Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:13320


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Full Text










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Por uni.j


I.


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i--I'


A


"I


DE 1ARIA & FILHOS


Abaixo assignados. moradal* rait dade.
-Informe o Sr. inspector geraI da i&ostopIo
public.
Garlos Camello Carlirn. Informe o Sr. ins-
pector da thesouraria de lazenda.
Francisco Alves Moraes Pires. Passe por-
laria, concedendo a exoneraq4o pedida pelo
supplicante.
Joaqmiim Bezerra de SA e Fortunate Jos6 da
l'ocha. Informe o Sr. engenheiro chefe da
commissao enearregada da mnedig'o e demar-
o'ac;o das terras publics.
.loaquim Jos6 de Aguiar.-I-hforme o Sr. ehe-
tiP interino da reparticao das obras publicas.
.JoaquimnJos6 de Agaiar.-Informe o Sr. en-
,tinheip its obras militares.
,[O4o Baptista Cabral.--Remnettido ao Sr. ins-
pector do thesouro provincial para os fins con-
venientes.
Jose LoUmneQoda Silva Olivei'ra.-Indoferido,
peir ser a nme.ina a qTe allude o supplicante,
,iIenor de 7 annos tle idadle.
Maria Fraicisca Ferreira de Azevedo Santos
-Nao ha o que deferir, a visLa da inforinago
ta thesouraria de fazen'la.
Manoel Luiz da Gra.a.-Informe o Sr. chefe
;i cormniissAto encarrelada da mnediQo e do-
iimarcaao das terras publicas.
Daniel Francisco Pinheiro.-Dl)eixo de tomar
,-onhW"tijWLo do presence recursoL por term
sido4- W'Os as fo-'malidades prescriptas no
;tL. lb d0:tegnlanlnef.,) de 30 de junho de
i874.
Phittes Adolino d.,' Costa Doria. Deferido
cil officio desta dat. ao Sr. commandant do
presidio de Fernando ,1i Noronha.
Secretariat da preasilncia de Pernambuco, 4
;if dezembro de 1877.
0 pcrteiro,
Jodo non,*-C!of s dos Santos Junior.



EXTERIOR

Portugal
A igreja e o estado
X igreja, segundo a carta constituiciohal, 6
mna instituiclo poitia : como faz parte do
,stado, e na falta de urna lei organic propria,
1,Sta inteirainetite sujeita ao direito commum.
Qual 6 a misPRo da igireja ? Dirigir as almas
wo caminho da perfeigl.o christla. ensimado
a prLiOa "da virtude, preganildo os p cipios
,Iadoutrina mora7 ,pie "6a base de todas as
sociioda4Jes. 1:<**
Quae o direito cd estado ? Pr'oteger e igre-
ja para que ella possa exercer livremente a
sua acqAocivilisadora. escolher os ministros
della, estipendial-is, e v4,rt porque cumn-
pram rnigorosamente os seiadeveres.
0 Porque meios rea)isa a igreja o seu ideal di-
vi no ? Pela palavra e pelo -exeminplo. Pela pa-
1 tvra, pregando no0- pulpitos, actelhando e
aidmoestando nos confessionarios,-dontrinando
,nacathedral, catbechisand'o, ecreyvA4o. Pe-
S to exerapio, fazeado que seus Sacdotes
sejam oprarios iwoafaiiles, izeo sal da
terra.
0 direito do estao, por 0onsGqu.acia, tern
do exoer-se uOos oiuente sooe os .qstuaies


S -Ji,i, a is rigorosa vigilanciasobre
6-*6006-Akk A niocidade. que, ,wp"ra nos
seflihamos p1ra servir a igr1 a is q tado. For--
me-se am cordilo sanitarioaM". 'a paste do
theologia de takes moralistas; Wpehtibam-se os
livros que nao merceerem aqrevaqigo de
uma junta nomeada polo gov o ; ou entao,
estabelega-se um lazareto paf-'quo possam
purificar-se, antes de entrarem na sociedtad,
os que os seminaries embarcaram corn takes
bagagens na barca de S. Pedro.
Depois o pulpito. Sacerdotes de Christo.
ministros da religiio catholica, que o est.dO
aceita e protege, e nio fachinos do papa in-
fallivel, que a carta constitutional e o parla-
mento nao reconhecem. Os .pregadores sio
responsaveis para coin o estado pelos excesses
corqmettidos no pulpito. Offender as leis do
reino, a cuja sombra vive a igrejA; atacar os
direitos do estado, que a subsidia dos cofres
publicos, nao 6 som-nte um abuso da liberda-
de de expender as suas opinioes, e portanto
punivel pelo codigo penal; L, sobretudo uma
infraceio das leis evangelicas, que o estado
nao pode tolerar aos que se dizem ministros e
apostolos do Evangelho. Essas irifracQes 'e
abuses dao-se diariamtnente.
Mas ha peior ainda. No pulpit pregam-se
doutrinas iguaes na immoralidade As do padre
Moullet.
Ha pouco tempo ainda, na ermida da Se-
nhora do Monte, A GraQa umn padre, que, A fal-
ta de pulpito, occupava uma cadeira ao lado
do altar, pregava, n'uma tarde de quaresma,
a seguinte doutrina:
S Ser amigo dos nossos amigos nao 6 me-
recimento nenhum. Esse tem-n'o os proprios
animaes.
( Mas querer bemrn aos inimigos, beneficlar
os que nos fazem mal, isso 6 que 6 uma virta-
de que nos aproxima da Divindade; porque
Deuns Nosso Senhor ama sobretudo os'que mais
o offendemn. Se nao 'v6de. A quern appareceu
elle primeiro depeh 'da resurroiAo A Mag-
dalena, a mulher mais peccadnr% da Jud6a, A
quem confiou ella s clmaves do cAo.e nomeou
seu vigario na terra ? A Pedro,-. que peccou
contra elle tres vezes negando. 0 -Senhor,
como v6des, ama sobretudo -os peccadores,
e, quante mais peccadores formos, tanto
mais elle. nos ama, porque Ihe damos mats
oc0asiao de exercer a sua divina misericor-
dia. )
E continuous neste them no meio de um
assembl6a de mulheres.
E o padre Moullet.
E pode c deve 6 e~tado continuar, na sua
criminosa indifferenga, a desprezar a vigilan-
cia que Ihe cumpre ter-sobre o exercicie das
functOes dos ministros do altar?
NiO! que. Ihe impOe esse ever sagrado o
direito A propria conservacao, o encargo que-
Slhe commette a lei fundamental de velar poela
moral public, e a obrigaeAo de obstar a que
os funccionarios da naclo, pagos polo thesou-
ro, sejam instrumentss de desmoralisaoio,
pelo abuse que fazem da autoridade que exer-
[Do Jornal do Commercio.)


SCIEN CIAS
SOs p7retssos das secee~u" as ppilca-


I, i W1k i< I~I UA~ MAtoda a sorte de abuso e do indecencia no exer-
ELEi a BA Y1A cciio das funcgces para que 0g nomeou o es-
-. tado. Urge pedir-lhes cohtas dos seus acts,
-'- c abrir em todo' o paiz um inquerito de vita
I et moribus a tod 0 clero, Iu ir Os eriiilo-
TS I RM 1Cl-'C nJLVA-S sos, depot 6os indgnos, lst~ihr os eegli-
f1gon. otes.
PAITICULAR DO DIARIO 0 estado, que os escolheu, torna-se cumpli-
ce dos maos parochos consentindo-os como di-
RIO DE JANEIRO, /4 ie dezembro, rectores espirituaes do po'o, permittindo a
n no i 0 i permanencia do lobo no meio das ovelhas.
;ao mejodiga0100mintitOS. Conv6m, todavia, nao esquecer a ronte de
ltoda a oorrupvao. E' precise vigiar as esco-
Por desp hodo ld f lasde thoologia, sqbv tudo as ca4eiras de
thebologia moral. L Ak)" o veneno que pro-
ntioeado o pr. Jodl6 Vieira de Araujo, duz a gangrene moral doclero. E' inevitavel
ent substitute da Faculdade de Di- applicar-lhe o ferro em brasa da inspeccao do
'eite substituto Ua Rculdade. de Di- governor.
reito do Recife. Por via de regra, nio ha nada mais torpe
/ do que o livro de um casuista, ou par rope-
0 decreto _0. 6746 comeedeu novas titr a phrase de um escriptor ingtex-,ift+at na-
da mais immoral do que uigt.t.atadd de moral
vantagens e favored a companhia qbe catho i.a.
vailigenscatholica.
se orpWisar para executar a estrada de. Seria indigno dostas col s transcrever
ferr0 detiffloNro, em P11nambuco. aqui as obseenidades que.,:| no tratado
a.tlbuco. detheologia moral de Mout$ nas instrucCoes
Houvemapn diversas iomeaoes de para uso dos confessores pr:Saetler, Rousse-
v d a e e lot e Bouvier, bispo de Mnot. N4o podemos
LIitzes .uaicipaes para as provincial do repetir as infames distin~oes theelogicas e
rte casuisticas por meio das quaes se auto" o
,ie rouho, o assassinio. o adulterio, o abi.o
CO\MM -rC iestupro, o juramento falso, e tantas sutras
COMMERCIAES virtudes catholicas! nao podemos! e toda-
via este3 livros teem a approvaQCao dosbis-
LONDRES, 3 de dezetiabro. pos do Orbe e ensinam-se nas aulas de theo-
logia.
Fundos brastletiros de 5 0,o, empres- 0 soldado mais relaxado da caserna, o de-
limo deo 1875, a O3. vasso mais i'mundo teria que aprender nas
Mercado de assucar no mesmo. paginas lubricas do illustre bispo de Maims !
Nem respoita 6 carinho de-mAi! Qaund onta
'LIVERPOOL, 3 de dezenmbro. ete 4 la guerre on a appris 6 tout entendre !
Uva, para os haitws do conflssionario ; nias
Ve. deran -se hole cerca de 10,000 nao para os jovens levitas, a quem os regu-
balas corn algodio de dliversas pro- lamentos d3s seminaries impoem a clausu-
cedenclas; sendo o de Pernatnhueco ra, e estes livros industrial e preparamin
ao mesmo pree o. para, ca f6ra no exercito do sacerdocio, se
vingarem da abstinencia E' repugante.
NOVA YORK, 3 de dezembro. Entretanto, 6 aesses-presbyteros assim ins-
truidos pelo padrOMoullet e Bouvier, que o esr
Pedo do e ero 102 34. tado consent a direcogo moral da familiar, As
Camblo sobre Londres., prazo de 00 escondidas, sotto, oee, sem testemunhas, no
Ilbra esterltina. questionario 6do padr& uiler, umra vez e ou-
ltra repetido a innoeeanes, se comeCa por as
LISBOA, 4 de dezembro. cobrir de pejo, aoabg 'per as habituar a idea
Sde que ellas s6po 0wbeoem aquelles myste-
Chegoonhoje dos portos do ,o da rtos, quaedeveft t dominion dasonotas,
Prata e do Nrsil o paquete Irancez pois que o sace. tern na mesna oLta
UQUATEUR, da comupanhia MtESSAOE- a Ih'os pe .Bta e as.palavras e
MiA RITIM ES. qo a, .pa
IAfiTisMEs. es obike I prwlunciadas- por ul1 ro
Iiide De i mBkor habstairas c"nfe as
Aencia '&a. P mbauco, 4 de de- aofadd&A-e 0s d'd"e?
'embro de 1 r:.9 .: n- uencias, Nao conheceis
,mulheres haut plac6cs,
PELO ]D "vvl1EGELlN. -novenas e lausperennes,
iWade, a rir corn cartoart'
.-A eias phrases do padre fan-
p confissionario, ou9de
n. Descei A.4classe me":
a escuta -p..14 stA o a -padre.
Gove *--,.,UIraklvra,6 pesspls a contms
-bA0SD n tasnksa a moral do padre
DESPCHOS. ettupoo adulterio, e ou-


mode definitive, por isso limitamo-nos a re-
gistrar esta descoberta serm nos pronunciar-
mros a respeito de suna Importancia na pratica.
XI
Foi object de muita preoccupacio, ha an.,
nos passados, aquillo a que chamavam a vi-
tage dos vinhos ; ultimameaite a attenClo pn-
blica foi rmais seriamente abalada por causa
da coloraCAo desses liquidos por meio da fus-
china.
Os vinhos de Hespanha, Portugal e Italia
chegavam ai Franca eolorados por meeio de
bagas de sabugueiro, e isso, sem duvida, 6
que susciton a idea a industries pouco es-
crupulosos de procurar urma substancia quo
pudesse dar aos vinhos de refuge a c6r qn
Ihes faltava; escblheram a fuschina. Nlo1 I
mos de indagar se essa substancl-i-40trodzJ
na economic 6 ou deixa de setr it'b ~.-.
O Dr. Bergeron tratou desta quesaji aat0n'
passado, e c egoa d conclusmo de quW iifschi-
na s inteiranwnte inoffensiua ; e mesmo pro-,
vavel que seja assim, so acaso fbr empregado.
um product puro; por6m, como a mator parte
da fuschina que se encontra no mercado 6 o
resultado de ium procesaWo chimico, no qut eom-
prega-se o arsenico, sera raro nao flcar algum
vestigio desse veneno no product fabricado.
Como quer que seja, porem, e deixando de
part a questlo da aeco meals ou menos per-
niciosa da fuschina, nio podemos deixar de
considerar o seu emprego na coloracao dos
vinhos como umn delicto, exactamente coaso
acoiteoe corn o emprego das bagas de sabu-
gueiro, do pao decampechle, ec. Diarimente
sio condemnados os vendedores quo ajuntaw.
agua ao leite ou ao vintio, e no entanto ha de
fensores dosystema do colors o vinhos
Esta fraude que caukou grande senai m
todas as rogOes vinicolai Motivo M
ris para processes qua, infelimente, ,'?
. trouxeram a iimpoelilo pn3 bastans s-
i varas. A' vista daoslnevna mWi thnM


.dos primeiros moes de reconhecer a
aP das materi s olorantes addicionadas
oabca6 devidea a o r. Rouvidre, pharma-
o em Nimos. Fizeram-se experiencias
S o eamion de ochnsailha, a soluoio, al-
fusqbi e sul#fat de indigo. Tra
So .vinho por ram mistura dO baryta
Sde alumina que so distingue a
iMeses corpos9 segundo as diversas
resultanles.
Sr. Did Jt, pharmaceutico em Nancy,
e umn prdasso especial parm descobrir
hina. Vasootelwe 10 a 15 grammas do
quque se quer e rimaentar corn algumae
e ammoniacae0 grammas dspether or-
-. Deixa-Se estar 0liquido et repouso,
,imbebe-se-uma bolinha de algod&o-pol-
no ether que bia; essay bolinha assim
eida 6 post em uma vasilha oqde se
Saig p-igM tvinagre; seo vinho
smfu9isa, o algodlo fica c6r derosa.
rnambemi um process devido ao Sr. La-
a, chirmico italiano, e qua *e inda mats
%scoleja-se numa pequena quantidade de vi-
nl coim. algumas grammnasjde peroxide de
nez puro o eMi p6, filtra-soe; se o vinho
e t.ml, o liquid que passa flltrado 6 inco-
AOiqo case contrario, o liquid leva comsigo
a J"tia colorante que foi addicionada ao


platsicie do GeaemitUievs.-Premios c.iced
pela academia de oc.tencias.-Prenmios
didos pela Sociedaede d 4nimnvso daia
tria Ncwional, em 1875 e1876. "
IX IS;-
e E01875, um inglew, o 8r. Lackwood, teve-o
14kde preparar a cervej mesno ,
qe a wcompanhia Aiglo-Siissa prpara 0m J
condensado; esperando assim obter a c 3I
debaixo de um volinne reduaido e dtminuir is
despezas de transport. psra g exportao. A
experiencia confirmouasuas esperanwAs.I .
Consist o process em evaporar a cervja
no vacuo at ffcar'reduzidgt,A oitava oo a duo
decima part db volume primiltivo.
Depots faz-se a distillaQao da agua saturday.
de alcohol; aproveita-se esse alcohol distillando:
de novo o liquid que pass pela primeiia dis-
tilaCo em um apparelho de rectificaQ.,
residuo gue dexa a cerveja, e ao qual a f(
mnentacao foi impedida pela influencia do ca-
lor, p6de entao set'. guardado em caixas e set
transportado para grandes distanclas se76 al-
tera;-se.
Para ireconstituir a cerveja, basta ajuntar a'
esse product umrn volume d'gua determinado e
uma pequena quantidade de levadura que res-
tabelece a fermentagAo. A cerveja p6de soe,
gucdo affirma o inventor, set trasfegada no
fim de 94 horas, e possue entao todas as qua-'
lidades da -ervoja eommuim.
Este process 6 applicavel sobretudo As cer-
vejas que devem fazer longas viagens, conm:
sao, por exemplo, as da Inglaterra para as in'
dias; as despezas de transport sao menos
onerosas do qua nas remessas em casdos, e o
preco de custo 61 menor, porque em vez d.i
ajuntar alcool fA cerveja para poder upportar
a viagem, como acontece corn as. as des-
tinadas.4a exportaeao, o cervejeirov ft ainda
aproveitando todo. o alcohol que retira do seu
product.
U' outro methbdo privilegiado na Ingiater-
ra consistio na remessa do most solidado ou
condensado, Bias esse process nio p6de sus-
tentar 4 comparaQbo corn o do Sr. Lackwood,
porquanto o most nunca f6ra antecedente-
mente convertido em cerveja pela fermenta-
gao, ontretanto qua a cerveja condensada tern
ji todas, as propriwiades que constituem a
cerveja commum.
Devemos tamhem incluir na descripgao des
substancias alimentares a de um product ar-
tificial de que muito se tern fallado nestes il-
timos tempos, e ao qual o inventor, o Sr. M6ge
MouriCs, deu o nome do Margarina.
E' uma substancia oextrahida da gordura dos
animaes, e a qual chamaim tambem mantei.
artificial. Imrmediamt o d'pois d rte
do a i W a gordura g lagada am UM I
eao de sal rariobo e 4e sulphato de o
poish36 .prjuiida e poa a formentar
temptr e 40 graoe corn irma r
bucl~~ti.,Co e biphosphato de cal. '. :
A' substautit, que se tern tornado li qi
addiciona-se sal marinho e agSua. a 0 g*pg
Assim determina-se a separuo a 4arin
que 6-; ,principio gordrowfr um SWW4, 0
compIlMa4se a. separacao, su6me l4d-set a
mass acao un apparflgt de enchugar.
44P.ipa., eele unWa o i tura de nala,
bicatboaato- (twa,.o ubr~Ae vacca picaudop
q44,09m side o ja.VsMes em peneira mfin*; ;
massa ,6 a final batu4efn u" 4ssas vasilhas
emr que ordlinariaMnete b a nata pdra
fazer munteiga; separa-se 4 ql ..4q uma
a WOA, pOetinte nao conse -0o -0is dr6-
ducto aasdar ao public.
Nao 6 na realidade umna manteiga artificial,
mas sirn umra preparag.o obtida por-meio dos
principles mais liquids de gordura dos ani-
maes; mesmo empregada na Obinha s6 p6de
rivalisar com a gordura ordinaria, e nunca po-
dera aspirar a, substituir a manteiga.
As discusses que hqte recentemente n,
academia de medicine sobre os effeitos do co-
bre intioduzido no oganiomo, levam-nos a
mencionar um )rocesso indicado polos Srs.
Quiellemare e Lecourt para conservacao dos
legumes. E' sabido que os legumes, taes
coomo hervilbas verdes, feijoies verdes, etc.,.per-
diam A c6r pela conservacao, e que essa c,6r
era-lhes restituida artuifcialhnnte por meio de
sees de cobra.
Em uma communicac5o dirigida a academia
das scioncias, em data de A) de abril ultimo,
os Srs. Quieuemare e Lecourt tratam de um
process da coloraeilo d'esses legubAes por
meto da chlorephylla, subitancia colorante das
fothas. Esses chiticos extrahem a cblorophyl-
la dos espinafres, empregando uma soluteo de
soda caustica; formnam urna gomma por meio
da pedra hume, e essa gomma, dissolvida na
soda phosphatada, serve para restituir aos le-
gumes a c6r que perdera.m duranic a lavagem.
Da-se esse nome a prinie < >eracao a que
sao submettidos os legu lestinados a set
conservados polo method Opert.
A questaio de saber a osbaes de cobre sato
venenosos ainda nato esbtrsolvida do um


quoe Ies saio quebram4asass pontas.
, %No caso do oap, como no do vidro, a tempe-
r a trio aijmeta darrea dresses corpOns,
I 9 p bia fraiilidade. Ha, entre-


fluetcia do calor dos objectos de vidro que
nelles sao mergulhados.'
Os products do Sr. de la Bastie sio muito
notaveis, compOem-se principalmente do VI-
dros de relogio, cops, arandelas, etc.; esses
objects, quando cahem pobre um corpo duro,
em vez de quebrarem-se em pedaCos, Coo0
acontece ao vidro ordinario, sattam inteiros.
Quando, entretanto, cousegue-se quebral-os
atirando-se corn forga e de grande altura, us
pedagos, niuito pequenos, em lugar de serem
irregulares, tomam a fdrma de parallelipipe-
dos rectos, e suas arestas nao cortam como
as dos fragments de vidro ordinario.,
Tentou-se introduzir o vidro temperadoina
pratica, mas torn sido pouco empregado atfo
present; ema razao de ser o seou p o mufto
elevado. Em uima taemrnoria, o investor ex-
plica a carestia do seu product dizendo':
(( NaIo se fabric vidro-temperado, mas tempe-
ra-sevidirotSicado.
E' impossivel empregar vidro temperado co-
ino vidro de vidraga, porque nao p6de ser
cortado ; a mais ligeira quebra de uma part
da massa proluziria immediatamente a division
de toda a lamina de vidro em pequenos frag-
montos. '
Os utensilios domesticos quo tern sido fabri-
cados desth maneira, takes como tacas, Ifras-
cos, cops, etc, supportam o calor perfeitamen-
te, e nelles pode-se ferver agua sem inconveni-
ente mesmo em cima do fogo.
Este intent tern, pois, realmente seu lado
pratico, e pode-se prefer que quando o seu
preQo de venda tiver baixado, o que ha de
acontecer quando expirar o prazo dos privile-
gios concedidos ao inventor, o vidro tempera-
do achari emprego real na pratica. -
Devemos accrescentar, entretanto, que re-
centemente alguns chimicos allfemAes, que se
tinham occupado corn esta questlo, obtive-
ram novos privilegios para afabricagao do vi-
dro temniperado, baseado em umrn process
mais simples do que o do Sr. de la Bastie.
Esses chimicos, em lugar de empregaremn
como iiqtudo de tempera um corpo gurduroso
e facilmente inflammavol, conform ficou dito,
imaginaram uma disposiQAo por meio da qual
fazem cahic o vidro quente em vapor d'agua
fervendo e debaixo de presslo. Diazem eileM
que assirn obt6m, de uma maneira mais eco-
nomica, products superiores aos do inventor
francez ; como, por6m, esta descoberta 6 mut-
to recent, s6 o tempo poderA decidir do seu
valor.
(Continual,


"PEBiAMBgCO~


0loroformio e a benzina vascolejadas corn
S dio amhos uma coloraCAo caracteris-
mremte no caso de ser o vinho ou natu-
S coloo -artlflcialThnente.
s, flaalmente, um process muito
iventado polo Sr. 0. Hlusson e que
or pssoa pD6de empregar facilmente.
so uma poqaena quantidade de ammo-
o vinho qua se quer experimental;
lora- de verde'.
*be-se no liquid unio do ld branca,
it que emprega nos bordados, tira-se
depots o f t *z-se corner por elle uma gota
do Ag. :.a Se o vinho 6 natural, a l1
e .uir epi -branca; seo vinho acha-se
ctfado pea schina, ,a l1 torna-se cor de
rq. tato mmas intense quanto mais conside-
|eLtiver sido a quantidade de materia colo-
-Rnermo chimico, levando suas experien-
,cia falis long, achou o meio de decidir rapi-
da 'i4e sea fugchina 6 arsenical ou nao ;
rian_,o W4wcroveremos o seu process em
r d* set ilmasiadamente technico, sendo
s ieate o primeiro para descobrir-se a
_escenTtemos que o facto da coloracAo
arBddos vinhlose oi publicgmiente denuftn-
O c miuisterio da justi min setembro
Il"b por uma cartado Sr. Pailo Massot,
d tsdo peles Pyreneos Oriohtaes, que pre-
yvl0 public contra-essa perigosa falsifica-
I$Qliensura severamente os autores della.
XII
correr -o aanno de 1875 a chimica onri-
-se eq m amn novo metal, devido A des-
Sdo gyuiunm ploeSr. Lecoq de Boisban-
d 4e Cognac.
P !io 'da analyse espectral 6 que esse
cm1 peOrommeceu aoxistecaa desse novo
Sminereos wnco de ,l* panha.
oseu..rs hoa s e con-
jfiaH~gftbjI lKiii( p- tadi0QitrllicAP.
0 a-d? uaa uma eira particular certos
Aek zi*ope oxiflo do g~lb-
8a.'d c ;7gpo- e sa emproga"na
corrente electrica qu e atr esa a solueAo po-
asslca" Debaixo desta lftfiluencia, o gallium
jkus-se e vem depositase spbre 0 eleciro
negativor d4 pilha. Assirm pda proeparar
uantida 5 suficiente.s do no&iA al para
stidaar-lIe eS caracteres prop i1,Itermittir-
1 rechhecer nell* umn novo : .p sim!.les
1m deflnidl.
XIUX .-.
Recentemente fabricou-se na. Allem-anha um
novo prdducto conhecido polo nomo de algoado
de vidro ou glaswolle.
Para oht6i-o estira-so o vidro da Bohemia
q4e 6 en'olado n'um cylindco aquecido e ani-
aladode um.movimento de rotacfo como as
antigas rods de fiar.
Esse algodao de vidro 6 composto de fios de
vidro extremamente tenues e da uma notavel
flexibilidade ; p6de ser enrolado.ontre os de-
dots e formar-se uma bola, exactamente como
s* pratica corn o algodao do alcochoar. E'
facil de reconhecer a importancla que deve
tow este novo product; poderA servir para
filLrar todas as substancias acidas ou alcali-
nas que estragam os filtros communs, e como
oividro nito 6 atacado senrio por um pequeno
nmiero de corpos, bastara lavar o algodaio de
vi4ro depois de cada filtraQio, para powder em-
puegal-o nov*
At6 aqui o 0 t a.Achava-se embaracado
paaa fazer ? s. send obrigado a
recorrer -- eantcia inatacavel
petos ac!i l0eiqonstra ia que
odovopi ao into, n
s6 debaixo do podfilW.twita r rapidez da
operaQao, comeo pela facilidad0.1;0 que pode-
se disp6r o algodlo de vidrq ltro. Pode-
ria ta mbern servir paWaO -If a do pinceis
inakeravei4 para as nacessidodn-a medicine,
applicando-se todas as materias causticas p-.
bre'os feridos corn o mesmo pincel, para o
quei bastaria p61-o n'agua depois.de Qada ope-
rac~o. *.* .'
XIV *
Ufia desooberta que teve qerta vega, em
187qe qijeparecia prometter muitp, mas quo
depois dilecou O4 publico indiffeloto 4<,a l tem
per4dada ao vidro. Um chimico, o Sr..de lb
[ stse,-.olseguio obter, pot meio da tewpeo
-urm vidro qua, se nao deixa completaoe.n-'
a de quebrai.-se, offerece todavia uma resis-
ia" ao choque, quo tern side considerada
|H0 exedondo ciUcoenta vezes a que age-
ntao vidro-pomqiuu.i.
Come: sabido, dA-se ao aco a tempera or-
- dinaria nmergulbando-o, deppis de aquecido at6
flcar em braza, em agua fria, sendo devidas
as novas propri!adtfs que esse metal adqui-
re a urna disposf'o molecular particular. Da-
se a mesia eousa corn o vidro ; fazendo cor-
rer n'agua o vidro fundido, o0,em-se aquillo
a quechamam lagri as batfviqp, vaderiad4
do vidro us qual a4diaippaop lao dif-
ferente da do sene .,'doi e I'i1 lagri-
pas reduzee-se 'mtnedi m.rifte p6 desde


Pedro Luiz
I Ao distrlbuidor Manoel Paes
Ao administrator Joaio Candit

Saldo existente em dinheiro


do


205460


399W70
241300


Saldo a favor da commission 1575640
Generos distribuidos:
Farinha 24 saccos.
Milho 36 ditos. -'
Feijlo 10 ditos.
Agroz 2 ditos A
Peixe 6 atad'os'.
Care 5 cLtaes
FazeadasT fardo.
Total 84 volumes.
Generos existentes:
Farinha 6 saccos.
Feijao 2 ditos.
Araflz4 ditos. 00*- -7
Fazeridas I fardo.
Total 13 volumines.-Joaquim Covm'deiro Coe-
Iho Ciutra.
Autoridade policial Por portaria da
prosidencia da provincia, de 3 do corrente, foi
nomeado Felix Gavalcante de Albuquerque,
subdelegado do Io district da freguezia de
Jose, do Recife. W
Ladrao de cavallos -Em flagrante delicto
desse crime foi proso, na villa do Cabo, novdia
30 de novembro, Porfirio Xavier Correia, contra
quern a autoridade policial competent pro-
cede.
Monte Pio dos honorarwio do exer-
cito- Eis o resultado da eleiQZoWhara a nova
directorial:
Presidente.- Tenente-Coronel -E0i'fto Ma-
chado Freire Pereira da Silva.
Vice-Presidente. Gapitao Manoel Accioli
de Moura Gondim.
Orador.- Capitio Domingos de Souza Leio
Rego Barros.
Primeiro secretario.-. Tenente Jos6 Fran-
cisco Paes Barretto.
Segundo secretario.- Alferes Chrispiniano
Buarque de Mac6do.
Thesoureiro.- Tenente Felicissimo de Aza-
vedo e Mello.
Procurador. Tenente Camillo Machado
Freire.
Commissao de beneficencia. Major "Jos&
Bonifacio dos Santos Mergulhio, tenents An-
tonio Joaquim Machado, tenente Flavio Jose
dos Santos e Silva.
Commissao de finanCas.- Capities Floren-
cio Rodrigues de Miranda Franco e Antonio
Jos6 de Andrade.
Delegacia litteraria da Ireguezia dat
Boa-Vista--No dia 3 do corrente, sob a pre-
sidencia do delegado litterario respective, o
Sr. coronel Decio de Aquino Fonseca, send
examinadores os Srs. professors Simplicio d-i
Cruz Ribeiro e Geminiano Joaquim de Miran-
da, tiveramrn lugar os exames dos alumnos da
I.;, 2.a e 4.i cadeiras do sexo masculine, regi-
das aquellas pelos mesmos professors, e esta
polo Sr. professor Felix de Valois Correia,
send o resultado seguinte:
1.' cadeira.--Antonio Macbado Soares e Jose
Francisco Bittencourt Junior, ipprovados corn
distincQAo; Raymundo Ribeiro de Castro e
Hermillo Augusto Maciel Monteiro, approvado5
plenamente.
2.4 eadeira. -Thomn6 da Silva Ribeiro, Cor-
,biniano d'Aquino Fonseca Filho e Manoel An-
tonio dcrAzevedo Jardim, appravadwos eor dis-
tincQ;io; Guilihornoe Caroll e Camillo Antonio
das Chagas, approvados plenamente; Francis-
co Affonso Pereira Lamego, approvado.
4.! cadeira. Antonio Jovino da Fonseca,
Candid Eustorgio de SA Ribeiro, Aprigio Fir-
mino Baptista e JoAo Ursucino d'Almeida, ap-
provados corn distincCio ; Antonio Raphael Al-
ves de Sant'Anna, Elpidio d'Araujo Ferreira
Jaceobina Junior, Antonio Manoel Malheiro de
Mello, Joss Augustu Rodrigues, Eduardo da
Cunha e Figueiredo e Bernardo Floriano Cor-
reia de Brito, opprovados plenamente.
Obras noVas-Afini de dar omprego ao
crescido numero de retirantes, que se achani
reunidos nesta capital, S. Exc. o Sr. desem-
bargador president da provincia acaba de de-
terminar quo, por conta da verba-Soccorros
Publicos-, seja despendida a necessania quan-
tia corn a construccAo de umn novo raio do
hospital Pedro II, e de uAma enfermaria exter-
na para o tratamento de variolosos, obras de
ha muito reconhecidas corno urgentes, na?
adiadas pelas circumstancias financeiras dos
cofres provinciaes.-
Essa medida de S. Exc. d de dopla vanta-
gein para a provincia, porque vein dar traba-
Iho As victims da secca aqut na capital reu-
nidas, e fazer cessar os inconvenientes qsie e
davam no hospital Pedro II, nao s6 corn &ME -
traordinario numero de doeotes nas enferma
rias, comQ corn a conservacaio i&,tro do edifl-
cis, dos variolosos, corn grave perigo-- on-
dicSes sanitarias do estabelecimefl .
Institute Archeologico e phi-
co-Amanh5, A hora e no lugar d4 stame,
dove. haver sess'bo ordinaria, sen oaprdem
do dia: pareceres de commiss5ese b-mais
que occorrer.
Dinheiro 0 vapor Penedo trouxe para :


Domingos Alves Matheus ,A 500o000
Euzebio da Cunha BeltrMo i 489820)
Monte-Pio PopuIla Pere ambucano.
-No dia 9 do corrente (dmntko), ao meio dia.
commemora essa associaoilo o vigesimo anni-%
versario do sua installaflo, corn missa e ses-
sao magna. .
Retirantes-A bord,'do vaOWr Pdop"Mo
ram hontem, do Cearav p l*ites queV0o
sereinpregados em obrds iihAa capital.
Exames de preparatotios-Eis o resul-
lailo dos prestados na Faculdade de Direito':
Dia lo
Lingua nacional.-Plenamente 4,- simples-
monte 8, reprovados 2, nao .pfoApareceram -
prova oral 4.
Dia 3
Inglez.-Plenamente 6, simnplstmnupe 7, re-
provados 4, dno compareceanut. "ift rova oral
quatrn. ... '
Lingua nacioeal.-Pletamento ti, 'sitMple'--
ment b17,.repro'dos 3, nao compareceram' a
prevrabiK! *. -
1agdoria&de fazenda Nesta estaclo
I paO bse, hoje as seguintes folhas: .. :.,
L Cult public, oemprogados da estrade* fer-
arsenal, de Sura empregados), oiaeO
reformados e reeibos de etapa. .'
ExAmes,-Hontem prooeduse ao exame
dos alumnos diS'5 cadeiraa da reguezia de S.
Josie do Recifterefa pe prOAMM-r JOa& Ier-
nanides Vinna. 0 tofbipresMdkdopeeores-
pectivon de epdo httnriV, co ovigaro JolA
!os6 das CootaRiwliro, evrvia& de exmisa-
dores os prolessoem s i ?ibtino de
Miranda Maclteo -o' d Gowl* 0 xase del
1

-A -


I' o"'


iioi-t *


REVISTA DIARIA
Commission central de soccorros. -
Foi-nos remettido o seguinte para publicar:
SGaranhuns, 19 de novembro de 1877.-
Illins. e Exms. Srs.:
SCorn o officio 7od andante mez, dando
conta da se u |a do mezw de outubro
ultima, sc n .i w!a mis-
sao a nossb C 6O
H Itoje apreseftamol a conta / da
primeira quinzeo -do andipe mez, al
instruimos a Vv, gxes., ostad. dos roe s
(Vosta coiwmissaio. pelo -qa murge .rewessa do
tiab 4 p0 0, se45-."p eportUfW Sa-
tisfazerem o nosso pedidfbatestante do officio
de 20 do mez ultimo, quo tive em resposta o
officio de Vv. Exes. datado de 29 do mesmo
mez, e qua respondemos.
Nos foi entregue as ferragens que haviarmos
pedido em data de 22 de julho, pelo qua ficou
prejudicada a telacAo de ferrageas qua acom-
panhou aquelle officio, sendo apenas necessa-
rio vir o que declaramos na nota junta, que
4eve acompanhar as grades..do ferro pedidas
em nosso officio de I de setembro, par& seem
:6blocadas em tempo.
4 A secca continue, e augment a emigra-
Q-Ro. Na quinzena tivemos grande distribui-
'ibo. por ter-sp dado As families aqui permi-,
nentes, para seguirem ao destiny rocoinmen-
dado na circular de Vv. -Exos., de 20 de outu-
bro ultimo. Entretanto, n4io segulo um de-
cinmo da gene aqui estacionada. pois estio
corn receios, dizendo que o governor quer man-
dal-os para provincia .extranha, e citamrn a do
Matto-Grosso.
E' iseto devido, segundo pensamos, a cer-
Los inlividuos qne procuram crear difficulda-
des, nio lembrando-se das circumstancias
critics da provincial. e outras limitrophes; em
vista da terrivel secca, que de dia a dia nos
amedront a mais.
a Nesta comarca faz-se necessario, ou recur-
sos em abundancia ou forga para garantir os
direitos individuals.
S Corn a conclusio da obra da matriz, que
terA lugar ate o tim do andante anno, e que
jA nap admitted o concurso do povo, nao sabe-
mos o que fazer para distrahir a populaclo
indigent da comarca e aos retirantes aqui es-
tacionados.
Tem-se dado pequenos furtos e corn grand
escala o de cavallos. A farinha estA dandoej
a 1200 a cuia; o milho 1$, -e o feijAo 3|);
este ultimo legume pouco concorre A flira.
Ficamos sem- recursos e contrahindo empres-
ftrmo, o que *emos corn difficuldade, pois os
Sts. Jose Muniz de Ahneida e Delfino Ferreira
i1q.Costa, que sempre estiveram promptos a
ndos servir, seguiram Iara essa cidade, assim
pe6is, concluimos, instando que se nos habili-
tb a satisfazer a ardua missAo que nos foi im-
posta por Vv. Excs., a quern Deus guard.
a. Illms. e Exms. Srs. membros da commis-
sio central de soccorros. Joaquimn Cordeiro
Coelho Cintra.
COnia corrente do dinheiro e generous recebi-
dos pela commissao especial- de soccorros
de Garanhuns, desde 1 a 15 de novembro
deste anno, e bem assim da applicagio e
destiny que-. tiveram :
Recebjdos
Saldo eitente em diRieiro, como v1e-
se da ultima coVa 1865"540
Dinheiro recebido dos generous adianta-
dos aos retirantes que trabalharam
na estrada corn a commisslo de en-
genheiros do governor 5590


PROPER


































= 3, no cohsistorlo da matriz, 98 aluwrqos
ionio Ignacio d4O Paiazeoe,,Aljiro E) os
A",,LuizAnioia de lamei" aeSlaaIa
cha6 o Lima, da escota de Marangu-pe. regida
q professoror Balthazar Augusto de Olinda
tjiue foram appovados plenamente; os
a/t1nos Julio Narciso de Alhneida, Lourengo
Bowrra dos Anjos Seuto e Jos6 Romeo do Fs-
pino-Santo, da escola, do Nossa Senhora do
0' da mesa freguezia, -regida polo professor
Manoel Felix do Nascimenlo. tambem appro-
vados plenamente; e o da escola do Jaaga,
JoAo Luurenco da Silva, regida polo professor
Francisco Amancio da Silh'a, approvade coin
distincgko. Foi examinador o professor de
Paratibe, Lourenga Guedes Alcofor9lo.,
AferiVAo.-A repartiplo conpetente pro-
cede 4 aferig5o dos pesos e medidas e baLan-
cas dos estabelecimentos das freguezias dos
Afogados e da Varzea. dentro do corrente
mez,
Declma additional. E' no corrente
mez que os contribuintes do impostor da deci-
ma subre os bens de corporagdo de mio mor.-
ta devem pagar o 1o setrooae do exeaciai de
MO7a 1878, livre de multa.
Theatre anta Isabel.-Realisa-se ama-
S:, A noiLe, nesse theatre, a terceira recita
Sassignatura, corn a muito applaudida zar-
zuela Catkarina da Russia.
Aquellas pessbas, que desejarem vor uma
zarzuela executada corn todo o primor, devem.
aproveitar essa aoite, visto como e6- provavel
que nilo suba ella mais ;1 scena outra vez.
.ouriaz4& C--Pam as estabelecimss-
tos dessa ima commercial, sits a rua do
Marquez de 1(nda n. 15, Primeiro de Maigo
n. 0e L iv^ 7z n. 51, acabam de chegar as
excellentos folhinhas proprias para escriptorio,
as quaes slo veadidas a zO) reis o exempLar.
Ponte de Pedro II-Acha-se em estado
lasrnmoso essay ponte, que commaunica o bair-
ro de Santo Antonio corn o da Boa-vista, tanto
6 o lixo ahi existente. Chamnamos para isso a
attengAo do fiscal respective.
Rletrato-Consta-nos que o Sr. Foligonio
Magalhaes estG concluindo um retrato do Exm.
Sr. desembargador president da provincia,
feito a bico do penna, para offerecer a S. Exc.
Merte traica de homes e mnulheres
celebres.-Eis o. nomes de alguns homes
e mulheres quae vemos na historic, celebres
uns petos seas vicious e defeitos, respeitaveis e
adocados oatros por suas ofminentes virtudes
e pelo bem que fizerani humanidade, a que
tiveram urma mawrte tragic :
Jesus Christo. Deus e home, o Redemptor
da humrnanidade, morre crucificado entire dous
ladrOes.
Seneca, para eximir-se ai crueldade de Nero,
suicida-sa.
Socrates, suicida-se no banho.
Viriato, mraorre na sua tenda assassinado co-
barde e traigoeiramente.
Sertoriotnorre n'mn banquet, assassinado
pelo sea logar-tenente Perpena.
Julio Cesar, m#arre no senado, apunhalado
por Bruto.
Caio Oraccho, o valente paladino da plebe de
Roma, faz,-se matar por umrn esoravo, que de-
pois se suicidasob e o cadaver doseu senlaor.
Archimedes, foi morto barbaramente por um
soldaib romano, na occasiao ha tomada de Sy-
racus.
Anaiba& o heroes carthaginez, suicidou-se
envenenando-se.
&tq suicido se n'umni descampado, ao
abandon.
,Orss.a personificaco da avareza, foi mor-
topels pathos, os quakes, se dizem, o obri-
garam a li eber ouro derretido.
fnmpeiu norre apunhalado, pelas costas,
por Seprimio.
Catlao,julgando a republican perdida e coim
ella a iberdade. miata-se, atravessando 6 peito
cors a espada. -
(Q^o94 la-se. diz-se que com a mor-
dedtra d aia aside que fizera apanhar den-
tro "de un acafate.
Mfarat, o Amigo do povo, foi asassinado ao
saeir do banho, por Garlota Corday~e estam or:
re gailhotinada.
Liam XVI e Maria Antonietta, morrem no ca-
Ibiliiliano, imperador do Mexico, 6 fuzila-
do jor ordem de Juarez.
1Yaoleao IuOrre prisioneiro dos inglezes,
na ilq de Sante Helena.
annaa d'Arc, 6 quelmada aa inquisicao, po-
los Inglezes. *
Irypathia, erudite mathematical e geo metra
da Alexandria, 6 morta pol plebe ftnanisada.
qilea arrasta poles runs, a esquarteja, e quei'-
ma os seas restos ainda palpitantes.
Itobespierrs, Danton, Vergniaud, Saint-last
e tinatllo Desr~oulins, morremo guiihotinados.
Ptidile, o heroic comumwro, morre decapi-
ta&.
S M land, expira no cadafalso.
do Andrade, o patriota dedi-
0pcado e arrastado 4P.ois de
o~D; -


AieiegdipjI 'iloecapitado.
Aaonibo 4 Jua arroj 'o dramaturge.
moore que a pebla inquisico. oede foi ar-
rastdo pela trai~co do uma eserava.
Ft. ilain Carvajal, nerre enforcado.
VX Affonso VI, 6wrm minado de desgostos,
ea Liutra, oW0eai4aa prm por qdow de
sea irmao, que Iiq roubara a mnlber ee
Carlos I, mtorre decApitado, per porde de
Cromwel.
mpecianado, succumbe As mAo do dg a -
-sssno.-
Placido, inspirado poeta cubane, merreu f-
zitedo.
Condorcet. suiekida-se earn venoms.
F. Coylho, arrojado ecorajoso revoluciona-
rio catalog, ororre assassinado.
'dileof mor4 os.raceres da inquisitor.
Marina Pinedamicwre entbwcada.
Levoisier, opai da' oimica.orre guilhoti-
nado. -'#I
Vefaliol bqwede fo9e de ukiHria.
Lincoln,pres(ite dos Estados-Unidos, mor-
to .aswsawaidt uwf ooeqftao e^48|u espdria a
urm e pwceanlp io tIbatro. -
ft. Damthns, morre n plra is c
0 genral Prim, o Ya.... a u eoVb
luW&o hespaphola e ,Cadi,. 6 cobanrieoaei.
assasiRAd as m uasde Mtd.....
MerbFt.t, estripWw Aerrwta Anaae tais
Clooty,Tivre pensadw?. anovimeg aw O tiay.
Henriq I, ,p apunilada. ilokink.
Co GWsac8. -
Lepeolier, o qiobe oountol qu pro-
pos pxei prON op n mW na ewv.nglo a. aba
vio diL p"4 do moorte flow~jMfao'.
YoVicorNoir. 6 MMi~doossinurtiro, dado
Spor iPedmo fmmaat
GWOsrAus owns 41pima':r tuu-abowrn


permroal- -angeiilu, toaa a etevatco ao
peamsienLo, largp~zaa d vistas. aoert dt'
apreciagAo e provada e&p&"dadefde O
-aLtAributos "rss e .6 pprlprios do vbrdadsiro
.tIA.o wipopwado peio lLustm da mnais solid
iolrucciao.
a Nao se omde a irnportancia dos-trabalbos
do uellWencia pela extensko o pelo espago
que tel tormado na f6rma a fivre (anifesta-
"Ao do ,nasamIeato.
-( Ha phrases ,teo valem discursos ; discar-
sos qua vale manis quo livros ; livros queI
consitueem wonaameatos de porduravel fame
custosa maagnificencia.
Perdeem namanho, 6 certo, o que ganha
eu estimaao o breve trabaltho historic qOe
a cornmissio acaba de examiner.
Vasto, por6ma, no assampto e proftndo no
object, memora-senessasPpoucas paginas a
vida de urn gande cidadbio, maior polo merito
e pelos feitos qua o tornaram celebre, do quae
polas tardias honras que hao procurado en-
grandeoer-llie a imagem.
a Jos6 Bonifacio, o vulto ingente que asso-
ma ao horisonto da nossa historic, rodeado
do prestigio da sciencia, enrequecido pelo es-
tudo, auimaado pelo patriotism e glorificado
pelo soffrirnenLo, bern merecia a postlhuma
homenagemrn que the 6 prestada por uma dos
mais erminentes representanles da litteratura
portugueza.
(0 elogio biographico, tecido polo douto
academico, reune a dupla qualidade qu e dis-
tingue o trabalho do escriptor de historia:-
diz a verdade e pelo modo porque deve ser
dita.
( Se a hiitoria sonw a verdade 6 apenas o
romance, cumpre que ao dizel-a, corn inalte-
ravel firmeza e inteira seguranQa, possa ainda
o escriptor guardar a propriedade do modo, a
graciosidade da fdrma e a eonveniencia do es-
tylo, que asselkas o caracter do perfeito his-
toriador.
(1 0 trabalho dqrS. Latino Coelbo e digno do
seu autor, e esta n a ltMtra do merecirtonto
daquelle a quem se dedical-
(( Acompanhando9s pgaeireos passes do no-
tavel Paulisa a & ada ainosa que percor-
reu, long da paLtria em nbuo da iastrucclao,
naquelles mingoado$ tepWoss coleniaes, em.
quo ate da luz do espirito so. -fazia na metro-
pole avAro rnmonopolio, revere o escriptor o
progressive desenvolvimnoato dessa privilegia-
da intelligencia, fadada a grades commetti-
mentos em umfuturo ainda emnoto; e applau-
dindo os triumphos colhidos em uma rapida e
brilhante carreira esdolastica, celebra a inicia-
gdo do esperanCoso neophito nos trabalhos
da Academia do Sciecias, ema aanos ainda,
tao verdes e juveais, que o viGo da mocida-
de parecia contradizetra grave cwnrostura do
academic.
a Narra emi seguida como foi aproveitada
pelo governor a especial apUdao do joven na-
turalista, sendo mandado a prcoiTrrer lugares
onde podesae setr pratiammawe acerescentado
o copioso oabedal ji recolhido no estudo das
sciencias a que se consagrara; e *mfeixando
a messe farta e opulenta, segada pelo active
e habil cuer nos dominaios prelostrados da
sciencia, mostra-nos cooi eompensados fo-
ram, e larpmbste,, os depeadtos do Estado
pelas vanUns que provieram 4ts investiga-
goes do avel pesquisador.
a T&o orwo 6 qua nunca slo perdidos os
sacrificios foeitos em prol da instrucco e au-
xitio As vocabes legitimas, quando corn dis-
creta prudencia se sambe regular o modo de
produzir, gastando, O de sacar sobre o future
a conta dos avanvos do present.
SQuando Jose Bonifacio regressou de suas
longas e proveitosas excursOes cor6ava-o a
aureola de sabio; sou nome ficara inscripto
nos annaes da sciencia ; o corn as honras que
para si cothera assegurava a gloria da pa-
tria quese orgalhava de a coitar por fitho.
t Soube o governor accumiular sobre os seus
hombros, na phrase. do biographo, os encar-
gom que sao maior testemunho de valia ver-
dadeira quo as barateadas e inanes distinc-
05es comrque as regias chancellarias aferem
e aqauilatam na sna tarifa grasiosa os talentos
do eicao.,
De sua part taaem soube corresponder
o sbio e con. nga de que se mostrara digao,
r.abalhando incessm*. E- quando nos ne-
fastcm dias da ikalo eistrangeira juntou ao
auxilio de sua. lIlass o esforco de seu bravo,
come cidadaoe a oM 9o,-ldado, bern demons-
trou como perfeitamenteose alliam os oppos-
Los isteresses des armas e des lettra, qaando
ao secvip de urea xazao esodaracida se tm
nra oowagm o aberto aos notres sentiruentos do
patriot wino ft da lealdade.
e Eram, poema, esses mesmos sentimentos
quo Ihe faziam-despertar vivida e pura na al-
ma bern formada a iamagem da patria agui-
Ihooda aosrigozes do despotismo colonial.
a Aproximava-se a hora da emaacipaqao de
um grande pore; ja eram frageis os laces
corn qua emaalde so pretendia comprimni os
pulses do gigante americano; a i mprudngoia


ou a ceguoira da metropole havia estragadoia
arma do poder, .que nAo soubera manejar;,
avultavam os errors do system colonial, mal
enim e dosastradamente post em pratica
l l rag..es pouco avisuAi; era infal-
liv eito: a 'eoloaia reagio e combateu,
resi e fveneu; porque l as pugnas da ii-
berda i o" na os ecessos da Orepotencia
nueoa o setr duvidoso o triumph da raziA
e da atrica.
a Jose6 Bonifacio, destinado a servir de pro-'
togoridsta ou de comparte nas scenes animtna-
dos de ama gloriosa rqvoluao, comprehendeu'
desde logo que un ever de honra o 3hamava
ao theatre da Iota que se ia travarentre a for-
g* e o direito, no eomflicto de ineresses anta-
genicos da metropole e da colonia; correu
prestoe a envolver-se no movimento reawclona-
rio, que ja sedenunciava em mais de unm pon-
to, eehi come emr toda a part onde teve o
genie occasiao de expandir.-se, seus nobres
sentimentos manifestaram-se em actos de
inexcedivel patriotismo.I


Lrazmen.e ngado pela mAo segura de urn ham
bil piawor, ostenta-se em today a sua puj na
,oa vuiso jooestwo ide Braaleiro distinete quo
pertantas Ututas se reoommeade, Avene"0O
Idos queo conte.plm .
a A commnissao d mrateto cwinpre unm de-
vet Jouvando o trabalho hitotlrco do Sr. Lali-
no Coelho, eouo pvaaerapplauds o generoSt
impulse qwe te vou o eseriptor portuguez a
decanter as gorias quo tamnbem siao suas,
porque a Portugal. comnoaso Brasil, cahe a for-
tuna da coautar Josa Bonifacio entire os seOs
frihos mais prezados.
SE se a sevedidade da eritica ou a variedad
Sdo pensamento nao permitbe ainda que se flb
defnnitivawrteot opinion 'que sobre- os facts
da indepeoeneoia deve seformada, se & cedo
para .pronvmciaw-se a ultima palavra sobre as-
sumptos que se prendem A nossa historic po-
litica em tempos de tao agitadas commoVOeS,
seja-nos ao menos dado, a n6s, obreiros do
porvir, juntar corn desvelado esvnerotfacara-
da attenQso todos os valiosos subsidies
que a geracao contermporanea vai preparando,
para o soberbo monument da historic da nos-
sa patria.
S A ads cable a missiAo de honrar a memo-
ria dos grandes omens ; A. posteridade o en-
cargo de juilgal-os.
u Sala das sessoes, 26 de outubro de 1877.
-0. H. de Aquino e Cas'tro.-J. T. Nabmca de'
Ar(talo.
Vapores-Sio esperados os seguinteS:
Gironde da Europa hoje
Cear4 do Norte amanhAi
CamCies do Sul amanhi
Bahia io Sul atW 9 -
Minho da Europa at 6 11
Mondego do Sul al6 14 -
Oberon da Buropa at& 14
Iberia do Sul atd 1S
Parti do Norte al 1747
Pernambuco do SUl ate 17
Niqcer do Sul al8 ,10
Glenlogan de New-York atW 20
Loterta da previnela Quinta-feira (8
do corrente), se extrahirA pelo piano COjs
maior promio 6 de 9.000(000, a 249., loteria
em beneficio das obras da matriz de S. Jose6.
Os bilbetes, meios e quintos, acham-se &a
venda na thesouraria das loterias e loja de-
cakado do Sr. Porto, na prac.a da Independes-
cia ns. 37 e 39.
-As listas sahirio no mesmo dia da extrae-
ilo, s6 tend por6m lugar o pagameto dos
respectivos premios do dia seguinte por
diante.
Lelldes- Hoje devem realisar-se os so-
guintes .
Polo agent Pinto, na ladeira do Varadoureo
n. 3, em Olinda, de am sobrado de azulejo,
de moveis, arinacao, generous e utensilios de
taverna
Pelo agent Gumnio, A, rua Nova n. 65v de urn
terreno corn 160palmos de frente e 700 de fan-
do, na estrada de Bel6m.
Plo agent Steappie, a run de D. Maria Ce-
sat n. 1I, de movois, utensilios de maroene-
ria e de uam terren no Ingar Agua-Fria,t
Beberibe.
Polo agente-Btrlamaqui, a rua do Bom-ne-
sus n. 53, de miudezus e perfuatuarias.
Amanha devem realisar- se seguinte$:
Polo agent Pinto, A rua da Imperatria n. t,
de moves e attnsflios do caf Inperatritz.
Peto agent Gasmieo, A rila da Graca, na
Gapunga, dos generous, utensdlios e armaalo
de taverna.
Sexta-feira devem realisar-se os seguin-
tes; -
Polo agent Pinto, aj'ua do Bom-Jesus n.
43: de diversos atensfios para lythographia;
do casa terrqm I 8 na rua do Fago; e deum
terreno no tW4on.d
Polo agexte iona, A rea do Impeordorn.
25, de moveisloucas, vidros, piano, esptihos,
obras do electro4plate, etc. -
Missas tumbres-.erao celebradas :.
-- Amanh-: "is 7 horeas do dlia, na igreja
do Corpo Santo, pets alma de Joaquimn Anto-
nio Rodrigues. .
Na seqa-feir.i As 8 hores do di, na3
matriz de Sdqe io, pela alma do Dr.
Virginio Hen.ti .
Passagelros-Vindos dos portos do norte
no vapor brasitelt) Peed. :
Tenente rt#i6' Maria do Regs Barnos, Jorge
Victor PeireEfc Lopes Junior, sna senora, 9
flihos e 3 criados e 330 emilgantes,
Sahidos para o sal no vapor inglez Gal-
licia : -
A. A. da Coneel~o, A. da Costa Junior, H.
Carneiro, A. R. Borges. T. T. Gomes e sua se-
nhora, B. G. de Lanas.
Cemiterto publlco.-Obituario do dia 3'
de dezembro de '1877.
Canche Bonaplada, bronco, fraguay, 4 aSR
nos, Santo Antonio; febre lH :.
Recemnascida Maria, -tli nlb .


asaa; ao-nas;oere. S, o
Joanna, escrl#lf
nos,sotia8
tetia, Gtaa .lionftes.
Franisea kR1a da Trindade, trda, Per-
nambrbuee, ra, Boa-Vista, hW-
pital ftdrli pulmores.
* Mane A Is m pardon, Pes mndm -
0o, 21 a3fes, jp, Boa-Vista, hospital Pedro
fty'pneumontia. -
Pe do a Cunhi de Albuquerque, branch,
.Pernavbuco, 77 annos, casado, Santo Antonio;
,aterite chronic.
C' andida, parda, Pernambilco, 20 metes, RO-
cife; sarampo.
Jose, psrdt -oer-nambuco, 2iezes;S. losA;
bepatite ongeqita.
Laim; pardo, Penambuco; 7 dlaa, 'St Joe ;
tetaho desc ea l. :

GIHaO$IGA JWMIGIARIA
A

fribiual do Sdat$"
SESSAO ORDYNARIA, EM 4 RE DEZEM-"
RSO 1W78,7
PRES, NCIA INTMRINA. DO SA. S DESEM
BARGAME LOqaaNgp $AATxAG9
Secetafio r. ugilio tCoelhm


Appellako commercial
D o Reeite-Appttliante a cormpanbia Indem-
nisadpra de Seguros, appellado Jose Jaoome
SAppellacOes civeis
Do Itcifa=Appellant9 Antonio Jo 9 Ferrei-
ra Refinador, appellado Manoel Espindoia de
Mendonca.
Do Cal*-Appellante a orphM Maria, por seu
curador, appellado Manoel F'raeisco des
Chagas.
Appellacoes crimes
De Gampina Grande *- Appellante o juizo,
appellados Antonio Felicio da Caauha Bilio e
outro.
De Garanhuas-Appellante a justice, appel-
lado Ignacio Paes de Araujo.
De Cararu-Appellante a justica, appellado
Jose Rodrigues Porto.
De Quebrangulo-Appellante o juizo, appel-
lado Claudine da Silva einto.-
Dp Ignarass--Appellante Joao Vicente Fer-
reira, appeiada.a justiQa.
Do S. demambargador Souza Leao ao Sr.
conselheiro Freitas Hemriques:
.Appellago ctwel
Appellante o padre JManoel Gorreia Maelel,
appellal,- Rodrigo Antonio Brasileiro Macei6.
Ao Sr. desembargador Reis e Silva:
S Appellago civel
Appellate o curador geral por parte de
'Theodora, appellada D. Anna Maria da Con-
ceiclo;
0 Sr. couselbeiro Freitag Henriques, como
pocuarador da cor6a, den pareeer nos seguin-
tos feitos -
Appellagbes civeis
De Pedras de Fogo-Appellante o juizo, ap-
peltuda a parda Francisca.
De Campina Grande=-Appellante Maria, es-
crava, appellado Antonio Luiz de Barros.
Dos Alagoas-Appellante Manoel Ignacio de
Albuquerque, appellado Antonio los6 Pinto de
Atbuqqerquc.
Do tio Formoso-Appellante o Dr. Gaspar
de Menezes Vasconcellos de Drummond, ap-
pellado 0 ajudante do procurador fiscal.
Appellacoes crimes
AppeHlante 6 juizo, appellado Pedro Carneiro
da Silva e outrus.
'De CampinaGrande- Appellante promo-
tor, appellado Jos Coreila de Mendonca.
De Jabloatlo-Appeiste o juizo, appellado
Joao dI OlvetAgatfo.
Da rnatI-z-A4ppellante Florncio Cardi-
Ido a appellad a justioa.
Be l[ina -Appellamite Miguet, escravo,
app*Wk &juia. ;*
Do Recifeou-Appellante o promoter, appella-
do Robyto, eseravo.
e NaZareth = Appeltantes- Joao Bento de
VascoielUos e oatros, appollada a justita.
De Camar6w,'Appohate Ios6 Dw a, appel-
lada a ;",.
Deligonas
Com vista ao KGm. Sr. w"selbeie" procurs-
dor da cor6a e promoter df jt, tia os segtin-
tes feitos depois de ouvite-o Dr. curador gerat:
Appegavib Mrime
De Pesqueira-Appellante o juiso, appellada
Maria Ferreira, oscrava.
Appelta6es civeis
Appellanteo ,juizo, appellado eManoel Luiz
Gordi.jha, escravo, por seu curador; -appellan-
te JosA de Oliveira Lima, appellados Joilo
Ferreira de Carvalho e oetros.
Com vista As parties:
Apipllaoes civeis
Appellant e Joaqaim Jose de LUma, appellate
a Ferro Garril ; appel-ante Laurentino Jos1 de
Miranda, appellado Francisco Xavier de
Athayde.
Maroou-se dia para julgamento dos se-
guintes feitos :
Appellacoes civeis
Appellante Francisco de Patla Correia do
Araujo, appeltado Fraiwlseo de Paula Mego
Barreto; appelante Trajano Cicero de Men-
donca, appellado Francisco Beiriz de Mendon-
ea Lima.


AppellaeAo oOmmercial
AppeUante Euzebio Raphael Rabello,
lado Pedro Rodrigues do Oliveira.
AppellaGo crime
Appellte Pedro Joaquimr da Silva
cumaba, appellado Esainoaidas da
Vieira.
DISTRIBUIOES
Recurmpsos crimes


Ao Sr.


appal-

Caa-
Rocha


Aliieida Albuauer-


I. o Recife B o juizo, recorridos
iCorreia Olivoira rc s
Ao Sr. dese a.l otta:
De JaboatAo- Francisco Gaval-
cante de Hollanda, recorrido o juizo.
AppeUl;cp% rimes
Ao Sr. desembargador Almeida Albuquer-
quo.
Do BuiqpOe---Apelleate Laurentina Maria do
Espirito-Santo. appellHada a jusUca.
Ao Sr. desemilargador Motta:
De Cabacoiras-Appellante a promoter pu-
blico, appellados Manoel Soares de Brito e
oatro
Ao Sr. desembargador .,cdoli: '
Das Alagoas-Appeanlbte Cristo Manoel de
Jesus, appellada a justica.
Ao Sr. consetheiro Doria -
.) e Muricy -A"ppellhte a justiGa, appellado
J fi9oho &Jios Santl eOu rOs.
g ,i osld 4 e pCok4es
1~ Sr ci Srgadqw Acei< I
o Reib -nggrates Jpao Joaquim de
Souza e outo. agravado o juizo do crmmer-
ciD..
Ciep66o 0" 1 *
Ao Sr. 4&nselheiro Doria:
0 Recife-Agavante Alexandrina Rita do
Ainparo.Couta, eggragvado o juizo da l.& vara.
Ao Sr. desenambargador Souza Leio :
Do Recipe Aggravante Josa Felippe de S.
Luz Paima, aggra o juiz o do coMeco.
- A* Sr. consetheiro -.Iaa gqtw5
Do Recijo-0 t U edo o de O|-
fira, aggra0ada o ji u zo a co emeo.
A Aor. desmbargf*ador A noida Albuquer-


Medicos
Dr. Lobo Moscozo, rua do Visconde
de Albuquerque n. 39.
Adv6gados
Jos6 Ozorio de Cerqueira, rua do Im-
perador a. 79.
Dr. Guennes, rua do Imperador n.
48.
SDr. Antonio Drummond, rua do Im-
perador a. 20.
Dr. J. Corr& de Araujo, rua do
1 minperador n. 67.
Pazendas e modas
Antonio Correia de Vasconcellos, rua
Primeiro de Marco n. 13.
AlgodAo branco da Bahia, supe-
rior, rua Duque de Caxias n. 44.
Chapellarla e modas
Costa Maia &t C., rua Primeiro de
Margo n. 6.
Fabrica de cigarros a vapor
Bourgard ,c C., Recife 45, rua do
Marq uez de Olinda, Santo Antonio 3,
rua Prineiro de Margo, Boa-Vista 54,
rua da imperatriz.
Pharmacia e drogaria
Ferreira Maia & C., rua Duque de
Caxias n. 57.
Encadernaqao, pautaqio e papelaria
Miranda Junior, rua Duque de Ca-
xias n. 37.
Liioes de francez
LiU6es theoricas e praticas de fran-
cez, polo method mais facil para se
aprender esta lingua em poucos mezes.
Cursor todos os dias na rua da Aurora
n. 41, 2.o andar.
Gastronomia
Archiarmazem do Campos 28-raa do
hmperador-28
Leite condensado superior, presun-
tos para flambres, linguas afiambradas
)etn latag), fiambres en latas, cha fino,
doces, ticores. a i*pipes e grande varie-
dade de vinhos finos e de pastes.
Rheamatlsme
Cura certa e rapida pl.Ifo em go
do Elixir e Linimento "'& Mt-
tatin. Vende-se na boica f 4
Caos, rua da Cruz a. 2,91.
Comrn e disconto de t*
W. Ingfis & C. Deposftoa
das inglezas, franceas, arIemw
ricaaa, a rua dQ'Irnpera4r a. 57.

A' rua Primeiro de Marg m 23 ai
cham-sea venda os bilhetes da 5a elu-
timagrande Toteria da Bahia que cOar-
re. imrnpreterivelmente no dia 5 de ja-
neiro.
Asphyxiadr dms formigas de roCa
Este irffat destruidor das formi-
as, vende- icamente na botica de
N oel AIve arbosa, a rua do Mar-
quez de Olinda n. 01.
Rels e Slva & oreira
Para senhoras e homens fazendas
e attigos de phantasia, rua Duque de
Caxias n. 60 A.


PFULICACIES A PEDIDO

Alagoas


PENEDO, 20 DE NOVEMBRO DE 1877
Abaixo a hypocrisia e o cynismo
A cidade do Penedo, uestes ultimos mezes,
tern sido o theatre das mais negras scenes.
As cambiantes da political, montando a uns,
apeiando a outres, sAo a cause des tristes
emergencies em que temos estado.
Os jornaes da localicade, a imprensa emfinm,
occuparamn-se dos factors, jai imnpaciaes, ji
eivados do sophi.ma: estes narrando o occor-
rido, tendo a verdade por divisa, aquelles
adulterando-o, afim de innuceutar aos que ti-
nharn-se perdido. 3 ,
0 unico jotnal qu e tratou da questAo impar-
cialmente debaixo de seJ ponto de vista-eri-
tico jndicioso,-analysando conceituosamente
os Wacos, foi o Orgdo do Powo.
A linguagem dubia de alguns periodicos da
proviucia, mesma a do Couifrm4or Penedense.,
uio agradou ao public, que o t havia lobri-
gado ans louges de conveaniengias poeliticas,
apesar da figadal inimisad :que o separa do
kornaL do Pedo, dizemaos-que o separa de
Theotonio Pbeiro e Silva ;--per que este -
riodic niao 4 se nao o echo de se u unico re,
doctor.
Foi uma alegria, am coftentamento freneti-
o e geral 0 artigo edictorial do Orgae do Povo,
journal imparcial, de repuacAo flrmada,a o r0mis
lido e prucurado periodic do S. Francisco,
peor ser d unico independente das paixiss po-
iticas ou particulars; e cujo artigo, traes-
cripto em algunsijornaes da ortte, lez tremor
o Sr. coroner Theotlonio, kbooa os fumda-
mentos do casteUo-juizado do direito-de seaul
flho, o juiz municipal de-Peaedo, e o fez dizer
como o encarcerido poe. treia:
% Os pmea caateltos geefmudai no vento, o oVe-
to rn'os LmpU, qw Wosm'O a ha; do"ma 0u
me PcQu a c Dlp. minha....
Mais lopg provaremos que esteo moo no
pode continuar cauo jui, -
0 descdaceito, em quo Icon bac4uar,0 Iu-
tealaino AtonioFAbeiro e Silva, prindipalis
'na carte, d'onde esperava ser nomeado jufz dt
direito, fMl-o passadaros trancea. E quanto
antes seu pai, sea cunselheiro e Mrincipl ins-


desafeclos ?
D'eixa o ,ic-o dk s AN .O 6 r 4
0ons, e vai-se para o LOberal, sempre ppiza o
Liberal .
Pensarai o Sr. TTbeoarnio cne os fasW
piltennf q* nie reaan4b6 8a 'ks
gem costumeira, o seu estylo, nos-artig quie
em seu abono sao publioado no Liberal ?
E por que 6 esta folha tlao solicita em trans-
crever os edictoriaes do-Jornul do Penodo7
0 St. Theotonlo ou 6 liberal ou 'inilniig Lo
partido conservador.
Nao dispondo do partido polo qual foi mere-
cidamepte langado a margem, Ce post em ver-
gonhosd derrota, nio contando nemf dispondo
da. imprensa conservadora da prftviuicia-qual
a political do Sr. Ttireotonio-qual o seu parti-
do ; 6 liberal ou conservader ?
Por que razLo 6 o Sr. Theotonio agquiprote
gido do liberalissimo Sr. Dr. juiz de direito ,
dos mais seus-consocios ?
Porque os conservadores o evitarnm ? Res-
ponda o Efm. Sr. Joio Aifredo, ou antes n
Exm. Sr. Sobral Pinto, que o tern& recopamen-
dado A aquelle senior.
Digamos, pois, ao public c as 160. Sr.
Jodo Alfredo quern 6 o Sr TbeotWio, afimn de
que se ellucide esta questao do dpiresb e da
expulsio que os verdadeiros-. |BvjJf fl-
zeram do Sr. Theotonio Ribeiro: *iRa, ho-
memr que, na phrase do Sr.- Laian0tir, em
presenqa do Exm. Sr. Estellitai 4 o. iais pre-
judicial ao partido consediador .Note-se que
isto foi sustentado antes do Sr. Theotonio sor
completamente atirado a um canto polos cop-
servadores!
Em tempos que ja vao, quando em Penedo
o partido conservador ao, tinha eW, seu seio
uma cabooa illustradamente pensamte, para
dirigir os negocios eleitoraes, depois do fal-
lecimento do seu prestimoso obefe local o co-
ronel Manoel Comes Ribeiro, de sauldosissima
rmn ofia, um home havia, desconbecilo em
sua poquea individualidad_ inas velhaquis-
simo eam tricas eleitoraes, IM n'uin canto de
Traip(, sem officio nem beoaflio, c.iado na
companhia de umrn vigario, conheeldo por-pa-
dre Capella-de quern, diz o mundo, era ft-
Iho.
Esse home, de baixsa codiao, pervira de
sachristaio na igreginba de Santo Anto-
nio do Utrubfu de baixo om PropiA d'onde
era natural, e foi chamado polo partide con-
servador duas vezes para no Penedo ridigir
actas. Da primeira vez reeebeu 5005000 o e da
segunda 300$000. Depois retirava-se para -o
seu Trayti. .
Es9 menrcenarioW, comprendkde que w?
Penedo podetria hear (s rtimtttlades naquel-
les tempos, roido d'uma ambilAo e egoismo
descommunaes, veio estabelecer-se no Pene-
do, e, astuto e insinuante, "tgerio'se no parti-
do conservador ; com geitv, 1itnafihas pou-
co a pouco foi-se toraino amigo de todos os
oorrelgionarios, e. qtOu a. vto drado e
consideracoes, saga foi-se tornando um




b Setian-
Oas mais nobres sen-
Hot brdo pare si, e de-
0ois peraos d oef sa; ninguem se Ihe
podia oppbr, nem o fazer arrepiar carreira.
Esse homem 6 6 coronel Theotonio Ribeiro
e Silva !
A forca de esmagar a todos, de a todos pre-
judicar e doeniner, creou iniimigos, pouco a
pouco, e foi sendo odiado todo o dia, sempre
e sempre: chegou a niaLo ter mais quem sin-
ceramnente o estimasse.
Quando o nurnero dos prejudicados chegou
a urn tal estado, eHes se cofltgaram e sacudiram
o jugo aviltante e ignobil: fez-se a revoluClo.
Nao Ihe confiaram mais a direcoo' dos nego-
cios do partido, inchotavam-n'o, atlravam-n'o
a umrn canto, onde, sem elements, odia-
do de todos, tendo apenas por seu-urn filho,
o juiz municipal de Penedo< um gen1a o pro-
guigoso professor de pirneiras letjaie b ftal-
sario-Larangeira ex-prOfessor tal1$om de
primeiras letras, o mesao que na pIresenca
do Exm. Sr. desembargador Estellita, nao no-
gou que-o Sr. TheQetonio era o home mt$5
pre udicial ao partidu conservador--ft)
Eis o sen pessoal. E corn ello quer fazer
partido!!! Em vao os verdadeiros conserve-
dores o tern por vezes chamado a terreiro pare
publicar a lista dos conservadores que o acorn-
panham.
Nbo A ellet lo tolo. Nao podendo jamais fa-
zer political, nio tendo elementos, derrotado,
langa-se, como desesperado, nos mas jnegros
e arriscados lances, para desconcehi&t ous
imimigos; calumnia, injuria e po &da
vez mais.
Ultimnamente, movido por sanha diabolica,
mabdt pat um seu capanga liberal, o bigorri-
lhas Sesostris, desfeltear um ministro de Dens


dentro da propria casa do SNffort 1 0 julz
municipal, filho do maldito mandante, esse
mogo jA gasto, tudo vio, tudo eowsentio, e
mais instigou ao sacrilege aggressor e o pro-
tegeu, recebendo-o prazenteiramente em sua
propria case, depois do horrendo acto que es -
paOOge.^4oftristo today ay .Do purque,
aldm de ludo, o padre Tetrtt no Patury 6
aqui geralmente.tmioad, de urn con-
eito que a maeAlcte ocii ias de Theo-
toiftm nh conseguirlo marear.
Ajuize o public do character do juiz muniAi-
pal de Penedo, AurVtano Antonio Ribeiro e
Silva.
Dizemos corn poeta:
S De tal pai tal filho se eprsva.
E' nov6 ua historic morno a ; 6aso virgemr
no eon, pfoOz fagellartet umn)t instro de
ntro de seu tempo 11
"M#agestade Ivthap f de que'fta
Sa Ai distribuida e mantda nests at
s acontecimentos doe-dia 5 do
deste anno no Penedas o uiea Godoas
a n face do juiz muntipal Atelialo, pe-
durarA pars vergoifha dessa autoridade e d6
Paiz.
Appellao o-Jus i isto 6, o Sr. Theotonio,
para & rdd Vfactos averignaaos pelo
4lim. Sr. r. di police Y
S Sr. miisttr i justio,
rog nilo*te ao Austto Mihareh&
quo oto' rage os etkos- d noSots


16


















I


A
















Ad


a


I





























Etl aa at. : -, '-1
Noa itap. wIqu erab uCtcir .4s
&sMast t. e O ,Is e do PA*, ee w
40gw Batt, 9 vevmwioos: l tonio IWAfMK
lbas. akai w atd mtfresa;1 l> ira oraI^
a rigideo, d BaiiMeslo qua o eivnreeraeq
Era precaido UMfa uln filho na magial
tura; Oa misl v 'Irno : tinha o
tro em Roma -9; levia pieconi:
a coherencia, finneza-e, virtues dos digno
illustrados pastores da Igreja.
De-qo'i4 ^Jp r 8 ea &.uiHu4pnto tal
bateado ni face e to coltado em sua pr opi
port, e achando-vt ddeado de o uto ou d
liheaoa: e a ra#is ... nsao atiaa d'oado
veqio a i<,'inAnI. ua miameros os que
odIaa, e os ilimigos que tomrn crato ; alge
dlo. aproveitou o ensejo. e o aosso hod|
se vie n'umna lida deotodos os diabos- -
Coaeo alo p Oda saber do.luO la4o lhe'it
o raio, o eavernkeando-se de so confesi
surrado. lemrnbrou-se de dizer que.os ami1
oU pa rentes do padre. Tertuliano Patury o ma
daram .desfettear : mas nbo confessa que
facto levou wvevgaAima velha.
Gausa -trso ver 6 Sr. Theotonjo iiw45,.
opinido public.
8abe, pornm, a opiniaio public que dC
Tleotonio 6 o sujeito mais aaenterner
laikoso 'e prejudicial -e
se quo 6 elIe o uptico I
Petno e a mais descarad ,. -a sasl de
proprio ; qe fingindo correspondenqia<|
diversas1 es, ondo nroL tein adeopi
seas, 4iff4tg, amnnia, insulta a todos
verdow"d aosi mdores ; que de algu
dos 0 aew o u proveio a pisa q
(evou ; tWc e aos seus (de ca
,coma o jd )'os mais empliatyt
panegypk piodnio fazem!rer pot f
quo chfo deuya, poraeo de conservadora-
quando nae o pode:r-:i ser nemrn dos libora
qt'io4receaio-o de morte, todavia o pro
gedka nal'dos.conervadores.
especi8.'Mri, ISr A-A-rOi p do
racter dSr. r al i-peY iws 16 .no 00
.;ervador Penedenre n. 27, de 19 de agostd
1876, na correspondencia assi'gnada pi-d n"
.jor Antonio Pedro c&i, ello, sogro do mesi
Sr. TjI'wteuio, s-nu rFrimeiro antigo protect
ho'|l~t, ,6aarip -. rcspeitivel, torador
EAs aliNi#ntechal- dessa corrospo.idevim
que ficou se fht sp Wt'a":
,( Procedendo asf*% tenhio em vista impq
que o Sr. Taheotonio faga uso le papeisa
blanco, que cointLanto geito ine fez assign.
e que conserva em seu powder. '
Q) cabal coanhecihento que tenho do
Theotonio autorisa-mie a tomar medidas
preauQAo ; hom-inm excessivamente ambic
so, neo escolhe mcio; dd:;iinseguir seus fin
o desejo de domrninar e le sor rico 6 nelle un
paixao t1o desenvolvida, que p6de-se -onsid
rar uia monoimania, 0)1 polo menos ph
nesi., quo lie nnb dai ,desc-inco nem:'brini
dormie ; tal 6 o, tMaem contra qaetu-me qu
ro acautelar, talvoz., de balde, porqgum p
sado de politics e subtilezas isim como
facto que vou exp6r, me fazem persuadir q
nRo des inaimati, einmaito pelo contrario coin:
nuard a espreit4ar o-3oaeiao de chamar a si
poucos bans que.ainda me restam.
0 Sr. Theotoaio tern descido ou subii
questalo do palavra, at0 as feias escamol
gOens.
E finalisaassim m
a AhAt o Sr. T'teotonio qo tddo isso na
6, que mrue nbo deve reconhecimnento alguin p
esses factos, o que nao admire, porquant
Sr. Theotonio tambem nao me agradece e n(
mesmo sa lombra mais dos cuidadas e ser
t.os quf- lli pre.stei q-ando esteve doudo ttr
oado-e urma camaria&ia.
Traipt.
Antoaio Pedro de Mello.
Eis o retrato fBl do Sr. Theotonio, feito p
mioe de mestro, paceate e Proteor.
E e urn semne|ha-ste tipt am que chama.
doudo e do iofl4 t$^- a)padre Tertulla
Patury, saberdtti ,fei,iituado e do c
ducta oem niiiiicha !
Nao sern auaos verladeiramente doudo. i
prideante e mesino iinpulieatc, aquelle que
esteve tranaado .i'aii-i carnaninha, o emrpre-e
d public q'i-i r-ieeh'ra ,i, prdsente as bim
cules de 50,0s latabeiros d, prata, as appa
liros de porcelatu, e-'.-., etc. ?
Nao sera djdo, inprudente e impuder
o sujeito chibateado que ousa dispute
Sxm. senador Jacintho de Mendonc-a a leg
mn, bemnquista e real chefanca do partido cc
sorva'lor ?
Ainda unea vez :
Pediituos ao Exm. ministro da justica <
- Sua Magestade Imperial quo exijam prios origjiaes das averiguaucles retro menc
nadas.

Protesto


Sendo publicamente ameagado ne
comarca pelo Sr tenente-coronel S
veriano Monteiro Leite, que me prom
te tiro, cackte e ouitras, cousas assaca
do-ne ojeokhetes es sais-injmiosos,
nho do alto da imprensa, protestar co
tra esWt seu pi'ocedimento eatel-0o r
ponsavel per tudo qanto me succeed
perante a opiniao pubica e a jAttiga
paiz ; certo ei que, nada nme intimi
no deserftpehhd do meu cargo.
Pesqaeira, ,2 de novembro de 18'
0 bacharel Jo4 Gomes Goimnbra,

A mesa regedora.do cor-frari -e
Benedicto convida aoa seu rskow '
coniparecerein no dia 8 dq corrente
10 howas dau Wnlnh^, po'arhnba&s, at
de assistirein a benqao do seu exce
padroeir-o e do glorioso padre Sal
Antonio
Sdo paranymphos os segwintes se
nhores :
Secretario, Miguel Archanjo de Freita
Os Exlns. Srs.: .
Presidemite da provincia Dosembarp
dor Francisco de Assis Oliveira I
ci!l -
(Getiiural cotnandante das anrmas 1
noel da Cunha Wanderley Lins.-
Dr. juiz de direito Joaiqiin Goncal
Lisna.
D)r. secretario da presidencia Henriq
Marques de Htollaia Cavaicadte.
Dr. Adelitino Antonio de Lina Freire
Dr. juiz de direito Franciso Alves
Sitva -
Dr. P'oraotor publi(co da coinarca J
twmio Gonvalves Ferreira.
Coronel Joaqaim GavalUante de All
qilcique Bello.. -. -
Viceihtd Nunes da Serra fs o. 0 ,
A il-)ltto Dia f t,,ntes, i-r:
-: AIlbf-....IIq'biWas 1 F *- '
Coronet, Joit!ing.:i 'e rn des.

M insIA J dAlves,~


nalt "breodo, recommiado4he em resposta qua
w- maride p6r nov -t a pelo preo da-
ava avalilao, os i= qs irn arrematados
(lt corn a-Abate da quintaParte. Recommendan-
a- do aind* 6 carnarla, que se abstenha de cobrar
)u- o-lmposth do sangieo asstm deiomainao pela
sar cainara, rio atorisad- pow 9i', d,;ditMo-lbe
s e que os impostos que devera %.eLerrweoddos
dutaoa a ex4rqiq4 d 1877-487 o oaa q pe
de se acham inermidnatds p po art. 4. e rptea ti-
hi,- vos paragraph' i tlei h. 1,2"1, de 9 de julho
na do corrente anno; '` ctimpre que, sejaip arre-
dez matados cads u'rn do'per si, corn as 4euo-
Iho minaqbes que lhes* "'a lei, do que se farA
o mengao nos respbtisvos lerwos. Se nDvfap-
uta pareceremI lii es, q"'Qrr cadados admi-
mon nistrativamee t"6selaia ra
a Lembro a camara que o exercicio finan-
vra cerao m iuicipal oumega emn I dg ot4uH9. e toe-
sar Mai em 30 deseteiabro do anrpo saeguinte,
gos caforme e e.xpresso" no art. 75 da lei n-. 1,221
an- e que o seryvo da aferiQao dovera ser feita sob
de sua -administvnq, nos terMos do art. 10t0 da
supraaetniona4 1 9o. ui.,221 ) ..
r a SCA -abjte a aIo l e ruais urea
prova evidenrte do,'i4i jai dissemos a respeito
t;-, do municipio emgerl es pecialment6 do mu-
it nicipio da Escada. -
il- A camera utunicipal oonvencida comno todos
do Os brasileiros deque as' tiossas leis nao pas-
si sarn de papel sujo, parque a lei unica nested
de paiz 6 a voultade de, quem governa ou exerce
tog qualquer parcella do poder public ; e anima-
as da pela irrespansabilidac corn que se habi-
ins tUtol a prouieder at os sags actos, emin
ue traca de sua aubserviawkolitoa; nao me-
sa, recia sar tdo asP.ra l|p4ia peloS'.,Ma-
;os noel Gleinentino,,: c *'is. Jc das "o-
5cra raes em que a palerg' j itre0os do ui-
Los sp'rvio do bhs as-. v iet-mulcos tudo
na conforidanWade da 1ei ^do, Vv-Ao. rdQ
tO- empenh') de honra, para maior'gloria4do ies-
mo Sr. ManoCl G b. *-
- e A caiara pr wo dQ Caroi, p6ocedeu jaio
ca- fez irtis do qUeqobservar JOs seus proprioS
mon- precedeates ; a qae vonm p.,,ia seasura presi-
de de'icial e a lembrancaa loi n1 -,2-1 que ha
ma- tanto tempo cahio em tsusb? !
no Acaso a presidenqci observa lets, para exi-
or, gir das pobres m.qnipalidades qupt:ftA-?
de Se o goverro d I paiz dita a lei tofntra as leis
escriptas, para miellhro serva' a' impeiador ;
na sce as presidendias de provincial ditam a lei
. contrnoj slis eseriptas para inelltor servirem
|*uto rBQ desde que as cameras munici-
a pauiqaa igualmente subservientes para me-
ae, Mha strviremi aos preq4tfntes, porque tambein
niTb'hato de ditar a lei, contra as lets escrip-
Sr. Las?
de 0 bS. MIanoel Clementino foi zeloso de muaiW,
io- quanudo quiz despojara camera da Escada, de
s ; urn direito reconhecido por, seus antecesso-
ma res !.....
de- Foi em virtude de semelhanto direito que a
re- camera ifianidou aforar emin proveiLo seu os ter-
tte renos da Aldeia, qoqno comtnitimento do Sr.
ae- Lucena.
as- Foi ern viLude desse direito qpu a camar'a
) o aposoui-se de urn pequeno jaziglo cont'guo a
[tie matris pateAvIniterio municipal c4m approva-
iti- Qago .da pragfcC .
Os Foi eita Ptuude desse direito que a camnra-a
abrio 'uma etrada public pelo adro da matriz
do, coin appiovaeap da presidencia.
La- Foi eim virtude desse direito que a camera
resolve a questao de acougue, cornm prejqizo,
da municipalidade o approvaAo da presidefn-
,da aia. "" .
)or E, 6 i em virtude desse direito que a camera
)-o administra osit inunicipio elino ihe pare-e.
em Resista a camera a semelhante desproposi-
vi- to da presidencia..... porque do contrario
an- amanhA a presidencia sera capaz atei de que-
rer obrigal-a d tomar contas aos arremnatantes'
de seons impostos e aos respectivos fladores
ia nomnine, e ira atW a obrigal-a a ter escriptu-
)or racao de receita e despeza o que se.d uin at-
tentado contra a sun independencia !.....
da Resista a carnara a somelhanto desproposi-
,io to..... porque ja agora nao 6 mais possivel
Mn- ajustar contas regulars corn as novos tire-
matantes que tern ate hoje arrecadado os ia-
m- posts que arremlatram e ike foram entregues
jai antes da participacao ai presider.cia.
a- Do evntrario fari flgura de papellao, ou de
Lo- liberal que naio tern direitos politicos nelRaci-
re- vis....
[*oIe Escadense].


Ao Sr -Virgiuio- V Iloso- Freire
Lendo, Srs. redactorfs, o, Diario de 11 do
3 a correote, deparol coa nmm estirado artigo
ro- contra mini, assignado por Virginio Velloso
io- Freire.


Esse meu inimigo pretend a tbdo transe
mnarear a minha reputagao altribuindo-me a
autoria deo amauouhi que dia ter soffnido em.
sta sua case em a noite de *A8 de setembro pro-
se. ximno passado, e para sortir o desejado effeito
Se* tern envidado tudo de quanto Ilhe suggere o
et- seu inhumano coragAo I..- Tendo ja ruea vez
an- exposto a apreciacao do 'respeitavel publioo
em am artigo inserto na Prooincid n., 1,254,
as negras peripecias que se deram nesse dra-
on ma infernal, filho do inveterado odio que gra-
bs- tuitamente me .dvota Yirginio desde aquelle
S dia em que,. como subdelegado deste diStric-
d to, Live o arroja de proceder o comapeteant in-
querito sobre o cadaver de umi saa escrava
Itd que se encontAra, maorta ein um acude ie seou
mesmo sitio, deixaria de vir At imprense se
77 n&o me cortesse o dever de destruir as futeis
Sraz5es que adduz a meu caluinnididor. 'Ora,
send eu entao autoridade a punindo ao cri-
s me, como devia passar desaperbida essa in r-
to.; tauo- mais corend.r noticia do que Vir-
O ginio Veilfo Fteire sobre ser tyranno para
s -os seus-escy algtam desses infetizes jd
rx tinhamn sUe4wtbd'o lob o azurrague e crutel
Ir maltrato ?!
lso Note bemrn o publco que nao comniemoro
ito esseS precederttaf de Virginio como para ti.
rar a desrorra d-.que elle diz contra a. mi-
S nbha humilde pessoa, calumniando-me de mo-
do tio descomnmunal, mas apenas para apre-
sentar a origemn lessa quest.o vergonhosa
IS. "cin que esse rneu adversario procura depre-
ciar-mne aneta opini&o6pf ic, fazendo con-
ga- veneer a tos de- 4u4 't'teI author de tLo
nefando crime. Felizmente as que de perto
11- tne conhecem e sabeir, de. meu modo devi-
ver fazain mrne i jusUpaie daMo-me. o mnereeldo
4a- desprezo As aleivusias e. columnias deo ue
tenho side victinaa. Que na&o faQo jUno&
ooin ladrses. mas que sempre os teabo pei
-e segqido, digam os meus conterraneo*.a
quoi, tenho prestado os meii s service ja
jue cui) politico, jid ,coio autridade semljA-
uaits jtransigtir .Cuti mjcCgm ilors ;rlanou
mantido et reitas relag~es d ,ain.sade coin
S as pessoas naiis-gradits40tt ugar e por to-
da dps' -4qeUes ipo oipt tflhw i- residid%, 00'
me rienorde a conscieom ta do me haver apro-
doiu fu14
ka- Pfft4 79rA bei"8/^?^.I.- 1 Aig .*-cfu ei.. fJ44
Sdos-roubad's lebtreitas(M-se no
bu' teteirhiuhio de uo ltie V's nr.r rnue oPp _
e inftis duas ipir tn e'r1 incisca e W111-
na, send') que eAslSs&rem ao dito do
i r, ni~rm 1 1 ;ll 1 .
-A :anioalg base dAamit base em qua seo fir*o
it*d ~ iiihig 6 o Ae 'w)nmMA4'db 0tO' at
5. n i. a4.l~hiC~i|^ in&^ tefKn 1*W t P^I( a
: to tie 9cat r LOMdSrtadc -'d d urraa a


n~o JiesiLaria; Ill pciffMtipr, coMt a'd que so
viss livre de sets afiAos.
' Veoeu-o i obom 'Xir nio, coh-
seguinto.qt. #tw tomtttk fessasse
Podro qojfat i d auatwo(?al i o 0princi-
pal autor 'do fTeo noubo. Fel-o, portanto,

do interrorgadt, laou SJQf E sdor,
entretantn ihmniedlatamte i
deia o delegado, sabdele s-
soas estaftQ aasek1 VirWiUtiendo
a aloridaO lde no.-ti r onir
que sea Aeitotr o flzesse; vado-se Pedro
a"sim isentQ d,: toda e qualqUer coaco, de-
olar-odt livromente ((0 1 nlosabia qew rou-
bardsa Virginiq '6 R putAp-
ito .i^.ti^Ki' Ba *anamo irer sob o
peso do azurragut #j diMatutras de que f6ra
victina. D
Veja pois o publieSouai i'al mais-se esta
conflssao assim fta ou se aquella soba g!S-
s^'4et^a'e~sitti i 1 -.*1':' > "'
Gonvmi notar que at6 aquj. eu ainda nao
tinha visto a Pedro e por consaquencia ne-
,hurna supeita p6de se dar de ter havido de
minlta parte alguma insint EV' verdade
que sendo minlha casa vare*;da nessl dja e
sabeado da mnaneira porque so achava siailo
Pedro, pedi ao subdelegado pard ir vel-&oto
dia seguinte na cadeiae isto flz perante oq r-
gepto m ais soldiadeos que aIi estavarn^s
qiae" podem a6star da, minha entrewta
corn Pedro, poi4talanas vi-o por demais mal-
traatA4o e feriddt, 0 a s A t4a 1i4 dw t
corda, e nenhuapalovXa'toquei, que ihdi-
casse insiuuaQ;ao .gunma : os circmstantes
que o digam Se 6 ou nao verdade: Requeri
eptfo quese fizesse a vistoria e urn auto de
pergunta ao escravo e este deelarou solemne-
mente em audiencia, que aro fui o autor do
xoubo e que iAo sabia quern o fosse, succe-
derdo que nessa occasido o ,r. alferes Firmni-
no que se achava preseate, ameaga-Va o es-
cravo de o aQoitar, tanto qe qude e
elle dessa coaceao, eh requeri ao go
para center ao mesmno Firmino c(We 4aWrai o
amigo intimno de Virginio, foram dWdas as
providencias exig'das, e Pedro continuou a re-
tratar-se do que jA havia dit6 contra mirn no
primeiro auto de pergwnitas.
Eis aqi Sr. Virginio, o grand, testemunho
emn que se:.baseia para irnprestac-inq a auto-
ia-d'e smiiehante cri'na e tLodos os mais a es-
to .seae4te rs
l~ g pois as rol~ust;.ro sqtze (iz
ter aprestfitaiio pare me crirnliiar? 0 teste-
mnunho dio n.iorquido, dlRraa, .e tor-
mentds '? c-sea, ue amiodrontada
pelo que .4i.- sw setrilomo afft4nava o
sou dito 60 da misera Delfina, qu#Wegundo
coafessou eim-ji io, fMra prewovioente"depenfIu-
rada peIS d)lS 4 tapde:atl hora de
ita, a d iincharem/ as maos, sondo-.
lhs ^t ^ stti4-4imatop e s re as
plsantasdos p&s ? 'Os de ]ttowradores que
1tdos o teinem ? SWe, po af .do -.Sr..
Firwino, que *olaerea''ud a oob^ ^,l'ldu-
zentos mil rMs parke d t
passar na noite e2 1 em rmor opti e ualt
ella respondeu que nuo me tinhilia vil e
ajAo ndia asia c 'lcieDQUia;l. r d'ahei$-lj
gum, e coo cyimcanente o clarOd-t WiSW
Firuino emn aeidea, d4 Ai do.que tinha. cwn
effeito offerebido dita quatia patra ella d64W a
vera.ade ? Foi ainda, Sr. Virginio, o apresen-
tar-mne eu triste e succuambido porarnte o par-
oial juiz que ontiamt* a ? Collocasse-se
S. S. nas circumntahli "em, que entaio me
achava- v& upc- ia idade d'-cinooenta an-
n@d, poerqdo do familiar, g ndo tranquilla-
LK1| dlas amipades de w ,aimigos e (a
jailais ter soffrido teo enerule inju., em mi-
Oha vida, tendo zeiada em todo o tpo' a nii-
nha reptitagao, e ajuizaria melhor do meu si-
lencio e estupor de que me achava poisuidq,.
yv_|ue teioaltamrente offendtdo fa 1ii'do:
ta-s duviath sei, Sr. Virginio, -as impresses
qnf 'devia sentir o mou atribulado espirito,
vendo denegrida e conspurcada a mmnha repu-
tacao por um desalmado e rancoroso inimigo.
Muito breve espero ver liquidada esta vergo-
nhosa questao e desroascarado emn pleno dia o
cahltmiriador, pois diz o adagio : Deus con-
sente, mas nao para serupre. ,
Eis, Sr. Virginio, a verdade n a e crdia, co-
mo se costume dizer, e eu o provoco para que
me contrarie. A niinha consciencia estab tran-
quilla, e Deus 4e todo v, iuii onfateflue
seja por rnuito tempo oceu'ta a Oi e *Q-1
primido o innoaent, lha de pernittiW qu&e inii
breve me veja jistificado de semethante ca-
lumnia, e-o lSblttbp bhmencoaicto db quantoe
capaz S. S.
Em quanto ao di.er-me qe o eus prece-
dentes nao me abonam e que |Btbto ceOr^
rem para prova da adrori
roubei tambem de e


sote escravos, rrei
isenta da v
deixo de repti l
porque todos aqetl
bem dos pormefarog-
tio bern certos ,i
mulado entire mim e i
escriptura de venda
mimr o seu dinheiro. -
Tenho assim respiondido, ,
Timbafuba, 19 de novebb de 1877.
Baldauino dk ca! Villa Secca.

Eduea 7 mininas
Urna famnia eotevententemlentt hta.
bilitadat, eftanwabeg-se da de#ucAU do
,iteias, eagawUi as naetclaa qw se dao
-em nossos colitios. 0 0 magistOri*46 eerc
pela propria familiar quo esta -ns condigw!
de aperfeimoar samlaranas lospri6ipios que
constituem a educaqie convenietLe kum a s-
.qhora. A caca emn conuimodos ptaa exteraas 'e
pensionistast que se rwebem per modicapre-
Vo. Parap iformnaOis*:'. Sr. Guslava'o da Si&
Antunes,:, naTruS do ,Bar&o da Vwetoria n.46i;
b Sr. JoAo Garlos Cav~dcante deo Albuquerque.
ia cidade da Escada; o Sr. professor JoaqaimI
Elias de Albuquerque Barros. em PNo d'Albo,
em Goyanna o St.- Frederico Augusto Velloso
da Silveira e nesta typographia. A tratar na
Imperial n. 43.


N. 440.-Qbaeiy Oes para os
judiciosos.-41JD t4. *orgaios per-
tencentes ao corpo humano, os pul-
iloes sao -ps miai s delicados e 4'ur
taitureza suinaawente fragil.- jQ "ie-
nor accessoa de;, lpi oas t -iri' g N11t4
fna; e, qipn praplj.lnq spoa.^thP
0 0,,inpflA(LA!gOIt fli-n aftll ok t ta
ta consame inteiramnj the~d
carrat inm6.'W Atasi' t veis cOnse-
que"nhlas ,p(M sc'faeil.nente evitar
eip t-dos ,o) a tiin(W f em teoin
po do Peitoi'td4 ;4i acahuita, xarope
delicioso, preparao do succo balsami-
* ,.PD a 'arvore d Mexied+ chaisaa
Ia4a o uai allivia laz desmap-
parer tamro e-epauoas hor 0 ,aa.
i~Ie 0 rfl lerata -ep t eo~d it4- &"a-
*spe a ind iu" e i d
e-,pek., 'dS#Olift e i4nOd


ALFANDEGA
tendimento do dia i a 3 15:73-i#850
(dem do dia 4 53:2256108
T68:9566958
, l)escarregam hoje 5 dedezembro de 1877
Barca italiana Cava Ca evi Seaverio Polirmeni, ke-
rosene par,, deposit no trapiche Ba-
r- o do Livramento.
Ligar inglez Lotuiz4 Wait, f6rragens despa-
chadas paea o 5 ponto, e carvdo des-
pachado para o lo ponto.
Brigue inglez Leander (atracado) bacalhAo des-
pachado em transit pelo trapiche
ConceigiAo.
Patacho allemio Mathilde, madeira despachada
paia o 5o ponlito.
Barca ingleza Marcelhis, farinha despachada
pare o 5 ponto.
Barca ingleza Sarah Ellen, ferragens despa-
cliadas para o 5o ponito.
Barca ingleza MiwltQ, varies generous para al-
fandega.
Palacho americana Johanna, kerosene para
djiposito no trapiche Barro do Livra-
mento.
Bama portugueaa. Armiift, farinha national
parao a tiapiche-Bario do Livramento.
Brigue inglez Racdtel Letbis various generous para
alfandega, phosphoros e alcatrao des-
pachados para o 20 ponte..
LUgar inglez 'Titania (atracado), bacaliiio des-
pachado em transit pelo trapiche
ConceiQ'o

Importageo l
Vapor national Panedo, entrado dos:
portos do note ern 4 do corrente -
consignado a Domingos Alves Matheus,
n1itifestou
Cafd 40 saccos aos consignatarios,
36 aArnorini Irinaos.
Sola 990 rneios a Jose Candido de
iMoraes.

Barca ppijigueza Arminda, entrada
da Bahia na i fiesma data e consignada
ao capitio, manifestou.
Couros de refuigo 150 akordem.
Farinha de mandioca 5,000 saccos ai
oirdem.
Pipas vasias 50 a order.
Lugar inglez Aspasia entrado de Li-
Verpool na mesina data e consignado a
Jolluston Pater & C umanifestou i
Carvio de pedra 328 toneladas aos
consiglaltariQs,

Brcea iugleza Kate, eatada de Dun-
dee, em 3 do corrente, e consignada
a Braga Son & (G., manifestou:
Garvao de pe4ra 395 Lameladas aos
consignatari-

DJSPAG' OG I 5OR Tf.f NO DIA 3 t)E
EZCUM8RO 877
Portos do exterior
Noua .ogT. Julio, carregaram para
Lis C.- Successores 200,
-Is do assucar braneo e
~409^^ ^tos de dito mascavado.
Anax, carregaram:
C. 7,396 saccos corn
ar imasOvado; F. Caus-
agaoom 237,450 ditos de
Pits conm 73,125 ditos
Mr, jegarrm ; para o
;Ca fmilho 1,401 saccos ccn
Smasceavado.





J. S Loo & ilh 12 dits c s 4c265 ios a
2ito 'b'ado.. -
yoiite, g arregamam: pa-
in & C. 56 s caso
-t 14,073 ldoe algodito.
Na barca portugueza Lhatidmo, carregaram:
lara Lisbon,. S. Guimarbeos & C. 202 cooaras
Iragados ciimu ,,14 kilos.
Pot~os do interior
No patacho national Maritaa, c~arregaram-:
pa Rio IiW nde do Sul, A. Baltar 61q bar-
riquimhes con,7 3i48 kilos deoassucar braco e
61 ditas corm 3,88 4itos -d'dito inaseavado ;
J. S. Loyo'& Filho 126 dits corn 14,265 dutos die
d ito "wosoo. --
LNo lfitr naciousi Tigs'-, amr~aramu: pawa
Rio (m-and do Sa1, B. O0l'lra & C. 30 pipes
- dom 14,400 littos do aguae ; t .
No nevio pontaguez Lasit carregou: pareu
Q Rio rewte d&8Wd hLL Marques 28 vo-
,aluers cbm(5,78' k Iilos do ahsucar bronco.


No l1gar portuguez Diligente, carregaram:
pamo Kio 4 gPade doSul,,P. G. Maia& C. 200
barring cornam 2, 27 kilos de assuoar branco e
100 ditas corn 11,456 ditos de dio. .
No lfgar jortuguez Chriswa, tarregaram :
pas-a o ftio Gramde odo Sul, Amorim Irmlos &
C. 500 barricas ,e6,m' 57,67ttcilos de- assucar
khranco e 100 .ditas eom 12,847 ditos de dito
mascavado. -
No brigue nacional Thereza, carregou : para
o Rio Grande d6 Sul, F. R. P. Guimal'ies 1,000
saccos corn 75,000 kilos de assuear branch e
50 pipas cornm 24,00 litros de aguardente. ,
No vapor nacionral S. Salvador, carregaran
Hffl .a liihii n Au.M2thll U^hari^a ^
3,141 kilo M. L.aes
Barreto 25 dil w tIde dito.
No vapor p pff r ro arregaram:
para o Ceat4 41V sqccos corn
rnilho ; P. Alves &r'.. 'Io i'icas corn 985 ki-
los de assucar'brancti; J. F. Santos Bastos 20
"l& ,68 4tuodbAcltrd rfltnatdo. -Para o
fatalJ. A. G.PitesJtuniaoe saccos corn 2 5
it.os de ditore. i t MicA.. A. de Oliveira 200
isJICos. coiuvtriade mandioca, 20 ditos corn
I o7 orrifs carn 350 ,.osA :d-"a#ucair
V o.Pa r6,E.
183'Idits idetaf 94fidits 464lH m ^
*emfi fetjAp. w^ ^ "-
No pata ho p)rluez Aio Lima, carrega-
ram nara Santos, 'P. C. Maia & C. 5 pipas oom
,,4u iftLras do aguardent. -,
No vapor nacronal Cea onqroegra m : para
Santos, L. G. da Silva & o 10 saccos corn
18,000 kilos de astsitl@ o e 300 ditos can,
18,000 ditus de di"f6 i do.
- No hiate national Ad, iara : pwI
Maacdo, F. P. Linas 7 D aifr 1 3.360 litlos do


IOVLINWTOUfm pa1*1F

Navios entradosmo dia-4. De orIer do S0.' P ifector convido a
Bahia-15 dias. barca poLtugueza Ar- t6dos os socios ( i soeiedade para
minda de '250 toneladad, dapiLto Joa cormparecerem no,-d do correfte is
quim Jo-e da Silva, equipagean 11, 1 horas dai manhi,'afim de assistiremn
carga fariuha de mandioca e outros a sessao "magag4o 2. atwiversario desta
geneaos ; a o mesmo capitaio.- associato, deveinda pItedera missado
Bahia-13 dias, barca ingleza Portena, estylo na igreja (do Livamento As 10
de 330 toneladas, capitao George Fer- horas do referido, dia a que tamrnbern de-
guder, equipagem 9, carga farinha veraio'comparecera
de mandioca, feijio e outros gene- Reeife e 4dea40.i bVo do 1877.
ros ; a Pere,'a C(arneiro Maia & C Jos'eLz da Costa Rocha,
Uverpool-41 dias, lugre inglez As- 1.o secetario.
pasia, de 188 toneladas, capitaoJohn l -a .. .." : r
Prout, equipagemrn 8, carga carvao; IUh 1 prov0ICiai
a Johnstoni Paler Y C Para sciencia dos conmtribuintes dos di-
Ceari-3 dias, vapor nacionai Penedo, versos imnpostos, publicam-se abaixo as
dIe 671 toneladas, commandant Fran- alteramies vei-qicaldas no lanamnento do
cisco Pereira, equipagein 32, carga exercicio de 1877 a 1878, ficando
cafd; a.Domingos Alves Matheus. aberlo o prazo de 30 dias, a coMtar desta
Saritos--2 dias, brigue inglez Convoy, publicacdo, concedido pelo art. 45 do
A :to, equipagem. 7, emrn laistro ; a or- reclamacoes que por ventura lenham de
dem fazer os interessados.
Navios sahidos no mesmno dia 1 AlteraQwes verificadas no lanzamento
Ney-York- Patacho iniglez Silvia-, capi- da dccina urbana da freguezia de N.
tdo W J. Pencarel; arga assucar. S da Gr-ac'a correspondwate ao exerci-
Parahyba-Escuna allent I HeIelna, ca- cio corrente de 1977 d 1878 pelo lan-
pitao T W. Luis; carga fariliha de Qador Felinto do Rego Barros PKsoa
mandigca e outros generous. nas seguintes mruas
Observacao Poate de Uch6a n. 2. JosJ "
Suspendeu do lamardo para Char- Duarte das Neves, uma
teston (nos Estados-Unidos) o ligre casa terra occupada pelo
allemao Louisa Dorothea, capital J mesino avaliadla por 1:000M000
H. Kraft; corn o mrnesmno lastro que Ditai u. 22. Maria da Costa
trouxe do Port Natal. Alinetia, uma casa terra
I-rem para o Rio de Janeiro, o litgre arreudada por 7(0000
russo Uio, capitao Sehlberg, corn a Affl ctos u -12 Jolio do Rego
mesina carga que trouxe de Rainon Burros, sobrado delI andar
(na Russa ) arrenfAdo por 400(X'0
Idemn para o Rio de Janeiro, a barca Dito in. 20 B Marcolinn Pc-
ingleza Kate. capitio Welch ; con a dro de Souza Braga, urma
mesma ,,argagque trduve de Dundee. casa terrea a'rrel- ada por 5100W00
_ ,, __ Diton .32 B Custodio Fran-
I 1-A S cico Martins, uria rasa
... Iterrea por 7006000
Thesouraria de fazenda Dito n 32 C 0 mesmo,
D)eor4en do Ilhn. Sr. inspecto- da thesou- Utna casa avaliada por 700 000
raria de fatenda se.faz pubtico que acharn-se Dito n. cA Joaquim Perei-
Svenda no cartorio desta thesouraria o volume i-a do Souza, Inina case er-
8o das consultas da secAo de fazenda do con- Q i
selho de estado. e o torno '12e do manual do rea por 96-,00
empregado de fazenda. este polo pre o de 3- Zumbi n 2 B Manoel d(a
cada urn. Foiseca Araujo Lima, u]ma
Seeretaria da thesouraria de fazenda de Per- casa terrea arrendada por 144W00O
nambuco, l0 de dezembro de 1877. Estrada de Iel6 i. 10 .
o secretario. Estrada de Bl n. 0 C.
Joao Mendes Pereira. Fernandes Braz, urna casa
_______________ terraa arrendada por 240- 000
DEpL &r ApDita n. -10 D. Josd Felippe
,ELA U uO da Silva, urma casa terrea
DECA1--- arrendada por 14i0O00
-Subdelegacia da policia do t.o Dita n 11. Andre Alves Ga-
districto da fre 'de'S. Josd do mna, uma caaa .teea ar-.
Recife, 4 de dezembro de 1877. r, dada por f 360 000
Por esta subdelegacia se faz pubiico- '1 .,- seccao do consukado provincial.
tuo se acha rccolhida riua criancta de 1 de dezembro de 187T.
1 annos, de cOr preta, que foL encon- 0 chefe,
trada vaganpo; quern se j.ulgar conm di- Sid-'otio de Magalhdes.
reito, lhe sera entfegue. _______________
na, se etedro', ADMINISTRACGO DOS CORREIOS DE PER-
ljnaio Pectro ^- T. NAMBUCO, DE DEZEMBERO DE 1877
S ociedade'R .... Jtti ela(ao da correspondencia registrada
*li J l.iO (semnvalor) que existe nesta reparti-
NMo tendo no domingo 2 do coi'ren- ao T01o nao terem sido encontrados
le cormparecido numero de sof af- seus destinatorios.
ii -inte para a assernhla geraf(xtr^h'- Archimedes Frederico da Costa Robim (en-
(mari que p asseronwo ,ea gmm extra.: commenda), ant hio Francisco Carneiro dos
dnaria que se convocou, o ltrm h. antos. Antonio Feireira de Araujo, Antonia
vice-presidente ordenou-uie qiue con- Maria da ConceicZto (2), Antero Bezerra, Cre-
vidasse novarnente todos as St3s.-so- billon Cesar Castro Menezes, Epiphanio, Ed-
cios para sabbado, 8 do corrente, < 7 mun Yo~eng. padre Francisco Jaoj de Azevedo
luoras da rnan a corn p~recerem (livro), Francisco Dionizio Guedes, Francisco
horas da manha comp~areeerem as~de Luiz Aygue de Meira. Geracina Ferreira de
social; certos de quo qualqucrnatnero Vorqosa, professor H Caneca, Homero de Oll-
do socios constituira a-assemblda ge- veita, Joao VicenteSiNa Costa (livro), Jose
rat. Diniz Barreto (ivrob: Jos6 Mendes Vieira, Jose
Seertari da soidd R. Juvenude Ribeiro do -Anaral, Jose d Meno Carvalho
Secretaiaia sociedade R.Juventude, Muniz Freire (2, Jos6 Joaquim Ribeiro, Joabo
aos 4 de dezembro de 1877. Antonio Alves, Jose Leandro de Sauto, Joa-


O 2.o secretario, quim da Costa Gadelha, JosA Rodopiano dos
Manoet Pimentel. Santos ( ), Jolio Francisco Maia, Justo Pinto
d ca Silva Vali6, Lourengo Pezerra Carneiro da
Juizo dos fit1 1 da fazenola -Cunha; Luiz de Tavora (2), Maria Henriqueta
Juizo dos Wetos da tazewaa 6fS ^^^ ^^%
Cartorio do' escrivio Cintra Rebello Bittencourt. Manoel Nascimento Lima,
artoro do escvo ntra Manoel Carpinteiro e Sobrinho, Manoel da Pil-
Em audiencia public 'do Sr. Dr. va Amorim, Maria Ctaudin dat Trindade Giti-
juiz dos feitos da fazenda, Joaquim Gon- rana (2, Pedro Jorge da Silva Ramos, Raymun-
galves Limna, de 7 do corrente mez, se do Paulo da Frota Raymundo Newton Leo-
ha darernatar a que niais der: poldo da Silva, Sebastio 'Jose Peixoto, Tudes
ha de arrematar a uem naais der" Augusto de Araujo, Vicente Bacellar.
Urn sitio na ilha de Itanaraca, com Casimbi'o Lucio dos Santos,
600 pds de eoqueiros, eC os porios, Encrregado do registro.
tendo 300 patlmos d te e 3,0(00 de Conselho de comprias do arse-
fundo, o qual d um' poio'nesgado, nal de guerra
corn umra casa de pedra e6-,aI, tendo 38 De ordem do Exm. Sr. general presidente.
palmnos de frente, na qual tern i porta fano public que este conselho precisa com-
e 2 janellas, 40 palraos de coinprimen- prar para o presidio de. Fernando de Noronha,
to, 2 salas, I gabinete de lado, 3 quar- o seguinte :
tos, cOzinha f6ra, 2 corredores, umn de Feilho pa50a smente 00 saccos.os.
Feijao 50 ditos.-
cada lado, port. e janella em cada umrn Farinha de madndioca 67,568 litros.
dos oitaes, e umra puxada para traz para Vinhop do Porto 24 ditos.
depbsito de c6os, precisando, a ca-a de Vinho branch 16 litres.
alguns reparos; avahlada a casa e sitio MaVinagre de Lisboa 5 k 4 litros.
Manrnellada 15 kilos.
em 3:000000O, cuja casa va a praa Assucar' refinado 180 ditos.
pela qtrarta vez a- requerimento do in- Fanrinha de trigo SSSF 10 barricas.
ventariante -Jose Maria Ferreira da Cu- Hernva-matte em folhas, do Paland, 10 kilos.
Sola 600 metes.
niha do padke Ignacio Beer'ra *de Me- Vaquetas. preparadas par dous lados, 305.
nezes. Linhas, brancas, cruas. 6 kilos. -
Recife, 15 de novem -17* Pre-gos francezes de 1 Do aa de compri-
*s iO,^^ .- mento e 1'1r5 de diaitr150,SO-ditos.
', C ointra Fio de sapateiro' 1O kilos.
Luz ___ntra _. Formas francezas, chapiadas, n. 37, 10 pares.
S Ditas n. 38,'5 cdit-s.
Irmandade, do 'Seion' Duitas n. 39,"20 di0s
Ditas n. 40, 20 ditos.
Born-Jesus das Portas Ditas I1. 41, 20 ditos. -
Dias n. 42, 10 dimes. '
Por ordem da -mesa admainistrativa Ditas n. 43, 5 dittos. .
convido todos as irmnaos para se reu- Enxameis de qualidade 20.
niroun no (ia, 8- do corronto mu.- IhLapiS preton, pare ca rapina, I duwia.
nirem nodia 8.do orre ne na preta, paa r,' its.
igreja da Madre de Deus- pelas 1i Thora Sabao aar8ef8o 1 aixa .
da manbha, afim de se proceder a abei- l os pre hi&ntd!d I m I reterivelmO
o d'a nova mesa. .. rno dia 6 do correhnte. A 10 horasda mw Ma,
Re-ife 4 de dezembro do 1877 ., precentari-'S sas pro e aaostras, jn-
O edo 'em attedvlo'as t o1eti-s do eyulaaen-
Maaoel de setieq. ct-
zev j to vigote, cujos art|j-Pativos.afre
SManoel de A Z-edo; k ^e*n-j rnm&Wta 10ifcli puf ft 1 : *'< :41f,
ADMINIsTA jAO S COS GOIURLUOS- au7 dd
NAMBUCO, 65 E EKB RQ[ jA8*,( ;, i dSe
-iWalas a e.spe aran t-se
-Polo yapor qa~pioraal Pirapamrsag -,
*niqtraeIo e 'pedimas p'arP gata, ,


)



l



















8S


execugao JoM An rra."
E porqu nag &utae1cro naS houve
licitaxte, ird osmek"up no in 5doa A~
dicada con oabatento da lei.
Recife., ldp nom_ _118M ,_
D-- ieionM d'llm.Sr. engenheiro direo-
,or da reparticAo das obras publicas, faco pu-
blco que no dia 10 d l.correnteW vAo ser arro-
matadas,>perante 4t rrepartiao, as madeiras
velhas que se acham ao p6 da ponte de Tawa-
runa, e bern assim a grade de ferro da antiga
-ponte, ltu4o avaliado em 16("t00.
Secretaria da replrtiCao das obras publicas,
*4o'dedezembnlro de 1877. -
t) official,
Jotio Joaquiin deo Siqueira Varejido.

Cassino Pe1u0ano
Nto send po sivel dar-t.p]artida do cos-
t.ume, por incommodos do ietivo director,
em lugar da mestha tcra klug uina reuninto
familiar no dia 7 de dezeinbro"roximw ftimro.
Recife, 30 de novembro dc 1877 0 empre-
zario, P. J, Layme,
Obras do porto
De ordem do illin. Sr. engenheiro director.
dbs ohraise conservao ,.dos portos, de con-
formidade con a autorisatao. de S. Exc. o Sr.
president da provincial, de -17 de iouvemibtro
corrente, e na forma do reguldmento do mi-
nisterio da agriculture corunsercio e ohras pu-
blicas, art. lo do (lecrettl n. 2,926 de 14 de
mnaio de 1872 e 18 do decreto n. ,92.2 tie 10 da
wnesmna data, faro science a quein interessar
possa que no dia 7 de dezembro proximo vin-
douro, ao meio dia, na repartiijo dos-ines
mas obras, recebe a competente junta prop)os-
tas para fornecinieuto dos niateriaes tciecessa-
rios'ts obras de alvenarii por adrminisitiiii'to,
por eJ.po de 0 inczes. a co)ntar do 1 de ja-
neiro do anno proximo viiidouro, sob as coit-
digces seguintes :
Art. 1.o Os propouentes dcver'iu ftazer .-uas
propostas em cartas fclihadis, sclladas e uprO-
sental-as at a hliora acima indicada, sondo que
depois nSo serZo uceitas.
Art'. 2.0 Os proponentes dever o apresenliar
3is aunostras dos objeletus quite )r ,ipozxeiftm.
Art. 3.", As propiastas deverito ser feitas se-
gundo o systerna de pesos, imeodidas, (quaitilida-
des e qualidades, de confurmidade com a rbla-
:aio abaixo especiflcada.
Art. 4.o Os furteced lures deverao fazer o
lornecimetito dos materials, a tempo e i huia
em que lHies for pedido ; sob pena de,pagareunt
dez por cento de multa sobre a importancia do
fardaniento e de vinte se trl'ectivaimetile n5au o
lizerem.
Art. 5.0 Os bfornecedores serau obrigados a
pagarem o sello proportional subre a impor-
tLancia do fornecimnento feito.
Art. 6 o Os fornecedores se obrigarao a en-
tregar os materials pedidos, no armazem 4o
caes do Ramos. ou ao pd ida obra sobre qual-
qluer uinm dos caes desta cidade, mediante re.
eibu, que serii passado na propria via de pedi-
do. pelo emrnpregado comnletcnlo,. a qual acorn-
panhari a conta uue sera tirada menselmen-
tee entre;,ue na r'epartitito n p comeCo do mez
seguinte ao do fornecimento.
Materiaes tie constructcuo.
Aria do Monteiro, metro-cubico.
Podra brutal, idenm.
Dita dita do Rio deJaneiro, idem.
Dita do Rio de Janeiro, quebrada, passada
no annel de 0,0(n. para bheton ou empedra-
;nento, idem.
Tijolos de alvenaria grossa do Monteiro,
mnilheiro. ,
Cal hydradiuf fcti e IKguarass0 on dot'
.utra qi)alqIderrOdencia, capaz d 0oo
tar a agulha teois de 3 dias et-
,ao n'agua salgada metro cubalicp.
Cimuento Portfand inglez, da muarcamliramny-
le ou West Kent ,tvyictaj, send qu fde ou-
Lra proveniencia s tamnbemni aceitotno caso
te provar igual ilidade em expliencilas
*;ouiparativas de. ri~istencia .a fractao, kilo,
peso liquid),
Dito rorano, idem idem.
Repartigao das obcLs lie conservayao dos
Etritos de Pernambijico em 23 de novenibro de
11877. .,"I :.'.'', .0 *
.. Olescriptu 'ariar,
Mqnoel IDuairte Perest
0 admnirtisti adis'rWd recebedloria dyltf
pas internas geraes declara que, em iWt'tl
Ja circular n. 28 do ministerio dos. ntgocO
da ftizenda, de t do'correnle, dez idias depois
'i )iUblicaiao deste annuncio, cotnecjtri a ar-
'c:ada .:rcaoento n. 2,792, de W.Ot de oeribro proxi-
)no uindo, para os exercicios de 1877 a 1878 e
ie 1778 a 1879, tdrnou extetri'ha- aos redibo
.3e valor doe 25.)00 a 50$000, se .po obritatorid1
i adhcsuo das respectivas estl.SnijH!s no act,,
3a assignaturi dos referidos r~Ibos.


Na applictao e cobran a deSte imposto s6
estao como rehendidos an isehtao do que tra-
;.am as ordens ns. 310 tde6 4' julho de 1869 e
ri. 108 de 7 de margo de 187i, os reeibos de
salarios passados em avulso, emr folhias ou fe-
rias pelos operarios empregados em obras e
servi;os publikos. geraes e provinciaes o'au
:nunie;paes e nao os recibos de fornecedorcs
le generous e materiaea, para as repartigces
publicas.
Recebedoria de Pernambuco, 30 do novem-
d'e 1877.
Maioel Crn'ietj'o 'de Soitza Ldcerda.

Obras do Porto
De ordem do him. Sr. engenheiro director
Jas obras dJe conservacito dos portos, de con-
formniidde corn a autorisaCto de S. Exc. o Sr.
president da provincia, de 17 de novembro
.:arrente, e na farina do art. 1o do ilecreto n.
2,926 de 14 de maio do '1862 e 18 do decreto
'. 2,922 deJ 10 da mesa data, do regulamento
Jo ministerio da agriculture, coinmercio e
)bras publicas, fag sciente a quen inleressar
9ossa que o dia 6 ie dezemtbro proxiupo vi-
!uurout',), ao meio dia, na reparrtic;jios iks ieridas
.bras, recebe a competent j,.fa
.nm cartas fechiadas e compeltoniteap
ias, para forn;'cinento de objects n
secrctaria, sala de deseoho. dramas, v.pi
,fflcinas de macuhe 4l4 ,paro por' cspar
le seis* noz s- il. id1 j0aeirodo
,nno) Prow* urW i so4 a coodioues 'so
,-ninte4 .:, : j :
Art. tOfttes ideverio apreetar
.-s suab pfop tiAs adte a hera acima i encio-
',ada, sendo que depois nao seri mais aceitas.
Art. 2.0 Os proponents serao obrigados a
..presentar as amoitras dos objects pro-
1 ,ostos
Art. 3.o As proposals dever5o ser feitas sO:
-undoo syste-mna deopesos, medidas, qulaii
,ades e qualidades, de eonformidade coin ''-
IoIto abaix. especiflcada.
Art 4. 0 fornewdre so o brige roo a ia-
o" fwornSiOU o mW re sa ersoiet a oue


kSbto. 0 O L uzt Wiw


dacarollas dt eanhladas, idem.
Cadeiadbsk rti -.',,
Gadinhos, numem.
Canetas~ora"ia j ,p
Citdeiros 'de ferro' eatkhados, kilo.
Chaleiras de dito dito, idem.
Campa pequena, I
Caique ei panno, pega.
Colherefde trado de meia polegada de gros-
Sura a 10/8, duzia.
Ditas die osca, de media potlegada de grossura
a 8/8&ide.
Ghumubo em barra, kilo.
Dito em lenol, idem.
Culdeiras sortidas para derreter breu, idem,
Carvao Cadiff, idem.-i.
Dito para ferreiro, idem,.
Dito Newcastle, idem.
Cobre em barra, idenm.
Dito em lengol, idem.
Dito volho, idem.
Coke, idem.
Gorreutes de ferro, idem.
Couro crfi, 1.
Gr6. kilo.
Cantoneiras de ferro so-tidas, idoin.
Cturaca, I.
(urvas de sicupira de diffcrenLes tainanhlias, e
contforine a forima aurescuttada, I.
!)obr;adifa de ferro, p-Ir.
Dlitas de metal, idem.
Escova ingleza, 1.
Dita para tubas, 1.
Estaulnho em verguinlhas, [lo.
Escopeiros, idem.
Kstopa de algodio, iden).
Estopa de limnho, idom.
Dita d emultcribali, idem.
lEstopares, cento.
'Envcktpcs pequenios, idem.
1) os para ol'licios, iden).
Fchidura, -1.
' itiro, kilo.
Vri-o irglcz sortido; idem.
Dieo (.ta J(.Ci( l, idea).
lDito sueco em l b)arTi, itlel.
Dito irutLo ipara fundir, idem.
Dito vcliho, idem, idem, idem.
Fio de ulgediso, idem.
Dito do ei, idem.
D)ito de veia, idem.
Giaxa doRio Grande, idem.
Jarra de madeira, forrada, 1t.
ILampeio. "I. I.
Latao em lewul, kilo.
Lima iigleza de 6 a 18 pollegadas, 1.
jimaitoes inglezes de 6 a 18 pollegadtias, 1.
Linha de barca e sondkreza, kilo.
Dita alcatroada. iJem.t
Liame de sicupira de dIffegeuLtes tama
comiforme a torma apaflad, I.
Lixa deo usmeril de panfi*f'jf|.
Lita de vidre de papel, idehi.
Lona ingleza, metro.
Lapis d- duns cores, duzia.
Ditos de Faber ns. 1, 3 e 3, idem.
Ditos de Gilbert, idenm.
Ditos de borracha. idem.
Livro emI branco, die papel almnaio palaflo ic
50 a 200 fth)asi -1
Dito oum braiiuo Lie papel CGarr de !) a 150 fc-
Ilias, "1.
Merlim. kilo.
Metal, comnposigAo n follia, idea:.
Mialiar biranco. idem.
IWAbies brunzeados, pollegada.
Diws ferradlos, idam.
Oteo de linhaca, litro.
Fd1tis tie coqueiro, cento.
'Papehio, 'foll':|
Parafusus ot'iftioos, duzia.
Pd dto ferro Patent, 1,
P6s pretos, kilo.
Pranuhato de anarello, 1.
Dito de pou-carga, idem.
Dito d0, pinhora Suecia, idomn.
DitoAs, de ditta resinoso, idem.
-P'toje w 4)ap e, kilo.
Ditos. de zinuoajdem.
Ditot e dt 6 paoJlegadas, *idem.
Diteao, rditx) |i a 4 12 pollegadas, ieicm,,
|ito;ce diro dc 5 pollegadas, idem.
J.lff'abraese, idem.
|pos ripaes, idem. ,
itos de batel, randes, ikemn.
Dites 4edito .pequenos, idem.
1t francezes, idenit
^rjlls de chumbo; ileui.
*tiiSpva, molhio. -,
[.eaiis Gouthier, .caixa.
, ilt PouiY, idem.
,,Dittas- Mallas, idem.
[Psnnlih btts para deseuhlo, coixa.
iPrest e diversos tamanihos, caixa.
IPasta tde oleado, urea.
Papel caiquo, pe Dito see fimn, peca.
Dito matta botrao, folha.
PDru Itmlil pautadoJ. tenia.


Dito rosado pequenro,,qixa.
Dito rosado pautado .grande, resna.
Dito carr6, cento.
Dito Jesus, cento.: '
Quartolla t'errad; ubma
Query para cqi um.
Ilaspa de ferro, urea.
Rerrios de fai; metro.
Roxo terra, kilo.
Rjtspad|M" b le ougo, wila.

Dito de Z4,'
Sola ionglIez netro.
Dita national, meio.
'Iaboas de amarello de urna pullegada tdc i-rs-
stira, duzia.
Ditas dtie puo-carga do urma pullcgtla dc gros-
St'a, (duzia.
Ditas tie amarello de media pull!cgada .le gros-
sura, duiiL." '
itas de B da a. S .-" .

Traves alM4te'rv" Q;a.

I


Prusiaato kilo.
Tinta branca tie zinco em mi-ssa, kilo.
Dita vorde eta massa, kilo.
Diet nruvn tei ,nncn iiln*.


0-l UWIFG, uemn A t406 40owt< rendau dos
predios emserguldka declarados:
ESTBILECIMENTO DE CARIDADE
JtRua do Gwcrowel Suassunt
4obrado u 43 "2O
Lojadomesmo 1 35000,
Ru. p de S. Pet eomOlinda.
Gasa-terrea n. 6 .. 300000
4,1140,#3PareuJR2org Ao.
Casa terrea n. 47 204WN
Idem 'h. 45 (fechada)
14da Vdraiom
Idlem n. .7 ;207S000
de n..7 ta largao do Rosari 0
3,o andar opsobrado n. 24 A 267$000
Loja e 10 andar do sobrad o %4 A 9635117
Loja do sobrdo n. 24 1:036450
iRata da mlpe'ittt'iz
Casa torrea n. 68 3621500
Rita da Moeda
Sobrado die .2 audares e sotao n. 37 [fI-
chada] A3755000


'L.o andar do
Idem t). 1-1
Idem n. 92


Becco do Abrci
sobrado n. 2(facli
uita dos Pescado
Ruta de S. Jorge
Ruta do Pharo


Idem n. 80
Una do Encantamni
Loja do sobrado n. 3 (f'eclada
Riea dec Santa li
Casa terra n. 34
f Ja d(?s Ctadt


Idem n. 32
Idoinm n. 31
Idenm i. 70
Iden 11. "2


(tuico Ponmus
1100 tdo Cuja


iatdc 905000
Wires


4838000
e o
; h 2300
-1835000
tento
.180o0O0
it"
230000
1365000
23-15000
4, 2888000
W90O0W0


1ioa do ]Ie-',.!*
ub a-Jo deou a imtl)dar u. 41
lthfl da lap,
Sol)radti de uim andtr n.8 .'"
Rita d)o -'tsconstaiLibU(q(Tfo'
Casa terrea n. 91 '-:?
Ru a do Cnrnut $iassun'
Casa tLermca n. 132- ', .
PATRlMOZNe'I PHAO:
R-ma (414A t


317'067
37s 4024800.
:- :i000
is


Casa torrea i>. 1. 6 5175$)00
Lar',o do Pai',.
2.o atndaro sob,'ado n. 29 (fOclu;i,') : I05I000
lRra da, LTupnt
Casa terrcna. 2 dLapa2011000
Ruaa (d tfcud'c de De,!4
Ilsa Leirrea n. 20 722$000
Iden 1. 2 (ichuada) 233'400
Bi.co0 dtts Boi tr
Sobradu dci 2 aidares it. 1 ii 6235000
Idem idonm u. Ii 6145$000
Iderm ti. 18 ifcchada) 3605000
Rawt ( t .loda
Ca'a tclrca 11. 15 27b0.
dem'-n. ,7 '.47O0
Jl'/i'/ df .tl oi0't ,;
Casa tcrrea 1i' 2_4 5 89000
Idem n. 20 i235000
SRua. de S. Jorge
casa torrean. 104 2425006
Idem 94 2 5100
Idema n. 100 [feohada] 262992
Osoreteuntes deveraso apresontar no actO
da arfemataCio-s suas fiangas, ou comparece,
rem acominpanhados dos respectivos liadores,
devendo paga'lr.almn da renda o premio da
quantia emn que for seguro o prediu que con-
tiver estabeleeimento commercial, assim cool
oservigo da linWeza c preeo dos apparellhose a
annuidades. -
Secretaria |a.;auta Casa da Miscricordia do
Recife, 30 de t4Wo de 1877. O escrivtae,
; sro Rodriuucs dc Satsnt.
]'EATRO 7A '

SANTA ISABEL


Companhia lhespnhliola
DE ^
Z RZUELAS

S Quinta-feira 6 de dezembro


: reita do
Apparatoso
S A pe
Sitbirii scena,
provincia, : nj iii
pensamento exLralid4'
ceza ,
ETOILE-1
pelo poeta I). Luiz, d
giual do celebre mast
CathariM


~t# #... ~s'
I


I -~ItERSONN'A^f-'s ^'-1-1,
Catharina Sra. G6 i;' .
Bertha Sra. I-s ia.
Pedro, o grande Sr. Gerner.
Kainjuf. cossaco Sr. Villa Real.
Coronmiel INan Sr. Bonaplata. -
Miguel Sr. (alvan.
GeCinueral Iwalolff. S : Sr. Vafques. .
Major Darawich :. Sr. Opti;Fi iFo, ?,
,sro geral de. .val Oq, aldeles, b. daa. ai o coiparceria
de 80 pessoas. ,
0 -1. aeto passa-se emi uma dal4q-: T'-
balliadores do aideia. Saspensilo d(ot-r4 b
Iho. Festivo e e, detSgelHertla, t
guel. Grande s. pelus cost '1pi#s e
da aldeja. t
Fogos cambianw&.. it ,,!
2.o act,. Sutlev*s A o-a
Czar.
Acamrnpaimento russo qtu, vea|Ml, d 'S fld
batalba. Mullierqt soldadesco. tro e
cicio por esses recrutas. -
Coro interesas"te. -
3J. auto Casamento da Q(e I Pctl f coA
vivasideira Guithanimna.' A~itagiio 4)O's.&wtUq
Grande conspirafTu.. Gnrog trpl. -,
Priiuneipiai'1 uas.8 horas.. ^.
Os bilitetes atam-.o a da to escigl|>-
'ft do theatre. -
"rlaverd trens paza .ApipueOs,'Otinda eBe-
beribe.




..-'DR -7


S11 hpras do
Ia qu 4n
Rin qua 4ard


terrenO


deWm


A'S ttH"
Sgente GusnmaIo,Cu i m enteOutiJw
sado, farl leilho dum t no lugar
ma rnenionadoajunto dfo4rFe.f
contend 100 palmos d e 7 dei
4UUA DO BAR AI YI
LCiULAO

LiAO -


Mobitias Afiar o la de pedaa,
esem pedra. cams fran a, rqueas, ca-
epaf eninos, carter 4e m fa 4e 1 ntes ta-
- bot, cabides, quairtinhirs', urdas-comi-
de arame e madeira, trilas-lou-
; aparadores, cadeiras, ns' ofs, ee
uiltas ontras obias avulsas y Q9 novw
e de amarello.
TER1A-FEIRA 11 DO GCORRENTE
Na run D)uque de Caxias n. 2
O agene Pinto faz leillo, por liquidacao, e
,r Qonta e risco de quem pertencer,e aoo cor-
do martoUa, ,e lodos os moveis, e mais
objeleos exists no armazem da rua Duque
de Caxias n. 2, 'ora rua das Crwes, 'junto
i typographia dd DiH'ario de Pernambuco.
Principiard iist40 1,-2 oras.


LEILAO
DE

Ultimo defntlvntiamente da liqui-

Julio Isaac faz leiiAo n.o,.4a 17 de dezembi-o
proximo, por intervenicaoe 4.gente Martins, fi
travessa da run I)a uque de .C*ias n. 2, is '11
:hoos em ponto. do-, obiectos constantes das
segqintes cautelas:
Ns. 2890, 3W22, 3306, 3426, 4435,
4024, 4911, 1685, 3160. 4894, 4890,
5205, 5388, 5221, 5306, 5465, 5480,
5533, 5597, 55V3, 5544, 5554, 5557,
5591, 5633, 5)t77, 5620, 5606, 560(,
5683, 5646, 5647, 5)68 5, 5666, 5650,
5W51, 5562, 5692, 5679, 5670, 5657.
5649, 5565, 5-O08, 5636, 5630, 5623,
5611, 586, 5338, 4713, 5570, 5522.
2360, ;'300. 476, 486, 433, 387, 505


7,?.Rua.do Viiarioi-7 -
DomliBiqos Alves Matbeus
COMPANHTA PERNA3BUCANA
DE
Non 0o costeia'r per vapor
ernando de Norobha
SSegue para o porto
S alQiTa 0 vapor Giqauid
c Sm wandaite Costa, as
;, H hb oras .da manlif no
f M la 15 de d ezembro.tida
saecebe 411M(, ti.Q 0; encommendas, pas-
sa nhero a frete at6 ds 10 horas da
manha doi dia da sahida: escriptorio no
Rua dia 4ompal ia Pernambu-
osL-noma n. 12 -
COMPAN1I'A PERNAMBUCA,"NA
avega9&o costeira por vapor
Potos do s t
Maceio6, Ptnedo e Ariaciiaji
-. Q vapor Coi'uripc,
15 B commandant Santos,
seguira tpara Os portos
acima nodia 7 de cor-
.. t rent, s 5 hurot'as da
c tarde.
aebe carga atd o dia ; encommendas,
p gens e dinheiro a I at6 fis 3 horas
datrde do dia da sahida criptorio na
Rta da Companhia 'ernambu
___cana nt 1.
-COMPANHIIA PERNAMBUCGNAA.
DE
NavePgaid costeita por vapor
Portos do norte
Parahyba, Natal, Macilo, Mossor6, Ara-
S caty e Ceari
0 vapor Pirapaam,.
1' '---- S commandante Rino,
~.P- seguird para os portos
,flk, acimna no din 5 do cor-
.,^ rente, as 5 horas da
-- "" tardie.
Receb e cargo ate W dia 4 ; encommendas,
passagens edinheiro a frete, atW as 3 horas
da tarde do dia da sahida. -
Escriptorlo na rda da Compatnhia Per-
namnbucanA n. 12 .
Companhia des Messa-

gerie Maritimes
LN-* A I.ENSAL
0 -10.paqueit

Q oi m ri n a B e la f r e
Espera-se da Eunro
pa no dia 5 do cor-
rente, seguiindo depois
B da demnora do costume
para tBuenos--Ayres,

BIahia, Rio (I d Janeiro c
SMonsievideo,


547, 2689, 2903, 2908, 2794, 2671,
29514, 2910. 296C0,70WO, 2940,
2985, 291-1, 28., '2927, 2947,
2955. 29741 A '2779? 2494,
1 '16,1 2 8,1 242,', 2461,
24105, 2521, -547. 2560, 2645,
2557, 2550, 2610, 26030, 2170,
2062, 2066, 1860, 1978. 1817,
1964 1590, 1257, 1466, 1370,


1216, i14 5, 1256,1482, 892,0681.


DA
armaAo, generous e mais utensilios
existentes na taverna sita A rua da
Gra QUINTA: FE1RA. 6 DOCORRENTE
A's 11 horas
O agente Gusmlo, competentemente autori-
sado, fara leilao da taverna acima'descripta,
em lotes, A vontade dos, coimpradores, traspas-
sando-se a casa, se o comprador- quizer.

LEILAO
DE
bilhares, espelhos, moves, candieiros a
gaz, .ouga, crystaes, quadros, relo-
gios, vinhos, lic6res, objects de elec-
tro-plate e mais pertep as
Do Cafl ImttiraW"iz
SCONSTANDO DE:
ja sala
SUmn lustre de crystal corn 6bicos, 1 relogio
oval, 3 espelhos gr'andes, ovaes, 5 mesas de
pedra minarmure, cornm p6s de ferro, 2 quadros.
29 cadeiras de junco, 1 balcAo, I estrado e 4
j aiandell;s. j
2 sala
Seis bilhares, corn suas perteneas, 6 pannos,
rob-rtas para os memos, 4 mesas de pedra,
corn pes de tertdo,4dltas corn Columnas de
marmore, 2-eadaqE, 6 O m6chos, i lavatory
corn pedra, t I r.eom pedra, I fiteiro, i
console de cYtiltpg,"cabides. 5 quadros, 6
candieiros a gaz, i registro e 4 relogio de pa-
rede.'- '
^ ,3A.Aila.11 -
SSets mesa cornped'asi lita redionda, 12
domin6s, 1 eadeira, 26 m6chos, mesa de gos-
to antigo, t estate, 1 carteira,'6 eagbidS 2
quadros, 9 mesas, 2 candietros, 4 arandelas, -1
carteira grande, I mesa de jogo. 20 grozas do
fig -
-QQuarto debebidas
Uma armakfio, garraftis e botijas com serve-
ja, vinhos, genebra, vermouth, absintho, lico-
res, champagne e outras qualidades de vinhos
linos. 1' *^''-'^1? :
De pensa
Uma excellente imnaeliina paira fazer'cafe, 8
sorveteiras, 9 bandejus, chicares e pires, io-
pos, calices, garralfas, pratos, bules, lom-.a e
,Yiros.
-Gozinha
Uma mesa, 2jarras. I chaleira, 1 deposit
para geli, moinhos de caf6 e outros artigos.
Ohjectos avulsos
Tres columnas e 3 lampeoes, 0 cmpannadasI
e36 follias de zinco, *1 machine de frizar e
ouitos ohjectos.
QUINTA-FEIRA 6 DO CORRENTE
SPO,.INTERVEN4AO DO
AGENT PINTO


S" Q0aqete No pavimento terreo do sobrado oa Irua iha. Os de seila saTo: '* i'ruso andado,
NViger. da Imperatriz n. 1 baixo e castrato, corn esta marca J3'.
t damte Jstcu Os rifcriidus objectos sau de tost e estlao e outro inelhdo coa cliwas brancas.
42om 1an.ldant e JacUes col opti4 estado de /unse.va -s, anda baixo, pequenio .e castrado, coi,
spera-se dos, r ) lo principiari ts 10 1/2 ors e p- a mesma marcC. Uquartao 6 rozillo
-ts do..,sul no .4ia20 to-na 9, sah, pelos bilhares, us quaes S oos foveiro, de born 'tan' hotil-, frente aber-
*do corr.eht, seguindo 1ut0losres que se podem encouti'ar.
costume para BOR' os encontra-. s poderui txunar e trazoc
EAX cadem depots da detnora do LE L ta, inteiro c corn osta meaw'a lB. Qucit
6EAJX toc.ando ei cstmeLEILAO
D)akar LiSboa Vigo DE a este engenio,. ,iae sera )bem recom-
Daa rL i e V ,o Uma prensa de litographia de 54'70 ceutime- prensaldo p')or
Faz-se abatimentos de: l5 por cerito eijta- .tros, sem mesa, corn pertenwas. JodlO Floi'eitoU C. b'e Albuquerqt'.
vor das familias coinpostas du quatro pessoas ens r6os para tita pr Sr. Jos-ta e de cC.-alh-aseAndrade
ao menos e que pagare quatro passages Seis ibras de ouro inglez, encarnado c ccreja. 0 Sr. Jos. &'wl' h, ['aes de Andrade ti:,
iuteiras. Duas ditas de tinta enricarnada.I na rua Duque de CaNias ]i. 55. loja, ura-car;;!
ia a lite rar s.'rev
Por excepCuo os. ciiados dos faituilias, quie Dezoito pedras dodiffierentes tainanhos. paia lhe ser enlre.uv. -_
tomareem bilhetes de prOa. gozam. van6m Seis Iatas con ,eroiz. n h eil e a
ui.ste abatimentlo. -s] Oito ditas corn tinta preta, j1M -,tYIPUV,., -- l
P ara pinssageirofs, nrownmendas pt'r, e tr- (Nova e ultimniamnente despachada, corstan- i ,. c' 0
'12 U cor o 0 ,m i te de 5 t aix\es de 1 a 5)Y. Venle-se u a nc~idopcdta mooernu.
coi l A ENTE SEXTA'FEIRA 7 DO CORRENTE d ,iccionario de sciencia, artes. letras, ij-
U, ust i il A's 11 112 horas dustria, agriculture e commerio ; pu-
S--. a l^ PQR INTERVEN(AO DO AGENTE blicaciio feita nI Paris, pela casa Fir-
9- a do Co rio- 9 PINTO rnan Didot, sob a direcao de. Leon Ro-
Em seu ese rto or.
dl J P3 r s 4' A obra cot,.px[e se de 30 volumes,
A baia gueza Novoa Silencio sahlirnai corin -- e---.--- ecadernados, ein boin estado, sendo
Awaxitl id ade para os portos Uctna ir,- A eii st 27 de texto e 4' de alas.
aes rocS '- be carga a frete ge i e tr2 7 ( A tectobr ,e.3 a- -a t- t.
n.os consigiatail'os A II A tt tar nesL: pcap1tia.
[][[l 10m~. :]~LELAO -, A;- ----:_a ......z .l .-.v'.i.


Ijite pI 0 de moves, uo'
l dos e p6n' acabar
-~ I-*;'," *1'^^ti


VOS, usa-


.A's 19 horas
>N armauzen da rua de D. Maria Cesar
S(Ia rua,4 da SeOn Ia Nova n. 12)
,0 aBmtNt Ap,-porwtdado do doilm. r.
S :i ito dasprvddoia, a remuemi-
N~^. JutX~l a '. I rt-
mehto do isbhturiante Dnioingos Jose da Cu-
na-aLas,.lt*: icib' .ina9grasde pot'ao
dtrazi mjWOSlsadelo e por *aba',.1 mo-
lbHa duaj alida nlto ac-bada,, imar-
quteoese'coolos. catas ipara casal, unia ca-
xl 'de feframienta, cadeiras de nmwelio. tawn-
bbain pr.aetbar, pedaoos de madeira de lei,
meSas eooutros muitos objeotos que seria en'-
1d6on o annuhciar. ,
n seguida lmvari a! eilao, por man'dadi do
mesmo jiaiz, un teroreno er"Btienribe, no lu-
gor Agua-Fria, comn 23 palmos de frente.
Tudo p rtentcente ao espolio deo JtJf- lose
Mendos.- --.-
*LEEIL-AO
"nd -DO
sobrada dei azuleio, de am anda.r..cdi--


MoVcis, lo8iwas, vidros e objects de clec-
tra-plqte
Sexta-feira 7 do corrente
as 11 ihoras, em ponto '
No prinmeiro andar do sobrado sito A rua do
h6iperador n. 25
0 1lir. Sr. D)r. Luiz da Silva Epautinondas,
tendolse retirado para o Rio de Janeiro con a
sua Exma. familiar, farad Ieilao por intervenoW
do agent Pestana, dos moveis e mais utensi-
lios de uaa casa, a saber :
Um piano 'je jacarandA quasi nov0, 1 mobi-
lia de jacaranda oompleta, tampoq de pedra, 2,
espelhos de moldura dourada, 3 pares do jjiu-
ros para flores, 2 pi-re de laiternas, .I ea-
djira a gaz e 1 par de escarradeoas, 1 coma
Utaoceza de amarollo, t guarda-vestido-, 1 toi-
lette de amarello coin espelho, I marquezAo
kulargo para Oasal *1 moia, eomoda, i cabide
de coluwnas, i cam: para solteiro e ( commo-
da, urn rico santuiirio de jaoarand,(obta de
RPmigip), I cabide de partde, I par do onso-
los, t marqueza, I4 lavatorio, I bero, para me-
uinos, I mesa elastic de anareflo, de sete
taboos, I guarda-loCia, -1 apatador,- 12 cattei-
ras, sof'i, "I par de bancas, 2 conselos de ja-
carandad. 2 minslmas 01o, 1 carripho
para Mneniuto. 6O qi| de costu
jra, % apparelthos p d io pau'a janlar,
copos, garrafas, saiteo-plat e wu-
tos outros objecto 9qtari" o pawnteLs -no
apto -doleiAo. -


artUt-S ,l;' l ,iu ; : .at' l [eit' lit'p iv Unt
yes presas por um aiOel (d frro, perdidas em
28 de novemrnbro proxio i,:ssatdu, desde o iuti
da rua Imuerial a'i, a tj..,aod 5o de Tigipi6, o
favor de erit-rgar as :'cferidas chaves no esta-
belecimento dlos Srs. Cupcrtino Bezerra & C.,
d rua Inperial, qu.e sotil ge;-rosarnen.e .remn-
nerado.
0 inieo deposit dos
remedies do Dr. Ayer e

em casa de Adamnson
Howie & C., a rua do
Marquez de Olinda n.

37, entrada para o es-
eriptorio rua do Bispo

Sardinha i. 37, outr'o-

ra rua do Eaiitaineni-


' t
T
t,


AYISOS DITMEI9SOS
-Ausentou-se( da casa de sua senlo-
ra a escrava de nomcE Gertrudes, baixa,
cheia do corpo, pds apalhetados, beigos
grosses ecalilos, olhos grades, creou-
la, represent ter .1 'a 50 anpos, levou
,vestido de *Iiita Pmita, chale preto
'tm taboleiro cofa fiictas, e costume
eiribriagir-se. Riga-se a quem apprt-
hendel-a o favor de a levar -i ruaImpe-
rial n. 231, ,uei serai recomnpensado.
Precisa-se alugar urnia preta para service
de rua, e uim preto para sitio : no pateo ,1,
Pedro II n. 73, segunio andar.
0- 0 S). FabiIo Faustino Fernandes da Sitv:i
63 rogado a vir ao segunde andar da .asa i
41 A rOildo Rati'-cl, a negocio.
No dia 8 de novernmb)ro do correntL
anno' frtar? :n do engenlio California,
em Serinhacm, trees cavallos, sendo
dous de sella e nin quarto de canga-


406,
2902.,
2935.
2963.
740,
2346,
2512,
2265,
1525,
1388,


I I



























-Ala' eaumeide lotte, coz t-ge'en-
gorn B tsw a deS~. i'An n. 4.
hrosario i D. m9:0saoja d amo.
Ahtga-d au w ft qua)ev negotio orn
,uma taverna sita ng #batrcas do Caxa tigApa-
Sra cima, corn a casa. deo vda unids Ae o-
ma, e mais outra casa para comlodo de es-
cravo ou outra qaalquor couw; vewde-se os
effeitos da mesa p"' balani pelo cuisto,
cdm todr as suas Ore 'aiwno da mes-
ma interessava rais assotr-66 corn unia
pessoa, que dando fiador .fSt -. tiducta, en-
trasse corn melade do capital ole existence
-em generous; tern cacimba demuilto boa agita,
no oito da mesma, perto do emngeho Camaro-
gibe, e tambem perto da via-ferfea : a tratar
na praea do Conde d'Eu i. 11.
-~Aluga-s unum sobrado de um anadar com
bastantes commandos para famnilia : na traves-
sa do Veras n -13, fregufzia da Boa-Vista:
quem pretender, dirija-se d rua do Apollo niu-
mero 51. ______
-- Aluga-se a casa n. 36 da rua do Galaibou-
(o : a tratar na irua Imperial n. 324.
ALtXA-SE um optimo sobrado na
rua de S. Bento em Olinda, apropria-
do para quem quizer fazer uso doft,-ba-
nhos .algatlos : a tratar corn Mar-ol o
Cato. na alfandega, las 9 A.,,L' s
--Aluga-se a mnetad, de :b '^ea
casa, a urni fanilia capaz: a.ir,na
rua da Santa Cruz n. '283
-- ,lga-se o o-andar da oa'a n. 41 da rfia
do Rangel, o to e 30 andar cmBsotAo da casa
n. 3 dalrua da Penham c* &v;t,79 da ma de S.
Joaio. corn 4 quart Oa.ia c pinta-
da de novo poe t'0r 'X ,-IqW ar da casa n.
27 no pateo do Ter : o pavimento
terreo da casa o. 6.-dru4 i'ita por..25000,
o sobrado de 1 anda l Mo a rua de Lo-
mas Valentinas n. 171 '3$00)0:.a tratar no
20 andar da casa 6.1 a.do Rangel.
Aluga-se o ar ,i da rua da Senzala
Velha n. 88 : retender, dirija-se Ai ruj
da Imperatriz i. 53, que achari corn quam!
tratar.
Aluga-se urma bua escrava para todo ser-
vio, na rna da Priu n 33, Io andar.
ALUGA-SE o L.o andar do sobra-
uo da rua do Vis.onde de Albuquer-
que, i. 41, muito fresco, corn commo-
dos para grande 'fainifia: a4ratar uo
Corredor do Bispo n. 73.
ALUGA-S'E por preqo commodo
o predio n. 8. a rua de Mariz e Barr,;s,
outr'ora rua da Codorniz (onde foi o es-
tabelecirnento do Calangro) muito pro-
prio para qualquer estabelecincento de
,eccos ou molhados, para o que tem
boa arna~o e perlenas : trata-se a
travessa da Madre de Deus n. 18.


A.. .,A Precisa-se de uma, de
bu comportamento, que
~-AL&H saiba cozinhar e faga todo
a service de casa de familiar na rua das Cru-
zes n. 20, J., andar.

Acqoes enitre amigos
Sob a epigraphe X X X, core no
lia 0 do correate empreterivelmente.

Aluga-se


0 espaposo armazern no Caes
loollo a. 5), e o 2.0 aidar da casa
!19 -i rua do Coronel Suassuna : a
'ar A rum do M:-lquez do Oliuda n.
Aluga-se
) seaundo adart corn sotio, inuitofresA
excellente vista, predia receintemente reO,
,--ado. d rua DuiItlque da B tiait-. -atratai
a 'n dar vi ID2, nr1 a~ i,^^


do
nt
G-i^


A lu ga-so p mata.. ... .. .... ..Vn
no Varzena, na enitr.t"Air-
Awboltbul, tuma ca~sa.de
t'1atdio (it~) amleno p
commnodos pnra fa a em
,a : a tratar no Ga'ayg4| h
:,arneiro L.ea.,

Os senihoes que se acham atracados corn
.aas contas nac cheira, it rua i)uque de Ga-
:ias, venhiam quanto antes saldar ;eus debi-
Wos, do coitrario verito eeus noines neste jor-
til, do que os avisa para nato ignorarem ao
Jepois.


Al"ga-se o segundo andar e sotao 4a casa
n. 28 da rua "ri Apollo, corn commodes pan
numerosa familiar : trata-se na rua do Apollo
n.30, armazem.

Aluga-se o predio da
ua de Hlortas n. 4, constando do ar-
nazetn e sotao, corn 2 quartos salas
.roprias para moradia de queun n'elle
.;e estabelecer cop taverna, para o que
,em artma,,ao e utensilios e o lugar d o
nellbor possivel. a tratar na thc-ot u-aria


JLLAF *:1. V --yA -w 'ri996WllNWM MOOiw /*^IW
0 Dr. f lllH Costa? D.
Anna GeneIsa R igls Costa cor-
dialuenteagrad ssoas, qVe se
digntram acIrpi o 'etos mor-
taes tie seu presalirmitao e cunhado
o Dr. Vieginio, Kenriques Costa, e de
novo convida a seus amigos e 4Ado fi-
niado para ar itmissas'na matriz.a San-
to Antonio no dia 7 as 8 horas da- ma-
nhai. Anteci arldo senw agradecimen-
tos.


Zoa4q4im Antonio Rodri-
Sgues Sobrinh, Flora Jesui-
Sna-Rodrigues, Joao Antonio
SRodrigues, Joaquim Antono
Rodrigues Netto, Maria Je-
zuina R-drigues, Eliza Arne-
Slia Gomrnes Pereira, Basilto
SGomes Pereira Rodrigues,
i gonro, filibo, u Ltos e entia-
dos do fnad Joaquim .Antonio Rodrigues.
mandam rewpir algumas missas por alma da-
quelle finado, no dia 6 do corrente, na matriz
do Corpo Santo, pelas 7 horas da manha, 1o
anniversario de seu passamento. Gonvidamn a
sekis parents e amigos, e daquelle finado a
compareceremn a este acto reigioso, pelo que
se consideram desde j4 agradecidos.

Aluga-se
a sotea da casa terra i rua do Brun), corn
sahida Independe,.t-. janetlas para o oitio,
corn coim'odcs para fainilia, por secr todo
corrido no corsprimeito do predio. Um ar-
inazem bastante espagoso, comn la'.rilho de
pedra, e ,cacirmba, d rua de 1). Pedro 1 it. *l.
Urma casa terrea Xirua Nova de Santa Rita,
junto ao portio da fabric de sabao. Um pe.
queno armazem Ai run do Apollo, na esquina
do travessa do Corpo Santo. confront ao ar-
mazein do Exm. Visconde do Livramento : a
tratai corn Jorge Tasso, a rua do Amorim no-


Aos retirantes


OBs amigos de la
Gofd0ia drama enm alguns actL)s a vonLade
dos mirantes.
Libreto
As scenas sdo passadas em Peirnambuco c
VIl.umnas cidades du impcrio ou estrangeiras
enitre algitis arigos que so querem presen-
teAlr e vao ia confeitaria do Canpos, compram
algumas latas coin os seuinLecs does, os
mais apreciados iuo s56 aqui como a i f6ra.
A sab(er :
Doce de cajfi secco, crystalisadJ, picado e
em calda.
Doce de mangaba, seccoe oci y-Lalisado.
l)oce de giaba ralado, muito hino.
D)oce du c6co, em calda.
Doce de limAo secco e obristalisado.
Doce de abacaxi verdadeiro.

Para marcar roupa
Tinta Preta indelevel. a n.elhor.que ate hoje i
ten) apparecido no inercado. -Garante-se sun
durabilidade. 0 fabrica:,te tern muitos attes-
tados em garantia da mesina. Deposito A ru m
do Bariko da Victoria n. 21, loja. Flabrico, rua .
Imperial n. 151.


Attencao


Eiste .una Parahyba urn armnazem
part aiugar, a rua Conde d'Eu n. 34,
[1a pmteo acabado e considerado o eie-
1 a liuipresta-se para qualquer es-
I'tereutW.Q;om preferencia fazen-
ejt. -ete os estahelecimentas
S et10& f'. e Souza &'Castro,
m6nero tern dado sabidas
II: atratar no liesmo corn
-.%IaFonceca.


.. d~ARROS.






FABMICA C |


| POLLO |

1|4 uamdo Cabua" 14


4K M$DICO E CIBURUI 0 ;.lr
0O Dr. Cyrillino P. de At.hneida, e Cas-
Sro, cornm urna pratica de clinica civil ',
Sde douts annos,t de cerca de tres annos
nos principal" s hospitals de Vienna f
a d'Austria, Parls, LUdrese Altenanho,
Sp6de serprocurado para o exercicio
de sua profisslo & rua da Aurora n. 19;
W undo a ndar.
*i Consultas de I ds 3 hot-asda3tardeo *


e ~~ f rbe-do assueare pe;, ara

tlof#410-464 0 Tei dposito. de tudo, a
rianhos divems, conenientes aos couipa~es.
T'I'wbem Vede'S e lfOmpeas doe ror e
diversos uteusilios f ".a e genihos, e -olelves jtar
descarofar algodao.

gVende a prazo, oua dinheiro com desconto.
SIncumbe-se de todo concerto, quer de pod
oas trazidas a ella, quer de machines emseis I-

gares. Faz contrato annual paraI tOo)s os concer-
tos de.mgenno.


SCauOtella
I Nao emprega inculcadores pelo campo.

Rogaa todos, que mandam encommendas a
ella, exijam a vista da conta impressa respective.

Tendo sido enganadas dwiversas pessoas em

procura desta fundicao, observase que a

F'JNDI tO DO BOWMAN
estA entire o chafariz e a fortaleza, que os edificios

estao de-ambos os lados da rua, perto da cochei-

ra dos bonds e pintados de verde nos andares

inferiores.


-.-I^ : .z .-



IoIXo-FE?.autOIigr~is
Au QUINQUINA
et L tCORC E'OR
S 'du DI" DCOX
2.03,R' Il ciAus.2f D
iSt i


*dLE 00O 0'O DU GU,'i^Aix
OLEO DE FIGADO DE.BACALHAU
^ lODO-FRi.REO 003! QUXIWA U
dCAA DE LAIWNJA AMARGA

0 ,-pp&reciumento d'este oleo decide ao estdu e 4 ni*-
r.sas eapiieancias feitas peloW DU COUX duamte longos anno,
afim de reuir n'Wn so prodouto, .Oleo 4 0 ago de
baealbas, o Fern, a &i e o Xawe0 d ean* s de
0 sagmento progresstvo do eouumo 'este produeto demota
Sa sug rande oSa.
0 Olo B f us poderoso 1edc tm etR
ASmhids, 04** Deaflu do poito, Bromckiua, Dejhinos,
Citere*.e, Thioe, Distksd ewem 5*jrofuIo..s

'af tvas" do empunMo nua a oeonaom0oo pot l-
Tf~tur nm ehoire drazradT.I; o.6MNdi-
r-.oom-m-dlo ,-S moialiaat l t Oll e

OEPOSITO PtsAL EN PARIS
i nDTCOITX
209, rue Saint-Denis, 209


S
me R4Is "-7 ~~s'.mm~nm- asas. da Uz.Vs P.


oentuo~,
DS1

'U
S i. di


s ApIt d
da scwAca,
1 mteih, dus
iodwo


pull n. W~iA'l~lTAll
-0,ghrade rzdin-, irmeicana, 'que
teim sido chimka tj jwxt aii: ado e r-
omonendado o3 port, AI licafo af-
MOM e trial de Ber im, conio possuidor a
mais alta excellencia e effieacia no t;B
nagpiro- r oiAo da Pitvsica e todas as minolestias
Iomro. da goargant... ,do peito e dots nplmes.
WVeifdern
Bartholorineu e Comp. A. Caox, ,o
Etifs de Moura e CIomp, P. Paurt
u"n" aT eComr

jARAMAIAC GOMPSTO
flltN' J I "^""^'"^^j'^"-*"6


Dboesito


Paris. 36, r. Vivienn, Pvis.


I)AA RNPERM1DADUS SHXUAS.S AFr34$ (
CUTAKEAS .'T EACOESA)I O -ANGUW
.0,000Curasdas Iwspifgas.
a Pue:taas, H-rp'e, 8ia,
S.Le, .4:lTTonica 0Al.
tcrdo Lviciosas do amg;
Virts c Alt-risec do Saw.
gm. (Xarcipc vegetal SeS
fter'111io). Saepvr4fv Vex faetV e a 10t4m41w
S11SIAMMI ? tofttao-se dosUs xor seiauta, gew
guJndo o Lracta!i(icnk D)epuratir, : e emprogado
!s Pnesmas rTWlesctias,
HS.te Xarope Citracto de
ferro de CHABLE, cura im.
medktat;,;cn~e qualquer
Purgwat~o.Rela~ra~'o, #aj
bilidaude, e igualmente 01
Fluaws e Pores t-rant3C 431
umnicIses. -- E'stla hije(l A beugia cnpret&-m
corn o Xaope dc Citraoto de Ferr,. ,
itVarmPere Pomnadaquea : cura e. treekMa
POMADA ANTIHERPETICA
Contra : Af ec6es cuaneas e mnia&Mu.
PILULAS VEGETAES DEPUBATIVA8
do Ora 'able,
4a frasco si aiceiiipahado de um. folheto.
AVISO AUOSSS. MEDICOS.
'%,a Ciura CatUmo(rr, TOr Coqueluchaes, Irritaf
nervosas dos bronoehew s
toas asVasD do peko;
basLa ao doerf.e-ums
comjoraua.u*3le t pedo Ur CIIABLE, tim Par% rau 'ivieaae, M
6AS ='em FMW ;' N-Bdolr(M ; .
'LXU.em Ge' livac~ P'rfoimi


[] Di:;
Ia Cvlos BUttencourt
SP'iarmnaceuti-o diplomado pela ac :e1oa
d redicina da Bahia
Maravillht,a descoberta do -ic-
culb !
0 primeiro peitoral conheci-
do na medicina,de ori-
gem americana !
i1NICAME-\.. I'- ]T ARADO PELO AU-
TOll E I- COMlI'O.ICAO DESCO-
Temos expe:enciua' de cutras raipidas 9!-
fectuadas cc.;. o-xarupe de jaranmaaru
composto-er, moles'ins rebeldes a al-
quer outra r.c: acSo
Cura radicatrieite :,s seguintes doen-
gas : asthma, defuxo., tosse simples ou
convulsa, _: .:rnc3ite. ulreccoes da .;au-
ganta, alfecye.: .-,s pulmoes, e emnpre;
gado corn r'ra:.i-dc success na phtyica
laryngea e plAlmouar .
Preco par-v .-: capital : um r'n- .*'
9 0 a : adzia a-2ro e,
Salsaparrilha e caroba


Iite MEDICAME mry dtgustio raala co| pal de gexilto ha .ia de"

t0 .:lno? pclos melbores Medicos dc arise cura os D efluos, Gripe, Tosse, Dorec .e gr-
9,;,nn.', Cl^tfoy^rho^ pilhnwar', I'if do peito, das Yins riaarias e da Ber'ja..- .iis,
ILATY, 7. rueedu Marchi6-Saint-l-onork. .a
Peoeeiu"'mww M a AU e M G- W. rmn lae d(i sQUO&.

.. .

V ^ ^ t A 1pfc', '


.9-S
iae;'


ui am
I* q-s
Itrar m


*Me *mUI


I ALBER'TO

t Levantando-se predios defrion-e
| ados a deixar a casa aonde estamnos
I 1 A- 1 7 T -'.t "


H NSCFHIL & C,

da nos;:a caleria phtttographica, soincs


I. ~


vsm4 rBmPI mP ,da anO

oFERRO'BRAVA
Retitmla pelk ipdpdU Fili
ANEiM, CHILORE. ESFALIUArNTO
lasiro, FLUXOS BOOaC0, CoNSUNlT,
0i r ar dials No
verdadeira i, feait pelts
Preparideeo m aa*ilb spcla,
esqetdo a formula s 3
tbc., qus 4,

bfiat. o Nija
tiae a ow a": a s
bTe a eap t on
no /f%. .* .^


lP9S nhI PiUf Ia 1U o

,rue s, If. (1 .
rAIDIcA m3 3153
5- P0964 # LfP w 6 aa*m u -d .
.zj'' WAl uks-,.e-_ s__. :.ehasMA .a


IN


I


I1


4


l






























to mes Orpt 1(50r
do0 iro p os queixoso da su
fa&Ita,, pelo mesmo autor, encadernadi
OS DRAMAS DE CAYENA, folh4
tim pDo E I erthet, encadernad6
poriteOO.
VEIRN -SE tamem umna banda de
iAda, quasi nova, para official, por t09.


MCHIINA DE GELO


Vende-se barato uma machine de fi*,
bricar geto, propria para casa de fa
-.itu 6specisdmente para algum enge-
nh. E' do system TOSELLI, e trabalh
simplesmente comn chlorureto de amo-
riaco. E' de simples manriejo, ois quelo
quer crianca p6de tocar a minivella
setM esforgo.
Para ver e tratar na rua do Barao d|
Victoria n. 2, no BAZAR VICTOiIA
de Amaral, Nabuco & C.______
AGORA SIM
N0O PODERA' HAVER MAIS CABELLOS BRAN-
COS, COM A TINTURA CfIINEZA
Preparada por A. R. Ramalho.
*2--RUA DO MARQUEZ DE OLIN-
DA-21
Esta tintura faz tornar os cabellos
lapidamente pretos sem offender a cr:
tis, e muito facil de se applicar. Cads
frasco acompanhara as instrucces ne-
tessaries.


Eupa 4e I A rdo e
Asseio, n 0hoecco o Padre j il l)(lar.

CASA. D PEiNH0RIS
TRAVBA DA RIA DO
fDUQOt Di dAkIA9 No2
|| +: ." w-i-- ..-. : ::!-+:JI 3

a todos os MM
tuariosqMwt
telas veincid
nham resgatal-as,
porque se esta liqui-
dando todos os va-
lores em cofre; nio
se recebendo, desde
hoje, mais, empres-m
timo sob penhores.-
SRecife, 16 de- ju-
nho de 1877,

Criado
Precisa-se de um criado: a tratar na rua do
iComercio n. 13 sobrado.
AMA Precisa-se de uma para casa
.A ILde pouca famrnilia : a tratar na
Oua de Pedro Affonso n 34 ou 27.
300U000
Attenwio
Escravo fugido
UNo aia 4'do mez findo fugio no porto da
ai, de. bordo do vapor national Bahis, o
scravo Romualdo, que seguia viagem deste
orto para o Rio de Janeiro, de propriedade
de Luiz Jose da Silva Guimaroes, negociante
so, Recife, que o houve por compra em 25 de
iaio de 1869, a Jeronymo TheOtonio da Silva
1.oureiro, morador na Baixa Verde, oujo es-
cravo tern os seguintes signaes caracteristi-
Cos: c6r acabralhada, estatura 5 p6s, 1 polle-
gada e 3 pontos, cabeilo preto e carapinho-
rosto comprido, olho; pretos, corn olhar amor,
tecido, nariz aflado, bocca grande. *odos os
denotes, barbapouca, e corpo gross em uma
das ftlos, por traz 'do pulso, tern um caroco
ha s e de um lombinho, pronuncia cpmpas-
saconservoii es qua f ,n adtatt-
uia.d- e e ixi aad.e
32 awios, pou1al
t Afltonia -esoravoA do, ano v&rd


wo


H0L ,"h 1 4 I 't t $a "L"-" 1411 -0-1 1 .
a.... mencionados; como se-
am ....
SMachi.nas do Derosno paai1nwr e rit
t" r de Colars,- os mel.r s.yte.mas a -
biques de feitios diversos, suples e corn es-
di *ro e e m^r 's.f


quenta garapas, incluinao os ae INONVOV &-
TEMA, ultimmaente adoptado na provmcia, ca-
rapuCas, serpentinas,tachos, passadeiras, ropr
tideiras, eseulnadeiras, cobretia1o tIa oiaMer
miandioca e todas as. obras nt ssar Ias par 4
labrieo do assuear. Bomls p*90& e d4
repuxo, de terro, de cobre e de brreps& i-
nos de 16 libras at 110O arroba fari dos,
pe1O system francoz, torna6iras ^ e

parafusos de dito, de todos as tanwiAnh@..
Emfim ilabr-se toda e quaiqker o4ra de
cohre ou de bronze, corn today perfeiko g96s-
toa^'- ptot feito acquisiCao dos imelho-
tes od elbg do;d desta forma servirem
i Wi*zes e a todos quantos lhes
0i o9re 01aSo a i ftconfiS anaa.l

i 6-Rua do Bro do Clrua4 C o Bmm.6
60f d arlto do *riu ~o Oi4ta o B'm


PARMAC* Il EOPATTHICA
I;iLC '


Globtilos puros
de Catelan


DA G


CASTELAN


Globulos dynamisados
e Tinturas


Tubos e frascos vazios 22-RUA DO BOk&ES
de todosostamanhos. P
jf^Li OJ^Alt P ERNA-^c' l~~~lI



D],i

AVICT RUA DO MARQU
A' RUA DO MARQUIP D


^'~f;/0


-A AA 4 1C
ti: 'lttfa-Japh za
a r "Al A 1 te ada pelas
academics Parisoe Lo es, por nao
getptejudkaji a ^aiI4 U tf a-a4"
pirncrpaes casas de cahelleireiros e em
tedas hodes Priti' aes d3 a.PbrWit
buco, Caors, -Bartholomeu & C. Mar-:
rer&C. erua dw tQia st.,,,o
dar

9u000
Gratifica-rs coti estaquantia a quem
aprehefider o escravo dnOnome Canuto,
baixo, cheif do," cprpo, bern fallante,
suissas fetihadas, &s utih pouco apalhe-
tados, -gosta de apdar de alpargatas,
'levou vbstido c-ara e'caniisa de algo-
da azul deo- listra e ehapeo de feltro
blr'anca; quem o agarral-, leve-o6i a a do
Cotovello n. 0): que ecebera a grati-
fica 4o. Consta que elle costuma acoi-
tar-se em uma casa no corredor do Bis-
po, onde era fre'guez de cornd4n'ira-
gua. ,___ ^
Magimfica aq1isiCao
tsta paia alugar a cash n. 58 A da
rua Imperial, corn armaiq de'ainarel-
lo e mais utensilios, propria para um
principiante, por ja se achar bem afre-
guezada e em magnifica posigao ; para
mais averigua6es podem dirigir-sei rua
do Imperador n. 40.
A hrga-se
02.on4i'r da casa n. 8. rua da
Imperatriz : a tratarcom J. I. M. Rego.
Mofina
E' pedra que n.o joga.
Agua mole em pedra dura,
Tanto da ate que fura.
(Mas esta d de bronze, que se nao
tern furado por ser estanhada).
Roga-se ao I1hm. Sr. Ignacio Vieira
de Mello, escrivto da cidade de Naza-
reth, desta provikcia, o favor de vir A
rua Duque e Caxias n. 36, a concluir
aquelle negoelo que S. S. se compro-
aetteu a realisar, pela terceira chama-
da deste jornal,- em fins de dezembro
de 1871, e depois parajaneiro, que pas-
sou a fvereiro e abril de 1872, e nada
zumpwio e por este motivo, pois, e de
Snovowhamado para o dito fim, pois de
ve S. S. lembra!-se que este neg6cio e
de mais de oitltanos, e quand o se
nhor seu filho se achay. neata $ade


Meloeq de M1 luUino.

I. 4,W=&s e g.
Castonhas do Maranblo.
SEncolr-SB tud, isso e marn algurmas
ssas, na confeitaria do Campos;
%4-771er4or--S4


Vaiiade .Or A+ T40
de nflrteirf vl' + +: i:': ::i ''^m lC de carteira "", s e aeean ,ory0 os pr-
parei globalos 0m pam' r d.po e e A ; qualquaer rte.
V ~ari 1 7Cive a
Pti~i t '^ic ,n- saber. se exists rovinciadt
-, lveirai vindo de Portu al para
'ik lba a 90nTs e Anatural
la Pas' larpam,2a freei S. cos-
"*: :,' :. -, ....na ^selho i ifddcea d
Ito Ad: In'ber dar,
ia, quoira dirigir-se A rua Duq e de Ca-
i .. xias n. 94, loja das seis portas em ente do
H'I -'+.:, "- 1 -pl|a0 i


novemnhrn idA 1R77--A


amos & C.,
SRamos e
tabelecidos
i de Pedro
usa levedo-


a


-ia
1-


e ibaar#_ Solf


+


Roda para.ongneho
A^^g 'a
Vende-se uma -,roda para moer corn agm"'
rasteiro, toda de ferro e perfeitamente aecaha-.
Ia, corn os competentes rodetes, e uma po-
.Wena woenda, tudo em born estado : quern.


repios e arvore
.. : -NataI, .; ,
Amaral, Nabuco.& G.. 'vendem pelge--
I e lindos presePis, fructas 'e u e


ira,


Fugio -enr out bzo de o1 escravo
Joe6, preto, criol,, tie ide l 'aos,
altura regular, cdrtform sua idade,
secco, perias regulates, -cabega com-
prida, pescovo comprido, ps chatos ;
este escravinho foi com do no Pago
de Camaragibe ao Sr. Je Vieira de
Lima, e s6 esteve em poder do abaixo
assignado 15 dias, fiudos os quaes des-
appareceu e consta estar em terras d&s
engenhos Paraizo, Riachdo, Santo An-
tonio Grande, Sacramento, Ccronha ou
Quebra, conforme cartas que o abaixo
assignado tern : qoim -o apresentar na
rua de Hortas t.b. Q, sobrado, terfi a
gratificagao acima.
Maximino da Silva Gusmro.
Casa na Soledaide
*Aluga-se a casa n. 29 da rua do Progresso,
corn 5 quartos, 2 grandes salas, cozinha f6ra,
quintal corn portAo de ferro ao lado, torna-se
fresca por ter janellas para todos os lados : a
have para vJr, estA na taverna defronte, e
trata-se na rua da Cadeia do Recife n. 3.
Bellas artes
Acaba de cheear da Europa o Sr. Fernando
Guerrieri, corn um granrde sortimento de obras
de marmore e alabastro, proprias para e.fei-
te de sala, a saber: lindos vasos parg fres,
primorosas tagas de imarnmore, parauso de
fructeiras; jarros, animaes. estatuas e muitos
outros objects que se tomnariam enfadonho
enuineral-os, e que s6 corn a vista pode-se
apreciar. Todas estas obras saio esculpidas
pelos melhores artists de Florenca, e todas
por prevos commodissimnos.
Abrio seu eetabelecimento A rua do Bario
da Victoria, antiga rua Nova n. 28.
Precisa-se de umn home para trabalhar
em utm sitio perto da cidade, prefere-se das
Ilhas : na rua Direita n. 45, loja de chapeos
de sol.
aid; 'VEIDAS
Vende-soium excellent sitio no Arraial,
alm da estaao da Mangabeira, a esquerda,
uma casa das bolas brancas, corn 400 palmos
de frente e mil e tanto de fundo, corn 20 pes
de jaquetra, porcao de coqueiros,'in muitas man-
gueiras, corn -12 ps de oiti-Cor6, quantidade
de larangeiras, pes de sapoti e abacate, um
parreiral muito born, duas casas, sendo urma
de pedra e cal, feita A modern, corn 4 quartos
e 2 salas; a outra de madeira, muito bern
construida, (orn 3 quartos e 2 salas, corn um
rio que atravessa o mnesmo sitio, curn quanti-
dade de bananeiras, terra de barro e baixas
muito boas : quern pretender, di'-ija-se ao
mesmo sitio, que 16 acharA corn quern tratar.
Vende-se uma preta de 22 annos, perfeita
engommadeira e cozinheira, de bonita flgura
serm defeito. um mosque de 18 annos, un"a
negrota de 17 annop, urma rmulatinba rec i-
da, de 15 annos, perfeita mucamba, e =ia
escrava cozinherra, de 20 aftos, m Icom at,
jbw leite para criar, por toer muna flha di
mezes, serm vicio algum : p noj pateo -t
dion'es'
don. 26, ____" ^*:,|^^
Botifas para s 6W
A 36500 e 46OOO
Na loa do Pavao, ra re *
Caxias n. 55, vende-se ltinas para
nhoras q sipre sq venderam 'a
55000 e fw liquida-se a 38500 e
4$000, para acabar, isto s6 na loja do
Pavaaiotjd' Qu rt i .in^55do Pe-
reira~a jyl de fi*s s tas '*

VESTUARIQ0. ^M CRIANVAS
Na loja do Pav'o, a rua Duquqe de
Caxias n. 55, ve!de, cgantes ves.|
tuario9^~fa .ial^l, J jcamef,e
enfeitalof 'de gotot InnteliaYente mo-
demos, pelo barato reso d3$0o
rato paria qum dO-Sar dar bnit.s fee-
taa or.n pi~oeor i;BM^BtMy*s*^j rial -
ja (4o Paivao^ rt~i 4or Qicem* ia)n. 55,
loja de Poreira da-Silva &* (1.


Recebera ,MAlmeida & Campos A rva do
QF*po n.l 2 osi ais lindos sotine da China,
proprios para vestidop, gostos A imrnitacao de
gorgerto por 500 rs. o covado.
Jalines
Receberam tambem um tndo sortimento de
jaines lisBs, c6resescuras paravestido, l pura,
a640 rs. o covado.
Bern como um novo e lindo sortirnmento de
fexfis de sedfi, gostos modernos, a 45 ; e um
complete sortimento de popelinos de seda pura
a 1$, 900 e 800 ra. o cOido.
NA LOJ&A WKIWU ESPO N. 20
De Almeida & Campos.

Popelines de seda lisas
A 14000 0 CQVADQ
Lindissintb.po hk, Aieda lisa, lin-
das cores, padr6es8 -nodernos, por 1 $000
o covado; e pechincha, quem vende e
Almeida i Campos-ntt rua do Crespo
n. 20.
Ditai, todas corn listras de seda, ul-
timo gosto, pare 640 rs.
-Jaines lisos, escuros, a 640 rs. o co-
vado ..... ..
Impert# I jpais jl ] .tenda pa-
ra vestidos, q, iWortiietito b quecores,
a 500 i6s. o ova -
t.a ssiioai 4+ < cores omera-
Se to lidos para 800rs. o co-
ad .. quev -


.,eovado a $500
Mar*iosas abertas, de uma s6 cor,
fazendo de muito gosto, covado a $640
Ditas bancas, abertas, fazenda muito
bonita, covado a -600
Ditas matisadas, fazenda de muito
gosto,, covado a 1 440
Fustto branco, muito boa fazenda pa-
ra vestidos e roupas de mneninas,
covado, a $640
Grande sortimento docambraias bran-
cas, tanto tapadas como transpa-
rentes, que se vendem de 3#500 a
peca at6 6$ e' 75000
Grande porcao cte chitas claras e es-
curas, de 240 rs. o covado at W320
Assim como um bonito sortimento
das mais lindas percales e creto-
nes, tirto claras como escuras, co-
vactba. $j36o
EspartihbW.. dos mais modernos, a
4$500 e 5$000
Punhos e collarinhos bbrdados, a
1$50o i ow e !.000
Grande sortinmento de gravatinhas de
todas as cores de 1$ t 2$5 000
Grande sorlimeinto %de Mtbadinhos e
tiras bordadas, por pregos muito
em conta t -c*, s
Chapeos de palha para sehhoras, sen-
-do modernos e mnui.bemrn enfelta-
dos, a 65 e 85000
Grande sortimento dorsAipis moder-
nos chales de casemfr#- sendo mui-
to finos e gostos inteiramente no-
vos, a 6 e 75000
Ditoa de merin6 estampados, de 3#5500
at6 55000
Ditos de gorgorao, corn quadros e
listras, de 1500 atA 2$500
Tudo isto na rua do Queimnado n. 55, loja
de Pereira da Silva& C.
Vestidos bordados
a 10000, 126000 e 14$000
Loja d'America a rua do Cal)uga n.
10, 6 s6 quern vende por'este prego.

Granadinas -
Grande sortimento de granadinas de
soda, pretas corn ramagem e listras de
cores, padres novos e lindos; ven-
dem-se por prego )aratissimo e ddo-se
as amostras na FragataAmazonas, rua
Duque de Caxias n. 47.
Alpacas lisas a 400 e 500 r6is
Alpacas lisas de todas as cores para
vestidos a 400 e 500 rdis, na Fragata
Amazonas, rua Duque de Caxias n. 47.
Lindos chapeos para senhora
Chegaram no ultimo vapor, lindos e
ricamente enfeitados chapeos de palha
de Italia, e'de seda, -para senhora, os
quaes se vendem por muito menos do
que em outro qualquer estabelecimen.
to, nha Fragata Amrnazohws, ru-a Duque
de Caxias n. 47.
SPopelines de linho a 320 r6is
Vendem-se lindas popelines de linho
a 320> reis, valem 640 reis o covado;
oveitem, na Fragata Amazonas, rua
:Queimadon.. 47.
,,. :' Caml ^inglezas
G Graide *ri camisas in-
a na Fragata Ama-
-fAidas n. 47.
W 25oo

^.5sa 2$500

S6 o Pavao
a rua Duque de Caxias n. 55, vende os mais
modernos coques que tern vindo ao mercado,
pelo baratissimo preoo de 25500 cada urn, por
teremi chegado corn um leve toque de m6fo,
sendo artigo que nan, se vende em parte al-
gumnji meeaos- 66, isto papa liquidar
dep[jr: na.jtpue|RKdo n. 55, loja de

SetirndaChinaa 500rrs
o covado



ACT,,j~l'.<


................. Ill


I


I


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[


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I.


,1.
-iW~ *9C4~ ~
ri( e


I


oseui


IOW. CWRBIRA' -Qlf^ C.
de Marvo n.o.VC

deA a, I".R464aui.
Neiask 4MEMs Aipl'"fts pea v oa lb-
mwm, dutia 86, 40We 02@f0. S o ,lin-
Veias satperiores para ihIbras, Adu-
zM4 408ell2I. A M ina!..
B~rit .brano altfe tl e iUpirior a
3S,-e3$50-a vara. t3E' bift~iW.
CoiRbs do linho bordad6, 'a 42SO00.
Linho bordtt1, ce'vad&i ts.
Dito liso corn 4 Tlmos,(*i#fo $ & is
Alpacas corn listras de soda, covado
500 rs.
Chitas chinezas para colchas, covado
500 rs. *
AlgtdA corn 5 palmos de. largara,
vara 400rs.
SToalhas felpudas, rnonstruosas, para
banho, a 25500.
Lindas tmariposas, brancas e de !co.
res, a 360 e 400 rs. o covado.
Fil6 preto corn sIalpicos, vara 500 is.
Brilhantina preta e de cores, cova-
do 500 rs.
Esguiao arnar corn duas larguras,
vara i820(. .. -
Lindissimas mantas de setim pare
home, a 1$000e M5200.
Casemiras de cores,- finissimas 'para
costumes, covado 35500.
Damasco de !W e seda, pelo ditlinu-
to preoo de 3,000 o covado.
Chales de casemira, superior a 55 e
t 000.
Camisas para meninos, brancas e :de
c6es, duzia a 2850' 0 e 30-00.
Atoolhado de algodao, idem de linho
a 29000 e 3000 a vt-a.
Cortes de cretone, cort figurine, bor-
dados e estampatdos, ultimno gosto a
fOO55000 e 20S00.
'COrtes de casemira de cores, 4indos
desenhos, a 55000 e 101000.
Camisas de linho para homers, o
46e ha de superior, a 40S000, 50000
e "5000 a duzia.
Ditas berdadas, uma 65(000.
Ditas de bonitas cretores, a 308000 e -
405000 a duzia.
Cambraia preta ftina, vara '640 rs.
Mantilhas A brasikeit, a 5500. 6
Batistes, padres ,ieglties, pet ba-i
rato preoo de 280 e 320 rts o co- i
vado.


ROUPA FEITA
E' tao botltb o s tmettto deste ar-
tigo e por tao barato pre"go, qte s6
ct a presence do eigafii cavithei-
,se podera molri-' 1e i7tea idl.
C.rteidti da
A' impeftt"k as d ibdias
Sabo de gsto
Tern 33 covados cada urnm rte, e vende-e
8(r O 0t : na loja da America, a rua do Ga-
bu n; 10.
Noviades
gahidas de bailey, do seda e l6, ultiob gOsto.
Granadines de seda pt'eia, qt ha d: me-
Ihor.
GwgbisW, de lI, de c6res novas.
Popelines isas Ad ac6reos
Apacas fisaS,2 %~f~e~e
Premos serm copeencalk.
7Testidos em e4~1~es
Os maism4laono5 e lidos c6tps do vesti-:
dos de cretone para senhora enfeitados e bor
dados A ultima moda, re afthIl Velo vlti. d6
vapor vindo da Eutr Al maral, Nabuco &6W.,
e Vndet n, Bazar VWMi n. I

Os tai* dlimft 6 e trtilbOS 1 agaas t
do outros rodeoU, lmos e beor4aws; v*eume
Amkral, Nabuco & C.. rte. do Bario da Vito-
ria n. 2; ._ 1...._. _.. .. .
-4--RUA DO COMtRCIO-24
Neste estabeleimnento vende-se ,,
ierdadeiro e suieiior vinho de JBo.
deaux, tanto em barrs cemo em engw
rafado, e mais barato do% A- em -quai-
qgUr parte, por ser reebido de & 6ilm
propna. No mesmo qtabelecimenlt
compra-se garrafas vasias que telihai
servMdo para vinho d0 Bordeauilx ou
cognaci


~


Maagrosom c 05'ee anneis, a-
quelles contra convulsesm nas crianpas,e*
-verdadeiro antidote pra o.Snervoss, rece-
bed'a NoVa gspersifta r4 i u C0 :lfas
a, 8 .'
Va ThImsa
Aguirparaiprater ok mmaes,, lixA de ibera-
cha (tita a ferrugems Iindo o ferro ao mesjmo
tempo) e baleas para pol as e vetigos;
recebeu a Nova Esperanea,abtDqub d taa-
xiasn. 63..
Luvab fresoa epell*ca
A Nova Espeamna,i mi a Duqte frfCmxias m
6, aoaba- de recebr -frescas luvas do petiea,
branic# pretas e do cores, parB lo)0t35, 50-
is e'telrfenifiS, tamibemRd6hbei de'cniir-
ca brabca4 (toalaellas.
Anneis com, lettras
SAo de ouro -,que recebeu a Nova Esperan-
ca A rua Duque de Gaxias n. 63, e slo para
criangas.
Mata caspa
Pomada do Dr. Main, rdiedlo infallivel con-
tra as caspas, recebeu a Nova Espernga, rua
Duque de Caxias n. 63.
Para baptisados
A Nova Esperanpa, a rua Duque de Caxias
n. 63, recebeu bonitos e rices vestuarioS Para
biaptisados, e esta vendendo por conitnodo


,preo.
Linhas para serzir meias recebeu a Nova
Esperanga, rua Duque de Caxias n. 63.
.Artigos baratos
Papel anmisade a 4.00 rs. a aixa.
Envelopes a 500 rs. a caixr:
Fita de linho a 60 ra. aipega.
Linha de earritel a Itf a duzia.
Oleo Orisa a 800 rs. o trasco.
Dito Opopanax a 4i o frasco.
Agua Florida a i$ a garrafa.
Voltarete
BOas caixas corn fixas de osso e marfim, pa-
ra voltarete, reoebeu a Nova Esperanga, rua
Duque de Caxias n. 63.
Jardim artificial
0 jardim da Nova Esperanca, 'rua Duque*e,
Caxvia n. 63, esiA reet1bt6 fl6is p.ra M-4
gaVo de vestidos, ditfls para enfeitar chapIof,
ditas proprias para bales, theatres e casa-
mentos, etc., etc., o que de mnehor se p6dei
desejar de artigos de flbres, a efas!!'! a

a4 has e mantas
PARA SENHORAS
Na nova loja do Pavao vende-se tfit
grande sortimento das mais modmrnah
gravatinhas e maitas pare selnhora, as-
sim cotmeo urn grane sortiniento 'd0
mais modermos unhos co'nh golinhas
botdadas e camizinhas corn putpihos, e
grande, sortimento d6 request qte s'
venidb kudo .or p'reoos M ito barMls.
iso rua db 'Queimado .,.
CORTINADOS PARA 'CAMAS E JA-
NELLAS
a 750(), 85000, 9 ,X) e J1O'OOOo part
Na nova loja do Pavto a 4ua DtilU0
de Caxias, vende-se Umr gtAnde ,sor.
mento de tbnitbs cor h Wdi 6 fl&ad0M.
proprios para camta e janelas, que St
vendem de 75000 atW 10000 o par, sen.
do cortinadbs de muito gbsto, asste
comd' talchas Ade superibr damasc9 d't
lA, a imitaoAo de seda, pi'prlas ,ab_
cama de libivos, que se vendiem a 2i212
cada ulrna, na rma db Queimado n.55
CRETONES PARA SAIAS
vaa a tia600
Na nova toja do Paivao rua D qti'
de Caxias n. 55. vende-se cretone rta.
cez, proprio para saias, corn i6 .afnbo
de largutra, fe ns A M'
una saia cornm 22palmos ae roa; rM.
commehda-se esta fazenda pele seu
corpo e durao : veado-se pelo brato
prego de 160 'a vara na us do Quei-
Iado n. 56.


0 ARMAZEM VNEr
(Nutriqla insltantana) ,
.03nde vari ade
doW geuco anfleiC
Moi"cidade-espntop I!
Facilidade gastrica!
Vantagem proveitosa!
Ve.ijam:
0 Nunes tern resolvido vender barato, bInet
tiesoio ; garentir a uperioridade do sdtos
mereadorias; sustentar urma prodigosa vrie
ae de generous rar6O e saborbos effias.l
mti Md~trkt a fardlidoe c* q d tds
tOa8&r ftod b ioui 6 & dh1beifo.
CGusta pouoIm
Venhat -tirar a prova *dpa- so B ht
emi tenba r'Umet mai varia eupe
rdor; q vendan ,madd melhoree
pnovas do gitaoor~ft"d e fk6 t4, *& dv que o
Ii 71%i^ ^t~a ':


LI3In1 W JMWF VM UPUWUUv I 1 .
lam i1 4&M Itim *Bho e tda1 6 3o
rdeis :ad ".
h egr *fln f4sdteda frta tbil


Podreiltnie~ft~inh 3sd ristrt
a^rWms^ "|1
Vfiftm:aptcs ic fed46 lias, petr
de uovidade, a 700 ris t do. 12
B~tistCT IH~sde ^dfs as cwypef, a 320
rdis o0covado. i" .
LInbiosdcortes de lvetilo, cambrai'
bftrn4~ai6; p~Mn$h&.




SSedasifr diVertts Oalidades a 10 t'
00cvado-;iro0sesitem .
C(tfiibraia d- cores pelo barato prtb.
go de 240 r iso coVad6b; ad nirem., *
Chitasde diverSas qualidades, a 240
rdis o covad0; :admires.
Lindos chapeos, patha de Italia, para
menino, a 2$; aproteitem.
Idem idem pello de lebre, fita de se.
da, a 25600; aproveitem.
Cretones de bonitos padioes, a 360
-r6is o eado. .
Colehas de fltsfo de cores edechlta. !
a 35 teda tptn a
Lenooes de brmarie, 25 a cada urn.
Brim pardo liso, firinoa'0 ris o e-
vado.
Brim branco de linho fino, a 42I0.i
a vara.
S86o 5 B
Rua do Queimado [dao-se amostras
corn peyhor] "
LOJA BE CARNEI'RO DA CUNHA

CampoiA idade
Vende-se ui-ma i'dfarrnda de intovo, cbn
6 qiartos 9alasW, ko.debri 7aneien, co&ttbe,
Mra, estribarfi, cocheira epoosit d'agu'.,
banheiro, quartos, tanque dq lavajzem, jarditn'
e grande qulntal em uma das melhores ruas
da Boa-Vista : para fr i *tetai,, Araa Nova
nuafero 13.




8







Popefihiiis fnl db h Iffi corn lmtiiia
tes do. todas as dJ4tra qi~e ha hid We."
Coad ptt rientodo
RUAd, pOo r isCA
Yed-pi ka*
Adoi'Saft igldtiet a nd
646) P6e, toa c^tta idt o t ia




IT Iha M63


Aza zmm p e n ila, t Cuerra


.*u&| ,
e.vri i&
I a~ipiiba
fokvbzha


RIJA DO QUEMAD N.
J'* -4a
Aproveitem, ade ha tiem naado
pre; do'se amosIras;-. -
Arnmaem e loja p Goera *FA
des.


de liha


SVbende-se uma inlprtante ivch
para cortarbolacha, f perfeit iitddI
idom'odos psjgisW*t|ha ^1a
*tert'na Pa ieiB~ wDfA2P ^t l o$tr
da anta (ruAan. 1' ____

V Sb se jiina liri1a noh & d I'& a
laitriedfta, Cofn assebito Vpara qfaidi
imenminos e arreids dicnpls 'para idod
cd/ir6s: altatrair na fabHca d cair-
!rcid-We (ustavb'A. $aUi, A ruaaaf
'Fo:entinans. 1t4el 6..
OhaOs para eriaa
Aicfba bie &cebernAmaral, Nabuco C. ele-
gantes chap6os de seda enfeitados para'bap-'
jtisad#s, fvbndem na rua do Bfrao da Victoria
numnero 2.
Vende-se por ,prego cemodo, uma
casa de taipa corn terreno proprio, sita
no Arrail, estrada do Brejinmho: qeaem
pretende4a, dirija-s9 a-rua Bella n. 47.

GIANNIDrE


0'1 1111.,.
Con, A






da ruauu
MENOS 200 0o DE QUALQUER OuTRA PAxTE
Liliob, tard6 para Vestdos, a 200 rs.
o 'cavadb.
ites lisas de todas as cores, a
.320 is. o covado; 6 pechhinheba.
Bretanha de linho corn 30 metro,
por 8#000
Blatistes fias miudinhas, cOres fixa,
por 240 rs. o covado.
Chita A rMha Victoria, modernas, a
320 rs. o covado.
Ia chines para vesfidto, a 400 rs; o
covido.
Cretones finos, gottos fr tncezes, a
400 e 440 t. o covado.
POs de cambraia Victoria, a 36(W
Ditas transpaetites, finas, & 38530 0
46006'a pea.
Chita fctdrbs e claras; pta 00 0SA.
o ltovatd.
"Mtlfttiias, corn ltwtras d6 a;
a 32 i 8 j i. X covad6^ ; que b^nt
pa8a5di, ^Mpfettka.
-AMpNbas'ti1 a 00M 's. o covafl ,
Ditas corn listras e flbris, cOm i eftdr
niuftb c hiqW, 409 rs.o0 eo ; no


a q415300 a vara.
CalaS, 32"o fid; tod"
cfiteg, p&r, 1800O 6 c e e1 i44 e11. 6 4oS00




.r b.0 covado.



_hitas emearnadas pam ,v36ido0a
C3fe f"^''--.' ^1"' ".o-'di : ". '; : ,-j^ "1*



Ciaps iie Casemira ingieiz, a 2$4(00
arn, e mniioS outrs ara pebs ipor ^re
S lgoao~n4 dA jt j^f IIpX)0 Q EtaJpe


-A.. -y


*rinoso, caoletAs, vol bracelet s, cadets a
, canetas, apitos, etc., etc. -
^I1. De prata ternm colheres, casti9aes, esporas, #a1
e paliteiros, etc., etc.


1-, :/^ Te^em urn corppito sri'mento de rfoqi6s de irata l
one0, palr, senhoras e meninos, 6ddos Ios melhores fabncantes.
JWaP para bpl-tiadH E'para este ato que chamar
a attenVAo dai Exmas. madrinhas e padrinhos, porque temps u compe.T
ino de pequeninas joias, e em caixas proprias ipara dadia no acto do 1ap-
isleo. ,
A14ndestes poucos artigos que mencionamos, temos oUtiros qeie.
podendo mencionar por ser enfadonho, sorprenderao a todos que visifarer noo
so estabelecimentn.
Joseph Krause I C.

Fazendas de gosto per precos baratissimo
Lindis Batistes e cretones, lisos, corn grande variedade de cores, a 320
teis o do d. "
S41e'rlo6es alpacas de cores, corn mjistras, padrOes modernos, a 400 rdis.
Ditas ditis, rihuito finas, corn grande profusao de padres, a 500 rdis.
Ditas ditas, lisas, corn muita variedade de cores, a 600 o covado..
Superiores pdpelines de seda, lisas, de differences cores e bonito tecido,
a 809 rs. Wd&ao. ..
SModernos cortes de linho e sed Wl nfeitados corn muito gosto, a 10000t o
Z6rte : assimn cnino 6utras muitas Undas de gosto por' precos sem compe-
tencia.
Na loja das Coluniibis, de Antonio orria de Vasconcellos. rua Primeiro .Ie
Mari Wn, 43


AP EItVTEi A PFAIHINEBA
Na 2a d'a-rica rua do CabugA n. 10
MENDES & C., LIQUIDAM AS SEQUINTES FAZENDAS POR
BARATISSIMOS


etc.


PREOS


SAtten cao
Qpelinas de sedA, fazend4 do 2$ a 14200 para acabar.
itasi d'uina s6 c6r imitacao de gorgurio a 156000
Grosdenaples e gorgurao preto de seda, preos sgem competencia.
Setim macap, todas as cores.
Vdos e ianrtilhas de fil6 preto de soda, pregos rezumidos.
fIi6 deo sja preto, branco e de linho com salpicos e liso.
Bombazinas, merih6s, alpacas, cantio, princeta e la lisa parA vostidos, etc.,


Alpacas de c6res para.vestidos, magnifico sortimento
Baptistas miudihas, finas, lindos padro6es e c6res fixas 240 rs. .
Mariiposas brancas e de c6res, cretones e chitas, bom sortimeinto ara to0oa
'o pr"o, ..
Saias brancas a 2000, pechineha, aproveitem.
Penteadoresde caas lisaoberdados a 4550, 6 brato. .
P enhos pcanorog senbira, enfeitados de ronda, novidatj&e.
Veas de fii<5 parmt ^ coisalptoCos douredos e pnataos.



'pa os)sta ns.
mbraiaa i acaa a hco pena s, eIicorttinao bra dos.


"TA iSe egiab .de iiho -e bramante de 4larg T.


p fi a rnMha Vitoa

Ricos chales iaiitas upe ioridade en teidd e 1s,, ndncst vstos a" .
riusna prta de stdade listras e quadribnhL I u
S'dge"s dol, sda tranadh e castoes de plMi&a.
GM- hosdparaioomens, superior ualidade a 75500.
Iie a pretos bordados, liss e de s i inti o robnaole.
pms retos, bordados, lisos e de bra, sdoefd o4 pe.
Camisas bramicas e de cOres o nm lur sortimento possivel.
Cobertores escuros de l a at8(0, d pechincha.
Ditos branc0s a 1 t000 um. .
Leneos de esguiao, finios, a 2(000 a duzia, 6 pechincha sen igual.
hAa lvidade
Fich de loe spo recebidos honthi, a b ai, a g tsafp4s a4s#(e6 86
sejar, e vendemos pr commodo preeo
NA -OJA D'AMERICA A' RUA DO .. N. 1.


CI *
&8st
u~ tw- 's































































c Ciaro doutor, nio quero deixar nemr
tci pouco A scienia medical na incerte-
ta, acerca do mysterio que original o es-
?rt'4iHo rmat que emrn breve me levara ao
lufiulo e mesmo .. d outra parte.
D escrevo-lhe aqui a origemn desta
doptia terrivel. Ha oito dias que vol-
:_-, pela terceira vez, e nto quero con-
tinua.r a lutar corn ella.
c A.' hora cm que Lie escrevo, nio
cos-igo tragar estas linhas senso collo-
iau.do sobre o ponto- sensivel uii peda-
;o d'isca acesa, em guisa de sinapismtno.
a,,- uanto arde a isca, nao sinto a ou-
tra dor. E nao passa d'uma brincadei-
'a, er.- comparacao corn ella, o ardor
qiue co fogo inec causa.
Ainda ha seis uIezes era eu um ho-
*.,, bern feliz. Vivia das minhlias ren-
,tas, serncuidados de qualidade alguma.
!A Lava em optimas relates cornm toda a
4eito, e gozava de tudo que p6de into-
vessar a um homers de t.inta e cinco
.Tnnos.
T Tiuha-me casado havia um anno,
casado por amor.
SDesposei urma rapariga minuito bo-
iita, corn es-irito cultlvado, corn um
co racato que nao tinha igual, e que era
,iestra emrn casa d'uima condessa minha
visinha.
k. Era pobre e prendeu-se A mim,

FOLHETIM

)S FILHOS DO MONFI
POR
FE.NANDEZ Y GONZALEZ
VOLUME 11
SEGUNDA PART
0 MARQUEZ! HO E A DUQUEZINHA
CAPITULO IX
DA E TRAVAGANTE AVENTURA QUE ACONTECEU
AO IYARQUEZTO EM QUA.vNTO RONDAVA 0
PLACIO DA FORMOSA DUQUEI[TA
(Continuaclo do n. 279)


jr ,. 4 6Se ruitas instanxT4
|Pguio deji~Ila6o passar corn ellt
nossa. ir1s estavam a iPP
fdistancatuma da outra, e pro-
Z i 'a mninha mulher ir ter corn ella.
.i Logo que a carruagem sabio do
.pateo, juntei todas.as chaves da casa
e experimentei-as na fechadura da ga
vetint-a. Uma dellas abrio.a. Eu es-
lava come um homemrn qne perpetra o
seu primeiro crime. Era umrn ladrio
que -.a surprender o segredo de uma
pobre mulher.
S As ratos tremiam-me, ac tirar da
gaveta prudentemente, meticulosamnan-
tc, urn por urn, os objects que ali se
achavam; para que nenhum desarran-
jo deiuiiciasse que urma estranha mao
revolvera tudo.
c Tinha o peito opprimido, por pou-
co me nao sentia sullocado. Eis que
de repente debaixo d'am m6lho de ren-
das, Tcnho a mao n'um mass de car-
tas.
'( Foi como que umrn re'ampago que
me atcavessou da cabega ao coragao !
S(lit mass cartas que a gente reco-
nhece ao primeiro golpe de vista!
eram cartas de amor!...
0 nosso estava atado corn uama fita
cor de rosq..n debrnm de prata!
STocanwd il--Oa, pensei comigo
Pois isto faz.-e9:. ,Pois isto e digno de
rum hornem hoi.!. Roubar os se-
gredos de uma la.ll er! segredo que
rembntam ao tempo em que ella era
solteira Posso porventura pedir-lhe
contas dos pensamehtos que tinha an-
tes de me pertencer? Posso ter cia-
mes de uma epoca em que ella me nao
conhecia? Quern podia suspeitar que
ella fosse capaz d'um crime?,
a 0 demrnonio, porem, tornou a dizer-
me ao ouvido: E seessas. cartas da-

de Yaye, de Amina do m. i 1,ela
Guardia e do comediante ,Uflie:
Estava pois muito bern g do o
segredo.
Namorado, a imaginagao em delirio,
f6ra de si, D. Jobo sahio de casa e en-
caminhou-se para a ifwta de Moros,
ao p6 da qual Yaye tinha o seu palacio.
0 que ia alli fazer o, marquezito'?
la passeiar pela rua, olhar para as
janellas da amante, occultar na som-
bra e no silencio o tormento dos seus
amores.
Por ventura nao fizemos o mesmo
alguma vez na nossa mocidade? Nio
teve ama ou outra vez para n6s indefi-
niveis encantos uma janella detraz da
quiali se ve uma luz, quando essa luz
illumina o aposento da mulher a quem
amamos 2 Nao esperamos sempre
n'essas occasides ver um vulto per traz
das vidraas, esbelto, seducor, embel-
lezado pelo nosso Vensamento, e se o
vimos, nao nos consideramos felizes?
Era para este fit .que D. Joio se di-
rigia a estreita rua para onde doitavam
alglmas janeltas dos aposentos de
Amina, para estar mais perto d'elia,
para contemplar p seu vulto por ttaz
das vidracas.
Passava da meia noite, a qual estava


0_"h .jn corridor aima
today. .. .
S Puz devagarinho a mao diteita no
pescogo della, e apertei corn violencia.
Ella abrio um instant os grande.t olhos,
d'um azul sombrio, depois tornou a
.hal-os e mnorreu !
g Morreu serm se defender contra
rtfn, tro tranquilamente como adbor.
mneeria.
4n Nunca se irritou comigo, nem
mesmo quando a matei.
<$S6 uma gotta de sangue Ihe saio
da bocca e me caio, nas costas da rnio.
( Bern sabe onde foi.
a S6 a percebi no dia seguinte, quan-
do ji estava secca.
S Enterramol-a sern que pessoa algu-
mja suspeitasse a verdade.
(( Vivia n'uma solidAo perfeita. Quem
tinha direito a vigiar-me as ac6Oes ?
S Minha malher nio tinha parents,
nem protectores, que me ,pedissem in-
formaoes a sea respeito, e demorei de
proposito a remessa das participates,
pata que os meus amigps nfiAp podes-
serm chegar a tempo.
S Voltando do jazigo, no.o se itia o
menor peso na conisciencia. Tinha si-
do cruel, mas ella h~viaq, iterecido.
Nao a odiava. Sentiaime capaz de
esquecer. VMal me lembrava do que fi.
zera. Nunca um home perpetrou
um assassinate corn menos remorsos
do que eu.
4 A condessa tantas vezes menciona.

quella escura viUa6 po'bdia "ser se-
teo D. Espera ,
Era jao te D. Joao nio
assistia aquel ^ taciturna,
aquella muda Ii entrevista,
em que os arNait ; fa am corn a
alma, em queT tiadioprro rtiam, tudo
juravam am ao outro.
Por isto mesmo, e apezar dos pensa-
meotos confusos' qie 'se the r0volviam
no espirito, quiz saber se o esperavam,
se contivam corn que fosse curta a sua
ausencia, e se anciosamente desejavam
o set regresso. Por traz das gelosias
d, janella brilhava umna luz ; mas
*ihna nao estova alli.. P. Joao para
*0ser vistO, n"ccitlou-s6 detraz do
poste, do qual fqzia a sa& c &omadt
vigia, e esperoa. 1
Passou ,ua quarto de ho'B mOei
hora, que um relogio quqa no aposento
da duqueza d e. Afinalo
marquez ou paAdas que de-
masiado conhAia I aceu um vatul.
to detraz das gelosias, e encostou-se i
balausttada do balc.o.


IOU1 ad.. 6 havi-ath- y A 1I
ll, a dizi' .a tie co*so-

5g, porventur,?. Tinha
1.oaso necessi4aie doconsla.
e6es2 N1A me seojtis trit4.
j Por fimi a condessa pgou-ime fa- i
mililartneate da rnmo, e disse-me Ameia
voz que se via obrigada a confiar-me
uam segreto, e qae contavacom a mi-
Aha honra de fidalgo para nao abusar
delt1-. Tinha tado a guardar A minha
mulher um mass de carta, que. nao i
podia conservar em sua casa, e podia
conservar em pua casa, e pedia-me qu ,
Ih'as restituisse.
c Emrquanto fallava, senti por duas
ou trees vezes ua calefrio percorrer-me
o corpo da cabeQa aos pds. Corn frie-4
za apparent interroguei-a acerca do
conte do destas cartas. Diante desta
interrogaAo, a condessa teve urn so-.
bresalto e responded corn violencia:
c- Senhor, a suna mulher foi mais
ganerosa. Quando'se encarregou des-
sas cartas nao me perguntou o que el-
las continham. Deu-me mesmo a sua
palavra de que nunca lhe detaria os
olhos, e estou convencida de que nem
sequer o seau olbar lhe tocou Era
um nobre coragon, e teria vergonha de
violar seoretametrde a palavra dada.
c- EstA born, volvi ea, como hei de
conhecer esse mass ?
(-Estava atido corn uma fita cor
de rosa, debruada de prata
(-You buscal-o.
S Peguei nas chaves de minha mn u-i
Iher, e puz-me a procurar, o masso,
ccmquanto sgubesse perfeitamente on-
de elle estava. Fingi por firn achal-o
corn grande custo.
c -E' este ? disse A condessu entre-
jgando-lh'o.
. (--Sim, sim, veja li, o laCo que Ihe
Aei'ainda ca estai. Nunca lhe tocou. 3)
i No me atrevi a levantar para ella
os olhos, tive medo que me lesse n'el-
les, que era eu quem o tinba desatado,
que desatara fthnbhm outra cousa.
Despedi-me rapidamente; a con-
dessa metteu-se no trem e partio. Po-
bre mulher-! tinha razao. 0 marido era
brutal e devasso. Se eu tivesse sido
.como elte, merecia urma mulhec como
eii. 0i& mas minha mulher era um
cora Ciiocente, uma alma ange-
Kie a '::" "
.((Adoavav#eu marido mesmo no ins-
tante em qu e W rarido a matava.
Nao sei Li6 fFzdutattets primei-
ras horas que se seguiram,
( Quando me voltou a consciencia da
horrivel realidade, estava no carneiro
ao lado do seoicaixio.
SNao estava desvairado a ponto de
a querer resuscitar, rnms estava-o bas-
tante para Ihe querer fallar. Julguei
que ella me ouvia.
t Tao verdade como tu me quizeste
em vida, e como me queres ainda de-
pois de morta, concede-nre a graca de
te vingares de .mim n'esta vida. Nao
guardes a minha expiablo para o ou-
tro mundo. Faz-rne soffrer agora, ator-
menta-me, mata-me. Niio esperes a mi-
nha morte pars te vingares
( Aqui esta cow quo furor eu falla-
va aqueilts cinzas ja frias! Subito ador-
medi, ou antes, perdi o accordo ; o que
sei e que me puz a sonhar. Vi a tam-
pa do caixao levantar-se lentamente
jiante de mum, e a morta, que ahi es-
tava deitada levantou-se sere bulha. Eu
estava alli prostrado, hirto, em frente
i "'" j i 1 IIi n -- s-.... ..


notono d'u th pOpriitiivo, mas d'um
povocivilisadoqdi .percebera em todas
as s.aas 9*Aft aliuguagem do co-
raQio, e sAbIa flllar sem palavras por
meio da musica,4sa linguagem mara-
vilhosa e coinprehensivel para todos os
povdo, qualq'er que seja 0 seu dialec-
to, e q e e r a irsgeagem dos
anjos.
D. Joao adivinhou n'aquelle canto;
que para elle nio tinha palavra, a ex-
pansio da atitia d'u a mulher namo-
rada, que se acha tonge do enter a quemn
ama, e que s6 alioslpta uma fraca es-
peranga de o posuimi. As notas d'a-
quelle canto cahiam uma por uma no
coragio de D. Joo, e augmentavam-Ihe
o amor, excluin46o utro qualquer pen-
samento do seu espirito; e dizemoi
augmentava o seu amor, porque o amor,
como todos os sentimentos expansiwos,
p6de -a*oentar comprimindo-se atW
fazieeswIr -0 coratAo que o contem.
gaectntar algsauas qstrophes
na an-se, e 0 marqulez ouvio o
-idbi abalfado da guitarra, ao cahir
tandonadit por deecaido da mao que
a segurara.
A duquezinhi toNow a apparecer na
varanda.-
D. Joao iWa mnostr'-se, quando ouvio
passos de home na rua. Eatio de-
tevese,: e ocultotmie ainda melbor
pamr deixar passar os importunos. My,
corn extremia surpreza vio os.homens
que eram dous, pararem proximo do
poi9 da casa do daque, fatHafm am
momentQ, e depois ma e d!Ot chegar-
:*W t urma chave na
taduraabrir o postigo e dar enitr-
Aft -fa d% 1L # r,


A vislo do rio de cima
(LENDA)
Quasi na extrema da costa que se es-
tende ao norte do porto do recipe esta
assentado um pequeno povoado, um
aprazivel log ,rejo, laBire a povoacao de
Ponta de Pedras, pftma't is oriental de
todo o littoral do &,irio, e a de Carne
de Vacca, cujats. #twiI cazinhas estiio
quasi a beira d'4it na embocadura do
rio de Goyana, quo naquelle ponto se-
para as povincias de Pernambuco e
da Parahyba.
Tabatinga, r o seu nome, tirado tal-
vezda podra morle e pouco resistente,
assim chamada, que abunda alli.
0 mar, em sua luta constant
corn a terra, tern entrado tanto por esta
naquella region; que o pequeno povoa-
do, perdendo terreno todos os dias, estA
hoje muito reduzido e apertado entire a
praia, pela frente, e uma encosta ao
fundo, que se prolonga cm toda a sua
extensao, no alto da qual se ergue ma-
gestosa a mata de Massaranduba, em
cujas extremidades estio situadas as
povoag5es de Tejucupapo e S. Lou-
renco.
Dizem os velhos de Tabatinga que
alcangaram tempo em que o mar se
quebrava tao long das casas, que quern
nellas estava nao podia reconhecer o
cavalheiro que passava pela praia, e
mat ouvia o gemido das ondas..
E assim devia ser, porque hoje nas
mares vasias, em urma grande extensao
que fica a secco, ainda se vem de espa-
go a espago alguns velhos troncos de co-

mo se costuma dizer, logo alli, porque
a colera azendo errar o golpe ao mar-
quez, salvou aquelle por utim moment.
A espada de D. Joao dera no postigo
e ficara profundamente cravada na ma-
deira.
0 desconhecido poz-se logo de p6 des-
embainhou tanibem o ferro.
Fazendo uim isforgc violent, o mar-
quez desencra.vou a sua e accommet-
teu aquelle home que Ihe tez frente
corn uma serenidade que demonstrava
claramente que era destemido.
A noite, como dissemos, estava es-
cura, e nao podiam ver-se as cars e
muito mnenos os ferros.
Nem um nem outro proferiam pa-
lavra.
0 marquez atacava, e o desconheci-
do mantinha-se fire.
Mas bern depressa se vio obrigado
a recuar ante o furioso ataque do mar.
quez; tornou-se afiual precipitada a
retirada pela rma f6ra, at, qWe o des-
conhecido cansado, afrouxou na defe.-
za, e o marquez alcanou-o cornm uma
terrivel estocada.
Quando D. Joo t4rou a espada da
fefida, o sea a4versario cahio de cho-
fre por terra, sem proferir uma unica
palavra.
Ah exclamou D. Joao ; falta-me
agora o outro, (lepois o daque, e de-
pois a filha. r
Como 03 leitores .e* o marquez
noss seus raivosOs ciumes, queria ex-
terminar meio mando.
Quando chegou aoi -peigo, vplto!u-se
para olle corn visivet teco de4 tr

ab4fram-ae corn ruido as ,e a
os 4dgoe e gave da joven disse corn


SFazem ja muil enos, foi ainda
no tempo em que o mar, se quebrava
tio long, que mal seouvLa o gemido
de suas vagas, qtiando aqPirse estabe-
leceram os primeiros povP
SEram duas pobres I, as
quaes levantaram logo sua0 .' o~as,
e se entregaram A pesca. '
4 Cada casal tinha um filho; o de
um era um bello rapaz dole,-vinte annos,
o do outro uma moca de 18,.inda como
es amores.
a A' tarde, depois das horas do tra-
balho, em companhia dos pais, senta-
dos A porta de uma das choupanas, ou-
vindo o canto dos passaros, e por noites
de luar, escutando o gemer 4* vento
por entire as palmas dos coquebos e o
soluQar longiquo do mar, olharam-se,
habituaram-se um ao ouiro, suspira-
vam pela hora do encontro, impacien-
tavain-se por qualquer demora, ficavam
tristei corn a mais ligeira ausencia, e,
porfim, amaramrn
S Eram felizes, muit. felizes; ama-
yam e eram amados, e por testemu-
nhas dos seus amores s6 tinham seus
pais, cujo maior desejo era'vel-03os uni-
dos.
-
SUm dia o mrnoo apanhou a laco
uma juruty e offereceu-a Ai amante, que
cortou as azs a avezinlia, e tantos ada-
gos e cuidado Ihe prodigalisou, quoe, no
tim de alguri tempo, tendo cahido as
pennas cortadas e crescido novas, a ju-
ruty, esquecida do bosque, nao se au..
sentou da choupana, eseguia por toda
a part sua senora.
c E cada vez mais se amavam os
dous namorados, alT quo umrn dia os
pais resolveramn easal-os, e4hes partici-
param esta resblugao, sendo marcado
dia para o casamento.
,: (Gontwnua.)
-' 'A l .. .
tirareis. Eu s6 VQS esperava parFal-a
lar comvosco so appar4cesseis. Tr-
vos-hia fallado por um to, mas sora
torna-se impossivel Podw eflo-.
trar-vos, meu DeNs .7 .
E o quoe- succeder-!,me
peior do queo e? exclati o
marquez corn del i
Mo quera. J0A* ds
graQa alguma. Uminhai ao
long da parade ate enift'*v es uma
grade. Subi por 6la, plf"ianda de
cima ha uma varanda; vou ab t .
Oh meu -Deis : exolamou o
iaarquez dominade pw um profundo
sentiment de felicifet "
Pouco depois subia por, uama grade.
saltava por cima da varamta, punh os
pes n'uma alcatifa, e uima formosa
mao agxrava no.soa.
Ohl Estranca da minha alma !
exclamou o marquez,, "
Vein comigo, vai ; disse Amina
corn voz profunda.eE' suprero osto
memento. .g :
E quan proteria elas paavras, o
marquez ejt condazide pete mao atra-
vdz de es.ros aposentos.
AnW^iiuafi(^l n'umf Wdetles,; e
disse ,i t4 .grave :" '
+ -- .fmne, L fl ,o quo ser',s pm.~rU
dente. Vou ilevar-t4&a um lugar one
u.eu pai supple que s6 -de sua filha
sera escutadp.
E para queo perig .u o mar-
quez que tudo esque u^ eu-a
tua voz, veja os N" nada me
importa o mun ,-- -
Vitae entnshr inuia casa urn
home. disse A.


-AlI" a 1o. Joao, como
quem+ de= le formoso ho.d


mis uma




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