Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:13340


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Full Text













~b .~'8 ~.
~ 0 0


4




A


U


1A 413,13A RAVA:

a cabo submarine)

de julfo.
mealisar-se a 2 de oatubro
ele9ces'para membros da


Deputados.
tvas, filial em
B1881.


Pernambuco,


fl E telegraph terrestre)

i.0 DE JAEIRO, 18 de julho, as 3
or-,,5% minutes -da tarde. (Recebido
d s7 hordisa notee.

POP decretos de 16 do corrente:
Foram n m4eadosjuizes de diretlo

De"Oa ,iryt em Pernambuco, ba-
elairl Jofe Alvares Pereira de Lyra.
Do Cabrobo, idem, bacharel Alifre-
do Alvs Matheus.
De Iongaeipa, idem, bacharel Jose
Gomes Coimbra.
lie Petrolina, idem, bacharel Manoel
Barreto Dantas.
bDe Inhamuns, no Cearft, Scharel
o:4 Balthazar Ferreira Faco.
_el, I.garap6niri, no ParA, bacharel
*aucilso0 da Silva Porto.
'DeI'O Bragan"a, idemn, bacharel Joio
'" ePitumbo.
"--HForam removidos os juizes de
diLeto:
Bacharel Domigos Jose Alves da
va, da comrnarca de Cimbres, em
ambuco, para a de Pto d'Assu-
asAlagoas.
harel Joao Gonzaga Bacellar, da
crea de Ingazeira para a de Cim
*ibas em Pernambuco.
arel Carolino de iima Santos,
*a comarca de Acarahu, no Ceara,
paa a de Aguas-Bellas, em Pernam-
buco.
iacharel Firmino Lopes de Castro,
arcade Tacaratl, eiaRt
eo, ,para a de Acarahft, no Ceara.
Iacharel Balbiuo de Moraes Pinhei-
I,-da comarca do Brejo da Mtdre de
Deus para a de Timbauba, ambas em
P6rnambuco.
B acharel Jose Rulino Pessoa de
Mllo, da, comeirca do Aracaty, no
S orfra, para a de Goyanna, emra Per-
nambuco.
S Bacharel Jose Joaquim Domingues
Carneiro, da comarca da Granja 'para
a do Aracaty, ambas no Ceara.
Bacharel Joao Adolpho Ribeiro da
Silva, da comarca de Inhamuns para
a de S. Benedicto, ambas no Ceara.
Foram designadas comarcas pars
nels terem exercicio:
Bacharel Gonsalo de Faro, a do Bre-
Jo da Madre de Dens, em Pernam

Bacharel Miguel Gonqalves Lima, a
de Sailgueiro, idem.
SBaceharel Jose FlIel de Jesus Leite,
a de Tacaratu, idem.
Bacharel Manoel do Naselmento
Teoieina, a de Catold do Rocha, na Pa-


harel Andre Cavalcante de Al-
tque, a de Pedras de FPogo, idem.
barel Francisco de Peals Pres-
mentel, a de PltImbti, Idem-
harel Geminlano Brasll de Oli-
G6es, a da Granja, no Cears .
harel Manoel Jouveynal edrlue
Iva, a de1 Pacatbab,:l|em.-
salleee o capitaodie dfrag Va-


imiterao, 'em Mt, -4-P#ji. esove
noizsar subdelgao do i.,.4districto da fra-
guezia da Boa-VistT ejstaida'do, aoaoha-
rel Henriqu e Augusto Albuquorque Milet.
-Remetteu-se-otitui; c 4k
0 president I DroincIi4 teudd
aeo 4arequerea o ia 1,,,^;!g!^
phico do As8isC rda 'd Ie
geographic e histori4do0carso anneo a Fa-
culdade do Direito, r tolv. coneedor-1he 3 ma-
zes de licenga, con venciimentos, na f6rma
da lei, para tratar de-sua saiide onds Ihe eon-
vier.
0 president da proviecia, tend em vis-
ta a proposta do administrator dos Correioo,
do L. do corrento, sob n. 35W, resolve, de
conformidade corn a leit 2,194, de tO de ou-
tubro de 1874, exonerar, a pedido, Firmino
Jose de Souza do agente do Correio na povos-
cio do Altinho, e nomear para subsiituil-o a
Francisco Jos6 de Ohliveira Quintio. Cbm-
munidou-pe ao admiaistrador dos Corroeios.
Officios:
-. Ao commandant das armas,.-Autoriso
V. Exo., conform solicit em seou officio n.
381, de boje, a mandar substituir, no desta-
camento ca povoalo de Pjranhas, o capitio
Hermes Corraia de Moraes, polo capilo Jose
Joaqulm Alves, e o alferes Antonio Joaquim
Codiho dos Santos,'pelo alferes Eracto Anto-
nio de Souza, em vista dos mAtivos expostos
no citadoe officio.
Ao Dr. chefe do policia interino.--Auto-
riso V. S. a conceder 60 dias de licenga conm o
respective soldo ao guard civico Bartholo-
0o60 Ferreira Neves, para tratar da satiJe.
Ao inspector da Thesouraria de Fazen-
da.--Em vista da informaelo junta, do com-
mandante do Presidio de F1rnando, do 25 de
junho. seb n. 105, made V.S. relacionar adi-
vida de 131P88, pertencente a Agueda Maria
Euzebia da Coneeigio, de qua trtaa essa The-
sournria em officio de 23 de maio, sob h. 359.
Ao mesmo. Para os finsaonvantentes
communico a V. S., que o RvdLA. vigario -a
pitular, segundo participou-me, conferio col-
lacao canonica ao adra Marcelino Vieira da
Silva e -a na igreja parochial do Nossa Se-
nhora 4a1 Varaea, onde foi apr'esontado por
carta imperial d'e 15 de maio.
Ao ineamo. Comenunico a V:S.que,
seguudo ariso deo 17 de janho, v Ministerio
da AgrioulluriJ solicitou Ao 4a E'azenda que,
por conta do aftual exerccio. soaeja aberto,
nessa Thesourari*, a diisposigo da presiden-
eia, o credit de,20:400 para obraso cua^Nq
da Colonia Orphaologica Isabel.-Ofou- se
ao director da Col.onia. .
Ao memo. -Para o fins con
communico a V.8. arol
Eud4oxio do Qi-A
cargo, depois de encerrada a sessoi da |
bida Provincial, por ter entrado, em 1I,4
senate, no gozo do 30 dias de liona
da elo desembargador presidential
RefaCso.
Ao mesmno. Transmitto i V. S. a or-
dem do Thesouro Nacional, de 23 de junho,
n. 104,
Ao juiz de direito do 1I diatricto crimmi-
Lal.-Transmitto a 7. S.. par& os fins conveo-
nienates, o inquerito, a qua sO preceded no
presidio do Feruaade, contra o sentenciado
railitar Antonio Dias. dos Santos, per tar as-
sassinado, na noits de 2 pars 3 de junho, o
seontenciado, tambem military, Berhardo An-
selinmo da Silva. .No vapor Gequid, vindo ul-
timamente do presidio, eheogaram no .ado
sentenciado Dias, como tambom as testemu-
nhas de qua.trata o referido inquerito.
Ao director interino do Arsenal do Guer-
ra.-De conformidade com o aviso do Minis-
terio da Giierr, dd 23 de junho. ma*de Vine.
fornecer ao 24batalhio do infantaria, con
destine ao servi6 da respectiva esacola ele-
mentar, no 2"semeotre deowt anno, Os objec-
ts constants da nota do 18Sdo mesmo mez,
urganisada na repartigio do Quartel Mestre
General. Communicena sa Thesouraria do
Fazenda.
Ao juiz municipal do Palmares. Watei-
rado do officio de VAms.,. do 7 dejunho, par-
ticipkndo a faga do. praeos, reoolhidos a. ca-
deia eidqdo, eabs-e recorEmendar-lhe
communique ea esta presideneia o resultado
do procrabo, quo a esu roapeito dovesor ins
taurado. o/-rui:i. ymnasia -Con"
Ao rege4or ioei O0GjDB .-Con-
cede a autoriseio, olieitftda pqr V. Blm,.v
en oflieio de hontom, *m viste do artlgo11Q
do regimonto intorso 4ss. Instihnto, para
pr,,ceder ao assezo ier doo move alia.
didosno art. 1#j8 dalei n. I,5r(Id 28 do
jaaho,-Con.zaun eo a. Thenourb Proviu
-Ao 4ireeo dabouia Iabel, A' vista


Repartido' da Poaola
SecAo 2.a-N. 957- Seretaria de po-
licia de Ptrnambldco, $ 4 d ojulho de
1881.-IU ; ': Elm.Sr.-Piapo aV.,
Eic. que Jforam retlhidos & asa de De-
tenolo os seguintes iodividuos :
Noo 4i. 16 : A" minha frdet. Manoel Evan-
gelista do Araujo, vindo do term-o do Bouito
cotmo pronunciado no art. '2 fl7o codigo cr-
minal; e Jods6 Graciano da SilVa' alienado, a6
que tenha o conveniente destino.
A' ordem dos ubdelegado do Recife, Vicen-
te Forreira Ramos. porcrime de furto; WIl,
liam Corony, tripolante, a irequerimomoto do
capitAlo do navio a que pertonce ; e Lucretia
da Costa, escrava de D. Ignez o tal, por em-
briaguez.
A' ordem do do 1.c distrioto de S. Jos6, EuW
zebio Manoel d Assuropqao, por enbriaguez
e offenses A moral public Antonio. Paes Bar-
reto e C. GClauino Fraticisco dos Santos, por
dis'turbios e embriguez f
No dia 17 : A* or,;em to subdeleguo do
Recife. Henrique Vilga, pur embriaguez ; e
Jolo Marques, por disturbious eOmbriaguoe.
A' ordem do de Santo kntoeio,, Antonio losk
de Lima, por crime de armias defezas ; e Jos6
Antonio de Albuquerque, por embriaguez.
A' ordem do do 2.0> districto de S. Jos6, Au-
gusto Jos6 dos Santos, Apolfiario Pereira de
Oliveird a Jose Antoniq da Penhas por distm-
bios e emnoriaguez,
A' urdem do do 1Io district d4 Boa-Vista,
Joo Fran isco da Silva, por disturbios. -
A' ordeow do d4 1.'Ldistricto to Grace. Maria
Francisca da ConceiXo, poe.roffensas a -motal
pubnca. ..
Pelo subdelegadO do 1,'xlistricto da Boa
Xit i hontem press o irntividdo Joao Fran-
i Silva, na occasiio em quoe lutavr com
quim do Jesus, conbowido polo no.-
San qno conseguira eoadir-se.-
ies j lata haver Jou; Francisco dao
Si toabe.B e conbecido polo 0ow' doi
Jo&* s. -raptado no dia 5, do coreniti
~Leonx la Gongalve Ribeiro, dp 10 aenoO 0'
idade.,t va am aazia de Mansel Joaquim
Alba dsina Maria da Concicao Barata, qu


16s-rdeiros da fre~ezia da Ba-Vi ,-ta.
1 Ea vista do oexpoo o memo subdelegefi
ndou btOje apriedtar a leferide maeoor so
delegado da capital, quo a mandu jisto-
afiim- do proloeder contra oe aser
ioamo incurso no art. 27 do codiges rimial,.
Dens guard aV. Ejic.-tiia. e Exm
Sr. Dr. Jos6 Antonio de Souza Lima, muito
digno president da provincia.-O chefe
de policia Joaquim da Costw ibeiro.


Thesouro Provincial
DOESPACHOS DO DIA 18 DE JULHO0 DE 1884
Christov&o de Barros Gos 'Porto.-
lotoraie o Sr. contador. "
Felix J ds6 do Saol'An.a,-Iuformeo
Sr. onutdor.
6ftico do Dr. chefe, de polhcia.-Infor-
me o Sr. contador. *
Maurino Francisco de Paula Meades.-
Informe oSr. contador.
Jobo Ferreira Vidal de Araujo.-AQ Sr.
coutador para mandar fazer as competio-
te" notas da portaria do licena.-
Cootas do escrivio seriado de collector
da Victoria. -Volte an Sr. contador pars
declarar opportunamente sobre o recoHhi-
meonto db saldo j requisitado.
Cristlovao da Bairos Goines Porto.-
Ioformne, o Sr. contador.
Officio do adaiistrador da Casa deo De
tenClo romettedo a relano nominal dos


Ui

e


im. Sr.


rraI
o Sr.


-Deferido


a 1


I0s
Cost
fs.


S,.. Notis w
.. mos hrje ecoapletara srise de no
d qtue foi portedor o vapor irimanig.
SITALIA. -
A eamara dos deputados italians app
emnfim a celeberrimaei eleolitoral om sut
cio da lei surd% do 1818, quo temrn sido
cads a todo-o vei4o.
,Beta lei concede o direito de voter
6 cidadbo do 25 enaos' qua soabepse Ie
crever, pagasse 40 lyra do impost cd
oV cuja habitale tive$sW uia valor lI
de I5 a 400 lyra., segundo a. popuala
eonselho, o eastiveos collooeado',na ci
rina das apacidadea academicc, proc
fanceiouanao, laureado, pansioniasts.
da'ordem .que6tro tabelliAo, aedicoot
maeeutico.) A appliesoo desta Uli :
18748, 617,000 eleitores. Conmo so abo a
ra.iujeitoa auffragio universal pri
p8lo Sr. Cripi, Fr para o qua aio tom
conso, a capaoidade regalada pela iins
da quart elaw.e *eimentar.
A nova lai fixa ea 21 ahne a idad
votar, abaixs a 20 lyras o ceauo Ole
coneedendo a qualided. do eleitor a
italiano quo tiver cirsade as alas da
da class elementary.
Continuum e italia as manifeatasc
franceze, motivadas poeas ccurroni
Matielha. A. *qis importasies formi
Palermo a Roma ; digs-ad. ports, -'
da vardede, qua contrasjtraa pelaw ta
ragio eCoas s aBwrntos cianli tosoR na
franceua. 0* aftdamas de PalTernai)
rain dirigir-s -ousulado do "'FPr
a -pohcia'oaa gowaJeias*passo,, -di
doo grupo, sma be sidado d iti
legaes. Urna proclawaco do suyndic
d.ua nonu&acAun a* nn n*ia U do rPn.


ifulla obsenta qi
sitftIono in
a direita ostava
oer i pde pru

., riavpla grand

Lncn illr,11 retido
U ainds abando
do seis mezes c
i

.ecimeto t eiouao.
% Apezar tqdayia, da do
nL -.i" econserva ainda a direct<
l Ina como indica a 'ua
Ii;iap d Franania, sero e

Tod&. oa im pi ensa allen
E a sahida o~da
g M


v1 piro, e WA.i ~eori
O^ y O 0 F R O O tmi ia '' 1 01'
k4USTRIA-B
?B Dizemn d Vienna que
jo rosultado das eleiloes
Deferi- gria, o partido governat
lugares no parliament.
foram eleltos duas vezes
Sa Continuan os excewso
dantes alemines lteem sid
estudantes tchdques.


f4^ epar 4a.deoon- public o dearero da'dissolucao e mi la .-a
14103"a-r4 80Paris, e voear os colldgios eleitoraes para 21 4eagos-
W!tgwfdo Mgrmlma nIo to prorimo, devendo a primneira sessio legis-
M, esuenti&emtosneo lativa effdctuar-se em 20 de setembro.
SI ... 4 A tempestad e qu e tocavaji nos dias au-
lofl,. da opposieio terioros a pubiicaceo do decreto, e que so r-
i44de pare fazer poli- velava accentualiente arneacadora sob a di-
o- G, reecho eanovista, continfia a'incutir receios
: Weleovs, torsaeOs nos animos mais temeratos. embora a impar-
)elasddesaordeusdMar- eialidadQ orden confessar que essa tempes-
[tia .6 tratada desta tad. 6 tntes, e apenas filha das ambicSepes-
olitio&a deseertada da soaesdos despeitos dos homes, do que de
uran violacao dos principins, ou de umra f-
e a ItaliA eaItava em fronts a legalidade.
terior e no exterior, a Canovas, cuj O altos dotes ninguem coa-
no pqader. E por atl- testa e cujo predomi nio 6 grande, e no mua-
deoacia, eom0 o 0 eo 10do politico, individualidado robusta e brl-
a ser forte; mas, no lhante sob mais do urn aspect ternm como te-
to sentieflnto do ihos- dos osgrandes espiritos, mementos de dea-i
"w* ,< lumbramento da prolpria gliria e de vontads
aA da propria valia.
pela *a inferinidade a Raros sAo os homrnens, que, nas alas,
nar Berlim e gozar da neacias, a que o merit, ou o destine oWI
lua solicttou, emnbora you, *no sintanm ais vezes destes accesaos-
ism o mnais abscluto fascian&o, que urnaa vezes sao desvarios o 4.
Saberrac.s do genjo, outras a inflaencia dam-
on qup 10mina elle nosa das alturas, a que se elevaram e a qua
!Io da pohltida exter- na linguagem vulgar se da o nomo de ver-
i earta aos campone- tigem.
ie quem dirigirt as Antes da pub'i.aglio do decreto, e como
s ofom em r- quem prevd os acontecimentos, reunira elle4
Se conforms em re- emn sua casa os dirtctures dos j)rnaes conser-
de Stolberg do gabi- vadores, para de accord, e sugundo um pla-
ltimo humem inaepen- no inform se eneetar a luta contra a delibe-
ndencia quo sea. du- zamio dogoverno.
Kda. -.a Do facto, to los hoje se apresentam na lu-
everos nio deixam de ta, taxando de insolita violencia, a flagrant
rer dos tempos o Sr. violaeio dos principios coustitucinaes, a dis-
'ara umnnico home soluclo decretala.
Sasawoiar-se a elle no (r c notavel, enberra frequent a contra-
rre os membros da diceio do espirito human que assini, con-
ltU~s oante as suas paixOts e intirisses reputa ho-
*. je attentatoria dts ]iberaides, o que buotem
4 etrictos cu- exerceu comno preroga'iva do seu direito e
e conhl dna uRn- que'qualiica amanlih a de livre exercmcio des-
"ents .s de l o6 s diretto, o que hoj.P accusoa e vrberou co-
Todos os ministros mo arbitrio coudemnavti.
3. a Tal 6 a doutrina, coimmum (infelizmente)
s em Praga os estu- entr os povos decadentes, e que o s Srs. Ca-
do maltratados peois novas o Romero lobledo apoiam con a auto-
O governor resolve ridade dos seus nounes e cow o prestigio dos.,


L071uo i iVA* tuar~tntuan energicas.
Os jornaeo do Vienna manifestain a sua in-
.' d.ignafto. Se as desordens continaarefa e
ItOfIrme provavel 'que principle Rodolpho sami de
S j Praat>. &Anoticiaade Varnaannuaciam que
y pa Bulgria us 2o05 deputados eleitos at6 a da-
1 4a ultimas noticias aceitam todas as con.
ipostas pelo principle Alexandra.
ia 4i sppor attlenta a maneira coUo so
am as eleicSa.
1*1 ;*" BULGARIA
0 Messagerdu gouweroement do S. Petersbur-
jS oneravp o saguint.: -
a Nay stu lutat actual, Os partidos da Bul-
$5 d gAeri esfertem-se em provocar, da part do
gprerno rao.uaa palavra de approvagio, o
qu a q e ]has ai:gura se o meio mais efflicaz te
poride|ea la mo -0iyapatbia do* povbs.
SE' por isso'quo partido liberal 'bulgaro
estfe- enviosa so gonat ,'natieff a quem ja os bul-
garos sateem sdirigido em outras occasiles,
f anm t d;otchowra doralhe roga obtenaa pare
itueeno
^^ elles a pateegio. do wlimtperad~or. -P1




itiela,, 1 sioeeuspio queo os diriijaea ao Sr. Hi
trowa, rniieseataate da Russia na Bulgaria,
ouil aso priaips de Gortohakof, chanchelltr do
provot iuppsrio. A Rasia qae reconstruio a Bulga-
>stitui- ra a progo do proprio sangue, nlo tern inten-
spplii- ceo de se tagerir noS negocios internos dese
paizj elIa s6 deseja quo a Bulgaria tenha
a todo boa institaiges viva unida, prosper e
r.e aes- contente.


lirecto,
OCativo
kcio do
Athego-
ifesser,
csambro
LL P484
do
Scams
ropotto
diem 9
truea4O
le par&
eitoral,
todo o
16gand-
es anti-
:ies de
a asd4
3 hoara
L mode-

, mae

pDan-


OURVIA
Chogoa a ete raino de sua viagam ao
aXtrangerro, qo eomprekeadea S. Petersbur-
, Borlim, Vieana. o principe Milan.
I' I ORIKNTB
A. soaentsa proferida contra os accusadot
do'aUsawiniate do AIdal-Azis foi maito mais
several do quao aasperava am Conslautinopia.
Sundo a legislagso em vigor, a pen& api
tal s6pi4d Sabr prosuncisda contra os qua-
tro accu-dol dAolarados culpados do assaq-
siaato coma pvsmaediteao : osdous latadore.,
o vigilante o "amarista Fakir-Riey; todavia.
oocinco acqxasades deolaradea cumplices, e
coitra os quaes, sgIundo aum despaeho do
Ties, iaiisterio public b"via, pedido uni-
cameante trabalhos forados, foram tambem
eondmeanadios i mortar.
EntreaStes ultima., garam Midhat-pacha
e dous canhado' do suitio : Mahmanoad Da-
muat-pachi Nour-Damat pachia.
. 0a debate* provaramqaue nis tinha havido
suicidio, apezar das ,,oaclus6es di; comamaim-
sko. mredlc, qa., depois do erime, examiatou
o .r.po do aqillo, coaclus(os susteutadas
sindsa h treed d pir am dos membros da
womiio. A, U'ornasarta 4irigida ao. Time, o
apoar do dopoiveute do tros moembroi deas
aai80, UtemnUhas, so proceso. Dos
individaos accewades do tertu commsttido o
crim, tre ooafesaaram, dous prosistirat am
nagsr na s diescia, o um destes ultimop. o
tatsdor Xustphik,.dqsevou o ieto ct o uma
prcieiLo quo norisa on eaviales. Foe .lle
qir ooirt a ar emqapto e oatre*on-
inhaam a viethettj e 4dotdad dio m luita
ilo1w'-;-;.*^^^^^^ n


iwdo Augusto C-ezar le Castro M ene-
s, contador da Contadoria de Mar-
tha.
-A 2taxado camblo sobre Lo dres,
,s tol 22 d. par 1d000, pa 224A
6. bnpos l O1, p m s.... a C 1
s bancos, partit, saceattt *aa l/B .


node!~r
no da P<
DO DIA 2 Di
da nroviaai&


seus inerecimentos pessoacs.
a Oxala qua a Hespanha, euja existencia
economics e grave, so nto lance insanamrnente
no caminho prjuosjo e esteril do f'acciosismo
'des irdenado, de quo minas dc ain deploravel
exemplo interno couta na sua historic.
a A dissolucio das camaras, contiuia a
produzir, como e natural, urea viva iipres-
seo no public hespanhul, e a imprensa uivi-
dida em apreciacbes diversas, au .sabor da po-
litica quo calajorual representa, entretem o
fogs sagrado das aggressdes, que illumina e
neaondoia os espiritus das muassas.
a 0 goverso, ap6s o decreto que dissolveu.
as cortes, faz publicar umna extnsa inuito
circuinstanciada.circular em qua regular e do-
termina a observancia das lci. prescriptas na
convocacio dos collegios tleitoraes.
a Esta circular e couniinentada ile varias ma-
neiras ao olbada por Pri-minas diffyrentes, uns,
os affoicoados ao governo, ve'n nelle a mini-
festac-o do respeito pela liberdade da urna,
outros, os adversaros, taxamrn-n'a de impudi-
ca. burla e de descarada ieaprudencia. Itea-
-pondendo ou corresp'ndeado ao d-,.reto, ap-
.petseRu eRth todos os jornaes conservalores, a
excapcao do C'ronista do Sr. Romero Rubledo,
a daelaraqio ou manifestacao contra *, disso-
lucio deeretadta, que se diz ser do puaho do
Sr. Cauovas del Castillo.
% Esta declaractio qut 6 concisa, e laconica,
tai dado smuito que faliar no public., e ita-
rei dell& apenas o ultimo periuao quo 6 o s-
guinte :
a Na. podemos ja terminar estas linhas-
dizendo--via a constiiuiwio-pois que a cons-
tituiaio esta por agora worta., e pr-cisamente
as mrios dos intitulados eo,stitucionues purem
comno meinpre, podemos, e querenios gritar-
viva orei !
q A eff.rvesceneia augmenta entree a popu-
lacao hespanhola. coa a lchegrada continue de
fugitives quo trazmti noticias assu tadoras
das pevoacOes do interior. Teem chegado
aos portos do Almeria e Catthag.ua inuitos
fugitives de Oran.
% A questao mais important, de que se
occupam nos circulos politicos de Hespanha,
i a respeitante dos tristissimus acoutecimen-
to- de Oran.
. aOs jornaes conservadores do Hespanha,
'no sea afan da opposicao sys.ternematica, fazem
desta questio arina do partido, e qu,,si ebe-
gam a caulpar u governor, como diz L, Manama-
na, dosexcossos vandalicos a que s- eutre-
garid os salt-adores de Bdn-Amnena. 0 gover-
os a5s5m qua teve conhecimnento do attenta-
do, dirigio uma energ-ca reclamac5' au gabl-
nete francez.P
PORTUGAL
-- Em 6 do corrente escreve nosso corres-
pondents de LisbOa :
g Eita pulecada a carta de lei autorisando
S. M. el-rei o Sr. D Luiz a ausentir se tempo-
rariamente do rein,, ficanlo, durante a sua
auseacia. a regencia do reino a cargo de el-rei.
D. Fernanio.
a Falleceu o marquez de Angeja (condo de
Penoiche) fldalgo de antiga liuhagem., mas da
ama popularidade incontestavel. Depois da
mortede dous de seus fiihos, qua mUito er-
tremaqia, retirara-se e quasi so prisara do
alimeats. A debilidade e) desgosto lbo ana-
baram da minar a existencia. 0 nobre nimar- .,
qusz era par xdo reino, tend exorcido por"
0IuitOS snnos Po cargo de secretario da camera
asit. 0 sea nome ligdra a successes pdliti-
eos bomrn conhecidos da nossa historia cos-
temporanea, chegando a ser j ulgado pela e-
wart doa, paras constituida em tribunal de
j"utiqa indultado posteriorment, em vista
do urna amuistia.
aRetirara-se entio a vida privada. 0 sea
tuneral fo muiUtissimo coneorrido. Tinha 61
annos.
1 Tambem ha poucos dias deu a almaa
Des coim 39 annos apefias o brilhante ora:or
parlsmentar. escnptior a jornalista AMbierto
Ozorio do Vasconcellos. oriundo de Unra das
mais nobres famil'as da Beira-Alta. Falleceo
em Mangaalde, victim de umk leeso ear-
diaem.
c Era urn dos fanddores do journal a Damo.
a Easil mercado para 21 degaosto pare
proceder is eleicSes goraes. 0 respee
crets referendado palos miniutros do t
demaeniuha tern a data deB3O do pas
'a Casou ha dias o Sr. Lopo'Ytl, 1t 5
4a fazenda com a Sra. D. Vi -
ilba oasis nova do coBselheiro. |
1r'tor gersi da thesourania 'q
,tde e asaando-5 a .i L


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A.Auum b I v a ^ %
































M U mrecauo oeusures "Parse a ,
Pnsa ragenpraorspa wia.
a resunetaqio do Eduardor
ii:!'.-1.I, .. 1:1..gta^^^^ ij~leatM poetinn d Osamw-ji
sWil~t r dium pasouer e ^42*
*v-- fwa corn injr ur d oamo,
+ :w'calin i pmoa do ehef, do *tode.
-t .*OW eDeol stanodo a Trawcio am 4a ehdiin
iaa etanhita.e seseao agora. oonawdidt
0 pa*ha.fato editoral, aecordado o ggwwv
*tob eatas repressoes. mansand* queroflar.
allk do autor do citado pamphtletCo e0jCa .
'4*tot a pousca gent e agradariaam, 0 See,
lt repablieana, por artigos dos rs-$a-
es Lima e Trigumiroa do MVrtt4, &UM
o Trinta. o oAntlo*io J d.r affirm 4
*t qme tambom estes caaleiiro e boarn asaii
Raphael Bordallo Piiheiro, oespituo.
so carieaturista, serao prounniado. waw
S aq. jst.o e, eatrafilados palos eguazie 4a
gleneraglo metti o usa eadelas I Caste
a ir0 que ato so passe, estando i frelte d4
itoago (um dos homes mais toleranteas tL-
Irmes oomo tern sido o Sr. Antonio Rodri-
aws Sampaio, o celebre jornalista & rodae-
b principal da evolaafao deo Selembra, au-
* do Rspeero.
*na folia progressista diz coa certo fun-
S6 de razio quoe o crime politico das injuries
| motidas noEspectro prescreveo, mas quo ten-
" do-se foito ha peucos mezes urns nova edi-
fl d'aqaella celebre collaboraclo de pam-
ptletos, o crime rearscera pars a aegao dase
leis eda jstiga. Seria absurd realmeaute se
en inisterio public se lembrassm de querel-
Ar do president do couselho de ministros
per ter escripto o Espectro em iquo fora ultra-
jada a Sra. D. Maria II: mas nao e menos
absurdo, qae tendo-se reeditado equelle pa-
pel, eujo aanuncio se 16 todos as dieo na 4"
pagiu da Revoluagdio de oSetembro, orgio semi-
effiaial do ministerio. estoja o governor presidi-
dopelo Sr. R. Sampaio, a tandar querellar de
todas quantaa folihas ou pamphletOo hostili-
1mn a monarchial Sao cusas moralmente ia-
sompativeis; mas 6 urn facto "no pira aqu,,
pois no domingo 3 do corrente, tiatando so
d"inaugurar na rua do Livrame ito a. 88,
em Aleantara (bairro eseencialinmente opera-
tie na parts occidental de Lisboa). um club
electoral republican. cornm a denominaclo do
Razdoa e Justiga, o administrator do coosello
de Bel6m quo assisftioi a session logo ap6s os
primeiros discursos, mandou dissolver a as-
semblea e como se lpvantassemn protestos,
mandou prunder os cidadfos republicauos
Silva Lisboa, presidents d'amn outro club e
Raphael do Valle. nas come foram aflangados,
abo chegaram a dar entrada na cadeia.
a Inaugurou -se pois um period qua o go
verne q aer tornar de terror,omas qae nao ser-
Tviri senlo de precipitar a sua queda. paois
estes incidents de intolerance nao estio em
nOssas habitos naceiones e d&o forest moral
as victims da perseguioao e meino ura in-
portban'ia que alias nao teriaw sem estes is-
petoes autjritarios e odiosos. Os fracos sao
mais ferozes do que os fortes.
Evtas violencias, ereiam, nalo denunciam
forga, e a opinion. sern applaudir os excesses
doe liaguagemn da demag!.gia, sobrosealta-se
torque v0 nellas o prologa do mlaiore trope-
hias cootra a liberdade e tanto mais quanto a6
eerto seram praticadas em plena dietacura...
a Tambern no dominngo 3 foi celebrado uin
important comicio n'um quintal da rao de
8. Bent) em Lisbon. A convocatoria f6ra fei-
ta polo Secato, journal republicanao.
0 assumpto era representar so governor
ara nAo celebrar coin a Franca a renovagio
o tratado do coin merci o ante; de fazer pro-
eeder a um minucioso inquerito industrial.
Estiveram perto de tries rail pessoas, muitas
dellas pilns rama .as do arvoredo, especto pi-
toresc. e Puurainente britannico. Presidio o
Sr. Dr. Thc'ophilo Bra;a, qua oroe por tres
quartos de hera, ?endo muitas ezes inter-
roampido p;los applauwos da multidba. Use-
ram da palavra em.seguida diversos indus-
triaeat, e alguti delles Yorbcraramin em phrases
eloquentes o sev-ras o faicto de ter o govetno
promettii.i) qiij procedecria a umn inquerito
industrial, ztratando porem, desde ja, de no-
mear pars negociador do tratado de commer-
eio em P-iris, para oude vai partir, o Sr. An-
tonio d( Serpa Pirnentel, corn o quo demons-
tra, an que pareco, que a promessa do inque-
rito nao passe do poeira aos oLhos, eendo des-
attendidos as iuteresses das nossas indus-
trias.
a Outros discursadores pronunciaram-se
abertainente contra os tratado. fossem elies
quakes fussemn, quo nau fazom beneficio migum
a nossas in-lustrias, pois o qua exportarnos
quo vaiha a pena il'1 moncionar se aao os vi
3has, e OSPSI, ou se'ja a swa entrada sujeita
apenss a urn ,,iroito estattstico, coano hapou-
eo-sueceli.a em rel'tcio a Franca, ou a um di-
reito do entrada relativanento pesado, comno
aectualmnnte acoctec a., so oea pro procuradocs,
o agor:t quo us drlreitos she inuito malores a
*xporcauao para a Franra tern cabido cunsi-
deravel aiute.


] Ao c-bio ,i. varies discursos fol lids e
approvavia uaaini:niinente. por acclanaefto,
Uma reprmsenatnfo ao governo pars qua nuu
7enove o traina-lo de c')muercio coin a Fran-
a semr tar procediio a um i uqueritu indus-
trial.
t Rainou boa ordem sempre. As autorida-
des policies 'stivcramn presfates. Nas pro-
ximidadeas estaciouava to;.'It dieo cavallana a-u
aicipal.
A unite s4 qu e se effrectuaram as prin0es
am Alcantara. Puucos dias antes hbvia-se
inaugurado outro club para o sitiu de S. Vi-
Gente, mas a autoridade f;chou aos olbos.
o Tantobera domringo. no Porto. se ef'fctuou
*m meeting importinte, qua dellboroa no
Ieasio sensido do da rue de S. Bento de Lis-
bon.
tA impronsa regeneradora, que ha trees me-
a tanto applaudia os conmicios, mofa delles,
ehama-lhes cirios, mera especulgfio e ins-
tramentos eogos dos qu e pretendma desvai-
nar a opinion publiea, etc, etc.
a Altari tiempi, aheripensieriI
a Tem-se estranhado que sendo o Sr. Men-
os Leal um diplomat de reconhecida illus-
trago. regresse elle ao seu pasta de Paris
mecompanhia do Sr. Antonio Serpa. scndo a
oats ultImo esta.lista, e Ul&o ao noso pleni-
pot4enciario naquella nacuo, ineambida a mi6-
@Go de negociar o tratado de commercio.
XTaabem s teamn escripto contra i escolha fei-
lit, por se tsr pronuaciadeo Sr. Serpa como
lirr-cambistas iatnansigente. No ultimo nu-
nero. pordm, da Cor'respondencia de Portial
ft do corrente. da quo e o principal redactor
PO o o Sr. Antonio de Serpa, vetuin uma do
s*&e mne parece coucludente quanto a oer
Uxado mosmo cavalheiro de livreocambista
iatomsigQnte ; e quanto i presumida deocon-
idm9taca pelo Sr. Mende< Leal, eonfesaa-se
6indiscutivel a illustragbo deto diplo-
-o que aldm deo muitos e mui val oaoo
meatoo avutta um recentissima, qu eo
UM *ra radaoira etem qua Bs dpugoama
*kviecoubseida suporioridado is Insolitas
MgJW~e4 dos oirtadorres 4e itulos do1 em-


Ie*ttip CMt a&imarm
ts noarn.weTe falto, 0 m
cion de Se. M. a raiaM toer, sti
fteonimae. oaiam a e a asasesot ultrvgC4
fmae. viler a etc., etc. A foiUa pro.owr is-
tas resirguramn qae nisto o Do hasoimbsr d
felts deoqespeito poie at*o lo irOiesnie a car-
ts nenlhamas fnefe po itiecas, oenaitium io-
conveniencia hari.a eu.qeost ivess j sola-
do do sou warido, smeoe quando '*'Uava,
do derrubat urna sitse. quo e~ap ltemeu-
to goava ainda do cfaa d i eneo soberazt.-
Quo verddoiraoe injuriasa M. foraep as qao
so screveram em 13 de norembro do 187M aa
Correpodlensisdo fe Pwtgal., folha regeneit&do-
ra. do quo e propristorio o Sr. Folippo do Car-
alho, regeouesftor 9 redactir politico. o quo
ainda 6 o Sr. A.. de Serpa Pimoetel. B cita-
ram *ease trecbos quo escoso de reprodumr.
a No ultimo nurnero da Correspondencia de
Portugal diz o Sr. Felippe de Carvalho. que foi
elle o autor do artigo m questio. Que por
motivod'alle se tor publicade o Sr. Serpa me
apart&ra par afgun tAzpadd redacq&o d*.
quell folha e s6 a mitos rogos, ceder*a i
reassumir o aseu lugar de redaetor politico.,
a Por estes speaimens o informacos pods-
rio aralir o quantQ anda exaltada a pololt,
ca jornalistiea, verdadeira luta;de gladeado-
Sres que nio dirvert- nem converted.
;A&o manos teotw agors tido em Lisboa nos
Recreios a companbia 4,# opera-comica do Por
to, dirigidas ,l eacriptor Gairaio, o e em quo
figuraim 4 n 5 actrues bonitas, elegantes e
cheias doa eaoto. 0 public deo Lisboa anda
entbusissmado. x /



PERINAIBUCO

ASSBEIWLEA PROVINCIAL
SESiSO EM 7 DE JUNHO
PRESIDENCIA. DO EXM SR. BARIO DR ITA-
PISSUMA
(Conclusdo)
0 Sr. Espirito Santo (Nio devolvao
seu discurso.)
S0 Sr. Ulysses Vlanna-Sr. presidents.
sfnto qua o nobre relator da cammisuilo de
orcamento, quo occupou a tribuna em prinaot-
ro lugar sobr a mat6oria em discussio, nbo se
ache presents, umarns vToz qua eu quizera diri-
gir-me a S. Exc.
Protendo dizer muito pouco sobr. o project,
o desejariaque o nobr re ritor, caja preseoqa
folgo de ter aneste recinto. uam vez quoa saeba
de eutrar, para apreciar ate oads S. Exe. Is-
you a sua coudesceodencia em estria tbo
grave. comao e a de um equilibria orginenta-
rio.
Quando tire a hoonra de oecupar por pour
coti moment a attengoda casa n& penulti-
ma das nosass ossuOes, iuterpella^do ao boa-
rado relator da oomamisaio de orpamoanto, -cu
ja luzes folgo de reconhocer...
0 SR. AYRIS GAHA--' bondade de V. Exc.
0 Sa. ULYSSES VIANNA-... ma cujai qua-
lidades negativas de omembro de umsa conm-
inissflo de orcamento silto tambern em conftes-
sar, dewonstrei o deficit.
0 SR. AraBS GAMA.-Qaaes sao as qualida-
des negativas? Neo oocapreheado.
0 Sa..-ULYSSES ViAMLA-Qualidades nega-
tivas, disse eu, urmsa vez quo a primeira qua-
lidade de um mne bro da commnissio do orca-
mento, principalLnuonte quaudo elle 0 o reia-
tor dessa cominianisbo. 6 ter bastante energia
do animo pars contrariar os aeus paioprtios
amigos.
0 SR. BARIO DR NAZAtRT--Qae boa cen
aura esta a queima roupa!
O SR. ULYSSES VTA.NA-E' essa energia de
anirno que falta o nonubre relator; e esta fero-
eidade, na phrase do Gladatone, que faz falta
ao espirito do nobre deputado. S. Exe. nao
tern eoragem pars dixer i easa a quanto mont%
o def/;t do orvawonto, uem quo medidas sio
necosoarias para equihbral-o.
O Sa. &nsRs GMSA-Ja declared o que tinla
de declarar.
(Ha outros apar-to.)
O Sr. ULrsswVtANNA-Quero dizar muito
pouco e peso qUe us nobres deputados nbo
me interroanpare.
O Sn. BARAO DB NAzzaETH 0 ouvisnos
sempre corn luuito Rttendko.
O SB. UL-SSEBS VIA.NA-Eaz dime ainda ha
pouco qu tiare a hours de dirigir-,ne iasa.,
interpellaado o nobre relator da comaimissbo
de ornamoiuto e pedindo-lhe que, cam bastan-
te isengbo de auimno, coa frn iqueza, no. da.
claras8e em quant caloulavo o deficit do or-
mnanto, quo se asehta eua 8a diaatulto quo
elitid9s reum nesesaeriaes par equilibrar onea
orcartt(no.
0Sa. BAnIO DX NAZARET--EU.. deficit 6
uina ticqAo.
0 So. ULYSSES VAxNNA -- Avslioeo ou o
drfiitl em mat de 30000900X. o nobre rein.


tor disse-me em apart, qjaisvdee cootar das
nort tachigrapkicaa: 0 io *aa6to como o
nobre deputadd suppO, 6 waia de 200:0004.
0 Sa. Ayrs G.i&A-Poada et abar a ....,
200^i)9.
0 SR. ULYssa ViA.A--Aeeito a orrec-
cao do aob. relator podsriahgar.a 20-:;ulO.
OSt. ATuaS GtaNA ---CIalclad rtelita
ordiariai. "


0 SOR. BARAO DR NAZAIRT Ah-. Apaia-
do. D-.lhe par aii. qua o caminh o certo.
0 at. ULYSSKS ViAmN-Quae novons qlcu-
Is fUram trasidoparsa ea cana.aem dos for-
necidioa pelo the3aouto? Que aovos algaris-
Mos coanhee a case?
A casa s6 conaoce os caleulos eonstantes do
balanop do thesouro. nn o eonhotq ontrie, o
nobre reliator nao oas trouxe ao asea conhoci.

- 0 Sa. AvSas GreM-tM Jlicasa -t um
apatte, qpe poupt-me um d ursmolI
0 s. ULTaaCT.V iAbIX ^gW-Peiaio.1
0 SR. AYri (AM&-Ali6m ds- alulq do
thebsouro, feito pelma m'a61 do trietaon temom
a reetai extraoruria. ,,
0 Sa. LiYB 3 nx NAsR-A4 I
0S_ YSW VtANX-.ki. ql;et*Sfavlia't


0 3 U TJtmsamVitAVm&-Qiia~v dopmftdo
6 quem wnvog q"btuasir. qvo te t up*
q&& nnah"te: 4 a&lafA ha muiblaqu.j
Mn. S.bor ou wicouluir; b quwo to-
i: .V. o. a quom no r
r M i a fam eOA tis"* 44k rI rmeItO? i* -
0l4- 0 8. ULYa VIaWA A eoaru a 4& de
aoe ergsesuntc 6 quom cam. inibira reopouubili-


oMireiree aueWneir~Meeoa1Q maur ~eajx eoo-
S08a.. Jo l Da S.-Do"arwado ae6 esifa-1
va cadetres nocturnes.
0 SR. ULYSSES .Vl&NNA-.-.. Ba n cifafol
i fatal, 1* 1 *. -*
0 S. -A-E OAGA Ceili o memado de
NItroth o a tables 4. daBiaViata ptih.Sso
eredoe, esta dedolarado.
O S. ULYSSBS VIAK.A -'bao qu*ropro-
por estas duas practes d despeza: a=Vo que
oela deviam r eoeiads, maa ee, U t1t*,
lmuital itres,
m0 t 1 on$- o o oiao
0 Se. JOIO I)USi'.. poiaao. .
0 Sr. ULYssESVtxax MaiA o nobre depu-
tado at eortou a quota para todas as cadei-
ra naoeturnas...
O Se. ATtBs GAmA-Todasa o-
0 SR. Uvwssas VIAsWA- .... fx aeto do
pareiaidad : foi por issao que, quando eu
coavidava o aobre rotator da oomiseAlo aqui
a0 ,ribuna. quando convidei-ao m twas re-
w df4* dopoetoe dd wsafu sta baneadaes,
pera quo tromasemos uma med4I pagfl, par*
quo cortatsaemos se distinegio deosres, sem
Gstineo do iailividuahdadeon It desps-
zas mij uitinco ti *66eathivi- 4 uobre re-
Ittot da ctea ieao n.o quit dr as isao.
0 US. ATtx*-Gsoxck-Prt c~oaIla.
S0 SR. ULYSU- VlVIANu",-80jiOC 0 nobre
relator da eomvmisso 6 ainda iatoherente.
DisseS. S Exe. quo seeiltava today as emendas
da segundo comusissbo, e.q-n rejaisva todas
as da terceira ema globo. Itt eniq6 jastO :
pelo facto de terem vmndo asa emaeadas um
pouco mais tarde, or tterem sido apresenta-
das em terceira discuss;9, nao 6 just qua
devarm set rejeitadaa iw limim.e. (NiM apoia-
dos)
Vamos vbr. por execplo, o servigo de illu-
minagio. Pouis coma o ikobre deputado acei-
ta emondas approvadas em segurida discus-
sae, dando illumnimagto a pequonaa cidades,
como Cruaru, eomaRjo Fprmos.a, e hao acei-
ta na te ceira diseaussao emendas apresenta-
das par* a illuminaaito do cidadesa mats im-
portantos eomo Nalareth, comoe Pftod'Alho,
com Bomrn Jardim (&poiados.)
0 S ax. &A8l G A--Na bereuim diseussao,
nao apoiado.
0 Ba. ULYOSAS Vi4NNt Nao. ura dee.
iguaidad.? ,
0 4a.A Yan GAxA-O argnmento 6 also ;
Nazareth e Pio d'Alk -aeo e*at&o 9us eaendaes
da terceira dionionso. .
0 SR. ULYSBSE VIANA-Plta Bor Jardim
esti nas eioaenda da tere4cot disussiao ; para
o Esapirito Sat df Pao d'AJMho tambem.,
0 SR. AYuRs GAMA-Nazarath east no-pro-
jecto.
0 Sn. USLYSSES iAitA--Nazateth *st em
urna ernenda apreserrtada emseganda disu.s
QIo, e quo teon a n. 156t. tins Po d'Alheo st
em terceira, Wioreth est em ut emida
qua se referee i ilfaminaqo dati4teh da Vie-
toria. NWo qeuera diser que coneeoo ia s as
eousms do orgamento quo o nosbre retq,- r
OSR. A AiBS GAMA-EU) maog u ? T
0 SR. ULYSSES VIANNA-E' o qae egto dj-
zendo. Porque nao havemuos do aceitar a
emenda sobre Poo d'Alho ou Born Jardim.
quarudo favoreceu-se Nazareth, Victoria, Ca-
ruarfa eRio Fbrmoso ?
0 SR. AYSns GAMA--Porque o dinheiro esti
gasto.
0 SR. ULYSSES VsaNaA--Desairtemos tam-
bern esta. ou estendamos o beneflcie par- to-
das as cidaaes em identical circumstanecli.
Foi s6mnente o qua pedi a o nobre relator, e foi
aisso qua S. Exc ne o se quiz prestar, por-
quo niao there bastaute isengio di animo, bas-
tante energia pars contrariar os seas satngos,
nfio tern essa qualidade qa. GLadstone reco-
nhecia necessaria em uma coiamisso de or-.
cauento, urma certatferocidade em ,matoria
do dinheiro: tern uita iltustraq. tornm
muito talantao. conhece beoi a.aitteria, mats
nao tern a qualidade principal, nyr tern a o-
ragemu. -
0 SR. AYRES GAMA-A.iSSO nio chamo cosra-
gem: temrn ouLro name.
0 SR. ULYSSES VItNNA--Senhores, oeu nao
apreseuto onemendas suppressivas; aceitlo ete
orcgarento coma 'oi apresentado a beneflcio
do inventario.
o orgameato nba esta equilibrado, o nobre
relator nab o equilibrou, dealirow mre.so,
coma aceba de fazer, quo o orgamento mare
wan destalquse d mai de 2Q0:9K. o qual eu
avalio em mui-o eteli.
Coma o nobro deputado proaende cobrir
esse desfalque? Noa disso8f agpeoentou urea
emends rachitica e enfoaada, eeuja importan-
eia us reduelItoo dos verbe Voados i ainda
de-tiaad a um novo service. B' on eiea
emends que o nobre dep-tado .quor salver o
or nomeato ?
Stmnlor8e cavo a minab repoatbilidade,
|o aceito este orgaeento dlesMIM'litrado,
porque aia, deputados liberaeoes, qps, aep.-
tados dernoenttas. nan podemoas iter um
| or9cqfeaato eujo equijibrio ha de 1itito polo
[ president da piroa. u'touertoo 4. que
[8 Exe. eqmilbraTiL-te oaraaionntao, rues vTs


16o teUIM 0 o 4d1ito sdo qucado Tollardtes
para eo flrio que voltsarei,
Ido isterpellar ar -at provincial por-
quo naopoi a btodus as vrbas do
-U irsOPUTAM -i a4 eostA anteeipo -
daneat efasen e .deaspoieiatdeprosidelte.
0 SR. 1ULYSSES VIAwwA Q*sro qua fique
eonaignadod qua eate Oss meanto eati dhfak.
do. qu& a sobe ooaemnmisaao, apesa <4& eus
talent. mos -por fabta dee oragem, ago qtiz
aipreotetar amu Qio q tivenem po r Rio
equilibrar o o qo. oeB oquiz eon-
trarear ae proate3 de aai tgos.
0 $B. BAI)O DS NIAZRBTH I V. txo, podo-
zitt ter' o.esta o#sp.m.


0 SR. Josu RtrIN di up sport..
0 SR. ULYmS ViAJtiA-A culpaDnoI 6 Pi-
nhale. en orti. a reunie a quejo eobre de.
putado o refers, todas as despezaa quae os no-
bres deputade mqaiera. o que montvam
apenas a 115.0015o. a
Quando pea ultima yes o -bre orga-
meato, disseao oebres is
uma categoriado de spensias di
pen-adasa e cottoao ar a vba
nestas coadiobs. lIstdi a ,l aOask., o-
br. relator- no o fez : falton ao sea dever.
permitta-me pus lbhe digs, ainda qua corn
- pezar.
Senhores, voa eoneluir Sinto queenerre-
mor es eta sessa or m quo tenhamos dado um
paseo i begin da. converiao, da nooea divide. E
possivel quo nao haja destalque no orgamen-
to,-a producbo da pruviueia p6de tar gran-
de desenvolvimento: e passivel meosmo quo
este orgamento se equilibre, porque antes
de tudo ha n administragbao da provinsia am
presidents grandemente econoiaico e illus-
trado; mas vds. que assim ivotais urnm orga
mento desequilibrado, nao podeis terao direito
de reclamar porque qualquer verbs das dis-
posigOes relatives ai daespeza deixou de ser aexe-
cutada. 0 orgemento vai em desequilibrio,
utr grand desequilibrio, e conseguintemente
cabe a. administrago fazer a maior economia
possivel. Eston certo qua ella o fari. Votai,
porem. como quizerdes.
Tenho eoncluido.
0 Sr Ayres Gama.-Nao pretendia pe-
dir de nova a palavra nests discussiko; mas a
virulencia corn que o distincto interpellate
increpou a commissho de orgamento-obriga-
me a expmcar as razOes porque nao aceita o
alvitre que, cow tanta coragem. apresentou o
nobre deputado, cuja linguagem em opposi-
gbo complete aquella de quo elleo costume
usar nesta ease, me sorprehenderia se nao
less atravez da'sua iuculcada interpellacio
o despeito por vet burlados s seous esforcos
pare plantar a sazinia centre a coomissbo de
orcamento e a maioria desta a-.eemnblea.
Nbo invejo Sr. president, a coragem do no-
bre deputado; pelo contrario, voi contar a
historia dane circumstancias que privamn a
commission de oroamento de tar a coruagem de
fazer o que tiao corajosamente lemb;a o illus-
tre interpeollante.
Har4endo a commissio confeccionado 0 pro-
jecto. qua ors as discute, vio-se sameagada de
verdadeira aspbyxia polo diluvio de ewondas
em que se vio rimmersa na segunda discus-
8s 0.o -1 :1 .:*
Conhecendo que os autares do takes eamoa
das ibo calcularam por carto a. onsequeai6a
de tio enorme augments dodee dpeass. unli1
versm a lembranca ddo sondar o abyaC a
qua podium ellas precipitar as noasas ftan.
gas, tire a precise corgem pars mostrar em
um discurseo energico na argumente6.otmbo-
ra suaviler in modus a inaceitabilidado da
mlaior part.e das emendas; e nao contents
coim eote trabalho expuz, cm tod a franque-
ia aso president da proricia perantmue eas
companheiros de commissraeo proprio inter-
pellante o piano de campanha na votagio das
emendas, especificando quaes as qua estavam
no easeo de seerm approvadas.
S. Etc. promnetteu seguir fielmente o piano
da commissao, que ell e aceitou beA coma o
Exmc. president da provinciam: e prometteu
at6 que fazia approval-o pelos sous amigos
doquella bancada; e corm effeito, travado o
crm bate tiriumphow quasi que absolutamente
a. i4ea da commissio de orgamento.
Digo triumph complete por que nao e pos-
sivel tem um corpo collective aproximar-se
mais do ideal proposto
0 SR. ULYSSES VIANN&A d um apart.
0 SR. AYiS GAMA-Agora porguntarei eu
coan verdadeara coragen, sob qua pretexto vi-
ria a mesma oNrmissio dizer a esta aasembl6a
e ao president da provincia : Aquillo que
nDOs oes dissemnas e also, a provincia nit
dompurta a despesa votada nas emendas por
rieo indicadas como aceitaveis.
Coragimn pars semolbante retractagbo 6 que
nao tenho, nao devo. neon quero ter. e atd las
timo do fundo d alma, qoe meu college de-
seje que a commissbo represent semelhonte
Esta provincia 6 actualmente ura das que
mais se avantajam polo excepcional estado- li-
songoiro de swaaR fnancas, pera quo reorear-
Ihe tao louvavel reputagbo? (Apoiaelop, saui-
to bern).
o quo revou portanto o nobre deputado a
jpottco corn a benevolencia quo, (('o.prltqei-
ro a confessar. contrueta tbo palkav<*ente
corn o ieu mode de procedar neataesa. nbo .
portanto nem um receio real pelo desiquili-
brio da despesa cor a reteita, nel tio poaco
o receio de quoa commiufaso de orcamento
failt a coragem Civica, qua to cealculadamear
te exaltot. Nro. os proprifta caloulos p0r
eile feito o par mais outro nsb maeas illu
trade eollega o distin-to deputado Dr. Jose
Hvgino deram exetamente as mesmsa resul-
tLdos quo as da ommnissmio. Ells eats eon-


vencido de que o duende do desiquilibrfo do--
isappreoe comn a approvaoio s6naite do quo
ja passou em sgunda discussion.
illustrado lnterpeliante, qua tanto soe tem
dlitinguido pelt calma imperturbavel, eom
quo respondo as mais vehementes ifncrepa-
goea do grupo em opposigo ao president da
provincia, fez-me corer com o seu diseurase d-
susa4.damenteYir~anto. quo a gum peasaaa
to oeetlto h imascl a atoat U
O eorvir-se de Unaio 3 aflwa basol bt em


iista rosette. -
Nio invjo tal corapm, wo
elts, 0 WTilegio do aiuas suits
d- quass preuorarea sempm n
ta ;* queso &pen" ter ,miei f
anaio suffeiente para M franca
as cosequenciae do mea setow
i eotagfw do wir Njo disur o
que msteot.. hdntse, pedir v
aquillo mesnmo que boatem sAconi
(Apoiados. Msito bema.)'
0 Sr. Baro de Naxareth-
to poueo a timer. dclaroe i a s
desta ve nalto farei discarso, e lii
ijastfiear-we poerante meus colt
cusabeos pouco deeenates e nale e
por eerto mode o camrn eertas alia
side atiradas polo illustro doptta
Ulysses Vianna.
O SB. ULYSSES VIANNA-PoUi
nho apoiado,; nao atiro aecusacoe
centers.
0 Sa. BAOIO DB NAZARTH--P
tea, porque riguemn se atreve a
vraA a um college, ainda que
qamdo elle enta na tribune ou f6
zendo bIe censures acres e attril
patriotism a um carto manejo d
pessoaes
0 SR. ULYSSES VIAIqNA-V. Exc
em pratos limpos.
0 SR. BARAO DR NAZARETH-
quo V. Exe. sabendo.
Sr. president. se os nobres d
vesserm um pouco mais de prude
cupassemrn corn as melhoramento
cia (viai aqui ums censura serm
offender) e com a forms dos ne
ccas, certamente o meu procedir
vamente i estrada da Gamelleiza
Formos o e a paonte sabre o rio Un
ria ter merecido dos nobres deDu
ligeira censura acerca da defez
aqui produzido em favor destes
ramentos da provincia, porque.
t-, *desdie 18'78 e. em continuacfao
1-19, tenbo-me erguido nestatrib
fendir takes mulhoramentos.
Oa. -desde que n sse tempo ni
va de uan lei de circulos, que i
va ainda devitdamente acentuado
te decidido, embura se tratasse d
msa eleitoral, nio p6de parecer q
se seguaJa tencao, quando ass
pelos interesses da lavoura.
Se e verdado qua de urna eleic
tratavs 6 igualnente certo que i
Ihido eu podia ser naquellas loca
se prendem aso 8o district, comn
quaesquer ; e 6 forga declarer qu
e-.-dimeiitu tein sido igual para tt
lidades desta povincia, quo euo
rado defender todas as lucalidad
(Io do Recife e acabando em Petri
0 SR. ESTVIGO DE OLIVEIRA--.
0 SR. BARAO De NAZARMTH-
nfu ha razbo para. as ridiculas
que eu detendo as oemendas, qua
ao credit, corn o qual se devea
obras de quoe cogitou o project
a coasideragio deasta casa e qae
tidas em lei. pelo facto de ser Va
io parece aos nobros deputados
real.
Sim, confesso qua 6 exacto : so
pelo oitavo district ; fique o no
do sabendo.
0 Sa. ULYSSES VuNA-k-Para n
ferente.
0 SR. BARXO DE NAZARETH-E
claro a esta casa que a guerra qi
contra a minha candidatura 6 rs
0 SR. ULYSSES VIANNA-0' meu
Jo amor de'Deusl
0 SB. BAaRO De NAZARETH-.
mu accentua-se nas guerra que se
zer a essa candidatura a sjrtd
emendas.
0 R. ULYSES VIANNA-Ora, q
0 Sn. BARXO Dz NAZARETH -
tudo emprogado; e nao hba murait
nobre oieputado veto avisar-ine
A. Gram combateria essas emend
do ura corta satisfagbo, porque
rio ao nobre deputado quo as em
scm.
0 SR. ULYSSES VIANNA-Fique
nao me occupo com" essas cowu
nao me amesquanha.
0 SB. BARAO DE NAZARETH--Pc
ra qae V. Exc. faz e manifesto co:
;no fazor a emen Ia, que offereci
qu sormento tres parts form
que se prendem justamente ai ai
Jbormoso e Barreiros, aquellas c
agraderam ao nabre deputado c
quo apregoa tor nests casa em f
vincia, querendo mostrar quo o
esats de sua parte o qde da nags
patriotmsmno, porqae nds queremc
librio do orcamrnto.
' 0SR. ULYSSES VIAINA-.Eu na
* 0 SR. BARAo Dn NAZARETH--V.


pduco qua quem hvias de equilil
gamento era o president s da pro
que sabia d'aqui desequilibrado.
, 0 Sa. ULYSSES VIANNA -NaoI
ests reipeito.
0 SBa. BARRIO ox NALZARETH ]
tal; jisto nao possa de umarn sra
Etc. estd sonhando dowm o deseq
Exc. esta sonhando corn deficit, qu
nao existed. 0 anno passado, sen
tamos prosentes auit o doe que o
I gritava aqui con a masss b
orkmaento estava demaquAbrado ;
n6s ji conhecomos o soldo, quo e1
Por conusequenctis nao ha tal de
E digazos corn franqueza; 0
tado gue quer nba e qua se
publicas; o nobre deputado o q'.
6 a viagao da provincia; o nobre
qlte 4uer e6a conversbodaa apolic
I'sr d. seretm da 7 0/0 aejam de
tado : prT utoa o ao m
todo: '01PooatDeL9a, 4 8guma@,


e* eorages,
bi om isto
IRMO Mewwo
a foriao do
so porqttee


O doesfagae,
edir Wi~an-



iolteIi.
8, prewg-o isto
eOGtaIM6 do
4s daEzfacm
Belhei.
-Tenho mui-
sembleda que
mitar-me-bei
leas, de ae-
abivais, que
isoes me tdua
do, o Sr. Dr.
eo decentes,
es poueo de-
ouco decen-
dirigir pala-
em apart,
5ra della, fa-
buindo o oes
de interesses
a. ponha isto
Fal-o-hei, fl-

eputados ti-
ncia. se o oc-
)a da provin-
intengao de
goeiso desta
nento relati-
pars o Rio
la. nao pode-
itados a mais
A qu e tenho
d )uS melho-
Sr. presiden-
no anno de
)uana para de-


deTida waposts.
Pego qua me digams*. *iA
reci so proderam 946.ft-
ado OEe do
aei e+mmder P" A
unbaOns pars CarWC p
Cbrob6. terra do Sr. 86
t'ras porte; eappolio Pm
Sr. Dr. Xj@o Beltrio. S. 1e.
nalo asignoi tambom paIr Na
0 $f. UILTSSHS.VWAisNA--1tM
estLdireito. (Rigse
o SI. JoAO D. S-NAo 6
0 SR. B&ARAO D NAZABT ? oi
eu vou agora reetiflear: assirigns efto-
cem o mane college o Sr. Frano BOU .
V. Exe. estisatisfeito?
0 St. ULYSSES VIANNA-Agora esti& 4IL
0 SR. BARO DR NAZARBTT--Aasign al
das o aato passado comn o z core eotega
Joo deo Si... ,
O Sa. JoXoiDB SA-E' posuivel.
0 SR. BARAO DB NAZARET-... ate i. >
para a sua barrageam do rio Barreiros. P,.-
tanto nfor ha motivo para dizer-se o qae ago-I
ra se diz. Pois declare ao nobre depatsed
qua, se ate agora teuho advogado aeuauw4>
today a provincia, d'aqui em vante reodll'i
de esfortos em favor do oitavo distrieto, gr
ibso maesmo qua S. Exe. o quer abaanoao-e
guaerrear.
0 SR. Jo.o DE S.4 -Nao estou ge!'reawdo
a diabrieto nenhurn.
0 SB. BARXO DF NAZARRTH-M; tern fttit.
tudo contra Birreiros. Rio Formoso e Pal&a,-
rae.
0 SR. ULYSSES VIAMNA di um spa te.
0 SR. BARkAO DE NAZARErH V. Exc., IuII
tanto me tern censurado por tcr eu advogado
a ponte do rio Una e a e strada de Gamelloira
A Rio Formoso. diga-me agora; n l. lhe foi
tio agradacel ter ou concorrilo para a ptAs-
sagein da obra no Rio Mundahu na villa de
Crrcntes, que so prinde a coinarca de Gara-
nhuns, por onde V. Exc. se present cao.di-
dato a que ji tern fcito tantos se-vicos nio
&6 na assemble, como tambemn ante o go-
varno ?
0 Su. ULYSSES VIANNA-Ainda nao 6 certo.
0 SR. BARXO DE NAZARE'rT I to qu e V.
Extc. diz e para calar no ainao dos inceautos;
mas eu nao soA incauto, conLego porfeita-
mcantea o sua trabalho politico. V. Extc.
macio, macio na sua pblitica; mas apezar
dessa macieza, eu sai dos passes que tern da-
do e do modo porquoadroga a causa do sea
partido. Eu quizaoa perguntar a V. Exc. a
differenc% qua ent-.t(W oxistir entra dafo-
cratas e liberaes, porquie eu sou democrat
e nio sei a diffirenco que ha ; eu queria ver
se V. Exe. me dizia quoe-sa difforenca se era
pars malhr oua para paeior, quem fl,-ava naxis
bemrn collocado.
0 SR. ULYSSES VI.NNA-E' qua oS senheres
siaao fithos prodi0os. que, mats tarIl ou mais
codo. hbin de voltar a casa paternal.
0 Sa. ESTBVIO DE OLIYEIIIA Nao toniamna
essay esperan-t: daqui ja sabio o que era


goU Be UO Ib.ia t ..-
stone esa-mao-
sto nhasets- la outros parties.)
, deviaame- 0 SR. BARsO DB NAZARETH-Sr. president,
le umsa refr eu nao prmteado adduzir aqui uani so cseoli-
j.ue ow tive dertago eian dofeza da commissar porque a.
uim pugnava frente della esta oseu digrno relatur, o Sr.
0o -ta Sl e Ayres Gama, qua e meu mestr e equf a.m-
o 1r pre so exiube na tribuna pm-r mnAdo afmnratel:
t;o bea, ace1J. ma. a-a cmsuras qua solfreu o digno ra-ltor
didades, que da conuis.*, n6s be:n compreharnitlurno.ti-
) em outras yveram por cause nao ter selle queril.o, u-e
te o :neu pro ter podido porque nao devia, acceder as to-
3oias as loca- gativas do uobro deputado e as suns ninauta-
enho proecu- eOes a respeito do uramnento. Esta e que oa
aes, comeange. erdale'.
olina. 0 SR. ULYSSS VIANNA-Ea nao roguei iau-
Apoiado. aa alguma a S. Exc.
Se asim d. o SR. BARAO DE NAZARETH-V. Etc tudo
alluses de empenbou.. V. Exc. disse que fiz politics coa
se prendaen o orcamento e assim tamnbem se exprimi e
t realisar as 5r. Join de Si; mas eu digo quo V. Exe. 6
qaUe offereci que3mn quiz ftazr uma political cua A custa-de
istio coever- orgamrnto.
ndidato. o- O0 SR. ULYSSES VIANNA- No ka urnm s6 dos
i, e como e Srs. deputados, meus amigos ou daquelles
c quo seatam na bancada contraria. quo poasa,
) candidate affirmar qua eu pedi nesta casa um vote piara
)bre deputa- qualquer maedida, it excepcio de negocios de
im 6 idif- admiaistracko ou political, nao ha umn s.
im idif- o Sa. BAAXO DE NAZARETH -No s80 zangas-
S d.. aso, comoa eu agora mesmno, eu respost, a este
desde j de-- sao aparte, qua tanto me honra. r latarta &
ae so levauta Casa o modo inflamaado porque V. Exc ficoa
iivel. a pouco par ter umn dos mineubros da comumis-
senhor pe- s. o do orgamento ueg do a sue assiguatura *a
uma emenda de V. Exc.
-. ate res- SR. ULYSSES VIANNA di um aparte.
pretend fa- SR BARUO D NAZAETH u V. Exc. que
das meamas diz aue ni ha un as6 deputado que possa Afa
URI! frmtr quo V. Extc. pedio um veto p:tra qual-
ul. E t quer msadida, oaba d, zaugar-so nestv lo-
V. Ex. tern meato corn o Sr. Rochaci, porque recusoi as-
as dias que o signal usa das emendas,
de que o Sr. 0 SR. ULYSSES VIANNA-Rofdri-me a tnedji-
Ias, mostran- da pel;'s quaes eu tivesso interesse ; niuo te-
era necessa- nho neahum interesse ne-sa cmnenda.
endas cahis- -o SR. BARXO DE NAZARETH--V. Exc. 6 ad-
voga-lo e sabe m uito bmr quando de, scre-
derto do que ver certe tazendo linhas tortes ; quer lAzer
sas ; V. Exc. umaea initacA.o deste modo do diztr -: Dew' es-
creve cerlopor linhas tortas. V. Exe.. quaada
)r essa guer quer quae a emenda pa.:sk, tiana.-i fzci-a por
nm enthubias- outro e pOe-seo fora d responsabilidade. para
a casa. e de poder depois ter o direito de caiubater; ias
approvadas, V. Exc. esta muito enganado.
melleira. Rio Sr. president, o me fun tifoi explicar a esta
omnarcas que assemblea quo as consuras quo sofiri foiram
Spatriotismo sem razauo de ser, por risso que as mnedidasque
avor da'pro conseui ue a assambleA votas- etet !mao
patriotism. tinham sito apreseutadas em. 1878 e 1a ,
sa aao existed 0 nbre deputado, o Sr. Ulyssies Vianna,
)s o desequi disso ha pouco quo eu tiuha foilo na seg.uda
a lissoik, discussbo do orcamento, do sua pessoa alyv
Eo ,c.sssso de remaoques, da doestos e de censuras.
Exc. -disse a 0 SR. ULYSSES VIANNA-E' exa cto.
brar este or- 0 S BaAXO ODE NAZARETH-POas eu ro- -
vincia, por- yVeito a occasion para decla:rar ao meu hoaras-
h davids d college quo. sa a mrinha educacio nao 6t4.
he du a lapurada eao o a da S. Etc., todavia sou bas-
tanto delicado pars nno faltar, nem ao rospei-
Ida nuo ha to qua dovo ao meu college, nemri consi4*-
fricuio.: V. gbo qua deva a asseinbiea.
wilibrio; V. Sao nobre deputado entende qua i* Bi
undo deficit nbhas palayras aqui ditas na seganda diea
horea, so es o kha calaculadameate aigum in-sulto 6^
asisatirarn; posso. euw dede ja Hie declare qua as "r]i
oxina qu o peodindo-lhe mesino desculpa se asi p 4
; entromanto ael pois que no tire cma vista offdw Z
grande. Pic.
soequil4brio. 0 SR. ULYSSES VXrANNA-Agradeo mui.tto a
aobre depu- explicagbo do V. xc. -
fagam obras Q SR BARIO DE NAZARETH Nas discusses
ae quer nao desta cass agito-me coma entendonade ff
deputado'o dos praojectos e das emaendas quwepresfi
ws, que m mas aunca tenho o proposito dae dsrerpeiar
60/Oj -. a aigan dos reus oullegoas: so~i |45 e|:-
nobro depa- to. priaeiro porque. a est recito ma
giota quer peito. porqueo devo igalmente a esta jina|i.
diaheiro.de Laie-a; em segundo lugar porque tambora
voqaoa fazer rtspeito a aiinha poSsoO, para qa4- l, fora &te
o apracin- s% ga que sou um grossiAro, um malcroaado,
tlhoramea- smata edncagbo, qua serve-se desta tribtina
d, noA do ,iara offendear aos seus collgas.
frr da pro Aiin, puois, fique bern accentualo que, so
e renda. E eiu oibato, se nia fujo a Juta, nba teuAo.
eoelasd eatrotanto, o proposito de offender a 'un-
La do sas- g~em.
raietosde 0 SrI. ULYSSES VIANNA Agradego maito
ea eplicaciasquo V. E-c. me da.
uito bees. -O ,Str. Bstewio de Oliveira (Nao doe.
~gnubo e: volveansea discurso).
6 oe Nao havento mais quein pege a palavra, 6
i pa ensefrroado a discussao.
08. Es'PInuRO SANTO reelama contra o aa-
qsraoeaato dam discussua.
0f o.t, +.i5ioBMTIBN declare quoa jprfer., a'
te-male regrimental. -
S4Precsde- a votagto des emendas, cdjo'r*
-a f ql~dtoo Ibi o squinte: approvodasa d
0 *d- t47 a 5-3, 54. 56 a 60. 62.63a, %.

t, !'1, i2. 8,8.8


* 21


'* *


S0.
- I























































REVITADIARIA
ClassfieicagIo de eseravos para se
rem libert6s-A- Presid.ncia desta proving
cia forarm expedidoso as sgauinatoes avisos:
; r c Ministerio dos negocios da Agrcultura,
| Commercio e Obras Publieas.-Directoria da
n Agricultura.-2' seeeho.-N. 26.-Rio de Ja
1 neiro, 21 dejuoho d; i881.-Illfh, e Exin. Sr.
-Declaro a V. Exc.. cm solucao is duvidas
Isubmettidas a este Ministerio em officio dos
sa Presidencia de 21 de outubro ultimo:
a 1. Qie, a excepciao da viuva corn filhos
amenores escravos a quem aproveita a dispose
efo do art. 27 5" n. 5 do regulamento ae 13
o e novembro de 1972, toulos as escravos vin-
vos deven ser classiticados na ordainem ddIse in
I dividuos, visto nao poderern ser cornprehleu-
S didos na expressao-conjuges-do citado 1,
e dever-se eutender que 2 n. I de citado
art. nos ternos-nm2i ou paicom filhos iivreqs-
referem-se a! mii solt.!ira ou viuva e ao pai
viavo, somente, por'nao ter o solteiro capa-
eidade para reconhecer filhos naturae-.
a 2.0 Queja foi declarado pelo aviso de 23
dejanho de 1875, que os conjuges sepa&ado<
por 'von ia, a:xtts da iei de 15 de setembro do
1869 n io perderam o direito de ser lassifica-
dos na ordein das faamilias, e nada importa
para o efftito da classiticacAo que o casamen-
to seja anterior ou posterior a ilei do 28 de se-
tembro de IoM, ou a qualqaer das classify
I cagi5s preeedentes.
; 3. Que si os escravos forem libertados
coom inv rsiio da ordem daclassiflcageo onuex-
S| cesaso da quota distribuida, cumpre remetter
a este Minsterio copia da classifcsceo e da
i I relaceo ,as alforrias, corn as ioformacoes
prestadas pela junta e pelo juiz. e aguardar
8a ssdec:sbo, antes de autorisar a indemni-
aaab aOs senhores. Deusguarde a V. Exe.
-3. Buarque de Macedo. v
c Mdnistefro dos negolcios da Agricultura.
Comnerco e Obras Publicas.- Directoria da
Agricultura. -2.6 secqIo.-N. 30 -Rio de Ja-
neiro, 8 da julbo de 1881.-fllm. e Exm. br.
-A duvi4a suscitida pela junta de classify
cacio do muuuicipio do Buique, dessa pro-
S vjncia, que es.a Presildencia trouxe ao menu
conheoimen,), ein officio de 17 de fevereiro
Altiuai), sobre si os filhos monores havilos
antes da casminento a miii ascrava, devem
ser clas.ificados conjunctaueate con esta e
seu couj.ige, na mosina ordem e numero da
preference. foi bean resolvida no sentido affir
mative ; e esta solucao dove provalecer,
que os filhos teaharn side legitinados poshr
subsequent matrimonio ; quer coijttlnuefm a
ser cousiderad-s come naturaraes, porque a
illegitimidade da fiiac'io maternal, nito os
exclude da ordenm dlas famnhias, como so evi-
Sdeoncia pelk art. 27 L.o n. 5, do regulamen-
to de 1 de novembro de 1872 e nesa ordem
oas files enores ascravos tern a momma clas-
I sificako dos conjuages, ou da mil solteira ou
viuva. segundo foi providentemente estabe-
lecido i biu da constituicio da familiar li-
barta. -Deus guarded a V. "Exo.Manoel Buar-
qie de Macedo. a
Lets a sanc&o -S6 hontem foram re-
mettidas a presidencia da providcea os se
gaintes projects da assemblda provincial,
Mpars sereinm publicados :
Approvando posturas des Camaras Munici-
paes de Goyanna, ao Kecife (sobr e sonstrus-
ego de casas), do Salgneitro, de S. Bento a e do
Ieeife isobre o matadouro publico, de Leo-
poldina. do Vertentes, de Nazareth, e do Bre-
SJo da Madre de Daus. (9.'
Orgando a receita e fixaado a despeza dam
I Camaras municipal da provincia.
SSecretarla da presidencla.- Dessa re.:
particao recebemos o seguinte para publicar:
^|;( g Juizo de direito da comarcada Boa-Vista,
S21 dejunaho de 1881.-Illm. eExm. Sr.-Res-
pondendo aso officio reservado deV. Exc.,de 13
de maio find, acomnpanhado de um exemplar
Sdojorial Tempo do mesmo dia, tenho a dizer:,
eartigo do Tempo, sob a epigraphe-Como pro-
eudemn os juizes liberals., 6 inteiramente falso, eA
aelhor fora quo seu autor noa o tivesse es-
Si Tmipto. porque no serial deosmascarado mais
y1 S dos meios reprovacos quo se tern empre-
-p! do =oaistamento eleitoral.
< 0 fasts que o Tempo narra invertendo aB
': Spi8, deU se assim :
....;1 1 ti hefe conservador Antonio Manoel de
SAiorim. entregou aso Dr. juiz municipal, 10
woqlorimentos acompanhados de procura5oes,
S,. o no dia seguinte ao d i entrega, o referido
mAorim. sabendoque as procuracoea juntas,
oenhumn valor juridico tinham, estando me-
**b 1hr assessoriado, pedio em conlfanqa so Dr.
Si 1 '. jl municipal ditos requoriw~ntou, qao por
IM'I .'.a.. uacond-esendena Ihefora.a d4llo '
lll'i' +. ^ '.* No dis immediate aso em quo iaoitn roe-*
J_ t sbo os requeramentoe, apreseatou-os dt no-
j ti so Dr. juaz municipal; mas sem procura-
t c~es, e sim assignado. peloa requerentes, mo-
1 radoros a 10, 20 R mais leouas desta villa.


SSendo torpe o meio de qu se langou miao, e
patents a falsidade das assiguaturas, mandou
o o Dr. juiz municipal, o tabelliao Si Lyra, re-
cnheeer ditas assignaturas.
a Convem notar, Exm. Sr.. que entre os re-
S querentes figure Alvioo Lets dawilTva. quoa
S exerceu os cargos de juiz municipal e promo-
tor public iaterino.
0 tabellibo, sob frivolous pretextos negou-
S se ao cumprimento de seus deveras, eo s6 an-
tie o oDr. juiz municipal deai no requerimento
assigaando per Alvino Leite o despacho quo oa
S Tempo transcreveu, truncando somente a pri-
meira part; despacho qua em sua intagra, e
o con-tant e do document o junto.
a 0 tabelhfio St Lyra eumiprio despaeho
relative a AIVino, deixando de reconhecer ver-
'dadeira a firm e isto sob a f de duas-.t.te-
1 namunhas que eonvidou, deixando, ainda asb
:; fateis motives, deo caumprir os despaphes r f
H lativos ao oatros'requerimentos.
41 0 Dr. j uiz municipal, condescente sejpre
l*mitou-se a fazer, na relacsti queeioa- ome
1 observagCes acerea da falsidade ddawt
turas. obsrvagfesdUe Wif namIfr ts Ma


Ora ; e era vi am a a leeisoes dojJury 101o o reo
absolvido por seis voto'.
0 promoter appelloju pars a Relacdo.
Hojo entra emjulgamento o process
em quo se rdos Pedro Arsonugo de Alcantara
-cogo-aceusado per crime di morte, e Ma
noel Ramos do Lima, per crime de ferimrn-
tos. E3st nao tem advogado o aquelle defen-
do o academic Drinamerco Rangel.
Club Commuercial Euterpe Hontein
entrou no exercicio de semaaa, o Sr. vice-
director Joaquim Jose do Acrorim.
Tendo de realisar'seo no dia 30 do cor-
rente, o recrein familiar dansante. os Srs. so
cios devemi quanto antes dirigir as pedlido-
Ae convites ao Sr. director Januario Jose da
Co- ta.
Generos alimentlcios. Pelo vapor Es-
pirnto Santo, e polos navies Isolina. Josephine.
t Hivera vierain par. nossa praqa : arroz 500
aaccos ; cafe 325 ditos; cebolas. 2,000 res
teas; cerveja, 13 barris ; farinha de mandio
ca 200 saccos ; dita de milho, 1 barriquinha;
licores, 15 caixas ; massas italianas 705 di-
tas : nozes, 150 sacCoas ; toucinho, 60 barris;
vermouth, 97 esixas ; xarque, 294,458 kilos
Socledade Auxiltadora da Agricul-
tura. -Foi designailo o dia 22 do corrente, is
heoas e no lagar do costume, pars celebrar
sa a sesao oradinaria do conseiho adminis-
trativo, nested mez, visto nae ter ella podido
realisarzoe no dia 1, por falta do numero
legal.
Direcgio dos bal6es.-Com a carta abai-
xo recebetnos 5 para a subscripCfo aberta
sm no.-so escriptorio, em name do St. Julio
Cesar Ribeiro de Souza, par. a realisacao do
soeu grand invento.
A subscripgo, t agora s6 tomrn produzido:
Do S'. Jtcuadiano Rodriguea de Oli-
veira 105000
Do urn patriots 5000(
Do um anonymo 5s0o0
Do Sr. J. A. 0. 500
Sommea 259000
A commissio Academica que so econsti-
tuio pars angariar da mocidade estudiosa a
sua cooperacao para aquella patriotic em-
ureza, segundo -nos informal, ja tern obtido
algam resultado.
A. mesa commission obteve do Sr. Passini.,
emprezvrio da companhialyriea, a promessade
um beneflcio, corn applicagio ao mesmo f im.
na) case de a referida companhia ter de de-
morar-se aqui ate fins do corrente mez ou
prhaaipios do mez vindouro.
Eia a carta a que acima alludimos:
# Srs. R edactores do Diaro de Peonambuco.-
Inclusa reinetto-lhe a quaatia de 50W, frace
contingents cornm que posso concorer par. a
grandiose empress do Sr. Julio C. R. de Sou
ze. E' admiravel verse cornm qua marasmo
se tern portado os habitantes de Pernam-
buco a este respeito.
SQuando se t4ata de assumpto como este,
done resnlthr'umma gloria para o Brasil e
immensas vantages paia a humanidade, e
iancrivel que a heiit provineiade Pernambu-
co deixe de ser represeutada coaveniente-
mente.
,t Para uma con pawhia lyrical, qua pouco ou
nenhum interesse real pode deixar-nos, vota-
se a quantia de 20 contos. vd-se a sociedade
il lustre d'esta cidad affluirt cosm afan aos es-
peetaculos, appludira e presentear ricamente
a duas cantoras estrangeiras, que se no. de-
leitam os ouvidos, a castM de onosso dinhei-
ro, sem deixar-nos a manor gloria, so passe
quo a um brasileiro illustre, qae -promette
fazer honra i patria, talvez o b Ihe lance as
feces o despreso e a indiferenca E incrivel I
a Urn vintem por ceda habitante de Pernam
buos, um tostio por osda habitante do Recife,
500 reis per cada membro da eocledade abas-.
tada desta cidade prefazisa a quantia pedida.
a E a brios mocidade academic, que sem-
pro ternam mareohado a fronte des grandes ideas,
Squerera agora limitar-se a applaudir Escalan-
tie e Cortesis. Idas e Senespledas Incredibi-
lb vioutS I-J. A. 0. N
A-nlversarlo- Completa hoje 57 annos
de tdaoe S. A. L o Sr. (onde d'Aquila, cuanha-
do do S. M. o Imperador do Brasi.
Carece proideneia. Moradores de
Manguinho e dos Aflle6s nos pedem em urn
bilhete postal, parw chamar a attengbo da
policia pars um encapotado, que usa masearn,
e que is vezes traja de mulher, o qual transi-
It por alli durante a noite, -medrontando aos
transeuntces eO ao mesmos moeadores.
Esti feita a reclamacio; a po]ci que pro.
vid ie.ucl
ommilsseo oa4dleoca.-- A de que co-
gitamos em outra noticia, come estaado in-
cumbidai dGe genciar adbesOee a idda da sub-
scripgbo pulfliea, par. que o Sr. Julio Cesar
Ribeiro de Souza possa realisar o seu gran-
diose inventor na direcgbn dos bales aerosta-
tos, flco'u assim composts. por part d6 1
anne da Faculdade de Direito, o Sr. Manoel
dos Passes Oliveira Teles.; par parts do-2'
anno, o Sr. Pedro Celso Uheha Cavaleante ;


|por parts e do 3* anno, o Sr. Jose Guilherme
Monoeiro Sobrinho; por parts do 4 anso, o
Sr. EI-pidio de Mesquita; por part do 5" anne,
o Sr. Dinamerico Augasto do Rego Rangel.
Em nome do &r. Julio Cesar agradeccmos a
patriotic mocidade a*adomics o soneu nobre
empenho, que no% faz esparar resultados mag-
niflcos para a aubcripgo., que tao vagardaa-
mente se vai fazebdo. f
CelUeglo Brateltro-A exemplp de doas
ouaos de quoa foi director no Rio de Janeiro,
o Sr. padre Francisco Ignacio-do Chiisto fun.
dou em Lisboa, sob o titulo de Colegio Brasi-
leiro, um estabelecimento -de inatrueo so.-
cundaria, em qua sAo preparados alumpos
para os cursos superrores do Imperio e de
Portugal e em q" tambems habiitaip
mje!ii parao o 0'nitercib.
^Oteia~aal'o~tlll*~cft*A- l" -0- 1' .


nu Rereb doria de Rendas se reoeoem as re-
cltama0es dos contnribuintes d.sse impostor
sabre o ultimooailcamento.
Instructo Publica-Segundo nos infor-
maw, achba-se Acephala, desde o comego deste
mez, a cadena de instrucqko publics da Ilha
aos Rates, porque a antiga professor despe-
lio toRas us alumnas no mesmadia a em que
nos jornaes sabto a sua rumanoa para outra
:adeira, ea nova prolessora ainda noau appa-
receuI'!
Di, digno Dr. delegado litterarin os pals das
menina speramin prompts providers -ias.
0 porto do Rectle.-O illustre engenhei
ro fiae:wez o Sr Victor Ff-urnid, que durarnte
tre,. ntios, aqui dtrigi'a RepbrtiCAo 4as Obra-
Publicas provwnciaes e das obras i,;' melbors-
rneinto do porto do Recife, com verdadeiro
aproveitatsento para nmas e outras e econo-
iate para os cofres pubtiics, acaba de dar A
publi-idade, de harmonic cor o Sr. Eamilio Be
ringer, outro distinct engeDheiro que aqui
esteve, urna nova e interebsanto memorial so.
ere o por-to do Becife, em qua abundam curio-
sas informagdes em ambas as parties em que
so divide o trabalho, alias precedido de uto
prefacio em hollandez, sendo o resto escripto
em francez.
Na 1. part dessa memorial. riff-irecida pelos
dous dignos engenheiros A Sociedadc Neerlan-
deza de Geographia, o Sr. Victor Fourni6, reu-
11o algnns factos oe observaco propria, iela
tives ,o actual porto do Recife e colhidos en-
ire 1874 e 1876 ; e na 2.' part, nao menos in-
teressanite, o Sr Biringor codificou algumcas
*-bservaCbes, de muito interesso sob o ponto
de vista geegraphico, acerca do dito paonto a e
la cidade do Recife no seculo XVII.
Acompanha a Memoria urn plauo do porto e
da cipade do Recite na primeira metade do se-
culo XII.
U trtrbalbo dos dous distinctos engenbelros
parecotbo curioso que pr0vavelmente o public.
caremps eam mosas colauinas, ap6s su a verslo
para portuguez, pondo asgim os nossos lei o
res 0o facto do mail easse element para a
apeecia&o do probtema do portodopro Recdite.' .
Pelo mais. agradecemos aos dignops enge
nheiros o serving que corn ease trabalho pres-
taram a provincial de Pernambuco, e ao Sr.
Fourner confessamo-nos penhorados pela re
mesa que nos fez de um exemplar do mesmp
trabalho.
Que escrivio !!-l 'Em ui bilhete postal
neos izem o seguinte:
a Um escravo, quo depositou diniheiro pars
sjua liberdade, intentou a competent. acco,
visto seu senior nia querer receber o valor.
Tendo corrido o process, obteve o eseravo
sentenqa favoravel, seom reelaumagio do se-
nbor no prazo da lei. Encontrpu, pordmn, e
encontra reluctancia da part do escriveo,
que. a titulo de custas, exige do escravo uma
boa somma.
a Perguntaimos: tern o escrivio o direito
de receber custas, e, ainda mais, de nao dar
cumprimento 6 sentenga. depois de passada
em julgado, com p tim do arrapear' dinheiro
ao escravo ? a L'
Chamarmo para isso a attenglo da autori-
dade competent. ..
Infraea punilvel-Da freguezia da-114-
Vis d 5iest. ialade, nos pedemw, em um bl-
a ra cheat tenglo do respOW-
fiscal, ra os abi ue Sede d iAo no ar-
ado,. sob uado nos te ou acouguos. onde
Stfo ha peso *rdadeiro.
pallamos pare o Sr. vereador commissa-
eario. vista como se nma diz no dito biihete
que o fiscal ni se quer comprometter.
Corn as obras publlcas geraes Re-
cebemop nontem o aeguainte bilbete postal:
a Pede-se A redacgAo do Dia rio de Pernam
buco qua queira, a Revistd Diaria de seu im-
portaste jerwlal, lerguntar, a quemn'souber
responder sea direcoe da Igreja Ingleza esft
isenta de mbndar fazer o passeio lateral do
respective edificio ?
a Tendo side compllidos os proprietaries a
fazer executor tat melhoramento, tratam elles
disto, no entretanto que quell. direegoo con-
serva-se remissa no cumprimento d'este d.
Tar.
c Nao 6 muito quo os sactrioes da suita que
alii funociona, e que so negociantes, conri-
buam para as despeza da factura do dtiu
passeio, e nao se ponhim nae encolhas, espS-
rando que a proviscia acarrete corn elis,
quando dists nao toam ella obliigog. A lei 6
gnual pare todos. .
Os enterros clvis em Parls- Vimn po-
riodico de Paris, L'adeipadaist, di. cant.ae
uam intere~saqte trablhlo, que sacba de pu-
blicat Mr. Bertiloon, chefe Ga soaecjt dG eotl-
tistica da capital do Repablica, sobre o ia-
sumpto qua serve de epigraphe a estasli-
nhas.
Os abuses do clero nestee acts, a impoe-
tandis das quantias qua exigem come retri-
buicio dos seus services, as rnil eomplica-
o9es que inventam ad majorem Dai gloram, e
eoca immediate proveito do seu bolsmaho par-
ticular, produzism em Paris as seas aatnrads


consequences.
Una dos bairros mais tranquillos da grande
eidade, Passy, protestou aom 10 por 100 dos
seus enterros contra essap exagesos da igreja.
No distrieto mais ava)ngado e livre peA dor,
Menilmontant, os enterros civis estai s
religiosos na proporqbeo 3de .W ou
mais da terQea parte. '
Eis o cuarioso qadro estatistlO de Mr.
Bqrtillon: -
Districtos Po cads 100 enterros
7 Palais-Bourbon 13
V-


*I
S15
9
6
It
13


Louvre
Vaagirard
Opera
Lamtembunron


suws *uj .imno esjumu aw Peru" 4-
vios, elear4.aehia 1:620 e total do rt.-
to,. entre ans ooutro*. l a 6 .
A catastrophe mais terri v l tis ,do A. ina
Carlota. navio 4 10 eanbOe. qua. so inean-
diou, e no qal pereera p67 O s.
0 Inew-5W. de'41oauh de400; om
Atheavm, I.o 64 casuAles.'oerdqu .3w0. 4 A
Cr6ct*, .e36 nanbOa. uerd J23 homous. *
B'i dents quoe o oaedswravel uao que
hoje o'ftz do vapor ditiaue mouitopt os
navioe s pego do arm, msoa r outro lada
,gjagapets dos iJuoeudioi
0 desastre do Captain provs qu6 o vapor
nio impede quo navios so afand6ta .ao Dotere&
demonstra quo ha para us uzvtox de vapor
porfgts qua nuo havia pars m d*( vela.
Em sumtha: apezar de reootea catastro-
phes a Iaglaterra, e eoft sOlW tdo 0 =undo.
tern motives pari so felcitarda maior sega-
ranca de quo gozam os marinheisos que com-
poem as tripulacOes dos navlos de guerra.
Leildes.-Hloje reaiWtsi-s osaegmites:
Pelo raqeste Siveira, is 11 hotas, una rua Du-,
qua do Caxias n. 3". do urn sitio us Capunga.
Pelo agent Guamio, is 11 horan. s rua dal
Madre de Daus n. 11, de moves, etc.a It
Polo agent Petanos, is 11 horms, na ruado
Vigario Tenorio n. 12, do obras de prate, de
ouro. do brilhantes, e de electro-plate.
Sextafaitra deve realisar-se o seguinte :
Peloaleste Pinto, is 11 hours, na rua do
Marquez de Olinda n. 13, do miudezas, can-
dieiros a gaz e moreis e rerartimento de ama-
rello. -
Missas funebres.-SorSeleo. celebradas:.
Hoje : is 8 horas da manhI, na ma-
triz da B6a-Vista, pem alma da Baroneza de
Una; is 7 horas e mei, na igreja da Concei-
gIo dos Mifitares, pela alma do general Ma-
noel da ',unha Wanderley.
-Amanha: is 8 horas e meia, na igre-
ja do Carmo, pela alma da Baroneza de Una.
Sabbado: is 8 hores, na matriz de S. Josed.
pela alImade D. Anna Porfiria de Athayde Ft-
gueiredo'; is 7 Ihoras, n matais da Bea-
Vista, pela alma de Demingos Soriano deo Al-
buquerque Marahblo.
Vapores.-.-Sto sperados os seguintes:
Glensannoz de New-York hoje
Orenoque do sal amanhi
ViUle de Bahia .da Europa amanbi
Alice daEuRropa a 23
Colorado de Now-York a 24
Tagus da BRuropa a25
Para do nwte ao 5
Pernambuco do sal a 27
Neva do sul ,a 29
Araucanta do Pacieco a 30
Loteria do Rio de Janeiro. Por tele-
gramma recebido sabe ie que a loteria,96..',
a beneficib do Monte Pio oa 0ervidores do
Estado. so exteahiri amanlil, 20 do cor-
rents.
L ateria da .Itcia ja, 19 do
B e n Bxzltelur :i. 140'~mbe-
oefleio da igrsjao dao iu o Ci 4ade deo
Olinda. no toaaistorio da Weja da Concei-
iOo dos MJlitareo. onde saeh*oIo eoxpwts
as urnas e esphoeras arrwaPd.4sm ordem
numeric, i apreciaoo do publido.
Hospital Pedro *l:.-Movimeato do dia
17 do correute:
gntraram n1. tiveraam alts falleeetLam .6
Existiam no dia antecedente 699 anfirfos.
Existem 698, sends : nacianaes: soldadow
13. do sexo maculino 330, do uexo fermi"aio
263; estrangeiros.-5, estrangoiras 12; seea-
yes 6, escravas prfeso 1.
Passsgeroe bahid&'5 prea osiuL no vpor
inglez B iartsld:
Manoel Veftloso, Jos6 Rodrittes Mariph
Francisco A. Pimenta, S. A. Veolla, GstAtodio
Jos6 Martins. 6
Casa de detenCAo--MoTimeonto dos pre.
sos no diae 17do corrente:
Existiam presos 431, entraram 9, msihiam
5, eOistsm 4$, a saber: iacionaes 9, wi-
Iheres 9, estrangeiros 12, eseravda 21.--To-
tal 435.
SArragoadds 415, sendo: Bons 379, doen-
tea 36.
Movimonto da oufermaria:
Teve baixa:
Jose Francisco do Naseimento.

CHRMICA JUDPIASt


Juizo de 4ito especial do com-
AUDIENCI& %% PA &) JUIi HO tE; 1881

Protests B io ao legar italiano Vicen-
%o. Digaa qo ipteresados sabre o caloulo
de ft..
ExecutOes do entqpg |
Exequeotf DPr. Cypriano Feneson Gued.
Alcofovrdo.Deferido o requerimento do fl.
104. $ i
Exequqt--D. Joanna 2obilllerd.-Appsn-
se-se as ss da ncs o priunips1.
Exeque,-A-tpaioJ os do Figuoe-
redo Paiv. -Julgidos niprovados os era-


batgos, prosiga a stecua4..
Fallenei4 de Jwe A4a t03 Wivtmdxde.-
Passe-se a carta d a favored ee-
erava Julina, Tisgto tor igo o valor de as
avalio. ,
Cartorio do eserivuinmterino Vicen Silt
./ seo 0
SExequente JoAo4 Jos 6i,4 Vaseonoeueos.-
Rootbido op embargOpdo fl 191. 0 -omtbS.
gado os coutete no- pro egal..'
Acqto jd*"ud*ii~
Autores- Jo Barreto C.--uadlpds pro-
cedente. .:.:;*,* ,:i 1



PUoLICACOESkAPEDO

A todo os elaitores a,. partu-
larmente ps 40*1t district
0 Ca&NDII'O Ar*ONJO DLALBBQVEOUOIE?
-' ELLO'


SSoUfm
upico MM


/ 0 MSU
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1:.0- A


'i


V Low, tais cwiiroiao, Obate ~lrlo," oas
l Icgt to utikra;b ha Uocapital dls.
qh-wwt, 0 u ,e elleof.
4W^n^^kw P nto we aredores, todos
aetxrtze cto .'por oato term melhor
Veprego. Qoai o gvro c r a convter-
ter o Ja tro 9 I it pr ceio, u juro partleclar
deace tambsa. o a aericitherucomo todoo,
p6ed ter dfnbeiro a 6 ou 7 por cento, som
aquelle sacrlifbi I.
2.6 RetiaiQt jqsoiaaWiM ) 0opapl do governor)
o ambio subir a mas4 de 27. Lao 6 obra de
poucos anoos, ma. pede ser feita relirando-
so cada Ano atguna infl eontos de r6is.
VTle .mitto mats a pena pagar o impostor
pare' os Juros das novas divides para os res.
gatesdas notai. ,o fim de algun s annos, ha-
vendo constant, o fraSil oltegard, por suas-
ftlanc aw apogeo da randIzsa.
d* A questlo servil. Quero a emancipaclo
doas escravos cornm inteira indemnisacAo (naj
4atotae) dos seahorse. Todo o anno tantos
Mdtldos mais velhos e dos mais mocos. 0 pro
jecto do Sr. Nabaoo 6 urea anarchia ; 6 des-
graga para os oseravso para os senhores.
o-Administraao
Combato coarn toas as fbrgas o systems de
noinesloea piut ompenbhos partidos; rompo
e desmascaro tadas os ladro)eiras de quo tiver
eWnbelufento, quo se fazem aoorn o noae de
patotas, ji aa oelobraeIo dos contratos, j% em
suas escandalosas, affrontosas execuc5es, e
em qae soe vat ama grantdt part da reaas pu
blica.
Eaforqco-me pela restauraglo do arsenal de
mar nha nesta provincia, cuja retirada foi mais
qua uare iuconvenienia.
4.*--Juship
E' o quae garante os direitos deo todos, o qua
fogt*ecw todos os laqos sociaes. No entanLo
na sei como elles nmo se tern de todo rompi-
do entire n6s, to prevaricada 6 ella. Alguns,
embora pouco., magistrados sp vendem ; barnI
poucos deitam de coder aos empenhos e pe
duos.; nO*sei qual deixa de infringir a lei,
Duvindo e particular as parties. Em regra,
preguigosos e igoorantes, oano estudam o di-
reito. poem as quistes. As mais das vezes a
gente abandonaoseu direito,nAo seconfiando na
jusUce, quoe. a8e de tutlo istQ. 6 iuito care, e
os pobres de maneira algurma a podem pro.
curar.
Quando a Justiga nao garante, cada umrn pro-
cura fazel a a si por suas maeos. Dahi todos
estes crimes diaries eam todos as lugares e lu-
gareajos do Brasil, desde o furto, o roubo, o es-
pancamnato, at6 o assassinate. Sao todos
estes emL tat copia qu e no permittem maior
reparo nos outros. A policia, tirala da ge-
te a=is rulim pare amparar a politico dos ad-
ministragOes Lodas immoraes, 6 a guarida dos
crimtnosos. Os mnsgistradts que cumprem os
seus deveres, sAo insultados e ameaQados pelos
pontentados governistas, at6 se retirarerm. Pe-
rante o tribunal do jury o r6o levanta se do
seu banco, toma o process, rompe o, dd o
brago ao delegado e retira-se para sua casa.
Isto 6 horroroso e s6 no Brasil pode dar se.
Quero as juizes de direito tirades dos advo-
gados de long pratica, mais co ceituados por
sua moralidade e saber; as desembargadores
tirades da mesma classes e dos juices de direi-
to nas mesmas condiCoes; para arab s os car
gos por nomeaglo da camera dos deputados
por escratiaio seereto, sob proposta do go-
verno.
Quero a punigio do magistrado que prevays-
tics por dinheiro on por pedido; sem prejoizo
do qne faz a peita quaado ella 6 aceita; do
rrue ouve a alguem que Ibhe vetn fallar em par-
ticular sobre a demaoosa.
5.o-Religiao
Sou catholico apnstolico romano, pela uni-
dade da doutrina no dogma e na f6; pois ella
part de tna s6 Ionte que tenho como divina,
-Cbristo; mas queiro que a igreja so exerea
no estado, de modo qu ests entenda qu e iao
perturbed a ordem publics, a harmonia social;
que comb'ta o error pelos meiossuasoris, mas
nunca por imposiges\vloleentes, offensives da
lignidade, emborw fuodada em preconceitos
que desea ser respeitadon em todo o caso
Quero quo todos os cultos que contarem
grande .numero de adherentes, .ejam igual-
mente proteginos pelo estado, aso tbe0 s em-
qulauto Os edsteames esigirem tal pcoteccao.
Queroe u so garauta o direito de toaas as
crengas e descrengas, livre a discusso.o eo
combat pole palavra ou pela imprensa. A
Iota palas arms da TaeZo, sem violencla phi-
sic. neo constrangimento mural, trash sempre
o triumph da verdade. E' nisto quo consisted
a Lolerancia, como o fez Christo, embora Ihe
emprestem outro pensamento os ultra mon-
tanos.
6.0 --Politico
* A renda exigda para ser eleitor ainda 6
maito slta: 6 necessario desc~er, para quo o


numero deo eleitores seja pelo menos o do-
bro do quo 6. A realisaeco desta id6a, pa.
rece-me que facilmente se cooseguiri.
0 senado, do modo que 4 eonstltuido, 6 um
prego ni rafs do progrosso. D'ahi veio a re-
cusa da constuintle, e o ophisms da elevpgcao
da reoda do eleitor, flangmndo-se aceitar o censo
l constitutional. Eata questao exige muito pru-
dente combineoio entire os homens de ioeas
mais livres, esa todo ao devndo-se respel-
tar direUos adqaseridos.
7.o-lndustrins ecommercio
Os paizes novos e fraoos nao podem prospe-
rar e engrandecer-pe sem o systems proteclo-
niata. A livre coneucrencia on liberdade abso-
lute em paizes takes, no 6 liberdade, 6 4onsti-
tur 6 national em oediclo de set esmagado
pela eoncnurrencia oe ..aira. Todos os pai-
zeos que se tern engradecido, se tern lteito takes
pelo system proteciontsta, e 0go exemplos
as Estados-Unidos, a Frana, a lnglaterra
Esta.nauao, s6 depois quseepgraudece a tala
ponto que.nenhuma outra pode cornm ella com-
petir, prega o systems da livre concarrwncia.
Em todas as nagces que so preocupam do in-
teresse dos nacionaes, do engrandecimeftto da
patria, o commercio a varejo pertence aos aus-
cionses. Sem este mesio, con a coacurrencia
absolute, os cidadbos nos prizes novos vivem
sempre abattides a misecia, 92o como as crea-
dos, os servsens dos Vpodeosos estrangelmos,
nMe podendo nestas condicOes, nascer a iadus
trial, asinda coa a maior prote o.
E' esta a conditlo do brasileiro. Nao termos
de que viver, o quoe Lfzer de oossos flibos. 0
oemmercio a varejo todo occupado pelos es ,
trangeiros, que coin razoip protege aos seus
e secrets ou abertaaente nos guetreiam, nio
temos forga pars comptitr com elles, para rom-
per o circulo de ferro e entrar nelle e invadit
este primeiro iastrumento da riqueza nacio-
nal. ,
Em luger de protect o de que tanto carece
ros, ncs tiraram at6 a navegago de cabota-
gem.
A material prima quo e nos dove facililar,
foi carregada de impostos, como o terre, e all
viados os produclos deats tmateria. Por este
eotivo a lndustria naicieal nested genero, a
equal iasurgtdo, vai maorrer no nascedouro.
Quero pols v prot"Clo do commercio e da
iOdustria par r os.;
Quero pois -9peawmrcio a varejo exclusivo


e vida a meus fllhos, e
ter udo na camera dos
i ultima soiva putrien
Tudr queit fbr bumsa-
but- ado como um favor


A ffonse de A lbuquerque Mello.
(Continia).
Recitada na noile de 1 do corrente, por
occasion de offerecerem as Exmas. Sras.
assignantes da companhia lyrica ilaliana
urn rico mimno i distinct soprano Ida
Giovanna.

Arrebatadas de ouvir
As tuas nutas sororas,
Quizeram estas senhoras
Um testemunhh, te dar.
Do genie que em ti descobrem,
Que sera j ,enhor seguro
Do teu brilhbnto future,
Que ten nome ha de elevar.
Canta, artist: a tua vcz
Teun todos os predicados,
Sublimes e dellcad's,
Que David imagindra.
Canta, pois, que teu cantar,
Nas azas da poesia.
Nos transport a m,'lodia
Que tadto Orph6o procurAra.
Canta, sirm. artist, canta ;
Canta que, se fora crime
Ouvir teu canto sublime
De tio doce inspiracao,
Quemn 6 que nao qu'reria,
Muito eabora crmninoso,
Ouvir teu canto mimoso
E render-te urma ovabo ?
Se do jo6lhos ti rezas,
Quem nao senate a commoQao,
En eves d'uma obiaCAo
Que s6be da terra eos c6os ?
Se aesprendes urma nota
Querendo mostrar a Or
Sentida, de negra c6r ..
Quern nao pensa e ci6 em Deus V?!
E nos transportes saudosos
Corn que amor o peito exalta,
A tua nota 6 tuo alta
Que toca no fun to d'ailma...
Queres saber qnanto valem
Tuas natas seductoras '?
Pergunta a estas senboras
Qua te dao de artista a palma.
Maria de Nurembourg,
No Baile, no Trovador,
Ou desditosa Leonor,
Quem 6 que nto te admira ?
Arrancas bravos e painas
Junga se o palco de floreq
Quo vao casar seus odores
Corn o nota que se ouvira.
E por fsso, arrebatadas
De ouvir-te as notas sonoras,
Quizeram esias senhoras,
Em despedida, te dar
Urm testemunho sincero
De que 6 um genio sublime,
De que Le ouvir, sim ,6 crime
Para quern nao te luuvar !
J. M.

A descoberta do Sr. Julio Cesar
Bibeiro de Sousa
A' J. G. MARTINS
Meu amigo.-Um grande escriplor, F.
Bastiat, disse : N1o ha grande commeltUi-
mento que nao va expiar a audacia no
purgatorio das utopias. Isto 6 tanto mais
incontestavel quanto mais verdadeiros sio
os factos que a historic registra. Sim, a
utopia, a incredulidade e o premio de todos
os esforoos supremos do pensamento. Co-
meoa-se por nio cfer e zombar; acolhp-
se depois a pouco e pouco corn urn cet
receoi ; finalmente, acaba-se per abracar-
sO o qae se repellia. E' que qualquerebra
prima que o espirito bumano produza BaI
patience nunca a actualidade, faz saa
trajectoria para o future. E' alli qua ella
vai dominar, no seio da posteridade quo
bem'sabe medir toda a extensao de saa
graadeza. A Illiada, o Hamlet, os Misc-
raveis sao soes; Hormero, Shakespeare, V.
Hugo sao idolos que hbo de sentar-se mais
tarde DOS altares da religiao do future.
Entre n6s outros os primeiros impetos
de- Rossa inteHigencia, embryonaria ainda,
ulo eocoutram seono um echo vasio; ou-
trasvezes um silencio que asphyxia. Urea
indifferenoa acabrunhadora susta os voos
ao pensamento em nosso paiz. E' para
lastirnar que sejamos forcados a reconhe-
cer esta triste verdade.


Nao 6 qoe faltemrn homes de maior la-
Ihe em nossa sociedade; ha-os ahi de so-
bra: falta-lhes poren o estimulo, quesi
pode vir dos que devem admiral os, ber-
val-os e contemplal-os; a eAulaqo, quo
fizera outr'ora tantos genios na Grecia.
Entrev6-se naquella vaidade de erigir-se
estatuas aguoerreiros, do endeawr-se 0
heroes, etc., urn preludio de religion d
humanidade ; porem frequentemlte Ot0F
exemplog aos vindouros. Naque1lleseP04O
taes tirmava-se a patria de EschylQ, j, i-
riante de glorias, mas seupre appall
appa aSlgeracoes futures.
1 zmento, DO Brasil, uns v3o bain
-t) s ares um noo mundo 4a *
jewowo coamo Tobias Barreuttoq fI
S amo Sylvio Romero, persevajra
AN tt ctra os precoaceitos do, ow
40 do, de soifrer os4 deOW
aOsmoitaL raeio. :
* Ni~i olporta. L'tlfcrsffise nt 44,(A
e sposssb e o du op a.


I


I A .

























do di6toetnar a experieeia e pbdt4
Jae^ n 6 pobre, appeldou para pa ois
: ideseusconcidad4os. F we;eo. aoi-I
i du quasi todas as redacoe do Mip.-
hie pedindo-lbes 4ae por meio do subs-
S ripO5es o auxiliassem na difficil empreia.
10tre outras a do Diario de Permbuwco
BW pfez om ardorto jdsto pedido. Estl
ab*rta nma sobscripelo no escriptorio da.
redaccAo. Pergunta-se: quaotos tern sbs
uipto ? Apenas dots, cujas dadivas so-
mam 15 ou 160 I11
At6 onde ira tamanha indiffereo0a ?
V' quem cabe acordar esse gigante des-
communal que at6 agora dorma estupida-.
mote i beira do AUlantico ?. ..
A' nObs os mooos, o0 academicos. Sb-
oAente ia nbs, a mocidade, que, em qual-
quer desses grades peda0os do globo qae
a homes chamam--naoes, somos sem-
pr a esperanca I...
A" n6s a applicario do dito de Franklin;
somos a crianoa ia quem perte-nce o future.
Eia I um lutador brasileiro career de
nosso auxilio. Abramos-lhe os brapos, ani-
memol-o. Que o sea nome bao morra no
esquecimento! que os estrangeiros nio
venham usarpar-nos mais esta gloriacomo
roubara-nos a Franca para os irmlos Man-
golfier a da invenolb do aerostato!
Abramos subscripdes. Esforcemo-nos
em coadjuvar o nosso compatriora.
Mais tarde reconheceremos a sublimida-
de de nossa grandeza, quando vier, rom-
pendo os applausos das turbas, estender-
sos a mao em signal de gratidio aquelle
que embalde apostropha a geracio surda
de agora. Contribuarnos para o seu trium-
pbo.
Quando o Sr. Julio Cesar chegar ao fas-
ligio da gloria nrs seremos sea parallelo.
Por ora cumpre-nos auxilial-o.
Avante, mocos I
Recife, 16 de julbo de 1881.
M. P. Oliveira Telles.


Theatre Santa Isabel
AVISO
Visto s6 ter a empreza .ehntregue hoa-
tern os bilhetes do benelicio da prima-
dona contralto, Laura Caracciolo; e estan-
do em tal desordem que oSr. Jos6 Krause
sio podia dar sahida aos mesmos, ficou
d'eiles encarregado o Sr. Paula Mafra, que
os expor i veoda i rua do Imperador n
23. E, reservando-se atW meio dia os que
existem de assignaates, a beneficiada es-
pera que os mandem procurar, per espe-
cial obsequio, visto nio haver tempo de
entregal-os, e muito confia na generosi-
dade do respeitavel public e de seus ad-
miradores 'em particular, uma vez que so
}he pertencerA o excess do valor de cada
bilhete.
Recife, 18 dejulho de 1881.

Para evitar duvidas
Decl&ro que para seguarar o julzi do civel
eartorio do escrivAo Costa e Sa, boje 1 1/2 horn
da tarde pouco mais ou menos quanlo o refot
Aido escrivao se acbava fjra do carturio tam-
benm em diligencia; appareceu o Sr. Manual
Domingues Ribeiro e Silva em procura do dito
escrive afim de entregar a quantia de cem
oil reis corn que vinha seguraro juizo p>r,
dlligencia de urma avaliaclo que ter& lugar
amanbh 19 do corrente na freguezia do Pogo
E como -oeu tivesse passado urn recibo ao
dito Sr. Manoel Dominguea e vlesse ap6s a sa-
hida d'este o honrado Sr. solicitador Augusto
Jos dous Santos reclamar contra a forma do
recibo exigindo de mirm quo passasse cutro e
eontro (3) ae igual quantia de cem mil reis c6m
Yedarcao divers e para o mesmo fim, e como
o dito Sr. sA.licitador ficasse de posse dos trees
recibos, por esquecimento talvez. e para que
nunea se possa dizer qae o auizo fore segara
som a quantia de tresentos mil ris (3005)0(NO)
venho pela imprensa declarar que a exhibcl,
de mais um recibo nesta data fora obuido dc
aim capci samente, pois me devia ser resti
taido logo que. pasaei o que satisfazia as exi-
gencias d'aquelle Sr. solicitador'.
Os recibos sAo datados de hoje 18 de julho
'deo 1881-tendo um s6 delle valhiente.
Recife. 18 de julho de 1881.
Henrique Ceciio BDrrreto dc Almeida.
Escrevente juraaentaTo.

0 advogado Jos6 Bernardo Gal-
vao Alooforado.


No sen artigo de hoje nao satisfez o meu
iltustre college Dr. Correia de Araujo aa pe-
dido, qua Ihe fiz no artig.i publicado no Dia-
rio de 16 do corrente mez, para declarar se
a parte doe seu ultimo artigo, em que aencio-
nava o, nome do advogado do Sr. coronel Jo-
de Sonza Lego, so referia a mirm ; e'limi-
Iu-se a copiar o que escreveu o Sr. desemn.
bargador juiz do direito de Jaboatio. na res-
postM, (qae deu a ordem dol habeas-corpus re-
querida ao Tribuinal da Relaclo, por nmeu
ciiente, e na qual se referio ano Dr. Capitoli-
no, acerca da revogabo verbal do despacho
exarado na petigio relative is saffras, e a
quae aludio o mean illustrado college no ar-
tigo. quo provocou o mneu pedido.
Este procedime,,to imports una resposta
iWdirecta, que todavia. aceito, porqme attiage
ao fim, qua me propu", e desejo sobretudo
evitar uma disetasso spm resultado serio, e
que talvez trouxesse desagrado.
Recife, 18 de julho de 1881.
Josi Bernardo Galvao Alcoforado.


Thesouraria de Fazenda
Comparecen hontem em juizo o Sr. Dr.


Henrique do Rego
polo sea advogado.
Tendo oillustre


aquelle Dr. podia


Barros, representado

juiz decidido qne so


explicar as suas pala-


was, aggravou o advogado desta dpcisio.
Becife, 18 de julbo de 1881.


Companhi lyrica
grade a Oscar as.-deic-das palavra
ditas a mau respeito, pedirto-jhe ao mes-
-o tempo dea no aceitra e elmaiNa poi-
a artistic corn aoymos. i
la.0 s anonymous qu -rem, pois, assig-
com osseos verdaderoD ORMo os


P,.* ^ .1 rilk .(e li .

A G] A -""'
Aendimeato do 1 s a 16 467:B391
idea do die. f3501214



Importag 0 : ,
Patacho italiano Rtiera. entrado de
Geneva cm 17 do cotrente saignado a
H. Barle & &', maifesto:
Ao o59 caius a Gomes di, Mattos Ir-
mos, 20 a :Antonio dD.C. Viina. A*lfa-
zema I fardo a Faria Sobriiho &-C. A-
mostras 2 volumes i ordem.
Brabante 3 fardos a Gomes de Mattos
Irmios.
Cadeiras I caixa a Antonio D. C. Vian-
na. Camphora I caixa i ordain. Car-
bonato de magnesia i caixa a Faria Sobri-
nho & C., I a A. Caors.
Esseocias I caixa ao mesmo, I a Faria
Sobrinho & C. Euzofre 10 caixas aos
mesmos, 100 a Francisco Manoel da Silva
& C., 30 a Gomes de Mattos IMn1os, 10 a
A. Caors, 20 e 5 barricas a Antonio D. C.
Vianna.-
Fio de linbo I fardo a Faria Sobrinho
&C.
Gotnma lacca I caixa i ordem. Com-
ma arabica 7 caixas a ordem.
Hervas medicinaes I caixa ao mesmo
Licores 15 caixas a Ramos & C. Linha-
Qa 3 barricas i ordem, 1 a Faria Sobri-
nbho & C.
Manui 3 caixas aos mesmos, 2 a ordem,
I a A Caors. Massas ita!ianas 100 caixas
a ordem, 500 e 5 caixOes a Jose da Silva
Loyo & Filho.-
Obras de madeira 1 caixa ao padre Ve-
nancio Ferrara.
Pcdras 80 ao mesmo. Papel 2 fardos
a A. Caors, 3 a Antonio D. C. Vianna, 14
e f5 caixas a Gomes de Mattos Irmaos, 81
4 ordem. Pedra' hume I barrica a A.
Caors. Pedra pomre 1 barrica ao mesmo.
Sene 7 fardos i ordem.
Terebentina I caixa a A. Caors.
Verniz 47 verlumes i ordem. Vermouth
72 caixas a ordem, 23 a Rarnmos & C.
Vapor naciooal-Espirito Santo, entrado
dos portos do sal em 18 do corrente e
consignado a Bernardino Pontual, mani-
fesiou :


Carga do Rio de Janeiro
Arroz da India 500 ,saccos a Gomes de
Mattes Irmios. -
Barricas 55 yolftes a J.-N. Shares.
Caf 245 saccos a ordem,-50 a M. da C.
Bibeiro, 2t a Jouo V. A. Matheus, 10 a
J. J. Avires & C. Cigarkos 20 barricas a
Maia Pacheco & C., 2 a Antonio P. Lapa,
2 ia ordem. Chap6os I caixa a Andrade
Lopes & C. Cerveja 13 barris a J. Meier.
Cangica 1/2 barrica a D. F. da Silva & C.
SFerragens 14 volumes a Silva Alves &
C. Fumo 208 volumes a Maia Pacheco &
C. 9. a Beltrdo Junior & Rezende, 55 a
Baliar Irmlos & C., 40 a Moreira Lopes
& G., 24 a Antonio Xavier de Simas, 3 a.
Antonio P. Lapa.
Gesso calcinadb 2 barricas a Wilson
Sons & C.
Massas italianas 100 caixas a A. Lou-
reiro &4 C.
Papel 2 caixas a orden. Panno de al-
godeo 100 fardos a Browns & C. a or-
dem, 2 a Sousa Moutinho & C.
Toucinho 60 harris i ordem.
Carga da Bahia
Azeite de patlma 5 harris a J. V. A. Ma-
theus.
Charutos 5 caixas a Bourgard & C. I a
(Guimarles & Valente. Chapeos 3 caixas
a A idrade Lopes & C. Cola 3 saccos a R.
do Faria & C.
TFio de algodlo 40 saccos a Silva Gui-
mardes & C.
Pdnno de algodao 20 fardos aos rues-
ruemos 20 a Souza Moutinho & C.. 27 a Olin-
to Qardim & C., 17 atramer Frey & C.,
15 a Narciso Maia & C., 10 a Ferreira &
[rmailo, 10 a Antonio de Oliveira Maia, 10
a- Gongalves Irmlos & C., 5 a Luiz Anto-
nio Siqueira, 5 a Jobo Victor A, Matheus.


-ASPACHOS DI I?.FXP0RTAQAO NO DIA 15 DE
JULIHO DR 1881
Portos do exterior
No brigue, hespanhol Chanito, carrega-
ram : -
Para Barcelosa, J. S. Loyo & Filho 272 sac-
cas corn 17,b76 kilos de algod&o.
Na bares po=ttugueza Arabela, carrega-
raem :. *
Par# Lisboa, 0. Travasso & C. 150 saccas
com 11,868-1/2 ki)os de 8lgodao.
Na barca portaueza Miramar, carre-
garam:
Pareo Porto, F. Cascio & Filho 50 barrios
corn 4,000 litros de mel.
No biate portuguez Camponez, carte.
garam-: .. -
Pars o Porto, M. Pacbeco & C. 100 COUTn-o.
salgados om 1,200 ,kilos.
Para Lisboa, F. G. Ayres I barrica cornm 80
kilos de farina de maindioca.
,-- No loar .noriegense cAdivO, carrega-
Para New-York, H. Forster & C. 10 sacoos
corn 400 kilos de semete de algodSo.
ortos -do Interior
No vapor n n o 4pa rr *
*Para o Rio deJaneiro, Dr U. Bilttencourtt 5
caixas corn xaropede iaruamcburfi,


a.wim "*U* parga vai4
V ofito
ndaEeaM


p ,


A~v as M d iias diovobrta'
0'Atirotate' da demolic;o do anti-
Optedi porteocerao 'ao o empreiteiro, que fl.-
ra obrijgado a rrmovel.o, sendo-lbe faculty.
do epr~egar na nova obra as traves e telbas
iue paacharer em perfaito estado de closer.
f#4, bM tcoao aspodras quo frem da qua-


*1
(0


veri Hear coalul4a dentro dp pra-
ms, contado" da data da aspisgja-
junta em su& sesslo do dia
nto proppostas para o fazimento
om ortai fechadas, devidamanto


ellgeffuelm suuaaas Pq a qmBo eu u ciare a irma no'pa-.
*t*I B Ola gad e 0 noMae do findor quoe garan*a a
%0Z1 di t re boa aecuo da obra o feol cumprimento
CorreareWa ertetata4a a do coutrato.
.641Bdos plT^do do P Seeorpriada dSanta Casa do Misericordla do
ok so, do 4651145. Recite, 15 e julbo do t1881.
o 0 escrivfo,.
t"not ds itectria dase c do Pedro Rodrigues de Souza.
copsetvatao dos ports no' Recife, elh Cart# ---- ^ -------
i i s42 a o r odia; 0 Dr. Adelitt Antonio de Luna Freire,
0 o ota ehto ba-se Adisposolo dos mei- juiz de direito privativo de *rphIos
ios no reerido' ei^pbrlo lmksoft, 18 doo
euns ode88fo.-- ecriptbra.iele, da comarca do Recife, por S. M. o
,uloiqud 8 die Medems Rap o. Imperador, a quem Deus guard, etc.
-u! r. d I Faco saber A quem oconbecimento do pre
V'Dr,^ h mogos Wt O de saute chegar, que por este Juizo. e em virtude
VsseonceUlos, jiu de de direito e de de urn Qflcito de Antonio Joaquim Gonei-ves
orpbahs da Omarca. de'Olinda, per Froga. proveaor do Hospital Portuguez de Be-
S. M. o imperador, a quem Deus nefliencta, seproceden a exame de sanitade,
gaard, etc. na pessoa do sub1ito portuguez Joao Alves da
ged tci. -Cruz, recolbido ao mesmo hospital, a requisi-
Fago saber sos queoa presented editaI de o20 l o do Dr delegado da capital ; e depois dos
dias depreg&oe 3 depraca.virewm, que pot -e pareceres dpo be. curador geral e do Dr. cura-
te juizgo, flndos quo Jim 0o s ditos pregOes e dornomeado, subirmam os autos minha con-
prayes, tern de serra t*rtatado por queu mais clusio, nos quakes proferi a sentence do theor
der e malorlameofflereoer, no dia 21 do vin- seguinte :
douro met de julhoA 1 bora da tarde, A ports Etn vista 4o exame .de fls. 5. conform.n
da salad ds audiencias. o seguinte: .do-nme corn oB pareceres do carador nuu,,'ado
UMn sobtadea Cowsoteia A rue do ias Cardo- e do Dr. curador geral, julgo'JouAo Alves da
so, outirorA deireiry, da cidade do Recife, Cruz, incapaz aco administrar sua pessoa-e
na ftrgqia do-8. Jos6, sob n. 4. coa 4 metros bens, que fticarfo sob a guards de um curn
6 40 ce6imetros de vo; 13 metos deotundo, dor. 0 escdivlo pr'ponhn pessoa idonea, P
tma sla e unm quarto no ladoda frente do pa- poublique os editees neiessarius. Recipe. 11
vimonto terroo, quo so communica corn a rua de jumtio e 1881. Adelino Antonio de Luna
por uma port, e que no lado de detraz teon Freire. )
outra sdla eoutro qtarto; pequeno quintal Em cumprimento da qual. foi pelo escrivlo
murado, cacimba meeira; dues porlas sobre propusta. para curadora do irnterdicto. a mu-
saccada, ondo descoanca varanda de ferro no lher do memno,,, D. Anna ERmilia da Costa Cruz,
I. andar, dividindo em duas'o"Ias, dousquar- qua to. por mim noueada.
tosecozinha external; duas janlitas de peito- E para que ninguem faca negocio alaum
nri na sotea.. repartida de maaneira a ter uria com o precitado interdicto JoAo Alves da Cruz,
sale uat quarto na; face daorente. e tre: pe- seno. por interwedio tie sua curador', corn
quenos quartos separados. a tadeir na oisace pr6via autorisaClo d'aste juizo, mandei passer
posterior; o qual sobsado foi vahlado por u preoente. que f:eiA publicado pela imprensa
5:5005000. Eassim sera o dito sobrado arre- e afixaiado no lug:,r do C stnme.
matado A quem mais der e maior lance offere- Dado e pissado nesta cidade do Fe&ife, aos
cer, no dia e bora acima indie-do, e vai At pra- 14 dejulho de 1881..
Qa a requerimento da inventariante do; bens Eu. Manoel do Nascimento Pontes, escrivAo,
deixado peli) finado Christovao Guillherme subsurevi.
Breckenfeld, D. Leopoldina Sidalina Breck', n Adelino Antonio de Luna Freire.
fold. sWisfaesr legados, dividelas e custa ----- -______
do es ea to inventario. Secretaria da pLesdencia de Pernambu
9 para que cheguaao 0secimento de to- co, em 20 oe junho de t8S1.-De order de S.
dos, mandei so porteiro ao juizo ..flxr o pre- Exe. u Sr. piesidente da pir.-virinia faro publi-
sente no Ingar do lcostunme,.e qsie passe a res- car para conheimento dos iateressados o de
pectiva certidlo, publicado pe!aimprensoa. creto 8.t87 .de 21 doe iulo de 1881 aba xo
Dadoe passado nesta cidade de Olinaia, ros trsis'crpto ',vidindo a provincia de Permam-
18 de julho de 188l a,,Pdro' Celestino das bAw tresedisr(.Ios eltitoraes.
() sz-cretari-,
Chagas. escreventejureaft tado o escmovi. Eu. iO Rres Lima.,
bacbarel Francisco Luau Coldan. ezcfivio, o JosAu stregesillo Rortes Lima.
subscrevo.-ffHarmogewm Socrales Tuaares da DEQRETO N. 8.107 DE 21 DE MAIn DE 1881
Vasconcellos. Divioe a provincia ae Pernambuco em trese
... districts eleitoraes.
Edidl eca., 047-S d 4 Attendentio as disposicoes da lei n. 3,029 de
pod nc d Pii, 7 do corete, 8 de Janeiro do corredte anno, hei por bem de-.
manda o inspector e 'f declarar que. tendo
do sei' providu.poi cesso 's eafeirdsrva es ...........
^^I^^iJ^^Art. 1l.-A proviaeiaIWPlroatttU (orMa
40ee, tntrancia, bdixo trese distfrlilts eletaotr.
em13 b as,- tuaread o oprao de 40 ArtC. 2. 0M eistrioipQ "Itot.9 coiibrehen-
aaa eueos professors deo, den-e as parochias do' tsi*o Saciamento
,... anti ...g rioy ,eI deo Santo Antonio. S. Fit t Gonalves do
Vl'Ep ....t eso por in- Recife, S. Jos6 de Riba-kMir e Nossa Senhora
lES ..tt Sedretarldo Paz deo Afogados, do municipio da capital,
trur irVadu re 14 a tondo par cabega a parochia de Santo Antonio.
0slik -0.*qum Prra. 'A'^ 3.0 0 20 district electoral compreoen-
0 dera as parochias do Sanlissimo Sacramento
M. cm o.-oan MIcadeir, B da Boa-Vista, Nossa Senhora da Grai da Ca-
IamRbi, Vertentos, fito BOrejo 'Id OafrNossa Sentla* da Saude do PoQ@e da
Dq kjBuique, Florests, Afogda de In gazel- Panella, Nossa SenhdtAo*Rosario da Varzea
ra 'Petrolna, Ourieury o Saluei-o. S. Loureago da MWatta. do municipio ds capi
eXo fe*ainino.-Vertentee, Brejo da Madre tai, tendo por cabega a parochia da Boa-Vista.
de Denu, G3ranhs, B3uique,. Taceratu, Flo- Art. 4.0 0 30 districtoteletoral terA por ca-
rtaea, Villa Belli, Atoga"s de Ingazeira, Pe- beQa a cidade de Olinda e se comipori: do mu-
troline, Ourlcury o gatgeiro.,"
_trolin __, O _r__y e_________ dnicipio de Olioa4p. comprehendendo as paro-
EdItl.-De ord -do -&M. Sr. iapector.schin de S. SaY#4dr da So, Santo Antonio de
da thesouraria do fazenda, ( O CumprtmWentO Beberibe e Nossa Senhora dos Piazeres de
a odm do. besoro mO, de 22 deo jauho nIMaranguape; do muoicipio de Iguaressfi, com-
proximo passado, sa-faz pubico que as 11 ho- J'prehfndendo as parochlas de Santos Cosine e
ras8do dia 16 do nsa de agosto proximo via-. Damiae Iguerassu e Nossa SenboraGe d Con-
dour, ter lugr n atsa repartico ,,- j ceie'&o deo Itamaracd; do municipio de PTo
entree os mpregados de primi.ra entra)0 ci, r 'Albo, comprehendendo as paroohits do Divi-
que e deto emeoasrarddabilitado ns o nrmos no spirato Santo de PA_ d'Alho e Nossa Se-
da lei, pa a provimeato das VaObs 4esegunda" n hora da LuT; e do Amlnpicipio ?a Gloria de
entrancia existentes nas reparti,-es Ide fazn. Guit, c nstiuido pela paocnhia dc Nossa, Se
da da provmncia; couvindo queoapresootemos 1jahore die Glbria doe.Gat..
eeus requerimbntos pare a inscripc& eom Art. 5 u 0 4' districto elotoral tera por ca
preeisa antecedencia. ib<(c a cidade de G~yanna e se compord : do
Thesouraria de Faznda de Pernamnbuco, 1'5[ jnicipio de Goyargt comprehendes l a-
de julbo de 1881. rochi- de Nossa SflTloa do RosarM~e r -
0 Secretario da junta na e S. *~oure Francisc. Antonio de Oliveira e Silsa I plo doe I'amb, comprjhendendo
.... **fl .......... L .. .. L ...- -: *y^.- .,., .. ]de Noise Seuhora do Destem ro de ItrtaiUdrs
Sfanta Casat d* Mira,1Uiiz'4ia dio Vicente; e o munioipio de Timbauba, com-
l .a 'mi orfa ao prebendendo as parucbias de Nosea Senhora
SRIteL1 das Dores de Tiinbauba e Nossa Senhera do
A A/ima. junta administrallva da Santa Casa &oserio de Crilangy. 1
de Misericordia do Recife coatrata par em- Art. o.o 0 5' diestito eleitQral tor par ca-
preitada a demoHglao do predio n. 24 a rua do beca a cidade do Nazareth e se condpoua : do I
Irmiersdor, e a'eOnslrueglo de outro eseu niuntcipio de Nazareth, compreher lenlo as I
[ugar, de um 66 audar, sob os seguintes de- parochias de NosSa Senhore da Conceicao de
^Ibes : Nazareth, Sant'Anna de Vicen.:ia e Santo Anto- 1
0 novo predlo ter6 as mesmas dimaenoses nio de Tracunh~euu; e do wtanicipio de Born I
do seta.l, medindo portanto 16 metros 4iB furl- Jardim, constituido pela pat,.chta de Sant'Anna
do sobie 7m,40 do largura, exriusive a espes- do Bom Jaidim. I
sura das pdro$es, quo lateralmente serae as Art. 7.' 0 60 district eleitoral tera por ce- I


mesms existentes, eh novas as iM duas frenw- bbea a cidade da Victoria, e se compori : do
tes desde os aliceroes. .. "munieipio da Victoria, constituido ela parg- I
A frente anterior oonstara de i ports, e a- chia de Santo Antlo da Victoria; do municipib
posterior de 3, quer no pavimento terreo, da Escada, constituido pela parochia de Nos- I
quer no superior, todas com archl-voltas ro- sa qunhora da Corceiclio, aa Escada ; e do mu-
manaus, construidas 4de tijolo ce alveaaria ba- nicipio de Bezerrs, comprehenaenda as pa- 1
tida. roeb-as de S. Jose deBezerros e Sant'Anna de
As poWsdo pavimento terreo teroosoleire GavatAd. C
e. tiVmbf de pedra mtdtlinbh e d,-, rimeire Art. 8 0 0 7o district eleitorai terA po r ca- S
qualidad, bafrerameoto 0s- b a cidade do ;abo e se compord : do mu-
diahode 4-aearel*l, e 4a t4% Gas arclh-iv6ls, alciptiNd abo do Santo Agostinbo, const'tui I
ochada;ientras d1ero b- o delaparochia de Santo-Antonio do Cabo ,e
two.. -, Santo Agostibho; do municipio de Jaboatlo, L
AS portas do pavimondir prior descanga- comprehendendo as parochial de Santo Ama--
rio Saobre eacadas doe pedti kulotlinra de pri- ro de Jaboatloe Noseta Ipdhora do Rosario de C
meira %uaidadQ c m) varandasde-fo.batid, M Art'Udi, amu pto de lpojuie. eonstitbi-
corridas e guarnecidaa de peitorll e roda-p6 do peif' ro bia de Miguel deIpojuea; e do .
de amarello, sendo s umbreiras de argamasP- munuut* duf) Snrlnblem, constituido pOea pa-,
s3 commumm ce tdie armllo pare reo, rocl4-ossa Seabra da CoaceiSso de 8-
ahrm -..A'ama ...m1 m L_ A. .-.._ -


-w-,c.. ,,---w,,,,p w uui, iu onDO cai-I
xillos. e as A | arehi-voltas s6mente
cowomstes. .. --I
0 pavfimento to -Weirr ladriha.docom ti-
1lo a4e alvenar b e osOrlor'assoea.I
,'bado comw tdeirs daIotiro ventay sobre-1
posto ao vi eant, caja braves nto aedir[o
meno3 da. :oUtaeStrs em quadroa dietau--


8* dig
a do P.


tricto electoral tera por ca-
malmaes e se compo : do
ares;, constituido pela pIaro
iqra d a ConoeiCao dos Man-
Ie Agaa PraLta, constitaido
Jos6 da Agonia de Agua-
lo de Gawelleira, constltui-
3Nossa Senhora da Penha
mapicipio do Rio Forrposo,-
parocthiasdeNossa Senho-
S. Jos do Rio Formoso, e
anylo de Una; e do muni-
/constituido pela parochia
kttsto -Istor'al ter& por ca-
ltoa b M cow por: do mU-


Ul
C


0
p

D

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Di

Di


e 00 ampifupJo CIS 8OiqG4 coP pbsebeadopdo
a parochlas3b$e4 S. 9 L4 Baique a ses
pbopoa doa ComceicU 4aO dra. 1
,Art. 13. 0 1i 4itricto *leltoral toei por ea-
beta a cidade de Pesquira o se eamiort- do
municiplo de. Pequeira, LoQ prQ e 0ef4^do as
parohiss de Sani'Agueaga de PescQueira e "os-
sa Sohora Gas Montashas de Cimbres; do
munaipio d'Alqgoa de B[O, cowsttuido pelt
paroosia de Noesa Senbon da Con"cico d'Als-
goa do Baixo ;,do 1unicipidoS.o de er-
tentes. constituid0 pela paroehia de S. Jos86
de VertOntes; do wunicipio de Afogados de
Ingazoir, conoetituido pele parochia do Senhor
Bum Jesus dos Remedlos; do munioipio de S.
Jose de Iogazpira, constituldo pela parochia de
S. Jos de longazeira; do muWpioipo de Flores,
constituido 'pela parochial de oNossa Sephora da
Co)ceiCAo dePage6 de Flores; e do municiplo
do Triumpho, copstitoido pela parochia de
Nossa Senbora das Dores do Triumpho.
Art. 14. 0 13 district eleitoral tera por ea-
beca a villa de Cabrob6 e se oomporA do mu-
iicipio de Cahrob6, coostituido pela parochia
deNousaa Seophora da A6umpo de Cabrob6:
do municipio de Boa-Vista, oonstituido pela
parochia de Sanb Maria da Boa-Vista; do mu-
nicioio de Petrolina, contiituido pela parochia
de Sinta Maria fsiaiha dos Anjos de Petrolina ;
do municipio de Ouricury,, constituido pela pa.
rocbia de S. Sebastilon de Ouricury ; do muni-
cipio do Exu, eonstitui'lo pela parochial do Se-
nhor Bum Jesus dos Afflictos do Exfi; do mu-
nicipio de Granito, constituido pfla parochial
de Nossa Seihora do Born Conselbo ie Grani-
to;: do muprclpio de Leopoldina. constituido
pela parochia de Sant'Anna de Leopoldina ;
do municipio de Salgueiro, constituido ppla pa-
rochia de Santo Antonio de Salgueire ; do mu
nicipio de Villa Bella, constituido vela paro
chia d& Nossa Senh,,ra da Penha de Villa Bella ;
dlo mnunicipio de Floresta. constituid' oela pa-
ruchia d, .SePnhor Bum Jesus dos Affl.ctos d.
tazenrila Grande; e do municipio de Tacavtf.u
ctistituido tela parochial de Nossa Senhoa
da Safds de Taerattl.
Ar. 15. levogam-se as disposiCOes em con-
Ltraria.
0 Bare Homem de Mello. do meu conselho.
ininstro e secretario de estado dos negocios
do Imperio, assim o tenba entendido e fgC;
executar. Palacio do Rio de Janeiro, em 21
Ide maio de 1881, 60.0 da independenciado im-
perio.
Corn a rubrica de S. M. o Imperador.
Bardo Uomem de Mello.


Edital.--O procurador dos feitos
da fazenda provincial de Pernriambuco, ten-
do recebido do thesouro provincial a rela-
gio abaixo transcripta dos contribuinte-
de apparelhos, differenga, encanamentos.
concertos e annuidades, das freguezias de
S. Frei Pedro Gounalves, S. Jose e Boa-
Vista, relatives ao primeiro semestre do
exercicio de 1878 a 1879, cujos debitos se
acham constituidos em divida active, de-
clara aos mesmos contribuintes que lhes
fica marcado o prazo de 30 dias, a contar
da publicaoio do present edital na con
furmidade do disposto no art. 53 da lei
n. 891 para recolherem a importancia do
seus debitos ao thesouro provincial, certos
de quae lindao referido prazo, se procede-
ri executwnente a cobranca. Recife. 23
de mniaioAde 1881.-Joao Franciseo Tei-
xeira.


RelaAo dos devedores dos apparelhc
namentos, annuidades e concertos
larem de pagar o, 1.o semestre do e
de 1878 A 1879, da freguezia da Boa-
Socego n. 8. Julia Amelia de Castro
Carvalho


Dite n 4.
Dita n. 6.
Dita n. 10.
Dita D. 12.
meida
Dita n. 14.
Oita a. 30.
ia
Dita n. 32.


Luiz Moreira da Silva
0 mesmo
Jose Martins da Silva
Joaquim Lopes de Al-
0 mesmo
Juviniano Xavier de Sou-
Manoel Antonio Teixeira


de Albuquerque
Dita n. 34. 0 mesme -
Oita n. 36. O mesa
Dita n. 3 0 mesmo
Dita n. 420 mesmo
Dita n. 49. Francelina Sabina do
Monte
Dita n. 42. A mesma
Dita u. 48. Inso Faustino de Lemos
Dita n. 50. 0 mesmo
Dita n. 52. Joao Luiz Ferreira Ri-
beiro
iuta n. 54. 0 mesmo
Dita n. 56. 0 mesmo
Zita n. 58. Joaquim Teixeira deo Oli-.
veira Ramros
Dita n. 60. Manoel Ferreira
DUnta n. U2. Joaquim Luiz Forceira
Ribeiro
Dita n. 64. 0 mesmo
Dita n. 66. 0 meao
Dita 1). 68. 0 mnesmo
Dita 1).70. 0 me doi
Dita n. 3 Joa Pereita da Silva
Dta n. 18. SilvastrL Jbaquiim da
Silva
Dita n. 125. Joaquim Pinto Lapa
D)ta n. 27. Josquim Cqcliano da
Fonseca
Dita n. 49. Joj6 Faustino de Lemos
)ita n. 51. Franclisco. Ferreira da
Silv.a -
'riacipe n. 16. Antonio C. Martins
)Dita n. 18. Maria Magdalena Caval-
cante-
)ita n. 20. Silverio Fernandes de
Souza
)ita n. 1. Manoel Antonio Teixeira
de Albuquerqte
Oita n. 3. Dr. Symphronio Cesar
Guutinho L
)ita n. 5. 0 mesmo
Santa Cruz n. 9. Fithos de Jos6 da
Cruz Santos
)iLa n. 10. Jolio Luiz Ferreira Ri-
beiro
)ita t. 14. Maria Arminida do Castro
Itbeiro
>ita n. 22. Iuiz de Padla Lope
out."O
ita n. 24. *uaate o prges da Silva
nLa a. 28. Viteamb AntoniodoEspi-
rito-Santo ".
Nitu n. 34. Viuva e herdeiros de
SAnionio Js e da C vista e Silva
amarn o a.,36. Vicente Toixelia Ba-
cellar r
):ta n. 38. Duarte Borges da Silva
ita n. 40. Marid Joiquina dos Pra-
zeres ,
ita n. 56. Dr. Antonio Joaqxim de
Moraes e Silva
ata n:58. Vicente Antonio do Espi-
rita-Santo
ita n. 62. Maria do Carmb da Costa
Monteiro
i'a n. 64. Dr. Jesuino Lopes de Ml-
1'randa


jaaadede.-
Gta &.o 0mesmo
its a. 1. Ftancisao Ferreira da
li a n j^ ^ '' 3.,1.' 11
^Its i I a.: 17' boa* de -A-
raojo -

ita-:4 5. Efl aiCaroUna do C.
pa n*7. so Ceanllaodos


Ds, en<
que de
ixercic
Vista.


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13$25W
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14J570.
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3
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)
)


4,M Ir oeil da, lovenglo'do
nTki~a Cruz
Dia I r. AAntonio Francisco doa
**Chagcm
Dita n. 19. Helena Rosa Raios
Dita n. 21. Dr. Bento Jos6 da Costa
D"ta n. 23. Manoel Gentil da Costa
Alves
Dita-n. 27. FrancisCo Antonio Mar-
tinos de Miranda
Dita n. 29. Herdefros deo Frncisco
da Silva
Coelhos n. 2. Jos& Carneiro da Cu-
nba
Dita n. 4. 0 mesato
Dita n. 6. 0 mesmo /
Dita a. 10t 0 mesmo
Dita n. 12. Antonio Domingos M. Ro-
mau
Dita a. 14 0 Imesmo
Dita n. 16. 0 mesmo
Dita n. 18. Jos6 Poppe Lopes
Dita n. 22. Antonio Carneiro da Cu-
nba
Dita n. 26. Jos6 Carneiro da Conha
Dita n. 3. Dr. Jos6 Gonealves da
Silva
Dits n. 7. 0 mesmo
Dita n. 9. Manoel Feliciano Ladislio
dos Sansto
Dita a. 11. Luiz Antonio Pereira
Dita a. 13. 0 nmesmo
Uita n. 15. 0 mesmo
Trav. dos Coelbos n. 1. Herdeiros
de Francisco da Silva
General Seara n. 4. Padre Jose Zaca-
ris BRibeiro
Dita n. 16. Gaquelina Carneiro de
Albuquerque Lacerda
Dita n. 20. Guilberme Degal
Dita n. 22. 0 mesmo
Dita n. 7. Fausta Augusta de Albu-
querque
bita n. 41. Sigismundo da Costa
Melio
Dita n. 8. Viuva de Jos6 Antonio
Villa Secca
Coronel Larnenha n. 4. Dr. Amaro
Joaqunm Funseca de Albuquerque
Dita n. 6. 0 mesmo
Dita n. 8. Jus6 Fernandes dos Santos
Bistos e outro
Dita ito. Dr. ArnaroJuaquirii Fon-
seca de Albuquerque
Dita n. 14. ltermina de Senna Pe-
retti


Dita n. 16. A mesnia
Dita n. 2U. Rosa Fernandes Abran-
tes
Dita n. 26. A mesma
Dita n. 32. Ttajano da Costa Mello
Dita n. 36. JoiI Henrique Day
Dita n. 48. Jose Carneiro da Cunrha
Ditain. 48 A. 0 esumo
Uita n. 1. Franciseu Ferreira da
Silva
Dita n 3. 0 mesinmo
Dita n. 7. Jose da Gosta Ferreira
DiLa n. 9. Vjente de Paula Oliv'ei-
ra Vills-b6as
Dila n. 13. Padre Manoel do M.Iun-
te Carmello fie Almeida
Dita n. 17. Antonio da Silva Pc-ntes
Guimaraes
Dita n. 21. Antonio Francisca das
thagas
Tray. ao Veras n. 1. Jose Pinto de
Suuza
Dita r;. 3. Thereza Matheus
D-ta n. 7. Gertrudes Maiia do Sacra-
mento
Ditl n. 9. Francisco Ferreira da
Silva
Dita n. 11. Jus6 Francisco de Goes
Caval ante
Dita n. 15. AnnaJosepha Pereira dos
Santos
Trav. do Qiabo n. 1. Jose Pinto de
Souzd
Dita n. 3 Ordem Terceira do S.
Francisco
Dita n 5 A mesma
Dita n. 7. A mesma
Dita n. 9. Antonio Fernandes Vei-
loso
Dita n. t11. Vizente Antonio do Es-
pirito-San o
Tray. de JoAo Francisc n. 4. Mar-
colino de Souza Travasso
Dita j)n. 6. 0 mesmo
Dita n. 8. Jose Francisco Lavra
Penna
Dita n. 1. Joao Pedro de Oliveira
ia p. 5. Ihuiaisdade dG Rusario da
Uoa.Vina
Dits n.'7. .Exancisco Ferreira da
Silva
Dit p. Joanna Malia da Concei-
cao Sueto e fiihos
Ditan. 13. Antonio e Argemnira. lh-
hIbos de Antonio da Silva Feriaira


DECLARACOES

Recebedoria de Pernam'


buco


Imposto de industries e profis-
sdes e preaial
0 administrator da reoebe.loria deccra ans
-senhores contribuintes do imposo sobre in-
dustrns e profis*Ses e-prelial, que he!s tica
marCado o prazo le 30 dias, de conformidade
corn o art. 27 do decrto n. 5,6:0, de 15 de ju-
Iho de 1874 1 art. 20 do decreto n. 7.051, de
1I de outubro de 1878, para apresen'aremn as
reclamaCoes que por ventuia tenham de fazer
corn relikAo so ultimo langament-).
Rectbedor:a, 15 dejulho de V.81.
Alexandre de Souza P. do Grmo.
Oercado municipal de S.- Josi
16 de julho de 18SI -
Foram venuidos htjo n'este estabilecimento
44 b-is, pesando 6194 kilogramrnas, a prego
de 5!0. 480, 440. 40W e 320 aiis o kilogrammo.
J. de M. A. Montenegro,
Administrodor.
Mercado municipal de S. Jos6,
17 de julho de 1881
Foram vendidns hoje n'este estabelecimento
52 bors, pesando 8.073 kilogrammas. a preco
de 480, 440, 400 e 3-0 reis o kilogrammo.
Ferreira Lourciro,
Ajuidarite
COMMANDO DAS A1RMAS
De ordem de S. Exc. o Sr. briadeiro com-
maiH4ate das armas, se faz ,ubico., de cor|
forwidod com o aviso circular do ministe:i>
da guerra de 2, a que se referio a presiden-
ia desta provincia em officio de it4, tudo do
corrente, que devem ser recolhidas a c6rte
corn destiny ao Asylo de Invalidos di Patria,
as pragas reformadas que quizerem gosar na
quelle estabelecimento as vantagens que lIhes
afio canferidas pelas instruc5::s de 21t de abril
de 1867; conseguintemente, as pra(as em taes
circumstancias, que quizerem utilisar-se do
beneficio que o go'erno Ihes proporciona pelo
oitado aviso, se apresentem no quartel ge-
neral.
- Secretaria do commando dps armas de Per-
nambuco, 18 de julho de 1881.
SFrancisco C-imello Pessoa de Lacerda,
Coronel graduado, secretario.


Arsenal de marinha
Do ordem do 1ilm. Sr. inspector, facto publi-
0o hayer sido em 14 do corrente approvado
polo Exm. Sr. president da pr tr'atcs celebrados-pelo conselho de c mpras
om sesses de 14 e 18 de junho proximo find,
para o fornecimento de viveres, sobresa; o
bmateriaes aos navies de guerra i surto no
porto dests provincial, e as dependencies deas
arsenal; be.n croo, fardamento A coipapbI
de aprendizes artifkes, objtos de expez -
to, carvbo de pedra para 0.e. s 9 w
lavagen 0 concerLos de ro-tm da co
dle aprendigsartiffo ee ....erania.
nha, or te o de d 4 1 ei* j M


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139250
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29$750
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135250
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139250
13S25-0
13S230
139250
13925e
13S250
149570
13250.
139250

155890)
3965754
13J250
13$259
139250
13M250
139259

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135250
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395 00

133250


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I
I
























Mwcui(ai u uo~uzagfU zUlU~uJ.Ml 'w,
r ifad. se aeAttiao biu wentw o
Bc se vendp 1em vidros trivagulara
rtlfcado do Sfir LESV t n'ef
40"16 fp. d LAe,F -
LA"- W. da SILVAeC-; FE*REAII


L .* district
dljalho de I
ericto qust
3k r.is o kilo


;-+ -0 abixo assign o
ro de rendas iBtwrn8gs iO qe
foram cellectudas pee W t pro-
f Oes pra oral.:018"4W Vw0
|l;. nto torem sido eseetrmi dii6
I,1'4i t nliotes em segoida
Fabric de flaooqpPernmbubco,
coano mercadorad 4 .. groso. esta-'
. 1 olJecida a rua doMa de Mioda n. 10,sob
otalor locativo d.O(.
Nicolio Jolo Ledstone, coito done does-
.criptori. de commisoes. A rua do Corwnrclo
n. $O, eob o valor locativo do 3 .
ecebedoria de Perpazabvco, t5 de julbo do
1881.-O0 langador.
J. Carlos Auguatso de Figtuedomedo.
ionite idoSocrro del
Pernambuco
sOs possuidores das cautellas deo peho-
res. abaixo mencionad,*, slo convidados
A resgatal-as atW o dia 23 do correte.
CAUTELLAS--S.
3.287. 3,436.'3.1t1, 3.44, 3.417, 3,454t
3,463, 3.464, 3,W66, 3,47, 3. 475, 3.40
3,485, 3,83,4941, 3,496, 3;.515, 3,586,
,3,517, 3,526, 3,537, 3,539, 3,540, 3,541,
3,5M2, 3,153, 3,547, 3,551, 3,552, 3,560,
3,591, 3,572, 3,578, 3,83, 3,590, 3,591,
S3,597, 3,602. 3,604, 3,613, 3,615, 3,619,
3,621, 3,626, 3,638, 3,639, 3,641, 3,643,
3,611. 3.649. 3,650, 3,651, 3,653, 3,651,
3,653, 3,656, 3,657, 3,660, 3,663, 3,665,
3,666, 3,669, 3,677, 3,680. 3,686, 3,6909
34696, 3,V;70, 3,716, 3,736., 3,739, 3,743,
3,747, 3,7541, 3,754, 3,759, 3,760, 3,761A,
3,1767, 3,780.
Recife, 7 de julho de 1881.
# 0 gereole,
Francisco Jaaquim Pereira Pinto.
rompanhia de Santa
Thereza
No escriptorio da companhia ferrea de Olin-
da, rua da Aurra n. 83. priacipiar-se-ha a pa-
gar o quinto dividend dota emprezo, us ra-
zao de 5 0/i), do dia 18 A 23do eorrente, das
10 horas da manba aso meio dia.'a dabli por
S diante, nos sabbiJos As mesmas horses.
Recife, 15 dejulho ae 1881.-Q0 gereopte
SL. J. de Miran4s.

C. CE.
Club Commercial Euterpe
Recreio familiar dancante
Pede-se aos sejabores sowm quo quelaeira fa-
zr convites para o recreio familiar dacante
quo deve ter lugar, sabbado, 30 do corrente, o
obsequio do (orneterem atsi notas ao Sr, di-
rector Januario Jose da Costa, bern como de
procurarem na sele sucal 0s seus respectivos
impresses.
Rteci(e, 18 de julh, de 1881.
Alexandre de Fria Godisho,
10 soereltario.


COM,-M--, ,,--A


Sio convidados os- SO
accionistas a reunirem-

+ se em ssembIa i ral
| no dia 19 do corrente

mez, pelas 12 horas da
manha, no eseriptorio de

sa sede, arua do Impe-
1 radorn. 71, papadecon-

4 formidade com o art. 29

os estatutos, deitherar
| sobre as contam 4. -a
mIianceero desta com


a, approval o e
ito vindouro, e

a nova admini
para ob ieiuio a

-se em 1883;
do, nesta occasii

o relatorio'qu

I ser aprese


1++: *';: jH ]LAnI OZZ



'n, ,~~aropa c Casca de l aranja amarga
L O U'03T)'l6tE i\ de POTA[LSSIO
API'rROVABt)O I;..\ 1i -\T\ D,-' l DO1 BRAI/L


eortad p6r flMo .'Vitiorin Pelo, musica d4
SDO'tor M I irobolan

Operet&-bouffi. eam 1 'to, de Huateroche.
muisea de faCoehe, porMHe. V. Prello, Mr.
Noel Martin i o artist national Coimbra
Junior!
Imia n1oie deCarnaval
Opereta cm 4 actor, dosempenhada por Mile.
V. Prello e aMr. Noel Martin. musiea do F.
Jauffroy.
A'b 8 bores
Os bilbhtes ostso i vend a deads hoje as 2
horas da tar'de no escriptorio do theatro.,
PRBEOS -...


Camarotes
'Cadeisra.de l.d
Cadeiras deo 2.,
Frisas
Plites


1CIUIXJ
35000
25000
'15000


Lsboa e Port,
A barca portugteza Miramar, eqperada a
todo moment do Rio de Janeiro, tendo ehga-
(ada grande part 'a carga, seguird corn bre-
4vidade para aquelles portos, e recebe o resto
que lbhe (alta a fret.: trata se corn o cousig-
naterio Francisco Ribeiro Pinto Guimaries, A
ruad0 Brmum n. 96.
COMPANHIA PERNAMBUCANA-
D9
Navegagio Costei'ra por Vapor
POJTOS DO NORTE
Parahyba, Natal. Macdo, Nossor6, Aracaty,
Ce'ard, Acarhu e Camossim.
BSegue no dia 20 do
correante, o vapor Ipejal-
ca, commandanteTelles
Ls,5-horas da tarde.
Recebe carga at6 o dia 19. Encommendas.,
passages e dinbheiro a free at6 &as 3 horas da
tarde do dia da sahida. "
Escriptorio
Caes da Companhia Pernambu-
oana 12
COMPANHIA DS MESSAGE-
RIES MARITIMES
LINHA MENSAL
SO paquete
OriOqrue
Commandant ortemard
.9 E- esperado
Rdos portes do
sul no dia 20
do ,orronte,
seuindo do-
pcis da noces-
saris demora.
pare Bordeaux
toeando em
Para passageiros, oncomm.'ndas, #to., a
tratar coa o
AG*WTR
Aagui Rhe LaIle
S9-RUA DOJ OMMB1O-9
CHAIRGEUiS REUXNIS
Comupanhia Fran eza do Nave-

I ^ Vish mal MeHr 0
Sie, Lisbon, P4mauueoo, Bahia. D -',A
STRAMKR V
ViYUle deBaia
Cunmandante.BranBt
E espearado
lda EuropasatOo
da dia 2deojalbo,
a eaoqual depotesda
dewora dosos-
Betfume, IseguirA
a d ,-- parm os ports
de sua escala
acimpa roeferidt.
Roga-se a4 Sr importadores de eoarga po.
lo, vapors desta ha,, queiram apresootar
dentra o 6de as~, a q4otatr do4. descarga di~
amvamojagas, quakquer rodatnao Giaseenene
a esitums,, qum porvettura teoham seguldo
para os puartos do tmil, affm de soegamier dar a
tempo as pvm ic:aR m neolsarias.
lpiuldo o refoeo praao a'conr anhia uao


COMPANYH IA
Navegaglo co
-Fernando,

lh rente


CORRERR DOAt
INTERVEN~eAO D
Pestana


LEILALO
De miudezas. caudieiros a gaz
Constando


A *


eni6wis


o mezas para fazendas brancas, unma
caiza com miudesas, cbhap s dector,
golas e poubos, bordados e entre-meios,
cordas de viola, caudieiros a gaz, keso-
nN dupositos para os viesIOs e ootros ar-
tigos existentes no 1 andar
A* rua do Marquez de Olinda n. 13
Agonte Pinto
sezt-feira *- do corrente
A'S t1 HORAS

LEILAO
De uMn reparUmento de amarelo qo0nba-
laustres para escriptorio, mesas e differentes
objects e miudetas, pertengas d'um bararde
prenoias e 1 capdieiro a gaz.
Sexta-feira 22 do corrente
A's ILI horas
gente Pinto
Rua do Marquez de Olinda a. 13


VISOSI DIVERSOS

-Nesta typograp

Icompta-se urn exemplar
da obraNOXES DA VIR-

GEM, por ViVotriano Pa-
Ihares. .' +..

Calados de iverno
Sapatos deo borracha, ploctss, tamancosde
Bordeaux e sapatoes de Nantes, tudo chegado
de novo; na rua Nova u. 16, loja denospiada
Vspor Francez. I
Precisa-se de uma ama para co0iihba ;
na rue Imperial n. 7, padaria.


Raymundo Ferrorira Batbosa
Fraacim Manoel Accioli, Ioeeuim Peres
Rodovglbo, Francisco da Silva Barros, Atonio
Ferreira da Luz.. Josd Lutda Serra Gavcaeo-
te, empregados da capaazia a lfaqoega des-
ta previeas, enm recoMaCho e pela ssuhosa
memoea do filado conferoarte Raymundu Fer-
reira Barbosa. coridvdam aos aigos do mweimo
para. assitirem a uma miss. que paodaw. re-
sAr por alma do mesoe6 fiado. ua igreja mai-
triz da Boa- Vista, s 7 boras de, o ha ddid
30 do corrente mez, tripesimo do sn pass&-
monto ve k '.'
^ 11 i^^. ^a .ta Ribo*iro, ba roa-
r Iher,filbos, canbados
o sobrinhos m u i t o
Vgradecem aos que
acopaibharI a a I e-
yvar a epuktursa os res-
tos' mortaen de- sus
pre ia sapa, mai e av6 D. Senborinha Ger
mans do pirth o Santo, e0 os onidaia, bem
eomo as pessoas do suas relavOes par as mis
ses do 7' dia que serlo rsada4 saa rodemo
Terceira deS. -Franrisco, quinta feira 21 do
Oorrtex 8 boras da nhLa
Os alumnos do, collegio
SOnze de Agoslo, feido no
inUmo d'al.vaapela. Io0te
d le seo coega 'e amigo
Dornogp&Sorianos de Al.
buquoerqts Maranblo, re
solveram pandar djzef
dt dalgamas miss W-no dia23
[do orren*; rib vsatriz, da Boa Vista, pla1s 7 bo-
Iras da manos e para Ireseios doemoftde on-
vidam Os par entes e jkaigco do aesmo finado


Todo o mimildo des do l o4 .u t t ;i.i. ): i (.,;ico
distinetos mlediio i i-a iuhi!fe cina de Pa.ris, cprincipalintit! os sir-
Dres RICORD, tBi.aCH ., "i'ittt:.i.:. .
NiLATON, Pi'ORRYo1, 1or-it. oin'r.irifo os
melhores resultadlos.io l.itaaitvnnto alieccoes escrophulosas, lymphati-
cams. cancrosas, tuberculosis. nos da
earie doe osLos, dos tumorcs bran-
cos., da papeira ou bocio, das mo-
knitia chroicas, da pelle, dat agrura
Oo Imeue, d8Ai accidents secundav
ries e teTciirios da syphilis, etc.


I.: + :_.,,tt pnd I' >'*! .it ;~ripii. Tradoem
wl ,;. ,':. 'mgua. L:1,i f'i pr Iktonvenliente
v i t;', i' ; I- l<;t O ('stOif dj o e delter-
I~iii;ti.> +-:r''-<-s.--o _';>! r~lil'.j':.rs
Ein v -la; d'isLo, u., nlmdicos a'-iia men-
(io0~i'.t' ,-t's'Ol. f x', ip.-'xni[ien.o d'este
f.iio o :i'-'lrio. o Xarope de casca
de la.anja armarga de Laroze, o qual,
pt0 1. ) t, ;.-- 1u ili a I it- o ojo .ar-iOS do
,I I.)Ircll." ,l g ,tivo, I'tnilit.'t at :.orpeao
(fi1er irritai'i< e ?n,'r-a'iit, qut- ,moatinue
o tiral '-.lllito sill iiory *" r .iihum
aLccJe-li t.. i 1c COi-i l ,tor-l;tber.:'4i lC21Lo.


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I.J BISUUTO
SrtUi o pwilagfiada. anram
u m *can anr o esiomago.
uBsendam assim coma a
nunca oausa ftcci4,ntes.
K o de.*^ _


kI 0 QUISAI FIa provado po des sa do b e Dorn Oxto v pota
asl ebres mdoaqe sam asaoado da Cowsm e o Fae'u
poderoto regenrador pncuar : lWar-M I oil wjol di
s6- as Biduft o maU!ps oP.n as
4el U e.6 -ami o T)
reune tudo wvto Butre a fortalmc oxgos M. ilrt
a Me forwIs. oduue a'a aafu ordioio uCar'
Wiw& ,44 ilpitow 1-1f 0- --6 P- pdoePa.


( A


PO
dol
do


-Viente Alives Marhefo, retirando-se tern- de
porarlawmeaate pars a Europai Oeixa durante a ls
sua ausuaclm cowo oeus procuradore's, !Pa ran
tratar-em de todos o sous neaocios ao8 St. MX
MaIoel Jo Carneiro e at ftlho Hormino, Al- $
vew Maghado, e para os anegooios judiciaes que
possem apparecer ao Sr. major Joo Caeta0 d
de Abreu. -'00


Usa pessoa c+impette utemtte habio4a
na arte doe florimsta e propbe a dar li-oe ra*
casas partiulares ou emslgumrn collegio; qoem
do soeu presUtimnou se qizer utlisar, p6de do-Mar
o tseu adresse na livaria Keonomiles A- rua It
ft Virgo i(ou'ora do Creopo) a. par *or
[ crdo _____ __. ^_ 'l
-. Precis a se de o criao: a tratar ua 'tu
VO Commecmio n. 37,4 0andar.
Fugio do oangenbo Mutsurep. comarcade
Iguarassu, no dia 4 do coreetoe mez, um'4-
crave de nome Sebasti.o, d12 annos- deola_
de, bastante pieto da cOr, altura regular, A
.bellos soltoO, olbos grades e brancos, nariz
*filado, pes granules oala gos, lhem umar em-
triz por baixo d. brago esqoerdo em cima dw"
oostellas: qiem o pegar traga-o bo .semo
engenbo, qua ser generosamenLate recompen-
eado, ou n rua larga do Rosario, em casado
Si. Amaral n. 37.
Precisa se de uma oa para lavar a-
gommiar; a tratar Bs raa a do Baro da-Vid-
ria n. 41. -______:_
Dinbheiro sob bypotbeca em bens de razi,
no 2 andar do'sobrado n. 41 4 rua do -Rangel
so dira quen da.
Aiujga-se ou vende-so o sodfrado stto6a,


-D. Auua
0 gi, irmfios
Orarla do A t
r a a"&Uree
S88. matcram
eta cidada, m<
8 boris da a


a de Attayde
Tiguelredo..
puibdos da hifedhiz D. J
dil Figuelredo, 'salo con
a uim amissa, que ona m
to da fregoezia de S.
nenda no dia 23 do cormt
Abl, resr pelo repouso4
nna Porfrioa de IAttvd


Aus para cr" os e -pos. a
s para graht. taillua, to=n
ne can separada que 6 pi
; tratar m a rua do Impe


nuieOrO 46. ._
Aldugase a caa n. a18 rudoae Nones M-
crbdo, limpa e bua para fsAteih; a casa n. 17
no largo d e Apiucos. e oatra naa corn mpe
queno oiau no Espinheiro &-travissa da Hora :
a trtar no segundo ,anda r do iobrado p. 14 A
rua dO ROgOl, eu corn Aogsto Ortvivdedu
Souza. .; .._ -____

-Th&s ro da Familia
eta fiaM do prelo atd a f&iead rboe desta
Atil- e imiao obra d que se ptsvine aus
senhores ass4gna:tes: A a do Imrpere4or
naerol75.
.* :.... ss^


Na rua
com pro;


i-se


doe
)or rua
Prui
Ih-0


As aftpga stomap lovidms pesa maior "A*,, ao pomo oao gtutros qu
ssauI 9m .pwer a digeitao. A k lref. IA ULT e, preparadLam eosucc.
Pr do carmeiro, trn a propiedede d no homem, este lemento da digest!o.
a sbstencia qe coqantameute cn o lacid ctic, transfqrua, no estomago, a carno
do8 en w& a ium asmravelave quo 60anamiat dao Ibrmfaodo sangue.
WMelor do-pe, qui suer *afts aen -, Ao 1 dos 6- genera"OS censervaa pepsina;
9iou6~~lll~K O a fi naT~ d titquo 6 prefervel administrar ,ste ndmedicamentx. OB~~
doT prepare agradaveli ao g curan prwom :
m igPlB tCB, a | iriBem. mldouz o
.Dfosdlwv ft o "'In 0 i
M an u 0 I l..__ As ,i--- _a !
tmAs f sies~ehlwu~.bt" A" a -wmsi~doua.. s
a-1 __*T^M* -SM?^ .
-+ + wtt- wtii,0Id0-o-d lta^M
_Athoftma o m aific- m 4aas amu as in

a so mno do Gstmmi ascai
BWA~gITO KA8 MUOWAVOIBAKAIS P3H~r* D MOCABa.


A =fXWaqio : I'AtR17 22. Lwaleart Xiout .
--OKE-SMILIE. Affeccbe. :symphaticas, doergas
te %Iru Bgestives, Obitrwc6es do fgd e do bWc,
Ostt'xCWS-c- -TseefieM, comer'6eie cakulosas da bile.
NOPITAL. A 'cii as \ais ;iasrgvttiva(, Inco.n-
miodu do estomago, ..J.c*to ditcil, inap2 1nifalcrlira, Apy.ep.-ija
dLfTIUS A.'.,, ,lo, ri:., da bex'g.a, areMs,
*mcrecc.s lasMartnas, cota. dialbete, alhuminurth.
UTEPIIe. -- ffa-ct;6e. do nrns. da bexzlg. arei
oa9r"&6,.> das ourinnts. comn. diabetes, albumninudr
EXIGA-SE #
o NO LE DAL FOITE .A CAPSULE
A Ag uas das Fctes ide Vichy, acima Rome-
ilas, ahao-se en. P,)-unmh .co, em casa do
jUiISMEIKDYcLABILLE,3J,,.ioComnerio.

Libh tIndia Ple Ale

8. SMITH BLACGWALL, LONORES
Onalca ?Tedaiha de Med a lha l'A edniha Is Medail .
I Case de aro- Exm .c- .i.,ey Melbourne
Vienna 1S73 PA.ris f473 "'7 I fN*
A Anglo Bavarian Brewery CP, export
tna ecrvea iJlaglea 3'ale ..!.e, fabt:iada segimndo
_'stcira avaro.
E sta corve'a 6 dliclosa, t:n -'',rie,.adcs tonl-
es e estlmnulantes, !iavo o 'o.g ;1uz 0' ," ",igradavels
Sffcl0oS das cOrvoags !tu>-. ":'.",.ie furopeas
e d a raats ierredta. -oi. s tccdOL :-. ,- i;nlidade to-
Gas as ccrvejas dom ir>-,';o.
Nos Concursos, u i. +.,.a di \,-,: .:posic5es.
obtevc clla as; se&,+ u:::- ii,''oo-: .. M.te e-

prinueiro plan,'), ud s ,- .\...-'),. c:q.,sga em
* co+1rrccia cCi] as (;Y nu.i" a:ndd)s fabric.
* cautesIc cerveja U:: 1 t'lii-' ^tloi~i:-edo mieitrbo
ie +l(, em "e, ,.+:e :' "",+,, t de.,0 lawse

QO ,i. ,a tbi'crvar (ltii ..... *'its .;.-... SIAS S
+ B ''C achIl-so ts:2. e ,,tu o ':v. C rui. A:iflgaR-
rinici -se de:-irir e. i ;) C mit
rafe.dor c agctc,
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EM ESUS LUGARE& S. 'AZ 46O ATO
PAM1 TOPOS OS CONCERTOS HQ
Ambiques doAbro54e r
a* naria nio caremCflded4 0a^a
S* frfad, pedendo sea. ,a'Id eu slj b, e dIl
Maow rIIi o#
i r ueraiquo de Igol t -,ep" ahda olpl p d.


.z.41 .m.i a e i.Iants..
MOWPAS 4ee v"" U&S'; kV14.4. R~tr"W4's pr~s ~
am" &dVON, ame .me vapee. sern ds mm*e 1 *t'.
rm*e, p..endo tecar aguMa mealturrdo lt4m"tapahs, 4
u meews, per un uminRi e-. P der0r v*t lS 6 IbAb i

FORMS
TEM GRANDE NME kVEN ER

FU D0 DO BOWMAN
RUA DO -BRUM No..M--PASS .. ,"-0
_______ -*~ ~ ~ ~ ~ ~ + -: :2I-f +:- 1 f'1 l^A~~llll*l:1-1^ ^i .1


I*kmi


- M~.,NLAkW& uL9%ANMAL


N. 25--Rua do .Baro Vco ,*--N.25
J. C. Levy & f.,
como successores de f1 i A s ea iu
macia acaba do pass apo utma
was tambem quanta nsrSOUS "ua0
variadissi'mo sortlivoto desm.is i
A venda os soguintes medicymsntosp
Jos, Francisco Bittenoourt, em pre| dap "h p .1-- mod:a
ELIXIR DOPURATIVO poderoso r nedb cmra as molestIs, syp*M49ts, Ps
neas. rheumAticas, gotosasa tc.
VINHO DR CAPEA.n&o enow I deos4e0tI*a wileeitUdo f ad#.,o"hio
anemias etc. ..
XAROPE DR JARAMARACAR"UeSiieql.aostta s bromcbiwo etc.
AGUA ANTI-PERIODICA,, "ctwbtm ebsnlettiltetese paludosas.
PEITORAL D C RADBO IR TATUW,$ *o. mdieamato eittsta btoithlts4j WOO-e
= uvulsa et0 .I r :!* ... ..
ELIXIR EMEAGO Opoderetmbeo 1 egato costra a irgsistldndos dMri
tranglo etc.
E muitos Outros prepand"owVs


PARA JI I
F-P
BA RTH
Pharmacemieo dta mmcoa r
doversa. *xqp9e. o
Union composto, cui boe"
por isso set asado por ,4 p )W
saude. Est agua admiraot -tll
brilho natial, s &* 0' t nh
conhecidas tern um aroma agn
ras, ainda l mats di eis. -A
Vos, quer a applicagao aeja .4miiU
nabeva. 1 *is& im.


PHA
34-Rwmmu


UUIFW tTl l 1iJ&L


U4I MA & EMW IOG4RIA&DA


ELXIR


f: l


Praa da Ia ndenca

S* i "- o o $ 6 0

0 abalxo .assi6oad ven1ea 'ea
os efts biltetg rsatidos da lotoeri.
13* a sertb de WO em 2 quarto
n.04.aaodel em 2 quarton.011-,
aUlm de oultra do 326,160 e 8-8M.
SCoviAda os posasaidore a viremt re-
reber sem desconto algum ,
0aalisvioad~oltaexpos-
to A veda ,s nus felizes bilhetes ga
raatidoe da loteria 140),9 a bsfi dad
igreja do Amparo da cidad.e de .i a
qix to 4 eztrahES. doIe a *
feita, 19 do c.rre.te,,..

| Bih inteiros 41000
MOWS 28W
Quarto* 1$000
Em po d9io IJ0000 pama
A a
Bilota ioteiroa 85
U.'fw..'. ii-^
Au$.mi An Avq~ssto det Sat jfpf?


juartos #^ i. ,6II 'e sort de
&OOSO A u* te"J. 64 cora
a sorte de 260MO", 0txis quartos de n.
617 bom a o SO te Ift^,6 ADt uditos
tambem n, 2,966 corn a softe -d oOW, e
uni iaet de n.o2,715 com a sortede
,100o0; adm de outros, prtnmios de
^||m00 6|p9 1 6000e4 ., .i k
0 neamo abaixo assignado convid
aoe posuidores a virem reieber no
oonformidade do Westfx~, I e
*.to al~t a .1.1 .. ... -'\* .. .. +il : ,.*/ ^ ^ ^ f
Acb ~ams #enda fo fligelf bio-
tea pIratidos da92.a pariteIdfltem a
bofOeneio dt i igja do Aumpard*10t-
d1401,qu se o iira
i9 db cErrente. .. ,
... PREgO -S .....
Bilhete inteiro 4600
1 Maio 20M* ,.< ^- '-^


Bilbete. dn$9$ro,


E' um meioditiaiel e tio9 ++ m
phulosas. Enchaiees dasgulau segundarios de syphilis, bemorrhoids, $,ei te t
parno da cara, erupes de pelle e todas as mIhatlt eetl $ igema lm-
pueza do sangne.
D6se: uma colder doe pa, trees veeep1r. dl.. I '' :.. .
Dieta: o doente deve abster-se de doce, viWagre, acido, licor'es, e omi.
daw upim entadas., : .. e "
0 elixir tern um sabor agradavel so paiedaN *aEs |iftoS na con.
tom material alguma nociva o buprejudicial a costa ort.ais &-lcada
que seja. .: '
Preparadol *11' peUM


USSB~SO qI
do'
iawai.na na


do sentur f t .enbo MelanciaJ
dim. : "
a ITpa 18 '&ane, 6 inulato. df?
piOnlos. eco, e sempre -ie fall
lme rio ; de Pequr, pr-
epeja em BBJardlm,. em corn
imeiro: qa" osi apprehender e
ferido eugeubo, seri generosa-
ipepsatdo. ______,,


Preparado especialmente para India e
outros cLimas quentes corn a assisten-
ci's de medicos muito distinctos.
O unico tonico natrittvo e ao oasseo tempo
forfalecente: umas preparaio da veroadeira
ossencia de came, vianbo, quin e outros valio-
sos iutritivos ingredient s nervinos,-mui-
to gostoso, e facil do digostlo, e pode ser to-
mado mesmo por pessoas cujo estomago n1o
oceilta nutrimento solid debaixo de qualquer
forma.
A' todas as pesseas quo se acharem expos-
tas a excess de fadiga, on is infiuencias do-
bifitantWs de um olima. quente, 6 m uo. pro-
veitoso comno mrstaurativ. ,
Em relacao as febres 6 uam gente prevenU-
vYe, como ambem curativo; d4 vigor e ener-
gia so oorpo human, na dOemca, sna sace, e
aestimalando as Iunegoes do figado. ajudando
o estomago na digestlo, e 6 um nremedio valio-
so pars debilidade e todas as doengas sasola-
dor#* 1 *
Sdorm. VINHO DE, CARNE
Sem contestagco pode-se descrever como
alt81 nto e babida, comtudo em sea r intoxi-
canto..
'riUilegiados e uwicos fabricantes
J. S. ALEXANDRE, RUA ALDERS-
SGAT, N. 115 LONDRES.
VX068O AGBETUESEK PERINAMB UCO
SAdamson Howie& Q.
14ie vedanas prineipaes
I- .. ..- harmacias

Escravo fugido
Em 1 7 de junho deste ano frglo do enge-
nbo paraiho, terinode Rio Formoso, o escravo
Jolp, patto e nto Sdr&. padre Miguel Peres.
deo Azevedo Faloo, o qua l tem 28 anos de
itade e o setguintes signases : alto, beron pre-
to, rosto comprido e liso, nariz afilado, pernas
finas, p6s grandes, um tatoe inchadoso e bas-
tante apalbetados; #m fatla de dous ou tires
dos dees lsde cima e tm e falls descanlada;
levw um martello, um compasso pequeno e
u& elher de pedteiro, de c jo officio enlede
ptUco Quea o apprebender e levar ao e
nho Paraizo, on no Recife sos Srs. Cunha Ir-
aaoes & C., seria vemunerado pom. generosi.
dVde.


poso, tem pouco cabsllo na ada a sU cl as
masi pretas qu ltodo o corpo.1 Da-se 50W
a qqea o eatregar vouteogefbo o a

Ewravos N, lugidos
Do eDgenho Cozoeirs-Bella, do trine do It..
moelro, fugiram no mez de abril proximo pas-
s<4o, oaws o il9uintes:
1tibi., embooolo, .anos de oiade, aUura
e cempo regulares, bom espadaudo, pernasf-i
paspf bemfeitom, anda muito apresiado,
irabalha deo estre de assucar e taxeiro.
Henrique, cabra, altura e corpo regulates,
cabellos carapinhos, repres6entta ta 30 aDnnos.
Luiz, mulato, altura e orpo) regulars, ca
bells crespos, tern panpos retos no fosto,
boxecbas muilto encovadas, devido a falta de
denotes, conserva sempre cicatrizes ou feridas
nas pernas; pede-se a apprehensLo dos ref(.
ridos escravos, e a sua entrega no engeonho
acima, on no Recife a rua do Bom Jesus n. 45,
esariptorio dos St. Temooral Filhos, que 6er
geonerosameunt gratifeado.

FUGiO
Do engenho Car Assfi, comarca de Barreil
ros, fugio no dia 2 de favereiro o escravo In-.
nocencio, corn 0 annoa de idade, levando rou-
pa de brim e aum paletot de casemira. Foi com-
prado no Biquae ha oito annos, pouco mais
on menos, e presume-se tsr ido paa lIa on
para os lados de Alagoas, onde ja te n ,ido'
apprehen(Udo alguums vezes, teom osignaes
seguintes: baixo, corpo regular, c6r scab -
clada on mutato escaro, cabdilos carapinhos.
falta de denies, olbos grades. p6s grossos,
muito ladino e intitula-se forro: quem o ap-
prehender, leve-o so refedido engenbo ou so
Recife, praga do Corpo Santo n.,15, que sera
recompensado. .

Fugiram
do engenbo Algodosaes, da comarca do Cabo#
ua noite do 23 para 2% do corrente mez de
junho os escravos Faustino e lgnez, casados,
ambos pretos,eregOlam 40 annos, pouco mais
ou menos, sendoque o negro 6 alto, bemrn pa.
recido, bons denIes, pbysionomia alegre. tiui-
topouga btrba, eAsta esma ebaixo to quei-
xo, tendo portanto as faeas Rss, e um pouco
mais proto o que a noera, e esta por sua vez
tambem 6 a lta te m falts de detes. e a cara sj
corn algumas rugas.; desconfia-se qu e 'enham
tornado o caminbo do ser&o da comarca de
Afogados de I"qazeira d'onde vieram : quemn
os capturar e leval-os so dito engenho, ou A
tuadolmperador, era bemrn recompeousedo.
Moveb
Compra-se, vende-se, alga-soe troca-se
mIoveis novu e uados de tod s as qualidades.
As compras effeatam-ue do prompt a di-
nheiro a vista, q uafqer que soja asa iupor-
tancia.
Em todes as transaces, so rtomadas em
consideraoq as tafMesidads dos Srs. preten.
denotes, quo encontrarlo maiores vantagens
do aue em outra quafquer paste.
ARMAZ UM DE MQVEIS
(A rua o Duquee Caxiss n. 37)


a-er,.


Continue
"ml.i. An


is afhw!om 0 Oewo9 Aatoqio*
de 40 e tantos as estti
a deo faridas em u= sos o.m-
va embreapar-se, levou hlca
; foi escravo do tenente-corQnel
tad a er. ipan p ...
;ida a eacrava Romans, parda,


-o9, pretoe, de 10 5 sanos, magro ou ec-
c do corpo, de altar Mms qo regular, per-
nas finat. p6s au poapnqabe apolbetados, oer
fals de eLaddonh dese ues treutse m n
eleAs DIm ewems pords; ussesa s
yba, 4o Rio roni4s do Ntof. 6m podpr
doeliado Joan Karins, passaDdo at a sni Bufi-
tho que o vandeu, passou annos uaSerra do
Martins, e counbce 6utr s sertees moemo des-
ta proviacia e da Pahryba: queu defle der
noticia ou conduzil o so engenho PimentL ns
comarca do Cabo, ou A rua do Queimado A Deo-
metrie Bastos, 4era geerireamente rcompen-
Sado.


4*saa do'


:CVriao e !|
:1 d e e de umr a ooinhara e A d,
Ji r4 aro di elena p inau. S i 3.


3! a O H bM r grateficoe :
sAintou-seo 40engonbo Tabooas. at,'*-
neo d io d'Albo, no 41a 25 do MeO
Ibo, aWestvo M yb63, Co n co Siign
guintes: cOr fula, cabeca redonda, ca
rtreonlbos, deatadura perfeitsi, be= fei do*
rooro & do torpo, tem 29 annDs de idade, pO-
rho represonta, pela pbysionowua, 24. e"
petineWiaodo a barbar a tem poucos csJa!I
no qeixo, tern oas peitos crazados do ci "
losI, bem feito de p6s, altura regular, 6d af
Sdo referido eogenho, cargueiro e carrel,
Iuaa ft&l., 6 provavel aoue esteja trlabalk-
do em igml a estrada de ferro, ouo alemM
Iss' ouBgono Oamo carreiro, corn titulo de faton;
MI p -t e atSquem o apprehender, quo leve-o aW
te diM re genho, ou A rua Formosa o. 43.


Fugio
do enoenho Cuyambuca, term de Agua-Prtat
no 01 13 de maio deste anno, o escravo Fer-
nando. eomrn os signaes seguintes : preto, 2B
annos de idade, imuito feio, altuia relWri,
oorpulento, cabellos carapinhos, cars |ary,
olhos pequenos, palpebras grossas, nariz csa-
to, befcos grossos, boos denus nr frente, p6s
grandites e apalbetados, anda teso e trcaras
pet, *teti uin pequeno buco, fallaite e iabe
ler alguaa cousa, desconfia-se que tenha se-
auido para o norte e que ande camorn um bah!L
vendendo miuitrzas, intitulando-se de forro;
dise 006 a quem o apprebender e leval-o ao
seu senhor no engenbo acima.
Aos senhores pais de Ia-
milia
Uma senhora sufficientemente habilitada em
primoeirasl iettras, francez e geographia, bern
Wozo em todos os trabolhos de agulba, pre-
tende abrir no Io deo agosto proximo vindouro
uma aula para o ensino das referidas materiaS,
na rea do Leao Goroado n. 8, e desde ja offe-
reee seus services a aquelles que delles so
quieroem aproveita r.

Attenyiao
Ausentou-se hojel7 ais 11 hborasdo dia dacau
do Sr. Joaquim Bernardo dos Reis, urn men-
no de nome Maioel de ALmeida, de 12 annos do
idade, seu reooinmmendado, vindo uliinimente
de MaceiJ6;pedeo-se as pessoas que d'elle sou-
berem, que tenbam t bondade do levar A rua
larga do.Rosario n. 30.
Ao Commercio
Adolpho Birid liquidatario da casa commer-
cial do De Lailhacar & C., declara que esta fir-
ma pada deve nesta praca nemr fora iella.
Sealguem soe julgar credor, p6de apresentar
sua conta a rua do Imperador n. 32, no prazo
do quinze dias 6 con tar desta. findo o qttal
nlo attendera a reclamacto alguma.
Recife, 15 de j ulho de 1881.
_________ A. Birli.
Companhia lyrical
Roubo
Domingo a noute roubaram em casa do bW
Iheteiro do theatro dous camarotes, sendo umn
de 1l ordain letra A e 3a ordem n. 48. previne-
se"que nlo pode ser comprodo par pessoa al-
gums, pols nAo terlo entrada no espectaculo
de hoje 19 de julho, beneficio de Laura Carac-
ciolo
Cigarros
Querel livrar-vos de doenas
no estomnago
FABRIC DO CABOCLO
ESTABELECIDA EM 1858
26-RUA DO VIGARIO-26
Os proiki4arios d'esta fabric scientificam a
seaus numersoos freguezes tanto desta proving.
cia como dag do norte e sul do imperio que
continue no enu estabelecimento a vender-se,
tanto a retalho como por grosso, seus acredi-
tados cigars, fabrkcados corn os mais espe-
ciaos (umos de Minas e Goyaz.
snIe os do pimmada declara que seus i-
Hrospk isestos1de todo e qualquer artiIaD
aw om defuinus generosos.
W'esta nti*k e bern conhecida fabric di-se
Sesdesstos ei qaualquer quantidade de 1 n6-
Ibeiro para cima corn 30 dias a contar da ulti-
Mae re6isa.
Teado mais do um... podido obter seus es-
tulk* depois de ja servidos, se servindo dAUe.
dIteora quo seus oigarros vlo marcados Im
ortsalbas cornm o ditico de suM fabric, pede
a e l OJIsumidoKtS o especial obSequio o
inualisal-os, caso os Srs. compradores que
rotalbsm nao os vendam, poin quo em muoata
fabrics so Ihs coumpram para serem inutiIIM-
dos, evitando por esta forma falsificacoes.
DenominaQao de meus cigatio
Marca registrada na meretissima junta
corn mercial.
Baudaveis 105000
Sevpa Pinto 85000
sitivos 7,000
Perola de Goyaz 85000
Apreziveis 6500
Catraio 65500
Sociaes 45l50 .0
Rocainbole 45000
Imperiaes 65000
Populates 65000
Continna o Sr. Antonio Martins gerindo .
oba fabrics A perto de 18 snnos.
Itetle.t de marco de 1884.
Viuva, Arauwo Brags & C.


al


25-RUA


os sei


ALUGk&SE
asa terrea A rua de Paysandu n. 3, cornm agua
Bberibe e gasz: a tratar na rua do Vigari
L:^ *1 1 1 ;. :^ 1 11! i
Casa para alugar-"
A d rua do Dias Cardoso, odtr'ora 4l
ersiri n. 80, corn boos commodos par
milia, bom quintal e fresca, e prepo co,
odo: tratar corn o seu propIrieti.,
cor l Decio, em sea escriptorio a rua
Mr de Olinda n. 2, L.,-audar.:!
Quem sober
Preaia-se de unmspessoa que saib4 4gza
t--itsdlepapeiI9 corn porfoilAo; a ~ Ie
r, Prncipe n.22 A.


fede-s o&. Antoio noBezerraSem l
a bondade do apparecer aru i
BiWA aiMbla~lrf W. 1


9






~ 6'




'4


+--+ ... ... .. ...................... .



























ro grabda.
*, arreloes


i, I n as0
.. rep do Pata d
rua dasTrinchejm
adeiro n
tlamd


I Barricas de 4C0 libra : a ru ft A*wIa I.
? L '~ *1 ,,



Do collarinhos de 2S400 a 0O0
Os barat.eiros da aBo Vista liquidam uma
granm4e quanti'lade do collarinhos brancom pare
komens pelo baratissimo preoo de 25)40 e
SfOO a luzia. por ter comprido grande porl&o,
lAe us n tja da rua da Imnperatriz n. 40, esqui-
W do'becco dos Ferreiros.
i Formas galvanisadab
Tavares de Mellto, genro & C. t6m para ven-
der em sea escriptorio, A prage do Corpo San-
to n. 15, ltOrmas galvanisadas cbeffadas ao ul-
Uimo vapor. A muita sahida quo ell terno tidy
prova suffcientemente a sue boa qu lade e
modico preCo. A'ellas, pots, antes f, se
scabeoo.
Espelhos randes
ovaes, com elegantes molduras e Bores doura-
dos. e vidro laceado. proprio parsal Wo. Ven-
dem-se no Bazar Victoria, rua do Barao da
Victoria a. 2.

NOTIOIA PROVEITOSA


IReunir o until aso agradavel; eis o quo todos
splauiem), e corn razlo... pis bern a Nova
Esperanca i rua Duque de Caxias n. 63, tern
executado este apreciavel programme : visto
cotbo acab. de receber ditectamento da Euro-
pa por intermedio dos Srs. babeis corres,'on-
dentes, o quo de mais novo e iegante existe
]noMundo das modas: e tanto assim e, quo
uando se v um bonito vestido, enfeitado a
Caprichn, ou algumn aroma esquisito e agrada-
l sentir-se escapar do banco lenco de flta
catbraia, flnaimente quando se v0 qualquer
artigo de inteira novidade e phantasi alo so
porgunlta oie ternm comprado, todos o affirmam
e oacitaimente s6 na Nova EspranQa a rua Du-
s que de (axlis n. 63. e e prego I j4 se sabe ome-
dico: 6 o abatimento, por excellencia aprecia.
do do sexo amovel, a quemr, o su pr!prietarlo
ufana-se emn bern servir ja tratando coa aquel-
le resoeito a que tern jus, e jia servindo con
aquelle agrado die que 6 merecedor: eis por
taato reurnio o ut.l ao tgradavel e para prova
do expendido a Nova Esperanga conVida a to-
dos em geral, e em particular as Exmas. aman
/ toe do born torn a vireom apreciar os artigos de
sua reparticAo no que- esta oompletamoente sor-
tide.


Gpande liquidacio
E
Pechinchas
NA LOJA DOS BARATEIROS
BOk-VISTA


DA


FastOes matizados em acentosbrancos, com
larglra de chita fcanceza e cores fixas, pro-
prias pira v~stidos, covado a 280 rW.
Pompalours finissimos, chitas con deze-
nhos a pompaCoours con padrOes claros
e esauros, fazenda que nao desbota, covado a
280 rs.
Gargordes de I& para vestidos, sendo fa-
zeoda de baa qudlidade e muita fantazia, co-
vado 280 re.
Cretones muito encorpados para vestidos,
teondo padr5 Is claros e escuros, e cores fiues,
covado a 320
Fustlo branco fazenda mauito boa pars vesti
dos e roupas pare anriangas, covado a 400 res.
Ditos cor de perola, fazenda de muito gos-
to para vestido, covado a 360 rs.
Lanzinhas de quadrinbos, fazenda de alta
faotazia para vestidos, covado a 200 rs,
Linhos de urnsma s6 cor, tend de todasas
cores a 160; de todas estas fazendas dbo-se
amostras deixando penhor na iojs da rqada
Imperatriz n. 40, esquina do beccodos Fer-
reiros.
Chitas clarns e escuras oom delicados pa-
drOes, covado a 200 rs.
_Urandos pechinchas
EM BOUPAS
Na loja dos barateiros da Boa-
Vista, vende-se
Calcas de casimiras escuras e claras, fa-
zenda muito boa a 5"000 a 5W0O.
Dtas muito finas para 7$000 a S8O0.
Paletots de ca-. imira de cor muito bemrn feitos
a 86500 o sendo forrado a 85500.
Dito do dita prata de agonal a gorgurio for-
radoes e muito bern feitos a 105)00.
Dito do alpaca preta de 85000 at 71500.
Camisas modernas corn peito de algodlo
knitando linito a 2000 t 2(500.
Ditas modernas corn peito de linbo de 48000
at6 5$000.
Seroulas de greguella fazenda muito encor-
padsae muito bemrn feitas a 1W00 e 1600.
Colchas de gangs forradas pare ceama a
800 ea W10.
Ditardo fuatio aloochoadas t( 500.
rambres de cretone ouito br tleitoS 1


FORMAS PARA AS-


SUCAR
Novo system


d fori.


mas amcricanas para a&
stcar, feitas de mad
amosiras no escrip d
radars Brotors & C.,
pwdoCGorpoSanto no


SAIM tMrA T m1= A iAR _


va otagw
.4b..\


dmf
.ini


w. rq
As xna sahrscl
Trscasde d calwHos: nature, comprimento
pan mais do 4 paiaios e cabeflqs comipridos,
a 7e 85000.
Coqoes &4 a, $ 0.
Crespos 5 e 60(000 o par.
Gomos a 6$000 a duzia.
E muitas outras obras de cabello que se ven-
dem. baratas.
A' rua do Marquez de Olinds n. 21, 1. andar,
Satso do cabellereiro
Por cimw da loja dd trastes
As Exmas. senhoras
0 proprletarie do Ioja de fazendas da rue do
Cabugi a. 2 A, ct ama a sttenC&o ds EXmas.
tawilias para us pregos de seus artigos abaizo,
som competencia actualmente no mercado a va-
rejo; como s*j4m : 'A
Zephbire do lisuas a 100 rs. o covado I
baptistes ines tvm flor a 200 ra. o covado !
Cretooes Pompadour a ,320 re. o covado I
Ditos petit-pois a 36 J rs. o covado.
Cambraka transparente a 3800 a peea.
Ditas finas a 4$, 00.4500e 000 a pega.
Baptistes do uma s6 cor a 240 rs. o covado.'
Vestuarios para crianga' 3S00S! I! t
Toalbas felpudss para roato a 45500 a duzia I
Greguela de algodbo propri, para toahlbas de
mesa e lenC6es a 500 rs. a vars.
i5.Mantilhas de fl]J preto a 20(10 !
E' corn os homes


000 duzias de collarinhos de various gostos a
esc Iber a 2S0l0 a duzia
Rua do CabugAi n. 2 A
Loja do Rodrigues

Vende se
uma escrava decOr presa, de 17 annos deida-
de, coam principio de oostura, engomma e Co-
zinha o trivial, nAo tern vicios; para ver, na
rua da Paz n. 13, e pars tratar, na rua do Ba-
rio da Victoria n. 51, das 6 as 9 da manhi, e
das 4 em diante da tarde.
Bicosde algod&o de Cores, pecgs, a 400
e 500 rf.
Pare baptisado:
vestuarios d cainmbraia, enfeitados.
Sapatinbo de setim e de peollica.
(hap6os de seda enfeitados.
Meias do seda branca
Fitas brancas de gorgurao de setim, e fran-
jas dooradas.
Plumas para chap6o, flores em ramos para en-
feiteade vestidos e de chapdoe: vende-se no
Bazar Victoria n. 2, A rua do Bailo do Vic-
toria.
NOVIDADES
QUE IET B'EKAEM
Grosdenaple preto de seda
a 1200I, 15800, 29000 e 2S500
Slo de muito mais dinbeiro e s6 se vendem
portLAo barato prego. por hayer grande quan-
tidade de covados na
FRAGATA AMAZONAS
Rua do Duque de Caxias n. 47
Alpacas a Pompadour a 240 e
280 r6is o covado
Grande e lndo sortimento de fazenda inte-
ramente modern para vestidos.*
Alpacas lisas, cores sortidas a 400 rs. o co-
vado.
Cretones francezes de cor tsa, fazenda nova
para vestidos a 320 re. o covado.
Fichus de lII lindissimas a 3JOO.
Merinds de duas larguras, pare vestidos a
t5100.
Gorgorlo de 1o, cores iisas e lindas a 640 rs
Fragata Amazonas
Rua do Duque de Caxias n. 47

Espartilios
A 4(500 o 5a500
Vende-se muitu bons espartilhos, corn teci-
do de malba, pelo baratos preCo de 45500 : di-
tos couraca. os mais beo feitos quo teem
vinde o mercado, pelo baratissimo preco de
5(50 ; na loji da rua da Imperatriz n. 40, es-
quina do becco dos Ferroiros.
Chales de gorgordo
A 3roJ3
Chegou para a loja dos barateiros da Boa-
Vista, urn grande sortimento de bonitos chaise
do gorgor&Qo send manita grandes encorpa-
doe, qua so vendem pelo borato preo ide....
3500. cada urn. E' grade pecalucba; na rua
da Iuperatriz a. 40, oesquina io becco dos
Ferretros.
SSetinetes isas -
Cbegarar pars s loja do Barateiroe da BoS-
VWita as aai6 flas0imao netiretos deua
s6 cor, ara vestidos, toao do todas us -
sop; 'pPte s uam fos, n u.
4. BapetX* g W q4, iib. do bees. dos Par-
reIros,dandp-" amtistas corn penhor.
Cortiiados para camas e
jaiellas
A 05Q00, 7000 e 800W
_hogoh para a loj-i dos bara.lmos da Bo.-
isto iw gugrando sestioeatao diecortin.4os bar-
ddpra camas jae itais que e veat
b lojcim 4 n. iu9a1%M-pat. a. 40, esqasena d


A'ru largado Rourio 20
sempre grande sortimento qaridadot
vidros braumose do cOres, aswim n omao tad
quo patonen A suaofficina, .

00ALANGftO
Vende
especial fumo desflado, do Rio Novo, a 1o000
cada kilo.
36 Rua da Madre de Deus-38

i COUSA CHIC


a 3$000 a pepa
0 43 da rua Duque de Cav.as
SPegas de madapolo irlandez, muito fino a
35000 a pega, 6 pechincha, 6 peehincha.s6 o 43
Popeline mesclada
a 200 rs. o covado
E' PECHINCI.A
Mais popelines
Comn listas de seda de 500 a
240 o covado
Vende-se para liquidar a factura do fabrican-
te, venham comprar antes de aeabar.
Duqute deo Caxias n. 43
BoI1as e mallas


0 Bazar Victoria, acaba de receber malls
de madeira e bolCas de vaquetaa e de liuho,
para bomens e para senhoras, cu& tooa segu-
rang& pars vlageom, e vendem por prego muitus
commodo, na rua Nova n. 2.


LYMPHA VACCINICA INGLEZA
VENDE-SE NA
PHARMACIA no DR. SAXONO
43-Rua do Barbo da Victoria-43-


Akseis inteis
0 covado
Vendem-se bonitos rises dinhos francezes pro-
prios para vestidos, send de cores nmuito bo-
nitas e tambem tendo padres poprios par&
luto pelo barato preco de 120 rdis o covado, na
loja dos barateiros da Boa Vista, A rua da Im.
peratriz n. 40, esquina dobecco dos Ferreiros-

Bichas hamburg uezas
Chegadas pelo ultimo vapor, soa de primeirb
qualidade, e vendern-se muito em conta, teaoto
em porglo cornIq a retalho ; nm rua do Marquez
de Olinda n. 21, 1l aadar, sal&o de cabeleii.
rfiro.
Cimento e vinho Bor-
deaux
Santos & Araujo, travessa daMKadre.de Deus
n. It, vendeem a ciXC om 412 garrafas de vi-
nho Bordeaux mouito fino a 7$500, e barrica 4.
ciaoento pyramid verdiadeiro, por menos d'
queem outia quaiquer part.
A 25500 o cerfo
Vende-se carts e taboadas; na livraria Unt.
versal. rua doImperador n. 50.
Tafares dodelo, genre


Praga dIo Corpo Santo u. I&#


1" andar
Vendem a prazo qu a dinheiro


corn


d4s


cowto
Ca) nova do 4Lsboa.
Oleo do, ocot6.
Potasa da Russia.
Enzadas d Porto.
Escu'madeiras.
Pasemadires.


,20reisbam .04~a4.u~
0804~a Weina 3 i 0 4io* On~e
PpeUin escosszas a 140 r i o oo4w .
86 o-03, rua do Queimado,
Chitas 4e railia a240 r6le o covado, cores
falus. 0-48 do lmaa Dqu-deCoaxiss.
Loteria da.4rtc
I pmrsato do
4 Citae,


tabyaia#stransparemtep 404 I1 pflpS'cooo
to P-ro.
'DK- Rueimas victerua W0I corn 10
Pannos do crochet pra aderro- lo00 (Iao
bdapolbes e idfe po-proqos Bsew corn-
SekSIS de bra aesil bortdadas a 168000
0 dolia I
encos em cuixlnbas a ISM80 a duzia.
Tecidos moderabs para vestidos, como sejam
alpacas Powapdour a 360 re. o coado I
Ditos C frocos a a e 2460 r. o covado!
Dita lipas furta cores a 5O rai. o covado I
GorgorDes dedoditp'muito de gosto a 700 ire. o
covado I
Linhos lisoe detodas s cores a 160 re. o
covado I
Fuosoos broncos brocad4os a 400 rs. o cova-
do I
Dito de coxes finals, fazenda de 800 vendemos
a 440! .
Setinetas lavradas padres lindos a 560 rs.
Merin preto duas larguras a 18500 o co-
vado I
Dito de todas as cores a 500 a 700 rs.!
Marifos. branca rendada, quoe fazenda! a
400 re. o covado 1 6 com as BExmas. noivas.
.Popelionas do seda branch a 700 ra. o cova-
do I
Setim macdo de todas as cores a 1 200 o
corade.
Idem preto de 2 larguras a 5000 o covado I
VelbdUtina oreta da melbor a 15000 o covado!
Grosdenaple e gorgorl preto 2At' ) e 25500
o:covado.
Granadilnes de seda pretax de 240 rs. o co-
vado I tern pequeno toque de mofo.
Fazeudas para luto alpaca preta para yes-
tido 400 rs. o covado I
IA prets fins 400. bembasinas. cantlo, me-
rinds de duas laruras 1500 e 25400, cretones
fino e baptistes lisas pretas 240 rs o covado
Muitos artigos por prepo baratissimo
59 Rua Duque doe Caxias 59
Por baixo do bilhar


AA Rosa dos Mpes
a2 rua do Bareo da Victoria 32-
A Rosa dos Alpes recebe umcompleto
Svariado sortimento dos srguint-s ar-
tigos de alta novidade cCno sejam :
Franjas de Il, padres modernos e


le c6res especiaes.
Franjas de la e seda, o que ha de
mis apurado gosto, e de cores as mais
apropriadas pars fazendas, boje mais
im moda.
Franjas de.seda preta, o que hade
Saelhor npste genero.
Franjad de seda de varies c6res.
Bico de Guipeur, branch e preto.
Bico doae eda:s, p.r*etbrapco.
Dito de i preto corn e sem vidrilho.
Fitas de gorgorlo de todas as largu-
-as e de c6res especises.
Fitas de sarja, velludo, escocezas e de
,sti, grande variedade.
Luvas de pellica, de c res, brancae e
,retas, para homes e senhoras.
Chapeozinbos, toucas e sapatinhos dp
otim e merin6, bordados,o que ha .e
4ais gosto pare baptisados.
Floresartificiaes, escolhido e- ariado
sortimento.
Plumes de todas as cOres pare cha\
008. -
Collarinbos, punhoo e lenos para
womens.
Gollinhas bordadas pare senhoras.
Collarinhos e punhos .. dos e lisos
.,wra senhoras.
Porta-caada de ve.
Prepares para fl6res
MIgnairdize pra trabaibo de crochet.
Guarpig6es de trees pentes, de Cellu-
-tid, pare coc e marrafa.
Brincos, pulseiras, caoletas, cintos e
osetinha$ de tarracha; tudo de Cellu-
Soid. '"
SPulseiras pretas corn enfeites de Cel-
Woid
Ditas A imitacao de tartaruga.
Difts pretas, grands variedade.
SEsopatilbos, cintura regente, Os xmais


iieanfs te ojconhecidos.
parthos course e outras q
tadem *::.. 1 .1
Prfuumariaa des melhqres fabric;
..iolee. fah em.pIuu po
Caisisiba -coo perfamparia" pro


nK-
antes
prias


i de pentos 4 imitalco de
, parsacoc6 e arrafa, gostos
10.
Up corn v6os para neivps.
A do flres do la'rlaeirs para
as deow l~,e: xoda braxeMpaa
do resa e preto coo pl"us
4bqr''11*11 usi *-; -":.^S 1^1'


toBDpoupr s Sp"% s

M IA =0 -,^ < artow* y iRa. cbiwg i is
oa me all =&IS,

& T"oratd oem qualqaer tempo per Pi
t o"lpus do estraugeIpp.
*& o.stirar os .retratesechains"
4_Wt para photographer crigRA
s(wo pr"gos dob rapos au
*PROM4 Mdo morn casa sompre tot".o' uos I
4peltsol p bilcb a vir visftar o nosso estabelecimento
40 q" aip lca dito.
AMerto Henschel C.


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i ,i 11 i' i 111 *; t1


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Gasdar August& Soares Leite


GRAN[ [XPOSIAO


MACHINES DE COSTURA


DO FABBICANTE


0 proprietario deste estabelecimento, tendo feito urn contrato corn a compa-
nhia das machines Singer de ser o unico agent nresta cidade, oflerece desde
ja ao respeitavel public um variado sortimento das mesmas Singer, de morno e
p6. por precos inteiramente resumidos, bern assim de outros fabricantes, como
sejam : Original Express -Progress-Germania-R enington-Sa-
xonia-Howe--Wanzer-e outros fdbricantes ; oleo, agulhas, correias e
mnis pertences. Tern tarmbem uma officiaa bern montada para concertos, qua
sdo garantidos.


L S o c
W 00 I :. 0 G
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CD; :


9.


FUNBIUAO UIALt

ALLAN PATERS C

.. 44--Rua do Brum N.-44
Junto estaeao dos boids
Tm pare vendr, por prepos modicos, as seguintes ferragens:
Tachas fundidas e batides.
Crivaioes do diversoatamanbqo. -
fl&bs 4$ eapora i4ri4 i. w


de flmds modelos.


*is.o
dhas


eavallos.


assentom machinismos e executa"

1L.
teds


Now


SINGER.

























V


essar o Cataari; na minha pas aem por
alli encontrei os cadaveres de craMw,_,
homense mulheres per enc a essai
fam ilias. '., "x ,.-,: -. '
Um inglez ji lhe chamoa oaizlda stde
e eflectivamente o e.,
Entretauto, e uxa regi iOpor-
.tWte, sobretodo ao esto14 .je0( ico.
E^istdo est duas lagOas iufticlhi
AMente ao memo aivel1, a' Aft6as t
bafa dista^.ai^ palled
,vezes cattientg -
lima das lag6as haveifdoestiagem na ou-
tra. (0 orador indica nos nmappas as lagoas
e os poatos a quo 0 -e referr. Wst& ri,
que quero hbamar a conti Aiaao do terre-
no,*quaado chove neste ponto, estia na-
q tilb e vies-versa. (:Apoatando no*iap-
pa). '
Alguns viajantes t i ansseverado que o
Botletie eonre a 16ste e ha ouno ,aer cor-
-re a oeste; mas noe, o rio teqU 4oAs cor--
.-sos, porque o sen leito 6 PoeirtQtf'ite
b"horisontaL.- ...
Estas lagoas, quando seccam, d|6biam
no solo camadas do sal de quasi uma pol-
legada de grossura, qaandoa chuva cahe,
este sal so dissolve ee impessiv0( beber-se
-a agua.
No tempo das chuvas vao aili algumas
tribus nomadas em prormra d'agua.
0 resto do paiz otferece poucoainteresOe,
s4io areas enormes e-inbospitfos.
Nesta altura encootrei uma raCa. curio-
sissima, 6 uto reino poderoso, o 'eino dos
Manguatos, governadospor umn chefe indi-
geaa, hoinmon de um born sei;so raro; 6 o
rei Cama, que foi educado na s olonia do
Cabo.
Foi levado alli por alguns negros catho-
licos e foi educado na religia) de Christo.
echristlao coovicto, tern mra unica esposa
e vive uma vida exemplarissima na sqa
familia; govern o sen povo corn urn born
senso raro.; tein qnalidades muito difticeis
de'se encontraremi en indigenas africanos
Os Bamanguatos, dirigidos pelo seu che-
fe, cultivam a terra; mas nao como todos
Os outros indigenas africanos, parque estes
cultivam a terra para Ihes dar o necessa.
rio para viverem; o Bamanguato cultiva
a terra tambem para fazer tfansaccbes;
tern innumeras cabecas de gado, que ne-
gocia corn o europeu; tma ipdustrias;
trabalha no ferro como quasi todos os
povos africanos. e tern uma industrial es-
pecial. a das pelles, que export ern gran-
de quantidade, preparadas de modo que
se tornam mais macias que o proprio vet-
1udo,
Este povcsorprehendeu-me e passed entire
entire elle urn dos melhores tempos da mi-
nba viagem.
Cheguei depois a parte do paiz mnuto
conhacida peas descripcoes de outros via-
jantes estrangeiros ; 6. a part do Linipo-
po important rio qua aqui corre (indi-
cando o lugar no mappa) atl ao mar In-
dico. Esta part 6 tao conhecida que nto
me detenho a fallar Della.
Entao fui fugindo, a minha viagem neste
ponto 6 de ietiradatpara a frente; sem re-
cursos, corn a minha gene quasi perdida,
cheguei a perder uma das pessoas que me
acompanhava desde Benguelia, a mulher
do meu preto mais tiel, o men Augusto;
corria, fatigadissimo, por um paiz moeo,
que nao era caminhavel, do qual tuacei
urea linha no meu mappa, e assim fai ate
Pretoria, atravessando am terreno riquis
simo e deserto, mas que teri um grande
futureo as maos dos ingleoes e dos boers.
As tires ultimas guerras que a Inglater-
ra sustenton na Africa t6m tornado esla
part tao conhecida, quoe suas latitades
se acham perfeitamnete determinadas.
Assim 6 que, da costa do oeste & costa
de leste, ha parties da paiz afr1ano que
para mim, no sentido de seres explora-
das para a industria e o commerurio, no


tern valor algum, c6mqnanio o tenham. e
grande, para todo o home 4a sieacia,
torque em cada urma dessas parts, qae
-ada valem para o com mercio a' para a
'ndastria, ha riquezas incalculaveis nos
tres remnos da historic natural.

F0 TIN



A BRAZIL91tA
POR

A. NATM*ly

IV =- -

0osegndo aoalte ,
(Continusagip of *fh b 1 )

Xramoi batante ric r


lI~


MO rl 101W lt v dwu=o ,w
.R5V *^y li~gi^-.DW VS S1U^mw- 15 .I ~
oram mandadas 0a A.mericA

I ~.ermqu e njoWio 'NA eira-
ufruc fero que fiz na *ficka 14s-p

4At".4 trm d~oes osej i-
mar beinu 4M-t quo nio %ivOc&a-
sio de tocor at.6 agora, porque an utes ao
o sabia. .....

Emtodas as sociedades em que tenho
estado eo q e meAt6m feito a bonra dewe
ouvir, ex tio po*ia affirmar a proposico
que, adta toje, e 6 a seguinte: a viagem
miais impotaote que seltemn feito na Africa
A&ustl -de Capollo eIvens. 0 cami-
hojp*' E estudlado, do rio'Cuango, 6
o quoe i ter ao Alto Cong o 4 Africa
Central.,

A' medida que o grande propugnador
dagogaphia, moerna,'.o rei Leopoldo,
acriiica milhoes, e os mais acrisolados
patriots belgas, os mais districts offi-
ciaes do exercito e da armada atacam o
Cu-go e INiamzwe; a media que a Franca
console somnmas enormes, e incumbe a
um dos mais energicos e symphaticos ex-
loradores dos tempos modernos. Sa-
frognaa de. B iazza, o ataque aquella par-
to *da Africa para entrar no Alto Congo,
digo en: podernos dornir por algum tem-
po. .o que nao creio, porque Portugal
esli desperto corn a questdo africana;
-inas podemos dormir corn o trabalho de
Capello' e Ivens, porqne'o caminho da


I'M


rdo32A dede
am Sj: di13e (6de noverim, '-omas de
8, M. tTh; 4U. -n 110 de271 t6fsI eEmb de
SOAviso I. 326 de 13e .outabro de
t872 delarou-os sujeiosao sello; porem
-pre- i.i esta ordem -nao se fund: em disposioio al-
,um a 1iai .,, .


.' :+,.a^ ^ ^^ ^^
0 prd..t.oia.
(k), OWS '40 Tribd&i1 do-
Th iNaciuon ().
,() Os- imetiv4 Thespoararis
das Provinew iZi.
(mn) O Juikes, Provedores, Admi-
nislraldores -ott'lnspectora das
ALfaodegas..
(n) Os Provedores des casas de
moeda.
mieeds., -
(o) Os Administradores das Mezas
d dive.fas rendas.
(p) Os Admiaistradores dos Cor-
reins.
(q) Os Intendentes da Marinha.
(r) 0s- tirectores dos Cursos Juri-
dicos.
,s) Os Directores das Academias,
Muzeus -o Jardins Botanicos.
(t) Os Bispos e Prelados Diocesa-


(u)
(m)


nos -
Os Secretaries das Presidencias
das Provipicias I
Os 9fficiae maiores das Secre-
** .Ani no&% t s .ao l


taras ue sitado tej.
A regra que d'ahi se deduz, a'ias, deila-
rada na ordemn n. 17 de 23 de ianeiro de


AHiil;a ly ai e uo allUUU e t uaa uo .. .. .... .. ... ...... ..-
oeste para o Alto Congo, para esta regioo I8ji, e que:
navegavel 2,%Vi)0 milhas, como aftirmA (A) Nio esto sajeitos a apresentaoao de
Stanley, 6 o caminho ile Capello e Ivens. attestados do frequencia os Chetes das Re-
partidSes.
E' por isso que pela primeira vez tenho (B) Todos os outros empregados -devem
o prazer de registrar esta minha declara- provar o exercicio das respectivas fancoes
0o; e desejei ser o primeiro a fazel-a Da afire de ter lugar o pagamento de 4s
seccao da Sociedade de Geographia de voencimeatos (71.
Lisb6a no Brazil, sem queer deste inodo Na conformniaade -da-regraA Ioi doe-
tirar o menito de registral-a a meus eoin- do qna. nao se deve pigtr titestaoo edo
panheiros, porque so affirmo 6 porque frequencia:
elles o fizeram ; nao foi met ,o trabaoio.- ---- ..
Meus senhores e miohas sedhoras, estou (1) Esta lei cont6m algaua coasa que 6
fatigado e vou concteir, pediado perl9 propriamutbte miateriareguiamentareco.mo
pela insuflicieocia da exposiio que acabe tat sabia Kra do rcuto d& eompetencia
de fazer; mas antes quero aproVeitar esie da Assemblfa Geral. Emm Mrke, dos
ensejo para agradecer os favors quoteoe principios da orfgaumsaao dos poderes, ao
oho recebido nesta c6rte. legislaUtivo incuAib firnlwaua goraes;
ao execautivo deseovolve-&as ,u suas parti-
Ea, senores, estive em Lonnres e nas cularidades e awinudtcias; utimn faz as lois,
principles c6rtes da Europa-,; fui muito ob o outro, os regulamentos.
sequiado, mas ainda assim nao se me fez (2) ,A regencia se cwmpawha entio de
o quo se me tern mfeito na cidade do Rio de Frantisco de Lima e Silya, Jos6 da Costa
Janeiro, razo pela qaal en queria pder Carvalho e Joo Braulio Mnniz. Era mi-
dar unmestreito abrao de reconhecimiento nistro da fazeudae como tal referenidod o
em Portugiezese Brazileiros. decreto legislative Bernardo Pereira de
Vasconcellos, que to eminoente papel re-
Aprovieito pois o ensejo para lhek agra- presenton no primeiro reinado.
decker desdo o grande monarcha qup rege -3) Esta disposiolo foi assim 'eprodu-
este lnperio at6 o povo que .me tern co- zi4a polo artigo 72 do decrdto n. 736 de
berto de favors. Fitne registrada esta 2O)de novembro de *00. .,Os pagado-
declaraolo sincera da mais profanda grati- res e thesoureiros nao pagarlo ordeado
dao que tribato A nopualai da c6rte, bemI a empregado algum seme que apresente at-
como de todo o Brasil, porque de toda a testa&o doe frequencia na forma das leis e
part tecebi elogios e fai acompanhado e regulamentos em vigor, corn excepio so-
saudado por various modos. monte dos meacionados-no decreto de 2 de
marco de 1833. '
Assim, pois, agradecendo em geral, res- (4) Si o s Directores da Cootabilidade,
ta-me agradecer em particular a S. M. 0 da Tomada de Cootas, do Contencioso- e
Imperador, hoje miato digno presidents da das Rendas Publicas. o .Presidente do
secCo daSocedade de Geographia de Lis- Tribunal 6 o Ministro da Fazenda.
b6a no Brasil, a honra que jne fez presidin- (5; "oos membros da junta -Procura-
do os trabalbos da seccao que me recebeu dot Fiscal e Contador. 0 Inspector 6 o
no seu, seio ; edevo accresceatar que seto- Presidenoe.
bo orgulho de haver sido roebido nas (6) Hoje Directores Geraes das Secrelta
principaes sociedades geograpbikae da Eu- rias de Estado.
ropa, no -tenhbo menos orgauiho de ter sido () Esta regra deduda do decree d
rcebido pela seco da ociedade de Geo- 183 6 coOfirmada pelo aiso n. 34 d. 7
graphia de Lisbia no Rio do Janeiro, de outubro deo 1834, o qal decLrquo
S" ctods os empregudesa ppicoSa4aefwo-
(A-o finalisar o seu diwcurso, foi o ora- ram desobrigados da presefnlao da at-
dor sadado per uma salvade paloma' testa sdo freqeac' 4do s pos p
comprimteado pelos.membros daSece$. dos polo decreto de di 022
(icrQ4A OM


instanter, e a saua voz tha r1
xoed coneoiadoras quaAdo dinse
ntao. Joanna. -iah'a-Ole


" o 9e
delicAda) d
d10 ;l.


O ,0 lstados sao e Wmpre foram con-
INX97 docameotaos d expedient .-dos
'epr es publicas e coImo Laes iseetos
i'o, s el Neste sentido. foi redigido o e.
1U doart. -12 do novo Regulameato n.
7.5M de I de novembro de 1879.
111 .
Sio. competeoles para attestar a frequen-
cia do Juizes de Direito: "
,(a)Y Os Presideates das Relacoes
relativamente aos Juizes das
S capitaes ejn que ellas tern a
suna s 6de.-Ord. da Faz. n. 372
do 18 de setembro de 1856.
,(b) Os F.sctaes do jury. (Ord.
n. 22 de 10 de fevereiro, de
-" 1848), em presenoa dos proto-
coltos de audiencias, relativa-
S mente aos Juizes de oomarcas
distantes da'sdes dasRela%s;'
e tambem aos da sde dstes
Tribunaes, quando a issose nao
oppLzerem os respectivos Pre-
sidentes. (Ord. da Faz n 25
de 17 dejaneiro do 1876.)
IV


Sao competentes park certifiear o exer-
cicio dos Juizes Municipaes :
(a) As Camaras Municipaes-on-
de residem os mesmos Juiz-s
(Ord. do Minist. da justica n
-14 de 3 de abril de 1843. (8).
(b) Os Juizes de Direito. quando
as Camaras pot abuse, se ne-
guem a fazel-o. (Circular n.
932 de 21 de agosLo de 185 ;
I Ord. n. 372 de 18 da selem-
bro do 1866.)
V li
Osattestados de frequencia dos Vigarios
Spodemr ser acu61tOs, para recebimep
das.&ongruas, conteado as declaraQ"ies
de que, al6m da residencia na freguezia,
cmprWram corn seus deveres parocbiaes e
celebraram na propria matriz a missa con
ve4 al no period') a que se referem no
re4oImrinonto. .(Avisos ns. 410 de $ de
ioIembro e 375 de 30 de dezembro de
0873.-Ord. A Thesouraria das Alag6as
no Diario Official n. 4 de 4 de jaueiro
de 1881.)
Podem ser passados:
(a). Pelos Vigario da Vara. Lei a.
628 de 17 de setembro "d
18531 (9) art. 14.--Av. do M.
da Justioa de 1-2 de fevereiro
de 1861 no boletim do expe-..
dienee do Governo.)
(b) Pelas Camaras Municpaes.
(L. e art. cit.)
(c) Pelos Delegados d3 Policia.
(Lei e art. cit. Ord. o. 165
de 13 do main de 1868.)
(d) Pelos Diocsanos, mesmo
quanto aos parochos residen-
tes emi outro municipio, que
ni o da s6de episcopal.
(Ord n. 24o0 de 25 de outu-
bro de 1802.-(1O) 0Girt:n.260
de I deo satembro de 1855.)

t8) No estando reunida a Camnara, os
atuados assignados s6mente pelos respoc-
ios president e secretaries ao a coi-
bos.-Ords. us. 33 de 28 de janeiro de
1857 ; 89, do t Ide rmargo do mesmo noano.
,(9)Lsta lei6 a que oxon a despeza e
oroa receila para o exercicto de 1852-

i (10) So podia ser intenuo do legisla-
lador, diz esta Ord. n. 240 de 1852, de-
retando es disposios dos arts. W3 a
Lei de 4 do outubrN de 1831 e 14 da
de. 7 de setembro do 1854, restrigir o


de onSergy
e ocwide


LIII ~
l0rar


do 18M.)
(d os .Lenter dos Sen
d46 o 1de(vreird do
eol| rjltores..-Av.
S Imperio n. 50W de
vOembro0 de 1863.
(e) Aots Administrador
zendas nacionaes, a
d6s Iocaes dos respe
1,-, msisto 6,--os J4
- ^. -t' cipaes e os Delegad(
* -, v cia :-e os Subdel
que pertencer o di.
Sque servirem aquel
gados', no case de
A distancia da mais
guas da cabeoa
Ord, da Faz. n. 27
dezemb'-:de 1852.)
Recife, 1681.
A. SE1RAprVo .E CAR


Pareaer do Conselho de
sobre os membros d
ttuo de engenheiros c
Loares. < -
Seihor..-landou Vossa Mag
perial, por avisos do Ministerio
cultural, Commercio e Obras Pual
tados de 3 de dezembro e de 2C


ulumos, que a seccao dos negocios ao
Imperio do Conseiho de Estado, tendo em
attencao as condi5o&s quo devem preen-
cher os engenheiros para serem admittidos
na gualidade de membros do institute dos
engenheiros civis de Londres, condiQoes
constants do impresso em intlez que.
acompanhon o segundo dos clitados, avi-
sos, coosulte corn parecer sobre o seguinte
onto :
c Si, nao havendo na Inglaterra escolas
de engenharia que confirm diplomas de
officials, pode o governor imperial, ai vista
do que prescreve o citado art. 1. da lei
n 3,001 de 9 de outub:o de 1880, aceitar
como titulo scienlifico de capacidade dos
engenheiros inglezes o diploma de mem-
bro ou socio do institute dos engernheiros
civis de Londres.
Si se tratasse de engenheiros de outro
paiz que nao a Inglaterra e de associavao
diverse do institute dos engenheiros civis
de Londres, a seceao do conselho de es-
tado n.o hesitaria em responder pela nega-
tiva.
DA-se, por6m. no caso da consult, a es-
pecialidade, affirmada na exposipao do
aviso do : de dezembro, de nao existirem
na Inglaterra escolas regulars de enge-
nharia sob a direcCio e responsabilidade
do Estado, send naquelle paiz melhor ti-
tulo de aptidlo a pratica professional.
quando sel trata de services como os dos
engenheiros, em que, mais do que as theon-
rias e especulao6es scientilicas, valem a
experience e o exercicio diurno da pro-
fissao. Os credits de que tern semrpre

bispos de passar attestados de frequencia
aos parochos da suas dioceses, mas so-
monte facility" aos que morassemn long
a eobranpa de suas congruas. v
Entretanto, pretended o Arcebispo Me
tropolitano que se determinasso a nao ac-
ceitacao dos atlestados dos parochos, sem-
pro que nao fossem passados pelos Bispos
Diocesanos ou seus delegados pretenQao
que foi corn raxao repellida pelo eontio
visconde (depois marquez) do Parana, na
qualidade de ministry da fazenda, como
se vY da Ord n. 220 de 22 de novembro
do 1851,-t porque isso importaria a re-
vogaClo'de lois vigenteosque igualmente coo-
ferem Ais outras antoridades a faculdade de
passaremn takes attestados, e bemn assim, a
reslricao de umi favor que essays leis con
cederam aos paroclaos, corn o fim Unico
de facilitar-lhes o vecebimento das con
gruas. Porantto, pouco importa qual a
autoridado u e teaha dado a attesta-
Qao; comtanto que seja competente,
oesta 6 sempre valida. A circ. o. 260, do
Ministerio da Fazenda; de 14 de setembro
de 1875 permittlio a attestaao pelos Dioce-
sanos ou Yigarios Geraes ( quando as ca-
maras mutnicipae, a queam compette so-
melhante aUribuiies se neguem a [a-
zel-o. )
(11) Esta circular refers-so a dous Ari-
ses do Ministerio da Justiga de 12 de ornto-
bro de 1853 e de 3,de maio deo 1819,-
cuja doutrioa mandou qae fosse observa-
da pelas Thtawr#%as.--'


.::Isso, 3OiI ss6i aHe 6 pe^reio 67
joelbosi
Saseonhora da Sergy deizou4e cahir
no tapete, de m.os erguidas para o seu
seuB4or F


Svestidosdos ptlv4ldio r
heida e prouda capaema&
zoo-lgio os e lgenvt q
sociates dtit edto othe'! (ii
poraoe memberships. .
A C A 6lessIoaa dos tbem :t0i ito
ttout a segainte: ..
a Every candidate for election mor
fr1t04o the class of members-,
Smore-thautwenty five years of
xbro1 come with in, one of the follow g$ i
do -ItJioW tions :
c He shall have been regularly,:
niaarios o0 ted as a civil engineer according to l-e
az, & usual routine of pupilage, and have ,ad
18 () subseqoeite employment, for at bast AVO
do -do years,; in some of the branches defied.b
4 de no- the charter as constituning the profession*
of 4 civil Engineer, or, he shall have pra4-
es das fa tised on hid own account in the profesdx
s autorida- of a civil engineer for at bast live years
ctivos ter- and have acquired a considerable degree
Lizes Muni- of eminence in the same.
&s de Poll- c Associates shall -be divided into those
egados, a who are, and those who are not, entitled
strici9 em to the privileges of corporate membership.
tes empre- c Associates entitled to the privileges of
residirem corporate membership shall comprise every
de seis Ie- person who at the date of the posing of
do termo these Bye-Lawsis on the register as an.ag-
5 de 22 de sociate and every, person hereafter eoec-
ted into the class of associates entitled to
the privileges of corporate membership. ,
VALUO. Essencialmente praticos, os inglezes pr3 -
ferem as graduaOoas academicai a pratica
Estado da eLgenharia comno titulo do habilitaao
o Insti- profissi )nal. E em verdade os requisitos
civis em. para a effectividade do membro elfectivo
do institute de Londres offerecem garan-
esade Irm- tiasquedio ao respective diploma proce
da Agri- deacia certamente nao inferior a de mui-
)licas, da- tas escolas sew repuatau ou quasi desco-
9 de abril nbecidas.


Assim, pois; considerando quo na la-
glaterra nao ha diplomas escolares do en-
genharia conferiuos sob a responiabilidade
da admiinistracao public; que :Os mem-
bros ellectivos (entitled to the privileges
of corporate membership) ollerecem pe-
las condi6es de recepeao na classes aceita-
veis garantias de prouficiencia ; q.e, nao
obstante a ausencia de estudus em esco-
las officials, os engenheirus ingwezos teem
subresahido sempre e primaia iada boje
entire os melhores do inmondo ; a secgao
do conselho de estado e do parecer que, i
vista da prescripedo do art. 1. da lei Dn
3,001 de 9 de outubro de 18S0 pode-se'
aceitar como titulo de capacidade dos en-
genheiros inglezes o diploma de niembro
ellectivo do institute dos engnheiros do
Londres.
Tal e, Senhor, o parecer da secoao.
Vossa Magestade Imperial mandarA, go-
rem, o que achar em sua alta sibedonra.
Sala das conferencias das secqOes do
Conselho de Estado em 1 demaio de 1881.
Paulino Jose Soares de Seusa.- Viscon-
dede Bom Retiro.-Jose Pedro Dias de
Carvalho.
Resolugao.-Como parece.-Pago, 18
do junho de 18Sl.-Com a rubrica de opa
Magestade o Imperador.--31noel Buar-
que do Macedo.



Parecer do Conselho de Es1ado
ace c, da curadoria dos bens
de ausentes 6 heravras jacen-
tes do term e comarca do
Recife.
'Senhor. Mandou Vossa Magestade
Imperialque as secq6es reunidas dejus-
tiQa e fazenla do Conselho de Estado con-
sultassem corn o sen parecer sobre a re-
elamga.o constant dos papeis juntvs, fei-
ta perante o juiz de ausentes do Rtile
polo bachvrel Joio de Sa e Albuquerque
contra o exercicio do bacharel Luiz Emr .-
dio Rodrigues Vianna na curadoria aos
bens de ausentes e heranoes jacentes do
term.
0 reclarnaute prevalece-so, para justifi-
car a sua reclamaco, do disposto na tei
provincial n. 1,319 de 4 de fevereiro de
1879 e do titulo de sua nomoae;iao, decre-
to do 12 de julho 1880. Aquella lei crqou
o officio de promoter de capellas e resi-
dues na comarca do Recife, e dispoz no
art. 2 que Ihe seja annexado o lugar de
curador geral de ausentes.
A nomeago do bacharel Rodrigues Viatn-
na, sendo anterior a lei citada, a-legao
reclamante, tern o mesmo valor das no-
meacoes provisoriamente feitas pelos jui-
zes. nos logares, onde nio ha curadores
geraes e cosmeguintemente nao subsite,
desde que foi elle reclamante provide for
decreto nos referidos officios, depois da
lei de sua creaCao.

I' (Continia.)

ben, dirigio-se a mulier, como para a
beijar na testa; ella porem virou tnste-
meote a cabeca e estendeu the a mao.
Muito obrigada, disse-lhe ella.
Scodod hesitou urn seguado, mas nao
^esisir e apertou corn certo cops'
r to aqiii- mao hurnira e gola-,
4a; depois retirou*e, meons altivo do
4oe entrara;


elle sahio, a senhora -de Sbrgy
aa especie de desmaio.
ia alegria, para ella demasiado
mara de Luciano, depois da .m-
h luta corn Balda, os terros,-
is-affirmativas daquella ezpl-
4. marido, tiaham com o acabf-
re corpo. agonisaute iavolua.
a d4lorida e dilacrada. "
areiu, do Unham acabado s

W mo inslanto, l .laa dWm
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