Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:13289


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Full Text






































PARIS, 9 de abril.


Seta qie 8s
wer m=as


LOIDRES, 9 de abril.


lomMeldadeo de acordo aeabam
de iaterromper an megfdalOes en-
:: tabolada entire a FraTa e o fgover-
so de Madagasar.

PARIS, 9 de abril.

Cti6a eom o menmo earaeter e
iAte O a doeve am odo* linei no
de.ara oento do moorse.


LONDRES, 10 de abril.


SParlament aeaba de set proreo-
kdo at I de 1 abtll.

PARIS, 10 de abril, A tarde.


entrarana em fertas.
teri luawr & "0 de


BOMA, 10 de abril.


Parlamento tot l prorogado ate 11
do vorrenteo.

PARIS, 10 de abril.

0 Jornal LA FRANCE e.nvlda o go-
-erno franees A oppr-se ao, etabe-
lecimento do proteetoerado leo no
Rgypto.


LONDRES, '11 de abril, Ai tarde.


eam desmesoado *o ole do gaike
ehine. por earxnada .omtina4Aeo on
da uspensao das hototlmtdades eon-
- tra as tropas [franea.s do Tlmlden.

Agencida Havas, filial em Pernambuco,
12 de abril do 1884.


(711'anscrimAO)


CAPrITULO VH
MACHINES SIMPLUS
(Coatinuatco)
Po lemos do seguinte modo geral estabelecer a
relacao cntre a potawica e aresistencia dequal-
quer sarillAo.
P e QsabemA ja serem apotencia e resisteam-
w :c i: podmnos chamar ao rtaio do cylinro do a-
IAPv op s oe bra6 o da manivella no ,arWo dos
i o, o rio da grad roda no sari'o des pedrei-
r"a, e a alan nos cbreatantes.
Como p e q ao os perpendiculares eommunus ao
eixo do cyliudro e isforeu respectivas P e Q, po-
demos pela ignalda dos monintos dasefoe e esta-
belcer o seguinte:
P q
Pp == Q q on = -
Q |p
Isto 6: a potecia estA par a re*itencia Como
o raio do cylindro estAi para o comprime#Wo da
Sreeta no extremo da qnal actua a s poteae.
Era isto o que jA haviamoe enueiado tao 86-
mente pars o caso do anilkto de wmmweUa, quando
d'elle tractamos; par que mais filmmnte .se po-
desse perceber-aseim reduzido -ao caso maisu mm-
Spies. o- .


Pot
do tit0


vicia do Pia
-. Foram


SBatalha,i

par a guai


cioual:
Da provincia da Parahyba:
Comarca da Ar -a: major ajuds
ordons, serviudo de secretario gera
phronio da Costs Gondim.
. Capitbo quartel-mestro, Candido
cio do Espirito-Santo.
Comarca do Banaueiras:


ate do

Syabri-
Eabni-


Tenente-coronel commandants d ba-
talhAo n. 17, Leopoldino Silveira do San-
tos.
Pars a da provincial do MaranhAo
Comarca de oGuimarles:
Major ajudante de ordens serviido de
secretary geral, Jos4 da Cost CarCaho.
Comarca do Rosario:
Major ajudante de ordens servin"o de
seoretario geral, o capitio Francisco de
Assis Rocha. I
Foram concedidas reforms no poto de
c9ronel:
Ao tenente-coronel commandant o 3.
batalhao de infantaria da guards naeio
da capital da Bahia, Aureliano Agust
do Souza Brito.
Ao tenente-coronel do 12. batall o de
infantaria da guard national da coarca
de Tury-Assut, na provincial do Marnho,
Joaquim Ibrahim ernandes.
Foi designada a comarca de Ca
Largo, do 1.a entrancia, nus provin ,o
Parana, pars n'elli ter exercicio o0ji de
direito Augusto Lobo de Moura.
-Por portaria de 29 domez ado
declarou-se sem offeito o decreto
de outubro ultimo, que nomeou o b
Aureliano Oliver e Alaamuora, para ueg
de juiz municipal do tormd6 de o a,
nas provincia de Mins-Geraos, vis 1 o
tr suidooerio n io o a
J~wA $ 4L*Paussadko)o ~xm da
Jusfiga expedio a seguinte portaia s pre-
sidente d& junta commercial da corte:
Foi prenente a S, M. o Imperador A-
cio que V. S'. dirigio em 30 de d bro
de 1882 e no qual, communicando ne a
junta commercial, a requerimento do Pre-
sidaente do Bawco de Credito Real do ra-
sil, anteriorifiente denominado and
Banco de Credito Real do Imperio do Bra-
sil, resolvera mandar archivar divers al-
terag8es dos respectivos estatutos vtados
em 12 de outubro daquelle anno t as-
sembl6a geral dos accionistas, ufbntte a
considering do governor as seguint du-
vidas:
I.& Se essas alteraos, feitas antes da
promulgago da leoi n. 3,150 de 4 d no
vembro de 1882, eram validas, 4 es-
tando approvadas pelo governor imp.tial;
2." Se o dito banco, tendo a facuidade
de emittir lotras hypothecarias, se acha
comprehendido na clause dos de cirtc
de que trata o art. 1.o da citadalei, por-
tanto, se no regimen por ella creadc takes
alteraqges nao dependom de approacAo
paras produzirem effeitos;
3.A Se a junta 6 competent paras ntrar
no examo dos estatutos de sociedadem ano-
nymas e das respectivas altcraSes, mo
procede quanto s86 aos contatos do wie-
dades commercials., na conform e do
aviso n. 343 de 6 de junho de 187 ; ou
deve limritar-se a mandar archival-o pr ser
isto um acto de simples expediente.
E o mesmo Auguato Senhor, confo an-
do-se por sua immediate resoluglo 22
do corrente corne o pareer da sisc o de
justiga do conslho de estado, man de-
clarar a V. S. para os fins convenintes:
Quanto A primeira duvida, que as alte-
rae dos estate to do Grands Ban de
Credit Real quere teslsasem antes quer
depois dali n. 150 de 4 de h oVe
do 1882 e .... ad
n. 8.821 do 30 do dezembro do aEo


nas reme ttidas 1d Brasu pars serem
pridasem Portugual ou vice-versa, aci
a Circumstancia -de ter sido devolvidi
via diplomatic a rogatoria em quest
Ire ,guard 'aV. Exc.. Fran
Prisco de SauzaParaizo.
Nio fbi agraciado Ignacio Goni
de Barros Cavalcanti, condemnado A-
do 23 anunos e quatro mezes de prison
pies, em virtude de deciseo do jwu
villa de Aguas Bellas, na provicii
Pernambuco, por crime de homicidio.

MlInIsterieo da Fazeanda
Por decretos de 29 de marco pi
mo passado foram nomeados:
Conferente da Alfandega de Santc
Is escripturario Francisco Affoso Fe
ra, e para este lugar, o -20 escripturaxi
mesma Alfandega, Jobo de Menezes
jaz.
Procurador fiscal da Thesouraria de
zenda da provincia'de S. Paulo, o ba
rel Manoel Correa Dias.
Foram oxonerados, a seu pedido,
decreto da referida data:
O bacharel Porfirio Abdageso Figs
de Aguiar, do emprego de procuradot
cal da Thesouraria de Fazenda da prx
cia de S. Paulo, e Francisco Rodrigue
Bar Freire, do cargo embae
con fical da: Caixa E e
te do So &no da provincial do Ep
Santo. Po

f d0lat$ttrio daiA8grltUnr
--.-Por portarisa de 31 do passado,
o em effeitoa nomeaglo do i
l| dardo Men4es Limeour par
4~.dcefe;da locomo*aodaeftsa
ferro do bral, visto nao tesI a
sendo porportaria de igual data
ps"iwoleuelgar 0 ea6gealwarftI 4o086p
dho de Almeida.
Em 29 do pasado, o Ministerio
Agriculture dirigio a seguinto circular
presidents de provincia:
Illm. e Exm. Sr, Expeop V. Exc.
de ji as ordens precisas pars a orga
cao da estatistica da popula-1 o oscrav
dos filhos livres de miulher escrava, al
gando o dia 30 de junho do corrente a
Colligidos na secretaria des" preside
os quadros parciaes, far-se-ha a apur
e organisar-se-hs o os quadros gees,
conformidade corn os models que acol
nharam a circular de 12 de agpsto de 1o
devendo sert tudo remettido a este mn
terio atW 30 de novemro proximo future
Para que este seigo seja feito cow
pontualidade aqui dterminadi, CUn
que V. Exe. use da medida que a cirs
do 12 de setembro recommendou, mar
do praso sos agents fisaes para apre
taAo dos quadros estatisticos, sob pone
responsaolidade.
Deus guarded a V. Exc. A. A. Mom
Penna.
Em 31 do passado o Ministerio
Agricullra expedio a seguinte ports
S. M. o Imperador ha por bem di
minar que no exercicio do sus func
os engenheiros fiscaes dos engenhos
traes observe as seguintes instruct*
Art. 1. Os engenheiros fisaess re
rio na cede do roapectivo district,
formarbo sobre todoa os asuuptos con
nentes nao s6 a lavoura di carns, come
engenhos centraes ostabolecidos ou qa
tiverem de ser no mesm, district., deo
do ser por seu itormpdio dirigidos ao
verno imperial, ls6 os pianos o o
mentos que as ompremaa o. eompsnriau
voernm do anrosentar. come ausesaner


Ivyes




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eou-

Adi:
iin-
cot-
aos


go-
rca-
.ti-'
on-


eonforme tiver verucawo no examde u qno
se trata no art. 2', indicando ao memo
tempo as medidas quo julgar necessarias,
;oqur para a boa uarha, regularidade e
melhoramento do. servigo sob sna fiscalisa-
glo, qu6r para corregir qualquer faltas em
que tenham i 0opidoas emapreza.
Art. 5.0 C*|sunas release corn as em-
prezas os engheiros fiscaes faro os-
var o cumprnmeato das disposiges do re-
gulamento de 24 de dezembro de 1881,
marcando-lhes prazos razoaveis para a exe-
euglo das ordens que ihes houverem de
dar sobre alguma das disposigoes. do mes-
mo regulamento quo lno tenha sido devi-
damente observadas trazendo ao conheci-
mento do goVemrno as objecgoea ou recusas
opportunamente, cabendo-lho ainda nos
casos especificados nas respectivas conces-
sees applicar as emprezas as multas esta-
belecidas no art. 28 do citado regulamento,
communicando-o immediatamente ao Mi-
nisterio da Agricultura.
Art. 6. Os engenheiros fiscaes percebe-
rio quando se acarei rf6ra da provincia,
sede do district da fiscalisaogo, a di.ria
maxima de 5#, al6m do respective rendi-
mento,at6 so prazo nAo ex~edente de trees
mezes, tendo tambem passage por conts
do goveono nos paquetes e nas estradas de
ferro quo as dirgiro pars as localidades
onde se scharem situados os engenhos cen-
traes.
Art. 7." ;Em todos os demais casos nao
previsto nas presents instrucgos, os en-
genheiros fiscaes se entenderlo corn o go-
verno pars o fim do estabelecerem rrnegras
fixas e adequadam as necessidades ou du-
vidas que sOrgirem.
Palacio do Rio de Janeiro em 31 de
marvo de 1884.-Affonso Augtsto Morei-
ra Penna.


Pam 6 3." regimento do artilharia o ca-
ito do 2.- batalho da dita arma Alfredo
Mac-Guimes, par a 4.S bacteria, e daquel-
Io par este corpo, o capitgo Jos6 Mariano
d Araujo, pars L2.' bateria.
Psu o 2. regioento de cavallaria, o ea-
piteo do 5.- Virgilio Ferreira de Souza, para
a 2. compa)hia e daquelle pars este cor-
po o capitol Delphino Albino Gongalves,
pan a 4.a companhia.
Parsa a2.& classes do exercito, do confor-
midade corn a imediata e imperial reso-
luqbo de 1.- de abril de 1871, o capitao
do 19.-batall3o de infantaria itode Sou-
za Camislo.
Coneedeu-se reform, nos terms da
primeira pare do 1.- do art. 9.' da lei n.
648 de 18 de agosto de 1852, so capitol
Joe6 Bento Pereira Tobias e aso tnennte
Francisco Jos6 Cardoso este do 11.- bata-
lhao de infantaria e aquelle da 3'. compa-
nhi do 3.. regimento de cavallaria ligeira,
visto soffrerem amoestias incuraveis, que os
tomAo incapa.es do continuar no serviwo.

MElfiterlo da Marlma
- Por decreto- de 29 do mez proximo
findo concedeu-se a Gustavo Deoclecio de
Bittencourt Cotrim demisseo do posto de
2.- tenento di armada, conformerequereu.
Foi exonierado, a seu pedido, por de-
creto de 2 de abril do lugar de vice-director
da escola de m iha, o capitbo defraga-
ta Julio Cesard oronha.
Por decreq da mesma data foi nomea-
do 2.- cirurgiio Ao corpo de saude da ar-
mada o Dr. Alfredo Ferteirade Barros.

6overno da provilela
EXPEDIENT DO DIA 13 DE MAB9O Dr 1884
Actos:
0 president da proviucia, attendendo ao que
reqner ram os alims-mestres titulados pela Es-
cola oal,a loriano Baptista de Oliveira, Fran-
cisco Marquee da Trindade, Francisco Guedes de
Barros e Joaquim da Costa Guimares, tedoeem
vita a infor-Alo i. 84 de 11 do corrente do ins-


sentar-me sa provian
na grencia do co
iam Hughes. Fize
Ao command
a inclusa ormaao
feda repa o das
tada, soba n. 5, roesp
do de 21 de janeiro
reparos de que precis
quarter do 2I bataha
Ao inspector da
De conformiiadir con
ficio de 10 do correntA
imposta pela colletoI
eada a Jose Franeise
hayer averbado no p
doada por Joaquina
menor Joaquim, filho
Ao director do
a Vmc. as inelusas p
das, aceitas polo co
senal em sessao de 5
mento de diversos ar
mento e utencilios pa
infantaria e fortaleza
de lavrar os respect
regulamento n. 5,118
Communicou-se a Thb
Ao mesmo.-A
informaao n. 1,000 (
concertar a fechadur
querda do quartel do
o coronel commandant
ficio n. 108 de 19 de fe
so ao conmandante d
Ao inspector do
do passado a pertenc
Gomes a casa de q
Thesouro de 8 de fey
de maio de 1883 a Jo
pars servir de quart
do de Chit de Carpina
tar d'aquella data, co
tos por c6pia, dirigi
ao Dr. chefe de polio
made pagar ao pro
importance dos alu
actual exercicio e e
exercicio encerrado.
Deolvo a Vinmc. o d
timento sobre que v
Ao mesmo.-Ma
cia de 133:170581,
Companhta Recife Dr
de julho A dezembro I
tan as i clusas conta
timo A caixa de depos
9o desse Thesouro de
quantia de 36:754A47
portancia, ua vez qi
na 1* quinzena docor
cial s6 dispoe da de 9
Ao inspector ger
Respondo ao officio n.
random a V,. S. que con
da no predito officiopi
exercicio escolar ddt
ratea eido, 8
Ao promor pu
b6-Accusando o rec
janeiro ultimo, tran
ficio do delegado do tu
do Dr. chefe de police
em 10 do corrente, sol
da polo escriv o do ju
feitas por aqunelle dole
Recommendo a Vui
harmonia corn as auto:
indispensavel para a
public.
Portaria:
Dcclaro & Cama
GoitA que a consults
de fevereiro find, achi
55, 56 e 57 dalei n. 1
passado.


fins convenientes que o Sr.
onsul da GrA-Bretanha, em
do, participon-me te de au
ia A 16 do corrente, ficando
alado o vise-consul Sr. Wil-
U-se as dOvidas communica-
Sdas armas interino.-Com
por c6pia do engenheiro che-
brae Publicas de houtem da-
ado o officio d'esse comman-
Itimo sob n. 41, relative aos
ava o eneanamento a gaz do
) de infantaria.
Thesouraria -de Fazenda.-
o que V. S. informou em of-
sob a. 162, relevo a multa
ia geral do muniipio da Es-
de Arruda Faleo, por %lo
razo legal osecrava Pau
Emilia de Barros Costa, so
do recorrente.
Lrsenal'de Guerra.-Remetto
*opostas, que ficam approva-
selho de oenpras d'esse Ar
do corrente, para o forneci-
igos de fardamento, equipa-
ia o 20, II1 e 14' batalhoes de
do Brum, afim de que man-
vos contracts nos tormos do
de 19 de outubrQ de 1872.-
isouraria de Fazenda..
toriso Vme., A vista da sua
oe hontem datada, A mandar
da iorta do xadrez da es-
Hospcio, confosne solicit
le interino das arma. em of-
vereiro findo.-Communicou-
M arma.
Thesouro Provincial.-Ten-
er a Joao Gregorio Pereira
4 tracts a informaao d'essc
ireiro ultimo, alugada em 30
6 Bento de Menezes Lyra,
I ao destacamento dopovoa-
do termo de Nazareth, a con-
iforme se ve dos officios jun-
os polo respeetivo delegado
oi, reeommendo a Vmc. que
prietario da referida casa a
meis vencidos, relativos ao
cripturtr o que pertencer ao

mento exhibido no requa-
sa a referida informaeo.
de Vme. pagar a importan-
poveniente do serving da
age relative ao semestre
Yimo passado, de que trac-
i, fazendotomar por empres-
tos, nos tormos da fnforma-
10 deste mez, n. 487, a
a entregar a alluidida im-
e tern esta de ser satisfeita
ente mez; e a caixa espe-
:416,103.
d da lnstrueglo Publica.-
85 de hontem daiado deela-
xto a autorisalo solicits-
a justificar as faltas de
por motivo de molestia du-
P7 de janeiro ulthimo pela
ier Cavalcante Vellez.
ico da comarea do Cabro-
bimento do officio de 3 do
tto a Vace., pot c6pia o of.
mo de Cabrob6, annexo so
, dirigido a esta presidencia
n. 280, e a certidao passa-
y, corn referendia As visits
do A cadeia dessa villa.
que mantenha sempre boa
idades policiaesos, condigo
areha regular do serving

a Municipal da Gloria de
te de seo officio de 19
-se resolvida polos artigos
r91 de 27 de julho do anno


EXPEDIE=TB DO 8ECRETABIO


Officios:
Ao Dr. 1 secret
cial.-De ordem do Ex
motto a V. S. as ine'u
ro Provincial, de 3 de
19 de dezembro do am
ro do corrente, as. 204
tes a falta de creditor I
tancia de 4:449X900,
concedidas por counts
Companhia Pernambu
ra, durante os mezes d
bro e dezembro ultimo
gtnim pars o preside
afirm de que a Aesemb
so sirva eonceder a qu
pagamento.
ko mesmo--De
bargador presidents
S., par os fins conyev
o oramento para o ex
Camara M cumipal de
Ao commandan
nal do Reeife.-De or
gador president da pr
nesta data submette-se
imperial o assumpto d
de 8 e 11 do corrente r
Ao engenheiro d
Sr. desembargador pre
inteirado, polo officio d
sob n. 54, de haver-eso
mentor definitivo da ob
Pontal em Itamaraci,j
responsabitidade e ace
eonsem*a PUsnd
o competente-eetifica
-- Ao Dr.jni&eId
-De ordurm do Exm. 8
caAG =A. w"-A flwd.


irio da Assemblea Provin-
. Sr. desembargador re-
as infori aes do Thesou-
tubro, 15 de novembro e
Spassado e de 12 de janei-
308, 352 e 392, concernen-
ara pagamento da impor-
provemniente de passages
a provincia nos yapores da
an de Navegaqlo Costei-
. agosto, setembro, novem-
a press e escoltas que so-
'de Fernando de Noronha,
a Legislative Provincial,
)ta precisa pars o alludido
erdem do Exm. Sr. desem-
Sprovincia transmitto a V.
lentes o incluso relatori e
Tecico de 1884 a 1885 da
)linda.
superior da. guard nacio'-
em do Exma. Sr. desembar-
)vinci declaro a V. S. que
Aconsideraco do governor
i seus officios as. 199 e 201
iez.
105.
s Obras-Putlicas.-0 Esm.
5idento da provincia ficon
V. S., de Il do corrente,
lavrado termo de reeebi-
* de reparos daponte do
>ter exr pirado o praso de
ur-se m pefcito estado de
*se a favor do arrematate
ode pagamento.
reito da coraarca do Brejo.
r. dosembargador presidea-
SV S. que em sea offieio,
exaron-se hoje o despacho


echefe d policih, pan providenciar
there f ical da estrada de frro do
eiwr.-Io ordem -do Em. Sr. des-


...sifiea go edidspelsjunts d'.... term., e
que tomando a Presideneia xnihedivi" das ohW_
sifcagoes do es!ravos, di virtude do avio *_
Ministerio da Agricultmra, Commerjio e Obrbs
Ptiblicas d e 26 de j aneiro de 1883, mito embop
osJuizes de orphaos possam lpois attender i
gitimaa reclamaOses, deve-se considerar prWJ*4
cado opro de 15dias, d qoe tracts o uaio
do art. 33 do citado rogulamento.
Ao comnmandante do corpo de polica.-D-
pois de ser indemnisadsa f Faouda Provineial di
qtantia de 10W222, autoriso Vme. a exeluir do
service do' orpo sob soeu commando o oldado
Torquato Justiniano de Oliveira, de que tracts o
soU officio n. 267 de hontem datado.
Portaria:
-0 Sr. agent da Companhia Brasileira faia
trAsportar am destino aprovincia do Pia"h
eonts do Ministerio da Guerra no vapor P ,
ra do o sul, urn eaixao medindo 161
cacos, ontendo peas de fardamento perteemm-
te ao tenente Pedro Jose do Lima, ajudante de or-
dens da Presiaencia d'aqueila provincia.-Com-
municou-se ao president do Piaihy, Thesouraria
de Fazenda e Arsenal de oGuerra.
mXPKDITE DO SRECETANIO
Ao administrador doe correiou.-De ordemn
do Exm. Sr. president da provincial accuso o re-
cebimeuto do officio de hontem sob a. 205, oem Q
qual V. S. euviou c6pia da portaria de 9, multaa
do em 20A o agent do co da cidade d Itsan'
b, como determinou o no Exm. Sr, por fat*
de pontualidade no cumprimento de s u deve
res.
SAo engenheiro dam Obras Publicas.-De or-;i
dem do Exm. Sr. president d provincia aeeum ,'
recebimento do efficio de 12 do corrente sob a. ,I
em que V. S. communica ter so passado certifido^
de pagamento da 1* prestao a que tern dirt. oA
armematante da obra do canal de Brm nho e da
reconstruceao da ponte.sobre o riacho do umno m
nome, por hayer executado trabalmo correpon-
dente.
Ao engenheiro fiscal da estrada de ferro do
Recife ao Limoeiro.-De ordem do Exm. Sr. pre-
sidente da provincia accuse o reoebim t, do .of'.
ficio de 12 do corrente sob n. 547, eaqiV. 8. .
eommunica que o Sr. Alias Javrk, 6Inter-
te dessa estrada de ferro, segu b m' pri a a -
corte do Imperio a tractar de o da sommps-
nhia, substituindo-o o Sr. Johns A ComolTy.
EXPEDmurTE DO Di 15 DE MAm goX 18854
Actos:
0 president da provincial tendo em vista a
proposta do director do Instituto Vaccinico, coati-
d* em officio de 12 do correnate me, resolve Mo-
mear Leonardo Porto pars es interinam
o cargo de Cr-.mmissanAo vacelnior do numicipi.
de Agui PAs, sem pereber e enimento ala .
sem adquirir' polo exercicio I do di ao dirt
de preiinte e de futwm a qalqwr nu
de servios anterioeate retamatquoea A.-
sembl6a Legislativa Provinal ommaie credt.
part satisfaco dde spezas corn 0 oerv*i da ve-
cinaso.-Communieou-se so director do etitut.'
Vaecinico.
0 president da provincial, em exeeuoa a o
disposto no aviso circular do Ministerio da Guerra
de 7 de julho do anno passado, resolve nomearo
alferes do 2 regimeanto de cavalLria ligeira Jo
Carneiro Maciel da Silva, addido i opmb do
cavallari d'esta'provineis, pars e eso mewrog^
agenciar voluntarios pars o ciereit., sM
do servico, percebendo de cads man que for aceit.
a grstifcaco de 20A000.-Fieram-ne as derides
communici900S.
0 president da provincio reWlve promvore
so post de tenonte-secretario do corpo policia
o alferes da 6 compauhia, Theolindo Auguito do
Rago. -Fizeram as devidas oommunica,, _%
0 presidents da provincial resolve promover
ao posto deq alferes da 6a compahia do corpm de
policia o sargento brigade Josquim Edardo de
Godoy Vascoucellos.-Fiszeram as devidas om-
municagoes.
0 resident da provincia attendendo so qe
requereu o prowamtor pblico da commarca de Ta-
carat, bicharel Antonio Wanderley Navarro Pe.
reim Lima, resolve prorogar por 3 mmecs proviso-
riamente e sem veneimeotos a licena que ultimua-'
mente *bteve par tractor de sua sa6de.
0 president da provincia resolve declarar
que o guards nemeado por portaris de 17 de ja-
neiro indo, para o post. do teneuto da 3* comops-
nhia do 12 batalhao da roserva da eomaea do
Cabo, cham,-se Antonio Tolentin. Cordeiro Cam-
pos, e na Atonio Tolentino Cordoiro Campo. Fl-
ho, eonforme reclamou o respectuvo comandan-
te em officio de 14 do corrente, e ordena qne s-
te sentido so faca a devida reetiflcao.
Officious:
Ao conselhearo presidente do Tribunal da
Rc.aPo.-Transmitto a V. Exe, aiim de quo sir-
va-se dar o conveniente andamento, a ineluna car-
ts rogatoria, expedida polo juizo de direit. da .2
van dia comarea do Porto, rein. de Portugal, an
justicas dests capital pam citacao do. inUtr-a
dos no inventario de menores a que naquelle juino
se procede por fallecimento de Joio LuIS Ferreira
Ribeiro e sua mulher D. Maria Arminde de Castro
Ribeiro.
Ao inspector da Thesouraria de Farends.-
Tranmmitto a V, S. 6 ordens sendo 5 do Minusterie
da Fazenda, dc n. 40 a 44 e a outra do Minil


da Guerra, datada de 4 do corrente.
Ao inspector da Sauide Pumica.-Para M.
fins convenientes transmitto a V. 8-, ei do avi-
so m. 886, de 5 do corrente mez, do Ministeno do.
Negocios do Imperio, relative a transfierocia da
phatmacia que pose Manoel Nmnes Correi, aa
villa de AIagoa Grande, na provincia da Pary-
ba par a d Tinmbaba nesta provincia.
Ao director do Arsenal de Guerrt.-Dwa- "
ro a Vinmc, pars os fins convenientes, que, seg -
do oasts de communicaso da Intendeis di
Guerra, de 8 do corrente, sob n. 207, ho de virno
vapor e'ar, eperado do sul, 6 ciixes coatendo
medicamentos destinados a'pharmacia ilitardes-
ta provineia.
Ao esmo.-De eonformidade om o avim.' ..
Ministerio da Guerra, de 3 do corrente, m
Vmc. forveeor so paioi da potvora da Imboribeera
o tigosmencionadosaincluma nota de 1 do
feveireiro findo, organisadA na reparticio do 4-ir-
tel-Mestre Geacraide-mandonde Beratidfeitmse i
mna totalidade os nbjectos de que tractas s CTn-
coPedidos que vieram annexsos w as n d o
a. 89e947de31dudede~mbro e 28 do jandro
ult 10, pelos. motive. constantes da g
jantb por e6 ia prested* pea newsB ~-'*
-CiieT.ea.ariad a + .
n o a goibeiro m.ill~itg-l i;:*^ do : *e *

fCfriralhO MOZOa PUS aa obras de. emArwnica 4o


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-go O's

























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ail, dam pr finmem a de,-
o a srava Barbara 6 solteira
. tn tern hoe esravos e ingenues. Communicon--se
a *pizanicipald- Florests.
Sr. agente da companhia braileira fac
Stransportar a provincia da Bahia, por conta Eo
S-1 Mhiniterio da Guerra, no vapor Espirito San'o,
eoperido donorteo, ex-soldade Valeotiaeo Fermi-
ra da Cru, qae a 23 d fvereiro ade foi esaseso
do aservi9. do 14o batallo de infiuataria, par con-
elda de tempo e se recolhe aqaella proincia,
d'on4e 6 natural.

S DESPACHOS DA PRESIDEMSCU DO DIA 9 DR
ABRIL
Antonio Jos6 Loopoldino Arantes. -Di-
rija-se o supplicant A Thesouraria do Fa-
zenda para assignar o termo da concesslo
do passeio coberto do lade direito da for-
taleza das Cinco Pontas corn a clausula
mencionada no officio que hoje remetto ao
inspector da referida thosouraria.
Antonio Joaquim da Silva Polte. -
Silt.
Anton'o Gomes Senra e Jose6 Gongalvos
de Gonuveia.-Providenciado.
Gomes & Gouveia. Providenciado em
vista do despacho proferido em outro ro-
querimnento dos poticionarios.
Hienrique A. A. Milet.-Sim.
Joaquina Maphalda Avires de Carvalho.
-Requeira outra cadeira, visto achar-,.e
provide a que pede a supplicant.
Jesuino Firmo de Azevedo. --Inforine o
Sr. inspector geral da InstrueAo Publica.
Joo Francisco Xavier da Fonseca. --
Informe o Sr. coinmandante superior da
guard national das comarcas de Taqua.
retinga e anunexos.
Joio Goncalve., da Silva.-D3-se, nao
havendo inconvenient.
Joao Baptista Felon. -Indeferido.
Concgo Simr o de Azevedo Caminpos. -
Informe o Sr. inspector da Thesouraria de
Fazenda.
thomaz Marques Vieira. -Informe o Sr.
commandante superior interino da guard
national da comarca do Recife.
Secretaria da Presidencia, em 12 de abril de
188$.
0 porteiro,
Joaquinm Leocadio Viegas.

Camara Municipal
TERMO DE COMPARECIMENTO DE SETE
SRS. VEREDORES PARA A SESSAO DE 26
DE MARQO DE 1884.
Aos 26 dias do mez de marco do anno de 188-1
send 11 horas e 1/4, e achando-se presents no
paco da Camara Municipal do Relcife os Srs. pro-
sidente da mesma Camara commendador Jos6 Can -
dido de Moraes, e vereadores Drs. Jos6 Osorio e
Correia de Araujo, tencnte Viegas, coronel Decio
eapitto Torres e Cussy do Rego, o Sr. pre idente
deelarou que no apodia haver sessao par falta de
uumero legal, e desigaon o dia 29 do correute.
mpara a seguinte, do que se lavrou este term, q9n
eeu Hemeterio Ma6iel da Silva amanuense servin--
do de secretario escrevi, ao terminar comparece-
ram os Srs. padre Mello, commendador Neves, e
capitio Silva Neves, depois de assignado o termo.
Jose Candldo de Moraes, presidente.-Jos# Oso-
rio de Cerqueh-irg.- Francisco de Paula Correia
de Aratjo.-Decio de AqTdno Fonseca.r-Jaao Gon-
cables Torres.- Manoel Antonio Vieq7as. Cussy
Jlvenal do Rego.-Jose Pedro das Ne rves. Pahdre
Antonio de Mello e Albuquerque.


EXTERIOR

correspoadeneia do Diarlo de
Pernambuco
PORTUGAL.- LISBOA, 29 de marco de
1884
Na mmiha do 23. pela mala do Senegal, creio ter
dito quo a discussio do project deelarando a ne-
cessidado da reforma do alguns artigos da carta
celititucional, proseguia na camera dos pares, ten-
do faliado os Srs. condos do Born-fim e do Rio Mator,
Thiomaz Ribeiro (relator), Fontes Pereira de Mel-
lo, president do conselho de ministros o visconde
dc Moreira de Roy, conde Valborn, viseonde de
Ch:acclleiros c Henriqno do Macodo, progressista.
E' possivel qa a ordem da iasoripefio nito fosse
exactarnonto esta, mas 6 certo que fallaram, a mator


part dos oraarotes, itnpugnando o project, aliats ji
approvado na camera dos deputados. Falta men-
cionar o Sr. Barros c SA, quo seguindo a norma
trapada polos mais ferrenhos conservadores da ca-
rmara alta, iinmugnou tambem o project. Seguio-
se-lhe o digno par Miguel Osorio, progressista, quo
ema grailde part responded a varias coasidera-
cscs doorador precedent, o Sr. Barros e S:i. 0
sou discurso foi cm sentido muito liberal e send
S. Exe. umn dos representantes da vieille roche.
mais aristocratica d'este paiz, pugnon denodlamen-
to polo principio das reforms political e chegou
a dizer que folgaria se um d in fosse abolida a he-
reditariedadel do pariato, e tivesse de sahiir d'a-
quella camera, depondo os seus armininhos de par,
que nuuica lhie serviram de acorescentamento, mas
de eneargo.
2. JHontem eomcqou a fallar o Sr. Agostinho de
.' *' Orncllas, conservador e seguir-se-hdo a este digno
par os Srs. Pereira Dias, progressista e condo de
Casal Ribeiro.
Espera-se corn muita curiosidade palo discurso
do illustre titular.
SN'uma breve resenha, que tern, primeiro que tudo
a obriga9ao de nao ser estopante, nao pozso estar
aqui fazendo-Ihes uma critical retrospectica de
cada discurso, dos apartes, dos incidents, das pe-
ripecias qlue tern offerecidj.) esta vasta diseussao
de umra project de retorinas que nao satisfaz com-
pletamente os progressistai, embo-a se obrigassem
pelo a:cordo, a votal-as na generalidade, nem agra-
da, p)r form alguma A legito conservadora da
camar at6 agora hereditaria, por-iue v6 no pro-
jecto um comeqo de desmoronamento do regimen
do privilegio t! sombra do qual se tern mantido e
conservado aquelle ramo do poder legislative.
Summariamente Ihes farei notaraimportancia
dos seguintes discursos: do Sr. Henrnlue de Ma-
cedo, porque fallon em nome do partido progres-
sista e dissipou todas as duvidas que se apresen-
tavam e deram mesmo lugar a artigos vivamente
redigidos nos periodicos da opposivAo e nos minis-
t6riaes, sobre se gos pares progressistas usariam di
faculdade, que reservaram no accord, de votarem
Squalquer mogio de adiamento do project, que se
Sapresentasse devidamente fundamentado.
Niao houve recomsiderao por parte do partido
:, progressista o para melhor diuer dos seas chefes;
Sae honeave ao que pareee um eodiuillo ao accord,
on como outro dianzema, corn muita gaas am acto
addiejnal ao elebrado aeeordo de pwtidaos.
i etore-me qaes pverogreA vao qe nas
,' _. vevraJ dessert as eorti para se
kV & rd t eMet rm as w m tuimt qua
ps r ld ai rwio satifeimul, er ..

awno PM &sw u.
ILiuhum V___o-m-s- S _p -at-


'0

~


camara atoa em sentido eotrrio q m qa
os depuatdesrogressistas haviam poue an-
tes votado sa camara electiva.
Pareee pois estar eombinado que essea prs't
do governor, reforma das alfndegas e tois servi-
gov adanNeiros reforms do exereito etc. embors se-
jam votadon na camera dos deputados, ano ja foi
a du alfudegu nao ehegario a sel-o a eamara
doe pares, e asaim se explica o qu soe preheade
do diseurso do Sr. Henrique de aed embers
entros queiram explicar o facto pela attide que,
tomariam na commission executive do p- tide pro-
gressista, maitos dos seas membros que Bao pares
do reino e vieram expressamente a Liaboa por
motive do project da revised contitucional. Um
artigo editorial por6m do Primeiro de Janeiro, o
principal orgao progressista no Porto, conta as
cousas do outro mode di a entender que sesa re-
salvada hypothese da votacAo de qualquer moeAo
de addiamento pelos progreasistas, foran disposta
em attenuaso a Sr. condo deCasal Ribeirp, a quern
o progresefstas acompanhariam, se este illustrc
parlanentar propozessc o addiamento do project
na camera dos pares. Man, que tendon njudado de
opiniao, os progressistas concordaram em nlo ir a
reboque dos conservadores mais esturrados da ca-
mara, takes como os rs. condo do Rio Maior, vis-
conde de Chancelleiros, Moreira de Rey 0te. etc.
Algumas folhas governamentaes, ou para melhor
dizer, a mats important d'entre ellas, 0 Econo -
mista, tiraram partido d'estas revelaq5es do Pri-
meiro de Janeiro, hostilisando o supposto procedi-
mento que teriam os rogressistas n'essa hypo-
these, confcssando todavia que nao seriam des-
leacs ao accord o procedendo assim mas incoheren-
tes.
Se n'esta narrative dou tao extenso lu*ar As rc-
ferencias ao awcordo, 6 porquo tern ellas mais .oc-
cupado, ptr uina recrudescencia adumiravel, os de-
bates da camera alta e os artigos editoriaes dis
jornaes politicos, do que a essecia das reformas
constitueionaes.
Fechon-se pois o parenthesis das hesitaioes e
today a geutc agora esti convencida de que o pro-
jecto das rcformas political alcanarAtaa camuiara
dos pares cuonrine maioria. Os debates, mc.sunmo
depois que tal parentlihesis parece ter-se foecliado,
perdcram ji. muiito do sou interests; entretanto,
repito, 6 esperado corn grande curiosidade o dis-
curso do Sr. conde de Casal Ribeiro.
Para me referir ainda aos diseursos jai pronun-
ciados, direi que o do Sr. viscoade de Moreira do
Roy foi muito aggressive pira corn o Sr. Fontes
principalmente, confessando seinpre qu9 era um
dos seus melhores amigos. A replicaL do Sr.
Fontes, crivada de apartes que jmunais o embara-
qaram e ihe davam margem "A manifestas;o dos
seus valiosos reeursos de orador consunrado, vie-
ram provar mais uma vez que esta notavel indi-
vidualidade parlamentar conserve ainda, apezar
dos annos, a sua antiga energia e suparioridade.
Basta par hoje do reformas politieas.
Na camera dos deputados entroun hontem em
discussao o project remodelando o impdsto do sal
e aguardente.
Fallon contra o Sr. Dr. Jose Saldanha, e defen-
deu-o o Sr. Pereira Carrilho. A diseusSlo conti-
nua. -
Nao me record se ja Ihes communique ter sido
votado na camera electiva o project doi lei auto-
risando o governor para eontrahir um emiprestimo
de 18:000 eontos de rdis fortes, eoa seja 100 milhoes
do francs para a eonsolidago da ditida flue-
tuante.
A diseussno jomrnalistica sobre o tractado do
Zaire, prosegue. A imprensa das provincias tern
tornado tambem urma part important na analyse
do tractado. ;
Pela forte opposiVao de que o tractado esta sen-
do object em Inglaterra, quero acreditar como o
mais provavel que a sua ratificagso no parlamento
inglez sera adiada.
Em Portugal, o Sr. deputado Lueianoi Cordeiro,
redactor politico do Jornal do Commercto foi oclt-
to relator do project de lei apresentado polo go-
verno para a ratifioeaso do mnesmo tractado. En-
tretanto as eamaras retain a lei de ineie, sio dis-
solvidas e ainda nos veremos mais tardej um gabi-
note progressista, a hraeos corn este negocia intrin-
onado, comao m tempo se via cam o do tractado de
Lourengo Marques, d'onde se lhe origiuoa a queda.
Consta polo Moniteur de Rome o pelo Ocser-
vatore Romano a circular dai Propaganda Fide di-
rigida aos bispos o chefes das misses 4atholicas,
declarando que a coaversao dos seus bens a obriga
a estabelecer centers administrativos para se re-
ceberem, do feturs, os legados c os donativos dos
fids.
Sogundo aquella circular, estaos agendas serao
exorcidas em Vienna, Munich, Paris, Madrid, Lis-
boa o Haya, pelos nuncios apostolicos; cm Malta,
polo agonte da Santa S6; em Londres e Dublin,
polo cardsal arccbispo de eada nmia d'aquellas ci-
dades; na Belgica, polo arcebispo do Malines; em
Argel, Sydney Nova-York, S. Francisco, Quebec


c Toronto, pelos areebispos; no Rio de Janeiro.
polo internuncio; e em Baenos-Ayres e Quito,
polo delcgado apostolico de cada uria d'aquellas
ci'ladbs.
Ante-hontem o Sr. coaselheiro Antonio de Serpa
Pimentel dirigio ao Sr. president do coinselho per-
guntas no sentido do saber quaes eramt as ideas
do governor cm rclaqao ao estabelecimeato d'uma
saccursal da Propaganda Iide, quando as lets do
reino prohibem o cstabelecimento de congrcgaiao
ostrangeira cm Portugal e 6 sabido que! a Propa-
ganda tetn creado 03 s maiorcs embarasos ao exer-
cicio da jurisdiccao ecclesiastica do padrioado por-
tuguez, tanto na Asia comno na Africa.
0 Sr. Fonttes responded que nada lheaconstava,
que procuraria informar-se e faria cumprir as leis.
0 Sr. Miguel Osorio tomou part n'esteoincidente
e a imprensa liberal, desde a mais modeiada at6 a
republican, today ella se oecupava do assumpto,
chegando una folha progressista a afirmar que
para repellir estas e outras invasdes uloramonta-
nas, s6 poderia contar corn o bom exit de um ac-
cordo entire os partidos liberals.
Um fdelba regeneradora, 0 Ecownomista, pprgan-
gunta ao Sr. A. Serpa que providenciasi tomoau o
governor emquanto S. Exc. fazia d elle part, para
por cobro A diffuslo dos ninhos jesuitieos entire
n1s, como o do Caminho Novo, :em Lisboa, que se
vai alargando cada vez mais. -
N'to 6 mal perguntado.
A dpoca lyrics esti quasi a fiAdar.{
Comipletadas as 90 recitas (6 hoje a 89) a em-
preza Campos Valder .& C. abre urma asignatura
por mais 10 recitas, daudo o Roi de Lahore, de
Aasa'n,net, que 6 a opera nova diobbligo este anno,
cornm todo o splendor de deaoravses, adereqos e
guard roupa. Esperam-se ainda algumnas vistas
de Italia, p)r isso naol 6 certo que seja no[dia I de
abril a primeira representaiao.
A Academia Real dos Amradores de Miuica, en-
saia cornm todo o cuidado e actividade a grande
missa de Rossini, officios e responsorios Ide Casi-
miro e Sautos Pinto para as feetividade$ da'Se-
mana Santa no grandiose temple dos Jeronymos
eam Belhm, sob a direcqo do Sr. Antogsi Duarte
Cruz Pinto, cujos merits musicaes sao midto con-
-seitiados.
Muitas senhoras, perto de sessenta, da noaa
primeira sociedader cantam nos coros enc.rregan-
do-se das primeiras parties algumas das mais feste-
jadas nas sals.
Ouatros tantos cavalleiros tomam part n des-
empenho d'aquellas partituras. I
A orchestra coantsa perto de oitenta eaecutan-
tea. Os ensaios teem side muito eoneorri E, dei-
ando nitoes firequentadores doe S. Carlo. n'oeaas
noites, os aeus lugaren 'aquel a sala de et-
cvloe para irem onvir oB amadear.A rusa doAle.
trim.
i Em S. Carlos ternam tido auit
a opera Lawema do nos compatriota
Ibado e imjpe 0M m eat


"_usstuedst.. ,t
SA gf~fti G te @ jr fariexf wnb Upy





La,
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ll^* i~iqa _lMMT |
|A-- ol


JI.TERIIIR


Correspondencla do larl de

RIO DE JANEIRO.--CORTE, 4 DE BRIL
DE 1884
BunMAno: A retirada do Sr. Guajar da pre-
sideneia de S. Paulo.--Hiatoria e 4oim s
do caso.-Discu5sses na AssembMd Povin-
cial.-O mandante do assassinato do romo-
tor de Botucat. -Asprovidenca tdo 9over-
no.-Imprewes e partithadas pelo Sr. Ga-
jard.-Motiem da denunia do cehefe depo-
licia.-Deaforqo de presidente.-Cas ori-
giwnal e exquisito.-Diffieuldades politics nwt
prov'iwcia.-Outro incident net Assembl'a
Provincial.-O Sra. Moreira de Barros o Abe-
lardo de Britto.-Taxa de escravos ,otaduz
pela Asseablda.-A rise dapraga expcada
polo Diario do Brazil.
A resoluq.Ao tomada polo Sr. Barlo do GuajarA
de deixar inesperadamente a presidencia da pro-
viucia do S. Paulo, fazendo entrega d'ella aso 5.'
vice-presidoente por ternem os tres primeiros eonvi-
dados so reeusado a recebel-a, e o facto politico
(que ultimamente, depois da retirada do Sr. bRo-
drigues, mais commentarios tern motivado. ) ca-
so, realmente, uao deixa de ter sna gravidade pela
difficuldale que acarreta ao miuisterio, cujo pro-
cedimento neste negocio, a ser exacta a version
que corre, nio plde ter sexplicaqao satisfactoria.
0 Br.tisil. jA tratou d'elle e pxr part dose es-
criptores do governor ainda nenhuma resposta teve
0 facto tern a suia historic, que 6 mu pouco
longai. Resuiil-a-hei.
Nlo ha iunito, funccion-ando a Assembl6a Pro-
vincial d'aquclla provincial, umn dos iseus membros,
republican, o Sr. Moraes Barros, occupon-se corn
o assassinate do promnotor de Botucatd, pue sp den
ha: mais do tries annos, quiando ahida vivia 0 mi-
nistorio de 5 de jauteiro c d'elle fazia parteo oSr.
Morcira de Barros ; e, exhibiilo doewIncnto ac-
cuso coino inandante do crime a umn doeputado li-
beral, que so aclava jrcsento, toruaundo taniibem
s dinte a incapacidade, scunio complicidade da. au-
torid.ulcsda localidade. A sessio tornou-se enm-
pestuosa, intervindo as galerias cm flavor ddora-
d-r, dc modo que o president t cve de suspender a
sessao; retiraram-se do salao c, corn vehernmqntcs
protests, na'o s6 o deputado accusado, co0o Os
sens companheiros liberals.
No dia seguinte compareceram estes, ma nao
aquelle, queo communicou ao president ter rtsol-
vidonlo tomar mats parte nos trabalhos, at uta
a affronta que se Ihe fez, pretendendo-se collo al-o
alli em condic95es do r6o, offendendo-sc assrm a
sua dignidade.
Incarregou-se entlo o Sr. Morcira de Baos,
como o liberal mats graduado da Assembl6, de
dar explica90es e justificar o seu proeedimetto e
dos colleges que haviam abandonado o recinth na
vespera, narrando tambemn o qae occorreu n scio
do gabinete do quo fazia elle parte quando o eto
chegou ao seu conhecimento e quaes as proviien-
cias que foram tomadas, e que se resumiram n no-
meaqAo de um novo juiz de direito, estranho a
localidade, a quem se recommended o desagravo
da lei.g
Tacs explicaVies nada adiantaram e ainda de-
ram motives a replicas, das quaes resulton car
patented, que sendo os indiciados maudantes do cri-
me, creatnras da intimidade do Sr. Martiha F'an-
eisco e infiueneias eleitoraes no district do ilho
deste, o juiz nomeado ei precisamiente um reom-
mendado e protegido do mesmo Sr. Martia Fian-
Cisco.-
0 que seguio-se d'alhi por diante foi o que de-
via esperar-se : o inquerito nao den res.altadoe o
jauiz nao achou quem pronunciar ; o juiz munici-
pal, que era um moco natural de Pernambuo,
por fugir a igual sort a de um eollegatev*de
abandonar o liugar; as autoridades policiaese on-
tinuaram aser as mesmas e o estado poliztzc da
comarea nao experimentou altcraqao, mantidas co-
mo ficaram as influencias political.
SA discusslo havida na Assembl6a, entretato,
havia produzido no animo do publiceo viva im-
pressao, da qual partieipou o Sr. Gaajar,, que
mandou chamar o chefe de policia o Sr. Bakta
Neves, e disse-lhe quo propozesse a demissMo dos
seus agents em Botucatti, e a nomeaoao de outtos,
que nao fossem protectorss$ auxiliares de assas-
sinos. Assim fez o chete de policia.
N'este ponto don a palavra ao Brasil, que as-
sirn referio o que so seguio, sem que tcnha sido
contestado :
,, Inde irce Irnrnediatamentd bA deputados yo-
tantos do governo telegrapharam para ca, exigin-
do a domissMo do Sr. Baeta Neves, o qual em tu-
do isso representou a comedia do hollandez. 0 Sr.
Lafayette passou o telegramma ao Sr. Prisco Pa-
raizo corn a nota de cumpra-se, em terms. I 0
Sr. Prisco, born serventuario entendido no offidio,
levou A assignatura imperitrt o decrcto de dernms-
sao do chlfe de policia de S. Paulo, c, para anie-
nisar a scena de execuvfo de um innocent, fez 11-
vrar al guns deoretos de coronets.


Qiando o Sr. Rayol soube da desfeita q'ue
soffrera na possoa isreparavel do Sr. ex-Ba6ta No-
yes, a desforra que tomou, c o acinte quo ilhe p-
receu indispensavel fazer a este governor, consis i-
ramin em nomear o mesmo Neves chofe do poli ia
interino, c em passar a admimnstracao aos ausan-
es. t i
Como se v6, o caso tern o seu tanto do original.
Que o president, julgando-se ferido em sua dig-
nidade, passasse a administracao da provincia o
primeiro que a quizesse aceitar, na o 6 cousa 9e
cstranhar e p6de ser explicada como questao de
temperament. Mas que considerando-se desfi-
teado polo governor de que era delegado, quizesse-o
tambem desfeitear, mantendo no cargo de chefe de
policia corn nomeagio sua o individuo julgado i*-
capaz de o exercer, e que este, demittido a bern 41o
serving public, se achasse corn a precisa for a
moral para continuar interinamente no mesro
cargo, 6 o que no deixa de ser original e exqu -
sito !
Nao repetirei corn o orgao opposicionista qie
Studio isto narra-se fielmente at1 o fim, sem con-
mentarios, porque n'eseas desfeitas de cima paiia
baixo e de baixo para cima, estMo desenhados as
trapos d'esta situage ; no ; digo sd6mente qe
6 exquisite, sem pretender, partilbar do conceilo
do um mneu amigo de genio folgasio, que, em r-
tcrencia ao mesmo caso, dizia-me n'outro dia, eh
conversa no bond : ( de todas as patuscadas d
actual situav.o essa 6 a mais engracada. ) ,
Engraqada ou triste, o facto 6 qne o Sr. L-
fayette estA soe vendo um pouco embaragado par
dar successor ao Sr. Rayol, Baralo de Guajar,
cornm promptidlo, tiraudo a presidencia da interini
dade inesperada em que se acha, e que ainda mai
pode anarchisar a political provincial, jI muiti
difficil pela falta de accord que ha centre os.depu
tados e senadores liberaes, 6. panto de haver qua
tro grupos, cada um corn o seu ehefe. Essa des
harmonia ainda accentuou-se mais ultimamente
entire o gripo do Sr. Jos6 Bonifacio, a que perten
ce e Sr. Abelardo de Brito, e o do Sr. Moreira d
Banrros, corn um ineidente que deu-se tambem M
Assembl6a Provincial. Tractava-se alli de u
project relative A companhia das aguss, -a equal
corn oun sem razo, acarreta corn muitas antipa
this. 0 project attmdia A certas reelamaoa
da companlia, e a dismeuuo que me travon foi
acompanhada corn mito Interase per grand. par-
te do public, sern qse a qetio tomasse,ntre-
tanto, earacter rtidario prommedo. Enaeera-
do o debate, haveado empate na vota, as ga
lerih up eas ruuultado, esade=
am~f Q~ffft ?!we a G!!BBB 0 or. Morebsf
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Dizendo que o banco tom sommas avultadas nas
maos do governor, e devia em vez de vexar o com-
mercio corn a aggravano de taxas, pedir parte do
pagamento de suna divida, pars por esse modo ob-
ter recursos, conclude o Diario do Brasil:
SMAlas o Banco do Brasil tern feito o contrario.
Quer dar mostras (o que grande imprudencia)
de que nMo precisa de dinheiro, e no s6 o nao pcde
ao governor para amortisar a sua divida, como ain-
da The offerece mais diaheiro.
E' incrivel isto, mas sAo os proprios documen-
tos do Banco do Brasil que o affirmam.
c, Eis como elle tern offerecido dinheiro por le-
tras ao governor, augmentando todos os mezes o
respective dcbito.
November do 1883 34,110:000000
Dezembro 35,250:000-000
Janeiro de 1884 37,720:0003000
Feveoiro de 1884 38,940:000Q000
SGemo semelhante procedimento do Banco do
Brasil, ainda mais abalado ficou o credit. A des-
confianga foi crescendo, os capitals foram-se re-
trahindo e os depositos vao dininuindo em prejuizo
d'elle c do commercio.
a Nem cra de esperar outra cousa.
a Vejamos como os deposits vao sahindo, obe-
decendo ao convite do banco.
,c Por letras e contas correntes eram os deposi-
tos do Banco do Brasil 0o 3 seguintes :
Dezembro 60,629:270A914
Janeiro de 1884 58,323:590A749
Fevereiro de 1884 54,891:459A744
Coma se v6, a nossa actual situac-ao bancaria
nao 6 das mais lisongeiras.
Baixam os cambios, diminuem os auxilios ao
commercio, fogem oas deposits, cresce a descon-
fanva e os capitaes se retrahem.
K E quaes sao as causes dai situaiao ?
a No vemos outra: 6 a political imprevidente
do Banco do Brasil.
SAs nossas previsdes se realisam. a



DIARIO BE PERNAIBICO

RECIPE, 13 DE ABRIL DE 1884
Noticlas da Europa
0 paquete inglez La Plata, entrado da Europa
no dia 10, trouxe as seguintes noticias, cujas da-
tns, de Lisb6a, alcanvam a 29 de marco, adian-
tando 6 di .a As trazidas pelo fraticez Senegal.
Portugal
As noticias deste pais constamrn da carta do
nosso correspondent de Lisb6a, na rubrica Ex-
terior.
Hespanha
Eis o que sobre a Hesapanha escreve o nosso
alludido correspondent:
Continue pr toda a Hespanha a perseguic*o
A fmpteusa. Tudo isto parrece pouco proprio para
consolidar o throne de D. Affonsao, e mostra que
nio aproveitou a experiencia dds ultimos tempos
do remado de D. Isabel.
a 0O individuos press em Madrid por suspeitos
de participaio na fitso apregoada conspiracy re-
-a cutimuavram ueommmunicaveis A data
uld stimas aoticis, eahrs ale baja apasteesi
a 0 govemoa f-se par Bte fact quoimeat
-tb, d, po d Bei o que re-
-'d" do fbw. 1-1t W-. d Mba syba


Iath jbi & M*n6& tanori


* 1"


-Ct-. ~i


Ad'eUe ha mnnito se fe06 em
a ao de o anatmro a
etivw ao faltaf de iaiiati-
iltado deque todo s gww
into que deemm piau y tores.
eis chegadas pelo correio de
at-m so quae ea pblicado
ertatae da *abdtaf&u pwa


al vers. ;VnE grand a mai -
r m_iWsdtmgo pm-mdie do lado do S. o
e oav e eaalludmado ao titulo de enpelho
aer a o r. Abelard exolamoa : n: o famam


B|a qouelheadMte.o n *es
niolmeodam e av qeos abid es-
p ukooem ieao deim Sear elado e pro-
iniielnto 6 mai fci do qw o 0attivo
e e xacomeaish nte a b q (a-
pr mgo podeoe a dt ot len pswutm,
rues adtosa qae oh nn soei
o Sdo corn quom -
is riqu.~. muds nwafl. que
ms de per tocam a mema lavoutra, esta o im-
posto que foi creade o de4e 000 por escrav e ampre-
gado n ella, e 5lOO para B das cidade c Villaa.
Se emas tan for devidamnt arreeasdada o soen
product deve avultar, pois qua, segundo os ulti-
mos dados colhidos, no fim do anno passado, exis-
tineam Nt ia 1719 eaerave.
-.M0 Dioar do Broaw deu-uoe ha poucos dias
um interessante artigo em qu ae expliea e aprecia
as carns da crises porque estailI)asmando a nossa
praa, e quo elle chains a presslo moaetaria, n
tornando por eRlla responsavel o Banco do Brasil.
Deade o prineipit o do sano aellea eansuron o pro -
cedtmento do Baneo, que par a servir a uma sasso-
ciasso cintao creada corn a fin de sistentar o pre-
go do e af no mercadao, e to quando ja tinha elle
grande esommal em powder do gover-no.
a Ultirmamente, dizia entoo o Diario do Brasil,
uma associavao do capitalistas apparel especu-
lando em caf6, comprando grades partidas, e es-
portando por sua conta. Diz-seo quao o Banco do
Brasil adianta a esses capitalists o dinheiro noe-
cessario para effectuar a espoculacao.
,, Este syndicate de cafe, quo assin se den.emi-
iia a associa(o, obriga-se a ntrecgar &o banco as
cambiaes produzidas por todo o cafe esportado emi
grande escala. 0 Banco do Brasil, possuaindo as-
aim quasi todo o valor da oxportaqAo, sustenta e
ate lovanta as taxas.
a Diante d'esta attitude do bauco do syndicate,
o monopolio o aque fez, o que faz, o que fara?
SRetrahio-se. Poz-se A capa. EstA de obscr-
vaCAo.
S E' de preosumir, e sera prudent crer, que o
monopolio (do cambio) niao estcja dormindo. 0 fio
naturalmoiente traballiou. As exportascua estao em
viagem e as liquida ies apparocrioe rmais tarde.
S Alas, tera o Ba unco do Brasil coanettido uni
erro para sanar outro ?
u E' uma questao melindrosa, e s6mentc no quo
ella interessa ao commercio c as industries dire-
mos algurnmas paltavras.
a 0 Banco do Brasil tei dous interesses a sor-
vir, aimbos reepeitaveis: o intoresse public co
interests dos acciunistas. ,
Em opposiaao a eses syndicate, cujas operates
exigem grades sommas, outros so organisarain
nos EAtados-Unidos c no aer'e, e as grades re-
messas de caf6 para ssess or moados ficarain coio
queo sitiados, pla baixa dos pros, c ja se co nta
corn um prejuizo do 300, 0. Assim, as cambiaes
d'aqui reinttidas sobre alquelza esportateo nao
podramn ser pagas, porque o caf nilo achonu com-
pradores, e o Banco do Brasil tve de remetter ou-
tras para pagamento das letras do syndicate.
Chegadas as cousas a ease 6p, porgunta o Dia-
At6 que ponto so estenderao s tdesastrosos ef-
feitoas do uma tal pressio monetaria, que o Banco
do Brasil, unico, promoveu c provocou ? 0 Banco
do Brasil o sabo, e, se nao quizer attender, em tein
po e eom energia, a essa pressao monetaria, to-
mando e pedindo providencias adeqaadas, o Banco
do Brasil sentira atW ond6- so estoudem os effeitos
da pressao.
Para corroborar as nossas asserques, acompa-
nhal-as-hemos de provas.
a Ninguem p6de ignorar, e sobretudo o Banco
do Brasil, que 6 justamente nas occasie5cs de erises
commerciaes que a desconfianua afugenta o capital
e o credit, e que mais necessario e o auxilio de
um banco as condicoes do Banco do Brasil. E'
come que um incendio, a que o banco dove acudir
promptamonte, para atalhal-o em su-as prinneiras
de vastaqces.
a E tera o Banco do Brasil cumprido esse de-
ver?
Eaesiguemos da resposta os proprios balan-
e~b obauco.
r Vejamob como tern sido auxiliado o commercio
na cnise que atravossa, examinando o adiantamen-
to que o banco lhe tern feito par letras e em contas
eorrentes. &
Os adiantamentos feitos ao commieroio polo
Banco do Brashl sio os seguintes :
Dczembeo, 1883 47,907:8734911
Janeiro, 1884 44,188:581$392
Feveraira, 1884 41,981:1406085
a Parece incrivel, mas os algarismos sio do pro-
prio banco. Eis ahi coma tern o Banco do Brasil
auxiliado o ccmmercio Rctirando-lhe o Credito,
cerceando-lhe os recursos Ao passe que a cruise
se aggrava, o Banco do Brasil menos auxilio pres-
ta ao commercio. a


que, ao abrir-se as cortes, contava cornm a quasi
unanimidade da camlnara, e pouco depois tinha em
frefite um nuclenu tmportantissimo de for9as que
apesar de andaremnt dispersas em torno de persona-
lidades illustres d4 political, que a rivalidade man-
tem desaggregada pode chegar um moment cri-
tico cm quto a inteesse c4rmmum de veneer o go-
verno se reuna soka o commando d'um chefe unico,
abrigando-se sob ia mesma bandeira, a despeito
das suas insiguifiantes divergencias. Esse mo-
mento poderi ser a elei4ibo pesidencial, e dahi a
importancia de qud so revestio a crises, antes de se
iniciar a grande iscussao political, adiada pela
doenua do Sr. Depretis, que havia de decidir da
vida ou more. do ministerio a que preside,
Para se explicare bem a origem do conflict, 6
precise conhecer o character do president dcmis-
sionario, uama das iguras mais sympathicas da po-
litica italiana, c saber coma o caso se passou.
0 onorevole Cavilloti, um cloquente deputa-lo da
extremina esquerda, anctordradmatico muitoapplau-
dido, interpellava 4 governor sobre um aconteci-
mento escandaloso, que por largo tempo chamava
a attengao da imprmnsa. Tractava-se de saber so
os agents da auto:'idade haviam post em torture
um tal Onofrio Barone, accusado de furto, afim de
qonfessar um delict por elle nao commettido. 0
facto tiniha sido perpetrado n'um povo chamado
Baronissi, na provi icia de Salerno, que reprcsen-
tava em cortes o onwrevole Farini, e para o testo-
muunho d'este, que entAo se achava na provincial,
appellara o deputalo interpellante.
0 president FIlriui, querendo evitar malores
complicacues aogornemo, deu-se como nao allu-
dido, e poz term a aceidente, passando A discus-
s.o um project de lei qualquer. Entretauto Ca-
vallote pede a palanra, recapitula a interpellalao,
invoca novameute o testemuuho do president, c a
camera, por grande maioria, c corn o voto dc um
dos ministros, resol Ve que Farini desqa da presi-
dencia e dQ explicasies. Farini fica n'uma posi-
iao falsa, e, como 6 natural, entendendo que o seou
prestigio presidencil fica prejudicado corn a reso-
luqao da camera, leoanta-se, e pede a sna demis-
sao.
0Grande agitaao m todas as banadas. A ca-
mara resolve immed atamente, e por unanimidade,
nao aceitar a demiisao de Farini; este insisted e
declare terminantem ante que n'esse mesmo dia sahe
de Roma, e que se a cha resolvido a abandonar o
parlamento por algc m tempo.
ResoluqAo inhabal vel.
No 6esta a prim ira vez que Farini, n'um mo-
mento de agita n irvosa, desce cholericamente
da cadeira preeide cial de Monteciforio, e corre
paras a tebaida da v la de Salaggia entire as co-
linas de Monferrate, cujo porl se perde nas gi-
Sgastescas iHn doi Alpe para os prados os
quae deriva m a fe ndau e alubres correntes do
libta-ievaiedeoA dta.
Era em 18 de m do 1880. Havia duas on
trees emanss quo a m e debasta n'umns larga
e fiidion di de poUtutx trtena.
]da psi9ltosdssq trctua a a -cM
4biM~otaMto% Sral 0 acfi afltttre arMrotcahe &k MOSe
i dc ptiR d w UeLtcAcOU 0 CIKww


firma a ide quo
asclases oporark
I qa as elamus dc
vua propm4a em e
vao possiv;8is con t
a As ultimas m
Madrid, poam a
relativamente A iuA
ia0.


2 Pareee ser ato dmddoslo, m ew tia co
effeito umra n i com et iamo jai.
gou, e so me indiv s Ms ex a aslidas
conspiradas. AMUhs diinImim feilts
pela 'pliuia, r te: o a que prwm da ANM
lta grwA A, co-m games Ts acanps,
Hidalgo, hrr&rM ti a- n psdi di-
mento alga n owta-, a s 05esamtdm
nas residencias d s demaes presos, referiam-se
unicamente a subleva;Ao de 4 de agosto.
a Diz-sc que o goveruo hespanhol pensa em
mandar para diversos pontos do paiz os detidos
como conspiradore$, para que os julgamentos nao
tenham lugar na capital.
Eate boato ta causado grande indignaaoe
na imprenaa oppoaicionista, que alo duvidaa ver
bera r takes intaenoes, e insinuar o fim que ellas
tern em vista. E' de supporque semelhante boat
no chegue a converter-se em realidade.
Tambem se atnribue ao gabinete Canovas a
ida de restabeleec- a lei de imprensa do Sr. Re-
mero Robledo. Asifolhas governamentAes negam,
pordm, todo o fundamento a essa noticia, que por
agora parece nao er certa, o que nao que, de
mode algum dizer que o nao scja d'aqui a alguni
tempo.
,, Corn miinisteriQs de quo fazem part reaccio-
narios come o Sr. Pidal, todo o rigor que for esta-
belecido nao excedea a geral espectativa.
N'um banquet realisado in d'eostes dias cm
ionra do Sr. D. Crintino Martos, osto uotavel par-
lamentar e antigo 'republieano, declirou-se mais
unra vez aolado de D. Affonso XI [.
Franca
No dia 27 na CaMara dos'Dep'itados, o Sr. Fer-
ry president do donsclho e ministry doa estran-
geiroa, declarou que o fin da Fran.ca cm Madaga-
car, 6 puranieite civilisadur, nao tract de con-
quistar, mas sirm tic asicgurar a protecqiao is po-
voaaoes do su.ste, c aos compratiotas.
Foi approvada por 450 votos contra 32 a ordem
do dia exprimindo, a rcsoluq') da Cainmara cm
manter todos os diteitos Ia Francaa cm Madagas-
car, e enviando A cominmnissAi.u especial, paia dar
parccer, um pediilode crLeditos pars este fim.
Falleccu o Si" Migne. Este personagem era
como diss'i o telegranmma o decaino da Academia
Franceza. 1,F-ra anigo mnuito intimno do Sr. Tiiers,
e contava maims mn aino dc idade d, que o falle-
cido ex-piresidenote da rdputblica. Tinha ultiosa-
moute comnpletao o's scus oitenta e oito animos.
0) Sr. Migiet era umn historiadir coin umn Ei'jiv,
de Carlo., 171.
Mais tard e publicou a ITsstoraia du RJtovola.-)
Franueza, traballio que adlquirio extraorlinaria
popularidade, e iiic to'in tido muitas cdiVes em
Fran,;. i, seniJo tradnzida cm quasi todas as lin-
guas. Homem cijuenitemicute liberal, e progroes-
sista, foi m'ttido m l)cni proceso polo g,)verno da
Rcstaurag;o, c Cste fact fez cons qum cile (ntrasse
no campo politics A revolugao de 1848 demit-
tio-o do cargo de director do archive do ministerio
dos negocios estrangeiros, para que tinha sido no-
meado polo rei Luib Felippe.
Apozar d'sto proestou contra o gelpc de cstadS
de 2 de dezembro 4e 1851. Desde entso retirou-
se i vid:, particular, dedicanklo-se unicamente ao
studio. Deix. mititas obras iinportantes.
Mauitos banqdetes, e reinides se teem cele-
brado eim Pariz, paras festejsr o anniversario da
communa. :
Presidio a um o tidadio D reuve, que tinha sido
um dos membros 4a cotmun e n'ella occupou a
a tribune o cidada! Souvestre.
Segundo constai foram .convidados para esta
reunitao os Srs. Ferry, Brisson, Tirard, Grep,
Fary, Le Royer, elain e Sehoelzer; mas parece
que nenhum d'elleo aceitou o eonvite. ,
N'outra reuniao ontavam-se mais de mil e qui-
nhentas possoas, nias esta nao parecia um meeting
politico, parecia auftes um concerto revolucionario!
Alli prevaleecramiquasi exelasivamente as eaa-
9Vea e os hymnos ipatrioticoas, sendo os estribilhos
de umt e outrasi Viva a anarchia, Viva a re-
volmoio social !
Bm resume houte asli poucos discum-sos, mas em
compewsaso, muios gritos sabvereivos, e bastan-
tes bebidam, sahindo naturalmente vauitos dos con-
currentes, sob a influencia dos vapores alcoolicos,
pensando talvoz qUe j A eram ministros, ou grades
senhores!
Em Marsellia taibem houve reuniao para celc-
brar o anniversariS da commauna. Em ura d'ellas
feeoelaumada presidente honoraria a cdaduil
Vera Susalich, a qaal como 6 sabido, disparou um
tiro do revolver cotatra o general Prepoff.
N'osta reuniio iapprovou-se por unanimidade a
seguinte resolunqoi:
a Os socialistas I declaram, que a proaima revo-
lugio devera telor fim expropriar a riqueza so-
cial, pars que posSa servir.,em benefiaio de lodes.
A sossio levantou-se; ao grito geral de
a Viva a revoluQ4^ social. ,
,-^ Italia *-*.^
A crises em que se acha o governo italiano,
desde que so votoq a lei de instrucio public, e
quo fot approvada 6 por tres votos dc maioria,
voio complicar-se com a demissao apresentada
polo onorerole Farini, da presidcncia da camara,
que occupava corn appoio, e voto de todos os par-
tidos e fracc5es politicas desde marco de 1878;
isto 6, ha justameite sees annos.
A situac.3,o tornsva-se duvidosa pars o gaverno


Al- -


dadigmidsjm ~l1iii<~j H
pa"m

P~iiredawn TiwaHmmi% imii-iIH
prerogativa de premdente, eom oe a*ilu#
minora 4!flmamdonw.
Mancini, k e &ma wam s a
-m ieai do ht- e o prisAtfaa
wo *dis p o p ht t-e. e ua-
B fo 4 d am xai tean ha svi -
to it d s a t f ar t snti t iin"uM
plm Acipm belMM d wqprd, oe dop -
a i0,SMom Ai a a candente as luwts
padia kwtr, 0 gMw 60 MICAnto da prhw.
versm usas doeflieiosa Saluggie.
Este character vehement, impremssiavel, emr.
gico, violent, indomavet, 6 a nota caraeterittcs
do perfil moral do president.
Quando em 1878 Cairoli passou da pree4demcia
da Camara para a de conseiho de ministroe, Fari-
ni foi eleito pars o suabstituir e qando subio ao
estrado da presidencia na idade ema qne outos
entrumain parlamento, alguns invejoseos murmumra-
vam :-Dcve a sua eleielao a seu constante aue-
dame e mao humor! E comtudo Farini, tiaha na
sua folha de services paginas brilhantissinmas em
que appareciam enlaladas as glorias militares e
as victorias da tribune. As glorias militares,
porque Farini, como a maioria dos homeits do seu
tempo, lutou de armas cm punho p'!a indepen-
dencia e unidade da suna patria, c as vietorias da
tribune, porque ia assembltl de iBolnhlia. e na Ca-
mara piemonteza, coin) na do reino de Italia,
conquistou applausos e r,-i;utaiilo, ora (ombatendo
o ininistro l'ottinengo, on dcfeudcndo os pianos do
Ricotti ; ora iuterpeliiaudo o govenr) sobre os
aconteciuentos da Bavicra iJjunholie 'i.,1 mioutra-
tando da organisa:o do exercito en, 1-473.
A verdalt! 6 .ie.. se s il ttiasi mcios muffi .iento'
para tao cdcra-los carg.)s, nilo dein-mstrm ter-ll,-s
inuito apeg,. Em dezemb'nlj-o do 1.S.', iiiimiisterio
Cairoli caluio, e Farini nmovilo p)r urn m -nitin'nt)
de exageirada dclicalez.i. ul-,iitti,-se b 10 .. 11 al-
lamenito, p.-r6mi, pr uaani-nilad-, r,-g'mit-mu a ,-
missio acolhendo.-o cim unm s:ialva 'le palm-s
quando elle occupou novamrnt,! o scu lugar.
Sernmellantes ,nsnifcstaqy',,1 <,d apre,, c comside-
raao ihe teem silo lisp't-4.Ila-t desl .itjuella. dl:-
ta. Em fevcreiro d l's. iluatia-)lo -r,, alrio a no-
va legislatnra, e maiii tar c, e inti-i.. l,')i.,is das
clei)e.-s geraos, f-i de iov', ti-it') pr.,! i lentt coin
os votos a direita:, d',s ldisii.'ntc i da c-'luirila
ministerial c fia extr-ia .e: pi,'rd.a, ist i'-. p)r to-
das as -race,-o e gj'i,.i ,ju, f- n-ut a geagripipia
political da iiiOJeriliL Itali-i.
Como Farini tcin correspi)-li-lo a easa eonfian-
ga, demonstra-o o zolo.a a actividade, a incansavel
latborios;',dti., i1ii t,-in -,",pr.. c-mproegalo na ,li-
reclao dos -tralulli: ; It (_'ainara.
.A cnla en,-'gil. d. carat-atr, rciliain ai tcnimps-
tailcs i]arl.ino"iitar>U.. a2 lact.vai--1 nia atm sphc -
ra coM:o inUvcis de vcr.'i.
A avcrta',a dir-tegLo d,ts discusaes, f.-rranldo
jtrecioso tempol)) pir.L outros assumptos do intcres-
se public, torn iva focinialas e lahiorios. coma ein
nenhuain oitro) 'ai/z, ;s Igislatur.ts da c.ainar. it-a-
liana.
Emfiin abandonando a presideacia, Farini diixa
um vecuo iminl3asj qte difficili inte poderti pre-
hencher o successor que esta destinado a tratar
corn a velleidosa e inliscipliaada maioria que
apoia o ministerio Depetris.
A crises mintist-r-i-d italiana, ainla n'to estAi (que
se saiba) resolvida, c-ntinuatdlo a dizer-se qnu o
Sr. Depretis forinara o gabincte.
Santa SO-
As cartas particulares de Itom dizemin que o
principle e a princeza da Baviera sahiram d'a-
quella cidade scm terem side recebidos uo Vati-
cano. N to lia duvida que os principles deixaram
de aceitar a hospitalidade no Qirinal; mas apre-
sentaram-se alli c foram recebidos ; em contrario
do que o Papa deseja ver por part dos prineipes
catholicos.
A prineeza 6 fillia do imperador d'Austria e es-
tc fact parece dar um certo character de gravds-
de ao incidente.
Diz-se quo a decisio foi to:nala polo proprio
Papa, depois de madura reflexoo ; inma oberv-a-se
que o cardeal Jacobini, secretario de Estado. e to-
dos quantos o cercam, querma-n trausigir, diante
das consequencias d'ums recusa.
No entretantj o soberano pontifico foi inflexivcl
mste ponto.
N'este casa, os soberanos e principns cathiolicos
que form a Roma, deveriao escolher entre o Qui-
mnal e o Vaticano. A resoltw'io do Papa 6 oem-
sidorada. em zauitos circulos como political, por-
quanto assim nao pode contar coin o apoio moral
de nenhuma potencia.
A Italia, por sua parte. procura fazer do papado
unsa instituigao italiana, subordinada ao poder po-
litico e civil.
A questto da Pr%-'-iqaada lid,- teria talvez
pouca importancia se nao estivcssc ligada a quas-
tao geral do papado, da qual e, come seanpre sc
tern dito, um dos sons principals instrumeuts. I)
Papa mostra ligar-lhc nested scntido grande into -
resse.
I Inglaterra
Quando se fazia mil conjecturas a rcsp,-ito ila


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crise ministerial ingleza que fora annuncia I p-0la
imprcnsa de Londres, apparece-nos lord Derby.
urn dos ministros, a fallar n' una reuuii'o no dia I't
de marxo, e a qnalificar de ridicules os hoatos
propalados sobre a criso ec sobre a di solugio do
parlamento.
Disse elle quo iulhor scria que s2 nao tivcs--
ido ao Egypto, mas que desde quo alli sc fira.
nao se deveria abandonar aquelle paiz, se n'ell,-
se haver estabelcecldo uina ordcin dc coasas iegu-
lar e duravel, o que natuiralmente s,. nao pc-dera
fazer taio deprsssacomo so dles'ja. D'cstas palavra
deprelhende-se claramentc que a intervene *I
Egypto naole tenm o apoio de todos os ninistros.
SEntretanto o Sr. (3ladstone continda doento, e
por couselho dos seus medicos foi paean algu
dias na sua casa de campo, onde Ie foi reoo-
mendado que porimanecesse cm rep-rao absolute.
Potde ser que fosse ess e apuro o fandament doe
boatos da criso.
Ja doeve ter comeaoado no parliament inglez o
exame da reform cleitoral.
Lord Eden-Fitzmaurice, diss' -. cieunsira dos de-
putados, que o governor britannieo- azuarls a -adci-
sAo do govemo hespanhol a reopeiti protocollo
do 1I de dezembro relativainent tr.ita,)l de
commercio. Tola c qualquer con:, .. -) relative
ao commercio de Gibraltar formariL pirate dc nc-
gociacnes ulteriores a que o goviQrno proeedi-r-.'- lo-
go que o protocollo tenlhia recebido sanobo do
parlamento hcspanhol.
Allemanzaa
A attitude (ldos clericaes allem.es rospeito do
project relative A prorogacao da leI 'ntra os so-
cialistas, traz novamente a lume A qm i-stao cleri-
cal na Prussia.
Uma folha de Berlim havia annuna-:: i1 que o
governor prussiano dirigira um vP';-, ',,ci A Santa
Sd, e reclamara a nomeae.lo imin- t dos d i)n
coadjuctorcs par, As sddes vaga : ILonia c de
Posen. A G,'rinania declara (jiu i, noticia 6
inexacta. A f.hlla clerical nao parcc.-, ir.m. in-
clinada a acre-litar na possibilid e 41 d't un accTr-
do nesse sentido. Un outro jorn:.; .: 'riceal do Co-
lonia diz que o Sr. tide Slchloczer infortni in Vati-
cano doe que o governo se propu :- .-*tter :i c;a-
muara prussiaua umn conjuncto de r. 'r:nmas sobre
os pontos em questlo. Esta noticia dove ser r.-
cebida cornm certa reserve. sondo comtudo posivo;l
que nestes ultimos din as ngog:'-: 's corn o Va-
ticano hajam tornado melhor fei i.-.
0 prineipe de Bismark estiA condo muito coo-
trariado no Reichstag allem'o. A lei eoutra mos
Ssocialistas nao foi proroga Ia, como o grande chan-
celler pretendia, ma s sirm mandada a um comn-
missao de 21 membroas para ser recvista. 0 impe-
rador Guilherme eensurou o procedimnento do par-
lamento, mas nem por issao o cheqaue que o aen
priuneiro ministry levou serm menor.
N'um paiz que fosse constitutional a valet, jit. o
Sr. de Bismarck havria largado A muit. tampas
redeas do governor, mas na Allemanha a paonSM
conatitucionalismo, figure aso no imrl .
Ungaa, e o chancelrer pass por ciaa doe todu a
difficuldades.
0 systems 6 commodo, e na AAlleou= tm d-
do born resaultdo, ms no. p .almk 1s
certo origem a graves cenfiot6, i %- ds
correr saits suangoe.
A Allemanunha vern
urn inisterio lbel. Eats pins u
wrMads -a 6 eoUthi. se pM *'
Dined. P au a -
,. ^ ^ y^^ pif ., ..'fca_ ,

Dvs. den- r n e a a 9 I M=

I e





















ceat a .I but e grove n(
a quanto -aido eads eOR do a
W^^ i ^ .bRd madera aesweainado, M =h u 0 jfene-
.- ral on, u&=Wto quo' eatW esdi cereado, e iorn
4". ga .t perigo Tornou-se urgent par a Ingla-
i" terra o proseguir nas suas operauies Inilitares.
-.r- 'Tern se oomo certo que 6 indispensavel que o go-
Sneral Graham seja maadado imarchar sobre Ber-
t ber.
SEsta nmarcha offerece serias difficuldades, mas
constitute o unico meio de restabelecer as commu-
,*..u: nica5es entire Berber e'Khartum, o de poder u;oc-
correr costa cidade, e o general Gordon.
.K '0 estado do Sold'o complica-so cada vez muds.
:,. ~ As victorias do exorcito inglez em EI-Teb, e em
i a Tamrnauich nao tiveram a virtude de quebraa
,Hg:" o prestigio de Mahdi. Osmaa Digma 6 um esper-
^talhgo, que tern um geito especial para se escapar
aos perigos.
Y Na batalha do El-Teb 6 lioje cousa averiguattta
que uto tomou part ; na do Tamainch, poz-se ao
largo, c no seguro itil vio o eomoeco da derrota.
'0 almiruante Hewelt poz a preoo a cabeqa do
i atrevido) cauddha.
Esse acto mais proprio da idade media do que
-n "dos tempos modernos, produzio desagradavel in-
.' presato na propria Inglatorra, e o governor vio-se
-4 obrigado a mandar rdtirar a proclamaqio da aliri-
rauto.
Orieutle
.'. A.4 Correspondencia Politica do Vienna annune. a
-'. quo a Tuniuia denunciou os tractados de commer-
cio l que a ligavatm a Belgica, Hollauda, Suceia e
Hespanha.
Corre o boat de que a Turquiia, c a Russia se
prop;oen declarhr liire a n'Lvegaqio do Bosphor..,
e do Mar-Negro, eomo a d-) canal do Suez.
China
No 'Tonkim ),Icl conusiderar-se teripina.l'. i
a,. t panha mi ilitar. Depois dia tomada de B te-
Nitthi os geHtracs;-Negtrier e Briere de Hisle salhi
ram ein persegiiaiIo dos fugidos em direu-oc's dii--
ferentes, cousCguinUlo desbaratal-os c deixailt'o
limpo o terreno atW junto da frouteira chinez-i. Ni,.
Chlifui, a queda dc Bac-Ninh foi de um effeito sa-.
h. lutar contra o partidn da guerran, e o governo ro-
oalveu entrar em ncgociaces pacificas coin a
.n <. Franca.
A Ingilaterra rcteve emi Newu-Castle um coura-
qadtlo cliamudo Yankima, que a China havia niandn-
*' ,o colstrtiir, e que fira a1lli para recceber artilhc-
-. ria Ainstroung.
'-' *Parece (iu o minotive da retencuio foi o stadlo da
hostilidlade entree a Franqa e a China.
0 navio esta sob a1 vigilancia da autoridadc ma-
ritima. e u10o so pernitte qle ningitem entree a sen
tlmrd,).

:x Noticlas do Paelfico, Rio da
Prata e sul do imperlo
.0 paquete inglez Araucania, que passou ante-
Slbonteoin para a Europa, trouxe do sul as segnintes
.t/ ntcias, alsm das que constam das rubricas Parte
ffiial e Interior: -
,, j Datlas telogmtphicas ate' 21 do marco
Diz Uin telegramnma de Santiago de Chile, da-
tado. lec '1, que a assemblta peruana promnulgoua
ula lei dispondo que emquanto nio t6r daia uma
constituiqto rejaa de 1860, corn excepeio dos ti-
?' r tulos 8', 9o e 100 que tractam do poderilegislati-
....- vo ; autorisando o cxecutivo para que cm circunms-
tancias graves suspend as disposiq6es do titulo
4r) da coistituico ; deelarando validos os actos
politicos e adminuistrativos do general Iglesias
i 1 exeeutados desde 1 de ianeira de 1883; investin-
do o powder executive das faculdades necessarias
para obter recursos ou reduzir os orgamentos, afim
ae satisfazer as necessidades publicas, especial-
mente a do pacificar a republiot e conservar a or-
dem ; autorisando-o, finalmente, para fazer refor-
mas non diversos ramos da administraetao.
: A assembles devia ter suspendido hontem, 31
S'; de mareo, as suas sessoes, para continual-as a 1
Sde marvo de 1885. 0 executive darA contas as-
sembtia do use que fizer das faculdades que Ihe
conferlo a sobreditawlei.
Segundo n'obticia um telegramma de Santiago,
- -. do Chile, foi assignada no iia 23 uma tregoa, per
tempo indetinilo, corn os plonipotenciarios bolivia-
non. 1
Bio da Pratj
Data. do Buenos-Ayres atd 5 e de Montevi-
deo atA 25 de marco, e telcgrahtecas ate 4 de
abril:
Per terem-se ompenhado em uni duello, form
per ordem do presidentte da Repakibsa Argentina,
suspeasos dos respeetivos commandos o ceronel
RBecoya e o tenente-coronel Moritan, fioaudo am-
boas prose nan snas proprias omas ate segunda
Srordem. -
Nada de importante ocenoreu ia republican
Oriental.
A Gazeta de Notlcias da crte publicou es-
tea telegrammas :
Montevideo, 3 de abril. As canvas $aun-
dates que tem cahido na provineia de IBfienos-
r Ayres fazein recciar inundacoes desantrosas. a
S. ,, Um telegramma de Santiago din qlUe se mal-
-logrou o t-aetado de paz eots a Bolivia.
a Montevideo, 4 de abril. -- Bebentno ama re-


v volutao em S. Joao. 0 movimeato paree ter pou-
Sca importancia. Attribuem-se as desordens ao
partido blanco.
3i..-o *aW e Amd-Si
Datas atA 28 de ma* :
SFoi installada no dia 19 a Aasombla Provin-
S cial, ficando assim constituida a mesa: presiden-
to, Dr. Antonio Eleuterio de Camargo; vile-pre-
sidente, Dr. Joto Chaves Campello; 10 secreta-
rio, Dr. Antonio Lara Palmeiro; 20 dito, Albino
SPereira Pinto; sapplentes, coronel Thomaz Affotn-
so da Silva e Dr. Arthur Laiz Cadaval.
lam partir de Pelotas para a capital os Sr. cornm-
mendador Bernardo Jose de Somzs, Ramon Tra-
paga e Benjamin Guerreiro, commissioad4om peta
prana do coutmercio da mesma cidade para to-
marem part nos trabalhos que alli se -vai fazer,
no intuit de se reclamar dos poderean. publicos
medidas tendentes ao exterminio do contraband,
SUna fronteira da provincial.
SContinuava a secca no municipio de Sant'Anna
do Livramento. No de Jaguarno, porem, cahiram
algumas chuvas.
Referem as folhass de Pelotas que, pOT camsa de
copiosas ehuvas honve desmoronamento em vy-
n rios btteMrros da estrada de ferro, fioando por isto
: i inteiramente interrompido o trafego4
Foi inaugurada no din 23 a linha de bonds as-
sentada entire a cidade do Rio Grande, a estaAo
da estrada de ferro e a cidade nova.
No dia 18 o Sr. Tristilo Jos6 Monteiro, estan-
do encostado A janella de sua casa, em S. Leopol-
dine, foi alvo de um tire, e felizmeate s6 foi offen-
dido no rosto per um bago de chumbo, cravando-
se-. rest da carga usna parade.
Na capital, no dia 25, houve numerous reuniao
Commercial e popular para solicitar do governor
mtadidas repressoras do contraband. Assistiram
A reunigo o president da provincia, quasi todos
os membros da Assmemblea Provincial, deliberan-
do-so enviar commaissues de membros das praas
de Porto-Alegre, Rio-Grande e Pelotas, reclamar
junt so a governor energies providencias.
Santa Caaiualna
Datas at 30) de maro :
0 Trabalho, da Liguna, noticiou em data do 16
do passado :
a Tendo as ultimas chuvas elevado um ponce as
agams do Tnhario e afftluentes, ficarMa destruidas
duas pontes da estrada de ferro D. Theresa Chris-
tica, nas barras de Oratorio e Tubarn. a
....- Parana
I Datif ati 31 de mrawo :
-- O. -Bastes Peqemo, morador O OCabatio de
Gunmtuba, osecrove ao tiibere :
0 temporal quo aqui eahi de 8 a 12 do eor-
S rented, veio trazer-nos s6rios prejuizob, quer pelos
S estwagos que soffreu a lavoura, quer pla mwotan-
ds-'f gado.
0 SO.Giorio L da o Bt s6 o oa nlio
de |nte cauas do mnen servico foi qaeonge-
ow nlvar sua famiria, mu a .d6 de q=a-
howB. eodo q6e aess wowdia trsIt oft
pars miuhaseamm deo pMwsm qun daim-
4 a M pangs 41
1 0 Sr. A ,ekandro 3 G &alv dani-
to c &Wf detrpor t aowv a eivz a w n s emu-

rme pan enOM&a fibrd

T^ '; Tom" A iF*l8 ^ a~tat,


Ou o... S -let. daa i "
e laoraa e dea" aAva do
or -iO delavoura 5e para os aidade e Til-
>las,
I-se na Provinia :
S a Da villa do Tijuce Preto esere 'erm a 24:
-a Hontem, As 2 horas da tatle, ornam assassi-
nudes traijoeirampntc os tres unions soldados que
Stinhainos aqui. -,
Chamavam-sc Jos6 Gonqalves Eaa te Veado,
Custodio Henrique do Eapirito Saito e Manoel
a Autonio Pereira Vidal. I .
S Escapou o commandant: porquu nao estava
Spresente. Todos o3 tires soldados fir m csfaquea-
dos pelas costas ; morreram sem ao onenos contar
quacs os seous assassinnos, quo, no eitantQ reti-
raram-se *lo lugar do delieto faizendoialgdl4 e
Sdisparando tiros.
a A l,)pulaqlo da villa ficou a horrorisada corn
somelhanto atteuntado. ,
Em Belem do Descalvado, no sitio denomi-
nado Fazeudii.ha, foi assassinado no dia 26 do pas-
) sado, ao anoitecer, comn tres faeadas, Felicio da
Coita, por umn seu compadre c eunhado. Felicio,
) antes d(I suCiccumbir, atirou Al eabea 4o seou ag-
gressor, e a carga abotoou na nuea,' fallecendo
pouco depois.
Em Santos, o Sr. Walter Wrightj gerente da
companhia telephonica requereu no dii 2 corpo de
delicto em algumas linhas telephonicas que tinbam
sido propositalmente cortadas, tend resultado
d'essa interrupqio projuizos nao s6 uquella com-
panhia comro m City Improvements.
Const-tva tainmbem que fo i cortado o fie telegram
phico que uno a estaq.o da Barra ao escriptorio
central da companhia do cabo subma.irino, ficando
por ease motivo interrompido o serviqo toda a ma-
nha.
Sob a epigraphe A balbirdia do Tijaco Preto
1--se If ,rovin-ia :
,0 college de Tatuhy dA os segiidntes porne-
nores :
S0 dclegado de policia ordenou aos soldados
do tlcstacamento local que tomassem as armas dos
intdividuos que, dentro da villa, fotbssem eneontra--
dos armados.
,, Dous individuos assumiram a si a responsa-
bilida(d3 da dosobedicucia formal L ordem da po-
licia que se lies transinittia, per intermedio de
tres soldados.
,, Em cumprimento da ordem recebida, os sol-
dados pretenderam forear atluelles individuos AI
o')ediencia ; mas, sentindo se fracos para a luta
corporal, fugiraii, sendo eutao feridos petas cos-
tas.
,, D'csse feritincntosi r-csiultou a more dos tres
soldados empregados na diligencia.
SOs assassinos sahiram-se do emprcza snos e
salvos.
A populasao cstA recciosa de que novos cri-
mres se commettam.
o 0 delegado de policia fez partir um expresso
para trazer as noticias officiaes do aconteqimento
a esta cidade, para d'aqui screm transmittidas
pelo telegraph e polo correio is autoridades 'su-
periores. 0 mesmo delegado pede, pelo mnoses
20 pracas, para a perseguicAo dos criminmesos e
tranquilisa"io da ordem public.
Do destacamento local que se compunha de
ires soldados e umn commandant, apenas resta o
commandante, e este mesmo porque nao foi i in-
filiz diligeneia. v
Rio de Janeiro
Datas ate 6 de abril :
Constam as principals noticias dajcarta do nos-
so correspondent na rubrica Interior. I
No dia 30 de mareo teve lugar na enseada de
Botafogo a grande regata projectada para solem-
nisar a libertano do Ceari, comegando As 3 horas
da. tarde, e sendo corridor 16 pareos, em usm dos
quacs tomnaram piarte varias senhoras.
S Grande affiuencia de povoe percorria a praia
do Botafogo, bern come numerosas embarcagoes
conduzindo espectadores singravam a enseada
que apresentava bellissimo aspect.
a Ao long da praia, entire as ruas de S. Cle-
monte e D. Carlots, estendia-se tram archibaneada
destinada a receber os espectadores que quizessem
assistir d'alli A regata.
S 0 Sr. capital de fragata Luiz Felippe Salda-
nha de Gainsa, por convite da sociedade Aboeicic-
nis-ta Cearense, encarregou-se da organuisaco
deta festa, que eortamente muito lucrou con a
sun. valiesa coadjuvacao. 1
A's 4 horas da tarde appareceu na enseada,
vitdo da fortuleza de S. Joe, a jangada tripola-
dl per Franciseo do Nascimento e senus dous com-
ppaeiihros, todos os quses Lorarn muito festeja-
dos-.
-- 0 lernal do Coamerci do 81, de ondo tins-
moui 9 qe aenrsa ties, acereseenta :
a A regata teniouen As 5 1/2 horas da tarde ;
ma- a immensa multidio eontuinuou a cruass a
praia de Botafogo ate A noute.
,, Foi urea das regatas que uais pareos Effe-
rcceu e durante a qual reinou a maior ordem e
animaeao.
Os festejos da Confederacae Abolicionista, as
qu'ita-feira, forum conoeomdos per mais de cmno
ril pessoas, e tanto no avdlalo don Teoentes do
Dialbo,como Re da Cofederaqie, mautoeve~-e
rpre a anlmite para as sorten, loteria e le'I~o.
A companhia Souza Bastso repreuentou o #oe-
riquato; subio ao mr um goado b e horve
foge de artifeio.


r A sociedade Iadepdenck do BruDntl so-
ciou-se aos festejos e umn dos neubi da cou-Is-
so qu(ie foi comprimentar a ConfederaVto recitou
tie pale. una oemsa.
Na sotsa-feira, se foi monmer a cocuwnca,
nemo por isso houve mesnos animal nos pavi&m s.
Ante-hontem a festa no theatreofoi da empre a
Souam Bastes que den a centesima represented
da D. Juanita.
SA concurrencia foi extraordinaria assim como
a influencia nos dous pavilhoes. 1
flontem houve, corn regular concurrencis
matinee pela companhia Souza Bastoe e i noite
repeti*o de D. Juanita.
Maim de sete mil pessoas estavam honterm no
jardimn e theatre do Polytheana e nos pavilhoes
nao houve descano em apregoar e vender preo-
dag.
a Em todas essays notes tocaram escolhidas pena-
as bandas do corpo polHcial da corte, menores
do arsenal de guerra e meninuos desvalidos, execu'
tando esses repetidas vezes e corn geral applause_
a pla Jamgada, composta pelo Dr. Cardoso de
Mone:es.
v Salvo '-nma ou outra passageira altercaSo!,
oorreu tudo na maior ordem. ,
No soeu n. de 4 do corrente ainda escreve a
referida folha:.
a No dia 1 do corrente, apezar da chuva, foi
grande a coneurreneia ao Polytheama.
Correu corn a maior animacao o ultimo sor-!
teio no pavilhio da Confederato.
Alem de duas bandas deo musiea que toca-
ram alternadamente, subio o a rum grande bale,o
qucimon-se ufin fogo de artificio e representou a
). Juuuit1a a companhia Soua Bastes.
Hontem realisaram-se 0 3 ultimos festejos.
a A'i 6 horas da tarde sahio do Polytheams a
march aix flambeaux, na qual figuravam 16 es-
tandartes de diversas associates abolicionistas e
outras corporaques.
p Nas ruas per onde passoua o prestito havia af-
fluencia de povo, tendo-se iluninado muitoa edi-
ficios particulars e sendo vivameute MudadWa di-
veras CorporaQoes e a imprensa.
SChogando a casa do Dr. Meo e Oliveira, A
rua Sil'va Manoel, o Sr. Julio de Lemos, depois de
eandar Francisco do Naseimento, pedio-4he em no-
me da ConfedenAo fimmae stta A ALibertadora
Cearens, de uma cor6a de prata e offerecen-lhe
tes lindas e grmndes erOa e fores artificies
'em noms da Cowf da suoniaS S&ek de
WJoueu6u e da da a TdaTens.
a D'aht dirigio-se oprestito paa oPasmeio Pa-
blico, que estava illiummnadi, sendo os que o corn-
ponbwa unite obseqfiaAou pudo proprietanio do
o mhbAaumb quo-al _a.
A- Iw nataum-nO w M, quo *@rnm won-
'powl wdidaEdihlenda-ae danain a reanilo.
SI Pdephts aobe Ju -ior, re
-s L uu oM a lu to 4s e.fe-


Vaibot e p~vw'1 -awf^aptw

Q. 4 i>0dew as Ato AWKWW~i
Tbkbft@*re A soMj t ,eft. n,*twf'
1'to dehMBAON.


" pQnto do efwet, Para p a x
U recr de reviota deTrajano Va
gda deciso. da Thesouraris do MaUrs
I ou d tomar conzbechnento da reelaaa
o despaeho da Alfandega, rMlativamte
elasaificaAo de oio cmonsolos de madeira.
4.0 0 reourso de revista de Sulzer & C., nego-
ciantes do Park, da decisto da Alfande a que
mandou cobrar direitos ad valorena poi 72 c peos
que submetteram a dcspachr, afim de quo me am os
itos behap6os claAiffcados como de algodto enfci-
tados, na formal do art. 489 da tariifa.
Indeferio os seguintes reqursos :
c) De Barbosa,D Irmbo & C., da decisao da Al-
fandega do Pari, que os cludilmnot a pag.Ir dti-
reitos dobrados por uiu accrescimo de mcrcaoorias,
Terifieado na conferoncia da nota do dospa.hio ile
uma caixa contend cachirnbos e piteiras. 1
e) Do vigario collado da freguzia de Mii.ran-
guape, provincia do Pernumbuco, patire Viccnte
de Moura Vasconcellos, da decisto da Thesoura-
ria de Fazenda da meosma provincia, qne o nujei-
tou ao pagarmento da revalidacio de sell, ci que
incorreu por nao ter sido sellada vm tempo I por-
taria de lieenqa por tries mezes, que Ihe contcden
o RvIdm. bispo diocesano.
Resolveu mais :
Manudar devolver:
1.o A' Thesouraria do Parm o recar3o de Jolo
Biptieta Beckman contra e despacho da Alfhndc-
ga da mesa provincial que mandou classifieRr o
calqado, que produzira a despaeho coino botina,
para pagar a taxa de o600 rs. por par, e que o re-
corrente pretendia despachar como borscguim para
pagar apenas 240 rs. tambem por par, afin de
que a Thesouraria tome conhecimento do innsino
recurso, como lhe cumpre, c decide como eo ten-
der dc justiq.a ; ficando entretanto garautido a
part o direito de recurso entilo para o Thest uro,
caso nao se ceonforme corn a decision da Thesou-
raria.
3.e* A' Thesouraria de Pernambuco, para o Csa-
me fim, o recurso de Joaquim Ramos Ferreira4 da
decisio da Alfandega d'aqaella provincis, maim-
dando elassificar como fita de seda e algod(o0 a
mereadoria que submetteu a acspacho come g lao
de seda pura.
Restituir a Bastos, Agra & C. a quantia dc .
1474030, que demais pag.arain em ui despach lde
gregas e e adargos de algodao, da Alfandeg' de
Pernambuco.
A foen'o-via de D. Pedro I[ teve no utltimo a1no
cm seu trafego o seguinte movimento finance o :
Recceita 11,597:087 39
Despeza 6,560:3604t809

Saldo 5,036:7261760
tend sido este o moviunento correspondente ao


anne anterior (I,2) :
Reccit:a
Despeza


12,478:630,;935
6,567:290519)


Saldo 5,911:340.416
A differcnca de 874:613,653 para menos na r-
recadai'o do ultimo nnno, comparada a do an o
anterior, e explicada em parte pel, dintinuigao ho
transported de caf6 e em part pela reduccao que, a
1 dejaneiro de 1883, eomegou a vigorar na tarifa.
A differenga determinada por esta ultimna eaua
excedeu de 700d000,iM.
Eis as noticias commercials da ultima da
Rio, 5 de abril de 1884.-0 mercado de cambio
esteve paralysado e serm taxas officiaes nos bai-
COS.
Na Bolsa o movimento foi regular.
Venderam-se hoje 10,880 saccos corn cafe.
Bahia
N'o recebemos folhas desta provincia.


PERNAIBUCO


Assemblia Provincial
18a SESSAO EM 27 DE MARQO DE 1884
L'RnSIDENCIA DO EXM. Si. ARAo DRDE ITAPSSUMX
Ao meio din, feita a chamada e verificando-s<
estarem presents es Srs. Aristareho Lope Qlymr
pio Marques, Jos6 Maria, Barao .de Itapisuma,
ilvino Cavalcante, Nilo de Miranda, Viseende de
Tabatinga, Pereira de Lyra, Democrito Caval-
cante, Joio Augusto, Drummond Filbo, Bargo de
Nazareth, Santos Pinheiro, Rosa e Silva, Juvencio
Mariz, Amar4 Fonseca, Antonio Correia, Praxe-
des Pitanga, Jolo Alves e AfredoCorrexa, o Sr.
president declara aberta a sesago.
Compareceram depois os 8 s. Esteviao e Oli-
veira, PaIo de Oliveira, Mebs de Vaconcellos,
Cunha Beltrio, Ermirio Coutinho, G6es Cavat-
cante, Arruda Palelo, Amoral e Mello, Loareno
de SA, Fiel Graageiro, Ferreira Jacobina, Luna
Freire Junior, Constantino Lins, Ma iano D ar-
te, e Auguato4,eao.
Faltou o Sr. Mello e Silva.
E' lidae posts em diseusse a act& d oaseoad
antecedente.
0 fr. DemnAoerte Cavlcante-Pare-
ce, Sr. president, que o nobre Sr. 2o secretario,
commette uras omissgo, quando redigio a &cta.
Hontem, V. Exe. deve estar lembrado, oa ue eu in-
terpellei a mesa a rospeito de urna decisaa dada
por ella anteriormente sobrc requerinuatoa adia-
dos. V. Exe. manteve essa dicisao, e eu eutendi
fazer um requerimento de urgencia pwra&4wmtifi-
car urn outro que ha dias prctcadia n .sea
consideracgo da casa. Urn dos am=u o as
,mandou tambem um reqerirat. i proogao
da bhora, para tractazs crab me d6Bto di.
verso. A Assembl Veitu a enotro. De-
pois d'isto ainda veltei & trnlmu pam offerecer
ima outro requerimentoA
Parece-me, que o Sr. 20 secretario omittio cete
segunto; e entretanto, en Benm faer grande ques-
tao d'isso, e s6 pelo amor de regularidade de no-
sos trababhos, nUo poso convir, que ets eouesas
passem desaperoebidas.
0 Sr. Praxedes Pitanga (20 secretario)
-Eu creio queV. Exe. talvez nao tivesse ouvido
bern a leitura da acta.
0 Sa. DzMocxTo-Na verdade, no ponto em que
estou collocado 6 bern possivel que tivesse aconte-
cido isoo.
0 la. PITAGA-A acta diz o seguinte: (0).
JA vA o nobre deputado que nito tern razio as
reelanmagao que faz.
0 Sn. DEMocRITo-Bem; estou satisfeito. Ha
apenas urma pequena falta de quoe no f a ques-
tao.
Ningauem mais pedindo a pslavra, 6 eucruda
a disaaslo, e approvada a act.
0 Sr. lo secretario procede a leitura do se-
guinte
RXPRDiRTR
Um officio do secretario do Governo transmit-
tindo uria c6pia do parecer da commiusiao que
examinou o predie para Escola Normal, sito ao
canal de Riachuelo, perteneente a JosM de Vascon-
cellos, coin uma plants do referido predio. -A'
commissio de obras publicas.
Umn abaixo assignados dos alumnos mestres do
20 anno da Escona Normal pedindo a retiada do
project que supprime a cadeira de biutoria e geo-
grapbia d'aquelle curso e tambem a effectividade
do respective professor.-A' commission de ins-
truceao lnbliea.
Uma peticao de Fielden Brothers, conoessio-
narios da empreza da illuminoaqi desta oidade,
requerendo consignaQoo da verba de 2975(, impor-
tancia do gaz coanumido nos quatro lampeses de
Nossa Senhora da Paz. -1&' commission de orca-
mento provincial.
Oans de Juastio Amasbrto de Souza, requerendo
melhora de suna aposentadoria.-A' commisslo de
ordenados.
Outra de Jose Luiz Salgado Accioly, requeren-
do a .aiua o de sea to L, eQ maas
Pemambuoano como penuiunists 4a provincia.-A'
'Olft de BenMtrt P' Santiago, praa
tbo Cbipm de P a sqa lyueM u a- wufoBaus
Btd ~ tdos~ wiztpa cmr.o-
b is Ae29 numoa de aervio.-A' commiaso,
Ie legaetxl I. kmid u


D 4'o* "mute umeib
oo ftPr -a do Sauta Wherehams.ma JOB=

d Aig asds dd do ulrefori-do on-
4r9da i q4fl>af~ od nigdorfido c on-'
] u~^~A Ofleff~t~e~jMyoiAy.
OtA De aol3rHird luuru.d


Ota Od Augt Beraagdter do Alala Al-
ib uta ch ,A. deAlisid, At-
forado, requereado que s e marque quota para
otus dons filhos Ermelindo e Augusto estudarem
nmuasio Proriucial, por conta da provincia.-
issI o dc oream3nto provincial.
Sido, apoado e julgado object de delibera-
S segainte project:
SN. 31. Art. 1o. Fica o presi]eate da proviu-
cia auctorisado a mandar exvcutar no c'rreute cx-
ercieto, por arrcmatai.Io ou adininistra,.-l, o em-
pedratnento do trecho da eatrada de rlooiA:n, c.'na-
prehendido, entire a cstaqio tcririnil di. utraLl. d.
ferro de Ntzareth e aqueila ci,.la,.
Art. 2.0 Para occorrcr ;is ldesp?s:vs dos,
obra podera o president abri-ir umn credit xtraur-
dinario no valor de 10:000) .
a Art. 3.o Ficam revogadas as disp.-)si5es cmrn
coutrario.
S.la dthis scssics da A.ssenbllau Provincial ,1
Pcrnainbico, 27 de mair,;o de 1V-4. -E,'-ii"r,
Coi/tihh,.
(',iutimi a dlisciis.i) do i rei il rimrinto apr ii,'li-
tado itm urma das sessBs antcriorcs peldo Sr. Salt<,s
Pinheiro.
0 Sr. Demnocrilo Cavalcaaile (pel:i or-
dem)--Sr. president, nao inc tenhi V. Exe. pir
ineistntiO : V. ExSC. ji hioji,, conpr.hli',ii l <-CIO e I
nuo posso deixar dic pugnatr p-I th 1i dircit.o d
apresentar requeriinentos. V. Etc. inmt:rn sa
dicisao a respeitodadikcisao.o tlste, requeriii nt ,
nio coiusente que sejani aprsenitalo, novos cm-
quanto houver requcrmentos aliiid0os. Ori, pela
cxposiqlo que hontein fiz, V. E'xc. d(.c .-ta- coi-
voncido de que tenho material ur.g -ite ptra dis-
cutir cm forma do requeriniento,, ic (I que, so
continuarem a ser discutidos e3ses re,'ilriincentos
adiadtlos, fi'earei conpleramente privado tie us.ir
do UIeu direito.
Segn-lo o requcrimento de urgcneia, quc apre-
sontci, V. Exc. at6 conhece a naturpza dl;s; infor-
maaues que solicit. Se ine perminitte, et, para
encaminhar esta discussion de oridein, you ftazer
itmna ligeira leitura do requerimento.
0 SR. PiIEsIDENTE-Mas estA cm discriss.io o
requerimento do Sr. Saiitos Pinluciro, e V. Exe. pe-
dio a palavra pela ordem. Era rnclhor( que V.
Exe. dcixasse que este requcrimento fotbsse appro-
v'ado ou retirado para depois fitz-ir ;a st1 rclaina-
iqao.
0 St. S.t.Nros PiNar.i,,o--P,'C ai pilavra.
0 SR. DEMi iLLTO-Emi todo o caso ol)eile.o :i
observaqao tie V. Exe., mas voluutariiainelnto ti-.
clcderia, ec V. Exc. mne polibsso gilr-iItir, \l. 0
auditor deste rc(qucrimcnto pl. Ii )jc a sua retiradia.
0 Sit. SANTOS PiNHEIRo-V Exe. nlo v'io iuc j I
pedli a retirada ?
0 SR. I EM'cuiiro-ELutretanto Li mIn t e)IISa 'i 1
se fari a despeito da vonta,;l'( dI algis, Si-'rs. ti-.
putados, que rluerein diacutir o reuerimer,)o. -ien.
do CIL uim d'ellcs; mas sento-nme tm iiianto V. Exe.
propoe i easa a retirada do mesino re literiinumtv.
0 Sr. .aunoI Pinlieiro-iNlo dcv)olvot
o soi tliscurso).
Nno havendo mais quern pei;a a p-ilavra, 6 adia-
da a discussion.
Cousultada a Asscmbla sobre a retiraida do re-
querimento, resolve pela affirmativa.
0 SR. PRESIDE.NTE-0O nobre doputado, o Sr.
Democrito Cavalcanti, pode continuar.
0 Sr. Democrito Cava-canti-(Nilo
devolveu o seu discurso).
Fica sobre a mesa para ser opportunamente at-
tendido o seguinte requerimento :
a Requeiro que se peia ao Sr. president da
provincia que informed se teve conhccimento de umn
attentado da policia de Born Jardim, contra o
capitto Josed Francisco Cordeiro de Arruda, cnjo
engenho cercaram, prendendo-se nove moradores.
Em 26 de margo de 1884.-Democrito Cavalcanti.,
Continua a discussio do requerimento apres'n-
tado cm urma das sessBes anteriores pelo Sr. Nilo
de Miranda.
0 Sr. Nilo de Miranda-Sr. president,
author do recuerimento qul acaba de ser lido,
cuja discussio foi adiada a reqnerimcnto do meu
particular amigo o Dr. Alfredo Corrca por i.o es-
tar eu na occasilo, te ho o deve:- de justifical-o,
instruindo assim esta ilustre Ass mbl6a das ra-
zoes que me levam A fazel-o para obter informa-
9oes que hbo de servir para um pr cedimento ulte-
rior, que pretend tomar corn relacao ao facto de
que so occupa o dito requerimento.
Ha dias os jornaes d'esta capit .1 noticiaram, ou
por outra publicaram urna reclamacao do capitao
Joo da Costa Ribeiro Coute, negociante e pro-
prietario, residents era Goyanna, do que elle esta-
va ameanado de ura violencia em seu direito de
propriedado. 0 Sr. capitao Ribeiro Couto na ex-
posiqto dos motives que tinha para temer essa vio-
lencia, allegou que tinha arrematado per emphi-
teuse um terreno pertencente ao patrimonio da
matriz de Nossa Senhora do 0' de Goyanna e quu
sempre tern pago todos on annos a rendo, havendo
aili edificado diversas casas; tendon d'este modo
praticado todos os actos que constituent o dominion
pben., que comtituem o direito de propriedade.
Acoutec jue o administrador d'esse patrimonio
teondo dejo de Laer urea horta pars guardar on-
ioS de defunto, ou por outra u coemiterio no fun-
do da msatrni, ondeu que devia requerar A Ca-
mara Municipal de Goyanna nutorisnido para que
fossa demolida urna d'oesas urouriedades feitas no


iamunte, ar- pme miodmte, a casa eoasta-
wme que fOra dmolida, realisando-se portanto a
violbeAia que eaperava o capital. Couto sos seus
direitos.
gu uno sei qiesompeteneisa tinaba a Camara Mu-
nicipal para autniM a demAoliqd'eas casa; mas
odo de parte ist, o que me chamnou a attengio
Sea deu autorisaao pam a er demolida a
* deoao semque tivesae ao menos garantido& o
defess ~4arsengatante d'ewa patrnimo-
CoVata-me que st desappropaso forada
orre tumultuaiaineate, as formalidadea legaes
form burladas e at sucoedeu que tando o capitao
Joo do Coutho requerido maadado de manutenvAo,
udo se fez no intuito de que esue mandate noio
,rosegaise e nao produzisse os seus effeito3 atW
ue a casa foas .emolida.
JA se ve que sotracta de unm facto grave, qual
aquelle que vai de encontro ao direito de pro-
iedade garantido pelas lei d'este paiz e portanto
esejo que venham per intermedio de S. Exc. o
president da provyincia suits intormaQies que pego
ra saber em que se fund a Camara Municipal
o Geyanna parsa amam proceder.
Creio que este pedido 6 jsto e qne niao sera a
saioia d'esta easa zesa em defender aempe o
actual president quem venha obstar-me a que esse
tuerunento passe, porque beomvio que duraste a
j atiaco do ameu zeqaerinato aiuda no arti-
ulei ura palavra de cenra asso actual adminis-
deor em rdae o a este facto. Quero apenas ins-
r-me, saber como ito se Po a que leid se
don a Camara paWa sato prceJer da nmaneira
oe me parecer usia eonveniente.
0 SB. VIsco DBn TASnATMOA--Tem certeas de
q e a casa fbi demolids?
0 Sit. Nno.-Tenho; tapto que o proprio capital
lo do Couto acaba de osquerer a autoridade ju-
ciaria meMdads para obstar que se levant um
uro no lugar onde existira a casa.
E a proposito, Sr. president, cumpre-m e aqui
zer urna reclamalo. A Camara de Goyauna
a ha-se actuahiente aosphala corn relsoo As an-
ridades judiciaries. Aa mUito tempo, ha seis
mizea, queen o Dr. juiz municipal, alias um moeq
tincto (apoiados), acsha-so ausente cqLuicen9%.
A i exibtia o Sr. Dr. Jos6 Rufino de P. e Mello,
d saudosa memonia, earacter hoaesto e muito dia-
ti cto, (apoiados) magistrado que honrava a toga
( iados) e que infelamenate foi-nos roubado ago-
ra pela mao fatal da morte. Esse magistrado
zar da interinidade do juizado municipal pela
a cia dojuiz effective era urma garantia k(apoia-
) era oempre umn element de ordem (apoados).
ora o que succede? dewmppareou o jut. de di-
to, no estA na comarca o juiz municipal e a
ara Municipal quasi tods, corn exce de
o outro vereador, erece estas 5ribui9es;
me Os auppjates dowa* muicipil que por di-
reo deviam sasum"ir o ndeio d- 0es varas me
4 ma isto N htei pwtaeU.
Sd'ahi, Sr. prddnte, Ie soe estA dando em
Qoan.As, quewiea cre Be agitam actual-
ate nesta comarcaa2o1Le tal nt0Ma qaUea
vessadoes s s tern dade por sazsUjflptos; le
o que ha vereadm, jusn muniUOw qu[
-a&or& na& do *'ox.
so por euMpdti, u'um oAsas ts fdaoh acla,
nuFm pro emam.amieMs.i.W a -invataria

-t p-dmlruoe as a im:W.
r zeo -W tsm.aRm am G. (Apoi G,
I a. Ym~mrom 9L 'Bma *-Qaox e o cud-.

;te da provinoa que sabendo qua o, w i

Provicia 0


a i ie nlo pos iMsea juiaes de itm-
bOeant, como aqi ouvi chlRe r-se iquelles sup-
plentes.
Peita esta r elamatico, esapero quo a ciqi .ippro-
varlt 0 ioou r iicrimento que e silnple.ismiiott, de
inforariq..r p.ira urn procecdimnr'nt ulteri )r que
me coi-volha t"-,, eonfortno a-s circui;itaic-ias.
(Muito hem, ninito 1)ein).
Nln.giu-nm i nmais pdi.ilo a pitl;iavra ( enceral- i a
(lici8u1so, e po.to a v'tor o rIl',oriin'"to, c aiprg-
vial I
0 Sr. OlyImnpiu o lar.rquPi--Nio ilevol-
\-01l s.?u discurl.)t.
E' ei I ), :)4 O,. p to e:, li i. ,o o I?.
Zrlint re lii 'L'in~ieit' :
ti .'.|ll,:i ri. lll ) ,lle P o l lo;- i n c.)]| lj, i Fl. i- s,:
in -,rm, c,)m u, ,iu ia i't:tIl a ,l'. :,) ./.. quo -.* fiz
c,,1 o Psco l ,: l tiiti'i i IIe,?--1rit p 1 .it a; eL tr.. -
"i .o tl I 1 .t lIt '-ia c j;in etcitit-,:io il -c .'UlInit
,l'Hs V\-'ur'lt ,1,.' "llf.il '~:l.--.lff-,/t < ] l'+ i'd ,.--^,li:c i,o
,to tf,'( l," d A .11,1('/ t,'. ,
0 qr-. fOLiaperili Ca-avtlcaie --Sr. p;'I
.:iJe tt,, ,c t t n'lu.) p ,r hl ltito '.u \',it.t- o 'u, itr i r.'-
-lj ,:riiii''ii ii iit _, li- i', l';iia7,' '.. ; iul;i., "OluLj torn sitlo
p1l-t.e I i ..t it 0iAl'i.'. i ai-rilt o0 utt.r-s ,.l <' 'iiiJO
lhr'. tc.'~ re*'', .'l lrlm ,.'tmt:,s. ,xpliL-;>'.5.'. ,!,',"i .~I' l'l,'j ,It.
qtii so do,',,j im iuforin .ir, p '<,- ao n-.,Irc ,'-p lta,]o
qije vculri ;' i triul)ia diz r o in liii iu t,-lin i"i viita.
0 .%r. .Ai'lrtoa Falcuio-Sr. nr-id ,ut t'. tft-
..,41 ho 1) trt,.' llt ,3l,111 i'"1i.-) ,i[ ,,rI : |11 t1lit,.),IIP.',-1'i(lIM !
t,'nius 'jut liucr lii i 1i <'l: ,-,.-' si l ,t'l,_, ,lec-.-i-i l "euu -
a ).. atiin llI'apro >ei tAlinoI ;-1 ti t .-.elni 'a iin Ola
tin-'iirt,), l, t e ,'t i it a -0la colSii ,iil';.wi,1ot tluIo ill1io)
iluc m.stre a nospa bot; voutitdc, de a c-lt ir. no-
par-cl' ,ipw ni 11nelli,)r alvitre a toti,-r '- proictiriir eo-
Ilhr t,,l,.-, as iut,,rL i n:,i',,s p s) iv,:i,.
Sit. I):'i. .1:111--Mits o ,ie .', quo V. lExe.
qutr '?
) Sit. ".i-ti,-V. Exc. nio o vio I -'r o i"0 cli ri-
inlitO ?
_) St; _):i ..ur.i--a--Eu me aeho i) uit,) afastatlo
tl l nII|0 a..
SSit. F .c.,:>-L-Puc-iaino.s s;tbr cqii.c.i as is-,.
pis-as feitas coin o p',)il e materi.il pari-.t a i:-
tra,:it i estas inform ,f,'wi n, v-.'1 n1-' lr1 l tI ( ',lut, ;.nt .jiita.
Q11,nt111) i fin coin qiu? a- pi-limnos, se V'. Exc.
teln iiitit) i--jo c)em s: t-),?r, stila -u ,io)sila l',I .-,'
1n1 i tau'le pil)-,'":ri scr s.iti' i'cit i.
S Sit. I )i:n'.-i r<-r,. ,.- m, eiu eitui satifi.'ito.
i'.1 ii T'.t-lu :t a ,li -j t. S? ), 6') o r ,-i- i i mi n t ,,,iit' p t
a v'to; c a.t, va,10.
Eat uld.) fin.l.t a lrmt do u ,xp.,li..-nt. r',in Ai m,:--
-;:, 0' lit'. ti p',:a ,l np)pruo\.ld .) .e-Ouiuiu r.. i- u-uri-
i1 '.-11t :I
,. lH'eiciro rjite "'ja prorog.lta a hora i )o expo-
ilient,., pil" *10 inii ut,).u para ,., lf'ect e r 1 1u1l 1 inlic.--
q.'t).--J. I'. 3.irat d,.' \ll-t.coli,1,:'*/\*..,1
O Sr. iA-ira die Vata-nceello% Sr.
I|resile(nto, v,'nho otfireer a A ionii-ileraf.i, t.i .A,-
soenlbl-,t tunria inilicat:,lo, fipue t'iu pn fii alttre'r
U111il dos trti,'.. do ivi)su o regimeinto.
iSr. pr,'iitluto, os ,iireitos i c. etula tun lo linmn-
,rl)s d'cst:t .A A Scitlulh a sio, a in,:ti :3-., nitl7to :L-
gralos e nAo d\vem estar aI mcric- tti iole'nt,.).'
,u falsas interpretaqes a l -i ,ijttj nos rCege.
EU tetho por normns, quer comno hoineinm public,
quer como homemin particular,. propuguar semnipre
pela, boa exccuiao da tei e ser o pritnciro a obser-
val-a, porque para mimr 6 urna necessidadc indis-
pimsavcl a oblodiencia a Alei.
E- nao sou d'aquelles. Sr. president, que pen-
samin que a liberdade elst'iA em revoltar-se o indivi-
duo contra as lois que devem sQrvir de norma aos
seus acts, porque eu entendo quo a lei 6 uma
neeessidade para o home quo deve por ella
pautar os scus sactos,|de modo quo nao sejam of-
feudidos os direitos dos outros na sociedade.
Eu, Sr. president, que assim penso, que tenho
sempre demonstralo n'esta trilbuna ser arntgo e
defensor da ordem, tidavia cntendo que nao sou
obrigado a deixar de ptopugnar por meus dircitos,
quando elles sao coneulcados.
Assim, Sr. president, eu d'esta cadeira quero
saber como devo proceder ; quero saber qual 6 a
leique so deve seguir ; quero saber quando A que
estou dentro d'ella ou f6ra d'ella. .
Alguns dos nobres dtputados foram testemunhas
de que em urma das sessoes passadas, quando en
me achava na tribuna,i susteatando a eleigao do
Sr. Dr. Sophronio P rtella, que foi post f6ra
d'esta casa corn preterbibao da lei, da justiua e do
direito...
O SB. RosA E Sn-vA-Apoiado.
0 SB. MnR -..... o Sr. president observou-
me que se aclhava find. a hora da prorogatiao pe-
dida para esse fim.
Eu disse n'essa occasion a S. Exc. que ia ro-
matar o meu diseurso, pondo term, A ordcin do
coasid~racoes que estava fazendo. S. Exc. porein
me disne que eu nao podia absolutamonte eunti-
nuar, e que so porventura persistinse n'esse pro-
posito, elle levantaria a sestao. Eu insist.
0 Si. PITAOA-E fallon ainda mais 15 minutes
depoin da hora.
0SB. Mma.--Nao ha 'tal. Eu fiz ver A S. Exc.
lqut, apesar de ter dado a hora, elle nio podecia
levantar a sesA., estand*o eu na tribune, porque o
deputado que Siti falltado e ao pode, Dem dove
sor interrompido em vist4 do regimnento. S. Ex,
porem, ficou surdo as minhas palavras, nao que-
Irendo deixar se eonvencer per ellas, e ainda urea


yes me declarou que se eu continuasae, elle le-
vaataria a sessito, ao que eu reapondi que se S.
Exc. o fizesse, commettoria urna violencia e um
arbitrio. E de facto, quando en me achava aiada
n'esta tribune, no gozo de um direito legitimo que
ito me pode as er coutatado, S. Exc. levantou o
sossAo, como podem dax testemanho alguun dos
meus honrados colleges qe soe achavam presented
tes. !
Sr. president, eu entedo que o facto de se ter
esgotado a hora, no autorisava semelhante pro-
cedimento de V. Ex. levmtando a sesaie de am
modo desusado, deixando 'a tribune um orador, 6
verdade que o main hunmilde d'enta casa (nrao a-
poiados), mas que ne;n pr iso deixava de ter e
direito que teem todoes aquelles que aqui so sen-
tarn, de merecer a consider aao de quern dirige os
noso trabalhos (apoiado4 da minoria) ; perque,
Sr. president, quando en nada significasse, quan-
do por todos os lados por ;ue eu podcsse ser eon-
siderado nto uodesse ter Oignifica"ao algumna in-
dividualmentc faillando (nal apoiados), deade que
sou mandatario de uam distoietomuitissimo impor-
tante, que me orgulho de rbpresentar, dovevo mere-
cer a eonsideraqU nilo i do Sr. president que
dirige Os trabalhos d'esta Icasa, como tambema do
memo saigos e collegial qa aqui seiitamn-se.
0 SX. Pxna--Ji est aa escuro e a cana naoi
tiaha luz ; eram mais de 6 iors.
0 SA EsTvAlo in On -A-Quezia qua so re-
petisen a laui os ecaud&W que ja ae deram em
uma eoutraseao? 2
Ha outros apartes.)
SB. Mzi-A-Ja you lA.
Sr. president, entendo qje o meu procedimento
nao era illegal nem eztra eimental. Nds sabe-
mos que ha no regimento ut la disposicao que diz
iue o deputado que estiver orando ao pode ser
interrompido; e firmado ne ta disposio foi que
eu eutendi que no o devia p r bruseamente termo
is minhas considered e iretendia concluil-as,
quando V. Exc. levantou a ssao.
Uuo dizer em aparte que o Sr. president fun-
dAra a suan decisao no factor de star escuro, de
nao poder eu continuar assim corn a palavra. Sr.
prenidente, eu nio pretendia continual corn ma pa-
lavra na escuridAo, porque fdlizmente nio sou umn
louco, nem um idiota; e eu an respond a V. Exc.,
podendo d'isto dar testemuniho os poucos colleges
quoe estavam presented, que eu no tinhba a preten-
Oto de fallar as eshras, que queria simplesmente
concluir a ordem de consideraqeos que estava ia-
zendo.
E tanto nao 6isto verdade que o facto de achar-
Be a casa- .As escuras fol a razo decisive do levan-
tamento da sessbo, que poso invocar um facto
passado aqui ha bern pouoe d as 4e ter trabalhado
eata casa at As 61/2 horas la torde, semr que a
eocurido tiveswe impedido decontinuar as tri-
buna o nesso distinct colle o Sr. Jo M.uria,
a pams que no dia em qu deu o facto de que
fallo a sesao terminou as 6 as da tarde, mesia
horse ante e ada havenao complete Ins neste
recinto. Ora, se aquella se o at s 6 1#2 no
havias trevas, nae havina eseuri f que impomibi-
litaUse os trabalho desta Asmbla,6 bern do ver
que As 6 horse da tarde n p diatum reionar iam
trevas, a no se r no eiit co Sr. president
do nob e Sr. 2- aecretanto, qu me iupousihlita-
m de eoatinar na tribuna Ma caluir o men
discus. i
0 SB. ESTEVAO O QLuvMU--O tempo ara m u7
vnmo,Ima par oinos s .tinhw ehieinto am

6 XuzAWBa n nil. La omiftbum
Ji~l^^it&^nBafia~h B~tr t

a queu ja ai 10di, coro $Ibe em fa precedent


um correligionario S dg
0 Sr. Dr. Jaeobina, digno aonMae 4f
bancada, a quem eu muito consider%, e4M
sessoes do annro passalio. quando tenrinatra a'*. t "i
dous nossos trabalhos e Ihe fui ;Ato advetil M I
n,, ...- Lollea, o Sr. Dr. Ni ,-;io Tolenthn, pw-
siticntt que f')i desta Asscm';. t v- qie soube .m-
prc, a dcspeito de suans opini '3* iuilivi'luaes, U&--
tar os diruitos da bancada govvtri-t-L. entio ea
maiori. ...
0 SI. LuX -i Fri:iif.Ii ,i di 1" 1d 1 :ipaIIrtP.
(0 S;. M11mu_ ..- o Sri. DI)r. Jcuiiiat ,JiSe que
-iao potlia sr uiti rr-ipfi lo na trilna v- p-lo f',tode
ter tc'Thiiaitl' h0.it ', 1. ,V Sr. Dir. Nicolao)'To-
lentiut,, ,,.l, olu tliii I i.t ; Iv,-rt.-u i. que fi7.era, fi-
col senitad': (.1i -Ii : : cait'ir.i, c -,ni-ntio q ui elle
eor)it iiias-' u 5sel1l i'ioirn ; f n i I mais de no-
tItr ,1u1,1' 0 Si. IJir. .;i,, i n:i ii.. iVilir-.,iu a um
siil l10, tO rit .i) c,-):i> )0 ,1i ltl i lreur:ta-' l;eharo4 t
,is.-, r., il", 111i i4, f .l ,t .'.-iir.niiii'i pi ., -,p;t,' de
iii tis 2'1 n ii itnt>t u i.'i.i ] h .i-.1
'.) SI. E,'L'\,, I. I>.iVi-.ilA Ta[\oz de uuia
Il 1)r .i .
( >Sl. J' > :I.-: \-N7.,. .culu.11r : I 1' l. a7 ,') ti-

t) Siu. 1i.iI!\ --. -', p;il,.uh-i I .-n. pm.r,.u n- -u disse

-i lvU i I L ui-1tt l. ;'i ,. ia h ''i-. i ut o
o S:r 0 .l-ti .\ l p- -. .I.i vi.ir.-i. -Mtll. o .i \ aini la
.Sl]ii:iia .it, ;ii u I1 t. t;v'i\ :,ii-r ia ,, u i -1 iii I- 10..
O S .. M Li~--ii\ lr ,St. iir,..;~ll<-t, *. \'," V. \\,

1,0u2 1I Il prI, -urI 1 1 0 iar r. I, ii. ,f i it- 11 v tiL l alC
heora no intiilto al)enitn dL.-' t.1,.: .rrar ,, :,n-n ,ix~lt-r-"
.50, i.',.l it fi tz.'l-. S ,*in \ ii,'m 'iti .i l i 'i '! IO noa
i ', IIeI t,,r,: i *.{,' S :- E ..oI Sr. i r,.-iol,.t t,. aucr a-
tintuiir na s-.'S' j, ,,l: u i, 11.0 M I ill, ..l. i.' nn m'Axto
nal a,"rit:i't.'l, i-ij r I, i-IU 11, 11 l. tl'0 it I :i I,.i ,fil-
11 tsil is t .! w. p'. r o Ltu r I-. 1.- o ,'i ,,.' ,','ldi.b de ac-
ii i'l, c i.n tn piru -. I,,i- r,-.',u.-ti'J', ri ftr'iOra d
tul-,I in u -,.iit,:,o, p, ,r, i tu,' u ura llt,~',.ic IIc ra 11111A d -
putal iibi.-ral, u Sr. Dr. Jar,',,i i.i. ,i n, e \"L e
11.10 lin.' ;"lt.'sta.
.lAi i j d,'-,te f iui-ut'. ,Sr. i'c-il tr, *e ii ev notary
a eta .sii..inblha *|lite <. yllo ttilv *z universal
n'o it-I rroititi r o i l,_ifti t li, -liiCe ee liuha na tribir-
iI1 pS... f _it. ,I' 1 t, ; i *l, i i- ir, a Ni pi arla-
Iin, t')q, .,-:".il, S '. prr',,ii ll ,', p f" uf l.M l a :aittt uI-
i;.'i',, ,l ,l,_'!iL-.,Il z.i. cI',,11 ri -lpier J, leput.tl i..,|icr .,, 1 .it ..tl proeura
itl l,'r a,,S.i ,lir'.ir, t. il or,.i-ljr.o v,,r f iutr, I\ lud-.
:.ia i.-p i, ,1,' ,.tvl. ,. tde i pr, i,'VIa ui o',rS l. m 1 1 Ih t
.;lr a ,i[11u 2 ,tiit A lor,-to fu iitiiia l aU 1 triblun;i le. -
I.u ti 'rni m tla a h ior.ti.n', p or 2 '-. ni'in i;. ir-il
.'%, IlIl l Ii,'1-I I P nil" ut,: m t"'. in r h,,r..-n iut, .ira-,
CI. '>mI, e-Ati iI ti..,ri ;iil,, ,p41 ,w lein ;n ,,nit fi"do jo r \ '--
ZL'5 IIl (_'-,lll Ai .. l '',t .l- p t.t],.:.
I) Si.. E .i, I ,:Ir bLIV,.I i-M.l Iot e 1 oi L htillumi-
i'.J'ru : tarlti n;,)o !ha.
ii SW. i.,Pi. M ili-i rc,-i ta os f.*'.r aqui illu-
mlina."o.
0 Son. hi.o.t-Maso o ia .'cai:,tr u a qu- mte refirt-
havit hliz iiwi rcinto, h:ti\;.i claridlade. V. Exc.
dnsi d- o ,.-1 r 1 i.ttdo l. ,' at'u po r o ai or d-e iusistir
no f.tct, doi,. u.o3 r I11Z. |irqlue d'?non-trei q e 0 o
Sr. Dr. Jl. N' Mw OcCII),)uU a tribltta :4' '6 1 *2
horas da tarde sereni Ihver IscuridCio, nao o i.;tWnt
na,) existir aqui illilminai,-a'.
Portanto nao podia faltar luz .As 1 ;horas da tar-
de, quando se findou a proroga:zto durante a qual
occupci a tribune. 0 Sr. Dr. JosA Maria esti me
ouvindo e p6de contestar o que digo n1ito f6r
exact. Eu nao estava presented. Tuas S. Exe. re-
ferio-m e particularmente csse incident, c at6 me
disse em sua expressio jOCos- lie tiMua sido fur-
iacdo a tocar realejo desae 4 ate t; I '2 horas da
tarde.
0 Sit. ESTEVo, DE OLrvi.-tc.-NcssOe dia no chio- t
ven e a essa hora ainda havia claridadc.
0 Sit. MEIRA-V. Exe. nuo estava presiente na
occasiio do incident da lo commigo.: foi um dos
que votarain a progacao c retiraram-se desta As-
semblea. Invoco o testemunho dos incmus amigos
e ate dos meus proprios adversaries, que estavatn
prescntes, como os Srs. Drs. Amaral e Mello, Jo*.6
Maria e outros: n1o havia escaurid.o. Os Sra.'.
Drs. Amaral e Mello e JosA Maria, que se acha-
vamn presented, estao mais no caso de dar testena-
nho, do que V. Exc. queestava ausente. (.par-.
tes.) ,
0 precedent da Camara dos Deputados Sr. pre-
sidente, tern toda a procedcncia em rclato a nos, '
porque eu entendo que esta AssemblCa 6 una ca- -
mara dos deputados em miniature: os homes que
1 tomato part nos trabalhos, os homens que re- '
presentam o paiz, nri smao outros, nem de especie ,
ifferente daquelles que reprosentam a province .
e fazem pate desta A.eemblea.
- 0 Sit. PiTA.GA-Mas a lci A diverse, o regimen-
to e outro. -
0 SB. MEitA-A lei da Camara dos Deputado.
6 a mesma quo a nossa no potto em qtwtao; V.
Exc. nAo couhece o regimento da moama Camans
neste ponto. ^
O Sn. Estmvlr DE OLV.EmEA-E V. Exc. coebo-


U


1


cc?
0 Sa. Mran--Estou informado por deputad w
geracs da actual legislatura...
0 SB. ESTEA1o DE OLUVMa--S6 tern informa-
cues, nao conhece o regiment.
0 Sa. Mmt--. que me deelanu que a dih-
poi.o r'g 22ntal 6 a meam, ma que esat. at-
)eittido o est1'do.presidente o interroo *
orador pelo fact steri o
hIota.
"hSoa.b"-,Sn. presi
p"tdos muitas vezs oeva 4c
grande fora, quando faltaim ; 3, 2 rminutoi i
me parsa teminar a hora do0 trabalhos, isto poFqo .: -- -
elle tern certesa do que-ao sera o toque fatal d
hora regimental que o fanri retina ner expellir da i
tribune que occupa; potque elle tera crta. 4e
que pdde occupal-a durante o tempo necemari
para expender as suas idias oe asustentar priqje-
to de que porventura se tract mna occasilo.
Este precedent, que ou e6 o 96 ida Canaza d
Deputados, e tambem de outra s Camaras e de em-
tros paizuses.
Eu vejo por outro lado que no panlamwt ina.
glez nao ha heora fira parn a termnaaio do* tra-
balhos. Desde que um orador occupa a tib-ma
os trabalhos coutiuuama, de modo qua l sn dai o
facto de muitas vezes funccionar a camera sd
lords ou dos coramuns 10, 12, 15 e mai horaa, o
que tern lugar per occasion dam dieasaws do
grande importancia.
UM SB. DEPUvTADO-0 que C marcadno regi-
mento.
0 Sn. MhRm,-Tudo isto, Sr. president, vem "' ,
provar em meu favor: a inspiraqro do noaso reoi-
raneat, o precedents das cameras oo i pMa,M
o prteeeati das agaces eivilisada, a qu ao6
vames eastantemiente padir exemplam e m wma
para ianose" iuat*tuiuea, de certo que m oe lo-
cam ban nesta questAe.
Nio obotaat*, S*. preabdente, tado idto qw &Ca-
bo de dizer, o facto c que eu fui obrigado a abam- x
donarn a tribune por umn levantamento da Mo ;"
extemporanea "e qu e quando mesmo fosse permitti-
do pela disposicao do nosso regiment e aelos
exmphsai d caua, devia so menoa er >
por um poueco de attenaeo e delicadm quae o Sr.
president devia ter para ca o ador. .
0 Sa. PiTAxa-Teve molta, V. E&c. nao at-
tendeu. 0 Sr. president per muitas vezes e do -
rinte algum tempo disse a V. Exe. que aio con-
tinuasse.
0 Sa. MBm&L-Por muitas vaes, nole spoiado ;
houvc um dialogo seguido c curto ntre mirm e '
Sr. president e appello para o teatemunho doa no- ;
bres deputados, que seo achaOtm present. Tal- i ,
vez durante este incident nao tiveauacos guto
sen.o 5 ou 6 minutes e o facto 3c passou tal quals.
jA referi. Estabeleeeu-se, como ja dise, urma *- .
pecie de dialog centre mim e o Sr. president. S.
Exc. disse que eu n"o podia continuar e ea res-
pondi-lhe que podia e tiuha o direito de faud-o,
pelo que queria rematar as minhasm eu.deiaco.
SExc. insistio.em dizer que levantaria a B- B -.&
e eu repliquei hls que S. Exe. nao podia aMiM
proceder sem ferir o meu direito de de tao, 'am
fazer violencia ao regiment c depo Clut Me-
guio-ae o levantamento da seaao. Eata a hto- '
rit fieL '
U B. DIepuTAO-V. Exc. fallou alhm da om ar
marcada.
0 Sa. MzuA Apesnas alguns minute, em
quanto durou o dialo a que j a ladL
Sr. p idewatae, eu teho visto e o pn pi dp-
tado quo me zaterrompe corn e a.pr tarb .
teatsmuhabdo o facto, quo mas do a m m a
tern dado ne-ta casa, de seocontinuarem w-
at 15 minutes e mais salmda boaawn |iB -
mimao muimta vi m s 412 hixw 41
9a e a e a 6w"aui dn -mu a -"so
Aoataido, a nkM lo t,-I-_- -'- 11--7",
2AgoUCeaMIe aberto dy siseci M^
AneaftBftaatwu iAto taumlw, e irn ^
O do oubeaputa de116- 0 Ot- o ,-

um proposito de tolhs0-mes o 116 alin/an m,


ARE.
-fri* J .
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." .; '.- : .^ ,. .


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0 :... '7,.- *,.

























*^^ ^sseado tar quetic continual a tumoriwo da
UMsdao- ol i Tadisir, em ura' eOrpo-
-aoto. Eu naol p urei fallWar a vo-
-''Bti, o dinse a-columna alugada do Jor-
-ste ii edo com a qual nao quero ajustar con-
a'. o8. A cblumna tern o direito. de direr o que
quisoer,.
Van3sE o Teohpo.
0 SB. iB A-Sr. president, dizia o finado Dr.
S" Aprigio iuimarles, de saudosa mimoria, c creio
qua correoigionario dos nobres deputados que elle
.4 -s6 conheca duas orders de irresponsabilidade : a
S do Dens e a dos brutes. Eu parod4ado ease dito
declare que d'ora em diantblonhego trees : a do
S Deus, a dos brutes e a da colemna liberal. Nao
U. quero, pois, nem devo ajustar contas corn a co-
% lumna liberal; desde que ella diga o q quoquier,
i^ mas protest contra o facto de ter sido esbulhado
| do uso da palavra de uma maneira Vesusada, de
uus W maneira injustificavel. (Ha um aparte.
rm. president, V. Exc. que por tantas vezes
c: eostuma me chamar A ordem, quando corn sim-
s plea apartes dirijo-me aos nobres deputados da
-. -,. bancada opposta, no entretanto, naio charmna A or-
-dem aos nobres deputados que corn uma scrc de
apartes procuram interromper-me na ordem de
considerajoes que estoun tazendo. V. Esc. poderA
Snio cumprir o regiment em nrelaAo a minha pes-
soa, neom eu o exijo ; por6m, faqo notar que para
corn a bancada liberal V. Exc. tern todas as con-
descendencias.
0 SB. PESIDE-NTE Faltam dois minutes para
findar a hora do expediente.
0 S. MIELRA-Eu vou concluir.
Pertanto, Sr. president, en nao ajusto contas
corn a column liberal do Jornial do Recijc e liini-
to-me apenas a contestar o facto que me foi per
ella attribuido de ter eu querido failar a volunta-
ria infringindo, a leci desta casa ; 6 isto inexacto.
^ Sr. president, aquclla column em sua iniinpu-
tabilidade chegou ao ponto de classificar-m e de
d deputado insolente, porque eu nao estou disposfo
a fazer aqui abandon das minhas prerogatives de
*deputado, e estou no firme proposito de defender
S conscienciosamente os meaus direitos e os dos meus
constituintek, quando foremin ameagados de ser con-
culcados. Pergunto eu, Sr. president, se 6 inso-
lente o deputado que procur r as suas prero-
gativas e nio se deixar espol ) uso da palavra
em defeza de um amigo, en afolde seus direitos,
que qualificativo deve tcr o president d'osta As
sembl&a, que procura suffocar a palavra na bocca
-d'esse deputado, levantaudo indevidamente a ses-
sao, e nao satisleito corn isto, sahe da sua cadoira,
e passando pela bancada nde se senta esse depn-
tado, diz-lhe :-o senior estA umr louco !.? (Con-
testatqes).
Esta 6 a verdade, Sr. president; no emntanto a
column literal me procura classificar de insolen-
te e defended a V. Exc.
Segundo me estl parecendo, o deputado da mi-
noria na presented sessao nao tern o direito do fal-
lar ; deve soffocar qualquer defeza que queira fa-
ter ao direito d'aquelles que para aqui o manda-
ram. Fique isto consignado para conhecimento
d'esta provincial inteira.
Eu, Sr. president, que nao quero incorrer em
-censura, desejo conhecer a norma de conduct que
tenho a seguir para saber pautar ineus actos, de
modo a niao incorrer n'ella.
Para que, pois, o Regimento seia cumprido fiel-
monte, eun von mandar A mesa urma indicaeXo afin
de que esta Asseihblea interpretando o art. 182 do
mesmo Regimento, declare se o deputado quo esti-
Sver o random, p6de ser interrompido pelo president
; -com o levantamento da sessao polo facto de ter-se
esgotado a horse.
Pelo artigo do Regimento, cuja interpretacio


Spego, vi-se 4ue o dep
pido pelo simples fact
Sso college o Sr. Ferre
e pensa, e ja aqui fez
ticas condiVoes Aque
levantou outro dia a
Eu, por tanto, queo
avra e dando a hora
ponto na oragio que
immediatamente sent
E' este o fim da in
Vem A mesa, 6 lida
missAo de policia a se
# Indic o que esta
art. 182 do Regime
que estiver orando p6d
sidente corn o levani
d ter se esgotado a 1
Seancdlos.
E' lido, apoisl
mentor: e
- Requeiro uri d
utir o meu pnmer
hontem.--Olympio M


Cor
No discurso do de
blicado no dia 10 do c
-tes erros typographic
.,No terceiro period
sidente, que o aade\
a -,strategico, deve ler-se
No quarto perlodo q
-bre deputado quando
cm, o s votes tambe
-quaes 4 votaram, dei
bem de sens correlig
votaram.
Ne period finalmi
Snobre deputado procu
- diz todos ouviram e
todos o ouviram, nao

Coi
No substitutivo sob
Sn. 3 d'este anno, e
corrente, pagina 3, co
deve ser executado-
No 1o dove ler-se
antecedencia de um m
Nt, 20 dove ler-se
liquidativa; e-previa
nente.


IEVWSI
Asseabl6a F
lontem sessao por jter
Srs. deputados.
SA reunilo foi prefi
Augusto do Rfgo Bar
O6Sr. 1 secretario
guinte expediente.
Urn officio do secret
.informado o requerimun
Mercez Jansen.-A qi
Outro do mesmo ren
e despesa do exercicio
mentor para o de 1884
do Bonito.--A' comia
cipal.
Outro da Camara M
tendo uma Proposta
c' comm' Co de posture
Urn abaixo assignac
4 de Caruar e *mlos
N'ossa Senhora dasn D
eao do soen compremisi
dcios ecclesiasticos.
Uma petiglo de oGa
de uma casa de taipa
Sa, requerendo er elii
does da fiasenda pnro
i ."o nto.
-..Em sem, 4ieuddwve


a.dia, 44
sidenia do 8.Dr. ThomAaGczPano
iMontenegro ; ,mdm que pmfo ess flssaoj ram
sorteadoe s os egntes g Z de facto : 4
1 Josa da Silva Loyo Junior.
2 Carlos Haulida .
antoAnoi
3 Miguel Jos6 da Motta.
4 Ricardo Henrique da Silva. -
5 Manoel Leite Pereira Bastos.
6 Francisco Napoleio da Silva Lobo.
7 Miguel dos Santos Cpsta Junior.
S. Josed
8 Joaquim Teixeira Bastes.
9 Frederico Henrique da SilveirA Tavorn.
10 Pedro Luiz de Oliveira.
11 Joao Baptista Cabral.
12 Fernando Barbosa de Carvalho.
13 Cactano Gomes de Si.
Boa- Vista
14 Ovidio Ferreira da Silva Junior.
15 Dr. Luiz Demetrio DiasJSimues.
16 Bernardino de Oliveira Coragem.
17 Antonio Soarcs da Rocha e Silva.
18 Luiz de Paula Lopes.
19 Jos6 de Castro Rabello.
20 Thomnaz Lins Soriano.
21 Dr. Eduardo de Barros Falelo de Lacerda.
22 Jobo Correia da Cunha ltibeiro.
23 Francisco Joaquim Ribeiro de Brito.
24 Felix Cavalcante de Albuquerque Mello.
25 Adolpho Ramiro Santiago de Olivcira.
26 Manoel Joaquim Pcssoa.
27 Joaquim lldefonso da Motta Silveira.
28 Jos6 Luiz Salgado Accioly.
29 Francisco Gomnes de Araujo,
30 Dr. Antonio Jos6 de Alhneida Pernaminbuco.
31 Manoel Alves Gucrra Junior.
32 Manocl Gomes dc Figueiredo Castro.
33 Jos6 Maria de Hollauda Cavalcante.
31 Francisco Canute Eierencianio.
". Gra'a
35 Manoel A-Antonio Ferreira Gomes.
36 Joaquim tlviro Pcreira de Magalhiecs.
37 Joao Brindlslcy Fox.
38 Jos6 Antonio dii Costa e Silva.
4 ffogados
39 Antonio 3Joaquimn Lopes die Carvallio Junior.
40 D).iflimn Lins Cav;dca ite Pessa.
41 Antonio Ignacio do Rego Medeiros Junior.
42 Antonio Valentin da Silva Barroca.
Poco
43 Jovino Barral d.. Fonseca.
44 Francisco Antonio Alvcs Mascarcnhas.
45 Antonio da Silva Ncves.
Vaizca
46 Ignacio Alves Monteiro.
S. Loureeo .
47 Julia o Ferraz Daltro.
48 Francisco GonValves de Siqueira Juaior.
Associacvo Commercial Asricola
-Amanhi Als 9 horas do dia reunem-se em ass im-
blea geral os socios da Associao Coimmeinrcial
Agjieola, para procederem o elei'o dai sua nova
directorial e tomarem conhecimento do p'elatorio e
contas da que findou.
Anniversario- Fazem aminanhl 52 annos
do rompimento da revolt, chamada doi cabanos,
em Pernambuco. i
Obras Pnublicasi- Perante a Repartia'o
de Obras Publicas Provinciacs vilo A prava, no
dia 15 do corrente, ao meio dia, as obras de reparo
da pont e dos Arrombados, na estada de Olinda,
orgadas em 1:2705405 ; da ponte do Varadouro,
na mosma estrada, orgados em i1:008,4550 ; e da
ponte do Tahyba, em Pao d'Alho, oaiados em
3:150000 W
Enrada0 tde assucar e algodu o-
Vieram per mar e terra para o mercado do Recife
no mez de maro :


,utado nao p6de ser interrom- Assucar
to de ter dado a hora. 0 nos- De 1884 170.627 saccos
eira Jacobina, assim entende a 1883 135.491 a
z valer o seu direito em iden- 1882 239.529
llas em quc o Sr. president 1881 209.525 ,
sessao. v 1880 295.535 ,
ro saber se estando corn a pa- Algodiao
I, nao devo nem siquer fazer De 1884 9.200 sacgas
nao tiver concluido, seodevo a 1883 13.673 a
ar-me. 1882 23.589 a
idicagieo que mandoa mesa. a 1881 18.401 a
t, apoiada e remettida A corn- 1880 8.006
eguinte indicageao : Paquetes do sul-Amanhil dev tocar no
Asseombls interpretando o port do Recife os paquetes inglez Tagus e ameri-
aote, declare-se o deputado cano Reliance, ambos os quaes partirarm hontem
de ser interrompido polo pre- da Bahia.
tamento da sessao polo facto Sm transltt-O paqucte La I lata levou
hora.- J. V. ,Meira de Vas- para o sul 440 passageiros, send 12 tornados cm
Pernambuco.
Ssegninte requeri- 0 paquete Araucania levou paras a Europa
w t s 161 passageiros.
^ minutes para se dis- Dinhelro-0 paquete La flata trouxe para:
ro requerimento apresentado New London Bank 1:000
arques. a o0 paquete Mandos levou para: i
(Continua). a 2:000,000
S-'- olemnitdade religion&a-I 4I ern hoje
*rigenda em Oliuda, na igreja matrix do S. Pedro Novo, a
eputado Amaro Fonseca, pu- d instituigio da devoaio do Sagrado Coraco de
,orrente, deram-se os seguin- Jesus, constando de missa ,solewne c permao -ao
o08? S vangelho pelo Rvm. Dr. Manoel Cavalcante de
que comea-Sinto, Sr. pre- Assis Bezerra de Menezes.
r, etc., onde se diz pelo mode o Selvagens o u bandidos-Esireveram a
e-por mode strategic. Gazeta de Porto Alegre :
que comeoa-Senhores, o no- Polo que diz respeito aos selvagens que se-
avangou, etc., onde se diz- gundo dizem, aspareceram nos matt de Sante
im dos correligionarios, dos Ohristo, ainda nao se sabe que spito team. 0
ve ler-se-com o s votes tarn- homem que fora agarrado par elles e lograra es-
ionarios, dos quaes 4 apenas capar-se no dia seguinte, jura que sao i13 bugres
Tant (todos corn temnbet8s nos labios inferiores um car-
ente, que comeoa Tat o reteiro branch e um preto, que parecia ser chefe
rou este ensejo, etc., onde se do band.
nao pugnou, deve ler-se a D'aqui (Santo Angelo) partiram 46 habitan-
pugnou. teg corn dons bugrcs de Inha-Corn em persegui-
gao dos selvagens bateram os mattes dprante seis
e dins e acharam muitos vestigios dos sujcitos, mas
rrgenda nio nos descobriram. Depois da volta dessa ex-
na. 8 apresentado ao project pedjigio j& foram incendiados diversos Carijas e o
publicado no Diaro de 9 do delegado de policia parti o agora para InhA-Cora
lamna 2a, dove ler-se :-que para mandar ao matt o os bugres que all existem,
e nao deve ser executados. unicos que podenlo perseguil-os naquella matta.
1:-que serio publicados corn CA para mim suspeito mats que sejam bandidos
ez nos municipios etc. do qu selvagaens, o que seria malt mais perigoso
Sresolugio legislativa--e a pare n6s. o
amente em lugar de-perma- r a
S dr ewista de edlicina-0 paquete inglez
La Plata trouxe-nos de Paris o n. 91 dc 25 de
margo da Revista de Medic-na, eom o seguinte
summario:
A IARIA 1.0 Academia de medicine de Paris. Sessues
I DUlI V a lde 26 de feL iro e 4 de marco de 1884.
S- N2.o Sociedade de cirurgia de Parid.-Sessoes
rovincial Nile houve de 20 e 27 de fevereiro de 1884.
rem comparecido apenas 10 3.. Sociedade medical dos hospitaes.-Sessao de
dia e E r. D 22 de fevereiro de 1884.
dida pelo Exn Sr. Dr. Joa 4.o Academia das sciencias de Paris.-Seassio
rros. de 3 de marno de 1884.
grocedeu A leitura do se- 5.0 Sociedade de biologia.-Sessbes de 16 e 23
de fevereiro de 1884.
ario do governor, devolvendo 6.0 Revista dos hospitaes.--Clinica 40e parts, o
into de Henrique Rosa das Sr. professor Pajet. I
iem fez a requisigo. 7. 0 Hygiene.-Da l:ygiene da inho pelo Dr. C.
tettendo o balanco da receita des Barres. 1 I
) de 1882 a 1883 e o ora- 8.o Gynecologia.-Do emprego da a&ua quente
a 1885 da Camara Municipal ou da agu a fris em gynecolgia.
iessao de orgamento muni- 9.o Variedades seoientificas.-Poesia a um fre-
n* ao ai nc guez quo patio sem pagar a conts.
[unicipal dc Lhnoeiro, reme.t- 10.0 Folhetim.-Apontamentos sobr o grande
de postures municipaes.-A' hospital geral e a Faculdade de Medicin de Vien-
h. a na d'Austria. (Continuado do n. 90).
s de moradores na cidade Gremio dos Prefresores P marion
mesarios da irmandade de Publicou-se o n. 6, de 10 do corrente, d'ste perole-
)ores, requerendo a approva- dice, orglo da sociedade do mesmo nom!.
iso. -A' commission de nego- Chnmo-ultm..g-i a -O Sr. J e. Carl.,
in Anoi S e proprietarioa d bem conheeida lithogra hia sitaA
dinoBAntonio Soares, dono rut do Born Jesus n. 42, acaba de envia r-nos urna
no Brejo, do Pogo da Panel- amoatra de uma bonita e bem asabada chromo-li-
minado do quadro dos deve- thographia, feits as sna aofficinas.
vinial.-A' commission de Agradeeemos.he'a lembrana.
--ee a reunin.mens ali-metUs--Os v spores La
n-so a reuite na. Plat e &ggipe treuxeram para o mern do desta
r PelarPresidonca d praga os seguites generous : manteiga 100 bar-
wriun~tes, actos : t-e~l
writes ptos e 150 meies ditos ; premsntos, 2 eai s, quei-
i ew! sc a de Per. ,jo 469 dis.; viao, 2 barris.
.--Oprosideato tIL paa~..-A 81 de kfindo, mn rua do
u.2$ rol O doOair O dotffiB de r Ai 0


Svjf~^Si "a,"7 ^"y'"w w*i' ,- *** *.-,'
..,,i-t.. -.-, -.

-" .- -- : :''. { .; + .' '. .


t;IU- *itd


GPefl BeMflminxoa ign4/.

ospemo'.* Bicord-por -
mou.e d batao petite de ausa L
chanies.
Poathotomia po memo proesso-por phi -
sea omplisada de eanmros, e caattiqa. corn -
trato de prata.
Paraphimoses complicada de cancros vener os,
polo thermo cauterio.
Dia 12
Pelo Dr. Estevyo:
Ablaglo da mamma direita reclamada por tu-
mor cancroso.
Loterla da provincla do Rio
de lanelro:-- Els as numerous mais
premniadop ia 2.' part da .110.a loteria
(336 B,) em favor das Matrizes e Alfai is,
uxtrahida em 3 do abril:
NUMEROUS PREM 08
2.694 20:000%(5(
488 .. 10:000(00
2.390 ..... 4:000(00
5.256 2:00.00
2.381 .: 1:00000
2.541 1:000.5(00
3.166 800(ro00
3.28 8oo.. .. 80000
4.090 .8(.00,
5.599 ............ S0000

NUMEROS DOS PREMIOS DE 5006000
491j 1069 4914 | 2693-ApproxV
644 3090 4929 2695- ,

NUMEROUS DOS PREMIOS DE 2004000
675 3363 4416 5822
939 3681 5121 487-Approx.
2718 j 3797 5375 489- ,b
NUJMEROS DOS PREMIOS DE 1006000
364 J 13600 3334 ,3803 52-.
3 16 1654 3340 3968 54:7
1104 1767 3404 4404 5624
1256 2434 .3442 4609 5949
1296 .2697 3574 4636 1
NUMEROUS DOS PREMIOS Di 406000i
_46 872 1625 2997 4 08
72 888 1874 3100 4G86
169 921 1932 3232 4:97
173 966 2084 3571 4 44
264 972 2129 3899 4 70
265 1058 2566 3953 5029
505 1111 2588 4147 5(73
703 1343 2649 4267 5695
772 1483 2729 4370 5(97
803 1519 2766 4417 5118
Loteria da C6rt e:-= Eis os nune-
ros mnais premiados na 2.a part da 72.1 lo-
teria (144 B,) concedida em bcneficiot do
Fundo de EmancipaqAo, extrahida cm 31
de margo90 :

Numeros Prem f
972 ..... 25:0006,6
1.786 ....... 10:000
4.939 5:000-)
1.195 .. 2:0004
670 1.:000
965.. ....... .. .:0004
1.426 1.0004 0
2.018 .... 1:000%10
5.578 .. ....... 1:000)
7.385..... .. 1:000)
971 Approximato, 1:00040
973 _., 1:0004
Numerous de premloti de 500
1113 "SI 24 3804 I7685| ""
1588 3074 7154 1785f Approx
1934 3579 7541 1787 |j._ _
Nuacros edog premtos tde OO
226 i9 j3844 f 4971 552
514 1978 3944 5220 558
855 2733 4401 5238 690
891 3539 f4745 5280 II 696
4938 Approximacao. 150%
4940 1500


Numerous dos premois de l100k


*0


202 31791 5035 65581 1727
1122 3177 11 5134 66041 73l
1422 3712 5718 6723 o 7519
.2880 4205 5979 6816 1767
3118 4446. 6065 69421 78S
3119 4574 6279 6982 793p


Numerous dos premnios te lO-OO


19
109
212
312
320
349
381
554
678
740
779
836
867
880
955
971
1288
1345
1346
1414
1597
1631


1696:
1875
1911
1936
1970
1993
2049
2094
2118
2129
2141
2234.1
2260
2459
2463
2511
2523
2608
2690
2774
2784r
28211


2967 3851 5001
3029 3916 5139
3070 3960 5186
3091 4005 5206
3145 4044 5273
3203 4145 5458
3207 4148 5548
322 4191 5628
3238 4219 5672
3341 4229 5681
3377 4351 5711
3414 4384 5713
3515 4451 5776
3531 4457 5847
3570 4529 6154
3574 4576 6195
3682 4716 6296
3611 4722 6297
3695 4767 6317
5727 4785 6414
'3733 4893 6436
3740 496616457


64
67J I
674
684
693
69
70
71'
73
737
737
73
745
745
75
75
758
783
786
792


Samelleira- Escrevem-nos d'esta villa
data de 8 do corrTbnte :
a Depois de him grande lapso de tempo you
Ihes noticias d'estelugar, uma vez que ja se
non digno das attengoes de um sen represent,
n'Assembi6a.
a Felizmentej.vai declinando o rigor da
riola. >
SD'ahi apenas vieram alguns tubos corn
cinas, quando istoj ai n era preciso, porqua
antesja opharmaceutico d'aqui o Sr: Austnicli
de Andrade vaebinava, tanto que da! i foram
viados para a inspectoria de sutde pblica di,
sos tubos pelo memo pharmaceuto e o Dr. at
que de Palmares vemto a esta villa todas as qi
tas-feiras medicare.
a Os variolosoas ue aqui teem succumbido
inhumados por ootisare doe haitantes.
a Tend o aqui side aecommettido de variola
prem fla nesnarl|er o q ommerenencio se cotiUm
pararel-o segir per m sa capital.
d jtteia s et aqu mmqL smiads de ir ao ci
-WWW quti tod& U%* a i"M e exter

Ulme W ,
,_U +' '^ r -' *
t 'C -4.--.,
J4.4
/ -:'* ^,T.-- 3 -. 1
,. .. -:. ... : ..4


.... !!. :t~l, -.~..


1opois de ter-shei eseripto em data de ante-
a sa, doan-se aqacui um factique nao dove paisr
O sentenciado Maoel Joaquim'dos Santom,
qu por engno de igual nome fra ha tempos re-
imettido da eadeia de Sgerinhm pars a desta vil-
*, hoje tando mAo de urnsma enx6, que dentro
da enxovia existe por order& do delegado, segundo
me informargm, para corn ella trabalhar em ta-
mAnicos o sentenciado Pedro Vieira da Costa, deu
urn formidavel golpe'no pulse esquerdo; ficando-
Ihe a mio apenas seguras pelas arteries i
o Este preso de ha muito. que reclama das au-
eoridades a sua transferencia para essa capital,
porquanto sempre se acha doeate, devido i immun-
dicia da ceadeis d'aqui, e at6 dizendo que se nilo o
transferirem, se suicidaria.
a Quasi, pois, que leva a effeito o senu piano.
EstA send medicado polo Sr. Anstricliano
de Andrade, caridoso pharmaccutico deste lugar.
n A' proposio deste facto temos a reclamar de
quem competir, afim de que se ponha em pratica
a verba votada Mar o tratamento dos presos po-
bres, pois que nal ha aqui sinda nomeado o cu-
randeiro, e todo o tratamento de qualquer preso e
feito A expenses do pharmaaeutico Austricliano de
Andrade, jA em remedies, jai em dinheiro mesmo
paia as dietas, e tuda isto faz polo seu caridoso
corasgo, pois tudo 6 gratuitamente !
n Esperamos, pois, as providencias.
Leiioes-Effectuar-se-hAo :
-Terea-feira:
Pelo agent Burlamaqul, As 11I 1J2 horas, na rua
do inperador n. 22, de predios.
Pelo agent Pinto, As 11 horas, na rna do Born
Jesus n, 43, de fazendas limpas e avariadas.
Quarta-feira:
Polo agent Pinto, As 11 horas, no trapiche
Avila, de farinha de mandioca.


I


Vem! Nobreza tei jncu pelto a
Lsto busea p'ra te"r
Amarguras nDo Viem pois
Oh !... meu anjo tutelar...
Olinda, 8 de abril de 1884.
Alferes Manoel Julio de Oliveira.


Stubdelegaela do l.- distrleto de
5; Jsf6t
Ao Illm. Sr. capital Manoel Rodrigues
da Silva Filho, digno subdelegado de S.
Jos6, pedem os abaixos assiguados provi-
dencias para a sucia de moleques que dei-
tito papagaios, nas runs do Peixoto e De-
tonglo, praticando tudo que ha de immo-
ralidades sem resp6itarem as families.
Os-elhados dae csas estlo todos que-
brados: convem quo V. S. bote naquellas
i uq m unponto panr melbor fazer a policia.
Recie, 12 deoabri d- 1884.
Alga mrd .


*sns ChRosto

('ounti' sg do# nw. 78e 84)
Foram 9 dias0os q dediquei para obter das
JUNTAA, CoMaECAL E DA DE ComasTans, 0Ura Mcer-
tidao de cambios.
Nao me fol possiveo obtcl-a nem de uma e nem
da outra !...
Agora apresente.lh cotan9es, certidilo, traduoe-
0o ou calculos feitos de f6rma a merecer inteira
fM ao corpa commerce 1;, A magistratura e aos le-
gisladores.
Nao me admiio e todo este trabalho ser feito
depois das 3 horas da tardedo dia de--qUoARTA-
FEMA SBANTA ATE 0 RO PER A ALLELUIA,-porque,...
Alexapdre Herculano- era urn grande uHrOiniADoa,
mas falseou a de Pcrtugal, E I- OIsso 1 RM A CUN-
CLUIO.
U rei D. Aftonso [Henrique, creon uma N.t.O,
e au Cico CI.AGAs "D Nosso SENORa JEsus CHiIs-
toainda s8o as mesa.
Vou pois agora i aprescatar 03 docuincntos
eil-os : i
1 *
i1m. Sr. Dr. juizesubstituto da vara civel, di-
go, Illm. Sr. Dr. juij de direito da vara civel da
comarca do Recife.
Antonio Francisco: Corga requer "1 V. S. para
que se sirva por scultrespeitavel despacho, dcsig-
nar pessoa idonea que Ihe certifiquc, de um Dia-
rio de Pernambuco que Ihe seran apresentado, as
cotaq6es e palavras que lhe form apontadas,
NA-FOLKA OFFICIAL D'ES.r PIROVINCIA, C as 3Cspcc-
tivas datas.
N'estes terms o supplicantc pcde V. S. djfc-
rinento.
E. R. M.
Itcecife, 9 de abril de l884.

DESPACi-O.-Certiflue c o tab'hlilo Silv'eirai Lobo
on outro qua-aluer. It'Recife, 9 dIc abril de 1S.-
Ribeiro.


Missas ftUnebres-Serio celebrada :s
Amanlha: As 7 1/2 horas na capella do Hos-
pital Portuguez, por alma de Manoel da Silva
Amorim; As 8 horas, no Corpo Santo, por alma
dic D. Alexandrina Maria da Conccicao Santos;
As 8 horas, na matriz da B6a-Vista, por alma do
Dr. Innocencio Seraphico de Assis Carvallio.
Qaarta-feira: as 7 1/2 na matriz dc Santo
Antonio, per alma de Joaquim Francisco Dias.
Qauinta-feira : as 8 horas, na igreja do Es-
pirito-Santo, por alma dc D. Marianna Victoria
Lobo e Costa.
Matadouro pubUce. Foram abatidas
no minatadouro public da Cabanga, para consume
do ilia 12 do corrqnte, 78 rezes.
Passunigeiror.-Chegados dos portos da Eu-
ropa no vapor inglez La Plata :
Francisco C. Gorga, Ignacio P. Pinheiro. Ma-
noel R. Fernandes, Innoconcio A. Gil, Manoel A.
Do'ningues, Domingos I. S. e 1 filho, R. Martins
Velloso, Manoel Filgueiia, Francisco D. do Siquci-
ra, Domingos M. A. da Costa, Jos6 Pinto e Ma-
noel Pereira.
Sahidos par& o sul no mesmo vapor:
Luiz C. Lima, Arthur da Rocha, Alexandre
Santos, Francisco Jos6 Canaes, L'uige Luize, Jos6
Lucie, Matheu Matteni, Aphrodizio Bittencour[,
Augusto A. Portella Juni6r, A. Faro, J. H. Bos-
well e captao Francisco P. Costa.
Chegados dos portos :do sul no vapor inglcz
Araucania:
Manoel C. Guerra, Joaquim de Araujo, Adolf
Bale, Arthur Andrade e Antonio de Oliveira Pa-
chece. I
Loteria da prowincia Amanhal, 14
do corrente, sera extralida a loteria 28.', em
bcneficio da igreja de Nossa Senhora da Concei-
io dos Coqaeiros, no aonsistorio da igreja de
Nossa Senhora da Conceloto dos Militares, onde
se acharao expostas as urnas e espheras arruma-
das em ordem numerica a apreeiaelo do publiuco.
Loteria do CeariA -Por telegramma rece-
bide pela Casa da Fortuna, sabe-se que foram pre-
miados os seguintes nume'os dessa loteria, extra-
hida hontem 12 do correrte:
3.034 10:000,A000
6.711 5:0005000
4.180 2:0004000
16.788 1:000,000
5.631 1:0)05000
A sort de 10:000;000 que salio no n. 3.034
tol vendida nesta casa, A rua lo de Marqo n. 23.
Melpomene Olindeuse--Terva-feira, 15
do corrente, As 7 horas da noite, havera sessao no
lugar do costume.
Loterla dte Sit0000$0-A de n. 145'
A corre impreterivelmente no dia 15 do corrente
0 rest dos bilhetes acha-se a venda na Cas&
Fortuna, A rua 1I de Mar-e n. 23.
Mercado Municipal de S. Jos6-Para
este estabeleeimento entraram nos dias 9, 10 e 11
do corrente 22 bois pesando 3,163 kildo, pertencen-
tes a diversos.
Foram vendidos a pre) de 800 at6 640 r6is o
kdlo.
Nos mesmos dias entraram para o-mesme es-
tabelecimento:
Peixe 3.545 kilos
Fructas 32 cargas
Farinha, milho e feijo 125 ditas
Carneiros 1
Suinos 1
Pregos do die':
Suino a 640 r6is o kiloi
Carneiro a 1i idem. :
Farinha 400 r6is at 280 a cuia.
Milho de 480 a 400 reis a cuia.
Feijao de 1500 a 1;200 idem.
Foram arrecadados:-
126 talhos de care verle.'
32 ditos de suino. :
28 ditos de fressuras.
208 compartimentos deilegumes.
113 idem de farinhlia ecomidas.
Dove ter sido arrecadada neste dix a importan-
cia de 5365400.
Cama de Detene&o.-Movimeoto d. u pre-
sos no dia 11 do corrente':
Existiain presos 338, (n'io houveram entradas
e salilas)-existem 338, a saber: nacionaes 297,
malheres 9, estrangeiros 13, cscravos 17.- otal
338.
Arracoados 315, send : bons 306, doentes 9,
-Total 315.



PUBLICAGOFS A PEDIDO

Amor em segredo
Vein, oh! bolla de minh'alma.
Corn teu rise encautador
Vein ampamar-me, si nao
Todo me exalo em amor!
Vein oh formosa mulher.
Corn pureza e perfeica)!...
Qaantos affagos tetAs
De meu pobre ceuia1o !...


(*) Se nao dei ti-atamento de Ese. na petigao do
Illm. e Exm. Sr. Dr. juiz de direito da vara civel,
foi porque a petioe foi feita corn o fim de seu
substitute despachhr. -A. F. Corga.

CriiCe audacioso


Venho narrai
do pelo Sr. Ba
deste mez, e pe
dades compete
Projectando I
de Lagoa do COi
prietario, soub(
rio, de nome
nho Cordeiro, at
tiria, e eu ria-H
NIo era men
za do a9Ude sei
e tanto que, d
dirigio-se o fisc
sentando a neee
recebeu em reed


-a -


'- .5"- :- -
, I: -.
' .. ^ ,i,'_ ir '*: *'
,, y :- -::. +


rUt


* -- bP- '~.-!i- ~4


urn acto criminoso pratica-
rto de Tracunhlem, A 8
tir providencias as autori-
Les.
mpar o aaude da povoag&o
ro, onde reside e sou pro-
i que um fiiho do Sr. Ba-
Manoel, rendeiro do enge-
soalhava, que aao co'usen-
e da quixoaada.
inteito pro der A limpe-
a o conse so da Camara,
Saccordo kommigo, A ella
I dyts laoahidade, rqgr-
idde deste beefioio,
ta o o seguinte:


r -A-i--*^


cate d'Albnqurque e, pars /
za do acude des& por dWI .
corn Vmc., como pade em nu oti
do de 30 de margo, sendo o a tk
possivel.
Deus gaarde Vmc.- I1m. Sr. fitd t s
Lag6a do Carro. Manoel Joa Rio dio
Jordo Chacs, secretario da Camara.
A' 4 do corrente dei principio ao tra-
balho, e no dia 8 continue apesar dam no-
ticias aterradoras, que ohegavam-me aos
ouvidos, de que o Sr. Barlo viria fazer
desordens, repugnando-me, entretanto, a-
creditar, que uin home maior de 70 annos,
e jAi rcclinado sobre as bbrdas do tumtilo,
prestasse se A pratica doe u:n crime para
satisfazer scus caprichos atoleimados c os
de seu filho Manoel. Sabendo quo cinis-
sarios scus andavamin pelo povoa'lo atceno-
risando o povo, para que nao concorresse
ao servico, comuo costumavain, tclegrphoei
ao delegado de policia de Nazareth, pcdin-
do que viesse ; porque podia dar-so algum
barulho, mas o telegramma nao chegou a
tempo.
A's duas horas pouco mais ou inceuos,
achava-me no servigo, que estava sendo
feito por dous lionens c trees mcninos, ecm
assistencia do cominandante do destaca-
monte, d'uma pra.a e d'uin aminigo Joi'o
Miguel, quando vimnos mnais de Autc ps-
.-.oas a ciavallo, todos anuados, co:n o Sr.
Barao a frento, em direc;?loi ao agude, e,
a) cliogaren, o Sr. Barao c sen filho Ma-
noelC, Ciu grits disseram : entrcui no acu-
die e piquem a rde, oramin iumned'liatamen-
to obedccidos pelos scus sequazcs.
Deante ,i tant.a audacia revestino nos
de prudencia, c tt fiz vcr ao Sr. Iluir.o,
que o actor era criminoso; por-iu-' vinlia
obstar, coiurn grau ntunicro dc -.icari,)., e
a mIULo armada, :to cunpriweuto de 1in ac-
to legal couanado da autoridladec comupetet-
tC, co0mo p,'leria ver do officio da 'aiaara,
do sett conttul, setu filliho Manol, A '.i1e1i
do vespora o piroprio fiscal dera-o A Icrn uo
eiig-'nmho Cordi--ro, oule f-i A chamalo -do)
dito Manoel.
Nao quero noiucar as pessoas, liUe acoiu-
pauhliarain ao Sr Bar-ao, c as quo vierain
em sen auxilio de dentrodo povoaIo, 0,o qu
ficarn para ser veriticado, (juando as autori-
dades coinpeteutes tomarem conliecimeute
deste crime, como espero, o como disse
ao proprio Sr. Barato, que havia de suc-
ceder, pois contava corn a boa execun da lei; ao que parece replicaram o Sr.
Bara'o e seu filho Manoel, (que n'o fariaim
caso disto, per que cram ricos.,,
Nao sei, que a lei faca distinco de ri-
cos c pobres, para punir os delinquents;
e, quando fizesse, ignore em qu11 consis-
tem takes riquezas.
Sei, que o Sr. Bar'ao possue onze con-
tos no engeaob Ca.valcante, cinco no Cor-
deiro, quatro no S. Jo.io,. duzentos mil
reis na propriedadade Carauba Tortae'
uns deseseis escravos, c que seu filho Ma-
noel tern uina part na propriedade Rollo
e uns doze escravos, notando, entretanto,
que a grande fortna ido Sr. Barea estA sa-
jeita a liquidan.oi de contas, que ha de fa-
zer, quando entregar ao sea fillio Joio, a
heranga materoa, e mats setenta e oito
contos da de seo avo materno Paulo d'A-
marlin Salgado, come 6 sabido em toda a
comarca de Nazareth.
Lagoa do Carro, 9 de abril do 1884.
Manoel de Hllada C. de Albaiqunrq'we.


Ao public
Sio bom conhecidos na provincia os meus
sentiments corn relasio ao esclavagismo,
que infelizmente ainda se mantem no Im-
perni Brazileiro, apezar de ser considera-
do amachronico, iniquo, barbaro e vitro-
pophago.
Se as lois, que terns, fossem cumpri-
das, resumidissimo seria o numero dos en.-
tes escravisados, facil ao govern, e as so-


CERTIDo.-Antonalo Borges da Silveir.a Lobo,
tabellibo do publicojudficial e nota- n'estUi ci.ile
do Recife e sen tcrmo, por Sua Magcstadl o Iin-
perador, a Queon Ddus Guarde, etc., etc.
Certifico, em vikitude do despachio suipra, qilt<
por part do supplieante Antonio Franciseo Cnr-
ga me foi apresentado o diario .official tied qu iit t-
ct.t a petiglo retro, e n'elle me foi apontado o so-
guinte :
- Pra..a do Reeife, scis dc agosto de nil oito-
centos e oitcota.-
0 valor do dollar sobr, os Eat tl-i Ufi.l)4, hIi
quinze dias 6 dous rail ccnto e sessenta nr'i, e
quiarenta o anna fr4cqgcs do rel.-Prau:t ,l.) It
cite, vinte c soeto :ag.sto <14 rail nt-ic-,t)s c ',t-
tenta.-Cainbio sbrc o Port) a tr.s ,Ii is .--.' vista.
- ceuto e trinta e oitoI, prlirm.), sobro Paris, :it
quatroccutos e vinto e ciuco r-is o franci), c sobni-
Lundres a vinte e.dotus e meio dinlwciros por anil
rits.
E,' s'Jincnte o 1uo in fi afo ntalo c coiistai do
minencimonado diario) oli.i;il o ,1jilii 331 report) ,
dou f6.
Cidade do Recife Pcrnaimuco, dez do abril do
mil oitocentos c oi.enta o quatro.
Subscrevo.c aseigno. Em f6 de verdade 0
tabellio public, Antonio Boryes da Silceira
Lobo.
'* **t
Ilm. c Exm. S'i Dr. juiz de dircito especial do
coamercio do Recife.
Diz Antonio Francisco Corga, quo a Junta dos
Corretores, tendo |sido incoherent nas certidbes
que passou de carmblios feitos n'esta praga cin
agosto de 1880 ; rncusou-lh'as per ado mcrecerein
inteira fM publicj, e valeui-se do rcurso de fa-
zel-as extrahir do irm DIARtO OFFICIAL d'esta pro-
vincia, por dcspacho do Him. c Exm. Sr. Dr. juiz
dc direito ida vaa civel-Serito cert ficados ; e
come a petigao retro, meuciona a operailo da tra-
ductibo para a qual V. Exc. designou a Jose Faus-
tino Porto, o asuppliante requer A V. Exe. para
que se digne, port seu respeitavel despacho, defc-
rir o que esta feitl, E PROSEGLIt NA CEltTIDAIO DO
TABELLIo SILVElmXA Lono.
Nestes terms q supplicante pede a V. Exc. de-
ferimento.-E. R.iMce.
Recife, 9 de abtil de 1884.
DESPACHo :-Sim. Re-Aife, 9 de abril dc 1881.-
Moutenegro.
Him. e Exm. SrI. Dr. juiz de direito especial do
commercio da cidade do Recife.-Antonio Fran-
cisco Corga, comtoerciante matriculado, tern duuas
certidues de cambios feitos peor fora de despachos,
do Exm. Sr. president da Junta Commercial des-
ta proviueia e do i1m. Sr. presi lent, da Junta de
Correctores da praga do commercio desta cidade;
e como a betn de sen direito, se fa"a mister que as
cotanbes das refcridas certidbes, sirvamin para cam-
biar para inmocda 4o nosso paiz as minoedas dos pai-
zes estrangeiros, que pass a designer:
Dos Estados-Unidos, dollars 55 000
De Franca, francs 120.000
De Portugal, rmik 115:0006000
De Inglaterra, : 5,000-0-0
em formna que doa f6: requer a V. Exe. para que
se digne per seau respeitavel despacho designer
urma pes8a mDONEKjuramcntada tara fazef a tra-
duccao da contablidade e apresentar o product
de eada umi daqUellas species defonicmas para
nossa moeda e nesta as sommas reunidas corn to-
tal importancia. I
Nestes terms o supplicante-E. R. Mc.
Recife, 7 de abril de 1884.
0**
DEsPACHO :-Designor o interpreted juramentado
Jos6 Faustino Porto. Recife, 7 de abril de 1884.
lontenegro.

Traduiqego.- Einm cuinprimeuto dos respeitavcis
despachos do E.Jui. Sr. Dr. juiz do comncreio.
exarados nas pctics do Antonio Fraucisco Cor-
ga, dc 7 c 9 do corrente inez, e tendo emi vista a
certidao p.issila ipelo t tb Llialo pl-blico Atitanito
Borges tlm Siiveint Lkbo. em virtue do tiespaeho
do llm. c Exin. Sr. IJr. juiz i I 'lireito do cive-cl da
comarca do Recifi, pruifrilio icm p)tiig;o do taes-
mo Corga, do 9 1 bueorrcute uiez ; dcclaro ter pro-
ccdido ao calculo dc rcduc'ao dos valorcs cm
mocda cstrangeira, constantes alas referidas peti-
ges e conforme as cotaiSes constantes da certidle
na ultima ; a saber :
Dollars 55,000 a 2:160,41 118:8224550
Francos 120,000 a 425 51:0004000
Ris fortes 115:0004 a 138 0/o 273:7004000
5:000,0 a 1,2 por 1 3:3335330
sommando a impe'tancia total 496:8554880
Reporto-me As *referidas petiSes e certidoes.
Recife, 12 de abril do 1884.
Josd Failio Porto.

L)isse muitas rqzes que o liomom era o que de-
sejava ser; digo agora que o homem 6 o que -
DELua Nosso Sexa. JEsus CmsusTO-quer que ehe
seja. -
Se a mninha vid4 estudada nlo o justifica,-sc- o
SarTo--meus senhbres.
Continuarei se lie delxarem.
Recife, 12 de atril de abril de 1884.
Antonio Francisco Corga


de, augmentar fortuna. .I
SFazendo eu part da Sociedade Auxilia-
dora da Agricultura de Pernambuco, e ma-
nifestando-se a gerencii, quie a reprsenta,
como se v5 do Jorndl do, RIrfe do 25 do
corrente, de mode infenso aos cineus priun-
cipios, c accintoso A heroica provincia do
CearA, nao 6 possivel continuar como sea
socio.
Nab tenho forgas para aos senhores da
.Aixiliadora. Agricola convene do error,
c!n que calculadamente ,oi-erein persistir,
ainda recouliceindo a iniquidalde da escra-
vidio. preferindo autes, corn ella augmcn-
tar, comno dizem, sens interesses maoneta-
rios.
Resta-me o alvitre de desligar-me de
uma sociedade, quo a muitos respeitos do-
vera ser utilisinina, como tein side a algans.
E' ajsue face, dirigindo a gerencia o offi-
cio, quo corn a presented serA transcript.
Engenho Goicana, 28de margode 1S4.
Bar-o de Goicana.
Engenho Goicana, 28 de marno de 1884.
Illm. Sr.- Resolvido a exonerar-me de
socio da Auxiliadora da Agricultura de
Pernambuco, venho pedir A V. S. quo dig-
ne-se levar ao conhecimento da dita socie-
dade a minha resoluggo, coasiderando-nl
me desde jA eliminado do numero de s
socios.
Abolicionista de conviccgo, e dc crenca
liberals firms, desconhego razlo alguma,
Rue justilique a- escravidlo do home.
omo brazileiro, sinto, que sq. procure
manter ainda a escravidlo no Brazil, e atf
se coarcte a liberdade dos considerados
lives per lei, como ao os importados de
1831 parsa ca, e seas descendentes.
0 vii interesse de maior lueo, e a som-
nolencia dos governor e autoridadeano
podem, ot nao dever justificar o abus,
nem o modo porque se sophisma a i,
afim de conservar-se tieo degradantse de-
ponente estado.
A escravidlo, sempre condenada p
slos principios sociase, pela phim a a
pela moral, corn mais ruo 6 coademat
pela religio de Christo que adoptamos,
e devemos observer nova hyjoeaia,
Pensaundo aselt. lo pom, -Mp -
aceitar as id6as emcrsvagi4st, q. .aCk-.
renca, r epreuaktando a uipra"dib u
Id, manifestoa e publiwou Jhuwm 4sW
? do.5 dooafmbie. "1
imen d=o u"ai m "n f ...'.
dL I..,* a


-d I -u~'
t -


ciedades abolicionistas seus resgates, pa-
gando seas valores aos desalmados, oue os
consideram material mercantil, ou maquina
do aumna frtuns.


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g 1 0 iaouYores do nosso 1 impoadr, qu'a
do sA l~ chegaram, suasanifestaes pa-
cil+ cas. : + .
E .xposto o men mode de. pensarf- e pr,
Squoejuigue em desaccordo comn o mdo do
peiisar da sociedado, qua a gereucia dig-
'namente repreaentai tenho motivado miuha
exoneracgo do numero, e do menor do soeus
a asocidos.
:Deus guarde a V. S. --Ilm. Dr. Igna-
"io edeBarrosBarretto, dignissimo gerente
da' Auxiliadora da Agricultura Penambuca-
na.-Barao de Goicana.


* I.... O -bandidom de Campina Grande re-
r u deseem coin fturor iatauteo eou-
1 W tsa o iigueojui do direlto d'aquel-
i4&1 I laimportante eomarca.
f 0 Jornal Ia Recift de 13 do corrente, deu es-
^ patpo em sunaluolumnas a umna torpe verrina con-
tin o Dr. Antonio da Trindadc Antunes Meira
+ Henriques que, ha mais de 10 annos, preside os
t destines da comarca de Campina Grande.
A'A Daraute esse long period, a propria camari-
Iha 4 hoje agride o honitdojuiz, via em sua
Slafp e autoridade, a mais solida garantia de
f ^|ireitos, 6 respeito a lei, a maunutenco di or-
**de public, e proelamava a necessidade de sua
|permmiencia na comrnarca :' hoje por6m- muda-
ram-so os tempos-o Dr. Meira ja nao e o mesmo
magistrado, 6 imprescendivcl sua retirada de Cam-
pina, porque 6 necessario que o crime possa alli
| campear altaneiro.
0 l 0 -iolo pouco commum porque foi insultado o
... Dr. Meira, incontestavelmente orgulho e ornamento
: ,da nobre classes o que pertence, deixa bern em re-
S levo que so inimigos pequeninos e rancorosos sao
capazes de takes torpezas.
|| A verriua 4ue, aliAs uao decline um s6 facto
; | de arbitrio e prepotencia do illustrado juiz, vem
assiguada por dois-CC-quo collocados em sen-
^ tido invorso-C --e reunidos representavam per-
S- feitanmeante a figure espherica da pessoa que es-
creveu aquellas linhas diffamatoriss.
Ainda bern. D'esta vez as lamnas e paues do
i (Barbalho n.ao poderao encobrir a rotundidade do
e cscriptor mercenario que, pars ir arrostando vida
p-s tda a vergonhosa, recorre ao meio immoral e
S.n mdeeente de alugar-se aos proprios comparsas, e
|- sob a eapa A una amnizade simunlada c fingida,
r vender-lhes;por boim preo As deseomposturas que
:o escreve. Essc novoamodas vivedti 6 sem duvida
u:n .uxiliar a velha industrial que, gragas a vigi-
~ ~ lancia da policia, hoje nao p6de render tanto come
o, em 6pocas que devem star bern vivas na lembran-
-y' ca do probidoso ex-juiz, euja condueta exernplar
plde ser attestada pelo Sr. Lima -vulgo- gordo.
IDaguerreotipado assiin o alugado, temos como
| objective tornal-o visivel n'esta cidade, onde elle
e o Dr. Me'ira slo assis couhecidos; corn relago
por6m ao alugador, cuja predileccao polos CC 6 tao
profunda. que alIi corn olles maudou, firmar aquella
:* verrina, acompanhada de uma homelia laudativa
do seu fidts Achates Jos6 Andre, temos repugnan-
*]; eiti em declinar seu nome; ias cedemos a forea
^ imperiosa da necessidade, pis A neeessario que,
em Campina Grande saiba-s( tambem que esse
argumeno--r chamia-se Jo o Loureno Porto-
4zme que signjfica -homem que desconhece t .dos
+ 9 sentiments Aue nobilitam, negaclo absolute de
.I:nra e vergonha.
0 Dr. Meora tern um nome e reputacao bem fir-
S A. mlda no paiz, e nao sera corn doscomposturas fi-
Ihas da raiva e do despeito que conseguirao ma-
rear a aureola brilhante que eorca seu nome de


maistrado.
I provineia da Paraliyba e as comareas de sua
juidicatura, principalmente a de Campina, jAi mais
esquecerAO seas importantes services em epocas
bemn calamitosas, come nas memoraveis crises de
1874 quandoa ordem public foi profundamente
Salterada pela sedicclo quebra kilos, e 1877 polo
flagello da secca. E verdade que desta ultima
data comecou o Dr. Meira a desagradar ao fa.a-
nhudo Porto que tentou por algumas vezes apode-
rar-se de deposits publicos e dividil-os corn sua
raca como propriedade sua, o que final conseguio
quando aquelle Dr. ja nio presidia a distribuitigIo
dos soceorros.
Do mesmo modo que as feras alimentamn-se corn
o sangue das victims, Jolo Porto eeva-se em odie
que vota aos desaffectos. E o que vota ao Dr.
Meira, nio parou de crescer desde que este domi-
nado pelos pxineipios de justiga e em obediencia a
lei, condembitl a diversos parents seus em pro-
cesos defiaitivos por furtos de apimaes vacuum
e cavallar.
Hoje a grits levanta-se em outro terreno, e a
aggressao procura fundamento e justificatdva em
un&a questiuncula de bogica promovida e levanta-


COIIERCIO
Praqa do Reelle, 10 de abril
de 1884


As tires horas da tarde
taCo5e. o,+iaea
- Nio houve cotlac. "7
SA. M. de Amorim Junior,
SPelo president.
A. P. de Lemos,
Polo secretario.
Dia 12 -
Algodao do Aracaju, sem inspeceao, 75000
15 kilos, em 8 do corrente.
Cambio sobre Londres. 90 div. 21 118 d.
15000, em 10 do corrente.
Dito sobre dito, 90 d/v. 21 d. e do banco 20
d. por lts000.
Dito sobre dito, Avista* 20 518 d. por 1.0000,


per
per
7i8
do


-baneo. .
Canmbio sobre Paris, vista, 463 rs. o france, do


banco.
Dito sobre dito, 90 d[v. 457 rs. o franco, do banco.
Cambio sobre Hamburgo, Avista, 573 rs. por R.
M., do banco.
Cambio Abre Lisboa e Porto, Avista, 153 O00 de
Qrcmio, do bMnco.
f. J. de Oliveira Rodrigues,
Presidente.
A. M. Amorim Junior.
Secretario.


:1<+ r *1_ ==
]O VISTA COMMERCIAL
4 4 a semana de 9 a 1I de abril
de 1884.


4
I


have, sern atteuder a uma ordem de Aaew cor;
pa preventive qu le Ihe fo i apreentada. :
A victim da prepotencia do esblrro i A policia,
privada de,'aeuestabelecinentoeommert aldie
dinheiro, joiss e atd rupa, e com boans wnamen4
tos para suspeitar um roubo em sua ltk ea, re-
quereu ao Dr. Meiia urn exame em sua a com-
mnercial, exame que Ihe foi deferido, e entto vie
rcalisadas suas apprehensles, joias, etc., tudo
desappareceu. I1
Dinul denunciou do delegado e outros e come 6
ecessario que a justiqa fique enealhad, lantam-
se como cles hydrophobieos contra o Dr Meira na
asperang ade suspeital-o no julgamento do pro-
cesso. R' quanto se collige do Tempo nquestio-
navelmente bemrn informado polo quo tem, lido so-
breo assumpto nos jornaes publicados .ia Para-
hybe.. '
A repeftavel junta devia por term a ossa ques-
iao, verdadeira ballela e nao consentir que esse
Azevedo que veio da Certe per fallido 0 em Cam-
1)in;'associou-se a um medico de reut aco du-
vidosa, continuenm a perseguir a urn bti'eano, li-
cenciado, de merechnento per sua longal pratica e
de immensos servings atW por nomeanto lo gover-
no, s6mente comrn o fim de desembaracare n-se d'cl-
le e a vontade darem conta do undo.
Nao concluiremos a presented sem dizermos ao
)Dr. Meira, eujo merecimento de home particular
e magistrado conhecemos e.admiramos, que, qyan-
do um home de brio eneontra em seo camminho
scelerados da oraem dos que ora agridem a sua
loaisoa, mostra-so bem avisado deixan4o-os pas-
sar. Travar cornm elles discussAo, arranqar-lhes a
maascara e atiral-as a rua, expol-os aoo motejos
da popula"a, qurercr disvial-os do terren6 eseorre-
gadio dos convioios, 6 lancar semcnte emn terreno
safaro e ingrato.,
Recife, 24 de marco de 1884.'
Es8part6ro.


iicadomlagoe M mli fo ParIs
Sessfio em t11 de maro de
881
Tratanwnto dos estreitamentos da trompa
de Eastaquio por meio da IJ" electro-
bjse.'^4
0 Sr. Mercier 16 em sou nome iproprio
e em nome do Sr. Garrigou-Desareges usma
nota sobre este assumpto.
0 manual operatorio consisted emi intro-
duzir na trompa uma sonda composts de
fios muito finos, e no conduct auditivo
uma pequena bola de prata eom um cabo,
a bola tendon a form de uma azeitona ; a
qual deve ser mettida atW porto do tympa-
no. Depois faz-se passar uma fraca cor
rente electric, e pouco a pouco niota-se
que a velinha vai-se tornando mais livre e
corre corn mais facilidade; a dilatable do
et, eitamento executa-se completamente.
A "eraslo nao dove durar mais de
d9usn mi*tos.
Enta bico ou cabega ? Pensain que
a sciencia fica estacionaria e nao so aper-
feigOa todos os dias ? Por que julgam que
alm do muito que sabem nada ha mais
por saber?
Extrahida do Jornal de Medicina do Pa-
ris, n. 91, de 25 de mar9o d'este annao
pag. 1198.



Go11eio 25 Ioarwo para o sexo


Este Collegio funeciona, sob a direc1o das
Sras. D. Felicidade RabeUlo da Silva Santos e D.
Amelia Flock de Mizanda, no excellenteo predio
site A rua de Gervasio Pires n. 83. Alem das
primeiras lettras e trabalhos de agulha, ensina-se
tambhm trancez, portuguez, geographia, arithme-
tics, desenho, music, piano, danca, flores artifi-
cies, etc.
Recebem-se alumnas interns, meio-peiisionis-
tas e externas.

gado, bom, de 2t450 a 25500. 0- dito regular,
de 25350 a 25400. 0 americano de 1l650 a
15700 os 15 kilos. 0 brute, regular, de 15450
e 15500 os 15 kilos. Canal, de 15250 a 15300
par 15 kilos.
Caf&=- Retalho de 65000 a 85000 os 15 kilos.
Couros salgados. verdes== Ultima venda a 320
reis um kilo. Ditos, ditos, seceos V+ endas
de 600 reis un kilo. Ditos espichados=- Nomi-
nal, a 700 reis um kilo.
Fumo do Rio Novo= Nominal de 225 a 2g4000


os 15 kilos. Dito de Goyaz= Nominal de 243000
a 26.5000 os 15 kilos. Dito em rolos= Noninal a
105 e 12A os 15 kilos. Dito em latas=tRetalho
de 105 a 20A os 15 kilos.
Farinha de mandioca-=- Retalho de 35400 a
4500 um sacco.
Gomma de mandioca= Retalho de 25 a 25200
os 15 kilos.
Graxa do RioGrande do Sul== Ultima veidas de
75800 os 15 kilos.
Mel= Nominal a 505000 uma pipa. i
Milho== Retalho de 90 a 95 reis um kilo'
Pelles de cabra= Ultimna vends a 83W)00 um
cento.
Sal do Ass i = Ultima vdnda a 15100 bs 100
litros. i
Sebo= Vendas a 85800 os 15 kilos.
Sola= Nominal de 44500 a 75000 um mneio.
Vellas 'stearinas= Retalho de 320 33N r6is o
nmIsso de 6 velas.
Xarque do Rio Grande do SuL. = Deposito
78,000 arrobas, retalho de 55600 a 6A60Q os 15
kilos.
Generous estraungelres
Aipiste= Ultima venda de 45800 a 5(00 por
15 kilos.
Arroz da India=Retalho de 25400 2.500 os 15
kilos, .
Azeite doce= Ultima venda a 35600 umnj galalo.
Baealhao=- Deposito 18,000 barricas, retalho a
155000 e 17000 uzha barrio. |
Breu = Retalho de 135 a 145 per umn bar-


Fazem p-ublico qu

ao de Consulta do

rente anno, tomada

mente favoravel do

ramjulgadas fraud

sas, por contrarias a
trada pela antiga C(

tendoo nome de 1
bre papel amarello,

semelhante ao de q2

ha mais de meio seen


quaesquer outras


So(
SO]


osmas condi5oes.

E porque G. GUE
res da dita Compa


do da marca &bm o

PARDA-, em botes


ticos aos anteriores, os


postos a fazer sequesi

nao so os botes de ra

outr'ora Companhia

aquelles que esta lan4

firma, declarando se

NY; pois estes ultim<
ca igualmente illegal

condemnada pelo Go

Os annunciante sa

de processar criminal

praticando actos conti]


rante a sua proprieda

d'elles a indemmnisaa,


que Ihes tem causadoi


Corn este aviso, nilt


se allegando uma ign:

Bahia, 26 de Martc




Junta C

Dc ordem da Junta Commercial
cumprimento da imperial resoluto de eon
per officio do Exm. Sr. conselheiro preside
annullados os registros da marca, da Comp
que fora admittida a registro per havere
quella. Secretaria da Junta Commercial d
rio.-Annibal Andri Ribeiro.


A americana, de 205000 a 201500 uma barrio
A de Triestre e Hungria, de 25J000 a 28500
uma barrica.
FeijAo mulatinho= Retalho de 145000 per m
sacco.
Dito de cores= Nominal de 85' a 9000 um
Sacco.
Kerosene= Retalho de 3A250 a 3300 uma lats
LouOa ingleza= Retalho a 350 por cent. sobr
a factura.
Massas italianas= Ultima vendsa de 7500 po
uma eaixa.
Manteiga franceza em barris. = Vendas d
1;874 um kilo. Dita em latas, da mar
Inout.== Ultimas vendas a 25681 um kilo. Dit
italiana,em latas retalho a 24616 e 25725 um kil
Dita em latas, da marca George Naux, retalb
de 25616 a 25725 um kilo. Dita em latas, d
marca Dinant Alcard, retalho de 25616 25725 pao
um kilo.
Passas finas= Retalho a 61000 e 85000 uns
caixa.
Papel de embrulho= Retalho de 680 a 150(
uma resma.
Pimenta da India== Retalho a 159150 por un
kilo.
Phosphoros Da maresa Jonkopings, retalhl
de 25000 2150 cada uma groza. Dito da mares
Nitedals, retalho de 10600.a 15800 umna groza
Dito da mares Wenesborg, retalho a 15600 urns
groza.
Queijos- Retalho a 35200 cada um. "
Sardiuhas= Retalho de 300, e 320 reis urns
lata de quarto, conform a qualidade.
Toucinho de Lisboa = Retalho a 135000 oi
15 kilos. Dito americano Retalho a 12400,
os 15 kilos.
Velas stearinas= Retalho de 400 a 700 r6is uun
maeo.
Vinagne=-Cotamos de.20e o 150 umna pipa
Vinho into de LisboanCotamos a 2205 e 2254
uma pipa. Dito da Figueira.--=Cotamos a 2155
2355i uma pipa. Dito do Cette, braneo,= Retalh(
2155 e 220$ utna pipa. Dito do Porto, em eCaixas
Retalho de 8I00 a 205000 ums caixa de 'I
garrafas, confme a qualidade.
Xarque do Rio da Prata== Deposito 65,000 ar
bas =Retalho 55200 a 6j400 par 15 kilos.
RENDMENTOS PUBLCOS
Mez de abril deo 1884
ILffAm dA=De 1I a 9 1429:2805427
Idem de 12 61:556115h


ETA


pela Imperial Resolu-
o de Fevereiro do cor-

obre parecer unanime-

Sonselho de Estado, fo-

,ntas, nullas e crimino-
ei,nao so a marca regis-

npanhia Imperial, coi-

RARERIA PAiDA -'so-
e em botes do format

usam os annunciantes

, mas tambem todas e


marcas


que estejam nas


LDEVILLE & C., succes-
inhia Imperial estaousan-

dome de-RAPE AREA


papel


e formatoe iden-


annunciantes estate dis-

rar pelos meios legaes,

e expostos a venda pela

Imperial, mas tambem

mndo ao mercado a nova


m da fabric GUARA-I


Ssao


envoltos


em mar-


1 nulla e fraudulent,

verno Imperial.

. mesmo tempo tratarao


enite todos os que estao

trios a lei quelhes ga-

le industrial e haver"ao

dos prejuizos e damnos


piem poderA defender-

ancia que nao p6deter
de 1884.

MEURON &C.


commercial

sE faz public que na sessto do hontem, em
u "ta- do 1 de fevereiro ultimo, communicada
Ste da provincia do 26 do mez find, foram
ahia Imperial e da do G. Gueudeville d C.,
nestes sido considerados' cessionarios d'a-
. Salvador, 4 de abril de 1884. 0 secrta-

I ALTERA9AO DAPAUTA
) Pars a semana de 14 a 19 do mez de abril
de 1884
SAlgodao em rama, 466rs. o kilo.
Assucar mascavado, 100 rs. o kilo.
Alfandega dc Pernambuco, 12 de abril do 1884.
Os conferentes, *
[H. S. de A. Brederode.
J J. J de Miranda.
DESPACHOS DE lIMPORTAAO
Vapor inglez Orator, entrado de Liverpool a
Lisboa no dia 9 do corrente a econsignado a Joyns-
tn Pater & C., manifesto :
|Carga de Liverpool
Folhas de Flandres 125 caixas a A. D. Carneiro
Vianna, 35 a F. F. Barbosa. Farinha de trigo
S00 barriers A6. ordem, 115 a H. Nueseh & C.
Louca 116 gigas e 9 barricas A ordem, 30 gigas
j Souza Bastes Amorim & C. Linha 2 caixis a
Ferreira & Irmaio, 2 a A. D. Carneiro Vianna, 2 a
liveira Bastes & C.
Materiaeg para gaz 8 volumes a.empreza do
S az. Mereadorias diversas 7 volumes a Nunes
'onseca & C., 6 a Francisco Lauria & C., 2 a
tzevedo Campos, 1 a Guimarnes Irmao & C., 7 a
t ntonio Jos6 Maia & Imao, 1 a Jose A. dos San-
os & C. Materials para estrada de ferro 786 vo-
I umes e peas a The Great Western Railway
i company. Machinismos 1 a mesa, 2 caixas a
I C. Levy & C., 5 a Allan Paterson & C.
Objectos para chap6os de sol 1 caixa a Leite
"astos & C. Oleo de linhaca 20 tambores a
'ranecisco Manoel da Silva & C. Dito de carogo
ie algodAo 1 tambor a Companhia de FiacM o Teci-
Idos.
R Vapor inglez La Plata, eatrado dos' portos da
.Earopa em 10 do corrente e consignado a Adam-
J ion Howie & C., manifestoun:
SAmostras 46 volumes a diversos.
Manteiga 100 barrio e 150/2 ditos a Browns &
*. Machlnas 5 eaixas a J. C. Levy & C. Merca-
orias diversas 6 volumes a D. A. Matheus, 1 a
Varvalho & C., 1 a Luiz G. da Silva & Pinto, 2
js consignatarios, 3 a companhia do Beberibe, 2
o rOliveira Basts & C., 1 a Antonio D. C. Vian-
2 ao New London and Brasilian Bank, 6 a
0a ipanhis do gaz.
Presuntos e queijos 3 caixas at ordem.
Queijos 230 caixas a ordem, 40 a Saunders Bro-
tors & C., 21 a Rosa & Queiroz, 34 a Carv'lho
Si C., 20 a Jo 6 Jquim Alves & C., 16 a PNiva,
Saleite&C.,10 a 3. D. Simies& C., 13 a J. F.
SAlmeida, 13 oming s F. a Silva & C., 10
Bastes, Amorim & C., 10 a Fernandes da
a &C.,10aJos6 deMacedo,16 a M. Joa-
Carlos Cardoso, 7 a Ailheiro O'liveira & C., 5
SFerreira d Costa & irmlo, 5 a Antonio A. de


4(t previnclaes I.
Vedimoa a 8s.Excs. queredobrem as penas'ds*
poeturas municij aes, para vrse, de alguma f6rnn
se deixari de ve ider nos domingos por portas tras
vessas como tod s vendem. A continuar assim 6
melhor nao feieh I ?
A clasee caixeiral.


S TIES

Etitalon. 19
0 administrad r do Consulado Provincial faz
publicar pelo pr sent a disposkiao fnfra do art.
8 da lei n. 1,786 e 23 de julho de 1883, em vir-
tude da qual os enhores tabelliles publicos nao
podem passar esa ipturas de doaVies inter-vivos,
sem a apresenta o do conhecimento do impostor
respective page nesta repartico na f6rma do
mesmo artigo e sob a pena de multa nelle estabe-
lecida:
Art. 8.o Para se fazer effective a eobranga do
, impostor province al sobre doaoes-inter-vivos,
a na f6rma do repectivo zegulamento, o adminis-
w, trador alo Const lado Provincial e os collectors
provinciaes far organisar uma relago dos de-
Svedores desse imposto,. em vista das notas dos
a tabelliaes e es rives das respectivas circum-
Sseripqoes fiscae3; multando em 25, por escrip-
c tura que for lasrrada sem apresentacao do bi-
SIlhete da quitaca), provando o pagamento n'a-
quellas repartic es ,.
Consulado Prov ncial de Pernambuco em 22 de
margo de 1884.
Francisco Amiynthas de C. Moura


DE(LARADOES

Saita Casa 94 11soricorila go oCfie
Arrenda-se por um a tres annos as armazens
ns. 16 e 18 A rua a Senzalla-velha, a razao de
3601 annuaes cadk. um ; a tratar na secretaria da
mesma Sana Cas. ,

Obraspublicas
De ordem do 111n. Sr. engcnheiro chefe, faco
public que, em virtude da autorisaao do Exm.
Sr. desembargado* president da provincia, vai
em praca perantoe esta repartico, no dia 15 do
corrente, ao meio 4ia, a obra de reparos da ponte
do Varadouro, oreados em 1:008,550.
0 orgamento e cndiqies do contrato acham-se
nesta secretariat para serem examinados pelos pre-
tendentes.
Secretaria da regarticAo das obras publicas, 1
de abril de 1884. -+ 0 official,
Joao Jotiquim de Siqueira Varejao.


Confrariade Nossa Senho.

ra do Livramento
A commission alministrativa da confraria de
Nossa Senhora do ,Pvramento convida ams irmaos
que estiverem quite e houverem servido por urn
anno, qualquer cargo da mesa regedora ou com-
misso administrator, pars as 10 horas da ma-
nha, de 20 do corr nte, reunidos em mesa eleito-
ral, elegeremojuizIe mais membros para a mesa
regedora que dove i servir atW o fim do corrente
anno eompromissall
Consistorio da confraria, 7 de abril da 1884.
0 president da commisrma administrative,
Manoel t4rancisco de Barros Rego.

issociago UomorcIal 'tla
do Pornambno0

As"embla geral
S8o de novo conlidados os senhores socios des-
ta associaao a conlparecerem a reuniao que deve
ter luvrar na sua de, as 9 horas da manha do
dia 14 do corrente, 4fim de, corn o nnmero que se
reunir, proced-r-sela eleic io da future directorial,
leitura do relatorio e prestaco da contas.
. Assoeiacao Comniercial Agricola de Pernambu-
eo, aos 7 de abril d 84.
S0 secretario,
Antoni4 Nunes Ferreira Coimbra.

CLUB' OOREIA

Ich beebre mich den

flerrn hubmitgliedern


Verniz 3 caixas a
barris a J. A. ThoA


T. Just. Vinho scherry 2


Vapor national Sefgipe, entrado dos porto? do
sulhem 9 do correnteo e consignado a Domihgos
Alves Matheus, manifestou :
Algodlo 300 saccas a Mendes Lima & C., 184 a
Gonnalves Irmao & t., 63 a Alberto Vaz & C.,
50 a Baltar, Irmaos C. Assucar 245 saccos aos
consignatarios, 150 asJos6 da Silva Loyo & Fi-
Iho, 100 a Baltar Irnaios & C., 40 a Pereira Car-
neiro & C. Couros algados seccos 114 aos con-
signatarios, 113 a Pereira, Carneiro & C.
Fumao 249 volume a Antonio Pereira da Cu-
nha.
Mercadorias diver as 5 volumes a Joao Victor
Alves Matheus &C,, aC. Fernandes & C.
Queijos 8 caixas a 'erreira 1Tclia & C.

DESPACHOS DE EXPORTAQ.,O
Em 9 dc abril de 1864
Para o exterior -
Na barca ingle a Paragero, carregou :
Para New-York, J. Pater & C. 1,700 saccos com
127,500 kilos de ansusar mascavado.
No vapor amrr cano Reliance, carregou :
Para New-York, S Brothrs & C. 15,000 cou-
rinhos de cabra.
Na baroa norueouense Amazon, carregou:
Para o Rio da Praia, M. Cunha 300 narricas
corn 31,335 kilos de a ssuear branch ; T.4e Aze-
vedo 300 ditas corn 3D,888 ditos de dito.
Na area portug uea Miramar, carregou:
Pars o Porto, A. B*hia 5 saccas corn 396 kilos
de algodlo.
Na barcsa port ueza Minho, carregou :
Para o Porto, A. d& Oliveira Maia 543 courts
salgados comrn 5,180 kilos.
Para o interior
Na polaca hesp nhola India, carregou:
Para Uruguayana, Amorim Irmaos & C. 70
barricas corn 8,050 ki os de assucar branch.
S= No brigue allem ,o Alby, carregou:
Para Uruguayana, Amorim Irmaos & C. 550
barrieas com 58.187 k los de assucar branch.
No navio hespan ol Panchita, earregou :
Pars Uruguayana, J. de Siqueira 4,000 cocos
fructa.


des cldub auliegeuwH

lade hoeflicihs zu zahlri

cher Betheilignpg eii.

I. Lanberg

Obras PubUlea
De ordem do Inm. Sr. engenheiro chefe direc-.
tor, faro public que, em virtue da ordem de 8.
Exc. o Sr. desembargador president da provia-
cis, vai em praca no dia 15 do correute, so mio
dia, a obra de reparos da ponte dos Arromibados,
orcada em 1:270A405. 0 orcamento e mais con-
dicoes do contrato se cham nesta secretariat para
serem examinados pelbs pretendentes.
Secretaria da Repartieco das Obras Publicas,
de abril de 1884.
0 official,
Jodo Joaquidm de Siqueira VarejJo.
GABINETE DE LEITURA
Instrucliva e Recrealiva Gaunel-
leirense
De ordem do presidents do conselho deste Ga-
binete, convido aos senhores socios para, na fO6r-
ma da 2' parte do art. 36 dos nossos e-tatutos, ie
reunirem em assemblea geral, no dia 13 do cor-
rente, as 4 horas da tarde, na sala das sessocs do
Gabinete. /
Secretaria do Gabinete de Leitura Instructiva
Recreativa Gamelleirense, 8 de abril de 84.
0 10 secretario,
Adolpho Astolpho L. de Albuquerque.


C. E. A
Curso de mumica
Tendo a directoria deste Club contratado mun
professor de music, convido nos senhores socios
que se queiram inscrever no mesmo cursc, a fa-
zel-o.
Secretaria do Club Commercial Euterpe, de
abril de 84.-0 1 secretario,
F. J. de Amorim.

De ordem d, Illma. Camara Municipal, sao
ooidados os donos dos estabelecimentos das
frezias de Santo Antonio e Boa-Vista, para
virem a. secci. competent rever os pesos, medi-
das e balancas dos mesmos, no proximo mcz de
abril, sob pena da lei.
Paco da Camara MMunicipal do Recifc, 31 de
marvo de 1884.
Jost Candido de Moraes,
President.
Pedro Gaudiano de Rawe e Silt'a,
Secretario.


II dd o Nda o 8u d d Luz
Esta irmandade precisando saber onde reside a
Sra. D. Anna Joaquina Lins de Albuquerque,
pede a quem souber o especial favor de commuai.
car ao thesoureiro da mesa irmandade, ai rua do
Rangel n. 16, lytographia, ou aojuiz, no Joraal
do Recife.
Secretaria da irmandade de N. S. da Luz, 9 de
abril de 1884.-0 secaetario,
Jost M. Franca.
Scretaria da irmandade de Santa Ceciliaa
9 de abril de 1884.-De ordem da mesa regedor-
convido a todos os irmaos professors on particue
lares para, reunidos no consistorio da matriz da
S. Jose no dia 13 do corrente, pelas 9 horas dz
mmaha, irmos assistir a bena'o rolemne da Cruo
e colloca@o da mesma, na igreja da Conceiq3,
dos Coqueiros, doada A ests irmandade._
O secretario,
Lydio P. de 0liveia.


Maitriz he 8nito Aittoi
Veneravel irmandade do Santissimo Sacra-
mento
Pelo present. convido ass irmaos desta venera-
vel irmandade a comparecerem no respectivo con-
sistorio as 4 horas da tarde do dia 11 e i 6 da
manla-dodi, 13 do corrente, afim de aeompa-
nharmos as procissmct ae onterrn 'e ressurrei$.,
que teem de sahir da matrix de S. Fr. Pedro Gon-
salves do Kecife, pars o que preceded eonvite da
irmandade do SS. Sacramento daquella matrix a
esta irmandade. Consistorio, 8 de abril de 84.
0 eserivao,
Bento Alves Maehado GuOimare.u
Para P. de Alagoas, B. Gouveia 20,000 litros
de sal.


MOVIMENTO DO PORTO
.Navuos entrados no dia 10
Southampton escalas 17 dias-vapor inglez La
Plata, de 2069 toneladas, commandants A. C.
Geen, equipagem 92, carga various generous a
Adamson Howie & C.
Baltimore 25 dias-galcra americana Ship JAbtr
Howie, de 1648 toneladas, capital Freeman,
equipagem 26, earga earvio a ordem.
Sahidos no mesn) di4


Buenos Ayres e escalas-vapor inglez La Plata,
commandante A. C. Geon, carga varies ge-
neros.
Uruguayana-patacho hollandez Hendrili Jawes,
capitito D. J. Browies, carga assucar.
Navio entrado no dia 11
Valparaizo e escalas 24 dias-vapor inglez Arai-
can/a, de 1806 toneladas, commandant H.
Brown, equipagem 71, ckrga varies generous a
Wilson Sons & C.
Sakidos no nwsmw dia
Liverpool por escalas-vapor inglez Araucania,
commandant H. Brown.
Navios entrados no dia 12
Rio de Janeiro-24 dias lugar portuguez UidMo do
314 toneladas, capittao J F. Castanheira, equi-
pagem 11, carga various generos a Amorim Ir-
mnos & C:.
Cette 36 dias-lugar russo Urho, de 237 toneladas,
e apitio Charle Ekiund, equipagem 9, carga vi-
nho, a Cunha Irmilos & C.
Sahido no mesnm dia
Rio da Prata-polaca hespanhola I414a, capitIa
Leonor Pla y Olivier.
Observe. o
Suspendeu do lamarlo para West Indies, a
barca ingleza Alvinaton, capitao Johan Garding,
em lastro.


-eon


depn-


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7k :-


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Ua .r

WTA-LO WD NAIO A AGO8TO b 1884

COIIANHIA DE OPERA ITALIANA E BAHAMOS
..... .


ELENCO DO PESSOAL

ARTISTS DE CANTO
PRIMAS-DONAS SOPRANOS DRAMATICAS DE IDENTICA 4CATTEGORIA

? Adele Tartaglia e Lucia Avalli


Prima-dona, opr-tno illgeiro.
larcellina Rastelli


Priman-doa. c.ntralto
AImlialDnbei


SEGUNDA DANA
ViTTTDH& B.A&RINI


Primeiros lenores de identica calbegoria
LUIGI PARODI E ALFONSO GARULLI
SEGtTNDO TENOR
PIETRO GAZZONI
Primeiros barytonos de identica cathegoria
LORENZO RUSSO e GUGLIELMO COMOLETTI
Primeiros baixos do identica cathegoria
EGISTO GALASSI e AGUSTO CASTAGNOLI
Dama comprimaria Tenor comprimario Baixo comprimario
ABIGAILLE DELVA LUIGI MOLTBNI LODOVICO FERRARI
24 coristas---homcns e sonhoras



DIRECTOR MUSICAL E REGENT

MAESTROLUIGI RICCI
Instructor de coros e ponto
Maestro Nicolas I. Ascolese



Choreographo primeiro bailarmino

GABIIELE BRESCIANI
PRIMEIRAS DANARINAS SEGUNDAS DANqARINAS
Adele Martineugo Vittoria Barimm
Lucia Corradi Lima Oeratti
Virginia Brwiello Teresa Orsenigo
Adele Muggioli Olympia Fioravanuzo






4" WL qu xaK XFJ WL AL
A orchestra completa costa, al6m dos mus;cos contratados n'esta cidade, os
so9msieo, cntrutmdso em Mileo:
Segundo regente--Ercole Carletti reira flauta-- Enrico Botti
Chefe dos primeiros vidlimos--Guido Ceresa Primeiro clarinetto---Davide Orsefli
segundos ---Piotro Nardi Primeiro obo&--Ernesto Casartelli
Primeiro violoncello--Giuseppe Auelli HPrimeiro piston---Silvestro Vexmeli
iabaiX--CeBwe Vabgna Primeira trompa---Gaeano De Benardi
Harpista---Sra. Ama a Bini ISegunda D -Salvatore Randazzo

Diretor de acema Mlodis direotama do guarda-wvt Che& iachinista
GAKIU LEBREER LAJU VIT.ORIA DMBERNA]RDI ANMEL) LOBENZETTI
S" *, orciata e coqtraregra
riEumO W MSONI


VESTUARIOS de primeira ordem, m aars emavement_ pia esm
coqaupha no acr dilado eotableaomento de wLui Zaapnoroim foraecedor 4o Tleatro
Soda, Thetro Real, de Turima e Eden-ThB&ttn de P"Mis.
ADEREQOS, MOVEIS e ACCESORIOS, dos mais aperfeiMados syateiam,
expressamente bricados pelo conhecido aderorecista Giovanni Pogliani, do Millo.
A oompanhia m 42 VISTAS NOVAS, pintadas en Millo p wol
scenographo, machina eectria e tudo quanto mais 6 preciso par que o a ra
acnico ia rico, gradioo e complete.

ASSINATURA
Est aberte ures assignatura para 24 recitas obrigatorias e durant. as qums
rcpresesentar-ae-hlo de eoruromnusso as operas seguinteos :
Aids, grade opem baihe, do Verdi (I* vez em Pernambaco), Belieari tra-
gedia lyric, de Dosisetli (1" ves em PNranalbeo), Rny Bias, Lucresia Borgia, Po-
hutb, id Forsa del Destiw, Norma, Th Ballo in Masckem, seado as oufras que se
precise para completar as recitas, escolbidas, preferindo-se as de major agrado do
public, do seguinte repertorio da companhia :
La Fmria, les, I Maswaderi, Martha, Somnambula, Ermani, Marco Vis-
orgfi, Th'vrrwtoe, Anna Bolena, Faust, Linda de Chamonnix, Marino Falie Rigoletto,
Victtore Pisani, Maria de Reihan, Attila, 7raviata, Luiba Milr, I Dme FWWoz, Lu.
cida, La Contessa d'Amalfi, L'Ebreo, Macbeth, Gianna d'Areo, Babiere ah Sigidia.
PRE4COS


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1. Y







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ft^


No caso de haver subvengIo da provincia, os pregos
forma seguinte:

Camarote de 1' ordem......................
a de 24 ordem .....................
0 de 3' ordem.............. .......
Cadeiras de la classes e galerias..............
a de 2' classe.............. ........
Plateas........ ............ .............


Os Srs. assiguantes gosara6 sempre do abatimento de 10 /'.
A importance das assignaturas pear-w.ha, no seu total,


* 25,6000
186"000
5,5000
450o0
2,Sooo


ficar-lo rcduzidos na


18#5000
20,5000
153000
45000
36000
3,0ooo


Ich da
i oh~gda da


companhia. i
Aos Srs. auignantes que preferirem pagar por parties, a empresato.rece
recebey, a importancia de suas anaigmnatnm, em tires preetajSo, sena. a pi. dcegada da companhia, a .egunda dpois da primeira estreia e a ter.'eira dpois da
S decima reeita. '=ete amo o abatimpnto de doetme fteart r.dziio a 6 "/.. .
/- T~%Tn preference ma assign"turs, at o'dia 12 do corrente, oz 9&. 0i. nt.
d- ukifta temporad.l vo .|.
s ..As asefeha-e d j. as


Inra
- Sam '.-


7,


Im


*wa..4o t ,e u .i% ,M 1


O Jab, ib e4a u ora Val
d ftbrf dW 844" af Y$ aa.


soir6e fafiUar daumsaute e,
Maalo de 184
Pede-se asos senhores socios as suas not
convites, e que procurem os 0ou ingrew
mao do thesoureiro.
Secretaria do Club Commercial Euterl,
abril de 1884.-0 1@ secretario.
F. J. de Amorim. I


THEATRE

ANTAIS tABt


COMPANHIA DRAMATIC DMIGIDA
PELO ARTIST i

Guilherme da SilvehI


lde
3para
b em
d de


Doilgo 13 go abril j
Primeira representa#l
do muito afamado drama do grande escriptb" GO-
MES DE AMORIM:


0id de r aa
(Costumes brasileiros)
Dari fim ao espectaculo a engrxadissimxn co-
media Labiche e Marc-Michel, traduc ao dc
Eduardo Garrido:

A h0 a is volhiIuI o 0ul
Toman parte es artists
Guilherme daSilveira
Rosa Manhonqa,Pereira Villas, Carolina, Xadu-
reir-a, Arajo e Luiza. e i
0 esplendido drama O O10 DE RA(2. foi
traduido para o francez o representou-s |tam-
bern em Paris corn grende succsso. I
PriselpLarv 6is 8 IIt boi.
I

Aviso 1
Retirando-se muito bkevemente para a E~opa o
artist Gnilherne da Silveira, s6 dar= esta !! com-
panhia um nume ro limitadissimu de espe tdculos I

EARITIIO0S

Paciec Steam Navigation Coqamy I
STRAITS OF MAGELLAN NE
S0 vapr
Britannia
_Espera-se d4 Eu-
."lcsi* ropa at edlia 13
'm %de abrril segui-
^S. ^H rA para o .ul de-
po da denoia do
costume. |
Part carga, passagens, encommendas e djnheirp
a frete: tracta-secomos
Consignatarios i ,
Wilson ufl5 k tA., Uni.ed
N. 14 -RUA DO COMMERCIO N.-- 14
Companhlat ahlana de Nav.ga-
io a Vapor ~--'"
Macei6, Penedo, Aracajd, Estancia;e
Bahia
0 VAPOR
Sergipe
Commandante J. J. Coelho
r eSegue para os pertos
aacimai no dia 141 de
abril is 4 horse da
tarde. Recebe cjarga
t6 ao meio dia dia
e sua sahida.
Pm e pmq encommendas e dizhei-
To a fretq, -"eD na
AGENCIA


7-Raw do Vigario 7
D hMgpsAIves Kltues

0 vapor I
Prinoipe do Gro-Pufa
Commandante J. F. Teixeira
lll', E esperadodos portos ici-
=lma at odia15 doa*|i e
j regressara pars os memeoe,
Rdepois da demora d ca otu-
I la^^^^^^ me. (i*1
Para carga, pages, encommendas e diaih ro
i frete traeta-se ma
AGENCIA I
7--Rua do Vigario -7
9WIu M Aimes lalm ,,

CIARGiIJRS RUflMS
C mopanlia Prameeza de Nave#-
Oie a Vapor
Linha qinweal en'e o Havre, Lit-
boa, Pernambuco, Bahia, Rio de Janeir e
Santos
Steamer
Vile de Pernambuco
Commandante Taunay
E' esperado da tu-



ne4ire e a*nteo. ;
di, a eatar do d p deear d alarengas, 0


quer reclamaeao eoaee a voho, que
venture aedo parrente, segund e-
dse podeda a te pois da provideiaspe ne el
Para a i



Expirado ose Sr. importadoremda ecarga s
vapres dwabUiMli era a-tar dctro 6
di, aeatotar do fateamrga e Malargis, -
quer re01b~hpa) eoumimmete a volumes, que
ventura tenhwa segudo par. os port. do suL4

dem e pod terndar a tempo as providencia n -


CON8IG1NATARI038
Au.ast. F.e Ol@fvei*

AA t I
-&. dT

42-RUA DOCOUMMERCIQ -42
0%W *at" & TOetM)


Bhia *' ,


tarde. o
SReeeho targ ate o
B^ .gnitri no diec 17 do
^"aicorrente, isa51oras da
ksS~ Recebe carga Wt o


dis 16.
Eneommendas, passagens e dinheiro a frete ate
as b horas da tarde do dia da sahida.
ESCRIPTORIO
Caes da Compankla Pernambu-
ecana n. 12
COMPANNIA PERNAMNDUCANA
DE
Navega 'o Costeira por Vapor
PORTOS DO NORTE
Parahybo, .Natal, Macdo, Mossord6,
Aracaty, Ceard Acaracn e
Canwcim
Segue no dia 19 (to cor-
rente o vapor Ipojuca,
S commandante Sautos,
As 5 horas da tarde.
3Recebe carga at o
_ dOSMaG18.
Encommendas, passagens e dinheiro a frete atW
As 3 horas da tarde do dia da sahida.
ESCRIPTORIO
Caes da Companhia Pernambucana n. 12.


Companhla Brasllelra de Nave-
gaVio a Vapor
PORTOS DO NORTE
0 vapor
Espirito-Santo
Commandante Joao Maria Pessoa
( ./m E' esperado dos portos do
sul ati o ilia 16 do corrente
e seguira depois da demo-
ra indispensavel, para os


V.
~rarnde


mm a


'- 1 esperado
dos portos do sul
no dia 14 doeor-
rente, seguinde
ro depois dademo-
ra necessaria p lra Lisboa, Southampton, etc.
Passagens pt ra a Europa podem ser tom,-
das na ia dos vapores para o sul
neduueo# nos prepos para o Rio
Ide lanefro
I. classes 0-5000) e 3. classes 27-'X)
llinerariio


Sahida Southiampton
Chegada Bordeaux
c, Vigo
C Lisbua
cc S. Vieente
S Perrambuco
a Macpi6
Bahia
S Rio de Janeiro
Santos
Mon~tevidleo
S Buenos-Avres
Sahida Buemos Ayres
Montevideo
S SanItos
S Rio de Janeiro
Chegada Babia
Maceio6
c Pernambuco
S S. Vicente
cc Lisboa
(, ig .pton
,, Sot-thampton


1 1
4


)
5 25
27
i -2
3 4
5 15


2-7

11
13
1.5


* S;.tocar.i part tomar carv'io.
Para passagens, fretes, etc., tracta-se cei as
CONSIGNATARIOS
I u i in 5 L" I


Conb" di t
2 calxa's con 60
(r4efie) di^
Em lotes a vontade d omrn
Terpa-felra, 15 do ee
A'S 11 H(<'A8
Agente Pinto "-
Ru do JJ13ni .css n. 43
Por occasilo do lcili de fazondtlas linipas c av-t
riadas.
Leilao
De muovels. louva. vidros e qua-
dros


.V,, ,,., *,/n, ,'.l' trmmri ,los Q,i(,/roj (,,Mo'sf
h it-in'l dim ,tQwfI.
.k\ s :I .I-'r :
.int ,oliilia --ccIc 1 fi. "2 conIo-l.-. 2 a.el- iras
de bracos e 12 de guarmiqco, 1 inmesa relondia, 1
espellio dourilad.,. jarro i ,.Tr.tr tlre.. ,juadr-p! corn
fins gTavuras.
L'm a cnl him t-'!, ui'/ I 'U.rM1r'lr; vc-ti l,-. 2 liva-
torios. 2 rdtlarii.'c-; c *; caid,-i-ra.
i.ma imc.a deI jamitar. 1 rair.;it li)i .;i. -: .2ilii.an%-
dure:-, 1 guard comila. 1 -.m 112 (..-vi-iras,
louca pnra cli; i c. jaintl. ,.,,p,:. alice-. rarrafas.
tr,.i dc e cnsini a, ir,--.a .1 ,ci.iii:,mii ,, ,' n I d jar-
uin li c ocit-'s ac-,t.(,s ri, J. 4i,' .:IsLi I'., v l':iiilia.
Quarla-feira 1 ldo -oarrenle
0 eugenhcirio -.F. -'tter, tiele Il-, ;I.i-r urIa;
viagem ;'i EL ir,,ia LIr.. l. ii;i, i.r i ,rtv>c.',.o 'Io
a 'i. 'tih Pint.), .1, ,ci, v a. !i;c i o.*c 4 .la Pasi
SoiC sua resien A 's 10 h,,rat c- e ,c iiui, c ,. iiiL;.. .iit.r;i 0
trcI 'Ic Fern:ndi-s \Vi:.-ira, que da'tr;'i 1; -igein grta-
ti-; >o- ,',on.,rr.-'ir a', lI!;io.


Lcilao
De 4-4 .-sacci,-, c')n farinhfa ; "' .L,,li'a
Et i nin oi mals lodes


n portos o forte ate (i a- Adamlson liowie & U. Quinla-feira. 17 do correnle
Para carga, passages, encommendas e valores, 3-Run do Commerio-3 i\s hor
t r a c t a s e n a a g e n i a i \ I,, / I f "i .1. ; / ,
44 RUA DO COMMERCIO 44 ...- ____ 'i' '< Il" -
LT ILnO -- 'POl 1N lNTEI\I'N(.\()I ') A';ENTE'
PORTOS DO SUL PnLEILOES Pi )to
0 vapor __________________
Para laeilao Leilo
Commandante o 1 ii,,fe .(i'os AMn- A j( Dc A. -Dr ( do
tonio Crow,,, AG EN TE PINTO De o,-.;, llos, quadros. obieCt.S de
E' esperado ldos portos do nor- -1er
E'este rada 1o do norl Ter a r,15, deve ter h L.nr o leiilo de i- alaba.-tro, lv. 6a., vi lro c ohra, dc
e seguirA depois da demora zcndas inglezas avariada.-, b-.m coinom 4 barric;as ouro
do costume para os port osdo c m enchadas. inrilfir 16 do 'orrenl
SQuarta-feirn, 1N, o dc moveis, l.-ua e vidros uam urnl. ira I. 1 d orrenle
ul-IB Btcasa de esquinia dos 4 cantos ua Capunga i:'m ,que '' 1 lior'a-i
Recebe tambem carga parm Santos e Rio Gran- moron o Sr. F. Fulter. .
de, frete modico. A's 10 Ihoras e 5 minutes partira o bond da NO) A.R,[ZEIM DA DL,A D I1)M-[JE-
Paracearga, passages, eucommendas e valores linha F..rnandes Vieira que dar-ci )assag-m gratis LUS .'N. 51
trcata-se na agencia aos eanemreut1s. comstande de
44 RUA DO COLMIERCIO 44 Quinta fei-, 17, o de 48-. saccos corn t.ricrha de uea mobilia quasi nova, cama t'r:tne-za. tar-
Imandioca. ..,,',, -.,, r,,.,r .I .-,.ri .. n .l-i.. 7!l .Iln- 'a-


Rio
Victoria
Bahia
Macei6
Parahlyba
Natal
Ceari
Maranhao
Para
Manios


Passagens
Re
36 J(.HJQ
ISAO00)
31-50,-h
991.00()
31 5lK_)
i;75<)
1353iX0(K
*205,AW))


Proa
274000
27A00)
13500)
96000
105800
I u 0()
13n500
16 4200
234400
40490)


COlPAGNIN DES IMESSAGE-
RIES4 MARITIME%
LIUA MENSAL
0 paquete


C


Orenoque
*mammdamte Eortefmurd
E' ecperado dos
rpo-to do sul no
SdiC 20 do corrente
segaindo depoisda
efmora do costu-
me para BOR-


DEAUX, tocando em
SDakar e Lisboa
Faz-se abatimento de 15 por cento em favor das
familiar compostas de quiatro pessoaa ao menos e
qua pagarem qwatro na.;sagens inreiras.
Por e=oep o os criados dans familiar que toma-
rem bilhetes de pra gozam tambem deste abati-
meato.
Os valores postaes s6 se d1o at6 o dia 1., pagos
de contado.
Para cargn, pssagens, encommendas e dinheire
a frete: tracta-se corn o
AGENT
Auguse LabUe
9-RUA DO CO3MIERCIO-9

United States & Brasil Hail S. S. C.
0 VAPOR
"Advance


r Espera-se de NewaPort News
at6 o dia 1S de abril, seguin-
do depois da demora necea-
Ak saria para
ahba *l Rie de Janefre
Para carga, pasgens, encommendas e valrres,
tract,-se corn os
AGENTS
lery Fster & C.
N. S RUADOCCOMMERCIO N. 8
1.-andar

0 VAPOR
Reliance
C E' esperalo dos portosdo
A sul no dia 14 de abril, e
depois da dc-mora necessaria
seguiri para o

Maranhieo. Pa& A. Thenmaz e
NeCw-York
Receberd ncsta viagem carga para o Ma-
ranh4o
Para cargh, passagens, e encommendas, tracts-
se corn os


AGEITES
Henry Ferster & C.
8 RUADOCOMMERCIO -
l. andar


N. 8


Pelos vapo desta companhis dio-se passa-
gens para iarpesol aopreo de 200 dolors ; o
satire decmbacanaoso New-York tern ga-
rati a aa a para Liverpool quando .ie ap-
prnav"per vapores de 1l ordem.
C* C PI PEBINAnUCANA
DE
IWwg"1o Coestedra per Vapr
o de Noronha
Segue no dia 16 do
Srente ao meio dia
a Vapor mandahfs
,RemdbemCp am o


Leilao
De moveis e planlas
CONSTANDO :
de urma mobilia de amarello corn c-:tt-ir;-: i ,? ba-
lanqo, 1 espelho, relogio de parade. lanterns. jar-
ros, eandieiro de gaz, cama franceza, guard ves-
ti0 do e ainareilo, lavatorio corn p(edra, mesa para
p6 de cama, 2 commodas dp amarello. 1 redoaa, 1
mesa elastic, giiarda-louea, app arador, cadciras
para salad dejantar, camas de lona, bandejas. 1
cabide e outrog muiros mnioveis.
Sabbado, 12 do corrente
A's I I horas
RUA DOARAGAO CASA N. 27
0 agents Martins, autorisado por uma familiar
quc se retira ppra ai Europa fa.ui leiluo dos moveis
aeima, veaderA tambem pes de craveiros, ditos de
abacates e sapotiseiros e alguns romances.


Leilao

D faend s limpas e
avardas
Terqa.lira IS do cerrente
AIS it HORAS EM PONTO
Rua do Born Jesus n. 43.
0 agent Pinto levarA a leilWo per ordem de di-
verse e pot cofta e risco de quem pertencer diffe-
rentes volumes tom fatzendas avariadas, descarre-
Sgadas de bordo. de diversos vapores, as iquaes fa-
zendas sero triansportadas da alfandega para o
escriprorio da rua do B&-.m Jesus n. 43 o-de dever-A
ter lugar dito ililao.
EM CONTMUA(AO
Diversos carties corn fichis, casacos de 1:1 para
meninas, chales8linhas e urma caixa coia cromos.


0gene Bhlniaqui


M sobradh de umaMlar ai rua da
Ooeda an. 2
Tera-felra, 15 do errente
.to ujeio dia em pento
NO ARMAZE:M DA RUA DO DIPE-
RADOR N. 22
0 aelite acinM, ;i mandado do llm. e Exm. Sr.
Dr. juiz de direlto privativo de orpblos e roque-
rimento de Amancio Jose de Fontes Braga, come
tutor de Joaquic4 Martins Duarte e outros, venude-
rA em leilao o socrado aciina. Os senhores preten-
dentes decade jA poderio ir examiner o sobrado.


Agene Biirlanimaqui

Lefli( de predios
Terca-feir*, L 'do corrente. as
It. 1/I horas
No arazem ri a do Imperador n. 22
0 agent acita, por mandado do Il1m. e Exm.
Sr. Dr. juiz de d reito privativo do orphaos, A re-
querimento de I). Rita Alves Barbosa, invent
riante do casal db finado Jose Alves Barbosa, le-
varA a ailo o sbbrado doe um andar e sotilo sob
n. 22, em solo f4reiro, no Caes do Capibaribe, e
mais uma casa tertea em armazem, no mosmo Caes
em frente ao ditI sobrado n. 22, tambem em solo
foreiro, nas frgue:ia da Boa-Vista.
Os senhors p tendentes desde jA poderbo exa-
minar os ditos p it aos.

Agent Burlamaqui

LA.


De urn important
smuio, Sobla. 9,<1
Poas, Mendes
rma d Fogs,.
ft rf- &.
A'S 17
No armaezm
OGsgatmumas
In. e EFm. Sr.
rkdea4!_ aa


rediA A rua Estreita de Ro-
de att ento os 8on.
& C. e maia urmna cas terrea &
b l. -
j|. Sde ocr te
. 2 d rua do luswerador '
MI mowdesa mtsaisj& 40
*atefct dirfeito da provl|o-i


bides, mesa elastic, aparaklores. -oi.i. .:;mt iras,
quadro3, cspelhos. jarros. tipiras. lou a par. al-
moto, dita .para jantar. I bomb grandi'-. iiv-'.rsas
obra ,ile otrd, relozio, de prata. dit,. 'de )uro,
cadeias dle plaqwet e inuitos ontros oh'j'cto- *|i'e es-
tar',) 1.atontes no acteo lojeilio.
POR INTERVEN%,'AO DIr A IKNTE
Gusmao

AVISOS DIETiSrOS
AMA fiue compare, precisa-se ;Ai rua dto Sebo
n. 2'J.
-- Pede-se e roaa-se ao Sr. Antonio Bezerra do
IMenezes Lyra, que lerubra-se que a pessoa que
Ihe servio de boa vontade hoje precisa, e oi tR
tim tlo saLrado.
Alug.-i' urea -^andte ,-: ,-an Siaro Ama-
ro, raa Lembranqa do Geniame.. a. I, minuito fresca,
corn grande soto, corm dons zrandes ,,intaes.
murad.as corn boa ponna d'.agui ; a tratar na
ua da Imperatriz n. 32, 20 andar.
Lembra,-se ao Sr. Joao Gon.alvs illdo Saa-
tos Junior, que o senhor gianha dinheiro e sna te-
nhora 6 pror'essora, e a pessoa que lho dnu di-
nheiro 6 pobre, recebe qumlquer coensa.


Roga-se ao Sr. expitao do 14, Francisco Anto-
nio de Ba Barreto, venha ou mande -umprir coe
Sque ten promettido.
Precisa-se de nma .una p.ra engmnuiar ; no
pateo do Tern n. a2.
Precita-se de uma ama pars lavar e P.nongm-
mar parm pouca fauilia ; a tr;atar na rua do VTia
code de Albuquerque n. 21.
Precisa-se de uma que coinhe e engom
pad- peamo ; na ruDuqut de Caxim .
48, segundo andar.
Precisa-se de uma ama &pam eoinbar ; na
rua do Pires n. 30.
Precisa-se de tim trabalhador livre oon m .
mo escravo, de bons costmmes, aprescgntande at.
testados de suan -inducta : a tratar na esrrada de
Joho Fcrnandes Vieira n. 12.
Aluga-se o sogundo andar e oti do m obrte
do n. 31 A rua estreita do Rosario, o andar terreo
do de n. 41 A ruta do Raugel, as easas terreas n.
87 A run velha de Santa Rita c 77 ;i ria dc S.
Joao, a casa corn set6a n. 1-C A segunda tzavesm,
do Principe, c o sitio n. 1 A ma da Hora no Es-
piaheiro ; a tratar na raa do HospciMO iU
Aluga-se mn moleque pamn coiuheiro ox
criado; na run da Mangneira n. 7.


Aluga-se
urma grande cama terrea na travessa de Smt'Aa-
na (Ponte de Uchoa) : a tratar corn Stiva Gui-
mariles rui do Commercio n. 5.
Aluga-me um grande mobrado na Magdaka
(Chora Menino) onde eteve o oollegio do4 CA-
qbo de Jesus, tendo agua. gaz, lustre c arandel-
las pars o memo ; a tratar ua ma da Madre do
(qeus n. 5, 1 andar.
Ama
Precisa-so de uma pra easa de home solteiro:
rua do Duque de Caxias n. 4, Fragata AmaL-
nas.
Modista
Na rua de S. Jorge n. 122, se preparam vesti-
dos de todas as qualidades per fgurinos, garan-
te-se promptidlo e modicidade nosa proso.
-- Aluga-se : os andares terramodose < ;Wb
ns. 36 rua Duque de Caxias e 24 a rua sdo AML
go, a cmasa terrems n. 77 i rua de 8. a em
corn sotea e grandes commode na 2" travesa da
ruadoPrincipe n. 1C, e o itao laraadal .
no Espinheiro : a tractar na rua do Hmpiei, *v
32.
Aluga-se os andares superiores d& .
b1 sito A rua do Imperador ; a trmar pai t
mento terreo do predio n. 10, A proal do
mercio.
Aluga-se o 2.0 andar do sobrado i rua
do Barlo da Victria n. 14, a tbut m
thesouraria dMas loterias, por iur
mesmo sobrado.


Attuniqo


preLOa-We slugarwr pan eUIrr
Itftydisa. U1 3' "*" ____B


a;.raIaa


nnmml.n l


1,. ^ a da C'owyann fr


v~ ~ ,. -'~ '"'''*< :rr.
"i.'9, ., ,.



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-. Ic
c-c-


i A?
~ ~!
ac.~


Camarotes de 1' e 2 8 ordem.................
S de 3& ordem ....................
Cadeiras de la classes e galerias..............
de 2' classes ........................
Plateas....................................


/
-.


A.


I


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. ..'* *'" .


No
iM0-80 1. S.


t
:


-IAL PWj


I


I


q" ?wmnm how,"


























N .---3 Rua do 10 ercio---N-3
A venda em todos as boticas e drogaria.

Atteneao
Roga-se ao Sr. A. A. F, C. Oear o.favor de
vir loja darua da Imperatriz 40, ai negocio
que nio ignora, e se o nao fizermnestes pito dias
terA de ver o seu nome por extenso.

Livros novos
Goldsmith The-vicar of Wakefield, 1 volume
lw0.
Voltaire, histbria de Charles Xll, 1 volume
1;000 : vende-se na livrarilrfrancezs rus 10, dao
Margo a. 9.
Aluga-se a loja da ra de Lomas Va-
lentinas n. 55, de aluguel de 156000 por
mez, a tratar na rua do Baraio da Victoria
-a. 14, loja.

Mudanca
lgnacio Barroso de Mello mudou seau estabele-
tcimento de funileiro da loja do sobrado n. 4 da
rua da Imperatriz para q de n. 39 da mesa rua,
ende os freguezes encontxirao um complete sorti-
mento, tanto national coBIo eetrangeiro, uer em
porgao ou a ratalho, o qulI so acha sobre a ad-
ministravlo do insigne artista Joao Francelino
Domingues Carneiro, o I rimeiro e unico nesta
freguezia habilitado para atisfazer qualquer en-
commenda por prego modico ; assim comno bota
vidros e cancerta bombas- ficando dito estabele-
cimento corn a denominaxo das duas ostrellas de
ouro.
Casa de campo P
Aluga-se a casa n. 10 A da estrada da rz
d'Almas, em Parnameirim com pequeno sitio, tern
2 slas, 4 quartos e cacinba corn boa agua. Tra-
ta-se na rua do Apollo n. 30, 10 andar.
Engenho Collegio
0 Sr. Juvino Coelho da Silva 6 rogado a vir A
rua Direita n. 16. viado branch.


JO'/


S


MIGUEL WOLFF & C.
Participam ao res-
peitavel public, que
continuam ter um sor-
timento de joias das


mais modernas


e dos


mais apurados gostos.
Compromettfem-se
a vender mais barato
do que em outra qual-
quer parte.

RBa go aCga 1, 4



RELBGIOS
0 MU DE JOIA8
DE
MIGUEL WOLFF & C.
Offereeem ao respei-
tavel public um gran-
de e variado sortimen-
to de relogiosdos mais
acreditados fabrican-


tes, e se


acham habili-


tados a vender mais
barato do que outro
Squalquer, visto rece-
berm directamente.
" Todos os relogips
S vendidos n'esta casa


sao


garantidos.
Dinn dn inhnU n 1I


D'^ ita / ^
Pim9 4epettax do aiverm,
FlIorem par& euapeos e vestidos.
Bimos de 4odas as qualidades.
Meias dOe cores para senhoras e
Pentes e grampos par eabelo.
Vetidos e gola para meinas.


m4riaas.


-l~~l~ JOUili f1. moes ii fae
-o- c-0i ro-8o rea n$%a do

boa coifdcta 11 acojam) r

QnIRor l a ol o a

tlnha go rotiar-so w fraf a

pr0mcia: u: m um cisfrmriinh-
so a ru go S. Jorge n.-111

Chaves perdidas
Perdeu-se uma argola corn chaves peques, na
rua do Marquez de Olinda, cm frente ae depsito
da fabrica Apollo ; roga-se apessoa quo as tiver
achado o favor de entregal-as no mesmo deposit,


que sera recompensada.


SE -
.-


i'-- :i I

Ii',^B ci
o C

t -
--I











.Pretisa-se de uma am& para easa de fa
a treat na ruda io n. 47.




lluga-se bar-ato-
A easa terrea da Baixa Verde a. 1 C.
O 20 andar no largo Aio Corpo Santo n. 13.
Atratar no largo do Corpo antA n. 19-
0^











Precisa-se de duas areas, urea pars eng mar
3- 0c-






SPrecisa-se d ma ama para o servi de casa de familia ar:
tdatrUnio n. a Unia 47.




SITIIO
Aluas oiuganse barasitio denominad ho
A aaterrea cia Bauxa Verde n. 1 C.I



d'0 2 andar no largo adinho, jntpo Santo Tixei. 13.ra
Lopes ; a tratar no largo do CoImpero Santo n. 19.6
Precisa-se de duas aras, uma para ngomm
e outra pama o service do casa do farniha ; ;ia rita
da Unialo n. 47. __ __


Ainga-so o important sitio denominaciorOlho
d'Agna, no Salgadinho, juato a estac~o Tteixoima
Lope. ; a tratar na~rtia do Iinperaidor n.1G


'Uld W UtURlO n, 4 r Alerta negociant S
Foi so estahelecimento do fazondas, A i r Di-
reita de Atogadas n. 92, um industrioso, qab
san& da boa fA do proprietarie, levou go os
objects seguintes : 1 paletot de alpaca pt,
chap6o deoassa con do caf oscunro, 1 de
S"de casemira de cor, 1 par de sapatos de ehai t, 1
Precisa-se e da de mei de coreso, I ca i om p vli-
&o .&o tertnts'mtea;dede & mm ae i ummlo
ama de leite, que seIS Itemnetessinaeo; dedosdeuadasmnao.
lse a aleijades, 1 cicatnia nopeseoc so lado esqrdo.
Sa 1=0eeoAmedo-o mlieia.
sadia, para amamen r 735
SA :lm :ilr R oo A Foios.


un bilbete inteino 4
Ouu-eore souuuada-


4 do 4cr-


ra hit.e anm12horas.
MO.dicidade, .preh
zae perfeico.
Esquina da rua
Santo Aniaro.


Manoel da Silva Anmorim i
D. Joanna Baptista da Silva Amorim (aus nt'),
saa irma, cunhada, sobrinhas e sobrinhos, rei-
dentes nesta cidade e f6ra della, magoados pa
sentida morteo de seun muito preside marido, ca-
nhado, irmao e tio, Manoel da Silva Amorim r-
sidente que foi em Olinda, e fallecido em I sba
a 14 de marco proximo passado, convidam a~s
seas amigos e parents para assistirem a
que polo eterno descanso d'alma do mesmo fi p,
madam resar na eapella do Hospital Portu e,
As 7 112 horas da mnnhl de segunda-feira, 1
eorrente, trigesimo dia do seu passamento; por
este acto de religiao e caridade Ihes serab ete i-
monte gratos.




D. Alexandrina Maria da Con
CelcAo Sautos
0 constructor naval Jose Maria Pereira San ,
o tenente Marcelino Bento JosA de Souza, D.
Francisca Pereira Santos e sons filhos, ainda ] o
fundameate compungidos polo infausto passIan
to de pua ma'i, sogra e avo, D. Alexandrina a
riV da-Conceigao Santos, veem agradecer cord al
monte As pessoas de sua amrnizade que se di
ram acompanhar ate o cemiterto publieo d sta
capital o feretro daquella creature, que to
idolatravam, e de novo esperamos mereces a nj
ra de comparccerem seus amigos as missas do
estylo que, em commemoraglo, mandam resa na
igreja do Corpo Santo, pelas 8 horas da manhit d'
segunda-feira 14 do corrente mez.


D. Marianna Victoria Lobo
e Costa
Jose Maria de Andrade. sua mulher efil as
mandam resar na igreja do Espirito Santo no la
17 do corrente, as 8 hora( da masha, missas pa I
alma de sua presadissima mi, sogra e av6,
Marianna Victoria Lobo e Costa, fallecida in
Lisboa no dia 17 de marco proximo passado. -
tecipadamente agradecem aes seus amigos q e
assistirem a ease religioso acto.
Dr. Innsocencio Seraphi^d45 S
Amato Carvalte
D. Hortencia Seraphico, seus filhos,.oua u
irma, cunhados e sobrinhos agradeeein oordi -
mente A todas as pessoas que se dignaram aco -
panhar os restos mortaes de sen preado espo o,
pai, genro, irma.o, eunhado e tio a suan ultima -
rada; e convidam a todos os parents e amnig s
de finado para assistirem as missas do setimo a
do seu passamento, que tern de serem celebrad s
na segunda-feira 14 do correate, As 8 horas a
manha, na matriz da Boa-Vista, votando des e
jA eterna gratidao por semelhante acto de re -
giao e caridade-
Ioaquimm Francisco Dias -
Jos Joaquim Dias, Bernardino Lopes Alhe
Jose Lopes Alheiro Sobrinho, possuidos do ma s
doloroso sentiment pelo passamento de sea sen -
pro chorado pai e tio, Joaquim Francisco Di
em Portugal, convidam a todos os seus parent s
e amigos para assistirem as missas que mandate'
celebrar por sua alma na matriz de Santo Ant
nio, quarta-feira 16 do eorrente, pelas 7 1:2 hor s
da manha, e desde jd antecipam sitas grtidoes
todos aquelles qut.se nrestarem a esse acto da
caridad'

Ao commercio
0 abaixo assiggado parficipi ao6 ommercio qu
desde o dia 7 do eorrente deixou de ser caixeir
do Sr. Manoel Antonio Gomes. Recife, 10 di
abril de 1884.
Jeronymo Bruno.
Hlertert Spencer
Edueacao
Intellectual, moral e physical, versal da ultimr
edico ingleza, per Emygdio de Oliveira, corn un
prefacio de Ricardo de Almeida Jorge, 1 volume
i n 8 3d00 0 .

A' Cana de Leopardo
Portugal e a Inglaterra perante o trafico de
escravos (Questdo Jacob Brigth) 1 vol. corn o re-
trato' do major de Quillinan, 15500.
Obras political de Lon Gambetta, prefaciadas
e.traduzidas por Emygdio de Oli*ia :
I Cartas e discursos.
H 0 process do baixo imperio.
III 0 Plebiscitoe o aPoder Constituinte.
A' venda na livraria franceza, rua Primeiro de
Marco n. 9
Chegaram

Novas sementes de hortalias e
Mores
Vinho verde de Bastos.
Obras de vime, como sejam :
Balaos par compras.
Ditos para papel.
Bernos.
Cadoinas.
Aeafates.
Costureiros.
A* casa de?.as Men~es &C.
i sli a- #


eb SWWA SloHi uat, orbw de ter sempm pwoen-
or ou qu I epih aehemao em Libo&
Ro plo a^N bondule do quem xttbe o kgar
o90 eUe reside do obsoquioiamente infloBi ac
joloz h Iw. V., "pilBtoe d4ta

LEITE NATURAL
(sEIVA)
DA

ALVELOZ


CONSERBYADO LIQUIDO SEM ALTEBAR-SE
0O ALVELOZ, plants da familia das euphor-
biaceas, queo habits os nossos, sert5es 6 hoje reco-
nhecido como um verdadeiro especifico para des-
truir os epitheliomas ou cancroidep, facilitando a
renovaao dos tecidos atacados, e trazendo final
uma cura complete, serm outro tractamento que a
applicaAo topica de sua seiva (vulgarmente leite)
como caustico.
Sao numerosos os casos de cura, alguns dos
quaes jA levamos ao conhecimento do public, em
diversas publicagoes, pelo illustrado clinic desta
capital, o Sr. Dr. Alcibiades Velloso, e optimos re-
sultados tambem foram obtidos nas feridas e nas
leeras ehronicas de earacter syphiliticas.
Reeebemos do interior da provincia, (do Brejo
da Madre de Deus) de pessoa de confianga e en-
tendida, a seiva ou leite de alveloz; portanto, po-
demos garantir que e cclhida da verdadeira plan-
ta a que expomos A venda, conservada de modo a
nao soffrer alteragao, e corn a necessaria fluidez
para facilitar a sua applicacao corn seguranca de
born resultado.
DEPOSIT GERAL


Pharmacia


e drogaria de Bar.


tholomeu & C.
34, Rua larga do Rosario -Pernambuco


Attencao


L


-i


VEIDAS

Flores
0 Muzeo Elegante reeebeu. o que ha de mais
lindo em fleres de cores e preta, e estA vendendo
muito barato ; na rua do Barao da Victoria nu-
mero 12.

Em boa occasion
Chegou para o Palacio de Industria, A rua do
Barao da Victoria n. 45, um lindo e variado sor-
timento de casemiras de cores, proprias paraa
esta*o invemosa ; n rua do Barao da Victoria
numero 45.
Loja mortuaria
Vende-se a loja mortuaria A rua da Imperatriz
n. 43, corn todo sortimento necessario a uma casa
Ifunebre. A causa de tal negocio e se achar o
iproprietario gravemente doente e ter de faaer uma
viagem.

I EnlNOW 'a vonda
SVende-se o engenho Maseatinho, sito na fre-
guezia de Una, comarca do Rio .Formoso, movido
por agua, monte corrente, corn fabric, boiada,
cavallos e safra, ; a tratar no mesmo angenho. 0
notivo da venda 6 o proprietario por molestia nao
poder continuar.
Nova machina de cos-
tura
Denominada Aurora
Esta em exposioo A rua do Barao da Victoria
S.30, loja de Antonio Pedro de Souza Soares &
., a nova maehina ; cose corn dons carreteis de
hna, podendo ser de 500 jardas cada um, e
'6rma os dous pospontos como se fasse de Janca-
leira, 6 de grande vantage. No mesmo estabe-
]cimento tern censtantemente um grande sorti-
ento das melhores machines de costura de todos
;o principaes fabricantes, e vendem em porcao e a
talhd sempre por pre os muito razoaveis ; na
*a do Barao da Victoria n. 30.

SVendemse
em PAo d'Alho uma casa de tijolo, tendo um ter-
reno pertencente mesma, corn mais de 100 bra-
I 'de largura e meia legoa de findo. A casa
estA situada dentro di cidade : quern pretender
dirija-se ~A mesma eidade, na rua da Cadeia nu-
iero 4.

fAVISO
Adumson Howie & C. tern para vender:
!2xho do Porto fine, em eaixasa o barris.
Wbiskey Donirille vedadeiro.
1inta de impremloS boa qualidade.
Erins de M allverdadiros, de tods o nume-
rooB Q
I emedio a 6 1
&1-R,. DO MM"=1^ C^(10-8
Id"' e .* *" a


r1a do B U


v, i e" r: r : "'.< 1


~TRVOS 8 Sores


Fi~iJbkaLatt~a.


natural e api


bos mneaes a. alimentagg gU44
oprida par. s mentar a crnn-


ga de peito o proprlo iitQ Q aterpo o 5ta
em caso de cessidade deve ser substitui-
dopela
FAdERHA LACTEA DO DR.
FRERICHS !
A iencia e a pratica adoptaram a fari-
nha Laet, 1como poderoso element nu-
triotivo para a infancia e distinctos medi-
cos do Brasi e da Furopa reconheceram
ser A do Dr. FRERICH4 a mellior n'este
genero.
Deve-se piis evitar confiar o fil-iho i
uma pessoa istranha e de comportamenoI
nlo conhecido mrauitas vezes o germen de
numerosa molestias.
Vende-se it verdadeira farinha Lactes
do Dr. Frerichs:
55-RUADOIMPERADOR 55
Estabdecimeni de musicas e piano de Vic-
I torPrealle
Drogaria
Faria Sobrin1o & C., droguistas por ataca do,
i rua do Marqueo de Olinda n. 41.


ARAMTIA BDO BELL(

US3 EVEBl
Chegiou nova
messapara a Livra
Franceza, a rua 1.
Mar9o, n.

UNICO DEPOSIT
Preco 800 rNis.


I



r4


tria
de


Illenkao
Matheus Anustii & C., a rna do Commercio n.
18, teem para vehder madeira de pinho de rc-
zina:
3X9
3 X 12
4X9
4 ll2 X 9
--112 X 9
Em lots A, vontade dos compradores. Prego s
modicoa.


N4. 40.1t A DA .-1
S DA


Colgas de moleuqui 014 cdamou W-
euro muito lm Nm Uta e faenda q" .._
u&o 4abota a 24a5 0 MI,.
~Ditagf4 amBuiaa dlE*.uStina qu
Dava,a
Ditas de eazemira preta, fazenda uit
boa, de 60500 at 10OW
Paletots de eazemira muito boa, liza e de
listrinhas, a
Ditos da inesma fazenda forrados, a 8s5o
Diths de eazemiras escuras, bastante en-
corpadas, a 7000M
Ditos da mesma fazenda forrados e mui-
tos bemrn feitos a 10iaO
Ditos do cazemira assetinada a 5500
Ditos de flanella azul, sendo fazenda qua
nao desbota a 6f50
Ditos de eazemira preta de cordon e
diagonal, sendo muito bern feitos a
104000 e 121000
Serotijas de greguela, sendo muito bern
feitas a 13200 e low
Colletinhos para dentro, da mesma fazen-
da, a800,e 3000
Assim como umrn grande sortimento de camizas
brancas para liomens, tanto de linho como de al-
gum quoe se vendem por prc Tudo isto 6 corn grande reducio em preVo, na
leja da esquinalo becco dos Ferreiros.

Flanella azul
a 15400
A' rua da Irnperatriz n. 40, loja dos Bara-
teiros da Boa-Vista
Vende-se superior flanella azul d'uma s6 largu-
ra, sendo americana c toda de lA, fazenda muito
love, propria para calqas, palit6ts e colletes, polo
barato preo de 14 400 o eovado, ou mandam-ae
fazer costumes da minesma, sendo palit6t sacco a
35000 e de frak 40,000, 6 grande pechincha: ai
loja da esquina do becco dos -Ferreiros.
Espartilhos
a 45 e 5OOO


Na loja da rua da Impcratriz n. 40 vendc-w
muitos bons espartilhos paia senhoras, a 5A(00;
e ditos para meninas a 45000, assim como um bo-
nito sortimento de fichids a 34000, isto na loja da
esquina do becco dos Fen'rrcir-os.
Merinos pretos
a 2OO,14oo00. 2000 e 25400
Os Barateiros da Boa-Vista, ia rua da Imperatriz
n. 40 tern um grande sortimento de merin6s pretos
para vestidos que vendem de 1A200 at6 2J200,
sendo muito b6a fazenda, assim como ditos encor-
pados para roupas de hoincns c mcninos que veon-
dem muito barato na loja da esquina do becco doe
Fenreiros.
lMis a 160 reis
Os Barateiros da Boa-Vista vendem minuito bo-
nitos linhos de uma so6 cor e de listrinhas para
vestidos, sendo a 160 reis o covado e de cores Mxas
kc4fn Tmft *rna-f dAr Tmnpi-.t'rm'o7f n- 40-\ ekanminxk~ tIa hon


S1 dos Ferreiros.
Tudo tlea seu tempo
111do tomil seu (felt 1Bijouterlas de phantasia
0 invero ahi eta, desappareceu a necessida- Alfinetes de gravatas em 40 models, correntes
de de, se usar os paetots de soda, brim e alpaca, derelogio e botoes puara homes, pulseiras, alfi-
agora estao os soblptudo em campo,e os meh s netes, voltas e porta-leques pars senhoras e menl-
mais barato e so os doeto em campo, e I odustriahes nas, models bonitos, a imitaVo de ouro ; a mos-
rua do Barao da o Ictoria n. 45. tras na vitrina da loja i rua Neva n. 16.
Expediente do Palacio de Industria, rua do Ba-
rdo da Victorta !. 45 ; petigoes e seus compe-
tentes despachos. Fazendas rancas
I Peti[o de um frguez, indagando se ja cheoa- IT I
ram as novas caserihras; sim, desde hontem que Na loja dos barateioos
estao neste palacioi i r
Uma dita assigiada por dous freuezea que Ac UT. V i,
desejamn saber em quanto import cada terno das dt Wd w t al
novas e bonitas caqamiras, -chegadas ultimamente 40-iRua da Imnperatrlz 40
para este palacio ; odem apparecer para darem VENDE-SE
as medidas e escoilerem os padrSes, e em quanto V NdemJI-SEl
ao prceo corn certera chegarao a um aecordo. Madapolao, peas de madapolao francez
Uma dita assigiada por grande aumero de enfestado corn 12 jardas a 35000
criancas de 3 A 12 dnnos de idade, pedindo para Dito muito largo corn 20 varns a 4,500 e 5W000
que nao haja alteraio nos models dos vistua- Dito, fazenda muito encorpada que pa-
rios de casemira qu4 sempre recebe este palaeio rece cret9ne, corn 20 varas a 55500,
serAo attendidas, mfsmo porque os models a que 65000 e 6500
se referee sio os que geralmente mais tern agra- Dito francez, americano, fazenda muito
Sdado. final e encorpada de 73 atW 12000
Uma dita de urn utro freguez que deseja sa- AlgodAo enfestado corn 9-palmos de lar-
I her quanto custa un paletot, calla e collete de gura para fazer lenc6es de um s6 pan-
casemira, dec eor; depende da escolha, visto haver no, metro a 9W
desde 355 atW 50 ot terno. Dito tranado corn a mesma largura,
Uma dita assigna4a por giande numcro de fre- proprio para lenc6es e toalhlias de
guezes que desejam saber se realmente as roupas mesa, metro a 1200
compradas neste p4lacio tern o abatimento de Bramante de algodao corn 10 palmos de
10 por cento. largura, proprio para fazer lenc6es de
Nao ha mais duvila sobre isto, pois desde ja- um so panno, metro a 15280"
neiro do eorrente aiano que todos os freguezes Dito de liaho, sendo muito encorpado,
gosam deste direitd. Secretaria do Palacio de da mesma largura, metro a 25000
Industria, rua do Birao da Victoria n. 45, em 3 Creguellas proprias para lena6es, toa-
de abril de 84. lhas, ceroulas, sendo fazendai muito
.......-encorpada. cada peca corn 30 varas
Fazendas avariadas bara- por14800 e a varaa 500
Fazen as alvarlada's bar m Dita corn coat 20 virus a 7500
varn a 400
Atoalhado adaminascado para toalhas de
tisimas mesa, tend 8 palms de largura, mc-
USO tro a 15800
Isto na loja da esquina do becco dos Ferreiros.
Chitas francezas coin avaria a 200 reis o cova- sono d si d ec o e io
do! j lflLUklj-& A J cI A.Wi^


Popelinas de quadiinhos idem, a 120 r6is o di-
to!
Peas de algodlo cam pequeno defeito a 3U500
20 jarda?& I
SPanno fino idem idem, a 24900 o corte de cal-
ga !
Granadines pretas kara acabar a 160 reis o co-
vado !
A vistafazfe
A RUA DUQUE' DE CAXIAS N. 59

Orniiro0, Ulhlli f& .

Aviso
Vendem-se as casaq n. 143,145,147, etc.
Os terrenos situadon na rua do Conde da Boa-
Vista : A tractar na rOa do Madre de Deus n. 38.
Vende-se ou arren-
d -se
um important sitio m i to porto da tidade, beira-
mar, com lugar para curnal de apanhar peixe,
eerca de 1,000 pes de toqueiros de fructo e 500
novos, corn terreno pa: a plantapies, e uma grande
e boa casa de vivendO; a tratar na travessa do
Corpe Santo n. 27.

Ve de.se
urna commendda ord m da Rosa : no escriptorio
do Diariu se dira.

Ve de-se
oengenho Santo Af mio, sito as comarca de
Itaub wpert o da, estrada de ferro de Tim-
b ub tres egoas, tenras pars safrejar tres
ou quafro mUl p d asucas, tendo 05mu8 de
vlfliida e de purgar, a do age
vi~o6 eem muito a ores tzuetiferas: qva
Pitftfder Ompral-o a-so ao mernano eageabo
a ftender-sO e Q 0 tao T Ara mo A 0,t de


AppCllu ail 1UVIIU VAV
E' bem provavel que chegasse a tempo. 0 Pe-
dro Antunes & C. desejando sempre que as Exmas.
amantes do chic, nao deixassem de fazer um vesti-
do preto bem enfeitado, pela falta de bonitas fran-
jas e lindas passementerie, grinalda, enfeito mo-
derno e de apurado gosto, at6 hoje pouco conhecido
n'este mercado; teem a satisfaIo de prevenir ao
sexo amavel! que acabam de receber os enfeites
acima indicados. Outrosim, communicam, que
como sempre vendem por precos resumidos, por ser
essa sun promessa ao generoso sexo. Ao 63-Rua
do Duque de Caxias.--Nova Esperanca.
Como sAo bonitas
Asrmeias de seda de c6res para as interessantes
cniannas do 6 a 10 annos, c brancas para senhora,
quem vende?
0 Pedro Antunes.-63 run do Duque de Caxias.
Em continuagao
O Pedro Antunes & C. tambemi acaba de rece-
ber bonitos bicos pretos de seda corn ridrilhos, sor-
timento, largo e estreito. 63-Rua Duque de Ca-
xias.
E' preciso andar a par
Dos cintos modernos que recebeu o Pedro An-
tunes & C. 63-Run do Duque de Caxias-Nova
Esperanca.
0 t1BI110 r1 rio d foi resi
Os tercos e rosarios, quem vende? 0 Pedro An-
tunes & C., e estA vendendo muito por ser tempo
de quaresma. 63-Rua do Duque de Caxias.
a" novos
Variedade em calcado para homes, acabam de
receber o Pedro Antunes & C. 683-rua do Da-
qus de Caxus.-Nova Fsperan9a.
Luvas frescas de pellica, branch, preta e doe c6-
res. 0 Pedro Antunes & C. ten. 63-Rua o
Duque de Caxias.

g" 7T.... .. .. -
fl30 Beude ftseo ^it~lK i


Traspassa-se o arrendamento do engenho Col-
legio, distant da estaelo de Tiuma uma legoa, e
vende-se tambem a safra. 0 motivo que move o
rendeiro 6 estar soffrendo muit nia sua saude.
Tern proporcoes para safrejar annualmente para
mais de 3,000 paes ; quern o pretender pode tra-
.tar no mesmo engenho.

Modisla
Rua da Praia n. 3;, 2 andar
Eduvirges Maria Coelho participa aos seus nu-
merosos freguezes que dispondo de habeis costu-
reiras e tendo por normnna os fgurinos mais recen-
tes, acha-se habilitada a satisfazer qualquer toi-
lette para casamcnto, baile, theatre, passeios, bap-
tisados, etc. Precos commodos.
Aluga-se por baralo
0 1, 2, 3' e 40 andares do sobrado A rua do
Brumi n. 84, todos reparados e pintados de novo,
corn bastantes comnnodos para familiar; a tratar
em qualqTer dos andares, Arua laraga do Rosario
numero 4.

COPRIAS
Compra-se
seis ou sete apolices de 1:0004 cada uma, de 7
0/0 de juro ; a tratar na rua Vidal de Negreiros
numero 23.


4




C


* $
TI


-I ~


em


I


i


)

























Te* hahvido Bk M i
AL oidado, d'autea tie l hje
u um imm so sepiilchro, qe mat recebe a
b..luz li dous povos.
0I8 O pere oe os viajantes quo teem
SviaitoaCidade Santa, ate aquelles que
Snao perteneem ao gremio da egrejacatho-
S lica, concordam em que s6 pelos prodigths
do c6u podeo conservar-se n'aquelhe repou-
so desolador a deicida cidade.
Consummados geologos examinaram ja
as fendas das pedras do Golgotha, e todos
affirmam que estao quebradas contra as
4 leis da natureza. Ainda parece ouvir-se o
canto barbaro das legioes romanas sobre
as desmantelladas murailhas, nao deixando
d'ellas pedra sobre pedra.
E' singular ebta observaglo da historic:
Constantino niq estabelece a sua corte em
Jerusalem; Santa Helena colhe os restos
da Paixto e leva-os para Roma; o throne
fundado per Godofredo de Bouillon dura
apenas umna centuria; os principes da
Christandade nao poderam estabelecer um
imperio latino n'aquelle recinto, regado
corn o sangue do Redemptor, os judeus
nao chegararn a accommodar-so outra vez
alli: A9oitados polo alfange sarraceno, ti-
veram que deixar a cidade, como os filhos
do desert deixam as suas tendas d'um s6
dia. Nao serA isto um testemunho visivel,
incontestavel, do cumprirmento das palavras
de Jesus?... '
Jerusalem vive agora sob o jugo d'um
despota, e s6 nos sitios consagrados pelas
recordaqoes da Paixlo, existem uns poucos
de religiosos da Europa e da Asia, que ve-
neram aquelles Logares Santos, os quaes
a cada hora mostram a humanidade a ver-
dade supreme, isto 6, tudo quando annun-
ciou Jesus-Christo a Ates da sua Paixao e
morte.
E ja que appello para a memorial histori-
ca a fim de demonstrar today a effieacia da
palavra do Redemptor, -jA que virnos que
urna series de extraordinarios acontecimen-
tos nao pode reconstruir o antigo poderio
e a grandeza soberana d'aquella cidade, a
cujo seio acudiam todos os monarchas do
Oriented quando Salomlo e os seus succes-
sores solemnisavam corn maravilhosa pom-
pa as festas da lei judaica,-jA depois que
acabamos do expor quedepois da more
de Jesus, Jerusalem traz sobre si o peso
de um crime universal, deixem-me apre-
sentar como em legitimo contrast o que o
genie do Christianismo tern feito pars con-
seivar-alli, no lugar da infamia, os signa-
es augustos da RedempgAo.
Jerusalem mudou de forms e ate de eno-
*me: os imperadores, depois de Tiberio,
apagarami a sua antiga e immorredoira de-
nominag9o; os sarracenos chamaram-lhe
Solima,; os turcos deram-lhe outro appella-
tivo, -mas, apezar d'isso, Jerusalem tern
sobrenadado em todas as grandes catastro-
phes que por sobre ella tern passado.
Uma conrrente de peregrines alli foi de
todas as parties do inundo paras authenticar
ainda mais o drama do Calvario. Houve
um tempo em que toda a Europa alli foi
descal~a e corn o baculo e o bordio do
mals devote sentimento, prostrar-se ante o
: Santo Sepulchro...
Rs e mendigos, cavalleiros e vassallos,
^ chegaram ao p6 do Calvorio para so pros-
trarem sobre a terra que havia recebido o
Sangue de Jesus.
E Jerusalem 6-hoje, como nos tempos
propheticos de Jeremias, a cidade desola-
4. da, a eilade que chora, a cidade que no
meto a$ tontanhas da Palestina se eleva
triste i'solitaria para marcar o aconteci-
mento mals grandiose e mais terrivel dos
seculos !....

FOLHETI -


PECCADOS VENIAES


POR





TERCEIRA PARTE


(Continuaglo do n. 79)


0 estratagema


Tudo isto que "ve deve chamar em
extreme a sua attenalo ; mas nio mostre
estar sorprehendido do Oawarato que nos
rodoia : este noite Ihe promeetto dar a.cha-
ve o. enigsa.
A' aebmPesa fallou se corn gravidade e
sem reservados negocios dos contraban-
distas, perguntando Amendaburu:
Q( -izeram na minha ausencia ?
Que temo4no armazem?
Tad4 caminha A media dos nossos
desejos, -responde o que estava sentado
a esquerda do visconde. Vendemos ses-
senta e dons cavallo aos generaes christi-
hos, corn maes viate e cinco muares emil
k&or w de saitre. Tudo, s1o foi pa.
go em ai*es, e ainda us tro-
ca daxmoedA& -ganh um por cento.
onae CO o. z Aist ?
qw1e k1i .06 mvao com
M.. ll~AA *:'*'*' lln, if~l;ii ;r" i-a '"! !!1"' A d A L ^ I'"'" ~


, 1)fue ^^ .brotai6_aspefi. lo
de todos o8 apostoladox, de to( s 8 marty-
rios, de todas aa vi.indadede todas a
abnepa es, de todos os sacri oios e de to
das as santidades que a hu amidade tern-
visto corn assombro, que reco da corn pra-
zer e venera corn enthusiasm?--Dos on-
sinamentos do Oalvario.
Toda a caridade, que nio fiver alli a
sua origemi, mera philantzi ia,---toda a
grandeza, .mesquinhez e miscria, toda a
verdade, erro manifesto, -toda a civilisa-
91o, barbaria.
Certo 6 que tambem agora slo muitos
os que nao querem crer, -v rdade 6 que
tambem agora 6 infinito o nun ero dos que
focham os olhos para nao veirem aquella
luz, e os ouvidos para nao oscutarom aquel-
le ensinamento,-muitas as almas que re-
sistem aquelU suave e salvadora violencia.
Por isso o:
.C'ucifige, ocijtge eum!
Ece6a hoje como entlo; pbr issovhoje,
como entlo, preseniceamos essis trevas na
regigo da intelligencias e esjes estreme-
cimentos no mundo social; pqr isso hoje,
como entao, o just se v6 calunniado, per-
seguido, arrastado de tribunal em tribunal
e sentenciado A more affrontoIa pfAa turba
apaixonada e cega; ppr iss0 um sinistro
ruido repete entire n6s, ante a voz da ver-
dade que brada e em presen'a da razio
que protest: I
-- Caia o set sangue sore nOs e sore
nossos filhos!...



SJURISPRIDEICIA

Lel de I de novemtbro de 1831
Vistos estes autos de acco de liberdade
inteetada polo africano Faustino da Costa,
representado por seu curador Rotilio To-
lentino de Figueireido Lima, j contra seu
pretense senhor o Barlo de J.iboatlo, pede
o A. quo seja reconaocido ;ess a livre
porque veio para o Brasil importado de-
pois da lei de 7 de novembro1 de 1831, e
sempre esteve em escravidlo sob o domi-
uio do R.
Sondo o R. citado para dar sobre kso os
necossarios esclarecimentos CQ:no .dotermi-
na o regulamento de 12 de abril de 1832,
nPo veio a juizo; mas em rz5eos finaes,
sem contestar o facto allegado polo AP, apre-
entou a seguinte contrariedade :
1. Que, nao tendo provado o A. ter
vindo para o Brasil depois djipromulga. o
da citada lei de 7 de novembio do 1831, a
acqAo nao podia ser julgadi procedente,
polo principio do que ao A. e |que incuambe
provar a sua into o ;
2.0 Que, quando mesmo Qllo a tivesse
provado, nem por isso so deveria julgar
em favor do sua liberdadoe por effeito da
lei de 1831, por que esta leii foi derogada
pelas do 4 de setefbro de 1W85 e 5 do ju-
nho de 1854, conforme o declarou a reso-
lu9no do consult de sec9ido de justiga do
Conselho de Estado de 28 do setembro de
1874.
Quanto ao primeiro fundamento:
Considerando que ao R. 4 que corria a
obrigae3Q de provar que d A. ngo fora im-
pertado depois da promulga!ao da lei do
1831, visto como quem litiga por sua li-
berdade tern a seu favor a presump^.o de
direito que transfer para a part contraria
o onus da prova, em vista 4a loi de 6 do
junho de 1775 | 6.0 e do outras, que po-
dem ver em Per. e Soza, Primneiras Li-
nhas, not. 530--doutrina cori que so con-
formou a rovista n. 7,759 de 10 deojunho
tal Paulo, a quern D. Carlos nomeou con-
de do Espinal. 0 dito Paulo 6 allemao,
segundo uns, e fraucez, segundo outros ;
para n6s e para os christinos 6 um diabo


encarniado. E' grande ecpada, dextro
como Perez, e infatigavel como todos
nds.
Foi tenente de atiradores; depots com-
mandou uma quadrilha de u.errilheiros, e
agora 6 coronel do estado-maior e ajudante
de Villareal.
Cada um dos seus grAos foi alcangado
por servings relevantes e A custa de san-
gue.
Nao sabormos como teve noticia da nossa
ultima expedi~go ao campo christino; mas
o certo e que encontramos do lado de Zn-
biri, na quinta noite da nosja Lartida, e
arrojou-sa sobre nds corn duas companhias
de franco.-atiradores.
0 cheque foi rude ; .perdrmos cinco ho-
mens e matamos onze iniigos.
E voces passaram? perguntou Pe-
rez, cujo animado rosto mostrava viva-
mente a excitagl6 que n' lle -sascitara
aquella narraglo.
Sem duvida; nao so >6de vedar o
caminho a passaros da nossa especie.
E quaes foram os c maradas que
perderam ? Esfo aqui todos, menos Pe-
rescia.
S- Perescia foi a Irum, para dar direc-
o a uns caixotee de cartu0os, que de-
vem chegar esta noite a front eira. Os cin-
co homens que permos eran outros tan-
tos valorosos aldeios dos q ie levavamos
para o exercito da rainha
Estlo certoes de que no cahiram
vivos em poder dos carlistas ?
SmFico poros nso o- teo m, e reco-
nhecemol-os mortos e *auito bem mortoa.
-ienidum le vocs fe(ufrido ?
1 Eu recebi ums balauo boabro; mas
r&o foi nada, e U0 t tuei a petar nw.
C M- ; ,iiffo-


q<|e veioparmo.1Brasil depis da& o
do traflco, o juiz o interro-gara sobr
as circumstancias quo posipm escla
facto e offijcialnente procedera a to
diigencias neceswarias-obriga"do o
a dewner fast duvidlas que se suscit
tal reqito. P
Considerando que, o R. ,de modo
prrouou d.esvaneeer as duvidas si
importagco do A., que decorrem d
de ser vste um africano bogal e 0e
tretanto'matriculado corn a declare
naturalidade desconhecida, e .de
mesmo A.* que depois que veio de A
unico senhor quo teve foi o R
Considerando, portanto, que o A
seun favor nao ja a presumpcao de
que faz corn que ele seja considerac
urma vez que se noo prove que e
e nuo que seja considerado escra.
vez que nao prova ser livre, come
de o R. mas tambem presumpgoes s
que demonstram quo ele foi imporI
pois da hei n. 1831, per induc9.ao
pode tirar da falta do explicag5es e l
direct contestaggo d'esse facto po
do R. e combinando-se isso corn a ci
tancia de ter side o A. matriculado
nota de naturalidade desconhecida,
conhecidamente um africano; em meo
quando ni-o lhe valesse a presume
direito, bastariam estas presump90
pies ou do home para convencer
illegal importagco, porquanto 6 cornr
direito que o dole e a fraud se pod(
var per presumpges---L. 6! Cod.
mal: .,
Quanto ao segundo fundamento
cidade da letde 7 do novembro de
Considerando que esta lei se ac
plenissimo vigor sobre o que nao pod
dar melhores razzes doe que as qu(
expedidas pelo Sr. ccnselheiro Silv
Motta (1) na discusslo que se suse
este respeito no Senodo e constam
retto vol. 32. pag'340;
Considerando, finalmente, que, a
gao de consults da Sec9eo do Jus
Conselho de Estado que opinou pel
prefaeo derogatoria *da lei de 7
vembro nenhum.Lffeito obrigatorio
rela to ao pod6er judiciario, pols
menos surtio d'ella algum acto d(
executive adoptando semelhante i
taglo no largo use que o mesmo po
feito da attribuigto qud' Ihe foi l
polo art. 102 j 12 da Constitui9ao
Per estas razes, julgando proc
present accao, mando que o A. s
tituido A liberdade, e depois de pa
julgado esta senten9a fas9a-se a
averbagAo no livro da matricula. Si
demnaqAo em custas pela nature
causa.
Cabo, 29 de margo de 1884.
Francisco Teixeira de

(1) 0 Sr. conselheiro Silveira
-Querem achar na lei de 1850 a
*o da lei de 1831 quando aquella
ma a esta, pois a ella se referee a
as suas prcscrip9oes. A lei do 18,
beleceu um juizo especial que foi
toria de marinha, para conhecor ds
dos actos de importa~ao de afric
costa e no alto mar, determinando i
cesso especial, considerando-se ata
petencia da auditoria da Marinhi
mente derivada do acto de serem i
press os navies que importavan es,
facto reconhecido e apreciado adn
tivamente come pertencente ao jn
presas, cuja competencia admini
pertence ao Conselho de Estado.
let, tendo estabelecido a compete
auditor de marinha, excluir expre$
essa cowpetencia para todes os a


E os armazens estco vasios ?
No. Tomemos aqui dous francs
9os, a quern fizemos passar a fron
quaes irbo do present esta mesm
para o campo carlista.
D'onde vieram ? I
Mandou-os Iriarte, e vbim d
lhAo. Pareco que os aduaneiros
catali slo menos amaveis que os
varra, porque nao foi possivel faze]
sar aquella linha, e foi precise
ate A nossa. Iriarte foi buscal-os
na, e mandou-nos ao Paso de
Pars os christinos nio temos I
nhum.
D'este mode estiveram converse,
muito alta noite, em cujo moment
vantou Perez, e disso:
Agora, meus amigos, cada i
o seu posto. Eu me encarrego d,
carlistas. Retirem-se a cumprir
deveres.


Meu querido visconde, se a4
muito somno, acompanhar-me-ha
car o seu primeiro foto de armas
serei seu padrinho.
Nada que mais me grade'
prop6r-me, meu amigo.
Antonio allumia-nos. F
Antonio tomrou um candieiro, e
tou a Perez:
Onde yamos, excellentissimo
Aos armazoeas.
Antonio foi adiaintoe, e o chega k
timo degrA- de madeira quo cow nI
vestibulo o priimeiro aidad, carren
ma mola oobIlta debaixo de urea
des. Iwdi lmente os quatro

bre a ramps lig. Us visagras, e
trabandista, amoatrando ao viscoi
,^^|^<^|<||t o ^anal se dai 4i
suldtesTaoo6, ,- o.-ua71 --i
uam-ltade Uastante indlinado, d(
*ldix:: ;,'^ ;-; e. .


e todas
&cero o
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1)que,
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ssim-
4e sua
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Ti pro-
de dol.
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I cadiL-
1831;
ha em
kiamos
foram
iira da
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qo Di-

resolu-
tAga do
L inter-
4e no-
4m em
Lem ao
powder
terpre-
tr tern
nferida

lento a
ja res-
sar em
devida
in con-
za da

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Motta.
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confir-
*mando
i) esta-
audi-
quem,
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Scorn-
unica-
Ilgados
Iraves;
nistra-1
ze das
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^mneuto
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iszes mo-
;eira, os
a noite

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-05 pas-
mazel-os
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t ido at6
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in para
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s seus


o teln
verifi-
e eu

p6de


,ergun-
enhor?
ao ul-


as gra-
rimeiro
o so-
o Le urnia"
-.per"!


DfleimO art.. 9.od, 4 eeraebros- 1T5o
-q1n, iitor do isani'ha 6 i petr d center
opes tte| para o julgar o crioato di u'
trats asrt. 3.' Quaes so oo crimes dste
art. ^? $8o os de importaia ou tenta-
tival de importaSno de escravos- Toda a
competencia, pois, do auditor de marinha
consisted no conbecimento do facto, diga-
mos assim---maritimo. Quando se com-
mette o acto da introducgo, pode a com-
petencia do juiz estender-se, por causa da
flagrancia do delicto mas nao so estende
quauto ao escravo internado no territorio.
E diz expressamente a lei de 1854, que
tanto se encarece, que, o auditor do mari-
pha pode conhecor dos crimes comprehen-
didos no art. 3.0 da lei de 7 de novembro
e os que nao estAo designados no art. 3.0
continuum a ser processados e julgados no
f6ro commum. Ora, como 6 quo depots
de uma disposiglo tAo express, pode-se
querer invocar a lei de 1850 como deroga-
toria da lei de 1831 ?... A compotencia
dada a auditoria de marinha, tanto pela
lei de 1850 como pela lot de 1854 nao tern
efficacia quanto aos escravos que existirem
em terra; todas essas lois nao podom debi-
litar a de 1831.
E curioso este modo de argumentar quan-
do se quer infirmar a let de 1831; todos
aquelles que pretendem debilitar a forga
desta lei e mostrar que ella nao estA em
vigor citam lets posteriores, quo exacta-
mente mostram que ella estA em vigor---
lois que so fundam n'ella. Pois jA se vio
alguma lei referir-se a outra lei caduca ?...
Nao. Todos reconhecem---ou o G-overno
reconhecique a lei de 1831 esta em vigor.
E seria ui principio perigoso que o Go-
verno do Brazil invocara hoje a inexisten-
cia dessa lei, que servio do base a tratados
e convengoes internacionaes estabelecendo
obriga98es reciprocas centre Governos -que
uma vez contrahidas no podem ser revo-
gadas nemr siquer polo poder legislative de
cada nma das parties contratactantes.
Chega-se atW a dizer que a let de 28 de
setembro, crendo que a let de 1831 ca-
ducou, determine que devem ser matricu-
lados todos os escravos.
Pois porque a lei diz que devem ser ma-
triculados todos os escravos e nao todos os
escravisados, segue-se que a lot reconhe-
ceu a legitimidade d'aquelles que nao cram
escravos ? Horribile dictua!............
.......................... ......


LITTERIATURA
wJOAO FERA
POR
EMILIO RICHEBOURG
3.2 part
(Continuaaio)
Obrigado, mens amigos; mas um
juramento era inutil. De hoje por diante,
abandon o nome do Lagarde de que te-
nho usado desde que cheguei A Fran9a;
todavia, o marquez de Chamarande ainda
esporara alguns dias antes de apparecer
na sociedade e apre.entar-lhe a marquoza
Lucy do Chamarande e seu filho Joao de
Chamarande.
O Sr. do Violaine poz-se de p6.
Senhora marqueza, meus senhores,
disse eble, estamos aqui todos em fami-
lia; julgo, portanto, dover annunciar-vos,
antes de separar-nos, que o Sr. Pedro
Castora fez-me hoje mesmo a honra d?
pedir a mgo de minha filha Depots de
coQsultar corn ella, accedi ao pedido do
Sr. Pedro Castora. Por conseguinte to-
nho a honra do partecipar-lho o proximo
casamento de Mile. Suzana do liolaine
corn o Sr. Pedro Castora.


Todos apressaram-se em felicitar o futu-
re sogro e future genro.
Jolo do Chamarande disse a Pedro to-
mando-lhe a mito:
Sinto-me feliz corn a sua felicidade.
visconde, cmquanto Antonio abria uma por-
tinha situada a* p6 da rampa.
Sao os meus leoes quo sahem do ca-
sa: agora passam por cima das nossas ca-
begas corn os seus sapatos ferrados.
E quem sao esses leoes ?
Os alegres e amaveis companheiros
que acabam de festejar comnosco a nossa
feliz chegada, e a quem agora nao podia
reconhecer corn as suas barretinas, os seus
fatos redondos, os seua...
Mas onde estamos ? -- interrompeu
Fontac, deslumbrado por uma claridade
vivissima.

Silencio!... Agora o vai saber.
A port que diante de Perez acabava
de so abrir era pesada e massiga. A ram-
pa continuava depois d'ella e acabava n'u-
ma sala abobadada, em f6rma do casama-
ta. Estava allumiada por um lustre de
tres lumes, que espalhavam viva luz. Dous
homes, novos ambos, estavam deitados,
ainda quo vestidos, em duas redes e ba-
lougayam-se mollemente, fumando corn
tranquillidade : o seu trajo era do gente do
povo, summamonte simple, comtudo, fa-
cilmente se adivinha n'elles dousn- lilita-
res.
Um d'elles teria uns trinta annos; a sun
physionomia era several, apesar da c6r
melancolica e doce quo lhe; davam ao sem-
blante os olhos azues e osjouros cabel-
los.
Era alto, bem formado, e o sens ges-
tos e ac9es, ainda que impregnados, por
asmim dior, de oerta ardeza, hihav da vi-
das campestre e military, nao careciam 'do
digaidade.
0 seu comipauheiro teria vinte e dons a
vinte e trees annos, 6- muito. 0 .seu sem-
blante, nm tantqrpallido, era summamftnte
Amy o..otavel Pi beleza. Um biode
preto fazia sobresahir a delicadezadaw fei-
a gly4,*Ae umn arao memo teup.l


0wquO
-l Slll- IIa~ot
ipondeu eble
imaise pod
land a vi
dove estar a
sua mai.

0 barao d
Pelro Cast,
Agrilhoado
levard exter
cre e fizera-I


xsapontou pars o 0relogio,
2e' horses. noareotio,
ha ulma hora, Hiennrqueta
Seseapar da sua prisf bar-
ilancia dos seus carcereiros;
estas horas nos brasos de

XXVII
e Simaiso sahira da casa de
,ra decsairado, quasi louco.
,eo terror, correra ate ao bou-
or. Alli atirara-se a umn fia-
e conduzir ao seu palacete.


Raul lang9ra-se nas pisadasdo pai es-
perando encontral-o narua; mas, embora
a .ahida do barge tivesse precedido a sua
apenas um (u dous minutes, o joven nao
viu mais o pai na rua e nao poude advi;
nhar a diree9Ao que eile tomara.
Nao o produrou. Pensando corn razto
qua o barao tomara o caminho de casa eile
dirigiu-se ern march rapids pars os Cam-
pos Elyseos1
Sempre dpninado pelo terror, corn o cor-
po agitado 4e espasmos, o barao estava
em seu quarto, na poltrona, onde cahira
qual pedra, inerto, corn os olhos injecta-
dos de sangie, corn o.suor na front, corn
os bra9os pondentes, quando Raul, abrin-
do a port, appareceu diante d'elle. Eile
ergueu brus4amente a cabega..
Ah! 6 :tu? disse elle.
Simr, ieu pai, sou eu.
KEatio neo ficastes por a ?
ComoiestAvendo, segai-o.
Ah! 6ntbo, que 6 que queres?
Veuho perguntar-lhe o quo pretend
fazer.
Nao s~i.
Meu pai, a honra do nosso nome, a
honra dos spus filhos, jA nao exists Nio
s6 o senhori estA deshonrado com(r esta
perdido, e inada no mundo p6de salval-o.
Que vai fazOr ?
Ainda nao sei.
NMo f amanhia, nem d'aqui a urma
hera, 6 immediatamnente que 6 precise sa-
bel-o. Penfe n'isto, basta que o marquez
dp Chamarinde diga urna palavra, para
que os agentes de policia agarrem-n'o aqui
o levem-n'oipara a cadeia.
,Pelo olhai do barno passou um lampejo
livido, e um sorriso hediondo crispou-lhe
os labios. i
Nilo enho medo d'isto, responded
elle; o senior marquez nao dira a palavra
corn que ona ameaga; se eie quizesse en
tregar-me aj justisa e fazer-me condemnar,
ha muito qUe teria feito.
Bern, |meu pal, admitto que, lembra-
do de que 0 senhor nasceu da mesma mai
quo ele e Wostfando-se generoso para corn
o senior, slu irmao, nao o denuncie a jus-
ti9a ; nerm or isso o senhor deixa de star
perdido. $eus crimes estato patented. Na-
da pode aphgal-os. Ha na sua front urma
mancha quo s6 a more pode lavar.
0 senho nato podeo mais viver emParis,
men pai, p nIao Ihe e mais permittido ir
procurar refugio no estrangeiro ou em
qualquer re,*anto desconhecido da Fran9a.
Nao, isto iAo Ihe 6 mais possivel, pois,
aqui ou albres, o senhor nao tern mais
meeio do existencia; o senior esta comple-
tamente ari'uinado Nada mais lhe per-
tence, nem mesmo a roupa de quo usa. 0
senhor agora tern so um credor. Quer sa-
ber o seu 4omen? E' o marquez de Cha-
marande.
Que bstis dizendo?
Estodi dizendo, meu pai, que o se-
nhor esta iIiteiramente A mercC do seu ir-
mato. I
0 barao irangiu os dentes.
Olhei meu pai, continuous Raul, o
marquez de Chamarande nao precisa de
dirigir-se Aijusti9a para vingar as victims.
0 senhor Djao pode contar corn cousa ou
corn pessoa alguina. 0 senhor teve ami-
gos; elles |iio o conhecem mais. A baro-
neza de Sitnaise nao p6de acudir em seu
auxilio; ella tambem nao posse nada
mais. -
A fortuxia d'ella ate neo 6 bastantq para


Adianto4-se, pois, Arnendabiru ou Perez,
e disse I
Senhpres, tenho a honra de os cum-
primentar :' que tal se acham aqui ?
Muit bern, como o senior ve, res-
pondoeu o'iais velho ;-mas faz-so-nos tar-
de para partir, caro. amigo, partiremos
jA ?
Sem klduvida, e eu terei a honra do
os conduzi., se no tern nisto inconve-
niente.
Pois caminho.
Um omento: o caminho ainda nao
estA praticvel; ha urn magnifico luar e a
n6s os coni rabandistas agradam-nos muito
pouco as noites claras. Partiremos, pois,
dentro de uma hora. Servirain-lhies uma
coia conve4iente, senhores ? Trataram-n'os
como moereem ?
0 melhor possivel, e toernm uma mag-
nifica casa- disse o mais novo: se dis-
pozesse de empo, acamparia n'esta de boa
vontade dutanto quiaze dias.
Nao eria recebido: aqui s6 ha hospi
talidade papa ?s guerreiros de S. Mi. Car-
los V.
Os dousl estranhos deitaram um ao ou-
tro um rec ioso olhar, contemplando Pe-
rez, e o ri0is novo perguntou:
Nao odemnos ver o chefe da tropa
que aqui h ita?
Nao t moes ehefe.
Mas i em-nbs feit3 grandes elogios do
um tal Per z, que faz muito notaveis ser-
vigos a cau a real, e a quern vivamente
desejo con ecer.
Isso S mnuito facial, e pode4 cohe-
cel-o e v-e o quando quizer, pois n'este
moment) te n a honra doe he faUllar.
E' o eihor!
Eu esmo.r Admiira-se do meu tra-
jo Cad uso Un divers.
Ah I- 'A"s eTpre vive, beaM soe oo-
lalece, 0 a astacia nos llihos, na boeca.
eO nos ios, augmeataudo-a, ot- dimi-
Sr e jo quvete
0 0


WAVLIO'barb d(e8 iMsAW.
..st. vendo, em qe situae os
u pai? .0 senhor est acuado n'ui'i
o sem ahida, o4impossivedl sahir d'ffil
mur abysmo terrivol -acha-se sob seus ^
Repito, o senhor estA perdido e nadampo
derA salval *.
Sim, pronunciou o barlo em voz sur-
da, perdido, perdido!
At6 que, emfim, o 0seuhbr compre-
heude! exclamou o joven.
Passado um breve silencio, proseguiu:
Meu pai, o que o senhor fez 6 ter-
rivel!
0 que fiz? Sabes o que foi ?
Sim, sei.
Como soubeste ?
Que import, desde que sei? Crimes
d'estes nao podem ficar impunes.
Cala-te, Raul.
Oh! nao quero dirigir-lhe nenhuma
censura, nao tenho direito d& fazel-o, eu
tambem commetti uma infamia.
Tu?
Sirm, eu; mas nao precise dizer-lhe o
que fez o sen filho. E' porque, como o
senhor, sou culpado que nao ime permitto
vulgar de seus actos; s6 minha mAti e mi-
nha irmA. t6m direito de dizer mal de Wk.
Pois bem, meu pai, e minha mai e mrn a
irma que precise salvar. Para isto, 6 pre-
ciso que a colera do c6o seja apaziguada.
Em casa de Pedro Castora, o senhor gri-
tou-me: Raul defended a iossa honra!
Defendel-a-hei ao meu mode. Chegou a
hora... Para o senhor e para mim, que
uso do seu nome, nao ha mats esperanga.
Poremn n6s podemos salvar- a honra de mi-
nha mai e de minha irmAi, salvemol-a !
Nao oomprehendo.
Salvemol-a, fazendo justi~a per neos-
sas maos!
Hein, que quer dizer?
Que urge morrer.
Morrer I i
Sim, pois o senhor nao podle ias-
viver. '
0 barlto, desvairado, poz-se de p6, como-
que movido per uma mola, tendo no ofliar
um terror indizivel.
Morrer! Morrer! murmurou coinyoz
rouca.
-Urge...
Pore"m. ...
Meu pai, acaso o senhor nlo tera, so-
ragern'?
NMo, nao!
O0 joven, corn os olhos crispantce, er-
gueu-se fulgurante.
A more lava tudo! exelamou Iem
voz que soava como um. claim; graas A
morte escapa-se A vergonha, ao opprobrio
ao anathema e ao castigo dos homes (
L3mbre-se, meu pai, que sua mai
foi MrAher doe um marquez de Chamaran-
de, cuja divisa era: Tudo pela honra!...
Tudo pela honra, men pai! Dovemos-
morrer ambos.
Ambos? repetiu o barto.
Sinto, juntos, no mesmd instant.
Queres matar-to tu ? Porque ?
Porque, .como o senhor nao posso
mais viver.
Porem tu, Raul, nao, estAs amaldi-
9oado !
A mao quo fere o pai, fere o filho.
A mancha de ignominia que esta impress
na sna front, esta igualmente na minha.
Sou seu filho, chamo-me Raul de Simaisel
Ah! bern ve, sei defender nossa honra I
Acredita entao que, sabendo do que sei,.
possa ver ainda a luz do dia ? Eu, afros-
tar o olhar dos homens de beor! Fazer-
me apontar corn o dedo e ouvir dizer em
minha passage: Aquelle 6 filho, ie um
ladr'o, de um assassino! Nunea, junca I
Nio posse mats ser official do exoicito
francez; nao tenho mats direito de usar
uniforme e cspada. A quem ousaria eaten-
der a mao ? Onde esta quem ainda queira
dizer-se meu amigo ? 0 senhor me arras-


ta comsigo no abysmo sombrio que cavotu
sob seus p6s. A moret, meu pai, a
more!
(Co;tnut).


quanto alli se dizia: estava sbergicro
n'numa meditaiAo vaga, mas melanco]ci,
contemplando a suave physionomiado mo-
90 carlista..
Chocaram-se de repented. na suna memo-
ria as mais dolorosas recorda5es.
A imagem da senhora de Ravenstein, a
nobre senhora a quem tantos pezares ti-
nha causado, estava fielmente reproduzida
no rosto d'aquelle rapaz, A quern os seus
olhos, turbados e encantados ao mesmo-
tempo, nao deixavam de contemplar.
Perez dizia entretanto:
CavaLheiro, s6 emprego a astucia
corn os meus inimigos, o nao tenho outros a
nao ser os aduaneiros ; visto que sabe o
meu nome, achara muito simples que eu
teseje saber os seus.
Nao ha nada mais natural, respon-
deu o mais novo. -- Este cavalheiro, ment
intimo amigo, chanma-se Fausto Keller, e
eu sou o visconde de Fontac. Vamos fa-
zer part do exercito carlista, porque a isto
nos impelle a nossa opiniio political, e por-
que nao sabemos o quo havemos do fAzer
em Paris.
Fausto nao tirava os olhos do compa-
nheiro de Perez, e estudava emquanto o
seu camarada disse: g Sou o visconde de
Fontac. Vio-o estremecer, vacilbar,.e o
irmao de Theresa desenhou um impcrcep-
tivel sorriso cheio de fel,
O visconde estava pallido come um ca-
daver, e Perez audio em seu auxilio. To-
mando polo bra9o, come para se ir embo-
ra, e na realidade para o amparar, dise:
Senhores, vou mandar servir-ibhe
uma ligeira refei*o, para antos da parti-
da, e autos de umra hora partireamo. Ek-
queci-me, senhores, dgo 1hs preset
meu. amigo Chlivarry, uM dos coutra
distas a quern Sua Magestade D. Carif
Sdeve os seus mlhore so Iados
,doos caixot'e do cartuccos. Mlb
Os dosns.4r9pae *CTwlprOitatM a
-jlpuicie: o visconde accesmtoQ am. e a|'
-nasdtoednu arn palm&&- naa takt
M la M o.... ... -....


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Full Text
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