Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:13255


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Full Text












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Pornoveditos idem ..
Por um sao idem. ..
Cadj ainero avulso, de dias antriores.
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TELEGRAIIAS




- RIO DE JANEIRO, 1 de fovereiro, as
3 horas c 20 miuutos da tarde. (Recebido
As 8 horas c 45 ininutos da noite, pela
liulia terrestre).

Foi nomeado engenbeiro flreal da
eMstrada de ferro de Macei6 a Impe-
ratriz., na provincia das Alagoas, o
engenheiro Eduardo Limoeiro.


(Especial par;t o. Diario)

CAIRO, 31 do janeiro

E" opfalao geral que o general
Gerdo nfio levarfi A born em a
wisuiio que lie fol conflada.
0 poder do auldi estende-se so-
bre Nodo -,Moldao. sendo julgado
Ineviltael o abandonmo dessa regi&o
pelas tropans egypilas.

Agencia Havas, filial ciu Pernambuco,
1 de feverciro de 1884.



INSTRIUCCIO POPULAR

L~T~ICA
( T,'fntscripoo )

CAPITLULO I
P1-,ULI14)MEMhFN, > DEF11NIv'H:d
(Cultt mi ,,aJo)
Devcmos aiqui lmhr.brar que : o dizer-.e--a.fi/r'a
k a causa do w)i,,tnt,-o-ni 1tier signiticar quo a
forga seja independent' di actividade do inm qual-
quer cute;i pilo contrairio, n:.o so dove tal pensar,
porque asfrr,' s quer physics, quer cihiin'as, quor
mtsculdares, toum seCinpre como origim a actividail,
do uni qualuer enter ou ser.
Assiim 6 quo, o hiomin'm o os ftnini:ie pdein inmo-
ver-se c origkipir dif'foreuto mrimendos. porilue a
sua aetividade IWh'o cousente; os vegetraes produ-
zem tambem movinetdoes quando succossivnimentc
crescem e se desenvolvew; a terra 6 priucipil-
zmente a grande causa do movimeato, porque a gra-
vidatde, a electricldode, "o magnetinmo, o calor, etc.,
sao outras tantas maunnifestacues da sua acrividade:
e, finalmueut todos (s outros astros, silo ainda
imnalmonte origens do mocimeil'd, pois que sio
oea eauca dos various min'imentoas dos corpos ce-
lestes e do seu equilibrio no espayo.
A mechanical n.io tract pornm de distinguir cu-
tas varias causas ou origens das foryas, porque
apenas ihe importa conhecer os seus effeitos, isto r,
Os mouvieaedos que ellas produzem.
(Continua).


pARTn orriciAL

Milnisterio do Imperlo
A' pre'sigl:ncii eita proviucia do Rio di Janeiro
foi cxpelida a seguinto portaria, em 21 de ja-
neiro:
hIm. c Exm. Sr.-Ewi rspo)sta aos o(.ios do 9
e 15 do corrnt' inoz, declare a V. ExcIque, nau
tendo a, ',;imLira4 mutnlcip3eA eompeteucia para
tlctri,,inwir lC-.'lwza: j),r conti do govcrno, ainda
que ie tracts de eiiidlmia, case eLt quLe,1 1iio ;s
Cainara-i, ilas a'. presi'lentes do provineia com-
pete tomeLr as providincia.is neeessiarias, e abrir os
credits p)ara os iqi'as estejami ligaluierte autori-
saldos, n.li) p5l scr i iairovalf),4- u ito, pelo equal a
caniara muninicipil tie M.irii'.i iucuniblo do *Ma -
lncent,) dt i ;ariolos, :io ineic, ida lucalidade, C )ifn
-'autoriikaqo pantri fiz r dcsp-z.ts -eii especelfical,)
nern limited. Deus giatrd,. ;L V. Exc.-Frat,'i-fwe
,,l,,,'0i" SH'.


Wnilsterio di Fazenda
Em n1 de dloze:i6ro, fin expeJdiIla a soguiint'
circular :
Lafaivetta Rolrignes 'oereira, president do tri-
bunal do 'T'Iheswiro Nacional, deelara aos Sri. ins-
peetpres d(is TIhesourarias de Flazenda, para a dc-
vida exceu-(,io, que os descontos q(lite so fazeui no,
vencieionto)s des offiiaes de fazcnla da armniad%
ou no-i pagamentos ale outro3s servio.s, a titiulo de
Claqao panra garantia da faz,?nda, deivemrn ser cs-
cripur;adois il-ale logo cmeucn- deposits de divers;
origens ., eomin as ncceslarias explicaqo5es; levan-
do se A desp:za dih verbal propria a importanciaL
integral a que o credor tiver direifo, isto 0, a
quanitia illiquila dos minesnics dese'ontbs. La
fayelte Rmlrig-ces l'ereira.

iunlsteroe da AgrlecwtuWa
Foram rentovidos ts engenneiroe Atffedo Na-
buco de Araujo Freitas do caigo d'i heiro
fiscal da estrada de ferro do Natal a N rus,
na provineia do Rio Grande do Nortec, par
cargo da estrada do ferro de Caraugola, na
vincia do Rio de Jaueiro, e COrhinto L do.e
Miranda eAi, do cargo dc engenme 1d'o 91d
ultima estrada, para a da Victoria aN'It de,
na provincia do Espirito-Santo, caq os vencimen-
too quo lhes competirem. '1
Foi nomeado para o cargo do cngenheiro fiscal
da estrada do ferro do Natal a Nova Cruz, na pro-
vincia do Rio Grande do Norte, o ongenheiro Dr.
CarloLemnaire Texte, coarn os veucimaontos que
Tbe competireanm.

i. allistrio da Mairlnbha
'Vveram baalxa o impe riacs mmrinheiros Fran-
*-W "Uiwde Barros Lima, Alfredo Autonio dos Santos
mel, Jolo da Gloria, Pedro Manoel Nunes Ca-
*mn y e Pedro Jos6 do Oliveira, por terem sidc
,. wdjuluosx ineapazes do ervig
-- Foi desligado do naval balalho o 20 tenent<
,--,:-duardo Ermesto Midesi. t
S Demembarcou da canhenaeima. Imciadora o 1
t' ,.teiente Luiz Pereira Aantu embareando me
e'.:. e 2ma 2' o 2- tenente Erdp E sneto MUldai




-..Antoni o, d AWvai
'Dolt~f^ D~ ~~^ Dl.



'-Hj ^^ f.;Bt ,O tBtf .. **; '^


Francisco Augusto Pries Bairreto. -Co-
nio requcr.
: Germana Marua Buin'lel.-Nilo existed
cAdeira alguaina creavla 11 lugar B:ir-
reiras do Caxanga.
!Julio Coriolano Dias.-Informo o Sr.
inspector geral da InAtruccao Pubhlica.
'Capitlo Jose Praxedes Loite de Veras.
.*Dou provimento ao rocurso interposto
pelos motives constautes do officio, hoje
e.xpedido a Camara Municipal do Corren-
to-s.
Tenente Manoel Caraeiro Machado
Freiro. Forneca-se.
Tenente Maroel Theotonio de Aguiar.
--'Ao Sr. commandant superior da guar-
dai national da comarca do Brejo, para
dar a guia de que trata o art. 45 do do-
crnto n. 1,130 de 12 de marvo de 1883.
Philadelpha Barros) da Silva.-Sim,
m~diante recibo.
Rita de Cassia Dias. -luformne o Sr.
inspector goral da Instruc9lo Publica.
Sccretaria da Presideucia, 1 de fevereiro de
18s1.
0 porteiro,
; JoaT.im Leocadio Viegas.

SRepartIieo da Poliela
Seeglo 2.' N. 136. -Secretaria da Po-
licia de Pernambuco, 1 de fevereiro do 1884.
- Illm. e Exm. Sr. -Participo a V. Exc.
que foram houteni recolhidos a Casa de Do-
tencloos seguintes individuos:
A minIha ordem, M1anoel Viecnte Ferreira da
Sil-vit e Felix Barboza dit Silva, tindos do tormo do
Bonito come sentenciados.
A' ordemn do Dr. delegado do 1 district da ca-
pital. Serafim Duarte, por embriaguez c distur-
bios;
A' ordem do subdelagado de Santo Antonio,
Afra, da Annunciasilo Vianna e Maria Francisca
Oomes da Conceiio, per distuirbios.
A" ordem do do 1" distrieto de S. Jos6, Manoel
Francisco de Lima e Josu Tirto da Silva, por of-
fensas a moral publies.
Pelo delegado do tei-nmo do IguarassA foi reniet-
idlo ao juizo competent o inqnerito polieial Ai quo
procedeu contra Sebastiilo Asterio Peixoto Ga -
delha pir lhaver assassinado a umn individuo tide
nomc Franeieo dc Assis.
Deus guard a V. Exc. -Illm e Exm.
Sr. desembargador JosA Manoel do Frci-
tas, miatito digno president da provincia.
O chefo de policia, Raymundo Theodlorico
d. Castro e diva.

(Camara municipal
ESIPACHO8 DO DIA 22 DE JANEIfRO
Peli, Ciinara:
Jos6 d'AssumpyAo Oliveira.-Indcfcrido.
Peio Sr. Vieyfls, vereador commissario
de aftrkjio: '-
Claudino dos Santos, pedindo para que se pro-
coda a aferieao dos pIzos e balanqa do aseu esta-
belecirmento, sito no lugar Gequia, fregnezia de
Afogados, pagando o supplicautn a multa de 106
por nao a ter feito em tempo competcnte.-Sim, de
conformidade corn t que a Capara tern resolvido.
Pelo Rovm. Sr. pidre Mdlo, vereador
comnM&ssario do eAfdiccaq'os:
Alfirio Ferreira Baltar, replicando dcclaraque
a liceona que solicitor para demolir as casas de
as. 9 c 11 aI rua de Domingos Joi6 Martins e
para quke possa nivellar o fund* da casa n. 32 A
rua do'Born Jesus coin a casa do Correio.-Con-
cede sO na formsi da replica e da informagAo" do
engeulleiro, pagos o.; direitos municipaes e pro-
eedendo a corleayao na forma da lei.
Secrtariia da Camera Municipkl do R.cife, 31
de janiiro de 1884.
0 porteiro,
Leopoldino C. Ferreira da Silva.



DIARIO DE PERIAIBUCO
RECIPE, 2 DE FEVEREIRO DE 1884
Xotlelas do raeldleo, Rio da
Prata e sul do lmperlo


) paIlucte americano Relianie, que passou hon-
tom ipt'a o norte, trouxe do sul as scguintes no-
ticias e maii as que constam da rubrica Parte
Off'laul :
Pacifloee
Datas telographicas atZ 17 do janeiro :
Seguudo intfrmanaSes dads de Jacuja, o ga-
nierail Caeeres achava-se ecm Ezenechaga corn 3,000O
homeni.
0 general Iglesias reduzio consideravelmonte
S8 sacldos dos officials do exercito cheogados a
Chliorrilloi.
Na Bolivia esperava-se corn confiauqa a trcgua
que era bern vista.
A 17T promalgou-se fio while a lei concernente
ao castikmento civil.
A eamara dos deputadoa approvou o projects
que estabelece o rogistro Civil, o qual ficava de-
penicilo de dimscnssao especial no Senado.
Rio da afPrata
Datar de Buenos-AyresOatA 18 e de Montcvid6c
atW 19 .le janeiro:
Realisou-sc a 16 a recepe o official de Ambrosia
Moutt, enviado extraorliuario c ministropleni
potencitrio do Chiie junto db governor da &pa
hlia Ag'"ua.
Dia El Slo dc Montevid6o:
a Hdntem, 17de janeiro do anno da gra-,a d
18K4, opcorreram no nosso mando politico os so
gaifited suaeessos do primeira magnitude.
Ac itou-so a renuaneuia do general Ta m qu
serai stbstituidd no cargo de ministry da wr.
pelo general Pagola.
c Suqiasxaao do Sr. Barrette do empregoade chel
politicO, i %do substituido pelo Sr. Clark.
Destituigale de Estevao Martinez do coran
niando!do P" decaqadores, qnuo serA desempenhaLl
pelo Sr. Farias. A
p 8S bstituiFao do chefe de escolA do artes
officio. Sr. Beliazon, pelo Sr. Biscayart.
oyam
Datis at 30 de dezembro :
S Dc aolta de sua excurnbo ao presidio do Sani
" Antonio, achava-se na capital o capital de eng
Snheiron Dr. Agrieola Ewerton Pinto, encarrogad
do estndar o local dos presidios da provineia.
e Foi nomeado para o destacamonto Furo da P
SlIra, nms-Araguaya, o alferes de cavallaria Ped
* Nolaorio,Alves Ferreira, em substituic*o do a]
s feres HlnBQ da Cota ceums.
SNa a l M d c d em;Pa. ti ras ma i ulht
tqi *fprifdd~o veuoir corn ninsl lad- palo caae
-2O ;oP4"-P2w.tm do luhixe-
d fo de eav llaro loo fermr
J ..f'--ck. t*tV" o 20 J.?.. "" p:a
da (cI^ ..ibi eawafo logfo A-feaa


saltados, assimn como a moralidade do governo c Parecc que ento algmns aspirantes c guar- L
da sociedade atrozrentotultrajada. Ptneec quo ontilo ainas spor-um aeo delar- ; o
Cuyab., 30 do desembro de 1883.--Joao de das-marinha, inspirados prO umr zelo dc casse
SoCaza Keteba, 0tencate-eroneaL An8dr3 Gadie desastrosamente mal entendido, tomaram o partido Piai
Nneno te nentcc -oronel. Joaquin Vaz do Cam- dos marinheiros contra os moos de melhor socie- s)u
Nunu, tenente-coronel. JAntonio CesVaz d FiCam- dade catharinense que fazemn parte da luzida plha- Thse
eos, tenete-corouel. E -Antoo Cesaso de Figuie- lange carnavalesea dai Diabo a Quiatr6, provocian- Petei
redo, tenente-coronel. Egas Viogais Muniz, to- do desordemr que nao seo oz espoirar, e que oao u-ip
Snente-ooronel.-Luiz d& Costa Ribeiro, bacharel. o as ns cespr que ria pa r
Acabads a heiturna, muitoo vivas so levantaram tomoa mais tristes proporqes poIrque achou-se eoed
A d provinca do latt-rc osso e aos membros da providencialmente no memento o digno ex-delega- ado
Lii provincial do lattc rosso e s membros da do de policia, Sr. capitao-tenento Francisco dc tente
commissao, fludos os quaes, se dirigiram ao pala- P p eia,. c oi ot eu prestigio e va- Fn
cio da presidcucia, onde o Sr. bacharel Costs Ri-iosa presena ceonseguio screnar os anim), d -. v e
beiro leu a petiaIo. A banda de music, qu abria a marina (a d sa-
S4) Sr. president da provincia, depois do tor o, A handa drtisic ao vcar-se to abutalmente acom-la (a gisla
video corn toda attonqao a reelamacao do povoe, eita Artiuvestic)o vontr-se os assaltantes e omcoun- es c
lpassou a informar-lhc sobre as prorideunciassto- -nottid, investio' comtraos assltaites c co ou sob a
madas para que fosse piunido o delinquente; isto entO o ligeiro incident comico desta tristo de-a- )ga
6, quanto .1 offense dinugida A primeira autorids- ordem, provocada per pessoas que n'o tam moti- desto
do d a poiei; dndo ou pw au d yes sen- para louvar-se da forma attenciosa e __
de da provineia ; devendo eio trp e prosee- a c ymp-ithica com que sao sempre rccebidos pela de Mc
eo ss nosesa ociedadc. ,,F
0 por aoatdo aggredido por set um crii g| ^os4 ric e
- ante esaas iaformaoes muitos apoiados'b- a Ao chegar o band carnavalesco a praca do trabas
*taemervantados pelo povo, insistindo todavia cote Barao da Laguna, renovou-se o conflicto. Aper- de m(
na suspensoa do inspector Botafogo e na demisslo tados pela mass popular, forum os promotores ro, an
o do chefe de policia interino. da desordem constrangidos a retirar-se Pm dircc- ragua
Teando, porem, estas aido ngoadas n'aquelle m4 OAo ao hotel Brasil, sendo nessaa occasiaouialtra- levan
mento, disse o orador, Sr. (osta Ribeiro, que, do um Sr. guarda-marinha, que so achava no mirta
e visto nAw encontrar justiVa por part do president nflicto de espada em punho c que sahio da esca- coa o
a to da prqvlncia, que iris o povo tormal-a per s ramuva bastante ferido e contundido. Acolhidos mais
maos. ao hotel, quiz o povo indignado invadil-o, no in- 2
fe Entendendo S. Exe. que paor esse motive dewitj aito talvez do satisfazer as impetos de sua exalta- qai d
mandar prender o Sr. Costa Ribeiro, p ,be o 9o, c dos desordeiros, pars inflingir- Ihes o car- que c
1- Sr. tenente-coronell Souza Neves eo o ize- wretivo de que era merecedor urnm tAio tristo pro- lhe
L1o s atW, que elle fosse ter corn o eeder e corn effeito o faria se, o digno 8.-. Dr. xillan
0 Sr. Souza Nvcs partio to eralchefo do policia, corn robusta energia, junta a uma inout
e a praa, aonde so entendea coB 11ei- m qoderacao e prudencia dignas do todo o elogio, rinha
ro, seguindo depois o pvo l do Ypi- defendendo, elle s6 a port do hotel, nmio conse- -
ranga, onde foi disissado na M poos aese opp6r urma barroira A onds do povo indig- Pret
sivela .
ti Por solneo da -r B fo dpeiaoeradwoo a Os marinheiros eneontrados pela policia, me mnui
- Dr. Valle chefe intermnof or portou valentemente, foram um u e un pani- do qa
do "Le -de do Sol 1 oe e recolhidos ao xadros. Neta doaoroem, que colhc
Datas ie. 15-de ja.iao : tio funestos resultados pudea ter produnido tor- da, 04
e- or'miandado do r. Dr. juiz municipal da Mnu-se dignos do e todo ogi o pesa s as ea is e nest
ro cidade do.Xio Grand. foram levantados as oema criterio0, e .m a. aw adAadastMWO o di"
J- g90 po lo Sr. dailon Maulo Di- l 9r. Dr. policia a queln aCuJaUDi* HO Pd
Drt ero 0 tos@uLo s usvof r
It, .05 $at gi ft" -
0,, =,-,rf.

-.4


iA A.


priebe a betl ant Ji B udiroa e laAria A JOU;os


quo .fa energieamento tomadas qritaram maio- produzida pelo abuso de narcoticos de que langa- do iad
res conBequenctas. s va mio contra insomnias a que era sujeito. em pa
Natto-GreoMo a Mediante provays quo foi requerida e prestada.
Datas at6 5 dejaneiro: perante o juizo ecelesiastico, foi-lhe concedida, Dat
No dia 9 de dezembroproceden-se A cleiggio dos corn approva*ao do Exm. diocesano, sepultura re- neiro :
membros da Assembl6a Provincial. ligiosa e suffragao pela sua alma. Refe
A commissaio exploradora das minas de ouro do Durante o peqneno period de tempo em que N
Cabagal chegou a Coruimba no dia 21. Diz uma esteve trabalhante na commissio da barra, foi in- Christi
foliha que nada por emquauto sabia-se do resul- cumbido do estudo do melhoradlento da navega- corren
tado da dita exploracio, entretante, conjectura- 91o para Porto-Alegre e colheu no estudo do ter- 'mortc
va-se sor elle o mais satisfactorio possivel. reno a base de um project que estava organi- 0
Corn o titulo Aggrewuo refere a Sihuawo de sand e de que vai resultar um melheramento pa- ccssiva
30 do passado o seguinte : ra esta navegagio mais propipto do que se espe- o desa
A 28 do correute eneoutrando-se o Sr. inspec- rava. Achou atraves do banco da Feitoria urn bitaqaI
tor da thesouraria geral, Antonio Joaquim do Sou- canal quo corn despeza que se p6de comprehender visinh<
za Botafogo, corn o Sr. padre Jos Felix Bandeira,. an verbal da conservaeio do porto do Rio-Gran- pela q
foi este aggredido pelo inspector Botafogo que tra- de, se podcrA, tornar continuo ate a lagoa dos Pa- truida
zia coImsgo um chicote adrede preparado pars tos encurtando do muitas milhas a linha do na- aha a
ossc fim. O Sr. padre Bandeira nao podendo acei- vcgrw o actual para Porto-Alegre uma n
tar a lucta corn o Sr. Botafogo n'esse terreno, cor- 0 Sr. Diofaues Chag.is, agent do eorrcieo de uina da
rou,e eutrou na socretaria do quartel-general, tPelotas, apprehended um pacote, quo continha,80 S
contigua ao palacio da prosidencia, onde foi alcan- bilhletes da loteria do S. Luiz. niU ue
Vado pelo Sr. Botafogo e castigado corporalmente Foram press na cidado do Rio Grande, eo- went
corn o chicoto em presence de varies officials do mo complicados na tentativA do crime de moeda sabara
exercito e alguns inferiors amanuenses da secre- falsa, Manoel Alves Baptists, estabelecido coin to do i
taria. Chegando rste facto immediatamente ao alfaiataria na rua dos Principes e Carlos Smitt. curso.
conhecimento do Sr. presideute da provincia, ex- Refere o Correlo Mercaitil : v Al
pedio S. Exe. ordem para que fossem press oas di- a No ultimo vapor, scguio pars Porto-Alogre, determ
tos officiaes por term deixado de prender cm flu- corn licenya, o Sr. Joao Felisardo da Silva, pro- arroba
granted o inspector Botafogo, que, esquecido dos curador da camera municipal desta cidade. Di-
scus deveres c obrigaeos- parsa coin a primeira omrnos que foi convidado pelo Sr. Dr. chofe do DatI
autoridade da provincia e a si proprio como hoefe policia parn depor no procosso-moeda falsa-, A
de urma repartiAi9 importaute, nao duvidou cint contar que, em sua viagem A Portugal, en- Campo
eommetter tao grande-affronta, jA ao president ntarra-se cim Lisboa, corn Jos6 Lourcnuo Fer- annos
da provincia, ja aiquelle que acabava do ser inju- "r, um dos complicados no crime de quo so gantint
riado dentro do urma reparticao public c nas ho- tota de trill
ras do sea expedient! Parana lDt) ho
,, Immediatamente foi requerido o corpo de de- Datas ata 18 de janeiro : re de t
licto para ser instaniado o process contra o Sr. O0 ljniz do paz do Morretes telegraphou no ceham
Antonio Joaquim de Souza Botafogo, inspector da dia 8, ao president, no) scguintes teranos: Coio(a
thesouraria de fazenda d'esta provincia. a Por occasiao da inundaqao do rio Nhundia- obras (
No dia 30 foi distribuido um improsso con- quara foi geral o scrviyo prestado pela populagao Pi
vidando o povo a rcunir-se no largo do Ypiranga -om abnegatio e coragem; mas a justiya manda d trail
as 4 horas. .'pecialisar os nomes de Benedicto Luiz do Oli- Hi
Chegando este facto ao conhecimento do Sr. Veira e de Pedro, escravo de Antonio Fernandes Juadia
banra de Batovy, diz a mesmina folha, espalhou-se CorrCa, quo primeiramente se apresacntaram emuma lometnr
logo a noticia do que as corpos da guarnigAi c a 0 an6a prestando soccorro aos iuundados. 0 ci- -
companhia policial estavao de promptidlo pars A=o Modesto Goncalvcs Cordeiro tambem se do, na
impedir a reuni.ao projectada, fazendo em prieiro resenton generosamente pars ir em apoio dos Oliveir
lugar o ehefe do policia interino, Arthur Augusto ndados na colonial Rio do Pinto, levando vivo- tima d
do Valle, retirar do largo do Ypiranga qualquwr rs fornecidos-gratuitameute por mlin e pelo de- (
cidadiio que parsa ali se dirigisse corn este propo- legado do policia. 7 hora;
sito. It. 0 juiz municipal em cxerecwio tambem foi ecm de mu*
Neo obstante, as 2 horas da tarde teve comeao w t uoa pars Barreiros, afim do attender aos inun- coo co
reuniao. iados, porque a enehente alhW toderia ser de scrias qo pa
0 Sr. Arthur do Valle nibo compareceu. 0 se8 Qonsequencias. No Porto de Cima a populacao 0
delegado e algumas patrulhas andaram, 6 cert; a-rtose como a d'aqui, corn coragem. prestando Lima,
per esse lado, mas sem ostentagao alguma do forga as services, especialisando-se o dostacamento truio i
armada. policia estacionado. m 0ra a
A's 5 horms mais ou mcuos, umIa eoCmmaj# de ." Como nao apparecem queixas, crcio nao ser ca de i
membros, compost dos Srs. bacharel Luz da preciso auxilio pecuniario, alm da Camara Mu- tou ma
Costa Ribeiro, tenenteo-coroneis Joaquim Vaz de iicipal que poderA ser attendida com dous ou trees I
Campos, Joao de Souza Neves, Andr6 Gaudio contos de reis para reconstrucaeo do russ e pontes Ei
Nunes, Antonio Cesario de Figueiredo c Egas Vie- &tragadas pela enchente. rented,
gas Muniz, apresentou sos seus eomprovinciano%. Na epidemia da variola foi incansavel o Dr. umin mu
em numnero do 400 a 500 pesoase, par seu relator 4ntonio de Azevedo Monteiro em prestar os ser- Ramos
o bacharel Costa Ribeiro, a segabute peti*io que vios de sua profissao corn toda dedicaco, tendo e victi
dirigiam ao Sr. baro do Batovy: tambem prestado bons-servigos o delegavlo di poi- Bero.
,Illim. e Exm. Sr. general president da pro- licia secundado pelo destacamento de policia A sua Tr
vincia.--O povo, aqtfi, reunido em massa, usando ilasposio. Berto
dacs prerogativas que Ihe saio facultadas nos 3' Costay que havia sido aceita a' proposta c0 eona
o 34 do art. 169 da.Constit-in o PoltiJo Ie- ada e. Poea pra ,ostabeimnto Profun
period, vemi respeitoMamente pedir a VI.rcu-tura doigo n rv- iei
1o Quo seja suspense do cargo de inspector Santa Catanina de vi ga
thoseouraria geral d'eata provincial, o Sr. Antonio Datas at 19 de janeiro : es ga
Joaquim de Souza Botafogo, por ter, no dia 28 do No domingo, 13, durante um passeio dado pela ls orte
present, aggredido dentro do quarter general& ao sociedade carnavalesea Diabo a Qoatro, houve na pm
amanuense da secretaria da presidencia da pro- capital um disturbio, quo c assim narrado pelo 1 F
vincia, diacono Jos6 Felix Bandeira que foray a'li Jorcal do C omemcio de 15 : linou
chicoteado, offendendo d'esse modo, moralmente a Eis a narra'ao do facto tal qual o presencia- quevii
autoridade de quo se aeha investido V. Exe. o a mos : do Be:
sociedade a que pertencemos; atA que se con'a a Depois da sociedade earnavalesca ter percor- vigor
o respectivo process a que tern mde rosponder o re- rido diversas ruas na melhor ordcm e no meio das --
ferido Botafogo. acclamagnes enthusiasticas da multidalo que a "N,
2o Quo seja damittido o Sr. Arthur Augusto do aguardava, ao entrar na rua do Prineipe, encon- '.da, pe
Valle do cargo de chefe de policia interino, por ter Itronu um mnagoto de aspirantes e guardas-marinha snltadt
tambem aiffrontado a moral public, tomando a Bo- Ja divisiio naval ean evoluymes que fundis em CarIp
tafogo, em sous bravos, em acto successivo ao de- acusag agnas. Estee joveas, a pretoxto deem- cads.,
licto, qusado cumpnes-Ihe presdel-o em i-Rarte, ^pharem o prestito para manterem a ordem, evi- prdldw
porter aicabado, n'esse momento, de eomettor'o mindo qualquer desacato por pattie dos marinhei- feitoo
attentado na presenea de grande numero delehr- o q s achavam em terra (osquace quoram,sc pars
dales qaio por sill so achavam, soguindo assim.iua gun do diziam, vingar aprisaio anterior de um corn- ron-se
tos parn sue casa. sanheiro), ineorporaram-se aos alegres foliucs de nmem
V- Exc., coma noa, saline perfoitamot quenoja omeo, tomando a frente do acompanhamento. o
nAo temos seguranca individual; porque o achfe n Poucos passes adiante, uma tro~a de man- r
do policia interino, tendo eaposado a causa de Ba- uhoiros, que estacionava ao canto de uma dos ruas quo oc
tafogo, se tern manifostado pareial c de mode re- quo cruza corn a do Principe, avancou para a ban- ra
prohonsivel e. criminoso. da da musical que abria o prestito e comecoa di- ,
A' vista, pols, do exposto pediunos a V. Exc. rigindo-lhe facecias de mao g,6sto, aeompanhadas
eomo garaitia A tranquillidado publica a suspon- de gestos provocantos, significando ao memo Dat
so dho primeiro como a demissao do segundo. .temp)o intencues m:aifestas de apoderar-se das S )a
Nos, convictoa de que V. Exe. 6 a primeirdau- Eguras allusivas que cram conduzidas ns carrots intern
toridade da provincial, coma delegado legitimo do de Idea, pars continuarem clles par sue conta o respos
governo central, esporamos que nos faca a deride brinquedo carnavalesco. Come a" natu'a-l le.'at- nos ex
justica rostituindo-nos a paz a seguranca indivi- taram-se protestos da panto dos membros da so- deo lev
dual, a tranquilhidado do nossos espiritos sobre- ciedade. na eor


Iquiriram a certeza de que a cidade se achava
az. i
MinaM Geraes
as da Campanha da Princeza atW 20 de ja-
ere o Monitor Sid-Mineiro dessa data:
o lugar denominado Pedra, freguezia da
ina, deu-se a 1 Ihora da nAadrngada de 4 do
te, umn horrivel success, que foi causa da
de 4 pessoas e ferimentos em outras.
fatal acoutecimento foi motivado pelas cx-
as chuvas que cahiram, e que determinaram
bamento de um morro, que flea junto da ha-
b do cidadao JosfA Braga, sendo outro monte
) levado pela impectuosidade das aguas c
ueda da montanha sobre elle, ficando des-
totalmente a casa do Sr. Braga, quo conti-
s victims a quo nos referimos, e quo era
soga, a donas da casa o duas crianqas, send
3 dez annos.
ilvaram-se do uri mode admiravel mun me-
o Sr. Jose- Braga, que ficou quasi intcira-
coberto pelas barrciras que sobre dell de-
in. A terra eahida cobriu totalmente o Ici-
um ribeiro que pasia pert), impedind-) seu
lom doeste horrivel desastre, as enchentes
iuararn grande prejuizos, levando muitas
s de fumo, milho e outros cereacs.
Sao Paulo
is ate 25 do jaueiro :
15 de janeiro escreveram da estayao do
-Limpo ao GtaripocMwa, que depois de doaus
die intervallo,eomeqou a correr na linha Bra-
a a locomotive, em secrvieo de asseutanmento
hos, em que se achamn empregados cerca de
mens. Calcula-se emn perto de 400o numne-
ralalhadores empregados na linhai. J:i se
atacados os aterros de Jundiahy, Salto e
ra, como tambern so traballia em algumas
de arte. Ha grande aetividade.
r outras informa )alhadoros e superior a 500.
)je dcvia hoegar a locomotive A poute de
Ahy, que dista do entroncamnento unis oito ki-
OS. a
No bairro do Caetcral, municipio da Pieda-
tarde de 7 do correlate. Camillo Mendes de
ra, cm caminho para o nesmo bairro, foi vic-
e uma faisca electric.
)s alumnos do curaso annex A Faculdade As
s da noite de 22, precedidos de urna banda
*ica, dirigiram-se a casa do Dr. Lapa Tran-
am o fim de comprimental-e pela sua nomos-
ra lonte da cadeira de philosophia.
major Manoel Bernardino de Almeida de
important fazendeiro de Capivary, cons-
uma casa pars escola e a offereceu A ca-
nunicipal para alUi funecionar a aula publi-
instrue.ilo primaria do sexo feminine. Cus-
ais de 12:0006, diz a Prorincia.
Escrevem do Espirito-Santo da Boa-Vista:
n o dia 15 doicorrente, no bairro do Car-
desta freguezia, deu-se um desastre, cui
atirilo de roar pasto que fez Jose Justino
4, do equal foi author involuntario Joao Pires
ima JoY Francisco de Leinos, vulgo Je';
rabalhando ambos a par na roqada, quando
caminhou um pouco, foi de encontro a tfou-
Squo trabalhava Jolo Pires, recebendo um
do golpe na perna esquerda pouco acipda
lo tornozelio, qne atorou-lho todea os nn
s daquelUa regiao d'onde torrou quatro gran-
mellas de sangue, cuja perda produzio-lhe a
As 6 horas da tarde, tendo-so dado o facto
ouco mais ou menos.
>ram improficuos todos oes orecursos de que
-se mle pars atalhar o sangue, e dezem os
ram que era uma cousa horrorosa a agonia
rto, quo morris cm plena sadde e em todo o
c robustez. *
Referee o Piracicabano de 23:
a noite de 20 do corrente, sa rua da Quitan-
rto da rua Alegre, Salvador de tal, sendo in-
o por um individuo de nome Joao Correia de
os, entendeu desforrar-so dando-lhe duas fa-
uma no abdomen e outra sobre as costas,
zindo-lhe grande hemorrhagia. Nio satis-
mesmo Salvador, depois de ter Joiao corrido
livrar-se de receber outros ferimentos. ati-
sobre um outro individuo conhecido polo
de Chico do Itatiba, que na ocasi.lo da luta
oao achava-se em sua companhia, .I ado-lihe
grande facada na coxa, do lado esquerdo,
ecasionou-lhe a morte depois do algunuas ho-
O criminoso evadio-se.
Elo de Janeiro


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i Considerando que a inrmandade de Nsa* wA-
horea da Sande do Poyo da Panells. quo funei.,-
aa na capella da freguezis do amesmno nn. n'l,
reconhece o ever de prestar obediencia. emmi s1
lalicio religioso. A autoridade diocesan, polrqinau
to tendo la"vantado conflict coin o respeetivo ps -
rocho p)r inotivo do governor dis igrrja puehbil.
recuaeu-s", do cnmprir o despacho do gorermador
di) bispado, em Nosa acttsenria. ape-ar al" w-r a
resoluwayo finnada nmo sw no direito canonico.. 11s
tambem no avise( do ^m.mo imperial. alloan-io
ella quo a capella de Nos a Senhora d&i Swi," '19
Poo nilato pertence o padiroa4do bhraileirn. mna4 Irw
e de exclusive propriedale sama ; pelo quo. e par
Ovitar medidas de rigor, Reolvemnoe ahandwiAr .q
referida capela, e mualar o sern-iyo prochial p-ira
)utro temple ;
a Considerando que a dita irmadado ;- contiu-
naz na d-aobcdiencia ,leprezo de Nom amutori-
lade. pois que. tendo N,;n em data de 1 aIe jan.-irl
do anno find prohibido .nn geral na diocee--a-
eantorias de mulheres mnas olnnnidailes reigpi-
Las-cm razalo dos deesatos pr:ititrado, n-.e tern
plos por indiN iduos sernreligii4o, teja cwn ae ostas
lara os altarpas at. pars o SS. S ieraiBat'mt. s-
occupavam de apreciar as cantora-, e. havend.,
N dhocesano indeferido todos as pedidos psra er"nt"-
rias de inulheres, excepto soanente pars a- e.vecic"
tie simples devoybo, sendo o re o admeat d e e-
ehoras, acontece que nle podeulo fiaer odima e\
Lelino a favor da Irmnandeidc do 'Poy Indef.-
rimnos tainboemn o seon pedido para tae? cantoria- : '
ainda lU:eis, que em vez aie seguir o exemplo ida
ontras irmandades e festeirm, que somi -letar.
obedeceranm aos Nomos despacho, enteamdie a dita
inn:indade que nio temn que respeitar os manis--
inentos diocesanm, nrm meoseno quaindo S traM-t-i
da celebraqia pueblica do eulto sagrado c imrn
coin despreso tie Nissa autoridule e ortoentaci0-,
do espirito de rebeldia que a anima. eovncm a4
novonas fiazendo canter mulhere., pelo quw o rns-
pectivo parocho entendea nio devaoer ut-MI a
fimccionar nas solemunidades p- so aw."cionr
o desprezo da autoridade competeate ;
Considerando qme apezar da retr a de pom-
cha, em lugar de cempeoM trare a dita irmada-
de da neccesidade doe ministrom da pwra a
eelebray* do clto reMigioso, cotimom a a 4briar
as actos cornm a musical e a. .as cunte a ft men-
te, manifestandoe d'est'arte m rarfto in4 q ams
ti de preswindir aIo di auteridatde iio
mas tambem dos minstroi encarreged" do culto
sa-rado;
a Considerando finaimmente, qu o o dew de pro-
cedex corn brandua, aono Temw (Msi, e ye da
testemunho a dioeee inteira, WU No iq m do
rigorwo ever de m anter s NoMMss o,
em ordem as cousns religious : nUWo dodu
de conceded on n r f&aldad m 80n
para o exerec.io ndo --YWM W -
saim de restrnair ens fim aWmU a&
ao proprio miniterio, M twn hm jm b-
gares; HAwemO par bhn dhi M 1 1 d& s AS m1-
crdote desta dioeem qme Ib. l wo de musonioass omfl t b b m
capeml W do N^sam o wnev &T P O p
Pamimi, ejuinbs b 5 ol

,If a loss" gem" '~fL"1 2
nwqa ii i -a|h ^ 1^ *4' 4M'
band nu. suOl NM I&d u4 h lm

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S As vendas de eat cmeion idh atW i 5 brsM da
tarde eram de 1,277 saecas.
Mhabia
Datau at4 2) de janeiro:
As noticias desta provincia slo sa intereme.



IEVISYTA DIAA

Guarxda m acemal- Pea premiseeia da
provincia foram expedidas as ueguiutm poltarias:
2 I. sewowo.-Palacio da Proideunc de rer-
nambico em 31 dejaiwiro de 1884.--0 pridade
da provincia tendo emin vista a 'ibrnso aVo do ;
mando superior da guards national da
de Cimbres, e proposta do eclmmandaas d6 WO
batalhlaio do servi.o active, resolve nomnm ipm
preenchimento das vagas n'elle existeoMs m e
guintes officials :
Ehtudo-maior
Tenente-ajudant,, Franklin Minervino Martin'.
Is comMpanhia
Tenente, Manoel Fernandvs de Olivcira.
2" empmaiha
CapitAo, Jose Viccntc Pires dc Carvalho.
Alferes, Manoel da Costa Monteiro Junior.
3' comprinia
Tenento, Francisco Henrique Pirers de (_arvalho
Alferes, Francisco Toneri,, de Albuqnur.qne.
53 csnppanhia
Trenonto, Antonio Cordeiro Feitosa.
Alferes, Aleixo Josi da Hora.
6.'- compaahia
'renente. Jos6 Affonso Valen"a.
Alferes, Manoci G4aldino do Naseimento.
(Assignado) -J.w Mancoel de Freifta.
1 2- SSerdo.-Palario da Pryiwdemeia 4e Pernam-
bcoiw em 31 dejaneiro de 1884.-) prendeuate da
provincia tendo emin vista a informaco do comman-
do superior da guard national da e a o 4 de
CimhroA, e proposta do) major commandante do 4
esquadrao de cavallaria, resolve. para premehi-
mento das vags exi.-stentes no referido uquadri,,.
nomear os seguintes officials :
Ia compan'ia
Alfere-. ('a..taito .Alroo da Silva.
2" e1mpankhid
Alfres, Joao Tcixeira do Carvalho.
(Assignado)--Jose' Manod d', Freilas.
I 22 S&ceo.-Paloiio da PreMidcncia d- Perm..-
bico em Side janeiro de 1884.-,0 psidete da
provincia attendendo ao que requer Manoel Oo-
inei do Figueiredo Castro. capitio do 3" hataikio
da cxtincta guarda nacionai da comarca do Re-
cife e tendo em vista a informagao quo preat of
respectivo command.inte superior em officio n. 19%
de 2h do corrente mez, resolve mamudar aggnpwr o
peticionario ao actual 4 hatalhio da refirida co-
m arca.
iAssignadoi -Jow. Mawd de Pritaa.
.Antrldade pOlte l-P'or portRia da
presidencia da provincia de 31 de jamif fAads, e
sob propesta do Dr. chefde d polieia. fi demittiMd i
bern do Bervic public Joio Paeboo de Medeiros
do cargo de 20 supplente do .mbdeloado da fre-
guezia de Santo Antonio denta capital; e nmeado
para substitul-o o actual 3 nupplete Josquim n -
noceneio Gamnea, e para o hlugar deste fo abnomd&.
Antonio Maeario de Asois.
IeNa & Po@ t-CNo Be vT peta kUuint.
pmturia, wspedids per IL Far- BvftaL 9 Oir. P
Jmsf Pereira da Silva larros, bimpo Meg!, dit'- .
se, estlo prohibidooa m sacerdoate da mem- dio-
cese de fazerem uso de suMas rdes am quakwer
acto do culto na scapefla de Now Senhora da Kau-
de do Poqo da Panela.
D'est'arte nmlo haver hoje fenta religi t na
referida capella.
Eis a portari :
SD. Jis Pereira do ';lra Barro., por Merc' d.
Ds e da SatUa Si Apw.,t4o'u, Usyp4) 4! OGP-
da, do Cond.ho de 8. Msjedade o Impeudor


: : .


- i


At


as atW 26 dejaneiro:i
ninistro do imperio deelaroui .A 2' ao director
no10 da Faculdado de Direito do Reeife, 0e1
ta ao officio de 18 de dezembro ultimo, q(le
ames da segunda upoca da mesma Faculla-
era continual a servir os pontos organisad'os
rformidade das disposiqoes cm vigor.
Lemos no Jurnal do Commercio de 26:
Sr. ministry da fazenda nomeou urma coim-
, compoasta (os Srs. conselheiro Barao de
caba, como president, do contador do The--
Miguel Arcehanjo Galvao, 1P escripturario do
uro Joaquinm Izidoro Sim5es c Salustiano
ra de Abneida Sebralo, lanyador da recehbed-
ra dar parecer, corn urgencia. bol)re a crOLa-
Sum systuema de conutabilidade public, tie-
a commission coisolidar a Icgisla-ao exis-
sobre a material, completando-a corn as pro-
eias necessarias para organisar este raino
viyo no que diz rcspeito A coutabilidailc leo-
iva, administrative e judiciaria, e ruduzir
omplexo de regras a um todo uniform, qu,',
a forms de regulamento, deve ser submettido
verno antes di abertura da sessao legislative
anno. u
Lemos na mesa fllia, sob o titulo Arsenal
irinha:
?roseguem corn actividade neste arsenal os
Ihos relatives i triplice festa, corn que tern
emorar-se o dia 10 de maryo proximo vindou-
muiversario da terminaylo da guerra do Pa-
ay. Do nova cruzador ja estao trees cavernas
tiadas sobre o estalciro, a grande officina
a egta quasi concluida; c do useo ji- come-
arranjo interned c a collocayao dos quadroe e
objectos.
. creaaoo de um museo naval ja era aspira-
le ha muito tmnpo, mas sempre adiada, ate
o actual inspector do arsenal vai agora dar-
ldefinitiva realisa*o. Cont elle co)peron, au-
ido-o no arranjo intern do novo estabeleci-
o o Sr. Gareez Palha, bibliothecario da ma-
a. 2
Escrcveram A masma folha da cidade do Rio
;o:
A. proxims colheita do caf 6 ueasima neste
cipio e suas circumvizinhan9as de Valenga,
ac resultara colher-se tres teraa parties da
eits passada quo j&I foi muito diminuta. 0 caA6
olheeta passada eti quasi a findart e meamo
a estaio, que 6 a central, pssm-so 15 e 20
'qua nio entra am sacco de caf. A chava de
Sdo dia 17, em algunmas fazendas fea grades
g e mainda nao sabemos o que poderi eon-
r.
O)aeRheiros d idad. e nor6gaa mAo tecn
40-aunw, ito e ""a"em do
eIwoa Ukioadcm 4' *" 4*u.*
JS -MtI~fttrM O~i~ft^AWdflLritI~k a l|



















A&T


'1


It-,.

a Gin


Abuquerque G a Mo.
Camboim de Memdonga VaseonceUllos.
... Ferreira da Rocha Led,
SGongalves ViUls Torres.
Auguto de Hollanda Costa.
tutanio Luiz-Cavalnate Lima,
Aritkmetica
Antonio Henrique deoaiAda Junior.
SJos6 Joaquim de Moraes Sarmento.
Au lf1 'e LNDMsBaatos.
cl:J ee Gomes de Mattes.
alista da'Silva Brota-
^'" PrauciB XflmanB.9Jorge.
SFlorianoM ara InS beo.a
ntonie Augusto Ferreira Lima.
ABntanl- s ,esde .eMleo =&a Fiho.
B '*- dalp Cre ft >f dei sales f^OB6& -
AurgiulioaGQailitaneuideMelo Iseifdo.

60 B1 anste i ts C de m -UsIo.
A06mem KttB vaxt da Cruz Gotwe~a.
.de Abmts" Vaseoncelelos.
S imroe andido eares de Pinho.
1tanio Pedro Carmeiro Leo.
i Msarcionillo de Barros Lins.
S Plaeido Serrano Pinto-de Andrade.
Jeie Baptista de-Curvalho.
Antonio Coelhbo de A e Albuquerque.
Jeo Carilos -Camboim de M. Vasconeellos.
Galdmino Teixeira Line de Barros Loreto.
.it Theophilo Ftlderico do Rego.
uftbaeal de ftiauicau em P0mgSa -
.. Dos portos do sul chegou'hontem no vapor norte-
saseuno Reliance, o Sr. capitAo de artilharia
do esxcrito portuguez, Feliciano Bordallo Pi-
uneiro, representative d a Companhia denominada
.'.- Fabriea de Faianas dw s raldasda8a Rai'nha, al-
-', timamente fundada em Lisboa, para a exploragio
it da louaa das Caldas da Rainha, bemn conhecida
S ji pela excellcnte quialidade dai sna material prima.
a Tanto na praqa da Bahia come na do Rio de
';.; Janeiro, obteve o Sr. ceapitao Bordallo Pinheiro a
milocagio de maais de mil ac5ies da companhia, A
r : test da qual estilo muitos capitalists e extras
posseos de elevada posicao social em Portugal.
As acues sao de 205, moeda forte, saendo o ca-
acomp.nhado de 400:0005 tambem moeda
forte.
; Poela leitura dos ectatutos, j & approvadoes, avalia-
se facilmente as vantagens que offerece a compa-
. nhia, que na,) vai corer o risco de explorer uma
," industrial desconhecida, mans ampliar e aperfeigoar
a produc;i.o de um genoro ja acreditadissimno em
Portugalc no Brassl, e eujo consumrno tern aug-
: mentado de dia para di a nos mercados dos dous
paz,-e ;pecialmente -no das principle eidades
portagn.usae e brasileiras.
0 Sr. eapirtilo B3rdallo Pinheiro 6 um dos pro-
S prietarios e r-ddactores do Antonio Maria, um dos
S mais espirituosos joemaes de Lisboa, illastrado
S p- eu wairnm.e o e ,ebro Raphael Bordallo Pi-
a neiro.
E' deoesperar que nesta prasa angarie o nu-
mero dos subscriptoros para o capital de que ne-


ceesita.
Agradcemos4-he a visits que nos fez, especial-
in mente rs. Dr. Joaquim Francico de Arruda
- e .Jo& ite -oraes.
e. *--, i. e de rcdleira--Naas ruas Jarga e
oaJ etMi do Roscio, reunem-se diariamente nas.
pest tadas escadam e tavernas, especialmente nas
o esquimas d'aquoll rua, unma sudcia de desordeiros
Se vdio sA lineMultarem oas transeuntes que lhe.
cahoem o desagrado, e dirnigim pilharias -a he-
mens e malheres que somente ppel dade &wpouiel
se npoeao sreqeito eoaatameata 4
E'o ease do Or. capith Barata, subdelegado ea
parocdia de Sante Antoio, pOr em pratic&a sua
S severidaide para com es0es individual.
Se&A e e I bmarte 3etlAo.-Couforme
So aanuncio que -vi na seeuooompetentefoitrans-
ferida (do dia It)10 paras quando for de uovno a uman-
eiada, a festa que deveria celebrar-se na pavoa-
I, /to dc Duarte Coelho.
Miaa dat bhorat na Madre de.
Deus.--At6 segunda ordem, deixam de sc cele-
brar as misses das 7b horas da manh, na igreja
da Mahdre de Deus, aos domingos e dias sanctifi-


cados.
A no&da lllmtradu .-Distribuio-ue hon-
tem o n. 121 d'este bom journal das families, que
ja estA no terceiro anno de suan existencia.
O present nuamero, alem de muitas gravuras
no texto, tern duas estampas colondas e uma de
bordados.
Assigna-se ua Livraria Flumiuense.
maoeciamemto-Notioias do Limoeiro dl-
zeom ter al i fallecido, A 25 do pasmado, em con-
sequeucia de unma hemorragia punlmonar, D. Luiza
Francisca de Moraes, que j.la tereeira vez fora
insualtala per esse mal.
Nos.sos pezame. aos scus dignos filhos.
3m raaLito -O paquete Reliance trouxe
para PernaLtnbueo 13 passageiros, e tevou para o
norte 26, sendo S tornados aqui.
Irmandaule de Noama Senhmra do
Tera-t-E ta irmandade, manda celebrar uma
miss canta-la, amanha ais 4 1/2 horas da madru-
ada, e a noite havern ladiainha em louver de S.
graz, assim comeo benqao de garganta, durante
oito notes, das 7 is 9 horeas.
MOcWILmenlo do porto do eelife.-No
find mrz die jauciro foi este o movimento do
porto do Rtcife :
Entraram tdo exterior
20 vapors lotando 33,117 toneladas
54 naviop de vela c16,689 ,
E,,'raram do s portos do imperio


21 vapores lotando 21,109 toneladas
31 navies d c vela 8,847
Dindo para totl das entradas
41 vaporcs lotando 54,256 toneladas
85 na\ ios de vela 25,536
Sahiram para o exterior
24 vapuors.
41 n'avio de vela.
Saliranm para os portos do inmperio
21 vapores.
30 navies de vela.
Dando para total dis sahiidas
45 vapores.
71 nai-s de vela.
SN. B.-Nas cntradas e sahidas comprehende-se
I1 vapor de guerra para os portos do imperio.
Peraueal.-Houtecm, pelaa. 4jhoras da tarde,
; na4Ms d a Paz, o capeira Ansadmelo Burros da Sit-:
va, trasigeeiramente aggredio o 'Sr. Jos 6 Rodrigues,
quo que qando se dfeadia dos golpes que Ihe davae
S Anselmo cost um aica foi ferido n ao equeuda.
0 criminoso foi Ireso em flrgn e e ondnido
a pnenga do Sr. subdelegadda paroekis de San-,
to Antonio, que o fez recolher a Casa de Detenae,
e eastl procedendo nos terms do inqaerite poli-1
'&, cial.
e0 offendide foi vistoriado *bequiamnte pelo
S Br Dme. Agiuto *Seraphim e B== Carmnia,
"-' qua declauram tamsido love e ferinant. .
e n mflstae-Da volts doans via-.
k. r* z j Vp& amadem i eompoetar -MM etak"aae-j
i.. ~ se a Je n4*maose 6,d (mm, orn)-
f viejau Je.Ja Ji6tAsaCaMMua, eOr-t





a-.. .-.' ,
at,,9a d o. b
ampb~e qme gwimw tiwwna ea


Ame r~ow ,eom teoasidade. a s
A Scsncia sorprehendea muitos dos Nea m8a,
recondito areanois, e no pass um dia quMa-
mens nato tenham traido parsa obra da ei:2t
9o uam4 somma de eonheueimentos mais oun menos
consideravel.

deroso para rectifiear noticias inexactae e .
tar as deficiencis eoa es at mares d a Afr M -,
ea odidental e a gologia do-m -gra.aw pt do
glob'). ,
Na cumferencia, ha &dias nafiadai ma aocieade,
geograshica dc Pris,,oefir. AlMpMko-dAwarnds,
den eonUta -dos ames adtadsa Mdios .db*tidoe
'pelt copanuiedo setifiesqoo&at dovdeufmrida)
navio, .-mtadu a oeuatad'Mnfiea4rt6#i fai F&
ximidades dakw ,asdo u e ro ede, da. 'Causaria
-e dos Agoree em mares 4d. saqaq
0O Tauhmaftuha asidoprovidodetudo que era
ueoessario paer-a expl oraao m .gmyade eed,
'como drogas, *oaa, redes, sapparelhsdode lusole-e
trica, eto., etc.
Does dadoes formecideos per Alph Mila-Edwardfl
result, que o fundo dos mares situados ao ooste
de Martoeos e do Sahara nao offerece nonhnm ac--
cidente geologico notavel; o sea pander e pouco
sensivel; mas apesar d'este detalhe, nao 6 preciso
affastar-se muito do continent para seoencontrar
profuntdidades que variam centre -1,000 e 3,000 me-
tros.
A peoca n'estas paragons foi abundmntissima e
fructifera para a siencia; as r6des mal podium
center o grande numero de peio de totdas as quail-
dades, aorluscoa, coraes, osponjas, etc., arrancados
de impi'oviso ae fundo-do mar; a f6rma de muitos
d'aqaiacls peixes k summameote ratra, e muitos
d'elles qram ate hoje descoihecidos.
Uns *Ao cegos c outros tean cores taio vivas, que
os natmmalistas qu e iam a bordo fiearam- surprehen-
didos, pir n aso se powder explicar aquelle colorn-ido
.em paragens onde a luz nao penetra.
Nas .ilhas de ,Cabo Verde os saboles domora-
ram-so algum tempo afim de visitar uma pequena
ilha deiorta, o ilhote Branco, onde abundam reptis
summmwente aros, cuja maneira de viver esta-
daram, .come tambem a fauna c a flora d'aquellas
TC-eCies.'.
bs caneacs que separam entree si as ilhas de 'Cabo
Verde sao minuito profundos e a vida -animal muito
poderosa n'elles. A 600 metro forum colhidos
crea doi mail peixes c mais de.2,000) carangueijos
de diversas species.
No dia 30 de julho ultimo o Talisman fez rumo
atW as Sisargas.
As alga nao apparcem o unca n'aqualles mares
em grade abundaucia, net form essas maasase
enormer que os marmheiros oomparam a pradarias
fiuctuant," e pareeidas oern aqueUas, diante das
quakes qniuzoram retrooeder os oompanheirosade Co-
lombo.
N'esses prados, que vso e veem Amerc6 dos ven-
tog, ou das correntes, fazem o ninbo algums pe-
quonos peixes, ao ladoe does quakes vem muito me-i
lusoes, camaroes e earangusijos. As cures d'estes
animaecs harmoiaisam-se per tal mode corn as do
leito flactuante que Ihes servem de abrigo, que 6
extreanameute diflioil distinguil-os.
0 fujdo do mar das Sargaqas dese lentamentc
nas ilhop de Cabe Verde at ao 275u paralello, onde
a sonda aceusa urna profundidade de 6,266 me-'
tros; dopois sobe a pouco e pouco e a os Agores,
e no 356 pamrello a wnda nao desce mais de 4.175
metres.
0 resultado d'estas observances e muito impor-'
tante, porque differe notavenlmonte dos dadose con-
signado nosB mappae palioades, nao 'ha mukito
tempo, t i Allemanka.
0 fuinao 6, todo -ee, -deI atreza vuleaniea;,
as diagtts troueoramn muitas -pedras vulcanieas
que de24onstram que a mais de urma legua depro-
fundidade existe ma grande erdilbeira paralella
a costa le Africa. Parece que as 1ihas de Cabo
Verde, as da Madeira, as Canarias e os Avores,
smo os uniewo pontos .ao submergidos n'esta ca-
deia de montanhas.
0 Ta'swanm fez a -sua traveseia doe Agores a
Frau9a comn um tempo tio bonangoso, que per-
mittio lanaar a sends a 4,000 o 5,000 metro, de
profunddade ; n'aqueHes abysmos encontrmaram
os natualistas urna maltitdo de poixes, alg-ns de
tarauht *ellossal, perteouento. a g'itpos rnuito
devados da esttela zcologies.
Do fund do ,man tram extraidas tambem -pa-
dras talh',adas e entuiadas. Suppue-me que forum
traspo~adtas pelas enormes masses de gelo fre-'
tmun*ee quona a poes quateonaria -hegsrum ate6
l aqulla parne da Atiastice, e que eo fundirem me
(ram dcpositando lentamente no fando do mar.
As iminensas riquezas eolleceionadas polos ox-
peoradores do Talism-an vile ser objecto de uma
e0posie59o o inuseu do JLochefort.
Meld easgenhoso die obter estam-
pllmal,- UUm burguez dc Londres tinha pro-
acnttido is sua sobriutha urna oeeolo de ostampi-
Ibas postaes.
Mas, comprar ossa coile'o era couns dura pars
eIe. Depois do ter peunalo maito, r~solveu o
seguinte :
Foi A administration do Tinae e mandou publi-
car o seguinte annaneo :
Matriponio.-Uma joven de 25 annos dt ida-
de, morena, bonita, tendo oitocentas mil libras de


dote, e a prperspectivat e urma herana de duzentas
mail, easarA corn nanm lhomem honrado, embora sem
fnrtuna.
,, As cartas serao recebidas at6 o nim do anno,
corn a diregeAo ILI. L. Million, na administragie
deste journal. a
No dia seguinte comenaram a cover as cartas
corn a direcqdo indicada; dias depois 25,000
cartas de todas as parties do mundo estavam nas
mailos do hbom do burguez.
D'este mode reanina pelo preoo de um aanuncio
a mais bells e complete a colleccao de estampilhas.-
URm maride qpRe perde a nlther.-
Os esposos L.... hao de reeordar--se por muito
tempo das bodas de seu primo. Ante-dhontem A
noite, cerea de ura heora, conta usa fmlha fran-
cesa, depois de terem eeiado eopiosamente em
Saint-Denis, onde se tinha celebrado o easamento
do primo, Mr. e madame L.... mettersm-se
n'uma carruagem descoberta para vol1tarem a
A earrnagem tinha apens eauminhado dguns
metros e:.os dons esposos ja dormiam profunda-
moate. :Deo rpeate um balano muito violent'
seeords o icide que procura sua muter o nue a
onecontra eantis sea ldo.
0 home ompua apel o aona e reenrda-me de
ter subido par a carruagem om a oB maetade ;
ra a sua ears metade nae estava allL
Mauddu ammediatameute para a earrasgem,
f6uedo digal so ohWiro que estava twnaeb us
pouco e'turbade e que dedarom que asdaa
naa vis nem euvido, mas que aemittio eta api-
le JMudO jiwa : que me a mulher Slo
-estws a ann pama era porque provavemte
fLha cahidoa Aectrada.
Pe oq e v. pw.a tbam, mette o eavallieoo
que a pase aoexamsno o caminho corn o me
aidado.M IIa. a maknuitomwae, e a sneido

Abnacatff "m esto vosfao IQMK tog
mrn-a A lwfra do s aitena. 0
a wme ea a l
Na. n hft-o uaMMMso~,-pr
K,,-MO
[ i.v I .M .u-am&'% w rfi 2-


ald para New-York no mesmo vapor:
W. A. Palmer,, J. IL Duxlap, Miss t. D. Surft,
N.!. Ro, Atoe JA. C, ar.,GeV. V.attel,1
Suae SeaIt'e l lugmato o Seouma.
eiteata a flimtuaia-Quarta-feira,6 do
satm."AL &tm4mA. -la.J.1.~


I'.
INS. .


Dizia Balzac que para tear em certas e sero-
phulas sociaes era precise ser imperador on. pelo
meaos primeiro consul; ma s as convioo mince-
ras affrontam e provocam a contestago: s6 oB
earacteres fraeos tremem e fogem d'ella. Estes
sao os anonymous da especie humans, que teem o
criteria das sans aces na opiniao dos outros ou
na bocca do mindo, e o no voto da propria
eonsoicucia: s o estropiados ou coxes de espi-
rite.
Infelizmente ha mais espiritos do que corps,
'qua nao podem andar sem arrimo adventicio de
urma mnleta qualquer ; mas crcio, mere de Deuns,
que nao soffro dessa manqueira.
Isto entrctanto nao quer dizer qie despreze as
opinioes contrarias, nao: posse river sem elias e
spezar d'ellas; mas na Bwua -m diflrente.
Asahm, no ease preaente, naoe quereado aeompa-
mhar polemieas, quee s mo das veoes eaquece'
o argumoentoe pars diseutfir wpoo p s, peti f m.
asu" qae desse-me -a wmmLa das contestaco op-
pontas ai nh ultima t sf,, Rw pus tnnmg-ws
em considera0e, ainda que de pasamge, e s as
saws imaponflntes.
Segundo ease amigo fai aecamsado de adhsu'
i aesae g a agummr pesoas; de vmrnes ijusti-
ficaeois efloe s de-algan precuarwre m&tnW
Ado hficiniHBM0; deo tad wosdeoOe&Ae am.
Mtmmgefros e de idda euanvagista. v: tado imo,
vo* I
As oUinOws forms 4i w -Avib'
w eziemptos, que e 41i-vos, -am -& qam diwM
emplo que se nio eate, ma oona mew, a t.
SasUsei.u e u a.m
sNUful do hae duo -o ie B Vpe W AI, a
Itenun -- -~ a aphi- 6e pnoBt6f


MR- WNj- J ft % .*ilaiaJ^4-- a' 5dfk LMW ion"


At S .o Vf hais, u0o m"&afto
bivI ades Nams Sahra AsVatnoeieo do s -
litae, one htUA pous as umas ezs-
phwasu raMBdau'am ordem numerica i apreoia-
.gfaoimbpliso. ___
zasna cc f ISLshaI.
--abe-ae por telegsjmma que efta loteria ser&
esridda'nbo dia 7 do colrente. Silhetes A venda
na 'Cama a Po4una, rua Primeiro de Margoi
n. 23.
A Vem taru a. A' rua do Cabugi n. 16
adham-se AI vends aes bilhetes das grandes loterias
de N.-e00S e 40w0f04, e da de 50:000%, quei
core a 7 do oorrente.
raaMife fleefta a TYplraaga. A,
extrac9Io desta loteria foi tranuferida pars o dia
T5 de mar9o. Existed um resto de 'bilhetes na rua
IV dc Margo n. 23, Casa da Fortuna.
Cana 1e DeteuAsa.-Movimento dos pre-
sos no dia 31 do -passado :
Existiam prosos 278, entraram 7, sahiram 8,
existem 277; a saber : nacionaes 241, mulheres
7, estrangeiros 9, eseravos 20.-Total 217.
Arracoados 254, sepdo: bons 237, doentes 17.
-Total -254.
-Movimenrto da eofermaria :
Teve b.ixa :
Joao Felippc de Souza.
'reve aita :
Severiano Antonio Feix.


P1LICA0tS A PEDIDO

Festa do PoI o
EstA muito engamado o tal typo alias
bern conhecido que applauded o acto do
bispo, polo qual forain prohibidas as -no-
venas do Pogo, dizendo que estas nAo pas-
sam dc umna Ibacchanal.
0 vigario foi quem promoveu tudo isto
'exactamente porque no Pogo, corn a
vigilancuoia da irmandade, nao podia fazer
o qae se tern feito no Monteiro.
So querem ver religiosidade e venera-
MAo, vao ao Pogo da Paneua. ,1
Vejam bemrn quo e o vigario quemo Os-
tA (segundo dizem), mandando imsuar a
irmandadc de Nossa "Ser'ora da Saude;
depois, quando Ihe deseohbrirmos as isa-
tlhas, inao venha queixar-se.
Um devote de N. '. d o Saude.

Coafereaeia da "Glia
Fazendo publicar a minha coinferencia do dia
do eorrente, aecreseento-lhe algumas notas exp11-
cativas *e eomplemeutares do men peusamento,
deixado As vezes incomplete; porque oonsava eom
a presence de S. M. o Imperador, e, apeear de sna
proverbial tolerancia pars corn a liberdade de dis-
cusko, ou antes memo por deferencia i ella, se%&
quiz ultrapassar o cordao sanitario das scouvenien-
cias tra4icionaes do Ingar. Tatlvez, apezardiuo,
pareqa A minita gentle que excedi-me em
poatns, peo6ma, coo a fsaumyes Xa.
ate co ira, 61mpremewaet 0d tliu,
que illude, e o i0ereo e, a e ex atu, a u
Em todcto ease o measA.m uAo feid rir a este ou
aquellc, fui provocar a attea de ottedos para am
negoeiD mnito grave e muito descurado.
E' ,provavel que nao tenba tornado em ooasidera-
qao muitas das eoetestaqoes oppoeta A minha eon-
ferencia anterior pela razlo dada nesta : n& as Ii
aiuda. to nDao significadesapreoqo ao r. Dr. Al-
varo d e Oliveira, que me informam ser urn adver-
sario par todos os titulos respeitavel ; mas tenho
minhas razoes pars proceder desae mode. Prin-
meiramente alo tenho bastante tempo nem dinhei-
ro para catreter longas polemicas; em segumndlo
l4agar s6 oosumo diseutir quando tenho a eope-I-
raa9a de eonvenoer ou de ser convencido, o etta
perdi-a .cu deede qu e vi o men lustre antago-
iista cemnaear a responder-me antes de saber
qjuaes sesiam as miahas condaeusos.
A. .COBLHO Bonatouss.
Rio dc Janeiro, 15 de deazembro de 1883.

Minis senahrse emonus eenhores.--ivorsos
motives supervenieotes e asieioos A miuha venta-
de tarn determinamlo ate hoje o adiamento da con-
tinataco da miahta oeuforeonia do dia 4 do men
passado.
Nessc intervallo tenho reoebido varies manifes-
taeies de ad.heslo, que muito me peahoram, e
consta-tue que tem-se levautado uma eads ainda
cresoente do contraditores iatolerantos, enjas eon-
testases tenho deisado de her pars evitar a ten-
tacio de couverter estattribnsa -ea theatre de mi-
aha defeat poasoai.
Nabo me admirou o facto; eu ja contava corn
cIe, posto que nao esperasse tanto. Mae, ainda
que o esperasse, o resultado sosia o mesmo; par-
qae infeliz do homcnn que s6 tern a corageor de
(altar quando nutre a esperanqa de seO appian-
dido.


por occaiuo -de ura da s suas muitas reorganisa-
9es. Efe inioiou suate lqeos diante da tropa for-
aada corn estas voies :--PA direito firm, p6 es-
querde nlaoe e move ; dobrado march !
Isto referia uma vez o Viseodde de S. Louren-
.9, provoeando a hlaridade de sea auditorio;
mas o nosso ease nao 6 par a rir, 6 antes parsa cho-
anr, perque o estado do CearA 6 muito grave, tal-
vez itemediav L 0
Digam os eearenses enthusiasts o que quizerem
do future da sua terra querida, que eu ja atraves-
sei tree sezes; o quo me parece, ausente come es-
toen e talvez mal informado, 6 que depois da febre
da liberdade virao os eapasmos da pregaiqa, o de-
li) da miseria, os sonhos da seer e, porltimo, o
appelo sos soecorros publieos, que tao funds re-
-cordaoes deixaram na imaginagdo daquelle povo e
nan chagas ainda abertas do thesouro national.
E Deusqueira que nalo venha cousa peior do que
Md vontade aos estrangeiros nunnca a tive e ado
a tenho; mas nem per isso sou daquelles que de-
sejam equiparar em tudo os direitos do estrangeiro
,os do national. Nao duvidarisa mesmo recusar,
como media de retorslo, o commereio a retalho e
a propriedade immovel ao estrangeiro, em eujo
imiafoeIm nreeousados eases direitos ao cidadlo bra-
sileiro.
A reciprocidade 6 mais do jue um direito, 6 um
ever entire as differences iaeoes. Tao bons, come
tie bones, e nada de tirarmos nosso chap6o a quem
jSaotirar o sean.
"TsO apenus eonvir em que se facilite a tatu-
la o e que, depois d'ella, se equipare o ntau-
ralra ao natural: ma at lM neo; guuarde-e a
4disbteia neeomoeia entree o hospede e o dono da
JU em 7 dejulho de 1870, diacutindo-o onama-'
to a agriculture, en pedia a supprosele da verbal
Ifdoaisxa$, pars erear-a eom iea am fua de
Imeipao, se zinda ao mesii, e refasrm
varba Vte do# midi. e gaverm emB ez
de attender-me, pedio mais cerea de 200:.-0 e
6 ras'Mm,forw amda em, antm aBD fet feT-
btse jfi eStsvayrfbusdsl
JA la se v4tMwa Ie .14 moe B -eu emfnimo
*mr*Oaks we epno"au oitoanti-
k'odserm eoanaMa, do nowo
io piqnm, senatr., quae amor pode-se
iNervan 'qua pfeOMPqA-e Maus con a
e corn a opinion doe eshrgeis do qe eam
**MOag? Qae deffioayo pode '%nrpWIr
ospattitque@.dd&a eanufB oqu aaone.msa



I i am *.. Su onI'm pm p

y ibai*n t"ng ss unsfPL
i~9 oilfingyieaQ po M k'a v.de^M


ftftteobd9a proexmm al^aia.08
Ut o raso, alr m da aeeAda&de de
protextl jambaver garatia o Estado.
At rec= aq a bbragm a ,
corn que mo etB aSar aoe
tantos outneown aii prm lmm e om
Mlo de levwl immaats,emo swlmus mi-
nhs prlmehm a rimniadk 3 hdbjdwt anno
passado. ua dnSaes a antin d*vIiaM au


'a aafa

-ftitainmaI smb- a
*weSXijsr,ar ais" i:9 a.^-~~jM
SB^S^^j^'i-4-


il


po um orgo seau e deffensores officiososee ofefiiaes, dividuaes, que dao a medida de sua energia po-
que .nao pouparam nem eos quo, come eu, eram tencial, estA tambem decidida dc anteono a reog-
emafieipadores antes do ministerio. e limitavam-se Par-sc aderrota:o (p. 21c).
a apoiar modestamente a proposta de 12 de maio, Para induzir o governor a eswe paa eee mts
conserva-se hoje dividido em dous campos iuimi- com a opinion publics. a AopiA o b di
gos, e de certoe tempo a esta parte recolheu-se A elle, tal equal oae estAl fornando, tern in uaiens -
sua tenda come Achilles, ou cruzou os braces come bro o governo. Ebb reprsenta o paix pdorad o
quem se entrega ,A discripKAo de um inimigo ven- mundo, concentra em suns m ea a dareo go de -
cedor e omnipotente. vasto tode politico, qaue estania prompt a reoebe
Ainda mais, seus clubs seo emancipadores, como sem abao a uoticia da emancip ios ale oE-
prova 6 art. 25 dos cstatutos do da Escada, que j sem os districts dio cafi na provimeci de S. Pan-
aqui da outra vez, e o Centro do Commercio e da to Minas e Rio dc Janeiro, c assia 6 otmpe- is-
Lavoura proteston na sua circular de novembro poellue pals conacioneia naianls a afcruis-oe a-
de 1880 contra quem na o considerasse tal. da ves malm it orbits, que a ecravldo lhe tin-
0 plane maim conservador que tenhom visto nesse vou a(p. 218).
genero foi um publicado, salvo e aerro, no Jornal Paree, por6m, que easa opnilo publiea esta se
do Coemercio de 28 de maio,, e neste mesmo vinha formando na Inglaterra ou we outros paies es-
um tl 4o, concebido nestes termos: trangeiros ; porque no Brail oilasroe podera
Execua"o leal da lei-de 28 de Setembro, corn formar-se, eztquanto durs a ecravidLao.
a ereacao de estabelecimentos mixtos de ta- Elle jul o havia at 196 nestes tea-c :
balhes para os libertos adults, que nao apresen- A opinion public, de que fallo, propriatente
tarem contract de locagio de services, ao rece- a consmciUci aeenai l esncida, moraliaah es
berem suas cartas e de edueaq1o pars os ingenues patriotism e est 6 npossilve noar earavi e,
Snores, que.forem entregues aogoverno. a (8) decade que apparece, eoats tracts de dMut -. E'
Or tudo isso seria muito born e muito bonito por n" aver entire B6a oatsfan de tramema-m
ants do abolicionismo, depois nao; porque o pro- .osc1 que a polities a bite e 1adagn
Fresso na sociedade civil 6 a resultant de duas lut per ordenados, que t!Itp-mai. O. -
fores aitagonieas: a da inertia e ado movimen- sidate o lmlad viveA m oa s a, 4I
to. Esta faz que a sociedade nunca pare; quell a -de---l a1 Itm w .i I
hfaz que ea n o corra aunca a ser-lhe-hia me- pe r iA'4o SJi -4 b e-
nos ftal ficar parade dorante algunB anunos do i s .s o i t eriG M balm ai
oe, carrer durmante poucos dias; exemplos: a" deerto d es kmo, a n, de di
Fran e a China. rna mara de apaigmdM M. O m
Msa, se no eneontramos na lavoura, onde acha- vw'm wr sbh i mneeL d La d Is a-
remot o eo ntrmpeso As exigencia exageradu do se0ko es deno u CeroTero 1 m& md
ablidonismo mapaeiente? Nas -outras classes 6 dose 4. _
pmuo provavel; porque, se a mais .interessada na d fo rmys.ma pa set vom-e a gains omalm
questlo mcras os bragos ou bate palmas A propa- de frmasametatres emam g vn a
grand, que muito 6 que as outms. faam o mesmo? chab, e aenadore depta s atd m l
Cicero dizm que ereaeao dos tribunaes salvou a 0 pal rqi < cab* msmpediai l m s,
republics, e naturalmente porque ostabeleceu um pelas vantage que aufermn ().
corrective A peapouderna dos patrilos, que, 0 si e4fatSoe-maS ak fam awae
*em lle, teriam provocado uwa exploslo fatal dIs par Ema ae eAle- e 0 do d .h
.pleb G"aVt q w ^as a '*qashuu1, 1yaca a
Se, poie. raltmm- us contrapeso -n moviUnteat, aim es-OM pa c & tini, G "_
elle oegr ftatalmente ao sea termo e dentro -de Uearn sambrta, par_ urns ali
ueosI d aue owxuir tqmasst qua!- al a N& q k
s Masi aq, on-poe-lu-'tN
6Wenp0f 4111-a aa.m
Gze m oaiw Baritea. K"e B so aearaw a eam ? oc~ H Jl-^ *^!
>MStd UplMM e FNaEpeDnBB eIn toae 6%b* 0y g s-* -* gee3 ^
a uht tbelb qa.poin aque oita paes de -ma m
abo NA G" d&J
erwfti- W-a? roeerei nua, o a-.^m RBI!"*^ !11. Jfli M ?S
kar -it
co.... .....oi-- ;WA


r. "7 .r ,. -i r : .
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1 1 i r -' 4,
- n.j^|CkM


11


1l


fo brigadeire obIu. (. w(rI o -i -


tIS pelo rque fizmraam. ams us tyl-

nibrltsirao nittiM maiS. anym ad
datM ,pua o doe Dcpu u l do*, lis anon
maim tardo, ainda esquocidos as ckronotogia ab~i-
cionieta ma A gaoclno Cdtral Emancaddor, a



sqinl nero do &&e Poreira fox menugo.
6 u~n do comi do proposit, o do generall B a
ri i doel850t qwT~





iaKs; porqae nunea pude justificar oasen vote
..Now-
nib poa, a pnimeira pol a quom ile f r
daAlmmn dos DjpulfBva 4fff e, nt*no


mais tarideom auto esquei dossa chronologia, oab fr-



capaz do origir maim do urn homom, simple. ama-
cionr estads matmocim, do quCentral m inquerito pr-
qlal nemtar doe orges ostensivraie do uzea vastameno
po6 um mome eei do proposition, o do general &AmI


ida; torque nno ueard! N justi ar o sea ond con-
eluire-ame, pois, a rimeira peraigo, qu teno fidor
Pralasi ,o~ auoes dessa, cliron ,ogia, on foir


eapaz de ane em jor nais de Prna hoem, simple ama-
amneontr as r doas sorvegias osprensivos de uma vab-ta
propaganda.
Yd vontaide ao Ceard,! Nao sei d'onile Con-
cluiram isso. Em various artigos, que tenlwoliilo
-ette anno em jornaes de Pernam'buco e d'aqui,
eneontrei as nulis several iapreciagoes st. bre o a lieionismo csarense. AliM dizia-se que cll, era o
product natural da seccae e da moaamba ; aqui s 3
disse qne aquella provincial, depois dc ter-nos si-
de posada, queria fazer-se odiosa : em minha con-
ferencia nAo se encontrardojaizos semelhantes.
Long diasso, procure elvrar-me As causes mais
rTemotas e ater-me aos factors mais importanteas:
minha linguagem nao tern azodumc neari malevo-
lencia para quem ler-me sem preveneso. Susten-
tei apenas e sustento ainda que o abolicionisme da-
quells provincia collocou-se f6ra itda lei e acima
d'ela e que o governor deve contcl-o p1rque o ca-
minho da illegalidade leva ao abysmo e o prinmei-
ro dever do governor 6 cnmprir a lei e fazel-a cum-
prir, emquanto fur lei.
0 facto 6 incontestavel e a conclusion eviden-
to. (3)
A meun ver 6 precise reprimir por tu.lo.s os imo-i
dos a tendencia viciosa que se vai ralicaudo no
nosso espirito public, parqwo'eferir a linulia recta
da violeucia particular A&'eutvas salutares do pro-
cesso legal corn suas delongas i.idispeu3aveis.
Ainda hoje osjornaes noticiam que um griupo do
nosso pavo quiz quebrar houtenm uIa typogra-
phia. Isso 6 trabalho parsa tyrauos, n,a 6 des-
toerra de umn povo. Uin povo ticu esato pode mal-
tratir os mercadores do teiaiple da iaprensa; mat
nao estanca urma fonte de luz ,uea pode jamnaik
queblrar essa armsa perpetual da lilberdade.
Essa impaciencia, que nole saibe espcrar a ac-
ao da lei ce esse desespero, que nao febsita na cs-
collia dos moles, tean inquinado quasi todos os
grandes factors da nossa historic political c pro-
motto euCtar-nos aiiida muito care, se o- seus
.apostolos contiuarsem impunes c o governor nasua
inercia habitual.
Agora ruesmno a .assembl6a legislative do ('ea-
rA, per umalei, cuja data, nilo parcel casual 14),
acaba deabolir a eacravidio, lanVando sobra ca-
da escrvro um iraposto annual de 1006, isto ,.
igual ao valor maxuno, que as alfo-riats judiciaes
dCW aov#cravo de mais valor.
Isto 6 imposto, senhorcs ? Imposto 6 o premio
do segure, que o cidado paga ao Estado pela ga-
rantia do sua propriedade. Se o impostc nio fore
6omente at renda, easgota a propria foete c des-
faca a propriedade; elo 6 mais uama garantia, 6.
unsa extorsao, embora legalisada pelo mecaaismo
official. 0 imposto que n'umsw anuone absorve mais
do que o valor da propriedade, nao 6 nem anesmo
extorsAo, e roubo e quem decreta-o rebella-se coun-
itra a lei geral, revolve a ordem publics, affront
o direito particular e reclama aimmediata suspen-
penseo das garantias da Constituicao; porque, se
ado 6 eswe urn case della, eu nao sei pars que
presta, nean quando dove prestar o N 35 do
art. 179.
E'o caso dc Juvoual: Qeis otslfie, !.psos ns-
todes ?
Infelizmente a mntelligenua dada pelo codio
Srim Xal a palavr rebdtliao urns ubjcc(IPo s6ra
i esa5 media necossaria.
t ow julu condifSes lanos a legislature ecaren-
*o oesa boatba sobre a provincia !? Quaado suns
Siuannas sao taes que a divida fluctuante so na
verba-Instruoqdo publiea-ezoede de 40:0036.
Dirge os Cearenses que a propriedade escrava
aeo estA no ease da outra, porque 6 mera creaeao
da lei civil; man essa lei civil, just ou injusta,
ado p6de sor revogada peot assemblea provincial
do Cearo.
Dopois, a divide publics tambem 6 creacao da
lei civil ; portauto, emitam apolices este anne ;
para o anne lancem-lhes um impostor equivalente
aosjunro, e nos seguintee outro de 10 01" anauaes,
-que noSim de 11 amnos ter'o pagc todos osjuros
-e amontisado todo o capital do sou emprestimo,
sent dar un real aos eredores, o que serial miito
demorado em comparaqdo oem a aboligio do ele-
monte servil, tal come eostA sondo feita Ia.
Snbhores, o respeito d'aquelles bons Ceareases
as garantias da propriedade entre olies faz lem-
bra: o exercicio, que um instructor da guard
national da Bahia ensinava aquella milicia civil,


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,_--."L.

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aechem u'osW1ASsidoMid=&IL a&binmi a1ii Iim Ltjl A rkbds SIsfdoe1 u0mm" do
Se o easbf aia a isinftu rs m I 21/ 0.-2


fel~, mu a' S .. ~~^
o rn~iem samlimea*,6 VPOUSS r S emshi pema ebs o faIR& r_ sma--
publicos de$uSang o e 4e 4 a onile a -
eantbnta corn aldio a i ki u tjadi. b&N slad ,0 U e libm-
garatia do v emue dlso nos noutrose mais rantaWjosos ale dooi soa e, 6 homes
comps u I SoluINl ddoiegislador, ji .se nab e,6C 6 doie -m"
orn e particulars.asilo
So fattam brakes A iudustria, 6 porque supere- Adamie oro e
116 m rAiada ranis, d!t ao prmleoiv o proeesso eze ive
flbdam vadios per today a parne. Fa"as ca-lcias e cm slgm. canes a sclo do depseit en a in


pe~~~~e-aoi ~~j eeho dan aocicne dew an~ g a;o por91 tie^" '" 1 depos f e m a0 am -
^ d, i __ a__e sequelte leuro>=ala dea priS~ s io *0 1---
pars. os velbaces coloains para os radios, quooe eu to co so o ed
respbnsabiliso-me polo preTreso desta terra, sem o euo cteo o i ealu eito.i o =1111 o 111
rbes, e sus-mbrestnamuimes. ed amon gteso do salsrdi (eomf ea ts. pus
Saibamos servir-nos om -a loena de cams, queIou de um ter do 1ar (n cate i p
ale careceremos de pedir emprestada a do fdra. pagar-se do qi. o acriaado dver-e. E mins-G,a
Depois, senhores, a natareza ndo fez oste clirmi c que este mesasofa 4 & re-i ts 6. udividrs do
t loaa er tratasperte eit ms d tintitilo; pOqao, se fiar-Ie
ost esolo pan e s e nhabitadoe e cltivado(ancou r o maes alguana cousa, Artes-A ao amo o reedio do
pendaes mmbr de asoielo l deo im eigrlat oepor dirocito comnmum, queo 6reu igr-eAin ee smia do
cgentp do lho azuss oecabelos areos: ellar e oest ca lote do deveder insolvaveL
dizendo todos mos dis corn eloquencia dosm faco eo Ea ldemuncici essa leii aindapendeote do sa-
ntaquam albd natuera, abild sapientia diei. 1 o,-emno inferior is Ord o do "ao,
A invocada ueeoessidade de injectar sangue noot o oca gin inoiarAs roa.d e o B p1 e r1
na sappulaao, dmeseendente de o raqas iafrio- teo eongresoe a-icoi a do ,rte, u ded1 fez
an n ssa a Pson o aaou lpr ot s wo (It)
res, far lembrar esta conwso4 do eaSal creie n ,ee qo a limgox m its
.pia...a. a.. inportancia ao facto, .nde ..tava fpiurado oi agrictdtores dle oeoos de c4 teubmm ainda
c nte ae nstaie ot urao lido essa liei ultra-socialista sub-eras ea. tore-
Leos@ enorme estate s s do trabalbo earn es .
Por mitos himanas prostrado. o e ute mi cto 6o a ibdiffoeuqa eom quo p*os. a o
0 ontrl dito a fresc i.' obra euemnt du mu" jo-
O jue a experiencia estA a dizer-nos totos o4imnnotavo l p o lorigortet detun
dias e que o homem deve urna metade o quea a'ento-noeina igor e l ua sr nouoa ode" j-
natureza e 2 outrai educavo.- Ora, its pesswas ,i ( onto-obe d supriod atsi La eltorde, app ems, -



dcscemlentes ~ ~ ~ ~ 'I darau'nto;dcmdofne o des11,d a sorva mao mae do oseb i on" -
cor, que entree n s reeebeus educaaqio regular, ado do fciat h e escripta para rt o Nornd eto a,. lida,-
se mostram infierioros, aos b rancos; tim dos u is o seu ver ttfeito livroue sn.ljzi, aurn ri.
eondiscipuios main distinctos na faculdade e,' da tide volume de 256; pagiats.
aer da minha s obrecasaca. Quanto i natroza Essa obra, onde o muito ,ue a de I I. Ua-i
physical, somosl1aa"s uc tomes que invejar-lheo:t he u h
perque os protos e o inestio nio o vivein a juteixsar-s doe oi, v alia ben a pitc a de urna s duasa:,-n',


al ia'o ale b,.o czdo. prarnos eta, a,,v ;a.rr ale do, m1io rals bea^n : pas don da ^ mc if'
do ido, do bao e dos pulmes, oaorrer de rtnis, doeve sn lida pr 111loes oh .I-so. ao-
nervmoo, do aysterisano o de Oenxiqueeia, como o Imens politicos p.)r tod.o os senhores d d e--r;.v, s.
deseenlentes da raqt snmperior; do mode l eic, ce Ella 6 It'l, ttcaunuh, etl"iu,.nte. we Auo c eeri-
estaiL n ao alterar profit lamenteo e us habits d-i, a p e r r i ,
vida c os processes da edueavio dos us fillis -t'rahico.a itileparoo rofcsiao In Ia-aia.
de-sb dsles jli prcdizer quoe. nimto,) tven ;t vcrlihl:- au,,,air, ao ,.inos do que p-ide urea ia i ha n em
';'o e ontrario do se pretene e -. os le i a cabel a est elarecida, mu pareoea gud e:a tor-
rt) psla-rs. t don tcaa -sji r os factor pcara adoptal-os s coajtoam i pri.
se.co pintores. Asisa tenha,,n elhs juizo, ,ora, r ds' a pla dumoe apaixom
dale, :urnr o ftrahalbo oeocenoania. i r,-I, Vdos v~sauibaciiiowsde'inan poets apuizoan-
le, rerotrabaoor r e eoma qa do p, U ,no r parep envIvern. ns.- s -l Lrruu-
0 Europio, quo mais nos eonv;m, toe i, o .u-w" bos os lanpctos ,io catlsisao ocaio eaxuitne do
estabeleoe aqui um tentaculo dessso polvos de ale 'in- depeito.
mar, p.rar asal-o a outro. quando senate b sa Para o l ojutor tlos os nososalesV. l-
bemnurceheada aqutelle n vei n eoespouitca. r n-j n cravidt< o, e. abolida csta, as cads pod- iero isr
to, : %sitifa-se doepressa e identifica-seo afintal coin- sc lla ,.rdos, a d .sas seweporoaic aei. tvi .m
aosco o portiatguez. Os uotltroa salva, > l, o rcmoas ei giraas,, :t-r ss m idase c, o r-. sm
xflaerakan-sn doscalr veox, am-ando pa a t ren)s ;I plena i utdle deuro. 44u m
ex fepts, explnora m-nos t desprzan-os, quando eostA i de cob.s '- eo antuido da -'Br his ilr;m, tao
uoO fazin uua eoutraeoussa ao esmo tempoq ( "'1 m ha vidro maiY fallazes do que os da lritid.nvda>o.
las esrtr(va/la, soqe algun disIt as. five, E" per is-t ,ueo eanuer CAi-a cnt-art q .n os.J-,-
nunca as manifested na via publics. Certo, ni,, einancipad.ires o Marqjuez 4e S. Vice-amo at pId,,
posso seor eomparaedo com esses abolicionistaa. que ifrior. a 'o -onelhiro Na tco Uij L d.,
esvasiam a carteira para suabtrahr irrnaioa;obrava on-- i
gitivo ao alcanoce de sou senhor, arriscand ioma L aeoleo cn2 fllo de t ti. p. r 21 : cc u par.
a, .Ua sas iate a de Cebdom e do e Iin(.2
boa dlosii social e incorre ndoam spenasd at, os)oas u e cito la deod d s, p. iaM itd.ja
codigo. Admaho essa dedicaqra o, poraque 6 agna-' aul tntr a rs es ioieopo p .n ri
aima po~w ~o nvqo, orqe criinoa. lase alludle tantas vezes a e a p e l PC PePOnIRlerte
niuna, por, nio invei,, porque 6r eiriinsa. MasI no aolieionismo. angeo-brauileiro qu ti faze,,, I k.,-
nao devo tambem ser emparado om esses ontros. brar os me onis,,Il e os e ero.sde, 414 Cie.,r anl-
que limitam-se a dars ao esoravo conseola*-es one- sns vatiliaarias.
rosas ou pianos perversos, a troco de peculio ou A 0iautor pareee is vezes Ipreoceupar-s, ,mats
utas dos soenhores: que fazem festas aparatosas. ds sels feiitos do (p.e do sca a ssananlto. ,i l i;o-
onde se consome, inutilmente quasi sempre, mais nar o flina doutrntarioe do alsitolo l foruila de
bo 12e o neeossario pata tirar um homern do cap- um censor sere piedade.
tiveiro, ou publicam como obra sua liberta nehs. E' asmia que, redutzindo a artigos n nt.", di-
queo no izeran; poreque, semrt se abolicionista, rvo" ua ro (p. 21, | e, csre-eeouSasTi darrijid.r pI l-
Stenl(o feito muito mais do qu e lles, o aituda j o e j ca lssotdafosm ivedade,;nt-de-



Dada eats oxlicaoefipara^d.-recf o leei c*abetlls, se"1 redes frossen vede ;H uara.elland
advogo a mesma casa, eomo enitendo, sem arnar se aos senhres tie escravos, descreve-O c"n1o oa-
aos applausos e seorne rceoeiar ferir os prencneiteos t'os tanto Sh-look -p. 351, a descanare -ecm
-o qlm c qu o quode seJa. om rd q entranhas de abultre as vietimas innocent deo
I qupo. pedorndizor de mid coin vordatdo quo. :1 stua us-air insaciavel ; referindo-mite- ii laiirta fah
lsha 12 annos, quando a maioria do paiz parcia sa- dell. a come de um caacal a cevar-se de cairim- .
tisfeoita. coa to estab p9o, tu uaria azllihlar, C manna e,, a n,,.trar as prt-zas a lnema puoet
hoje,; queo ura minoria rrequieta o apaixoem da n sa ossaria h p. 216 to que edo- o go-




abolionis I Il npiocinoneet a a sla1" cossri (1)." 2161 ;e refehi o-s v At go-ni
quda horror, ei t .ie quoe caeompanhal-a e tenho ua verno ca .-mpanme.a o o della diz q one .- n aS
ainda o desafore de dizer que ella vai mal. da fazenda valle tanto carnaoa sonzala deo esravo.
'11 Ip. 218 i h-ledo) : Per tod e lsso o imider is on-
Daldas estas explicavbes parsi esclarcer o pen- "ravidio comc eoa propria, aun wimbra. Ells.
s.amnto da piuia ultima onfereaacia, qensidero por6I onse0tioe produ tr ostra e ambra ants for-
resp9dnlidas as objeeqes mais graves sscitadas to, resltado, como ieo, da abdicaoe gertd da
contra ella e passo ea ompletal-a, mostraudo 1e1i fndaio eivica pe r part do ,oso poVe, o govner-
deve fazer, come e quande ser htcit. a tramsi- no0. ) que seoja es. f ra aoe a pode meia" do-
vie do trabalhe oescravo pa a e traballhobivr. a fiir d qu f, a sa i mn 'e e s cha
Naqueolla eonfereacia jil mostrei como dc porque do ele uente hoinem de eo tado quo medio lijoeai.





eumpidomelor oseu^evr, dadeque appa men c o o"l il calnara o de Bajeita rase corima e-
abolicionismo era saspoeito o incoipetote parn a monte eo c so: ohar de o agin o pode to boria tdo
dar essa crise urna soluqiio pacifica e adequada douse pieo : o peaoe 6 e poder, boo dis tet..
masao soe infirs 'h i queo olia posa sea- dada Do alto densa faaeagr olossI, deos eva-
pelas agieultura, a qual 6 tco suspect eo tern me po-aqao das. fraajueza e do entmete ieordamomto uret.,
mosta o o inp omoo iprpi-*o o abolicionis- dosse nairagem th propria esracidde to agents
me:.sauspeita par maximo interests, quoe x s up o oelts. creoo acites da faseda valeautd
ten na inuteno do uastuqao ; anoieapar poe eo e ashm~lSh do OteUVaO. a uean lhdav isds
suhe discordiats intestines d eotninsdas poer pre- ma eo pankmetfl trwo niogm doisruueA
cen~eetee do partidom puramonte sorminaee, o poba imponde a wullsq steuas pqam aea-riihoe,
attitude lndfferentoe, que este imantendo ante um s obre eos quse a bavoursa eoser ee a maser vai,-,:
penigo, queo meaga trsaal.a, qats taiat antsm 0mo Veoto pain ca ae dcnpea-
abolaieoniemo, sob o seu pnt eade al t torn maras c iunado seja pr-ease -iotr o pladieoawno
uip-ido nolhoen o sec idevor, desesa qu appare- d18, as .carnaran a deitar-so oeran U n -
ecu rma oneas do quatro aunes. Embrae sumRaise tile fa a (10)
In iniciativa do governor, ce se ote en hOve annos l-atoade otto quoe o overno podo eabarm quanta
bepole, 6 urn filbe taludo 3 malonriite, quo alA or- quizer coina eseraridaoe affrntst, soret-d nos4
loam' a seu psi e quo ad.o coessa do oxigir-iheo s uppostes direitos on interneses di laveuart d1),
tesaturn, a- -c e.. ... l penqnee: Sonbora do tude e do tepoe, a eses1-
pomwl us edscsiedoe scoanlm~aem m eacups-* dde nio pdodein loe-antan em pante algust do
its dis. IlbatO,. Snajut~o &m~dij pso r' Dais urn bendo do guonrilhase quo urn batsliado do
Ihe dando da coetnstuogi, quo .d~e aeloha corner par linabs ado bastasse pars dispersar. lhabiiu~ad
eonta e nisece do guem taet. qu n o 5 ehbcoto, oelsadn o peusa em mervin--se itsecaps-
A veavora, potrem, qu aio u-etnoqad gards, e assirn wioe osti meol-ida aet a
Iogisaiader, salveade-lh a0 prepriedade real, dispa- todjos ow sous melee do 1871, em Clubs its I're.-
lava-lIhe spouts a propriedade possivel, sinds.en- ne, a& cartas snonymas, a difamgcpelt agsim-r
volvida nass trevus do future: cue teve nesse tern- sa., s aneuhosm no~panlaran..nto, as ponuguiGoeg isl-


l-


S




















Vt


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4 L -.".^i
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. .-'ses-s-





















mesira o


ro memento, panqa touve urn. nwaire od Yo w-
adIe,' que dies aapiar a honra de oser der-
atado unas leioig ,^ 0 Sr. Saraiva, por6m jA f6oi
canonisado na %am abuegaqo jaL tivemos bastan-
II.r tes miustrosn asw -pe M as.iagielogioOata di
reforms e ficou pwvada qu- nem meino 6 preeiso
cadidatura offiial para eleger camera. govermu-
Wn. A machine eleitoal "atomatica e, por mAs
S que andena a 4lei o rsuktado ha de ser o meanulo.
x 0 eapoeira conhoce o en valor, sabe q%"e Uo
passam tio deprena, ecmos ae imagiloa,0osdiaa do
Clodio, e em breve a elsicle direct serv o quoe foi
a iadireeta--- a metma orgia desenfreada a @te
nendtumi hoinen deceate deverd awr asaistir;P (1)
Autenomo s4 ha um poder entire n6s, o poder ir-
responsavel I16), s6 esse term certez&a do dia sb-
guinte, s6 ease representa a permanencia da tr4-
dicra- aiomonal.... e ia per diante... at,6 concludir
que-aeso e ple e deve acabar corn a esmayidAO,
munito enmbora talvez aeabe centi ella (pag. 218):;
porque dimana d'ella. Masa consequcncia corre
per conta e rise do aconselhado; o conselheiro li-
mita-se a dar o conselho e nilo importam-lhe os re-
sultados: o que 6 exactamente o defeito principal,
que eu noto na propaganda. Ella nio cogita da
sorte do Uberto e do future do paiz, nem importa-
Ihe o diS de amanhil : quem vier atrAs quo teche a
port.
Ora) a vist de tates i eas e de outras s3mrlhani-
tes, que sou forgado a oxnittir, bom a m in pazar,
pela estrafteza do tc.mnp, quem n io levar cm count
o fogo da mocidade e a ignorancia do autor sobrp
as condi Ses internal do seu paiz, po6e susp)3itai
que ello quiz elevar-se aos olios do estrangeirb
sobre o deserdito-da su:i patria,e que seu livro pat-
reca um aabopanegyrico, clicio de piedosas reni-
niscencias filiaes, e terminado per um brado do
anarchic lancado aos quatro ventos n'uma oxplo-
sao do despcito.
Entrotanto dovevo advertir, ao torminar estas ob-
servawces, que o author no ultimno capitalo dttela:
rou-se at6 amigo dos agriciultores, protcstaudo quo
sun obra foi escripta sem olio nein rcseutiimneunto
(?) e scin uin atoino d'essa iuveja, qu., s ,gundo o
finado Antonio C:trl)s, 6 o ;jrirlie ie prii *- d d(
gue siao ami-ssadas nossas cinana..
Oxala quo elle possa p'nsar o me.m-n) de minim
qu est.ott) p.&2iaraUi l)o a ait2atitir o itainm1I"O do&
seus leitores
Seja, por6.n, co.no for, tido isso pdi.t in iis d'lY
que leitura : exigia studo c .reflexAo. Entretanto
os nossos agricultorcs ainda nao lerain, ou se le-
ram, nuo fizeramn at hoje o inais ligeiro protest,
que Ime conste; apezar dec sh)mjarem-lhies meios C
no lltcs faldttremU habilitatcS, nomen nm)tivos pira,
fazcl-o bemn feito.
Isto i0o sejustifica neirn explica senio pela com-
seiencia. das culpas arguidas, on pela indifferenya
as aceusacoes formuladas, o quer n'umn quer n'ou.
tro case, a cousequencia a tirar 6 que a agricult-:
ra, culpada ou indifferente, 6 tile oincapaz de resol :
ver ia questilo como o proprio abolicionismo.
Um distinct representante da lavoura e do
commercio, a quit;n fiz esta euasura, procuro'ti jus-
tificar os agricultores dizendo que elles vivem en-
tre dons foges: o abolicionisnmo da um lado e o go-
verno do outro, e nio tern ontra garantia alin da
boa indole dos seugescravos, em geral tilo fieis co-
moe esses amnericanos do sul, que guardavam as fa-
zendas dos senhores, emnquanto estes batiamn-se
corn os cmancipadoras do norte. Accreaoentou que
avila do paiz estA concentrada nfas cktidas; que
estas cheias de ociosos; as ruas calbadas de paral-
lelipipedos; os quarters vasios do soldados, de
mode que, ainda quando estes fossem bravos e dis-
ciplinados come s de Napoleilo Bonaparte, nao po-
deriam matter a ordem public no dia em que o
primeiro demagogo audaz influence quizesse agitar
as massas necessitadas e portanto predispostas.
Oatro desculpou-se dizendo que, em 1880, quan-
do pediram garantias ao governor contra algtmias
dao oanferendias do the.ao S. Luiz, v.eoladeira-
mente incenaiarias, president do conselho acon-
selhou-os a que appetlassem para o color do verdo,
que, em ficando bem intenseo, poria logo term as
conferencias.
Ora, tudo isso 6 muito grave sem duvida; mas
per isso mesmno que nao justifica nem desculpa a
inercia, que eu censure; nao s6 porqne (blasonem
quanto quizerem os abolieionistas corn a coopera-
cIo do governor) todo o governor A eonservador (17)
come porque o iosso povo tem soffrido tantas de-
cepeoes dos sens pretenses apostolos, que diflicil-
monte, se deixarm lograr polos sermoes officioses
de um altruism exagerado, qnando naio ficticio,
Por-eonsequeneia mantenho o meujuizo e nao ace i-
to a, lesculpa. -
IV
Poryrn, se. 6-precise resolver a eriseo e se tanto a
ag rleulttnr- eomin o- abelieionismo tem-so mostrado
inoapazos de levar-nos por esaa via dolorosa a born
portoe salvameato, owdeencoutrarenios a for~a
bastantc p ira esse tralalio aecessari'?
0 abolcionismo diz que no govern, que, segun-
do clle, 6 um t sombra da esecravidao e talves sea-
be ocer ella (p. 218); mas eu digo que esaa forca
esta c nalo p6de deixar da star na propria naao;
que nao estA nem pSde star no governor, porque o
governor 6 unea resultamte e come tal nilo pode tor
mais efficacia do que as for~as concurrentes, que
a produziram, isto 6, do que a propria sociedade
que o organisou o mantem.

COIIERCIO


4 '


















,-, ^ 11! 4.-






Fl; : l
-K. 1 :1 1
-'---4 ii


= eniad a a-70 urma pipa.
uatraraa 3,898 "acceO, eraYl do do
Iper f.5 kilos.
;ntrram R edeW Owm aoe peogu


A-ua


gawu e re,9e&ot esaa9eoa MVW-
Atea ( ieous o* haenes de hoa, vTut& P fam
mtent lr-se bm a r a so g dpad cl as em d o fio o n a ar
k uito ordiffw4L me i11 ossivel, antes molto,
|E'proecio convencer a tod,) oan ud0 do que-
todo- a- boa~ulo educado occupaw-e sem oweear
dessa questaor e preoccupa-se note e dia, por af-
feicIlo ou poK iterese, coin a a wt da eoccavatu-'
ra; e pueiso olevar ea ta o eiMAo ate o fuado da
seAzala, ate a couseiencia do esranvo, paxa fazel-k
esperar tle o da: legalidade e nada des pEomeolti
impudeNtoe e pervereas deas es a b ionUts, qne
fa em lembrar a seganda classes do conjuraados do
Catilini (18)
Istok ono me parece impossivel, antes 4 inito>
progivtr; pearque soje, coao emu 1870 (19), ao tr-
moe partido eecbavocata, e del16ld: procouq urd
homiem quoe podae aspuar i chefia deate partido,
eo.a ee exiaetiee: nao o desubro em prte alg-
msa.2 4 0e se pdo donsiderar erariscata nera
dotes, o tertadta quo decharou no patramonto nos-
co gitar dossma questio, porque o author da cearta-
programinande dezembr. do 1868: nem o que do-
nomiueou-se a si proprio eacravorata da emma.,
por.ie, por iddole e por li abito uao o 6 nem p6de
ser, apezar d e serai m doasnmuitos e bonds cosorva-
dores, sqe por ahi andam d rotuloe trocado no nos-
so laboratoerio politico, o Sr. Martinho Campos. S.
Exc. foi o primeiro signatarilo da circular do Cen-
tro do Comrnercio c da Lvouira, expedida em no-
vcmbro de 1880, e na sessaeo deo 22 de. abril do mes-
mo anuo jahavia manifestado sus ideas sobre o
elemsnto servil, oppondo-se as ideas summarias do
Sr. Joaquim Nabuco.
Diffundiro essa crenoa e traduzil-a doueo a pou-
co em faetos, e o melhor reomedio possivel contra a
agitaieo do abolicionisino impacieste e irreqaieto,
cuja historia intima e secret nilo tern somcente
graiaudezas; talvez porque os nossos juices de or-
phmos tenm-se squecido de fipcalisal-as, sobre tudo
na part econotmica, come podem o dcvem fazer,
nos terinos do art. 5o da lei de 28 de setembro.
(20.)
0 povombora igsorante c mal educado, temin
muito inais souso pratico, do que parece. Quando
lle exprewer esses palavroes ff abolicionismo im-
lc0diato, regneuerasiao dos eaptivos, aurora da li-
bcrdad on outroes scmelliantes, nao achiar na
realidade mnais do quo vaos sons, que nada expri-
meoi; quando clle attender pratica da consa e
nao cncoutrAr, na redemp,o do abolieionismino, se-
nro a liberdade de pedir ou a necessidade doe fur-
tar,o enos sous libcrtos mais do quo ehormens des-
locado3, do choefre se n prcparaIeso, do sen meio
habitual para outro onde entram deo um salto, a.s
cieas, scm ideas assontadas sobre sua nova posi-
quuscm farnilia, sem domicilio, sein o pIo certo tie
oada dia; esse povo comneqara' a desconfiar inenos
dos quo dizoni que e prediso ir de vagar para ir corn
segairant co a nao Clnfiar tanto nos queo desocja ni
corrnr, scin dizrr como.
Nesse tempo a part sa do abolicionismo, essa,
qcejo defeito consist apenas em formular theorias
Sabstrahindo das nocessidades da pratica, on iem
revoltar-se contra ofactr scm estudar as ciosas
nism attender aos mneios, ha do fazer-meno ju ;tica,
coMO fazo. -m'a hoje aquoll, s niesmos, em cujo
nomic tauto descompuzeram-ino em n1871, corn essa
liboeralidade quotidiana de que ainda hoje podemi
dar testumunho as columns do Dcoineedo Rio de
Janewiro.
Nessec tempo ella propria lia de convir commigo
quo unia reforia destas na'o p6de ser feita antes
doe amiadurceida e aceita pelao grande maioria dos
brasileiros; o se ha entre nos U1 geovrno, qu3
possa imipol-a antes disso,entao, perdoe-nos a fr n-
qjucza, o Sr. J. Nabuco, S. S. estal muito atrazado
oe prde muito ponco pAedindo a' einancipad dos
pretos; devia pedir tamnbem a libeortaao dos bran-
cos e a mudana dess e governor, quo nao seria
Imais Tepresentative nem por consequencia o que
dovemos conscrvar, nos terms da nossa constilui-
elo. -Quando cu fosse at6 onde foi S. S., julgar-
me-sia coagido, pelo ameor da eohcrencia e polo
rospeito A logica, a chegar at ahi, apezar date no
?ter prctcnoyes a chefe de propaganda e de nileo ser
:nem mesmo liberal adiantado.
V

Assentado que a reform dove ser obra do paiz,
resta indagtar; como deve ella ser feita?
Como dove ser feito tudo quaunto e grave c ar-
trisoapie: co prudenciu, demodsraao e seqaranhc o
iCom prude n8id, para nao aventarar o paiz a ten-
itativas inuteia oa porigosas; corn mwdera o, para
noe haver oxcosso no fim necnusm emios e corn ee-
\furanaia para naoe porder-se o servi~o felio nenm ser
precise voltar ntraz.
\oA pntraeiia acousolba a quem trilba eun caini-
hue difeacil e torteso quoe nudo luirno p6 autos
do firmer bern eo uteo.
:0 primeiro passe que demaos nesse caminho foi
a lei de 28 do setembro, quo, apezar do muito me-
ditada e disnutida, ainda nsie pode ser julgada,
porque ainda. nao teve cxecucalo em grande porte.
Ella naoe himiton-se a libertar a geracalo future;,
pclo cimtrarie, compreheudendo quo a eduecao~ do
escravo naoe e hab'lita pana a vida civil, mandbu
eduoar o ingenueo esubrnetteu e hiborte A nina tu-
Itola official do chico annos, afirn do proparal-e
para SUA nova eendi~io.
i Nada disso se te~n foito, on antes o pence quo so
fesz nesses intalito tern side desmanchado, on estsl


em via de sol-o. Uma colonia agricola, creada em
minha proeincia pelo 7 de marso, est. quasi em
ibandono, gramas a political partidaria quo a des-
irtuou; outra, que estava em via de estabelecer-
r6is um kilo. Ditos espiehados= Nominal a UO
ris um kilo.
PFhmo do Rio Neovo= Nominal de 22; a 24;000
o 15 kilos. Dito de Goyaz= Nominal de 24,000
a 26000 os 15 kilos. Dito em rolos= Nominal a
1pf e 14$ as 15 kilos. Dito em latas-Retalho
de 11$ a 20A os 15 kilos.
SFarinha de mandioca== Retalha de 4J000 a 6,1
urn eacco.
GOamma de mandioca== Vendas de 15800 os 15
kilos.
Graxa do Rio Grande do Sul== Nominalmente
a 173500 os A5 kilos.
'Mel== Venda de 505000 numna pipa.
SMillio= Retalho de 80 a 85 reis um kilo.
SPelles de eabra== Ultima venda a 83;000 um
cento.
:Sal do Assu= Ultima venda a 1500 c 15100
oe 100 litros.
!Sebo== Nominal a 85500 os 15 kilos
Sola= Nominal de 5W500 a 75000 um meio.
Veilas stearinas= Retalho de 330 a 340 r6is o
mAsso de 6 velas.
oXarque do Rio Grande do 8-l. = Me ha no
mercado.= Retalhou-se de 74200 a 75300 os 15
kilos.
: Generou estrangeiros


Alpiste=Retalho de 4580 e 45600 os 15 kilos.
Arroz da India= Retalho de 2A700 a 25750
os 15 kilos,
Azeite doee == Ultima venda .de 35310 um
galo.b
Ba&eaio-= Deposito 20,00 barricas, retaiho a
1I75TM0, 180000 ama bBrfica.
Breu== Nominal de 8O000 a 12000 ada ura.

Batatas em caixas= Retalho 3 060 (velta)
uma eaiaa.
Ditas em gigas = Retalho de l700 a IOW
ama P06i 1 \1' 1 .
Carvno de pedra= Nominal de19A a 2000

eiitoe-= Betalho deoW aI0950000auma be*-


osem a oraggo de coiouias agricolas par&aaeu-
esoo dos ingenaom-e eo emprog dos llbertos?
Xaao amtxn@wnstf que o governs expedia
-ordenss aonpreidentes da provineia, reiommen-
dado-l j .ue sea eaemandaloa pnwwrasscin, por
todos os meio, evitar a entrega deos, ugenuoa e o
pedido da promnottida upioe de601iEA0,L quanmlo
aliutbui ate qa- elle ao noe demape da&attrilmi-
o d 40 dOa Tigo2a e que promova qeanto
a e 40-li de fx&a de ua, meio oude tuado
-ho. wescm idloe e, ce mu.a educas' ao
quasi naole pSde deixar de equiaWal-w mualmente

A primaeina.wus a fazuev, portaatoo54 f.mfhs es.
seesestablJaio a oouplmematana d. lei de
28 de setembro, ainda que seja custo do fando d
emancipao porqw odoae & tambem, exeaiwcipar,
e emanmipar daig eanciaadovicio, queslo os
Sdons peiozB neaes d4 huvAmidade mnuito em-
bora tenha entbadido, o cuntvariio a lIegidatumra ac-
tual.
Esawes tabelecimuntos deverio. se centraes e
ftUndalo a dora o dot prximhos, maa- diatactos;
um para os adults, diigido.por um military, e ou-
i tro para os meneros, dinigido. por- um frade; por-
que se a politica eutar neUes, todoes osf, esforos e
despezas serao em pura perda.
Eases eataboaliineutxi devero ser a escala
obrigatoria, do ingenuw onttre-gues aeo goerno pe-,
los senhorea das miai,, e do Uberto quae ole tiver
loeador a o reeober sua asta; e hioe d ser natu-
ralmente o viveiro daa industries do paiz, que ln-
erarA mais comn elles do qune eom essa colonisanAo
estrangeira, t lo apregoadaquio dispendiosa, que
custou-nos ja o que serial bastante para alforriar
main do cetamilu,,esecravos, e que, n o obstante, 6
eniareeida ate p6r muitos abolicionistas.
Esta idt capitaaa Isi de 28 de setembro esta
pedindo umn desenvolvimento necessario e urgcn-
tc: a amlinissdo ns ferilAs estabolecaimentos doe
menores desvalidos de ouetra proedencia e dos
ociosoe validos nao libertos. Esta approximacio
ideotificarA o niveL intellectual de uns c de outros
e supprimairA os preanceitos de cast e de origem,
tie radicados e perigooss na grande republican
americana.
Al&m& disso -augnmentarA a utilidade, dresses es-
taboleciimentos eos reeursos das industries, que
;carceei de bragos, o que compensarA largamente
o excess da despeza dAs prineiros ainnoes. Digo
Sdos primneiros aunnos, porque dos posteriores deve-
'mos espoerar receita, da qual se devera deduzir
tuma quota, que, eagrosiando o fund de emanci-
paaIo, reprcsente a cabe~a da esemvidao a comer
a propria cauda.I
Outro desenvolvirnento importante estA pedin-
do a lei deo 28 de setembro pars dar-se vote aos
senhores na proferencia dos eseravos libertandos
polo fundo de emancipaiol. Isto evitar. 'o pro-
cesaso odioso do arbitramnento, augmetara onu-
mero das alforrias (pois quem offerece p$de menost
do (equo aquelle que e procurmado), estabelecera um
laco de gratidAo entire o liberto c o ex-senhor, e
fara muito mais provavel a continuaa.o de umn n'i
companhia do outro, o que evitara muitas vezes
perturbaS('es d0 outra sorte inevitaveis na organi-
sacAo actual do trabalho. (21).
SA modc-ragao, quo emr circumstancias normaes
6 sempre umr ever do governor, torna-se um dever
rigoroso nas proximidades de uma crise, para nao
provocar novas tempestades, alem da esperada e
para mantel-o A igual distancia dos impacientes
que querem correr e dos emperrados, que naoi que-
rrnem andar.
Conseguintemente nao deve o governor esquecer
que a escravatara 6 ainda o orgeo principal da
l)roducao 4do paiz;l que serm producoao propria
,iAo p6dd subsistir urn estado indepeudente ; que
nuo podemos dispensar esse orgao emquanto nio
tivermos entro, queo substitua na sua funceao in-
dispensavel A vida. national, e que; portant, 6-
preeiso proceder con a lavoura e opta Qomed
domestic do mesmo mode que corn as rnU fa-
:natureza, que s6 tira-lhes as guelras depots de ter
formado os pulmies. 0 velho orgao deve conti-
nuar atW que o novo esteja prompted pars func-
cionar em lugar dielle, e paralque elle continue'6
precise que seja conservado como estA (22).
Naio pertubemos mais as rela95es do sinner com
o escravo. JA nao foi poueo o pecilio, que tal
Scome o tem feito a epich6a da nossa jurispruden-
cia sentimental, 6 muitas vezes a capa do furto ;
nerm a alfom'ia foriada, sem restricoes, a qual 6
muitas vezes umn neio de vinganca, o prernio de
umna tnaiuo do domestico na eonfianca, ou~o pre-
texto do estrupo premeditado de nuna escmavinha
tIe ostimacio.
0 elemnoato servil no flie ser mantido sem
completa eubord-inaso. (c este n sen point. mats
vulneravel e o mais feio) do escravo ao aenhor;
porque nao ha meio escravo nem meio senhor : a
|eseiavidao, come o amor, ou 6 inteira ou no
!existe. No concurso normal da vida, exceptuando
Jo padre, nao- cabe terceina, pessoa onine ca dbus;
nero memo o juiz. Procuremos, pois sem des-
canso e sem precipitacao--fes^nanfb kate-por
mum termo a esse dcploravel estado e toear dis-
jpenasavel o escavo pela colonisaoao do libotto e
pela oceupaeao do vagabundo; mas, ate l, nao
tfaeamos novas alteraces no sua condieao actual,
porque todas elias pareceriam excessivas aose-
nhor e insufficientes ao escravo; de modo que a
resultade seria, depois d'ellas, un pedir de maise
o outro servir dc menos; o que azedaria, em vez
dde amenizar, suas reciproecas relapses natural-
monte melindroeas.


Cumpre tambem nao enerar mais a prospenidade


Fariuha de trigo= Deposito 15,000 barriOas,
aos precos seguintes :
A americana, de 20,500 a 21,000 uma barriea.
A de Triestre e Hungria, de 25A000 a 28O00O
tuna barrica.
FeijIo mulatiuho== Retalho a 165000 um sacco.
Dito de cores= Retalho de 45000 a 85000 uun
sareeo.
Kerosene== Retalho de 3A250 a 35300 a laa.
Louca ingleza= Retalho a 350 por cento sobre
a factura.
Massas italianas= Betalr-o a 7.4000 7j500 mna
caixa.
Manteiga franceza embarris. = Venda a 1809
e 1;831 um kilo. Dita em latas, da marc luout,
retalho a 25725 um kilo. Dita italiana, em latas,
retalho a 20616 um kilo. Dita em latas, da marca
George Naux, retalho de 20616 urn kilo. Dita em
latas, da marca Dinant Alcard, retalho de 2A616
um kilo.
Patmi finas--= Retalho a I000 e 9A500 uma
eaixa.
Papel de embrulho==-Retalho de 640 r6is a
S1,200 uma resma.
Pimenta da Iudii==Venda I5200 um kilo.
Queijos-Retalho 3ji300 urn.
Phosphoros -= Da mares Joukopiags, ultima
venda a 25400 uma groza. Dito da marca XNi,
tedals, retalho de 15?800 a 25000 umna gr~ia.
I)ite do maran Wenesbocg, retaho a 15<00 num.
grodae '1 a 0 1 1 11
Sardinhas= Ultimas vendas de 8320 e 330ri6
una lata de quarto, ooafrme a qualidade.
Toneinhe de Liaboa= Ultiuai vendas a 130000
as 15 kilos. Dito a nericfao.- VIfia vowd de
12000 Os 15 kilos. .
* Velas tearinas== Rtll & 400 a 70W rhiina


a hi551i


mA na acsa do e
muscam-se sob


B i "Niao coaieIo afaniila do Condde de Prado.: in;u
8401aaatqapor tuoioml, old w aa kgi co do uaoilmar que.ella s6 abrio mao doo ser-
is^, empregado #a es 'A econeiias vivo$ o eaotnao de eo ravos quc elle doiiou liher-
er que ondar a.oespean.aauaindepnden- tos sob essa condioI, porque niao p6de mais sup-
Ci e ofixtu do a th.m s. atpnta*o ~p" em partal-os. E vao ver la o que esofo fasedo
d mooae rmen riaedep"ejuio agora.
todoft quauet9 epaaIuao a* 'akEaeacravoe rUrge tambem aeabar com as& loteriaa, que al
Lfescra ou aHra AmU- ,01 emeniprc -m enotam o voivo do jogs, o io oe a earacter de
gaam seaus lbetas n'etroa beaB asbvetutdo em um povo come a escravidalo; porqae, se esta induz
apolies, que s6 ceanstaim do& liroe- do Caixa de o senhor a fimdar o future do seus filhos sobre o
Axstrqaeao, qpe nada amertia. e que parce una trabalho alheio nio retribuido, aquelie faz o cida-
insfitaiao sereta, appear do or unaia repartiio dao fiar nao so o sem future come todo o seu pre-
publicea. senate da cegaeira do aeaso, o que 6 peloe nmenos
Declare, porin,. o governor serviqo relevaute a mais absuro.
yliberta dos escrvoae assim em a. reuncia P6de, porem, ser conservada e alimentada essa
a o sryioos dos& ingenuos, e pde cctaut ue a paixuo brasileira emquanto durar a escravidao;
"ibeoadade pnteijlar deixara iaito breve a mas s6mente em benefieio desta. Seria o vicio da
peo de vista, o seun fundo de nsacipaelo, come gera.ao actual purgando o crime das geraeoes
se usms jA tem deixado, aob"retudo se fizermos, passadas, on uma come fonte aberts n'um corpo
-mmo urge,,ia boa,,li de loeao$o de semvioes, saturado de mAos humores, emquanto se fecha uma
No..15 diW, decorsidr-i. da min al wultima eo.afe- chaga, quo ameaca a vida do organism.
rneia a 18 do mcz passado, a6. o Jornal do Corn- Este consideravel areressimo de fund de eman-
imercio deu ntieia de 514 alforrias em grande par- cipanAo p6de ainda ser reforcado, al6m de outras
te gratuitas, e particularmente soube de miis 25, verbas, que o tempo nao permitted lembrar, por to-
tambem gratuitas ou eoneedidas extrajudieiamin- da a verba votada para a colonisaV.lo, corn nmetade
te a e.eravos, que tinham econopmias suns. Ora, pelo menes da votada para a subvencao a compa-
considerandot-elas a orAissoe8 emai Bpeatnralmente nhias dbrnavegaiAo, e comn um imposto pessoal so-
mincorrem essas nottcias offitcosas e o grande nu- bre quantos nio pagam taxa de escravo ; portuc
merode pessoas, que nao-levam A imniprensa o bemrn 6 just quo paa a suppresso do uina instituiao,
que fazem, deve-so acreditar que a emancipacao que direct ou indirectamente interessa a todas as
uentre n6s vai-se accelerado pelo tempo, como classes o industries do paiz, contribuam todos
peoo pela distaneia. quantos nao form proletarios corn o seu contin-
SA segurawAm da reform pede antes de tudb uema gente.
nova estatisatica, a qual serA a physical experimen- Finalmente eonvern eliminar das distribuicoes
tal da lei de 28 de setembro, poderai ser feita 6acil- do ifundo de emancipacIo os municipios onde oc-
mente nos termnos do art. 81 da mesma lei e sor- corner case de insurreicao, ou attentado de escra-
prendera, eu estou certo, a quanfos ainda duvidam voyes contra seus senhores ou administradores.
dos grandes resultados d'aquella media. Esta media, post tque injusta e insustentavel
Conjunctamente eom a estatistica se devera de- perante todos os principles, porque ferirA o inno-
cretar a reform de nossas leis de policia, sobre- center come se fosse culp)ado, pode tornar dispensa-
tudo em relaVAo aos ociosos e mnendigos vAlidos. vel niitas vezes unia companheira inseparavel da
Nio quero tanto come essa lei ingleza de 1817, escravidao (outro ponto negro d'ella) a pena de
que reduzia-os a eseravidio (23), nero Coe o di- more, e portanto p6de ser considerada um rnmal
reito romano, que fazia-os serves da gleba (coonli) necessario para evitar outro maior (27).
de quemn os accusava (24) ; mas pause come Soloni Feito isto 6 escusado aecrescentar que deverao
(25) que a policia tern o dircito de saber comic le- ser supprimidos esses impostos prohihitivos, que a
vya sua vida o ocioso, que nuo tern meios de sub- ehicana legislative tern inventado para prohibir a
sistencia. passage do escravo at# de unm municipio para
0 tempo 6 urnm peso insupportavel para quein outro. E' min recurso, que ficara ao senior do um
nao tern o que fazer; quem nio tern o que fazer escravo born e bern classificado para n.o prival-o
nilo faz cousa boa e 6 dover da policia vigiar os do benefl(eio do fund de emnanvcipav'io.
minalfeitores. Alem disso quem nio temrn de que vi- V
ver e nao trabalha, ou pede ou furta, e, mendigo
o0 larapie, nao pode oestranhar quo a policia tome- Resumindo agora o que devia dizer sobre o tem-
Ihoe contas. po da extinc.aio da eseravatura entire n6s, poueo
No desempenho dessa missao a policia p6de abu- aceercsentarei as consrdcra5es anteriores.
sar muito e abusari muitas vezes ; mas queixem- Quando os poderes publicos tiverem tornado as
se todas as vietimas, verifiquem as queixas todos medidas, que acabo de lembrar, eu estou certo do
os homes da imprensa e faram-n'as suas, quando que a popiila^ao brasileira nio so terA deixado fi-
forein procedentes, que a magistratura acabarA coar atraz d'elles. e, pelo que ella tern feito no pas-
contendo a policies pliie a acontendo os mralfei- sado, c est faz, ndo no present, plde-se contar
tones por ociosidade. corn a efficacia da sua aevao espontauca no fu-
-Na approximaqio de urnia rise, como a transi- tn'ro.
ieAo, de que me occupy, a autoridade career de Quaudo ningi em no Brasil pretender o direito
mais forca do quo nas condikes normaes, e os do ser ocioso; q Iman lo o estado tiver meios do offe-
Iconservadores, no seu ultimno deeennio, enfraqie- reeer habitaAoj trabalho e salario aos ociosos ;
ceram-na mnuito. qutando o liberty recehber sun carta do anno quo
Assimn, per exemplo, al6m das franquczas da' re- houver escolhido ou tio director da colonin a que
form judiciaria, em vez do acabarem como re- for destinado; qiando as relac)es do am o corn o
erutamento e corn a guard national soment.e no criado e do operario conr o patrio form respeit.-
centro onde cram de facto dons flagellos, acaba- sas e permanentes; quanido todas as industaias ti-
ram corm ambos tambem nas capitaes e nas gran- verem no centre do paiz viveiros abundantes de
des povoac5es, onde uma era a reserva mais natu- operarios e aprendizes; quamudo o valor dos liber-
ral e mais commoda dc forca de linha e o outro) tandos honuv-er ditninuido pela offerta dos senho-
era o melhor meio do policia de quantos temos res; qumando o funrlo de emancil)pao tiver side
tide. rcfbrirado nos -termos expendidos; quando que:rn
E' precise renunciarmos A essa svmetria fran- libertar into escravos on reinunciar aos serviqos
eceza ou feminine da nossa legislayao, porque a lei de dez ingenuos tiver o dircito do ser havido e rc-
deve ser adaptada ao meio social, e esse meio nos conhecido come am cidadao distinct coram popu-
lugares escassamente povoados nio pode sr o lo et rge, a cscravidao estara acabada, ou achar-
mesmo das grandes capitals. : sc-ha agonisante.
E nio vao agora por isso considerar-me absolu- Entao e s6 entdo sera tempo de fazer nova es-
tista, pois nenhurn home politico deve ser em ab- tatistica c pensar no golpe final, seja antes ou de-
soluto conservador ou liberal; todos devem deci- pis do centenarto da,, descoberta da America, pois
dir-se conforme as necessidades do soneu tempo e'as o Brasil nao e 6Aenhuma anima villa, em. quo so
condi.tes do seu pdaiz. Se a auteridftde temn mais preeipite uma expeiioncia perigosa pars solemani,-
forca do que a liberdade, elle deve p6r-sc do lado sar nia festa, ncm a oscravideo e cousa que so
desta; se esta esti amais forte do que aquella, elle deva demorar uandia para commemorar umna data
deve por-se ao lade da autoridade ; se amb6s cos- qualqur, ainda que fosse a da creaVAulo do mundo.
tumam exceder-se e sens excesses nao sao efficaz- Ate IA o mais que pode snucceder 6 que Tenha-
mente reprimidos ( e onosso ease), elle deve procu- mos mais algunMU centena de barSe e alguns
rar circumscrevel-as ambas dentro dos justos li- milhlares dccoftunendad6res; por&% mens senho-
imites ; porque o excess de hliberdade 6 licenqa o res, soc eonseguiirmos fazer ssa reforms, como fi-
excesse de poder tyrannia, e ambas sio tile detes- zemos a outro, sem deatnuidio da fortuna parti-
tavois quo quasi so ado pode escolber ontre s uclar e saem perturbaeao da ordem plblica, nlo
duas. deverornos tor esmente algumas centenas de titu-


Mas nao basta fazer a estatistica e fortalecer a
autoridlade ; 6 urgent uma lei de locagAo de ser-
vices, sobretudo do serving domestic; porque a
,que tomemos era melhor que nio tivessemos. E' pre-
cise nao deixar a familiar a merc6 de criados, que
contain os amos pelo numero das semanas; que
entrainm pela casa a dentro sem saber-se d'onde
vWm, e sahem pela port a f6ra, quando bemrn lhps
parece, sem se powder saber para onde vio ; qute,
apezar da posilo especial e forcosa, que occupain
ino lar, gozam de todas as regalias de direito corn-
mum e t6m todas as facilidades para violar a sou
commode a propriedade, a reputagao, a honra e a
pessoa dos amos, n'um theatre, onde regulannente
nao ha testemunha estranha, onde quem neo 6
victim 6 algoz, e onde per consequencia a auto-
ridade tern de preferir necesseriamente um on en-
Itroe, o amo eu o eriado.
SEssa lei equivaleria a um augmento do fund de
emancipagio; porque quern paga, per exemplo,
605000 mensaes polo aluguel de urn eseravo alheio,
cujo done o venderia per duas annuidades, faria
um negocio de cento per eento de lucre libertan-
do-o, mediante um contract de locacao de ruatro
ou cinco annos, e desobrigaria dessa apphcacao
indefinida toda a rendo de doze apolices de conto
A--TERAVAO DA PAIT---
Para a semana de 4 A. 9 de fevereiro de 1884
Algodlo em ram&, 430 rs. o kiloi.
Alfandega de Pernambuco, 1 do fevereiro de
1884.- Os conferences,
Salvador A. A. Freitas.
F. de Castro Nunes.


DESPACHOS DE IMPORTACAO
Hiate national Iris, entrado de Macio, em 30,de
janeiro e consignade a Jolo Paes de Oliveira, ma-
nifestou:
Carrapato 15 aecos; A ordem. Cera de carnanba
.38 sacos 'a ordem.
Farjkah de mandioca 482 sacoos a ordem.
Phosphoros 1 caix a orden.
Sal 8,960 litros A ordem.
Vinho 2 barrio A ordem.

Hiate acional Born Jesus dos Naveantes, en-.
trado deMacao, nas mnsmia data e consignade a
Manoel Joaquim Pessoa, manifesto:
Sal 25,608 litrs ma olem,

Lugre inglez Dora, oentrado de Termra Neva, enam
31 do corente e cosignado a Saunders Brothers
& C., msaiftsu:-
Bacalhio 8,151 barricas e 474 meiaa ditas aos
consiaatawiTs.

Patacho iagtez &otswood, entrado de Terra
Nova, no dia 1 do cerrente e consignado a .auam-
dera BrotherS & C., anlfa8o:
Bacalhao 3,250 banicas e 14 u miaes MitU a
onarngaatariOs. ; _''*:^

Vap i a um JRdue zj a .ataio di K2 de
Janeiro, em 1 do corro.s; donsig*%& A *~nY
Caf6 819aoemwAm, a 29- cmiaw


lares e alguns mithares de condecoraOdos ; todIOo
n6s brasileiros deveremos scr barges e eommenda-
dores, porque seremos um povo singular nos fas-
tos da humanidade.
Os governos phmlanfropos d'al6m mar, que tanto
se condoemn da miscria dbs escravos do Brasil, e
tio poumc se Iles dal da sort dos seus proleta-
Hios, ainda mats miseraveis, hesitaram muito tem-
po antes que resolvessem abolir a escravidAo, nas
suas eolbxia
Na tFranca o fact f'bi obra de uma revoluno e
plantou a miseria per toda part, exceptuada a
ilhlia da Reuniao (28), onde o governador obrigou
oslbtt~~tbiae a nagrcoiouiaftip1aga
osoeffeitos ioraAm anoos semvea is, porque urmas
recorreram asos Coolies, outras foram suppridas
corm cerca de 600,000 africanos (29) arrancados
ao trafico polos cruzeiros do Reino-Unido.
Na grande republican norte-americana derrama-
ram rios de sangue para cxpellir a escravidio da
metade de seu solo, e na velha Roma, que achoun
se em condiqZes semelhantes As nossas, o legisla-
dor careccu de cohibir a faculdade de libertar os
escravos (30), e os libertos recorreram muitas ve-
zes A escravidio cown um meio de fugir A mise-
ria (31).
AtO 1 incumbe A propigand* uma tarefa main

DI ACHGS DP EXPORTAQAO
Em 31 de janeiro de 1834
Para o exserwro

No ligar americano Norah, earrogou :
Para Now-York, Julio & IrnAo 194 saceos com
14,550 kilos de assucar mascavado.
No pataeho ingles Ber4a, carregou :
Para New-York, H. Forster & C. 3f00G saeeos
corn $22500" kilos, db asmucar mascavado.
No-patacho inglez Vice, caregon :
Par New-York, M. J. da, oeha 90 saacs comrn
6,750 kils de assucar mascavado,
Ie Mtgsr norueguonse Lev4ieetone, carre-
gou :
Para New-York, F. Caselo &Filho 1,200 sac-
c cos orn 90,000 kilos de assuear mascavado,
No vapor americano Reliance, carregon:
Para New-York, H, Nuesch & C. 11,250 couri-
nhos de cobra; J. Pater & C. 5 saccos corn 2,407
kilos de cera de carnaniba.
Na barca portugnueza Conceigao de Maria,
carregoi :
Para Lisboa, S. Guimaries & C. 664 couros sal-
gado eom, 7,968-kilos.
N1a area portugleza SUM ade carragoil
Para Iaboa,, A. Bahia 82 saccas corn 5,585*
kilos de algodto.
Para o Porto, J. S. Loyo & Filho 596 saccos
eom 44,700 l"daftwaea scaado

Na escuna allemaI &eterlnde, carrenau
Para oNIfohGande o b l L J~. &(~nr
50 barricas corn 5,195 kilos de assucar bian.
So patacho national k"trio*, erre.w :
Pam Porto Alegre, Anwauim hmaos & C. 6 pi-
pas com *,40W 1ta1w deaieoe *T tx& Reenede
1W saccos eomn ,600 kilo& deunucar branch e 0-
ditas corn 3,750 dito4i) maavado.
Nw natacho 0 41J61r.a. :re ou:


r0 seob 6 imn& hia imae1iutaM1 ii doM--
profftmdK atma uf ca a.mm, a
ceridade nao aoetaum] fm ia iX
as trop de We...
.A prccipitaco momc u ft a e-- ae t Ll
maits vees tern aito o ua e
queriao ser. A dieievdie de fow as

pre do ter-ue reeorrido prnea"
peng 6te este- caon do mwe th eiQ 616 li
glo-bnaileire. BMe quo ue petrdo, d v *
just, mas acredite qe ainacer -.
rNOTAS
(1) 0 1- apresoatou am u douumiode I
project de emancipa*o do venture. e* o 09s
eou em 1847 uma interesnante memaom de- a
escravidlo.
(2) Vid. Disc. do Min. da AriultmsM
da Canara dos Deputados de o de j ul IL
(3) Um telegranuna expedido em 10 do emm
te, do Rio Grande do Norte, e Cemmmannied so
Joraal do Commereio acalm de deanumeim*r-.nM q
a nmoda vai invadindo esma proviaci. 0a*
virA corn* a impaasibilidade do goernse at
sebrevenha outro 25 de outubro. Ifa de w
mesma historic da liberdade (ia iniwreasa da e.i
reproduzlda em ponto grade.
(4) E' de 19, come podia sewr de I 4de ewtmw
mas a coincideneia da data da lei cmo o dias n I.
Pedro de Alcantara foi provaveinoute u m e
quio ao imperador, que os auuliciouimsW thes-m
consideram seu chefe. E' uma injuttia de ri
porque Sua Magestade 6 mu nhminmn pntim, ba
de. pensar come Spencer (8'&udy of'A wifl ea.
16) que:
So n4s tivessemos como rci de facto Imrn
mineu, cuja concepMo predominante da mmm
fosse puramente scae#ti'fica, e qu-, por Oowmwst
cia, nao se achasse em harmonia comono meto a.
tado social actual, o resultaldo serial jrovavrr3-
te miao, e poderia ser desastroso..
(5) Spencer. Op. cit. cap. 9.
(6) 0 estrangeirismo entire ni4s esira fieado.u
mania come o abolicimnismno de certas p moa.
Outro dia uma casa desta praqu, 4<1. ocotmu
imlportar colonies para a lavoura, aaliatandil-.B
todas as despezas at 6 quo e soestableiZam. Be-
beu urna partida l d'elles, dous da hose lanria c naturahlnent para p -n
quite.
Os interessados queixiramn-c i Apolicia o J Ar-
nal do Commercio dcu a noticia sW) o titulo ec-
1no3s evadidos., Malfaidado titiua! Cahm:
lhe em cima alguns orgAoas da opinitmo. elmaudo
autoria a reparti' o dasn Terrasa, e prote.
energicamente, para que uo exterior nilo me ma-
peitasse quc o eolono penlia a liberdlade, pisUm&.
nesto paiz da escravid&o. Quawtj zelo. Saat)
Dens!
Veuniam vellimaco b todos do velhi inudmlo m
esta Beocia ou Parvonia do mundo novo, se A i
custa de quem f6r, mas ivenham para cA, oide
qiem toma emprestado nao deve nada c onde ue
goza de todas as liberdades. inclusive a do ealote.
Venham, que o vosso reino deve nor aqui.
(7) Agora mesino o Diai do Bnmil. que
considcrado come sempre a par das rariactXi- do
nosso desgracado cambio, estA sustentatde qmw. a
taxa'actual artificial e mantida pelo1 baunmo in-
glezes, que fazem ,misso um dos saus nelimores *-
gocios. Esfolem-nos. excellentcs hoqwtdes: e me
piedade, porque qunm se faz dole veriem nio tern o
direito de qucixar-se quando 6 esinagado-. E* pow-
co ainda.
(8) Os outros paragraphos do intcrns-auite pro-
gramma eram :
1.0 Garantia da -pri-opricldade jiartiiir ,' da di-
vida puhlica, na forma da constituie;i,.
2.o Descentralisa.-io admini-trath.ia cmin rA-
Vlo do funccionalis.mo e supurcssuu ,us cmpre-
gos, que naIo tivcrertm side esta!ilelci.lo3 na form
da constituicVo c do act o addicional.
3.o Conversieo do ipapel-meeda, verdade do or-
camento, suppressalo das antoriaaef t yidlwtivua
e fiscalisaeao several das despezus pFit poeto
parlamento.
5.o Reforma e consolidaIto das leis de locaio
de servivo, sobretudo domestic. penas eicams e
process expedite para a puniVio dos vagabou-
dos, mendigos e ratonciros: o pruweire nilo pare-
ieta ser scrio, mas, depois da ultima leio eeare,
tornou-ste nueofario.
(9) 0 Sr. Dr. Joaquirnim Nabcmo ,tommma vte
neste congress, no qual pedio umo am ves a jw
vra para requeror o encerameutto da diaemmies.
(10) Sc o autor, ao escrever into, nsto tilmh a
idea do despotisino, tinha ao moenos o insticts.
(11) Em outras passagens, como v. g. na p. 1@,
elle confessa que todas as outran iidustrias l
main one moses intere.e no stint .
(12) E S. S. que ).a foi deputado, pode fan
corn experiencia proprni.
(13) Por consequence, esae pode coutentswe.
coin os applause. do eatraugeiro e coa as aSi^5'
dos escravos levar o re-to do paiz ,' a crn Cscbmt
o murro secco.. Se a eonsa 6 asnim, 6 proezn em-
bar corn tudo, parn counter de nov-.
(14) Eata passagem como outran mnits 1n-
brain os libello. politi' do Sr. Ferreira Viama. e
esses discursos de fel e vinagre que elle tern pjw-
ferido na camara quasi scmmi mBOmiem da *d.
profunda emocae, que deve limosgeer teato -
dor, come entristecer o cidadio, que ainda e6 *


defeja poder matter as intituiges, que no* yreqs
(15) Quanta violencia deve ter S. S. feito ao pa-
triotismo para ser candidate, apezar desta emm-
gadora conviclo!
(16) Parece que a grande individalidade, pn-
ta no cumo do Atad mo -e mnftimtaife moumrwc-
cas, fascina e annulla os bhomena, re a credit, o
que a tendencia simiawa, pamra limtar-se aga .
des e poderosos induz as peosse, qw seod *
rei, a passarem a vida persecrutando sea pina.
to intimo, para assoalual-o pediado, cme o o aM-
morados felizes, um segredo, 5se nio deejism vw
guardado. Assim a coua vat dobes a em bwus


"MOVIhfENTOfD-l'OPR1Tq


Navios entrados no dia 1 do c-rwste
New-York-46 dias, patacho ingles aGm, dp
235 toneladas, capitio F.. A. Anntosg, .q-
Paem 7, cargo varies gemems; a H. N" ia
AT.
Rio de Janeiro e escalhas-5 dias, vapor awrerw
Reliance, de 1,902 toneladas, commsndnnte ha-1
center, equipagem 60, cargo pVwae gweM; a
Henry Forster & C.
Terra-Nova-26 dias, pataco Srotsw*4
de 230 teneladas, capitio Bob Xebrtis |s
em 8, cargp bacalh a;a Samnders Bru
STenr-Nova-aO d ias, ewcuna ingxesa Sea Le
de 150 toneladas, caitao I. S HeLliU eq-ip-
gem 7, carga bacalhio; a Brwa & C.
gakidos o meM d&a
New-York per esealas--Vappor awicaa sM -
ce. commandant Carpeter, emVga um giM
Tea.
Wete-Indies-Bwea sisoniga SaWm. cptpit L
Salveesen. em lasta.
Teoa-Nova-Pataho inglex May fToww-r, ctpi-
tWo Gewfe Pieare, em lastro.

Ob~ereljco
Suspendeu do lanartio pzam oas o 9ixigm aw
co &.1a, capitao J i Mlanon, as m rep.


VAPORES EPERfDOS
dlml


Praea do Rteelfe, I de Levereiro
de 184
As tres horas da txade
Assucar do Rio Grande do Norte, 14950 por 15
kilog.-posto a horde, nos dias 29 e 30 do
proxdmo passado.
Descoeto do letras, 9 0[0 ao anne.
Cotafes offi-eiaes
F. J. de Oliveira Rodrigws,
President.
A. M. Amorim Junior.
Secretario.

REVISTA CIOE1MWIIAL

Da semana de I8 de Jamelro a

I de feverefre de 19 i .

Cambio sobre Londres, 90 4/v 22 1/16 e 22
1/8 1I000, 60 d/v 21 13/16 lo000, e do banco
90 d/v 21 7/8, e A vista, 21 5/8, 15000 banco.
Cambio sobre Paris, 90 d/w 436 reis o franco,
banco, e A viata, 441 r6is o franci hiasce
Cambio sobre o Porto, 90 d/v 14. por centoade
premio, banco, e a vista, 143 per cento do premio,
banco.
Dito sobre o Para, 30 d/v 1 por eento de des-
. e1 cate.
(5Cwbis saobre o CearA, a vista ao par.
Deseoato de lettras, 9 por cento ao anne.

m esron wafIl.-a 1


4
-V
.4 q


T-


M,


f
I
I






























que grass nesta cOrte, co n razao ou
S(poque o revelador pode mentir on equi-.
nil tem on tra fonte.
H l dadoa que algum nio fosse, era m'st-r
mlO couvene-o,. para evitar o jogo, que
anarehistas fazem con o nome do ehefe do
att'ibuindo-lhe sentiments e idas, que,
eiras fossem, impossibilital-o-hiam mo-
de governar.
D)e quem dizia Cicero: honores, 4s quie-
mica deperant, perturbata consequi se pos-
S turttr.
(19) Parecer da commissao especial apresentado
16 de agosto daquelle'anno i pag. 7.
(20) A elles e nao a nu6s deverao dirigir-se os
tereressados em alguma reclamagao pendente.
(1.) Era urma das ideas do parecer do finado
lheiro Nabuco, dado sobre os projects S.
to.
SOutra id6a do mesmo parecer.
2 M. Froude, History of Eglatnd, vol. 5o,
qeu essa lei foi inefficaz no seu tempo. E'
lpov ,mas mc parece que ella 6 bastante para
epyicar progresses postenmores da rata anglo- sa-
^* '(24) Cod. deMendicantibuts, validis, L. 11, tit. 2
2(65 sprit des Lois. L. 5, C 6.
( E6) E assim havemos de continuar emquanto
r iimpraticavel a sancaio do 1 50 do art. 4" da
lei.
(:27) Principalmente hoje que o poder modera-
supprimio de facto a pena de more. Nao te-
-hosaudadesd'ella; mas ju,go melhor revogar a
Kia se entendem que A possivel nas {condicoes ac-
tuaes, do que mantel-a para negar-lhe execueAo
systematicamente: destruir nao Z moderar.
(28) Parecer cit. do conselheiro Nabaco. E'
esa. talvez a causa da sorpreheldente prosperida-
_4e desta ilua. Ha pouco o nosso Diario Official
secreveu urma estaitistica, segundo a qual a
esma ilha produzia em 88,066 acres de terra
29,000,000 de kilos de assuear e o valor de sunas
propriedades agrieolas era de 122,000,000 francs.
(29) Pareer cit. do conselhliciro Nabuco.
(30) L L. -Elia S entia Fenra Ganida List.
L. 1, tit. 7.
:(31) Troplong.-Influencia do Crist. no Dir.
C'iv. part 2- cap. 2%.
Id. Lonage. preface.


Habeas.eorpus
O Collendo Tribunal da Relaglo, na con-
ferencia de hontem, concedeu ordem de
bheas-co-rpus preventive ao capitilo Frede-
rico Vellozo da Silveira, pronunciado na
comarca de Olinda.
0 fundamento foi a ineomnpetencia do
Sjuizo, porque o paciente provou cabalmnen-
to, que o lugar Quibaca, do district poli-
ceial de Apipucos onde se diz ter sido corn -
mettido o dolicto nao pertence ao tarri-
Storlo d'aquella comarca.
S Votaram pela concessao do habeas-cor-
Spus os Srs. conselheiro Queiroz Barros,
iLldesembargadores Oliveira Maciel, Pires
SFerreira, Toscano e Buarque de Lima.
O. s Srs. conselheiro president c desembar-
-gador Monteiro de Andrade votaram para
ouvirem se os juizeB do direito do 5.1 dis-
tricto do Recife, e o de Olinda. E o con-
: aelheiro Freitas Henriques vote siAnmple-
MAIt-' ont, ontra o habeas-curpus, justificaudo,
S porim, o seu voto.
0 acto foi de justiga, salva a a itorisada
: opinilo destes pareceres divergentes.


Festa de Nessa Senhora da SaAde,

no Poo da Panella


Hoje terminarA a tradiccional festa qu
Stodos os annos so celebra no pittoresco p
voade do Poco da Panella em louver de Si
Excelsa Padroeira, a Senhora da Sade.
Per intrigas do vigario da freguezia,
* Rvm. Sr. Bispo diocesano prohibio aos pa
S4res de tomarem part na festa e nas n
venas; mas, apesar dessa falta, tem-s
prestado a Senhora da 8aude o culto qi
illat6 hoje tein Ihe sid6 tributado pelos sea
Sfieis devotos cujos coracles, mesmo seu
ser por intermedio dos sacerdotes, chegar
I: aos pls da Excelsa Rainha do Ceo, e si
p or ella ouvidos.
SAs novenas tern sido tiradas per senho
Sran, qae teem entoado os versos no me.
ia maior reverencia, respeito e devoglo.
Tern side immensa a concurrencia d
Sp|ovo que vai alli render cultos a milagrq
Sa Senhora da Safde, auimado do mai
1 puro espirito religioso.
SHa muito nao se conta tio grande cor
currencia de povo.
Dentro da igreja ainda nao deu-se a me
nor falta de respeito e f6ra, no meio d
agglomeragio do povo, ainda nao se deu
i menor desordem.
Isto revela, o sentiment que a tod&
attrae para aquelle lugar.
I Nio podendo hoje comparecer sacerd(
Steps para a missa solemne que t lha de se
cantada, come nao coneorrerami j para ,a
S-novenas, em virtudes de ordem do Rvik
Sr. Bispo diocesano, ficarA o temple em
Sexposi*o, abert e ieluminado, para qu
todos os fieis possam alii prestar as sue
orag3es, sendo tambem entoados pelas s(
nhoras canticos sagrados, duraute os qua&
tocar-se-hio musical analogas ao actor.
-iA' tarde sera a imahgem de ossa Se
n daS Sade oonduzida em procissm
traguma ruaw da fieguezia, sendo,
dor carregado por senoras da-s quae
s cemporA o prestito, recolheMdo-se de
psA igreja onde serA entoada uma l
seguindo-se depois um magnific
do artificio.
NO dia 3, serA o grande e deslumbanbil
.g composto de pegam ate hoje ainda n&l


meic5 a
mesa e
1p1l1 -a '


acasuce,


SJA ha necesidad do muans. E ud
isto porque? Por ruma razo aimplissinia;
por que orIa preciso fazer-se peaonte a Um
conser adorda vara que se suppo e render.
Essoe e8Ndalo que ou"tra cousa ,ulo
nas cireumstancias que vimos de notar,
vein provar do fastasticas grades pro-
pinas awdois amigos do Tempo, quo tao bem
nuao pojiem, 1conmo outros dosejam, gozar
dos piroventos quo offereee a advocaciaad-
ministratva.
Maisanada disto nas cauza admiralo.
Se estarios em epoca de desosporo...

Festa em eDuarte CoeA
A corammisso enearregada da festa ec-
tada acnima, communica a quem interessar
possa, 4ue per motives de ordem superior,
a moesin foi transferida .para quando fVlr
de nova annunciada.
Olinda, 1 de fevereiro do 1884.
;A commission.


1i AN LAS

0 MAJOR ARSENIO CJRDE[RO RIBEIRO CAM-
POS8 AO SR. MANOEL LOPES MACHADO RA-
MO8. -:
De novo vcio Vinemc. a imprensa Nao
se exhibe de face lisa, e apparece enco-
berto. iMas usa de uma linguage:n gros-
seira, iridicativa de sua pessoa. Se quer
merecer credit, dispa-se de ferinas c va-
gas alluioos, e venha accusar-me comn fac-
tos precasos, A que nao recuarei. Nlada
de evaswvas, mostre as prjvas, que o con-
fundireii
Ameacas nao me fazem tremer. De-
clare asipessoas de quem recebi dinhciros
da fazeiida provincial, e na'io estava acre-
ditado 4o respective livro de recibo; aos
que deixei de collectar nas devidas ai oCas,
por serein inmeus freguezes. F6ra d'isto Z
perder seu tempo.
JA rcpondi a question dos pregos, e of-
fereci a iprova legal que me justifica corn-
pletameite.
N~o procure illudir e menos mover a
compaixiao.
Provqco-o a que exhiba os documnentos
contra ipimn, certo de que n'o o deixarei
de face |lisa, attribuir facts que nuo pra-
tico.
Niio s:)u exigocnte, visto com o me de-


ten d


AArsenio Cordeiro Ribeiro Campos.


FESTA


DO


PO(O


Lr da Igrejan
ar go da Igreja


Cervejas geladas, vinhos,

Lunch!

rrecos modicos!

XuIito agrado!


Has.. dinheiro A vista!


se
le I PartId&* lberal
as18 Convid4-se a todos os liberate, amigos e pa-
mn rentes do fallecido patriots desembargador Joa-
m quim Nunps Machado, para assistirem a uma mis-
sa c memento, que e tern de celebrar em suffragio
' diu almas id'aquelle illustre finado e de seus com-
panheiros ;fadleeidos no dia 2 de fevereiro de 1849,
i- na matriz ide Santo Antonio, pelas 9 horas da ma-
io nhbi, do di4 4 de fevereiro por serem os dias 2 e 3
gantifiesl&

ie


91n0a a 11Ba-VVA
No dia 2 de fevereiro, pehas 7 horas da noite,
e- serai haste do em freate & i lgreja o sagrado e satan-
La darte da Skntissima Virgewi. -
a No dia 3 havera miss.a olemne, que seri canta-
da pelo Rv. vigario da fregueza, oando ao evan-
gelho o Rvm. teneute padre Juveueio Verissimo
)s dos Anjos.I Antes e depoeis da festa tocari a ban-
da railitar do 2 batalhMo de fujteria. A tarde
D. tocara a mesma bands as melhores peas do seu
repertorio, soltando-se nessa occasiao alguns ba-
laes. '
s8 Haver i adainha, depois do que aera arreado o
1. estandate,'que seriAcooduildo por meninas A.casn
M da Exma. Sra. jixa da fest. do saM vitadouro.
A orchestra serA dirigida pelo inagne professor
SFraneelinoiPeesoa.
S Boa,-Viagem, 30 de janeiro de 1884.
.0 secretary*,
- : TJoe Crrpq o w da Sitva.



0 CLINICA HOM(EOPATHICA
IsO


o O amado" devem ser dirigidos A s m
residecia I

HyrARmACAm HQIUZMWTICA
S. N. 16 -
i / L l l -: 1 1 1 1
-!DO
,.e !....r


l&o' Pblhippe H IHespuha. PortugAl do 1621
^isewi1's do:. *, Pei- t1t 1581.1* *11 ^1*& .1
bO* -o onr-: 2'10 Inglaterra e Escossia. Isabel e Maria
Spresidente da Stuart
sposto no art. 10 10. Reinado de Henrique IV na Franca.
o de 1871, face 11. Inglaterra. James I e Carlos 1. Revolugao.
lo de 10 escri- Cromwell.
pital coneorre- 12. Luiz XIII. Guerra dos trinta annos." Paz
achreel Honorio de Westphalla.
i1eo Cordei 18. Reinado de Luiz XIV.
4lN :els6 14. uecia.e Russia. Carlos XII e Pedro o
|||olb i:, lGrande.
alferes. JoK6e 15. Craso do reino da Prussia. Frcderi o II
o Js6- Rodr i- Maria Therea. Gerras de suOeeasso da Aus-


Ata.toio omoreafna, baeharel capitiao Joi
,eal.
Jboao Augusto


de


. a"jO, twente Oavo
n de Almeida Oliveira e
Uaptista Pinheiro Corte
0 secretario,
tlbuquerqu Marans/&o.


FK1166 de de ireito
De ordem do Em. Sr. director interino, fago
public o novo programma recebido hoje pari os
exams proparatoios de socieneiam, que dovem
comeoar no dia 4 do aorrente ; e igualmente se
faz public que somente serlo ehamados doze
examinandos por dim, nleo se passando na list.,
que sera diariamente ptblicda, al6m dos dors:
que iimmediatamente se "guirem Aquelles.
Sceretaria da Faculdade de Direito do Recife,
1 do fevereiro de 1884.


0 secretario,
Jos6 Honorio B. de Menezes.
GEOGBAPHIA
Gegyraphia geral
1. Europa.- Geographia physica em geral.
Euameracao dos paizes, seus limits capitals.
2.o Asia.-Idem.
3.' Africa. Idem.
4.o America.-Idem.
5.-, Oceania.-Idem.
6. aInglaterra e Hollanda. Limites. Geogra-
Aphia physical. Popula*io. Cidades principals c
populaVao excedente de 103,J030 alm.ts. Commar-
cio, industrial e produces naturaes. F6rma de
governor; idioma; rcligiau; divisio administra-
Tiva.
7." Noruega e Suecia.-Idem.
8.o Belgica e Suissa.-Idem.
9. Allemanhla e Dinamiarca.-Idem.
10. FranaPi e Italia.-Idem.
11. Hcspanha e Portugal.-Idcim.
12. Russia e Turquia.-Idem.
13. Austria-Hungria e Grecia. Idem.
14. Arabia e Persia.-Idem.
15. China e Japio.-Idem.
16. Possesses inglczas c po:tuguszas na Asia.
-Ideinm.
17. Possesses franeezis na Asia.--Idem.
18. Egypto, Tunis e Marrocos.-Idem.
19. Estados-Unidos e Mexico.-Idem.
2). Colombia e Venezuela.-Idem.
21. Republicas da America Central.-Idem.
22. Equador, Bolivia e Perd.-Idem. -
23. Republica Argentina e Chilc.-Idem.
24. Paraguay e Uruguay.-Idem.
25. Possesses europdas da Aimernic:. Idem.
26'. Possesses europoas na Africa.-Idem.
2". Possesses inglezas na Oceania.-Idem.
28. Possesses hollandezas na Occa:nia.-Idem.
2S9. Possessoes hespanholas, frauceczas e ameri-
canas na Oceania.-Ilem.
Coroqrapuhia do Brasil
1.o rovincia do Amazoiat.--Geographla phy-.
sica e limits. Ludustria e pro.luc Viat;ao. Divisao judiciaria c ccclcsiaStica. Popu-
laa(.o geral e das capitaces. Cidades.
2.o Provinecia do Para. Idenm.
3.; Provincia do Maranhalo.- Idem.
4.0 Provincia do Piauhiy.-Idem.
5. Prorincia do (ear6r.-Idem..
6.0 Proh Teu t do Rio Gruaide do Nortc.--Idem.
7.0 Provincia da Paralhyba.--Idem.
8. Provincia de Pernambuco.-Idem.
P. Provineia das Alagnae.-Idcm.
10. Provineia de Sergipe.-Idem.
11. Provineia da Bahia.-Idem.
12. Provincia do Espirito-Santo.-Idem.
13. Provineia do Rio de Janueiro.-Idem.
14. Municipio neutro.-Idem.
15. Provineia dc 8. Paulo.-Idem.
16. Provincia do.Parauai. Idem.
17. Provineia de Santa Catharima.-Idem.
1. Provincia do Rio Grande do Sul.-Idem.
11.. Provineia de Minas-Geraes,-Idem.
20. Provineia de Goyaz. Idem.
21. Proviacia de Matto-Grosso. Idenm.
(osmographia
1.0 Astros cm geral. Sua divislo.
2.o Prinoipaes constellagaes.
3.o Nebulosas e via lactea.
4.0 Estrellas.
5.o Planetas c satellites.
6.- Cometas.
7." Estrellas eadenteo, bolides c aerolithos.
8., Circulos c posiqZes da esphera. Latitudes e
longitudes.
9.o Volume, manchas o movimentos do sol.
10. Leis de Kepler.
11. Figura, dimensoes e movimentos da ternr.
12. Estaqwes.
18. Luma c leipses.
14. Medida do tempo; anno tropico e sideral;
kalendario.
15. Ciiuma c sun influencia sobre a fauna c a
flora.
N. B. -A prova eseripta do ekame de geogra-
phia versarAI sobre a paIrte do ptograwna que tfor
tirada a sorte. A prova oral vcranda sobre as En-
tras dnas, cabendo a cula cxatninador arguir so-
bre uma d'ellas, tirade o ponto at sort.
Quiatlo o ponto de prova escripta for de geogra-
phia geralie abranger diversos prizes, a orte deo-
signar a qual d'clles sera assumpto especial da
prova.
HISTOIUA
Historia andta e m6dia
1.* Sparta e Athenas. Lyergo e Solon. Pisis-
trato e seus filhos. Archontado de Clistenes.
2.0 Primeirp a segundo periodo das guerras ana-
dias. Paz de Cimon.
3.* Preponderancia de Athenas. Pericles e a
guerra do Poloponeso. Preponderaneia de Sparta.
Expcdicao dos dcz mil. Guerra entire Sparta a
Persia; tractado de Antaleidas.
4. Grandeza de Thebas. Pelopidas e Epami-
nondas. Sciencias, lettras e oartema Grecia.
5.o Philippe de Macedonia e Alexadnde Mag-
no: Deomiembramento do impe.no de-Alexandre.
Reinos da Thracia, do Egypt., da $yria e da
Macedonia.L .
6.* Republica Roanana. Lutas ifitoatin~a. enffe
eO plebeus e os pitricios. Pnianeinae guernas. In-
vebo dos gauleazs. -1ioe1ylla. ,
7I.' G.iuerna punieasm Detai de Carthago.
8.0 Gunera social. Mario e Scyila. Coanjunabea
46 ^ fc'1^ ",:bi* Cor ..;11, .: 1;


9,0 Augatow a 0 iperadores de sua famisia.
Qri eeesd o m -ditaem. ii",&'-
l:'.'On:;8ttvios e oe An-,


hypotheses mais notaveis.
Logica
1.o 0 que 6 a logiea; sun natureza e s-aa divi-
sao.
2.o Definioes mais notaveis da logical.
3.o Methodo cm geral. Analyse e synthese.
4,0 Regas do Descartes sobre o method.
5o. Methods particmaares, conforme as seien-
ciao a qne se applicant.
S.j. Methodo demenetnativo; processes que o
constituem; sciencias que o utilisam.
7.o Methodo inductive; processes que o consti-
tuem; sciIencias que o utilisam.
&o Verdade e evidencia. Criterio da I erteza.
Limite dos conhecimientom humans.
9.o Theoria d a probabilidade.
10. Sylogismo; seus elements e sna impor-
acia. NoSoem genaes sobre as diversas the*-
11. Figuras e rgras do syllogismo. Analyse de
12. Moddos do syllogismo. Farmas de nrgttu-
Bamtsico que podem ser-reduzidaa-o syhlogisao.
13. Proposeiges, suas especies. Converoso e
4, phia afBr iespecies. 1
1.5- 1Eroshump- cansas e remedies.


teria different, tirada A sorte.
ARnOf"TICA
1.o Numerallo em geral e espeeialmonte a deei-
Ba1.
2.o Addi%4o e subtrac*ao dos numerous intoiros.
3.o ,Multipelicao dos numerous inteiros. Pro-
prlodades e usos da multiplicao.
4.o 'Divisibo dos numeros inteiros. Propridades e
uses a divisao.
5.o :Fracves ordinarias: prinueipios fundamen-
taes. ,
6.,, iAeduc-io dau frac9ses ao mesmo denomina-
dor. 'Menor denominador comirum que podem ter
-duas ou mais fraegoes.
7. Operates sobre as fraceses ordinarias.
8.0 Dyivisibilda4c dos um eros. Numeros pri-
mos.:
9.0 oMaximo communain divisor. Simplificaeo das
fraceoes.
10.'Theoria elenentar das fracaoes continual.
1. Fracues decimnaes e suas operates.
12. ,Conversao das fraeoes ordinarias emn deci-
maes.!; Origem das dizimas periodicas e sua eon-
versoa em fracilo ordinaria.
13. Quadrado e raiz quadlrada dos numerous in-
teiros e das fracegcs.
14. Cubo e raiz cubic dos numerous inteiros e
das fraccs.
15. Nunaros complexes: suan eonvers'o em frac-
9o- orldinaria e !vice-versa; addlieao e subtraceao
dos comnplexos.
16.'Mfaltiplica'o a divisalo dos numerous ec:,,-
plexos.
17.,Systema metrico decimal. Conlih'ai:nc.it:
pratico e uso das medidas. Couversues.
18. ;Equidifferenga. lRegra de desconto.
19. :Proporees.
20. :Regra de trees, simple e compost.
21. Regra dejuros samples e compostos.
22. Divisio de un numero cei parties proih)-.r--
eionaas a numerous dados. Regra de socai:, l. I
simplps e composta.0
23, Progressues por diffcrcuna.
21. ProgresSes por quociente.
25. Tliheoria elenentar dos logarithmos. U, ,l.i
taboaA de Callet.
ALGEBRA
1."',I)os signaesempregados cie alg.,r. Mar -
nomnios e polynomios. Rcduccao dos tart i s ni,-
lhaut3s.
2.0 Adi, c sutra coalgi'.
3.", lultiplicailo !dgebricai. C :s ja :'tiildar'-s
mais eOliUUs
i4." I)ivisIo algebrica. Expocutc zero c ueg.i-
tivo.
5. .UperaScs sobre frae(;1cs :;-l.c',i';a,.s-
6.- 1Thcoria elemeintar l do ax-' a illa a.iiuiili di-
visor pligebrico.
7.0 :No;5cs geraes szbrc as cji.i;3,s. I) ,sigual-
dades.
8.K )csolh,.Lo dais 'equa(,cs d.l) 1" grAo a unia
so inc'gnita.
., '1RsoluiK to das ieqwua ou Ma1M incoieitgtas. Mietlodos de elihninaIao.
10. .Resolu ou maI4s incogaitas e de coVdi(;cies explicitas.
11. 'Problemas dos corrcios c suna discussano. So-
lu<'pe. negativas.
12. Analyse inecterminada dlo 1, grAo.
13. :Quairado c raiz quadrada da:s quantidades
algcbricas.
14. Calculo dos radicals.
15. ;EquaaSucs d.a segundo grAo a uina s6 inueog-
uita. 1
16. ,Tliecoria eleinentar das combinavScs.
(H.KOMETRIA
Geomtria planau

1. Thlieoria dlas perpeudicularcs e obliquas.
2., orheoria das parallels.
3.W iTriaungulos.
4. Quadrilateros; suas species e proprieda-
de,. '
5.0 Polygonos om geral.
6.0 Cothbina.;o da linha recta coin a eircUm-
fcr-i ncia.
7.o Icdidla dos angulos.
8.0 Linhas proporcionaes.
9.,, rniangulos semelhantes.
10. Palygonos scnelhantes.
11. Propriedadcs cspeciacs ao triaungulo rectan-
gumlo.
12. Linhas proporciouaes no cireulo.
13. Circuaterencias seccantes e tangentes.
14. Pllygonos inscriptos c circuunscriptos no
circulo.
-15. Avahl.aalo dos lades d>s aiwygonos regu-
lares.
16. Areia do trialigulo. do p.irallelogrnmnna e das
ont.rmas 4spac'ei de polvgoios.
17. Melida da cira-uferoncia c do circuio.
Geoiaeti'a no e.,hwa)
1.0 Rect;as e pianos porpcndicuhlres.
2.0 ltcetas e pianos parallclos.
3. Angulos dicidros c polyedros.
4." Prismas e suas espeeics.
5.e Tetraedros e pyramids em geral.
6." Propricdades de cylindro c cone rectos e dah
esphera.
7.o Semclhanca dos tctr.aedros e polyedros.


tria e dos aete annos.
16. Russia. Catharina II. Polonia at o asea
desmembramneto. Guerras corn a Turquia.
17. Inglaterra de 1702 atW 1783. Conquistas nas
as.
18. Independeneia dos Estaidos-Unidos.
19.Hespaa e Portugal no seeul. XVIII.
20. Lui XVI. Asaemblea constituinte ; assem-
blea legislativa-: convenclAo national.
21. Directorio, eonsulado e imperio ath 1815.
22. Congreuso de Vienna. Reacco absolutista.
Emancipaolo das colonias hespanholas. Cangres-
sos de Troppau e de Verona.
Historia do Brazil
1.- Descobrimento do Brazil. Seus primeiros
exploradores.
2. Sytema de eolonisagAo do Brazil emprega-
per D. Joo III. Capitanias hereditarias.
3.0 Estabeleeimento do governor geral. Thomi
de Souza. Duarte da Costa. Mema de 8A
i.- Divieo do Brasil em dons governos e snb-
Se(uenntt reaniio em um s6. Dominio da Hespa-
nlia. Estado do Brasil em 1581.
5.o Primeira e segunda mnvasio dos hollande-
'es. Historico jda gnerr atW Mathias de Albu-
querque.
6.o Segundo period da guerra hollandeza. 1635
a 1611.
S7.0 Guerra hollandeza no Brazil, desde a ac-
claimaeiilo de D. Joilo IV atA a capitulailo da
cainpina do Taborda.
8.o Paz de Portugal com a Hollanda. Causa da
rniuaa do poder hollandez no Brazil e do triumph
obtido pelos pemambucanos. Resultados da
guerra.
9., Erros adninistrativos no Brazil. Lutas en-
tre os jesuitas c os colonos. Beckmanu. 1652 a 1685.
10. Effeitos no Brazil da guerra de successor
da Hespanha. Luta corn os hespanhoes ao sul.
SHostilidades de Duclerc. Duguay-Trouin no Rio
de Janeiro. Tratados de Utrecht e de Madrid.
1678 a 1750.
11. Desenvolvimento e progress do Brazil no
reinado de D. Jo6o V.
12. Reinade de D. Jose I. Questiies e lutas ao
sal do Brasil. Jesuitas e sua expulsao. 0 Mar-
quez de Pombal.
S13. Primeiras idWas de independencia do Bra-
sil. Conspira9lo malograda em Minas. Tira-
Dentes.
14. Transmnigraeio da familiar real de oBragan-
_ para o Brasil. Seo da monarchia portugueza
bi&Riodc Janeiro, 1807 a 1815.
S45. Revolugao de 1817 em Pernambuco. Guerra
com os hespanhoes ao sul.
16. Revoluglo de Portugual em 1820 : seus ef-
feitos no Brasil. Regrcsso da e6rte portugueza
para L'sboa.
17. Primeiros mezes da regencia de D. Pedro
no Brasil. Desde o dia do Fco atW ao do Ypi-
"raia.
18. Acclamaalo e coroalAo do primeiro impera-
dor. Guerra da independencia.
M19. Assemblea constituinte. Juramento da cons-
tituicao. RcvolucAo de Pernambuco en 1824.
.Lord Cochrane no Marauh-ao.' Motim na Bahia.
Reconhecimento da independencia por Portugal.
20. Governo regencial.
S21. Deelara*o da maioridade. Movimentos
em, Minas e em 8. Paulo. 18424 no Rio GrAinude
4l||i4 1845- em Pernambuco, 1810. Gaerra dmn
u Oibe e Rosas.
B B.-A material da prova escripta scrAi es-
Cjida a sort entire as trees partos em quoe se di-
is programmna; a prova oral versara sobre as
"oulras duas, arguindo cada examinador sobre ma-
t-ri different e tirada a sorte.
Pu[IL0OSOPHIA
Psycholovia
1.* Idea de scieneia. Clas:ifiaiq-o dollas.1Ob-
jecto da psychologia e seu lugar entire as outras
sciencias.
2.0 0 quo 6 a alit. Suam natunreza. Distinc-
i'o entire a alma, espirito e cerebro, na linguagemn
"philoaohica.
S3. Phenomenos physiologicos c psychologicos.
Eummerasaio e distmanio lie uas e outros.
4.0 Phenomenos sensiveis. 0 pWazer a dor.
ensanm es, sentimentos, affeiVoes. Diversas for-
*is da sensibilidade.
.a5.. Phenomenos intelleetuaes. No*o, idea, co-
,aahci*aento. Definicao e expliceaao- desses ter-
.ros e das questves que elles,suscitatm.
6. Opernacee intefleetuaes em gerai. Divisdo
celaseificaao dellas.
7.o Percepeao externa, sentidos e seus orgaos.
8.a Perneopcao interna, sua kgitiuidade e scus
Ilmites.
9.o Razaio, sua natureza. Questulo da imperso-
halidade ou objectividade.
10. Memoria.
11. Associauo das ideas.
12. Juizo.
13. Raoiocinio.
11. Attencao; eomparacbo.
15. Abstraccio ; genenrisa'ao.
16. Imaginuacio.
17. Lingamagem. Divis.o dos siguaes. Origem
da palavra.
18. 0 instincto, o habito, a volicao..
| 19. Questao do livre arbitrio. 0 fatalismo. As
ipaixSes.
20. Questao da orngem das ideas.
21. Uniio da alma com o corpo. Exposicao das


Rhetorica
!
1.o lavcnsibo; sea object. Argumentos, paixSes,
costumes. Regras da invenclo.
2.* D.isposicao. Parts do discurso. Suas re-
gras. '
3.o Elocucio ; estylo. Qualidades geraes e par-
ticulares de estylo.
4.0 Figuras de palavra. Especies e regras.
5.* Figuras de pcnsamento. Especies e regras.
6.0 Eloquencia political. Sen character e regras.
76 Eloquenciajudiciaria. Scu character e regras.
8.0 Eloquencia sagrada. Sen caraetecr e regras.
rE toas." le
S9.6 Eloquencia academica. Seu earaeter e regras
10. Gnero historic ou narrative. Seu caraeter
o regras.
11. Romance, conto, novella. Sous caractores e


regras.
1.oRii


sua divido.


Poetic
essenciaes da vyesifica*io e dos dif-
woeo cpoesia. ` 1
em ger seus caaetes es secuiaea.
,tre a linguaguea estylo da poes
aebo em geral ; origem e meeanimsmo
stemas de versihcacao.
lyrico. Sea e aracter, espeeies e
epic Seu araeter, especies e

dr"6*6ie. Sen, earacter, especies e


riade


eraw,


Neta CtOtao pgam- -c h(je as sCgutie fo-
lhai :
Seeretaria da policia, Juiso doo Feitos, Rece-
bedoria e apownutadoo.
Pagadoria da Thesouraria ule Fiazela de Per-
nambuco, 4 de fevcreiro dc 1884.
0 eeriva*,
It. Coratem.
Obras pm eleas
De ordemin do llm. Sr. eugenheiro elbfe e di-
rector, faco public que, em virtudle da autori*m-
qAo do Exm. Sr. dsceilargaador presklente da
provincia, vai em pra"a no dia 5 do mez proximo
vilndouro, ao meio dilia, a obra d<. re4arJs da pm-
te do Caxanga, orados em 1:23LMOU0.
0 oruamento e manis condies do coutracto
acham-se nesta secretaria para sercan examina-
dos pelos pretendentes.
Secretara da reparti*o das Obras Publicas,
em 28 dejaneiro de 1881.
0 official,
Joao Joawlam de S. Varej.
Dc ordein do 1ilm. Sr. vereador commistsario
de e.lific:ac4, se elaima a attentio dos proprieta-
ri,',s (lht.- .- 'ira o cumprimeuto dos arts. 100
e *Ai' 4 i I,, ,i oI.I estejam calqadas pama o
un. L' I 12 i1 .... rtiuras na lei u. 1129 de 26
,.j'i,,# .. l 187;. i: li fica marcado oprazo
4lo, 3 1 .!. 1i,. fii>l, i 1 i I ichs impora a multa do
!rt. 1'3 ,t rcf.ridl. .. p:ira que chegue ao
co.Ail'ia'totiu de to i., iso faio o preTente
c lit il ,t< -. vai por iii ,.tlo publieado no
.i',. ai da casa..
: ':.'. ria dIi (' : :.'~. lManicipal do Recife em
2 .h .ja:i.ira L ,! !.- .
(> .,eretario,
,,(.. (I. R, Rais e Silva.

J 4 U.4sGonies
Sat-.e.t nacuwal
Aeh t-.-o 1i: 1 l., odia 9 para o sarlo dc fe-
V'.rair, vinl<,i,tr.. P, ;senlhores socios queiran
pr.acrar 1 ti I cI ,i liaute os respectivos in-
gre.sus s.:n in I,'r It Sr. tl%.f.omrciro, dag 7 As 9 ho-
ra. d iair n tc 1, a {( i \- l i ,l a d, i. Pede-se simplici-
ddIc M ois toil-ttc-.
S_ rctari i ) Cli'. ( .irri.,s ; .-in ,s. 29 de janeiro
de 1IS.1..-0 1 scfretairi.,
Ai ir- F. Cosia.
)Distribi;(:7io dos dias lde e, lo mcz em (ilO
a Camiirua Mai.-il os pi gaituatos por liversa.- verbas do
seu orgai9cnto.
Do dia 1 A .3 de c.ila imez.-Folats dos
empregados.
Do dia 4 A 5 dito. Mercado, matadouro
e cemiterio da cidade.
Do dia 6 A 7 dito.- Guardas e cemite-
rios de f6ra.
Do dia 8 A 15 dito. Contas do excr-
cicio corrente.
Do dia 16 A 25 dito. Divide passiva e
juros das apolices municipals.
Procuradoria da Camara Municipal cm
;34) de janeiro de 1884.
0 prol.arador,
Fraatctsxco de, Paula e ,Stivit.

Great sesteni f rasil himwa

Company Limiled
Previue-se ao public que durate o mez de I1-
vereiro que coumeva eoutinuariw a percorrer a Ui-
nha atM PAo d'All& os trens'imixtow ", prSm
do Recife as 9 e 15' da nmanul, e de Puo d'Alho is
12 c 32' da tarde, nos dias uteis.
Aida Jaawni.
Couasellio de compras da Re
partiao da Earlbha
Fornecimento dt. fardamento e calgado
para a compauhia de aprendizes mariuhei-
ros.
De ordem do Exin, Sr. chiefe de diviso
inspector d'este Arsenal c capitol do j or-
to d'esta provincial, fa~o publico que, em
execucao ao aviso do Ministerio da Ma'i-
nuh sob n. 1,919 de 17 dejunho de 18$3,
no dia 6 de fevereiro proximo future, as
11 horas da manl4, contracta-se e! co-
selho a vista de propostas apreseutada
em cartas fechadas, por tempo de 6 me-
zes a contar do I do corrente, ofornci-
mento de fardamento e calgado da ooup.
nhia aciana referida.
As ainostrans das pegas de fard amento e
caleado acham-so desde jA cxp))stas n'( sta
secretaria.
Fardamento e calkid-- para a compa-
nlhia de aprcndizes, aiariuleiros a sa;ier :
Bonet. urn.


Capa de brim, uina.
Lenco de s&la, urn.
Calca do panno, uma.
Cal-a de brim, uina.
Cal"a de algodio mescia, u1na.
Calga de flanclla, urna.
Camiisa de panno, unia.
Camisa de flanella, uma.
Camisa de brim, uma.
Camisa de algodao mescla, numna.
Calgado, par.


Condicoes
1.a Todos os artigos ficar-o sngeitoas
approvaglo do petite que for designuado
para examinal-os.
2.a Os fornecedores pagarilo as nmltas
de 10 o0. do valor dos artigos, no case (d
demora nas entregas, e de 20*1o no do
falta de entrega ou regeiio tr mi quahi-
dade, indemniiando n'este cas a faicoda
national da diffcrenga qu e se der entire e
pregos ajustados e os por que form ir-
med a te msubstituidos por outros da
qualidade contractada, feito pea The
ouraria de Fazenda, a vista odoocuaa-
toes que obtiverem os foruecede, e de-
pois de satisfeito o selo provinciaL
3a. Os foruecedores ficargo aljeites a
mais 30 diae de supprimento, aI6 do
prazo esfipul&ao no contracto, aem q softa
eireumbikeialhes & direito a so
do ajuste, conform. a caula elbelei-
da peloaviso do M1lnisterio&d Maaha de
13 dejunho do 1877.
ObservAes
1.' Nonuma prprta wi 1e t b
ama ene o uurmomasu lda ii


8., Equivalencia dos polyvedros.
9.- Area e volimc dos polyedros.
10. Area e volume do cylindro.e cone rectos.
11. Area da esphera c de suas differences
partesi
12. Volune da e.her.t c dais s'.au differentcs
parts.
N. Bi No exaules dae aritlmmttica c algebra, o
p,1to da prova escript-t scri cxcluidlo da prova
oral, silvv o direito de arguic1o do president da
mesa ;.o eaa.liidato tirarl a sorte, un prova oral,
dous poutos. um Imra car c la examinador arguil-o.
No cxa'me de gcomnetria, serA sorteada a ,natriaI
da prova escripta ; na prova oral, o candidate
serai aigaitv ein ambas as imaiterias, eabendo umaa
a cada'exammnador, e exeluido da urna o ponto
sorteao para a prova escripta. A p-ova escripta
contera sempre uIma part pratica, que consistiri
na sol4tVo dc duas quest5es propostas pela mesa.
RIETORICA



































da, a cenetrrencia para o fonin (oe
S, pennas, tita e ouatros artigeospsmma "ip-
ri~eute da wnoma e service dos exames na Facal-
dia dumraite oanno ecorreute. .
As pessoas que protenderem coutratar ose for-
neiimento qusiram apresentar suns propostas em
careas fochadas e competeutemeiite selladas.
Seeretaria da Paculdade de Direito do Recife,
30de janeiro de-1884.-O seeretario,
Joad Hoiwrio B. deAleMezNe..
Club Carlos Giomes
Awlam
Scientifica-se aos senhores soeios alumnos e dos
grupos coDeertantes, quo as aulas e ensaios se
achan fnticcionando de aecordo corn a seguinte
TABELLA
'Rudimentos de musical c solfcjo, quartas e sabba-
dos, das 7 112 As 9 112.
nlastrnuentos de sopro, terras e sextas, das 5 As
7 112.
Ditos de corda, segIuuas e q'aiutas das 5 As
7 1l2.
Philarimoniea, tergas c sextas, das 7 ais 9.
OrcheStra, quartas c sabbados, das 7 As 9.
Piano, quartos e s;bbados, das 5 As 7.
Canto, segundas c quintas, das 6 As 8.
9Ma)tcieaticas, quartas c sabbado., das 7 112 As
9 b2~.
Secret*ria do Club C.arlos Gomnes, 30 do janei-
ro de 8L--O 1- secretario,
Andre F. da Costa.

Club Caries Gomes
Bibliotheca
A bibliotheca deste dlab, quo cousta de obras
de litteratura musical, acha-se fr.iqueada aos
professors de music que as queiramn consultar,
de couitrmidatde corn o disposto no art. 61 dos
estatutos, po'lcidi< ser franquwada todos os dias
uteis das 5 As 7 horns da tarde.
Sccret4Lria do Club Carlos Gnomncs, 31 de janwiro
do 1881.-0 2- secretario,
Agostinho da Silva Leal.


Sccl dade


Reereativa


Juven-


tude
SarAo dausante em 16 de feverciro
Canvido aos senhores socios a subscreverem-se
e enviar-me suas notas para convites. Reeife, 18
de janeiro do 84.-0 director,
Bento de Aguiar.


Estrda do rerro do Recife a
: V K '- /, !"- i t*- 7 1 *"


Aviso ao public

FESTA DO oCO.
No dia da fiesta, 2 de fevereiro pronximo, serio
expdaidos os trens seguintk6, em mubstituiao aos
ta debella: i
Do Recife at* Caxaugadeo ath is 11
hoa da manha de hora em hora pela ubliu princi-
pal e.J 0 e3 e 11 horns da note pela inhau do Ar-
moist. *. -- ,-1 '**-
U n Recife at# o onteir as 7 e 5 e 9 e
5 d manba pela linha do Arraial, de 1 at As 5 ho-
ras 30 minutes da tarde, de meis em meia hora
pela linha principal e das 6 As 10 horas da note,
inenoss 7 horas, tambem de meia em media horse
pela linha do Arraial.
Do Caxang Ao Relerte das 5 e 35 ate 12
horas e 35 minutes da manha pela linha principal,
dehora em hora.
Do CxanugA ao CaRdeireIro de 1 e 35
ate 10 horas e 35 minutos'da n tede horse em horse.
Don Moqlteiro a* me- ea 8 e 5 e 10 -e 5
di manhau pja linha do Arraial, de 2 e 10 ate 5
horas e 40 iniutos da tarde pela linha do Arraial,
de meia em meia hora e das 6 e 30 iA is 11 horaA
da noite pela linha principal, tambem de meia eMn
media hora.
Do Caldeireiro para o Caxamg6 de 2
atW 11 horas e 5 minutes da noitede hornem hors.
Os trens que devem partir do EMMif As 28, 4 e
5 hOras da tarde irao expresses das Officinas atW o
Caldeiroiro, assim come os que partirem do Montei-
ro ai'7, 8, 9 e 10 horas da noite expresses do Cal-
deifeiro ate as Officinas.
Veadem-se bilhetes especiaes e ida e volta ate o
Caldeireiro s6mente nas seguintes estates: Recife,
rnas do 84, Offeicinas, Soledade, Camiumo Noveo,
SMX&hguinho e Entroncamnento, por 800 rwa.-del1
Sclasse e 400 rs. de 21; do Terre, Ponte d'Uchoa e
S Jaquia por 700res.de la elus e 350o rs. de2a;
de axang e Pedra Moile por 700 rs. de laseao
e 850 de 2a e de Apipueos e Monteiro la clase
2 0rrs. e 2a 160 rs.
N. B.-S6 pode-so vender dentro dos trends bi-
Ihetes para uina viagem polos PreO ordinarioes,
por isto os senhores passgeiro que quizerem apro-
veitar os bilhetes eopeciaes devem procural-es nas
estifee acima mencionadas.
Escriptorio da companhi, 28 de janeiro de 1884.
W. W. #ger,
Gerente ieino.
Secretaria d a Camara MunicipaL do Recife
lo de fevereiro de 1884. Illui. r.-De ordew do
'lim. Sr. vereador coronel Decio doe Mpin.Pp-
seca, digne-se V. S. de infomar oreupeitaneis-
:damente sobre- Os seguintestes potos..:
P A qnem pertence a easa an. 1, An Ca -
marAo, freguezoa da::oa:Vista, Usisnen|(
comatruida ; se par& semellante construc*a ob-
teve o proprietario a necessaria Hccna, uendt
onvido V. S. e o fiscal, e se aae* fbjt
na us onibmlidade Ow potuwa.."
2 oQuando teve pniwcii a construe de que


se acima, am
wite4 que con
aparadores,


uxa, grosa.


Wells (oe p1s4Eo, kitogramuima.
Eitas sob4 idem. .. t
Vassourns pequenas do piassava, duzias.
Ditas d matto, ceato.
Ol4jeetos adventicios para a enfermaria
Caunetas duzias.
Gominina arabica, frasco.
Lapis pteto do Faber n. 1, duzia.
Hostias,i cento.
Papel muatta-borrAo, folba.
As condics salo as iesmaa, do edital data
Thesourhria de 8 de outubro ultimo. Na mefsna
occasiaoi se aceitario propostas para a venda de
estrmne dos animaes da e(mpaithia de eavallaria.
Thesoiraria do Fazenda de Pernambuco, 1 de
tevercir de 1884.
I0 eontador,
J. B. e Aceioly de Vatsconmellos.


Gyuiasio- Pe bucano
E, 23" DE JANEIRO DE 1884
Pela Secertaria tl doGymnasio Pernambucano se
declare os Srs. pais de familiar, e A quem as
interess4r" possa, que a bertla solemne do enrso
scientific e litterario terA lugar no dia 4 de feve-
reiro prximno vindouro, e desde ja se acha aberta
a inscrieao da matricula para aquelles quo pre-
tenderei cstudar as seguintes diseiplinas:
Ling* national.
Dita ltina.
l)ita faucesa.
Dita iigleza.
Dita aluma e italiana.
Gcogrppia antiga e modernm.
Historji sagrada autiga, media e modern.
Geomotria.
Aritluinetica.
Philo phia.
Rhetorca e poetic.
Histoi.a e corographia do Brasil.
Scicuncias natu'aes.
Deseinho.
Gymuinptica.
Mnstico.
0 corps docents do institute o 6 composto de 19
professores, occupando-se eada um d'elles semen-
te coin at minateria ncusinada em sun res(jectiva ca-
deira.
0 institute accita alumnos em tires catliegorias,
conform se achamn divitlidos: pensionistas ou in-
ternsc, uteio-pcusiouista on externs.
Os, pepsionistas residhi4o no institute, tend
direito de eatudair as materials de que se compoe o
curso, eloinilas, segandolo programma estabele-
cido : a ocr alimentados sadia e abumndantemente ;
traetadoi eumsmusa ea*fcu4des pelo edic do*
institute, forneeendo-lhe tambeni sc ediaen-
to ; a te; roupa lavada e engomnmada riegularmen-
te duas vezes poer semaa, bauho, etc.; tudo isto
pelt modica quantia de 400, por anno.
Os merao-pensionistas se apreseitaro no catas-
belceimeito no. das lectivos, i hora em que as
aulas se ;abrirem e desde entalo at serem encer-
radas A tarde, salo equiparadoc aos interns, ten-
do comotestes os mesmoa direites quanto ao estu-
do, alimontaao e recreio : isto pela modica quan-
tia de 240j.
Os extbrmos s6 tern direito is liccs e explica-
Vies dhtsfmaterias eusinadas no eurso, qunaesquer
que ella4 sejam, pagaudo apenas no acto da ma-
tricula a tarn igual a que pagam os alumnus no
.Collegio das Artes.
Os al"nmos interns devedio apresentar o en-
xoval preserito no regiment interno e ter corres-
pondente naS capital, para corn promptideo satis-
fazer as pensoes e outra quialquoer despeza de que
tiver ell4 necessidade.
tuAs p=eses eereo pagas una secretariat do insti-
tut, po, trimestres adiantados.
0 secretario,
i Celo TertuliaoM F. Qiiatella. I


Suiafe RK tiyn 1' ioi lfi
Aa~M 4.bl g .rl eztrtwrdiana
De oriem do Sr. vice-presidente,. eonvido a
tods es 'weiss a me rewtriem ma s6de oeia, do-
mingo 3Wde fevereiro, ais 4 horas da tade, afim de
tratar-se de interest da nemuLa Receife, 80 de
-ianeiro die 1884.-0 2" seretaio,
Aifredo Moreira.


Do oglieral
De ordem do mw a okii.i1o -jus, eoaaidox
todos o noMss o Cwiamimos irmios a eompweeftrm
em o noso eonsistorio no dow 83 de fewereiro.
vindou, pela 12 hores-da n_ Ia rewido,
emn memsa ge, deliberarmo s obr sumptols que
dizem nupeito sos habits que devep ornar elat
confi-ariq, sendo esta A segunds convoeaAo, Ces-,
pero o eomaiaeimento. de tods osf irIms.*
Cois4torio da celestid caspfrnia da 8o. Twin-
dade, 31dejaneiro de 18
Remos Oliveira Junior,
Secretario.


,a sera grande, recom-
is de nbemrque para

is EM&AEIWL


wereiro e se.,
O ars -o- sal
is dademora
stume e
{au e dinheiro,


a frete: tra


.-14


*0 vaior

Epe" e dos poros
^*ai s idoeau o dia14 de
pI ifreveOiro, egWndo de-
pois da demos do emo-
panP am aEur pa.


ram earga, pass
se com os


e encommendas, tracta-


Consignatarios
Wllson Sons a C., Limited
N. 14-RUA DO COMMEj CIO-N. 14

Lisboa e Porto
Lgar portuguei Noova UuMlo
Recebe carga a free modieo par os portos
aeima ; a tratar comn os consignatarios Jows da
Silva Loyo & Failh.
Compaukia Babiaa de Niavega-
fie a Vapor
Macci6, Penedo, Aracaju, Estancia e
Bahia
0 VAPOR
S. Felix
Comriiulaate Mlartins
KIM par os ep pertes
7aeKsno dia 6 de fe-
S vereiro is 4 horasda
tarde. Becebe carga
Sao eniodia do dia
Pam carga, p gus, onqmmenolas 0 "Ohro
~freteAGEINCIA
i0


CUIAIEJIS RMUNIS
Compawha Franceza det Navego-
Trw a Vaqpor
Linha quinzenal entire o Havre, Lis-
boa, Pernambuco, Bahia, Rio de Janeiro e
Santos


Espew&-se does portes
do pil at4 o dia 2 de
poi8 da, lodpensavel
demors pan o Havre,
loo~psalapor Lls-


eio, e sea&o Amito ine<
wageiob no fundeadol
ticosf, no Lamsr4o e d
ao Have, que-e o poi
f6rade duvida que ha
quiser ir n Europa, en
po4, tanto mau Inas
das pasu6-men p~is ma


enttam no port
aga do Commer-

mdo todoes aportar
mnho dePsw's, e
atagem pars quenm
-so do. ditoo va-


Opaquete
Aiuazone
Esmpera-se da Eu-
Sropa ate o dia 4


Lemb'-se aos S e fevereiro, dae-
lae qe a l es reerva~do para eta agen-pois d
do costu-


Prara ,a, paass e media e dinheiros-
Sha. Ri. 4. Ja~iro e eMonte-.
teituo
-Lemnbr-'se sos Srs.punasag desdotodas as
classs quo ha lugares rosem mesau agen-
cia, que podom tamar em qualquer tempo.
IPara calga, passageafs, oncommeadas e diaheiro
a frete: tracta-se eom o
AGENT
Aulgusle Labille
A DO CO)MERCIO-9
COMWANUIA WPERNAUHUCANA


- I.- I I V
Nl., C DE
SagaIo Coltera por Vapor

Maoei4, Penedo, Aracaj, Estancia e
Bahia
0 vapor S. Francisco,
commandauto Telles,
seguirkno dia 9de fe-
vereiro s 5 horns da
Jm6Recebe earga atS o
dia8.
Enomenda, pasgens e dinheiro a frete ate
is 3 horas da tarde do dia do sahida.
ESCKiPOfRIO
Ces da Compatkla Pernambu-
-. a., IM'. Is -.
C'M. A7,EA PDRNAMUCANA.A
DE',
*'.* :: ': '', ..* E
Mafezaao& Cosera .por Vapor
PORTOS DO NORTE
ParaMho, Natal, Mecdo, Moamord,
Araw e Cea aa




"as, ass;d d""heiro a frete.ati
s3 hora da tarde dodia da sahida.
ESCRIPTOBIO
C"eda Compani Peram ucamna n. 12.
4OMPANMEA FUEN*AU CANA
Sl "DE
A*' tCostel Jaor vapor

iFeiando de NoronAa
4 Sgue n 'no dia 9ah
fevereiro so meioedi
o y, apor Mandaka.,
cemusuduteLobe.
Recebecarg ato
-. 8. ag





Command e o 1- edi Carlhos a -fret
is.11 horts da M'asim1. dia da saldida

Caes da C j Periambuwtsaan. 12
Cempawu aAga 3 eslrn 4W N*Ve-


*vapor
-P arA
C6mmasdaMteo01-tenagse Ca-rlo. An-


I*AV


uauinw
mm. 05


portodono
us, iecnnomen
C03MEERC


para


Aos ques tern op(
Reeebe-earga, <
os quo)" temn exev


"'P


dos prtoe do
Gdefevereuo
ab 'da demo-
veo, par oes
wte. Y \
las e valores,
O-: 44


DO SUL


Guidlerme Pa-


A rua do

lo (.retie
RAS
vderi em leiloo
esas, cadeiras, guar-
loua, vidro e lustre,'


*ARmo *IeilA#

CARiO E SILVA


pleihamente autorisado polo Illm. Sr.
bastilo de Oliveira Rezende que


Se-


Be retira para a Europa por encommodos
de saude
Fara leil o


Terca-teira s do eorrentc
Em a casa de sua residencia
Rua dos Guararapes

numero 62
Ast 10 HORAft E PONTO
HAVENDO
Coslnha e sotlo
Urn lote trem de coinha, 1 dito de louqas, 2
jarros para agua, garrafoes, garrafas etc., I ar-
mario, 1 mesa, 1 moinho para cafe, 1 deposit de
barro para farinha, 1 banheiro de flandres, 1 res-
friadeira para agua, 1 column corn cabeva de
pAio 2 lavatories de ferro, 1 cavalete para fiazer
traIas, 1 marqueza, etc.
frala de Jantar
im thear para fazer cadeias de cabello, 1 es-
tojo para denotes, 10 pacotes de p6s de arroz, 1 lo-
te d& facas e garfos, 1 dito de eolheres, 2 garrafi-
nhas, 3 caliees, 11 eopos, 1 dito graduado, 1 por-
ta-saleiro, 3 garrafas corn azas, 5 garrafas de vi-
dro pars vinho, 2 ditos dito de Bacarat, 2 pali-
teiros, 1 apparellio de porcelana dourada para al-
moeZo, 1/2 dito para jantar, 1 dito para esquentar
leit, 12 casases de vaseos pintados para caf4, 10
ditos dito branco, 2 escarradeiras, 1 espreguica-
deira, 1 console eorn pedra, 1 relogio de parede
bom regulador, 9 cadeiras de junco, novas, 4 ditas
usadas, 1 marqueza, 1 quartinheira, 1 mesa elas-
tica de 5 taboas e 1 important guard louca e 1
porfa licor.
Segundo quarto
UIn cabide tomneado, 1 console com pedra, 1
guanmiV1o para toilette corn jarros, 1 espelho e 1
guarda vestidos de amarello.
Primeiro quarto
Upaa banquinha de ferro e 1 eanma frianceza de
amarello.
S Sala de vlsitas
Um par de escarradeiras, 2 tapetes grande e
peqieno, 1 candiciro a gaz, 2 pares de lanternas,
2 bo6s graades, 2 rice jartos finos, 1 elegant
secretara para scnhora, 6 pannos de crochet para
cadeiras, 1 mocho e 1 estrado para piano, 1 sofa,
2 eadeiras de bravos, 2 ditas de balauno, 12 ditas
rdttuamii, 2 console s' pedra, I jrdineira
dita, que comppe uma itn mobilia de ja-
caranda a Luiz XV, e finahaente
Um rieo piano cowmaonoras vozes.
0 leilJo prineipiari as 10 horas por serem mui-
too es lotes e os mesmos recommendam-se por so-
rem de goat e corn pouoo use, e entregamn-se em
aets continue.

Leilao
Deuma mobilia de jacarauda, 1 secretaria, 1 com-
modaf eanmas para solteiro, ditas para casal, tape-
tes jaros, espelhos, mesa elasticas,cadeiras avul-
as8,,marquemsa, apparelho pars jantar, dito para
\almoo, copes, calices e muitos outros objeetos exis-
tentes no 20 andar da rua da Madre de Dens
n. .5 *
lTera-feira, Sde fevereore
A's 11 horas
0 ageute Gusmlo autoriad por urma pessoa
que mudou-seari leiiao. de t ,woso objeetos acima
meneionados, e diversas joaa e fto ios.

Leilao


Agenie Buaramiaqni
De predios
Qwrta-feira 6 do corrente
A's 11 horas em ponto
0 agte sema, "*por mandado e assistencia do
nim_ ar. Dr.jaui de direito da provedoria de ca-
petlis e residues does predios pertenceutes a fin-
da 1). Rosa Ferndes Absantes a reperimato
do tetamentero, levari a leilao os predioa s-
gSiates :
Um sobrado a rua do Bor-Jesus n. 31.
Urna easa terren a rus do Coronel Lamenha
na. em n chUproDprio, outra dita e bastante gran-
do *.-ua dosGuararpes n. 68.
08 m. pretendentes deide j4 poderalo examiner
as litas casas terreas e solrado.
No armazom a rw do Impera-


10 A dtC Brito



Da importcmte arMa.& eistente na casa n.
103 do noa do Qweimado, grand sorti-
lf/asBenie e mid %


I14. *--d Af C-ma

mis8 imoras dasam b do 4 do
na matrils do C*p Sat, pek r o
eeu amigo A. u Mp Coon ; pFO& ae.u & iikaii



Isaac Eanaty, rtiradow em revw e pam Eu-
ropa a trata do ma m de, partei oommer-
mercio e ao public an gaul, qs es"ta data
psaon o sean estabelecuimaet de fumo mm t i, ma
de Marcilio Dias n. 31 (outr'ora IDireit-i AsB
eidade,ao sou filho Samuel Eiuaty e ao Sr. Adol-
pho Banks, quec oontiauam coin o mmwo ram d&
negoeio, sob a rado social de Esnaty & aPks.
Recife, 10 de fevereiro de 1884.
Ilam eI maty.
Ao commercio
Os abaixo assignados dedlaramn que em 31 de
dezembro proximo pasado dis0olveram a soceda-
de quo gyrava wb a firm Soato Maior & Silvei a,
ficando o socio Silveira a cargo do active e Ia-
sivo. Olinda, 1 de fevereiro de 84.
Jose Pinto da Costa sSoto Maleor.
Pervandro Brilhaatc da Silveira.


Duarte &Inio
tern uma carta commercial vinda do Pilar, par'
Mascei, e deste para Pernambuco, na ra da
Uniao n. 54 ; queiram procural-a.

Ao commereio
Uma pessoa de condncta afian"vel ot-
ferece-se para qualquer emprego commer-
cial, como encarrega-se de qualquer co-
branha dentro e fora da cidade.
Carta n'esta typographia corn as ini-
ciaes J. B. L.



CA8A FELIZ
AOS 4:0p000
BKILETESt GAAN'IIE3@
Pra a da Independen-

cia ns. 37 e 39
0 abaixo assignado vendeu entire os wos
felizes bilhetes garantidos da loteria (*)
a sort de 800W em 2 meios n. 1224,
a sort de 200.5 em 1 inteiro n. 37(N,
alm de outras de 32# 166 e 86000.
Convida aos possuidores a virem receber
sem desconto algum.
Acham-se A vendsa os ses felizes bilhetes
garantidos da 10a loter'a a benefrio da
matriz de Vicencia, que seo extrahirl
quarta-feira, 6 de corrente.
Prefs
Bildhete inteiro 4
Meio 26000
Quarto 1O00
Enm p i. de 14 oi 6 pram
1**1*> el ,
Bilhete inteiro 3500
Meio 16750
Quarto 85
Antonio Auguto do. 8etmS PortO.

lANA bAFSITIJNA




kos 4:O4)*W


A- rM~ ina U~r 40 IIJUUFI 4B"1
tr'om na di V CrgA. *8
e eaoso do etmon
Acham-se i venda s sow afortu uo
bilhates garantidos da, l.a pawsd.a lotian
a beneficio da matrix do Vicencia (10.),
quo se extrahira na quarta-feira, 6 do cor-
rent,.


IEm


Inteiro 4000
Meio 2000
Quarto 1000
quonidade moaor de 1i^
Inteiro 36500
Meio 1.750
Quarto #87b
M"Od MAntim MUM


PhII I


competentemente an-
mpdorda: arma-


a.'.

"bier
*0.4e


w


t
























Nlo ha pr
0XA
J Temos co
)Asthma, d4


Sdisto, i8to 6, de imporWe-Ooi
JRniA ARU' do Dr.
lo fmas murm no tratato
tosse oe qualquer natmreza,


I I


lms


es aade, e quo ago de nenhum valor A vista do nosso preparado.
stiangeiro.
worrer a elles, porque quasi sempre sao combinagoes que mnais tarde trazem efeitos nocivos.
OWMAiutoos, e poe-se affiurmar que a sua flora poasue especificos que levai a de vencida a todos os outros de paizes estranhos.
rilho, manifestado logo corn as primeiras doses.
ica4. >d ur pphaonar oU molestias do peito e da- garganta.


0 Dr. Car Itel rt, ie.di orab, p rad waes de Pi f s, po ser prourado no s consult
#*ndie dallaso apracti copies das 12 as 3 5ioas a larue. Clarnopaorp1


N~-es TeIponicos19-e 99


orio A rua do Marquez de Olinda, antiga da Caleia n. 54,1.' airW


Aluga se
pr preo medico o 30 andar A rua do BarA4 do
riumpho n. 80, corn exceentet eommodos iara
familiar, miito fresco, uma esplendida vista, pizta-
do e caiado de nevo: a troctar a rua do Vigirio
n.1. -


Ama
* Precisa-se de uma para cozinhar: a tractaa na


I Oaeiro
: Preisa-e de smat eu, corn bAstante pratiea
de molhados e que d fiador de sua conduct, de
14 a 18 annog deidade ; na sa 4o Nogueira nu-
mero 1. .


Nt~*Afvn w
n -


SPreeisa-se de um caixeiro de 14 18aannos de
idade, cam pratica de molhiado; a ipat*.eo da
Penha a. 8,
- Preeisea-s de Is imf a au toii sw-
tumio de andar na rus, para se io ltetno de
casa de familiar ; na rua do Hospiion..
Perdense


rua do Marquez de Olinda n. 13, 2 andar. ruz ~c.o bramneo corn mmahas petaa, da peo wome
--Pc-sedourc-riadole d fiado' de j de Bonito ; a pessoa queo ac faA o favor en-
-Precis&-se de um criado (lite d0 fiadoi de f tregal-o A rua (I& Roca a. 48, que oeak gratifiesdo,
sua conducta,Pparaecasa de familiar; na praA da tregal-o rua od 48, qu s gtieledor.
Independence n. 39. JaCinlho AntoniO di COS e q er .- .-----
AlUga'se barato 1 Ramiro Antolio soaj tendoireesbido a infaus- AnI
B ,r. 1 Y /,~~~~ ta moticia, de haver fi~ftido em. Portugal no dia, 4'N al oHaieoB-4 erca pna
A easa terrea r d~~oisconde de Goyann4 n. de janeiroo seo ress pai J tn A oio da ruadoo io seprecia de una
79,Boa Vista. sta, manda rar mi.a o 4 .o fama para engemmsar e coinar.
.<,. ... ...sa. Costa, manda rear misn Bno dia 4 de fevreiro
A casa terrea a rua da Palma b. 11. 'vindouro, tr igesimo de seu passanmeto na igrea ..
A loje do predi n.4 a rue do Calaboueo. i e^ Madre de Dews, pelas 71/2 horas da manh',! A uI 1
A casa terea da radeAntonie Heurique n.: 12. pelo que convida os seus parents e amigos a as- /I r '
W tratar. lago d Corpo Santo n. 19. ) astiremn a ese actor religioso, e desde ja se con- i
-- ,tenleca de Bemficaea Real _da d___ ee__ o.id __ _0 abaixo assignado deta ioaie e espe-
Torre n. 23 21,. se arecisa dinuhnmdiniliei -.0 a i 1ftUU 0Lan CArnn 01%my)Umwkal "vma A '% IZ ii ui


'A ; -- I. c ,I Catmence ao corpo coUUUmemiU qe e o wumfo rs-
entenda de trabalho de sitio e que d& fiadou de I onsevel pels transaees firmadas pela firma
6ua condajA C ortez & C. Assim o scientifieando, ter por fim
i evitar duvidas aobre o procedhento 4
1que procurou prejudicar-the. Recife, 1ede feve-
--- I *reiro de 1884. .
HES lManoel C. da Silva Curado.
joaqifwAl6IN64de Selxam
I Jos6i Raphael Pires Soares e nsuas irmuis, Anna Aluga-se a casa
O r rrr tn w RIosa, Leocadia Rosa e Marianna Rosa (ausentes),
Sl convidam aos amigos e mais parents de seu pre- numero 34 A rua do Cormel LaAumenha ; A tratar
s IeUSU DE B adissimo tio, Joaqdit Jo deisuas, para assis- na rua do Commercio n. 34, segundo andar.
DB~ j~ ~tirem ao santoTsacrificio da miss que mandam ... l --- -.. ........
W OLFF & resar pela felicidade eterna de sua alma, na igreja YaeS me tete
UET W & G da veneravel ord tem reir deq S. Francisco, Pies
ffeJ ee ao ViJ las 8 horas da naahb, seganda feira 4 de feve- I Vende-se novflhas de raia touoAn, paridas de
f_f^^^n^^. m^^r-rece- ao res- e i-p io.di fafe~ento." *- poueos &has, muito boas deleite ; qem precisar,
Offerecei a0 respei re'm set'mo da do fs'dirN-se ao segardo anldar de n. I A ru&do No-
epe-^ .,gueira, que acharei en que tratar.
travel public um grarn- A aI --i' 0 ,
de e vartiado sortime Precisa-se na 7
IS Quem quitzeralugraea ae a n.
to de relogiosdU s mals; U r 4 a 8 Tha P9*We
Z Ie .Fj adeaj IFroaesn.3&a do &
acreditados tabrica"n- 4 & e d
... .o fJ 1 Joanna Francsca da Cruz flraz l1asios e eusn
es e se fxacham_ haiL tL'fihos agradecemdointimod'ahna a todos aquel-' Sr. '
es,8 e bse acham I a miles que sediguaram i atz ao cemiterio JIMa.lj Ra lUp r
I 1 4 '4ppbllco os restos moita ttrbpre lembrada q^^ d
tados a tender IS ta a a Marts p e en que Ft. 4Ab lr;ek'eenlrtoueia
i qe le o ou vo 9 an, aasmu emo todos og paren- vir 6 rua da Imperatriz m. 55 a seu interesse.
bai a A d outr ts e "t Ie* af as miqAu do pno .... .. ..
IJ~llttm X-IV HWC' t^U j!4 daque, ir pa4A ama, d~m yvsar as igyeja dlo lM
Oi "a DIIDO 7 "a da i "1 1 "n S p i *o 7,
"qDqiia'lr, l visto rekC, d^- ( idie4de fis ;edoe soe ss Preki6-se de imeaua parh ftfa deo daed
I .,, am9Tmmsatn.a snMw.A*dAnda I n.rmme naq onr ea &mno iaa la de .nn ditnll>ta nia


ber, O ~ilt w$rtowl 4
Todoq qs IdogiQs
vendidos n'esta casa
sao garautidQ |

Ruboa~ui |


Joe Fe~li^^a:*1^Fa;8
Antonio Fernandesdadjieveira Carvalho, sna sua
mulher cf3aos do d'elme a
aquelles que so d a ms:mpA h s B restos
mortaes de sou se Ia I-gpgro, pai e av6, *eqoaoa "
Jos6 Felix da Silva. Fragqso, e e uovO convidam I lei


as pessoas de su anizade, parentee e amigos do
Tribal e t n flnado, par assistirem a missa quo por sue sl.
JLI emandajr resat no recolhiaento de N: 8. da Gla, X,
_--- '- -'-ompno dia 4 de fevereiro, as 7 horas da mana, seti- i
mo de seu fllecimento.
Zacharias Francisco dos Santos, antgo
confeiteiro d'esta pr ,jg de seu le- Ahi aai
ver dar sciencia a todos os seus freguezes, lC A W p a t -
resienc- ara ~ua Fica trai~siri* pgrsa4 ultimg de fever eirl-
que transferio anua residencia Piara, aa Ii 31 de janeiro de 18
da Viraglo n. 23, onde contina corn a pe- -- -- d c- o a-e d
ricia e actividade que Ihe slo peculiar, ocire e.a pa a, .
A satisfazer quantas encommendas Ihe fo- I B or da Imi". 1 f.
remn feitas concernentes a bolos e doces ie "- 'Pe pt S
todas as qualidades, inclusive gel6a de ua velsermu do Pomp a qukd pa situdeeilugar d
in ~uvl -uito apropa~ada par ided
goiaba e araSA, omamentaglo de bande- 4strangeiros, t cplexeHentes ccomiodaoes para
jas de gostos especiaes para casamentos "mai families Je, e a 's ( *s4, tern gaz
ou baeles, e outras mais especiarias ine- umpequno jardi, o siti na uena a-
x& de capital ;6, tratar na, rue, Duque de Caxias
rentes A sua profissao. 4. 73, primeiro andar,,
Ouoirm taimbep se, encarvegs de pt0`- A rDMITTE rn phermmaceio prar so-
parar presuntoe, q quer espaaslj|ad Om qio ulans pharmniacas 5,foa cpita* emaags.
bolos ou does para prpsentes,, en rM.i.uito .oncoIrido, pertoda.Unsafeoe&deW aa-
menor quantidade, e, finalmeite, e r OH CiaC2o, e bastante .ez ouvende.ep ta-
pessoa A ew de seus foreges o az orma- ^em ; nvindo -mite a mpniiante, pode-
mentar mesa, desde quo sejam comnposfas quez 6 i 4r ]a, 4; 'a -
de iguawiaspo eLI feitas; promntezldo -
ser moico no preo, proapto no! tratO, Europa a tratar d su e niop
d^Jipite 4l hp q eiwq4 eln t w. .^ watrqe tI ^^b'-e do sps,44L o I
perfei9ao. ein virtfele desneddoo queloaeva. B l^ a-
--- ------ 't- .raam Telo preente faz a mesma def e


-- Quempeirdeuia do A
a algua nemnipa francez, n a
Se a rua do Conde d'Eu n. 1.8,
precisa-se de uoa escrava ,de ba
siba erevar midto bern oupa de h
shora, e que taibem ven da na rua.


I -.


1


I ru d a Saudade na. 14. -

EstA para lugs-se *box
frente, portlo de fem.m e verandas aos lado a &1a
do Lamar o ai. 4, juato a da esquna ; a t6atar ,U
rua do Barno da Victoria, loja a,16.


dmW-WW
a WPM


oara easmiarI


.t ume
Sde fai
largBdo ,-


t llivio immediate e Cura co-n aCIS
l! !r~i!li'a !N PONADA RO YEFI l
1 P las ^u a s a d o A n f'o s 5 S S A E TC S
1HENORHOIDA AlL RMAC RUTYFR
. ssW dO OS Rua Saint-Martin, 925, PAMIS.
Depe~rkart Jernambuo: FRAN" M. PA SILVA 0.

ILuAS DIUESTIVAS D PADR1 ATIINA
Udo DEFdRESNE|
.Pharmaceu*&o Ise Crame, Fornecedrdo s Hospitaes de Paris
A Pan=reatina empregada nos hospitals do Paris, 6 o mais poderoso I
digestive, que so conheca,' visto como tern a propriedade de digerir e
tornar assimilaveis nuo s6ihente a came e os corpos gordurosos, muao
fatIem a plo, o amido e as fecolas.
Qualuer que seja a causa da intolerancia dos alimentos, alteraClo, oun
aiusenoa de succo pstrico, jinflammaeao, ou ulceragbes do estomago, ou
.49Mdo intesUBo, 3 a 5 pilulas de Pancreatina de Defresne depois da co-(
d ta m "ale aitua os vielhores resultados e sAo por isso prescriptas
pelos medicos contra as seguintes affecoes:
alta d appetite. Aneria. Gastralgias.
M dgestoes. fDiarrhea. Ulceragdes cancerosas.
Vonrt; = Dyamenteria. Enlermidades do figado.
Flatulencia estomaoal.j Gastrites. EmInagrecimento.
0 wpolea.ia e=poisdioomer,evomitos que acompanhau agravides
PAICREAYVNA *RFI1S9E em frasquinhos corn a dose de 3 a 4 colhe-
radazinhas depois da comida.
Em casa de DEFMESNE, author da Peptona, PARIS, e em todas as Pharmacia
glop,

0pOR EXCi I4S





doe BAALHAO de A. CHEVRIER
f ~. 9bmfii g-i 4Hop.'e, Pharuaaewtisw 1' fodS.a.
1 =4v 1 0, "pr TW4 Me pessoas que nko podem suppoutar o0 kw .4ft
jde n pt uvbia* a mrepiedades d'este oloo.
"f* 4pta~w~ doeOkedoL ji0dde do "eaI^,O de
w tomad0 a0 ouds doses fn0s mesmos caGn.
\ rfpongo- pois contra a DebillUde, a Anemia. a ChIorosla, o 03m -
1&wm.m a crofula, etc., e duraate a eavalo nnga.
Ao sen powder r uenrador Indiscuivol juntna este VIM O ur 9 u6tM t
quo sa isfz a paladarems Oas mais deicadox.
AAW6 e 9est 4Q fefado do baealkMo obleve en de 0St kvlr t* 4"2?,
^S^^Wf As 4L& D G*EMIA do NEDIC1WA 4* PAR113^
'^^K^p^W>4W(relgiorto do alir pifsess6or Deverfleo, ^
Ssebre o extractos de floado de busichao. v
PARISH
^Fnirir Xala&9^.
P.tmaeb s [(i^--llla '-- r Pr^ia ?rwina
torfeifo^^ ^a -W J1 1 A^ '^I ftyS~^7'^
^nirl~ttC- 1 "^H~l/' .-Q^^ ^^ ^ r~iwgi8Y


EOSPm
,4 4R4o4 do edF

p|M fcseos qnackwtoa~w esi eMtf
r o EUatr CiCIZLL s'*re o vidiro.


DEPOSIT GERAL
S1--Ra PrielrodeMaur-IS
Rio de Jmaneiro
Unico agent em Pernambuco
ADASON MOVIE & C,
N.--3 Rua do Commercio--N.--3


A venda em todos as



'J0I


boticas e drogarias.



AS


MIGUEL WOLFF & G.
Participam ao res-
peitavel public, que
continuam ter um sor-
timento de joias das
mais modems e dos
mais apurados gostos.
Compromettem-se
a vender mais baratp
do que em outra qual
quer parte.

Bit I~f No t

Pede-se ao dono do establedciemm mMk
eatregne a 20 de dexembro proximo
pequeno volume (mare- ltreiro) V
o favor de devolvel-. pare a rm do Bail iR
Victoria n. 1, ito naio ter a peWot pr q
16^ Ifcf~~k Stfrh a~ahfflm 4k "rkl wk


Ru E r ru rv.mu 8au ISu C m vlutom
O' paletots do seda amrla, o I reebs.*
P---Palaeio de Industria rua do Bailw d Vitolia
aunmero 45.
de lacre Precisa-se
Sdoe urriado livre on eers voe; a rn 8mok
nova u. 4.

l~ ~ OLicATB~wP6 Aaiia
delido em uima chicaa de agua o u Preisa-ses de un Iwe x *ermva cmn -
de li ferod. da u*ee a d r da ,ruaed ei o. 4, pr sa i nir*.
agradml foraiikaante, saltr e sAaA
CHOCOLATE Precis-seae alug&ar aue deb oa boaw ie
cylr ^ *pamicouinhare oompsr pra eam de fanil.
Velnde- etim:lats cylindess, e nvoi.- paga-se bemrn : a rua das Flwes 19.
vidas n'um rotulo trazendo a assi- -- -- -
Sguaturam de Chl. Delacre, Fornecedr i
do .I. As sumnmdades medicasPr6 ,oas
fija6olmasIisngfi~iros eloffl Precisa-ne de umbom coonheiro e de omea
fiiea ^A 06W35lia9DWOS4O O engommadeira, pagando-so hem: Aa nr D"Me
;CHOCOLATEIEM PO de Caxias a.9&
DEPOSIT EM CASA DX
S4 ORAJ e9., da SILVA & Ok
^~~~~ sim & tokaON opilofaaga :AawfK
:;o1 O1 2* e 3 =andarmda do noshrio IL
** 9, 1 -- ,^ *.^ !*e l*J l:*~._ ^ __u wt urn, 1. j.. -~_^ .. __..Mi S


swI'I


a traw na tabsearia do p tufw.
Atteudei
fBa1gew && $*pbo Faiwuim Aa%#mi
I'" j-Bieumfto jag oft es Cm am &ft) "%We,
M*er~d fct~e Lyn* qw M W~m a.~ ^
n&o i vingoja, necamida&deto fl&Beire. *


esos passariaho4 cantadores; ua rue
ario as. 13,


A's pea
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camr con


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Trastes


Wanm l
de uma ama
t fat*O de do
L.13; eNguI


yaoo____________ :
C aixeiro
dweqsauo .n 'auaearo i(dompticai
dmri% iued^ kilofr a sa~oea&K : uea~ae
W.Wu. 91.


a primirae s ls o obbado & do beo
Largo, por moco preyo, txo ImQ e o p3ro-
prias para negoci; pan ver, na tavena da ef-
qumina, e traetar na ra & U U i St


W A' ra do Imperadorn. 16 compra-se, vende-*
aigawee e tiocise, b noTb e usados.


gosts; no uso dPal I
SONEf LAuA
S Volts, cagoletas, cadeias e pul-
seiras de prata dos mais apurados
^ gostos; no Museu de Joias. (
N. 4--RUA DO CAB


Ama
Precisa-se de ama ara para cosinhar em casa
de muito poaca familiar e sem haver merino, eip
Olinda, paga-sn bern ; a tratar na rua da Cruz on
Bom Jesus, primeiro andar n. 1, escriptorio.

Ka muradia
Aluga-se una casa e sitio, tern gaz e cacimbi
corn boa agua, enxtre a estaao dos Aflictos e Ta|
marineira ; a tratar no cscriptorio de Dantas &\
Bastos.

Flores e craves

Na ruada Unimio n.
55, ha sempre para

se vender cravos e flo-
res.


adefai


tao; am muam wvoIR.4EO. f)qV VEWST^a At&
o m .... n o o "T ',, : a fe M f "1 i- ;'ll .I.. l. .1 .^1 -1 'L ; '
f A MiQtHi* 0doente pliw trwos dt quatro vetts,
]~ bioi~a~tGpresmentuos, aW ee-egraiiaw as*i.,es -a pst mo-
vcoooo ft ~eecmitde aleaAdos, Nitonno g 2100..; *.['*^
.SoeI sal &dos casos deferidas, dove appliar-se dW ties
,man mewlgamsau de qaquet emit ; erm tres dias, on dequatro em quatro dias, a la-
seAlgem se jugar meu credor, &apres.I"va a ferida dusv yeses ao dia em cosimento de
eotas no pato de trees. dias, acontar destaita, alvas.
Vra ren empgas. Rife,a41 dejaneiro deo &
Antonio Ferrnira da Silva. l de lt


NA
PHARMACIA E


66 abaixo a'ssigunados de*rmnos pelo pres-
t, ee tems.jstuo e eontracado aom e 8r. Anto-
nis =oei da Silva o sea estabeleemento de
molhado ito so pate da Santa Cruxs 2, livre e
dfso&ubaiapado N qualquer debito, e sealguem
fe jdigar e:eder, o apasente o prazo de tre
diss paa so % page. Seciifi, S1 de Janeiro de 8f.
JosquaithCosts,& 0.


DROGARIA


DE
Barfholtomeu & C.
34 RtTA LARGA DO BOSARIO 34



Nos primeiros iezes a alimpentao mais
natural e apropA"da pra alimentar a criau-
9a de peito 6 o proprio leite materno o qual
em caso de cnecessidade deve ser substitui-


-Vende-se uma negrinha de 16 anaos de do pela
idade, reedolhida, corn prineipio de habilidade, de FARIPNHA LACTEA DO DR.
boita figura: na rua da Pae n. 36. FRERICHS!
Terrns para cdtica S i A sciencia e a pratica adoptram a fha-.
Me w pan il 'af n L omo poderoso demmto ,s
Na Magdalena, rua de Bemica, em frtnte ao e pdr almnon
chfarizS, muiadOs, ,eevados eisntos das cheiaa ;] trictivo pam a infancia e distindtos mdi-e
a tratar corn o commendador Barroca no memo, COS do Brasil e da Europa reconhe-t-eram
Ingar, on na rua larga do Rosario a. 37. ser 4 do Dr. FRERICHS a melhori n'esto
genero.
1 00 0 saCCO Deve-se poise evitar confiar o fiihho ,
F'ariuha de mandioca avariada ; no cases da uma peseoa estrahmha e de compolttaaento
Companhia Pernambucana n. 28. ngo conkecido muitas vezes o gemen de
-end ,umerosa molestias.
Vend i [ Vende-se a verdadeira farinhIa tte
dow; depasitos de ferro para agua; para ver, naudo Dr. Frenidos:
rua larga do Rosamio n. 88. ... 55 -RUA DO IMPERADOR 55
SthesoLnro dos denotes Estabelecment ade m iea e t ano de Vie-'
0 inles ro dos dentes torpomfle ^
PSs dentrfieios sem igual; vende-se na praga -
do Conde d'Eu n. 22, pharmacia ; prego de cada &E' vz eral
caix a 5We ri.boaQueo Palacio de Industria a rua do Bario da
ald Liboaf Victoria n. 45, o estabelecimento quo tern major
"d eU sboV e melbor sortimento de roupas, e tambem o que
Muitio nova, vendem Palmeira & C., 7A rua Lar- mais barato vende; na rua do Barlo da Victoria
ga do Rosario n. 27. numero 45.


gritmibtimeata dads.
Row"r doe a 1 rh
3-1-" Daom p f 00spulum. 4.
Mantrase -al~ yrt:di^ e-oc nt
BMW


?venderpiaaaoea retlhnpbta s tfe
41Ftinaf~ta dla Imperstrii i 1,1 fat~ulas
vcan~e^!iaie


E^''amBa...'H?! do M pa au do.. piano, J^





Par luto tems merin6s pretos do duasigu
roe y1wOQ a se& am d Ne a 4'0nM. a a adito.
aseiras a ba 5 o o dito, 3 assim w ame
Pm Jas Es. nivurocnberdnes sodtias lai2s40a
dama~so e brono m a 1 leOOe 1 a60 o* dite.
inaldas el. te1d covo, a 12 e piano, a 1 8.
COrtinados bo brwas a ri500 o pabordad. a
PFraa to temo meis iu e byrtho riude dimuas
Leques 1 estI I o modeva.
GIrade deo sited fa rendas par os S.
asm a 25ee o dit asim eome
59RUns Preoa D E DE br CXeABB.
F airas, uEmas- neiea* reieebemoBS udas lUs" e
dcBumeor, brsuncoi4 a 1PWi2 00 *lG~ dito.
Grinaldas el-egantes, comn ~oO, a 12A e 18.19
Certinados bordadoi a 410M o par.
Frusnas'e todlhB -de labyrintho raiqusuAm"
ijajies eespartilho modernos.
Gr wids Aepoito do fimendas pana OB Sre.
ngodmntdo A0Centro
Vonob an gret-q da-e det-
59 RUA DUQUEDECAXIAS 59


Grande variedade em papel d'aero, pana s do-
licados trabalhes da mdaa, o Pedro Antunes & C.
foi quem recebeu, 63 ma Duque de Caxias.
Alidamais
Nov9 e firmioe a S Melig, ac"aba dm e d ees-
bero Pedro Antnes & C., 63 rua Duque de <3- poa- t 0 9ic
i s. o REFINADA POR
Saolindos H. H. Ludemaim
Os bordados tran'pa entes tapados que acaa Esta muito onheid areditada arca d
de reCaxiasebe Pedro Antes & 3ruaDuque farinha, (vulgo MAIZENA), vende-se de hoje em
e is. e jld d 1diante a pregos redumidos e corn desconto, no
Especialdpde n d s em Penailme0
Para os eabeUoes o verdadeiro Camacan, unico c P at
dposito-Pedo Antunes & C. 0
'no.va! Semprenova! d r &.C.
As interessantes eriangas grade evolucao em g Afadega .
calungam todo genero, acaba de reeeber 0 Pe- Tainhas
d m A tu j o .oT b i
.oiVa ier ITainhas em sainoura, area SS, em quartolas
he bartis; A vena na rua d e Pedro Affnso nu-
8 RUA 1U U I DE CAXIAS meros 1 e 3.

bI parlirasn4 ae "ciro brra a p rM Rns de cheiro
De superin qualidade : vendem Roduigues de Vende-se na funmilaria de Francisco Teixeir.
Faria & C., & rua de Mariz e Barros n. 11, antiga Barbosa, rua larga do Rosario n. 20.
o Restaurant Bairrada

iek se 1Os proprietarios d'este estabelecimnento por te-
rem ouiros. ne V1'Ufla4 6Li--ndA


a tavernr da rua d a Roda n. 11, corn poucos
funds, propria para principiante ; a tratar na
mesma.


rem ouu'os negoeoloS maw vcumn ua 00ae, gr.amui*
restaurant bem montado e afreguezado (como se
pode verificar) sito An ma da Madre do Deos n, 36
Recife.


,*LI $TA.6E U AI B. N .p...i. prescrever4
'--- +um- .t-on=o depois da extrac-o.



DOS PREMIOS DA PARTE DAS LOTERIAS CONCEIDIAS POR LEI PROVINCIAL N. 57, A BENEFICIO DA MATIZ DO BOM CONSELHO, EXTRAHID-E2M 1 DE FEVFI
_____________________________________!.^__^^^M^BIM^^g^ gg


E .

RF.tRO DE 1884.


NS.


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84 24 8041 71 7
91 40 4# 73 8
92 49 75 9
93 57 S 77 9
97 63 46 83 9
100 64 87 -1704
11 69 91 -
14 70 4O 1500 -
17 73 76 -
19 84 8 1
21 86 11 2
S27 93 28 2
- 37 97 29 2
48 -1303 30 3
M 54 11 8 32 3
55 4# 1 33 4
-58 17 37 5
59 25 44 -
-66 27 46 7
- 68 31 49 -
- 76 33 53 -
- 80 34 55 (
1 88 35 59 18
1 89 40 62 it"
S96 42 67 4 #
-1100 48 72 3
- 1 -- 51 73 i
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60 51 -3300 39 96 -
63 52 14 50 3805 -
65 54 19 52 -- 7 -
67 59 23 53 10 -
72 65 36 54 15 -
73 84 73 41 59 20 -
75 4# 79 42 60 28
77 -- 80 46 69 31 -
81 88 49 75 4 34 S
83 91 53 76 35 40
89 92 55 83 37 -
98 -3102 5- 9 88 49 -
2900 10 14 61 93 52 -
2 3 4 71 95 -
,9 15 75 *so] 62
- 10 22 8 77 3# 2 63 4
- 18 25 46 79 4 3 -
: 21 28 86 11 79 -
- 23 30 89 17 82 -
^ 25 33 92 0 84 -
S28 37 96 23 It 94 -
- 31 38 99 24 40 95 -
- 39 42 -3404 31 97 -
- 40 52 8 11 34 -3903 -
-46 53 40 21 43 7
- 47 54 22 49 14 -
S49 55 24 57 18 -
54 58 28 64 -
- 61 59 30 65 -29- -
62 61 34 7 30 -
- 65 64 35 40 75 31 -
71 10 67 7 76 -- 3 -
- 75 45 7 0 40 -
- 83 88 d o
- 84 91 96 47 -
86 0 57 -9 "M -f
^ .^- 14 6 -W U. 44 51 -
gr.^~6 -'Ui 1 9 0li 44 1 ^ 1
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a of Aikift& *d Oftk
-otsd ws&xjemimdza* -ia bw sa
'r od .M o a"dm 6mt b ad m m )




mundo elegamm da noraaiad ad .
.O Inoso mkboe.eBftwt wt Mi h
finas, IOM 0 ae

MHideC, -6, ek.,
e muitos outro aitigo.d Mwma :
Leques (6adtd e atmd. -)
Piad*i

FmalmeatemB exlft iirtmarti t M e otro artio irma hpu em ps i M, ta.
ben encontrado no estab4li4 de
En6as A. de XdIeiroP
2f=PSu.do Banle da V'c --a=2
Pubm t.. e m .; :-
Vinhos garutides
34--im da 4. Uaue de men--
Vinho de Pasto, into, superior a vinh BordesaU
e que qualquer done pede beer, per ser paro
e fraco, em caixas de uma duzia de garrafa,
das seguintes mauca. :
Quint. do Baroes.
Quinta do Silveira
Luutano (Meneses)
Vinho de Pato, into, o w suoperii e ame
este mercado, em barri de qumtoe dedeid,
ganmntindo-se que nao a"eda.
Vinhos fines, supiores, do Porto e da Madami,
em banrris de quinto e decimos, e caixas de o
dia de garraas.
VVemein


34 MADRE DE DEUS-34
Ferreira & vinBo

Lona national, novo tec do, pbar v er, sepan
ieranco e de o e fo de algodao das fdbripa
da Bahia e Rio de Janeiro ; no .ido do C(p.
Santo n. 25.
Leite m tmrai


I^E AYKI~OI
(CoeW~eE'v~a llqb do erea-
nCua xadicalmommte os tc mmsiu, tarmw
feridas deo dqueioe Uaeaimsd Eman-se e
pharmaia e gan de
Ft-.. inwa a. 3.mu'-





e--decomese fiW de *a *


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. -


}.'"^.


SABR2AM





































~~tau 'e ainexto na 0 Renri.40lfque
||e111va i- *.Arte.;oaamei
1" V'Y, e mais tarde, na d4L :X geer-
nadoer do, frano coada --.
Origia-ria.da Al.taBorgonha, faiilia
llta ,aam-.da etem Sido no ompo dos
S nossos reis iuteiramente fdediecdi a rea-
S teza. Sua fortune, quo era consideravel,
f6ra a recompensa do numerosod services
prestados A Franga.
i| Em 178 o mAfruezz Pedro d4 Chama-
Srande occupavy um cargo imporiante na
S corte. Era caapjo, pai de um ilho uni-
co ao qual dera 6np6meoe Luiz. i
S r De repented rebent6u a revolutlo, come
um radio, amneagando a realeza vicillante.
Logo, dandb iuna primeira prova da sua
forwa, o povo fez cahirem os nimros da
;, Bastilha. i
Ningunem sabia ainda a que exoessos at-
: tingiria a cholera popular, mas ja so pre-
sentiam as desgra9as que iam abysmar a
SFranga, ferir o rei e aquelles que khe eram
dedicados. Corn effeito, a revolncao nito
tardou a tomar um aspect terriel. Os
nobres, atterrados, cuidaram em #or-se ao
abrigo do perigo. A emigraglo 4omegou.
S Ainda mais devotado talvez A trealeza,
ap6s o triumph das novas ideas o mar-
quez de Chamarande, come tantoA outros,
? nio quiz per forma alguma abandonar o
rei; permancceu'no sou posto. Por6im, se
o ever lhe ordenava de nao deixar Ver-
S .. sailles, eUe sentio queo no devia f4zer sua1
mulher e sou filho p artilharem osl perigos
que corria. Obrigou a marqueza a refu-
giar-se na Allemanlha corn ojoven conde
Luiz de Chamarande. Depois da1captura
da familiar real cm Varennes e sua prisAo
na torre do Temple, o marquez r~tirou-se
para o seu castello de Chamarande. Elle
podia entio deixar a Franca e reutnir-so 4
marqueza que se tinha estabelecid n'umna
pequena cidade da Saxonia. Er alem
d'isto, o conselho quo Ihe davamr muitas
pessoas. Mas simpre fiel ao seu |ei, clle
nao queria partir cmquanto houvese a os-
peranga do salvar a realeza.
Os Vendeanos e os bret~es comegavam
a agitar-se.
Dizia-se qae os principles iam einotrar de
novo em Franga 'a testa de um poderoso
exercito estrangeiro; apoderar-se-iam do
Paris, e Luiz XVI, posto em liberdade,
recuperaria o sceptro real c subiria' de no-
vo ao soeu throne, vcnecdor dos homes e
^ das cousas.
"5 A verdado era que a Europa inteip
imedronta.W W p4 o qj e se nassv^-'raa-
ca, declarava a giterra ,e'olugAo.
O marceu-tA _..r a sua espada o a sua fortune ao
S servi9o de seus senhores, julgou deover es-
perar os acontecimentos.
A csperanga um instant affagada polos
S- rieis amigos do roi o da rainha n.ao devia
Irealisar-se. A coalisio foi repellida palos
soldados da reptnilica, e o infelia Luiz
XVI pagou corn a sua cab9ega os errors e as
faltas dos reis Capetos.
S O marquez de Chamarande foi denuin-
^t ciaOp A Convenco como tendo rdla$es


Si __ FOLHETI-


PECCADOS VENIAES


POR


A le o0lrocoaurt


PtIMEIRA PARlTE


(ContinuaCAo do n. 26)


Theresa Kellerw


Forj foi, pois, aeos conquistauores
cQnZfssar-a sua dorrota o implorar eAcon-
1 cesele do urinpaz' .honsa. Depois ,de
algumas campanha s d'est generoy, fic
provado, manifesto e aver o,
roneza era de urma vi exemplar Vin-
garam-se, os libertiaondizea .qu r4uma j
m-ali ca, sem ciOravRo ;`ocnfatusProlt4 i
rai qeueearioca do tabentd, apreft^


seu


de WltoUUi
de subsis-


Doze annos decorreram. Graves aeon-
tecimonto tinham-se passado em Franca.
0 general Bonaparte se apoderara do po-
der. A calma succedia ao desvario. Niao
havia mais prescripceos; os emigrados,
cangados de viver sobre a terra do exilio
voltavam para a Franga.
A marqueza de Chamarande tinha ja
marcado o dia de ua partida, quando ca-
hio subitamente enferma. 0 mail aggra-
you-so rapidanento, e novel dias depois do
star na cama morreu.
0 marquez chorou sua mai quo tanto e
tiuha amado; depois, corn tristeza, disse
comsigo:
S Oque vou eu fazor ?
Examinou sua situaclo e achou-a pouco
invejavel. Elle tinha um belle nome, mas
o qae vale umn nome quando se nio tern a
fortune que ajuda a usal-o ? -
Achara uma dezena de mil frances na
bolsa materna. Dez mil frances!
Era tudo que Ihe restava da immensa
fortune de seus antepassados.
Entretanto, era precise tomar utna reso-
lucato.
Depois de ter per muito tempo reflecti-
do, ldie disse:
Primeiro que tudo sou francez; ago-
ra que perdi minha pobre mai, que estou
so no mundo, pouco import que faga isto
ou aquillo. Os marquezes do Chamaran-
de serviram sempre fielmente a Franca e
muitos d'entre elles verteram sou sangue
pela prtria; meu proprio pai tinha no exer-
cite a patente de capitIo. Eu serei solda-
do como meius av6s.
Sim, aecrescentou oelle, firmando-se na
sua resolugao, eis ahi o que dovevo fa-
zer,
Oito dias depois estava em Pariz. Ape-
nas ficou ahi o tempo neccssario para so
,ongajar. Foi incorporado n'um rogimento
de linha culo deposit era entIo em Gre-
noble.
Nao o seguiremos pelos campos de ba-
talha da Europa. Seu pai firt- um ser-
vidor fiel da realeza; ;ll1Toi umn field ser-
vidor do imperio. /
Eucontramial--deo novo, pela volta dos
Bourbonu; "tenente-coronel e official da
ijogirao do Houras. uirante Qos ico dias
foi nomeado coronel.
Sua condueta em Waterloo foi a de um
heroe, levantaram-n'o do campo de bat:.-
lha gravemente ferido.
Comtudo curou-se depressa : em mnenos
de dous mezos poz-se de p6.
Sabe-se como o governor do Luiz XVIII
tratava entio os officials superieres que
se tinham ligado A fortune de NapoleAo...
0 coronel do imperio reroeieu um instan-
te ser suspeito o riscado dos quadros do
exercito. Nao foi por6nim assim, naieo so
tinham provavelmente esquecido do que
seu pai morrera sobre o cadafalso revolu-
cionario. Nio s6 foi mantido no sen pos-
prazeras para se sujeitar aos deveres mi-
litares o resistir A monotona vida de guar-
nigao.
Eis porque nao tardou muito em deixar
a carreira military, para casar e viver come
um fidalgo.
De character superficial, da vila s6 com-
prehendia o luxo. As suas carruagens, os
seus cavallos, os seus cies, a sUa casa
eram dignos de um principle. Intrepido ca-
valloiro, neahuma gloria invejava quando
vencia umjavali ou um lobe, e descansa-
vw sobre os seus louros de reenteria, co-
me um general sobre os seas tropheus do
guerra.
Orgulhoso, e& corn justica, do amor de
sua nmuiher, deixava-se amar tomamente,
sern so dar ao cuidado de nereeer o-can-


nho de que era alvo.
Loal por entire as
egenio, tin|e|o
esposa, serm oura r
tar aquella virtude
criptura legal e puN
Dominado, comtui
reconhecido a sta in
fehsar; fei: .,,d
tinha feito, decid r-
esforgos pars veneer


do ^s


maranue nio permazec tectaMo a toda
a affpigco ; ^o arqr.z a 'psternil-
mente uma crianca, uma w.pnnpi -quoe1e1
considerava com sua ffa haaa-e
ella Cecilia &nhant.
Cecilia i Prdera sua mai seis annos 'de-
pois ddFBOeu nascimento. Seu ra, official
ser fortune, mnortamente feWio em Wa-
gram, morrera, nos braos do marquez
de Chamarando, seou amigo, diendo-
]he :
-- Minha Cecilia vai ficar s6 no mun-
do; Luiz, co lembrauga do nossa sin-
4era amizade,- nio abandons a pobro or-
pbisinha, s seu protector, seu pai.
Eu t'o prometto, rospondeu Chama-


grande.
E o capitio Baubant deu o ultimo sus-
piro, pronunciando esta palavra; Obri-
gado ;
Foi assim que a pequena Cecilia na
idade do dez annos tornou-se a pupilla do
marquez. Este metteu a orphsina n'um
collegio da sua escolha, onae ia vel-a fre-
quentemente e velara sobre 'sus neces-
sidades, sua eduicao0 e' instrcIco eom
toda a solicitude de um pai.
Cecilia cresceu, tornou-se ,pstruida,
graciosa, oncantadora em todosi,.os sen-
tides. Sentia grande affeielo pelo seou
protector, a quem chamava ,se pal.
Este nome de pai que, Cecilia dava-lhs
para oxpriminir melhor sun gratidio, cau-
sava ao velho soldado indizivol ar-
roubo.
Quando a moga attingio aos seus deze-
seis annos, deixou o wnternato oaem sau-
dades e veio alegrai,. casa do mar-
quez. Do subito, mudou-se a vida do
Sr. de Chamarande; em torn delle, o
barulho, as alegres gargalhadas secee-
diam-se ao silencio, monotoneo; a juventude
risonha de Cecilia era um raio de .sol na
existencia do general.
Em broe pnava deH, iA pci-
lo euidar enm..al-a. .
.. e Oa e O4la, pO^'BR
separaio de ambos,' o 9 marquez estava
jA tio habituado a ver a moca junto de
si, quo encarava come uma desgraga a
necessidade de confiar a outro o cuidado
do tornal-a feliz. A id6a de que ella um
dia havia do deixal-o, qai-de.. Oy vo-elleo
so acharia s6, fazia-lhe experimentAr umna
.emogio singular; parecia-lhe que alguma
cousa so despodagava nelleo; apertava-
c3 lhe o coracao, vinham-lhe lagrimas aos
* olhos, o urma tristeza indefinivel apodera-
va-so delle.
Ah! se eu fosse mais mogo, se oeu
fosse mais mogo! dizia comsigo amarga-
monte.
Que de cooas cram eontidas nostas pa-
lavras!
0 marquez de Chamarande morava em
Tolosa, uma das mais aristocratieas ci-
dades da Franga. Solteirlo recebia raras
vezes, por6em uito procurado pla. alta
za roeordaram qae m---i as fim-Ilias i-
nham' -estado ligadas perry laces de mui es-
estreita amizado, aqtuo elles mesmos, na
suan primeira infancia, tinham jogado e for-
made risonhos pianos para o future.
Alfredo de Fontac era o home do ba-
rae. 0 que dissemn dos dous persona-
gens deixa adivinhar que em pouc dias
so estroitou a amizade intimamentoe.
Quanto ai baroneza, podemos assegurar
que antes de succunmbir lutou pertinaz-
mente.
Sigamos o o dos acontecimontos, pa-
ra podermos saber mais do que sabomos.
IxX
oittl. 5ero 5 -
0 quarto q a' baroneza de Certenes
occupava na hospearia dos Tres IRbis era
um quarto grande, bonm mobiliado, Para o
eue se usava em Artenay.


rtt- sob trp veelador. JDpois,. -oyca4(!loas
gmem, lornbraiagas do paisido, merjalhou-8e
poucrOa, pozeO n~urr sombrioe vanaio.
Ai :l. ia, elle, umn ocstnar fataui-
Par |dad`p de-s a coertoas destiros. Ea
U9AMs.i In&,opuleucia oevia viver feliz..
Tavl, Z aru ^ia:orte I s Minha fortua efoi-
amr firsda, eoraj ~net eimei-uo
: niiv. o : ntura- q o cu rrina almejado, a
Ye- Venturaina estA S0' onge dinini. Che-
A uP.| goso fin dianr= aeira,, trite, deso-
' d' lado, vendor meus dims cemrn speranva.
pe queo tpol de dmim, naiis nada, -o vacuo!...
lutre Me deixou escapar unam suspiro.
A moca ouviO. Erguou os bollos olhos
a- que fixaram sobre o rosto do sen pai


Eile tinha a frionte annuviada, as la-
grimas rolavam-lhe pelos olhos.
--Pai, disse Cecilia corn voz inquieta,
do um tempo paa cA vejo-o-.muitas vezes
triste ; o quo 6 quo tern?
Nada, nada, asseguro-ta, respodndeu
elle visivelmonte perturbado.
(Continua)

I I in T
VAIIEDADES
Cartas a inluo


A PROPOSITO DA FESTA DO POVO

II
Com maxima satisfago dirijo-te hoje,
querido Nino, a segunda e ultima missiva,
que a proposito das novenas do Pogo, que
tao consideravel massa de povo tern sabi-
do attrahir, jA pela sua incontestavel
magnificencia, jA pela admirayel harmbnia
que tern havido, me propuz escrever-te,
Antes de comnegar apequena narracIo dos
factors mais importantes que se tum dado,
dove dizer-te, quo sempre causonu uns lai-
voyes de desgosto, entire os pacificos Romeus,
i a primeira carta que te endereeei, muito
principalmente ao Rufino, quo sem duvida
alguma, 6 um dos mnais ardentes admira
dores 0las novenas.e do bell sexo.
Tenho a advertir-te tambem, que nao 6
tao leve, tao facil, come talvez supponlias,
a minha tarefa de hoje. NMo. Ora avalia
mais bellas, das mais eneantadoras, das
que tenho de occupar-mo justamente das
mais esplendidas noites de quantas torn ha-
vido e poderA haver! Das noites das casa-
das e das solteiras, ou per outra dos pr.t-
zeres, dos gozos au dair d la lumwiire
giectriqute, para me servir da phrase de
urma pessoa que eonhego, e da hnponente
wmarche au # jfamldmux que tao doees, t'o
saudoeas reeordaes dcixou ao J G. V, As,
portanto, que neoesslto'd'um eotylo esmal-
tado e poetico, afin Ide nio causar algum
resentifiento A4 jovens promotoras das r-
foridas noites.
Antbcipadamente e para oevitar quIesqueor
duvidas, protest respeitosamentd a minha
admiral o e prometto-lhes no offTenler,
nem de love, a alta susceptibilidade le
suas amaveis excellencias. Mias... comeco-
mos.
Esteve indubitavelmente muito: bolla a
noite das casadas, s6 polo quo di4 raspeito
ao decoramento do patoo e a alegre coa-i-
eurrencia que attrahio, mas tambem, quau-
toA feliz id6a do illuminarem corn duaji
magnificas Jabl;oIQffs, o largo : onde e
acha a pequenlnd igreja, quo certamente
levard o seun nome a posteridade; co0no
muito bern assevera alguem, quando or-
gulhoso de si e do sua inflaencia ropeto,
acoimpanihando o coro das meniuas :
to e da cintura, porque a baronoeza, sew
ser alta, era de nobro estatura.
Ao pnriuf00 olhar, Alfredo do F7ontae,
come bomtnestre, cotuprehendeu quoe era
senior absolute, e que aquella musher se
tornava sna escrava.
A baroneza tomou o visconde pela mio,
fel-o sentar n'um confidante ao p6 do lunoe,
e ficane de p6 dianto d'elle, disse corn
port o e em voz submissa :
F lo baixo, Alfredo; estamos rodea-
dos de' iimigos .
Temos9.-l os aqui! aqui, onde es-
queo o universo' inteiro!
Asih disse Fontac, lovontandoose eol-
locando a mao Aeita centre as tremulas
m4os da barons
Est ahi a baroneza de Ravenstein,
por traz d'esse tabique.
Sompre essa muihor!... N4| pIsso
dU'r ixipassec quo ella WAl venaoiminha

1 ir favor... mais baixo, mais baixo:
so soumee.m quo estamos juntos, licaria-


esccitawa i- r s s das* j scamtoras, quo
til grande res'ee tgm*t ade a arrojada fes-
trvidade. -
Sa proposite. Pego-te, querido Nino,
que envides todos -o. esforgos paa que o
Duarte escreva uima apotheoe as nove-

JA faldlei n'este sontido a um meu amigo
da S. Viconte de Paulo, o qual compro-
metteu-se a descrever em linguagem assas
florida, a belleza e supremacio da festa de
quoeme occupo.
Ancioso, aguardo o rosultado das locu-
braeos do men grande amigo, conscio de
que.irei enriqueeer corn mais urma obra de
subido merito e de grande folego, a miha
modosta bibliotheca ; o que 6 de esplrar
do immense, do colossal, de'gigantesco
meu amigo.
Mas... esquecia-me da minha missalo,
quo cifra-se em relatar o quo so deu na
noito das.casadas e apreciar a march aua
flambleatir das solteiras.
E' come ja uma vez te disse. Esteve ri-
camente ornamentado o pateo da igrejinha.
Um pequen* mas bom improvisado repu-t-
cho, posto no centre da ampla calgada, que
fleca em frente ao temple, chamava logo a
attenglo dos que ehegavam. Ao brilhante e
limpido clario das Jaclockoffs, postal nilo
muito long uma da outra, juntava-se a
luz serena dos giornos, os quaes davam
um aspect pittoresco e agradavel aquello
panorama encantador quo aos nossos olhos
se descortinava.
E emquanto no temple, a imultidio ou-
via corn respeito e admiraq.o, os eanticos
de louvores; lA fora, a animagoo e o n-
thusiasmo attingiam ao sen auge, d'envol-
ta corn os rises e os assobios dos meninos
que brincavam em tornme do corato.
A's 8 112 horas torminou a novena e
principiou o fogo, sern quo o enthasiasmo
arrefecesse. Ao contrario. Ao luminoso
clariao dos chafarizes, mais se animavamos
elegantes, em seus labyrinthos amorosos.
Elles cram assombrosos, senAo ridictdos
em suas aventnras.
Terminando o fogo, foram-se todos for-
mando umna s6 camada, em busea de seus
lares, roecordando os mementos de praze-
res que lhes tinha proporcionado a noite
das casadas. E emquanto a poucos passes
em uma formosa chacara, os pares on-
chiainm risonhos, alegromente, o vasto salto
e so marcava as parts d'uma quadrilia,
bradando o namorador comrn todas as forgas
do sous pnlmtens as respectivws marcas;
emquanto la, o regosijo era immense e fe-
cunda a verve dos Romeus, na estrada o
,Zc Povinilto demandava o trcm, maldizendo
do pobre machinists que se havia atrazado
algans minutes na viagem.

A noito seguinte foi dedicada, conform
o programma, as solteiras, quo por sua
voz envidaram todos os esforos para que
o brilhantismo de sua noito, nio fosse in-
ferior ao da precedent. E do facto, devido
a louvavel actividade da illustro commission,
a note do domingo nada deixo,)u a desejar,
porquanto, nmto s6 o pateo se achava Iu-
xuosa e lindamonte ornamentudo, tornan-
do-so 'ascinador pela sua illuminacgo a
gierno, como tambem a concurencia foi
enorme, consideravel. E' a ilhustre com-
reissuo merecedora, portanto, dos mfaiores
encomios, dos mais jnstos louvores, pelb
Sbrilhante exito de sous esfor9os.
Urma s6 cousa faltou para que fosse mains
deslumbrantc, mais belle ainda, o quadro
cuja magnitude a tops admirou, e foi: a
luzelectrica.
A comumnisso, porem, nenhuma culpa-
bilidado tern, porquanto, 6 facto, que 03


Pa ota aMisism


. Disseram-me, por0m, eCm em teisee
munico quo o aBm 4ni di Cas Pub,
muito saudoso e triste saOtr apo a
promemWd_; o porqueule o i.. 0O
nao se det, com o P., quo o mo -m
osta jovial, riomho e d'um wO i4 .
vel. .
E soavam 11112 hoera quasi txd se
retraran, uns em basca do *auga.
trem especial, outros anciowo por i-
resi as perwas.
E.... per auda msai mhaver i relwir4e,
encerro estaj jbonem loug mimuv, peditm-
do-to ainds, ums v dezdo e4 so -
tura nlo correspondi a toa juost- Ai -
va, na mnalyse que fizdo que doe m -.-
tavel se passou, per ocasilo das emtA.
das e sempre applaudidas nveiAus do
Pogo da Panella.
Addio, mio carol, addio.
FAIO JCNIoa.
N. B. -Na prinmoira carts, em lugasdr:
em semelhantes contraiedales, leia-e-
em semelmhantes excentricidades; eos.ecia-
mento despretenciosas- e6enchia te
despretenciosas; de ao voltejar a cabosa,
leia so -ao voltar a cabeva; de mis me
suavisou o promenade, leia-se mnais me
suavisou a promenade.
Raeife, 20 dejaneiro do 18,14.


Descremf
Descri, anugo, da vida,
Desto viver de illhuso !
Descri da propria exitencia,
D)escri perdendo a r-ao.
l)Descri no catrc chorando
Per nio amar-te creanva,
Porque cede me roubaltes
Da monte, a louca esperan;a.

Descri do mundo os prazeres,
0 sorrir da mocidade,
Os meus sonhos do futuro,
De tudo tenho saudade.
Descri do proprio future !
Por nio ler o meu destine
Descri das falsas esp'ranvis
Como infeliz peregrine.

D)a propria alma descri,
Tudo me illisao;
Descri das fallas, sorrizos
Nito sei mais, o que o6 paxio.

Descri do negro ftturo
Dos meius sorrizos de amores,
Pois leva a morte os amigos
As 6sperangas, o dores.

Dezenove amosa que conto
'Stou na flor da mocidade
Slo dezenove m:rtyrios !
Muito erneis na verdade.


Recife, 20 de outubro de 18M3.
Juaquint Luiz Cormk de Ohic'ia.

Im poneo de tm4l
-Calino jornalista.
Onosso home escrevia n'mninjornal po-
litieo'; estwa encarregado da ecqao do
parlamento, e dedi:ava-se a estudos epe-
ciaes.
Ultimamente ouviu pronunciar na cams-
ra a palavra 4 divida fluctuante s.
-0 quo quer dizer isto? perpmtsva
elle a um seou amigo.
-Eu tedigo; divida fluctuamlo-qw-
dizer, orgamento da marina.


viscond u olarcheio d paixo, eo- rem eai d'eu s.. ..
visconde am olhar cheio de paixio, e sor'- nhor0mmoa dem un


rindo corn garridice; escute-me corn pa-
ciencia ; Cis o quo so passa.
Clemencia sdntou-se no cwifidenite e Fon-
tac n'umnpoltiona, a respoitosa distancia.
Ella diso:
Ha ura hera quo eston aqui, e quan-
do acabava de despedir a minha criada,
querendo afastar os pensamontos sombrios
quo me assaltavam, approxinmei-me de uma
dasjanella:r. Incommodava-me oisolamon-
to e desesperava-meo a impaeiencia. A mi-
aha pobro imaginaoo, irritada, tao de-
pressa o accusava come o punha em peri-
go, e isto era para mim um insupportavel
t)rmnento. ,

O chicote do postihIlo terminou do re-
peonto os anus loucos pensamentos ; ouvi
rodar uma camrugem, que pouo depo
entrou a galope no pateo... 0 rnt* cora-
gao palpitou corn violencia, e... Alfredo,
esse mesmoe coraglo me prophetisava que
a nossa ultima entrevista me deixaria mui
amargas recordagos. Q'*:0't6 valor e quan-
to... affecto me foi precise para essa tris-
to depedi~a Corri 6. ABortspa a abrfr


to ?
Quando eu apenas a coalhecia.
Mas ultimamente con entio c prBs-
sou-o quanto l dC.
--- Ah! Por Ihe obelecer a acnirnh,
sim, deinais o sabe.
A baroneza baixou oe olhos; asbito ra-
bor lhe corou as 'faces; guardu a cumrto
silencio, quo nit o foi skcio a gricce,
porque a baroneza crus o0F p"), e 1o-
cando-os sabre a radezinh do fglo, dei-
xou ver o prineipwde pm bm iwnesab
perna, tomando ulma-pui-b Wi
Estamos,-dirse, forsi t61
men amigo. Pux todo o mes p@ i
raliscago d'cseo casento, per i.
rasse e por qlil
Quando emprega o sen talaC Qe
mencia, fice vencido.
--Porque?
Porque esme on arlo n smmi
0.. ..
Tri-quillise-se: n'e e maiM 2 s6
0 men CM i
o eu canuumeto 0nimib^;;j|

ria umii rucideoore i 0^


U


do nsenhor conego


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