Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:13398


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Full Text













































Foi nomealo presidential da Cama-
&a do* Deputadox o Sr. Cobblno em
opiposlefo ao Sr. Cairoli., fazendo o
smisaterio question de gabinete por
easa cauna.

LONDRES, 20 de manr.o, a tarde.

Csrr, o boato (de qne o Sr. lails-


lone, primeiro lord da tlhesonraria,
darai proximamente sna demiis.mio.

Agencia Havas, filial em Pernambuco,
22 de marco de 1884.



TlStVC1iO POPULAR


(Transcripeilo)

CAPITULO VII
MACNAS SIMPLES
(Contuuag4o)
Roldanas
A roldana-6: urna mlchina simples destinada
a mdar a direcgao de um movimento, gastando a
menorforga pmsivel em vewcer os attritos provenien-
tes d'aquella mridanga.
A roldomana 6 constituida pon urna roda de ma-
deira ou de metal, cuja circunferencia 6 toda ca-
vada ou cannelada, de modo que se possa n'ella
passar uma corda, e tern o movimento em torno de
um eixomentral. A parte cavada onde passa a
eorda, tern o nome ao gone, ou agargata, ou mcia
canna.
0 eixo central, em volta do qual gira a roldana,
esta fixo ou apoiado palos sous extremes emn um
support de ferro, que tern o nomn especial de alka,
Se constitaido por una regaa de ferro, de peqie -
na largura, dobrada sobre si mesa, de mode
quo entire os dons ramones haja a neeessaria feolga
para o movimento da roldana.
Umas vezes o eixo faz corpo corn a roda e, por-
tagto, st pode girar dentro do dons olhaes pratica-
dos nas extremnidades da alga; outras vezes 6 a
roda que gira em torn do eixo, que portanto 6 fi-
indo A alga.
Na parte central da ala que estabelece a Higa-
11o de um rame para eoutro ha um gancho de ferro,
que tern o nomt especial de gato, e que pof'.e ser-
vir pntra prender a roldana ou pAra se ligar aos
fardos que se hao de levantar.
A roldana po.e ser fixt ou mgvel, conforme so
pole ou nio deslocar da sua p)siao.
Quando a a14I nio tern esta form, e a roldana
est:i mettida dentro de uoia caixa do mad ira de
formna elliptica, toma o todo o nome de mnoitdo.
(Contlnua).



PARTE OFFICIAL

CGoverno da provincial
DESPACHIOS DA PRESIDECIA DO DIA 21 DE
MARCO'
Abaixo assignados, criadores dc gado da cidadc
de G-ar'nhuns. Encaminho-se.
Capitio Affonso Henrique Rodrigues da Silva.
-Designo o 1e batflhilo do servigo activo.
Andr6 Alves de Barros. Informe o Sr. juiz
municipal do termo de Cimbres.
Germano Lopes Frasio.-Opportunamente sera
attendido.
Jos6 Francisco de Arruda Falcao. Informe o
Sr. inspector da Thesouraria do Fazenda.
Joaquim da Costa Guimaraies. Loforme o Sr.
inspector geral da InstrucTao Publica.
Jos6 Luiz da Silva Pote.-Prove que e maior
de 21 annos de idadec e resident no Brasil ha
mais de 2 annos.
Capitao Lniz Joaquim dos Santos Bezcrra.-Ao
Sr. commandant superior da guard national da
comarca do Brejo, para rn imandar passar a guia, de
cue tracta oart. 45 do decreto 1,130 de 12 de mar-
o de 1853.
Tenente Manoel Francisco Arruda. Prorogo
penr 30 dias o praso concedido ao supplicant para
solicitar a patente.
Maria Amelia Mafra de Menezes.-Requeira A
Thesouraria de Fazenda para receber o que lhe
couber do peculio a que allude.
3Secretaria da Presidencia, en 22 de marco
.de 1884.
0 porteiro,
Joaquim Leocadio Viegas.


N. 318. -Seceio 2'.- Seeretaria da Policia de
Pernambuco, 20 de marco de 1884-Illm. e Exm.
Sr. --O Jornal do Recife de 7 do corrente mez, no-
ticaudo em sua gazetilha, sob a epigraphe Um
fat e-rroroso, o crime de infantecidio praticado
% lagar Surubim do term do Bomrn Jardim, e cu-
jaisutuwiag se attribue A Jolo Francisco de Li-
-ma e ua mulher de nome Antonia, que assim
,# aranrm ever proceder em desaffronta A& suan
aggravada, per nsu filha Maria da Concei-
-era por elles considerada donzela, ascu-
ado de policia peor haver ponto em fiber-
6 d Joo Francisco e sua mulher, a quem o
kogado de Surubimtinha prendido.
Nandi ouvir a tal rcspeite o mesmo delegado,
cabsem data de 15 d'este mez, de prestar-
ainfrmalojunta por c6pia, que veto annexa
do Dr. juiz municipal do term, sobre
o umpto, e que tambem envio por c6pia,
c. yeveja qual o resultado das dili-
emiwp edidas.L
gamrde a V. Exc.-hrllm. e Exm. Sr. dss-
Jo6 Manoel de Freitas, muito digno
to daprovineia.-0 chefe de poelicia, RVay-
4-p Teodoriwode Castro e Silva.

Yalso municipal de Bomrn Jardim, 15 de marvo
'e 1884.-I1m. Sr.-Parna satisfazer ooeutefido
do oficio que V. S. di'*o-nWe cow data de hoje,
qm que x declare se j me foi remetti-
do ttmun bqTito pllcial procdido por V. S. sobre
a.- duuei iftuBeddio praticado na povoa&Oo de
Ofti&~ lst: termo,1.4 thoni- a dtclulanr nue no


descobnimento da verdade a autos de perguntas
aos av6s, tios e mvli d'essa crianva, que para esta
cidade foram trazidos pa"a esse fim a requerimen-
to do promoter; e nao encontrando pela8|iligen-
cias que effectuei e nem pelo inquerito refrido in-
dicios de criminalidade, senso em relagio A mu-
Iher que assistio ao nascimento da crianca e ao tio
d'essa crianca, julguei convenient e necessario
emi vista da lei, atftorisar a prislo d'este e da par-
teira, que, por nibo ser mais encontrada em casa
deixou de comparecer n'est- juizo, e portanto do
scr presa, como o primeiro.
Eis, pois, a declaragao que minuciosamento fa-
90 a V, S. para conhliecimento daverdade.
Dcus guard a V.S.-ilm. Sr. major Carlos
Lcitio de Albuquerque, muito digno delegado
d'esta comanrea.-Ojuiz municipal, Liberato Villar
Barretto Coutinho.
Secretaria da Policia de Pernambuco, 20 de
minarco de 1881. Conforme.-O secrdtario, Eduar-
do de Barros Fatc.d de Lacerda.

Delcgacia do po!. do termo de Born Jardim,
15 de marco de 1884.-Illm. Sr.-Tenho a honra
de responder o officio do V. S. de 7 do correrte,
sob n. 1,326, no qual me ordcna quc informed so-
bre uina noticia d'este termo pu')bl.ca'da no Jornal
do Recife do mesmo dia; assim como, a ser verda-
deiro o facto n'ella contido sobre as diligcncias
quo procedi.
Infelizmcntc, em principio do mez corrente hou-
ve umn horroroso infantecidio n'este termo, no lu-
gar Surubim. Communican lo o subdelegado do
respective district, iminmediatamente segui para
esse lugar e proie'di a exhumnaIo do corpo da in,
feliz crianca c ao inqueirito policial quc remetti ao
Dr.juiz municipal do termo. Nern o subdelegado,
nemn eu, fizemos prisiao alguma por nio o poder-
mos, cm vista da lei. So n Ao em flagrante delic-
to, e terminado o inquerito deixei de representar
sobre conveniencia d'ella, porque nao havia n'es-
sa diligencia que procedi indicios da autoria do
crime que me autorisasse a fazel-a.
0 officio junto do Dr. juiz municipal confirm o
que lcvo dito. Apresento a V. S os meus protes-
tos de estima e consideracao.
Deus guarde a V. S.-HIllmn. Sr. Dr. Raymundo
Theodonico de Castro e Silva, muito digno chofe
de policia do Pernambuco. -0 delegado deo policia
Carlos Leittao de Albuquerque4
Secretaria de policia de Pernambuco, 20 deo
marVo de 1884. Conforme.-O secretario, Eduar-
do de Barros Falcdo de Lacerda.


PERNIABUCO

Assemb1 a Pvincial
8.a SESSIO EM 11 DE MARQO DE 1884
PRESIDENCIA DO XM. n. B.Slo ARE DITAPISSUMA
(otwlttsuo)
0 Mr. lMetra de Vamoin eeIlox-, r.
president, tenho necessidade de discutir este pa-
recer...
0 SR. G6ES-E n6s todos.
O Sn. MEIRA-... porque elle 6, a meu ver;i-
pedra de toque do animo em que se acha a maio-
ria de fazer-nos ou negar-nos justiga. Antes,
r6m, d4e entrar no exame da material que eo;eti-
o mesmo parecer, devo profrir algnmal. palawv
em explica9ao a um incident havido durante a
discussio em que tomou parte o men illustrado
college, deputado pelo 1% district.
Nao precise affirmar ao nobre deputado, nem a
csta easa, que tenho a precisa delicadesa para dis-
cutir n'esta, como em qualquer outra corporacfo
que esteja na altura e nas condiZcs em quo se
acha a Asscmbl6a Provincial de Pernambuco.
(Apoiados da opposigao).
0 men exemplo constant n'csta tribune, nao por
mcia duzia de dias de sessao, mas por dons annos
de traballios d'esta Assembl6ea e mais pelo tempo
que tem decorrido da presented sessiao, e a prova
mais eloquent de que o nobre deputado nlo pode
dar-mc lic.ao de delicadesa, nem estimular-me
para tratal-o como S. Exc. merece. Nao tenho culpa
quc o nobre deputado tenha uma susceptibilidade
doentia ede quc vejaem cada palavra uma offense
dirigida A sua pessoa, quando da part de nenhum
de nos ha o proposito de offender a S. Exc., nem a
nenhmn dos nobres deputados, que pensain diver-
samente de n6s em political ou em outra qualquer
material.
(Apoiados da opposiuo).
V. Exc., Sr. president, fui testemunha do modo


desusado porque o nobre deputado recebeu algu-
mas palavras que lhe dirigi quando S. Exc. corn a
sua palavra eloquent, como folgo de reconhecer,
pretendia convencer a todos que este parecer devia
ser approvado. Eu disse ao nobre deputado que,
se S. Exc. chegasse a conseguir aquillo que pro-
mettia, de certo tiraria azeite das pedras; e o no-
bre deputado, pop essa susceptibidade doentiaque
lhe estou notando, enxergou n'isto umna offense ou
injuria, quando devia enxergar uma prova de deli-
cadesa e um alto conceito da intelligencia do nobre
deputado, porque a phrase-tirar azeite das pedras,
Sr. president, significa ter talent superior para
veneer as grades difficuldades, que os talents
vnlgarcs e as mediocridades nao podem sempre
veneer.
Nao 6 minha a phrase, Sr. president, eu li-a
por occasiio de ter em mios um livro que trae-
tava da biographia do eminente Sr. conselheiro
Rebounas, um dos homes mais intelligentes' d'este
paiz. Comquanto nao fosse paramentado comn 'um
diploma academic, esse home, que derramou
lazes no foro e na tribuna parlamentar, sabia nas
grande difficuldades elevir o seu talent a umna
altura tsl que, quando se discutia na camera geral
uma questio important, arrancou de um de seus
comnpetidores, de ecujo nome nao me record, as se-
guintes palavras : a o nobre deputado tira azeite
das pedras. Ora, uma phrase d'estas, que de-
via ser, recebida polo nobre deputado comno oris
nos labios, por isso que era o reconhecimento da
sua grande competencia, foi entretanto recebida
per S. Exc. corn mao humor, que s6d posso suppo"
consequencia ou product do umar sensibilidade um
pouco doentia.
En seguida a esse pequeno incident, quando,
alludindo a um apart dade ao nobre deputado
por um college, eu disse sper um gracejo innocente
que as offensas feitas na lei por S. Exe., eram ca-
-pazes de produzir n'ella grave incommodo de saude
e inhabihtaco de servios por mais do 3) das,
S. Exc. disse quew eu 9 ridicularisava. Ora, ito
nao 6 offensa, Bmm mmo urn acto menos delieadd
pars corn a peuo -o deputado a quem o apalLr 6
dingido. ,..
Sr. presldente, W ae nao me eaforse par& dis
cntir sempre cowl calma, 6 principal Rte M 0
respeito quae todo devemos nos tnibuta.por eerto
que nto p ederia agora saim dando ta expli-
*Wc'. Mas Sr. prisidente, eu fao isdo, pq
leo quero que phase em o men protesto a isneoo
donobre deputado de que eu nn sei revestir-ne
da preeisa delicadesa para diseutir, nem tenho per
habito respeitar a tedos os colleges. (Muito bemn).
Sr. presduonte, a etei religies atten91 aso
dicrso Tro palo nobre deputado pelo 1 dis-
trieto e poSa nUr aV. Exc. que durante eoe
tempo se me a va omo um sonho importuno
istar vnado 4aa trala criaia ue tendo urn


Este conmccito, Sr. president, que acabo de ex
ternar, felzmente nUe 6 un coaceito apaixonad
.nem pode sel-o.
Se en, Sr. president, nlo tivesse visto o esforVo
,tifanico, para nio dizer homerico, empregado polo
nobre deputado pelo 10 district para carregar
sebre os hombros o parecer em discussao; se eu
nio tivesso notado que effectivamente paira no
animo de S. Exc. umra conviclo que bem pode ser
erronea, mas que eu reputo ser de boa f6, de uue
as irregularidades apontadas no parecer podem
trazer a annulagao da eleigao, eu nio voltaria a
esta discussio e conservar-me-hia sentado no pro-
posito de dar silencioso o meu voto; maseu esao u
convencido de que essas nullidadee sio improce-
dentes e de que o nobre deputado labor em erro
e eis porque me acho na tribune.
Sr. pres dente, o nobre deputado comenou a re-
senha das nullidades a que se refere o parecer eo
intuito de demonstrar a sua procedencia polo qpe
diz respeit9 oa falta de juramento aos immediatos
cm votos aos juizes de paz que fizeram part da
mesa eleitoral do Bonito.
Eu, Sr. president, antes de ouvir o nobre
deputado occupar-se do parncer tinha me persoa-
dido de que a refutaio d'essa nullidade feita pelo
meu amigo o Sr. Regueira Costa, tinhatido a forea
de abalar as convicV;cs que porventura podessem
existir no animo dos meus illustres adversaries.
S. Exc. occupou-se da material corn tanta lucide;
corn tanta proficiencia, logica e verdade que eu 'vi
o nobre deputado pe'o 20 district, creio qne re-
lator da commisslo de verificagilo de poderes, ficar
como que preso enm sua cadcira, coact nao son-
tindo forgas para dar-lhe unm apart sequer ; e,
Sr. president, esta opiniao ainda se radicou rmals
em meou espirito, quando vi o meu nobre college
vir A tribuua e n'ella, permitta-se-mo a expres-
s/io, apresentar-se frauxo, vacillante, nao achaa-
do cm que animar-se.
Sr. president, nio ha necessidade de juramen-
to aos inmmediatos em v itos dos juizes de paz, que
devem fazer part das mesas eleitoraes.
Diz o regulamento eleitoral em soen art. 118 :
(16)
O)ra ninguem, nao 6 precise ser jurisconsulto,
pode tirar d'essa disposigao outra conclusAo senle
que os immediatos em votes ie juizes de paz, mas
que nio sie juizes de paz, nio tern necossidade de
prestarjuramento, nem deven mesino prestai-o
para fazer part das mesas eleitoraes.
Em primeiro lugI estas disposi90es nio podem
ter outra interpret o senlo esta, porque nos sa-
bemos que o que sonatitue material de solemni-
dade nio se deduz per analogia, mas simnplesmente
procura-se encontrar na lei, e toda a vcz que nio
existed n'ella, nio se pode dizer que urn actor 6 nulle
por cauna dafalta de ura forinalidade da qual
a propria lei n -cogitou.
So passarmos d'eate ponto a attendermos a que
eate mbsmo reglamnento no art, que se segue so
art. 118 que e o art 119, dix : (1M) terenmos uma
ssgunda razao para affirmar a primeira intelli-
gencia da lei, isto 6, que, os immediatos em votes
dos juizes de. paz nao precisam ser juramentados,
precisando somente sel-o aquelles juizes ; porque,
Sr. president, se a lei tivesse em vista a necea-,
sidade dos supplentes de juizes de paz prestarezt
juramento, do mesmo modo porque devem prestalk
o os juices de paz, nesse caso a lei teria abraigido
na sua disposioo esses supplentes ou immediatos
em votes. "(Apoiados)
O S. FAL.CAO ddi umn apart.
0 SB. MUIRA- Sr. president, o nobre depu 4do
iurm oellega euito tal sa e urn engenheii'.
muito distincto ; bem pode Per "que applicando o
compasso e outros instruments de engenharia
possa sempre chegar ao resultado precise quando
se occupa de assumptos da sua profisslo ; mas
quando se tracta de appliear a lei e os principles
de direito aos cases occurrentes, todo o instru-
mental do S. Exc. torna-se inutil.
0 SR. ARISTA&CHO di umn apart.
0 SR. MEIRA- V. Exe. acaba de ennunciar um
principles false ; acaba de dizer que desde que a
lei nao exigio a formnalidade do juramento para os
immediatos dos juizes de paz, implicitamente ecxi-
gia para esses immediatos essa formalidade. E'
exactamente o contrario o que ensinam os princi-
pies da hermencutica e da jurisprudencia : quan-
do a lei niao torna explicit a necessidade de uma
formalidade corn relapao a um individuo, tendo-a
alias tornado explicit corn relagao a outros, a
conclusao 6 que aquelles nabo fioam sujeitos a essa
formalidade.
(Ha um apart do Sr. Aristarcho Lopes.)
E' um principio do logica e do hermeneutica ju-
ridica que a inclusio de unea cousa importa a ex-
clusio de outra. Ora, desde que so applicar estc
principle, que 6 nuna especie do compasso na her-
meneutica, teremos este resultado : que o legisla-
dor tendo incluido os juizes de paz na nccessidade
do prostar juramento, ipso facto excluio essa ne-
cessidade em relacio aos seus immediatos cm vo-
toes.
(Apolados e apartes.)
Sr. president, os immediatos em votos dos jui-
zes de paz nao prestam memo jumamrnto, e se o
nobre deputado atteader ao mechanismo pelo qual
se regular essas funcg6es; se S. Exc. tiver em
vista que os immodiatos em vwtos dos juizes de
paz nao sio juramentados, e conciliar oste facto
juridico corn a disposigao legal em relacaio ao ju-
ramento para os juizes de paz, ainda mais ficari
convencido de que essa formalidade n'ao 6 Drecisa


para os immediatos d'esses juizes. 0 legislador
deixa perfeitamente antever que os juizes de que
elle. exige juramento sio aquelles que a isso siae
obrigados pelo mcio commum e tanto que prev6 a
hypothese de nao terem sido essas juizes juramen-
tados polos mceios communs e procura dar reme-
d&o a isso suggerindo o expediente d'elles presta-
rem juramento perante as mesas eleitoraes fazen-
do-se d'este facto mencio na acta respective.
(Apartes.) ,
E' isto o queose doduz nao s6 do proprio espiri-
to d& lei, e come da lettra express do Regula-
mento.
(Apoiados e apartes.)
Sr. president, os immediatos em votes dos jui-
zes de paz quando fazem parte da mesa nao exer-
cemn funccoes judiciaes dome disse n'aquella
baneada, nao sei qual dos meus illustrados colle-
gas.
Os supplenteus de juizes de paz fazem part das
mesas eleitoraes da mesma sorte que p6de fazer
parte d'ellas um eleitor qualquer, e se os nobres
eputados quizorem oneontrar a razio pela qual o
elislador foi buscar.4 immediafos em votos, dos
juizes de paz para tem r as mesas, verlo que
die procure eseolher a pessoas mais aptas par
exercer essas funecss em vista dos votos que re-
colheram e qae os eollocanam n'essa posicio social
e a par deo significar a coafianqa de seus coucida-
4dos, quer de urn, qu deo outro partido.
(Ma um apart do Sr. Ferreira Jacobina.)
Este 6 o pansamento da lei. Mas, Sr. presiden-.
to, eaum vezj umn argumeuntador disse que estabele-
cidos os principios also, tante mais se erra, quan-
to melhor se argument. Foi justamente quae
fez o nobre deputado. S. Exc. estabeleceu, prin-
cipios false pars chegar & couelusao da nuflida-
de do diplomat do meni niobre amigo Sr. Regneira
Costa. Da-se perifeitamente o case de que fallei.
Ura ves estabeleidos principios falos, a con-
clusalo a= podia deixar de ser outra, isto 6, erro-
nua ealma Assim foi o fdbre deputado forcado,
depois quo estabeeoeu puimipios errbneos a tirar
aIquella" comclusoes quo no acabamos de ouvir
,._L do *deerro1 em- err%^ paa ardar a aoie-
cenis de sat arguaentao1o Pic. ehegoa atW a
dAier quo o simple bitor messnio exene fsno-
?tjuodiaoe e pjo t.to dove prestar jura-


ouer no sea espirito quer na sua letra, pn)rque niao
ouve ainda um s6 quo so lecmbrasse de semelhan-
e cousa, que se lemnbrase de xigir juramento ao
leitor mosario.
Ora, nao 6 posivel que estoja concretisado todo
e saber desta terra semente nos illustrados de-
putados autores do parecer quo so dispute.
N'esta Assemblea, ondo tantas vezes tern sido
consultada a lei; n'esta Assembl6a onde tantos
deputados tern defendido os seus direitos, ainda
inguem se lembrou d'isto. Como se explica so-
mnelhantc fact ? N'este paiz, Sr. president, aon-
de ha tantos homons abalisados, ainda nao houva
um s quo q dissesse que a lei exigco juramento para
os eleitorcs que fazem part das misas cleito-
raes!
0 Sm. G6ES dA um apart.
0 Sn. MEIRA-Diz miuito bemn S. Exc. S6 aos
*nobres deputados sigmiatarios do parecer em dis-
,cusaio estava reservada n'esto paiz a tarefait do
distinguir esta exigencia na lei da refcrma elei-
toral.
Sr. president, on ouvi dizer na bancada op-
posta que os immediatos em votos deviain prestar
juramento, porque elles cram supplentes dos jui-
zes de paz e neste caso deviam prestar juramento.
Mas, Sr. president, os juizes de paz sio substi-
tutos uns dos outros, de modo que quando se acha
impedido o lo substituido pelo 2 e assim por
diante. Ainda portanto, Sr. president, esta ar-
gumentagio apresentada polo nobre college da
bacada opposta, nao pade absolutainmente preva-
lecer, naio subsiste de p6 um instant se quer ;
porque os immediatos corn votos na hypothese do
parecer em discussio nao substituirao os juizes
de paz, como a illustre commissio procurou de-
monstrar. De )opois, Sr. president, os immediatos
em votos nas condicues cm que so den a eleicao do
Bonito nao serviram em substituiiao de juices
do paz, de modo que ainda quando fosse verda-
deira a argumentuaio dos nobres deputados, ain-
da quando fosse verdadeire o principio por S. Exc.
invocado de quo os iinmmediatos em votos substi-
tuein os juizes de paz, nato aprovwitaria para o ca-
so, porquanto nao se cogita da hypothese de te-
rem. os immediatos em votos substituido os juizes
de paz na eleicio que teve lugar na parochia do
Bonito. Elles exerceram funceves proprias, repre-
aentaram e fizerain part da mesa nmo como substi-
tutes, mas por autonomia propria e como repre-
aentantes de si mesmos em virtudo da lei e emvir-
tude do regulamento.
NestAs eondic6oes, Sr. president, nio podem os
nobres deputados corn verdade dizer, nao podemn
de boa f6 sustentar, quo os immediatos em votos
dos juizes de paz devem ser juramentados. Ainda
quando fosse verdadeiro em dircito a conatituir
o principles invocado pelos nobres deputados, elle
nao assenta actualmente no espirito da lei nemr
sos factos que temos observado constantemente
em todos os processes eleitoraes depois da decre-
tai.o da lei da reform. Sr. president, os meus
distinctos colleges nito invocaram siquer uma s6
disposigIo para comprovar que es immnediatos em
votos devem ser juramentados. Ss Exes. esfor-
aram-se domasiadamente, mas nao conseguiram
plautar a convicqAo no nosse espirito fazendo nos
pensar de mode diverse d'aquelle porque nos pen-
samoo. Se assim 6, se nae foi apresentada uma
unica disposicao legal que podesse vir em soccor-
ro dos nobres deputados, a- couasequencia 6 que a
pullidade apontada per Ss. Exes. 6 puramente
imaginaria.
(Ap dsg e nilo apoiados. Apartes em ambas
Doeade quo a lei nio exige a formalidade doju-
ramento ; desde que os immediatos em votos cum-
priram o seun dever dentro do terreno legal, onde
a nullidade apontada pelos nobres deputados que
so sentam na bancada opposta ?
0 SR. JosE MARIA-Esta nullidade jA foi per-
feitamente demonstrada.
0 SR. MEIRA--O modo de pensar dos nobres de-
putados, nio se ajusta corn a theoria da lei, nao
se ajusta corn aquillo que estatuio o legislator.
0 SR. Jos MARIA dA umn aparte.
0 SR. MEIRA-Os nobres deputados, Sr. presi-
dente, fazem esse esforgo inaudito, por que qucrem
a todo transe e por todos os meios possiveis en-
grossar ainda mais a maioria de qne jA disp5em,
apezar de ser ella sufficient para esmnagar a to-
dos n6s. (Ha um aparte do Sr. Arruda Falcao).
Fclizmente o nobre deputado que me honrou agora
corn o sen aparte rcvelou o pensamnnto de seus
amigos.
S. Exc. disc que nos pretendeoros .quc elles pe
suicide fazendo-nos justica.
Isto quer dizer: nuo 6 a intelligencia da lei;
nao 6 a necessidade de fazer justica que dirige a
S. Exc., 6 apenas o temor do suicidio partidario,
nero ao menos 6 o do suicidio politico.
E' unicamento isto o que esta dirigindo a Ss.
Exes.; eu registro a confissto do nobre deputado,
porque nao posso comprehender que S. Exc. veja
suicidio na execuaa da lei, no fazer-se justica a
quem a merece.
O SR. FALc~o -V. Exc. continue a analysar o
parecer; eu tenho apreciado a sua argumentaTio;
vamos A porte seguinte.
.0 SR. Mzun--Cumpro o meu dover, e seoia para
mirn muito agradavel ter a fortuna de levar a con-
viccao a esse animo prevenilo de V. Exc.
O SR. FALcAO.-Nao tern razio para dizer isso.
0 Sn. MExIB-Bem; mas V. Exc. esta dizendo


que nos nao podemos exigir o suicidio, tazendo re-
geitar um parecer que niao se apadrinha corn a lei.
0 Sn. FALcAO-Para que envenena o meu ptn-
samento?
(Ha outros apartes).
SB. MEnmB-Eu teria, como dizia, umn grande
prazer em fazer penetrar a luz da verdade no ani-
mno de V. Exe. em relaglo a eleiVio do 9o district;
mas, se V. Exe., a maneira dos chinezes, levantar
ante a sua conseiencia uma muralha lndestructvel
para que la nio cheguemn os raios dessa luz fraquis-
sima que por ventura eu possa trazer para a dis-
cussio, eu terei grande pesar e per outro lade terei
uma grande satisfagio: o pesar sero de no ter
consegnido convencer a V. Exc., e a satisfagio sera
de ter cumprido o meu dever.
0 Sn. FALcAO-V. Exe. ha de fazer-me justiga:
tenho-lhe prestado uma attencao religious, e se nio
tenho ude rmais apartes, 6 para niq9 interromper os
soeus voos.
0 Sn. Mux-A-Faco a V. Exe. toda a justica.
Nio digo que nio esteja me honrando muito con
a sua attenoo; digo apenas que parece que V.
Exc. nao se quer convencer. O fact Mesmo de
estar prestando attenclo nao importa.o desejo de
querer se convenecer: ha muitos atW que prestam
attencao para nilo se convencer.
0 SR. FALClO-Analyse eseas infraces flaA-
grantes da lei e mostre que ellias nioe existem. .
0 Si; Mimuu-Estou analysando. V. Exe. ain-
da estA convencido de que ha neeessidade do jura-
monte para os immediatos do juis de paz ?
o0 8n. FALCIO-Eu me pronunciarei em tempp
0 Sn. Mam-A-Pelo menos jA vejo quo etiti i
poueo abalado.
0 SB. Jqst MAi--V. Exc. deleita, man niq con-
vence.
0 S. MEIA-E' bondade de V. Exe.; pois acre-
dite que eu preferia convener a deleitar.
0 S. -A bancada liberal parece nao
querer convencero0e, porque esta des-,rtando.
P SR. MEmA-A causa pode ser outra: os no-
brem deputadoi eptendem que nab podem ganhar
coes tiguma com aaAinas observes, e nes-
tas condicues, soe lo do estar perdendo o seu tem-
po asitindo-s este debate, Ss. Exes. vioprocu-
raido deixar uella bmncada pars furtarem-se a
umia- aitaaauui ouwomoda* qual seja a do estarem
ztli* me ouvir, porque eu u n tenh a pretftlao
aftp4t6 ddadeni'wmmesma 4dea conecer ao no-
hrm _~W~m e~ab**tshaM psaile- deonjosder


sobro os outros pontos.
0 SR. MEIRA-Eu irei la.
A coinmmissao, Sr. president, foi a primeira a
nos deixar entrever a fraqueza dista nullidade,
que ella entendeu rcfornar proclamando-a em seu
parecer como a mnais possaute, come a mais impor-
tante de todas ellas.
Se effectivamente, Sr. president, esta nullidade
fosse tao palpavel comno aqui se inculcou na discus-
sao por parte dos meus adversaries ; so se trac-
tasse da transgressao de urna disposica.o legal, ne-
cessaria, substantial, deo certo que os dignos mcinm-
bros da commissio de constituiio e poderes nao
tcriam feito uina disscrtacio academic, paraa
qual arrastaramn a constituicAo, o codigo criminal,
arrests, julgados, eminfim tudo quanto podia cogi-
tar de jurameonto e referir-se a juramento.
E', porcm, para notar que cm todas as citaSes
feitas nio se encontre uma, uma somente, que di-
ga respeito a jurainento do immediate emi votos ao
juiz de paz ; ellas referem-se a funccionarios dc
categories diversas, de categories distinctas, e en-
tao os nobres deputados pensain que por mcio de
deducq6es, por meio de analogias, podem tirar a
consequencia de que o juramnento, que a lei exige
como necessario para os outros funccionarios, deve
ser tambemn necessario para o supplente do juiz do
paz.
Os SRS. FALCAO E OUTROS dio apartes.
0 SR. MERit Mas V. Exc. me declare sc estA
convencido sobre este ponto : nao da mais por esta
nullidade, nio 6 asseim ?
0 SR. FALCIO Os seus arguments nao foram
possantes.
0 Sn. MEm.A-Oh Eu deduzi que tinham si-
do. Desde que V. Exc. re diz que estA satisfeito
e chama a minha atteniao para outros pantos, 6
porque esti convencido; a minha consequencia 6
logica, 6 natural: o nobre deputado estu conven-
cido. (Apoiados da opposi$o).
Uma das outras nullidades, a que soccorreu-se
a illustre commission de constituiiao e poderes, 6e a
de ter a eleigio cemeado depois das 10 horas da
manha corn infrac*i do art. 15 15 da lei n.
3,029, que imperativamente manda comecar os
trabalhos As 9 horas.
O SR. JAcomISA A authentic diz o contrario,
diz que comeiou a's 9 horns. (Apoiados da oppo-
siilo).
(Ha outros apartes).
O S. MIRA E' lamentavel, Sr. president,
que a nobre commission, quo por vezes veio a esta
casa fazendo a confissio de esforco e estudo no in-
tuito de compulsar documents e descobrir a ver-
dade nas eleigces sujcitas a seun conhecimento, ti-
vesse vindo a esta Assembl6a fundar uma nulli-
dade, que vai ter por consequencia a nullificaiao
do diploma de um college, em um documents falso,
para o qual a nobre commissao so devia ter em
vista pedir a convenient e competente sanec.o
penal, em que incorrera esse tunccionario, procu
rand por t at modo vicfar uma eleicao liquid e
muito regularmcnte feita.
Creio que os nobres deputados nao inme contes-
tarao que a authentic 6 a peea por excellencia,
aquella que deve mereccr toda a f6...
0 SB. JACOBINxA E por lei. (Apoiados da op-
posiAio).
0 SR. GOEs-Apoiadissimo.
O SR. MEIRA -..-. e isto cm virtude dai lei, jI
quando as juntas apuradoras procuram fiazer as
apuracues das eleieues procelidas no district, j'i
quando esta Assembl6a tracta de coihec-er da va-
lidade dos diplomas d'aquclles que corn elles se
aprescntam nesta casa.
Isto esta nitao s na propria 1-i eleitoral, comno
tambein no pyoprio regimento desta Assembl6a.
Ns vemoines que luraate as scss'oes preparatorias,
segundo determine o nosso regimento, dove unia
commissao provisoria, encarregada da vcrificabao
do poderes, dar-sce ao trabalhlio de conhecer da va-
lidade dos diplomas, que Ihe sao aprcsentados, em
vista das authenticas dessas eleiq5es.
Ora, foi apresentada a nobre commissilo a au-
thentica da eleicao piocedida no Bonito e dessa
authentic foita corn todas as firmalidades v6-se
que a eleico comcou as 9 horas da manhil.
UIM SR. DEPU'TADO Existe umna certidio tirada
do livro de notas, que diz que a cleiAo coinoou
as 10 horas.
0 SR. MEIRA Mas diz o nobre deputado : ao
lado dessa authentic ha uima certidIo tirada pelo
tabelliio ou escrivbo em cujo poder se achava o
livro em que foi lancada a acta dessa eleicao, a
qual certidio foi apresentada a esta casa instruin-
do a reclamacibo de um interessado.
Ora, Sr. president, nestas condicoes tendo a
commissio de um lade a authcntica, o documento
mais legal polo qual se devem verificar as eleicucs
procedidas nos districtos, c sendo essa authentica
conforida e concertada corn omissao de palavras,
seoe omissio de formalidade, e tendo do ontro lado
a certidaio apresentada por um interessado, nio
devia se decidir, contra a authentica, que porante
a lei deve seo a base fundamental da verificacao
de poderes nesta easa.
Se se tiver em vista una circumstancia impor-
taste; se se souber que esta authentica foi confia-
da e concertada polo proprio funcoionario que den
acertidao feoar-se-ha con encido de que essa au-
thientica 6 verdadeira, a certidalo 6 que 6 falsa.
(Ha un aparte.
Esse funocionario, poise, era capaz de prevari-
car, comq se deduz dis palavras de V. Euc., e o
cesteiro que faz um cesto, faz un cento.- 0 tune-


cionario que se presta A conferir ce-oneertar au-
thenticas em confianca 6 um funccionario que nio
pr6sa o cumprimento de seun ever. Se, por6m,
esse funccionario conferio, 6 claro que encontrou
a acta perfeitamente regular, porque, se elle nao a
tivesse encontrado regular, por certo que nio de-
via ter declarado que a havia concertado.
0 Si. P=ESIDENTE -Observe ao nobre deputado
que a hera esta dada.
0 Sit. MnBA-Sr. president, eu nio pude che-
gar ao term da minha jornada per isto eu sub-
metterei A casa un requerimento de prorogaieo de
heora, ou entio ficarei corn a palavra.
0 Su. PassnsmmNs -VYou submetter o requeri-
mento de V. Exe. aconsideragio da casa.
Tendo dade a hera, vein A mesa, 6 lidoj deixa
de ser votado per talta de numero, o segltMe re-
querimento: Q:
a Requeiro prorogaueo da hera por mais 60 mi-
nutos, part discussion e votacAo do parecer que se
discute.. 11 de marco de 1884. --Ferreira Jaco-
bina. ))
0 Sr. president levanta a session, designando a
seguinte ordem do dia : continuagio da antece-
dente.
REUNIAO EM 12 DE MARCO DE 1884
PaESIDnNoSIA DO EXS. B. R BABo Dr ITAPISSUMA
Aos 30 minutes depois do meio dia, feita a cha-
mada e verificando-se estarem presentesos Srs.:
Aristarcho Lpes, Josebari, Bara do deItapissu-
ma, Nile de Miraoda, CtuhiA Beltrio,Enrmiri Cou-
Itinho, Arruda Faleo, Amaral e Me~o, Jolo Au-
us, I.e o de SA, Baraio do Nazareth, Santos
inheiro, I F ia Jacobu Luna Freire Junior,
Amaro Fonseca, Prxdes itanga e Al&fredo Cor
At


Umin officio do secretario do governor, declarando
quo n'aquella secretariat nao consta o estado das
obras das fabrics centraes do Cuyambuca e Born
Gosto, nerm se a companhia tern dado cumprimento
ao que so obrigou para coin o governor e os0 agri-
cultores.--A' quern fez a requisicao.
Outro do mesmo, remettendo as informac5es cm
original da Eepartii(o dIns Obras Publhcas, aeerca,
das obras da barragemn da ilha do Jardim cm Bar-
reiros, e copies do termno de arrematacao -A' queui
tez a requisicmo.
Outro do niesino, cominmunicando que estando es-
gotada a verba do 5:000), destined pAla lei do
orcamento vigente ao custelo dos jardirs publicos
d'esta cidade, seja concedido um credit supple -
menotar A refcrida verba.-A' cominissio do odra-
innnto provincial.
Outro do mesmino, remettendo representaQSes da
directoria da Assoeiatao Commercial Beneficente,
contra diversos impostos docretados na lei do or-
camento vigente. A' commissao de oramecnto
provincial.
Outro do mesino, transmittindo o balan.o da re-
ccita e despez:t do exercicio de 1882 a 1883, e o
oraniento para o dte 1881 a 1885 da Camara Mu-
nicipal dc Timbamiba.-A' commission de orqamen-
to municipal.
Outro do mesmo, remettendo os officios do Dr.
chefe de policia, c as iniforna5es do Thesouro
Provincial, concernentcs a falta de credit para.
occorrcr ao pagamnento de 1:5633-648, proveniente
do fornecirnento de medicamentos 'A enfermaria da
Casa de Detcniibo. A' comrnissa'o de orcamento
provincial.
0uOro do mesmo, remettendo umn recurso docu-
mentado, interposto pela Companhia de Santa
Theresa, empresaria do fornecimento d'agua e gaz
A cidade do Olinda.-A' conmmissao de legislacao.
Outre do mesmo, remettendo copia da portaria
do 4 dejaneiro e o officio do inspector do Thesou-
ro, concernentes a abertura de credito supplemen-
tar as consignac.ies dos 34, 35 e 38 da lei do
oramnento vigente. -A' commissio de orgamento
provincial.
Urma peticio do Antonio Jose Leal Reis, reqne-
rondo ser nomneado 2' official da Secretaria d'esta
Assemblea.-A' commission de policia.
Outra de JoAo Theodomniro da Costa Monteiro,
escrivi'o do crime e jury de Olinda, requerendo
consignag9io da verba de 384(065, para pagamento
de custas de processes decahidos, que lhe deve a.
Camara Municipal dle Olinda.--A' commission de
orcamento municipal.
Outra de Jos6 Ignacio d'Albuquerque Trindade,
professor particular em Olinda, requerendo ser
provide em uma cadeira vaga de instruecio pri-
maria, independent de outras provas de habilita-
alo, al6m da que tern.-A' commission de instruc-
!o public.
Em segnida dissolve-se a reunUao.
9a SESSAO, EM 13 DE MAR(O DE 1881
PRESIDEXCIA DO EXx. SB. BA-tlo DE ITAPISSUH&MA
A@ meio dia, feita a chamada e verificando-se
estarem presents os Srs. Aristarcho Lopes, Jo-
se Maria, Barbo de Itapissuma, Nile de Miranda,
Visconde de Tabatinga, Pcreira de Lyra, Demo-
crito Cavalcante, Cunha Beltrao, Joio Augusto,
Lourenco de Sa, Drummond Filho, Barie de Na-
zareth, Fiel Grangeiro, Santos Pinheiro, Rosa a
Silva, Luna Freire Junior, Conatantino Lins, An-
tonio Correia, Praxedes Pitanga e Alfredo Cor-"'
roia, o Sr. president declare aberta a sessao.
Compareceram depois os Srs. Olympio Mar-
ques, Estevao deo Oliveira, Paulo de Oliveira,
Meira de Vasconcellos, Silvino Cavalcante, Ermi-
rio Coutinho, G6es Cavalcante, Arruda Falcao,
Amaral e Mello, Ferreira Jacobina e Augusto
Loeo.
Faltaram os Srs. Mello'e Silva, Juvencio Mariz e
Amaro Fonseca.
S-Io lidas c approvadas sern debate as actas dao.
sessto de 11 e da reuniao de 12 do corrente.
0 Sr. 1o secretario procede a. leitm'a do so-
guinte:
EXPEDIENTE
Unr officio do secretario do governor remettendo
informacSes do Thesouro Provincial relatives !
falta de credit para o pagamento da quantia
do 8803570 devida A cinpreza da eitrada de ferro
do Recife ao S. Francisco, e copia do aviso do Mi-
msterio dai Justiva, concernente as despezas coni
o transporte de press entree os diversos munici-
pios da provincia.-A' comnmissao de orcamento
provincial.
Outro do mesmo declarando que o governo im-
perial providenciou acerca do prolongamento da.
estrada de feoTo do Limoeiro atte Born JarJim.-A.
quem fez a requisicao.
Umna peticao de Manoel Cavaleante Coelho, re-
querendo consignacao da verba de 40.. para paga-
mento dos alugneis de sua casa, que serve de ca-
deia e quartel da guard civica na Capunga, cor-
respondente aos mezes de maio e junho de 1882 a.
1863.3-A' commissio de orcamento provincial.
Outra de Tertuliano das Chagas Pinhieiro, pra-
ca reformada do exercito, requerendo ser nomeao
do servente d'esta Assemblea, quando se der alga-
ma vaga.-A' commission de policia.
Oatra de Rufilo Jose de Souza, irmrno zelador
da irmandade de Nossa Senhora do Livramento
de IguarassA, requerendo a extraccao da 3a parte
da lotena concedida para as obras da mesma igre-


ja.-A' commissio de orcamento provincial.
Outra de Antonio Geraldo do Rego Barroca, re-
querendo ser nomeado 2o official da secretariat.
desta Asscmbl6a.-A' commnisso de policia.
E' lido e posto em discussbo o seguinte parecer:
SA commissAio de peticoes, a quem foram pre-
sentes os requerimentos do Jos6 da Silva Loyo Ju-
nior e Jose Eleuterio de Azevedo, em que solici-
ttm da A3-embl6a Provincial a concetso de um
privilegio, por espage de trinta annos, para reali-
sarem nesta provincia o novo process de illumi-
namlo public e particular peor meio da electrici-
dade, ficandto isenta de todos os impostos provin-
ciaes e municipaes a empreza que para esse fim
for orfganisada, depois de haver cnidadosamente
examinado o assumnpto sujeito ao sen estudo o
apreciagiol;
Considerando que as mencionadas peticoes
conthm material sobre a qual econv6m ouvir-se a
commission de obras publicas, visto constituir o ser-
vico que os supplicantes se propoSm a fazer um
melhoramento material, sobre o qual s uetintd.e
a mesa commissao de caja audiencia mi *41o
to preseindir-se para qualquer resolua~o qu eata,
Assembl6a tefitha de adoptar;
SConsiderando ainda que a coneessio ou done-
gaio do privilegio para a realisago do pretendi-
do melhoramento, depend priacipalmente ,Do.,o
conhecimento previo das vantagens que sob *-u
pelo ponto de. vista eonomico e industrial, e
possam provir apreciaeao esta que deve % in
por aquella mesma comminseo, attenta a $
da material que ha a examinar-se;
S Considerando, finalmente, que a eon
querida, versando sobre servigo que fax
de umn contract celebrado corn a empire
mente incumbida da illuminaggo publiea
eular desta cidade, que ja-protesteu e
ser.offensiva a direitos por esta adqund
citar protests e reclanuaoesi qoe mae
torisem &edidos de indemnisallo onenn
fires da provincia, o que urge deade j`4.
examinando-se o respective eontraeto
virtue da qual fora elle celeblado,
temrn a precise competencia a enmmiaso
lacbe; 6 de ptrcer que sejam ditas p
mettidas as. iferida commiaAI Pa"


0 ^'-^
































j Sr3 d~oe ?rreth (pela brde*a
A^i + P l ..
A Oommisab P de ara qe _Nfi eea*fr^
sdie ciadas p, tndoa ora enadototte
oe legisla*o, eIme n to ,__ I o m pareAer,
peauo que esta ae n w Vovur.
0 nobre depotaopebo wtito
lavra, e pelo regiaoto dev fiCar a s die-
cuao; mas, Ge me6 ejlwti6tadd% o rgneo urgeon-r
cia para que ea diseuta spot material intM de queo
nobre deputado diga o que entenda a este reS-
peito.
0 SL. PSMEIUB de oclara queoaee coformi-
dade coirn os estylos da e que asdiou a discus-
n Masy que, tendo agora exaninado com attueno
o artigo 172 do regimented, ve que o nobroe deputa-
do, o Sr. Goes Cavalcante, tern razdao, e que por-
tanto coutinda a dicustao do requerimento, fican-
do prejudicado o pedido doe urgoM ia feito pelo Sr.
Jarao de Nazareth.
0 Sr. Jo e Iaria-(NAo devolved seu dis-
curso.)
E lido, apoiado e post conjunctameonte em dis-
euasao o segaite requerimento:
Ss equeiri que as petiou es de Jos6 da Silva
Loyo e Jose Eleuterio de Azevedo em quo pedem
privilegio par estabelecerem nesta provimcia il-
lminabar o por meio do electricidadoe, sejam en-
viadas a comniaso de constituicAo e poderes para
aobreela darm parecer.-Jhose Maria. d
O r. Barao de Nar aret*Ai Sr. presi-
ente, muito pauco tenhno A dizer em jnstifieeu9o
do alvitre que adoptou a commissao de peti9goes no
,parecer que acaba de ser lido, pedindo iue sobre
a sua matena fossem ouvidas as commiassoes de
legislaao e obras publicas, e muito menos ainda
sobre o requerimenso do illustrado deputado, dig-
no "elator da commissao de constituiAo e pode-
res.
Tractando as petiVoes sobre os quaes den aquel-
la commiseo o seu parecer, hoje lido, da incor-
poraio de umar empreza para a itiuoinadao pu-
blica e particular desta capital por meio da eec
tricidade, pareceu-he queo devia ouvir a commis-
so de obras publicas, attendendo a natureza do
service queo a mesa empreza se propoe Irealisar,
visto conatituir elle um melheramento material,
que ntio p6de ser estranho a repartiao das Obras
Pablicas. Al6em dessa razu o que, por si somente,
justificaria, nesta part, o parecer, cuja leitura a;
assembhla acaba de ouvir; desde que os peticio-
narios tambem requenreram autorisaqeo pars a,
construccio de estaoeeoe a colloaio d e posters nas
estradas publicas, para servenatia da empreza que
os melhoramentos, projectados, se prendem a as-
sumptos acerca dos quakes sunperintende aquells.
mesma repartico. nauo era licito a commisso dec
petijSes presciadir da audiencia da de obras pu-.
blicasi sendo certo que se a esta falta a necessa-
rina competencia paria conhecer dessa material, dif-
cilmente seo attingirA corn o fim para, que foi ella
constituida. Iseto pelo que toca a audiencia dessa
commnissao. Corn relcaoe a da de 4iegislsoo eon-
sideroun-so ellanecessaria; porque, havendo j uma i
compaunhia ineumbida do serviobda iluminaao da
cidade, o que tambeorm pretendem os signatarnios
das mesmas peti6es, umia nova concessno para o
miesmo fim poderia snscitar protestoso reclama-
does, que se duviam logo evitar, examinando-se o
contract da companhia concessionaria, e a lei em
virtue do qual foi este celebrado, e verificando-se
d'autc-mro se o seu privilegio inhibe a incorpora-
o de outras emaprezas para igual servio; mate-
nta esta, sem dvida, da competenucia daquella
coamissao, visto referir-se a legislacao e intentar
corn o oxame de contracts executados em virtue
de autorisaues da assemble.
Occupando-me agora corn o requerimento que
ox' e tambem a audiencia da commissao de cons-
titui a .c1podcrss, pcnso queo destituido de fun-
da'nd'uto, e q ue nao pde ser approvado, atten-
den lo -se a quoa saea mateide que tracta, no da
ftumeza daqaellas sobre que d duvidosa a compe-
teoiir .de.ta ntsseinblta. Abrindo-se nossa legis-
laslo -provincial em todas as suns pagsnas, moe-
tran. se autorisaeoes para emprezas semelhiantes,
Tdi n ).Io qu conceded priviqgios par a incor-
p.3nr;to dc conipauhias, o quoe xhuberantemente
deinoustra que nao 6 contestavel o dexroicio dessa
fa'tildade pelas asscinbl6as provinciacs. E desde
quI naoha duvida sobre a legitimnidade corn quoe
promedeo, quando permitted se. eihantos concs-
soe', quo paJe-e excusada a audlic paira um rsse
flmn p.didn, eutretauto. as nabres deputadas _deci-
tiurl^m (olio inneihor julgamena na sun sabodoria.
Tcenho concluido.
o ?4*. Jlose Maria-(Ntao devolved o seu

0 Sr. Barao de N azftrC-- k-Sr0 prosi-
<1e;.r, amin l~a ucns palavmaspamn justificam acoin-
iniisao de que d o part : Eu peso quo o nobre
deputado nio tern razaio.
( Si;. Josuii MARIA-V. Exe. naa mnastma urn pine.
cedouute cm sentido contramio.
o Soi. BAI;O~~ DENAZAnRET-Mastmo corn o pro-
pria Re5-.; diz o artc. 6I6: (16).
SI)epois de approvada a acta, o primeiro se-
rcetario farma a leitura dos officios recobidos do
governo; c de accordo corn o president, ira
(ando aos mesmos o destiny, que lhe parecer
mais convenient ; se, porem, algum deputado
Slemlbrar outro destiny, entro o president con-
,, sultard a Assemblea e so 5 gagira o ,ue decidir
a vota"ao.


Attento o disposto no artigo, cuja leitura acabd
"de fazer, 6, sem duvida, claramente, visto quo so-
mente na occasiUao em .que a mesa deu destine a
essas duas petioes, podia fazer o nobre deputado
a rcclamacao que aaba de articular; mas nao
tendo assim procedido, e ja havendo um parecer da
cominiissAo, a quem foram remettidos, parece-me
curial quo soja este submettido A discussao da As-
sembl6a, afirm de que discutido se verifiqne se con-
tem ellas materials sobre a qual tambem convemn
ouvir-so a commissao de constitui6es e poderes.
Em (nuanto, pois, nao for discutido o parecer da
commidssAo de peticoes, a cuja apreciacao foram
submettidas essas duas peticoes sem que nenhuma
reelamagao houvesse, quando form lidas, e corn
approvagao da Assmbl6a nao se Ihes dar novo
destiny, antes de otber-se se as conelusoes do pa-
recer, slo, ou n4 aceitas. E'E o quanto occorre-
me dizer nested moment em resposta so aobre de-
putado, entretanto, so Assembla reoolver eni
sentido contrario as observc9es que adabo de fia-
zer, acatareia. sua depisto, que estou twu Y
Senspre respeitar'
Eneerradaa disbcsW Td aMpmova&v o P e'0 r
fcad preijudicado o requeiinento do Sr. Joe<


1e bbjecto de deliberaso vei
Mistos pngectos: ? I
ueo ddpe a quen fol
!he nt e I iutArefaeolegfe<
lambucano, em que aeleits deAti
7tO00, pars masdari Holland
ibroafim de come~uuer on doimmo
1 eyitoB a luote^S que fj
a164 a 1654, ea eitta& i*Roia
*,!he oparecer mais util a noB


ein
o0 IT
0{


emuambesaot e jr
4&KIlWoPW f ,j m per Ma101,O e por


Ee^3^iS^atm-cotaio.
*rubd wlAJ Ir mar o'd 1884..-
I& s e8o.-Dr~. J.

N. It-4 I^eg^ iva Provincial de
o*q dtc eaprovinesia ntori-e
sn* tiap a 3rovpaIo de Vicrii-



cia danesmac4o de er corn


Art. 20. Ficain revoiM em
contrario.-S. ... .. '"
SSalla *das sessdes, em i3 de marco de 1884.-
Democrito Javalcanti.
N. 12. A Assembla ,Legislativa Provincial
de Pernambueo resolve:
Art. Unico. Fica ereada wtma eadeira de ius-
truecao primaria no lugar Frecheiras da cidade
de Goyanna, para 9 sexo maseulino.
Ficam revogad as adisposices em contrario.--
S.R.
Salla das sessoes, em 13 de marVo de 1884.-
Nilo de Miranda.
N. 13.-A Assemblea Legislativa Provincial de
de Pernambuco resolve:
Art. 1o Pica o president da province, auto-
risado a mandar eonstruir nma estrada de roda-
gem, que, partindo de Goyanna vo ter a Alag6a
Secca da comarca da Nazareth.
Art. 2. Essa obra serA feita por contract on
arrematafo podendo-se despender ate 10:000^.
Art. 3. FicamN revogadas as disposicues em
eontrario.
Sala das sessoes, 13 de mar"o de 1884.-Kilo
de Miranda.-Democrito Cavalcanti.

N. 271-A Assemblea Legislativa Provincial de
Pernambeeo resolve:
Art. unico. 0 president da provincial mandaru
fazer desde ja, admiuistrativamente, os concertos
nrgentes de que necesnita a cadeia do cidade de
SLimoeiro, por conta da verba marcada no z 29,
art. 1 da lei n. 1786 de 26 dejunho de 1883.
Sala das sess~es aos 19 de marco de 1884.-l
Dr. F. A: Rosa e Silva:-Atfredo Correla de Oli-
veira-Nilodeirar-NCda.i- do....i "


REYSTA MARIA
Assembi ma P Lrov aia.Fncial.- Funcionou
hontem sob a presidencia do Exm. Sr. bario de
Itapissma, tend comparecido 32 Srs. deputados.
Foi.lida e approvada a aeta da sessao antec6-
dente, orando e Sr. Rosa e Silva.
O Sr. 1l secretario procedeu A leitura do se-
guinto expedient :
Um officio do secretario do governor communi-
cando que fora remettido ao inspector do The.-
souro Previncial para os devidos fins o officio n.
25.-Inteirada.
Oantro do mesmo transmittindo diversos quadros
da Cameara Municipal d Born Conselho.-A' corn-
missao de ornamento municipal.
O ftro da irmandade do Senhor Born Jesus dos
Passos couvidando esta Assemblea pare acompa-
nhar as procissles do mesmo Senhior nas tardes
de 27 e 28 do corrente.-Inteirada.
Urea petico de Rodolpho Gomes da Silva, 1.
',flicial da l.a secao da secretaria desta Assem-
biea requcrendo que. no caso de vagar o lugar de
chefe da sua secio, seja loe nomncado para subs-
tituil-o.-A' commissao de policia.
Mmra petiro dc Maria Nicacia de Jesus Cdelho,
requeroudo dispensa do lapso do tempo quo Ihe
falta para attingir a idade exigida para matri-
cular-se na Escola Nornal.-A' commissao de ins-
truce o public.
Outra no mesmo sentilo, de Luiza Cauidida de
Albuquequrue Jacomne. -A' commiss'a do instrue-
tio public.
Outra do Visconde do Livaamento, empreiteiro
do, calamento dcsta cidade requerendo'que na
lei do ordamento do future exercicio se marque
quota para pagamento de 21:568i260, importancia
de obras ja execeutadas.-A' commissao de orna-
mento provincial.
Adiou-se por ter pedido a palavra o Sr. Olym-
pio Marques, um parecer da commissao de ins-
truccao public indeferido a petiao de Joaquim
Manoel de Oliveira e Silva.
Foram approvados os seguintos paree-eres: dous
da commissao de iustrueco public pe~lindl'^ot-
maybes ao inspector geial da Instrucao "IPublica
sobre os requerimentos de Candido Gomes Duarte
e Antonio Candido Ferreira; outro da des fazenda
e ornamento, idem, do Thesouro Provincial sobre
o requerimento de Manoel Cavalcante Coelbo, e
outro, finalmente, da mesmg. eommissao indefe-
rindo o requerimento de Paulina Marcelina de Al-
Foi a imprimiz? um parecer da commissao de
constituicao e poderes reeonhecend deputado
pelo 3. district ao Sr. 0a. Antunes de Araujo
Pinheiro, indo a imprimir tacabemr, a requerimento
do Sr. Silvino Cavalcante, os respectivos docu-
mentos offerecidos A consideraeao da commissao.


Continuando a discussan fo requerimento do
Sr. Luna Freire Junior sobre a qadeia do Limo-
eiro, oraram os Srs. Nilo de Miranda, que mandou
uma emenda, Luna Freire Junior, 4Dlympio Mar-
ques e Rtosa e Silva, qu e conclnio eaviandoA mesa
o seguinte project que foi julgado object dfde4i-
beracao e dispensado da impressio em avul a
requerimento do mesmo Sr. deputado,;que p e
Sobteve para tal fim urna prorogao da horas Vor
5 miInutos.,
N. 2$.-Auctorisando o president da prqvilcia
a fm rdeade ;iadministratiVimente os concertos
urgefes dAe que necessita a cadeia de Limoeiro
por eonta da voerba marcada no 29 art. 14o da

0 Sr. Luna Freire -Junior pedioe e oteve pro-
rogacIo da hora per 30 minittos para continuaeo
da discussaodoo e reqaerimento e depois de orm
o Sr. Goes Cavalcante,*', n d o e dica jo s a
sdlisda pela hora, uto tendo a mess ateitado Uina
additamento do Sr. Oy01iypo arteL por eonftc
ateriawdiversa, e deelarando -o aem 8rdpu
tadoque appellania pars a casa da decide tpflt
1da pelt mesa : .
Veio A mea e foi egeitado requei
L 'dos Sm.Mml" soeefP ndo
cieuo d O w .Izt r


wfteidas coHimulcWffGiS, juseus de pax e B *O
deaaafl pawidon4ulan do -qu so &is 7 de oMaio
proxies vdero i g a *i ao de 0 u ve-
d-em substitaigo so ba-
charel Auxterliawo Oofeila de Orasto, que jperdeB
o cargo pqr pr liariufenoido o sua reviden i
paras apviciWdaB Alagoas, seguado decidiem
25 delev rir do vit& ia deaviso doMinis-
terio dos Nego "_* do Ifperio, de 26 de janeiro
ultimo.-Josied Manoel de rt
*a*uu&r a eo u l-Pela Presidencia da
provcia4 foiexpedida eta portaisa:
W.s-eego.-Palacio da Presidencia de Per-
nambuco, em 21 de marco de 1884.-- president
da provincia resolve nomear Je6s Francisco de
Pontes Asevedo pars o post de ecapitao da 2a
,companhia do 490 batalhao da parda national da
comarca do Brejo, em substituidao 'do capital
Luis Joaquim des Santos Bezerra, qne soliciteu
guia de passagem, afim de ser aggregado a umn
dos batalhoes da comarca d4e Cardnar.-Josd Ma-
noel de Freitas.
Faculdade de Direito-Eis o resultado
dos acts de hontem :
10 anno
Hedelborto Aprigio Guimaraes, plenamente.
Justino Augusto da Silva Moura, idem.
Belisario da Cunha Mello Junior, simplesmente.
Faltaram a prova oral 3.
R' anno
Antonio Henriques Silvestre de Faria, simplis,
mente.
Andr6 Dias de Araujo, idem.
Jos6 Ignacio Pereira do Lago, idem.
Torquato Carneiro Lelo, idem.
4o anto
Jose Theotonio Freire, plenamente.
Rufino Coslho do Vego Barros, idem.
Joaquim Victorino de Souza Cabral, simplesmente.
Amanhi comecarEo as aulas do 2-, 3o e 5o
anno visto se term concluido os exames desses
annos e estarem desoccupadas as salas 'onde eram
elles feitos.
Ferimento mortal-Ante hontem, ais 4
horas da tarde, na ruan Imperial, 26 district de S.
Jos6, Pedro Joilo Goncalves ferie mortalmente
corn uma facada a ]Joao Silvestre de Faria ; de-
pois do que evadio-se.
O ferldo foi conduzido para o hospital Pedro
II, onde o Sr. Dr. Maduro praticou a sotura intes-
tinal no ponto em que fora o tubo attingido pelo
instrumento homicide, que penetrou pela fossa il-
liaca, por cima da arcada cruraL
Festa do 25 de marco-- A commissao
director das festas comnemorativas da complete
libertaeio do Ceark, obteve mais as seguintes ex-
portulas :
Transporte 1:2225000
Dos Srs. :
Barto de Mecejana 1005000
Souza Bastes & C. 50)000
Amorim & Irmlos 505000
Mendes Lima & C. 505000
Parente Vianna & C. 405000
Baltar Irmaos & C. 20A000
Browns 205000
Domingos Torres & Carneiro 205,000
Borstelman & C. 205C(&
Domningos Cruz 205000
Soares do Amaral 20,000
Araujo Castro 205000
Joaquim Duarte Simnes 20;000
Antonio Jos6 Soares & C. 20j,00
H. Forster 205000
Commendador Domingues A. Matheus 000
Cunha & Irmalos
Paiva Valente .10(000
Fraga Rocha 105000
Ferreira da Rocha C. 105000
Manoel Fernandes da Costa 103000
Antonio Lourciro & C. 105000
Manoel Alves Barbosa 105000
Luiz Duprat 104000
Vin amigo da causa e10000
H. Lundgren 105000
Manoel Joaquim da Rocha 103000
H. Giegory 105000
Antonio Augusto Pereira da Silva 105000
Cominmendador Luiz J. S. Guimaries 10.000
Manoel Jos6 da Silva Guimaraes 105000
Commeudador Felippe Neydea 103000
Custodio F. Martins 105000
Manoel Joaquim Pessoan 105000
Joao Fcrnandes de Almeida 7.000
Jose R. da Natividado Saldanha 65000
Rosa & Queiroz 55000
Ferreira da Costa & C. 55000
Joao Moreira & Thomaz Times 55000
Seixas & Irmndo 55000
'A. Vieira & C. 55000
Rodrigues Jos "da Silva 51000
Dr. Ludovico Con-eia de Oliveira 5.000
Miguel- Soares Marinho Araujo 55i000
Roqueyrol & Irmmo 55000
Sociedadc Jovens do Pariz e Qucimados 55000
Jose R. F. Araujo Saldanha 35000
Manoel T. Araujo Saldanha 35000
Joaquim Araujo Saldanha 25000
Joalo Araujo Saldanha 2,000
Fortunate Araujo Saldanha 2.000
Theophilo Araujo Sridanha 25000
Dr. Affonso de A. Mello 25000


1:996,000
Asylo de lendicidade-Depois de ama-
nh! (25) completam 14 annos que foi inaugurado
este important estabelecimento de caridade, si-
tuado em Santo Amaro das Salinas.
Por semelhante motive e de accord corn o seu
regplamento, ser' elle franqueado ao public n'a-
quee dia.
" arespectiva capella celebrar-se-ha o santo
parficio da missa, As 8 horas da manha, termi-
nalo com a benelo do Santissimo Sacramento.
A' taide a music do 14o batalhio tocarA no
eapacoeojardim em frente do edi.ficio.
E' ufIm n dos mais importantes estabelecimentos
de earidade que aqul tomos, e pelo estado de as-
seio e boa ordem que ali reina, merece ser viato.
A cerompanhia Feoro Cani l5ilitari o transpor-
te aos visitantes, expediado durante o dia os bod4

Caiza UXsaneiipadora Pedr Pereii-
,-..Ests eioiedade oompmpos. ,emi sma to
tali Wt.*estttantes ecAreiO *selu :
.,Publ2w -um "nf (caunevimftvg do #is 25 6

S.PAt A i~~p~ a>Btda.;:1


^^^l~tr~er^^B^Sa^^`-71 -MI
F'it 9s de Terpsycihm e -mEats eie-
dlade elebra ess4o, hoje, ao meio di, a rus dos
:.A comwisso que deve represental-a nas festas
do dia 25 ompoe-se dos Sr.1: Sigispundo Ro-
Jo4 deC astroe Silva.
Feooets,^a-Na terga-fe3ra, 25 4ftor-
rente, elebra-se a festa de Noses Senhora do
Bonr Parto, na igreja dp S., SebagtiAo, em Olinds,
consazmdo de m" ae inme As 11 oras a-
uha, e Te-Deum s 7 horas da noite, orando em
kmabo os aetos o Revd. padre Dr. Manoel Caval-
cantoe de Asis B. de Menezes.
Ltbertadara Narte Ni. CGrawdease
H4, hoje, Al11 horas da manha, reuniAo desta so-
ciedade, na rua da Imperatriz n. 28, 20 anudar.
Operac wet cArgurtea-Foram pratica-
das no hospital Pedro 1nos dias 21 o 22do cor-
rente as seguintes:
Pelo Dr. Beisado c
Extrae*o de catarata senil dura, pelo process
de Grmfe.
Pelo Dr. Malaquias:
Oscheotomia reclamada por elephantiases dos
eserotos.
Dilatagao de fistula anal pelo esmagador, ecau-
terisagio, pelo thermo cauterio.
Pelo Dr. EstevAo :
Excislo de epule da abobada palatina e caute-
riisaco pelo thermno cauterio.
Generes alnmenticios. Pelo vapor
Vile de Maranlho, vieram ss seguintes generous:
azeite de oliveira, 149 caixas e 40 barnis; batatas,
60 gigas e 50 caixas; chocolate, 2 caixas ; cormi-
nhos, 35 saccos; conservas, 156 caixas; feijgo, 210
saecos; herva-doce, 6 ditos; manteiga, 557 barris
935 inmeias e 51 caixas; queijos, 6 tinas; vinagre,
35 barris e 5 quintos ; vinho, 38 pipas, 35 meias,
73 quintos, 40 dccimos e 110 caixas.; wermouth, 8
eaixas.


Villa de Quipapa-Escreve o nossb cor-
respondente em 19 do corrente:
Surgio, final, o inverno!
S Desappareceram as duvidas que pairavam em
todos os corasoes, pelo,temor de una outra secca.
A chuva 6 geral, o lavrador seme6a; o grao germi-
na, os regatos correm, o prado reverdece. Tudo 6
alegria.
S0 Diario de 14, traz estampado um officio do
Sr. delegado de policia do Altinho informando so-
bre as factos denundiados em uma missiva de 16
de fevereiro. "V-se -d'aquella peca que dissemos
a pura verdade, se hem que o Sr. Dr. chefe de po-
licia nao achasse isso.
a 0 vigaro foi desautorado por um home cuja
previdencia 6 tamanha que chega fazer um caixao
funebre para sua sogra anti d'esta entregar seu
espirito ao seu Creador.
a JA ha tempos nao nos occupavamos corn fur-
tos de cavallos; mas, voltamos ao assumpto, pe-
dinde providencias aos legisladores para a praga
dos homes que s6 vivem do alheio.
a Em menos de 8 dias, lA se foram 4 cavallos
nas visinhancas d't villa. A nqite passada
roubaram dous no 0 sxobreginho daPedra.
SE' gentle muitoconkecida que, e tao conhecida
que ha homes aiffnentes, que para nsiolhes rou-
barem os cavallos,,astentam os ladr5es corn dinhei-
roe e carinho, etc, etc.
a A propriedade d'estes 6 garantida. -
a De ca de nosso retire, temos applaudidoso-'
bremodo o novo recurs o que tern apparecido (legal)
de se proverem as escolas per meio de contract.
(, Apenas lastimamos que seja tio ample esse
recuirso de modo a facilitar o contract a pessoas
que-apenas leem e escrevem imperfeitamente-,
mas, no fim, da certo, por que o pai de familiar no
sertAo quer s6mente que o flho saiba ler e escre-
ver bern ou mal para nio pedir a outrem, e isto de
noq5es de sciencias que o normalista aprende para
ensinar 6 uma burla.
Rogamos a quem queira o contract da ca-
deira de Jurema, d'esta freguezia. Alli esta a 8
mezes proximamnente ensinando meninos um pro-
fessor particular page pelo Sr. engenheiro Affonso
Lustosa e padre Manoel Theotonio.
,C Por modestia de ambos, iguoravamos tio re-
levant6s servings prestados a instrucgio public,
razao csta porque nao tivemos ha muito a honra do:
estampar seus nomes nas columns creste grande
orgao de publicidade.
S0 public sensato deve juntar o servico que.
estA o Dr. Lustosa praticando em Jurema ao qtfe
elle fez em Agun a Branca a cuja povoanao legou
uima excellent ceasa e moveis para aula public,
sustentando-a de professor, material, de expedient
e roupa a alguns meninos pobres por tempo do
mais de um anno.
Parece-nos que este anno havera um din em
queo ilosso velho QuipapA rejuvenesecrA e sera
contemplado na historic dos povos como um din
glorioso que ha de ser.
a 0 case 6 que temos trees feitas importantes e
desde jA nos empenhamos com os interessados para
que ella tenha lugar em um s6 dia. Slo: a inau-
guraiao da estateo d'esta villa, a bencio do novo
temple, que o Sr. vigario nao encarando sacrificios
ha proseguido constantemente na obra, que acha-
se adiantadissima, e a passage da s6de da co-
marca de Panellas.
Achamos que o melhor dia para essa festa
serA a 8 de dezembro.
SQuipapa espera reoeber humildemente n'aquel-
le dia ao president da provincia, ao prelado dio-
cesano, ropresentantes da mnprensa, deputados ge-
raes e provinciaes, etc., etc.
,, Ha quem affirme que a inauguragao da esta-
gio desta villa podirA ter lugar em setembro, at-
teunto o grande movimento de trabalho do assenta-
mento dos trilhos, pois, hoje nos informaram que
jA se acham nas proximidades da Barra da Jan-
gada e no fim do corrente deverao es.tar na esta-
9ia d'essa povoagio.
Para bern dos povos que habitam no valle.de
Pirangy desde pouco a quem do Marayal e todo o
district da Barra que pertence ao Bonito, scaba
S. Exe. Revma. de praticar uma media de alta
importancia annexando todo'-aquolle territorio a
esta freguezia, e somps informados que todos os
beneficiados exultaram de alegniaw,
S Resta que o mesmo territorio passe tambem
na direcA.o civil e n'esse intuit consta-nos que
se promove um abaixo assignados A actual Assem-
blea Provincial. E' jueto quo volte o terriiorio
quo ens 1879 tiraram d'aqui pars Panellas, is,
nenhunsal razao ha* pars quo a freguezia do ui
papa va at6 jaut~ o J'snells e~peani~ta
ea~o policialdo }ai veuha a ameis logus d'etsa 'vipis.
'uonvpie e t d quo 1Ja Pqueanrs, de 3.1*



.-w ^a1^ ^ 1*tf*1 -E U ^- 5


riolas.
Fabricia Delmira do Souza, Purnambuco, 62
'annos, viuva, Boa-Vista; mielite.
Jose Felix da Cuunlia Pern6, Pernambuco, 43
annos, casado, S. Joss ; insuficiencia mitral.
Francisvo Pota, Chile, 35 aunos, solteiro, Boa-
Vista ; beriberi.
Maria Vitalina, Pernambuco, 1S annos, soltei-
ra, Boa-Vista; tuberculose.
Viceute Luiz dc Franea, Rio Grande do Norte,
19 annos, solteiro, Boa-Vista ; cachexia syphlili-
tica.
Rosa Maria do Espirito Santo, Rio do 'Janeiro,
50annos, solteira, Boa-Vista; cyrrhose hepatica.
Maria de Jesus, Rio Grande do Norte, 5 an-
nos, casada, Boa-Vista; diarrhea.
Hilaria Maria de Souza, Pernambuco, 30 annos,
solteira, S. Jos6 tuberculos pulmonares.
Manoel Joaquim dc Sant'Aauna, Pernambuco,
56 annos, viuvo, S. Jos6 ; cnteritc.
Augelina, Pernambuco, 3 anuos, S. Jo. ; va-
riolas.
Destes 5 pela caridadc.
15 -
Jozlo, Pernambuco, 4 mczcs, S. Jos,' : cuterite.
Misael, Pernambuco, 20 dias, Boa-Vista ; gas-
tro enterite.
Meiquiades, Pernambuco, 3 annos, S. Jose ; va-
nriolas.
Alexandrina Bezerra Cavalcante de Albuquer-
que, Pernambuc6, 56 annos, solteira, Boa-Vista ;
hydropesia.
Affonso, Pernambuco, 2 mezes, Santo Antonio ;
coqueluxe.
Maria Eugenia Ferreira dos Anjos, Pernambu-
co, 73 annos, casada, Boa-Vista ; bronchite.
Hermina Amelia Xavier, Pernambuco, 30 an-
nos, viuva, Boa-Vista; gastro enterite.
Antonia Fraaeiica da Coneeigao, Pernambuco,
60 aunos, solteira, Boa-Vista ; diarrhea.
Andr6 Avelino da Silva, Pernambuco, 25 an-
nos, solteiro, Boa-Vista ; tuberculos pulmonares.
Thereza Maria de Jesus, Pernambuco, 70 an-
nos, solteira. Boa-Vista; cachexia.
TFelicia Maria Silva Gama, Pernambuco, 55 an-
nos, -olteira, S. Jose; pneumonia.
eferino, Pemrnupbuco, 9 mezes, Recife; gastro
T a ateAdelaide de Siqueira Cavaloste, Per-
5 annos, viuva, Boa-Vista 'tbetu eu--


-S Pe iainbueo, 8tipiola.


ttif'e~tba^^ ^^ Boa-Vista;5 at
ibacBoa-Vaa; vaniolsas
-10i BesVi ft 5soweer.


pJ


.Laiz 1'eL.ojra a 4C.
*DESI'ACuOS
S .roes: -- t .I ". ,
De bDaniel Francisco inheiro, paraquee dl f
bgixa no regitro dinnomeacao do son es.^Eexo
Franeisco Antonio do Souza. -Como requer.
SDe Augusto Gonealves da Silva para que se re-
gistre a proeuraco que em notas Ihe passaram
Seixas Irmaos, para administrar' a casa eommer-
cial dos outorgantes.-Deferida.
De Antonio Carlos Ferreira da Silva, pars quo
se registre a procuracio que em f n Ia= pasia-
ram H. Burle & C., parm gerir e administrar sn
cana commercial.-Registre-se.
Antonio Goncalves Ferreira Cascao assignou o
termo de responsabilidade e presto juramento
para obtencao da carta de registro, que foi aasig-
nada, do brigue D. Francisca.
Nao havendo mats nada a despachar, 4 !lim.
Sr. commendador president encerrou a sessto as
11 horas da manha.


aek
U-al de4BO
wilefmbiteo
-Debermmim


PUBLICAOES A PEDIDO

-Unmo foi promoiqia e deeretada
a reform servli


0 mode pel? qual estio executando a legislA5o>
vigente relative aos escravos exige que se record
o pensament o maneira corn que foi promovida e '
promulgada essa reform.
Entre nBs nao se tractava do semel,-nte quea-
tao quando urma sociedade estrangeira lembrou-se
de dirigir ao imperador urna carta sobre tal aa-,
sumpto, euja resposta foi assignada pelo enta i ,p m -
nistro de estrangeiros conselheiro Martim Fran- '-.
cisco. *i ,
Depois disso durante a guerra do Paraguay.-|,. .
mesmo ministerio presidido pelo Sr. Zacariasa q 'p, .-
pareceu, ep sner por ninguem esperado, o seg '
te treeho ua fall do throno corn que Vi aberta& r *i
assemblda geral a22 de maio de 1867.:j :
0 element 'aii no imperio-nAlo
de mercer o po,-tseayauemtc voma
provendo-se de mdo quoe, epeeiiOO
d& aiti, e 4m.,#(ia m fii~do mk
rttmm iUtrte


faiopuor tn' ps~x
sg e~dor" 90"~


i,.1- 1 '1",


-QC ~fJ A 8 horas,. us OrdenAm roi
ra do Caru, poahia de &t .JliA Rodrges doe
^diageko..--Chegado8 dos portos do sual
no dia 20 &do corrente no vapor francez Congo:
wBeto Jos6 da Silvo, David F. P Baltar, Do-
mingos Gaspar de Bastos,. Jos0 Ramion Perez c
sua senhora, Bento Antonio Carpinteiro, Giovan-
do Carroli, Jo@6 T. Carvalho de Albuquerque e
Fduad ex&reirra Redrigms.
Sahidos pare a $ropaw no memo vapor:
Carlos A. da Cruz, Honrique da S. Moreira, Joa-
quim Jos6 de Amori0 Antonio P. G. de Paiva,
aZiao E. de Medeir4s, Custodio M. F. de Oli-
veigraoaquim da C. Maia,. Antonio da S. Cruz e
1 irnao, Manoel Antero Pequeno, Joao E. da S.
Castro, Santino M. da S. Coutminho, Joao E. P. de
Barros, Biase Brando, Albino Jose G. Diniz, Me-
chele Isabella, Jose Luiz de *Freitas, Henry D.
Sorell, Antonio F. dos Santos, Joaquim D. de R.
Rego% Rosis, Henri Burle, Giamotti Pietro e I fi-
Iho, Terre Francisco, Biase Jammoglia, Guiseppe
Shebettino, Pugliese Francesco, Labanco Guisep-
pe, Emmanoelle Armenio, Jucehette Silvio, Nigro
Vincenzo, Megliore Pasquale, Jos6 Antonio da
Costa, Manoel Pinto Evaristo, Furiadi Saverio e
Nicola Mansicani.
Sahidoe para o sul no vapor inglez Avon:
F. Freire de Menezes, J. L. Lowndes, Antonio
A. de Meleiro e Cesar Santaties.
Sahidos para o norte no vapor brasileiro
Tpojuca :
Engenheiro Carlos Lamaire Teste, Francisco
M. Camara e sua senhora, Dr. Alvaro A. da Cos-
ta, Viviano R. do Passo, Dr. Joao A. C. B. Caval-
cante, Gustavo Antunes, suA senhora e 2 filhos,
Germana M. da Conceigio, Delmiro Loyola, Pos-
sidonio da Silva Pinto e 1 criado, Jose Augusto
R., Jesuino de A. Mello, Dr. Augusto L. B- da
Camera, Basilio Dantas, Leoncio Gurgel do Ama-
ral e 1 criado.
Loteta da provincla Amanha, 24
do corrente, serA extrahida a loteria 23.&, em
beneficio da igreja do Espirito Santo do Recife, no
consistorio da igreja de Nossa Senhora da Con-
ceigio dos Militares, onde se achario expostas as
uramnas e espheras arrumadas em ordem numerica
a apreciago do public.
Loteria do Rio de Janeiro-A loterie
n. 336 A, do Rio, de 25:000000 sera extrahida
a 27 do corrente. 'Bilhetes A venda na Casa da
Fortuna, rua 10 de Marco n. 23.
Mlercado Municipal de S. Jos--Para
este estabelecimento entraram no dia 21 do corren-
te 12 bois pesardo 689 kilos, pertencentes a di-
versos.
Forani vendidos a prego de 960 atW 400 reis o
kdo.
No mesmo dia entraram para o mesmo es-
tabelecimento:
Peixe 699 kilos
Farinhlia, milho e feijao 53 cargas
Fructas 10 car gas
Carneiros 3
Sutinos 2
Precos do dia:
Suino a 640 r6is o kilo.
Carneiro a 1O idem.
Farinha 400 ri6is ate 280 a cuia.
Milho de 480 a 400 reis a cuia.
Feijao de 1500 a 1200 idem.
Foram arrecadados:
73 compartimentos de legumes.
42 idem de farinha e comidas.
20 talhos de came verde.
10 ditos de suino.
11 ditos de fressuras.
Deve ter sido arrecadada neste dia a importan-
cia de 1313180.
Foram mandados lannar ao mar pequena pore;ao
de peixe arruinado.
Casa de Detencao.-Mcvimento dos pre-
sos no dia 21 do corrente :
Existiam press 272, entraram 3, sahiram 6,
existed 269, a saber : nacionaes 237, mulheres
4, estrangeiros 9, eseravos 19.-Total 269.
Arracoados 241, sondo : bons 229, doentes 12.
-Total 241.
Movimento da enfermaria:
Teve baixa :
Manoel Apolinario, conhecido per Manoel do Man-
gue.
Cemiterio Publico-Obtuamr: do dia 14
do corrente :
Ursulina, Pernambuco, 1 anne, S. Jose ; va-


INDICAOIS UTZ .
Advogado '
H. Milet, 1.0 promoter public da capi-
tal tern seu escriptorio de advogacia a rtA
do Crespo n. 18, onde p6de ser procurado
para os misteres de sun profissao.
lMedicos
Conuultorio medico-cirurgico do Dr
Pedro de Attahyde Lobo Mosneozo a
rua da Gloria n. 39.
0 doctor Moscozo da consultas todos os
dias uteis, das 7 as 10 horns da manhli.
Este consultorio offerece a commodida-
de de poder cada doente ser ouvido e exa-
minado, sem ser presenciado per outro.
De meio dia as 3 horas da artde serA o
Dr. Moscozo encontrado no torreio ai p-a-
ga do Commercio, onde funcciona a ms-
pecg'o de saude do port. Para qualquer
d'estes dous pontos poderZo ser dirigidos
os chamados per carta nas indicadas horas.
Dr. Baptista de Moraes, run do Barlo
da Victoria n. 37 1.', andar; consultas das
10 horas ao meio din; chamados per es-
cripto a qualquer hora.
Dr. Leonardo de Albuquerque Cavalcanti,
medico da Faculdade de Paris, pode ser
procurado em seu consultorio a rua do Im-
perador n. 44, 1. andar, das 11 as 3 ho-
ras da tarde. Residencia a run do Hospi-
cio 36, onde da consultas das 8 as 10 da
manh-a e recebe chamados por escripto a
qualquer hora do din aou da noite.
(linica medico-cirurgica do Dr. An-
drade Lima
Da consults em seu consultorio A run
Larga do Rosario n. 50, 1 andar, de meio
dia as 2 horao da tarde. Chamados per
escripto dirigidos a seu consultorio, ou na
pharmacia Pernambucana, a rua do Cabu-
ga n. 11. Residencia Capunga--rua das
Pernambucanas.
Clinica medical e cirurgica
Dr. Israel Cysneiro, consultas de meio
dia as tres horas da tarde, na rua do Mar-
quez de Olinda (antiga rUna da Cadeia) n.
13, 1.0 andar.
Consultorio medico cirurgico
dentario
0 Dr. Joaqun( Camara, di consultas
tedos os dias, de 10 horas da manh is 4
da tarde, run do Bareto da Victoria n.
52, 2.o andar- Chamados a qualquer hora-
Occil ist a
Dr.. EBrreto Sampaio, consultas de 1 As
4 horns da tarde, na rua do Barieo da
Uictoria n. 45, 2. andar, residencia, rua
de Riachuelo n. 17, canto da ia dos Pires.
Bourgard dC,
Recife : rua do Marquez de' Olinda n.
16 Santo Antonio, rua Primeiro de Mar-
co n. 3; B3a-Vi.ta, rua da Imperatriz n.
54. Grande fabric do cigarros a vapor.
Especialidades: Cigarros, charutos do Ha-
vana e nacionaes, cachilnbos, tabacos e ob-
jectos para fumantes. Livros de medici-
na doshinetrica e 'unico deposit da fari-
nha lac;ea de NestIle, para os menmos de
peito leite condensado.
Droganria
Francisco MJlanoel dc& ,i 5va 7 C., depo-
sitarios do todas as especialidades pharma-
ceuticas, tintas, drogas, products chimicos
e medicamentos homZopaticos, ruA do Mar-
quez de Olinda n 23.
Pfiarmacia PernamBucaiia
Rua do CabugA n. 11 de Antonio Mar-
tiniano Veras, pharmaceutical. Avia-so corn
promptidao e csmero todas as receitas e
encommendas quo ihe form conliadas.


(it










y-


4] ~


N-


Cf$
V..*Ni


:




t




it






































f*t6f&, dimra.iewiiaut-enr coea e o
If ./d




i.a escolha seatorial do Sr. Sales
Hm w4*, a cor6a de opartido H-
tava a emwncipato, e ckamou *w
Sidws asftfdres que 9 repel-!


-by tdeo1de julhoteve for1 a pafa
tam" A4 trn~Io d e1869 e 1870 apq ta
brilhasse pelaAueexeia.
ig"oao por60a, em repra oB liberaes, os ho-
Mai o m twrei, os pewtanos do pa*rtidoen


:a eoajio j ipodia tr v;e &o ten-
.:^?.-;- Zef^nrii OStB'Vieee eca ot da mna ta-
"+ + .refa sobre a questao servil e a forma*ao de Uih,
S nOvo-partido; per casa da divwrgencia no seio do
ministerie corn o Sr. Viseonde de Jaguary, outro
.ainisterio organisado pelo Sr. Rio Branco ressus.
citou essa questao na falla do throno a 3 de maio
-4e 1871 da seguinte forma:
a Considerap'es da maior importancia aconse-
Sham que A retorma da legislagio sobre o estado
'r ril nao continue a ser uma aspirago national
indefinida e incerta.
E' tempo de resolver esta questao, e vossa es-
i "': ,eeida prudencia saberA conciliar o respeito d
| '< ." ..... *l riaedade existence cornm ease melhoramento so-
.. -iique requer nossa civilisaggo e ate e interesse
d6B proprietarios. a
F seatimatoB, que entao dominavam a pequena
,uajoria ministerial da ca mara dos deputados que
Srotoiu a lei de emancipacao, nAo deixam de trans-
t arecer na seguinte resposta da conmmissao da fal-
Ido throno compost dos Srs. Junqueirai Candi-
do Mendes e Araripe:
SA camara dos deputados, senhor, estA conven-
-cida de que a reform da legislacao sabre o esta-
do servil nao pode continuar a ser una aspiragao
3nacional indefinida e incerta.
a Esse estido de incerteza 6 que pode tornar
peniclitantes interesses da maior valia.
SOs sentiments generous cchrita-os de Vossa
Magestade Imperial encontraram seguramente a
mais sympathica correspondeneia no animo just e
esclarecido dos brasileiros que, procurando conser-
var a actual propriedade servil com o elemeuto ix-
DISPEXSAVEL de trabalho, querem, comtudo, que
para as gerases vindouras desponte uma aurora
*? 43 regenera0o.
A emancipacio lenta e gradualmente effectua-
dd serA uaa media de alta prudencia e humani-
dade que, esmaliando ainda mais o glorioso reinado
de Vossa Magestade Imperial, testemunharA tam-
bemrn o civismo e a previdencia dos legisladores
brasileiros.
Apos alguma luta do Sr. Rio Branco fortemente
apoiado pela coroa, e tambom pela maionia do par-
tido liberal, contra a maioria, a guard velha do
partido conservador, foi promulgada a lei de 28 de
setembro de 1871, cujas disposigSes prudentes, con-
ciliadoras e efiliazes para extinguir gradualnmento
a escravidlo, sao bornem conhecidas.
Sobre ella a augusta Princeza Imperial Regente
proferio as seguintes palavras no eneerramento da
sessao legislative:
cc Congratulo-me comvosco pelas lois que de-
+retastes a bemrn do desenvimento de nossas estra-
daa de ferro, da recta administragao da justica, e
da extinccao gradual do element servil... E' em-
preza que exige prudencia, perseverantes esfornos
eo concurso espontanco da todos os brasileiros.
Temos f6 de que seremos bem sucedidos, sem pre-
juizo da agrlcidturaa, a nossa principal industria...
c 0 governor farA quanto iho cumpre para i mais
Sprempta e pe,:feita execu~lo de tio important re-
formt, dedicando-lhe a mr-is solicits attencao.
A approvacio da humanitarian reform nao podia
deixar de ser agradavcl ao sobcrano que, atten-
dcundo a incitac5es europeas, a promovera cornm cm-
penhado zelo, e parece ter ido esperar na Europa
a noticia-ti6satisfactoria do desejado desfecho
Passou, porem, como certo haver o imperante
deslarado que, assign como se empenhara forte-
mente pcla realisaqAo da idebt nio havia de cm-
s. pregar mnenor cnergia agim de nio scr alterado o
modo por (pi fora a questlo resolvida.f

COMfiERIIO

Prawa do Recife, 22 de marco
de ISS4
As tres horns da tarde
CotaOes officials
Milho de Penedo, 85 rs. o kilo, em 17 do correute
e hoje.
*Casnio solbre Santos, 30 d/v. corn 718 0/0 de +4s-
canto.
- Canmio sobre Bahia, vista, 112 0[0 de premia, do
banco.
.Cambio sobre Lisboa, 90 dlv. 144 0/0 de prefiio.
i ,.,-, -.^ hontem.
j'. J. de Oliveira 1*adrigueu,
y Presidente.
.. .. Antonio M. Amorim Juniar,
SSecretario.

lRE VISTA COIEiERCtAIL

: ; .Da semana de 1 a 2 de mareo
|.+ de 1884.

j Cambio sabre Londres, 90 d/v 21 5/8, e 21
s I 3/4, e do banco, 90 d/v 21 3/8 e A vista, 21 3/8 e
C m i 21 1/8 sIO hO banco. 0
I "* C'ambAio sarehf Paris. 90 d/lv 441 e 4.46 rft~a o


I- :


franco, banco, c A vista, 446 reis o franco, bunco.
Cambio sobre Lisboa 90 dlv, 142 por cento de
prcmio e 144 por cento, e a vista, 149 por cento
de premio, banco.
CambiO sabre o Porto, A vista, 149 por cento
de remio, banco.
C&Tbio sobre Hamburgo, 90 d/v 548 r6is o
xeiimarch, banco.
1 rn&mbio sobre o Rio.orande do Sal, 60 d/v, 1
S. pot tento do-de serito. 7
.p-mw's Saftaeo d*v7/814m cento


nto..
io s iobre' a Iu &,vista; 1/2 por cento
kio 4o baico^^.
erai.3 19 i.does da Companhia de Se-
zeni 1 caBsm do valor deo 200000

"ere* usiiae ..
Venda a 75o000 uma pipa. .
""ON 1,702 seos, ve ..do6do


g
a.a


mftorl aom prom


j dtaiheat a x UApo


ligeire eli. ftsawmia M d ~ .
dia koAe,'Sr.paie~te SMo.ta w a S.4con-,
o aedido.
Diasdep"isfalli.ead. ? #o-Ado nfea aig. o
r.1 Caatro HabeaoW A pe"id p0a0 4e a. f-
milia ainda dei ao Sr. Cakw a.
cia, recommendando-h q"a peaa ne gad
do servo deveou tira* a coot ae reentsl-a
aquelle amigo. '
De feito, send .tpoipreo daimscost de
52;000, tirada nio pelo Sr. Carmo, nWapot peosoa
cujo name nia me reiordo, disse a ema pesaos que
o serving podena fear pag earn a qumtiag de 401.
Ignore se foi ou niao o Sr. Carmo quem fez
aquelle serviko.
0 que sei 6 o que flea expoasto. E' eta afiel
historic do que se passou cemnmigo relativamente
sos dous faetos articulados. E' esto o que deve
estar na consciencia do Sr. padre Dr. Souza.
0 que fiz podeia ser feito pmr outra qualquer
posses e ecni todo'o direito.
Sou incapaz de aconselhar a desobediencia e de
exautorar un empregado.
Que mejulgaem as que me conhecem. Caon a
present publicaco os6 tenho um fimn; reatabele cer
a verdade.
Recife, 22 de marco de 1884.
J1 Oearia de Ge"ueira.


Agradecimento
Vietima de umna explosao de polvora que dei-
xou-me sem sentidos e instantaneamente cego a
ponto de nao distinguir a tocha de ama yela jul-
guei-me irrememsivelmente perdido e no auge de
meu desespero prefer mil vezes a morte do que a
vida angustiada do cego, que somente a compre-
hende quem comreu, ja perdeu o mais important
orgao dos sentidoS.
Tendo minha residencia na cidade do Assi pro-
vincia do Rio Grande do Norte, onde e vantajosa-
mente c)nhecido e venerado o name do grande oc-
eulista Sr. Dr. Barretto Sampaio, diversos amigos
mcus instaram comigo e corn meu caro pai, para
que viesse a esta cidade fazer uma consult ao
mesmo Dr., que nao seria baldada minha viagem,
nem infructiferos meus incommodes e sacrifici6s
pecuniarios.
Assim foi, pois qtie dirigindo-me, %ip6s a minha
checada, ao consultorio do sabio e hlumanitario
Dr.lbarreto Sampaio, tive logo um aleuto que nao
posso descrever, quando ouvi seu prognostico hoje
felizmente realisado: S. S. disse-moe que um dos
meus olhos se achava irremessivelmente perdido
em consequencia da desorgani^io reaultante da
grande infiltraciAo de polvora e pela falta absolute
de pereepc.o luminosa, mas que garantia-me a
vista pelo outro olho, nao podendo de ante-mao
determinar qial o grAo da minhia future visao.
Cheio de confianca nas palavras do Sr. Dr. Bar-
retto Sampaio, submetti-me as suas prescrip.Ses
medical, e depois de algumas operac6es tenho hoje
vista para dirigir-me e entregar-mo aos laborers
da minha profissao.
Ao Sr. Dr. Barretto Samnpaio, venho pela im-
prensa dar o testemunho do meu sincero e eterno
agradccimento e assegurar-lhe que na cidade d)
Asai, para ondo sigo hoje, terA S. S. um admira-
dor do suas distinctas qualidades pessoacs, de seu
talento e de sua illustracio medical.
Nao posso eximir-me n'esta occasion de agra-
decer ao Sr. Jose Francisco Carneiro, em cuja casa
cstive hospedado e onde fui tractado tanto par S.
8. coma por sua Exm. familiar corn tanta delica-
dosa e atten5cos quo revellanm o fino tracto que
llies distingue.
Recife, 22 de marco de 1884.
Mfarcolino Lins Wanderley Filho.

Ao public
Os scnhores escravocratas tendo por maxima,
que a mentira muitas vezes repetida tomaraca-
racter de verdade, nao canam ncm propalar, que
cu apoio em meu engenho os que olles chamam
seus escravos,. de cujos serviqos dizem me utiliso
a 26A000 os 15 kilos. Dito emrolos==Nominal a
103 e 13 os 15 kilos. Dito em latas=Retalho
de 11 a 20., as 15 kilos.
Farinha de mandioca = Retalho de 3,3400 a
435.0 um sacco.
Gamma de mandioca= Retalho de 2- a 23100
os 15 kilos.
Graxa do Rio Grande do Sul= Nominalmente
a 7.500 as 15 kilos.
Mel= Vouda a 505000 uma pipa.
Milho= Venda do 85 r6is um kilo.
Pelles de cabra= Ultima venda a 83:000 um
cento.
Sal do Assu = Ultima venda a 13100 os 100
litros.
Sebo= Nominal a 8,0500 os 15 kilos
Sola== Nominal de 5o4000 a 7,4000 um meio.
Vellas stearinas= Retalho de 320 a 330 rcis o
masso de 6 velas.
Xarque do Rio Grande do Sul. == Deposito
61,580, arrobas, retalho de 5,4400 a 6:,3400 as 15
kilos.
Generous estrangeiros


Rue. ',pom usaBitr, !ifsw...M7
iq m
o ds senheresr osqwoi-
me de rumo, etn
seie tornemmeis


EngeohoN inteon p ov r .Kx*
sao ontantemente p flag dm pe, aiaorrge do
ia -bus se tiaomrisente qu e dor dixem dewr seo
Engedo o Tae oeoj 2pb d maeni doe 188420

0 De vnao or a ete a-mgeiahorique casiaRtf- que
trabalhem em ne eri doiexs ou n M84 bra-
mea. eseTos, .airi re06ubiB lie, ar li essm a-.
pnip=ade ai oa que. 4e-Smisos amuhoead tehIM
connenta ront legal on naw o pares seieluae-
Tte p fiv vevoodaeees de ioe p e d sipejadOn
EngeAho Tinoe% etc., etc.

AO PURLICO
Atacado i futa fpar um caloniadnor, depare i no
jornal Tempo corn uaranztel. de calumntias,' pro-
prias de algurm eonteo que divorciando-se do trilho
do dever esae s& public mentindo e calumniando.
Desafio a este calumniador vil que asaigna-se co-
mo eleitor p.tavir I public provar q11l essa fa-
milia Iib~ra quei maritem get 4 a- rtnda desta
municipalidade. Referir-se-ia o calumniador ao
Sr, ten-nBte -coronal Dimas Lopes de Siqueira
quando procurador da camIara, 'e o seu sobrinho
Thelesphoro Lopes de Siqueira president? Ain-
da assim, esta familia 6 eonservadora e nao libe-
ral, eomo diz o tal etoitor.' Portanto saia a pu-
blico, venha provar o que diase sob pena de pas-
sar por unm enter sem reputaiao e sem puddr, como
jA a consider.
Ouricury, 19 de fevereiro de 1884.
Benjamin Beltrao de Alencar.

SX IETO A' LIBERDADE


Oh meu charo Brazil!.. terrra infeliz
Oh quanta infeliz esta nacAo
Ser a uuica que se adopto -escravidio
Segundo a historic nos diz.

Avante brazileiros, co'a liberdade
Acabem esta nodoa escravidlo
Deem a estes innocentes a protecqao
Fazem esta obra dc immensa caridade.

Salve oh! Deus! aos martyres desta luz
Nao maldiguem Nao choremin, quo produz
De Deus em v6s todos a claridade.
Brazileiros, facam, faram... que transluz
Aos innocentes martyrs dcsta cruz
S6 conhecerem Deus, patria e liberdade.
Beberibe, marto de 84.
Bartholomeu de P. e Mello.

Necessidade de uim Syndicato


loot^ q tteiwe*s'efeito ln inf
que a fsagit edseIaii
einx ,"4e peachs se &industria; e aio serm-
I Bpow iatio e*4S^^0 qIaerdp no paPv io
* i'teiea a.fatlmen nege &ia4do, "
0 Syndicato fobmadip em Saitos e um' mollque
se impe, ovUmiaxem p ip ,queindz A LproovienC
eias, porque urge a fttaglo da agricultural *d
provincia. A uarictltm.qie tire a'Si' M vo0
de inspirar-se' e agir; quo Ponetitua o sea SyndiU
eato tambem para melior garantir seus lagitinioa
interesses. -. .
P Oax vuh-sae qua oas hi tMpaetos A lavouMra e ao
v ommereio de erdi4ario endossando as lettras dot
agrionmtro, 91 tem a" pr, oas capitaes de que
t.tes neoessitarn e s Ihes'foraecem. As remoes-
sas d9s produetos ruraes sio em regra as garaur
tias para quelles ageles har rem dinheiro pot
eaia forwJfifi de %sudirm. oapedidos dosagri:
cultures ; e parque na podaeiLo eates havel-o di-
rectamente de.uma a.sociaa, que n'este promc-itd
se organise, e-qz rTeeeS -s sens assucares elpixo.
mova-lhes a vendit. ea substituiao d'aqulleos
agentes ?
Q Sydic*ep cocehdo. e ,praticadaw estp pla-
no, tomnara a si a venda doe asacas directa-
monte ao exportador, dtspensando a emtidade. ar-
*mazrenario, que e imitmpoe ao productor e ao.expor-
tador com lucro auferido d'aquelle e por conse-
guinte emdiminuieao do prego porque adquire o
product. Assim* do resultado da' vendas irA
tendo lugxr o embols& dos emprestinmos effedtua-
dos A juros modicoso eOn condicoes razoaveis, Sen-
do que as junos recebido eaa# commissoes das ven-
das consiituirao reditos para as dividendosa aos
capitalistas ou associados.
A vantage de um Syndicato d'esta ordem S
manifest, e as seus resultados nao podem esca-
par A perspicacia dos agricultores ; aos q taes o
respective estabeleeimento garantirA por mais de
urn principio as capitaes empregados na labora~ao
e compensari corn exito melhor as esforcos e fa-
digas do seu trabalho posado e custoso.
Serm entrarmos nes detalhes da creacao d'esse
nucleo auspicioso para alavoura, limitamo-nos a
estas palavras de incentive : os interessados que
a esses tragos de suas principaes vantagens bafe-
jem a idea e tractem de traduzil-a em fact pela
funda.ao do Syndicate agricola 6m proveito pro-
prio e eIevacAo da industrial assucareira da pro-
vincia.
(Do Seis de Outubro)


Pergunta que nPa ofende
Os professors associados A S3ciedade
dos Fanccionarios Pablicos d'esta provin-
cia, desejAto saber, se o Jornal 6 de outu-
bro, orgam d'aquella Sociedade, se faz ex-
ccpeto da classes do magisterio para em
suas columns admittir contra elles pro-
fessores, vagas e accintosas accusa98es!!
Outro sim tambemdesejao saber, sea illus-
tre redacqAo d'aquelle Jornal, 6 solidaria
corn as ideas emittidas no artigo que tern
par cpigraphe, Contractos .de cadeiras, pu-
blicado no seu numero 5 de 15 do corren-
to mez?
E' favor dado a tempo umn desongano.
Recife, 20 de marco de 1884.
.Zfitos Jprofessores.


Agricola
Organisou-se em Santos um Syndicato cam o Supplicas
capital de cerca de 4,000:000, para compra e Nosto tempo de condolencias, filh as da
venda do caf6, aehando-se subscripto todo o capi- religii do Cruciicao, sutplic mordo-
tal por firms respeitaveis.
O Syndicate tern por mira prevenir que os pre- ra do bocco do Bernardo n. 51, as possoas
cos caiamn abaixo de 5.5000 por 10 kilos do cae bern fazejas que d'ella se condoaim.
lzuperior, est A & una tcata eeu Aipeotnres as os -j -
Telles, Netto & C., Quirino Ribeiro & C. e X]. -
Wursten & C., e como fiscaes os Srs. Guye, Ma- Ia T
tos & C., Berla, Cotrin & C. e Joaquim Francisco Et a i
deLacerda. EstA dispensado a pedido, o procurador
A iniciativa tomada pela.praga de Santos n'um do patrimonio do Convento do Carnmo desta
negocio de tamanha importancia paraa industrial i d Sr.Luiz Antonio Preira, e no-
agricola 6 fertil em liq5es, que devem ser apro- cdade r Luz Anton erera eno-
veitadas pelae' outras em garantia dos ramos de meadow para substituil-o o Sr. Custodio Do-
cnItura que lhes slo peculiares, em interesse corn- mingos Codeceira, procurador do patrimo-
mum.; e i)palmente ilo devem ser indifferentes A esse movi- ie macon
mento que Ihesinteressa directamente, e por isso a mesua ordem-
cumpreentre n6s filial-o As relac5es da nossa ex- Carmo do Recife 20 de marco do 1 -i4.
portaqao. -0O president provincial, Fr.EAi,7lrto.
De feito, que estimul s ha ao traballio pesado e _
custoso da cultmra da.provincia, quando os pre.os Pe.runta qlle n aO offende.
nao correspondem a'taes condi5es, e sem uma ra- e t e o fen .
zao que obedeca aos principios economics descem Pergunta-se qual a razao de estarem os
Passas finas=-- Rialho a 7A000 c 8500 umina Eugenio Coclho & Vieira, 5 a 1t. Nuesch & GC, 4
caixa. a Thomaz de Carvalho & C., 1 a Francisco3 Lan-
Papel de embrulho= Retalho de 640 a 1,.200 ria & C., 2 a F. Ramos da Silva, 2 a Albino Cruz


Ul
ur

de

D
gi

la
15
os

m:

ur
21
210


Alpiste== Ultima venda de 4800 os 15 kilos. R
Arroz da India == Retalho de 2.600 as 15 g
kilos,
Azeite doce== Ultima venda a 3600 um gal'o. hb
Bacalhiao=- Deposito 22,000 barricas, retalho a
16$000 e 17,000 uma barrica.
Breu=Ultima venda de 144000 cada uma bar-
rica.
Batatas em caixas = Retalho de 5.000 cada A'
uma caixa.
Ditas em gigas Retalho de 2U200 cada
uma giga.-
Carvio de pedra= Nominal de 204 a 184000 a
ruma tonelada.
Cemento Retalho de 8I a 94i uma bamica.
Canella== Retalho a 10400 um kilo.
Oerveja Bass--= Betalho de 94000 a 10)000 ueam
duzia.
Dita preta= Retalho de 91000 a 10"000 uma
duzia.
Dita de diversas mareas==. Retaho de 64000 a
8;500 uma dusia.
Cebolla= Retalho de 18000 a 124 uma cairn.
Chi= Retalho de 8$ a 5j000 um kilo. E
Cominhos-= Retalho de 126000 os 15 kilos.
Hera dote Ultima venda de 15000 .os 15
kiloa.
.FareUo de LW**oa* RetalhoA 4ALM umn 1aeco.
Dito do fiio da Prata= Ret"O 'da o e*



A do Txlektre e H~~i^ S it S MlO^ ::

.Fewi mdlatiabo M ~~^d 60 &-.


na resma.
Pimenta da India= Retalho a 1,150 oe 13200
n kilo.
Phosphoros = Da marca Jonkopings, retalho
S23200 2,150 cada uma groza. Dito da marca
itedals, retalho de 10600 a 2,000 uma groza.
ito da marca Wenesborg, retalho a 1600 uma
roza.
Queijos-Retalho a 3,200 e 35300 um.
Sardinhas== Retalho de 320, e 340 r6is una
ta de quarto, conform a qualidade.
Toucinho de Lisboa R= etalho a 13:,3000. as
5 kilos. Dito americana Retalho a 123000
15 kilos.
Velas stearinas= Retalho de 400 a 700 ruis um
aqo.
Vinagres= Cotamos de 1204 e 150.,i uma pipa.
Vinho tinto de Lisboa==C6tamos a 220 e 2253
na pipa. Dito da Figueira==Cotamos a 215,4 e
i5n uma pipa. Dito do Cette, branco,= Retalho
.50 e 2203 uma pipa. Dito do Porto, em caixas
3talho de 851000 a 204000 uma caixa de 12
irrafas, conform a qualidade.
Xarque do Rio da Prata= Deposito 62,900 ar-
is =Retalho 53500 a 6,600 par 15 kilos.


RENDIMENT
Mez de nm
L, FA .EGA=De 1 a 21
Idem de 22


BEBEDORI.A
Idem de


'nSULADO PI
Idem de


mciu DxAX
Idem di


OS PUBLICOS
argo de 1884
791:0965348
37t:471*760

828:5675108


=De I a 21 67:8685986
122 1:973A785
69:8424771
tovctcuxz-De 1 a 21 87:9184519
a22 1;975785
69.:842771

wAoe-De1 a 21 43:043681
222952
S. 43:'4.-is

-MAO DAPAUTA
MXb'rIt, ,29 de margo de 1884
raw & AN M0 o kilo. : *
k'-:1" '' 22 66: W do.
'Ao de Oliveira.,,


& C., 2 a Jos6 Antonio Pilro & IrnIao, 4 a Vian-
na Junior & C., 1 a Jos6 Augusto (ldos Santos & C.
Couros 1 caixa a Parente Vianna & C., 1 a II.
Nuesch & C., 2 a W. Halliday & C. Chocolate 2
caixas a J. J. Alvcs & C. Camisas 3 caixas a L.
A. de Siqueira. Chap6os 1 caixa a Papoul, & C.,
3 a Salazar & C., 1 a Antonio Correia de Vase3n-
cellos, 1 a Rodrigues Lnima & C., 1 a Samarcos &
C., 1 a Antonio Dies & C. Coiservas 5 caixas a
R. de Druzina U C., 10 a Sulizor & Koechlii.
Drogas 4 volumes a J. C. Levy, 1) a Francisco
Manoel da Silva & C., 2 a Farin Sobrinho &- C.,
2 a Maniioel Alves Barlnosa sucees.sor, 4 a G. Braz
dos Santos.
Espelhos 1 caixa a II. Nutes .Ii & C.
Feltrc 1 caix; a 1). A. dos "eis.
Instrumentos-de mituica 1 caixa a Antonio Jose
de Azevedo.
Limalha de fcrro 5 caixas a Samuel P. Johns-
ton & C.
Musicas 1 caixa a Victor Preale. Materiaes
para estrada de ferro 128 volumes e peas ao en-
genheiro do prolongamcnto da,estralan de fen'o do
Recife a S. Francisco. Mercadorias diversas 8
volumes a ordem, 2 a Guimaraes Cardoso & C., 11
a Vaz & Leal, 3 a H. B. de Oliveira, 1 a Theod.
Just, 2 Fauqueax Freres, 2 a Guimaries Irmao &
C.,.4a J. W. de Mcdeiros, 4 a JoiorBezerra &
C., 6 a Nunes Fonseca & C., 1 a Sulzer & XK4-
chlin, 5 a Parente Vianna & C,, 1 a E mMio Ro-
berto, 2 a Manoel V. Neve%, 12 a Antonio Duarte
Carneiro Vianna, 6 a Jacintho de Azevedo & C.,
1 a Antonio D. Lima & C., 5 a Salazar & C. 2 a
Costa & C., 8 a Francisco Lau4* & C., 1 a Fer-
reira-Monteiro & C., 2 a W. Halliday & C., 10 a
G. Iiport & C., 3 a Gomes de Mattes & Irmlos,
3 a J A. da Silva Santos, 7 a OEliveira Bastos &
C., 5 a Eugenio Coelho & Vieira, 7 a M4R. da
Silva,'12 a. Otto Bohres sueoessor, 1 a H. Nuesch
& C. Manteiga 307 barrise 525 112 ditos A
ordem, 80 e6502 a Fernane da Coota & C., 20 e
30 a J. F. de Altneida, 15 e 30 a- H. Burle & C.,
50 e 100aa8ouza.ats, Aworim&C., 25 e 50 a
F. R. Psto Gfifniaies, 25 e 2Wa U&IL Quei-
rozi 20oe 40a Fernatides & Irmmo, 10e 20 a J. J.
Alve & C, 30 e 40a Paiva Valente & C., 25e
25 a cOBata & Medeiros, 20 caas a A. Labille,
20 F erreira Rocha & C, 11 a Sonza Bastoes
Amzrim & '
Objeetos paia chap6os de sol 2 caixa ,%i Fran-
diso Xavier Ferreira & C., 6 a LIte Bastes
& C. -1 .
PiB6ss2 caixas a V. Pmfide I a GuimNaraes
cuteoo &t CL P 3,4 i~lUtm s Sodrb da Mott&
&FhoC",2aO11--alABNuaesAh
pa-w
A4 Is W.,


ALiBtUX OFM M BOMO-A PBOVCTIA DOP CgEAf
S&[ 06MIEMOU"XO
DO DIA 25, DO C iRENTE

0 bi0 20d ednoero d0 1884,;
au rn ego taAdo o CearA, lir

3.% de honrapa* clnprile. das pessoas que
elibtii^ B|eesta 4Wia seas es.-
cravos.
4OWWURit ` Gkwerno', Ep4copalk, Gov1erwoP
vincial, Assewnbl&a Provincial e CamaraM64
5-."' ijp L ,*- ll* '4 ,"' 'T..
5. imnprensa Peruambucana, "
6.a Commisso OCentral Emancipadora do Mui-
cipio do Recife.
7.' Club Aboicionieta. -
8.a Nova Emancipadora..-
9.. Caixa Eancia a+irPev ro Pereira.
1la Caixa Emancipador. aubynse.
12.a Ieoi 4E iii sei Nrques
; 'Riadrigtees." ++ ," "++''+ '. 1' .^
l.a Libertadora aAor| o'Oranense;
14.a Club Abei teM dA', ffea .-
l15a Club DraniaticoEmecipador.
16,a Eianen4 a e.. ,
17.a Sociedade 'm' le Setembbo,
18.a Emanipadora Acadnica.
19,a Libertadora Sergipaa.
20.a LibertadriaPara4ty'1aa.
21.a Club Aibbliciow- ta do Goyanna.
22.a Troupe Dramatica Abolicionista.
23.a Gremi0 Eman pador.
21a" Instituto Areheologieo G'eographico Pernam-
bucano.
25.4 ImperialSociedade dos Artistas Mechanicos
Liberaes de Pernambuco.
26..k Club Concordia.
27.' PrQpagadora da Instrucqo Publica.
28.a Sociedade Uniao Commercial Beneffcente dos
Mercieiros de Pernambuco.
29.' Institute dos Professores 'Primarios de Per-
nambuco.
30.a Recreio Litterario dos Normalistas.
31.a. Gremio dos Professores Primaries.
82.a Monte Pio dos Typographos.
33.at Club Carlos Gomes.
34.8 Gabinete Portuguez de Leitura.
35.,* Real Hospital Portuguez Beneficente.
36.a Monte Pio Brasileiro.
37.a Sociedade Liberal Uniao Beneficente.
38.a Monte Pio Popular Pernambucano.
39.a Atheneu Musical Pernambucano.
40.a' Monte Pio dos Honorarios do exercito.
41.a Sociednde Recreativa Juventude.
42.a Monte Pio Bamrn Successo.
43:a Sociedade Allem! Beneficente.
44.a Monte Pio Portuguez.
45.a AssociaAo Portugueza de Beneficencia.
46.a Sociedade dos cmpregados publicos provin-
ciaes.
47.a Club Commercial Euterpe.
4.;. Sociedade Democratica Jovem America.
49.a Sociedade Auxiliadora da Agricaltura.
50.. Associaiao dos Praticos da Barra do Per-
nambuco.
51.a Associaco Commercial Beneficente.
52.a AssociacIo Commercial Agricola.
53.a Club Beneficente do Afogados.
54.:' Club Popular.
55.a Soedladid' Lizo-Brazileiro.
51.':, Societi Fran~aise do Secours Muttuels a Per-
nanl)buco.
57.a Academia de Dircito.
58.' Comit'U Litterario.
5.;t Bahiana Boncficente.
Q0.a C Mngresso Pitrin;ticutico.
(l.a li-rtituto Litterario Ollimlenso.
62."t Sucies6 Stii'e ilc 13imnfaisianco.
iji.', S -,cie L'do 1.l do Maio.
64.'a Club litterario Caruarense.
;5.:, Filho do Terpcyclhore.
A comnnimisso ser:. emncontiada das 10 horns da
manhA as 4 da tard, a rua do Imperador n. 31.
Todas as sociedades aqui inscriptas firarm con-
vidadas p)a sesszio littcraria e musical quo terA
lugar ao nyio dia no thcatro Isabel, onde deverAo
aosignar estc memoravcl livro que star' exposto
no salio dc honra do mesmno theatre, dcsde as 11
horas da mainhu.


Libertaq o do


Ceara


25 DE MAIO) BE 1O;4
Programmna defilitivo
IXICIACA'O 1)A FESTA
As 5 horas da i manliA do mencionado dia una
salva de 21 tiros dari comneco a festa e serm o si,-
nal para a reunitao de todos as abolicionistas no
campo. das Prineezas, couvenicntemnente orAamsn-
tado para este fimn.
Olinto Jardim & C.. 1 a C.uiMh SAIntos & C., 1 a
Gonxalves Irmao & C, 5 a Rogirigaes Limat & C.,
1 a Luiz Lack & C., il a Enilio Soaros, 3 ji or-
dem, 4 a A. Vieira & C., 4 a Ml)nhard Mettlor &
C., 1 a Albino Amorimn & C., 2 a Agostinho Sin-
tos & C., 4 a Loureiro Main & C., 5 a E. G. Cas-
cao, 2 a A, de Oliveira Maia, 3 a Alves de Britto
& C., 1 a Forreira & Irmio, 5 a D. P. Wild & C.
Ditos c clhapeos 6 caixas a Francisco G. do Ama-
ral. -
Velas 3 caixasa J. J. Alves & C. Vidros 2
caixas a Deodato Torres & C., 3 a Teixecira Coim-
bra & C. VermouthS 8 caixas a Carvalho & C.
Viniho 50 caixas a Sulzer & Koechlin. Yinagrc
35 barris a J. Bu sson.
Carga de Lisbon .
Azeite 40 caixas a Domingos Alvcs Matheus. 20
a Orestcs. Travassos & C., 5) c 20 barris a Do-
tinigos, Cruz &c C., 3' e 20 a Francisco Ribeiro
Pinto Guimurles. Alpista 43 )aceos aos mes-
mos.
Cominhos 15 saccos a Silva, Gnimarnics & C.,
20 a Francisco Ribciro, Pinto Guimaraes. Con-
servas 141 caixas a Joio Moreira & C.
Drogas 2 caixas a Bartholomeu & C., 1 a Anto-
nio J. A. Ribeiro, 3 a Rouquayrol & Irmao, 3 a
Faria Sobrinho & C.
Ervadoce 6 saccos a Silva Guimaraes & C.
Feijao 50 saccos a Joao Moreira & C., 30 a
Guimaraes & Valente,- 130 A ordem. Fio de li-
nho 1 fardo a Parente Vianna & C.
Mercurio 1 caixa a Antonio D. C. Vianna.
Prataem obra 1 caixa a J. Krause & C.
Vinagre 5/5 a Baltar, Irmmos & C. Vinho 11
pipas e 25/5 a Souza Bastos Amorim & C., 10 e
l5r5 a Francisco Ribeiro Pinto Gnimaraes, 5 e
3/5 a F. Jos6oG. de Souza, 35 1/2 ditas e -20/5 a
Silva Guimara-es & C., 11 5/5 e 10/10 a Baltar,
Irmias & C., 1 5/5 e 10/5 'a Antonio A. de Souza
Aguiar, 20/10 e 60 caixas a Domingos Alves Ma-
theus.


DESPACHOS DE EXPORTA1XO
Em 21 de maro de. 1884


Para o exterior
No vaqor inglez Commander, carregou :
Para Liverpool, J. H. Boxwell 957 saccas comn
72,284 kilos de algodlo e3,800 saccos corn 285,000
ditos de assucar mascavado.
No vapor inglez Clemdsa, carregon :
Para o Canal, J. S. Loyo & Filho 4,000 saccos
corn 300,000 kilos de hsue9 r mnasyado.
No vapor inglez Avon, carregou:
Para o Rio da Prata, P. Carneiro & C. 660
barricas corn 67,780 kilos de assucv branch e 410
ditas corn 46,490 ditos de dito mascavado.
No vapor amerieano Finance, carrot :
Para New-York, S. Brothers & C. 27 ds
.om omufi osde c6bra.

Ww Sflxe~ poartttgtt fNW*, earregu ?::1
-Para o Rio Grande do Sul ai*Iimo&
^ ^ nkM na 9^00 iti aurreS**


I.onoc-rr-el perls-- '
Sbanda do Ctub o
sees -
Varia9es sobte cl romance de Canpfa
vivere semoadite, papa cJain
S Bandeira.-E. Fonseea.4, 1:,

BFftsario-Duo de Concerto par 2 pianos e-
* Sr. Candido Lyra eElias Pompilio-Qo-
11 .' ra .
Mareba Triumphal para pianos e orchestir.-'E.
Ponseoa.
Depois do preludio da Leonor, terA a palavw ,o
9adaor da commissao, seguindo-se a entrega das
cartas de liberdade par S. Exe. o Sr. presidea.-
*da proviiiia Y +.i .. e
Depois deste aeto segir-se-hlia immediatanente
o-Ave Liberto% '#p e)concerto como do
programma acima, enfo que no intervallo de eca-
da uma pega tera a-pala*a um dos oradores ins-
criptoTi*par t* Ipt*i.? i '
tofnaoi parte obe&quiosatMentc alemn do Sr. Eu-
clides Fonseca e a distinct banda do Club Carlos
,.omea, as, Ekaasj. Ias. DD. Maria Amelia B.
reixeira, Florin4a e HIrmiaias*Maia lreicina Al-
coforado, aria, C. ERodrigues, Ainak Guimaraes
e Vessia Aranjo, e os Srs. Dr. Manoel de Freitas
Guimaraes, Elias Ponpilio, Candido Lyra, Eset-
raldino Bandeira, e Agstinao Leal.
S 0 TLIVRO DE OtO
No salao do theatre estarA exposto um album
primorosamente tornado pelo distineto artist abo-
licionista Sr. Telles Junior. Neste album deverao,
assignar todas as eommissbes das sociedades con-
vidadas polo que pede-se a estas o favor de com-
parecerem ante. da hora marcada para a sessio
litteraria e musical, afim de tererm tempo de assig-
nar o. honroso livro.
Desde As 5 horas da tarde do mesmo dia es-
tari exposto no pavilhito do jardim do campo das
Princezas o mesmo album etor o segulinte offere-
cimento :
Pernamlueo ao .Ceard livre, 25 de margoa dc
1884-e que sera assignado por todas as pessoas
que se regosijarem polo grande acontecimento.
SOCIEDADES CONVIDADAS
Tendo a commnissa'o de convidar todas as socle-
dades desta- capital, de quem espera todo apoie
possivel, resolve desde jA inscrever cada una
d'ellas no alto de uma pagma do LIVRO DE OU-
ro, onde os membros de suas commiss5es deve-
rao assignar na occasiio marcada neste pro-
gramma.
LIBERTA^iES
A commnissao promoverA o maior numero que
for possivel de liberdades, sendo entregues as res.
pectivaa cartas n'aquelle mesmo dia, por occasiao
de abrir-se a assignatura do LIVRO DE OURO%
cnja la pagina sera reservada para os names dos
cidadAos que gratuitamente libcrtarem n'aquelle
dia os escravos que possuirem, e fizerem chegar ao
conhecimento da commissio seu benemerito acto,
coin as respectivas carts competentemente lega-
lisadas.


FESTA NO JARDIM
Alin da illuminagao public e a giorno, lam-
paldas clectricas einprestarao a magia de sun I"
a apotheose do grande dia, desde As 6 1/2 horns da
tarde ate a tcrminabAo da fiesta que sera as 9 da.
noite.
Bandeiras, flaimnulas, disticos commemorativos,
ornarao o pavilliho do mesmo jardim, onde se acha-
rio as commissies, autoridades e em assentos re-
servados As sIenhoras.
Quatro bandas de music, fogos de bcngmala, lan-
ternas a giurno, concorrcrao para o brilihantismo
da fiesta, que denomrninareinos NACIONAL, porque
I a glorimieacao do primeiro passo dado pelo Bra-
1ina 1 iendL da vcrdadcira liberdade.
APPELLO AOS CEARENSES
(0) Ceanri livre-6 dever de honra de todo o Cea-
r,,nsm verdaideirainente patriota, nio possuir mais
.n Sii S eseravo. Pur cons-'gainte aquelles que
quizerem heorear deste imedo a provincia a que
pertencemi, pedc a commissao o favor de communi-
car-lhes para que seus ionmes fulgurernm na nitidez
dh uina d(s piginias do honrosissimo livro.
APPELLO AO PUBLIC
A conminssAoo poie, aos genero:;os habitantea
desta cid;;do, e especialInente aos da praga dW
Conde d'Eu, rua da Inperatriz, Nova, Cabuga,
Primiiro d e Mar(-o e Imnperador, que ornamentem
ais vmmin(las de suas casas e as illumincm duran-
rt I; noite, concorrendo todos elles icom as suas
prc.-o'-as c as do suas familas para a fcicio ver-
lad,'iramiiente popular quc a mnesmi a commission
dc1,2cj; dar a dita fcsta.
GRATIDAO
A commnissao agram1cce desde j. o boam acolhi-
mnento que teve das Exmias. senhoras e cavalleirosx
que fazi.in part( da sessi1o litteraria e musical
b e:m cn,,o a1o Sr. ELcielidcs Fonseca por se prestar
a fazor executar o areludio de Leonor, o hymn


kilos de assucar brauj e 200 dito- cooirn 2,OU
ditos Ile dito mascavado.
Para o JRio de Janeiro, A. da Cunha Filho 122
saecos c3.n 7.320 kilos de assucar branco c 316
ditos corn 18,900 ditos de dito mascavailo ; H.
Banrle & C. 100 saccas corn 7,527 ditos de algoda'o.
No brigue micional D. Franciscr'. carregou:
Para o ParA, Baltar Iriumos & C. 103 duzias da
vassouras do piassava.
No hate nacioaal D,2es t', G.r'dc, catre-
gou :
Para Aracaty, Agniar Junior 6 barricas coix
630 kilo3 de assucar 1)ranco.
Para Mossor6, F. P. do Saboia 5 barri. coal
480 litros de aguardente.
= No hfiate national Alelinac, carregou :
Para Villa de Touros, A. J. Vieira 2 barricas
corn 120-kilos de asucar branco.
No vapor national Ipojica, carregou :
Para Maceio, M. A. Vieira de Barros 4 travel
de cmberiba.
Para Acarahu, L. G. da Silva & Pinto 2 barrio
corn 192 litres de aguardente.
Para Camossim, J. Levis da Silva 20 barricas
cas corn 1,011 kilosde assucar branco ; P. Alves
& C. 8 ditas scm 609 ditos de dito mascavado.

MOVIMENTO DO PORTO
Navio entrado no dia 22
Macci6 12 horas, vapor inglez Commander, de
1,039 toneladas, commandante W. J. Newton,
equipagem 20, carga variouss generous ; a Saum-
ders Brthcrs & C.
Sahidos no mesmo dia
Maranhio-Barca portugueza Africa, capital Joa-
quim Gonqalves Camacho, carga various generous.
New-York Barca americana Surprise, capitio
C. B. Averill, carga assucar.
Jaenos-Ayres e-escdas-Vapor inglez Avon,corn-
man4ante Hanslip, carga varies generous.
Santo;- Patacho allemao Edward Waugh, eapi-
tao J. 0. Ordel&U, carga asscar.
Camossim e escalas Vapor national Ipojuea,
commandant Antonio, Dias dos Santo, earga.
various generous.
New-York Ligre noruegnense Siriu8, capitao
Holm, earga assucar.. ,
Parahyba per esa-as- Vapor ingI* QVj*
commandant A. Lacye,, caro
graphics.


.Reaance
Card


hia
Owadian


VAPORES ESPERAD3
vi or

do sml
da Fumop -
do orte ;
do.suld ,


do sal
A.J4bd 6-6


a


'1 -












%,
-i-4















1- .



































Cl^


etc.,


I1I F '1


B, IP :llW. TB ; .: -?
S48- 34goa V1ktt M W,-4I

PERNAMAUCO.



OoMgalves & C proprietarios da fabm-
'T a igr, aade 0eu ever pvreAnir on
numerosos co-nmridores de seus acredita-
dos cigarros, contra a especua.
erescente d'aquelo que procuram to
0 o meios poSiveiaS e impossiveis para o
| abalo de sueca (!)
Actualmente oorem por ahi uns cgar-
ros cujo papel tem o desenho de m bo"cko,
mas um bicho cavilosai ite preparado, e
S que facilmente se confunde corn o Tigre.
Assim 6 que muitissimos' apreciadores
dos nossos cigarros hao sido illudidos por
S media duzia de taverneiros que ainda
S lreferem aqueles dos nossos, polo facto
d e serem mais baratos, e consegnintemen-
\ te inferiores, nlo se lhes inmportando o es-
tomago e a bolse do freguez, nem o ere-
S dito de nossa marca.
Cautela, Srs. consunmidores I Estudai
bem os tracos do 7igre para nao serdes
enganados corn o tal bicho

IAmor Divino
S Collegio especial para creanas a do mso
a ascudino a rua da Imperatriz n. 32 diri-
gidopor D. Olympia Afra de Mend ona.
S 0 ensino costa das seguintes materials:
S Portuguez.
Francez.
i h: Inglez.
o ographia.
Arithmetic.
S Historia Sagrada.
I Historie do Brazil.
S No collegio fallar-se-ha francez e inglez
Alem disto haverA desvelado cuidado na
direct moral e religiosa dos alumnos.
Recebem-se pensionistas meio-pensionis-
S tas e externos.
As pessoas interessadas poderao visitar
a casadas9 horas da manha as 11 e das
4 da tarde as 8.


Inslituto Dezenove d'Abril
Curse intern e externo
I comprehendendo ensino primario
e secundario
SOB A DMRECVAO LITTERARIA DE

IPorto NflO 09oo e rlos PoNO


narrlro
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As aulas deste collegio abriram-se no pia 10 de
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nhecido merit, o que prova cornm o born aproveita-
mento das alumnas.
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U Medico effective do hospital Pedro II ,
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S Revidencia -ut Velha n. 8. Consul- J
trio rua do Vigario n. 4, 1 andar.
Telephone na residencia n. 90.lDito
no consultorio n.. 132.

Empreza telephomca

Bourgard
Para commodidade dos Srs. assignantes,
a empreza public os nomes que podem
entrecommunicar-se.


A
1 Associaglo Commercial Beneficente.
41 Associato Commercial Agricola.
23 Allan Paterson & C. (fundiglo geral).
55 Amorim Irmaos & C. (escriptorio).
57 Amorim Irmlos & C. (a bordo).
47 Augusto Kruss Successores (fabrics
de cerveja).
52 Andrade Lopes & C.
48 Antonio Augusto de Lemos (fabrics
de cerveja).
84 Antonio Augusto de Lemos (Magda.
ivu-\I


89
98
101
110
139
118
133
137


client).
Antonio Pereira da Cunha (officina)
Antonio Jose Maia Irmlo (rua Nova).
Antonio Jose Maia & C. fabrica de
chapoos).
Antonio Soares Raposo (residencia).
Adolpho Pereira Carneiro (residencia).
Albinio Cruz & C.
Alfandega (sala dos despachantes).
Alfarlega (salAo dosdespachantes).
Arruda & C. (Palacioi de Industria).
Almeida, Duarte & C.
Antonio Correia de Vasconcellos.


B
8 Baltar Oliveira & C. (escripStorio).
50 Baltar Oliveira & C. (a bordo).
5 Bourgard & C. (Recife).
42 Bourgard & C. (Boa-Vista).
61 Bartholomeu & C. (pharmaoia).
71 Borstelmann & C.
109 Browns & C.
117 Bernet & C.
126 Bemardino Gomes de Carvalho.
C .
11 Companhia de Seguros Phenix Ier-
nambucana,
|37 Companhiade Seguros Aniphitrite.
18 Companhia de SeguroasIdemniiadora
39 Companhia do Gaz (eseriptoio). -
40 Coapanhia do 'Gaz ( ot o).
44 Companhia PernamB_
3 Cemiterio Pablico (Saute An o).
92 Cramer Frey & C.
36 Cardoso & Inrato.
113 Companhia de Trilhoi Urbanos, Re
fe, Olfinda e Bbeibe
120 Casade "Dete E ".
42 (unha IrmIo"- .1. .,.
,138 Corpo de poliia#.

Dr. Raymundo irae
sidencia). 1
26--Dr. Coutni ot


; ::,*, ... ,-,; B ,-p ::-y ., ,-. ,- s, ; -, *,y,
' I l- ^ r 1-A
EeaaCoelho &Vieir..

10 FerreiraO iimarles & C.
28 ronmfrs B~eba & C.
-9 'ra 9dde Paula" M a
67 'ranciwe Antonio de Albuquerque
SMelo. -
82 Fabric. do Fia eo TOidos (Mag'
dalena).


54 Oonvello Brv w ates &C
n macis Amriegt.
91 G(oumAes de )t& s&Irmios.
135 Guimailos & Valoute.


, (phw-


16 H'oaital Portug "z de Benefieeneia..
87 Hospital ?eodro II
49 opedaria D. Antonio (Camino
Novo.
4 Henry Forster &C., (escriptorio).
6 Henry Forster & C., (arma)om de
farina.
108 H. Nuesch & C.
125 H. Burle .& C.

83 Journal da Recife.
56 Johnston Pater & C.
73 Jos6 da Silva Loyo & Filho (Maimgui-
nho.
15 Jose da Silva Loyo & Filho (armazem
d'assucar.
14 Jos6 de Souza Aguiar & C.
29 Jos6 Antonio de Souza & C.
64 Jose da ShvaMoraes (cocheira).
7 John Alfred Thorn.
74 Joao Jose6 d'Amorim Junior (Ponte
d'Uchoa.)
77 J. C. Lewy ( Pharmacia Franceza.)
78 Josk Joaquim Alves & C.
85 Jos6 Cysneiro da Costa Reis (Pharma-
cia Torres).
94 Jono Maria d'Albuquerque Oliveira &
Filhos.
103 Joaquim de Gusmao Coelho (co-
cheira ).
105 Jos6 Pereira Carvalho & C.
106 Joao Wright (rua de Santa Rita).
122 Jose Vicente Godinho.
124 Jos6 Augusto des Santos & C.
134 Joaquim Agostinho & C.
L
34 Luiz Jose da Silva Guimarles.
12 Lima & C., (trapiche do Gaz).
104 Luiz Antonio de Siqueira.
I
146 Miranda & Souza.
69 Manoel da Cunha Reis (Afflictos)
75 Machado Lopes & C., (armazem de
farinha).
.66 Moreira & Brags (armazem de mo-
lhados).
80 Manoel Alves Barbosa, Successores,
(Pharmacia Conceicao).
59 Maia Ramos & Santos.
32 Mendesa Lim a & C., (armazem de
bacalhu)
33 Martins & Bastos fabrica de oleos)-
30 Manoel Gongalves Agra. -
123 Moreira & Braga (armazem de algo-
dao)
131 Monhard Mettler & C.
144 Matadouro Publico (Cabanga)
N
114 Numa Pompilio (deatista)
0
53 Oettli & Rapozo.
20 Oliveira Bastos & C.
P
96 Pereira Carneiro & C.
97 Paulo Jos6 Alves & C.
ll Palacio da Presidencia.
100 Parente Vianna & C.
119 Prolongamento da estrada de ferro do
Recife a S. Francisco.
140 Paiva Valente & C.


35 Restaurant Portuguez.
17 Ricard H. Connoly
115 Rouquayrol, Irmlos (botica franceza).


13
22
38
45
86
112
121

43
116
i45


63

1293
136


Saunders Brothers & C.
Samuel Power Jonston & C.
Silva Guimarles & C.
Soares do Amaral & Irmaos.
Santos Selva & C.
Secretaria de Policia.
Severino & Irmno.
T
Tavares de Mellb, Genre & C.
Theod. Christiansen.
Thezouraria Geral.
V


Visconde do Livramento (escriptorio)
Victor Neesen (prensa de algodao A
vapor.)
Viuva Lages (rua do Vigario)
Vitello, Ferreira & C.
w
William Halliday & C. (eseriptorio)
WiUiam Halliday & C. (armazem)
W. W. Robilliard


MEDJCO HOMEOPATHA



IIgpe Alidade-fesbwes, tiolestiasdsa
mscias ocrgl rspitatelos o By-
( ft Pm&s= d taoapqraiad pau:a
*fra&aXapitL -a C


dor.Fo wet.m e q pbiao prelo jrae ela. e
SFpregueza 4 ato Autoeio, j do fevedeido n .
1884.
Subcrevo e asaigno, o eacrivdo, Coriuao 18








d-abrgo, de 184EMneld ~iet
SOliveira Meauo.
0 Dr. Adedin AnoA de Luna F rcire, oii d.
i Ep dia ordeti da nBajwsdo d63re ip tiue
de oypdm e, mwEw e serme, t Pemaksbua, par S. M. & L o wmperado.
or.D. I, Pedro -.getc.
Faao saber. a. que o present edital virem e
d'etle sOtica tiverem, quo no dia 24 do eorruteo
mes, depois d'estejuim n3respectiva sala, Ir" a
prAaor voNzda para w arxomitada po que
Isaer was etorrea 2, tw ie a.
a setkdo de baa. para 'a ar no ata o
quantaa doe 2:000, valor dado a mesma ca,
0dica bem eixmdo Bp fillecido Dopiingo Perei-.
0Lato so osta prodendo
1;:&eW umondo do soa irln Anna
Franciao LagosFerrei a' requetiinoato d
qo.m tambem vai A pra.a sobrndits.ca.
E para quo clogue a. conh6imedto de todoe,
Buandei passar o presented que owL affixado no In-
Sur do costume e publicado pel* iniprensa.
Dado e passado W'e'ta cidax do Recife, aos 18
,de margo de 1884k. Eu, Manoel do Nasecimento
Pontes, eserivie o subecrevi.
Adeino Antonio de Luna Freire.

Edital n.. 630


De ordem do inspector geral, e em virtude de
'fficio da Presidencia de 21 do corrente, declare
que acha-se mrcado o praso de 30 dias, eontados
de hoje, para a inscripo dos individuos que pre-
tenderem entrar em concurso para o provimento
das cadeiras vagas de geographia da Escola Nor-
mal, e geometria do Gymnasio Pemambucano.
A inscripglo-6 requcrida ao inspector geral den-
tro do reterido praso em petigao instruidalom do-
cumentos provando:
1.8 Maioridade legal;
2." Moralidade;
3.0 IsenjAo de culpa ;
4.o Capacidade professional.
Esses documents s4o:
I Certidao de baptismo;
II Attestade do parocho ou de quaesquer outras
autoridades do lugar em que residir o candi-
date ;
III.Folha corrida;
IV Titulo de habitaco e exame de capaci-
dade.
Silo dibpensados:
De exhibir certidio de baptismo os candidates
que forem ou tiverem side funecionarios publicos e
os que apresentarem algum titulo ou diploma que
nio poderiam obter sem a maioridade legal;
De apresentar folha corrida os que exhibirem
attestados de couducta civil ou moral passados
pelas Camaras Munnicipaes, autoridades judiciaes
e policiaep das localidades em que houverem resi-
dido nos dous ultimos annos; e os que se achando
no excreicio de empregos public exhibirem attes-
tados dos respectivos chefes;
Da prova de capacidade per exame de habilita-
tio, os que houverem side approvados em cada
urna dasi diseiplinas das cadeiras que se tracta de
prover, quer em exame prestado em alguma in msti-
tuicaio official da provincia ou do paiz, quer pe-
rante commissoes anteriormente nomeadas pelo
governor geral ou provincial.
Secretaria da Instruccao Pnblica, de Pernam-
buco, 22 de marco de 1884.
0 secretario,
4PergeniAo Sartaivad de Ara,.o Galvio.
0 Dr. Jeronymo Materno Pereira deo Car-
valho, juiz substitute da fazenda de Per-
nambuco na jurisdiqAo partial por Sua
Magestade Imperial e Constitucional etc.
Faz saber pelo present que o -bacharel Jose
Francisco Ribeiro Machado como inventariante
dos bens do finado Francisco Carneiro Monteiro
requerera a venda dos escravos Dionizio e Jose,
este preto, corn 17 annos de idade, pela quantia de
5005, e aquelle tambem preto corn idade de 19 an-
nos pela quantia de 600A, os quaes pertecncem ao
espolio-respectivo e se acham em poder do herdei-
ro Dr. Augusto Carneiro Monteiro, e sendo a ven-
da para pagamento de despezas judiciaes e im-
postos, por forca do deereto n. 1695 de 15 de se-
tembro de 1869, passou-se o presented convidando
a quem convier a compra dos referidos escravos a
apresentar propostas dentro do prazo de 30 dias
a contar da data deste.
E para que censte passou-se edital que sera- affi-
xado e publicado na forma da lei.
Dado e passado nesta eidade do Recife de Per-
nambuco aos 15 dias do mez de mare de 1884.
Eu, Joao Vicente de Torres Bandeira, escrivao o
escrevi.


Jeronymo M. Pereira de Carvalho.
-Edital n. 629
De ordem do inspector gerai da instrucciAo pu-
blica se faz constar a professor public Ismenia
Genuina Dias, da cadeira de ensino mixto cm
Bizarra, que pela presidencia da proviacia Ihe foi
marcado o prazo improrogavel de 30 dias, a con-
tar de 18 do corrente mez, para ir tomar posse e
assumir o exericiio da de Goyaninha, para a qual
foi removida por portaria daquella data.
Secretaria da instruccao public de Pcrnambu-
co, 21 de marco de 1884.-,Osecretario,
Pergentino S. de A. Galvao.
Edital n. 626.
A professor public .Anna Francisca Soares
Pacheco, removida por actor da presidencia da
provincia de 17 do corrente, da cadeira primaria
de Cimbres para a de Serinhiem, flea marcado o
prazo de 60 dias, a contar daquella data para
tomar posse e assumir o exercicio de sua nova
cadeira, sob as penas da lei; o que so declare de'
ordem do inspector geral da instrucao public.
Soecretaria da Insti acao Publica de Pernambu-
co, 19 de marco de 1884.
0 secretrio,
Pergentino 8. de Aracwjo Galvao.
Is~ alln I
De ordem do inspector geral da instruegio pu-
blia, se faz constar que flea marcado o prazo de
60 dias, oontados de 11 do corrente mez, para a
profesora public Dina da Sdlva Coutinho, tomar
posso e assumir o exercicio da eadeira de ensino
primaio do sexo feminino em Tamaudark, para a
qual foi rem6vida da do Bizarra, por portaria
daquella data.
Secretaria da hInstrndeao Publica do Pernani
bueo, 19 de maro de 1884.
I n L ..A rII**


Do ordo de him. Sr. director interino faeo
'gbHico que, tendo-se couicdo Os examnes do 20,
salas onde era -feito taes exames, oearo O
dia 24 do correnteass sulas {rrespopdentes aquel-
Ien treo amuos.
Scretaria da Faculdade de Direito do Recife,
22 de marco de 18--O seeretario,
. De,,.sp'. $.,'- d Mewes
"Tb..urarfa .e Wazenda dle

De ordemo do 111m. Sr. iWpeeltor, e ear unupri-
aento ao ofteio 4-do Em. Sr. desedbarga ,re-
sidente da proviucia de17 do orente, I z
publilo que no dia 26 do oMmo nmesi s4 12 horas
da ma se 4+enderlo em hatat public. os'ob-
jeetos eonstantes da relaao infra, pertencentes
ao Arsenal .de Guerra, e que no tern applicaglo
ao servido d mmo Arsenal:
2 armarios grades doe pinho.
I arm&* o par. carroca. 9
2 casae poquenas de amareUo.
4 ditas grandes de dito. "
9cal asdepanno orde cafei.
9 sobrecasaeos de panno dito,
80 cama de ferro.
83 armagOes pars selling.
9 bonets de panne. -
4 jarras de madeira.
Skiosque de pinho.
1 mesa de amarello.
Thesouraria de Fazenda de Pernambuco, 21 de
m"rco de 1884.
S 0 secretario da junta,
Francisco Antonio de Oliveira e Silva.


D. Jos6 Pereira da Silva Barros por Merve
de Deus e da Santa S6 Apostolica, Bispo
de Olinda, 4o Conselho de S. M.!o Im-
perador etc.,
Aos Revms, Conegos e todos os sacerdotes secu-
lares desse nosdo bispado, saude e paz no Senhor.
Como presentemente esteja vaga a cadeira da
dignidade de Thesoureiro-mdr da nossa santa
Igreja Cathedral, per morte natural do respective
possuidor conego Firmino de Mello Azedo, pomos
A concurso pelo present Edital a referidaCadeira.
Os Revms. Conegos da nossa Cathedral de Olin-
dae sacerdotes seculares, que quizerem se oppor
a essa cadeira, apresentem-se dentro do prazo de
trinta dias, A contar desta data, corn os seus re-
querimentas instruidos das habilitaces exigidas
pela legislacio, que rege a mateiia, mais documen-
toe cm seu favor, e certidoes de vita et moribs.
E feito o coneurso proporemos a S. M. o Imperador
trez dos mats benemeritos e dignos conforme os
Sagrados Canones, Cone. Trid. e outras disposi-
coes.
Dado e passado, no Palacio Episcopal da Sole-
dade, aos 21 de marco de 1884.
Eu padre Valeriano d'Alleluia Correia, escrivio
da Camara Ecclesiast ca, que o escrevi.
Tj- Jos, Bispo Dieccsano.
Companhia

Forro Cari Poernm co
Bllhetes de passagens
Para ultimar-se o resgate dos bilhetes de pas-
sageiros d'esta companhia, ainda em circulacao,
roga-se aos possuidorse dos mesmos se sirvam de
trazel-os ao troco per dinheiro no escriptorio d'es-
ta companhia a rua do Barto do Triumpho, das
10 horas da manha As 3 horas da tarde.
Continuam, outrosim, a serem os mesmos bilhe-
tes recebidos nos carrots em pagamento de passa-
gens.
Mar9o, 13 de 1884.
G. A. Schmidt,
Gercnte.


Sauilt dCas a M misericorgitin oRocffe
Arrenda-se por um a trees annos os armazens
ns. 16 e 18 AI rua da Senzalla-velha, a razAo de
360, annuaes cada um ; a tratar na secretaria da
mesma Santa Casa.


"o itdooria do Porll h cO
Imposto de industrial e pro-
flss6es
0 administrator da reccbedoria faz public, que
se esta procedendo por esta reparticao a eobranna
livre de multa, do imposto de industries c profis-
s5es, relative ao j20 semestre do corrente exerci-
cio de 1883-84.
Recebedoria, 14 de Mar~o de 1884.
Alexandre de Soiaa Pereira do Carmo.

Obras militares


De ordem do engenheiro encairregado das obras
militares, esta aberta a concurrencia para se pro-
ceder no dia 24 do corrente, as 11 horas da ma-
nha, a arremata*o do encanamento, deposit
d'agua e outros complementares no quartel das
Cinco Pontas, orgados cm 2:530,403.
0 1- cadete 2o sargento amanucnse,
SebastiA o C. Lacerda do Almeida.
Gremilo dos Professores Prima,
rios
Sessio magna
Tendo esta sociedade de solemnisar no dia 25
do corrente, ao meio dia, o 60 anniversario de sua
installaao, convida a todos os associados, aos
colleges do magisterio e ao putiico cm geral, a
comparecerem A sessio magna, que celebra no
dia e hora acima indicados, cm sua sede, A rua de
Pedro Affonso n. 29, Escola Normal.
Secretaria do Gremio dos Professores Prima-
rios em Pernambuco, 20 de marco de 84.
0 1 ecretario,
Christovao Porto.

SantaCasa da Misericordia do
Recife
Teado a lllma. junta administrative resolvido
mandar admittir no collegio das orphas, em cujo
quadro se achavam inscriptas, segundo a ordem
das respcctivas datas, as menores constantes da
seguinte relaco, por esta secretaria so convida
sos parents e protectors das referidas menores.
para que venham solicitar do mordomo de mez,
quae 6. e HIllm. Sr. Dr. Aleiandre deo SoduPerei'
do Carmo, a competent ordem para a admiislo.
Secretaria da Santa Casa de Miserieordia do
Reeife, 13 de marso de 1884.-0 escrivao,
Pedro Rodrigues de Souza.
Rela lo da. menores que vAo ser admittidas
no collegio daas orphas.
,Mar*a, fla de Emilia Mana :da Silva Ven-
1 tra.
.velina, filha de Maria Candida do Nasci-
3 2. 3 Josuna, afihbada de*Maria Benedicta cia on-


4 Satu4r a, filha de Fraueisca Paula
o Sauto.,.
.5 racisa, dit4aedita dita.
It V-^12L m ii "Al tl p"s l -tsa f"


do Espi-


Wdi&Oe Mene-

ina.
impilia de Me-


28 iA fildeLaMdieM ae4d*MCtO
22 Bbsa;1 O 4.Ma4MJo.4iia4^^s ttr
30 ]IVIra, 11Tha dO :AUI^i*.P^vmI4

Asylo de men ,
De onformidftd omo art. 66 do r"*m- nN^
to, sert franqueado esto tAbeleeiment o ie-
uhores visitaWte das I11 horas da maU-nh As 65 |
turd., no 4ia 25 do eorronte, 140 anbversaario4
inauguraepio. Asylo de mendicidade, 20 de man-
go de 1884.--O director,
Juatino Jose de Souma Cmpo.-
Obraspublieas.
Do ordem do Illm. Sr. engenbeiro chefe, fWI-
publico qlae, em virtude de ordem do ExIm. Sr.
desembargador president da provincia, vai ena
praa no dia 27 do erenate, ao meio dia, a obra :
dos reparos urgcates da ponte cda rua da Aurora,
na importancia de 2:0934. 1 -
0 .or9aento e mais endioe8s do contrato so
acham nnsta secretaria para serem examinados
polos pretendentes. ,
Secretaria da regarticeo das obras publicas, 19
de margo de 1884. -0 official,;
Joao Joaquim de Siqueira Var*4o.


Confraria do Senhor Bom Jesus
da ViaSaecra da igreja da
Santa Cruz
De ordem da mesa regcdora desta confraria,
convido a todos os nossos carissimos imagos para
cemparecerem em nosso consistorio revestidos
corn seas habitos, no dia 23 do corrente, is 3
beoras da tarde, afim de'acompanharmos a prodcs-
ado do Senhor dos Afflictos, para a qual fomos
convidados pela irman.iade do Senhor Bern Jesus
das Dores da igreja de S. Goncalo.
Consistorio da confrin-Iia do Senhor Born Jesus
da Via-Sacra, 20 de inmaro de 84.
(Gouveia Cordeiro
Escrivio.
The~~ New ondo an Drailami


The New London and Brasiuatn
Bank Limited
Rua do Commerci) n. 32
Sacca por todos os vapores. sobre as cai-
xas do mesmo banco em Portugal, send
em Lisboa, rua dos Capellistas n. 75. No
Po, rtorua dos Inglczes.







IMPERIAL

COMB DA E 8EGII
CONTRA



iFOGIO
Tendo reduzido as suas taxas de
Spremio offerece grandes vantagens
aos Srs. negociantes e proprieta-
rios.
Premios modicon,
Segnuranca inidubitaVel
E prompto pagamento de
prejulzoq, -..

Capital 16,000:0004000
Recife, 1 de agosto de 1881.
AGENTS
Browns & C.
> RUA DO COMMERCIO N. L

^^ ^ ^


SEGUROS
MARITIMOS CONTRA FOGO
Companhia Phenix Per-
nanmbucana
Rua do Conmnercio n. 34.

SCOMPAHIAE BSE 8IIIRS08
CONTRA FOGO
North British & Mercantile
CAPITAL
2:000,000 de Hbras sterliHuas
AGENTS
Adamson Howie &C.
RUA DO CO1MMERCIO N. 3.



CONTRA FOGO
The Liverpool & London & Glob

INSUIIRANOCE COMPANY
AGENTS

Sauidurs Brother & C
11--CORPO SANTO--11.
COMPANHIA AMPHITRITE
de
S s arios trt
N. 9--Praa'po Corpo Santo-N. 9
0 Dr. Francisco Alves da ilva, juiz substitute do
juis de direito especial do oonwmercio desta cida-
de do Recife, por Sea Magqestade o Imperador,
a qzewm Des guard etc.
Faco saber aos q e o presented, edital virem on-
d'elle noticia tiveam, que so ha de arrematar em
praa public deste juizo, depois da'espeetiva
audLencia do dia 3 de abril do corrente ann., pre-
eedido dos p.gies. do estylo, os bens'segnw"',-
Due parties de terras site go lugardeB
do Lea, fri.guezia dos Afogados, co m 3
deorente cada um e '176 metro, edap4ill
que tern a xecutada D Maria, os
lres a diidir comn terras do Giu A,,
per 600S.Cujas parfsdo tor~,
.ereeuroque move Jose Nunel
1r,= .eo d .Assis ,do.
Dionuaisi do:C. Figttiire*a ., .


*A'


K






4*l*^t


1 -tS


I


I


CS;I-,


I

















#. X er" a.i E N ieio u. 32.
i -a taqttr Arue da


ll~~iiboAdatre

- .... .... Q
nmtlpr, taque



Os unics cobradores
Meraos sao os Senhores
?rancisco Felix de Meilo
e Hermillo Francisco Ro-
drigues Freire, e quando
for precise o Sr. Antonio.
Marines r.valho.
Todos os recibos desta
empreza deverAo ser pas-
sados em taloes carimba-
dos e assipnados pelo seu
gerente, sem o que nao
terao valor algum.
Charles A. Cravne.
Engeaheiro gerente,

IllTIIOS

Pan Liesh Porto
Vai segnir brevemente a barca portugueza Mi-
ramar, que jA tern part- da carga engajada, re-
oebendo o rest a free barato: A tratar com o
censignatario Franciscp Ribeira Pinto Guima-
racs, A rua do Brun n. 96.
*OEPANHIA PERBNABUCANA
DE
Navegaeao Costeira per Vapor
PORTOS DO SUL
Macei6, Penedo, Aracajui, Estancia e
Bahia
01 vapor S. Francisco,
commandante Telles,
seguirA no dia 27 do.
corrente, As 5 horas da
tarde.
Recebe carga atW o
dia 26.
Eneommendas, passagens e dinheiro a frete ate
As 3 horas da tarde do dia da sahida.
ESCRIPTORIO
Caes da Companhia Pernambu-
eana n. 12
Companhia Braslleira de Nave-
gatao a Vapor
PORTOS DO NORTE
S0 vapor
Bahia


A E' esperado dos portos do
sul at6 o dia 26 do corrente
"' e seguirA depois da demo-
ra indispensavel, para os
'S portos do norte at6 Ma-
nios.
Para carga, passagens, encommendas e vatores,
tracta-se na agencia
44 RUA DO COMMERCIO- 44


PORTOS DO
0 vapor
Ceara


Comar didante o 1. tenente Guilhemne Pa-
checo
E' esperado dos portos donor-
*.1 .. te at6 o dia 24 do corrente
e seguirA depois da demora
do costume para os portosdo
Sul.
Recebe tambem carga para Santos e Rio Gran-
de, frete modico.
Para carga, passagens, encommcndas e valorcs
tracta-se na agencia
44 RUA DO COMMERCIO 44


Passagens

I ZAOOO
{',3(J00
3603000
1SM000
185A000
316500
4;7$500
99&000
135M000
205000


ULiverpool Brasil e River Plate
Stcam Navegaplion CGo mp any
United,
0 vapor
Bessel


1,947 tonalada; ,
i E' esperado da Enrops no
Sdli 29 do corrente e de-
pis da demora necessaris
.eguiri para o

em


cfite: tra eea .. '
Wilsonm s 1. U0 tedAM
N. 14-RUA DO_ XCX.14
laegeri doe 144~~^Ao~ralf
gerie A., eome impretei n Ria 2
cormente. 0 resto do betes aduhan- ex-
pot I venda sna Caus da Fortuna, m rua de
Margo n. 23. -9'
United States & IBrasil Hail S. S. C.
O VAPOR
Reliance
Sspera-se de New-Port News
at o dia 24 do eorrente, se-
guindo depois da demrora ne-
Dab~~ge ~ a Pd am e.
cesmaria pars
mama e aRis de Janeiro
Pars carga; pasagens, encommendas e valores,
tracta-se corn os


AGENTS
Henry Forster & C.
- RUA*DO COMMERCIO N. m
1.'andar


O VAPOR
Finance


y E' esperado dos portos do
//j/ /f Bsul no dia 25 do corrente, e
H depois da demora nceuesaria
iseguirA pars o
Maranho., Par., X. Thomaz e
New-York.
Receberd nesta viagenm carga para o Ma:
ranhao
Para carga, passages, e encommendas, tracta-
se corn os
AGENTS
Henry Forster & C.
N. 8 RUA DOCOMMERCIO N. 8
1. andar
Pelos vapores desta companhia dio-se passa-
gens para Liverpool ao preco de 200 dollars ; o
passageiro desembarcando em New-York tern ga-
rantia a passagens para Liverpool quando Ihe ap-
prouver por vapores de 1a ordem.

ROYAL MAIL STEAM PACKET


COMPANY
Grande rednucco nose precos
passagens
0 PAQUETE A VAPOR
Tagus


da


E' esperado daEuropa no dia
25 ou 26 do corrente, seguiin-
i do depois da demora neces-
saria pars
Bahia, Rio de Janeiro, e Santos
Para passagens, fretes, etc., tracta-st ccm os
CONSIGNATARIOS
Adamson Howie & C.
3-Rua do Commerelo-3
Passag-ens para a Europa podem ser toma-
das na ida dos vapores para o sul
Itinerario


Sahida Southampton
Chegada Berdeaux
S Vigo
Lisboa
S. Vieente
c Pernambuco
a Macei6
t( Basia
C Rio de Janeiro
Santos
Montevid6o
Buenos-Ayres
Sahida Buenos Ayres
S Montevideo
Santos
S Rio de Janeiro
Chb gada Bahia
Macei6
S Pernambuco
S. Vicente
S Lisboa
Vigo
cc Southampton
SS6tocarA paratomar


Hafumbr-s mei aniulnc
DaimprscbiTahrls-Gesellschafl.
0 PAQUETE A VAPOR
Ceark


;Espera-se da Eu-
ropa e portos do
note no dia 25
do corrente, se-


-w ~ guindo depois da
demora necessaria pars
Babla
Para passagens, free, ete., tracts-se corn os
-agentes.
Borstelmann & C.
RUA DO VIGARIO N. 3

S

AgentPinto
Segunda-feira 24, ano mio d, leilao de 145
peta d ehitas avariadas d'agua do- mar, e diffe-
net" quadros oleographicos.
2.rtaaelrk 26, ii 101/2 horas partirA o tr
-1t-t itt para oleil o do 'oovei*, l e
qstamis n* 4s es,.eua em que matom
-96 .. ...


l,67.


.N:


das avariadas. o

Leilao
Da casa terrea n. 2 da travessa da Viraso na
freguezia de Sanio Antonio.
Quinta-feira, 27 do corrente
A's II horas
NO ARMAZEM DA RUA DO BIPE-
RADOR N. 10
0 agent Martins farai leilio da casa acima por
mandado do Him. Sr. Dr. juiz substitute da fazen-
da, .i requerimento de Manoel Justiniano dos Reis,
herdeiro de Capitulina de Jesus Soares, para ,pa-
gamento do que deve a fazenda provincial.
Leflao
De urma casa terrea A rua do Coronel Suassuna
n. 7, em chlo proprio,,occupada corn refinaao.
Un* terreno A rua do Conde da Boa-Vista, jun-
to a casa n. 82, corn 41 pahnos de frente e 300 de
fundo, send ja edificado 2 quarros e 1 latrina.
Um dito A rua ado Progresso, freguezia da Boa-
Vista, corn 40 palmos de frente e 500 de fundo,
tendo no centro 6 inei'agas de pedra e cal, edifi-
cada a pouco tempo.
OQMi1-feira, 27 do corrente
A's 11 horas em. ponto
Agente Pinto
A rua do Bomn J'esus n. 43

Leilao
Da taversa sita it ru Imperial


.... .....-,- -


. :


:m pKo:.|o ito le
KO ASifSW SS~mNO LAR-
1.0 0 .]DO'- W^ J26
.~A !. I d, 4
divid Aetivas do O* io, na bi.tmoUia de
0 08ierehuadueaben ~xi.6maBaenou agen-
te Ino reWhl aasnaem do ae -,
,, oia~o m ; Mai~ oo.:.A:



Do sbrado de 3 itres e s812
i rua do Bom JesMus 27
Segunda-felra 94 d eonremte
AS 11 HORAS
0 agent Alfredo Guiunario levarA a leilao pol
mandado e asuiteneia do film. Sr. Dr. juiz da pro-
vedoria e a requerimento do testamenteiro e inven-
tariante os bens pertencentes ao espolio do sub-
dito franeez Augusto Caors, por occaaiao do leilao
da loja de selling a rua Diretta n. 56.
Leilffo
D'una caix a corn chita s avanadas e descarregada
de bordo do vapor inglez &cultor
Segunda-felra 94 de malo, ao
Melo dia

Agente Pinto
Rua do Bom-Jesu n. 43
Em eontlnnafIo
De differences quadros uleographicos (novos).

Leilao,
De models, louqa, vidres, can-
dielros a gaz, tawpetesp quadros,
espeltos e objetos de eletro
plate.
A saber:
Um piano forte, urma mobilia dejacaranda corn
um sofA, dots consoles, duas cadeiras de braos,
dose de guarniglo, duas cadeiras de balance, quaa
'iros corn finas gravuras, um tapete de sofa, cinco
ditos de port, cinco pannos de crochet, tres ca-
deiras pars viagem, jarros pars flore4, figures,
urma cama franceza, um guard vestido, urma com-
manda, dose cadeiras, dots marquezoes, um lava-
torio, um toilett, um cabide, quatro camas de Io-
na, uma cesta pars rouba, umn bero,'lantemrnas,
urma mesa elastica, um guards louna, dots appara-
dores, uma quartinheira, vinte e quatro cadeiras
de guarni4, um lavatorio, urma taboas pars cn-
gommar, duas bandejas, um apparelho de porcel-
lana, para ela, rum dito pars juntar, um dito ae
electro plate, colheres, talheres, salvas, galhetei-
ro, paliteiro, fiucteiras, campoteiras, cops, calix.
jarras, umn linipador de faca, trem de cosinha,
flandres, bacias etnuitos outros objects de casa
de familiar.
Qulrta-f0a 26 d0 corrento
Na Ponte de Uecoa easa e sitio
em frente do eolleglo de Nos-
sa Senhora da Graea
Candido de Carvalho Neves, tend mudado de
residencia, faz leilao por intervenglo do agent
Pinto dos moves e mais objects da casa em que
residio na Ponte de Uchoa.
A's 10 horas e media, partirA do Arco de Santo
Antonio o trem expresso que dara passage gra-
tis aos concurrentes.
Leilo

De pred
A saber :
Urna casa terrea da rua de Santa Rita n. 2.
Urea dita na mesma rua n. 4.
Ursa dita na mesma rua n. 6.
Urna dits na mesma rua n. 29.
Urna dita na rua do Cpronel Suassuna n. 197.
Urna parte de 1:500O000 no sobrado de 1 an-
dar e sotao da rua de Santa Rita n. 17 (largo do
Mercado), tendo sido o predio avaliado em 12:000.
Quinta-feira, 21 do correute
A's 11 horas
Ag'ente Pinto
Bua do Born Jesus n. 43.
Por occasiao do leilao de outros predios e fazen-


dar ou vender
0 Boa Sorte, uma legua Aquem da Victoria,
corn terras e-mattas para safrejar 3 mil piles de
assucar annualmente.
0 Goyabeira, meia legua al6em da villa de Ja-
boatao, para 2 mil paes.
0-Cananduba, uma legua alenm da mesma illa.
0 Mussabiba, centre dita villa e a esta~ao de S.
Lourenco, para mil a 2 mil paes.
Todos moendo corn agua, tendo o lo alem d'esta
um excellent vapor.
A' tractar corn o commendador Barroca, em sua
residencia da Magdalena, ou na rua do Impera-
dor n. 77, mercearia, ou corn suas conhadas na rua
da Imperalriz n. 49, 20 andar.

GLYCERATO VEGETAL
Contra empingens e outras af
fece6es da pelle
Preparado por Joao Antonio Mfartins No-
vat., pharnceutico diplomado pela Fa-
culdade de Medicina da Bahia.
Este preparado, composto espccialm6nte de
idantas deste paiz, 6 o resultado de muito tempo
de trabalho e estudo.
Elle 6 applicado corn exito admiravel nas affec-
95es herpeticas, nas sarnas, friciras, feridas chro-
nicas e em todas as molestias de pelle.
0 seu emprego nessas molestias tern sido sem-
pre d'um grande restultado, operando o Glycerato
regetal uma cura rapid da molestia, evitando a
repcticao della.
A grande procura que tern tido o seu autor,
b umar jrova da cxcellencia deste preparadoj'!
6astante conhecido pelas suas virtudes.
Em testemunho do que avan ia consideraqdo public os attestados infra de di-
versos facultativos que teem usado em sua clinic
comLrande proveito do GLYCERATO VEGE-
TA ge bern assim de phliarmaceuticos e pessoas
que elle tern feito uso.
Modo de unar
Applica-se sobre a part affeetada em fries
urma vez ao dia, ou pela manhil ou A noite, tend
cuidado de nao fazer segundo curative, scm tomar
am banho n'agua mornas ou fria, e'lavar a part
affectada corn sabio de qualquer qualidade.
No fim depoucosdias o mal vai desapparecendo.
Outrosim, quante mais o mal torna-se rebelde mais
depressa oGLYCERATO VEGETAL obra corn
promptidao.
Quando o doente applicar tres ou quatro vezes,
e tornar-se a part affectada dorida e vermelha,
neste easo dcve-se graduar as friceges para me-
nos.
Nos casos de feridas, deve applicar-se de tires
em trees dias, ou de quatro em quatro dias, a la-
var a ferida duas vezes ao dia em cosimento de
mnalvas.
/ Unleo deposlto
NA
PHARMACIA E DROGARIA
DE
Bartholomeu & C.
84 BUA LARGA DO ROSARIO t- 34


f-^ .*^'''.2^
'wW ^ ^*r^ '"j~ -" -P


ASSANDO 0 CHAFARIZ


.. Oreff rccom uta sehora viuva, que rNm
meta, de 14 ianos, parsa anxiliar os trnbadhos
i n casa de familia ; quem quiser utilitir-se
46do en prestimo, qawira amnunciar para ser pro-
eurAdo.
UIO.
-- Coniinia a procurar-se urma senhora de boa
qoudceta, que d# fianga dells, pars o governor de
Ut earsa distance urma legoa pequena de Santo
Anwro de Jaboatio ; bet asim area ama livre
ou eacrava, pars. coainhar e comprar em earns do
muito pocia fmilsiaem Olinda, por muito pouco
p ; a tratar 'no ecriptorio n. 1, 1 rua da
1zl-andar,

0" Nova a.S
SGrande sortihonto chegado ultinmamente da
Europa; bonita, polkas, walsas, quadrilhas, ga-
4laes e phantasias, extrahidas'das eelebres operas
Doba Juanita e Boocacio, e do grand bailado
ERdweior de grande voga na Europa e tAo popu-
laues na c6rte do nimperno : A vendsa no armazem
de mubieas de Antonio Jos6 de Azevedo, I ma
Nova n. 13.
A rVsA A Preeisa-se de uma cozinhei-
, Jt xJLb ra par a cansa de familiar; A
tractar na rua da Imperatriz n. 17, segundo andar.
Henrique da Silva Moreira despede-se de
tocIs os sens amigos, a quem nao pode fazel-o
pessoalmente, e offerece o seu fraco prestimo em
Portugal, para onde se retire.
Precisa-se de urma cosinheira ; a tratar na
rua do Marquez de Otinda n. 8.
Traspassa-se o arrendamento do engenho
Cellegio, na freguezia da Luz, distant uma legoa
da estaAoe de Tiuma, e tan-bemn vende-se a safra
creada pars mais de 2,000 pies. 0 motive que
forqa o rendeiro a fazer tal negocio. e star pas-
sando muito mal de safide. 0 engenho tern pro-
poruses para safrejar mais de 3,000 paes annual.
mente, o melhor de assucar quanto 6 possivcl:
quem pretender tal negocio, dirija-se ao mesmo
engenho, que acharA corn quemn tratar.
Jos6 Francisco Martins de Oliveira, mora-
dor no Gyrnnasio Pernambucano, onde estai cm-
pregado, precise fallar corn neus 'irmlos Manoel
Francisso Martins de Oliveira, Maria da Coneei-
cad filha e Francisca Maria da ConeeiAo, e pe-
de-lhes que apparecam ou mandem Aquelle esta-
belecimente, A rua da Aurora, onde pode scr pro-
eurado.
Aluga-se a casa n. 7 C, na 3& travessa do
Principe, corn 2 salas, 2 quartos, cosinha f6ra,
quintal e cacimba; a tratar na rua do Atalho n.
7, oitao da caixa d'agua.
Furtararn de dentro da estribaria do enge-
nho Ypiranga, freguezia de A'ogados, urma bests
cardAo, sem ferro, fazendo a primeira muds, tend
ja tamanho de animal grande, e signees de ter
trabalhado em cangalha, tern frente aberta ; ro-
ga-se ais autoridades ou quaesquer pessoas que a
apprehender, levern-na aso mesmo engenho que
seraI gratificado.
Precisa-se de um empregado de lithogra-
phia; na rua do Marquez de Olinda n. 8.
Precisa-se de um criado; a tractar na rua
da Imperatriz n. 15.
Aluga-se o 2. andar do sobrado a rua
do Imperador n. 79, a tratar na thesoura-
rio das loterias rna do Barao da Victoria
n. 14.
Aviso
Vendem-se as casas n.143,145; 147, etc.
Os terrenos situados na ria do Conde da Boa-
Vista : a tractar na rua do Madre de Dcus n. 38.


FUNBICAO


tE FER
DE


CARIDOSO & IRMAO

RUA DO BRUMt N. 100 A 104
DiKPOS TO RUiA N0iAiPCOLLO NSo 2 1 2 B
Os proprietarios deste bern conhecido es-
tabelecimento pelas suas relacoes directs
corn os melhores fabricantes, e corn um dis-


tincto


engenheiro


grandes vantagens para


provam com


tes nos


os apparel]


engenhos


de Ing'laterra,


offerecem


encomminendas, como
7os completos assen-


Mlassauassu'


e Bosque, e


meio apparelho no engenho Concei~ao.
MACHINAS a vapor trabalhando s6 corn


0


fogo do assentamento, podem ser examina-


das as que foram assentes nos engenhos Be-
lem, em Timboassu', Cucati, em Gamelleira,
Diamante em Goyanna, Pao Amarello, Ca-
mara e Lages em Itambe, VYidra0ao em Pao
d'Alho, e outros no Rio Grande do Norte e


Parahyba.
Chamam a atten~ao


dos Srs.


agtricultore


para os novos vapores que temn recebido do
acreditado fabricante Robey, que se recom-
mendam pela facilidade de conducqio, assen-
tamento e economic de combustivel, deixando,
de mencionar os engenhos em que os tern col-
locado, porja terem vendido 85 para diversos
lugares, e por issoja devem ser berm conhe-
cidos.


^~ '


Sao os unicos recebedores detrilhos potrta-!
teis de Fowler que se tornam recommem i -o
veis pela facilidade da colloca~ao e por sua?,..,
duraeio. e
Qunto a moendas, rodas dagua, taxas...
Se fundidas, e todas as mnais ferrageng


.;- ,


4-. ~~1


;,$" .. .


Offerece. vaatageis para as encoiumeml,
de apparelhos aperfeiyoados de fazermJ
ear, pelas suas relates directs, e pelo bom
exit dos apparelhos que tern montado nos
engenhos Unussu', Sios Salvador, Maciape e
Mnssu', onde, corn 'urn dispendio tanto menor
que nem. se compara eom alguns dos que por
ali se tern feito, tem-se obtido resultados iguaes
senao superiores, em vulto de produpao, qua-
lidade, e prefo de venda.
Chama a attenoao aos melihoramentos para
economic de- combustivel que tern introduzido
nos engenhos Pereirinha, Arara e Ora desta
provincia, e Boa Vista de Maranguape, aonde
corn o fogo do assentamento se produz o va-
por necessario para a moagem.
Em moendas, rods d'agytia, vapores e todo o
machinismo e ferragens precisos para enge-
nhos tern a venda grande sortimento d mae-
Ilhor qualidade.
TRILHOS PARA CANNAS. Tem de system por-
tatil simples, sem os inconvenientes que al-
guns apresentam; corn carros proprios, loco-
motivas etc. a precos razoaveis, podendo fa-
zer contrato para o assentamento.
Nesta fundicao, a mais antiga desta pro-
vincia, vende-se a prazo, ou a dinheiro corn
desconto.

FrHBi|Ii n B BOWMAN,


N. 8


,1


Commandante Silverio Ant(mio


da Silva


SUL


24
27
29
*
10
11
12
15
21
23
5
6





ca.rv'o.


A




*.1
A
I


Rio
Victoria
Bahia
Macei6
Parahyba
Natal
CearA
MaranhiEo
Para
Manios


/
- '
o'.


Proa
27;000
274000
135500
95000
98000
106800
15500
165200
23R400
405900


* ,

ai.


De

-._
." Jt "
^' 4 '?


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I.,
J


4


Engenhos para arrein-


S


'f^'-i
u^e.i.X



























r t-rotLAI-s
lier mais bar'reo
em, outraqual-
--"arte i
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Mt. .,-


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,F_'" .:.'lB 1Pnrclcsa-oedeumama para co.awiar;- tp-
ii iIV1(:1fl5 N .'I1B tar i, rua estfeit* M f 6o n, 3, Io.i&r.
d' .nl v iecaisair i
"--.. .i....... .. l:U. .. .... o.I .. ULa5,a,, -


I" i'ree'sa se Oe-- ureartua na uo ,,,,,.,a.s .,....,.o,,,=+,, " "^8 C m a fIro--
Preeisa-sei q ue sna ... ..._, _
,1am a de leite, que seja Prcc.cci-s9 de u'axixeiro eo bastante praticu
para fazendas ; a tratar na ruaDuque de Cxias
sadia, para anmam entar -.::h,:,,,,i, -.,
uina creanea de pouco A t
tempo, pagla-se bern; I o dema,,de vora
S (',.l(.'-t.ii'o-Icls quo em breve sea- offerecida
no >escri torio d 'este poluvc. '.,mn a acreditada mnrea diAmane e.J no
CU ccI,, r N.irca asta bem cdnhecida' na provincia
J. I t Ivlo por longos annos uma marca especial
.iiariio se (!ira. .k.. s. i..r.BaraodeoBeifica, prevenimos os
__ ____ ',- i, qu (ine a verdadeira polvora por n6s fa-
SbricI. ii::i-isNarris unm elephant esfampado
1 in pt 'A a3i i ,- *.I 1pAvora no verdadeira.
I 9VIU 1iii t J ll John Hall & Son
Londtes.
"el'o Preven 0
: ge d.r. .J '. *',- anlc's do Monte, com padaria na
pn 5'"_________ ___ se '- cife, previne a seus Ireguezes e
A k id ,s r(" ,,,,,, .. ,.. ;,.'...,entrcgucm cousaVIgumra em sen
!'. .*A ?V S l8 < '- ,.,,,.11 11 ..,, ,,.Ict., Ab ,ii nio,. que so ausentou del
.- .7.. o dia 19 do corente, sem que
IF d--)'!I Ss ;iara iso, usando a espeorteza de-
hfll, J 4 >,,-i-,.l tI eti.la de creccberrdinbhoirodeum ufre-
Do bl'i'., P~i t, i :',t*ti i,'i,,l.cra "*'.0" :c; 'olt- c'h"/.* ,i "" i,!,'! *0:ob-!'ilta. dequel nio presto con-
tas que p( .1... n I)'-.r,', i, .' di C ;','.'i ', .* --' t mili *' i I ,!r-;t ) iil, tolou.
eutendl c ..-. ,.!, -! .t '.I ,-'." ii, -,, -j.,._._ "l ,' p" l ~ 1_
ianco do ,' ,I.' -r'.- ... ,' IS'.". i. '- .i .,',- AO a-se por iaraio
Sr. D i.',i 1. ";:_.. ..ii :. ,i ., [,,."';., i'".;-.
oLr I l'... .,v p:l ,i 'it, ,.i- .i '*,.lo r ,, i i ; !" 1 ',nw lres do sob -a do ii rua (le
co o 0 l 1 ..c- .i c i c' ., i. 'i. 1 -,, rip arados c p i tadolos dc novo,
a "c: ',p ,'","a ri p cui., .:. ,.. It a lb ,-,',ih.-o para familiar ; a tratar
rl (-C., (%irt.,l Alyos, "Irb a lV i- 1 I :lld;lires, :'irual lar;aga do Rosario
'O- I... ,?... E ,,. 1'.. m "Barato
A aVc,* *. i'ri;i>l'h, ,l d c inarcllo irais barate
.. t... tia qu(ialluer parte ; na rua Direita
(I> ;cl!\i ad:i 15-ni.' .if;i ;i .:n hr l'.52i2tavc:I~ pii~i!";e __________________________________
".lUt i .._ ... i a-.'. a .," ,,.l .li c lc a V!Ili jm c 'oi 1 m" -. ,a .i grajicd a f-a 4. Si t oiii Afi a-
I{:B c.,; I;i ,*; i,... t',o t. i lt I .'il'.i ,h4 sc.l u a<. ) ..' .r..i a dr. o C omi es n1. 1, m uit, fi'sca,
n) .,r,' I I tl a Vl-'.,,i-,-i,- em I 1.. .i.. -,t ,, c.i dlls grand QtIiiiltaes
tc i "' i i II > i rc ','* !' ."i n hli .t;,c ,'b 2 '. l,, i ,I ]-,cl :i 'agta ; a tratar cua
qtincit .i ,, .'.;.. ti ,' '..;-i' .i i taen i t '0 1 ,b l '. : i' : I. ;j 2-" lndar.
por i ,-'.",.. ...*'iih 'i, :1 *"'il-,lir,:'it,:.i-. \ :'. c ,_'v_:..r --_ -----------------
+ "'. .. .... *:."-- ,ir't. o r i .j ; ;'" i+') ri i '" fllita
CLin .ti' i ,,L !;.'.' r'n .-.' t I',.^i t',". J"i.-.?iih ,
C..',l, i.' ':" 1 ,;L lnt'li' .i, Itr "7.
ii' 3. .:,. c l[.,] i [ i I'. C .I' A.lb [ :r1j-; 'iL, '-.i- t lna l tnlia p:ra tod)do servico de
---------------- 1--- ....as. : na run do lrnperadior n. 39,
S, I. i '-,i. pala travessa d -,Marquez do
ir,,. '. "i3 "- I1.3'
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uhc .- .-. ",. ,.,' .,':P ,: ,-.. ,'. f:."0 ia :. '... (, ii- a.. ;i .. -igu;-,l vc.ndC,.u cutre o? seus
;1i i,.t..:.u i .ra!ti-,.--t a sorte do 4J005.;1
___- r.i "_ *_ ." ..-. -",.,'"*-;. a do e 2 .'- cm 2
SPm,'r" ;^ t : '"" .. '. ;i, t. ii -ii.i ein m *2 quar-
i t .; I tr I d Ii c in 2 1quart
Joa:i '.'^ .i '..** .;!** '*-* --'-*) t1, c .';", li ^ot .':t ], : Jl 2- Oi l .!"2 c t ^a't *,s
sotr Ii ,.cm
d o rc..; .r .. .""- .. .l.. .. ,' .X t 'i. i o .
d o L. i, i iL ,' .I .. ... 'i't '- .<.. .. u..
n on c..-i, t. .. ..:e ,. .,, j,., C ,, ... ; l ,,t ,.b res t v;tim u re ce-
cial. Iicr ... ,L* L. ,. '2" lito aigtuu.
-- ~- c -9 .' :n''-:-;., 1..sx, I assguado tern exposto a
X^ Be i ,&1& IP" f'. "zesbilhetes garantidos da
ii ,rir l,',.".. .... ., -io ihcio da igreja do Espirito
COL: ;:-. (: ; cstral i,-, ,. L) ... ... .. ., '., que se extrahirA sei u da-
e. ., Eiir'i'zllZ iclt ia : ;t tr.t:b.r l;i rb.l ,io ]- .':il 24 (', r :* 'r nte.
p'ri;d .,r 12. c,'.rl''(i .' ; ^ l '1 I''rl', j dII *. P r'e os
Bl _______________ L,-.,:... I.t'i'o 46000


1\JciMu 2AOOO
,: <+io 2ooo
Precisa-:, c ttun .<.ri ., Icy. r, oEl- 0"'0 O de 100#000 para
governaL to ,-!,.u L c ., a de fIrii i;;, di-,,l,,> e1 .,', d nma
de sua couduct.i a t tr u:a ra -I.:L ... C; -,l .) A .0iro 3b500
___________________________ _____ ^ Mcl
primc.BBA"o -iS,:,-.' 1 1 -ii,. 1;750
MINSM S75
RM m U GI ;HjHf Ai/,io Augusto dos Santos Porto.

ULjGy BE Ama
.' BUi 1pU H IP A80L Prcc.-. ,-;+,d" ,I.uma ama paca engonunar ; a tra-
,t.Vi tar1N1. !'*ii N.v, u.5, 1 oandar.

"UEL WOLFF & C Attenaio
WOLFFnt & C, ,,.-,;ro- de umo meninodelO'A13 annos, para
erecem ao respei S d
<9ff~ereCem ao resDei- 2.,1 o!auro, qued findor de sita conduct ;
p e u .ra na rua de S. Migael n. 5, ema Afogados.
.eI.publico umn gran- -. _
I"..,oi~ l~l~~-8N a-


iviaaauo sortimen-
de relogiosdos mais
tisad s fabrican-

H a vender mais

1 do que outro

er, visto -
e P 0.


bIo onr 0ution M, P

Wualr NmiOr.i0w,

riiia : d




~Alvwx o 2oft 3 -i.dS
10 iim~i +,'-
..


-


ZLWW.n^ DU
i~ ~ D tlismTOP...

. pp-ieT. iitMCINS
. ARtL a I tA A i OiGLIC (ft IreMis)
; oM U^r
O,,ua, medfisc,,, su,'VI, i .Brux, mlS, o
asn manlal r k n iildlAh MB
ire i B TdlI BOPRS I
7-8W ,7*OURB&UD
pAo [oral: 530013. S ihawkg. Bordeana-
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p," inats de 3r inoran de .ucc'..-CSo 'ipre c.esccitde.
CAqA SALLES FL.IIAiA I'M 1850
J. iMonegbetti Suc" ,It Eralle Sails Ills, 73, r. T'u rbigo, PARIS
Deposiioem Pernanhb. co Fr" M.da Silva & Ci.e nui. pr.Per'i.


.. S n"ni J..AAllivio irnmmediato e Cura corn a
iLOMURHOUIUAS O DA R o YER t
.i..su as do Anos ua Saaint ,fan PARZ

dW m Em Gasa Je todos os Perfumistas e Cabelleireiros
da Franga e do Extrangeiro


1s de -FldrdeI rroz esvOciaI
PREPA.RADO COM BISMUTHO
?Por 01X-. FA.l"V, Perfurnista
P A 3ISY9, 9, L3a8.6 e -4 la, 9i !FAPE



PILULAS DIGESTIVAS DE PANDREATINA
ide DEFRESNE
l P/harinaeutico de 1 Classe, Fornecedor dos Hospitaes de Paris
SA Pancreatina empregada nos hospitals de Paris, e o mais poderoso
digeativo, que se conheQa, visto como tern a propriedade de digerir e
tornar assimilaveis nao s6menme a carnet e os corpos gordurosos, mas
tair-l.:n o pau, o amido e as feculas..
Qualquer que seja a causa da intolerancia dos alimentos, alterao1o, ou
ausencia de succo gastrico, inflammagao, ou ulceraCoes do estomago, ou
Sdo intestino, 3 a 5 pilulas lie Pancreatinade Defresne depois da co-.ml
mida, sempre alcangam os melhores resultados e sao por isso prescriptas
pelos medicos contra as seguintes affeccoes:
Falta de appetite. Anemia. Gastralgias.
Vomitos. Dysenteria. Enfermidades do figado.
Flatulencia estomacal. Gastrites. I Emmagrecimento.
Somnolencia depois de comer, evomitos que acompanhat a gravidez
PANCREATINA DEFRESNE em frasquinhos corn a dose de 3 a 4 colihe--
radazinhas depois da comida.
Em csa de DEFRESNE, autor da Peptona, PARIS, a em tcda au Pharmuacias




OBa-Tomnca
AMA VEGEAL COM 05 PD S
QUAIIIDAD SUPERIOR
JIM liBU CBiL eram-T a rili in CABh 6
4 oit 1' So 6eact d surbstia t demieim ftws 'e
lml dio.. oN i olus, Monsbit ocmio e a s=0& ddmm.
rehy t ,0CA&ia& i00,e6pbdbma BADlln.wwIto
SOUL U l b -hy =a dMv n iragmdawvd.


II-
4
~ I


.' Mste QADMO a
casa,





Dr oga4rh,,F;a aocez a
.*3_ kj.wSC c.~L &^ -O~i ojouB~






Svidam A eus amigos
S e fregees' cg visitar

sau estabelecimtfbo,
O que se acha preuevte-
r menteimiontado edevi-
' damente preparado a
semelhanca dos me-


Ihores estabelecimen-
tos desse genero das
principles capit a e s
d'Europa.
Recebe por todos
os vapores products
simples, chimicos e
preparados pharma-
ceuticos, dos melho-
res, mais conhecidos,
e acreditados fabri-
cantes d'Europa; pelo
que se acha habilita-
dos a fazeruma reduc-
cao sensivel nos pre-
Cosja conhecidos. Fa-
zem tambem sciente
que sao- depositarios
dos medicanientos do-
simetricos do doutor
Bourgraive, Sedlitz
chanteaud, cha preto
de Harnican e das per-
fumarias de Gosnell.

Con u rgencia
t )S Sirs. ab:iixo as-i-ltlidos trn carta. a S,'reinm
entrlcgus ( m ( II o iip', )pria b rcit DtjiicDq e de .a.U\ia-
II. h,'_,, lja do tfazcndas.
Joao CiirlOs ('Cavalcauto.
Dr. AJ-t'lrson Miralbail de Azc Ber ,: rdino ) de Alnoida.
Joariuiin Francisco, Ramos da Cruz.
Didio Criiz.
Bellarmino dal C'1ulb Rabcllo (engenhio Palha, cm
Goyannai.
Fruetcio-o NI:iia.
Sebastiao de liarros Campello (lavrador do e-.ge-
aho C'niassari I.
Adolphio Cunlha.
Arthur Braga.
JO.o dcI Souza Ribtiro (engenho Ilha das Meirc,.-i.
Joao Prisciliano dos Santos.
Joaquim Pedro dos% Santos Bezerra.
ABRIO-SE
Ioi saldo de modas
13 Rta da Aiurora, 1. und0i"
Grades e variados sortimentos de chapeos en-
feitados, para senhoras e meninas.
Vestidos a Accordeons
Corpos a Jersey
Casacos a Fwdora
Dito a Gilct
Colier a Fodora
Dito a Jobot
Dito a Sarah
Col'a Officier
Espartilhos a Sultana
Dito para Meninas
Fitas Ottornen e setim
Dita Setim e veludo.
Plnimas e egrettas diversas qualidades e co-
res.
Flores para chapeos e vestidos.
Bicos de todas as qualidades.
Meias de cores para senhoras e mecinas.
Pentas e gramnpod pars cabello.
.estidos e. gola para meninas.


UracaBs tea-re. e- otlo, grade, n om.,modos
i4^M ~efaa~ifsei mmca3da, urnaf-.do Pay-


is a~SL


13 -Roa eiro dq
Jqwefrn.
Unice agent em PernaittSm
p Alll4K$IR0WIU #*Si^
N.---3 Rua do Commercio-3
+L:



A yendem todos eas


Aim


C'


*

S


Julia Roclriuue-% do% Sanlo%
Jose Auguito doo Sactn:s (atseiitej, Antonio
Jose Rodrigtues de Souza, sua tnullier, seus filhos
e gpnro, feridos da inais acerba dor pelo infauisto
e premature passameuto de sua cara e idolatrada
csposa, filha, irma e euuhnada, Julia Rodrigues dos
Santos, mandam celebrar alpumas missas ua or-
dem terceira do Carto, pel, descanso eterno) de
sua alma, polas 8 horas di manba d1o dia 26 do
corrente (puarta-feira). e conVidam aos seus pa-
rentes e amigos a assist-emni a esse 2c-t.) de reli-
giao e caridide, pelo que se coufessamin eterna-
mente.agrAdecidos.
-ranclsco Goncalvem de Seixas
Thereza de Jesus Seixas, Prancisco Ganqalves
de Seixas Filbo e mais parents agradeeem d)
intimo d'almhna As pessoas que aeompunharam it
ultlia morada o sen presado esposo e pai, Fran-
cisco Gonialves do Seixhs, e Ihes rogam o carido-
so favor de assistirem a missa do setimo dia, que
terA lugar segunda-feira 24 do corrente, na.ma-
triz do Corpo Santo, as 7 horas da manh, pelo
oue se confessam gratos.


I. .asasma Ursuumai JutaUqqui uu xiazareL
sembargador Antonio Buarque.do Lunima
famlia muller, tio e primo do desemba
Antonio Joaquim Buarque de Nazareth, fa
no dia 17M corrente us cidae do Itamb6,
dam esr imuaS por se eterno repeuse, !
tdi 0& BoaVisa, a 8 honi do a 24, Be
I-- e convidam os SB p
9~BSa ve 'oadofinado paij-|' luaiwihsfif i


V













tb.~ ~a


Fl

FI


B


I-1
a.p.


j .i+,


Verdadeiro Purgativo
LE ROY
Liquidco on em Pillu
E o remedio mais antigo e o
mais universalmente empre-
gado contra todas as molestias
epldemicas ou outras, causadas
pela alterapdo dos humores.
Se propara exciusivamente na Pharmacia
I COTTIN, e"" o de LE ROY
SRua do Seine, 51, em Paris


c-in
ii
L


s^


...4-


MBlot"P Gfl~ffmmffK
16-Rua do Cabug&-16
0 ab6iRxo assignado vendeu nos seus
venturosos bilhetes. garantidos os premios
apguiltes: '2 quartos corn a sorte de 100#5
no n. 13344, 2 quartos corn a so:rte de 1006
no n. 46, al6m do outras mats de 32#,
166 e 86, da loteria n. 22.
SConvida aos possuidores a virem rece-
ber sem desconto algum.
Acham-se a venda os venturosos bilhe-
tes garantidos da loteria n. 23 em beneficio
da'igreja do Espirito-Santo do Recife, que
se extrahirA na segitinda-feira, 24 do cor-
rente.
PRECOS
Indeiro 4:000
leio 2:000
Quarto 1:000
Send quantidade superior
a 100:000
Inteiro 3:500
Meio 1:2:9 0
Quarto S70
.Jqu/iii, P'er., dt ,S'/lI.
Criadinhio
Preeisa-se de urn einc ) dd 12 1 i 2 16 annim',
para servir e comprnir, para easi ,\, fasuilia ; nit
rua d( Aurora n. 117. j,into ao poi-rto verde.
Para illuitniiMies de I'eslejos
Baluesinhos d' papel ruas, praas eia j-rdinz, por preqoe serne competeu-
cia, 9 ainda dosconta-se dc 10 20 (i) conform
a porqilo ; na rua Nva 1. 1t .
Aluga-se uuj s:,brado dic urn anlar e sota e
loja com mtitito-. grunuils comm)Idi, para grande
familiar, agua encanada, laiihciro, hem piutiad,
muito frisea. na run do Coronol Snassuna n. 27 ;
a tratar corn Jj'. Anitoui,5 Mair iUes, no Chora
M eniijo, siti., da Cit ILl.!.
Alutga-,i a casa ter'o i :", ;'i nta de Luiz
do 1,,a 1. 0 A. tel Il;i tnit,: 1.101' ,los, r uintal
C eacli nl)a; t.ita-e .M ;>it,, Aon r,., taverna
grani e d(I es, ;.. 1iii r, ) oi no pato d. a ,. Penhlia n. 8.
.Alusa-se tinw. l'.',i cosa 2 sit") corn grandes
commodos., n't L':ipuiga 1. 41. rua d i lPernambu-
c.Lnas; Li';tar 'O( t J.,i.;t Antmni Marquies, no
Cliora Menino, sitio ,l:t c(il .ilu;.
ll-..nrilut dia Sil MN,'i(-ira. rutirando-se
par- lEttrop:i, (.Il.;\a t-i(;;r c,,nr., t't ;-,i',pcur~tidor o
I1in1. Se. A.ut',,l"ii N tI(.eI n i (_'r1 z, c',-,iu i clU.i tra-
t:t r, so t ,., ,la : i i i,-'.-7 .o I II --, t j1 i t' ', :. rc io a o-m
o ni,.sino. IRo -if,.: -;. ,2I do ii t',r ,1, __.


...... 1 0 "-1.1% ,1 1"O "I


cl :i".,- F1 ,..l -: I ii,.- l P-A'r,:i? r 1hntoni de
.M fdLeir.,s.-. Ij.'.r iii .t rni-;.t J," e,.,n \,.!lt,., i .- ".'i 'r i-:isLo ;'i.s 3 ""
lI,,ras~ d;t iii;tinl,:l ,1,., ,i.a 2'4 ,J,:, ,:,irr,.iit,, per ahna
.[,,-t'tl tItm tdo amLO -',., o ,I .... "q1tl,;tl'.-ttllOF A ntonoo
J ,.,'.Ii l 3 ',u ..ii- ,I N .,, r, .t; i. ac. t aisistir a
c'.-t o i: aril, l,.' ,: ,1. l' 'i,;... c,:,ii ila ao -
pia 'rc' it0 s P' :t n i '.,1 1 I.*'. i d .
Fr-mletlio ala %ii l'l''reila'
Antonio da Silvv. i ric 'ira ,J1,,ii-r. -'..t.-i irl.'Los,
fnhISs ,( gnro, ag '.i Clil 'I, (o'( .:'. a todos os
s,?tii plir a itoxl s ,? d11 iii".-za ,1110 .- i Ztl )t acimpa-
nhnur'ao ceinitiro pu I -i.- -,, r i e.-?eii pire-sado
irm'io. e die n")v ,:, c.oiividt iiin p i': "ssistirem as
ini'sa.s i o ,iw t-.in d' (,- c'l'-br r ::it itriz ,da Boa
Vi..'ta, ;s 7 horas d.t inna '.i dr d ii 2-1. i l o1 cor-
i :'e lte .


7


t' '. .1.., '





*"* I


i







































Menino
Preema-se de urn para vender fructas: a tractar
baura do Cabugi n. 5 A.


?feota-&se de uma ama para casa. de uamilia:
Srta6r n, rua da Uniao n. 47.

A coiimmereio
Os abaixo assignados declaram ao public e es-
peeilmente ao corpo commercial desta praca que
disolveram amigavemhneuteasoeiedade que tinham
na taverna s rua da Santa Cruz n. 9, sob a fir-
am cial de Jose Domingues & C., desde o dia 31
de janeiro do correate anno, sahindo o sofio Joa-
quim Francisco da Costa pago e satisfeito do seu
capital e lucros e desonerado de woda e qualquer
responsabilidado, e o s aocio Josr Theotonio Do-
ngues fica comrn a referida taverua, corn todo o
aetivoerswponsavel pelo passive. Recife, 14 de
marce 49 8L
Jose Theotonio Domingues.
Joaquim Francisco da Costa.

Hlrticiltor o auricaltor
Um estrangeiro corn grande' pratica em Paris
e outras cidades da Europa. ocfferece os seus ser-
vinos aqui ou em qualquer lugar ; assim como
prepara plants e desenhos para jardins, chalets,
kiosques, etc., falla fraucez, allemic, italiano e
portugu, e tern pratica para dirigir engenho ou
fazendas, pdde dar fiador a sui conducqta ; carta
dirigida A Simone Croff caixa. do corrcio n. 48,
Recife.
Cosinheira
Preeisa-se de uma boa cosinhcira ; na rua Du-
que de Caxias n. 52.
Modista
Tmur modista chegada reccntemcute da crte,
encarrega-se de euxovaes para casaincntos, soi-
rees e passe.ios, tudo corn perfeic.o e modicidade
de precos ; na rua larga do Rosario n. 26, terei-
ro audar.

.LClS t 00O HO


Aos 4:000:000

BIJlETElTl mRAMNTD
Ria do Barao da Victoila n. 40
e casas do costume
SOabaixo assigna'Io acaba de vender
em seus felizes billetes 111u111 39.5 corn a sorte der I.i( .S), ouitro) dlito
de n. 399 coin a .-ort,2 de 2c("_H1 'N1 dus
. "quartos de n. ;3`72 -oi,.a a s:ortode l-_SOJI),
e diversos premios de "L 1630>'-, lJ;5U00 e
8,#000.
0 mesmo abaixo asig'Uado convida aos
possuidores 6 virein reccber na conformi-
dade do costume, scru desconto .algum.n.
SAcham-se d venda os felizes bilhetcs
garantidos da i 1. pirte das ,loterias a be-
nefieio da igreja do FNlirito-Scnto do Re-
Acife (22.'), que se extra.iii, na segunda-
feira, 24 do corrente.
PBEUOS


Inteiro
Meio
Quarto
Em porrio
Inteiro
Meio
Quarto


45000
4WOO
2000
16000
1-uO0
de 0ooooo000 para
cima
315300
15750
O.75


Jobo Joaqw.in da Costa Leite.


-IA A tFOIITUiA

A 4:OO$00O

;-' sfHm r o&
A' wMa PrIeo dU n_9U, en-
.O lorarua crespB.3,
..;-- e casas d6l w a
:P ...* L 5w4 o assignadi, tendq vendido" no.
S.ttunoados b um quatro n.
5. I ormasorte de 800(], qua-ro qugr-
I "-" i2375 corn a sorte J 0i e outras
A de 320 ,; 800 dc
:.. 2'), qU so, ,
-iOsmoe0'adre-s A msber
do ceptame a;

I.iJa. t'a&


. LC
, ?t ,i:


--- -, rj. uU~ WVu. r&.
WJIRtD S-ilMI H1iMnIfl 10C h o 0 3uflS0 Pede-se ao Sr. capital. do 140 batalhiAo de linha
Francisco Anitonio de SA Barreto, que venha a
PMl g otogats as -cl 0 m io ila6 0 rua dosoMartyrios0n. 148, pois jA fazems 3 annos.
M N. 3:000,0010 rs.
l1ado0 ar msaI IOS Is ies ts 1110$ s1 teemi 1 .Pede-se aoSr. Joo (onalves dos Santos Ju-
IOnior, empregado que foi de Palacio e hoje colla-
tn Tm l0 boradordaThesouraria que vnha restituir o di-
esto m~rc o nheiro que se Ihe deu, quando toi o seu desfalque.
N. 300,000 rs.
Pede-se aonBr. Antonio Bezerra de Menezes
Lyra, que venha satisfazer aquelle compromisso,
que tanto lhe servia, quando seu filho estava no
1.0 annoda academia.
Pede-se ao Sr. Dr. Francisco Xavier Paes
SBarreto, quo respond as cartas que se Ihe tern
N. 14-CAES DO CAPIBARIBE-N. 14 drigido, na rua des Martyrios nu. 148.
N. 2:000,000 rs.
GRANDE FABRICA Pede-se ao Sr. JoiA Baptista Ferreira que
BDE venharestituir o queVne. daqui levou para o
0E ao engenho Gaipi) e nao o fazcndo se dirA o que 6.
NoAm do0, de lz e odo Aa a
MIYLDA A VATPOR n lMdisla
a'--'-;"amenopow,+ modrnoRua da Praia u. 5N, 2- andar
E debaixo do aperfeioamento modern Eduvirges Maria Coelho participa aos ss nu-
As aguas gazosas e de Seltz so hoje adoptadas em todo mundo pela grande mcrosos freguezes que dispondo de habis costu-
utilidade qu%.rosulta do seu uso, e a reduc'.o dos pregos alhliado a facilidade de obter- reiras e tendo por norma os figurines mais recon-
tes, acha-se babilitada a sati-sfazer qualquer toi-
se preparada no mesmio dia, fazen uma garantia para todas as pessoas que n'esta ca- lette para casamento, bailey, thenatro, passeios, bap-
pital quizerem uar d'ella.s. E' al6m de tudo uma bebida agradabilissima e de umi tisados, etc. Preos commodes.
utilidade provada por experiencias que se confirmam diariamente, e pelas opinioes de
distinctos medicos da Frania, de Inglaterra e de todos os demais paizes cultos da Trastes
Europa e America. Do emprego diario como bebida ordinaria, muitas pessoas teem A' run do Imperadorn. 16 cnnpra-se, vcnde-se,
obtido curar-se radicaluente de gastralgias rebeldes, de dyspepsias chronicas, de vo- aluga-se e troca-se, novos e usados..
mitos de qualquer natureza, solucos, antojos das seahoras no seu estado interessante, _
etc. No vinho, seja qual fur a sua qualidade transforma-o em uia bebida tao agra- A rIa
davelmente gazosa que torna-o de uma potabilidade absohluta! Precisa-se dic nna para ca.:iinhr para pequena
A reuniao das fabrics de- agua gazosa, de Seltz a Fabrica de Gelo, dao a familiar, e que dc fiador de sva conduct; a trac-
facilidade de obter e realisar as condies de pressao e baixa temperature necessarias tar na, rua de PedroAfo;n.ton.. a, a,-mazcem de xar-
para augmentar e salubridade do gaz cominpletamente puro, condiglao principal n'este que.
gencro de fabrica54o.
A facilidade no manejo de engarrafamento e maiis trabalhos couc,,rneutes:e, OHPRi
uma bGa fabrica, aclham-se no nosso estabelecimento auxiliados aos apcrfei,'oamientos, COMPRAS_ _
adoptados nas melhores fabricas congeacres da Europa. Compra-s- tires apolices provineia s de con-
0 fabric das agtas gazosas c de Seltz na Europa tern tornado urn desenvolvi- to de reis, assim nm a.u dont. fine de pervlas quci
mineto tal, que o ea u consume diario attinge & milhbes de garrafas ; esse abasteeimneuto .sejam tdrads e em egunl.t : na padaria
attng ndoem ta anh aga iaw 0 g a d& 1n,,Ao da V ic tori:i, n. 47 se rt ue
attingindo em ta'manho algarismo, o governor francez submeUtteu as fabrics A usa ins- empra.
peccao dasjuntas sanifarias do paiz, que Ihe prescreveu regras sob as quaes sAo as a
aguas gazozas e de Seltz submettidas. ( Sr. liermann Lachapelle, er uina impor- .
tante brochura sobre as aguas acima citadas, trauscreveu opinions incoutestaveis de VS
notabilidades iuedicas come Holfinaun Zimmeruaui, etc., que 'tem feito prolongados NAM
estudos sobre as aguas gazosas, cuijas virtudes proclamam, e con cujo auxilio opera-
ram. inu eravi curas.ira0
Bouillon Laura.g". proclama corn estas palawras os magniticos effeitos (da itnguas P 31 1iln1
gazosas simple No Muscii Elegaute os encontrar-ioapreciadores
Estas a-uas teem unia acei'io particular sobre a mucosa do estomnago c dos do born e beluln uiagu'fico s.,.rtimeuto dL oljec-
ilt.eiluos ; sells prilncipios volatei-, tonificam-lhes n su -fraqueza,-dando-lhes a flexibi- tos de electroplate, proprios para mirnosear, e
lidade e a energia nais suas funccales ; a digestao leuta e difficil faz-se conm facilidade tambeni eolhere para.cli e sopa; garfis, copes.
I twas, tudo do inelhor htiLricaute aii i eziiano lRed
por mieio de .itt tu.-): dissolves us humores biliosos que fazesn o obtaculo da assimila- Bas.ton : na runa do Bario d:a Vi:toria n. 12.
teo: daIto ao venture a liberdade perdida: dissipam a lauguidcz e o estado melaucolico
das pessoas nervosas e convalescento.i. As emaiua'Ues das aguas gazosas teem a van- ioililo oxPolsior
tagem de fitillar agradavehnente as Hfibras nervosas, de s ins..inuarem facilmente ate
nus vasos os inais delicados da cconomia, provocando-eles as secreies salutares. moviaos t birao ou a forqa jioechani,,.
0 Dr. (.'.,.enave cxprime-se no mtsmo as..i-upto da seguinte forma; a, os effeitos H. GRUSIN, BlUCKAU-MAtGDEBURG
d- a a a itFabricante.
shysiolkgicos das agttas gazosas sao mitigar a abraudar o calor e augmeutar a' Especialmente adoptados para moor ccraes,
per'Cs. victualh:., drogas, especirias, prepar.dos ehi-
Emi sen formilanrio magih'al Bouchardat junta da scguiute formula o sen auto- mics e qjuaesquer outros oalj>-ctos lque so tern de
r:,ado testemulnho pulv'ersar.
s A agua de Seltz e as bc-bidai eazosas, gerahmcute teem uma accato especial Prmiado 3 ;-ezes. hinnumeros atte tados.
0'.- 9...1 Para inforinaq~es e ,edido1.-. ii,'ijaui-se a Theo.
sobre o estomago ibrtificando-o ,erai irritar, calmaudo o seu estado espasmnodico; sao jusr, Corpo Santo n. 17.
aliu do mais excellentes bebilas para aea!maxr a sede, c sAe de uma grande utilidadc Agente geral de H11. Gruson. iuickau-Magd.burg
uas interites chronicas, unas gastralgias, gastrites, uas diarrheas biliosas, Dos vomitos
espasmodicos, nas affec'-oes nervosas, etc. A agua carregada do acido carbouico (agua Arados, grades e oulros i1slru.
gazosa) cjustitue usa bebida tio agradavel qua,,to util cm urn grade numnero de atfec- nilnn|0s para nprepara a teIrr
f6ra d'agua gazosa. u da acreditada fabrica dE
Por suna vez Payen diz que a gazosa e a agna *e Seltz dando ao vmnho urn 0 diplomas c mPdalhas duGi:ntc 20 aImos de
saber acido picante, tira as propniedades embriagadoras d'esta deliciosa bebida. existencia.
A vista, pois, do que viras de cxpor, temos eonvicero de que ni'io podera lhaver Catalogos,'amostras e pcadid,:,si cn eas:t do ugoa-
pessoa algmna d'esta capital quo queira privar-se do uso das aguas gazosas tanto a te Thee. Just, Corpo S~nto 11. 17.
mesa como em bebida ordinaria. GrAsdea pAle prel
A reducto (los pregos, a promptidiio corn que podemos sorvir a qualquer pe- .rsUena0|e |wew
dido, levando a casa do comprrdor o numero de garratas que qWizereOi sao outras tan- Encontra-sobo sortimento e p "r prcos nuito
taa facilidados que offorecemos aos consumidores. commodos, na Fragata Amazonas, rua do Duque
do Cazias n. 47. -

hViihos pros garantidos
Malvd~siueate,
MuctlMaduro,


Porto, superior,
Figueira,
vendem "Bordeaux
Vceadem


BB n-Sardinhas em copos
GB--ODFNAAJA E. Se..ri s
iG '-RI D E o... .


.!*4,,,


numerosa molestias.
Vende-se a verdadeira fari
do Dr. Frerichs:
55 RUA DO IMPERAD(
Estabelecimento de mus-icas e p
tor Prgall e

Quarestma
0 Muzeo Elegnnie a run
da Victoria n. I
est& vendendo por preco modico .j
pratos, oemo sejam : franrjas comi e
bicos cornm vidrilhos, luva.s de ,cla,
ca, e uma infinidade de bicos nvec
tar vestidos.

AVIS(
Adamson Howie & C. fern para ve
Vinho do Porto fino, em caixas e ba
Whiskey Donville verdadeiro.
Tintade imprcssao, boa qualidade.
Brins de Marshafl verdadeiros, dc t
ros.
Remedios de Ayer.
3-RUA DO COMMERCE


A,- ',, ea'.m,, ,,m ,T-4'1 h, o.irthn,.nto a1:, can-'as
li',;iii'.i,- p'ir. ,.,i t a. art,, f ,aaio iouio ale at-
rimi aia.-1.e r',"~lnir i,> r'r" ,a ,',,, *ii,, r...rava|.l
'l 'l, i i 5 a a ,ai a':.ai. a, ,I- .,. ;,, '. *I.I ,.,p ,.,; Ti 1
1* .


J I .. ... -"
inha Lactes, .

O R 55 kit .. .. k" 1
,ian7o de Vi;c- .a I a
AX' rta aj.. I, i,,:.aa tti;z i-,. 4 ,.I, ja d,:. T '!r-a-
V ,.,n ', ... .r"1" r;,.r n :, .' '. ,:- .-' !'...'g '.i-
a:. ia i ,tl jIu j'l ,';iilI i* ta.,ib a i, i ;i, lii z mrn i r,',,it9
I .- .
d o B a rf-. .- .... .... i a a al ~ii ;.. I ta *' il 0i i.<* .. ~ m
'cr.-os *,rti ,. ,. /' ;...-,ii :,., i, jita.,t s:iceO. a
s -Ii) I :. -;l .,. i, i i ,a .1. f,-' < .: .,,i; ,' ., .,., .. .. *. *, > ., .i- : a.
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ri-ii is.o In tco I,,.- I ,. -,.-.
u..1a~ .|6 aSe 2


0- 3


Aladiu'as de com (o
Para liv ,.as, lpapies c tiiillirllh,., .,.I-i'-
8(0) e 1-j10u ; nu, Mliseu EI-,cgait1 ;'I I-LIU
rao da Victoria n. 12.


L,:ai. a
'.o Li-


Lara iijas de i ubig1
No estabclccimnien ;i a rii di 'lf'.' "t i-i I .A
de-se laraiijas dz i di c >, i.-.i .
ie lcla,'-s elCO Frn i( 'i, -; I '; a ;rt a i c'i .... .. .
mo esthliclc--irnento.
V rltndoe- u ( ; -in c,:.tin],,.. ; ;c.]' t :
todas a. ualida les( c ;erii, d.r l .'!, ,
do R-i (;iiiran e do .' Stul .1 i; >I r-. ",I ..

Liquidayzo
Enixovaes \ct-alos .Jro i n .-,tilAi- :
est i vec de ,did. o .iiu ii ol.u .ei.T i: '"i '" '.
valor ; ia rlti lo 1 il r.) i t i.' \ i..t i n. 1-'.
Fariiiha de mi,^.
Moida a vnpor. de I 2. 2a e :'"' ;]-i',. al .
rs. a libri, e dc n -' r. o n r i..'. '_i -
,Jt.'-as le uu' dil io (,,- ,vclu n. '..


;' .< ...... -. : < S ., 0 ,. e .; .kr.~-'
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I .. _':' .; ,; i. l 'l ,1- ,I ', I- ., : *. ', i .' : :,. [ .i F t" 3
'' "- ... : ';. -' .". ,. \ ,.,i ,1," l I ;.-'i, a ;k i -'O00 ,
S. .. '. .| f .i "..,i ;-i. : -': u '..,' d ie, t .. .. '.nic e '-
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-" I t .i. ,. '. 'i. J .i :,*- .' ,! ; i'r. .ii i 'H" *i 'V.* v !--
a aIli',,:,s.,a I
.' p- iriit Iu>~ '. I. l '.i lii )n: ta *i l 2. il0,odo
a 1"j ai. *^?fi i
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da e--ta,';"o ,lhi M an :-',,!;.fir ai ti,. ('it. .* .'. i
tern casa de viV l;i Se 'l .. ''
fi'(.-ca:, (' t ,i l,- o ;tT.I.a i l, ple\;,',l;i -itui:'i,. o. N a.i .-a. '., l,;t ..t', i ?! ,
dic ar 'orez ; 0!,: fruit.-,, a i, I'l ... -
tic, c. r, u iiir ,r";um ,.' l :. .ii:,:', '1": l W IL'L .
t o d a P a: le s ? [.'pi [' -i'::. '" a a.,-'V I-I i ,. .'. .i.
trat-.ir n .i rut D ii l),a ; ii- 1 t ii. I .
Cheligarai

N'ova-U .scmcsn(c.s tie hoE't_'.". c
V inhio ve ilo ; ,L..- I 1.ilk : ,. .
Oluias ,le .. aie, ,..in, -ciam :
Balaiiu.-s paira ci, rr:.
D itOs i,;,.;i il)il.
] ; .r i -,s .
('adceir.i
Acafaitt-
(CStlrI'caIrS.
A' casa de Pocas Mhide s ,
lisa esiz''iflt do 2 Ro0iarco ni. i

Alinda sais lau .pei ha
0 luzen Ee-gante i run <11 1a..or.:!
f'": i '-toria n. 14.1
cstn vend, n, ,lo cntrei'iw io alv a o i.:- ',' :b'.. '1!
e 500 r-. a i.,r.a c-m tries \varal I r.. a. -Ill c '::


peteneia.

CRIAVOS E

Na ruiini dI

5 1Ia senipi

vender cravos


EconoE
O Museum Elegante estA 1
nhos de linho de 8 a duzia
39 por estarem am poueo t
Barao da Victoria n. 12.

0 Meson Elegante rebbei
lindo um flores de oes ) pr
muito barto ; ma rina do B
wpero 1".

Moni


-DE
rrees.&.

.4hJ-a "*n artt Imi
q||!!^ lu~ Pp~


...^ ia /----


a -
a- il-
- -a-


,
FLOR"S "!U'
L:L
re pCdri seIi( to
.I ',!h j
1 I i Bii ao I c .1 a a -* '"'. f -'. i
,a ii a r, I1.':- e ,. .,* .'., '. "..:;0. A.,'I"-.-- _''h,,
.It., i i.' ,E," t.',t.;7.....-- *>' ".1 1- I' raiii'a ,

I 3 p la (I ada, do v. ,; : :i- t
a ci 1!, a. -' t*!!;Jiiu1-", a' I .' '.Xi. f'a."' san-ihijra.,
e lores_,l) u.: tunes.--i ra i -,ia ,l,' Caxias.
E in continuacao
.| P. t ',n tunes & C. tambem acaba de rece,.
bar 11.'it -, h'eos pretos de pseda aon vid4ilho., sOu-
liquidando os collari- tniet,. laro e estreito. ,.3-Rua Duque de Ca-
da casa Fenix, per Ias.
;rigueiros; na rua do preClSO andar a par
Dos eintos miodernos que reccbeu 3 Pedro An-
Stunes & C. G3-Rua do Duquae de Caxias-Nova
L/>- .Eslm'fnnca.
a o que ha de mais Esernnna. B
eta, e esti vendendo DI 10110QliMAlf goJ 10 VU
martamd 0 Vicoria e o- rUL
rio da Victoria nu- Os terqos e rosarios, quem verde? 0 Pedro A3.'
tunes & C., e cstA vendendlo inmuito par ser tel ..
iar A.de .uarerma. 63-Rua do Duque de Caxias.
Ijurumi ^r, now..
Variedade em caleado para homes, acabam do
receber a Pedro Antunes & C. 63-rua do Du-
A ique de Caxias.-Nova Fsperanca.
g iar LuTas fresea, de pelliea, branca, pretax e de eO- ,
gua res. 0 P<%-, A..'ons & C. tern. 63-luMa, 4 ..
aa IM. :l1 Duque de Caxias. m,,*'
wa-" twresfw -- ^- -' */ |
&o segatute: '7! W.h-f.L* nj,
:"n h ".. +.'

a i a ,1 ._ _. :.. ..t.-


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t4Wt~er steu Sfito IT -
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1-7- -i tP *. -7-%
,'0 ,7wodtiuacao)
.' .. irquez tomou-lhe as mi'os e ajudou-a

mra inha querida, dizia OeUe, acal-
Pensemos af a so no futuro.
graga ako to m ,e s forte para
*^*gHH-Poll pkhalickdade^
-Leogendro. approxiipu-se.
M. arquez, disse- alle, faremos
jtgo eun, entrando para casa.
Ah!' *meu amigo, fallout o Marquez,
B eitregue A minha ventura, t[nhlia-me
O' do senior. Perdoe-me. 0 se-
'tendo o queoeu lhP. devo; o
ie^u fiz polo sonhor, diga-me,
S-% i & que fez por mim ? Sim,
,'totr -.pnigo, tern razao, n6s nito do-
I ~ CaS fic,.por mats tempo no jardim.
0-'-- 0 seinhor tern muitas eousas a dizer
.'L Sktra. Marqueza, replicou o Dr. Legen-
dre, por conseguinte, sentados no men ga-
bifiete, estar'io infinitamnente nimis A von-
-ade!
0 Marquez offereceu, o bravo a Lacy, e,
,- .-recedidos pelo Dr. Legendre, entraram
tm easa. L
0 doctor abrio-lhes a port do gabinete,
". fel-os sentar no canap, disse ao Marqiiez:
S- Agora 6 preclso, Sr. Marquez, dis-
*.idpar completamente as trevas no meio das
S.--quaes perdera-se a meinoria da Sra. Mar-
queza. Vai obter este feliz restdLtado, u1o
-... duvide." Basta para isto, como eu lhe di-
L -'. /@llesta manhi, fazer, river no passado
F?". ,.:I- a. Marqueza, isto 6, contar-lhe a sua
?" -"lpria historia ate ao momento,--se poder
S--em que ella fbi acsommettida da affegAo
Cerebral. Nio receive contar-lhe, se os co-
* anhece, os outros factos posteriores A 6pocC
da sua entrada na herdade de Sorgues,
6poca que 6 tambem, como Ih'o disse, a
em que recuperou a razao.
Para que possa fallar mais livremente.
Sr. Marquez, eu retiro-me.
Mas, doutor... comegou o Mar-
quez.
Nao, nao, interrompeu o Dr. Le-
gendre, sorrindo, a miuha presenva ve-
xal-os-hia.
E foi-se embora.
0 Marquez tomnou as miaos de sua mu-
fher enatre as suas e fallout. Comegou por
contar-lhe tudo o que sabia da infancia della;
depois a more de seu pai, a sua chegada
a Batavia corn sua amiga Zelina; comno
elles se amaram e casaram-se ; como parti-
ram para a Franca, a chegada ao Havre,
onde o Barlo do Simaise esperava-os; a
suam intallao nai rilla dos Olmos cm Port-
-.Marly; e emfim como f6ra clle obrigado a
separar-so d'ella, deixando-a gravida, para
voltar A Batavia, a tomar posse da heran-
S9a do Sr. Philippe do Villiers, que acaba-
va de morrer.
Esta primeira part da narra9t o fura
interrompida pelas exclamag5es de Lucy.
Mas o phenomenon ia-se dando; pouco a
pouco fazia-se a luz espaneando a noite do
.-cerebro; os factos, es acoutecimentos vol-
tavam A memorial despertadai ahi classifi-
cavam-se, incrustavamn-se.


0 Marquez passou rapidamnato polo
naufragio do Teinorio. Coutinuou con-
tando as machinatk-s do Bapio de Si-mai-
be, (qiuerendo apropriar-.-c d a fortiuna dc
sou irm-mo; o papcl lmypocrita, covarde e
infame qu, rmeprc-seutart -mu Port-Marly,
quando acqella q1i,:, elle julgava c.tar
viuva, tcendo perdido a razho, elle fizera
transl)portarm da .n ni )ara o castello de
Blaiucourt oudc dilraute cinco annos mivc-
* ra sejiiucstrada.
Lucy ag-ora n,) iitc-rroiipia rnis. At-
tenuta, supensa dos labios de scu inarido.
ouvia ez-ta singular uarr.-tiva, cspiautada,
tremulia, offlgautc, sci voz.
Minba cara Lucy. disso o Marquiez.,
foi n'essc vclh:) ca.-tello arruina-lo, quc(
dste luz o teu nfiliho. Comoi JA t'o disse,
arrancaram-t'o quasi iminuediatamenteo, e.
-elle tarnibem vivuir soquestrado n'essc ve-
liho ca.-tcllo dInmante oit. on uove auno.-.


FOLRETIM



PECCADOS VENIXES

P,)R


S. Q OMrBOIIRT



SEGLND PARTE


(ContinuacAo do n. 65)


xiII
s- -' -
-U. a fligo
}"^:',-'*;.= ,"

S""" *."- Magnificaid6aE!...E' um home pr
S.,J:'> ,igioso disse e visconde, sorrindo sem qu
KS '.;"- rer.


-I--
-- Ao certo alo Ihe poderei dizer se so
*-.- o genio do mal ou do bem; 6 ao senh
.. que toca estudar-me; por mats que qu<
r. ,,.-ramos, na podemos nem sabemos aprecia
b.*'or corn justica..
"' E chegando a urma das portinholas:
^^g- h Que 6 isso ?... Alto, postilhbi
c~~clamou Perez.
.-lC ^ Um lacaio montado a'um cavago Offega
L. e e coberto de espqno scabava de ser n'
-v quelle moment alsgado pela carruage
.- de post que conduzia Perez e o visco
g:&. -- Diga, meun amingo, conanuou Per
,.. dirigndo-se ao lacaio, estA ao serving
.. batrao de Certenes ?
i' ., --Sirm,senhor, rmponden o intorpellad
E sabe s o 0 b a dsirige pars
a& e e Amo pa


tinha,-a t..l
afima de aU biM Pa seo
todas as apparencias, no dtimento d#
YonnUO onde abandonaram-n'a n'uma es-
trada, ou no meio dc um bosque.
Depois de ter ficadotumn instant pen-
sativa, Lucy respondet':.'
-- Sim, foi provavelmente n'uma flo-
resta quo eu fui abahdonada. Parece-me,
julgo ltembrar-me, que tive um grande
susto. Qual a causa d'elle ? Nao poderia
dizel-o. Naturahnente dcsmaiei e fiquei
muito tempo sem movimento como morta.
Seja como fur, durante este sourio ordina-
rio on lethiargico, Deus. restituira-me a ra-
zito. Achava-mo de repente corn o pen-
samento lucido, governando-o, mas de'nada
me lembrava. A' excepgfao da memorial,
gozava de todas as minhas 644ras faculda-
des intellectuals. Era como'O a vida ti-
vesse apenas comegado para mirm. -
Ap6s um carto silencio, contiuuou- corn
os olhios radiantes :
Ab! Paulo! mou caro Paulo! pare1
ce-me que acabo de sahir de uru tumulo ;
6 uma resurreiAlo! Mas, olia, nada mor-
rera em mirm; sinto que tudo revive !...
Torno a encontrar no meu corae'io a tcr-
aura e o amor que tinhlia por ti.
Querido amor!
E ao lado d'esse.amor, unm ontro,
que eun nao conhecia, b amor materno, jA
tomou o seu lugar. Paulo, bastou-me fal-
lures no uosso filho, .para todo o meu ser
estremecer, para reinascerem-mc no cora-
^ao todos os seatmentos da maternidade.
MAi, en sou mai! continuous ela comexal-
apto. Paulo. tu me fallaste apeuas no
uosso filho ; elle tambem tern sido bern in-
feliz. Oh! dize-me, coino o', achaste
couta-me tudo!

Basta por loje, Lucy: eu niuo quero
fatigar-te; mas tranquillisa-te tu has de
conhecer a historic de nosso filho; ae te
dcixarei ignorar cousa algnma,
Elle e alto, bonito, parece comtigo,
nao e ?
Sim, Lucy, elle parec commigo, po-.
r6u mais ainda corn sua m3i.
Paulo, onde eAsA eUe?
Em Paris.
Oh! tao perto de mim It
Juntou as maos e encostando a cabega
ao hombro de Marquez:
Paulo, pergentou ellai conw a sua voz
macia, quando podkerei vel-o?
Hoje mesmo, Lucy.
Ella nao poude contour umn gritor do ale-
gria.
Vai-se chamal-oja, disse o )arquez
levantando-se.
Abrio a port do gabinete e chamou'o
doutor. 0 Sr. Legendre appareceu Lan-
9ou um olhar sobre Lucy; cujo sembante
radioso reflectia a felieidade ;. depois diri-
gindo-se ao Marquez :
Sr. Aarqucz, dinse, nao me esqueci
de quo ainda nDao almogou; se quirer; po-
demos ir imunmediatarnmentte para a mesa..
Corn etito, dorutor, comerci de boa
vontade, e creio musmo- que coin algum
appetite.
A' julgar per mir, r. S ksr,'qjtez,
doev e.,tar corn Come.
E s'-de, men cara doutor,
Pois vc-nha; cstpero f[.t, a Sra. 1i[azr-
qtuza uos 110 As, o p1rawcr.'; acom'xunhmn--
1105.
C.crtanmunte, doutor-, re-sponden Luc-.
Vou pri:uniramuomite dar urea ordf.'t
ao meu cochic.ro, disse o Marqucz ; o iitw.
Ecr corn ambos a sala de j antar.
o pequeno festim imiprovi.-OAl,) pola cirit-
da grave do dontir l.)i basta-tr jovial. A
Mar(queza, WL') cumeou.o, era qunm, ,kit.-
va o viijho los 11)lf)S.
No fin da r,.ri';.i,), ella quiz tCiAbe'.n
scrvir o caf'S e os licort-s.


Eu cntiiindo d'isto, tlh-ia ella sortin-
,lo; era semRi'pi ou, na h'- LLLO, qucm.da-
va de bhber aos coit ros pl, temwpo da
rcga e dia cohlieita.


Ubrigado, disse Perez. 1'o.tilh'Uo,a
g-alope
E voltando-se pata o.visconde cout'uuou:
JA vS, men caro comp)anheirom qne o
passaro que nos premle nao 6 homuem que
Itcixe es friar as cousas.
C 0egaremos urade!
A culpa nao serma nossa. ..- Bern v
que estamos em O(leans.
Ao chegar a prava d'armas, Perez per-
guntou o caminho que conduzia ao eonvento
lc S. Nicol'o; mas, nao encontrando pes-
soa que o soubesse ensinar, teve que rope-
tir varias vezes a pe-rg-iuta- Pr fiuno briska
tonmoI o caminho de Vierzon, e os nossos
viajantes encontraram logo o cavallo do ba-
rao que alli jazia.
MAo presagio, disse coin tristeza Fon-
tac.
Aeredita em presagios?
Aeredito.
E'- o mesmo que dizer que nao per-
tence ao sen seculo.
Porque?
Porque n6s -nio somos hebreua isem
gregos, nedl romanosi e n'este tempo nin-
o- guem ace'dita..m cousa alguma... Final-
L- mente, seomos ehegdos. O viscoado abrio
a portinhola e saltot pars a rua.
Oi Onde vai ? 'pergantou Peres.
or Onde bhd de ir ? Ao cUnva3IQ.
ei- EstA doudo !
Lr- Pois entao para que viemos?
Metta-se na carruagem. So6 faltava
commetter agora esta imprudeacia.
o! -Mas...
Mattaram-n'o no Caoaa, e Ja que nlo
S6verdade, saiba ao menos faser-se morto...
'a Eu talvez faga mais do qae posso...
Bm Fontac subio pars a carftudgpmio o co-
.e- trabandista baton A port 9 flntito.
>z, Quem 6 gritaram de denaao..
do Irmlo, esti aqui o aenir I 4 Certenes? ,
Lo. Essahoqurto da, ,eeora J9
10o -.Poiosem, oodAzsameA'9
superior, ...
r-. B Sue0.-


-5o quo h loborndssro e 'i
,'.> '., .ke '.

t.,;4 t t? "
.t


rua)


... ..i ,, f ,, *-f,,
S- saudamdI 's .
..*4 '*.'
Parto levando comsigp .
SEntrela9ada minh'alma;
Deixei de gosar entbo,
Um s6 moment do calms.


Meu coragi.o soffre tanto,
Corn esta sua partida,
Que posso dizer: partindo
Levou a minh'almn. e vida!


Nunca meu pcito soffreu
Tao sincera commogao,
Nunca minh'alma sentio,
TAo verdadeira emogio I

Ao recorder do passado,
Cada dordo moment
Que jutito a ella passava,
Enta-o... entAo peco ao vento
Que love nas suas azas
Umn suspiro, um terno ailcus,
A' ella, A linda deidade
Que preeuche os dias incus ;
Que por inOim p)use em seas labios
Santo beijo do amnizade ;
Quo lhe segrele meus ais
Miuha d6r, minha saudade !
12-1i-s-i.

NiLE.

Iltesignaj-3o
Aqui, alli slmn, mais long, ama-
ulia omo lioje e hoje como honteinm,
comm sCnp])rc, minhl'alma s6 terAi aim
desejo, imira vontade, unj pensamen-
to, uma idea-ser.iAs tu !


Se teato am vezes me esquecer oh r Celia,
Do nosso finco e desditoso amor,
Sinto mith'alma confranger-se trem-oa-,
Sinto mew peito solugar de- dOr!
Por mais que oes queira na cruel vigi1iv
Votar teu ranme' um profimado' olvidto
Nao posso, as brisas n'um sassurro timido
Dizem teu nome r'uma velozr gomido.
Pbrque amei-It;. qua! perdido' naufrago
Ama a bohanp da procella em' meiow
Por-que amei-te- qual fanado lyrio
A gota d'agua qtee i1b orvalha. o seio!
Poqtpe amei-te qpal gal6 exane,.
Ama os instantes-da.-cborosa vida,
Porpe amei-te qal -viuvo passwm -
Arna a eaposa u-sertoes perdidh
U .. ... + ,a,,.,.- .... ,. I-


laiik. nde Uffria 'IaltVp ^a-
4.l 4 iar t6z' signal para Ia ncho
gueo tia "vir bueal-,os. BResolveo o con-
mandahteo.inandal-os para terra nos esca-
lere -do navio, mas estes voltaram para
bordo declaraado ser impossivel abordar a
praia. Durante toda a no* sentiu-se que
algumina cousa de extraordinario se passa-
va; os navios fundoados repetiat sem ces-
sar o signal de so teorro, mas a escuridilo
da noite, sem uma s6o estrella, a tempesta-
de queo comegava, e a chuvat do j'iza im-
possibilitava de reoonhecer, *o toenos, o
perigo. ,
A madrugada de 27 de'o agoosto appare-
ceu emfim, e poudese entA destinguir a
cidade de Telokbetboeng com suns inume-
ras casas situadas a beira-mar, except a
do Residente, o fore e a prisao que so
acham em uma elevyagqo do 37 metros.
A's seis horas da .manhit appareceu ao
lpgo nma onda gigantesca, de uma altura
prodigiosa, que corria corn una forga e uma
velocidade extraordinairias. 0 Loudun re-
cebe-a pela proa, scmn avaria alguma, bern
comno tries outras que apos d'ella vein, mnas
era terra a inundaglo 6 complete. 0 pIh:v-
rol ealic, as casas sito arraneadas dos ali-
cerces e o vapr Barrouiv, quo estava fun-
doado no port, passa pmr cima da ponte,
por cima das arvores e vai se qtebrar a
trees mil metros da praia.
0 commandante do LmIunl julgaudo
prudent afastar-se dosses lugares de tan-
tos desastres intent ecrti deixar a porto,
mas As 8 horas comega a escurecer e is
10 horas as trevas sto tao espessas quc: ino
so ve object algunm, mosmo branch, a po-
quena distancia dos olhos. EBt-. note ori-
ginal, corn o sol no zeniahL, dura. nada mite-
nos do 1- horas.
O uavio para em suta inarcha, condem-
nado a ficar no mesmo lui.pr por causa dos
perigos que teria do correr ao sahir da ba-
hia. A chuva do cinzas se .Zrocava entAo
[)0r chuva de lamna comnpact.ve espessa quo
chliegava a cobriro convcz cornm.uaacamnada
de 6) centimetros do espesasura. E esta
lama putrida, fetida, penetrava por today a
part eneommodardo principalente a eqi-
pagem: os olhos, narius, ouvido estavam
litteralmente tapadot por essa mattriadesa-
gradavel que tornara today respi'rac;ito iin-
possivel. Para variar, a podra cahia fre-
quentemente e cornm. as cinzas espalhadas
pelo ar obstruiam a vias; respiratorias. A
atmosphere estava forteomente impregnada
de acido( sulphuroso Or3 passageiros sen-
tiam estranhos zunidos no ouividos; algits
estavam quasi suffocados a to.los seontlara
o peito boprivelmenteo oppiraido. Uman s-m-
nolencia extraordinauia, ent 'tribuia pava tornar a sitxua.io mais ibx'ttL
- vel, mai, nmodoinlu. A bitusola tinha (dtes-
'vios inevplicaveis e o barometro estas
imuito alto. Nlao era cutreftnto tudo izso,
',nais do que o comeno*das nMisoriasporyte
deviam passar os passageiros e a equi&a,-


niojt4ju iU imp.f s u. ZJs iprsranu Ima.rru.-oi m
Quo- import as d-resqueo a gemr. seffr Aig b d .
Beinsaiquo6 sns. n' adeer '- A patf." dAss ease- hor.ts- dx rnanb'h*
Beim sei que c sa eoic padecer exm trick, 'quando a earidUo- tudo tinha. invadido,. o
Bex %se qpuc siua.eu.s6 morrer er.rti! Irdn shtio uma seri ininterroinpida dk
Morrr'rti... qj ventura e- ndida,. :tpemores de mar, redemornims terrive
0 frio-pranto fifaria aim, que lanavaw o naio-ora sobwe um bordb.
So hnie me nega.unisorriso anefico, Iora sobro outro.
Na ch rpa an nemisu-- r a i i Os relaapagos diwipavamn a trevas dci
Na cv; 'ao ma..aartis pey. vez em qamio,'- sate vezeq*io'raio cahik
Garanhuns, 11 do m -It co de o 4l. f sobre o santro e segio o rfi cooduetor do
plar-raio, atZ- soe perder ncw. aismos do
L BA.ST-, i mar, farvado oi'.i-- um cre kiar ft'e-riiL.-
Darante a- durav.'o- do relatupa.gp via-se
.A grande erauriI vnlcanlea dtlI sobre todos os rostc'i, nas iuiw)s, imu)s cabos-
estreito-dlaftoldla. no convn, luit c-.r acinzc-vtui-, prove'
M r Van SarAiek- engeuhci-o vdc pon niente da Jama quo- tulo cobmia.
tes o calvadas, tit riunahd occular da toer- Nos gio'pes dos-? iatros, i,'tunbmhosdns
rivel catastrophe que eniheo n'-1v hato a 4,- vr-gas, no apparel'to. uioviami-so tbg-os c
ilhas do Java e Ce Suximatra, eonvioua i ..-.2, Sant'Elimo,
tf,,e a segniutoe d:Aseriv,,In d)L ph-enomneno .1 Os pa-aageiros indigenas, c icpsciour.:
A 26l do ag-).st3 de 1, .5-, As imoras dAt: moinnte itoLp.stiioiS, -creditvl'dt., :'?r is-o
iaubi o Sr. Liudemknanu, coinrnandaute do,' tiu sign-al p lrenunmcib t. aiif:lag;io, touta-
Ltalun suspeudrleu fcr'.to do Ittavia, via vain apeg"!-os ain'a "S u-iots tira-;
Auger, para Tr.loklhetoc'n, kKroe, Ben,, ius co, real esl)antJ viam n .+parccercin
koele.i, Padang i-Atetj.ba c as hoIras rd.1 cut oul.rios poutos.
tards ancormo)na -r.lnhia do Ac.hger, onil-i- Os cdhia-s rolavaniuias so1bre o1? oiitt',x.-&
toic-tH inn g:raudt,.- niuero dc- co:lies quri- nos citto..utte:"vall',.- c(m qi(.I O mnar se
iam trabaihar una conain'uecto do phar)l d acaniswa otvia-sc L. ill t/i.4 1i.h ox'a-
Bodjo. Pout-o dc-pois shio do nvo e avi: e.a t a,:. a- I4a. s uo I lanm.
I i =11 [I -.,-iii-T --
as -mlinhus palahras n-o aduni.teiA replies Itr.titd) ao c-oraeaio *j -i-tj .iVA,' -Lbir co.u.a
0 pomrtleiro obudecv-. tiUI c-sta-Vcia. .-
.Senhora, -disse Perez a.Y-upm-riora.- Atwe-lle desigjo- nao iera eigro da sa
con-Juza-me imunedJatinmeute a! -ela da .-a- n'ia posi-So c circwaist-Ancias roealishauo.").
nhI.ra de COermorIs. iea'ro-iiama ) nio,*.,'-tome, o nouw- i ui,t i\ s:'-
-, Seuho, r- 9 renho a io.itr... nlie.ra dcwvia usai- sem nodoa e (mue so --pu-
) mc cohaic-er? intntiompe.o0was- be deshonrar. TA -s o me-overduigo., rn-
cnvo.- lsso 6 tOto ertor come o que vou veantaraeto a mitiah vida, coA.Remnastt-ta A
ter o goto o Uic hc eontar. -.. 0 temopi ur- viugang'ua e commettste um crime pr-aute-
go a 6l mister -iio o perdcr. Po"r !lus, D f'u e perante- a Ic4... Parta teo casti.-ar
senhora, no tcauninho Ihe citrarei o caso.! pordho-tc e dcito-tc- entregiu A descspi-a-
Cada. segundo quo passa ui crnnirt qune 0t;0. e as vneneosas recordat.,es qite a tum
nos commnetemos... Corr-,mos, scaliora, amua termA quc-softrer. Julas acaso que
conrramos a iniha dir s. s.atisfaria corn subinerg-ir
Men Patts !-exciaton a screriora, esto forro no tvu sio? NMto? Os teus sof-
prestando-s% aos desej-. de Amendaburu. hfimentos aeabariam, mas os meus inos-
Como 4 .faci de adirimhbar, Perez- apres- trar-se-hiam mmis terriveis, mais aserbos,
sou de tat mode o pass, que Ihr. foi facil mats odiosos. quo nunca! ... Vive ltongo
guardar o sogredo. tempo homadA e abengoada polos hanomns,
Quando chegou a port do. quiarto da -respeitada e. venerada na. terra; mas nao
baroneza, applicou a. ealia o owido, sentio julgus p- i que consagtimAs evadir-te
fallar, e, voltando-se para a superior dis- da vista perserutadora &'aquelle 41 tudo
se-lhe, exhalando um profundco suspiro: p6de..- vi, ve lonap tempo .
Chegamos a tempo. Ah.! Soccorro, soccorro !-gritou a
Levantou a argola, mas a port easia- baronewt..
tio. .. Bateu coin forna, e ningueirauieon- A port, partida erm podagos pdol violen-
..deu. to choeqo, abrio-se n'aquelle mooaento.


I


No quarto continuavairafallaroi, was em
voz tio baixa, que era imposivel adivi-
nhar o que se dixia.
Perez fez ua signal superiors, e aquel-
la rogou que ahrissew. cowa repetida insis-
tencia.. mas nada ninguem i -he respon-
deu.
Perez-recuou alguns passes, reunion ko-
das as fobrgas, e, atirando-se A port, fel-a
abrir-aoAce par em par.
Eis a violent seena que se dava a oelhs
da aroneza de Oertenes : Depois, de t-
m~i~ifaca d9 caga na mao direigg. -
dao, vendo que sua mulher lhe ih6
pitepraa quoe a asasMsmaIase,
rn a olhar de deddeMhoa. e,
4, haudo f

co 14 T-
V,' D 4 -
.-ViDtdi
t^o ties ~ flit^


46A
- -- ,
A': '--


Peoa, tromulo par causa do empumTio,
chogou sem se podaer center aok lade da ba-
roma que cahio de joelhos a seou p6s.
Nada receive, senhora,-daue o con-
tmaandista.
E, dirigindo-separa o barao, conttinho .
Senhor do Certenes, entregu6-me essa
arma.
A can da vasconugo eaava animadapelo.
espirito doe wabreza quo refloeetia no roeto
outro SpO quo aampre o 'gutYa n"a
suas .
0 barp, ae p6,. permanecia p.erplexo i
a baroaemm contiskvva de joelhW, e Pe-
rez, qobrindo-a oawm o seu corpo, mostrava
uma, attitude tS ombre como digna.
Ormasde ni ,o .d irmd 4S o-aaridade,
adiguas ,doo 4e ep^4 d pass,
qcudtramm &a banilo, a todoa trusmifm A
4a 6 u a dna m os do ba-

o' 0 b'r MW~ m nin aimn e tranauili-
ad., dam, o 0 rodeavam;
.l .. .a..


mara spresentava umr epectbculo a Jq
'compungia.
Todas as arvorseahi ca m quer sob o
peso da lama, quer arranetdas polo mar,
e na bahia levantaram se diversas ill.has.
at,6 3 metros acima do mar. Pa'a shahir
da bahia, assim fechada s6 ha. um meio,
atirar-so a todo o vapor contra as- novas
formav5os. 0) Louden assim o fez,'passa.
e apds si A abhruira se fecha do novo
comno por encanto. Sea aspecto 6 dos
mais bizirros. 0 conv6z est, coberto de
urma camada espessa, todos os objects
inao fixos desappareoeram, e si o navio ti-
vesso estado dez annos no fuudo do mar,
outro nao seria seu estalo.
Bern depressa o Lnultdn chega a vista
da ilha Krakatan e un novo cspoctaciti-
Io so apresenta. A crateroa quo' dous
dias antes launava tanta ciuza e tauto
fumno desapparecenu, c polo lugar onde es-
teve passamn ag)ra tranimiillainento as on-
das. S5 uina qua:rtat irU't. di il1a ostA
ainda A vista, todo o rest) aftuimlo)u, dcixan-
dto apenas, coino iund'J; torms da grade
catastrophe, dous roel,-I,',s isilados e a.-
sigaalando o lugarn- onIl -st:vc o vilcao,
urna column de agana o funr) que ora so
eleva, ora desapparece pr.a s.e clovar mde
novo.
Nas costas do Java a scena '" ainda mais
terrivel. A, arvorns >:n) a:; aldcias des-
appareceram 5cm dcix.,.r ncn mesino as-
minas.
A onda, p)assat te-rriv-, corn tima altu-
i-a dc 35.) lntruo..-, c ao rctuar levyoM coia-
sim.g casas, hon-.ns e plantatw. .E' umna
verdadeira sceua do juttizo fiual. 0 mar
pas-oua e deixou Ilra so,)bro- pedlra.
(iY coolies emul.acados a 2a; eu Ani.cr
procUimIa em ib:lAe sias hal-ita'e,.s. Pro-
vavelwi:,ute tscui arrozaes estlo' dcstrfnilos,
0 suas i mfiores.i o ilhlis perecc'-vii. Imina-
'inais entretant.) quoe se entristeceram uque
)rocurarmin miosimno eou risco a propvia
ridtla desembiabc-ar para. buscar os cadave-
1 .-- 1 II 1 I1


ra 0z -e 1u 01MwwI
achqau a e nem uha'.a pen Oam -
o0 eMaWcirnekato deo
Batavia dosapparecenu tambm
os seis habitantes. "' '
Em Telokboetoeng a cida -*'
destruida, apenas so salvaraml ,-.:
ropeus que tivoram a feliz id
giar-s ria moriada do Rel i''"
3"117 acima das aguas. .V-
Segundo um relatorio data^f 4 ",
seteuibro fioaram em Tjiringiao .,K c4 '
daveres e 1,517 cm Anger. '
Emi Lipong uena enorme quatl&de de
corpos ficou insepulta: o malr numero,
porciu, foi arrastado para o mar pelas va-
gas.
Os navies que atravessaran o'estreito
nos trs.- dias quo succedoram-se aodesastre
narram todos t.oreio encontrado mont5cs
de cadaveres fluictuando. 0) tranatantico
hliollandlez B,',,ivt conta que, a 3 de aetem-
bro. passando a4 vista do cibo Vlake-
a 1lO kiloinetros das costas de Sumatra,
encoutrot iDuuLineraveis cadaveres mnila-
dos: iun oatro ovio, alleirnio, referee que
lurante uina p)arte de *ua viagem teve dif-
ti'uldaide ei m,,over-.se, tanianho era o na-
incrlTOre corpss qie- ccrcavyan o navio!
En) Serang, abrindo-se o corpo de vo i
Kalkap, peiKxe il)o mainr las l.lias, encou-
trarimu-so dcedc lIttnilanU)s, ainda corn
unha3.
As- ondas quo p-roluzirain este cataclys-
ma pwrdiarn a fowtr. a propor'ao que se
afastznam do centre ,le accio. A vaga
quo twdo de.,truio cm Anger e Telokbetoeqg
as 1; 1' la mniaulih chegoa Tanjou yPlirol,
porto vizinho do lBituvia. a 1 4. 112 ; per-
correu, por couseggtinteC, 11) kilomnetros
cm 7 hovas ott, tenao m6dio, 7 maetros por
segundo de tempo.
E.n P'cdlang, distant do vulcfo 7(0) ki-
lometros, so apparecci as 3 h. 1. m. dia


rets dos seUs ? Engano.: sern dedicar ut-i tarde, corn a vclocidaic, por conseguinte,
sr ponsaineuto ao lar dcestruido, s:jem dor de 22 netros por seguMo.
ramar urnia I%rima pela. familiar polos. Na Batavia, na ilia d0 Sumatra nas
amrigos victims da catastrophe, clibs. dan- 'eostas do Atjeh e nas ilhm (gelebes, poucos
gaZui, festejando, o foliz acaso quo as- livrotu foram os estmrgos. A. detonates rpe-
do desastte. Cdas assemelhavam-se a wn. tiroteio de m-
Er KroC tudo estA eoberto de p4' tam- tfantaria e a htileria, e apenas a chuva do
bomrn, mas nadla ticou destrnido. Em' Ben- ciza estragmo consideravAmente as plaa-
koelew e. em Padang nenhum accidente taages.
tambem. houv. E&n Cey.!o'o fluxo e refluxo suceede-
0 lerreuo assolado pela destruigo 6 ra-se sem oaiem, e sem media.
urn cireulo quo e m por contlf o vtiAlo A ouda atrAveaont todo- o, mar das Inp
de Kra'tuatau o pam-a raio unma linhlia do- 9Q dinw, e o oceasn- Atlantico,. vindo faer-se
kilometx., quando'muito. serotir na cos d ti. America do- Norte a. 29.
A parte das coetas de Java e Sumnaira Q.ty velocid.lhb tedonha, qjie forga pro-
quo dio panm o estseito de o idda fobrn, dijgi, iiupeUjio. ,esta vaga quo em dons
arrasamda. per esmw vagas gigantescas de dias chegou as cueta do NwOo Mundo!
Arinta e cinco metro. do altura 'ue so pro- Sob este Ukooixueno diz. a Revue B'i-
cipitarain sobre a teorm at6 uma distancia OM ta-,i:
10,000 metros da pai-a. 'Todb o occi- A catastrophe de Ischia absorvendo a
dente do JAV, ficoe completaniente des atteotrao do ptlico desviowaa das emr-
truido, e as -ilhas do entreito da Sonda es- 'e-s vulcanicas.-nniio mniais horriveis, qtpo
:tio despidos de todooo vestigio rie planta- e derarm a 26-e- 27 do agosto no estreito
9$0 ou emorA. Nau bah as de Lompong. da-Souda, tracf,.raando ema. um dotwto
'e do S maangha a- oad e lovoisia 30 e o tenitorio de Iknan e Java c victimnandg
34v metros, dastruin(it. tudo que encontroulr maids 31 ,1l ,pessoas. Hoje 0lnos porme-
-na extensi'de 511) l'etuas. 0U) nauero to- nores bastantes- para cstutir" o pheno-
tal de pessoau morta. excede a qw'urenta }.
rnaoi segundo uas, decoiaco mil, dizcm ot- -. Dadlw# dando a eonhecer. o re-
tr. ., saltad do exaino ineralogieo das cinzas,
Em anAngi que stki-i tumada a .' kilo- saffirmno qu, a ,..attstrophe p6de perfeitae
metros doyvltiBo sc-t-io-sc As 2 Lsras 1 n-t e.mt'c- ic explicar i)truna eiijlslo-do va-
tarde de 21 do ag,.,,t usi, m.'Iiuuito It. ,i,,r d'.a,'u. A.igude quantidade de cin-
beillagio vertical uas -utnrs. A >. 1 l'j- z e .ellidla pdO vi.dco panree, realmen-
ras da tarde-24 navi's in.digcnas !Ioac;un I .,.coctirmar teisa e;'usa.
a. guinar ora para ut-a:,ir';uy O-rA para --
ouLra. Dut)coua;,.s .-e-dil--nitcs 5' -.Lo r;i.,} I'IIn QOSll-o de tuido
so CtLviam, ramlaipag,;i ra"-wiavau aau-/t.ivs. Uaii .t-uln'hr, iL1nu tfica Ais sextas-feiras
e o solo tr-erara. I fi tlchgrapjiL d,- nI caIa, e rekel i.L) sen gabnete, tern o
4.
Sevang parnxo-s e a fliiir ; (nit., clu^a cowi'-i- Lg:_ iL, apagaidio dc'.I o .a 1 calmir desdc .!- 112' 1 U2 d1 niiino rj2ro.
Uim ouda ctura avauti:a comn vlJu:'ldadeC O'.tbbinetk ciiocm, ; C n':f:.-tc3 dias chu-
iuariv'el, os '0 ; a |)trce?!.-'a t&i.). ,a. a buin o vo.o'- c mnaItis A.Ilte-st lIA uni'to frio.
fugir e alU_:us cscalai.i..- A at-i .l)b,'c .'Stnta-feira passali, estavam liA os Itmi-
siajpre e l','a co:nsi5'. Iaiens, nuli:r..s Q,'T,, 'yanfld) a riadc vein ; porta gnitar-:
c criauias. A..csta c .e'.ul--,leju outr a.-,ie i- Foo f !
.-p meutros A. altura, c .qu-..i C todi(.i qt cs- u(.h-1 ? u vrg-urtou, assustada, a doua
calir'aim d-.prineineir !Il, ticame 'I ax'- o .a, a.
nov) chLoqf)qw- Auke-';- dti-ixoti ( existir. Na sal..
A':> 1) hon.A da marhlk notote fecliadi Ui dos t1AL. .cstavaii procutes unW &,
1:! ,s pnutc)s h:alit tnt's '-In! s-dlir'evivim. potte couter ,r\.' 41. o I-.Messc :r _qu


ri'Ct, 0 do.-, seus lahbios sailXii',Ldl as Sgmu-
,-. oalavra., qite foram cahir come gotas
id- .auniue -ao corac'?o da baronetc :
Vist- .quo pe-sistes emi vivr long-e
il., mim1, eu, miniha quoida CleTuencia, uao
qursero ser-trm obstatiiub para a ti felici-
cidade- ... Vive s,. para Duis !
E corn mao rapiia enter-rou .t comuprida
ltan do cava no pHito, calhindo 'ite rosto no
chao.
A sun. itteda foi' ac(,wnpauhaLt de. umn
grito dc- horror, InuVado por toilos os crf-
cumstantes.
A baroneza dto -(rtenes precipitoumse
sobre o. corpo de sou marido, cheia de.- an-
gustia e de terror.!
0 banito volrou pars ella o. morilieu dro
rosto e. disso-lhe cofa apagada voz.:
E' a mimha utitima vontado que tivas
longer tempo pata rogar por maimr. ao eo ;
n'ests ultimos mnomentos peqo perdw awos
homnens e a Mwu... Conseiw.a intacta a
minbao, honra..... Os moribundos sompre
devern. set obedecidos.
Aquellas palavras tinhat usna imuaponen-
to sigtifica para a iafieliz, baromeza e
condommnaram-a'a ao silerio- e ao mais
pitoftado arrependimento'.
Ao. aabar as suas ultimas expresses, o
barAo, do Cortones stendo u tuai olhar para
st-os-os quo d rodeavam ; do' subito, os
seus jA wuaai apagtdos olhos roanimaram-
seo e parecia qutrererin sahir das orbitas;
.quiz articular alguimwas palavras, mas em
balde foi.
Disute d'elle e no circulo das testemu-
itas da sua agoia, acabava de apparecer
urn homom do iesmo modo que um phan-
tasma. -
Em vlo a miLo do moribundo tentou 8
mar do novyo a ewanguentada faca. .
mao nao teve para -isso forgas, e a a a
do barlo exhalou-se n'um soluno !
A mnorte reaspitou o ultimo pe onto
da victimna, deixando-o gravado inai-(
mado rosto do cadaver. "
0 barto de Certenes tinhbas hecido
o visconde de Fontac, e ao tub*
enviado corn a a& e g o ai oto a e.i
evidento mostra do sou p do soqiw
preso. -.

,.il. Aolo".t. A -1
Fcnceupadu'" COS "h '

-r t. -g4. 't


testemnulas l uIj-Iiella te-rivel scena, nin-
gutl.ax reparou na pres.cu,;a do visconde.
Pr,-zz e a ba'o,-Wza estavam inclinados, so-
bro o cadav'c,4. bat-audo cm v.o -alguwna
espran'a.
Foutac atravessou o eirculo qu.e o sepa-
rm.va d'aquellc grupo e ajodhou-.,e diante
,d't41e. A b'.mteza fitou no visaod.e os
sc-us chorosos olhos, e fiel A ultima vontade
do sonu mardo, neun, exhaloui iia quieixa
niCmi demionstrott a menor conmnogio ; inmas,
ao beijar a sanugrenta ferida de seun espo-
so, collocou eun'e aquelle e or visconde a
Scruz que usava pendoute do pescogo o ..
hio desmaindLa sobro o pavinrmto.
(Grossas lagrimas simlcavani as f s do.
aterrado visconde, c Perez, ao v a ad.
miiragAo qcue causava centre os/sistentes
d'a'-tella muda e terrivel scenia presenoa
dA Fontac, agarrou aquelle um brao,
levantou-o corn as suns ano's 5 Afils, e,
atirando-o, pars f6ra da exd elamJu :
Este era o seu me r aaudgo.
Todos, se inclinuara aite a sua preset.-
ga. /
0 contrabandis sustesve 0 visconue ate
ScarnTagem, e subir atraz d'ea gritau
no postilho. /
Caminh0e Bbrdeus.
Fbntace e longo tempo sumit ta
maim prof o siloncio.
Perez peoitot aquella dOr n Mi
prtamp ss uda; mas, tomando 6 0 A
paja ldisse oZ
,is uma excelloentoe a .' .O
a seguiros seas con A-
1/-Quaes conselhoa ? -! U
No so lembraa qu& t
0longas nrra-e acerea do',-
e perde ponsand. f..a ... --
A Ai 6yo AC !. l
aeu peno nto '
Son~.uini4&#gww4 -'




&- .
obrigad,pe ^lk`& q f
PressaU 4 ^1emn^^ ^





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