Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:13287


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Full Text































T~LEGIAW4~


;:1371go rABl CU jrUI

RIO DE JANEIRO, 8 do agosto, As 3
horas e 30 minutes da tarde. (Recebido
As 5 horas e 20 minutes, -pela linha' ter-
restre.)

Nenhuma das eansas do niD|,
to frunceonoa lhoje. .
-- Foi promovido a capitao para
S4. batalhao de inrfanteriat o teneu-
te Antonio Jos6 da Silva Vineiro'.


(Especial para o Diario)


SPEZZIA, 6 do agosto.

A epidemla do ehlera-aufmrlbmses-
teude-se corn rapDtez, uradlando-se
para todas as direcc6es.


BRUXELLAS, 7 do agosto.


A Camaara don representatives da
Belgica comecou a discussion aqerca
do restabelecimento dao *relac6es
diplomaticas entire A.*eiae o Va-
ticano, relacGe qfae\ e*Aivam suns-
pensans deude alguns annos.

PARIS, 7 de atb.

A epidemia do cholera-morbus fol
assignalada eomo tendon apparecido
em diversos pontos da italia.

Agencia Havas, filial em Peiraamnuoo,
8 de agosfo de 1884. f i
---- i --- i. ...i i ii]---


INSTRUCiqO ?OPILAI


MAGNETISMO,.
(Extrahida)


0APITTZLC
BUSSOLAS


VI


Todos mais ou menos teem ouvido fallar da bus-
sola, esse instrument maravilhoso que dirige os
navios no alto mar, e que Ihes ensina o caminho
a seguir para urn determinado ponto : nem todos,
por6m, sabem a sua. historic, e par isso vamos di-
zer alguma cousa a tal respeito. .
Na antiguidade os bareos nao deixavam jamrnais
de avistar a terra, quando se dirigiam de um pon-
to para pualquer outro, porque era a different
caracteristica de cada lugar o que guiava os ma-
rinheir.s nas suas viagens.
A longa pratica de alguns e o seu fino entendi-
mento fez corn que notassem que urmas certas e
determinadas estrellas ou grnpos de estrellas (cornm-
prehendein-se debaixq d'este nome todos os pontos
brilhantes que rmatizam a ahobada celeste) tinham
no ceo determinadas posicoes, e que, durante as
viagens a que h-viam assistido, essas posi5es se
conservavam inalteraveis,-ou eram variaveis mas
seguindo umn determinado curso, conforme a hora
da noite.
D'aqui veio imaginaremn-se algumas viagens
serviudo-se d'estas indicaSese cpolxidas na longa
experiencia de um tao longo e atarado tirocinio.
Sabiam que deixando a direita uma tal constel-
lagao, e a esquerda tal outra, ou ainda mais al-
gumas, se seguia um trilh,) cujo termo era a terra
a que se dirigiam.
Este progresso na arte de navega~o fez corn
que as viagens se alongassem mais, e lossem mais
ousadas deixando de vista a costa, ainda que por
pouco tempo.
Mas, por ventura era duradouro um tat adianta-
mento, e minerecia complete confianga ? Nao cer-
tamente, porque as havens tapando e encobrindo
as estrellas deixavam os ousados marinheiros em
complete desorientaoo.
De todlas as estrellas, a quo mais prendeu a at-
tenolo foi una, cuja posicao era invariavel, e que
portanto lhes servia de pouto de referenc;a. Era
a estrella polar do norte que constitute a ultima
parte da cauda da Ursa mener.
Assim se conservou a marina n'esle adianta-
mento, atW ao seculo XII em que se desaobrio a
lpedra iman ou magnet; houve entao uma mudan-
va netavel, porque se eonhecea que a propriedade
da pedra iman era o voltar-se coxitinuamente para
a estrella a que nos referimos (isto 6, para o nor-
te, conforme ji dissemos).
(CwoJ^).




PARTE OFFICIAL

Governor da Prolineia
DESPACHOS DA PRESIDENCIA DO DIA 7 DE
AGOSTO DE 1884
Avelino Ferreira Lima-Informe o Sr. cowman-
dante do corpo de policia.
Antonio Feliciano da Silva. -Iuforne o Sr. Dr.
juiz de direito das execuages crimhninaes da comar-
ca do Recife.
Antonio Pedro de Azevedo. Deferido e.m o
offci dota data ao Sr. Dr. ehefe de policia.
Compahia Pernamnbucana.-Sim, mediante as
bases nesta data asamadas.
Francisco de Paula Souza Leoo;-Passe porta-


Manoel Goncalves de iqneira.-Iuforme o Sr"
I?)inspector geran da instruecao public.
% recretaria daPresidencia de Pernambnco, 8
de agosto de 1884.
0 porteiro,
J. L,Viegas.

INSPEC9AO DE SAUDE PUBLIC )DE PERNAM,
S BUCO, EM 14 DE JULHC DE 1884
4lbn. p Ezrn. Sr.-Os Avisos telegraphicos e as
noticias dos jornaes do apparecimento do cholera-
morbuas no Egypto e depois em Toulon, Marselha
ejA, em Aix obriga-nos a estar prevenidos corn a


si'mprQ0 io l goAges equiga pelo


sgr*e e tridade
...q r !asnas




dasaia aonelha
dingo ." a -it so e In
em olvido a r soeincia, e conseha
corn bonase fun' par's extinguir, ou polo
menos melhorar lagrnmente as causes que poderm
serprejudiciaes ksaddoe.
Neste intato stenho cam stantemeat e reclamado
das autoridades tovide#eass attianenates a neiho-
rar o estado sanitaio provincial, e sem queo a
maior part das vqas' tenhac onseguido resultado
algum. Entreta o nunea esmoreo i em men em-
peabo. Con mdeieianlidada teoiho-m occupado em
daemoaserar an ie osidade que ha deo melhorarn as
6ondi5es hygieficas do hospital Pedro It, ondo
de ordinario se acham recolhidos de 400 a 500
Vxntetssujeitos a todas as cauAas deprimentes
proprias dos hopitaes,, al6dm doe muitas que prova-
velmenteondo se eancoAtrario em alguns outros em
tal grL de desenvolvimnento, porque serme duvida
irioe atempo #eQdo removidas para no se torna-
ren td inmalpfie s Desde que fui emartado no
lugar de inspector da sadde public desta provin-
eia o meu primeiro cuidado fbi fazer umna minu-
ciosa relaso do estado precario enm que se acham-
vanm os estabelecimetos opublicos. m meu rela-
torio de 17 deo abril do 1871 lembrei as principles
necessidade que deviam de serremediadas corn
today urgencia; e entire dells sobresahiam a samonea-
cAo das latrinas e o apsoalho du salas de tijolo
do hospital Pedro 11.
Depois de muitos aunos foi feito algum beneficio
nas latrinas, colloeando-se tanques sobre ellas corn
eucanamentos para provel-os d'agna, por6mn para
essee proummento foi postal ua bomb de ar queo
experiment frequentes desarranjos, de modo que
seo frequentes as interruptees do abastimento.
A respeito'da mudangao tijolo para madeira,
at6 esta data nuhuma lprovidencia foi tomada.
AvgkinO.e bera qanuto hide son pe wiv a DO-
esiId do isero doenteo itado em um estrado
m~o4ley",ta" 0iApalmoo chio', t~oberto da
,Oe 9 xgrinibfra e atacado
-dr te-uns for iro as-
d... ue ntes e.impreca- ,:
a U ) qi:U10 a1o aco- -
Lhsdp~s nenh iprn ~ i4
ncs, rsd semvips deste
ho0SWl oenqadot4d aec pm' enclas ten-
-.

Santaw- lll^tl~iMg~ni ef~iam 13 a~~aI^


-anta asa de M rin e1m 13 de maiob
corrente anno, o officio pori6pia,ob n. 1, de euja
soulcao ate hoje nao fui sabedor. Nesse officio
como V. Exc. vera eu nao ennegreq corn hedion-
dos tracos o lugubre quadro da insalubridade do
hospital para a qual concorre em prinetu p'ana
a conservacao das entermarias de bexiguentos.
Ha muito que se reconhece a neoessidade de
afastar desse cstabelecimento os doentes atacados
de variolas. Nao ha quasi um officio, uma infor-
magao, um relatorno em que nao pega pelo amor
do genero human que se colloque bam long da
populaoo agglomcrada esse f6co tremendo de ger-
nene de molestias; que ainda assim nao deixa de
reclamar a dispersao dos doentes como unica con-
digio indispensavel para quo os germens morbi-
genos nao se reproduzam em maior copia e nao
se tornem mais activos.
0 jue estA acontecendo sob as vistas de todos
os medicos e de todos aquelles iue o nao sao e tern
occupacao no hospital, 6 que a bexiga ou variolp
nao so6 complihca a maior part das molestias e as
torna mortaes, como sob a influencia das causes
debilitantes infeccionantes que .abuudam no hos-
pital, ella resente-se de um character pernicioo
que ceifa muitas vidas, e 6 tal o grao de suscep-
tibilidade morbida a que ficam sujeitos os doentes
que succede muitas vezes que a variola 6 de b6a
qualidade e quando se pensa que o doente esta
restabelecido e elle atacado de urma diarrhea que
resisted a todos os recursos da medicine, e isso sem
duvida 6 devdo A acdIo debilitante dos miasmas
gerados pelds doentes, da podriddo das latri-
nas e da humanidade inextinguivel das salas de
tijolo, que ou hdo de ser iavados todos os dias para
remover as immundicias dos doentes e fiearem
regumando urna atmosphere humida que jAinais
secca, ou hao de ficar exhalando um chciro cada-
veroso imposaivel de supporter.
Tenho reclamado inhumneras vezes contra essa
persistencia do tijolo, contra a continuagio dos
bexigucuntos no hospital, contra a insufficiencia da
alimentaodo, e muitas outras causas que entorpe-
cem o andamento das molestias, que prongam
indefinidamente sua cura e acabam por fazir suc
cumbir os doentes; mas todas as providencias sao
adiadas para occasLio o0portuna e essa nunca
chega. Entretanto por causa de mal entendida
economic gastam-se sommas enormes sem provei-
to de qualidade alguma como e 6facilimo demons-
trar A ultima evidencia, e querts fiver lido o men
relatorio do anno passado ha de se conveneer de
que eu n&o digo palvra serm ter aprofundado as
quest5es.
A junta da Santa Casa nio quiz fazer os enea-
namentos pars despejo das immundicias do Asylo
de Alienados como foi propoeto por uma commis-
sab de medicos e de engenheiros. Por eeonomia
mand)u fazer um deposit a que deram o nome de
estanque por ser de cal oun cemento e tijole, e ao p6
de um pono de abundante agusa native e potavel, e
quando eu represented A presidencia aobre os
grandes inconvenicntes desse reprovado systems
de esgoto, pouec depois arrebentavam-se as pare-
des do tanque e os empregados do Asylo viram-se
em uma dobadouna para impedirem a extravasanao
das materials putridas, euja presslo havia oeca-
sionado a ruptura das paredes de alto a baixo.
E' muito provavel qu s ainda por muito tempo
continue o deposit das materials fecacs ao p6 do
edificio e filtrando-se as sia& parts liqidas
e infeeeiosas para agua do poco qne cada vez
mais saturada de prinncipios da putrefaeaoo con-
verter-se-ba em um potosi de mates para os infe-
lizes que perderam o uso de sua ranao.
A' vista dea ratzoes acima menciondas e de
muitas outras do mme onero oue oodia addi-


90


as estuda comnvontade de saber alguai cousi
nao pdde deixar de confes.ar A#t a epideaiaS
fazem maia estragos nas locejait que wa
popular^ 1 dsoenfraquteeidas peIm c epni-
mentes do organismo, cdno oejaw o vr eattegad
de impurezas, a anmentaio eIento e talsi
a falta de agua pot&va', i iddanoeia e de ex
trema pureza e mmta MWt osas sem as quaes
nao ha boa ad4. :. ;
Nao nos ,onfiemos n valorlas quareutenas e
menos ainda no dos' cordbes saitarios. Foi ellt
sempre contestado desde o berno da scieocia dos
problems, das doutrii& ,e dos systemss,
Os congresses de sabios couscienciosos condem-
naram essas praticas que s6 primampela infAsti-;
lifade dos principios.
0 que ha a fazer eombater comn o rmais deci-
dido euforco, atr aquiial-as, todas as causa de
infeegio e de errns po do ar e da" aguas, seja
onde ellas estwek-ena ,ae.dellas depend toda
a ruina de nos sa'a .... "
E onde se n,+e+ itzi ettre n6s essas causes
em-urn grao que cm'ahorri a'oes ? Vejamos:
Tenho fallado initas ve:e41do atadouro pu-
blico da Cabanga como o mais poderoso f6eo de
infecco. -
A Camara fez *' 6dldosesforgos para extin-
guil-o. Por6m e llitevit de eeder a forge maior,
e as cousas fiearam come Wantes.
No relatomo que apr9esntei no anno de 1883 e
que por ump grande felieidado foi impresso, tratei
minuciosambente desse edtabelecimonto a pag. 59.
0 seu estado ,6 pouco mais lisonjeiro do que foi em
annos anteriores.
E' preciso conustruil-o em lugar onde haja agua
em abundaneia e pasto para o gado.
Em 31 de janeiro de 1883 represented A Presi-
deneia contra o estado de profunda miseria em
que se achava a enfermaria military.
Alguma cousa se fez fornecendo-se alguns len-.
"0es e mait roupa e utencilios : as latrinas, po
r6m, coutinumm ao meamno grao de insupportavel
fetidez. Officioaobn, 2.
Em 8 o'im de 1883 represented contra'
falta de a7irplhos de Drainagem na parte norte
do bairro da noa-Vista, por cujo motive os morkm
dores eram obrigados a faser despejo das immun-
dicias das casas nos funds deltas dentro do brago
do rio que passa por ahi.
Nenhuma brovidencia ainda foi tomada. Officio
sob n. 3.
No dia 16 de janeiro deste anno represented
minuciosamente contra o nauseabundo estado dos
ipparelhos das companhias do Arsenal de Guerra.
Fizeram-se em consequencia dessa minha recl'a-
mago alguns reparos que em nada melhoram a
situagio
E' impossivel que alguem acredite na veraci-
dade da descripio que se faea daquelle antro de
putiefegao. Officio sob n. 4.
Em 21 de maio dirigi a V. Exe. uma dremons-
tragodos depositors de aguas -salgadas e does
que estio ficando press e sujeitas a putrefaego
em consequencia dos aterros que osta fazendo a
empresa do prolongamento da estradait de Ca-
ruard.
E' negocio de muita importancia porque todos
iquelles deposits de aguas quo nao tern escoa-
nento entrario em putrefaclo logo que as chu-
vas cessem e entao pedem muito bem desenvolver
sma epidemic sem re cisar que nos'venham de
&rA qs seus n. sob n. 5.
A..x '?[ HIi 11111lt.i &'l KS 1 li11 Ohim~a& d I--a,a.


- -..- -+:I ~m -l~~


a- s autori ad spend ea d
attidentes a melhorarem.e- o estado sanitario desta
cidade. Tarde oupnunca. ellas apparecem.
Julgo que 6 de meu dever fallar sem rebugos
porque trata-sede objecto de muita transeedencia A
saude public.
A cholera-motbus invade a Europa, justamente
por onde se lhe oppoe o, rigp*s -quarentenas.
Ella esta em Marselha, en j oe em Aix zorn-
bando das medidas de preca o que ainda se
pSem em pratica.
A Inglaterra que nao quiz por modo algum su-
jeitar-se A opinido das outras potencias que que-
riam a todo transe as quarentenas de rigor, per
conhecer que ellas nao tern o poder de obstar A
invasao das epidemias, por ora nada soffreu.
Em parte alguma do mundo as quarentenas de-
ram resultado.
A historic ahi estd para convencer a quemn quer
indagar os tactos corn espirito desprevenido e ndo
deixar se arrastar simplesmente pelos contos que
cada um imagine para sustentar sua opinion.
SA nossa constituicdo medics tern apresentado
indicios de que alguma alteracao se effectna na
atmosphere. A
Tivemos ha pouco tempo dous casos bemn caracte-
risticos de cholera-morbus em consequencia de in-
digest5es, terminando um pela more e outro res-
tabelecendo-se.
Este ultimo foi observado e verifieado por mim
eonseguindo que o individuo se curasse.
Em Santo Antdo tern havido frequentes cases
de cholerina alguns dos quaes fataes : o que tendo
chegado ao meu conhecimento dirigi-ine ao juiz de
direito pedindo informagSes as quaes constant dos
oflicios sob n. 6.
No Pari tern havido muitos cholericos c duvi-
dando da veracidade das noticias informei-me mi-
nuciosamente do president d'aquella provincial
Visconde de Maracajui, em sua volta d'alli. Elle
confirmou a exactidao do que se propalava.
rTemos, portanto, o Para por onde fez a epide-
mia a sua entracas em 1856, e nesta provincial San-
to Antao a localidade do centro que depois de Pa-
pacaga soffreu os mais tremendous golpes. Por
conseguinte se houver a infolicidade de sermos
atacados de tgo terriVel flagello so os que ignoram
os factos poderao acreditar que ella aqui chegou
peor falta de precaunoes quarentenarias.
Vein aqui muito a proposito transcrever umn tre-
cho do relatorio que apresentei a providencia em
1878 em que se percebe distinctamente o que esti
acontecendo actualmente, e cuja explicato se
acha bern definida nos aphorismosdo Velho de C6s.
A' pagina 7: a Vejam deo passagem o que diz
o Velho de C6s sobre-as constituigbes medieas ou
epidemics; depois nos dirno o que 6 que se tem
feito de algum valor ou mereciuento, ainda que
pequeno, para debtruir aquellas- inspiradas dou-
trinas, e se havertiquem possa melhor rear do que
aquelle que parece li aver gosado de ftavores sobre-
naturaes.
aNon possunt prcesentes morbi cognosci nisi ex
preterita temporumn constitione, nee divinari, sdse
ex prusentium consderatione. -
,1 Em outra part exprime-se o profundo e ins-
pirado Velho de C 5s pIlo modo segainte:
a Morbi p-rasentes apreterita tenporunm "qodi-
tione flnat, awipiwt u vero tiam difeentiam aaon-
ditione peseatee, qaare urm quepotest haaery in-
tione. V
c Eis ahi come pensava o sublime fundadoirda
Sicin, alguem jA desmentio, o contestou os
ap ima meneiouados ? Qual a epidemic
gte qa tern principiado ex-abrauoto? A Ch-
lera-morbus, a febre aiarella, OB typhoe jA de-
xaram lguma vez de ser procedidos de oat.i.
eopidemias, que tem reinade drante um& dgao e


ao psw durante a. epidenauatnio sao ataca

ado mesmoo modo Caius Britanicus, Heis
abc de Wilden, Degner e outros, present
osea dess3 genero nas epidemias di
,eale, imegue, etc. etc.
inno ia trastado das epidemias, eonsi-
as mtera,&es athiaosphericas como as causal
ipaes i e ertas molest lias como sejam espe
w .0p "o da ss menbran museosas. A esse
n wInlontra-se aopinio .-de Hypocrates ex-
esOt elaresa e xaetidao, quo 22 seculos t6m
m carregado de eonfrmar.
temporwum m. rbua ficri, et morbwus
amuitenporis certo s novari et l odem alias
uedqne tempus mutata ccdi temporatione in.
esere perspiee oij.irwiatum est.
Mjainos oque diz Oanam; Seria umgrande
-admittir a inflinencia atmospheriea como
constant da4-smolestias epidemicas e de
mudanxa. "4o1P eee algumas vezes que esta
iflencia nao 4 bj4t. utemente sensivel para ex.
itr desordians ou um movimento morb'do na
OreAtura viva; ou entAo que esta causa se une a
euts. ae produce um effeito different do que pro-
dumria se fosse s6. a
Pamitta V. Exc. corn quanto nao tenha inten-
SI contrariar os intentos do governor cujas or-
pn tprerocur umprir fielmente, que eu reproduza
limdito de um dos mais eminentes hygienistas
.ptonuuciado por occasiao de so tratar das precau-
q0eiusada; para prohibir a entrada das epide-
iai: -N6s fechamos corn muito cuidado as nos-
#8 ortasejanellau para que por ellas nao on-
tez as epidemias e deixamos completamente
Oibetos os teihados para por elles so introduzirem
Jola sua vontade.
Aossim 6 precise remover os bexiguentps quanto
ss do hospital Pedro II p-kra unma lrocalidade
nte e separada das habitrgoes, em tal distan-
ue os germens da variola so extinguam em
o. De concumitancia e indispensavel sa-
corn o maior esmero as latrinas, fonte prin-
[ da infecgdo e em seguida fazer a substitul-
do tij6lo por madeira, providencia esta por
in instantemente reclamnada.
{Eaj_ provindcncias sao da mais urgent ne-
s'dad e nao precise encarecer a urgencia da
dos bexiguentos, pois a conservagao del-
Ite no hospital equivale 4 conservacao de um foco
poste que nao 6 possivel extinguir de algum
modo
E' evidence a precisao que ha de providenciar
quto antes para se melhorar o estado sanitario
dos outros estabelecimentos publicos que todos
psecisam de urgentes boneficios para que no caso
sermon invadidos por qualquer epidemic nao
,rpanhe desprevenidos e achando os mais for-
ij veis adjutonos para nos dizimar impiedosa-
e.
lixto-me a estas consideraeoos pars que se
Sense que quero rear phantasmas e espalhar
ttores. As despezas a fazer corn a extincc*o oa
o menos a diminuigio das causes que podem
djrrbustos alimentos ias epidemias sao muito
fbnores do que se tivermos a infelicidad6 de ser-
mo per alguma dellas invadidos.
10 (ais fica ao elevado criteria de V Exe. ue
saberA perante o Govemno Imperial promover os
ieios de tornar menos precario o estado sanitario
dosta cidade.
'Des guard a V. Exc.-Illm.'e Exxm. Sr. des-
|J a deoe e o te ai 'provihoia.-O inspector, D*a LbMm
wd Atliagde Lobe Moscozo.


4tabelemrento, e euja revbg 'o ttemrn sido aadda as for9as naturaes, sao encentradas, cada quald
A espera qui melhem as suas finanas ; mas ca- mais propriP pars aniquilar a ida.
- t joe penciosos effetos nAo deixam da sen sentidos Estreits-e dores ode mal penetra o ar at-
- p Wrtodos os medicos que luntam eom a incerteza mospherico, a um lado os dormitorios, ao outro
e duapplicaes e maitas vezes com a falta abso- lado a sa8 de ensino de musical; na extremidade
lta delas. um outro corredor cheio de latrinas de tal f6rma
Tratando das vausas que podem entorpeeor a putridiposas e mephiticas que fazem recuar mes-
o das mediTs e contraia os esoros dos mojquemnaunea o fez diante do eumprimento
Smedicos, proloniando o eurativo das molestias fa- dosseus devemes; a6 d' o o dssas lati-
Scilmente curavets' ou inutilisando as melhomes in- ns 6sun gamar pestliento o asquososas latrn
Stenoaes nos cases em que 6 precise applicaoes permitte ue par ael se affirmed a vista; eis o que
Senergicas e promptas, nao se pode doixar enws eoquartel dos meninos do krsenal,
lencio a ma qoualidade das substancias alimenti- A primeira e mais perniciosa das condicoes des-
cias e sun insafciente quantidade. se estabelecimento 6 todo elle ser mais baixo tree
E' tAo conhecida de todos esta causa de empo- palmos do que o solo da rua e per consegninto to-
brecimento da constituaigao dos doentes que 6 es- da a humidade d'ele vai damnificar os aposenton
cusado acc qeutar mais cousa alguma ao que mat arejados, mal alumiados em estio aquar-
flea dito. telados os menores. Nao ha phmas q uq possam
Tern-se fallado de mais da variola que flagella exprimir o que se senate quando s n qual-
os doentes do hospital, e corn esecialidade aquel- quer dos aposentos do dito Ara meios
lee que padecerm de vicios constitucionaes ou que de exprimir o horror que ins pitabele-
tern soffrido operates cirurgicas. cimento. Ninguem acredita'r 'tabele-
E' incontestavel que as causes supra mencio- cimento public que tern umr -to humani-
nadas, que sao todas deprimentes, nao podem dei- tario e tao civilisador chegue estado de infec-
xar de concorrer para os damnos que soffrem os Ao e mephitismo a que se achareduzido aquele
doentes que vio ao hospital buscar recursos para quartel. Se 6 impossivel descrever o fedito que
curativo de suas enfermidades e que alli encontram exhalam aquelles eswotos u in.oonmamn oAMn


a morte.
Se essas causes podem concorrer para a existen-
cia da variola sern interrupeio, quasi nao menos
podem ser consideradas como favoraveis ao desen,
volvimento do beriberi, que vai surrateiramente
atacando grande numero de doentes nas salas, em-
pregados de diversas qualidades, e mesmo de irmas
de caridade.
Para os empregados fail Ihes 6 procurarem al-
gures outra oceupagdo pouco rendosa como 6 a do
hospital...
As irmis de caridade corn facilidade se remove,
porque para isso tern ellas recursos; por6m os
doentes sera custoso fazel-os retirar do hospital
porque muitos precisam' de tratamento e nao po-
dem sahir pars outra part.
Pelo que fica exposto 6 f6ra de duvida que ha
urgentissimna necessidade de seem melhoradas
as condigoes hygienicas do hospital; sendo ellas
em primeiro lugar a substituic*o do tij6lo das en-
fermarias pelo assoalho de madeira; a limpeza
das latriuas sendo fornecidas incessantemente
d'agua em abundaucia e sem interrupeao ; a se-
vera restrieolo do numero dos doentes que com-
portam as salas, principalmente a respeito dos in-
validos e incuraveis, que empestam a atmospbera
das salas corn a exhalagao de ulceras e de od.-
tras muitas entermidades, e concorrem assim l*ata
que os mais doentes ou sejam contaminadios pelos
miasma'e venham a fallecerdadiarrh6a ouda va-
riola, h, co4no agora, da beriberi; ou entdo pro
longu'-seo sua cura por muito tempo,o que e gran-
denente prejudicial ao estabelecimento. E mut-
to principalmente deve de haver o maior escrupulo
arespeito dos generous alimenticiosque sa'o forneci-
dos ao hospital, porque segundo sou informado, e
polo que observe quotidianamente, elles nao sa-
tisfazem em qualidade que 6 inferior ao que dove
ser para um estabelecimento d'este genero, e me.
nos ainda em quantidade, porque as dietas sao
pela maior part insufficientes para sustentar as
forcas do organismo afirm de que elle possa reagir
contra o principio das molestias; e d'ahi dous
grandes males : ou a demora dos doentes muita
tempo no hospital, ou a incurabilidade da mo-
M, e pss depx depedir providen-
cias a Vv. E '6:s. onta' um'sus, admittidoxn'este
hospital, e tolerado, on ,aptes permittido na. ex-


OffiWo n. 1 tenseo da palavra. Quero Wmur da liberdade de
Copia.-Hospital Pedro I, em 13 de maio de que gozam os doentes no hospital de servirem-se
1884.-Illms. e Exms. Srs.-E' de men dever levar de toda e qualquer qualidadc de substancias ali-
ao conhecimento i. Exc. o estado precario em mentares que desejam, quer eatas Ihes sejam tra-
que.-se acha o s dual enfermarias deste zldas per parents ou amigos, -quer elles as man-
hopital sob mininha d i-medica. dem comprar polos proprios doentes do hospital.
Tendo sido obrigdt -ior motive de moleatia a Desde a jaca, as laranjas e bananas mal amadu-
embarear inesperadamente a irmi de caridade recidas ate A aguardente entra Aas salas e os
Joanna que se achava a cargo da enfermaria de doentes usam d ellas A sua vontade.
policia, foi esta submettida aos cuidados da irmru N eo e raro, vr umn doente entrar para o hospi-
Philomena, que esta encarregada da enfermaria tal trazcndo logo uma pornao de bolaxas, biscou-
dis bexigaentos, onde a maior parte das vezes too, doces, etc., etc., e depois, se as posses lhes
existe grande numero de doentes em estado gra- permitted, man-Jam elles comprar tudo quanto
vissimo e que precisam de'-lrfcessantes e assiduos querem.
cuidados, a que ndo pode epa dar complete satis- Julgo que nao serA precise pain a elevada in-
facAo per no ter nemr umrfeermeiro, nedm um ser- telligencia de Vv. Excs. entrar em outras minu-
vente que a possa ajudar em cousa alguma. ciosidades, bastando o que fica exposto, porque
Al6m disso essa irma 6 novata no servigo do Vv. Exes. comprchenderao as consequencias que
hospital, nao podeoesempenharmse de tantas obri- d'essa pratica podem resultar, pratica esta que
gasies que tern decumprir. me parece nao ser autorisadrla pelo regulamento
A falta de enfermeiro em urma sala em que ha do hospital. E' por emquanto o que tenho de le
quamenta e mais doentes graves ndo precise de de- var ao conhecimento de Vv. Execs., esperando que
monstraio. sejam tomadas promptas providencias afirn de
A talta de serventes impossibilita o servico de que nao seja funesta a propagagio do beriberi
asseio e limpeza t aonecessario paira dimminuir as que j tern atacado grand e numero de individuos,
causas de infeccao miasmatica, que fornecem os e isso corn espantcsa rapidez. Deus guard a
doentes corn sunas exhalag6es de scores, da respi- Vv. Exes. Illmrs. e Exms. Srs. desembargador
racao, das ulceras, da dyarr6a, etc., etc., etc. provedor e mais membrosi da junta administrative
E' incontestavel que para certos doentes ado 6 da Santa Casa de Misericordia.
bastante fazer o asseio e limpeza das salas de ma- (Assignado)-O medico, Dr. Pedro de Attahyde
nhi cedo. Lobo Moscozo..
Concedendo mesmo que ella seja effectuada cornm
esunao pela manhd, d'ahi a uma ou duns horas jA Officio n. 2
6 asqderosa a vista das bacias de louca de que se Copia.-Inspec9ao de Sadde Publica, em 31 de
faz uso neste hospital, em que os doentes csear Janeiro de 1883. Illm. e Exm. Sr. -Na visit
ram, vomitam, ourinam e langam todos os restos que fiz ao hospital military no dia 28 do corrente,
de alimentos, bebidas e remedies, preferencia esta achei esse estabelecimento em tal estado de mi-
|lne se deu as escarradeiras de metal, nao sei per- seria, que me cause 'u horror e nao tenho express -
que motive ou principle, oses para deacrevel-o. Peco A. V. Exe. instant
A cnfermaria de policia acha-se nas mesmas mente que se digne visitar esse estabelcgicieuto,
circumstancias, senao mais tristes, porque os sol- po-que s6 assim V. Exc. se convencera do 4d es-
dados pagamn alguma cousa para sea tratamento e tado de miseria. Deus guard A V. Exe.---lr. e
nao tern na enfermaria senao um servente quesape- Exm. Sr. conselheiro Dr. Francisco Maria Sodr6
nas faz algum servico de manha cedo e pouco de- Pereira, dignissimo president da provincia.
pois 6 chamado para outras necessidades do hos- (Assignadb)-O inspector, Dr. Pedro de Atta-
pitAl, segundo sou informado. hyde Lobo Moscozow.
Dirdo que ha u:m sargento na enfermaria, mas
elle nao tern conhecimento algum do offieio de en- Officio n. 3
fermeiro, e acha-se alli mais para mnnter a ordem in d a' a m d
do que paa appliear remedies e faze? oscuZativos, Cpia. -Inspeco do Se de Publics em 8 dche
a que elle todavia se presta quasi por gosto e nao jaoeiro de 1883.-Ilm. e Exm. Sr.- Tendo che-
per obrigae do, gado ao men conhecimento que grande numero de
pDesoial do entemio e de pssl habili- casas que ficam al6n do perimetro da companhia
IDessA taits de entermeiio e de pessoat habili-ReieDan,,notrnpaehsesmr-
tado pars administrar os remedies result que a Recife Drainag, nao tern apparelhos0e os mora-
maior parteo das vezes as applihcaoes deixam de does do obigados a ajuntar emn s 5as mate-
sor feitas conifonmo ;s prescripcs do medico on mrias fecaes s e mandar derramal-as na mar6 on nos
pars poupar tempo e trabalho, ela concorrem an- divrsos b o do i qu passa po ta da u
tes paran fazereial do que para henefieiar polo da Aurora e suas visinhannas ; e sendo inconve-
modo jiornue sao pratiadas I niente esse process nao s6 aos habitantes das
Citaret apenuas n xemplo, porque 6 de todos mesmas casa como aos que teem a infelicidade
os dias, visto como a dyarr6a ano se affasta deste de passar peor esses lugares a occastio em que
hospital 0se faz os despejos, rogo A V. Exc. me digne orde-
Para curar essa molestia receita-se cosimento nar que a companhia Recif Drainage proongue
at6 o tim da rux da Aurora os seus eneanamentos,
branco da pharmaeopea geral para so dar meia to fi da ru daArorae secaa
chicara ou m calix de duas em duna horas: mas pots que assim s extingu grande part do mAo
com os doentes de dyarr6a slo em grande, numero cheiro que so sent n'esses lugnes, alifs deogran-
d.-se a sadeo oaknentoemduasr e as, do Lre+uencia. Denuspade A V. Eu.-Il-m. e
ine att r aOeoia itoh alxmrn. onlheimo ro I Maria, Sodr6 Pe-

o outm gde umasubA ccedoquamdOb o d to it f eat,*iulaioro ,da oproviacia.
acodo porque 500(19 conpoittodo substi~ I(Assi uado) --0 inspector, Dr. Pedro de At-
mentescivis, comoo miolo de plo, rarope et.eayde bMoOZO.
? sode m ftasinda queate, o results 6OOfc ..o..
o3ufem vex do tonar um easauteto Mfon. 4


reparos necessaries pa quae ao menos se diminua
a-luella sentina. E' o que venho pedir instante- :
mente a V. Exc. por amor dos infelizes que se
aebam recolhidos A iluelle e-tabeleciment).
Deus guard a V. Exc.--Illm. e EEm. Sr. des-
embargador Dr. Jos6 Manoel de Freits, dignissi-
mo president da provincia.-(Assignado)-O ins.
pector, Dr. Pedro de Attahyde Lobo Moscoso.

Officio n. 5 ;:
Copia.-Inspec9o de sadde public, em 21 do e
maio de 188l.-Illm. e Exm. Sr.-Os aterros que
os encarregados das obras do prolongamento da
estrada de ferro do Recife a Caruari estao fazen. "
do na margem esquerda do Capibaribe tern produ-
zide-uma grande represa de aguas salgadas e do-
ces em uma tal extensao que nao p6de deixar de
ser uma poderosa fonte de miasmas e por conse-
guinte de molestias.
A bexiga de mA qualidade tern reerudescido de
u.n modo atroz durante os mezes deste anno, vin-
do jA do anno passado. 0 beriberi tambem tern
sahido do lethargo em que jazia a alguns mezes e
nao soe pouco numerosos os individuos que vao
send atacados d'elle cornm espantosa velocidade em
muitos casos. Especialmente aos doentes exis-
tentes no hospital Pedro II a variola hemorrhagi- :
ca ataca corn minsana crueldade, preferindo aquelleX .
que tern soffrido operates cirurgicas e que se
acham em via de restabelecimento. Ou nesoes
casos ou no de molestias virosas que tern invadido
profuniamente o organismo, a cura desse genera
de variola 6 impossivel. Cousa rara: dentro de
pouncos dias falleceram de bexigas trees doentes
que se achavam no hospital no ultimo period da ,
tuberculose pulmonar. Parecendo que nao era
isso bastante o beriberi transpoe os umbraes do
hospital Pedro II zombando das atmospheras phe-
nicadas e nao respeita nerm as irmis de caridade,
nem os empregados dz) hospital e quanto mais 03
doentes que ja debilitados per outras enfenrmida.-
des nao podem oppo: resistencia A eausa morbi-
gena, seja ella qual f6r. A dierrh6a pertinaz, re-
belde a todas as medicages nao p6de ser desalo-
jada do hospital; e quando depois de um doente
tsx Intadow.roi.saente corn umsa molestia grave
se v4 quasi em estado de sahir curado do hospital "
6 traigoeiramente atacado pela diarrhea, inimigo
feroz que na maior parte dos easos nao p6de ser
vencido.
As chuvas proprias da estanao, posto que abun-
dantes em alguas dias, nao tern deixado de ser al-
ternadas corn dias de sol e calor, que parece nao y
star em relacao corn a massa d'agua que tern nca- '
hido, mas que tern sido mais qae sufficient para
augmentar consideravelmente o estado hygrome-
trico da atmosphere, apressando a decomposigio
das substanucias animals e vegetaes existentes nas
bordas de todas estas camboas, braios de rio,
charcos e viveiros que em tanta abundancia exis-
tern nesta cidade e suas visinhannas. D'ahi os
numerosos soffrimentos do tubo digestive, as dis-
pepsias, as diaMrrheas, as dysenterias e, quando
mais nao seja, as does intestinaes que muitos in-
dividuos soffrem, quasi quotidianamente. E' este ?
o caso de chamar-se uma imminencia morbida, ou
per outra dizer-se que nao faltam elements para +
a germinagto de qualquer molestia epidemic, ou
41o. Nao falta hoje quern falle em miasmas, em
charcos, em ciscos e nao se p6de negar que todos,
per mais ignorantes que sejam, devem conhecer
que todas estas causes podem produzir molestias.
O que falta, por6m. 6 que rodos tenham o maior
cuidado em evitar a agglomeragno de substancias
que sejam susceptiveis de se decompor e dar lu-
gar ao desenvolvimento de principles que: podem
intoxiear o seun organismo, o de sua familiar e o
de seus visinhos em grande distancia. Isto 6 f6ra
de duvida.
Fassando a tratar da material que faz object
desta exposigio direi a V. Exe. que desde a esta-
9o terminal ao lado do sul da Casa de Detencao
ate, para bemrn dizer, a ponte dos Afagados, a es-
trada do prolongamento do Recife a Caruarui, temn
levantado o terreno na margem do Rio Capibari-
be a uma grande altura e send ahi em gran-
de extensoo os terrenos muito baixos e muitos del-
les de marina, nao tendo os seus donos podida
aterral-os, a consequencia 6 que se tern formado
em toda essa grande extensao consideravel nume-
ro de depositos'd'aguas pluviaes misturadas corn
corn as salgadas; e quando nao chove esses lagos
ficam sujeitos A accao dos ruis solanos e decom-
pondo so para exhalar depois principios mephiti-
cos. Ndb desconheC qunto 6 difficil remover- ,
promptamsnte essas podworas ca"sas de produc-
9.do de miasmas; mas 6 precise que se tome qual-
quer provideneia no intuito de ao menos minorar
a pemnicioso effeito dellas. E' o que venho pedir a.
V. Exc.; e, se me fosse permittido, eu lembraria
que os empreiteiros que estdo trabalhando nos.
aterros do prolbngamento fossem ineumbidos de
aterrar esses terrenos, cobrando-se administrati-
vamente dos possuidores a importaneia dos ater-
ros, ou vendendo os terrenos a outros que o qui-
zessem. Se mno ha possibihdade de aterrar os
alagados corn a area trazida polo trem de ferro,
pode-se recorrer A areia tirada pelas dragas. V.. |>
Exc. resolvera o que melhor extender em seu ele- -
vado criterio, fazendo aniquilar quanto antes es- !
sal poderosas causas de infeecdo. _
Deus guard a V. Exc. -Ilnm. e Exm. Sr. des- "%
ombargador Dr. Jos6 Manoel de Freitas, dignissi- .
me president da provincia,-(Assignado)-O ins- ]|
pector, Dr. Pedro de Attakyde Lobe Moacoso.


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Officio n. 6
Copia.-Illm. Sr. Dr. juiz de direito.- Respan-
dendo ao officio de V. S. em que me pede que in-
forpe minunciosamente sobre se tern apparecida
nessa comarca, comp noticia o Jornal do ReWev,
casos de uma molestia semelhante A eholerina, e
da qual jA tern morrido 5 ou 6 peoams, tenho a
communicar a V. S. que ao observe l
urn case .emelhante A aquella oeaite, teado o
dq@ute se restabelecido em mpuos dias.
verdado que tenho side eonsultado e mesmo
chamado A observer algnns cases de diarrhea e
de dysenteria, e quo encentrava as pessoas de casa
dos doentes tomadas de mede per caua deosa no-
ticia falsa que ha urn mez passado corrie per aqui
de bocea em bocca.
Esses cases mesmos tern diminuido muito, de
mode que hoje e raro que eu seja consultado sobre
um caso de diarrhea, ou de dysenteria.
Aproveito a occasibo para aprentar a V. S. os
meus protests de consideraclo e estima.
Dens guard a V. S. Hi1m. Sr. Dr. Jobo Ber-
nardo de Magalhles.-Dr. Josd de Barros de An-
drade Lima.
Inspecco de saude public, em 18 de julho de
1884.-llm. Exinm. Sr.-Apresento a V. Exc. a
inclusa copia do offiticue dirigi ao Exm. Sr. mi-
nistro do imperie em cumprimento da ordem que
me foi transmittida por telegramma do inspector de
saude do port do Rio de Janeiro ; para que V.
Exc. tome na consideracao que merecerem as re-
fiexoes que fiz a S. Exe. a respeito da ordem ema-
nada do Governo Imperial.
Deus guard a V. Exe. Illm. e Exm. Sr. des-
embargador Jose Manoel de Freitas, dignissimo
president da provineia.- 0 inspector, Dr. Pedro
de Attahydea Lobo Moscoso.
Copia.-Inspeccao de saude do port de Per-
nainhuco, em 18 de julho de 1884.- Ilm. e ExmI.
Sr.-Em cumprimento da ordem de V. Exe. que
receoi pr telegramma do inspector de saude do
port do Rio de Janeiro de 15 do corrente, remet-
ti a V. Exc. duas releases, sendo uma dos objects
que se acham em born estado no Lazareto do Pina,
e outra dos objects novos que foram fornecidos
durante a presideneia do S'. con-elheiro Dr. Fran-
cisco Maria Sodr6 Pereira, per occasiAo de sc fa-
zere:n concertos, caiagao e pintura, reclamados
pelos estragos causados pelos retirantes da seca,
durante seu aboleto n'aquelle estabelecimento.
Compre-me fazer algumas consideracoes a res-
peito da falta da major part dos objects que
existiam no Lazareto, dos qnaes fiz minucioso in-
ventario, logo que fui encartado no lugar de ins-
pector de saude do port, objects esses que esta-
vain em tao adiantado grao de imprestabilidade
que se houvesse necessidade de abrir o Lazareto,
deveriam ser indispensavelmente substituidos.
Depois da epidemia da febre amarella e da cho-
lera-morbus em 1856 o Lazareto do Pina tornou-se
um lugar de recreio para certos individuos, haven-
do alguem que la residio durante annos. Esses
individuos nao s6 se utilisavam dos moves, como
da louaa e vidros do estabelecimento de maneira
que o que restava, quasi nenhuma serventia tinha.
Na occasiao de minha posse estava felizmente o
Lazareto sem estes hospedes e aproveitei a sua
ausencia para mandar inventariar todos os objec-
tos restantes, a maior part delles, quasi inutili-
sados ; e pedi ao Exm. Sr. mintstro do imperio
para mandar ordem para quo se nao emprestasse
o Lazareto a pessoa alguma e S. Exc. reeonhecen-
do a justiga das minhas reclamacses mandou essa
ordem, e que corn effeito tern side cumprida.
Alguns annos depois incendiou-se no alto mar o
vapor americano Erxe e sendo sua tripola"otrans-
portada por outre vapor pars esta cidade, o presi-
dente da provincia mandou alojal-a no Lazareto;
e os 120 tripolantes apezar de Ihe serem forneci.
das case e outros objects pars seu use, estra-
garam bastante os moveih do Lazareto, em cujo
concerto gastoa-se mais de 300000O, nao consen-
tindo o governor que se exigisse pagamento do go-
vera) dos Estados Unidos.
Per fim veio a secca do norte para dar fim aos
objects quasi inutilisados que existiam no Laza-
reto, mandandcse dar As victimasda fome umresto
de colxSes, travesseiros e lencoes velhos que f ram
send queimados a proporeio que nao podiam mais
servir, porque nilo havia quem por dnheiro al-
gum quizesse laval-os.
0 mesmo aconteceu corn um rested de trem de
cosinha, pois os infelizes retirantes nao tinham em
que cozer os seus allmentos.
Par tanto A excepcao dos poucos objects de mesa
que eatavam arrecadados tud. mais ficou em estado
de nro poder mais ser aproveitado.
Desses mesmos alguns ainda se conservam par
que nao tern havido necessidade de desoccupar os
lugares onde elles estbo guardados. b
Da relatlo n. 1 verA V. Exc. o que ha em bom
estado ; e pode-se calcular o que e precise forne-
cer de nova, considerando-se que se formos obri-
gados a frzor quarbntenas, pode muito bem acoa-
tecer que'haja oeeasibo de haverem mais de 50
peosoas no Lazareto.
E' do eneu dever lembrar a V. Exc., que o La-
zareto do Pins nao tern condicao alguma das que
-a seiencia exige para urea separacao completa
dos individuos detidos nelle pars serem observados
durante um certo numero de dias.


0 Lazareto fica defronte da freguezia do Afo-
gados que ultimamente tern tide grande desenvol-
Vimento por eausa da estrada de ferro de S. Fran-
cisc o e da communicagio da Companhia Ferro-
Carril e ha de crescer mais por causa do prolon-
gamento da estrada de Caruard.
0 Matadouro da Cabanga 6 frequentado cons-
taumternmente per grande numero de individuos que
nelle encontram trabalho ou aproveitam-se de res-
tos da matana; e o Matadouro esta tao proximo do
Pina que na vasante atravessa-se de um lade pa-
ra outro A p6, e alhin disso o Lazareto esta situa-
do em urma peninsula que fazia part da Ilha do
Nogueira, a qual so estende ate A Boa-Viagam por
perto de duas leguas, em cujo percurso existem
varies moradores.
A viagem para o Lazareto do Pina se faz pelo
meio do porto desta cidade, porque no tempo da
epidemic da febre amarella quizeram fazer uma
tentative para chegar lA peor intermedio da Barre-
ta, que estb hoje inutilizada, e o resultado foi o
escalh sossobrar e morxerem dous soldados dos
que iam ser posts em observaoo. Portanto a
entrada #5 pode ser feita pelo port, pareeendo
assim quoa os miasmas serbo mais faeilmente trans-
mittidos para a cidade quando os doentes passa-
rem por perto della. Pelas outras aberturas do
arrecife se atrevem a passar esses homes que es-
tio acostuma4os em andar em jagadas ou peque-
nas barcaWas, e isso mesmo quando nao ha mars
grandes ou fortes ventos.
Ninguem certamente se vai hoje fiar no valor
dos desinfectantes, cuja efficacia nas atmospheres
eonfinadas 6 reconhocida, mas que na atmosphere
geral fiesa eita as leis geraes do universe.
No teB iN| epidemia do cholera morbus tam-
bern semea quaeat : mas segundo ouvi
waer niaquqi* tornp, i8 queeu nainda abo era
kimtieotir de"V#, 4o g os retilas vinham A
Im toaa sI pars a Lazareto
de m *wisitas todos at: dsf & -o sse asim todos os
exforaos que se flj Pim eviax a iaisdu9Io da
-- aiewo extes factor quoe Aa de o i refanie Ae -


publiwo, 46om ssH-Utaigo demedicos de distric-
too, comn a distribuigo de remedies ao. pobrea,
com a instituiio de hoispitaes onde se ocoelkm
os que em suas habitaos naio podet se tr*otar,
com os enterranientooa prompts das victims, e
enuitas outras pr.idan.iaa quo .ise
irmn ediata e te. o"' 'iii
e qu, por or teao de .var so cheeie-
to de V. Exe., aguarduano as ords de V. Exe.
para cumpril-as fiem nte.
Dens guarded a V. Exe.--lm. e Lm. Sr. con.-
selheiro Felippe rancor de S, igaisuiro minis-
tro e secretario de estado dos negocios do imperio.
Inspeego de sanude public de Pernambuco em
21 de julho de 1884.-rim. Sr.-Accusoo recebi-
mento do officio de V. S., de 14 do corrente o qual
me foi entregue hoje asll horas da manh. Desde
que apparecea no Diario de Perwambco o pri-
meiro telegramma antunciandoa cholera morbus
em Toulon, entendi-me corn o Exm. Sr: president
da provincia sobre a necessidadede haver today
a vigilancia, nao s nas procedenciyADo Mediter-
raneo, eomo sobre a eventuai4ader apparecer a
epidemia handle nao se contasse coin ella.
Depois tenho recebido telegrammas do inspector
de saude do porto do Rio de Janeiro de 2 e de 15
do corrente e de intelligencia corn o president da
provincia tonho apresentado as neceessidades mais
urgentes para seem redimidas, nao incluindo
nesse numero aquellas que consistem em mero es-
palhafato e que, quando nenhunr beneficio possam
trazer na aetualidade, podem ate ser nocivas. A
esta hora o Exmn. Sr. ministry dove ter recebido
minuciosas informa9oes prestadas por mimr funda-
das n'- observagco e pratica dos acontecimentos
passados.
Julgo que 6 precise que a presidencia esteja ha-
bilitada corn as sommas precisas para occonrer As
despezas urgentes, ainda que per felicidade venham
ellas a ser desnecessarias.
Pensando quo deve de haver um aceordo una-
nime em todas essas providencias, julgo que deve-
mos reccber instruco5es para per ellas nos guiar-
mos, modificando-as apenas conforme a necessida-
de das circumstancias das localidades.
Nao sou de opinia'o quo nas approximnages de
uma epidemic se trate de por em pratica medi-
das de saneacao que nunca deveramde ter sido ne-
cessarias, se se tratasse corn verdadeiro interesse
da salubridade public. Todas essas exigencias
vao ficando addiadas para melhor tempo, porque
nao parecem de necessidade urgent, ou per que
ha muitas outras que preferem. Entretantc nao
Sna occasiao em que se desejaria ter uma atmos-
phera purissima que se vao revolver monturos,
esterquilinios, agnas estagnadas, emfim activar a
decomposiao de substaneias que podem desenvol-
ver gazes mephiticos,
Pelo contrario, tudo isso em men fraco mode de
pensar dove ficar em repouso, se nLaoe possiveleo-
brir de uma gross camada de desinfeetantes, ou
polo menos de areia.
Entretanto come as opinioes ao sempre diver-
sas, parece just que se estabelega nma norma
pela qual se devem de guiar aquelles cuja intelli-
gencia e conhecimentos sio somenos do que os in-
dispensaveis para o bom desenvotlvimento dos
importaunes cargos da saude public.
E' o que tenho de responder so officio de V. S.
esperando que quanto antes made V. S. suas
instrueg0es paras serem cumpridas.-Deus guarde a
V. S.-Illm. Sr. Dr. Demrngos Joa Freire.-Dig-
nissimo president dajunta central de hygiene
public. 0 inspector, Dr. Pedro dAttayde Lobe
Mosecozo.

Comnmaudo das Arias
QUARTEL GENERAL DO COMMANDO DAt AR-
MAS DE PERNAMiBUCO, 7 DE AGOSTO DE
1884.
Ordemr do dia n. 1,476
Fago constar A guarni9o, que approval
o engajamento que a 2 do corrente con-
trahio, para servir per mais seis annos, o
cabo de esquadra do 14o batallaot de in-
fantaria, Francisco Lopes de Meo, que
em inspecgo de saude a que foi submetti-
do foi julgado apto pars continuar a ser-
vir, conforme tudo communicou o Sr. co-
ronel commandant do mesmo batalhbo, em
officio n. 575, tudo do corrente.
Assignado. Floriano Peixoto, brigadei-
to. commandante dam armas.
Conform. 0 tenents, Jojquim Jorge
de Mello Filko, ajudante de ordens encar-
regado do detalhe.

RerpartlIao da Poiela
Sec~3o 2.'- N. 857. Secretaria da!
policia de Pernambuco, 8 de agosto de
1884.-Ilm. e Exm. Sr. Participo a V.
Exc. que form recolbidos A Casa de Do-
tenuae os seguintes individuos :
A' minha ordem, Manoel Francisco de Oliveira,
vindo da comarca de Bezerros come alienado afire


de ser transferido para o Asylo da Tamarineiro.
A' ordem do subdelegado do Recife, Honorata
Virgiliana da Silva e Antonio Alves da Cunha,
por crime de roubo; Job Baptista de Lyra, por
diaturbios ; 9 Venancio, escravo de Antonio Joas
da Cunha, per offenses A moral publics.
A' ordem do do 20 district da Graga, Pedro
Antonio dos Santos, per embriaguez e offenses A
moral public.
Heten, ao meio dia, no district de S. Louren-
90o da Matta, Maria Francisca do Espirito Santo,
armando-se de uma navalha, ferio gravemente a
Maria Francisca da Conceico.
Contra a delinquent, que foi presa em flagran-
te, procede-se nos terms da lei.
Communicou-me o delegado do term de Ja-
boatao, qae no dia 4 do corrente foi encontrado
juntao cercado do engenho Floresta, o cadaver
de, um home de c6r parda, que reTnheeeu-se
ser de Paulo de ta!, eriado do tenenteoronoel i-
cexo Brags de Souza Lelo.
A autoridade policial fez a victoria ordenada
pela lei e procedendo a inquerito verificou ter si-
do o infeliz assassinado pelo escravo de nome Va-
lentim, pertencente aquelle tenente-coronel.
O delinquent evadio-se.
Communicou-me igualmente o delegado do ter-
mo de Limoeiro, qua no dia 3 e no peovoado do Ce-
dro, penetraram os ladr5es, por meio de Arromba-
mento, no estabelecimento do subdto italiano
Joao Leonardo e roubaram ceraes de 4:,000O0,
send metade em dinheiro e o resteo em fazendas.
Como autores desse crime foram preso os indi-
viduos de nome Jobo (apistrano da Costas Gmes,
Francisco Jose6 Barreto, Sauntino Josa Mauricio,
Jo6s Apolinario e Maoel Barbosa Moreira, con-
tra os quaes est se proeedendo de conformidade
'com a lei.
No mez proximo findo foram capturados pelo
tenente Jose Francisco Paes i*re dlegado do
termno do Brejo, os individu de odnos .a
IPes de Vasconeellos eJo64 FranciscoLeo o,
Seiro t por se s&ai oBiad -o te ie
jicaro. so moemie orte d er -neBopr varl .
Aiaarfla oer sentweWO -do r -0 mie'f *rOuO. '.


.iueoaato bbw Tonmo,4 B
tomar reb&wos e concertar os ils do 0
u. 23 a ra das LaranI .-Ide: .
aeix a P rodio I 99 a ra-

Afftomoi Maria Oarfeiro Ldo, pediasd nc
parm skaadar eowemert a. oelbrta eubtl"tfte t
deira, bem come aubtituir an*io I po[rVe
J& olaiia, afta so, AwboK. fisgseia. Zf a
Sim de acoordo coem a parceera e p eo im-
Candido Jolo Cpkdeiro, para ooneertfr a ana
easa arriando e leyantando a. obeta e de
sua csa. sitsa Estrada Nova de OCaxWglA e-
zia de Affogados, bern oom faer em o do
lado direito, urn telheiro.-Coe pedei udo
a exigencia contida no parecer e pag im-
posto.
Marcolino Francis6o deAPamlo & C. r Aeedi
sna casa n. 4: sita a tmsavpa do Bosarifnh e-
zia da Graya.-Sim de aorlo corn o pareeer e
page o imposto. '
Manoel Jeronymo, .Vieirp, para edificar uma oasa
de taipa a estrada do E maaqmento, reguei*a do
Pooo da Panella.-Sim, conformie o parecer e pago
o imposto.
R. Raulison, para substituir a coberta de seu
predio, site a.rua Real, freguezia do Pe"9d. Pa-
nella.-idem.
Secretaria da aCamara Municipal d6 Re-
cife, 8 agosto de 1884.
0 porteiro,
Leopoldbo C. Ferreira da Silva.


REVISTA DIRIA

Tribunal do Jury do Recife -- Fne-
cionou esse tribunal hontem corn a presenta de
31 Srs. juices de facto.
Foi julgada a r6 Luiza Prancisca de Souza co-
nhecida por Magdalena. proninciada no aro 204
do Cod. Crim. Produzio a defeza o Dr4 ?iz
Emigdio Rodrigues Vianna, e foi julgada .pe:
rempta a aceusagao.
Em seguida foi submettido a julgamento o.ro
Luiz Manoel jdo Nascimento, pronunciado no art.
222 combinado corn o art. 34 do Cod. Crim., seudo
seu patrono o academic Benvenuto da SIveha
Lobo, tambem absolvido por perempeo.
AsmocliacAo Commercial Bemflfen-
te-Em sessao de assemblea garal foram hond.m
eleitos directors da Assoeiaeao Commercial Be-
nelicente pars o anno de 1884 a 1885 os Srs.:
Commendador Jolo Joe6 Rodrigues Mendes.
Commendador Felippe P" Needham.
Antonio Guedes Valeute.
Manoel Joaquimr da Rocha.
Manoel Jolo de Amonm.
Custodio Francisco Martins.
Jose Augusto Alvares de Carvalho.
Jose Lopes Alheiro,
Jose Joaquim Dias Fernandes Junior.
Frederic. Weethpha.
Manoel Joaquim da Costa Carvalho.
Dr. Manoel Gomes de Mattes.
Awmaltnato-Mandaramn dizer de Jaboa-
tio que, no dia 4 do eorrente, foi encontrado, junto
a cerca do engenho Floresta, o cadaver de um ho-
mem de c6r parda, que se reconhecea ser de Paua-
lo de ta4 c riado do teneate-owonel, Cicero raga
de Sousa Leg1o.
Da vistoia. e ais pecas V do inqUft e
ter-se conhecimento de ter saide a lquelle infeliz --
sassinado pelo escravo Valentim, perteneente
aquelle tenente-coronel, o qual escravo se evadira
ap6s o crime.
Perimeto grave Tambem mandaram
dizer de S. Lourengo da Matta qs ao meio dia
de 7 do corrente, Maria Fra.ciaea do Espirito
Santo ferir&-g!veiaty 4 Franeisca da
Conceicao cwnom uma na eomque aagredira.
A deliqueente foi patt# iagrawnte.
Weota aeademii-Qst etudantes da nos-
sa Faaeuldade de Dtreito 'eitemdem solemnisar o
Aia 11 de agoto, anniversario da fnndaglo dos
curosojuridieos do imperio, corn urna bonita reeta.
Sr ibertada a pras do D. Pedro Hii, sende
oenverientemente adomada, e note, no jardim
tecareo alte adme~-bandas de music. N'tm
Linro ie 0ro serao scniptoa os anmes dos que
deram e~portu|as, figirau-ndo 55 acorpos deoeates da
Faculdade de Direito e Curs, Aunexo, academi-
cos e estudantes, magistrados, advogados e mora
does da praa. *
A commissao abolicieniata aeademicasempoe-se
dos rs. Abel Gareia, Eneaaavalcante, Joaola-
giuaribe, Alcedo Marrocon, Eduardo Silva, Vitor
Camargo e rrigo de Loureiro.
Laral1tom em Umnoetro Communica-
ram do Limoeiro que, no povoado Cedro, e no dia
3 do corrente, penetraramn Os ladr53s per meio de
arrombamento no estabelecimento do subdito its-
liano Jodo Leonardo, e d'ahi roubaram 4:000O000
em dinheiro e ontro tanto em diversas fazendas.
* Recaindo series suspeitas e havendo mesmo
vehementes indicios de term aido autores do non-
be Joao Capistrano da Costa Gomes, Francisco
Jose Barreto, Santino Jose Mauricio, Josei .&poli-
nario e Manoel Barbosa Moreira, form elles pre-
sos e estAo sendo processados.


Beneficio-0O que estava annunciado para
amanha em favor da familiar do Dr. Demetrio Tei-4
xeira, fieou transferido para o dia 15 .do corrente.
Festa de S. 0ose de Riba-Mar-Ha-
veri amanha missa resada as 5 horas da madru-
gada; As 11 horas do dia missa solemne e A noite
Te-Deum.
Pregaro : ao Evangelho o Revm. Sr. padre As-
sis Bezerra de Menezea, e ao Te-Deum o tevm.
Frei Augusto da Immaculada Conceiclo Alves.
A banda de muisica da policia tocarA em todos
os acts.
Entradas de assucar e algodao-
Vieram por mar e terra para o mercado do Recife
no mez de julho:
Assucar
De 1884 5.188 saccos
1883 11.068
1882 2.703 ,
S1881 12.071
1880 25.354
Algodbo
De 1884 .1.3273 saas
S1883 S"18793
S1882 7798'
S1881 5.909 ,
v. 1880 1.724
MUal e ca itada-Amanhi celebra-se urma
missa 6antada em louver de 8. Loureno, na igre-.
ja de S. Pedro, do Recife, pelas 7 horas da ma-
lInatltuto Arelae.logtO e Geqgr.a-
pWiMe Pernaxaft avib Ante-hoitem, 4
I1 hora da tarde, reunio-se o Izstituto em seswsf
nrdinari anh A nsaoabiari [ d A dog. njORIL4:.;.


8Sahtt~j.p.aaituwa4Ammefmos esoeis252 vo-
Haaveni^,a asg:Seem s aw ffiarthe : ^
Poe 8r. LaSro T 4& Oubaello : Coem
nil fianae. de recompenssta a J. Lermina, 1 vol.
Pelo Sr. Dr. Elpidio Figuiredo : Oa dramas do
Recife, 1 voL ae.; Je es e Demre par ie Proec
dM Ruolz par Alberie Second4 wleml. ;Les
hollaadais an Brbil, notice hitique s, les
pasya-bas et 16 Brtbail u-XVII sieae par P. .
Netchsr, 1 vol eac.
Peloa Sr. Joo Muniz Pereirn Junior *do CarO:
Um eapito de quiaze annos, 1 vol. eac.; 0 Ces-
rTeom e oatitfs 9.
Pelo Sr. Josa Joaquim de Oliveira (do CearA) :
12 vola broeh.
Pelo socio Heroldo Xavier de Souza: 5 vols.
brockh.
Pelo Sr. Joaqaim JesdATavares: Noites corn os
romanistas,.1 vL.,enc.
Pelo Sr. Dr. Jo Aug'il d Albuquerque Ma-I
ranulo : Coacscaa da pr cia 4e Pernambncou i
1 voL broah.
Pel Sr. Francisco Torres : 1 vol. broeh. '
Polo Sr. Pritchard : Aofferenda de ouro.
Pelo Sr. Vicente ieaifr de Moura Costa :
Jornaes da provincia do Para.
Pelas respeetivas, rdacoes:
Do Recife: Diario de Pernamhaco, A Tribuna,
Folha do NVorte, remnio dos Professores Prima-
rios, Seis de Oautubro, America ltlustrada e 0 Re-
bate.
De Maceio : Diario de Alagoas, Diario da Ma-
nhia e 0 Liberal.
Dlnieiroe,-O vapor Espirito Santo levou
para:
Para 170:0005000
Villa da Pedra.-Em 24 do mez proximo
Aindo eserevernm-nos desta villa o segainte :
cc A populacio doste Ingar ainda, horrorisada
pelos flagellos da terrivel seeca do 1877, jA prevO
outra, que nao menos aterradoura sera, se nao vie-
rem repetidas chuvas no decurso destemanno.
S Ja fazem dous mazes e mete ques pararam as
chuvas, apparecendo apenas alguas neblinas,
quo para nada servem. ,
S As lavouras de milho efeiijao colheram-se pela
metade do que promettiam..
a A safra de algodio sera insignifisante, se nbo
vierem boas chuvas atW o fim do met vindouro.
(, 0 pouco paste que houve ja se acabou e o
gado prmincipia a emmagrecer eonsideravelmente,
tauto pela flta de past, como, pela maldita pes -
te de carrapatos, que tanto persegue os animaes, e
que opstiao se deseavolveado em al ta escala.
( 'Outra cousa ainda mais sensivel temos que
lamentar, que e a proxima falta d'agua, aqui nests
villa; nao send native, bastam tros mezes de
complete verlo pars seocar no todo; e 6'Pre
naaudar buscal-a de muito distant.
cc E' esta uma fala que o aosso governor ja po-
dia ter sanado, sem grande despesa para o eo-.
fres publicos. Ainda estA em tempos made
construir aqui um actde.
Ura recelita-Remetteram-nos comanto rad
tawscrip'o de um collea a aeguinte receita,
qB wo ditiaeto ciinio o Sr. Dr. Aatonio Fereira
outiaho, maudou publicar para de prompt se
prevenir e euran a raiva ou hydrophobia :
Modo de prevenir e de awrar a raiva Mou hydro-
phobia-- LAvado eom ogua freow a part mor-
41a plo animal rvoly on ou rnado, amm a de quoe
fti e r, sHf ubma-ec lofg. cern .allhos piaados, Ii.-
ae*ace dixe-.se oar assis pernespas de seis
horas.
SNIo seo nocesaeariag cautarioar. es nem com
ferro em brasa nem orno ammoniac eaustieo, ou
manteiga do antimonioae.,
c A pessoa mordida, comerA por espao de nove
diaa em jejum, tres dentes de &aio (misturados
corn po, querendo) e usarA d'el4 todes os dias nas
comidas per espi'&e* rinta. -
cc As pessosa ffuhdidas quo asaim fizerem, fica-
rno curadas d'este horrivel mal.
I Aquellas que i elizmeate per falts d'esta
precauXo, form atacadas da raiva, fechem-nas
eoavementemente em um quarto e deitem-lhes
alguaam reateas d'alho.
SDura&te o access, o infelisaccommettido da
hydrophobia, l.u,'ar-se-ha fguioso sore elles,
mastiga-os, come-os, e cahindo depois em um pro-
funda aeono, acompaehado quasi asempre de um
suor copioso, acorda inteinamente sao. Se iste se
fizer no pnmmeiro access, pod. ter-ae a cura como
centa. a
5 Ipertgo. da adoleeeneima-Os p
rigos da adolessencia nao abo tados de oxdem phy-
sica, mas muitos eos mais graves sao de iadole
moral.
A muitos jovens pdde-se applicar as bellas pa-
lavras de Quevedo: Y siempre sapiras porque
league el dia venidero.
Sempre descontentes do din de hoje, blaaphe-
mamas da vida que nao temos ainda conhecido, e
a laugor physics produzido pelo ereecimento rapi
do do corpo passa tambem ao cerebro dando-THi
umaespecie de hysterismo juVenil, que chamare-*
mos leopardismo; porque um dos symptomas minea
caracteristicos desta molestia pychica 6 adorar a
Leapardi, come o maior pontifice da litteratura :ta-
liana. Em outros tempos esta psycopathia teve o
nome de werterismo de hosecolimo, etc.


SAdmire-se comtudo as bellezas de Leopardi, po-
r6m pelo amor de Deus nao adoegamos de leopar-
dite, porque 6 doenga tola, ridienuta e que muito
tern dos acaros e da agua de matricaria; 6 um
mixto de inertia de scepticismo e de aborreci-
mente. Nbo so dove tomar a attitude de philoso-
pho quando ainda somos rapazes; nem compor
hymnos As traicoes do amor 9 aos desenganos da
vida; porque do amor nao se conhece senao o hys-
terismo e da vidasos desmaios.
So, pela mnhi nos mirarmos ao espelho, tere-
mom pena talvez da nossa pallidez languida e sen-
timenital, e esperaremos com ella commover os he-
mens e enternecer as mulheres. Olhemos entre-
tanto paras este outro espelho, que tomamos em-
prestado a um livro de Neera, que virAi brevemente
apubicidade e que talvez j& alguns terlo lido,
quando Ihe chegar As maos este artigo. E' intitu-
lade Igiene del'amore:
a Este home 6 urma especie de caraeol paWldo
e da pelle fria maltratada eesosbrosa quae se tor-
na vermelha por um naN, msemn que oL rubgr da
modestia ou do pudor se associe ao brilh o dollar
intelligente; 6 um home que tern med o das mu-
lhres e tambem as despresa ou as ama semm car-
nes, mas formada .A sua imagem e semela .a nos
duieiside uma phantasia enferma. E' preguimo-
ma eirascivel, misanthrope e falto de accao, pare-
c Meditabuidoe o' n senalo estupido, parece
melaneolico e zo e6senio displicente de todos e
memo de si proprio. InApaz de fortesvonte'se,
rnunciou A energia da aggresao, A vontade da
iniciativa; phantasia e sonha sem ter jamais nemo
lortescoivicoesenempropositamfirmes -
mIlte4cn oanmiA&Mn f eAm voea .i


eato da WBfite(


Tribunal da Relaaio
&ESSAO ORDINARIA EM 8 DE AGOSTO
DE 1884
PBR ENCIA DO EXX. SR. CONSELHEIRO
QU Q =NO DE MIRANDA
Secretario Dr. Virgilio Coeldho.
As horas do costume presented os Srs. desem-
bargadores em numero legal, foi aberta a sesseo,
depois de lida e approvada a acta da antecedente.
Distribuidos e passados os feitos deram-se os
seguintes
JULGAM EINTOS
Habeas corpus
Pacientes:
Jose Francisco Gomes da Silva. Negou-se a
ordem, unanimemente.
Epaminondas de Siqueira Chaves. Ficou
adiado.
Reenrsos eleitoraes
Dg Pedras de Fogo. -Reoorrnte o juizo, re-
corricos Jos6 de Moraes Maga bae se outre. Rela-
tor o Sr. desembargador %,rq e Lima.-Ne-
gou-se provimento, ununimemente.
SDeoSonza-BReorrenteo o juitzo, recorrido Joao
Baptists do COnto. Relator o Sr. desembargador
Oliveira Maeiel.-Negou-se provimento contra os
votos dose Srs. e conselheiros Qaeiroz Barros e Arau-
jo Jorge.
De Petrolina ecofenteo o juizo, reconrido
Praneisco Vie6ra Junior. Relator o Sr. desem-
bargador Pires Fetreira.--Converteu-se o julga-
mento em diligencia, unanimemente.
De Bon Recursjuiz rm rri-
k,,,De BOrn Cam oreonte a juin, mrecorri-


-- Se7 -
P As U heiaa, a 1. B4ar
-doa dorn^ 16, de moveia.
-le-tBo ^ Pinto V2 ra no a" 'd
Capbarbo 24, deU 0 i v-udro, n1usaetc.,
Pedo agete Pinto, as 11 ras, na ru do Im-
perador n. 74, de trrenos.
Pek agente CarSo e Silva, as 11 hras, na ran
do Principe n. 10, de utencilios e pertences da ra-
hns~i. shfita. *^ *.
Sr fe aebrea-6er.o olebradas:
-Wae : As 7 1/2 oras, us matriz de Aioga-
dos, per lmat de D. Rosa do Paiva Capos; as
8 horas, no convent do Carmo, por alma de Ma-
woel Marques de Gusmo Vianna ; as 9 horas, no
mmoi covenynto, par alma do Viseonde do Livra-
mento; bAs 4horana I daeeo4ceiqo dos



S' 2ous
'hV*Jlorns, m. rdern
twealra de rrayeisoo4Dr nma de Banardino

i'st doVi
denAiteneio da ubIo p r no conyoto de


Metta Bilho; As 7 ho* wa nftei, do Sante An-
tonio, peor alma do de Manol Jos Fereira; s 8 ho-
BaaB~e is 7-horasil una'irj ie Santa Cruz por


ras, nsa matrizesja do Jabats e Palmaes no caVin-
vcontde do Cairmn do Recife, pr alma do ieoande
Cemiterio Puat&o, pOr. *^~t*a*D rina, da |

do Livraminto; as 7 1/2 ua matr&i de Santo An-
tonio, por alma de Manolel Jose Ferreira ; 4s 8 ho-
ras, nas matrizes de Jaboatao e Palmares e no con-
vento do Carmo do Recife, par alma do Visconde
do Livramento; is 7 112 na matriz de Santo An-
tonio, par alma de D. Anna Alves de Castro; no
convent de S. Francisco, par alma, de Antonio
Bernardino Ferreira Rodrigues.
Terga-feira: as 7 horas, na Ordem 3a de S.
Francisco, per alma de Germane de Magalhies.
Passageiros-Sahidos para os portoae do
norte no vapor national Espirito Santo:
Manoel T. de A. Albuquerque, Jose Atgusato'.
da Cunha, Felix Jose de Almeida, Jo.o Frandiaseo
de Oliveira, Francisa.o A. de Barros Lima, Auto-
nio B. Cavalcante de Albuquerque, Charla R.
Thurs, Nestor F. de Almeida, Joaquim Luca de
S. Rangel, Manoel da Silva, Cattino de A Cam-
pos, Julio F. das Neves e sua sealnhora, Joaquim
Marquee de S. France, Jose Gongalves de Olivei-
ra (engenheiro), Charles B. Walker e duas pranas
de policia, Victor de Oliveira e Julio Lobe.
Loteria da prowineia-Segunda-feira 11
docorrente, sera extrahida a loteria 61.8, em be-
neficio da Santa Casa de Misericordia do Recife,
no consistorio da igreja de Nomsa Senhora da Con-
cei9lo dos Militares, onde se acharao expostas as
urnas e espheras arrumadas em ordem numericsa
A apreciaCo do public.
Grande loteria ., e 500:0000000-
Esta extraordinaria lote i u sera extrahida no dia
3 de outubropro we vindouro.
Os bilhetes acham-se venda na Capa& da
Fortuna, An runa le de Muaro n. 23.
Joteria-A de n, 155 B, do Rio de Janeiro
de 25:Q00Q000 sera extrabida hqje 9 de-agas-
Tha.
Bilhetes A vendana Casa da Fortuna, run 1
de Mar9o n. 23. .
Loteria de 9:06400-,-A lote&ia 155i
sArie B, corre loje 9 d t aoet.
mihetes A vend& as asa FeNiz Apraga da In-
dep denci n. 370 e 39.
Mercado Vuaicipal .e as. 4o 0
mowineto 4este estabeleime to no edia d

46 6197 T l.
-- Nemesmo dia entraram pars o memo es-
tabalecimheto:
Peixe 479 kilos
Farinim, milho e feijlo 115 cargas
Fructoa diversas 61 ditas
Suinis 2
Carneiros 2
Precos dos dias:
Carnet verde de 480, 400 at4 320 reis o kilo.
Suino a 640 rnis o kilo.
Carneiro a 14 idem.
Farinha de 500b, 400 ate 280 r6is a cui.
Milho de 480, a 360 r6is a cuia.
Feijao de 1,200, e 640 rs. idem.
Foram oecupados:
61 talhos de qare verde.
12 ditos de suno,
12 ditos fressuras.
62 compartimentos de legumes.
38 idem de faanhale comidam.
Dove ter side amreca uds nested dia a impor-
taneia de 229280.
Vasa de Detensiao.--Mo-nento dos pre-
as no dia 7< de agosto : "
Existism pesos 339, entraram 7, sahin.rn 10,
oxistern 336, a saber: nacionses 300, mulherea
6, estrangeiros 12, escraves 18 -Total 336.
Arraoados 306, send : bons 294, doentes 12.
--Total 306.
Movimento da enfermaria :
Teve baixa:
Martinho, escravo de D. Maria do Pnmbal.
Teve alta:
Manoel de Souza Lima.


CIRO-ICA JDIICIARIA


das 7 As 9 da manha e das 3 as 5 da
tarde.
Dr, Leonardo de Albuquerque Caval.
cante, medico e laureado da Faculdade de
Paris, occupa-se corn especialidade das
molestias da caixa thoraxica (carasao, pul-
moes) bronchios, pleuros, etc.) Consulto-
rig rua do Imrerador 44 1- andar, dar
11 horas as 3 e residencia na rua do Hos-
picio, 36, onde recebe chamados per es-
cripto a qualquer hora do dia ou da noi-
to. Numero telephonico 214. Falla cor-
rentemente o francez e italiano."
Consol~prio medico cirurgico
S dentarto
0 Dr. joIdm Camrra, corn consultorio
A runa do 1)uquede Coaxiasr. 57, 10 andar,
de volta'd a taigem a tAorpa, onde fez
esttido epeeiaes de moleotias da bocca:
eBceatrea-,soe .d qualquer trabalho de ci-
rugia vj- e dentarias, extrAhe dentes
Oae ai penr meio de apparelhaos apro-
priadoea: st (chumbo) corn ouro, platina,
oiment6: Vorige as irregularidades denta-
rias; coluta dentes poloe processes mais
aperfeigoados. ..


Do Sr. conselhciro Araujo Jorge so Sr. conse-
theiro Monteiro de Andrade :
AppeAxe ao nomnawarial
No Rei f- lte. Manoel Joe6 de Olivei-
ra A ve Deo Auguato Rodrigues
da Silva.
04r. o Araujo Jorge como procurador
da coroa e omoter da justica den parecer nos
seguintes feitos :
AP NAcoes eiveis
JD)e Souza-Appellante D. Joaquina Maria de
Moura imoreira, appellado o manor Bonifacio.
Do Recife -Appellante o juizo, appellado Au-
relo dos Santos Coimbra, senhor da eseravA Ca-
tharina.
.; ppellaos crimes
De Tacarati-Appellante o promoter, appella-
dos Jos6 Francisco Barbosa e outro.
D'AmWa-Appellante Manoel Juventinc, appel-
lada a jtatiga.
SDaTicteaia-Appellante Joao Manoel de LI-
ma, appellada a justi9a.
Do Recife-Appellante o juizo, appellado Pe-
dre Miliano da SHilveira Lessa.
Do Pilar-Appellante Jonathas Antonio dos
Santos, appellada a justica.
0 Br. deoembargador Oliveira Maciel apresen-
tou a mesa para providenciar sore o seguinte
feito :
Appellaao commercial
Do Recife-Appellante Andr6 Avelino Pereira
da Silva, appellados Machado Lopes & C.
Do Sr. desembargador Pires Ferreira ao Sr.
desembargador Pires Gon9alves :
Appellagco civel
Do Recife-Appellante Francisco Joaquim Go-
mes da Silva, appellado Antonio Gomes de Araujo.
DILIGENCIAS
Mandou-se ouviro Sr. conselheiro procurador
da cor6a e promoter da justiga nos seguintes
feitos
Appellaqao civel
Do Recife-Appellante o juizo dos feitos da Fa-
zenda Provincial, appellados Alberto Silva, Silva
Dias & C.
Appellagoes crimes
De Itabaiana Appellante Manoel Francisco
Peraifa, appellada ajustica.
Corn vista As parties :
Appellatao civel
De Atalaia Appellante Antenio Quartel de
Araujo Peixote e outros, appellada D. Maria Ca-
valcante de Albuquerque.
]Appellao commercial
Do Recipe Appellante Francisco Xavier de
Athayde, appellado Laurentino Jose de Miranda.
DISTRIBUI0ES
Aggraaos de instrument
Ao Sr. desembargador Toscano Barreto:
De Born Jardim-Aggravante Olympio Barbo-
sa de Lucena e Silva, aggravada D. Francisca
Argentina de Lucena 'assos.
Ao Sr. deeembargador Oliveira Maciel :
De Camaragibe-Aggravante Tibureio Mari-
nho Falcao, aggravado Manoel Helene Rodrigues
dos Santos..
Carta testemunhavel
Ao Sr. conselheiro Queiroz Barros:
De Goyanna-Aggravante Loureno Froeire do
Amaral, aggava4do JA Vieira ,4 CulIa.
S Appellaeies civeis
rAo n. ader Tocao Barreto:
Dheeeife lApp1ai]ojomo e Jos6 Caetano
de Medeiros, appeolado Firmino Ricardo de Mo-
raes de Mesquita Pimentel.
Ao Sr. deae.abarador Buarqae Lima:
Do Recife-Appellante Antonio Joaquim Cas-
cao, appellada a faxenda national.
Encerrou-se a sessao ao meio dia.


flwMICAIOES UTEIS

[Medieos
Consult orio medeio-clIrurgleo do Dr
Pedro de Attahyde Lobo Moscoo a
ra da Gtioria n. 39.
0 doutor Moscozo dA consults todos os
dias uteis, das 7 is 10 horas da manhA.
Este consultorio offerece a commodida-
de de poder cads doente ser ouvido e exa-
minado, sem ser presenciado por outroe
De meio din as '3 horas da tarde sera o
14, Moscozo encontrado no torrefo A pra-
ea 'do Commereio, onde funcciona a ins-
pecio de saide do porto. Para qualquer
d'estes dous pontos poderao ser dirigidos
os chamados par carts nas indicadas horas.
Dr. Baptista de Moraes; run do Barbo
da Victoria n. 3J 1.-, andar; consults. das
10 hors ao mereio dia chamados por es-
cripto a qualquer hera.
0 Dr. I. A. Vellozo, restabelecido dos
oeus incommodes, continue no exercici?0
da sun profissao; podendo ser encontrado
na sua antiga residencia a rua do Bargo
da Victoria n. 45, 1. andar. Consultas




































Apreciando o acto da dissaluco da Camara dos

do poder executive de modo a empeeer a march
dos negocios publieos, nao podiamos prescindir de
al 4 a questgo servil, casa 'eient e daquella
attitude, e o fizemos em terms que deixaram cla-
ramante perceber que, se foramos do numero da
opposigi-, parlamentar, nao aceitariamos o comba-
te seaeo nas condigoes propostas pelo conaelheiro
Dantas, isto 6, no terreno do project que, de at.-
cordo earmn o gabinete, foi apresentado por diversos
membros da camera que o apoiam.
gesse terreno-e convencidos de que o proble-
ma servil pode ser perfeitamente resolvido, em
curto prazo, sem oftensa do j XXII do art. 179 da
Constitui*a Politica,-nos teriamos votado contra
o art. 1- do referido project, ou, melhor, tel-o-
hiamos emendado de aceordo come citado dispositi-
vo constitutional, estatuindo uma indemnisagio,
per modica queofosse, pela libertagao doe escravos
de 60 annos de idade, nos terms da geral opinion
dos conselheiros de estado.
Quanto aos demais artigos e disposices do allu-
dido project, n6s tel-os-hiamos aceitado corn pe-
quenas, insignificantes alterac5es salvo todavia
a que estabelece a taxa actd litiva de 6 0/0 sobre as
imposicoes geraes, taxa que.elevariamos A 10 0/0,
no pensamento de accrescer o fundrde d emancipa-
cio.
Tudo isto, porem, fariamos se absolutamente nao
podessem vingar outras id6as maia largas e mais
energicas que temos em mente, e da execuaIo das
quaes, cremos piamente, resultarA a aboligao da
esvravidio em todo o paiz, sem quasi perturbaqlo
do trabalho e da ordem, ou pelo menos corn a me-
nor somma possivel de perturba5es. .
Exporemos suscintamente o nosso piano, e pela
ousadia pedimos desculpa A todos quantos se sen-
tem tornados de sombrias apprehensoes pelo futu-
ro do paiz, em face de tgo angustiosa questAo.
0 nosso piano tern per idea capital a aboliiSo
nstantanea do element servil, a emaneipac1o em
globe de todos os escravos, nos terms do- 22 do
art. 179 da Constituigao, isto 6, sendo indemnisa-
dos os actuaes possuidores de escravos do razoa-
vel valor da sua propnriedade; sendo-lhes pago
porem esse valor em titulos uniforms de rende
temporaria, semelhantes aos estatuidos na lei da
28 de setembro de 1871 para indemnisar a cria9gao
dos ingenues, e annullaveis n'um prazo maximo de
20 annos.
Semelhante medida, porem, tornando livres de
chofre 1,200,000 escravos, seria inquestionavel-
mente calamitosa, pela desorganisagio immedia+a
do trabalo e pelos perigos que traria i ordem ph-
blica, se niZo fosse precedida de outres tendentes A
acautellar todos os interesses envolvidos na ques-
tao e resguardados dos perigosee todos os elements
de ordem.
Couaseguintemiate, antes de decretar aquella
media, seria mister fazer vatar e por em execu-
cao:
1.- Uma lei qua, de par corn o alargamento dos
quadros do exeroito, tratasse de saa reorganisa-
9Ao; tendo-se em vista uma boa distribuigiao da
foteV publics, de mode a sopitar quaesquer movi-
mentos damosos A ordem' e segeansa.
2.- Uma lei simultaneamente repressiva da va.
gabundage m e toranwdo obrigatorio .ttbAhao
pars todes os homens saos e vigorosos, sob penas
energicas, que seriam xumpridas em colonias agra-
ras, creadas nas terras devdlutaM do estado em
Goyaz, Matto Grosso e valle do Amazonas.
3.- Ura reforms na lei de loca~bo de servicos,
de forms A tornar mais faceis pars ambos os con-
tratantes os modes de ser dos contratos, e fixande
prazo certo o invariavel para os lbertos contrata-
rem sets servi9os, sob as penas acima.
Tomadas estas medidas precursoras do grande
acto legislative, medidas pars cuia decretacao e
execucao calculamos que serial sufficiente o prazo
de tries annos, serial cntilo opportune decretar a
abolieiao nos terms apentadese esta podia perfei-
amente coincidir com- o aaniveotanrio que vai ser
celebrado em 1889, em Pftis, oen- ura grande ex-
posicao international, onde o 5asii so apuonr-1
riaexpurgado do negro peccado que herdon dos


seuns muiores,
Nem se ,:diga que, no ponto de vista economico,
6 inexequivel ease piano, porquanto, sem embargo
das difficuldadesiactuaas dopi', tMooMl-.P* i)ui-
to realisavel, tanto mais quanto, sonio.-lhaam o
melhores calculos, na 4poca que fixamos para a
aboligio, nao deverilo existir male 900,000 A
1,000:000 de escravos, tendo-se em attenuao os
obitos e as libertaqoes graciosas e onnerosas, polo
fundo actual de emancipagio ou pela gue e idc
dos pudiculares..
Tomemos, pois, par a base dos
1 .OOO00-d e escravos, e orcemos as A e as
receitas ncewsaias e exigidas pelol &O laa
dandod. pans valor denfnane do -c Cft iA
libertar 2S9|Ipses r q sjaw Wa w coo-
die6obs physical e .ptidoes.
Nas d^ezaswanauas daveinos co1tp9imtdc:
Augma*ate -toeorgaiianiga -
do elorito. .. :
C6lonias agranias e despezas -
de execuao da lei repreasiva da!.
vagabundagem, tcetc. e.., -.al O 0X

Bervig" etc., etc. ,. *


Este memo presumivel aereseimo de prodaego-
ira campletando, p;lo augmeato determinado nos
10 O/o addicionaes, o desfalque que a mort6 e
outras causes forem produzindo no rendimento dal
impostor de capitano; e dest'arte se mantera, at
o firm do praso, o computo necessario para fazer
face As deapezaa oriuadas da aboligo.
E releva ponderar que, ap6s 5 annos da deere-
taao do grande acto legislative, quando pratica-
mente jA devem estar demonstradas as vantagens
do regime estatuido pelas leis citadas, pode-se
pouco A pouco ir reduzindo z exereito, atW chegar
ao seu effective actual; e pode-se simultaneamente
ir emancipando as colonies agrarias; de tado o
que deve resultar economia nao pequena.
Esta economic e o acrescimo natural das rendas
publicas podlem mesmo attingir A tal grao qu,
antes do praso de 20 annos, tore possivel a re-
dncqAo da taxa additional, em beueficio da popu-
laao contribuinte para o soerguimento da patria
pel* extinegio do elemnento servil.
Muito mais do que fica expendido poderiamos
ainda adduzir em justificagao do nosso piano;
mas, como por urn lado eserevemos para home?
inteligentes, que em geral nao precisam que se
Ihes apontem as minimas cousas, e sabem compre-
bender as grandee, e per outro lado nao desejamos
dar maiores proporcies & este artigo, aqui faze-
mos ponto, certos de que dissemos quanto basta
para tornar publieas as nossas ideas na questAo
servil, e mostrar o eono somos abolicioniutas.
0 porque somos abolicionistas salt aos olhos, e
estA na eousciencia de todos: queremos ver a
uossa patria livre, grande e fehliz, e serm l xbertaVao
complete dos escravos nada disso serA ella, porque
come disse um escriptor francez-L'esclavage est
la tricline des nations-- e quem tern esse miero-
bio no organism o eata mais perto da morte do que
da vida.
MARIO.
M.o.


PURLICACkES A PEDID8

Excilenatissia sahboras

N6s---o Club Libertador Ferreiva Fran-
ga,---vos fallamos em noms dos captives.
Pretaademos effect wma bazar de pren-
das cujo produeto serge applicado A eman-
eipaio dresses intelizes.
Do vossos coraq8es que slo o manan-
cial perenne do balsamo salutar da pieda-
de, esperamnos a prodigalidade de todos os
confortos.
Compadecei-vos dos captives!
Qualqaer obulo quo venha de v6s serA
sempre valioso e maito contribairi para a
realiza9go do nosso fim.
Basta que parta de vossas imos angeli-
as.
A causa 4 de todos n6s porque 6 a casaa
da humanidado.
Na phrase de Smiles o home 6 o ce-
rebro e a mulher o coragio da humani-
dade.
Elle A o juizo; ella o sentiment.
Elle a for9a; ella a graga, o orna-
mento e a consolaAo.
Assim bem vedes que, abrilhantando a
nossa phalange, podeis batalhar comnosco.
E' a batalha incruenta.
Nao queromos os demagogos.
Temos horror aos sanguinarios.
Portanto, marchae come Joanna d'Arc,
em frente as nossas fileiras, hasteando bern
alto o abencoado iabaro da paz.
0 Brazil vera em cada usa de T6s a
Prophetiza. Debora, a vanguarda d seo-i
hortes salvadoras, entoando sonoramente
os acc6rdes dos hymnos triumphastos.
Vera Esther, corn sua formosura dee-
linubraate e coal a divina electricidade de
seus enlevos, arrebentando gladio pende
sobre a cabea de seu:poo. -
Y'era Judith, eacaneuta a ferte. ba.


t'ivos. i t;^' -.' .. u 1 : 1-e di
ll .V6s iaXadde if1''|1 *'





e, emiepregtX qupro -re i) ore d-o
aigioodade do ssagaiet d bondaden a bea
a dtos s esreve pars aswio-
tuPelosOWp rs i l itettate.





Dispodo d'uma i tellign*ia genial'pa
co vulgar e d'umae illustrabo profunte da as-
s iFaculdadve de Direitno so pelcis se,-as conheci-
ria mentos vcriados do diversas liguars e lit-
teraturas, oa me per eutrA estuds na inter-
ruptes n'ultn bamena Ike acopanhamtu do pega-
tr aprimorado, sem nendehum prov ieiustro Dr., dos-
e para de -, qu a m ria do brasi..ei
Dirospoudo dma6 ralmne pitelligencia genialpo so.a-
io valg em qum vivIeust precis d'urna das-
sAcs o darvel, nio a-sapelos s; e qus conheci-
o maientos quvariados de d tiversa urns intuiga d'esta
seratura, da qucomo por outr 6 eonstanto propug-
raptos n'um batalhar contiuo do sescripI




o da" snimadvers~o. -
Assprimorado, entre profess lustro Dr., dae a
si oedade brasira emion taoad as subraslrae-





doestos : nba tern' tuns linguagem propria
dos 6 realmens edarvewdos illustrad os; ape-





ass, per urn desabafa d'arg~ulho mal on-
tendido-al em qu, presta, corn semlhcisa duntmas doesin-
fetos, arinuoa-h kiana e qom tudos,
o mais mbem qu no tiver determa intados di-esta
iescola, da a qual 6 S. S. onst quante propug-mo S.,

eontra a sociedim ade em quo r cntpo-
Assim, o ill.stre professor ritianda
Dociume ntddebraos estas nossas asseraes.
Diz S. S. peg. 147 de o sna arte dos
udoestos : nao tes-: sem part nenhuma opria
dos homes edueados e ilLustrados; ape-





nashome, p tanto s parebafe cd'orgalo manmal- que
s. nutre dido- prealhasta, com seoelrntes does-
tos, noa s6 u'm&]6m hol~igata wade-ansies,





fiacos tambem A certos e determinadoseie, ondi-.
Vlidnos mal aqukihfoados$ que, cormo6 ; .




entendeme sempre ter um motive de queixa..
contra a sociedade em que slo contempo-"
raneos.
Documentemos estas n'ossas asserq5es.



Diz S. S. A pag. 14g. 278 do se iro -feridos-
talivro: )Ia ps-: aEm parta nenhuma otu
ho mem tanto se parece comn o animal -que
soe nutre de, palkas, ,come, antre pt~s, nos
f6cos aristocratiewca d nofsa sdtieda6Y on
de o home se 'nutre de bagatea.<((
DiznmaisS. S. apag. 278 da referido
livro : NXo premtoa-. a~miah&asaignatur-A
ao enthusiasm que se formula, em-es
tylo de caridosa subscrip9lo, pars gy&
rijicar.se (o grypho 6 nosso) em familiar (?)
o nome hIasaieiro, do qual aloa tenho lU
grande motives de ser orgulhoso. Pilatos
perguntou A Christo: quied est verits.
? Eu pergunto aes patriots: qtid est
patria ?
a At6 o presented estadewsa no- me terna
querido apparecer, senbo sob as unicas for-
mas do impostoa, quo aa mre egig, e do
s8ldado quo qneI fin moede.
Nro' aommentamos o. primero.trecho,,
porqtw' na pertencemos a aristoeract,-nag
equal ageditinmos ihverbmens detaledto,
illustra9o, 'dignos por certo de todaa con-
sidera,9o e apoio.
Agora, porer, quanto sos outros tre-
chos, temos que oppor-hehs as seguintos
cpntradictas:
Nao queremos nem exigimo8qv S, S.
preste a sua sasignati, para pas sr em
familia, e em estylo do caridctsa subscrip-
$to, o nome brasileiro. 0 que nbo admitti-
mos 6 que S. S. ouse dizer que nao tern
la grades motives de ser orguihoso de si-
tn-lbante nome.. No eutfetanto, -b-'a -6
cibfeosar -, esso Z6 Povinho, quo tern o;
no.4 de brasileiro, 6 o mesmo que ja tern
glorificado a S. S. nos theatres o na pra-
ca public, coma poets como oradoe
Pois bern: ja quo a illustre Dr. abo tern
orgulho do semelhanto nome, renrcio o a
seu titulo de lente substitute, ganho sema
duvida em um grade certame academico,
e vA parsa Allemanha filiar-se ao eu quo-


rido-E. Haeckel.
Nao queremos taibem e nem exigimos
quoae S. S. seja patriot. 0 quao no admit-
timos 6 quao illustre profea* digp quo
eata deusa (apatriat s6 lhe apparece sob as
uticas f6rmas do imposto, que so Ihe exi-
ge, o do soldado que Ihe faz medo; por-
quawto, n& oes oonta que S. S. page
n6natm impost nemr tao pouco que j
obrigado A ser so0ado1o, visto as leis do paiz
dispensarem-n'o deste ultimo cncargo.


Saitado pow ito, a admirar de Ion-
ea data o talent do illustre Dr. em todos
os rfcmps 4& scie"aoia 1u4.a Amaneimt-
docoIMrn riiiori'feAe fnaa-portagaeza.
em artigos deo critical' s le litteratura pa-
tri, sobre political dbre religion, etc, etc,
e jA demonstrando ultainumente conheci-
-mentos variados do uma juriprudencia
muitissima adiantada, eonvem nlo despre-I
sar esse caminho ja encetado em beneficio
do. noeso torro natal, addicionando-Ihe
mais outros (artigos) relativanment As suas
finangas e A. questao do dia: -o element
servit.
Nao vos esquegais tambem, iustre Dr.,
de dar a vossa opnibo sobre as seguintas
question: a da reforms dA eonstituiqoo;
a da grande naturalisaoo, comO quer o ta-
lentoso deputado Eseragnollo Taunay: a
da separaclo da Igrpja do Estado; a do
casamento civil; a do divorcio; a do limi.
tesa entire a Guyanna Franceza e a Repu-
blica Argentina, e outras mais quo sugge-
rirem A voses intelligencia e itlustracgo.
Ha tambem, a nosso ver ura outr.i
questlo nlo menos important e de gran-
de alcance economic politico-social, que
6 a seguinte: contrabalangar o-t-raba-
ho corn o capital-, afim do quo aasom-
ma dos necossitados soja menor do quo a
actual.... Assim, desapparecerlo esses-
giandes centros demagogicos-revoluciona-
rios, quo alteram o regim3n da orlem so-
cial e, dos quaes, o gaverno do- Brasil esta
muito proximo A experimental, como jA
tem-e estbo experimentando ainda os go-
veraos da cult Europa.
estoe presnposto, esperamows que o illns-;
tre Dr. abandon esse exdusivismo on-
nebulosidade allernmI, e seja opportunista
cono o Dr. Coelho Rodrigues, nbo men6s-
illastrado do qaeuo S. S., o quaalja presto
o estA agora prestando un grande e rele-
vante serving A patria, jA determinando o
meio como so dove acabar corn o demento
servil, e jA coucorrendo corn as sums luzes
pass a elaboracao do Codigo Civil.
Maos A obrhma honrado- professor !
Queremos apenas sinceridaoe e lingua-
gotn commedida: =nasda mis; porque, a
p~xa agradecida vosatestarA uma cor6a
A ikro sobie a vossa womoria, immorta-
liaando dest'ate o vosso-nom= 6 o ados yevos-
sos descendentes.
OxalA que assim seja.

Demonstrada, pai, coma so aoha, em li-
geiros tra9os do critics, equall a intuicgo
scientific do illustre i o. esperamos que
S. S. nbo procure saber qaem 6 o critico
oosado que comnmette sdcrilegio de tocar
em um rename opagrad*..j pelas musas, o
j& glorificado polo Z PIovmho brasileiro.
A critical, como di S. S., 6 boa ou mnA,
ju$*o0 injusta ? tis ahi tdta.,. E deois,
pensamos como Eduardo Sauoaande, o
critico nAO dove taw escola; t.e& a qiell
que temrn uma ee se n~a 6 propria-
mente um m eoore, 6 inqastianavolmn1-
te um- ewaadt. d.
4 N1o somos portaato um desses critics
como S. S. exaltados e pessimistaa, (2)
crwo deseqyilibrio users d'umcs enceyhal-
qrt tal, (fua4 Mic s -ycii d .ywiwu Efre-
ferimos, coma critic o seu irma0 em let-
tras-Syivio Romero. E' mus ,incoror,
natural e patriot.. Saha applicar e defl-
trmir com mais justezsa o -sauw cwque ta-i-
buere.
Por tudo iasq quo ahi flea, e por maia
alguma couse, nao espanta que alguns di-
lettantes do illustro D., on meosmo S. S,
corn today a sua eciencia altema, veoham
lirrenmnte reduzir-nos A urna simples moa-
m'a.
Esperemos.
^ Rcife, julho de 1884.
Cettiwayo.

0 dlseura. 4. ur. Wma ei n -


m"R de Matt.- k)l
Era impossivel quo o pedantisma nut
fizesse entrada no Congresso Agricola des-
fiando em larga ,escala uma tirade de af-
firnnages egoisticas, incoasequeontos e ba-
taes.
ElU veio, e dsta ovez escondendo em.
-pparoncias enganadbras, em inguageom
.tiente e diaphans, todo veneno do que
tramahordam-n. l"ia dup a die d o-oae* ea-,
t*usiastas, todasas* a.does idws A& ho-
m ueQ qaeo, nodsa- a pMer, queremo
isft sawv, ya Dli`ao o6 nab um ,av..
dgamno aos interesses publicos ou p.cti o-
iroe. Ca-omo9.li~O,. eio^ a. ~tiao
oet rettbante, Afmndaopp64I a


'leire 2, maxemfise ffttdeum, Wagreso


nserva ern em e th e nuru n 0us
'd a gicu s, renora qa.figaa e pl. S.S.

avi* eg "aeMlio aefirmarrs em u/ va-
xi is ,B t q dtesco e itrivia.1 E i
eva:t areto ia ueam solitarioo de -
to. qtuanns :2--euoson isto, oe a im,
lo.. en son u n bob no fina oe cot. n-
uonservador ema theoria, ntecs ifiotu-se a
partido algum, e nom que vnda do politi-
ca. ais ahi em, poucas palavras uma. va-
lente autobiographia. Vahi tudo so do-
duz darafiote. E e cedeiido ao prinein
pio quo diz qoe =` daris cessat eitarpr qta-
tio, que modestamaMto a iamae do S.
S., qae niaua fifiou-se a partide alg~m,
porque suas convictes untcs. foram S on-
servadoras, nem liberses, nem republica-
nas; sua political fi e 6 a do meio termo,
6 OAa poetic ap=0ziwml, q agr:ada aoq
tres partidos, sem ser dedieada. a nenhum
doles, que se eaornmo a facilmente em
todos as pentos oe. 0t.os, em summi, a
political das conveniencias. Ilafelizmente
entire n6s nao sao raras os exemplos de
Janos triphontes.
Bacharel em direito.... Qae baeharel
immense, descommunal, ineansavel e lidi-
dor !... Comtudo, Jaguaribe e Alencar
dar-lhe-hiam um juizado do direito, (( se
o quizesse... Mas S. S. sempre field em
conhecer-se nunca alimentou tal pretdnoa,
deixoa se rolar no esquecimento, do tolo e
de sabido ao mesmo tempo : tolo, por ter
sido sempre incapaz de uma aspiraco
mais elevada ; sabido, porque ahi mesmo,
sepultado em seau sordid obseurantismo,
e que mais livremente poderia satisfaz. r
ao seu egoismo.
No discurso alludido S. S. calculou bemrn
%dos os alvos que pretencia ferir. Mas,
come sompre baldo de recursos, sua ener-
gi tremeu, deixando vir por terra o ta-
manho do sup incapacidade E foi jesta-
mente no assampte da moda, do qual qual-
quer pedante 6 apto para julgar, foi nesse
assumpto que S. S. cahio redondamente.
Repetimos; S. S. 6 tolo e mediocre, nzo
pode e nom poderM nunca discutir a mais
corriqueira id6a sobre o que diz respeito a
aboliego dos escravos. Esta questlo jA
nbo deve ser envolvida em phrases boni-
tas, nao 6 mais questao de sabios e philo
sophos, 6 questlo dos brasileiros, que tern
tudo a perder, principalmente dos agricul-
tares, quo constituem a class mais util
ao paiz.
Como abolicionista, S. S. desilludio-se
dolorosameante vendo que o o Congressb
Agricola nao so reunia pars tratar d
quest5es favoravois a aboligo:.. Coita-.
do foi o sen optimism qnue o porde...
Fazendo part dos que antevem em qual-
quer iovimaento alguma consa de propicio
as suas intengoes, nao poderia do outro
modo conjecturar o Congresso Agricola.
Foi de certo do mesmo tamanho da sua
era dan a sua desillauso...
N1o a *pretedas provar~nos cotw subti-
lidades argcias& reovMriwa que .a lavoura
nao est& ameaads d& puitas desgraga*,
caso o grpo do espeeiudores e ambice:
sos de today a especie vA. so e'grdssando
desproporcionalmente. Na vimos aqui
descutir theses do aicanee de todes, neor
fazemos disso occupaoao; mais tambem
entendemos proclamar a verdade per nos-
sa vez ; essa, 6 justaumuste o coutrario do
que assevera o Sr, Manoel Gomes do Mat-
tes. A lavoura esta amea9ada i um gran-
do rsal pesara sobre ella, so o (*overno
continuar a fechar os olhos para nbo ver
os attaques a propripdade. Nba tememos
s6moztp pelo future df Bnuii 6-tambem
pelo de nossos flihos. N3o 6 que sejamas
escravocratas, em toda entesbo da pala-
vra. Par nossa vez affagamos tambem
pensamentos de abd~1io, mas dentro do
todos osl limits da ordam. Neo ha por
ahi quem seja escravgerata e oorabeo .
Costumasl Os takes abolicionistas citar a


todoa o amomeAot o exam.- do GaarA, e do
Amasonas,.Uco-COM QSima a succSsa ouoS
temr side dltimamevt* ravados na hiito&
ri oa patria. N64s, pom, vemos as cousas.
por uAotr.,PVWia n e" a shamos explica-'
95es ao proc ent 4 us ppvloa,
A prnmeira, -ia.adia .L .oa t em 4a-
cain as dversi-dadw ue s-in'(*W
ponti bQ~wriltS e ledouibsa, yi- -<|6||e
da lanar. &BO de4_140.do de aia-a
nificaite recutssq i tO a uiatii a *--
tda a propiiedad& es&rav aperta^se
wo



gPtiam pa o a ulJ.r odesses ri-
[,iiiam. tfibmsa ,o o o de esera-
yo8 fic redenikBi aP6w4indiw. Pot e^
licidade tambtm aec a r
a0 4 -f.'4saur


jilZSdipe dCrs' a ffruo:






ar med a exnv do enthusimo.
i|sp^4aae opllej|QI'*y^ 6 ospiw~~s o
ei m m s les ra toda n sor interess e liber-
fll.d( WOO,to teM ofitribaoidopara*
cwapgzo de-olu aPs cottiinee, xxv A& ws
pmtsnr me at Irapdas da. rea~ab.sa
sor media pela extenslo do enthusisaam.
Bspofiia7,e o qae 6 me"a, pCoc 4aaa to-
Aopi~ente lewa: oe nesos intwesesee, noio
6 muiito pois quoe por nossa vez ergamo-nos
eja massa. Nao somente a propridad
Cie eatA ameagada, 6 taabeim avida de to,-
Am os quea te6m escravos que nao vaese-
gpra. Os meetings e conferencias aboli-
comnistas repetem so e ahi procura-se ma-
cular nos animos meios indesentes e absur-
dis para a. soluao do problesna. Portan-
to, nluma terra onde. tolera-se um Rebate
que Oyniea e desearadamenate aconaelha o
assassiuata e a tr i ,$ 6 os lavrdores
dveos reagirfortomente contra o roe.
dimento irregular de urn m grpo de vadi
eoociosos. Ternos dinheiro; cotisemo-nos.
e sejamos uni4os. Podamosassoverar que
hoje nbo haveria tantos abolicionistas, so
desde o comn eo do movimento tivessemos
riogido como so devia esperar: Convem
repetir que slo conhecidos oe, amotinado-
res ;slo homes qae vivem 'a mere de
quem mais der. As eleiqoes approximam.
as e com ellas'o momenato favoravel de ar-
ro0harmos todos esses beocios ; elles tqm.
fome, demo-lhes pio, quo temos em abun-
dancia.
0 nosse soeego assim exige, aperta-nos
principalmente occasiao.
Agricultores a posts. Sede unidos.
Quanto ao Sr. Manoel Gomes de Mat-
tos aconselhamo-lhe que nao caia n'outra:
foi tremendo o seu fiasco.


A minha candidatura e os seus

oppositores
Occupado, ao prineiplo, corn os preparatives
paraa reu. ;o do segundo Congresso da Lavoura
e do Commercio desta provincia; depois, tendo ne-
cessidade de voltar ao engenho, para dirigir e en-
ecaminha servigos, que demandavam a miuha pre-
seona, nao me foi logo possivel come convinha,
responder As accusaees, todas anonymas, que me
fiamn dirigidas, no Jornda do Recife, A proposito
de minha candidatura.
Oatro motive me obrigou ainda anao darrespos-
ta immediate sos menus eontradictores. Operava-
5Q entlo uma crise ministerial. 0 Sr. Dantaspre-
parava-se para apresentar o S3 a famom projCeto
Uobre o elemrento servile, e eu tinha necessidade,
come candidate & proxima deputacao geral. de ma-
nifestar o aeun .apoio, ou a minha opposiIo ao mi-
nisterio de 6 de junho.
Hoje venho defender-me deesas accusaeues in-
justas e acrimoniosas e, ao mesmo tempo, defi-
nir a minhatposigo perante o gabinete, que, por
uana capriehosa e lastimavel obstengo da Corda,
dirigo actaalmente os destines da Nseco.
Soa alatoano, tedos o sabem, e tenho a maior
gloria de dizel-o, asmm come mae orguloe de residir
.-e em Pernambuco, de aqui ter criado familia,
ede ter emprgad todos os menu esftors, todoeo
uem tempo util pars deixar a meus cars filho;,
no a riqueza e a ,oppudencia, que nio posse ad-
4uirir-lhes, mas posigio modest, e um nome hen-
rado, que thes possa, ao menos, servir de guia e d
conforto no tuturo tenebroso, que talvez, esteja re.
servado a nossa infeliz patria.
; Nao nasci envolvido uas faxas da grandeza e da
riqaeza. 'Meiuailecido psi, Manoel Cavalcante de
Albuquerque, prinoipion sua carreira agricola, co-
mo modesto e simples agricnutor, e muitas vezes,
me contava elle, fora obrigado a trabalhar corn as
proprias mbos cntre os poucos escravor, que Ihe
tinham fieado de heranca patrmna.
Entretauto men hoarado pai, que, digoeo coan
orguiho, foi um agrioltuor distiucto, active, o ia-
telliqeate, pdde pelo seu trabalho e pela sna eeo-
nomia, ser conaiderado urn dos maia abastades
ajgriculteren das Alagesa.
Etm 1817 era elle diseipulo, no seminario de Olin-
da dos padres Mestres Joao Ribeiro 0 Miguelinho,
esses patriotas pemnambuoanos, de inmiorredoara
niemena, que selaram oa. o sen precioso saague
oiprimeiro movimento deliberdade e de indepen-
deneia desta heroic provincis. Soldado do exer-
cito patsriota, o jovem seainarigta aiagosno, que
ozdswsama.tasjme~fsd'idftde, faxgwada a.
Erario n'esta cidae -do "Recifp, du.sate os glorio-
BeS diad do goveni. libertado1, e acompanhou-o
na *aaa retiyada para. Piulists.


D.'*li dispersas etraido os priicipaes chefes
patriots, meu psi viq-se obrigado a rbeolher-se A
eaza patema, fazendd a jornada a p6 tendo por
companheiros alguns indios das Alagoas, que o
goiaram atravez de mattas immensas, per veredas
e ecaminhos nio seguidos, desde Paulista ate o en-
g(nho Laranugeiras-nas Jagoas, redencia de meu
ai6, Jos0 36 vawoan..teUMille.
Qae seja relevado ,A mibhvdidade filial desvea-
Ar sos olhos dDpabliooeum i pagina para mirn
g[ riosa, do meu modestoi Iwro de familiar. Tenho
ntivospaPOt&, fo*to, euqawt W tide e havido
.r meus adversarieos comao -rcz infatuado, se-
iwOfefSt,. 'ravocrata ferena, e misanthropo,
sn 4tfe-cem heender e de praticar o verdadeiro
a invejoo das glorias alheis, dos tatlen-
.... .. 'tomo .
e F i'unm agricultorintelligente, e um dos
mia illuatraos da sua clause, patriot desde os
;e mua i eAnros annos, pobre de nascimento, tra-
balhador, economic, despresador de fausto e das
gmtudezat epi nao podia deixar de impregnar-me
nAos pnncpio's nobres e elevados da maisom ra de-
mocraci, behbidos no regago paterno.
Coin taleducago, corn takes principios, nunca
e.twvei-me a despotismo algum, partisse de onde
partisse.
N minha fronte podem descobrir, seo quizerem,
cioatriz qae Fa honram e 'no becem, mas nun a o
esibft -d haixeza e da huila9o ag eos potena-
da da tfterra.
rPrtajW-eqnuncc recuei, come asseverou un
A" articiqistas, meus adve!raios. Si se referee


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si4teznho Aas-
Psi* dehader-me
ta, reet1 earre
l:l:.:: p 'Mtieanas'Al ?11^^ 11: ... : ve d ;1
S" avares Bastos, talentrsupenior,, urna verd-
deira glornis national, a ,rrbatado ainda no v derd
dos annos a familiar e A patria; Tavares Bastes
3 era guerreado oemn todas as forgas nas elei6es de
1863, como candidate A deputsaco geral peleo 1.o
district das Alageas, por muitos dos principaes
chefes liberals da mesma provincia. .
S Pois born! Eases chefes eram todos meus ami-
i gos, dispunham detoda votaqo de Macei e de
Ipi6ca. Separei-me d'elles,-saustentei aea-didata-
S ra de Tavares Bastos, incorreadto no jdesagrado
S dos meus amigos, e arriscando -a minha propia,
pois era etu tambem candidate peo" 1o district de
minha provincial.
0 desembargador Eloy, outro alagoauo distinc-
to, magistrado integerrimo, arredado hoje da po-
litics, sempre me teve a sou lade, quando era
S guerreado per dunas families poderosas da nossa
provincia, uma liberal e outra conservadora.
Aqui, em Pernambuco, Epaminoudas de Mello,
urn dos talents mais fecundos do partido liberal
S pernambucan), orador distinct, jurisconsulto de
nota, guerreado teriazmente polos chefs do seu
S, partido, quando elle proprio devera ser o chefe pe-
4os seus longos c relevantes services prestados a
c ausa liberal; Epaminondas de -tielo, abandona-
S do na hora do infortunio pelos abyssinios do seu
S partido, sempre me teve ao sea lado.
Pedro Beltrao, outro liberal diftincto, de talen-
tw provado e reconhecido, orad&. parlamentar, sem-
pro teve o meu fraco, mais decidido apoio em todas
as suns pretencoes popiticas.
Nenhum d'estes distinctos alagoanos, e pernarnm-
bucanos contou jamais em seu tavor corn o apoio
de olygarchias fortes e poderosas, nem corn o de
families nricas e influentes, nem finalmente, corn o
dos aulicos da corte do imperio.
SE' assim que tenho feito guerra ao talent, as
S aspirac5es patrioticas, ao desenvolvimento' das
idWas liberals!
;; Qu tudo mesmo a minha candidatura nao podes-
-a- s se sor justificada, polo mode porque a apresento,
visanlo s6mente a soluea'o de um gravissimo pro-t
blema social, ella nao pode de minaneira algumi
prejudicar a causa liberal.
Esta provado que a maioria do eleitorado do 2-
districto 6 evidentemente liberal. Ou um dos can-
didates liberaes serA eleito no 1" escrutinio, ou
passarA no 2'. Neste ultimo casa 6 natural qnc
os dous grupos liberals, separados e disperses no
1' escrutinio, se agrupenm e se unam depois para
* salvarem o sea candidate, coma aconteceu na ul-
tima eleicio.
Se, pordm, os votes liberaes- vencidos no 1- es-
crutinio, nao recahirem no candidate liberal, que
passer no 2-, e este candidate far vencido, claroe
que elle sael-o-his do mesmo mode, apreseutando-
seuam s6 candidate liberal no 1" escruitinio, orque
esses votos, ou noi appareeeriam, ou recahiriam
S no candidate conservador.
Dizem ainda que sou parent do candidate con-
servador, e que trabalho de accord corn este pars
derrotar o candidate liberal.
Ignore ainda quem seja o candidate conserva-
dor pelo 2- district. Si se referem ao illustre Sr.
Dr. Correia do Araujo, convem que se saiba que
nao tenho a honra de ser parent desse distinct
conservador, casado corn uma sobrinha de minha
mulher. E se 6 eata a rxzao de suspeicao que me
arguemn os meus adversaries, dir-lhes-hei que m'is
parent sou do illustre Ss. Dr. Jose Marianno,
note tode um irmao de minha fallecida sogra, e por-
tanto primo segundo de minha mulher.
MisanthOpo! Poderei sel-o para aquelles que
entendem. que o typo aperteieoado do homer.
civihlisao e de boa educaeAo 6 representado pelos
pandegos, de costumes e maneiras estrepitosas, ty-
pos, que se recommen.lam pela algazarra, que fa-
zem em toda parte, que abrem os brapos au pre-
mier vena, que encontram na rua e que levam logo
para casa come um amigo de longa data. Para
esses, o home grave, sisudo, de educaaeo esme-
rada, que fall sempre corn descrip9lo e em occa-
sido opportuna, reservado quando convem sel-o,
tratando a todos corn corn modestia e eortezia;
para esses, um tat homem deve ser per forca uni
misanthr6p9, serm attenderemn que muito perto dces-
se riiliculo personagcm de Molire fioua outro n"o
menos ridicule e comico,-l'Etourdi.
a Mas eu nunca fiz praca de home de final e es-
r menada educagdo, e nem julguei nuuca que pos-
: suia o condo magic de agradar a todos, de quem
me aproximo.
_- Teaho, comrtido, conviceio de que, come agri-
cultor, come home da roea. nao faqo excepcac
-., entree os meus collegas, agricultores come eu, ge-
? ralmente tides e havidos como homens frances, so-
ciaveis e hospitaleiros.
Poueco tenho a dizer corn elacao A ultima orga-
nisacao ministerial, A respeito da qual ja acima
mmeucionei. Sou opposicionisla declarado no mi-
nisterio Dantas, per que ertendo queoelle nada
mais fez de que comprometter a grande causa dc
partido liberal, querendo a forca, e por imposicat
;da corda, fazel- s01idario corn a solucao precipita-
da e desastrosa de urna quostdo social, que todos
os chofes politicos dos dons partidos militantes
desejam encaminhar de mode pacifico e reflectidoe
"' sere desastres para os grandes interesses nacio-


naes.
! Nerm a emancipagao do element servil pode ser
flAUE- lU fhA


Praea do Recife, 8 de ag
de 18L
As trees horas da tarde
Cotaoes offlciaes
Nio houve cotaeAo.
A. M. de Amorim Junior,
President interino.
P. J. Pinto,
Polo seeretario.

RENDI.MENTOS PUBLICOS
Mez de agosto de 1884
UpAHDBGA=De 1 a 7 182:41
Idem de 8 83:04


*9r, p q"~
a traan5ui fl4*

-rantias ""macia, amok
podon isie~tv s ~taSto trane d
provineia, dqve ser d *verd
pelo a giagd partido Ixiitb s - Entretanto, aproximauieb as eln e=es. e6 pi"o-
vavel que tenham de sen feitas sob a presidepeos
dp honrado Sr. desembargador Freitas, que,,co,0
politico, digs-se a vrdade, tern -moatai basfa-nte pars har~pssu~isa~d jnetfaor iio poaaei6
vel os legitamo. inteisease. do aeu pwtdo, sttea-
den49 e atisfazen'io as jst apiracos us
oomfeliginuaaios, sen cdbttttte~o do gzrupo^.
Devo-finezas e at|Bi^es1 a S, -xe., e jot-eun
major desejo v vel-o superior s eaigeoeias e pre-
tenlies exageradas de eWrto g lqaue se preps-
ra pars dominar as eleir-AeNaiamno ,aa e polo
terror.
Tenha S. Exe. a energia noeessaria paia confer
esse grupo dentro das rains da ordeae dliegali
dade, concedondo a todos os partidos a mais ploat,
liberdade de voto. Se fto r precise me me resiw g
As provaveis imposicoes do Sr. Dantas, aeredlto
que 8. Exc. fal-o-ha corna tod a hotbridade de
qie e capaz, resigatudo se.a tanto fr obrigado,
o lugar, quetao dignamente oecupa, parsa recother-
sO a viJa tranquillae hounra(Ida do magistrado ho-
nesto e ojasticeiro, qde nunca soube transigir corn
o camprimento dos seus deveres.
E' este o men sincere e ardente voto.
Recife, 8 de agosto de 1884.
Ambrosio M. da Cuantha Cavalcante.


Empreza telepholiea
Bourgard

Para eque os Srs. assignantes do proteoto publi-
cado no Jormwd de 7 do corrente, se convenainm de
que naio ha da minha parte proposito cu capricho
cm desattendel-os, pass a transcrever as clausu-
las da escriptara public lavrada em notas do ta-
belidio Apolinaro cm 21 do seteinbro de 1882 e
assignado por mim e Jose Leopoldo Bourgard.
Clausula VIII. Os assiqnantes da emntprezapa-
gardo vinte mil reis mensaes je este prea9 so poderd
ser modifieado mediante accordo entire o cedente e o
cessionario.
A instanciais minhas o Sr. Bourgard consentio
em reduzir o pre~o para quinze mil reis, quaundo
alias se estava recebendo vinte.
E' verdade que pretendia, como pretend, re-
duizir o preco da assignatura para dez mil reis,
mas, quaado mediantue accord coin o Sr. Bourgard,
tiver autorisa^lo para isto.
Esperava, que o Sr. Burgard voltasse da Coite,
o que espero se realisara, em breve, para resolvdr
isto.
Em tempo mostrei aos Srs. assignantes que me
era impossivel attend'el-os de prompto, mas que il
emnprrgar os moeios para satisfazel-os opportuna-
monte e portanto deviam elles ser mais razoavei'
e aio procurar conseguir por uma ameafa o quc
aliAs ja era inteio minha c)ncedeu-'he-'-
Aceresce ainda, que nao podia attendel-os corn
a presteza e pelo mode que desejavam, sob-pena
,it arriscar-me a perder a empreza e todos s di-
roitos respectivos em vista da segumnte clausula
d1ja* referida escriptura :
'ClausulaIX. 0 cedente e oa cessio)nario, se nao
camprirem as clausulas do present contrato, per-
derd este todos os direitos, que ficam previstos na
present escriptura e aquelle perderd etc...
Nao podendo, como se vy, attender desde jia Uos
Srs. assignantes, s6 me restava aceitar a renuncia
que fizessem de suas assignaturas, uma vez que
iae impunharn o abatimento ou a retirauda.
Tao procedentes foram os minotives jA allegado ,
(pe alguns assignantes jA declararamr, que.conti-
niavam, e um declarou que nao tinha assiguadoo
seu Bome no tal pr9testo.
;E' de esperar, que em vista do que hoje deixa-
rnos dito, toeds sejam razoaveis, attendendo As
raztfs allegadas e esperando, qua opportnnamente
sejam attendido, do contrario me impoem a obri-
gaei'. de aceitar a renuncmn -de.suas assignatumras
o que certamente nad me e agradavel.
d, D todae essas oceurrencias ja dei eoahecimen-
,to por carta, que brevemente chegarib ao sen des-
tino, ao Sr. Bourgard..
Aguardo a decisao delle.
Recife, 8 'de agosto de 1884.
A, do alno Atmeida.


-, i e1 1laICosa .ra
1Amiss aos Srns. consurnidrose doe. cons charuitos
quacos unicos recobedores dos muesmn~s, em Perrcazn-
buco, siaoJs Sss. Bourgard & C. e que todas as
caixas que nao tivercrnnab lade o nome da'quellem
Ses. saio consideratdes fasificados.
S. Feliix 1.o de-agosto de 18S4.
,, fanoel d Cotas Ferreira..


- A~io /
' i As Enxmas. senhorap, qt so digtireri
Saccede4 4 p aido -c6i'd na cata que di-
xigimos-les,, firmada pelo nosso- estitnadis-
r simo consocio, Cyridi.o Dturval, podem r,-


Dro-as 28 volWuei &? lciseo' Mano* W
va & '
SEnxofre 50 barris a&Parente Viauna & C. Elas-
tico 1 caixa a Salazar & C., stopa 8 fardos a
Gomes de Mattos Irmao$. Erkadas 5 barricas'ga
Pare4je Vianna &C., 6 a.. Halliday & q.*
tanho'lO tBnelad" a W Yianua A C.- 15 ^
Manoel dosSa4osVilllb.
t'bilha de.ferro 4 a MirW a S Souza, 6 a itei#
&t6antos. Fezransgn3 mes a J. J. de C. Me-
deiros, 12 a MXtrada &S 6 a Parente Vian-
na & C., 22 a Cardos 14 a W. Halliday
& 7 a ,Gomes de Mattoe s a6s, 2 a anoeldos
Sintos Villasa, 3 a Recife rainage Company. 2
a Pliveira Baste & C., 15 a Rei & S&nto. For-
M s pra rasucar 4 grades a CardOso WzipAo.
t h, i'go 112 barricas a ordem.
a H. Nuaseh & C., 2 a Gomes
ios, a 0liveira Basto & C. 15
11T. =-irv & C. Louca 20 barricas e 20 stg
a sordNui vatonio I A Franci* de P:. o ti.
Mvei* oU ea aCOarvslho .Tior & I
SJos-*dos St & a.g
ca es~aS ~6 volumes a V. F. A. Nascimen-
to, 2 ioel Cadoso Anes, 11 a Parente Vian-
In&a, ^^^C hts-GdmseIrtBW4s, 1 Aordem, 5
Kna~iC~Le ome -aiff 5 volu-
md~a Ay 9 P44M rCarnei-
aee,"s as8
teaga eeho.


j qi pr mqp, i&0~tAa f!e~tsj ~b" 4 "



a, As :gis aoiwnlp toia
.cbj^benqlo 4 ^^


A' tarnd a mesa banud tocara no aadnb.4a.
zwexja, soltaudo-se pon esua oM3= di te t-
Ie~s. ^ .
Faoi Loz.reo, da Immaculada C i .
: .. GuardSio. at, .

MOia particular ra o sex f0



A abaixo asitgunda tem a hours deft &
ba, be. ..4o" 0 oi





municar aos Srs. pa1s de famia, que c n
tinua a ter, sua aula ao pateo do Troo' n.
3, 1.- andar, entrada pl o beeco do eot-
bate, condo o ensiri consta-nte d~as seog~nia-
tes materials: leitara, escripta, doutriua
christAl, arithietica, istoria sagrada, aa.-_
lyse grammatical, logica e phonetico6 cal-
miigraa, gieometria, vadios rains do1e s-
tonas aeoraea Trabalbos de aguiha: cro-
ohet, marea, -abyrintho, obras de li, bhr-
dade a branch, tape9aria em alto o baixo
relevo, a froeo, missanga, matiz, incisive
ouro e prata, panno e cera pura.
Alei do que acima ca iomencionado, a
mesma abaixo assignana encarrega-se dco
ansino de outras materials, come : desenho
e pintura, pianno e fraucez, para ,o que
tenm pessoas ass"s habilifeadas.
Olindina Taeophila do Sacramento


Cura infallivet dassezoes
Na ptarmacia de Hermes de Souza Pereira &
C.r a, rta do Marquez de Olinda n. 27, 6 nesta ci-
d(lade o unico deposit destas effieazes pilulas fonr
mula do Dr. Santa Rosa. contra as febres intfer-
mittcutes (sezOes), seondo somente verdadeila a
.rixa de pilulas acompanhada de um prospect
So6in a firma do mesmo Dr. .

(,XXXXXXX--XXXXXXXXX
i Oculista _
OD r. Barreto Sampaio, medicb ocu- N
Slista, ex-chefe de clinical do Dr. de Wee-
Sker, da consultas A rua do Bargoe da Vic-
toria n. 45, segundo andar, de 1 As 4 ho- ^
N rasida tarde, except nas demingos e dimas
Ssantificidos. Chamados em seu consultorio .
S ou em casa de sua residendia Ara de N
SRiachuelb n. i7, canto da rua dos Pires,
.xxxxxxxx--xxxxxxxNw



C [ CNICXi H-ONCEOPRATHICA ^
P I. -*NIOA DO

| ,Dr. Tristao
i-: Consultas das 7 an 9 horas, e chama-
i 1 dos A rua da Uniao n.'15. (
; --- Numero telepolenico 1 .4
1 i U


<..'-*'i\\'Avi~o

D.Cenientiiia Theodora a

Silva, vihubedo mtiendidr a.

noel Goniaives Silva, tenP ose

tornado cessionaria de todos os

ereditos de sen 1
Comim'dam I da-

8i1a, qUerNividiUad 1 quer os
33 a crde 307 a. Do6nnroes Frreira da Silv
aC. v O
SFructas 20 1/2 caixas aos mesmos.
tImpressosl t aixa a Landelino Rocna. -
Livros 1 caixa a gduardo Firmino da Silva Fl-
,ino \ l *
SPssasse 3 caixa, a Domingos Ferreira da Silva
i C. -
Sapatos 1 .aita a IMachado & Pereira, 1 a Gai-
mares Fonseca -" C.
|Toucinho 140 iTris a F. R. Pinto Guimaae
'Vinho 25/5 a Siiva Guimarae* & C. Vinagr;
20 pipas e o/5 ands mesmoaw
t Lugar inglez Leander, entrado de Terra Nova
no ,is. 5 -do 5 o 4rqtej (ionsibado a Saunds
Broterbs & C., manifestou a 1 o
. Baalhao 3,13 bacaa e 01/2 "ditas ao
con.ignataris .


SContinua a dr consu.tas dsp 11 -2 ada
t emdt, em is0 autigo e sultoap, ruos Laega
io 36, 1. APda.
uqalquernhora, n eap ci no e a &
s" vgr ei-a Leite
SMedic. e oerCa~i .

De volta do sun vuagem A Europa oude
fequentou Os hoswitaes deo Paiz, tendo
ito, Und curso especial. de parts e moles--
ias de deahoras, dA consults no seu an-
tgo counsultorio A rua Duque deo Caxias
t. 48 (antiga do Queimado) do meio 'dia
s 2 horas. -
Especia do u-olestias de crian as e de
senhoras.
I Recebe chamados por escripto ou no
s:u consultorio, ou em sua residencia A rua
I"porial n. 2.
r. o Lo....iro

S MEDICO E PARTEIRO
DIDr. Joavim Loureiro
(: Cbnsultorpo e residencia rua Duqae
S ae Caxmas n: 389 defronte do DIARIO
SDE PERNAMBUC0,Qodedaconsil-
i tas ds 10 is 2 horas da tarde. -


a., CARNEIROL EAO
I UIEDICO
SConsultorio e residencia ra aDuque de Caxias
a itiga do Queimado, n. 88, 1"' andar. -
Consultas de 11 as 2 boras da tarde.
SCkamados por eseripto a qualquer hora.
1a------ -- ---- --^

Dr. Bettencourt
Operag5es, fistulas, vias urinarias, mo- i
I lestias de senhoras e crianpas. Estreita-
mentos da urethra tratados pela electro-
* lyse serm dor. Affeco5es de pelle e sy- |
Sphili6. Molestias do peito e da garganta.
SEmbalsamamentos. Marquez de Olinda
n. 34, das 12 as 3.



li MALImBO BASP
MEDICO @PERAbrO
MfPEC1ALTSTA E' 3&ART0S E MOLESTIAS DA8
I ._- -.- ttSEK = .-'- -- -11
Teom o seu consultorio -erm casa de sua
r 4i&encia i rua da lmpea'atriz n. 30, 1.'
aadar.
SCONSULTAS de 8 is 10 da manha e
dce 12 "a 2 da tard. Chamados por es-
c -ipto A -qualquei hora.,

Urea esmola
SAinda aue-pplina as almnas caridosas urn obule, a
00bro velha do becco do Bernardo n. 51.


y YBilrlAbJfK -IIIH1AL-1
&ej dio IfItwvel eontra m. -
I deduwoaa de ce-ras e outroj
I nseotos veAenosos
AUTORISADO PELO GOVERNOR IMPERIAL
CJOM A APPROVAVZO 14, EPMA. JUNTA CEIi-
S TRAIL E HYGINi PUBLIC, -
9 P1ZPA ADO SEGUNbO A FORMULA
^ ,/ESP^4L DO SE'E INVENTOR
Emigdio A I. io n iala0o
No se cotitara u um 6 caso perdido' toda
|'jez ue sBe observe a direc9Io para o
i uo 1 medic;,ner4to, qie te facilmo-, con-

& Nb barea I ipr efeitd&o d,, 40rim, C4i
[gou :. *r *v ,. ^
Pars PE Calvo, B. Gomes & C. 2 bariicas mcorn
150 kilos dte assuear refinado. ,
I- Na bareaca Duas Irmds, carregou
Para Parahybs, J. M. Dias 1 caix com 50
1/2 kilos de rapk. -
-- Na barcaca Caciqse, carregou .
SPara o Natal, P. Alves & C. 16& barricas eom
1_ os kilos de.tssucar refinado.
SPars Macahyba, M. A. Senna S& 16 barmcas
com 1,018 kilos de assuear refinadok-. ,


0 adioiistrpdor do Co6 la4o Pr$iaciaJ at-
ondendo- a reclamaoo qube Ihe foi drigida pela
vaeoeiaolo commercial beritfibete e a infoimacao
do ehefe da I sea o proroga, em virtue do art
2, additional 4s instrucies de 27 de julho de
883, por mais" trinta dias -o prazo marcado no
edital desta repartigo sob n. 1, publicado Pol
diario official. para a oslesiA oe-i;pstor de Tt-1
partWo, que na fOrma das referidas instruces
27' de julho de 1883, devem fazer as associa-
oes e class es interessdas. Pars constar publi-
da-se o present.
! Consulado Provincial de Pernambuco, 25 de
*lho de 1884.
SFrancisco A. de aCrvalho Mourn.
2" Seceao.-Secrctaria da Presidencia de Per-
nambuco, 8 de agosto de 1884.-Por esta secreta-
ria se faz public, de conformidade corn o art. 11
do decreto n. 817 de 3 de agosto de 1851, o edital
abaixo transcript, pondo em. concurso corn o pra-
zo de 60 dias, os oflficios de 20 tabelliao e escri-
vao do civel e crime e xecuqees civeis do term) de
ftamb&.
0 secretario,
Jodo Atgmusto de Albuclterque Maranhdo.
0 Dr. Adolpho Siqueira Cavalcante, juiz munici-
pal do termo de Itambe, da provinci- de Per-
nambuco, por Sun Magestide o hImperador, que
Dens guard etc.
Faco saber a todos a quemn pass interessar q'ie
em data ds 9 de juiho ultimo o Exru. Sr. presiden-
tp da provincial de aceordd co'm o art. 4. do de-
'creto n. 6,668 de 5 de janeiro. de 1871, aceitou a
desistencia que fez o cidadlo irancisco de Araujo
Lima da servuntia vltalia dos offcios dc 20 tabel-
:lio de notas, escrivao do civel e crime e execunSes
civeis d'este termo, creados em virtude do decreto
de 30 de janefro do 1834 e provides polo decreto
-de 22 de novembro de 1860.
SPortanto nos termos do art. 11 do decreto n. 817
de 30 de agosto de 1851, convido os pretendentes
** apresentarem seas requerimentos no prazo de 60
!dias a contar desta data.
As petiq5es, nos terms do art. 14 do citado de-
.creto n. 817 devem ser datad&se assignadas polo
'pretendente ou sen procurador acompauhadas de
f1lhas corrida, certid;o de idade. eiame de suffi-
ciencia e mais documentos que entenderem conve-
nientes, todos devidamento seflados: cunaprindo
advertir que o exame de sufficierciaserar regulado
pelos decretos ns. 8,276 de 15 de oattibro do 1881
e 8,526 de 13 de maio de 1882.-
E pars quo chegue ao conhecimento de todos os
interessados mandei fazor e preaente e mais outro
de igual theor, para serem affixlados na port da
casa-da Camara Municipal desta cidade e onde
dais cumprir, enviando-se uma copia ao governor
pra ser reproduzido na capital.
Vidade de Itamb6, 4 de agosto de 1884. Eu,
Baldoino Amand4 Fr ire, escrivaq intrino do ge-
ralooeerew. d bgo 4 : .-
l so- Frire. -


A- @ am;; m Municipal da eidade do ROeie-
recommenda usB aehores iSeaew das freguezias,.
e faz public para conhecimento dos donos daUs -
pequenas embarcages, que por bem da hygienne
publics, se faz necessario que sejam rigorosamen _
Sobwerv'adds as disposioes dos artigos 20,-)3 -3
4, da lei Fi. 1178 de 5 de junho de 1875.
Art. 20 Nenhama alvarenga ou embarca*ode
qusalquer qiualidade oa denominaco que seja, em
pregada no trafego do porto on rios, podeiw tran-
sitar, ser easregads ou descarregar, sem estar
baldeada e no-mais perfeito estado de aaso eie e
limpeza.
Os infractores- serf multados em 304000, e o
dobro na reineideucia, e obrigados a fazer imme-
diatamonte a limpeza uecessaria ; e, nao fazendo,,
pagara6 toda a despeza que for feita, nao s6 cornm
o asseio, como-tambem corn a desenfecao, se for
julgada necessaria.
Art. 30 inguem poderA deitar nas ruas ciscos
e objects sem serventia, nem cousa altuma que
prejudiqte o asseio e limpeza das mesmas.
Art. 40 Os proprietarios on moradores, que nas
portas ou frentes de cujas casas for oncontrado
qualquer objecto'dessa qualidade, serao multados
ein 104000, e no dobra na reincidencia.
Pawo da Camara Municipal do Recife, 31 de
julho de 1884.
Jos& Candido de Moraes,
President.
Pedto .Gaudiano de Ratis e Silva,
Secretario.
Po,'taria ao Sr. adiniistralor do cemiterio
de Santo Amaro das Salinas.-Illm. Sr. De or-
dem do Illm. Sr. vereador commissario do cemite-
rio, sciontifie @A V. S. que a participant que tern
a fazer para a exhumaHao de oasos de cadavers,
seja feita nos primairos de cada mez, mencionando-
nome, data *e se foi present a guia e proviso do
bispado, ficando assim aiterada a portaria de 28
do mez findo. Secretaria da Camara Municipal
do Recife, 7 de agosto de 1884.
Deus guard A V. S. Him. Sr. administrator
do cemiterio de Santo Amaro das Salinas.
P. audrano de Ratis e Silva,
Secretario.
Secretaria d CQ ara Municipal do Recife,
7 de agosto de 84. h-im. St. De ordem do
Illm: Sr. coronel Decio de Aquino Fonseca, verea-
dor commissario da limpesa public, pass as
mlos de Vmc. a portaria junta por copia, para
que corn a possivel-brevidadc a cumpra.
Deus guard A Vinemc. him. Sr. fiscal da fre-
guezia da Boa-Vista.-O seccretario, Pedro G. de
Ratis e Silva.
Portaria ao fiscal da freguezia da Boa-Vista.-
Queira informer quantos animaes ihe foram apre-
*sentados np dia 5 do corrente, mandados por mim,
apprehendidos nesta freouezia, por vagarem sol-
tos, e qual o destino que aos mesmos deu.
Em 7 de agosto d& 1884. 0 vereador commis-
saxrto da limpesa public,
Decio de Aquino Fonseca.


Juizo dos Feitos da Fa- Associa1o dos negdciantesde


S zenda

EscrivAo Torres Bandeira
No dia 16 do corrente, depois da audiencia,
iro A pra9a per venda a guem mais d6r, os pre
dios abmixos declarados, penhorados pela Pazenda
Provincial.
; S. Jc4d
i Casa tcrrea ra .Io Padre Nubrega n. 85, corn
porta e janella de trentc, 2 salas, 2 quarto, co-
zinha e quintal, corn 4 metros 40 centimetros de
largura, e 7 metros o 50 centimetres de -fundo,
ppr 4805000 jA-feitbwo abate da lei, pertencente a
Themoteo'Pinto Leal. :,-
Casa terrea ea- ad ,do Giquiai e JaboatiEo n.
21, corn port a-janiie'llt de frente, 4 metros c 85
centimetres, 11 metroe o 50 centimetres de com-
ptimento, 2 sals, 2 quartos, cozinha fBra, quin-
tal em aberto, per 4i000 jA feito o abate da
lfi, pertencente a Ahanja Saluhstiana Caval-
cante. -
SDita a estrada do Giquia' e Jaboatao, corn 4
notros e 70 centimetres de largura, 10 metro e
9 centimetros do fundo, 2 [.c-rtas d, frente e 2
nO oitio, de pedma c cal, oceipada coin taveruas,
sotIo, 2 janeclbs em eada oitao, per 6004000, jA
ofoito o abate da Ici, portencente a Luiz Ferriira
de Almeida, outra aignac'io EstewVo Moreira da
Costa.
jDita a Estrada Nova n. 4, corn prta e janellam
4frente, 5 metros- e- 15 centimetros de frente, 8
amtros e 15 centimetros-a de fundo, -2 salas 9
qaartoB, cozinhma fra, avaliada e2005000 pet.
tonoente a A1 indrin:t de SouaRIangeL
Dita A rua -o Cistelto n. 7, Barro, imrn 4 me-
tros e 15 centirmetos de largura, 10 metros e 40
centimetros de fua porta e 2 jandlas de frente
2 salas, 2 quart 1, cozinha extensa quintal em
aberto, por 805000, jA feito o abate da lei, per-
tencente 4Clenmente Jose da S:lva. '
Dita a Estrada Nova n. 102, corn port e ja-
nella, 3 metro e e ': 80 centimetres de largura, 2
salas, 1 quarto, cozinha f6ra, quintal om aberto,
em edlo foreiro, por 1605000jA feito o abate da.
leie pertencente a Maria Catharina de Oliveira.
-.: Varzea
Casa a Estrada Nova n. 111, corn 4 metros o 55
centimetres de largura, 8 metros e 25 centinetros
de fundo, 2 janellas no oitao e port ejanella de
frente, 2 salas, 1 quart), cozinha rora. quintal
mn aberte, por 200J000, pertencente FehippNery.

Caas" a ua do R ianao n. 25, do -|| a. s61o
fbteiro, aqa 7 metros e 40 eetiBa7 -
gun, 10 rmetros- e0 Centim 0 fdo,2
ports, 2 'ane]W de 'fente, 3 daims, 21%wwtee,
portha a, 2 el qna em aerto, avaI'ak aem
200SOOG, pertnenute a Antonio Lucas ibeio.

Cas assobradada no -Chon a,7, fre7 ezia do
Pooa Panella, corn ocopiar e portzadd frette, 2
porta e 38 janeUIla no oitio, 1. 9a S quarto, -
&ha fra, 2 ^iartoB e-tei j O tt-,
peorom o a de frente,4 4itas
1a ,3quatS sitio tdo pot,.e fr
eoi~ Antonio doA~bVnerq"V~kfi &,


estiva m Pernambuco
Tendo a commnissao encarregada de confeceio-
nar o projectado estatuto, apresentado o seu tra-
balho, sao pur isso convidados todos os senhores
-oiqas installadores a se reunirem em assemblea
gera 4,omingo l-do corrente, peoas 10 horas da
manha, ravessa da Madre de Deus n. 18, afirm de
serem discutidos e approvados. Recife, 7 de
agosto de 1884.--0 secretario,
A. Valente,

Institute vaccinico
No primeiro andar do predio n. 26 A rua larga.
do Rosario vaccina-se todos os dias uteis, das 10
horas da manhi ao meio dia.-O director,
0 Dr. Arruda Beltrao.
insftuteto Ltterarlo Olmndense -
Do otdem do.Sr. president, so ceonvidados to.
dos os socios, A corparecerem na ssde social, as
10 horas da manuU, do dia 10 corrtntc, em as-
semblIa genrl, i vista do que dispoe o 4 do arti-
go 23 dos estatutos. Olinda, 7 de agosto de 1884.
-0 1- seeretario interino, Samnuel Botdelho.
The.sourarla de Fazenda de
Pernambuco
Pagamento de costuras no Arsenal de Guerra,
De ordem do Him. Sr. inspector se faz public, -
que no din 9 do corrente mez, as 10 horns d%.
mnanhij, se farA paganmento no Arsenal de Gawra,
As costureiras de peqas de fardamtnento do mesma
Arsaealj. reativamente a segunda quinzena db,
mez de julho ultimo.
Thesouraria de Fazenda de Pernambuco, 6 de
agosto de 1884.-0 secretario da junta,
F. A. de Oliveira e Silva.
ministerio da arinha

IRepartivAo de pharkes

PHIOLET0 DAYBHRRfIAB
PHAROLETES DA BARRA


a
na ii


hUMMMLblU


LU fflftnilU


o















































Loja do sobrado n. 16
Sensala-Velha
Casa terra n. 18
Rua da Moeda
C.ia terrea n. 49
Senzala-Vel ina
'ax.,ft terrea n. 16
Run Imperial


42,250
40,000
30500o

305000

1.25500
20,000
303000
205000


C:tqs terrea n. 127 12A000
Rua d3 Visconde de Albuquerque
Casa terrea n. 61 17A750
Rua da Lingoeta
Segundo andar n. 14 15A160
Rua da Rcstat:ragao
Casa terrea n. 25 15.000
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Recife, 13 de raaio de 1884.
0 cscrivio,
Pedro Rodrigues de Souza.

THEATRE

S+XNT# AtNTON+IO



ASSOtIAC&OIIRAMKT^a

MHita attend a Alta novidade!
ORDEM DO DIA! GRANDE FES-
TA DO ESPIPRITO-SANTO!
DOilIXNGO. 10 DE AGOSTO

urdugo O l octulalo pm rd 11r
Depois que a orchestra regida pelo professor
Marcelino Cleto houver executado uma ouvertura
das inais estrondosas, subirA o pano para dar lu-
gar a representacao pela primeira vez nesta cida-
de da importaitissima comedia original brasileiro
do Ilim. Sr. Dr. FRAN(A JUNIOR, primeira
penna neste genero, cujas produc9cs tern fcito as
delieias do povo fluminense toda vez. que appare-
cein na sedna, chegando algumas dellas a provocar
tal hilaridade da galhofa, qae o espectador muitas
das vezes tern said do theatre, corn as calgas
pregadas corn alfinetes por terem 1A ficado os bo-
tocs.
Comedia em 4 actos intitalada

Direito por linhams tortas
MISE EN SCENE DO ACTOR VIEIRA
VILLAS
Personapens
Fortaato Arrada honem piaeato e pachorrento
c que nada o encommoda-Mahhonca.
Leonarda Arrada sua mulher, de faca e calhau
levadinha do diabo-D. Rosa Manhonca.
Ignacinha Arruda sun filha, pomba sem fel, mas
que depois se torna uma vibora-D. Apolonia.
Luiz de Paiva seu marido, homemn pastrana que
se deixa dominar-Santos.
Commendador fMifel Pejxoto e depof Bafo da
Cova da Onca, moriata da o#casiaol-V. Villas.
Felisberta, mulata iueoua que tduz Santa
Rita para iagir-D. Caroliha V. !
Santa Rita Gostoso dos Anjos tahiano da Gema
Capadocio Refinado, quelficou.c'Aara at~car fo-
guetes-A. Peres. -
Henrique
Jose6 Pesoas do povo.
.Felippe1
1.o Mascara A. Peri.
2.0+Dito Oliveir. "
3.4 Dito Coitinho.
A accWo passa-se no Rio de Janeiro. Epoca,
actualidade.
PrincipiarA as 8 horas da noite.
A Associaao nao tern poupado esforgos opera o
born desempenho de suns representagoes, arim de
que o o public fique satisfeito come at0 hoje, e por
isso esperamos acoadjuvaAo do mesmo.
Bilhetes a venda desde ja no theatre.

THEATRE


Santa Isabel

CO:,IPANHIA DE OPERA ITALIANA EDE
BAILADOS


Para passages, frete, etc., tracta-se corn os
agents.
Borstelmnann & C.
KUADO VIGARTO N. 3
10 andar

Pacific Steam Navigation Compair
STRAITS OF MAGELLAN LINE
0 vapor
Cordillera
^ ~Espera-se daEu-
ropa atW o dia 31
de agosto e segui-
rA panao sul de-
peas da demora do
costume.

Para carga, passagens, encommendas e dinheiro
a frete: tracta-se comos
Consignatarios
VWilson Sons & C., Limited
N. 14-RUA DO COMMBEROIO-N. 14


O vapor
Galicia
Espera-se dos postos
S dosulate odia28 de
agooto, seguindo para
a Europa depois da de-
in snora do costume.


i Para carga, fassagens, encommendas e dinheiro
Sfriete; tract~se comes
/ Consignatarios
Wilson Sons C., Limited
N 14- DO COMMERCIO N. 14.
Companhia DrasilHeira de Nave
!gado a Vapor
SPORTDOSDQ SUL
Svapor
-manaos
Commandante Guilherme Waddnigton:
SE' esperadqdos portosdo nor-
te at o dinal de agosto e
l / _seui de ois da ,demora
.b costume pae, os portos4o

SRecebe t bmi earga phn Santoo eBioOrG '
e, free mn ico.
Para carg, passages, eneommerdad e valores,
itracta-se n -agencia
46 ~p4A DO COMMERCIO -46

asiffo-B~laa Loyslamaie


N a por
r Melpomene
SE' esperadq le Trieste no
Sdia, 9 do ErrAte d-,
Spois d demorMa eceswr
i : seguiri para a

jahia, Rio de laneiro e Santos
SPara carga, passagens, enzo-iea4;oeO "YA'rest
tmaeta-se corn os AGE-ES
1 AGENT-ES
Henry Forster &LC.
.8 RUADOCOMi(wEL^ GtO-- N. 8
S.'andar .
COMPANRIA PUIAMfirANA

Navegaiao Costeira por Vapor
PORTOS DO SUIL
Macei6, Penedo, AracajA Estancia e
Bahia
.0 vapor Tagjribe
efmanlanteOn*ota
segiino dia 9do:
corrente, s horns da
Rpcebe carga MA o


tahida Southampton
Chegda Bordeaux
S Vigo
S Lisboa
S S. Vicente
S Pernambuco 2
Macei6
i Bahia
Rio de Janeiro 2
4 Santos
Montevideo
Buenos-Ayres
VOLTA
Sahidas BuenosAyrcs
Montevideo
Santos W
Rio de Janeiro *
hCegada Bahia nC
S Macei6 -4
o Pernambuco o
S. Vicente
o Lisbon 0
Vigo
o Southampton.
S6 tocarA- se precisar carvao.


29
10
12
15
22
24
1
2
7
9
12
13
14
20
26
28
30


Para passagens, fretes, etc., tracta-se corn os
CONSIGNATARIOS
Adamson Howie & C.
a-Rua do Commerel--
COPANTHIE WMDS S UBSAGE-
RIE IMARITIMES
LINIIA MENSAL
0 paquete
Equateur


SCommandante


Lecointre
E' esperado dos
portos do sul no
dia20 do corrente
Weguindo d ,epoia
mdemonra do costu-
-me para BOr -


JLIJIUA tocano em -
Dakar e Lisboa


Lembra-se aos Srs. passageiros de todas as
claa.., que ha lugares reservd*m patsr esta agen-
cia, que podem tomar em qualquer tempo.
Faz-se abatlmento de 15 per cento em favor d-
familias compostas de quatro pessoas ao meis e
que pagarem cquatro passagens inteirds. -
Por excepao os criadoS das families que toma-
rem bilhetes de proa gozam tambem deste abati-
meato.'
SOs vales Dostaes s6 se dio atW odia 18& miea


Sop contado.


7-4 -


Para carga, passagens, encommendas dir
a frete: tracta-se ceon o
AGENT]
Amgste L-W ille
9- RUA DO COMMERCIO -9


iheiro


LEIeES -+


Agent-e Brii .`


LejIteo F---

-~ IN lux DIv'~nAs'6
; ,*,,',* 1 -.^ .salbC rr^'y A^
Urn mooilia de anmarell .odpbta de 12' oa
deinA mdeguarni.c, -.2 6 balao de dbraO, 2
consoles coin tampo de pedra, t a^ I iardineia
'oom tampo de pedra, 1 espelho, oval, eama deter-
ro- 2-Sdeiraa de balawuo; de jneco. 1 gard-
loua, 1 secretariat, media cimmoda, 1 oomnea
inteira, 6 cadeiras de amarello, lavatories, lan-
ternas, 1 marquezetc., etc.
iSabbadbJ 9 de agosto


Na o anudardo 0fado .da rw
do Padre Florlanio 24n 69
0 ageute Bmto autorisado prns ia cnilia que
retirqouse para o subl farA leilao doo moves acima.

10 09,61 Wifl


De Sf41d4. nlfOrS, bp t* csp"e

par t aho de porcelaa, ery -
taeq tapetes e outros multos"
o t A SABER:

S a dla de enfradd-a-
Uma n*bilia de jacarandA corn 1 sofa, 1 jardi-
neira, 2 Wdeiras corn bracos e 10 de g'harni-o,
iano fortis, 1 cadeiraIpara o mesmo, 2 cadelras de
balance, 1 espelho oval dourado, 1 tapete de so-
fA, 1 dito4ara pLano, 4 ditos de portas, Leandela-
bro de crtml, 2 casticaes e mangas, 3 porta-flf-
res, 2 escarradeilra, 63)anuodechrh 3 -i
Q a r to .
Um ric66oilet ejacaand&, liavatorio, 1 cama
franceza de jacai anda, 1 cupula, 1 mesa de cama,
1 cortinado para cama, 1 commoda, 1 guarda-ves-
tide, 1 guarnicao para lavatorio, cabides,' iar-
quezao, 1 cadeira privada e 1 thear.
Sala de jantar "
Um guard louca envidramado, 1 apparAdor
grande, 2 ditos menores fingindo bamb.I 1 sofi, 12
cadeiras de junco branco,I relogio, 1 guard comi-
da de arame, 1 mesa corn p68s torneados, 1 mesa de
louro, 2 apparelhos de porcelana para chA e jan-
tar, cops calices, garrafas, colheres, talheres, me-
'sas de engommado e do cosinha, trem de cosibha,
cesta pars roupa, 1 espreguiadeira, flandres, ba-
cias, balanas, bandejas e outros accessories.
Sotea
Um sofa, 6 cadeiras, 2 espelhos, 1 common., 1
cama franceza, 1 cortinhdo novo, 1 lavatorio, 2
abides, 2 mesinhas e outros moveis.

Tor-foh, 19do cofrrto
POR INTERVEN(AO DO AGENT
Pinto
Na ccsa- de azuleo do caes de Capibaribe
Sn. 24


Todo.sds moveis e mais objects acima meneio-
nados sao quasi novos e bons, come bem podem ser
examinados As 10 horas do dia, sexta-feira 12-do
corrente.
0 leillo principiarA As 10 1/2 horas.

Leilao

Agenle Ilott


llatoe-s trre rnoi Bobtflhel
0' age~te scuma a mandade dot f^vht Sr. Df. juis
de 4rei.to e d ei ansentes, e a requeiioente d 3'im.
Sr. Dr. curador, venderA em leilao, um terreno cozn
220 palmos de frente, para o caminho Dous Uni-
dosN e umn outroi tei-reo mais pequeno, espolioi d
Eliao Marinho Falcio de Albuquerque.
Terfa-feira 12 do corrente
Ruado impersdor n. 94

: Leilao


Terapfeir t2 do corrente
t- A -ll,-hoAs emiponto
CARtMO E SILVA
rH lIeilao por conta de quern pertencer de todos
s pertences e objects da refinagao de cafe, cons-
ado de d3 moinhos, 1 torrador, chamin6, balanMis,
esos, iedidas, depositos de folhas, arma*o, me-
oe outros pertences, um resto do milho, chA
no existentes na casa da travessa do Principe n.
3 (na Boa-Vista). --

Honte de S#eeoro de

1 Pernambucfo

Leiiiao de oias

-' 20,o lai.gosto lo orm to
Este eaibelecimento transfer para o dia 20 do
conrrente Fleilode joins fixado para 6 d i mesmo
meq, em razlo de existir grande numwo de cau-
tlgas-por se liquidar e no o querendo o conselho
Fiscal sacrificar os interesses 4os respectftos ma-
iharios, umavez que corn a trasferencia 4o affec-
ta os do estabeleejmeto, iaz pualiao quoeno refe-
ride dia 20 do andahte seeffeotuara im0in terivel-
monte o leilao por intervenco do agent Martis ,
A rua do Comnmercio n.48, Ais 11 horas da ni
das jois que nao forem resgatadas at6 a veApera.
Qs objects estarlo expost"s nos trez dias *unte-
riores, a apreciaiAo dos pretendeatcs.
Reeife 5 de agosto de 1884. ,-
Os objectos estarao expostos nos tr* dias ante-
riores A apreciacao dos pretendentes.
Ns. Objectos


W ia bo5a do 8M5 Um anuel deuro corn m brillates.
8286 Uma voita de cotda., uma mbedinha de ou-
ro, um emblema de S. Baz, ouro de lei.
8302 Duas pulceiras, uma volta de onuro, um me
dalhbo, ouro de lei; um relbgio de ouro.
321 I aUm puer, Ade oro coI bdlmhantes, urnm
I- I : iu mem iMn W-t'sW i Mi ditos com
ditos, -= 'ra cdalflQ kouro e pla-
tina pa~ra,, *rof ji~iBgaT antilha, uma
puleeirma dous a;inetwe0u es de brin-
t pS osoi e' o 660 uro.
9 .u alniteiareiA e u ar de brin-
cos,-ouro detlei. -
8333 Jmw par de roseta de uro eo& A brilhantes,
: numa pulceira e urn mpardoebetSs, ouro de
lei. .1 .." 2
8334 Urm relogio de otro para senhor
8339 Um par de brincos de ouro com+ brilhantes e
dous anneis corn ditos. .
8348 Trez anneis de ouro eom brilhutes.
Uma pulceira, um trauno6lim, trtz voltas de
S ouro, um par de brincos, qnatro-anneis, um
Spar de botOes e umn emblemaa. d. concei*o,
ouro de lei.
8351 Seis colheres para sop* seis ditas para chA
a e duas conchas prata de.lei. -
8353 Um- tancelim. uia medalba, um corrente e
A {Knotf paka rel0ilo, oi dadleiJimm relogio
de ouro.
8354 Um par de rozetas de ouro corn brilhantes.
8355 Um alfinete, um par de brincos, um annes
umna p ilceira ouro de lei, uma pulceira, um
afinete, urn par de rozetas, baixo.
8358 Um alfinete de ouro, um rplogio de ouro. .
8368 Uma corrente e medalha para relogio ouro
de lei.
8421 Um par de brincos e um alfinete ouro de lei
uma pulceira e dous pares de rozetas, ouro
baixo.
8426 Um relogio ouro de lei,
8429 Uma corrente e cinete para relogio ouro de
lei.
8430 Um trancelim e um par de brinco, ouro de
lei.
8488 Um par de rozetas corn brilhantes e diaman-
S tes. .
8439 Dous annei de ouro corn brilhantes.
8450 Um trancel6i, uma medalha, uma cruz,[um
par de brincos, e dous anneis ouro de lei,
uma puleeiram um alfinete, um par de brinwos
Se um collar ouro baixo.
8460 Um alfinete de ouro, cravejado de pequenos
i%'brilhantes.
8461 Duas pulceiras, corn diamantes um tran-9
Seerim ouro de lei.
8462 Um relogio, ouro de lei.
8465 Uma volta de trancelim, trez pares de brin-
cos, uma cruz e quatro anneis ourt*de lei.
8486 Uma pulceira ouro de lei.
8520 Dous trancelins, uma volta de dito e uma co-
roa ouro de lei:
8528 Uma volta de ouro, uma medalha, dons pares
de brincos, um boto e um an el, ouro da lei.
8554 Um relogio de lei.
Recife, 9 dejulho de 1884
0 gerent".
Francisco Ifoaqyim Ferreira Pinto.


AVISOS D ITRSOS


Aluga-se os andares superiores do predio n.
51, sito A ra do Imperador : a tratar no pa*imen-
S,1o trreo do predio n. 10, A p a do Commercio
Aluga-se a casa terrea da rua do Forte n.
26 : a tratar na rua do Bario da Victoria n. 14,
loja.
Aluga-se as casas terreas de n. 36 A rua da
Ventu-a, na Capunga, a de n. 1 na travessa da
Hora, no Espinheiro : a tratar na rua do Hospi-
cie numero 32.
S- Alnga-se uma grande cass cm Santo Ama-
ro, rua Lembranca do. %oaes n. 4, muito fresca,
corn grande sotio, corn ideous grandes quintaes
mueados e corn boa penna d'agua : a tratr na
rua da Imperatriz n. 32, segundo andar.
Precisa-se de uma eriada : na rua da Impe-
ratriz n. 49, primneiro andar. 1
S- Precisa-se de uma ama de lite en. filo
preterindo-se escrava : na rua Primeiko de MaOO
n. 17, segando andar. ,
-Preciss-se de uma bo cosin4eira e ur.
crado de 12 a 14 annos, na travessa d$ S. Pedm
n. 8, na mesa indica-se amas de leite.
Precisa-O saber onde morn a Sra. D. Fran-
cisca Bernardina da Con iro Curvalho, ou o Sr.
Antonio Luiz Baptista, 4=fI de sb&pagar o lan-
demio de se v terrel OA ra4 ltAoibto.. 15 i'
rua Duque de Caxias n. 2 .... '7
--Preisaose de um&iaccjrvet-queLtenha boa
Lai
conduc*e. seja r0lia, paip. duas
c difeckthal (Et4 15 ma nl tratar na
rua d Auroft v. 27. "' '
Pecisa-se de urma eriada& para engommar e
servis domesticos de casa' de familiar : a tratar
na loja dtrua Nova n. 39. ,
Aluga-se a easa n. 8ao a8 da Soledade,
corn oommodos para numerm eo.f eel-
lente banheiro, gallinheito egua m n
acha-se completamente repara*aesaiadate 0dse
por commode preo ; a tratax)l* t larga'do Ro-
S d V
sario n. 34, botica.
Precisa-se de numa crii para engommar a
para-o seryi9o domestic de easa de famiha ; e
tratar na ru, dolsrmo da Victoria n. 39, loja.


Quern preisar do uma senhora Para ensiar
portuguez, Irancez, muica e piano, fiores de-o
roe de Bamdeira, dirija-se ao Caminho-Nokua.
128. Na qsimna csa o preciea alar umaIt=
sea mesamo de mei idase, que entoda de p
taco do silo e sirva para vender na ran ,


Precisa-se de uma smnhora debonsos-
para governante de casa de home soltei v
tratar na rua Direita n. 65, da.p 'A 10 da ma-
nb e de I hora da tarde emL "-


0 Academtico AikoI Beroardino
Ferreira Bodrigaes
Eduardo Ferreira Rodrigues, Mamede Ferreira:
Rodrigues (ausente) e Francisco XavierVieira Li-
ma agradecem a todas as pessoas, que se digna-
ram acompanhar os restos mortars d seu presado
irmgo e primo Antonio Bernadinio Ferreira Ro-
drigues, e de novo Ihes rogam o obsequio de as-,
sistirenm A missa, que por alma do mesmo mandam n
celebrar na igrejade S. Francisco, As 8 horas do
lia 11, segunda-feira, setimo dia do'seu falleci-
anento. Desde ja se confessain summamente gra-
por este acto de re!igio.1'


Viseonde do Livramento
Thomaz de Figueiredo e seu filhe Henrique de
Siqueira Figueiredo, afilhado do finado Visconde,
convidam aos seus parents e amigos daquelle
finado a ouviem uma missa resada na igreja de
N. S. do Carmo do Recife, as 7 1/2 hory,, na se-
gunda-feira w8 o eorrente, como unico tribute
de sua amizade e gratidao. Na mesma nccasilo,
depois da missa serk distribuido pelos que preci--
sarem, um pejeno obulo pelo amor de leul

0 tenent"-&YoAel iPr naa tcentida aoi seus
amigos e aos do finado Visconde do Livramento,
para assistirem a missa que se ha deo celebrar na
matrix desta cidade, no dia 11, As 8 horas, pelo -
repouso eterno d'alma daquelle seu compare e
partioulay amigo. Palmares, 8 de agosto de 84.
-f. C





ViNconde do Lvramento
A Viscondessa do Livramento (ausente), seus
filhos, genro e noras convidam seas parents e
amigos para assistirem as missas que, por alma
de seu idolatrado esposo, pai e sogro, mandam
celebrar na igreja do earmo, segunda-feira 11 do ?
corranta, As 8 horas da manha.

Sn ii-/


0 Pak Hin IlvotaIhTie Nomr is

m'^ amigo Sdo .pobre, cono icoe de
do p a obr6- O
'fa 0l a 4ia9o, 40 annos de success es-
patoso'- "
Nenhuma familiar deve star desprovida
.deste rem4io.
AE ,ternamente cura: -furunculos pana-
riibs e outros ttmflores -torcedura dos ten-
d3 '- i~tuieoeuias das articulages d-
rei de denies nevrajgias- heumatimno
- q .ienadtiras-gopt&leto.,letc., etc.
jntmr.amente cura cholera, mojestias
dol 6Ado% dispepsias,' ulcerAs d opens de
g aa-ts, tosses, etc., etc., etc.
dCautetar-se conts .as imitagoes.
entps em', Pi0mbuco, J. C. Levy

t)-RO(MR-AP EFR MACIA
a d. tanr da Victoria n. 0
*' : PREVOS
lrascos kades 1#500


++.+-


SI


a


)I


NM A -T J- --L .'.'-...




















o de1 u0u
outras. sor-


2 q
te de
Cow


r virem reeebert


iBswk 06-sem feiixe WOMANs gmarmriio8
*twia f1a a b.nefioio da Santa Casa de
sericordii do Recife, que se extrahirA
segunda-feira, 11 do corrente.
Wrejeos
Bilhete intebo 4#000
Meio 2000
Quarto 16000
Em pore O W,*40000 para

Bilhte iMebr 3^500
Moo 1#750
Quarto 875
Antonio Augusto do. Bantao Porto

Area de leite
Para uma criana recemnascida, precisa-se de
uma ama de leite, sadh4, e qqnuao a acompanhe
o filho, agradandoL hplmg*abm: a tratar no
largo do Corpo Swt*im 6 6yinf mandar.


Precisa-se, de uma ama pars cosinhar, para
case de pequena familiar ; a tratar na rua Duque
de Cafais n. 28, antiga das Criazes, 2 andar.

Precisa-se'
de numa ama que cosinhe hem e durma em easa,
do pouca familiar: na rua do Queimado n. 48,
segundo andar.


Precisa-se de uma ama de conduct affiancada,
para todo serving domestioo em casa de familiar :
a tratar na praga do Corpo Santo n. 6, primeiro
andar.
Alluga.st barato
Os armazens n. 13 do largo do Corpo Santo, o
qual tern eemmuniacaio corn o do n. 4 no eaes da
Companhia Pernambucana, corn guindaste.
0 1.- andar do sobrado A rua do Bom Jesus nu-
mero 47.
As cansa terreas ns. 1 C e 3 na Baixa Verd,
(Capunga)..
A tratar no largo do Cerpo. San n. 19, primeiro
andw-
a'AlfsML

(ommnodo
Aluga-se urn, independent, e magnifico para
rapaz solteiro, na rua do Calabouco n. 10, entrada
pela ru&do Seuhor Bom Jesus das Creoulas: A
tractar corn Francisco Gomes A rua do Imperador
n. 28.

Pronara0is k jlarmacoflrco
Joao Antonio 0 rtins Novacs

Glieceralo Vegetal
Applia-se eom emito admiravel nas affecSes
aihwrpeticas, sarnas, frieiras, cosseiraN, feridas
chronieas4 e em. todas as molostias tern sido sem-
pred'hm grande resultado, operando o Glycerato
Vegetal urea cura rapid da molestia, evitando
a repeticao d'ella.
3.. cads viheo lea uaift bee^e e i~iaudut a-
maneica de usar, e diversos attestados de niedicos
e pharmaceuticos que tornariam enfadonho men-
cionar.
Preco do cads vidro 24000

ODOiNTHLGICO


Cara r/icalm"Ofte a8 does de dentes, seja qual
for a sua origem Dosapparece a dor immreiata-
mente. EBi cada vidr6 .'&om1abha urna dire.cao
Pftmn IRriavft omnili<>or


Um liado sat iniex o em chae a '
ahmmras em todms as coies, ulti m* moeko d do IK dow -
Nesta casa temrn sempre um coapleto sortimen*to eiatt 4-
chapellaria, .tanto para .ho..a=, senhoras giana, a rece* .
m Onalmente se. prminepes hLaoitas de Psar o qu.heef nuaif |
a 0s BQiftopee stceridade ca|piiias. 1 modle.eb I.l.l.'l-' 1.


Sb pmeparados em ganrafas dermeio de qwaro, fvmes1 1 wdes iinds iW A
Prtmoa e cq a, a m a, f ifA~ca c urns &g,. diuin .uuds.
ymdem-m todala us .hrai e4 4 Tks *stfoipiTo^1Bguet~
i mado aim p sem o ms puro prito as 0bricado.
Tdo am vmfic s evio-se amsesn medicos, l iI
tod osmascdebres W EstadoUI fmde que elles a expermestms
Viun drsuia pedido suua nigoroca aov e umn info exactado resultado, accompsnlsvs cad
amostm. Quatm s ni dos dinic aims nspentes dos Estalos Umdos -- ------
opinib do aru(o enM naanimementcfavosueI. Tslpreparscao, dizu iesm ha muito~qus as faiao hm obr
mente neessars torque inmbuma confian ase pode depnoar ntm m ,
#Ias cam nouaduler=dosoe rtanto inumeis parsa < propo medicos. A aceDfipeeaSas4
oleo do Enebro 9110 6 um dos ingredmentss prnpaes desa9 "S Matinap"Jurtamenie cam o poas aaomj
dio-.he na opimbo dos medicos n tsvd supeuiordade sobis todos as edimulantes comw diturW tonin
Esta sbida Mediinal ebdcadapdespeopuictarlomernamumgenhodeSstiayomSchiedam,Bhnd
oepwssamente para os moe m icma..
UDOLPHO WOLFE'S SON & CO., 9 BEAVB STBEM,
iNEW-YO LX V. A.


Nos abaixo assignados declaramos ao corpo
commercial que nesta data dissolvemos a socieda-
de que tinhamos na taverna sita a rua do Viscon-
de de Inhadma n. 3, ficando todo o active e passi-
ve a cargo do socio Antonio de Azevedo Andra-
de, retirando-se o socio Pires pago e satisfeito de
seu capital e luoros.
Recife, 4 de agosto de 1884.
Antonio de Azevedo Andrade.
Sahvador Pires Almeida._

vIft oornM0lir t afrmas
DEj
Rouquayrol Irmios
Vende-se na botica franceza e drogaria, A rua
da Cruz n. 22 (Reeife).
Custodlo Mi. Freue de *ftvedti
Manoel Joaquim Freire, tend recebido a in-
tausta noieia do fallecimento de sea extremoso
irmao a 19de julho proximo passado, convida a
todos os parents e amigos para assistirem as mis-
sas que manda resar na igreja da Santa Cruz se-
gnnda-feira 11 do corrente, As 7 horas, setimo
dia da fatal noticia, pelo que desdej a se confess
grato a todas as pessoas que assistirem a este
acto de religiao e caridade.






WViseonde do Lisvribment.
Maximinoda Sil8vaGumAo, sua muler e filhos,
gratos A memory de seu sempre lembrado compa-
dre e amigo Viseonde do Livraminto, mandamI
;celebrar na segunda-feira 11 do corrente, setimo
dia de seu fallecimento, urma missa as 7 horas da
manhk, na igreeja dc martyrios per alma do mesmol
finado, pas cujo aeto convidam os parents, e
atwigos dp memo finado.


FalleeMI-o
Osjreliiosos earmelitas, repassados do maior
pepar pek0o fallecimento do Viscondeado Livramen-


c conhecido do muimdo inteiro
"como,, o melbr maiypewfaito
detodoosasabato do'tliltte.
,EpecialidW -
SEstractos e ssma4is triples u
de cheiros. Aauefrde Colonis. LJ
Vinagres de toilette. P6s d'ar-
Sroz. Ponmmnads. Azcites e to-
S das classes de perfumariasfinas.
Speriores qualidaiuB O
Depouietos nas prhicipaa. Per-
fumarias, Pharmacias 6 Cabel-
leireiros do Boazia
t aslt
Medalhaa dI rq te- t nna873
N. B. Faz-se abatimento a quem comprar
oidos.



Procisa sod. um anbau ^ udb&*ne dejrikn
e h pars uft "* %" 3 ra
nda B VistB126 G,,uaflaw Nbvo. Tve
bemn se,preeisa de urma pesso para vender frue-
(kegu. Lfuma .Ovo iaglme Bids By, J Pwsa W
fabrica de cigarros Vcndomae rs d u Baio di
Victoria u. 39 ... _,__________....

u4ia grande easa corn eo#6 comragua e gaz,
grande quintal murado, coqa grants commodos
p4ra familiar, sita Cb dla kunra F 167 : a tra-
tad na rua dos Pi os if. t21, eomN Manoel Francisco
F6p 08 0


I Ursi Ipra iar
Aluga-ge aca*a sij C! jntao
sxoti o em oe e sid r.se g ina6 o alio
Alcoforado, tondo os seguintos coxuuwd.. 2


P reo '3cad vdro" 0oo ito umn dos seeds dignos confrade que m a bone- n aas, 6 quartos, cosiaha f5ra, quartos pt aa a
Prcoecadsvadro- filos tern feito a sua ordemn, api se em "uflra- dop, quintal corn arvores fui :etras noe ji
....H ltnngJsua alma, A aedo um memento solemne no cabimb corn oa agua e muttQ pt do ro,. TUS,
=lit fde corente a8 horis da maia, haven- e qual tern sahida : a tratar con o Sr.cp
litr i U Hit uu doimissas antes depo aeto. Festemberg, A rua do Imptdoi n ,-32, loia 4,
j, *kI11I CIft1)-11 -g [ joi.*
Tac. etmnqsras-aqu2diduIpfado
d' I~8lte* A I=s~ V~~.s,
nosn atos mer" m. .thuc U' f,
eno ia s a a qasa terrea corn sotio, gaz e agua do Beberibe,
rheumaticas e artj eacrou e stias t P -Qand na rus
glandulas, edemakisa d. fig!i -ntos oru-n- ... ae o g _'__narua
.e. ------- p
fi g a d o e u sv. os .l s, r" VALO' L",1 o d N ia. a io 3" 1' .... .
m-s~~~ ~~ +--a + limino--. da Si va Gusmalo, sua m,,hev,e fillfi o "-+
.mae pies h he de, ongt n dc1ebrar-mrmissa no sabba&9do do cor- AOS u.BMAimcrl
s e cerebraes, hy.jeond.i, rheul.mo rate, a igr. ebvento do earmno, As 8-horas da 4 & S j'uwr D 1W.s" ..
aocatarrho de today espe 6 )m10aagias,,Btbe. man or a; d e d ho e pri- s refina bis det olh a.ss deta c dade tem-nos constitido
sptl^ll lti tu ~ lOmer o, a! ,,,AnM4aues de Gnsm~o Vthna. e -para sd ee oei vta 4s eSn sn-
sunaim como se presta pars set bebida pilf manhl4 a+ gre iTiSI4cerftm ao.so,.a.eisdt
quando, em conseqneacia de faltaw de dieta.s-na |fi 10 -o cp, ,em ca.ajs uf L 2E' 0uscaE -
vespera appareeereSi irregufaridaddes na diges- :""L .7 sali que a't oouedade a que per etmos atomea
Sgo. y r + ampoe muitO cordial- i mfrtivaem semeaiante especmhae, re n
ta s. ~ e djli*f O pmaeoate a&tIas s a ,B que sso dignarmae. aom- quanquer meio convenient A elrasse.
S psjhar a ulthiua mo~afa) 03 recstos. mortwes de sua Mui1In's mercieirQo.
TIIKo JU~ 1paad ja una me a Cam, o d
prsaa"spsaROsaU Prv Cmoa, a de navo-


Corpo Santo


Caetla perdidat
Tendo-se desencaminhado a cautella n. 8,438 do
Monte de Soccorro de P.vrnambucm, no valor de
84,9800, ti furiy. 1S j wirpaut 5desdBbro
pre;ft pimefir J. 61 ^ ^rfrt.ah~
vor de leval-a ;'. r iA '1 1' lrOor n. 37, que se
]he aiAdecera.-
Meinmouie rlV tt
Pol s ao mui digno Sr. dreeter da
para queo s digne levar ,t soena no espee icm_
deste mex, a aplautdida comedia-a Alma de Mi-
nha lNMrIW. -
Os que ainda no viaM.
~--- --- 1^
Prei-sa-so de uru cosinheira para cam ceims e
MAdo aro do a
quena'mlant -.aieijiTadoBroeS


roga a6 t6dos os aaigos- o caridee. obsequle d as-
sistir as -Miisas que se hlo de do& na ige
matris db Afga ia o to e V,
que desde jA kuecipa o, seu.etemo recoubei-
mento. ,-.

F-' Wanno'A,.My:fe~B*- suaznn graj- sogma,
Is t~i~bp'vus dobnohdeeam tresposwa pe-
dpeasom N,gl
tm; os Tstoe diortaes d iAoa pread
netosobriMu- e primeoim, Moel Mwqrhj
lhM^ >a, aoi^fe~w^qt)WF


lebrar na igj :
dia 9 do c ?enit,
fesando-sedemde
catidoso acto.


T '
Is manhi. ; cmn-
^gmit" p"t",^!


|g B e doun rapapesa paa caimeirs de
rib quer casa de negoeio, dio fiador a sua ew
ta, quern precisar dirija-se a rua do Amorii
. 33, I andar.
.,L sili *


VPssit a f6taheeModameute A
,1 ,primem- sitig:. e no corredor dt Jolo, III
vatax, corn casa para fami f ; o Sit, o oem
O tter grand nmumero de divermss fruektd*&
tema logo no fund& exzoente bauho do ri4 Ca-
hifribe, e, fica, seg odizen. auts dA do
inno, junto ao oah e ferrn emd consk
0 egundo 6 na sravessa do %otocalow, eu
a com Casa pars familiar, corn grs5we
iriveiro e iminensas fructeiras daudo ficf ,
ceflente banho salgado junto.
0 itereeiro 6 nrua de S. Mtgnl, em At i
m cas param grande famlia, too
iversas fructeiras e aiuito pert d o I' i


rm vuoo s ,-
[oto */< *eymo.--#i


, t ut k -W I ^iiij iN i
Wtw^Wois laernte~taye~let&V2ITEO. qudreim

mhlae aoctlvoa do quo Q4 preparados 9lml
m*ler~atra opreo" em Vista dya roonhwids 'U do
3781 rua Salnt-HoI, P
rk. P33&uoo: p W ` JsM. da 4& inW


ski d2 rit. lop a
PL Pnoreatlba MM da nos hospitals i4 PaNis, 6 o mais poder
stUiv, qu9Be Qa. a. vaaino-tmbe fa a propnedade de digeri
l z3aMia-ia aic saeU & ear lo. oorpoa gorduwosos, E
|gtm~f($s ejft aa&emaai itl alh~ alimentos, alteraeo,


Inrmidadei do figado.

coma a dose do 3 a 4 colbe-
PAIIS, AMM da e as Pharmacias


-fnes 00Osnws


-ama11


1A vlend em todos


nMJO4fH pan a bedoleza dm el.
UE TRMIUM4R A FAM
PAs I$ 13 m I'Eqii. 13 MP
oil m t& $as PutnMs"% ftUriMa
Cikelereos di AmmioG.


r steras i do -AAnos


Cata0 reWdo cont da hextga,
Wts.e itoanal do uretre,
4teustlas da prostate,
;gpeate4#tcia d UrM4L I
Arela na UrilA, etc.
SWANN, Pbartmace.Gtico-ChimicS;
F Z^ARMtItJL4L&4MIS


Allivio immediate f Cora corn aa
POMAD04 ROYER
> ~P'AftMAOEUYCOQfS
Saftt-Merha, Of5, PAMS.1


ia^_s wiaa rnambuw f>-M.amaIoVA: Q


V1c iITB*11T *OCURA jri
SITA n-DEmLM A ICeAs OIAOS m
Aaplra-se a funsiftsqwueW*eea no peito gacaae symptoma nervoso, **tmtmeMpYlJ
~iect~ra~*~oiisgM1 puegOed dog organs sph-rforio% AI~
VON"i Wi 3WW W4 *j.MC, 29, rus St-lamwe*ein Paul 1
.. Ld OIL VA & cbe


m.N Ao 4.todos Oa Per ua.ta. om Cahreiram,
4a PreaBO 0 d 3itrangelro


0*~ ~


PAlli AOM UtHO
PA W AZAW, COX PIrf Iu M O


-4IS


B14 C,
^-s i1OtS.3

TUNroAra.


4 s 00S-


lna Iriifeiro de Upro n, 21
0 abaixo assignado tend vendido nos
seuas afortunados bilhetes dous quartos n.
1,845 corn a sorte de 2006"00, dous quar-
tos n. 347 corn a sorte do 100#, al6m de
outras sortes de 326000, 16A e 8#, da
loteria (60.a), que se acabou de e"trahir,
convida aos possfidores a virem receber
na conformidade do costume sem desconto
algn.
A mham-se A venda os seus afertunados
bilhetes garantidos da 200." parte das
loterias a beneficio da Santa Casa de
Misericordia do Recife, (61.-), que so
extrahirA na segunda-teira, 11 do corrente.
PRECOS


Inteirc
Meio
Quart(
Bm qnant
Intrin
3iMe;
Quart,


S45000
2#000
0 1#000
h35-da mwator de ILO0
36500
1#750
S#iFi875
Muboel Martins Fiusa.


Ic ASA 19OUR
Aoi4:0400400


Rua do Baraieo da Victoria n. 40
e easas do eostuine
0 abaixo assignado acaba do vender
em seus fdeizes bilbetes dous meios do n.
3,252 corn a sort de 4:000#, dous quar-
tos de n. 1,345 corn a sorte de 200#000,
dous meios de n. 1,037 corn a sort de
100e000 e um quarto do n. 347 corn a sor-
to de 1006000 e diversos premios de 32#,
16000 e8SO00.
0 meosmo abaixo assignado eonvida aos
possuidores a virem receber ra conformi-
dade-do costume, som desconto algum.
Acam-s A. venda os felizes bilhetes
garantidos da 200." partedas loterias a be-
ieficio -da Santa Casa de Mirericordia do
Recife (61.'), que se extrahira na segunda-
feira, 11 do corrente.
FIBI4;8


Q
Bm p4

II

Q


Inteiro
Meio


uarto
irirpo


46000 .
26000
16000
de 0oo00oo pana
elma


teilo 3#500
lei 16750
,ui-.to 6875
Ago, Joaquim da Cwta Ltite.


Ais 4.#W$OW
ub4 ms

B TI IARATDOS
16-NRua do Cabug416
0 abaixo amsignado vendeu nos seus
venturosos bilhetes garantidos os premios
eguintes: 1 meio corn a'sorte. de 8006
no n. 1503, 2 quartos corn a sorte de 1004-
no n. 1372 aIAm de outrasmai= de 326,
16# e 86, cla 6teria n. 60.
Convida aos possuidores a virem rece-
her serm descouto algum.
Acham-se a vends os venturosos bilhe-
tes garantid .dlose*ia z. f ei a beneficio
Santa Casa de Mijericordia do Recife,


qua se extrahirA seganda feirq, 11 do cok-
'" re~ete 1 ;1*


Inteiro. 4:000
-,, cA. t4000
Mot IkIe"-L $
Quarto itr00

$"do
meteir :0
Quart#i
Joaq>sm it i 1djdaiSilwt.
KAnfa u, inntkamn4n


TheswM ~I
11g. us ma 40


rFn arua
irece Dpa--


a0 yom, pajrpsjm. ..


rA,: astra da [idi
^ :^.^:*^..~ ~ ,:. 1 ^ '-.


LE ROY
ZL1quido .'uoaPilulas-
Saremedio mats aigo e o
msa k iaversalment empn-
gffado esstra todas a molwt
epideMiicAS Ot CBta# ada
Pels afterapeo d" awuueza.
&4e prepare ozoluayms ma PasuaaMs
@@Y715T, Gums.O 4Mli5yR
\ EiRua do Seine, 51, -Pam r-


i


iww,
mmo-1A


m Ash ., .... .i .mB g. e. ..

NHO GIBNERT"SEOUL
fRRIFLP FOffTIFI~fltT aft RovAP dq piA hademia do Medioin do Pai9


2horW


3me rri.
t_ do rl
1. 1: ^ "


I


I


I




























































































RIC ADO


PARA
o/
P A R A


^ACl co


AVISO
Para que o public reconhega que os queijos carimbados corn a marea acima, im-
porta seria e bem.rn fundada garantia do recebedor, transcreve aqui a 3. part de suas
instruc9oes sob as quaes slo fabricados os mesmos queijos no SERIDO', cuja inspec-
gao e alli feita por seus agents, a quem compete carimbar sdmente os que recebem
dos fabricantes corn as suas devidas numeraqes em baixo relevo, como se verificarA
mesmos queijos, na part inferior a marca supra.
INSTRUCVOES
3.- part. Os fabricantes miArcar&e6 os queijos no acto de pol-os nts formal comn
as numera9oes quo Ihes forem fornmecidas polos mesmos Agentes, deixando por6m de os
marcar quando o quoijo nlo salftr nas condigoes exigidas, pelo qual percebera o fabri-
canto o mesmo preo como se estivesse marcado.
Do que fica acima dito comprehender.o bern os apreciadores do lite do SERIDO'
que s6 desta marca so poderA fazer um presented de leite ptjro. As encommendas
para caixas de 4, 6 e 12 queijos deverloser feitas corn aptecelencia no armazem do
rocebedor A ran da Madre de Deus n. 5,a.vontado dobwvopadores, nas pincipaes
casas de molhados a retalib desta cidade.
Recebe dos ports do north por todo sospaqet snack s.
,r."*..^ i1* ^ --1


ILOS AVAK' "S
**fctflft &^RlAh f1

taaH-IllBu!n :


V
*9


Para eura de eancr s de. today a
espeeie ;
Perfeitamente couservado iquido grawo e con-
denado, approvado pela Exma. junta de hygiene
public do Rio de Janeiro.
Privilegiado'pelo governor imperial, pela efficea-
cia da sua applicalo.
Os frascos trazem o retrato do bacharel Joao
Baptista Gitirana Costa corn a sua assignatura do
proprio punho e sao rubricados corn tint& encar-
nada pelo cirurgilo dentlsta Numa Pompilio.
Unico deposit em Pernambnoo, rua do Baras
da Victoria n. 54, 1o andar.
Prego de cada frasco pare cancros 66000
Para ulcerao5es e grannulag5es do collo do
ero e cancros syphiliticos, formula es-


cifS


5UoUI


Urn convite especial
Zeferino Martins & C. convidam aos senhores
que deixaram de frequentar o seu estabelecimento
a virem tratar de negocio que nao ignoram. Para
que nao se enganem, praca do Conde d'Eu nu-
mero 18.

Cosiift~ra
Precisa-se de um cosinheiro que saiba bernm o-
sinhar : na rua larga do Rosario n. 12, antigd dos
quarters.
Caixeiro
Precisa-se de um menino corn pratica de taver-
na, que dU fiador A sua conducts: a tratar no
Caminho Novo n. 87.
Inita a1eca&o
Na rua da Unito n. 47 fas-se pliss6s e recorfa-
se babados seda do todas as lrgnras, pomtu-
dos, redondos e miudos.

Duas aras
Precisa-se de urna ama que cosinhe per-
feitamente para casa de pequena fam"iia,
dorindo em casa, e uma otra qu e n-
vemme -bemrn: ata-se na ruma aque de
Caving n 39.
Copeiro e ama para
cozinha
Precisa-seo na rua do Conde da Boa-Vista n.
24-B, & Soledade.

Leopoldina de Carva-
Iho Varejao
Professora de desenho, pintura e piano, leceio-
na em collegios e casas particulars, ou em sua
residencia. A rua do Visconde de Gofanna Uume-
ro 139.
Ensino particular.
Para ensinar priumeiras lettras, principios de
geographic e de francez, Wat traduvao desodeo-
ma, oferece-se um mogo habilitado, corn al
preparatorios, dando attestados de conducted
forem exigidos, devendo ser o ensino em lugar
proximo da linha .ferrea de S. Francisco ou do
Limoeiro : o pretendente poderi dirigir carta.
par.a ru.a do Liyramnet* n. 34, sob as iniciaes
J.W.B. -
IguarasS
Os Srs. Dr. Francisco Xavier Paes Barreto e
Maximiano Francisco Duarte Junior, Aquele pro-
moter, e este eserivio, slo rogados a vir A rua-do
Marquez de Otinda n. 50, dar cumprimento ao
que nao ignoram.

Engommadeira
Precisa-se d'uma engommadeira perita para
casa d'uma familiar, nos Aflictos; a tract a ma
rua NoQaY n, 13.







M1GUELWOLFF & C
Offerecem ao respei-
tavel public urm grau-
de e variado sortirnen-

to de rI "giosdsimais
tacre oss i i
te, s ahunl .bii


Francisco Antonio de SA Barreto do 140 bat.a-
lh4o Dr. Francisco Xavier Paes Baneto, promo-
tor de IguarassB, Joao Goncalves dos Santos Ju-
nior, Joao Baptista Ferreira (engenho Gapi6),
Antonio Bezerra de Meneres Lyra, Thom6 Au-
gusto daSilva Villar, apparegam na rua dos
Martyrios n. 148.

Falirica tapi, do g1iagos
Antonio Jos6 Maia & C., proprietaries
deste estabeleciniento, avisam aos seus nu-
merosoeffignezes e a todos os Srs. com-
merciante eb geral; desta e das outras pro-
vincias liwitbophes assim como ao respeitav-
el public desta capital, que em vista do
grande depoaito- e augmento do fabric,
resolvervenler os senus chapeos por pregos
e condi'es sem competencia. Deposit
da fabrift rua do Barlo da Victoria ns.
34 e 36 -_S '


Compra-se un&a armagio para taverna, pre-
fere-se envidraqada e corn balcao de volta : tiA.
rua Vidal de Negreiros n. 150.
Compra-se
urma police provincial de 1:000 : na rua Duque
de Caxias n. 60 A, loja.

Ao coiniemreo
Precisa-se comprar urma taverna em boa loea-
lidade, na freguezia dc Santo Antonio ou S. Jos6;
quern tiver para vender nests condi5es deixe
earta A rua Direita n. 57, corn a miniciaes R. M.


Verdadeiro dwfuto inglez
'Recentemente chegado de tondres: vendern
Fonseca Irmlos & C.
Nova maehmn-a de eos
tura


Denominada Aurora
Esta em exposiqo A rua do Barao da Victoria
n.30, loja de Antonio Pedro de Sousa Soares &
C.,a nova iachina ; cose corn dous carreteis de
linha, podendo ser de 500 jardas cada urn, e
fOrba os dous pospontos como se fosse de lano -
deira, 6 de grande vantagem. No tnesm! estate
lecimento tern cetantemente umr grande sot&r
mento das melhores machines de costura do todos
os prinedipaes fabricantes, e vendem em porcao e a
retailho sempre por pregos muito razoaveis ; na
rua do Bar" da Victoria n. 0.

Vende-se
o bern conhecido estabelecimente de bilhares da
rua Duque de Caxias n. 34, moatado lia pouoo
tempo, eem tres excellentes bitiares frncezes,
novos, tacos, taqueiras, etc. Pari vero balauo e
tratar do negociobos pretendentes dirijam- 4 A
rua do Barg da Vicetona n. 38,,que. aeharo corn
m tteriarq. _
Mobilia
Vende-se uma rica mobilia dejacaranda a LuiI
XV a tritar na rua da Madre de Deus n. 5,pri-
meiro aidat, das 9 horas da manhi A is 4tla
tarde.
Trastes
A' rua do Imperaar n. 16 compra-se, vende-ae
aluga-s ae troca-se novos e usados.
Chambres
A' 2$S0, 3040e 0 4400
Na loja da rua ,da I per..tr .
n. Atb
Vende-se chambres de ch ta e cretones a 20500,
36000 e 46000, para acabar, ist L quinea do
beeeo dos Ferreiros.

Riseados do Rio. e

avaria.
Superigres algodoes do Rio de Janeiro corn pe-
queno toque a 200 e 320 rs. o covado !! na rufi
Duqne de Caxias n. 59.
Vende-se dous sitios, um em Tigipi6 e outro
nBarro, corn boas casas de moradia, bem arbo-
risA s e perto da prineira estaglo da estrada de
*bro de Caruard : a tratar no caes do Ramos 3n.
I eu1ic-e Heor de i6p4po egtoan'cai, p ie-
parada do serto, paanemia, fesa de n-
gue e mlinmodoa de senhora ; tambem se vne
o ieor d l#aaja e ouVos, e .umas garrafas pro
paradat no stfttlo par. rseumatiamn, sarna, irn-
prngen fids ja muito antigasmesmo: n
rua'ob de da BesVista n. 145. 1 e4o n.
R .i fidif


lcoiaii ara as Hams1 if a
Fazendas brancas
Na loja dos baratefros
1da -Vista
40-Rua da Imperatrlz -40
VENDE-SE
Madapolao, peas de madapollo francez
enfestado corn 12 jardas a 3;000
Ditor muite largo corn 20 varas a 4 000 e 56000
Dito, fazenda muito encorpada que pa-
rece cretone, corn 20 varas a 51500,
6;000e 61500
Dito firanbez, americano, fazenda muito
finale encorpada de 74 atk 126000
Algodao enfestado corn 9 palmnos de lar-
gura para tazer len6Ses de um s6 pan-
ino, metro a (K
Dito trangado corn a mesa largura,
'proprio para lenses e toalhas de
Mesa, metro a 16200
Bramante de algodaio corn 10 palmos de
largura, proprio para fazer lengdes do
um s6 panno, metro 1286
Dito francez, seado de linho, metro a
16800 e 2;000
Dito inglez de quatro larguras, soendo
de linho, metro a 2;500 e 21800
urTeguellas proprias para lenkes, toa-
lhas, ceeoulas, send fazenda muito
encorpada, cada pega corn 20 varas
por 101800 e em vara a 500
Ditas corn a mesaa media a 800 rs., ou


vara a
Atoalhado adamascado para toalhas de
mesa, tendo 8 palmos de largura, me-
tro a 1$800
Assim como um complete sortimento de
peas de algediozinho americano e
ingles, que se vende por pegs de 8- ft6 66000
Isto na loja da esquina do becco dos Ferreiro.
Casemiras de cores
De -"0 at 0:0160 ra,
IRron or Zelda
Alheiro & Silva A rua da Imperatriz n. 406'4*wa
um immense sortimento de casewira de por,
tanto clarns como escuras, que vendemn a 6"f.2,
24500, at6 61 o covado, e dais mesmas mandain
fazer qualquer p"ca d'obra oucostumes, por pre-
gos muito ratioaveis, assim como tern tambem um
explendido soertiweito de casemiras e pmos pro-
tos at ao. mais fino sedan que vem ao meroado, e
des mesmos tambem se encarregam de mandur
fazer qualquer peca de roupa A vontade do fre-
guez e corn today a perfeig o e prestea : isto nai
ioja dos barateiros, da Bot-Vieta, na equina de
becco dos Ferreiroa"
blimios allarris
Os Barateiros da Boa-Vista vendem muite bol.
nitos linhos de uma s6 cor e de listrinhas a
vestidos, sendo a 160 r6is o covado e de cres ia6 ,
isto na rua da Imperatriz n. 40, esquina do beem
dos Ferreiros.
Brim pardo
Covado a 3 s .
SNa loja da rua da Impera tta. 40, vende-se
brim pardo liao, proprio para pditoW, eala e
roupas de criangas a 360 rs. o covado, isto poi
ter um leve toque de mofo, que larqa logo que o
melhe, 6 grand e pechincha : a lo a d tei-
ros da Boa-Vista, esquina do beeco
FustOesa36044O

e 640n"
Os barateiros da Boa-Vista a ru da Impeia
tri n. 4#, vendem um grande sortimento dfuis
toes braneos., proprios pars vstidos e roupabs de
.criauaa,-peloe proes acina Adicedos: isto na
"ulap4 becco dos Ferreiros.
Setineta^ AlO e 640
Na Iola da rua da Ij n. 40d, a
do beccO dos Ferreiros, vnde-ew ie sA-or-
timento de setinetas, tanto Elas -Ivradaa,
s"ndo as cores mais bonita. x= *htoI at
merd4 a 501 e 640 r. o ;oii -omo
ur bouito sortinento de lain, a krads,
prowa par .yestidos, deoQ i s 6pe
o Ua t* na j a Warateiro c disa-Viats


Na loja da ruada a Impeda, th ii. w .vame-ntm
muitos bons espartilaos i a 6000,
autos pare meninas a 40uiim mno um be
dito sortimento defichds a 0 istobm o|a da
eibuina do beecodos Ferr i, e

Mapchia aq t r

unmi ma1hina aI vapor, typo horimontal, oiw lb
do q cavalos, propria para m I .-Wp a-
i~lrovid. de todos os rod e.)0 po-


Nos primeiros mezes a alimentaggo naiu
natural e apropriada para alimentar a crian-
ga de peito 6 o proprio leite materno o qual
em caso de oeces~idade deve ser substitui-
do pela
FARINHA LACTEA DO DR.
FRERICHS!
A sciencia e a pratica adoptaram a fari-
Aha Lactea como poderoso element nu-
trictivo para a infancia e distinectos medi-
cos do Brasil e da Europa reconheceram
ser A do Dr. FRERICHS a melhor n'este
genero.
Devo-se pois evitar confiar o filhinho i
uimea pessoa estranha o de comportamento
nlo conhecido muitas vezes o germen
numerosa molestias.
Vende-se a verdadeira farinha Lactes
do Dr. Frerichs:
55 RUA DO IMPERADOR 55
Estabeledimento de musicas e pitano V Ue-
tor ProaZ e
Cambraias transparen-
tes a3
E' pechincha
Na loja da rua da Imperatriz n. 40, a esquina
do becco dos Ferreiros, vende-se peas de ecam-
braia branch transparent, sendo azuladinhas,
pare vestidos a 3% a pea ; slo muito baratat.

liquid yao para
aeabar
Popelines lisas, de listras e lavradas.
UAs de quadros, escossezas e lavradas.
Alpacaa lisas e de listras.
Granadines de cores e pretas.
Cambraias bordadas e abertas.
Vestuarios pars meninos.
Lequea.
Chap os pars senhort. '
Chitas lisas e de cores.
Fichus de seda e de l.
Capas de malha de lI.
Par conintmuar
Collarinhss e punhos para senhoras e homes,
diversos feitios.
Camisas sem collarinhos e sem punhbos, corn pu-
nhos e corn collarinhos e punhos, para homem
desde n. 35 A 45.
Camisas pars meninos, desde mn. 28 A 38.
Ditas sem collarmhos tde n. 32 A 35.
Camisas, saias, penteadores, calgas, gollas e u-
nhos para senhora.
Gravatas, grande variedade.
Meiam cruas, brancas, de cores e pretas.
Capachos, tipetes, mallas, esteiras, bolsas vel-
ludilbas, brins branie c de cores, luvas, peizma-


ris


s. et4., etc., etc.
S nppouIa&C.
4.. 18- ]ua do Cabuga --1
Em frente a matriz de Santo Antonio


Carneiro da Cunba & C.
U=idam os seguintes artigos e outras
muitas fazendas de seu grande deposit,
,como sejam:
Cretones clars e escuros, corn pequeno defeito
a 240 rs. o covado !
6Oxfords lisos par& vestidos a 120 rs. o covado !
Las de cores, bonitos padres, a 200 rs. o dito I
Alpacas de qufd&lihos, novidade, a 400 e 500
rs. o dito !
Merin6 preto de duas larguras a 16000 o dito I
Idem de cores a 1;900, 6 barato!
Casemiras de cores a 1A2 0 e 16500 o dito, duas
larguras !
*Idem diagonal, final, a 26400 o dito!
Brins para reupa de meninos a 240 rs. o dito!
Bramante trangado para len9ces a 500 rs.
metro!
Fustoes em cortes para college a 26500 eada
um !
Lengos de linho em caixinhas a 36 a dus !e
Meias inglezas para lhomem a 36500 e 5 6500 a
dita!
Seroulas bordadas de bramante a 166 a dita!
SCamisas brancas e deo cores, francezas, a 306000
adi*- I
Soertas de ganga forradas a 2500 reuma!
Cobertores de lI, grandes, a 2$, colchas finas a
34000.
Saias bordadas superiores a 3;, 44 e 5A.
Espartilhos de couraga a 465u0 cada um !
Leques modernos a 46, 6 barato !
Madapoldes, boa-vista verdadeiro, a 6 a pega
de 24 jardas !
Algod5es elargos a 38j200 e 3500 a dita I
Toalhas riquimsimas de labyrintho para presen-
tes e baptisados, a pregos resumidos.
Cortinados bordados a 76 o par, proprios par&
cam ojanella.
Redes de cores, superiores, a 56!
Fiehus, whales, crochets, sortimeuto complete de
roupas de todas as qualidades.
As vndtas em grosso damos descontos.
59-RUa Duque de Caxias 59
Cae &^ro d COMMtn4ka C.


[FAB

0


A


,ill ... .... Z ... .


a~61

























bria soliaio dos bsques, eompanheira fiel m agnetismo aimal um c aimuu-
das suas profundas meoditagos; e foi er- tamente distincto das propriedades do iman;
rando uas florestas da sua terra* que elle mas como jA so tivesse estabelecido a pre-
concebeuo'piano do um system geral de fengo todos 9 am da opii o que ol tnan
metaphysics, do qual expoz os primeiros 6-operavaas effeitos a'ialaAos.
rudimentos sna sua these inaugural, deseon- W.seTai Mesie encotrl Io-
volvendo-os mais tarde perante os sons dis- go grandies difsudades desdo aoueapri-
cipulos' do Paris.- eiro passo e, corn quauto as curas que
Em 1766 reeebeou Mesmer o grau -ia obtendg podessem servir de provays A
doutor. A these que por essa ocCasL*o singalarid&de das suas assergies, nWo en-
defendeu, e da qual faIl ips acima, foi a controu ninguem que quizosse acompa-
.sua primeira manifesta9go contra a retina nhal-o.
antigo das escolas, e o preludio da grande Conhecendo pgartiuJarmento o bare de
revoluqlo scientific que desado entlo prin- Storck, president da Faculdade de Vien-
cipiou. Esta dissertagao tinha por titulo-- na, parecou-lhe conveflente pOl-o ao fact
Da influencia dos planets sabre o corpo do seu descosenento, apresentando-lae as
humnano. minueiosidadeotas suas operag5es, e con-
"0 seu fim era applicar a attracgo de +vidando-o a conven-er-se pessoalmente e a
Newton As leis fundamentaes da physiolo- observer o quo eUe affirmava sor ,ver-
gia: admittia como agent d'esta 'ac- dade; por6m, qual nao foi o seu espono
ao o fluido universal de quo jA teo fal- quaudo, em resposta, e sabio Baro The
lado nos nossos artigos antecedent'. 0 pediu quo ((nlocompromettosse a facul-
fluido universal era pars elle o vehiculo dade corn uma innovacgo N
das influencias sideraes, isto 6, o intermo- Frapart tinha razgo quando dizia: (As
diario pormanente entire todos os series da corporages scientificas slo uns despostas
natureza, e portanto centre os astros e os quo nio cedem senao ao quo so lhes ar-
corpos organisados. ranca, e quo nao so adiantam seno. quan-
0 seu grande principle era quetoda a do slo arrastados, pois que, como diz o
natureza partia da attracao, de maneira Dr. Teste, qualquer inuvagio os amedron-
que o iman nao era seneo uIa manifesta- a e compromette.
9"o~ eseilepri ula dsa,. lCoral dota e os cmrmt
9ao especial e particular desta lei geral do 3Mesmer foi mal apreciado o at6 repolli-
universo. & "pelo64 sabios do seu tempo.
Nao foi o accaso, comosejulga; que Ie- .Tfendo-se dirigido por oscripto a diver-
-v'ou Mesmer a ensaiar a acio do iman no ,sgs academias, expondo a suan doutrina,
tratamento das molestias, mas sim urma essas sabias corporaoes nao so dignaram
theoria preconcebida ha muito por elle. responder-lhe e a unica quo o fez, a aca-
Considerando aquelle fluids como o prin- detna do Berlim, foi pars o declarar illu;
cipio de toda a harmonia, como forga or- Aido !
ganisadora da material, era justamente pe- Mesmer appellou entbo para os doentes,
lo iman que elle devia principiar os seus geralmente mais faces de persuadir, o
estudos praticos, como realmente fez, por sempre dispostos a ensaiar o tratamento
este mineral Ihe apresentar apparontemeAn- d'aquelles quo Ihes promettam cural-os.
te essa for9a em maior grau. Percorrou a Suabia a a Suissa, operou
Por outro lado as suas relagpes corn o diversas curas, e deixou espocialmtnto em
jesuits Hell, professor do astronomia em Berne e em Zurich varies medicos conven-
Vienna, e tendo-lhe este dito que so tinha cidos da existencia do magnetismo animal,
curado de um rheumatismo por meio do voltando novamente a Vienna onde obteve
iman e quo tambem o tinhlia empregado varias curas brilhantes, entres ellas o da
corn vantagem em algumas circumstancias, professor Baner, o qual Mesmer curou nl
concorreramn tambemn muito poderosamente umna ophtalmia de que padecia. Em Ber-
pars que Mesmer estudasse de proferen- lim curou tambem o director da Academia
cia a acqAo do iman sobre o corpo huma- de Sciencias do urma paralysis !
no, descobrindo mais tarde, no decurso de Infeliimente o melhor dos seus successes
suas experiencias, o magnetismo animal e a foi a peior das suas desgracas. 0 pai de
sua acao curativa. urma das suas doentes, influenciado polos
A primeira experiencia quo nos refere jesuitas, quo tratavam do abafar o magne-
foi feita em 1771, n'uma monina accom- tismo, esteve a ponto de o fazer encarce-
mettida d'uma molestia canvulsa. Duran- rar por Ihe ter curado a filha do urma
te um dos accesses applicou-lhe laminas amuaurose incuravel, A qual pevia penslo
magnetisadas corn iman no peito e nas per- do ogoverno
nas, e foi tbo feliz quo obteve logo rosul- (Continua.)
tados extraordinarios. A doento sentiu A. M.


interiormente correntes dolorosas d'uma
material subtil; as quaes, depois de ven-
cerem differences resistencias, tomaram a
sua direegao natural, estendendo-se para
a paxte inferiordo corpo, fazendo cessar
entao todos os symptomas da crise.
Repetiu a mesma experiencia diversas
vezes corn o mosmo resultado; porem.;va,
riando de condi9oes, nao doixou Mesler
de notar que os effeitos que obtinuhb' *-
pendiam muito mais da Vontade do 6pefA-
dor do quo da virtude intrinseca do iman
(2).

(1) Mesmer naceu no dia 23 de maio
de 1734 na Suabia, em Weiler sobre o
Rheno, e falleceu em 5 de rmar9o de...
1815.
(2) E'justainente o. que se da hoje nas
experiencias sobre o Itypnotismo-os hyp-
notistas depois de terera provado o somno
na pessoa submettida 4 experleneia'pe-
los processes hypnogenicos fleam ad an-
do sobre esta inconacientemente pelo

FOLHETII



0 tRLlRETA
POR

G. PRABEL

sE UT pAT


Preelosa reliqsla fossil
(Do Jornal da Feira, Bahia)
A proposito de alguns ossos fosseis, on-+
tre os quaes se destaca parte da cabeca de
urn animal desconhecido, enviados polo ca-
pit-ao Jos6 Freire do Lima, negociante em
Santa Barbara, freguezia d'este termo, ao
illustre Sr. Targino do Macedo, residen-
to ti'esta cidade, trazidos do Tucano, onde
aquollo cidadao possue fazondas de criar
gado, e encontrados por occasilo de limparr
so umn grande e profundo tanque muito an'
tigo, enviam-nos as seguintes considera-
9oes:
a Istamos do posse do urma soberba os-
sada fossil ensohtrada no tanque de urna
fazenda si. iao,tIucano, sertlo d'esta pro-
vincia,
Corn ella veio parte da cabeca do um

soe fluido magnetic, o quo se prova pela
relapso intimna que so estabelece entire o
operator e a pessoa hypnotisada.
SQuern 6 a tia Bitord? perguntou a
curiosa camareira.
Urma santa mulher que me recolheu
quando perdi meus pais. A rainha da
mulheres serve-me de mcii, e amo-a e res-
peito-a .como a' Nossa Senhora. So tern
umn defito: 6 espreitar-me a todo o mp-
aiolhar verdadeiramente de mais pa-
l.ap a virtuee'
"t-- 0onfessa quo e precise vigiaromn-'o
Monstro !
S6 por sua causa, meu bem, por mais
nada. Mas confesso quo se a mama Bitord
assistisse Ais nossas expansoes,- havia de nos
sor muito desagradAvel. *
Cale-se,- disso a criadinha. Ah! o mneu
cora9lo me diz qft me ha de dar.muitos
de3g~stos!
).sseu coraglo 6 urn mentiroso. Que-
ro passar a vida a vida a sens p6s. Infeliz-
moene 6 preoiso qu +d As pernas, qe
me raspe, porque tambem tenho pates
e nia quero que saibfm 'que estoi fa-
zeqdo.
E o ardent. Dourado, depois d4ler "'1
dido aReine |utp entrevista subsequento,
depoi i&' 'tt jjuraientos tao iolentos
co=6 hWtrdsw60ib 4uanto i fidelidcad eA
daeacao d-o es aezr, sahie da sobrelcja do
boulevard de Coumelles & foi, a grande
pernadas, prevenir o Sr. A Laitres.
Parece-rl eo ea tia Bitord vai ficar
fariosa, dizia o Dourado pelo Oaminho, e
qe o meuteneate vai fiear contente como
if.A ,.>1^1=,.-


de que nos occupamos so cyenocerA logo
que n~o pertencia ao ,IRntkotherium, ani-
mal aue existio ha muito mais de" duzentos
mil anuos. ::
E'-t6dd caso tern d atiraudo-se ao
canipo das-dedu9oes e doeaccordo eom a
anatomia c.rmparada,' seibucia que elevou
o.fossil A altura da cwteza mathematica,
lembrar-se do Siatheritu que offerece o
mesmo typo da cabega, e- pertenco eA or-
dem dos ArtIactylos, ctos rostos fosseigi
existed na India e deo quem se occupam
os dons illustres paleontvdgistas ingleza,
Falconer e Cautley, e4ow queon fallam
Zimmmermann, Paul Gervaise outros.
0 estudo do craneo, .. se bern muito con-
cludente, diz Gervais, iUo basta sempre
para fazer conhecer as outras parts do
corpo. 0 Dinotherwi w6 ua1 exemplo no-
tavel, pois encontranmtoSe, -uma craneo in-
teiro, confundiram-no alternativamente os
naturalists comro os Myrtfqi-hagos, Ele-
phantes e Manatins (JM atj.- E' possivel
poremjulgar-se As vezes da natureza de
um animal por alguns ossos..
Foi assim que Daubeton, alcan9ando,
um fomrn ar de grande -tti~anho, que dizia-
se provir de nm gigantoerieonheceu ever
ser o mesmo do arma -girafa, benm que nun-
ca visse o esqueloto de'semelhante herbi-
voro, e sucoedeu quo uma comparayao
feita postoriormnento Iho d6sse plena razio.
Alguns'Ruminantes como os cervos e
os BisZes apresontamn em ambos os mun-
dos as mesmas species nas camadas conr
temporanoas. Mais do um genero exjhi-
bindo do modo mais evidence o typo do
Antigo Mu'nd;, adiantou-se at6 o isthmo
de PanamA, e mesmo muito alm pela
America meridional 0 extinguio-se tempos
antes da apparico do home, bern como
duas especics de Manuamuto (Elephs ',7i-:
migennitus) das Cordilheiras, e as species
dos ,Cavallos a a ..oal.os.
At6 o Bpsil pafraramna-mpeie A.
Antilope e dous+ Ruminantes d chifres
ILetot eiM).
No resta duvida, diz-nos Claus, que
bom numero de Carnivores oeos restos
enterrados no diluvio da America do sul
apresentanm o sello do sou parentesco corn
os do Antigo Mundo, chegaramn a estes si-
tios pel.nmesmo caminho, ..
A America do Sal, conforpae -b itado
autor, possue al6m dos typos' Ipeciae& .dos
Roedores a qne so aggrega a mai6f arte
dos Desdentados, generous do Mammrfnrbs
o de Passaros, que do mesmo modo que os
Struthionides e o poqueno nume'ro do go-
nero dos desdentados (Manis, ryctero-
pus) particulars ao Sul da Africa e da
Asia, indicam emigragoes provepientes de
um centro commum, de um eoiiinente me-
ridional hoje desaporecido e de quem a.
Australia pareco ser a uuica part ainda
existence, (
Ofeliz en{ontro dresses ossos fosseis de-
v6eido attrahir a atten*. dos paleontolo-
corte a 'Idma daa ;6 .,dama de paos.
D'esta no -tenho ,nciumes, tAnto mais. que
ella te 6 favoravel. ha certo tempo a esta
parte.
-E lancando um olhar cheio dbsatisfa$lo
Are os dias tecidos, de ouri O'de soda,
que aquella bonita rapariga ia fiat para
eie, o poltrao.regosijav.-so ja de.ntemgo.
Acabava corn a Cerrsol Este sobretudo,
causava-lhe horror Slhe podesse fazor
urea boa partida, se opodesse amarrar de
pes e maos, bern amarrido, porque Cerisol
lossuia ureas ragos enormes, que corn urea
pancada eramr capazes de estrangular o
franzinotLussant. ^Ah que se o podesse
agarrar o faria emiostas I
Era inverno, mas'i primavra esta pro-
xima, e aos primeiros raios do sol fugiria
pars nis centre elegante. longe de Cerisol,
longe de Balbina, longe de todos. Livre
dnto enco raria marquees dao Jeax As
duzrhq o Balbinas Oudards aos coutos.


Pgra isib, era precis anhar muito di-
nheiro, e0nao se traava Aicorrigir estupi-
damente a sort o ese pil" ': mas
de jogar friamente, o amT umr bomn, estoma-
ge, no memento ei que os pareeres ner
vosos, estonteados pelos .mo9es do j3g9,
pela insomma, pela f .bre, pela faa a dos
charutos e tambe p pIalcool, per|||, o
sangae frio, obstinam-se em eorrar taz
do sen dinheiro -o tornam -iefacil Vie-
timas dos banquiros S cos e
que comecavam a jogiz depots me
tioi.?1deca* os e0Us e u lp eoa &
4a .grdAC tn


aeguite- topi ?bsiRZultado da sua viagem

( EXPWAl9l 'NTiCAS. No
prpoaittiA4miqtifecer o n.osmusu Oth-
nographico feirense, fomos, na manhit do
dia 18 do cori&te maio, ao lugar denomi-
nado Ollhos d'Agt das Moa8s.
Encontramos ahi uma nova ckupa, sem
torres, abrangendo espago igual aoda ex-
istonte na roga do socio capitao InnpoQ wio
Bacellar e um comoro, junto ao equal ex-
tihiramr uma igagaba, que infolizmente
quebraram, langando fora os ossos. Gran-
d0 parte do vaso foi recolhido para n6s e
mandada- trazer para esta cidade, onde so
acha em.p.oder do socio Cristovao Barreto.
Desconfiamos dessa igafaba.
Apanhaimes varias amostras de silex par-
do e preto, e gneiss metamorphico e com-
posto de teldespatho. Foi-nos tambem
apresentado por um indivluo de nome
Joao da Fonseca um pedac.o do quartzo
hyalino e amethyst achad3 no sitio deno-
minado Alto dos Po8es, que faz pake do
mesmo lugar, Olhos d'Agua. Veio para o
nosso museum.
Um individuo, de nome Ignacio Lopes
da Fonsqeca, born intencionado talrez, pre-
gou nos uma terrivel pega conduzindo-nos
a um tanque charpado dos cabocdos, do qAl
contava maravilhas e nao passa do uma
miseravel excavasgo, viuva de agua, e
cujas trincheiras suto algumas lascas do
gneiss, deitadas sobre area.
Perto do tanquc, n'uma varzea rica de
arvores, que formal um soberbo docel de
nopalaes e leguminaces, o socio Christovto
3Barreto teve o prazer do chamar a atton-
tjdo social Cesar de Cerqueira para uma
e-.borba arvore daquella 1a familiar, desco-
nhecida nossa, a Cumboba (Cereus varia-
bilis), a mais bells das Caclaceas ; mos-
troa-lhe tambem o Timb6. (Paulhnia pin-
nata) da familiar das Sapindaceas.
Aquelle mesmo socio descobrio alli a
Timpabeba. (Mahonia garbata) F. das
Berberideas; o Ic6 (Colicodendron-Ic6( F.
das Copparidaceas ; a Quixaba, F. das Le-
guniinaceas; Imb6, (Arum usum) F. das
Araceas, Sapateira -Melastomaceas. 0 pri-
mor da nossa explorasgo foi porem a des-
coberta de urma modest Orchidea, cujas
folhas confundem-se corn as da houa car-
nosa, F. das grimpantes. Essa parasita de
quoe n6s, eu e o amigo Cesar, colhemos
beh9 exlalplars teIia ft fi 0a
present floreao em quasi today extenso
da axilla e parenchywa. Demos-lhe o
nome de Mimosa JuV'nea, para honrar
-..Olhos d'4gui d Mogas. Arrecadei-a
A distancia do 6 kilometros daquelle lugar,
nas mattas do. Sa4gado entire as terras do
nosso amigo capitao Antonio Alves de
Freitas Borja e as do Jacd.
Notamos nos Olhos d'Agua um costume
singular entire as mulheres, que, para ma-
tutks, s61o soffrivelrhente bonitas; cortamn
os denotes superiores de modo a fazerem
delles verdadeiros espinhos. Ficam assim
simplesmente horriveis as pobre croatueas.
Um sujeito, quo felizmente, morreu ha
pouco, encarregava-se dessa opera93o nos
dias de qunta-feira santa'. ,
'razlo disso ? E' urn mystei46o ainda
paro n6s. ,A'
tSQ o tat individuo porem ainda existisse
Ia caso para a promotoria public denun-
cial-o. 0 art. 204 do Cod. Crin. esta-
tue penas do prisad6 tou|tabalho por um
a 3 sauce a.m :ulta ji^ ^dtente c meta-

quechava em ujp^bb,oepeia-le
urna carruagem. -
Aquella manhr a do terceiro dia, as qou-
sas passaram-so como de costume. Embu-
9ado nas suas pellhs, atirou-so para" o fun-
'do [o carro que havia entrwlo no pat o.
Pada a direc~ao, a, portinhola fechou-se
corn estrondo e a carruagemn partio a toda
velocidade.


Born animal, pars um cavallo do noi-
to, reflectio o Sr. de Lussant, semr so tor-
nar a lembrar disso. Depois, em uma meia
somnolencia, poz-a4a calcular Sanhosda
partida, enthusiasma'oo co rena tado das
suis operagaes, que d'esta vez principal-
monte tinham sido excelentes. -.,
Mas foi succintamente arrancado do sen
descan9o. A carruagem acabaya de parar
corn um solavanco brusco I A portinholi
abrio-se e um home seotoa-so a seu la-
do; o cavallo tornou a partir a toda a bri-
da, e o home. disse estas simples palavras
que o agelam de terror: 1
Se faz um gesto, se o grit, g ),,. to-
nao ordem de' oestranular.,
Mechlr-se Corn mcertea o bell viscon-'
deuo se l mibrava de semelanto cousa.
Deixou-so e cahir pa.a trAs, encolhendo-se
a um -canto da carruagim e eseondenilo-se
entre as almofadas. Os denotes batiamrn
e os members eram agi4do4or um ltramor
Convalsvpo.,'1 f,.^"'~i1 "1
Q, abandonav.-la dd mu)aito l grado tudo

Mas sib l ,fsom 1 4rs
1S6 comrn t t Wi,, um,*epamoIb


-. (OrTOs)

Outr'ora, em dia. fako menos felizes que
o temo vai implaiavelmente ceifando, o
Sr Balmtth ca9ava, ers, mesmo enthusiasta
por essa paixio dos reis e senhores das
6pocas feudaes.
No sabbado, quando sahia para o escrip-
torio, deixava o soeu field Jo3 a limpar d
flos e pollidos metaes das s.tas armas de
caga, as quas, Atarde, tiaham o brilho
da prata nova. Born home esse que des-
velava-se em ser'vir bemrn a seu amo.
As meninas batiam as palmas de con-
tentes, e o primo Tulino que, mais tarde,
vinha do 4 Gymnasio para passar o do-
mingo corn seu tio,'juntava sua alegria A
das interessantes prirainhas.
E enuto tinha lugar uma dessas scenas
puramente de familiar Quanto 6 bello,
religioso o sublime o foyer I "
So nolle nao ha o confortabpe inglez,
nao so 6 menos feliz, urna vez qneo reine a
harmonia, sim, essa deusa domestic, essa
irmA dor penates.

Dormia so cedo e despertava-se antes
dos pripiros sorrisos da aurora.
A M]toaeia, quo pozera-se de p6 muito
antes que rodos,- ou, por outra; quo nio
dormira, receioaa de quo le queimasse a
tradiccional mao de vaca, estenida a toa-
lha do linho pela mesa elastic, enfileiran-
do em seguida os alvissimos pratos de finas
porcelana de Sevres. E pela casa toda ia
u-n alvorogo todo interessAnte, nada des-
agradavel.
Ouvia-se daqiji uma voz que chamava,
dalli uma outrs quo respondia amigavel-
monte e d'acolA, do fundo d'um quarto,
um gemidozinho, qual era a truduceao d'um
call que f6ra estupidamento magoado por
urma botina pouco cortez, malcriada, inso-
lente.
E tudo isto ia terminal A mesa. LA 6
que juntavam-se todos risonhos, alogres,
prasenteiros, gosado antecipadamente as
gratas impresses do dia, cujos primeiros
albores vinham entrsndo agora pelas ja-
nellas.
Entretanto, no meio d'aquella folganga,
q 1640 nciais tifAcS06 -exporimen*6va evtAm
o Sr. Balzuth, TJ eo
meiro, por quo n cofihecia de s a-
gradavel, os doas ultimObs "porqRt.. por-
que amavam-se. (0 p) dous primos pas-
savam umn dia felici simo 6 quai perdurava-
lhos nau imagina9o pela semana inteira.
E o Sr. Balzuth ?k)h! deixassem-n'o pas-
sar o dia pub tegmine fagi, coma outr'ora
o velho Horacio e.... uma ;ez assim, o
seu ecriptorio podia reduzir-se A cinzas.
Tomavam o primeiro trem q.ue largava
para" Arraial, e la iam, todos pars o sitio.
CAe.O9a # nao fic#a vva lma.
[ i.**.'* .- : .
A1uueo regressar era difficil, triste,
penoso.
0 Sr. Balzuth recolhia-se, logo quo che-
gava, aos sous aposentos, as meninas tor-
navam-se melancholicas e pensativas, e o
primo Tuino, devorando amorosamente
corn as vistas a sua idolatrada Margarida,
a qual, no nos afastando da verdade, era
unea seductora morenasinha deioanontestavel
belleza, jarecia 4izer-lhe:
qa oF:vtBa o levava sore shalos, urna
claridade relatya existia no interior: aea-
boa por so'docidir a levantar os olhos para
b homem quo de urna maneira teo assusta-
dorp se havia introduzido ao lado d'elle.
Um cotosso, aque~lo home houabrosa
espaduas de touro e as rages grandes,
grossas, que trasuiespdrmadas em cima
dos joef sere morn dnvia para executar a
missao dejle o haviam-.ncairegado, mreos
ainda mais terriveis que as de (erisol. Im-
passivel, ailencioso, conservava-so, trgn-
quillo a um canto, nao parecondo ligar a
ruenor attengiio ao seu companheiro de via-


Umr nbWA havia decorrido depois do
casamento' 4Tulino e Margarida, quando
por urma formosissima manhl, andando o
Sr. Belzuth na caga, sentio somno e procu-
rou a sombra do urma mangueira para re-
poirar. Ahi adormoceu.
Nbo tardou muito, porcm, quo ergueu-
se fallido, agitado e tremulo.
, Pegou de sua espingarda, e afastou-se
."essado. Desde entlo nlo cagou mais.
0 que succedera ? Somente muito tem-
pb depois, foi que, porguntando-lho alguem
so renunciara A caga, porque jA nao tinha
mais o habito de passar os Domingos no
Campo, todos vieram a ter a explicaglo
de urma mudanga tdo repentina.
Disse elole quo estava quasi a dormir,
quando uina voz extranha pronunciou-lhe
aos ouvidos:
a Porque nos matas? Accaso deixa-
romos de ser creaturas do senhor. ? So, na
tua casa, arnas viver em paz, porque vena
aqui nos oxterminar?9
E abrindo os olhos, ouviu uma avisinha
que alava-se velozmente.
Muita gene rir-se-ha de tanta creduli-
dade, mas o Sr. Balzuth era um home
de espirito summamente religioso o igual-
monte credulo.
E eis como um velho cacador despresou
sua espingarda, sem jamais fazer uso
della.
Quizessem todos crer na historic do Sr.
Balzuth, que elle affirm set real, o teria-
mos a emancipagbo do reino zoologico.
Recife-19-,ulho 84.
SPENCER NETTO.
,l 1'-^ :'*^ "'^
Umpacoe de tudo
Um original' f'allecddo ha pouco, tove a
phantastica idea# fazer um contabilidade
em partida dobradq dos beijos trocados
entire elle e a mulher em vinte annos de
casados.
0 primeiro anno 0a boijos chegaram a
bella somma de 36,500, que 6 o mesmo que
dizer 100 beijos por dial! *
0 segundo anno a cifra diminuio da me-
tarleo.
0 terceiro anno em termo medio 10 por
dia.
Pasados 5 anunos, emfim, nao havia se-
no 2- beijos por dia; um pela manha e
outro A tarde.
Dos annos subsequentos nao ha nocessi-
dade mais de fallar, tao raros se tornaram:
um beijo do quando em quando nas gran-
des occasioes.
Parece mesmo que defois de dez annos
do matrimotio nbo se abro aram mais.
malt a ningdem. Se nao e querom rou.
bar nem torcer o pescogo, o6 quo podemi
exigir de mim?T

Isso n'io 6 commigo, repetio outra
vezo hiomem coma mmesma pertinacia. Ha
te saber quando for dia.
E accrescentou, a modo de consola-
E nao tm que esperar muito.
Urma esperansa acabava de nascer no co-
ra9bo do be8o Gastlo.
Procurou vo" as horas em o magnifico
chronometro, presente da Balbina, mas nbo
o consegUi6. 4'




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