga. na suna obra nefanda os commissaries dos cc
ferida Gazeta. Deus guarded a V. S.-hilm. Sr. to- abolictonistas que andam concitando os ecravos :I
nente-coronel Antonio de Senna Madureira, corn- 0 orador conclue observando quo a molestia da bh
manudante da escola de tire de Campo Granda.- escravidio vein de 300 annos, que 6 precise ir de in
Jodo Antonio d'Avila, ajudante de ordens. a vagar ; que se ao doente do hydrothorax tirarem g:
aiCommando da escola geral de tire do Campo subitameute o liquid todo, em vez de o salvarem, ot
Grande, em 22 de abril de i88t.-Illm. Sr.-NAo o matam ; quo tod>s querem a cmauncipaydo, innas
podendo reconhooer este comm-sdo, em vista do sem desorganisar o trabalho; e assim nro se p6de ta
disposto nor art. 5' do regulamento desta escola, ,leixar do dizer que a estio i6ra da loa aquelle ni
competcusia na repartiyio do ajudante general para que, corn a canoa, firam bloquear o Ceard, comie n;
inquirir sobre o quo na passa no service intern, se fosse a terra do rei Mosquito ; aquelles que an-
do estabelecimento, que 6 subordinado a S. A. o Sr. darn pregaudo placas as ruas dizendo : aqui ca-
Condo dnEu, commandante geral de artilharia, en-, t;'A livre, acohli, nao. (Risidas e :partos.) Pc
tendo qae nada dove responder ao officio que a V. Depois tractou longamente o Sr. Geminiano dos a
S. approuve dirigir-me em none de S. Exc. o Sr. negocios do sun provincial, Sorgipe, especialmante in
marechal Visconde da Gavea. de quostoes da Assembl~a Provincial. .
Nesta data passa este commando a dar part- Em seguida procedeu-se A votavio do parocor nu
ao commando germal de artilharia desta singular sobro a eleieAo do 6.o district dy Minas, reqne- j
invas&o de suns attribuiy5es per part da reparti- rondo o Sr. Ruy Barbosa, que fosse nominal a vo- m
yio em que serve V. S., a quom Deus guarde.- tayio sobre a seguuda conclusion do vuto em sepa .
1Ims. St. capital Joato Antonio d'Avila, ajudante rude do Sr. Ratisbona, que concluia reconhecendo P
de ordens. Antonio de Senna M:d'lrreira. deputado o Sr. Mourno, conservador ; 53 votos
0 ajudante general remetteu ao ministry csta inclusivee 11 liberaes) contra 44 (inclusive 2 tls n,
resposta, fazendo seutir o modo desrespeitoso por rainistros da justice c imperio),approvaram aquel-
que fsra elle tratado, al&n d:i dosobediemcia a uina la oonclusio. .:


ordemn superior.
E' verdade que a escola de tire estA- direct-a-
monte subordinada ao commando geral de artilha
ria, e o ajudante general nao pode per form al-
guma intervir na sua administragao e service iin-
terno, no que 6 propriamenta techunico; mas nSo
assim "a-nto ao que concern A diseiplina e a oh -
servancia das leis e regulamcntos militares, na
part nao peculiar ao serving para que for creada
a escola.
Se o proprio conmmando geral de artilharia, cn-
bora exercido pelo principle consjrto da Prineoza
Imperial, nao deixa de ser subordinado a ajudante
general, que 6 a primeira autoridade military. corn-.)
poleria o commandaute da eseola do tiro jtlgar-s"
eximidio de dar-lhe informnayes, pedilas emn cu:n-
primento de ordens do ministry, nio sobre o service
peculiar da escola, mas sobre -.urn facto praticado
em um estabelecimento military, considerado pelot)
governor come contrario As regras da discplin-i e
queiaffecta questbes sociaes, nas quaes ternm o nmi-
nistro recommendado que a forga military se abste-
nha de tornar parte?
Acho, pois, que o Sr. Franco de SA an.ion di-
reito nesse negoeio.
Domittio o offici- 1 pelo facto, e maudou-o repro-
hender em ordem do dia por ter respondido por so-
melhante modo.
0 Br. Viriato censurou comrn severidade, per nao
achar no regulamenro que creou a repartigio do
ajudante general disposigio qua a autorise, a pra-
tica admittida de transmittirem-se ordens e com-
municaoes em nome do ajudante general, mas as-
signados pelo secretario, ou polo ajudante do
ordens.
Existe essa pratica, 6 verdade; e nao ha huvida
que, quer am ajudante de ordoeus, quer um secre-
tirio o orgo ecompetente, official, pe character das
funeobes quo exercern junto de sen chefe,pars
qne exercem jno e
tmnwrittir ordens, on taonr coMmunicagoes em
nome e por detenmuuauo delle. Todavia, em res-
pwito aos melindres que se prendem a hierarchis
military, achol que erAmnias cnrial queoqaaudo o
qfficiala quOem ae dirige a communiieaa on ordeim
for de p ate su so ajdat. ou secretanio,
Sooffico ejaa d plgeleraL
E L urn a do de for-a, apenQS, que nao &I-
jEetB do Sr, Viriatq flltott &Sr. Correia, que
iiodirdmea" ^ m~do e apreciadow,-nero
seqdo o, xoeuw~iiiOtisitm Occuoando-se ,comn


Continuando a discussiio da reforma judiciaria,
orou o Sr. Anysio, quo anutes do entrar na mate-
ria andou a ajustar contas com o Sr. ministry dai
justiya a reipeito de realejo, comn quo, diz, tern
S. Exe. feito earreira c de que o6 insigne tocador,
Speor isso seous conterranes da Ceachoeira na Bai-
hia o elegeram president de uma soeiedide phi-
lirmonica que alli ha, Suisph'o de Santa Cecilia
da Cacoeira.
E aqut permitta-se-me transcrever ko smaiute,
que diz o Brasil de hoje, nao sei se coin razao,
tractando de nova f6rmna do nomeai5es para a
guard national:
0 displante conciliador do Sr. Prisco chegon
ao ponto de nomnar, n'essa ultima fornada, tenon-
tes-coroneis da Cachoeira, os Srs. Minoel Alves
vascarenhas e Joio Ribeiro Machado, amnbos mci-
tre e contra-mistre dai sociedade musical-Suspi-
ro de Santa Cecilia, *de que S. Exe. 6 presidaute
effective !
Na ultimana part da ordemn do din proseguio a
'liscuss"o do orgamento do Miuisterio da Fazenda,
tocando a palavra ao Sr. A. Figueira, que discor-
reu largamente, occupando-se corn as cansas do
deficit, a conversion da nossa divida, o trabalho es-
cravo, declarando-se abolicionista no limit estri-
tamente legal, e por timn achand) que os encarges
da divida public do Imp!rio, co:nparados corn a
nossa receita, nso sLj tao :tssustador s aom se cre
A horajljA ia adiantada, mas cabendo a palavra
ao Sr. Pauline, propoz-se elle responder 0os ata-
ques que Ihe dirigio o Sr. president do conselho,
notando que, para, distrahir a attenqlo public e
fazer divernao sobte o triste e vergonhoso aconte-
cimento de 25 do outubro, entendea S. Exec. dover
emprehender, nas columns pagas no Jornal d)
Commercio, uma campanha de insultos c grassci-
rias, doestos e violentas diatribes contra os mem
bros mais activos do partido conservader, publica-
$os estas em que se recoahece, atW por palavrasi
ie que se servio o Sr. president do conselho no
sen discurso, o s(u autor ou inspirador. Dim quol
ao reclatums, nem quer redarguir, mis observe ae
Sr. ptesidente do consiho qu tern mdiante de si
uwn eavalheiro que se aprnesenta pessoalmente e
no eaom a mascara do asuonymo por seus subat-
ternos e inatrumentoe.
Vio-soe toea r ,.- A oulin eostava magedo
m a gn M t o couantava, e us res-
Posta Babo am pauoo kadoe oun habioas, proen
maundo fork. Sr. ^ &ttor agamndo-1he a btogrs -
phis politics s.tr&e" isbarg, fe anignatuado o es-


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tylo inconvenient que elle tern adoptado, trazen-.
do para a tribana coin prejuiso e seriedade desta
por exemplo, o apologo do companheiro do leao ca-
9addr, applicada a urn digno membro da opposi-
gao, a hypothliese inacreditavel de Buridan, figura-
da em relagio a urn ex-companheiro de ministerio;
a allusiao a uma crendiee ridicula dos sebastianis-
tas coin applieagao ao Sr. Sinimbi, e q"e conti-
tue symptoms de uma degeneracIo profanda na
instituicao parlamentar.
Esse discurso publicado em resume, como foi,
nao pode ser devidamente apreeiado. 0 Brazil
da-lhe grande valor, mas o Sr. Lafayette nao s.
nostrou incommodado corn clle, e tanto que dava
ipartes e alguns humoristicos, o quo nao fez no-
dia seguinte, como se verA, quando fallou o Sr. An-
drade Figuera.
Urn escriptor ministerial no Joraal do Commer-
tio, deprirne muito es.e discurso, dizendo que aoe
)asso que foi um fiasco para o seu autor, foi urnm-
riumpho para o Sr. Lafayette, e que o partido Ii-
oeral ganharA muito corn mais dous discursoaw
guaes a esse. Nao e assim. 0 Sr. Paulino nao
6 home para fazer fiascos em um discurso politi-
o ; mas e verdade que o Sr. Lafayette nao sae
nostrou incommnodado.
No Senado apenas discutio-se um pouco a refer-
na elcitoral, que ficou addiada por 15 dias, a pe-
lido do Sr. Joao Alfredo, ,a'-a que o Sr. president
Jo conselho, que estA oc upado, possa dar a opi-
.iao do governor, e haja tempo para melhorestu-
Jo das emendas que foram apresentadas.
No dia 21, send eneerrada, A requerimneuto do
ir. Vaz e Mello a 3a discussao da reform, e ap-
rovada esta, em vota9ao nominal, A pedido do Sr.
kndrade igueira, por 59 votes contra 47, passou-
e A discussao do orgamento do Ministerio da Fa-
enda, votando-se tambem o art. 1l.
Entrando em discussao o art. 20, tomou a pala-
ra o Sr. Andrade Figueira, que aproveitando-se
a largueza que a natureza do debate permittia
approvacao de urn credit) pronunciou um sober-
o discurso, quer na parte political, qucr na finan-
eira.
Referindo-me ao disciurso do Sr. Lafayette, e
s queixas que S. Exc. externou dando-se per in-
iltado para poder insultar, nota que oprimeiro eli-
eiro debate em que S. Exe. se envolveu nua Camara
oi por causa da retirada do Sr. Rodrigues, e nelle
tao interveio nenhum membro da minoria conser-
adora, excepga'o delle orador, que apenas usou do
ireito de tirar o eorollario das considera9es que
avia feito, e isto em tormos que absolutamente
io foramn offensives ao Sr. Lafayette. Ao contra-
o, S. Exc. e que offendeu ao orador, dando-Ihe
esponisabilidade da pretendida inconveniencia de
ermos emnpregados na discusslo,
Achava-se perto do nobre deputado pela Para-
trba, observou o orador, e na la ouviu de ofensivo
as scus apartes cornm re.!ao ao Sr. president
) conselho; apenas a posigao do nobre deputado
evia ser incommoda a S. Exc. porque ninguem
costa de ouvir apartes pela retaguarda (risadas).-
SAs expresSes que The ouviu foi ehamar Sga-
arello ao Sr. presidrnte do conselho, cousa cowr-
ue S. Exc. nao devia offender-se porque espouta-
eamente incarnou-se n'esse typo.
o Fallaram tambemn a respeito de Moliere; mas-
nobre ministry, qu e 6 litterato e anigo d'aquelle
oeta nao se rodia offender corn qualquer allusao
a parallelo.
SNo dia segninte, pormn, veio o Sr. president
o conselho, muito queixoso de quern tante o
fendera, e a um chamnou burro ; e a outro -
sao ; a outro chefe de um grupo de meleriados
outras expresses, corn que miimoseou a amigos
adversaries.
SSc alguma cousa o orador estranha, 6o Sr. pre-
den't da Camara tolerara, offensa que[se fazia i
orpoaa quoe jide e na hbamar A ordemn a
obre represeataate do powder exe'etivo, aqui- cha-
ado para assistir a discusslo de propostas.
( Na historic dos outrospaizes 6difficil eneontrar
:emplo d'esse facto, mas elle nao e estraniho aos
,ctos da nossa political.
a Alangando os olhos pans paginas da hi.toria,
orador ve um exemplo, que o nobre president do
onselho poderia ser tentado A imnitar S. Exe. que
ida a procura de anecdot:as para entreter os de-
ates, tern o exemplo de Cromwell, indo ao parla-
into para dirigir-se aios seus membros nos se-
,ites ternos, mads ou menos : fulano, tu es um
)rio,-beltrano, tu 6s uan caloteiro,-sicrano, tu
s um debochado ; passes as noites a corner quan-
.s mulheres achas nas runs de Londres (rise)
to vos posse aturar ; at6 que um dia poz escriptos
i casa do parlamento, para alugal-a.
,, Mas Cromwell tinha atraz de si um exercito
)deroso e respeitavel; mas Cromwell fallava pe-
inte urn parlamento corrompido, que applaudia-sc
as suns baixesas; mas Cronwcll fez sen rei per-
er a vida no supplicio injarioso de um cadafalso.
E o Sr. Lafityette ? S. Exc. corn certesa
io teve nunca a idda de attentar contra o seu rei.
se mao esteve jamais em sens intuitos, no que fez
nito beo porque um simples piparote imperial
adia atiral-o ao nada politico de que sahiu a sua
rdividualidade.
Exercito nraf tern S. Exc. e ahi esta a prova
o dia 25 de outubro.
,0 narlamento fclizmente nao e uma corpora-


ro corrompida. Apezar de todas as depuracues,
qui eb acha renuida a nata da naeao, que ha de
uinprir o secu dover protestanto contra toda a sor-
Sde arbitrariedades do governor.
,, 0 nobre Sr. president do conseiho depois de
izer a um sen correligionario que esperava pela
olta de el-rci D. Sebastiao; depois de dizer a
iutro que era umrn burro, a l-ptando-lhe a hypothe--
e de Buridan ; veio finailmente dizer a um memn-
ro da minoria que elle nio era senao chefe hono-
ario, unia especie de rei fainrant, cercado de mor--
oomos frances.
a Polos relay5es de amnizado que minantein corn'
. Exe. ni-o v6 nas palavras suas um insulto pes-
:tal. MA s qucm n:.). nota nas referencias eneo-
wrtas do nobre mininistro rnaa intengao que se oc-
mlto. no enfrouhado da phrase?
, A opposi>I o, cntcudeudo quo o sen ministerio nao dove con.-
iuar, pro uz-lim a vertigemn do receio e faz-Ihe-
.e a3 vis30s sebastianistas, os reis f i*:, 9t s e o&
nordomos francs, produz-ihe a impressao de com--
iio do anbas do outro mundo traabalhando na qo--
a do sen goverono.
. De 1878 para cA, adaptando ao mechanrsanm
o governor) d I Etado a o3 saus apparelhos demo-
raticos, S. Exe. te:n-sa habituado aos comainodo
o paso e alii faz occorrerem as seenas daasO-b,
oeibraoets, nao sendo, portanto, de estranhar quf
ejamn personagons as sombras de D. Sbastilo e
o rei fainmant e dos mordomos francs.
a Compara a linguagemn de S. Exc. corn a do no-
re ministro da jastiga, que cntende nao haver res-
ons:tibilidade do governor nos actos pessoacs do
nonarcha e e hama actos pessoaes As visits que
'.z o imperador As fortalezas e regimentos e as>
e-spostas per telegramma felicitaudo o movimento
bulicionista, emfirn a actos em que San Magesta-
a exerca o direito de reinar, governor e visitor. -
A Gazeta de Noticias, no boletim parlamentar-,
aferindo-se a esse discurso diz :
a Mas, o Sr. Figucira foi ainda mais crael
nando fez recorder ao'Sr. Laftyette o sen paesa-
o republican e o sea present t0o realists queW
1 erm aas phant.Asiis scenas em qie figWrma 1i
mordomos do pacAr imperiaL. .
SE o Sr. Lafayette, preoecapado e sorumia
o a tomar de vez em quando uroaa nota, SO -
no para desengatilhar uri dan fabulas deio
Vato repertorio contra g la q ataduaPXdB( <14(|a do
Oes lIaeinantes. atirdw] Woin a Pteud Qe0W"tb
4o'e- tqueme se.tc-"?^ a'eftfc^ ^g4 da.
A") &j "iadal e G- Sr. Ls<
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A~.


W fee anofae 1MaRft ;p~if tea-
Sadma da do Pra, i sepw quo O
4045 06o cobgum sm ceordo.
SAOt -zWt- P nio otgdoa so Sr. Mse-Dowell
qupedo a plvra de qu ie o p6de f&zer uso por
Upodio a Palavra d u
ter feado adliso o debae
Estaj* v i maito long, e eatretanto, ainda fi-
a-f jae. tia de quae devr, trma tr.




ECIFE, 30 DE MAIO DE 1884
WeKddas do Paflee, Rio da'Pra-
ta e sul do InperlW
0 paquete inglez Mo.tdego. entrade hon-
tern do sul, foi portador dais seguintes no-
ticias e mais das quo constam das rubricas
Part Official e Interior.
Pacifco
Datas telegraphicas at6 17 de maio :
Noticia um telegramma de Santiago, do
Chile, datado-de 13, que era pessimo o es-
tado sanitario dos acampamentos chilenos
em Cleozita e Cleorillos. Preparavam-se
transportes para o regresso daquellas tro-
pas.
A febre amarella estava infestando o bair-
ro Malambo, em Lima.
0 governor peruano, ordcnou que todos
os chefes e officials de-sempregados so
apresentassem no ministerio da guerra pa-
ra receber ordens.
No dia 11 principiaram na Bolivia os
trabalhos par as eleigoes presidenciaes.
Belisario Salinas uegociador do ultimo
convenio, annunciou que o goverao o ap-
provava.
0 governor do Mexico reconheceu o do
general Iglesias.
0 governor peruano deu regulamento a
imgrensa.
0 general Ciceres moveu-se corn suas
for9as em direcgAo a Huancovelica. Em
S urma proclamaglo que publicou aconselha
a sublevagao contra o governor de Igle-
sias.
As montoneras augmentavam em Chincha
Se Tambo de More.
Utna forga de cavallaria acantonada em
San Pedro amotinou-se e matou o major e
umn eapito. 0 coroner Lourengo Iglesias
suffocou o movimento.
Em Tisco appareceir a febre amarella.
0 ministry peruano Quimpor publicou
uma memorial contra a dictadura de Pi6rola,
aceusando-o de ter causado profundas des-
granas ao Peru.
Rio da Prata
Datas de Baenos-Ayres atW 18 e de
Montevideo ate 16 do maio :
0 ex govermador de Buenos-Ayres, Dr.
Dario Rocha, foi eleito senador national
pela measma provincia.
A commisso- da camara dos deputados,
incumbida de estudar os projects de sus-
penslo dos effeitos do art. 56 da lei orga-
nica municipal, o de reform da mesma
lei, deuparecer favoravel ao primeiro,_ re-
servando para dar mats tarde sua opinilo
Acerca do segundo.
Segundo La Nacion, o programma para
as festas de malo na praga da Victoria sero
mais on menos o mesmo dos annos ante-
riores, send a differen~a mats important
a illinninagio electric.
0 governor da Republica Argentina, dei-
xando sem resposta a nota do conselho de-
liberante aceroa do conflict municipal,
originado pela suspense do intendente
Torquato Alvt.iir, dirigio ao congress na-
clon il ura auensagem acompanhada de
dous lrojcetos de lei quo importam com-
pleta reprovacao do procedimento do ines-
mo consclh.. Uiu dos projects suspendeos
efl;itos do artigo da lei organic municipal,
em qu se fundou o conselho para decre-


tar a suspensao do intendeute at6 que o
fa congress resolve o qute tiver por conve-
^ niente iAcera do project de reform da
Smesmia lei organica, qu,- corn aquelle acoin-
panhou a meusag-em.
Nada de important occorreu na Rept.
4, blica Orieutztl.
4latlo-(,rowio
DDats at( 27 de abril:
Por acto da Presidencia de 3 foi nomea-
S )f raphia e historic do
,. Ly -ti Cayabijo o Sr. Francisco da Costa
*Ribeiro, q(ie cri professor vitalicio da fre-
gu'-zia d.. S. Gm-jalo de Pedro II.
:, Falleceram: na capital, D. Umbelina
Rib'.:iro dos Sa.nts, esposa do capitaoClau-
r. dino Joss dos Santos Ferreira; no sitio
Feliz Terra, o chefe de familiar Joaquinm
~~ .. Mar-rt.-s de Oliveira.
Rio Garande do SUl
"' D ttas at6 18 de maio
V -, Na capital, As 4 112 horas da tarde do
!, dia 10, manifestou-se incendio nos funds
Sf'da c isa -de ferragens 'los Srs. Silva Bastos
|, & C., A rta Scte de Setembro, ondeexistia
um deposit de polvora, kerozene e fogue-
+ ~ tes. 0 abalo que produzio a primeira de-
j ~ tonaAbo durou 5 ou 6 segundos, 0 solo
Btreme como n'um terremoto, o quo fez
crer quo a causa do incendio foray a ex-
p plosao de muita polvora.
Promptos soccorros e a circumstancia de
fiear isolado o deposit fizeram com que fosse
extincto o fogo nada soffrendo os predios
'.... oprximos.


%I/ -- Le-se no Commerdcial:
SFoi concedidida demissbo, p
S uonselheiro president da provincis
S Antonio Dias. escrivto interino do
S torioe desta cidade, de que era ha
'a ,nnos arrendatario, achando-se o de
MH pronunciado em process do respo
dade, per faltas commettidas no e3
d.l l as flches do officio, e a pronunc
&a te de recuro, para o superior t

^ -".^. c 0 dermittid,, a sea pedida, a
tdod.
__ em tirn do a. .
I^B I^ .* -.ro fai ->t ~a
m? m


elo Sr.
&, a JosB6
2" car-
muitos
mittide
nsabili
tercicio
ia pen-
ribunal

egando

Do Va-


u4= asia, quo so asava. em um qaarto
eaa& do Sr. capitBos Antonio AugustR F
reira de Moura, a mesmas autojidade p
cedou pesoalmente a toduas a pesquia

I Iiat, men mP, Nwto, q"e proeo~Rw dw
de feit o compete corpo do deficit.
c A'l tade foi encoatrada em um por
do armazem, escondida sob o soalb &
qnantia de 3:296608 quo fazia part
que fora subtrahida, bern como em out
logar nm formio, que naturalmnehte m
vio de instrumento ao arrombamento, v
to ter alguns dentes e vestigios de tim
que combinam na cor corn a da mesm
mala.
o Prosegue-se nas indagag5es policia
com detenglo dos indiciados.i
No dia 5, As 11 112 horas da noi
inanifestov-se incendio no engenho de he
va mate do Sr. Jobo Carvalho de Olive
estabelecido na capital. 0 fogo, que
ateado por uma faisca electric, nuo
communicou as casas de morada e dep
sito de hervas, machine a vapor, venti
dores, etc., etc., estragou, porem, mu
herva jA fabricada e part dos piles
soque e respective coborta. 0 prejui2
era avaliado em 4:00000,0.
Santa Catharina
Datas ats6 20 do maio :
No hospital military da capital, on
se achava em tratamento, falleceu, no d
17, o capitAo reformado do exercito Jo
Caetano de Oliveira Rocha.
f. Paulo
Datas at6 23 de maio:
0 Tribunal da Relagbo julgou impir
cedunte, em sessao celebrada A 20, a d
nuncia intentada por crime de response
lidade, polo Sr. Francisco Barbosa Lim
contra o Dr. juiz de direito da Franc
Joaquimni Augusto Ferreira Alves.
No mesmo dia pereceu afogado o aggr
gado da companhia Braga Junior, Pecd
Tiberio Ribeiro. Deu-se o desastre no
gar denominado Tachinho, no caminho
S. Vicente.
Tendo alguns empregados da company
ido a caga, e havendo um delles mata
uma marreca que cahira na lag6a que ox
to naquelle lugar, Pedro Tiberio despi
do-se langou-se n'agua afim de ir apanhal-
No meio da lag6a, porem, comegou a g
tar fazendo esforgos inuteis para nadar.
Um dos companheiros foi em soccer
delle, por6m nao pode mais salval-o, po
que o corpo jA havia desapparecido.
Refere a folha de Santos, de 21:
S No sabbado A tarde, Manoel Piment
feitor da conserve na raiz da serra, na
nha ingleza, so voltar do trabalho corn ms
turma, vinha assentado na frente de u
troly, quando este descia o pequeno deelli
q'ae existed ao sahir da estagao da raiz pa
Mogy.
a Parece que send baixa a mesa
troly, Pimentel toeou corn os pes no ch
e corn o impulse cahio, ficando muito f
ridoe.
K Polo trem expresso da tarde veio P
mentel para esta cidade, tendo a Comp
nhia Ingleza um medico na estagio pa
Iho prestar os priinmeiros saccorroas. 0 i
rido tinha urea deslocagbo no joelho dir
to bern coma urea brecha na cabega qi
oflendia quasi todo o casco cabehudt
que parece ter sido causada pelas rodasm
troly,-isto alum de contusoes na test
nos bra~os, nas costas, etc.
Em seguida ao curative foi, ainda p
ordem da Companhia, levado o ferido pa
a Santa Casa, onde sc acha em trat
monto.
Manoel Pimentel e um dos mais an
goas trabalhadores da linha ferrea ingleza
Rifere a P,-ovncia do S. Paulo qi
eou Santos trabalhava-se aetivamento pa
o escoamento da lagta- em que afogou-
Pedro Tiberio Ribeiro. At6 as 3 horast
tarde do 20 do corrente nao f6ra ain<


pos-ivel encontrar o cadaver. NAto enco
trcu-se tambem nonhum jacar-6, apezar
teiem sido disparadas algumas bombs
dynamite.
Rio de Janeiro
Datas at6 24 de maio:
As principals noticias constam da car
do nosso correspondent, na rubrica-1
ter o0).
Proseguiram os trabalhos parlame


tares.
No Senado, A 20, fbi approvado e
3.a discussao, corn emendas, o orgamen
da despeza do ministerio da guerra para
exercito de 1884 a 18S5.
Coatinuando a discussAo da proposi9i
quo alter as disposig5os da lei relative
eleigio das cameras municipals ejuizes 4
paz, orou o Sr. Junqueira e roquereu
adiamento da discussao at6 a sessao ,
anno de 1885 se antes nao for enviada
senado, convertida emprojecto delei a pr
posta do governor a respeito da reform m
nicipal. 0 Sr Cruz Machado requereu
adiamento, convidando-se o Sr. minist
do imperio pars assistir Al discussion. Or
ram. os Srs. Franco de SA ministryo (
guerra), Junqueira, Martinho Campos, N
nes Gongalves e Jolo Alfredo, que requ
reu o adiamento por 15 dias. Orou ainc
o Sr. Crnz Machado e foi approvado
adiamento mos terms propostos pelo S
Joli Alfredo.
Entrou em 2.' discusslo a proposi*ao s
bre a reform hypothecaria. Oraram
Srs. Affonso Celso e Nunes Gontalves,
foi approvado um requerimento do S
Affonso Celso pars fiear a discuaslo adia
per 15 dim, devendo serconvidado o S
ministro da juastigs quando ella tiver
presoguir.
vFtlou esgotsda a4Wrdem do dia.
Na c amrado. deputodo. w emeeo di
o Sr. Joio Penido eavlou A mm dua m

D. do i idy, e.I0
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ro-
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tS T brum, wo
Heuiques, Crux Gouveia, Manoel Portel-
1%, Peroti, A rOW s, %ouz LoS, AA-
cofrado, Gongalves Ferreira, Barao do
Anadia, Loureno de Albuquerque, Gemi-

AraMjoa Pinho, B o da V'll da Barra,
Daque-stada TeiOirs, Fernande de
Oliveira, Paulino de Souoa, F. Belisa-io,
Alfredo Chaves, Pereira daSilva, Lawerda
Werneck, Andrade Figueira, Ferreira
Vianna, Igacio Mar-tins, Olymnpio Valla-
dio, Bar o da Leopoldina, Pereira Cabral,
Soares, Jobo Caetano, Vieira de Andrad,e
Affonseo Gelso Junior, AlmeidaNoguoira,
Martim Franctaeo Filho, Costa Pinto., Tau-
nay, Mafra, Ribas, Severino Ribeiro, Fe-
lisberto, Uch6a Cintra, (56).
E contra os Srs. Adriano Pimnentel, Sa-
lustiano, Sinval, Vianna Vaz, Castello
Branco, Jos6 Basson, Franklin Dora,
Thomaz Pompeo, Manoel Carlos, Souza
Carvalha, Ulysses Vianna, Espiudola, Ri-
beiro de Menezes, Theophilo, Prado Pi-
mentcl. Barlo da Estancia, Ruy Barbosa,
Prisco Paraizo, Ildefonso de Araujo, Car-
neiro da Rocha, Ferreira de Moura, Ro-
drigues Lima, Juvencio Alves. Aristides
Spinola, Alfeu Monjardim, Leopoldo Cu-
nha, Bezerra do Menezes, R'driguecs Pci-
xoto, Elas de Moracs. Vaz de Meilo,
Joao Penido, Silvino Brandco, Montandon,
Matta Machado, Felicio dos Santos, Abe-
lardo de Brito, Paulo e Souza, Leopoldo
de Bulhoes, Gonoalves de Carvalho, !Au-
glLsto Floury, Generoso Marques, Alves
de Araujo, Camargo, Maciel (44).
0 Sr. president declara deputado polo
6- district da provincia de Minas Geraes
c Sr. Auroliano Martins do Oarvaiho Mou-
rao.


ca, Continou a 3- discussbo da reform ju-
diciaria, que ficou adiada depots de orar o
re- Sr. Carneiro da Cunha. Na 2a part,
Iro continuous a 2- discussion do orgamento da
lu- fazenda, que ficou adiada, tendo orasg os
lie Srs. Antonio de Siqueira e Paulino doe
Souza. ,
hia No Senado, A 21, foi approval um
do requerimento do Sr. Correia pars que se
,is- saiba do governor ate quando estlo pagos
in- os vencimentos dos empregados da caixa
-a. economics e Monte de Soccorros das Ala-
ri- g6as-
Approvou se depois em 2' discussao, sem
*ro debate, a proposicgo que autoriza o go-
ois verno a contar pars effeito da jubilaelo do
lente cathedratico da escola de marina,
bacharel Joaquim Velloso Tavares, o tom-
el, o quo esteve, na qualidade do oppositor
li. da mesa escola, estudante a& Europa.
na Foram rejedados em 2a discuessosem
min debate, as seguintes proposioes:
yve 1.o Autorisando o governor a garautirju-
,ra ros de 6 per cento sobre urn capital nto
excedente de 6,000:000 A empreza quo
do -e propuzer a construir o prolongamrento
,o da estrada de ferro do Natal a Nova-Orus.
fe 2.* Autorisando o governor a, d rsga" -
#a do juros de 6 "1. sobre ca
pi. sario pars a construcgoo da eo da .e
a- ferro de Mamanguape, na proviucia da Pa-
ra rahyba do Norte.
re- 3.a Autorisando o governor a coneeder
ai- privilegio at6 60 annos, corn garantia de
nuo jurors de 5 atW 6 -1. ao anno, pelos primei-
Ie ros 20 annos, ao capital que for reeonhe
do cido jecessario para construcbo de uma
ta linha ferrea, que partirA do Pouso Alto ou
de outro ponto da estrada dc ferro do Rio
or Verde.
ra Entra ema 2' discussAo A proposica-o.au-
ta- torisando o governor a dar urma subvengbo
do 10:0004. por kilometro a empreza que
ti- se encarregar da construegao de uma es-
, trada de ferro de um metro de bitola, par-
ae tindo de Santa Helena de Alcobaga no
ra Para.
se Orou o Sr. Cruz Machado, que raquereu
da o adiamento, atW a sessao de 1885. Orou
da o Sr. Christiano Ottoni, e tfi reojeitado tan-
n- to o adiamento como a proposigao.
de Foi post em 2' discuss'ao a proposigbo
de concedendo ao engenheiro Alvaro Rodova-
liho Marcondes dos Reis ou A companhia
que o mesmo organisar, a construcgo de
unia estradai de ferro que, partindo da es-
ta tagao do Cruzeiro, nado D. PcdroII, venha
5- ter ao porto de Angra dos Reis, na pro-
vincia do Rio de Janeiro. Oraran os Srs.
a- Correia e Christiano Ottoni e foi a propo-
siglo rejeitada.
Im Tractou-se em 1' discussAo do parecer
to da commissa"o de sautide publics, sobre o
o regulamnento do decreto do 19 de jineiro
do corrente anno.
1o Depois de algumias observagqes do Sr.
A president orou o Sr. Castro Carreias e
de propoz queo voltasse o parecer a respec-
o tiva commission; assim se venceu.
do Fica esgotada a ordem do dia.
ao Na camara dos deputados, no mesmo
0o dia, o Sr. Severino Ribeiro, depois do ox-
u- pediente, fez algumas observaqoes. Pas-
o sando-se A ordem do dia, votaram-se e fo-
no ram approvados, corn emondas, em 3a dis-
a- cussto, o project da reforms judiciaria, e
ha em 2a o art, 1- do orgamento de dospeza
u- do ministerio da fazenda pars 1884 1885.
.e- Entrando em discussbo, art. 2", orou o Sr.
la Andrade Figuoira, ficando a discussion
o adiada pela hora. Seguio-se em discussao
\r. a interpellacao do Sr. Mac-Dowall ao Sr.
ministro do imporio sobre a assemblsa le-
o- gislativa do Para, orando oe Srs. Mac-
os Dowell e ministry do imperio.
o No di. 23 o senado occupou-se em
r. trabalhos de commisases.
la Na camara dos deputados n'ease dia
nr. *o houve sesaio.
I, -Constava a T Jorw da Cowunemo


qu estava nomeado o e iro Antoai


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auto, o lara M por fts o rei odefu
MI ado um lagojpft wgau tiaea
jfWM~inasala de W-r. JH naiumMi
i quo os punhos la, o rK e___d e
e a 4a leta desordeft dik nUpl s.Wfi
tia W! a conhecw Jmft a qua a*-
tregoa o infeliz antes de exhalar o ultimo
suspiro.
S ODr. 3- detolegado proneaiima
forma da lei, mandou nlavrar o competence
auto, lacrar a port do predio onde feunc-
cna o nsm o, por star ausente o res-
pectivo consul, o Sr. Klingelhoder, e fez
Sentrega do cadaver a um irmto do mesms
seehor, que 6 estabeiecido na vizinhanpa.
6 Ignora-se b motive que levou Cood a
por terwo a sua existencia; apenas foi en-
contrada, em cima de uma eacrivaninha,
uma carta, escriptade fresco em allemao,
na qual pediaiperdao a sua mai e ao mi-
nistro da Austria.
t No meamo consulado trabalhava ha
dias um marcineiro, na construeglo de
nma grade na sala da frente; este decla-
rou que notara em Good, honteft, pela ma-
nhla, urea certa agitaga.o, que nao lhe era
natural, que salira para almngar, voltara
depois para seu trabalho, e s6 i 1 hora da
tarde, quando teve necessidade de ir aos
funds da casa, foi que deu corn a horrioel
scena e correu pressuroso a avisar as au-
toridades. o
Bahia
Datas ate 27 do maio.
Proseguia em seus trabalhos a assem-
blea provincial.
No dia 23 comceou a obra de des-
truigo do paqucto Reliance pelas vagas
do mar, fugindo d'ahi os opcrarios que se
achavam a kordo trabalhando no salva-
mento do casco. Os estragos forain gran-
des, porem nao completos.
Lemnos no Diario de Noticias de 23:
'( Realisou-se ante-hontem, no palacio da
presidencia, uma sess'ao ordinaria do Im-
perial Instituto Bahiano de Agricultura
sob a presidencia do Exmn. Sr. Barao de
S. Francisco, honrado corn apresenta do
Exm. Sr, conselheiro president da pro-
vincia.
SAchando-se presents os Srs. Barao
de Villa Vigosa, Augusto Silvestro de Fa-
ria e Jos6 da Costa Pinto, mombros da di-
rectoria, e o Sr. Dr. director da escola
agricola, o Sr. president abrio a sessao,
e foram lidos a acta da anterior e o expe-
diente.
4 Em seguida o Exmn. Sr. Baro do S.
Francisco fez algumas consideracoes so-
bre a necessidado urgente de se represen-
tar aos poderes geraes, pedindo providen-
ciao em favor da lavoura da provincia.
SFallaram sobre o assumpto todos os
Srs. directors, ficando deliberado qu e se
convidasse a junta d'irectora da Associa-
Ago Commercial, afim de associar-se ao
pensamento que motivou a reunio e con-
junetamente encaminharem ao seu destiny
a representa~ao moncionada.
Antes de tevantada a sessbo o Exm.
Sr. conmelheiro desembargador president
da provincia declarou o interosse vivo que
ligava a tbo important instituicgo, a. qual
offerece os seus servigos e sua coopera-
0a. <



PERNAIBUCO

Assemblesa Provinciai

DISCURSO DO SR. DRUMMOND FILHO NA
SEESSXO DE 26 DE MAR90


0 Sr. Drummond Filho-Comeqo por
perguntar 4. V. Exc. se ha algum orador, an-
teriormente a mim, inscripto corn a palavra.
UM SR. DBPUTADO-Eu creio que V. Exe. ja fal-
lou sobre eate parecer.
0 SB. PasmaNTrm-V. Exe., corn effeito ja fal-
lou.
I T. Q -T JIn ---- --- 'k TN1


UM B,. J)EPUTADO-INdaO poane mais lailar score
o parecer. Sentindo-
O SB. DnumMoxD FILao-Misericordia! Eis o Duarte dern
que se pode chamar um falso testemunho! Eu abrida, que
aint nao f.dlei sobre semelhante parecer! do liberal,
VOZES DA BANCADA CONSERVADORA-E' exacto. olle havia s
O Sa. DuU-osoN FILHo-Affirnmo que V. Exe. chapa corn
estai equivocado. Como quer que seja, por6m, quiz confor
V. Exe. procure resolver a duvida por si mesmo, Elle que
pois, se consultar A car.t, jA sei que a maioria li- aquelle dist
beral decidiri que fallei, emb6ra ea ulao Livesse familiar, am
proferido uma palavra A respeito. (Riso). liberal, elle
0 Sn PRESIDENTE-O nobre deputado tern ra- partido, nac
z.o; 6 que eu estava equi'ocado. outro liberal
0 SB. DRuMMOND FILUo--Graqas A Deus! Ainda soffregamer
bemrn que estou livre da consult A casa, que era do pava cornm t
que eu me estava femendo! rigio-nos ur
0 Sit. PRESIDENTE-0O nobre depntado p6de co- Em que i
mevar o seu discurso. Por venti
0 Sn. DRUiKoND FILHO Ainda nao posso, pois, Mtaximiano
V. Exe. nao me informou, se antes de mirnm ha al- tivesse aqu
gum outr o orador corn a palavra. Tenho lem- Inquestic
branca de que na ultima sessio o meu nobre ami- do reclama
ho e college o Sr. Dr. Grangeiro pedio a palavra; competitor
e, nestas condie5es, s6 occuparei presentemente a que 0 Di-. A
attensao dacasa, se SA Exc. quizer ceder-me a pro- pertencer-Il
cedencia. 0 SR. JoI
0 SB. GRANGiRIO-Pedi a palavra, mas de born phronio.
grado cedo a precedencia A V. Exc. 0 SR. Dau
0 SB. DNuumoNU FILHo-E' mais uma fineza dous nao pc
com que V. Exe. me penhora e que faz corn que que o Sr. D
augmente-se o men reconhecimrento. 0 SB. Am
C SR. PaESMENTE--01he que V. Ere. est-A occu- Um Sa. D
pando a sua vez de fallar. tambem a r
0 Sa. DUMMOND FPLao-Era precisamente isto ia.-
o que eu estava A verificar, pois, restavam-me du- 0 SR. Dn
vidas A |respeito; agora, por6m, que as duvidas se para si a
estAo resolvidas, sou docil as admoestagoes de Dr. Sophroa
V. Exc. vindicar 6 s
Sr. president, tendo de votar sobre o parecer Por outr.
da commissAo de constituigao e poderes quando A fazer corn o
eleigio do 110 district, pass a justificar o meu muns, que r
voto, o que farei.com today brevidade para ver ao sos e que co
menos se, dest'arte agrado aos illustres colleges, ra A alguem
ja que por outros modos s6 consigo aborrecer e sentando; r
enfandal-os (nmo apoiados). venido, ante
Em justifca91o do men voto nao me proponho A se ass braco
demonstrar a evidence validade do diploma do quernm levou
aosso distinct college Dr. Sophronio Portella, (Hilanda
combatendo assim as suppostas nullidades dos Mas, como
collegios de Papaeaxa e Pedra. Seria pderder zes do reel
tempo, desde que a maioria liberal desta Assem- clasago a,
bla jA de ante-muo resolve a questao I (apoiados aim, a comm
e nao apoiados) Seria perder tempo, repito, diante parecer aol
do proposito deliberado e firme de Ss. Exes., que j A Amaro, adi
rlgun o parecer na dnferencias political, reoonheeime
lEoateo-se indair a domina pelos interesaw e no memo es
m s do partidlo, (poiadus e nao apoia- A commuim
.) sit b6 dtudo tres ultem a viola- o quanto 6
-A lei a acoaeuaa do deireitos W dquridos. tuna politic


..a .:l :m. 6. E..... A




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itroiqtewoefct0ttow 0emlifA cn wao 0
tetramei o pnumer o br lo 11dtritoe l
_- o reti U d I mo por neo The or pooveL
n.em; mas houve quem adoptasaws ewe parecer e
AM omM -wsilm o & a f=ai kto noe
matental-o. i Dr.
Amaro, qo ftu daMM C dleita
fo o. que A l ftla* wer-
dadeira sorpow a-e 0 icimnais
adiante.
o sB. Jonf is 4uf t nt(ro
0 SO DBU* D M UM dAut, ure-
sidente, quea- kpa ra d O-e-ro
meu tendentm oMaw a.a tna4b re I
cer, que so elUI fois, o iw e& M tem
sido elle impugnado pelos companheiros de banca-
da, quo a maiioria liberal, certo ae teria rendido,
we pw Ventura as convenienciaa political ahi nao
edwAMw m para impedir o pass. (Apoiades da
minoria).
E'preciso, que se estabeleca a paz no seio da
ThsiiU SbeMl; e, para que seja feita a paz, torna-
se mister que sacrifiqae.se, inmole-se nas aras
d'aquelle pa-tido umra victim, que 6 o Sr. Dr. So-
phronio Portella (apoiados e nio apoiados), cujo
unico crime 6 ser conservador distinct e ter me-
recido a confianca dos honrados eleitores do 11o
district! E' precise Ique a paz se faga, custe o
que custar, A todo o transe, ainda mesmo que cus-
te a flagrante postergacAo dai lei, a expoliaao de
sagrados direitos adquiridos, o ataque e o assalto
A livre manifestaAo do peusamento das urnas e i
independencia do eleitorado, que a hancada libe-
ral, ao mienos come proselyta da retorina do eon-
selheiro Saraiva, deveria cser a mais interessada
em respeitar, inas que entretanto nao respeita E'
precieso, que se fa ral e queren fazel.a A eusta do saerificio da lei,
da razio, do direito e da justiqa !
0 SR. LOUHENQ.O DE Si- Onde 6 precise faz.:r-
se a paz 6 na familiar conservadora.
O SB. DRUMMOND FILHo- Comprehendo o propo-
sito de V. Exe.: 6 deaviar-me do objective, que
viso ; nao o consegue, poise, nao me deixarai ar-
rastar na corrente de saas insinuates.
Quem desconhece que o 110o district A em sua
grande maioria um district conservador? tApoia-
dos da minoria.) E, tanto isto 6 verdade, que se
aquelle distrieto tern na camnara temporaria um re-
presente fillado as idWas do partido liberal, foroso
6 convir que tcve-o e tern, porque em Born Consc-
Iho houve um denonado Ypirniuga, que pela amea-
a das armnias couseguio obstar a qcue 0o nossos pa-
cificos amigos daquelle collegio exercessem o di-
reito politieo do voto e porque uma camara libe-
ral sanecionou o attentado, quando deveria pu-
nil-o, offereceudo por meio dai fraud queulle re-
presentante urna cadeira, qpe ellki no soubc con-
quistar pela confiana do eleitorado (Muito beon
da minoria).
Quemn por ventura, desconliece que a mnaioria
electoral do 110 district 6 conservadora ? 0.s nos-
sos proprios adversanros sao as primeiros A reco-
nhecel-o; c a pro.'a estA em que elle, na confc-
cionada chapa liberal, cuja mnaga paz, desta vez,
em lugar de caber aos lE5.s coube A raca canina,
(nso), apresentarain para aquelle district, apenas
umn candidate, o Dr. Maximiano Duarte, que nem
por isso foi bern succedido nas urnas, porque no
regato, em que elle julgara beber pacificamneatc,
apparceu-llie, n.o o lobo da fabula, mas um IiAo
da realidad. political, que foi turvar-lhe as aguas.
(Riso).
Houve o primeiro escrutinio da eleigio provin-
cial n'aquelle district, send o pleito muito dis-
putado por parte dos liberaes, que alias niAo logra-
ram eleger candidate algum, tendo sido eleito, en-
tretanto, um econservador o nosso honrado amigo o
Sr. teaente-coron'l Constantino. (Ap.iados).
O SR. BARXO Dr NAZAxETH E' muito distinct.
O Sn. Josk MARIA- E' o chete inquestionavel
d'aquellas paragons.
O Su. DnumMo" FILHO-Que outro resultado po-
deriamos aguardar em 2- escrutinio senao que par&
os dous lugares restantes fosse eleito, polo menos,
mais um candidate conservador ? Simn, porque se
o partido liberal nao conseguio eleger pelo terpo
em prinmeiro escrutinio, um s6 candidate, 6 claro
que em segundo nao poderia obter maiorias relati-
vas pars a victoria de dous. E foi exactamente o
que se deu, tend sido eleito e diplomado um libe-
ral o Sr. Dr. Amaro de Albuquerque e um conser-
vadar o nosso correligionario politico o Sr. Dr.
Sophronio Portella.
O Sn. ANARAL E MELLO-Noto que V. Exc. nao
falla do Sr. Correta de Araujo, que tambem foi
votado.
0 SB. DBiMMozn FnuoH-E' porque V. Exe. ngo
quer notar tambem, que estou referindo-me nos
candidates diplomados, e o Sr. Dr. Correia de
Araujo nao dWve diploma per uquelle distri-
eto.J
UM SB j.ho-Mas foi bern votado.
O SB. ,. i1do FILHo-Que importa isto? Por
ventura tern a forea de contestar as minhas apre-
ciacexs.
Polo ontrario, seno Sr. Dr. Correia de Araujo
foi votado e bern votado n'aquelle districto, como
V. Exc. o diz, embora nio houvesse sido diplo-


mado, este ainda vein em apoio do que afflirmei,
poise, prova em favor das forqas consideraveis do
partido conservador da localidade.
Tal 6 a maioria desse partido no 11.0 distrieto,
conclue-se, que eonseguio, eleger um candidate m
1.0 eserutinio, outro em 2.0 e dar ainda i um outro
condidato boa vetaqao.
VW, pois, o ocllega que foi infeliz corn o soeu
apart-, que veio, aliAs, corroborar minha argumen-
taq3o, (trocam-se apartes.) Permitta-me, pois con-
tinuar.


-so derrotado o Sr. Dr. Maximiano
rotado em consequencia da guerra des-
1! move a fraegao leonina do parti-
gtimrra tanto mais insidiosa, quanto
sido o unico candidate, que figurava na
relaiao ao 11. district, (apartes) nao
mar-se corn a sort adversa das urnas.
havia representado no biennio passado
rieto onde, de passagemrn seja dito, tern
igos e sympathias radicadas no partido
o uuico contemplado na chapa do seu
Spoude ver comrn bons olhos que esse
al vie-se A esta Assemble6a sentar-se
ite naquella cadeira, qute outrora occu-
oda paz e mansuetude, e por isso di-
na reelamaqao.
sentido foi essa reclamaAo ?
ira reclamando, there em vista o Sr. Dr.
Duarte, impedir que o 11.0 district
i dois representantes conservadores?
navelmente nao; e, outro nao foio afim
nte senAo annullar o diploma do seu
e, por e.te modo, revindicar a cadeira,
Lmaro occupa e que aquelle julgara
be por direites adqueridos...
to Auousro-Ou tambem a do Sr. So-
.MMOND FILHo- ... mesmo porque os
idiam occupar a mesma cadeira, desde
)r. Amaro 6 um tanto gordo (riso).
AERO-Isto 6 verdade.
)EPUTADO Mas o Sr. Manimiano oueria


name?. queaveQ -fiftopw tt e'
414C dac andeome. (A.ldada e B.--".
VU S.-Dm5rTA--.Ngo houve tactica; trait
aedo estudar a validada diploma do PDA.

.7,,, Dztv : c pow, antes, quae se
t Be do..dawrir *0faii vaiidar-se-lhe o
= iegidm"PmutsA0upfek& (Apartme)
Hito oa L m a iisado, depois do
4-6oraS W ta eO OaonpW customs, lavrou,
recer re 0 diplom do ensso amigoo
O MniO ] lla-spar Omaodo qne 6 todog
oen p q.41 I apta nullidade d4
48 b- Piijini e W%=% mduindo pela an-
i-.5 A daqca exMfidate e polo re.
conhecimento do Sr. Dr. Maximiano Duarte, quae
alias nao foi diplomado. Semelhantc soluoio, a
unica capaz de satisfazer exigencias partidarias,
nao escrupulisou a commission em propdl-a, pondo
A margem a lei e o direito (apartes.)
U- Sa. DzFPuTADo-V. Exe. attend quc a com-
missao ja 6 defunta.
0 SR. VISCONDE DE TA BATIuGA-Mas o nobre de-
putado tern queixas d'ella !
0 SB. DaruuoND FmLao-Tenho; mas sei per-
doar aos mortos.
0 SB. Jost M&arA-Mesmo porque V. Exe. esta
prestes sepultura.
0 Su. DauMmo.nD FILIiO-Nao duvido; mas creio
que V. Exe. precede-me na viageri.
0 SR. JOSE MIARIA-Eu estou corn a vida n'uma
companbia dtie seguros.
0 Sn. l)t.R.MOND FIaU-Peior umn pouco; a
primeira a envial-o.
Mas, Sr. president, n;Lo teve esta Assemnbl6i
occasiao de rer I'm taio monumental parecer sutis-
tentado'pela eommissAo, que a lavrou !
UmM Sn. DE-LTrADO-A commisao morreu antes
de tempo.
0) SR. DtruiM.oND FILH-, Privou-nos d'isto a il-
lustra commissaio, demittindo-se por considerar-se
exautorada corn a rejeicao do seu parecer quanto a
eleilao do 3.o distrieto. Estimei este resultado e
confesso A V. Exe. que passed a nutrir esperaneas
de que triumpharia a causa do Dr. Sophronio, prin-
cipalmente depois que vi eleito ou antes designado
para fazer part da commissao o nosso college Dr.
Amaral. (X.partes.) Sire, S. Exe. que aqui havia
ponetrado, s'.!ndo julgadas validas as eleic,.es do
todos on colleges do 11.0 distrieto, necessariamen-
te tenho o dever de continuar A sustentir a mes-
ma validade, muito embora aproveitasse A um ad-
versario politico.
0 SR. OLY.iiui MARQUES-Pois pensa msl!
0 SB. DBMi,.-ND, l'uo E, tanto mais funda-
das cram essas minhas esperanqas;, quanto nem o
Sr. Dr. Amaro morria de amnores polo Sr. Maximia-
no Duarte, nein este fitiva aquelle corn bouns
olhos.
Ui Sn DEPUT.ADO -Ji fizeram as pazes.
0 Sit. DR-mi-;uiND FILFo--Mas, Sr. presideute,
qual nao bfoi nossa sorpresa ou antes admiracio,
quiiando vimos o representante liberal do 11.0 di-
tricto arrastado por uma fatalidade, nsio deesas
que descem de al6m, na phrase do pota, ma 4Us-
sas que desecin de mais perto, das eseadarias do
palacio presiaencial, prestar-se ; contrariar suns
convic;.i'es n, pesada tarefa de sustentar a nufi-
dade dos collegios de Born Cosellio e Pedra?
(Trocam-se diversos apartes.)
Eu disse, Sr. president, que nao me propunha
a aipreciar ponto por ponto o parecer da eleiqAo do
11.o district e ainda mantenho esse proposito,
principalmente porque respeito aos mortos.
0 SR. MIEIRA DE VASCONCELLos-Mas a commis-
sio esta embalsamada.
0 SR. DBUMMOMD FtiLro-Mas, como a eommis-
sao estA embalsamado e o seu espirito, por uma es-
pecie de methenpsicose political transmigou para o
corpo do Sr. Dr. Amare, dirijo-me a S. Exe. corn a
unico fim de pedir Ihe que explique e concilie al-
gumas contradicnqes, que existem no parecer quo
se dispute.
VOZES- Nao ha nenhuma.
0 Sn. DUMMON>D FILHo-Provarei a Vv. Exes.
que ha e tao palpaveis que, A primeira vista, sal-
tam aos olhos. Para mostral-as, basta-nos, ape-
nas, confrontar alguns topicos do parecer sobre o
diploma do Sr. Dr. Amaro corn outros do parecer
sobre o diploma do Sr. Dr. Sophronio Portella.
Vejamos. No parecer sobre o diploma do Sr.
Dr. Sophronio, a commissibo referindo-se a eleicao
do collegio de Papaeaca, cuja nullidade propoe,
assir se express :
Fazendo mencao da hara em que comneou, fa
:aeta nao diz a hora em que terminou a elelcao.
Entretanto a lei eleitoral no art, 15, tractando
de regular a eleicao e piescrevendo que a elei-
cao comear4 e terminara no mesmo dia, no aeu
primeiro paragrapho encareceu o apre~o, que o
legislador liga 4 esta exigencia. Secundando o
pensamento da lei, o regulamento eleitoral pre-
eisa a hora, em que devera terminar a eleico.
Sao exigencies de tanto valor que, na impossi-
bilidade de sua satisfacbo, a lei prefer que dei-
xe de hayer eleicao na parochia, distrieto ou
secqao. E, poise, manifesta a gravidade da falta
de declaraebo da hora em que terminou o pro-
Cesso eleitoral, sobretudo attendendo-se a facili-


, dade corn que a mesa respective desrespeitou a
disposicao legal quanto a hora de comeoar. v
Combine-se o que acabei de ler, corn o que a
mesa commissao esereveu no parecer sobre o di-
ploma do Sr. Dr. Amaro. N'esse parecer, apre-
ciando a reclanmaao ,do Sr. Dr. Maxiamo Duarte,
quanto .. nullidade da elei.ao do collegio de Aguas
Bellas, diz a eommissAo :
Allega o reclamante contra est oleiivio : 1v
Sque nao terminou no mesmo din. Nao precede
a primeira allegailo, nemn o reelamante pode de-
a duzir semelhante consequencia da simples falta
- da dcclaracao na acta da hora da termina*Ao
a da ehamada e da eleic.Io. ,
O SFt. MEIRA--E' flagrante a contradiqao.
tHa outros apartes)
0 Sn. DiRUMMOND FiLno- Como conciliar-seo es-
tes dous topics de pareceres lavrados por urna
mesma commissao e sobre a oleiqao d um mesmo
district ? Pois tratando do collegio de Aguaa
Bellas mrneio de provar-se nullidade o nao ter a
acta declarado a hora em que terminou a eleiqao,
main esse mesmo mrneio de prova deixa de servir
para provar a mesma nullidade tratando-se do col-
legio de Born Conselho ou Papaca ? Qua
signifiea isto ? Se isto naio importa umia con-
tradicao manitesta ; se a comuissao que assim
precede nao se revela incoherentc no seu modo de
pensar e de vulgar, entro nAo ha mais coutradi-
.es e inc hercncias possiveis.
(Trocamni-se vairios apartes.)
Mostremos, ainda, ostra eontradi'Ao. No pare-
cer quanto ao diploma do Dr. Sophrouio Portella,
qucrendo a corinissAo aunullar a eleiilao de Pa-
paca<,a, diz o seguinte :
SNao consta que fosse cumprida a disposi.io
do art. citado 40 que determine que o lugar
oude deve funccionar a mesa da assemblea elei-
Storal seri scparada por uma divisao do recinto
Sda mesa aissembl6a, de modo que se irmpossi-
Sbilite aos leiteres a inspecqAo e fiscalisagao dos
Strabalhos. Falta que a commission reputa gra-
Sve. ete.


nullidade do diploma do Dr. Sophro- Bern ; do topic que acabei de ler, deprehende-
se que a falta de uma divisao, que spare ou que
UMONm FI.Lao- Mas nao porque quises- se interponha e.tre a mesa eleitoral e o recinto,
Scadeira, que de direito pertence ao e falta grave no pensar da commissAo, falta cuja
mio, pois, a cadeira que elle tentara rci- prova a ccmmissao nao exige, dispensa, pois basts
Sem qde se acha o Sr. Dr. Amaro. nao constar da acta que houvesse a divismo' muito
,s termos, queria o Sr. Dr. Maximiano embora tambem ni-o constasse que deixasse do
Dr. Amaro um desses gracejos com- haver, para a commissaojulgar-se habilitada apor
io deixam, entretanto, de ser perin0- esse motive, annullar a eleiclo. Nao se i se me
nsistem em puxar-se por traz a canei- faqo comprehender.
Sna oceasiao em que nella se vae as- 0 Si. OLYMPIC MAI&QUSs- Perfeitamente.
aas o Sr. Dr. Amaro, que estava pre- 0 Sn. MEIA- A cominissao julga por presun-
es de assentar-se, tratou de aggarrar- Sues e nao pelo provado.
)os da cadeira e foi o Sr. Maximiano 0 S. DRuMMONDr FILHO- Exactamente. No
o logro. entanio a commissao, que reputa grave a falta da
,de.) -divisao...
o procedeu a commissio diante das ra- U iR. DEPurADo- E' da lei.
amante ? Por ventura attended a re- 0 Sa. DRuMKaoD Fmo-. -- ... e da. come prova-
presentada? Longe de proceder as- da essa falta, somente porque a actada eteigao nao
nisidBo tractou, quanto antes, de dar declara se houve on nao a divislo, 6 a mesa qu,
bre o reoonhecimento do Sr. Dr. occupando-se de igual falta allegada no collegio
ando por um n meio capcioso e illegal o de Aguas Bellas polo Dr. Maximiano Duarte, dim
ato do Sr. Dr. Sophronio, eleito, aliAs, 0 segiiinte :
scrutoim, que aquelle. a A 3. e ultima allege ro ao eatA provadu
o, melhor do que outros, conhecendo E' elle proprio quem roe a&rma que o fato ma
variavel e inconstante a rods da for- deoue estabelecendo a smples posibilidadefu
Sapr ou-w em meurar a sort do dad. no silenio d actsa apeato.
olawrando-la parecr a favor, e as- Eis aqui; e paramque Vv.&. nUappusbm
iio frsnqttihlisal.o a~Mndo.. ocoupar quo 5 3 e a* a opigi 4. We bb
o eustoAm eadei6a. t B e%
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SMs ittidas por uma rse-
Yov entora he duas lois olef-t
Pra m w Boleas, o wa Pae- i
GaQuadetu i t .e dis media as de Ju.-
ra V para p rm os d adversarim s poieticos,

lit Sr. et denti torque nao me proponho a
S ir to t parecer a eleiados do 11, district!
BOtat as contradicos que acabo de p6r emtre-
vo, par rO eanche-meo d e desanimo, pormuo ellra,
aites deo tude, poem a evidence a faelta de um
msentioento, que en desejana que a comMriSsao ti-4
veasse parea podermos disetir, mnas qoe ,isfelzmen-
te naio tern-aea b af6 (poiados e neo apoiados.)d
SS. AxAr o da um aparte.
O Sn. DRuMMoim Fimo-E, assim, como e 6per-
dido todo esforn o no intuit de convencer a illus-
tre baneada liberal, limito-me, apenas, A lavrar o
men protested, pare que fique registrado nos annaes
detas assembly smais este escandalo, mais este at-
teatado, que aquella baneada em nome da lei quer
praticar!
(Apartes.)
Eu nio eoncluirei sem primeiramente tornar bem
saliente quo, se porventura f6r approved* seme-
ilhante pareeer, esta assemble tern adoptado fran-
eamente o syssema das operagoes illegaes e do
tereeiro escrutinio com desprestigio do eleitorado!
As nullidades dos collegios de Papacaga e de Pe-
dra foram muito de industrial propostas pela com-
missao, pois, somente, no caso de serem julgadas
nuIas as eleigcesdaquelles dous collegios, 6 que a
commissao conseguirA ariranjar para o Sr. Dr. Ma-
ximiano Duarte maioria de votos sobre o c*anida-
to diplomado Dr. Sophronio Portella- Mas, per-
gunto eu, cssa maioria do votos assim arranjada,
al&n de annullar o diploma do Sr. Dr. Sophronio,
chega at6 o ponto de servir para ser reconhecido
deputado o Sr. Maximiano Duarte?
0 S. MEIRA-E' illegal.
0 Si. DzUMxMOD FILHO-Sem duvida alguma
que o 6; e, quando muito, Aserem procedentes as
S nulidades e nao capciosas, saria easo de se pro-
eeder a nova eleigio. E' o que dispbo o artigo
186 do regulamento eleitoral quando expressamcn-
S teodetermina (1) ,, que proceder-se-Im a nova
eleivio, se da annullanao de votos pela Camara ou
assemble6a resultar a exelusbo de alguns dos que
tiverem obtido o respective diploma.
Ora, A menos que nao me contestcm, que quern
obteve o diploma foi o Sr. Dr. Sophronio Portella,
eom vantagem nro destruirao o argument.
(Trocam-se varies aparteso e o Sr. president re-
clamsa iteuoao.)
Bern; mas dizem Ss. Fxcs. que, send nullas as
eleigbes de Papacaca e Pedra por vicious na orga-
ns bo das respectivas mesas, a junta apuradora
nio devia sommar os votos recebidos por aquellas
mesas. E' a minesma argumentagao corn que pro-
cumaram sustentar na elei9bo do 9o district o re-
coaheclimento do Sr. Candido Ladislao o que eu
fulminei pensando que a commission ou era igno-
rante da lei ou procedia de mA f (apartes). Por-
ventura deseconhecem os colleges o decreto de 17
de novembro do 1881, posterior, portrnto, a refor-
ma eleitoral, decreto que expressamente deelara,
que somente na hypothese de serem presents a
junta mais de uma authentic da mesma eleigio,
compete-lhe sommar os votos da authentic da elei-
9ao feita perante a-mesa organisada na forma da
lei, comrn exclusaso dos outros? Porventura desco-
ahecem os colleges da bancada liberal que s6 no
caso de duplicates, e que a junta apuradora tern
semelhante attribui9ao. E houve porventura du-
plicata em qualquer dos doM collegios, Papacaa
ou Pedra? Como, pois, dizef-se que a junta apu-
radora nao devera ter sommado os votos daquelles
dons collegios, quero mesmo admittir, por nao tc-
..rem as respeetivas mesas sido organisadadas na
form da lei?! Como, oois, dizer-se que foi ille-
galmnente expedido diploma ao Dr. Sophronio Por-
tella?.
*Como, pois, tentar-se hoje, firmado na nullida-
de desse diploma, reconhecer-se deputado pelo 11
diatricto, um outro qne nao o candidate diploma-
do?!
(Trocam-se muitos apartes. e o Sr. president
reclama attenoao.)
Eis aqui, Sr. president, levanta-se dentre os
oradores da opposiqAo o orador mais fraco (nao
apoiados) faz estas interrogacbes ao relator da
commissao de constitui9bo e poderes e o relator
fical mudo como a esphinge do desert!
O Sn. MEIRA E' iue nao ha resposta possi-
vel.
(Apartes.)
0 SB. AMABo--Quem 6 o relator?
o SB. DRUMMOND FILHo-E' V. Exc.
O SB. AMABo-Porque?
O SB. DnUsnoD FILHO-Porque acoitou todos os
encargos da defanta commissab eja aqui fez tita-
nicos esfor~os para sustentar o parecer.
O S. AMrABo-Como qualquer outro da commis-
sao.
0 SB. DBUMNOND FILno-Naoa; a V. Exc. princi-
palmente 6 que eorre o dever de justificar a corn
missao, porquo achando-se ausente em Bonito um
dos membros da commissao o nosso college Sr.
Francisco Tiburcio e o outro membro o Sr. Dr.
Pitanga tendon deelarado qlue aio daria palavra
sobre o parecer, s6 V. Exc. e qne p6de salver os
ereditos da commissao c, ainda mais porque 6, den-
tro os mombros da actual commissbo, o unico corn-


petente por ser formnado em dimreito.
0 Su. ESTEVIO DE OLIVEIRA-O direito na'o pri-
vilegio de mngugem.
0 Sn. DRtUMMOND Fmuo-Do mesmo modo que a
medicine; mas apostoque nenhum medico confiaria
de mirm qualquer dos seus doentes.
0 Sn. PiTANGA-Se V. Exc. quizesse tomar a
rcsponsabilidide, confial-o-hia.
Um Sn. DpuTADOr-Ainda assim a responsabili-
dade serial today de V. Exc.
0o SR. DRuTMMOND FILHo-Repito, na'o confiariamn
de mim, dos meus cuidados e dos meus conheei-
mentos medicos e tractamento de uam doente gra-
ve, principalmente se esse doente fosse um amigc
ou algum parent estimado.
O Sn. EiBmmIo-Conforme.
4 0 SR. DRUmm-.O FILHO-E nerm eu aceitaria pois
S reconhea-me semr habihtag6es para cuarar de casos
melieos, semr competewcia portanto. Assim, fa-
s zendo applicacao do argumonto, que produzi cour
relaco A mim, pergunto, que eompetencia tern c
Sr. Dr. Pitauga, facultative, alias, puito distinct
e cuja prefieisncia comao clinico notavel so o pri
meiro A reconhecer, para sustentar juridicamente
um pareeer sobre eleiOes?
I0 Sa. PITrANGA-O nobre deputado permitte-mi
ae:11 sm apart?
o SR. DBUKMOND FILHO- Qaantos V. ExC. qui-


zr. I
O SB. PITANGA 0 quo 6 que V. Exc. chama
competencia?
0 Sa. Mnzna-Habilita$o juridica-.
0 S. DUMMOxD FmnHo-Perfeitamente.
0 Sm. LYnA-Mas a jurisnprudencia nlo e privi-
legio de niaguem. ,
o) SB. DauwcoND Fauo D aqueles que esta-
d4m-n'a, que tern umdi$ea alcando oieat-
gum academia de direito.
O S&. PrTANA -( 0 )a iino- ais competente
Maufsmapradenciaaomiea- em.ome o he emurson
,e^aalgruma &dodimiito. ei -ewreventO do am
*^tm)L k 1 Refiro-ra en-s Sr. i mpboucRW


Immum.
Se.~ia ao oai ]:"t~d aoTs;', ID& r'.A xr w&U
he quizeses dazeAeomtrnabl) SWe applisM amM- b
thematicfa par& eneostra a VCedade do dipteaia
do Sr. Dr. Ma!ximano, quanto & mim um pIeno-
meno ...
Um SR. Drvwo-D-Teratalogico.F
0 St. Dauxaeom Fso ... muita lus dewa.0
maria sobre a quetbo e firmaria dede logo parm
si esa competencia, que falta ao Sr. Dr. Pitenga.
O 8B. LY"A-V. Exe. nml p6de avangar seme-
lhante proposivao.
0 SB. DumxozN FiLnuo-Nlo ha offense algunma
em dizer-se que um medico no 6 competent emw
direito, p6de entender, admitto, mas ter compe-
tencia a o que contest.
0 Sn. Lya&-Aqui ninguem sabe quem 6 com-
petente ou quem deixa de sAl-o.
0 Si. DaUMMOND F.uo-E' engano de V. Exc.
Do mesmo modo que eu n o sou competent em
rmedicina, V. Exe. nro o 6 em direito; do mesmo
modo que eu, que estudei direito cursando umaI
academia, que face da advogacia minha profissao
nilo tenho competencia em medicine, serei memo
um charlatbo, assim V. Exc. quo 6 diplomado por
urma academia de medicine, que exerce a medici-
na profissionalmente, nao tern competencia em di-
reito.
0 SR. LYRA dia um apart.
0 SR. DRUMMOND FILHO V. Exe. attenda-me :
Qualquer cidadio p6de requerer em beneficio de
outrem, que esteja preso ou ameagado de constran-
gimento pessoal, uma ordem de habeas corpus. Se
.V. Exc., solicitado de moment para fazer uma
petiqao de habeas corpus, so prestasse A fazel-a,
fria porventura umra petigao em terms.
(Trocam-se apartes).
Tenha paciencia ; havia de espichar-se do mes-
mo modo que eu, tambem, me espicharia, se ten-
tasse applicar nmina injcc9io hypodernica ou dar
um clystcr. (Hilaridate).
0 SR. ERXIRIO-Nao sbo os medicos os eacarre-
gados do darein clysteres.
0 SR. LYax-Acho que a proposiao da V. Exe.
nao offended, porque foi proferido no sentido vago.
Creio que o nobre deputado nao se referio A nc-
nhum dos inmeus colleges.
0 SR. DauMUoND FILuo-Seria uma offense toda
gratuity.
0 SR. ERMIRIO Eu 6 que nao admitto que V.
Exc. (lirigindo-se ao orador) queira trazer o redi-
culo p tra a classes medics. E' uma classes rcspei-
tavel, como qualquer outra.
O Si. DRUMMOND FILHo-Creio que nenhum me-
dico se deshonraria...
0 SR. ERMIRIO Nao se deshonraria, mas o que
V. Exc. disse redicularisa.
0 Sn. DRUMMOSD FILHO -Perdoe-me o nobre de-
putado. Um born medico, que faz da profissao
um sacerdocio, que se interesse vivamente pelos
doentes, A cuja cabeceira assenta-so velando e es-
tudando os phenomenos de vida ou de morte, or-
ganisadores on desorganisadores, umn medico nes-
tas condi5es, um bomrn medico, portanto, presta-se
facilmente A dar um clyster; e, se porventura o
enfermo for rico e exigente, ha de applicar tantos
clysteres, quantos form precisos (riso) nao dei-
xando, por certo, essa hionra para os enfermeiros.
(Trocam-se various a iartes e o Sr. president,
reclama atten9bo).
Em apoio do que digo, passo citar a V. Exe. um
facto muito interessante succedido comrn uma no-
tabilidade medical. Era umrn facultativo muito
distinct, home do povo e que, a custa das con-
quistas no mundo scientific, conseguira pelo ta-
lento, perseveranta, applica9a i, e amor A profis-
sao, que exercia, firmar uma reputa9ao invejavel,
isto A par de uma consideravel fortune. 0 facto,
se me nao engano passou-se na Fran9a. Urma aris-
tocrata parisiense, uan filha da nokw*Sa Aessaps
que nao tolcram queo o home do povo <,A*ve pe-
los seons mrcimenntos as primeiras caaits so-
eiaes, pretendendo humilhar ao distinceo ,iedico
mandou-o chamnar para tirar um bicho...
0 SR. RESIDXNTE-Pe9o a V. Exc. que discuta
o parecer de que se trata. I
0 SB. DRUMMOND FILHO-JA sei que V. Exe. nio
gosta de historic de bichos. (Hilaridades).
0 SR. PRESKDENTr-Fa9o este pedido a V. Exc.
0 SR. OLYMP'I MNARFUS-V. Exc. deixe contar
e depois verA se temrn ou nao reilaao corn o pa-
recer.
O SR. PRESIDENTE-Nao tern tal; emfim o nobre
deputado proceda como entender.
0 SB. I)DRxMOND FuLo-Son docil as observa-
9Ses de V. Exc., mas V. Exe. permitta me que eu
conclna a historia. Ha dias V. Exc. consentio
quo o meu illustrado college Dr. Lyra contasse,
em aparte, quando fallava o Sr. Dr. Oiympio Mar-


ques, uma long historia...
0 SR. OymPio MARQuEs De sabios estrangeiros.
0 SR. DRUMMOSD FILHO-... de sabios estrangei-
ros 6 exacto, no entanto agora nao quer permittir-
me que conte tambem urma historic succedida corn
um estrangeiro, que na'o deixou, entretanto, de ser
sabio.
Accudindo ao chamado, foi ter o medico A casa
da aristocrat ; e, quando persuadia-se ter de rea-
lisar uma cura important, vio que a enferma, es-
tendia-lhe um p6 mimoso e pequeno para que
nelle fosse tirado um bicho, que muito a encom-
modava. Persuadem-se Vv. Exes. quejulgou-se
humilhado o medico ou abatidos os seus foros de
notabilidade por ter de fazer aquella operacoo no
p6 da aristoerata? Pois assim nao succedeu e o
medico fez momentanena delicadamehnte a opera-
9bo. Mas tarde, porein, o que succedeu foi o me-
dico vingar-se da orgulhosa fidalga apresentaudo
uma conta na qual cobrava-lhe uma somma de
milhares do francos, nao por haver tirado um bi-
cho, pois a conta nao fallava em bicho, mas por
haver feito no pe6 da aristocrata a extra9ao de um
corpo extranho (riso).
Assim V. Exe. nao dirA, um clyster ; dira urma
injec9ao....
0 SR. OLYMPIO MARQUES-Urn revulsivo.
0 Su. DRUMXOND FILHO-.... um revulsive por
canaes competentes (riso).
Eis aqui, nbo houve, portanto offense no que
eu disse e ner Vv. Exes. se devem julgar offen-
didos.
Agora, Sr. president, passarei a concluir.
0 Sn. Josi MAAw--Nio conte mais outra his-
toria (risc).
0 SR. DRuMMOwD FuHo-Agora compete a V.
Exc. ja contei uama, V. Exc. conte outra.
0 SR. Jose MAAIA-Amo-mais minha saude, de
que V. Exc. a sua.
O SB. DauxxoND FILHo-Demorei-me na tribuna
mais tempo do qne p.etendia.
0 Su. BAoA DE NAZARETH-Mas ternm agradado
muito.
0 SR. JoskA Mlu Como sempre.
0 SR. DaumnoND FmIo E' bendade de V. Exc.
Nao concluirem, por6m, sem adduzir uma conside-
ra9o que diz respeito A mima e serve para juatifi-
ear-me de uma arguioo que aqui soffiri.
A nossa vida political, Sr. president, 6 cheia
de peripecias e vicissitudes th imprevistas que-
nenhum espirito bemrn intencionado deverA tomar-
se de desanimo ou dosespero per nuo poder do mo-
mento fulminar uma argio fe&dsa e improeeden-
to que contra si hajam levantado. Sucedem-se
os tempos e os factos e cornm essase successor chega
final o ensejo do justificarmo-nos cabalmente.
Quando. ha dias, o honrado Sr. Amaral e Moeo
representante do 6' distrieto, ao tratar-se da elei-
9&o do 9o disfrieto, tomava part na discuss tAo
6mente para averbar-me de supito no julga-
rento d'aquella eleiio, porque figurava-se-a S.
Zxc. quoe eu, na qualidade de parent do Dr. JR6-
eira Costa Wa teria a precise isemp*o de ani-
w .para prefoir us causa u n oto, quo Iaase a
masaB sincerada razeso, la lei e do dirnfto;
do S. Exe. no af de= dogr todas as as
S deo orfma de co a Dr.


o S& w't ovFr o-Ou vigoso rebento,o-

A14 ll ttanado-seda etleodo 9o district aver-
bsva-us de Ajsptt, por iszia-se, que tra.
asdj-Bse da ca m pnarnte, en me deizaria,
fluaenciar anates pelo leops do parentesco, que
pelas presaripa*severai da justia. Que me
diz agora o honrado college Sr.Dr. Amaral, over
pronunciar-me eonitre a ausa de um parents e
oontra elle ir aar um veto ? Nbo reconhece, pon-
tanto, que ha dias quando averbou-me de suspei-
to, fez deoaMJizojuiBaA*? (&pojiado da mi-
noria)
OSB AxABAL B MILLO V. Exe. d4 licenca pa-
ra responder em apatte ?
O Se. DaumMOM D PMa-Pois. me.
0 Ss. AM.ABAL M M.no-E' que V. Exe. sup-
pondo ser parents garetidoquer representar vir-
tude coptra nae .na.

8w, '. -IMM I Entio V. Ex=.
conveA"Mlgo, smemo quoerer talvez trahindo-se
atW, que o reconhecimento do Sr. Dr. Maximiano
Duarte 6 uma causa prejulgada SIn, se V. Exe.
assimn se express 6e porque tern eerteza que a ban-
cada liberal que, ha poucos dias, em identidade de
case, nao deu entrada ao Sr. Candido LadislA6,
vai hoje proceder de modo diverse, cotimettendo
umna incoerencia, uma contradicao manifesta!
(apoiados e nio apoiados).
0 SR. MABAL, E MELLO-V. Exe. esti fazendo
bonito papel de contervador, mas para favorecer
ao seu parents nbo atacou o parecer da commis-
sao.
0 SB. DRUMMOND FILHO-Oh E o que tenho eu
feito ? Se nao me dispuz a apreciar topico por
topic o parecer da commissao, fo .porque ja ou-
tros o tern feito brilhantemente e mais ainda por-
que, seguindo outro caminho, quiz tornar bem sa-
lientes as contradic6es e :incoherencias exaradas
no parecer para d'ahi chegar a conclusa'o, de qne
a commnissAto nuao estA procedendo sinceramente,
nem de b6a f6 (apotados e nao apoiados), E, quan-
do assim procedo 6 porque nalo uero que esta As-
semblda sanceione o escandalo da annullaao do
diploma do Sr. Dr. Sophronio Portella serm que os
meus protests fiquem registrados nos annaes,
n-as nao porque me persuade que Vv. Exes. se
mostrem convencidos per meio da discussbo, nao,
pois Vv. Exes. nao tern opinibes, tomarn delibera
c5es inspiralas pelos interesses politicos (apoia-
dos e vao apoiados) nerm ouvem outra voz senio a
das conveniencias partidarias.
O SB. AMARAL E MSLLO-Isto 6 o retrato que V.
Eze. nos offerece, mas que nos devolvemos.
0 SR. DRUMMOND FIL-o-V. Exe. p6de dizer o
que quizer, mas reconhe9a-se plenameate batida
da original arguiglo que me fez, confessed que foi
injusto,-que fez de mimn juizo temerarios, pois isto
6 melhor do que estar ahi a tergiversar adduzin-
do razbes de cabo de esquadra.
0 SR. AMARAL I MELLO da um apart.
0 SB. DnuwoxD FmIo Se esta Asemnble,
Sr. president, ou antes se a maiora liberal desta
Assemblea quizer ser coherente no escandalo, ella
deve limitar-se a commetter corn relacao ao Sr;
Dr. Sophronio Pertella o mesmo attentado que
commetteu corn o Sr. Dr. Regueira Costa se po-
r6m, quizer requintar, dando entrada aqui a um
candidate que nio foi diplomnado, porque um outro
usurpou-lhe o diploma, entie tem-se inieiado fi'an-
camente o system das depuraces indecentes e
terceiro escrutinio. E que jaizo faremos n6s dos
liberals quo assim desvlrtuam a lei do Sr. Sarai-
va ? Para Vv. Exes. o que fica sendo a political ?
Por ventura uma deosa nobre e proteetora das le-
gitimas aspiragoes, ou antes um dresses idolos in-
dianos dos pagodes chinezes, que exigem sacrifi-
cios cruen os de seus proselitos, e Vv. Exes. do-
minados do fanatismo politico representam aqui
outros tantos fakires, torturando as proprias con-
vicSes, estrangulando aa proprias consciencias
para serem agradaveis a. idolo ? !
(Muits bemrn, muito bhem).

A commission de redacgo 6 de parecer que se
adopted a seguinte para o project n. 2 deste anno :
A assembl6a legislative provincial de Pernam-
buco resolve:
Artigo unico. Fica revogada a lei 1,761, que
transferio a s6de da freguezia de Afogados de I-
gazoira pare a povoaaio de Ingazeira, para man-
ter-se a sede naquella villa, como anteriormente
era.
Revogadas as disposicoes em contrano.
Sala das commissbes, 29 de maio de 1884.-
Adelino de Luna Freire funior.-Pereira de Lyra
-Joao Baptista do Amaral e MeUo.


A commisaoa de redaceao 6 de parecer que se
adopted a seguinte para o project n. 23 deste anno:
A assembl6a legislative provincial de Pernam-
buco resolve:
Art. 10 0 numero de praqas da for"a policial
para o exercicio de 1884 a 1885 6 fixado em 950,
sendo destas 850 para o eorpo volante e 100 para
guard civic local, que sob pretext algum, nbc
poderA destacar e conservara a actual organism,.
10o.
Art. 2o 0 corpo de policia sera dividide em aete
companhias, emquanto por qualquer circuimstancia
nroihouver alguma vaga em algoum dos posts de
capital, a qual no sera preenchida, ficando desd<
entio o corpo reduzido a seis companhias somente
pelas quaes serio distribuidas as praeas daquella
que for dissolvida.
Art. 3' Os offleiaes subalternos e inferiores de
eompanhia que for supprimida ficarao addidas ac
corpo nos mesmos postos, substituindo as vagas qw
occorrerem nos lugares de iguaes patented e pos
tos.
Art. 4o As prajas que tiverem de ser dispense
das ds serving pela reduc9lo da forga serao pre
feridas para novos engajamentos e para preenchi
mentor das vagas que no mesmo corpo forem sue-
cedendo.
Art. 50 Os vencimentos do corpo policial e guar
da civic serio os mesmos que actualmente pierce
bemrn.
Art. 6o Ficam revogadas as dispofstes em coB
trario.
Sala das commissoes, 29 de maio de 1884. -
Adelino de Luna Freire Junior.--Pereiro de Lyt
-lodo Baptista do Amaral e Mcllo.


A commission de redaccao A de parecer que se
adopted a seguinte para o project n. 107 deste
anno:
A assembl6es legislative provincial de Pernam-
bneo resolve:
Art. 1 Fiea creado rim lugar vitalicio de des-
tribuidor e contador do juizo dos feitos da fazen-
da provincial.
Art. 2" Ficam revogadas as disposi9 trario.
Sala das commissOas, 29 de maio de 1884 -
Addelino de Lina Freire Juni.- on Of Baptisa
do Amaral e Mello.-fPereira de Lyra.
A commissi 4e redacfglo 6 de pareeer queo se
adopted a seguinte para o project n. 196 deste
SA asaembla legislativa dprovieial do Peraum-
buco, resolve:
'Artigo uneo. iea" o presidkte a .proviscia
autorisado a abrir um credit entraordinario do
quantia de 31:0005000 para alimenta9 o e cura,
tivo dos prew s obros,, e.


"^l^^ti-tonaatte hbaoraxio do axereito,
He^^peeiliBarrato do Ahwia, xeclamfndo,
ii. 107 d'exte a cozuni-
slo deoj eti civil e ciminwa
Outra Me aria does Prazeres Cavaleante de
Albuquerque, ouvinte do primeiro anno da Escola
NornfmaI, requerendo dispense de idade para ma-
tricular-se na dita escola.-A' commusalo de ins'
truc$o publiea.
Outra de Joaquim Francisco de Torres Galin-
do, fiscal aposentado da Camara Municipal do
Reeife, requerendo que se marque quota para pa-
gamento de seus vencimentos.-A' commissao de
oramnLto municipal.
Outri de Francisco Alves Maciel, requerendo
que se marque quota para a Camara Municipal de
S. Bento pagar-lhe 1805 que lIhe dove do aluguel
do predio em que a mesa Camara fmuncciona -
A' commisslo de orgamento municipaL
Pausou-se a ordem do dia.
Approvou-se em 3.a discuseslo, sendo remettids
A commissalo de redaco, o project n. 23 d'oste
anno (fixavlo de forga policial).
Em 2.a discussilo approvou-se o projeeto n. 158
d'este anno (orcamento provincial, tendo orado
pels ordem os Srs. Amral e Mello e Santos Pi-
nheiro, os quaes pediram e obtiveram a retirada
das emendas qnoe having apresedtado. e Barao de
Nazareth, e sobre o project d'este ultimo Sr. do-
putado e os Srs. Esteva de Oliveira, Percira de
Lyra e Ferreira Jacobina. 0 Sr. Barlo de Na-
zareth declarou ter votado corn restriccoes pelos
arts. 1.0, 2.0 e 3.0
Adiou-so de novo, pela hora, a 2.a diocussao do
project n. 165 d'este anno, tendo orado o Sr.
Jos6( Maria.
Veio A mesa e foi lido, apoiado e rejeitado um
requerimento do Sr. Ferreira Jacobina, pedindo
que eontinuasse a 2.& discussao do referido pro-
jecto at a termina9ao da sesseo.
Veio A mesa e foi lido e apoiado, ficando para
ser discutido na sessao seguinte um requerimento
do Sr. Pereira de Lyra pedindo para que todo o
tempo da ordem do dia secja exelusivamente re-
servado para a discussao das leis annuas, orando
pela ordem os Srs. Pereira de Lyra, duas vezes,
Barao de Nazareth e Luna Freire Junior.
Approvaram-se em 2a discussao, depois de ora-
rem os Srs. Silvino Cavalcante e Jos6 Maria, as
emendas ao project n. 25 deste anno (retormia do
plano das loterias concedidas paraa crea9lo de
um fundo de emauncipacao provincial) e em 3' o
referido project, que foi remettide a-Commissic
de rcdaealo.
0 Sr. Silvino Cavalcante declarou ter votado
contra o dito project e emendas. oi Srs Visconde
de Tabatinga e Joao Augusto a favor do projects
e contra as emendas, e o Sr. Luna Freire Junior
a favor da enmcnda que supprimia o art. 40 e da
que applicava .'s impostos sobre a loteria em fa-
vor do ftundo de emancipaoio aos cofres provin-
ciaes.
Approvou-sa em 1" discussion o projccto n. 9(
deste anno (autorisagio ao president da provin-
cia para reformer a inntrucao publica, tendo ora-
do os Srs. Ferreira Jacobina, Luna Freire Juniox
e Amaro Fonseca.
Approvou-se em 3a discussao o project n. 107
deste anno (creando um lugar vitalieio de distri-
buidor e contador dos feitos da fazenda provin-
cial) send remettido a commission de redaegbo.
Em Ia discussao e depots de orarem os Srs. Sil
vino Cavalcante e Joao Augusto, approvou-se (
project n. 204 deste anuo (remisslo do que dev(
a fazenda provincial o coronel Thomaz de Aquino
Cavalcante, declarando terem& votado contra o0
Srs. Barao de Nazareth, Mafimiano Duarte, San
tos Pinheiro e Pereira de Lyra.
Por 15 votos contra 4 foi approvado o paree:
n. 99 deste anno, que adopta tal qual estA a le
nao sanccionada isentaudo di pagamento d i im-
postos dcdranagem divcrsas meias aguas, sitas
travessa do Bernardo, tendo declarado os Srs. Ba
rao de Nazareth e Silvino t.avalcante haverem vo
tado contra.
Entraido ,ewj3a discussIo o project n. 24 d
1882 (ettra*p de rodagem) foram apresentadas
approvadas daas emendas.
Approvou-se em la discussion o project n. 13
deste anno (revogaeao da lci n. 1,796 e vigoraga
do art. 2" da de n. 601 e 3o da de n. 921) send
dispensado do intersticio a requerimento do Si
Jos4 Maria.
Approvanram-se em 3a discussao o sprojectos ns
196 e 28 ambos deste anno, o 1- autorisando
abertura de um credit extraordinario e de outr
supplementar e o 2- corn as emendas garantind
por 20 annos o juro de 7 per cento ate o capital
de 2,000 contos As empresas organisadas por agri
cultorcs e que se destinem a funda~ao de engenho
centraes, sendo enviados ambos a commissao d
redac~ao, e orando sobre o ultimo o Sr. Maximia
no Duarte.
Em la discussion approvaram-se os projects n
169, 129 e 173 todos deste anno, o 1" que foi dis
pensado do intersticie a requerimeato do Sr. Ju
vencio Mariz, suppriaindo o district de paz d
1 Tabocas do Brejo; o 2, que tambem foi dispel
sado do intersticio a requerimento do Sr. Silvin
Cavalcante considerando mixta a cadeir2 do scc
nmasculino de Maricota; e o 3- concedendo um
loteria de 120:000j000 para as obras da igreja d
S. Sebastibo do Bomto, scndo tambem dispensed
e do inteisticio a requerimento do Sr. Jose Ma


ria.
dApprovou-se em 2a discussion, send dispensac
do intersticio a requerimento do Sr. Baro de oNa
zareth, o project n. 54 de 1882 (mandan.o per
D teacher as exccu95es civeis e commercials ao 1
tabellibo, escrivbo do civil, commercio e crime d
a termo de Agua-Preta).
0 Encerrou-se a 2a discussao do project n. (
e deste anno (mandando pertencer o engenho Ca
Smell A freguezia de Ipojuca) sendo apoiadas
emendas e nao se votando por falta de numero.
Adiou-se a 2a discussao do project n. 26 des
. anno (restabelecimento do lugar do administrad
- do cemiterio public de Santo Amaro sendo rei:
tegrado em dito lugar o ex-administrador Joi
Baptist) do Rego, corn os vencimentos que pere
- bia.
A ordem do dia 6:
la diseussio dos projects us. 136 e 200; 2a d
de nus. 129, 135, 169,173 e 204 todos deste ann
3& do de n. 54 de 1882 o continuaao da antec
dente.


Autoridade poilcial-Por portaria da
Presidencia da provincia de 28 do corrente, foi
exonerado a pedido Justino Epaminondas de As-
sanmp9ao Neves do cargo de delegado do term de
PAo d'Alho.
Tabelionato-Por portaria da mesma data
foi nomeado Nicolao Florentino Pereira Pitta para
exeroer o officio de 10 tabellio, escrivio de or-
phbAos e cargos annexos, do termo de Agnas-Bel-
les, durante o impedimento do respective servon-
tuario vitalicio, Jos6 Faustino Marinho Falcbo,
que obteve umn anno de lieenga.
a ppientesl de jatma munieipal-Por
poertaria da Presideneia da provineia da mesma
data aupra, foam nomeados Francisco da Rocha
Wanderley e Domingos de Souza Lelo do Rego
Barros para os l gares vagos de 2- e 3o supplen-
tes do juiz municipal do term de Serinhiem, na
ordem em que se acham coltocados, sendo-lehea
marado o prazdo no um mez pare preatarem oju-
Iuammato.
Por portarie de mesa data foram normados
Zoforimu Pinto da Motteias e Jose Viatu Bra-o
sitraos lga8ed o e Sodo jua
,municipal do termo da Glorai' dle GoW4 a ordem
Om que se acham eoroeodosl passandb o actual 20
JWU Guedes de 1JSpwiMoreaos paeno lagatrde 1
a*foma da oiAm eaudo& paroao aos nomeades oa
jpFAm do um e&-)wa :presftaom jum tout.


Comao era natural, em o por e esae a esbtylo,
aoutrpa e rilo por V.a. esperava qJe
Bei7io t D M irad fo ser r ed rao gar k, Au re-
a Bconteceuentrraetanto assim ooassoe veri-
cado Diario de hoje em que foi ella insert entire
i Puri. orApedido e como una das ultimas.
a Convenci.da de nao ter havido nisso proposito
iparte deo V. S. vemin a mesma minoria pedir-ahe o
aseqio de rnepetir em sua Revista a publicao
Iludide.-Olynpio Marquee, Alfredo Correia, Gas-
iar de Drtmostd, Merao de Vaodwwellos, Joeu
oanieco de Geu Cavdalcante, J. Antunes Pinheiro,
pilo de Miranda, Fiel Torres Grangeiro, Antonio
orreia, F. A. osa eoSilva, Democnrito avalcante,
rso Alves Bederra Cavalcante, Constantino Lind
: Albuqueraue.
a sr. redactor.-Foi muito efficiente a noticia
edeu V, S. emsua Reviseta de hoje acerca dos mo-
vos que determinaram a minoria conservadora,
i sesso de honterm, a retirar-se da Assembl6a.
a No foi s6 por ter sido admittido e votado o
ioerramento do art. 2' do project de forha poli-
al o votado este artigo no meio da maior confa-
,o e tumulto, quande estavam todos os deputados
e p6, e era absolutamente impossivel verificar a
raglo, que a opposigio conservadora reclamou e
apellou para a Assoembl6a; mas tambem porque o
esmo que se deu na pretendid&i votagio do art. 2,
eve lugar nas votagoes dos arts. 3, 4e 5, que tam-
im e por umn process mais summario ainda (por
re nem requerinmento do encerramento houve) fo-
am considerados approvados pelo president da
.ssembl6a, simultanearmente como eutras tantas
spenscs da sessao. Isse mesmo consta do re-
uimo da sessao, publicado na Revista de hontem.
STodoa estes fctos foram relatados eo especifi-
idos pelo nosso amigo Dr. Rosa e Silva, quando
ustificou o nosso requerimento de appella9ao, re-
uerimento que nalo podia deixar de sei lido e vota
o na forma do regimento.
a Assim nao procedeu, porem a mesa, admittin-
o que o deputado Jos6 Maria o discutisse pela
rdem, at findar a hora do expedientoe, niao obs-
;ante as nossas reclamaces ; recusando mandar
aizer a sua leitura para submettcl-o ai votado,
-omo 6 expresso no regimento ; e passando ex-
brupto a ordem do dia. .
(c Foi para estabelecer umna questalo d ordem
cerca da direamo quo a mesa dera ao nosso ap-
ello, queo o nosso amigo Dr. Nilo do d Miranda
rocurou fallar pela ordem ; e nu o send attend i-
o, nao obstante a resistencia legal que oppuzo-
os ao aeto da mesma, foi que rneaberta a sessao,
epois de suspensa, tomiamos todos a resoluno de
etirarmo-nos.
SEis em substancia o que so deu.
o 28ern d maio doe 1884. A minoria da Assen-
Ida. a
Catacamba violada-Em consequiencia
ia noticia dada hontem pelo Jornal do Recife do
ue foray arrombada no Ceunitorio Publico d e San-
o Amaro uma catacumba, na qual for'. sepultado
Cadaver de urna moa; sabemos que hontem al-
ioram os Srs. Drs. delegado do 2- district e
arros Carneiro, bern cormo rum tio da moa e al-
guns parents, vorificando-se que a catacumba
ntra violada, tendo sido abert o caixto, nato soe
lescobrindo indicios do que maos criminosas hou-
vessem tocado no cadaver.
Arsenal de M arinia.-Em aviso de 20
lo correste, dirigido ao Sr. Inspector do Arsenal
Pe Marinha de Pernambuco, e houtem chegado do
Sul pelo paqucte Mondego, o Sr. Ministro da Ma-
inha autorisou a ser construido, nos estaleiros do
Lito Arsenal, umr outro patacho, igual ao 'irapa-
na, e dostinadoA companhia deo Aprendizes MAa-
inheiros dt provincial do Maranhao.
0 digno Sr. Inspector do Arsenal immediata-
eante baixo uma portaria ao illustre consotructo(
afiun de ser executada a refirida construcan o do
patacho.
D'est'arte 6 nas proprias regies governamen-
aes quoe se reconhece a utilidade do Arsenal d
Pernambuco ; ma s fora 6 qu e tambem Ihe reco-
nhegam os direitos A ser dotado corn as machinas
Sapparelhos de que carece elle para tornar-se ain
la mais proveitoso do queOjA 6,
Raevista Ilustraula-Recebermos o n. 38(
iesta excellente revista flumrinoense. EstA chei
pe actualidade e espirituosa a mais nipo podor ser
d epertorso de ramrifapr ,deocia Bra
Ciieira-Veio-nos hontem da murte o 20 fasci
eus, do 15 do ramaio, desta encyclopedia diemito
legisaicao, burisprudencia e analyse em geral, d(
Sr. Dr. J. R. da Cunha Salles.
E' digno successor do 10 fasciculo, do que nos
occupamos ha dinea
Ave oibertas-Em bdneficio da sociedad,
abolicionista do senhoras Ave Libertas havera n;
proxima semana, 110 thoatro Santa Isabel, urn os-
poctaculo dramatic, organisado por amadomes, son
do levado A scona o drama 6jonzaga, do malogradi
poeta Castro Alves.
Congta-nos quo acham-se muito adiantados o:
esnsios do drama, e quo os cavalleiros e daman
que so incumbiram dos seus diversos papeis jA s<
acham bem ra iestrados, polo quo o ospectacul'
prornetto ser intorossante e attrahente.
Uma commissibo da roforida sociodade ja tec
passado a m6r parte:dos bilhetes, e nern era de es
perar que outro fosse o resultado dos seus gene


rosos estoros.
Naufragio-No Diario de Noticias da Ba
hia, de 26 do corrente, lemos o seguinte :
- Perdeu-se na noite do 1 para 2 d'este mez,
vapor State of Florida, que sahio de New-Yor
para Glasgow no dia 12 do mez passado.
( Corre que o sinistro foi causado por explosion
accidental de dynamite. v
Tractar-se-ha nessa noticia do mesmo vapor
que alludio o Sr. Dias da Silva no cartao posts
que nos dirigio e hont,,m publi,:amos ?
Ha, entretanto, inconip uencia nas datas; mas
possivel que, em vez de 1 para 2, comno diz
Diario de Noticias, tracte-se na noite de 21 par
22, e entio as noticias se acordarao.
0 Ceara Livre-Recebemos um exempli
do periodico deste nome, que pelo Club Ceard L
vre foi publicado ante-hontem em homenagem
pequena e phenomenal artist Julieta dos Santo
que fez beneficio no Theatro Santa Isabel.
Agradecemos.
Esmola Uma senhora. que se quiz conseo
var incognita, remetteu-nos hontem 1000 para
familiar pobre de Afogados, que por esta folha nr
eorreu A caridade public. Fal-a-hemos chegi
ao seu destino.
Theatro Santa Isabel Realisou-e
n'este Theatre o expeotaculo previamente annu
ciado a benefieio da maravilhosa actrizinliam J
lieta dos Santos.
Bern que nao fosse, como soerin para desejar,
concurrencia de esqectadores, attento o merec
mento da beneficiada, foi todavia regular.
E' corn effeito phenomenal a pequena actriz.
No desempcnhoAdo drama Arthur em que 11
coube o papel do protogonista foi de uma corre
cao artistic, sorprehendente em +1o curta idad
Na lucta entire a promessa de um future grate
dioso, e o doe sentiment de um amor filial foi
pequena Julieta de uma felicidade difficil de s
initada, interpretando corn a mais perfeita ni
turalidade as tranzigoes dramatieas.
Na comedia final ainda a meniua Julieta tiroi
se admiravelmente interpretando o character 4
uma erianga travessa.
Al6m das ruidozas manifestaees de enthiiusia
mo de de que foiolvo, recebeu a bencficiada mi
teo e lindos presentes, bemrn como grande nume
de ramalhetes.
Em bumma foi uma noite de completeo-triump
p ira a sympatica aetrizinha, a quern felicitamos.
Mes nAffrlano-No domingo proximo, 10
junho, eneerrar-se-Mo os pies exereicios do mn
nde Maria nas seguintes igrejas :
Na matriz de )anto Antonio corn missa cani
da 4s 7 horas da manha, primeira communhlo d
meninos eathecismo, commun)Ao geral e prati
analog. .' -
As 5 horses da tarde do mesmo di a haveri pr
aisslo em ronte da matriz sendo os audors
Nosea Seuhora e do 80o JW a gas psios I
ninos da erimeira oe*muhihIo


amn Waainha e ben*a do aamnooeuad
a tr~uaf Bftgrada, o Bevdw. 1CO13tw *11er
Durant ee actos toara umna banda de msaO
marew.
* pte.-Ante-hontem as 9 horas da note foii.
vaptada umra orpliA, de nome Maria Carmelitana
do Sacramento, por urn individuo resident a ras
Imperial e que se chama Jovino Castro Bruno.
A raptada morava em easa de eas cunhados i
run das Caladas n. 42.
0 Sr. subdelegado dp 1.0 district de S. Jos6 logo
que teve conhecimento deste facto requisitou R pri-
slo do criminoso ao sen college do 2.o district da
mesma freguezia.
Corn isto 6 terceiro inquerito que aquella autori-
dade prepare sobre rapto de menores orphas. Oxa-
Ia possa elle conseguir amparar a todas ellas con-
seguindo a reparaoo das faltas commettidas pelos
seductores.
Navlo encontrado.-A proposito do que
sob esta epigraphe escrevemos hontem, communi-
cou-nos o Sr. commendador inspector da Alfande-
ga que tendo tido sciencia desse success, no dia
27, por urn telegramma do Dr. juiz municipal de
Barreiros, dirigido ao Fxm. Sr. president da pro-
vincia, fez seguir no dia 28, As 8 horas da ma-
nhi, para aquelle ponto o cruzador Meduza, le-
vando A seu bordo o Sr. guarda-m6r corn autori-
sagio para dar todas as providencias que as cir-
cumstancias exigirem.
At6 a hora em que escrevemos nao nos consta
que tenha regressado o cruzador Medusa.
Em tranzito.-0 paque'e Mondego levou
hontem para a Europa 233 passageiros, sendo 19
tornados em Peraambuco.
Comnmissao Central Emancipado-
ra.-Esta commissao reune-se hoje em sessao, as
7 horas da noite, no lugar do costume.
0 culto dos santo --Enviaram-nos um
folheto de 66 paginas, em8o corn titulo o culto dos
santos, resposta ao Sr. de Lacy, ministry da seita
dos chamados evangelistas pelo Padre Constantino
Gomes de Mattos, cura da Sd do Ceard.
E' um livro de polenica religiosa, escripto corn
certovigor, e que demonstra estudos accurados no
seu autor, A quern agradecemos o mimno.
Para fanmilias pobres-Reeebemos hon-
tern para distribuir corn families pobres 15,000,
sendo 10$00Odo Sr. F. A. e 5000 de um assignan-
te desta folha, que quer assim commemorar o 160
anniversario do passamento de sua digna mai.
Fizemos assim a dcstribuiAo :
A viuva de Joio V. de Junior 4,000
A farnilia pobre de Afogados 43000
A' familiar pobre do beco do Bernardo '5)00
A' viuva de Gregorio Jos6 de Carva-
iho, na rua das Nynphas n. 7. 34000
Loterla da provincia do Rio
de Janelro:== Eis os numtneros mais


premiado.? na 1.2 parte
(339 A,) em beneficio da
Loucos da provincial do


da 5.a loteria
Enfermaria dos
Rio deJaneiro,


oxtrahida em 21 de maio"
Numerous Premiow
3.792. 20:0006000
1.463. 10:0004000
3.946. 4:000000
2.840. 2:000W000
1.966.. ... 1:000000
5.197. 1:0004000
2.372. 8000000
2.435. 8005000
3.297. 800-000
4.607. .. .8004000

NUMEROUS DOS PREMIOS DE 500,000
66 1818 1 4998 3791-Approx.
1641 3175 5349 3793- 5
NUMEROUS DOS PREMOS DE 2004000
694 i 3732 4497 5613 |
3068 1 3873 4540 1462-Approx.
3340i 4034 4688 1464- ,
NUMEROUS DOS PREMIOS DE 1006000
112 2083 3082 4010 5836
599 12148 3090 4241 5872
1058 2428 3676 4729 5874
1118 2534 3685 49721 5955
1467 1 3058 13978 4985
NUMEROUS DOS PREMIOS DE 404000


39
217
292
313
396
404
450
519
566
584


787
791
870
903
951
982
1001
1042
1155
1162


1185
1297
1389
1401
1533
1564
1720
1741
2217
2361


2464
2512
2656
2672
2673
3114
3230
3296
3856
3864


4314
4454
4461
4891
4908
4948
5047
5162
5233
5880


LIeiloe --Effectuar-se-hao :
Hoje :
Pelo agent Carmo e Silva, ais 11 horas, no lar-
go do Corpo-Santo n. 27, de moveis, lou9as, etc.
Pelo agent Pinto, As 11 horas, na rua do Vi-
gario n. 21, dc pesos, balanuas e medidas.
Pelo agent Pestana, ao meio dia, na rua Vidal
de Negreiros n. 2, da taverna ahi sita.
Pelo agent Guismao, As 11 horas, a rua do So-
cego n. 26, de moveis, loupas e videos.
Pelo agent Britto, As 10 1/2 horas, na rua do
Rangel n. 41, de moves.
Pelo agent Alfredo Guimarties as 11 horas, na
rua do Born Jesus n. 45, de moveis, lou9a, livros,
etc., etc.
Pdlo agent Silveira, As 11 horas, na rua Bella
n. 14, de moves, etc.
Amanha :
Pelo agent Carmo e Silva, ao meio dia, na
t avessa do Corpo Sauto n. 27, -e predios.
'elo agent Brito, Ais 11 horas, na rua do Fog
n. 47, da typographia ahi sita.
Pelo agent Silveira, ao meio dia, no largo do
Paraizo n. 26, de dous bois e um novilho.
Pelo agent A. Guimaraies, A& 11 horas, na rue
do Bomn Jesus 45, de fazendas limpas e avariadas.
issas rnebr"s=Serao celebradas :
Hoje : As 8 horas, na matriz da Boa-
Vista, por alma de D. Maria Balbina de Gusmio
Martins.
Amanhd: As 8 horas, na matriz da Boa-Vis-
ta, por alma de D. Clara Carolina da Fonseca
Caroll.
Segunda-feira: As 7 1/2 horas, na matriz da
Boa -Vista, pos alma de D. Beatriz Bittencourt
Corte-Real.
natadouro publico. Foram abatidas
no Matadouro Publico 66 rezes para consume do
dia 30 do currente.
Paswageiron. --Entrados do sul no vapor
inglez. Mondego :
Joaquim de Souza S. Cunha, Felieiano da Silva
Pinheiro, Jos6 Ferreira da Silveira, Joaquim da
Costa e Maria do Nascimento de Jesus.
Sahidos para Europa no mesmo vapor:
Alfredo 0. S. Coelho, Antonio Jos6 Baptista,
Silvina Rosa Martins, Maria E. Martins e 1 filho,
Manoel da Silvei, Carl Jaborg, Meldronn e snue
senhors, Haniag le I ueO, lowseey el aho,
Arthur Jatenall, Mad. Willex, Jose6 Luiz dos San-
tos, Domingos M. A. da Costa, Gifford, W. Crop-
ley, Ruley, J. Richard e Beuto Martins de Freitas
Pedrosa.
Entrados da Parahyba no rebocador Vic-
Ioria:
William Willise e R. Pattenall.
Sahidos para o suln no vapor national Prinei-
pe do Grdo-Pard:
Belmiro Firanciso da Roolk, 4 uean-nee w rs
cuahada. -;:
LOeweLa da *:80tt* IS(;:<|
cIten Ura extraida a 100 eOwUG -i
nfiio ea Ordem Tft""k*.ad
Otlinda.-n lA ^rWIatah.WI5l!Bt u *Ul~fl ^


apt*

































dia eatrairm para o mesne


>9 diversas
0, milho e feijo


327 kilos
S20 cargas
81 ditaa
3


Carneiros 3
: Preos do dia:
s. Cri* "iWe de de 560, 400, at6 240 reis o kilo.
Suino a 640 ria o kilo.
Carneiro a 1, idem.
Farinha de 509, 400 at6 280 r6is a cuia.
Milho de 480 a 400 r6is a cuia.
Feijao de 1800 a 1A200 idem.
Foram arrecadados:
61 talhos de carnet verde.
14 ditos de suino.
11 ditos de fressuras.
65 eompartimentos de legumes.
40 idem de farinha e co midas.
Dove ter sido arrec',dala neste di i a imnpor-
vtancia de 2155140..
Form mandadas laugar ao mar graado por'a,
Sde fressuras.
Casa de Deteaneo.-Movimento dos pre
aoS no dia 28 do corrunte :
Existiam presos 314, entraram 8, sahiram 13
existem 309, a saber: nacionaes 282, mulhere
8, estrangeiros 6, escravos 13 -Total 309.
"Arraoados 292, sendo : bons 276, doenites 1f
-ToLad 292.
Movimento da enfermaria :
Tiveram baixa:
Jo o Manoel de Lima.
.Iguacio Mathias Antonio de Souza.
Cemiterlo Prablico-Obituario do din 23
do corrente :
Julieta, Pernambuco, 4 mezes, Boa-Vista : tu
berculose.
Altredo, Pernambuco, 1 din, B.1-Vista ; dcbi-
lidade congenita.
*aria, Pernambuaco, 11 mezes, Bo.a-Vista ; den
ti -.
"raz R-igino dos Santos Ro'is, Pcrnambuco, 25
annos, Santo Antonio ; tubercul )s mesentmrio.
Guibihermina L-3onille de Mll., 22 annos, sol-
teira, R cife; tisica.
Mauoel, Pernambuco, 6 horas, Bja-Vista ; an
nascer.
Manoel, Pernambuco, 1 anno, Boa-Vista ; dcn
tliea.
MVaril, Pcruambueo, 1 1/2 anno, S. Jjs6 ; c)n-
valuses.
Jos6 Cahltiaa, Pernambueo, 11 dias, Boa-Vista
fraqueza congenita.
Joao Pedro Garib.l le, Italia, 36 aunos, soltei-
ro, Boa-Vista- ; febre perniciosa.
Faustino Gomines de Andrade, Penu-mbuco, 6'.l
annmos. viuvo, Boa-Vista ; variolas.
2 destes pela caridade.
25 -
Jo.o, Pcrnamnbuco, 11 mezes, Recife ; denti;!i.,
Edmundo, Pernambaco, 2 mezes, Boa-Vista
eonvulse .
Angelica Maria dos Anjos, Pernambuco, 75 an-
nos, vinva, Boa-Vista ; erysipela.
Augusto Cesar de Azevedo Guedes, Portugal.
55 aunos, solteiro, Boa-Vista ; encephalitc.
Marceliuo S:hlvador, Africa, 35 annuos, solteiro,
S. Joso6 ; estupor.
Adri.o, Pernambuco, 3 mezes, S. Jos6; gastro
enterite.
Mano-I, Pern-mbac-, 1 di.. B)a-ViWta; es-
pasmo.
Lourenpo Justiniano Ramos, Pernambuco, 46
annos, casado, Boa-Vista ; beribere.
Severino Jos6 de Mello, Pernambuco, 2"1 annos
aolteiro, Boa-Vista ; bexigas.
Elias Coelho, Pernambuco, 68 annos, solteiro,
Boa-Vista ; bexigas.
Manoel de Barros, Pernambuco, 30 annos, ca-
sado, Boa-Vista; bexigas.
Maria Felicia, Pernambuco, 1 mez, Po o; diar-
Sbha.
Christina, Pernambaco, 17 anu,)a, solteira, Po
go; tuberculos pulmonares.
5 dct-astes pela caridade.
26 -
Jose, Peruambuco, 45 dias, Santo Antonio; cun-
tero colite.
Virgilio Emygdio dci Cost:t, Pernamnbuco, 1li6
.anos, solteiro, Boa-Vista; tuberculos pulmo-
S Bares.
Lucrecia do Rosario Britto, Africa, 65 annos,
solteira, Boa-Vista ; lhemorrhagia.
Candida Miagna de Srnna, Peruambuco, 50 ain-
uos, ieasada, Boa-Vist.a ; tubcrculos pulmonares.
Joan.n, Pernambuco. 2 mezcs, Gra.-i ; herme-
petismo.
Antonia, Pernambuco, 3 mozes, Santo Antonio ;
colica septriotica.
Joanna, Pernambuco, 13 dias, Boa-Vista ; f'a-
queza congenita
Jose, Pernambuco, 13 dias, Boa-Vista; fraque-
za congenita.
Migucl, Pernambuco, 7 mezes, Santo Antonio ;
convulseos.
Emilia, Pcrnambuco, 18 mozes, Recife ; ente-
rite.
Marcellusi Maria de Jesus, Pernambuco, 28 an-
nos, viuva: Boa-Vista ; diarrhea. .
Raymundo da Costa, CearA, 40 annos, solteiro,
Boa-Vista ; tetano.
Bellarmino Leitao, Pernambuco, 29 anaos, sol-
teiro, Boa-Vista; diarrhea.
Jose Benedicto, Pernambuco, 20 annos, soltei-
ro, Boa-Vista ; bexigas.
Luciano da Hora, Parahyba,60 annoa, solteiro,
Baa-Vista ; hemorrhagia cerebral.
Maria, Peruambuco, 18 dias, Boa-Vista ; diar-
bha.


Destes 6 pela caridade,
-28 -


Maria, Pernambuco, 11 annos, Boa-Vista ; es-
pasmo.
SMaria, Pernambuco, 4 mezes, Recite ; gastro
S enterite.
Jorge de OUveira, Pernambuco, 2 annos, San-
to Antonio, anemia.
;Maria, Pernambuco, 3 mezes, S. Jose ; con-
vuWaies.
Urban, Pernambuco, 18 annos, Boa-Vista;
S diarrhea.
Maria Josepha, Pernambuco, 25 annos, solteira,
Boa-Vista ; anemia.
Jolo Carlos, Africa, 70 anaos, casado, Boa-
S Vista ; diarrhea.
Maria, Pernambuco 1 hora, Boa-Vista ; con-
gestlo cerebral.
Philomena, Pernambuco, 16 anmos, solteira,
Recife ; tuberculos pulmonares.
S Destea 4 foram pela caridde.
'E -.


CUONICA JUDICIlAR

4 atait Commereal da eldade do
,*. leele
r EM 29 DE MAIO DE 1884
"PUUK DZCI DO IL L ea. CONMMEDADOE JOAQtM
k-q 'LOPBS MAUCAIIDO
.. -etario Pr. JU -
V4^^ A #' z bowas. e meia da stU bd r-


-W 1100 M. -, xt


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C - tado qut o 9 "In' w fi was -esfa .ow.oa
somwiQteri'roeo Wabrow aip
ma9bS e do swuto, e mee as autoritkadu pisi
ejwdieiariaw estiv s erenm wrSeocrdo aPn
da eleiio para epat do ger-aes.
Estas palavraws- io a mais formal ooodemag&
de quem as a ereveu e daqueUes.que o mandara
fzer. Dej quom partio a primeira podra do ii
solto e da diffiumalo ? -
Quemn foi que vco primeiro A iriprensa e assa
con improperios coutra o distinct juiz de direil
e'depois envolveu-se na capa do anonyino, fugin
do i responsabilidade do sou acto ?
Poderiamos levar a discussao para analyse del
te facto ainda recent na memorial de todos e m i
umnai vcz mostrar do queo lado ost.i a r.tzAo e
justiqa.
Mias, como alcmin de ser elle bemrn conlihc do,
nosso intuit 6 sineute denunciar o piano da Dia
rio de 16 e destruil-o, nio o far,-inns, occupando
- tos someIte corn a nossa niisslo.
Depois de muaitas cousider.t.u5es sobre o estadi
o da political liberal nesta comarea, terminal u
por muitos-convidando o partido a unir-se
Poderiainos dizer ao articulista que tal deunia
nao existe no nosso partido, desde qne a igreij
t, nha pt.litica, quo aqui pretend dietar lei, tudopod
s ser menos o partido liberal, comp.isto dc hom-ni
serious, que nilo sc guiam p :los iuteressms c pui
Segoismo.
Concedendo porem, que tal disscnslo exist.
quem foi o autor ou autores de tal rompimeuto
Qual o seu m,)tivo ?
0 artigo do Diarina de 1 dcixou entrever que
partido estava divergent grag:ia- ao distiacto jii
de direito,, e assigna como mi.)tiv) desta disscnsic
a n;.o reintcgra;ao do cargo de aapplente de dole
gado do Sr. Antouio GomLa do Andrade Vascon
cellos, demittido por proposta d.aqualle iutegr
miagistrAdo.
Isto poremin n3o 6 serio. A deinisslo do Sr. An
tnio Gomes ji foi -xpliiil-j por" aquelle, que
* propoz, e quiando ella fosse inijusta, poderia servi
por ventnra de p )rotesto par o esplih:tcelainento d
uin partido ? Porventura ;a pcrs.ii:lidal, d) Si
Antonio Goins csta acimn dos itteresses do p.ir
" tide liberal.
Isto nao 6 s6rio rcpetimol-o, e portanto fcillc
mos coni franqueza. Diz o arti.ulista q|a' o pItr
tido esti em divergencia. Pois bomrn. stA, ; e se ,
estA devc-o a ahjlen, que nuao contando corn syinm
Irithiias no eirculo, tein empregadlo to.los os meio,
p:Lri im;)or nos directories a sun e mindidatura ;
alytter que quiier ii ousta da dignidiade do tbloitora
Sdo satitazer um caprnclio, aos sCus amigos, qn
ilieorin a f,)rr^: iinLor ;: lohitr.s deste cirau!
Sinna c.itnididatura, quo bIles u odio.a.
E' est.t a verdadc !
S Este 6 que 6 o motive da diver'gnciat iloico!)br
ta pelo articulista do Dianrio de i, estc e que 6 ,
pjl;Lo ii 1-1n p,)r tl iVW to0--3U :itts til)5 s(16 s alUir
tos, inia' duzia, do liomen.i, Cujo ntico i.I6.tl puliti
c 0o 0 sreirm os potentados destl, c"!iarea.
E firnesi nicte proposito teem I:,n:t;Ldo m3o ld
tOdos o.i mcioi par.nt o resultailo do sea cialculo
Schegando a terem a estulta preteng^o dc remove
rein o di-uo juiz de direito.
Firms neste propisito) fui qc instigariam o Sr
Antonio Go:n tmi hoaiem inhi 'aent,, a atirtar-se
Ai itmpronsa assacando doestos contra o Sr. Dr
Hisbello 1'lore'ntino Correia do Mello. fazendo-sv
rt,-entido coin a sun de;niss.o, iiii.b. o vrdadci
ro inmotivo toi o convencer--se o Sr. Antonio Vicen
toe da Costa Az.-ved) do qua a su:t iifluenci.. n:
p)olitica desta comarea 6 puraiinzutc negatica.
S Finesncs te proposito foui aiuda quo apparcec
rani no Dia,'io de 24 de al)ril c3in o plseuitoiynym
S.le Joaquim Ferrci'a da Costi, co!iflr:,iUudo as pa.-
lavras do Sr. Antonio Goines corno so ellas foastin
Sa opiniao do p'blico seutato, e nio o inmodo d(
pensar do tal corrilho politico.
Firms neste proposito, foi finalnente que sur-
gio--um por maitos-descobrindo divergencias no
seio dc partido liberal nesta comarea e attribu n-
Jo-as ao hinradojuiz de direito, ciuja potitica teir
silo distinguiiir co;n consitlera'.Io os ho:ucus dt
hein do incio eut que vive.
E tudo isto para impor-se a elei..Io dc uim lin
in.n, quc Ial It) Ic tituli s qUc o rec -unendenim no:
eleitorcs, t,'ein em)regado moeios de diversas natu-
rozas, tiadontes :n> mne;moofim-a sua ebcicdo-.an
; tecip:iido ;a sun aimlcsentac.i, ), scu n uo os di;rec
- trios tniih:iin aiuH i orgauisad) a ,liapa do par-
tido.
0 piano in tthavcelic), pormm, luto produziri (
effeito desrjatdo, p'irqlue aquiciestamos n6s dispOsto:
:t dizer tola a vermaide e antes ,lc tu.b ) i:st:;io bou]
sensor c eritario dos directors do nios.so p irtido
do) eleitorado iudependieate dosta circulo.
Continuarornos.
Nazareth, 27 de mala do 1881.
0 imnparclal.

Assemblea Provincial de Per-
nambuco
rend., silo .tprcsentalo uan Ass'umbl6a Proviu.
citl p proj'-cto n. 107 d'esta anno, paira a creaico
do am cirtorio de contuidor e distribuidor dos fei-


28 de maio-1884. Ao eleitorado do 2. dislridlo
Ribeiro da Silva. Conscio de quo, no exercieio do manda-
g:--M --- I -to do representante desta provincia corn
qUe fui honrado, tenho procurado corres-
Sa ponder A confianga do digno e independen-
I volo de gratiddio to eleitorado do 2.o district, e nerm um s6
N moinento esqueci os interesses de mnha
N din 24 do corrente, rccebi de mssenhore, e.tremecida provincia, ouso esperar iquc
o IllIn. Sr. tcnente coronel Augusto Octaviano de
S.)uza e sun esposa a Exm. Sra. D. Clementina Oc- n,:r-me-ha renovado o mesmino mandate, no
itavia de Souza, a minha liberdado, sem onus al- proximo pleito eleitoral.
gum para mim. A emoao profunda, que senti Se apresentar-se algum outro candidate
ucssa occasiAo, turbou-me o espirito de modo que cn nomo dojiosso partido, para que nao
iiao pude articular urma palavra.jasarifida a causa liberal, applarie
At occasibes como essa, a lingua immaudece, pei macnficada causa liberal, apellan e
pINri deixar que os olbos fallen. A alma, essa previamente para o eleitorado e, sendtme
fonte de ternura, esse mananncial de sentiinento c ca trario o seu juizo prvio, comprometto-
tle gratidio reflete-se no semblante corn expan- trariobalhar peu juizo prcvio, compreomerido
1Ses indefiniveis, que nao se pode explicar. A pa- i
lavra nao tern sons harmoniosos para expressar o comin o mesmno ardor corn que trabalharia
qun- so pass no coracio. Ag.arra-s, a m,'o ben- l)la ninha recleiio, porqne reconhego no
fcitora e deiixa-se cahir n,-ll-t mii-i lI.-riQti urn ma:I it.1ratlo o unico j uiz quo nme p6tlC cou-
bcijo, quo s.,o o p.)em:L do r'e.on!ihocioauto e d.d t.) i .iar ou sagrar os ineus servigos.
F,ii o quo fiz cntio. Abolieionista quo naio transige nemn se
IL.j,1, porc'n, venho do :Ilt d:t imprensa prot's- "'tr.iwti, mas qu-3 nr.o qit;r a subversao da
tar aos- meits beinfeit-.es o mn otertmio reconiei-L .',il-.a public, si tivor- do ser condomnado
monto e ituiulia (dLdiqAqto s50un liitos., p:)r aor da santa causa quo abracei, dar-
Niao posso tamiem deix tir de confessar-me reco-pr baan copensado tendo por
lnhecido aExma. -ra. 1). Maria di Gloria Adelai :- por ba nt compeado tndo pr
dc do So-iz:t, digna irini de m-!u ex-senhor, pelo ouilai,) politico a grande bandeira a que se
nmuito interessa quo sounpre tounou em proteger- abr;ga toda a lhumtnanidade.
me no sentido de tio assignalado beneficio. Confio a sort de minha caudidatura aos
Nunca me es-auecerei de bem dizer as mios quo .
comn tanta gencrosidade quebraram em meus pul- rucuns amigos e correligicnu.rios, cuja dedi-
sos as cadeias da escravidio, como nunca esque- cagao censtitue a minha maior gloria e mi-
cerei de, ajudado das gragas de Dens, fazer me nlia uni;a forga -, e qualquer quo seja o
sempre digno da liberdade. doscnlace ajdeixaroi de continual a ba-
Desculpem os mcus bemfeitres esta mauifesta- dsna 1deiaroi d ni a
Dao, que n.o tive forias pfa aaffoear. talhar nas prineiras linhas pala causa da
Recife, 29 de paio de 1884a. patria e pelo bern da provincia que me or-


Pedro.


AO public

Hontem deu-se nesta cidado urn facto
que merece ser desdo jA exposto corn fi-
delidade, afim do nao triumphar a calum-
nlia.
Tendo sahido a sorte grande no bilhete
2,210 da loteria da provincia, Antonio da
Silva Azevedo, empregado na estrada do
ferro de Caruarfi, prooutou o Sr. Alfredo
Ferreira do Albiquerqu para pedir-lhe em-
prestado cinco rail reis, e nests occasilo di-
zendo que tinha achado um envelope na
calgada, e manifestando desijo doe abril-o
ao que so oppoz o Sr. Afredo, semp
abrio e achando um biAote, pedio sao Sr.
Alfredo para associar-so iele.
0 Sr. Alfpdo nWoWiat 1 acredita4 e
conhecido nest cid ba f6 ace
o offermermto0 e p & ,ua.s
Atmio Pdam t.. olh *
s), ien^


gulho de rmpreseutar no parlamento na-
cional'
Recife, 19 de maio de 1884.
Josw Marianno.



DR. CAIRNEIRO LEAO
XED|CO
Consultorio e residencia a rua Duque de Caxias
antiga do -Queimado, n. 88, 1' andar.-
Consultas deo U 2 horam da tardo.
Chamados p pto a qualquer bhdra.


Comsaie rio medico
S0 Dr. Joe de 8A Cavalcante de Albuquerque,
dU ooasultas das 10 is 12 horas da manha, na rua
doe Bom Jesus n. 20, i1 andar.




Wi-i
]D._si^o


I;t .dd~j At' aexja estabeUdad.
& "sWmWWid .p da.jndi-
;ei'iil .w~dl^i^ itva~do AUOe-
Wi erale ;. ^ 0 -.dc res-
o sqe uppliaate Ssra& ue do d are-

.t-hrioe!r 6 para o
fim do = R0-U6. o _641.J-%xi.te, ie e, 6
a lei proviia r. S 28 4 maio de 1870 que
Screen o offiiode emtadr e degtribuidor do jzo
Sdos feitos da &secd&.
Em face do quo o suaplicante agaba de expor, e do
mais que a sabedoria e illustrago de V. Exe snp-
prirA. espcra que seja conaidera lo de nenhnm ef-
feita o projeeto n, 107 do correute anno, visto cx-
iktir o de n. 926 em virtude do qual fora creado o
ofli.io quo o supplicante exerce.
Ncstes terms pede a V. Exr. deferimento.
E. R. M.
Recife, 28 de maio de 1884.
Henrique Cecilio Barreto deAl meida.

Festa do Divhino Espirit.o-Santo
A mesa regedora da irinandade do Divino Es-
pirito-Santo, tendo dado grtndle impulse as obras
tlc suin igreja a desejando fazer-lhe umamotfesta
tfstat para commromoral o t-1o assigalado dia do
Peiitecoszes; espera dos irmnos e devotes a sua
v\'lisLi coadjuva'o ncste enmpznho, send ella
cofurmic o seguinto
PROGRAMMA
A. ) inio dia de sabbad. 31 do corrente. subiri
aco aru:na grande gyrandola do foguetes, precedi-
id d.i cx,.ellente maisica do 14- do linha, anuun-
ciai Ilo a;L vespera do grande dia. %. .
Diingo 1 de junho, ais 4 112 da manha seri
reada uina misSa em tcudlo de todos os irmaos
viv, c lefuntos.
A's 5 horas, serAi annunciada a alvorada por
uint salira do 21 tiros ao soin da roferida mu-
sic.t.
A's 11 IhoriAs cutrarl a festa cuja orehesta ser-i
re.ida pelo maestro ol.is, scu:lo os solos cntoados
pv.o\4 in 'Ihores artists da eillade.
E1' oflieiante o uti illistre Dr. governador do
Bispado o Exin. conego L',iz Francisco de Arau-
jo, oraiudo ao Evangelho o Rvm. e elouqcotc p itdre
';Ulid,'i:t3, flula a festa subir. ao ar urn lindo e
rii(> ballot deuominado o Balao do Anjo, offere-
eido pel. juiz da irmandade.
A's 5 horas da tarde terai lugar um modesto
lB.tzar do Prondas sobresa indo muitas do yalor,
o equal acha-se armado no sallo anterior a na-
christia.
A's 7 horas cutrar. o Te-Deun, sendo oradoro
bmin conbhccido pr6gadorda capella imperial Rlvm.
L'onardo Jobo Grego.
E'in tdos os intervallos dos actos a music !do
11- f.rlA ouvir os acordcs harrnouiosos corn as ra-
rinad is. p'.as do sou viva rcpertorio.
0 cscrivwlo,
Mtminel Felippc de S'oza.


A' e9ulleta dos Santos

(NO SEU BEXEFICIO)
Cri'in.a, artist! Ea venhio por citre as o',acus,
(Jeculito ua penumbra de inilia iucompctcncia,
Est.ts lmres trazer-te, que emb6ra scm essencia,
V.'To timnidas exprimir-te as minimhas saudac'3s!
E'u quizcra dizer-tc em pluh-ases do ma.ia,
Quw es uma nova estrella d'um novo hufir'tmonto:
-Q'ir brilhe a Ida 1 noi:c ou fulja o sol do dia
L' nenos r.adianto que a luz do teu talento!
E'tI quizera p iider n'uas versos atruamtte's.
-i,.plectos de harmoina, energicos .viibranteta,-
Eadeuzar teu genio infante oc alvigareiro!...
Mas s6 posso dizfr-te, phenomenal artist,
Qite fizeste da scena tua lacida conquista:
-Tu 6s a constellagio do paleo brasilciro I


Santa Casa da Uliserleordia do
Recife
Perante a Ilhna. junta administrative debtL
sauta casa, na sala de suas sessues,- pelas 3 horas
da tarde do dia 10 de junho vindouro, ha de ser
arrematada a quem mais vantagens offerecer, a
propriedade Ilha do Nogueira, pertencente aos
estabelecimentos de caridade, sob as coudicqcs
seguintes :
Pagar mensaimente a renda annual de 1:6001.
Ser o arrendamento por tempo de trees annos.

COBIERCIO
PraTti do Etecife. 29 de malo
de IS4t


Camblo
Cambio


% f I '. t tmiI
A' :*. horts- da tatdec
s;',ir' Lii .lr.'. ; i--t-I l' 314 d. por 1.J30),
&I I,.tm t "a, .rt !. I '
so'-,'', Li'st:i .'.l' Idi tv. 11A 0/) de nrinmio,
.i an:nc, li.
d. /. d.i*' I.' ''. o.h i ties,
!'-. tsi^ ,'.'
A. .'-l.e Amorim Junior,
Secretario.


RENDDIENTOS PUBLICOS
MNez d r. miuo dir 184
t.pMANEUOA=De I a 28 892:149A150
Idom de 29 29:2635756

921:412A906


,arBCBoaLu=De 1 a 28
Idem do 29


,koNSULADO PRouVINCAL--De 1 a 28
hLm de 2J


RCIFrS DaMAor,--De 1 a 28
[dem da 29


44:756A343
1:425A970
46:182313
99:7995A52
4:4274678
104:2265830
13:3163509
635A657
17:952t166


DESPACHOS DE EXPORTA(AO
Em 28 do maio de 1884
Para o exterior
No vapor inglez Marimer, carregou :
Para, Liverpool, J. H. Boxwell 2,500 saccos corn
187,590 kilos de assucar maseavado.
/ Na barca pdrtdgueza Xova Vmacedora, car-
regou: *
Ptra o- Porte, J. S. Loyo & Filho 935 sacco.
eom 70,125 kilo de asees branco e 949 ditos
corn 71 17 ditfgtd-diot mascavado.
.0o o ...wttH. ..a"w carrmou :
1a2o 3a ". .V..iT C. 1C uTuo" aiOa:

~Paza t~~A~k~. 871' oagsi.
N o -, -.-
._,..ci" '


NO"* on "semou&
SS. ,:d-boa
o'(i.e.grgaanpz qut logo
P nMaKWeo e nova podem de memento
efohecer, se 6 ou nao verdadeiro o bi-
Ihete.
0 que succedeu ao Sr. Alfredo de Al-
buquerquo, p6de acontecer a qualquer pes-
soa, que muitas vezes ha de ser victim
de sua boa fA.
Recife, 29 de maio de 1884.
Umn aniyo.


Theatre Sala Isabel

mi go.lia 0 ora t

bailabo

Empreza P. I. Iuzella
Devendo chegar hoje a companhia que
dovera estrear nestes poucos dias, a em-
preza avisa aos Srs. assignantes que ost&A
procedendo desde jA na-Livraria France-
za,-a arrecadaaglo das importancias das
assignaturas, na f6rma das condiges ante-
riormnente publicadas, a qual deverA terini-
nar no dia 1' de junho.
Depois deste praso ficara livre A empre-
za o direito de dispor dos lugares nuo re-
clamados, afim de attenler a outros pedi-
dos.
Rocifc, 30 de maio de 1884.



Bom-Jardim
Assassinatoes da Inveja
No Diario de ernambuco, de 11 do corrente vemn
publicado um officio reservado do Dr. Jose Gomes
Coimbra; emra que, informando sobre os assassina-
tos da Inveja, me accusa, e os disti ctos cidadaos
advogado major Lellis e capitao Jos6 de Arruda,
do scrmos autores de terpezas, procurando envol-
ver no crime da Inveja pessoas estranhas, e amea-
cando-o sobre-o resultado do process, etc.; por-
taunto, protestando contra tal inverdade, peo au
public que suspend seujuizo, que breve respon-
dcrci cabalmente provaudo o quanto for leviauo o
D)r. Coimbra, qne tendo se declarado meu inimigo
nala poupa para perseguir-me e iucommod.ar-me.
!?R eva dizer logo que a base da intormaqLo em
deifeza de scus protegidos 6, que Lgnreno foi A
piiata do capiti e travou lueta corn os assassinos;
inas isso esta distruido corn o exame feito pela au-
t ,ridode policial no lugar da emboacada cerci dc
.'- braqas autes de chegar ao capim, e niuguem
aiida negou a premeditaa.o do crime e a circumins-
tinacia da emboscada.
0 pai do infeliz Loiurenqo foi quem denunciou,
e o;tt naoo couhecia, vi-o quando veio a minlh: casa
tgradecer-ne os soccorros que prestei a seus filhos
conduzindoo vigario para o confessar, e incum-
bitido-me doseu funeral a pedido da viuva, c j;'
ile vinha corn sua queixa feita, e apenas passou
aqui a procuragao, e urn home incapiz de sug-
gestoes dessa ordem. 'Tniho tambem de dar al-
tiaInas palavras em resposta aos insuitos do inep-
to advogado Jos6 Cypriano c de sea coustituinte
J,,s6 Antonio Duarte Costa, e o farei opportuna-
mentp.
B)m-Jardim, 19 de maio de 1881.
Niculdo Antonio Duitre.


) Dr. S.uto Major, medico, da consul-
tas na Pharmacia Popular, run da Inpe-
ratriz n. 71, das 11 horas da manha. as 2
da tarde.


Faruiha final de Mag6, IV qualidade, litro.
Farinha fina de Mage, 2a qualidade, idem.
Feijaio preto, idem.
Feijaio mulatinho, idem.
Feijao branch, idem.
Figos passados, kilogramma.
Frangos, urn.
Gallinha, rma.
Ge!ha de in.o de vacca, kilogrammn.


-No vaper nacioInal-P. do Grji Pu,'i. -.r-
regod :
Para Arneaei, P. Alves & C. 9 vo'uin-s e:,cai
SIO40 kilos tid assucar refinado.
No hIiiate national Giriquity, carregou :
Pl'ra4 o N:ttal, P. Alves &C. 5 barricas corn 5o)
kil.s dlc assucar '*efi.'-ado ; E. C. Beltrao & Irm;'o
2 saucos corn 1,')0 ditos de dlito im:sen\ado.
N, hiate ;.aecional D. Julia, carregou :
Fuara Mossort,, E. C. Beltrn.o & Irmao *2 birri-
(:is coin 1.818 kilos de assuicar branch c 20 d;t.as
e(inm l 86 ditos do dito refinado ; L. M. d'Asump-
,.o 5 pipas coin 1,410 litros de iguardente.
Na lIarcaa (aeiqic, carregou :
Pira MAlacabyba, M. J. Ramos 1 barril e 8 pipas
c 'm 3,888 litros do aguardente.
Na barcaqa Aurora 2a, canrregou:
Par.t Mossor6, E. C. Beltrio & Irmao 47 volu-
mes corn 3,159 kilos de assucar branco e 26 ditos
corn 1,377 ditos de dito refinado.
No hiate national Adelina, carregon:
Para Maeao, A. M. de Souza 6 barricas coal
450 kilos de assucar branch.

MOVTIIENTO DO PORTO
Navios entrados no dia 29
Buenos-Ayres c escalas 15 dias, vepor inglez
Mondego, de 159 tonoladas, commandant G. M.
Hicks, equipagem 77, carga various generous ; a
Adamson Howie & C.
Montevideo 19 dias, patacho hespanhol Prim.
de 123 toneladas, capitio Francisco Truch,eqiii-
pagem 9, carga zarque; a Baltar Oliveira & C.
Sahidos no mnesnmo dia
Bahia e escalas Vapor national S. ,alvalor'
commandant Teixeira, carga varies generous
Southampton e esealas- .Vapor inglez Mondego,
commandant Hicks, carga various generous.
Cabo Verde Barca portugueza Novo Sino'iO
iapitAio Jos6 Antonio Ferreira, em lastro.

VAPORES ESPERADOS"


Sirio
Teutonia
Rosario


Gironde
Pemambuco
. .MB
vine d9BaBsia

Authtor


da Genova
de Trieste
da Eurooa


- junho -
da Europa a
do nortea
do Paeifieo a
do stel a
de ]iu a .a
dbma a


hoje
hoje
amanhi


3
4
5
6

8L...
A-4


tos da fazenda provincial, transcrevemos a petietAo
flue dirigimos ;'t augusta Assembl6a, reclinand)
cintra tal prujeeto ; visto j' aclir se provide vi-
taliciaminente o incsmi officio, que fra cre.ido pela
lei provincial n. 926 de 2 dc rnma:io de 187 uendo
o actual sorventuario nomeado por decreto imp:-
rial de21 de novembro de 1882 :
l1lms, e Exiti. Srs. president e m'ii menmbr-os
da Assembla- rovincial Legilalica -0 tenente
Henrique Cecilio Barreto de Almeuda, serven-
tuario vitalicio dos officious de contador e distri-
buidor do juizo dos feitos da fazenda da capital
d'esta provincia. em virtude do decreto imperial
de 21 de novembro de 1882, tendo apresintado a
essa augusta Assemnblea o project n. 107 paraa
crcaqao do officio de coutador e distribuidor dos
feitos da fazenda provincial, vema perante Vv.
Exes. reclamar contra aceitagio e discussao de
tal project, por isso que import a creacao do of-
ficio que jA 6 exercido vitaliciamcnte pelo suppli-
cante.
Exms. senores, o supplicante ,6 contador e dis-
tribuidor dojuizo dos feitos da fazenda, juizo esse
privativo exercido por um juizo unico, e que abran-
go no s6 os ftfitoa nos quaes 6 intereasada a fa
zonda provincial, como a national.
0 officio de que o supplicante 6 merventuario vi-
talicio, foi crcrdo pela lei provincial n. 926 de 28
de maio dc 1870, scudo at6 entao a distribuio e
couta feita pAlo juizo dos feitos da fazenda.
Estabelecer-se uma lei para creacgao de am dis-
ri buidor e contador da fazenda provincial, 6 ad-
inittir-se que a lei provincial n. 926 legislou para
a fazenda national ; o que seria a mais palpitante
imversao do nosso pact fundamental. Crear-se
de novo o officio de contador e ditribuidor para
os feitos s6mentc em quo 6 intereasada a fazenda
provincial, alum de espoliar-se o direito adquiri-
do do supplicante, seria pretender nullificar os
effeitos do decreto imperial que o nomeon, n&
para a fazenda national., mas para o juiso dos
feto da fazenda.
COear-se um distribuidor para os feitos da fa-'
zends provincial, seria tornar anomala a @'Aetn-
-chi do umn distribuidor para a fazenda national,
porqne eristindo apenas um escrivalo, nada havia
a dietihuirs.. -.
atetante cor todo aScatamento o 'sMppicant
pe.s VOWia a deaiuimkar qu a Aetao 7
A.Be*si^&4 .am(puteaR pran legialarae^
w on -
** f *..j..^ -.--a"-!.-'jc-^.i- '^j -. *^'em -.~ d


/


Ta',.V* o do' 1A m e- .
NA. PLES.
TIEO. JUST
Re--. o d fabriaiite em

17----PRAVADO OCORP SANTO--- 17-



UITAS
0 Dr. Joaquin da Costa Ribeiro, juiz d,.
direito do civdel d'esta cidade do Recife, e
seu term, capital da provincia de Per-
tnambiuco, por Sua Magestade o Iinpera-
dor a quem Deus guard, etc.
Faco saber aos que o presente edital virem ou
d'elle noticia tiverem que por parte do gerente da
companhia da estrada de ferro do Recife a CaxangA
por sou procurador me foi dirigida a peticao do
theor seguinte : Illm. Exm. Sr. Dr.juiz de direi-
to do civel. 0 gerente da companhia da estrada
de terro do Recife a Caxaugai, vetn declarar V. Exe.
que estando teita a dcsapropriagao do terrenc c
casas do Manguinho peitcncente aos hcrdeios do
fallecido Manoci Pinto de Souza e depositado o
product, digne- seo'na form da lei, mandar affixar
edital por 15 lias para que chegue ao conhe-
cimento dos herheiros ausentes, a Fazenda Pro-
vincial e Geral ou a qualqucr outro credor, quo
esse product sera entregue por este juizo a qUeLi
direito tiver mostrando-se dividamente habilitado.
0 product depositado 6 6:000A000, e a desdpro-
priacao livre de imposto. Pede V. Exc. deferi-
mento, sondo a iatimaco :iLcostiLda aos autos de-
pois do3 15 dias nos tcrmos dt lei. Recife, 16 dc
maio de 1884. Jo(lo da Silreira Boryes Tarora,
procurador. (Scllada corn uina estamnpillihi de
200 reis regulamente iiautilisadji) em lita p,--ti,.;'o
pr.oferi o despacho do thicor seouintc : Con rc-
quecr. Recife, 19 de minaio de 1881 --Ribeiro.
E nada maisj secoutiuha cm dito dospaichu aui
trancripto.
E para queo chegue ao e)nhecimento do todos
mandei pasmar o presenteediuil corn o prasio i d 15
dias que seri publicado pelt imprensa c aflixadu
no lugar public do costume.
Da.lo c passado nesta ci.l.e do Recite ila Per-
n:inibueo, nos 21 dc maiodc 1881. Subscrev) e as-
siiio.-0 Cesri'ilo, Fedr) TcrltllaUo da Cuinka.
Joaqtnim da Costa RHidbehi'o.
Edital n. 2C
0 :,lminiistraior do Cunsulado Proviii'iail avisa
sos contribiuint3s los imposto; ie dcciui:t ur!.;ini,
sa!)re benris de coi-|)r;tq)2sl nilo i nort-i ; de 120
rs. por litro de viniho, vin-itgre c ag.-uirl-to., que
i minesma r,partie-Ao sa far.i a cobranwa tlns r'es
n)s innpstos, Ai bocca do cfrc, c.,ii r-Aa.io ao
20 semestre do exercicio correite (16.3 ;' 84) a
comecar no dia 1 de junlho proxiino futinr., dc-
Vw:,4otermiui;r no trig'sirn) iliai until, ni fhrna do
rcgulamcuto de 4 de juili, tr 179.).
Consulado Provincial de Pernaimbuco, 28 de
maio do 1881.
Frainis.)o A. d., Carvallo Morna.

Edital n. 56
S.'gunda pirna
De ordem do lli. Sr. insp-ector, se faz public
quI as 11 th.'ris do dtl 2 d, jinho vin loiro s~rzo
veididas em leio, in ) trapiche Coneei'.-!'i, as mor-
c;I.lorias abaixo jleclar.il is, a sib' :
Arm izein n. 3
3Marea DSP, 2 caixas ns. 71 e 72, vindas de
linamburgo 1o vapor allemiut Cear,' desearrega-
da3 no I de abril 'litiu). cont.n-l,) 50 ) kilogr.im-
mari de cartares de annuncios, abandanadas a.)
direitos por J. Sabiu) Pinliho.
Armazem u. 6
Marca HBkC, 2 esixas us. 2,601 e 2,f).5, vin-
d:is do Southampton no vapwr iiglez. DoIaro, des-
earrcadas em 26 c 30 d e janeiro de 1880, con-
rend,) 278 kilogramni's de casemira de la corn
tod tramina de algodao, abau'.--,adas aos direitos
por H. Burle &C.
Armnr -n n. 7
Mirca diamante. .63 no cectro e contramrcna
BB&C, 1 frasco dc vidro, couttcndo morphina, pe-
.sando bruto 980 grainmas, parte da caira do
roarca a mr_ gem, n. I, vinda de Southampton no
vapor inglez Minho, entrado em 13 de marmo do
corrente anno, abandonade aos direitos por Bit-
teneourt & C.
3a seceo da Alfandega do Pernami::eo, 29 de
msio de 1884,
o chefe:
Cicero B. de Melo.


DECLARACOKES


6 bern tmeatados e w- .'
.6= trea Ineueu verifieadopdos wqeeIor IBp-
domos o field camprimentq.do dam igaeu re-
einte condo, e n19 poder abrir nem conaestir
logradouro noa terwo da ila. .
Apresentar-.e no 44to da arrematagio e6 fa.-
dor idmeoie ou natadelte.
Secretaria da Santa Caaa de Misericordia do
Recife, 29 de maio de 188L -0 eacrivlo,
Pedro Rodrigues de Souza.

lonte Pio Popular Pernambucan0
De ordem do conselho administrative de3ta
sociedade, venho scientificar ao auonvymo que
corn o titulo de Jisto Pedido, tern sido "publicado
nestes ultimos dias no Diario de I'ernambuco ;
dizendo-lhe que nAo foi begin informado sore as
providencias que tern tornado este couselho rela-
tivainente ao nosso irmwo Jose Moteira Lima,
pois que apeass chcgoulhbe ao conlieeirnento o
cstado do lito irmito, pressuroao dei todas as pro-
videncias prccisas, quie no cutietauto, deveriam
corrcr os seus tnrnos legaes, de confurr-idade comn
03 nossos cstatutos, e o mesmo irmao M3ureira Li-
ma poderA dar o testeinunho desta verdade.
Assim, pois, concluindo a ordem recebida, a
todo o public scientific que esta sociedadejAmais
poder. ser esquiva a todos os irmaos que della
precisar, estando no goso de seus legitimos di-
reitos.
Secretaria da socicdade Monte Pio Popular
Pernambucano, 27 do maio de 1884.
0 1- seeretario,
Galdino Pio dos Santos.
Devoao de Nossa Senhora da
Conceie&o. ereeta no convent
de S. Fransisco.
D,! orcm (lirda n,-a re.edora convido a todos o0
rni.w a comparccericm em nosso consistorio no
*lia. I d jiunho )p:'is, ) horas da, manh, afim de
coniigre;iados em in-.-sa geral procedermos a leicao
d;l n'jvat ;dininistr.ak:1.).
S cr,'tari.ti di D )ev,'io de N.jssa Senhora da
C( :i.oiiii), 28 dc ui.dlo l) 1881.
0 .ecretario interino,
Jq.. C. L. de Mel'o,
Devoao de Nossa Senhora da
Conceleao. erecta no convent
de S. Franeisco desta cidade
do Rlecife.
'Tenid t in a mia r.c-edora d'Cesta Dev,)igo encon-
trado dficencias na rcalisac.o da festa de sua pa-
,Ir.-:,ir;, rc.Ool've dcix ir ide f.izel-a c hem aisim en-
rr,'.ir a to.):1. i'luellas pessoas que faziam parte
Ia V-i(.ilo e irinmaus que c,)ncorrerani para este acto
:Is xpo.-rtulas com |u r cgicorreram devendo aquel-
lei q-te so acharein prcjldicaidos reclamarem A rua
IlLi Aissimp."pal.) 11. 56.
Secr-ctari;a da Duvot;Io de Nossa Scuhora da
C':ici 0 secretario interino,
Joz C'. .L, de Melluo.
Thpnnp flar go do Faxon
<-onsello para foruecimnento dc viverca, forra-
--',.s .ferragens aos corps desta guarni.Iao e en-
t'fririaria military, recebe propostas no dia 9 de ju-
nho do corrente anno tt6 as 11 heras da manha,
iv) quartol geuvral ido commando das armas, onde
tunccioii:L o mesmo conseliho, _iv)-ira contratar o for-
ecimnento de generous alimenticios As pracas de
prct, forragens, ferragens, pastagens e medica-
mnntos para a cavalhada, durante o 2' semestre
.it ati,) eorrentec, a s.tber :
Agua, balde.
Aguardente, litro.
Aletria, kilograr.ma.
Ameixas pssadas, idem.
Araruta, idem.
Assucar bra:no rpfi:, "lo, do 1 qui lidade, idem.
Assucar refiialo d, "2 qualidade, idenm.
Assuear retina io do d'3 quIlid.ile. idem.
AXsucar mscfivo i'cinadiJo do 3,' qualidade, i.lem.
Azeite dove de lisbo:i, litro.
Azeite doce de Lisboi, fiao, garrafa.
Bacalhab, kilogramuila.
ilaaiana pr~ita uu lairanja, duas.
Ditas ae b. Thomc, unea.
Banha americana: kilogramma.
Batatas iuglezaQ, idem.
Biscoutos de araruta, idem
Bolachinhas americanas, idem.
Borrachos ou pombos, urn.
Caf6 em grao, idem.
Cafe moido, idem.
Came de carneiro, idem.
Came dc porco, idem.
Came do v'acea, idem (sem osso).
Care de viteli, idem.
Care secea do Rio Grande, idem.
Cha da India, idea,.
Cha preto, idem.
Cevadinha, idem.
Cerveja national, meia garrafa.
Chocolate commium, kilogranmma.
Chocolate musgo, idcm.

















.o' i N o
,... .-a '


-,- OvoS, d. .
[ ;" PNo, kilegramma.
S Pio-de-l tornado, idm.
Passas, idem.
S Peixe salgado, idem.
r Dito fresco, rayao.
S Queijos de Minas, urn.
RBoscas de 12 qualidade, uma.
Ditas commune, idem.
Sagd, kilogramma.
Sal, litro.
Tapioca, kilogramma.
Toucitho de Minas, idem.
V inho branco, litro.
Dito tinto, idem.
Dito Madeira, garr?.fit.
Dito Malagat, ideni.
Dito dito, litro).
Dito Porto, (cominum).
D)ito dito fi,,o, garrafit.
Dito iit3 g,:r''ruso, ideun.
Viuagro branco ic Lisbon, lit ro.
Diro tinto, idem idem.
Verduras e toinporas, racao.
i ura forrrgans eejrrayeas
Alf.ifa, kilogrammia.
".ilbo miudo n:acion:al, idem.
Farello de Lisboa, idea.
Capim, media caixi.o.
Ferradura., numrneros.
Cravo3, ceitto.
Past tg.n. parnt a cavalliada, numcero.
Medicanmeatos, idem.
Parg di"-crsos hfi e'es-
Cr'v.'-) madeiicra, aico.
Dit.) coke. kilo.
Grixa; do Rio Grande (bexigis) ilMi.
Lmlia em acebas dIc 1 ilietro, tia.
I)it:i cm toro.s, un'1 .
La.a,-.'gm.n do r-jup;i se.n (listimne,;1o ,lo )e p ,is, inRa.
Polvilhlu, kilogrramnni.
Sabao iheL.p:mnhol, idemn.
Diuo commnm, idem.
Tijlos iiglezs3 Fraa ;rcar, uin.
Ve!has de compos;.i.-', kilogranimua.
Dit.is o:er', idem.
Dit-is do sebo, ideir.
Vassomras grai'les do piassavq, duz.:a.s.
D)itas j),uil,'nas ilemi ilcan.
I)it:s del matte, cent).
Phos ith,,,is a;nericano cm toi\, grosa.
'aii,-,siisgas, pel: ii pliaia;o de cada uma.
Obijeclo.-i ((,l(tti,.i'us pare a acift'fru tlii
Papel pli:utail)i tun, rcsmua uma.
Dito matta-borrir), folhia.
Pennas de iceo Ferry, cuixa.
Gornmma arabica, frasco.
'Tinta preta, garaifia.
Canctas, dizia.
Lapis preto dc Faber n. 1. dLzia.
Hostiai, (e,,to.
Incns-), kilo.
C(. nd icuts
I' rodios os geoneros serao de primeira qimalida
de, c os forneccidoros.' dcverilo batisfazer us pedi-
dos dentro dos pr.xzos imarcadlos nos re-pectivos
contratos. enlregando os minesmos generous nos
quarters, ou furtalezas c cnfermaria, e dpositarao
na Tlesouraria de F-azenula unra quantia, como
cau-ao, que ser.i arbitrada polo conseliho do for-
niecimento-
2' As propatstas devermo counter a declaraqn1o
expi'ressa de sujt-itar-se o proponents Ai muita de 5
0i0 dal importanci:r a quo urontarcm os viverns ou
artigos que forvin accitos, se deixarem do compa-
recr-r paia :issignarem o respective contrato, den-
tro do prazo qIiv for notifticado pelos jornaes.
3a 86 poile,'i econcorrer aos foruecimentos an-
nunciai-los querm I abilitar-se ate o dia 7 do vin
douro mcz, na f6rma do art. 18 do decreto u. ',05
de 6 de mar,-co !e 1d&U.
4 Da);i fltia do field tnimprimento de qualqner das
)'.)rigaEles contrahidias, o fornecedor ficara sujeito
a pagar o valor do quant.j se comrrar por sua con-
ta e ineoicr.i na multa de 25 010 sobre o valor
do gencro reg-itado on nAo recebido cm tempo.
5.'1 () concurrentes sao obrigados a apresentar
amiiostri-as dos gencrios ou artigos que forrem julga-
dss precisos pelo conselho.
6' As propostas serao apresentadas em dupli-
catam ati as 11 horns do 3i- 9 do citado mez, cm
quo serAo abertas e apuradas em presenca dos
proponentes. Na mesa eccasiao se aceitarao
propostas pare a venda de ostrume dos animaes
tla companhia de cavallaria.
Thlcsouraria de Fazenda do Pernambuco, 14 dc
maio do 1884. 0 contador,
J. de B. e Accioli de Vasconocllos.
5* secq.3.o. Secretaria da presideneia de Per-
uambuco, 26 de mato de 1884. De ordem do
xm. Sr. desenbargador president da proviocia,
faco publicar o edital abaixo transcripto, em que
pela presidenaia da provincia de Alagoas sao
ehamados concurrentes ao estabelecinento de tres
engenhos eentracs na dita provincia.
0 secretaio,
Joao A. de Albuquerque Maranhao.


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No domingo 10 dejunho.ha de hayer reunialo
geral da sociedade Ave Libertas, na rifa do Im-
perador n. 31 PeCo A todas as Exmas. senhoras
socias que compareaam a esta sessao. Recife, 28
de junho de 84.==A 1' seeretania,
M.aria Albertina Pereira do Rego.
Thesourarla de Fazefda de
; Pernanbmeeo
Substitniego de snotas
S De ordem do Him. Sr. inspector se faz public
{,' n, onme emvltuda e Aa eliWnlLa^ "l han. T'rm.i adonl


; n. 19de 5 do e
Official u. 136
ate 31 de dew
- cadopsrsaas
-; dB2O5OOOkd
"1.. da ^ e61s.0.
.. .. .. .. ..


uoiso eamsteJ) 2. i"wp de j" &w
route sawmu pela 9 bores din muMa, situ d^-
sistim a misisa votiva so E. i Beti., sS
g.aid a inIa o 0 e meu -9.em f. n oas
arts. 36 e 39 do nosso cwampbirn ho, .t.1 dos
novos fanceionarioa quo teea do rw ts._ Iran-
dade no anno comproaisulI de o .
Conastorlo da irnmandAoda,.26de_.iado 84.
0 ecrivio,
Heoiodoro Ralello.
IREANDADE
DO
SS. Sacramento da matlri da Boa.
Vista do lecirfe


De ordem da mesa regedora desta irmandade
,ao convidados os senhores irmaos a coamparcce-
rcm neste consistorio Ais 10 horas da manbah do
proximno domingo, 1 de junho, afirm de reunidos
emin mesa geral elegerem a nova mesa regedora
para o anno compromnissal de 1884 85, conforwc
dispio o compromisso em vigor.
Consist. ) da matriz da Boa-Vista, 27 de maio
de 1881.-0 esmrivAo interino,
Aniitonio 1'. die Albi'querque Pimentel

Santa Casa da lisericordia do
Recife
Na Sointa Case arrenrla-se por um A tres annos,
os segurites predios :
Rua da Saul'Jade
Casa terrea n. 5 404000
Travcssa de S. Pc-I.ro
I Sobrado de dons audares n. 2 305000
Rua do Born Jesus
Segundo andir d.) sobr:-ido n. 13 30.4000
Rua do Burgos
6.ta tel'r.a n. 27 18g000
Becco drs Boias
Loja do sobrado n. 1I 124500
Scnzn:la-VellIa
Caia terra n. 18 204000
Run (da Mlioet
Cisa t-rrea n. 49 304000
Senzala-Velna


Casa tirrea n. 16


Rt.a Imperial


204000


Casa terrea n. 127 12A000
Rua do Eiieantamienito
Prinmeiro andar do sobrado n. 9 154M00
RuHa da VLiacunle de Alluqiiiierque
Casa terrea n 61 174750
Rua S.tle de Sctcmbro
Casa terrea n. 28 480A000
Estrada do Rosarinlio
Siti- d,... 2501000
Sc'ectaria da Santa Caa do Misericordia do
Recife, 13 de mnaio de 1884.
0 escrivil)o,
Pedro Rodrigues de Souza.


COMPA~i WA
DO

BIBIRIBH


No escriptorio d'es-

ta companhia pag'a-se

o 72 dividendo cor-
respondente ao semes-

tre findo, a razao de


3000 por


I Lembra-se aos Srs. passageiros de todas s
a C aO, sen-I classes que ha lugares reservados para esta agen-
ia. n,,e ,mdem tomar em naualner o temnn


do diariamrnente de 15

a 31 do corrente mez,

e ao depois, nos sabba-

dos.

Escriptorio da Com-

panhia do Beberibe,

12 de maio de 1884.

0 secretario,

Jose E. F. Jacobina.


SALAO
DO
CLUB CARLOS GOMES
Concerto vocal e instrumental
DE
Euclides Fonseca
tabbado, 31 de malo de ISSA4
11.a PART
nGuarany, ouvertura A 2 pianos, A 4 m5.os.
pela Exmrna. Sra. D. FJorinda Maia, c os Srs.
Agostinho Leal, Elias Pompilio c E, Fonsoca.-C.
Gomes.
Trovador, pliantazia para flauta, pelo Sr.
Basilio Raposo.-Ciardi.
Tarantella para piano, pela Exma. Sra. D.
Herminia Maia.-Beriot.
Aria de Alvise da opera (loonda, pelo Sr.
Joao Nepomuceno.-Ponclhielli.
Grande e brilbante pliantasia, A
2 pisnos, sobre motives de Verdi, p-la Exma. Sra.
D. Maria C. Rodrigues e E. Fonseca.- Cerimela
I due Fomecari, Ti par lo sal che giudve',
lduetto pela Exna. Sra. D. Maria A. G. Teixeira
c o Sr. J. Nepomuceno. Verdi.
2.a PARTE
6Le poete el le paysan outivertura, par..
piano i. 4 miAos, pes Exmnias. Sras. Dd. Maria A.
R. Teixeira c Amelia GuimiarAes, corn acompa-
nhairnnto de flauta. violin violoc>-ello.--Supp.',
Trovadlor, phantasm para pi:ino, pela Exmia.
Sra. D. Florinda Maia.-Goria.
Polka de concerto pai'a clarinueta pelo
Sr. Manoel Bandcira Filho. 17. Fic,,n:a.
Praneussi fpoi. tittp it,) )tr.ti baritono e
baixo, polos Srs. J. Nep,'inuiciiio c G. Nind.--
Ponchicl'i.
Rigoletto, phanitaia i -1 ui,.s pela Exina,
Sra. D. Ucicina Alchofoal< F.e Fonseca.- Leri-
mele. -
Trafiata, pliantiisia par-a don-- piumos e or-
gao, pc-las Exmas. Sras. Dd. Floriindi:t Maia, Ur-
ciciua Alcoforado, c o Sr. Elias Pon.pilio, corn
acompanhamento de flautin, flauta, ciarineta, vio-
lino e violoncello.-M. Fischlr:tti.
Intcrvallo da 1' para 2'1 parte de 1/41 dehora.
rincipiarA a is horns.
spuBo polas litihas principals.


__ARiTIIOS
0 vapor inglez Feutonia esperado da


orrente mez, publicado no Diario Europa at -o dia 29 do corrente, segue
de 17 do memo mez,- foi prorogao depois da demora precisa, para a Bahia,
nmbro do corrente auno o pra o mar- -
rbstituiao aem deaeonto das aotas Rio de Janeiro -c Santos. Recebe cargr
5a estampa,10, da 5" e6a, e 1i000 epasIageiros a prego "modico. A tractaa
Sde Fazenda.demPwnambwco, 97 d bOa 0 agOe tes Johnston Pater C irua
-W RS b. 1V andar.
a A .:f4Z'Am!a *-*-* w;s1
a -54.. '!:i,- =- .
g ..v.

Para carga, passagens, encommendas e dinheiro
a frete: tracta-se corn o
AGENT
Auguste Labille
9 RUA DO COMMERCIO-9

CiARGEURIJIS REUNIS
Companhia Franeeza de Navega,
4ao a Vapor
Liuha quinzenal entire o Havre, Lis-
boa, Pernambuco, Bahia, Rio de Janeiro e
Santos
Steamer
Vile de Bahia
E' esperado da Euro-
pa a* o dia 6 de
junbo, seguindo de-
pois da indispensavel
demora para a Ba-
6%6 hia, Rio de &A-
neiro e Santos.
Roga-se aos Srs. importadores de carga pelos
vapores desta linha,queiram apresentar dentro de 6
dias, a contar do da descarga das alvarengas, qual-
quer reclamag9o concernente a volumes, que por-
ventur-a tenham seguido para os portos do sul, afim
dese poderem dar a tempo as providencias iecessa-
rias.
Expirado o referido praso a companhia nlo s)
responsabilisa por extravios.
Recebe carga, encommendas e passageiros, para
os quaes tern excellentes acconmodacoes.
AGENTES
Augusto F, de Oliveira
&C.
42-RUA DO CONMMERCIO-42
,Entrada pela rua do To,'es-

ROYAL MAIL STEAM PACKET
COMPANY


grande reducelo u
p"Mame
0 VAP
Guadi
commandant


moo precox dam
ens
OR
ana
e Horton
Espera-se do Rio
de Janeiro no dlia 14
dejunho o qual de-
Ipojidl necessaria


dernora seguira para
New.York
Para passagens, fretes, etc, tracta-se corn os
CONSIGNATARIOS
Adamson lowie & C.
3-Rus do CmiMerclo--

ieioDA
IDA


" 7
27 129
1_


bumomb~eo 29 14
a. ThtEf -. 21
Li,,oi 11 28
y gso
YWg 80
Southampton 15 2
toeari preci carvilo.

-m uI u BrasilNailS.S.C.
0 vapor
>; Finance
/'a E' esperado dos ports do
LV\\JlfI[/4 sul no dia 7 dejunho, e
U L5UJ^iMP depois da demora necessaria
lB seguir&A para o
a9rahao, Par,. S. Thonmaz e
New-York
Pira carga, passagens, e encommendas, tactar-
se c" Os
AGENTS


r, .97w/ EO:portop d o-
toe i.t6 9.4 do ,junbo e
./.. rir -ois da dera
Sdo costume 'para os portoado

Recebe tan.tm carga para S anto@ eio6Gram
de, frete modico.
Para carga, pas.goan%, eoommnamid a e va&C
tracta-se na agencia
44 RUA DO COMMERCIO 44
COMPANEKA PZNiBAIUECANA
DE
Navega'0 Costeira per Vapor
PORTOS DO NORTE
Parahybn, Naald, Macdo, Mossord,
Aracaty, Ceard, Acarach e Camnossimn
Seguenodia 5 deju-
nho o vapor Pirap.ama,
1 commandant Rino,
is 5 horasda tarde.
Recebe c ar ga at6 o
~dia 4.
Encommendas, passagens e dinheiro a frete atW
as 3 hoi-as da tarde do dia da sahida.
ESCRIPTORIO
Caes da Companhla Pernamifbu-
cana n. 12
Pacific Steam Navigation Company
STRAITS OF MAGELLAN LIME
S0 vapor
Araucania
Espera-se da Eu-
ropa atW odia .
de junho e segui-
rA parao sulnde-
!pois da demora do
costume.
Para carga, passagens, encommendas e dinheiry
. frete: tracta-se comos
Consignatarios
WVilson Sons s& C., Limited
N. 14-RUIJA DO COMMERCIO-N. 14
0 vapor
Magellan
.-r -zr -.- tM p,;rtos
~( dosul at6 o dia 5 de
junho, seguindo para
a Europa depots da de-
mora do costume.
Para carga, passages, encomnmeudas c dinheiro
a frete; tracta-se comos
Consignatarios
WVilson Sons &t C., Limited
N 14- DOCOMMERCIO N. 41
COMPANHIE DEB MESSAGE-
RIES MARFrTIRlES
LINIIA MENSAL
O paqucte
Gironde
Commanidante Moreau
Espera-se da Eu-
~ ropa atWo dia 3
de junho, seguin-
do depois da de-
mora do costu-
me para Buenos-
Ayres, tocando na
Bahia, Rio de dJaneiro e Monte-
tevideo


N. 8


P14los vapores desta companhia dao-se passa-
gens para Liverpool ao preqo de 200 dollars ; o
pasrageiro desembareando em New-York tern ga-
rantia a passagens para Liverpool quando Ihe ap-
prouver por vapores de la ordem.



Dimprschifffahrts-Gesellschair
0 PAQUETE A VAPOR
Rosario
Espera-se da Eu-
ropa e porto3 do
norte no dia 30
do corrente, se-
gu'indo depois da
demrra necessaria para
Bahia
Para passagens, frete, etc., tracta-se corn os
agents.
Borstelmann & C.
RUA DO VIGARtIO N. 3
10 andar

Para LUslia o N~ro
: ~ Seguira nests poucos dias
,n. iparan os porto03 acilma a barca
_A Wt L portugucza Nora Vcncedora :
,~~- para- carga e passageiros, trata-
se corn ns consignatarios Jos6 da Silva Loyo &
Filho.


LEILOES S

Leilao semianal

Carmino e Silva
Sexta-feira 30 do corrente
A's II horas
Mobilias, moves novos e usados, toilettes corn
pedra, espelhos, ricos quadros, relogios, candiei-
ros para gaz, vidros, etc.
Miudezas, retloz, linhas, meias, tazendas, cal-
qas, paletots, costumes de casemira, etc.
Ferragens, enxoes, parlettas, machados, pisto-
las, phosphoros, 32 paneiros corn gomma e outros
multos objects que estarito patentes.
f Ao 0rrer mrt0ll0
27 Travessa do Corpo Santo 27

Leilao
Do bern afregueado estabelecimento de molhados
cito a Rua Vital de Negreiros n. 2.
Agente Pestana
Competent autorisado farAi leilio da taverna
cita a rua Vital de Negreiros n. 2 para pagamen-
to de seus credores em um ou mais lots a vonta-
de dos Srs. compradores
Sexta.feira, 50 de maio
AO MEIO DIA

Leilao
De moves, Iougas e vidros
Sexta-feira, 30 do corrente
A's I1 horas
No armazem da rua do Bonm Jesus
n. 45.
Um piano de armario, 1 mobilia dejacaranda
1 dita de june, 1 dita de pau carga e 1 dita para
gabinete, quadros, jarros, candieiros, 1 relogio, 1
cuarda louCa, cadeiras avulsas, marquezues, cabi -
des, livros e muitos outros objects de casa de fa-
milia, que foram transportados para o armazem
acima dito, os quac. serao vend'dos.
POR INTERVEN(-O DO AGENT

All'edo Guimaraes


GRANDE LEILAO
De bons moves lounavldross .
e crystaes
Sexta-feira, 30 do corrente
A'S 11 HORAS
Na casa ter'ea sita d rna dc Socego n. 26
Constando :


Uma mobilia dejacarandA corn tampo de pcdra,
2 quadros, 1 espelho, 2 pares de lanternas de crys-
tal, 1 candieiro de gaz, 1 jardineira de mogno
corn tampo de pedra, 2 consoles de mogno corn pe-
dIra, 1 impertante secretaria do mogno, 1 estate
corn gavetinhas, 4 jarros, 1 cama franceza de ja-
caranda, 1 toillcte de jacarandA, 1 comoda grande
de amarello, 1 cama de ferro para solteiro, 1 es-
tante de amarello, envidracado, 1 excellent mesa
elastic cum sete taboas, 2 aparadores de angico, 1
dito de amarello, 2 cadeiras de balance dejaca-
randA, 2 cade-iras de balanco corn encosto de palhi-
nha, 1 lavatorio de amarello, 1 cadeirinhadejaca-
randi para menina, 1 thear, 3 mnesinhas, 1 espre-
guicadcira de mogno, cadeiras de guamniqo, appa-
relhos para almogo, dito para jantar, gaiheiteiro,
compoteiras, garrafas, cops, trem de cosinha e
mritos outros objectos do uso domestic qae se
tornam enfadonho mencional-os.
0 agent Gusm.to competentemente autorisado
por urna familiar que retira-se para f6ra da capi-
tal. farA leilio dos referidos moreis, os quaes se-
rio entregues em acto continue. ______

r linniLaOn
Pmv ImBnl'a1?~n


Uahida Southampton 1 92997 A wi xxjR Mw%&&^v
Chegada Bordeaux 4 .24 (De 34 caixas, 16 barricoes e 22 barricas)
Vigo
L LisbOa 7 13 5 Corn ternos de medidas do madeira e de ferrc
a S. Vieeute pars seccos.
Pernambueo 20 24 10 Ditas de folha e estanho pars seccos e molha-
Macei6 21 .. .. dose
a Bahia, 22 26 18 Metros de madeira (medidas).
a Rio de Janeiro 26 29 16 Pezos de latio de 1 kilo, 500 grammas, 100, 50,
Santos 28 10, e 2 grammas.
Montevideo .. 5 1 Balanqaaroaiuas de 100,150 e 200 kilos.
a Bono-A"re7 .. 7 "Npord eo rio delOe 50 kilos.
VOL8TA .) duuio dc ,anshiacs oomeervega allemL
otzfer'w aB ordaod9R1 Ri o -1 262 dt 0ahe 6 e1/2 potegads.


a IqV -1 -
,, :.:7 i;:,: U-. -f


dae.
4 velodipews e 3 mloWa.




NO ARMAZEM DA RUA VIGRIO N. 21
CASA DA ESQUINA
0 Leilio principiarA
A's 10 horas em ponto
Em contlnuaeao
Grande e variado sortimento de espelhos novos
dourados grandes e pequenos, ricos quadros dou-
rados corn finas paysagens, que podorao serem
vendidos aos pares e em pequcnos lotes a vontade
do3 compradores.
Grande exposi ao

Agente Britlo


Leilao
De mobilias, cadeiras avulsas, carteira, coinmmo-
da, camas, marquezoes, me-a elastica. candiciros,
espefhos, quadros, aparadores, Iouqa de almoco e
jantar, etc.
oa-olo f 30 do No
A's 10 112 horns
Na agencia da rua do Rangel n. 41
Leilao

De predios

CARMO E SILVA
Sabbado, 31 do corrente
AO MEIO DIA
1 casa ierrea, pequena, sita a rita do Visconde
de Goyanna n. 99.
1 dita na Cata-Forte, freguezia do Poc.o, n. 30:
cornm2 salas, 3 quartos, cosiniha fra e 1 pequeno
sitio coin l10) palmos dc frente c 350 do fundo,
corn caciinba c boa agui, fructeiras, etc.
1 dita corn 1 terreno de 55 palmos de frente e
cerca de 1,000 de fundo, cacimba, fructiras, etc.,
na Estrada dc Belim, adiante (1d) sitio do Dr. Fci-
tosa, na frente da estradla. solo proprio.
Na agencia de leilSes,

27 Travoss o CgroCup Santo 27

Leilao

De umia caixa coin espelhos pe.
quenos

.to meio dia
Em continuqiao do leihlio de moves.
POR INTERVENC.1O DO AGENT

Alfredo Giiimarmes
Em set tescrlptorio 4 ru ia )o Bon Jc.-,ns
n. 45


Agenle Silveira

Leilao


De moveis. lounas. quadros e
vidros
Trausferido para hoje
Sexta-feira, 30 do corrente
A's 1I horas
NO 10 ANDAR DO SOBRADO SITO A
RUABELLA N. 14
0 agents acima autorisado por D. Amelia di
Rocha e Silva, que se retire para o Rio Grande do
Eorte, farA leilao dos movceis existentes em sua ca-
sa dc residencia, sito A rua Bella n. 14, 10 andar :
1 mobilia de !amarello, consoles e j.rdipcira corn
tampo de pedra, 1 cama franceza, meia commoda,
1 marquezaio, 1 mesa par, jantar, cadeiras de
guarniu;Lo, 1 relogio para cima de mesa, quadros,
jarros, hlanternas, louqais, 1 lavatorio corn pedra, 2
cadeiras de balance e 1 espreguicadeira.

Agente Silveira

Leilao
De 2 bois para ca,-roqa muito tordos e man n
bemrn como, 1 bonito novilho touring par raa.
Sabbado 51 do correute
.to meio dia em ponto
Laryu do Paraizo ni. 26

Agentle Brillo
,b, I AUl1A


Leilao
De um cabriolet americano corn dous assentos,
quatro rodas, arreios para urn cavallo, um cavallo
gordo proprio do cabriolet, c mais dous arreios
novos para carro e bridges.
Terpaifeira, 5 de junho
A's ftI h9ras em ponto
NO ARMAZEM A RUA DO IMPERA-
DOR N. 24.

Agente Burlamnaqui

Leilao


Ter.a-feira,
A's 1


3 de jnho


112 horas


NO ARMAZEMi A RUA DO IIPERA-
DOR N. 24
De 10 barricues corn opos flinos, compote'rae
calices, c-Ist.aes e iiaii.is de B:vce:ar-t e- otntro. -
muitos vi'lros, pariL fechaminnto de c,)nitas, ir'i
tudo ao corner do in'irtllo e por ordem do diver-
505.
0 agent acima lIvarAi a lilio Os ol.bjeertos men-
cionados ao corrcr di) martello.


|~AVISOS DIVERSOS
Aluga-se o segnunlo andar da, r i do Barao
da Victoria n. 14 ; a tratar na lo:ja ,lo meino
sobrado.
-Aluga-se por prcro c-mrmodo a exc(:llenite
chaeara ;'! rua do Caldeireiro, no Caldeir(i,'o, ,--,m
magnificas accommoda,'>,es pnra fmiliai. mnirts
arvores de fructo e boa ,!gta p)tavel. ( .-iti.i,
estA plerfeitamnite miur;idlo em t.,da.l i :- ;ira cae
de terrenos que alhrin',-. e t:min alci,,, ia <41,;1
principal, muitos coininton du. ( t.:trii.o-,: p:ir t tiia-
dos, grande istnhari 1. _oilinl, iro f,.celhado corn
grades de fprro, banheiro. etc.. etc. : trta-s n n
rua do Apollo n. 32, 10 andar, escriptorio.
Precis-so :sil)er nutician, onde se aelia e cm
que lugar o Sr. Joao Marinlio dit feliha Falcao,
qi.e etcvc no engenho d'Agua na ruiia dos Mar-
tvrios n. 1.4'6, 21 andar.


Aluga-se uiea casi no Espinheiro. A rua do
Dcsembargador Nunes Machado n. 1. corn gran-
des commodos e um grau.le quintal muradi ) corn
inuitas arvores fructiferas, muitt) l,:ia eacimba,
coin agua encanaila c unm bonito jarilitl, a tratar
na rua de Pedro Afibouso n. 7t.
S- Lava-se e engomma--e corn erfei pateo dc Paraizo n. 6.
Quemin precisar deti urna senhora para cnsi-
nar portuguez, doutrina, francez, romuicea e piano,
e fazer flores de madeira. couro e bor-hido ie r.i-
pecaria, dirija-se d riua lo tondo. :'a Boa-Vi.ta '
outr'ora Caminho-Nov nu. 128. Na mesma casa
se precisa de uma senuiora que tenha agurna
educaqilo e d fiador de sua condiict.i.
Precis.a-n ,ie inn caieiro coin pratiea de
molliados ; a traitar na rua ,1.. Ma',u',z ,lo Herval
numrnero 14'.
Idalivna de Souza Moutinhlo participa As
suaq antigas freguezas ique continia a traballiar
em babados plisscs, assim conmo rec:orta babalos
de soda. Recebe encommendas dc caingica, pra-
tos e forinas, faz pAo de-I1. bolo ing'ez, d- bacia.
de rolo, bomrn bocado, pastels de n;it i. may beta,
Saletria de o\vos, semeti), arrodz de lite, tortas, bo-
linhos de raiva. Prepara presunt-,, le fiambre,
peruse, peixes, empailas c fornece coinidas para
fora, tudo con .isseio e prompti',lUo ; na rua do
Caldeireiro n. 56.


S- Aluga-se o nrimeirco andar do predio n. 10
A praca do Cornmercio : a tr'trr no pavimento
doeo errmesrno pred;).
Precisa-sc de uma aira para, comprar e co-
shinhar na rua do Barao da Victoria n. 14.



URGENT
Precisa-se de uma

ania de leite, que seja

sadia, para amamentar

uma creanga de pouco

tempo, paga-se bernm;

no escriptorio d'este

'Diario se dira.
Precisa-se de duas costureii-a- : na rita lar-
i ga do Rosario n. 26, 3 andar.


f lIJ lilUd Aliga--e os andares superior-es do predio n.
51, sito a rima do Imperador : a tratar no pavimen-
De urma typo'gi'plia e seus pertences, na toterreo do predio n. 10, A praca do Commercio.
rua do Fogo n. 87, servindo de base a -Pr isa-se de unra professor on professor, ja
offerta de 185,50W. de idade avanqada, sem fmilia, para ensinar ein
n a 01n d fi n t- um engenho a dotis neoinno. as, pri:eiras lettrias;
saUbito 31 iocof to 81, salad da frente.
0 agent acima por mandado do 'Exm. Sr. Dr. P--h 1 ao
juiz de auseutes e a rcquerimento do respective cs-s d um ixero 1 aunos,
Dr. curador geral, levanr a leiiho a referida typo- que tenhla pratiea de tiverna c qie t- findor do
graphia, que sao oarte do espolio de Elias Mari- suaconducta : a tratar na rua do Maris e Barros
_.- r1 2J. AL- i.....- ... i .'n,- numero 13.


nLo eailao ao; .Albuqurque jv; rannuto.

Leilao


LITiHOGRAPHIA
Na RBa Maruniiez de OIinda n.


De fazendas limpas e avariadas 8. precisa-se de Uni bom e prali-

8bbao 31 do torreonlto co inipressor de transporles liliho-
A's II horas graphicAs.
Por intervenpio do agcnte _________________


Alreoo oare
AIIredo iuimaraes | Silio para alugar-se
Em se4t -scrtptol a i-, do Born Jesus Aluga-se um grande sitio con camb:r
n. 45 casa de morada, quartos para eriados, co-
e Slcholvira-ihia, agua encanadla, mullitas fruiv-tira-:,
igene Sl eira lbaixa para capiUI, na Torre A tratar na
Sl'-" OI ,u i Primeiro de Marvo n 17, Il atludar.

iLelI* 1 Preeisa-se de um caixeiro de 12 :i 11n sinus
,^ 1 i .. ... 'I I .-. ^ ..-- _


ue idate, luee e nador de sua conutic;ta : ;t tralr
Segunda-feira. 2 de junho na ru a da Santa Cruz n. 3.
A's 11 Ihoras
No armazem de moveisr
Largo do Paraison. 26 Precis se de umia cosinlih-ira : no segianlo an-
0 ageute -acima devidamente autorisado levarA dar 5.) sobrido i. 7 da riuta do Cabug:i.
a leilao o terreno onde csta edificada a casa ter- -
rea sita A rua das Nymphas n. 24. Medindo o ter- Balea U de volta
reno 26 palmos de frente e 80 de undo. Ial^ C t
SQaeinm tiver para verder, dirija-se m rua Duque
nde Boa i Caxiasan. .
Agenle Burlamaqui Cachorro perdido

2.0 leila"o definitive Pede-se a pessoa quo. encon-rar um cachorrinho
.I ,branco felpudo (do rein*) o levar A roa da Attra-
Tera-rei. ra. 3 deIlhllInh iao n. 4, que serA generosamente recompensado.


-* -,v u9 -- j --' d ..
A's 11 horas em panto
No armazem da rua do Impe-
rader n. 34
0 agent acima por mandaio e em presenga do
Exm. r. Dr. jnis de direito da provedoria, leva-
rA a leilao a casa terrea n. 7 A rua e travessa da
Baixa Verde (no Capunga) servindo de base o
pre" q*o blve.



4 .. -
:~2 .,........ ....
4. --: .' -
*,,.-: :. '. ,ii~ .-.


Sitio em Olinda
Vende-se o sit'o denominado Sebastiao Lopes
corn uma pequena casa de taipa, coberta de tetha,
corn muito boa varzea para qualquer pl&ntaio,
corn divorsas arvores do fructo, inclusive maia d w
80 ooqueiro e do fructo ; a tratar na
Olinda A rua a Bi Coutin n. 4.
., :, ..y ." a^~


-~ a.
-4-


De ordem tie S. Exe. u Sr. president da provin-
cia, faqo public para conhecimento daquelles a
quom interessar, que, A vista do art. 22 da lei n.
."J6 de 7 de julho de 1882 e do que requereu o
coronel Felix de Moraes Bandeira, acha-se abcrto
Ai concurrencia publica,'no prazo de 50 dias, con-
tados de hoje, para ser contratado corn quern me-
Ilhore vantagcns offerecer, de accordo corin a lei
u. 684 de 3 de maio de 1875, o estabeleeimento dc
tries engenlios centraes, que se compreheiderao
nas ruas das comzrcas da capital, Pilar, Atalaia,
Alagoas. Camaragibe c Porto Calvo, sob as bases
c condinoes seguintes :
1l Garantia dejuros de 7 010 durante o prazo
de 24 annos sobrc o capital de 500:0004 por eada
etugenho que tiver capacidale para moer diaria-
mnuatc 120,000 kilogrammas de canna.
2' Isene-o de dir-eitos c impostos provinciaes e
inunicipaes, except os de exportaqo dos produc-
tos fabricados.
3 Estabelecimento do minimo preqo por que
devera scr veudida a cauna fornecida pelo lavra-
dor (13 engenho central, salvo os contratos parti-
calaitrs em coatrario, que devcr-o ser approvados
polo president da provincia.
I' Effectivi-lade da girantia dejuros, depois
qIIe uia conimmnissio nomeada polo president da
proviucia assemimrar que o engenho central se
aeha capaz de funecionar, e emittir sen juizo so-
bre as condiyoes dos contratos entire os capitalis-
tas e os agricultores.
5' A fabrics poderA reeeber e maer cannas de
conarea ou mnmnicipio nao declarado no contrato,
iiair vez que nessa comarea ou municip)io nao es-
(jafuntcionandlo outro ongenho central.
6' E' permittida a transferencia do contrato,
am onus algum pare o contratante.
7a A provincial teri o direito de ser indemnisa-
.l do auxilio que tiver prestado, quanlo o contra-
taute ou a companhia distribuir dividenlos supe-
riores a 1, 0[0.
Secretaria do governor cm Macei6, 201) de maio
de 1881. Servindo de secretario,
0 tficial-maior,
Tiburcio V. dc Aranjo.

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Claroia Caoladai~ sc
Carin da Fonseca rgas, convidas aos sea
P eps eaigos e oe do no5 Whad iZ34,
Ulm Carolina da Fonseca CarolU, jblleiddl Ma
crte no dia25 do corrente, a"sistirem a misa
q% por alms a mem n aea finada, im a diO
S na matrix da Boa-VIsta, .a 8 hors da manhi do
S dial do weaoht, setiioe do Ben to; e
deade ji so eonfessam summamente gratod.




joe6 Joaqaum Pereira Moeadon~a
Jes6 Joaquim Pereira Mendona e candida Eu-
Sgenia Pereira de Mendonua agradecem do intimo
S dablma todas as pessoas que fizeram o Caridoso
S obsequio de acompanharem A sua ultima morada
On restos mortaes de seu presado filho; e de novo
S rogam aos mesmos, a todos os seus parents e
amigos par assistirem as missas do setnimo dia
que mandam eelebrar por alma do finado, no dia
2 de junho proximo futuro, na igreja do Espirito
Santo, as 7 112 horas da manhi ; e desde ji se
confessam eternamente agradecidos por ease aeto
de eaadade.


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S Convida aos pouidores a virem rece-
ber sem descojito algum.
Adehm-se a venda os veuturosos b&e-
tes garmtidos da tetia n. 41 em beneficio
da rdem TerceirT de S. Francisco de
B OIfda que se extrahiri na sextafeira, 30
cg|, corrente.
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'A t me;iA.- do CrPofi:. : ", & t. 19.


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ceutio g arsatido poeo phamnia-

O&Widmcom o in tau&f oes 30
-0s e feitos obtidos pao lite d alvel-
Sz do nosem estabMd6eeimnento, o a me-
'Ihor garaatia para quemn desejar ter es.
Ste reiedio puro.
Plbamamdia Persambucana
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apreciarem a grandeza e boan gost ec qe
na o obstante a grade
despeza, o adornaram, o brar


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Vieira, on do ferro-carril de Caxanga atW a Tor-
re: na rua do Vigario n. 5 primeiro andar, es- D. Maria Balbina de Gumnmao
criptorio. Martins
Ar Visalo' anniversario do seu passamento.
iia mMissa As 8 horas da manhi na matriz da Boa
'Vista.
Na rua da Impe:atriz. n. 3, precisa-se de uoma
ama de meia idade para cosinhar em caaa de pe- D. Beatirt litlencourt Corte
quena fitamilia. Real
i D. Joaquina Angelica Bittencourt Corte Beal
C laulelas perdidAs (ausente), D. Maria Henriqueta lRabello Bitten-
,S court, D. Maria Anna Bittencourt Corte Real
(ausente), Paul Bittencourt Corte Real, D. Emilia
Tendo-se perdiAo as cautelas ns. 7,926, 7,946, Bittencourt Corte Real, Manoel Thomaz Bitten-
8,484, 9,331 e 8,461 do Monte de Soccorro de Per- court Corte Real, Vakriano Manso Costa Reis, D.
nambuco, no valor de 269$240, pede-se a quem Carolina Emilia Cysneiro Costa Reis, D. Maria
as aehou leve-as na Capunga, Porto do Lacerre das Mercis Cysneiro Costa Reis, Manoel Cysnei-
n. 14, que se recompenaara ro Costa Reis e sua mulher, pharmaceutico Jos6
SBernarde Cysneiro Costa Reis, tios e tias (preseu-
n r 0 tes e ausentes) agradeeem do intimo d'alma A to-
yltndr s a I c nosK !das as pessoas que se dignaram acompanhar ate a
ylil l american I ulfima morada os rests mortaes de sua sempre
Para padarla chorada filha, neta, irma, sobrinha e afilhada, D.
SHenry Foe & C. Beatnz Bitteneourt Corte Real, e mandando cele-
.Vendem Henry Forster & C. A rua do Commer- brar missas pelo eterno repouso da finada, segun-
cio n. 8, primeire andar, ou cases 22 de Novembro da-feira 2 de junho, setlnmo dia do seu passamen-
n. 2, armazem de farina de trigo. to, As 7 112 horas da monha, na matriz da Boa-
Vista, convidam os seus parents e amigos para
M odista assistirem a esse acto deo rteigia o o e caridade, pelo
RuahaM od st que se confessam summamente gratos.
RUs&da Praia n. 35, o2 andar
Eduvirges Maria Coelfio participa As suas nu- I / -
merosas freguezas que dispondo de habeis costu- j' II /
reiras e tend por norma os figurines mais recen- "
tes, se acha habilitada a satisfazer qualqaer toi- Preisa-se de ua aa de mia idade par co-
let, como seja : para easamentos, bailes, theatres, Prcisa-se d nu a aD a de mci idade pa co-
passeios, etc. ; enchovaes qara baptisados, e tudo nha: na u Duque doCaxis n. 2.
por preoo mais commodo que em outra qualquer Aluga'se
parte. Aluga-se
na rua da Aurora n. 103 um born sotio, proprio
S-- para rapaz solteiro, tendon agua 6e banheiro; a
tratar na rua de Joao do Rego n. 6.

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,to f ~t 4# 44 8 O Mon Ow Precisa-se de um cosinheiro que seja perito na
t a aU A .-. _


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K^,uifJVjMl~ OOlXNC&9 i l
srta, Puwioas, 'erp s
U>o,-. v~ap~aa Ceafdaic
a polo armpn DepuvswU


0 Zauo.A do Citirsto 40
I u ro do of' VUA 3X.a I
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qSmm 2 Lam" 6 lhajeows".9 met* a as
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rAtUI.r, KI 45. W.B, ii A rat^ I Car,; a s efluxsa,Tos
'v^^ ^ ^^^^^ ..... ,S^ ^ EEg C@4u01gch0 E rItaplet
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males usiversalmate empre- tod a ,.
ga&d contra todas as moalestia AcARAM-s.
epIdemlcas ou outras, causadas 4WUMQ CABELLOS BUCOS
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propria pessa, restituir para sempre, sem alteravio, aos
*o o e Barba a COr primtiva corn urma ou duas applica-
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OWNt GI=m L dLA. IK por 'niba d8 s6m ma de srccesso sempre crescente.
Ru. d- S 51 Som Pari CAMA SALLAS FUNDADA EM J850
I aata doseb5, mParis J. KoLegbetti Sw' deEmile SaUfilsfUT73, r. Tartbigo. PARIS
ieeito asPsrmambl -c: Fr* Mi Silva a 04 enuer.Pe.
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a expectora5 e fivorisa as funccoes dos orga6sresiratorios.
Vbda em ata ea9bWemaI a de d. ESPI I9, rua n'-Lamare em Pavis
Deposito em Prnazaboo: FRA.N-, M. da SIIikwVA C".

PARIZ,22, BouleSard l-e--maMtis fttlZ
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L :B KR ~de gosto agradaveleasa acgol *aftoon-
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*Mli~~waiRIF Wu~fWW**0i. & dto Wv M*DOV.X I
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4 vNtmm-g om rdtes a seto eos eutroe forfug1foses, e eotnEdwo eome
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arte e possa Oar iniorma oes ae sua conuuca ; :a
tratar na Passagem da Magdalena, rua de Bern-
fica n. 12. Paga-se bem.
Pennas de ema
Bento Machado & C. A rua do Bario da Victo-
ria n. 11, loja d'Aguia Negra, vendem porqAo
destas peunas, de superior qualidadc.

Ama
Precisa-se de uma ama para lavar e engommar,
para casa de pequena familiar ; a tratar na rua
do Livramento n. 24, segundo andar.
Boa cosiaheira
Precisa-se de uma cosinheira de boa conduct "
que seja moralisada, para servir em casa de unna
amilia : a tratar na rua Nova n..13.
AMA
Precisa-se de uma ama de boa conduct,
saiba bern cosinhar e lavar : a tratar no pateo
Santa Cruz n. 18.
Caixeiro
Precisa-se de urn caixeiro de 14 a 16 annos, coin
pratia : rua do Hospicio a. 34.
Aluga-se barato
0 20 andar do sobrado a run do Brunm n. 84,
corn muito bonds commodes, caiado e pintado de
novo; a tractar a rua larga do Rosario n. 34, bo-
tica._
Aproveitem
Grade porglo de portas, vidracas de amarello,
usadas, que se vendem na nova fabric de cerveja
a rua da Ftorentina n. 15. Tambem se vendem
8 grades de amarello, novas, e nasus por tas.


Pede-se
Ao Sr. Francisco da Cunha Moreira o favor de
vir A rua do Socego n. 70, negocio de seu inte-
resse.
AMA
Precisa-se de uma ama que engomme e entenda
de costura, e todo maia service interno de casa de
familiar, agradando paga-se bemrn : na rua do Ria-
chuello n. 57, portdo de ferro.
Bijouterlas de phantasla
Alfinetes de gravatas em 40 models, correntin
de relogio e botoes para homes, pulseiras, alfi-
netes, voltas e porta-leques para senhoras e meni-
nas, modelos bonitos, a bnitaao de ouro; amos-
tras na vitrina da loja a rua Nova n. 16.
Preeisa-se de urna ma de leite e de uma
engommadeira ; na travessa de S. Pedro n. 8.
* Pede-se ao Sr. Antonio Lopes Rodrigues,
que venha dar cumprimento A sua palavra fixada
para o fi de abril, na rua Nova n. 26, primeiro
amdar.


I i Aluga-se o segundo andar do sobrado n. 41
I a rua do Rangel; o primeiro dode n. 25 at rma
Snova de Santa Rita ; a casa terrea de n. 17 no
largo de Apipucos; 1 da, travessa da Hora no Es-
f pinheiro ; 36 A rua da Ventura, na Capunga.: a
It ttar a rua do Hospicio n. 32.
S na nrua do Calde rero an. 34, preeisa-se de
S um merino de 12 a 14 annos, paga-se bem.


03 desenbangador penrique Pereira de Lu-.
*. cena poetla apolce provincial n. 2839,'do valor
i ded1:0001a^e pertencente 6 sua .iha M"a-- Ame-.
irada Caraeiro de laucena, para podtiW reoaemr
Outra em substituiao, fas z m apNto 4Oclarai .


VENDI


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i E~SPBCIALXMaT
I 'atMmr chronico ifth bxiga,
IlrrIFr4o do Canal da urastra,
Df!Dstias da prostta,
I on8t'nseIha ua Urlea,
Areoa na uria, ec.
SWAN N, Psanr7,onGrtico-Chi mj-i.


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3.


I


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A^::'* venner11 mais '"
doque em outra qual-







i oler que venha rstituir qu he ervio
S parso sauhor nao commettor um crime ; lembre-
- W que o senhor esta emrprgai., usufruindo dous
Dpnregos, e seun credor 6 pobre.

p. i: ,GBU+m U
l : 1DE
S J. A. DE CASTRO NUNES
Annotada pelo professor
R' 8Os JAURTIW[NIANO D SE OUZA
a:|a Ac/ia-se d t ,enda
4war seNa Livraria Industrial, mr ma do
0| qudamlo da Victoria n. 7 e nas demais li-
I vrarise.s da cidade a 1e OOOo exemplar
J. A.DSlTen Uo

I+ ^N. 600,000
p E"t iaacreditavel que o Sr. capitto do 14r bata-
S- lho 4 a0ncisco Antonio deSA Barreto nao queira
|tpOur forma alguma chegar a mn accordo corn seu
S--ant& qaando tern consciencia que foi pars urn
g^ '1, ~ 1 ^ttosagrsdo._________
iLeile de aveloz

i nua im de anro_ de toda a
f1 .espeele
SPerfeitamente couservado liquido grao e con-
+ .oado, approvada o pela Exma. junta de hygiene
( public do Rio de Janeiro.
.?rivilegiado polo governo imperial, pela effica-
H ^da M ada 10oppleao.
:)s isasceos trazem o retrato do bacharel Joo
Saptita Gitirana Costa corn a sua assignatura do
Saigupmho e to rabricados corn tmta encar-
Esplo eimrgi~o dentists Numa Pompilio.
SUaioo deposito em Pernambnuco, ria do Barao
SiVitorisa n. 54, 1e andar.
Pereo de cada frasco pars cancrosa 6e000
,a uleeraoes e graInnula 6es do collo do
ho e cancroe syphiliteoae, formula es-
j| Criado
Ka rua do Bom Jesus n. 57, segundo andar, seo
Sprecisa de umr criado.

I Atten~o
SNo Chacon. taverns do Hypolito, vende-se umr
yinedro inglez todo a. e ferro, em porfeito estado,
itda maseira corn furo noro oe tampa, de ama-
Ilo. e tendedeira ; todo e quslquer negocio se
f, visto que no precise.
Me


Delara-se pars fins convenientes que os hens
Delr-eparsfi dne que sbn
i potheeados pelo Sr. Jobo Baptists Ferreira,
| *tre os quaes duas eseravas, Thereza e Antonia;
Iprimeira estA ausente e a segunda esta em po-
4ir de seu sogro o Sr. commendador Jose Pedro
Silva.

ON to-o i no
Jeaquim Francisco Vieira, professor de canto,
ina esposa Germana Vieira, professor de piano,
|ee. a honra do annunciar ao respeitavel public
4i Pernambuco, que se acham nesta cidade aptos
puyra dar li95es de canto (escola italiana) e piano
Wo melhor method conhecido na Europa; quem
, 4esejar utilisar-se de sens prestimos, pode procu-
I-os no hotel de D. Antonio, Caminho Novo, ou
eixar o nome e morada no escriptorio do Sr.
Wpmmendador LNiz JosC da Silva Guimaraes, no
J Recife, rua do Commercio n. 5.


Mathues Austin
I. 18, teem pars
*Wzina:


& C., na rua do Commercio
vender madeira de pinho de


3X9
3 X 12
S4X9
.1 112 X 9
Em lotes A vontade dos compradores,
todicos.


preoos


KELOG610$S
0 IB DE JOIAS
DIM
MIGUEL WOLFF &O.
Offerecem ao respel-
tavel public um gran-
de e variado sortimen-&
to de relogiosdos mais
acreditados fabrican-
es, e se acham habili-

,uds a vender mais
todo %flltro


It


0


Uft n l i

-0 Nim^w
*'^.-Y'jy^k 1 1 1


tt Iie Par, i ape oela i i u1 o rtigos Bl
o lNc n, 0f 0




Joaquim da S. Carvalho & C.


CITAPELEBIA VICTORIA


ALLAN PATERSON
N. 4-Rua do Brum-N. 44


IALL


a


C


JUNTO 4A ESTAVAO DOS BONDS


Tern pars vender, por precos medicos, as seguntes ferragens:
Tachas fundidas e batidas.
Crivaces de diverssos tamanhos.
Rodas de espora, idem, idem.
Ditas angulares, idem, idem.
Varandas de ferro batido.
Ditas de dito fundido, de lindos models.
Portas de fornalha.
Bancos de ferre corn serra circular.
Gradeamento para jardim.
Vapores de forga de 3, 4, 5, 6 e 8 cavaUos.
Medas de 10 a 40 pollegadas de panadura.
Rodas d'agua, system Leandro.
Encarregam-se de qualqer cornertos, asentameo machinimos e
quer trabalho corn perfeigo ou prestesa.


Dxecutam qual-


GRANDE OFFICINA DE ALFAIATE

RDA LDSTOSA &
ARUIJA LU.STIOSA &


C.


41...Bua do Baro da Vietoria...41


N'este acreditado estabelecimento se encontrarA sempre um sortimento ; re-
pleto de pannos finos, casemira de tWdas as cores, proprias pars costumes e calcascom-
cebemos directamente &, a.-Ma.a fazendas por todos os vapores da Europa. Brim
branco e de c6res, e todas as fazendas tendentes A ums casa nesse genero de negocio.
Aprompta-se costumes pars lute em 12 horas.
Disp5e de um pessoal habilitado e corn os melhores elements pars servir
a seus amigos, e a qualquer pessoa que quizer honrar seu estabelecimento corn suas
eMcommendas.
41-.Rua do Barao da Victoria-41




CHAPEUS

Altos, de castor e seda, baixos, de feltro de
todas as qualidades e para "engenheiro" for-
ma ingleza. Manufaeturados corn perfeifAo
e eleganeia,-prevos resumidos-garante-se
o aperfeifoamento no trabalho.
No deposit da Fabrica a Vapor, rua do Ba-
raio da Victoria i. 34, de Antonio Joss Maia


& C.-. .


P"
AMTIGA.


AMIA ,:
via.A DE 'Pe


-l o ( 6
4a fM~t6 Psado so-,


muitobe., m tu~ ao i, uso outrun&oto:


Vende-se urn esa na, rua Imperial n. 79,
BMuito beso eateaefto "Pvsw e umr oatM jnto*:
trata noCami ho Novo n. 128. N a meama
48 46avesde-w jarmom fore sartificiaes muito
BiT bonitas e fasai-s de eneommendaso
o*^, -Venda-ise uma eass us, raa Imperial ; a tra-
H|tar uo Caminho Novo u. 128. Na mesmas casa se
Ivde e faz-se jarros corn forces linda s artificiaes,
0 paqvyr o eaeerrb do seanto mes mariano.
S- Vende-se 20 acyoes da companhia de Santa
Theieas d'aguA e gaz : us rua do Cabg4, Ioj


Trastes
A' ras do Imperadorn. 16 compra-se, vende-e
alug-e e trca-se novs e usados.
Nova machina de Cos-
tura
Demomlnada Aurora
Esta em ezposico rua do Baro da Victoria
n. 80, loais de Antonio Pedro de Souza Scares &
C., a nova machina ; cose corn dous carreteis de
linha, pedcndo ser de 500 jardas cada urn, e
f6rma os dous pospontos como se fese de lan a-
deira, 6 de grande vantage. No mesmo estabe-
leeimento tern eenstantemente um grande sorti
mento das melhores machines de eostura do todos
os prineipaes fabricantes, e vendem em porao e a
retalho sempre por precos muito razoaveis ; na
rus do Barao da Victoria n. 30.

AVISO
Adamaon Howie & C. tern pars vender:
Vinho do Porto fino, em eaixas e harris.
Whiskey Donville verdadeiro.
Tints de impressbo, boa qualidade.
Brins de Marshall verdadeiros, de todes es nume
ros.
BRemedios de Ayer.
3-RUA DO COMMERCIO-3


Febres intemilttentes
Chamradas vulgarmente SEZOES
Curm rapid e certa pela
AGUA ANTISEZONATICA
de Rouquayrol Irmlos.
Este poderoso preparado e reconhecido
omo ESPECIFICO contra esta molesti
Vende-se


hoje.
0.10


Na botica franeceza e dragarla
A. Caors
RUA DA CRUZ (RECIFE) -N. 22
FarinhaLactea
Nos primeiros mezes a allmentago maii
natural e apropriada para alimentar a crian-
9ade peito 6 o proprio leite matemro oqual
em caso de necessidade deve ser nbstitui-
dopela
MAOfRlA LACTEA DO DR.
FRERICHS!
A sciencia e a pratica adoptaram a fan.
nha Lactea como poderoso element nu-
trictivo pars a infancia e distinctos medi-
cos do Brasil e da Europa reconheeeram
ser A do Dr. FRERICHS a melhor n'este
genero.
Deve-ae pois evitar confiar o filhinho i
uma pessoa estranha e de comportamento
nao conhecido muitas vezes o germen


aumerosa molestias.
Vende-se a verdadeira farinha Lactim
do Dr. Frerichs:
55 RUA DO IMPERADOR 55
Estabdeetmento de musicas e piano de Vi-'
tor PrVal e

Taverna
Vende-se uma taverns propria para qualquer
prineipiante, bern afreguezada, e o motive da ven-
da 6 o dono achar-se doente, na rua de Hortas n.
56: a tratu na ruas de Marcilio Dias n. 14.


Liquidacao a dinheiro
DE
Fazendas hfnas e grossas

0mus ie o111, e11flmris 0

itros oobi1osSanQw

*-][La doBaraio da Victoria -
0 proprietario deste
important estabebe-
lecimento de fazendas,
tend de se retirar
brevemente para f6ra
da provincia, resolve
vender por todo o
prefo, para acabar!
os artigos acima espe-
cificados e outros de fi-
issimo Aosto eultin


esta


AMadpoo, powa do. xaao~ rnel:1*
+' ::11 .. ... ..~l +ttti t* te f t A '!!! 1 8J O
Ditor muito largo corn S a4a4000a 5000
Dioaitena ok+ enrad qum pau-
0 o0G. 90a
Dit fance, ame"icao faenda muit,
em orpads de e s taIM 12000
AgodIo enfestdo aom 9 palos de lar-
glur a ppi para ftaal e&d uMn6S pan-
m, metro 0
Dito trioado onm a mesma largura,
pDi ilo pars lenoqes o toaas, ado
messa, metro a 15200
Bramaute do algodio corn 10 pabnos de
largura, proprio para fazer lenses deo
um s6 pmnno, metro 1280'
Dito francez, sondo de linho, metro a
15800 20000
Dito inglez de quatro larguras, sendo
do uiho, metro a 255000 2800
ureguellas proprias para lenc6es, toa-
lhas, eeroulas, sendo fazenda muito
encorpada, cad pega corn 20 varas
por 1D e em vam a 500
Ditas corn a mesa media a 800 rs. ou
varta 400
Atoalhado adamascado para touIhas de
mesa, tendo 8 palmos de largura, me-
tro a 1l800
Asim como um complete sortimento de
peas de algediozinho americano e
inglez, que se vende por pega de 3 at6 65000
Isto ua loja da esqina do beeco dos Feriros.
Casemiras de cores


De I:OO0 at6 0:00 rs,
Sroi r mrlila
Alheiro & Silva A rua da Imperatriz n. 40, tern
um immense sortimento de casemira de cores,
tanto claras como eseuras, que vendem a 25000,
29500, atW 6; o covado, e das mosmas mandam
fazer qualquer peca d'obra ou costumes, por pre-
0os muitc rat oaveis, assim como tern tambem um
explendido sortimento de casemiras e pannos pro-
tos ate ao mais fine sedi que vemi ao mercado, e
des mesmos tambem se encarregam de mandnr
fazor qualquer peca de roupa a vontaide do fre-
guez e corn toda a perfeigge e presteza : isto na
loja dos barateiros da Boa-Vista, na esquina de
becco dos Ferreiros.
Merinos pretos
ai -#OOi0IO1O, 900O e #o00
Os Barateiros da Boa-Vista, a rua da Imperatriz
n. 40 tern um grade sortimento de merin6s pretos
para vestidos que vendem de 15200 at& 2J200,
sendo muito boa fazenda, assim como ditos encor-
pados pars roupas de homens e meninos que vea-
dem muito barato, na loja da esquina do becco do.
Ferreiros.
Ld l 10 ru"i
Os Barateiros da B6a-Vista vendem muito bo-
nitos linhos de uma s6 c6r e de listrinhas para
vestidos, send a 160 reis o covado e de cores fia.,
isto na rua da Imperatriz n. 40, esquina do beceo
dos Ferreiros.
Brim pardo
Covado a 360 ro.
Na loja da rua da Imperatriz n. 40, vende-se
brim pardo liso, proprio pars paletots, calgas e
roupas de criancs a 360 rs. o covado, isto per
ter um leve toque de mofo, que larga logo que se
molhe, 6 grande pechincha : na loja dos baratei-
ros da Boa-Vista, esquina do becco dos Ferreiros

Fazendas
Para vestidos


Setinetas lisas e lavradas, send eom as
cores e lavrores o mais hoeito que tern
vindo so mercado a 500 rs. e 640
Ditas muito bonitas, corn barras largas e
estreitas, covado 640
Gorgoroos bonitos de la, lavrados, pars
vestidos, tendo de todas as cores, co-
vado 640
Merin6s de urns s6 cor, tendo de todas as
cores, fazenda de gosto, covado 500
Fustoes brancos, proprios para vestidos e
roupas de criancas, de 440 rs.. 500 e 640
Cretonaes cornm barra e muito encorpados,
proprios para vestidos, camisas e roupas
de crianas, covado a 360 rs., 400 e 500
Chitas, grande sertimento de chitas claras
e escuras, de cores fixas, de 200, 240 atW 400
Mariposas, as mais lindas mariposas que
tern vindo so mercade, corn desenhos nmiu-
dinhos, co rado 360
Baptistes corn delicados desenhos miudi-
nhos e graudos, assim como lisos 200
Cambraias brancas tapadas e transparentes
corn 8 jardas a pea 34000
Ditas mmito finaus, tanto tapadas como
transparentes, tendo 10 jardas cads peca
a 4, ,45500, 59 e ot6 75000
De toda- estas fazendas se dao amostras corn
penhor, na loja dos barateiros da Boa-Vista, es
quina do becco dos Ferreiros.
Brim pardo

Covado a 360 rs.
Na loja da rua da Imperatriz n. 40, vende-se
brim pardo liso, proprio para paletots, cal0as e
roupas de crianga a 360 rs. o cov.do, isto porter
um leve toque de mofo, que larga logo que se
molhe; 6 grande pechincha ; na loja dos bara-
teiros da Boa-Vista, esquina do becco dos Fer-
reiros.
iiRN DO- ABHLLO

USE E vtERA
Chegou nova re-
messapara a Livraria
Franceza, a rua 1. de
Maro, n.

CONIU DE POSITO
Preco 800 rMis.

Vende-se
A metade do engenho Una, moendo correnie,
muito boas terras e grandes mattas, porto da
nova estrada, de Santo Antio ; garante-se a veu-
da de outra metade: a tratar nu largo do Merca-
oo u. 25.
Aguoardenlte de Canna
Vinde-se a melhor aguardente de canna que ha
no mercado, em ancoras de dez canadas ; aran-
e-s a superior qualidade : na rus estreita do
t no rion.8.
Veuiie1' M se


.ap aea, 4* wqw maWm A am Iia 111*m

Ooir rt de meibc4s. do tor a 1800 C Ei


d 2&500.
idea de o asemird de S b reso e pretas para
Lido Simentw emol de co "s a 00, 890e
400 rs.
IdMeri preto par I to, (2 larguras), a -200. e


lji500 o covade!T
Bramante trancado de uma largura, alvo e nmi-
dt&I


to bortead, a 500 rs. o metro o a!I
do, 2110M.


Idem de dasm largurasdc a 900 rs. o dito# !
verno a 2S"JO1

B rim braneo n. 6 dmos a 1500 E' nova re-


messy.
400 ra.
Merin jreto araluto, Q IArguMryAa IaV"00

IdBramante trana, o d mis largo qae tern vindo
to boa 500 rs. o eovatro !
Idem do duas larguras, a 900 re. o dito!
Brim branoo n. 6 fino, a 1IO00I W' ova re-
Mesas.
Idem pardo Ions, o mais largo quo torn vindo
a 500 ma. o covado!I
Peas de algodAbsinho corn pequeno defeito a
35400 20jardas!
Idem de madapollo superior a 5;000 24 jar-
das I
Camisas brancas francezas, colarinho deitado,
865000 a duzia! A' elas.
Ceroulas de bramate, superiores, bordadas, a
165000 a dita I
Len"os de linho imbanhados, a 2;500 a dita!
Meias inglezas corn bocal de c6r a 35500 a
ditas!
Toalhas felpudas finas a 55000 e 65000 a dita!
Ricos cortinados bordados para camas e janel-.
las, a 650(0 o par!
Punhos de linho superiores, a 15000 o dito!
Cobertas de gang para cama de casl, a 3500
uma !
Lenq6es de bramante, idem, idem, a 2000 !
Lindissimas colxas de crochets para noivas, a
85000!
Idemr de fustate brancas para 45000. E' ha-
rato !
Baptistes de cores fixas e finas a 300 rs. o me-
tro!
Cretones superiors a 360 rs. o dito! Tomes
claras e escuras.
Setinetas francezas pars acabar, a 500 rs. o
dito.
Lindas capas brancas de pelucia muito grades
a 75000! Mandem ver antes que se acabe.
Chales de casemira grandes corn defeito a
35000.
Ricas saias bordadas a 34000 Sao de 65000.
Superiores sobre-tudos a 18%000, assim come
temos grande deposit de ditos pars trabalhado-
res de cantpo a 45500 cada urn, algod6es nacio-
uaes brancos e listados, o quc pedimos a attend
dos Srs, fazendeiros
A'S VENDAS EM PORQAO, DAMOS
DESCONTOS
Carneiro da Cuniha
&C.
S9.Bea bDuque de Caxias-iS9

CRAVOS E FLORES
Na rua da Uni ao n.

.5, ha sempre para se

vender cravos e flores

NOVO BSOTIMENT


Roupas para homes
POR
Preo os baratissimos
Riua da Imperatrlz n. 40
LOJA DOS BARATEIROS
Boa-Vista, vendem:
Paletots de casemiras de quadrinhos, fa-
zenda que se lava 65000
Dites de panno preto fino, fazenda muito
boa 75006
Ditos de casemira de quadrinhos e listri-
nhas, forrados 8U001
Ditos de casemira escura, de cordao, for-
rados 8W00O
Ditos de flanella azul, forrados, sendo fa-
zen la que nao desbota 104000
Ditos de casemiras de cores claras e es-
curas 105000
Ditos dc panno preto fino, forrados 105000
Ditos d casemira preta de cordao 105 e 125000
Callas de casemira corn differences pa-
droes, de b500, 65500, 85 e 104000
Ditas de casemira preta seda a 85 e 105000
Ditas de casemira dc cordao 6-500
Ditas de casemira preta 65000
Seronlas de creguella, obra muito bern
feita a I5200 e 15600
Dfitas dc Hamburgo de linho a 15800 e 2000
Colletinhos para dcntro, sendo de cre-
guella e muito bern feitos a 800 e 15000
Camisas, grande sortimento de camisas
braneas, tanto hrancezas como inglezas,
tanto de linho como de algodao, sendo
de 25, 25500, 35, at A 65000
Ditas de cretone de cor de 25, 2A500 e 35000
Meias, grande sortimento de meias cruas
para homes, de 320 rs. o par, at 506
Collarinhos, grande sortimento de colla-
rinhos, tendo de 55 a duzia atW 85000
Toalhas, grande sertimento de toalhas,
tanto para rosto como para banho, que
se vendem por prepos muito razoaveis.
Tudo isto 6 eosm grande reduglo de precos : aa
loja da esquina do becco dos Ferreiros.

Fustoesa 360 440,500
e 640 rs.
Os barateiros da Boa-Vista A rua da Impera
triz n. 40, vendem um grande sortimento de fus
toes brancos, proprios para vestidos e roupas do
criancas, pelos preces acima indicados : isto na
esquina do becco dos Ferreiros.
Setinetas A 500 e 640
Na loja da rua da Imperatriz n. 40, A esquina
do becco dos Ferreiros, vende -se um elegant sor-
timento de setinetas, tanto lisas como lavradas,
sendo as cores mais bonitas que tean vindo a"
mercado a 50i' e 640 r o covado ; assim come
um bonito sortimento de lsinhas lisas e lavradas,
proprias para vestidos, de 5 ( atW 8C0 rs., 6 pe-
chincha : na loja dos barateiros da Boa-Vista.
Espartilhos
a 44 e 510"0
Na loja da rua da Imperatriz n. 40 vende-s
muitos bons espartihos paa senhoras a 5$000,
ditos pars meninas a 4000, assim como urn .b
nito sortimento de fichus a 34000; isto usa loja da
esqutna do becco dos Ferreiros.
Vende-se
a lythographla da rua de S. Bom Jesu. (oute
Cruz) a tratar usa mo.sm...:
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juncturas apresentar-se amoravel e comn- mnais displicente do que o repouso forgado,
placente, envolver-se nos jogos e diverti- e entretanto 6 pena que de ordinario aguar-
mentos, animal-os e excogitar meios de os da o alurnno. Ao penetrarmos nas escolas,
multipl.car. depara-se-nos quasi sempre o minestre sen-
Posta de part a vantagem de grangear tado em sun cadeira, come chefe de pu-
a gratid.ao c confianga dos discipulos, o blica repartigio; costume inveterado obin-
preceptqr consegue assim guiar as diver- ga-o a conservar invariavelmnente a mesma
soes, e afastar de folguedos inconvenien- postura. Em vez de ir atW os discipulos,


FOLHETI -



0 RILHETA


POR


G. PRADEL


PRIMEIiA PARTR

(Contiauato do n. 151)


A negoeiata


Dous mezes depois do roubo, um agent,
A entrada de um baile da barreira, prendia
uma rapariga, que acabava de trocar uma
notes de cem frances. Os numerous dos bi-
Ihetes estavarn consignados em todas as
tascas dos lugares do Paris quo nao gozarfi
de boa noneada. A nota trocada tragia o
nunmero de nma das notas de Chatou. A
rapariga nao quiz dar nem um indicio, obs-
tinava-se em dizer que the haviam dado
aqelle bil-hete do banco, e que elle the per-
toiia. Pornordein do agentosoltaram-nfa,
c houve queso a viginasse o mo o major eui-
*. 4n TaW Ak stoinitA A I*A *a,& .^


0 home era Bernardo Paloque. Dera
o seu nome. Embora declarasse ter qua-
renta annos,jelle nao tinha antecedentesju-
diciarios. Era um desconhecido, urn mal-
feiter vulgar e ignorado. Das pessoas a
quern mandaram chamar, nem urma conhe-
cia Bernardo Paloque, que, corn uma in-
differenga supreme, olhava sarcasticamente
para os agents, sustentava os olh-res in-
vestigadores dos falsos irmlos corn auma im-
passibilidade impudente. -
0 process do roubo do Chatou foi for-
mado e Bernardo Paloqne condemnado a
cinco annos de prisIlo.
Por6m, em vez de se deixar transportar
a Nouka-Hiva, elle optara per Oayenna,
declarando quo era aerralheiro. Recusara
dar a conhecer os patroes corn quem ser-
vira, mas diante da commisslo superior en-
carregada da prova mostrou quanto era
perito na arte.
Quando lhe annunciaram que ostava des-
tinado para Cayenna, pareceu ter chega!o
ao cumulo dor seus desejos; nio pode cen-
ter urn forte suspiro de satisfagilo. Mas foi
rapid, e um agent que aoompanhava-o e
tentava fazel-o fallar, responded simples-
monte :
Gostei sempre do calor e por isso 6
que quero ver ver Cayenna.
Nao poderam arrancar-lhe outra cousa:
elle queria conhecer os paizes quentes.
De resto, dizia o relatorio escripto a seu
respeito : Nada mAo, doixa-so facilentqe
conduzir, nunea replica, tom ar abruta-
I h.ado.
tiradd.
Euiod a -6riagem de Bernardo Baloque
dWao p srinciPo tomou fe9oes trsgiws
-0- ^eoom-soe estes wages in0a=c$,
astAescripton Miio t
p Essas caixas
em pequenos compai |Ap
6 I osixas, ondea o
poder moyer-so~e ea004%1V4


se maa c m cirS o ooatanO As raz r, qua oU"exe os eo reie,
-e nltarei rmlss dedode 4 e de rlmal -aizer it al oa pexit-
*esta poiidoafeia eto d e sc oabarment os spibi- leo ,aum iriom tempo pars a orido
torepndra4s, qua levantana seola s p o conredi*ado impretenuvel do eaino nor-
axafoii k' tem inestres'-apaes paarai al, e nio hata quo I o neclo seja vi pro-
feeIh'es ;oGoa r s rpt p osaa;e e 6 de rfa io er nIs o nealise hemahs
E' Mruito conm aprubir o Memo por aprazada, e quo o alumno tenha o direito
que nio reform as esaColas doe mode qu do redlaal-a secm lantradicgoe. A thygie-
r instruneo primaria ascenda so Anivel da ne e a pedagogia aeoselham easo repousoI
quo s encontra en paizoes aantAdos6. pr quo seo retemporem as forgas, oe a mo-
Este modo de ver 6inadmissivel. A ques- al por quoe o alumna comprehenda o seu
tio do aperfeigoamento das escolas publi- ever, adquiniudo ao mesmo pass a idea
cas depended, em i grande part, dos pro- cornelata do daM E um pespeotaeulo
fessores ; o Goveruo a tal respeito POUcO edificativ over a a pruie acompa-nba
poderA fazer, corn probabilidade do con- corn attenglo as .expiicages, compenetra-
seguir resultados vantajeosos 0 seu papel da do seua deover escolar, levantar-se ao
restringe-seo a faciita r aquelles queo aspi- soar a hoera do descango corn a cnscien-
ram o magisterio e institutes onde possam cia do seu direito, e exigir do professor a
afazer-se aos devoeres profissionaeso e apren- faculdade doe applicar diveorsamente a at-
der as disciplines que constituent os pro- teno. A importancia que o professor liga



As eigeniasdo crgo mascolhe o terna dexgr.Eatcnenneunoas
grammas escolares: a escolher o pso al ao recreio e o modo do aproveital-o con-
mais aproveitavel, e despedir o minservivel; cortrenm para dissipar a prevenglo d e quoe
a tragar umn piano geramsl, e observar a sua na escola no ha alegria.



pars haugrd eprt uani spe-cno allteni griadasbemd
execungo. D'ahi por diante todo esforgo Quaes os exercicios deo recreio prefeori-
sera baldado ; 6e da boa vontadea do pro- veis 6 question quoe ao bom sensor do pro-
fessor quoe depended o exito da mas aprimno- fessor cabe resolve. E' possivel, aliAs,
rada organisaglo. E cumpre dizel-o. sem admittir distincglo entree os que conv6m
ambages, o melho r professor nalo e6 aquelle deixar inteiramente ao arbitrio dos alum-
que reune copia de conhecirmentos superior nos e os queo o professor tern a faculdade
As es xigenciasdo cargo, mas que tern a ade exigir. E' at6 conveniente, quanta aos
arte deo transmittir aose discipulos 0 s ul timons, que tal faculdade soe exerga corn
modesto saber, do mrodoe mais ameno frequenoia. No elenco dos exercciios obri-
aproveitando s cmas circu tanciasfavoraveis gatorios entrain os eallisthenicos os deo
para expungir do espirito infantil as pre- canto. A callisthoenia agrada seobremedo As
vengees contra a escola e seaus exercicios. criangas, sempre promptas para o movi-
Si a escola brasileira nao satisfaz ainda mentor corporal; ellas aceitam-na come re-
ao ideal da escola popular, ao alcance dos creaglo, e auferem o valioso proveito doe
mestres estAo os reinedios salvadores: ape- equilibrar asau'de pelo racionavel movi-
zar dis queixas acerbas que elles fmu- mentdos musculos. 0 canto exercita umn
lam pelo abandono em quo cuidam viver, o rgi o precioso, desenvolve sentiments no-
sno os unicos capazes de auxiliar a admi- bres, e conjunctamente habilita as crian-
nistraito e ir nadiantoe della. gas a constituirem c6ros, que tornam di-.
Este mnodo de julgar, queo a principio vertida e variada a existencia na escola.
parecera colelidir-se corn aseas dornnan- Os exercicios callisthenicos dispensam o
tes ha muita deoveria estar na consciencia emprego de apparelhos, e siao facilimosa
public. A expericncia tern sufficiente- para qualquer engenho vulgar. 0 canto, a
mente demonstrado que a mA collocagta que nos acabamos do referir, neorm sequern
da escola pouca influencie exerce na sua exige o conhecimento das notas musicals;
freoquencia. 0 alumno vai buscar & born apenas 6 precise que o professor auxilie as
mestre ondle quer que elle se ache, ao pas- criangas a recitarem o hymno, cangtao ou
so que o mriao fiea isoladoe no mreio do dis- trova, corn a entoaglao adequada, afimr doe
tricto populoso. Em regra, a pequna habituar-n-so A harmonia do rythmo.
frequencia denuncia o descuido oen a inca- Nem todos os mestres attribem ao e r-
pacidade do nestre, e o cremos poder affir- creio a importancia quoe realmente Ihe
mar que raras slo as excepg9es. Este compete. Comprehende-se que nemr slo
fact 6 a confirmagiao evidonte das propo- jdignos deo mengo os pedagogos incurio-
sioes anteriores: a importancia da escola sos, qu e for9am os alumnos a estacionanr
decorre immediatamente da confianga queo seis horas na sala d'aula, irmportunando-os
ella inspire. corn ligoes anidas e aborrecidas, sob o ri-
Aobrigago rudimentardo mestre e tornar diculo pretext d e que, entregues a si no
a escola inteessateo, eo, nessa formula nes ecreeio, fariamn xnuito arruido e at que-
rferimos As oreagdes entire o preceptor e o brariam os objecetos da asala. Taes mestres
discipulos. A diligencia do alumno p6de s eo indignos do nome : na o comprehende-
soer suscitada po r modos differences, e 0 ram a indole, nerm as necessidades da in-
exarme destces constitute imrportantissimo fancia, e coin a sua assombrosa ignorancia
capitulo da pedagogic pratica. Sem esgo- prejudicam a so mesmo tempo o espiritoo e a
tar o assumpto, tentaromos analysar al- mente do discipulo, condemnado a trans-
guns recursos immediatos, susceptiveois de formar-se em verdadeiro aut6oito. Cum-
serem applicados na ausencia de qualquer pre banir do professorado tilo barbaras
auxilio artificial, doutrinas. Mesmo, porem, entire os precep-
Primeirarnente occorre qu eimbora a eos- toes conscicnciosos, 6e diminuta ainda a
colasejavotada ao ensino, neo 6razoavel que importancia que se liga ao recreio. Con-
o salumno consumra no trabalho todo o tempo v6m que, durante as pauses, os mestres
quoe ali estance6a. Certo, durante os exer- apredoiem melhor os costumes e tenudencias
cicios, 6 indispensavel quo o mostre con- dos discipulos. Em vez do atrodar-se des
serve a gravidade sen a equal a erianga 6 alumnus, dinija o professor cm prosea es
instinct vamoonto inclinads para abuzar da jogos, senile sempro, so menos corn assi-
tolemancia, a fags sontir cns autoriuidesidiade, do sore quo a esian a caniepps-
do mode decisive. Pars nib perder o ximre-so d'ollo come do am afleigoado. E'
prestigious, 6 essPncial, porern, quo a auto- justamente o que praticarn as mirs; par-
nridade so apoio em estejo mais solido quo quo fundam nas affeigile a sua autoridade, a
o simples temor; si a cads memento fur nunca recusarn cempantir- os divemtimentes
licito usar de energia pars cohibim os ex- dos fi-hos, 6 qae ellas melhor do quointa-
cosses, a creanta so acostuuare-tm0ogtraaenon sabe-n ensinar quante thes apraz.
professor iradeoe descontante, e, sobire Fimmado o principio do queo e ecteic
perden a confianga no proprie muerito, me- naoe podo scm eliminado do program ma os-
nos so minmpreasionama corn as amniadadas colar, coutiunemos a estudar as condigoes
exprobagoes Pars quo nass horas do 05- a quoe mo stre so dove atet, afim do cap-
tudo pessa set o mestre coin justiga sevo- tar a cuniosidade das criangas, e intorce-i
no a exigeate, cumapre-lires emi outraa.cen- sal-as nas prosecugito dnas li93es. Nada 6


zir preceitos que nao apparegam comn o re-
gras formnaes, por6m corn um character do
moralidade, quo as proprias criangas se
apressaram a commentary. Em nossas es.
be o ar por um buraco gradeado, situado
acima da cabega. Da prislo central de
Avignon elle subio para um d'esseswagoes-
prisoes, e foi trancado n'um que ia para
Toulon.
0 trem ainda niao caminhara mil metros,
e jA urn queixume dilacerador escapava do
cubiculo contiguo ao seu, e o queixumo
transformou-se logo n'um grito do continue,
sem tregua; nada era tileo atroz come
aquelle ullulado louco de um ente enterra-
do vivo e estorcendo-se entire quatro ta-
boas.
Bonito, rosmungou Paore de so-
brancelha franzida e corn o labi fremente,
ah! so o tio Morio nao estivesse em Tou-
lon...
0 letter jA o sabe, o companheiro de Pa-
loque, atacado no memento em que tomava
o caminho de ferro, estorcia-se em convul-
W1es typhicas.
Morreu ao chegar a Toulou; umn outro
condemnado, atacado gravemente, succum-
bia do mesmo mode no dia seguinte.
Em takes condiqoes o embarque dos forga-
dos tornava-se naturalmeate impossivel.
Nlo se podia levar o contagio para o meio
da tripolaqlo do Tage, navio armada em
charrua e destinado ao transport. A con-
missio do service" ide s'ide enoarregada da
inspeceo recusava-sa absolutamente a isso.
O miaistro ieu ordem ao prefeito maritimo
de suspender o seoare i 0 e metter o n-
demnados uas tttig m dos gal&s.
Dou diii maif mw^l Btmr<
cahis doento tes 'WA4 O


sous banoos boq.jam ou peipassam as 41
Ihas do dilaceradas cartilmas. A esqol&t
evoea a imagem de urea insipida reimaRo,
onde porfiaesson todos por se aborrecerpi.
Deste muodo baldado intent qutrer inw
teressar os esolares pe los trabalhos, e do*
safiar a eccloS-o d-aduapifides. A actiw-
dade devaviventar oa exereiios, o e .es-
cola funaccionar asemoelauga do complex
macimsmieo, onde cda qual, mestre e dis-
cipulo, represent f ufancqs que, se exer-
gam sem intormitteugia. uompre que a
attenglo de todos esteja em movimrnnto,
para a qualquer instant ser post em pro-
Va. 0 arranjo das eornbinaages afim do
que, mesmo nas aulas onde um s6 indivi-
duo 6 incumbido-de todo o service, este s
realize sem complicagio, 6 o segredo do
preceptor atilado.
A primeira condiggo para anirnar a es-
escola 6 que a voz do professor repercuta
constantemente em todos os cantos da sala.
Conservem-se os alumnos em seas lugares,
para calmamente e sorem cansago assistirem
aos exercicios; dW se o professor aoincomno-
do de deixar a miudo a cadeira, e ir con-
versar corn os seus jovens amigos, passean-
do ao long da sala e exercondo dest'arte
muito mais proficuamente a vigilancia. Em
uma class onde cada alumnmo estA senlo
em sea lugar, o silencio 6 mais satisfacto-
rio, e a ordem mais complete: o professor
domina os movimentos, e corn rapidezapro-
xima-se ou afasta-so de Um ponto qualquer.
Ordenados racionalmente os exercicios, po-
dem os alumnos ficar hora e meia sentados,
segaindo-so urn pausa. Este system per-
mitte a melhor fiscalisageo da discipline.
0 circulo formado polos alumnos em vol-
ta da meza do professor tom o gravissi.
mo defeito de impedir que elle inspeccio-
no o que so passa na escola.
0 nosso professor primario pecca per
falar pouco; entretanto, pelos sentidos do
ouvido e da vista, 6 quo o ensino melhor
penetra na intelligencia, e d'ahi a apre-
goado excellencia do method auricular e
do intuitive. Contra o mothodo intuitive
allega-se a falta das colleges, que alias
presumppoern nogoes scientificas, quo nao
tern a maioria dos preceptores. Teremos
opportunidade de verificar at6 que ponto slo
fundadas takes allegag5es. 0 mesmo senile
pdde objectar contra o method auricular;
elle apenas exige a communicaglb direct
do mestre corn os alumos. A obsoleta pra-
tica de passar ligaos nos livros elementa-
res, e depois ouvil-as, em nada aproveita.
Deixando a margem a leitura, supponha-
mos que durante o dia, o professor onvio
as ligoes decoradas deLgrammatica, do a
rithmetica, de catecismo, o das demais dis-
ciplinas, quo compoem o programma. Fin-
dos esses multifarios exercicios, o aluamno
nao fez mais do quo cangar a memorial;
nao aiquiriu a conhecimento novo.porque,
n'aquella idade, nenhurm conhecimento so
grava de mode duradouro naintelligencia,
si o professor prescindo do demonstrar ca-
balmente o seu valor.'
Na crianga os conhecimetos so igualam
todos; o seu criterio inconsistent nio tern
solidez bastante para ponderar as ideas
sugeridas pela leitura.
0 ensino auricular sobrepuja qualquer
outro, porqne captiva os sentidos e, quan-
do o paofessor sabe amenizar a exposiglo,
as palavras nao so perdem. A natureza
plastic do cerebro infantil 6 para o pro-
fessor um solo feraz e prestadio, quo lhe
eumpro cultivar corn afan. Deede princi-
pie, as criangas rovelam significativo pon-
der para as narragies; as mais cstensas
nao lhe fatigam a atten~io, si uma vez a
dominaram.
A crian9a voltara a pedir que lhe re-
contemn a historic interessant3 ouvida em
certa occasiao, o o pedido se reproduzirA
frequentemento. Nalo ha melhor e mais
seguro meio de ensinar a moral, do que
aproveitar aquella magnifica tendencia, e
concertar narragoes donde so possam dedu-


Assumptos ha que, mais do que quaes-
quer outros, merecem particular considera-
9.o ao professor, e quo eutretanto nAo eO-
traram ainda no circulo commum dos de-
veres escolares. Cumpre na escola former
o coragoo do futures brasileiros, e per ist)
twdo quanto concorrer para illustrar os
Paloque, quando este soerguiendo so corn
difficuldade, Ihe disse em voz moribunda:
Major, ea tenho alguma cousa de
particular a confiar-lhe.
As duas irmls de caridade que acompa-
nhavam-n'o em sua visit, derarn trees pas-
sos atraz e conservaram-so discretamente
afastadas.
Nas prisoes, nas gal6s, no meio das in-
infamias e das miserias, na hera em que a
-morte avisinha-s', nio rare o medico 6
tambem confessor.
E' muitas vezes elle quemn recebe as pri-
meires declaragoes.
0 padre depois que vemn.
Um criminoso empedernido que recoia ou
range os denotes A vista da batina negra do
capellio, dirige-se ao doutor.
' Quando este 6 crento, faz o seu dever e
chama o padre.
As duas irmas bern o sabiam, e de todo
o coraglo, cm a cabega baixa, rezavam
peor aqudle quo acabava do chamar o ci-
rurguiao.
.Bernardo Paloque e o cirurgiao estavamn,
pois, s6s.
Que quer ? perguntou distrahido Men-
lieu.
Fallar-lhe.
Falls.
Chegue-soe para junto, major.. eu
Ibe pe90; nloo tenho forga para elevar a

0 forgado tinha a palpbrasbaixas, mas
por entree os cilioa passava umn ardeate
on= w it.o -eR-dfi~en.
. e e'iF oi- a caboga A* do d toS
5..


l^I"asu va fsutoidh d a o Ae. a
d wrtada p


4 torios, a proporo. que ( gavami,
aceumala idoS na part do fe ..pri
edo prazt do ouvir, -e, sO epi, d
a a n&arraglo, Ihes era franquadbo
4 so.-sts- systemra foi adoptado
rvio- olvidos algual dias,
era s ummnos que a aula princi-
s pela nerracgo, e porfhamu
ado para nao porderemn-na.
A maior priviqloo que so lhos podia impor
era oxduil-os da aula, quando algum
suncedia demorar-se no caminho e achar a
ports fechada. Satisfe.to co o pleno
-eito de sna exporieicia, o Sr. 'Nilor-4oot
nunca mais deixou do ter uma' historic
para contar 4os primewiras mementos da
aula.
Pode-se diuer que a curiosidade 6 insisa
no espirito infantile. Si o professor diligen-
te nIo a satisfaz opportunamonte, o disci-
pule para ella ira solicitar alimento de
quem menos estiver no caso de Ihe forne-
cer. Corn o autor destas linhas passou se
,um facto digno do referencia. Visitando
certa escola do soxo feminine, occupava-se
corn a classes das alumnas principiantos.
Tendo a professor informado quo nio era
seau costume contar historietas attractivas
As criangas, foi-ihes porguntado si, erm ca
sa, niao tinham jAmais ouvido alguma que
pudessem reproduzir ; recusaram-se tudas,
per acanharnento ou per ignorancia. Urn
risonho anginho do seis anaos, corado e
rubicundo, parocia porem, hesitant em le-
vantar-se. Animada corn palavras do be-
novolencia, muito confundida, confossou a
menina a sua vergonha de falar, e, apoz
reiteiradas instancias, referiu a unica his-
toria que sabia, e ouvira contar pela ami-
guinha da estalagem. Era uma indecen-
cia, capaz de fazer corar um tarirnbeiro.
0 escandalo tocou o augue, o a pobrezinha,
interdict, nao podia ajuizar e estranheza
que suas palavras provocavam. Tempos
depois, por occasilto de segunda visit, a
quella crianga, offerecia-se pare reprodu-
zir, e fel-o corn inteira graga, urma gentil
fabula ensinada na escola. Prometteu nao
ouvir mais as histories da amiguihha' da
estalagem.
Al6m das narragnes destinadas aavivar
a curiosidado das criaunas, o system ex-
pediente para o ensino das diciplinas que,
come a grammatica, e arithmetic, etc., exi-
gem explicagoes e esclarecirnmontos doordem
abstrcta. Os livros manuaes acarrotarn em
taes cases o incouveniente de que depressa
o alumno prefer o trabalho facil do decorar
afim do forrar -so do exprimir per palavras
suas a id6a que Ihe custa maduramente reo-
floctir. Serm duvida a mernoria da crianga 6
um excellent instrument, de que s educi-
giopode e dove tirar proveito ; per isto mes-
me, por6mrn, cumpro acautelar que um use
immoderado Iho prejudique o vigor. 0
mostro prudent saberA guiar o onsino, e
obrigar a crianga a descobrir por si mesma
as solug9es; e, s6 depois do comprehendi-
do am ponto difficil, indicarA as formulas
quo convem rotor na lembran9a. Tal ensi-
no s6 pode ser feito em clause. Escolhido
o assumpto, e esclarecido do mode mais
accessivel aos discipulos, por meio do ex-
emplos frisantes e numerosos, tratarA o
mestre do estabelecer corn os alumnos um
dialog active, per occasion do qual so cer-
tificarA de quo olles acompanham intelli-
gentomente a explicacge. Taes oxercicios
diariamente repetidos educam a attengao, e
fazem da escola aquillo quo dove ser, o
lugar onde se aprende. Os conhecimen-
tos iA adquiridos voltarn constantemento A
discussao, a os alumnos prepararn-se pars
mais tarda estudar nos manuals, sem alheio
auxilio, as questoes em que precisarem ins-
truir-se. Terao aprendido a afforntar os
problomas a as escolas os terA habilitado a
trabalbar.


reeg.o das ruas e das pragas, a colloca-
9go dos edificios, e o mais que lhes possa
interessar. As excursoes, af6ra o lade
instructive e o aprazivel, satisfazem ainda
a necessidades hygienicas. Na Europa,
em mnuitos paizes, sobretudo na Suissa, os
professors fazern grandes camninhadas
o.n os alumnos, no intuit do habitual-os
ao exercicio corporal, e proporcionar lhes
occsilo de respirarem o ar pure e iresco
do campo; muitas vezes a excursao pro-
b.nga-se pzlo dia inteiro, e enAno n4 luim-
aecrescentou Paloque, seem LiU auau muar
o diapaslo da voz, senso estA perdido.
Este estd perdido soou come uan repique
fanebre aos ouvidos do cirurgibo.
Ficara alli petrificado, emquanto sua con-
sciencia de home de bemrn, de official,
bradava-lhe :
Chama; e manda prender esse cri-
minoso, esta impostor.
Por6m aquelle estd perdido era mais
forte, e Monlieu esperava, petrificado, por
uma angustia quo ab.dava-lhe todo o ser.
Pernardo Paloque, proseguid, fallando
muito depressa :
Sei quern o senhor ,6. 0 senhor cha-
mase Monlieu. Sei tambem quen 6 Miet-
to Brun. 0 senhor nto ternm fortune al6m
do sea graio, e quinze mil frances de divi-
das.
Monlieu estava aterrado.
Aquelle miseravel conhecia todos os por-
menores, todos os segredos da sua existen
cia.
Ai elle estava fallando a verdade.
Mjnlieu estava perdido, e estava perdido
serm recurso.
Dous annos antes, vivia tranquillo, me-
thodico, amoroso de uma profisslo, do sua
arte. Tado isto desvanecera-se, desappare-
cera. Para deitar abaixo uma exist3ncia in-
teira do trabalho, para fazer corn que o
cirurgilo perdesse toda a dtgnidade o toda
atbiqlo, aStara uma mulher.-
E eta& mulhe-r chamava-se Miette Bran.
Oh I Bemnardo Paloque estava bemr in-


ai dcstruir tudo aquilo bas-
nporem, b t adoravel,


io* aamrios de othigir e apgoesitars- sob
fra didac tiea, materials abuada neosso
ero suaceptiveis deo simpuisirna i io-
dijsia e ensino. Porque razao nas eseo-
las naose oensinaro os nossoasdous hyr- (
anos nacionaes, afim de que os alumnuos os
reproduzanm oei*6roe poar essa' m 80a s".a
loninisem certos actos escolaresj? 'Por que
razlo o professor-aio ciilarA, de naenu-"
rar ,a teus discipulos as autoridados pnbli-
cas da cidade, distingiundo-as -polos no-
mes o funcqes que exercem, afitn de ae)s-
tumarom-se cede ao respeito da lei o de
se| org.os ? Pir que razao a localidade,
odeo uncciona a escola, neo sera object
di olongado o divertido estudo, do sorte
qau4 alumho conhe9a a fregaezia cou a
cidai a ponto de poder dar sobre ella
infotagces a qualquer forasteiro ? Este
ultimo assumpto, sobretudo, proporciona
interessantes o facilimos exorcicios. Nos
povos europeus 6 quasi sempre ao mestre-
oscola que as autoridades ou os investiga-
dores so dirigem quando carecem de in-
formag9es minuciosas sobre factos ou cos-
tunmes locals; supphe-so que, pela n:ccs-
sidade de iniciar os alunnos nas particu:
laridades da vida local, elles caprilcham
em estudar quanto possa interessar aos
discipulos corn quern conyivem.
Nesta ordem de questoes falta-nos ainia
muito quo tazor, embera a cidade do Rio
de Janeiro se presto inteiranmonte a occau-
par a attengAo dos professors. Os monu-
meutos publicos que commemoram factos
assignalados da nossa historic, as igrejas,
os edificios das reparti9gies publicas ou os
votados aos multiples eneargos da vida ci-
vil, as cadeias de montanhas quo corcain
a cidade, a amplissima bahia recamada de
ilhas encantadoras e de curiosos accidents
geographicos que a aformoseamn, todos es-'
ses assumptos e outros sem conta podem
servir para conversa9ges, narrativas, ou
eselarecimentos ajustados As escolas pri-
marias, e ternm a p3culiaridade de agrada-
remn As criangas, porquo relevam a cousas
que ellas conhecem, e facultam-lhes a pos-
sibilidado de transmittirem aos intimos no-
9es acertadas acerca do facts que sao
ignorados pela populagIo unicamente per
causa do deleixo dos mestres. As excur-
soes escolares sao perfeitamente pratica-
veis, sem incommode, e som estorvo para
o serving escolar. As aulas terininamn no
verao As 2 112 e no inverno As 3; no sab-
bade todos os trabalhos findam ao meio
dia; os domingos, os dias santos e feria-
dos succedem-se corn frequencia. 0 que
obsta a quo, urma on duas vezes monsal-
monte, o professor convide os discipulos
para excursoes, durante as quaes tao uteis
conhecimentos praticos poderlo ser addi-
cionados aos que so obteem na escola ?
As excursoes escolares on propoem-se
a um fim de distrac9go, ou a um ensino
pratico. Em ambos os cases tomemos os
jardins quo ombellezamrn a cidade, o Pas-
seio PublicS, o Jardim Botanico, os bos-
ques da Tijuca e do Corcovado, as viagens
atravez da Bahia at6 Nictheroy, a subida
aos morros do Castello, Santo Antonio e
Santa Thereza, doude so p6de gozar o
deslumbrante panorama da cidade e dos
suburbios. Alguns dresses passeios so
realisaveis sem dispendio; outros exigi-
rio porventura quo os professores eaten-
dem corn os paos por que auxiliem
as despezas de transports. As visi-
tas das fabricas, que demoram a. proxi-
midado da escola, servem para iniciar as
crian9as no system do trabalho, ou no
modo come se preparam os artefactos.
Em semeihantes excursoes o professor
chamarA a atten9io das crian~as para tu-
do o que for digno de men9i'o, explican-
do-lhes a razao do que perguntarem, ou
informando-se de pessoas, que o possam
fazer. Ao atravessar a cidade, o profes-
sor nao perderA occasiio do oriental os
seos comnanheiros e de indicar-lhes a di-


so contorma em rnmuitos casos, do mesmno
modo na escola,'essa pequena sociedade, 6
utilissimo que o professor s3 csforce para
constituir uma opinion public, iudepmu-
dente e seria.

(Continuar-se-ha)
dentes, destacando em seus labios verme-
lhos como urna romna, uma onda de sangue
batia-lhe nas fontes, elle esquecia tudo, fi-
cava louco.
Paloque acertara. Elle devia a Deus e
ao diabo. Miette nao podia nada, mas elle
tomara-a um dia em que ella estava dau-
gando um miudinho ao som de um tambor
e de um pifaro. Ella vieia para elle, dei-
xando os outros todos, corn urn lengo ca-
tita nacabegae o vestido que tinhanocorpo.
Por6m ella trazia tambem sua belleza,
sua mocidade, sua cutis assetinada, a que
o sol dora uns tons de ambar.
E a cabega de Luciano Monlieu ficara
vira-la E desde aquelle dia i elle marchara
para a frente, corn os olhos nos oll.o0 do
Miette, sem ver o abysmo que cavava, que
cada dia tornava mais profundo.
Fora precise dar mobilia a Mietto, ves-
til-a. Era faceira a pequena; tambema na-
da sabia fazer, era preguigosa come umr
pregniga, gulosa, dorminhoca, amniante do
prazer mais que tudo.
Em dezoito mezes, elle estava dovendo
quinze mil francs.
Somma enorme! uma fortune para um
pobre official de mrrinha, que s6 ganha tres
mil francs por anno.
Sen ordenado, o solo por mez, era ura
dentada para Miette. E ell&a no podia na-
da ainda.
Qneixas tinham apparecido, quando a
reolamas dos credores ti m ficado set a
effeito; estes tinham ido dreito ter como
almirante. NadaitemoS Ls ocrodomairadi
terno o almiraute:porfeito -a^ tiif I
Bomn rpax 'a yidaB PtSda.
servi4o, .teso,,vdot
z~ m- no amitmlb.d ikmfk


* lB 1 -? -


s yink#Ahia 4o 'aJurano p
xercimos escolares., TiveMos jA ocoasi,
Ie a e~fazer. refeeencia, e barn asm q
cpsas dos profepsores quo e exisem d
idoptaremi-no, por, uno dispQrom de colleo
95es adeqtiadas. Tal escusa 6 de todo im-
psacedente. As allUadidas colleges pre-
suppoem um plaso do ensino de cousas,
)rganisado no sentido de abranger ordena-
daiamento os conhiecimentos scientiecos ; -1
1ies s6 podem ser vantajosamente mann-
seada por professors versados nas scien-
cias CQorrespondoentes. Fura d'ahi, sera
lNuo inexplicavel fazer acquisigao de ap-
parelhos aperfeigoados, coin a certLeza deo
que nao podem sor immediatamento apro-
veitados. Ao professor diligent nao fal- '
tam objeetos para mostrar aos alumnos,
dando explicagoes interessantes; a madei-
ra de qae sto fabricados os moves da sa-
la; o ferro empregado nos mesmos; o vi-
dro utilisado nos cops, nos tinteiros, nos
caxilhos das janellas, nos oculos, etc., o
papel que serve oara a escripta, para os
livros. para a escripta, para os livros, para
revestir as paredes ; a cal, a pedra, emfim,
tudo o que estA na escola, e que p6de sert
olhado, cheirado, apalpados pelos alainm-
pos. constitute campo vastissimo para fe-
cunda m6sse, assim saiba o mestre adqui-
rir no9goes exactas e reproduzil-as de modo
congruente. Quando queira organizer m3-
thodicamente o ensino. pode sem difficul-
dade arranjar pequeno muzeu dos objecto-
rnais conheoidos e empregados gue dis-
tricto da escola, e sobre elles disscrtar.
Figuremes alguns exemplos. Para expli
car aos alumnos o assucar, escolherA di.
versas amostras do assucar que s3 vende
no mercado, nma canna, o um pouco d*
caldo; insihnificante despeza o habilitar,
corn esse mtaerial e assim preparado ex-
porA ao alumno, mais ou menos, eomo e
que a canna se transformir em assucar, e
depois quaes as applicagoes mais notaveis
do product.
Quanto ao caf6, o professor pode trazer
para a aula uma chicara do liquid, um
pouco de caf6 torrado, algunsgrAos jA pre;
parades o outros em estado natural, um
ramo da arvore ou algumas folhas, e corn
estes elements terai o indispensavel para
proveitosa liglo de cousas. 0 mesmo se
pode fazer corn o pao, a farinha, e urn serm
nurnoro de objeetos.
E' certo que as li95cs de cousas sao sus-
ceptiveis de programma minucioso, mas
cremos que actualmente, longer de facili-
tar, elle viria estorvar os bons desejos do
mestre pouco instruido. Este aprecia corn
maior justeza a sua classes e os seus recur-
sos; tern facilidade em obter certos objec-
tos que conhece melhor; sabe o que dizer
e comro dizer, para conseguir o adeanta-
monto dos discipulos. Cumpro-lhe pois lan-
9ar os ollhos serm perda de tempo para os
objects da escola e por elles iniciar o en-
sino intuitive, solicitando a aten9io das
criangas. 0 quao o born senso indica e que,
em vez de fazer as escolas abundante dis-
tribuigio de colleopes e de estampas, a ad-
ministra*lo restrinja a sua generosidade,
fornecendo as unicamente Aquelles profes-
sores que espontaneamento houverem ini-
ciado o ensino de cousas de modo serio a.
efficaz, e delle tirade vantagens que just
fiqueon a sua competencia.
A discipline escolar e os moles de emu-
lag'io concorrem muito para realvar a esco-
la. 0 alumno tern prazer em capacitar-se
de qua o seu trabalho 6 estimado e Ihe d,
consideragao; o vigoroso estianulo resm4-
tante do amor das posicoes conquistadas
nao s6 acora o desejo de conserval-as, mas
desafia o zelo dos companheiros. E' obvia
a preexcellencialdesses meios educativos;
convem, nao obstante, que na concessao
dos premios morass, unicos verdadeira-
mente uteis, o professor abstenha-se de so
guiar unicamente polos seus impulses. As-
sim como, nas sociedades policiadas, o go-
verne sonda a opiniao public, c corn ella




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