Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:13279


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Full Text


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TELUTE RA nMM A'f near Juvenal Antonio de Castro e Silva ageft
1M i Ado crreio na villa do Exfi, vagopor fact-.4
________________ meuto de Jos6 Cordeiro da Cunhi.-Comtal-
nicou-se an corraio.
lie?;0 lt :ttt 313nrrieios :
Ao inspeetorda thesouraria de fazenda.
,--Ten.o nesta data, A vista do parecer fiscal
RIO DE JANEIRO, 12 de janeiro, as a queallule a informacAo dessa inspeetoria,
a '"i ntn~ rla t Do F n. 939. de 12 de datembro. indeferido o re-
5 horas e 50 minutes da tarde. [Re- queriment do 1de 1ro. e.S Cavalerante
-quormiiento d6 ooromotJ-)fto (1o 8A Cavalcano
cebido as -10 horas e meia da noitel.], de Albuquerque, pedindo relevagio da multa
quoe Ite impoz o collector de Olinda, port nba
Falleceram hontemn : o visconde ter matriculado no prazo da lei a ingenua Jo-
da Parahyba colonell Jos6 Gomes Ri- vita, assim o communico a V. S., para os
e fins convenientes.
beiro-de Avellar), capitallsta da Pa- Ao umesmo.-Estando regulars as incla-
rihyba do Sul; e bacharel Jos6 I.eo- sas contas made V. S. pagar A empr za de
poldo Beliort Duarte. illuminagio A gaz. 572$400.- provenientes dd
gaz consumido no arsenal de marinha, noz
Na Caimara dos Deputados prose- mezes de julho a setembro.-Conmmunicou-se
indd hoo a disssAo do i- ao inspector do arsenal-de.-marinha. .I
guindo, hoje, a discuss o requeri- Ao mesmo.--A' vista do que expSe V. S.
inento do Dr. Jos6 Marianno, o conse- em seu officio n. 987 de 31 de dzembro, au-
Iheiro Silveira Martins respondendo toriso-o a completar o pedido de 5,628 kilos de
eafA, tornado, param preodio de Fernando,
ats accusaees feitas' na Camara e no con a rmessa do dito-gno g lo, calc-
Senado, concando por pedir uma lando-se a quartidade deste, de modo cqie da
mianifestaeio pessoal. Fol muito ap- torrefaerAo produza o mesmo peso daquelle e
o nbo se d diminuicao no mencionado pedido.
pSLAudido. Ao mesmo. Autoriso V. S. a mandar
0 conselheiro Affonso Celso propoz pagar aos empriteiros e mais empregados do
prolongamento da estrada de ferro do S. Fran-
unia mogdo -tie confianqa, que toi ap- cisco, 260:0005. que para esse fim se acham
provada, votandlo contra os deputados depositados nessa thesouraria, segundo parti-
Bezerra Cavalcante, cipou o ministerio da fazenda em telegramma
Jose Marianno, Bezera Cavalante, de 30 de dezembro ; ficando V. S. na intelli-
Monte, Assis Figueiredo, Galdino das gencia de que opportunamente_ solicitarei o
Neves, e Candido de Oliveira. credit necessario para occorrer A desprza ex.
cedente aos futures pagamentos, conform o
Depois (ide orar o deputado Morel- exposto em sou officio d- 31 do mesmo mez,
1*sl tin -M we Slf

sobre as eleigoes de S. Paulo.



INSTRUC(AO POPULAR_


Thesouro da Familia
OU' ENCYCLOPEDIA DE CONHIIECDIENrTOS
UJTEIS NA VIDA PRATICA
Alimcnta-'Jo.

Sm't,, tqw ,6 produzido na America do
Sul [Sul do ihrasil, Rio da Prata. Paraguay], e
preparado corn as tfolhas e galhos tenros de
umaplaita indigent, que constitflo verdadei-
rIas fIcrestas naturaes.
Recolhilas as folhas e galhos da plant, e,
lopois de seccas e trituradas, tem-se o neces-
sario para tazei nona excellent infnsao, que
substitL'e cornA vanta.'g) o chi. nao so porque
mais baerato e mais inutriLivo, mas tambeornm
porque nao L tein os inconvenientes que sOo
apontados no cha, no entanto que tern suns
boas quilidades.
Ha duas espe.:ies ou qualidades de matte
tima em folha. quo se prepare em hules e to-
ma-se emin chicaras coma o cha ; outra em p6,
que se prepare emn cabacinhias e 6' aspirado
por tubos cIharnados bombs.
1) matte po(5 e ser tornado cornm on sem assu-
(ar. Neste caso chIama seao maLtte chiitnurraio.
\lgum.m s p?,ssoas usam pmr nas cabacinhas de
minatte nma l)ri-oza, q(ie da Uni sainele especial
; bebida.
0 boar matte, e -ben preparado, e bebida
excellent, ntriLtiva o tonica, alWm de diure-
tliica.
-0 cafq, oriundo da Arabia, 6 o fructo do
harbust.) but ou cahua. Torrado esso fructo
e pilado, fiz-se conm o f6 uma b--bida, tarnbem
chamad-i cal; ; (n este 6 o lihor por excellencia,
torque possde a m6r parte das vantagens das
lebidas alc.olicas, sam todavia ter o s seus
inconvcniente'.
E' a torrel'icca), coino se sabe, que desen-
volve ,o calf seu arurna. A torrefac;io deve
ser feiti corn cuidado, terminando-se a ope-
raC.Ao lo0go que o grto tern a c6r parna don-
rada e corneQ., a produzir manchas oleosas.
Depois de torr-ado, pisa-se o gtio para redu-
zil-o d pi ou m6;,-se era moinhos especiaes.
Sobre o p6, collocado n'nii sacco de feltro ou
de algolao gross:,, deita-se a agua quente,
quo, so passat atravez os porcs do sacco, sai
impregnado dos principios do cafe.
0 h :',. ,.ifA 6 aituelle que 6 preparado corn
to p' ., 5o logo ,lepois do torrid,)o e pi-
lado.
N i prciso fup a agna seja ferv'-ndo, has-
ta rl s.'j-i quene ; entretanto p6,1-se fazer
:a inlihs. a Jtrio e depois aquecel-a ao banh -
mnaria.
NMi se deve ju.-nais reaquecer o caf ou co-
zinhar o p6, por(uen a bebida ficari- enuto do-
tesLavo,!, 'omo sAo detestaveis todas as mis-
t tra 'z(i delle se faxz con chicorea, milho tor-
ja1u0. cevadt, etc., etc.
Ila ;,p.!p-irelhos proprios pa'a torrar e reiu-
/ir t p, ; o c 4f ; mas, na falta delles, p6de-se
tol'al ;. -i.,i panellas -le barro e pisal-o no pi-
ij on i an) -ral oil ltlnufariz.
lla I'i-rctcs qualifiadis de cafe. 0 Moka
,.oza (.I reputia5 nu universal ; -nas o cafe bra-
'silei-o naolic 6 em nada inferior; e a maior
(par ,t ) co-isntnido na Europa crmo Mola 6
o )' ll;'ii) de IJ ineiro.
0 c plr-o!ruluz unma certa excitacao cerebral,
:io ftavoravel aos trabarhos do espirito, ex-
oiln:,)' tie se nola so)bretudo nas pessoas
ii:(w Ia) tern habito de tomal-o 0 seu abuso
Snou-ivo, especialmente As pessoas nervosas."
-i ie e-essencialmente prejudicial Ots- pessoas
j,,? .offrem do ci)raa.o.
.''i turado co.n leite, o cafe constitute uma
b-lia ulInuito agradavel, mas elle perde a
(i. ," p:irte de suas propriedades, e lorna-se
at`- .t,'):Ilitante para as mulhers e criancas que
i ':n:m hiittilm'inente ; polo que Broussais
)"* thibia fonnjirnente de bebel o. -




PARTE OFFICIAL


Governo da pr.ovincia
't,)I2.;NPrI DO ni\ 2 D ,IANEIRO DE 1879
A *Los
0 president d.i provinria, attendendo ao
.; -.. ,'e-luere,, .loaquiia ,das Mercei Ferreira,
,'sora public do sexo feminiino dxx fre
_.,,,zmi ia B ma-Visia, tendo em vista a infor
it ,,.o ii. 299 de 16 de dezembrQ findo. do
inpector geoal da instruct5' p bflca, e o pa
.,,:er 'Jo Dr. Jofia da Silva llamas, resolve
,. .a:cdar-lhe, a contar de 7 do coroente, tres


u-7e.ie de licenQa, cm- todos os vencimentos,
Iara tratar de sua saade oado Ihe convier. -
0 president Aa irovinoia. attendend, no
qu. requereu o professor Vmbtico (os6 Fir-"
la [ ibtiro, e 6o 4e1n Vtia v a i wffTa
I ) inspeetr, gwerl i strco.- -btt,. -sob
n. 316 de 3Sod dab: dO* ; ,_v1 #0 Wer-
,s do r"
Yambro a.
,.voaO gl


Ac director do arsenal de guPrra.-Ficam
approvadas, para os devidos effeitos, as pro-
postas que vierarni annexas ao seu officit
i n. 289 de 18 de dezembro. e foram aceitas pela
commissf.o de comrpras desse arsenal, para
fornecimento de diversos artigos ds respecli-
vaE officinas e almnoxarifado, no actual semes-
tre.- Coimmunicou-se A thesouraria de fazeno'a.
Ao inspector do thesouro provincial.-
lPara os fins convenientes, transmitto a Vmc.
as relaqces dos Srs deputados que comoare
ceram As ssessoes da assembltsa provincial, em
dezembro, e bemrn assim dos empregaoas da
mosnmla.
Ao engenheiro ajudante da repartiCio das
obras publias.-Autoriso Vmc.. como pede
em officio de 31 de dezembro, sob n. 353. a
nomear uim apontador para dirigir os trabalhos
da a subdivisAo de conserv.'aAo dessa repar-
ticAo, vislo achar-se G conductor Pedro Ramos
Lieuthier, dellas enricarregado, diriginao ,s
emigrantes na execuQao de trabalhos de eS-
tradas que est.o sendo fettas por conta da
commission central de soccorros.-CoinrnTuni-
cou-se ao thesouro.
Ao mesmo.-Approvo a deliboraeio to-
mada pjr Vine., de mnandar effetuar pela
verba do jar-dim do Con-Jle d'Eu, as despezts
de conservagao do jardim da praga do Pu -
dro 11, aberto ao publico a 2 de -lezembro.
zembro. Fica deste modo respondido o seu
officio deo 31 desse mez, sob n. 352.-Commu-
ni-:ou se ao thesouro.
Ao director das obras do porto.-Dcepio
a Vimc. que, nesta data, d vista do que inL.r-
mou o inspector da th'sourari; dofazenria em
officio de 30 de dezembro sob n. 985, app-ovo
o contrato cAelebrado nessa repartigao. para o
fornecimento de materials no semestre .-or-
rente at junho, e qne acompanhou o efficio
de Vmnc., de 27 desse mez. sob n 1,258.-Re
metten-so c6pia a thesouraria de fazenda.
Ao jmliz de direitto ilaterino de Tacarath.
-Em soluc.Ao ao seu officio do o d de dzeon-
bro, tenho a recommendar Ile que, no impe-
dimento do juiz de direito, deve Vinc. convo-
car-a respective junta revisora, a oeunir-st,
em dia que designer, afim de apreciar os tra-
balho; retardados da junta de alistamento da
freguezia de Nossa Senhora da Saude de Ta-
caratl, pertencentes ao anno proxinmo findo.
Circular:
Aos promotoies. Cumpre nue Vmic.
transmitta a esta presidencia, ao resultado da
visit mensal que fizer a cadeia, conform Ihe
foi recommendado em circular de 30 de outu-
bro, devenJo declarer o motive porque deixou
de assim proceder corn relagio A novembro.
EXPEDIENTE DO SECRETARIO
Oficios :
N. 29.-Ao 0o seeretario da assemblea
-De ordem do Exm. Sr. president da provin-
cia, accuse recebido o officio n. 10 de 31 de
dezembro, em que V. S. participou que a as-*
semblha, em sessAo de 21. resolveu substi
tuir a pedido, 0 tachygrapho Antonio Ltix
Caetano da Silva por Annibal FalrA.a ; o quo
s,, fez hoje constar ao thesouro provincial, pa-
ra os fins conveniences. Communicou-se ao
L thsouro.
N. 3)--Ao mesmo. De orde:n de S.
Exc. o Sr. oresilente da provincia tramisn'itt,
a V. S., para osfins cenvenientes, o .orgi-
mento e mais documents relatives d recelta e
despeza das carnaras municipals doGranito o
S. Bento, durante o exercicio deo 1877-1878 e
orgamento das mesmas catnra:m'e da Victoria
para ,) de 1879-1880.
Ao juiz de direito interino de Iguarassf.
-0 Exmin. Sr. president da provincial manla
accusar o recebimento do officio de V. S., de
26 de dezembro, communicando hayer, na
me;ma data, assumido o exercicio interinQde
juiz de direito. Corumnnicou-se A thesou-
-aria.
Aojuiz municipal de Cimbres --0 Exm.
Sr. president da provincia manda accusar o
re :-ebimrnento dta officio de V. S., de 23 de de-
zembro, communicando hayver, na mesmo da-
ta, reassumido o exercicio de seu cargo.-
CGi-municou-se A thesouraria e-ao juiz de di-
reito. -
Ao promoter public da Victoria. -O Exm-
Sr. presiiente da provincia man-Ja acc-sar o
r-cebiniento do officio de V S., do 27 de de-
zuimbro, communicando hayer, na mesma da-
la, etitrado no exercicib de promcter public,
para a qual f6ra removido, par portaria de 9
duqiuelle mez.-Communicou-se A thesouraria.
Ao gerente' da companh!a petnambuca-
na. De ordem do Exm, Sr. president ,da
provincia, amccuso o rer-bimnento do officio de
31 do Jezembro, em que V. S. communica,
que i,- dia 7 do corrente, expedir pars os
palrtos do sub alA Amacaji. o vap,,r Con'le d'Ei
C, pora os'doj.orte atL Acaiaci. no l-a 9. o
V'a0O," Jajuaribe. e bem assist para o presidio
de Fernimndo, no tia 8. ao meio dia, o vapor
Pirapam ,.-Fizeram-se as communicaig6's d4
estylo. U
cXPEDIENTE DO DIA" 3 IQB.-,JNEIRO DE 187.9
Actos :


0 president da privincia, attenden lo ao
qug requereu d professor public Jose Feicio
,ijlaunha,.e, tendo em vista o officioa-.n IFde
i bo oorrente, do inspector geral dr inst.uc-.
T4ao publiea, resolve, n oe teritno dj aL. 160
do regulamintoa de o i2 -e hiavembro de 1874,
tisoveI-o da- cadeir* do pboeedo 40 eagal'
t Pa- "ado d i. wja. da* iiia.'.G"J Caba i-
j tf-einaP HifiRoot al Aa JsruO^9 pa-k


0 St. superintendente da estrada d3 for- -c
ro doS.-Francisco made dar trensporte de o IVI P R AM U
ia e volta, em carro de 2a classes, do (abo a .li D r NAMB O
Una, por conta da c mmissdo central de so,.- Aa D P R ABI
corroS, ao pagadorda repartigio das -obras 179
oublicas, Ernesto Ferreira de Barros Campel- RECI'E, 1 .0 DE JANEIRO DE 1879 "
lo.-Communicou-se d commission central. Retrospect politico do anno de s
EXPEDIENTE DO SECRETARtO 1878 [
Officlos : a
Ao inspector do thesouro provincial.- [ContinuacAol I
Cabe-me declarar a V. S. que fica justificada
a talta dada no dia 3 de dezembro polo 3o of- Podemnos dizer que o _movimo:nto politico c
ficial da 2* seca'o desta seoretaria, Joaquimr da Allemanha iniciou-se no anno de 1878 cona s
Pedro Cavalcante de Albuquerque. a abertura do seu prlamerito em 6 de feve-
Aojuiz de direto de Palmares.-O Exm. reiro. s
Sr. president da provincia manda accusar o 0 ponto objective de mais importancia-a n
recebimento do offici.o de V. S., de hontem, falla do thron, foi certamente 6 quo se referio
transtmittindo as mappas de que trata o art. 38 A gerra do Oriente' c
do regulamento n. 120 de 18o2. Nutrindo a esperanga de uma paz antolhada Y
Ao gerente da sociedade Auxiliadoia ia poe'la realisagio pratica dos principles expres- ;
Agricultural. De ordemn de S. Exc. o Sr. pre- sos na conferenciads-Constantkiopla, ella dc- t
s;dente da provincia remetto a V. S. urna pe- clarou que-a part relativamente minima que p
quena lata. contend sememntes de fumo gigan- a Allemanha tomou naq'.tesio do 0:iente, per- r
tLe da China, a que acompanhou o aviso domi- minittio-lhe contribuir desintdressadamenre para a
nisterio da agricultural, de 17 dezembro, afim restabelecer o accord das potencias, A respei p
de que V. S. distribua pelos lavradores que to'das desejadas garantias, tanto contra a re- j
quniram ensaiar sua cultura.--Matatis mittan- petigo 'das complicacwgeas no Oriente, coma r
dis so commanardante do presidio de Fanando. tambein acerca dos seus interesses director ; a
directors da colonial -Isabel e Soccorrm -accresceitando-que este resultado conitri- I
Ao 1o aecretario da assemblda.-Da or- buiria para manter a paz entre as potencias
dem de 5. Exc. o Sr. president da provincia, europeas, permittindlo A Allemanha conseivar h
Lransmi'to a V. S., afim de-ser submettida A cornm todas as potencias relagoes, nmao s6 pici- d
delibmiagao adaassemblda, copia da portaria de fleas mas completa6ene amigaveis.
19 de jqnho do 1877 que o mesmo Exmn. Sr. Houve eassa linguaerm um tanto de mo-
expedio, eslabelecendo as condiCOes do ancor- destia calkflada, sem .vida no itteresse d-
do feito corn o bacharel Luiz Rodrigues Villa- attenuar awullabilhd i.resultante para a Ml-
rms. em vista-da autorisaQgo concedida pela leolanha.nesses inegJ do Oriente ; Ad nib i'
lid n. 1,261 de 28 de junho de.1877. ser levado por essas y 9. ninguem dirA por
Aojnesma. De, orJdm de S, Eltc. c $rS. certo que fosse sectS ario o pppel por ella i
pfesideWte*da provincia, transnitto a V. S. o representado em todoa-esse drama. Se nau
halango retailvo a receita .e despeza da ama- fOra a political meliculosa do, imperio germa- i
ra mnnioipal do RiO Formoso durarnte o exer, nice, ?empre dominado por um piano de re- c
ciciG flnanceiro de 1877-1878, -e jbemassim o, quintada ambiglo, utiJa A pusilaninmidade da I
orCamento para-' o de 4878-1879. Austria, ao systema-e'oisticoda Gr4 Bretanhua,
Gireular: e ao iridifferenlisiq9e ais ou meosa acceaLua- |
-.-.- A's cam.. mnunilipaes iS Garankuns, do das demais ptnq.as, .ao teriamonas visto a
p3BI CQoKaJS. o, -tna, Begros., C-,abrs,- quiestbo do Orlente dapois das coim.canoe>
Brejo iarre*r...4 ?ala.,ps, ,*tlifa;, Naza, que s rodearaim .o r as esultado que
u"50si.as- w,- qu
rG~aifl8. ~IT~&' "VaV w~ko 0b rev oieaam. -
.7? e -erdadeqd.ogr iae obanoalle." siapre
S.tenau U iaist0o m


=7TrMr,- -


41=alada ao nim: iftlf

'- 0 president da provincia, llando em vis- -XPKDIRM.. DO .im* 4 i JANEfIRO DE 1879
La o qne oxpoz o inspector do thesouro, em Aclos:
officio de 30 de 6mbo n. 425. reslvd co 0 Presidente da provincia, aLtendodo ao
coder a Josd tj o .d 0Voe,,o el os, a, ezo. prsd ne aprvi iat n e do o
c4e ao .iU I qud solicitoif o conferente da alfandega JosA
hera)oo qie eoliditou- 4e..ollooor provincial Baptistaide Castro e Silva, resolve. 'de confor-
de Aguas-Bellar- Communicou-se ao the- midade crn a ultima p -rte da ordemn do the-
sou ro. souro, 182, je.-8 de seteimro 876, 'aonoe-
0 president da provinciI, tendo emO vis- der-lhe tries mezeS do1 cr nolmen-
ta o quo expoz o iaspu.ctor do thesouro, em t na forna da lel, para 3d' sa safde,
officio de 21 de dezembro, n. 417, resolve re- f6ra da jprvineia.
mnovero fiscal di collectoria provincial CCim 0 prosjdento va-pro-inchIIten-l em vi3
bres, bachdrel Jos Games Coimbra, para 6quo expnz o inspector da thosouraria do
igual cargo na de Jaboatto.-.Igual, re noveA,- fazenda, em offlcia do bhntem, sob n. 4, rdsol
do 9 bicharel Augusto Hyginb da..Cunha Souto ye, do conformidade conr e dispo~to no art. t10
Maior. da de Rio Fouitmoso para a -de Santo do deqreto n. 2,54- do 14 do margo de 186
Ant.tfo. Communicou-sb ao theseuro, nomear os achare zoExequiel Franc6 do SA e
0 president da provincia resolve deo ac- JesolinaLocha-de Mroi da e o 26 escriptura-
cord'o corn a proposta contida no offiWo do, rio da altomdeg., Jumirsar Leal, examitado-
inspector do thesouro-, de 21 do dezembo W- ro da adoeonJurso, li d sear a, nroxeder.and7
timo, n. 417, nomear os bachareis : Antonio dPr.9- e.0--para p'reenwhimento d6s ugates
-Sopgo aw^A^^~w m^w-6^dPe'cae-aapentiet o uae
Alme-dao p-aflsaies e-t.- aco'ecoa_ d de pratieantes, vagos na thsouraria de fazen-
Almoida. para flscaes, ese da collectotia do da.: alfandega e recebedoria'de rendas: o pri-
Rio Formoso e aquelle-da de-Cimbres.-Com- meiro de armthmetica atA a theoria das prop-)r-
municou-se ao thosouro.
municu-se o thsouro ses inclusivamente; 'o *egaundo de leiturae
0 president da provincia, A4 vita do analyse grammatical ; eo segundo d leortnogra e
que solicitou o Dr. chefe de policia interino, phianalyse grammatunicou-sal; e aolerce o ad tnogrha-
em ofncio n 2,224, de 23 de dezembro, resol- PIa -GImmunicon-se aus nomeados, a
e oicioa nqu,,de 3 der dez msol- souraria de fazenda e ao director da escola
ve declarar que Domingos Ferreira de Souza normal.
Azevedo. foi nomeado subdelegado do distric- O ci
tu de TracunhbAern, no termo de Sanareth, e Ao Dr. alaquias Antonio, Gongalvos. -
nao do district do Pace Gompr~do, omo estG
escripto na portaria de o4 daquelle cmez. Or-est Desigando V. S.- para inspeacionar o profes-
dena, portanto, qu se Ihe passe novo titulo. sor public Antonio Vieira de Barros, que re-
Remeteu-se o titulo ao Dr. chefe de policia quereu licenga, allegando incommodes de sa6-
-eOfficios de ; assim o comnmunico a V. S., e espero que
Offrl-ios :aetr saicm~ca
Ao bargo da Gavea, ajudante-general do aceitarA essa incuimbencia.
exercito. Rernettendo a V. Exc. o-requeri- -t Ao agent do coreio da Escada.-Em vis-
mento de D. Amelia Januaria de Andrade, viu- ta da lei n. 2,794, de 20 de outubo de 1877, as
va do tenente do 7o batalhao de infantaria exonerag0es ou nomeac~e5 dos agents do
Aureoe Jos da Costa, co.rn a nota de hayer correio silo expe-lidas.pela presidancia da pro-
pago na recebedoria de rendas, os emolumen- vincia. sob proposta d3 respective adminis-
tos devidos pela cortidio passada no verso Jo trador, em consequencia do que cumpre a
mntsmo requerimento, satisfaco a exigencia Vmc. solic'tar ao mesmo administrator a exo-
ne-asrnudeoquerimoatornsatisoffocaooxeg2ncia
de V. Exe., contida no citado officio. neraco de quo rata em sen officio de 2 do
Ao inspector da thesouraria de fazenda. corrente, que assnim flea respondido.
-Tendo expiracdo a 31 de dezembroosegundo EXPEDIENTE DO SECRETARIO
pa''ticip:t o commandante daes armas em offi- Officios
cio desta data, o contrato celebrado cornm a Aojui7 municipaldeBon Conselho. 0
pharmacia de Fefreira Main & C., para o for- Exm. Sr. president da provincia manda ac-
necimento do medicamentos dr-ugas e outros cusar n recobimento do officio de V. S.. de 3:)
neemetodemedcaenosdroas0 utos z'emb~ro, cornmunioando haver r-eassumido 0
objects extraordinarios Ad pharmacia da en- deercbr, communicando eamer reassurido o
rermaria miiitar, sirva-se V. S. de abrir imme- exorcico dseu cargo em 25 do refeido- mez.
me- -Cummunicon-so A4 lhesouraria do fazenda.
diatamente concorrencia para novo contrato,
devendo aquella pharmacia, emquanto se nao Ao promuotor publido de PalImiares. 0 s
realisa o nova contrato, continuar a forneeer Exmn. Sr. president da provincia manda ac ti
os medicamnentos de que a mesma enfermaria cusar o recebimento do officio de V. 6.,-do 10o E
precisar para oaviamentodoreceituario-diario. do corrente, communicando hayer na mesma
O quo declare a V. S. para seu conhecimento e data, entrado-no exercicio de promoter publi- ,
fins convenientes. Respondeu-se ao officio co.-Communicou-sea Athesouraria de fazenda C
do commandant das armas. e respondeu-se ao officio do juiz de direito.
Ao mesmo. Sirva-se V. S. de mandar Ao secretario da camera municipal do Re-
satisfazor io pedido de 30 litros de vinho tinto, cife.-De ordem de S. Exc. o Sr. president da
de que precise a pharmacia da enfermaria mi- provincia remetto a V. S., em soluglio ao seu
litar, para aviamento do pedido /feito pela en- ocio de 2 do corrente, mais 301) passes da
fermaria do presidio de FernAid'o. Commu- companhia ferro carril para o servigo da repar-
iicou-se ao comninndante das arms. tiio Aseu cargo durante o corrente anno. Op- [
Aou -conmminanlante do presidio de Fernan- portunamente serto remettidos passes da corn-
do.-Reometto a V. S. copia do termo de aber- panha de trilhos urbanos do Recif ao Ga- t
tura do 17 caixoes, remettidos de.sse presidio xamnwA. DE
ao arsenal de guerra contend sapatos.-Mu- EXPEDIENTE D) DIA 5 DE JANEIRO DE 1879 e
tatis mutandis ao director do arsiepal de guer- Officio : r
ra. : Ao agent da companh.N brasileira. De r
ADr' Constancio dos Santos Pontual.posse do officio de Vmc., d!) hoje datado, no
Ao D onstanci dos antos o qual me corm munica a .-hegada do vaporB- B
-Designando V. S. para inspccionar a pro- hia, dos portos do norte, e a sua sahida, ama-t
"essora ptiblica, Hermi-na Celecira da Camara ,nh5 is 3, horas da tarde. para os do sul, de-
Santos, que requereu lieeoa, allegando in- claro-lhe que ffca approvado o sen alvitre a tal 9
oarnanodo de saude ; assim to communico a V. respeito.-Commuuicou-se ao correio. fl
S. e espero que aaeitard essa incumbencia. c
Ao inspector do thesouro provincial.- PESPACHOS nA PRESIDENCIA, DO DIA 11 DE r
Conforme solicitor o commandante do corpo JANEIRO DE 1 879
1e policia, em officio de 2 do corrente n. 69, A1r i n d aeo E
recommend,, a Vmc. quo made abonar a Alferes CispinianoBuarque de Macedo. '
tim alferes quoe vai destacar em Aguas-BellaS, Informe o Sr. juiz municipal do termo ia Es- ,
soldo.a contar do "I deste inez ao ultimo de cada.- a
margo, e bern assim aajuda de custo que Tenente Felicissimo de Azevedo Mello.-In- t
he competir para as despezas de viagem.- forme o -Sr. jniz municipal do termo da Es- f
Commnunicou-se ao commandant do corpo. cada.
Ao commnis.s-ario vaccinador provincial in- Viganio Francisco A. de Souza Araujo. In- -
teiinu. -Gumpre que Vmc. rsmetta, con, today forme o Sr. inspector da thesouraria de fa- c
a urgencia, dA secretaria desta presidencia, al- zenda.
guns tubos -contendo lympha vaccinica. Alferes Joaquim Jorge de Mello Filho.-For- t
Ao promoter public do Bonm Conselho.- neIa-se r s
3onstan-lo de communicacao do commandante Jos6 Francisco Telha de Mendonga. -- Infor-
jo destacamento do corpo de policia, estacio- m1e o Sr. inspector da thesouraria de fazenja, t
rado em Aguas Bellas, que se acha preso e re- 'uivindo o aiministrador da recobediria. l
lolhido A cadeia desta villa o ariminoso Nico- Bacharel Jose Leandro Dantas Serra.-Inde-
iao Luiz da Graoa, cumpr que Vmnc. requeira ferido. s
a que f1r de direito para se Ihe instaurar o Leandro Tenori', de Albuquerqme Mello. --
aompotente summario,-ou para se proseguir no Informe o Sr. inspector da thesouraria de fa- i
respectivo process. devendo opp,,rtunamen- zenda. -
te dar conhecimento a esta presidtencia do re- Capitibo Manoel Accioli de Moura Gondim. ,
sultado do mesmo processo.-Comrnmunicou-se Inferre o Sr. juiz municipal do termo da Es- t
ao commandant do destacamen'o. cada.
Ao mesmo.-Constando de communica- Maria Gomes Lima e S.-Informe o Sr. ins- e
;abo do commandant do destacamento do cor- sector eral da instrucc'ao public, ,
po de policta, estacionado em Aguas Bellas, Quirino Lopes de Carvalho.-Indeferilo. t
que. o sollado JosA Severino da Cruz trio. Secretaria da presidencia de Pernambuco, 13 ,
com urna punhalada. um indifi-lo, recommen- de janeiro de 1879. \
1o a Vmc. quo proceda cbntra o referido sol- 0 portoiro,
jado na for-ma da lei. Coommunicou-se ao d
commandante do destacamento. Joea Gonualves do-s Santos Junior. d
Portari : i


Uk'l"LI"L a 111PI' l'za, t =vIIJ"o I ..... VU ........ ....
dos jornaes que lIhe eram h.istis, e exercendo
presslio por todos os meios ao seu alcance
nos eleitores.
Ante essa attitude tornado pelo governor, o-
elemento opposicionista procurou tomar posi-
gao, parecendo adquirir novas forcas, no q.ue-
era sccundado pela Alsacia-Loreana, cuja cir-
cumnseripgio havia dado 10 deputados da op-
posiQio, sabre 15 que constituem o seu nime-
ro total. Foi assim que o partido national li-
beral, que. pelo seu manifesto parecia nao es
tar muito long de apoiur o govern nas me-
didais repressivas contra os serialista, decla-
rou depois, pel- bocca do um dos seus chefes.
mais autorisados, que nunca se prestaria j
apoiar urna lei de excepi)o contra uttm deter-
minado partido.
Os socialists e o partido do centro forai
os ultimos que se apresentaram emn campo
publicamento corn os seis manifestos.
Os socialistas, depois de pirotestarem con-
tra o actid do governor, que consideravam um
golpo contra a democracy allema. incitmvam
seus amigos at) comb:Ate para repellir junto
da urna a cilumniosa iinputaoo de que a de- "
!moeracia deseja e.applaude os actos de mar-
ticinio, como o que o lanatismo ou a especu-
lag.o levou a commetter contra a pessoan do
imperador, fazendon ao mesmo tempo sentir
que a su. bandeira A triunphar perante a ,
igualdado political e social, e conquitar a ii-
beidadr o econoinia do p)vo quo I ialha; t
resistir A reaccao quo vai cresc,.ndn, e que a
miseria economic desoja associar a profunda
miseria political.
0 manifesto d4 centro, ao contlrario, contan i."
do corn o apoio do governor, sustentdva a ne-
eCssidade de leis repressoras para manter a-
ordem ; mas, parn que o governor podesse
i contar com. o seu apoio, exigia que fossem re-
tiradis as leis exccpcionaes de mahii-qB SAo
vivamp.nte feriarn o sentimnento catbolico.
Nao 6 muito 1e estranhar -o empenho oi.e
monstraram as amigos do governor pelo resu1--
tado da eleiglo. desde que se compreitef"'
que a inclinagao do parlaJp6dto -I releilR
0o projects apresentad4s co .-iO ^
sodialista, fi 0 que, motivou a iil .
reichatag. E tato .'assim fai, qq-" .
discussAo do l./a'rt; .do proM "'.. ..
dia apre .. tad Wds o q. ..I
vzaffiof 79:P YV .


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~'0 p- in.

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Nutrindo a mais viva inclinagao pela Ras- a4 ella, sendo o seu successor o Sr. Hobrecbt,
sia:. por cuja amisade quebrava langis, mos- sendo ao mesmo tempo nomeado mInlstro do
trando a neoessidade d- mantel a, elle s'bia commerciu o Sr. Maybach em substituigio ao
desfarQal-a pondo erm jogi) suas enthusiasticas Sr. Achesbach.
demonstrag6es. relatives A relagqes cheias de A creag'o do. um miristerio das finances,
conflan.t que oonservava corn a Austria, a assim como dossupplnle 1 do chancellor, foi
qual, nose modo deexprimir-se, compartilha- motive para.renhida e acaJ"mda discussao, em
va cain a Allenmanha-dos interesass comnmuns consequencia da vivissima opposic&o que le-
sobre o Danubio e sobre os estreitos que en- vanltou-se contra o project de Bismark, o
tao se pozeraft em questlo; ao mesmo tempo qua], empenhado na passage delle, excedeu
que no esqueoia.se de agradar o egoismo as limits da conveniencia, chegando a langar
britannico, ligand grande importancia As re- o cartel da ameaga.
lavSes corn a Inglaterra, e lisongeando a pos- Desde o moments em qua manifestou-se a,
sibilidade de exercer ella por sua vez urna in- tenacidade dessa opposicao, naturalmente pre-
floencia mediadora. venida coam a ideaue um veto que se queria
Ainda nAo e tudo ; 6 praciso n.o deixar no dar ao ch3nceller, principiaram a correr os
olvido um ponto importante.- Bismark insis- boatos da dissolugo do reichstag.
tia sobre akboas relates da Allemanha corn A'essa estado de effervescencia parlamentar,
todas as potencias, e por- consaquencia tarn- addicioaou-se logo poucos dias depois a coa-
ir-3--Fr'*Ci, 2cr.scentando qua em lisWo das fracgies liberaes contra as leis pro-
parte alguma os partidos, que viam- Ct.., .5s postas corn o tim de perseguicAo aos sodcia-
olhos as boas relaqces corn a Allemanha. esta-_ I
yam no poder. Parecia mais urma ironia que Esses lacLsf loramn uaua v,, 9 Z,. gando
outra cousa langada A Frirana, que ntlo p6de- a atmosphere political, e o resultado foi a disso-
ainda estar esquecida do ultrage por que a lugao,queja d'antemAo era annunciada. 0 es-
flzeram passar as contrariedades do 1871. tado-politico intern era, melindroso e a opi-
Bastaria essa manife-taa;I do principe, quan- niAo public nao recebeu bern essa media.
do outras razoes nao houvessemn para ajuizar- Os goverios devemi sempre veneer pela ex-
se da capsiosidade da political allern5 na guer- cellencia das id6as tornadas uteis e proficuas
ra russo-turca. E, corn effeito, respondendo A pela realidade de sua execug5bo; e nunca pela
interpellaQco que lhe fdra feita nq parlanento, imponencia da forva, pela imposicio. Essa 6
Bismark deixo'i transluzir bern claramente o0 que 6 a verdade.
seu pensamento:-seelle reclamava para a Al. Tudo levava a crer que a maioria daquella
lemanha o-papel de um h,)nesto correc:or emr- assemblea nao recusaria o seu votc rAs medi-
penhado em ver concluid.j o negocih, insistin- das extraordinarias, que se considerava indis-
do em que esse papel nao devia sor confundi- pensaveis.
do corn o de um juiz ou de umrn mediador que A dissolugdo do reichstag abrio para os po-
impozesse a sua propria maneira d9 ver, por liticos allernaes um vasto campo para a desan-
outro lado ngo deixava de.indicar claramente volugiAo de sua actividade, o que se manifos-
luanto seriamn impru.leffntes os factos interest tou logo pela grande agitagio quo se notou nos-
sados se deixassemr nascer um conflict em principles centrcs. e pelos manifestos espa-
lugar de regularem os negocios pelos ca- lhados pelo partido c)nservador e pelo partido
miuhos pacificos, e de estabelecerem um do imperio chamado tambom, nao sabeanos
compromisso entire seus-interesses recipro- porque rftotivo, partido conservador liberal.
cos, salvaguardando-o$ desse modo, dei- Esses dous manifestos, declarando-se pelas.
(andd bern facilmente comprehender-se que lois projectadas contra a democracia socialist,
attitude -tomrnaria a Allemanha no sentido de nao deoxaram de ser mais ou menos do agrado
fazer vinegar as vistas que a acompanhavam. do governo.
A,-) passe quo dizia duvidar de uma guerra o partido conservator ascroscentava que
europea, ainda mniesmo quando, exigid, umi convinha conservar as instituic5es monarchi-
nudanga no tratado de -1856, as potencias as- cas ( em sua plena e inteira potencia. e defen-
,ignatarias desse tratado, nisso conviessen, del-as contra as amnbigoes tenlentes a subs-
Bismark tornava logo essas ptencias respon- tituir a autoridade do nmnarcha pelo reinado
saveis pela gravidade do future, se por ven- da maioria ) ;-o que era um protest contra-
ura se oppozesserm As pretenQSes da Russia. toda a tentativa de se irntroduzir na Allema-
Era umaverdadeira political de torniquetes. nha o governor parlament:ir, tal como se corn-
A mesma Grecia, que a Allemanha parecia peehende na:Inglaterra, na Belgica e na Hol-
considorar um eleintono necessario no Oii.!n- lada.
e. para contrabalangar o element slavo, de- Quanto ao partido liberal conservador, de-
'endo para isso tornar-se sufficientemente clarou que ( plenos poderes extraordinarios
oderoso. nio contour na occasiho supremna eramn preferiveis A restricSes geraes, que se-
aom o polo franco e decisive da diplomacia fizesse na liherdade civil do povo allemao.)
germanica, apezar de entender Bismark que, sse partido quia po consequence, lis
par:tidoOquetia" or coseqtie nciaolei
'orn a preponderancia do elemonto slavin, o 6speciaei contra us socialists. Ao contrario
)riente ficaria definitivamente pertencente a disso, os nacionaes liberaes e os progresistas-
lussia,o que nao podia tornar-se indiff-ren- consentiamin em votar lMis mais several, sem
es para a Allemanha, que n&,- podia que-er qu., entretanto quizessamrn unia legislaglo es-
al prepcnderancia. special dirigida contra utrma clas3e da sociedade,
Houve um tempo em qua a political allemi contando encerrar-se no direito commu'n.
asteve prestes a desvendar-se ; foi quando o Os liberaes nacionaes encetaram a luta elei-
ei Guilherme, parecendo teracaitalo o papelde toral com um expediente until : em vez de or-
aedidor entire os gabinmetes de S. Petersbur- ganisarem, coma tencionavam, urna dieta ge-
;o, Vienna e Loandros, considerou pessoalmen- ral de partido, encarregaram uma commissiAo
e corn a sua camarilha inevitavel a guerra eii- central de redigir um manifesto; fazendo
re a Russia e a Inglaterra, o que furqmou a via- m-smo as liberaes progressistas.
gem da prinoipe imperial A Londe%, para in- Esses dous manifestos n&- podiam deixar
luenciar sobre as classes directors da politi- de ter modificado os manifestos conservado-
oa britinnica, no sentido de solidificar os inte- res, cujos partidos, apruveitando u scbresalto
esses resultantes da paz europ6a. dos animos, intuitava conquistar suas antigas.
Realmente, so tal acontecesse, o governor al- posic5as no estado.
e nTio ver-se-hia obrigado a definir-se e era Pr esse modo us differences partidos se
o que ell e a4 todo o custo queria evitar, mes- conservavam na seguinte attitude:
no por con nhecer, pelos relatorios dosofflciaes A bandeira coeservadora encerrava como
alemibes, em mission de estadojunto ao exerci- seus principaes pontos-a extinci.o do socia-
o russo,-os pontos vulneraveis do imperio do lismo, o estabelecimento dos direitos protec-
torte. stores, o estabelecimento de um mnonopolio do
Antes desses relatorios, ja o rei Guilhlierme tabaco, e o refrgo da autoridade sob t)das as.
avia tido em fevereiro uma larga conferencia f6rmas.
uorn o general Moltke e von Stosch. para corn- Os liberaes progressistas votariam novas
minarem nas providencias a tomar, se por ven- lois repressivas, se fossem julgadas necessa-
ura as complicagoes orientaes augmentas- rias. depois da applicacgio mais energica das
*.m. leis que existiarn entAto ; sem estarem dispos-
E' por tudo isso que dissemos nibo ter sido Los a regeitar como injuslts quaesquer leis
o dininiuta a co-particmpa~ibo allemab n'aquel- excepcionaes que. A exrmplt do social~smo,
e drama-tragico oriental. tendessem a promover urn mntagozrsmj. legal
0 scenario da political interna foi um pouco entre as divefsas classes sociaes.
iumptuoso, tendo nisso grande influencia as Os liberals nacionaes concordavam na ne.
nedidas reclamadas em vista do -avanQo das cessidade di ernpreaar rernedios heroicos con-
l.!ias socialists, que, sahindo do camnpo das tra a perigosa onfermidade social; niao espe-
Itopias, vai se desenvulvendo corn um inere- rando, pornm, o curniivo sdmente das leis,
nento espantoso pelos principaes puntos do po, m sim do concurso active de todos as ci-
heatro europeu. dadibos, sem differenca de partidos. -
A posicao dos optantes daAlsacia e Lorena, N. moio do tudo isso o governor envidava
ssas victims sacrificacas pela ineura e de- todos os e sforqos, alt as maiores violencias,
eixo do imperialismo do Napoleao, nie o separa obter ua rnairia docil no novo reichs-
icham ainda emin condiSes quease possa cha- tag :-dissolvia reunites legalmente convoca-
nar normaes ; o governo vota-lhes urea c-rta das, cujos concorrentes, embora usassem de
lesconfiarxa ou receio. quefazem treat -os f6ra urea linguagern mais on menos forte, mais ou
los direitos adquiridos palo exerc'cio da facul- anenos livre, nao so achavam filia-os ao sucia-
[ade de optarem entire as duns naciunali- lismo ; decretava as medidas mais several
ladOeS. ,nn,.n1 n imnrpnca nrnhihinrdi a vAndsa avilltQa


Em'vista deourn tal estado de cousas, o rei-
hstag adoptou, apezir da opposigao do go-
-erno. uma mogAlo apresentaiJa pelos autono-
nistas alsacianos, estabelecendo que o gover-
no deveria tomnar o mais brevemente possivel,
Ie umrn mdo conform ao caso particular, e
segundo os principtos do direito commum,
uma decisdo relative aos optantes do Alsacia-
uorena ; e que, em caso d'e necessidade. lev.ria
ipresentar umrn projected de lei regul.-ndo este
onto. 0 voto desta proposta permittio aos
Isacianos e aos lorenos, que optaram pela ni-
ionalidade francea, que possam estabe-lecer-
e na Alsacia Lorena-na con tiCAo de estran-
reiros, ou quo possamrn visitor suas families,
emr ficarem potr isso obrigados so serving
nilitar allemrno.
Tem-se feito t.'antativas, da parte das provin-
3as annexadas A Allemanha, para se conse-
quir meior autonomnia A esta regialo, aspira-
;5es, que nio tern sido coritrariadas pcla an-
o:'idaJe superior- .Trata-so- de dar A estas
)rovincias a situagio de um estado confed-'-
rado, e de as fazer sahir assim da situagio
actual, mal definida nas suas relag-'s comn .6
)odti central., Oproprio chanceller, segun-
Lo se affirma. nio conrprio A unia tal opi-
uilo, em que o hbrdeire presgumptivo seria, ao
nesmo tempo, regente da Alsacia-Lorena.
Esta situago tLin-a aleni disso precedentes no
antigo imperio germnanico,-em que o filho do
hordeiro imperial, usava geralmente do uitulo
de rei dos romanos.
A execuCAlo dese pr'ojecto leria cimo con-
Tequencia a transferencia para SLrasburgo do
residencia do regante da Alsacia-Loirenj. Foi
perante esta ufliina eventualidade quo se ele-
varam as difficuldades, que fizeram h.liar a
realisagAo Jo project. Parece .,uo o principle
mperiat declare. que ao estava iAn novo
que se podesse acostumar A uma situacao
nova que o aafsLaia da capital do imperio e
dis suas relates habi.uaes. Julga-se tarn
bern quo;o principle imperial reserve esta po-
sjigao pra sati filho mais velho, e herdeiro
presumptivo do imoperioa giermaeao.
0 projooto- de lej relative ao$ imposlos sobre
o tabaco, em cuja discussion o principe de ois-
mark delmonstwu a rWacesidade de aeim ele-
vades osJmpist6s'indirotds e as dlpeitus das
alfan siems,.fBstread6 O G.S lao .tem) quo o
SOu d4ioo seta fut0w r e aat u61uo do.
. ." ... "-ye r .... nC


bi





q4 .
." '.* .^ '. .- .- ', 3-.-.


o- quest
&wawcialoo do Bla
proteetos e e-k
por parte dos soeialfas lOfmressistas e-
raes nacionaes do rb 4, O.que por e-
guinte. em vista do ti'^t o da 4'
ollemisa, em trees fWdesaV^ pe--Comwa-
dores, lib n -erSiAvnom jit a-
nosa-, nlo s mM.*InrA a Bisaaftk en.
contrar uma Mfalorla indsa, em que so po-
desse flrmar parn fazer pasar ossas nledidas
extremes. E essa segunda conjecture era
tanto mais bemrn fundada quanto se notava
que,'lt c~afl iteefa, 4tvesff os 4etguI4les
gruprs :-6i conservadores, 59 conservado-
res-libe'taes, 97 liberaes-nadcionaes, 99 mew-
brs Ao euLtco (eomprehendeondo 5 alsacianos
catholicos), Z progressistas, 135 palac&, .9 par.
ticularfsias, 9 soeialistas, 3 democrats, 6al-
sacianos-lorenensees proteccionistas, 4 alsia-
ciatis-orrenoenseiLo.utonomtaistas, 1 dinamar-
quez, Ta9 ep't~lrs que nao pertenciarnm 6
nenbum dos grupos conhecid-,s, mas que oae-
cessariamente votariam corn os partidos Ji-
beraes.
E' verdad& que os socialistas. que tinham
n12 wfmblos no'p;rlamento dissoAvido, flcaram
'e'wzids ,' 9; mas, em compenseelo, a op-
S'Kjtoi, tgnruapando contra -o governor o etle-
nmentes que devem em 4eterminado assumpto
votLar juntos, dt'etia tnr a tmiqria, visto qae
,ewaia toMs dte 21)0 memtros, at passo que
sr grrnposs eontrariosnato reurni iam d favor do
grverwno 180 restantes. Se bemrn que esse cal-
c"'o naho fosse infallivel, todavia esse resulti-
U-- eleitoral era bastante c .-. -
ctdo o govrno fa cbuita,,gu.. 'm- K ;. ,fs
naw.r-oraprs a tireita. raii para a esquerda,
pwa eneontrartir-maioria.


uwdicuirso da corba an parlamento aberto em
set.enbro, de novo mostrou a convenieneia e
necessidade dI tLanar-so provi-lencias extraur-
diUaaria-, corn o firn do dealer os progresses do
socialisino, sern entretanto offender as liber-
dades puhlic(ai e limitando-se a combater os
abu,s coin que unia agitagao criminosa amen-.
;a a civilisacao e os proprios fundamentos de
todos os estados.
Ap;esent do o proje'to de l.i contra os so-
cia4ist.-i", rujo espiritL) era reprinmir a liber-lade
de reuiamdo eu a liberdade de impretsa, os gran-
des meios de maaaifestacio do pens,imento, a
palavra fallada e a pala.'ra escipta, logo ina
discussbo do dia 16 os pa-tidos se definirain,
deoixado antever a approvacio da lei potr imna
maioria, constitiida petos conservadJores e li-
beraes nucionaes. A segunda sessbo occupa-
da polo assumpto ainda foi-impportante, alcan-
Cando a primazia o disiurso do Bismark. que
pr-eneheu quasi toilo o temp). Esse discurso
do illustrado,.porwmrn, m:aahoso chanseller foi.
de um eiffeit-) sorprenrientte. JIogando coin as
palavras do deputado Babel, para quern as cown
munas de Paris, eranm uin modelo de pritdenci,
political. Bismark fez o ao'ifronto dis medidas
empregadias pela Franta para chegar ao eotado
em que estAhoje, e das que a In2latei:a se re-
serva em occasi5es exceptionaes, concluindo
por ulna peroraQdo do verJadeiro patriotism.
Esse discurso teve o effeito do preparar o an.i-
ino da cimara parn uma maioria contra a idea
socialisti. O project recebl)u algumas emerm-
das, n ) senti,) de rnodiflcair a asporesa que o
caraet.erisav r, rnas o peaamrn,.ntl,) prdorniinan-
te-o extermininio dessa the )ria subversiva de
tola a ar-lem social, eoss ti-aou do p6, para at-
testar a victoria -ompleta la verdadeira bber-
dade, base segura da ordem social. Os esfor-
cos empregados pelos corypheus da id6a foram
ingentes; mas todos naufragaram da encontro
aos cach6pos da moralidade political, tambem
por sua vez nompromettida nos arroubos des-
sas imnaginagbes incandescentes.
A approvaCie do famoso art. 5o do project
auLoriaatdo fechar-se os estabelecimento pu
blicos, que f.vorecesser as rnu.A-oes socialis-
tas; as imprensas, hlvrari.is e gabinetes de
leitura que so presLassarn ia propaganda; en-
tregaa nas mbos de Bismark uma clava pode-
josissima contra a liberdade political dos cida-
dbos do imperio.


Na luta travada centre as diff-rentes facQ6es
do parlameuto allemao, triumphou afinalto ver-
dadeiro principle, apoiado calorosamente pelos
conservadimres. E' forga nao escurecer que ai
questdao elevou-se m ,is A altura de urna ques-
tao social, do que de ura questbo politico;
tant anssinm que os nacionaes tlberaes, apezar
dos sns pri-cipios, votaram a lei. '0 gover-
no, cntando 221 votos contra 119, apresentou
uma maioria de 72 votos.
Apenas votado esse project, o Sr. de Bismark
leou a mensagem imperial, e foi encerradaa ses-
sao.
Firmou-se por coi. tuencia a iuta entire o
socialisano e o Sr. de Bismark. Qual serb o
vencedor? A Allemanha 6 o paiz desses gran-
des commettimentos sociaes. que se manifes-
tam pDela luta.entrs a idea que desponta e
quer fortalecer-se, e o espiri'o de ordem que
quer abafal-a e fazel-a morrer. Nio se p6de
precisainente assegurar qual serb o vencedur.
porque a idea social 6 grande, 6 imponente, 0
magestosa; seus adeptos a tern amesquinhado,.
abu;ando do sen elasterio. Por emnqanto u
Allemanha ficiva depois da lei n'um verdadei-
ro estado de sitio, e o socialismo sob as vistas
eo influencia de uma potente centralisagbo, for-
mada d custa de immense trabalho, muita ha-
bilidade e tambem muitas vict,)rias. Sao duas
forgas herculeas, que se debatem.-
0 governo logo demonstrou quo a lei do
reichstag nao foi votada para flcar letra mor
ta ; e isso talvez leve os proselytos da id6a no
va a procurarem na Suissa e na Inglaterra me-
Ihores campos para suas exploragOes. Ha to-
davia na lei um principle de equldade, que en-
controu sua realisacAo no territorio bavaro.
Fir mado na reseowa quo fez a lei A cada gover-
no confederado. para regular sua execuc.o de
accordo corn suas leis particulares, o governor)
da BaviAra limitou copsideravelrmente os-arts.
22 e 23 refalivos ao de domicilio e de expulsbo
por serem essas penas repellidas pelos seus
codigos. S principio de coherencia dominou
para essa resolugio, por isso que do mesmo
modo ja procedeu o governor bavaro por occa-
silo da lei contra os jesuitas. Esse privilegio
result dos direitos reservados que a consti-
tuio.a do imperio assegura a Baviera, direito
quo nenhuma legislagbao imperial p6de affect
tar.
Em vista de todas essas evoluboes, cesta lo
da-politica alleomio nao 6 de modo algum li-
songeiro. A id6a socialist, por isso que tend
a apoiar as illigitimas aspiracSes das mas-
sas anpliando o circulo do que ella .chama
seus direotes, traz em si os germens de um
enthusiasmo fascinador, capaz de sublevar to-
dos os sentiments inconfessaveis amesqui-
nhando e invertendo todas as nobres aspir2-
gbes do corasgo humane.
Fatamos L0o socialism, tal qual teo lT se
apresenLatado cmo theoria de hoje eleoflt A
cathegoria deo principios verdadeiras aberra-
goes da verdadeira idea social. A theoria so-
40ilista,tal qual 6apresentida, naida menos Mig-
nifea do que a absorpcgodo individuo pelo es-
tada, e por oonsequencia o aniquilamento, a
negaogo da liberdade. Esta 6-justameate a
ra 4o pqrqut, apresentando-se.em todos op pai-
es mai ta oumenos disfariada, na Allemanbhe
lla We apresnasenta os tando toda a nudez de
Ba eCeOfiAr"&o cod% escol.a aberta, doutrina
nMi|A~t r teconbeoido, manq0do seaus
eihi4nre seams reproe.ttantoe
"sO "e" naleabajpd

-.~~ ~ -aa.'^-^^ ^ N~^ ^ S^


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4 iinftw ^5^^ ^^*l 10
Var ei &l m. molb ar PA
cc nba emrtar, pBrqufBar S-a exeto-
tar, So seem jte Atore .
Ameie, poiW. fle ^ o a salS 0M
ser regeitado. n o por falta de utilidade, por-
qua comino acabei de dizer nao aa denlwarendm
absolute, mas por vir augmenter de ao moto
peanwsu os c-fres proviciap .
.eiia. tmul-t-bm qdr.'taWpoteisou c ir.-fr
pstlos medicos seata cidade ; rna Jo.graade
utiLidadeacreagAio dos osesaos ;-ma, Sr. pie-
sidoAee, oprojeet.comomesal 6 per aesim dizer
mth prtSS o ac ba G ov, te oanoiso sqn
nAo pveenho a o w A quo ma destie. Nmeo ,
cenOlI.QO -S. uoeOideuteo. reaMlvidu come eOa-
toua near o meu vato.a tetdas aA siBecuras,
na o oposso eojceder an projecto que so dis-
cute.
0 Sr. Atne, 46 Nazwreth--. Eow ampanhor
o nobre deputadJ.
0 Sr. Ula/quia.m-Tealwo dito.
0 Sr. Jacohina -Acho, ue o praojeeto nA.
tear ubililade.
0 Sr. Ermirio Coutiaho-Nmo apolado; tern


utilidajde. s
0o.. Praxedes Pitang,-.-A opp )rtanidade A
o qua le falta : -utilidado tern.
0 Sr. Jacobiaa--V6 V. Exe, Sr. president-e,
cque sou obrigado a calltAeg.g g Ac-as'_wt.3
porque.4 -^ uiaaifesto o interesse quw tli os,
'sbrei deputados em d.moosLrar a utilidaJe
Io project por mio de apartes, que eu dose-
jana mostrar-me doe accord Mas nao-o'poso.
FeUtizminte. Sr. president paeoedeu-ma na
trilbuna un distincto medico que fixou a queg-
tLS .no terr'iu eem que os oradores quo e ore-
cedramin a tiaham coloeado.
-Nbo ha, repito, utiidade no projecto...
0 Sr. Iarat) de Nazareth-Nbo ha.
0 Sr. Jacobina-... e os propriosp ap.irtis-
tas sustentadoes dessa ut'lidade, ado se ani-
nain a vir defe'idel-a, asttmaindo imteira res-
ponsabilidade.
0 Sr. Paulo de Olivoeia-PeQo a palavra.
0 Sr. Ermi io Cou-tinko- -Porque, man colle-
ga? Teem melo?
0 S.. Jacobina-A questao nab 6 le mrn Io,
senhore i.
Oude esta a utilidae do p.'ojecto, quando se
diz qu6 elle 6 de impossivel execugao quanudo
se diz que elie. 6 deficiente, quando se diz que
ellc ndu preenche o sen tUrim ?. Senhori-es, na.o
seo dispute a utilidale em absolut) do project,
nein 6 disso quna fall o regiment ; a uLtliiJa-
de de que falhk o regiment senpre relative,
e de accord corn as circurnp-aacias. (Apoin-
dos). Logo, desd- o inmnea)t, enm que nao se
Cuntesta um principles absolute, mas na appli-
cacao, :este poilo n,.) se levanta ninguem pa-
ra defenoel-o, seguc-se que a snra utilidade 6
utavidosa.
0 Sr. Erunirio Coutinho-Resta saber so
ninguemn se ergueria.
0 Sr. Jacobina-(Oh! t'ois se havia de encer-
rar-se a discuss.o se eu porventura nao p-a-
disse a palaVra !.. .e padi a palavra, porque
disse enm urn apirle ao ineucollega o Sr Eini-
rio Coutinha) que contestava a utilida:le do pi'o-
jecto; econtesto-a, Sr. president, porque en-
tendo queao que se procura nDo 6 simplesmen-
tejcrear um post medico: o que se procaraa e
dar diaheiro a umrn medico e ao seu ajudante
0 que se procura 6 crear mais uma ;repartig&(b
puhblica, diminuindo assimr a nossa receita,
sen utilidade neahuma para a provincia. -
0 Sr. Bariao de Nazareth-E n6s quo nao
ter, -; ,inheiro, qu e estamos pobres !...
0 Sr. Jacobina-Pela discussLi do art. 1i oa
mnedico deve achar-se nb posto a s 10 horasoda
noite. Oni, senhomrnas, n6s halitamos ama ci-
dade, que no sou estadlo ordinario, 6 -de per-
feifta salubuidade.
0 Sr. Bardo de Nxzareth-E a essa hora da
noitle esi ca-da um na sua casa,
0 Sr. Praxedes Pitanga-V. Exc. esta discu-
tiido a organisagAo do project; creio que o
art. 157 prohibe isso.
0 Sr. .acobina-PeoolicenGa a V. Exc., men
nobre college, para dizer-lhe que a utilidado
de umrn prijectLo eomprehende, quer o sen jo1
art., quer o aultiano. Estou indicando os obs-
taculos que encontrard esse project em sua
exeeuago, o que 6 .urn modo muito razoavl do:
comnbater a sua utilidade. Ir
Acho que nas condiSoes em que nos acha-
mos, o project nao pode trazer utilidade algu-
ma, d6 se-lhe a f6rma que se quizer.


Mas, como ia a dizer, a nossa cidade p6de-
sedividir em dluas classes. Uma que, mesmo
morando fdra da cidade. tern sempre medico
As suas ordens. que Ihe presta os soccorros
necessarios ; a outra classes, eui favor da qual
creio que o project pretend crear esse posto,
porque os posts medicos nao sao por certo
para son:correr aquelles qua teem recursos,
qua teem As suats ordens facultativos de con-
fiaoga, mas sirri para os abaidonados da for-
tuna e para aquelles que nao.podem pagcr
takes medices...
0 Sr. Ermnirio Coutinho E'-exactamente
dresses qu6 o governo deve curar,.
0 Sr.-Jacobina-O governor tonm tambem ou-
tras cousas mais ou/amenos importantes de
que curar.
0 Sr. Bardo de Nazareth-Ahi estaio os hos-
pitaes de caridade.
0 Sr Jacobina-Eu chegarli ao grande hos-
pial de caridade, quo esta aqui t5o distinCdta-
monte representado.
... Como ia dizemalo, a essa classes pobre
aproveitara o estabelecimento de um pusto
medico? Corn a extensAo que Lean esta cida-
de, um medico collocado no. seun post das 10
horas da noite em diante p6le asoccorrer a 3
od 4 infelizes que o procurem ao mesmo tom-
po?
0 "'r. Praxedes Pttanga-V. Exc. estA tratan-
do daorganisagAo do project.
0 Sr Jacobtna-Por ora nbo sei dis-cutir se-
nao nos termos em que esta apresentado o
project ; nao pos5so apreciar a idda sendo na
f'rmaem rnque foi aqaL atirada 4 discussao.
Portanto, digo eur o project 6 deficiente,
nbo pd-le preencher o seu ftim.
Agora, por outroJado, a faciliddae do me-
dico ir A casa dos pabres 6 certa? Como se
hade veriflear o seu transport ? Se.n6s sa-
bemos que, muitas vezi s6 difficil a ucn ho-
men) que tem recursos obter transport alta
noite, quanto nao o serd Aquelle que avai men-
digar o medico, qua julga-se como muitos
funccionarios nesta terra, Corn o direito de re-
cober vencimentos, mas nao corn a ebrigaQAo
effective do cumprimento dos seus deveres ?
0 medico demora-se primeiro iue seja visivel,
primero que se prepare; dopois diz :-Venha
a conducvAo.-Ora,.ou essa conducgbo 6 pelds
vias ordinarias de transporte...
0 Sr. Ermirio Coutinho-Isso 6'maodo pra-
tic, de executor a camusa ; Wtrata-se da utilidade.
0 $r. Jaeobina -Perdoe-ne o nobre college;
estbu apontando as difflculdades do project,
e 6 isto o que constitue a sua nio. utilitade.
0 Sr.-Cysne re d iumdaparte. -
0 Se. Jacobita-Mas eu eston mostrando qua,
ainda so achando negse poso ,niedico, octio
certos fa.culttivos os achavam no posto do
hospital military. ifuiA s vezes em sua asa...
0 &' Ermi'ie oatio--lsao' 6 different;
nio cumoriam o det dmwer. .
0 8r; Jaebtw--4enbores ootlegas, nio cum-
priam o -al- dewer !.. J-4 dissa que pasta
terra o funLdtMTAio pUMI wc6 oqt.e Menao at-
to,0e'ao ,o w -ite r Pw ef.o .o-
le-e -o ooajips^moi. rtsevft#%
O^yca^^.t^^^ fiO0*,^ Sr.
u es A~fpe'SUM0. bsySrpfl.


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i~a or. a-m,,=


4a


Votdrei contra o project en segundi ou
terceira discu-nsAo evotarei porque, como dis-
seraar- os illustres collegas que me precede-
rao, effectivamnrdte 6 tempo de economisar, 6
tempo de poupar,' 6 tempo d6 na) consentir
que os cofros provinciaes fiquem exhaucidos, 6
lo absolute, 6,- dtinteira neceasidade que guar-
demos o deposit que nos 6 conflado pela pro-
vincia.
0 Sr. Cyseiro--E' queslto dedinheiro.
0 Sr. Antonio Jastiao-E' quesLta de dinhei-
ro que n6s nao tens, e por e'onseguinte lodo
a nosso cuidado deve consistir em poupal-o.
Mas, Sr. president, porquer nao temos di-
nheiro, porque hoje nao podemos fazer aquilto
que o project pede, segue-sa que ell e seja
inutil? Pois p6de-se dizer quo em urna cidade
como esta, emni que os miseraveis morrem A
rningoa, in qu o povoe nalo s6 pede pAo, mas
tarnbern p-de 'ralamento, em qpe o povo estb
abandonado por faltal de rocursos. porque nao
os ha, porque n6s nao os temos para dar, 6
nutil a creacao de umrn posto medico ?
0 Sr. Bar4o de Nazareth -V. Exe. da licenga
para umn pante?
0 Sr. Antonio Justino-Coin muita satisfakab.
0 Sr. Baro de N eareth-A creagao de um
posto medico seria nutto convenient se n6s
tivessemno-,s dinheiro para realisal-a em toermos.
0 Sr. Antonia Justino-Sr. president, nao
se trata por ora do moda porque q-o project ha
de serorganisado; isto 6 material de-que se
deve tratar na segunda e na terce'ra diacuss.- :
ipor ra irtdaga-se se o aprojecto 6 ou nao util.
.0 Sr. Ferreira da Silva E' until, mas tern
nconvenientes : entire aoutros, o das. nossas fl-
naaeas nao poderem comporthr a creagbo de
im post medico.


O Sr. Antonio Justino -:Pois bemrn; p6de fi-
car certo o nobre deputtami de que se me ma-
nifesto pela utilidade do project, 6 porque to-
dos n6s ou quasi a maioria desta caa, reco,
nbec que o project ultil; se me manifesto
peloasua utilidade, 6 porque conheco qua elle
trari muita vantagem ao povo, cujos benefi-
oios n6s todos devemos promover.
Sr. qmsidente, sou advogado e muitas vezes
luto am grades difflculdades porquo os cor-
-pos de delicto nao' sbo feitos como devem
ser... -
00 Sr. Malaquias- Mas o project nao trata
'de corpo de deliito; isto 6 cousa different.
-0 Sr. Antonio Justino-A justiaa todos os
dias perde por nio powder conhecer a verlade.'
e quantos infetlizes sbo arrastadois pata Fer-
nando erm virtude de aww corpos dei decito im-
perfeitos, deflieontes, setn as bases naecessa-
rias, sem os esclarecimrentos precisos para a-
'orlganisaCeo do processo ?
(Ha um aparte]. .
0 Sr. Antoasio Justino-Mas o corpo de delic-
toe feit to pOr medicos e os medicos qde oative-
rem nos saeus pbtlos, poderoo deixar de pres-
tar-se- As exigenoia'das asUtotidades, qtandj
p r ellas focem codvldadin,
0 Sr. MalaquaMs-TflaH de-acontecer C aeste
POWO madieo o mesao qu% acontecetw m us
itA medicos do corpo deobieia.
6 Sr. Praxedes PitaA#Ill- Nao argument
corn abu-su. -.
0 Sr. afulaquias-E' tsee da terra stLo estes
os factos; 6 isto o quo me-ensna a experlen-
cia. "
0 Sp, AstnIo fuhiwmo -S?. presdente, so
esats-as e Omonkeafs qae nfleVarfti a pedir
pslavle paiw jus&46'-"r S18-Maemrnto aiappo-
nho quo cor l t&Ut.tWmrWfo 0 Meu do-

S fr.7 64fet cr^S: prfleidea-.
t pj, ..- :'.':
tfete ,.".t,' .... .
AA 86"'
: .1 A "--


: TT-I -= 7- 77


"^MI^R~comportam 41t
STodo noiue los achag**-.
ibemins a provincia jm
deploravi relaQgo a o
stamnos ccrdo a
s qu.io em ielis, -

66f. to 4dr *.nh


manidade, ao povo que na o p6do pagar urn
unidico. i-.sta nao 6 a mibha intenaqo. Se
voto contra o project 6 por que quero, fazer
aconomias, em face das circumstancias excep-
oionaos em qua nos acbamos.o
0 Sr. Jacobina insisted nas id6as apresen-
LadRas no son primeirodiscurso. -
Incerrala a discussion, 6 o project posto a (
votos e rejeitado. (
Segunda disousslo do project n. 1 de 1877 1
olevando a villa o povoado do Altinho.
E' rejeitado.
Teroeira diseussbo do project n.- 2 de 1877,
autorisando a prestdencia da provinoia a man
dar conscruir ura ponte sobre o rio Mandahk,
no10 puvovdo de Correntes. C
E' rejeitado. f
Seganda discussao do projeoto n. 49 de o876,
ipprovando o regulamento do mercado- pu-
blieo. -
0 Sr. Praxedes Pitanga Sr. presi- d
lette. eu pedi a palavra para. oppor me a t
Ieeftta apresentada ao project que refor- I
na d regulamemto do mercado, e disse"fl
casa qua me oppunha, torque a lei organic I
las camiaras determintava um period certo t
in quesaJizesse as arremata5oes e os ar- '
fenda men s1. -
*Ao tive razio nesta'asserao-; mas, raven-
to os Or8nmentos das camaras municiples,q
le5de data muito antiga, veriflquei que tod6-
oS contratos das' cameras s eo eitos pur um
anno. Procurei saber seo lguma lei detinmi-
r4Va ou presurevia isso. e nada encontrei ;
nas, na fall dessa lei, o astylo, a praxe jus- r
ifLcam a ra-lo dCe centinuar O u a negar o men p
rot A r&tfopa apresentada. c
.NO (ci sem raiao de ser que os camrlltas s
lossos antepassados prqcturaram firmaf uni d
)erido certo para as axremaI:aCes ou arren- 9
lameinhoes dai oaramats ura das cvofveien- '
hfs quo AtbiimA resam..6 seo du-ida atgu- Ii
oa. ter a m 'ualiatdaJe 4rWa b'aa tIerta phra
ftjeBls fbtmqr s seus orcamenos. q


a< .--
"fbr ,or' 91.o f

A $i^^^ ^ a do.


;I


jtso W5 i1tenos recerfla poassvel para
satitgo ae.dlapes~a orioimasm, qeauo mais
para pagaresse debito, ou antes 0sse abuso
coostaute de cedit.o, baveaooF aiRa mais de
cream ura despem de Io&.Q ? I
Sa se tratasse d. utilidajdo em absolute de
urma medida dasta wolew., disia eot,; (o a
contest; .as-do qua e o ata de urna ue-
dida relafiva, o nis*.AioUw as circu-matancias
em que nos ach OL
Mas dirao: morfim os infelizes jaUs ruas.
Sr. president, haesageaaCqo ae&taspajaviras ;
n6s, flihos desta prbviaeia. qu aqui vivaAos,
sabejnos todos que os nrs r elas ruas nao
abundam cor a .acUijde ow que se quer
fazer crer ; sabemos qtu, a sespeito dos nos-
sos poucos rrecdwsos, Lemos estaboljciinoos
a que o hornmn pobre e infpliz p4d am tem-
po ser recolhido e medicado. La-Umno que a
medida pioposta no pro"jo jA nao este4a pos-
... ... .r.Uca.. L,, iu,, P'"'-"'- t'n.etse t
encontrar o medico de dLa c de .noite. porque
int pareee, Sr. president, quo onde essay mme-
dida deve ter uma reaUsaj4ao pratica. onde
I vp ter todo o cabhoerato e appthcaqo, A no1
hospital de caridade. AlIt 6 que dovia existir
urn medico perminanente do mnaaeira quI po-
desse soccorrer a todos, e era esse o meio4e
fazer effective qualquer corpo de delict). Pjr-
,!ue, pois, ha do se abanlonar umrn viveiro de
mnedicos, umn hospital ondo ha uma porcAo
delles, porque deixar-se doecretr alii um lugai
de medico effective, guo. prestasse prompto
sorcorro aos pobres, para crear ama reparti-
-,o public, que oukjoa cousa nAo quer o pro-
jecto que se discute?0
I0 Sr. Barao de Nazareth As nossas cir-
cumnstan;ias ainia sao muito bdllas...
0 Sr. Jacobina-Na pinha opiniAo os nobres
dleputalas s6mente atLendemr ao beneficio d-
humanida e ; mas deve-se Lambemrn a humani
dade elivrar a provincia do estado einque se
acha. Ceio, Sr. president, que o qa3 ha de
mais util, que o que poda t,)rnar mais nobre a
assemblea provincial. 6cartar toda e qualqaer
despeza dispensavel. (Apuiados.)
Nao posso aceitar o -adiamento. Sr. presi-
dente, pJrque uAaoaidi:, -aquillo qua nU) meu
pensar nao tern valor pratico ; convenrho que
se adie um project cuja utilidade 6 manifes-
tLa. coin modificagoes possiveis ; nas para que
adiiar'aqkillo que eram minha opinion 76 do du-
vidsa utilidada e do realisaqdo impossivel;
attento o estado da provincial?
SPortanto, pens.) qLra o adiammento nao dave
see aceito -quen prjccto 6 inutil.
o Sr. Praxedes Pitanga- Teai o direito do
pensar como lhe parecer. -
0 Sr. Jacobi a-Estimalrei muito ser conven-
cido do contrario.
O Sr. Antonio JustLno-Sr. presidenrte,
tando-me ananifestado pela utilidade do pro-
jocto quo se discute, achei que era do meu de-.
ver nbo ;'onservar-me sitencioso.
A lei que rege esta casa. estabeleceu qu e os
piojactos aqui- apresentados, passariam pela
prime ra. segunda e terceira discussao. (Apoia-
dos). Determinou expressamente que na pri-
meira discussed s6 se procurasse saber se a
nateria aoresenta-la 6 ou nro util.
0 Sr. Bardo de Nazareth--E' justamnente o
que eu nego-a utilidade.
0 Nr. Antonio Jastino-Sr. president, dizer
que 6 inutil aquillo quo Se deve fazer, mas que
n8oa se faz porque riao se p6de, 6 suslentar-se
urna theoria que a logical nbo permitted.
O Sr. t'lodoaldo de Soaza dA unm aparte1
0 Sr. Antonio Justmno-Se muitos de n6O tern
necessidade urgent de muitas cousas e nao
podem par qualquer circumstandia conseguir
qualquer dellas, nem por isso diga-ae que es-
sas cousas nbao sao necessarias.


i .... r--r ....


Ti
4--
',,.


*


mu *roieeoc com a oat rganqoado. Se apro-
vMeis ke Oela i gehtftas dte pJea.4 Tazer
eta deopof,eni vez dte U Ipstj msdic,, ea
peoerm d, da:-;,.-una em eaa qgarteirmo.
0 Sr. VfaMWusaiqse-e eosdg'-dfe rente.'
0 Se. P saul& &'0liweo '-Ora, desire age ps
aobres dept-d.es convetac qua rnu1tiplioda-
edo doesses posts medicos, seria vantajosa pare
a poputrv&o, nit poA-en catntestar a utilidade
do projecto., Ea nao dis'to b'o projecto ew,
sua iftegra; p1aO entro na .apreoiagdo dos'
s01 oww; tet itdo .pncoCo SB a provincia
comporta we n-oa. a despeza que eole crba.
Na poarso eutrar nesset detalhes por que ,'
art. 147-do regimento diz qua na i discusslo
se t-ratate s&teWate'das vantatens dos projec-'
tos apresentados. ED eritendo pelt exi'res-
s0--Va;Aagem--de qroe se serve o regi'mito,
a sua utlidade.
Ora, 'se o projocto fol formulado por modo
tanl q'ae nto p64e ser aceito pela casa,' JA p. I1
cdespeaiS 4Z^Aa-, j*- -Ufrqwt--i -1elcie-.rst. a
seu tetp n6s podecemos reformal-o.
A oemminlsso. Sr. president, p6de ainila
emittir umrparener quo ve.rha em aporao dos
nobres depo*4ils,.qIue c(rrtestarm a utilidacRe
do projeo- ; p6Ol a commission vyr, dizer A
casa : o p-ject o nao A atil por essas e essas
IazOes. Nessa accasiro, entao. votaremors p-
la nao aeeitaqto do mesmo. Eu n-i hypath-
co o rmeu vot) a favor do projector, mas queria
que -pelos tramites ordiiarios das cousas des
ta assemble:a, pelos estylos aqui admittilos,
que o project em Vez de ser logo morto em
11 liscusseo, fosse antes enviao a commission
es.pectiva pira dar sohn-e elio seu parecer.
Ora, se essa utilidade for reconhecida pea&
commissao e se mais tard1eestivernos em c -n
dicoes de cvear esses postos medicos, podle-
remos serm incnveniante adoptar o rro
jecto.
A questbo de opportunidade' me paieca que
-nao deve ser discutida agora ; 6 cousa -diver
sa. Seam en,-ara-se o prujecto por este lalo,
seria o pineiro a votar contra elle, nim vista
do estado lastimoso em que se achamn os co-
fres provinciaes.
Creio ter assim justificado o requerimenlo
que mandei at mesa.
O Sr. Barao de Nazareth -Sr. presi-
dente, eu na)i voltaria mais A tribune se mut)
tivesse. fallado o meu nobre amnigo o Sr. )r.
Antonio Ju'stino de S muz. lroi justamente,1 no
tirn do seu discurso jue elle mne obrigo i a
voltar a tribune para fazer um just repearo a
uea express.) qire deixou cahir-dos seus ta-
bio-, e qua de carto inodo me lerio as ougas
e me perturbnu'o espirito.
0 post medico quo se vai crear parece-me,
-(eu niao sob Versado emr direito, mas'a minha
razao assim o enteltdg) nao aproveita nad:i
aos orppos de delicto de que fallou o nobrm de-
putado.
0 Sr. Malaquias-0 project nemo di'sso
traitou.
0 Sr. Barao de Nazareth-0 que estb aqui
nada diz a. re.speito; posso star enra-
nado.
Sr, president, peeo licenra a V. Exc. para
responder ao meun nobre amigo.
I Quandio se trata dos diteitos do povo, eu es-
toun ahi; quadlo se tratar dobemn do povo, eu
estarei ahi, por qu e sou povo, vivo corn o po-
vo a quero viver corn elle ; mas no caso vtr-
tente, trata-se apenas da creabo ce wHSas n m
onus sobre o orCamesto.
Disse o mobre depuAtado que por defeito dos
cqf os de delicto muitoes .iafelizes tiam parar
em Fernando Nao sei se o mtnedico- p6de evi-
tor quealguem vA para ,'ernando.
0 Se. Antonio Justino-Esclarecendo a jus-
tiQa p6de.
0 Sr. Barao de Nazarehl-Perdbo ; o medi-
co n queo p6e fazer 6 prestar servioos ao feri-
do ; as testemunhas 6 que podem Cazenr crn
qua alguem vA para Fernando.
Tenho em muita consideracao a opinibo me-
dica nos corpos de delicto ; conntudo, acredito
queoa probidad6 e a iluastragAo poderbo mani-
festarn.se nos eorpos de eliecto, sem dependan-
cia dos p[stos medicos,
Mas, Sr. president, a oreaCAo deste post
medico, iAo p6e ter. resultados praticos par
quo 6 so am medico para umna grande capital
eomd esta. Eaonde seo esLe post ? Onde
estarA o medico ? Na freguezia de Santo An-
tonio ? Como podera entbo prestarl services
ao moradores de freguezia de Afogados ?
(HR um aparte). "
0 Sr. Barto de Nazareth-Mas, se eu sou o
primeiro a entender que a creaao deum n6
post medico nao 6 possivel nas circumstan-
cias actuaes da provincia, como 6 que hsi de
votar pela creacbo de -10 ou 12 ?
Opponho-me ao project, por que acho que
a atilidade delle nb.o p6de ser demonstrada;
-'eode que n6s -nbo podemos aaoitar unea lei
q,e autarise novas despazas, quo da lugar a
creacao de novas empregos, desde que nbo
devemos votar por uno project quo foi con-
feoccanado especialmente pa-a favorecer a al-
guem.
iu nao me opponho a creaqdo desse post
medico pelo facto de querer ser bostil Aa hn-


. wv


I


remataQo rem grosso do mercado, corn direito
df 'sublocarem a secundarios e terciarios. A
camera, querendo evitar o abuse, e querendo
evitar o monopolio, firmou no art. 11 a que nin-
gues sera lirito-arrendoar mais de sete agou-
gues ou compartimentos. Esta media qua 6
tAo ltberal-. que faz corn quo os acougues do
,nercado possam tamrnbemrn chegar parn os ou-
tros concurrentes, nbo p6de de mnanera al-
guma ser reformada a subqttuRda por est'ou-
tra, que permitted que o monopolio se possa
estabelecer, isto 6. que umrn home possa ar
rediatari todos os talhos do mereado, e depois
lizer ainda : Eu aceito, mas quero ter direito
do direcdao, e o do eublocar a outros o qu e eu
iarremnatei. Praticando assimn no sd se pre-
udica a -'amara, quo poderia ter maiores ren-
das, locando detalhadanmente os agoug es,
como se obriga o locatarioi a secundarios a
pa-ar um preon maior an arrematante do que
pagari a A camtara.
Portanto, eu voto pelo art. 11.
Quanto aos dons artigos seguintes : (16)
... eu creio quo esta ida na.o p6de passar.
Permittir quea os escravos talhemn dentro de
um aQougue. que 6 quasi c6mo uma repartiqcAo
public, no 6 unia media quo devamos appro-
var. Pare-ce-me que os senhores nbo devem ser.
irivados do direito do servigo dos seus escra-
vos, nem mesmo como trabalhadores, mas po
tem ser privados desse direito dontro do es-
ataelecimento dj mercadr) public, ficando-
hes permittido -trabalharem em agougues
)articulares; creio que dentro do mercado
mublico elles nao podem ou nao devemo ter in- r
gresso e trabalharem ao lado dos artists li-' i
vres. Acho, portanto, que nao se deve per-
mittir o ingresso de escravos dentro de um
estabelecinento qua tern um regulamnento, e d
aue, se nao 6 urma reparticao public, esta ao d
nenos reuruda A urma reparticao. d
Por esta razieo voto cntra o artigo. q
Quant! )A reduccqo de penas, tenho sempre
,man principio votar por aquella pena que 6 i
nais fivoravel ao infractor'. Entendo que a c
iena, quo, por mais rigorosa nAo.'prohibe o n
Time. nao evita, 6 inutil, e o legislator nao
e deve aproveitar della ooomo um meio pro- c
luctivo; a pena nRo deoe ser nunca para o le- a
gislidor un menio de obtLer dinheiro (apoiadu), A.
ona um meio preVentivo e corrective do de- s
icto. l '
Portanlo,. voto pela creforma, pelo art. 14, t,
lue t mats bnevoto bdo quo o outra. A
Svm A mesa, 6 lido;, apojodp e posto conjtxrre- A
taxeate em didsdtsSti.caom o project 0 se- -Q
ito n'additio ': U
.i...t.s.'ti ejiv eonldo como addi- 'r
0o0 aibS il. -32 de M7 a O.projto n..49
e 79 ssoaO, 2 do zeambro 4
Milq&fsi


' .* .."." "-t,"' A;.,,


Q I MWV
WIS tivefW
0
re *He


lac6 eerm -
;': i-r,. '=, .:lb o tt r.- i f
Maiaqrr"i- af..., o..'
Sr. Praxodd Ufx.- Aemse t
,.
De do arrenar*aSsu 46ft8O 04 socft
Ssmom. arreA sdo, porquw teoan tdef-
io deiles naforma do on. 47 da loto ot
outubro de i28'quedliz que, quaado enten-
VaM- kprij 0ol mams .unveniente fazer
*kitkkdla*At' as-locagoes sob sua admi-
nistraao ossamr fazer odiAdo pira isso an-
wwyf q/~lW lvsm .wwpovn'H. 1,ortan_-
t(Aao cont*ego a ranIage3 da anLeisaao
qu AI JA oqrojec o; deule uae eaL tern em
si It-Wtoldaado poaxer lawer a" e arroad.-
menoo potr um period qua'quec, o a enter,-
a nto na torn em arrendado at6 hoje sen&> pele
prazo co unum anno, parsee que uo a lei, qae
veooa coaltrariac ssa praxo, se inuea razao
de ser, Ao .trarat uito bow resultado.
- 0 Sr. casqait.s d e. e aprte.
0 Sr. Praxedes Pitaaw E' o entra jio; a
lei 4 racultativa.
Umr Sr. Deputado A lei diz quea os arwe-
damentos serAo feitos par .prodo nuca rumai.,r
de 3 aaos e nunca meor de. I amino.
0 'ir. Praxedes Pitanga Mas;, wado a pra-
xe segui4da arrendar par uar anno, a Iei 6 an-
tes lacultativa do que prohibiLtiva ; a camara
uao faz contratopor period rnaeor-.de um ai.
no, in-samo qwnto as arrernakaqce detaihos
do mercado, que'. 6 as qua essa telei ee revere
espeeiarmente..
Se por uinm ladopareceqeo alei 6 2acutL&jva,
parece poir outro lado que ela 4 imperative.
porque, tratandod n omero deootRpaf'timentos
que urn indLviduo p6Je ai'rrematar, diz que po-
daarreman r aL6 o muerca Jo public, deoi ran
do que o aontrario distoo o estabelceer o mono-
polio, quando dA-se pc'cisamente o toverso.
quando' isso seria acabar oein a pequaftt 4n-
dustria, e quando o piascipu- geral 6 ,acilitar
a concurrencia.
0 Sr. Malaqaias-Isto 6 ouo ponto.
0 Sr. Praxedes Pit:snga-Isto vein para mos-
trar q.ue o espirito da lei nao 6 s6raente facul
tativo, nmas taLbem prohibitive, e que a id6a
de serein as arrematagQes por uan ann o 6 inu-
til, porque as carnaras nunca as faz por maior
e0p4o de tempo.
0 regulamento do mercaio diz qua qualquer
)pode arrnmatar, p )rque o contrario disso se-
ri prohibit a iradustria. .
O0 Sr Jodo de 8d Mias udo islto nio quer
dizer quae o art. 10-n.o deve ser tpprovado ;
pode ser rejeitado o art. II e passar o art. 10.
0 Sr Praxedes Pitanaa E' verdade; mas
ach,) quo a faeuldade, que a autorisaQboque da
o art. 10 A camera, para que pissa arrendar
pur trees mezes. 6 co upletamente inutil, por-
q,* ella nunca arrendou por mais de um anno,
porque os seus contratos de arrematao5.s
iiunca excederarn esse prazo.
0 S,'. Joio de Sd 0 nobre deputado con-
fssa que p6ioae ser .approvado ( a: t. I nao
tern razto de ser neste ponto a sua impugna-
Qao.
0 Sr. Praxedes Pitanga Mas, c i:mo as ca-
vma'as niao f-,zein arrendam-jnto seni5t por urn
pe-riolo deLerminado, para pier cunveniente-
monte anriecadar as suas rendas e fazer o sent
o,'amontW, -esta permission para arrendar por
tries mezes p6de ser prejudial A camera.
0 Sr. Joco de Sa--0 que se procura, dando
essay atorisaqao a camarna, e favorecor aquel-
les que uao. podem arren'ar paor um inno, m .?
talvez o possaim fazerjpor tries mezes, e da ul-
gar a que experimentem esse genero de nego-
dio.
0 Sr. Praxedes Pitanga-Os orrendamentos
por poriodos indeLterminades tLemrn saas desvan-
tagens : durante, por exemplo, o trimiestre
de abril ajunho, ou o period propriamente
de inverno, teria a camara dedeiixar de faper
os seus arrendamentos, e 3/4 parties dos agou-
gues ficariam fechiidos.
UnmSi'. Deputsdo-Oarrendamento seria at6
nalis provavel
0 Sr. Praxedes Pitanuga-Se por(mn no verbo
se podesse salvar o prejuizo tidei durante o
period de inverno, bern ; mas nAo se conse-
gue desde que ha umrn certo numero de arre-
mnatadores que sa eombinam, que concordam
jns corn os outros, para quo 'sin so se apre.
sente e os.mais nbo se proponham., E' pre-
ciso teo em vista que se trata de urna "indus-
tria especial 0 que se quer evitar 6 o ma-
nopolio ; mas convem cansideoar quo elle ja
nao ha, desde que a' camara -tern acougues
quo arrenda diariamente aquolles que nbo
podem fazet contrato par urn anno, e quo nbo
podendo dispor de urn grande capital, sujei-
tam-se a pagar mais, locando par dias os
ao,,ugues. Ora, se nae e a esses, que nbo po-
dec arrendarn quo a lei vai aproveitar, nao
ha razdo para se votar urea medida que so
p~de reverter em prejuizo da camara, e que
nao podendo durante o period do inverno ar-
rendar os seus acouguos, tera assim unea
grande diiinuiglo em suas rendas.
Portanto, eu vejo qua nao h'a vantage ne-
ohuma na approvaoqd do art. >10, quo reflrma
o quo esta estabelecido. [L6] :
Este artigo 6 compl.tarnente favoravel ao
monopolio ; tern havido por muitas vezes in-
dividuos quo procuram arrendar ou fazer ar-


ld.Jo.o do
R,= iustrlia"
BeihtO l- -
cell r, Piltnua, Artonio C ros, CAodoan&o, Er-
nesto Freire. Gitirana, lteorJoro, Caina BD r6e-
Lo, Roctael, Siqueira C,valcante, EJuxdo .de
4MtoAW Le w wfotL izOsa f, Epaminon -ed unMM",
o Sr. president deolara"bno haver sessao.por
falta de numere. '

tRKUNUAO. EM 26 DE DE-ZFXMfift
PRESIDEiNCIA DO KXM SR. DR. PELEI4.% 4E
Ao mef dia, feita s chamada e a'hando-se
ptesentos os Srs. deputadol Antonio Justipao,
Btario de Nataieth, Belrao, Jaco'bina. Deodto-
reo, ClptoatAdoo, J ibno tdo$&,ea 'laqia, Paulo6 de
Olivelra, Pereira de Brito, Cicero, Eudoxiode
Brito, Gatvao. Gititnan, Antonio tarlos e *e-
go Baptista, fditano 87 Sars. 1Pitang., Attgs-
to Ledo, Luiz Cesario, Epaminondas da Cunha,
Roeae ol parainondas de Bait aos, Caeea pel-
lo, ianclalara oB cicauirert.d 8 8 ,aM1879ia.
Austerliano. Bacellar, BarAode Tabatiaga, Er-
nirio Continho, Cysneieo, Estevd o de Oliveira,
Erneslo Freire, Siqueira Caveteante e Ponvial,

o St. president deslara ns.o haver sessao por
falla de numero.
0 Sr. unsecretario I o Meitite
UiXPEODWiNaTE :
IJin6ofsico cd s-mretario do governor da pro-
vigcia, tro amairinttid 4exemlsa"es do retito-
aionpeasea.i Bdo iolo doe[or do iiesoaro pro-
vincial.--A distribuir. `-,
Outro do bnes, oa'remettenito" exeruplares
do balance.e da receita e despezsi'apTOc ciall
no -lo semestre de 1877 a 1878 A disib ,
O.u-ir- do mesino, transmittindo 40 exem-
plares do orCarnento da receita e despeza pro-
vincial para o exerecicio de, t8 8 a 1879. -- A
distribuir.
Outrou do rnesino, remetrendo 40 exemplares
do bala,nqo da secsita e dopeza provdiial de
1876 a 1877. d distxLbuir.
Outro do mesino, transmittinudo as copies
das paturas approvadas pronisoriatinente das
camraras sunicipaes do Recifa, Goyanna e
Barreiros.-A' commissao do posLuras e ne-
grocios de camaTras,
Uiea pcoti(;o da coininissao encarragada da
capolla de S. Benericto dio Porto da iMadeira
in Beberibe, ppliiidu a _concessuo de duas lo-
terias para o cal<;anento da referida capella.
-A' commis.om deopeticSes.
Outra d Evaristo Ferreira das Chagas, por-
teiro ad) Institutd Arciieologico, solidiuando
que na lei do oi(baunento so lh;p consigno uira
gratifica ato pelo excesso de tranaIho que tern
por accumnular igual cargo na escola tachy-
graphica.-A' comrnisso de fazenda e or.a-
U] e n1 W.
Outra de Aaidjel Joaquim Xavier Ribheiro,
professor public do Cedro, requaerendo que se
lihe ivanda pagar os vvncimentos d quo Lem
dire.ito, relativamente ao Lempo P.ma que vio-se
obrigado a star f6ra do exercicio io seu ma-
gisteric.-A' coiumissao doe peLti(Ses.
Outra dae.Imso Fernandes'Lopes. negodiante
matricudado, pAadiudo mn unxiliu que o habi-
lige a continuar corn a publicadeo da revista
agricola e commercial, periodic quinzenal que
ein prol dos inleresses da agriculiura e a ex-
pensas do supplicante se publicou nesta cida-
de em i876.-A' commissoso de petiscos.
Outra do Gremio dos Professores, aprepen-
tarrdo algumas iadica-ses, afim de.qu e sejam
aiterados algtws artigos do rogulamento vi-
gente*e supprimidos-outros ; e pedindo a cowh
cesslo de urma loLeria para augmento da bi-
bibliotheca mantida pelo mesrm Gremio.-A'
ceommissro de instrucoao public.
Outra de Andr. Jose'de A-3eida Catanho,
professor public o contratado da povoaImo de
Paomeira de paranhuns, impetrando a graosa
de ger consideado effetoaivo em qualquer ca-
deira nunca ma:s distance do 5 legurs desta
capital. A' commission de instrucQa ) publican
Out, a da commissao organisadora da irman-
dade das Almas. clue se pretende erigir na fre-
guezia de S. Jose desta cidade. submetendoa
approvaca.o da assemblea o seu compromises,,.
--A' commissao de negocios ecclesiasti('os.

Errata
O discurso do Sr. deputado Clodoal-
do, pronunciado ha. sessao de 23 de
dezembro proximo passado, e publica-
de no Diario de hontem, traz, alem de
outros de pequena importancia, os se-
g*nintes erros typographicos que con-
vein rectificar


Linhas 8 a 10, em vez de-me pare-
ce nao compensar as vantagens resul-
tan tes do project no dispendio, etc.,-
leia-se : parece-me nao compensarem as
vantageas resultantes do project o
dispendio. (0 mais como es' no Diario.
Linhas 26 e 27, em vez de-que nao
me parecia tao attendiveis as vantagens,
etc., -leia-se: nao me pareciam tao at-
tendiveis, etc.
Linhas 15 e 16, col. 4a, em vez de-
Poderia pela leitura, etc.,-leia-se :
Entretanto, pela leitura que Hiz do pro-
jecto nao me pareceu elle vantajoso.
Linhas 22, na mesma cpl., em vez
de-incidente--leia-se : accident.
Linhas 43, na mesa col, em vez Je
-aproveit irA-leia-s5 aproveitario.
Linhas 116, na mesma col., em vez
de-na minha esquerda-leia-se: Ami-
nha esquerda.



REVISTI.A DIAUIIA
Assemblda provincial. '- Funccionou
hontem coin 25 Srs. deputados, sob a presi-
dencia do Exm. Sr. Dr. Augusto LeAo.
Approvada a acta da sessao antecedent, o
Sr. lo secretario leu o seguinte expedieo:s4;
tjm officio do secretanro do governor da pro-
vincia. devolvendo a potigbo do professor An-
tonio'Basilio Ferreira B:rrbs corn a informa-
;ao ministrada pelo inspector geral da instruc-
'Ao publica.-A' quem fez a requisigao.
Outro do mesmo transrittindo o balance da
receita e despeza da camera municipal de
Itamb6, do exerciclo de t877 a 4878.-A' cornm-
nisscAo de organmento municipal.
Outto dd mesmo remettendo a linTp:mavZo
do juiz de direito do Cabo sobre a tnudanca
da sede do terno de Ipojuca dk 014a, e N. S.
do Q' para 'o povo- do do mesmo nome.-A'.V
ouem fez a requisiq&o. -
Urma petigAo de D Maria Augusta Lins Ba-
hia, pedindo a admissho no gymanasio provin-
cial de urh seu flWho de nome Arthur.-A' com-
niss8fo de instracgAo public.
'Foram lidos e approvados 3 pureckres da
oommissAo dmpetigvo; dous declinando, para
a de orgaineoto provincial, o requerimento de
Antonio Ignacio de Torres Bandeira e a repre-
entag&io dos moraddres da Palmeira deGara-
bhuns, e o terceiro indeferindo o requerimen-
o de Ervaisto Ferreira das qhagas, .porteiro
toInstiLuto Archeologico:, dous da comMips to
*te instruceqo public ; in indeferlndo a peti-
lo do professor CaOs Jos' aDies da Sila e o
-itro olicitbaddo iformaiesu d4 inspector ge-
il daI p '66llc, ,peare .ijV spa opi-
iao abOfat( ,qae au-
oapSi .4 l a.09 P do




























,frm. ,W em. l-s .

I*4 t 46.10k.uteuwsa-
doqn uco a...-p r1. ,S.4 amo oNn. w

d~p,16ri 1;i a imolwa brejwd* elm0 corm.
te exercieiQ",e fapi os trabsaibo-pralsos
p ra oabaxteciwmeMo d'aguq potavM dbvjdI-
oe da Victoria, e 58 do 1876, approvaNfo es-
tsrqs da oaes mancipul do Brejo; eot se* m
dfebait e aquelle, tendo sobre a materla orado
es Srs. Paulo COivb"a eBeli Ro.
A ordem do'din para hoje, d: 3' di'i.o
do* projeLoa s as. 4 e 8 de 1878e continuamdo
da anterior.
J pydo fteie. A.-h-s sconvocadapara
o df] t3 dA ferpvMiro a prirneira sessea destL
tribunall, no corrente anno, sob a presi-4encia
do Sr. Dr. Felinto Hlenriques do Almeida. l
Para esta splssso foram sorteados os seguin-
tes juices de facto :
Fregesias ds S. Fr. Pedro Gonipales
Jcs6 Antonio de litandvt Cunha.
Miguel de Azevd*.
Antonio Pinto da Silva.
Jos6 Francisoo Ferraz.
Iferculano Jos6 RodriguesPinheiro.
Antonio Alves Barbosa. ',
reguez'a de Santo Antonio
Aloxandre Riedel.:
Irina6 Coelho da Silva.
Joaquim Portunato Pereira Bastos.
Vicente Bruno da Silva Filho.
Joao Lan'lelinu Dornellas Camera
Francisco Candido de Miranda.
Dr. Manoel do Nascimnento Machado Portella.
Dr. Joaquim Pereira dd Silva GuimnarAes.
Francisco Bbrges das Chagas.
Urban,) anes Macqado Antunes.
Dr. Ezequiel Franco de SA.
Freguezia de S. JosA
Angelo Jo)s6 Thimotheo.
Jos6 Goms Ferreira do 8 Leitao.
Jlos6 Hlenrique Gonalves de Abreu. ,
Manoel Antonio da Silva Moreira.
Jeronymo Cedtron Ferre-ra Cabras.
Freguezia da Boq- Vista
Joio Fernandes VWanna.
Dr Silvino Cavalcante do Albuquerque.
Dr. Anterj Manoel de Medeiros Furtado.
Francisco Americo Dias Barreto.
Lonrenoo Josd de Carvalho.
Domingos Austrnciliano Mafra.
Paulino Ferreira da Silva.
Firwino Pereira -ca Cunbh*.
Doamingos Jos6 da Gunha Lagos.
Joaquimn de OGusmnI) Goetho.
Antonio Jos6 da Silva Guimaraes.
Pire-guzia da Graga
Antonio da Curhia Lo'pes Guimarfies.
Adalpho Koop.
GCanuto JosA Velloso da Sdilveina.
Fabi. de Albuqaurtcpe Gama.
Mianoel Pereira Caldas.
AIoipho Perefra AtntteS.
Fregud-Ua de Afogados
Fran:isco SimOes da Silva Mafra Junior.
Clemnentino de Mesquita Wanderley.
Can.idiJoJs6 Gonqlves Fonte.
Aritonio Gerardo iJa oRgo Barroct.
Freguezia do Popo
Jouo) Caetano de Abieu.
Antonio Gomes Ferreira Leitao.
Jos6 Esperidiao da Costa Mnniz, -
J:s6 Domingues Go Jeceira.,
Freguezica tdeS. Loareno
Joaquim Cavalcrnte de Atbuquerque.
3O officiaes de justice, encarregados ddas
notiflcacoes parn esta ses.so, Ieo : Peliciano
Benedlicto -Jo Sacmame..to, Albino de Jesus
B indeira, e Uernardino J,'s Peticira Guerra.
AssasslnAtos.-Em 25 de ettembro ulti-
n1,, oet enjttnho Verde de bLiao, dro ditl icLo
poicial da villa do Bcnita, Jopi6 Soares da Sil-
va, charnado Ceboclo, asgassnou a Francisoo
Antoniode Oliveira, alcunhado Fiancisco do
Norte. -Foi preso em flagrante.
No dia 28dq mesmo me;, e no mesmo
'w'rn;, do Bonito, urm individuo de some Ma-
nuel Caetano astassinou corn urea facada a
outro de nomo Henrique Feliciano. Tatfbein
foi preso em flagrante. -
OIrim-noso,.-Foretn presos e recolbidos
i ca~lcia de Flores em 18 e 28 do referido mez
de dzezibro, os criminosos Jos6 Rodrigues e
Jos -Caladob. ^i '
aralJO.l. (Ito'td correte, ho. n distnicto
IJa 'ila de4 PaneMas, foi prap ,in rqagr4nte
rt, frtpEdq frt^ dtt gs49, licate-F retire
d NascirnentO. ,
(ieneros- 4liuesiafois. Pelos navies
Occeano, Mary Rice, C. lmar, Belt ess, Hao-
kktope, e Flor do -Jardim vieoam thra nesso
mercado : bcoafltto, 443) berricas; cafe, 1,334
sauces; corveja, 70 cuinas ; chA, 2 brtas; er-
VUus, 44 garrnfIeS; fa|nzha 4 Itilhb, "1C
saccos; rlita de mandioca, 4,050 ditos; dita


de milho, 2,1283 bahul.st feijo, 2,708. saccos;
gerebra, 300 frasqueiras e 2,329 caixas; sat
044,800 litros; vinho,.50 caixas.
Gabinete Portuguaez de Letura- C
movnnento desta bibkojheaa na semana fis4a
t4, osoguinto sabiram a'para leiotura deo ocioj
i08 obras em. 148 volumes, sendo 5 obras
historia, 1 de geographia, i do viagqs,, 5 de
btteratura, 1 dI revIstas, 7 de poedias, 3 dI
-. theatre e 85 romances.
SEnatraram no mesoo periodo92 obrhsotts 155
volumes, sen-doa I oara de historic, i de via
gens, 4 de litteraturas, 7 de poesia e 79 roman
ces. -
Foram ofertadas as segulntes obras:
Pela Socie.lade Prateetora dos Animaes : -
binlgto -epnitme cec clatedtafntoqqfl f6 da
proteceAo devida aos animaes: por J. S. RtI
beirct, folhet. -.e "
Requerimnadnto a q. M. EI-rei pedindo a abq-
liao. dis tL-juraJas em Portuga, 1 folhieto.
Boletim dia .ocfedade P.rote,3ora dos Ani
mae-, 3 fulhitos. .
Boletin do ia Sc.)iedad Proteotora de los Ani
males y Iri plaitiIs 'ia Cadiz. 1 folheto.
:.'lluoria subre lis abourdos, males, peli
-:rus y.otris excesses do las corridas de Ltoros
f folneto.
'EtatuLe os a SoeiedaJe Protectora dos Ani
rein fs. 1 fNiieto.
0 Z,'opit.--jorn .Tda Saciedade Pro.tector
,ilo Aniinae-i, anDos. .
Pelo Sr.. BUrbsa Vianna:-t-Li madeoin wal
gr6 sol, Iv T 1 '0
.%ly,- b .bolteux. I volume. -
peBCberam-se do Lisboa ai seguintes obras
a.sasarilo :'l-rei, J aole. *W #* "*
Anao da fS-lt ni, .1 imn 40ic^A-rt
Am,' ;do mat.'it olo,I t .oa lt Lt. Eano
Robett; opriaeaSikie, I o, ;slB 60a 41
-*efio; o vatl ,'ta* /A
a (ls~abar, I ^s*^. or MenV IA
WO Aafar UP^ l^-^ W
Ma;.
'Go--

._nI &1t


r-kwc" d4 af .... :
1h) i
neraco dos Seta., -
ibo t q ro-t;4 w1 6. hI8 "d
to anne 4estejornal igoatdo o.- .
EWelQ"T de o!ifl/oli|6ebe nos 0
agadeemos uat okeemnar da expobsW"!J
hre o process el1itoral em rPeSaMibeoo 64
1878 '
Obras ppblleas-Agrateesmos a er d
que nos iez o Sr. Dr. LWal. engebeiro Cdhef4
interino da repartiQlo de obras piblioa;. d*
soqeu relatorio apresanladO ,preideoca do-r prd$ '-
tviniia & 15 de noveebro d t4W8. .
ssu s eaatffdit-Coebmti-se en&hb i
na igreja do'S. Pedro e matrix de Santo Atio-
ni, em louver tie Santo Amaro, pets 7 boras
a- manbh. '
ragus.7--Este vapor, da companhis pMoya
Mail, tend sahido do porto da Babia no dig
12 -do corrents. deve boje aqui manbecer.
Hospital Portuguez de Beaelleeueiac
o rnovimcrto-, da elfermaria deste esiabele-
ciniento na senana de 5 a H do corrente, fUAi
o seguitte:
Eistiam P0. elrtraram 4, tiver.m alta7, fi.
caram em tratamento 27; total 34. -
Prosegue em exercicio o Sr. mordomo Jost
Lopes Alheiro. *
Lelles.-Hoje realisa-Be o seguinte:
Peote preposto do agents Pinto, As 10 horae
e meia, no armazem n. 57 da rua 40o Impera-
.4or, de excellentes fazendas inglezas, allemnes,
jncaa a.sis ssas.
Amanha devem realisar-se os seguin-
tes ;
Peto6preposto do agent Pinto, As 10 horas e
mnea. na rua da. Pria'eza Izabel n..... de pia-
Inos, moaveis, louga, vidroe o obras de electro-
plate.
Pelo mesmo, As il horas, na rua-do Marquez
d-3 Olinda n. Il, de ferragens e linhtns, avarma
das. a
Qjinta-feira devem realisar-se'os seguin-
Les:
Petlo agente Pestana. As 11 ihoras, na rua di,
Vigario n. 12, do sitio na estrada dos Mffict >s
confronte aut [osoicio de Alienados.
Pelo ageate Gnsmncio, as 11 hor.s, na rue do
Bai &o d6 Victoria n. 65, de moves. louca, vi-
Jrou, e quadlrs.
Pelo agent Pestana, Ais 10 horas e meia, na
rua do Padre Floriano n. 27, de movois, espez
Ihos, louQa etc.
Pelo agsttq 11migio, As 11 boras, ha rua do
Marquez do Mtle f. 53. de mobilias de jaca-
raiida e mogno, <4eiras df balance, toilette,
cspelhos, tapteas, quadros e muitos outros ar-
Abessas uni~isfes-Ssairdb celebradas:
Hoje: as j horas e hieia, haintriz d"
B6a-Vista, peila alma d;,'Aoaquim ;a oi Ota Main
Junior. '
Quiutta feira: 4s 8 horas, nk matriz da
B'a-VeWM,pPaetrit0b4 ,4dt t 1 4s.toni" di
Souza Pitanga ; ais 7 hora e nei1, na igreja
da Ordev' Teroeira e.6, Frarelico, pla alma
de D. Joanna Apolonia da Goncuglo Roza.
S- l Seta-feira: a4,7 Iocas, no igreja de; S.
Francisco de Paula, noCaxanga, pela almtna .o
D. Joanna Apolonia .J i Conceigo Boza..
,Vapores. So :esperados -at @9 dreja-
iteiro ; ..
Tagug ( do sul hoje o .
D.intas da Bahia amanha
Glensanwox de New-York atW 16
:Pfitr do note at 16
Orenoq-ue do M"l al 6 20
Espirito Santo dto sul at6 21
City of Rio de "-
Janeiro do New-York aL 12
Valpactrcie-o, da Europa at6 23
Neva. da Europa; atA 25
Pernambuco do norte .atA 28
- (hsadian d sul2
SLoteria da provficla Hoje, 14 Wo cor-
rente, se extrahir a, eriase m 287.a, em bene-
ficioeo Hosaicio de Alienados.
s bilthetes, meios e uartos, acha-gel9e
v-enda ta thesjuraria das lotenra e na loja de
catiados 96 Sr. Porto, d'praga da Ttrdependab-
era qe. 97 e 39, aus pregos do SflO; fl500 r
730 rti$. '
iloaptii Pedro LI-O monvijento desto
oeazmhiaIoimeno do 4ia 6 ao dia 12 do oorre-
* teoi, o.a uiaeg .. t
[Eistiam 596, entraram 132, sahlran -
l eaofw 37, euxisi.e -". 1,.-. .
i Na totalidado dos doentes eaisteai 640, sen-
- do 41ihomens e 225 mulberes.
- Foram viilat as pnfernaarias ests dias:
ds 8,81/2, f8/2,_polo Dr.,Moh


R wdoeopt.s.s9t w t: tl aMaesp 3fW.6eS.
emn virtudde'.dqepydo da'' .6,mis.lo .ebtml
S'utoceros dirt 'oabi-se mats- dentes eS'
te hospital t- .
N asylo de mondiodade, altae dia 1 'o
corrennl, atinuavam em uraaentp34 dSon-
tes. send '14 homes e 20 mulberes'; sahio
I home oexiste em a raftMen 33, temdp:
13 omens e 00 Mailheres.
P,ielQMlMude nihleairs -. t,-Se
no dia 12 do corrente, na m.4riz dQ S. Jos6,
os seguintes: -
rwnaira denuneiciioq.


dodo Aofi % 25a9auts, oltt1 ho9pic lPa
dro II-; .aomis. .
Reinetfido pelR. slbd ado' dO t4Strffl"
de S. a : -.
Izh,1ioGpardo, Perwalmbqeo, 4omlos,espas-
mo. '
Pelo do de Belm:
MHanoel, pardon, lrernambuco, 5djaS, beXIga.
--11 '
Maria da Conceigfo, branch ; Pernambuco.
50 annos, viuva, hospital Pediro II: betgas.
Manoel Jovenoio da Crz, paro, Ptrnabu*
00co, 18 anno,.soltio, idWem;. iOe. -
lose de Lima, pardo, Pernmiwbucp, I aftnno,
idem ; idcm.
.Antonio Rodrig-es Bartbosa, pacda, Pernam,
buco. 19 anoos, solteiro, Boa-ViSta; tobercu
los pulmenares. '" --
Bellormino A. Lima, branch, Pernismbucoe
48 annos, solteiro,. Boa-Vista ; pneuinomia
agoda.
JoAo Macio, pardo, Ceard, 7 annos, hospital
Pedro 11; croup .
Ei nstlo Antonio da Silva Lima, branch, Per-
nambuco, 38 annos, solteiroa, eylo t dfrbfea.
Pedro'Alexaa dol, ftrnambuco, 34 an-
hos, casado, t. II; anemW.
Liana Maris da Conceigao. parda, Parahyba,
BO annos, solteica, ideo ;- lesdo do coraCao.
Remottilos pelo subdelegado de Santo An-
tonio : o d
Claudino Paulino Josa Franga, preto, Per-
nambuco, 20 annos, solteiro ; pneamonlia
aguda,
Antonio Alves. Ribeiro, b 0co, PahbYbt
19 ann)s, solteiro ; hydrernia beriberica.
Pelo do 2.0 disLricto da Boa-Vista
Isabel Maria da CbnceiQlo.

riND ICACOES i3Thrw

Medlicos
ir. Lobo 'oscozo, ru a do Vistonde
ic Albuquerque n. 39.- -Chamados por
carta eta que se d'ecFare a -rua, q nume
ro da oasa ea tsignatura. CGonsultas
nos dias- uteis das -10 As 12 da manha.
Especialidade. Oper4aGes, parts, o0--
lestias de senhoras e ae mineninbs. -Os
chamuaitos que'o hewgarem depols deomeio
.ih, so p6dem ser srtisfeitos a nqitc.
Dr. Jasd FeliXt, Cunha Menezes: cli-
nica de crianas, melestias-ce seihoras.
r part. Consultorio rt larga do Rosa-
i esqinsrr a do CabugA n. 24 1:* an-
ar. residents rua iA.urora n. 61..
Dr. S T. 7illas-Bdas, rua dte Ger-
vasio Pires n. 28, co'nsultas das 7 As f
horas da manha. Chamades a qual-
quer hora e par escripta.
AD Iraxdes Geonmes. de ouza P4
tarnga,: ru-a da Imperatriz n. 64.
SDr. Castro JesUs,-rua do Thque de
Caxias .n. 56, 1 o andar, consultas de
mi6o di, fs 2 da tarde, residencfa a
ria L tgaA d Rosario n. 18, 12.6andar.
,ur. gnacor AlcNblades Velloso, con-
fa:i-uaC0m cbnsulfptio na sqla ahtiga're-
srdejrit 'a rua do Baro da Victoria -n,
AW't .ou aft($r.
', :r. EstfolIo Cavaldnti, rua do Bnom
Fesui n. 2;, 16 andar, de meio:dia &i

S r, Ferrera yeWlso mudou o seu
Ssamltori0 parai o prineiroandar n.
no mesmo largo d6 orpo Santo,
l2de continha &ar Qonsu'attseai41 As
'2 H16t4a 1tt#9 e rneebe cIhamfiloe
a quajque, Wnr. .tesidencia tin rt
do Barao de S. Boan 5., -
D'1."dfdeo; xtr$( Qeimado n '4
i.o andae' 36ii.nltas de meio dia a
2 dattardo. -
o Dr. Joaofavatafcai de Sd Albu
qterqUf, de volts de sam tiagem -a Euro
'pa abri wso eoaiiultobif) & rue doimpe.
rador .n. '9, pritheiro arhdar, onae' p6d(
ser procurado 'para os misteresrde 1u,
d iafisui das 7 horis dt msrIh as.';
di' tarde. Corsultas dor-meiodea-is
da tarde.


W ,i "' W' -W "OO '*



tkai rsdr pe ^ "In wt*. e coni-
di96f de o.ter.ei. os compradorei
muime, vana do-que outre quall-
quer. Pua de Maro., 20A
de Fraftweo t 66el & AmnatL.
Antonio Cor ds de VaaoncUllos, ru&
'Prneiro de MarO a. L .I
Roupa. branca e 'artios do moda,
Papoula & C., rua do Cabsga n. 18,
:preoos mnimmoas, marcad eor todis as
Tnzendas. Defronte da matriz de Santo
Antonio. -
Loucte vitdres
"'Armazenm Baearat, Cta Pereira t
C, .a rua do Baro da Victoria r. 13,
resolveoam uer griande reducao not-
pregos, em -ouas, vidros,- poreellanas.
-rystaes e eletro-platoe pra uso 'do-
mestico ,
Mrsea de joohs .
Brilhantes- JosephA Krause & C., con-
vidam os aprecidores de pedras precio-
.s a visitapm seu estabeiecimento a
rua do Cabugl n. 4, onde encontrario
ura grand e liridissima collec0o de
bnlhantes splfos de todes os tamanrhos,
ao par da lodicidade nos prevos e sinl
-Aeridade don does. -."c
Gastronetanla
Archiarmazem et tampos .8-= r,
do rmperadwor-Leite condeasa&6 saae-
rior, presuntos para fiambres, lingaas.
aafiaunbvadas (em etab), fiambres 'm la-
as, cbi fino, doce, licores. acipipes e
grande variedade de vian-hos fins de
pastos. I
Ir aia e droatta
Ferreira 3aia C. C, rua DnquiPe d
Caxias n: L7.
SOleopara Igmparlnas
A luz mais hygienizae economic: ven-
de-se dete oll ,o ami garrafas nos prin-
cipjaes armazens de, molhados e- em
2roso, ua fabric 9 ria daAaurora n.
161: a tratai. na rca.Duque Caxuia-s.

Clgarros e charatos
Fabrita Apollo, rue d b Cabugd n. 14;
da filial, T.rua de MdrciUlo Diasn. 93.
.-k. P. da Cmbha, para wawor comnipo-
nidade dos .-ous fteguezes que transi
sirn na via ferrea do S. Francisco, abrio
umacasa filial de sui fabrics, rimna de
Mardilio Dias n. ,3, onde encontrarie.
sempre urn cofnpletb -sortinbento do
2qu6 ha demelb4r em cigarros,charuto6,
fumos_, rap6, pontiras, cachlmbos,. etc.,
e todos os maiw artigw 'de uso dos fu-
mantes, aos-mesmos pvs'o. 4a fabrira.
Dovm_ -kr I-bas
Vendew loAflqtAs de Paria t C.,
rua de Marn e 6 irros a. If, [Forte do
Mattos},da.aparisalr ,qualidade, tendo c
comPrdorda vaenir agem detscolher, e
preQos sempre iedtRMIos.
orde de.-oa cnu^de agsdpn
""Ve.;sa-m.0 "wgcbqo Iggar rompe-
;'. A Morewdn~ah
?Nista born conbeoida fabric de ci-
s :gan'. e charutos, sita ao Becce Large
in. 2, Recife, encontrarao os aprecia
dares da boa finnaga, di'var.s marca-
d.irroS, qte"s tornamI| mme.,-
i$tos. pals b6a qiutido4e"^, ta~ncc
corn queo o rnanufactirados ; corc
- sejanm: Os cigarros a D. Pedro II, ac
* Prtenipe Alberto, Cigarrinbos de Bait,
& Villa Belle ( !tappl de tabacoj, N-


e .i.e dtr-

egrtpa fm torrrq
a 1 dgunt uitma hoenagremn a
C'tt ew ItIele-awciu
.^~t y f .* .D. b E' de lourht
TO Ores, Es tiocals
Wriewte y wius. Apewa orma
e eperanta, brota debaixo de
uomas maes, que j A1n ferro, cabin
', sepra a pela haste. Kifa,, o qua
pumreoea nossos olhos uma desoroem, 6
rtmmonria iudistrcctivel nos juizos divi-
'us.
D% bervo., t& Lumba o caminho 6 bre-
6; e feliz d*luetleqtee c6rnmo BD. Isabel
-Rifa. de SQuza LeAo, soube aproveital-o
para nelle cultivar a mimosa plant da
virtude. A more nio lhe d entao o
term d'uma vida de.fllusyes, o co-
nmego de irraB eternidade de delicias
ineffaveis ante o precioso Bern, a sobe-
rana delicia-Deus.
A -morte nao intimida alma immor-
tat, que soube amnar o bem,-e aborre-
cer o mar; e -i pedra do sepulchro dei-
ixou de ser pavorosa, depois que o pro-
pridDeus a ella tambem b:ixou.
Porque, pois, choral-a? Nf.o; f6ra
oflenod-rds 6 cdos, que hoje gozam a pos-.
sa d'um tato inextimavel thesouro
Passa, pois, alegre caravana espar-
-indo o ten caminho corn as pallidas
fl6res da morte; mas no recinito onde
urnm moemnto paraste para offerecer
uma oblavao ao uperito da virtuosa es
posa, escreve: Aqui descansa urn anjo
do ceo que adormeceu na terra.
Filha piedosa e estrermeLidt, esposa
castae virtuosa, foi tambem miii pelbs
Addres do puerperio,,e s6 nao foi pelas
alhgrias da coautemplaAo ; por que Deus
Ihediafe: Modello sublime de virtu-
des teh's fcapla*etado 4ua missed na
terra-os eos to esperamn Agora, vir-
tuosa esRosa, jA que tosle 'roub:,da ao
mnndu de qae eras urn dos seus mais
bells ornatus, cole la centre os anjos o
fructoda preciosa'aurora que plantadte
ca na terra, -Fiat -Fiat.
Recife, LIde'janeiro de 1879
C. Lima.

Collegio de S. Paulo
RUA DO BARIO DE S. BORUA N. 26
Director o bachadrel B.'Gurgel do Ama-
ral
Casa de educacio moral e intellectual.
Nioadmigte alumnus externos e meio
pensionislas.
Recebe somente alumnos de 7 a 12
annos, lirmitado o numero de 30.
I As aulas abrem-se no dia 9 deste
mez.
Algumas palavras do director.
0- regimen directive edverdadeiramen-
to domestico, perque a familiar do (i-
^'rector-eos alurunne, constituem uma
unica familiar.
Entende o director quo nested paiz 6
nimpossivel a instrucvao moral o intel-
lectual 4os meniros em am collegio,
qfte nao seja;exclusivemente uin "inter-
ato. n .
Esta opiniiao, arlparada na experien-
cia adquirida, oesse trabalbo morlititan-
'" na obsecvavaoe no-oskdG, piesap-
poe ainda a condigAo de niamero liitar
do, .porque, estabelecido o piedito re-
1 gimen, nao pode -o educador dirigir
grande numero de alumnos conformed
do seu dever, attentas as difficitldade>,
. e a importancia dean aito missao dci


former homens, expr osso de n nm no-
ravel escripUtor qua"assim comp' a uIn
dos seus crckrosoWi e'llustrado U aon-
ceitos sobre este :g-qndioso aassumpto
Sda educagco .-- (arte a mais mblime
e affl de todas, a.quemais nos as
Co seemelha a dvindod, a que mais
c aproimma a oreetuna do creador.
E' opinja-o do-director que si uma
casa de Aduea'o ao '6r uma casa de
a farnlia instuida e moralisada, serdlrm-
Spoislel a formagao do eircadter des jo-
- vens, e dabi a impossibilidade de uma
reg-ta instrufegao intellectual. -
SPrivados os meininos, pela ausencia
) da casapatw9SdafimotrucQio moral
que da saa proprialaniitia deveram re
ceher, (si esta tern aptid6es) 6 evident
que urma outra recommendadapelos no
tados requisites a devA substitbir ac
aaciente trabalho;-de os preparar para
-a vita wsOcia oee o sea .destino.
S Si portm nos collegios a famiia deixa
de ser a esco (fe, costumes dos edu
Scandos, privados da assistencia nacas
a paterna, elles, quae, nasceram para .
a vida social, sentem necessidade de es-
h -6tarefm os vinealos da convivewni,
rsciproc. entre-r, a qual thes 6 qas
S.a ..sea fooclva, alm 4e que lhoesobli
; tern lmeaosBobtera nQr da famiia. -
e amr 4ev.e ser d-senvolido pelc





., ". ,-
devores. 44


|; ^ di~





HiK''X^HM^^HBI-^^i^^^^H^^^^flRL'l~iaSl


J! ". .


tos *lneta oUs-ouam-ymoA# 40

sio garantle"..
- 0. uaera doe iatermos timitar-e-ha
r. A .--isifu dift. Ha. *. 4ar-
mitmAss adapdo.o a Mns, ;l 6
a tO, de otLlt ./ *5 U t..ass,
aonde todes itra. ea ieavunim ilaute
asuiormo4adoe, se :a igi-
lan iade poeesso us habita aok m
as mesmos at umo".,
A instrucvdo -dada nae atabelteci-
mento, dovendo preparer os iuLos
para a carreira commercial, industrial
ou para. aw.cutdades supins; ibroaa
os seguintes ramos de enesino
Instrecqo primaria
Linguas :--Poctugueai, Iranceza, in-
gleza Iltiauau.
Mattematlas .-i Arith.mtiea, geo-
rnetr ia e algebra. '-.. -
Ensina-se tambem MSICA: flauta,
piano e desenho ; estas lioes sio pa-
gas separadaminente.
Recebe discipulos em todas as epo-
chais do anno: as aulas abrem-se a 7
de janeiro e eucerram-se a 20 dote no-
veimbro. Em-sua entrada os atumnos
passamn por um exdme afim de seremn
clasilicados. Devemn provar haversido
vaccinados.
Traao os objectos.necessarios so-seu
uso, prescriptos pelos estatutos e paga
rAo as pensoes pelos mestios ndica-
dos. Se, porem, forem dous ou mais
irndios far-se-ha abatimento- razoavel.
A sahIida do alumno seri avisada aodi-
rector corn antecipacM.
0 director, coadjuvado em sua tarefa
p r habeis e zelosos proft-sores, tendo
a seu lado umra esposa, cujo character e
educaqao garantemrn a todos os aluidinos
o tratamento do lar dormestico, tLeirn a
conscience. de poder recommnwendar o
seu collegio como internato e externato
aos illins. Srs. pais de familiar eispes-
soas qae se interessem pOea boa eduta-
ga) e adiantamento de seus fit'os eipro-
teidos.
As melhores referencias se olferecem
assim como as demais ihformagoes'que
so deseje. .0 director,
Antanio Marques de AnwmArim.


Novo espeelfico
Ha I2rgos'an:.os que a humanidade
sotffred6ra carecia de urn especifico que
sem consequencias nocivas a saude,
podesso eurar radicalmente todas as
doengas derivadas de um sangue imnpuro
e demiAos humores. Diveisos reme-
(liots so apresentaramn em cainpo, po-
rem nerhunm produzia verdadeiramente
a cura. radichf di molestia, deisando
a mraior part dos vezes zesultados Ifu-
nestos ap6s um long tratamento. A
syphilis ou molestiW venerte era sub-
mettida a um tratarnento barbaro-ao
curative mercurial-, e de um modo
imperfeito, que o doente a major parte
das vezes eta reduzido a um estado dig-
no de -lastima. Varimas salsaparrilhas
form preconisadas para o tratamerto de
todos -estes incommodes, mas nenhu
ma preenchr;n o seufim. 0 rhemna-
tismo era quasi sempro tratado por tm
meibo palliativO sm trataeri de' Azer
Sura a'ppli&aqiio -nacisnal e ,p-ecifica.
As molestias herpeticas ti, da peole
r rna tiravam resultado dessa medicagio
iimperfeita. FinM.mente era nister-d-s-
cobrir urn novo especifico; era mister


"fazer uniaescolbaraeional dos fpu-pa
rativos vegetes de ama eora otul ta,
eujos vecesaes fossem tambem rios
em virtues medicab&tMosat. t; @ide
oeaconLral-v, soroe n'uma 2on2 t0opit l ?
Eis aqui o erre do povei quando pro-
cumrava:supprirse de remedi oi estran-
eiros tiranos e feitosJdef'la tarm pe-
re e rttlica. E como ein bhwj*m-
possivelt otter urn reswltado sdguro,
langerarm rno de rem'edios mineraes, e
d'ahi os immensos males que sobrevi-
SbiiU aos dloentes q*ul se vuitiaettiam
a esse ratmnedto. .
SPorlanto corvengfr-se o public que
a flora brasHeira 6 a mais-opulenta e a
qufn maior virtude encerlatfAl o cu-
rativo de todas as 'molesliaos. E pre-
ciso que a nmedicago -10 oriunda;do
mesmo solo onde se olve a 1o-
leetia.
0 pharmaceutico GCarls Bitteocetrt,
tern side incansavel m-n confeccionar
medicamentos n ossa oea e era do-
sal-os corn a pericia que 4 preciso para
Sse chegar ao resulbado quo actualmnfln-
to presenciamos -.
A sua salsaparuilha e carobsl6da..e-
i ihor e. a unica preparasao qae saWaz
perfeitainente os -desejo wd uto ,os
que anhela fazer um curagtiocerft e
rational. "
0- 0 sea xarope de.Jaranmaear CpM-
Spoele. me produuida iWlagre i t.
a~rkngado a: vida a qniLh d |
res, que se levantafarm do .
onae jazi"f. seMT n uft v r
Simados pelos rnedies. E'
oionar'bste factos para.!s



To", wk.
.....ciBBUa u' o^^^^
w ~ ..:,,; ..~hkjt iMiAM&ijiH^B Hll~

.. i (.; :: .,















Y
' ijmitM H iiB '' *-





:t-^dt 1ibssa Se-

iiora da Graoa
PARA 0, SEXO FEMININO
Sob a direcgo Mile. Anna:Carroll
N. lO-Pontede Uch6a-N. 10.
As aulas deste estabele-cirnento de
instruc(ao primaria e secundaria abrir-
se-hao no dia -7 de janeiro.
-0 grio de instrucgfo consta (le por-
tuguez, francez, inglez geographia, his-
toria sagrada, e -profana, mythologia,
aritheinetica, piano, desenho, danga e
bordados de-todas as qualidades.
Recebem-se pensionistas por 404000,
meio pensionistas" por 20000 e exter-
nas pelo p're'o que se convencionar
corn a director.
N- B -N o ha extras.

Collegio Americano
PARA
Educa9&o de meninas-
49-RUA DO IMPERADOR-49
Oirectora, Maria Candida Bandeira de
.. .Magalhaas, auxilikda por sua
irm! Anna Pinto Bandei-
ra de Magalhfies.
O grao do instruccAo consta :-leitura, ca-
ligraphia, lingua national, arithmetica, metro-
logia. historic sagrada e doatrina christ&, ele
mentos de goographia, toda a sorte de tri-aba-
lh-s de-agulha. bordados de todas as species
inclusive de ouro e prata,.flores de differeotes
generos, lingua franceza, iogleza e italiana,
dJanha, desenho, music vocal e p;ano.
0 ensino ,ta grammaLica portugueza e ari-
Lhmetica, esta a cargo do muito digno e illus-
trado Sr. major Salvador HIenrique do Albu-
querque.
Franccz, inglez e italiano, e leccionado pelo
distincto professor de linguas, Mr. Charles
GiglhTaa.I.
Musica vocal. e piano, polo Sr. Claudio
.ieal.
As primeiras letlras, educaad anoral e reli-
giosa e todas as prendas de agulha, estao a
,;argo das directors.
0 novo system de ensino adoptado, (o ame
,'icano) e, sobre tudo a longa pratica que teem
as directors de 14 annos de magisterio seo-
pre nesta capital, 6 a mais firme garantia de
darem unia educacao solida ecompleta Assuas
alumnas.
Recebe pensionistas, meio-pensionistas e
externas. -
_V de interesse aos que soffrem
Nesta typographia e rua de Christov-o Co-
lombo n. 1, vende-se tintLuras homeopathicas
para cura das seguiutes molestias: Asthma-
tico, ainda mnesajo bronquitico Camaras de
sanatie-Enxaqutcas- Erysipella-Tosse con
vulsa-Intermnittentes-E falta de menstrupao.
Musica vocal e instrumental
Hermagenes Norberto de Gusmao participa
ao rpspeitavel public desta capital que abrio
um curso de music vocal e instrumental, a
preco aiodico, a rua da Ro.Ja n. 19, das 5 ho-
ras da tLiirdo As 8 da noite. Tamnbem lecciona
f6ra de sna casa.


COLIEGIO ZTIiX

PARA 0 SEXO FEMININO
RIJA 9.1 S 1 I1' A CUtJZ f 10
(Boa-Vista)
Directoras e professors
A-niai.t Roxo Lima.
Zima Roxo Lima.
A matricula do 6' anno lectivo abre-
se em 7 de janeiro de 1879. Admit-
tem-se alumhiys internas, serni-internas
e externas, assim comao meninos de 6 a
7 annos de idade como alumnos exter-
tos.


Collegio brasileiro para a sexo
feminino
Rua do Cabuga n. 3
A director deste collegio, faz sciente
aos pais de suas alumnas e ao public
em geral, que no dia 7 dejaneiro, prin-
cipiarao os trabalhos deste collegia,o e
pue continfia a aceitar internal e exter-
has, por menos prego que em outro
qualquer collegio, garantindo todo o
adiantamento e desvelo para corn as
meninas que lhe forem comfiadas, e en-
sinando em seu collegio, aldm da ins-
trucco primaria, o francez, geogra-
phia, desenho, music e piano ; para o
que tern escolhidos professors.
Fortunate Fortes.


Coltegio de Nossa Senho-

ra da Sau'de
10-RUA DO HOSPICIO-1JO
A director d'este estabelecimento
de instrucgio feminine, participa aos
pais e correspondentes das suas alum-
nas que dara comega ao seu novo anno
lectivo no dia 10 de janeiro
0 collegio p6de ser v-sitado por
quern desejar, na certteza que o acha-
rio perteitamente mohtado a rxemplo
dos da Europa. o que o crnstitue o
primeiro estabelecimento.desta ordemn.
podendo dar urma instricvo solida As
alumnas que o frequentarem, corno tern
provado corn os resultados de exames
eitos publicamente e publicadbs nos
jornaes desta capital.
Ensina-se todas as linguas vivas,
bern como sciencias e obras artiasicas
."aria o quo possue urn professorado
'fisfincto *o
DA se estatutos a quern desejar.

p i o 0 success das inven-
Aes de Mesdames de
PxR Vertus &inesgotavt 1, eis
que oiepio de ter creado a Cinta re-
gne. 4MivAlegiada. apresenta-nos ao'a
-O ietw4urwva, obra perfeita, queor-
0 Admiravelrnente a Cin-
-A u : d


,. .r"''*^. !^"% -- _': ,^ .. >'' [
do instrueao p!i4ha aa'se" -meaaaria. .i oida-
de de S. Agostrnh'io )j eorT' -r
VIRa-doCabe
Seu director, Joaquim Por&rJo de ArxJw
N. 425.-undigestao cu dysep.
sia.-E' uta e..fermidade nascida e
criada pelo luxo da civilisascio- Ella
constitue a penalidade imposta pela
natureza em consequencia da _dema-
siada indulgencia. As regras para o
tratamen'o desta niolestia sao simple
e sao applicaveis para todos os- casos.
Conserve-se o venture livre, renovem-se
o tom e vigor perdido d) estomago e
regule-se a acqo do figado, e assim-
ter-se ha conseguido a -cura. Pordm
agora se-auem-se as perguntas ancio-
sas do eife.xrno : Coin,) de que modb
p6de issue set feito1? Oit.,e existed u 6
nodera se achar uma m adlcina possui
dora d'umi virtude e forga investigate.
fortalecente e corrtctiva subre estes er-
^gos? A-resposta achar se-ha nos se-
guintes attestados divulgados pelos nos-
sos medicos os mais respeitaveis. 0
Dr. Wells, de Nova-York, diz: tenho
ha mais de 18 mezes a esta parte feito
constante, uso das pilulas assucaradas
de Bristol, como urn alterativo e tonico,
e as consider como o remedio minais ef-
ficaz e certo que teinos para combater
a dispepsia, indigestao. e assimrn como
para todas as desordens e desmanchos
do estornago, figado e intestines. D 0
Dr. L. Mills.de Nova York, o Dr. Elias
Mott, de Brooklyn, o Dr. Paker Nel-
sonil, de Philadelphia. fazemn rnenao
honrosa das mesmas e as recommend
dam corn igual atinco. As pilulae
acham-se rnettidas dentro de vidrinhos
da crystal, e por isso se conservardo
perfeitas em todos os climas. Em to-
dos os casos de irnpurezas do sangue,
u salpapuarrilha (lde Bristol, deve-se usar
conjunctamnente corn as pilulas.


COMMERCIO

.1J unta dos corretores
PRA(A DO RECIFE, 13 DE JANEI-
RO DE 1879
As tres horas da tarde
cotac6es offlliciaes
Farinha de Santa Catharina, 95000 por 80 li-
tros. "
Gambio sobre o Rio de Janeiro, 10 d/v. conm
/2 0/0 de desconto.
Cambio zobre Londres, 90 d/v. 21 5/8 d., 21 1/2
d. e 21 3/8 d., e do banco 21 1/4 d. por
14000).
Dito sobre dito, a vista. 21 d. por 103O, do
banco.
Canmbio sobre Paris. A vistt 453 rs. o franco,
do banco.
*.amubio sobre iiamburgo, A vista, 562 rs. por
R. M.. bancario.
Canibio sol)re Lisboa, ai vista, 150 0/0 de pre-
mio, do banco.
P. J. Pinto,
President.
M. .T. da MottFa,
Sacrelario.
Altera~ao na pauta dos pre ?os dos ge-
uieros sujeitos a direitos de exporta-
de 1879.
Algodao em rama ou descarocado 420 rs. o
kilo.
Assucar bronco $34 rs. o kilo.
4ssucar mascavado, 140 rs. o kilo.
Aguardente cachaca, 400 rs. o litro. -
Gouros de boi seccos salgados, 350 rs. o kilo.
Couros de boi, seccos espichados, 400 rs. o
kilo.
Fuumo em role eem lata, born, 680 rs. o kilo.
Pranclrhes de palo d'oleo de 80 millimetros de
grossura, um 3,.
Milho, 90 rs. .o litro.
Queijos de qualquer qualidade, .1,000 o kilo.
Ripas de madeira de qualquer qualidade, du-
zia 300 r'.


Chocolate. !$600 o kilo.
Azeite de dend., 400 rs. o litro.
Azei'ede peixe, 230 rs. o litro.
Peixe secco, -100 rs. o kilo.
Velas de earnafiba, 400 rs. ,o- kilo.
o stearinas, 600 rs. o kilo.
Cascos de tartaruga. 25 o kilo.
Alfandega de Pernambuco, 13 de janeiro
de 1879. Assignados,
Antonio de Araujo Marques.
Raymnundo Ferroira Barbosa.
Approvo. 0 inspector interino,
Antonio Ignacio de Mesquita Neves.
ALFANDEGA
R1nirnontno do dtia 2 a 11 351:30758H
Idem do di a 13 45:184b377
396:492268


Importago
Hiate national Oceano, entrado de AlcobaQa
em 11 do corrente e consignado a Julio & Ir-
mio, manifestou : -
Farinha de minandioca 2,400 saccos aos con-
signatarios.
Patacho norte-americano Mary Rice, ontra-
do de Baltimore em 12 do corrente e consigna
do a Johnston Pater & C., ranifestou:
FArinha de trigo 2,128 barricas aos consig-
natarios.

Brigue allemo CGollmar, entrado de Hanm-
burgo na mnesma data e cinsignado a Bernet
& C.. manifesto
Aleat.rAo 39) barris a Coimbra'& C.
Bomba 1 a T Christiansen. Bacias -de ferro
WO a Antonio Rodrigues do Souza & C.
SCartas de jogar I caixa a T. Coimbra & C.
Cervwja 70 caixas A ordem.
Drogas 34 volumes a Fr.sncisco Manoel da
i'va C.. It a Bartholomeu k C.
Ervilhas 40 garrafes a Francisco Guedes de
Araujo.
Gpnebra 2,329 caixas e 300 frasquairas aos
consignatatioA 6arrafoes vasios 1.150 aos
mesmos, 370 a ordem.
" Laminas do obumbo 17 oaix, s a Meuran &
C. IA para berdar- 1 caixa a T.. Coi.b;ra
Miudeza.. 3 eakas aoWmi6os.GS Mlachlnas
da costura 9 catZai "Je- o da Rtcha e-Saya.
Pap, i. wmbri lo .Odo eaoseMia
-arit 6dq& .- j f


ISa awi^TiteQ^ oa 4*U09 liUtt~'^ordem.
Q9PAC110S DE XPOftTrAQ O IAA 11
S: ANERO DE 1879 /
.p doBwterti6r -

-1 o vap fglei 1A'#td; 'dqcegaram:
'Para Liverpool, Jose Paulo.,1o nas :o'n
7.61-. kilos de algodilo ;- R biTi. & Block-
bouw ;6.ditas corn 1.835 ditos d" 'io.
Na haca ifigleza Sir H. Dary, carrega-
r a mi '
Pa-a oanal, Simpson & C. ,.450 saccos corn
,180,750 kilos do assucar masoavado.
No navio inglez Spark, oarregaram :
Para u Canal, S. Brothers & C.-.1.000 saccos
coain 75.000 kilos de assucar mascavado.
No navio inglez Uncle-Node, .carrega-
ram
Parae o Canal, S. Brothers & C. 200 saccos
co- 15,000 kilos de assucar mascavado.
Na barca portogueza Social, carrega-
ram : '
Para Lisboa, S. Gufiaraes & C. 400 saccos
corn 30,000 kilos de assuoar bran 0 e 500 dito.s
/com37500 ditos de.dito mis'^avado,- -
Para o-Pfto,.._auimnar5es &d.200 saccos
oom 15,000 kilos de ass.ucar branch e 200 ditos
comn 15.000 ditos do dilo mascavado.-
No patacho portuguez Eedrop I, arrega-
ram; -
Para Lisbda, J. S. Loyo & Fitho 700 saccos
corn 52,500 kilos Ce agsuc:ir bronco e 300 ditos
cam 22,500 ditos de dito mascavado ; Oliveir-i
Filhos & C. 400 saccas com 31,634 ditos de al-
godAo ; Eranco da Gunha & C. 96 couros sal-
gados coa 1,152 kilos.
Na escuna national Amalia, carrega-
ram :
Para o-Rio da Prata, P. C. Maia & Q. 150 bar-
ricas com 16,645 kilos de assucar branco.
No hate portluguez Brilhanfe, carrega-
ran :
Para Artigas, P. C. Maia & C. 15 pipas corn
7,200 litros de aguardente.
No pataclio portuguez Lusitania, carre-
garam :
Para o Porto, Firmino de Moraes 30 barris
con 2 880 litroS de aguardente ; F. J. de Oli-
veira Cunba 5 barricas corn 382 kilos de as-
sucar braneo ; F. Pereira Lima" 1 dita corn 37
ditos de dito.
Portos do interior
Na barca national Aurora, carregou :
Para Uruguayana, H. de Mello Carneiro 459
barricas corn 51,394 kilos de assucar branco.
No patacho national Positivo, carrega-
ram i
Pa:-a o Rio Grande do SulWAmorim, Irmaos &
C. 740 volumes con 61.677 kilos de assuicear
branco e 10 barricas corn 1,140 ditos do dito
mascavado ; iE. B. de- Farias 500 ditas corn
46,593 ditos do dito bronco ; J. Miguel da Cos-
ta 3,000 cocos .(fructa).
No-lfgai porluguez Lata, carregou
Para o Rio Grande do Sul, M. L. Marquez
300 barricas corn 27,527 kilos do esaucar
branco.
No brigue national Isabel, carec"-i:
Para o Rio do- Janeiro, M.-L. Paes ,irreto
500 saccos corn 37,500 kilos de aqsucar bronco.
No patacha inglez Amenda, carrega-
ram :
Para o Pard. Amorim lrmaos & C. 2.0 barri-
cas corn -17,519-kilos de assucar branco; M. L.
Marques 150 ditas corn 1-1,881 ditos de dito.
No lfgar inglez Eldra, carregou:
Para o Ceard, A. F. Baltar 99 saccos corn
feij&o.
No brigue portuguez Damido, carrega-
ram: -
Para o C6ara, Guuiuaraes & Valente 10 barris
corn 960 litros de aguardente e 10 ditos corn
961) ditos de mel; L. G. da Silva & Pinto 115
ditos corn ll.OW ditos de aguardente e 15 ditos
corn 1,200 dits de mel.
Na barcaga Ayd6, carregaram :
Para o Cear, Ferrei-a da Costa Irmaos 5
harris corn 480 litros de agiuardente ; Robim
& Barata 30- barricas comn 1.800kilos de assu-
car refinado.
No hate nrcional Esmaralda, carrega-
rai :
Pare o Aracaty, Oliveira Filhos & G. 600 sac-
cos coin farinha de mandioca.
Na barca(,* J. Pahlmira, carregaran ;
Para Macao, Joao de Aimeida5 barricas coin
3-0 kilos de assucar branco e 3 cascos corn
1,055 litros de aguardente ; E. da Silva Caldas
4 qarricas corn 360 kilos de assucar bronco. 3
ditas corn -70 ditos de dito maseavado e 5 bar-
ris coua 480 litros de aguardente.
Na barcaca Dans Irmts, ca, regaram:
Para Parahyba, Amorim Irmrnos & C. 200
saccos coin milhlo
N1 bircaca Fera, carregaramn
Para Maeahyba, Julio & Irmao I50 saccos
coin farinha do mandioca.
RECEBEDORIA DERENDAS INTER.
NAS GEUAES DE PERNAMBUCO
Rendimronto do -dia 2 a 11 13:6438377
Idem do dia 13 5i35335


14:i865712


CONSULADO PROVINCIAL
Rendimento do dia 2 a -11 114:0741695
Idem do dia 43 i0:30W129
412.30f6824


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OVI iETO .DO PORTO
Navio eitrado n) dia 133
Rio de Janeiro 20 dias, barca iagleza Star
of Jamaica, de 386 tonelalas, capitao Tho-
maz Arodless, equipagem 12, em lastro :
ordemin
Navios sahidos no mesino dia
Porto-Alegre Pata -h-) hespar.hol Maristane,
carga, assucar ,'.
Terra Nova-l'atacho inglez Dant, em lastro.
Rio Grande do Sul Patacho brasileiro Rober-
to, carga assucar.
Canal-Lfi4ar-inglez Raicer, carga assucar.
Ceara-Barca franceza Franceis, carga various
generous.
Ceara Barca brasileira Amizade, carga va-
rios generous.
Porto-Alegce-Hialte brasileiro Jaguary, cargp
assucar.
New-York Palhabate amnericano Gipeoga,
carga assucar. ,
NeW-York Palhabote nmericano John Rasi,
carga assucar.


EDITAES
0 capitao Jose Lucio ,Litns, 12.o
juiz de paz em exercicio do 1.o distric-
to da freguezia de Nossa Senihora Paz
de Afogados, emrn virtude de !ei, etc.
Fago saber aos Srs. eleitores e sup-
plentes abaixo" declarados, que tendo
de se proceder na terceira dominga
[16 do mez de fevereiro proximo vin-
douro] a jantae de qualificagdo para re-
ver a lista geral dos cidadaos votantes
desta freguezia, emn vista do decreto
n. 6,097 de 2 de janeiro de -1876, art.
1.0 e deliberacao do Exm. Sr. presi
dente da provincial de 17 de dezembro
proximo tindo, os convoco para que no
dia acima designado compaream as
noye horas da rnanha na igreja matriz
desta freguezia, ficando sutijeitos as pe-
nas-4 lei emrn vigor os que deixarem
de comparecer.
Eleitores: Coronel Barao de Naza
reth, Luiz Bernardo Castello Branco da
Rocha, capitao Jose Lucio Lins, Jodo
-loaquim do Figueiredo, Henrique da
Fonseca Coutinho, Antonio Augusto de
Barros.Correa, Antonio Ignacio do Re-
go Medeiros Junior, Joaquin Theodore
da Silva Caneca, Joao Mauricio de Sen-
na, Liberato Benicio da Fonseca Lima,
Manoel Filgueira de Menezes, Luiz da
Goncei~ao e Albuquerque, Joaquirn Ma-
noel de Oliveira e Silva, Francisco Ma-
noel da Fohseca Rosa, Ignacio Joaquim
(Goncalves da Luz, Francisco Anasta-
cio da Cruz, Antonio Caldas da Silva,
Marcolino. da Cruz Lins Wanderley,
Bellarmino Basilio dos Santos, coronel
Manoel Joaquim do Rego e Albuquer-
que, Francisco Carneiro Machado Rios,
major Bellar~nino do'Rego Barros, Ma-
jor Jose Thomaz Cavalcante, Pessoa,
Ant.'nio Joaquim Pereira de. Olhieira,
bacharel Fulgencio hIfante de Albu-
querque Mello, capitao Joao Chrysos-
tovo do' Albuquer'que, Marcelino An-
tonio Pereira, Miguel Nunes de Frei-
tas. -


Sitpplentes: Capitilo Jose ElesbAo
Borges Uchoa, Manoel Joaquim Ramos
e Silva, Archias Liid,"lpho da Silva
Mafra, Antonio Jose da Costa, Francis-
co Gomes de Sai Leitao, ThOmaz, Cla-
renicio de Paula Rocha, Antonio Joa-
quirm dos Santow, Andre Ferreira de
Souza, Joao Felino dos SantosReais.
E pare constar, mandei lavrar o pre
sent edital., queserA aftixado nos luga-
res do costume e publicado peia im-
pronsa.
SDada e passado neste 1.o districtode
paz da freguezia de. N6ssa Senhora da
Paz de Afogados, em 10 de janeiro de
1879-Eu, Joao, Mauricio de Souza,
escrivao, que o escrevi
Josd Lucio Lins.


DECLARACOES
Santa Casa de Misericordia
do Recife
Pela secrelaria desta Santa Casa convidam-
se as aras incumbidas da crioiao, dos expos-
Los, pare, irem corn estes. afimr de receberem
as mnensalidedes vencidas de outubro a de-
zembro findo,,que serao pagas nosalao do res-
pectivo estabelecimnento, no diai-13 do'cQrren-
te, comegando por aquellas que moram nos
lugares mais longiquos, de modo a evitar que
as criancas recebam a grande forca do sol ;
observando-se nos pagainmentos a seguinto or-
dem : As 9 lioras da manh' as da freguezia da
Varzea, Passagei, 'Beberibe eOlinda ; As 10
as do Afogados e Graa ; Asti as de S. Jose
e Bia-Vista; e ao meio dia as de SAnio Anto-
nio e Recife. As papeletas deverlo ser remet-
tidas para a secretaria at6 o dia 10. --
Secretaria da Santa Casa de Misericor-
dia do Recife, I -de janeirro de 1879.
-0 escrivdo,
P edro Rodriguede, Souza.
Cox l dq dqdA p R ibptUca Q erie -
tal do UrugLuay em- Pernam-
bu '. ="
Pur te- wasatuado s o az. publico, para co-
nj. 1meftio doqs ldptM I aoadigna.rios de
.atw^ .' '

['Bf^^mM;^ L.':@I.:, ,. *:-.," ,*-i- <.
:ALt.,6& TestiutdtA> rtto r s'alidift dou
ias 4 a.6 e obAter ,pqr...wud. 6o navio
.dbrat.fa rQMd.a- nutfsdo mbir. .
- Aigiac. dau diap- i es acima conuig-
m _na* OOaped ,o .atvioeysr j sitido alivre
.pratic Lu po rts daBiA iHoa. .
Ouotit*. s. ecommuae qbe, par circular
elpadida pelo ministerio de. relegOes exierki,-
urep em -8 do, novembro- ultimo, flcou suspenso
o artio -118 do .regulamento consular, que or-
denavaa apresenaQAIb das facturas dos carre-
gamentot destinados aos portos,-da republican
para seremn legalisados pela autoridade consu-
lar, flcando, portanto, dispepsado.s u-. navios
Ja exbibigao d tLaes facturas e obrigados uni-
camente a apresetaxr dous. exemplares ,to ma-
nifesto [ema lugar de tres] conhecimnento e rol
de equi.agem
Monte dfe Soccorro da provincia
do Pernambuco, 2 de janeiro
de 1879.
Os possuidores das cautelas de pe-
Ofhores dos numrnerds abaixo, salo con-
vidaidos'a r.sgatal-os atd o dia 20 de
janeiro corrente.
CAUTELAS
Ns. -
93"i-938-945 J,02i-l,031--1.03ik
966-967-973--1,040-1,047-1,048
982 -983-987- 1,057-1 -,058--1,060
989-993-1 ,006-1,061-1,123--1,196
1,204 ,


0 gerente,
Francisco Joaquim Pereira


Pinto.


lrni aild &o Ias a niiS dI)
Corp S ; 1o
Tendu de contr tar-so o forne -ineiieto de c,-
ra necessaria ao consume desta irmandade,
convi'a-se a quemn convier, a apresentar pro-
posta e entender-se corn o abaixo assignado, 6
raa do Marquez de Olinda n. 27, loja do livros.
Recife, 9 dejaieirqode 1879.
0 thesoureiro,
.Jos6 Barbosa de VIpllo.
-Capitania do porto de I'ernainuuce, itu de
janeiro de i879. Por esta catitania se faz
,:onstar aos senhores proprietaries das canoas
que se empregam no trafico dos rios, e de
quaesquer outras que se empregam no trafico
do port, que nro se poderao emnpregar- em
Lacs serviQos serm a licenga annexa de que fal-
Ia o art. 76 do regulament) de 19 de maio de
1846, sob pena de multa ; assim tambem, que
deverio 'andar munidos de mrnatriiculas os indi-
viluos quq dirigirem as ditas embarcagOes,
sob a mesma pena.
Para que n5o aleguem ignorancia, em vista
das providencias que vio ser tomadas, e na
f6rma do citado regulameiito, 6 publicado o
presence, de ordem do Him. Sr. capitao do
porto.-O secretario,
Decio de Aquino Fonceca.





Companhia dos trilhos

urbanos do Recife a

Olinda e Beberibe'
No escriptorio desta companhia, pa-
ga-se do dia 13 em diante o 8 o divi-
dendo do semestre findo en, 31 de de
zembro proximo passado, na razdo de
6$000 por acgio, bern comno osjuros
das ac(des preferenciaes. 4
At6 o dia 30 do corrente, pagar-se-ha
todos os dias uteis das 9horas da ma-
nha ao meio dia, e d'ahi por diante nas
segundas e sextas-teiras, As mesmas
h oras.I
Recife, 10 de janeiro de 1879.
Jodo Joaquim Alves,
[Secretario.
Arseiril,/dc guerra de Per,
namubuco
De ordemn do Him. Sr. coroner director fago
public, que aeiam-se oarados em 554S180
differences artigos de material u mao d'obra do
retelhamento dos quarteis e companhia de
operarios do Hospicio, e convido a quem in-
teressar possa,-para no dia 15 do corrente,
As 11 horas, apresentar nesta secretaria 'suas
propostas para execugAo daquelle trabalho,po-
dendo aqui obter qualquer esclarecimento a
revpeito.-
86 serSo aceitas as propostas que salisfize-
rem os preceitos legaes.
Secretaria do arsenal de guerra, 10 de janei-
ro de 1879. 0 secretarib,
Peiicissfmt de Azevedo e oello.
Estrada de ferro do Li-
moeiro
Vhe Great Western of Brazil
Railway Company Limited
A directoria desta companhia, tendo
reservado duaa .roil aicses para serem
vendidas no Brasil. estA aberta no es-
criptorio dos abaixo assignados a ins-
cripcao necessaria para as pessoas que
quizerern tomar alguma dellas, cujo
valor 6 de 20 cada uima.
A inscripco fica prorogada pur mais
alguns dias.
As entradas serao re lisades no New-
London Brazilian Bank Limited.
Para quaesquer informaVoes mais,
podem os pretendentes dirigirem-se ao
hosso escriptorio, que serao satisfeitos,
e onde. poderao ver os prospects e for-
mulas dos pedidos de ac(?es.
Wilson Sons &: G., Limited,
14 --Rua do Co rmmeroio -. 14
AssociaQao Portugueza de-Be-
neficencia em Pernambuco


De 6rdemndo lllm. Sr. director, fago
sciente a toduts os issociados, que achan-
do-se contratado o medico para esta as-
sociacao, o ilm. Sr. Dr. Antonio Bruno
da SilvA Maia, pode ser procurado to-
dos os dias utt is, das 9 As 12 da manbA,
na rua do 1.o de Marwon. 14,-.oandar,
e para chamados a qualquer hora, em
vista do que dispdem oS SS.o, 2 0 e3.o,
do art. 70 dos nossosestatutos. ,
Recife, 1.o dejaneiro deo 1879.
Josd Maria Rodrigues,
0 secretario.


do 1nbori Bom ^a da Via-

w: ~ *' Si iw a$ S aa # 4 .~ A -
k .ebatW.4msIpsrJ?-# ist* *


F
I r MBW : i


das alm a~ ia t dtr.
Pedro GoCoaives dlo '!Ae
Acbando-so a cargd do osetiva5 j'. Uaara
chaves dos predios desOcoupad0oiePb*s
ao patrimonio da irmandade das 61 aMa -
vino aos concurrentea, qua podeio eft
se para aluga-los, A casa da sua residetoWi A
rua Duque d4 Caxias n. 81, segundY andar,
e para informag5es, d runa do Marquez itde Olin-
da n. 27. Inja do Lima. Os oredios existentes
para alugar, e os alugueis mentes, slo :
Rue do Cormel Suassuna, casa lterrea n'127,
254000.
Rua de Loomas Valentinas, casa terrea n. 76,
205000.
Rua do Barao de. S. Beorja, casa terrea n. 61,
22#250.
Rua de Domingos Jos6-Martins, casa terrea
a. 20, 20$000.
Idem idem id~m, sobrado de dous andares
n. 38, por 250Q0.
Consistorio da irrm'idade, 10 de janeiro de
1879.-0 escrivAto,
11 M. da Silva.


MARITIEOS

Gompanhia des Messa-
geries Maritimes
LINHA MENSAL
O PAQUETE -
Orenoque
Commandante Mortemard
--is Espera-se dos portos
A do sul no dia 20 do-cor-
> / ,n, ^ _'V rente, seguindo depois
..--. .' da demora do costume
-..- paia BORDEAUX, tocan-
do em
Dakar, Lisb6a e Vigo
Faz-se abatimento do 15por cento em fa-
vor das families compostas de quatro.pessoas
ao menos e que pagarem quatropassagensin-
teiras.
Por excepao os criados dasjamihlias que
tomarem bilhetes de pr6a gozam tambem des-
te abatifnento.
Para passageiros, encommendas, etc., a
tratar corn o
AGEiNTE
Auguste Labjille
9-Rua do Coi oirci6o-9
Companhia de Navega9fo a Va-
por Bahiana, limitada I
Macei4, Penedo, Aracajit, Estancia e
Bahia
0 VAPOR
Dantas
SCommandante Rodrigues
S E' esperado dos por-
tos acima at6 o dia 15
do corrente, e seguira
S para os mesmos, de-
pois da demora do oos-
tume.
Para carga, passagens, encommendas e di-
nheiro a frete tata-se na agencia
7-Rua do Vigario-7
"Domingos Alves Matheus
Pacific Steam Naviga-
tion Company
ROYAL MAIL STEAMER
Valparaizo
Espera-s. Aa Europa
yat6 o dia 25 do corren-
te, e seguiral para Ba-
hia, Rio de Janeiro,
Montevideo, Buenos-
A y,'es, Valparaizo, Ari-
ca, Islay. e Callajo para unde receberal passa-
geiros, encommendas e dinheiro a free.
Agentes
Wilson Sons. & C. Limited.
14-RUA DO COMMERC!O~-1
U. S. ft Brazil Mail Steam-

ship Line
0 MAGNIFICO VAPOR


AMtI&ACANO
City ol Rio de Ja-

Espera-se de New-
-- Yotk, por S. -Tho-
S "'v.: maz e 0'brA at6 o
dia 22 do corrente,
seguindo depois da
S demora necessaria
para Bahia e Rio de Janeiro, para onde recebe
passageiros, encommendas e dinheiro a frete.
Tambem recebe passageiros para Liverpool,
via New-York.
AGENTS
Wilson Sons & C. Limited
14-RUA DO COMMERCGIO-14.

Royal Mail Steam Packet

company
0 paquetc i vapor
Taftus


b6a e Southampton.
Preqo das

ara Lisb6a e Vigo.
- Southampton, Ha-
vree Antuerpia..
Baljhia......
- Rio de Janeiro.
- Santos .


E' esperado dos por-
tus do sul no dia 14
do corrente, seguin-
Sdo depois da necessa-
riad;mora, para Ha-
" vire, tocando nos por-
tos de S. Vicente, Lis-
1): stigens
CLASSES
I." ".* 0 3.-
f 25-20 15 9)


a 35-30
505
1000
1259


20
258
51)j5
42S


13
15^
30


Os vapores que pattern d'aqui nos dias 14 de
cada mez tocarlo eim S. Vicente, Lislba, Sou-
thampton e Havre, e os do dia 29 em Lisb6al
Vigo, Soutbampton e Antuerpia.
Os bilbetes de ida e volta teem urn abali- "
mo-tw de 25 por cento. -om o praao de 1 Nae-
zes para. os portos a Europa e de 6 sazes
para,os do sula.. '
lies pawaqegs de ida %Aamet -par. aMkir
ropa faw-9 o. aatiumeoto.de d imaa. 'fjuspftA
hamiHas doe quAMro- p eei*o Artzaetf Odw.A .
a taxa mais alta da P* utae. %Op ... .i -,
C.- w .an OF
T,.


- ,'-. -


i- 1

S-. .






'.\


4- ,~,-


Commandante A.


Gillps




at .-.


Wo.prtnit| t0- ,. t .
6i vYtpo'ws q"sapasm Is Southawptoq iKC
did" do-#ada mez, tocr wo oD Maui6 na ida
para o sL "'Os vapores em reresso para Eu-
ropa. sahidos dp B. deJaneito em data de 24,
tambem Locacao no porto ds.Macei6 no dia 28
de cada mnez.
Estas alterae5es vigorarao al6 ulLerior deli-
beraqeo, quo no caso die ter, ser. devidamente
publicada.
Para passagens, fretes, etc.. tratla-se coin os
CONSIONATARIOS
Adainson ltowie a C.
Rua do Marquez de Olinda n. 37
Entrada para o escriptorio pela run
do Blispo Sardlinha ni. 37.
Ceara

Para o rofeii !o poilto segmie em pouros dias
j lugra inglez ElIrti, por ter ranile porCao da
carga engajada, e para j pouco queo Ihe f Ra,
trata-se coin s conligiatarIl: i., Itrio & C. ad
rua do Comrnmerio n. 10.
Rio Graade do Sul
Corn possi el brevikiade se.-,ie pare 0 refer -
do porto o 16,re po;l tuIuez. Mario, de primeira
classes, tern p)ra., de c.aia engnijada, P para
apouca quie Iie falio, trato-se cornm usconsig-
natari is Beltrao & C., d rua do Comnercio
:iumero 10.
Go-npanhia Brasileira
DE
N avegaegfo a vapor
PORTOS DO S'L
0 VAPOR
Pare


E' esperado dos pci-
tos do norne al6 o dia
-16 do corrente, e depois
da demora do costu-
otume, s.ara os
dtos doe


PORTOS DO NORTE
0 vapor
Espirito-Santo
aE' esperado dos por-
tos do sul ato o dia 17
do cor,'efnte, e depois
da demuora do costu-
me. seguitA para os
-- '-- por tos do nart1%
Para carga, passages, encommendas e di-
nbeiro afrete, I t rata-se na agencia
12-Rua do Bom Jesus-12
Rio de Janeiro
Para o referid o porto
pretend seguoir corn a pos-
sivel brevidade o patac'ho
portuguez Florinda, por
ter porg.o de cargo engajada, e para
o rest que ihe falta, trata-se corn os
consignatarios Beltr.o t& C, t ruado
Commercio n. &10.
Para o Porto dor Lisboa
Recebe cargn a frete modico a barca portu-
gueza May ianonha" a tratar na tua do Viga-
rio n. i, escriptorio de Baltar, Oliveira &C
--Fedderson Willink
& C. de St. Thomas,
agents da companhia
americana U. S. & Bra -
silMail.Steamship Line,
West India & Pecific S.
S. Coy de Liverpool, e
a Quebec & Gulf Ports
S. S.. Coy, de Nova.
York,. a todos os portos
de West Indies Ameri-
ca Central e do Sul, es-
tio habilitados para re
ceberem consigna bes
para serem enviadas
pelos vapores destas li
nhas aos portos acima
mencionados.

LEILOES


LELAO
De fazendas inglezas, francezas, suissas e
allemaes
HOJE, 14 DO CORRENTE
.'s 10 1U2 horas
POR INTERVENCAO DO PREPOSTO
S DO AGENT PINTO
No armazem da rua do Impera-
dor n. 57-
LEILAO
De misoveis, lopQa, vidros e quadros
Quarta-feira 15 do corrente
aS i1 HORAS
0 agent Gusmnao, fara leilao em seu escrip-
torio A rua do Bar.o da Victoria a. 65, dos
objectos acirna referidos.

LEILXO
DE
Moeis, loura, vidros, crystaes e
objects de electro-plate
A SABER:
Umn piano forte de armario, I mobilia de ja-
carand, corn 2 consolos e Ijardineira corn
tampo de pedra ; 2 cadeiras. de braQo, I deba-
lauo e I2 de gtrniricao. jarros, lanteraas, can-
dieiro a gaz. tapetes e ese-rradeiras.
Umcanma franceza de amatello, 1 commoda
de dito, I gnarda vestido e dituo, 2 marqae-
sas, I marquezio para uolteiro, I bergo e 2
a .d.armiar.eUo, I aparador, I
a 55- _fras dr garegu ia1, qua-.
.i 1 jc equ


It.4'
WO "waien. wi J" -"ua 40.
Vigarioh i
,0 agente Peptana, Qppteaogt enter, .Cstori,
*ado! fara leiSH4 4m,,sili, ac[p a wupciaadp
'com cerca de 900 palmos de;treAte e, 600 ditos
deltifdo. se.,eodrei eqi mhris6 lote, ou re-
,alJado, A vontade dosco'mprajores ; ha pre-
tendentes para comprar a ret6ho,.e n tl ecas.-
se venderA us palnmas de frente omt 2 90 de
fundo e do lado d'Agua Fria, tainbem. se re-


StalharA com os mnesinos fundV, ou se venderd
todo, flcando uma flente coin cerca de 40(
palmos-e 900 ditos de, fundo, conforme a plan-
t1 que s56 acha em, map do refeFido agent,
para os campradores exa pv:nal-a,- eo seu Ar-
mazernm run do V,.ariio n. 12.
LEILAO
Agente Silve- ra
QUINTA-FEIRA 16-DO CORRENTE.
as 10.1/2 horas em ponto
CONSTANDODE:
Urma mobilia de mogno corn tampo de mar-
rnre, 1 dita de arnarello cmorn tamp.i le ia-
deira, 2 espellios grandes. cirna franceza de
amarello. -1i mesa elaslica.corn 3 Laboao, *1
guard louna, 1 bifet, marquezas, marque-
zoes, outros accessories de case de familiar. -
0 agent acima. nut-ri--ado por uma familiar
que se retira, fari leilao dos ubjectosque ai-
m(na eslo mencionados, na casa terr'ea sit3a
iua do Padre Floriano n. 27.
Agente Remnigio
LEILAO


De I mobilia de jacaranda corn pedras, i dita
de faia, i aparador do mogno corn pedra,, 2
cadeiras de balanco, 1 toilette de mogno corn
espelho, I cama franceza de mogno, pare
casual, espelhos, tapetes, quadros e ii uito.s
outrosartigos
QUINTA-FEIRA 16 DE JANEIRO
as 11 horas em ponto
Em seu escriptorio, sito d riua do Marquez de
Olinda n. 53, 1o andar
O agent Remigio, corijpbLetemerkte auto-
risado, farA leildo dos moves e muitosr ou-
tros artigos acima declarados, por ordem de
uma familiar que mudou de residencia, cujos
moveis foram transpoptados para o escriptoiio
do referido agent.
LEILAO
De enxadas de ferro, redondas e fechaduras
de ferro para portas, avariadas d'agua do mar,
a bordo do vapor ingloz Cordova, na sua ulti-
ma viagem a este porto
QUINTA-FEIRA 16 DE JANEIRO
IAs 11t horas
No armazem do Sr. W. Halliday & C., d rua
do Marquez de Olinda n. 14
PORINTERVENCAO DO PREPOSTO
DO AGENTE PINTO
LEILAO
De uma caixa trarca WII&C n. 226, corn
1,500 duzias de carreteis corn linha branca. dee
Alexandre. avariada a bordo do vapor inglez
Coraova, entrado em '17 de dezembro proximno
findo.
Quinta-feira 16 do corrente
A' s 11 horas em ponto
Por intervenQAo do preposto do agent Pin-
to e por conta e risco de quem pertencer.
No armazem da rua do Mar-
quez de Olinda n. 14


AVISOS DIVERSOS
-O Sr. A'donio da Cu-
nha Soares Guimaracs
tcin unia carta d-- itnpor-
tanicia para ilhe sci ciitre-


gue Vo
Diarto.


escriptofio d(.ste


Urna senrhora solteira, de major idade, de
I boa educac.o e familiar, e corn todas as habili-
taCOes para o ensiamo, so propOe a receber em
sua casa meninas para educar. Ella mesma
ensina as materias seguintLes :
Ler,. escrever e cont'ir. cnathecismo, historia
sagrada, grammatica, arithametica, systerna
metro, historic e geographia, geometria e de:
senho, mnusica e piano.
Costura chA, labyrinthos, grades, rendas,
croehet, bordados, inclusive ode opro; e mui
tos outros delicados 4rabalhos, proprios de
uma senhora. Quahtoa paga e enxoval seiao
conforme o ajiste.
Para informar, nesta typographia e na Pas-
sagem, travessa-do Paysandft n:A.
-Rogavee:apR #Vt-, S padre Vicen-
te de Faria Gurjao, a b(,ndade de vir a
rua do Commercio n. 33.
Preclsa-se do nnura ama que saiba cuzi
nhar e engommar : a tjtar na rua do Apollo
numero 36.
PRECISA-SE alugar uma escra-
va que saiba cozinhar corn perfei.o :
no pateo da Matriz da Santo Antonio
n. 2, prineiro andar.
--Preeiea-se do uma ama que engomme
corn perfeigao, para casa de familiar de dias
pessoas, e que queira ir para a provincial do
Espirito Santo ; a tratar na rua Nova n. 58,
terceiro andar.
Thereza Carneiro'Lins de Miranda decla-
ra que nao se obriga uor contas que seus es-
cravos fagam em seu nome, por quanto a allu-
dida nao compra a credit, e nem dA poderes a
seus escravos para tanto.
-- Precisa-se de urnma ama' parta c ozinhar e
engommar, para familiar de duos pessoas : na
rua Duque de Caxias 6. 50, '2o andar.
PREGISA-SEalugar uma escrava para en-
gommar: a tratar A-.rua do Bario da Victoria
n. 12, loja.
Procisa-se de um criado na rua do Bruw
n. 82, to andar.
0 medico-cirurgiao, Antonio Josd
Ferreira Alves, continuia no ex'erciio
de sue profissio.
De present*, mora na rua do Mar-
quez d'Olinda- n. 6, (antiga rua da Ca-
deia do Recife,) entrada pela Sen-
sala Velha, confront d padaria do Sr'.
Fradique."
Na rua da Praia a. 55, ha para alugar-se
uma escrava para o serviQo interno de pasa de
familia, 6 boa engomm'adeira. .
ROGA-SE a pessoa que achou
dejis caroB de cabellos castanhos dos
qutro Ledes o corredor do Bispo, ide
lI la-os ao 9o6r.4* 4 A ispo n. 73, q~e
jri re~pq sd .s P W
A l AbaaD nwaQ. A fl'


~i
As qcop az q ^-
espelhos, que teem. valor q a-segun-
4a Qt. 4ua do correite mez, passarm a
tr vigor na primeira do rnez de feve-
:etro. '
-. ALUGALIE o 1.0 andar do. aobra-
do, A rua doVisconde n. 44, muito fres-
co, commodos para familiar: a ,tratar no
corredor do Biapo-.. ',-
PRECISA-SE de um-' caiseiro na rua de
Vital de Negreiro?, outr'ora'Jmperial n. 151
Aluga-se uma6escrava. bia cozinheira
quern quizer, dirija-sa A rua do Barao da Vie-
toria, loja n. 18. -
Aluga-se o. vast
armazem da rua do Im-
perador n. 57: a tratar
no mesmo. I


V.-- Is













.l
*1


niel, o qual jA por varias vezes tcrn feito o
mesmo, mas nunca a reteve mtais de 24 horas,
e pgor.t diz que n5o sabe della, quando 6 cer-
-,to que tern elle cAsa f6rad da de seu senhor, e
ba toda a dosconflanqa de a te-la escondid&:
roga-se as autortdades, capit.es de campo ou
a quem souber della, a facam prender ou levia-
la A rua do Baro do Triumpbo ns. 100 a 104,
ou em Olinda, A ara de Mathias Ferreira n. 8,
que serao convenientemente gratificados.
Engomadeirti
Precisa-se de uma engommadeira que seja
perfeita : na rua Duque de Caxias n. 42, ter-
ceiro ander. +


CRIADO
Precisa-sg deum criado, prefere-se escra-
vo: na rua do Crespo na 2L
Ao. comnmercio
0 abaixo assitgado dee.ara ao commercio
que comprou ao Sr. Joo Adriano-de Mello Do-
tra a sua taverna, sita A rua Imperial n. 128,
-lvre e desemba asoda -de todo e .qualquer
onus, no dia do correcte. .Recife, 13 de ja-
neiro deo 1879.
Lout r o Ferreira Brandao.

au, la 4a gBda aler-4 de8 iostrucC4o
paaltaiq.m^Af1 .d~e F'r. Pedro

.lC ve,, ach!-se a frua de -
i.j, E.- ': t. -..+ .


<^^ NIS ANTIQA GA TA PRo-
VINC_; y,4PU1-SE A PRAZO," OU A DI.lR6 COM
DESCONTO. ...


MOENDAS.
V^ C:IL ...


.b. 0


CANOS


a

h-AJ$ ~


rOR W.AS


?O( t".. A-I-


KOTO.). PA:A ;.;DE
E USTENOILIOS


INCUMBE-SE


DE


DE TOiO


PECAS "i'RAZIDAS


DE FERRO.


TORN-EIRAS.
,-GPASTES.
BM PN3AHOS.
1 "'No'L' E


OE FERRO.


Fz'?Ni;AL .


R 'A ".,GCE AL .rOi
PAR ILN.' ,..O


U C1~--~k.~L-~ ~


A ELLA. QUER


DE MACHiNAS


EM SEUS LUGARES. VAZ O ,T,,AYO ,ANNUAL
PARA TODOS OS CQNCERTOS DE aNlENHC.


-_ .'.., ,,.' .5,.SO ES PELO CAMPO.A
vii^ i:-:YRE^. 1\ iCJLCORES PELO CAMPO.


,J*i ,~ -5. I 5.... J
7t *j,\l- A -,DOS,


QUE MANDAM ENCOMMENDAS


,. 1... ;, -.- i A, VISTA DA CONTA


T:ioElO


SIDO ENGANADAS


DiVERSAS


IMPRESSA


PESSOAS


Er PROCURA DESTA FUNDIOAO, OBSERVA-SE QUE A


FUNDIOAO


Collegio americano
Abremn-se asaulaa no dia 15 deste mez.
--ALUGA.SE o 3.o' andar do so-
brado da rOa do Vigario n. 5, corn bons
conimnodos patia Imiliai : a tratr no
armazerm de farinlbade trigo do cases do
A.\pollo n. 75.
Aluga-se o primeiro andar da casa n. 41
a wua do Rangcl, o primeiro de n. 25 6 rua lde
Santa Rita, o painimento Lerrec da casa u. 64 a
r-ua Direita. o.tercciro corn sotro A rua da-Pe-
nha n. 3, o sobrado de urn andar e sotAo a rua
do Aragao n. 24,- o pavimnento terreo desta
casa, a casa terreacomn agua a rua de Paysan-
dun. 4L. e o sobrado de um andar A rua da
Guia n. 52 : a tratar no segunoandar da casa
n. 41 A rua do Rangel.
Aluga-se uma escrava que engomrma
perfeitamente, egarante-se a conduct : a tra-
tar na rua do Atalho n. 19.
Aluga-se o segundo andar do sdbrado A
rua de Marcilio Dias, pateo do Terso n. -141.
Ania Precisa-se de uma para oasa de
O( pouca familiar : na rua da Aurora i.
1, terceiro andar. I
-r A Precisa-se de urma ama para la-
[1 var e cozinhar ; na rua Imperial
numero 31.
S/ A Precisa-sede urma ama
/ quesaiba Lvm cozinhar e
i 'comprar, para casa de trees
pessoas de familiar, paga-se bern agradando
na rua da Affizade. ra. 10, Capunga.
ia naPrecisa-se de uma ama de leite
A z lna rua de Pedro Affonso n. 27.
AIMA Precisa-se de uma perfeita engom-
madeira, e que saiba cozer: a tra-
tar na rua do Vigario n. 7, terceiro andar.
A ) A Precisa-se de urma cria-
d la que engomwe corn
A .u A-L perfei e senhora : na rua do Marqtfez do Herval nu-
mero 10.
A MAGNOLIA, a rua do Queimado
n. 45, recebe por todos os vapores
grande sortimento de artigos de seu ne
gocio, e vende por pregos muito ra-
zoaveis, (a:tendendo d qualidade) como
seja : perfumarias finas em frascos, o
que ha de mais ulindo, proprios para
presents, assim como simple bpnitas
gravatas para senhoras, ligas para meias,
obra bonita e fina, lengos de labyrin-
to feitbs na terra, completeo sortti-
mento de brincos para senhoras e
meninas, obras de fantasia, bot6es para
punhos o que ha de mais lindo e forte,
os verdadeiros collares electricos contra
as convulses das criangas, flores finas,
tanto, meuidas como rozas, fitas de vel-
ludo, gorgorao, setirn, sarja, esco'cezas,
bicos de seda bronco e preto, e am
complete sortimento de bordados, o
que ha de mais.fino. tbanto tapados como
transparentes, detde o mais largo ao
mais estreito, meias para criancas, ho-
mens' e senhoras, cordoes para suspen-
der vestidos, cintos de couro para me-
ninos, bolsas pretas muito.finas, as ver-
dadeiras agulhas Pedro II, fitas de bor-
racha, laga, de dous dedos, cutileria
final, navalhas, tesouras, canivetes, o
que ha -de-mais fino, tintura para tin-
gir bs cabq.llos e as barbas, -tanto preto
como castanbos, veos para chapdos ou
rosto, punhos e coltarinhos para senho-
ras, grande sortimento de brinquedos
para creahnas, oculos de Qores, para
vista consada e myope, assim comro lu-
netas, papel de t&das as-- qualidades e
envelopes, 1a de todas as cdres, agu-
lhas para crochet, .e uma infinidade de
artigos qie serial en~a~dhho mencionar;
na rua do Queimado n. 45, hoje Du-
que de Caxias.
iescrava fugida ou acou-
tada
A 8 d6 mez proximo passado ausentou-se
de Olinda a-escrava crioula de nome Leandra,
!profissaolavadeira, 'iJade 28 annos, estatura
baixa, secca- do corpo, c6r fula. e costuma ba-
bar-so ao fallar; foi vista no Recife no niesmo
dia. e no seg'iinte acoutala polo escravo Do;


OS


0 CHAFAI


DO BOWMAN

RIZ E A FORTALEZA, QUE


EDIFICIOS ESTAO DE-AMBOS


OS LADOS DA


RUA, PERTO DA COCHEIRA DOS BON DS E PINTAW
)OS DE VERDE NOS ANDARES INFERIORES.
CDE FIGADO .bt CLA


DA FACULDADE DE MEDICINE DA HAYA,.
CAVALkHEIRO DA LEGIZO DE HONRA DE FRANQA,
OAVALHCEIRO DA ORDEM DE LEOPOLDO DA BELGIOA,
ZOMMEEDADOR DA ORDEM DE CARLOS III D1 HESPANHA,
MOMUNDADOR COM ESTRELLA DA ORDEM DE ISABIEL A OATHOLIOA DO HCSPAMNA;
COMMEMDADOR DA ORDEM DE CHRISTO DE PORTUGAL,
SPFIOIAL DA ORDEM DE 8. MAURIOIO E S. LAZARO DE ITALIA,
Receitado pelos mats distinctos Medicos corn optimos resultados contra
& TISIGA a ms MOLE17IAS DE PEITO, a DEBILIDADE GBIAL*,
o EMMAGRECIMENTO DABS GRIANAS,
SRACHIMIto, f tod abs APFECCOES ESCROFUL9SAS.
Bfetweeldo pelas primeiras auctoridades medical e scientificas como incontestavelmente o male
yuro, o deo gto mais agradavel e o mais efflcaz de todos.
0 oLo TUi3363M O-oZMAMO X03 WiG4AxO D mZ AOAIEAO
DO z 3m v Z jw vende-se SOMENTE em garrafas slladas corn urnma oap
sula metilIlca de patented de BETTS, tendo impresso em Cima o sello do Dr-. DE JONG
0 no lado a nua aseignatra a asignata de ANSAR, HARFORD & Go.
SEE ESTAS I&AUAS NA CAPSULA KIENMA GABAFA POPE SEl LEBITAU.
Cautula corn as Irn-itap" e Faw*i&cvf*.
iuiol Coiigniatarios, ANSAR, 9FARFORD & CO, 77, Strand, Londro&
V** ,9 ^uy tod as a "ricies Pharmecia. dao Munda.

SOiLU AO OCOI0'E
A( OHOi 0H YDRO-PHtOSPHA T 0'E CAL
0 Mas po oAio ds, r"ooorta Renedio sobermo ampregdo deada =
amo. p Me dicos Francetes e adopted por todos os Medimos da Europa w irarqy ff.ral,
m Ammsu, ma CkerMeu, ma Tfin, ma.n Caceaitas, tfas Rscrofuloias, no euum",
m Doenl des.Ou, m Qrwwto lf/so das criaas, no Fatw, Mnas Dyspep-
DiM Ras Boea(as U'rvosas.
MOTA.- rmwdilo ftli lnmripto em 1877 no supplemento do Codice franm.
CIM -,Pharviaceuticoo, 79, rua do Cheche-Midi, em Panr. '
mRi P".UiNWo, +w w de ,LAS DE MOURA e CG & prine4pa plmnaLj


- -. -


0 METHODO PHENMCO DOD" DECLATt BmtuEGADO El DIA
para curae' as Doenmfu agudas e rocas.
XAROPESULPHO-PHENICO XAROPE ANTI-EPIOEMICO
contr a Doegais de polla, Cathar- de Pkeuato dAmmouico contra: De0a"
ro$ Asth 1ma, Tisica, Areoa, Rieu- epidemicas- FEBRES TYPROIDB e aiarel-
matismo, Dyspepia, etc. la,pemniciosa,Dyaenteria,Variola.Cromp$,e.
GLYCO PHENICO. AnU-contagioso pam curar Quimadurat, Coqfu,
Erys=pel. a D8Teas da eIle, Varizes, e preservar das Mdrdiddas Jfoi sqitos, etc.
DUPOSITO 0ERAL nDOS P'IODUc.TO; DR ACIDO PHBUICO, RM P&RIS, 6 AvRNUE VICTORIA.
Em Pewms-:O : FRAN- IM. da SILVA p 0".


El


.~ ~ ~, .- -~ -~ -- -I. .- -
Lu -----------------------------------


F bSIN Is FEBRE!ami
EsLa hoji pravado polas experic cias feitas nos hospitals e conflrmadas por urna MEMORIA
LIDA NA ACADEMIA DE MEDICINE DE PARIS (em 21 3e Maio de 1878) que as
RIGEAS& DE QUNOIDINA FEITAS POR EMILIO DURIEZ
e slui recdio poderoso k par do Sulfato ie Qusiniha, para o tratomento das FebrLs,1
iauecas, Nevralglas, etc., o que melhor do que este evita as recaidas.
1O0NNOMIA CONSIDERAYEL SOBER o SULFATO QUININmm .
ar mais-detaftis leia-se ,, r<'s! ,E mF Petamovnto : FRAN-M. da SI ..VAe :.
lillHBI-il II 1 '' 111111 II .' r jir i r m ii 0Ui m i


VELOUTINE
UMA ESPuIH61 DE
PO DE FLOR DE ARR2Of
&mpe. Memtepreparado corn BISMUTlI
* per ceaeguinae d'bma accao eaudayel sob,
biw .0JHB^T lownwifle INVI8IV
daado a pmte ra" frescura e aveludado mats
Preo 4i CaWinha corn bwla,5fr.
1M1343a. f '' B Ia i~k u


M I 1 t1,/1 l' ;li l'MO[ 11q;11,d0
wit o- ni. d'esta ag'.a ia.avilho'nc q 'aiqu rp-mmoa. poiledar Io
Cuan.mLOp e BARB* a i-a VTfr latF rill e -rimin ita BaSae emnpre-
Il- duas vrazes, uili s.- I" ir p -ri' *r .r n -. iavar >om ealbellt.
.S~iaSSO A, I -tDOl-SALLL3o.cbimit, rum Turbgo, 7i. Paris
P/erotambucn :lAt\', ii,., il"A -*ii .. ue-.- ltl -i '-s e os -rfamaria







0 PIrgante LIiBOY pur sipa efflam-
ciade -e a facihdade do seu empreo. ,
7 o .M- u cerLo remciiio e o que sia. aj 4
J capa~hado no natundo *paa curar tOde.
doenqag. provoi,,ltes da alteun b
S O

ffee-p e i __ -


ci eifm4 na sua coiLi.-
ao. A p nhna e a Podolphj
wonstituem os sens principios activ
sao. m anutidoto infallivel contr a :-
xaqueca, gastrite, cardialgia, indigeso,
dispepsia, congestAo do ligado, Oi
Lias costas, constipacao do v'entre e cqn
Ira ltoda a Tec(auo do figcrado, estomago
e rings.


!I


SPILULAS, XAROPE
-DE REIBML ON
Coon iodureto duplo 4d ferro e quinlna
Efflcacia certa na Chlorosis. Flores
bracas, uppresso e desordcn da mens-
truae, Doenfas do peito, Ddr-s de esto-
na~go,Gastralgia Rachitismo, Ea-crofulas,
Febres simple, Doenfas eervosas.
He o urnco remedio que se deve em-
pregar coin exclusio de qualquer outra
substaucia. .
Ver o folheto que acompanha cada
frasco.
Pharmacia REBILLON, 142, r. du Lac, Paris.
F DsM.i e PILVA eC


NOVA CASIA hA FORTIJNA
6A-I1Uaa d1o lEperador--1
Aos 4:OOO$000

Bilhetes garantidos
Os abaixo. assignados, entire seas
felizes bilhetes venderam um inteiro
de n. 1423 corn a sorte de 2008000,
aldm de outras menores de 40$ e 20S
da 4.a parte das loterias, a beneficio
lo hospicio dos Alienados, sob n.
"-86.a], extrahida sabbado 4 do cor-
I-nte mez. Pelo que convidam os
possuidores a virem receber as quantias
a que teem direito, e prevenirem-se de
novos bilhetes da de n. 987.a da 5.a
part das -loterias a 4eneficio do Hlos-
pio dos Alienados, cuja extracgao de-
vera ter lugIar nMI terga-feira 14 de ja-
neiro. conforme oannuncio do respecti-
vo thesoureiro.
Prego
Bilhete in-eiro' 4$000
Meio l)ilhete 2$000
Quarto 1$000
Em porgdo de 100OOO para
cima
Bilhete inteiro 3-500
Meto bilhete 1I750


Qnarto


$670
Brandao '& (C


CASA DA FORTUNE I
Aos 4:000)000
BILHETES GARANTIDOS
A' rua Primeiro de Margo ( u-
tr'ora rua do Crespo) n. -3 e
ca.as do costume.
0 abaixo assignado, tendo iendlido n,:~ ; eus
'elizes bilhetes dous qua tos n. Ifx"2 mr a
sore de 4 000?0(e, um inteiro n. 2451. i om a
sore <1.dO0$(X00, umrn inteiro n. 3160 cow. i sor-
te de 10005000 e outras sortes de 40$ e 20$, da
ioteria que se acahbou de extrahir (286.'), con-
vida os possui-lores a viiem receber, r., cno-
formidade do costume, sem desoonto alc imn.
Acham-se A venda os feliz's bilhetes ,i-aran-
ritos da 5.a parole das loterias a henefi.-io da
hospici" d,.s alienados 1287.-, que o .' e .'1-
ia no dia 14 do corrente mez.
PREQOS
Bilhete inteiro 4500.
Meio bilhete 25000
Qiuarto 18000
Em porcao de 100000 para cim.,.
Bilhele intoiro 35500
meio bilhete 4F750
Cuarto 875
Ufanoel a','tu Fia-a


OLEO de .GADO de
SACALHAO

IAiURA-3T


~$~- %"*.


Vendem
todas as phiuarrmacias e drog.tias da r-
\incii.
Aluga-se o vasto armazemrn da iua do tLmi-
perador n. 57 a tratar no mesmo.
.;.: -". *^-:s'K .'"La.s t ..*."^SB S~
Joaiqunim da Costa Mala Junior
D. Filrnilla Lobo Main e
e ceus fillhos, Joaquim da Cos-
k ta Main (ausente), D. Isabel
f' Romiues da Silva Maia,
;seus f'ihos, penros e netos
inandam celebrar missas na
-matriz dla Boa-Vista, As 7
L 1 2 homis dn nmanhA do.dia
... 14 ilfuo cci r,. nie, pelo repou-
so eterno de set marido, p,. tfilho, irmao, Cu-
ulinhado e tio. fileci o na cid d: de Lisboa, a
14 de dezembro indu, e pedeaii a scus amigos
e parents o obsequic, de as.-[ii ,mn a esse
acto religioso.
-Joi'- :larcelino da
<; Rosa, filhoiI's e enros



do ctrrente, des 7 1:2
,'s 8 horas da manha, na igreja da ven ravel
ordem terceira-de S. Francisca, pelo iepouso
eterno de sua prezada esposa. mui e sugra, D.
loanna Apolonia da Conriceig-'j Rosa. primeiro
anniversario do sen passamento: pelo que
desde jA se confessam agradecidos.
Jos6 Marcelino ida Rosa c \lbin< da Silva
ITeal pedem acs seus amigos, iesidentes na po-
voaQio do Caxaingi, s ; dlignemi sislir a missa
que mandam celebrar no dia 17 do corrente,
As 7 horas da manhbi na igreja de S. lFrancisco
de Paula, por alma de sua cara esposa e sogra,
D. Joanna Apolonia da ConceiCio Rosa, pri-
meiro anniversario de seu corpo ter baixado A
sepultura ; honrados corn esta benevolencia,
protestam seus reconhecimnentos.



Oppressap, T.ossa cbirtinada,
Affecgdes das vias de respiraigao.
coJRA COM OS
CIGARROS EOPAPEL
DE GICQUEL
Pharmaceutico de ia cl. da Eschola de Paris.
Deposits em todas as principaef'Pharmacias.
Em Pernambuco : ELIS de MOURA e6G
V .... .... ,,, _


ESTA ENTIRE


-.\ MAO, dA ., iJ VENTO.


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Ownpego 44 a*3iP~
emoposto i_ miolesasr.l.tisob..des. e"a D "todetb ______'__. ______ .D___
quer outram dW g A eitlipna, ath ble34easoinac .. 0 >m qu'eR 'llll
GU Mo -as segaiua. douen- por 'isso quo apd.as 6 '.bn a b oi&jla 0 isi't. qe ua
u: axUHn&. 11101 losse sirptp 0u obras de I p o a! 6 v p do fm o fiQ i O D e f AMC.
oonvdbra, agaros da r- sua nature&&. 6 a bain apiaMsh, ps, i andador1ie ls .Aa-s o .sd -.M irot
PA am wezio dos pbae,-ae m~pre- lag anti.bbrs auniogvooto prejmarda itamsuhode "ulr~ea.r$. "M.den_ 8 mr o oamod.
gadooq ppMme weossO na phtysice no meu laboratorio, por processos dev pitltd' pSd vS..vof8 40 6ntes u,
io&* ano aido'ai.,a- biom. cm o-c '
lWyngda a pulmonary I dos a uma long exper-meutaglo.- a0 a B .com os c^ RHH1fd oap ,ic
jPW pare( a etpital: ta ftasco Preo de umrn. sixa. '. 2X 0o8 fetos e em renta. t1 B- p htoo000As0ala-
.2un zia2 A l000rxpolloeaca- dlappre- QUE TODO8 EM SUIR!
^ d. b o Crna rapia daa mordedura de cobra
1 rba e.aroba Feppe da Costa Duradoavisaopas d dmado, po mo d dra
-WJN40"B34NORRHAGJ"A bE sous alumnos e ao pblicoeoem geral. que abrDe
Ow, aIcA emR sei dia Carlos BetteiLcou't a sua'sla de inslruccao prinwaria .na rua Ve- pete 0r Virson.
Cufra radiedi em seis dias Carlos Bseteww ni rnh nnn(AiifAro^ BK! ^a^EMiB'^T~mn/ri~
SEmpregada corn optimno resultado nas (Grapde depuwlivo do saugue lhan. 10; onde -reoebe menos do id ad e UNICO DEPOSITO
goemrbegadaue ehaett auo E W CR6 antios 60 01; e dos 3.horts da tarde em
|gon,,rhu ou esuentamento agudos SEM MERCURIO 1 dianteecciona em casas particulares a menl 0 doutori Cosine de Si Pe- Pharacia Americana
ou chronicos, flores brancas ewem todos Gomposigao vegetal feita cow o extracto DosNeioaa8 Pereil*a de volta de S~g via- N. 57 RUA DUQUE DE CAXIAS-N.
os incommdos da urectra e vagina. E' o de diversas plants americanas sem con-, -M-agem a Europa, continue no
primeiro inedicadiento no seu genero. siquenoias nocivas eimio as desses pro-. Can '" DT MT 1111
PREO parades que se annunciam pomposa- a d M a a ana exercicio de sna profissao me- tlll
Umrfrasco. .. 4500 monte, d 0 tunio deoso desta acreditada dica. 1- 0COMMTSSIONISTA DE GENEROS
SezOes ou fbr intiict- Uioo os t nas.doen aguardente de canna centinma em casa Suas consul tas sero- da- NAhAS [ [STA[I
ezos ou e intmit- s e&euIntes : de Braga Gomes &C., rua do Marquez a das das 9 as 11 horas da N.
t ntes. RheumaUsmo,. syphilis, ulIeras, empin- de Olinda n 50, onde se vedeem gar- manhI, todos as moop s Par, rUa dO8 Merc does 40 AA
TRATAMENTO E CURATiVe COM AS PIJdLASV gens, cancros do penis, gooorrh6a chro- as e -
U 4 UCALYPTINA nica, boubas, bubbes, gomas, papeira, rafas iacradas, corn rotulos registrados aos domingog; os doentese ASSUCa tt rbinado
DE GAPLOS BETTBIU'.T escrofulas, molestias da pellet e todas as no tribunado coinmercio. Toda gar. othos de e garganta, nos casos -
As sezes ou febre-inL0 0*( a doenaas que teem a sua origem na im- rafa corn a verdadeira canna leva por simples, seerao tratados mes- Para. 0 grande estabelecmeno d
molestia que eomecola, zm ,w- m ot~nre
mole.ia que comeo.. co,. -, ,- pure do ne.,' dma dolacre da rolha unt rotulo coM a- mo no seu escriptorio ia rua noladoFr d P resso, rua do
doeI ,uu ae Ues er' o:u. rasco armas do fabricate, Paulino Pires Fal do rmperador n. 14, primie.;- Barto da Vicoria n.59(antiga ruaNova]
"(01^euit L.^^ T ^os es^ o^00 e urna duzia 22#000 oo, o sem o queodevem consideral-a fal-. ro a -iaele saboros at t ie turbinr,-
i sy :..,.,i1,^ '!. it ,.) .a va p I ...'j -stasi, Irn.itrn, Itim p@dr ao alcance de todos est8 preciosc' sificada. Os falcificadores serao process ., cee cab acaswe roi na ,p
q e .' cert, -s.o d L# WP ',-1ta I medicaniento e acabar comn as esoecula- sados na form da lei Nenhum outro. exceenia ac-se provad seno
o q .e;- y. ... : a ip)tu ;. e S ps.exigindo-se 4 -tOO per um prepara- titulo usa o fabricated em sua aguar- ue' na present safa te excedido
,* ^.:;o .. a irop." ues;1 naio-al dente. usaen- I f que de melbor baa desejar, devido aos
Sx; .iio ... ,,L ja,. u d. o na.i n-- Esta exdnellente bebida fabrieada ulef I e inces'antescoidados e melhoramentos
,'.utw,,tiuiet& otiaau-seb qlluuidIuicas, .- COrn t-odoe o n..ap*riccnho e especialidiade deo Preisa-se comprar urma grammatiea ingleza empregados o seu fabric, e acha-se
,L quaa.o ella I,. vinLe e at .o ho1is, e ^L deste autor : a tratar na rna do Commreid i vendi m gross. e a retalho, dando.
~luaf^iJ." L)eid ijd .m..... q eit 4 '. l D canna escolhida. Seus effeitos sobte 0 3, primeiro ndar, das 7 ll horas da eabat vanta e grndp r s
torvii,,4,, ottu ,,6e.,,,ad qu,,'e,,ta e,,.. ,DE nsoabte vantajofio em das 7desItporraes.
e quurLain quatniaodemora setenta eduas; Jurubeba, quina e pega-pinto organism sao variados : aquece quaydo "man6 p rtr imortn
iu,^1.u"4L, U;, :.;. ^ FPORMULA E PREPARADO OFFICINAL se tern trio e refrigera quando se senate ill min a O rio d
luga;,,,: .i:.:s ,nefi !la predon....::.n
e ug, -,& p ,,,ar,.., s iaSrtao,, DE e lor, porque ora excita a circulagio, rd U l mazem e moaosecaa ecommis-
oxtinoQod ;,A ,,la, douca CARLOS BETTENCOURT ora augmdnta a transpi'rago cutanea. ESPLENDIDO EFFEITO! atuif er encido o
iyptus globulus, done extrahimos a eu- Tonico-febrifugo, a desobstruente de Quando se traz o c(po em transpira- a ge u
calyptina, pra extgui-las e saude todas as visceras abdominaes. Emprega- gaos pela agitaufo, uA trago da boa Mas. Su SeU dos seus f e em par-
Svigor dquefles que sffrem os seus ef- do na debilidade geral4 affecoes do esto- QO pVl i rt d a M S r e ar
feitos. i ao, cowaLew as, febres intermitten- sangana evita a suppresso da tralnspi. NA NOIT DE 3 DO COlRENLE dticulard; c ,encontraqUe a par da um Orofu-
Muitas vezes otserva-se nestas febres tcs, d anffas rebeldes, molestias de figado radaocutanea, excitando a circula(io e Para festejar a entrada do e do orienotaro r pnros l-'
e particularmente na febre quartam umn e bago, falta de appetite, anemia, chlorose, repartindo igualmente o -ealor -animal. NOVO ANNO mentiios, do que ha d nelhor no mor-
engorgitimento consideravel do bao e gdres pallidas e falta de sangue. E um Para evitar o resfriagmento causado 'A LUSO-BRASILEIRA conservira cede,
figado, ou urna bydropesia. reconstituinte de energia. Unico prepa- I ba6dcad
Outrage Mrao neste genro qu goza dasproprie peos banhos fries esta bebida de today a noite [e precise fOr] o seu esta- arrea se de desempenbar corn
estomago e dos intesLinos, que 6 mister dades da jurubeba quina, pega-pinto e un-a reconhecida utilidade, porque exci- belecimento illominado a giorno,
trata-las em separado, tomando-se o mau ferro. author depois de ter feito. mnnu- ta a circulaao cuane., activando a dornado a capricho, oride 6 respeita- po dido l aues pei ue es
ELIXIR DE JURUBEBA E PEGA-PINTO meras aplicaQbes do seu novu prepara- transmissdo do sangue dlos orgaos cen- vel pubtico encontrara o seguinte seja dr o ebem assrocebem con-
preparado para esse tim. na d6se de do, reconheceu nelle urma efficaciasem gnaOes, mediante comisso razoa-
meio calix duas vezes por dia. oxemplo nos preparados de jurubeba, traes para a peripheia :-e tern demais Pasteis a 60 irei. !!! e
ComojA disse, a substancia de que se quer pela nova manipula.ao, quer pela apvantagem de limpar hem a pelle das Bolos para presents .
S comp~e as minhas pilulas e extrahida do uniaofeliz dos ouros medicameitos. Em impurezas, que nelta adheremn dos pro- PNo-de-16 Al e ir a
eucalyptus globulu plan-a oriundada virlude de um processo molerno, que ductos da transpiragao, o entreter deste Pudings Aul e d m ia
outras parties do g eobo. inclusive o Bra- da q ina corn o I.erru I a te, o ai p fdeo e sc e u t r -e
oil. Todos conhecem essa bella e frondo- Pr paa arta portante, maatr petfeiao em seu tra- ,Peixe -
Ns-n.,. Aqui mes-o eut Pernambuco 1 frasco balho. Fregideiras 1 Jos de Souza Cordeiro Si es, tcn-
eWiLt mui grande humero dellas. Dt, esiide urea corO- Ricas caixinhas para d, assumido -a si a gerescia da aula
--' .sieWAP siFpese.wn e5n 4,- enao. ce"- presents d primeiras lettras, durante o impedi-
STTESTA OS 1 : -endo iig'ediehres iodi'd doocb'n- Superior doce mento de seu pal, Manoel de Sou1a
Joao Pedro Maduro da Fonceca, maceutico o-ahl t iW ui 6e $ 4 ra- chrystalisado, Cordeiro Simes, avisa aos pais de seus
doutor em medicine pela universidade ti-syphilitica, especiahente nas forms dos -estrangeiros, a Massangana deve france. lnos, u s h abeta a aula
de Bruxellas, cirurgiao m6r de brigada ulserosas acompafihaia deo eachs.ia, t&o ser preferida para o aso dos banhos das Amendoas no dia 7 de janeir proximo 4indouro
honorario do corpo de-safide do exerci- frequentes aqui, rn a eo Pu0 rto La- toilettes. COnfitos .
to, director do serviQo sanitario do pido melhor endl .Ia dn Idde
hospital Pedro II, condecorado corn a gastrica ;pe p te Suuse de gradaxiho par as Pastilha dcho- sm, eara, que admtte a nos ex
medalha de camparha do Paraguay, Recife 2 de janeir4t 7. funcgoes do estomago, augmentaad6 a colate. ternos interaoe, pensionistas e meio-
sob n. 4. Dr. Siliverio Lagreca. secreto do succos indispensaveis para Caixinhas enfeitadaspensionistas na mesma casa n 16,2
Attesto que muitas vezes tenh o empre-ni s ens
gado o Xarope de Jaramacariu Theogenes Dar aaja 'ti- re-boa hiruifioa6To dos ah-mentos. cor. pasias, andar da rua Travessa dos Expostos.
composto, preparado pelo pharmaceu- tor em menMa einri! i Efnlimn; :u- nit, reguSaridade da Vbinhos. i--
tico Carlos Bettencourt, nos casos de- do d amrdeijl, doe J JanO* ia vedadeiwahsaaugaxi, corn exclusuo Cervejas. 5J0Y A! e C ItIC[ I(10e )
bronchite, catarrho e'epathisaeao Attesto q.e (Alto "f rf'p a -tl,- absrtiita das -ltbidats' e,:reparaoes es- Licores. Furtaram do engenrho Massausass, no dia 19
eulmoaad laryngctes, tosses re- nhalinipparad lsapaeifotam eu arbio taeiras, que todos ao de sentir seus Bitters. do dezembro do anno proximo passado dous
obeldes, doqueluche e padedlmen- preparada pelo pharaeutico d ad hamn cpatlus.'iun aiasaotande, o1 tupete, cri-
tos da s4ecreeao urlnapia, semprq, Bltteneoul_,; 8^ obi0d-*./tvs ben.tie reswaludos em iwt da saude ? Chamanh. -nfas e caudra cortadas rento, f rernte abe rtaeo
com born e efficaz resultado; pelo qul aiIMi-^suM A a pLlic__ 3 '.viYr qu iO ;de eitperik-el*i.. E tutiqtsanti!!! /- qarto.direitb r,'ao~ atlcftfColchao; o bItro
paSsei o present em 3 de novembro doe quer nas molestias ",Ma < # a SO' NA CONF'EITARIA. ruoo ped ez, naftco~de um quarto e ferrado :
1877.-DrJoao Peaio Maduro da Fonceca. qualqu.r dos bi Tl,.i- : gratifca-se corn a qi.antia acima a quem leva-
-- LoQ r0st'iasllerea t olosmlnfi t A .tir ,Br llira .os aquelle engenho, ou no Sapucagy, na fre
Silero Lgrcaden STaA4, oI^ io ,q ^Lo. A^~-~ B ~ b'^ 14 o~#ea gueziada; Eseadfl____
na~ecirurgra pela-ralu Un psiad de r6j,alao-einds medif~~o, nasrov es:iamtbdn ovo g- -].[.t9!.,O/` qt~?d' i .H'a'ts-'ne' ,1r~,ieida .. 4."-...' n~dm eap0" .... 4 Aten
'Ky ^ ^^O< ^ ^^ t&abk.a~)J.DW Atkfogwao Lbjkd~mai& o8~58te
A-tes e i i .pptald.tnm/idg .. lt^ ra~t Fabr ica vapoi Oabaixo assigaado tende perdido urn bilbe-
medicin. ta B.i;, aria~ I q i *r q anerta, qe 00 lef~a
oesto quortenho applicado jhjr jhaeenic gamapie "opi SOW: OS ire to inteiro, gaantido, corn o n. S,10&, pre ine
.OSota,r.re a ru ndeo lmporaqo i et1s O'Vegea S ae aganto da lokftui, pentambucana, que no
6arlS Bet.nc u fr nas fermas ca- pharmaceutieo Carlos p d e r&"err ? < oo n... u a do ... peno T CeasO de sabir prelIadeo 5so 'dtVer& pagar" Eu-
lorhas aBel,ncudas e nhoasedbo,o o -ai$. es~iaGampos C.
Starhaes agudaseobcbronicars-oa b Q "IO fihaO ,rsacee -C-ampos -- Kua, Ziperal n. 1Q4 clydes Jos6 de Brites, segupdo ealte do se-
c.lo?, bern coro nas larynoue$ e &, dIu & "nas mrnsuaapf. 3 _a. .ira8, -. 0 proprietario d.ati. fabric tern reso.lido gundo batalhau delinha.


Cujas molestias o seu dffert bm }-sidb dos orgios E pMlhto6ios qu5wc'.o- .' Bl-l veneedr ,O6) o d6 6 s up tldO qualidadi, ,
sempre bodm e o resultado vetdadira- nice lw n -W" -I : a i i; por me osqneena otra m trtqre, AliuS
mente satisf[torio; pelo que subseOhi om ais 0e p no e jad 0 i i.aSAkil(io4 at
presence. Recife, 4 de novembrqt de at toee, dB ^ a ezf sl o dasse dp n ap e 19 0. cor
Succsso &i-iaprrila.uu a quom.a ~ para) tr mdge estab2e 0 terceiro andar do sobrado ii run do Vlgnrio
1877. Dr. Silverio Lagreca. ja ando-r ca men d oA-,, ,T r r ra que rem hawo de 'e 9 aepd selSo desse@! na 001a~iadt -0 5, cor bone < e uelmonap'es. e p i s u S .- .. ........ d e7 tar noarmai lm do t o i 4 pol in. 7r5
Attesto qua tenho empregado eom bom r Deri 7 x- f1o"io. 4i re, u" "'ida.-. --.'o te"""f 'eca"oba' d. a.-,ff.ia, ",nonn rV' "d 1a- ;o > m ai A1Ug0,, -,
sucesso a sakaavMlha ecaroba daphar- 187__ 1" l SdUi. do ohm&" Iomaal' h pa .
"- a. b s i nr .e ,tdtd a r m sdo &61Iradm o nmdoP ,
DRPORTTO GER4L, A BO g 3i'cfcS^ 0 0 nrtftHWrhMagopier n'a 6Ar4 ,.wd
Parnia*a ~aeno^ _MATE doRo lare l ^oiem hua do CaopoieB piSu pPia n. an 2n a tranno cea do Apollo 75.
Carlos BettenCouirt 1 pot'umap d ~o^{AtWida na Ateria.; esqula6.Dote -u dl s,,.,_o
51.-,Rta dQ Barto da VS^^- Agora, peM, ^^&^ ava a sua a^Af i^A* B
b. i.-7ia d, a V ,Wo pr c a'd utili espeitavel prblico que rece" s am e epet ava oo. "
.... i. -b t e'- A g se a3 lada a cao o por a m proprio que expe aysd n.p a-ra.ar na rV. ao
,iadl 8.-corewi (&iydr oceles, atrevebe a -an- irama, nAo-poupa 9t4ros nern opou6d nu 3
-^ ^ 3,- do* espezas, ipare u I ealisfazo r a espoctativa


"' : "'r '* '"/ O f %oa' PR : dos aotebpe edo ueam i mero" f ... ..;II rtq to r s a I "
.1 vz e r q u eo 4oa a u n q uo Q i l s S p4 r a- o r1ec i,
q-VGRANDE eS0a
qeU4 os 9Aq i oa d, In arao nao imposLo ou Iivena.rd oO.Wj:Apat s-or auaici-
A)roU, ibplhas., p31,,.(oe87que%.duv lar vonpia vr)..;na to aquoPe.e o a ro
GRADE )EPUR- AD tf k1c%2%b r a~iarbam ht itsads ddizet, qua &\ ravedorlr.ta, and
Prai ena v'Aestid 1t8, f do* j ]a s CONFEITAhBIAeA A 07 qu oprelende merear ditodarUgo oaloterAo po el e diligent: qum a iver,
IT""rerto om"petl or.a
Pufawielj efnfetll, to Ievar,&Q o~^ ^ :s fregueze aga
ty Assini, poio, lvt~ aa./ C~ttrcr oc Facs
tia ounvantagere de-cordiyra"opelao re-o mais
C c0roijr naz rue deoLuiz do B S Aluga-se a Ioja do ohreo 'rua Duclue d sua vontade: na ra d Cqrnel Sassuna aa- e
puI" .i ., I. r cmT =0do p a cula de s2 do borgscoh r oF Pedror1lo.a.:R
S M AAi C lida e q'so5ashe..-c aie nhem "jpetlio d4 Ahaz-re ath Sguinte.
ERs* E*--lit'. ^*a'? ^ w ;,coomo!6d1&dwAd0-fluWo e -elfido urima mui I-l~li'-l *-CsS^
Pharmacouticos q drOF i -ia_ CaQ ipii 'A14ml1dtf ''as'-peI eleanl ;. dp.m i s as do y -io (a do R-
provinciaes de Pernambuco de 187T2 e 18757t fs do Rib do Jafteiro do 1873 8 clav'spam J s no J l jos), euin bastanes comnodos para fan ilia,
-1876, na de Vienna d'Austria.de 1873, 4a do Chile 'de 1874 e na de Tbia or q em 6 Lt&f --eS-' corveja na naruadoLuizdol on 9,corjarijrn
lel bina de 1876. diwamarq mg a Ta F', ti-a Tti horgs 21 frente, pm qe fa l- opm r
ill--ad i/..p nk .,,& ;. .^ f ll ia aqrzaa~-.? narh org ar I ri)f do~pedro Affons Os phrmaceuticos FEHREiRA MA&A G'C., e sempre teen p cradu Fabrikker. Unico depbsitoe ,no es$ Duq9d axias n. 59, 0ija.. ,
.-mpregar n4 therapeutic as planta., indigena, .. .que aUestam..rom, o -- .. criptoriod-Saaifdertb.'thers&Q ----------
innumineros preparados. aca4am de .ornmur. mUtMVwM1r-. -c cpr do n1 an JOVei
ENERGICO DEPURATIVO aqu,,denorni.Mm FI 'jA I apB-d., eCreb Central .... i ...
AMERICANA, tetdo obtido corm efie todas as ; a tdis d merwL r Rc rejo t d Utuintnia f ........',- .. ... 1 ~ .O~ Gdo tC fg est,~ar~un~ o. 7 e -rn no, prefR
de potassa, sem todavia produzir',le iptyqismos e 'urtrs..-WOBV fnWae:,. t O dde e m arden-
.dade..tf .a .s.re.,.Iem faa U .eW
accrescendo a-isto o sabor agradavel. .0 ... gostlo S eo q e idte, lb sgrs ae o n-
No RFEUMATISMO, quer agudo quer phno, o M eftleito.-sedai voeo a-oa Acaln tnqeente t plp.s,, ,,.e qu j ae.
n~ --.acao".,neroweee e ejiij -". "*~a a^ tvit^* 'A'^'ea sap~hdo. Dpscinffa-se que esteja
rapido.-adAi.
r pd 4 ~ LLA... tel~ ten por udalrdo.o m a~ r ... ,ov '-: ... N; t Cul~o oil 'Bari- tft Gam e-lla,
Nas dbierentes espOcids 4e DARTHR(g.ealeLtem''or -mare'U.iO ard Mr.vef7 Jb ra L,.'
-- eB onde te -parer.tes. Sihio coiduzin-"
TI ICTS TO Syiai. s s-eos ER6FULosoS, ;K. CA riT1o
T ..NA-tAer,0bw uperado asi -. .?.Vai d
", ", a..plnvavra~ U -&s moles-ha p "" i '":i' .. ." I n ur mLu.
_.I,-L.. .
6.1 jJ-. k _Asa Plo nA
: o_.: o ,e-


Ito
pe., .o sis.as A
mstte dtulloWfh-e pelo-bbnu jWf
de sew mwtisttev.
SITIO
Precin-se algar aurn ii #Meo da cMde,
e que tenha proximo bonds ou trm, ex a se-
guintei tmnwodiddes.a: agubt-a enAft i' boa
cacimba. casea regular para framifia, boam terre-
no e arvores de frucLto quem liver, dirija-se
A rva Duque de Caxia n. 52, luja.


EONIAL Z;AL=RA=
SCarlos Betteocourt
S PHARMACEUTICO E CHIMICO
Sda faculdade do medicine
DA
Im A/L "X AlL i
SEsta tinta 6 uma das melhores pre-
paraoes e a unica qae se conserve
Sperfeitamente fluida, sent deixar de-
posito. E' de urna, bella c6r purpu-
rea-preta que se conserve eternamen-
te vtsivol, o quo a recommend pira
2 escriptas de livios commerciaes, re-
S partiUCes publicas, etc. 0 seu preco
6 modrico, e a sua'qualldade superior
a todas, inclusive as estrangeiras.
Ndo oxida as penn.as metalicas
Preco de umra du7ia--6A000
Deposito geral
PHARMACIA- GALFNO
SARLOS BETTENCOURT
t3 Rua do Barrio da Victoria ;4
aYl PERNArOBUCO

Casas parta ahigar
Alugam-se as seguintes: 1, 20 e 30
andares do sobrado n. 47 da rua da
Imperatriz, 2o andar e sotio do sobra-
do da rua do Visconde doPelotas a. 1,
casas terreas dd jua do_Marquez de
Herval n. 93 e a da rua de Frei Heari-
que, ontr'ora rua do Dique a. 18.
Quem pretender, dirija-se t rua do Hos-
picio D. 14, ou rre capitania do porto,
a tratar corn o coronel Decio.
Quem n egara ?..
Sim, quernm negar6 qt* e&de de
cajfi foi e ser semnpro o present ,ais
apreciado ndo s6 para aqui como para
as provincias do iiperio e cidades da
Europa?
Ninguem por certo dird que ha pre-
sente mnais apreciado.
Pois bern, para que se tenha certeza
de se ser bemrn servido nesse artigo, e
precise, que se faga as encommendas
de doce decaju s6 e s6mente na
CONFEITARIA DO CAMPOS
!2 e 24 rua do Imperador 22 e 24
Latis, boceLas, cart6es e oaiiunhas
para os doces A vontade dos fregueze
tethodo Castflho
Ptisti'a 81 Meriddt Albuqderque, cotf auila
a rua do -mperati n. 41, Vein scientific ao
respeilav.i pubtico e partiodl~t'merte aogpsis
de suaS alumnas, que no dia 3 de favereijro
4edr^ *Arhiori~o a SeUb t~ma~baos. coritinaand a
recober pensionistas, meob ponsionistas e ox-
tm e.- ,r .. .--- .. ."
,tzinl ra ... a-

Precisa-se de umar ana que seja p-
m a -,ira rnsa de faniia; a tialar
na~riylo Marquez 4a Olin4an 3,i




Em I mbras Velhas e em


b:*fli, isi m ckmo mme-
dw: te t, In^ a^qualit-
pra-se por una.iw pn M
AM.* em'o-rca parie,
na loj* d'ejtins de Julio
Furstenberg, rua doI In)-
perador u. 32.
Compra-se
nine mobilia die amarello. estando em boto es-
tado a tiratar na rua da Aurora n. 81, loja.

VENIAS
ENCYCLOPEDIA MO-
DERNA
Vendc-sr vur Encyclo-
pedia Moderna, emn 30 vo
lumres, emi p rfeifo e.tado
(de conservfC,,.. Quem
? pr.dtenar1, l6ir4J-s60 ao
adminiislrdo^ d"islt typo-
gS ;' qs. d -.a as coni-
dic" s
-. Vende-so a tlavet ., ii4in ia d ImprI triz
P. 88, em consequendia do doneo rftr
doenM : a traar'no rtnita..
"tMala ii ,I
,.G' n44


f<.
^





















t/paqUM & tcea Ii wires a lM
Fitns e.geegorio, c6tw da modae.
Ftore s artifioaik, dec6res e pretax.
Sip68ide fkrwes de oarania.
"naiidas cow-vi para noitas.
En'vaes pra baptisados.
Pulseiras a de h roha, da ultita
moda.
Lights de soda 'parta seahoras
GoIarinhos e punbios, bordados e
lisos. '
Orisalina vegetal para tingir o ca-.
belle,
Banha orisalina, ideinem idem.
Lindissimos chapdos de fuIAao para
creangas. -
Bordados tapades etr-insparentes.
Vidros para espeihos, qualquer ta-
manho.
Bonito sortimento de artigos para
luto.
Ricas bonecas de era, vestidas.
LAs para bordar.
Sapatinhos de setim e de merinO.
Bolsas de chagrin.
Coques rnodernos.
Agulhas e linhas para machines.
Oleo verdadeiro paramachbinas.
Perfumarias dos principles fabrican-
tes.
Sabonetes, de Glacerine, diaphanos.
Ik*fI* rA -_ --_ -l. .- U


rt-^W~1.'~ '*- ^ ^ ~ -i>;; **-*~': -.^ t^^i -a.^

*I. ofd a 400'ii. a ba.
t60 "' is. (kaixihh.
in ttsie s. 'Git '. : 'B to ot -cd, ptr' caJ1as, a 180 ,
tt~s~iRs .ift, '"ffio t' -Silto si A a 40*. a bahta.
.s8Ci -e T .OW a' ... .. .i.a, ve
Gwosdto b 'p,to,'aol1 #0 Yter Oft'I e- I_
Girr 'i-t
I$eJoAtfAbIA.* ? -- ^n^^ a^**


411!R. 'IL' pecwTO~fa.-
ltot#tiww a Bow00, 4f : 5t000.
FNtMA^'branco a 500 rs. o covado.
DitodIto bShA 6t'f S00 o eovado.
Mariposag brancaa e de cores, arren-
dad., a 400 rs. o covado.
Gollinhas-e punho6 a 2#, 21500e
- Vavatas de seda a 500 rs. e IlKXO.
Batistes finaq a 200 e 240 rs.
Percales, orefs clqras, a 320 e 36W rs.
o covado.
Cretones, superiores, lindos padrd&s,
a 400 rs: oeovado.*
Saias bordadas a 2#, 46 e 88000.
Chlap&os de palbiinha prlmorosa'nente
enfeitados a 8 10;e 155000.
(.antdo pieto a 700 e 800 rs. ocovado.
Bornbazinas pretas muito finas, a 4i
e It200 o covado.
La preta a 400 e 500 r. o covado.
Merin6 de duas'iarguras a t8 e 1520(
o covado.
Cretones corn barra a 320 rs. o co'-
vado.
"- 1 _t-1_ 2 _- Ai^Hf' f


Mignarulse para mraiaino ue cruocuJet, Fonteaaores Doruados a ouuu.
tudo barato Leques a 28, 3#, 4 e 55000
BAZAR DA MODA Bordados e entremeios de diversos
Rua do Barao da Victoria n. 50 precos.
-*- CFichbs de a 28500 e 33000.
hA|'.'| A| n Ih Cambraias brancas, diversas qualida-
1 Chales de casemira a -2, 35 e 55000,
Bramante corn quatro larguras a
Aos 2,000 paletots 1300oo e t0oo metro.
Rua da Imperatriz n. 52, da lola Lengos abainhados a 1: 500 e 15800 a
port larga, corn bandeira d uzia.
Loja de Pajedes Porto Vestuarios para baptisados a 68, 88
Este estabelecimento A bern antigo e conhlie- e 10,$000.
cido do Tespeitavel public, tanto em fazendas Cortinados bordados a 7# e 85000 o
e muito especialmente em roupas para homem,par.
sendo os pregos os mais commodos que se po- r
de imaginat. 0 seu proprietario, tendo feito Dao-se amostras e manda-se levar
diversos estudos sobre a economnia, assim co- em casa dos pretend(enLo..
mo sobre os interesses (reciprocos), tern re-
solvido p6r em pratica o rifao antigo-mas val Escravo
muitos cinco do que poucos dez ; d vista do
exposto, tern resolvi lo vender tudo quanto Vende-se um escravo de 28 annos de
tern e continfta a ter em seu estabelecimento, idade, que 6 bor carreiro e mestre
por precos sem crnompetilo.-, muito principal- da
monte roupas feitas. Venhamri ver e admirem. d assucar. A tratar no 2.o andar da
Aos dous mil (1' n. 32 ao cases do Ramos.
Aos dous mi] u
Aos dous mil 1tFarinha
Pailetot-s
Paletots Vende-se a mrnelhor do mercado e por prego
Paletots barato, oara anabar : no trapiche de Luiz Ro-
As cinco rail cha & C., largo da Assemblfa'velha n. 15.
As cinco mril
As incomil a A D AIP iP S
gag~a A 0\ S i 4 li
Calcas
Rua da Imperatriz n. 52 32-Rua do Barao da Victoria-Z2
Loja da porta larga Recebeu nova sortimento dos se-
Acto ai *A1 guintes artigo., que vende baratissimo:
i UIKRH A icas caiiinhas corn perfumarias para
QL IO iCI presentes de festas.
Modernos pentezinhos par a marrafa.
S Eiegantes espartilhos a Jeanne d'Arc.
0 4 6 3Espartilhos couraya e outras quali-
Rua do .3 dades.
Rua do Queimado n. 43 Fitas de gorgorao de tcdas as largu-
DEFRONTE DA PRA(A DA INDE- ras e cores espociaes.
PENDENCIA Ditas de sarja, setim, vdfludo e esco-
Realidade cezas.
Lazinhas a Zeoire, padres novos, a d Luvas de pellica, pretas, brancas. e
120 rLis a covado. de cores, o que ha de mais fresco.
BAtistes, padrOes lindos, cores fixae, Grinaldas e vdo para tnoivas.
a 200 rs. idea. Leques brarcos, de c6res e pretos,
C mineta mesclada, propria para ves- grande variedale.
tidos, ultima novidade, a 320 rs. idem.. Caixinhas cem preparo para cus-
FustOes de cores, padrOes lindos, a tura.
440 e 500 rs. idem. Franja de seda e de lI.
Cambraia Victoria, transparent, a 3 FlOres artificiaes, 'o que ha de mrnais
e 4500 a peca. fino e apurads gosto.
Cassa pieta propria para luto, a 240 Ramos pretos proprios para chapc.
rs. o covado. Plumas pretas, e de cores.
Maripozas verdadeiras, a320 rs. idem. L-ivas de sada e de toroat preto."
Oxford para vestidos, a 160 e 200 rs. Rcas artiras da cour a Russia
idem. parae algibeirea.
Chales lde cdsimira, gostQ A franceza, Bico de seda preto e branco.
a20 un. Dito deoquipure preto.
Chita escura, fina, a 240 rs. o o Variedade em bonecas, Auas e yes.
vado. tidas. I
Cretones escuros e claros, a 360 e 400 V6o par cbhapdo.
rs. idem. Bothes de gorgorao e outras quali-
Mariposa branca, arrendada, a 360 da4es.
rs. ider. Teucas sapatinhos de setim borda-
rs. id e m~. do r bpisad.'
framantes de A larguras, para Ion- dos par baptisaddo.
es, 200 e 1500 vara. Mignardtse palfa trabalho de crochet.
gSes, e -1,3200 e 10>500 a vara. -Prprsaa-frs.
Brim preto para calas, a 500 rs. o Prepaoos para flares.
covado. Espelnos de todos os tamanhos.
Madapblao francez, enfestado, a 5: a Coques modernos._
peca vale 8a. Perfumarias dos melhores fabrican-
Brim pardon lisa, para custume de ese.
homes e meninos, a 440 e 500 rs. o Gollarinhos o punhos. lisos e borda-
chvado 5 dos pare senhora.
Colchas adamascadas, a 3' Di~tus pare homem.
Chita encarnada para vestidos, a 280 Gravatas parajsenhora, o que ha de
rs. o covado. mais modern.
Popelines de listras, bonitos pa- Ventarolass d paiha .
droes, a 320 rs. idem. Leques chinzes, a 504vs. 6
E muitas outras fazendas, por menos Dltos do madra e setim, a 28000.
do quo em qui t qou r outra nart.en- Port-caudas de vestidds.
do que em qulquer outa parte.- Cintos, a que ha die rmais mcvierno
0 43 -para senboras e'meninos.
RUA DO QUEIMADO Bateias para vestido e outros muitos
-'artigos que se vende por precos imuite
5 -BUA ll resumidos. -
-H., -lROSA DOS ALPFS -
.llflf 4l,.Rua do Barao da Victoria n. 32
". ",JU 9^ -', ** -^ A -- 4 '


C VADO Borramca pars imas
Zefire de Id e stdas Po,..i1 .0 alib"ra
Na ru do Qimd~nVn 43, e-se no veado brao.-A rua Dir4tanii-
mer oQo 16. -11 "e
Na ra4sQusizddl.4. *o
Chegou plo uJntimq vaps rg. de -... .' ..
quanlidad "e re1Ie -e W&6 '& ri', .','ia
ma~IM~ T' d7a1ta d-0
Mir& ras paraMaftidog Apsetalnl 0 A
p n1 :


21i-Ru riaf.eiro demaro'-41
E' QE nao viRiVel a verdoeque ea-
cerrao tituto corn que esiA dRiowinado
este estabelecimento 2 .
-Ninguemn o duvida IPois ngo duvi.
demn tambem quoe os eus .,propriotariop
resolveraw iguamegto auar .s pe-
.o$ de todas as %zeadas.0.
Provar-se-ha A queom ier a bonda.
dde e ir fazer exp iencia.
Entre o0tros ailigos temn os segvin-
tes, _lhegado? ultiaamenie:
Chal)" de gorgorlo de eda, a 155000
e O5Q00.. ,
Lindissiuas pipelines d sseda, lisas
e de quadros a 1"500 e2$00.
Cortes de casemira, gostbs inteira-
mente novos, de 580(% atde 06000.
Casemiras do c6res e pretofs, propprias
para costumes completes, de 30(X a
85000.
Pannos pretos finos, deo35000 a 8$000
o covado
Damrasco para colchas, a 800 e
15200 o covado.
Colchas de lI e sed4t, muito honi-.
tas, para 20 :000 e 305000 uma.
Cambraia branca bordada, a 800 a
vara.
Algodio trangado, 10'paimos de lar-
gura; a 1$41 0 a vara.
Brarnante trangado,parya toallAs, a
1$500 a vara.
Dito liso, a 500 rs. a vara.
Dito de litiho, 12 palmos de largura,
a 35000 a vara.
Ghapdos de sol de seda, corn cabos
de lindos 5ostos, de 85000 a 168000.
Toalhas felpu4as, para banhos, a
305000 a dazia.
Ditas de linho, a 15$000 a duzia.
Redes francezas, de c6res, a 155000 e
30800(, uma.
Tapetes avelludados, diversos tarna-
nhos, de 55000 a 20000 urn
Alcatifa corn 5 palmos de lbrgura, a
18200 o covado.
Esteira paia forro de sala, a 15200.
Gorgorao de I de c6res, aS00 rs. o
cavado.
Cretones modernos, de 320 a 500 rs
o covado.
Alpacas de cores, lisas e corn listras,
a 560 rs.; e barato.'
Fazendas pretas para luto, a 400 e
18000.
Meias para senhoras, 108000 e 155000
a duzia.
Cdwtinados bordados, a lOOO0
21--ua Primeiro de Marco-21
E' corn as mais de fa-
milia.
0 habil Sr. G. Mellin [de Londres]
acaba de fazer nova remessa de seu
conceituado alimento para criangas de
peito e invalidos ija bem conhecido en-
tre nOs], unico que pOde corn vantagem
substituir o leite materno, e o unico rp-
commendado pelas mais distinctas au-
toridades medical daquelte paiz ; desta
t6rmna poder-se-ha [usando-se delle] dis-
pensar as amas de leite, ordinariamente
nocivas por seus achaques : assifn,
pois,- venham A Nova Esperanca, a rua
Duque de Caxias n. 63, que e-o unico
deposito daquella util alimenta(ao.
A ,$2OO
Vend-se cbiiellos do Porto a 19200 o par, 6
baratissimo pelo preQo ; sempre se venderam
a 15800 e a 25 ; sapatos de charlote de varies
c6res, para home e Senhora a25. e para me-
nines a 1^000, ', muito baratb : na rua da
Senzala-nova na. 1, Recif


Agra o m 5 umprimenta seus
ANNOS....
E chama-os A attenao0 para as se-
guintes pechinehas !! I


Apenas 5 minutes
Lindas alpacas-lisas, pad'roes moder-
nos a 50) rs. o covado !
Ditas italianms, finissimas, a 500 rs.,
fazenda de 800 rs. o dito!
Popelines alemiks; que rica fazenda
lde quadrns e listras, de seda mntiito lar-
ga, a 500 r. o co,6vado Apreveitem.
T)itas de linhbo e linho e seda, a 320
6 400-rs. o covado: -
Ditas de seda pura, a 800 rs. e41,200
O covado.
Granadines brancas corn palm as e
tistras de soda, a 320 rsa o dito! Vejam
Para crer.
Ditas pretas, de seda finissimas, a
?0& rs. o 6o5vado.
As excellentes cachemiras, de 320
|Is. 0 covado, esta se, ababanido E'
Oara roble e crys&s.
Muifos artips per precos baratis-
sim os ; "
59 Rua Duque de Caxias 59
1LOa1 DEC &
, rnelrA daCn~ha & C


-4.,m2 Irs. 0' bo llb ",
Sup.iores cretones e rw" '-
4. -,16~i dti, bja'340,v^4&9n
a 'IIO v Ue "


,D ? Aita 4a ,atnpoi.


T oMiuw UPI. .
0 We~i iAs a'lf~dai l'iitk O d eCA-
",sema .0 rs..oe' e c 1 0,

0 4 ua ab e^6 a. 0 :o
LOdA'A'AS THES PdRtAS
Aiinldk Camp~s
A 160 MR. COVAJDO
Ineifn p^ veattdbs
Receber-fi Ailiftida & C(iirpOs os
mass lindos padres .f indianas ;iisa",
uma a6 1 6r e ebtil rf le" aI t t zenda 'es -
cura e :de ituto boa- 'aualidade, a .i 0
iPs. o eovado, vale 330, Vendetnos pbki
esle prepo por tetifrdts recbidb de co-
tia proptia. Aprveitem a p&chincha.
Na rra do G..po-n,' 20, Toja de
A LMEIDA 4CAMPCOS

-CA L NOVA

J jOAQUIM RODRIGUS TAVARES
DE MELLO. d praca do Corpo Santo
n. 15, teni para vender cal de Lis-
boa muito nova, epor muito corn-
moido pftgo.

N e6 preciso escovaw
B rilho ineompravel


Hauthauyo


4 Sons


PARA
CalIados de homes, senhoras
I e meninos
Renova a c6r, melhora o couro, nao desap-
parece e nao estraga o mais fin, artigo de
,roupa, depois de applicado e secco deixa urn
bonito lustre preto. GCada garrafinha tern urnma
esj onja junto 6 rolba para se fazer applicaclo
do polimento. Nao 6 necessario esfregar corn
escomas. Cuidado ; antes de se applicar o po-
Ilmento, o caloado deve estar secco e limpo.
Vende-se a 800 rs. o frasco, preto' e bezouro,
a ua do Barao da Victoria n. 30, loja de ma-
dhinas de Soares Leite Irmlinos


NMfHIDE


Os proprietaries do estabelecimento
denominado 0 BARATEIRO,-ruaPri-
-meiro de Margo n. .1, teem a honra de
scientificar ao public, corn especiali-
dade aos seus numerosos freguezes,
que continual vendendo sua-. fazendas
por precos que nao tern competidores.
MerinO de c6res, para vestidos, 'a 800
e 900 rs. o covado.
Alpacas lisas, de cores, gostos lindos,
a 500 rs. 6 covado;
Zefiz de IA, ultima novidade, a 2P0
rs o covado.
Alpacas de listras e quadros a 600 rs.
o covado.
Po.Oeinc, -qAe sorti.>erm0o para 320,
400, 500 e 600 rs. o covado: !
Batistes de `Ites, tktidbs degenhos,
a -94 .. o 0 eoivado.
Mariposas, 'bomrn sortimento, a 360 e
400 rs. o covado.
Granadines pretas para vestidos de
senhoras a 700 rs o covado.
SCretones francezes a 360,, 400 e 460
ts o covado.
Ditos para cobertas de ramcgens a
700 e 800 rs. o covado.
Chitas, infinidade de gostos, a 260,
300 e 320 rs. o covado.
Fazendas proptias par a luto, merinO,
canrao. cassas, las, etc., etc.
Bramante de quatro largtras a 15500
e 26500.
Atoalhado adamascadb para mesa a
16500 e 2000 a. vaia.
Guardannpoa 38300 e 7;000 a duzia.
Fust6es acotchodos, que lindissimos
gostos preg6s 800, 900 e 18000 o co-
vado
Meias para senhoras, coprnmpleto sor-
timento.
Ditas para homes; de 30 a 10000
a duzia.
Camisas de cretone, brancas e de li-
nho de todas as qualidades e para to-
dos os prepos. Nao teem competido-
res.
Brim branco, exposigao, a 26000 a
vhra.
Casinelas proprias para roupa de me-
ninos, a 500 rs., -o covado.
Cortes de casemira, de c6res, a 45500
e 7#500.- "
Lengos, corn barra de c6r, a18200
e 18500 a duzia.
Ditos bancosi abainbados, a15800,
4$, 50 60, 7# e 9A000-a duzia.
Cambraia Victoria, comr8l2 varas, a
.5300 a pepa.
Ceroulas de 185, 32# e 365000 a du-
zia. .
Xoalhas felpudas a 6,, 95 e12000 a
duzia. .
Lengos de seda, cora letra, a 20;000
a duzia. barato !I
Redes de flo a 186000. ,
Colchas para -cama de 25 e 6 000. -
Aldmni destes, 4emOs ontros muitos ar-
tigos que vefldemos barato; charnanos
para isso a attena... .
0 Barateiro
Ru" PmnwSi dt' o n.1
AGOSVN. I48O -STO& U.
F~TIA,4 j~d~
"' .:~~~I" :.' ,


i


( um grande sortimento. -
SOs senhores agricultores encontrarao tambem umn grande depo-'
sito de superiores fazendas proprias para supprirem as suas fabrics.
-A) Grande deposit de'malas para viagens e das acreditadas estei-
4)) ras da India para forro de salas.
Temos presentemente verdadeiras pechinchas :
( Ricos vestidos de lA e primorosamente enfeitados corn galao, a
20600 e 25$)00. Ditos de cretones e batiste, a 128000 e 1 38000.
"2. Grande sortimento dos verdadeiros gorgoroes de l a, de cores in-
teiramente modernas, a 900 rs o covado.
J Completo sortimento de pipelines, padres modernos, a 400 e 500
^)) rs. o covado. Ricos cortinadus bordodos, para cama e janella, a 78000 (
j 88000, 98000, 105000 e 128000 o par. Superior bramante de linho,
Y bftto targo, parat-ten6es, a 2800 a vara. Atoalhados de bonitos te-
M cido, a 18200 e 1600 o metro. Cretones, superior fazenda de bonitos
Spadroes, a 320 o covado. -
s Snperiores meias cruas, par a homes, a 6E000 a duzia.
\}] Oxford, superior fazenda para roupa de escravos,a 160 e 200 rs,
o covado. Lensos de linho, fins, a 38000 a duzia. (f^
G'ande sortimento do camisas de linho, collarinhos, meias de su-
Sperior qualidade para homes, senhoras, meninos e meninas. Cha-
pgos do sol, gravatas, tanto para homes como para senhoras. Enxo-
Svaes c9mpletos para casamentos e baptisados, espartilhos, leques, etc. f
S Grande variedade de cretones, de superior qualidade, chitas finas, P
Sbatistes, cobertores de la, finos, e muitos outros artigos que estamos (
L resolvidi s a vender por preo&s limitadissimos. f


: FWCISCO JEL DO A1M0 AL
RUA PRIMEIRoDE MARgO N..20 A., ESQUINA
:, "- k




IIELOJOARIA ELUNETAIA-
V -TOD


VICTOR G A ND11


a n. 26, outr'poa
Reeife.


*4* 1que ded ,O er m woelntths
ar c to4.b4esdi a 'b %r, owa a tberdae de. erecr a seta dos
i*_o '5ar'o flu.,,o/9*osprooor, afiim de q-. sjaj devidament e ips9
Cada r t hJ iustrado publieo pnambucano
\ ASABE~ft:
_Ma4sealto6 frnoz, 20 jtidis, pesa DPitas de cOres a 30 0(0 a duzia.
' 584000. .1Ditas para" neninos a 20 2 000 a du,
.Ditos 6 128000 i 85 a covaQo,
AlgodaoInho. inuito, 'bbt'quaridade. Atoalbado de linho, para h J4 a
de 0 a i0tO a peqa. 22, 2200' e 2$600 a vara. .'
CMtas, mwit. -boa qualidade, a 200 e Capis de 6 oalba, para senhors
Wa re. o",ad^. : 685O0 e 40'S06. : *
Per.alktes franrceza, gostos novos,; Fichus para senhoras a 25000.
de 320 a 360 rs. o'ovaho.1 Ditoa de touquim a 45000.
SL&ainhLas de qutadros paravestidos, Gravatas paru senboras, muito fi4,*
ae-140, 10O e 200 .,,o eovado. de 500 rs. a .2000.
Cacheriirios'de-qUadros para vebtidos, Batistes de cores, a 220 rs. o covail.
muito boa qualidade, a 280 rs. o co-! Collarinhos e punhos pata sen'bhrs#
rat. de 5db00 rs. a 1'5f00 a guarnigao.
Utn comrplelo sortimento de popei- Sitim preto a 1-600 o covado.
nea de linho e seda de 500 a 600 rs. o Hamburgos d. 400 a.600 rs. a van.
covaido. Cobertores escuros a 15800.
Alpaca preta a 500 rs. o covado Ejxovaes para baptisados, del0t a
LM preta, para vestidos, a 400 rs. o r308r0n.-
eOvadb. Maripocas todas brancas, muito t-
Bombazina preta a 2#000 o covado. nitas, a $0 rs. o covado.
Merino setim, rOxo, duas larguras, a[ Fustoes brancos a 800 rs o covad9.
28500o covado. Espartilhos paia senhoras, deo 5 a
Chita de 6armagem,, para coberta, ti- 76000.
xas, a 320 rs. ocovadoi Vestidos de percales para senhbras,
Risodds azues, americanos, para es-ja feitos,-de 48500 a 55000.
cravos, a 260, 320, 360 e 400 -o covado. Cambraia branca a 4$ e 6W000 a pema,
Oxford, para camisas, a 160 o covado. o que ha de melhor.
Toalhas felpudas a 58000 a duzia. j Cintos para arregacar vestidos, objec-
Ditas PA'a mesa, 'adamascadas, aI to de muitu gosto a 35000.
5*500. Capellas corn vdos, para noivas a -10
Meias inglezas, pare homes, de..... e 12000.
4^800 a 6MM00 a duzia. Luvas depellica, brancas, tanto para
Ditas para senhoras a 4*800 e 6.000 homins como para senhoras, a 2500f.
a duzia. Redes para dormir, o que ha de mo -
Camisas francezas, para homes, a Ihor, a 165000. ,--
30.000 a duzia. Bramante, 44arauas, a 160j a vara
Muitos outros artigos que se deixa de mencionar, para nuo se tornar enfa4
donho.
AO NOVO BAZAR DA MODA
%'.--- .^^",^ ^ ^c ^ "^^ *<- -~;">^ ^'^a



SF; IIANtCISCOWI RIIiJL'1V ".IL




A' RUA PRIMEIRO DE MARQO N. 20 A, ESQUINA

I CASA IMPOR'ilAD tBA\
VENM)AS EM GRilSSO E A RETAILHO
CASA DE CONFIANA b
) Incontestavelmente 6 este o principal estabelecimento nesta bell&
i e important cidade, onde se encontrarA constantemente o melhor e
o mais variado sortimento de fazendas e artigos de alta novidade a t
precos reduzidos e sem competencia. -
Recebem6e constantemente das melhores casas de Paris e Lon-
\k dress (onde temos habeis e zelosos commissionarios) todos as artigos
c'), da ultima noda, 6 que podera ser verificado por today e qaulquerpes-
i s6a que tenha de fazer suas comprs e queira nos fazer o favor de vi-j
sitar primeiramentb o nosso estabelecimento.
Garantimos a qualquer pessoa que nos honrar om as suas corn-
pras que enm~ntrar& toda a sinceridade nas nossas trbnsacces. ,
::As Exmas. families pedimo-lhs se dignem de fazer ura visita
tao nosso estabelecimento sempre pae precisarem de algum object
)\ de gosto para as suas toilettes. "
\'f Temos constatitemente un, grande deposit dcs acreditados f,
) chapeos para senhoras, preparados pela habil modista de Paris Mm. y
^ Detoflre. I
Luvas de pellica, d'e Jouvin e portuguezas temos constantemente "YJ


I


. I


ff




-~ ~ :74 -


-U.,
La


9 q _ne, moaa pqtia,, ao
vq.pedje a "utr asan.""
B^ do. relatorios quesaii de-
S.** ^tkt itiitros IHilaridaAe.1'
"Sr.. ivjyeira Lobo: -E' bern lem-
brado. ,
O.Sr.. President :--Seo selSo as-
sim 6' revolver', far-so-ha a requesi-

,Sr. Silveira da Motta :-Entao vou
mandar requerimento neste sentido.
Veta mesa o requerimento do ora-
dpr Autorisando a, mesa do senado a
solicitar daamara dos Srs. deputa-
dos copia do -relatorio que o Sr. mi-
nistro da fazeada leu na referidas.a-:
mara.
O O Sr. President e declara qw na se-
guinte sessao sera o dito reqdimento
sujeito ao apoiamento.
S0 Sr. GansangqAo de Sinimibt
presidente do conselho] nao se opp6o
ao reqtmerimento. Observara, por6m,
ue o s ministros cumpriram- o preceito
legal, lendo cads um seu relatori, na
outra camera. Mas por maior que seja
a sua boa vonfide, o powder do gover-
no nMo vai ao poato de conseguir que
a typographia em poucos dias prompti-
fique trabalhos tao consideraves. Tem-
se entretanto empregado as maitores
esforVos para que qur.t6 antes se con
clua a impressao.
Se o nobre senator, so senado se
content corn as c6pias, nao se oppora
e arador ao requerimento.
0 Sr. Silveira Lob o:-Qual copia!
Vdto contra. Basta a triste c6pia qua
estAo dando de si.
Ordem do dia
Contini'ta a discuscao do requerimen-
to do Sr. Junqueica, corn as addita-.
mentos hontem olferecidos, pedindo c6-
pia de todos as papeis, concernentes A
suspensao dos vereadores da camera
municipal da c6rte.
o0 Sr. CansanQ&o de Sinambt
presidente do conselho] tondo dado
hontenm as explico6es que the parece-
ramn convenientes, observou que depois
se exigirf novas explicagoes a respeito
dc factos occorridos n-is provincffis, e
que ni.) corresse pelo ministerio a car--
go do orador, send este o motive por-
que ndo p6de de prompto dar a con-'
venieute resposta. Compromette-se, po-
rQm, em occasiao opportuna, a-dar to-
4dos as 'esciarecimentos sabre as acon-
tecimrenltos que foram trazidus A dis-
cussao.
Sao igualmente approvados o reque
rimento e 6s additamentos.
Entrain successivamente, ern 1 .a dis-
eussao. e sao approvados~para passar a
2a, os pareceres da co:nmissito de
constituiAo, concedendo licena o
primeiro aos Srs. senadores Visconde
da Rio Branco e Joao Alfredo ; o se-
gundo ao Sr. senador Duque deCa-
xias. Entra em 3 a drcussao, corn a
eorertda offerecida na sessdo de 1877
peio Sr. Cruz Machado, q proposiQao
da camara dos -Srs. deputados n. 143
de- 1871, detorminando que o provi-
uwito Aos affigies de justiga seja faito
ptlo ministry da justice na c6rte e.-' !.hs
Srospectivos presidents nas provincial,
roediante conturso, nes thermos da le-
gislacao em vigor.
0 Sr-Cansangao de Sinimbt
Ipresidente do conselho] vai requerer
,jue o piojecto volto As commiseces de
conslituigao e de legisla.ao. Sabe-se
que o nobre ministry da justia tern de
aprept+,(ar propostas par&+ a reforma ju-
diciuria: conviria, portanto, quo nao


se prvenisse o que porventur.i' nesse
trabaliho possa haver a respeito de of-
fici:,. ,re jitstiia e que- se arliasse e.ta
dismisO'jo.

FOLHETIM


R-IN UISCRiPTOFIJYATERNO
POR
ENRIQUE PEREZ ESCRUCH

VOLUMEBEs -
LIVRi) VIII
fGontinuacs o do n. 9]
NOVOS PLANS


mu pnncipio i 4%S
gales dtwn.(%niow.^;tM^
p" ambos', rqa..,
ultimo, Lrtpp.o 14o, t
que o orudor eati ii
proper a sua revogoo, e ya l ro I
pelo quama se. di(aste. -
Cornm efftito, ficaido ,a9 pro.ie.tts
de provincial a. attribut&o de nbmer.rolak
empregados dos correios. por tal: ranei-
ra abusarao desta fi.ao." de, ..coUreVr
tendo oem cargos de donfimana pyititw1_
quaes os de delegados, e subdelegados
eiases pregemos dos correios, qu o fo-
ram preenchendo corn individuos pos-
suidos das paixdes politics, de sorte
,que niuem maw confia 'nns agencies
dos coryeios, onide se violam e subtra-
hem carta, e fazem-se as maiores
tropelias oste.genero.
Vota, j`o, pelo0Aiamento, pareaen-
do-lhe e noo neal ddesde
que o nobre pre dente d9 eoRseho' pro-
mette ofloerecer outro enseo de consi-
derar-se rnelihor esta estA esto.I
0 Sr. S.ifeira da Motta sent
nao poder dar b seu voto aoadiapen-
to. Este project, que veio, 4. caara
dos deputalos; jA foi estudado na.so-
nado por dua$ aommissOes, .ue verifti--
caram haver ellse.soffrido, na 2.a dis-
cussiao, algumas wmendas, que f-ram
retiradas na 3.a Estarido, pois, estu
dado o pyejeto, entende @1e-o senado
deve dar-lhe a sun approvaco sem
emrnenda alguma, mesmo para que nao
haja pretexto para fusao.
Discordas. tambem da opiniAo do no-
bre seoador pela BRhia quianto bo-peri-
go que ha em estender esta descentr;s-
lisagdo aos ofti*s de justiga. Nao ha
duvida que S lExc. tem razao quanta
aos emrnpregadps de correio, pois em
todos os paizes os mais daocraticos,
estes empregados sdo do regimen cen-
tral. A Suissa, por exempio, que 6 o
ponto mins demobratico da Europa, na
sua ultima revisdo da constituigilo dei-
xou bemrn clara o principioe Aquo ,os
empregados das postas dewrti deppn-
der do governs geral. E se este con-
sidera a renda do correio como ren-
da goeral, razto de inmais para ter- sua
acgdo central sobre todos esses em-
pregados. t
Nao- prevalece, pordm, ,a mesma ra-,
zao quanta aos empregados de jostica,
porque estes sao vitalicis, e urna vez
provides vitbliciamente nao estao na
mesma depenridencia em que se acham
os empregados do correio para corn os
presidents deaprovincia ou os seus de-
legados, que nesta quadra de alvoroao
eleitoral podem exigir.-I
0 nobre president do conselho aven-
ton uma idda para justificqr a ssa op-
posigao it passage do projecto; temn
em vista a orgapnisagao judiciaria. Se
acaso dissasse, organisagao ad'ministra-
tiva ainda tinha alguma procalenci',
mas judiciariaI... Poas se as provin-
cias diviiem e subdividem as cartori 's
de justica, se estao creaio termos e
comarcas, come que nao podem pro-
ver-por si as officios de justice?
Nao acha conveniente que o ministry
da justica desmanche o que fazem as
presidents de provincia.
Arhava mlhor q:io o nobre presi-
dente do conselho tratasse da reforms
administrativa, e dissesse coma pre-
Lende passar ,da eleico indirecta para
a direct. Ainda nao revelou o seu
piano ; e t par isso iye tanto o incom-
moda o acodarnento do senado. Mas o
senado tambem se inconunoda vendo


uma camara liberal condemnada, pela
inertia do governor, a nay.fazer cousa
alguma; vendor que ella tern A son
frente urn governoque nuo inii ti'Ra-

Ao homedn -que tern em maia&pre-
co honra do qae a visda, nao se Ihe
fazem certas propostas, porque elle nao
asadmitte. -As infamia. sao.propriedade
exelasiva' dos infames.
0 segredo quw o senfbor possula,
era um perigo. de morte-replicdu Sari-
'tiago.
Digi antes que ps infamias do ge-
aral eraid.ia; .jIa r m presidio, on-
de, com a we1 'aI)e i0ii-eto 4
eHe acabe os di;apezaraaos seues-tia-j
tos OS"on de ot'(l _ret t .,,(L
-Pguco itpoa (p pot tOl ..A M) a rpi
nha lods, q"e Wlinffi 0 con""I'ts", R."o A 0
de sertliqa. Pars on crianoeo. cVl-
ga se d4ia dA jasto4 o eu
ua P Madi, s-itbacW
-- tiuhdq*io bait* aT
d & rnre w~r Ai asvero-i^p


Hwr a odwi -, u. aafu.rfW
dous pprtos bagRl A SW tbto, GPMt#
d.-se o canal do Vs~ra4QU-) eCOtsie
ia 0a0 Caai*na, Iguape e jFa.gua. -
o engenheiru encarrepgadodeuta obra
julgou qite era elk Ue .acil construt
gio. Fneraip exameK,1r0ntol '
plants e o repPeStivo or1 me fi0j
do assentado qte as despezas SAI'iR.
feitas, parte pelt provihni& dd Paran& e
part pela de S. Paulo.
CQda urma das provincial comegou
por seu aado a aberptira do caral ;as
duas turmias de operararioa, por6rir
so se ewontaram, e gastou-se o di
nheiro orgado. Nest's circutnstarci
mandoutse pruceder a novos estudow
novo orgamento, elevando-sea 166:680
a quantia pecessaria para prose guair
obra, qtmantiaqae foi aindR 0 iciente
A obra 'am canal ena
a facilitar a pssa-em 4f cWas, e a
pOr em communicagao os dons portos
de Iguape, e Para .t cuja produc-
uo interessa gralmrenento as respec-
tivas -provincia..
Para esta obra pede-se a sutven.go
de 16:000000 ;a naoR, ndo prospe-
ras as circumstancias Tinancoiras do.
paiz, entende que:nao se deve. pedir ao
corpo legistativo qiialquer accresciTno
de despeza logo que e.te no seja jus-
'tificado. -"
Em todo o caso nao se oppoe ao re-
querimento do nobre senator por Mi-
nas Geraes. .
0 Sr. Corr6a diz que a utilidade
da obra de que sp trata, ficou demons-
trada pelo nobroa president do conse
iho'.
SJulga o oridr indispensavel aappro-
vagao do requerirnen.td de adinmento
apresent6do polo nobre senador por
Minas-Geraes, nao s6 pot. etar confer-
ae 'ao regimenito, como .ainda poli ra-
zao apresentadb pleo nobre president
do conselbo, de que ns actuaes ci.-
cumstancias financeiras do Brasil deve-
rmos resignar-nos a deixar de ver reali-
sadas promptamente muitas obras uteis,
como aquelia de qae trat-i oprojecto.
Encerrada a discussion vot8-se, e 6 ap-
provado & vot-s. oe
No dia 4 nao hodve sessao.


LITTERITIA.
----I-- -* lL.III

DISCURSO DO DR. AUGUSTO CAIRNEIRO MON-
'TE[RO DA SILVA SANTOS COMO ORADOR
DA ESCOLA NORMAL, NA SESS.O SOLEM-
NE DE ENTREGA DE- DIPLOMAS, EPRE-
MIOS AOS ALUMNOS DA MESA ESCOLA,
NO DIA.21 DE LOVEMSRO DE 1878.
Senh- res'l- Indicado pela illustrada
congregagio desta escola, e acceito pelo
seu mui digno director, e norneado ora
dor neste acto de solemnidade da. en-
trega d'os diplomas de habiligfo, con-
feridos aos, que terrminaram 9sa tiroci-
alo bscolar; e da distributiQo de pre-
mios & aquelles, qte o mereceram por
seu aproveitamento.e p-or. seal procedi-
mento. ere difficil dilemma roe achara
Recusar a nomneaio sem uma pretex-
to valio5o, alkm oqtelJe, que devia es:
tar na consciencir deqoqeem me indicara
e 4e.queon me nomeAra, qualt era o ft!-


tern para mima urna palavra qu6 me ir-
rile. .- "
E passando a mAo pela fronte, sahibo
da alcova, sntou-se na cadbira decon-
ro prozimoa u'mesa, tio a doboleo um.
tiateiro e papete escreyveu o quese se-
gue ... : ; e: r- O l e
Est em mneu oder, a flarro Ine
nao rne escapa.1.spero ordens; de-I
a vo,. pordm, advertir, qk te'segando de-
'i pre.ed5 das suas palavras, ha alm.
t'*st gn- 41A dOe pdsse tp segredo.,
tSBerntwrife.nprute -yerm-inos .par'.
(-cmbinaro -..:: -.
-L.rob ;e!tp-hete1 d(rrgrse paras
^rite c.i~T^O-bt ;:it de ft,
qioso aAva# & oqaa lkgd
g.,im,- r .4Q h a. A5.s&.Oi:W .
Eatr'tWrw:o m fimbrbemi corn'&
J,'1 -


nina do '^~caapefez asta4Mids6-
1nte, niAdte .in,aem natural- dos
MMcampos, tedes-'o direlo deesperar u m
rein 0a eta Aria, qe voys 4eieite, yos
iahte. Bvlvets voticontentar corn s
cadiites cangas jproprias de ieu la-
Ellas tern tambem o uas blleza-,
de mistura corn0m o quebramento das re-
g## A dos pmiceitos da poutica.
" ; Sab a-naturalidade, a franqtieza e a
absodtta carercia de lentejoulas, qut.
embaciam a verdade.
STaseri o trabalho que pass a ler-
os, comrn a- suhida honra d'utn discurso
de sapiPncia. As lacuhas, as faltas e as
-ienaos, que houver, sejam sanados pela
vossa benevolencia.
Viv u os homens em grupos, a que
cbanoam nagdes. Estas associai'es nip
sao puramente consequencia do instinct
natural, que se design pela exprehlb
sodiabilidade.
Reconhece o naturalist. a sociabi-
lidade emn muitos generous de animals
quer centre os vertebrados, quer entire
os annelados. Nao 4 tal instinct pe-
curlar a humanidade. Pm diversos gru-
,os dk escala zoological a associaqdo
dos individuos da mesmi familiar, cons-
titue "a-or;a de defeza contra as ag-
gresso W as suas individualidades; 6
re3urso de ad4uirino dos meios de man-
tar a vida. "'
Vivem em sociedade muitos rumi-
nantes, muitos articulados. -
Se s6mente este fosse o fi'm das na-
9ges constituidas, elias nao superavarm
as republicas natural e instinctivamonte
formadas poer numerosos animaes. Al-
gunma cousa .den mais-nobre, de matis su-
blime deve engrandecer a assacigapo
dos homes. .
Pasto, que a physiologia demonstre
em toda animalia as phenaimenos, mais
ou menos desenvolvidos, de sensibili-
dade, de impressionabilidade, -de jen-
saCao,de ideagao,,4 memorial, dide-
ducoe mesmo dejucgftamo jndcg&ao,que conit-
titueMr a inteHWlgewia; e os de movi-
mentos voluaari6s a umn fim until; qute
expressam a voatade deliberata ;' ptie-
noTnenos ha que s6 se toern verificado
no homrem ; quaes constituent a ideagao
do abstract, a aexccuqo dobello e do
bemrn.
Este poder de abstrahir da material o
sea modo de e ser, 6s seus predicados,
as suas cc'ndi96oes ; de investigar a ver-
dade por seu propt'to esforgo; -i sentir
sein as impressdes materials ; de abs-
Lr-se de gozos pessoaes em respeito a
tranquilliiad e de outrem; emrfim estes
poderes de executar 6 bemrn e' 6 bello,
ou sejam faculdades psychicas, confor-
mte a escola espritualista 0 ou manifes-
tagqes-do orgsnismo mais apurado e
nflais perfeito, segundo er a esoola or-
ganicista 1 estabelecer n oS ocaracteres
mais sublime, que distinguem a hu-
manidade de tudo mais que lla n"ao 6A
Inda quatdo o estilete e o microsco-
pie devassem as phenomenos d!o appa-
recinento da celmula primordial do ger-
men organico, e demonstre al6 a evi-
dencia s organisaqa e~poatraaa'da ma-
tpria, e quie -par evofu-es-em diver.on
esl~dos do orgqijmi.to, tesde" a slp~mo


tou por Surnuel, pt =fm qu e-le ainda nao twnha voltado,
tescaminhou'-se para casa do conde'da
Fe Samuel tambem ali nao estava
o .m medi'o,pdipis ,.e. -cerOtificar do
estado dp doente, dirigiWev, para -o ga-
bsets ondet Atav. o corfe da F6.
- -Cbtom abas Daniel? -parguntoit o
.cade.
Bern : palval-o-hemos. Sr. cinde.
posso affianal-o. -.
9- E. yinga.,emogQ o iaM.nuMR- ne -caso

,aras nfantus, n e 4i .Mo
DaroMtdesft?
^.W.-De ciaflo'l-~reajion~aui 6 mQdicor
*ff s~iakuoelWi -ihw .qltv u Mas onde esta.
M ? I TeiAo dez- ,homes empr-

ttliW kr79ttWa^ jft 44.aat
e esses e t
l^ue. e actv^^,ao;++,; ^,^B...tam


Ne^fg e contra hypotbse a perfec-
tifilidade do hohmem noo pode ser neo
gada. .
Encarregar-se de desenvolver o aper-
feigpameoto dos associalos deve ser o
maitimnportaqte ointao das nag6es ; o
mais solicito dever 46 governor cons
tituidos.
Comna, o. porque meios se poder, ob-
ter o aperfeigoamento moral do ho-
mern?
Para tal tim construiram se aljubes,
cadeias,; masmorras; inventaram-se an-
ginhos, grelhas, arroch's-. erigiram-se
poles, cadafalsos, critzes e forcas.
'Os podepes politicos constituidos,
tgentes do absolutisnio e da tyrannia,
armados da forga material, por 'seus
exemplos doutrinavam a reveirdicta, -o
predominio da forga bruta, o entorpe-
cimrnento do brio, o desaprego da digni-
dade pessoal. De;radavam e avilta-
yam o. h-)rnam, autorisados polo sup-
posto direito do dominion politico so-
bre os cidadios, como se julgavam os
s.nhores sobre os es -ravos; os .ro-
prietarios sobre as bestas de seu do-
minio.
Inda hoje degradam a humanidade
tristes monumentos, Caemiterios de vi-
vos, onde o governor polo poder da for'-
ga material reclue os que se mostram
fracas no bemrn e -no bell, para inda
mais'se emrnbrutecerem. Inda onlutam
a -historia das nag8es a pris.o perpe-
tua e a horrida execuqao.
Inda ofticiain-ente e corn osterrtaqao
se mnata o honmemn para se dizer aos ho-
mens que nao matem. ,
0 que induz o philosophy da apre-'
ciagfo analytica do fraquejar dos ho-
mens na pratica do, bern e do bell,
do direito de -punir e de vinga.r que se
arroga o governo?9.
FALTA DE INSTRUCgiO E S6MENTE FAL-
TA DEINSTRUCXO.-
AturlMIlencia,' a embriagaez, a or-
gia, a crapula, o latrocinio, que se pu-
ne com a priso, cravain no individuo
a in.cripgci3, que o philosophy e :-
FAMTA DE INSTRUCCAO.
A iridolencia; a praguiga ;, o desanit
mo no labor da .vida ;que arrastam' o
inlividiiu f' carencia do necessario, a
meudigar o pao; sao indifferentes uns
goveinos, e punem outros corn a pri-
sao; ma.ys palavras do mendingo que
suppliexacqyidade public, as gemii-
dlos do esfaimado expressam" na con-
sciencia do philosophy :-FALTA DE INS
fRUCCAO.fr
A vkolupia e a prostituigao, quer este-
jagalardoada coarn o explendido laxo
das sedas, das perolas e dos brilhantes
que ihe abreon as portas dos salGes e
Ibres franqueamrn o ingresso ne paLsQios
e n)s pagos: quer .etigi atisda. pet%
ulceras e cicatrizes sypliticas quo o
infeliz eondnzem ao leito do hospital,
impression o. philosophoque .:so di-
tingue na combinagAo 4os brilbos d -
queo las perolas daq.iell.s hrilhantes,
do mesmo mode quaeas destruigdes
syphiliticas :-FAL-TA l*JNSTRUC$iq,.
No' soldado cob~i~e'e pusilanime
0o funccionario public tejjigepte, re-
laxado,: peculatarior no jgz.venal, no
ministry corrupto, noT hthidor da pa-
tria s6 v, o p'hilosoph6 :-FALTA DE
INSTIIUCQLO.
No hbanicidio, quer pepetrado pelo
cidsdao allucinado pela embriaguez ou
-- Nao,. nao, niao 6 possivel, porqte
seria entAo o maior 'infame do-mundo.
Ed-o,'meu carol Mendes--disse o
condo-Oh! o senhor nao conhece a


historia desse bhomem amnbicioso. Ha
muitos nos presidios menos merecedo-
res da grilheta que arrastam.
,-- Custa-me a duvidar d'una home
a quem tantas vrzes lenho -apertado a
maoIJ Ah I por que nao escreverA o
Creador sobre a front das creaturaF,
todas as ,vis quafidades ?...
-Era irMIit.'-
E o condelsorrindo-se como sorriria
VoltAire, prose.gio -
N--Ms Deus pio. quiz, proeeder as-
irem,. nMss6s tmos de nos resignar.
-,. Ms f.. ondt tern a certeza do
ieCodde ral qpe Sarmual recebea emr
lorehao r recebe agorra-arm Sadrid 6 obra
4tm gpral, *ostap.? ,
-A~.mo q uo tesbte que o sea-
[ar-- ..i T. h RoAlio Men4as.
=:+. -"Wl^_^a ite procram.
-xit TOWtUW Utff0
I *4eteral9tB 'Meuites resluto
'.!!.a ': f.' i r r--7-... '

-., >r t' ~ ...


A ferocidade nMo 6 pridicado natu-
ral do home. A obediencia pas4iva
destroy a liberdade individual ; aniqui-
la o merito possoal.
Serm liberdade-e sems merito o ho-
mern so eqjipara A3 bests.
Obrar semr responsabilidade 6 bestar.
Responsabilidade sem plena conheci-
to dos actos responsaveis 6 barbarice.
0 aperfeigoamento do homnem esti
no desenvovimento da faculdade, da
ideag9o do abstract, da comprehensio
do-bello e do bemrn.
Nao tern os governor o direito de pu-
nir; mas o (ever de aperfeigoar os ci-
da'liios.

Na,6 e cam o azorrague, as cadeias,
oa aljubes, as masmorras, as polds, as
cadafalsos, as cruzes, e as forcas que
se faz desenvolver aquellas faculdades.
Nao 6 embotando o bri, gravando o
ferret da infamia, amortecendo oamor
da dignidade pessoal, tolhendo a es-
peranga do gazo la liberdade e da read-
quiriao d apreoa public, q.oue pro-.
duz em as galds perpetuas; na,' e corn
a extincgao do vida que se fara com-
prehender a sublimidade do bern e do
bello. -
Parece-me ouvir arguir-me que e um
meio exemplar de-correcao.
Nefando exemplo; ma(ar ao governor
para que o cidadao comprehend que
nao deve matar; accom matter o poder
public, a liberdade individual, sub-
mettendo- a pena degradante, prod-.-_
zindo offensas physical para que as ci-
dadios comprehenlam queano devem
atacar a propriedade alheia, a liberda-
de de outremrn, praticar- offenses phy-
sicas.
Como exigir-se a pratica do bam e do
bello, quando nao se ensinou a corn-
prehendel-os?
Taes meios caducam por incovenien-
tes, inefficazes, por immoraes. 0 que
6 preciso, necesbario, orgeite e a ins-
truegao dos cidadaos; -educal-os intel-
lectual 'e moralmente ; despertar-lhes o
amormao trabalho, e3timular-lhes rio,
inditar-lhes o amor de si; fazelo as-
pirar o apreco public de sua pe---
lidade; promover-Ihes o estimul
iconomia e a que apreciermn as van.
gens da riqueza hon osamente
rida e e adquirihel pela.tividada^
pria.
Instrucvao e POPelq itrucqao
a senha do "f "i
cimento da a I ae.
X .Franca, e i
podera, em do.
cedota AllemanfTa,"
cinw milhoej de I
queo.ra rSconser
que oac4upave a

qu 1e iado d
solo; 'de aiaitr eou|ercio a sa-
industria; e Jo dar.at-v oi popular
todo o aperfeigoament: iG-.s.
Ella comprehen i'Ase a grande
vaptagem da tropr iiga estivera na
superioridade defuaa instrucgao.

o doctor Samuel Fuentes.. Foi salvh
milagrosamente pelo dbutor Mendes que
o acaso alit levara a uma cagada.
c Samuel desappareceu hojq: previ-
no o general L'stdn de .que tenho em
meu powder documents que apresenta-
rei nos tribun-e.i, sem que ze opponha
a issa a menor consideragao, se no pra-
zo depes dias a innocente vietima nMo


apparecer.
Escolha: Todo mal que succeder
"ao doutor Samuel cahirt sabre a- fron-
te do general Lostan.
Es:e anonymo suistem o golpe que
ameaa o doutear Samuel-disse o con-


:- 4


,,,~ ~~~~~ ~~~ ig.. ... .i.L .. .. +


p.




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