Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:13238


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Full Text










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* -
~< a
a


Sl


a aUaUUi


wX4-


I (Pelo cabo submarine)

I PARIS, IS de julho.
S- Por dellberaqlo do goverao da
Republican Franceza, D. Carlos. duque
4e Madrid, acaba de ser expelido do
territorio da Franoa.
0 pretendente ao throno de fleapa--
is1a refugiou-se na Inglaterra.
NOVA YORK, 18 de juiho.
Em diversas cidades dos Estados
Unldos tern havido nlanumeros falle-
clmentos, em conseqaencla de asphy-
xia, pelo excessive calor que tern
feito.
PARIS, 19 de julho.
As tropas Irancezas occupamn Slax
(Tunesla), depots de um combat dos
a xtais ecarnflcados.
S Nasms peords a avmaUu e 20
homess entire ortose feridos, e as
dos inimigos em eerea de 3.000 ho-
mens.
Agencia Havas, filial em Pernambuco,
19 de julho do 1881.




(Pelo telegrapho terrestre)

RIO DE JANEIRO, 19 de julho, s 4
horas da tarde. (Recebido as 6 horas).
.- Foi aposenlado, t pedldo o pri-
S umeiro escripturario da alfandega de
Macei6, Innocencio Salustiano da 11-
Va.
Fol nomneado porteiro do arsenal
de guerra do Par.t, Dominlgos Mendes
(4'ardoso.
As transacc6es camblaes sobre
Londres, hoje, foram realisadas a 2
1/8 d. por 15000.



1. ^ ARTE. OFFICIAL
Governo da Provincia
FcXPED1ENrE DO DIA 4 DE JULHO DE 1881
Actos :
0 presidents da provincia. tendo em
consider;tcfioo exposto pelo supplente do
juiz municipal d Cabrobd, am exercicio ple-
no, resjlve, de accurdo corn a disposicao
eqostante do art. 10 do decreto n. 1,294, de
1853, nomear o teneute Manoel da Freitas
Moreno para exerc.3r os officios de tabellilo
do notas e inii aunexos do referido term,
V duranta o inpedimento do serventuario vi-
talicio, ctpihti-) Antonio Jusd de Andrade.
0 president da provincia, tendo em
vtsta o que expoz o engenheiro Manoel de
Barros fHarreto, resolve dispensal-o de fazer
part da c u.n3isifia encarregada da estudar
e dar parecer acerca das propostis apresen-
tadas pars construceio das estradas de ferret
de Goyauni a Timubaubs, Olinda a Itamb6 e
Palmares a Bonito. e ordena que as referidas
propostas sejim enviadas ao engenhiiru
Francisco A.polggorio L-al, .membro da su-
pralita co:Ymii-<>i. -- Remetteu-se as pro-
postas ao eag.,aheuro Lea1, e fizersm se as
o.nmmanicac.0S convmientes.
OI1CIOS
Ao presidontfedo Ceara.--Reebi e agra
,deco, o0 relatorion enviados por V. Exc. ecorn
o officio a qua respondo das 22 de junho.
Ao coan nivdante das armas. Mande
V. lze. substituir, por pracas do 14" bata-
1Uio de infantaria. o destacamento de Tact-
ratii, ficando reduzido a 29 prawas e dous of-
diciaes, seaJo urn o commandant.
Ao Dr. chef.j do policia.-Tendo em con-
siderasaio o exposto pelo subdelegado do dis
tricto do Pres. ,a, eu opia junta ao officio de
V. S, n. 892, deo do corrento, approve o al-
vitro pnr elle tornado do transferir para ou-
tra casa, o quarter do raspectivo destacamen.
to, m,'Iivnte o mesmo aluguel que anterior-
mente era pago. Communicou-se ao The-
souro Provinciel.


Ao president interino da ReIaebo.-
Transmittindo a V. I., a petiglo do ro Ave-
line Jose Jeronymo.o recolhido a Casa de De
tenceo. solicitlo de V. S. a expedicio das or
dens necessarias, afl'n de seem remettidas 6
Secretaria dsta Presidencia as copies do ret-
pectivo rrocesso, pars ser instruida a peti-
soe do graqa,. quepreteado eneaminhar o
menecionado reo ao odAor Modderador.,
S-- Ao inspector da Theaourari d Fazen-
4da.- Pars os fins eonvenientfs, communicu
I V. S. que o bacharel Joo Augusto de Al-
buquerque Maranhtio. juiz substitute de JA
1: boatAo, cntrou, no 1 do correate, no gozo
do 30 dias de licanga. eoncedida por esta Pre-
sidencis para tratar da saude.o.
-- Ao mesmo.- Mande V. S. entregar. so
alferes Jose Guilherme da Silva luarte, a
; subvencio para luzes doPalacio desta presi-
Sdencia, relative ao trimetre de abril a ju-
nho do correate anno.
Ao meaomo.- Eca additamento on
*fiicio, de 2 do corrente, tramBmittoU01 8,
pars seu conhecimento e liu soafMer
copia do terno do contratofeitooom Wiberto
Barreto de MeUo Rego, par a obrad&aiadu-
ra da enfermaria do Arsenal de Mrih.
A| Ao bibliothecario d.a IWbeo ft N
as.k- Iscluso tranamitto uma di p
mmiicipto da Bezorros, aesft p
Arevtds V.. pe.1Pai
-- Ao inspector do Theiou Prd 6L
Conform solicitor o common U
d e Policim, em office do 2e
recommen4o a Vmc. qag AgI
que destaeon pam a
do sund o quo 1q
dnte. r4


e o Recolhimoto da Gluria, das m ias ira.
posts por flta de co setruolo dos passioe
dos ptrea4ios. ai quo o refarom as ditas infor-
mage0s, visto deltas conasftr que elllo estio
jai concluidoe, seguado piano adoptado por
0am- Repartigbo. Communicou-se ao The.
souro Provinaeoisl*,
Ao mosmo.-- Communico a Vm*. que,
nests data. proferi o seguinate deopcho usna
petivio do Isabel Mars Pires Just, a quo so
refers a sua informaglo de 30 de j unlho, sob
n. 180: badeferido, vista constar da infor-
muacao da Repartigio das Obras Publicas
Sqae nio est-A construido o passeeio corres-
Spondente ao sitio perteoceate a cas da
a supplicante. '
Ao inspector geral da instruccAo publi-
cs.-Sirva-se Vmc. de informer se melhor
con vetom aos interesses da instrucgaio publics
collocar fMra do perimetro dia idade de
Goyanna a 3a cadeira de crsino primario do
exo maueulino.
Ao sppiot d ju4 i munieipld de CA-
brob6.-Comaptindo A esta presidencia no-
meat quem deva exeroer tsmporariamente os
officios de justiqs, quando 'uo ha serVentua-
rio companhairo, que as possa accumular, soe
gundo o disposto no decreto n. 1.291 de 1853,
declaro A Vinmc., em resposta ao officio de 14
de junhd, que o cidad&o designado para subs-
tituir o serventuario Antonio Jose de Andra-
de, deve solicitar, sem demora, o seu titulo
na Secretariat desta Presidencia.
-- Ao eommandante do Corpo de Policia.-
Ao Dr. chefe de policia interino made Vmc.
apresentar, amanhi, ao meio dis, 4 soldados
e 1 cabo de esquadra, afim de escoltarem ate
a capital da Parahyba, 3 cnriminosos e unma
escrava.-Mandou-se dar transport o com-
municou-se aso chbefs de policia.
EXPEDIENTE DO HCRET&RIO
Officios:
Ao presidents interino da Relaclo.-O
Exm. Sr. president da provincia manda
accusar o recebimento ,o officio de V. Exc.,
do 10 do corrente. n. 1,895. communicando
haver concedido 30 dias de lieenca aso juiz de
direito de Ingazeira.
Ao commandants do Presidio de Fer-
nando.-Da ordem do Exm. Sr. presidents da
provincia declare a V. Exc. que deu-seo licen-
ca a Antonio da Silva COmpos, afim de enm-
barcar parsa esse Presidio, corn dastino a o al-
feres Jofio Ayres da Silva Moura, e Jose Vie-
gas da S lva. ahi destaeados, oa generous con-
stantantes das relaqOes por mim assignadas.
-Mutatis mutandis ao gerente da Companhia
Pernambucana.
-- Ao Dr. chefe de policia inrterino.- De
ordem do Exm. Sr. president da provincial
comraunico a V. S., em rnosposta ao officio.
n 888,. do 1* do carrente. que opportunamon-
te sera reforgado o destamento do Corpo de
Policia, estacionado no Rio Formoso.
Ao inapector do Thesouro Provincial.--
0 Exm. Sr. presidents da provincia manda
coinnunicar a V. S. que, nests data, lavrou o
oeguinte despacho na petiClo de hzidia Julia
Jayms da Silva. sobre a qual informou esse
Thesouro em officio de 25 de junho, sob n.
873: a A' vista da informaglo do Thesouro
Provincial, uno tern lugar oque requer. v
Ao juiz de direito de Villa-Bells.- De
ordem de S. Exc. o Sr. presidents da provin-
cia e em resposta aso officio de V. S., de 30 de
maio, communicando haver encerrado a ulti
ma sessio do jury desse termo, soem ;or ub-
minettido zijulgauwento o unico rdo que seo acha
recolhido A Cosa de Detenglo; declato-lhe
que o nesmo reo, segundo informa o Dr.
chefe de policia intermno, achava-so nas Ala
g6as, quaudo foi requisitado em margo. Re-
greasando em 6 de abril, foi removido em
maio pars o Presidio de Fernando. por se
achar accommettido do beriberi, e dalli ain-
da nao voltou.
Ao dito do Cabo.- 0 Exm. Sr. presi-
dente da provincia manda accusar o reeebi
monte do officio de V. S., do I* do corrente,
coaimunicando haver, na mesma data, o juiz
municipal desse termo deixado e exercicio,
por motive de molestia.- Communicou-se i
Thesouraria de Fazenda.
Ao dito do Brejo,- Do ordem do Exm.
Sr. president da provincial, tranamitto a V
S.. em resposta ao seu officio de 18 de junho,
I livro coateado 200 titulos impresses, dn
eleitores.-Mutatis mutandis so juiz de direi-
to do Rio Formozo, em resposta ao oflicio de
25 de junho.
Ao dito do Caruar.-- Da orjem de S.
Exe. o Sr. president. da provincia transmitto
a V. S.,em respo ta so seu officio de 25 de
junho, mais 400 titulos -rimpresses de eleito
res- Mutatis mutandis ao juiz de direito do
4 district criminal do Recife, mais rail ti-
tulos em resposta ao ofiteio de hoje.
Ao promoter publico do Cabo.- De or-
dem de S. Exo. o Sr president. da provincia
accuse o recebimento do officio de V. S., de
30de junno, comsnunicaudo have, no dia an-
terior, procedido a visit mental na cadeia
dessa cidade.


-- Ao agent da Companhia Brasileira de
Navegaq.o a Vapor.-Deordeim d S. Exe. o
Sr. presidents d -provincia accuso o. recebi-
iteAto do o fieoa. em qua V S. soptaunic&
quo o vapor Pruam bco, ohegado hoje dos
portos do nortd, seguira para os do sul ama-
nhl as 4 horns ds tarde.

DESPACHOS DA PRESIDENCIA DO DIA 18
DE JULIIO DE 1881
Abaixo assigados sentenciados milita-
res -Deferido corn officio data data a
Thesoraraia de Fazemda para relacionar a
itupjbrtancia de o60128, devida a algues
dna SaMMlia6UkSa..


Demtocrito Calos .e Miranda ixoto.
-Deferido corn officio dta datai a TtiU-
*Wr4 Provirciaaelaaodtnojnstificad as as
fh6 de exercicio a quae so referee o sup-
pfid&ute.
fielden Brotiers.--Deflarido corn officio
ao Thesouro Provincial.
Os meAmos.--Deferido corn o officio des-
ta data ao Thesouro Provincial.
SFeliciano Nunes do Rego.-Informe o
Sr. inspector da Thesouraria de Fazenda.
Francisco Pereira de Souza Leomos. -
Requeira ao Thesouro Provincial.
Jose Bernardo Penichbe.-Deferido por
star cvcluido, segundo o piano dopta-
4o petk Repartiea das Obras Pobticas,
o paseo da casa nO. 61 da rua do Viscon-
do de Goyanna.
Jos6 Rodrigues dos Passes Netto.-De-
ferido por estar concluido, segando o
piano adoptado pela Repartico das Obras
Poblicas, o passeio da casa n. 41 da rua
do Visconde de Goyanna.
Jos6 Satyro Barbosa.-Nada ha que de-
ferir, em vista da informaoao.
Capitio Jolo Paulo da Silva Porto.-
Nesta data 6 autorisada a Thesouralia a
fazer o abono de que trata o supplicante.
Major Luiz Antonio Ferraz.-Deferido
corn officio de hoje A Thfesouraria de Fa-
zeoda.
Luiza Maria do Espirito Santo.-Sim.
Alferes Sebastuo Goncalves da Costa.
-Deferido comn officio expedido nesta data
a Thesouraria de Fazenda para fazer o
abono solicitado.
Silvina de Lemos Cavalcante.-Deferido
por estar concluido, segundo o plano adop-
tado pela Reparticao das Obras Publicas.
o passeio da casw terrea n. 132 da rua do
Visconde de Albuquerque.
Secretaria da Presidencia de Pernambu-
co,19 de junho de 1881.,
0 porteiro,
J. L. Viegas.
Inspoctoria Gral dalnsta'u"to
Public
DESPACIIOS DO DIA 14 DE JULHO DE
1881
Dr. Jos6 Joaquim de Oliveira Fonseca.
-A' 14 seccao d o conselho ilitterario, re-
lator o Sr. Francisco de Si.
Aureliano Augusto de Yasconcellos. pro-
fessor public da cadeira de Goyaninha.-
Justifico.
Joao Ferreira Vilella de Araujo, profes-
sor public da cadeira de Agua Preta.-
Cumpra-se e registre-se, em virtude da au-
torisa.lo da presidencia da provincia de 13
do corrente, devendo a licenoa contar-se da
data do--visto-do delegado litterario.
0 mesmo.-Encaminhe-se.
Joao Jos6 Ribeiro Moraes, professor pu-
bhlico da cadeira de JaboatIo.-Encami
uhe-se.-

Digna de Santa Rosa, professor daca-
deira da Encruzilhada do Rosarinho.-Jus-
titico, medianteautorisaao da presiden-
cia da provincial de 12 do corrente.
Galdiuo Eleuterio Teixeira de Barros,
professor public da cadeira do Rio For-
inoso. -Encaminhe-se.
16 -
Generosa do Rego Medeiros Cavalcante,
professors public da cadeira mixta da
liha do Pina--Justifico.
A uaeswa.-Quanto a mobilia e oteoci-
lios, opportunamente sera deferido. Qoan-
to a casa, cable a supplicante, de accord
corn o delegado litterario, alugar a que
mais convier.
--18 -
Joaquim Rufo Bhda, professor poblico
da cadeira de Cha de Capooiras.-Cumpra-
se e registro-se.
Benjamin i Ernesto Pereira da SiLa,
professor poblco da 3 cadeira do Recife.

flip d $adr a ,oru f osai i-
cid adiad Ecuibd do m lsai-


ulto.-.-Eacminbe-se.
Abaixo assignados, dos moradores na
Travessa do Boagy, ua estrada nooa do
Caxangi.-Informe o delegado litterario
da Magdalena.
O porteiro,
Jodo Ja Cunha Morira Alves.

Reparticlo da i4POU*4a
Sec ficia de P*erj mbm, 19 do juato -de
nAA&f&


* oo
M6.
lad
em i


do Malto,
-Tenbo a
que unesta
subdelegacj
de to supplo
delegado s
noite,emda
de capturat
aebavaim rWi
0 Dr. jtiz a


distiritto 1!do Riucho
, 481.-1im. Sr.

o eircio, da
tricto, oaqbalidade
tor o respotivo sub*
dia It, 7 horas da
Taquara corn o fim
diffsom que alhi se
sep do requisitara
do lorAn.


e em
co mas on eW V oado, e1oo-
irara-se o rerid sn 51 con os la-
droes e acrisiaos cooduzindo novel ca-
vallos, os qaa achaodo-w beet muldos
de armas iflra fogo sobre a f6roa, quo
per sua Vez respoadeu, disparando-se de
lado a lado erca de vinte e dous tiros,
sem resultar o ieor ferimento.
c Camintuado o resto da noite, acom-
panhado d cidco pras e ceanto e quinze
paisanos quo voluntariamente so ofiarece-
ram para coadjuvar a dligencia, conasegio
o subdelegaAo ao amanhcer de hoje car-
car os crimiosos no lugar Taquara, tra-
vando-se eo opela seguanda vez a mats
encarnioada lucia, da qaal resautoa a
more do criminoso Carlus Jose dos San-
tos e a prison do Bellarmiao Jose dos San-
tos, criminoso de more no termo da Im-
peratriz, da proviacia das Alagoas, e de
Manoel Rodrigues des Sao, assim como
a appreheonso de o0e cavallos furtados
peios mesmos criminosos no districlto de
S. Benedicto, e que estavam seaondo persegui-
dos pelus roprios dooeans quae aqui se
acham cum acumentos, provando seu le-
gitimo direilte, em vista do quae acha-se
esta subdoleegacia procedeado ao inquerito
na forma, &ati.
S Ddnu& tatde a V S.-Illm. Sr. Dr.
Coustantino Jose da Siiva Braga, maito
digno juiz de direito da comarca do Pal-
mares.- Valdivino de Barros Silva,
subdclegado 1t suppleute em exercicio. 2
0 Dr. promoter public seguio para o
district do Riacho do Matto, por ordem
do Dr. juiz de direito, para assistir as
diligencias policies a queoesta proceden
do o referido 1 supplente do subdelegado.
Dens guarded a V. Exc -ULIn e Exm
Sr. Dr. Jos6 Antonio do Souza Lima, maito
digno presidents da provincia.-O chefe
de poticia Joaquim da Costa Ribeiro.

Consulado Provincial
DESPACHOS DO PIA 19 DE JULIIO DE 1881
Juola Administrativa da Santa Casa de
Misericordia do Recife.- Informe a 1.'
secdo.
Francisco Gonoalves Netto.-Informe a
l.1 secdo.
Antonio Loureiro & C.-Deferido em
vista da ioforma"ao.
Antonio Bento de Campos.-A' 1.0 sec-
Qio para os fins convenieoules.
Francisco Luiz Rabello.-A' .a seceo
para os tins convenieontes.
Henrique de Castro Guimaris.-A' .a
second para os devidos fins.
Jose Clementino Henriques da Silva.-
Cerlifique-se.


__PEBIA I 0UCO
ASSEUiLAA tReVIICIAL
SESSXO EM 8 DR JUNHO
PRBSIDEKCI4 DO XXM. SR. B&RXO DE ITAPIS-
SUMA
Ao 30 minaatoo depote de meio dis, feita at
chamada e vericeaado-os eostareom presentes
os Srs. deputy o Josa Hygino.Augusto L ec,
Bario 4. Nazareth, Pereira de Brito. Maximia.
no Duarto, Jo6, Maria, Ulysses Vianma, ,Er
mirio Coutinho, Pitangs. tartao do Itapisau-
ma. Lourenacs do S. Abren a Ldma. Eauirit@


'act&
I ioI


.A se^^ tlitl. 4 a owasnt-es :-....|
4^O Mi. Jo etro *rett de 5ltumDfto
juad te a Gam d idr "ordsa io.-

sss lo" R dtJ Mt. 40, d ogwso :-Yn.
em ~~ luu eGKI s& i logar doe.--ft-
00 as's





N. 8l.-AccOacetSo.s a disposliqet er.
4awnt :-Art.... Na Camaras em quo nlo
baja soeadoserm iptos o quo reeebat emn-
6 mom a ero-ho





linonto. tio p0rlo o estai sxeiuer dois-
poeto d srrm into. 1u9 die Borio.-
Low'.*ge do Sd.
SN. O.-8ubstitua-8eo 40 do art 49 polo
seguints :-.... licenoa pars conafruitr muro,
50 r6is pot metro trronto M lUm do imposto
do arriaao ato. qumado sja preisa a cordea-
0o. pagado s. e. ca, nos Iogares em que
forem persittidtapenuas 10reis por metro
corrento, fBeando ilerf0os do imaposto do arrua-
mnto.-Rudoeio di Briao.-Loawe d o de Sa.
SN. 68.-N o 1 36 do art. 49, aubtlttua-se a
psalarra reedoGSa p.la -m ouneto gerai. -
Euwo de Driw. -Lou..&reno, de $4.
a N. 04. -Accretcento-ai as disposi~ose per-
maneuts :-Art... Ficam CA m aa Mauni.
bipa autorisad fts a qoin rea ou at deo'
orario poblio d. sra tent em aa gdmar-
daos 0 airr u ro. tpprehuadido eB ps-
Sadd um o ttulo de no-
aes.mBea o que nao podorao exereor o lu-
gar.-JEezp4ae Boiu -Le nweo de Sd.
i N. 65.-Accresceote-tse art. 49 ... 420
por eu una frent. e cordeap o das rum uas
idad. do fecift que tiver biquiras comeo
determinam as posture. -E d4.4io de Britn.
--Loawoen deSa. a
SN. o Accresc.rte-" n os disposies per.
manoatom :-Art .. O aeummaas appreheondi-
dos vgfatdo pelis russ doa eidadeo, villas on
FOY oa90, ou encontuados em terrenos de
roua, e que nao forem dantro de 48 hornas
rnoshmados pelos seue (doaus e pagan as res-
p.ctia multa e despesr, serbi arroimastados,
pLrveedendo edital por 8 dias, perante o juiz .
do paz da paroc&hi ou distr:cto de paz,
s o sea product, depois de deduzidas a mu-
tso despeas, ser depo.itado naos cofres mu-
nicipaes, sob escripturago especial, pars se o
entregue ao sea deno quaada habihtado a
oreclamar asntes de vncida a precrnpcto ; de o-
pois do que constituinra receits muonicipal.-
Eudoxio de Brito.-Lourengo dc Sd.
SN. 67. Acorescot"o-se ao art. 49: ....
205000 pars ter easa de jogos nao prohibidos
na cidade do Recife ; 1otOUO use outras cids-
des, isentos d'este imposto os bilhares de es-
tabelecinmeantos quv j paguem o irposto do
12.- Eudoxio de Lirit.- Lourenfo de Sd
L N. 68. Accrescente-sed so art. 49: ...
205000 pars usar de armas defezaa, obtida a
icenba da policia, e multado no dobro, aids d
das penas em quo incorrereni, 0s cntravenl- t
tOres. Eudozio deBribo.-Lourenfo de Ssd.
SN. 69. Acereseuentes ao art. 49: ....
050)o pars ter eisa de sa8tde na cidade do Re-
cife. obsez vadas as leois da hyhiene e excep-,
tuado os hospitaes a cargo doe casas de carl-
dads e instituices piss.-Ewlozior de Brit.- -d
Lourenfo dedS. S
a N. 70. Acorescente-se as art. 49: .. ,
15M000 alre da taxa do 12 pars ter estroiba-
ria do eavallos de trato ou de aluguel. de
asccas ou bois ou quaesquer outros estabele- n
cimentos d'sses genero nas quatro freguezias 5
da cidade do Recite, e nas russ quea a camara s
permittir.-Eudoxio de Brito.-Lourengo de Sd. C
a N. .It Accrescenote-se aso art, 49 : ....
155000 para ter olaria no periretro da cidade a
do Recite, sujeita as prescripcos da camera : t
105 nas demais cida~des e villas; 5000 nos ou- t
trot lugares.-tMEdoxio de Brito.-Ldurenco
de 8d.
a N. 72. Aecresconte-se ano 12 do ar. 49:
55000 pars abrir ou ter aberta cas.i de vendor t t
lou5a de barro e outras do paiz., nas quatro
freguezias da cdada do Recife; 3oo00 nas ou- d
trds fregaezias. e nos demais municiptos. -
Eudoxio de Brito.-Lourenfo de Sd.
a N. 73. Accrescente-se so art. 49 : .. 4$
pars armar cortos aou fincar posts para ar-
cos e eabandeiramentos, pars fdestas, oen-
quanto estas durarem, cumpridas depois as
clausulas das postures no municipio do Re- t
cite ; 2$00) nag demais cidades e villas.-Eu-
dexioi de Brito.--Lourefdo do Sd.
a N. 74. Accrescente-se ao art. 49 : 105000 .
pars vender bilohetes de loterias, exceptusa ias
do imposto as erianas e as mulheres ; man s
devendo todos por st ou oor seus pats ou tu-
tores assignar termo de responsabilidade na
policie.--tudoxio de Brio.-Lourenjo de Sd.
N. 75. Aecrescente-so ao art. 49 ... ,


105000 para construir e conservar sobre agua3
ponte ou trapiche de embarque ou desembar-
quo de generous ou passageiros, nas quatro j
freguezias da cidade do Recite, nos lugares
qua a camara permittir. Eudoxio de Brio
-Lourengoo de Sd.
a N. 76. Aecrescente-se ao art. 49: 55000
pars montar e ter guindaste nos cats dlas qua-
tro freguezias da cidade nos lugares cque a ca- j
mars permittir.-Eudoxio de Brito.-Lourenf Io
deo Sd.
N. 77. Aecrescente-se ao art. 49: 5#000
por cada espectaculo concerto ou bile com
entrail paga no municipio do Recife; 25000 I
nas. demais eidades on villas.- Eadoxio de
Brilo.-Lourem&o de Sd.
a N. Id. Aeeresconte.-se ao art. 49: 5(.00 (
pars ter estaleiro as quatro freguezia 4d ci-
dadedo ROCifo.-Edox de Brito. -Lourewo \
deS4. al
SN. 79. Accrescente-so a art. 49: 10000
par& ter na rua aoaassador de obra out depo-
sito do uionrilaSdo obra eop construeeClo nat
quatto geoetias da cidade do Rcife :: 5000 I
nas outras frtegueias o demais cidad-s a vil- I n
las. oataato quo ano atnravanquee transito
'*pbio, paudo a malt& de 3. na prinmeira I
ede 6 aaegund e.Wo qua fizorem8 sem li- e
wcogaw.-Esdo do& d Brito.-Lowrenp do Sd. c
a 4. 8.0. Accrescnto-s sto art. 49: 1 50i x
f or 4%4*04% a 1 t oawhr veadendo taite pe-
asruas da dI de-. &Recife; 2S nau outras i
,e4d1^4a*vil.,-Edoiu derito.Lo-Lres- a
ge doS4.
N. 81 AGOCCO~ta I oi. se~rajovs-
1* ~ ~ os~OaU~icipio do Re-
oft. ,ocepto nos b


". .. .. "= ,M ill .. .

ebora nlio teaha podido a oamarajl
meatn obrigar a s* demoliqto.--79l e
Brito.--Leureneo de Sd.
s N. 85. Accresconte-se as disposis 'go-
ras : Art... Mica a Camara Municipal do A*
cifo attorisadsa a ceonfejcionar regulamewoo
Otra a ganhadores, boleeiros carroceir"q
alo podendo oxercer essa profasso soenut "!
soa Uivres.-Eudoxio de Brito.-Laurenfo 9b
SSd. 86. Acreseete-s as disp
I N. 88. Aecresceato-so as dispooiijcoe go-
taos: Art... Fica a Camara Municipafldo Re.
Cite antorisada i determinar o padrio a mode-
lo das carroas aempregadas sna conduceio do
stereo, cal ou ouatra qualquer eousa quo c-
rompa o ar, uon incommode o public, dstor-
minando igualmonto a hora em que devoT
ser feita a remocto do lixo da cidade o cass
particulares, multando em 30$ es contraven-
tores.-Eudoxio de Brito. Lourengo de Sd.
a N. 87. Accreacente-se ao art. 49: 409
para o particulars fazerom escavagoes ns
ntxas da cidade do Recife, pars encanar agua
ott gaz.-Eudoxio de Brito.-Lourcnpo de Sd.
a N. 88. Substitua-se o 35 do art. 49 pole
seguinte : Licenca pars edificar ou reedifi-
oar,gquando tenba havido demoligio comple-
ta, 2 r6is por metro quadrado da area occu-
pada, irazaIo de cads plivimento, alem do ima-
posto de arruamento quando tenha do ser
dada eawdeaco. e livre do imposto de anda*
meo, na cidade do Recife, 10 reis nas doemasia
cidadegs e villas e nos outros lugares do mu,
nlcipio do Recite, 5 rdis nas freguezias e po-
voados dos outrosmunicipios. Eudoxie d4
bri.--Lourengo de SA.
S-N-%. 89. Accrescente-se depois do 60 do
art. 2": Csmiterio de Afogados:
S1.0 Vencimentos doadministra-
dor, coum I:20 de ordena :o e 600$
de gratifdeago 1:80080tW
a 2.' Idemn do amanuen.se, send
.005 de ordenado e 400$ de gratifl-
e"io 1:20006W0
K 3.0 Idem do porteiro, que exer-
eern so memo tempo as tfuncc6es
eo guards e sachrietlo, corn 600
do ordenado 304 de gratificacao 9i,0900
a 4. Ordenado do capellAo 0090(003
a 5.' Idem do pedreiro 8eO090
9:436050(1
6 0 Um coveiro 2 diarios.
z 70 Tres serventem a 1$600 diaries. Eu-
doxiode Brito.-tourenfo de Sd.
a N. 90. Accrescenta-se aits disposicoes pez-
manentes.-Art... A reparticAo das aferiqdes
da Camarua Municipal do Recife fica encarre-
gada do servico do carimbo e nuimerteio dos
rebiculos e enbarcacies sujeitas ao imposto.
-Eudoxio de Irito.-'Loarcfo de Sd.
a N. 91. Accrescente-se as disposic6es per-
nanentes.-Art... Ficam elevadas a mais 20
por ceuto as tax'ts das aferieOes e dos cemite-
rios, inclusive o imposto dos carros funebres,
no corrente exercicio. Eudoxio de trito.-
Lourenso de Sd.
a N. 91. Accrescente se as disposicoes per-
manentes.-Art.. -Fica a Camrara iunrcipai
lo Recife autorisada a fazer a reforms ade sus
reparticoes, pondo-a em exmcucAo depuis de
ipprovada pelo president da provinciSa, coaM
tanto que auo exceda as verbs votadas no
presents exereicio.-Eudoxio de Brito-Louren-
to de Sd.
( N. 93. Accrescente se ao art. 49 -0(000
por tar theatrinho, exposicao de vistas e ani-
nse. tivoly, ou qualquer outro divertimento
public coun entrada paga no municipio do
Recife. 56000 nas outraH cidades, viIlai po-
roagOes.-Eudoxio de B ito. -Lourenco tieSd.
i N. 14. Accrescente se : ao art. i9 Li-
enca praarmar barracas em temnpo de fdE-
as e somente einquanto est-is (duirarern; 5
no municipio do Recife; 3S nos outro munui-
apios.-Eudoxio de Brinto.- Lourefo de SA.
c N. 95. Accreseente-se ao art. 49 -.. 105
aldm da taxa do 12, para ter cortum-s ou
salgadeiroe nos lugares que a Camara permit-
ir no municipio lo Rocife.- Eudoxio de Bri-
o.-Lourenu o de Si.
N. 96 Accrescente-se ao art. 49 .. 105
)ara artnar barracas de quitandos has quatro
reguezias da cidade do lecfd ; G4 nas ou-
;ra8 freguezias edemais cidades; detern.ninan-
to a Cawara os lugares e approvand', ,s m6-
10los.--Eudoxio de Urito.--Lounenco de Sd.
a N. 97. Aecrescente seao art. 49 |.. 109
para ter toldo ou eapanada fixa nas quatro
"reguezias da cidade do Reczfe ; 55 nas on-
;rasfreguezias do munacipto e demais cida-
les ; quando a Camara o permittar e corn tan-
;o que nao embarnice o transito.-- Eudx.o de
'Jrito.--Lourenfo de 5d.
N. 98. Acerescente se ao art. 49 5.. 145
para ter casa de banbos publicos.--Eudoxtode
Briao L oureo do Sd.
a N. 99. Acecrscente-so ao art 49 55
para ter toldo ou empanada volante. nis qua-
nro freguezzas da c'dada dn Recife; 1$ nus
tutras freguezuas do muni';ipio e nas demais
sidades ; corw tanto que nao embarie o tran-
iito -Eudoxie de Brsto.-Lourenco de Sd.


N. 100. Accrescente-se ao art. 49 .. 5$
porlicenea pars qu&lquer ombareacio reta-
,har generos ou mercudorias. atracada so
;oes on pontes de desembarque, nas quatro
'reguezias da cidade do Recife. Eudoxio de
Brito -Lourenoi, de Sd.
a N. 101. Accrescente-se ao art. 49 5S
pars collocmr tabolets out inscripcqio (por urnms
is6 vez) nas quatro freguezias da cidade do
Recife; 25 nasoutras freguezias.-Eudoxio de
Brito.-Loureago de Sd.
a N. 102. Acereseente-se ao art. 49: 105
para vender peas ruas carnes e peixes, d ,yven-
lo trazer balangas e pesos aferidos e lIvres do
imposto da tabela approvada pela lei n. 1.392
deo 1879s.-Eudoxio de Brito.-Loureno file Sd.
a N. 103. Accrescente-se no art. 49 : 30
para ter deposit de polvora nos lugares pro-
seriptos pelts posturas.-Eudoxio de Brito.-
Lourenfo deSd. "
Sa N. .104. Accrescente-se no art. 49: 305
ildm da taxI do 12 pars vender polvora a
retalbo nos lugares permittidos pelas postu-
ls9.-Eudosio de Brito.-Lourengo de Sd
a N. 105. Acerescente-se ao art. 49: 15S
l16m da taxa do 12 por today a casa de nego-
io que vender por atacado ou a varejo fogos
artiticiaes nacionaes ou estrangeiros.-Eado-
to do Brit.-'Loureugo de Sd.
t N. 106. Aeerescente-se ao art. 49: Z-6
*r6is, per oarimbo e numeraglo de vehiculos
e embareagoes de transported de passageiros
ou earga saujeitos ao imposto.-Eudoxio do Bri-
ea,--Louweno de Sd.
t N. 10l1. Accreseeate-s ao art. 49 45por
bote, barco, lancha ou qualquer embarcacto
empregada no transport de passageirns 0
as bgageons. 500 re. portonelada 4e OR-
*a0s, alvarengas, reboques a vapor, o1tr5m o
baroalo empregada no transported dooarg
sersadoias o miateriaes.-- uedoxe ds 80f"
--L&mco do 84.
t N.'IU8 Acereseente-seso 0rt..49: PTO
ucto.: davenda de animals appreha.didomw ;,
", rolatiados, deduzidas as: desjpeza tt o
k 4poihe o venelda a preseripgo. -*-

4Ordscno-eO o art. 49 5
to*PO oregittro do cartsa qtt *
de Brito.*-
S tI, do art.!,






























today


im as varrairos a *uzr opagiU Ma ;oI(;. cu
tiaudiciaos devidb6 a bml Aoi rap dos
3Sa98Ws us foreas do a"pgaa.-Juit-
xio de Brito -Loter do. 4. :
T' I1T 41 0 : 6 n.' I i10 art. 2!..
OR 703 dO S8O~l)j, 4M ise5 fl4 80p0 eratrf
VSB woamdireito aOBs emoluminato.-W( N.-
a N. 118. Art. 3631 Sulb.oi tda iO.mn-
d a. 16. Spprinmam-se as palavras corn a co
dieo dtie resiulir na cidade.--ardo dre ivti-
gf.-Or. Pitanga..-aurSdo Nazareth. -WOMil.
LimR. -Rego Ifatist. -Nuximiaxi Dt.D rte.-
Ecrna-Mr.-Sd Auje.-Ioo to 5e 4.-Abtewv
Liwa.--A.gso de oa Lodo. Esteudo de
Otiwe --Ulyseus ViTasa.-Joa JIaria.-Ci-
6cts- Gdo,. a
0 Sr. Ulysses Vlanna Sr, president.
inho-me adiairado dos innumero orgamen-
to, qeuo se tern superposto a o primeiro orga-
mento apresontado pela illustre coimimsbo
de argsmetor municipal. Votou-se um pri-
meire orcamento apresantado pelo illustroe re-
lMtar e seas colleges: esto primeiro orgamen-
to foi grandemente. emendedo em 2.' discus-
ago.- Quando n6s penmavamos que a discus-
abto-eotva fechada e que se lam votar o ora-
meustoe corn emiendas, quo tinham passado em
discaumsao, a nobre commission de orgamen-
to apresentou tantas outras emendas notre a
rectita, cobre a despeza e sobre as disaposiQOes
geraee, qua eolas constitute um verdadeiro
proj0eto do oremenuo do principeio ao fim.
0I SR. BEuvooi D BRITO -Sob proposta da
camera.
"(0 S. ULYTSSS ViANNA-Diz- me o nobre re-
lator dra commiasiao, e ji o havia dita na tri-
buna, quo sob proposta da Camara.
0 SR. EUDOXtO iDE BRITO Posso proval-o
corn a proposta, que a Camara enviou a As-
sembleda.
0 ft. ULYSSES VIANNA-Nio davido, nem
quero duvidar da honrada paltvras do digno
relator; nbo tern necessidade dc niostrar-mu
o papal, em que esti a proposta da Camara.
Diz-mo. pordm, S. Exe. que houve propos
ta da Camara. A allegacbo do facto 6 verda-
deira; mas, exauinemos ate onde chega a
eompetencia da Camara Municipal, prar tazer
propostas successivas.
0 qua a lei estabelecou 6 qua n6s nio pos
samos legislar sobre a policia e economic das
Cameras Miunicipaes, senio mediante propos-
ta dellas; por occasibo da coastruccao dos
respoctivos oreamentos a lei exigio que a ro-
ceita e a deapeza fossem votadas corn as pro-
postas das mesmas Camaras ; mas. nbao se se
guae d'ahi que as Camaras, tendo apresentado
o seu balancete..e a prorosta de recaita e des
peza posiam alterar quotidianamente, e ate
depots de approvado o orqataento nesta cas
em 2,4 discussion, a primeira proposta feit&.
A Camara Municipal do Recife naio tern
compotencia para isto; as suas fanccoas eas-
tavaw preenchidas coumn a apresentab&edo suas
propoata...
0 SR. ESTEVXO DE OLiVEmIRA Esta distine-
cao qua V. Exe. faz e habilidosa.
0 o -fa. ULYSSES VIANNA- ... e a lei exige
igualmente quoe, a par das verbal de receita e
de despeza, quo t mn de ser votadas por esta
easa. a Camara apresente o seu balanqq ainm
deo ser approvado.
E1itas funcceos da Camera estavam preen-
chidas : a Camara havia apresentado o seau
baiaacate para que as desp za fossemn appro-
vadts, e para que o aera mento do future exer-
cicio fosse igualmente confoceionado por esta
case: a sua coinmpetencia estava finda.
A Camnura Municipal nbao 6 liquidadora, nao
p6de apreoentar emendas succozsivanente.a
propeorgo quae D64 approvamos ou rejeitamos
as medida-i por ella lombradas, oa lemibradas
polos nossos colleges.
0 Sa. ESTEVIO DE OLIVEIRA Mas a mesa
nao recebeu emeuda nenhuanma da Camara Mu-
nicipal.
0 Sn ULYSSES VIANN&. Fez mats do quae
recabor unma emenda, recebeu um. substitau.
tivo.
0o SR. ESTEVO DE OLIVEIRA&-A mess, rlo.
0o S. ULYSSES VIANNA Refiro-mne a com-
miasso de orcamento, e como a nobre com-
missao podorma tom recebido um substitutivo
core ser par intermedio da mesa ? A nobre
commissbo fez mais do que recebes emendas
detelhadas da Camara Municipal, recebeu um
substitutivo, ainda quo o fizesse em pedaeos
pars aoresentar-nos aqui como emendas ori-
ginadas de sen soeo.
oS n. EUDOXIO DE BAITo Peeo a palavra.
o Sn. ULYSSES VIANNA-A Gamara Munici-
pal nao tern comoetencia para isto.
Se ella ju'gava necessaries essas innumea
ras emendas sobre a rece'ta e desoeza, tivesso
eorn antecedencia apresentado ess5s medidas
no ornaments, quo envious a cass, atm do quo
corn tempo pudessemom estudar essas neces-
sidades, essas medidss quo se apresentaum.
E pa-'i prove de quo a nobre commission nao
estadou ossas questOes, eu ioterpello a, no-
bre rel-ttor: emqusato pode orcar a- reeeita
creada peles eimnds? S. Bxc.'nao temojiti-
"zo a este respeito.
o SR. EUDoxIo DR BaBTO De sorto, nbo


p0oso dizer.
0 Sa. ULYSSES VIANNA Nao p6de dizer
me.
0 Sn. ESTEVO DE OLIvEIA, di uamn sparta.
0 SR. ULYSSES VIANNA Da-me lioenca, o
aobre Sr. 1. seesetario : peloe faeto do imnpo-
to ner novo, nao sogua qua nio possa ser cal-
culao : engana se S. Exe.
0 SR. ESTEVXO DE OLIVEBA.-V. Exe qua
se engan.a, porque quer saber em quanto 6 a
receita orcada.
0 Sw. ULY-Sas VIANNA- Ea pergunto qual
a aawtiada.; no quaro o orameieto A ixeo,
porqge o nobre deputado abe qua urn orga-
meot nl5o passe de um etado de provi5os.
Mesam colloaudo-me em umea sitmaobe de
prehisaes. no terreno dawprobabilidad4es pmra,
aceitar a phrase do nobre 1 0 secretalo; per
gusto ao nobre relator : em quanto caltula, o
rendimento das emeadas qua apresentou?
Kimpddoe dizer.
Sonhores., se o nobre relator da commimso
ICoMe podedizer etaquanto aveliaem recei-
ta, smm emaqanto avalia a daspee da Caima-
re, e orceamento 6. este? I Pots 1s- legiala-
moeoy a Camara Muimcpal.e, to sab
iquanto montarnm a sut reesita a a #ms ddq.
p lza I Pois 6da havemo d. faz, eabir so,-
bra stpopulaqio wian aUviwib do eunemws
IMea creadoesem estdo pr6evie mm qe
abumos emaquanto pode. orcr o proditow
ogas impostosT? Nb o d poesivIu. ,ath -
Ospwres deputados sabsaq us o graade ra-
q i, para se obter uma raeota salt
mto s augmant"o eoxeisse deoipaBtf.
OOL JOSEk MAmTA. -N69 ka- auaaomtwTd
DALULYSSs VIANN. -... 6 fUIa e l
cia"G5in 0, o swan- *bo l pe

so ,iha creaebo* de. L--O" a 8


propfttAs.Ub.,EU0s4 8 iucIYI5O pa1trlegt i atr
't M.inuo hI ompOeftmenft dft-ge 4Erado n edovsaatntW.
pot qimimlwe a ota smenda s apreitad t Q Jo: -iO E' contra o regi-
na penultin aeasi oe por o-trmmnitasapre- mantoe
seted, mas ees" do hojei U S. ULsses ViANa-A-ntes dd tudo, s'-
0Smb. BhIRTO COVuTao-Foi, m a V.Wda-o. m.,- .ea q itaoregimentl. PrWgunto aso
deira. xaaoace e oNop:4pu-Sado&-:ois. um, contra"o faiso
0 SR. ULTSBBas VIAWmA-O nobresdeput- ,peLamara, contrato ujasclauulsts padiam.
4osda bassada. quo me 6 oppoaft dijsm quo maito'bem acautolar Os interested do maun-
Semauduas partem d e amigoe do, papai*- tifmust quae o niaffirmto neo dhcuto p t
gio desta cidadv. Nbenentestto, newo a'rmon; ora, poderb. ser approvado em tim simple
man aoma amlisfd,. ehoren, asmetneiha-se a amand&, ao orgmeamuto municipal, Pmn is-
do Gorte aia9sa, qua. .eon a carieia, arrau- Cusso?, pgem infcmagoes, aemi esmcareeunet-
cam um pouo da. polle. On aobrs hpata- to*. seom miesmo nos tr side present o con-
dos. ple grande anmor quo tmn I populaqbo trtoi? *
destatoidade, quorem toequesl-a como, a ua Q0Sik, B&Rnfo DD NAZARETH V. Exe. nao
iverdadeiro rebanho do Panurgio a esta diseutiado ?
O S. iJost MiaEA-No aapoiado,; -Or impos- 0 Sa. ULYSSS VIANAW JA estO appro-
toa sao os moamos. Hei de dar resposto c,- veda.
bal a V. BExoa, hei de mostrar quo V. Exc. 0-Sn. fialo DB NAaNAWrIn-Continta em
quer fazo o quo f*em outros animaes. discuMsao': atainos a a terceira do project.
OSa. ULTySRs VIANNA-8 os impestoisop Pego a8pIOvVs..
os mmsmo.. doveriam est*a emendas consti- 56 SB, ULYSSeS VzANx--Senhornos, o nowO
tuir part do primeiro projeoto. porqueam.i regiment dispSe quo so se p6de apreseatar
estartamos Batbilitados corn o necessaerio eeti- ao orgamento emendas refativas & despezaa e
do e a devida reffexio, e proferti juizo sobre a reaitaes e i spousiOes fiscaes.
I ellas. No 6 quando a diseuesto estO par E* espresso no regiment. B com oan no-
encerrar-se, quando o preudente ja a havia bres deputadoejulgam que um project de
deelarado mesmo encerrada. quoe innumeras orcamento municipal possea center em se, bo.
emenda. sobre impostos e sobre despeza se jo a opposic.o de um contrato importantis-
apresentam par n sor approvadas do ebofre, simo. quo tern side object de debates pela
sea exame. irapreana o quo tea sm4lo ianumeras vezes re-
0 SR. JosE MARiA-De chofre nbo : V. Exe. goiitado pelo president da proviaeia?
requeira quo ojam publicada0. 0 SR. BAiAO Da NAZARETH Vamos a
0 Sr. ULYsS;S VtartxA-Quando n6a tembe ver.
atxsvessado amra longs sessbo, quando nos O SR. ULYSSES VIANNA-Eu nao quero dis-
restam pnucoe dias para tear lugar o eneerra- catir detalhadauiente...
monte dos nossom trabalhos, e qua essas o SB. BAPao DE NAZARETH-Oh I V. Exe. 6
emendas sbo apresentadas, operando um re- ubrigado a discutor.
vlvimeunteo as fond ea cemble no orcearenow o0 S EUDOXtO D BRITO Falla contra o
municipal I contrato e nao quer discutil-o !
Sonhores, sem que o relator da nobre corn- 0 ft. ULYSSES VIANNA-Eu von diseutir,
misaio deelarasse em quanto avalia a despeps- ainda quo puss& pergantar com o discutirso
za municipal, em quaptoavalia o prodacto de o contrato ni, nos fui presents?
novos Impostos, nao podia pedir a approva- 0 6. BABIO DE NAZARETH-Pbis discute
lio desas emendas por S. Exe. apresentadas. o -. ULYSSES VIANNA-Antes de tudo, se-
0 nobre relator declarou em urmas das ultima s ahores, ha a upposiiAo quo faz o regiiinento a
sessOes qua juizo feito nao tinha sobre essay appruxagho dastecontraiobm umamdisposicto
emendas. qua nio era maise do qua um inter- ocamtpu ria, dso qne j me oemupei.
modiario entire a Camara Municipal e a As- t segundo t igar, dq o que sa trata? Da
somblda. Pois que, senhoreos! Ser de inter- approvaco lde um contraqo. Ora. o qu e
mediario o papal do uelator do orcaniento mu- pmrovtarato? d um conjunct o lasulao
nieipal? Pots a nobre commisabo limnitou qua enaosituem direitos e obrigadoes centre
se ao trabalho de esphacellar a proposta da quao ou mais parties.
Camara Municipal, que viaha em globo, pas- Laqu n6s possamos analysar essas clau-
sat a thesoura nas suss diversas parties, e sus deotidamnate, como podeoinos approval o
apreasental-as a esta assemblea reduzidas a conjcto se ien ofaecer c adft amra deoe saa
emendas? Ou o nobre relator nio coneordava partes?
corn estas emendas e tinha o restrict dover Ean quero acredits por ora quo a assembled
de repellil-am, ou.a s coneordava comn ellas, ti- provincial seja comipetete e para approval o
anha o dever de defendel-as. p ,antcatl s. m cohaortunto : este contrato nti)


/ Senhores. nbo ha vantagem em dar-se corn
urma nbo e tirar-se cmorn utra. A Camara
Municipal do Recife julga preencher uma em-
penho patriotic fazendo corn qu o preco das
earns verdes baixe, aonda que eu nao coneor-
de corn os meios emopregados. Today eo qaai-
quer tentative por part da Camara Munici-
pal, quo tivese por fim fazer corn que Os geo-
neros de primeira necessidade, por meios in-
directos, descessemo do preqo que hoje man-
tern, series ama empreza patriotic, verdadei-
ramente digna de loavores. Mas a Camara
Municipal desta cidade, ao pass qua quer fa-
zar esse grand favor a populagio, lana lbhe
umna rdde enorme de impostos.
0 SR. Josk'MArlA,-NAo apoiado ; ji disse
a V. Exe. qnes os impostos sifo os mesmes;
se V. Exetc. tivesse cotejado as emendas corn o
mrcamento, nao diria isto.
0 Sn. ULYSES VJANN.Ax-Como poderia cote-
j,,r essas emendas corn o orcamento quando,
se eu ao estivesse usando dai palavra ja o de.
bate eatava encerrado, ia-se votar ?
0 SR. ESPIuITO SANTO-SO nao fosse as pa-
redes feitas por V.. Exe. ja a votagiao do orga-
mento estaria concluida.
0 SB. JesA MaARA-Peci V. Exc. que se pu-
bliquem as emenas e: eu don o meu vote.
0 Sa. ULYSSES VIANNA Voto contra por-
quo nbo quero protallar.
Senhores, tendo emittido juizo sobre a ba-
se movediga em queo nobre deputado relator
da commissio quiz coustraire o ediflcio do or-
gamento-municipal, declare qu o ni posso dar
o me voto as inunumeras emendas apresen-
tadas por S. Exr. Se a Camara Municipal ten
neoessitlade de augmentar a sua receitt pam
fazer face a despezas urgentos, quoa en reeu-
nhe-oquo aitedhoje BaO tem sido realisedas,
apezar de constarem de seas oramentos veTr-
bais psra tai fim, eu perguntarei ao nobre re-
lator ? Come proper mendas creando despe-
zm ? Como proper a creagbo de lugares, quan-
do a receita da camara municipal deovi set
empregada nessas meolhoramentos materials
do qua teaos tanta necessidade ? (Apoiado0)
Emittindo juizo sebre a gaueralidade d*&
eimendas.apreaentadas polo nobre relator, auwa
vez qu me% &6 dimcil fazer a analyse de emon-
da por emenda, cotej rso qua se augmeota
corn o quo se doeiatmu declaro a V. Exe. qua
voto pelo seu orgamento tal qual fi apresen.-
tado, e que abredito, foi restltaAdo dan sms
primeiras locubraqfes, don seous primeoiro

Rsamimrei, enhores, tree emeandas. A pri-
meira refere-se i uma quota que algunas 4a
nobreus deputades pederiams relativamento ao
fornecimento de- carneo verdes per-prte Is
Camera Municipal. Aeredito queos seignata-
rios desta emendsa. depois de ter passed bhon-
tern urma outra, autorivando o president da
proviausi a dar uma eert. quaetia para ese
service, abriram mlA. dmatrim dli.
0, Se. R bo UETmNAZAaiRzT -Nio11 eompre
hendi o que V. Exe. quiz dizer.
o Sh. ULYSSES VIAiWtA.-Die o segainte:
teado hontem pwssado em 38 discusso do or-
gamento provincial urma emenda, coacedondo
uawa verbal, alias avultads, pars 0 servio do
fornecimeato de cares verdes & popUlaqL)
dents cidade..
0 -3. JOSt MARIA Quasi igual A subbven
gbo da mupau.la alytca. 'e '
0SL : SR. VxasrmA-... Acredito pO s0
aignatsriOw deaca egendt s o OrcQ a maim-,
cipas, hAo tse retirai-a.. Interpilol os tobrWe

0 9W. JOSi .rAMSA -Respoinroi a V. B_.
naendo nUar da ealvra.


deva ter sid ;a rpre-soT? AapprovagAo des
te eoatract*o no devia ter sido por meio de
aim projeeto do- lei,, am deo ter 2qu1 os turnout
regiminentaes e sear dopois saabieido a sac
qdo presidential? Eatbo approva-se um con-
trato que n6s nab conhecemeos oque e, sir-
plesnmeate pela epigrapho? '
Dizem-me os Srs deputados: a Discuta o
contrato. Mas, senhores, come gosso eu
discutir este contrato, quando elle nbo me
chegou s mitos por intermedio desta ease.
0 St. EuDOXIO DE BRITO Par& quo nbo
pedmo explicasoes ?
0 So. ULYSSES ViANNA-Ea j& disse aso no
bre relator da. eommisko qaue. quando aso fe
chou a 2.' discussao do opgamento municipal.
eo naio me acuava na casa ; mas, quaesquer
que sejam as expiteacO3 dadas per S. Eo, oes-
to contrato, contra o qual aindainio proflro
juizo men, devia ser approvado per um pro-
jcto e04)ecial, devia ter trees diacussOes, de-
viia ter sido improsso, nos deviamos estudar
t pdde approval o conjuneto sem con-eer cada
ura daw partes, quW.o compoema.
0 SR. BARAO DE NAZARirTH-Hei de respon-
der, apesar do iuo ser o relator da commis-
sio.
0 SR. ULYSSES VAmNIA Senhores os no-
bres dptputadoes pede o meo n juizo sobre este
contrato. Digs a.Ss. Exes. que sobrtollel nao
teamho j uizo proprio: nao sei so e convenieute.
nio sei se 6 ineonveniente; mas j que sel e
que o preMidente da provinwa,. para o qual a
Camara Muanicipal ja recorrep, para o qual
uama das parses contratantes taumbem ja re-
correo, considerou esse eontrato irrito e nulo.
E se o president da provincia. em mius de
-umia portaria, ji egoideiou eoe. eontrato ir.
rite e nulla se e no ha ansa instaacia supe-
rior do president da provincia pars esta As.
sambl6a.os nobres depatadOs abi podaen con
siderar com o valido am oetraea ja -doasidAo
rado legamteate iritoe auttllo paea o appra
warem em ama dispoaisao do orgamento mi-.
nicipAnl.
U SR. DEPUTADO-Qaem fbi o president?
0 SR. ULYSES VIANNA--EU vot ler.
SeUhores, eo fqao vtolecias As minu a sym-
O SR. BARXO DENAZATfrH--Nb duvido.
0 St. ULYSSES VaNKA -... fallando nes-
teo terms contra o eoatrtto da qua se trate
was notam uos nobre&deputados quseeote.on-
trato nit bt hoeo, qoe eate eontratO era ti o
longas ediffoentesa phbMas eneontrando agora
infetizmente nesta Assemblea porto segaro e
abrigo fail contra as tempestades qae eo tem
contra ell e levantado.
PNeoIteega *iasmBabl- pure lot satmple-
(8nste aosea presidencial' do 1lds-outublo do
mno paesadO, qua soe efreo a ete contract
a- S.ic*.4.A.. Paliudo r.aidnds do #Per'
MmhugN 12 do oukuibro do tSO0.-4pweldfnf
da4Mm protvineg4'bodte s& wietwa mpra@4Itwq
diritffi44prestdonia. 12 do anti io cotent.
te iwne, P*los doil veroandres da enmara-*s,-
M4ip*e#]*Bsai:. D t.1AugutteoTn**jaa 4
iall ada Cheaea Josd Id. Silva LoYa Jt


nnCo do que, pN*'A ulto do pleno direito, al6m do contrato ori-
ginario, colebrado pela Camera Municipal do
4I f comotesd Bl teo doN Ae8vedo, p ion-
| ,, quer4dnam ets, imavou i

Ias ta mba o a6 PoPosta.alldida s pi r-
teiito a : Jb#se Bletio de -Azevedo. aeiets
pelt Camara Municipal do Recife em oesso
do IT de *sbetw do d-l8W9, e submiettida a Ap-
' prayfo do praaidancit., ema oftlkio do 24 da.
q al s l.e miiQ
a Pr'tadbwa'ste imitivoa,, resolve quo n-
quum -de aenum eofito os dous centrnto, e
jtae as propratap a qua so refr a
presents daosio.-Fraklin, AmwerA kMem.-
at Doria. b
Pergunto aos nobres deputados se existenes-
ta A.mmnblda salwtda superior pars uras deci-
ago do president da provineia em masoria de
oontratosfasitospeliaaara Muaiaeipal ? Nt .
0 Sa. JbofHaMoNo -V. Exe. t6a razI).
0 Sa. PrrANGA -o toern razao; nulls d a
fonts donu'le se tirou essa couclusio. Eu po-
deriei maost-ar a V. Exo. quao esse aocorda e
inteiramenat- baasedo em nlsiidade.
0 Sa ULYSSES VINNA.A--Nio seai, senahores:
so 6 baseado em falsidale...
O5t. PrANO*A-Posso asseveral.o a V. Exe.
o me proponho 6 demonstrar.
0 Si ULYSSS VIAreA -, mas sei qule
am acto, quae produzio todos as sous eflfitos
juridicos.
0 SB. PIrr .NoA-At6hoje nao, porque o in-
dividuo esta mnauatenatdo per um mindado
j udiciario.
0 SR. ULYSSES ViNNA.--Sei perfeitaimente.
quo ha am mandado de dmanutenao, mas so-
bre esse mandado de manutengbo em material
administrative e qua a administracho aguarda
as iatormac.bsa pididas so poder judiciario
pars lovautar o conflict, pars u qual a lei re-
eonhece compotencia nas autoridade adminis-
trativa.
Senhores, se abo ha urnaa asleada superior do
president, na orbita da sua acceo. now trami-
tea que a lei Ihe traqou, quaudo toma conhb-
cimento de um coutrato celebrado pela Cama-
ra Municipal e sujbito a sua approvagio no-
tormos da lei.
0 SR. PITANGA- Contrato qua ja tinha sido
approvado polo seu antecessor ..
0 SR. ULYSSES ViANNA--Esta nao e a ques
tio. Da daas unaa (e assim espondo ao apar-
te do inmea nobre college e aminigo, o Sr. Dr
Pitanga) : ou esse contrato precisava de urna
nova sancgio presidential, ou uAo prdcisava;
so nao precisava, a Camara Municipal uiiao ti-
nha necessilade Lde apcesontal-o do novo a
presilencia...
0 SR. PITANOA Nao foi a Camara, foram
dous voreadores que recorreram, quando eram
competentes para fazel o: dahi e qua part a
fonte nulls; provarei a V. Exe. que o art. 73
na) tIbes lava ess coinpetoencia.
0 SR. ULYSSES VIANNA -... e so precisava
(eu vultarui a questao), o president d. pro
vincia reprovando ease contrato, coisideran.
do-o irrito e anullo, estav.a no exercicio de suas
funcjOes legaes, das quases nao cabs conse-
quentemeute rocurso para esta Assemblea,
como poder distincto.
S0 SR. JoXo De Si-Apoiado.
0 SR. ULYSSKS VIANN.A Peco agora a at-
toaio do nmen nobre collega e amigo. cujos
conueoimeatos nests material e em muitas on.
tras eu admire, pois quo o circulo de seas co
nhecimentos e muito vast, e maito largo.
(Apoiados).
Diz-me, porerm, S. Exe. que a baze dessa
portarna 6 naula. e, portanto, nualla ea sua
consequencia. Nao tern raziao o nobre depu-
tado.
Em primeiro lugar. pela nossa, legislacio,
nbo tern s6mente a Camara Municipal o di
raito de recorrerde suas decisoes pars o pre-
sidente da provincia.
Quado a maioria da Camara profore deci-
sto sobre material importaute a a essa decisao
nao se sabordinam dons ou mai vereadores,
a miaoria della,. esta terno o direito pela legis-
laaAo de recorrer para o president, podindo
urna solueao a respeito.
O SR. P.TANGA. da um aparte.
0 Sn. ULrSSBs ViANNA--Senores em ma-
teria do direito & constituir, eu sou partida-
rio da autonomia das Camaras Muanicipaes,
mas pela noses legislaae elilas no teem vida
propria; o@ est~bo subordinadas s Amnem-
bleas Prouiaceies. ou estbo jungidas aob pre
sidentes de proviueia. Aa Camaras tuicif-
pass nao teem autonomia...
0 SB. DeODORO-E" ura verdade.
ALOUNS S.s DEPUTADos-Iatelizments.
0 SR. ULYSSES VIANNA-. .. elmas nbao po-
dem dar um passo por si mesmas, e esta e
urna das grades infelicidades da nossa orga-
ruamaco administrative Copoiados\, de modo
quo estr primeiro elemento da vida democra-
ties nho p6de tar vida, nao podeds.r um pass
em seu deaeavolvimeato economico, sea qua
precede ou siga a approvasbo da Assembles
Provincial ou do president dia provincia.


Eas no qaero, senhubores, analiysar as razxes
pelas quaes em nosso pai a Can atasm Muni,
cipaes nbo teem vida propria. As opinions di-
vergem; as escolas couiervadora liberal
diffurenciam-se em apreeiagoes: o Sr. Viscon-
de, de Urutgay eatiem desacworde nests ques-
tio corn o Sr. Tavares Basto. Maes, nbo an.
trando nessa apreeiaqao de esolas, nao en-
trando measme no julgamento das differentes
cause-s que flzeram eom que as Camaras Mu-
nieipaes permanega. semn vitalidade, o nobre
deputado ha de reconbeor qu e no e tado ac-
tual, deads qua doitis vereadores reeorrerai
para o president da provracia do urma deci-
she tomnada pela maioria da Camara. tiahea o
mesa presideats, copetneii para proterir
a portaria tal quaL a proteo.
E depois, senhores, ainda mesmeo quado o
presidutoe da proviw a "ae tivesse compe-
tenacia. nd. somos tribunal do 24 ietan-
cia. Se o president da provineis decidio in-
devidainmante,. se a questbe sujaitsa aproeia.
gko prouideiel 6 asateria contratuel, e so a
materiat ,ntatua et&va defedaute do p.
der judiciario. part compota roeorrer paa
dlle. (Apaiados).1


S teuho dell. p.ano


0 Si. Pr.ANi,-HAtai a 0 O-S.
o0 S. ULYSSBStVItN"-u. .. A* ROBB& SusS-
4' S. BaR. O WutSo B*x&ARBIli* 6i Lgo atds "
mos superiorea..
0 SR. ULYSSES ViAINA-....na noss aunsencia
A *0 i B! i afsentes ..
0 Sit. BkXLoDRNAzA.R H V. Exe. seri
S. etw aRElrmo de r nama respos-
oqumi a ealara seau epiito.
0 Sr. UtYSaBS V-uNNLA,-... e consequente-
mento ea e ooatrat teado sido subintttido a
apreeiasgo do poder adminmitractivo, desappa-
receu a comnpstenoi da Awambla pelat deci-
slo proferida.
N6sa na censtituimos, tribunal de superior
iastanci, par& a n6o nlio vmn Os recursobsda
admiiastracIo; nd6s temos esphieras distine-
tas : a6s podemoawapprovar o qa o president.
teo ipode approvar, mas pelo facto do prosi
*4lente ter reprovado- n6i at* tamos o direito
de approval, annuilando a aogio legal admi-
nistrativs.
0 SR BARIXO D NAZaRETH-Isso nao.
(Hi outros apartes.)
0 SR. ULYSSES VIANNA -- No temos Se a
decisio do preosidente offrndeu direitos priva-
dos, so a decisbo do presidents conwulcou
claasalas CnGatratuaes, estas clausuulas c>n-
tratuaes estho dependentes di aert-A benefica
do polder judiciario, poderjindependeit., a
quern ceampetira profarir ouuilgamento se
parts tern ou uno razio, soe -love ser ou nfj
considerado valid o contrato ; e qaando mes-
mao asadministraebo o julgar nullo, tinha
essa part diresito i idonmaisacbo legal. Co-
mo, pois, uin contrato nestaas condicos, in-
teiramente descoalieeido, pod e atravossar es-
to recinto de modo q;e n6s nern ao menos po-
demos tirar Ihe o chapdo porqiie nho lhe C-
nhecemos a forms ou figura ?I Parece me,
senhores. que um til contrato nao esti no ca-
so de oser approval o em uaina disposicao do
orcamento municipal.
Seahores. sobre a outra emenda eu ja emit
ti juizo : e a que se revere so pagamenton,
creio quo de 50:000$000, de qua a Camara Mu-
nicipal se julgou devedora ao Sr. Antonio ida
Costa o Sa8. Emr2a discussio fallei sobre essa
eoneuda..
0 SR. LOURENCO DE SAL-Nio se esqueca do
contrato dio Braga.
O Sn. ULYSSES ViANNA-Poderei fallar, se
o nobre doeputalo quizer.
0 SR. LOUCIENCO DE SA Desejava ouvir a
.piniao de V. Exe.
0 SR ULYSSES VIANNA-Pois nao A mi-
!ihsopiniio e conhecida. Emittirei o meu
juizo ao nubre deputado corn toda a fran
queza.
Mas, corn relacIo a essa indiemnizacbo, eu
ja tive occasiho de emittir juizo. ae disse qu.
nao contestava diteitos privados. que nao me
colloeava minesmo na posiclo de julgador, urma
vez que nio tiaha tods Os ele-nentos para so-
bro eiles puder furmar julizo ; mas que, ngo
pod 'ndo a Camara Municipal transigir, eu
aceitava a verba no orcamento. so podendo.
porem, a Carnara lancar'mbo d'ella depois de
-'.gotados todos os recursos da lei : einquan-
to a Caiedra nao provasse aos aeus municipes
qua tinha esgotado perante o poder judicia-
rio todos os rocursos qua a lei tIhe fornecia
para se eximnir ao pitgamonto de tal quantia.
muito avultada, relativamente as forrcas da
sua receita, nio podia lanqar mio do produce
to dos impostor ou mesamo recorrer a um
emprestimo coin juro elevado paru dffectuar
essa indemnizacdo.
Responderei agora ano nobre deputado que
so senta a minha frento e quae me pede juizo
sobre um pagamnento a Goncalves Braga & C.
0 SR. BARXO DE NAZARETHI-V. Exe. nao co-
nhece !
0 SR. ULYSSES VIANNA Conheqo muito
Acho. senhores, qua a Camara nio se pode
isentar d'este pagamento, porqiue ell e 6 o re-
sultado de uam contrato corn uma junta eloi
toral., nos termos da lei.
Quando, ha dons on tres annos passados, a
junta eleitoral mandomi publicar editaes para
um contrato do publicacko de listas eleito-
rmeo, abrlo-ie a concurrenca, foi contrats-
da a publicsqbo corn On Srs. Manoel Goncal-
yes Brags & C.. quo cram os editors de um
journal, quo eu corn outros amigos redigiamos
nosse tempo,-. talvez por isso os nobres de-
putados julgueor-me ser necessaria iseneao
de amio wp proferir jqizo sobre esse nego-
cio : sn do 41e pars a imnpreesao d'esse jor
nal, a direeelo do partido liberal pagara a
subvencao mental de 1:OOOSXi). ficando ainda
o. Sri." Gonceaives Brags & C. corn direito
a todos o8 rendimentos proven'entes dos au
nuncios e pabiicaeoas solicitadas insertas em
o aesmo journal.
0 SB. BARAO DE NAZARETH Apesar disto
elle teve muitos prejuizos.
0 SR. ULYSSES VIANNA-EU quero que fique
isto consignado. Polo facto de os nobres de-
patados saberem que, na typographia d'eases
individuos quo flzeram o contrato, publiea-
vase esseojornal, a Liberdade, de quo fui urn
dos humildes redaetores (nao apoiados), os


nobres deputados julgamn qua me collocam
em posicto embaragosa para emsttir juizo a
respeito d'esse contrato. Eu poderra dizer
aos nobres deputedos, sem u mInimo vislum
bra de despeito. quo poles mesa raz io quae
us nobres deputados jalgam quo nos patroci-
uamos esta causa, Ss. Exes. a ella s6 oppoem:
polo facto da publicagio d'essas listao eletto-
raes ter sido feita n'um journal liberal quo nao
estars do accordo corn os nobres deputadot.
So. Exes. jalgam dever oppor-soe so reconhe-
cimento de um direito privado.
0 Si. LouRUN(o DS S.--Eu nio perguntei
aso nobre deputado quanto pagava pelt sua
gazeta, nem quantos assignantes ella tinha,
nem o que o nobre deputado escrevias nada
dietst me imports.
0 S. ULYSSES VIANNA--Os Srs. Gonalwves
Braga & C. fizeram eontrato eom a junta el.-
toral, flzeram-n'o precedendo @oocurrencia.
porqae foram elle s que offareceram o mntor
preco ; se ease contrato devis ser immedia
tilmente realiemdo pela Camera Municipal Ou
pela janta eleitoral. devendo corrtter as despe-
zas polos cofrei da edilidade. Foi eos uni-
camentes a quest que se apresestott: nao s3
atacoun, nam a vasidade do contrato, nem o
progo razoavel do meainos contract ; ma a
Caima'a reluctando em effetaar eoe mpga-e
aMonto, o cantrataato recorreu f Presidencis
de. Poo.visciatee t.rettea m au r:quer.i-
eSO. ao Govern ozGra.
SOs nobres deputedsw sabem queo o Governo
GeraL, iuaim pre, da provin-
cia ewSmwesoeristeBiano sabre asCai&


,o teeai roca
*toon orgea
- aci-.
or vivmw de
osowroa qua
onnevel .por


c -i., um e m w ar mI U t ti d ne.as ,........
o por delibeMra.ie do i jeit, SB es filho, s
vos do conju ages partencantes Ia e 3a
so do families quo tmr de ser libortaiag.
'8 8- cas IrMativo, Be rte ser ap,
'i,,csd; quota .mbemn so. ltos dresses ,
noDju& e coin pr? zo do ouitrs conjugos
quo Saqirem nusordem da caificaco,
smot dogcgio do idade deses ftlIos.
a3I wr a memaa elasao de famiias, prefe-
re a quim maior fumlero do flihos liyres

t 4. Se essa preferenceia so d qualquer
qQa eja a idad' do, filhos, on s6mento ate
4 Ma des ao 21 aamo.
B 5.a Se o escravo que nio tiver sido clap-
siflcado, nerm houver reclamado, dove ser
preterido, ou se cuampre dar-lhe um curador
ex-officio part tratar de sua reclamacfio.
a 6. Soe s preferencia entire escravos easa-
dis corn pesass lives estabelece-se pelo nu-
mero dos ftlhos, ou tendo em attenclo a
coadigio destes.
a T7. Se os mesmos escravos que nio ti-
veremo flhos livres oei escravos, devem ser
preforidos palos quo os tein de uma e ontra
condig-a, sob pretext de pertencerem a her-
deiros.
a 8.a So, decidida favoravelmente a recla-
macio de urn escravo, deve o juiz de or-
phfxos mandar que a junta Ihe dd o d&vido
lugar na classificacoau, ou sem essa formali-
dade proceder os terms ulteriores atd a ii-
bertalio.


a Approve as solucies dadas por essa pre-
sidencua, declarando.
A' l. que os filhos legitimos menores de
21 annos lem direito a so classificados con-
junctamente corn os conjtires, seus paes. na
urdem e numeoro que a estes competir. con-
forms foi decilido por aviso de 12 de no-
voembro ie 1875. 18 de fevereiro de 1876 e 10
ie abril de l'77 ; mas o juiz de orphaos sn
p6,1te coahecer da pretenrcao, e mandar iu-
Cluil-os na classificacio, em virtue de recLta-
maneo, nos terms do art. 31 do rn-gulianen-
tI de 12 de novembre de 1872, cotforme a
imperial resmlucbo da consult da eChio de
Justica do Con'selho de E-tzdo de 2Ii de ju-
lho dt, 1876 e avis,-i de 14 de novimbro do
m smo anno.
(( A' 2 que, classificados os filhos meno-
res de 21 anus, conjunctamente coim us con-
jugdes. seus paes teem sobre as outias fami-
lias escravas a mesma prefereaeia que cou-
bor a seus paus.
a A' 3. o 4.' que o numero de filbos tio e
motiv, legal de preferencia.
a A' 5 a quo s6 no caso dc just impedimen-
to alldgado perante o juiz de orphaus antes
do process de arbitramento, podera o inesmo
juiz. depoisdo prazo do art 31 do citadlo re-
gaulamento. adnaittir so reelatnacao do senhcr
,)u possuidor di escravo, ou do imetmo es-
cravo a quam nesse caso nomneaia curador
adhoc, de conform idade corn a imperial reFo-
lucubo de 26 do julho de 1876. e art. 36 do re-
gulamento.
SA' 6.' que a condic.o e idlade dos filhos
e no o nurmeoro destes influemn na classifica-
go dos conjuges, sens pais. nus p ecisos ter-
inos dos us. i a 5 do 1 odo art 27 do regu-
lamento.
A'.a que o escravo ou escrava conjuge
de livre, teuha )u nao filhos. prefer a quanes-
quer conjures d. condicfio igual coin tillie.s
livr.is ou e-cravs. qu0 so entre n'- famnilias
comprehendidas nain mesma ciasse ;e dove at-
tentler, comno motivo de preferencia, a exs
tencia de filhos. condicao e idade Idcstes e
que nada import para a celassifictc.io o per-
tencerem os escravos a herdeiros, jA. estande
provuilenciado pelo art. 4 80 da lei le 28 de
setembro de 1871 e regulamento n. 5,135 art.
92, de mnodo anao se dispersar ou dividir a
famiha escrava na partilha entre herdeiros
ou socios.
S A' 8.d que, julgadas procedentes as recla-
maces, nao ha necessidade de reunir-se a
junta para reorganisar a elassificacaio, bastan-
do que o juiz envie ao collector ou emnprega-
do fiscal do que falls o art 37juntamente
corn a copia da relaeeo enviada pela junta,
urma outra relacao authentic organisada nb
juizo corn todas as declaraches relatives aos
escravos incluidos, ou-attendidos na ordem
de preference. em virtude de recurso. Deus
gaarde a V. Exe. Manoet Buarque de Ma-
cedo.
Paqo da Assemblea Provincial. A.
Presinlencia da Provincia. em 18 do corrente.
mandou cintratar corn o Sr. commendador
Antonio Gomes de Miranda Leal, a construc-
gto de 282,2 metros quadrados de passed
desse ediflcio, a razio de 40$000 o metro q'.:a-
drado, correndo a despeza por conta do crc-
dito votado no 46 do art. 1o da 16i n. n ,/t.
Jury do Iteelfe.- Foram hontem sub-
mettidos ;i julgamento os reos Doinigos Mi-
guel dos Passose Manoel Ricardo do Nasci-
mento, accusados de haverom-se reciproca-
mente ferido, a _23 de fevereiro ultimno, tend
por defensores este o Sr academic Manoel
Portella, e aquelle o Sr. Dr. Luiz Emygdio
Rodrigues Vianna. Foram absolvidos
Deixoa deoserijuldado o cdgo Pedro Ar-
seonio de Alcantara, por ter adoecido grav.:-
monte de beriberi.
Hoja entra emjulgamento o reo Lauriu-
tino Ignacio dos Santos. accusado no art. 193
do codigo criminal, quo sera defeudido pplo
Sr. Dr. Luiz de Menezes Vasconcell'is de
Drummond.
0 major Serpa Pinto 0 illustre Sr-
major Serpa Pinto, ousado explorador dos in-
vios sertOiS d'Africa. deve hoje embarcar para
o bordo do paqu-ta francez Orenoque, corn des-
tino ao bheco natal, as feracisshmas telras por-
tuguezas.
A recepcfo quo teve o illustre viajante em
Pernamubuco dove tel o desvaneeido. como as
qua reeubeu em o.xtras tetras da America c da
mltropa. porquo to am unia demoastracao de
spreco a0s seus meritos e emprehendimentos
scien'tificos, demonstracao quo reverte para a
nsa patria, t&o cheia de glories nesses empre-
hendimento.
Rest, porem, que as despedidas correspou-
dam a rcopebto, e que o o dagno e ousado ex-
plorador d'Africasata daqui como eatrou, co-
berto defeliCitaeoes e cercado das sympathies
que entire si trocam as almams grindes, que
sabem render culmo a gloria.
Poitugnezes e brasileiros dievemos todos
asociarmo-nos nas manifestac5 is de estima ao
digno viajante. e provarmoi-Iime ainda urea
vezque somos coparticipes dos movimentos


quoagizam a mole scientidca do mundo.
biligeacia I, luta e mortes 0 Sr. Dr,
chafe doe policia, tend sido informado, palo
Dr. jutizde direito de Palmares, e pelo subde-
legado do Riacho do Matto, ;de que, nas mat.
tas- do lugarTaquara dessa cornmarea, existiama
acautados varios criminosos, mandou reforcar
o destseamento do lugar coin diversas praevs
idas do CasIde e Agua--reta, afire do ser
foila euma diligencia quo ddsse em resultado a
captrme dosdtoes eriminosos; e o alludidw
subdelegado p6z-se em campo pars esse fim,
no die 14 do corrente. levando, alem da foroas
refetrida, mai e um grande troeo de paisanos
qae par* e diligencia se oflfereceram.
Antes de chegar a .Taquara, e senirdo ji noi-
,,e proximo do lugar tiacho do Matto, a.
tropa-euvtrou os criminosos, qu e traziam
vouunega tsv*llo9s furtados; c sses bandi-
a.eim ad n tmontados oe- bem armados, dis,
iamm. tiroht cntra a tropa, que responded
smrstraS *n e resultando dahi todavia no-
iniaak ferfimetfet.
dei*emotitoteio os criminosos trataram
pf a'as mattas da Taquara, e no seu
eae sBg'ioa tropa eo troeo de paisanos,
'MIA, 0a.qUeS aos amuanhecer do 15, conseguio
o bafgae cercar oa ditos criminosos has

a0mieao,0, eutretanto, nho se deraw
pop ptibEi4%, 8 ,riranm nOTv lut aCom a for-
SiW* ,4-.thi a more do erimlr
cw-&t*o s & aPrisp o deBo do
ais, do Alega a,do4*
'^dB gwm4l HUto1 be= naa WP'.4 ASW -L
lflifi~l~fii^Hhtwi~fttR1 Mi6f

# -j































vedo
Dr. Franaeise@ Tleizetriwtde86 .
Dr. Jose O0mes Coim.b .

S- A' inteiativa do Sr. Dr. Yrhi
xeira de S, tambeam deveoait a reem
partesdos senhores :
erownel Jose de 8oo0'%* iLAO
Taea't-eoronel Josqaism kBimlia-
no Pereira Viama -
Teneute-coronel Braz Carnaeiro Lins
e Mello


Davamas mais A "-..ia
nio Pereira da Cunha, diguo Pm'
Fab'ica Apollo, que aos diriio ac
pubheada, a recepc.o de:
Subscripgao da ,Faeb'rie Apollo
Da list ja publicada


to


% po!1; ll"ll; ll';^1Aalf*^
bftir, que
2Q5)p pouce exi
------v ,. s alad
10080100 l ciad di
*r. Anato..-to qta.kib
metario do, cobriudo
abaixu filheo o Sr
25 I iBSemem
950PO KitojSato
2.5#000 liadori (


Total revebido 5t5#MO
Ficaram de renaett'-nvs a importaneia
coin qud prometterata centibuir, padido
do Sr. couslhiciro Joo Alfredo, os rs.n: eod-
menda,ir Vie nte de raula Oliveira Villas
Boas 60U0i., Canisdo Dias 5#000, e Jose de
Brito Bastues 2)$0'JO.
Agr.tJicemow, coin effiuso sos dignos e il-
lustres cavalheiros Srs.conselheiro Joao Al
fredo Corriai -1e Oliveira, Dr. Francisco Tei
xeira de Sa e Antanio Pereira da Canha, o
seu valioso couneurso na patriotica empreza
quo totawiaosaos hoinbros, e ogam.-slhes
que, q(uato couber eam suas foreas, conti-
nuemn aauxiliar-nos no emprehendimento pa-
ra q,, o r. Julio Cesar Ribairo de Souza pos-
Ssa ctiegar ao termino dos seus dosejos, real
san to a sue i1ea, quo promatte ser fecundis-
simaa o.u -re-ultados para a humanidade e em
gloriat para e te paiz.
Tninbetm i'aqui dirigimos um solemne
pedidu a filustre Associagio Commercial Be-
nedfint., quo tao praticaimente se poe ai tes-
ta dr- emprezes cooe a comn que latamos, pa-
ra qa,; iiu-e eutre os minmbrosda respaitavel
class da ,u6 e representante, uma subtcrip-
eji.pa ,r ,qujll Anm.
0 erm,nirtrcionio pode ser indifferent ao
ealpipoi uadiin-uto do Sr. Julio-' Gesar Ribeiro
(dt Sju/,>i t-lsolvido o problema da locomno-
eO a r- a, largoas, iminmensos hornisontes se des-
cuortinarir) as transsc5,s commerciaes, e o
coininercio se desenvolvern de um mode
gratndiuso, superior sem duvida ao 4esenvol
vinenco (qu e lhe deram os mlhoramantos in-
troduzidos na navegacao maritima.
Ceutamos. poise, que a illustre Associaco
Comin-.riAl Banefieente nao se negara ao ap-
pello qut fazemes aos seue" sentiments pa-
trioticos.
E s a carta que nos dirigio o Sr. Anto-
nio Peaeira da Cunha :
(( Sis. reJactores do Diario.-Inclusaachara
V. S. a quantia de duzentos e cincoeonta mil
reis, imaportancia da subscripcao voluntaria-
mente proinovida usna Fabrica Apollo da qual
sou propriettrio, para o flta de auxiliar o *3r.
Julio Casar beiro do Souza no seau graldio-
so emprehendicreato, qau praza aes ce6os se
realidso para o progress e fraternidade buma-
na, e gloria de nosa patria. Do V. S. amigo
obrigado e criado.-A. P. da Cunha. Reckfe,
19de julhodeol81. o
Geuecos allimenlclos. Pelo vapor
Glensannox e pelo navio Ranson vieram pars
nosso mercado: banha, 330 barris; biscoutos.
20 caixas; cravo da India. 4 baeccos; farinha
do trigo, 3,150; Leite condensado. 14 caixas;
maizena, 270 ditas; asteoiga, 410 d-itos; pixe
em ncouservas, 20 ditas; pimeats da India, 10
saccos.
Fiaqao e Tecdos. Acha-se dignado o
dia 29 do current*, As 6 horas la tarde, pars
a sesaeo da asemblda geral dos accionistas
dessa companhi., ainm do tratar-se da refer-
ma dos estatutos.
Festlvidade religiosa. Os religiosos
cariehitas celebramn hoje (20), a festividade
religiosa de Sante Elias, patriarcha daordemn,
corn Tercia, inmsa solemne pelas II horas la
manha, e Te-Dsum notee: havendo sermoes
nests acres, como de costume.
Escola nocturna.--Comeaga hoje a fanc-
cionar a seguada aula nocturne da freguezia
de S. Fr. Pedro Gongalves do Recife, creada
;ela lei provincial n. 1,606 de 28 de junho ul-
timo. sob a regencia do Sr. professor Benja-
maim Ernesto Pereira da Silva, por designacin
da presideticia da provincia.
Messageries Maritimes.-O vapor Ore-
no(a.ue, toieudo sahitto do port Ja Bahia parn o
noesso, ante-hontem- a tarde, deve hoje aqui
chega em viagem paraa Europa.
Ferro-Carri. Pessoae, que costumam
viajar aos carros feehados dessa companbia,
sB nos queoixam d que ahi soe no cuappre o
artigo do respective regulamento, que prohi
be fumar-se; causando, assim, incommode
geral.
Provincia do Para. Do port de Be-
liad, ea direitttra, chegou hontem o vapor
inglez GltensmoOx, trazendo-nos jornaes de 1
10 do correote.
SAo de mero interesse loeai as noticias que
elias eontem.
Telegrapho optico. Hontem, cerna de
1 hora da tarde, passou no lamar&o, do sul
parn o noete, o vapor ingles LesseU. perten
center a companhia de Liverpool, de 1,206 to-
zwltdas, que icou os signaes--. S T L V, N.
IMY 81315.
Faculdadc de Direito do ReeiOe.-Foi
de nova adiado, pare sexta-teira (22 do cor
remote as 10 horas da manhl, o prosegaimen--
1o do concurso pare preencher-Se uma cadet-
ra do lonte substitute, em deferimanto a. pe-,
t cito do conecrrente o Sr. Dr. Jos Lomelino
tt Mr OeZds Vascoscetlos do Drumonoad.
Club ComtmereialijElerpe. Na sex-
ta-feara (22 dounnorrente), Ac '1 boris da note,
deve have seesoo da assembida geral doe
erue broc dessa sociedade, para prosegunimen-
to d~a discuesbo di nefonrma udoaest~tu~tos.


Victoria Esorevam-nos deBta, cidade pe-
din u para qua reetifqueteso Aial da aoti-
cia q uo, "obre o o.coerri&do PoreO sio do;
ultitn mo jury, demos relativamente aoyprocesso
tdos l aplicados nos crimes de 21 de oinho de
-i8t0.
Acquieseendo de boa vontade, tomes, pois,
i deciarar que Ursulino da Cunha Torreto e
Antoumo do eaula Cavaleante de Altmida dei-
xaram de ser julgados, ,. requerivmeto d sea
advogalo o Sr. Dre. Jtstino 4do yup*,p4z fil-
ta do nutcfl co'do de alguias stauunha*;
qua O io Aztl e Wa4rly t*wbmi abo f-
ra n julgados pelo mmuo lt- pxi m
requertuiesato do Sr. piro m trtr,;i e;
quo emduA, Protf,,11zi 0 'a.AJtau Pri
niio foram jalgados ipow ioc otv6, .-
qauei-aoto do Sr. ,i r. Pedro Bt/ir:k.
Garece provldencimttS-E um bilhet
poetail s;r no peae parsrec re Rsdar ao Sr*
- sublelegada daofreguaziado ato Ao
uraeasulheres prtd
Boin Jesus d* .6 *
,quo to.-. uamao compbrtgseutt). qger de. pil-
vras quer deoaegas.
Esteq p-rome t I -a. M b
postul ce onee 4j'
xireten lemod1ti


Roe u


E.vi.


dad-les 7rN..Wri^^iiar*.n-roa e-
ne, Port-Makay ,:NaPopvlie *poura
loudre d'or, para srem ditribuida s pelos
agrIuhores cujos cannaviaes se achair sta-
c:alos pete molestia.
Aviso asos uvegaates-Aeha-ae do-pre-
sente desmutatdo-o pharolett da barra do rio
S. Fraacico, provincia das Alag6as.
Nova- EsperanCa-Este eistabelecimento
de miudeza et modas, sito a run Duque do
Caxias n. 63, acaba de receber um lindeo va-
riado sortiomento de leques, tanto para se-
nhoras come para meninas.
Musica nova 0 Sr. A. J. de Azovelo,
proprietario do grand armazsm Pantheon Mu-
sical, &A rua do Barbo da Victoria n. 9, acaba
do editor e expnr & venda, a uimosa mazur-
ka de sallo-A flor do Recife, pelo Sr. profes-
sor Henrique Albertazzi.
Recoameadatnol-a as leitorass.
Aloda Iliustrada Desse asseaz interessan-
to journal de modis, que so public em Lis-
ooa, acabamt de chegar os st. 60 e 61, corres-
pondentes a 15 de junho e 1o do correato,
contend o seguinte:
N. 60.-Chapeo e mantilha. Renda de re-
de bordada. Rends de gallio e crochet Duas
guaarniges de burdado Richelieu. Trajo pars
vostir de mauha. Trajo curto de setineta
Vestido de setim preto. Roupio de manli.
-Vestido de durak. Quatro penteados dif
ferentes. Trajo carto. -Tres models de cha-
peos. Vestido de musselina.de l. Folho bor-
dado corn appliaga3s sobebitulle ,.e Bruxol-
las. Ramo borda&lo a matiz. Duas tires de
tapessaria. Tres guaraigCee bordadas. Cin-
co models de guarailbe pare saias. Ent, e
meio-Chapdeo e plHM-Vestido parn meni
aa deo dez annas. Vestuario pare menina.
Vestido de falhe e setim.
Nt 61-Trej o pare banio. Capa pars praia.
Fate doe criancinha. Fate pars tomar banho.
Chapdo de junco. Chapdo de palha ingleza
Trajo para casa. Visit de sahir maraviltoso.
Roupas de manhb. Elegante vestido de ma-
uhb. Vestuario para senhora bnu. Trajo pars
praias. Vestido de setim (Mfulhouse), Vestido
de eassa. Vestido de foulard. Trajo para
criancinha. Vestido para campo. Veatido de
setineta. Tirs boroada corn applicagOes. Ro-
sete de crochet. Canto de leageo, oaseta de
crochet e galeo ondeado. G narniceo bordada.
Canto de linco. Sais. Bjrdado pare pasta
de eseripta. rantuffo bordado. Bordado de
carteira de agulhas. Roseta peques'a de cro-
chet. Poota pequena de gfato Renda de
crochet e minhardim. Dis eatremneios. Pala
bordada pare chinello. Tapete pars frasco e
part do bordado para fazer em tamanho na-
tral. Enternmeio a pento russo. Gruarnivio
a ponto cheio. Roseta de crochet e galbo
ondeado. Trajo para menina. "Vestido de
Surah.
Esses dous numerous so aeompanhadom de
figurinos coloridos, e de folhas de moldes e
de trabalho s diverse.
Come se vo d'esse resume, a empresa edic-
tor aiada poupparpa melhorar o sea journal,
e satisfazer as exigencies das suas innumeras
leitoras.
Historia Universal por Cesar Canttl
A hvraria da Empreza LitteratiaFluminoense,
desta provineia, rua do Bata Victanra n.
48, recebeu os fasciculos 59 -t6dessa obra
reformada pelo Sr. Antonio es, contend
e seguinte :
Leprosoa. Agots. 0 povo no regimen feu-
dal. Os servos. Communas. 0 imperio.
Henrique V. As. investiduras. Litterario
III. Conrado II. Italia. Frederico Barba-
roxa. Frangia 3raea. Inglaterra. Os Plan
tagenets. Terceira crazada (1189--1193).
Os Bra. assigaantes podem, desde jia. ir re-
cebel-os.
Bibliotheea do povoe das eseolas-A
acreditada cae 4edira do Sr. David Corazzi,
da cidade do Porto, seaba de dar & luz mais
dous numaems dessa intressanue publicag&6,
illuetrada eom. gravras, umu occupando-se
da physica elementary e o outro de botanical
Aeham-me A venda na livraria da ,rua do
Bario da Victoerian, 48.
UbroPapelaria-Pare sose .credltado
estabelecimeato, site & rae Large do Rosario
a. 24 A, acabam de chegar, os dous soguin-
tes interessantes folhetos;
Untdade di igrejp, pelo padre MonsabrA,
que fez part da bibliotheca do Cure da Al-
deia
Os nonsos mstidos, ou eolleee&o do preceitos
pare o tabrico da roapi ao aso commum,
curioso tribalho do Sr. Jose Aogusto Vieira
LeI~ie5.-HQJe reelisam-se os seguintos:
Polo agent StedpleQo me0o dia, na raa do
Imperador n. 16, departs da easa terrea n.
15, na rua dos Gsarnrpen.s.
Palo gurta Pataiaa,-s 11 horns, na rua do
Vigario r'enorto n. !, de lindas jois da bri-
lhantes, ouro, prati e electroplate.
Sexta-ferta4eoem realisar-se os seguin-
tea :
Pete ets Pinto, 6. 11 horas, oj rua do
'Marsaac de Glide n. 13 de wiaudezas, ca-


4teires &als e maris*la repartiamat4 do ama-
roll#. ei.actd Psta i 1horn Mrue (Qo
Pa. egmllt. 5. n,
tapetador n. 2t, do diversos predidA e oter-
rnoes.
Misses Iunebres.-Sergo celelradas:
Amanhd: As 8 boras e meia, na igreja do
Carmo, pela alma di Baroneza de Uaa ; a8s
boras, na igreja da Ordem Terceira de S. Fran-
cisco, pela alaa doe ID. Sehorinae Germane
do Rstir-to Santo; a s 8 horas, na matris da
Boa- Vista, pela ala deo Serviliano da oha
Ferraz; as 'I hores e mois, as caplahAs San-
to Antonio do Agum4fris, pela ayla do Ma-
thiaias eaJor o,1 i ,1 ,1 *-. : .. ,*


ajregoados 415, tendp: -. 7. d am. d j
tAea ^ .- *-1 -1ii.. '^ ^ \. .. .***
-Miovica to da opferwarsa:
f: ev "-- t a :-

iMaanoe Vice Ferreira,
^.Felloceu
Franciseo, esaravo sentenciado.
l ll II II I Il .. .. :'IU ^ L

CHIIRNICA iJUDICIf[IA

Tribunal daa X eb. ,
SESSAO ORDINARIA EM 19 DE JU-
LHO DE 1881.
PRNSIDENCIA. INTRUNA DO EXM. SR. DESEM-
BA.&GADOR DOMINGURS SII.VA.
Secretario Dr. Vwrgilio Coelho.
A's horas do costume, presents os Srs. dev
embargadores em numero legal, foi aberta a
sessao, depois de hda e approvada a acta da
antecadente.
Distribuidos e passados os feitos deram-se
os seguintes.
SJULGAMENTOS
S Habeas corpus
Paoiente Manoel Canlido de Mendonga.-
Negou-se a ordean, unanimemente.
Paciente Manoel Alves Machado.-Manudou-
se ouvir o juiz de direito do 50 district cri-
mial.
Recursos eleitoraes
De Olinda-Recorrente Eleuterio da Rocha
Waaderley, reeorrido Meartque Gibson. Re-
hltor o Sr. conselheiro Souza Leao.-Negou se
provimento ao recurso. contra os votos dos
drs. deaembargadores Oliveira Maciel. Serto-
rioe ocoaselheiros Freitas HNanques e Arat-
jo Jorge.
De MamAnguape-Recorrente Jos6 Gomes
Ferreira, rocorrido o jaizo. Relator o Sr.
conselheiro Souza Lego-Deu-se provimento
ao recursio, unanimemente.
De Porto Galvo-Recorrente Manoel Hone
rato Cavalcante Reis. recornrido o juizo. Re-
later o Sr consellihelros FreitasHenriquea.-
Negou-se provimentoeao recurso. unanime-
mneate, per no ter o recorrido provado os
requisitos da lei.
Do Oliada-Recorrente bacharel Joao For-
reira de Almeida Guimarnes. recorrilo Clau-
dmino Gomes da Rocha. Relator o Sr. conie-
lheiroAraujo Jorge.-Deu-se provimento ao
reeurso, uaanimemente, pars se mandar ex-
eluir o reeorrido.
De Maceio6 Recorrente Luiz Mendes da
Franea, reeorrido o juizo. Relator o Sr. des-
embargador Buarque Lima. Negou-se pro-
vimento ao recurso. naoitnements
De Cainaragibe- Recorrente Antonio Ca-
valcituto de Albuquerque, recorrido o juize.
Relator o Sr. desuabargador Buarque Lima.
-4 -sgou-e provimeato to recurso, uf.-a.
memente.
/ Recursos crimes
Do Ingazeira-Recorrente o juizo, recorrido
Esperidiio Baptista da SOlveira. Relator o Sr.
conselheiro Souza Leo. Adjuntos os Srs.
desembargaderes Oliveira Maciel e Buarque
Lima. Julgou se improcedente. unaimmiae-
monte.
Do Bonito-Recorreate o juazo, recorrido
Manoel Qaaresma da Silva. Relator o Sr.
desembargador Quintino de Miraada. Adjun-
tos os Srs. desembargadores Buarque de Na
zareth e Sertorio.-Negou-se provimento ao
recurso, unanimemente.
De Iguaraessfi-Recorrente o promoter pa-u
blico, recorrido o juizo5 Rotator o Sr. des
embargador Sertorio. &djuntos os Srs. des-
embargadores Oliveira Maciel e Buarque Li-
ma.-Nagou-se provimento ao recurso, una.
nimemoente.
Do Cabo-Recorrente o juizo, recorrido e
lippe Luiz dos Santos. Relator o Sr. desem-
bargador Buarque deo Nazareth. Adjantos
os Srs. conselheiros Lobao e Souza Loeo.-
Negou-se provinento, unanimemente.
Cart a testemunh&vel
De Jaboatbo-Aggravant o curador dos It.
bertos Joaquin, Spa e outreo, aggravado
Jeronymo de Sousa Leio. Relator o Sr. con-
selheiro Freites Henriquss. Adjuatos.. B ra.
desembargadores Buarque de Nazareth .
conselheiro Lobbo.-Deu-se unanimemente
provirneoto pars se mandar eserevero ag-
grave.
Aggrives 4 potigbo
Do Recife--Aggravante D. -Candida Maria
Bezerra Cavalcante, aggnavad. Antonio Jos6
de Souza. Relator o Sr. coselheiro Lobbto.
Adjuntos as Srs. desetabargfidos Sertorio e
Toscano Burreto. Nogou-so provlmento,
unanimeimente.
Do Recife-Aggravante D. AngelaMaria do
Fopirito Santo, aggravado Manool Rodirigues
Teoxeira. Relator o Sr. dqenbarrgado Oli-
veirn Maciel. Adjuatos osSrb. dseusbarga-
dotes Quintino de Miranda e celhpeio
Frettas Honnriqaes. -Den-so prnehmmnto on-
tra o voto do Sr. desombargador Quiatiao de
Miranda.


Do Recife-Aggravauto. Joo C0vaskante do
Albuquerque, aggravado Jo&o de S Caval-
c~utte doAQbuaqiL*M". P- tor a Sr. de"ser-
buagdor Qumn o do .uda djuntos em
srs. dsmuaor Sroe tor. jo aTiso B Da-
reto.-Pctia-s proviasenato eontraqo -vah to
relator:
Prorogagb6 do iaswttio
Inventarante D. Anna, Joaquin a Rodrigea
Campello.-Concedea-se o prazo requerido,
unaaimaoxnento.
PA86AGENS
Do Sr. conselheiro Freitas Heariqu6e so S'.,
desembargader Barqu e Lima i -
AppeilacOes ericdes
-DO bftm- &MailAnAte o izisO. aft&llsdO


to Viedr, reotrrdboj tizao.
*&o S r. `conset -DW Porto Calve- .36atb 1 0Jdo
a Silvnit, ego Medo, rocqrdo hoi; deoi An-
d r tirade Me-llo.
De Porto Calvo-Recorrente baelhev Joao
da Sila "Rego Melo, reeorrido Francisco
Antoanio do'Cr mo.
De Manangu Iape-Reconeqte Genuino For-
reira do *ello Marinbo. -recorrido o7jaizo.
7Ao go. conselhoiro Araujo Jorge i
De Mamanguape-Recuorrente Joo ftibeiro
PessA de Vassconceliot, reaorrido oo i2o.
Do Som Conselho- Reeormeiet Honrque
Bezarra Cavalcante, reeorrido o juizo.
De Itambe Recorrente Joae Vellzo FIreire,
reeorri o j uiz").
Ao Sr. desembargador Buarque Lima:
Do Porto Calvo=--Recorrento bacharal J40o
da Silva Rfgo Mlelj, rfcorridi3 Manoel d4..0
cha Sandes-...
De Porto Calvo--Recorrente bachare'f obo
da Silva Rego Mello, recorride JuIo lgnacio
de Lima.
De Mauranguape-Recorreute Severino da
GostaitAlbano. reiorrido ojuizo.
Ao Sr. conselheiro Lobio :
De Porto Cl41vo Recorrente o bacharel
JoAo da Silva Rego Mello, recorrido Vicepte
Curoiulano da Silva Ferreira:
De Porto Calvo-Rocorrente bacharel Joao
da Slva Rego Mello, recorrido Antonio Vi-
cente Ferreira.
Do Porto Galvo-Recorrente bacharel Joio
da Silva Rego Mello, recorrido Lourenco
Candido das Neves.
Ao Sr. desembargador Toscan Barreto:
Do Mamianguape-Recorrente Joao Cardoao
de Mesquite, recomrido ojuizo.
De Mamanguape -Rocorrente Francisco do
Rega Tosoano de firito, recorrido o juizo.
D Matnauguape-Recorrente Maiuoel Lins
de- Albuquerque, recorrido 0 o jaizo.
Ao Sr. desemnbargador OQliveiria Maciel:
De Porto Calvo-Recorrente bacharel JoIo
da Silva Rego Mello, reeorrido Leopoldo de
Bai ros WanderleAy.
Do Porto Calvo R3e-orrente bacharol Jobo
da Silvt Rego Mollo, recorrido Manoel tNues
de Mouran.
De Porto Calvo-,Recorrente bacharsl Joao
da Silva Rego Melo, racorridoJouse de Assis
Nunes.
Ao Sr. desemnbgadorQuintino de Miranda:
De Mamanguape-Recorrente Jose Baptista
de Mello,. recorrido o jutizo.
De Bom Coaselbo--Reeorrente Joio Pereira
do Naseimento, recorrido Joe ToTeonori de
Mascarenhas.
De hambe Recorrente Martinho Avires
Camello, recorrido o ]uizo.
AQ&r. desembargador Sertorio:
Atbr4to Calqoo-Recorrente baebarel Joo.
da Silva Rego e Mello, recorrido Rtufino do
Rlgo Paehbco.
De Porto Calvo-Recorrente bacharel Joao
da Sdilva Rego Mello, recorrido Maneel Joa-
quim dos Reis.
Do Porto Calvo-Recorrente bacharel Jobo
da Silva Rego Melo; recorrido Joaquim Ma-
rinho da Silva.
Ao Sr. desembargadof Buarque de Naza-
reth:
Do Cabrob6 Recorrente Serino da Cruz
Neves, recorrido o juizo.
Do Bomn Conselbo-Recorren'e Jo&o Pereira
do Nasecimento, recorrido Vicente Ferreira de
Soaza.
De Mamanguape Recorrente Petronio do
Rego To.caoo de Brito.
Appellacoes crimes
Ao Sr. conselieiro Souza Lefo:
Do Ingazeira Appellante o6juizo, 'apel-
ladoe egmno Jose Ferreira Malquim onu
triop.
Ao &. conselheiro Froitas Henarques:
De Taq aretinga Appellant, Brano Bar-
bos 4&a Sdva, appoIellada &ajUstiia.
A Sr. desembargador Buarqe Lima:
Do Agua ePreta Appaihinto a j tstia, ap-
pellad. Manoel Jo0quim Vriira da Silva.
Ac 8r. eobesmivo Lobbo :
Do Rooife-Apapellante o promoter, publi-
co, appeliado Aexanidra Emygdbo de Modea-
roB. '{.
Ao St. dessmbargador Toscazo Barreto :
De Ingazeira--Appellaute o juizo, appella-
dos Jos6 Vweente Gomes e outro.
&o Sr. deosmbargador Ohveira Maciel :
Do R.*ife-tjppelaate Felix Francisco da
Gounha, tppe11ad a .astia. ..
Rmbargoa infriigente8
Ao Sr. consclheiro Araujo Jorge :
SDo Recife--Ettargaates Correia dek., em-
bargado earlos Leordids do Rego Beru,.
Enucrrouae asosao as 3 horas da tarde.


A~ 4Iscuss~es na imp~iisa


QEint **. jo'nso todsk-
qew*- i, ow aso e ki*o vi~od4

Ha lreatwc' a*"a tfm dAo deacabdq
*aedltratio e oneeatanea coon a propnia li.
berdade, proquo estaa she da sUa esphera na-
*raal s"mpre quo a i enxagas a .abuses -de
quo resualtam prej uizos a toreoiiros; o damais
a liberditd bfto sappft em ainguem o direito
db. fazer tudo quanto entend a pelo mode
qua entenle, porhm.sem o direito de fazer as
Oaas ue mejm -onvinhsaveis do mode qae
nie offentarm a liberdade e o direito de ou-.


Strom.


Foi partinado destas ideas que o legislator


eonstituinte creou aquelle obice, e que 9 co-
digof trimiaal regualo o exercicio do direito
de communicar os pensamieatos, taxando as
penalidades em que incorrem os que abusam
Ia liberdade de imprensa.
Eutretanto, a a despeito disso, muitas vezes
ties abuses escapam a sanbeto penal, porque
nao rareo os pensamentos sAo manifestados
corn takes artiflios de linguagemn que deixam
a soebra da lei aquells imesmos que ncor
rein no seaou anathema.
E' isso sem duvida um mal; mas forea e
con-vir em que um mat l irremediavel, e-dire-
mos mesmo, urna mal necessario e util, por
*q#, talem de que elle tern em si mesmo e ate
certo ponto o corrective, acresce que-o seu
cerceamento complete iinportaria a more da
liberdade de coranunicar os pensamentos, e
este mal seria o peior de todos.
Consequentetmente, para n6s, a liberdade de
imprensa, embora os abuses quo della se fez
sem que a lei quo a r,',ia p',)ssA-t attiugir takes
abuses, 6 o maior de tldows us bns no regi-
merm de governor que temnas. porque, alsm do
mais, serve ella de barreira aos devanries do
poder, e 6 o conduct .rnais natural que teem
os cidadbos para fazeremn chligar ao powder o
conhecimento de suas queixas, do suas ne-
cessidades, de sass aspirac5as.
D'ahi, pordm, nbo se couclua que abraca-
mos, que applaudimos os abuses, os excesses,
os desvarios de linguagem, e qua someos soli-
darios corn as praticas dos escriptores atrabi-
lianros, que escondem os negrores dos seus
pensamentos per entire as flores da sua rheto
rica.
Nio, nio convimos nisso; e boamente con-
fessamos que achamos detestaveis essas pra-
ticas, que quizeramos ver banidas das nossas
pugnas na imprensa, onde nao ha mister de
azedume para que se affira o merecimento de
cada um o o valor da causa per que cada qual
pelleja.
BEase desejo, que A puridade manifestamos,
entende-se principalmente corn as disoussSes
political, que podem e devem attingir uama
grande altura, sufficient para dar idea do ni-
vel inteolitectaal e moral dos contendores, sem
earencia de nomes proprios, mesmoa nos re-
.essos do anonymo, que na phrase de Jos6 de
Alencar, 6 o domicilio inviolavel da conscien-
cia, onde s6 se penetra em nome da lei.
Para que ese domicilio seja respeitado e
respeitavel. para que elle d urma idea exacta
do seau occupant e o presented como um eante
pure e digno de apreco. e indispensavel que
as suss manifestagOes sejam nobres e eleva-
das; e corn eerteza nio revella takes predica-
dos o escriptor que transform a penna em es-
tyllete eanvenena-lhe a ponta antes de intro-
duzil-a na chaga do adversario.
NAo, takes praticas nao convem a ninguem, e
muito menos aos escriptores politicos, que
temrn largas aspira.oes, qae occupam ou pao-
dem vir a occupar eminentes posiqOes no paiz,
posig5os em que teem necessidade de outras
praticas. de outros modes, de outra lingua-
gem mais accommodada A gente civilisada.
Por que, pois, nao banir da imprensa poli-
tics umaas tantas usanogas sem razio d ser ?
Par que neo tomar pare normas de procedi-
monte os bon. exemplos que nos die it tal
respeito a Fraa e a Inglaterra ?
Todos os possiveis asaumptos ae polemica
podem ser explanados mern offenses, semr in-
vectives, sem doestos para ninguem; e, corn
a exclusdo destes modes da linguagemo es-
cripta, as discuasoes ganhain imenso, elevan-
do-se a am nivel imponente e dando melhor
idea dos eseriptores que as travam.
E' isto o que desejamos que acontega, e A
pare isto que convidamos todos os escripto-
res politicos,g| comecar pelos nossos adverse
rios, hoje no poder, que, na phrase da anriga
Provincia, orgbo que foi do partido liberal,
sevem seo os primeiros a dar o exemplo. I


Um ietineto phi(osopnur oespmtto. cu- I Dizii oatr'orea Provincia que, so atA certo


to,. dopee qu, pala suI mesma granuaeA, so
Spodem center nas regi6es mais elevdiea
to popsamento, refertIndo-se um die 6. liber-
dade da imprensa, 4ine, persate numaoso e
ecotbido anditosro, quo,,a=ula sl$a 0 au

estava;09844.fhe-ho poni a& impreftapars,

Estweo-.ceoit, quo oxpriinu a mel. iota cen-
ila- lo rp a .dioifibo, 6 do ,ua vswoardad
tl~a at, i t, qui :db |a~t0O | )tJ"
Jae p.;iftaequ -setrmo


ponto era permittida & imprensa opposicio-
aistas umt tal'ou qual virulencia de lingua-,
gem, era isso intoleravel na imprensa quo
apoiava o governor.
E per que, hoje, que o partido liberal ego-
verso, ao segue essa trilha a imprensa libe-
rai.'T PoNrqe aio nos dio ease exemplo os-
illustresescripteres da columna liberal?
Os palinaros dea. no-deovom ter present
ao espirito a verdade conutida nested aphoris-


mn -inAwat ==; e, pois, ae-
ir-se do abyosmo daa dis-
i e violentas, limando a
ado a phrase, olindo e o
kdo as ideas porque com-

: piratipmate rem0liar:
!ava|, rait qeu tia e
ar emtarnn o quilificati-

MM-l~ o.^


g ema u oaod Ta-|
Pia udiscussao e A opi
I Jae discuUdaji teW6-0
*tstI f nao pe sos deit
04Wa, iaICeo as principals ,146asa, i
wo .,Owepidados do pai" -
2apiPe1A4o da immoeusa maloria 0"
-t -nauguro assim as pratica oIt'
le ns quaeafunno as reenTOralOi
niedade em per diAo, sen as quaes eia -
4AfrMaltoar da nova le a rea'isaWi o &W=-
deesperangas do future que devo se W
picradas a todo o born cidadlo, porque ntot efn
tie Wumado dellas, ro pode bayer ae6wo-.
fthq de sua part. Da hoje em diste 1a"4
dalmos nefl carecemos e perar doo4pra.o;
tudo de nos, de nossos rpresentantes, 4e
noissa boa escolha. Tuio s6 depenpe de in6 :
sejemos pois bonris cidadaos.
Iicando estas praticas dos prizes ivms,
neset cidad-, nesta provincia, das quakes ne-
shumas outras do Brasil sao nais digwas, co-
tei que qaalquer outro candidate que, levado
per senitimento. patritico me viessa dispute o
cainpo, praticasse cron a m sma lealidade pe-
rante esta cidade, e-La naAo, marifestan4o
em public as suas idas, o modo como eateu-
desse deverem ssr satisfeitas as necessidades
do pai?.
Mas nao 6 assim ; emquanto eu trabalho &
luz 4a publicidaclde p'r mew da imprensa e dos
commiios populares, os dous candidates que
sabem ao woo enc ,ntro, viciados pelas anti-
gas praticas, que tLancto tern perverido os cos-
tumes, iegetam aquellas que inicio, unicas
dignas dos povos lives; fui'indo da luz publici-
*iade, Irabalbam ias trevas
0 Sr. Dr. Ribeiro tlen u o maui pouco alcanCa-
do, n.o we ,briga a occupar me de stta pro-
teneao A minha otiposta.
O Sr. Dr. Port. lla, ,o wesuio mode, trabalba
nas trevas, conio b serpe
Mendiga do um em u-n os voto, aos eleito-
resi de todas as crengas, de todas as id&as,
seou dizer para o que s licita us suffragios;
empenha-se pot tudins os inodos e m-ios coin
cs eteitores ue quern nao po-je alcangar lacil
ptomnessa.
Pela cathegoria de sun alta personolirlade
sediz a muiher do eleixur de ido s acacrsas
.s do seu partino, como a serpent do paraizo
p~la beltezu de suas cores seuuzio a mu her dole
Adtio. Pieode por esses ard'z pela pali.ra
de honra, .is eteitores mais honrad--s e d3i-
xa-.s, trdnquillo de seu triumpho, cowo a ces-
c:avel, segura do sua presa,,que deixa ir, una
vez tocada de seu veneno.
E' minndo, a miaha eindilatura por esses
rnelos teneorosos, desleaes aos eleitires e A
unaClu. sem vas iem pruncipios de public
PlLt-fesse e F6 por aaibi,,o pessoal, qua o Sr.
)r. Portetla vein disputar-me o carmpo. Acei-
to pois a l,a no teireno em que ella 6 posta;
contramino, you de eleitor em eleitoe, ate ou-
,It o ttruipo m'o permittir. Mas digo a cada
um l5o s6mnento aqudilo que niio me envergonhe
de str trazido para o publ('o, come o trago.
Desde o principio desta publicagao offereci ao
Sr. Dr. Poitella batalhc erm campo raso ; con-
vidci o pard discutirmos as nossas cniinidatu-
ras perante os eleitores. Nao aceitou o de-
safio.
Nao confia nos seus talentos, na abun 'ancia
do sua palavra autorisada e eloquente, 1132
em causa qCue defender pretenda coin o i-odir
do pretendido mandate.
Diz que nao faz case de minha candi atura;
quo seha 1e vingar pelo seu triumph
9' o recurso aa fraqueza; o frio da more
moral que ja senate gelar.lhe a medula dos os-
sos. E' o temor de medir commigo suas ar.
mas, elle que nao as tern para tal empreben-
dimento, destituido de alguma idea de aito in-
teresse national. em urna 6pca tbo momento-
sa com u esta, e o terror A idda dader, ola quo
o esquiva do cumbate leal em camrpo franco.
E se nao,
Em que confla o Sr. Portella? Sbo cs lelei-
tores desta cidade alguns becios? Sbi elles
seus serves, para esclarecidos, advertidos da
importancia de sea Voto. de sua alta misba.v, so
julgarem muito honradjs pela visita e peoido
ao Sr. Poriella, press A palavra ,,btida de
surpreza e limits vezes arcilosamente? N3o0,
nbo po'ie o Sr. Portabla merrtcer a cufianca de
sOus correligionarios. desle que solucita per
var-os moles e umprop~ios us votos S'os adver-
saries.
Tbo pouco podem estes nelle cenfiar, desde
que o illustre pedinte politico ostenta-se con-
servadir, gloriando-se e exaltindo-se petos
services que ter fei'o a seu partido.
Nbu podem, portan'o, os ele~tores saber a
qual dos dous partidos iufi o Sr. Portella seo-
vur, a qual delles trahir.
Duvido que o seu proprio chefe possa Ion-
var somelhante procedimento. Nao pode mais
ter contlanca no seu general que vai aos ar-
raiaes iniunigos pedur favores e gravas.
MNo podem os eleitores que reflectirem no
immense valor de seu vote, em urna cidade


tao livre e illustrada como esta, dal.o como
am obnlA, a elevagAo do pedinte politico quo o
solicit de port em port, come pede o pbo
do die o mendicante, sem dizer que uso pre-
tende fazer do poder do mandate que o confe-
re ; nemo podem dal-o como um presente.a um
amigo, um favor a umaa cathegorica pers nali-
dade que parece honrar o eleitor em occupal-o;
nem como pagamento de passido ou future fa-
vor, nem como signal de gratidlo a algum be-
nefidio.
Griticam alguns que sou duro com o Sr. Por-
tella. Se por6m elle laca pela palaira de hon-
ra os eleitores do seua e do partielo contrario,
per pedidos e empenhos, sem dizer pata que
pretend os seus votos, us quaes eu quero al-
cangar pare urma grandiose iila, como hei de
conquistal-os para ser vencedora essa idea
sem atacar o Sr. Dr. Portella no campo em que
elle se entrincheirou, sem mostrar que sea
mode ode proceder no pol e obrigar pela pala-
vra dada?
Se elle nao aceita a batalha campal e mi-
na nas tievas, como nao hei de ir buscal-o, des-
lojal.o da toca ou nella abafal o ?
E' uma lata de corpo a corpo : so nao quer
que o procure nas trevas, venha A luz. Ahi
esti a imprensa, ou convoque o corpo electoral.
Traga o seu programma, venha dizer em nome
de que id6a solicita os suffragios do eleitora-
do desta livre e illustrada cidade.
D'outro modo nao ha lealdade no seu proee-
der. Se foge da luz e da discussed, nao pode
inspirar coiflanga a alquem, al6m dos compa-
drces e amigos pnrvadlos que de sua elevacao
esperam favoies.
Cumpro, pois, um alto dever, cotabatendo
uma candidatura de proveito todo particular,
que serantepoe a minha de todo o public inte-
resse.
Julguem, portanto, os eleitores, entro n6s,
entire cada um de n6os e a nacao brasileira, se
pela primeira viz que por sua part pajem li-
vremente dispor ds destin s da patria, devem
enviar ao parlamento um mandatario que se
apresenta em nome de gr;ndes ideas, dos
maiores interesses da nacago, corn animo es-
forgado e compromisso formal de combater per
ellas, ou so um home que s6 so abona peks
cargo qqe teom servido, pelos services que
tem feito em estreito circulo e a seu partido,
sem comprumisso p:,ra tin algunm.
Qualquer que seja a sobeiana sentenCa,
aceito a coa magnanimo respeito. Aasusta,
me 'aiS o triumph do que a derrota, 'sta
me deixa quieto na vida privada, a outrm
itarA am peso enorme, cheio de e-pianhbus`OV
rigusque s( o procure e a cocrn ta0to
peloimpulso dos meus sentimentoss,:::
tovem pelas ideas que actuarm em-a1 O
.tto, ;-' 1' '' s^'^'^ ^
Recitse, 15 do julho de 1881.
A ffionso do AIbaquerqlWIVYOU

ANHIA. Yl
saieo do The S
SMliH.,m concertoV


I


g


I -


Oa ==eysu





































Dude quo aSr. Ci'i .i w&
dedee quae tleva, a mair pate wda
mal easaiadas (o q quo p4wdo piela -
Jt o quo s nota DO caatores e pela exe-
cu1o imperfeita da nbetra), pde sser
considerado como boa .regenel Elle nem
sabe o que dve a si tresmo, e ao publieo.
So soubesse elo bacteria com os p6s.'
Mal isto se explica-no -tew confianaq
em stta bat r ta.
Se o Sr. Oscar, a quemn por molestia,
u10 respoudi ha rmais, tempo, ainda nio
me der razio, 6 porquo perleace a especie
dos cegos qae nio querem ver. Entrar
em polemicas corn Lal genie 6 gastar tem-
po inutilmeate. Time is money, e en
nao estou disposto i malbaratal-.o assim.
Continuarei i censurar o Sr. Cimini, nao
corn o intuito de the ftzer guerra, mais
para quae se corrfla. ,Ao Sr. Oscar, nao
dar-lhe-hei maisres_ sta. Temo ser esma-
gado polo seu espirito, quando precise
de foroa para arcar contra os que sup-
poem ser a nossa patnria terra -de beocios.
Justus.
Recipe, 18 de julho de 18.1.


Public form
Illm. Sr. gerento. Levo so conhecimento
do V. S.. quo na viageu do l.o de novembro
pars o Ceark que fiz neste vapor, o Sr. com-
mandante Josd Henrique da Silva teve urmafo:r-
oe altercago. commigo, e comoo mesmo Sr.
eommandaute deve ter se queixado a V. S.
do meu procedimento, cuinpre-rne declarar a
V. S., que o motive ide nossa altercaqio foi
o mesmo Sr. commandant querer subtrahir
do carregamento setenta e cinco saccos de fa-
riaba. e como euon nfio aquui a isso, resultou
essa altercaclo.
Declaro mais que o Sr. corn mandate Silva
nessa mesma viagem mandou tirar de cads
sacco de farinha do carregameuto um pouco
do seu conteudo, corn o qual encheu muitos
saccos para seu cormmercio. 0 que provo corn
as testemunhas abaixo assinadas quo di-
zem ainda quo o mesno Sr. co-nmandante
tern por costamne assim praticar em.todas as
viagens qu e tern dado.
No mais sou de V. S. corn a mais distinc-
ta consideraglo.
Vapor Pirapama. 26 de novembro de 1877.
-Eduardo Freire de Albuquerque Pedrosa.
Come testemnnhas.-A rogo de Trajano Pe-
reira da Silva, Manoel Perdigiio de Oliveira.
-A rogo do Jose Maciel da Graas, Jose B.
M. Gomes.- Mestre, Joio Felippe. *-- Dispen-
seiro, Jefo Goncalves Lima.-Marinheiro, Jo
s3 Pequeno IFiel do Porbo). A rogo de Ma-
noel Nobre, Climnerco Alve de Faria.-Pra-
tieo. Trajano Theodomiro de Moura.
Estava escripto em umrn pedao de papel
proseso a folha do original, o seguinte : Anto-
nio Josd da Silva, Manoel Ferreira Filho,
Vicente Ferreira Lima, Joao Goncalves Lima,
despenseiro.-Setembr ,, folha.
Estava sellado corn estainpilha de quatro
cents rdis assim inutilisoda Recebedoria
do Pernambuco, 2 de agosto de 1880. Fra-
goso.
Conforms o original quc me foi aprosentt-
do para delle extrahii. a presoute public
torma que vai sem cousa quo davida faea, e
ao qual me report.
Subacrevo e assigno. Estavim duns estam-
pilhas no valor de 400 rdis. inutilisaidas da
maneira seguinte: Recife, 22 do agosto de
1880.
Em testemunho de verdade (signal) o ta-
belliio public, Jose Bonifacio dos Santos
Mergulhao.
Conform corn o original por public% forma
quo me foi apresentada para extrahir a
presented, ao qual me reporro. RIcife, 3 de
novembro de 1880.
Subscrevo e assigno. Recife, 3 de novem-
bro de Io80.
Em testemunho de verdale, o t-,belliio pu-
blico. Jose- Bonifacio (os Santos Mergulhio.
-Apolliaario Flore:.ttito de Albuquerque Mara-
uhao.


Gratidao


AO MEU AMIGO BIUZ BITTENCOURT
Os fracos versos que ves
Sao vozes do coraoo,
Sao effettos de aumizale,
Impulsos de gratidio.

Pobre nasci, pobre sou,
Serm luzes, sem nada ter,
SO estas quadras singelas
To posso agora oirrecer.

Tea coracol magrinanimflo,
Tea desejo de instruir
Corn prazer serio bemditos
Pelas auras do porvir.

Perd6a. Se nada valem
Uns versos feitos sem arte,
,Sbmente grata amizade
Venho'nelles dedicar-te.

18 dejulho de1 881.
I. B. W,

QuestSes juridico adminis-
S trativas .

Os empregados das Thesourarias de F
B I sio subordinados aos procaradog


Otft dei 4 portas., e a
lwOpptuaovi^to terreo.
to k goo arcW-toltas to.
S io alvenarta ba-
lpta torroo terR o soleirL
Irs aultinbsa de primeirt
a wadeiremento de cosut;-
As i aref ass archi-volias
am bandetras de ferro ba-


sorrindo,
jjdn


Forem bellos
Gomo quen m


5tos a ao puro azut
pendio Ideal.


Subio inda outra voz estridiuls as8 espacos,
Eram duos nacoes abriado os fortes brasq
Sobre as' terras deoo-in. j
Hespanha e Portugal-o imunduo rpetia
Gaoa, Cortez, Cabral, Golombo uam novo disa
Ao horisants veim.
Nos Lybios areas levantam-se outras al1as,
Quaae soberbos titans, quaes puras ondas ealnmas
Vencendo os escarceus:
Livinsgton? chegando A region dos Lagos,
Stanley, Cameron, que tem-modernos magos-
Por astros os tropheos.
Come o extrenue corcel da sivana Africana,
De novo Portugal as crinas espadana,
Olbando para o sul.
E boje, como outr'&ra, um nome 6 repetido
Se pa Pinto 6 um grito e Lysia 6 uam bramido
Ao infinite azul.
Ele 6 bello, serene immenseo como um bravo
Assistio an soffrerdo miserando escravo
No mercado infernal.
Lysia 6 a senhoril, a civica heroine
Que surge do passado intrepid, divine,
S Pura como o crystal.
ERle otivie o rugir in-Jonilo. teri el
Dos ferozes., lees. E. 18ve marcha herrivel
Dos canmellus-pardaes
Quand.o via no c:ccaso o sul norrendo aos poucos
Mand-iva tristes ais impectuosos, loucos
A' terra de seods pais.
E ella quanblo olna ofllho pxtenuado
Do constant e lutar per eile stistentado
P'ra tecer-lhe uma gloria,
ReWe corn ufania e lembra c-ida feito
Como se houv sse alii n'aquelle hberoico peito
Um livro-a sua historic.
N6s os filhos viris da colossal America
Devemo-nos prostrar ante essa estatua Iberica
A patria do vlor -
Serpa Pinto ihe tece-ac'r6a gloriosa,
E de seu pedestal--urna epopha honrosa-
CmiOes 6 o constructor.


Recife, 14 de julbo de 1831.
Carlos Porto.Carreiro.
Vicente Alves Machado deveondo embar-
car amabnh para a Europa, e nao tendo
podido despedir-se pessoalmente de todos
os seus amigos e conbhecidos, o faz polo
presented, peditado-lhes desbulpa desta falta
involuataria.' Aproveita tambem esla oc-
casilo, para ao deixar este bell paiz, vir
do alto da imprensa agradecer aos habi
antles d'elle, e corn especialidade aos per-
naimbcanos, corn queot tern cenvivido, e
fraternisado desde a sua infancia, e por
longos aoos, assist como.a todos osAsO s
amigos, o modo boQdozo, corn qua sem-
pre o trataram, e os favors, que sempre
tbhe dispensaram.
A todos o sou reconhecimento, e a sua
eterna gratidio.
Recif(e, 19 dejulhode 1881.

Ao Coxammercio
Adulpho Birl. liquidatario da casa commer-
cial d4 De Lailhucar &C., declare quo esta fir-
ma nada deve nesta praca nerom fra Jella.
Se alguem se julgar ecredorp6de apresentar
sua conta a ru do lwperador n. 32, no prayo
de quinze dies contar destsa, findo o qual
nio attenderi a reelamalto alguma.
Recife, 15 de j ulho doe. 18.
A. Birlh.


COlERGIOl


Junta dos correctores
PRAAADORECIFE 49)DE JULHO
D 1881
cotaeos oflielaes
S AS tres horas da tarde
Caitbio obre Londres, 90 d/v. 21 3/16 d. pot
IS, hontem eboje.I
Olto pobre cito, 90 d/v. 22 d. por IS000, do
banco.*
Cambio sobre Paris, A vista, 437 rs. o franco,
do banco. '
Combio sobe Lisboa. A Vista, 142 0/0 de pro.
mio. bontem.
Desconto de leitras, 5 0/0 ao anno.
........ Presidepte. r *
Augusto P. de Lemos,
Poleo Secretario.
'
,AFAND)G A
'ewnimenta edo ata i a 18 540:73382
Idem do dis 49. 29.651286


Copny. Mercadoras-diversas -30. volu-
mes A orders, 9 aW.aF. Robinson, 2 a
Mitheus Austin & C, 12 a Baltar, Oliveira
AC1, 2 ao Rer Delacy 1:
Patde qrro 36 feiyes a Samuel P.
JohnMton C., 1 a Reis & Santos. Pre-
gos 50 barris aSaigel P. Johnston & C.
Peixe em cbnserva 20 caixas a Caryalho
AC.
Relogios 23 volumes ao Engles Banck
of Rio de Janeiro, ia A.M. D. Broad. 1 a:
Julio Fu6rstenberg, Remos 36 a Wilsoa
Sons iC.
Tecidos 10caixasa Cramor Frey & C.,
15a Luiz Antonio Siqueira, 8 a Olinto,
Jardim & C.
O0SPACUOS D O l.-OiTA(&O NO DI. 16 DE
JULHO DE 1881
Portos do exterior
No brigue heoSpanhol I. Rosalia, carrega
ram:
Para Barcellona, Anmoiam Irmaus & C. 803
escas coin 59,716 1/2 kilos de algodao.
Na barca portugueza Arabella, cariega-
SWa:
- ta Lisboa, 0. Travasso & C. 48 saccas
em,,096 kilos de algod&ao.
S Portos do interior
No vapor necional Bspirite Santo, care.
geraBw:
Para Parabyba, Dr. 9. Bittencourt 4 caixas
medicamentos.
Para Maranbho, Dr C. Bittoncourt 6 caixas
medicamentos; L. G. da Silva & Pirate 15 bar-
Srieas corn 1,637 kilos de assucar bronco.
Para oa CearA, J. M. Lemos Duarto 50 saccos
corn 3,000 kilos de assucar mascavado.
Pra o Part, Baltar Irmaos & C. 28 barricas
cown 1231 1/2 kilos de assucar branco; M. J.
Alvids 00 ditas corn 12.119 ditus ae dito.
No hiate national Iris, carregaram:
Pa&ia.oNatial, G. de Mattos Iri&os 40 meios
(te sol. ".
No hiate national D. FI'ancisca, carrega-
ram:
Para o Nalal, F. Rocha & C. 20 saccos corn
'Diiho, 5 volumes corn 370 kilosa de assucer re-
flado a 100 pares de tamaitos.


C1RWDORMIA Dmc RSKnAS INTERNMAs GE-
RAES B$PSBRAMB:UC
tendimento do dis 1 a 18 26:315j06M
IdmB do ia 19 *fJo7
28:1595075

O0NSULADO PROVINCIAL
od4Wimento do da 1 a 48 146:381(8?0.
Idea do dia 19 *:166.83.
-151:5480718
.. M ;


RECiFE DRAINAGE
tandlinento do dia 1 a 18
(den do di a 19


8.6t6$960
8:tS9
8:06!960


OYIENTO DO PORTO

Navios entrados no dia f9
New-York -31 dia, vapor inglez Glen-
sannoa, d tet56 loneladas, commandan-
to W. H. Swaine, equipagem 22, carga
various geperos; a J. Pater A C.
New-York-40 dias, patacho inglez Ran
ae, de 2.4 toneladas, capiUo S. W. J.
Tbrompson, equipagem 8, carga various
generous; a H. Forster & C.
Navios sahidosno mesmo diat
Ca-al-Brigue allemlo Adolph, capitol
W. Neel carga a mesma qu e trouxe.
Buenos-Ayres--Patacbo allemio Anin,
capitol H. Abrans, carga assucar e
agiardente.


KDZAL-De EDI ES
DrrAL-e ordem do ilm. Sr. engenheiro
ireator'lIas ebras pubickas go aes. fao-scien-
te a sqe-1'fueswt-;q ossaa 'qub'n&t dia 25 d.'
C!I55S|Emj v i** c p ara set. arrematada a
pjW~~ifuir A.in xtejexoa.dos pAr6os do Pi-
cAo eO11nGu, na Itano ade 4$#145. *
Os preponetes* apre4atao -saas propose
gas no esrripoqrlo 4da de bras de
(CwhadO. is-, 12 tras 41 tetiirrQT rt.!


As portas do pavuiento mupertor descanca-
riosobre.capad-a de pedra inulatinha de pti
mal'ra qualidade cam varandaoi t(i ferro batido.
oorradas ':e gunsraecldaa de peitoril e roda-pe
de amarello, sonde as oibrliras de argamas-
sa commum 3owm grades de amareolo para re-
ceberem p aadeiraiento duplo, isto 6. corn eai-
xilboa, e as &Areas das archbivoltas sdmente
coin estes.
0 pavimento terreo serm ladrilhdo corn t-i
jolo do alvenarI batida, e o superior assoa-
thado corn nadeira de louro ventado, sobre-
pOsto a) vigamento, cujas braves rijo medirfio
me0no do 22 cen imetros em quadro. distiarn-
ciadas ureas das outrns nunca trais 0e 55 cen-
tiicetros. Este oavimento ser fot.,ado de mo-
deira de amnarello e sudlivididu em tres par-
tes, send a do centro Interrormpi.-a por uria
abertura octogna de 2m,20X Ir,70, quo oevida
wente canalisida por parade de t.-biqu, at.
acaberta da passage A luz que deve bnhar
S centro to sal.io.
A coberta se comporA de duas agues, cana-
lisa.:as por calbas 'oe cimento e esgotadas por
canos de barro vi,1rado internados perpendi-
cularmnente nas pare.es d-s ouas fientes. A
construc;o da coberta serd pplo system corn-
ticmn eto telthas de t idro -m teda a area di
viaducto de lutz acina alItid':lo.
A eseada, que teom de dear accesso so s,,bra-
1o. cinstrulda de umn s6d I'xr'. P eutcostada ao
iilto ti) lado do note, contaiAi im 50 de largu
ra, e ficoA cllocad3 de roaneira que teriit,,,
na part superior no 01e1o in Extensao longr-
tudinal 'io saio, ounde sera a sua aLcrtura
vuarieci i, de um: i hli:iustrada de amareli.,
envernzado. Te:a ella d.us corrim'es toar;
bern de ararello e igualnmette envernizad.s.
Ao lade oo s-l da pr.e ',h',i fund,, no lugir
em que existed actualaiente a rozinba, serA
construida efn todu o eornpri.uento *,o quintal
urna puchada count 1,80 ie l.argura, exclusive
a espessura als parioes, i,!uiu.nradia e arejadb
pelo lad. do iesmo quirntsL., corn duas poitas
no pavinmeito tereo coW igoal nunmero te
janellas do superior, estas court madeiramento
'luplo, .,eido o externu cnv'ttaMacio, e aiupl-
las cown iadoiramento ssotples, tudo de ama-
reltio. 0 respective stalhu s-rb de louo yen-
lado. No extreme da puc'ia ta enA autb's
os08 pavimenLos haver uam pequeno Pomparti
mente, destlnado A collocaCtAo dt apparelbhos
de esguto.
Todas as piredes internal e externatmonente
serao revestidas de guarnicao de cal branca
(Jaguaribe).
Tdo o vigamento e as madeiras da ooberta
seAuo tie quatid-de.
O material resultant da demolito do anti-
go piedio portencerto ao t opreiteiro, qua fi-
carA obrigado a removel-o, sendo-lbe faculty
do empregar na nova obra as traves e telbas
que so ach-irema em perftito estado de conser-
vuj'o, beth.como as pedras que f rem da qua-
lidade exigida.
A obra daverd ficar concluida dehtro do pra-
zo de 6 mqzes, contados da data da assigns-
turta do contrato.
Recebe a Ililma. junta em sun sessAo lo dia
21 dd corrente propostas pura o razimento
o'esta cbra, cm crtas fechadas, devidamente
selladas, nas quaes se dtuclare a f6rma do pa-
gawenfto e o nome do fiador que.garanta a
boa ex-cug&O da ubra e o field cucmprimento
do contrato.
Secretaria da Santa Casa de Misericoidia do
Re':ife, 15 de julbo de 1881.
0 escrivlo,
Pedro Rodrigve.s de Souza.
Edital.-De ordem do Exm. Sr. CUnselbe r
diiecnor, farCo public que a requPriment, -o
canaidato Dr. Jose Lomelino de M-nezes Vas-
concelloi de Durumond. que provou moles.
tia. resolves a congregaro adiar de novo o
cor'curso p'tra u di'i 22 do corrente (s.xta-fei-
ra) as 10 bores da manhrb, de conformidade
co.n o ai t. 48 dos estatutos.
Secretaria do Faculdade de Direito do Recife,
19 Je jutlho de 1881.
0 secretario
Joad lonorio B. de Manures


imtavam ore-
aeto do lan-
Ioio de 185.
dcio do T8311


Jo'56 utioo w Silva, ru nova 4 do
Santa Rita n. 85, mereadoe de madeiras.
30X$ : Forte n. 2, Jose Ignacio do Silva Lobo.
S|prmaroio da taverna. aluguel. 805: Vtdal
de Negreiros n. 1, vandedor de liquidos e
commereises, aluwael. 240 ; n. 3, Francisco
Antonio da Costa Prazere, funileiro. comn os-
tabelacimeato, 2005: a. 8, Joaquim Feiippe
Teixeira, mereador de eharatos e eigarros,
alugael. 1 050!00 Marquez do Herval n. 96,
Francisco Jose Rodrigues, utereador de eha-
rutos e efigarros, altguel, 200$ ; n. 160. M.
Machado Ramos & C., empresarin de taver-
ns, aluguel, 120; Imperial n. 1,3. Manoel
Gonealves Nogueira, empresario de tavern,
alugsuel, 150806.0.
Freguezia da Varzea-Corredor de S. Jofio
Isidoro Francisco Pinto, louca do barro.
aluguel. 600: Josd Mizeel Ferreira da Luaz,
louv Recebedoria de Pernambueu, 18 do julho
dtie 1881.
O langador.
Manoeli Antanio Ribeiro.
Mercado Municipal de S. Jos6,
18 de julho de 1881
Foram hoje veldidos neste estabelecimento
11 bois, ppisanlo 5.5.32 ki;Iograromas, a preco
Je 520, 480 440 e 406 r6is o kilogrammo.

Banco do Bpasil
Paga-se o 55&/ dividend das aSes desti.
banco, inseriptas na caixa filial desta provin-
aia, A rua do Gormmercio n. 6.


Sociedade


Auxiliadora da Agricnltura de
Pernambuco
Previre se aos Exms. Srs. memnbros do con-
-telho administrative, que a sesa.eo ordinaria
0o mez de joilto, que se no o ha podido veri.
.ficar no dia 1o do corrente por faita de nume
o, terd lugar no dia 2! do mesmo, as hora,
n no luoar d.i costume.
Recfp. 18 de julhb de 1881. 0 secretariG
;.eral,


Henrique Augusto Milet.


Camara Municipal do Recife
1.0 district da freguezia da Boa-Vista. 19
Ie julho di 1881.-Foram boje expostasa yen
*a neste district quatro rezes na rmzSo de 480
) 400 reis o kilo. -.0 fiscal, Luiz Manoel Vie.
g,ts. _

Irniandadc
DK
S. Antonio da eapella de
Bebpihe de baixo
A mesa regedora desla irmandade convida
aos irmlos e aos parents e amigos do finado
Matbias Jorge da Silva Salles (irmlo bemfeitor)
oara assistirem no dia 21 do corrente, pelas 7
1/2 boras da manbh. a uma miss em suffragio
(d'a ma do mesmo. setimo dia deo SdU falleci
mento, e desde j4 agradeeem o compareci-
mento de ted,,s para este acto deo caridade e
eligiao.


C.C.El
Club Commercial Ea-
terpe
ASSEMBLED GERA1 EXTRAORDINARIA
[w coDntinnnAo ]
Se"ta-feira, 22 do corrente, pelas 7 boras da
noite, devem proseguir, na s6de social, os tra-
b Ihos d% reforms de estatutcidesta institui
,a ; o quo se scienUfica sos.:IQ es soei6s
em geral. par; sua intelligocI egoverno.
R&cife, 19 de julho de 1881..-0 president,
Alexandre de Fatia Godinho.
Juizo de direito da pro,
vedoria


Per despacho do ilia. Sr. Dr. juiz de direito
da provedoria Manoel da Silva Rego, vai a
praga para ser arrematada por venda a quem
mais der, no eia 22 do corrente, ao meio dia,


--_ n ton- -- .- r uma casa lterroa sita a rua da uonceiCao 01
0 Dr. AdelinoAntonio de Luna Freire, Boa-Vista n. 25, cown porta e janela do frente,
jttiz do direito privati'o. de orphdos 2 salas. 4 quortos, cozinha f6rar: pequene quin-
da' comarca do Recife, por S. M. o mdurado, em solo foreiro, avaliada por1:00S,
r-I, ador uaym n o uarde,*< ~ cua. u casa pertencendo ao espolio 4e Silvano
Imperador.a qieemr Deus guard, etc. Moreira Lims, que por este juizo acha se in-
Faco saber 6t q0 o conheciinento 1o pro vent.riando, e vdt & praga para ratisfaa-o dos
senate clhiar, queol-breste juizo. e em virtude onus testamentarios.
deL un offlteo o1e Antonio Jonquim Gone lives 'Recife, 18 de *o de 1881.
Frag4. rrov to feHospital Purtuguez ae Be- 0 escrivio,
nefli.enoia, B|rocedeua iame do sanidade, Luiz da Veiga Pessoa.
,a pessoa poe s-blito portuguez J o AIlves da -
Cfuz, recolhido ao mesAu hospital, i requisi- onslad r ini l
0&o do Dr. delegado'da capital ; e depois dus ooU
pa recres do Dr. curador geral e do Dr. eura. Ielavdo das alteraq0os para menos.na
dor nomeado.-oubiratn os aotos A minha con- decima urbana da r*"uezia de Nosa
clause, nos quaes proferi a sentents do theor e aa raa ara ei o
seguinte: Senbora da G Fraa, ara o exercicio
S Em vista do exame ,oe fls. 5, conforhsen do 1841 a 1882, pefoo lanoador Lan-
do-we corn os pasreceres do.carador nom'ado delino de Luna Freire.
de Dr. eurador geral, julgo Joio Alves da Visconde de Goyannan .85. Ma-
Cruz, ioapaz ae admrinistrar sua pessoa a e noelde Jesus Teixeira Fiftco 300000
beots, quo fieareo sob a guard de u m cura Dis n. 213. Jolo Antonio Csrpin-
dor.- 0 aecivalo.,pna pessoa Widooese 0 i^0 Ateiro da SIdva 200000
publique os editaes ne~essanos. Recite, 11 Dita n. 215. 0 mesmo 500$(O
do julho de 1881. Adelino Antonio de Luna Dita n. 219. 0 mesmo 200S000
feire.m ) e a'Griui fs p er oulas n. 17. Antonio Francisco
Em cuaaprimento naqual foi pelo escrivao dos Santos Falclo 2408000
propust, a'urdor itrdict a mu- Dita .41. Antoni.ANles Pacheco 264j00
flberd ui".e -11 -AaD gd& 00ttCCruz, Oita a. 43. 0 rn~sao 1605000
-qUo fal: por&-ira t)Ja aa.a.t., Ricro Jeate oshGinog 41*
pr goAi i ,,,m Luz-A'1
dw~r A %Vto : itaA4 Pf~ww 30SMN


Jo


67. D;. Job Foenreira 4 Sit-
^L27., isrderoedo d losd
aijo do Lim-a


S9 l 3W' Pdo et anad ol- iSR
Fa .Morges.
t ietn.. 2 brado doedaone
andarmealoja, orrendado tudopor J:6
4tw an.3. Sob:ado dedous ancai
re e loja, arrendado tudo pot tji
4COnouigo n. 22. Casa terrea, arren-
Dit. 29., Casa terrea, arrendada
pot 21,|P*
Vioconde de Pelotas n. 15. Casa ter-
tea, arreondada per 273 WS
Al1era;bes para mais.
Imperfrlz n. 13. Subrado de dous
nzdarue e loja, arrendado tudo
por
6nefti o na. 3. Casa terrea, arren-
dada por
ita a. 7. Casx terrea, arrendada
,POt 3335001
Poe
Visunde de Pelotas n. 11. Casa ter-
res, arrendada por 333")
Primeira seego, 18 de julho de 1881.
Servindo de chefe,
Heracio Walfrido Peregrine da Silva.



COIIPAI? iIA
DO





Nao se tendo reunido

numero legal dos Srs.


accionistas


comn ocados


para a assemble geral,
sao de novo convid dos a

reunirem-se no dia 26

do corrente mez, as 12

horas da manhl, no es-
criptorio de sua sede, a

rua do Imperadowrn. 71,

papa. de conformidade

corn o art. 29 dos esta-

tutos, deliberar subre


as contas do ainno


nance.ro desta cornpa-

ulhija, approval o orca-
mento vindouro, e ele-
ger a nova adimninira-

0co para o biennio a fin-
dap-se em 1883; de-

vendo, uesta occasiao ser
lido o relatorio que de-

verai ser apresentado

pelo Sr. director, mos-

trando o estado da com -

panhia no anno findo em

30 de abril do corrente.

Scihntifica-se aos mes-

mos Srs. accionistas que,

de conformidaue corn a

ulti'ma parte do art. 23


dos estatuto a


assem-


blea geral tera effectivi-

dade corn o numinro dos

que a ella parece-

rem.

Siscriptorio dak comipa-

nhia do Beberibe, 19de


julho de1881.


0 secrelario,
G. 0. da C.Martins.

Monte de Soccorro-de

Pernambuco
Os possaidores das cautellas de penha-
res, abaixo mencionadas, s:o convidados
ia resgatal-as atl o dia 23 do corrente.
CAUTE[LAS-NS.
3,287, 3,4386 3,441, 3,414, 3.i7, 34o,U,
49 33i 3,116, 3,467, 3,4, 3.480,
59' 3,488,, 3,4911 3,496, 3,515, 3,5316,
3,57, 3,526,3,537, 3,539, 3.540, 3,5t41,
1.542, 3,543, 3,547, 3,5-1, 3,552, 3,560,
5,91, 3,572, 3,578, 3,583, 3,590, 3,591,
3 1,602. 3601, 3,613, 3.G1.1 3,619,
3)21, 3.26, 3,638,; 3,6491, 3.6i, 3,643,
314,- 3.641, 3,650, 3.651, 3,653, 3,6,T,
1W 3,656, 3,657, 3,660, 3,663, 3,665,
3 1693, 3,677, 3,680, 3,686, 3'690,
S3,7t34761, 3,736, 3,739, 3,743690
g31,779 3,751 3,759. 3,760, 3,764,
3t747,. ,- 3 *80
|g|tfe7-de jnlho de 1881.
I -^1- O gerente, .
Frcisco Jaquim Pereira Pinto.
11:^G o 'C o' E' I..111 1, ^* i
SC.'.!^ 6 ec Euterpe i


corn


Neo
do a


'5-'


fi-


$


























eza de Una
a OaaSlva Duboureq
r urna missa na ig
s da maubl de quiti
alma deo su a finad
Una, e pra concoG
lade e religiao con,
pessoas de sua an
jA sea eterno reco


Opre
back, im
nette M
tin e o

*cena
de Dar
AL!


DE, PAPAI


cantada por Mile. Victoria Prello, musiea de
- : e r v 6 .
0 Doutorr MrQbnoliu
*'pereta-bouff,. em 1 at-t, do Hantoroheo,
musica de Coeil^, po U- lle. V. Preo. Mr.
N-oel Mattin a o artist& ,saaion l Ceiiajb"
Junior.
Uma noii~e do Carnaval
Opereta em 1 acto, dasempenhada per Mile.
V. Prello e'Mr. Noel Martin, music de F.
Jauffrey. 8 hr
A.'b,8 horas
Os bilhetcs esto ait venda desde hoje as 2
horas da tarde no eseriptorio do theatre.
PRECOS


Camarotes
Cadeiras de 1.
Cadeiras de 2.&
Frisas
PLaten


35000
26000
8so
$X00


t ARITMS
Companhia Brasileira de nave-
ogac vanpr
PORTOS DO MRTE
0 VAPOR
Para
COMMA.NDA.NTE CRAALOS GOMES
SE' espdrado dos portos
tB do note at6 odia 27 do
porrente, 4depois da de-
,aora do costame se-
guira paraos portos do
sul.
Para carga, passages, encommendas e vas.
{ores, trata-se corn o agente
Bernardino Pontual
44-RUA DO COMMERCIO-&4

GOMPAmA PERNAMBUGANA
D8
Navegag 0ao costira por vapor
Portos do sul
Bara-Grande, Porto de Pedras, Cama-
ragjW Macei6, Penedo e Aracaju
Segue no dia 25 do
current*, 0o vapor Ja-
p udribe, commandant
Costa-, as 5 horas da
M~ta rde.
Recebe carga atd6 o dia U3. Enoommendas,
pssagens e dinheiro a free at6 as 8 ho-
ras da tarde do referido dia.
Escriptorno
CaO da Compalnhia Pemambueana
Sn.1l2.


Royal Mail Steam Packet Corn-
paniy1 4 1 1
Grade redneo no& pureos dapas-
sagens
0 PAQUETE A VAPOR
Tagus
Commandante Gillies.
_spera-se da
Europaet a
,dia 25 do coT-
-mrente, aoqual
depois da de-
more do costa-


Wnhla, Ri.o de Janefro, iiajtae'I
* ,Montevid.o eeB 'e'rx-Ay re


0 PAQUETE A VAPOR
ComNadae W. v lies
'Comuzandante W. Ghiis


Para Lisbfa e Vigo.
- Southampton, Ha-
vre e Antwarpia
BRahia -


O patacho itallapo Riera G recebe carga a
frete pars o Indicado poro dento de pono.
dies. Atratarcorl..Burle & t;.. rua doMar-
quez de Onda ps. 7 e 9 .
Porto:por lisboa
0 patacho portuguez Lu7iSa, tend eugg-
jado parts da cargo pra equelles portos, rece-
be a frets o reet oque 1 hflta, devends s.e-
grair Ijagern cam brevidade : a tratar row o
CoUSignatari o Fanelsco ibeiro Pinto Guirna-
OrlssArue do Btrm4 n. 9 ,.


LEILO S

Agente Pestana

Grande Ieilao


Em conlinuaCao
De lindas joias de brilhantes, ouro,


eelectro-plate -.
AO CORRER DO MARTELLO
Hoje
Quarta- feira 20 de julho
A's II horas em ponto
No armazem da agencia de leiles ai rua do
Vigario Tenorio n. i1
POR INTERVENCAO DO AGENT
Pestana

LEILAO
Das parties da casa terrea tn. 15, sita a iua
des Guararapes
Quarta-feirA 10 do corrente
Ao meio dia
Rua do Imperador n. 16.
0 agen'e Stepp!, i-uontrado por alvara do
Dr. jUiz de direito da capellas e residoos, leva-
rA A leil&o as vartes da casa terrea a. 15, sita A
rua dos Guararapes, pertencentes ao espolio
da finada 0. Candila Maria 6 Silva Lima; ser-
vindo de base 1-351$540, codn assistencia do
mrsamo Dr. jniz.


Agent Burlamaqui


2. Ieilao
Do espollo do fallocido Francis-
co Martin Raposo
Sexta-feira 4 ocorrenlt
A's ItI horas
No armazem d i do I[mperador n. 22
0 agents &cifa--por iandado do Ihm. Or
Dr. jum-de direito d orphbos venderA em lei-
o nesse dia, 6 casys terrea tA rug do-Goro-
nel Lameab, as. 33, 3.;t. 37, 39, 41,43; urs
olaria na mesma rua, ?ojs teerrenos em Ta
quary. com Eas -Olinias.


LEILAOj
dedoas caixi scom eaIeadeo, lettreiro Casu, es;
ras. 100. a 101, urn mfrdo coto cobertores let
treiro Camdevo,. 1 02
SEXTA4UI A, 22 DO CORRENTE
A's1 i/2 hcras: '
0 egente Pinto levar4i leilao, por mando
do Iilm. Sr. Dr. jolz especial do cormmercio, em
virtude do rqueritiedto do d& fsitario dla
masefi AMU fie oAnto nio ,Stiv'l* lo daSilva ('a-
wbes, dos tires v'lufmeri aeimaOinados,
perteracentos a mnema mass. as 0 1/2 horas
do dia scima a ito, no I .0 anlar do sobrado la
rue do Marquez deo 0iaia n. 13,1 poor ,oeai
de unm outro leilo do faznadasn. mildmae a


- I-


naai, Ou na rua larga uo Jiosaro, em casa ao
Sr. Amaral n 37. .
Preisa se de uarns ea para avar e eon-
gommar; a tratar na rua do Barip da Victo-
ria a. 41.
1, Dirtol*ra sob bypotbec:e or beds do rejz,
.no l6 andardo subrado a. 41 a rua do Rangel
soa dl qurem4. __________
Ategaiui ou vendeii o sobrado sito ma
Cepunga, porto do Lassere : a tratar com a
sua- proprietaria, rua Real do Bemfica, corre-
dor da Torre.
Fngiram Os escravos nefuiotpts:
Justino, rOr preta. de 40 e tantos annos,
bemrn alto, proso. p6aS grosses, nariz bchato,
barbado, 5ro muito, foi de Pajei.
Maria, parda escura. cebello urnm pouco,
ruim, baixa e eheia do corpo, pes feios, muito
fallante, dentes perfeitos, custume andar lord,
representa tfr 20 anouos: roga-ae As autorida-
des a capture do ditos escravis, e mai quees-
quer pessoas qne os apprehender e levar ao
sen senior lidefonso Francisco Go3es, no en-
genho Floriasto, teruo do Rio Formoso, que
serAo bern recoiupensados.
Precisu se de uria awa para engomma-
d), contando cinoes pessoas; a tratsr na .rua
das Cruzes i. 18.


Precise-se de u am c riado de 10 A 12 annos,
plra mandaoos: na rua de Pedro Affanso nu-
mero 63.
Precisa se de urn criado; a tratarnarua
do Amorim n. 37, priweiro andar.
Aos senhrores do engeuho pais
do families desta provincia
0 abaixo assignado, sobdito francez, resi-
dente nesta provincia, achando-se habilitado
para ensunar cmrn clareza a lingua franoeza,
theoria e pratica. lingua purtugtueza, geowe-
trie plans e algebra, atl as equares do 2.o
'gio, com, ja ha deinvristrado ea).alguns en-
genpos e colegies nesta mesma provincia, of
ferece os seas servCos aos msamnos seahores
de engenho e pals de famnilias, protestonlo
empregar, cao costuma. todoo z2a e a sa"
dade. Quem se quize- utilisar de seus sereT
.os pode nirigir-se A typogranohia deste sD an,
deixando fear carta own as iniciaes.-4. A. H.
Offerec-se uma ma pa-a a casa de pouca
famlia, na rua do Tories n. 18, 1, andar.
Fran isco Solano da Cruz Ribeiro pro*
pOe-se a receber os vencimentos dos senhores
professotes, paroches, juices de direito e mais
empregados publicos, bow -omo dqspezas
quarteis e casas de cadeis, dos cenos da ca-
pital, mediante urea razoavel' porcentagem,
garante a prompted remessa (0010o costume)
doe dinheiros e encodmmedas ;'a tratar na
rua Direita n. 84, padaria.
APA cisa-se de ama ama
A 1A que saiba cozinhar e JlaVar.
.3AJ. m para case do pouca fami-
lia: a tatar na travessa de 8. Jo" n. 21, ta-
Verna.

8ca. em 1', '^:*^ \ 11 1.
I da Gi ncordia.n. 17 "
A M ASt :Pffeoiis-e de duas. smas, uma
ra "-prs eqgormsado e u ottra para co-i
ziabar- dcoeHarr; r e a 4. tsadei. ."
a. 5 arw. .....n. .-
AMA '- sedoumaama patra c
iA# zinibar e angowwar, nte rap da Victoria n. 5, ___
A)IA|do Pre-ira-se 6eumae ama; na ru
AI ~f- e Hort'as n. 17, sobrado._ -
Pfecisa-se, de uwa aa : na tra
Ama vessados Pires n. 5. .
No eacriptArio da Corn-
4 panbi PNrnambuiiab pro
-A --... ..l-cisa-seea de1r uma an paor. p ,
ucgzinhar e laevr pauca dopia. ar, pt1


P. 01g.
a.__


As


medicos do mondo Intefro epn-maraum
#lweiintrodzido no V~ashoeZXarope
i Yda, 4 remodlo a *"Am"ifis per px
i*!~ ~ ~ ~ ~~~~o I**l .*^ 11: : 1/."^ 11 111. 1


um uCOUnu I rmpara a cnianc oe
noh eaAaU dre# nem
Rt Pauida, : *two, quando as
n5i2velBenos asa6-se u
N&5A.- me;os 6u ore reewostitulnte noa w ItRW
mliftif 1i& quo esMtio .nfraqe id pola idade,
D smun uo 6.meposo :,am8 -r isso quo opera a ia r do#
m pta~lo Mue do deonte, favorecendo a sua
El r'eswno, o' .azq* rVlmlho d4DRusaIt esilimulamo appetite, estabe-
em corapLetmeant, a? m e Ia ,concorean pars a foiem'o Preguiar dos
", dos 6uscuWie doaswugwe,
Par*, Casa GRUXAULT a s,0 rum Viieue, Pa"i
WMgPOSrO NABSPW3CraAEUBMAiCIA8UB DGR9iAZiUS


OEPiJAMES
T VMun k


..mcluamaeiiet a
Itela. ne a Barbli
sua cvr natural
A&AiU"CR ape EJL&aaj


"qa


vam
rnS


Desoofliar dae ffisccaoe.i dc
AkmimsAa sub os nomes L, Lgro e G o
*soutatos.
Tor uito /
Prodacto 1,,ve /^ASLo
a verdadeira
lna inclusss


ro, '6 n"IS4^*
n .^ ltiU-inzL<


miudezas.


EXPOSITION W ~ UIV 1878
hlaille or r o x.C levalicr
LES PLUM HAUTE8 RtCOMPENSES


iOLEOOO -
En CQUDRAY
I m uRB 1*lb, MraC aIfLLIZi 4u CBULLl
Fste novo oko anctiuio e eutiritio
1 Ds5eiva-seiidehufmicaniee eein a prorie'lade
ie dar lrilo.e flexibilidade sos cabellue.
ARTIGOS RECOMMENUADOS
PUERFUMARIA da LAOTEiNA
km amcaendada pihas ulebrij.iitdo Xeiioae.
1 GOTAS CONCENTR.ADAS para o leno.
S AGUA DIVINA dita aguad. satde.
=ESTES TIGOS ACtAM-8E NA FRICA
SPARIS 13, rue d'Eghien, 13 PARIS
t lcisitoS en toda. as Prte riH Pri ,Paimaets
e.aleaeiies 4a A41orica.


Enfraq~u..s


Pobroaa do tao
FAKi, ,22 r.


3.


l 25-20


is, Ribeiro, sua
ri der, filhos, CUDn
e sobrea hos paa Ui
egradecem aos Oqde
Sscompafbaram aa.
vara sepulturaos rto-
ret sotoes murtaes de a a
H Hi, all av6 D. Senhorinha Geor-
'arwt do kpIrlio Sant, e aos convidam,boa
'O as pesoas de suas release para as iW-
Sdo7r* die que serrio d sadat :na Ordew
Terceira mde 8. Fran-isco, quinta feira 21d o-
orrent, asS boarens da manbl.
SOs alumnos do collegio-
aOnze do Agosto, ferido no*
inUrmo d'ala pela mort-
Oe seit college e amigo
Domingos Soriano de Al,
buquerque Maranhlo, re-
solveram mandar dizer
algumas misses no dia2X
docorrenee, ua matriz da Boa Vista, pelas 7 ho-
res da manliA, e para esse acts de caridade con.
videm ass paremes e amigos do mesmo finadot
pelo que desde ji. s confessam gratos.


D. Anna Porflria de Atlayde
Figuelredo
0 pal, irmaos v cunbados da infeliz D. Anna
Porfiria de Attayde Figueireio, seo convid&-
dos a assistiem a ruma missa, que na mnatriz
do SS. Sacramento da freguczia de S Jose
desta ciuade, se manda no di. 25 .4o corrente,
as 8 horas da manhl, resar pelo repouso eter-
no da iafeliz D. Anna Poifir a de Attiydo, Fi-
gueiredo, no setimo dia do sen passaurunto.
't


Dr Manoel Pereira do Moraes
Pinheiro
D. Maria Amelia de Freitas Morles Pinhiiro,
seus filihos, irmaos e cunhaao, D. Catharina
Pereira de Moraes e senes filhus, Jeronymo d-
Albuquerque Maranh.io e s,'us fillhos. agrade-
cein do inLimo d'almna a lodas aquw-las pes3oas
que Ihes fizeram o caridoso obsequio de acom-
pa-,har ao cewiterio publics e asistir ass ul-
timos su1fragio 4 ptestados aso seu muito pro-
-ado esposqfpai, cunhado, filh,. irmno e tio,
Dr. Minoel Pereira de Mornes Pinhuiro ; e do
nriovo convida as pesqoas de sus awizade e pa-
(entes para ires fezerei o obsequio de assis-
tirem as misas e memento que devemn ser re-
sadas no setimo dia do seu passamento, sex-
.ta feira, 2 do correrte, ,pelas 8 horas da ma-
nhba. na uiatriz de ,antio Antonio; afiangando-
Ihgs desde jA seu elerno agradecimeoto, por
semelbantes provas de amuzade e conside-
racao.
Servtiano da Rocha Ferraz
Ha 28 atas fallecea
S no engenbo folle, co-
-moarea cda Escada, Ser-
vellano, da Rocha For-
-. eaz: au seu amigf
manda rezaruma mis-
sa prr sua alma, BA
aS. .. l.. watriz da Boa-Vista,
As 8 boras do dia 21, trigesimo do seu filleci-
mento. Convida aos parents e amigos do fal-
eciljo a assistirem.

Ernilano Evapgelhsta de Mo-
raes
Baltar Irmtos & C., prefundamente sentidos
pelo prematuro passamento ce sen presado
amigo Emiliano Evangelista de Moraes, falle-
cido no ijo de Janoiro, convidawr aos seuw
amigos e ans do finado a assistirem a miss
que par sua alma madam resar na igreja da
Maoro de Deus, pelas 8 boras da manhA de 21
do corrente, trigeqFmo dia de seu falleci iento..
DeAdeja agradecem a todas as pessoas qua
se diguarem comparecer.
Manoel D'as de Aranjo
0 WarAo e a Barone-
..4.. za deFrechei!as, conm-
rmovid'.s peia perda do
".{^(^j^a seu estirnltdo s- hnl
"- Manoel Dias de Ac aujo,
t i ui7mandam ce'ebrar r.ii-
a svspela sua almo, oa
,, atriz de S.;nto Anto-
nio, As 8 horas da manha do dia 23 d, coren-
te, setimo dia do scu passamiento ; pars o qua
canvrdam a tddes os seus parents e aviic'os:
protestando desde jd sincere egrmdecimezr. a
tdos os que comparecerem a este actor de ca-
rjdade.2"j-

flJtioiR'iiI pho Go es
D. Antonia Clara No-
S...felra Gornes. l.man i4a-
SLyra; eAltre, ra Gmes Ly-
re & ,,Adoipirn Mreir,
-Goames, viuva, genroa
flbos agredecei riordi-
naimente a todosn as ami-
S.gos a parecats me co(m-
narer ergm Oo-briterroedenen espc-o, sogro a
pal,,o eanvld b~vimente a, s ueesmos, par*
'sg| 4 RmIsa| que por sua la M an-
Aaa, -tri0 arB&Visa. ds 7 ho-
r 4 i "xafera, 2 I do car-


~ l~ aEte~Ia, r~a estradat
engade e boa easa d.-- vivAnda,
rtspra criado. C 7Ce,5: Os ac-
s~sagrsu.'e fatali-'. tw, tarn-
l*~*~i ~thtt canasepatada q,', C ;.topria
~T*~a:s; tnaar ma rma di, I,1,p.rador-


I ^


'I


'*I

ail


1-;


prata


I


tOSQS















































--N.


UChamaj


maattencao e peders a eneitlem dU
ehlavel public desta capital para o seu

USI UBD-EJOiA'S .


A' RUA -DO CABUGA' M, 4
Sern cempetidor em precos, semr su-
perior em delicadeza nos tratos e sin-
ceridade nas transacdes, elles expoem
a todos os que honrarem o se u estabe-
lecimento corn sua visit o mais varia-
do e complete sortimento de joias de
ouro e prata, quer suimples, quer orna-
das corn as mais elegantes e verdadai-
ras pedras preciosas, takes como: bi-
lhantes, diamantes,, esrmeraldas, sa-
hyras, topasios, oaix oasuna, etc.,
A sua norma de condu* e :
Vender barato pra vender muito.
RUA DO CABGA' N. 4


AOS AMANTESDO CACHIMBO
No deposit da grande fabric de cigarros vapor, I rua estreita do Ro-
sario n. 36, aeha-se ia venda o verdadeiro fume infitolado NOVO CAPORAL,
superior a todos que tern apparecido atd hoje, quer d'aqui, quer do estrangei-
ro, nao obstante jA ser conhecido corn o mesmo titulo acima.
,Os Srs. fu mantes e apreciadores do immortal cachimnbo, devem comprar
nm pacote do dito fume, para verse 6 o que este annuncio diz.
Corn toda acerteza os Srs. fumantes eneonLtraro, visto ji serem muitos
a comprar corn preferencia.
Rua Estreita do Rosario n. 36


N D ALFUIW -E


F3E EIIIETAIioMMKSC 0
14 -Ru do Barao da Victoria-i4
ANTIGARUtANOVA
Os proprietarios deteestabeoaimentto eem e hoara de p*rdpar ose seus amigos o frpgue
zen que acbam de receber um bonlto norUiento decasoalvas e p ;aos; convidam tambea a
Sodn as pessoas oue ainda nlo visitsra sua casA & virem- ezorimentar a anige thesoura
4W Mr. ,W ,e'


Ionico, ap


BANYULS-TRILLES
VINHOIDE QWNA
prtivo, o brif supior ao
ABABAQE O : ualq utro


V NIIO DE QUIN&W
Appritifvo dos ma :. sos. bebida agradavel, empregando-e ,ira on misturada.
0 vinho de quinr .s-TriUWe, unico laurea na expoe io tiversal de 4878, pela
mais aIla recompensa a .,-iba 'de ouro, deve str re e i o e .m tOd O CaSO eneq i-
mento, e nis convaleocenas. E' indispensaveL ra ,:o cater orrbes anemi, etc. e c-
Est e vinho 6mito conhecido nass lndiasi, .J, z-s. ,ndell6 e P 6 *it. procuredSdoploi er-
viCos que elle rende, nuo s6tmente aos indigenas como tabem aosoproprios enropos. In.,
troduzido deade algna tempo no norte do Brail: Parla, Maranbo. Cear suas qual ades
reaes come fortificante apperitivo jA foramn apreciada s n'aq Ieo lures.
Recommendando est toenico por excell ancs4 atotengo do lustre corpo medico d'esta
provineia temes a cnvate aCRo6opre"a ur *rvigo.
S. Agena am Pe.ambuco os Srs.
BAR TOLQM9 4 *' .


Praca da Independencia
s.35, 37e 39

Aos 4:OOO$SO00
0 abaixo assignado vendeu entro
o08 sous bilhetes garantidos da loteria
140a a sorte de 200W00 em rmeio bilhet6
n. 1861 e a de lQ oem I meio n. 1586,
outra de 100S00 em un meio n. 837,
aldm de outras de o32, 10 e 80kt.
Convida os pumaidores a virem reo-
rebersem descoto algum. -
0 mesmoabaixo assinado tern expot
to & venda os seuis felizes bilhetes ga.,
ntides da loteria 141a, abeneficio do
hospital da Ordem 3a do Carmo do Re-
cife. que tem M xtrahir-se no dia serxm
ta-feira, 22 do corrente.

Bilhetes inteiros 4(00
Meios 2(0W
Quartos i00


Aos :0 O.
NILHECTRIN (iAAIM"mO
V RUA PIUMIO DOE MARVO (OT-
TR'ORA RUA DO RESP) JN.23
CASAS DO COSTUME.
0 abaixo assignado, tendo vendi-
do no seus afortunados bilhetes, 2
meics n. 600 corn ma sorte de 4,0000, 2
meios n. 256 coeom a sorte de 8W$., 1
meio n. 837. con a sort d6 10M,
e outras so rtesde321, J6S e 8, da lo-
teris (140.9, quo seacabou de extrahir,
convida Ros pomuidoreas a irem re
eber; na cozaormidadee do cotume
sem doonte alguam.
AoaQ-ee A vnda os 0 usfortna-
doebilbetes pamattidosdaljpate'das
loterias 4 beneficio do Hospital da
0r4.ua 3. do Catmo do RecI!. (i4L~ah
que se extrahira sexta-feira, 22 do
correote.


11 ~ etemintet-* 3 900&'


Qws 1,*750
Quartos $ 875 -
Manoel Martins Fwz..


CA*DE *OUO-0


onsma ar s riso ; 6de Pesqueira, mas pre-
sume-e quo esteja em Bog-Jardim. em corn-
pabhia do primeiro : quem os apprtendter e
reval-os ao referido eiebmho sei generosa-
mente rcompensado.



^Preparado especialmente para India e
outros climas quentes corn a assisten-
cik de medicos muito distinctos.
o unico tonico nutritive a ao memo tempo
fortalecente: urma preparaso da veroadeira
essencia de catne, ;inho, quina e outros valio-
sos butritivos ingredients -e nervinos,--mui-
to gostoso, e facil de digestbo, e pode ser to-
made mesmo por possoaess cujo estomago nlo
wcelta nutrimento solido debaixo de qualquer
forms.
A' todas as pessoas queo so acharem expos-
tas a eacesso de fadiga, on as influencias de-
bilitantes de umn climax quente. 6 mauito pro-
veitoso como restaurativo.
En relaCAo As febres 6 urn agent preventi-
vo, como tambem curative ; dA vigor e ener-
gia ao corpo humane, na doena, na sa"Saie, e
estimulando as uncoes do figado, ajudando
o estomago na digestlo, e 6 um remedio valio-
so pata debilidade e todas as doenQas assola-
doras.
VINHO DE.CARNE
Sew contestaglo pode-se descrever como
alimento e bebida, comtudo eem ser intoxi-
cante.
Privilegiados e iunicos fabricartes
J. & S. ALEXANDRE, BUAA ALDERS-
GAT, N. 1i5 LONDRES.
UNIGOS AGENTS EM PERNAMBUCO
Aamsona'Howie & Q.
N. 37 RUA DOMARQUEZ D OLINDA
Acha-se a venda nas principals


m: 4 17 doejumbo deoab anno fufio do enge-
Bho Paraizo, t rno deoBRio Formoso, o escravo
, ,pe4t#sete ao Sr. padre Migutl Peres
4s Wzevedo Faltco, o quil tern 28 annos de
idade e OB seguintes signaes : alto, bern pre-
Sto, rosto coorprldo e liso, nariz afilado, pernas
finas, ps grmndes, um tanto incbados e bas-
tante apalhetados; tern falta de dous on tres
doe deatg eo cia a tern fall descangada;
levo taai martello, um eompasso pequeno e
uma colder de pedreiro, de euja officioentende
poOeo. Quern o apprehoeder e levar ao engi-
shbe Paraizo, ou no Recite aos Srs. Caunba Ir-
mbos & C., serA remunerado corn generosi-
dude.


ecravo Antonio,
s anaos, etatura
m um eo eClcm
r-e, leou calga e
1o tenenti-coronel


Doen0genno F1 mezzo, pertencenUe ao Bargio
do ia.kp, Aytfiurt.4~o vus tt do40 pir17 do
corrente meZ um cavallo corn os signaes se-
ifnmte8 red-lado esuro. com o ferro t- em um
dos quartos, uma peauena listra nafrente, tern
OS cabesll da junta do peador para )s cascoi
mais alvos do que os do corpo, e inteiro, muitv,
noo. tern o wander baixo, brando e misturn
corn galppe, vistode longe parece melado ra
poso,,bam pouco cabello na cauda e as clinas
mais preWAe que todo o corpo. Da-se 5030(X
a quem o. entregar nest euigenho e tOO1.00 a
quoem deoaobrir o ladrWO. _________
Eseravos fugid6s-
Do enarnho Coxoeir, -Bella,. do termo de Li
moeiro, fIgiram tno mez de abril proximo pas-
sado, os escoravos s guintes:
SMatias, eabocolo, 35 annos de ilade, altura
e coi po regulars, bern espadaudo, pernasft
nas e pns beefeitos, anda .muito apressado,
irabalha de mestre de assucar e taxeiro.
Henrique, cabra, altura e corpo regulars,
cabellos carapinhos, represent ter 30 annos
Luiz, mulato, altura e corpo regulates, ca
belles crespos, tern pannos r.retos no rosto,
boxeebas muito encovadas, devido a falsta de
denies, constrva sempre cicatrizes ou feridas
nas pernas; pede-se a apprehens, dos ref. -
ridos escravos, e a sua entrega no engenh"
acima, ou no Recife A rua do Bom Jesus n. 15,
escriptorio dos Srs. Temporal Filhos, que serd
generosamente gratificado.


FUGIO
.Do engenho Car Assfi, comarca de Barreli
ros, fugiO no dia 2 de fovereiro o escravo In.
nocepcio, corn 20 annos de idade, levando rou-
pa de brime sm paletot de casemrnira. Foi com-
prado noBuiqu, ha oito annos, pouco mais
on menos, e presume-so tar ido pars a1 ou
para os ledos de Alagoas, onde ja tern sido
apprehendidc algumas vezes, e tern os signaes
saguiutes: baix), corpo regular, cOr acab -
dlada ou muiato escuro, cabellos carapinhos.
falta de denies, olbos grandes. pIs grosses,
muito ladino e intitula-se forro: quem o ap-
ptehender. leve-o ao referido engenho ou aw
Recife, praga do Corpo Santo n. 45, que serd
recornpensvdo.

Fugiram
do engenho Algodoaes. da comarca do Cab,''
na noite de 23 para 21 do sOrrente mez de
junbo os escravos Faustino e (gnez, casados,
ambos pretos,eregulam 40 aennos, pouco mais
ou menos, sondo que o negro 6 alto, bemrn pa
recido, bons 4entes, physiunomia alegre. wui-
to pouca bArba, oesta mesma debhixo do quei-
xo, tendo portanto asifaees lisas, e urn pouco
[mais preto do qua a negra, e esta pot sua vez
tambem 6 alia, tern f(alts de denies, e a cars ja
corn alpumas rugas; desconfia-se que .enbam
tor-ado o caminho do sArito da cemarca de
.Mogados de Ingazeira d'onde vieram : quemo
os capturar e loyVal os ao dito engenho, on A
rua do Imperador, sera bem recompensado.
M~velb
Compra.se. vende-se, aluga-se a troca-se
moves novos e usados de todas as qealidades.
As compras effectuam-se de prompto a di-
nbeiro & vista, qualquer que seja sua impor-
tancia.
Em todas as transacoes, sto tomadas em
eonsideracao as necesidades dos Srs. preten-
dentes, que eeoatrok4o maiores vantagens
do one em outra qualquer paste.
ARAZIM 11E MQVEIS
(A rue do Duque do Gaxiss n. 37)


Jos6, preto, de 20 25 annos, rmagro on see-
co do corpo, de altura mais quo regular, per-
nas finoas. p urn pouquinho apalhetadoe, com
faltas de metad e dos deates na (rente e uma
pequena cicatriz uofe esquoerda; nasceu na
Macabyba. do Rio Grande do Norte. em poder
do floado Jolo Martins, pasando a mn seu fl-
Ibo que o vendea, pass annos na Serra do,
Martins, e coubece .utr-s sertes memo des-
ta proviucia e d& Pambyba: quem defle der
noticia ou conduzit so engenho Pimentel. na
comarc a do Cabo, o rut do Queimado A De-
metrioe Bastoes, set genersamente recompen-
sado.

VUWR A ITfi Rlf"frfIA


B


Cria 0 e 'mR
irSeia-soe do ma, coziobftra a am cxriiJv
d ed al 4 itra .3.
Aluga-se a ssa n. 28 gripa do Nuoeiiiem
chado, limpa e boa para efliita; a casa 17
no largo de Apipacose' outra nasa scow
queno a io no spinhbiro t IravesAa
a Uhtar no 0egtado andar do sobrado '
rue4doRangeo, eu coom Augusto Ootavistnw
Souza.



Nlo seopode fazer transacg5 de qualquer
natureze sobre a casa teriea A rua da Soleclie.
a. 62. visto Ler fallecido a proprietaria D. .Can-
dida Severina da Concpiiao. no ilia 28 de jtmho
proximoei passado, ficando a deter a fazenda+
publics ais de 8005000 de imposios fo predjo
n 100 a rua de M+relio Dias, rendo o vendido
livree desembaracado send pur esta causa eon*
deonada a pagral as, por daversas de' isbes do
ljuizo da s feitos da fazenda, constantes dos res-
pectivos autos de exeecgOes em ambos os eCar-
torios da fazenda provincial.
E para avitar duvidas e questues futures ie
publics o present aviso, co1o \A se publiea
noutro sobre a mesira casa, no Diarto de 12 do
margo de 4880, junto aus ref', i os autos.
Recife, 15 de julho de 1,8.
Manoel Martins da Rosa.

Fugio

do egesho Cuyambuca, ieroio de Agua-Preta,
no dia 13 de maio deste arimo, o es'eavo Fer-
nando. corn os signees spguirtes : preto, 25
annosb de idade, muito fio aItu a regular,
corpulent%, cabelots cerapinhis, cara larga,
1iho0 pequenos, palpebras grossas, nariz cha-
to, beiJos gross.s, bons dent s na frente, pes
grades e vplhe4taios, anrida teo e t.ica as
pernas, tew uwt. pequeno hugo, talaiaite e 512ba
ouido para o nortp e que a!;dp cm bm babu
vendendo miudtz-vs, intilulanido.se de forro;
-ld-se 100S a quem o apprcbpn t r leval.o ao
seu senhor no eng' nho aciuma.


Aos senhores ps de !a-
mili
Urea senhora sufficientermeite hqbilitada em
primeiras tettras, francez e pe, uphb--. bera
owno em todos os trabalbos li a,'itia, pre-
tende abrir no Po de agosto pruxir viudouro
urma aula para oensino des retez.ils r!,aterias,
na rua do L, o Coruado n. 8, t.,,- ii offe-
rece seus servings a aquelles que dolles se
quizerem aproveitar.
Qiue manUi
Toalhas felpudas a4#5f0) a duzia! na rua do
CabugA, loja do Rodrigues.
Ao coUiImercio e ao pu-

blieo
Jouo Francisco da Silvi. estabfieci'3o d rua
da Conceielo n. 11, tendo enr.',:tr.do diver-
sos a ,mes iguai ao st u e sahido h ntem (19)
na Rsvista ceste Diario, que fji prcso pelo
subdelegado dati Boa-Vista u de igual nome,
polo crime de estupro, declare que nio seen-
tende cornm elle, e para evitar duvidas futures
paqsa assignar-se d'ora em diante por Joge
Francisco Ramos da Silva. Recite, 20 de ju-
lbho de 1881.

A*LUG4-SE
a casa terrea 4 rua de Paysandiu n. 3, corn agua
do Beberibe e gaz: a tratar na rua do Vigario
n-31._________
Quem sober
Precisa-se de urna pessoa que saiba fazer
caixinhas de papelao cem pei feiCAo ; a tratar
na rua do Principe n. 22 A.
Attenfao
Pede-se so Sr. Antonio Bezerra de Menezes
Lyra a bondade de apparecer a rua do Mar-
quez do Herval n. 65.


COERAS
Tanqne de ferro
Na ru*a Aurora n. 83, compra-se um tan-
quo de ferro que esteja em born uso.

Boa acquisipao
Compra-se unma propriedade que tenha pro-
porgeo pars criar gados, preferece se a4 mar-
geo da estrada de ferro atW a Escada, oiU na
matriz da Varzea, Jaboatbo e Muribeca; a tra-
tar ua roa de Mareilio Dias n. 1406, ou corn D.
CanrpeWl., estaoe de Olinda, de S. Franc a3o.
Tijolos de marinore,.
usados
Compram-setijolos de marmore, usados; na
rut Direitan. 13, marcine.ria.
amp- ;


VENDAS
Vende-se


urn terreno na travessa do Rosarinbo pars aos
Afflictos, n. 2, casa de taipa, cornm duas salas,
dous quartoq, cozinha f6ra, bern edificado corn
novos arvoredos, cornm 57 palmos de frente e
5110 de funeo, optimo para plantacao, tanto de
inverno como de verlo; seu dono vende por ter
de retirar-se para tratar da saftde.

Novidades
Livros novissimos, A venda na
!4bro-Papelaria 24 A. rua lar-
gado Rosario.
Deseobertas e maravilhas, contend 2,000
receitas 4S000; Ruy da Camara. viagens em
Marrocus corn nt werosas gray. $8 t amero,
atravez d'Africa, I v. corn gray. 95; As mil e
uma nottesi 4 v. corn gray. 7S; 0 medico de
casa, system samples de curar qualquer
lqtia. Iv. 4, Espanet, method praicQ40
h iaopatbita 4; Tb. Ribeiro, veoperas, 0
sgI0; Taresouro inesgotavel, ceoitlea| y
ar rosX esaeos e receitas' 4 ; Camillo, R-
S aro 2.(500; Dito, Cancioneiro a
44,;- de Qaeiroz, crime do padre A o
4 aimwo- Basilio 48; Schrebr,
medical e Aygienic
Laure 1anual tbooric-o pralico do gym
Gart~4,CmOes 30; Viein de(;ot
c; Siva Pinto, os Jesuita%
w~kswldvrta &O is.: fDuarnte.


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sado, doRiosb, aNi
indre dI Deu8--as


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isto na *ja dav rua dl 4*9 (ri ft, 0s(LI
so do beco odos trre .

lavapes d UoG gewoE AC. Sepaa woes
*Wce=set QM4Awptoe4 ^P"OW146 CPW a-
to v. 1.5, Mrwaag iabiM~uadas obagoft no at-
tin vapor. Amamita asbida que7eil teiUde
prov sufflienteomentes, sa f boa qu o tdee
Mf gpeero. A" ela, pots, a1te1 *e
aeabea.
Esplhos grades
ovaes, corn elogantes moldura* a flores doura-
dos, e vidro taeado, proprio pars saIlo. Van-
dem-se no Bazar Victoria, rua do Barbo do
Victoria ni. 1.

,sit1C PI ISA
Reunir o until ao agradavel,; eis o quoe todes
aplattem, e coM razeo... pois beo& a NovaM
Esperan.a a rua Duque de Caxias n. 63, tom
eecutaedo este apreciavel programma: visto
oomo aoabs do reoeber dieetamunte da Euro-
pa per ilmeraBodio dos Sra. habeWB correspon-
deates,4 o quoe do mis novo e Jloganteo eximstej
nomundo des models: e tanto asaim 0, quo
quando so v4 um bonito vestido, enfeitado a
capicho, ou algum aroma empsquiaito agrada-
01 sentur-se escaper do braco lenco de flea
cabrala, finalueMnte quando se vo qualquer
aruigo de inteira novidade e phantasia nDo se
peorgunta onie tern comprado, todos o affirmawam
e iacitamente 86 na Nova Esperanga & rua Du-
quae da Caxs n. 63. e o preo! ja se sabe mo.
dice : 6 o abatimento, por excellencia aprecia-
do do sexo am 'vel, a quern, o seu proprietario
ufana-se em bern servir ji tratando cir aquel-
le respeito a quae tern jus, o ja servindo corn
aquelle agrado de que 6 erecedor: eis por
taato reunio o atil ao agradavei e para prove
do expendido a Nova Esperanca convida a to-
dos em geral. e em particular as Exmas. aman
tes do born torn a virem apreciar os artigos de
sua repartico no que- estSA completamcnte sor-
tida.___________
Cacio para plantacao
Vende-se. semnente de cacto ; na rua do
Comaerrio< n. 1M. Uma barrica corn 100 fruc-
tas por MS.
Svosgallistas
Vende-se gallos di brigs ; em Santo Amaro
du Salinas, estrada de Luiz do Rego n,47.
Cal nova Ae Lisboa
chegada polo vapor Sully; vende I,,ourenco
Ribeiro & C., i rua de Pedro Affonso nume-
ros 6t e 63.


-OW IM 0aoure &a* ; p V
&W, 06" ^^IB^^SK 2 jK~WS~lB>-W M.9|




zedmuto boa 000, e .e
PletloftM4a* baBrtecorB oito bewnfeio8 dO
a 6(500 e aendo Toado a ?(50. *. -
Ditod~dita prete deagonle go'rguro for- Fei
radio e maito beoa fAIM t a 1W1.d
CaMisas todoernas corn pito de algodlo "
imilta W do lim io a 2 0 o .50.. 0.
aits modema corn pto de hnho de 4W000 sa
atd 50000. res
Sorouftli de preguceis fazenda mguato encor- ov
peda e muito bem eitas a 1StO9 e10600. ea
Cochags de gangs forrodas para came al oelv
5<)0 e4JOO. L
iite do rustlio aloohoadas a 00..
baoe bres do cretone imato beo feitos a
5W000. C


FORMAS P AP-S-
SUCAR
Novo system do for.
aas americanas para as-
4ucar, feitas de madeira;:
-imostras no escriptorio de
aund-'rs Brothers & C.,

prap do Corpo Santo n.

SI, primeiro andar

BiPs de algo4Ao doe cores, peas, a 400
e SI0 rs.
Pars baptisado:
Vestuarios .e cambraia, enfeitados.
Sapatinbo de setim e de pellica.
':hapeos de seda enfeitados.
Meias de soda brarea
Pitas branches de gorgurlo e de setim, e fran-
jas douradas.
Plumas pare chap6o, floras em ramos para en-
feites de vestidos e de cbapdos: vende-so no
Bazar Victoria n. 2, rua do Bailo da Vic-
toria.
Palha de &O'ricury
Vende-se na tua Direita n. 8, loja, em gros-
so e a retaiba.


Via
dae
pel
naI
bew


OU -D&M al


r, ypww Be veuluiu w PFUIP WEWW iFw P F *.. 0
w mf ONd wIB O'wando pwdutnb* 1B-a* M
$ UWf u 40, esquinla d dino d
Totlos. 11 -1 11. 11-
Setinetaas liss
begaram pare a loja idoe Baratelrs d t Boa,
ta as mate finas e lindos setinetas a0e ua
cr, pea vettdo-tedo, do tod* as 06-
S; amim como bonitos cretones lisos, quo
vendem pot preCos baratlssimos, na rue
[mperatri7z n. 40', esquina do beeao dos For-
ros, dando-se amostras corn penbor.
ortinados para camas e
pneI Ias
A 6.89, 000eSfQ
hegou pars a loji doe bara.eios da Boa-
s urn gmde sortimeWto docortinado bor-
los pare eaas 0jane-as, queo so veneem
0 barath preo-dde 6500,. 71 eSo par, iato
loja di rue d Imperatrsiz n. 40, esquina do
e dos Ferioros.


As Exrmas. senhoras
0 proprietari da loja de fazendae da rua do
CabugaB. 2A, oama a attenClo das Exma.
families pare os preCos de seus artigos abaixo,
saem oompotencia actualmente ono mercado a va-
rejo; como sejpm :
Zephire deo listras a 100 rs. o covado I
Laptistes fines cor for a 200 rs. o covado!
Cretones Pompadour a 320 rs. o covado I
Ditos petit-pois a 360 rs. 0 covado.
Cambraia transparent a 3$800 a pega.
Ditae finas a 48(00. 4$500.e -$000 a peca.
Baptistes de urma s6 cor a 240 rs. o covado.
Vestuaros para crianga a 3SO00 I
Toalbas felpudas para rosto a 4500 a duzie I
Greguela de algodlo proprio pare toalbasde
mesa e lene6es a 500 rs. a vara.
15,Mantilhas de fil6 preto a 25000 1
E' corn os homens
000 duzias de collarinhos de various gostos a
escolber a 25010 a duzia
Rua do Cabuaqg n. 2 A
Loja do Rodrigues
Pa is
Farinaa pare tender:. v en-se nas padaria
*da rue do Brui n. 62.


Io 4 palmos


6~.-+-,,
Qu~dd* gsara6ld. Sftmcompeteflofa

VhniliP6 Mael 9. varies arUigo
38-RIUA Di MORE DR DRUS-36

ru] udnI C OUSA CHIC
a ape, 0,ra Jeca

sw seabor"sa^W e
$A* pam n aAehr 0 43 da rua Duque do Capias
- .s Go Peos do meadavsolso llanidez, muito finoa
O ce!eos K a peg, 6 pechichsa, 6 pehincha,s6 o 43


o a ropenie mesciaaa
Cspos a S 0O eo par. a 200 rs. o covado
Gomos 6(010 aduzia. E" PKINCNA
E muitae outras obras de cabello qu se ven-
dam bAnrata. | Mais popelinies
A' eia dofMrqttez de O(tnda n. 21,'otaadar,! 1 1 1
Mlao de cebellieriro Con liHstas de seda de 500 a
Por cima dtj l j4 de trastes 240 o covado
Ten_ _Pt_ Vende-se para Hliqudar a factum do fabrican-
oerre OS 1M, venbam comprar antes do aeabar.
O absixo assignado competestemento autori. Duq de Gaidas n. 43
ado oontaauinaretalhb-r ositio da Tamarineira
n. 6, sendo que a frevit 6 pare a estrade 1 i(
d'Agua Fria, tern de fando cerca deo 900 pal mal as
moo, e a que flea na teetraa da Temarineira 0 Bazar Victoria, acaba de reeeber mallas
ouwArraisl ternde funds 360' pelmos. Vende- deo madeira e bolgas de vaqueta' e de linho,
se tambem a casa de pedrae cat corn softri- para horens e pra senhoras, coin too& sego-
veis commodos e terreno de frente, quo se0 rana para vlagoe, e vendem por prego snuito
couvencionar, e 360 de fundos ,A tratdr na commodo, na rua Nova n. 2.
Agra-Prias, rua da RestauracAo coWn
Trist$,o Francisco Torres. M WAS


Vende se
uma escrava dec6r preta, de 17 annos deida-
de, corn prineiplo de oostura, engommae 0oo-
zinba o trivial, nao tern viclos; para ver, na
rua da Paz n. 13. e pars tratar, na rua do Be-
rao da Victoria n. 51, das 6 As 9 da mainhn,
das 4em diante da tarde.

Camisas de *liMho
A 4S00O
Na loja dos barateiros da Boa Vista vende.
seo uma grande porco de camisas inglezas eom
peito de linho, send dos mais modernos fei-
tios, tanto corn co'arinhos como sem elles polo
baratissimo proo de 4)00 cads unna, assim
como ditas de algodlo a imitaclo de linko Ia-
zenda de ouito mais valor a 2500 e 2000. 6
grande pecbincta, a rua da Imperatriz a. 40,
esqpina do becco dos Ferreiros.



A' rua largado Rosarlo 20
sempre grande sortimento variado de
vidros brancooe de c6res, assei a omno tudi
qa peteonce A snaffliotna.


A seis vintens
0 covado
Vendeo-se bonitos riscadinbos francezes ppo-
prios para vestidos, send do cores muito bo-
nitas e tambem tend padres p.oprios para
luto pelo barato preco de 120 reis o covado, na
loja dos barateiros da Boa Vista, A. rua da Iva.
peratriz n. 40, esquina do becco dos Ferreiros-
Ctmenta e vinho Bor-
deaux
Santos & Araujo, travessa da;Madre de Dens
n. 1o, venaem a caixa cown 12 garrafas do vi-
nho Bordeaux mtito fino a 7&300, e barrica do
eimento pyramide verdadeiro. por menos do
queem outta qualqUer parte.


s pelC ltko vapor, odepotMe
*e aseomuito eon ,aomta tao
-0 ooB aretalho; as riua do Mre
i& A n. 2 I's andar, slAo do caa



S P 9 pos receberamn chapeos de*
deo sseiaegtlea 0em: dome cores,. doge*'#;




Ow uleo do*woot 2t.
Potama d- ac Rusa. 2. ___
:Taures do Mello, genr*

a C.
Pwaqa do Corpo Santo n. i.,
1 aiiLar
Vencim a prazo a dinheiro corn des-
Conktor
Cal novel de Lisboa.
Oteo de moeot6.
Poteise da Russia.
Koxadas do Porto.
Escumadeiras.
Passadeiras.


120 r is o covado
Batistes lisas a 120 ris o covado. Que -
chincha I Venham ao 43 da rua do Duque a
Caxias.
Popelines escossezas a 160 reis o covado.
S6 o-43, rua do Queimado.
Chitas de familiar a 240 r6is o covado, cores
fixas. 0-43 da rue Duque de Gaxias.


Loteria da corte
I preowio deo 20:000$001
1 dito de 10:0006000
I dito de 4:000$P9,
I dito de 2:0to0o000
Z ditus de o:)000 2:000,000
2 dltos de 560 1 :00 89010
10 ditos de 20(!4 2:000$000
22 ditos del (o0 2:2008000
60 ditos de 20S 1:200$000
1,6'0 ditos de" eM 16:00 $006
Os aboix o assignadns, estabelecidos 6 praqa
da Independencia n. 22, term expo-to venda
os bilbefes do loteria na. 96 do plane acima,
pelos seguintes preQos: inteiros 12600. meios
06100 e decides a i5200.
| Nogueira Lima & G.


Oliographias
Ricas e primorosas vistas A oliographia, aca-
ba de receber a Nova Esperanca, a rua Duque
do Caxias .. 63, e tambem bonitas moldura'
ppeats e douradas, pare quadros.
Vende-soeoterreno Olho doe Vidro, stu's-
do A sargem da inba ferrea do Recife a Atp-
pucos, caj extenslo part da ba'xa que di-
vide este terreno do do sitlio c Jaqueira, ato
a estaCo de Paynameirim ; a *ratar na rue 1o
Iniperadoe as. 9e 11.
Farinhba em saccos
Vende-se mais em c-inta do que em outra
parole, soedo 4e qualidade superior, como a
afamada de Maribeca; no Progreeso Central, a
ma do BoS Jesues n. 6.
Veade-se umn moicho e peneiras pars rai-
Ihbo e traspassa-se alguns freguezes -A quetum
comprar; a tratar na estao eda Aurora, kfoa-
quo do Viristo.


N. B. 0 preio prescrevera
N. B..--0 premio pre screveri I


um anno depois


da extracao.


DOS PREMIOS DA 'v PART DAS LOTE.IAS CONCEDIDAS POR LEI PROVINCIAL N. 472, A BENEFICIO DA IGREJA DO AMPARO DE OLINDA, EXThAHIDA EM. 19


DE JULHO DE 1881


NS. PREMS.


5
17
19
28
31
33
35
36
37
39
42
46
56
61
62
65
67
71
72
76
78
79
89
91
93
97
98
99
109
t
11
12
13
18
19
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- 20 -
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S. PREMS. NS. PREMS.
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46 79 168
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48 8$ 89 -
50 4* 92 8
51 .8 93 16t
582 4 97 4
65 703 89
66 7 8
67 11
70 21 -
75 26 -
81 37 -
8 40 -


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89 -
93
95
96
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5
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23
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30
34
39
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p

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90 22 36 -
96 23 40 -
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13 29 17- 7 -
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20 32 53
24 -38 54 -
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36 4-" 3 69 -
42 47 $ 73 -
44 49 77 -
46 51 80 -
47 81 -
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do jui; de


considerou em aespaci o sea em-
distincto senAo diverse daquelle de
ta a referida tele.
jz de orphios e ausentes do Recife,
S tbettendo adecislo desta qestLAo ao Go-
er n Imperial, dirgiia ao president da
4 nvinkciao dePernatbqcoaSeguinte otfi-
Sa sua iaformaCo :
SJuizo d direito do orphac e awseates
SiBecife. PernamHbuco, em 15 de se-
atembro de 1880.
1Ilm. e Exc. Sr.-Rogo a Exe. que
se digae levar an coqoheciime to do Go-
verno Imperial a petigao do b charel Joao
4e Sa e Albuquerque, nomea do por de-
creto de 12 de julho do cotrente anno
Oromotor de capellas e residOos e cura-
Aor geral de auseoutes desta capital, e a
resposta quo sobre esta pretenCao den o
tactiarel Luiz EmygdiolRodrigues Vianna,
comeado por decreto de 27 de marco de
J197t curador do heranoas jacenles e de
ausentes tambem desta capital.
Me parece quo a creaCAo do officio
de justioa de promoter de capellas e resi-
duos e de curador. geral do auseeles, de
que trata a lei provincial n. 1,519 de 4 de
tevereiro do anno proximo passalJo, eOm
nada p6de prejudicar as atlribuivos do
b)acharel Luiz Emygdio Rodrigues Vianna,
quo e am fuoccionario do Mioisterioda Fa-
7enda, por cuja conta corre a arrecada-
,as lieranpas jacentes e de ausentes nos
diversos feitos, em que atl agora s, no-
meara urn curador in litcm ; entretanto,
e definir as attaibuicoes resultantes dos
4ous titulos expedidos pelo governor impe-
ctial, limnito-me a levar o exposto an co-
ahecimento do mesmo governor, solicitan-
,1o uma solucao a esse respeito.
a Deus guard a V. Exc.-Ifilm.e Exm.
Sr. Dr. Franklin .nerico de Menezes Do
-rij, presidente desta provincia.-O juiz de
direito Adelhino A. de Luna Freire.
Esta informaCAo acha-se de accord
comn despacho da Presidencia, datado de 4
,de fevereiro de 1879, em que se declare
que o Ingar de curador geral de ausentes
creado pela lei provincial nao se confunde
corn o cargo de curador das beranoas ja-
centes e bens de ausentes, de que trata
o decreto n. 2,433 de 15 de jnnho de
189.
a 0 chefe da 2' secolo da Secretaria de
+slado dos Negocies da Jastica, tendo ex-
-posto corn lucidez o objecto e os mativos
da repesentacao do reclamante, emittio
sua opioii o nos seguintes termos, e corn
eila concordou o conselheiro director
geral.
e lla aqui duas questl5s distinctas a
considerar :
a Ia Si a Assembl6a Provincial podo-
cia constituir em officio de jusliCa, para
ser provide, na conformidade dos decretos
u.. 817 de agosto do 1851 e 4,668 de 0
de 'aneiro de 1871, o lugar ao curador
tie b cs de ausentes, cujas attribuiioes
*do marcadas na legislaoao fiscal e espe
cialmente no decreto a. 2,433 de 15 de
junhode 1859;
S2.o Sit, na conformidade da nossa le-
gislacao civil, pormrn existir no memo 16-
re ca)m attribticoes distinctas does curs-
eadores geraes de ausentes, um para Os
lens e entre para as pessoas.
( i.-A soluQae affirmative da pnimeira
questao importaria antes de tudo o absur-
Ito de poder a Assemblea Provincial cer-
rear attribuicoes do Ministerio da Fazenda
ea proveito da justica, pois pertencendo
~Uelle minislerio a nomeaQao pars o re-
.iardo cargo em virtue do regulamento
c~sdo, deixaria de ter essa altribuiQAo corn
-organisaQo do dito cargo em o~f cio de
justice, passando a attribuiQao pars o Mi-
nlterio da JustiQa.
( Dependeria assim de um acto da As-
semblea Provincial a delermioscao da corn-


pteoncia dos poderes geraes, o que vai de
eneQntrolaos prineipios maits comesingos do
amosso direito administrativo.

FOLHETIM


A BRAZILEIRA


POR


A. UIATEEIT


derQ\O a. 2143 ddo to Overno lal-i
dosdo do roev- tradore gwraes 4delhe-
ivnw jawMN s e bosw dausentes ondi
fosse coovenionie, nao podom as Assem6as
Provides tornar s jizes dessa conve-
nioncia, q qoe importaria flagrante trans-
gressao Jas leos geraes. No caso vertente
a transgressio ainda 6 mais grave, porque
o Governor ja tina creado no Recife o to-
gar de quoe trata.
c Al6m dist, o Acto Addicional no art.
50, 7.%e xpea 00e e xcluio da com-
pelencia :is -As*1 {fovipaos Is-
gislar sobre os ernpregJ ^ aues nas
provincias e que dissesse respect A
administraao, arrecadaao e contabili-
dade da Pazeada Nacionat. 0 de quo se
trata esta nesse caso, e adoiira que seja
islto poslo em duvida, qando0, p6lo art.
76 do citado decreLto n. 2.433, 1 an Go-
verno que compete crear lugares espe-
ciaes de escrives do ausentes nos tuga-
res onde a extensdo do fpro assim o
exigir, quando alias o escrivao vai ser-
vir corn o juiz, que 6 nomeado pelo Minis-
terio da justiia, e e sabido que os lugares
de escrivAe? sao organisados de acc6rdo
corn as decisoes das Assembltas Provia-
ciaes.
( Em vista do exposto, me parece evi-
dente: 1.0 que o acto da Assembl6a Pro-
vincial de Pernambuco ndo pude ser en-
tendido como havendo organisado em ofti
cio de justiCa o lugar de curador de hens
de ausentes, de quo trala o dccreto D.
.,433, si tat fosse o sea intent estaria a
lei provincial no caso de ser cassada polo
poder competent; 2.0 que o bacharel Ito-
drigues Vianna deve continuar no pleno
exercicio do seu cargo, pois em ruada o
pode prejudicar a referida lei provincial.
t II. -A segunda questio importa em
vefiticar si, al6m das attribuiCoes marca-
das pelos regulainentos fiscaes an carado'
geral de benrs de ausentes, outras ha me-
ramente judiciaes, que possam ser exer-
cidas pelo curador geral de ausentes de que
trata a lei provincial.

a Si as hoover, esta justificada a crea-
cao do officio de justiga, como emprego
distiocto do lugar de Faztnda, e assim p6
dem coexistir no Recife, sem contradicqao
ne coonflicto os dous curadores geraes.
c Segundo so ve do art. 47 do decreto
n. 2,433 de 1859, as attribuiofes do cura-
dor dos bens de ausentes referem-se uni-
camente a arrecadaao dos bons dos
rnesmos, quando se presumem mortos,
e para tal f tim so fixam os prazos de qua
tro annos a contar das ultimas noticias,
si o ausente nio deixou procurador, e dez
si o bouver deixad-. D
Comprhende-se, porem, que nao sao
estes os unions casos em que seja precise
tratar em juizo dos interesses de ausen-
te : pois: I.' pode a quostao nao ser re-
lativa a bens de ausentes, 2. p6de-se Ira-
tar mesmo de beos de ausentes antes de
finduos us prazos tixados pelo citado decre-
to; e em qualquer das hypotheses nao
tern cotupetencia para fallar einm juiz uo
curador de que trata o decreto n 2,433.
isto 6, o funccionarino fiscal que nao 6 ad-
vogado dos auseotes, e sum mern represen-
tante do fisco.
C Nao 6 preciso ir muito longe para jus-
tificar o raciocinio; baste supper a hypo-
these de em iuvencarto nude baja herded
ros ausentes, porque 6 o proprio decreto
n. 2,433 (art. 9.0) que dispoe: Em lnal-
qeer caso, si hover herdeiros ausentes,
o juiz de orphaos nomeara sempre cura-
dor que assusta an process do iuventario
e partlhas, arrecado e administre os b us.
si, fiudo o tempo da costa ou julgada a
partilh., nao tiverem os herdeiros en-
Irado na posse da heranca por qualquer
motive.
'Esse curador jA nao e o agent do
fisen, 6 urn advogado do ausente.


c Nas mesmas condigo6es:
a 0 avison. 71 doe 14 de Abrit do 1847
declarou qae, sempre que hearer. herdei-
ro monor ausente, d'3e o juiz nomear cu-
rador distincto 4 herana afim do que
o babilite corn brevida'de na formae de
aec6rdo com aO rd. Liv. 4. ".tit .88.-.
Na pobro seahora todas as cords ha-
viam jA vibrado, menos a do enteroeci-
meato ; e naquelle instance estava tao ex-
hausta, tao despeda0da, que nem chorar
lhe podia fazer bem.
Como estis lioda, minba vaidosa I
disse ella para Lucia em voz baixa e doce
como um suspiro.
Lucia, nos sees vestidos de bailey, era
realmeote ama ireatil e. mimosa ci'reatura I


na0


Ua vJi-q. a-$lit. 41, I.92,.5 a 0 luewji W
classes dastexcepcoes dilatoias a I"4do
curador em causes de ausentes. (Pme
foreuse, 1II Ieuota 424 do 253).
c 9m conclusao penso quo a questio
p6de ser resolvida $declarandose opre-
sidente doe Pernambueco. que a mre6 *eita
ao bacharel Joo de Si e Al buquerque,
por decreoo de 12 de jalho do auo pas-
sado, em oada prejudice as atribulcO
do emprego exercido pelo bacbarel iz
Emygdio Rodrigues Vianna, em virtude
do decretd do 27 de maro de 1872, ca-
beodo a este exercer o lugar de carador
geral do heranuas jacenles e bens do an-
sentes na conformidade como art. 47 do d-
crelo n. 2.433 de 15 dejunho de 185%, e
aquetle as faocoes, que, na conformida-
de do art. 90 do citado decreto e maMs le-
gislacoes em vigor, pertence aos curadores
dados pelos juizes aos ausentes para de-
fenderem em juizo os seas interesses. Por
occasilo de se expedir o aviso se podera,
paramelhor esclarecimento, definir o as-
sumpto de conformidado corn as razoes
expostas.
c Parece, entretanto, convenient ouvir-
se o parecer das secoes reunidas de Fazen-
da e justica por interessar oassumpto a am-
bos os Ministerios,--r. Souza Bandeira
Filho. P
Corn effeito nao pbde haver duvida a
respeito da natureza doemprego de cura-
dor geral de ausentes e beranoas jacentes,
cujas attribuicoes estIo delinidas pelas leis
liwaes, especialmeate pelo deereto n.
2,433 de 15 de junho de 185)9, expedido
para a arrecadagao dos bens de defuntos
e ausentes vagos, e do event.
0 direito de succesgao que cabo an
Eslado, na falta de co!lateraes atb an pri-
meiro grao e do conjuge sobrevivente, fir-
ma o interesse eventual da fazenda da ar-
recadacao dos bens que so acham des-
emnbaragados. Os seus prepostos para ltal
fim ndo so confundemn corn empregados de
justiQa, pertencein a outra repartiao e
licam expressamente comprelihendidus na
excepQao do art. 10, 7, do Adcto Addi-
ciunal, que limitta a competencia das As-
sembleas Provinciaes.
Releva notar que on quadro dosoffticios
de justioa, annxado annualmente aore-
latorio do respective ministro, nao se en-
contra o emprego de curador geral de au-
senles, e que o decreto n. 817 de. 30 de
agusto de 1151, regulando o mudo per
que nos impediaentos temporaries devem
ser substitiidos'os serventuarios dos offi-
cios de justiQa e outros empregados della
nao menciona, na looga series quo apre-
senta de emptegados e offlicios de justice,
o curador geral de ausentes.
0 principio fundamental da ausencia, na
sna accepeao technica, 6 a iecerteza da
existencia do ausente, o abandono d6 u
patrimonio que o Estado deve resgu ,
attendendi, ao period de tempo mWi
menos loogo e outras circumsta s.
(Ord.. liv. to, tit. 90, pr. e tit. 62, 30).
0 curador in litem que o juiz noeia
oara defender o auseate em algum pleito,
o curador ou o tutor ad hoc que se da
para assistir an inventario e partilha. em
que san interessados berdoiros ausentes,
tem, na iinguagem joridica, eutra deno-
minaQae; nao Ihes pode caber de modo
algum a de curador geral dO ausentes,
pois que ausente em sentido technico, 6
aquelbe quo torn desapparecido do lugar
do . habitual, sem que delle so saiba parts, nao
baveado deixado procurador que o re-
poeseato on administre seus bens.
u herdeiro ausente, cuja existencia '
certa e o interessado, active ou passiva-
mense, em algum pleito, citado edital-
menlo por iguorar-se a sua residencia, re-
puta-se antes nao preseate do quo ausea-
te. No direito' civil francez esta dis-
tincVa se faz perfeitamenle. Segundo DI-
molombe, 2, n. 40 o curador o0 adi-


nistrador nao p6de representar o ausente
nos inventarios, contas, partilhas e liqui-
d0,0es, 0 tribunal, no caso de que o pre-
sdmido ausente, que o6 interessado como
heAfr am aemagnm inventari- .. sn ta lnhk


!,4wto aovo, em
viotencia do pai v
por assim dizer, I
do seu ser; s6 PC


lacao e bera
os dous cash
6. identico, diz
isolidaAo dasi
I e art. 1,231,


iMelli reire. no liv. 2%, tit. 1I, de
curatoribus, 12, assim se exprime:
Absentibus et captivis, sjprocuratores
idoneumnon habeant, cumltor a Judi-
cc Orphanorum, Provi~ore, vetel in Pa-
latu curia pro illorum condition, et
facultatibus datur ex-officio,. vet ad
propinquoruml cUjuwis ve e populo roT
gationem, qui bona interim, sdminis-
trat, prstita cautione; verum eo tan-
turn casm dandus quando de absentis
domicilii loco non constant, deque ad pa-
ret, in vivis cit. an mefrtus (Ord. liv.
o, tilts. 90e 62, 38. Luiz Teixeira so-
guindo part passu aquelle eminent jo-
risconsulto, confirma a mesma doutrina,
Freire de Carvalho, nas-Primeiras liohas
sobreo oprogresso0 orphanologico, cap. 22,
que se insacreve-Dos curadores-diz o se-
guinte: Alem dos curadores dos meno-
res, que em nada differem dos tutores dos
impuberes, ha diversos outros. Taes sao:
1' os curadores dos prodigos ; 20 os dos
furiosos; 3 os dos viuvos que dissipam o
sen patrimonio; 4 os dos ausentes 3 cap-
tivoes. (Ord. liv. to, lit 80, o tit. 62 38);
5o os dos postlumaos; 6m o das heranas
iacentes;* 7" os dos'litigios; 8 os dos que
padecem molestias parpetuas que os im-
,possibilitamn da administraCoe de seus
bens.
A distincod que fazem os praxistas en-
tre o curator, que 6 dado aos bens dos
auseates reputados mortos (Ord. liv. 1,
tit. 62, 3S), para proceder a arremata-
Cao, e o curador dado ao auseate de que
nao ha noticia certa, para represental-o
emjuizo nao autorisa a creagao por lei
provincial db questionado officio de cura-
dot geral de ausentes, .como pretend o
illustrdo chefe de secao ; sem semelhante
creacao 6 urma novidade, sorem igual nas
deomais proviocias do imperio, vemto romper
a uniformidado da orgauisaao judiciaria
estabelecida e regulada por leis geraes.
0s avisos n. 71 de 14 de abril de 1840,
e n. 392 de 20 de agosto de 1862 tratari
da nomeaCao que o juiz deve fazer de um
curador especial, de am tutor ad hoc que
detenda os interesss do ausento ou do
mentor, haja ou nio curador a herarzoa
por nao ser o caso do arrecadaCao judicial.
0 primeiro aviso fui dingido aojuizde
orphAos o ausentes da c6i to, a quem se
declarou que devia nomear corn as neces-
sarias solemnidades urn tutor ou curador
an menor ausente distinct do curator
dado A heranca, para quoe o mesmo tra-
lasse de susna habilitaao afim de tomrnar
conta da heranca depois de julgada corm-
petentemente e prover sobre a educaQao
do menor.
0 segundo aviso trata do curador que o
juiz dove nom:ear pars assistir an process
do inventario e parlilhas, nude bouver in-
teressados herdeiros ausentes.
E' evidence que tal encargo 6 do natu-
reza especial, que o nomeado 6, em re
gra, urn advogado do hvre escolha e con-
fiapoa do juiz, a sua nomeaQao feita nos
autos urma formalidade substantial, cuja
preterito import nullidade do process
e sentenla. (Ord. liv. 3, tit. 41, 38 e
9.')
A coexistencia de dous curadores ge
raes de ausentes no mesuno foro, alum de
sor urna anomalia dispendiosa para as par-
les, causaria perturbacao na administra-
Qcoda justica, que nao pode star sujeita
A diversidade do leis provinciaes.
0 direito de le~islar sobro a creacAo,
suppressao e oom-eacao para os empregos
provinciaes, de quo trata o art. 10, 7,
do MWo Addicional, nao 6 tao ampin que
as Assembltas Provinciaes possam alterar
a natoreza e atrtdbsicoes dos referidos emi-
pregos, qtando sao eslabolecidos por lois
gerses i relativas a objectos sobrp es quaes
silas nao podem dispor. *
vizivetque penetra a atmesptera lnprog-


"ado as crinanoas. Respiram estas as
paixoes, absorvem-n'as, assirmilam-n'ascom
maravihbosa facilidade e ldesenvolvem-se
con uma precocidad e doemiia omo fruc-
tos de estufa. -A


W V 9 PI45UWy- MW *WUUWW4 *W1 W *V
mada do coulas, a remocAo des testamea-
teiros negligentes ou prevaricadores, a ar-
recdan a do residuo, requerer a execn-
das setten.Cas do juizo, em georal, udo
quaatofOr a bem da execurao das ultimas
onutades do testador e da conservaCao e
admiuistraeao das beranias.
A e lei provincial do Pernambco, man-
dando t a w feearea essas airibdipons
aqoellas npertlencem ao curador erat
de ausenates, ao oesmo tempo quoe cr6a
ama nova entidade e o altera a natureza de
am emprego estabelecido por lei geral e as
coodioegs de sea provimenato, restrioge o
direito de livre escolba ao powder on a au-
toridade competent para decretlar a nome-
acAo.
Assim queo, as seeces reunidas sao de
parecer quo, lei provincial doe Pernambuco
no. 319 de4ode fevereirode 1879, dispondo
que seja annexado o lugar de aurador go-
rat de ausentes ao officio do promotor de
capellas e residuos do term do Recife, o
oflonsiva das leis geraes e exorbitantes das
faculdades coostituciouaes concedidas ao
powder legislative provincial pelo art.10,
70 do Acto Addicional, c6mbinado corn o
art. 2 da lei da interpretaciAo, oe conse-
guiotemento e deve ser remnetida ao powder
competeote para revogal-a oa provide
ciar como entendeu em sua sabedoria.
Vossa Mageostade Imperial, por6mn, deci-
dira como for mais acertado.
Sala das conferencias da secao d ejus-
tioa do Conselto def Estado, 17 de maro
de 188t.-Jaho Lustosa da Cunha Pa-
ranagud.-Jeronymo Jose Teixeira Jun
niar.-Viscondeme Prados.-Visconde
de Abaeve.-Visconde de Jaguary.-Vis-
conde de N gictheroy.
Raesolu4o.-Corno parece. Pao d e S.
Cbristovgo, 11 deo junho doe 1881.-Com a
rubrica de Sua Magestade o Imperador.-
Manoel Pinto de Souza Dantads.


VARIEDAbE

A Nova LegiAo.
0 moviiaendo de transtor:aao do quoe
DOS falla Emilio Castellar: movimento
produzido pelos poetas na liLteratura, pe-
los pintores e esculptores nas artes pias-
ticas, pelos triboun s na polilica, pelosi
philosophos nas scienacias, pelos navegan-
les e audazes exploradores na terra, e
pelos astroiomos no infinito,-cresce do
fora noesta hora solemne he aageslosa,
em que a paz comoin uma alta colamna
de neve,-se oppo e as cruentas ltas do
militarism sanguinario a marcha vanda-
lica dos exercitos cooquistadores, aos trai-
Ooeiros golpes doe ama diplormnacia, avida
de catastrophes, e a ternvel logica dos
canhtes, forjados pela ambiao dos des-
potas.
E' a grande bora da paz :-fecham-se
os quarters e abrem-se as officinas. 0
trabalbo vem. santificar o homem, e a in
telligencia, divino alchymisia, derranma
sobre o mundo sequioso a chbuva de ouroe
das idWas.

cosa temporanea, eroica phalangeo doa es-
pinrto da consciencia hrnoana, cantada
oa voiha Europa, fatigada de triumphos
mililares, pela augesta lyra dos poetas,
pela penna audaz das publicistas, o pola
voz independerio dos oradores Dos corni-
cios popula'res, vein DOS desperlar entire
os vprdes oasis eu que dopmiamos judo-
lentes e inmeltos, chamando-nos ao corn-
bate o indicando DOS urn lugar na van-
guarda trinrnphauto. Marchemos, pois,
corn o veibo univorso, e nos, quo ape-
DaS balbucianios DO estridente concerto
dos poios livres, levemos por divisa e
bandeira as fortes osperaocas quo irrorn
porn do riossa alma corn o impeto sqira-
gem dos prirneiros eulbusiasmos. Ha lo-
garn para todos oas ethereas paragens do
pensameoto, o a mesa dos feslios intellec-


ioaes contem tantos lugares quantos sao
as aspiraoes da humanidade para o su-
premo bem, para a supreme justioa, para
o supremo ideal.
A voz capciosa do sophisma expira no
immense concerto da fraternidade huma-
na, disseo Michelet.
SOs antigos desdens, os gastos e rdicu-
los molejos, que neste. paiz acompanba-
vamn os mais brilhantes esforqos a favor
da iostrucCAo popular, rolaram na poei-
ra, e, como os fructos malditos, desfize
_ i" EL.. .^ ... l >J -II II .S*J|IJ.....
E' quoe eu vesti-me mais depressa, para
poder star urn bocadinho corn a mama.
Pot mais que me diga, eu antes queria
passar a unite an pd de si a fallarmos am-
baa de Luciano.
Oh I meu anjo, visto quo hoje estou
content, b qoeposso ficar so. A felici-
dade tainbam fai companhia. *11111*:;1


... Lucia
(Continus~io do U. 101)


quem


a L'eIoation lilteraire et I'unique sou-
pira.l par oA i entire an pen d'idal dahu
lto crae dM I titudes. L/tude estp:6.
ciAnt ie sear labear desinterss quo
la "soit accepte. Laissez les enfanti
coimeocer par 1'ideal et Is d6sint6resse-
ment; les bommes auront toujours U
temps. d'reoegoistes et sensuels. 5
Esas eloquentes phrases foram escriZ
las pot um dos mais illostres pobliocsIO
da Franca actual: Augusto Vacquerie, re-
dactor principal do Rappel.
c Os homes terao sempre tempo do
setr egoistas e sensoaes I D Medonha pro.
phecia tao desgragadamente realisada eog
Igdos os tempos e em todos os paizes I
Mag, wtra esse sensualismo bestial oaR-
tra ease egoisao homicide, temos nOs a
oppor as largas triocheiras luminosas da-
intelligencia e da iostruccAo. A unica p
invencivel barricada nao se levanla mais
a esqoina das ruas ou no centro das pra-
cas tumultuosas :-levanta-se & porta dos
calmos lyceus, e no peristilo das acade-
mias. 0 livro succedeu a bayoneta; a,
revoluaAo das ideas afugentou a revulugao
de sauangue; e aquelle merino, corado e
robasto, que alii v6des, an purporeo re-
flexo da lampada do estudo, corn urn sor-
riso propbetico entire os labios murmu-
ranles e as pequeninas mios cruzadas so-
bre o joelbo, aquelle merino, notai bem I
6o nosso future que trabalha, 6 o oosso
futuro-que pensa.
Urn home ha nesta terra, tao digna do
o pussuir e o amar, um home de alma
pertioaz e intrepida, coracao de artist e
espirito de pal, que no santo reculbimen-
to da vontade e corn o poderoso influxo
das emprezas providenciaes, conseguio edt-
ficar um monumento, bora por hora, dia
por dia, noite por noite, quasisem aoxilio.
aflroatando a opiuiao dos parvos e o desdem
dos poderosos, fechando os olhos aos obs-
taculos que se ace. muiavarn em seu ca-
minho, allastando tranquillo as trevas que
The rogavam a cabeca e as urzes que Ihe
flagellavam os pbs. Quera o animava T?
Quern o impellia a seguir, a veneer, a ter-
minar urma obra quasi tio inseosata como
sublime? 0 angelico olbar das crianos
e o divino sorriso das mulheres.
Esse operario cbama-se Fraicisco Joa-
quirm Bittencourt da Silva, o seu monu-
mento 6 o Lyceu de Artes e Ofticios.
Leio na eloquent noticia bistorica pelo
Sr. Felix Ferrrira consagrada ao Lyceu e
as anias para t sexo feininno, as ? e.pem-
rias completes de um interesse i1o com-
mqnicativo e vibrante, d'essa modesta e
vigorosa intituicao, cojo nome ficari ar-
chivado dentro de um pairentbsis goin-
rioso, nas mais alias paginas de nossa bis-
toria litteraria e artistic. E' o primeiro
templo da clara religion liberal do e'pirito,


e dos seus altares 6 que
meiros sacerdotes.


sahiramin os pri-


Todas as grandes ideas nascem nos pla-
nos recatados e obscures, medramn e cres-
ceom solfrendo os mais cruciantls proces-
sos, antes de serem recebidas pela huma-
uidade comn a triplice salva corn que se
commiemoram as datas victoriosas e os
heroicos anniversaries. Felizes d'aquelles
quo combateram, que devoraram atnargu-
ras, que se esforarami olfegantemente, e
que veem afinal o seu pensainento realisa-
do fluctaar a todos os ventos, livre, impo-
nente, triumphal como as azas do um pa-
vilho no intinilo azul I D'esse numero 6
o o fundador do Lyceu de Artes e Offi-
cios.
Nerm-as mesquinhas iras dos iguorantes
soberbos, que expoem a sua lanterna apa-
gada aos olbares do mundo corn o meesmo
orgulho e sobranceria corn que outros ele-
yam um facbo luminoso; nern as peque-
nas intrigas de biombo, almiscaradas e
torpes; nem os ataques colericos dos bo-
Caes, que saltam como a serpente quan-
do se Ihes esmaga a cauda; nem o io-
difftrereatismo official; neno a gargalha-
da sardonica de urma critical falsa e impo-
lente ; nemo o sublinhado conseiho dos
incredulous; nem a esquivanca de disci-
poles desanirmados; nem os ultimros sa-
crificios pe.soaes; nem a falta de di-
aheiro para a ampliagio da escuia e para
a compra de livros-nada fez reo.uar o con-
rajoso mineiro do progress. o austero e
meigo pastor de almas, coudozidas atl As
alvas plagas da terra promettida.
Como Perseo ello decapitou a Medusa,
brandindo a espada de Hermes, e escapon
aos denotes da baivexa humana, levado nos
ares pelas sandalias de ouro das nynipbas.
A Andromeda libertada-6 a Mocidade.

i ______________(Continua). __
Todos tressos T
0 papa que viesse ver-nos quantas
vezes quizesse. A mama teria .born ar, es-
pao, moiato socego e os soeus dois filbos
junto da si E nunca mais havia de cborar.
Qoe idea t.o singularI murmurou
a coondessa, sem deixar de observer Lu-
Eatl 4* o acha b4at


si... AIo--I ae eaxc entie. -
Spor Ei touado tambem o expedient de re-
solver a duvida quo a prebccupava, a se-
nbora de Sery merguthou o olhar nos
bai- olhos da filba e disse-lhe :
aixa, Por que motive te acudiu essa id6a T
cura Po que motivo?... fui a volta do
LAaao que me. fez pensar que isto osta
vol, ol git6 mais conlveiente.
s do M te-s outra qualquer razao ? 1

Sm -Vam mbloia, sA sincera, nl
t, [wb m scomds Bna4a. Qual foi o Leu veora-


; mami
para si,
*.. para


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