Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:13183


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Full Text






















































ISTRUCCXO POPULAR

A ARTE NAVAL
(Extrahida)f

X-Navlon orpedeires
' fContniuagdo)
S 0 torpedo Harvey formado por uma caima de.r-
ro comprida e estreita que pode protundar, ap.m-
tada por urnm cabo ou correlate, 6 rebocado pelo
navio ; eate, logo que camera a segui ou a ands,
t faz fluctuar mais o torpedo reboeado, o qual rebat
1- ta no ponto wara onde e arrattLido. "
if Numerosas e interessautes experienci.s se teem
effectuado em Inglaterra n'estez ultimos tempos
earn este torpedo.
A idea de tazer percorrer o torpedo poa debaixo
d'agua e por si mesmo, como so fosse umn peixe, foi
rnalizada por Ericson para o atatue submurino ;
4054 4 mover um torpad) alougal) contend) subd-
t*VWM eiplosivas, por meio) dc um apparelho cot-
Q lfi$.proxim.) do funJo di emb irc ilo. Mas a
.r- vpx actiava nai mtrctkt do torpdJI) coin) causa
I lidad)ra e de desvi.), 9 que fez adoptar pe.luo.
S qpajhelic3s no proprio torpedo, que se move prela
^ 1co d) ar ccmnprimnid.
T 0 torpid) IVitteltead L'tp/s, 6 l-inad& par um
S tpbo especial collocad,) ni przt do a.vio, prozi-
Smamneate a 7 pd. d- profuaraliJ1i il, e p .rz ri-e 6 a 7
milhas por h'ora, pela ae!b..o do ar coiaDrimido.
f Este agrupamento de exs.mplare- na. coastitue
0 que ha uiiciinimte so')r t.rp. ,)3 ; va tissima
aempo d- estud) n!) p)A comp-ridiar-se em tao
pocas linhas, serviial.) o quo fic dito aponis
camo eabj.) ligeiro sabre est.!' nni)rtaatissi.,nj as-
s' umpto.
0 torpedo generalizou se. Tjhs as n'ii'2s que
N f^t' W qa.-pmanl p eqa'malras, 2 ue plas
r sun etmuaastanciasI "t)po;raphie sic preci'ieam da-
fender as sueds ports, umpreg.im de prefereacil o
torpedo. 0 navio de guerra dA actallidade, qual-
Squer que seja a sum graaleza e seja quiL for o bCu
genera de construea o, d,'v p)3suir os sippirclhoa
para o lan.amento do torp2l- (j.i em si proprio,
ja cornM lanchas ou (c! cr.s :;',prn'pd.)d e tmbem
revestir-se dos irneios :2oni-lhajis coin) defeza
i aos ataques d',ssi p)d-.r,)t Larmn L. Assim se pra-
Stica em quasi tWdrs as u.a;s-s .naritimas.
S Em Portugal ondc ste- genero do detezi precise
de ser fortcmente ocstab3leeiio, ha uma e:cola de
S t.rpedos onde se tern traballiado activamente, mas
de limitadissimo campo pratico, pelos fracos recur-
sj s do qua disp6i. EstA collocada esta escala em
i Pao d'Arcos, ternom puc. pessoal e possue dus
Sbareos esp-ciaes, athora o gr.itude nu nero do cxom-
S plares d.. torp-'.-)3, ontre os quiaes brilha e avulta
S- um que foi imagiuado pelo otl.irial da narinha por-
S tugueza, o eapitio-teaentc Nunes de Carvalh'), e
S que dizem ser superior ao inIhiues models apre.
scntados at.i hoje.
As embareaqoes torpedeiras a que acina dos re-
forimos slo : o Falntinaidte e o Espadarle.
0 Famnanatfe e uan, gr.Lude lacbiha coberta, fei-
ta de ferry e acorn as apparelihos proprios para col
locar os torpedos de fando c flactuantes, bein corno
-par as suspender, rebocar, etc
0 Espadrte e6 feito de !Lq), comprido e raso ;
o'wverdaileiro barco torped.:iro, e basta vel-o para
so admirir o arrojo do qiaen ,tiver por mnisso di-
rigil-o ao ataque. Possue gran1e velocid-ide e
Stean A pr6.. dous tub)s do lanq'rm,;nto para expollir
;dona tcTpdoa; 6 dividido iaternanamente em tires
cameras, tenoi n:a mtis de vants o machinismo
proprio para carreg.ir e lane ir o torpedo ; o post
do official 6 junto a roda do lemne, qua elle proprio
dirige, com o Lambemn manobra coam a machinismo
de langamento; na camera do meio estA a machi-
0a o audameut) da embarcalo, e a caldeira;
JL .de re o pequeno alojamnento do official, aca-
Issimo, como n.o p6do deixar de o ser, mas
utao bern aprovcitado. E' una obra de coustruc-
V U naval digua de ser estudada.
si simn pois tens a arte naval revelkndo-se no-
4 tavelmente nos grande navios couraqidos, que re-
resentarm 0s grande recursos pecuniarioas e in-
S iiastriaa dos p:Uzes, seus possuidores, -e tambam
aunda mais maravilhos3nmente, nos pequeniros bar-
cos torpedeiros, engenhosas macahinas do guerra,
pelas quakes se admire quanto vat lone o genial
inventive, e coma gran.Je o arrojo do hotnem da
i actualidade.
(Co'atirans)


S PARTE OFFICIAL

.-" Aetos do pode.4leglsLatIt o
DECRETO N. 3A59-DE 30 DE. MAIO DE 1885.
Autorisa a publica

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Hc.WistD, ._ew Jos Jo


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*in~r,~~-


lnlusterflo da agrlulitura
Foi exonerado Joal, Cancto da Hilva do lugar
de official da Secretaria da Junta Commercial de
S. Luiz, viasto ter aida nomeado para outro em-
prego; sendo nomeado Joio de Almeida e Olivei-
ra pare o referido lugar.
Par decreto de 6 do corrente foi exonerado
Joaio Candido de Moraes Rego do cargo de fiscal
do Banco do Maranhio, visto haver transferido a
aua resideacia pars a e6rte; second nomeado
pars subatituil-o no re*rido cargo Castos Augus-
to Franco de SA.

Nlatoerloe de eatrIgeIreM
Foi transfterido o Dr. Pedro de Araujo Beltrlo,
seeretarro da legageo imperial em Washington
para igual cargo na de Madrid.

Imojsterio da Earinha
Por decretoa do 6 do corrence toram promo-
vidos : a capital do mar e guerra, por antiguida-
d ,, o capital de mar e guerra graduado, Felippe
Firmino Rodrigues Chaves ; a capitao de fragata,
par antiguidade, o capitio-tenente Antonio Heve-
rianD Nunos ; a capit.Lo-tenente, par merecimento,
o 1.0 tenente Alexandrine Paria de Alencar ; a
primeiros tenentes, por antiguidadc : os segun-
dos, Albino da Silva Maia, Jeronymo Rebello de
Lainare e Gaspar Pinto Fr6es de Azevedo a
cirurgiiEo de divislo, o 1 cirurgiao Dr. Luiz Car-
neiro d'i Rocha, por merecimento.
Por avis) de 7 foi nomeado secretario e aju-
dante de orders do commando da flotilha do Ama-
zonas, o 1.a tenente Joao Antonio Soares Dutra.

Governao da provincla
DESPACHOS DA PRSSIDENCIA DO DIA 15 DE
JUNHO DE 1885.
Claudino Marques de Vasconcellos Ramos.-
Sirm, mediante recibk.
Francisco Aives dos Swntos.-Sim, mediante ro-
ciba.
Genesio Libaaio de Albuquerque Monteiro.-
Informe o Sr. inspector geral da initrucVno pu-
blica.,
Udefoaso de Paula Neves Feraaudea. -Jw-16o
restituila 3 arms A que allud-e.
Joa-uim More;ra Rris.-lInforme o Sr. inspector
da Thesauraria de Fzizenda.
Jose do Vasconcellos.-Iaformc o Sr. Dr. chefe
de policia.
Joaquim Jos6 Gonqalves Beltrao.- Requeira A
Theaouraria de Farenda para reclacionar o de-
bito.
Tenente Joao de Queiroz Lima.-Remettido ao
Sr. commaindaute superior da guirda nacioual da
com.reca do Rzctfe paria mandar pasar a guia de
qua trata o art. 45 do deereto n. 1,139 de 12 de
mrarqo do 1853.
Baeharel Vicente Pereira do Rego.-Informe o
Sr. inspector da TI'hesauroria de Fazenda.
Secretaria da Presidencia de Pernam-
buco, cmn 16 do jaunho de 1885.
0 porteiro,
J. L. 1iegas.


RepartdVio da Polcla
Seceio 2a. -N. 648.-Secretaria de Po-
licia de Pernambuco, 16 de janho de
1885. Ihnm. e Exiun. Sr. -Participo V.
Ec. que foram recolhidos 6. Casa de De-
tenoAo, as seguintes individuos:
A' ordem do subdelegado do Recife, Castor Joao
Joaquim dos Santos, por disturbios; e Maria Ro-
sa dos Prazeres, por offensas A moral public.
A' ordem do do 1" district da Boa-Vista, Pe-
dro Cearense, por disturbios, o qual hontem mes-
mo foi past em liberdade.
No mesmo dia foram posts em liberdade Jose-
pha Maria do Espirito Santo e Aprigio Jos6 de
Lima que se aehavam recolhidos naquelle estabe-
lecimento de ordom do subielegado de Santo An-
to Antonio e do 2o distrieto da Boa-Vista.
Hontem A noite dei busca em urma c asa de
'ogos prohibidos que oxistia no pavimente terreo
do predio n. 9 do pateo do Carmo, onde Jos6 Ju-
venal Barreto tern estabelecimento de bebidas fer-
menta'las e apprehend uma mesa de cedro corn
gaveta e fechadura nova e coberta corn baeta ver-
de, um trombone de couro, tres dads de osso, oi -
to baralhos de carts novas, porgiao de fixas, umras
do fl.ndres e outras de papelio, urea eaixinha de
mnadeira sem tampa, urma outra deflindreo, pr-que-
na, velia e cornM urma abertara na tampa, dentro
da qual foi encontrada a quantia de cento e vinte
reis, c inaia oito cadeiras, corn pouco uso, feitas de
unco c earn assento de palhinha.t.
Todos eastes objeetos remetto nesta data, por in-
termedio da commandante geral interino da guar-
ds civics, ao depositario public, de quem devera
reclamar o sen proprietano.
Officiei tambem ao Dr. president da Camara
Municipal communicaado a malta de trinta ail
rAis que impuz a Jos6 Juvenal Barreto, donor da
cassa de jogo refenids.
Por officio de hoje datado ecienttficou-me o
administrador da Casa de Deten-loa que o s TO
horns da unite de hontem falleerra na enforemarra
daquelleo tstbeleeimento, do beriberi, o dewnto
Manoel Jos Olizmpio Baptists.
Pelo subdelegado da freguezia de Santo An-
tonio foram remetfidos h*je ao juizo competente
on innuuritos polieiage a que proceden ootra aos
individosm de -nmes Raphael Jo da Silva e Jo-
m S oares Cavalcaute, emo suncrsos, o prameiro
no art 201 do eodigo criminal e o segundo no art.
257 4d omem ,wigo.
Em lei do ,141ecoWotm eom igoau.um
o delegado do irmo de Palmaw. quo aepp"mbn-
dera ili, esm a e doemenor Li. oMm ,o da Co-
ta, um relogio do pnta co eomrente de plaiwet
oquffiur 1aaltMM gumi9 .mwu ou .69
I rip ,4bkb < "eote 40 iMip:aF91III
conhocido polo .mobrenomne de Olwiuns,Utm, qa
mim 4dfaia N 0i5m 4 1ii msM ads o st .d
mm fado, a4.gMr' dmvfanoisAtes Nra~ fiuaaou
do T"idUAd-
Td d .-mbAjBh ..
a -to t aft due*


dM56PAt-U imft
Ukkooip^o'U


tooiPO ppr'4ri o Uoumhd te da oaaq
guard uivkca, quo 116 es die sPtenc9o ms acha-
v em e bandbio e 6 orets expirr um iadlviduto,
-quo j& mo fellrvs, mano'4ife1Ua autorWidade
transportal o ra q ho .pital P.dro I afim de Ihe
serern prestados aos oe.os medfoos de queopre-
cisa. ;r "
Das difigenclas g que oedprocedeu nlo foi 1-
sivel certificar-se a identidaedo d t4l 'idividuo
nem coma fora elle 4lli parar.
Acaba de me infotmar o subdelegado da fregue-
zia do Recife, que hontem, as 6 horas da tarde,
falleceu repentinamnteo em casa de suan familiar,
na rua dos Mascatts, o individuo de name Ma-
noel Alexandrine Govialves doa Santos, de 60 an-
nos de idad e oviuvo.
A convite da dit4a nutoridade comparecea na
casa in licada o Dr. Josa6 Joaquim de Souza, que
verificou ter sido a morte natural.
Deus guard a V. Exc.-Illm. e Exm.
Sr. conselheiro JALo Rodrigues Cha-
ves, uui diguo poesidente desta provincial.
-0 chefs do policia, Luiz de Albuqu-rque
Martins Pereira.

Thesouro Proluvinelal
DESPACHOS DO D4 13 DE JUNHO DS 1885
Emilia de Mouta Nery, Emilia Adelaide
Alves Coelho e Manoel Candido Fernan-
des Pires. Registre-se e fagam-se as de-
vidas notas.
Pret e folhas do corp depolicia. -Exa-
minemn-se.
J. J. Alves de Albuquerque, Manoel.
Dorningues da Silva, Franciseo Cardoso da
Silva Pinto o Luiz Lamenha de Mello
Tamborim. laforsae o Sr. contador.
Jose Gomes de Amorim, Joao Pereira
do Nascimento e Thomaz Antonio Guima-
rEes. -Haja vista o Dr. procurador fiscal.
Thomaz Lins Caldas.-Informe o Sr.
Dr. administrator do Ccnsulado.
Ponto das Obras Publicas. -Ao Sr. the-
soureiro para as devidos fins.
Ordean T.erceira de S. Francisco.-Ea-
treg.ue-se pela ports.


Bernardo Ferreira de Mello. Cortifi-
que-se.
Antonio Games da Silva Junior & C.,
e Luiz Pereira de Faria o Alfredo Martins
dos Santos. -- Informe o Sr. contador.
Jose Elias do Oliveira e Braga Moreira
&C.-Haja vista o Sr. Dr. procurador
fiscal. -
15 -
Maria Francisca da Purificago. Volte
ao Sr. coutador.
Pret do corpo de poliia o da guards
civic. -Pague-se.
Jose Augusto Aklvares de Carvalho, An-
dr6 Vidal Alves, Rita Maria da Conceigo.
-Ao Dr. procurador dos feitos para at-
tender, nio havendo ineonveniente.
Luiz de Paula Lopes. SerA o auppli-
cante opportunarmente attendido.
Carlota Leonilla Ferreira Calado.-In-
forme o Sr. coll 'ctor do Brejo.
Confraria do Amparo de Goyanna, Ma-
ria Aleebiade de Miranda e contas do col-
lector da Victoria.-Haja vista o Dr. pro-
curador fiscal.
Antonio Paes Pires. -Ao Consulado pa-
ra attender.
Officio do Dr. procurador dos feitos. -
Informe o Sr. contuador.
Antonio Pedro do Monte. Informe o
Sr. contador.

Consulado Provinlcal
DESPACHOS DO DIA 16 DE JUNHO DE 1885
Joaquim Joa6 Ramos.-Dirija-se ao Thesouro
Provincial onde se aaram recoihidos as livros de
lancamento relatives ao r xezrcio a que allude.
Gaspar Augusta Saores Leite e Jos6 Antonio
Domingues de Figueiredo & C.-A 1" mecclo pars
os devidos finas
Bento Jos6 Ferreirs.-A 1 sec.o pars proce
der de accord coan a ei.
Viuva Goncaives.-HA 12 secret pars os devidoa
fius. I
Joaquim Teixeira Blastos.-Junte conheciujento
de quitacao do imposto de repartieao.
Alfredo Soares de' Aaevedo.-Junte oonheci-
mento de quitacao d. jimpoato a que allude
Amorrm, Irmios & C., Francisco de Lima Con-
tunho, Ernesto Demnetrio da Costa Amorimn, Nie-
meier Cahn & C.-Informe A 1" seccao.


C'amari aluIeipal
Pelo Revd. Sr. padm Mdlo commissario
,de edifjicaes: i
Theodoro Benaeo, proprietario de uma
media agua sits & A travossa do Pocinho n.
32 C, podindo liee 0ga para retelbAr e mu-
S as madciraa .-p estiveremi po'iam.-,
; Pvgm os implat., onde-sae osadwr-
nmidade eor atso turma e parecr do en-
genbeiro.
JJA4 Mello A buqotterqne M IteAwgco,
pedand~o ioea pa indar matnr 1
S "inAdosrn a miea nq aitio em q' e
mom a. -Na f6ia to parmeer.
Ma-aime Ma q ea erqer, pediudo Ji.
e m ipam la ter aIu iAiro me:
de *u& a. 69 i db

" -4 (.ff l g .


c ah.8.( S do Triumpho
n. 81, t1 $ |, 117, 130, 156.
Sim, da'do cie a ao fiscal.
Joa6 Joaqi i Pareira, podin-
do lioona p ar tomar goteirtas nas
duas oasmu 'ado Nogeeira n. 283 e
rua da Palamm'e e 92. 9w, dando pr6.
via scieuci a .
Joaquim is ..g Santos, pedinU4
lioenQg para temoar goaftiras a a-
sa sita a Ru Cecilia n. 49.
Sian, 4=-o "l#0 fiscal.
Jeo J1a6 totdals, Odindo ieenac
parm tomw sa em auascasas sits A
rua da AMa n a. 22 e becco do Po.--
Cho a. 1. -4 ucede-se, daudo pr6via
sciencia so fieai
Antonio Pintoaa Silva & G., pedindo
licenga parsa to -r goteiras. no predio n.
64 sit, &. rua Oaque de Caxias. Sirm,
dando ?Arvia sineia ao fiscal.
NieolAo Joao Lidston e Bernardino Aus.
tricliano Pereira de Brito, pedindo licenga
para faizer cercaIde 270 palmos de muro
em senu terreao, sito A estrada do Luiz do
Rogo.-A' vista da informaoIo do fiscal
nao toern lugar.
Candido Quiptito Rodrigues Lima Fi-
lho, pedindo liaeanga pars concertar o cano
das aguas plusiaea da casa n. 38 da rua
do Araglo, cower o telhado e to nar pe-
quenos rebe.W. Concede-se, dando-se
pr6via sciencia mso fiscal, pagando porein o
imposto relative As aguas pluviaes.
Maria Josepla de Almeida Coimbra, po-
dindo liconca pas tomar goteiras no refe-
rido prodio n. 6 A rua da Ponto Velha,
assim como ralver uina das traves.-
Pagos os impoats, concede-se, de confor-
midado cow a osturas e parecer do en-
genheiro.
Lourenco Jose de Freitas, pedindo Ii-
'.cnga par demnollr o oitao de sua casa
sita A rua da Conceigo n. 2, freguezia
de Afuog.idus. -Pagos os impostos, conco-
de-se, de conformidade aom as postoras e
parecer do eagenheiro.
Diogo Augusto dos Rois, testamenteiro in-
ventarianto do finado Manoel de Souza
Tavares pedindo licenga para mandar sub-
stituir uma trave e algpas caibros na casa
n. 21 de becco do Torrps.-Pagos as im-
postos, conceie-se, do conformidade corn
as posturas e-parecer do engenheiro
Barlo deo erinhiem, pedindo licenca
paa iras' e m ;-a Janella de
,g 6 i O iqita doe Afawdos
n -. ag bs a tpo stt, eoieed@s de
conformitlade ca:u as posturaa e parocer
do engenheiro.
Pela Caiuara:
Jose da Silva Nunes, tendo entrengle a
seus credores sua cocheira de carros dc
aluguel site A rua do Duque de Caxias, e
este tendo pago todos os imposttos que o
supplicant se achava devendo, aonteoc
quo foi pago em duplicate as impostos do
de cinco carros na importancia do ,100
rolativo ao exercicio de 1881 a 1882 coma
consta do document junto, o supplicante
solicita que Ihe seja restituida dita quan-
tia. -Restitua -se.
Joao da Silveira Borges Tavora, procu-
rador dos press pobres, constando Ihe q[ue
essa Ilima. Camara mandou pagar as ven-
cimentos do mez de outubro o mais 3 dias
do mez do novembro proximo passado,
aos empregados,, que send demittidos no
exerciejo passado, form pela lei provin-
cial vigente mandados reentregar em seus
empregos. E porquo o supplicants e desses
empregados e so aceba nas mesmas condi-
ces dos qt toraer pagos, par essa razao
requer que, em cumprimento de justi9a Ihe
made pogar os seus vencimentos do mez
de outubro e novembmo.-Indeterido.
Affonso Peixoto da Silveira Cavalcante,
guard municipal, pedindo trees mezes de
licenga em oontinuaglo da que tern de expi
rat no dia 12 do corrente, visto como con-


tinuam seus incommodes como prova conm
os attestados juntos. Concede-se.
Abaixo assignados dos negociantes de
carnes verdea. A camera mant&u a dis-
tribuiglo feita nested mez polo respective
commissario.
Secretaria da Camara Municipal, 15-de
junbo de 1885.
0 porteiro,
Joaquim .l. Mariz.


D310 iDE ImAIMBUCO

RECIFE, 17 1 JUNHO DE 1$85
WotIcM I 4o aMlEco, gWeo da
ta e .l. do i ipheri
0 paquete nacionual Mmou, outrado houtem do
aul, trouxe as seguintga notiqi,, al6m das que
eooatam das rubrics Porte Ofcial e Interior:
Datas telegrapiieaa at6 299de maio:
Depois do uowro de pa.entre6-.- Salvador e
Guta, 9ateabdeoa se a cmnfia, zo -
mefoia. AB "Opa rlte-wiegrianaff rewern -se.-
pafat.t iao di w.a.h. AgBfe B "Iwe-
^j*rt prIttegas.vidgI e ptOprtd ..b''
e p.
J -Map*. d
0 60~oondilAet Atexap-

sgae. iiatooeitat rununciae -ainuwt'
ties tpa to ""I .
J"fltRzaab JBBMHiILdir"10-d

^*Ind a*


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direc~lo a Pucara, sendo penegz.ido. As forgas
do governor fiAeramn numeroaos priuioaeiros
S io ida Prata,
Datas de Buaeaom-Ayrou at6 30 e de Montevideo
31 de maio :
Em Bunoa-Ayres foi olegnisado o dia naeio-
nal, 25 do maio.
Em reunido quoa houve no club francez pars se
aseatar mobre a melhor $ormsa de tributar homena-
pa A memorial de Victor Hugo, resolveu-se que
a9 dia 7 de jqnho correlate ae levante urma capella
sr4m. p que oa nsoit doue di se realize urnsma
coafereaocia na qual-tornemn part oradores trance-
zo ee arpgentinos.
Por decreto de 30, foi concedida ao Dr. Bernar-
do de Irigoen a demnissiao qua pedio do cargo de
Ministro e seretario da eatado dos negncioe do in-
terior da Republiea Argentina, sondo nomeado
para substituil-o o Dr. Benjiafin Paz.
YpYder executive da republics oriental do
Uruguay mandou por em execugio a lei relative
go casamento civil recentimente votada pela As-
sembl&a Geral.
0 club francez resolve fazer representar as
francezes resideutes em Montevid6o nos funerals
do grande poeta ; celebrar umra reuniia privadIa
nos seons saluea, corn caricter intimo e eminente-
monte franeez, e par ultimo, organis-'r em um dos
theatres daquella capital uma grande fiesta de ca-
ridade, na qual tomrnarIo part a imprensa e todas
as sociedades litterarias, nacionaes e cstrangeiras,
em beneficio dos asylos marternaes e de orplilwos,
Rio Gtrande do Mul
Datas at6 28 de maio :
Continuava na capital o inquerito sobre o
roubo das joias. Heitor Poutrier, que 6 indiciado
coma complice, declarou terreeebido algumrnas joias
para prestar servico ao aitttr do crime.
Em Bage. na noite de 17, achando-se em casa
dos Srs. Chico Pedro & C. o cadet do name Alci-
des Rodrigues, armado de pistols e amrneacando
atirar sobre um individuo corn quern tinha ques-
tionado, o Sr. capitao Manaoel Bento da Fontoura
a.'iisa on e e an <,.hv7 .rAaantna A-ihna vn7 de


em pouco tempo tom )ii nov.-s costumes e ficou ami-
ga das peasoas qui t.1 3 bmnloamente a tratsvam.
Aconteau, porm&n, quo ha quinze dias um tal'Sr.
Jos6 Link, intitulanJo-so pai da menina, iatro-
duzio-se ni cas. do Sr. Constantino e pretamdenu
arrancal-a dilli. Anna eseondeu se, n'r, quereu-
do por fdrm i alguma ir cornm Link, quo hi muite
custom retiren se.
SH i)ntemn a ii da i mnina foi por su vioz A
casa do Sr. Constaatin oe empregandu a forga
quiz evar a filha, coasegtindo trazel-a at6 meia
da ruan, apezar dos3 gritos di coitadinha. Oa vi-
zinhos v3ndo est-a scena, acudiram, fazendo con
que aquella mulh.'r deixasse a menina, lue vol-
tou satisfeita para a casa do Sr. Constantiu).
a Este seahor dirigio se ao meretissimn) jaiz d&
dircito e commuuicou-lhe o casao, sondo sonae-
lhado pela digna autorida-le que manativassa o
seu dircito de tutor c soi as pais quizesse i1 de ni-
vo praticar algumna violencia, d6sse parts a quemn
compete para ser providenciado ,.
Nisas-Geraen
0 Ltiberal Mueiro de 3 do corrente d 1 as so-
guintes noticias :
0 individu) que assassinou o vigario (1) Tur-
vo, padre Miguel Minoel de Ofiveira, diz que pra-
ticouo crime por inspiraq;ilo do Espirito-S Int::.
Acerescentou quo pretendia assassinar tunb 3ia s
Barao de Araateos e o Dr. Feitosa, juiz da direito
da comarci.
a 0 eriininoso ch-inia-se Antonio Jos6 da Cuaha
e 6 natural de Ayuru6ca. ,
Foi press no arraial de Monte Santo, pl da-
legado de Jculhy, a r6 Francisca Barbjya, pro-
nunciada no art. 193 do codigo criminal.
Conta o Lbiario Mercantil que, em viagem do
Araxi pars a sua fazenda, foi assassinado o alfe-
res Antonio Theodore oi Silva Sobrinho, cilAd!)
rezito estimado por suas qualidades.
0 assassin achava-se preso; chamava se Igna-
cio Affonso e em sen poder encontraram-e niotas
de diversos valores, manchadas de sang.-i, er-
teoacentesd victims.


%Aau;q" uauaapuw Ri--u u&u O de Jauciro
prisao. cadete nao se entregou e, sahindo, traa- Datas at6 10 de junho
vou luta corn a poaicia, gritando quo s6 se entre- C nstamrn as priucipaes noticias da carta do nos-
garia ao estado-maior de seu regimento, seo corn. correspondente, publieado na rubrica Interior.
mandate sustentasse a prisiao. Conduzido ;L proi Neahuma das camaras fuaccionou uo d dm 34-
seuca do commandant, este mandou-o recolher-se do maio.
ao quarter. No dia 10 de junho. no Senado, o Sr. Affmaso
Momentos depoi4, diz o Diario apreseutou-se o Celso apresentou e enviou i mesa ura represents-
cadete de novo na mesma casa de negocio, acorn- io da Associare Commercial, e dos Bancos do
panhado par quatro soldados, corn a intenqao d asil, Rural HIypothecario, Commercial, Prd-
desfeitear ou aggredir o delegadode policiaSr. ca- il, uralC eMercantil, do Commeri, de
pitiao Casado. Este officiou ao Sr. coronel ManoAdial rIndustrial c Mercanril, do CommJ., do
Antonio Rodrigues Junior, cummunicando Ihe o Credito Rne AeiAoiliar, pedindo qu seja Lvada
faato pedindole provinias.a a reform do process ni
facto a pedinda-hbe provi-ias. eexecurses das divid;s hypothLcarias, paondo tim m
-Copiosas Qhuvas cahidas emBag6,alagarama adjudicaqses toriad:as. Ficou sobre a mesa p ira
cidade e tornAmiram intransitaveis as caminhos, pelo opportunamente considerada.
que interromperam as suas viagens as diligencias Sr. C .reia justmficou um requerimento p ra
para o Livramento c para S. Gabriel. podir-se ao governor epi. da rereesentacAo e o.
Refere aGazcetado Norte, de SautAt Maria, que posi feitas po lo engenhreiro Costa Couto c rcLa-
as aguas invadiram alli alguns armazens particeu- ti os -i commiss:lo de acudes noCearo Sondo ecte
lares oude costumam scr depositados as genmros requemirento apriado, ticau a disecasilo adia lu,
transportados pela estrada doterr que tern deadiA
ser levados para outros lugres. Os prejuizos fo- por pedir a palavra o Sr. Avila.
ram avultados. 0 Sr. Junqueira motivo urm requerimento par:4
Forav prsos.prevetivameto no [o district que se slicite copia do aviso ou acts official dis-
-- Foram press preveativameate no t dit,'to nsando o e-genheiro sta Couto e outros, da
da capital Pompdo liimoldi di Carlo e Heitor Panul ens- a a e eaa C, no r't aors oini
tier, aquelle autar e.to complice do rob do comnissa) em qu ost:vam, no CearA, para cons-
"a ii otI Sidle a 3 do dsado truceto de aqudes. Apoiado e post em discuss.
-ias fiantaMa "aooiaiianoAntouio3Para, dono ae requnrimento, orou o Sr. Visconde de Para-
-;-lol"_Mga iaitm audacioso roubo. nagu (rnmnistro dos negocios estrangeiros) eao -
Os gatunos, ar-ombando i1ma janutio- ro p esta- cou adiada por peclir a-padavra o Sr. Castrs Car-
belecimento, subtraharam 4:0005 em dinherro. r ira.
-Em S. Gabriel foipreso um individuo de n)me %-.2d- e oi-dem d en M m d
Thomaz Alves, assassin de Firmiuo Dolores. cussa^o o pr jocto que concede seis mozes de licer-
Santa Catlharina a, carn tolos os veoicimentos, ao juiz de dir,-it.o
Datas at 31 dr maio : Aristides Augusta Milton. Oraram os Srs. Juia-
Deviatea sido reaborto no dia 18 o trafego queira, Vieonde de Paranagua e Cruz Maehado,
evu esio c.otonodT e r fg oi aprvdt p ira pasa a 3, discu3ssAo, itin -
da estrada de ferro D. Therfza Christina, que fora en foi asibppoit'ad.tiV, p ra passr a 3 dio Sr. Junquo, iru.
interropido pelos estr'-gos que a enchente do no enou sabtitutive, prp)sta pelo Sd. Junqui-..
auterisando a concessilo do urn ann, do licenq%, a
Trubarao causou ao leito e a algumas obr-As de
esse jumz de dimeito, corn vencimento do ordcnado.
arte. Foram rejeitad as as p.-oposigces da Camara I j
-Na freguezia doRibeira.o, oSr. Ignacio Anto-
nia d Silva conoedin cante do liberdade a cinco Deputados, us. 69, 70, 71, 72, 73 e 79, elevand.,
ndos sed bSilva concede eu carta de ibtro erdade conlio as cathegorias das co mare deMaraj6s, Born ,i- -
don senshu na, e apeas uendo quantr pouco tempai.o d dim, Bezerros, Brej.) da Madre de Deus, Timban.
nenhuma, e apas u mediante pouco mpo de a, Nossa Senhora da Graqa. S. Mliguel, Tubarlo,
serviqo. Paran Pilar e S. Joao da BArra. rcrau esgotada a or-
-, ..,Paran11 dem do dia.
Dates at 21 de maio : den dimra do. Dputados no di lido o
Foi recolhidoA prison em virtude de manda- Na C ara dos Dputados no dia lido
do expedidopelo Dr. juiz municipal do term doe S. expcdente, e feitas algumnas observaes pelaos
Srs. Bezerra do Menezes, ministry da justiga,
Jos6 dos Pinhaesle A requisiqlo do Sr. Dr. chefe de Castrioto, que justificoun um requerimento o qal
policia, o polaco Thomaz Gavick, indiciado nas fitou diado, Campos Salles Jos Marianno fi
penasdo art. 219 do coligo criminal. Este m- ino- adr a pelo Sr. mitstro dajustis a umapro-
viduo 6 casado. serve o cargo de sacrnitao na cola- apesentada peito supplemenstar, e foram lidos pelro-
nia Thomaz Coelho, onde resideo costa por in- pst do credit supplementrm, fo da guerra, m idos pl
furmar.es colhidas pesa dclegacia do policia do mesmo Sr. e pelos Sr-s. ministros da guerra, i
term da capital, que ultimamente commetteu cri- agriculture a da mar-ain, as relatorios das repar-
me identico, pelo qual esti sendo processado no 20 tires a sen argo.
Na1 part da ordem do din, o Sr. Costa P-rcK-
distrieto polieial do Iguaasd. -e
Os Sris. Maoel Clardino de Andrade e Silva ra occupou-se corn o coatracto da estrada de fer..r:
e Joaquim Lui-i Games dos Santos libertaram sme da Victoria a Natividade para que obtivera ur-
nenhum onus, o 10 sua escrava Benedicta, e o 20 genera na sesslo de 29 do passado e continuous a
seu eacoav H ppolyto. discussion do project de element servil que de-
eu ecravo Hippolyto.Pu pois de orar o Sr. president do consoelho fic-a
.Dats at 9 do ju adiada pela hora.
Das ated 9 de junho n a 2a part, entrou em discussao o proje-to d3
Diz a Evolugdo de S Carlos do Pinhal, que na iva do orqimento.
noite de 9 pars 10 de maio manifestou-se ineen- p roogativa o or Azevedo fican.o a discus-
dio na casa da machine e deposit de eafe da fa- O a Sr. Duarte do Azeved cando a discu-
zenda do Palmital de propriedade do Sr. Visconde so adiada poela do, o Sr. Correia motivo e.
do Pinhal. Quando o administrator despertou foi N di requerim Senado, qu e f oi approvado : Qu a
j.i impossivel extinguir me a fogo e dahi a pase segninto requerirenato, quo fai approvado : ii Que
ji impossivel xtinguir se o fogo e da a poucosejam r equsitadas do governor copies de quaesquer
instances ealulado o prejuizido em 60:000, pcmz alA. representaqes das juntas commerciaes, acerca de
das duas machines existia grande porg1o de caf duvidas suscitadas na execucao da lei que regular
beneficiado a em creja Prsa umia-se o que afogo as areas de fabric c de commercio.a
benefiiado e em f6a casereja Preual.umia-se que o ogo Passou m 2a discussion, scm debate, a proposi-
IA-se na s Gazel a de Piracicaba d 30 de ) io da Camara dos Deputados, n. 42 de 18&33, con-
nmaio:A eedendo repiartidamente a quatro menores o mon-
a No dia 24 do eorrente, os Srs. Francisco E. do te.pio de seu fallecido av6, o chefe de esquadra
Oiveia, Mar-ello Sehmidt e Martinho Botelho Antonio Felix Correa do Mello ; e ficou esgotada
Oliveira, Hareello Schmidt e Martinho Botelho aodem do dia.
empreheuderam e consegiiramngalhardamenteum -a or a putado, no dia dpoi
.excursao ascencional a grand e pedra d.&omnnada, N Ca mara dos D-pntados, no dia ma, dcpoisatyr
pals inns f6rma exqnisitu,-Ahscrazeiro, e quo, ca- do algumas obsea-rvar~s dos Srs. Zama c Satyro
pela sua frabe esaxq isitads m,-a tcero.as da fazeda do Dias, Sr. Eifrasio Correia justificou um requeri- 1
Baro se Araraq situada em terr. da faze mento relatvo A convocaiAo extraordinarily da Am-
B A asceArao Cuseuzciro jrai trn sid per emblea Provincial do Paranai, o qual f i appra-
a A aseenceto ao Cuscuzeiro J4 temn sido por vad 0 ^ S-. Alp de Aruj fe ^^aso
muitas pessoas tontada, porn sem resulted.,, por vad. Sr. Ailes do Arau fez algumas se-
causa dos perigos a que se expuem as que a em- vavses. 0 Sr. Simplicio e Resende j 4ustfieou
p-ehendem. A podra toam quarenta metro doat- urs rndicaglo A mosa para reform do art. 4V a
taprehendem. A pedra tern qarenta metro de al- seguintes do regimento sebre verificacgo de pode-
tra Em 185 msubiapda, e a res. Os Srs. Jos6 Marianno e ministry da justice
Em 85o Sr. Bar do Araraqaam ouaUema s, a pregaidoi .fiseram varias consideragses sabre occurrencias
,do Sr. Barge de Araraquara, c dahi pars eft nmn. ^ Psad~ea at aodmd
guem teatou essa excursilo, A excepego destes mo- em Campos. Passando-se A 1" pare da ordem do
.un; K d maia de q-iaaoee gel -
05 DoaLtodonCnas eim a a Visitame e Spaia r din, coutadion a discussioadoa peaojohe sa
-Foi paga rio dia 1o dir Jrseimro a qusntis de c ond discssn adada palsdo, nro emds. us,
1:0675l, come auziti a 8 ~unilias do immigranues. -Noia3nonrdotou mdscsna
E~rarn eaperadon em TaubatAi ceres do 150h fa- .tia,0 dais kornas do terra pars a anna do 1885--
-inilia.s do iramigraunten por~ttguezes. Bearno .- 1886 ; orarurm os Sr-s. Avilra, Carreis, Visconde do
}podados us raunda do tldahina, dp~jue~ll mounics Pebotas, Caumar-go ministryo da guerra) e ficon a
q disueu, luadiada pea haasc.. ....
-,pHa~o. dp .... ep..'it.as ..qu. )l.... -,,; Abatese -- Na Cainara doe Deputados, no die 3, depois
.pa~fiui Gran *errew,es.oman irpb4s t icrmeid lid a.. ,-t- -^- -l-nuriaasoqen, a- l sr ro-
Jj .~6s u~.p~ "opoiia da aspi- I do vst.'mucncollr,s fe alums" esraliSti
*td. A m 6,ow o aa .&b paq rsquellsci- o. ^ acme urn s indicav.iO ltiva d monsaglmm
t ma -Iso parlamento da Republics Framiceus l marts_
iq __. a_ 4 a 4. w a [ Victor IJngoo Sobro wm asulufta fiuqW
cpPm Qm ,, 9-- ,, -, ,"u tm-b,,, [mas conaido oa*4 1' qW6-
pppmPea .TlN,2~ lim or M^rtir Franc^S'S^ isco -
,, ".VO Ma O, __-w, .t .. a .l-.
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de Estado no DLiario UOffAial
I4 .HLei por bem Saneciouiar e Manir qic, se exe-
a meguinto reaohuV'io da Assemblet Geral:
1. Os paMeres do Couselbo de Estado
ublicados wo" Diario Official, e annualmen-
Sado0 per, ministers.
l ~fruam-me s6mente o8 do Conselho de Esta-
quando envolyrerem s-gredo de-Eatado.
Ficam revogadas as disposigOes er

,... Antonio Saraiva, do Meu Conselho, Sena,-
s eio, Presidente do Conselho de Miaia-
:inistro e Secretario de Estado doa Nego-
Fazenda e Presideote do Tribuial dc
INaeionaml, asim o teuha eutendido a fa-
s weutar. Palaio do Rio de Janeiro em 30 do
Ui do 1885, 640o da Independencia e do Imperio.
St a nbricA de SUA MAGUrDE0a o IPUMPO.
S"josa Antonio Saraiva.


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Lge sead
inaldenoi
na s u


D egu hmi approved. uM re BUm
kBarLa da Estancia. lwia-o infer-
a9. 0O ootivoas por queak fuoaionoea a
rea LogistativA Provincial do 4*rgipe.
dPam e i ordem do diansoran em disuse
qeajn eto do Sr. Correia, a respoiso do
em4 itnimo de 150:000500' an Thesoure Provin-
daBahia. Orou o Sr. Correia retire 0 re-

ra -se d requernmeno do Sr. Junloraa,
Sioforata6as de quses as autoridades, tri-"
onuo erponaseo ouvidas acerea do doweto
Ao i8 de abril mtai, que coasolidou as dispoid
relativas ao empregos e oflieios dejustiga.
raram os Sra. Martiuho Campo:,Correia e Jun
rae fioa a diseu so eneerrada, nb ao vae o-
1. por falta de numero pars deliberar.
,Fi post em discusno o requerimento do Sr.
Sibeira da Luz para saber-se do governo qual a
importancia da despeza feita com a publicagao de,
anauncibs e com telegrammas, por oecasiao de
couvocar-se propoitas para o service da illumina-
Ob a gas nests capital. Oraram os Srs. Avilwe
Ribeiro da Luz, e fieou a discussion encerrada.
Sabre o requerimento do Sr. Bar& de MamorO,
relative a informanies coneernentefi a assumptos
que interessam t hygiene publics na cidade do
Vie de Janeiro, orou o memo Sr. Baroa de Ma-
ioMr, que concluio retirando o seu requerimento.
SSeguio-se a discussaio do requerimento do Sr.
Correia, pedindo c6pia das informag6es do cage-
S nheiro Costa Couto a respeita dos agudes do Cea-
S ra; orou o Sr. Avila, ficando tamnbem a disousSo
enoerrada.
-- Na ceamara dos deputados no dia 6 nio hou-
S ve sesA.o.
S-- No dia 8, no Senado, prosegaio g a 2a discus-
sa o da proposta de fixagio de forgas de terras pars
o anno de 1885-1886: oraram os Srs. Silveira
Martins e Correia, e fico a discussao adiada pela
_hor
Na eamara dos deputados, no dia 8, depois
de varias observaioes dos Srs. Castrioto, Joao Pe-
nido, que justificou um requerimento, Andrade Fi-
gueirs, president, 1 secretario, Duarte de Aze-
vedo, Mbrtim Franciscoo c Jos6 Marianne, paREsou-
me & ordem do dia. Votou-soe e foi approvado em
Ia discussAo o project) que prorogs o orgamenti.
Os Srs. Bezerra de Monezes e Jos6 Marianuone oc-
enparam-se corn os negocios de Campos e de Per-
n nambueo, para o que a camera Ihoes counederA ur-
gencia de meia hora. A's 2 3t4 huras da tarde
r, f discutio-se a interpellagLeo do Sr. Rodrigo Silva
s o an Sr. ministry do imperio sobre a retorma das
Paculdades de Direito. Oraramin os Srs. Rodrigo
Silva e ministry do imperio, ficaado a discussion
adiada pela hera.
No dia 9, no Senado, proseguio a 2a discus
sao de fixago de forgas de terra. Oraramn os Srs.
Csmargo ministryo da guerra) e Junqueira, fican-
do eacerrada a discussao do art. 10, mas nilo s3
Vtnu por falta de numea-o. Eatrou em discusslo
-o art. 20; orou o Sr. Correia e ficou adiada pela
Shora.
0 -- Na camera dos deputadoa no dii 9 nto hou-
SWesaio por falta de numero.
Espirito.'santo
S Datas ate 29 de raaio:
Chegara alias o Dr. Jose Cardoso cda Canhe, che-
S fe de policia ultimamrcnte nomi'ado para aqun|a
piovincia.
Continuava o inquerito sobre o ;a;sffl de
Antonio N-, afo no &earn, e cjia
.uwr.a e attrnibida a Luiz Jos6 de Souzan, que toi
S preso ha dias em Cariacica, come noticiamos. Da
Spoz mais urma testomunha, o cearense Sebasti.o
Wkrles de Menezes, morador no lugar em que se
,effectuou a prisio.
.S .. ... Bahia
-Datas atW 13 dejunho:
Proseguira cm sneus trabalhos a Assembiea Pro-
vineial.
-- Por acto de 8 do corrente fai nomeado para
1 tegar, vago, de promoter public da comarca da
Victoria o cidadio Antonio Cherubino Lins La-
Ves.
S,-. Por actor de 9 foi nomeado o bacharel Pedro
Verine doeAbreu promoter public da comnarca de
k J Mzareth ficando sem effeito o acto de 6 de marco
I, s ultimo que o nomeou para igual cargo na coinarc
de Chique-Chique.
.- Continuava a grassar a febre amarella. To-
^.: mavam-se energicas medidas sanitarias.
I,. : -- Lernos no Diario de Noticias de 10:
|! Por carta recebda de Caravellas, datada de 3
do corrente, sabes nque alli esto grassando fe-
bres de mao carecter, tazendo muitas victirnas.
Entre os fallecirentos, coata-se o do agent
&1|, do corrojo o Sr. Jose Caetano da Costa.
Si ..... Diz a msma carta que alia reinc falta de se-
y guranga individual, send ha dias em unia run pu-
b~loa ferrdo gravernente corn cutiladas um escravo
|j do Sr. Henrique Pereira do Oliveira.
t Consta da mesma carta que os pharoleiros dos
S Abirolhos acham-se sem comida e sere ague, e tor.
do o inspector do Arsenal de Marinha telegrapha-
' do ao capataz de Caravellas para fornecer o ne-
i: e. cessario, esto recusou-so pai nio ter ainda recebi.
-L.,,. dd as despezas feitas ha perte de 6 mezes eomos 0
moves pharoleiros. a
Alagoan
|! Datas at6 15 de junho:
Continuava trabalhando a A ssemblea Provin-
cial.


S- Foi designado para o cargo de chefe de po-
S lieia interino, o Dr. Esperidibo Eloy de Barros Pi-
laentel Junior.
Nada mais digno do nota.


4-"t-,A


INTERIOR


Correspeademcla do Dlarleode
'.., Permaimbueo
I DE JANEIRO.-CORTE, 9 dejunho
"-r de18856
&TMXAo :-A primeira disucuao do projeoto eobre
o estado servil e a prorogativa do orga
mento.-Como o Sr. Saraivajustifwou
a questdo aberta j,-A responsabilida.
de dos conwervadores na reforma.-O
Sr. Andrade Figveira oombate opYrfecto
do gooerno, de que &d aoeit, aa
relative d matrictda. -(omo peiaM.
que at qwt4o dewe aer reolvia.-A-
.p gw da Z rcL-Yewmui4hde
de wftis94. Neqocios de PNrnwm
bzco -0 &Sr. Jos i Mariano auda Sum
provinwiapelefa igo do &
DiocuuMoyitadU.-Ad 4(nusso dwfor-
as de terra no Sewdo.-Comol 4uior-
". -- U .L-A A.. --A n" .1 FxA..


aft"


create pra arredal.a.
86dpodcra ser satisfeita corn vagar, eom o tern
po. Seo governoro pudesae collocar ao lado do pro-
prietario national, em geral, trabalhadores es-
trangearos, collones apropriados a cultural dos
differentes generous, comprehende-se que elle qi-
zesse preeipitar a solugle da quest servile ma
o governor nidb e mi_ pjbuoo de fazel-o. Por iamo
o orad4-aonseloaria ao nobre miniStro que eram
vez de despender, coma o pretend, 6.000.Q.0-0
annualmente corn a libertacio de eseravoas, a ji
estio no paiz, que sAo productores fort dos do
teMtorio nocional, proeurasse prover o Imperio,
introduazindo nelle collonos estrangeiros.
A preoocupaclo da lavoura &o tooanteaoa
brago so6 pods ser satisfeita por moei da colo-
nisao. m
As consideragoes quo neste seutido produslo o
Sr. Andrade Figueira, mostrands a convenulseis
de se dar impulso a colonisago, e ainda outras
de igual natureza no discurso qub profeio sobre
a prorogativa, na seesio aeguinte, em que se ocenu
pou do aviso do Sr. Mours mandando suspender
o abono de passage a emigrates, tern merecido
apoio da inmpresa nomtra, LqO ntretbnto, o em-
baten usSus oedo eo a ra ql tea emandipa'i-.
Nlo 0a hnuwdiato oatpo-seo o-8-Sr ssf #em


1 po# 0e0"Iuqteir*And tat.,*oiots
contra proeedicneuf ters_ a o landn
tmur-se de po- qua o podere publicos tiveIm deixad esa
ed peatilo. em ban o durante 13&annos,achou
n 8aaih c-p tv- rsesud.asaa
iBopet.quta volm i 4 95ott16, deoeudo-oie eir
pia.d a*eta antes, comao 0 .uglatcrra, os nmeio do governor
-d e.iss..l. p* e g d o&u s .& a m a a a t i -er, o d o.
) ddisflolo0esmo' aa d recoaar-a a earnarri a saatiafauer a da-


I Sr. i.AQIW5UNd-4r-E' 0:teBtomUWWIa ,
1tomi i dobem. 4p
S* r &rdfmsra-S e"p q -C..t..


eOnsorvssras^ Site
..a 0 r o U4bttl-' IS t :.
setvadora. porque reipeita a %- 40, ltt*
0 *. AsdradePiA ueiraItt^ espi&;e
espero mostbar.
0 8Ir. BAmaia-Entretanto a refeorMa* defto-
ral tinha elements fayoraita. Tiuhm nsa eamara
(Ussi maQUio; no BO biadS havia mua .m coune-
vadors, da qual destafando-se aloun4s podia oAftr
o m=nisterio a pasam do seu nprojecto aMW dr
menos modieado; pmr, o 4ddaiei petfir r
si nU0 foao a tenacidade, a e qw
tefder do partido couservador apciou a pfWtBa
ella naole tera pado.
SAetuaatmenie a eiasa 6 mai diitil ainda. 0
quao temos diante deon d? Umna Camara corn forces
quasi iguaeas. Uma'rdve pod deoldir t efor-
mn. (Riso).
0 Sr. Andra-e FYueira lo a farmios.
a 0 Sr. Saraiva-A moleatia de um ou ontro
deputado podia docidir da reforman; e e imnpost.
vel confiar a sort de urma mf>)rma desta order, a
soluCAo de interesses tao graves A crcumatancias
tao contigentes ?.
a N1o. Os nobres deputados conaervadores hbo
de tomar a responeabilidade desta reforms, quer
queiram, quer nao queiram. Hio de votar o pro-
jecto, modifieal-o; mas nileo poderlo escusar-se
desta respoasabilidade. a
Eis, pois, explicada a rasIo da a questiao aber-
ta de quo os partidarios intolltrautes da refor-
ma nOiloe tern mooetrado catenteA, poias, querendo a
mais adiantada do que a contida no project, vadm
que, corn o conocurso dos conservadores ella no bes
satisfara.
Al6m disto, ha ainda um motivo para que na
Camara o Sr., iariiva nato faca question de confian-
a de nenbuma das disposigqes do project.
Come o que aconteceu corn a reform eleitoral,
6 no senado onde so aeham os chefes politicos, os
directors da opinion dos partidoes, que se ha de
assentar no que ha de prevaleeer. Emenda-
do alli o project, a Camara o ha de aeceitar de
qualquer modo ; e per isso tern raso o Sr. Sa-
raiva em dizer que a reform ha de so fazer corn
a rsponsabilidade dos conservadores
Ao primciroe diseurso do Sr. Saraiva respondou
o Sr. Andrado Figueira, o qual prev'Alec.ndo-se da
franqueza que offerecia a la discussao, na qual 6
eacarada a utilidade geral da material, analysis e
combated o project o em fodas asuas disposioes,
except a do art. 10 quae manda proceder a uma
nova matricula. Sinto nio powder dar um resumo
do seu diseurso, que darou cereca de tires horas.
Em ultima analyse, o honrado deputado flumi-
neoose acha desnecessaria toda e qualquer retorma
qua sBe pretends sobre o assumpto, porque esti
convencidoe de que a lei de 28 de setembro, execu-
tada fielmente, corn pequenas medidas auxiliaries e
socundado pela philantropia particular 6 bastantp
para que o seculo vindouro n1o ache mais nenhum
escravo no Brazil. Um dos motives porque quer
nova matricula 6 para conhecer-se corn exactidio
os resultados que se tern cAlhido do systeroa daquel-
la lei, que creouon o peculio, libertou os nasciturose
exeitou a propaganda que tern feito prodigios.
Si a matricula existente deu cerca de 1,600,000
escravos, o nimero actual, coumo se verA pela nova
matricula, niao aeo candcrA do 8|UToO -oa/JWM
o que mostra que o movyjmen pi opinion ac.le-
rou se de ma dn*is3' ...
--.. aaado f piablicada a lei de 28Tde Setcm-
bro, disse o orador, a opiniio nieo cstava feita ;
foi o poder official que tomou a iniciativa de pro-
vocar a discusslo e resoluqAo do problema. NIo
obstante ter eomneado corn algum retardamento
esae movimento libertoa em 13 annos eerca da me-
tide da populagao eserava. Ora nos 14 ou 15 an-
nos que nos separam do fin do seulo, a opiniAo
teado marchado segunlo a lei physics, na razao
exactamente de sun forca, A. prop)rgi quo se
aproxima do sea destine, tera emancipad) a outra
metade que por ventura. extet,..
S Se durante 13 annas, em que a opihiio n'o
estava preparada para o problema, porque 6 ine-
gavel que a lei do 28 do Setembro foi uma con-
quista official, (a.o apoiado do Sr. Duarte de Aze-
vede), tai tin side o rcsultado; se passes pri-
meiros annos o movimento emancipador foi retar-
datario ; se somente agora depois de seas, seto ou
oito annos a esta parts, a emancipagao tern
marchado, tern progredado, gragas a causas na-
turaen e, infeliz:nente, tambom a causas artifi
cmaes, come aquellas indict idas, come nao conceder
que duiante os 14 ou 15 annos quo nos separam
do Sim do seculo, o paiz qne oxtinguio mais de
500,000 escravos, nao possa extinguir at6........
1.000,003 ?
Continue ndo nessa (rornl de ideas para mostrar
qne, nao per neceossidade de refotrmP, as p r no-
cesaidade de conservar--e no p!r, 6 que se fez
dessa questSo, questao poltitia c eatandartedde en-
servaila de um partido, nota as preeccupaess ae
nustes quo a messrs questibo veie desportar usi
lavoura, cumaprindo observar que c ha ainda on-
tra preoccupagi. do mesa lavoura : 6 a substi-
tuiago do trabiioo oeersavo, que unicamente ali-
menta, pelo trmaalho tivre: esta preoccupasae
presiste, e o project do nobre ministry 6 insuf-


rectamente a ngi sobre i alludido project,
quando aao 6 infundeda a probabilidade de ser a
fatura Camara maii ifensa a tal projecto do que
a actual,.porque as provinces mai importantes
pelo numero de seas representantesiojustamente
%aa.ue mais escrav s possuem, e.-pore to,a as
ma interesmadas en quo a- sun libertagio ou
emancipagio se oper lenta e grauaeoute, sem
desorganisabo do ti; baho, ermn grande prejuizoa
para a riquesa public e particular.
Por estas oatra r -aes qua xpeadeu, con.
cluio que a dislu er-a des=iesaria, m incon-
veno.ste op ..s.r.,
Q.8r-. 42siMasgn coMro-oW9 per 41xer quo S.
AM. o Impersdo p a corn a eoatumada sa-
badoria, dignanado-" do attender IaO p*did do
diaaluVIao da Camss formlaS. poele miniate-
rio. a o mpw:!; tai., Oew
.Demonstrando as rindamaatos bece nensar.


tpr-ln, a
:Tanna- fi


,tte e -8, t
t*aauwj ata .A-Jt'jiri k_^h"


4 4ec
t0 d. 0oiniubi tes de let o sea ve to, pedio
veniapara protetar contra as doutrinas austeo-
tda"' nor dos doj tu colleges. REcoahecia
quOe em ea isos muit raros e extraordiuinar'o.
pod a camra recusar meios de governo; m;
ama vex que elft eeue, nao 6 o goveruo quo
podeo coiaeerdrazabo do se- voto, pars eoni-
tuir-se mandatAhio dos contribuintes e d.eretar
despens e impostor. Tambem nio concordava
corn a innovano de so conceder a un miniaterio
a taculdade de apresentar-se porante as camaras
corn o decreto de dissolugo, e aaaim armado pz-
dir-lhe meioas de governoo. Passando aso sea pare
eer votou que w o ministerio houve-se cam menos
prudencia s uscitando em period tab adiantado
da legialaters a' ummentosa questAo do estado
nrvl, com, msesnw deetaragio de nao admittir
modifiea io Otoea npitaes do prjeeto e fa-
Aendo, nio sabia ie c'algo adamente, insinuaeues
ma, transparentea sobie a origem da projeetada
reform.
Abundando, mais ou menos nas ids s mittid s
por outres conIelheiros, concluio nergando seu voto
a dissolugle.
Seguio-se o Sr. Lafayette, eujo parecer 6 cu-
roasissimo. Comeeando por asaignalar que a apre-
sntano do project sobre o estado survil havia
creado uma situallo complicids e diffieil, que s6
poderia ser des mba a;atla-u pela ratirada d,
minister, ou pela dissoluqio dao eamara, expoz
uma s6rle de razses, qual mais vilosa, sagundo
as quaes devia neeessariamente concluir pela
primeira das hypotheses ; mas elle concluio pila
segunda.
S A dissolucao, disse o Sr. Lafayette, abra es -
pago a inconvenientes e perigos graves.
a Em primeiro lugar ella t)rnara talv z imp3s-
sivel a decretagao dns leis de reeeita e despeza do
Imperio. Nao 6 de esperar, attenta a nossa in-
dole e a irritagllodoespiritos provocada pela re-
cente luta, qua a maioria da camara dos deputa-
dos, diante da deelaracAo pr6vi-. de quo vai ser
dissolvida, se resoiva, come fOra, para desejar, a
conceder as leis de meios. Assim, pois, rosolvida
a dassolugio, o Imperio tera provavelm.nte de ser
governsdo sem lei de orgamento atW que so reuna
a nova camera. Este facto nao 6 una irre-
gularidade constitucional; 6 per ventura urnm e-
rigo.


auka v Am ro 6- Sqaeulla as-s.
a a tor40opair. ,
S g q o eit -preferirA conhe-

A4 011"a quA6-aNes ao mqueo
ionmeans_7
0 qa. se tod W i& 4044oaro e ha de ser
dki. riino lM i um resamo do

edimo ad Oraque tinha pro-
t0eMi^ Q ~ot ubj is do lo st.

edido "em r'epiu ev,, e come havia
a .SSat O e arato: do gabi-
rtorPirsredaosl ea N tipor gna ques-
t. que o relan a prompts ,g u Alaran-
do-se quanto i a rtaaia materis,
comoluio pedind a ioe d Ca retira-
do-se corn os college, em seguids, coai d co-
ti, pra qua eadc eaeuselleiro profeAise o sen
- vote.
Sgore caudo pel4 orJem do.antiguidade, foi o
Sr. Miuritfba quem im primneiro lugar proterio o
seuon voto Jido, 0 qu elle fez em pucas palavras,
maNfestado-se toqtrLa a dissoluvao, quoe no seu
entender retarraria s6 s6 o,- trabalhos de gran ie
uimportancia e urge cia pondentes de delibera*o
de ambas as camsrai, como ate a propria quest
doestado smvil ; a paso quo a um nOVo gabi-
nete menos exigente qeo quequelle seria possaivel
fazer entrar em diauss".o a proposta sobre o
assumpto, apresenta acm 1883 e emendada con-
venientemente, conv rtedo& em lei.
w Alm disto, obe Vvon horado conselheiro,
dissoluAo 6 inutil, porqIda honutem o Sr.
presidente do cone ho de~roa formalmcnte na
Camara dos Deputa os ser-lkb Impreseiudivel a
approvaClo do orga ato, ser m o qual nbo se pode
governera. S8emelbat dee-a 4ao imlicas que a-
quella media ser decretadas somente depois de
votadas as leis de receita despeza. 0 tempo
que rest da presents se seao logdaltlva 6 apenas
bastante parsa discusilo e adopAo das ditas leiu
nas duss eamaras e, pois, o acto da dissolucao
vir, a eoincidir corn o term Iteural dos traba-
Ihos da Camara, cuje dissaolug e. pedida e sera
meramente nominal. -
0 Sr. Paulino deu mais large desenvolvimento
ao seu voto, achando quae estando a expi-
rar o mandate da Camars, quando campria a
esta applicar. rcmedi a heroics a situaao finan-
ceira, quaes os reclacnados no relatorio do Sr. La
tayette, a dissoluao, nerm adiamntaria a questAo do
element servile, nem permittiria o provimento de
takes r-'m3dios e o eunrinmento do dever de deere-
tar despezas publicas votar os impostos, que em
um paiz regido pom instituicoes representatives
nilo podem ser cobra as sem antorisagio dos man-
datarias dot contrb ntes.
Pretende o m sBrio, pondetou o Sr. Pauli-
no, facultada a di lo, pedir i Camara, come
declarou, a votaeAI impostos e de meioas de
credit ; mas nil: le affirmar que os obtenha,
travada come fo lutas em questao incandescente
que envolve in aesea da maior valia e na qual
se julgam ameaeadas de projaisos a contingencies
classic *S o importattes e numerosas, come a la-
voura e o e omn0fle i. de mgaiorjy Ann. Brsil
ja- riqueza e influecoia. ""- .
-.* Na. esA nos *asos eo0td-eVparlahTidfares
o alvitre suggpridu polo president do conselho de
ministros..-.
Mostrando qie o unico precedent que podia
ser invocado, o do ministerio de 16 do julho, que
nao pode obtor meios para continuar a guerra,
mas que tinlia as leis do neies paa despezas or-
dinanras, per eEtartnm votadas ; nio autorisava o
intent arriscado do dissolver-se a Camara no
presupposto de que cla votasse-a lei do impostos,
accrescentoa o mesmo conselheiro :
SA reousa de vote para a cobrauga dos impos-
tos depois de annunc ada a dissoluVuo, tera a con-
sequcncia de se nio (xpedir o decreto para se evi-
tar a postergagio do vote legislative, o que seria
a confissio de prectitaeo incompativel cem a
alta prudencia e sabedoria de V. M. Imperial, ou
do mandar o governor cobiar os impostos e fazer
as despezas publicas em nomeo do V. MI. Imperial
sem o voto da na~lo, enunciado relos seus repre-
sentantes mais immOdiatos, a que a constituigio
nin sa6 deu essa attrilmicno, ias, ciosa dos direi-
tos dos contribaintes, deu ainda a prerogativa de
iaiciar a decretaglo dfos mesmos impostos. a
Proseguindo neseat o e m outras considera-
9008, concluio votando contra a dissoaucgo. a
No mesmo sentido ronunceou se o Sr. Teixsira
Junior, notando que aima vez que o ministerio ha -
vta felt. de unia gra e questao social instruments
de political, doclarand* nile aceitar o veredictum
da Camera senbo so re o project. de reform do
estado servil, nlo er de estranhago vote da Ca-
mara, que nao tinha coufianga no | |o ; mas
era de esperar quea ui outro menoue fansigonte,
que embora se eur-pe asset pela refbrma, na6 a fi-
zesse quostib polite podesso consgeuir a adop-
Vile da meior part da s providenciam indicadas no
alludido projocto, con grande vantage" pars a
causa public e maio proveito pars todos os into-
reaso3 alliados a ease important assumpto. No-'
tando a insisteucra d ministerio oem fazer da re-
forma quaestao de ga nneto, eattmibuindo-se A co-
rna eo-pnartcipanao i essn inaisteneia, disse qne
nab Ihe parecia d"h bom cionsedho consultar di-


H gar &"ae Weos '?a
Excede.ias os Jiuites qoe esta dove ter. si Lives-
. d so dar da resume das reapostai do e. da con-
S:lbiroa. ?Pployotos -quoedeixo etctsdoa pode-
1 'n presmqfw- qrae form r es8s respostas. Na
;iaorizdeLuapredotu ino;ao q nto ao 1 quesito,
1 opflk ddi que a eontitni*ar nio vedava qots o
- uanisterio se dirigisasea. camara, declrramndo que
va da lisleia de meos, para pedir a ditaola
i-,satoeao 2-, que a camaro podia egAr eos-
M*'' n k and no~m- am& nma .aa+&n ta '& t_


'4<=*w9w0AIno AlDOutterq* Ia lvl s~i4 a Au-

|afitAsmi triutj", lprrweir Ja.
e Fr'i Me. :4POzirAn 4 om ii, At-
da e eam debate approvada & aOa da4 bessiO

o Sr. is 11, wt"ri. proe~e i ldter da aegub

Uvwofficio do seerotario do governor devolvendo
(fronad a peticao de Martinho Jos6 de Jesus.-
A quIn tez a rcquisigto.
Outro do mesmo devolvendo informada a peti-
. 40 d -irwre eo nQUCE tampetlo. -A quemn fez a
reqLuiaica..*
Outre do memo tranaittiudo copia de un of-
ficio da Camara Municipal de Nazareth, em que
expo3 a neeesidatde de ser consiguada a quota
preeisa para 5 Bfiaes, de que trata o sea orga-
mento.-A coanmminsso de orgameuto municipal.
SUma petigao de Joaquima Maria da ConeeiCAo,
requerendo dispensa do pagamento da d.eimas
deo sun casa a Etrada Nova de Beberibe n. 10,
relative ano ezereio de 1878 a 1879, e dos maie
,xercicios qua se aeguirem.-A commisaao de pc-
t9i0oa.
Outra de Joaquim Firmo daeOliveira, arrema-
tants do pedagio da poate de Palmares, requeren-
do isena4o do pagamento da ultima preatago na
importaneia de 651A250.-A commission ae peti-
Ciea.
Outra de Luiz de Albuquerque Maranio, re-
querendo conaigna~o da qucta de 600k para pa-
ga&mweunto do aluguer casa quo reerve de quarrel na
cidade do Eapirito Sauto, a contar do 1 ltie junho
de 1879 ao 1 de julho 1881.-A commissao de or-
gameneuto provincial.
Oatra de Medeiros & C, eatqbelecidos cornm li-
vraria a rna Primeiro de Margo, propohido-se a
confeecionar o almanak desta provincia para o
anno de 1886, mediante a subvencao de 2:0005.-
A' commissao de orgammnto provincial.
bSo lidos, apoiados, e julgados objeto de delibe-
raglo vao a imprimir os segnintes projects.
N. 88.-A commisaio de rendas municipals, a
quem toi presented a peticao do cidadio Luciano
Eugenio de Mello, e na qual preteude construir, a
expengas suas, um cemiterio no povoado de Bebe-
ribe, corn a condigio de 69 annos de geso na per-
cepao dos respectivos impostos,
Conaiderando que a obra alludida 6 de real uti-
lidade e necessidade:
Considerando que no indicado lugar nio existe
cemiterio, dando motive a varias difliculdades na
inhumagAo dos cadaveres, que s6 o podein ser no
cemiterio de Olinuda, que demora a grade diatan
cia ;
Considerando que nalo ha ainda estrada de ro-
dagem que ligue a aquelle povoado A mesma cid -
de, cuja camera nao tern podido satisfazer tio pal
pitante decessidade ;
E' de parecer que se adope o decreto saguiatp.
A Assembl6a Legislativa Provincial de Per-
nainbuco deereta :
Artigo unico. A camera municipal da cidnde de
OIinda contractara corn o cidadao Luciano Euge-
nio de Mello, on corn quem melhores vantagens
offerecer, a construcco, a e.pengas dos propunein-
tes e mediante um piano, de um cemiterio de pros
tar-se ao competent fim, pacendo ceder em benc-
ficio do constructor os proventos respectivos por
um rraso rasoavel attento o orcameuto da mesina
obra.
10. 0 contract ficarA sujeito a approvaV1o do
pider competent
2. 0 contractante cm tempo algum poderi
reclamar indemnisagio sob qualquer pretext; nein
augment do praso para entrega da obra perfeita
ao dominion util da camara.
3. A camera tera direct inspaccgo, quer da-
rante o usofructo do constructor no modo e ma-
neira de proceder-se ais inhunma,5es, impnlo as
multas estatuidas em suas pssturas e recindindo o
contract no case delabuso per part do mesmo
unoxws4Ar on cent: actante.
Revogadas as disposicoes em contrario.
Sala das commissoes 7 de maio de 1885. -Ama-
ro Fouscca.-Dr. Pitanga.
N. 89. Art. unico. A Assembl6a Legislativa
Provincial do Pcrnambuco resolve:
Art. unico. Os limits do district de paz de Ju-
rema, do Brejo da Madre de 'eus, serao os mes
mos da nova freguezia de Belle Jardim.
Revogadas as disposiSces em contrario.
Esn 7 de mare de 1885.-Juvencio Mariz.-Jose
Maria. -Adelino A. de Luna Freire Junior.
A commisslo de rendas municipaes teado eia
vista a peticao de Penna & C., que se cous.derou
contratante do tiansporte de u;rncs vesdes por
um contrato provisorio effectuado corn a Camara
Municipal do Recife, sob approvaclo da Presiden-
cia da provincia, e antes da competente approva-
9io desta assrmblea ano contrato dcfiuitivo sujeito
e dependente desta approvalSo, precisa para emit
tir pureeer fundado que volte o meama peticao :;
Camara do Recife, para informar sobre os itcns
seguintes : 1.o Porqne razao effectuou, come al-
lega o petieionario, dons contratos sobre o mesmo
object. 2 Porque nao aguardou a approvacao
desta assemblea ano contrato que estava dependen
to. 3. Porque razao suspended a xoxecuco d.
contrato provisorio. 4.o Finalmente em que ter-,
mos julga aceitavel o a~cordo ou composicio off-
recida peto peticionario e alludida pela mesa
camera em sou relatorio.


Sala das commissoes, 7 de maio de 1885.-Ama-
ro Fonseca.-Dr. Praxedes Pitang-a.
0 Sr. Bola e Sliwva (N-eo devolve seu
dis.urso).
O Sr. Amaro Fonseca-Sr. president,
pedi a palavra para dar ura explicagao ao nobre
deputado pelo 10 diatricto, cuja reclamagio em
part. en achei fundada e corn a qual eatoun de ac-
ccrdo, e por isto lavrei o parecor que acaba de ser
lido.
Os negociantes Peana & C. fizeram corn a Cama-
ra Municipal dons contratos para .conduc-io de
carnes verdes; mais tarde urn destes contratos,
que devia ser definitive corn a approvaciao desta
asseinbl6a, veio corn effeito, e acha-se pendente,
segundo inferi da petigao, potato que nto conste
nada da secretaria.
0 SB. RosA E SILvA-Deve constar e o parezer
foi contrario.
0 SB. AkMARO-Mais tarde o outre contrato foi
submettido A approvagao do president da provin-
cia, na ausencia desta assemble6a. Este centrato
teve execcao, inmas urma exacuao capciosa. Pen-
na & C nie andou nesse negocio de boa fA, polo
que concluo do seu articulado, pols que approva-
do o contract provisorio, tratou de montar on fin-
gir que montava um estabelecimento, jA compran-
do um carro velho, ja alugando uma casa, dando-
lhe o titulo deescriptorioete. A Camara Mun*cip.a
que conheceu a ma f6 de Pennia & C., auspend-u a
execauo0 desse contrato. Pbrm&n,.- Pona que j4 i
havia preparado todo a material, parsa proper uma
an*o contra a Camara Municipal, pOz em pratica
seu artifieio.
.lao posse comprehender come a Camara per-
den semelhante queetao iba de fraud tao mahi-
festat
U1M S. DumpvAi-Quemn era o advogads ?
0. S. AMAeO FeSC.A-NoIS aoe quemn foi, nico
prozurei saber; o que sei dizer, 6que a Camara
municipal perdeu essa quest'o el odoS os tribu-
aeis,de la e 2.a in a, 's c a
SN'este estado de couoas, vem agorA Penna &
C0 Assembl comn a Pro" i tii requc-
e.o que authorlse-se a Camara Municipal a en-
'tur corneolesem aqcprdQgomposigK o efim de
pod~relI aer aa da eteeau*oqr
t~gnAs~u4 ga o easi 3en e ppda" so es-
te~~ideA1% aIt fn i-qO49*c 4b,

06 item onugestonarios

r a -to '_
respond con preciulo e chre o




liarme rar pos peti eioaista dr eeu ~
OVi, Sr. press a~ei fdru ereI
e quo nedato ue eo-io bnv d4ra en !M
ramreiantg. Pep d reun staa a e-
ez few eastabeleaer o qustdpahso. ncsi -
flizow Penns & C.;% .A A Alhis'



serv~o a Caar ( tI e)pal4m Ao eox u-
contracteos pra o transaorte daa ea TxHu"o
umr definpitiveo depucntIe dac a a crti d 'm




point 4& pasmV&d as
0sembf.A Proyiojcat e o-tro provisori e t cor
rusaao doa president dnprovincia, vista eati* .
earrada uaeainblaa. A eate. segundo estwt i-
cointiarao os peticionarios adar eitcrigo iudoal-
Rio deo Janeiro comprar ume carro de tradspoift
petiinodnaro qu, deu a Camrara e encoom entrak a
outros aquai. Depis de moatar casea pars a em-
preza fazendo todas as despesas nreeasarhis o,
servigo da Camara Municipal mupevear o cola-
tracto e pEz todos os eznbaraos a sunta ex *cu
0 SR. Viscorn Du TABATEMGA-Qnal fOi A Ca-
mara qu e suspended o contract ? Por a actual o9
foi a passada ?
0 SB. AxARO FosEcA-Creio qua dcve ter e do-
a pazada, porque este negocio 6 muito antigo.
Mas, eontinuaam Panna & C.: (I) Resta Sepi-
na violencia, est capricho ae arbitrio inqualifica-
veis, nao podium ser aceitos nem tolerados pelo9
peticionarios, parties prejudicadasa dc um eontracto
bilateral. d
Acho at uma ptiloe descofnme.ndila e que nia
eitava em termnos de a er aceita porque esses wo-
merciantes, por mais bem tundado que Ihes pare-
(*cease o sen direito, nilo estio habilitados a dirigi-
rem-3 0 por este mado a torpdfraVes respeitavoif,
comeo sAlo a Camara Municipal e esta Asewoala.
i6) : Eua tio os pe:cionarios propozcram ac9So
contra a Camara Municipal, eonforme nae do
lib6ro, por certidao i;clusa, no qual pedirar *#
prejaisos demon trados e provados por docuawia
tos montam a ommasm de 32:599200 fora algbws
servios different o 3dependentes de liquidate,
lucros,cessaatesa, jurors da mora e custaeoque-tdo
passaria doe 40:O OJO.
Ora, isto 6 attenta o contra a fazinda ianiia'-
pal a Camiara niro lucron corn t l contract. a m.-
nor vantage ; PennA & C. armarane soe cowa t
ceontracto, approvado provisoriamnata, contracto
que eu reputo illegal porqnae desde quo havia un
contract odefinitvo, dependent da apprevaeiad
desta Assacmbla, a Camnara Maic'pdl n) podia.
lavrar ontro e subpAttel-o a ahprovar na do pra-
sidente.
ia a razio pojue estrabeleci o segninte que- -
tiouario (16)
S1.0 Porque razAto effic' uoa douns contratos 'so-
bre o mesmo bjecto ; 2.0 f Porque nao ) agnrdeu a.
approvaalo desta Assembli aco coatracto que oIN
fstava dcpendcnte ; 3. Porqae suspand-u a exe-
culo do provisorieno 4. Firldm- nte era queo ter-
mos julga aceitavil o ac~orib alla lido em cea re-
nlatono.
(Troca-. se apartes)
Que razio de erdom sun) ri'r houve para a Ca-
maia Municipal firmar doi8 contrbtis s br.- o meo-
mo genero de negocio ? Se a necesidade dot
servico public exigia que takes cjntrac'o3 se fi-
zessem, essa nccessidlade desappareceu desde que-
a Camnara incumbio-se d, -nistrar, comn a saspna-
sAo do contract prjvisdfio q'ie tal necessidade
nilo existia.
(Trocarn se apartes.)
Ora, se a Camara mi..niou sispead r a execuVIoG
do contracto foi porque u ha l'i urgencia delle ;
f!, so havia riecessiiale e urg'ne!ia disse c.ntrac-
to provisorio e a Camara Municipal, apezar dessa
necessidade e dessa urgeneia, mantlou suspender
o contract entao foi p)rquo compreheudea qu e
os contratantes nlo cumpriam o contractor, e que o
que eles praticavamn no pissava de umai simple a
fari', para attentar contra o scu cofre ; porqu e,
en esftd convencido que, do-cmntraiio, nao serial 0
c ntracto'suspenso.
Un Sn. DEPurA.DJ-- Era malhor indefrir a pe-


t IP.


3i^:











I -


J*^


ticvio.
0 Si. AMamo- Eu nl) polra pedi' indeferi-
mento da putialo, nem esta Ais mni e dove in Iti-
mine iud'firir, co-n entetid- o nobre deputado,
porqune trata-se de uma questlo, que, bern on milt
tr4-tada, estA- jalgada pelos tribune mes do paiz, de- -
pendente apanas do recurso de revista; quo, couo o
o nobre deputado saber, nl) impede a execuqo. -' -
A Camera infelizmeat-. estA Rob a camnressi ;
poies que Penna & C. cstlo arinados de uma earta
exeicutoria contra ella, carta que necessariamrente
ha de ter cumprimento.
UM SR, DFPrUTADO-Cornmo?
0 SR. AMNARO- Entib os decrc'os judiciarios--
niLo slo executados ?
(Trocarn-se parties.)
Pcrdao ; a Camara Municipal tern privilezgios.
Os bens municipals nao p)ldein ser arrestadaes
verdade mas os seus rendimentos podem ser. Os
senados municipaes gozam de privilegios antigo3 -
que lhes outorgarmo diversas leis nas os seuns ren-
dimentos estio sugeitos as execuf5ns judiciacs Tie-
nmo podem ficar suspensas.
fIa um apiarte.)
Respondendo ao aparte do nobre deputado, per-
gunto : a qne fieara reduizinda a scutenma do tri-
lun,,l judiciario se niLo tiver executio ?
(Trocam-se inmuitos apartes.)
D.ira nmais trabalho, coafesso, a e::ecuaio, po.:-
quo nilto sc trata de um particular, eujos ben -es-
tilo sujeitosa execu6ces; trata-se de um estabe'ee--
mento pablico que gozi de prerogativas e irna-
nidades, nas new por isso, a Camara flea icenta
de curvar-se a senteiiua ; clks, porem, descja c n- "
seguir desta Assembiea umna lei de autorisagOde
para que, entrando em umn accordo evite maiores
despezas e sacrificios.
0 SB. RosA E SILVA- Isto seria sanecionar. _eO
abaso.
0 SR. AMARO-Por isso, Sr. president, estabe-
leci o segumnte questionario quo j-i reli perantem-
esta casa.
Eu nao sei quaes foram as razues de onlem pu-
blica que se deram ; mas eu devo respeitar o asto-
d'aquella corporacao. Eu quero acreditar, Sr.
presidents, que a Camara Munn;cipal procedenf d
boa fM, e send assim nao posse condemnanar o factor,
praticado pela camera sem. ouvil a. Fique pQa-
conveneido o nobre deputado de que a intorunii'06
da camera E6 actuarA no espirito da cornmissaoia
se, por ventura, forjusta e razoavel. "
UM S. D-EPUTADO-Mas jA ha informago da Ca-
mara. -
0 Sn. AMABo-A informaao quo a camera man-
dou para esta assembl&a acha-se coneebida ea
terms : deficientes, como jA demonatrei onde nem .-
ligeiramente se precis% base alguma pra on a- at
cordo.
JA vee:n os nabres deputaldh qnu isto nao ,pei&i
satisfazer a c)nmnissao.
Ditas estas palavraa eu espero que a assembl6a
resolve co'nome melhor entender.
0 Sr.. MoNa e Stiva-(Nao devolve o se
discurso).
A discussale fica adiada pela hera.
Passa-se -
la PARVT DA OiiM DO DIA
Continua a diseussio do art. 1 do projeeto a. 2t 1
deste anuo.(oregamento provincial). .
Vem A mesa, silo lidas, apoiadas e entrim eco-q
junctamente em discussion as segninte emen-iaa-
N. 136. Ao 29--aerescmnt-.so :-sendo-*e
preferencia a quantiajde 2:00,34 pora aoni-ela 4
obra do audq de Alagoa Seecam principiado p -i -
abitantes do lugar.-Aar:l e Mello. I
SN. 137. Onde conber--E mds 4:0O 4: 0
compra de urma .cas aupe'possa servir de i -
quartel em Jaboatio.-GGasai- e6 Duanminoad -,

N. 138. Onde eoober-E mats 60005 puO -M
imnstruego de unms pante no Jugar deoaa s .
PorIto-de-Camaragibe : emS Aem-(--Gq
D[runmmond M P" ml s4 :0
N,. 130 Oude c-3uher--E mars 40005
concertos daporntes do Portod ePedra
WTI eti2 l8 yti.-^aPasr doe t)r-ui^aObrI4-V--


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--1


Vt
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.i ..
a Em segundo lugar o conflict entire o minis-
tero e a camera dos deputados deu-se no tarreno
do element servil. A situaciao dos auimos 6
esta :
De um lado s lavoura, o commercio e as clas-
ses que, em eeral, represmutam os intcresses es-
taveis da nossa sociedade, condemnam o project,
veem nelle uma combinagAo de medidas antes
do abolicao do que de emaneipa*ao gradual. Tal -
vez nao haja neste modo de ver inteira exactidio
mas em todo case o6 uma opiniao, e como tal umna
forga que a razio political n'o dove deaprezar.
or Do outro lad, ,os fautores confesses do abAli-
cionismo aceitam o project coin enthusiasm.
Neste estado de cousas a dissoluCAo podera pres-
tmr-se a uma interprotsi, rerversa. Pars multto
nao qurL,&-ah.... Mo a quo o governor do Estado
se mnclira p.ra os abolicionistag, que lies dA ra-
zao; que abandon os interesses des classes que
final sao o sou verdadeiro apoio, para se alliar
a uma seita de homes que sao inimigos natos de
todo c governor ?
,, Nao serA ieta outro perigo da dissoluIo ?
a Mas, no entanto, senhor, accrescentou o h Mn-
rade conselheiro, qu.esquer que sejam os enconve
ni,'ntes eperigos da dissolug'ao, ella se impemn fatal,
necessariamente, porque absolutamente niao ha
meio de sahir da complicagAo creada pela apre-
sntaglo do project e pelo vote da camera dos
deputados.
Dividida como se achava a antiga maioria da
camera n l Ihe parecendo possivel reconcilial-a
na questao, um novo gabinete, quer s-'hido della,
quer do lade conservador nso contaria corn ele-
mentos de vida e havia de achar-se na necessi-
dade de recoirer a dissolucao. Em tal case, era
sun opinii que fosse o ministerio existente que a
levasse a effeito, tanto mais porque sendo o inte-
resse suppr mo da oceasibo urna eleigao livre e
imparcial, da qual sahisse, uma camara filha le-
gitima da vontade nacionil, o miniaterio estava
em condig5ces de gaardar perfeita neutralidide na
luta entire os partidos.
0 tempo mostrou, eomo sabe o leitor, que o Sr.
Lafayette enganou-se naio s6 nesta part, como
quando suppoz que nenhum outro ministerio li-
beral que se organizasse poderia harmnonizar a
maioria e obter o necessario apoio para realizar a
reform. Ahi estA o Sr. Saraiva que ha-de levoyal -a
a effeito, havendo, entretauto, na actual camera
maior nunme:o de adversaries naturaes.
Os Srs. conselheiros Jos6 Bent o e Vieira da Sil-
va, ipreciando a questao sob suas diversas faces,,
concluiram' votando contra a dissolugao, que lIhes
parecia minutil e'perigosa, aecrescentando o rimei-
ro qne a tormava tal conceit do patHi6ismho, leal-
dade e discripWo dw membros do gabinete, que
aso ficaria maravilhado se soubesse que elles, de-
poas de bem ponderar, haviam, retirado o seu pedi-
do, e d'abi sa6 Ihes resultaria gloria e nao desar
p0is que humanurm est errare, -angelium emen-
dare. -
Come se v0 dos de$Monselheiros presentes, s6-
mente quafro, os Srs. Martim Francisco, Parana-
gui, AndradePinto e Laffayette, votaram pela dis-
solueao, aeodod&^ notar que o segundo destes e o
terceiro foram preeideotes de comns&o derrotado
pela camera; cireamstancia que pode fazer suppor-
que os seas votos nbo deixaram de 'escentir-mse da
magua e da verge mha alii passadas.
Seguiram-se as duas seguintes questoes, sobre
as quaes, A vista daes consideragdes accidental-
monte expostas, como um embargo A dissolugio,
devia pronunciar o conselbo de Estado:
c La E' curial e conformte sos prineipios consti-
tuciounes pus o ministerio, deelar4ndo que preten-
de solieitar a disaoluio da camera, peca-Ihe os
melos indispeusaveis paru a march dab adminis-
tragio, on qu e pega-os coin a declaragio de qae a
disseluao rl rrlirs e-ha?
-2.a Em ambas asI hypotheses pode a caman ne-


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1A iu 4Wui to dan SM.Este-2o
-IFNI a dQ doivrmr, rejeitacdo.
S U"' "e de Olleira -(Nio de-
J24r4Sf men disemrsq.)
"-1 i. UMwa'si e 4 Naarelh (Nio de-
-v -w id ao,)
(Amars. ealoross em ash. as bincadas Ru-
ator ass gGliam)
0 S. Pssmsi-n-Attengmo I Attea o Or.
AM !
S (Coatimamm s parties.)
S Chamo os mobres deptuados A ordem ; se con-
S. ia.a-m o apartes, suspend a sesSo.
n eanm os apartea.)
S PsMAui-aT-EstA suspoensa a edeo.
Cianeo miuutos depois o Sr. prcsideaute reabre a

oVeem & mesa as seguintes declarav5os de vo.
to :
-a Declaro que vote pelo requerimonto de pre-
1trese.* par& a diacus"o na 2.a" part da ordem
, Altk do.projecto de orgamento provinciaL-Sal-
VIM-ANO~ackwatc. a
JMLdaramos qua votaimos pelo requerimento
A argdUcca para continuag.1o da diseuesgo do
dipmito provincial, na 2.Q part da ordom do
A&-k.-J. V. Meira de VasconA elos, Dr. F. A. Rosa
e B~Air. ,,
41 r.4 =e ul deOtlveira (Nao dqvol-

,-. 0 i0 PkEiiNDE rE-Vou consultar A casa sobre
a pedido feito pelos nobres dcputados que eomp5am
ominissio do taseada.
Cumaultada a casa concede a dispensa pedida
pela eoamnissso de fazenda e orgoaento.
O0 SKS. ESTEV'IO DK OLIVEIUA, BA2o DE NAZA-
aLre E OUTROS Sis. DEPUTADOS duo apartes.
O SL Pitzarit:.nr.r dclara quo n s. -salo aeguin-
to proceder se-ha A elcitbo da commiai)o dd f.i-
zeadit e 'uramento.
0 oSr. Lunsa FPreire Junior Nalo de
valve. sru discurso )
00 r. Olyuapio Marques (peli ordom)
-PFdi a palavra pela ordem part enviar A mesa
am requerimento de urgencia, afim do que se pro-
Ceda hojo mesmo ai elcicao da nora commissalo de
JazenddL e orcamento.
0o S. PuiSIDExrs Acha-se ji saobre a mesa
mm requerimenro du urgencia do Sr. Viseondo de
Tabatiuga. E' este quae tom de ser posto a votos
-fa pr-iteiro lugar ; crso nao passe, V. Etc. po-
derA. maudar entilo o setn tequernueuto.
E' aldo, apoialo e approval o seguinte reque-
.rimento :
a Tenho neg.)cio urgent. R.'queiro urg neia
pars so discutir de preferencia o prujecto n. 38
4iste auuo creditss supplbmentuaros).-Visconacle
de Tabbatinga.
0 o 8. PaEswNxrE -Esta em discusslo o projee-
A, de creditors supplementares. ,
SAir. BarAo do Nazaretllh -Peg) a pa.
lavrt pelda ordemn.
0o S. PIaKzaIsDrE -E' sobre o project de cre-
Awr~s ?
0 SB. Banjo DE NAZARETH Pepo a palavra pela
ordem paras a regularidade dos nossos trabalhos.
0o Si. PasIDSENTE -Tern V. Exc. a palavra, mas
EOeo-lhe que seja breve.
S0 r. Baraio de Nazaretb (pela ordem)
-Nlo vunho fazer ua. diseurse ; mem]wo da coin-
aisalo de fazenda, destituido p&la falia de con-
uaiat desta assemblea (muitos nao apoiados), nao
Spoaso e nem devo tambem tazer part da commis-
*Ao policial. (NX.lo apoiados e apartes).
N.o venho pedir em none da commissio uma
aMoaeraeo da confianga que a maioria Ihe conce-
Jeu porque da commissao s6 estA presgnte urn dos
"oaws meabros; mas em meunnome pego a minha
dispensa d'essa comrinisso, porque ella 6 tanto da
confianga da maioria da assemble6a comic 6 a comn-
misal'o de orc mento, e se esta commissao nio teve
a eoninuaau dos que a elegarem, partindo essa des-
ooundana anesun d'esta bancada liberal, eu peo) a
V. Exc. qute consulte a casa sobr soe me c.ncede
dispeasa de fazer part di commniasbo de toryi pj
Hial.
o Sr. Presidente -Estando j- em discus-
sio o project de ereditos, nob posso agora atten-
Ac rao pedido do nobro deputado; satisfil o-hei,
porfrm, opportunamente.
EstA eam s3 daseussta o project n 33 deste
anuo.
o Sr. Besa e Silva (pela orieto) faz li-
geiras eonsiderayies.
Vetnt mesa, 6 apoiado e entra eonjnnctamento
can diseussi3o o seguinte requerimeuto :
a R ,quciro o adiameutb da diseuss.o do projee-
ton. 33, ate que scja constituida a nova comim.s
si. do fazenda e oramnento -Doiocrito Cavail.
caste.


0 r. DOemU crito Cavalcauoe -(Nio
devolveu o sen discurso).
Vr a i nsa, e lid,), apwldc e rcgitado o se-
guLaite req:aerinento :
R-queremds proroga 'i .da hor: par 20 mi-
autos par-i conelair-se a discusiail do reqaenimento
toadiintento. Aatunes Piahnlro.-D-mocrito Ca-
valeant.. Nilo de Mirania.-Fiel Grangeiro.
A disctiusslo flea adiiaa pel h ra.
0 Su-. PaJsLrDTE levantis a sess) designando
a seguiate orJeom do dia : continual. da a:tece-
dente.

EMENDAS APRESENTADAS NA 2' DISCUSS.O
DO PROJECT N. 21 ESTE ANNO (OR9A-
MI ^NTO PROVINCIAL).
1. 215. Ao art. 2o. Supprims-se o 13.-A.
L pes.
N. 216. Ao art. 20 1 em vez de 3 j sobre o
assacar, diga se 1 1/2 0/s.
Ao 2- eta vz de 3o -,o sobrc o algodlo, di-
gase: 1 1,2.
A) 3, em vez de 8 Q/o sobre a aguardento e
alsoe, digL,-s,: 4 o/i.
An 7 e.n vez do quo se 16, diga-se: 40 rs. pr
maeco de assuifir em fazenla nio fabricada na
provinmia; e supprima'n so as palavras : e em
barrier at6 o fim.-Aristarcho L pes.
N. 2I7. Asere-eate-se ao art. 2 59: 50 O,'o
umbra os estabeleeuaentos m. reantia que venderem
en abrirem-se nom domningos e diaas santificados
(nas lugares em que nao houv. r fairas), isentas
s easmas funorariis, padurias, pharmnacias, hope
bilhares, cafs, tabacarias e as vendas, estas at,
m -io di;m.-Amaral e Mell .
N. 218. Ao art. 20. Acereseente-se o 60: 200
neis por bIralho d ecartai d jog-Itr.-Amaral e
Me-.


liuiSTiA DlARIA


- Assemb at Proviaetlal. Func'onun
-1Z.*outen, s ,b a presidencia do Elm. Sr. Dr. Parlo
de Olivaira, teado comparecido 26 Sri. deputados.
74 Alida e approvas4 a aota da s ssAlo antace
dente, havendo orado os Wsr. Daoemrito Cavrdeag-
*, Loareuo de S1, Aristarao Ljpls, Di-ummoad
FPlho e Jo3o Augusto.
0 Sr. ts secretario procedea a leitura do me-
g uiinte axpe-iente:
"Urma peticg.i de Aniaia Augusta do Amaral,
&lamai-meatra titulada pelt Es'o.a Normal, re--
mqvwenea dern coutomplatel no quadro des pmefes-
Ztfffeativei-A' comminseo do instreegbo pa-
o0 Sr. lBur de o azareth, pela ordem, orou so-
If6 (watCii r it o ern rplhAo a am empregn-
S eztfa, rawuawdo- ths o8r. Me Aa-
3ip la4oabm o Sr. Estevlo de Oliveira.
;s Iit ds ormdel do dia.
wao peI bswa, a reqaerimstato 4d


Ut p- d~ u4op da mnt.

2a ---a.u
^^^*ffil~fto pT%^ow^


SNts de to

.' i ".


oemte ms. t ,a aV qua vtat an
qas4i. cowigaisis Mm-a oscnrq as
- et opw aa_ m4 .'iaO .,
- ae dus-pem *Jwpwad, den- ef t w.'ft-
alvitro, qua V. IL sugeret-.do "-"-
a d*s tJlijh* da '. "tw4ao-lsf i^ i ^" $ MAi-
i.ifO N do ,-Wid! O doe Vs .B i lreaatom-S ae ue M nand-tK
Ape. d do eM dini A A, nu do. ma
*tudaastWos i Iwits eree efru -- sarta. #%
pDoves R"eg .L4 wni6Mi
rkremmeaw. --8,r. dim-oetorimtenis. d. r..a
de de Dntito do Reeife t
17. )88* 9-2 diaratoria -M iaasierio doe .N
pai1 do Iaperio.-Rao-d. Jsea'1 8 do Janko td
L l05-'R olsvelvodo a. om slta fat.pot rV. BW ma
ffieio do 29 de abrl itmta ldesaro-lhe, pra e
fiS couvaiernte, qua o diploma, do basharml dot,
ter smigado polo late qua heaver preddido
timo eaaame da erie, pirmqusuto 6 mdiante oa, t
acto quo o xamando empfts a habiplitl
-oxigmid pea* obter aquele di oma. & Dan gu,
ea V. &.-Judo lorT.io Mira de Vscmal
* es.-Sr. director interino d Faculdade de direit
Sdo Recife.
a Impre. ia-Rea bemos uam folheto do 87Tpa
gina em franeez, tornmatoe de 8 om ote tituWo
D, la eoqSueotlo/e et do son traitemnt par la re
sorcane.
E' mais um livro de i medicine publiceado pado il-
iustrado Sr. Dr. Moneorvto, quo tanta proea j,
teorn dade do o talernto e notaveis eonhecimentoa
da siencia qua profess.
E am livro digno de leitura poles profissione
e nto prufissionaes, pais quo dA exoellente lit
a material deo qu e tracts.
Agradecemos o mimo do exemplar corn que noe
obsequiou o Sr. Dr. Moneorvo.
A d istcA (La Saison) Recebemos de
c6rte o n. 11. de 13 de corrente, do!sta excelleut,
revista de modas. Tra: folha de molded e figu
rino collorido.
Diar o dae NoNeilas-Com este titalo co
meou a ser poblicado na crt e um nova journal, c
dia 7 do corrente.
O seu programma 6i assim definido :
a 0 pro--amma do Dia rio de. ticis esta- re-
sumnid no seu a proprio titulo. A noticiaoseigra
prompts, minciosaa e mais qua tudo imparcial
vai ser o object de to de as attenoeos desta em
preza, qu ivemo sAlicitar benevoloe aclhimentoe .
confiada tiemo somenteo adproteiel e nofavor c I
public.1
a Reunindo os elentos mais paeulares de
dous jornaes tavoravelmente acolhidos dlurante an-
nos, mas que, talvez, nieo off reeiam sufficient ali
mentor As exigencias do leitor. eapera o Darilo de
Notiias merecer oainda mais favor do qua iahamn
a Fdolka Nova o e Brasil. Effetivamente so
aquella timbramva em apresentar eo mai adiantado
noticiario ; se este pnsuis iaforma-Aeo comment
cL.es das maas complctas; o DIario de N ticias,
juntaudo desdo jA a ess0 s cloanentos ontros mAo,
menos vai sos, e applicant do- se a ekplorar sem
paixAo ne mo parcialidads o campo illimitado dos
factor, deove merecer a acolhimento qu solicits e
o quo era dispesado aost dous ditios que resume.
0 Diaro de Notsins acol hera em suas co-
lumnas sob o titulo--Poleteoa-artigos doutrina-
rios e de polemica, de todas as parcialidades, nots
quaes sejan defendidos os principles politicos dis
partidos e elucidaidas as questfos quo se ligaw A
vida do paiz.
a Acitando, poram, tal encarg o reserva-se, a
redacto do D4ario de.o Noticias a mais absoluta
neutralidade.
Comprimentamos a nova folha flaminense.
Casa de coamissoes, em t antos -
0 Sr. Manoel F. de Araujo Viana, aecreditado
negociante paulista homem queo tern longas e pr-
veitosa pratica do negocio deo commisses e scaba
da abrir em Santos uiea casa dessa naturesa, sob
sun firm individual, doatinada A tranaicos 8s-
bre caf6 e olitroas gencros, que receb e do quo
disp5- por contain dos nteressados.
0 Sn. Vianna, ouj s honestidade o grande ea-
termnIos sdo abonados pot amios da S. Paulo
dirigioe iroularos aos negociantos dosta pa aya off-
roceado theses seas seorvios, e nms reoommondn-
mol- nos o xportaderes o importadones do Recite
comeocapa do Ihes satsfazeom toets as anoumben-
eias, sore isce o A centento de todos.
Eleieclo socletarta -- 0 Club Draruatico
Familiar proceden henterm cA oeisgo da nova di-
rectaeia, quo demo regel-o ed 20 somestro do eor-
me.te annoy, a equal fionu assim coenposta :
Diretor-Majoar Jes EliaEs do 0 ivoias.
Vico-direetor-sSebastiso Lope 3s Guimaenas.
Thesoureiro Jos6 Antonio Gongaires da RHo-
oh-a..
1" sretamrio-Caapit.to Ulysses Ponce do Loon.
20 seeretarioe -Victaliano 2tibeiodre doSosa.
Oradir--Dr. Juo Bastes de Mell Goiema.
Adjunteo do omidor-Aonaomioo Jobe Romneo da
Silva.


Jury dramatieo-Dr. Affonso Olindense Ribeiro
de Souza, acaiemico Alfredo Pinto Vieira de Mel-
lo, professor Augusto Mauricio Wanderley, Julio
Falcio e o acadenmico Joao Vicento da Silva
of sta.
Fiscalisacao de contas.-Dr. Manoel Clementine
de Barros Carneiro, tenente Antonio Joaqaim Ma-
cbado, Antonio Elisinrio do Couto Soares.
Os laraplom-A' estes astutos industriosos
nada escapa; tudo Ihes serve, corn tanto que te-
nha valor.
No d mnningo ultimo, entire 5 1/2 e 6 horas da ma-
nhi, foram elles .A estacao da rui da Aurora, na
f rro-via de Olinda, e, em quanto o diabo estrega
va um olho, furtaram o sofAo e duas cadciras da
mobilia, que guarnece alli a saleta de espera das
senh wras.
A obra fui feita corn limpeza, e ninguem os vie
cmn aceo, sem exclusioda policia local, a despeito
d L sus vigilancia.
Feala de manto Antonio.-No proximo
domingo, 21 do corronte, eclebra-se na igreja de
Nessa Senhora dos Afflictos, a fiesta de Santo An-
tonio, constando de miss soleomne A 7 bhoras da
mn-tuh. e ladainha is 7 horas da noite, precedida
de predict polo Rvd. Antonio de Mello e Alan-
querque.
Selt de Outubre. -Publicou-ue o n. 10 do
3 anno d'este periodic, orgeo da Assaociaqlo do.
Funeeionarios Provimciaes de Pernambuco. -
Ditrraeao Draatlea Famlllar.-
Anianhilt esta amsociaeAo solemnisa o 1 anniver-
s.mrio de sua crear o, dand um espoctaeulo no sen
theatre da roa do Hospido, com o drama do Sr.
Ribeiro da Silva-Cdra, a ftlha de Agzr, e o duetto
-0 meirinho ea pobre.
0 laEcentive., Depots de alguns mezes de
interrupAo, reapparoceu eoe periodieo qae so-pu-
blica n'esta cidade, e cnta de existencia 8 annos,
A cuntari da data d sean inicioe.
Fallecimeaue-- Por carts vinda do Amnti.
na provincia do Rio Grande do Norte, abe-se que
fallecera alli no dia 19 de maio ultimo, na sidade
de 60 annoa, o antigo egeiaate, tenmentse-eoael
Joito Maria Julio Ctmaivs, aarmal desta previn-
cia.
0 falleido .exeredeoera asi algus eargos do go-
verno e fra tambem deopulotade previneial,
A a morate foti efaftremaed Jameatads, pr
quatot homem .eeituade, ar' bas taeaW it-
de, p6de-w dithr fat e pal 6sa dvldeavar l'a-
qodtas loewidadedi tint, afpp'filtftt-u l AI
-ona, ewran to hoiuemp waheae ea e Ba iOe

toad. m.oa.a-o
doebr OWrasmi n ne la"

9j W eta I- iiif ij^ d A ^ ~ l R u


a,ebte en*Auw.i l -


was s-ff^^
ub6 'cwutwm^


*gm-:i- -SeS-A -1 Z am do. tsrde, w
'..s.m ,l -. ,do- momn Agtia- o dA
f or star o Ama na
f. 'Bia Mte~ft, 00 t D -wAw 4. Jog. -Aate-hontem A nmite o Sr
Dr. to d poicia i en ma. basc.i no pavimont.
. ..rW lp.itiio n. 9 to pst. do Carin) onde Joms
p JltSI BYartreo tow t s ethoiuimento de bebidam
L fDamwadias e appre w tma mea de cadrm
- ea gen8t. e fec ,d ni .ova eobeorts com b At
*. v, um od trous u tsrea da de oasso
- oito f a do de ai as moOs, pIorlo de fixas,
SaitM-altoe ob a os qses foram ream ettidoi
V. o~itr ftedlo do QO datttao kgards oivica
w so dep& ti4 i pabWi o ded imem deve reclaamr a
i- pou-Ietario.
,1Po *muanm Sr. D0 e ef de policia foi impost&
a. auna mat dd" 30 so a mamo Juvenal Barreto
e do d&a boa e diverti a cam.
a PAqaete. Taa~. S Ioje tocarai em Pr -
Snatabao, em viga'i pa EWropa.
b _ltletS -0- p4quee Giard levou para :
o0 Rio de Janeiro 80:0305090
e 0 pntq.-te Man M ofkuxe do sul para :
M na l Ma! niuh FinSa -.:0005(X)
0 vyap&- Naws, de Caxias trnuxe do isul
pra :
Seira arneir o & C. 2: :00500
Maia & Rezemnde i 1:208460
Maehado Lipes & C. 1:124;030
: J. F. 600A00G
Amorima Irmlos & C, 5215414
8oixas Irmios 3885503
D. A. Matbeus 320A')3
i Eagenbho cetraes-Das ultimos jor-
I naea recebidos do C4le, diz o Jornal do Comner-
d/o da corte, trausarrevemtas a aeguinte noticia que
I hes foi communicada pelo consul do Brasil, Dr.
0 Pires Garcia, relativ'amente ans a issos eng-tnhos
ceantraes ne intuito de restabeleeer a corrente du
S importaq.bo do assuc4r brasileiro naquella r-pu -
blca.
i 0 fibrico do aisniear d tc ena tern s9 desen-
S volvido cousideravelrhiientc no B.asil nestei ulti-
Smin)s annos e o govern-) deu vigoroso impulso a es-
ta util inluAtnrii, g.arkntinlo jurors de 7 O/o a os c
pitaesa nclla einprcgados Aetua!mente a inicia-
a tiva de homanns action c intlliffg-ntes dispensa
esta garautie, ar6 certo tempo benefiA e m asmo
uecessaria, mis quo,; gravaudo sobremoudo s co
fresh do Estad-, davalgimUn s veas lugar a ese-
culavAo.
0 Os engenhos centraes multiplic im se nas zo
nas favoravcis ;i cultural di prectosa graini a'a
Campos, Alagoas, Bahia, Pernambuco, Sergipe,
Setc., e njtavis aparfigeotnmxutoi t8 n silo iatro-
duzidos nos processes de fabricA. t). PJr tolas a
Spare tra-balhmim app trelih s d isa m us m ,dernoi,
cOmn os qnaes se obtain avultido readimneuto sacc-
earino.
a 0 aaucu,- sali, co.n)lotam nat ecryitaltsalo
di primtxirai ttrbi/i4, $, e p-.rc recfiialo. E'
a bastautc claro, e pSlj ser utilis.dj semr outra
) preptray9bo. OatrAs qtalilaloS, aias ou mrnos
.braocas ou escuaras, salo pr pnras para a refi a-
ao.
i Ga-5 tas euila lis empreg alos no s'u f(a-
k brico e A divi;ao do tr.balho qua evita ao agricul-
Stor grandes dispendis scou eustojas muchinas, o
assucar do'e.nna doi Brasil podera cm breve rivas-
lisalcom o de bcterraba nots mercadoa eu opeus e
concorrer vanutajosamente em qualidade e p.':co
corn as similasrea de outras procedoncias.
Sabemos que o COmsulado d) Brasil en VAipa-
raizt espera recebnr brevemonete diversas amos-
tras corn o fiu dt reconqiistar pars est impnr-
tanto prcducto brasilhiro o mercado do Chile. n
Estradar de ferro -L-aaos na citada f,-
ha: -
a A' vista da veirs;itililade da noss politics
nos ramos i:tis inportutintes da alministraA,, es
tamos quasi a acrezJitar q'ie o Brasil tern progro-
dido, nao gra.ias A ac.oo das seas governor, -mis
a despeito della A naturaeza 6 tao pujante, que
por mais q'ae os himRens puxcm para trii n)m vait
ella impelludo para diante.
a Aniamij cjnst Intemnate a saltar de um ex-
trem3 -atro. 0 ae estanm a sT:u lno-a *asrvtic
da immgara o, emn due do luxa insusteatavil de
dar passagom de umi asmentads a dezsnms dca mi-
lhares de emigrante a quantos se apresentassem,
passamos a nao a d r a nenhum, 6 o que pareoe
que vamos ver relativamento a eatrsadia de terror.
o D'ura p-othgalidade verdadeirarnente louca
na concession de gauantias de jurors a quaato pro-
jeoto se apresentava, fosse ou nio viavel por si
mesma, passamos ao quo vmii hoatem no Diario
Official.
O 0 engenhoiroeugusto Carlos da Silva Telles
es:udoa u tra-ido db uea linha ferrea dj p )rto
de Benevent ., no Espirito Santo, 6. eidade do San-
ta Luzia e n Minas, e podio autorisasco para or-
ganisar companhia qae realise esta empreza. Pe-
d'o isto o nada mait, nc'm garautia do juros, ner
iseam;o de direitqs 4e importacao do m-iterial, nemo
t.'rras public-a m srainees, apenas a estreita tira
pars leito da estrada. Em abono da seriedade
do p'ano depisita cqucao, q'ue perderA, me este nbo
f r execntado. -


SDo facto, por 4ecreto m 9,362 de 17 de janei-
ro deste aninot, a coapinhia goz iral d) seg.-tintes
favors: cessao grataita de terreuos devolatos
para o leito da estrcida e suas dependencias ; use
de maieiras existentes em terrenos devolutos pars
a construcyao; dre itodedeesapproprialo ; e pra-
ferencia, em igualdide de cireumstancias; pars Ia-
vra de minus e par acquisiqio de t rras devolu-
tas .a marten da e trada. A venda deatas terras
sarA feita pir lotes alteraados, do m:aniria q' e
um pcrtenqt A empreza e outro ao Estada, e polo
prego minitno da le, 8s a companhia os distribuir
a imnigrantes que impgtar e estabelecer, aos
quars, todavia, nito pidera revemael-os a press ) (x
cedentoe do que for mareado polo gov-rno. Para
os lotes nio oecup dos ate cinco annoi ap6s a
coaclusio das obras da estrada regular o preco
maximo da ilei.
Que custa istosao Ejado ? Algans pios des-
aproveitados em mn4tas inaceessiveis. Cornm a ven-
da dam teir s elle lacra, como s6 p6de lucrar corn
quantos beoefieios produzir a estrad .
a Pois %em, A a um & eatrd at netas co.igogea
que o g-ivern ae leamnbrou de import a reveramo
delay pan o Estadd aimto4o o sna mattril e ac-
eoamorias au cabo d 60 mans. Hivera capitilis-
tas quo t-anto cofilm ma aventarosa empreza que
ae jultuem megurosi do qas ella rndsa assis para
neate 1-ipsRO dJ temi pagamr s jurms e refaner o
capital ?
Ao governor jAm. no bastam estradas do ferro
que lh j nicuastam kim real de desembolso ; 6 pre-
ciao que elle posa ehamal-as a si de plena pro-
priedade dentro do um pras nanem a at6 agora fi
zado, neon ara aqueltas que mats earas kE4 eas-
tarn pela garantia de juros. Paum-se d'um em -
trewo a ojtreo. Na verdade, nao parsee e6rio.
Bom Cense bo. Escrevem-noaw em data
Je 31 de maiio uli=O:
ApO6s o appa cimento dam primeras chavas
surgio o esperado eranco do mai%, d que tem ai-
do do boa effeit l pra as eapoeiras du raeaa.
O genero i alenticiOS, por ;sema de pre-
go e tendemg a _es ser, deid a exii a eolheita
do anno puasado.
Ei o ps o dou prhigiM M a.rt4o: f(ri-
tha, de 800 a .15I ti ti- aa
d' 1 lt09 a 1^400 e ttilo II li41!/ n. "
Jsfeliimezam e aat oa einda a rogiptar ait-
tro irat.cid[o.
a Nods4 odmasWIlVb I
quina MAit dai* f -usd S u an

bImew elms thu a*la su no ao ass $4I-_.--
_6 Aa,, 6M o A to
..... .... 6. Anuoww..,_VwWi
par, -9
vaUvo,
'-'it4


*9l --~


1478 20:0035000
5012 10:0005000
6201 4:0001030
815 2:000,000
4411 2:000000
145 1:000000
162 1:0005a00
1939 1:0005000
1477 (Appr.) 1:0009000
1.479 -"ppr.) 1:0006000
2264 1:0004000
3692 1:0005 )00
rumiogs nD 590.0)0
162 752 2716 4131 5756 5011 (Ap?-.)
344 1731 3082 4858 6387 5113 (Apr.)
739 2700 4172 5311 6523
msmIos de 200000
10 285 466 434 510 551 909 1034 12t7
1657 1918 19"9 2133 2310 2327 2 05 3083 356J
3684 3783 4118 4802 4982 5017 5271 5387 6036
6303 6373 6688
Loteria da ei rte Eis os ns. mais pre-
mialos nia 2a part da 80 loteria (181 B, do fun-
do de emaneipagira, extrahida a 3 dejunho:
P taEIeUs D 30.0005000 A 1:0005000
6671 30:0005000
4605 10:(RKAW
1466 4:8
968 2:0030000
192 1:0050000
1366 1:001R000
46t5 1:00*0000
6868 1:0050000
6988 1:0050000
Prices DE 50050)3
133t 1t4I 1450 2541 3124 8563 5103 6223 6359
6578
PRaMMO DR 2005000
238 212- 610 1U32 1971 1991 2005 2650 8222
4303 4369 4717 4904 58 5954 6439 6755 688$
Eis os a a. maia pmiiados ma Il parts d
117 loterias (182 A) das tnta Casa, Expoasto e
Reolhimeota de orp exteaida em 6 de juanho:
Pmmxosa 9 30;000000 A 1:00010M
S859 MOODMX=00
83247 1lO'0005O0
4628 4000
2878 00 6
88 1:0
S195 1O0W30
184 1:O
23076 ilk, =
.6763 1:0005000
ter 9aWWM SW W
9198 2947 8800 8799 4W9 4786 5104 5391

0 8 il l 40040, 11
.." to na oo .w
MW9 l7UA S$. & 6636 O67fISK 6388SI
-. Xi^^t jMd k.' P teei: a : i...

Kihdt*MKfitf'Bk: th*iBt.n *-t
('-*-.'Si;^^ &t^f^^ w*'* *isr9


^ ^JNWW^jiMK6MUNa* SM Ol W <4,

ta 4. .l v'.IQ&td p da eadgi<
* -m P0 h paur m t ra te iceid o a hir
: wl qd W. 8,asGame S%-m a povo, 6
assu i eaeonus"Ad o eek
n pral d'essa hmrgd e 6 lbdmeja.-
a EstA deo pida par4 et* capitaLo, mabio o
STIrtuso Fr. VfisOaaeio Miria Frra, qie aqaui
Vio i patmeio.- "
SF.oi maresIa pat o d a 9 do mno svi ro a
. reunilo da 2 aosslodo jury dasu anno.
a As decieles d'eIla muito ioteresaam A ordem
6 public, pr termm de respander n'Weassa oe.asio
a important -crialmoen, como sejmn hfarn Ole.
Smenats da Richiiqum no din 3 do m .ro de 1881,
a -depia do ter roaWado o marido a Uruoanlia,. mhlbar
Sde Jos6 Leite, eoh de 7 tilho, tirou Ih j traigaei-
a te covardemuajate a esistencii; o os autores das
9 heeatoimnbes de Timbafhba e Baixa do Jauiathol.
L Muito conflanis na indpendeueia e int gri-
a dade dos senholm jaurado, e que ra sa deixarlo
levar por usaggo./s pmrtilantas, coucorr-nlo corn
So seau vot 3 iara a absolvigtco d'esses criminosos,
qae Ai bern do s m'g e m iralidade publiea, iamail
deooam piar o torrio que e vio a ascter, e que foi
teatminunha dos &sua ptandaloa. ws
Contumae esmelesxe.- 0 prim-iro nome
qyo ua moaino chiaes resebe no momente em que
m e Ihe rapa'a c qunatro seman as depois d-' feu
muasciamonto, 6 t lrado noms de leite. N.lo A
I muita veaes anm nmnero de ordem, como-
I A-yaa A 9am, Aaun que ezprimeanm o numn rus 1,
2 e 3. Eloe o tra at t a oeeasio em quo entra na
a eseola e onde, depeb toms urn moutro, emn refereceia
I as qualidades mtellectuaes que se Ihe supple ou
I q w. T lhe do*- I per exemrnpl) : M rite nascen-
Ste, a a EscriptiaPliegiute, s AAziton, quo vai
I a iadureeei, a Tints perfeitA, a etc.
SQ anto ao noei de familiar, elle se annuneia
i sanmpre antes do proonme.
As raparigis nao teem sen1ao arm nome de lei -
te a corn Plor, Pcqtewna Irmi, Pedr & prec oaa,
quo ellas madami quando so casan, usaand., de umn
subrenome tal con) F/lr de aasmin, Lta argen
tada, Perfume suave, etc. Mas fallando-se d'ellas
me as designam deadt enti) pelo n.mie de familiar
de son mari'o, seg ido de sou nine de fanilia
p'opria, coino sc di centre u6s : seahnora X...
n iscida Z...
Pur sua vez o mesmo marido toma no acti, do
sou caamento um nome, quse serve seomnpre pars
d-signml-o, a muiuoi quie assumindo un emprego
public .;, rle n-lau tom, num quarto. Emil n, se elle6
n-gw iantc, adopt, as vezes, umn quinto on o
nome de commercio a em todo ceai, ello recebe um
ultimo na oecasiao da morte.
Accrcscentamos qne o ehefe dos Pavi!hoes-No-
gois, Liu-Vinh-Phux, 6 commumoate chamado o
velto P/aca polos soldad-)s franeezes, e o velho
lo.fuqne nos arrabaldes de Paris. ondc loufoque
quer dizer rolo.
Liell ies-Effectuar-se-.o :
Hoja:
Peb) ajeate 0ilto, As II hnraq, & rut do Ro
&ario di Bia-Vista u. 53, de piano c m ,meis.
1'elo agente Pestana, As 11 horas, A rua do
Rai1igel n. 10, de moveis lou;as, vidrsa c passaros.
AinanhI :
Pdo agent Pestana, As I1 i horas, no pteo d.
M-rado u. 33, do h-otel ahi sito.
o'do agent Pinto, Aa 11 h.iras, na rua do R.-
sa io da Boa-Vista, do m-veis.
Sexta-tfeirit :
Pelo agent Pinto, ais 10 1/2 horas, na traves-
sa d.) Qianimadj n. 9, do mveis, lou9its, vidros,
olectro-plate, miudezas, etc., etc.
elo agente Guinio,-As 11 horas, na rua do
Comninercio i. 2, do hototel U yerso.
Mismasa funmebre o celebra !as:
-- Amainhi :
A's 8 hars, Uas igrej-, -izo, peor alma do
comene lador Elias Biap Silva ; is 8 ho-
ras, na mi-ttriz da Bm--Vis-jralmt do D. Ms-
ria da Coanceiao Albuquerq4l, -gueira.
Siexta-feira :
A's 8 horas, na matriz da B a- V.sta, par alma
d.i D. Candida Rosa de Al muquerque Nascimento.
SLbbatdo
A's 7 1/2' horAs, em S. Francisco, por alm-i d
D. Rita Framcisca da Costa Palhares; As 7 horas,
na mttriz da Ba-Vista, por alma de J'46 Bez -rra
Cavalcante; As 7,horts, na igreja da Santa Crti,
por al'na do Sabin 0. Rodrigues Sette. As 8 ha-
ris, nmat l';.4-iSato Antonio, por alma de D.
Paula Jeaqfqia catrea e 4eAlbnquerqco.
Inatltuto Iitterarlo Olindenase -
H.)j-j as 6 horns da tarde, e no logir do costume,
havera session do conselho direeor.
ILoteria da provlncla.-Qainta-feira 18
do conrents, se extrahirA a loteria n. 131, em be-
ncficio da igreja de Apipucos no Po2q da Pa-
nella.
No consistorio da igreja de Nossa Sonhora da
Oonceigoi dos Militarts, se acharno expoatas as
tunas e as espheras arrumadas em ordem nume-
rica a apreciaco do public.
Loterla da provelaeia do Bio de Ja-
neiro -EiL os 05numcos mrnis premiados na 2a
purte da 1LSa oteria (355 B) das matrizes e al-
faiass extrahida a 30 de made :
ra osilog DE 20:0005033 A 1:000C5000


o Jabeytev, do nOnOlima A loterib
* 18.31" eerie A, norrt, nuapwitreeoense huje 1i
k dc jauho.
L Bidhete. a winda ns Casa Pi da praep ca In.
n depeaeia nft 37 ,9'.
Tambeaiacharae& veadh m Cair di Fortunu
e a Pnmei t de M:-nroo .
i us erft 0 GdrA Pft -A 4 parts di
4' loterI sea exhtnshida dia 18 de junho; oabi
* Ibeta aebam-se A ends ua Uaia Feliz, Prags
da Independemcia ns. a e 39.
n Taibbem sejbauin A vends maI as-a da Fortu-
Sal a ius Piaeiro de Marbo n. 23.
Uereado de b. d1s--O miovimento do dia
, 15, fui o seguite :
S Piratm retsalh idos 41 boi corn 5,197 kilos, que
toranm vendidos de 40), 320 e 240 raia, do aint a
6 0A 6iis, do eareiro de 1. a 800 reis, farinha de
80) a 480 r6ia, milo de 48C a 4r 0 r6ia, feijil de
t ltrlrD a 610 rais.
Poram arrecadadas no. diversos compartimen-
toe a q'aatia do 1785160.
Ualasdouro publlio.-Foram abatidas no
matadouro publico da Cubinga para o conaumo
SIo di& 17 de junhi 70 ruzea..
Caca de IesemcA&"-Movimento doe pre-
1o, mo dia 15 de junhi :
rEzitiam pros 2Jo0, entraram 3, aahiram 4,
oziitem 289.
A saber:
Nacionae. 262, mulheres 8, eaitrangeii 12.
eeravos sentenciados e processados 3, ditos de
eorrecWio 4. -Total 289.
Arraqoiaoa 289, sendo : bons 265, doentes 15.
-Total 280.
Mooimiento dia enfrmaria :
riveram baixi :
Jodo Jeronymo Lopes da Sila.p
Jose Antonio dos Santos.
Tore alta:
.Uanoel Ilaptista d 3s Saut.bs.
Fallecou :
Manoel Jou Olympio Baiptista.
Cemmterio Pra liuco-Obituario do dii 12
Sdoe junho :
Maria Espindula da Costa Pinto, Pcrnaombieo,
28 annos, ciada, Atogados ; septicemia.
Maria, Pornambuco, 1 mez, S. J6s6 ; interitr.
I.i:tibol Pores Carneiro Monterao. Pernambuco,
45 ann')s, easada, Po<,) ; tubercnlos pulmonawes.
Jao, P.rnimbuco, 4 mcz s, Boa.Vista ; into-
rite,
Franciseo, Pcrnamblro, 1 anno, Recite; den-
tiqilo.
Autonio Francisco Pereira do Araujo, Pernami-
buco, solteiro, B i-Viatai ; traumnatism.
B rnardini 2Ferr8ira dlos Snmtos, Perna mbuc,,
55 annos, soltetra, Recite ; syparmania.
Frauecico Antonio de Liona, Pernambuco, 45
annos, eagad i, SadAnto Antonio ; beriberi.
laria, Peruambuco, 13 dias, Recite ; gastro
idterite.
Jo:aiina, Pernambuco, 16 dins, Recfe ; gastro
interite.
Aunna Francisca da Conemvao, 51 annos, casa
,In, 8. Jote.
Frh.neisco X ieer, ou M'iocl Felix, Parahyba,
31 annos, casado, Santo Antonio ; beriberi.
4 pela caridade.
Din 13 -
Manoel, Pernambuco, 15 dmzas, Boa-Vista ; con-
\ utsues.
RHul, Pernambu:.o, 24 dias, S Jose ; bronchite
capillar.
Agostinho, Pernambuco, 30 annos, viu;o, Boa-
Vista ; syphilis tubereulosi.
Luiza, Pernamibuco, 6 mezs, Boa-Vista.
Maria do Carmo Lumacki, Pernambuco, 72 an.
no3, solteira, Santo Autonio ; tuberculose.
Francisco Bispo dc Salleas Feitosa, Pernam-
buco, 30 annos, solteiro, Santo Antonio ; beriberi.
Maria Carlota de Morats, Pernambuco, 8i an-
nos, vwuva, Santo Antonio; catarrho senii.
Manoel, Pernambuco, 8 mezes, S. Jose ; entero
olite.
Candida Rosa de A. Naseimento, Pernambuco,
40 annos, solteira, Boa.Vista ; fibronno uterino.
Josepha, Pernambuco, 1 anno, Recite ; bron-
cehite.
Manoel Facundo de Briato, Pernambuco, 2 an-
nos, solteiro, Recite ; beriberi.
3 pela caridade.
14-
JAnne,, Baptists Gnaihor,5lna dos-Santos, Per-
namnbuco, 41 annos, viuva, S. Joss; sao eardia-I
ca.
Justina Maria daCosta, Pernambuco, 28 nnnos,
solteira, Bi-Visia ; tuberculos pulmonares.
Maria, Pernambuco, 16 annos, solteira, Boa-j
Vista; tuberculos pulmonares.
Joao Francisco da Silva, Pernambuco, 29 an-
nos, casada, Boa-Vista; tuberculos pulmonares
Antonio Ramino de Limal, Parahyba, 44 annos,
bolteiro, Boa-Vista; tuberculos pulmonares.
Pedro Josi de Sant'Anna, Pernambuca, 61 an-
nos, viuvo, Ban-Visra; anemia cerebral.
Ildefonso, Pernambuco, 5 mezes, Boa-Vista;
convulsSes.


Man el Ferreira de Arauj,. R-lator o Sr. desem-
bargador Pires Ferrdira.-Mandou-se a novojt
my, ioanimemente,


PASSAGENS
Do Sr. consElieiro Freitas Henriques ao Sr.
conselheiro Queiroz B-irros :
Appeilaqivo crime
D.!Flores--Appellante Jos6 Pereira do Naeci-
manto, appaelada a j'istiy:t.
0 Sr. conselheiro Arauiijo Jorge como procura-
dor da cor6a e prmn)tjr di justciqa deu parecer
,sos oegamintes feitos :
Appell'q.lo civel
Do lieeif.--Apelintau' l'aulo Jo;u Alves, tutor
de Candido e 1frmiamia, appellado L migero de
8 silles Oliveira.
Appellaqao cominerrial
D) Rwifce-Appellantoe Herm Pcterson & C.,
np,)-l!dos Juliana Alexanderson e outros.
Appellaques crimes
D) Pianc-=-Appellaate Francisco Correias Ra-
mus, appellada a justia.
D. Assemnbl6i-Appellaute Manoel Correin da
Silva, :appcllad.i a jastiia..
DJ Sr. deseimhbargaador Pires Fvrr-ira ao Sr.
deseinembargador Monteiro de Andrade :
Embargo iutringentes
Dv Palmnares Emnbargante Sa:ustiano Lisbino
Ciall.Ldo, tmbargado o major Liurentino Jose de
31Miranda.
Do'Sr. despmbirgador Monteiro de Andrade ao
Sr. desembargador Pires Gonqalves :
Do Cabo-Appellantc Jus6 Firmiua Pereira Lo-
pes, appella.da a jutiga.
DILIGENCIAS
MSuduit-se dir vista as parties mai seguintes
Appellat'es civeis
D-e Jaboat;lo--Appcllante Joaquim Pereira Bor-
ges, appellado Manoel Martins Lmtento.
Do Recife-Appzllante Manoel Ferreira Bar-
thliolo, appellado o coinmendador Jobo Pinto de
L I-uim s.
DISTRIBUIL0ES
Recursos eleit racs
D_ Souza-RHecorrente Juaquim Pinto da Ciu-
nha Souto Maior, recorrido Francisco Soares de
Si,
D.- Penedo -R.'crroate Dr. Theophilo Fernan-
des dos Santa.s, reeorrido Antonio dos Santos Ge-
rinmo.
Ao Sr. conselheiro Queiroz Burros :
De Souza=-tRecorrento Ildefoaso de Brito Cu-
nha Sauto Maior, recurrido Luiz de Abreu Snr-
mnento.
Do Souza Reeorrente Ildefonso de Brito Ga-
nha Sjuto Maior, recorrido Jobo Antunes do Oli-
veira.
A) Sr. desembargador Btirrqie Lima :
Dc Souza-Reeorrente 11 ietoi)ns de Brito CGu-
nha Souto Maior, recorrido Jos6 J oaquim de Sou-
za Pimentel.
De Souza-Reeorrente Iliefonso de Brito Cun-
nliha Souto Maior, recorrido Joao Theodmrico de
Oliveira.
Ao Sr. desembargador Toscano Barreto :
Do Sonza-Recorrente Iidefons ie Brito Cu-
nha Souto Maior, recorrido Jos96 Gmes da Silva.
1) Souza Reeorrente Ildefonso de Brito Ca-
nlia Souto almor, rc,...-u Antonio Franciacole
Aragto. "
Ao Sr. -desemubargador Oliveira Macel b
De Souza-Reeorrente Joaquim Pinto da Cunhb
Souto Maior, recorrido Salustiano Soares da Sit-
veirSa.
Ao Sr. desembargador Pires Frreira :
De Penedo-Recorrente Dr. Theophilo Ferman-
des dos Santos, recorrido Emygdio Scares de Al-
buquerque. -
Ao Sr. desembargador Monteiro de Andirade :
Do Souza-R.ecorrente Ildefouzo de Brito CO-i
nha Souto Maior, reeorrido Manoel Pereira d[
Alencar.
Ao Sr. desembargador Pires Gonualves :
De Souza-Reeorrente Ildefonso de Brute Cu-
nha Souto Naiuor, recorrido Aderico Gomea da
Silva.
Ao Sr. desembargador Alves Ribeiro :
De Penedo-Recorrente D.'. Theophilo Fernan-
des dos Santos, recorrido Jose Francisco d, Souza. -
Ao Sr. conselheiro Freitas Htnriques :
De Penedo Recorrente Dr. Theophilo Fernam-
des do 3 Santos, reeorrido Cornelio Cypriano Braga.
Aggravos de petigao
Ao Sr. desembargador Buarque Lima:
Do Recife Aggravantes Tavares de Melio
Genro & C., aggravado Henrique Ferreira Pontes.
Ao Sr. desembargador Toscano Barreto :
L~o Recife-Aggravante a companhia Amphi-
trita, aggravados Moreira Irm-bo a C.
ELeerrou se a sessio as 2 horas da tarde


PUBLIoCAOES A PEDIDO

Heora a Nabuco!


Da Gazeta de Noticias da t6rte, de 9 do corren-
te, transcrovemos o seguinte :
0 Dr. Joaquim Nabuco recebeu honetee do
Pernambuco os seguntes telegrammas do ctm- -
primentos, pelo triumph que alcauoa a smat u t-
didatura : .
a A commissao central emaemipidora dA-the _"s
rabens pelo brilhante triumpbo n 5 district fl-a -- I
Mattos. ; it r
u A Nova Emancipadora saiiia o glorioe TcO-
te do aboliciouisnmo, eleito iivremento dep c
pelo 56 distnrcto.
a 0 Club Ferreira Franca felicita-o pela victo-
ria abolicinista de hontem.-Bittemncort
a Abragamos o ehefe abolicionista.-Sonwa Pin-
to.-O--sta Ribeiro.-Jolo Tcixesn.
,, Parabens. Pedimos lhe que embarque ama-
uho, para vir rcccber o diploma. Responds. -
Ave Libertas.
a Parabensa pela brilhante victoria. Antoni.e
Marques.- Amorimn. -Maunoel J is6 Silva Gui.ma
ries.- Amorim Junior. -Arthur Augusto d'da-rIn
melds. ..
I Patrabens.-Argemir' Alberto de Almeida. k -
SFelieitamos frenetioamente. Buarro Henri- .
que.-T.to Fernamdes. $4 .
A familiar Barros Sobrinho o saidas e o abra-s-
eA pela nova victoria. Salve. '4
a Parabens.-Jilio Irmbos. r ?
Parabens.-VemcioSilrve .- '1-
1sk ria ea todas a sd 110 veto.. *t
Parabeos.-LeoardR Bli
Parabea--Pedro .
0 distrieto rural MsM
capital. Parawun%, I M '
Car-eiro.
Parda-mil
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Aecito o zmatimoel~~
&ife Ve-ala.PW
dbtriet& -Poula..


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4' 'Mqitioi., recorrido^ ^^ I^ I
A :. Rhtor o Sr.
Gu 8es.-Xdo se toamu sepimeeautto J
oe'vote dos rsm. casmelherro Q:wirq B ,i.,
deaexbsrgador To-cano Barveto. "
U Dea.-uaReeorrewte Ilepaso de Brito
Santoi aibor, recorrado Jos&6 Gones..
RbLntovu.,r. desembarg idoCr PFres d a i
Niao ase tmo coulhacimneata contra t- v6to :tJ
Srs. coaselheiro Qteiroz BUirro# deinemasm
ToseaaI Bamreto. "
De Pcd-m-aCde orrents r. Theophilo
des do- Santos, recorridtrz Joasl ae
iati.r o Sr. deaembargade"r Ahes Ribeiro.-
seo provimaeto, unanimemente. w na
De Pemedo Rceorrente Dr. Theophilo P" ni's
des do* Sui4t)a, recorrido Manoes "t il .
8antos. Re/,lator o. Sr. dweezabagdorS o
de Audrade.-Den s.- provimenth, uganuBaunt
DW Peaedo--Ree)rreuto Dr. Theopbilo Feraa-
des dos SAntos, recorrd.b Guilberme Daqte d&e. t
$:antarezm. lRelator o Sr. dcaembargadur Tosca-
n Barreto.-'Joavcrteu-se o julgamento em dili-
gencia. 0 .
Denuncia
D. promotorpublico da comnarca ad. Campina ..
Grande coLtra o Dr. jutz de direito da mesm C- C3-
inarea Antonio ila Triundado Antunea MHira H.a-.
riques. Relator o Sr. conselbeiro Frettaa sIiuri-
ques. Adjuatos os Sre. desembargadores Pireas
oncalves e Tuscano Barret).-Nio 3s tomoU co-
uhecimento, unauimnemente.
Appellagao crime
D.- Cimbres Appellantoe o uizo. anoellado


Felisberta, Pernambuco, 7 dinas, Boa-Vista; te-
tano dos recem-nascidos.
Adelaide, Pernambuco, 13 mezes, Santo Ante -
nio; convulses.
Jos6 Ferzeira Marques, Pernambuco, 36 anns,
easado, Boa-Vista; beriberi.
Lina Maria Pereira da Silva, Pernambre ', 44
annos, casada, S. Jose; tisica pulmonar.
Jobo Manoel Francisco, Pernambuco, 36 annos,
solteiro, Boa-Vista; hydropesia.
Maria, Pernambuco, 40j dias, S. Jos6 ; gastro
enterito.
Rita Frsncisca:da Costa Palbares, Pernambu-
co, 61 annos, viuva, Boa-Vista; leabo curdiaca.
Anrtonio, Pernambuco, 2 dias, Boa-Vista; con-
vulsSes.
Uma crianea do sexo masculine, Bo3-Vista;
nasceu morta.
10 pela caridade.



CHRONIC JUDICIARIA

Tribunal da Rtelaaio
SESSA)O ORDINARIA EM 16 DE JUNO0
DE 1885
PRESIDENCIA DO EXM. SR. QONSELHEIRO
S QUINTINO DE MIRANDA
Secretario Dr. Virgillo Coelho
As horas do costume, presents os Srs. desem-
bargadores em numero leg:l, foi aberta a sessao,
depois de lids e approvada a acta da iantecedcnte.
Distribuidos e pasasidos os feitos deram se os
seguintes
JULGAMENTOS
Habeas corpus
Paciento :
Ignaeio do AXrruda Beltrio, Joaquim Domingos
da bilia e Jolo Baptista da Silva.-Concedeu-ase
a ordem, unanimemente, para se mandar ouvir os
juizes de diveito e municipal da comarca de Pao
d'Alho.a
Joaquim lIarinho Boiges.-Negou-sa a ordem
de solmua, uaamimemente, por star pronunciado.
Recursos eleitoraes
De Souza-Recorrente Ildefonso de Brito Cu
nha Stato Major, recorrido Antonio de Aqnino
Oliveira. Relator o Sr. onaelbeiro Queiroz Barros.
-Nio so tomoa coahecimento, contra os voto, do
relater edo Sr. deeambarador Toacano Bkrrcto.
De Soaaa--oIldefoo de Brito Cu
fa Souto Maior,' reeorido Get vasio Pereira da
Wiva. Relator o Sr. daewmbm gador Pirea Per.
mxw a-No me bed fm ho ,90ptm a tvo-
to dos e Jrair ea flrros e demm-
&oq S ON w Pinto da Cu.
nba Boato Maor, reeido A o t a de Soarsd A.
etew o Sr. Aoesmrgador ires Ferreira.-
-- -M e iato, coumta on votes dps
Quel. Bmros e doe.mbargador

SJoaq"M Pint da Cu.
neadItido J6iM Autonio IO-
jnl^|(|^^ tWw' o Sr. deGmbapmdor
^bkille de~)^^"Some eaBwfieoun-
....... ..k^ :Alk-f^ J^ o^ i^^~c li* ^ <* -
gk(P l-v .-;y.vwwsBf feo


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Vlut .IMO-s a mes e -gre-

P' estms i s sartig, anterior dar a'esto a re-
4480& filtfew. no valor do, aetiv% quo suteades.o.
Sr. ti.;rgeu, idaigo das eoias fictcliaa, s devam
apruentar do momd tal, que Mno deb prejuimi, no
dl supo do resolver-se urna liquidaqbo.
S Eil-a: ahi vai tal qs l se 16 no aeu r. latorio,
k prsentado a assemble gsaral dos accionistasa em
15 de fevereiro de 1866.
aebmelona valor doe vapors 108:3954084
Idem de proprioa divorsos 8-':689&A50
Idem de bareaca 17:7751170
Idem de mov-is 8975987
Idem de pranchas 4338775
SSom.na 208:191,316
S e o deterioramento, segundo o art.
39 dos estatutos, 10 /o 30:1364701
S Fundo de reserva sobre 62:OL9A210
lucro liquid, segundo o art. 31 dos
estatutos 3:1034000
DiviJen-io A razilo de 10500 por
acqAo (cram entAo de 1003030) 51:3605000
JA v6 o actual Sr. gerente, quo er urn bonito
resultado d, trabalh) do nosso amigi, feito sem
bulbs, nem altrma, ser elegies a sua propria pea-
seoa, e, o que 6 mais, sem a vil e baixa iutWia, que,
depois de certa epocha sc plantou e creou raizes na
companhia, onde toi jA o model da ordem e da
discipline !
Ahi cstilo os relatorios do Sr. Borges, ellcs bem
comprovam as nossas asscrqrL's.
Note mais S. S. que n'aquella epocha os vapores
con que se trabalhava Jayuaribe, MAfamangquape,
Persinunga e Parahyba cstavam seguros em Ingla-
terra, segundo o mesmo relatorio.
Note ainda que se fizeram as 51 viagens do con-
tricto e mais 9 extraordinarias, apczrtr da igno
rancia do uosso amigo, comparada a s4iencia uni.
versal cm que abunda o Sr. gerente.
Comprehcnde. se disso q'e o Sr. Borges naio pode
cancordar, attention o seu antigo modeo de pensar,
coa a reiduclo de 10 para 5 %/ no deterioramentc
do material, pedida e recommendada, quando elle,
come gerente, nalo content em dar cxecugio a e.se
preceito dos estatutos, p dio e obteve da assem-
bla geroel dos accimnistas autorisac.o para collo-
c:.r os valorcs no seu vcrdadeiro ec justo limited.
Nada do filigranas ou appirnueias engana-
doras.
Em um dos artigos de S. S. cremes have lido a
denominilao de perseguidor,,, dada-gratuita-
inente-ao nosso amigo, o ex-director, Sr. Borges.
Quizeramos que o Sr. lClemente deelinasse uin so
nome-um s6--dos perseguidos pelo noesse amigo.
Muito conhecido entire n6s, j ox director goza, co
mo sempre gozou, da m'ioir istimi de todos, desde
a classes mais elevada A minenos abastada.
86 umsa eousa elle nuuca soube -, Ifoi arnar po-
pularidaide pnr mcio de cones ,es, que redundam
S* cm prejuizo de terceiros
1 Longe disso, o Sr. Borges soube sempre arrostar
as iras, que de moment se leraitarm, quando se
dio interesses contrariados, mas que facilmente
se acalmam, quando do mesmo modo Ihe suecede
a razlo e reconhece a justiiqa igual para todos.
Nio respjndemos As arrieradas de voz patibu-
lar ,, de reticencias, do parenthesis, de admiral
ves e griphos de que o Sr. Clemente Lima re-
cheiou a sua palhacada.
0 thermometro que mele a differenqa entire a
gerencia do Sr. Clement" Lima c a do Sr. Borges,
e o prega per que estavam as acqves, que quando
elle se retirnou da gerencia estavm ano par, e o
porque estio hoje, que nao tern cotaqio, que nin-
guem as quer.
0o proprio Sr. Cleniente Lims neo confia na sua
..,. sabia direccio, porque nio tivesos ainda o gosto
de ver nos seus relatorios o sou nome como ac-
cioesta.
Ate nisto suas ideas ao contrarias as do noiso
amigo, que, compraido, dcsdet os primeiros dias
de sua administra<;ito, as acees que se lae oeffere-
ciam, acreditou aiuda per esta fdrma a sua direc-
cao.
N6s tamb".' *... uo nusero dos que nao so
.,useurvaram as que tinham, come comprArmoe an
que podemos, auterindo nellas um bonito lucre,
porque-- cnidadosamente dispozemos d'ellas,
lo o ap6s a retirada do Sr. Borgos da gerencia,
^. ~~ --~tv9 polo facto do nale quoerer atunar dirocto-
" Aassignavam per prrocuraqo, pur ter se
I di vez para f6ra do imperio, o que asom-
^"'. j a sua gorencia e sempre npprovou e re1o-
, seen os seus esforeos durantc 1"2 ou 13 annos.
I' O I o Sr. gerente para o souerbo edificio em
* que faneciona a Companhia, corn sun officina e 12


COIIERCIO
Molsa commercial de Pernam-
buco
Recife, 16 de junho de 1885
As trees horas datarde
Cotaoes offi'aea
Cambio sobre Londreas, 90 di'v. 17 7/8 d. por 1;,
do banco.
A. Leonardo Rodrigues,
President.
M. J. da Motta,
Secretaries.

RENDIMIENTOS PUBLICOS
Mcz de junho de 1885


ALrAfDZGA-De 1 a 15
Idem do 16


KBcnsnDORIA-Do 1 a 15
Idem do 16


CoauADao rpnovcsr. -De 1 a 15
Idem do 16


Rm idoan dAo--De I a 15
Idem de 16


313:4851822
69.146S611
412:6325433
21:9471261
3:753123
25:7005384
108:226A864
7:038A525
115:2651389

2 6515018
7295653
3:3805741


DESPACHOS DE-IMPORTAQAO
Lfgar norueguense Salcka, entrado de
w de New-Castle cm 15 do corrente e con-
S ignado & Comapanhia do Beberibe, mani-
' fstoa:
-. -Canos de forro 1,598 tonoladas A mes-
NLi
4j -,*^^^
I Lgar hlez Antagonista, entrado de
S. Sevaes., na mesma data, e consignado a
.. Wilson Soft C., manifostou :
C arvho do pedra 1,035 aos mesmos.
r, ontrsd., do Rio


Aae 1a,
p! 4S I N:.
.J. do Catro
JW d


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so e"%ftduo



08i0M leewrme muam-
VWs ouvirsis comn 4. Ouvidw s ,0O en-
tendereis: e vereis coW" '*dC o 6t, e 6 '
rWe*. Porqu. o o-Orse ihate pavo so
fer psad. 6 e o aa pmvidosa iaeram
tardos, o elles feeharam es seas olhos:
para nLo suooeder ,qno vejam eorn os olhos,
e ougaa comrn s oavidos, entendam no-co-
raglo e se convertam, e eu osa sre. S.
M. c. 13. Se cate grade sltmatiwf do
seculo XIX. Victor Hap, UX1 esti in-
chlide nests numero wjtlo nad& q entdo.
Nada tenho que ver con Os juisis dos ho-
mens, pois condemnam e que justificam e
justificamn o que condemnam, e eam certoe
eases tornam-se uas louvaminhas como al-
guem Ihe chamou no parlamonto do Rio
de Janeiro.
Nao posso deitar flores a quemr nie acre-
ditou na divindado de Christo, na sua re-
velaglo, na sua igreja e rejcitain oi seus
suffragios, o que julgo um grande cscan-
dalo I Em sua more, por6m, quiz pare-
cer humilde escolhendo o feretro dos po-
bres para o conduzir a sun ultima morada.
Entrotanto viveu no meio dos grande e
dos faustos ; e os lovaminhas querem-o en-
deosar o human mestro, quando ell e pro-
prio nao quiz ondeosar o Divine Mestre.
Pedio uma preue quando nao queria acre-
ditar em orag5es, porque lenio-se n'uma
das 'paginas do seu romance Os Misera-
veis, pouco mais ou menos dizia : para
que serve mecher os beiges o que se ha de
fallar, mas siaim que s6 contemplo quaiquer
ponto da natureza, eis a oraglo. Phanta
siava tambom dous Dauses, urn no c6o, o
outro na terra, o primeiro o infinite pro-
priamente dito do c6, o segundo a nossa
alma porque tambem 6 infinita, nao sei
come nalo formanuu un outro Deus nos irra-
cionaes que me parece caminhbio mais re-
gulares que os horens. Os hIomens pe5a
cm coroas de flores quem pratica escan-
dale, e estareo semipre corando do e espi-
nhos ao nosso Redemptor. JA faz alguos
annos quo se instituio uema sociedade de
homens sabios que derain a honra a Vic-
tor Hugo do a presidir.
N'am dia de assembl6a, um dos sabios
pedio a palavra, fallou, fallou, e saeio-se
corn esta, que era precise um Christo novo,
porque Christo ji estava velho, e quem
julgava que o fosse era Garibaldi. Aqui
assenta bemrn A tal gargalhada I
Este case toern algumra semelhan9a corn
um dos sonetos de Camres, que diz : o
homem quiz comer o porno que Ihe estava
vodado, part ter o ser de Deus.
0 home quiz fazer-se Deus, e Deus
fez-se home. Ah!
Grand CamOes tu foster o verdadeiro
home immortal!
Trabalhaste muito, foets poeta e tam-
bern guerreiro1 nunca possuiste fortune
nem mesmo 0os amores tiveste conforto,
leal, sincere, virtuoso, nunca dutsaepowasto,
tiveste profunda ea-"aga na igreja de Chris-
to e ua trindade de Deus, e censurastes
muito os soberbos.
Epam inondas.


Aifandega
Em vista das habilitagZes codhecidas do
Sr. Cicero B. de Mello, 6 clare o e evidence,
que, quem responded per si 6 seu patrono,
Vapor national Mandos, entrado dos por-
tos do sAl, em 16 do corrente, e consigna-
do a Bornardino Pontual, manifesto :
Carga do Rio de Janeiro
Brou 20 barricas a Paiva V.lente & C.
Caf6 224 sacecos a Joaquim F. de Car-'
valho & C., 160 a Paiva Valente & C,,
110 a Augusto Figueiredo & C., 118 a
Pereira de Carvalho & C., 100 a Domin-
gos Oruz & C., 67 a Baltar, Oliveira &
C., 100 a Manoel Tavares da Costa Ri-
beiro, 50 a Antonio Jos6 Scares d& C., 35
a Araujo Castro d& C., 25 a Urbano Jos6
de Souza.
Chap6os 1 caixa a Augusto Fernandes
& C., I a JoAo Christiani & C., 1 I Cra-
mer Frey & C.
Fume 44 volumes a Maia & Resende,
20 a Antonio Pereira da Cunha, 14 a So-
dr6 da Motta & FilMho, 2 a Gome & Pe-
reira.
Materiaes para estrada de ferro 56 vo-
lumes a ordem. Mereadoris diversas 11
volumes A Capitania do Porto, 2 A Presi-
dencia, 3 A Repartigio do Telegrapho.
Panuo do algodlo 16 fardos a Cramer
Frey & C., 10 a Andrade Lopes & C.
Xarque 703 fardos a Mail & Rezende,
10 a J. J. Alves & C.


Carga da Bahia


Calcado 1 caixa A ordem. CafA 501
saccos a Domingos Cruz & C. Charutos
5 caixas a Jos6 A. dos Santos.
Fie de algodbo 10 saccos a Jolo Fran-
cisco Leito.
Louga 6 barricas a Francisco Jos6 de
Castro Rabello.
Mercadorias diver-as 2 volumes A or-
dem.
Pano de algodae 15 a Redngus,
Lima & C., 15 a Olinto, Jardi & C.
a Machado & Per %a, 2 JO&iM& .

Hiats naeionld AMw ra, chegadokamMs-
ma date coIsignead. a Curios Antoio ie
Arauo, iiftoiu:
S84 23,040 tlros. .aor".

Vapor nagionat lUfluz de C .-


.'.-r .' .,

3 Pa Fa -. -...


61. ,.- .
-:,.. .. : ;:- ... ; '"


LI, -


Ca, Momea, sa ps
briuhq JtoAs-Jo.P
tro o fSut.. iaedo
ot mpake in.
sa dauourie a
ron o Sr. Cicero,


1 St loero q 0l o
co Itaere i do Armaa
ip adente, A sa so-
bmira do Lyra, que es
aean tMlo; e serm pagar
ria e pradw atde ecue
. .ira, e entlo, de Ma-
qmoe 6verd-ide ter oido


nameado, e quo t4 O4udant",' pedio imne-
diatamate demissdf, do que-nlo tove scien-
cia o proponete ? t
Se, neo 6. verdale que ot4r. Cicero den
parwe apenas de urn awi4uzte de, desp3-
chante, de queo.n s constituio iii nigo, iafli
do ncr suspense, oil demittido, por falta de
pagamento do imposto do 2. semestre, de
industrial e proflsAO, qiauwo verificou-se
com certidiTo quo iatk o dia 15 do corren-
te haviam pago 8 DEsPAChALNIrES E 4AJU-
DANTES, inclusive b quo o Sr. Cicero, tituio so iaimigo, lavendo at6 quem deva
do 1. exercicio ?
Nio 6 nossa iten9alo accusar os Srs.
despachaates e ajkadantes que ainda nro
poderam pagar, o,s apenas provar 6. p2rcia.u-
cidade, o o propo~ito de vinganva do Sr.
Cicero, que, meteu-se-lhe nos ascos, quo,
o emprego qua tafo peBsimamente oxerce,
6 feitoria sua !
Acredittamos qua o Sr. inspector, logo
que tivcr conheciajento de fa tos desta or-
dem, e outros mass, farA center o Sr. Ci-
cero, em seus des'aandos.
Precisamos de algum tempo para collec-
cionar e provarmos factors, que vlao sr le
vados ao conhecimpnato de S. Exe. o hon-
rado Sr. conselheiro ministro da fazenla
e president do conselho; sendo muito fa-
cil A S. Exe., ieformar-se no Thes)uro
Nacional, o quo' 6 e o que vale, o S-. ch f I
da 3.' seceote da Alfandega de Peraamnbu-
co Ulysses Pernambuacano de Mello, e, do
ex-inspector Dr. Fabio Alexandrino do
Carvalho RIis, que bastante conhlieee o Sr.
Cicero.
Estrmos informados que o Sr. Cicero de-
pois do demittido, e tendo tido urnm lance de
sorts,, estabeleeeu-se corn msou irmio.Jos6,
corn negocio de gonero de estiva; que de-
pois,.niao pule, ou nlo quiz continuar,
quando Afortuna bafJjou.o, dando-lhe o lu-
gar que actialnmento estA exercendo.
E' o que corn alguma exactidAo pode-
mos por ora saber.
0 mais,-que digam os sabios da es-
criptura---e quinado iver prove, que flea
procurando ,.
0 ro do Trombone.
P. S. Soub ai agora que o Sr. ins
pector Cruvello ou intimar aos des-
pachantes e aj] e qu estlo devendo
o imposto do semestre do corrente
exericiio, e pagamento no prazo de oito
dias sob pena de suspensio !
Isto 6 urn pouco mais regular, mais nao
just; porque, o devedor p~de pagar, de
pois de intimado, e fdra do tempo, corn
multa; mas, nunca corn pena do dimissalo.
A' Alfandega rilo p6de pretender mais
que o juiz dos feitos da fazqnda, e anum 6
iscal da Recebedoria do Rlendas Intcranas
Geraes.
Nada de violencias e caprichos takes come
os do cohefe da 3.a seecio que a asuajustiga
tern o nariz de era.
U mnesmo .Parceiro do Trombone.

0 vigario de Bom-Jardim
Nio 6 exacta a noticia enviada A gazeti-
lhs do Jornal do Recife, dizendo jque o
honrado e repeitavel vigario de Born-Jar-


Massas italianasi 300 caixas a Amorim
Irmlos & C.
Pelles corn cabello 41 fardos aos mes-
mos, 9 a Gomnes de Mattes Irmios. Pi-
pas 12 a Pereira, Pinto & C.
Sola 3,238 moeos a Amorim Irm.aos &
C.
Tamancos 2 fardos a Pereira, Pinto &
C.

UESPACHOS IE EXPORTAVAO
Em 15 de junho de 1885
Para o exterior
No patacho partuguea Fanny, carregou :
Para Lisboa, P. Pinto & C. 75 barrn-is corn 6,750
littos de mel.
No Iigar portugUiez B. de Freitas, carre-
gbu :
Para Lisboa, T. de A. Souan 400 saccos corn
30,000 kilos de assucar branco e 400 ditoo corn
90,000 ditos de dito mascavado.
Pra o Porto, Baltar Irmaos & C. 800 saccos
corm 22,500 kilos de assucar branch ; 8. G. Brito
80 ditos corn 6,000 ditos de ditoe mascavado e 20
ditos corn 1,500 ditos d6 dito branco ; A. P. Lapa
& Irmdo 3 pipas corn 1,410 litros de aguardente e
20 barrios corn 1,509 ditos de mel.
Para o interior
Na escuna dinamarqueza Rosalie, carrego :
Parsa o Rio Grande do Snl, M. J. Pessoa 20,00
litros de sal ; H. Ludgrin & C. 38,600 ditos de
dito.
Na eacuna holilndeza Wickea, carregou
Pars o Rio Grande: do Sul, S. G. Brito 150
saccos corn 14,550 kilos de assucar branch.
=- No vapor nacionAl Mauda earregou :
Pars o ParA, J. B. d Carvalhm 8 barricas corn
200 kilos de doe, 10 ditae corn 830 kilos de assu-
ear refinado e 50 ditas corm 6,091 ditos de dito
bradeo.I
Par Manaos, B. Go Baes & C. 5 barriers corm
420 kilos de assucar br s ; H. Oliveira 10 ditas
corn 46ditos de dito e 40 barris com 3,840 litres
do aguardente. i
Na barceca T, eV 'a5os carregeu:
Panao Natal, P. oiha tC. 100 sacos ecomr
friaik do mn.i"ol i
f- t laneha Aae" cearregou :
PMl Mauagogy, A. F da Silva 5,0( 0 liro
bS#.


MOVIMENT DO PORTO
Navios mtudo. no din 15
sev idoo- i spamrwl N.eva Pan.
*i Ivnsmi Maus
5 fl5 44 81 11atoar m~inIM praiji-, Ma.it
-*y 49~at 12-1,avrio^afki a
4h- 84r -sap


SfMHWdfcf& lear llia mwinaUMI do 285
: A o l'
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,A 0 viserio ie iM

V VWW01ah A tbo -er mas. aeoanas-
f g {4. paiirina ,,
n ,)a m u. "a i eteitordi eOxAr-.
W as direito de voto, tracton dos 4-"
eimst dini dostoelitoos, e da respa-
161 1 qua -rtchu. do eorowi d&
Cjio.
Mal acabava de proferir estu paiwas,
foi deaattonciosa e ianoonveaientainmta ia-
terrompido por urn dos ouvintea, diaendo
este quo ustava abolida a- oragIa aagraia
per ouciaIL do procosso electoral.
Eita inratrnpipgI) dou lugir a arma eaer-
gica respsta.do Rvm. vigtrio coatnstndo
a- competencia do interrupter, quando so
achava ell no ezeoici de soeau iaiserio
parochial e a sna matrix, d'oanle quoa
ano o quisesse ouvir polia retirar-an, e
coautinuando a aer interromp'd) ploe mos
mo ouvinte, e pr maAm urn outro impru-
denta, quo o acampanhou, fjrAm a-nbis
onergicarnente repellidos polos circumstan
tes, qus acercando-si d in smi) ostinmido
parocho, declararamn que alli s3 athavarn
para garantir a lib.rrdade dai palava,& e o
rcspeito de qae elldie era merecedor.
E nada minais houve, p)is, tendo sec r ti
rado os iaterruptores, prosega'u S. Ri.na.
orn.sua oravfAo, pronunuiando-s3 sempra em
linguagem convenienteo restrict ao as-
sumpto, seoLUn a manor referen-i.i Ai ps-
s~as e ao inero-ira Mte dos cian lidatos.
Qu'lndo S. Rvina. roferiu-so A ird.apen
dencia do eleitor, A firmiza e iseng?) de
animo corn qua deyvia proceier, na esco
lha do candidate em favor do qual des,-
j Ava daro sou vote, sonde interrompido por
un dos ta, s imprudentes, que lhe attribuia
a intenglo de insinuar no aaimo do eleito-
toralo a preferen,-ia pelo candidate) censer
vador, declarou S. Rvrna. que nao era
homom do partid.), do q't tern dade pro-
vas, e era born sabido por tdos os seus
parochianos; mas que, sa tivesso corn an-
tocedeacia ,conhecido as ideis roligiosas e
sociacs de um dos candid.itos, ter-se-hia
opportuaa.imente, e em outro lu.', maIni-
testado corn today a franqueza e liberdade
para corn os sus parochiannos quo o qui
zssem ouvir, no quo estaria eta seu d.-
reito, en'o pljudicaria a ninga nu; que o
musmo, pacein, nl-.) succedia, quando a in-
terveng'o pirtia dz mtgist-atura; corn
sacrificio da justiga o da orlem so-,ial.
Por m\.s velada quo fosse ests alluslo,
6 corte qu' to'los a comprohenderarn ; mas
a culpa nlo foi d, Rvmn. vigario, e siiw
daquelies qui o provo'araim tao inconve-
niente e desattoneiosarmente.
Restabelecida assim a verdade adulte-
rada polo informnanto do Jurnal do Recife,
tomemos satisfeito o comprozuisso que Atma-
rmos para corn o respeitavel public no
Diario de 12 do corrente, em justificagAo
do procedimnento do nosso tio e amigo.
R-.cife, 16 de junho de 18$5.
t Jos4 Borges.
Ramdulpit4 Barges.


AO Exm. Sr. Elmistro da
d mstica
n
Esperavamos uns dados, que afinal obtivemos:
isto determinou a n ssa ausencia da impronsa per
algta- a diasl. -
Hoje vamos encetar a analyse da defeol do Sr.
Pothier.
So e Exm. Sr. mainistro dajustiva prestar atten-
v-fo, come dove, para o que passamos a escrever,
reconhecera que o juiz municipal de Palmarcs
comprometteu-se, em voz de defender-se.
Assim aoontoce a queot nao tern razfo e procu-
ra apparental -a.
Diz o Sr. Dr. Pothier no ,despacho de delibera-
cseo do partilhas mandei separar, em mereadorias,
o .ue importasse as divadas j|ssivas do casal, di-
reites fiscaes e eustas.
"E' inexacta: S. S., apenas, nosse despacho
mandou sep-trar bens pare tal fim, Bem indicar-
qiaes devessem ser separados.


neladas, cavpitAo Jo-1-o-Pereira da Silva, equipa-
gem 6, carga barricas vaismas; a Poliman & C.
Rio de Janeiro-12 dias, barsa allemil Planteur,
de 331 toneladas, capitao P. C. Drens, equipa-
gem 9, carga varies generous; a Fernandes Ir-
mao & C.
Navies sahidos no mesmo dia
West Indies -Patacho dinamarquez Venus, capi-
tiao C. P. Holmb ; em lastro.
Liverpool--Vapor inglez Thales, commandant A.
Matheson; carga varies genneros.
Observagfo
Procdente da Bahia fundeou no lamarno e nao
entrou, por jA seem horas adiantadas, o vapor
ingles Vyre.
Navies entrados no dia 16
Rio de Janeiro e escala 6 dias, vapor na-
cional Mandos, de 1,999 toneladas, corn-
mandante Gailherme Waddington, equi-
pagem 60, carga varies, generous ; a
Bernardino Pontual.
Bahia-2 112 dias, vapor inglez Wyvern,
do 1,107 toneladas, commandant John
Dioaon, equipqgem 24, em lastre ; a
Lidstone & C.
Bahia e escala 9 dias, vapor national
MAarqwez de Caxiacw, de 390 toneladas,
commandant Felippe Rodrigues da
Nova, equipagem 24, earga varioe ge-
neros; a D.ouingos Alves Matheus.
Sahidos no mesmo dia
S. Thomaz-Ldgar allomlo Laurita, caj i-
tIo Bohndory- em lastre.
S. Thomaz-Ldgar allemlo Penguin, cai-
pitio A. Appen, em lastro.
Mauoi6 -Vapor inglez Author, comman-
dante Robert Baddle. oarga tarios ge-
neros.
Cabo. Verde Escuna allemil Hermanna,
capitol Vase, em lastre.
Terra Nova Lfigar ingles Sumbean, ca-
pitaoR. Wodgar, eam latro.
Rio deo Janeiro-Barea Americana Amy,
cqpitAo G. M. Ponfield, earga farinma de

Maeae-Baigue national! huaine, apitla
Manoel G. Pedroxa, em lastro.


S VAPORES ESPERADOS


Vo *oRio deMa-


desd
do d
da Snaps
d SOw-port-NeM
do F*afm
da.
., B B irt r


flanhixt
a 19.
a 20


^ -~f -l*^ ,u "tteie ,a
^^T ~11;1111 p 4raO oto"b6 aCf)U io
ar iws po tutor, O qe a vetiat em lot-
- w b*na;,'a 9. &v. pret d _'pr~ a we ,j
"potli~lY'" M aro-Be" o hojf eatftA eooneei-,
do F lt utor faiia todo o o peno em
fiSaw db Is lojl do finado Liaro, e S. S..
procorava favorecel-o ou por espontaneidade, ou
patra se r agradavel a aniigo. da localidade. -
Quo motivos teve 8. 3.. para dier quo, s as.
mereodrias fosem jL leillo, alo dadam motade da
factrse ?
Nenbuma : S, S. devia ter experimentado o meio
daI iquitfaeo prompts do leio, para depois do
vericear que os pveos nelle offertadoe eram infe-
rmres a metade da tfactura, mandar entAe liquid -
dal-uas pelo tutor.
Peusaria 8. S. qu. in'li a leilil, fi6ava obriga-
do a mandar eutregar as mercaduorias a despeito
da inieriarida4o das offortas ?.
Niao 6 crivel.
Portanto o Sr. Dr. Pothier, nao teudo expSri-
ment do a venda em leillo, vale-Le de uraa coare-
tadI, quaudo diz, hoje, que a liquidagAo das mer-
cad a'ias pelto ttor era mais vantsjoso par.r os or
phios do que a vendi em leill-.
Umn juiz eserupuloso, interessado verdadeira-
mente pelos orfh .os, teria procedido de modo di-
ve **o.
De mais, qual a faetura de que falls S. S. ?
Dos autos n-lo coasts factura alguma: o que
nelles existed 6 um resume infield do balaunqj. dado
na luja pelo tutor : unra cmusa niLo se confunde
cor a outra.
Diversos facts veem provar, evidentemente,
quo o Sr. Dr. Pothier nio se mostrwo o juiz pro-
tector dos orphilos coined quer a lei ; e que, polo
contrario foi cxcessivamnente couidesce-ideite para
corn o tutor delles.
Cinco dias antes de iniciar-se o inventanrio pa-
gou o inventariante a diversos credures do finado
Lauro, a impirtancia de 1:83t)315J.
E tacs pagamentos, que alias foram feitos in-
competeatemente pelo inventariante. scm a iudis-
pens.tvel autcrisaqio do juiz, toram depois pir
este aeeitos ser o minimo reparo !..
Indicaremos, depois, os outros fdctos a que nos
referimos, para acumpauhar, come precise, a or-
dem dos motives, deduzidos na defeza do Sr. Dr.
Pothier.
Continda S. S.: Ultimamente tendo sciencia dc
que Joao Augusta, tutor e avo dos orphlos, nao ti-
ana recolhido quantia alguma per conta ca liqui-
dafdo, mandei, nos autos, que sem perda de tempo
o tutor recolhesae ao core a quantia qote pertenees-
se aos orphaos.
Parcee quo, !' vista do topic transcript, o Sr.
Dr. Pothier revela o zelo e solicituae quo deve o
juiz ter pela sort dose rphaos, seus juridieiona-
losg.
S. S. quando o esereveu tevoe ein mente ser jul-
gado assiw.
M.s S. S. n.o eacapa da justa e merecida cen-
sura de nao haver, como Ihe cunpria, acautellado
o interesse dos menores.
Havia jA deeorrido o anne marcado per S. S.
pars o tutor Iliidar a. mw r-adorias pertenceates
djuelles e recollher o product ao cofre dos orphaos:
e entretanto S. S ignorava que houvesse o tutor e
avd dos orphdos recolhido quantia alguma per con-
ta da liquidaao !
Fot precise ir alguemn daqui do Recifd A Pal-
inmares para que o Sr. Dr. Pothier tivesse scion-
cia dc umn facto que o juiz dc orphlos tinha obri
ga;:to de conhecer.
E umrn juiz que assim precede. Sr. ministry da
justiga, 6 zeloso e solicit no desempeaho do cargo,
ou tern direito aos qualificativos de negligente e
desedioso ?
Para nao enfidadr o leitoer, proseguiremos ama-
nhi.
Ticio.


TELEGWAMMI

0 district rural

sanccionou o escruti-

nio da capital. Para-

bens, MEU GENERAL.

BELARIHO CARNEIRO.

(Da Gazeus de Noticias}

Offerecido

AO GRANDE BRAZILEIRO DR. JOAQUiM NABU-
CO, EM REGOZIJO DA SUA ELE[V'XO NESTE
5.e DISTRICT NO DIA 7 DE JUNHO.


Veneeste Lidador auri-tulgente I
Adamastor intrepid da liberdade...-
Calcastes aos pBs, a infame cohorte,
Dos vis inimigos da humanidade !
Corn o teu glaudio glorioso-Venceestes
As malhas poderosas dos negreiros !...
E forte, gigante de todas as pugnas
Bradastes... Avante Fiei brasileiroes ?
Exulta Brasil! Orgulha-te Pernambuco ?
Teu 5.-' district, vingou a traieUo! !
Dos negreiros do sul, que sem patriotismo!
Esbulhou impiedosos o idolo da naio! !!
Salve Nabucol! A gloria do norte
Do grande Impcrio dos filhos da Cruz !
Entrai glorioao la no Parlamento,
Proclamai a liberdade A face da luz !...
Pernambuco nao pode deixar de ser livre !
Soeus filhos trabalham corn grande ardor!...
Avante Nabuco Tribune immense !
Do genio irmao, de Deos... precursor !


Vicencia, junho 15, de 1985.


E. Pugas.


Pef i a palavra I
Sob esta epigraphe e no Diario de Pernambnco
de hontem veio 0 sertanejo corn fortissimos argu-
mentos em sustentagio do contract de carneas ver-
des, que bern mostram a frqa da logical de umra-
bnla de aldeia.
Aquella pega 6 digna da especial atteaio dos
Srs. careaderes, sobretudo porque o seu author quiz
provar que sabe dizer -Pego a pa!avra !
0 qfie A defender urma caus mail e contra a pro-
pnria eonsciencia '
56 effeitos do striquinins...
Urn caruaruense.

Attentio!
Pede-se ao president do Institute Litterario
Olin lease, que declare, a convite de quem foi ura
tal Adelaide, quo appareceu nasu galeriat entire as
familiar coavidads.
Um eepectador.
Hmnuiqua da Silva Frroirsoe D. Bells Ferreira
pvticipam a tu em sua reside.
Visitas.-Qnsa-tss c sabbados em esu no siden-


Im
Predaa-se algaar duRsa on ta-s psoas forrs
ou emrav, para vender bollo, na maru do Pires
Oabei sumiaeda declare quea teon justo e
souats"oo -a etahsciamnoato de molAsdoa sito
s rum Direit a n. 74 co o SOr. Be*m iumw doPi-
rho-uasior, liva0 a doe .sap a quetq6er
musle.jga, asgejuWsr prejAMi'o apraa-.
t te oprau. de a ooatar d;a d at.
Bocift, V 4. 17 d o 4. 1885.
9 _' WMp.p -'
_. .tl-':" ': : .1 ... l


do fi.ado intestine eZi i e-
'_For e vttl queo tl. imid teot re
do prrfaitameote seguras e do eMipaSw'
'fisn. '
Um testemnuho semelhaute nos foi voluatags-
m -ate farunoeido pAlo. Dr. Humphrey Letteoni de
Chicag), o qual aponta nao mcno. do 30 esoa do
constipagiao habitc al e hemorrhoidas, corn oa BnM
names e datas, para os quaes elle administrara ft
plulas, tea Jo alciungado de todos cites a mails f-
lizes roeultados.
A excelleute f6rmna em que as pilulas v ,o aeo.
dicionidas, ach-#do-se mettidas deatro de frae
quinhos de vidro, as torn perfeitamente invulataew
raveis e a saa coaserva 6o A fixe e perfeita em to-
does o clira as.
Em todas as mwestias aggravad.s oa prove-
nientos de imp'areza de saague, a Silsaparrilha
de Bristol deve de ser torn-id conjunetamente corn
as pilulas.
Aelia-s, ai vendi em todas as principals botieas
e drogarias.
Agents em Pernambuco, Henry Forster & C.,
rua d, Comm 'trni a. 8.

Cineo Chagas
DE

Deus Nosso Senhor

Jesus Christo

Cuntuawo dus ns. 10<3, )12 e 120
Di-.iprezanlo a afronta que me frz a Revilf
deste Ditriou, nuquulle ultimo numero; espero
que I.Xo corrija insia os mineus ari;os, p:,ra nao
cstra.ar liM os pensamenwoe, coino c intcceu na-
quelhr. mesmo nuu ero em quo tao desital to
exhibio.


Vou cncetar uma luta muito grande, e posse na
lut t succumbir ; precise arraujar anteo as cousas
para ter depois quern reze muito peor minha
alma.
Ache que as senlhoras ingle.as aqui residents
so as mais babilitadas para ease tim, per nao
saberem rezar, e por comprehenderem o portu-
guez.
Vou pois, escrevcr as rez is que devcm ler ;
emquanto as estiverem lendo at decorar, rezam
por niiaha aim r se eu estiver inorto.
As rez.as s A'io dcd;calas a uma joven senora
prtesatante, Iiue no coro de sua igreji eantava
nas orat5es (ie alli sc faziam a um- bhora da
tar.e, no dia da-S,,,tissui.i Trindade-deste
anno.
Dedico-lie-as para um tim muito louvavel, e
vem a scr : que se encarregue de pedir as suas
amigas aqui residents, qne ajudem a traduzir
muit.,s ex\miplares pars a lingua ingleza, send o
prim,!iro dirigido a-Sua Magestalo da Rainha
Victoria.
Embora n.o Ilhe samba o nome e nem a que ta-
mili;t p'rtcencce, tUdavia ella se hi-de recorder,
porqde .lIi ulhou para inimn polo menos trea-
vezei
Ainla porqu,, dentro da igreia c fora do c6ro
depois quo entraram e sah-iramn tres ou quatro
ms s q aie pareciam estud.intes nacionaes alli
alttra'iu'.s p',r sua voz, s6 estavam trts pesioas.
A prim-ntrai que s.' aclr.va m-tis junto era eu,
atdiaier de mirn esrt'.'a umn bhomein corn quem mui-
to sympathize, e junto da-abobada-estava o
intituilado Sr. padre, andando de1 urn lugar pars
outro E seinpre virado pra iiw;, iito e, ca para
o lade da entrada.
Se os3 Rishop Lordes Ripon, Liverpool e
Sodor And Man tivesac reparadj que faltavam no
livro as oraq5es pars o dia 31; nlo me davain lu-
gar a ir ora tornecer 4 Inglaterra as rozas
ptra wq'efie dia.
E, reina o illustre Sr. pa.Ire prottstante, que,
com rn ) livrinho q:-ie cumprei fitido per dez tostSes .
vou fazer dis prooestances Clthilieos Apostolicos
Romans.
Lembre-se que sb) mirtas ai oraqoes que os
prutestantes devemndizer tdot o3 olias de mauh !
Mais de novel paginas e media d- um livro em
quarto, gastam muito tempo a ler, e 0os inglozes
slo sobrios em tempo.
Para decorarem-se essas oraqnes, cusaa muito,
e jam.is as pessoas qui, chgam a aprender a ler;
nao lhe fall nas o'raqoes que devem dizer a noite,
estando-se tatigado do trabalho.
Assim vou prcstar urn grand- serviqo a AIngla-
terra, e tambem aos prote.;aites de todo Universo.
0 livro a que me reliro, 6 dubio no fim, claro
pelo ineio e recto no principioe !...
Analysei-o muito, e nao li mais de vinte filhas,
das duzentas qu ecalculo ter.
Mcsmoassim n) pouco que Ii, vi dc sobra o que
6 necessario p ira c veneer e gsiihar a-victoria.
Faltava-me assistir a communheo ; presisti em
voltar, log) na primeira vez cinsegai.
Assistindo ao serima)nial corn algu-na atcenio,
a memino tempi que lia o livro corn avidez ( em
casa nal o teuh)o lido) ftiquei penalisado.
Notei que no tim da. oran 3s se tazia urma co-
Iheta de dinheiri cm sAlva do fin) mftal. e qua se
antregava ao Sr. padra para bhnzer sem fiazer
cruz em ciina da mesa, junto con a do pao e do
vazi que tinha o liquid.
Foi feita corn mu:ta dedica(lo e f6 Cesa coma-
munhlo que terninou, dizendo o Sr. padre urmas
braves p.lavras, levantando a salvage c)m o dinhei-
ro e levaado-o... pars que fim unlo set...
No precise de Ihe ir ver o baptism, que 6 o
principle elementar pars nos lavar do peecado ori-
ginal ; nao Ihe o contest pr uim unico principioe.
E it- em virtude do mesmnio baptism, que you
condazir os protestantes a obdieneia do Santo Pa-
dre Le.o X[1L.
As rczas sao pouicas o muitolindas, todis riaes;
vou pubilcal-as Ipara sustental-as em pubhco :
assiin me 6 ordenado pir quem me as ensinou,
Nao vacilo em sustentar o que jarci ai 2 horas
da tarde do dia 5 de setembro de 18S3, dentro da
igreja d) Convento de S. Sebastilo na cidade do
Rio de Janeiro.
O juramento que prestei em voz alta, foi ouvido-
peor pessoas operarias que me estavam espiandfl1
e foi tornado per querno ordenou A hera que o sol
brilhoube os seuas resplendoros alluminaram me.
No fim do juramento, approximou-se um Sr. pa-
dre da ordem dos capuehinhos, e disse assin:
Deus de infiuita misericcrdia protegci-o. .
Foi livreo primeiro juramento, repotindo-as pa-
lavras que ir enram ministradas, pur.., quern
,naiS adias-te direi.
o segundo jurarento toe prestado na easa de
saude das Illias. Srs. Drs. Eiras ua mosma ci-
lade.
Achava-me nessa oceasilo preso dontro do pe-
oueno quadro, corn uma camisola de lena (n. 1 ou
n. 2) vestida, que tiaha loagas pontas do mangas
e corn as quakes me haviam ligado os braqos de far-
as a nmio mechel-os.
Nestas oondi9Svs, descoberto e exposto ao sot
irdente das 11 horts para o meie dia, ajoelhei e
urci em voz alta, o quo ma: era transmittido, par
hainh consciencia aceitar come aceitoa do pri-
metro.
0 tereeiro iurammto foiltambem effectuado corn


a camioiala vestida e bratjs amarrados, estava -,
lentro da casa forte, a primeira ao lide esquerdo -
ituada nesse pequeno quadra.
Prastei este ultimo juramento no moment em'
lue o sol chegou a psqutena claraboia de ventila-
i quo tern o centre d abobda da inudicada cas
Este ultimo juramento tambem repetido em vou
Ita, foi mais aolemne; 0o3 dias foram differences,
has embers alo saiba quaes, affirmo que foram
o10 mez de outabro daqeuell annuo.
Sei que estava doonte e muiro dLe ite o illuatre
5r. D. Joa&6 da Silva Barros.
Vou coatinuar.
Quints do Born Suceasao cm Oliada, 15 de ju-
ho de 1885.


Antonio Francisco Cora.

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&p!***.Sae Puam '* portola
1'1 no dik21 doco-
rente, As 2 horas da
I tearde. Reeebe carga
1 oamesesae A 01/2
du ve'spers de iua


i Asw *;mf ec95e. d1 ** 1eg0e& kIQ
tinoa.
'* 'Qaando s empreg s par. ietwbiar o
" petite, prQmoveTa digestao, reparar as
Storgas, eniqecer Se robustecer o organis-
r mo e prevenir a anemia e as epidemias
qriginadas pelos calories, n1o ha bebida su-
periaor ao vinho de quina Araud.
Encontra-se a venda nas pricipaes phar-
macias de Pernambue. -




Editaln. 14
Do order do I 8 Sr. Dr. inspectaw, fago pu-
blieo qu U S correpte ii 4 praga pe-
rt ,rvrante.adji...ori4 vico da
iilurninagp iice Iuaras"up.teimpo de urnm
s anno eso6 a basede-20 re. ditrios por cads
lampeao.
Seeretaria do Theoouro Provincial do Pernam-
buco, em 8 de Jiwho 4p 1885.-0 official,
Lindolpho Campello.

De ordem do Illm. 8r. Dr. inspector, fago pu-
blico que no dis 18 do corrente ira .A praca peran-
to a junta da fadenda provincial, o servico da
illumnia*o publiea da eidade de Carumru, por
tempo do ms anne e sob a base de 200 rs. diaries
por cada lasmpeo.
Secretaria do thesouro provincial de Pernam-
buco, em 8 de junho de 85.=_0O official,
Lindoipho Campelle.

Edital n. 17
; ,De ordem do Ilm. Sr. Dr. inspector, fago pu-
u o 4ia 18 do c0rrente ira de novo i pra-
pere"Itea ju* a $o4. asnds Pu.ojserAel4ser
4. d-ac g iado p-4 dagio'-d& ira deo Ja,
emPaimarUa4 0inoabatdl10)Q nobreabme
que se m-o us primeirapta4( donfimuab ordenom o
Exm. Sr. conselhbiobo resident da profincia, em
odfiiode 11 do corrente.
Sgeuetwia do Thesouro Proviieial de Pernam-
buco, em 12 de junho de 188%.-- oflaisl,
LiMaopho CwapelCo.
*"Editaal n. 6
Do ordem do Itlm. Sr.r. D. inspector, fo pa-d
Aie6 que no dia 18 do corrente irA At prxgaip0n-
to a junta da Wazenda provimi tl, o foraecimeato
Sde alimentagao sos preso bres da caaie de-
tuno, aelativo ao trimei proximo via4Rro de
julbo i aetembro, seer :4e base a diaria do
4W0 rs.
Seeretaria do thesour. povineial de Pernam-
buco, em 8 de junho de 85k-O official,
LiWizpho Campello.

E Edital B.O
Alflandega de Pernmbunce
Por ordem do Illm. Sr. inspeetor so faz public,

papel, penuss, tinas, lapis, canetas, e tudo maim
quaz.to fur necessario pars o expediente; bern
amaim de livros em branco encadernados e em
brochure ; receberA no dia 22 do corrente propos-
tas em cartas feehadas, corn declaraco de todos
os artigos e seus pregos, as quaes sargo abertas
em presenga dos concurrentes, e preferida aquella
quo mai vantagens offerecer-A Fazenda Publica.
3a msee* da alfandega de Pernambuco, 14 de
junho de 1885.-0 chefe,
Cicero B. de Mello.


A Camara Municipal da cidade de Olinda e sen
termo em virtede da lei.
Faz constar a quern coaser P inte:essar posma,
S que foi transfarida pars odin 17 do corrente mez
a arrematasao por arrendamento de um anno do
terreno contiguo a igreja do S. Sebastilo desta
-Pidade, medindo dito terreno 50 palmos de frente,
a s|| contar do pilar do norte do mesmo quintal a ra-
d-io de 200 reis o palm annualmente ; o0 preten-
Snmtes deverao comparecer no dia acima indicado
1;.40 horas da manhia no pago da mesma Camara.
r Pao dca Camara Municipal da cidade de Olin-
,.+ ^4 de junho de 1885.
d Bardo de Tacaruna,
President.
Josi Figueira Curado, *
*" -Secretario.

Edital n. 686
Sinspector geral da iastrucclo public manda
reoastar ao professor contratado da cadeira
S~ a, Manoc Jose da Camara. que por acto
ideneia di provincial de 1 de mawio ultimo,
ovidJ para a cadeira de Varzea Redonda,
fu -lhbe marcado o prao de 60 dias, a contar
Se .... .. a data, pars tomar posse c assumir o exer-
|d s de sua nova cadeira.
etaria da instrucego publics, 12 do junho
de 188.-O secretario,
S Pergentino 8. de Araujo Galvio.


- 5<
- --a


COUANlA
DO- :


1-: eserwaao4o de Doug Irma".
^ Osf&bricantes de tijolos do alvenarma batida,
Suo qurem contratar o fornecimento do 170
itwiroo do, referidos tijolos do que Caroe eats
.,wbwfti~a pan1 a eimstruecoo das abobadsaado
J M W-- eio -de Dous Irmlos, apresentm a


todoa os-disaeateiardas 1.o0 ad IM 4s
ras da tards,-p condign" dofWf4 dkoe vTm
as clausulas do eontract4. I 1
Escexptorio da Companhia do I 4 M
jun4 de 1885,.
-- -- .i: '1' a : "vf p i~ u ijA ...l

Indcein ora *: i P
Esta comBanbia J% twolo .L^
veu"e ra de siuas ast~t :tLlUIZ|~s: 4t : .* .:':aw
ouvia o -porl 1rw
corectores ge 5, so uusio dl e
rento no eeritorio MNfta coa i j

Camera miunEiW: I
Dpsas feitas com as felas -4 isa Corn magnify o
muos, pra9ai8, caes, pontes e-travesaYO das ire-
gu'zias de S. Fr. Pedro (onCv d ?oeife,,
Santo Antonio, S. Jos* e Boa-Vist(,T n nsemana
do 8 A 13 do corrente we*C
Despendido corn as folha da limaposo da
freguezia de S. Fr. Pefao Gonalves Trem at6 Apipucoq e
do Recife 106,)80 nhas.
Idem idem da freguezia de Santo An- .d cI 0
|tonio 19f
Idem idem da freguezia de S. Jose 152J720 iT i
Idem idem da freguezia da Boa-Vista 1545240
B. 1542AM0 r |x ri
Contadoia da Caim-a kuncipal do Reeif* e l
13 de junho de 1885. \ Gad
0 dor,
JosA Maria de Souza Araujo.
ADMINISTRAQAO DO COB EIOS DE PER- Grandefets abi o
NAMBUCO, 17 DE JUNHO DE 1885 a eat* capital do ilust
Malaa a expedir-se Ahojq r.
Pelo 'aquete national Mandos, para os portos l I NT
do norte, esta administraeAo recebe impresses e I URELscc o h l]u
objects para regt-trar ate 82 horas da tarde, e Espectac'Blo houradc
cartas *%anarias at 3, horas, ou 3 1/2 corn porte Exms. 8rs. conselheiro ,r
.... 0 Dr. Nabuco, assim comw d
0 ad aildador, nistas.
Affon o do RBe" Barros.
PROOF -
Arsenal deGuerra IT'E
Tendo o conselho economic deixado de contra- executado pela orchestra ;
tar no dia 16 do corrente, corn eLopo de pao o taco do important drain
bolacha, os artigos annuneiado "X-7o excessivos dros.
pregos, resolvcu receb ?r novanient&,|postas no A O AIJ4NAIM1
d' 19 do corrente, pelas 11 boras 4.l. hA, para sAIDANA DO
o feci daquetes artig *ob'as mesmas
cladmo. A N'um dos intervallos a a
Secretariat do Arsenal tt"ue de Pernambu- recitara a linda ppesia
co, em 16 do juho de 1885. deSouz GLORIA A
Avni-o JP,'i e ouz, A
^n^,^I GLORIAA

ProIoangar mento da estrada de fer Bonds parstodas as
ro Ide Pernambaceo e estrada -h
de rerro do Rlecie a .
Eseriptorto da 1er ompandda3
De Wdem do IlUm. Sr. direc o ,
1KfSm, V.pa o lno di s* WW I "pop *
tuberta ao trafego a estagco d'Agua ranca. 0 a
0 actual horario dos trens continuari a vigorar
atW Quipapi, partindo o trem d'aIli para Agaa Perna
Branca As 4 horas e 50 minutes da tarde, e reo-
gressando d'Agua Branca pars Quipapa as 5 e Commandante o cap
o0. H. ..
Os pregos das pas3sagens, semr incluir o imposto
de transit, serlo os eeguintes : 4 <_...
1 4


PASSAGENS SIMPLE


.-
':0


D'Agua
a
D
a
a
4
a


D'Agua Branca a QuipapA 1200 5900 A600
SS. Bened.. 21700 25000 1200
Barra....... 3800 25600 1P700
a Marayal.. 4800 3500 2100
Jaqueira.. 5J600 83900 2A300
a a Catende... 6W600 46500 2600
U n.......... 85000 551300 2900
Os pros de mercadorias constam da respecti-
va tabella que p6de ser eonsultada notsestases.
Seeoretaria do prolongammontO da estrada de fer-
ro do BRecife ao S. Francisco estrada, de ferro do
Recife a CaruarA, em 15 do junho de 1o885.
.0 o secret&in*'r.,
Ma~noeZ Juumcie &. S*" oy


ste
to


De orda da mes regedora sdesta
couvidads odos os nossom irmaoo. q
no goa o sons direits a eoaw
tulo daets Coufraria no dia 21 do sow
,..Wna A ILmm5I& af.m & soa .amnao e


Cldame.I
Pars pasPor


RELO ACTOR'


ijet:



ta em 8 aetbs
OT TE


A's 8 horas.
bonds para todas as li-


&TRO




mists, no dia. da. chegada
ehefe abolieiohista o Sr.

[I UGODE D RAI
corn as preswnuas dos
esidente da provincia e
las associac3es abolicio-

LMMA

seguindo-se a represen-
Sabolicionista em 7 qua-

PA! THOIAZ
actriz D. Apolonia Silva,

*NABUCO
piard as 8 horas.
has e trem pars Olinda

LjI-I--0- t

W1erJa de Na --
Ve
por
nbuco
So de fragaa Peda o
uarte
E' esperado dos
portos do norte
S ateo dia 21 4.ju-
Snbo, e depois da
l ddexora indispen-
paavel, segufA pa-
l* 0 os portos do

elotasi e Blo Grade dc


i sos pregoe das
.A VAPOR
!on
esperadodaEuopa no dia
ou 19 do corrente, seguin-
Sdepois da demora necessa-
'pars
R dp Aaeiro
Ad, Rl.de Jaleiro


ducks
-'do mnlno*I


Perade
a 18 do

par*


m eOaga, p ens, encommendas e dim
..AGENCIA
7-jife o Vigario -7
Domingos Alves *. lbos


heiro


IUnited 'ks Brasi lailS S. C:
0 VAPOR,

Advance

-i f Espera-se de New-Port-
A l\f^ ^ News atl o dia 3 de julho
*eeguindo depois da demora
necssaria para
Baha eRio de Janleiro
Para carga, passagens, encommendas e .valores
tractas-se eComrn os
AGENTS
bury forster &.C.
N. 8 RUADOCOMti(cliO N. 8
1." andar
0 VAPOR
Merrimack

Espera-se deNew
Port News, atW o
dia 20 do unnho,
oqual seguirA de
pois da demora
necessaria para

Bahia e Rio de Janeiro
Pars carga, passagens, e encommendas, tracta-
es corn OS
AGENTS
Lisboa e Porto
Lugre portuguez Mario
Recebe carga a frete: A tratar corn Amorinm Ir-
mios & C.
,0
Pacific Steam Navigation Companr
STRAITS OF MAGELLAN LINE
0 vapor
Valparaizo


Para carga,passagens, encore
a frete; tracta-se com os


i-se dos ports
ite odia 22 do
te,seguindo para
)pa depois da
do costume.
enda.i e dinheiro


Agents
IWilson ouns &k C., Limited
N. 14-- RUA DO COMMERCIO N. 14
Steamer
Ville do Santos

S a E' esperado da Euro-
roap Wta o did 22 de
junho, seguindo de-
poi da indispensavel
demora panrs a B a-
hia, Rio de Ja-
neiro e 'Santos.
Rog,-e so. Sm..importadores de earga pelos
vaporesstslinI,quaeiram apresentar dentro do 6
dias a ceonta do da deuga das alvaengas, qual-
quer reclama* concerneute a volumes, que por
ventumtenham seg&&pas s pertain do sulaflm
de so podemear a tempo ad provideneia neces-
Oariss.
Expiradoo mreforido praso a comnpania n po se
remponsab ia par extravios.
1Recebe carga, eneommendas e Passageiros, para
os quakes ternixeellentes aceomodag3es.
Augusto Fe de Oliveira
&C.
AGEJNTES
42 RUA DO COMMERIO --42

(CIAIiEURS ItEUNIS
Compaunhia Fraeza de Navega-
Vi0 a Vapor
Linha qumzenal entire o Havre, LiU
0oa, Pernambuco, Bahia, Rio de Jaueiro e
Santos

Ville dle RfiodeJaneiro


4dm awt o-a-
para o R
iS.WE6RAO
rd 274OOO
Iniq '


A~r I

De wmoveis, 0ou9a, vid-os, quadroa e jarros
d* s .do rlij ,1
A A bsaer:
Utna mrbilia de mogio eaom 1 soi, 2 consolos
corn pedras, 2 cadeiras4. ,bra 11 de guarni -
Co, 2 espelhtp dourads,- 2 e.siIegui9adeiras, 1
aadineira, 1 p~rta liv0o, 1 tapete, 2 eseamradei-
rose 6 jarros de alabastro..
0abinete
Um sofA a Luiz XV, 1 guard roupa de mogno
com espelbograci-,, 1 toilet dejacarandia, 1 cama
francesa, 6 cadeiras, 1 comoda e 1 lavatorio.
S2- quarto
Umguarda vestid&, 1 commoda, 1 estate, 1 la-
vatorio e pertenjas, 1 marquetao e 6 cadeiras.
Sala dejantar
Umra means elastic 1 guards louna envidraga
do, 2 aparadorcs, armarios, 2 bufetev, 1 sofa, 2 ca
deiras de bragos, 9 de guaralitAo, 1 relogio de pa-
reded 1 dito dourado, meaia, cadviras, jarros, louca
pars chi e jantar, cops, ealices, garrufas, porta-
queijo, galheiteiro, quartinheiras, uesas do cosi-
nha e do engommado, quartinhas c jarras.
No sotio
Camas, cadeiras, cabides, mesas, pedras para
mesas, balaio pars roupa 1 estate, 1 mesa de
cams e outros moveis de casa de familiar.
Sexta-felra, 19 do eorrente
Agente Pinto
No 2- andar e sotAo do sobrado da rua do
Rosario da Boa-Vista n" 53


alpnaneuco e
v9 dal eiihy,
emans disposi

rallelas: 6 l

utilidade.

Por 40000 .
Alaga se a casa n. 41 da run 24 do Maio, tern
muitos commodes .e esta limpa a tratar na r, a
Duque de Caxias n. 8i.
Ao Sr. jnuiz daFazenda
Tendo de ir no dia 16 d .iste mez o hotel do Ii-
verso, A rua do Comnmercio n. 2, em hasta publiea,
consfando que este hotel nao paga imposto, ha dex
anno., come provam as guiaa tiradas em 1876 at*
o preu nte, vem lembrar a V. S. pars mandar fa-
zer arresto no fallado hotel, visto seL a Fazenda
credit ra.
Pede-se aos scguinrites senhores, o fevor de
apparccerem A rua do Aragilo n. 36, isto par nao
saber se dc suas reaiden*ms :
Jose Vieira de Fraga, senhor do engenho S. Jos6
de ;guarassu
Jos6 Joaquim Cabral, que ha pouco fol para Li-
mouiro.
Manol Ferreira dos S'antos.
Joao Francisco do Cost;a Lima.
Herculano Gon,ilvcs do Rego Barros.


(Entre a rua do As agio e pateo da Santa Cruz) Prcci a se de um caixeiro de 11 A 16 annos,
A's 10 112 horas corn pratica de taverna ; a tratar na apurga,
I-I-rua das Pcernamnbucanas n. 38


I Leilao
SEXTA FEIRA19 DO CORRENTE
de um piano, 2 marquezas, 1 mesa r
da, 2 bancas e 12 cadeiras
AS 11 HORAS EM PONTO
No 2.0 andar do sobrad* da rua do Rosa-
sio da Boa-Vista n. 53, por occasiao de
out, o l^iao.
0 agent Pinto levwrA a leilito por autorisagao
e em presenca do 8r. Frederico Corrca Lima, en
cairegado do consulado de Perna.imbuco, o moveis
acima inencionados: ertencentes ao espolio do fi-
nano Jose Maria Ferreira da Cunha.
A's IA horas
No sobrado da rua do Rosario da Boa-
Vista n. 53
Leilao

De dois lustros de crystal, duas ettagers, um
piano,, uea mobilia de pau-carga e outros mo
veis.
.Sexta-feira, 19 do corrente
No sobrado da rua do Rosario da Boa-
Vista n. 53

Se undo leilao


Do" grande hotel Uaiverso sito A
Cornmercio n. 2


rua


Constando de:
Mesas corn tampo ds pedra, pratileiras corn
dito, cadeiras de junco, fiteiros, quadros,
espelhos, relogio de parede, diversos mo-
veis pertencentes a 16 quartos, trens de
cosinha, encanamento de gaz, candieiros
e mais utensilios.
Sexta-felra, 19 do corrente
AS 11 HORAS
0 agent GusmAo far. leilao por mandado do
Exm. Sr..Dr. jui+ de direito do commercio, corn
0 u4 *mengionido,
oaqua Iser von Bi ESek jsad tem A vanta-
de dos Srs. compradores.
aGarante.se as chaves do predio ao compra-
dir.

Leiliio
De um piano forte, urnma mobilii de jacaranda
massissa e outros moves de casa de familiar.
Sabbado, 20 do corrente
No 2.0 andar do sobrado da Travessa do
Queimnado n. 9.


LEiLAO
De moveis, quadros, miudezas, louga, vi-
dros, ebjectos de Electro-plate e tres es
pingardas.
Urma mobilia de faia preta a Luiz XV, 1 piano
de mesa, jarros para flores, castigaes e mangas,
quadros' dourados corn finas estampas, mesas corn
tampo de podia, duas escarradeiras, abracadeiras
pars cortinados, jarros de alabastro, 4 ettagers de
canto e 6 bolas.
Camas francezas, marquezoes, lavatories, cadei-
ras avulsas, cabides, louga para lavatorio, dous
porta-toalhas, urma pia para agua, balaios para
roupa, 3 estampaa, duas caixas corn fechaduras,
uma commoda, par relogios.
Um guarda-loua, mesa de jantar, aparadores, 1
relogio de parede, louca para chA e jantar, garra-
ias pars vinho, eompoteiras, 2 castioaes, duas sal-
vas. 2 bules de metal e urma quartinheira.
Umjogo de diocionario portuguez p( r Frei Do-
mingeas Vieisra, urnsma espingarda de 2 canos, duas
ditas de 1 cano, extractos, cestas cornm fructas e
outroe objectoa.
Sabbado, 39 do eorrente
Agente Pinto
No 20 andar do sobrado da travessa do
QvUimwado n. 9, esquina da run larga
do Rosario
Principiard ds 10 e 1[2 horas

Aget e Pesta:a
1W 1OV'


.,O_ h lodieDo Jm a iegEadhotel cow seus com-
p.o v '.'n^^ ot^ oas ir e trens
do msinIh, pmpto a t:unecionar.
uadrO8 a llBairA1 S do c%-Ajrente
6 a'l.I-born -
Sa o~a eita ao igteo 'do mercadeo
-W'a ate 1 ftjA f ieimlo do ernm afrogue-

I**ls onta+ei dos M. emp adores.


A


Aluga-se a c;iasa de um adar n. 9 A rua de
Bemfria (Magdal na), execllente mnorada, corn
quint&1 e agua : trata se na rua do Imperador
numero 61.
ALUGA-SE o grande sitio da Capella, em
Ponte de Uch6a, todo ou dividiwc, conforme con-
vier ao prete-dente, o qual tern boa casa de ha-
bitacao, quartos independentes, agua da compa-
nhia do Beberibe, cocheira, baixa de capim e mui-
tas arvores fructiferas ; trita-se no mesmino sitio
corn Bento Jo.- da Cuosta, ou nh rua da Uniao
nu:- cro 5.
Precise so de uma professor para leccionar
as prirneiras It ttras a daas criangas n'um enge-
nho na eomarca de Jaboatao : a tratar na rua do
JImperador n. 81, 1" andar.
--- Pre.isa-se do um rapaz ou menino para fa-
zer vendaq na rua, paga-se bemrn, garantindo-se a
couducta : na rua do Nogueira n. 23, 10 andar.
Precisa-se de um menino ae 12 A 13 annos,
corn bastante. pratica de molhados : a tratar na
rua do Visconde de Goyanna n. 191, que dC fianga
de Fua conduct.
Perdeu-se a cautella do Monte de Soccorro
n. 5361, c do emprestimo de 6.3 quem a achou entrvgar nesta typographia.
Vende-se a casa da run da Roda n. 25 e aj
da rua do Patos u. 8 : a tratar na travessa do
Queimado n 1, 1- andar.
AXuga se o 1- andar do sobrado s'to a rua
de Marcilio Dias n. 4 ; a tratar na rua do Mar-,
qucz de Olinda n. 3.
Armai*o para qualquer estabe-
leelmento
Vende-se uma armaao envernisada e modernas
por preqo barato; a tratar no 1 anidarc n. 54 A rua
Duque de Caxias.

Casa
Aluga se uma casa na estrada do Monteiro u.
41, oa bons commandos para familia, a chave esti
junto : a tratar na rua do Barao da Victoria nu-
mero 5.

Cha

Marca B dorado
Este excellent chA perola, de folhas escolhidas,
e que 6 muito conhecido neste minercado, acha-se A
venda no
Largo da alfandega n. 4 :

Costuras
Na rua da Penha n. 3, 1- andar, encarregB se
de tazer toda a qualidade de costuras pars sai&-
ra por preco razoavel, garautindo a perfeiqte-
gosto por figurinos.
Aluga-se a casa do pateo de S. Peiro n. 2,
em Oliuda, muito fresca, corn gaz e agua, comma-
dos para grande familiar ;, a tratar no Caminho-
Novo a. 128 Na mesma casa lava-se e engom-
ma-me roupa de home e senhora, e precisa-se de
alugar amas para lavar engoimmar.
Cavallo
Gratifica-se a quem apprehender um eavallo
castanho claro, possante, girdo, corn trees p4s cal-
gados, andador de baixo obrigado, corn ferro no
queixo do laio direito, corn cangalha nova, na ci-
dade da Victoria, -casa do tabellia'o Santos Bul-
cAo, o qual Jos6 Benedicto levou-o em seguida ao
Recife, corn cartas para a casa da viuva do com-
mendador Figueir6a, no dia 10 deste mez ; raga-
ie igualmente As autoridades policies de o ap-
prehender. _

Ao public
Logo sahe o que 6 boin.

Vende-se

um terreno n'Agoa Fria (Beberibe de baixo) eon'-I
front a igreja de Santo Antonio, corn 150 palmos ,
de ftontc e 470 de tundo, uma da principal rua do
lugnr, t'rrcno este de esquina : a tratar no patoo
do Terso n. 18.
l,(enca0

A pcssoa que annunciou querer fallar corn os
herdesros de um terreno a rua Imperial, perto dos
Afogados, qu2i'a diritir se ao escriptorio do pii-
meiro andar a. 1, A rus da Cruz.

,Ao commeremo
0 ala"'o '"-!; a~o tend justo e contratado
comprar a taberna sits a rus de Marcilio Dias n.


74 liree e deembaracada de qualquer onus, ao Sr.
Jbo Jozs MalaqUias, particips a todo aquelle qct
so julgar corn dmchreito a mesuai present w p
fim de 3dias. -
Recife, 17 de Junho de1884. -
Bento Gvfde V d o its Z".olri1,


1XSO.


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I-1 I
ibtf, em 9 dej
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~- .0W


* ',i- i -


V. -
5.


--. -.? e.gom a -se .perft. rg,
-4. .Camo Wunm aa. *11.
A -see amu sitio na Tori, om ures essay
jO-...nde famila eo iuio perto da l-b.a ea
..]la o. _, j Porto D-
Jbiam qus emao VS'na ca ev nut rqdo IIfe Ce-
.-VOd, antiga da lnaaguefri n. 1if: a tataru&
., a da Utie u. 45. '


iZa*
wgr


k~4a~.iedo
-4


Porrttrn6
S Caompra-se unina casa nwva ou em bom et-ido iiuarj
S de ooubervam,), rm b a rua de un dos -bairro de
SJod on Santo Antuonio, e a ncoewatnduam
ma Unma sfamilia ; a tratar no rua IDisita on G/e-"'
arcilio Dias n. 21. 3


Ali
Preeisa-se de nma mulber para cuidar de dnas
erianMa ; na rua d.t Impsratriz a. b, s'gundo
andar.
I Carifmbo de borracia e metal
;,' PFaicam Ew de todas as qualidades, tanto pars
papld comI pra lhero ; a trut.r na travcssa d&s
S Craesa n. 16 ; assim cum. .i nc.rtamin se os mea

Preeisa-se
l de urea pessoa para vender blos c facr ris s. r
S vigos; na Baixa-Verdo, Copunga, n. I C, 20A000
pot larz.






dJesa Beuesrra Cavalcante
1 Antonio Bezerra. Cavalcant. de Albuquerque,
1sua muier e filhbs, tendo recelido a in'tusta lno
S tieia dc ter fAillecido n ciJale d'Areia, provincial
da Pa ahyba. ecu pre.saau pai, sogro e av,. Jub6
BezcTra Cavaleantc, roga a seus pari-ntcs e ami-
,".- gca pars aesistirem a nmissa qi, imandaun td cbrar
S pela alma do mosino f.dlccido, na matriz d:a Boa
Vista, as 7 bhoras da inanh;1 d- dis sabbado 20 do
!t*" corren'e, pilo que se conft ssIam gratos t todos quo
J., -AM, Istfirew este actor de religio c caridade.
i,-_ Rilga Franclurn da Costa
9 Ptilbeares
0 fiih.a, a n3ra, os noctos, a irma, e os solrinlos
S de Rita Fraacivca da C'osta Palhares, agradecein
c eordialmneute A tud;is as pcssoais que se dignarnarx
S a'companhar os rcst.)8 mnurt..cs :i sua p;rcs:ida in'i,
S asgra, av6, Irma e tia ant o eciniterio piiblico ; e
eucvidam aos scus parcntcs o amigos para assis-
tirmun as misses quc mandam celebrar por alma do
vmma finada, no eonveuto de S. Franciiaco, A 7
S 1/2 horas da man! a du dia 20 do COrreato (sab-
bado), setimo do seu passamnfr.,O.
,.R



_" D. Paula Joaquinba ti'vnlica le
Sde Albaelerque
S- Silviano Moreira Cavalcantc convida r todos os
s eus amiioa e parents pnra asasistirem as mis.as
que mands rear pelo eterno repouso de suai scm -
pre tembrada esposa, D Paula J .aqiiina Caval
I cante de Albuquerque, no dia 20 do corrente, 1
asaiversario de scu passaimcnt), As 8 b.;ras da
|manh, as matrizes de Santo Antonio do Recife
.s e cdacidade da Eseada ; e de-de ja eC cnfessa
gri por este ecto do earidade.


Angelo Sabino 0. Rodrliges
. Selts
-. Etelvino L. de C. L,-U'o, Marcelino R. Stte e
'. Mana D. Rodrigues Sett', gpnro, esposa c filha
do &nado Angelo Sabino 0 R-.drigues Settp, cen-
.. vidam sos seas parents c mais pes.saa de sm
anmizsade, psra assietirem a misia do trigesimo dia.
A quo pela alma do menmo finado, mandam clcbrar
S an igreja da Santa Cruz, no dia 20, As 7 boras da
En manU, pelo que se eccnfrssam eternamente agra
decides.


Sobre a sepultura da virtuosa c infeliz
. mita Francleca da Costa Palbares
Derrama urma
LAGRIMA
Ardtorio Auiusto da Fnseca e Silva.


Lyc'rgo de Albaqnerque Aascimento, Vicent
Fatrmrs de Albuquerque Nascimento, Tamerilo
de AJhaquerque Nascimeoto, Fabio de Albuquer-
q=eNascimento, Orminda JuiRa de Albuquerque
-ssiento, Amalia Lilia do Nascimeato Tavaresa,
Eameaia Cots do Nascimento e seos sobrinhos,
agradeeem em extremo A toda a. peasoas qm u se
duanm acoumpanbar as restos ntortes o it.a
pgta kb rmn, cmboda e t*, Candtda BRon de
perue Nasmtllto ; ,fFde nwo canvidan a
-V 'ipente e aigos pars assistiret a.Auas
S SAr eelebds por alms da mas fida,
1 ~dA aiud do &.ia 19 dourte obm.,
"tiat '748aBoaL-Vfta, pelo q do -ji MBiita
sootifiila Mwdwi-BfaMffnti.


II


f; ar 1


..." Alk o '-
FnM&w do l~iriAft~jeoet hIti da hw re 0
Srlmedlo maits oerto, on mlis i Jiolmar
~~i'a5i Ooaml~qwSt
VERME SOLITARIA
tafttl puTA.lmria um fm l&uas
PA127 P"u TANRET, P. Rum US146 Urh2p
ma i nh a # -iUs m aiG g o. i
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'ROIVDcTI EIoLOGI(C0S
aI ULvSE RO*, cm Prm (Frjna"
Erne PRW4$Meer- & Genre
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id t oo......... ......f M. I200 %
I'Bncino. uLmolaistsgaaOlOu100 fmrainm 50045.
peume4p. aeraosomo -i---os o100 fraseo 00 fr.
I EBocnciadaehuiimot"mkaameslet fm aso LOG I
Depositaries ep ?Pernambewe:
WaramimcdawB3O L. 1 STMjWV.A4 & O1C


CONTOM AA
MOOLEMnItlS ORBAB AS
Catapro ch1onlco toa hexiga,
Irritamdo do Canal da retro.
'olesgas d orostasc,
Iiconttnenca aa IUrinao
Area na urina, ftc.
SWANN, Pahmaeuttc-Chimm.,
A.,,1?:. UA n,rioom, It, PARI3


@ ROPPBESSO8 |,, fEVB.ITa8IA
S- Ara-,- a p l q era.a i iaz., aIt fi-L n svnpt'ima nlsu evo ,. bet& a a !
OWWMbls Sati M%=',do* S4t41 C. I lP.I ,r",UiIA A IWOiPOiM ~ k
,.~~~__ _,.__._______________._.
-~ej 41f.' ta8-C -AsIRWROPbu.- *: fLA X In. N JLL A' A AF go,

| ftp d A teoa o *,tm~s e COte21elreif"a
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e l s' pL-i-w. 9
' ~ ^ ^S wAM &. *Ba^ 4e lai 3P .igjS~~


VINHO GILBERT SEGU1N
FUi5I0M FMTAIFK, TE aomado iPlO A,4domii -.. usdiiW.P \
__ 3.usuta aimos 6. ^xprneao^a I
e f fm ,ito a, laimewtrso a ,aehi 1tCUxs& dvste dVUF!V _*qm_ ?Br
S rbdi Pana cWWar as .Sueswuwftar owen reappareclsncnto. querbolauJller m uI.e -
_m1,$96M ,yU;. ibUt aSm do 5angue, Waita e 2d onstr.&. m 3tappes lm, gig
'lea 6fofls, ~'i*niuaSM nwvmsaa, Dfb~daoe iusada .Alas edamsp. ie |ttWaaa
EAU ftuhe, Qow cwU ru Tab prinmi~fora ctvIo ddo Go&ics wvpraol ulinIlarn, jtan..i m se PM se
,Zen WWI GAPs. -*1:; '?T:A JAitlrm. cot.-na o p.9 ..'a ja rsM hi edej da w nwd Mt|
e l bar&uta C 3. ,kM"TJ ", 378. a-ia, attreHonoar:, ,PABAt








BANHOANTI -
p &abi7 .z.Iexxl o:V ^Jr C & XfX~l~'P ..




-M U4 emsn

IATI AKIHm& -sa cTm A& S V -r -
Q O VO TRA TA Y ^W TO(um oim M .~td s Q MEW O Q i,.


.. cm O -fte 7: &m" rn o 0" i
BA H AottAIe^wioaTI'i bB^W^^^"^

sobw", cunt a M u ..


ludJleaAlR !n9UHk 6w !~tocnrla~* Shno.Oq W"
flu| kie l l u li ukide piw.i.Jo. Cuti m '61to ds as
&IWINF 00uttfi J^I> M- ,.ASO E L : y ".

A .


- ,, .. ..'


I






'*0*~


Por


semana


machines de

SINGER
Ouef ale deixartde Muprar agrsmp a defs afamadas maebi.



Yenhma a succursal da ceimpanhia Singer no


RUADOCABUGA N.1A
N. B.-Vendemos Iambemn linha sperw,, retm m carriteis,
agnlbas, oleo, linha de crochet, peas avias. par' as macbina,
taido de superior qualidade e por preos seueomieteniz.

FRANCISCO GURGEL DO AIMARAL & C.

Grande esltabelechniento

CASA DE CONFIANCA
LOUVRE

Noste vaAto o bemn sortido estabelecimento de fazendaae mod",, eujpa propris-
taiins-ntao poupens esforos afin tie bom*serv sos seua numeronv s fregsa ea e amigo
continuaraio as Exmans. tamiilias a encontrar o& principal aixt7igs e ow melhonrs teci I
dos proprius parn as inais priwuorosas toilettes.
Os Srs. agricuhtores podorao prefeuit nos em su.a- compras, -w&to. que pod.-
mos offoreter-lhes tL-mbem umr bois sortimento de fazendas. p-opria& pMwi.. tmahiiad&*-
res deo campo e por prices os mais razoaveis7 em razlo do ac rue.'bunos, de conka.
propria, dos mercados exportadores.
Os Sr&. naveganteas en-Jontraro tamnbem umrn bum. tor.timnento de- artigos pir-i
jrios pars viagens.
Continuamos a ropetir que e de grade vantage proferir-so ?empre o LOU,
VRlE, tendo de fi a r so qualquer compra do amitigos do boa qi;u'lidado e do bom gos, i
visto quo se cncoutrara constantemcnto um gcando e vark:ulo sortiiaonto.
r% A L 4UDAL- 11 AL- 11- -% E L)%
se cncontrsaru constantemnonte verdadeiras peehinchas, aiin coino uin bom e variadb
I sortunimeDto do rcupas flitas (fazendo-se tambem par media) asiprriadas, tanto para&
cidado cono tambern para trabalhadores do campo, conviado chlam ar a atenglo paaa
os preVns dus seguintes artigos:
Saperiores sobro-tudo ale panno piket3 a 155, 20a, e 2-5-0c@.
Madapol.o Mariquinha, superior, a 46800 a pca, corn 20 vasas.
Dito Jangadeiro cearense, com phbtographia do dito hicr6e, a 66^)00 e tsx,-
bemn corn 20 yarns. '
Diversas outras marcas a 565X00, 6#, 64500, 77 e 8#000, oualidades e qcar
tidades gmr.idillat, e niuitos outros artiga por pregos baratisiimos.

Casa de confian a
Rd I Io le l 120
ESQUINA DA RUA DUQUE DE CAXIAS
N. (elephonico 158


is machlinas de costura


Domestic
Slo reoonhecidas ser as a mais rle-
Ygantes, as mais duraveis, e em todos
os sontidos
As melhores.
Para prices, e circukires coin illus-
traches de todos os eatylos, dirijam-
se a


DOMESTIC SEWING
CHINKd C.


MA -


NEW K(OT U. S. A.


OBRAS LTTERABRIAS
I1PUMSSO NIftDA, PAPEL sUPBBOR, PB; O MOD

JORRA., PERIODICOS K REVISTAW
UMA OU DUAS CORES COM ARTS Z COREViECOA
....cQaox

DJPLOMAS E QUADROS OE LUXO
DORADOS, 1 'RATEADOS, DR CORES X IM P1R.TOj


ANANUCIOSZ E CARTAZES
PARA CASAS DI COMMERCIO I THIATROS


f. -


ii


. CA1tTAS DR cOU'si
.4ZMPLB i DIt PBANTASIA
^- *"i in .! xiit.' ..-* ,*'*'" P
?*;.. ,. -,: .. ... ..1^ ..r. -.J

r ..:, :i 1^ -" -^ *l .- :; *l ^
..*jp-s" f ...~i

. K- .' =


CART5E8
w3 730 SesW$m


ROTULOS
PARA GARRAFAS


B. W ALO6ES
URMHA WSgI[H RP0 R E BLIVROS

I IttiTUPt
S~~~~~~~ tFE89Bf OPTCIA

.)._-.' '.. ^t e ^ .

-p


4) *-~

I..


Vinho NuItrifi Je Cae
Unico legalmente auctorisaudo pb
ewro, e pela junta de sadde pel
Ju Portugal, douentos legaliad
pe4.consul geral do Imperio do Bra-
nil. itnuito util na convalesembp do
ltms as doeneas; augmenta emwide-
r.ia',luiente as forfas aos ind]dw-
dl.bditados, e excite o appetite do
iodo extraordinary. Um caliee d'ei
vimho, represents sum bom.bile. Achb-
,'; % eu)da nas prinigaes ph-anmamia


Aviso
Ao Sr. Francisco Antnnio Martins de Miranddo,
de MoAs.,,6, pede o provincial do Carmo por ta-
vor quea he falle,-visto nao saa.er ondo esti assis-
tindo.

E' para ademirar
gorteo dei ETOPFE bordados Dira se-
uhira, artig mndfraisimo a 1240OI
aetinetat WAFERS, iszeuda qua vaie-
8im1 rs.. o covado a 40(p
Chits pmira coberra, car fixa, o envado a 2R40
RUA DUQUE DE CAXIAS N. 62
Eendonha, Primo t& C.


,iaxndCa Casa


de Eiserceadiaa do
Redie.-


Comimendador EliansBaptisit
tn ita tIva
Seguudo annive-sario-
Detwido a |lima. junta admaaiistrativa, fzer
ceeebrar na igreja de N S. do Pacaizo, peLs 8
horas da manhal do dia 18 do coareute, 26 sani-
versario do flbeeciinento do beipeitoc, eomnmada-
dor Elias B.tptimta da Silva, a mi nissa de re-
qviem, cantads pelas educaundas da casa dos ex-
poase, convida para assistirta a esso pedoso
acto aos8 paentes e amigos ilaqiaelle falleeido.
Secretary" da Santa C'isA de Miseitordia do
Recite, It de juinho de 185Z
0 eserivao,
Pedro ftadripues de Sua.






Maria daJConeeicao Albuqucrwexw
Riguielra
Dr. Henrique Milet, ua nsullier e fill eosauvi-
dam a todus os parents e ai igos pars assitirem
aa minssas que mandam eelebrar pela almto de sua
presada cunhada, irm'i e tie, Maria da Cinceicio
Albuquerque Rigueira, no dia 18 do correite, As 8
hbras da manha, na matriz da Boa-Vista, trige.
simo dia de seu pasiameinto, polo que ambtecipama
Eeos sgradeeimcntos A todas as pSSOaSa qa. Fe
dignarem assistir a este acto de rsUlgiaa e ri-
dade.


COIIPRi.SE

Apolices provin-
ciaes de 5 por cento,
na praia da Indepen-
dencia n. 40.

Cardornus
PREPARADO
POR
JI. SablMo L. Paibe
(Nove annos de experiencia I)
Facilita a dentito e evita as convul-
EFto important vegetal brasiieireI da
faumilia das Enphorbraoeas, estudado e ap-
plicado polo author em innumeras creangas
e sempre corn excellentes resultados, ven-


de fe na
Pbarmaelado Dr. Saml
43-Rua do Bario da Victoria-43
PERNAMBUCO


Ag.- cia -. o. daa. pro.. u... -;


r





-p



k

'a


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' r.l .
J


V".


, -. ,, --.". e,; ',i. !




















I~ 'i qmson.
Iunto 41e jias das
*I '.5 : *,, .p ..

Smais mbdernas oe dos
,ruais apurados goetos.
Comproinettem-se
a vender mais barato
do que em outra qual-
quer part.

InhftI DOWL 4

Aliga-se baralto
Os armazena 13 do largo do Corpo Santo
vom communicagio corn o de n. 4 A, no caea da
companhia Pernambucana comrn gaindaute.
08.0 andar do D. 13 do largo do Crp Santo.
\a ceas errea n. 1 B, na Baiza Verde
0 l.o andar a. 10 ua travesam do Curmo.
A cas.a-terres da travessa do Caldeireiro n. 6.
Idem da rua d Palma n. .7:
0 armasem n. 46 A irna de Pedro Aflonso.
A tratar no lago do Uorpo Sato. 1V, pr me'u

Cosiuheiro
Prucisa-. e de um cosinheiro rauito bom e pga-
Sbferm : na Passages da Magdalen i, run do
lenfica n. 12.

.DE DRUSINA & C.


r. -. -
$,", 1... .: _


W r A ,\ ;'''.."' *f -,i s. i-' ."'' '



Ivista. de ofo -tq % ^ 44 lap W d04
finos e SWcrM'ffeg~nHXr4 B.n
eada um 0%.HJrf^t go"toIL
eacolber eE on'.
*The ie-U BI ch"ti..
Represeda t;sei d ca a de.,omrfru&-, Ma-
ziolle Piuet d Q h ra )
Tendo fixa*do a sua reaiden6hi, eim ea biuw ,
aeha-se A dkpuicpo dee s mv wamhous dI&en-
geohos. P6de ser eneomatrado todos o. deA n
ni do Comnereio u. 2 (Reife)o ou em.w m-
radia, rua da Eqtaneia, junto dnI grqa.

D. Amelia Cavalcante offeree-se par a leceio-
oar em collqios casas partieulWs1 porw looo
prego e comw asidaidade : rua Sete de etembro,
outr'ora becco dos Ferreiros n. 6.

S Alia novidade
Carilnhoe de phantasis pars senbheras, sado
em liuho bordades de eC6.-es; so pousos e estoe eso
aeabando: receberam Pedro Antuneas & C., 68 -
rm de Duque de Caxias.
Mlodernoes leques e bonUlos
Receberam Pedro Antunes & C. variedade de
tleques em madeira e seda de linda. cores, em ga-
ae e oaseo e alguQe de madreperola e zed., pro-
prios pars noiva&. Nova Eseranqa 63, rua do
Duque de Caxias.
Abolicionistas, ,colarinhos de linhbe, model mo-
derno pars homeus; aproveitem. Ao 63, rua do
Duque de Caxias.
ftoo boneem
'De todos O0 tamanbos e preeos, Ao se f&z ques-
io corn as criaxna. Ao Pedro Autunes, 63-run
do Duque de Caxias.I


I so 0iIenxerga qu n30o quer
"o i 0 Pedro Antunes & C. t6m oculos e pineines
R ATI4 A B DA CRTT7i p1ra todas as vistas. 63 -ra do Duque de Ca-
("MTIA DA CRUZ) as
Casa de coIImmissoes Lin
Grande e variado sortimento d amos- Linba de ( rocket
'rae e oatalogos de produces da AllUema-'
aha, Frangs, Inaatera, Austria, Hespanha, Br tCaS e de lindas cores
Italia -e Estado-Unidos. i g a ahIxImba
N. B.---Informages sobre machinismoio BAZAR DE LONDRES
sgriocolas, ditas para engenhos centraes- a arezde Olinda=N. 28
bombas, etc. pars incendios e omtitras m N. 2 ua do Marez de Olnda= 28
shims e utensilios. "I Crochet Cotton


Boa mornta
As ferragens e cobres de umrn ongeaho em Ja-
boatao (contiguo) u, o mesmo engenho corn ou
:sem ferragens, corn mais ou n.enos 'terrenos, a di-
raheiro, prazo, ou trica por umr sitio corn ngua
' ma rua do Imi erador n. 77.


FNI


Best quality. ilte and colet i,
26 a box of 1o alil%
Tro be -had at the
Bazar de Londres

8--Ruaago0aBmaez d80I g--0


ODE FERRO


DE


CARDOSO & IRMAO

RUA IDO3 Bm mI N. 100 A 104
BPODISQ BI ITO R 'AOLLOg S, 1 21E
Os proprietarios deste bem conhecido es-
tabelecimento pelas suas relav5es direetas


corn os melhores fabricantes, e corn um dis-
tincto engenheiro de Inglaterra, offereeem
grandes vantagt-,nspara encommendas, comnio


provam corn os apparelhog completes
tes nos engenhos Massauassu' e Bof


assen-
sque, e


meio apparelho no engenho Coneei4ao.
MACHINAS a vapor trabalhando s6 com
o fogo do assentamento, podem ser examira-
das as que foram assentes nos engenhos Be-
lem, em Timboassu', Qicati, em Gamelleira,
Diamante em Goyanna, Pao Amarello, Ca-

mara e Lages em Itambe, Vidraao em Pao
d'Alho, e outros no Rio Grande do Norte e


t'


























'1!












*1


4 F.U1.:

0-f


._ ,, .

de e, vari,

to de itosdos mais
acreditaoks fabrican-
tes, e se acham habili-
tados a vender mais
barato do que outro

qualque, visto rece-
berm d"rectamente.
Todo! os relogios
vendido' n'esta casa
soo gar'ntidos.

Roa h U nbU1. 4

Olinda
LlToes theoereas e pratteas de
IInglez
einem. Fauetone e G. B Nimnd partici-
pain os respoitawr public de Olinda quo de jiunho
.em 4innte abri io curoes theoricos e praticos de
ingtz em uma casa junto da estaeio do Carmo;
asvin tainobemn daro lieaew es csan particulares.
Os iuteressados devem se tmender com Messrs.
Panotone avd Nind no referido Iugar, nas tergas
'e oextas-feiras a. tarde, ou noes votros dias uteis no
seu escripltorio A rna estreita ido Rosario u. 4. 1
andar.
specia l massa d mandioca
pars bolos, o quo ha de ,melhor neste genero
vendem Brags Goumes & V'C, A rua do Marquez de
Olinls n. 50.

Um born quarto
,IN-se a unia n1hor fe idade, de boa cmndota,
picra fazer compathbi a uma senhora vefliha, po-
dendo ir o6 dornmir se asim quizer; i, ,tac no
.Ratco do Carmo n.'6.
Muita atten{s
Arthur Rawoa, titalado pela Escola Ndnrwnt, e
*ffereoe para ensinur em csBas de fmilia :a-n m: -
teras eeguintes': primciras lettros (careo com-
pleto) mumica eipricipios de franc.-z : -reside i
rua do Sol a. 21, e.de pdde ser peenarado.
Criado
Precises-e de uam ci ilado que fiador dc sua
conduct, una ra. do Marquez de Olind&. n. 26,
loja.


(oixoiru
Preuicu.-se e"-um corn pratica d largo -o Rfiimw n. 14.


A-lug*-ee oC-andar do soubrado n. -27 a rua do
Imperador,' ,om grande comsmoaos e agta.; a tra-
tar a i.ma Du,(!tw2 de Carieas n. A7.
Alluga -S
a. loja 3- .nt.r do rebrmdo .. ruama da Impcra-
!tri- n. 20, achbando-fc a lhja em muito borne esta-
do prm'a negocio e corn mrim.-Los commodac, aasim
eosoo 3- andar quo tern grAiCle sBt'o ; ;a tratar
a rua do Born Jesus m. 11, 1- andar, com capi-
t.lino .de-Gusaiimo.

Fog4's de a.iici0o
o Ne nr.azea da bola aisrella, caes 22 de No-
Svembnro n. S36, vende se fvgos -4tnnfcensivwO, para
divertimneuto- preparados na auntigu fabfica da
vieva Ritfino, pelos preios dai Peferida fabric, e
tambcm recebe be encoruniBndas.
Engeuno Batakidriha
Atrends-se eate engenho neo -terno de Agua
Preta, di-stante 2 leguas da estaqao Mayarai, corn
terras e =attas rara mais de 2,500 paes : a tratar
na praqa do Corpo Santo u. 15, 1-.and:ir.


Vcnde-se ou arrcuda--Be o engeho ,ecanto, si-
tuado na comarca de Serinhlem, moente.correu-
te d'agua : a tratar na rna do Born Jesus u. 4
escriptorio de Mamoel Ferreira Barthuto & ('.

Ao 0conmmnercio
Offereee-se papi guarda-livrop de qualquer
caEa c immereaie um moo corn bastante haLili-
tasc(s ; quem precisar de seus serviVo7 1,6de dl-
rigir-se a rus do Marquez do Herval n. :32, teie-
phone n. 322. _

loisla
Manoela Marcioiilha Freire, successors de sa
tia, Rufina R. Fretre, a"vies ao public emr geral
e em particular oas seus freguezes, quo continue a
eQrcer sun profisbeocow todaa promptido e mwo
dicidade. aessim cpioo comn A-te, gosto e elegancia,
parw o que recobe neasalmaeate os priacipaes 6gu
rinoe da cortee da Pans : a tratar na run do Li-
vraenmto n. 19 3l andar.
CNsinheira


Precisa sie de nwa boa eosinhbeira ; a tratar usna
run do Visconde de Albuquerque n. 43. primeiro
andar. I
LuZ, brilante, sem Fumo



14 ico e Econittico


teis de lFowier que se tornam recommnimw PARA!' L U
veis pela facilidade da collocaepo e por su# ..abo
'l or.. 1_ "- ; -. 1 l* -* E& i

SQuanto a moendas, rdas d'agua, ba- In ato
| tIckse ndidas e..Priae -ni e
^^|^ ^ i^^\.^u :" ra, t.m ';' ..... :, *


-a- re
t,.M ..

-..-,4 .
ja d. : :, +; ..

-, .- .. ..
..-S -.
: + ~~~, .. ..... +... A. .


aI-

^^^^^d~i1f~pife~num Ita8oe var?
iap&er p ~mr sauuorat e mean
egt.a. e- osfe, a', todaas modna
ir 22,a-2 andar.


P-
I-


- _. .. -
7-. deo nSanto Vieira, neaerrga-be de proceder
i balanos. organlsar conratna e destratos sc-
eiaei. Camados na ru do Rangel n. 3 ou na
ruada Penha n. 7, 1', audar (residencia).
~~~VEsDA



Vende se o., armwao de amarello em optimo
estado, prop rk ra lojq de fazendas ou molha-
des : quern Ihder dirija-se A rua do Impera-
dor n. 46, escriptorlo.
Salltre e emofre
Vende-se muito barato ; na rua larga do Rosa
rio n. 34.
Limialha
do ago, de ferro e do agulha ; vende-se muito ba
rato, na rua larga do Rosario n. 34;
Vetnde-se barsto uma secretary grande, c(.m
muito boas diviasea, ten estantes e quatro segre-
dos, precisaodo apenas de alaun- pequenos repa-
ros : n& run do Arngao n. 3G se dirA corn quem
We trata.

Nao ha melhor
Massa de mandioca

para bolo?, a 1 00 o
kilo, vende-se naCamb6a
do Carmo n. 10.


Vende-se um born sitio na Ipropriedade do Mu-
'quem, distant una logons da estavao do Canhoti-
nho, no prclongameneio da 'c-trada de ferro de S.
Francisco, o qual cont6m 'bastantes arverci de
fructo, come sam rn: limneir-mas, israngelras, jaquei-
ras e grande Nquantidade de p6s de cafeeiros dan -
do fructo ; corn boa ceasa de vivenda, casa corm
armalao e baleao pars negocio, umsa wmachina pa-
ra descaro-ar algodao, piensa para enfardar e
magnifies estribaria, tudo cm born estado a pro-
pnedade'sta toda cercada e tern excelli-tes ter-
ras pars plantaVues, corn agua ccr-rente e de mui
to boa quslidad- : a tratar corn Albino, Amorini
& C., no Becife A rua Duque de Caxias n. 94.
Veude-se um piant, do tres c rdo., do labri
ante A. Blondel A Vignes, novo, -.nito born
para ver na rua do Bar.'o da Victoria u. 35 loja.
Nom setivlas la radas A 500
t 640 rs,
Mxhgou parm a loja dos B0 ieires da Boa-Vista,
A rum da Imperatriz n. 40^i grande sortimernto
das mins lindas setinetalrvradras, tend de todas
a eoreF, as mainsenovas qpetm vnudo ao mercado,
e vende-se pelo barato 'ft o & 500 e 640 rs. :
iste na loja da eequina do bt.o dos Fcrreiros.
FoslOes broncos a 400, 500 e
640 rs.
-Alheiro & C-, a ruada Tmporatriz n. 40, yven-
Aea um delie.d.- ortimento de fult5es braces,
preprios pars c-:idos e ruupas de crcanuas pelos
p.-eos acima iadicadis; Isro ua efquina do besco
4do Ferreiros.
Cazemiirai Inglezas a 21500 e

Na loja des-Barateiros da Boa Vista, vendc-se
vas elegant eortimento de ca3-cniras de duas lar
gumras, send inglezas e corn -,nitas cores, ptio
baTatissimo ppNo de 2J500 e 24800 o covado,
sendo muito proprias J-ara coe.t.mcs, e das mes
ma tambem se mandam fazer cobtumes mauitc
bern feitos de patitot, cala e -eellete por 305C0 e
35, A grand pecineha : na loja da rua da Im-
peratriz n. 40, e"quina do bceve los Ferreiros.
Espartiios
a 46 e 5o000
Nte loja da ru da lmperatriz n. 40, venae-st-
mnaite bons esp.rtilhos pzua senboraz a 5jU00ee
paraM-Maeninas a 46000 ; assim como um Ix nit<
sortimamto de fiehus du 16-200( at6 300(0 ; isto
na oja dw. esquina do becco doe Ferreiros.
Merin6s pretos
A ',10 O, 1* 0O e 1IS0S o conade
Os barateiros da-1ua-Virita, A rua di Impera
triz n. 40, vendem anuito bonds merin6s pretos
pelo barato preqo de 1.2'J0, 1400 e 1A800 o co-
vado ; aassim como sortimento complete para luto
di ndo ebitas, cretones e casemiras ; isto na loja
da esquina do becce doc F rreiros.

Vende-se
a taverna sits a rua do Socego, hoje D. Vital n
78 : a tratar .com o dono ns mesma, ageate Brito, i rua do Hospicio n. 81. A refe-
aida taverns vsBdo se por se acbar doente o seu
dono, e precisar retirar se.


CabriWlet e victoria
Vende-se umn cabriolet e uma victoria cm per-
feito eotado : a tratar na rua Duque deo Cuias
numero 47.

Tosse convulsa
0 unisc eopecifico para a cura certa e infallivel
dease te-rivel molestia 6 o
XABOPE DE BOURGIOIS
Este xarope preparado mgundo a furmula que
nos foi eonfiada pelo finado Dr. Aquino, 6 appli-
cado eom o mnais pert-ito resultado, nso 6 na
osse convula, eofno nas tosses intenam e asmsa-
thicas, por effeitb de ona sacfo calmante.
Vende-sc
Na pharmacia e drogaria de Barthol meu &
Sucoessores
Espeiaidade

Xroua Y!teI YfiiceiW


-- ?. J w
o de, prwsdo
a neoLa BIqdkMWio*:. aeoniinena-s como
5 t p.ti' emil wI "panra a cara certa das
4o'ww-erceoie, eatharro puamoma, catA-
miMd,.efl&dti rrSroC'chiof, e em geral
tdos 6okmubiadtos dam vial respiamtoriU
34:-- ,, ., WW
^^' .+ ^oH : .-,


* *~-- : -
- -t'~)~ ~;- -


- 4tu-'~


.+7 Tm+++yi+=
'.-- ':. Noiprnfrimoe:

A,- o, natural e apropriada par .aiM na sj t 11
oTk S a de peitok o proprio leite Miatawuia '
.. m ^, O em caso de necessidade deve ser u tut-
LOJA DOi UATEIROS M 40 do pela
jnwtotb daeemira" eqdoafikFARRIHA LA'tTEA DO DR.
send quo e lava g F ..P.Fl.HS '
DitMa do paso preto fin, fasenda nito A sciencia e a pratica adoptaud z -
-ba 7,00' cha LActea como poderoso i ., '
Dites do e semira do quadrinho e listri- 0 trictivO Para a infancia o
W- s, foase n0o0 8S d
D)ite de caseairs eursa, forr doo bU 0 cos do Brasil e di Eurolpa E
Ditos de casemira de cores cnhua e ea-- ser do Dr. "'REi Ji3' a el"r n'e 00
curas 1050(0 genero.
Ditom d3 casemim de cordao, de 10 NA 125000 Deve-se pois evitar onfiar o filbiuib a
Ditos dc panno preto fino, forrados 10"Ot*
Caleas de casemiras corn differences pa- uma pessoa estranhi e de comportamento .'
dries, de 6500, 60500, 85 o lOtom nao conhecido muitas yeses o germen de o
Ditas de casemira de cordao 650(1 numerosa molestias. +
Ditas de casemira preta 3cda a 80 e lO00' Vende-se a verdadeira farinha La tea
Ditas de casemtira preta 6500.
Cerculas de ercgnella, obra muito bern do Dr. Frerichs:
feit a 1 l200 e 1560 55 RUA DO IMPERADOR 55
D;tas dc Hamburgo de linho a 1U800 e 2500, Estaudecimento de musical e piano do Vio-
Colletinhos para dcntro, wndo de ere- or Prall _a
guella e muito ber feitoo a 800 e 1 001Y
Camisas, grande sortircento de camisas T
brancas, tanto francezas como ingluzas,
tanto de linho como de algodio, send
do 25, 25500, 3;, at6 5 010 L'u
Meius, grande scrtimento de meias crusaa
Daohomens, de 320 rs. o par, at& 7' 1Tara. a -aka'
Tdalia, grande sortimento de toalhas,
tanto pari rosto somo para banho, quo Popelin.s lisas, de listras e lavradas.
Bs vendem por pregoos muito razoaveia. Las de quadros, escossezas e lavradas.
Tudo isto e eom grande reducao de pregoa ; Alpacas lisas e de listras.
loja da esquina do beccn dos Ferreiros. Grenadines de cores e pretas.
zend asf brancas^ Cambraias bordadase aberta&
F u e d as~ UJ 10j Leques.
Na loja dos barateiros ,o -pia seDhora.
Citas lisase de cores.
a B V a Fichus do scda e du
Ua W aIMI 0aM Capas de malha de ta.
4O--Rua da lmperatr!Z" --Se pnn.1% ""*-'"'-"
aa ColIarinhos e pumbos parssenhora e homem,
VENDE-SE versoa feitioe
MadaolSo corn 20 vara 4500 Ca-jr.:sIb boiw c(ullarinios e scm puwbo, com,.T-
Dito francez, fazenda muito encorpada, nhos e comrn collarinbos e punhos pars hemeo
corn 20 varmn a 5, 55500, 6AJ c 650 ; deade n. 35 A 45.
Dito f-ancer, amencano, fazenda muito Camisas arsa meninos desde n. 28 A 35; sew cob-
fina, de 7, atW 12900t larinhrs, de n. 32 a 35.
Algodlo enfestade corn 9 palmos dc lar- Ca=.Las, S-.ias, penteadores, callas, a e pa-
gura, propria pars tazer tenB6ea de um nhos para seihora.
96 panno, metro, rs. 91 Gravatas, g anude v-,riedade.
Dito trancado corn 8 palinoE de largura, Mcias cru;., hrancas, de cores e p. .as.
proprio para lenc6es e toalhas de mesa, Capachos, tapetes, p;las, eateiras, bolsas, vel&
metro 102 0 !bho. brings brancos e do cores, luvas, perfsis-
Bramante de algodAo corn 10 palmos de rias ctc.. etc.
largura, proprio pars fazer leneoes de
um sipanno, metro 1,21"0 Papoula & C.
Dito inglez de quatro larguras, seudo
de linho, metro 2500 I S Rula dfo Cabug --I1
Ureguellas propriase pars aleno6es, toalhas Em frente a matriz d. Santo Antonio
e eeroulas, sendo fazenda muito encor -
pads, cad. pegs com 30 varas a 140, Vfliira m ni
e em vara 5C( adl P n
Ditas corn a mesmpa media a 11500, Cliitis ccm.ras, fixas, cuvado, rs. 200
e em vara, rm. 40' Oxf,'-ds parai C'.tito, cuve.io 160C
Atoalhado adamascado pars toalhas de Caniisas iirnc z.ias 245(0
mesa, tendo 9 palmos le largura, me- ('6rte de cr.tane 0CO0
tro l A:i a' i a- ti-.,r.'ar. c.- .ad rL. 400
Assim como um eompleto sortimento de Setinctas c.-nd(., no-id-;d', covado 4t
peus de algodaozinho americano e Fustiosa bi uncos snperi:-..a, covaLdo 400
inglez, que se vende a peca de 3A500 Espnrtdlhoas ;irmesiecnohs 50 0
at6 6500( M:,ntis d& g.se 11000
late ua loja d% esquina do becco dos FerreiroE. Ltk;e i d- brarrmnte dc h;ho 2A3500
Casemniras de cores E ." \-\
De 2:500 ate 6:000 rs, R 1 Bro Vijt.i
I INa mo Bafih at, VriteT, .n, 33

9i 1pf Po10 m1IO l M;mnoel Macuhalo Bot.lho & C. encarrpga-se de
Alhciro & C., A rua da mnperatriz n 40, tetr, tz r (npcri-.,iri-,?tfs pna ;igwu e gz, c vendem
um elegant sortimnDto de casenira- d e cure. '. Ab-." .. :. .a-, 4 f.,i ri--aat t. t,-nm pesosa com-
anto claras como escurais, que vendem a *2 P.1, ,? nP p ;1 : rt:ir conie, rt r yi:-l-juer bom-
at6 64000 o covoado, e d-e maian-.s rnanduam fa- ba pr ,ra", -,,.ae.n c
zer qualqurr pc-a de obra ou coarunes, por pro- n T i i i n l i 0
os rieiitc raioaveis, assim como tern tambem u A
explcndido sortirr.ento do casi-miras e pannos pro l
toe atba o vtaie fino na-di r'f -,.m rn o ner-aidu, < Dclrirmn as ru-spcitivel public e nos sa-us fre-
dos mesmos tambem so iacnerregam de mandaa gu-zes, qie cstiAo r- s Irices a v, ler todas so
fazer quialquer pea do r-"mupa A vontate do fre sa is na-rLa.l.r,:,. p r a, s ,,'ui,:s *2u /, dos seus
guez e corn toda a pei f,.i,;io e p-csteza : isto n- valures emit -iua-l>;a, r ] it> : a' .-t-'laca7. poise, oCm a
loja dos baiate'os da BoaVi-sta, na cequina d; nar,.iui.t .n I L'i .t.'. l':,,aii!- i. o I-itorea,
beeco dos Ferrr'iros. ;i' nI.-,'iit,,m -i t r u.,;a :tlr .i-r.- t ,o0 baratis.ii-
T i. hnn ~ ~ ~ a; -0 ,ni jas' Iii-^ 'I'j-' -iu>'r i-*""**i\ l--i- '1;i realidade.
E 160,m notb ris ot ,,, ,ll-,, lt d e
Os Barateiros da Boa-Vista vendem muito bi. 2,' _) ,L o uovd.-,.d
nitos linhos de trana s6 cor, de listrinhas e ua- Ladas :.-par-as li as fuitk c.ar-i a .1;) rs. a
drinhoa, gosto inrafiran-iinte cscosst z, pit-lu bur~- .i.o
tissirnt prec,. de 160 ra,,, o covado, seuido de (.c res i C.^-.nr::? I'.'.a.-, dauaas ]arguras -,.'ra vestidos a
fixas : isto na rua da Iraperatriz n. 40, l-ja d< 1 ..ni c ;i i l ii i
sequins, do beea, dos Ferreiros. 5I, ri.,;,, d,- cir-.", ln,-I in., n a 1 .?(0(!
A-- t en a omu"la'+' r que" li't-
I );:r.


Pechinehas sem igua

k Florida os va veqi lo
Leques de papel denoininados Ei-asitez. rs.
Lenqos brancos do litiho, em pce:ta, :.uzia 1O
Caixais corn 100 cnvelIpCs e 100 ) fullai de
papel, rs. m
Caixas c-m linha parsa crochet 1'"
Punho e collarinhos para Eenlhora, rs.
Livranhos illustrados para criaicas 1s
Ditos de histv rictas
-Gravatas de go gorio ei:- .r.:
Ditas de dito largas 2
Ditae de dito estreitLs 2i
Ditas de seda pars meninos P
Bolsas de chagrin 3301
IJtas de dito., pequeneas 25.
Alem dista tern semp:re um varialo srtimen


J


I't'
I I

I I.
NO
40
L,d
It,,


deWbicoo, franjas, galhes, bot6es, plics, ruche.,
titae, etc., etc., e urn bonito sortinento r'e p'rfui-
manias dos melhores fabricantes, e muitos outr.:,b
arts ciue se tornam enfadonhos meuciouar.
rreVos sem competenela
0 A Florida
103 Rua Duqiue de C;,rias 103
BARBOSA & SANTOS


FOGOS

N. [.-Baa do Cabga-i...N. I
Receben llndn, Interessante e Va
riada colle-eo de notidnde.
em fo re para MalaoI
INOFFENSIVO, SElf CHEIRO NEM FUMACA 1
Umna cai.a contnm o sogutnle:
Charutos fictit-ios.
Serpent de Pbara6,
Lun2 electric. -
Fulguretcs japohezes. -
Kalospinthechromoereme.
Foptes de Perolas.
Figura comics.
Cosmaeo3 parisienses.
Bomba multicolorcs.
Vujcao vesuviano.
Fogos indianos.
Palmas brilhantes.
Sol de perolas.
Morteimo mieropcopico.
Dardo cbamejantos.
Rotatirio secintillante.
Pcatolitaa de salo.
Pistols cam a competente caixa de t iro.
N. I. -Ria do Cabuga. N. 1.
C BA COATS


*
ft.


LU stroa Vparem e a Macmt. de 6
a tomb.ju .m ommslfemo jmrar eaer a mao
-?*o. sO _a mat :l unha em novello-
J i&e -) 0asr* aom *am
.I&P. COATS --


TavrnI
V.ade se 8 ti vefa'tim b ba loealidade e pro-
'|l .'4"e motive 4at rada 6 pcr


Fu tu.. ( dIt cores p ra v..):i1,)s a 2-t0, 41.) e
:',L0 s. !
P.i,,,, p.'ru. m,:;a?, ;:,.lti ,i:L'a ,- a (300) r-. e
1 .. 1'. '
I- P-~
I'r" 1', ." R i;, ,,, 1 .0 1 ) a vara!
D'ro n;',r, 1, I,,n i.L I...3,,:'i-, ,ii :i ,r-:' 'n' '"*o :! .1-10
i'.:. <.t L".,\ ;,Lk 1
(Ca-c.:ir.aS inig'izis, du:.s I rui'.as, de c-ores a
Il.km !;. ,:. r i r ,,. .nim a 2..200'. 3,,' 4P .
C'-,_ s ,iS ,lito i"'A a U 'vcrno a .'j iJ e 3 2
Ie gia'l,, .
I.;ti. spla,,ri, is in ,l, zas a 1 5 1.) e .) !
i. I a I *e 56
';m.-u,... fr.nct zs, fL.ilca', tiii&.ul as a ?' !
M it ia all.S arliara huo'r.ns e ai'Ioras a U-,ai.;'J
e Z )c'i.' ,
I., v,.- h,., l> -...-* r fiEi)., :1 "' '*(.1 ) )
kalijII-illrilll^ LtUil~ias t; tiL1 tl.'till-.1,a iOy'J')VX I EOl
.Ie 1.-' JUO.
Idein br:aecas ,le tit,-,i .1 :35 e -1 000!
L,',.'< -, t, L.:aw iateuZ para c:in.- a,: c.. e al a 2 !
Cleitas de g:;n-_a, f.rr.das 24500!
C. L<:r,.rc3 dc I", ddo corcs a 2gOL'O!
C'it, .i o.o-, bulidldoj piri C..AiUs e jabellas a
;., i ",-i !
"-.-i.., t:l-..^ L.;,.S ;. c ... a 1._0 .5., !
crc.t ,-' imaadl,.-'io traiaez. ci'-m :4U j ardas a
-I -'i.-J !
Lh;'.A.s i cdasevira a 2A 3.S e 4e !
Fi-l:,8s, gr.iunde surtimouto a 2-$, 33 e 54.
Il-n Iiiperi-,res de pElucia a 64500 !
Chit.is cl;,r:s e cscuras francezas a 240 e 280 rs.
Algi!,''es braucos e de ceres da Bahia e Rio,
por pr q, s- sem c, mpc-tencia ; sortimecnto complete
de rGupiijas ie toudai as lualidadcs, cuxovaes para
ltaptiIc- (lr cP:C.an'eptco, ttCidi s de toltas as qua i-
dales, f.ara vestidos, e nmuitas outras faztndas que
0crao hIulbradas A' prescn-a do, Srs. compradores.
S9 Rua IDuque dc ('aixlas-59
LOJA DE
Carneiro da Cunha & C.


Altencao
Mithicus Austin & C., teem para vender pran-
chbes de pinho de resins, da melhor qualidadeide
diversas dimensues reccntemente cbegados.
Tabopas da mF.nA madeira de 1 1/'2 X 9 1/2 X
e de 2 X 12, proprias para soalhos, portas, etc.,
Em lotes a vontade dos crnpra,!ores e a preVos
modicos.
Run do Commereio n. 18
Cimenlo Portland
E

Vendem Orestes Tl'ravassos & C. : 1 ua ell-
criptorio no largo do Corpo Santt a. 19.

Noahil Uu3mdah*fi


N






I- -


~1 5.
a:-
-i
/-









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4

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-ii


Vende-se um engenho oi
dioa nesta eidade : pla ink to
ltorio do Dr. Luiz o-Qnelvw
largo da Companhia ]rnal


Vendae.-A
tat


v .e
...a +,.t .". ;-,i ; '


-'? aa


Parahyba.
Chamam a attenaio dos Srs. agricultores
para os novos vapores que tem recebido do
icreditado fabricante Robey; que se re.eom-
mendam pela facilidade de conducaso, assen-
tamento e economic de combustivel, deixandf
de mencionar os engenhos em'que os tern col-
locado, porjia lterem vendido 85 para diversos
lugares, e por isso Ia devem ser bem conhe-
cidos.
Sao os nmcos recebedores de trilhos poi-
-. -E- 1V __ __ __ .-j


e
o

o



IL


I.


u'
u


I




























S o pri o nc aliberdade sen mdeminsag4o.
08go c as attender wais As9
cal l do qu Ais aspi-
ell, 4o abolhcmonss, s do-l

trase-gtIr outro. eaminho. Prero aso
+prjcto a determninasgo de um prazo, den-
tro doaqual finde a escravidlo.-.
Si-re depntado pelto ParanA fez a
maior fijustiga ao pnojato emdiscUsso.
JAoa que foi offerecido A consideration
do corpo legislative o anno pssatdo, res-
-peitava o principio da indemnisaglo quasi
Sat6 ao fim : era baseado, era calcado no
principio da indemnisagco, menos corn re-
laglo aos sexagenaries.
0 Sr. Candido de Oliveira o outros Se-
nhores :-- Apoiado.
0 Sr. Saraiva presidente do eonselho):
S -0 project actual leva o principioe mais
adiante.
0 valor dove se extinguir em alguma
idade, Aos 65 ? Aos 70 annos ? Creio
que todos devemos concordar em que, de-
pois de 65 annos, o escravo nao tern va-
lor polo menos valor real iApoiadca.)
Logo o project actual leva o principio da
indemnisaco, o respeito devido aos gran-
des- interesses ligados A escravidio, at6 o.
ultimo limited. (Apoiados.)
0 Sr. Felicio dos Santos : Sobre isso
nAo ha duvida.
0 Sr. Saraiva presidente do conselho):
P6de-se dizer: a nao pagais em dinhei-
ro a imdemnisaglo dos escravos do 60 a
65 annos, os lihertais immediatamonto nao
os mandando matricular. )
Entendo, por6m, quo todos os tazendei-
ros, c 6 dos fazendeiros que principalmen-
te so trata, porque a aboligio da escravi-
S diuo s6 p6de faizer-nos mal se affectar os
legitimos interesses da agricultural do paiz
(apoiados), preferinio ter o libwrto por dous
ou tres annos em suas fazendas, o liberto
ja encanecido no trabalho, jA infandindo
certo respeito para dirigir os outros, A re-
ceber 50 ou 10015. (Apoiados.)
Por consequencia, nao so ataque o pro-
jesto porque nao leva aos extremes limits
o principio da indcmnisacto pecuniaria;
seja atacado par outras razzes, par esta 6
inatacavel.
0 Sr. Eufrazio Correia: Mas a ques-
tao e de principles.
0 Sr. Saraiva presidente do conselho):
Principios que estio segaidos at6 o ultimo
* limited razoavel.
^ 0 Sr. Eufrasio Correia: Ha de per-
S mittir quo eu coateste isso.
O Sr. Aranjo G(das Junior : -Ni6o so
+ polo principio da indeomunisagao quo o nobre
deputado atacou o projeeto ; e pflareduc-
0 Sr. Saraiva presidento da eonselho)
Rosponderei a todos os pontos ; nao esque
cerei nenhumn.
Nio sei, pois, que outro carinho pode-
ria seguir o governor, pars attender As eon-
weniencias publicns, se nao o adoptado pelo
governor.
Disso o nobre deputadc((: v6s preferis-
tes attender As aspirag-0s revolucionarias
da abolicionismo.
C inm), se estas aspira^oes sal) as contra-
riadas no project, porque o abolicionisrno
puro nao quer a indemnnisaio ? E' em
contraposiito aso principio revolucuonario
que o governor quer que a indemnisacao sej a
bevada ate aos seus limites razoaveis. Po-
deis, pois, atacar o projeeto pur tude, me-.
nas porque consagre ideas revoluciona-
rise.
0 nobre deputado pelo ParanA prefiri oa
prazo, Mas o nobre deputado polo Mara
nhao, ainda na ultima sesaeo, mostrou da
maneira mais clara qua o prazo determina-
do serxi urea calamidade, seoia a peior das
soluges. Levaria a anarefia As fazendas
e a perturbacto As families. (Apoiados e
nio apoiados.)
E porque o governor quer que a question
seja resolvida sew ganho de causa do prin-
cipio revolucionario, esta o projoeto formu
lada desta maneira.


O Se. Eufrazio Correia -0 prazo esta
contido no proprio project.
0 Sr. Saraiva presidente do conselho):
-Para que a designaito perigosa de urn
prazo, se o prazo estA occult no project
da maneira a mais convenient ?
Supponham os nobres deputados que a
camera nao concordasse corn a indemnisa-
S 9glo, nio votasse um real para se pagar a
S propriedade escrava. Pois bem, ainda as-
simn o projeeto apabarhi a escravidlo sem
despeza algama dentro do um prozo pro-
visto.
i NI' me julgaria vencido se a camera
lrepellisse o artigo referente' A indemnisa-
Sgo, por6m quero mais. Se a camera nbo
nquizer transformar o trabalho e pretender
S se limitar A libertar escravos, faga-o. 0
projeeto, por6m, nao seo limit A libertaglo
de escravos, o project cogita de assumpto
mais s6rio, cogita da organisaglo do traba-
S Iho ; mas sem dinheir aem que os pro-
S ietanios de alguma sto so habilitem A
organisar o atralho livreo, nbo ha 'ransfor-
Mi' ambo possiel. '
-0 Sr. Araujo G6es: -Isto 6 um outro

: Sr.Adrade Fi gira :-0 projeeto
rea' ven e.sa qu.sto.. I
iB fi~R^& -;1'^ q. + '*.o. :* += **


id6a A si, ha em partid t* vM tE
Spossa oppor-ehe ?
0 Sr. Mac-Dowdl: Podem sor s v0 -
Aos.
0 Sr. Saraiva (presitot do oonselho):.
Ah f cumpreo, por6, qtte no haja von-
cidos. Esa iada 6 do todos, e af proei*
realisal-a .o9m todos.
0 Sr. Andrade Figueira: -Cada partiW
do corn o seg system.
Um Sr. qputado: --or iso 6 queatto
aberta.
O Sr. Saraiva presidente doe otoaelho):
Estamos, pbis, todo oosordes sobre ps
pontos ctpitaes,a e por e4aquencie, abr-
ta ou feehada jques t, os prinoipios cm-
pitaes estwo tilros e aao ob oingtte.m quo
tenha amor A este paia que possa impug-
nal-os.
JA demonstroi quo o praao result 4e
algumas das dispoesiget dO4 projecto, por-J
qu em dez annos a es aavidk estAi4 aca-
bada, sem real disponaido dos cofres po-
blicos, sem memo trabalhar o antigo fun-
do do emancipagao.
Acabando assim o project corn a oscra-
vidiAo em diz annos, porque depois de dez
annos restarno apenas pequenas qnantias a
dar, e ente os proprietarios, quo ainda ti-
verem escravos, transformarao o seu valor
em servigos por trees, quatto ou cinco an-
nos, perguntar-me-ha a Camara: por que
6 que v6s, ministry da fazenda, que deveis
poupar os cofres publicos, nao yvos limitais
A essa providencia ? E questlo esta que
tenho de explicar melhor, e fal-o-hei quan-
do responder A outros oradores e tiver de
fallar do outras vezes. Neste moment
pego licenga camera para responder ao
ncbro deputado por Minas, que falloun em
segundo lugar.
Agradego ao nobro deputado o apoio que
presta ao gabinete. Esse apoio eu o espo-
rava porque pertencendo o nobre deputa-
do A umn partido e esse partido arvorando
no parlamento a bandeira da aboliglo da
escravidito nos terms ma's moderados, S.
Exc. nAo podia nemr devia deixar de apoiar
umrn gabinete, que procedesse por esta f6r-
ma.
Mis, respeito tanto o nobre deputado,
que quero, por seu bemn, diminuir o aloan-
ce das observag5es, quo o dominam por
alguinas desposigoes do project.
Disso o nobre deputado. (LJ)
0 nobre deputado tratou de umrn ponto,
que e crigern do todas as nossas difieul-
dades.
Seguramente a question servil tomou a
inportancia que assumio actualmente, e
apresenta hoje um aspect difficil, porqae
os partidus nao cumtpriram o sen dover,
urma vez quo o governor 6 o que os parti-
dos queremin qne elle seja. E' error dizer-se
-o governo faz mal em nao cogitar dosta
quest o. Mas porque o governor nAo-cogi-
ta desta ou d'aquella reformnz Porquo os
partidos devemn cogitar do uma reform
antes do governor. Porque o nobre depu-
tado aventurou a observago de que o g)-
verno vein hoje oagitar esta questao, qua
nao tinha silod agitada? orque o partido
conservador, permittamrn-mo quo mine expri-
ma coin fninquezi, e a camnara sabe que
ninguemn a respect mais do que eu, inas 6
precise quo todos no.s enunciemos corn fran-
i^o.za, faltou ao seu dover e porque o par-
i Jo liberal faltou ainda mais ao seu. (Apoia-
dos e no apoiados.) Eu me exolico.
0 Sr. Andrade Figueira : -lo preci
savan cogitar disso quando o paiz inteiro,
ambos os partidos, resolviani a questato 1)ra-
ticarnento.
O Sr. Saraiva (presidents do (0caselimo):
-0 partido conservador falton ao sen de-
ver porxue, tendon agitado a quest'a, nmo
a resolve.
0 Sr. Andrade Figuoira: Resolveu.
(Trocam-se apartes.)
O Sr. Saraiva (presidoate do conselho):
Tendo o partido conservador langado tao


tapnte da camera esta questao, procureu
resolvel-a tauto quanta era possivl n'a-
quella 6poca.
O gabin'.o Rio Branco fez tudo quanto
era possivel cntaio, e mais talvez do qae
maita gene julgava possivel. (Apoiados.)
Foi o primeiro gabinete revolucionario, e
foi revolucionario o partido conservador,
que iniciou a primeira reforms, fazondo a
lei do 28 de setembro. -
Um Sr doputado: Revolucionario nao.
0 Sr. Saraiva (president do coniselho):
Os nobres deputados chamima do revo-
lucionario tudo quanto e tocar a'eataques-
tao.
A lei do 28 de setembro, hibertande 4s
nascituros, creougrandes diffiouldades; ei-
tabelceun o germen de nova reform. Esse
germen nao tern produzido todos os seus
offeitos, porque nao ha decorrido o tempo
sufficient. .
0 Sr. Andrado Figueira: Nao ce-
nhego.
0 Sr. Saraiva presidento do eonselho):
A lei de 28 de otowbro, lertando o
vent*, creoo geraq~e do *- xuos. A
primeira que dee $ I 1 L auLoe1 '
para goar dos 4wI 46 eIciao
leleleitonraldh 4: 4 v ro .
1892. -
0 Sr-.Jos& mi o::'N-aginwnos


/ ^^Mta aft a lei ir, 0 6 0a S OU e s e n v o l yi ne nj- F
to, evniam ter coi-
ta&dxd qus'tgo. *''-
O Sr. Adrft Igunrs: Nb preel-W
sava; o Paizti$1
0 Sr. Sara sl4edente do eonsolhoa):
- Tocarei neate p.ato, a se a ra posta
que dove dla bti o d tado plo Ma-
rauhlot, a qaet a ero .cnservador
como nato vi ignal, mns ujas opinions muito
respeito.
Mas que flanram os partilos cuj missao
6 promoverW t4as as rfonripas, que devem
doeterminar n.S go .e "W&a a folicida4de
.publics ? ,
0 partido liberal, indo para a oppsicIo,
formulou o sou programma--trabalho livro
e votolivra; -atw nao lovou a questo ao

Tive necessidaleo do dizer aqai, quando
lutava pela reforma elaitoral, qua nto co-
gitava da 0 4oci acbo -dos eseravos, por-
que no *ia .o i itar de duas questis, irna-
portantes to mesiuo tempo, e esperava que
o partido liberal e rounisaso nos sens me-
etings convocados por seuas chefs activos
e que quorem ter inflaoaeia doeisiva, para
debiberar sobre o modo como devia ser re-
resolvida esta qat4o.
Por ter o partido liberal esquecido este
ever primordial, e por nmo ter o partido
conservador oogitado de completar a lei,
que havia feito, d que surgiramn as dificul-
dades corn que ,Oj6"e latanos. (Apartes.)
Assignalo este ponto tambem em rcspos-
ta ao nobroe deptado pelo Maranhio ; as
dificuldades corn que hoje litamos proven
de nao teremr os partidarios cogitado das
reforms neoessarias; em lugar de term
tratado O6mento de interesses politicos e
viver, deveriarm cogitar dos interesses e do
future do paiz.
Disse o nobre deputAdo por Minas-Ge-
raes: nao 6 um p ,rigo a emancipagao quasi
instantanea como quer o projocto ? Per-
dAo, respond eun; no h4 emancipagio
quasi instantanea polo project. Instan-
tanea chama-se aquella que n'um s6 dia,
n'um s6 moments liberta centenas ou mi-
lhares de escravos, e deixa-os semn ocu-
pa-go.
0 nobre deputado vio no project a
omancip:gio instantanea polo facto do so
poder transforater em um s6 anna o syste-
ma de trabaihor. m muitas fazendas, e o
governor libertar co-mo oa titulo de divide
do Estado 30, ,50 rpil escravos. Ao
nobre deputad6 oe affigurou quo isto era a
emancipa4io instantanea, mas no e. Esses
escravos eonvertem-sa em libertos, conti-
nuarn no serving das fazendas.
0 Sr. Valladares: Veromos
0 Sr. Saraiva presidente do conselho):
Par a assegurar este resultado o projoc-
to conte6m providencias several, was jus-
tas. Por conseguinte, elles ulo ficam des-
de logo entregaes a si proprios; sio trans
formados em libertos, 6 certo, mas obriga-
dos A prestagtao de servigo remunerado por
algum tempo, e desta formal, transformado
o trabalho servil emn trabalho liyre, prosta
rio clles melhors e mais proficuos servi-
gas do que os qun actualmento prestam.
Nio posso, port-into, consilerar ornanei-
paRibo instantannaa a de system do pro-
jecto.
Respondo agorug a outra objoegao, quo
(1o lado conservador se fez contra o pro-
jecto, e que o nobre ,deputado por Minas
assigualou. D kssa o nobre deputado: o
projeeto ataca o principio da indemnisacio,
diiouiado o valor do escravo e fixanda-o.
Sr, presideate, eu nao vcjo nada rais
just, mada mauis rational do quo a dimi-
nuiniio do valor do escravo: nada mais
just, porque lib-rta do impostor a expor-
tagie. Nao pagaqdo os senhores, princi-
pahnente os faz3andeiros, imposto alguta
par sons escravoes, a dirninuigio de valor


dove correspond" a esse imposto, quo em
vista da lei vigeate 6 cobrado nas cidades
o talvez devesse ser pago tambem ft.ra,
' tornando-se externsivo a todos os snhores.
0 Sr. Andrade Figueira : -Dez par
rcento ad valoranm. (Ha outros aprtes.)
0 Sr. Saraiva presidento do conselho):
-Os-nobre4 deputados ainda nio acaba-
ram de ouvir-me.
Urna pate dessa diminuiwao legal de
valor correspond; ao imposto novo, que o
senhor do escravo deixa de pagar, e a ou-
tra part 6 ainda mais justa e raional por-
que 6 quivalente 6 dirninuieAo -aatural do
valor em virtude da incapacidade, da fra-
queza, da velbice do tempo, porque nin-
guoem deixa d eeafraqaueer e diminuir de
valor A proporao| que core a vida. Por-
tahto, a diminuigCO do valor 6 neoessidado
de todos os projedtos; 6 urna id6i quo foi
enunciada pelo nqbre deputado por Minis
(Goraos e corn a qul le pensava resolver,
ode certo resolveoia a questoA do eleinen-
to servil. MaS o .projeeto -lo di.mnuao
tanto quanto elle qtueria, diminuaio anito
quanto corresponde aos impostos que o sa-
mahor dideixa, o- .rei. 'u ..,
nuiai~iao i^o d ']'''pa i *".*l t .u o-r:.: b '4 po-


emnai~inpa9, oixP oinw acrsaarwL reiis
'to aiuds aq nil"OA wo; 0 Bto. t19 jobr, aI*atial Vra**:brasidala UW
W 'lta do pati46no qu, a1 (ploirA irA
5 O, xd4io*ww obre o9 tnibutos bmate*-
:dQ v#r'-livrodCIO c noero da eoscrvi-
") air. A)^aI" ^Woina: -_i que-
tao d4 queear; PO pote. .
0o r. Saraiva ( s'deto doconselho) :
P ide. 1 *' "' '' "
Jr.+ a v gdai o ?prnjosetoIo a ter*" as
tdlcoas do orarnenro. n6 4nugrmenta QS
oasos da/its, n tuom a poeior 9 noose
estado lnuanceiro, e f a disse- que'esta ques-
o devi*\ste relsvida A par dai questato
inaaoeira, uina auxziiandto a outra, e nao
podearemo tae seguros orgamotatos de re-
eoitta emquanto eats questlo subsistir, nao
poderemos ter r0ecotas abuodantes, so nio
quan lo a Possa industrial agricola e fabril
assenter toda sebre traba1ho livre.
Terminon o nobre depatado por \lints
o sea diacurso, perguntando-mo so nao
seria maelhor applicari7 os titulos do divida
do Estadp e os noros impostos 4colonisa-
go.
Senhores, o projocto dA ao proprietario
de fazendas o auxilio para eate ima e ou
tras identicos. Nao 6 p ira que ella pague a
seous credores, como muitos dizein, que o
projecto o habilita corn certos meios.
0 Sr. Andradeo Figueira: -Pois 6 o quo
ha de aconteeer.
Q Sr. Saraiva presidente do conselho):
=-Ah! enteo elles nao attenderiao ao seu
interesse.
0 Sr. Andrade Figueira: =fSerio forsa-
dos.
0 Sr. Saraiva presidente do cons dlho:
-Para que se indemuisa do umra vez o-
proprietario corn metade do valor do espr4-
vo, senlo para quo elle converta na suw
faznda eom livro o trabalho servil ? Comno
pode convertel-o senile molhorando a sorte
dos libertos (apAiados do Sr. Ildefonso de
Araujo), fazendo melhoros casas para alo-
jal-os, randando vir colonos quo os ensi-
nerm A melhor trabalhar, augmentando
mnesmo o numero do trabalhadores coui co
lonos que maadar vir de outros prizes?
Portanto, este fund em titulos de vida do
Estado 6 todo applicavel A transfornmaco
do trabalho,' a eaonsequentemente a coloni-
sagAo e a todos os processos que melhoros
paregam ao proprietario para transformer
o trabalho eta suas fazendas. (Apoiados.)
Estes grades meios. quo o project
eont6m, sAo tolos para a transformnaca1o do
trabalho, portanto pars a clonisaio.
Respondo agors aa nobre deputado polo
Maranhlo, que naoo sei so estA prcsent3.
Voazoes :. -Esta doeate.
0 Sr. Saraiva presidente do conselho):
-reqguntou-me S. Exc. so umn genio per-
vero, do admiral agudoza, nAw susuita
sempre questesa encandescentes nas epo ,as
mais difficeis.
Confesso A S. Exc. qua elle pode julgar
perversos os gaaios, qua tern inspirado ca-
minaras e governos nesta question, mnas que
eu os consider genius benefices. (Apoia-
dos.) E. no precise remontar as nuvens
para ver as causas que tem concorrido
para quo alguns ministerios tenham trata-
do da quostao servil urum simple estudo
historic mostra qut 6 impossivel quo on-
tra causa, A nma sen o patriotis:no, tenha
inspirado governs e cameras.
Remontar-me-hei A urea 6poea, de qu'i
se nio tern fallado corn largueza.
Eu pertenci ao gabinetc de 24 do ,naio,
do ultimo ministenia do Marqaez de Olin
da. Alguns dos meus colleges instaram
corn o Marquez.de Olinla, mosmno na ip;.-
ca, no fervor da guerra do Paraguay, para
que S. Exo. chamasse na fall do throne
on em qualquer Qutro docurnento official a
attenuco dais. cameras para esta questibo;
o Marquez do Olinda resistio polo motive
da guerra.


JA e mort umrn dos horaens, que mais
trabalharam para quo a questao foiss le-
vantada no parlamento, o sompro lembra-
do conselhoiro Nabuco de Araajo. (Apoia-
dos.) Eu tambom acompanhoi, julgava
obedecer A umn ever do consciencia, di-
zendo quo so devia despertar a attenqgio
das Camaras, para esta questao, memo na
6poca da guerra.
JA ve o nobro deputado pelo Maranhibo
que, si jA o mmisterio de 24 de iuaio nmo
tratou da questao, foi V~rqto os proprios
ministers resolvor&'Iqa ella nalto viesae
ao parlamento; mis algmus delles a quize-
rani agitar por propria inspiraio. 0 pa-
triotismro do :lguas levantou a questao, a
prudencia do outros evitou que ella fosse
trazida As Camaras. Portanto fomos n6s so-
moenta os unicos responsaveais por essa agi
tagoo e por asme .oniio guardado parn
corn o parhawornto.,
0 &S.. Andrado eFigaoira : -V. e. es-
th confirmando o que ease orador dise.
.0 Saaita Sidoatt 4oicpflho):
p-Dg quoe -oio m& eppm os Vhe
cer a usma apia -paflica, e nun"a
r req-c ^n pvWMOin.
!- : + +'+ + + + '' + : em'l ^^ cof

'al usittc 6bdee u i senSo a--uits0-pro0
o,.r Z+,,um,osao quo.


o r $r;' unra. 4Xlboquando'
ahiu do ministerio.isse qud9 era general
O Srual, Atedo conselho) -
il a Q N ;' 1' 1.. 1W'.'' 0 '. A,; *J1


,couviegbo,(
roau-o ao seio
,o o ra t
+0 Rio BraT


I *a dos Iklwaes do Sam
|-4 Ifo4,m ,ei~euracoe' "pror e rm.dado um
0 Br.A o -a% Fignoira :.F4i -.w /.2
hora sdo 4,am ) *: -
0 Sr. Kofr"'(r, loit ocoalo
j- ju h to' 6. qua hotbefns ItAl o6l tt
*;teaii tao i<4iapectos nico pudtim iuspi-*
rar-se osne a sou patriotisno proeden-
do unani eento dwam m0o4.
;QaaUi tod* og wimtwo M V aes con.
4nuaam a chanar a attn4o do pata-
iUent ptr a neoasdade dia roviao da0
oi do42$ de setembro, e o ministeuio pas-
8fto 'xa4 adiante apres 3tando o seu pro-
Amtes dello en jA tinha dito quw iutia
a questlo ama ureei a, que a reifria d<.-
tiua ser feitU mna niW oamprehendi porqtqe
eomr o oaheeimento quae tinka da Camata
passada, conheci quo eam reform aio pa$-
suria, e 6 direito men nito vir cumo minis-
tro apresentar ura refortna ao parainento
niBo tendo a conviegAo de que pode pasaSt,
e passar de imodo a preoencher os fioas que
ella tern em vista.
Ora, jA declarei por mais urna vez A
Camara que ntojulgava reforaia complete
so nao aquella quo evitasse tuna outra.
porqu o paiz nao pode viver nestas in-
certczas (apoiiados); pretisa ter seguridade,
e 6 necessario qua todos os homens, que tern
escravos, saibatn sob que lei vivem. Por
conseguinto umn project que evite urma no-
va reform 6 o unico qua me parece effi-
caz.
0 Sr. Daarte de Azevedo : -Mas esse
systcma nao a o melhor.
0 Sr. Saraiva presidente do eonselho):
-Entio pederis a V. Exc. que o substi-
tuisse de modo a evitar outra reform.
0 Sr. Daarto do Azae vedo: -E' imtuposs-
sisivel.
Utn Sr. Djpuatado:-S5 a aboli o im-
mcdiata.
0 Sr. Audmde Figueira: -Pela aboli-
glo instanitauio e iainediata o ultimo es-
cravo sdra seppre o qua tiver do ser se-
pultado era l dimo ligar.
L 0 Sr. IUykses Vlanaa : -Isso 6 apenas
urnaa phrase do espirito do nobre depu-
tado.
0 Sr. Anirade Fignaira: -Nao, senho',
a verdade.
O Sr. Saraiva (presilenta do eonselho):.
-Disse ainda o nobra deputatlio pelo Ma-
ranhao : o president do conselho desco-
rhieco uni pri icipio coinesinho, o e que as
questoes social& silo tmnboern questoes po-
titicas, urma vez qua Jeu como razlo do
ter aborto esta questio o ser ella uina
qp.estao social. Nb.o diase isto. Nio podia
igror-tr que nio ha questro quo venha aj
parlarnmento que nao asorna o character de
qiestqio political. A. Assinalei o character de
questao social para determninarquo estas
questoes sao As vezes-m ais faceis do ser
resolvidas do quo quaesquer outras, e ti-
nbA necessidade de fazer esta declaragiao
para entrar na rsposta, que devo sobre
estL ponto ao nobre deputado,
Todas as questoas noparlainento podom
ser-abortaT ou fechadas. Qaando o go-
verno, obrigado pela nocessidado da solu-
ior de urna questi1o, v. que alguns amni-
gas- sous, uma part do seu partido tern
pequenas duvidas, pequetus reparos sobre
points, que nha silo esseociaes, que nai
podeo. dividir o pairtido e inutilisal-o para
a reforiba, pode frazor questaio de contian-
ca para resolvel-a logo mnas 6 precise que
tenha a certeza de a powder resolver. Mas
qjanndo a questibo 6 conBO esta em quo dos
dous lados so enoontram individuos, quo
qyaerem e nito queroie. a refbrma, quando
a questlo preciva ate certo ponta de ser
resolvila pdlo accordo- do todos, quando
todos os interesses convergem para que
conservavbores e liberaes de n a esta ques-
t'lo a :nelhor solucao) julguei e julgo da
rieior noccssidado que a questito em lugart
,ie ser fechada seja urna questio aberta.
Hi ufnl outra consdder.iXo gravissiina, e


pIdai qual pa leria sn crime ac sen remroir-
'sos abrir esta questAo, m.-as nrao lanal-a a
todos os ventos, conao disse o nobro depu-
tado, e 6 quo n6s todos cstamos concordt
no3 principios cssseaciaes d'i questao.
Conservadores e liberaes nio achanr ilue
a soluclo da questaio (lodeve ser aprossada ?
Acham, a seria precise que nuo fossoem ho-
muens politicos para assim nio pensareni.
Qual 6 o outro ponto eu quo est.o. todos
-1o accord, except o nobre deputado por
Pernainbut'o e mais Un outro? que
a indemnizago seja urma realidade.
Nao cstdo tamnbemr todos coneofdes em
quo esta questao seja resolvida sem off.nde-
os interesse muito respeitaveis, quo duranw
to seculos so ligarain a est-% instituiglo ?
Creio quo ha aiada umn outra ponto do
projeeto em quo a livergencia nao pode
ser grande e eonsiste em applicar mais di-
reetamente a indeminnizagio aos proprietarios
agricolas, de modo qne elhesiem yea do a
gastaremrn annualmnente sem system aq gas-
tern systeinaticamente na transfermilaoo
do trabalho liv're. E si tivessea duvidas
icera-da aieeitalo deteo project terinam
qitas so dissipado pela aceitaglo defle por
e~nBWr.3or ja iberwes proprietario4 de
eseravos. Ju quae nao gasto do. mandar
lra os io"aOs Ootiias quo podoti wais
oun icnoes refloctir em apoo" do governor,
;4ed&a;o quo tteho z.mebido nessoa WltinIQ&
dias telegrammas de proprietarios de 300
eseravos nos seguintos ofermos : Projee-
to approvado, teq.o 3Q0a eperavos. (pa

Squ ebi 6 que a opposig' o feita ao'
-me 4. di iijquo lO a ProusI
0sl1^ rim 0416o .44040. -Tgio.;|
#as da eciq delq taaitosaa a proprietaic

aeeitam o projeeto do governor como um
proi. to qua Ioet da ,eruridad e. meios de


Ptit aqk. pspsote.uhe #d
btniete,- e 'e qutedSgi i 'i-6 .
.cdlegas nib, rdeaoiam urs
pAOi-o liberal so retunise A oppogo Oft-
,eryadora, ae arlogpasem 'os soap 6
go patiticos.
W' fActoeate 4oquoeoo to MO ti-
dir. 81 a oppos''!L) liberal do Sendo
nlo dso aqualle exemplo do naior pa-
triotismo, aiso calasse tlas as suas quei-
xas, naquelle tempo beri vivas, coantra o
partial conservador, a lei doe 23 de So-
tenmbro nao teria sio promulgad4a. (A?.ua-
dos).
0 Sr. Andrade Figpeira :-.O Seaado
nio fazia politics.
0 St. Candido de Oliveiram:-Mas re-
jeitava o projeto.
([-Ia outros apartem.)
O Sr. Saraiva (prwideat 4do couselho):
-Senhores, 'u tenho ouvido dizer quo o
Senado-i.o fazf political, o ea entendo que
assim deveo ser; mas o que 6 facto 6 quo
o Senaio faz toda a political do paiz. 0
Senado fiz political IA e vein aids fazer
political aqui na Camara dos Deputados
(apoiados). Eita 6 a vewrdade.
0 Sr. Prisco Pararzo :-Dirige campa-
nhas political.
(Ha outros apartes.)
0 Sr. Saraiva (prmsidonte do conselho):
-Quo o Senado fax political e inquestio-
navel.
Mas, dizia eu, a re-forma do element
servil nao teria passado seo .,kneteQ nI-
reeeb6sse o apoio de seus poin jver-
sarins, a lei de 28 do Setembro nA0 teria
passado no S.nado.
Tomos ainda exompli mais recent: -a
palsagem da lei eleitorai.
Esta Camara estaria constituida, como
eati, si n partido conservador, tend &
sua frento o seu illustre leader, no Senado,
nao tivesse apoiado A reform eleitoral?
(Apoiados.)
Por conseguinte, si en fizesse nnma
questlo do contfianca political sobre a refor-
mia eleitoral, si fosse ao Senado apenas
averiguar e pa lir o apoio dos meus ami-
gos politicos, a reform cteitsral nao teria
ezisteneia. (Apoiados.) -. aproveito, Sr.
president, esta ocoasiito public e solemn
Ipara dizor que taWta gloria teve o partido
liberal, iniciando esta reform, como o no-
;bro leader e o partido conservador votan-
,do-a. (Apoiados; muito ben.)
0 Sr. Jose Mariano :--Talha-nos isso
para nossa defeza future.
0 Sr. Gaspar Drummnond : -E' o teste-
mtucnho de um homnem de beorn.
0 Sr. Saraiva presidente do conselho) :
-Sempre que nos encontoamos em diffi-
culdades graves, um partido s6 n-ao p6de
resolvel-as. (Apoiados.)
0 Srt. Andrade Figueira :--Tratemn de
reformnas canservadoras que terao o nosso
apoio.
0- Sr. Saraiva (presideete do conselho) :
Esta 6 eminentemette conservadora por
quo respite a propriedade, indemnisan-
db-a.
0 Sr. Andrade Figueira ::--N'ao opoiado ;
e et. esporo miostrar.
0 Sr, Saraiva ( Presidente do eonselho ) :
Entret.nto a reform a eleitoral tinhaele-
mentos favoraveis. Tinha urea Camara
quisi Una~nin, ; no Sinado havia maioria
couaovadora d i qual destacando-se alguns,
podia obter o ruinisterio apassagem do sen
.projo':to mais on menos nu'lificada ; por6rn
n6a e demnais rfpetir; so nao fosse a tena-
cidade, a coragem corn quo o leader do
ipart[.lo coanservador apoiu a reform, ella
;nao teria passado.
_-Ctuahmente a sousa- 6 mris difficil ain-
cda. 0 quc tmeos diante de nos? Umna .
Garnara corn forges (iasi iguaes. Uma
'gri-u* pldo decidir da reform. (Riso.)
o Sr. Andrade Figieira: -Nao a fare)
,mos.
O Sr. Siraiva (presidents do conseMio):


-A molestia do u'n ou outro deputado po-
dia decidr da reforms, e 6 possivel con-
fiar a sort' deu ama reform Aesta ordem,
a solugAo de interosses tAo graves A cir-
curnstancias tibo contingentes ?
NSao. Os nobros deputados conesr-
vadores hto de tomar a responsabi-
lidade dasta rafornoar quer queiram,
quer nuo queiram. Hlo do votar o pro-
jecto, rn-adifical-o; mas nilo poderlo escu-
sar-se dossa respoasabilidade. (Apoia-
dos).
0 paiz tomarA cooutas de todos e de ca-
da urn. A minha responsabilidade estA
am promovera reform, discutil-a, sustentar
as minhas ideas, nao me dar por couvencid
senao quando do facto estivea; a responsa-
bilidade da Camrnara 6 discutir e votar o
quo possa melhor convir aos interesses do
paiz. (Muito bern.)
O Sr. Araujo Goss Desejamos omen-
dar o project.
0 Sr. Saraiva(presidente do consolho):
-Nbo -tenho medo das emendas, porque
eonfio tanto na sabedoria de conservadwras
o libcraes, que tenho por certo que ie
poredas, quo nao forem boas, nft passa-
rio. (Apoiados.)
Voua responder Ai ultima congiderabIo do
nohre deputado polo Maranhlo.
Diss S. xlc. vindes apresestar estA
reform no moments em quo smalo 9 if-.
ficeis as nossas condigces finanoi"as.
Sonhores; ou jA moostri 4que, orendo o
nqjeto m ouraos :popio, 4o ;Powava
nem, molhorava as no"" fianfas '&PC-

direito de-pqdir ao pa*= am$ agumawu- .
,"dotue qPo p.4wams- ow -ot*4S Is
stauaias. 1 111*; ,"; '; ;,, ^
Sou tb loal nae argumeq 4 ,
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