Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:13443


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Full Text




























mendei por offlcio de 18 do damebro ulti-
mo, a proposition de orequiao Identieas.
Ao inspector do thesouro provincial.-
A repartiglo das obram publicas i prop.ito
das poaderagoes feitas por Vmc. em offeios
de 5 deste mez, sob n. 488, informou no de 9o
do mesmo mez, sob n.15, queo a estrada de Pal-
mares a Bonito esti comprehendida nos e8
kilometers construidos por eonta da commis-
sto central de soccorros em 1878,, e queo a
obras cuja plant e orgamenton submetteu a
approvaglio desta presidencia, isto 6, cons-
trucqao de uma ponte sobre o rio CA-me-vou,
um pontilhlo sobre o riacho proximo Aportei-
ra do engenho Verde, 3 boeiros, e finalmente
conclusio dos trechos em que se ternom de cons-
truir essas obras d'arte, estIo autorisadas pe-
lo 38, aat 1. da lei n. 1,499 que conwg-
nou o credit de 40:0001 para concluslo, nis
s6 da parts da referida estrada, como da de
Agua Preta e da colonia Soccorro. A' vista
disto approve nesta data a referida plant e
orcamento, do qual Ihe envio iuma c6pia, e
roemmendo a Vmc. que made chamar
concorrentes a execucilo das ditas obras na
importancia de 9:3211400.-Communicou-se
ao engenheiro ajudante da reparticio das
obras publicas.
Ao mesmo. Constando de informaclo
prestada pela reparticio das obras publicas
em 15 deste mez, sob're as ponderagoes por
Vmc. feitas no officio de 5 do mesmo mez, sob
l. 489, que a ponte sobre o rio Preto 6 com-
plementar das obras da estrada de Agua-Pre-
ta, para as quaes o e 38 do art. 10 da lei n.
1,499, consignou credit, nests data approve
a respective plant e os orcamentos na im-
portancia de 3:086O000 e mandei p6r em pra-
2a a execuglo da referida ponte. Remetto a
Vmc. uma c6pia do alludido ornamento. -
Communicou-se ao engenheiro ajudante da
reparticio das obras publicas.
Ao6juiz de direito da comarca de Villa
Bella.-Declaro a Vmc., em resposta ao offi-
cio de 4 do corrente, que o arrematante do
impostor sobre bebidas espirituosas, signatas
rio da representaclo feits a Vmc., junta ao
predito officio, que devolve inclusa, deve di-
rigir-se 6 camera municipal, fazendo perante
ella a sua reclamaco; e no caso de noio ser
attendido recorrera para esta presidencia.
Ao promoter public da comarca de Ta-
caratu.--Sciente do theor do-officio de Vmc.,
datado de 11I do corrente mez, cabe-me decla-
rar-lhe que espero continue a fazer-ire corn-
muuicagoes frequentes sobre o estado da tran-
quillidade publics e da seguranca individual
nessa comarca, dando-me ao mesmo tempo
conhecimento dos actos mais importantes que
ltr praticando no exercicio de suas funcqoes.
Ao president e vereador da camera mu-
nicipal de Tacaratu.-Fico inteirado pelo offi-
cio, a que respond, de I do corrente mez, de
haverem Vmcs. prestado juramento e assumi-
do o exercicio de sous cargo, para servirem
durante o quatriennio de 1881 a 1884.


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1


--Ass memoros aa junta die classificagfio
HXPEDIENTE DO DLA 22 DR JANEIRO DE 1881 de escravos do municipio de Pao d'Aliho.-
Acto : Declare a Vimcs., em resposta so seu officio
president da provincia, attendendo ao de 26 de dezembro ultimo, que, segundo in-
q ue requereu Dalvino da Fonseca Lyra, formaclio do inspector da thesouraria de fa-
slumno meStre da Escola Normal, e tendorem zenda datada de 20 do correnae, sob n. 30 o
vista a informaco n. 17 d 15 do corren saldo da uota distribuida a esse municipio
to mez, do inspector geral da iustrucgio em 1875 6de 2565515. 1
publics, resolve, usando da autorisaco con -- An president da junta de classifica9.ox F
concedida pela lei n. 1,496, de 10 julho do de escravos do municipio do Cabo.-Constan- d
anno passado, nomear o referido alumno pro- do de officio que em 14 do corrente me di-
feasor public effective da cadeira do ensino rigio o collector geral, membro dess, junta,
primaio da povoaquo do Breje do Padre. que da quota de 1:86579. destinada liber-
Officios-- peint d i id Alas taco, pode ainda ser applicada a de 5:226S579. '
Aopresidente da provincei de Alag6as. por isso que o valor dos 11 escravos classifi-
-@egundo sollicitao brigadeiro commandan- cados, devidamente arbitrados, chega ape-
te das armas, emrn officio n. 44, de 20 do cor- nas a de 6:6505000, sirva-se Vmc. de provi- n
ren'.e, cemmunico a V. Exc., pars seu conhe- denciar para que essa junta se reuna sem de-
cimento, que no vapor Pirapama, seguem para moa, anm de classificar tantos escravos quana- d
essa provincia, corn destine 6 villa de Taca- tos comporte o referido restante de 5:2269519,
ratfi, o alferes Mariano Jose Pereira da Silva, guardadas as condic~es de preferencia ja co- o
o fuel Manoel Goncalves Diniz, e os solda- nhecidas d j e
dos Jose Nicolao, Lourenco de Souza e Lou- Portarias: q
renco Josd Ramos, os quaes vio fazer part o Sr. gerenteda companhia Pernambu-
do destacamento daquella villa, devendor- cana faca transportar na prmeira opportuni-
colher-se a esta capital, o alferes Sebastibo dade, i'provincia do RioGrande do Norte, t
Gongalves da Costa, o 2' sargento Pedro No- d, cta do ministerio da marina, 6 volu d
lasco de Souza e dous cornetas, todos do 20 pow conts do ministewin di marinha, 6 volu- d
batalho de infaotaia. No mesas vapor so- oes, medindo 28 decimetros cubicos, conten-
batalhode infantaa. No mesmo vapor se- do artigospara pintura, remettidos pela in-
gue tambem pars ahi, corn destined a povoas- tendencia de marinba, corn destiny e capita-
do de Piranhas, o furriel do 140 batalh o da nia do porto daquella provincia.-Communi-
mesma arma Joo de Mello, que vai render no cou-se ao inspector interinovdo arsenal de a
destacamento alli existente, o 20 cadete 2 sar- marina. r
gento Arthur Cavalcante de Albuquerque, g companhi Pernambu-
s tern de ser escuso do service do exercito -- Sr. geronte d compdanh Pernambu-
cans fasca transportar atd o.porto de Piranhas,
A conclusao de tempo., por conta da provincial, no vapor Pirapama, I
-- Aoprocurador da corda, soberaniae fa- o alferes Mariano Jose Pereira da Silva, o
zenda nacional.-Sirva-se V. Exe. de emittir funrriel Manoel Gongalves Diniz e os soldados
parecer sobre -a consulta junta por c6pia, da Joo Nicolas, Lourengo de Souza e Lourenco
camera municipal do Limoeiro a respeito do jos6 Ramos, todos do 2o batalhio de infan-
mode porque orespectivo procurador devera taria, os quaes para alli seguem corn destine
prostar fianea.
Ano.r.Adelino de Luna Freire.--Recebi a villa de Tacaratd, onde vio fazer part do c
cor Acio n a qu respondo, do hontem dri- respective destacamento. Communicou-se o
corn o oficio a que responds, de hontem da- as general commandant das armas. (
tado,. os ocumentos enviades por V. Exc. a general com mandantedo daar passage .i
pertencentes no archive da extincta commis- An mesmo, maxdando dan passage
s0o central de soccorros, parn o mesmo porto, no mesmo vapor, por
s- Ao Dr. chefs de poliia interino. -Em conta do ministerio dajustia, aso furriel do !
addtamentD a meu off ici datad o de 0 de 140 batalhAo de infantaria Jo0o de Mello, que
additamuento ,amen officio da.ado do 10 do vai render no destacamento alli existent o
novembro ultimo, transmitto a V. S. a inclu- 2o cadete 2 sargento Arthur Cavalcante de
sa copia de outro que aso juiz municipal de Albuquerque, que tern de se excuse de seo-
Palmares dirigio o subdelegado de policia do vico do exercito, por conclusao de tempo.-
districto de Pimenteiras, declarando que An- iCommunicou-seao general commandant das
tonio Vital, resident em Gulandim, tern vin- amnas.
dido madeiras pertencentes ao estado, e que 0 Sr. agent da companhia Brasileira
no district Lag6a de Gates tern side distrui- de Navegacgo a Vapor faca transportar 6.cor-
das as mattas existentes em terras publicas. o contadoministro da gura no va-
--Communicou-seso juiz municipal do ter- re, per conta do minoter.
-Co unicne a nu ip d rpon Pard, osperado do norte, as praans do
odoPaneilas. ^^^^^ -^-^ iT ^ ^ ^^^
An inspector diathen.urawia do fazoxda. exercito addidas a companhia de infantaris da
-Para on fing convenientes, communico a V. provineis do Rio Gnde do Norte. a bem as-
aim suas families, constantes da inclusa re-
S. que o bacharel Francisco Manoel Paraizo ranlo nominal, prs copia, as quaes seguem
Cavalcante, ex-chefe de policia desta provin- parsi olm em virtpde da requisigso do Exgi.
cii, deixou. em 3 do correxite, por motive doeasal mvruod eusgnd xu
cis, doxoa em 3 do corrente, por motivo de resident d-laquella protincia, em officio de
molstia o oxercicio daquelle cargo. K0 do corrente.-Communicou-se ano presiden-
No mesmo. -Accusando omrecebimento te da provincia Jo Rio Grande do Norte.
do officio n. 24, de 17 do corrente me7, no ExPEDIErNT DO SCRET&RIO
equal V. S. sollicita esclarecimentos que o ha. EXPDIEE DO SCRETARO
bilitem a observer a ordem do ministerio da Officios:
fazenda relative aos generous remettidos para Ao commandant do presidio de Fernan-
a provincial do Ceara durante o flagello da do de Noronha.-De ordem de S. Exc. o Sr.
secca; transmitto a V. S., dous exemplares president da provincia, communico a V. S.,
impressos da demonstracao da receita e des- para seu conhecimento e fins convenientes
peza da commission central de soccorros desde que, no requerimento do pharmaceutico Pe-
25 de abril de 1877 atd 31 de maio de 18'78, e dro Chastenel, a que allude o officio desse
uma collecio dos annos do relatorio desta commando, de 29 de dezembro do anuo pro-
presidencia apresentado a assembleda provin- ximo passado, s9o n. 312, foi hoje proferido
-cial em 19 de dezembro de 1878 onde se en- o seguinte despacho: aNada ha que defe-
centra o da mesa commission. Se os escla- rir, visto aguardar a thesouraria de fazenda
reimentos fornecidos por esses documents as contas do presidio de Fernando de Noro-
Ul insufficientes, V. S. poderi mandar p6r nha, relatives so mez de novembro ultimo,
empregado da repartigio ai seu cargo co- afinm de poder se fenflcar o descent feito nos
hIr outros no archive da referida commission vencimentos donupplicanto e expedir as comn-
-4xistente na secretaria da presidencia ; e se misses recommendadas na ordemrn do thesou-
isso ainda nao bastar especiique o que faltar ro, de 17 do citado mez. D
para ser soliicitado dos membros ou do pre- Ao ljuiz de paz em exertccio da fregue-
sidente daquella commission, ora extincta. zia de Tacaratu. -.0 Exm. Sr. president da
Ao mesmo.-Coinmunico a V. S. para os provincia manda accusar o recebimento do
fins convenientes, que o brcharel Jeronymo officio de V. S., de 7 d corrente mez, emra que
Materno Pereira de Carvalho, deixou em 21 communinca ter na mesma data prestado ju-
do corrente o exercicie do cargo dejuiz mu- ramento e assunido o exercicio de seu cargo.
-uicipl.termo da Escada por ter sido re- -Igual ao 1 juiz de paz do 2 district ide
mros)Mparsao lugar dele5juiz substitute des-I Santa Agueda em Alagoinhas, em respostalao
omarca- officio de 10.
" esmo.-Para os fins cdnvenientes, -- Ao engenheiro fiscal da estrada de ferro
.: aM o a V. S., quo por despacho desta do Recife as S. Francinco.-S. Exc. o Sr. pre-
;@S^oSl ^ faltas de exercicio do juiz munici- sidente da provincia manda accusar o recebi-
". '/.ojl orphios do termma de Barreiros, ba- mento do officio de 19 do corrente, em qu V.
.hel Jose de Amorim Salgado, dadas no p0- S. referee o facto de have a lodomotiva n. 8,
riodo decorrido de 13 a 19 de dezembro ul- que vinha do Cabo, alcangado na entrada na
Aiino. poute de Afogados, o tram que vinha do in-
-- An inspector interino do arsenal de ma- terior, resultando ao cheque o estrago de 2
' i .inba,-Haj V S. declarar-.e a1 dioen1se earros de 3 classes, d6 1 de freio e 1 do ani-
dos s iy volumes 4de que trata o seu officio n. macn, ansim como o ferimento d9 alguns pas-
k O a0 do corrente, confouy+ lhe recom- sagsirqn. "


- .


Abaixo assignados residents no municipie
i Escada.-'Informe o Sr. inspector da the-
offraria de fazonda.
Antonio Nanoel de Siqueira Cavalcante.-
eferido corn officio desta data ao Sr. inapec-
wr da thesouraria de fazenda.
Jos6 Beosario Marinho Falclo.-Ipforme o
r. inspector do thesquro provincial.
Joio Francisco da Costas.-Deferido corn ef-
cio desta data so Sr. inspector da thesoura-
a de fazenda.
Capitso Jose Paes de Mello Cavalcante.-De-
Brido corn officio desta data ao Sr. inspector
a thesouraria de fazenda.
Joao 4ntonio Gontalves. Remettido so,
aiz de direito da comarca de Caruarii para
rovidenciar e devolver.
Landelino de Luna Freire.-Informe o Sr.
ispector do thesouro provincial.
Conego Simio de Azevedo Caminpos.-lnfor-
Leo Sr. inspector da thesouraria ie fazenda.
Manoel Antonio Tavares.-Deferido corn of-
cio desta data so Sr. inspector da thesoura-
a de fazenda.
Maria Francisca da Conceigio.-Informe o
r. inspector da thesouraria de fazenda.
Trajano Avires de Mendonga.-Deferido corn
fficio desta data ao juiz de direito da comar-
a do Rio Formoso.
Dr. Silvio Tarquinio Villas-Boas.-Encami-
he-se.
Francisco Amancio da Silva.-Remettido a
inta medics provincial, a quein o suppli-
ante se apresentar6. para ser inspeccionado.
Izidoro de Freitas Gambsa.-Concedo a gra-
ificacao de merit, de accord corn as infor-
sagoes do Sr. inspector geral da instrucio
ublica, a contar, porem, da presents data.
Padre Dr. Manoel Goncalves Scares de Amo-
im.-Deferido na fdrma requerida.
Antonio Jose de Miranda. Remettido so
r. inspector da thesouraris de fazenda.
Flaurino Jos6 Gomes.-Ilnforme o Sr. juiz
e direito do 2 district criminal.
Domingos Martins Nogueira.-Sim.
Bacharel Josd Brandlo da Rocha.-Sim.
Antonio da Silva Maia.-Informe a camera
municipal do Recife.
Bacharel Jobo Vicente Pereira Costa.-Sim.
Major Manoel Joaquim Bello.-Forneca-se.
Capitao Manoel Claudino de Oliveira e Cruz.
-Fornega-se.
Secretaria da presidencia de Pernambuco,
de fevereiro de 1881.
0 porteiro,
Joado Gonalves dos Santos Junior.

Repartlido da policia
Secco 2.-N. 162- Secretaria de po-
Icia de Pernambuco, 1 de fevereiro de
881.-him. e Exm. Sr.-Participo a V.
Exc. que foram hontem recolhidos a casa
e detenld os seguintes individuos:
A* ordemn do subdelegado do S. Antonio,
?rancisco Antonio do Souza. por deflora-
tento.
A' ordem do do 1 district de S. Jos6, Jos6
[endes da Silva, como alianado, atd que te-
ha o convenient destino.
Na noite do dia 12 do mez find e no lugar
enominado Urucu, do term do Bomrn Conse-
ho, um individuo conhecido pelo nome de
danoel Perado dirigio-se em companhia de
utro a casa de Rosa Maria da Conceicao, em
uem deu uma surra de verga de pao, pondo-
e em seguida em fuga.
A autoridade respective tomou conhecimen-
o do facto e contra os delinquentes precede
le conformidads corn a lei.
No dim 15, e no povoado de Gravat6, do ter-
mo de Bezerros, se achavam n'uma taverna,
bastante alcoolisadas, duas pragas do corpo
lo policia pertencentes ao destacamento ali
istacionado, quando appareceu Bernardo Co-
ado da Paixio, home de mr indole, qua
rendo aquelles, dirigio-lhes palavras insul-
;uosas, resultando d'ahi urma luta entire os
nesmos e sna qual recebeu urma facadano
hombro esquerdo a praca de nome Joao Ri-
)eiro da Paz, qua falleceu 20 horas depois.
Pelo subdelegado do 2o dictricto da Boa-
Vista, foi remettido hontem an Dr. juiz de di-
feito do 4 district criminal, o inqnerito po-
icial a quo procedeu contra Severiano Fran-
cisco de Salles, que no dim 23 do mez find,
nastigou barbaramente an menor Jose, con-
forme tratei na minha parte de 26.
Deus guard a V. Exc.-Ilim. e Exm.
Sr. Dr. Franklin Americo de Menezes Do-
ria, muilo digno president da provincia.
-0 chefe de policia interino, Joaquim
da Costa Ribeiro.

Theseuro provincial
rESPACHOS DO DIA 1 DE FEVEREIRO


DE 1881
Manoel Paulo de Albuquerque.-Ao Sr. ad-
ministrador do consulado para attender.
Jos6 Diniz da Silva.-Ao Sr. porteiro para
entregar ao interessado.
Ponto da repartigco das obras publicas.-
Ao Sr. thesoureiro para os fins convenientes.
Antonio Gomes da Silva.-Certiflque-se.
Dr. Manoel Gomes Viegas Junior- Infor-
me o Sr. administrator do consulado provin-
cial.
Junta da Santa Casa de Misericordia.-In-
forme o Sr. contador.
-Francisco de Hollanda Vallenca.-Informe
o Sr. contador.
Attestado de comprimento d e deveres dc
engenheiro G. Mermonde.-Ao Sr. thesourei-
ro para os devidos fins.
Attestado de cumprimento de deveres dos
guards da illuminaglo.-Ao Sr. thesoureirc
para os devidos fins.
D. Maria Henriqueta Alves Lima.-Ao Sr.


.iMdia o s i.-Ao Snr
Pa aa &o Sr. contaior

mn4,dar examiner.
Foi,4, lus ds guard eivica. Ao
ib9r. 9-r an mandar examinar.
IeYap do Me l igueirsa Faris- Ao Sr.
eontaor pars mandar lavnir portaria do en-
trapg.
AugpstouizWPereora dai Cunh. Aq Sr.
Dr. adlinini do Consulido pars attan-
der.
Pret do oprpu de .policla.-Ao Sr. contador
pars mandaar examiner.
Folha de officiaes do corpo de policia.-Ao
Sr. cpntador pars mandar examinar.
Folha d'agua e luz do corpo de policia.-
Ao Sr. centador pars mandar examiner.
Franmisco Candido de Medeiros.-Haja vis-
ta o Sr. Dr. procurador fiscal.
Dr. Felippe de Figueir6a Faria.- Entregue-
Ponto da ean de detengio.-Ao Sr. thesou-
r6 pars on devidos fins.
Pret da guard civica.-Pague-se.
Folha de official da guard civics. Pa-
gue-se..
Folha d'agua e luz dae estacges da guard
civica.-Pague-se.
Officio do Dr. chefe de policia sobre despe-
za do expedient da casa de detengio no tri-
mestre de outubro i dezembro. Informine o
Sr. contador.
Manool Gongalves Ferreira e Silva.-Infor-
me o Sr. contador.
Ponto da seeretaia da assembl6a.-Ao Sr.
thesoureiro par os fins convenientes.
Jobo Candido Gomes da Silva.-Registre-se
a apostilla de-11 de janeiro e fagam as compe-
tentes notas.
Bernardino AntoniQ Vieira.-Ao Sr. conta-
dor para mandar juntfAr c6pia das informa-
goes.
Officio do Dr. secretario da presidencia corn-
municando, ter side negado provimento ao re-
curso de oMbuhard, Mettler.. C. -,Ao Sr. con-
tador para se e cohecimeoto.
Officio do Dr. secretarioda presidencia trans-
mittindo c6pia da portaria da distribuigio do
pessoal da guard civic para as freguezias
desta capital.-Ao Sr. contador pars seu co-
nhecimento e devidos fins.
Pret do corpo de policia.-Pague-se.
Folha de officials do corpo de policia.-Pa-
gue-se.
Folha d'agua e luz dos destacamentos do
corpo de policia.-Pague-se.
Officio do thesoureiro das loterias prestan-
do contas da extraccao da 8a part da loteria
da matriz da Boa-Vista.-Ao Sr. contador pa-
ra mandar examiner, dando informaggo.
Officio do thesoureiro das loterias prestan-
do contas da extraccio da la parts da loteria
da igreja de S. Sebastibo de Iguarassi.-Ao
Sr. contador para mandar examiner, dando
informaqao.
Officio do thesoureiro das loterias prestan-
do contase da extraccao da 2a part da loteria
da matriz de Pesqueira.-Ao Sr. contador para
mandar examiner, dando informagao.
Offecio do thesoureiro das loterias prestando
contain da extraclio da 6a part da loteria da
igreja de iberibe. Ao Sr. contador pars
mandar examinar, dando iufermaggo.
Ponto da escola normal.-Ao Sr. theaourei-
ropara os devidos fins.
Officio do Dr. director da escola normal;
sobre o expedient da reparticio.-Informe o
Sr. contader.
Ponto do consulado provincial.-Ao Sr. the-
soureiro para os fins convenientes.
Attestado de cumprimento de deveres do ser-
vents da escola normal, Agnello Tavares de
Mello.--Ao Sr. thesoureiro para oes fins con-
venientes.
Attestado do cumprimento de deveres do
servente da escola normal, Joaquim Josd de
Oliveira.-Ao Sr. thesoureiro para os fins con-
venientes.
Attestado de cumprimento de deveres do
servants da escola normal, Manoel Joaquim.
-An Sr. thesoureiro para os fins convenien-
tes.

Consulado provincial
DESPACHOS DO DIAl DE FEVEREIRO DE

Bernet & C.-Informe a 2' seccno.
Jose Nogueira de Souza.-A' 1a seccao pars
os fins convenientes.
Antonio Sampaio do Nascimento.-Informe
a 1' seccao.
Torres Irmbos.-Informe a 1 seceao.
Alberto Vaz & C.-Sim, verificado o paga-
mento do impostor.
Carrol & C.-Informe a 1' seccao.
Antonio Jose Borges Costa. Informe a 1'
seccao.
Jose Pinto Ribeiro & C.-A' 1' seccao pars
os fins convenientes.
Alfredo Paula & C. A' 1 seccao para os
fins convenientes.


Miranda & Souza.- Satisfaqa a exigencia da
2a seccbo.
Bernardo Josd de Araujo.-A' I& secao pa-
ra attender ao supplicante na f6rma do des-
pacho do thesouro.
Augusto Luiz Pereira daCanha.-A' la sec-
cdo pira attender ao supplicante.
Domningos Jos6 da Silva. Declare o sup-
plicante a numeraqfio do estabelecimento a
que klide.
Minoel Joaquim da Rocha.-Certifique-se.
Eigenio Goncalves Cascbo;-Certifique-se.
11H menegildo Eduardo Rego Monteiro.-
Cero fique-se o qu e constar.
JI(oLicio &C.-Certiflque-se o que constar
Js6 Francisco de Souza Lima. Informs a
1' a ccfo.
aria Rosa do Carmo.-Deferido de accor-
- dccom a informacao.
Joao Bezerra & C.-Em face da informaeio,
o supplicantes nio podem ser attendidos, e
fia sem effeito o meu despacho de 22 de ja-
niiro proximo passado por forga do art. 2 do
Srefulariento de de outtubro de 1873.


administradaor do consuliao para atzenaer. --
D. Maria Josd Maia da Silva Santiago.-Ha- Camara municipal do Recife
ja vista o Sr. Dr. procurador fiscal. DESPACHOS DA SESSAO DO DIA 31 DE JANEI-
Ponto da secretaria da instrucclo publics. RO DE 1881
-Ao Sr thesonreiro para os devidos fins. Antonio Bernardino Ramnos. Indeferido,
Offlcie do Dr. inspector geral da instrueci porquinto 6 o proprio reclamante que con-
publics, sobre o expediente da repartio.-- fessa ter omprado o estabelecimento, e veri-
Informs o Sr. coxitador. an rcmnd siooiot,5vn
Alexandre Gores do Araujo Frazn .-Haja ficou-se que o sen antecessor nuo aferlo.
vista o Str. D. procurado r fiscal. JosdJoaquim Martins e outros. Indefe-
AnteoSor. ori.no do Rego Balros.-Ao Sm. rido.
CotadoriaaosnodonRegoients. Sr Directoria da Unibo Commercial Beneficen-
JontadoVicente de Torparaofnres Bandeirantes. Haj te donMercieiros.--Indeferido.
Join Vicente do Torres Baideiri.-- INN JoI Rodrigues de Moura.-Prejudicado.
vista o Sr. Dr. procurador fiscal. Antonio Miguel Felicio da Si.va, Defe-
Manoel Martins Fiuza. Haja vista o Sr. rnido.
Dr. procunradorN fiscal. aoel da Trindade Peretti. Aguarde as
Ponto dos empregados da bibliotheca.-Ao proven qu nest data oliita di
Sr. thesoureiro para oe fins convenientee. presmidencia.q'
Attestado de cumprimento do deveres do Mr lno io de Al -- -
servente da bibliotheca. -Ao Sr. thesoureir Mofel Antonio dO Alcanta.-Concede-s,
para os devifos fins. ofazetdo omuro.
Narciso aii & C. Haja vista o Sr. Dr. Peflo Sr. ,Vereqdor Commissario de
procurador fiscal. edificam s
Officio do Dr. bibliothecarieio bre 0 b expe- Mar el Joaquiim da Costa Carvalho.-CoR-
diente da repartigioe. Infa a, 8r. conts- edidb, de accord corm a infbraaqio do en-
dor.
p 4om+
F. M. Daprat.-Pageu ek a fuilnalls POAhMt PUt" ._- r e0 wuer,
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,OS I fI'Su na cads p agisti in maneadai
14orwwnW 4aIo quo prove t domiid pd terror dO p
Sotewci, am obras publics.. e QUani Kuasia, usda tinad9
Joeda 4 Crhu yijro. Como re- a revoluao, nem qualquer oTalhW
w a eaus dos mwanoff quo et eo os
D)r. Gnwio Rodwguws Campello. Comn bro wm vuloo, e nio o grabdo ii
requer. Mad s tbdo i*o 6.por considenars*
Floriaa Mariada(Conceiglio. Concedido, naetia pela sta averslio a caV. 4ri
do accord csn a informajao do engenheiro. do deepotMmomoseovita.
FP60 S. preidst$ E entretanto, apezar de otu "
Moira Braga.-.Como requerem, pagan- dre nio quiz ouvir fallar em eo-t -
do on an ta a dever. 'lmva ham healt aneta n sfataa Bf-ma


-Ato









-__..,.


^^IoP--r1a8 termnlada, aca-
s mo o mesmo vigor
wante "iod o lft dado um novo
two 09 GB VISTAB 0 a Rfora
ecawregada de manter a or-
d l eto do qual resultoun varias
nirtes e titos tefrmentos.

Agencia Havas, em Pernambuco, 1 de
fevereiro de 1881.



Sl7ISC 1ARTIZGLAB DO DIA5IG

(Pelo telegraph terrestre)

RIO DE JANEIRO, P de fevereiro, as 2
horas e 45 minutes da tarde, (Recebido
as 5 boras).
Por cartas imperlaes e decretos
de 29 do passado:
Foram exonerados os actuaes pri-
moelro e segundo vice-presidentes da
provincla do Cearn.
Foram nomeados: 1 vice-presiden-
to do Ceara, o desembargador Jos6 Pe-
reira da Silva Moraes ; 2 dito, o cone-
go Brasil.
No vapor brasileiro BAHIA segui-
ram hoje: deputado geral Aragao e
Mello, e Dr. Manoel Mendes Vieira.


oeN d rovICL
Governo da provincia


- ,.-
-j-,IJ-~z


. ,.


; 1.0 DE FEVEREIRO seo, havia de esmagar -' d
Pelo, Sr. tereador commissario de edi- qua lhe fazem tAo cr ll l
^s ~Engano fatal I error 1 -
r ? os principles da civilisiJM". ;
Eduardo Candido do Olieira.-Concedido, aA morte do nihiiismi A
do accq& comna infoiago do engenheiro. naconce.siodeliberdades v
Bartnoinomo Loirreago.-Idem. ou n'ama repressao feroz. -'
Hermenogildo Severiano Gengalves.-Idem. mo se temrn visto, esta reconhec a k imp-
Alberto Henschel & C. Como requerem, tente. 0 remedio niU estt, e ,e-
de accord. corn a informaglo do engeuheiro. diente, e sirm na cone adas do
Secretaria da camara municipal do Recife, instituicOes liberals, per.
1.0 de fevereiro de 1881. as catastrophes sanguinol
0 porteiro, ceram a aurora, annuncian .V
Leogpldito C..Ferreira da Sil. de nacOes como a Inglaterra e a'l6
| -- -- --- E eesa 6 que era e 6 aind _. "
S"* -: -. Tudo isso, porem, era nl -
DIA 10 E P AIB Ocaprichosa a resoluclo i
Dus parece antes disposto a
processes differences, para pr
T CTOPOTO esesn actos criminosos, que tendem a iSU
DO AN&O DR 1880 a ordem social e political da Russia, apesar do
CContinune*fti todas as segurancas em contrario.
IIoninuaco Em resposta ano attentado de fevereiro, foi
creada urma commission executive superior, i
A Russia continda a caminhar sobre urn frente da qual foi collocado o general Lori
verdadeiro vulcio. Melikof, o antigo commandant d'Asia duran-
Filho do despotism plantado pelos golpes te a ultima guerra do Oriente, o vencedor do
incessantes do absolutismo moscovita, o nihi- Kars.
lismo, symbolisando como quo o desespero da J emrn o anno de 18979, em urma intenclo do
liberdade. tem dado os mais ferinos ataques, defeza contra os artificios revolucionarios,
sen1pre disposto a despedagar as caddas quo havia-se creado governadores geraes, corn p-
formam o jFadrao de gloria do czarismo. deres extraordinarios, em Petersburgo, em
Entretanto 6 essa outra aberraqbo, nao me- Moscow, em Kief, em Odessa, em Kharkof,
nos insensata, extravagant e perigosa, que em Varsovia. Em fevereiro, acima d'esma
nao achajustificacio possivel, nem mesmo governadores geraes, creoa-se essa comma-
nos excesses do despotism. Em todo o caso sio superior, cuja accio se estendia 6todo o
6 mais supportavel o despotism do poder, imperio. concentrando em si todos os podo-
do que o despotism das massas. res, decidindo sem recurso, e cabendo em Sia
E' verdade que o noihilismo, cedendo a um algada todos os processes politicos. Era unaa
piano combinado e dispondo de meios e ele- especie de camera ardente, cujo president,
mentors previamente concatenados, forman- o general Loris Melikof, tornava-se um drn U
do uma grande e formidavel conspiragio dorjunto ano czar. -'*
que machine sd e unicamente a destruicto Urma reflexio mui simples acode entretmat
dos agents do poder public, que julga ao espirito. A administracao russa nunca
motors da oppression social, nao p6de ser esteve desprovida de poderes extraordiuarias,
propriamente comparado ao element revo- e, se corn a autoridade mais illimitada, foi
luccionario post em campo em defeza de sempre completamente impotente, como p"
um principio born ou mio, tanto mais quan- deria ter mais efficacia a omnipotencia de
to ella obra sempre no silencio das trevas. urma nova commission? Diz-se mesmo ftju,
E' precise, pordm,-comprehender, que e jus- depois do attentado do palacio de inverno, as
tamente nisso que est o soeu maior perigo, 6 proclamac6es revolucionarias nio cessaram
por ells manejar as armas de more no segre- de se mul'tiplicar em S. Petersburgo. A luta
do dos conciliabulos, que a su a accio torna- tragica continuou, e nao foi s6ferrivel no
se mais temerosa e mais de receiar. Muitas ponto de vista da situagio internal da BuW-
vezes elle trama onde nuo pods penetrar a sia ; ella foi ainda mais adiante, pelas cons.
mais level suspeita. quencias exteriores que p6de ter e ternm tido
0 governor, porem, pouco disposto a slat- de interessante, sublevando todos os senti-
gar a esphera das concessoes. nao tern cruza- mentos conservadores da Europa.
do os bracos ante.todos os seous meios de ac- Uma das duas consequencias, ninguem o
giao. As prisoes tbm-se centuplicado, os tor- ignora, e a questbo que se levantou de repen-
mentos t6mrn sido creados corn a mais cruel te entire a Russia e a'Frauca. Pars dizer sirm-
invencio. plesmente as cousas, o gabinete de S. Peters-
A vfda russa hoje e de ha annos d a mais burgo pedio ao governor francez a extradiecto
desesperada que imaginar-se pode. Paiane- de um subdito russo preso em Paris e sun-
nhum da Europa se acha& em peiores condiOes peito de ser um dos autores, nio do attenta-
de anormalidade, embora o nihilism ja va do do palacio de inverno, mas do attentado
eatendendo suas aduncas garras por muitos de Moscow. A' nio se considerar senlo as
outros prizes. ~ mais strictas obrigacOes diplomaticas, nio ha
0 que ha, porem, de mais notavel nao 6 pre- tratado de extradiccao entire aquelles doux
cisamente o fact das agitacOes, dos tramas, paizes. Ha tratados assignados corn omtnc
dos furores, das tentativas de assassinate paizes, mesmo depois que existe a repubit
contra os soberanos. As conspiragoes e o as- e assimilando as tentativas de assassin
sassinato nao sio o fructo das sociedades mno- contra os soberanos aos, crimes de direito
dernas. O que ha realmente do novo 6 esse commum puniveis, de extradicctio ; corn a
cosmopolitismo revolucionario, envolvendo a Russia, pordm, nao havia tratado d'este ge-
Europa, tornando-se um element temivel nero. 0 que, por6m, e certo e qua um trata-
nas relacoes internacionaes, e manifestando-se do de mais ou de menos nao e o unico ele-
corn urna audacia e urna violencia crescentes, mento de decisbo em negocio de tal nature-
qua nao recia ante cousa algumrna. za ; ha muitas outras consideracoes que os
E' esse terrivel espirito de destruiqio, que governos .-o obrigados a levar' em conta.
se tern por mais de uma vez revelado em S. Ella deve inspirar-se nesses deveres de soli-
Petersburgo sob a form dos mais terriveis dariedade, que ligam osestados civilisados, e
maleficios. Na residencia mesmo da familiar n'esses principios do direito geral e a o mesmo
imperial, no interior do palacio de inverno, tempo no sentiment de sua dignidade bern.
houve urma formidavel explosio de dynami- entendida e da posic.o em qua deve collocar-
te, no dia 17 de fevereiro, que fez voar urma se parn corn as tradiccoes liberaes.
part do palacio. No meio de todos esses meios violentos, le-
A hora da comida da familiar imperial havia vantados pelo governor russo, os nihilistas naio
sido escolhida corn um profundo calculo, e s6 se amedrontavam ; pelo contrario desenvol-
foi por unm acaso bemfeitor, pela demora im- viam mais aetividade do que nunca, e,deixan-
prevista deum convidado principesco, que es- do entrever term elles seus complied = na
te calculo falhou. 0 imperador e os seus fo- mais elevadas camadas sociaes. Atd nos apo-
ram preservados, porque haviam sido demora- nentos da condessa de Paine, urna das dams
doson sseus aposentos. S6 alguns soldados an service da imperatriz, foram encontradas
do regimento de Finlandia, de guard no pa- publicagSes nihilistas escondidasna roupa da
lacio de inverno, form sepultados em sums cama. 'Eram tao subtis os meios empregados
ruinas. per neus agentes revolucionarios, qua, segun-
Os assassinos nfio se inquietaram corn o nu- do diz o Daily News, estando o czar no t oa-
mern de victimas, quo podeniam fazer, para tr ahi mesmo mao mysteriosa lhe introdu-
attingir o czar. zio us algibeira urna proclamacgo incendiaria.
Foi assim quo em pouco tempo o impera- O imperador ficou furioso, quando deu corn a
dor Alexandre escapou a dous grandes peri- papeleta, e sahio desesperado. "
gos.,Em dezembro. voltando da Livadis, ella Em vista d'esses factor extraordinarios, do.
era nas ports de Moscow o object de uma attentados eontra a existencia de Melikof, e
tentative, que nada importava menos do quo dos incendios repetidos, reunidos asos elemea-
fazor altar um tragado do caminho de ferro; tos deocobertos em differentes data e lugs-
em fevermeiro era no seu mesmo palacio que res, podemos affirmar que o nihilism esti
elle era atacado por um inimigo invisivel, muito longs do se considerar esmagado, ape-
armado dos mais impiedosos meios de destrui- sam das medidas severas adoptadas pars o
caom dentnuiir.
Os attentados se succediam, e, succedendo, o perigo torun.-se entin maior do quo
tomaram assim um caracter mais e mais ter- nunca. A' titulo de consolscago, o period do
rivel. terror nihilista parecia tocar aso seu tim. Os


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I.


Nana na veraaae mais traguco do quo essa revolucionarios precipitaram-se corn furor
situacrio da Russia, onde o soberano nio se cego contra os seus perseguidores, e e asta-
sente mais em seguranca, mesmo em sua ca- mente esse furor cego que os deve perder.
sa; onde elle nio pode dar um pass, nerm ir Apesar disso, pordm, elles ainda contain
nos caminhos de ferro, nerm percorrer sen pa- muita vida, ostentam muita pujanca, pars se
lacio, sem ser cercado de ameacas de morte, poder consideral-os proximos ao seu term.
sem ser espiado e seguido pefa conspiracy Esse furor cego ainda durara por muito
do assassiiato. tempo.
Nada corn effeito mais estranho; e se essa Urma correspondencia, escripta de S. Peters-
tenacidade feroz e mysteriosa, de conjurados burgo para o Gaulois, da certos pormeBores
encarnigados em sua obra sangrenta, tern al- curiosos sobre os elements que constituemin
guma cousa de sorprendente, ha uma cir- o nihilism, e sobre asituacao do czar peran-
cumstancia mais admiravel ainda talvez, e to o movimento revolucionario.
a impotencia de um governor absolute que. a Diz essa eorrespondencia :
despeito de todos os meios de quo dispoe, a Na Russia ha, aldm do exercito propria-
nuo pode, nem apauhar os traumas, nem mes- mente dito, quatro classes, a saber': a nobre-
mo impedir que a traiqao e assassinate pene- za. o funccionalismo, a burgueat,9,e08 cam-
trem o humbral do palacio de inverno. ponezes.
Como remedial a ura tao violent e depl o- E' na burguezia, quasi eXcla nmente,
ravel situacao ? Seam duvida, de urma manei- que se recruta o nihilism. IHa noa sem
ra geral pode-se dizer qua as reformss. as situacio definida, ura multidaO df aso'as
instituicoes mais liberaes teriam uma feliz qua idoptaram corn enthusiasm afN'th6r
infiuencia, abrindo aos espiritos um caminho revolucionarihas. Filhos de engenheirs -
de regular actividadeo. hlhos de pobres, filhos de negociantes, eaet-
Ha muito quo se tem dito, 6 preciso chegar dantes, tudo que exerce urma profissfo libe-
a essa politics tanto fhais natural, tanto mais ral, tudo conspira, tudo discute ; e, como tu-
necessaria, quanto a antiga aristocracia russa do isso se sent impotente, tudo isso se azo-
esti visivelmente expurgada. da, tudo isso se torna nihilista. ,
E essa6 a opinibo da imprensa europda, ex- 0 que em tudo isso havia de apprehensive
teraada pelos differences orgios de sua mani- era a suspeita, affirmada peloStandart, deLon-
festagao. As medidas coercitivas nao chega- dres, de qua estava em contact o relagaO '
rio nunca aos resultados que almeja o go- comn os nihilistas, o grno-duque Constantino
venorno moscbvita. E' preciso dar ao porv o irmao do impe.'ador, e qae na ultima guer-
qua 6 do povo, afimde quo o povo pela sua ra contra a Tarquia dirigio as operagoes na
parts de a Cesar o qua 6 de Cesar. Essa in-i Asia.
sistencia,'lor6m, em inio conceder reforms Era corn effeito uma des graga.
libeirses, jp6de teternivis consequencians. A mesmo tempo que os nihbilistas encami"
E' versade que o penrigo mais eminente ee- nhavam n seus botes contra o iihperanta. enm.
ti pendenfO principalmente sobre a dynas- pregavam tambem todos os maeios'pars fnu
m e. ie .. ,1 i i tir o medo na populagio, como tactic 5
*E "precione 1 alimentar illu-Oes dizia o melhor nnoserem perturbadus emiean a
-Corrgio da Boea de Berlim ; na Russia s6 a designios. Os membroas dab relipiOoM.
d'ynastia esta em perigo. Os nihilistas teem geiras chegaram a,.wr nor a
esripto na.sua bandeira 4 palavra Vwmp I eustemp ,itm lsat a
A dynantia dos Romanoff', e0 euja hiato- ..i ...'. ,

P.. ,


> .i ._-". :-. .


',. \















S I(a.or 4s aem Ipodawsufte .
eto sdo cedea n
^^B^^ ~ ~ a W P*mogto*4 -Aarfewregat ft 8r. A*?W er pe- S<
do adltada
IraeBUS at s, d &I





N obtanta o governo iglez fzer guerra Quando ser offrece a cor6a do reio da
a.boor I. a h'"-a. r L 'osg eepeipqtl gq foi dpos Lpoo 5 q
.dsEsta smedridas, a
0 faxer a SI] LO um Pea
6o sea espqito A 0.
a e. a In
rIrland Lgrands agi
At~t~-AS ctos de cede as
Nfio obstan o governo inglez fszerr guerr a undo so. offereceu a cor~a do reino da Ca;u
is boor .1 an!lgatebhuu ggq-'..c_qI ~lqua foi depois Leopoldo Icsd
f-S[a : U 1-h b4_ jf primeiro que tudo a di- tria.
Smv rfla edepois a-hessalia, coam a part me- sutna


t-A Id& F"~i^ ^ ^ ^ -**
?~ ~ ~~~~~~r 4 -""*^w-* <~Mp"






"' f *, .-B A N .di0-*a '=--a .vsto q us

i s-pa a .I. der : aifBniatVas&
.a vi%%jjWrpq, sp c~rteurea tssso*,de.alta
mE-d wmo t mi e.timidae dowi onua,
; qi ai" eUxie aeoraq saube coaquis-
iu9* .n.sira absohlaa a qual o aeon.
4 FpFydii s Miapolo caminho das me-


I'..... -HJ 0-d1' dnisterio do interior, a
W.'4- rnl a-M pe east.avse ura avoluefo iav-
p- ermtanto a ar4 ta~ tonWum sentid'omais
oa"~ era e~om tudo bastante
asanimos e fazar amainar 8.
oi:". rma comprehandiaa suppressio
."_ er dictatorial. exercido pe o governa-
.3e, ra]de S. Petersbargo, cora o concurso
umconselho superior ; annexacio an Mi-
-.. t erio do interior da alto policia, a qutal
ih;q.ai. de set urea admiaistracno especial e
iW ependeate de nom o.ao, co do iastro do
*5 ampl,.s^1 dosgizaz-llue:-aisoquo














interior. do general Loris Melikoffd ite dei-
e ser govrnador geral da S. Pete rasburgo,
W sp^SI uinu bornioe ar aigi mativa a










eque te sob as suas oradens.cm do titulo dena



sb.-sacretario de estado, o ex-chefe da tercei-
d6 u secco sdupcancellara imperial (altca oi-
S cia) d; intAo em diante aggregad a e subor-
(wixoadeser ma a oiinettrauo nespeimal
iimlpenentede omie consoguir it doll o ie







dinada ao ministerio do interior.
dsapparicgao, penaorema desse poderuditato-
pertutaiqtr o ast poato n'u se on otiduo deai







ri r nada influio deesa quea a annexatio da
a]apolicia wo sea minister, confierio a Mali-
oft poderea o de ue a extensao indeterariaadabo
aa. antes dello nio tinha o l inistro do inte-
S-sso, porema era insuibuagnte, e a Russia cso-
doL umd censuiho superquora annexacao o da-
atae polii do sei mniterio aat policia. a quali







goIpes d pessoa do rei e dos mprincipaes fno e-

i conarios, espalhando o alarm e o panico por
1 todo o paiz.
s. -orEm vista de tdoo isso, p6do imaginar-se o
cause foi a political do imperio russo em o anno
)1880 : um amoutoado de violencias, dei-
3Mdo ver em todas ellas os signaes indele-
vais das vacillaioes, qua a todos dominavam :
um perfeito aroalgama de medidas, symbo-
liaepdo os arrancos extremes do despotismo.
A nomeaqio de Valovieff, ministry desde
1=2, para snbstituir o fallecido conde Paulo
Inatieff, na presidencia do conselho de mi-
,i atros, nao alterou em nada o system de
ccao, coami quea se tern procurado abafar o
olesespero do liberalism ecxtravasado palos
tramas insidiosos e impoliticos do nihilism.
E' bern provavel que a idea reformista ino-
culara ni crte, houavesse sido favorecida pelo
novo ministro, mas o essential ern abalar oa
czar no seu modo particular de ver as cousas,
e isso no consegauio alle. continuando por
sua tenacidade o descontentamento das pae-
pulasOes, que auagmentava de modo tomar
tproporceoes assustadoras, principalmentoe para
_.-" o sul do paiz.
E ao masmo temupo que o espirito revolu-
cionario ia assim ganhando terreno, a c6rte
ruaa se associeava nas mais baixas e indecen-
tes inrigas : a espionagem, os boatos falsos,
as mienotiras, as lisonjas eram os meios means
osecanos empregados pelos ecortezaos para
obterem urma influeacia qualquer, por mais
passageira q ae fosse.
Accroscia a isso que Loris Melikoff estava
nac6rte, cercado de um numero consideravel
o ul. do piz. .


ad mnimgos : ;oque o partiao iDoeral, qu e sus-
tenta o czarewitck, indigna-se corn a idea de
qas possa;n julgar qu e elle so presta A pres-
sles capazes de doterminar mais cede, do que
o indicado pelo andarnento ordinario da cOrte
d. Russia, a elevacao ao throno do grio-
d.qteo herdeiro.
Bram circumstancias e-sas qu e influiam
com o sau peso para o obscurecimanto do ho-
riaonte politico daquelle paiz, que em parte
tam concorrido para o seou estado actual,, pelas
vistas restrictivas do sou govarno. Era e 6
coa effifto essa political infernal de repressio,
p ffaz coam quo a Russia inteira sympathize
com os revolucionarios: funccionarios, ne
gociantes, proprietarios, todos em uma pa-
lavra se tornararn inimigos do czar, nutrindo
a esperanca de uma pr'oxima mudanca de
i~ktituicao'.
HEta 6 a political interior da Russia, n, mo-
mento em que a China, a Inglaterra, a Prus-
sia e a Polonia. nao esperam se nio um sig-
nal qualqoir, uma hora favoravel para des-
truirem esse impanro p6dre ate a medula!
Na part tocante a China nao iam muito
vam as replaces political.
Historiemos de nova aqui as acontecimen-
ko. em sua mareha historic :
a Ha trinta annos pouco mais ou menos, a
Assia, depois de longas e pacieates negocia-
ecs. obteve da China uam tratado, que propor-
eionava ao seu commercio uma important
sahida.
a Pelo tratado de Kouldja, o governador
chinez, concedia etactivanente, as caravanas
mesas, ama entrada nas suas provincias occi-
dentaes.
a Pouco depois essas opera.Oess commer-
ciaes, de qae eram centros activiasimos as ci-
dades Tchougoutchak, e Vrum-Shec, can-
tavani-so por milhies. No meio desta prosperi-
dede crescent, sobreveio uma invaAo dirigi-
da par um aventureiro, um verdadeiro genio,
chAmado Yacoub-Elian. oue transformon m


aem Ti I-fb eVIA-) S cIBIeS ( "--i .i
acompanhado de numeroso e brihante seakWL '
i toir rWverbd ON@&,'b %ia~f~iittlt t
gularmente favoraveis. "'
-1 Af ,aoes. (i. e *a A (otysr-I
go tteff a.Ahoe~anlb'Ptin&tt Atfti64vatt
ladas; a famm.am"e dkeaeui stava no
sou ua 9r &%a8%. 0 lUM-J$i*biUt*ir MMa&-
no, frequentenente honrrdo :C** wM omafr
nicacoes do grpa e pasp.9-maioriqllemfo, aea
bava de publiar um armg,:',4e "qpsaJo toanr
dente a provaY qur, s -e' tdnhtasio a gunerra
entre a Russia e a A.lMbAnha, este ultimo
paiz nl. poderia enoatrwr, d "neItbor nam
rnais seguro alliado do que oM impiPt chi-
nez. '-
c Nestas. i6,amstanci aP a lia-la vo.ae
obrigada manifestar vWemunatw s deemoei- de
cumprir as promus qub hborvis feito a China
d.urante a guerra do Orite. .
(L Soubl-se depois, sam Wrande esapanto,
que as negociaoesa haviam tido born exito, e
que o gorerao do 8. Patersbifo ensentia em
restituir amigavelmente Koulidja a China, me-
diattur am
-Poeco tmIpo k E 1p5i Toiosg-How eubbar-
cava eMt. 16I Ml uollrw san Pai.C oa-
de elle esperava receber o promio do seu
triumph dipkBomutco. 9
0 que eqass passno dopzi0'
S0 embaixador delIngi.aerra em Pekin, o
Sr. Thomaz Wade, que sefar4tou de dizer mal
do nova tratado, conseguiria persuader o go-
verno chiaez de que o seu. pleoipotonoiario
havia faito um pessimo negocio?
a Dar-se-hiaocasodequaegeaer&lTcbong-
How fosse intriuado junto do impierador da
China, per um doe seus rivaes, o podoroso Li-
Hung.Chadg vice-rei da Tchu-Li, qua dissm
ser sae iminigo pessoal?
a N-o fail dizer qual das duas vomses
merece mais credit, o Qae .carto, e qae urn
bello dia-soube-se corn a maior sorproea qu,
Tchong-How havia sido julgado e condeanna-
do a maorte, sentenca qu e teria sid o exeeuta-
da, s oos reprseantantes das grande poteacias
europeas no tivessaem protestado energica-
mente contra a applicaioe de tio iniqua pena.
o Em seguida a esta conde-mmaeo, come-
caram novas aegoeiacOes entire oas dous eatar
doe contratantes, coam o fim de modificarem o
tratado primitive.
A Russia, porem, nao occultava o sea deos-
contentamento ; ao memo tempo qu e na Chi-
na se preparava o espirito bellicose contra a
Russia.
Em vista desses terriveis elements predis-
ponentes nao era de admiral, se se nao podesse
evitar que rompensem as hostihldades entire
as dous paizes.
0 exercito da China seria commandado pelo
coronet inglez Gordon, senodo para isso eleva-
vado ea poasto de general chinez, reeebendo o
cordio encarnado, e send autorisado a trajar
de amarello, honra ordinariamentseconeedida
somente a os membros da familiar imperiaL
B chegou mesmo a have prepmatives reei-
procos.
Felizmeate. por6m. aind eonseguie-.se afas-
tar os perigos de uma gaesrra, qae ainda mais
viria comprometter o imperial moscovits.
A more da imperatriz Maria Ajlexandrona
plantou por sua ves a gonfus&o na cbrte rus-
sa, chegagndo maesmo a interessar o sea estado
politico, em razbo da posibilidade de casar-se
o rei corn a sua anante, a princeza Dulgorouk,
e principalmente porque a imperatriz falleei-
da servia do lao do uniio e mediaaeira entire
o imperador e o seu filho mais velho, o griao-
duque herdeiro da cor6a-.
Tal foi a. political da Russia am 1880; poli-
tica nada digna de sero invejada.

RECIFE, 2 DE FEVEREIRO
Noticias da Europa
Pelo vapor inglez Aruucania, recebemos
hontem jornaes e cartas da Europa corn datas
ate 20 do passado. Eis o que delles colhe-
mos :
FRANCA
No domingo 9 de janeiro effeetuaramrse em
Franea as eleicoes niunicipaes.
Estas eleicoes tinham par consequencia im-
mediata o conhecimento da attitude do pave
franeez em ftente dos partidos que lutam ser
tregoas polos principles que lhas determinam
o campo da sua aceSo political.
Tinham tambem coma resultado experimen-
tal a determinango do sentido em que hlo de
ser feitas as duos importantes eletcoes a que
so vai proceder, dentro de um anna :-a da
camera dos deputados e a de unea parte do
senado.
As eleic3as municipaes tinham pais unia
alta signlficagbo political. Eram esperadas
corn anciedado.
Em Paris os resultados obtidos foram :-a
reeleicgo de 46 conselheiros municipaes repu-
blicanos, e a entrada de mais 4 ; a reeloicbo
do 5 conselheiros municupaes conservadoros,
e a eleicgo de mais trees.


Faltam ainda as resultados doe que nao ob-
tivoram a maioria lagal para as quakes se ha
de proceder ssbablutaes, istde, novas eleigoes
qua teem por tim dar lugar aos eleitores de
so restringirem a lute centre os que mais pro-
babilidades teem de veneer; o que nao produ-
zindo a maioria absolute. sera tlido por defini-
tivameate eleito o que obtiver a maioria de
votos.
Nestas ballolages, que sio 22. espera-se a.
eleiao 'ie um reaceionario, visto que nesate
bairro a luta. e s6 entire reaecionaxiq ; ha
muist probabilidades do voAimoieto do um
republicano em lute cornm um eoanservador, *
nos vinte restantes 6 certa a victoria dievi*tA
republicanos, pois sp entire partidarios da1
differentes nisuawsces republicans ae oestabele-
cerai o combat.


dando.-se pr.VVpVL
fd 4o a

.cuss aem qu &*Af 'bktA ta11
&Wordiew d a batenlo a proposta de.btfiM ids't,' taredoi

j ouve rou oWde61iftde deojta j
.sof a-pretfirticia d'Sr.1- (Srtby.v "0 'mim '
do. intoriod,-o:&. 'ditft Try'immtletdo
awe s8t8 Cong oft wttbrro,, s~b uhfaniittes
e'm aceieeiaro pogtss, d ws idea tep da
em to4os as departamentos, e ao nmesmo tom.
pd6 onthd ftnca-ef'ta ntaittadu pel0-
partido dentocratieo, 'Ytasmo ; 6* M iores cen-
troa, de s6 pedir a realisacto das roformasao
dnTsevOlvimendt6 sueeessid e regular das ac-
tuaes instituigoes repubticna.s. I I
0 conselho de miaistros occapon-se depois
tambem do proj-e de lei do general Parre a
respeito do servio pmiritar obrigacbo. Part-
ce qne o governor se mivstra dispoeto a inco.-
pbrar a 29 parts dd co'tihgumte as semina-
ristas, qua serao empreoados come enfermei-
roes s hospitals mllipares. Emquanto aos
professors de instruccoo primaria, permaue-
corio us ie.fsmas disposiqges, twes quaes se
acham formuladas no proJ rcto'ji publicado.
Os ultimos ansistildos.dacecmmmna, que o
vapor Ndeirin trouxe pars Ftiknca, ntararam
em Paris no dia 9, send receb1dos na estaulo
do caminho de ferro por um reduzido numero
correligionarios e por alguns curiosos. que
manifeatavaoi a-mais comapleta indifferenla.
Lncie Michel, como era de supper, estava
preesnto." (Yntmero dos'amnistrados era de
299 por participacao nos acontecimentos da
conmuna, e- maeis onzo individuos, castigados
par deJictos commns.
ITALIA
A questao tuntisrtna resunrgo a proposito de
tuma mrissao espcial que fa W a Palerino, ailm
do Saudar o reiHurn11ierto em niome do bey de
Tunis. Nio jha pordm, grandes dados part se
stsupeitar que a Italia queira dispu tar a Fran-
ca a suprelacia que-esta na to exertcera Tu-
rim. Mas, suppondo qua assim auccedesse a
Franca, com.paanto nbo pense erg, annexa-
Tunis, nto' pe iitttri Cueo a Italia dcaminasr
se nesta regiAo-qaer directa-ou rhdireetamen-'
te, porque isso prejuireaiia os sens interes-
see am Argel. -
0 condo Carlos Menebrese. flho do general
Menebrese, tentou suicidar-se, disparando
uni tiro de. rewolver na bocca. A bala atra-
vessou a face direita. e o ferimento nao e
grave.
Sou pai que se achava em Londres, partial
apressadamente para Romea, apenas tove no-
ticia deste triste incident. 0 conde Carlos
de Menebrese d mestre de cere'monias no Qui-
rinal, tern 28 annos, e suppoe-se fora levado
iquelle acto do desespero, par questOes do
ciumes.
INGLATERRA
Nacamara dos lords de Inglaterra, acaba
de haver um debate important, e que era es-
perado ha j4 alguns dias scerca da question
afghan. ,
A hreaen. no camara do ex-vice-rai da In-
dia, lord Litton, deu-lhe um interesse espe-
ciaL Foi elle, aldnm disso, que6m ompeu o
fogo contra a political actuaimente seguida
nas Iadia, e.que, combateu a exeeuao de
Candahar.' L. .
0 duqua de Argylle respondeu-lhe em .ao-
me do governor. Falta agora ver, o quae lord
Beaconsfield que o a quem se devo a rolitffea
das fronteiias scientificas, quando par sua
vez tomar a palavra para defender as suas
idWas e a political qua seguio.
Na camera continue a discussion das smen-
das propostas pelos irlandezes de mensa-
gem.
0 bill abolindo a peha de agaoites a bordo,. foj
approvado em primneira leitura'.
IRLANDA
Tern este paiz vinte milhOes de acres de ex-
toasao.
A estatistica mais recent diz-nos que 458
landlords, possaem cada am 5:000 acres;....
135,10:000 ; 90,20:000; 14,5,000, 3,1C0:000, e fi-
natmeato um unino landlord, o marqutez de
Lanadowa, d proprietario do 170:000 acres.
Certas associa(eo, o especialmante as corpo-
racges de Cite de Londres, taes como a dos
vendedores de panno, poixeiros e quinquilhei-
ros possuemr alli 6:500 acres, emquanto quo
as cinco milhoes de habitantes da Irlanda
posnuoeu entree todos a quarta part da um
acre.
0 rendimento annual pdde avaliar-se em
trezentos mi/h~es de francs (51 mil con-
tos.)
Do todo estW dinheiro nbao flca no paiz um
sold. E' gasto todo em Inglaterra e no es-
trangeiro.
Na Irlanda nao ha liberdade de arrendamen-
to, o camponez e obrigado a tomar a terra pe-
1o preco fixado pelo landlord, o qual teo o
direito Je augmentar arbitrariarnente a renda
ou do despedir o rendeoro, sern avisa previo .
o sem compjesanebo nenhuma, pelas melho-
rias que elle tenha feito nas terras do sou so-


naorlo.
A Crew brigada, A brigada do Levier, opera
a expulsAo, e para quo o dospedido nbo tente
voltar a habitqr a cabana qua conatruiseo
corn as suas maos o destroem o sea domicilio
e atiram fora as materiaes.
Os camponezes qua no ternm nenhuma in-
dustria, que nao sabem tratar seabo da terra,
sio obrigados a passar par baixo das fercas
caudiaas do proprietario. I
Por iss tambem ao ha vontade B uneuma
de melhorar o solo. Ha falta de preparoseiol
mitQhoa de aras es; pcgitoa, Trab hoes
inaig a Ai te m euisam corn mai se-
tenta wso aulh- de franooa {(13.5 ( o
rendimente annual.) "
0 Obsertaore Romaun publioa o text da


imperio independent o territorio de Kouldja, Os coaservadores poias mais 3 vezes ganha- cars qua sun santuaso .eao XJ1
possuido, decade tempos imnmeroriaes, pelo ramainda outra-o queiara levantar a sna arcebispo de Dublin, a qual car
celeste imperio. minoria a 9 conselheiros qu e sustentaram uIn. garandmnto applandidas plas f(
a um ta encarnigada contra 71 republicans I geiras quo temos sobre a mesa
( Esse acontecirnento den um profundissi- qui et pois a proporgho em qua os reas 0 papa mp;gPFa asta oceaso a
ma golpe no commercio russo. 0 neov sobe- eionarios estio parsa ao republicans em Pa- g9usgam anuerada eonoiliadi
rano nao s6 deixou de observer o tratado con- r is, ito6 no corako da Frana 71 republica- uaado a'oatras Pozjunctura, air
-cluido pela China com a Russia, mas atd con- nos para 9 monarchicos Os reaccmoarios gios do povo irandoz, soffrood
sentio quo oa seus subditos fizessem frequen- nbo chegam pois a un-a oitava parte-dos re.- ges ha ji, bastante tempao, depict
tea incuriesd na provincia russa de Semipala- publicanos tuag!odaquelle paiz, e manifest;
tousk. E pars este calculo, mamoas muito benevolos, yvs daeja< do quo as reforidas i
a PoFi entlo qae o governor russo, aprovei- eis as elaicaes sendo feitas por secrutiniode o inamt dantro do menor prazo p
tando-s da impotencia do Celeste Imperio, bairro, e na o de lists tinhamos o direito de ao aesmo tempo aconselh'qad
occupadoem reprimir a revolta dos Taepings, drzer que para 8 bairros de Paris ha um qua peito e obediencia sos poderes
saupdderou, oem a manor cerimonia, do dis- nao e republican. Seria mais precise do quae diz que oas irlandezeb devem, d
tlefto de Kouldja, panda tarmo A domina- para aito parisiensea ha um monarchico. caussa dentro dos 1 mites da leg:
StOepliqmera quao as mong6es ahi haviam E isto par ser verdadeiro qua na grand ca- justiga,aconselha-os qua eomuts
erci pio. ppital da Franca os egitimiatas, os orleanis- voz dos seus bispos, e record 1
I *kta occupaclo military das provincias, cu- tas e aos bonapartistas estio armados. nunca deve alterar-se a ordeal p
ja epa raclo nura foi reconhecida pela Chi- Mas deixemos-lhae a consuolaco do primei- oantidade manifest ter confiang
-a, e que,-pelo OntrTdrio, este imperio procu- ro calculo. de equidade, a Ask[prieenia d
:va submetter pr meio das armas, provocou Ainda ha 12 1/2 par canto de monarchions, Gri-Bretanha, e44 qu e onI
-como era ldPsvewr-vivos protests par tomando nesta conta por base um oitavo a hade o pavo de oItda Gonseg-
t.rtd0 governa do-Pek-ta. aondoqe]aalteo,
a ato-Pcceseo -. o qua nao chegaram mesmo corn a balotge os beagpnu do qae o a agitaeo I
earm as negoal a m se a inte artidarios da cor6a I! innopaz.
hin, afirn do so chga u a Nos departamentos, os republicauos obtipe- -e m o onlo sa '(
in Mas, gragas a habilidade a A to ram mlefi, usondeo as municipal reeleitos Grio e preooXVI em 188pa actua
p ToverbiaI da di plomaia cdeste dova to oe a,grnde parts. o h avendo niodific6as am n v emro d aa sm aoot,
Scousase estariam ainda hoeje- p Pd"floa"lalidades favoravais i Uniho Repn- no Imbr cord ani tesinel,
.1jo miesmio p6 em a quae eutsva no primeiWd i,.m. Loa...nto
novas aeonteeimenboe nlo viesemf.ewr ii@tado final dos elI4ois munioipaseo am en.'ROO. "an]wMt0666o anc, l
a:rbUU'4prepondommnsi. ?rsga --uma onorme m ariao ecras*e guns bitpos, recomnssadauo-lh

lvel-a nfumas Ita mute usi 26 cornWa-.& ua t dp*. ]- Mas, me ,arte do rospoiavel
glaterrk, devtiansceusatiamente pt' .dseL 5 Ao dw 0: VIM" 16* o i0 4n b"*
.- coma diposi" omnquo "aymiisea
";' "" 4 ". ".
I- .- .", ." .' '_

" 'a I -' 'e t '."t
"% -' |.. ,,. .., .'., I


Ill tern so
Lii Oarig ao
61haB eat n-
do tmaba lo.
ua que t
of&a af6r
o $s5B preO
Dra a iue all-
a os seus -
rova1 oa per-
ossivel- -ta
ie gnardjres-
consttuidosm,
efendif a&ua
alidad csda
im seo tF a
tamboa, quo
iublu,& Sua
ga no espirito
o' gabblita da
a moeraglo
mir umts van-
quo hcbe do-

las labioas de
1, e doirasl
1 emjnahofa
Preoeepado
Ida bldma
Lia~ua a sal-
es quo'traba-
irert "er

1a4a -


"JI %W0 .. .'"M J2 ^ "o,.e e .... :



is !kl P otftu'r
i~masrojdblra &derln ~tp do^ soni
,Iraiites'e'te-on'lirda" d4,.aigaum poten-
cias da Europa. Na Hallroidsa e a Belgica. e
tambpm grande o'pertdb dps boers, qaue tom
aF mtsnfuo IdAe'.qu- 6'patrtidd bodfsta fn-
glez. ,
, Um journal belg. L'Opinion, mostra-se ui-
to reocirpado cotr as noticias qua recebeu,
do governo inglez; redobrar de esforgos Junto
do nqsso governor paraobter o dirtito de tian-
sito para as suas tropas par Lourenreo Mar-
ques.
Diz o referido jornal: Se 0 governo por-
tugnez tiVer tA franqueza de acceder a este pe-
dido, as boers que invadisam Natal. seriam
attia-dos :pela recfta-gtrarda. a asua sftuaq!o
saris mtfito critical, mas esperamos qua Por-
tugal n'esta circaumstapecia, se manter' flel as
suas antigas tradiecOes de honra e lealdade
Nao esquecera que as boers slo de raqa euro-
poa, qua formavam um pavo independeate,
qune foram desapossados do seu territorio, e
da sna autonomia, cornam desprezo do dirsito e
da justice, pela (iran-aretanha, e qua devem
portanto ser considerados coma belligcrantes,
e nao coma rebeldeg.
n Portugnal nao podera abrir passage s6
tropas ingrezas sem violar as direitos dos
neutros, e sern so exp6r is j usras represalias,
dos boers, no caso d'estes alcancarem .,u fa-
zerem uma pnz honrosa cam a Inglaterra.
g A situagao de Portugal 6 a mesma que a
da Belgica.
( E' evidence que se a Franca, por exernmplo.
nos pedisse livre passagem pare ir invadir a
Hollania, se o consentissemos, praticariamos
urn acto de hostilidade da que ella podia to-
mar-nos conta e que levantaria contra n6s to-
das as potencias qua tivessem qunalquer inte-
retse em coaservar a autonomia hollandeza.
SParece qua a Inglaterra comprehendan
que recdnava de Portugal um acto de com-
placencia vergonhrosa. e contra o qual protes-
taria today a Europaja indignnda corn o proce-
dimento dos inglezes na Africa, porque sabe-
mos dx mesma fonte que o gabinete inglez fez
ao de Lisb6a o offerecimento de lIhe comprar
o port de Lourengo Marques, e uma part da
provincra que conduz directamente ao Trans-
waal.
a Nas circumstances aetnaes esta concessbo
seria uma infamia que acarretaria sobre Por-
tugal a reprovaao de todo o mundo civilisa-
do; estamos pons persuadidos qua o povo
ortuguez qua tern em tbo grande conta a
onra de seu nome, regeitara corn indigna-
cao todas as propostas da Inglaterra.
AUSTRIA
0 tho receiado congres-.o dos camponios da
Alta-Austria,.que o governor havia primeira-
monte prohibido, e qtte depois tinha que au-
torisar, realisou-se ha dias enm Luiz. A assem-
blda que contava mais de 3.000 assistentes de-
liberou cornm muita prudencia acersca das uni-
cas questOes que interessvam as classes agri-
colas, o direito eleitoral e a reform da legis-
lacea predial, e terminou a sesslo aos gritos
de': Viva o imperador I
Os joraos ausatriacos, em geral; commen-
tam desfavoraselmente o discurs7 da rainha
Victoria ao parlamento. Insisted na gravida-
de exceptional da crise irlandeza, dizendo qua
o procedimento do Sr. de Gladstone no Orien-
te, dependerA. muito da direccao qua toma-
ram as negocios da Irlanda.
A Piesse ds Vienna antevd, n'um prazo mais
ou menos proximo, a decadencia fatal do do-
minio inglez em todo o universe, acreditando
qua o movimento [se manifestara por uma
sublevaaio na India.
ALLEMANHA
0 principle de Bismark assignalou a sua vol-
ta a Berlim corn iuma media qua rnerece as
maiores applausos. Fez approval polo conse-
Iho federal uma resoluclo que supprime o
regimen exceptional da' jurisdicqao military
para ._a Alsacia-Lorona. 0 tribunal marcial
de Strasburgo sera supprirnido e as litigios
ainda presents serbo entregues aos tribu-
naes ordinarias.
Em seguida a *annexaebio'da Alsacia-Lore
na. a governo aIleinbo hiavia instituido dais
tnbunaes marciaes, um em Strasburgo, e ou-
tro em Metz. Ests ultimo havia sido ja sup-
primido o anno passado.
$stes tribunaes destinados a julgarem as
crimes de revolt, ou de alta traicgo, nbo ti-
veram occasibo de exercer as suas funcgSes.
Nao houve nas duas provincias, senem tentati-
vas de rebellibo, nem manejos revoluciona-
rios. 0 governo allembo andou muito bern,
fazendo d esapparecer esse ultimo vestigio da
conquista,' e deixando o cuidado de manter
a seguranga public, aos tribunaes ordina-
ries.
Os jornaes oflicieeos de Berlim deixam en-
trover qua o governor esJt disposto a fazer
concedes na queasto do eoiprego dos exce-
dentes que apresenta o rendinfanto dos cami-
nho def'erro do gstado.


0 proprio partido 'conservador manifesto,
bemrn coma as liberals, o desejo de ver esse ex-
cedente applcade de um modo peormnafiente a
reduzir, ot. a supprimir certos imposAtos dos
Estados confederatlos. Parece que se trata de
p.char uma formula qua possa convir as inten-
goes do governor, e sos interesses dos contri-
buintes, sem ser taNo absolute coma a proposta
Fichtsr, que tinhea par fim ligar as mios ao
governor para todos as exercicios futures.
0 estado de saude da rainha de Wartem-
berg, qua so acha agora em Cannes, d muito
melindroso. A molestia nervosa da qual sof-
frq tomou um character grave.
RUSSIA
Occupemo-nos dos projectosfinanceiros do
Sr. Abasa, ministry da fazenda da Russia.
Ha muitos dias quo nbo se fall em S. Pe-
tersburgo, sonfo no project do ministry da
fazeda relativameate a suppresabo do di-
nheiro em palpol.
0 effeito produzido no public tern sido ex-
collente. apezar do quao as pesaimistas teem
dito Acerna da natureza platonica dos com-
promissos futures. A essencia do governor
rasso partecipa, 6 oerto, da infallibilidade pa
pal e da sua faculdade de ligar e dosligar as
obrigas* trrestres; mas abao e menos certu
quo os interseses beor entendidos do thesoura
eatta rmuitok eatttamrnte unidos a manten-
4ao do redito publico para que se deva duvi-
dar & palavra imperial. Dave ser publicado
proziialu"atq no joral nf a ial do imperio
russo um ukase imperial regulando 6 reem-
bq.ado apal moodas, eoqudo pra fa7er face
is despeza,da guerra d. /7. I
SW .DO mitoua de rubWa, que o governor
se obrip a retirar da circulagQo. ,A opera4go*
efftcuaw-w 4Me a 8 awpoq 1
E' evident qua ama roembolso deveor ff,
tear'se corn o *Uilio do olProst~ingIa
Russia oontratri, quer 9jai -rflS W -
trangoir. ''qtir pa no itorior. A, o,
poram, '-WpaW ii5 parmitte qo ura
NUBPROOto
,9u poaika9 coavTltpI n facto.
0 agao SkaaM Ieclarra. 4ia~ -se. que
o governor renuncia a qUXj
P'tarsNANOs&P'b.A


eia no hn.uapnf. 0 r. 1'

PJ P & lQ<4!4&b rwosia quo.
so obM b. b. aInfe, .a:.so c*am 3.O00
q o tap qaB nTo, na, mesma Tiehaa
mirl4nWal a so *ha& 4disLrictos inteiros por
vpadoqs por m" E aQ&s.
0 pefp d smaark pa{r, iuedir a guer
ra entre a Gro a aTarquian, imagiaou dar a
primeira aj.ilha da Candia, como compansago
de Janiaea e Mtzovo, chegando-se a support
que a Austria e a Franca tinham adherido a
eiate pensamento.- -
Codendq a Turquia a ilha emin questao. de-
bilitaria muito' menos a sua posicko astrate-
gica do quo aceitondo a linba d; froateiras
recomrmendada pela conferencia de Barliam.
Mas contra asses precedentes favoraveis a
cessad e quo justificam a4 aspirapeas do chan-
cefler allemsao, levanta-se a voz do rei Jorge
que diz :
Acoitar una ilha crn vea do territdrio quo
nos concedou.o tratado de Berlim, sa'ia mais
do qua urna falta. serial uiam absurd.
As potencias recoaheceramrn que a Grecia
necessitava que a sua fronteira no conrinente
estivesso resguardada pela linha fixada ern
Berlim.
Se a Turquia niao assistio aquella conferen-
cia, ntio fomos nds que a cxcluimos. A confo-
rencia tratou de evitar qu.e a questao do
Oriented tornasse a naseer. So nao e applied ao
mal o remedio combinado eia Brinin, nadap0-
dd impedir qua venha a ter um character agu-
do. Considero que a honra e o imlteresse des
potoncias estgo comoromettidos no Oriente.
Continua o project da arbitragem sem dar
umrn passo, pois se a Franqa e a Inglaterra e
talvez miosmo a Russia, desojamn o engrande-
cimento territorial da (Grecia a custa da Tur-
quia, a Allemanlia e a Austria tern declara-
do per diverse" occasiOes que nio estbo dis-
pos4as a tomar part eom uma nova manifes-
taqo, cujo-fia seja exercor pressio sobre a
Turquia pars a ubrigar a ceder as pretencoes
do gabiaste de Athenas.
E ainda ha miAs : o ministro dos negocios
estrangeiros da Austria declarou no parla-
mento que julgava prejudicial a paz da Euro-
pa qualquer novo desmembramento da Tur-
qa ia.
Nern mesmo contando corn a evideale pro-
teccao da Allemaaha e da Austria, tern a Tur-
quit aceitado o project de arbitragem. Nerm
contando a evidence proteego da Franca e da
Inglaterra, tea a Grecia querido submetter o
que chama os seas direitos ao tribunal das
grande potencias ; o que mostra que ambos
os govornos estao roceiosos e qua aanhunB so
quer fiar n'aquelles que chanam ssus amigos.
Umn despacho do Athenas di, o effeetivo
do exercito hellenico, tal coinm foi fixado por
um decreto annunciado no dia 1. 0 exercito
sera composto de 72,350 homes f6ra o corpo
de policia.
ORIENTED
A questao da arbitragemn europda entire a
Grecia e a Turquia, continue a passar por va-
rias vicissitudes.
0 Temps diz que o discarso de Gladstone na
camaia dos deputados, fallando de accord da
Franea coma a Inglaterra sobre esta questiao,
toern causado grande influencia no gabinete de
Athenas, ate as ponto de exiatir ja a convic-
clo de qoue a Greeia nada fara apezar das ma-
nifestagoes belicosas.
SNas esphiers governanaentaes de Athenas,
prinipia-se a comprehender a comiplets effi-
eacia de uma ac*aio military empenhada pelos
gregos contra os turcos.
Parece confirmar-so que a Turquia esta dis-
posta a fazer novas concessSes cujos limits
serio indicados em uma circular que devera
expedir brevemiente.
Coatintaam divididos os pareceres em quan-
to a inefflcacia da arbitragem ; mas todos os
gabinetes estao de accord eun admittirque,
no caso de se frustar a proposta da arbitra-
gem continuariamn as negociacoes, afim de so
poder chegar a uma combinacio.
Em Constantinopla havia urma forte oppo-
sictio em aceitar a arbitraariragem ; mas parece
tar-se conseguido da Turquia qcompromisso
formal de que nao tomaria ella a offensive
contra a Grecia.
Os armamentos feitos pela Turquia saib
amea~adores. A embaixada russa fez obser-
vacao a este respeito, dizendo quo a Russia
devervo reclamar os recursos empregados como
pagamento da indemnisacao de guorra a qua
torn direito, e quo nao recebe.
Segundo urn telegramma especial datado
de 30 de dezembro ultimo, rocebido pelo Terd-
jumani,, de Constantinopla, as tropas persas
submetterarn todo o territorio revoltado do
Kurdestan, excepto a regibo do Clenio. To-
davia, o chete dos insurgents, Obeidullah-
Aga, conserva ainda era armas 10,000 kurdes.
0 ministerio ottomano, no qual a dexnissbo
do ministry da guerra Hussein Husua Pacha,
havia aberto umn vacuo, acaba de ser comple-
to corn a nomcace o do Ghazi Oamau para o
lugar vago quo. ole oceupara n'outro tempo.
HJ1PANHA


Acerca deoe roinao eacrove noeso correapon-
dente de Lisboa:
<( A familiar real reside actualmente na
Grana.
t rive alli da maneira mais simple.
a A reaidseneia real d franca para todos. 0
maior prazer do rei, 6 que todos as qua ali
entrain, eastbejam satisfeitos. Em quanto & jo-
yen raiha e6 sabido, em que grio ella possue
o dorm doe so fazer amar.
o Continumia a pouca animac&o aos circuloa
politicos de Hespanha, e continue preguigo-
samente no congress a diseussao ia resposta
ao discurso4a oor0a. Nisto so resume tudo.
a Quoem via outr'ora o parlamento hesps-
nhol em epocas legislativas, tio buligoso, e
cheio de vida, e o contempla hoje envolvido
na fnria soledade da more nio p6de deixar de
suspeitar que em Hespanha ha o quer que
se.a do extraprjiuario qute no ae g anifesta
claramenAte; usa que ro entanto s e pressente
e ady-inha. Nao se sabe bemrn o 4que & Ve-se
o governo forte e rebrsto, corn u-ma graude
mrioria sempre prompt a obadecer-lhe, e to-
dayia, as cousas parecem nao corner muito
bern.
( As excommunhoes lanugadas pelo Siglo
Fututuro contra a Fd e El Feinx, e contra os sig-
natarios da carta dirigida a monsenhor Frep-
pal, prosegue, causando um ruidoso escan-
dalo centre oa elements do ultramontanismo.
( ComaQ era 4e esperar mnuitas pessoas tern
offerecido a sua cooperagio para a celebracao
do contenario d. Calderon, festa qu e far 6po-
ca nos fastos litterarius de Hespanha.
% A. primeira renuWio da junta central veri-
ficop-se ho palacio da prasidencia do eonselbo
do.ministros.
k A. real academia d a $. Fernando nomaou
Su'mIiaq0o mixtA para o centenario, a
l aisolvmeu em princfpio que se cejebreg3
"ttfrq .ortqpaeq, per pdga secqao das
%awfooa M.iY'4 GosaqV8e1 aca4 M iO .
Parece que pens em leaevntar um Mnao-
aO URaMO 0 d.r lmturg0, a em illustrar
luna. :ap snomeaV., pmvio du aaonTfl-
cTat'oaem $se fllta & qunttafl do .a
tledaflha ooinwtrnorati5. b' ff~t cBua
; ,**--L te -.*^_ -^.a- W 4 1 *j Ajlr ~ f R.-1rAO


III~
F~- -- *~ 1~ -


9 I 4-- K
4~1
4-' 1 -


*-.: ~, d
- -------4--


:'* ConcorAj SAl l na
proponcgao qua. & pIo rmttwin. as- jatoui..
gencia e recursos para essa manifestaclo na-
ionaL.%l tidal'. n-a
< ~ b t~ Ac l^afeU-tmfdylA~d*os
para discutir as ideas queose Ihe gresenta-
renm no iraMi4 'd6V40d mior'eltiAndor a
festa.
0 Sr. Canovas de,.CMwtilo ri r
conselho de ministros, aceitou a presidenc.a
dajiktar Iv ecto M0t a m pra...o en-
tenarno que Ihe foi dlFerccida pelo eqtinent
estarita Romeo ORz. eroVFel's-w to ,Uei t
dac-de.eaerlptdrer'eatistaj. g,.. *., .r ,.
q.QSr. Can~ya&jiq^p m1Lr ho9L8jPe~ n .
ta g.rh1 do cenienai-o, er'umia di saa.
dit pf(?$if~ftL~irtl-do.'cBMho, ..' '" i,' ,, ..
'. fiodwsS h3s.U*$rtt&Oj p UOw.at~o 4p 'p,a~
cor.dq coin o Sr. Canovas to prpoosip. uep
o ait nLna de o aresentarr as 6irtes uafptti
to de l-l psisac'ar b m 6 au Loutre p IjtI
tao aet ,44M Adq, a.hiw Irar, a 4ma
f ,alleron. "
( Sao muitoj jJ6 f offearciimentos de eoW
porac6es que se offerecemn a sua cooperacao
para dar maior luzimento s fastas.
4 Espinosa de los Monteros escreveu um
hymino paraa solemnidade.
( Quaudo so discutia a resposta ao discur-
so da corua, o ministry da fazenda declarou
que o thesouro hespanhol se aclia em boa
situaOao, em resultado do augmento das re-
ceitas pub!hcas. 0 ministry do ultramar de-
clarou que e complera a paz na illha de
Cuba.
a A sociedade anonvma franceza Compa-
nhia do Telegrapho Subiaaranou da Amerioa
Ceutrl, forinada corn o capital] de 3.000:000
francs, prop&e-se explorar a eoncess.o da-
di pelos governs inglez e lie-pa hol, para
a ligacao da America central a Cuba, e a
grgAo erede europesa.
0 capital e dividido em 6,000 accoes de
500 francs, cuja renda & avaliada, o mnii-
rno, en.25. por ceonto.
a tUiaa folha de Londres The Standard, dA
a noti'cia de que o governo hepfenhol, antes-
de apresentar as cOrtes orgamcentos do ,18I
-1882. negociard carn o banco de Hespanha
urn' plan e d eonversao da dividW preoil-
giada de 700.i-iiOlkas de reales deo por e,-
to, creada no tempo da restauracgo corn a
garantia d6o rendlmento das alfandegas, e
impostos director em papel do 5 pr cwto
emnittido a 93, e reanivel ead 5) annos, o
que realigara uma economfai de 300'milh5es
anirnads nis 0(W0. milkhde que absorvo est.
divida.L
( Se este primeiro projicto obtivr bprm
resultado, o governor accrescentarxi, ora-
mentos equilibrados sem rec re; ,i novos
impastos para pagar o augnmate. 'e jurors
da divida de janeiro d r 1882.
( Depois emprehendera no proximo anno
a conversoe.geral da divida eonsolidad&.
a 0 thesouro console todos as annos 500
mili6es almn dos '750 que necessita para pa-
gar os juros da divida corn a reduccao ac-
ceita pelos possuidores em 1816.
0 governor hespanhol vai apresentar a.
parlamento um project de lei sabre o re-
dito agricola.
SA imprensa madrilena cita cornm reconUe-
eimento as boas palavras de sympathia p-
la Hespanha qua a associacio dos escripto-
res portuguezes incluio na sua mensagem
associacao dos jornalistas hespanhbd6es.
a El Correo diz que corre o boato do qup -o
banco hispano-colonial, ouo banco de hspa-
nha serao os encarregados da operaclo, da
conversio da divide hespanhola.
( A. revista financeira da Epoca fallando
da conversao da mesma divida, diz qu e os
portadores se mostatn desejosos de concilia-
lio, e por tanto seri facil um accord util e
vantajoso.I
PORTUGAL
Em 20 do corrente escreve nosso corres-
pondente de Lisboa:
o Desde a minha ultima a 14, nada ha de
notavel senbo o tererm comecado na camamr
dos deputados os debates da rensposta ao dise-
curso da cor~a. Ha nruitos annos quo op-
posigoes e maiorias estavam de accordo, fosse
qual fosse o ministerio, a considerarem este
docurnento unicamente, coma testemunho de
mera cortezia parlamentar pars corn a pessea
do chefe do Estado e por isso a discussion
d'elle d apenas pro forma. D'esta vez nie foi
assim.
Proclamada urea especie de guerra santa
polo proprio caudiflhodo partido regenerador,
contra a situagbo, deliberaram as deputadon
filiados n'aquella parcialidade, para este fimr
colligados corn as constitujntes a par ventera
cam oas avilistas a derrubar o govarno guer-,
reanco-o 4 entrance, par todos as modeo e
ferties, porqae fScaram furiosos corn a fwonasa.
a Rosa assim o projecto da resposta a falls
do throne :
Senhor.- A camara dos deputados da
I nacbo portugueza sauda sempre com venrd..
deoiojubilo "a presenga de Vossa Mageetade
no seio da representaneo national, porquo sim
significa a intima alliano2 da rpaleza m e


povo.
E' muito agradavel pars o paiz, qut ila-
cerameate lida per mercer a estira de todoe
as povos civilisados, a certeza de contina,.
rem as nossas boas relacOes coot as poteneias
estrangeiras.
a Na manutencwo da order public inte-
ressam todos os cidadaos, reconheoedo que
dependem della a evoluggo d progresmos
libsraes e o fruetifero aprovetobmeato das
forces vivas da naclo. Por ioa v6 a camar
corn prazer qua pelo consenso unanime do
paiz a tranquillidade public aso tern coaster
vado inalteravel e so fizeram corn perfeito
socego as eleicoes supplementapes.
a Acamara examinaraattentamente a moeto
eomo tern sido eumpridas as Isis ultimamen-
te votadas. Pala equitativa e fatol axeeu@p
das lois fimanceiras dove a eamara Oonugatu-
lus eorm Vousae Mat'ad|, pofque.ooaati-
tuem a pusoo impetat e para o aquilibrio
do@ orqaaento do-estodo. Sobre outro, ma.
naoe menos imporbaute aspeeto, sao de grade
valia a refoerma telgrapho-postl, melhova-
do urm dos mais utuis services publiscQa,
lois organicas do ensino panmario ae maes
dario desenvolvendO o progrespo mual *.
tellectual dos futures eidadbos, a orgii-i
cio de uma colonial agrioola qua corhija,
struindo na industria'redominante no-i
e a creaclo da eaixa naeonal oade sse
veitem e engrossem as eeonomias do pov-
c A aqaro portugueza possue asa immoniP
d6ras'tadicees 4o seu passado, e no onoerga-
cos e honradi liabalheos do mu presented para
se elevar ao n1* da aa&" sais cultaa e
mais prospehras, os melhores liadores a sua
independencia e da su libeidado. As festas
do trioentenarie de Camos eolebradas, Sam
diatinegeS de oela todo o paa 0eoi o
eaBhuia ZImo vui .e do. vmW ow -
eioge da sua vnt i pqH _fa-'
taro, fotaa ma B uMag6n i-
eonservado a energttantiga do m
tfo. .: -
a Waste, e~mo OpKI tt~daa. as j-rfa |.^
"tu4 da htpplo 0 4i*Mn

pass qua P- *DBMWl K am
TOMei as -am ...SS .


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ca daI mehor ada situaeo hn
'W6"'6@010Aw akifTOW64 a" ikroa ,; ..



reform&n dosperItcos isOw





', ifiWt dTrbz p' rass.o, a oh n U
t"&~ L w16(t fa'etbores ue con tfi -h m
pi~'6 dt~bI~Q-&~n~e taso -gecost
'A iM--re l ogTt bo"' m ,aIn 'ram.' 0si '-
',~,~r a.rd V i brilbo.'- "Cit4. reo a
I ...da e jnr ii3 1
ctttM6 ^fte '^-a I ftelrs^ 011
ca Ad e lhp ,d Itac~ Vdan icei 't^'




de faoda disAA e.Oe 'a co %6i,6oo -s f
*'


-"omli nno'ftlsoi~ citud'. s. ': ha. ...
a 'neideS 4dos aomp'oStino \Lettamrenanu
!emI*tid'na pueas "nacionses e obtrangeis'nt
Tedendb 4esle'lj congratalar-se cbm Votsa
-' .Magestade pelo favloravet ael ilhimento ia
uma tio aviiltada opoerao encontrou ti
Optfiz ea fdra A'6ille. S e devemnos uatd pi
vel restringir os appeltos ao eredito, d cldm
-tttdo agradavel reconhecer- que os recurS0:
-do: paiz e a sua escrupulosa lealdade ii
euaprimento dos contratos sao lisonjeirt
mente apreetiadot s pelos capitalists.
d-e As reformas nia administracieo civil, na
inatruceRo e beeficencia publicas., na Qorga
nisiaeio judicial, na le' eleitoral, on servicom
dependents do ministerio das obras public
ca sfio instantaneam6 nte rechamadas poal
opinion. A camara, discutindo-as detida
conscienciosameate, cumprira umn deve
gratissimo no paiz. I
om a lei regulad6ra do trabalho dos
menores nas fabricas e nas ininas ficarzi at
tendida ura alta necessidade economical
humanitaria
c Do impulse dadoe as obras pablicas
ser prejuizo da situaiao do thesouro, de-
pende muito principalmente a prosperidade
do reino. Por isso a camara folgarA de
eiaminar as propostas de ei tendentes a
desenviver a rode da vialo acceleorada
c.Melhorar a situalo do exererto-- poi
-fbrma quo plenamente satisfa~a a todos
os fins do seu institute deve merecer
constant solicitude dos poderes publicos
Na reforms da lei do recrutamento e na
--da iastrucco nmilitar encontrarn-se ole-
mentos poderosos para desenvolver as noee
sas fotis defensivas, conform o paiz ez
xercito d eseja d e A seguranga do rein

a Preoccupam-se hoje todos os espiritot
com o problema de abrir As industries e
ao commercio os vastissimos e ricos terri-
torios da mfrica continental e do levara
luz da civilisaclo a milhuos de creatura,
humans sepultadas em secular barbaria
Portugal que, nas daas costas oriental e
occidental daquelle amplo coatinente,
possue proviucias da maior riqueza, dev
po reodos os mneios ao sen alcance cami-
nhar ivante na cruzada africana. As pro-
vincias portuguezas da Asia e da Oceania
Sa otambem credoras do mais subido inte
resse.
X A camara folgar verificando qua (
governor de Vossa Magostadeo dedica cuida-
dosa attenuio aos assamptos do nitramar
e prestara todo o sou coneurso As provi-
dencias proprias para fortalecer o noss
dominion, mebhorar a administra;io e dai
impulse as obi-as pubbicas, por forma qe
neo recalian eros sacrificios sobre o the-
souro da metropole.
a coe as circtmastaaci-ap rsontes nlic
peri aittern levantar irnlnentiaetani d e -
nossa marinhi du. geao a aol groo de fore
o espdendor c'nsentauueb corn as necessi-


P.WAD^as Fer


PA PAeqM me~mysm
[t .I f U O -Wr "
c aiaaWa {ai.Wb<^d~r'aaJF m *




:o^ dlt "tt^ a ""~~d '
daj ial ii 4


rtaPiaw'ia,-il di
zemi-dga I atima f l tu a p p



..ia sa1Ita'4l*iam S j~~fda~i4 o
- 4 to'~pard..Eae(sQomor. -,. '.
&e.AoAcorso *do-mJrjs^ to is Ferr^r




mear o seuof oe aWg r:^ xcfc~f oWaa
;'tr^ ipil~oSQ^^^'lipf




0 sroo i,..
Sdemrasi a compendiar-Oe 'os O Wa ;Q s e,

SreLr iii oli'I pigied Og-eia
ae
Szein-sp Fdo ga.p,






r, ;-- rW3 o ouoJF
": Fril,.~o 'ra J4*P1,.ota,,IO n
AWar alia quWa nrvi opdl oiernp
". 0tfka sabrfandoaf' J ,ikni 14ffon o,
a djt pasta da. mererrdu dos^a
* L, o Iua bo ue i
s menaaoi d6dagu iomls inaign A.onh



_smpre a a porou fem onergiao .qw vS -







- radorilaua o meitno t. as nei'atii'a all4
e uA% eaW ^^ w i l~ ife^ a 0





p eaud politaicsss s ada s e tigii1gtrulih a,-
-,-njn fe nnni~pdq h
Los ebradose a;us f e pare, n fa d
Fr, JII4-BO^' rial
i cdamara alLa que a conservali o dsvern-i
e hsee fazi d a osrra jor natqnea aid g a S-
1tel RO ro podia, egtan'iir 4m e6 do ft a
e e pra^ rear future ^ ci isnbraos pol icosl;
a as, ou da beevrioencia does sons advers
Sva conptraa fdirwo partdres), mas qrei
0o tinhao otodikostrn 4 indignaf eoacod-
ts brtiiado;tia o p rgrama dqua este,
radarn li que o iesmotSr .va tdo t-- er a -
p aira ess s pres fornad s e algaas toa l-
s meao tes avulsas do pares, no haveinda
- neucessidade asgura politica,'que as recta-o
- msse e servindo s6tpara co.tentar migo s
Se para crear futuros eLnciaraos politicos;e -
a que o rniisteaio progressista Lem sido fieI
s ao prograinma doe partido,oa estep respel-n
r to most-oai coin a leitura dam&exposiio
SjustificaLoiva do eprogramm, que esteb-
Saesne sido ieusente obs rvado ; -quea as rm-a
- eorinas ielo podia roser feitas todas ao
- qresp~ o inisro. sileneio.sTambom siofel
a rnesro tempo, e quea s6 tern esrpeitado a

s jufcaservar em relos pganesitiso, onedat
cremscdaelntse tea obua amea ;aque as r-
; dino nslo pi o din arse dein. odsa
, ( naessmo dep, aehsontem 18 reontinan-
- successio deltas, comu naquella exposio.a
- so indicou, etc. etc.
- rAo Sr. dos Luciano doe Castro segaio-
) se o Sr. Rodrigues de Freitas, republican,
que estoe anno reovou a suoa moa* ocoit-
s tra a dotaedo illegal que recebe o Sr. in-
Sfante D Augusto, mas a qual a camera
- respoideu coin o -silencio. Tambom se
a referi o attitude que ao governor cumpre
5 cooservar em reta~io ao jesuitismo, onda
- crescent d e areas io que ameaca ir inva-
1 dindo o paiz de dia para dia.
E Na sessa o do hontem (18) continuan-
5 do os debates, fallara os Srs. Braancamp
. (presideote do conselho), Julio de Vilhena
- (opposio)t-Joalo Chrysostomo pominmistro
da guerra deonissianario que na ultima
- fornada foi levado ao pariano, aio tendo
ainda tornado asserto naquella camara),
)Lopo Vaz, regenerador e llintz e Ribeiro,
- idern.
Corno vem, p013, voitarnos aos antigos
- tempos das longas discusses sore a
) mensagein do throno, debates em que a
- opposioao estraga as queioaes prinotpaesi
l embotando as suas armas nestas discus-
- soes de omni sci bile, cujo resultado e pro-
visto, porque o govorno tern maioria, e a
>maioria ha do invariavelimente votar-Ihe o
iprojecto da resposta sem discrepancia de
iuma virgula. E tudo isto corn perda de
- tempo e coin. sacriOclo das questoes posi-


dades do ama nacao maritima e colonial, tivas.
sera ainda util service & causa pubtica pre- Uma folha belga I'Opimion diz cons-
parar todos os elements da sua fatura tar-lhe que o governor inglez fizera pro-
reorganisagao. A camara dedicara parti- postal ao do Portugal para Itie comprar o
cular cuidado ao exameo deste important porto de Lourenco Marques (Delagoa bay)
assumpto. como elles dizem, e urna part da provin-
SSenhor: A camera agradece respei- cia que conduz direetamente ao Trans-
tosa as benevolas expresses corn que Vos- waal, e quepedira ao governor portuguez
sa Magestade se dignon de apreciar os tra- licenaa para passage de tropas por Lou-
balhos da sessao legislative preterita. Se renao Marques.
a pane mais ardua e mais dolorosa dresses Isto nao tern fundamento algum, co-
trabalhos foi profictia, cabe por isso gran- me o nosso ministry dos negocios estran-
de honra ao paiz a quem couberam os sa- geiros o declarou no parlamento; oe urn
crificios, corn quo so moeblhorou a situao telegramma recenteda agencia Havas con-
fioanceira e se firmou o credito publico. ta qu o ministro dos negocis trange-
Foram as inspiraSets do brio national que ros, de IngLtater, doelarara 0o parlamen-
nunca decline responsabilidades contrahi- to que tat pedido seo o fizora ao governor
das, e as indicagoes da opinion cordata e de Portugal. Isto 6 terminante : entro-
illastrada quo comprehend a necossidade tanlo, a citada folha belga, avqn~ando qua
de acudir aos encargos e prover as aspira- seria infamissimo so tat praticassemos ;
eOes do progress moral e material, q0 diz quae Portugal saber manter-se nesta
animaram os corpos collegisladores e lhes conjun6tura, tiel As. tradico6es de hon-
deram (irmeza na na -improba tarefa ,a ra e lealdada. & EsL l pois, persua-
sa.tisfacio de Vossa Magestade refesenta, didos de quo 0 povo- pwRtauee,ique tern
pois, o perfeito accord dus gaero0os sen- em-grnde conra a .oara. do. seu nome,
tirnnto dosobeanocou~ ~ ~ nt~orojeitarA- orn indignation as propostas da
timeatos do soberauo com q%,d.n o. r
quae rege. Dossas mosmas inpiraOes IgI1er f r a e
da consciencia dosen deverespera a :nra c EIffectivamente na' Europa tem-se des-
rovo incitamente paraprboseguirao estudo envolvido as mais pronunciadas sympa-
atteoato dos iateresses publicos, fazeido vo- this pelos boers do Transwaal, vorberan-
tos para quo a boa vontade qae a anima, do-so energicamente a propotencia ingleza,
possa concorror para a presperidade do que os consider insrreccionados porque
reino e corresponder dignameote a con- eltes pretendem rehaver a sua indepen-
fianca do rei e do povo.-Sala das sessoes, dencia de que os deospojara'aquella ambi-
14 de jaaeiro do 1881.-Jos Joaqim ciosa naao. Qarmto a Portugal estio- he
Rernandes Vaz, presideate.- AitpOnib' todos os paizes da Europa corn os olhos
Alhes Pereira da" FQrec.-Atoniono em cima, pois. deve maner mee noS limits
Candido--Antonio Enaes.-En.kyiio da mais strict neutratidade e considerar
Navc.,ro.-Frandiso Antonio da Veiga, os boaetrs como beltigerafteS. fraqoza
Beirdo.-Iarianno de Carvalho, reta- corn que houvesso ,4de ner a exigencia do
tor. 9 gabinete ioglez coniusoeiel-o-hiama de-
( A circamstaucia de ser relator deste ploravolmente no jnizo deiredas as potena-
projecto de resposta o 8., Mariann* Cyril- cias que t(m manifestado intoerbsse por
lo- de Carvalo, redaeto lpriteipaf l Pia- aquelle povo, que -a Ingl1tefri procera. es-
riO Popular, 06 podef o"pc6o1 E61'o magar e reduzir a coudi Wda coloniasua.
the chma a opposio aluda.. nais -tern m 0 Sr. Dr. Valle, depttado, apreseaott
conciUda os adveraeios do gabiaete @on- uma proposta de iW pard que as decisoes
tpa te-doCtwtekl.:ao qpal uem perd6oam doj ury, abolutorias oa coodemnatorias, se.
aas s mtnii: t, as -quaes.,ient no possa recorrer, cessw do, pois, a an-;
mio&a doe c nmbaj.'. e sal 4ek tiga diposglo de po4er o joiz dal-as pot
porqne as compaeammni m a liogeagem do i-iquas, o qa eqUival ao .direhilo de vo-,
fitaio Popuh, r a oppis o egreordn-L to, e anaulae- (apet do pretigio e
a tddo-b.e.ntoemstAdia q -iadependwo41d d0U
i1,, in-6 ^sta pr0 WnMvaft pelo d epu-
w iti doa de haw..a$rawsea, quo tadp oi
3A I b iadalm. '* _,4, be Wm -


., .-^,-. *
,A ,. *,.


I,.,- MTa t io'iM u lwjmgg ar..- pi-


If r^ l^ u^ 'i~ I


tfLit~ea dtorio1 r '-^ o3





olleorce e todas as condi~es -iIte~am
sumptoi reivindib











prestando aquolle excepcio15it fiifti
l~dU6-' d~r ;^ ^ iearjto d6-
lobra'rib.1e hdi WW84rfrek l .10





conista nessde paizdo nosso .





Pedro Frane (antiBgo doputado elaastadol
A h~fI Mitiaqiloteag Mrto









pha aG ttic do,. "ee)qpa io ,bt do
'offerce e toeda.s as condiC d es' iOprai o




vago jo" do ,Nr do
ct As fQlkM2r&daajadA6f& rtam,B to
preWino. oodfIOW i




Spre Stand. Manoquelle excepibeir, subdito do
^^Weft^^ ^^q^ hS~idi-







jO' S. *M. is alhpeiad6dof eThil, iieadente
icioaista nessp paiz. I'1*[^ /



naviffa de Sot9 ;Thii 7.'aidSador.



por4d~v~to do -13:d. L'rop~,1Oia ,0 ti-
tuPeo do Frvisanco (antigo dpuado S. Ben'abmt-ida.do
pha No anesmo Di d erio) pacra io tuo de
freL et$e~ -vtfni, ^e efioerno ffflKo d


rs dovand, ao' paria-
togo.sonspdte de Gaodarnha," SetUstido
Pinto eite..
Na carnara dos deputados1,-' ;-detles
S(o Sr. JManlio ihJ s Ribeiro, subdi o era





subdito port Ilguez coBmisllundo a morte
ifia vifta de j ShfU 'I Ttfyrso,? fTqI `4ara'G'fado,l








em fNew--York, potr-citno,-de horCindio
commettido no al to ar a borum-i da urn
navio anesmo Dicario dp, a covrnqutada a.o dita
peto o v twisc o perpetua deridob a s es-
Piftto Lie



for(os empregados deputadlo Sr. lmistml deeos



negocios "estrangeiros.
(o Sr. Bracamp,a president do co-era
se4ho, disse, igo qae timra -,conhique a Un-
subdito portuguez coadieamido A more'
em New-York, por -critaffde homietdio,


to do factno altdido pel Sr. Kai borh, de ura
orde iamericdiat, iafeat lo oada o ditms-

rc 0 Sr. Bds s recursos qu foamp, president do conv-
iselho, disse, logo qae, titera --conbecithen-
to do fatte altadidv PelorSr.: Raidha, dera
ordem iminadifa'inametj ao, a oms ra nis-
tro nos Estados-Vnidos, para ,prestW" ao
rtfo todos us recursos quo fossom conve-
tnientes para o- antxiiar na sua defeza,
conseguindo-se apenas que foss condem-
nado na pena de 10 anaos de prison. _Ac-
tos destes fazemr heora a solicitudo do go-
verno portugoez.
c Falleceu o conseheiro E Ailio Achilles-
Monteverde, antigo secretario geral do
ministerio dos negocios estrangeiros e
bem conuiecido ndo s6 como habilissimo
funccionario superior naquelle melindroso
ramo de service, mas pelas muitas obras-
que publicou e de que fez numerosas
edicSes, para uso da mocidade estudiosa,
takes comro o Ma/,ual Encyclopedico, o
Method facilimo para aprender a ler.
Grammatica Frarceza, e muitos outros
de que nao me record neste momento.
Slonrei-me simpre com a amizade
deste cavalheiro, cujos dotes pessoaes
cram notaveis, de urna aftabilidade soli-
cita, qua Ihe grangeara innumeras sym-
patbias.
c E' hoje o sen funeral, a quo devocon-
corer media Lisboa, pois a toda a gentle
foi sensivel a sua perda. 0 Sr. Monte-
verde tinha condecoracoes, gran-cruzes,
commendas tde todas as aacoes, quasi
tantas senjo mairdo quo o proprio duque
d'Avila.
( E o mais e que todos esses testemu-
nhos da munificencia dos soberanos es-
trangeiros eramn altamente merecidas, por
quo em quasi trinta annos quo o~cupava
aquelle lugar no ministerio dos negocios


estrangeiros, cooperara- sompro o corn a
mais zelosa intelligencia para a manuten-
eao das Ias relao6es internacionaes. Fax
falta. Iao ha ninguem indispensavdt;
mas serk difficil ao governor encontrar de
prompto quern Q substitua de ujn modo
tao vantajoso para 0 servioo public. .


RVTISTA DAURIA
Gratillca.aode mierito..--'Por portaria
da presidencia da provlncta de 1.o do corret-
te, fol concedtda essa graiifiecaco 'ao Sr. pro-
fessor Isidoro de Freitas Gamboa.I
Navio de ouerra.-Consta-nos que a cor-
veta brasileira Principe do Grdo Pard segue
hoje para o presidio do Fernando de Noro-
nha.- '
Seis famadas.-'Tantasforam as qa -det
ram os a cardp'odord vvmelbodle urn pre-;
sepio .o Rio Doce, na neoite do 30 do corrente,
em Manoel de Moraes Navarro, de 24 aiaos
tA idada.- nardo e solteixo. sectario do cordlo


cQrrente. .1% vlui os. a J ,saah Ob olOaw /
r.Tf, ld te ^ lMttft~Mel~ief~tet i
Sfl^ ie. 8M oinaiaaBiS qqiiiiuj-)^


d~ors a ip as& d
"tdthenle itbctre l "iatoMlnio isdoMe J.
r elmaltl-iid~tii~thahMojfrt> abtdn nio p
.n~oBT2to ^Ulalm~N iiuimlte8^ ^oV
,o MCftU etjqwk=" OM&K, s
ain r ut, frabd fJftuinIor Isatp .A-e
iqn sottatmti .eaU&iBiiuUHPbB


7 hiowop~a. Dr. Jst[o Vieiri)ift kARjo,
presideante; bacharl Antonio Luiz d Meia
1 B i ld fe fanO
Rhetot'Mdffin J1igl,*ld A to Junior,tiPe-
14oopi. Is Jfiow- Lmiki~i al~o
10esideot I cRT l Ato- Bi r e



s Albino Gol'ira d Vasconcell s.
examinad62.'I Y-,-*Mk .f ,
Arit(/mea kr # t'A.--Of. e sd Joaquin
,,8eabrtk, p rsUtaeif pbfthawewi 4ao0 V., e
da Silva .Costa.. P.u -o, d '%Itdntara dbs
Eleifao del r L4mrsi n g diomngo (84
do corrente) py%*delO-4WA eleicbo dam na is
gp4ordaiitshndado deo SS. SMaintehatt 4a
*megueita 4o0. Afogades, fstaaiile ella hsflijwn
orgdiaiada4,J -7 -- .,
JUtiz--tJutino.Thixira'del Mour, i .
Escnrvio-Major Jose Marcelino 'Alvt da
Fonceca. .-
Thesouveiro--Ftilgencio Jose Joaquim Ca-T
valcante. '
Prooarador gera-l-- Manoel Machado.
Procuiradores--Antonio de Souza Rasteiro e-
Antonio JoaquirA Loped da Carvalho. ,
Mosarios-Major Dd4ioo Lins ;avyIeontq
Pessoa, Josi..Caetano Calvalcante, EstevAok
Laurindo Coelho da-Silva, Manoel Jose de
Moraes Soares,.Fraqcisco An4onio das Chagas,
Jose Luiz deIraw"|N t l4A'e Jose Antonio
Pin-to, ,. ,' '
EIxam de vlst erai-Paraz.er 1-P:aaia
nadasr'6afivenlehteme 64e, foratt4'nb1te e
mettida pela pilicia,/eaf a:juita de: iyge-,
ne, da oote, as visoeramsdriD bditoportagnqz
Jose, ULk 1FerrairA diaCosta,; f^Clojnay Ipta
cidad w ba crca 4ej trees ,mews, .e 9xpumLias.
por de'coPiff'n'css d'e te'"A, a at0t
ada'por e toxiseatiov'- -' I ,>
Cl-b Gommerlal Enterpe-9sa ss-
tieodade, dvye rar4ut-s%, ,a.o# ;-ordipg'
de assemba gerabl'a l, o doining 6 do "corren-
te). a6 meo 'dia- .Ua i do re6pipttya' f
apreciar o relatorio do semestreofftdo,4.jt*-
ceder a eleicio damnova diratdnta. 1 i
Generoi aUm i osU-.-o 'Qgs n v)p I
Constance, ,ghfjlyu',. Parepero, Wti.e,. Marn,
Olinda, Lady. Eifaemnck, Soti, e 'r'arPa a.
Latiner, veio o 'etftAe : 'bacalffhio, -24.2
barricas e 3.871 meias banha., -405 bharril 6,1
caixas ; .bicoutos, 20 datap ;. .coaser.yas,,8 1 -
tas; farinha de trigo, 375 laarqi;s, .aaien',
50 Caixas:
Paras o sal do itbpeph1-Cdna in rn embi-
cado no nosso potto. o vapor Arawaicnii-
duzio 194 passageiros. ,
Araucania-Esse vapor inglez recebeu eml
nosso porto para o de MonteVid4.o 300 barri-
cas corn assucar. ..
Taxa de escravos-,Find-so *o ia 2BA
corrente o pranq para paigamento, livre O
multa, da tara de escravos, ag correipte expt-
cicio de 1880 a 1881. '4- -
Impostos atrazados A'Vecebeo'a o1ia-
ta provincifa prfcede a-cobrantaatigfve| d
impostoa ainda nUa. pagos,'i 6artir do eerej-
cio de 1867 a 1168, enaerrabo-se praze pwi
o seu recebimennto i 30 dei ulho vindouro, :
Gabinete Portuguez de Lifutaa--0
minovitiento- di bibliotheca, na semnana fnda,
foi o 0eguinte: -- ,
-- aS*r.m. .para I l pitr dos .s9pio d3
obraa ea m2O vquses a saber: 1 de Wsaort%
6 de viagens, I doaojecin4, 4 do tttteralir
4 do philosophia' 1deboitanerci6; f1d'a'
nistraoao, 1 de pihyaiologias:2 dep esias, d
.thieatro, e-1$ .romaxnceaa dfts.qnaes forftn-o -
portuguezjl., e em franceaW1. -
Frequentaram a bibliotheca '55 socioa",
6 visitantes. -
EntaraTO no mesmo -erio&3 -151: obr$*
em 217 volumes, seod9.: ,2 4a lhtstoria,4:d4
viagsns, 4 do philosophia, 2 de revista,.1 d
encyclopedia; 1 do miusica, 5 de poesias, A i3'J
romianees; send: 124 oat portal *e 19 *.n)
francez. -i -.
Offortadas : palo Sr. AntppiQ da Maia Pes4
soa, Coers theorique et pratiquff de la tajl|4
don arbresfruitlers, 1 ;.ol titn nouvea.tf_
mento do Bolaniqiro, 1 volumte; Etudes noriTs~
les, politiques et litteraire,, olhmn; CiepT
tomathio tranoaisa ou.,chokx de morcau. $ire4
desn meillairs ecriwainp, 1 voluion, o
Pelo Sr. Antoop Jlonqgim -.Macokdo PereiT
Ira: As D6idasde Paris, 6'volumes.


Petla twssideoia 4a (roviDeiB: Brasd Ajgii
cola, 8ns. -" .
aculdade de Mepiclqa do io do JAa
aiM~r-re I I- lie b agaeeoB ulm e,,,eo
plao dd'these tub,'?v.ra'obter;o 'gr&oe dioui
tor *em '-maedfciaa apresonuoU e eustontou
ranteessa faouldada oillu, atuxt4o S.*Franc 4-
CQ Piqhiro ds.Almnpida Castrq, natural dt
provincipt do Cbrb.. -
Na sdcco medcsaoi potI-- bereri.
Na seeetfo eeeisoHta-da 'drwaco -enn- su4
relacoes-eom o exorcioio A mtelicWia legL
Na eeseIQ ciri* g hea .ypoemni,, iatebtrot
picai -,
Ayal. de [eo cid d -D)iranrto o me';
d ejaneirot pvxitm' fitlc deAiset ne se ota
belacimento del oauidlAde. a. segaiudt'.moti
IieOntt -, .. 2: Mulers *'
SV H imns. MlL's."

.auhirami ii- -
Existem "' T- 77- -
firi rar na'***' *'1; 11./^ ^ ^-^S ** -'


azul do referido prapio.;. Nas enfermarias: ,
N&varro, eathtoisita oavieto do tal erwdd Exeistriam i 25 26
azul, nuo cessava de vietorial-o na refesida Eutraram 11 9 .
noito ; isto desgostou o seusadvefsarios, quo i
travaram lata e o fenram corn as 6 seguint- 35
facadas: uma na regiAo,'hopatica, outra na Tiveranm altap7 11 '7
palmar da mAo esquerda, outra no ante-braco w -
esquerdo, a quarta no cotiovelo do mesuno a- -a .; '
do, a quita-na regi&o trocanherianna diraita, pFallcam 3 4 ''
e finalmoent a ultima no lado esquerdo da re- :
giao espinho-dorsal. xistem "
Os deliaquentes ,e(na4iram-se logo quo ama.i N3 enfermarias '22 24
baram esa tarofa; e o ,ferido, post n' aga Nbs dorinirios 0 40 50
jangada por seas anmigos, foi transportado ,
Wpaa o Roeife, eaqui apresemtadp ante-honteoi Total r 62 '4
ao Sr. Dr. deleado daoapitalqua o nadou 7 .
recother ao hospital Pedro Il, afim deser ViS'h i pso co a ho ""e'" .. ...
toriado e sujeito io trtsmato. me assim tiit o: '
. Procedeun vtstori o ,r, Dr. Madaro, di,: ... .. / ',,? bmiL Mulami.
rector sanitaro do referido hospital, a ls.asi ,Ipw a li48.3nos o4uiorioos 2 3
do ao acto oOSr- Dr ,dalegado Fonceca e Siva ; oeato na aUfarrpriaas "
aendoo -caso docimarm o grav.e.., i Servq7 no ediflclo ",'i 7
E' -mais rma tristo. consequeneia ds tolerat-I T ilt*dore' t; rsitlo l -' 4
eks polos -presepios. Artitt s '3
Esera%*6.-"'O vapor Pard reeebeu em nOd- Lavadeiras d4-aoua g ". :'
so perto, coin destino so do-Rio de MJneiro, 8 .CosIlurainl .. '
escravos. 'I
SDinhelro.-O tapor Porn levou de nossa 62 .
pitga para : e-
SCMei6 8OOOPO(K 0 AUlmUcE *. Ii V reapaloy.
Bahia 19_6o 6%!A ktopfan.Ala -
Rio do Janeiro 2i:0n300O Sr .. Sasae, otn.,tttt ,..-
Faeada tstortal.-Refhre a paste' pdHmial Sul ., ,_. ,,
Sque, no dia .15 do c rents, no povotWde -.do -U I' P t-lo i-.i tb.'zg*.2"d.bQ mw-
UrataiaL do term de Sezerros. achando-so RihRo!i.ii ,j) eo. a
praas do OO NitN=*Fi
i d o II.n-i s'. t, g9 l..


i-,;'=7 7' m"
e oaou e Ja


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l st0 Areneotogio rr l^,^.-.j^ ilil nniMnlfr
tes enganos: q 'la iia a, e tei#l g ati
issimi:a 0onde esta at auasdfe di v1 -
jdiffa ntio d Miran-Sr
0oo da eg Salledosos embar-
0 a d
wo^S &PA^%S S^3 6i p I- > -, L-,.,a-. .. .-L 0 ". pm le r -f a
Leil 6es-A1ai isa se osegainte a i
Pelo agente fra.- ag 0ia. Q a a ie<
rimps 94 ", 2 nor &.
^ ar 9 s/ qgutn. i e. Ip'.' ; *. ..1.aj,.l. ,,-j.la. .B .
tas.:0 P1 0 i,~L ~ ~ ~ IWdSa
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!~~~~~~~~ W'WA^ ^^^ ^ M Sc^^J uolIhia~i1.|bob
WAs do cZsa te orroao. Pt
J-sus ZJPV/q11O r uSi jaijimaedo de AquiPeir UalSm a.
P a 6" na a Dqra *tp 3 bm.



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1 Pctq ^ ^ a~l 9~,. Jpitedfe ppn I obW~



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oeto, ew UWealartes. ds 1 at a Ier.Ma-
res do Munte Ae S orro. -Iti p l (Iai!fWN z 8idrepuA140'
Sabbahyjljeja, ^ar-S Q os seguid 1- Do Pesquira ..Ip.. l. t : ilt.,aPe;ra
. r (at Fon.,te l aso n c.. id( ^i)otdSz r "
il M 6t i .4 0e~ t



,> iWS o, d P F N 1Aort '. a aa., 4 : : I,* r.. --: A Mi i e^ *'J "-'Ywf
Liv~riifcad xoe. l cf crao a. te i f n Or'*otMBa aw lta iit ss~





uorieo u'. r a. 6 do 4iv.tl o ,pr, t a, er^r .
i e c d u =A & a i0 M d 'am r o uinte 1 hra ,ngdeia 1z: Av.rD...


Trz.no, deceaws EB.opt "a iaiuua oe .M-. o ,' A p pallu '-if"ef",tl "a
*enm7Pe 4a -14J14.




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oM e r d-auttEbues r~opa ,1 daofDo Ce4abo .--."ppello ,0 .4 r Tyl
ear -,d-Oaorta aa 1gDefatae i", pelans 13teIai p




-anorl T1eaz.dboal~aarLse a eg',nt-,':
PeldoTagate ,-roJd, .a 1 tta6 a wi2 ,4Su
abppelaido Just ih dF _

pinoAgg AaevoaKMvne-Ads. dWia*. *tlotnid de al




an, h -feirdo as 8hrl.~ a 1cejaDa dmtpi tt:,*~ost .13
Mudr d Veepar-siA l) eros J.egiDeas uera&





: Mataxtaro .It"a,. bia.*-ForanPaby. Ppao~deir
shjem^,r. pdsp C au et e- Jlo^ sato,,.

woe 0 da p viuia a -fra, D, Ietnez~ira ?:Ac pelo, ppel ollHi rose
A^psu1o$G& do or A 5 ^,il^,,ppiella~harnieia. ii
Gordlcer do. eu P~, ^ i^e1lheiro 1r^ei^ nqa u^ o
f~reirw de eth, o procuratlor da cor]5a e .pramotr, daiu. }tfa,
Ct of de Odeuparer nPgunte e


$nirio 4.asit pdro uI, ao 10m~orod -. AppeiaOe do~meri.' -
Treant da roEiro p d it e ehna i e e1 se *a 'pi s -
feard wo f 3po1 ManoeLasniaz dnS eua Lea94 aru
ublioo. a1 D ruar--Appellante Inacio, Apequeno,
-uI-j Pdos uI-oi a ntappellado Jose d anie az dda Silva.


ql dodoorrlna
^qwteu do^su a 2' D1n-A p^ut&f^i^ l-
Loterla da provliieia *-Sexta-foira, 4sle v^w Mirejr* fitoL'J aip~ll~i~SciB3Pa t'avreiro. 1.trahira aloteria ', aeerm .be ie A-lagoV1-4 t llant oi, P-
fioi.>4~bopitl PdroIIno coinsistorio da ii- P W WW
igreja da Conceiaano doe Mildtareo onde se ladeJofe Rom.o Preira Coet.s
ac itero xpo vs as uo nas eapheras : arrus- r ohi r Lb'e. deei6 o -An
14adus dm ordomanamerica, a appreciate e dio tonoo Duarte Carneiro Vi"na.
P eublico age Appeilacaes crimes -
yes~~~~~~~ W3 esr&s3.D lna-hplate LizJo ASeAl








-Hospital Pedro H-Movimento do dia De Caruaru--Appellante o juizo, appeIlado
al do corrente w ManoJi Vieira da Silva.
'Eotniiram 12. tiverainalta P, faUeceramn2. ,Do Alag~a Nova-Appellante oluizo. ajpp~l-
Elstiamoi~ o iaantoeednte 6O ) enferios. lado Jose Romrao Pereira da Costa.
Existeus 60 seudo: na^iQnaes : odao DoSr. conseiheiro Loblo no Sr. deseuibar-
14 ; do sxo masculino a297, do sexo femenino gaor toeano Barreto : .
; ustrangeiros 76. estrangeiras 12; esa- Appellaoes crimes -
Jo0 M.escravas. .D.aEOlinda-Appellante LUDiZ Jose SeMi,
Passaeiros.-Vindos diiaEuropa oai appelladAe ajusticl. -
por Aracaunia: Jo Do sCada-r-Appellante1 oJWiza,, appeIlado6
Manoel dosu Santos Cawan, Mairouiao dos ioao Vapor.
las-Btos. Do r. decsembargldor Oliveira MalielAo
Sahido no Teesmo vapor para a Eu- Sr. desembargador Quitino de Miranda"
ros' Appellado civel
Joao Moares. osulno- vapor nacio & Da Escnad-AppellantteDeodnto Molte o
,i & ,d ~ il








h- Marinoa p.reea J ul.o apbnpelladons Cafrrinrtts d o -
PJray ro Lins Barradas. o
rIziquio Besernado Barros, Silvina ,oaq na Appellaees cQnterciaes
d Lima, Jo Tavares Cordeiro sua senora Da Escaoda-Appellats Ferroeira Caseo
2-eteadoe 1criada, Lourenco Luiz A oaZO- Fil, o appellado Jodo Evungtinsta de Mello
.nas Villas-Boe. Caetano BLui AmazonaseVii- Barreto.
las-Boas, Mrgida Mafra Martin cadte Do Recabofe-Appellante Eduarldo, Aleance
Joaqim Biio Preira d Carva1ho, J Bure appelAado AugatouCesar Stepple. ^
Crtasa e d no --Mo 14vimento dos prteIgaci, equn







Firmno. Jose Theodoro Alvima, Mnoel Mauti- Ao Sr. desembargador Sertolov :
sIho Marieta Mr1edes JulioRabert&Dulof, Embargos infrin:ts"ites "
John Taymr, Jordeo d4 Liena Correia, sahira- Do Recmtf--Eppbaf!ante Joaqtoio Fran -
rio Pernambco, Balthazar d: Roc a Naza- co de Albuquerque p antiago, eibargada..
ireh, JobeCitarim, Fraoncisco Alves da Costa, Francisca Thomazia da Concemeo Cinha.-
Francisco Feeino Balbina Maria da Concisi- Do Sr. desembargador Quirtino de
o, Celso Moutinhc, 22 soldaoosl, 1 sargen- da ao Sr. desembargador ertono :
actss, epota a., mesmos.s r "L .. aipb 'Ak s:Mhw.ko l6 n








to, caboianpoada. 2mulherese3flhos, AppellacSes crimes
-- escravos a entregar. o Do CaRbo -Appellante o juizo, ppell ants
Casa die D tnjs~o.-Movimento dos prq, P~ereina de Araujo e outros. appellada a ^
os eno d si T3 darem Lnoresiro t raa .-S
Existiam presoa 425, ntearam 3Daa, sahira ara-Appellante Antonio Franie-
13e. astom 1i, a saber.: nacionaea 36. m2. co do Souza, appelran d a justica.
iaerem 60,.estrangeiros2,.Oes:avor26.-To- Appellaeio commercial r ,
^a 444 Do J Recife-Appellantes I1yvenrtat &r C.-je
14Araeoados 356,- sed o -2Bone 333, doeni Benjamirn da Cunha Torreno, appellados 0a
t19 73 mesmo71 Appe1ees crieis
-Movim'nto-daeenfermiria: Do e-Appellaxite LuizUs, appeirl&
Tiveram baixa E De Recif- appellate o juizo: appado
Vicentoed oSAssiM.Tavares. Leonor. escnrava. O t
Antoniodo Yalle Ribeiro. ,Da Panahyba-Appellante AutoMo Xav*e
Jose Antonio daI Silva. Monteiro da Franca, appellada a Baronea Me


Teve atlta: Marau.
Antonio Peixoto de Maillo. Do Sr. desembargador Sertorio ao .S.
desembargador DomingUes ilva:
,_-- ___ ____. ---... ___ ___. _' Appellacfo civel
,., .."TT(D A Do Macei6-Appella'nte Manoel Pereira 4a
'M bi rif lA JDtA I Cocta, appellado Jose Pifto do Omena.
(M ONICA -JUDICIARi .' Omens.
Diligeneias
"- ---.- -.------ "Mandou-se ouvir o Sr. couselheiro pr.omo-
TrVb iA4 daReI O tor da justice nos seguintes feitos .
SESSXQO EXTR&ORDINARLA -EM, 10 DE FE- AppellaC5bs crimes
S VE OEIO DE 1881 De Nazareth-Appellantos 0o promoter eo
PiESIDUNCIA.nDOXM. S. Co*NSLHBiRo j uizo, appellada a j gstiqa, .r6os Manoel '-
SOUZA LEXO. Iheiros de Albuquerque e outros.
Sesreturio Er. Virgilio goelho. De ,ampina.Grande-Appellantes Antonio
Vs horas doeOsVttme, presents os Srs. des, Jose Borges da Rocba e outtos, appeila.t'a
embargadores em numero legal, foi aberta a ju tia. .
sess~o depois d# *Ada e app ovada a acta da De Cimrhres-Appellante Antonio Fra '' -
antecedeid.U i -* '' ; co dosSantos, appellada a jus a.,..
Diotribuds8 a pawad~s os feitos, 4eram-sa Do'Recife-Appellante Antonio IgnaciS-
os seg'iiites Mesquita Neves, appollado 4os, Mria dirAl-
SI LA ME $ buquerque Mello. a d. ,.
Hi&M .q s J, ,Corn vista 6,s parts:
Hil~ol corpus Appollaco crime
Pacientes Joaqim Antonio de Araujro D e Appellai Crie ri mff
Manoel Francisco dos Santos. W- Negou-se a ader Lindem, appeollado Josd Pinto Los'e.
ordem de soltura. unanimno'menteP
a Gra Ence'rrou-sIe a sesso i.s,2 horas da tarde...
paciento ,Euz. bie Granlja Bacellar.-Negou-. .. -
sea ordem dosoltura, votando o Sr. conse- ....___ ______
iheiro presidents e deaembargadores Oliveira r "...-
Maciel e Domingues Silva, pelo indeferimen- P7H1NIV UIIU
to da peticbo, que niao estava jurada. liaiUUV
Pacientes Jose Francisco da Silva e Josd "
Fr 4co de& SoiVa nd iu ovir' p Dr. Balancetes da caixa econoQ e
chefede oleia. e monte de soccer c de,6n P -
Paciente Gu 4rTn aia da Conceiceo. n buco em31 de ei
-Exigio-so indbr s dsubdelegado da n buo, em3 de janei t
Boa-lita,.op,, inteaaedio do,.Dr. ,91-efe de 1880,
poeia .''" .-. .. d" 9. CAIXA ECONOMIC ':'A
Paciente Doraingos Josa da Silva. Man- 4ctivo
0393A5%~
deu-se ouvir o juiz municipal do Cimbres, o ThesourAria do fazenda 6 .
marcou-se a sessbo do dia 18 do correute. Thesouraria de fazenda-conta deo g-"
S DaItvbfcgBW!ia.-A-ppG kMattS eJo4o Bap- Monte de soccorro
tista.da $ilveira b Joaquim Alexandre Couti- Jurs .
.nho, appellada a j4iatca. Relator crSr. des- Gaixa
embargaJor Olveira Mhciel. Gonflrmou-se
a sentence, unanimemenote. '-
De Paquei.a-&ppollanto Antonio Pereira. paie -
16. a'g'rl"t DepOsiO em contas correntes

f u Do R.itlSe-ApPiWate o promoter, apepl- MONT- DEOfCBBO'o
lido Mawoal F~oir'a -Ox. Luz. Rel!.or o$r. A Aivo
Adeseabrgaoor Oliveira ga.iel.,-Miandou-se 0 Emprestimos sobre penhores. 41.
cda 04vo ury, kujamiiaeu~te. Valores depositados 531
ca1 e.ivewt Aluguel de casa 46
Da Ref-2 'w'?-. A 4 oq uim Ferreim Moveis 2
dos SantoaConm ra0 G0unarFes, ape lldb Cadernetas
W drn IptIr o $r. 4es- Dospezas geraes
e dor LmI. Eibr; os Retorno de juros
WES & aQttin- Lucros e pandas
tino. da a sentenqa Caixa
contra o voto de era ,. ,,. T ?
ari D f--A'lwe -te? oimz a o curator .
~ ori us, appela t salvianb Luiz
Ro~e.apoella i =
lat"r Sr. desembargidor Passivo, 'L
ra a Revisores os- Srs. deem, Capital ,
rd inbin de-Mirasn & q rtoio. CGautelas de penhores.." .
( .ntosi-se a sentence "'cntra o Iao de Juros .- .J
4ia&up~lafcM O htf Qaim w.Wk-! I
t evsf.remra. SeatoK 0.-'..
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i^~^^1j^;bta .1 ,deea

Spef beoaou

sSK"ti f flMS a, ao do fl
to, a |Mlf ?.._. a qoe rwaiae, idp
-o dePi

i gl doUe de iso emasO, qu6 ai-
=a to qaeJ;sUo 6vo isto 6
-U a r di6la6 per quo, guado dl-
Pa peoa de co usidraico de
0qo Tismowto. Dismgaqe
T debres de sino, e at daram a-
=to wrf dko; po6ft tudo por infor-
C S. w t de semelhoe
q9tf hcia, toda prevent 6 pouca, co-
W ask mios intesoaoadoa, e maito peior
afo a protecoo mal entendida leva o
iNlihiduo a fiogir-se morto, para assim
mba~ar a jutiCa o pubfico. Quem for
hmigo deems mortos, previna-se.
Cabrob6, 15-de janeiro de4881.

ei~oIQ 4os juices quo tmn do
mocorrer pamra a festa de Nos-
sma Senhora da Conoelt ro na
capella dopovoado do ffontel-
to no dia 20 do corrento mea.
Juiz por eleic4 o
0 Illm. Sr. tenente-cororiel Manoel Martins
Fiuze.
Juiza per 4leicao
A Uxm. Sra. D. Maria Joanna Fiura deo Souza.
Juizes por devobo
Os Illms. Srs.:
Ibloetante Vicente Alves Macbhado.
Neociante Fnumcisco Igoacie de doOliveira.
Neciante. FNippe Needmam.
Cmmendador Dr. Antonio Goelho Rodrigues.
Juizas por devocao
iA's Exmas. Sras:
f a,, do Sr. commendador Albino Jose da
Esposa do Sr. uommendador Francisco Ribeiro
Mtnto Guomarrwas.
Empasa do Sr. negociante Jes6 Domisgues Maim
Spos do Sr. negociante Manoel da Silva
Maia.
D. Candida Lessa Via nna.
Juizes protectores
Os llms. Srs. :
Regoclante Aifreao Antunes Guimarbes.
br. Manoel da Silva Rego.
Nociabte Antonio Pereira da Cunha.
Francisco de Paula a Silva.
Ifcio deo Souza Rego Monteiro.
9 eeiro Felir Lemthier.
=m0oel lost da Rocha.
Ia Algredo de Morses.
edro Jos 86Pinto.
Ckmmendapor Joaquim Felippe da Costa.
Dr. Jose Joaquim de Moraes o Silva.
Dr. Joao Jos6 Pinto Junior.
Dr. Jos6 Bernardo Galvio Alcoforado Filho.
Megociate Antonio Correia de Vasconcelloe.
Coapito Francisco FausUno de Brito.
Antonio Maria Fernandes db Silva,
Joes6 Augso dos Santos.
Jequim da Silva Carneiro.
CApitalo Flaviano'Cantsl'oe.
Negociante Jpaquim Fires da Silva.
20LeaWante Auustw Fernandes do Rego.
iDr. Hennqhe do Rego Barros.
Negeciant Antonio Rodrigues do Souza.
Nqgisnte Louronwo Ribeiro da Cunha Oli-
veira.
Francisco Ignacio Pinto.
Jdeo Baptista do Rego.
Conmmoenlador Antonio Ignacio do Rego Me-
dairos.
)eemnbargsdor Joaquim Francisco Domingues
da Silva.
Juizas protectoras
A's Exmas. Sras.:
D. Maria Joaquina Ferreira Soares.
Deposa do S-. Jos6 Manoel de Seixas.
D. Umbelina Alcoforado. -
Db Jieanlna. filba do Sr. Manoel Gonyalves Fer-
reira e Silva.
Ispae do Sr. comimendador Vicente de P. de
Otira Villas Boas
Usposa do Sr. Dr. Celso Tertuliano Fernandes
Quintolla.
B ts do Sr. negociante Antonio Lulz dos
tos.
Irmi do Sr. Minervino Fioza.
Bssa do Sr. major Jose" Bouifacio dos San-
tos Mergulhbo.
l. Maria, esposa do Sr. major Joao Caetano de
Akron.
Bposas do Sr. Dr. Augusto Vaz de Oliveira.
eoo deor. Dr. Joao Augusto do Rego Bar,
Espoa do Sr. Dr. Antonio Gonyalves Ferreira.
0. Carlota, elba do Sr. commendador Euzebio
Raphael abbeile.
JLmes. do negociante Francisco de Lima Con-
b mb


D. Amia Halliday.
BeON do Sr. Joa Baptista de Castro e Silva.
ispasa do Sr. Dr. Paulo Jos6 de Oliveio.
spoesa do Sr. tenente-coronel Augusto Octa-
vuano de Sousa.
5. Anna, viuva deo Jos6 Alves Guimaries.
iNosa do Sr. Gustavo N. Furtedo de Men-
B. Cmttlta, flba do Sr. Jos6 Leopoldo Bonr-
(eShristiani de Carvalho.
n.- FE"aEHalliday Garcia:
WMAMM&, -sposa do Sr: Julio Fuerstemberg.
& Ibte esposa do Sr. Manoel Rodrigues da

w81
ff dQ Sn. desembargador Pinto Lobbo.

:Nrite das novenas
r limeira nolte
il& dftofn da testa.
.(.t^ A n a., 8u 11"n1 no lle
d mFno Fiuma.

' -'M lnta Joequiqa Caruetlo Mouteir,.

W.10 ernebunt 1
46 Mole. '.' C-elho. .




^^^^u^~ iinMMi~t"e, t.' ...... .': .y'!
.-! 17 -tt ,. .".OR..G|


' ":' ii[Io~e< '
bi~lS~to_,|& de r-I


ltrada do Joi. o Ban cacara o .
o0., abate maigm- a, a rn slsfaeao
MOUe0anft-r so eovo publim o vw
,Fetkud AM Osis as Walk, t qmu o0 dIa 0
0o cVnb aI rlmbe-hI. a. ase des ohs. -
late admiWuto dodsne JA alm nos internoi,
nolo .oMMaisaea ztosneerBos ,
0 pro_ -nar de osidos oustari do um
aurso pi rio eeo-okr me nompdrebomder4:
CUM. GiaMi~t G~eyriMuhEwvpvufo l
Zlocuf~b, Deasmw. s Music.t poval nsladt
on Iagles o.Prtuguez, do am cose see -
darlo academic, queo comprebenderi Inl#,
Prt9ug,, Fmws, AUom u GrWw, ,,
PhUMe.pi. otwe'sl, Asbess. P ,ie w,
H1giq, Bo oM wa, lIwe'aIo., Zootoa, C,-
Mooa, Gswogkv, Ar;;huftiia swtaC, prt.ca c
c6ausmd-s1, A1oGee6optria, l gTV w* s9,
Astroe_._om Historw al, an"if4t ga ""1m"p,
esetial da Eurepa, EstadMs-Unid. e Bmwa,
I=lMopshi Iaosta e moral, Logica, Rheteriw'e
Eeawma politic.
O pessoal ducente compOe-se do Dr. W.T.
Robi:n on .*. M., Dr. Chas E. Sbelton A. M.
Dr. Juao Baptista Regueira Costa o Mrs. Ws
T. RobinsonU e M.s. Cbas E. Shelton.
Quatro destes proflsores cheganem ulti-
mamente s4m Estado -Unidos, onde cunrbu-
as mais cetdebres unl.rolsdades e adqutrmram
uima longs pratios de omagisterio.
Ao Dr. Jolo Baptists Rewaeira Costa sert
conflada a cadeira de lingua portagueza, na
qual se ach a competentoemente versado.
P ra o ensio ae: music espera o absixo as-
signade dos Estados-Unidos, um mestro de
provada aptidao na arte que professa.
D'alli viro tambemi tods os B criados que
devem servir no estabelecimento.
A casa do Instituto reune as condigOes hy-
gienicas necessarias; esta em perfeito estado
de aseio, 4 bastante arojad., sobrea tudo na
part destinada pars dormitrieos e dispel do
um vasto sito coin espago sufflciente para
exercicios e recreio dos beicandes,s oom a
separacstAo convenient par oS aluminbs de
um s outro sexo.
As aulas 'aobam-se provides do mappas,
cartas e tudo o que 6 indispensavel para o es-
tudo praticodas diversas waterias.
SerAo .doptados no Instituto. os methods
ma's recentes e quo molbores resultados to-
nbam colhido, beorn corno os livros e comnpen-,
dios admittidos na Europa e nos Estados,
Unidos.
E' esrusado dizer que o director o os pro-
fesmores envtdarlo todos As foros a bern da
aude e adiantamento dos atlumnos, plantan-
do-lhes no espirito os principios de honesti-
dade, moralldadE, lesaldade A Desu e a onstMU-
tulyAo do BtGasai, sew embargo das crones
rellitiosas deo cada om, assumpto este que nito
sera tratado nem professado Ie nsti:uto.
Os alumnos interoos pagarbn de joia 509000
o por trimestre ISO000, os eioe pensioniuta.
90000 os externos, pelo estu4o do um s6 mrs-
teria, 2f, do duas 305, deasis doe dts 405,
sendo feito os pagamentes por trimostres
adiantados.
Ensino de logles
Em adiantamento a presented loUticla, decla-
ra o abalxo assignado, que, para commodids.
de d pesmoas residentss nesta cidade, achs-
se abrrta pare astbo as sexos, desdeoodii
20 de dezembro do anno passado. utaS aula
noeturna de iinguaiglowza, polo method de
Pestalozzi, a qual ja conta um grande nume
ro de alumnus, sondo assam satisfactorlo o re-
sultado at6 hoje obtido.
0 ensino as meninas 6dado em sala sepa-
rade, e confiado A senhocas competentemente
habilitadas.
Admittem-se DIo s6 os qua nao tiverem no-
gao alguma da lingua Inglega, como os que
nella quizerem aperfeioar-se.
A aule funcoiona as 7 borns da note, a rua
Neom a. 33, 25 asdpr. todos os diap uteis ex
ceptq o sebbado, a WO5 09 por trimepte, pagps
adiantados.
Para quaesquer outras informayoes dirijam-
se mos imteoessados do Inatituto, a estrada de
lobe de Bartos, chacara n. S, ou A rua Nova u
13.2o andar, au lnalmente, ao patee de PedroI
a. 79, 1' andar, 6 entender-se corn o Sr. Jo-
vino Bandeira.
0 director,
Dr W. T. RobiUmM A. M.


Colnego Zima
PARA 0 SEXO FEMININO


Rua do Livramento n. 38, 2.o
andar.
Professors e directors:
Amalia Roxo Lima.
Zimas Roxo Lima.
A matricula do 8.anno lectivo pars as saulap
deste collegio estM Abert desde 7 de Janeiro
de 1881 ema .diansute, tSo seabante para alumna!
externas.

Collegio de N. S. do


Rua da U Aumero 4
Este estabeleoimento doe e4ucalo de menit
nas eater& aberto do die 7 de Janelro en
diante.
A' caridade public
As mulheres soesalltas. rudeites mU tra-
vessa do Bernardo n. 51, oa ftoguoiea de S8
Jos6, ainda imploarn a eardide publicsa

, e ode- N. S-
N. O1G-.Poted'Ueo-a."
Miss Aims CarnteD, ei v ohm deG
envolvlmeno amo ao r eq Agcd"40,oea
legio, resbiofl'a tIiD-sdeW-
rte do eonqhbdd ilBttoi 4Mvw p le e i
gurarAs i kas di-dh lspu ; wteolhor adlaunta
mOtOe apO N&io na teMteils qtWe euOtda-
A As aterins eduhiadas n oeno evtabeledl'



b:ndadoe-0le1la Sre.


Vapor inglez Warrior, entra de Liverpool
' Lisba em 31 de aneiro e consignado a
Saunders Brothers C., manifestou :
Ap 20 cunbetes a ordem, 51 a Samuel
P. Jobuston A C. Arcos de ferro 15. fei-
xes a parent Vianna & C.. 25 a Samuel
P. Johnston & C. Amiostras 11 volumes
a diversos. Arrz 150 saccos A ordem,
100 a Souza Bastos, Amorim & C., 50 a
*pnsea Irmaos 6 C,. 25 a Esnaty, Rto-
drigs C. .
Balanpa 150 a Samuel P. Johnston
C C. 6iimbas 2 arxsas a nesmos. Bar-
ras de ferro a.272 e j.1 feixes aos .mei-
mos,.148 e83 a J.ose dos Santos Oliveira,
49 e 75 A Companhia Pernambu6ana, 77 e
4 a Cardoso & Brupo. Bacalbto 150 cai-
xas a Browns & C. Barrilha 25 tambo-
mr a ordem. Breu, ? barricas a Esnaty,
Rodrigoes & C. Biscoutos I caixa a or-
deamn.
'Cra 15 caixa a Francisco Ribeiro Pin-
to Guimardes. Cha I1 caixas a Souza
Bastos, Amorim & C.,.31 a Fernandes &
Irmaos, 2 a ordem. Cblapos 4 caixas a
Parents Vianna & C., 4 a Joao Christiani
d& C., I a Gomes de Mattos Irmaos, 1 a
iMa& Irmao, ji a ordema ChtObo 30,
barris a W. Halliday C., 20 a Miranda
s Souza. Calado 8 caizas a Parente
Viana; & k ., I a Viauna, Christiani C.
Candfeiros 32 caixas a Francisco* de0Pafia
Gomes, I aos consigtnatarios. Codservas
43 caixas .A ordeti, 7 a H. Nuescb & C.
Cnos .de chbumbo barricas a Samuel P.
Johnoiiod C., 1A W. Holiday C. Cer-
veja 55 barricas a Jose 6. de Carvalho,
5) a Souza Pastos, Amorim i&C., 44 a
Silva Paiva & C., 3Q0 a Fratcisco Goedes
de Araujo, 25 a ordem. Chapas para fo-
gio 10 a Parmote Vianua A C., 70 a Sa-
muel P. Jchistou 6 C.
Drogas 36 volumes a Francisco Manoel
da Silva &I C., 39 a Bartholomeu & C., 13
a Carlos Bittencourt. I
SEntofre20 barricas aos mesmos. Es-
Wtaho 10 barriquriahas aos mesmos, 2 a
lirauda. & Soua. Elastico 1I caixa a Pa-
r.te Viana A &C.
Fi 4 fados- a Parente Vianna & C., 4
aos consignatarios, 1' a Manoel Rodrigues
da Silva, Ia Viuva de Fortunato Ribeiro
Batos. Fogareiro 4053 a Samuel P. Johns-
ton & C. Ferragens 52 volumes aos fres-
I, I *a Paredte Viamna &C., 3 a Jos6
dos Santos Oliveira, I a Browns Ai C., 53
a Card & Irmao, 430 a W. HaUiday &
C., 6 a H.Nosumch & C. 20 a Reis& San-
tos, 6 & ordem, 2 a viuva de Fortunato
Ribeiro Bastos, 17 a Gomes de Mattos Ir-
maos, I a Wells; Hood,"1 a Vianna Castro
& C., 7 a Ferirai 6uimaries A C.. 7a
compaonhia Penambucata, 6 a Antonio
ds SaStos\Oiveira. 17 .Ma.oeI Rodri-
gus da Silva, a Miranda& Sua,o 40 a
Vaz & Leal, 3 a Antonio Duarte C. Vian-
na, 2 a Soares de Mello, Genre d C., 3 a
Silva & Azevedo. Formats para assucar
32 volumes a Tavares de Mello, Genro & C,
Folhas de Flandres 200 cunhetes a Paren-
te Vianna & C., 105 a ordem. Ditas de
cobre 52 volumes a Samuel P. Johnston d
C. Farinba de trigo 401 barricas A or-
dem.
Geaebra 40 cixas a ordem. Graxa I
barrica a ordem.
Linha 106 caixas a Parente Vianna & C.,
20 a Gomes de Mattos Irmios, 42 a An-
tonio D. C. Vianna. Loupa 76 gigas
a ordem, 9 a Francisco de P. Gomes, 6 a
Domingos Cruz. Lona 1 fardo a W. Hal-
lidaysiC. .
Nelas 1 caixa a Oliveira Bastos A C.
Morcaderias divetsas 44 volumes a Otto
Bohres,-Succeusor, 1 a Manoel Joaquaim
Ribeird4 C., 2 A erdem, 3 a C. Linden,
12 a Eqgenio G. Cascio, 16 a W. Haiida-
A C., t a Francisco Lonreiro, 3 a Pria
Mial, 3-a L H. Garcia, 13 .a N. J.LidS-
'toi, 4 a Oliveira Bastos &C., 4 & Braulian


Railway Lompany. Material pal e
trida der-ferro 442 ot Voles a
Westen of Brasilian Railway CompaAy.
M^hiuismos caixa A wdem.
Oleo de inhai barril as consignata.
.nos.
Pennas do aqo I caiza a Gomes do
Matcw IrmalO. .Papol 20 c~ibIa~ Pa'


Brigue inglez Mary, entrado de Terra Nova
ua miesma data'e eonsignado a Pereira Carnei-
ro & C.. manifesto :
Bacalhao 3,024 barricas a 300/2 ditas aos
consignatarios.
Baroa ingleza 01ila, entrada de Terra No-
va no mesma data e eonsignado a Saunders
Brothers & C..-mnaifestou :
Bscalho 3,550 barricos e 300/2 ditas aos
conasigatarios.
LUgasringlez Lady Elibai&.,entrado de Ter-
ra Nova, na mesia data e consignado a Saun-
der Brothers & C., manifesto:
Bacalhio 3,250 barricas 967/2 ditas aos
consignatarios.
Brigue inglez 8oeia, entrado do Terra No-
via em 1 do correntee eonsignado a Saunders
Brothers & C., manifestou:
Baeslhao 2.804 barrieas e 350/2 ditas aos
consignatarias.
PfLabote.norte americana Barbosa F. Lati-
ner, 'itrado do New-York, na mnesma data e
coaignsado a H. FPorster & C., manifesto :
Baaha 100 barrit a O6rdem. 100 a Joaquim
F. de Carvaldho & C., Q50 a Perraz. Pereiras &
C., 50 a Franco daCunha & C., 50 a Santos &
A.rauje, 80 a Jease Jaquim Alves & C.. 13 e 12
baiddes a Antonio A. de Souza Amuinar. 12 cai-
xaa a Raminos ., C.
balanchas 4eaixf.. as.o c,)ij.;jrnAtririo'. Breu
100 barriers Santqs & .raurlo. Biseontoi, 10
eaixaas a Ramos &A C..cl0a Carva]ho & C.
Conservas 8 caixas aos 'ou.ign.atarios.
Esteira 38 rolos asos nmesino,. Estopa 8
fardos a Jose da Silva L'vo & Fillio.
Farinha d.e trigo 200 barricas a ordem, 175
aop consigrnatarios.
Kerosene 2,700 caixas a ordemn. 200a : Furraz,
Pereira & C 200 a Joaquim Ferreira vaiho & C.. 100 a Jose Jaquim Alves & C.
Maizena 50 caixas a Ratios 1 & C. Machi-
nas de costura 4 caixas aos consignatarros.
Mercadorias diversms 61 volumes anss mesmaos.
Objectos para engenhos 50 volumes aos
mesmous,
Pas de ferro 4 caixas aos mesmos.
Relogios'n volumes aos memos
Tecidos 15 caixas aos niesinos, 5 a Monhard
Mettler & C.
Vidros 2z ca ixas sos consignatartos.

ODESPACHOS D-..., r' ORTAVOAO NO DI. 31 DE
'JANtiRO[ DE 1881
Portos do- exterio-
NQ vapor inglez Meaning, carregaram :
Para Liverpool, J. Pater & C. 276 saccus
corn 2o.uI kilos de algodlo.
Na barca suvca August, carregou :
Pars o CHirl, J. I. Boxweil 7,500 sacc,)s
corn 562,500 kilos da assucar .rAascavado.
Na barca norueguenise Galathea, car e-
garam:
Paia o Canal, J. S. Loyo & Filbo 260 saccos
corn 19,500 kilos de asfucar mascavadu; F.
Caseno 4 Filho 2,130 ditos corn 159,750 aitos
dedito.
No biate americano A. .W. Barker, car-
regou :
Pars New-York, C. R. do Passo 2.313 saccos
corn 173,475 kilos de assucar mascavado.
No lugar americaneojLemoine, carrega-
tam: I
Para New.York, Julio & Irnao 500 saccos
corn 37.500 kilos ie asucar ubascavado.
Na barca allemA A. C. Beun, ca regara m :
Para New-Yock, S. lBrother & C. 80S 8as cos
corn 60,M000 kilos de ass-car masoavado.
No patacho portuguez Luzo, carregou n:
Para Lisboa. L. A. Ferreira 1,500 saccos
corn 112,500 kilos do assuear masoavado.
Na barca portugueza Nova Vcedora,
tarregaram,
Para o Porto. J. S. Loyo &6 Filho 200 saccoa
corn 15,000 kUlos deo assucar maiscavAdo.
Portos do interior
No patacho national Itaqahy, carrega-
ram:
Para Santos, P. Carusiro & C. 120 cascos
corn 16.200 litros de aguardente.
No briguw hespanhol Chanito, carrega-
ram:
Pars truguayaua, J. S. Loyo & Filho 659
barricas cor 08,196 kilos de asucear branco.
No pa5teho hespanhol Juamta, carrega-
Duars Urn smymza, Bslatr Olvrpa C. 1,734
barouos octu 4W.7StI~sd6 auss branco
0t dtiarem eW ditos detWto uscvado.
No vwpor naeiomal- Pu csftegatamn:
Pane o Rio de Jaseiko J. Fuwado & C.
1,431 sadeos corn 86JB0 kilos do muoar bran-
oo e 880 ditos cem. 52,800 ditos de dito masca-
vadi; Baitsr' hn S & C. 70 ditos corn 45.750
4dtoiei dttobb, t oe 300 dits corn u 18006
If dleditob asevado;.A.Ppsdlque 550 di-
tes eom 33,0000 mto deiitol aeo e 1il ditos
eom 0,,s0 dltO ,edAito msasavdo: Amoirml,


nBK.& C40 ditoes comrn 000 ditos de dito
oa 150 0. dtos t om m uO ditos de' dioo
.aoauaedo; I. J. & Gaitur&s 4 ditos com
MO tsos de o 1msuo- J. MU Dias eq
M sa ou (66,25 ditos do dita; Bartholowed
.6 -ves pMparaMdos de jumubeba; P.
1J. S lva GuimsS eS caixas preperados medi-
aimes.
-- Nohiataaoen & Jea, caw, namam:
Para o Natal, J. Beern, 10 saoossm bri-
Ab 4 do ; J. Lemos 4 fardos osat,9i
|fWSd9Iaoem folba.
4 ,' eh Noo. e_. Lus, earregon
Sip".-m.s 4 U 50 courosmam
.-,b _.e5"para4.C eai ,..


ip' !* -
c.-. .;-" .'


. :' r


EDITAES
Edilal n 14.-De ordem do dlm. Sr. Dr.
inspector taCo public que no dia 24 de feve-
reiro proximo vindouro, irA a praca perante a
junta da fazenda provincial a obra da point* so.
bre o rio Ca-we-vou, na importancia de.....
9:3218400 de accord, :emra as ciausulas espe-
ciaes abhaixo transcripts, conforme ordenoou
S. Exc. o Sr. president Eta provincia, am offl-
cio de 22 do corrente. 0 orgamento acha-be
nests seuretari. a disposilTo dos pretendentes.
Secretariat, do thesouro provincial de Peruam-
Dico, ea' 25 de janeiro de 1881t-0 secretario,
Affonso de Albuquerque Mello.
CLAUSULAS ESPECIAES
Art. 87 No prnzo de quinze dias A contar da
communicaCle a reparticlo nas obras publicas
do resultado da arremataCeo, a mesma repar-
ticao f.,rnecerd gratuitamente so arrematante
copies authenticas das difference peCas do
project, tanto desenhadas como escriptas.
Art. 88. Antes de comeQor as obras de terra
ou arte, o arrematante deverd apresentar per
escript0, so engenheiro fiscal, qualquer recla-
maC&o qua se Ibe offerecerem sobre erros de
nivelamento, medit&o ou calculo quo supuzer
que cont6mn quaesquer das peas di, pro-
I ,.,izf-',heor. fifseal, podte:d, p ,r 1 ci.4%("-z n"o-
tI%-0'f. ; 1 1 ; a; I IIIt?1.6 11. 1%s os ert'rs).; t!e III; ela-
imiew.i., ..I;,;io On c(,;Uiil'. q'je uDoS veit'Ia
PII *,..(i, r i. Il -St e'l i 1, *- -;.. i er ih. '
tos ele-iiifral~itts cof regillus iqu, -r'VIIAr Jit lbase
pasa a e-evueiko 'da ob'a e p-ra regular .as
cones.
Se i ea(, a lttatie ecfitar timita ,,br. i de lerra
-;U arte ser ijue h:.j. ert'fia s;.-to ie ;-I.tiuiaas
Ilis parl.e-s a Iefpelt (1< ls 0 ti,- ,s e calci
1-4 (to) oryanento as peifiz e p-,,i liesettte. e ,lue iao. pw, ve ifi :d,dvS ;iepowS ilia ext:euCu, -e-: ;rAo par,
itegula. as contas part oDa-iiueltu. Taes re-
cl]maf;-s (se s',er- Un), ac informrvO.-s d.i ,ri.ethei. o is al. straLo apre-
Fentndas ao s.ngihe'-o nir-ctlr das obras pu-
blihaz para os lias ,'s, ve\eni,-(itls.
Art. 89. Os tiab.llhios (deveiAo ser conclui
dos no. prazo di) 15 ai.zeg. a ro.'ltar l'j ,Ijia em
que for -itiregue iao areutatante as copias du
projects.
Art. 90. Os p-.gautentis serAuo eitos todos
os mrezes na propor;Ao das ohbtas exe-utadas.
S6 serao consi.'eradas obras executadas
.s materials arrumados parai medigio e as
obras de terra ou 4'jrte concluildas no valor
11 inimo de urn conto de reis.
Adt. 91. 0 piazo de tespongabilidade das
obras setA de dous wezes, contados do termo
de receb'uiento provisorio. Durante este pru-
zo o arrewatante conservara os trabalhous, re-
parando os aterros estragados, tapando bura-
cos nivelando a estrada, etc., qualquer que
aeja a causa que exija as reparaoes-chuva,
transito, etc.
Art. 92. Em tudo o que nao estiver especi-
fleado no present orgamento, seguir-se-ha o
que piescreve o regulamento desta repartig.o
ne 24 de fevereiro de 1874.
0 present orQan.entu import emn novel con-
tos tresentos e vinte e urnm mil e quatro centos
r6is, organisado e apresentado pelo conductor
abaixo assignado. Cidade de Palmies, 13 de
novembro de 1880.-Jos6 Joaquim de Mello
Cahut. Corn as alteracOes por mim feitas no
project e orgamentoda ponte. Cabo, em 13
de dezembro de 1880.-Joaqatim Galeno Coelho.
E.DITAL N. 15
De ordem do Illm. Sr. Dr. inspector, faco
public, que '!no dia 10 de fevereiro proximo
future ira a praoa, perante a junta da fazenda
provincial o feitio e collocaolo de quarenta
lampe0es na villa de Iguarassu.
Secretaria do tbesouro provincial de Pqr-
nambuqo, 29 do janeiro de 1881. Na ausen-
cia do secretario, b official,
Liudolpho Campello.
Edital n. 437. Os alumnus mestres
Dalvino da Foneooeca Lyra e Maria Joaquina do
Sacramento, nomeados professors publicos
por actos da presidencia da provincia de 17 o
22 do corrente, o primeiro para a cadeira do
Brejo dos Padres, eow Tacaratf, e a segundo
para Praia dos Carneiros, em Rio Formoso,
deverlo tomar posse e assumir o" respeotivo
pxeroidlo ds soasceadeiras no preso do sos
seat dies, conmados da data da nomoeago,
sob as penas da lel, o que se deolara do ordem
do inspector geral.
Sedretarla da lnstruoego Publira de Pertiam.
buco, 29 de Janeiro d1881.
0 official," servindo de secretario,
Jobo B. Fox.
OBRAS, PUBLICAS De contormidade
corn a ordem do lllm. Sr. engonbeiro chefe e
director da repartico das obras publicas, faco
oublico quo no dia 12 do mez vindouro, ao
lefodla, prante esta repartic5o, vai praca
aeoutrucqbe da ponte sobre o rio Preto,a n
Ustrada de Agma.P.eta,. argada em 3:089S. 0
orpimnnto e condiyoea do contrato acham.se
noeta.9ecretaria para serem examinados polos
pretedmentes.


On rtria da repartliao das obras publicas,
de Jan.'ro deoteil.
S Jolio ieaquim deo Slqueira Varejlo.
5 a "eOo.-S- iadad&resideneia aePer-
.umoo,U1"d Jaem o4 e18p. Por omtame-
ow*' v11et 1im Vbu'ta do quo rel-
^^Ga pr.^1aia,


* allnt A Qm
so 8. Frelodo.O,
ai ABidf at .ft,, ^ i i,*J]^i

do ri Jacai.pO, -u aO N mat a FU 'a. -
I 5 la.0t ten m: ato q lobrSa3 oa tral 8s
p j 10 As estrdma seito dd .bitate i" a 8 do
f Ponfearamnto da estrada, do tm do iaeife
"aso S. Ffrand~sco.
g so g .usa traio quo toeobar 0 prsidnite
da provinceta fiarat do acoulo a oo ostra-
mantes os puos Para an _apret11909 d pi-
nos e estaudos dape referia amaradam barn como
para a conclusao das obras do cdia uns del-
Js; as condiOes technioms da4 eSWaU ; 0O
Sponto s nus quaes s0 devetiai ofueseer ecta"
05es. tanto n'uma oJio n'ost;. as muitas
por infracyAo de qualquer hdatautumlas osti-
SpulaJas ; os casos de ruciulo do eontrwAto e
finalmente turo quataW for a born de soguan-
Ca e bta execucao das ebras .
3u Sera cunredido os coatratats prlvb-o'
legio por 90 (noveota) annos para uso e ago*
das refVitIas estrada.. contadeis para cade
Um da data da conc:luA.. das respe,:tivas obra.;
nio podeniido alguem construir durante oeste
praizu .stradas d. uiesaio genero para os 5es-
mosn pintiiiui, ie nna wesia direcgao, em wura
Zona lateral de 12 kilometrop.
= 40 T-Adr o material e maili que for impor-
hta)." para ;i ,.ciatrucgAu e uso da estrada ficara
is 5 A ,' its; 11 cAu e o setviyo das estradas,
e'A ii-c:,is.-.s,, por um engenheiro nomeado
pet pie.id-,t-ie da provincial. e cujos venci-
in.-.t.si crrer.o por conita do custeio das weS-
m1''-.
$ Os urciAtratantpe. terAo a fcauldade do
8a-.-en:ar ti t"u; Lrnlihos no Ivitu das duas 0es-
tr.,,.ia- ac iiIlh ,I*-r.te i.n coustrucco pars a cO-
lo,l.t p.r.. a v lI;a i,- RBuito, caso o governo imperial
coi'-l.i -tOris.ac-., que pala isso queira
si t, ;.r ., presmt,..te I da provircia.
A t 2'" hFa': Ievir.vulas as disposi,8es em
C IIA allit.
M ,,di, .ortanto. a todas as aut,,raddrs, a
qu:uai o (UilleClli Ii1 .i e o xecui.u i4:& presented
res 'lhia." pirticncer que h cumapram r facam
cu:i prl i tiu. iLniramnente cuinto nellt se con-
t6ma. 0 seere'ario da poet.iei'r:ia desta pro-
viiwci. a f;,'a impritpnmir pubticar e correr --Pa.
lncio ta p sal.',Rn(ria de Pnramnbueo. 9 de ju.
h, h., al 187". 51o0 ,ia independ.ni'i. e ao im-
per.,'. L. S. Adolpho ae Barros Cavulcanti de
LAceriia. *
Stliatis c publi'adta a presents resolhVlo
ne- I sp- #ltti'. d:i piesidencia de Pernembu-
co. #.41 9 -tIe jiiho dle 1879. 0 offi:tal maior
se 'virdo i de fcrtuiarit, Slunotl deSiqueira Ca-
VOiciMti.
0 D)r Thornaz Gtrcez Paranhos Monwe.
ta-gro, juiz de tdireita especial do
-((,rnerciu destj cidade do Recife de
Pertianibuco. por S. M. Imperial o
Str. D. Pediu II, a quern Deus guar-
tie etc
Fm;u saber pelo presented edital que deverA
ter lugar no dia 21d e m.reo de 1881, na sale
das aud:enius, ds 12 horns do dia, a reuniao
*4.0s crfedores da mnassa tallida do Belisario de
Souza Baindeira, para se verificar os credits
e aeltberar-se acerca da c. ncordata, caso seja
apresentada. uu formar-se rontrato deo union
e de nonrear- re admnirnistradores a dita massa,
peto pwesenrie l'o 'I Li hamados t"dos os credo-
res Ja refenda iansa para comparecerem no
indicado dii. certo de quw nao sera admithido
pot procurador sem.-que este cxbiba proctra-
Cao especial, a qual nao piudera ser conferida
1 dlevedor do fallido, n&o podendo tambem um
s6 individu6 representar por dous diversos
credores, contanto que. para ser valida a con-
cordata 6 necessarin que seja concedida par
uum numero tal de credores que represente
pelc menos a niaiotia de'tes em numero.
e dous tercos nu valor dos cre'litos sujeitos
acrs feit's da concordata.
E para quo chegue ao conbeciamento de to-
dos anandea passar o presented edital. Recife,
13 'e dezembro de 1880.
Eu. Faustiao. Josd da Fonssca, escrivao in-
terino, o subscrevi.
Thomaw Garcez Paranhos Montenegro. .

Juizo dos feitos da fazen-

da national
Escrivao Torres Bandeira
No dia 18 do corrente. depois da audiencia,
irao a praca par venda os predius abaixo de-
clarados, penhorados por excugbo da fazenda
provincial:


Recife
Sobrado de dous andares a rua da Madre de
Deus n. 32, cow 4 metro e 50 centimetros do
largura, 13 metros "90 centimetros de oow.
primento, o pavimento terreo 6 armazem, e
em cada' um dos superiores tern us seguintes
commodos : 2 salas, 1 quarto, c zinha ao lado,
suti.o corn 1 sala e i quarto, sendo a entrada
pelo beeco da Cacimba. avaliado em 12000$ ,
pertencente a viuva e herdeiros do Jos6 dos
Santos Nunes de Oliveira.
S. Jose
Casa terra A rua de Vidal de Negreiros n.
40, cowrn 4 metros a 20 centimetroes de largura,
18 metros deo comprimento., 2 salas. 2 quartos
e potro, avalIada em 3:000f000, pertancente a
Americo de St Albuquerque.
Casa trterrea sita no luger da Cabsbanga, n. 64
A, com 8 metros e 5 oentimetros de targura,
15 metros e 40 centimetros de oomprimento,
corn 4 salgadiras, avaliada em 800M000., per-
tencente a Joao Moreira de Mendonba.
Casa teorea sita no mesmo lugarda Caban-
ga, n. t32, corn 1 port de freute, S metros e
5 centUmetros de largura e 7 metros e 4 oenti-
metres de comprimeuto, 2 salpdeires, ava-
liada em 4(~,00 pertencente a Manoel Paulo
de Albuquerque.
Casa terrea e terreno A rua do Passo da Pa.
trial, us. 5 e 11, tend a case 2 metros de Jar-
gura, 7 metros e 10 centimetros de compri-
mdnto, sala, 1 quarto, avallada em 00M000,
e o terreno 9 metros dejargura, 19 deo fdo,
oom 10 quarto. do madeira cobertos de tolbas,
avaliedos enm 500000, pertenoeates a viuva do
Joao Francisco Carneiro Monteiro.
popo
Casa terrea a estrada de Sant'Anna, n. 21
construlda de ferro, cornm 5 ports de frente,
lateraes, 19 metros e 60 centimetros do largs-
ra, 9 metros eo 10 cenutimetros doe comprimen.
to, 3 salas, 5 quartos, avaliada em 1:,000#00
pertencente a Chapman.
O16d"
Casa terrea rua-do Qsario de Vera-Cruz n.
68, co0 .tpora, eUils e terra do froen-
te 2 portas e 2 janea no oitio, 7 metro e
50 oentimetros de oarg u, 18 metros e 0 e-
tiots doe eomDumento. a m =-6 0 nma t-. I


quman grande s eaallb, qi
prt"ncete ao padre JoSe2
Casm torremA mosn O.
janeUa de froen e, 4
do lartgura. 15 mtrotne*


cum sowme.
" (asmwita BO
s0, OiMm: ora J


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*m~mtb-'-l D.. {it Msrta dn .Qt AMPMe, in-







Tdusato Poto:s, escrivl-o o suba rvi
Adex ino. G a yl'dC e P" re.
n. 73 brftuo do IM aato ar-V
tedte~no Ant *obf -de toia -MWW DU


O Dr. Thomaz G6rczF ParaAs MonM
tenegro, juiz de direito especial
commercio desta cidade e sou term
por S. M. o Imperador, a quem Deu
guards, etc.
Faw saber aos que o presented edital vires
e delbe noticia tiverem, que no dia 24 do cot
rente mnez, findos os dias do lei a pragas do
estylo, e depois da respective audiencla, se hi
de arrematar por queo mais der, em praga
publics deste juizo, o bem seguinte:
Uma part do engenho Massiape, moseate
oorrente, cornm todas as suas terras e mail
a0cessories, o qual engenbo 6 sitnado no fre-
guezia de S. Loureng i da Matta. e foi avaliadi
pe 50;000S. send a referlda part correspond
date a quantia de,34:161(504, send que oa
mencionada part do engenho vai A praca pars
pagnmento da execuQbo que por eate julzo
move D. Anna Julia oa Costa Brito e outroe
Contra Francisco Luiz Cavalcante de Albuquew
que, e caso nu o appareca langador que cubra
o pregos da avaliacAo, a arrematagao secda feita
polo da adjudicaglo.
I para que chegue ao conbecimento de to.
doe, mandei passar o present edital, que seri
publicado pela imprensa e affixado nos lugares
publicos do costume.
Dado e passado nesta cidade do Recite do
Pernambuco, ao primeiro dia do met de feve.
reiro de 1881.
Recife, *28 de janeiro de 1881. Eu, JosA
Franklin de Alencar Lima, escrivAo, o subs-
orevo
Thomaz Garcez Paranhos Montenegro.


DECLARA15ES

Recebedoria de Per-
nambuco
Taxa de escravos
0 administrator da recebedoria faz public
que finda-se no dia 28 do corrente, o prazo
par a pagamento livre de multa da taxa de es-
cravos, do corrente exercicio de 1880 A 1881.
Recebedoria de Pernambuco, I de feverei-
ro de 1881.
Atexandre de Sousa Pereira do Carmo.
Recebedoria de Per-
nambuco
Divida active
O administrator da recebedoria, dando cum-
prinento a portaria da thesouraria de fazenda,
n. 12 de 28 de Janeiro ultimo, faz public qua
seo vali proceder a cobranCa amigavel dos im-
postos ainda nao pagos. relatives aos exerci-
Cios de 1867 i 1868 em aiante, cujp pagamen-
to dove ser feito nesta reparticao aos respecti-
vos cobradores, atA 30 de julho vindouro, de
conformidade corn a circular n. 69 de 31
de dezembro proximo find, que protogou o
prazo estabelecido pela de n. 40 de 13 de ju-
ho do anno proximo passado, e corn as ins-
trucoos do ministerio da fazenda de 20 de
maio de 1879.
Recebedoria de Pernambuco, 1 de fevereiro
de 188f.
Alexandra de Sousa Pereira do Carmo.
Club Commerctal Eutep)e
Domingo 6 do corrente, ao meio dia, aesso
ordinaria de assemblea geral, para se proce-
der a leitura do relatorio semestral e eleger-
so a nova directoria, de aocordo corn o art.
20, 1l dos estatutos; desta vez ser corn o
numero de socios que comparecer.
Secretaria do Club, em 2 de fevereiro de
188i.
S0 1o soecretario,
Joaquim Jose do Castro Medeiros.

Faculdade de direito
De ordem do Exm. Sr. censelbeiro director,
faco public que no dia 5 deste, as 2 boras da
tarde, Bera iscerrada a inecripgbo pars o con-
onuso da substituicgo de arithmetica e gnomeo
trio, e que no dia 4, As 9 horas da manbh,
comecarbo os exams preparatorios de scien-
cits, cujas bancas serbo assim constituldas:
Phflosophia
President, Dr. Jobo Vieira de Araujo.
Examinadores Backarel Antonio Luiz de
Mello Vieira e padre Dr. Jeronvmo Taome da i
Silva.
Rhetoric
Presidente, Dr. Jobo JosA Pinto Junior.
Examinadores-Dr. Joaquim de Albuquerque
Barros Guimarbes e bacharel Jboe de Oli ,eira.
Geographia e historic
Presidente, Dr. Joao Thomd da Silva.
Examlnadores-Drs. JosA Soriano de Souza
o Albino Goncalves Meita de Vasconcellos.
Arithmetic e geooretria
President, Dr. JosA Joaquim Seabra.
Examinadores Bachareis Joao Vicente da


Silva Costa e Pedro de Alcantara dos Guima-
raes Peixoto.
Secretaria da Faculdade de Direito do Re-
cite, do fevereiro do 1881.
0 seeretario,
lostJog orip wrrao de Menezes.






DO

IKIa-FE, A'CANi
Avio ao public
Do ordeiode S. Exo o Sr. presidents da
provincial a requonisicbo da camara municipal,
as trUns desta mlinha nao passaralo a ponte da
rma deo Sol hoje 2 do cerrente durante todo o
Mp, deveodo as partldas e chegadas effectuar-
e a srua-Formosa.
Jieriptorlo da companhia, 1 de fevereiro de
1881.i 4


0
I,
S
n
0
I
I
B
I
a
a


S&F
;.


- ,,UkL Wf- U a


CarrMesL sa Th rnag j oarm-i





Pl0ode CadrTmja Alipbd. C ~ab dole.0
dIonda, oo2dor. 6 doo Caso.
OiP. 8 j oto caogado o egisto,
ltTo A.pI Jo da.lhrL V D-.Ra



Nboso b r o tcs 2 dojerneio.

numeOOKWleadosscd5pars dofltia
[dsobCas goralp -, slruAfdmt devo iao
Bonoa, N eod.a sit a do Sato, man
t L At i, Femsooa, doda3e d-o de tdro,=






eo lem ar-se ooocdones a e-im)tstra -
taskMiikCderal, deone 0oa 0si




gueamhertsocir~ot t runfa~on Ckwde do Ina-ta


do CaO TJan0 Ali CWearlo.
do Francisco ilveio do Frl Junior.o.
020 ? uca, onearnegdo do registro,
Thowd A. do Silva Villar.


Nao ase tends renatdo no dia 27 de Janeiro
numero legal do assocladomf pram coustitair a
assomblea gerall 8s0 de novo coovidados 6s
Senhores. socion a rounirern-se ma Wee do Ins.
tituto. is to homae do dia 3 do fevereiro, 'ailm
do ampossar-o* o novo conselbo administre-
Uvo. Recife, 3M de Janeiro do 188t.
0 ,* smoftaio.,
___Francisco Silverio do Faria Junior.


The New London o wraslan
Bank limited
RUA DO COMMERCIO N. 32
Sacca por todos os vapore? sobre as
caixas do mesmo banco em Portugal,
seodo:
Em Lisb6a rua dos Capelistas n. 75.
No Porto, rua dos Inglezms.

Obras do Port')


Pela directoria das obras de c, oservagco
dos portos d'esta provincia, manda-se f2en
sciente a quernm interessar possa qua, de wn.
formidade com o aviso de 29 de dezembr. proc
ximo passado do miniaterio .da agriculture,
commercio e obras publicas, no dia 28 de fe.
vereiro proximo vindouro so meio di a na mes
ma repartialo, recebem-se propostas em carts
echadas pare comprar, ou contratar corn quern
mais vantage offerecer a construoclo de tires
canvas de 50 tonelada- ceada uma para o trans.
porter de vasas extra bhidas pelas drags d'eata
reparticlo.
Repartigo das obras de conservacgAto dos
ports do Pernambuco. em 24 de janeiro de
1881. -
0 -io escripturario,
Manoel Duarte Pfereira.
ESTRADA DE FERRO
DO
Recife a Caxanga

FESTA DO POCO
No disa da festa S de fevereiro proximo serlo
expedidos os trens seguintes em substitulge
aos da tabella.
Do Recife atW Caxanga pela linha principal
de hbora em hora, das 6 at 11 sda manbi e do
Caxangs ao Recife de 5 e a5, ate 12 e 35.
De I hera ate 5 e 30 da tarde, de meia em
meia boare pela linha principal at6 o Monteiro.
voltando polo Arraial. D'abi por diante ate as
10 boras da noite.
Seguirlo tambem trens de meia em meia
hora polo Arralal ate o Monteiro, menos As 7,
voltanido pela linha principal.
De manhl do Recife polo Arraial serAoex pe-
didos dous trens urn as 7 e 5, e outro ais 9 e 5
ate o Monteiro, d'oode voltarao ais 8 e 5 e 10
horas.
Do Caxanga atW o Caldereiro haveri trens
desdo I e 35 da tarde at 10 e 35 da noite e
d'ahi voltando desde 2 horas, de hora em hora.
Os trens quo dovem sahir do Recife as 2,3,
4 e 5 horas da tarde irAo expresses das offlki-
nas atW o Caldereiro. Assim come os que sa-
hirem do Caldereiro ais 7, 8, 9 e 10 boras da
noite expresses atW offlcinas.
Vendem-se bilbetes especiaes de isla e volta
ate Caldereiro somente las seguiates estagbes:
R13cife, rua do Sol, Officinas, Soledade, Cami-
oho Novo, Manguinbo, Encanamento por 800
rdis, I& classes e 400 reis, 2' classes, da Torre,
Ponto de Ucbha, Jaqueira por 700 reis I& classes
o 350 rdis 29 classes, do Caxangi, Pedra Molle 700
reis 14 classes o 350 reis 2' classes.
N. B.-S6 pode se vender dentro dos trens
bilbhetes para uma viagem e pelos precgos or-
dinarlos, por isso os Srs. passageiros que qui-
zerem approveitar os bilbetes espeeiaes devem
procural os nas esttacoes acima mencionadas.
Escriptorio da Companhia, 27 de janeiro de
1881.
J. ,E. Fenn, gerente.
Companhia de Santa

Thereza
de illuminagao agaz .e abastecimento
d'agua, na cidade de Olinda
SDividendo
No escriptorio da via ferrea de Olinda. esta-
clo da Aurora, paga-se diariamente o quarto
dividend daquella empress, na razbe de & 0/0,
atW o fim do corrente mer, das 9 horss so meio
dias, e dqhl per diante nos sabbados as mes-
mas horas. Recife, 24 de Janeiro deo 1881.
L. J. do Miranda,
Gerente.
Santa Casa da Misericor-
dia do Recife
Arrenda-se por urn a tires annos urn sitio na
estrada de Agua Fria. corn casa novamezte
feits a muitas arvores frcUtferas, inclusive 44
pds de coqueiros. 0 arrendamento terd lugar
peoante a junta adminlstrativa da Santa Gaasa
em sOrsto do dia3 de fevereiro vindouro.
Secretariat da Santa Casa da Miserioordia do
Recife,, 28 de janelro de 1881.
0 escrlvbo,
Pedro flodmlguos 40e Souza.



COMPANIlrA PIRNAkEUCANA
DR
Navogagao 8ostelra por vapor
PORTOS DO NORTE
Parahyba, Natal, Mcao, Mossor6,
Sogue no dis 5 do
.^md ^ fevereiro, o vapor Ja-
^ gus be, commandante
,PaC osta, Ais 5 horas da
e .... iarde.
Beoese~ -J dis 4. Encommendas.


1passgoso dabeiro a ro.fete AsS borss di
fauda do dia isda hha.-


tb


'- -* *
Pan onde .eoeaboe
jA eroe dinhalro



Absreacat


lie
-L I -


~-9
-ur"t1


Com mta o ttnent A
0Ai
SIuaao
E esporado dos portos
| do aortae at6 od4A, d:
/.^w fevereiro, e dopels dd
f delosra do omtas ae.
Spguiri'para Os portos do
ara eSarga passage, encommendas e va-
lores, trata-e om o agente -
Berndimno ]Pontuat
44-RUA DO COMMERCJO-4

Aracaty
Segue nesters poucos dias hite Graioa,
reobe carga; a tratr ua ruma d da ade de
Deus o. 8, ou no comes do Loyo, a bordo do
memo late. .


SPaollc Steam Navigation Coi-
nanv
STRAITS OFIAGELLAN INE
Cordillera


Bordeos, pars onde
tea, encommendas e
CONSIG
Wilson Song
14-RUA. DO C


LEI]


LEt


A'S 2 IORAS DA TARDE
Pos "Hllea "W61* agents

Pf N.
Na rua do Sol, a frentte a am a. 3t1, ondo
dove ter lugar IsM do movois, loun, crys-

baee urn dxoee~~i~~ ~a oo
711b vo,
Do ama'rno
do am dos-maim ioslbdo"s lfbeantes.
abblado, 5 do ve elro
ao me.o i la
Por oocasodo d hoel.d Movew1, louga e
crystaes, no sobrado da ra do sob. n. 31.

f~t-A-f


Do eaoo8 e~f~
SEXTA-pzla 4. DE FTVEREIRO

POR NTE. DO AGENT
w


D6 K6~*~1~I
Au


e vidrosi


Urn piano de asrmdi d m ditodo mos, uma
iobile de JasarmdU Mumas de tidio, ta-.
pIoetsa, drod. -p Ml r a A ga, ga-s
idetolros d parts do Epsstro-ps larns '
Sranouesn 1maa iaros, eIsa1eioo. fogudo
ferro, causspsra meatoa ras. mOeaaS.
copose gargAnaet iser




aget e li~.Pntotend d ntoot
No armneoi da rae do B orn Jesus n. 45.
(EM CONTlNUA4gIAO)
Unma sorectariua, ttodi rm paft 4os pseas
duas ditas par daen pessoas, ido fteirot,
duas aromarOes inf 0 an.i pOefoeaoes de rm
-theatrinho e muitos outros objects exi.-
tentes no moseio rmazern.

0 agents do 10ilo1, Plato, tendo do entregar
a chave do acmazrn sda rua do Boam loan, a.
45 pede eofcaroaMdoMMMte aos senboiss qua
tern alli objector, so dignen retual-os no pra-
to do 3 dies. do contrarli, sorio venidos ao
correr do mstollo, no dia 4 do fevereiro.
Tereeirt et- iimO


Esperm-se dos portos .
do sul, atd o dia 6 do A I
corrente. seguindo de- JAOJL V
posis da demors do cos- D
tume, pare Liverpool,/ 1
tocando em Lisboa e Iaomm A HI WU"
recbe carga, passage-i. agete te0iare antorim
dinheiro a free. 8ado polo bastante procuarador de D. smenia
MATArIOS Lopesdo Almeida, inveutarmte dos bens de
rNATARIOS' eun casal.por rnorte de sa t marido o commen-
is & C. Limited dador Joaquim Lopes de Almeida, levard a lei-
X)MMERCIO-141 io 6 cases terreas sits, soendo 2 ruan do So-
S1cego fresuezia da Boa-Vista sob es. 12 e 14, 4
ditas i ru a do Plar fremguezia de Recife sob
L L, nas. 15, 17, 19 e 21, todos em solo proprio.
Sexta-feira 4 de fevereiro
t AV SA'S 11 HORAS EM PONTO
/ I INa rua Duque de Caxias n. 37


De bons e solidos, moves, louga,
vidros e piano
CONSTANDO
Doe 1 mobilia dejunco tampos de pedra,
I born piano, 2 espelbos, jarros e lanterns, 1
cama frtnceza, Itoillete corn pedra, 1 lavatorio
de pedra, q,,adros, cabides, camas aMra sol-
telros, 1 banca corn 2 gavetas, 1 urma de pe-
dra marmore. I commoda, 1 mesa drastic, i
marqueza, I sophd, 2 apparadores, lougas, ca-
lix, garrafas, cops, trem de cozinha&e mauite
outros objects existentes no 20 andar do so-
brado n. 55 da rua do Imperador.
QUINTA-FEIRA a DE FEVEREIRO
A's iet| hbftn
0 agent Gusemlo. autorisado pelo him. Sr.
major Gomes de Mattes, fard letlo dos objee-
tos acima.


D aSeindas
Limpas e avarladas
CONSTANDO:
De madapoloes. aigodbes, chitas, brings, ham-
burgos, castores e outran fazendas ingle.
zas.
Sexta.feira, 4 de fevereiro
A 'a 10 1/2 horas
POR 1NTERVENgAO DO AGENT
PINTO


No armazem da rua do
n. 45


Born Jesus


(Em continuabo)
Venderd o mesmo agent, 3 carteiras, I arma-
maCtes inglezas. wmesas para fazendas, fi-
teiros, cadeiras, 2 pianos, 1 mobilia, reamas
francezas, camas de forte para meninos.
quadros, pertences de um theatre, fogoei
de ferro e ontros muitos objects que serbo
vendidos ao correr do martello. por ter de
se entregar a ohaye do mesamo armazeo.
Agente Pestana

Grande leilao
De ricos moveios,. espelhos, quadros, secreta-
rma de jacaranda, loueas, vidros e obras de
oiro e prata.
Sexta-feira, 4 do corrente
A'S 11 HORAS -
No qegundo andar do sobrado sito rua
do Lirramento n. 21
O illm. Sr. Dr. Lopes CodIho da Silva, tend
chogado do Rio de Janeiro corn a nsu Exm."
familia e tend a infelicidade de falleoer sua
esposa, farM leilo por intevenglo do agents
Pestana, dos seus moveis, completamentt no-
vos e de gosto. ab
A saber:
Uma mobilia corn tampo de pedra, 1 plazo
de jacaranda, do fabricante Henry Herz, 1 lin-
da secretaria do jacaranddi obra de goesto, a
qoal esteve na exposiCAo, rioes quadros de
moldura doureda, escarradeiras, candieiros A
gaz, lanternas, jarros, relogio de mesa, eta-
geres o enfeites de mesa.
10 Quarto
"Uas iica cma do jacaranda obre do hoemi-
gio, 1 grande e important, toilhote deojaca-
rand, cornm tampo de pedra, obra do Remigio,
1 guard vestido de amarello, 1 cabide de so-
lumnas.
20 Quarto
Urma cama franceza de jacaranda,, media
conmmoda. dAntuaribo, 1 cabide de columns,
1 ralogio doueado, patent par cima de mesa.
3o Quarto
Uma cama de amarello, 1 estate, 1 cama
de, forte para crianoa, 1 bahf grande e 1 ban.
quinha de amarillo.
4 Quarto -
Urn marquezao largo, 1 maca para visgem,
2 bancas par a jogo. 1 lavatorio de ferro e 1
cama de vento. .
Sale de jantar
Uma mesa elastic, 'I gqarda louna, 2 EDo-
radores, 1 sofA, 12 cadeiras, I quartimbenIo, 2
consoles, 1 cablde pars toaslas, r i o, doe
parede, I anarelbo de porelaaa m ii 1
dito pare lam t b6@O9M,
9,7I~TI


Monte de Soccorro de

Pernambuco
Leil"o

Eele estabelecimento trd 10111, no dia 4 de
fMvereiro proximo vindouro, por intervenalo
to agents Martins, Ad rua do Gommerclio n.
48,- As 11t noras da manhb, dos objects (quo
nao forem retiradop at a vespera) dos se-
guintes cautelas a dikheiro de contado.
Os objects estarlo expostos A apreclaC4o
tree dias antes.
CAUTELAS
NI..
No. : -1.. 7 .. 1
2.817-Uma corrente e cagoleta para relogio,
dous anneis, dons pares do rosetas,
umsa volta de trancelim e cinco re-
quififes, ouro de 18 quitates.
2.820--Um alflnete de ouro pars retrato, urn
par de brinacos, uma cruz,.ama volta
e trancelim e tree requififes, ouro
do 18 quilates.
2.829-Urn cordao, ouro de 18 quilates.
2A.838-Urn par de rosetas, urn aUlfnete corn
brilbantes.
2 839-Uma pulseira, urn par de brincos, dous
ditos de rosetas, trees alfinetes, dons
anneis, duas voltas de trancelim,
uma cruz, urn buzio em ouro.
2.842-Urn relogio de ouro de lei.
2.848-Urn alfingte de ouro. corn brilhantes.
2 850-Uma volta do trancelim, dons dollars
cora laos, umn annel e tres bot5es,
ouro de 18 quilates.
g.853-Uma pulseiza de ouro corn brilhantes.
2.883-Uma corrente e cagoleta para relogio,
ouro de lei, e um relogio deo ouro.
2.895-Um relogio de ouro pars senbora e
uma cagoleta corn onix, ouro de lei.
2.899-Ukia salva de prata do lei.
2. 901-Urns dita idem.-
2.905-Urn par de brincos ouro de lei.
2.906- Um annel de ouro corn um brilbante
grande, trees cruzas corn ditos, um
relogio deo ouro, usa orrente para
relogio, dous bles., um assucaretiro,
uma leiteira, usa tigella, um jaro e
bacsia, urns tampa e prato pars man.
teiguira, um paliteiro, enze ooheres
para sOpa, doze ditas para cb, 12
facas corn mcabos de prata, onze gar-
fos; um trinchante; tres colberes
pars birar sipa, arroz assucar, tudo
prats de lei.
2.912-Urn relogto doe ouro de lei.
2.925-;Um traneelim e uma cagoleta, ouro de
18 qullates. -f
2.949-Um alflnete de ouro para retrato, um
dito, um par de rosetas corn cama-
pheo. um par de brines, dous ditos
corn corae., uma puleira, tres pares
de rosetase e seis anneis. ouro de 18
quilates.
9.978-Uma pulseira e um cordao de ouro de
18 quilates.
2.979-Um trancelim e um par de brincos,
Sour de 18 quilates.
3.003-Uma pulseira deo uro e um alfinete
contend brilhantes.
3.020-Urn correntle corn pasador, ouro de
lei.
3.032-Urnm collar, uma volta de cordio, uma
medlhs, uma cruz, dous alfinetes,
dous e mioe pares do rosetas, am
par de botbes e quatro peoos de brin-
cos, ouro de i, quilatem.
3.033-Um annel de ouro com um brilbante.
3.038-Um trancelim corn passador, ouro de
18 quilatos.
3.043-Uma pulseira, uma volta de quro, pm
tranoelim e um par de brincos, ouro
S do lei.
3.080-Umsa corrente iara relogio, um slhe-
to,. umsa caoleta pequensa. e um an-
nel de ouro. de 18S quilates.
3.090-Um alfinete, dons pares de rosetas,
um annel, um ponteiro, uma- figa,
ouroede lei.
Recipe, 1 de fevereiro de 1681.
0 gerente,
Francis, J Pwm, era Pinto.


40e u M2rn bganzs pa e, A b ete d
.O 1 iiP oval, 7 qu. lar gra.
vusras,4 4ao'p~ff!brer 4aotfcaes I an-
ter 4 ~~~~,~ rt 4ee d rts2 diuo
do coco, 0 2 p est oco,
pano4e sad M Ifiho parn ka.lDO.
Urnm canaimaceza, 6 cadelas, mesa a
santus1i k do jscarandai %4coidMM a corn pas
dra, r lavaros corn 2epohe. I cabIdes, I
marqueo eoutr bJets.
rUms mesa e cau c taboos, 1 guards
lounA envdreiado, 2 apradores torneados,
I quartinhelt, 1 soa, 1i c"deras, 2 cantonalei
ras, 1 apponbo para ct" dito plra jautar,
coprs, calio%, garralas, comrpotbras, bande-
jas, i galboboro de olctio-plate, 3qutanbasa
o muitos outris objects de casa. de famflia.
Sebbalo 5 de ofevereiro
No 2o .i do 0bW44o d& rua
do Marqw do KO'al a. 31.
(Em frente da eswola modello)
0 agente Pinto, sutorlsado pelo procurador
do Sr. Jeronymo Theotonio di Silva Loureiro,
levard A lelo os toveis e mais objects da
casa em que residio rua do Sol n. 3, em
fronts da escola modello.
0 leilo principiard
A'S 101/2 HORAS


Agente Burlamaqui


LEILAO
Quarta-feira 9 do corrente
As 11 horas
No armazem da rua do Imperador n. 49
Por mandado do MIm. Sr. Dr. juiz de direito.
especial do oomnmercio, o agents acima farA
leilao dos pretios e dividas abaIyo declarados
pertencentes a massa fallids de Manoel de Aze-
vedo Andrade. a requerimento de Femnandes
,arvalho & C., administradores da mesma
massa.
Boin emprego de capital
A saier:
I casa terrea na cidade do Pilar nas /Ala-
goas.
1 dita em Campina Grande, na provincia da
Parahyba.
4 ditas na eidade do Limoeiro, na rua do
mesmo nore, send uma dellas oem ran-
ebo.
1 dita terrea em Pilo de Assucar, nas Ala-
goas.
0 mesmo agenateem continuaulo, venderA
as dividas em eontas de livros e titulos, send
major part emow titulos e de pessoas cenheci-
da3 na impurtancia de 125:000000; cujo in-
ventario schab-se em poder do referido agent,
quo dara todas as informaoes precisas.
0 letinr* eftctuado com as assisteneias
dos DBs. S8s. julz do commereio e dos ad-
minisradores da referida massa.
A'S i heros em ponte

LEILAO
De bon moveais e 1 piano de
Blondel
Sendo I mobilia de jacaranda a Luiz XV corn
tampo de pedra. I piano de Blondel, I oadeira
para dito, 2 cadeiras de balango, 2 pares de
lantermas, candieiro de gaz, jarros o escarra-
deiras. Urna oama franceza de amarello, I
guards vestUdes, I meia commode, I toillete,
1 lavatorio, I banquinha, I mesa elastioa, 2
apparadores, 12 cadelras de junco, I soft e
outros mnitos moves em born estado.
SABBADO 5 DO CORRKNTE
A's 11 horas em ponto
No 10 andar do sobrado n. 16 da rua
do Imperador
0 agente Martins, autorisado por ura fami-
lia quo se retirou pars o Coeati, fari leilo dos
moveias acima.m
AO CORRER DO MARTELLO


AVISOS DIVERSOS
Na rua da Uniao a. 47 fazem-se ves-
tidos, casacos e outras peas para TOILLET
de Sras., poles figurines mais modernos,
e por pregos commodos.
IMascaras
Acaba de chegar grande sortimeonto para a
loja do vapor franoez, A rua Nova n. 16, a pre-
gos baraUtssimos, em duzias.
Aluga-se um pequeno segundo andur,
tendo 2 quartos, 2 salas e cozinba fora, pars
pequena familiar, na rua Duque do Caxias n.
32: a tratar aa mesa n. 3A. bilbar commer-
cial.
Fugio da casa do abaixo assignado, na
BarFra Grande, em Porto-Calvo, um escravo
crioulo, de nome Benedicto, bem preto, corn
30 annos, mais ou menos, boa figure, levou
vestido paletot preto, chapo preto alto, e usa
um corta passe ao lado : quern o pegar, p6de
leval-o ao Sr. Joaquim Rodrigues Tovwres de
Mello ou ao Sr. Bernardino Pontual nesta pra
ma, ou a son senhbqrem Barra Grande, ou no
ngennbo S. Viceante, no mesmo lugar, que sera
hbem recompensado.
Jobo Baptist a Accioli.
Dina Candida Ferreira da Cunha, viuva do
'oommendador Albino.Jose Ferreira da Cunha,
avipa a teda e qualnuer possoa, quo pretender
comprar a Jose de Mattos Rangel as caisas que
o mesmo possue-em Gamelibira, as part do
engooho Pedrs doFopqo, eoa lguaa osaavos.
e as parties da etsa n. 74 n rua dW S Jose
desta 4ddI q.o os meneionados bens se
aobamb hynsGdo 80o aral do supplicant,
te -.queamw as comprar ficard
anO so t If vON pageaenno.
Rease. 29 do jameiro do 4881:
.__ DItn" sid da Cun ha.
Precis-se de usa ma, A rua de Hortas
ta. 17,
lkw a. .
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mCuz. 22


Aluga-se a loja do sobiado h. o lA rua
Direita; a do n. 3 di rua da Penha; a de n. 8 a
rua do Fogo; a de n. 16 A rus de Lomas Va-
lentinas; o 1' e 2o andares do sohraodo 3. 25 A
rua de Santa Rita ; o 1 andar do n. 16 A rua
e Hortas; a casa coin siito, no Espinbeiro, o.
equal foi do ManoericAo : a tratar no segundo^
andar do sobrado n 41 A rua do Rangel, ou
corn Augusto Octsviano de Souza.
0 Sr. Manoel Francisco das Cbagas tern
uma caita no escriptorio deste Diario.
Recommends-se aos senores capitoes
de campo a captura do escravo Luiz Fialbo,
mulato moco, que so acha fugido ha mais do
um mez, o equal foi escravo do fallecido Exm
Visconde de Suassuna. e boje pertence a Ma-
noel Caldas Barreto, por ihe tocarempartilha
do respective inventario, e a quern serd eno
tregue n., pu',enho Sapucaia de Beberibe.
Aluga-se por inuite ,odico preQo a casa
de azulejo da rua Imperial n. 108. tendo 2 sa-
las, 5 quartos, cozinha externa e quintal corn
portlo, a grande c:acimba independent: a
tratar na rua Larga do Rosario n. 31. botica.
Continfia fugido ha dous mezesooescravo
Cypriano, de 2) ,nnos de idade, baixo, fulo,
pescoco grosso, falta de denies na frente,
pernas um pmuco tortas : quern o apprehen-
der, p6de untregal o a rua da Aurora n. 81,
onde sern recouipbaRsado.
Precisa-se de urna preta escrava para en-
gommar e fazer n servigo interno d urma casa
do familiar: A tratar na rua da Soledade, casa
que flea entire a rua da tConouista e oProgresso.
Precisa-se de urna ama: na rua do Via-
conde de Albuquerque n. 27.
Fugio do engenho Cavaleanti, da comarca de
Nazareth da matt3, na noite de 24 pars 25 do
corrente, das 7 para 8 boras da note. o escravo
mulato Bruno, cniado. idade 19 pars 90 annos,
baixo, espadau'o, cabelios carapinhos, e cos-
tunma conserval-os bastante grande, olhos par-
dos, rosto mais cumprido que redondo, denotes
perfeites, poes regulates, send um pouco lar-
go proximo aos dedos. E' bemrn ladino, sabe
ler e escrever e gosta de recitar poesias.
Quem o capturar serd generosamente recom-
pensado conduzindo-o cem today seguranags a
este engenho; igrnor-se a direcCe.Mque tomou
porem ha suposimvo que seguio pars o Recife,
onde nasceu e morou, atM a idade de 10 annos
pouco mais ou menos, tend side vendido ao
finado major Paulo de Amorim Salgado corn
quem permutei por urn outro escravo de nome
Gaspar, por occasilo do inventario do corn-
mendador Paulo de Amorim Salgado.
Mluga-se duas casas assobradadas, corn
bastantes- cemmodos para familiar, limpas e
frescas, na rua da Fundiqo ns. 8 e 10, con-
diges razoaveis : a tratar na rua do Capitlo
Antonio de Lima n. 30. Santo Amaro.
Aluga.se usma das lojas da casa n. 32 da
rua Direita, para qualque- estabelecimento
commercial ou officina: a tratar na botica da
rua larga do Rosarie n. 34.
Aluga-se a loja do sobrado n. 50 da rua
do Imperador. muito propria para tavernsa ou
outro qualquer estabelecimento; a tratar no
3a andar.


Vende-se a casa da rua Duque de Caxias
n. 113: a trtar corn Damioe Pereira. dps San-
tos, ruas do Paysandu n. 23, Passagem.
-[Aluga-se o:sobrado da ruada Aurora n.
161, o qual tern excellentes salas e quartos.
muito fresco, tern agua e gaz, jardimn, itc.; a
tratar na casa immediate n. 163, de manhA atA
as 9 boris, e das 3 da t0rde em diante.
Precisa-se de um cozinheiro ou cozinheira
que seja limpo e petito na sua arte; a rua da
Aurora n. 73.
Precia-se de costureiras que trabalhem
corn perfeicao- na rua da Imperatriz n. 43, 10
andar. Fazem se tambem plissus compreste-
zaa 40rso nwetro.
Aluga-se o segundo anoar da' travessa
dos Expo tos n. 28 : a tratar na rua de Marci-
lio Dias n. 32, loja.
Na officina de calCados da rusna do Jardfm
n. 19, precisa-se e algumas pessoas pata di-
versos trabalbos pertencentes a meis aofMi.
cina. .
Na rua doaImperador, sobrado n. 81, pn.
meiro andar, precisa-se de um feitok*M. si-
tio.
Precisa-se de um official de fUnIleio ;.*na
rue da Imperitriz n. 79. 1 '

Caixeiros
corn pratica de taverna; quem preocisar de
dous. diriji-se a rua do Marquez do Herval
n. 130 ; um tern 10 annos e o-outro 18. -
rabrica do fiagdo e teckl$is
da Magdalena
Neata fabrica precisa-se de tecelbes.
Firmez, 31 de Janeiro de 1881. Fugio
deste engenbo o weu escravo Albinq,3 dias
T27 do corrente, o qual tern os signals Isip-
tea: altura boa, r"r preta. corn *5kw-
cas de bexigas, idade 29 a s56 anosn
mis de ialgodbo riscado, calaes at-
cos e chapdo do chile, tode eto
sr substitulidp po outro; ln o
lado e misto bonits fiar,.


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31 Oi djibais.
a DE CHOCOLATE SAW 31' A.- Estes aou6fItes'u
Initugffos. dum -abor e apparencra mu to a dk veis. empregam-se come or
0 mais eflcaz contra as Doengas Verminois tI.o perigosas pauaa crian&a,.
De~to inI -1 MIMS: Pharnaanis C0LMET.-OAA6E, 26. rue du TOMpe kf tle ^

P"PONEDD

Pharmacuticodel aCiasseAntigo Externo dehsbospitRes, Laureado dam d 04
A Peptone Defresne c3ntem o dobro do seu pe hlf&d1afie, (*a4uAta4IA
seu peso de pio inteiramnente werarados para a absorpgao,,'oitpietai
mente assimnilaveis.
Toma-se comn dose de duas colheradas d4isopa, aa caLao d4 coma v*tio
generoso e sempre tern o melhor exito contra; -" ,
A Gistralgia, a Anemia, a Dianhea, a Consumpetf,
a Gastrite, a Chlorosis, a Dyseneriaj4 as Uj etantatintan L
Paris, Pharmacia DEFRESNE, wa dos tba0tt ,r4 ', 2
e nus prirnctpes csPhatmaciass.

i)llv "ii Pernawbuoo : FRAT M da SZLVA C.


Ei I .de ICAZDTO 3. P 13M aA.,QJ$eW. R. e NI.,,RO
TOMR rAbc p o Sr aI.tMl:
0 TMI1L de PAPON e a unica prepara.eo erraginosa qwprodM *fest4fdttows, EV um poderosso tonico, c onergico estimulante d,as vias digestivas, superior a todos os medi-
qamentos receitados. ate hOje, contra a Anemaf, mMwa*rsww9x d0 plant" 4 Wfi0-
Vfepsti, Dores do -stomago, Oppila~ie, 1tM o alvo, etc., etc.
DEPO~srrt) ;j*qkRi. Fm cAzA Do Dft VttXmom au*,RODJft N-25, igm P----


SU$PENSOR1O MILLERET
elastlco, sem ligaauras aewalxo
^e^ astico (das coxas.
W" Para efttar as alsffcaCs,
in -e-nu exifira)rmadoiHveu torfsamiada
^fr ~em cada Suspnro
SDFosLTADO Ilndas. Maela" pa nrA &,nx
~lIfMT. LH E.amuuar. Psu. AP r. JA.-4smuAsM

/AVISO\
.i:y. A.. a~tiga reputaao do "'
^ eibdrAlimentario de


e seu uso de mals a mats frequenle'=
e pco erRtuvo Tonleo Secoanai-
QutuIieo induzlram Indivilduos pouco ,
esccrupulosos a aproveitarem da se!*e- -
a mais ou menos approximatlva,
^. flu sen nome corn o de DMICO, para
Slancar no commerclo imritaces contra
: as quaes 6 Indispensavel que o public
se acautele..
: "' Stigir sobre os letreiros dos frascos :
a mencao das medalhas: Prata Paons
S87e, Ouro Compiegne 877;
So a marca de fabric w Pkeu; 0
30 a orthograph'a exactislima do hiem&0-
inot


XaIope.ePastade Berth
SCODEINA
Medicanentos officiaes (feito conform ao
Codexj de Francia centre
los Catarros, Reftescos, Bronchitas
e affec9aes do peito:
Tenha de fxigir o sello do Estado France e oa
'firma BEKTHE impressa, Vs SS" RVEIm,
(CHEVALIER e HENRY, Proeswres e Mieabros da Acade-
aiia de MAedicina, havendo p-ovado que. en meio terniao,
25 a 30 rar cnLo das fasifica'es duo Xarope e da
IPsta fde BEaTHt naO couneni Codeina.


i Paris. c"sa BEBTHI, 24 rua de- tci.,
j It u r!'i AS '' OA PHji HM\le r Hu in 1 1i ,',h i C ..
[ ''- [V ,,'.


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ou geraes, os sq0im-i &a. ura; fia
mente o mwir me o *prq quo for ner
Ousario al er,3o^ d| urina.
para os apul8 as npa ,r das1
puro ou dissolld=p raia.I
*util a-^i. ~.S itah ito n. L *.

4i 090d ~~(O I
>,.Ci.0M R,.. ml'i miqqaIqaiolsgbr9RWIWm9lA s .4p48 o.^ exc.'
m kos~ fi i '.1 ,1 ;i ,- i ,.a 1 *, ,, ,
, '. ,.,, ,, ,a pesita ... ,,
,furhbia ruia)i urmupdWAgs, 1o' Rosa,
rio n. 54. Pernain m lI-:.i .-,It,,..,- ...


ManoeLdeLMoura Esteve% esti reta ddo
sq.e.. 4 'fr"te ._ Ar-
raial, corn ires csasa d et,-i duas cacirbas,
muito perto da e IDo liia4gabeira de cimna,
lugar muito sauli i tdalle ti-vo, prego mui-
to commodo; trata-setia rua do liperadi-r n.
50NftUW'I~d vIer9%%a.s ~.ais no

ve ss pasPO
: '".* i'ite ^ -
MaiPajcbq'po; ^,U^ ": ruadO CoonWercio o.
,40. ,dl4tD retanIa1 Qai eIa nore e maiures
quanias para Usaoa, Portae ilbas,'4 todas as
.de ,R5f Vl ^ ci 8o1 pp dei-
ciasd(6-^ m i~ ,


ftmm'.BoB~nAvim jhra 04 1^ nak
roa' o W 3Mdar. .' ni



R P-sakao jimjelenehe oeroe*qFor-
n~ffie~r~rWirt r im INrB fAli!
de appareqe i 4 ro",tIpl dG pr, SuaSu; a


&a~ana n,,. 5, 4 rta, ^I's buar~arapeli i- a tratar
nah'Ua ado C'ommercto n 34, 2'. atodar.

S. FrandiSo da Varzea,
Pddde' outu & d 1870 edt& fugido Euzebie,
'caira secid,'61thva um poqcd mais do que re-
golar,' i2 tlppqo male oa metios, imber-
be, c 0fr 'O'e ao ph'r qualquer trabalho,
ftll num ptuco o alingua eptre os dbntes.
rEttee" 4 afs e' saes mezes depots que fugio,
ffntre os erigeihosi Batftblotneu, Compostosi
e outro0 vipinbop. C6nsta que dahi foi parae
Game1elra. "
Felix fuglf h i 8 ou 19 dias, estatura reg-.,
lar pouco gais de o 45annos, preto, calvo no
alt; da cab.a, be'm feito. poiuca brbi, optimo
pars todo e qu4luer tfrabalbo. Suspeita-se
que ahd F"nA 0t. ,b'o
lCew m. if fi s 6, tr'aicaco p0 r.qualqper
dos dous *s rfvo que tqr levado ao en-'
geaho S:; Fr isco d',a Vabzea, f9e Frncisd
d6 egoBarros deljaclrda. Frj

Adv, gados
ft bateharis Antonio uStineo de Suuzae
Pedit Affonso 'de MBllo miodaram o seu es-
fcrt'fb?6pmi-a 'a mir D~teqt de 'CaXw^ a. 61t,
ofide podetm s'lxrotirar'd* toaos 0" dias uteis,
das 10 horasda ianhli ds 23 da tarde.
* A Area e cr7ido
Preciss-^ ,taugarurna, .ia .para cozinhar e !
on 4a^ 4^naidp para, o servico do-
__ft, c;*a, f% a_ .. rtos, n n. _M
Pro essora d piano
Aona d Meneze$ pdte setr procurada nara o
aeoieitio dp-sua proflsso ; na Trua Imperialj
n 19a. ":_ ,. _.__,
(M eire
Precisa-se ,e A mepine p na taveina con-
.frentp gsXi4aqo de Apipuc.os: a tratar na
mesa ou A ruade'Santo Aalaro a. 5 A.
M :, .


Tapipire
- XFuagsaqA d.,q ngepo Tapapir,6. da comarvr
e 4# IMarpsos, na moitq A* 30 de dozembro
proximo passade, os seguintes escravos:
Gas#ar,, alo e- WaecQ d? Crpo, representa
45 A 50 annos pouco mras ou memos. preto,
elbp gzandqp,. Pouca, barba; este escravo foi
comprado em '1878, ao-Sr. capital Innocenciou
Furtadodoe Mendonga, di Algg69a,eoMpjjda
na Phrahyba do porte, e 6 de presumir queo
tenba sequido para aUli, pur ter irmaios naquej.
le lugs r: o outro de rome Vicente, conheci-
4. @or Maooak.Vi.nte, cabra, de 50 55 an-
soa didad4,barba b&raAca, e as ve.es costu-
ma rspar, .tendo os dous dedos grande dos
pdq moito, abeftps, ,.areoewio quasi aleijado;
este escravo Loi coapprado ao Sr. Jose de
Mello Azeve4o, eni poder de quinem topm uMn fti-
Ibo por nome Agripiao, e que Lalvez fosse em
procura desse fllho. .
SPortanto ple se as autoridades policies
o0, aos Srs,.apitPe de campo a sua capture,
e d eLtregar no referido engenbo, pu no Re-
cife aa. Sr..Francisco Gomes de Araujo, rua
do ApoUn a. lo tp de quem serAo generosamen-
te recompeusasp.s.

Ao Sr. Sabino
Pede-se ao Sr, aa rWiRoo lo de Luna Fiei-
re, que nDs diga, ondese acha n'esta cidade o
Sr. engenbetro.Ped4tq Farnaghi, ou por este
journal, ou na runa on rquez de.Olinda n. 43.


6 eIto ,
^ecif^Bh 'de rfB ^U*annos
de idade: a tunIc.lriar'n. 45.
Ami Precfiskse de uma que cozinhe e
Ama-- fixy-Wl- MWMpked, defas : na'rua
Direita n. 119, 2o aader, sobrado de azulejo.

, E'o ealuguel A aarda rau o..dre
strian.,u4o 'wloo de9,aHpsW* s|
tttta a.f.


*& I -M- ii









"Pirasq !uf I a
noveis novof b tlododin as ualida des




,As coMiW~tOi'IjIipto a di
lancia.
Eictocla: a"tftnhai ,', tomnadas en
0 sahd .lntiagen






Urn moleque ,
Queta "'"'" = eu d,
Compra-S4,J4 &eA~ls'ftd6 -'4e e troca-s<






moveis nove ffoiba d tofdeAos as qualidades
arcas mais aceditadas nese mpto a di: o
lancia. r .,
jEm todassarnaW tomadas en
'co 19106C''9 deftustr; tpie?'deitidta dL&&rao.^pfs'nlg
do'!idue -0ulti'qdi auer~ai^
S(A'- rue'd* ftide ( B9one3)

Quen moeqe > ,





fiado;4kiewe fpkba, id todes as qualjdadesa,dgl
marcas mais ac-'ediLadas neste ieireadoi: iool
Vggsn s^M ;alff & 1* 0, 1 IL-


Fustoes brancosa


a loja dos barateiros Ov .Vista vende
se supeciores fuates brands n4 r d4perola'
proprio para. vestidos e roups4s'de creancasl
pelo barato prego de 400 rs.,o 0ov"do; lato ntD
.ruada 1iperaLriz n. 40, esquina do becco dos
.Fartreiros. ... ;
Fae* :aIbralncas I
:OR batateirs-ida- :Boa-Vistm vwdenr
urn grande sartimento de fakendas
-brmaws piT"'_r mtt; rr ntt
Madapolao-Peoaa" A (i aiapoIlao franceq
muito fino, com'rn 12 jard am3J200.
DtMo francez, corn 24 jardas, ou 20 varas
40500, 5j ~ 1)0. ,^?| >
Algod5 i0 e do, eom 10 pidnmo9,e largu4
ra, proplo |a lar6oe, bev ro 4 .Ofrs.
Dito entranQado muito encorpado, corn 8
Wp siotde-Wocur9 )(pe~~a a ta~ao
tro a 4 00. .
Gregoela. f ftla btanIca niilt 6 encorpada,
para lenqtes e aerodebis, sendi a pega corn 30
vfras, por 140)00, ou a ar a a 5$000.
.Brbm'ante dealgodao corn 4 largurns, pro-
priopard le6nesv o metro a 15280.
DNto de liabhovoft a wbesmalargura, a .'200,
26500 1Moo.-
SAteolfado--Superfor atoalhado com 8 paliwas
4de rrgara, senido eom o flavor em aftorelevo,
atro a t f0O.
Dito de linho adamnascado, corn a mesina
largura. metro a 2#M9.0
'Pnanb$ a a GCoMa listraudpea e do quadves,
proprios p 1r 'irz e japtar, covado a
1U280fcIapu
Go'udanapos ae linho, fpzenda muito boa,
duzia a 5!000.
Isto na rua da Imperatriz n. 40, esqul-
na do Bc o Owq erreiros.

(t' oItJ f I It
Um modo habtfihtbdo d i66 u1 a pratica:
de ensino,.1 e6Oflbte e par iMTW onar portu-,
guez e francez e4tVoasal p,titdlares. Os se-
nbores pais de familiar q e quiserem se nulli-
sar de sea prestimo,, dirjaut.e 6 rua Augusta
n. 191, que acharro corn quem tratar.
Bara.tas
SAtugaSe por30683o0' inlar n, 21 i rua do
BarAo da Victoria! '6JrAl5 | casa n. 16 d rua
Dias Cardoso; epo, $ Ift. 8 no becco da rua
da Pelma; a tratar das 11 horas As 2 datarde,
a rua Duque de ;Caxias D, 46, Io andar, e datii
por diante A rua do Barao de S. Borja n. 51.



Precisa.se de umna que lave e engoMrnme
muito bem, para tratar na rua de Santa Cruz n.
68, Boa Vista




0 Bazar Jtomfacatt 4drcbiber da Euro-:
pa, urn graddkdeo brti 68id dbvzascaras, na-s
rizes, queixos e meias mascaras, brancas e
pretas, fereaes de home, mulberes. menigos,
=moos, velhos, caricatos e de diversos ani-
maes.
Calcas, cawiuas, cahprOs odlUvas de meiao
brancas e c
Franjas, trsDQaB, b oos e lantijoulas doara-
das e prateadas, 8 outrps Biptos artigos para
fazerose Aindos vestuarios para as folias carna-
valescas.
R.cebeu tamabew uma explendidosortimeuto
'do bisnagas d'agua de cheiro o de p6, e outros
muitos artigos de sorpreza proprios para os
brinquedos de salAo, nos dias de carnaval e
vende-se por pre~os cornmolos, na rua Nova
numero 2. .
Aluga-se barato
Rua do Visc4wde de Goyanna tv. 79.
nua do Coroftel Suaasune n. 50.
Traveese do Cqmpello n. 1.
Portoda Madeira, rua da Aguasinha n. 7 (Be-
berabe) bom sitio ; trata-se no largo do CorpoI
Santo n. 19, loandar.


Arte de colrtar vestidos
Cow, o numero 49 da Vfoda Illustrada chegQu,
para a Livrarja da Empreza Litter-ria Flutni.
nense, urn supplemento de grande utilidade
domnestlica; cgQsta de oit6' paginas, do mes-
moaermatp da'oda e contare twdas as indica-
e6es indispencaveis para qualquer senhora
apprender a cortar os proprios vestidos.
Lrfina cdncisa e clardnente tamibem a ma-
neira de rfaer diversos trabalhos de agulba,
takes come; frioleiras. crochet siannez, etc.,
etc. I
DA-se gratis a tadqs ps Exm." Sr." assig-
nantes e a quam novamente apsignar tSo tittl,
jernal, que dia a dia vai torando as prepbr-
Ges necessaras A substituir os jornaes es-\
traipgelreS, t1o diMceis de ("prebender, 0oJ
ad nmiia divereldidedee lintia. .60%.o tntanmIem


*frpba laidtfa Jiwjba *4*gjg1 *
lbD5
?r ca




AwhM^tbditeri I
W^^e^N=90"Vn*ojuMD T. .
1 e dous guS i 40 'I4m 163-






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62 S~am y I
(haspi riii a. L4,...,, ,a.. .



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I< m*Oles d1 JUSi"Ao
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,.~ ~ i ,Nmpp't .0l0.pa>


"i~ ..A.e,-.ar4."O.1',' i~

BILUBftW "IffAW~f1TIn*^
AViU1A Plf$0EfO DE NUIQ (O0
TR'ORA BUA DOCRESPO)N. 23 E
CASAS )O COSTUME.
0 abaixo assigoado, tendo vendi;.
de nos seif afbfttiados il-Ihltes, 2
meios nt:3820coniia, sorte de 4:000, 3
ruartos n.3611 corn a sorte de .00, o
tIt l r r T V. t c o t ,t t -to r W^ f 9 0 0 '

e outr s sdrt6 ie 1, 1'4 e 8&, da lo-
teria (90.-), qne se 'acabdn de extrahir,
convida aos possuidores a virem re-
ceber, nria contormidade do costume,
sea desconto algum.
Achati-se A venda os seus afortonat
dos bilheteps garantidos da 48.a partedas
loterias a# 4erldficio; ,da.IospIal Pedr4
II (97.a), qrb seodFxera 1fA Ata-feira 4
de fevereiro,

SBihetesinteiros 4 000


Meibs
Quartos
Em poro de 100S
Bil etes
Meios
Quartos


2S000
15000
para cimia
3^50O
1$750
$875


Manoel Martins Fita.o


CASA DE OURO



Bilhet s garanfido .,
I iWb&M d)VicioaJ4 i3
6 sas-- .do coutie
0 abalnkwsia tdos3-3^e vender
entire os sius felizes bilhetes urn quarto
de n. 2,903 com a sorte de 100O00,
aldm de outros premios de 326000,
16o000 e 88000.
0 mesmo abaixo assignado convida
aos possuidores a virem receber na
eonforinidade do costuarne, sern descon-
to algum.
Acharm-se d venda os felizes bilhe-
,tes garantidos da 48.. a parte da loteria a
beneficio do hospital Pedro II (97a), qya
se extrahird sexla-feira 4 do corrente.:
PREgOS
Bilhete inteiro 46000
Meio 2 O#
Quarto 1O
Em porgao de 1Oo#OOQ para
cima
Bilhete inteiro 3#500
Meio 1M750
Quarto A875
Jodo Joaquim da Ceta Leite.
Aluga se -
a case da rua do Viscoode dI aGyaBa; n. 113,
ada rua de S. Joo a. 83, a m dos Pesado.-
res n. 5: a tratar ne.caew do Apollo n. 75.
Criado


Precisa-se de um
easa e loja: na rua
pwfere-se ocravo.


eriado para o servigo de
Duque de Caxias n. 91,


INDA
Al is. o.e,-tert noe as Jilo n.,
5, em Olinda, corn bhastaites cnimodos para
familia ; a tratar ,ma oitaol Amparo corn o1
Sr. Rufino Mendes, t.u noei o proprietario no'
Recife, rua Vidal de Negreiros n, .102.

'COZfALkM RAi
Na rua da Crioulas n. 1, Capunga, precisa-
se de uma que tenha quern Ihe abone a con-
ducta, paga-se bern.

Jacob
Fugio no dia 6 de dezembro proximo pa;sa-
do, da casa de winna mki D. Cesaria Candida
aNobre a6 .gpn~o, 8.easravo Jacob, p'ej,
alto, inagr6, do servion de cimpo, e ad vetze
bebe, muito conbecido em Jaboatlao; a pri-
meira vez que fuglo foi preso adiante de Una,
onde ahbi vivia como livre: quem o apprehben-
der, sendo em Una, entregue a meu irmio abi
estabelecldo. Aquilino Francisco da Silva Gus-
mAo ; em Jaboatlo 4 minha mi, e nestLa cida-
de ao abaixo issignado, que reeompensara.
Maxtar.nio da Silv GusmAo,


Engommadeira
Precisa-se de uo a engommadeira que aen-
gomme corn per(eicvo, para casa de duas pes-
It-f 'iiratarna r db B o'da'Trorra fl-
mero 17.
Ama de leite
Precisa-se de una, na rua das FlIores, n. 3,
seblado: paga-sa, .
*4refa-fe de urra amra pars
m l. de'Oua amjkM&;; a tra-
I.A L<% laradra *o,.arao da Victo-
iain.sI, laa- -a esquina da
Cqu.mbMtoarp C '"'..
AM..S e -e do 4d.*, s o&a para
A ^ 0mz"aMl.u e o 00apwttmafe en-
gomnmar: 4 trater a ru da Imperatriz n.
.lam;aem* ... ., -
*a ni-t. ". ** "* 1^ '. .. ,' I


~.' ~7'j'~
.1


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S^yfTiB
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n^dj^^H
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[>r1'1 *i^B
i' Xl''>9^^^H
*' biid^^^^l
L-' JJil^^^^l


.r I_ q-y


Compra-oe uni ca ,teea piatmttnque-
na famuilja, na fiegatia ilSant Aton ; a
tratar na rua do Sol n. 2i.


UAtenrio -
Compra-se os Diarios de Pp'navbuaco os. 13
I2,% 147, 157, 158. 199, 225 a 251, 266, -27r2-1
2'36 do anno de 1872, ns 2, 4, 6. 35, 46,.tt,
119, 142, 168o 109, 173, 175, 212, 215, 16
224, 240, 246, e 260. dea 1873. us. 3, 4, 49 a 73,
123 a 145,. 264, 2e5, 266. 268, e 273 dToe 7,
ns. 258, 259 e 276 de 1875, n. t45 de 1876in.
t42 de 1877, e bem assim os ns. 2, 3, 6, O.lL
10, 51, 52, 57, 62, 66, 75, 79, 95, 160 o 1601'
Jornal e o Tempo doanno de 1878, os ns. 147
e 217 de 1880; a tratar na rua Velb n, -.12,
das 4 bores da tarde rem. diante.
Apolices geraus
Compra-se apolicea getaes: na rua do Bowr
Jesus n. 43, lo andar,



Vende-se a excellent taverna, sila &d mro
do Conde da Boa-Vista n. 27.
Vende-se duas cabrss do leite cot* criesg,
e 3 ditas prenhas, sendo duas do primeiran
barriga: A tratar na Torre, rua do Rio, cor'
Joaquim Di s Martinm&

Tavares de Mello, genn

a Companhia
Praea do Corpeo S4 na. ., *
amdaar vendem a praze ins a
lnheiro ecomn deseonto
Cal nova' Listoa.
Oleo de mocet4.
Potassa da usia.
Smxadas d Po6O.
e sum eirft- passadeiras: -
Fo ..aa de feo p car. .


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LAGILA". W W IA&iLAIL..JAJJIIL-


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'***" 'U'Cfh 9io~i u'BWrk'ti :t.il
'Ri~4 do'^QraV6fe \4a
__ ;f,f .....:4at .- .^ "-
vl. -S"II -.izv.G




'~~~~ X .1 1ga, ='p ,..

GoneuilulS ,e.operaoe^e., dtasi., 4.ofs
'".do mofifir kw e 4 da'.r4da ,:.



PA- d Klodai OasStdie4 oM
ipaT redpseja para a eyporta*b. Ow
t1rimVial" Itfet .. i.
'p1-ra a-MportaAo.-Azm da Ratn9
rp6iUtfittlad' edomest16. M'
Hmdgeo-A, Simpson obttveram a primetra Mpdalba
dO Ouo pat o4 S.ab5 e a unica Medalha de Oumro
paa o Sablo sondensado'd fttalnha eme Y. p '.
Offlcinas de Sabao Calder,
i ar.13swsELtf. riTQL-A.TUsmiA

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nae a r tire a i a u







mad mesm manda rsar no di o^O-
CAI 2|I M










reUmbe aifga aSatI a rde, Souza
Frederico M.- de MlOW Tavares a Abdlie~ J.
do*qastro Tavares, ainda possuidos-do main
praunhdo sentigeuto Palo fasfecirnena 40,eST
e esadprisa, Uc nbelina Zeserina doet-o iz
cnvidarn a todossas seus amigas epIareoaej
doa finadaa assistiren 0.uaeissa,f.quoA. ueo
ma da wesma eandam resar no dia p5ao oa-
rante, na igreja da Santa Craz, ds 7 14 D



Maria prta do C.l Natesr, A moso i
m e^t |^(.10.^* ^* ^ __ ^ ,
finadafma Matria s. as Novsa d au fer do in
-n i .i i .. A,'.; .






finad a; dM v -t rIh s o (avor d^ so
fcel *t apetd dof Clu Eutrpe, urnChole
*ie 1 0. 5 O
COIPRAS-


= .















?to .-,



,?i : q w4,n oiH A.aoecfS|adi.-' 70. IM 0 R
lrach ,,h,,,,,:,.,,w.,r.,ag,,j,,n, ,i,.s.:.i,
4.?* cpno doe. ,e .^.owecia^ m'ur Ic Ditos gra^ No, mn1o # ,W'flhIi 'S-
I Q Iatii r I50 fi." 111 rd i; %wltaiC'''1!! ^ dpuradi 14in P.A MFW
~~OjRP~fiU~9j~A Zumdoq as9 ek.4aifuwut


.. .' t .I .^ I 'iJ W 'to, Be %',li K9 6ra dea i(entob rat
q io! Iebitos d dita, d crat







..b i f/ 1.111 (,o .
A_. ca4~i~e320a- -oe.~~~~Kq dosti50.Sq1liB iA $I. MwsMh
:i d.;. I v. *uuoo vsi p t M a P db -i,^b foda
..),.,~Dql., : ,.t,.









<~~~v'atdCene: ( pech~ichalS d to' S6,o'a434~~a~ruaa3do;Ouei-o. ,ot uoFlores artifieiaes,L eso01hido e ariaoo rsAlp~ao.oas ~de seda, de cores, lisas, a 480 e0560 tm/ar, feitas, 1'de made~i, I'l 'al
"- madeoGog~e l,lriet lisos a/oao 360,rs. o Cllwlo .. t, ,;;MU< ui*l a.i ^ *
.41 n 0 o"b'Sam ds LIU 'Ir ai a it h r 1odeonaF

















,W amho *uasndp..i frc-
*f,'tt.. LMrpea)e..a It i;j 'rs,, ilo Gradeamnto mhparaa


















'" '., iw !S4o n. 43<1 ruaDoqua e Caxja* afens. Cortinadosricamente bodadosal0( o pat.! )rt do CorpsA S!! Ze., n 3. ro amoTsras ',sorupaf ai4Maods bordtdas para iahras s0Aade *5 r ,
;:." it i i b para~ riw-ptAhos .t-JS,,doseaii t pJr prwils wenos linptriI itoa]Mla Vende-se b1
Sproprir o annr0 ''59', B9P de.s e pequAgnas
tr&A in '14 1 R0d. I' m- '










4.a loja dos Badios da Boartq, qpq4 para 4oc e ma-rafa, 1I T A NU1 DunnedeaCaXias am











,"d rua da Imperatriz n. 4 ]inoos, pulseieas, cafioletas, Cintose C^br~ DAMKaper aYlpeoa. Sh-w 1 ^Tm p
ASABE : a^ stigaspdeotar~ha ; td deCe unu-adoBecUAcDOdFBArAOmsir DondeseORIAN- hita ona.d cor ae: "










Aos oto Bail covados ee gorgo- old. Nteestabelsceni encontrar o repei-o covado, r ( rands 0tria da
S.rao para veetidos a 320 r~is Puteeiras pretascorn eufeites de Gel- tavel public o seguiate : Chltasoaras a 2o0 rfiis o covado. iuw AV^ Uuc
Vande-se um grande sortimeato dos mais uloid MALAS de madeira, de couro e de tapetee, ImeRebrancos abtinhiados e 41f^O sduzia. "^- ^------
SaA4 randesenorpaavige. 1Bts oom baras a 20T tabma da.












ntOpaia vestidos,g gresendo l'azenddeiadisiade alta phanta-C~e Ditas' lwwd ito de tartaruga. CHoO3TES de baleia coin castato de aaafiiw AIgodao da Bahia pars saoeos a ',20 e 34C
si e de muito boa qualidade, B pa itas pretas, grandeto e vabredade e do osSO. ris o metro.












:miudiflhos e muito modernos, polo buacatissi- Espartilhos, cintura regente, os mais LI^ A8 de carmurca, de 1 e de flo da .F- Brim preto para Tuto a 600 r~is o metro. "2
F.s A ~w~ih Paaerct I 4jwpl
























mepremo de 320 r, s o covado, isto davids a 6fegaantes att ho.e onhecidos, os'. eroulas de bramante a 20 eada urea. Rc
t gr oo ESTAMfPAS de cid0s ad'es, Iontahas, t. pechWeRIha.
-akjreoaad~o1 ool &I












aa s do becco pos erreiros. QUADROSdourados parap o4 cps, o fo s e ar o
-Lhaw&anp F01401, 4p ros,)%tI14W p cou"d ds brtnadwsas 5001A ~ osyew c fr t e











ALTA NOVIDAD EM CA) I IRS P orfumarias dos meores fabdcates ra.4e aNes braneas do soda a E ar a
Pechzn'chal b~iae




















a 2$ o covapo, ou a 3$500 o cdte. fdeze$ e fec. .PivasT0 rs. qd oroapivado!r n-0
..S6 os Barateiros d Boa-Vista p6em van- ,aixiohas cp-n perfiamarias aroprias labro. l
retone asimiras de duas laruras corner as co gtp res rra l .
vadb : 6 ebfoa 6o 34 u oui Flores artificiaes, esoilhido e variado Alpagas Qe soda de cores, lisas,, a 480 e50 ~~~er ets cmdia
mado, iorilmento.ra. o..covado. liwr
4$$ste do cres fn~ a 2J r~i M a de. todut as c~mes para 01- Alcaihado branco~bord'adeIOoleb!l~lJI.i ) J
rnado aI0i~s o~d. ta00
Vinphaw A pechincha.i4. Cohs do, cores do futl~o, frnncqzas, a ~~t flS L ]Bra'
IMariposa sirrendead, pedrbes noes, a 40 0 iCo4lwrohos, pinhwe e longos pars 4W0 ttnr'Svttu3~ .
condo! 8 o n. 43 do mua floque te Caxius 2(140011. Gortinados, ricarnente hordados a 10S o pat!I
iL_3_ a__st __comphor. _0 d o 8# prita do" SatII 1
n4.1)oaotaconpnr.Geoixkahus bWrdadas paasenhcrais. Ksprlo doo85 courage, supcrirtoas, as65 r I .40p
tpan~n nahlnhn -(o1W~ri4abogpdunhos .iv'o dose IVnc E wuitp$ outrs'partigos eptpros p4sno9 j rimucaiw VI
msiatv puiuii~ua ~IA ~.ra snbo~as.30 010, quo jem outra paflo.,Jlftbir51UU
Pudpchnl 'p ra ,oparo.h pas -.P
principiar o airnoPorta-epida 4o ;6e; -S 'u 5tesepq na
DErngesd trs*~ petese cmcGet. A* rua Duque do Caxias n. 659, pot baixo do4;
Guarn4es dotinesponte, de ellu- bilbair, lIoja do Carnuro das Cunh. & C. 'o0 i
Na loja dos Bavaifriros ,da Baa-Vista, Ad, paa eoc6 e warafa. ~VCUIAt aD ae4
a iaa &Jseari .~ Rnnos, -pulsoiras, caqoletaa, cinto -e --L
SuABd mER:ti .40iB" I m 1 Camabrais Vlototiapma al em Tm e
AiABR:ostiahas de tartracha; tudo do-CeliaU- 2-RUA DO BARAO PA VICTORIA, N,-,-2 Chita encarnada cam aspotgpoe28 s
tAoe olto mil covados 4e go~rgo- oxld. Neste estaboleiocgento encootmard o teapot- o covado. *a21 ~sacno
rdo para veetidos a 320 M~is Pulsoiras pretas corn eufeit~s do Col- tarot public o soguinto : -Chitasutias graude Joten do
Vonde-se um grand e sorti-mento dos mais tdo(id MALAS do madeira, do couro e do tapotes, Tuenvebrancos'aeainbados' 460adns
bonitos gor-gorlies corn delicadissiwas c~res Ditas, imt~od traua grandes e menores, pain viagern. biteS 0rn barmas a 2j'00tabnia usa
pwar vestidos, sendo lazenda do ails phanta- isirt~od atrg.LJCOTEYS do baleis corn cast~o do maartin' AJsodlo da Baftda pars ~sappsa:2, 4
sia ,e do muito boa qualidado, comparn s Ditas pretas, grande variedade. e do ease, do; 0Sed i d .rt metro.
miudinhos e muito rn&Iomoos. polo baatissi- Espartilhes,,cintuma roepute, as mats 4UjTAS do camurga, d11ee ldaE Brim proto para into a 80W~samto
n rego do 320 r~is o covado, iste deride a tegatats Wt heje coaios coskia. -Coroulas do bramanto -a 1120cd un.E
tot-so foito uma grande compra d'osta bonita Espartdlhos cwurtna e outras quail- oStc..o eciee, wtah ssWras phnca.
fazenda. S6 na rua da Impe ratriz n. 40, esqui- etdes. QaDO dourads. par 0qmaro. '"" il
na do becco dos Ferreiros. lae.iARS ordsprao ~w uSbbtes aM .00
ALTA$ NOVIDADES EM CASIMIRAS Perfumarias dos methores fabricantes LINDAS BANDEJAS DE METAL a do chs- a't
a25 o covapo, oau a 3$500 o cdirto. 04oezOR e &UROClzeS1 ovdolpdd pr ad-.
$6 os Barateiros dt Baa-Vista p6iooi vefl- Qaiinhas coi porfaaria proprias Parntro.fad
dotIs*-r caiwra do- duas laraurass corn asfunra cores ljjn -


claras o escuras, sendo fazeada fina e dpmui-
to bons gostos, proprias para calgas, paletts
ecolltes, assiva cowo para rodpas de meni-
%t palo baratissimo prego de 25 o covado ou
6500o corte de c4lca : este diminuto preco
por que se vende, 6 devido a ter-se feito gran-
do compra d'este artigo, que as wedo s mite
mais barato do quo em outra qualquter part ;
=a rua da Irnperatriz n. 40, esquina do hecco
dos Ferreiros.
Noos ulinhos para vestidos, a 160 rlis
o covado
Na loja tos Barateiros da Boea-Vsta outveo
se ura grande quaidad te noveos linhbos
de uma sod cOr pata vestidos, tead& de todas
-s cves, claras e escuras tambem de listri-
ahas, que se liquidam a 160 r6is o covado,
a$sim como urn elegant sorthnento das mais
bonltas baptsftes de orea, padres novos e
O s fim ; isto ma ruaLa Imoaeratriz U. 40,
equinam do becco dos Fecreiros.
Cretones e chitas para vestidos, a 200,
240 Pe 280
Os Baprateiros da Boa-Vista vendem chitas
Clara e eseutas de cores send fazenda mui-
to bea, ooado a 200 r6is.
Ditas escuras e claras corn as c6res fixs,
a'40.
Cretones muito finas para vesildos, cores
claras e escuras, corn pequeao toque de mode,
a 280.
(retone verdadeiro, corn delioados gostos a
Pompadour, send claros e escuros. a 320.
Percalles brancas. padres liaiudinhos e
cores fixas pars vestides e roupas de oriangas,
a 300 res.
Grande peoinchal |
Olinda
Alutia-se uma casa para peqaena familia, na
rua de S. Francisco n. 2, tendo excellent vista
e muito perto dos banhos salgados; a tratar
na rua do Barto da Victoria n. 20.

Vinhos Bordeaux
Os melhores e mais afamados sto hoje os
das seguintes marcas:
S. Estephe.
Chateau Mont- Rose.
Pontet canet.
Unicos agents
MAIA PACiCO & COMPAIIA




Rua Duque de Caxias
n.43
PECIINCHAS
Imbaos limos a 160 r6is o covado.
PouplioUae mescladAn a 240 o evado.
Lizinhas miudas a 200 r6is-o covado..
Madapollo francez avariada a 4. e So a
pegs.
Fustio branoo para vestidos a 500 r6is o co-
vado.
Musselini branca a 280 r6is o covado.
Batistes lisas a 320 rdis o metro, grande va-
riedade de padres.
Batistes miudinhas a 200 r6is o covado
Cb&aes de casimira muito grandes-a 35 cada
urn.
Ditos frocados a Pompadour a -6 cads um.;
u43-




Tern s pe geraade sortimento varted de
W~e braaese de ores, assim 'no tnds
qopaeP oteule 4 suaofflDina.
F6rmas galvanisadas
Tagare do Mello. genro & C. t 0n para ven-
der em sou escriptorio, A prapa do Cerpo San-
to n. 15, t6rmas galvanisadas chegpas meo l-
timo vapor. A mwits abido q~o elaI toe Udo
prova suffioieMoentmte a sa- boa. qoalidade e
modico prego. A' elias, pols, antes, quo se
acabeor. .-


oara presents.
aGuarni96es de pontes A imitate de
aTtaruga, para coc6 e marrafa, gostos
.odernos.
Capellas onm v6os pars. ivas.
Rams de fl6res de larangeiras pars
castidos de noiva.
Leques de os9s e seda, brancos, para
*oivas.
Ditos do c&res e preto, corn pUwias
4 atelas,
fiasde bmmocha pm crean .
Peoes de CeUuloid parn regapo de a-
oeflos.
Bovados em e mubraia VktriaU e
uansparerte, grande sertimento.
Boties dourados e prateados pana
is~ios.
Cequam A initaQio de cabello.
Variedade de tonecaspara maeninoi
-2 rua do BarAo da Victoria

AanQVBs pan bOS
Vende4e tjs crrpas pe$ra bois, proprias
para carregar assucarr: A vt na cochetra da
locomotora, e tratar no pateo do Livramento n.
6, to andar.

Conlra a tosse
XaUrope peitoral Jame
UMco S i ftiem e autorlsade peoWl feelbo
de sat.e pb-uica, k Potuga, emnsaiedo sap-
provado aBi h.,pitass. Cada ftasoo esti
acompanhado de a au impress cornom as obser-
vaoes doe principles medicos de Lisbda re-
conhbecidas peols consoles tiedo Brasil.
Contra a dobidade
Fartnha pectoral Lerreginosa da
pharmaa 'Franco
AeoonhcWida coe mprecioso alimeto mWp-
ruleador e ueellete oios reeonstituinte, esta
farinha, a na le galomete autorisada e priM-
legiada m Portugal, onde 6 de uso quasi gteral
ha muttos anuos, applia-se eorm o mais reeo-
iheeide proveitom possess debeis, an quo
pasdecem, do poitoem convalesoeetes deo ques-
quer doo*na8, em ouianas, anemicos, e em
goral naus quo caroeem de foroas no aoorga-
nismo.
Unico deposit em Pernambuco,
ra do Marquez de Olinda n. 23, phar.
macia de Francisco Mawel da Silva
'C.

Merin6s. e apaleas
a 400 e 500 r6is
Os Barateiros da Boa-Vista vendem
MERINOS a 500 r6is. Bonitos merin6s de
uraa s6 sor, faeada, de muita phan-
tasia, a 500 r6is b covado.
ALPACAS a 400 r6is.-,Bonita:s alpacas de uma
s6 o6r, tento de todas as cores e as
mais bonitas que teem vindo ao mer-
cado, a 409 r6is o covdre.
FUSTOES a 640 r6is.r-Bonitos fust.es de ura
s6 c6r, tendo de todas as comes e
brancas, a 640 r6is o covado.
CAMBRAIAS a 3X000,-Cambraias d Victoria,
fazenda muito fins, a 35, 35500 e 46
at6 as mats finas que veem ao mer-
cado, por preQo burate.
DITAS transparentes-fazenda muito finas de
2500 ats as melhores quoa veem ao
e ado.
Isto na rua da IJdperatriz n.40.




Pechtacha
A nova loja do soleiro Gel. loaquim de Ate-
vedo, quo se abrio i rus do Borio da Victoria
a. 39, asba de reacher 0o mais modernos
olIni iaglezes, que at4 hoje torn vindo ao
mercado, e os estAi vendendo Ipor muito corn-
modo prepo A f ellos, antes que se acabem.
Na moess tambem so enconlraru Ur n O-
blieto aertmnent is tmlos .se bjoctoe ds srte
deo elleiro e colchoeiro, os quaes se verdeie
por memos de qua em qualquer part; admen-
tepals.asumn sadafaser os seus freguezoe, as-
x* .os c~ohbmut

GOMPLETO SORTIMENTO de jarros deoo-
tres, brancos, grandes e pequenos, proprios
para santuario e toilette.
CADERAS de vime para criaagas, cadeiras
de balanoo e para mesa.
ELEGANTES ESPELHOS cow. molduras dou-
radas pars salao, pequenos, corn 2 e3 vidros,
moldura de metal, para pentear-se, etc., etc., e
pequenom comn avgmeto para banca.
Veodose a riua Nova a. t.
Amaral, Ntbuco & C.
vendem por pregos commodos as aeguintes
artigos de ooda e de phantasta :
LUVAS DEIELLICA rancas e decvres e
prot.o. par hamens o senhoras.
UINDIS RAMOS deo flores para caboa a-
feiteode vestx4os.
MEIAS FIO DA ESCO-SIA, de lindas c6res
para senhoras.
wdFIADOES6 DE ALGODAO,. de link. e de
seta, panuospartItts.
AT ORES DE AgO para espartilbos.
BOTOES DE LOUgQA, oseo, madeira madteo-
perola, metal massa e saa, preton, braces,
e de ores, a Pompadour.
VESDIDINHOS .e VESTAURIOS completos
para baptisados.
BERKO DE PALHA, o de madeira.
FIO DE LA E SEDA, a Pompadour, para
border e ur limdosottimento .de caixinnas e
objects para presentes.
VENDE-SE NA RUA DO BAPBO DA VIC-
TORIAr-N. 2.



FIRKIA BE COAIROS
Rua do 3&rAo da Victoria n. 39,
antir a rua .Nova
Gr&nde e variado sortimento eim artigos pa-
ra fumantes.
Boaps, cachimbos, ponteirms, porta-Ocgar-
ros, oh-aueiras,. porta-pbospboros, lindas ur-
nas para fumo, e bengalas corn cachimbos.
Charutos 4e Havana, Bahia e Peruambtma-
non.
Cigarros deo palhba, seda e imo, fabricsdoe
Gom of mlhares fumose sem composiQgl das
maroas Carolina, Caston e Pollux, Vulcanicos,
Pegasos e S6 para Kim.
Fumoas eS latle icado e tdo D. kWeI,
Goyaz cft' Penat, omemln
o verdadeiro fmo caporl da Bahia.
Caporal francez em pacotes de 50e o 100
grammas.
Papel para cigarros, Bardou, iBs Norm de
cosmopolite Abadie, e espeelalidadie fu paltm
para cigatro.
.Peehoeros de cera e os verdadeiress4onko-
pings.
Papal de cores, e immensidade de artfigos
para fumantes.
Precos sam competencla na

L3ALBAD5
Fabrica do e"ghrrn
Rua do Bareo da Victorla n. M5
Leal *: c.
Mais pechnchas!!I
S6meute o 59 da rua Duque de
Caxlas
Casemiras para vestidos, fazenda superior,
andes padres, a 240 rs. o covadoe!
Bonitas lis furta-csres, fazenda inteiramen-
te nova, a 700 rs. o covado!
Grotones modernos, a 280 rs. o dito!
Nansuks finissaimas, lindas cOresl, a 220o
dito I
i Pegs de madapolto francez, fino, 24 jardas,
a 4500!
G ortes de casemiras flnas, a %0e 04D900*
A eMasl I I
- Ditas em peaa diagonal, pars' 32200 e 25800
o covado I
lanoela ingleza. propria~para patftots, a
1200 o dito!
Briml pardo encorpado, para roupas de me'
Dito de c6res, a 400 rs. o covado, apro-
vitemr!
D'to branco exposiqto, superior, a 15500a
vats .
kieortaete sortimento de fzeoadas para luts'
como baptist te cbitaa pretaa, 210 rs., lBS 6
I alpc as flnas, a 400 rs., bombasina e mieae
,ae duds arguras, a 45401 e 6M'in eovwdo..
Dispoesa to plowt. Slitet pswrr ioM~o-
1yp~waw olqum pspa'btwa* n
31 QPsT.W^& *


- I


Rut do Quelmado n. 43
Venhaip a eilds
Fastbes branco e de cores, proprios para
vestidos de senhora e main'nos. pelo preo de
400 rs.o covado, valem 760 rs.; vende. se para
liquidar factura.
Baplistes lisas
Com grand variedades do cores, a 200 rs. o
covado.
Cretones isos
cam veriwdeas do cores, 6 pehincha, a 280
soo, 0ado.
S6o 43
Deflest do prags 4d IqIqDendencia
Borracha para iinars
am pormlo de5 kilos pars'itna ; faa orusdo
Amortm 'a. "37.t...

Roupa poraeulida
N oste etablelecimeon 'tso em e manie
faer quaeaquer peoas croises, freques, calae cartels, -verontade
des fregaezes, e Ato per preo"s mito razoa-
veis ; e para este 8a1 encontrarlo urn magni-
flco sorttimelito de pannos finos pretos, e ea.
simiraslatteo pretas comoe d ores. sendo
frmnomus 4De ing ass, assimconO grande sor.
.tipente deaerias pv.tos e outras fasendas
pera luto, e manda-se fazer quilquer encon-'
menda corn a malor lromptiUd, respbftnsabi.-
tamado-se o8 epre ti6tOrios deste estsbleci.
mento pela boa exeoaugo de asou trabalho,
isto a raa da laosratriz n.40, esqutta do boc-
co des Fermirois, oja de
Abeiro & Silva

Sells l-l--s
lomingos JosS Perretra C., a rua do Batm
da Victoria ft., esqufie da uAM dts Trinchel-
ras, tern pars V ros urnlu grand sortieoato
de selling e sllh5es inglezes e arreios; bamrn
comao colz5s e traveseiros, tudo born e ba-
rato.
tatas a 40 rs. a Ubra ou a
500 rs. a cafta
Vende-se na rua da tm'uo n, 54, junto
a, atao Aurora, ,ar mam do Ethotve
Piano
PeIB
Vende-se barito urn piano, de esa, em per-
Mito esto, prodriao .par ap uederA: 4 -ver e
tratar up estrada do Pomba) casa n. 18.
Berracha: parailimvh I
de aperior qualidade; vendSiti*odw s do
FaMta&C.. Ar&aeeMatl eo*ataos at.4, es-
quina dantl do AmaolI. ,
Boa casa
Vende-se a case da rma de Sla Cruz n. 74
esquina da ua do Gotovelola tratar no Largo
-do Gao n, 2.


hi&Utuel pars rebtUr -aes ca-
h telos grisabos a cot naral
d da juventude, garautindo-se
serm pertgo : pata por si pro-
Spria tingir Inotantaneatrente os
bellos bar b .
I^^^^BI' UNICO DEPOSIT
Hotica Frawnceza Droga-
ria-A. Cars
RECIPE
Rau do Born Jesus n. 23, defrute do cbafaftiz.
0 BEUJ-PLOR
tste sympathie etabseleoemento wecebeu
flora boastas Ss para r estdos, petitpris,
em ehit., lindos padres a Pompadour, Ie.
ques chiuozes, fichbis de soda, deoS, phantas
siaSe gosto, dretonos, popelines, etc., etc.
0 Boflaitor 6 pedeeo, eass tern ompro
sortiiento eoiogsbfoe~ra mio@esr @a asP
freguezes, por proggo r8moaveis. -
2 D-RUA DO CABUGA-2 D1
14 6 bastaue conhedida a tojitlub"do Ueija


.:..T e ,.
Augusto flgumlu'a & C.

Vihom.wtr o
iota~l? "'a.
BmP ~9S^M^ ~~f


in
* .5**\ '. *- '~- k'


ii 'u .;;i *fOiftY.13Wit 'i*" Oct" At3

1 111Q anann
.'../. ii., J.s.'I. ,
)Oryt094s d4?eote, l^8oQAtS ttrirag(B ^
sla lo m I. .
p ,i1 ,
I (I
tf fd A ,, .( .fi O* d O** *. .t "" .f

i'ik'bI "' :., '* f| *', ; "1 .. } ,f "': '
.e i^~n~a s ;."



stufJ( fiti-,r.
irdima.
31 i cavallos. .
*pollagadas >de panadura,
aarLwndno.
qualqaer aqccrto, assent' -' rTtchinism e execuuta
perfeigi'ob preatenr t






LorMRA DA CORITE





i ABES&,PU

LOOOAXJO:OOO

[hetes, meios e quartos, em gran-
porvoes

OURGARD f C.
e aeham a venda os bilheles da
Score.





0


K


fntoio Pedro de Suza Scares A C., vendema machines de costura de to
os systems e de todos os tamanhos, desde o prevo de 14000 A 110000, 0
em porga fazem descont o cooforme a quaatidade; teem sempre especialidade.
-nAo6 enm machioas de costura como de preguiar o de tiotar-fazer meias.
Mo esaoestabelecimento ensina-se a coser, e concerta-seo qialquer m.
china, para o que tern bemrn montada a oficina



'Kl~ lu~~$ .f JB ji
CSUNAE TRE\ ETRELLAS

Este cognac, hoje seme competitor pelo seu nimio preoo e superior quali
dade, e que obteve por isto os primeiros pemios na grande exposigio unmdsa
& Paris 4 hoje o mais procurado, nao s6 por sua SUPERIOR QUALIDADE E
PREO BAIXO como porque cads' garrafa de litro comporta assinm garafa e
met de liquido, e o torna por ibso muito barato para os SHIP-CHANDLRES,
HOTELS, RESTAURANTS E VENDAS A VAREJO
Unicos agents dos cognacs Maiuller Frdres
MAIA PACHECO & C.
40-RUA DO COMMERCIO-40
Todas as garrafas trazem os rotulos corn tsta declaraao
Cautella corn as falsificaCbes
0 unico verdadeiro cognac Muller PFrres 6 aqui importado pelos
agentes-MAIA PACHECO & C.-Rua do Commercio n. 40.
As caixas representam em marca de fogo o desenho do palacio Trocader
am Paris. As cpsulas, rolhas e garrafas sdo todas authenticadas corn a firma
-MULLER FRERES.
CAUTELLA COM AS FALSIFICAQ6ES


ELIESE VII0PEI EtAL


ANTI-ASTHMATICO

DE
BARTHOLOMEU : C.
Pharmaoeutioos prenmiados em diversas exposigcso
Nao olhando s6mente ad especulag8es, destinamos parte de nossos estu
,do e observaos eA descoberta de composiCOes corn medicamentos novos, o
com as pouco, ou ainda nao experimentados, para procurarmos obter. a cura
ou ao macns u soa 3nsivel odifiaojo, na marcha dos terriveis padecimento
que affligem a humanidade. & que atW hoje teem zombado dos meios eonheoide
a medicine.
As moleatias dos pulmoes, e dos demais orgdos da respiras0o, consiMra-
das das mais graves pot suas frnestas consequencias, e que infetlismntlO
que se cenhega a causa, tanto se vai desenvolvendo entire n6s, nos tem nmyeo.
cido principal attlooi@, e termos a ellas dispensado as mais aturadas inquiriuoes
Acabamos de formular urn preparado de mui agradavel gosto, e portapto
de facil applicaglo a todas as pess6as, qualquer que seja seu sbxo e Mditle, que
expomos ao public sob o nome-Eixir sedetivo peitoral anti asthmatico ;--que
cendo um composto principalmeute de Ibeses vegtaes, produz effeitos calmamtes
imeitdatos, sem center a meaer quantidade de opio e seus compostofs, *u os
I emitices, de tAo perigosa applicagio.
S 0 Elixir seda"tivo peitoral anti-asthmnatico tern as precisas propriadades
par debellar promptanente as afleoges da garganta, do peito, e mesnro do es-
mago, e *a astbma, e ooquelache, em que jA tern sido bastante expetimenta-
do, o Elixir temni epsnatdo 09 mais satitsfacti.rios resultados.
Nro ,mnm prvefito.temtos obtido como verdadeiro ospefico has oonMtipa-
gies, cttarrihus, defluxes catarrhosos, e todos os mais soffrimentoas das vias res-
M.Noma apresentamos preparados nossos os ao publicoa slm oUenime-
Ww.mok-bospiAes, e agora feram os mais satisfactoenmsPospsinIs o
que obiwnos oem o novo Elixir, como affirmam seus distin6lMt
- '. mSperamoS a continuago dos bons rMsitada d6 f in'fa
icm osaafeimtos nmos n"fo.ssse eoa. vim prumbei nll
e resente de um vo erM&m epeikco para aWoleutIa .gs it

.- I : ''- r"H- -,


.. ; $ ..,,--'**_.ASPa^


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. o -....,aw r. f a. I. o l
^ ,.*.1 ,-'..-.- -. e m a .a


I


i "



















oawi doepoduft bollwan

Um e ontro-deve ar oorao ,
dor da casa, zelembrasdo c feitos dos
anftepasados e a mosmo tempo foombu
o elogo dos socios fallecidqs no decurso
do ultimo annoe academic.
T efa difficilo e delicada-recordar o e
estudar um passado, sobre o qual diver
gem ainda-as apreciagOes dos historiadores,
e fallar de homes que aindla hontem vi-
niam no torvelinho social, e que hoje des-
cancam entire as lagrimas dos que fica-
ram e o mysterio insondavcl de alm-tu-
mulo. Tarefa que, para mim, rodobra
de espinhos, porque, moco e desconheci-
do, como sou, tenho de fallar de uma tri-
buna onde se hobo sentado homes que eu
respeito como glorias da patria, um dos
quaes, meu mnestre e meu amigo, ainda
ha dous annos se fazia ouvir daqui mesmo.
Assim-este dia eleva o nosso espirito
a refleclir na augusta dualidade da exis-
tencia : a vida e a mortS; a vida das ge-
raoes de outr'ora, e a morte dos compa.
nAeiros de jornada.
Dizia, ha mezes, o Sr. Alfred Maury,
que succede corn os povos abatidos o mes-
mo que, corn as familias nobres cahidas
na mediocridade e no esquecimento : elles
se esforgam por consolar-se de sua pros-
%traigo, recolhendo as lembranpas de son
antigo esplendor.
0 moment actual tern esta pavorosa
solemnidade : somos um povo que se atira
cada vez mais na duvida de si mesmo, e
que comeca a ter um riso de incredulida-
de, sempre que uma voz energica lhe falla
no dia da resurreicao.
0 Egypto antigo, A que Michelet cha-
maya o paiz da morte, pelo aspect lugu-
bre e desanimado de sua civilisagao, pela
monotonia inquebrantavel de seun viver,
como que se nos antoiha, como um simi-
le, guardadas as devidas differenoas, do
que hoje se passa centre nos.
Uma raga que se declara incompetent
para o trabalho livre-pela manutenoao do
S service escravo e pela introducCAo do bra-
po mongolico ; que proclama a sua inca-
pacidade scientifica-pelo geral abandon
do ensino, e por sua quasi nulla interven-
Cao no movimento contemporaneo; que
nao tern bastante energia social para af-
firmar-se no governor do paiz, e, antes,
vive a responsabilisar as instituiQoes e as
lois pela anarchia e pela perversdo que Ihe
vao n'alma; uma rapa que, apos meio se-
culo de vidaindependente, nae firmou ain-
S da os tra~os de sua nacionalidade, na or-
dem political, como na ordem litteraria,
na evolaon economic como na evolugQo
philosophica-eis a realidade triste que
os pensadores do paiz tiram do especta-
culo coqftso e contradictorio da socie-
dade brasileira.
Nestas condioies, e bell e salutar vol-
ver a vista para o passado e ver, se no
character dos homens de outr'ora, se na so-
lidariedade das geracoes de entao, ha um
incentive para as lutas modernas. A his-
toria p6de ser o vehiculo que, desses tem-
pos grandiosos, conduza-nos o esfofco viril
que salvaria a patria actual como salvou
a patria de enteo.
Contemplar o fundo historico em que
viveram as geracoes extinctas; sentir a
alma engrandecer-se corn a viso dos he-
roes que foram a consciencia da patria-
que reissuo immensa para aquelles que
sabem comprehender a gratidao que nos
liga aos antepassados 1
0 mundo contemporaneo tern por cor-
to as suas grandezas, e o home actual
assisbe A urea luta nobilissima, que honra
a todos os combatentes de boa f6. Mas,
e mundo historic tern a magestade som-


bria do gigante que cahio na contend :
morreuinteiro, cheio de manchas on de
olaroes, e os pigmeus do dia hdo de res-
peital-o e nao poderio, como aos vultos
da actualidade, matal-o a golpes traiooei-
ros e pequenos.
Os Pernambucanos de hoje, mais que
ninguem, precisam de contemplar essas
6pocas antigas para, por um instant, ver
esta terra viver em nome de uma idea.
Ai de nbs, se os nossos antepassados nao
nos tivessem glorificado no livro da histo-
ria 1 0 que iriamos la escrever hoje, se-


FOLHETIE


AS MULIERES DE BRONZE
POR
XAVIER DE MONTEPIN

EGrUITZA PATEE
0 EVADIDO DA DOURADA
(Continuacoe do n. 25)
XXXVII
E o numero 7 comepou de novero a tre-
mor, emquantLo grossas bagas de sueor he
corriam pelo rosto macilento, corn as ma-
s cOr de tijollo.
Nio falle, disse o negro, fatiga-o.
Vou allivial-o.
0 memento de operar tinha chegado.
Jocelyn tirou do bolso a caixinha de crys-
tal, abrio-a e collocou-a perto de si.
Em seguida pegou n'uma colder, en-
cheu-a corn a pogao, e deitou um dos
globulos cinzentos, depois apresentou-a a
Blancheton, que balbuciou :
0- que 6 que me dA, doutor?
E' a vida...
0 doente beben sofregamente.
Agora durma, continuous Jocelyn,
voltarei d'aqui a pouco.
E eu nio morro I
Prometto-lhe que nio.
Obrigado, doctor.
Jocelyn deixou a- grande sala, dizendo
ao enfermeiro.
S- Desco pars a botica, se sobrevier al-
'pgma coos extraordinaria' venha prove-
ir-me.


too-soe a dI a d do: do idi:
videos comie do lar dometco, dau ram
dicOes da familiar, come dos servios fei-
tosao pai.
No meio de tudo isto; 6 licito refirar-se
o Oidado oanesto da scena, e, em falta de
grandezas no dia de hoje, ir buscal-as no
passado.
Panra isto 6 mister convencer-se elle da
santidade e da verdade da causa, porque
pugnaram os antepassados. A explsao
dos hollandezes desta provincia, esta neste
caso; durante muito tempo, foi assumpto
de polemic, saber se ganhamos on per-
demos corn esta expulso. A discusslo do
problema correu sempre apaixonada,. do-
vido em grande parte A interven0Co dos
prejuizos patrioticds e religiosos, e ao ha-
bito que todos temos de tornar os homes
de outrora responsaveis pelos males que
creamos e sustentamos.
A' uns, seduzio o genio emprehendedor
do hollandez, dominando os mares, e alen-
tando as industries nas terras que pisava;
outros condenavam o dominion insitano,
s6mente por aversio ao catholicismo e
por admiraCao do culto protestante. Hou-
ve tempo em que foi mesmo de born torn,
lamentar a retirada dos hollandezes, e,
como correlative, invectivar a permanen-
cia dos portuguezes.
Hoje, mais calmos, podemos regosijar-
nos corn a solunao da guerra, e abengoar
os esforoos dos que nos legaram ruma pa-
tria latina e catholica. Como tatinos, con-
servamos uma tendencia pronunciada
para a solidariedade political, e como ca-
tholicos, para a solidariedade moral; no
primeiro case, sominos um povo em que
impera o poder, vencendo as resistencias,
abatendo as aristocracias ridiculas, que
possam surgir; no segundo caso, demos
uma larga comprehenslo ao sentiment
religioso, e nao herdamos das seitas pro-
testantes o odium theologicum que as
caracterisa.
A' gerato actual cabe transformar es-
tes factors do nosso organismo, e na or-
dem social, como naintellectual, preparar
o paiz para a realisaoao do regimen de-
mocratico scientific.
Lamentar a soluco dos conflicts his-
toricos, 6 proprio dos povos e dos espiritos
abatidos. A historic nao 6 mais o thea-
tro dos caprichos humans ou dos desig-
nios da Providencia: as suas evolucoes
tern uma fatalidade, que permitted a scien-
cia estudar o movimento das sbciedades,
como se estuda a gravitaCao dos corpos
celestes.
0 hollandez foi, por foroa das cousas,
expulso desta terra. Tudo conspirava em
sen favor: a fraqueza do adversario, come
o apoio dos indigenas; o abandon d4 co-
lonia pela metropole, como os poderosos
meios debguerra de que dispunham as ex-
pedioes botavas. Havia de outro lado
um povo alqu.ebrado ao peso de uma'guer-
ra de vinte annos; desarmado, pobre de
recursos. E, no entanto, aeste pertenceu a
victoria. Os admiradores do regimen
hollandez, deviam reflectir melhor sobre o
que foi elle centre nos.
Joao Francisco Lisboa assim se exprime
em relacao ao Maranhao: ( a physiono-
mia da invasao hollandeza, e toda mill-
tar; a guerra, corn todo o seu cortejo de
horrores, aggravados pelas paixoes ruins
dos conquistadores, eis o unico quadro
que temos a observar nesse period fa-
tal.
Esta sentenca pode-se ampliar aos de-
mais lugares occupados por aquelle povo.
Em tedo o littoral do Maranhao a Bahia,
o que vinham fazer as esquadras hollan-
dezas? Devastar os nucleos coloniaes,


incendiando os estabelecimentos, saquean-
do a riqueza public e particular. Houve,
e exacto, em Pernambuco, o governor pro-
gressista e moderado de Nassau; mas esta
excepoao accusa ainda mais a cdbiga e o
mercantilismo de seus compatriotas, que o
fizeram-retirar-se, entregando-se elles de
novo ao system das rapinas.
Os portuguezes, enthusiasts e crentes
na misso de quese fulgavam encarregados


acordado ?
EstA.
Como vai elle ?
Muito mal, considero-o perdido.
O pharmaceutico trabalhava no labora-
torio.
Consente em por per um instant o
eoeu gabinste A minha disposilo ? Precise
redigir algumas observaQoes.
Mas, como nae, doutor I Est& em
sua casa.
-Mil gracas.
0 gabinete do pharmaceutico continha
uma bibliotheca muito bern guarnecida
corn livros scientificos.
SJocelyn escolheu um tratado de chimi-
ca e 'comeeou a consultal-o, tomando ao
mesmo tempo notas n'uma meia folha de
papel.
Em seguida fez um calculo long e com-
plicado, no qual absorveu toda a sua at-
tengo.
No e possivel haver engano, mur-
murou elle em seguida vendo o resultado
dos algarismos que acabava de traar.
Tirou o relogio, olhou para os pontei-
ros, e continu9u:
A crises comecara d'aqui a media he-
ra e durara doze a quinze minutes. Ao
cabo deste tempo a lethargia serA com-
pleta. Durara tres dias... 0 enterro pode-
ra ter lugar arnanhi a tarde. Teremos
que lutar contra mais de um obstaculo,
por~m vencol-os-hemos.,
Depois deste curio monologo continuous
a ler e esperou.
No fim de vinte' "inutos ,consultou de
novo o relogio e fechou o livto.
- Quno minutes passaram-se ainda-e o
Ola r4b entio0a. predipitagamente.
I j fA*, dimeO tt, encarregou-m
aAuft valgmincmi-
** f .. |


Compete-me, agora, lembrar a existen-
cia dos nossos consocios falloecidos. Fo-
ram otioes o Dr. Francisco Gomes Velloso
de Albuquerque Lin, e Kevm. D. abbade
Frei Antonio do PatrecinioAraujo, o agri-
cultor Firmino dos Santos Vieira, o major
Salvador Henrique de Albuquerque, o Dr.
Augusto Carneiro Monteiro da Silva Santos,
e o Dr. Aprigio Justiniano da Silva Gui-
maries.
Os tres primeiros tiveram urna vida
modest, e, nas profissoes que adoptaram,
conseguiram legar um nome honroso.
0 Dr. Francisco Gomes Velloso de Albu-
querque Lins foi juiz municipal supplen-
te, e promoter interino nesta capital. Foi
um home infeliz, A quem a fortune nao
prodigalisou os mesmos dotes que a na-
tureza.
0 D. abbade Frei Antonio do Patrocinio
Araujo, natural da Bahia, pertencia A
rica ordrem de.S. Bento, da qual elle era
um representante complete :dado ao trato
social e caritativo em extreme.
** *
O nosso consocio Firmino dos Santos
Vieira era um agricultor estimado, que en-
tre nDs estabelecen-se, gosande dos f6ros
de home ameno.
A more do major Salvador Hlenrique
de Albuquerque abrio um vacuo immense
em nossas fileiras. Companheiro assiduo
e dedicado, a sua existencia flea assigna-
lada na historic do Institute como uma
das mais prestimosas.
Nascido na cidade da Parahyba, aos 24
de fevereiro de 1873, filho do teneate-co-
ronel Amaro Joaquim Rapose de Albu-
querque, governador d'aquella capitania,
o nosso consocio cedo veio para esta pro-
vincia, onde cursou as aulas do antigo Ly-
ceu de Pernambuco.
Em 1832 foi nomeado, em virtude de
concurso, professor de instrucQao prima-
ria. do 2. grAo, e n'este character foi resi-
dir em Olinda. Muito Ihe deve o ensino
primario: escreveu grande numero de
compendios elementares, centre outros uma
Historia do Brasil, obraO que ainda hoje
sao adoptadas nas escolas.
Como lodos os homes dresses tempos, o
major Salvador envolveu-se na political,
filiando-se an partido conservador, do
qual recebeu as honras de eleitor, juiz de
paz e vereador da camera de Olinda. Estas
tres entidades, hoje nullas perante os pro-
gresses da arte eleitoral, eram entio dadas
aos cidadlos mais destinctos; o eleitor nao
via a sua personalidade negada publica-
monte; o juiz de paz nao era carregado
para presidir trabalhos eleitoraes; e o
vereador nao tinha o sea nome escripto
nos livros das casas commerciaes.
0 nosso estimado consocio foi ainda
membro do conselho director da instrucQo
public e secretario d'esta repartiolo.
Occupou tambem cargos na guard na-
ciooal, eem 1860 foi agraciado comn o ha-
bito da ordem da Rosa.
Quando em 1862 fundou-se oste Insti-
tute, a sua adhesio foi das primeiras. A
nossa Revista ahi esta para attestar o
quanto trabalhou, elucidando questoes
duvidosas, e examinando alguns monumen-
tos que servissem para tornar exacta a
historic. Quando falleceu, era secretario
perpetuo d'esta casa, cargo em que substi-
tuio ao Dr. Jos6 Soares de Azevedo. Mor-
reu em 31 de agosto de 1880.

O Dr. Augusto Carneiro Monteiro da
Silva Santos foi tambem um home tra-
balhador, de muito merito. Formando-se
na idade de 21 annos' na Academia de
Medicina da Bahia, considerado ja pelo
profundo conhecimento das mathematicas,


E entSo ?
0 numero 7 estA a morrer; a ago-
nia ja conmeou.
Sabia que estava muito mal. Vamos
vel-o.
E Jocelyn subio corn o enfermeiro e o
pharmaceutico,
Blancheton, corn o rosto decomposto,
torcia-se em convulses horriveis, dando
gritos de d6r, que faziam passar calafrios
sobre a espinha.
.E' singular, musmurou o pharma-
ceutico a o oavido do doutor; ninguem
acreditaria que o pobre diabo succumbisse
A sua plearisia, haviam de dizer que mor-
reo envenenado.
Tenho visto muitas agonias some-
lhantes, nas quaes o veneno -nio tern a
minima parole, responded Jocelyn; al6m
do que a po ao preparada per si nao con-
tinha substancia alguma toxica.
No tim de dez minutes de sobresal-
tos, quasi tetanicos, a crise acalmou-se, e
a respiraco, que parecia sahir em folle
de ferreiro, tornou-se leata e pareceu ces-
sar de todo.
Acabou-se, disse o enfermeiro.
Ainda n6o, replicou o doutor negro.
Corn effeito, Blanchetom. levantou-se de
um salto, atirou os bracos para diante,
come para enxotar a morte que via ap-
proximar so, deu um ultimo grito, rouco
e lamentavel; cahio ao comprido sobre o
leito e ficOnu immovel, inerte, corn os
).olhos abertos e vidrados.
Jocelyn apalpou o corpo, encostou o
ouvido no lugar do coraCio e escutou dW
raantle dous segundos. .
SDepois levantou-se, fecbou-lhe as pal-
pebras e corn calms pronuncion estas pka.
lavras
S- As extremidades ostao ja frias..;
trao jia njo bate... esta tude acaba-
do I ,


*
Agora toca a vez aonDr. Aprigio Justi-
niano da Silva Guimaraes, o pernambu-
cane martyr, o orador predilecto dos sa-
rios litterarios, o mestre que em nossas
vigilias academics e patnoticas tomava-
mos como um vidente da Ara nova, urn
prophet da idea democratic.
O tumulo em que seorepousao eminente
cidadao era de ha muito cavado e regado
por suas lagrimas : lagrimas de d6r, que
elle vertia quando pensava na ingratidlo
corn que o apunhalavam.
Nascido a 3 de janeiro de 1832 n'esta
cidade, seguio corn proveito os estudos
preparatorios, de modo que em 1851, aos
19 de novembro, corn 20 annos incomple-
tos, recebeu e grAo de bacharel em direito
pela Academia de Olinda. Em junho de
1852 seguio para o Ceara, como secreta-
rio da presidencia d'esta provincia, e n'este
cargo demorou-se atW dezembro de 1853,
No anne seguinte teve assento na Ca-
mara dos Deputados, enviado pela mesma
provincia. Durante as tres sepsSes de
1854, 1855 e 1856 fallout elle por diversas
vezes, centre outras combatendo um pro-
jecto de reform judiciaria do finado con-
selheiro Nabuco, project que elle julgava
em part attentatorio da liberdade de im-
prensa e apresentande um project de lei
sobre a propriedade litteraria, project
que mais tarde entrou em discussion,
Ao mesmo tempo que exercia as' func-
0oes de deputado geral, foi eleito provin-
cial em Pernambuco na legislature de
1854 a 1855. De 1855 a 1859 occupou o
cargo de official-maior do Tribunal do
Commercio de Pernambuco. Em 1858 f6-
ra-lhe conferido o grao de Dr. em direito,
e, depois de entrar em varies concursos,
foi nomeado lento substitute da Academia
do Recife, em cojo character oceupon di-
versas cadeiras, atW que em 1870 foi pro-
vide cathedraticamette n'uma de Direito
Civil, e -no anne seguinte na de Economia
Political, que occupou at a morteo.
Eis em resume as principals datas da
biographia do Dr. Aprigio Guimaraes.
A sua vida de home public, a evolu-
Oo sempre luminosa e progressista de seu
espirito, as suas lutas de liberal e de pen-
sador livre-occupariam um espaoo de
que nao disponho.
P6de-se assegurar que poucos homes
no Brasil foram tio legitimamente orgeos
de uma geraolo, e poucos, come elle, gosa-
ram do prestigio e da reputablo quo de
norte a sul o acompanhavam.
Conservador, nos primeiros annos de sua
vida, come nuncanegou, a sua intelli-
gencia pareceu que no campo liberal po-
doria empregar melhor os bons desejos
de cidadao, e em 1860 vemol-oja alistado
nas fileiras ditas liberals. Seguio-se o pe-
riodo confuse das ligas e fusoes, period
do qual a posteridade nunca tera conhe-
cimento complete, takes sao as contradi-
c6es e mysteries que o cercam. Liberaes e
conservadores, per ordens partidas do sul,
deram-se as mios, sem saber porque, e
marcharam juntos, sem saber para onde.
0 Dr. Aprigio Guimaraes deveria notar a
falta de seriedade que n'isto havia, e desde
entao as suas .vistas political tinham no-
cessariaoaeute de se alargar. Nao que elle
estivesse fora da contend; filiara-se no
grape A que chamavam genuine, deno-
minacao que alias merecia o mesmo valor
da de progressista.
- A luta entire os dous grupos foi ingloria,
como soem ser entire nos todas da mesa
natureza; o Dr. Aprigio Guimaraes en-
tendeu que se devia fallar de ideas libe-
raes, de compromissos, e para este fim
creou o jornal-Opinido Nacional, cujo
programma era a implantacao do libera-
Jismo, qno o distinct cidadao chamava ra-


0 enfermeiro arrancou a folha da ma-
tricula, collocada A cabeceira do leito.
Assigns a papeleta, Sr. doutor ?
perguntou elle.
Logo, no escriptorio da pharmacia.
E' precise levar o corpo immediata-
mente para o amphitheatro.
Sim, eu desgo comsigo.
o enfermeiro e um do seus serventes,
collpeando-se um nos pes e outro na ca-
bega do leito, enrolaram as roupas corn
uma rapidez de execuoao que result da
continuaoo, collocaram o cadaver aos
hombros e tomaram o caminho do am-
phitheatro.
Jocelyn seguio-os.
Oa I tie Eahire, disse o enfermeiro
a um velhinho encarregado de gtrular
a sala de dissecaao : aqui esta um cati-
ca que vem obter uma commutabol de
pena.
Porque tempo era a delle ? pergun-
tou o velhinho.
Dez annos.
Perdlo para sempre, para elle e me-
Ihor assim.
Os dogs homes deoxaram cahir sobre
uma mesa de pedra o corpo ja duro, que
produzio um ruido surdo cahindo sobre o
marmore.
No precise mais de nDs, Sr. dou-
tor ? disse o enfermeiro.
Nio obrigado... podem subir.
Sr. doutor,; perguntou o tie Lahire,
vai dissecar hoje oesse cidadao?
Nao meu bravo... desci para dar-
The ordem de p6r jA o corpo no caixiao,
.orque, em verdade da natureza da doen-
va, a decomposiQo sera prompta.
Basta... em meos do uam minoto
eatA prompto... sb o tempo prMciso -.
lhe tirara camisa antes quo e
completadente frio. -
E' tadisgo ik lL' ;.


4 t
S /


I


mod'Lf efpoxVaw
Xit872 srgio a questio religlosa, e
com ella urna Wva phase na da pelo Dr.
U saw .eeaXjoso, em nome de um
or...'af.ibr aa luva t &tma or*
-emde coi asqe 40bie, coin loda a irazo,
julgava offesa i purea do dopma; de
outro lado, ama graqo robusta, edu-
cada no ideal modero, acceitou a luta
em nomede oprincipios, qaealguns oumel
tavam no enleio de mma reconfciliaco j
impossivel,e outros proclamavam em toda
a sua extensio.
Momentos tristes esses em que se despe-
dagam os corases e sentem-se no vacuo
os espiritos; durante os quaes o meio
termo 6 a bandeira da hypocrisia e da co-
bardia, ou, qaando maito, o arrimo da
ingenuidade.
0 Dr. Aprigio Guimarles nio deu tre-
guas ao que elle chamava a invasioultra-
montana ; na tribuna popular e na im-
prensa, na cadeira de mestre e nas con-
versas diarias, eHe atacava o inimigo va-
lentemente; e so, no calor da discussio, a
sna imparcialidade soffria e o adversario
recebia golpes demasiado duros, era que
o liberal amedront&ra-se extremamente e
o cidadlo extremecia, sobretudo pela inde-
pendencia da patria.
Foi notavel a progressio do espirito do
Dr. Aprigio Guimares durapte a question.
As novas doutrinas philosephicas de Comte
e Spencer apresentaram-se-lhe como um
raio de verdade e de jusliQa em meio a
violencia e exclusivismo das opini6es. Em
quesltes sociologicas os livros de Spencer
eram os seas guias, e em seus discursos e
em suas conversas, o nome do philoso.
pho inglez rematava constantemente um
conceito, ou fundamentava um modo de
ver.
Terminado o conflict religioso, o Dr.
Aprigio Guimaraes volveu a vida de mes-
tre. Comecava jA a esquivar.se da poli-
tica, desilludido de quaesquer esperanoas.
0 desanimo invadira-lhe a alma, e aquella
intelligencia robusta sb apparece nas pre-
leco~es de sua cadeira e nos discursos aca-
demicos.
0 anno de 1878 foi fatal ao distinct li-
beral. 0 orador festejado dos tempos da
opposioo, nao foi achado digno de repre-
sentar o sen partido.
E basta n'este assumpto.
0 Dr. Aprigio Guimaraes tinha urna ele-
vada intuigao patriotic; mostrou-o di-
versas vezes n'este Institute, defendendo
os heroes da historic da provincia, e rei-
vindicando os seus brios affrontados polos
escriptores aulicos.
Devo terminar. Deste cidadlo, que
agitou a intelligencia de uma geraego,
resta boje-um nome puro, como reconhe-
cem agora os que ainda hontem tanto
concorreram para a sua more.
Homem de coraolo liberal, que acredi-
tou de mais, orador primoroso, publicista
adiantado, e pernambucano da velha tem-
pera-eis os titulos do Dr. Aprigio Gui-
maraes ao preito da posteridade.
E tenho cumprido a miss*o de que me
encarregaram os meus bondosos confra-
des.
Em nome do Institute agradeco ao
Exm. Sr. president da provincia, as de-
mais autoridades e a todos os cidadios
presents o seu comparecimento.


ASSEMBLE FERAL
SENADO
SESS'O EM 23 DE NOVEMBER
Reforma eleitoral
CContinuaQao)
Entende que nao ha inconstitucionali-


dade na incompatibilidade parlamentar do
project; e si tal inconstitucionalidade
existed, esta ella em muitas disposioqes de
1846 a 1875, que, entretanto, jA passaram
a factos consummados.
Aceita a emenda :do honrado senador
polo Maranhio, qqual concilia o rigor da
proposta e a condioao de indepencia do
parlamento: assim dar-lhe-ha o sea voto.
Refuta ainda uma proposiolo do honra-
do senador por S. Paulo, qne qualificou
os magistrados como- os primteiros viola-
dores da lei eleitoral vigente. 0 nobre sena-
dor esqueceu-se dos escandalos das juntas


M S IO EM M DE NOVMEBO'
0 Sr. Feraandm da Cun*
vem fazer um discurso, mas simp eiu
expor observaCes sobre a matefir do ati
go em discunsslo, coherente corn as dWas
qua tern sustentado.
Labora em muitas duvidas, o que nao
de ostranhar quando as mais ,altas.nteli-
gencias do imperio, nas diversas puU
political em que se tern agitado, em tnma
e outra camera, esta gravissima qu o,
tmrn convergido para estabelecer condioes
de born exercicio de direitos tio impor-
tantes.
0 orador entra na analyse da Constitui-
gio do Imperio, e demora-se em demons-
trar que no art. 79 ella decretou as in,
compatibilidades constitucionaes, vedando
o mandate politico aos presidents deo p ro-
vincia, aos secretaries e aos commandaa-
tes das armas, doutrina esta que e Acto
Addicional no art. 23 tambem reforcou.
Cita ainda os arts. 96 e 97, e diz que,
por amor de uma chimera, pretende-se
sacrificar os principles mais solidos e ma9s
fundamentaes da organisaogo political.
As incompatibilidades na sciencia do
publicist, em theoria pura, slo material
estranha, desconhecida, funesta e desastro-
sa. 0 principio da escolha do represeln-
tante 6 a confianoa do eleitor; e o reco-
nbecimento de sua capacidade pol'"a,
moral, scientific, esta na sua beneq
cia, no seu patriotism, nas sua5
qualidades moraes, na fortaleza e :,
tegridade do carter, que 6 uma .atia
mais efficaz do que o talent e a sciencia,
porque 6 a qualidade que constitute essen-
cialmente o home, que caracterisaW in
dividualidade.
0 qua A precise 6 defender a Constitui-
0,o, que 6 o paladio das liberdades a ga-
rantia das garantias. Entretanto, faz-se
da Constituicog material vii, e trata-se della
como se fosse um impedimento eterno,
um obstaculo invencivel ao supposto pro-
gresso que se quer imp6r como tal, quan-
do 6 regresso.
A incompatibilidade s6 poderia ser de-
cretada polo principle' cardeal, invocado
polos nobres senadores, pela necessidade
da divisao ou separablo de poderes, nao
para ficarem segregados uns dos outros,
em colliso, em conflict, porque a Con-
stituiolo sabiamente prescreveu no art. 9.
a harmonia desses poderes, embora divi-
didos e separados; e o principles conserva-
dor dos direitos dos cidadlos estai na garan-
tia da divisao e harmonia dos poderes.
0 order nao quer renovar a largo e
profundo debate de que a naoo brasileira
se record corn ufania e just orgulho,
pela elevaoao que attingio entao em uma
e outra casa do parlamento; mas rememo-
rara simplesmente o esforoo herculeo e
titanico exercido pelo grande patriota exi-
mio ehefe conservador, cuja morte -a ,1-
Co lamenta, Euzebio de oQueiroz Couti-
nho, o repressor do trafico, como o il0s-
tre Visconde do Rio Branco foi o emauid-
pador do venture.
Le alguns trechos do parecer da com-
misslo do senado em 1855, e refere-se ao
voto em separado que discrepoU em va-
rias questoes.
O orador nao 6 homem pratico nero
ideologo, mas procura sempre a razio das
consas, e quer guiar-se por principles, per-
que s6 respeita o direito e a sciencia, e
naoconhece autoridade que se the imponha.
Desconhece a alta razao pplitica que quer
prescrevrer o direito, tyranisar a represen-
taoao national, constituil-a um monopo-
lie ou um privilegio de classes menos ,in-
dustriaes, menos civilisadas, menos expe-
rientes, menos capazes de fazer a lei, de
governar o Estado, porque a lei 6 grande
norma social, o regulador de toda a es-
phera juridica, e a significance de todas
necessidades, de todo os interseses legiti-
timos, porque para fazer a lei 6 pro-,
ciso o concurso de todas as luzes, de
todos os interesses, de todos os ramos da


actividade national.

'Contina)
I I IICIoni.ga)


- E' o regulamento, Sr. doutor.... e Vou ajudal-o, disse Jocelyn.-
nao posse deixar de Ihe obedecer. O0 senhor, Sr. doutor.
Ande, entao... Sim... vamos.
Em um abrir e fechar d'olhos, o tie La- Nao A per nao querer aceitar, porfn
hire deixou nii o corpo magro de Blan- urma grande honrs que o senhor me dis-
cheton. pensa.
Agora, continuou elle, vou cercal-o 0 negro levantou o corpo pelos horn-
do serradura de madeira para cortar as bros, o tie Lahire fez outro tanto do ldo
infiltracoes, e conserval-o bemrn quente. dos pes, e 6stenderam-n'o no caixio.
E' a sua ultima camisa, catinuboa
xxxvIII o velho, eo no ha de pagar muito a la-
vadeira pela lavagem...; gora toca a cal-
gal-o.
Em um canto da sala de dissecaCaes es- E juntando a acglo As palavras, deito0
taa uMa.pilha de caixoes de pinho, dos A roda do cadaver uma nova camada da
que se fabricam por atacado para os en- serradura de madeira.
terros do ultima classes. Pde-se fechar o caixo ?
0 tio Lahire tirou urn, collocou-o em P6de.
cima de urma mesa de pedra e guarnece a O tie Lahire collocou a tampa e unio-a
cornm urma espossa camada de serradura, corn uma duzia de pregos compridos, de
molhada corn uma dissoluole chimica, cabega grande.
propria para neutralisar os gazes e os li- Esta prompt, continuous elle, e corn
quidos provenientes da decomposicao do today a limpeza, posso me gabar.
corpo. Jocelyn subio, escreveu na papeleta do
Emquanto este se entregava a eslte tra- leito n. 7, per baixo do nome Blane ,,,
balho, Jocelyn approximon-se do cadaver, ton, a palavra-MORTO,-escreveu a jk
complelamente despido, e apoieu o dedo e assignou, depois levou este docent
indicador da mio direita sobre urma das secretpria da pris.o. "
arteries do pescoso. Um obito pars registrar
0 resulsado desta-experiencia foi satiafac- aoescrivdo. O de Blanchet -.
torio, porque uma expresso de viva ale. AhI um grande trataNl -
gria illuminou o son rosto sombrio. nado a dez annos de trabj^hw for
Para todi a gene Blanchelon estava Elie m6smo. '
morlo; unicamente para o doutor vivia. Boa viagem I E' um de meno,
0 velhinho tirou de urna, caixa uma -- Deixa bastantes recordagoes 'd sua
sarapilheira, espocie de linho ordinario, pessoaes.
de um tecido muito frouxo e fez corn ella Quando 6 0e o enterro ?
uAm len0ol. Amanb sqaat T ras.,
Agora pars o caixiao I disse elle corn '1
umar(zombaria que parecia descabida em "
lugar. 0ue njoserA Auito facil pa- :
ii ,_ .. ain t que io.W'0tr neo estea .-
e Eton. ..em v
liEh I aFA
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